Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17953


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Full Text

Ajilo U1- MEfiO 143
PARA A CAPITAL E LI7C.JJUM TOE SAO B PAi PORTE
Por fres mezes adiantarlos............. 60000
Por seis ditos Jem.........." ...... i^XX)
Por um anno dem................. 230000
Cada numero avulso, do meauo dia.......... 5100
n
ii
21 DE JONHO DE 1881
PARA DENTRO B PORA DA PROTISCIA
Por Beis mezcs adiant&dos..............
Por nove ditos idem................
Por um anno idom................
Cada numero avulso, de dias anterioras..........
13550C
20(J000
27010(?
5100
Proprtaftt fre JUattoel Jtgitrira *t Jara 4 Sfy*
TELSGRAHMAS
kotjjo mtisim so ozahc
RIO "'E JANEIRO, 19 '- J inho, s 3
horas e 15 minutos da tarde, (ttecebi lo
s 4 horas e 20 minutos, pelo cabo subma
rio).
Em prlmeiro corruiinlo fol reelei-
to pelo I dlNlrlclo da provincia de
Rio de Janeiro o conselbelro Dr. Car
lo Frederlro Canilllo, mlnlafro da
Manaba.
Fol elelto depulado gcral em pri
metro encratinlo pelo I. dintriclo da
provinr ia de H. Paulo o candidato
conservador Or. Fijas Antonio Pa-
checo Chavei.
NATAL, 19 de Junbo. s 4 horas
tarde. (Recebido s 4 1/2 tioras).
da
Ac Vagado nenia provincia e no lugar
I rea do Mintilo. I miiiins ao mal
de Macan, o patacho PIRAPAMA.
Perdeu-se. completamente o canco
do navio e iodos oa objectet de bor-
do.
Xonaufragio morreram eezapren
dizen marlnbelroN. aliarnm e o
commandante e o reato da trlpola-
ro.
O capitao do porto logo que teve
noticia do oceorrldo neglo para o
lugar do naufragio.
RIO DE JANEIRO, 20 de Junho, s 4
horas da tarde. (Recebido as 5 horas e 55
minutos, pelo cabo submarino).
Fol buje aprewentado na Cmara
dos Reputado* pelo Sr. Baro de Ha
mor, ministro do Imperio, a pro-
pona Mobre a llcenca e aflm de S. H o
imperador nablr do Imperio. A re-
ferida propona fot remettlda a con-
nussa > de conntltatefio e poderen.
Fot reconhccldo deputado pelo 5.'>
iiisii i< lo da provincia do Blo de Ja-
neiro o Dr. Pedro Luiz Atoaren de
Souza (C).
menina Cmara approvou boje,
em 3 diacuwnao, nao so a flxacao
dan Torean de mar, como tambem o
projecto sobro a reforma municipal,
entej ultimo, porm, com an emen-
do) aprenentadan pela commlnnao
renpectiva.
A commlnnao.de constltuico c po-
deren aprenentou. anten de termina-
da a nenas, parecer favoravel a pro-
pona do governo, convertendo-a em
projecto de lei. nobre a llcenra para
% ti o Imperador nablr do Imperio
kka, vi,J paia o Diario)
MADRID, l de Junbo.
A Cmara don OeputaJon adoplou
o projecto de le aprenentado pelo
governo relativo reronntrucco da
frota benpanboia.
S. t'AULO, 19 de. Juuho.
O Sr. ne. Rilan Cbaven fol elelto de-
putado geral por I Ol voton.
On ontrn candldaton obllveram
Souza lueiro/. ti i
ngel Pentana 155.
NEW-YORK, 19 de Junbo.
O STEAMER CHAMPLAIN navegando
no lago Mlcblgaa fol quelmado total
lenle no correr de urna vlagem.
tima parte da trlpoiaco e panna
gelron foram nalvon por um outro
vapor.
Ha a lamentar uman vlnte viril
unan.
BUDA-PESTH, 19 de Junho.
Oeram ne denordenn de certa Im-
portancia enu divernan localldaden
ila Hungra na occanio dan eletcen*
An autorldaden connegulram aba-
fal-an-
R10 DE JANEIRO, 20 de Junho, s 5
horas e 10 minutos da tarde.
para fazer prximamente urna vla-
gem a Europa.
1 Cmara don Dcpulapon envin a
propona ao eiamedc urna cornial*
nao cnpecial afim de dar parecer
BERLIU, 20 de Junbo.
Teve lugar boje o encerramenlo
do Relcbniac
* memnagetn Imperial agradece
aon miembro* do parlamento o ron
enro que prentaram ao governo e
menciona nn boan relaeden exterio-
res, nem comer neubnma declara-
co particularmente notavel nobre
o ponto de vlnta geral.
BUDA-PESTH, 20 de Junho.
Icabam do ter lugar an eleicoen
para a Cmara don Beputadon da
Hungra.
Agencia Havas, filial r>m Pernam'.u'..',
20 do Junho de 1*87.
INSTROCCiO P0PLAR_
BIOLOGA
DA
(Eoctrahido)
BIBI.IOTHECA DO POVO E DAS ESC0LA8
Fiellen Brothers. Informa o Sr. ins- Hs enpregados do f Iba e denta sort dei cumpri-
( Continua^ao )
1 tlt\ IMSHII
E 1. i constante e geral dos seres vives, o trans-
mitir a vida aon seus desccudeutDs, que conjuu-
ctamente recebem caracteres nao ideticos, mas
anlogos. Difficil e impossivel mesmo ser expli-
car ente faeto trivialissimo, se na eua nanifesta-
co, nao formob examinal o em suaorigem. Aca-
bamos de ver qne a materia protoplasmatica ori-
ginaria, mili primeira de todos os organismos,
apresenta como carcter constante o phencmeno
da reprodcelo.
Vimos que esta, reducida abi sua expresso
mais sin; les, ne limita separxcao em fragmentas
da mansa protoplasmatica, suficientemente desen-
volvida para sobre ella producir efieito a acceo das
tarcas de gravidade e de presso. Abi, o fncto
passa-se singelamente como urna bi-partico me
chanica ; a lei de repreduccao pois ab-initio
produzr-se urna diviso de materia protoplasmati-
ca, dando daas formas idnticas entre si, e idnti-
cas aquella que lhes dea origan.
Depois as cellulaa elementares aggregam-se,
sob o nome de pluntidios para formaren) organin-
mos cada vez mais complexos, que toman os nomes
de meridios, zsidios, et;.
A principio, nos meridios, cada ceUuta r-produ
zindo-se isoladanento segu as leis da reproduc i
simples das maesas prctoplaainaticas ; disto prov n
que es meridios resultantea, compostos de celbilas
ou plastidios elementaren idnticos, apresentam
propriedades tambem idnticas.
Ao passo que vamos subindo na escala dos seres
est-"8 vao sotfrendo uvjdificacoas resultantes da ac-
co do meio em que vivem, e essas novas proprie-
dades adquiridas assim, por adaptar;ao, tranninit-
tem-ne s cellulas que va> ser geradas, consoante
a lei de repr^ducc que aei na cstabelecemos .
(Continua)
I
ARTE FliCiAt
O Exm. Sr. Dr. Carlon Frederlco
Canirloto mlnlntra da Harlnba aea
ba de ser reelelto pelo 4." dintricto
da Blo de Janeiro por votan ob
tendo o antro candidato o Sr. Or.
Fren Cruz 9SO.
;&0 Exm. Sr. minlntro do Imperio
aprenentou boje na Cansara don De
potados urna propona de le. conce.
deudo llcenca a S, H. a Imperador
Ministerio do Imperio
Por decretes de 11 do cerrente mea, foram dj-
meados civalliirjs da crdem de 8. liento de Aviz :
o major lo corpo de cstadn-maior de Ia classe
Jos Rebello de Vasconcellos ; os capitaes Carlos
Mura da Silva Telles, do 10 batalho de infan-
taria, Joa Agostinbo Husauro de Aloieida, do 11",
Fraucisco de Paula Andrade, do 13 da mesma
arma, c os 1(' teuentes da armada Henrique Ki
beiro de Faria e Launndo Victor Paulino.
Foram agraciados : com o titulo de Barao da
Crnx-AlU o Sr. Jo&quim Jos du Negreiros, e de
Podras Brancas o Sr. Manoel Jos de Campos.
Mnisterio da tlnstiea
Pela secretaria de Estado des negocios desta re-
parti^ao, em 10 do eonente passou-ee diploma ha-
bilitauao os hachareis BeneOito Pereira Leite c
Antonio de Anhaia Mello ao cargo de juiz de di-
reito.
ministerio da Fazenda
Deelarou se em Io de Junbo :
A' presideneia de fernambuco, afim de o fazer
constar ao juiz de orphaos e ausentes da comarca
do Recite, que, como bem entendeu a Becebedona
da mesma provincia e ja foi decidido pela ordem
de 25 de Julho de 1873 e outras em vigor, nao
estao sujeitos a revaliaaco os documentos cujas
estampiibas estiverem inutilisadas somente com a
data ou com a assignatura daquelles a quem com -
pete inutnisal-as;
A' do Rio Grande do Norte, ficar approvado o
seu acto designaudo, em vista do disposto no art.
5 da lei de 29 de Novembro de 1841, eob repre-
sentaco da Tfcesouraria, de 5 de Maio prximo
pbssado, o t'.neliio e eacrivo do civel Joaquim
Jos de Sant'Auna Macaco, para servir de escri-
v do juiz dos Feitos da Fazenda da mesma
provincia ; dispensado o escrivo do civel, Joo
Climaco da CooU Monteiro, que servia naquella
ijualiHade, juntamente d m o referido tabelliao.
Autorisou-se a Tbesouraria de Peroambaco,
para manuar pagar, por Exercieios finosde
I8bt 1887, ao cou-go Manoel da Vera-Cruz, cou
furme rnquereu, puf seu procurador nesta corte, a
ilitti r-119a Je solJo a que teui direito, na forma o
decreto de 22 oe Julbo de 1882, desde 11 de Ou-
tubro ae 1J576 a' 30 de Junho de 1878.
Em sess de 8 do Tribunal do Tbesouro Na-
cional, presidida pelo Exm. Sr. ministro da fa-
zenda, d. ibirou o seguinte :
De Bernet c C. (Jous recursos), contra as de-
ci.-i) -s da inspectora da Alfami -ga de Pemam
buco que Ihea negaram o abatimento de 10 /, na
laxa do tecido de li ho e algodo, em partes
igunes, que submetteram a despicho ; poiqoauto
applirawl a c> so a disposicao do art. 15 das
dispoaicoes prelimiuares da tarifa, nada impor-
tando que os tecia s idnticos, simplesmenie de al-
god2i, fiqu.m assim p.gando mais, porque ;a
diffrent< 8 bases sobre qne assentam as taxas
relativas a eanas duaa especies de merendonas.
pector da Thf80tirri'i de Fazenda.
Hemeterii Vi raattido j-.o Sr director daBibliothiea Pro
vincial p'ira certificar o que constar.
Jos Teixeira Nunes. Encaminhe-se,
sendo pago o porte n,i repartic3o dos cr-
relos.
Jos Barbosa d* Cunha Moreira. A-
postille-ae.
Alferes Luiz B^zerrn do3 S tntos. Nao
havendo crdito n^ Tbesour.iria de Fa-
zenda pura o abono r?querido, submetto
nesla data (ieliberagao d? ministro da
guerra a peticSo do suppli'-ante.
Mara dos Santo-i Moreira. Apostille-Be.
Manoel Bruno Alvrs do Coatn. Sim
SebastiSo do Kego B .rros Barrsto.
N3o h* que deferir, em vista da informa-
cao da Tbesouraria ne Fazenda.
S'-cretaria da Presidencia de Pernara-
bueo. 20 de Junbo de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartico da tllela
2. seuclo. N. 551Seeretaria de Po-
lica de Pernambuco, -0 da Junho de 1387.
Illm. e Exu. Sr.Participo a V. Exc.
que foram reuolhidos Casa de Deten-
cao os seguintes individuos :
N> dia 18:
A' ordem do sublelegado do Io districtoda Boa-
Vista, Jos Roberto de Liemos, por disturbios.
A' ordem do do Io districte de Afogados, Ma*
noel dos Santos Anacleto, por embriaguez e ofien-
sas moral publica.
A' ordem do do Poco da Panella, Germano Jos
de Sant'Anna, como vagabundo e turbulento.
No dia 19:
A' mioha ordem, Cyrillo Vieira da Silva e Ma-
noel do Nascimento Crun, por disturbios ; e Cle-
mentino Jos de liveira, conbecido por Guaxinia,
como pronunciado por enme de ferimentos.
A' ordem do Dr. delegado do Io districto d ca-
pital, Cassiano de Mello Costa, por disturbios.
A' ord m do subdelegado do 2 districto da fre-
gueziade S. Jos, Francisco Vicente da Silva, por
disturbios.
Hrntem, peas 2 1/2 horas da tarje, entre as e>-
tac:8 do Fundo e Agua-Fria e na occanio em
que pretenda subir em um dos wagons do trem
de Beberibe, a praf de po'icia Jo= Lourcngu da
Silva, o ten com tanta iufelicidade que pftrdendo o
equilibrio cabio sobre os t iltaos/psnsando-lhe o
trem poi urna dss pernas que foi decepada.
O subdelegado de Beberibe tomou conliecimento
do tacto e f. z transportar o tffeudido para o quar-
tel do corpo de polica, atino de proceder a compe
tente vistoris.
Communicou-me o Dr. delegado do Io districto
da capital, que 1 > j-.* por vulta de 1 hora da madru-
gada fallecen repentinamente em sua p-opriacasa,
no lugar Remedian, do Io ditricto de Afogados, o
pardo de nome Manoel Ualdmo de Figueiredo, e
que da vistura a q:e procedeu o Dr. C sine de 6>
Pereira, veriicou-s: ter sido a causa da morte
uros eongifrao cerebral.
Pelo subdelegado do districto da Boa-Viagem
foi remettido ao Dr. juiz de direito do 3o JiBtncto
criminal, o iuquento policial procedido contra Ma-
noel Joaquim de Sant'Anna, conbecido por Baca-
lbo, pelo enme previsto no art. 201 do Cdigo
Criminal.
Deus guarde a V. Exc Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente -'a provincia.O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesooro Provincial
DESPACHOS DO DIA 20 DE JUNHO DE 1887
FieHen Brothers. Junte se copia das
informajSes.
m^nto ao ordenado por V. Exc.
Releva notar, porm, que alm da i.ilbidade
do calculo por serem hypotheticos es seus dados,
h outra despesa nao considerada,'nlis de impor
tancia avultada, cuj pag monto em prasos aemes
traes prefixos nao s^ ffre espa^imento-: eesa des-
peza a relativa aon juros das plices, para
eujo pagamento apenas pode-se desde 1 .go ir re-
servando o producto do imposto de 350) por g ido
abatido como pratico.
Mas esse Droducto mil chega a a'can^ar a 29
por cento da despeza semestral a que elle se reser-
va, tenlo assim de s>r desfalcada a renda prova-
vel considerada no calculo a que cima me retiro;
e neste cano ser est-i prejadicado em suas revi
toes o por conseguinte sofTrer a d 'stribnicao da
tabella que aprsenlo a V. Exc., quinio se apro-
ximar c tempe de realisar -se aquel! despena.
Estas consideraos julguei conveniente niio
oraittil-ss nesta exponiflo ao conhecimenfe de V.
Exe. em manifestacSo das condicoe? da referida
tabella, e comprehend? perfeitamente V. Exc que
as circunstancias da despesa excedente da recei-
ta, c ainda .m tace de urna arrecaduyJo desta in-
ferior satisfacao mensal dos compromissos re-
sult4ntes daqueila nao exequivel a organisacao
de urna tabella com desigoafe de diae de paga-
mento precisada a priori, de modo que nesta par-
te de sua execucio possa asseeur.ir a crfectividade
do mesmo pagamento nos prasos determinados.
Deus guarde a V. Exc.Illm. Exm. Sr. Dr. Pe
dro Vicente de Anevedo, muito digno presidente
da provincia.
O inspector
Antonio W. P. B. Accioly de Vasconcellos.
Tabella de desnbuicao dos pagamentos de venei-
mentes realisados por folha, com declaraco da
importancia presumivel de cada classe:
1. da til
Polica
OlEeiaes o mez ante-
rior 5:1744141
Pr.ie >s ultima dezens-
idem 11:329*702
Guarda Cvica
OlEeiaes o ra;z ante-
rior 709*583
Prscis ni ti na dezena-
idem 2:737*500
Gorerno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 18 DE
JUNHO DE 1887
Abaixo assigoadus officiaes da guarda
nacional da comarca de Garanbuns. Sim,
por um m z.
Capito Benjamn Amos da Fonseca.
Informe o Sr. commandante superior da
guarda nacional da comarca do Recife.
Francisco de Paula Ferr ira d'Anuncia-
5I0. Certifique se.
Rodrigo Jacome Martina Pereira e Fran-
cisco de Paula Ferreira d'AnunciacSo. -
Informe o Sr. contador.
Antonio Fernandes Xavier de Lima,
Manoel Jacome d'Araujo Maia, Borstolman
A C, Delmiro Sergio de Farias e Ruffo
Jos de Souza. Hoja vista o Sr. Dr. pro
curador fiscal.
Major Jote Domingues Codeceira. -In
forme o contencioso.
Vicente F-rreira d'Albuquerqua Nasci
ment, JoSo Antonio d'Almeida, J0S0 Go-
mes da Costa e Urbano Jos Carneiro.--
Entregue-se pela porta.
Oficios do Dr. procurador dos feitos.
Informe o Sr. Dr. administrador da Rece-
bedoria Provincial.
Joanna Francisca da Cruz, Thoaiaz
Bastoa e officio do Dr. procurador dos fei-
tos. Informe e Sr. contador.
Tbesouro Provincial de Pernambuco, em 7 de
Junho oe 1887.
N. 657 -Illm. e Exm. Sr.Determincu V. Exc
por tfficio de 18 do mez de Abril findo que fosse
organisada urna tabella dividida por classes, ou
reparticSes com dias do mez certos para regular o
pagamento do funccicnalismo provincial.
Para cumprimento deBia irdem em nua ittera-
hdade encontr tmbaraco nSo s no retrabimeuto
da renda como na oscillaeo de sua entrada, cir-
cumstaucias que de presente ne producen en:ei
muitaneidade imoossibilitaudo urna tabella que al-
cance h precitio que nena paia den-jar.
Se-taa crndieoes, pertauto, a qne apresento
cosidera^ao de V Exc. uioaflirnia a infalibilidade
do pagnento no dia fixado, e apenas narc* ou
promitte una tena poefibiiidade relativa nadoa-
ribuicao que consigna, um vez que esta osenta
em hypotheces no conenroentfl a airecadac^o da
reuua, cuja var.acaoexclue q- alqu-r se^uranca de
xito formal na msia destrinunjao.
Como ant. c dente oganse-1 d tabella alm-
dida t- m u-8e por base do calculo a ci branca dia-
ria da r> nda com referencia aos 9 ultim. n 11 een de
coriente ex rcicio, e do rep tivo total proeuiou-
ce a m-di aritbinetica, bervindo quelles me-
z-8 de divisor pora f-.rmar a rinda diaria pr.su-
mivel a kpplicar ao pag meuto dos venciuieuton,
como \ te ua demonstraco juot.., sob n. 1
Ora, tomado cono peuto de partida o mez de iu-
Iho do ai.no pnzuno passado. primeiro doexerci-
co, e deducida da arrecadacio nelle reaiisada a
despena refen nte as folbas, e a- s prets da forca
pubuaque Beexe.uta na constancia do meamo
met, tornou-tie o renpeetivo saldo como receiU ad-
dieiouada renda do da 1 do m- z suboequente,
u qual eooiecam os pagamentos aoB empregado
relativos ao ..utenor.
ITornadon assim os lementos don recursos, ser-
virio eiles de base ao calculo e -untante da demi.na-
tracfto annexa eob n. 2, e por forc do resultado
qne prenumptivamente ellen pruporcionarao, for-
mulou se a tabella de deetribu.co dos pagamenton
2. dia til
Tbesouro agentes :
imposto de 3*500
3. dia til
Secretaria do Governo
4. dia til
Inspectora geral da
instruccao publica
Bibliotheca provincial
Cana de deteofo
Juico
Coadjutores
5. dia til
Secretaria da Assem-
bla
Esccla Normal
6 dia til
Gymnasio Pernambu-
cano
7." dia til
Obra? Publicas
Guardas da Ilumina-
(So
8.0 dia til
R-.eebedoria provincial
9." dia til
Nao ha pagamento por
falta de renda suffi-
ciente
10. dia til
NSo ha pagamento por
falta de renda sufR-
eiente
11. dia til
Polica
Pracas, deaena de 1 a
10
12. dia til
Aposentados e jubila-
dos
13. dia til
Professores
3.' Entraucia
Escolas nocturnas
14 dia til
Professores 2 entran-
cia
15. dia til
Na* ba pagamento por
taita de renda sutE
cien te
16. dia ntil
Professores 1* entran-
ca
Guarda Cvica
Praeas, data de 1 a 15
17. da til
Professorae, 3 entran-
eiu
18. dia til
Nao ba pagamento por
la I la de renda sufH-
ciente
19 dia til
Prof escoras, 2' entran-
ca
20. dia til
Nao ha pagamrnto por
falta de renda suffi-
ciente
21. dia til
Polica
Praeas, data de 11 a
20
22 dia til
Nao ha pat-aunto por
flta de renda euffi-
eiente
23. dia otil
Pr f ssoras, t" entrau-
cia
19:9504926
8:884*611
6:191*033
1:421*666
841*666
3:326*666
2:406*541
833*333
S^OOOOO
3:110*277
5:011*991
500*dOO
8:829*872
6:210*277
6:410*000
5:511*991
7:999*511
6:501*771
.'i09*291
11:329*702
11:735*145
7:014*068
6;829*777
15:478*527
2:737*5l>0
18:216*02.
i:354*G40
7:29*644
11:329*702
15:644*644
167:369*578
3 S-'cco da Contadoria do Tbesouro Provin-
cial de P-rnambuco, 6 de Junh-3 de 1887.
O chefe, Bernardo Carneiro M. da Silva Santos
Ap|ir-'Vo. Palacio da presidencia de Pernam
buco, 17 de Juuho de 1887.
Pedro Vicente de Aztvedo.
IJIAHIO DE PERSA18[)ieti
RECIFE. 21 BE JUNHO DE 1887
Notiela do Sul
Eis a n s- niia 0-3 mais importantes notician de
que foram purtad-ies os paquetes Camillo, Eqaa-
teor e Aynoi >, alm das ofBeiaes, publicadas na
sei-c i c- mpetente e da carta de nosso corresfwn-
d--nta do Rio de Janeiro, inserta sob a rubrica In-
terior :
Parifico e nio da Prata
Folbaa de Buenus-Ayres at 8 e de Montevideo
at 9 do corrente, tracidas pelo paquete trancee
< Equateur enaequaes encontramos telegramnaa
xpedidon de Santiago do Chile a 5 tambem do cor-
rente.
Os membron do gabinete chileno pediram co-
lectivamente no dia 3. renuneia dos seus cargos
para deixar completamente livre a accao do presi-
dente e dar coh sao aos elementos governativos
depois da una> das fracooes liberaes. Aiuda u-i
bavia ella sido aceita, mas, seguirlo era voz c .r-
rente, eoi'tiuuariam nicamente no poder os minis-
tros di guerra e da facen Ja.
A directora do Bino di Provincia lo Bden;s-
Ayres concedeu ao governo da mesrn* provincia
um rmprestimo de cinco milhoes de pes.s na-
ionaes.
Ri'feriuio se a esta operac, disse a < Pren-
sa que o Dr. Alcaga, ministro da fazenda, foi
ao Banco solicitara entrega de um saldo de mn
milbo e quinhentos mil p-s-s d ouro, provenien-
te do empreatimo para o porto il Ensenada, e um
crdito, a deseob ro, de quatro milho.-j de pes s,
mo-da nacional. Foi-lb-^ ponderado, relativamente
ao primeiro, que esse saldo era anterior a lei do
curso fureado, pelo que insis'.ia o estabelceimen'o
bancario em facer o pagament i em bilhetcs. Hou-
ve larga diseussao, resilvenlo-se afioal o paga-
mento em ouro, mas subraeltendo-se a arbitros i
solufao definitiva da quostlo.
C crdito de qnatro milhee fii concedido na
mesma tarde por tininimidalc de vot's : tendo,
porm, sciencia delle a-, regressar da sua estancia
o presidente da directora, Sr. Ciinbaceres n) o
approvou, e, segundo se dizii, ia ped-r por i renuncia do seu cargo.
A cmara municipal da n.esma cid.ide pr j ta-
ra contrihir um emprestimo popular nter iodo
trinta e cinco milboes para pagar as despenas com
as obras de saneamento.
Telegrsmmas de Londres notician que se orga-
nisara all urna companhia para a construeco de
urna linha frrea no territorio dis Missocs.
Pallava-se na prxima organisacao do estalo-
maior da armada, sendo ..orneado o coramad >re
Lascrre para substituir Momelleva. Projeeta\ ara-
se tambem grandes reformas no arsenal de Zi-
rate.
Constava que o general Roca nao ir mais para
a Russia como ninistro argentino e ser eleito se
oadorem substituicao do Sr. Diogo A'var z
A varila e a dipbteria estavara reinando com
carcter epidmico em Buenos-Ayres.
Descobrira-se mais urna mina de petrleo em
Mendoza.
O crcam' nto geral, aprcsentdo as cmaras pe-
lo governo da Repblica Oriental, mostrs que o
dficit ficar reducido no fim do corrente mez a
duteutes mil p.'sos fortes, tendo sido de oitocentos
mil b diminuicao de Novembro para c. Conta-
va-se que at ao fim do anno finauceiro hovera
um excedeute de meio milhao.
Foi enviada commisso de tazend a mensa
gem do goverm que acnmpanh* a proposta apo-
sentada pelo Banco loglez, em seu nome e nn de
um syndicato de Londres, sobre o emprestimo de
vinte milhoes destinados ao resgate das dividas e
obras publicas.
Dicia se que. a pedido dos seus coocidadaos re-
sidentes na Repblica, i s ministros do Franca,
Italia c Hespanha vao solicitar a autorisa?ao dos
seus governos para interyir na questao das ornes
seccas, iofluindo para que o Brazil receba esse g'-
nero antes do praso indicado pela inspectora de
cande.
Foi assignado um decreto, derrocando o do go-
verno de Santos, que deelarou traidor a patria o
Dr. Zorrilla Sao Martin.
Parti no dia 8 para a Europa o Dr. Pelro A.
Pardo, ltimamente nomeado plenipot'.nciirio ar-
gentiuo na Austria Hungra.
O Jornal ro Cornmercio da corte pub'ieou os
seguintes telegrammas :
Montevideo, 12 de Junho :
Consta que se celebroa um accordo entre os go-
vernos argentino e uruguayo para apresentar ao
governo imperial reclamaces sobre a prohibicao
que continua a vigorar, em relaco as carnes
seccas.
Buenos-Ayres, 12 de Junho :
O rio Bermejo sabio de seu leito, inundando os
irredorea da villa de Mauco no Grao Chaco.
Bueuos-Ayres, 13 de Junbo :
Houve u oa tentativa de rcvolaco em Tucu-
man, capital da provincia deste nome.
Os revoltosos invadiram n residencia do gover-
nador da provincia e, apoderando-s-) da sua pes-
aos, obrigaram-n'o a renunciar o poder, por ser el-
le hostil a poltica nacional-
Este movimeoto insurreccional nteirameuto
local e a alteracao soffrida pela ordem publica foi
apenas passageira.
Montevideo, 14 de Juuho:
Continua a subir o valor dos terrenos, realisan-
do-se com ato na bolsa importantes opera^oes.
Um grupo de capitalistas apresentou ao gover-
no um projecto de creacSo de um banco construc-
tor. Este projecto vai ser objecto de serio exime
por paite do ministerio da fazeuda.
Consta que vai ser assignada urna conven
cao sauitaria entre esta repblica e a Argn
tina.
E' prova\el a nomeafSo do Dr. Jos Ellauri
para o cargo de director do Banco Nacional.
Buenos-Ayres, 14 de Jonho :
As noticias recibidas boje de Tucuman dao cer-
ta gravidade revolta que rebentou nessa cida-
de e teve como resultado a deposi^ao do governa-
dor da provincia. Travou -o combat. ntre a tro-
pa e os revoltosos, haveudo mu tos teridos
Consta que o governo federal vai intervir para
resta beleeer a ordem.
Por causa destes acontecimentos o presidente da
repblica, Dr. Jurez Celman, adiou a sua via-
gem para Cordova.
S. Paulo
Datas at 14 de Junbo:
No d:a 11 nesta capital, deu-se o seguinte de-
sastre :
Um menino de crea de 14 annos, brasileiro,
resi lente ra Helvetia, estand > a embrulbar urna
bomba com dyuamite, de modo r.io desastrado se
bou ve, que a bomba tez explosao, ficando o misero
com as doas naos espbaceladas.
Foi m seguida levado casa de um medico,
que Ibe amyut. u as unios.
N Rio Claro, Abel Durte, tendo tido urna
alteracao com aua raulber, por questoes de ciume,
tomou de uuoa encad e eoin esta deu um profundo
golpe na cabera da consorte.
No bairrodaa Set- Lagas, cm Mogy-guassu,
Joo de Freilas assussm-u -ou. um tiro de espin-
garda seu irino Beur;que de Freitas, por este Ib-
pe d ir 5*000 que o primeiro Ibe devia.
O criminoso evsdin-se.
__ FallecrU ua Limeira o emihecido negociante
LoureiiC" Pinto Monteiru de Carvalbo.
As folhas da capital, dizem que alli nad
eon-ta obie levantauento de eseravos m C >ui-
i.iuas. Apeoas a polica be pz em miVimeutj
p*ra prender eseravos que sahiram do municipi i
ieC mpinas em dirsvw a autos. iudo urna f rea
,ie .avalianr pi.star-se em Agua trtnea e ficando
eerca-la p-U p-'UCa urbina a estucio da L 1Z.
__ jo srs. B^rio de I',li ., i> neute-coronel
Jos Feliciano Mendes e D- Manoel de Arruda
Alvim promov ram em I urna subscripto, que
8. el.-v.u I o a 2:080*000. pra tanda cao d. um
b gpital de .ariouiB s ueosa localidade. O L)r.
Barro Jnior fl^receu cmara muni-ipal.....
l:iiOii*000, p ra est loeleeimento de um outro nn
fieguesm do Sa.to.
rWfT
A recei.a da rnmpaiihia Pauistana de vias-
t.rreas e flnv-. n. metes de Janeiro a Abril,
foi de 2.08-2:749*8.'n e lespeca de 392:200*390.
sendo ido ta:o43*160.
- A liuha fluvial luiaa* ren leu em Maio.....
20:024*510 e gasteu 10:348*580, sendo o saldo
9:676*930.
Minan lie raem
Datas at 14 de Juoh < :

Ch"girt a Ponte Nova Joo Luiz de Paulo o
ultimo dos iss-ialinos d) subdito francs Vdrian
Mercier e s'-u camarada, qa- foi preso na nr vio
cia dj Espiri'o Santo.
No nt"rrog.itorio a qui foi subnettido resp m-
deu, segundo e: ',<. no Rio Bronco, o segninf"
clnrnr-se Luiz de Paula, ter 35 annoe de id-ide.
saber 1er e rscrever, ser do nacional i dade brasi
leira e natural da Piedade (municipio d L-
dina), ser casado e ter a pr fissao de lavrador ?.'i
Procurou eempre arredar da si a co-participaco
;).. morte e roubo do frunces e snu camarada. A
su os ret postas, porn, firam do principio ao fin
urna seria de conjtradie/us lesgra^adas, affirmando
nem o qu.-rer, em cada urna dolas ter sid
cffect;vam-'ate um d ? autores do brbaro assassi-
nato.
tira iiz;9 que s soube do crime pelos joraaes
ora, que viajava eom os seus companheiros, mas qu,
quando tiveiam lugar o roubo e o homicidio, nao
se. aehava com elles, dando entretanto, n tiei s de
todos os acontecimentos, declaiandi qu- eonb'cia
o francs e o eamariJa dest -, que ouvi a letn i-
eo dos tiros que s 9 ibre as victimas, tenio visto um dees matar
cao que acompaabava o francez, e outro atirar na
besta que roubaram, cenfessando qne no lio d i
assassina^o passou no engenho central, oud" foi
visto em ompannia dos m'snos, que era cmaro i >
do seu companheiro fedro, de quem receben di-
nbeir-o, quando fugiran passand> polo arraiol l>
S. Miguel do Anta, quo estava com o soiretudj
escuro, com que foi preso e ebegou a esta ciJ i i
quando deu se o crime (Eita r.sposta ve.o on-
firmw o que depoz a t-stemunha qu3, estando ni
margem opposta no rio, assistio a um dos ac!
horrendi tragedia, isto e, que vio, aps a d -se i i
de um tiro, um criou'o trajado de um casaco de
cor escura, arrastindo ura cadver que atirou io
rio.
Finalmente, dase elle que sabia da n-rte tre-
menda que o esporava c que, pos, na i valen I i a
pena estar negando o crime, cor.fes3ava ter sido
solidario no assassinato.
Foi isto, em resumo, o que constou do int Tro
gatorio do horrendo assassino J >S i Luiz de Paula,
quo, com os seus compaa, iros Pedro, Augusto e
Arcneo, trucidou traio, >eira, miseravel e birbara-
ment", para saquear, os deventurosos viajantes,
o negociante fraucez Adriano Mereier e sen en-
marada, que resvalaram pelo chao, pe jind > a vin
gan?a desses monatros, que de humanas ? t n a
forma !
O Pharol de Juiz d- Pora publica o seguinte:
A 8 .leste mrz, no. villa de Patos, municipio
de Pitang-i/, tentaram ussassinar o joiz muni-
cipal, Di-, Andrade Figueira, e o commandante Ha
escolta.
ti Dr. Figueira perdeu um olho e receben i-a
cabeca v..rioi cirrQos de chumbo.
O comunaudinte do destacamento foi ferido no
hombro ir urna bala.
A' intervencao los D.-3 Jacintho Alvares da
Silva Ciinpos e Ol--gario Das Maeiel deve-se a
realisafio do assissinat) do juiz municipal e com-
mandante da .re i.
Consta nos que os revoltosos e9tcudem ims
iras e plauos de vinganca contra os Drs. Jacintho
e Olegario.
"* Esta alteracao da ordem u'aquella localidade
parece prender-se a um processo de sevicias, man-
dado instaurar pelo Dr. Figueira.
Fall.ceram em Ouro Preto, Ernest) Ricirl.
Ferri ira Bretas ; em S. Goncalo de Sapueahy, L).
Ignacia Can lina de Carvalho; na Mutoca, tin-
tme Pinto de Aguise; ua Campanha, I). Lab I
(.'andida de Halles e D. Marianna Augusta la
Veiga, e no Rio-Verde, Antonio Acicio c"e O i-
veira.
Rio ile Janeiro
Datas at 15 de Junho :
- S-ibre, a sade de S. M. o Imperador diz o
Jornal do Cornmercio o s-guiute :
Sua Magestide contiuui apassar boin Hontem
(12) antes de aljiocar, passei-.u a p. A'a 10 h .ras
ouvio missa, n que t unbem assistiram S. M. a I n-
peratriz, SS AA m Sra Princesa Imperial e o Sr
C> ide d'Eu, os principes seus filh'?, genira^'a li
han e Miranda Res, -ir.o da Motta Maia e clief
Je divisa. S ilgad >.
Do meio-dia -3 horas passeiou de carri c a
p at Mesa do Imperador e Vista Chineza, coso
S. M. a Inoperatriz, a Princesa Imperial e o Sr
Conde d'Eu, sendo acompanhido pelos Srs. Barrio
da Motta Maia e c-hee da diviso Salgado.
A farail a imperial foi visitada pelos Srs.
Marqa-c Marquesa de I"i', Visconde e Viscon-
dessa de Caraoebu's, Visconde e Viseond.ssa de
Maua, seuador Svetra da Motta, conselhoiros
Silva Paranhis, Dr. Cuuhi L'itao c Ireneo de
Souza. "
a Sua Magostad-1 contina a passar bem. Moi-
tem (13! untes doal-noco, passeiou a p. Do meio
dia Ss 3 horas, aeo-npanhado por S M. a I p ra
trie, a Princesa Imperial, prineip.- D. Antonio,
Barao Je Motta Maia, chafe d-! divie) Sa'galo e
major Freitas, foi em carro, A antiga caixa d'agua
e ao resercatono.
(. Visitaram Sua Magestidc o Sr. [nternuncio
Apoat.lieo e umi commisso I lentes do imperial
collegio de P dro II.
o di-i 13. no sena lo, Sr. Teixeira Jnior
apresentou um r qu rin-nto pedindo informicojs
aominisiero da fazenda sowvqn st is na.i iras
Oraran os Srs. Silveira Martina, Frauciaeo Beli-
saiio o Teixeira Jnior, sendo approvado o reque-
rimen'o.
O Sr. Viri..fc de Med-iros justificou outro re-
qnerimento relativo as empresas de navegaco
subvencionadas, o qual fei approvado.
Sobre a demiaso e nomeacS" d- funccionarios
de fazeuda na pro/incia da Habla (un 1 .mi,ton o
Sr. Dantis um r.qu.-rimento, eujo apoiamento fi
con adiado p>a hora.
Na ordem do dia foi retirado o r- quernnerro de
adiameuto do Sr. Silveira da Motta, e roaegoio a
diseussao da proposicao da cmara dos deputados
eoncernente ao pr vimeuto de offi.-ioa de Justina
as pr vincias. Lu-se urna emenda additiv,. do
Sr. UcbtCaValcauti, tomando electivos *s pr-ai-
dentes de provincia. Oraram 03 Sis. Damas e
Candido d- Oliveira, r. queren io a rein- ss i do pro-
jecto e das emendas a um i counniss) especial, o
luenili '" approvado. allaram depois -a Srs.
Nunes C- -k.iJ"'s e Silveira da V..,tta, e pe i pri-
meiro foi eoviado mesa outro requ-nmento para
,u- 8 eu-nda? foasem eep-.r-.daa, para constituir
prje:ti oare. Oraram oa Srs Baro de Cote-
ipe, Nones G nealves, Canudo de OHveirae Cor-
rea, 8 ndo afinal retirado o r-quenmento, i pedi-
do de seu iu:or. Prosegua to a diseussao do art-
Io da urop isico, orOU o Sr. Ignacio Martina. En-
cerrad a diseuss foi upprov .do o ; r.ject >, re-
jeitadas t-das ac emendas
tm seguida, s-ra debate, ene rroo-ae a discus-
sa- de das pr-posives J. cmara d-s deputados,
ficando a Votaco -.diada para a sesso seguinte.
Na -samara doa d-outados, -lepois da le tura das
acias anteriore e do expediente, foi lev-.nfa.1a a
-.8sao a reqoeriment-i do Sr. iffouso Celso Jnior
e em Bign-.l de pesar pea morte se sena lor Chi-
chorro di Gim i.
__ F..r^ eleiro d putado g-ral pe. 5- districto o
Dr. Pe Iro Luis S rea d- Siuzi
N-> seiiadn .m sesao d- ll e s-b a presiden-
cia do Sr. conaelheiro houvrao seguinte relativa-
meut ao paosameoto d .conaelbeiro Antonio Pinto
Ch.ehorro da Gama :
O Sr. Presidente Seuh -res, com profundo pe-
lar, eunpro o doioros i d-ver de comuounicar at
Seu-do que honten, pelas 3 horas da tarde fal-
leceu em sua renioencia, 4 ra da Lapa n 99, 0
nosso illuetre collega conaelbeiro Antonio ."
Cmchorro da Gama, sensdor pela provincia do
Rio de Janeiro.



tUmm t fernambocoTei^a-fcira 21
O Senado, estou certo, sentir, como eu mata e
como sem duvida sentirlo todos os brasireiro, a
perda de tilo eminente cidado. (Apoiados ge-
raes).
A mi da morte vai pesando com WHI sobre
esta corporacao. 9ia nao as victimas ceifadas
no curto iutervalto de urna seaaio I E nao 4 das
menos aensiveis, senhores, esta enja perda hoje
deploramos.
Altos sao os designios da Providencia, anta os
uaes s cumpre, humi.hados, reaignamio-noa.
'orm, por mais respeitaveia que sajara nao im-
pedem, a nos companheiroa qm lutaa da- vida, o
de ver de tributar, a lembraaes .daqoel!e*<, por
suhs virtudes, tanto ee illuatraram, a homaaagem
de nossa gratido e de nossa* aaudadea.
O conselbeiro Cbichorro da Sama, foi un bra-
sileiro distincto (apoiados geraes), que preaCou a
patria relevaatissimoa servicoi. Distincto pea.
da hoje sabia, toi em le34 urna Iti de aeguranca e
de umita.
VozesMuito bem Muito bcm !
Posto a votos, foi unnimemente approrado o
requerineto do -""'r. Visconde de Paranagu.
O Sr. presidente nrmeou pan a deputacao que,
par parto do Senado, tena de acempanhax o fretro
do i Lustre finado, os Srs. B. Belisario, Luis Fe-
lippe, Visconde de Paranagu, Paes de Meudooc*
e Cbrivtiano Ottoni.
O Je moldo Commero di, nossegnintes ter-
moa, em 11, a nOiaia da- faUeeimento do referido
nadnr :
A"s 3 1/2 boma-da taade de hontera, falleceu,
de-pneumona, e soulta-ae boje, noeaniitcrio.de
S. Joia Baatwla, ettt integro aarridor da p&trra,
notaael tanto pea-- firme da aaas convicto**
quanto. pela eaergia do sen carcter.
Naaaido.no termo de Naaaccta, da previnci:da
aquelte acto: a vos da publica opioio, que o pre-
encelou, ainda muite mono, cairair d nragis
tratura, que terminou no Supremo Tribunal de
Justica.
Tendo exercido o carao de juiz do direito na
proviucia de Minas-Geraes, recommendou-ee tan-
to aLi, que. merecen a eleicao de deputado As-
sesabla Goxai na segunda e Urcaiia.JftgisUt.irag
(1830 a 1837); na stima (1848 a 1851) foi eleito
pela provincia de Pernambaco, que duas vezes o
incluio em. listas sxtuplas para prcenchimento
das vagas deixadas no Senado por Autonio Carlos
Ribeiro de Andrada Machado e Silva e Jjs Cir-
ios Mayriiuk da Silva Ferro. Nomeado, por
cartas imperiaea de 15 de Marco de 1847 e 22 de
Janeiro de 1848, nao tomou .asento, por ter o Se-
nado annullado ambas as cleiuoes. A provincia
do Rio de Janeiro, porm, na eleicao a que proce-
den para o preenebimento da viga deixada peto
Visconde de Maraoguape, contempiou o na lista
triplico, e, tendo sido nomeado pir carta impenal
do. 11 de Junho de 1865, tonou assenco a 1 de Ju-
Iho do mesmo anuo.
Presidio as provincias do Espieito Santo em
1831, daa Alagas em 1882 e 1833 e de Pernam-
baco em 1845 a 1848.
No quarto gabiuete d.t regencia permaner.te,
leita a 17 de Juuho de 1831, foi ministro do im-
perio, accumulaodo interinamente a pasta, da fazen-
da, desde a retirada le Candido Jos de Araujo
Vi auna, depois Mrquez, de Sapucaby, at en-
trada de Manoel do Naseioieuio Castro o Silva.
Nesse gabinete teve por collegas Joaqun Jos Ro-
drigues Torres, depois Visconde de Itaboraby e
Aureliano de Soaza Oliveira Coutiuho, depois Vis-
conde de Sepetiba.
Chichorro da Gama, que exerceu os mais ole-
vados cargos no paiz, que tomou parte do gover-
ii > em pocas de luta porfiada e violenta, teve a
fortuna de uuoea Ihe contestarem nem a honradez
nem a sinueridade de suas canviccoes, eabora fus-
se dos mais enrgicos bata.hado.es do seu tempo.
Para confirmar este asserto, basta recordar que
toi elle o ministro que refereodou o decreto de 11
de Dezembro de 1833. pelo qual foi suspenso o
couselheiro Jos Bouifacio de Andrada e Silva do
exercicio da tutela de Sua Magestade I.npcriai o '
parece pportuoo amr u > desenvol vnnento uos
pormenores Jessa iip siei. Entretant',
. : 01 .ii) o fact ) ..i u.idu
deslustra 'i | rim iro tutor [u radvr mec >r.
Su res, huje r uhecid i poi
D. PoJri i .-i-.!... i i >i i des o delei-
to* ; e os horneas dessa tempera sabem sempr o-
spimr -'r ladea le de ices. Elle as teve e a a .
deltas f Jo-c BmifCio d V ida Silva.
i i i attribuo rom rtta a esse seutirtento, a
par(e qu m u ella na tentativa da n s-
taur-cto. Hiiui m ilustrad), patriota, eondamna
do naturalmeni faetos o provam, u poltica .1 .
rcgenc'ii jalgava que casa poltica puuba em ue-
rig' a instituico uionarch.ca e o futuro do piz.
Eufanou-1.1, os faetjs o ustrino, mas euganou-se
i 5a t o e^m i verda I ir.) patriota.
Assim pe.-sando, ua'uralinenfe conclu > que ura.i
longa minoridade seria uui gran le perigo para .
patria, e entio, t n lo t as graudes qualulilei
da Iuip-rador que h.vii ab iicadi, nj foi trai
dor a s i! imperial pupillo. u.as tollocoa aeima
das con8aerai>'o-'3 para com elle, a sua divid* para
com a patria, como o entenda.
bla Gjnd, nos seguintes termo, constantes do
relatorio que leu perante a Cmara dos Diputados
na sesso dn 15 de Malo de 1S34
Motivos da maijr transcendencia, senhires,
lovaram o governo a euspeuder o tutor de Sua
Magestaie Imperial e de suas augustas irmas;
nomeandi para substitud-o iuteir--.ui-uto o Mar
que de Itanhacm, que tiuba ji servido o mesmo
cargo, e bastante notavel se faz por sua rppresen-
t .el;, conducta e patriotismo, o que fado ficou de
pendente da approvit;5o di Asseiuala Geral, se-
gundo es decretos de 14 de D-z-.'mbro do anuo
passado, que em ni. 1 e 2, se subuu'ttca vossa
consideracao.
" Chamado para uquelle cargo honorifio p-'los
-lUtfragi'is da mesma ssembla Geral o cjaaclhei-
ro Jos Bouiticio de Andrada o Siiva, varias mu-
daiifas, talvez j com us premeditados, ua> tar-
daram a operar-se na casa imperial ; u logo de-
pois uaia faecao se or^anisou no imperio para d--
molir a obra de 7 de Abril de 1831.
" Ambiciosos c descontentes, .rrastando gente
credi'la e ignorante, arviraram o estandarte da
restaurbcao, e do da 17 do inesmo mez, no anoo
scguinte, nao duviduram aoreiientar-se em campo.
Cireumshtncias entSo oceorreram, e se doram as
maos para turnar rmnifesta h connivencia do tu-
tor em tilo borrivel attentado. lleai sabido se-
n.'iores, que foi us proprios p.ijos que se exerci
tan.m os soldados d aeco ; e que erara criados
da caea imperial es que p: arain to armas Nin-
gnem ignora quo com frivolos pretextos aquelle
couselbei.o recueou entregar ao governa as pe?a#,
qu se aubavum na Quinta da Boa Vista e que
puuco dtpiis ellas appareceram uo combate que
em Mata-Poicos baveria custado muito saugue
braaikiro, a nao senm as piovidtnoias eiauaila9
da vigilancia do inesmo go.verno, a intrepidez dos
bous oidadaos e a cobarda dos inimigos. Nin-
-'uem finalmente desccnbeee a escandalosa protec-
5I0 que aquelle empregado deu a quautos tiveram
parte na revolta e nao menos .'uas rtla^es de in-
timidado ci in vagabundos, ebefes da forr;a qud ea-
tao se apreseutou. Assim a abrigo, e sob as vis-
tas delle biotou urna couspiraco contra seu Au-
gasto Pnpillo.'.'l Assim vio u trra de S^nta
Cruz tudo quanto pode baver de mais borrival em
deslealdade ; e um caso, Keuaj nico, pelo in.-nDS
raro, ua hifctoa J.-.s na (oes cvilisadas. A inuig-
naco publica ostigmatisou os autores de crime
ta n fando; e desde aquelle da o L)r. Jos Loni
tacio (! Andrada e Silva perdeu a confianza dos
brasileiros.
Dep i. de um tal acoutecimeato ni podieia,
res, deixar de v a toeupardes cora a qa.atao
di sua roiEOci. : em urna daa cmaras, p r avul-
......na, SC io que fosse demitti o ; na
:, p. lin, .1 differenca de um c voto o tusien-
1 u: seguindo-se d'alli um choque de inte>esses,
ojos r sultad'js nao podiam deixar do ser fuues-
los. O partido conspirador avancou ; tua altivi z
c insolencia cresceram de dia a dia; e sem o ma.s
diafano reboco se promoveu reataaracao do u
Braganca. Para se cjiegar a este im, jor-
! escriptoe, que lo eoiheciam limites em
suas V ir 1,0 e ul rajes, garantid.s pela in
en."d 1 debilidide lalegislacorepressivados
,bui naexpressau 'os pensis utos, viram a luz
larramarain : manojou se a in'riga; esp-.lhou-
og vernopretendaroubaromeaarcna;pani-
.-rioirm em seu espirito ; discursos
ises assustadcrcs se- repetiram dnte de sua
canlida minoridade ; e at se Ihe fez ucielitar
que er.nj seus inimigos os cidaiios que mais eor-
nente o amam: resultando talvez do expasto
.1 eufurmidad. que soffiVa e que ferio de susto us
a iracoea d >s bi
viuda ni tudo, senhores; um irioao do tu-
que c n a le uujfre maute/c mais iutima
.le, part jiara a Europa: 08 jjrmes de lu-
glatrrra, de Fnn.ca, accordi-aeute annunciaram a
[ualjdade .la raisso de Autouio Carlos Kibeirode
Vi iia la ; (: d 3 te ento uiuguem luns ple lici-
tamente duvidar de que urna conspiraca lora ur-
di ia contra o tiir.,no do Sr. D. Pedro e-contra
Ot J:reit IS do BrasiL
I jcu-xtbido de velar s>brc estos tao sagrados
ubieetos, e acercada publica tranqa liiade, o go-
veroo 1 mpregava todos os seus cuid doa para im-
pedir que os conjurados pedessem IcVar avante
s-iis nt'an los designios; e, Vigia.ido cauteloaa-
e seus passis, descubri que um novo 17 de
Abril, e com maior auipiitude anida, ia ^ppara-
-.--, tit) J Bangue; que oulaa vez em S. Chris
tavo ;t juntavara bandidos a forasteiros; que o
lio do mouarcba era uin dos logares em que
-a fazuia os mais criminosos conventculos;
que se tinhain procurado corromper al^uus cor-
elevaclo de espirito pela pureaa do caract^ pela. Baha,, em Abrri.da 1800, brama, re em_d.re.to e
nobreza de seos sentimeatos, e qoe mais se dis-
tingui anda pelo seu nunca desmentido patrio-
tismo e por urna modestia e abnegaco exempla-
res. (Apoiados geraes).
Memoro importante daquella geracao varonil
que, com mxima energa, combateu os erros e do-
mon aa paixea damagogicas^ do tempo para
consolidar as preciosas instituicoea que temos, foi
o veneranda senador Chichorro, neste caso, mo
dlo de pontuattdade no exacto cnmpnmento de
seas deveres !
Creio, senhores, que interpreto os seuttaentoa
do Senado, quando, nestaa singlas palavras, de-
posito em seu nome, na campado illuatre finado o
tributo de uossa saudade e a expresso de nossa
profunda dor. (Apoiados gert.es).
O Sr- Viteonde de Paranagu (sumtnamente
;ommavid(') Sr. presidente, sob a presado da
dor e com o cmelo repassado de saudade que
venho requerer a V. Exc. que se digne consultar
o Senado si consente uv> Jlevantamento da sesso
de hoje, como demonetracao do profundo petar de
que esta casa se acha possaida pelo faUeeimento
de naw Ilustre collega, tao distincto por seu ca-
rcter hoaestissimo (apoiados), honra da geracao
oassadae bello exemplo a seguir-ee.
Peco, pas, a V. Exc. se digne consaltar a este
respeito a casa, qu^, estou certo, n5o deixar da
prestar ao nosso finado c.lloga esta derradeira
homenagem, Isncaodo-se tambem na acta um
voto de profundo pezar, e norneando V. Exc. ao
mesmo tempo, urna courmisBao para assistir ao
enterramento.
O Sr. Christiano Oltoni Sr. presidente, sol-
dado d revo-ucao d 7 de Abril de 1831, compra
ja desdo Setembro de 1830, data em que, em um
dos clubs promotores da movimecto, substitu a
The pbila Ottoni, r tirado para Minas, pr^cu
raudo imital-o no elo, nao o podendo igualar as
(acuidades, conhecendo desde essa remota poca e
apreciando devidamente o carcter do Ilustre
-empatriata cuja perda V. Exc. acaba de lamen-
tar em palavras to s?ntidas como cloquentes, eu
faltara a um dever si, era mooieuto Xii solemne,
nao abrisse mais urna excepeo ao silencio qu de
ordinario me impoDho, em demonstraco de con-
sciencia da minha inferioriJade. (Xao Hpoiados.)
Senhores, quando em 188 me coube a honra do
vir fazer parte desta corporacao. tao alta como
Ilustre, eu tatrar nesfa c*Ba, indaguei ca que
bancada se achavum os mai3 antgos e os mais
genuinos representantes da oppo9cio liberal da
nossa infancia poltica, das lutaa da primeiro re
nado quorum pars mnima fui.
Oa que eneontrei ne=fas cirenmstancias, foram
os dous veneraveis anciaos Vise ;nde de Abaet e
Chicharro da Gama. Por um acaso a mim propi-
cia, eucantrei vaga, entre s suas du as eadeirae,
eata.que resolv oecupar; nao que eu tiv-'sse a
ausadia de julgar me igual a e'les, em engenha
ou auturilade ; maa a^praximava mo na idade, e
desej&va piutr.r o m?u proceiimento nesta casa,
pelos seus exemplos e preceitoa.
Pasiei pela desgosto de vercahir o primeiro,
;llustre Viscoude de Abaet ; acabo de gnffrer a
dor de perder o segando.
Dcste modo, em roda do mim s'.' fez o vacua
a sarte d'aquelles que tem a feticidsde ou a in-
felicidade de prolongar a vida aleta de cortos li-
mites ...
Senhorra. tallar da probid de, da firmeza do
carcter, da lealdade. do patriotismo de Chichorro
da Gima, seria h*nalidade. (Apoiados).
Mas o act miis 1 xportaute da eua vida do es-
tsdisfa, tav.7, pir muito tempo ao menos, nao
toi uniforme ent< apreciada ; para muitos foi
urna violencia: rtfiro me s medidas enrrgic9
adoptadas polo miuistcrio de que era memoro u
preclaro varo. pura fazer abortar a cnspiracSo
que teut .va restaurar o primeiro imperador.
Hedidas que .asBumir.m um carcter especial d
grav-.di.ie, pjrque a mais severa dentre ellas
.ira hoinetn que era urna gloria da n> ssa
patria ; foi nt cess .rio empregar s.v. ridade eon-
ta o sabio J'i Bonifacio de Andrada e Silva,
verdadeuo patiiaieha da independencia, o chefe
da familia An rada, cujo n' me n'aquella epocha
era o que entro as tiacoes civlisadas, dava mais
lustre ao cofbu paiz. acto filia-se a um facto
da historia patria contempornea, nao talvez bem
csclarti-ido o >:a tentativa da restaurado
Senborea aou talvez nesta casa, o nico deposi-
tario pesseal das tradi^-ocB da poca. Chegado
velhice, scuniece me o que todos os velhos : as
improsEO.'S rec.-ntes se ap.tgam da memoria, mas
as da mocdadu persistem. Pe.'o que, poiso talvoz
sobre esto punto, offereoer .i Listona o nossopniz
ilgain subsidio.
Cri io que polerei levar evidencia, nao a boa
!", p rque esta est fon de duvida, mas, a acert
da medida a que me retiro, ?em hus deslustrar o
carcter do i lustre brasileira n queso refere
aiciJi mi ida .
res, que a tentativa da restauraba
pinero un orador tevt inpar, ia- lici 1 1
vidar. O Rui de Janeiro piegem-iou a prim
leva le broqueis, 1 a eeguuda, te ve lugar poi
1 rau seicaa militar em Ihiro-Preto, e n
portan o ministerio da regencia tirilla
por dever decretar providencias a rgieas, oo h
a menor 'nv
Resfa mu pjut 1 a esc ir 'or .- que para muit.a
'} dllvidoSO.
II uve x iss > !' everi lads pai i com
do Imoerador men::o, qiu foi cntao ..
d p is di 11.1t! io pela A isembl 1 li ;ral ? a
nhon nSo :. \ pal
As rizoes alleg las na x .lo feita eln a.i
nistro que refe.u^M_i. meiLm, oa deixan
_u osoirlMrwN' '"'S nao
. mvol 1 ment
Eat
cedeu e succedeu, offereca 0 mais seguro repouso
consciencia do ministro que o ref.-rendou.
Ao Sr. Visconde de Maracaj dirigi, hontem, o
Sr. Baro da Motta Maia o seguinte telegramau :
Suas M.igestades Imperiaea enviam com Suas
Altezas Imperiaea sinceros pezames pela morte do
senador Chichorro. Sua Magestade a Imperatriz
dispensa V. Exc. de vir amanha, vista de sua
juata preoecupafio.
A mesma iolba no dia seguinte, 12, deu a se-
guinte noticia do enterro :
Foi grande o aconoanhaai nto ao enterro do
senador Chichorro. Da sala raortuaria ao coche
sagurarasa as argolas do caixo os Srs. Sinimb,
FVan iseo lieliaario, ministra da fszenda, Ottoni,
PasBuago, Paes. d Meadouca e Souaa Leao ;
no cera tarro, Praaca 1 Israattio, Dr. Caraos da Carvalho, com-
raendalo Marino Bais, Joio Marque e VileHa
do Ssntoe, mouibrm da directora do Club Libe-
ral e o conselbeiro Pranklin Doria.
Sobre e caixao viam-se mu tas corvas.
Ante-hontem, aa eaber-seda noticia da morte
do senador Chichorro, a directora do C ubLibe
ral reanio-se em sessjlo extraordinaria e resolveu
acompaahar o enterro do finado, conservar por
tres das em funeral a bandeira do edificio do
Club e mandar resar urna missa no stimo dia do
seu pasaamento >.
Concedeu-se licenca ao conselbeiro Dr. Joo
Vicente Torres-Horneas para acceitar a nomeaca 1
de commeudador da ordem de Thiago, com que
foi agraciado por S. M. Fidclissima e usar da
respectiva insignia.
Foi designado o dia 17 de Julh' prximo
para proceder-se a c'eioiio de um senador pal
provincia do Re de Janeiro, na vaga deixada na
senado pela morte do Conde de Baependy
Falleceu ao dia 10, na corte, a antigo pho-
tographo hespanhol Jou de Mello Arguelles- vegat
da Sociedade Uespanhola de Beneficeacta.
A directora desta sociedade depositou sobre o
caixao ama cora de ganda le ', acompanhou o en-
terro at ao cemiteno e resalvea mandar razar
urna missa no stimo dia do passamento e conser-
var a sua bandeira em funeral durante tres das.
Falleceu, no dia 11 1 3|4 horas da tarde,
o 2o cirurgio reformado do exercito, Dr. Pedro
Romao Borgr-s de Lemos, formado pela Faculdade
da Bshia em 1839.
O Dr. Borges de Lemos ca natural da Baha
e em diversas epidemias nesta corte prestos rele-
vaate3 servicos, pelo que fot condecorado com o
grao de cavalhriro da Rosa.
Espirito-Santo
Foram publicados na corta os sguntes
telegrammaa :
1U do Junho da 87. Foi hoja aceita
pela Cmara Municipal Itapemirim a ponte do pedras da villa.
As duas prsgas que agora s* cauamunieam
por meio da ,cova poete receberam os no
mes d> Coron?l Silveir^ e Dr. Gil. A C-
pela Aasembla Legislativa Provincial, em
sua ultima seso, o orcamento da reoeita e
despeza para o eseroicio vindoura de" 1887
1888, resolveu, segundo a doutrina dos
avisos de 15 de Novembro do 1836, n
253 de 20 de Outubro de 1851 e n. 314
de 7 de Agosto de 1861, mandar vigorar
no mesmo exercio a reaolucSo provincial
n. 1,317 de 26 de Abril de 1886.
Igualmente manJou vigorar a le da for-
Qa publica, votada para o exereicia prastaa
a nadar.
Por acto de 6 do crrante foi conce-
dida ao. Dr Thomaz Dioga Leopoldo a tar em cuJa diligencia me acho. Logo que o
exonerar do lugar (Wirre-nfwo da coro- caaara. Entretant, os no-
missaovatimnistrativa do. spitaJ do Ca-
dade des*' capital, sendo neamado para
Sr. D. Pedro II, acto de que deu couta Ass urna liaba de b inJs dentro da villa.
II do Junho de 87. -Inangurou-sa ho
je ao meio-dia, depois da bensao, a ponte
no Cachoeiro de Itapemirim, sendo gran-
des as manit'-3tai;CKiS de regozijo popular
e pronuoeiando-se na occasiSo diversos dis-
cursos. A ponte de pedra e ferro, tem
exercer dito iugar o capitSo Pedro Celes
tino de Rezando Nogueira.
Por acto de 7 por conveniencia do
servigo publico, foram removidos o promo-
tea fUmm do> oomueo* de liiaobueio, ba-
charel Fausto de Aguiar Cardoo, para a
de Larangeiras, e o desta, Joa Macia de
Faro Rollaixibergpara aquella.
A' Gazeta de Aracaiu es-reveram
de S. Christovao em 5 do corrente :
O Sr. Joa Joaquim de BritOj pai do
estimado vigario da Feira de Sant'Anua,
tendo preparado um purgante pare si, tro-
can na mauipulaeaa urna substancia medi-
camentosa por entra, dau.i j isto em resul-
tado ficar envenenado, o achar-so gravo-
tr.eato enfermo.
AJairo n
Datas at 18 de Junho.
Nada occorrera de importante.
124 metros de extensas, 6 vaos, uu delr
les de 21 metros. Foi engenheiro fiscal
da obra o Dr Ilenrique Baptista.
Para commemorar ;Io importante bene-
ficio o Sr. Carlos Bernardiuo Maciel, pre-
sidente da Cmara Municipal, desisti dos
serviyos que por tres annos dovia pKstar-
Ibe o e*ravo Andr, depositou em juizo
a quautia precisa para libertar urna es;ra
va do Dr. Rozzo de nome Beatriz, desis-
tindo dos servigoa de oinco ingenuos, ti-
Ihos da mesma j o Sr. Seabra libertou o
oscravQ marceneiro Vidal, declarando que
3') nilo era o mais mojo ora o mais estiuia-
io dos seus escravos.
A festa da inaugurajSo durou at alta
noito, estando a ponte Iluminada a giorno
e sendo grande a concurrencia do povo.
Babia
Datas at 16 de Juuho.
Linos no Diario de Noticias de
15 :
Segundo hontern couimunicaraos reu-
nio-se a r-ongregucan da facullade de me
dicina, afim de resolver sobre o tel'gram
ma. do que tambem demos noticL 8, diri-
gido polo Sr. ministro do imperia ao Sr.
conselbeiro director da faculdade.
a Depois do alludido tclf gramma o Ilus-
trado Sr. Dr. Victorino Pereira usou da
palavra c declr.rou que protesta va cr-ntra a
doutrina do ministro quo mandava appli
car o art. 550, quo se refere s questois
de interesse particular, quando por tele-
gramma anterior elle ordenara que a vota-
cao fosse nomini.l, e para isso citara o art.
, o qual manda que serapre qu>
a Vot^-jao ao faja sobre questao de
int ress! particular s-ja secreto o escruti-
nio. Concluio fazendo saliente o proposi
to que, liavia de excluir dous votos contra-
rios deeisao de ministro, o seu e o de
outro collega.
i Em segui la filiaran) os Srs. Dr. con-
selbeiro Couto, Pacifico e Virgilio, que de-
clarou que nao ten !o o ministro so referi-
do representacao que lbe fra feita, a
Eis o verdadeiro carcter, a aseu ver, dos acn- p ,s de tropa e parte das guardas nacionaes;
que se havia j distribuido cartuxame embalado;
e que tuiio, finalmente, sa aobttva disposto para
romper a coujurncao.
O goveino faltara fidelidade de vida aojo
ven imperador e nacao brazileira; trabara os
ictames de sua consciencia, e chamara sobre si
a maiB terrivel rseponsabilidade, se em termas
taes ao Uncasse mi de medidas enrgicas que,
t zeulo abortar o plan, i'OUpasse tambem o san
gue e as vidas desses meamos infelizes que, illu-
didua ou obstinados, nella entravam.
. Como primeim, e cardeal, encarou a suspen-
so do tutor, e nao besituu em adoptal-a. Duvidits
oppostas por elle, tulvez na esperanca de se des-
envolver o partido anti-uueional, forana de promp
to removidas; e pelas 5 horas da tarde do di.-. 15
do roes e anuo, que ficam iudicados, Sua Mages-
tade Imperial e suas augustas irmls, qun se acha-
vam no Paco de 6. Christuvao, eutraram no da
eidde, entre innmera veis aadamacoes h bem aa>
presiva drmonstrdCOes de amor e reapeito.
Taes ao, senhores, eom vardade o coneisaVo,
os motivos que dictaran a susoeaso de que trac-
to, e que o governo juigou salvadora do throno do
Sr D. Pedro II, das livres institmedes que goaa-
mos, da honra e da tmuq .iiid.de do imperio.
O resultado dos procednaeoto orOeu.dos pela
repartico da justica, sobremaneira justifican)
tecimeutos daquella poca ; e les provam que L'ni-
cborro da Goma, decretando a suspenso do tutor
do menarcha o.en uo, e empregauii outras med-
das para fozer abafer a cons draco restauradora,
foi um verdadeiro patriota ; e mais, como estadista
uao erroo.
Eis o ponto em que eu desejei pedir licenca ao
Senado para contribuir, quanto me possivel para
o esclarecim'-n'e da historia.
Kesta-me sinente.ae mpanhar ao meu.itlustre
collega senador pelo Piauhj, as palavras de ma-
goa com que mandou a mesa urna mocito pela qual
vota re.
O Sr. Dautas e outros Srs. senadoresMuito
bem, muito bem I
O dr. CrrelaSenhjres, quando a morte co-
Ihe um varao :a> llustre, como incontestavelmen-
te o distincto brazileiro, <:uja peda agora sin-
cera e profundamente deploramos, neocsaario
que, em torno de sua memoria, seja urna s a v :x
da patria, e de leuvor
O partido eouserv> dor a que o benemrito sena-
dor no*pef> uca, vem, por m< u orgo depositan
coreas de .intensa saudade sobre o seu tmulo, nao
podendo deixar de recordar se de que, entre- ..os
feitos gloriosas do nosso digao collega est, o de
lia ver raierendado o* Acto Addicional, lei qoe, ain- J
estando t-lla pendente de deciso do go-
verno, nao s por isso, como pelo tom
ameacador do telegraraira, a congrrga^aio
devia se recusar a votar pela oleicao da
comnissao.
n Vutaram com S. S os Srs. cor.s'dhei-
105 Fn tas, Rosendo, Demetrio, Couto e
Drs. Paeifi o, Saraiva, Pacheco, Santos
Per ira o .Maia.
a Deixarau de vit.ir os Srs. Drs Vic-
torino Paroira o Alexanlre Cerqueira,
adhirindo o primeiro resolucao toaiada
por s 'us culi gas que nao se conformaran)
com a ordem do Sr. mini&tr > do impeli.
o Pela eleico da commissao "otarara os
Srs. consclheiros Cerqueira Piuto, iloura,
Barao de Itap e Drs Affonso de Carva-
lho, Mello, Araujo, Egas, Chinero, Bra-
ga, Freir o. Jos Oly npio.
Procedeu se eleicio, que dea o sa
guinte resultado :
Coram88ao julgadora: Srs. Drs. Ma-
noel de Araujo, Jos Olympio, Freir Fi-
lbo, Egas, Sodr de Arago, Joi Alves
de Mello, Cliuierio e cansclheiro Moura.
Comuiissao para fiscalisar as provas
prati^as : Srs. Drs. Manoel de Araujo, Jo-
s Olympio e Freir Filtio.
Meralpe
Datas at 11 de Junho.
Eucerrou se no dia 2 do corrente a
seguiKta sesso da actual legislatura da
As3emblea Provincial.
c Duraute doirs mezas houve cinco ses-
srjis, diz a Reforma, urna para eleigao da
mes.t, outra para negocios de tachygra-
phos, aa domis para a celebre tnoco
que tcar n otternum reduaida papel
no archivo da Axgembla.
Nao se votaram as leis annuaes.
NrTf.iram approvalas as irregulares
suppv sso.-s e transferencias de cadeiras
publlca8.
Nao recebeu boqoologago o contracto
das Lterias, que caducou no mesmo dia
do enoerraraento da Aasembla. s
Por acto de 10 S. Exo. o Sr. presi-
dente, considerando nao ter sido votado
Correspondencia lo Biarlo le
Pernambuco
RIO DE JANEIRO -Corte, 14 de Junho
de 1887.
Summabio Noticia da ''iagem imperial dada
pelo Paiz.Artiga da Ggzt/a de
Neticias sobre a molestia do Imp--
radjr. -*- Irapraaaao qua causou
Boatos iotundadoi relativos ao Sr.
Conde d'Eu.Traba!boa da Cmara
dos Deputados.Um discurso do Sr.
Ferrcira Vi una partido em dous.
Pmsamento do orador acerca dos
cheles polticos que se retugiam us
Senado. -Chapa conserva lora para
a eleicao senatorial.
O Paiz de hoja d a seguate noticia :
Consta-nos que est delnitvain--te resolv.!
a via de coavales(i-r daenfermldade que tanto a'o iteu e.s
suas torcas.
* Assigirain-nos qua dentro de pouco ser p
di ia :a cmaras a necessaria ceuc, .es-jauto
Sua Magestade seguir viagem no paquete franeez
qu deste porto deve partir a, "iI do eorrente mez...
Deus quoira que asim seja, poisque a deraowt
era ser apresentao s cmaras o pedido da licen
(i para essa viag ni, aos a chsgada da pii.iceaa
imperial, tem cau;uio inquietaco e despertado oa
reccios que j estovara amortecidos no auin do
publica, acerca do atado verdadeiro da sauie do
tiipjrador.
i'* in-se mesrai feiti commentarios fundados em
pretendas revelncoes dos que sao admittidos pre-
aenca de S. .Ms^estade que desmentem o que otS-
ciHiraentc un ofli^iooameuta trazido ao coaaeci-
monto do publico.
A esse respeito d"u-nos honte.-n a Gazeta de No-
ticias ara longo artigo editorial, sob o seu favorito
tituloCousas Polticas, qu causou seusnea..
Oesdu muito, poodera -le, aouuaciou a meli-
cina otfieial que o 1hiti r entrou eai couvaies-
eeuya. Mas at quanio se prolongar eda? Du-
rante esse t'mpo pode o Imperador uceupar-se
com o) negocios do esta>lo ?
O Imperador passen, o Imperad ir receba so'U
auii os ; mas o publico nao ve o imperador, quo
estava acostumado a ver a cada hora e a e i ia
cunto ; o parlamonio que representa dir*trainente
a niiciio, apejar de ter solicit-i io ha muito tempo,
que se ihe oaarcaasa dia e hora para ir felicitar o
Ilustre entermu pelo seu restabe:eciineuto, anda
uiio einseguio ser recebido.
E tima singular anomala que a u seja prohibido pelos mdicos qae o tratam, dar-se
aos ta-abalhos e aiTazeres pura que o chaiaam a su-
sympathia c a sua autoridade, trabalho que sao o
aheerce em que elle assenta o Beu modo de gover-
nar ; que Ihe seja permittido ier, visitar estabe-
lecimeutos pblicos, prescrutar tudo ctudo iuspec-
eionar, e que no emtanto Ihe seja penuittido :: ver-
nar.
" Prohibe-so lh- tudo o que pode perturbar o
seu "organismo alquebrado pela molestia; permil-
te-se-lne, porm, o que, alm de tiigir abs iluta
integrididu de espirito, euteude tambem como
que se pode chamar a saude da nacao.
" Nao ha na vida social funeco mais complt-
cada que a ao governo, e para essa nicamente
que os mdicos du imperial cmara c o goveruo
abnrain urna excepcio, no sequestra om que tem
estado o Imperador.
- b'elizm nte, o Imperador um homem de es-
pirito muito lucido, para comprehender a aituacao
especial um que a sua molestia collocou o paiz ; c
desde que os seus m'nistros ihe prnponbaui o re-
medio que a Coustituicao previo para o caso, nao
se recusar a acetalo e a subiaetter se a elle; se,
pirin, a mesma molestia o priva temporariamente
du comprcbeuiJer o que todos coaipreheadeiu, Cabe
euto uo governo o dever de pensar e agir p ir
elle, prescindiiidi respeitesa, mas enrgicamente.
da aua v.intade e do seu conselho.
Eis siiii.inari:un-nt o que diise o artigo da ta-
zeta, menos quanto referencia a beatos que po-
ulio de parte, por uao ter em fundamento.
Um destes r fere-s.- a ter-se dito que o Sr. Con-
de d'Eu tioha-se retirado para Europa por causa
da questao militar, considerando-s d a..atorad >
p. lo ex-iniuisti'o da guerra que inaniou prender o
c ronel C'uuha .Mattos sem O ter ouvido cuno
commandante geral da artilbara ; c qu nao que
ra regress r ao imperio sem que a rncsina ques
tao estivesse resolvida.
mar, ambas para o 2- semestre do ezercicio de
1888, visto quj os exercicios deven agora cor-
respoadur aos aanos civis. Os debates ao teejj
desiiectado interesse. m
Ha, porm, dous discursos do Sr. Perreira Vau-
na, que r. eumem-ae em um, e de-pertaraia a at-
t- ne. io da cmara. V -rsam elles cubre a materia
do seu Drojecto relativo eleicao senatorial, jus-
tificando e dando a razo por que o aprsenla.
^Deo doeu projecto, porque elle o assigna e
nao licito negar-lhe a pateraidade ; ans o
honrado deputado do I- districto da corte atfirma
o contrario.
O projecto naa rneu, disso elle. Acheio-o
emum espolio. O autographo est estragado;
faltam-lhe alguna artigoa, que nao posso nterpre
bres deputados pedem muito bao ir supprinds as
lacunaB que, sou o primeiro a reoonhacer, tata o
projecto. Nao satiitara, estou cedo, aa espirito
mais aliantado do partido liberal.
Nao tenho, felizmente, preconceitos; posso
entrar em accordo com os aobres deputados, a
respeito de ideas novas, que tragara, e das lacu-
nas quenotem no projecto.
Nao foi elaborado, ji o disse, por mim ; mas
o adoptei. Possuo outros da mesma proGedencia,
que terei o prazer de offerecer cmara em lem-
po opportuuo, e entre elles mais releva um, qui
tem por tim regular as relacoes dos ministros com
a cor6a constitundo verdadeira;uente a presiden-
cia, da consulbo.
la esquecendo-me diser porque ea dom discur-
sos torinam um. O primeiro foi pronunciado na
parte dos tres primeiros quartos de hora, da sesso
em que Ihe coube a palavra para o tim de justifi-
car o projeeto, visto nao tel-o poJido fazer quando
o apresautou.
Mas aeudo-lhe insufficonte o tempo, e tendo de
interromper-se, aproveitov a discuseao,da reforma
mumoipal,. em que ji tinha fsllado, para nova
mate inscrever-se. Essji segunda p^rte de um
discurso foi a mais interessaute. Ahi, procuran-
do alie dar a razio por que prohibe ne projecto
l'.i-i uurajite a i-^iJatura (Kssa ser oanjidato a
senatoria, e combatendo a tendencia e esferco d a
uoss.is cheles pditieos em r. fugiarem-se no senado
quaude, ne-diser de Beajamim C-nstaat, o lugar
de deputado miis altraente do que t jdas as
posteoes do Estado, e todos os homens not*veis
deste seculo na Ioglaterra, como Pitr, Poei, Pal-
merston, Giadstone, Disraei, com predominio na
cama.a dos conmuns nao quizeram ser lords, ac-
crescentou o Sr. Perrt > O seuado deeLwa a todos.os veutos, qa nao
pode, nao deve e uao faz poltica ; entretanto to-
d. s os chef. s de partidos qiierem ir para o sena-
do. (Risadas.)'
'< A iiDioigr ica dos chotes polticos para o Se-
nado deve ser explicada. Nao Ih'-s fica bjoi iiu-
um facto d-itanta impo tancia contine a servir
de u.-siimpajjk supposicoes c conjecturas, que tan-
to deprimen) a uessa p.litica.
S>;ra porqoi lbe ftlt* ase fogj santo dj go-
vern i respiutavel Jo paiz, que n;o vn nste :-
cinto disputar as palaias da victoria V Nao, .ir.
presidente.
o Aqu.-lles que se dizem chef'3 te partido ese
vaugloriam de .ispor 'io v 11 de o i- i >ucid
gao exactamente os q-ie tninos coufi m lies,
fogem cspav ridos da popularidade, tompudo sui
victimas da cu* confianca.
Abngam-se ni aeoido co.t.o em porto segir.i.
i. Nao isto, se.ihor-'s, a prova complet i da m-
praticahilidadd de nossa forma de governo? (A
poiados.)
Ou 03 homens de Estado uo tem pairado nas
alturas que lh:s aco'i-.t'lha o patriotismo, e i!
procrala as su'a Cjuunodldaded ,e vaatageus, ou
cite povo iuij orapr boa i', ou nao quer com r -
hender a uo.*8sidade de nanter a :us horaeos poli-
ticos nas assemblas em que ha impulso, activi-
dade em que se agitam grandes negocios e em
que est directa e positivamente representado.
o O Sr. (", ic'.ti i tilrigu-s A jui presta :oul >-':
IA, irreponsave!.
O 3r. Perreira Vianna Nao coiaprehendu como
aquelle que merecen do seu paiz, viva, imiuJi--
ta coutiaiica, um mandato qoin tempo certo, aute^
do prestar tontaa do modo por que o deaempeuUou
fujaja occoltar-se nairresponsabiiidade de um em-
pego vitalicio. Nao oompreheii !o como um ho-
ini-a poltico tro.:a o maadato po- Um emprego ; e
taz miis: quef que este emprego yretali ca sobre
o andato (Scnsa^So.)
O Sr. Joo Ponido A vitalicicdade ,
faz isso.
O Sr. Perreira Vianna Nao compreheud.
eom homens polticos preferem o mandato e .m
poderes limitad ,'3 a um mandato cem poderes ilii
mitados, isto d. ixar de ser deputado, para si t
. ior ; nao queirnin iutervir no laavameuto 'i-S
impostes de aunque <; do dinheiro, nas delibera-
edes privativas desta casa, no inicia.- ute a mu-
danca de iymuastia, no conhermeuto de todas j
propostas do poder ejecutivo, eiarjm, na inspec-
cao, na censura, no louvor que tem de dar ao go-
verno seu paiz, conforme gerir os negocios pbli-
cos.
Nao cabe aqui transcrever sequer o que ha de
mais reportante esse discurso, nem mesmo i'.ar
fiel extracto dolle. Acredito que esse Diar'O dar
integralmeue aos stus leitores.
Transcrevo, porm, os trechos que ahi fiero,
para mostrar que quem assim pensa uao ambicio
na o emprego vitalicio de 6euadar, e untes sentir-
s>!-bia offeudido se Ih'o o dessem ; e era tal cas.
deve ser f>rato o Sr. Pauliuo por nao ter incluido
o peu aome ai chapa, 'que, segundo corre hoje,
acaba de organisar para o pretnch'meuto da viga
deixada pelo Conde de B.ceady.
Oa candidatos sao : os Sis. Pereira da Silva,
\r. Ira le Piguei'a e Coelho de A'meida.
O Sr. Alfredo Chaves rica espeando cara ava-
ga deixada pelo couselheiro Chichorro.
Portento o prograujma que esbogamos
e apenas um guia, um memento p ira o pro-
fessor, mas nao o encaieia nem Ihe tolhe
a ar;c2o.
Exemplo de urna li algum cbjecto de uso commum.
Satisfaz-se esta exigencia do program-
com a^c3o que vem, teado por objecto
ma
Nada disto exacto. Em carta anterior, quan
d SS. Altezas eiabarcuam aqu-, tive occasio de
referir es motivos que determinaran aquella via-
gem, que ento a Gaz'ta da lar.e explica ou poj
desgosto e ciuracs que Princesa Imperial e seu
i sji.'so causarain as predllec(5es do Imperador
pelo principe D. Pe Iro, a qu m propar.iva para
ser o seu successor. Ni tendo pegado ess.. vi
E&o, rec rreu-se depois aquella outra, to infunda-
da como a primeira.
O faeto de nao ter aiuda o Imperador marcado
dia e hura para receb t as deput-icoes da cmara
dos deputados, tem explieaco muito aceitavel,
como bem observ.u era aparre o Sr. Andrad Pi-
guera, quando a respeito fallou o Sr. Celso Ja-.
oior : as deputa^oes do parlamento silo recebi-
>las no paco da didade. M..s. qualquer que seja
o estado do Impirador, os mlicos uo permitiera
qua elle desea da Tijuca, para vir desde l e o
viagem a carro, aos solavancos, at o centro, c
voltar pelo mesmo modo. Sena urna grande im-
prudencia que poderia comprometter em um da
todo resultado colhido da longa u prov. tosa con-
valeacenca na Tijuca, nico local qua tem sido
propicio saude do augusto enfermo.
A estada em Aguas Claras, est h je recooh.'-
cida, oi-lhe aa es prejudicial do que benfica.
Eni todo o caso, porm, o que verdad.! que
precisa-se sabir do estafo como que provisorio em
que se acha a publica govcruaco, liaitaJa ao
expediente meaos que commum, quando ahi temos
a aesoberbar a administrar actos, questo- s, qae
cumpre encamiubar ou resolver. Se o Imperador
eat doen e, governe quem pJe e deve.
" Nao diz a Gaeeta, no citado artigo, e com
ella estou de accordo, ao que estejamos con-
vencidos que a regencia vira sanar todos esies
males ; mis o remed > coustitucioaal que temos
ale experimentar agora.
Disse-lues na anterior que em outra occa
siu tratarla do que ha oecorrido na cmara dos
deputados. Mas o facto que abi oo tem havi-
do cousa de mor importancia : tem continuado a
discussso da reforma municipal, que ain ja nao se
sabe quando ha de ser encerrada, pois consta que
va o aiuda ser apresentadas emendas por parte do
governo ; e, depois de votada a proposta de fi-
xaco das trras, est em discusso a de forcas de
IX8TRLC^A0 PUBLICA
. ---------------------------------------------------------------------------_._-----------.--------------------*-------------------------.i i
HHliorioIogia
LIClO DE t-OUSAS
XII
12a QUESTAO
Esboc/i de um prograinran summsrio pa-
ra o "iisino das lindes de cousns no Io grao
do ensillo primario.
Exmplo de urna sobre tilguin objpct-i
de uso commum.
T uando por base o que det< rmioa o
regiment das escolas publicas, na pait
pecial d i plan de ensino relativa b licb^
de cousas, pode-se esbogar um prograi
pra os exercicio8 desta natureza, no Iu
grao, da seguinte forma (e para isto toma-
mainos p>r base o que aconselliam J. Pa-
roz o P. Rousselot) :
I D no uinacSo, classiticacito e parte
dos ubj^etos :
a) bjectos que estara ua escola.
b) Obji-ctos que estao n'uma sala
) Objectoa que estao em torno da casa
d) Obj e'.os que so auham do povoado
Villa ou cidade.
II Formas geomtricas dos objectoa:
Liaba.
ngulo.
iriangulo.
^u idrado.
Ket.ngulo.
Circulo.
Cubo.
Prisma.
Cyliudro. '
Esphera.
Estas lic3es, especialmente para os alum-
nos mais novos, d ;vem ser precedidas de
li^Scs pr.iprias para exer.dtar e desenvol
ver cada um dos sentidos.
A dis:ribuico das materias pelis licSes,
e a^Ktenso eom que cada ponto deve ser
tratado, fioa prudente dia^ripcio do pro-
fessor.
(Jo.iforme o systema de regiment das
escolas publicas, os programmas nao se
considerara normas inflexiveis e invaria-
veis, sendo permittido ao proessor ex:cu-
tal-os conforme suas possibili lades, oom-
taoto qua nao sacrifique o ensino. E ainda
bem que assim .
urna cadsira, no cit. livro de Calkins, trad.
do Dr Ruy Barbosa, pag. 493, ou com
qualquer outra lico das que no mesmo ge-
nero se leera em dita obra.
13* QUESTAO [
Esboco do um programma summario pa-
ra as Ii5es de cousas no 2o grao.
Exemplo de urna lieSo de oousas sobre
cuidados hygienicos.
0 programma das licSes do cousas no
2o grao quasi est feito uo proprio regi-
ment interno das escolas, pouco se poda-
r accrescentar ao que ahi vem.
Poda ser asaim :
1 Cousas usuaea :
a) Objectoa empregados uo vestuario
commum.
b) Ubjectos relativos s necessilades
intellectuaes.
c) bjectos relativos a bellas artes.
II Nofdes sobre as piincipaes ndnstrias
e protissoes.
III Corpo bu-a ano, cuidados liygienieos.
IV Animaos domsticos ; plantas uteis,
'/ Tempo, kilondario,
VI Distancia, viacao, correio,
Vil Continuafao e desenvolvimeoto do
estudo das formas geomtricas.
E' intil repetir aqui a observagao feita
quanto ao aut.;.-e lente ponto. Em um r-
gimen em que se deixa ao mostr a neces-
saria liberdade de acco, oa programmas
sao un8 lineam^ntos geraes, que na exe-
CU9I0 servem para nao ae perderem de
vista os intuit' a do regulamento e que ae
podem modificar conforme as oceurrencias
do ensino.
0 exemplo de que trata este ponto mu
to fcil e nao precisamos de tigural-o aqui.
Basta ao mostr appli jar o proeesso s
uoijoas de hygtene que se ochara por ahi
era tantos livros e al nos de Icitura que
oxidan) '.'in uiao dos meninos.
14* qcestIo
Eaboco de um programma sunnaario
para as li(,o a de cousas no o-0 grao.
Kxemplo de i!:;!.-x liyao acerca da esponja
No .. .jro as liji3 s i oouaaa nao pre-
cisam i!.- outro programmas i:n do que
est no rgimen ti das escolas :
1 Oousas usiwes,
a) Aoimaes atis o iaraniubos,
b) Aumentos, bsbii'as,
II O individuo, a familia, o cidadSo, o
goveri ',
E fici > o r-p ..,'_'' s publie -,
Aa f sti-s na.ionacs,
III Bellas-artes, museos, biblioth cas,
As graudes invenyS s.
Cada urna das alineas do reboco qus ahi
lica susceptivel do desenvolvimento qua
10 protVssor pareacr otinal.
Notain-sa neste -i.0 grao dr.s U<"
cousas, s gundo o regiment, as noyes rc-
lativas instrucfao cvica. O professor
pode des"nv. Ivci vai.t aarai uta ess.is nc-
3es, lH 1 nt-13 na vi ia praica, ligando-as
aos fictos esool..res o- urrentcs quant)
ordem, disciplina, etc., explicndo do li-
vro de Icitura ns artigoa anal >gos a este
;>. U ea ligao le cousas cvicas per-
manente, !i,'-'ss-.iit, aconip>niii.ndo todo o
raovim uti iia ose la u lo-llio a
disciplina o sy~eraa ; 'optado pelo pro-
fessor Fr.gao, d.i .O te, na escola publi.-a
por elle to distinet .:: ,'j i'pgil). Xi re
latorio do inspector da fustru co Publica
desta provincia (do 1879) d-ae urna noti
ca minuciosa disso.
Ex mplo de urna liqtio de cousa* acerca da
esponja ach 1 se uo livro de Calins, tradu-
zido pelo Dr. Ruy Barbosa, pag. ol.
PEMAHBU
Assesiibl^ Provincial
;: MAI DE 1887
41 SESSO EM 11
PRESIDENCI i DO SM.
ma: 8ARB
VVAKDKKLKV
Continua eui discusso o requer m uto d i Sr.
Jos Mara, sobre a priso n us ? 1 ru.i .'o
Im ir rador.
O *ir. (aupar le Oruinniond Njo
1 v I Vi U O seu disCUI
Vem mesa, lido u ':.;i
rimeuto :
Bcqueiro pror ... hora, por 20 n utos,
sem pr.juizo da ordem do dia, : tinuar a
discusso. Burros Barrcto Ju:r
O Sr. Jos 1lui! i'p ;-. ordem) Sr. presi-
dente, acho qus uo ba zaa para pror ghcae de
hora por 20 minutos, ?c prejuizo da urdom do
dia. E'costume acsim procedtr-se quando i i i
d- in do dia ha projectos c luteresse publico.
quanio a Assembleaest fm prorogacao e achara-
se atrasadas as kis annuas. Vu-. esd que to-
9 Icio j p : sai m e qn \em
i> dia | m ii-
ii Sr. Barros U irret-> lu or i
ni.brc deputado.
O Sr. Jos Maris ... i esc"pcao do projecto
de crdito suppl-m .. ) vejo motivo para a
coadiciooal di req.i -iimeii ,-. Apartes).
E'i declaro qui \ to pi n qu i ment, ma- e m
a ciau.-ula de no fiear pr-judicada a rdem da
di i, por |Uota > b cattr par
m-tis 2U minutos cese i obrai.do ain-
.iti t.'Uipo Hasta ir-s .ios projectos
'.'.id s.-r eubim'tii os o ii. bate.
Eu ee-ia o pii:. acordar coia isto, .'
tiveasein em discut jectoa le orcameate
turca polici il.
Desd i rin, que assitn auccede e que a pro-
r... ic i ped i. uo v .i preju licar a iuterfssea ge-
' que voto contra o nquerineuto tal
ii,.I cjt i c ne bldo, e por isso puv> a V. Esc.
que aubnttn-o votac^ por partea.
O Sr. presidenteEm face do art. 171 do Re-
giment os requerimentos de urgencia nao teca
dlscuss.* >..
O Sr. J.s Maria Nem eu discuti.
O Sr. Presidente ... entretanto, atteuderei so
requerim nto do nohre deputado ; ueste sentida
vcu subiiietti-r o requerimento ae urgencia con-
sideruco da casa, por par'.--.
Posto a votos o requerirueuto approvado em
i-iribae as paites.
O Sr. --par rfe nraniiuond (Nao
devolv u o s-u discursi).
O Sr. curso).
Fica a discusso adiada pela hora.
Pussa-se
1 P1RTE OA XBHM DO DIA
Contina a 3 discusso do projecto n. 23 deste
anno.
O Sr Jone Mari A (pela ordem)Sr. presi-
dente, ainda est dividida a ordem do dia ?
O Sr. Presidente -Sim senhor em duas partes.
O Sr. Jos MariaMe parece que deve acon-
tecer isto, sement quando se tracta das eis an-
nuss.
O Sr. PresidenteO regiment i claro a este
resp-'ito.
O Sr. Jos MariaEu uie guio pela prese.
Emfim, eu s quiz inform ir-ine disto, porque
para mim indifferento que a ordem da dia esteja
dividida em 2 parte, ou em urna s.
nSBlWl


Diario de l*uraaiabii5 -
-


O Jtr. b Sr. presidente, daaobrigar ue do coujpromiato que
tome com a caca, quando aprosentei urna meada,
em vtrtude da qual se manfla abrir maia o crdito
de 8:972 ao J 37 da iei.
Tendo havido urna diflereoca de verba para o
pagamento da Guarda Cvica, entend que era
nec-tsaria cata medida, Votamos o auno patea-
da nm aecreacimo*do man de SU pracas.e no orna-
mento votamos um augmento de verb Mis o
orcamento nao foi aanccionado e a emenda proaura
reparar ato.
Tenho dito.
O Sr. Jos MaraPeco a palavra.
O Sr. PresidenteTem a palavra o uobre depu
tado.
O Mr. Joa Mara iicqueiro a V. Exc. que
me mande o projecto e as einendaa que cu quero
diacutil-aa como ellas raerecem.
(E' satisfeito)
O Mr. Jt. Mara (pela ordem) Rocoobe-
ceudo que o meu amigo, deputado plo 'J diatri-
cto tem mais competeucia do que < u para discutir
esti materia, e sab ndo que S. Exc. j iuicou o
debat' em outra diacuaaft, e cs: proinpto 0 dis-
pasto a tomar a palavra sobro materia to iuipor-
taute, cu d claro que desisto da palavra, para
seguir di'pois as aguas do mou Ilustre am'g).
O Sr. Ferreira JacobinaPeco a pa'avra,
O Sr. Presidentefera a pilavr'a.
O Sr. Ferreira Jacobina-Sr. precen-
te, v esta Asg..'mbl.i, certameote era diapeusave oaug-
meutoda verba de que trata a era. uta que toi
approvada, u ora em diacuaaao, ma oa nobres
deputadoa senborea do aegred, tal vez raesraojeon
selheiros .03 actos la altatadministraco da pro-
vincia eatavam eot i jconh cedorea das intencoea
de S. Exc Sr. presidente, de prorogar esta Aasetn-
bla, quaudo se uoa augura va pjr "m eapirito
econmico, e o administrador que tudo faz, no in-
tuito de que esta provincia iruhoro, S. Exc. em-
pregaria tolo o sen vaiimento, '. id o b u eaforco
e dedicacao para e. >m a maioria da caaa, no'.utuito
de encerrar a Asa mbl i uo dia 10, como i-spera-
vam,s. Mas anda uini voz os faetos v erara con-
firmar o errad) juizo q-i eu tiuha ; mas a mal rio
da casaj tinha seiencia, e eslava feita cora o
Exm. presidente daproviuca, para urna prorogaco
j rea olvida, e noque ign ravam al' rtaato,
anda insisto d.' que o pedido de HUgm'iitode ere
dito, para subsidio, ajuda de custo ,'e traoaporte
dos Sra. deputadoa, o mais deoppzaa da Asaora-
bla, nao tem j latfieaco, e toi por sao qu: o
thasuuro nao oolicitou como costura-, e o fasem
todoa ob casoa do iusuli-ionci i do verba para o
servic, i publie i.
Hoje, porra, v.jo mais ura faci que ven) e in-
firmar meu juizo de que o digo > presidente nao c
neoa econmico, neir. serio, quando disse que de-
8ejava mclhorar as finare .s da provincia.
Sr. presidenta, o resp. ito a li urna condicao
de existencia de urna boa autordade, o presi
da provincia nao a iein respeitado, e agora vej >
que S. Exc. tendo informacoea exactas, de
verba do orcamento anterior, que alia a q ie se
exr-cuta conforme a resolucj da seaao extraor-
dinaria da Assembla, nao cogitava do augmento
de forca, o S. Ex nao trepidou em Bobrecarregar
os cofres pblicos, augracutan o a i -spez i
verba, com um creseid > numero de pracas, para
as quaes nao tiuba autorisacio. oem verba pa:a
pagamento. Par qu' pois S. Exc. manda aug-
mentar o numero da f irct, se a verba era nsut-
ficiente, s cata Assembla nao lhe havia conce-
dido, apeats S. Exc inoatra p'lo que pouco re.-
peita Iei e rnuito meaos cata o estado lo-.:i-
ceiro da provincia, e S. Exe. se julga autoriaado
sem loi para augmentar a torga em numero de 120
porque nao o fez em numero de 20.1 ou 000 ?
, A questo .io de numero, a questo do acto
legal de S. Exc.
oolloga pelo 2 distrietp, venbo apenas mostrar
que tambera olliam .s parA estes assumptos que o
digno administrador eaqa--ce, e qua devem ser ob-
servados por um administrador aloso que so apre-
ga mais eaouomieo do que poltico, nas cuj* po
litiea tem sida to oateasiva e to daaastrada que
elle v-ae obrig-do a ultrapassar os limi es da le
contando om a bonhomia, com a condescendencia
pa.tidaria, que ha de subaerever os seus erroa V
encamoar as suas illegaiidadea.
N<. porm, que nSo estamos presos esas aoli-
dariedade polkioa. e que n> comparlhamoa daa
compenaasoea que S. Exc. offernao aoa amigos que
o cercara, o que noa faz laaUmar o estado de aba-
timeuto em que camiuba eata provincia, nao pode-
moa eom o noaao ailencio, que m is tarde pis tac-
uar-se um argumento a eu favor, apoiar casas
desbezas que contra a le se ea'o faiendu, dei-
xaudo cahircm ruina aquillo que noa custoumuit03
anuos de trabalho e enormes sommaa, como sao a
viaco publica e certos edificios que coustituem um
pa ira > de gloria para eata provincia.
Eu pois, venhi tazer un duplo protesto na dis-
cuasao deste projecto. No primeiro caso, porqu ;
se pele augmnto de verba para urna despaia pre-
vista, que anda uo eatava esgotada, e no segundo
caso pjrqu ae p-de augmento di verh* pira urna
despezaque nj atava autoriaada e que S. Exc.
faz cootand/ que esta A^Si'mbla lhe ha de votar
a verba. (Vluito bem da opposico).
O *r. Jun Mara (pela ordem)Sr. prea-
deute, tenho ieito eatudos especiaos para discutir
cjin proficiencia esta materia, porque quera moa
citando som--aU pulas eua uon i$uea do
fu -clonare.!), o que s se poder fazer
os proximidades da inaugurajo do ser-
vico : esto pagas as prestacSes e vencidas
n,a i'op>rttne4 do 111:01220.
A galeria ao lado do acude do Prata,
est prest '3 a concluir-se, sendo qu j
ae aeba en cnndicSes de fornecer agita.
A directora cogita de-mandar faz-eral
gutnas obras complementares afitn de ga
rantir o mais hbiindante forn ^cimento, d'a-
trar Asaenlilea que n) me oceupo siinplusmcnts
de queato;s polticas. 6 que tambera si tratar do
questo s fiuaaeeiras, mas nao o f^o ,'Orque n.o
quero perder o meu tempo e o meu latim de3de
que a baucada de rrai ra est completamente
deserta.
c ndicojs vou mandar mesa arare
quer meato do adiamento.
L'ia VozJ est s^bre a raeaa um do Sr.
Lou rengo de S.
O Sr. Joae MaraNeate caso uio mandar. ^o
m?u pira que seja lido e submettido discnsssSo
o do meu nobre amigo.
E' lido, upoiac'o o entra em diaeuasao o segrate
re.]uerirnen'o :
Kequeiro o adiamento da diaeusso por 21
h.iraa.LDurenco de S
Nm^uem padiudo a palavra endrra-se a dia-
cuasao, e verificando aa ui h.ver numero lica
a linda a votacao.
P se A
2> PARTS DI ORDEM D3 DIA
Entra em diacuaa i o p-oj-ct u. M leste an uj
O Jote Mara (p.-la ordem) diz que
esto projecto. cuja tliscuaaio fieou eucerrada, tem
Om reque meato de a ameato que deve ser vo-
tada e oin5 nio hi numero para isso deve-se
levantar a s 'sso.
O Sr. presidente le .'anta a seasl) deaignindo a
segrate ordem do dia : 1.' part: : c ntinuaco da
aiit cedeate; 2.a parte contiuuacSo da antecedente.
REUNA') EM l; DE MAIO DE 1SST
l-RBSIDENCIA DO EXM. E REVM. SK. VIQABIO AUGUSTO
FBAHKLIU MiHKIRA DA SILVA
Ao aico da, feita i. chimada e verificando-a.-
estarem apeuas presentes os Sra. Liurcuc) de S,
Juvenci Maris, Afljua) Luatoaa, Eegueira Cuta,
A Iguato Fra:.k in, Jos Mana, Sures de Amoriai,
Diummond, Prxedes Pitauga, Itjgoberto, Ferreira
Jai obina, Aadr Das, Bario de Itapiasuma, Baro
por falta de numero legil de Sr-. dapu-tlos. mo lomos testerauaua qumdo ltimamente
FaUam os Sra. Costa Kibairo, Goncalves Per- ella te ve de aaaioutar o seu capital emit
gua em tonpo de secca.
Com ella, c assmtamento de canos para
as bomuas gaatou-ae 91:34|525.
Por tu lo iste que exposto tica a largos
traeos, e quo miauciosameate vos ser re-
latado pola iilustre directora, veris, Srs.
accionistas que brevemente ter lugar
a inaujiuragao de tao til oielberamento ha
muito r.clama lo por esta cid fio cuja po-
pulacho tem augmentado eonsiderave!-
meute.
lito pjato, este dssi'leratuin, que pareca
imp issivel aoj pessimistas brovemeutn tor-
nar s-s-ha urna realiiade, comqianto seja
orcoao confeasar, que niuitaa foram as dif-
culdad-s que a cada paaso surgian para
leval-o a efFiito, nao obstunto a pirajve-
raoja da iilustre directora em veuc?l-as
8ompre.
Tratan lo das fnancas deata companbia
que eontnuam a aer progresaiv-s, oumpre
noa dzsr-voa que a sua receita no anno so-
cial lindo fo de 226:3598^10, e aa suas
despezaa d^* 63:734^940, resultando um
saldo de 162:6J4-)J70, qus permittio que
s; rizessem os dividendos sem atraes na
importancia d 112:800jJOOO, passando
urodito da coata de lucros e perdaa......
49:824-S!)20, cuja conta representa boje
71:0880617.
Com as obras novas tem-ss despendido
1.532:844)5990.
Do empreatimo em L^aires pagamos aa
prcataco s de juros de Junho e Uezembro
de 18-;6, na importancia cada urna do
3,(JUJ ; e a qu: se lia de veucrfr em Junbo
deste anno, assim co.no a primara d'araor
tisaco tudo na importancia de 4,300, j
o corre8pondente naquella clade ae acha
babilitado a aatiaazur.
All os bonds do e npre3timo de 10J,
t n sido cotados a 106, e aqui aa ac-
coea de 100|000, tem-ao vendido a 1550.
Tudo isto demonstra clara e positivamen-
te que eata companhia quer no catrangei-
ro, quor aqui, contin i atnanUr o seu ele-
vado grao de contianya e cooceito publico,
para o que inuito teau concorrido a sua 1-
luatre directora, nao obstante tquelies que
reir, liego Barros, Ferreira Velloso, Amarad, Vis-
coude de Tabatioga, Herculaoo Baudeira, Coata
Gom.-s, Dominguea da Silva, Eatis e Silva, Barroa
Wauderley, Barros Birroto Jumor, Coelbo de Mo
E' pois poasivel q'ie eata AasemW. que nao! rHC) l '_,j0 Audrada, Rodrigues Porto. Koaa e
autoriaou aiigmutir a torva, que nao Ibe deu a Jv, Constantino de Albuq'.icrque, S verba, v subaerever o acto de S. Exc, a sua il- | Portella, Antonio Vctor, Joio Alves, Gomes Pa-
legali la le, Bem ao menos fizer o menor reparo ? ruute e olouio de Mello.
O Sr. Jo5 Mar.a De eerto que nSo. q ^r jo secretario procede leitura do se-
O Sr. Ferreiri JacobinaNao; S. Ex;, fez, a | gUlltt
maioria autjrisa <> manda pagar aa deapezas que f expediente
tiver cjntrahido, poim n.< minora temos a co i (jai officio dj secretario do governj, devolveodo
ragera de apreciar esse acto e nao deixar paasar 0jro exemplarea das reaolucoes sanecionadas sob
um augmento do despeza que S. Exc. oo toha | n3_ 1889 a 189tj A' archivar.
autoriaaca para fazer e qu-- a Iei lhe prohiba e| O Sr. presidente diasolve a reu >j
is ligeiraineute o temos Ieito apenas pelo desejo I
de accelerar os trabalhoa desta Assembla e evitar
continuadas prorogagoas. Mas o facto foi que se
deuseinpre a prorog n,o e talvez o diguo presi-
deute desta casa j teuha sciencia de alguma ou
BEUSIO EM 13 DE MAIO DE 1887
BARBOS
tra que esteja por ah prompta.
Nistas leircumatancias, portanto, vendo eu que
se trata de um proj-cto importante, ao qual pren-
de se a mais ?olemn de uosaas attribuicoea, que
a fiacaiiaaco da deapeza e que se S Exc. o Sr.
pr. Bidente da piovincia ontiui no camioho que
vai ti libando, teremis de rer aa fiuancas da pro-
vincia ero completa ruina, scn que ao menos d-
ga-ae-nos fraucaraonte qual o alcance ou o dficit
digo,
PRESIDENCIA DO EXM. SB. DB. IGNACIO
BARRETO JONIOB
A* meio dia, fetta a chamada e verificando-se
estarem apenas presentes os Srs. Costa Ribeiro,
Jos Iftritt, Lourenco de S, Barra Barreto Ju-
uior, Baro de ltapiasuma, Prxedes Pitanga, Ju-
veneio Marz, ligoberto, Regueira Costa, Fer-
reira Jacobina, Joo de Oliveira, Andr Das, e
Barao de Catar, o Sr. presidente d-clara nao ha
ver sesso p.r falti de numero legal Jos Srs. de
putad. s.
Faltara os Srs. Druramnl, Goncalves Ferreira,
que nos opprirae, u'estas cireumstaneas, uigo, i .-
*. rr l e Rer/-) Birroa. rerreira Velloso. Amaral, Joao ue
nao poleinos encarar com bous olhos as reformas, ,, o' ," ,r .' -r k,,;' c
ZZK Fr nr :,.,, |Sa, Julio de Barros, Viscoude de labatioga, Soa-
qae S. .xc. pr.joc.ta. d A orm H,.rCulano Baudeira, Costa Gomes,
Osuobres deputados ap-egoara (IU--0 din'oopre- L,6 ".Ciluj"'""' Ui. o' ., Wl j '
... r- .- j c f D^rain"U's da b. Iva, Ralis e oilva, rSorros Wander-
sideutj da provincia, chete de Sa. Exea, lirector ,,T. A, .i..,ja ,lc
- 3 ..!., -,; a' .=. =, ,. i lev. Coeb) de Moraea, Lutz de Audrada, Auraso
cuja accao ae re cte no reciato deata cas., pre- 11 u ___ .,. <;, A,.,,.,
tindo ,W apolices.
O trama nao vingou, poia qu3 no da om
que deva encerrarse a tiscripcao o capi-
tal de 4j:000'J, equivaleut-! qualles
tituba, toi todo aubscripto ; e boje os que
pretenieram crear obcea, empuha'o-se pa
ra obter esaes ttulos.
Termiuanio eate relatorio, Sra. accionis-
tas, somos de opiniao que aa contas que
vos serao apresentada e3tao no caso do ser
approvadas ; e ainla urna vez solicitamos
de vossa justica uto voto de reconhecimen-
to na acta da prxima reuniao d'assembla
geral aos Ilustres cavalheiros que actual
menta formato a direegao dest* companhia
pelo cabal desempenho do mandato de qu
foram revestidos, o qua par c?rto nenlium
de vos ignorar.
Recife, 18 de Junbo de 1887.
Joaquim Alves da Fonseca
Francisco Gurgel do Amaral.
Antonio Augus'o dos Saritas Porto.
cuja accao ae retticteno recinto a esrac-a-.. pre-.} R,dli pti RjBa e Si,V!l) CousCan-
tende fazer grandes reforma, na Reparl.Cao das lbuqufrque, Sophxonio PorteJlk, Antonio
; Vitori Augusto Frank in, Joo Alves, Gomea Pa
rente e Salonio de Mello.
O Sr. presidente d noticia de que vio eer eu-
nm deaastre completo. S Exc. pretende reformar |
o peaaoal, mao, nao tendo forr;* para eacoiher o
m lhor, ha d-- iadubitavelmene conservar o mais
protegido que, era regra, o peior.
O Sr. Barro3 iBorreto Jnior Os precedentes
de S. Exc. nao autonsam semelhante previso.
O Sr. Ferr< ira JacobinaOa precedent-s de S
Exc. sao d'aquellea que vemos diariamente : con
servar as autoridades criminosas.
(Apartes )
Mas, d'.zia eu, o que vai S. Exc. fazor 'f Djs
pedir urna porco de intolisea e entregar aa estra-
das publicas ao abandono ; a aeco destruidora
de tempo. D'aqui ha doua anuos nao tetemos urna
estrada transitavel. Ets o que se chama econo-
ma. Mas, opportunameute ter.-i occaao de
apre iar o facto em suaa conaequencias desas-
tradas.
Os nobrea deputado3 esp ram tambera qu>- S.
Exc. far economas com a reforma da instrueco
publica. Mas os nobres deputadoa vero que o
professorado qu rido ter pe.-feitamente aqui-
nhoado.
O Sr. Birroa Barreto JniorEatou certo que
S. Exc. nao tara reforma no.ihuma na instiuceo
publica.
O Sr. Ferreira JacobinaNao far reforma V
Mas S. Exc. teve urna autorisncao.. .
O Sr. Barros Barreto JniorMaa uo obri-
gado a fazer.
O Sr. Ferreira Jacobina.. e em baacs to
ampias que at o direito adquirido fieou comple-
tamente nulhficado.
Portacto, Sr. presidente, eu nao espero que da
reforma da natruccjlo publica venha aeuo aquil
lo que vai acceotuando bem a admioiatraco de
S. Exc -polifea e p rseguico aos seus adversa-
rios.
N'eataa crcumstancaa, eu que j live occasio
do mostrar que S. Exc. por actoa auteriorea e na-
pirado em sentimentos poiiticoa, bavia causado
serios prejuizoa aos cofrea da proviucia, com a d --
miaso do theajureiro daa loteras, e que j tivc
occasio de mostrar que S. Exc. tendo a explorar
a grande mina da vaidad-- ii un ma. com relaco
aa patentes da guarda nacional, tinha trancado
esaa vlvula de faser augm otar a rae ita da pro-
vincia, que esperancaa poss o maia d--p)aitar noa
protestos de ce momia le S Exc ?
O que eatou veudo que S. Exc, a pretexto de
urna i-coi omia mal entendida, abandonar com-
pletamente t. i i o s.-rvico da conaervaco de ea-
tradaa e pontrs, e dentro em poico boasi proviu
ca, que, alia sem qu- baja niaao o menor deava-
necimento, em pouco ser impoaa-.vel faser-se
qualquer vagein na no-sa provincia que urna
daa do Brasil que moihorea estradas de rodagem
posaue.
Neataa cireu "stauciaa, aa economas do Sr.
Pedro Vicente...
O Sr. Affoiui Lust-.at Apezar de apregoadas
pilas gazetaa
O Sr. Ferreira Jaoiua .. nio ma aatisfa
so.u. Creio menino que S. Exc aera e sentir aera
um insecto dau.n .hi Je todas aa obras publicis
desta provincia.
HPortaato, coa uo pdenos deixar da votar con-
tra ate enxerto -naia, que o diguo e illuatrado de-
pitado pelo 1 dial.cto, agora ausente, upr. aeatou;
porque lie importa urna viojoco da le por parte
da administraco, que nao tem verba prs aug-
mentara forca publu*, no intuito nao de garantir
a seguranc* e a liberdade do ciladi, porque eata
est ta abandono, mas de sustentar este fuuceio-
naliamo publico que S. Exc. tem creado e desmo-
raliaadu, mas que ao pode ser sustentado por meio
da forc bruta e do r< fie que a crea.
MatiB condic.-B nao veuho discutir corn profi
eiejicia, como benvolamente dase o meu nobre
viada 8auco as leis referentes aoa projectos
ns. i de 1886, 3, 16, 2-1 o 41 deste a.-.uo o tain-
b.-m uraa emeuda off.-recida as ultimas destes pro-
jectos-
Noticia ig.ialmente, o Sr. prealeute a publica-
co do projecto n. 22 deste anuo.
O Sr. pr.-sideute declara encerrados os traba-
lhoa da t- sccso da 2<' legislatura e diasolve a
reunio.
i ouilKiohiu do Bcberibc
Srs. accionistas da companbia do Beb
ribo. No desempenho do honrosa m;inia
to de soaes desta co'opanhia com o qu
benesolamente anda urna vez no3 distin-
guist.is, e em obediencia ao qu: preceil i
o $ 2 do art. 31 da aossa Iei aocial, esa-
miuam-is a sua escripturaeao e a existen-
cia dos Valorea, tendo a satisfacao de achar
aquella feita regularmente e eatea de ac-
cordo com o balanco fechado em 30 da Abril
prximo p^asado e que nos toi apreaena-
do pela iilustre directora.
Continuado eata companhia a atraveaaar
a pb:se mais importante de sa looga ex
8teucia, por iaso que tomou a si aexecu-
<~io das importantes obras para o novo
abaatecimento d'agua a esta populosa ci-
dade, julgamos de no8so dever, Srs. accio-
nistas pOr-vos par doa mais transcenle i-
tes faetos com relaco a to arlua tarefa
que 6 pj-ieria ser ven oda cono o est
'sendo por hoin-ms como os que actualmen-
te dirigem o futuro desta companbia o aos
quaes nao l n faltade forca do vontade,
zelo e dedicicao, o que de todos va
vaot-josam-mtc conhe ido.
Assim que, apreciando essas obras
aob um ponto de vista geral, pode-se dizer,
estarem acabadas, visto orno o que resta
a fazer se bom pouco .
O reservatono, eata p.-ca colossal e3t
concluida, e a aua solidez, a psrfeco da es
tructura, a bomogeneiialo e a impermea-
bilidade do teireno, sao outras tantas ga-
rantas com que pode com seguraaja coo-
tar a iilustre directora quando aquella
grande obra d'arto tiver de funecionar : o
seu custo eleva-se a 232:5S9445.
O encaoamento est quasi tolo aasenta
do, faltando o pequeo espayo que dista
entro a casa das machinas e o reaervato-
n-i, o que boje, sem duvida, deva j eatar
termina io : com ello despen leu-se......
438:5241899.
A casa das machinas, que como sabis,
tambe n um edificio importante nao s
quanto a conatru :cao, como tambara quan-
to a belleza, est prompta, falta ido apa
as o reb :-> interno e ama pequea parte
do pru mecido exterior : importou ella am
144;6608:j5.
As bo.nbas cstao tolaa collonadas, pre
ULViSTA DIARIA
Obra* Publican-Por acto de ii.ut.-m S.
Exc. o preaidente da provincia reorganiaou a Ke-
partieao de Obras Publicas, em cumprimento do
art. 9 Io da le n. 1881 deste anuo, acudo sup-
primida a pagadoria e reduaido conaideravelmeate
o pcasoal de eiig-raher.s c empregalos de conaer-
vaco das^estradas.
Bate servido se fa' por arremitasojs larciaes,
ou p .-quenas erapreitadaa, e mesmo por adminis-
traco ; serapre, po:m, sob as vistas e respon-
sabindade Jos profisaionaes.
A deapeza auoua! que era do 90:13241)30 com
pesa .al 6era contar as diversas turmas de serventes
que tambera de.-appaieceiD, 6cjU limitada a...
25:5204000, havendo, portanto. urna economa an-
nu.l no pess^al de 61:9724000.
Odinheiro que se eatava gastan lo ni conser
va cao daa estradas, e que nao era interior a cera
contos aunuaes, S. Exc. penaa em Bf.plcar, de pro
fer. neia, tanto quanto lhe p?rmittam as fiuancas
da provincia, naa reconstrucoea e reioaros das pon-
tes e p-iitillio-3 daa estradas principaea
PtaiaebO Pira pamaPor telegrammaa re
cbidos do Ro-Graude do Norte, sabe-ae quea 7
boras da noite de 16 do corrente naufragou eate
patacho na Urea do Miuhto, cerca de 15 milbaa
ao sul de Maco, em trente do povoado deuomioa-
do Galliuhaa.
Oa prim.-iros que deixatara o navio foram o in-
mediato e uraa pessoa cuj o nome ignoramos, os
quaes em um escaler foram ter a (ialliuhas, d'on-
de fizeram partir jangadas para o lugar do ainia-
tro, e neatas aalvaram ae a ofiaialidade, tripola-
c>o e 28 aprendizoa marinheiroa, o quaea em ea-
t do de mudez chegaram trra.
Pereceram no naufragio 10 aprendises mari-
nheiroa.
Na occaaio em que o inmediato deixou o na-
vio, tinba eate j a proa arreoentada e a maatrea-
co, onde ae refugiara a tripolac), amcacava dea-
abar.
No dia 19 aeguiram todoa oa naufragoa para
Maca em bafcacaa pxra ease fim fretadaa pelo
commandante do Pirapama, que esperara atli em-
ba-car com os naufragoa para esta cidade no va-
por da Companhia Pernambuc-na.
Logo que o h rarado raspeetor do Arsenal de
Murinha e capit-o do parto tivo noticia de ocor
rido, communicou a S Exc. o preaidente da pro-
vincia e entendeuse cam o gerente da C napa
uiiu Pcrnarabucaiia para teleraphar e ordenar a>
comuiandante do vapor Ipojuea, que foase receber
oa naufragoa e prestar o aoceorros de que estes
nece8sitaaaem.
A tripoiacodo Pirapama companha se do com-
mandante 1 tenente Kaymuudo Frederico Kap-
pe da Costa Rubm, immediato i' teoentu Fran
cisco de Souza Pinta, que se achava substituido
pelo 2' tenante Manoel Fliriano Correa le Brito,
KUarda-marinhai Jos Joaquim Guimarea, otlioial
de Fazenda Jos Em-ato de Bouza L-al, que nao
.-atava a bordo por ter regreaaado de N ttai para
eata cidad", um fiel do offieial de fazenda, um of-
ficial de apito, um artfice, um josiuaeiro, um dea-
penaeiro, un criado e deaeaeis imperiaes mari-
uheiroa.
Aehavam-as tambera bordo 33 aprendzea ma-
rinb iros, embarcados por ordem di reapetiv
ommandant; da eacola para pratica e nalrueca i
d.- viagens.
O pitacho Pirapama fra mindado construir
ais eataleiroa do Arsenal do M .riuhi, por avi >
do M niaterio da Marraba, n. 9,380, d; 7 de b
zembj-o de 1881, pelo entilo miniatro da marraba,
senador Joao Plorentino Meira de Vaaeoneelloa,
aendo lancado ao mar no dia 10 de Maio de 1834.
A eonitruecio foi feita de couformdade com o
plano, remettido da corte pelo respectivo con-
strutor nival capito-ten-a'e Brasil.
Era destinado aos exercicios praticoe da com-
panhia de aprendices marmheiroa deata provin-
cia epara esae fim fiera diverws viagens.
Suaa dimenaoea eram aa seguintea: compri-
menfo entra perpendiculares 2*,C0, hosca extra-
ma 6" 150, pontal 2>,950, caiado medio (carreza-
(Jo) 2-,360. *
O prejuizo material causado pelo naufragio
avabdo em cerca de cem contoa de ria, incluaive
o valor de doua canhoes raiadoa de calibre 9 (re-
tro carga).
A' ultima hora soubemoa, qua S. Exe. o presi-
dente da provincia do Uio-Grauio do Norte, pro-
videnciara na sentido deaerera prestadoa aoa nau-
fragoa oa auxilios de que pr. ciaaascra
Que Ooa aerial Nos ltimosdiagjlo mez de
Abril ou ii os'prim-'ir >s d i de Maio, velo de Fragoso
pa-a esta capital a visitar urna sua irma mora-
dora na .-ua^da Gamelleira/" diatricto da S. Jos,
Mara Francisca da Paixo de 62 annoa de idade
e mulbertle Jq*Mt(ia de Salles residente no
pr i metro dasta* tugara a.
Tendo pcrai morrido aquella a quem viera vi-
sitar, voltra alaria Francisca para aua reseocia
na manh de 23 de Maio,.uo tendo at eata data
alli ehegado uem apparacido pelo catnuh nam
circumvisinhancas apoz.tr das deligeueioaas pes-
quisas effeetuadas pelos seus parales que presa-
mera ter^sido ella victima do alguma agrasao e
ronbos.
Curapre poia as autoridades policiaca syn liquen
do facto, afimde descobnrae com etfeito trata-se
de um crime, eucontrar e puniros criminosos.
PaqueteaA eatacao do telegrapho nacio-
nal em aviso de movimeuto do porto cornmunicou
nos que o vapor inglez 7der sabio hontera do
porto da Baha aa 4 horas da tarde com destino a
eata cidade e que com igual destino sahio taino -m
houtem as 5 horas da tarde do porto da Fortale-
za o vapor brazileiro Mandos,
Asenten do crreloPor portara do 17
do corrente torera nomeados Ped > de S Campos
e Sobaati'o Jos de Carvalo para agentes do
do correio, este da cstayo do Campo Grande e
aquello da villa de Flores
lctidealc.Ante hontem, -j 2 l| hiraa
da tarde a praca de picia Joac Liureoco da
Suva tentandj subir em um dos vagoaa do trein
de Beberibo, entre aa estac.:a do Fudo o Ag 11
Fra, perdeu o equilibrio e cabio cob.e os tr-
llaos.
O trum pa8&ando-lhe por cima de urna das per-
naa decepou a.
O subdelegado de Bebcribe reraatteu a referida
praca para o quartel do c irp le polica.
Hepenlinameute-A .aira falleceu era sua
propria casa e no lugar Itera-dios do 1- dis
tricto de Afogadoa o pardo de uome Manoel Gal-
dino de Figueiredo c di viatoria a que proc.-deu o
Or. Coame de S Percira, ver fio u-so ter sido a
causa da mortc uraa congeato cerebral.
Companbia Perro-Carril.Dj zeloso
Sr. gereut-- deata comptuhia recebemos a seguate
comraunic ii,'.io :
" Sr. Redactor.Sobre a reclamtco que V. S.
fez em sua Revista Diaria de hont-ra d- provi-
dencias para qu o carro pequeo di Santa la i-
bol continu a fazer ponto ua esquina da ra Fior-
mosa, tenho a dizer que o ponto n > toi mudado :
apenas tornou-se irapossivel fazer o carro chegar
sempre at elle, em conaequencia do transito dos
carros de Magdalena e Fernaulca Vicira pela ra
da Aurora.
.. A ordem que dei a respeito, fo1 : que o carro
seguisae at a ra Forraos-i :\ nulo euontraaae a
liaba desembarazada, mas voltasse no caao con-
trario, e de onde encontrasae o obatacuio do
outro carro.
E' poasivel quid'ahi resulto prejuizo pira al-
gum p lasageiro, ma pr.-juizo inevitavel motivado
por circumstancia ituermal, ind-p-udente da voli-
tada da co i. p mil -.a eate contraria a aeus interesses.
Eu poderia te. podido ao goveruo que in
permittisae estabelocer provisoriamente o termino
na referida linha de Santa Isabel era frente a es-
taco de O.inda, o qu; seria pira inioi mus con-
veniente.
Nao o fiz porm porque enteudi quo aasim
prejudicaria mais o publico.
Sou eom t ida estima etc. Carlos Alberto
Menezes, gerente.
Fu 11<> apprebenilitlo. -Pe subdelegado
de Afogadoa foram uppreheuliis duia toalh ia,
sendo urna de labyrintho.
O ladro que ae chaina Pedro Manoel Salvador,
declarou que as havia furtado do engeuho Can-
zau/H, de propriedade do Sr. Joo fltptista do tal
Prove sea dono o seu dominio sobre oe objec-tos
e scr-lho-ho entregues,
I.iIutiIi(l<>.A noticia que aob esta epigra-
phe demoa ante-hontem uo exteta, pois que o
honrado deo Dr. Firia a contesta e pede-nos a
publicaco do seguate :
Declaro ser inexacta a noticia que, sob easa eni-
graphe publicou a Reo Ha Diaria de hontera, de
haver eu concedido ib ; la le, sem ouus algura, ao
meu nico escravo Constantino, de 29 annoa de
dale. Se Laso nao um grac.-jo indiscreto e de
mi goato, sem dnvila, urna aleivoaa inanuaco
para eatimular-mo a realiaar easa alfo-ria.
Foase, pirm, qual fjsae o lu'uito do indiscre-
to e officioso noticiador, fique sabeudo que nao
costumo obrar por inainuaces, estmulos e sug-
gestoes de quem quer que seja.
Fique aabendo maia que, de cinco escravos
que posauia, conced, nao ha muito tempo, a lber-
dade quatro (Maucel, Justiuo, Joaquim e Mara),
como ple verifiear-se na coll-ctoria geral d-ata
cidade, sem onia algura, sem estimulo ou sugges-
to de algnem, e ant"8 da existencia d-saes clubs,
aasociafoea e conf -renciaa aboliclooistaa ; e aera
mesmo, ter a vaidade de publical-o pola imprensa,
como actualmente ae costuina.
Fique aabendo ainla que, hei de conceder a
libordade a esse cscraviuho com quo fique, mas
quaudo o julgar conveniente e opoortun i,
Oliuda, 20 de Junho de 1887.Deo Dr.
Faria.
Aieriio aoa nieninoa Aute-liontem a
1 hora da tarda e ua ra de S. J < i, 1' diatricto
de S. Jos, quando por all paasava tteraphina
Maria do Espirito Saoto, conilzido psla rao o
aeu flho Jos, de 4 aun la de idade, foi pelo pret o
africano de oras Pedro brutalmente aggredida o
qual Ibe quera arrea t'.ar o filniuhoe, e un tan
ta forca o fazia, que deslooou-lho o branjo direi-
to.
Conluzida a lacrimosa rai a 1' estac/) da guar-
da cvica, o commandaute geral, em nome do sub
delegado do Io oistricto, maudou reco'h -r a crianc-i
ao hospital Pedro 11 afim de ser reduzida a luxa-
o&o.
A autondade competeute trata d; averiguar o
facto.
Tiii-mro Manta InabelFoi no sabbado
ultuno cantada pela companhia lyrica italiana d-i
operas e operetas a mimosa prodcelo do maestro
Supp que ae intitula Os dragots no convento.
Com relaroo ao mrito do libreto e da partitura,
est um em completa oppoaico ao outro, porque
aquelle uo passa de urna comedia oramum, ai
paaso queestt uini daa bellas ccrap laicoea do
featejado maestro autor do Bocado.
Entre os mu>tos nmeros de msica que cora-
pdem a peca, cada qual mais attrali.nt-, deata-
cam-se o do do Io acto entre Liiza e D. Demo-
erito, o '-.oucertaute do 2o e os coros do 2o qua-
dro.
Na diatribuico daa partes coube Sra. Dilla-
Porta a de D- Placida e ou porque nao fosse
aquella parte adoptada ao genero da referida actriz
e aasitn ae acbasse dealoeada ou por outra qual-
quer causa nao noa aatiafoz a meatra da8 educan-
daa, alm de que a referida parte nao p;rmitte
que por ella ae juUue da forca cantante de urna
actriz
Luiza foi a parte que aulhor fo cautads, pela
Sra Bell-grandi, sendo sensivcl o erabaraco em
que a collocou seu compaubeiro de canto.
Oa Sr3. Bruachi e Mone, fizerara bastante para
agradar o talvez sem ditficuldade houvesaem mc-
lhor co os 'guido ae o primeiro tiveaa.- urna v :z me
nos na.ial e mais seatimeuto quando canta e o ae-
gunuo nao exageraa8e tanto oa peraonagena que
oterpret.
Era tolo caso, porm. pode ae dizer que fe sup-
portavel o deeempenho doa Dragues no convento.
sendo muito boa a mise en cene.
A melhor parte do eapeetaculo da noite de que
nosoceupamos foi inconteataveimente o interme-
dio concert no qual ae fizerara ouvir a prima dona
a Sra. Rastelli e o bartono o Sr. Garbini, este na
grande aria de D. Carlos, aquella na aria do Er-
nani e ambos no do da mesina opera.
A e>tr(a do Sr. Garbiui nos fez suppor um ar-
tista de ra -recim-.-nto e easa nosaa aupposico vai
ae fortificando pelo molo correcto com que caatou
quer a aria quer o do. de modo que nao nos po-
demos decidir em qual das vezes foi esae artista
mais melodioso e sentimental.
Da Sra. Rastel 1 poleramoa dizer o n esmo,
com relaco aoa doua trechos que caatou, se a
franqueza que devenios ter nao nos obrigasae a di-
zer qu i foi no do do Ernani que essa artista me-
lhor carcterlaou a exteaso e belleza le aua voz
de soprano.
Se noa toase permittido ouvir a esses doua ar-
tista em urna opera completa melhor ento pode-
riaraoa fazer a jaatica de que acreditamos serem
merecedores.
A concurrencia nao tem sido animadora para a
empresaria, mas francamente nao sabemos o mo-
tivo, porque compaohias inferiores teem encon-
trado maior ammacSo aqui, anda assim os ar-
tistas foram muito applaudidoa especiaimeate a
8ra. Rastelli e o Sr. Garbini.
Transferencia espectculo Por
nao ter ado poaaivel montar todi o aceoano para
o espectculo de hojj, no theatro 8anta Isabel
Orpheu^ nos infernas, a empreza o transferio para
amanh-i.
I.antenia naglcaDiatribnio se houtem
o n 192 deate peridico livre e humorstico.
DobradoCom o titulo Os nufragos do va
por Bata, acaba de publicar a Sociedade Recrea-
tiva Juventude um bouiti dobrado para piano, j
executalopela.sua banda, comoosto palo Sr. Molah
Boque
A,r: .d 'ceraos a offerta que nos fez de um exem-
plar a presidencia da sociedade.
Reanio nodal H a aegniote :
Da Sociedade Boneficeute 3. Joo Baptista, no
da 21 do corrate, para ter lugar a testa do su
anniversario, na ra Lomts Valentiuas n. 23, Io
andar, com a-siatencia doa aoaioa o convidaloa.
l.-Mi-j nala Areiaa, na8 Ofoitea d-- 23 para 21 e 21 par
25 do corrente, haver un.a marche a'ix flambeaux
promovida por rauitoa morad irea do lugar, quei-
mindo se tamb ra um grande e variado figo de
artificio ao terminar-ae esta ruaren i
A Gazela Medica, da Baha, cujo aummarie
o que se segae :
1.O Dr. Pateasen, sob vida e sua morte.
Esboco biograpbieo. Pelo Dr. Silva Lima.
II-Eatudo sobre a coca i a cocana e anaa ap-
plicaeea therapauticas. Pelo Dr. Jos Pereira
Higo Filho.
III.Pathologia intertropical.Contrbuicao ao
eatudo das febrea intertropicaea. Pelo Dr. Grail.
IV.Registro cliniao.Ura caao de ovarite ter-
minada por auppuraco e abertura do recto, effeto
da pilocarpina. ^elo Dr. Julio da Qaina.
V. Reviata da imprensa medica. 1. Trata-
raeuto do diabetes pelo acido aalicylico. 2. Ourrc
agente no tratamento do diabetes de origem arth
ritica. 3. O salol, novo antipirtico e autiaeptico.
VI-M.-teorologa. Resumo daa obaervacoae
meteorologicaa do mez de Abril. Pelo conaelheiro
Dr. Rosendo A. r>. Guimarea
VIINoticiario. I. Faculdade de clicina.
2'J?'e,tl*de8-Mo Imperador. 3 Qu ireutouaa.
VIII. -Noticias vanas Pelo >r. Joaqura dos
Rera-dios Mouteiro.
tieauls de lalanguefrancauc,'\nn iivro publi-
cado pelo Sr. Viseo m de Ciaraci e deque edi
tor o Sr. B. L. Garnier, conreado extractos dos li-
vroa fraocezea, segundo o progrmala adoptado
pura examea.
H.ini!- iio Popular Peruambucauo
Funccionou aut-.'-hontem eaa sociedad era as-
sembla geral pira ouvir a leitura j relatorio do
aeraeatre fiado, apresen ad i po reapeetivo dire-
ctor o Dr. M-di i (oraos.
1. i LV' 3qU'! g^'ain, Ut9t!,3 1V" A pronoaito deata me,m. iuatituico rcm
di es, loo btubos a mcia noitu o de ver a caboc 0:j
naa cacimbas e poco-i, para all atB t un esperar
pela horinha Jas advinhac a
A tarde o tambera noite tocar urna philarrao-
nica particular como complemento a taea festejos.
D.;ve con certeza ser ura bora pasaatempo eate
ni ido de s ilemuis ir a cinjica .
IiiUu le orphAonSa quiuto Jurara
actual eesaido jury as auiiencias do Sr. D,-.
j'i.z de orphios ser s 10 horas uo luar di cos-
tura -
Cidade da VictoriaRecebemos hontem
tolhas dest: cidade at 18 lo corrente
Sj'o o titulo J"y diz o Meteoro Je l :
Eate tribu il acht-se fun-ociouando aob a pre
sid-.-iicia do De. .a II. de Magalhea, juiz de di-
reito da com tres, ten lo silo julgalos n> da 11
os r is Jos Antonio doS.n'.oa, Manoel A. loa
Santo, e Mano I Pelipp; Siutiag-, incuraoa na 2J
parto di art, 27J : fuain conJemaaJoa a 1' auii.s
e a multa correa ooa 1 -nte. Dofendeu os teen
t. coriue Sjvcr.no A. Vilari.n.
No dia lo o r Jos Pranciaoo do X i cim i i
to in urso no art 193 Teve por advogado o Dr.
Antou Cesara beiro, senil conuerau-ido a 11
annoa.
o No dia 16, Jos Angelo de Souza, incurao no
art. 2 ), teve p ir advogado o teaentecoroael Vil-
larim e foi eoademnid) a anuos e -i meaea e a
mulla c irreapoa lente.
J Ptilro Correia, incurao no art. 01, fui
abad/ido, t-ulo por advogado o teuente-coronel
Villanm,
" N'i dia 17, Manoel Campos de Alm.-ida c M t-
noel Gregorio de Mello, ocurso no ait. 257. Ti-
varara por alvo .-a Jo o tencu.e-coronel Villanm,
aeud i coa lerau idoa a 1 auuoa e 8 raezes.
Manoel Jo-iquieo do Si it Ana, incurao n i
art 20, teve po. advogado o teuen'e coronel Vil-
larim e foi coulranaioa I auoie 2 moz.-a o mul-
ta correap radent \.
Sob o tituloCaptura importante diz a mes-
mi filht :
O Sr. Joaquim Tenorio, activo subdelegado
do 1 distrieto desta c imarca, actbi do prestar
ura relevante a'rvie, i a esta provincia, a doCear,
AUgoaa e Paraby.oa, capturando no lugar Mei
xeiraa deata cimirc o celebre facaiora e aalt.-a
dor Pedro Catle.
" Eate bandido cuja porvjraidade conhecida
geralraente neata provincia e uaa que cima cita-
m.a, realmente ura monatro,
.' Interrogado pula autordaJe e'i ; o prcud-u
disse ter assasainado um individuo em Polras de
Fogo por t r-lhe negado um coco d'agoa ; ter as-
sasainado um mtro do Pilar dis Alagia por uraa
ligeira coutenda ; ter feito parte da quadrilha que
rouoou, caatrou e enforcou o infeliz Colhoera Pe
dra Branca desta oraarca, cabendo-lhe de=t-
roubo GJ0)0; t;r ataeaJo em coinpanhii de
maia doua ao pacifico e laborioso agricultjr
Jos Mara, morador uo Grongo, do qua1 roubo
ain-la se cucontrou em seu poder um annel p. r-
teiicente a Jos Maria com as suaa iniciaea ; ter
atirado no piquito que na madrugada do dia dea-
s roubo, o quiz prenler ua ra da Cabanga d;s-
ta cidade, e ter finalmente ee apoasa 'o de dous
cavados que tomou do poder de aeu d^uo em bi-
zarra do termo de Limoeiro.
Noa bolsos e por cutre o forro do pato cora
que eatava vestido cucontrou a autoridade uraa
collecco de oracos, aendo a do Moutc Serrat, o
rea,i .i.s > de Santo Autouio .- outraa tnuitas, a83m
como ura p quino crucifixo de lato.
A par destaa ora^o:a carregava ol comaigo
armas prolubid.s que foram tomadas pela aut-ori-
dade, como foaac ura magnifico faco, uraa patela
de doua cauoa de excellente qualidade e outras
armaa.
" Nao ao eatea, por n, oa uncoa erimes de
Pedro Catle, segn lo a tralicio que o segu.
Elle o chete da qutdrilht que p.r vez^a
tem asa altado diversaa caaas cimmerciaes deata
cidade qual vive horaisiaJa para os lados da Fi-
gueira, lugar oale elle constintemento permt-
necia.
Tamb ra de umt outra quidrbi, que vive
pelaa proximidades d > engenho li irra, obrigindi o
pruprietano dest; cu.'enho a ter urna ronda per
mnente, elle o c ipitauetdor, provaudo iato. n
aua continua frequeucia por all.
" E provavel e rneamo 'leve-so er. que oa ce-
lebres saltetdere horaiaiados em Outeiro Tuto
desta comarca, e outros horaiaiados em Oi da
Ouca da comarca do Pao d'Alho, uaaim como ou
trua exiatentea na comarca de N izaretb, aejam
tambera drigidoa por eata fea.
Em N'azareth j t Pedro C'tol perseguido
uraa vez pelo muito activo e zeloso teueute L;ou-
co i'into Ribeiro, ao qual o Eira. Sr. presidente
da provincia encarregou da captura deaaea cri-
mnoa '8 que ufestam essaa infelizea comarcas.
" Louvaudo o procediraento do Sr. J mquira
Tenorio pe limos aa outoaa autoridades des'a co-
raarc i, que aejam incanaauoia na colheita de pro-
vas quo de urna vez para sempre nos livre do
redro Catle e outros btnlidos que ao o torror
de miliiarea de almas.
Tinhii-n tambera capturadoa :
Joaquim IS-.rb.aa, tambom uotavel ladro e na-
aassiuo, prouuuci-ido era Pao d'Alho e na Para-
byba,, por crime de roubo e raortea.
Manoel Gomes, conhecido p >r Manoel Graudo,
bom couhecido limante do alheio.
Joo Vieica, tambera m?mb o irap)rt>nte da
comp inhia do tire.
No dia 29 io prximo finio raez falleceu na
cidade de Gravat a Exm i. Sra. Ana Anilia
D Barbosa da Silva, prufesaoru daquella cidade.
Era urna senhora respoitivel por todoa 03 titu
las, e viuva do tenente Manoel Clriapiaiano da
Silva.
Publicareeai Da corte foram-nos remetti-
daa aa seguiutos que agradecemos :
Revista do Observatorio, publicncao menaal
do Imperial Observatorio do Rio de Janeiro, aendo
este o surarnano do n. 5 ;
. Aviso.Breve noticiad' alguna obaervatori a
europeas.Tabella para a redueco das observa-
coes baromtricas ao nivel do mar. Congresso
Astronmico c Phutograpliico. Aapecto do cu
durante o m:z de Juuho Boletim da mortahdade
do Uio de Janeiro. Jornal meteorolgico do mez
de Abril de 1887 m Santa Cruz Resumo das ob-
aervacOea meteorologicia feitas em Sinta Cruz no
mez de Abril de 1887.
1.1 Q'tettao Militar, diacuraoapronunciadoa naa
duaa caaaa do parlamento pelo Exm. Sr. Baro do
Cotegipe, presidente do couaelho de minatros.
A Relista do exerci'o brasileiro, 2 faaeiculoa
correapondentea aos mezea de Abril e Maio lti-
mos, aendo eates os summarios :
Do rac'z de Abril :
I.-jurisprudencia militir, pelo cap.tao de ea-
tado-maior de art Iberia Espirito-Santo Jnior.
l[._relegraphia militar, pelo teaente de cava-
laria Carlos Oeltiin de Carvalba.
III.Canhoea de bauge, pelo capito de estado
maior de U claaae^ Jorge doa S. Almeida.
IV. -Iuformacea.
Do mez de Maio: .
I._Cvganiaacao daa tropaa arregiraeotadas,
projecto annexi ao rolatcrio.do Ministerio oa Guer-
ra apresencado ao poder 1 gialativo na assso de
/MJ7
II Ba'alha d i Tuyuty, pe'o tente de estado-
maior de 2' claaae A. Serafina d'Oliveira Mello.
III. Telegraphia militar, pelo tenente de ca-
vallaria Carlos Delfim de Carvalho.
os o soguiote :
No duraiiiL.'i ultima como eslava amiiin
tavo lugar a aesao em aasemblt geral
Po Popular i'erni'ji ucano, m Ba -
io P ,.-,iio n. 21, para aer ouvida a I-itu Ij re
laturio do ultimo sem -
Oillu?tre m dio Dr. Joo Bastos de M 11.
Gomea lirector detta reapeitavel asaociacao, e
qurm competi i eaaa incumboncia, fel-o le
satiafactorio. ocando eaclaiecido tui, quanto diz
respeit i a mecuo i a Deaaa leitura se d prehendo o pr-gr.sso (ue
tem fetc esa imp rtant e reapeitavel a aocite :
de beneficencia qu j cent maia de triuta
de cxiateucias e c.-nteoas de associaJ^s.
Ncase I >og > iir iciui p n i t ."u c ins li de prote-
ger e aoccorrer oa irraoa ni n ;'' m
ausalioa mdicos, pecuniarios e botica, .
bem, era caso le morte, curaudo-lli a do enleuro
Aa commisaoea distribuidas peke frugueziaa
attaudem a todoa la chamad i c at por si meamos
indagara onde p ssnn encontrar al gura ir.i.o era
diieuidad's, para, de pi rapto levar Ihco -a aoc-
corroa de que neeeaalar.
..E' na verdade digna de louver essa c i
de lnii,'iis de todas a: cluaulaa e de toi
polticos, que vivemna maior harmona i i
ao tratara do mtfresse comraum, cinprogai.
um com a melh r vntad.-, o csorco m .ral e ma-
terial de qu,- podeJis po. p.n i prospe i.i
eugraudeciraanto de sua instituicio.
" _E' bera em regada a mdica qu rati i .
tustoes que all se paga moaaalm.-ute
a soite varia, multas vezea se aulete uo i
eos e quaulo maia se 03 pr-cisa.
i. a Santiaaimmt Trindade, que i
de tai pa instituicao lhe abra larga hors nt a -
llirecluria Uun obra* Ue euaaerta
ro do* iiorlo*Boletim metuorologn-o d-
lio 19 d- Junho de 1887:
4)
bioraa O C 3 2 l S Barora'tro a T-asao do v . X
1. O 511 0 -
J - 1 -
H -
(5 1:0. 21 -5 i.;. -1.". 17,33; 11
9 21' 1 Tii'd- 18,43 79
12 2('t 7(>2'0i 1- 12 70
3 t. 2ii-1 760 "Si 17 <>r> !,-.
" 25-2 .til-"31 17,-'i Ti
J. mp ratura mxima70,0
Dita mnima_'l '.0.
Evaporarlo em 21 borraao sol : l>u,3 ; a .1-
ora: 2",2
Chuvalni.l.
Direcco do vento: SSE de meia nuit
17 minutos ; S e SSW alternada nante at 1
ln-ra e 17 minutos ; SSW at !l 11 ras e .'1 minutos
S\V at 7 horas t 3' minutos ; SSVV at .' b raa
e 21 minutos : S (cora iuterrup\ .' SSW e
S^E at ll liorna e 28 minutos da manh ; SE at
1 hora e 10 rainuto8 da tarde; SE SSE alterna-
doa (com iuterrupcoes de S at 8 h tos da tarde ; SE ate noea ucite.
Vclocidade media do vento : 2al,l'J por segunda
(1.30 a 6 horas da tarde u,85
N'ebuloaidade media: 0,56
Boletim do porto
a
X S.
.5 0 a
-
- 2
_ o
!. M.
1' M.
; .!.
p M.
Dia
II) de Junho
2fJ de Juuho
II.raa
2 da m..uhi
3 l'i Ja tardo
9 8
33',' uiiiiha
Altura
U,;"o7
2 31
0,n>59
rissiH i
4j*I*^ i'ilI-C' i:t.r-*j-o .
Hoje :
Pelo agente. Alfr 1 > G traes, ao meio dia no
irmtzein i. Sr. Aancs, de 3o btrricaa cora ce-
vada.
Pe/o agen'e Modesto Baptisla, s 11
ra Eatrcia do Rosario n. 21, de gneros de ca-
tiva .
Araanb:
Pelo vgen'.e Gusm&o, s 11 horas, ra Imp irial
11. ll da armac), balanca, pesos medidas da
taverua ahi sita.
Hiaai fonetoreaj. Sero celebradas
II .je :
A's 8 horas, na matriz de Corp Santo, pela
alrai de D. Am lia Nevea So.lrigu a.
Quarta-feira :
A'a 7 horaa no convento do Carmo, pela alma de
Jos Mara da Alencar.
Quinta feira :
A'a 7 horaf, ua i reja rio S Jos deRibl-Mar,
pala alma de D Manoela Guilh^rraina de Paiva
a 7 horas na igreja da Sama Cruz, pola alraa de
Francisco Ai'onio da Silva Civalcanto; a 1
horas ni matriz da Boa-Vista, pela alma de D.
Isabel Henriqueta Iurlcz de^ouza.
Pan^ageiroi 'Ihegtdos dos portoa do sul
ni vapor Iraucez Equateur :
Mana Ciatolli, Elvira Beran c 3 filhoa, Nargar
1,'harl, Franeiaco V da Fonacca e Silva, J. Lo-
psa Dantas, Jo-: Birbisa e Virgilio Oiympo.
__ Sabidos para a Euroqa no rac-smo vapor :
Antonio de Abrautes Guuvcia, Aniceto Augusto
da silva, Manoel Unbeiini Ferr. ira da Silva,
Antonio Ferreira de Carvalho e 1 filbo, Galloti
Giovani, Mine. V. Aleaaanlr. Novelina e 2 ihos
Franeiaco Fenizola e 3 ;fiihos, B inifacia Michele,
Ltaalvia Giovani, Mateo Angelo, Huno Michele e
suaseuhorie3 tilbos, Pa-qu-.li Spiuelle, Angelo
Ferrare, Aotoni 1 Pinto Gerba-i >, Francisco Save-
rio, Joo Antonio dos Res e 2 fi h.a, Joa Gurgel
do Amaral, Ferdinaudo Maceri e Fortunato Aa-
lea.
__ Chegaloj do sul no vapor nacional Camil-
lo" :
Francisco Joa iuim Ferreir, Man.el de \lra-i-
daCruz, Maiia J is Mouteiro, Luiz da Silva Amo-
rim, Joa Joa Santoa Pereira, Joio Pereinr; Joa
quira P.-reua da Cunha, Daraiaua C. Feliciana,
Dr.J. Cav.dca-te l'-ica Barreto, Maaoel Alvares
P. da Cunha, Dr. Benjtmim l-ereira do Carmo,
Or. Pedro D. Aguiar, J. Antonio Ferreira II13-
toa, D. Mari de Aguiar Barreto e 1 criada, D.
Vlaria Uuibeliua de Agu ar, Jos A.ifsraio Goncal-
ves (iuimaraes, Leopoldo Maceri, Fortuoato An-
gelo, Ferdmaulo Maceri, 1>. Auna do Carmo,
D. Maria A. do Crino. Jos de Paula, D. An-
uita da Sveira, Doningos JaS;.. Torrea e Joo
Francisco dos Sau'os.
__ Sahidoa para o norte no me.rao vapor.
Luiz Jacome, Silvino J. da Silveira Piuto, Ma
noel Vidal e Fab.e, Januari 1 Marciano, e 1 filho,
Viente .;iifonc, Antonio da Silva ;Motta Sobri-
nho, Joa Maaoel do Na3Cmento, D. Emilia Au-
gusta Chives Vidal t Oliveira, Jos M nt-:ro da
Silva Leit-j e Joaquim Pessoa.
__ Ch-gadoa do aul no vapor nacional Princi-
doGroPai:
Maria Rosa da Soledade, Hoanque da Cunba
Kodriguea e Souza Guerreiro.
- Jhegidoa da sul no vapor naei-nal .Ay no-
r* *
Celestino S. Juan, sua eeahora, 3 fhos e 1
criado.
Sshidoa para a Europa no vapor fraac.z
Ville do Cear:




i
Diario de PeraoibncoTerfa-ieira 21 de Jiroho de I3I7
Baro d- S. Leonardo, au* eenhora, t filho, o 2
crudos, *me. tliaa Deck, M. G. Miiliet, Mino.
Betetilie Devallon, Mme. Degli Antoni, Mine.
Julia Lryret, Dr. Ooame de S Pjreira, saa 82-
nhora e 1 ti Ido.
Upcract'n clrurejlcanForano pratiea-
das nu hospital Pedro II, no da 20 do correte, a
seguimos :
Pelo Dr. Malaquias;
Urethrotoinia da porco glandular da urethra
para extraec) de um calculo ui foca aarieular,
de tres centmetros de comprio 6 lo tros tfraui-
mas de peso.
Pelo Dr. Estevo :
Amputado da mam i esquerda r;e! ainada por
tinco uicerado da inesmo.
Ca de lleU'iifo-.Uov,meato dos preo
sos da Casa de Detcuco do Reeife uj dia 19 de
Juuho :
Exist un '34 7 ; eulraraa) 6 ; aahiram 5 ; exia
tem 348.
A 8aber :
Nacin iej 316; inulher. s 7 ; estraiigeiros 14;
eoorav..< aenteuciadoa 3 ; idcui prooeaaaioa .- ;
ideui e correecSo 6.Total 318.
Arravo idos 308
Boos 293; dientes 15.Total 308
Movnneuto Ja enfermara.
Teve baixa :
. .i, escrava Jo Jos Frauciaco G. de Af-
ro i:'.
I. ai-ra to portante plano do;ta lotera, sendo o premio m lior
100:00':
! jj. mo Jo
1 i
1 dode
dil j Je 2:00J
3 ditos Je l.-OO/
10 di J de 500
lOJi'oado 200/ p ira todos
s nuraer s da decena do Io
premio
10 .Ujs d 100/ i>ira toios
os nmeros da J ot-ua Jo 2
pr m0
10 d.tosde 100a para todos
os uunu-ios da dezena do 3"
premio
id' i-tas Jo 110/000 para as
Juad letras finata do 1
premio
60 ditos de 100/JOOO para ai
duaa letras tiuaos Jj segn
do premio
540 dit s J- 60/ p-ira as ter-
loinacoes io 1" premio
540 Jilos Jo 50/ para a ter-
minacoes do 2" premio
2 approxininco s para o Io
premio a 1:000-5
2 ditas para o 2" premio a
3000
100:000 I 00
15:00 >o I 0
5:000/''00
1:0 "0/000
3:0000000
5:000*000
2:000OjO"
1.-000/000
1:00 '6 0'
'/000
o:000*O O
!.':10lj 100
27:000*' ii'
2:000/000
6t0i000
1.252 pr.mios uo valor de 210:01,00000
Todos os premios s.io pagos sem descont.
Esta lotera c imposta de 6,000 biliietes a 500
dividida err. 10 series, cuataulo o iuteiro da serie
50 divididos estes em quintos da serie (oa quiu-
qaageaimos la lotera de 1/cada i'iii).
O ageute das li terias da provincia do Qrain-
Par r. eouimeoJa *o publico toda a attenco para
este novo pinna cuja importancia e superioridaJe
iucouteotav^l
Te soin- n'e 6,0,0 bihetta e distribuc-ae 1,22
premias, iato quaai a quarta parte.'
Qoem posauir uin bilhete iuteiro da serie que
eusta somente 50000 e cuja terminacho for igual
do Io piemlo recebe 60 o que d uin lucro Je
20 0,0.
Tambem premiada ccm o mecmo dinbtiro ;.
termioaco do 2- premio.
Sio prem:adas as duaa letras finaes do 1- e 2*
premios aasim como as decenas do 1- ,2- e 3'
premios.
Sendo diminuta a quautidade de bilhetes os
Sra. cainbistis sao rogados a .atabelecer a quaa-
tidade que desejam p .ra-lhes ser reservada tendo
em vista que as extracto '8 se effcctuain duas ve
cea por sem.ua em dial que aero annunciadaa e
iutruaaferivua.
A extracyo era lugar nj dia 22 do cor-
rtnto.
Lotera do CearEbta acreditada lot -
ria lo premio in-i-r de 15:0000000 s.-r ei-
tiahida >.uiauha 22 do corrente.
Os bi hetes acham-se venda na RA* da For -
tuna ra Lir^a do Rosario u. 36.
Tambem ncham-a'a vcud ua Ca* Feliz ua
piaca da 11 lepen Je ,ieia us. 37 e 39 e na C".sa da
Fortuita ra Primeiro Jo Margo u. 23.
L,uteria da provincia No dia .
do corrente, .s 4 horas Ja tarJe, se extrabir a
7 loteras, em beneficio da matriz Ja Boa-Vista
do Itecife e, nj consistorio dn ig.cji de Noaaa
Senbora da Couccjio loa Militares.
No mesmo onsisr .rao eipostas as ur
ue as esphi ras apr. eiaylj di publico.
ijoit-ria da rrie-A 201' lo.eria ii cor-
, pelo novo plinj, cujo premio gran I 6 ii'i...
> J.OOO cr cxirabiJa no dia .. do coi-
re u te
Os biihetos acham-se veuda aa praca !
. : 59.
L v-'iiia c. C.isi :
(la roa le Marco n. 23, o Martina
Fiuza (J.
Lotera Jo Grao-Par.'t .' 1* a ie ua i!
I .t -ria dcsta provine! i, palo novo planj, cojo pr -
n.iogrande lO.v'OOJ :l acra cx!rabidiSamanha
>i Je JuuLo.
Dilbotea venda ui Casa do Ouro, -ui i la-
rio da Victoria u. l'J l Jo.io Jo.i i...i >l .' .
Le te
Tambem achau-ao venda na Cas-: i
-una ra Primeiro de Marvo n. :'3, de Martina
Fiuza & C
Lotera da proiiocla-A 7 loteri". em
beneOcio da matriz Ja Boa-Vista di a fe, .- r
cxtrabiJa nj lia., do correlo, a 4 boras Jj
tarde.
(Ja bilhet 3 garantidos acham-sa veuda na
Caaa Felii ua pr.ca da IuJepeoJeacia ..-.. 3i
39.
de 10:0000000, ser extrahida no da .. do cor-
rt-Dte as ll horas da manb.
Os bilhetes aeh-iins venda na Casa Feliz
praca da Iadependeucia na. 37 e 39.
I'. -. i acham-ee venda na Casa da Fortu
ua ra Primeiro Je Marco n. 23, Martina,
Fiuza A C, e na Esmeralda, ra Larga do Rosa-
rio n. 24.
Lotera de *. Paulo Esta importante
lotera cujo premio grande de 10:0000900 ser
txtraaida uo da di e Tiente.
Oa oiihetes f.cbain se a veuda ua Esmeralda
ra Larga do Kosarion. 24 A.
CHRONiCA JUDICIARLA
dnula 1 oauuicrt'ial da cidade do
Hecife
ACTA DA SESSO EV1 16 DE JUNI DE
1887
PRESIDENC A 00 iLL. SB. COMUENDAOOB NTO.NIO OO-
Uh.S DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guinaraes
A's 10 horas da mauha declarou-se aberta a
s st.'u estando presentes oa Srs. depatados Oliuto
i-t >. coinmendad ir Lopes Machado, Beltro
Jnior e Heruiiuo de Figueiredo.
LiJa, foi approvada a acta da sessao anterior e
fez-se h eitura do s-'guiuto :
EXPEDIKNTR
O.iici' de 11 do correuto da jauta dos correcto-
r--s desta prac> enviaado o b>etim iaa c;tacoes
tea de 6 a 11 do presante mes. '.'ara o ar-
chivo.
Diarios otfi iaea do n3. 149 a 155. Archi-
\ ..-:C.
Foiiin distribiiJs A rubrica os si-gumtvs
livroa :
Diario di Livramsnto t C, Copiador !: Alvis
i- Bntto & C.
As ,n use o titulo d; avaliaior commorc'al
conferido .-> 8%s Francisco de Menezes Amorim
que prestou juramento na forma da le.
Foi assiguada a 13 d> cjrrcuw em vista da
urgencia allegada, i carta de matriculi d) eco-
m-rciaute Rodrig Cirv-ilbo da Cunha, sub t;
portuguez nituial di villa de A narant-; Cjnse.h
Jo inesmo nome, Jistrioto Jo Po.-ti, aolteiro, c->m
o-! annoa de idade, domiciliado e eatabeleci lo
Tambem acb i i. vonJa .a Casa Ja Foituua noata p-t;a aob a rma Rodrigo Carvaiho 4 C.
tincta sociedade.Archive ia depois de satiafeito
o parecer fiscal.
Nada maid havendj a despachar foi encerrada
a sesao.
PlBLlJACOES A PEIO
COMMERCIO
A ra Primeiro de Marvo u. 23 de Mariis F.u-
ca & C
Lotera da ParatayliaEsta lo.eria enjo
pn mi grande de 20.0X1009) ser extrahida no
da 23 de Juuho a 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-sc vjnda na Ousa do Ouro
ra Jo I! u.lo da Victoria n- 4-) do JoIt J a
ojiutn oa Costa Leite.
l'ambom acham so veuda ua C^;a J i Fortuna
ra Prim .ro de Maro; u. 23, de Martina Fiuza
ei C.
Lotera do Evplrllo-Manto Esta lote-
ra cojo premio grauJo 60:00000.10, s- r extra-
hida no da 24 uo Crrente.
Os bilhetes acham-a-.- a venda ua Roda da For-
t'ina ra Larga do Rosario n. 3'i.
Tombem actia-n se venda na Casa Feliz ua
praca da I.iuVpendeneia r.s. 37 e 3) e ni Casi da
Fortuua ra t'riuioiro de Marco n. 23.
liiiii-ri'. da pro%lncia do Paran
A 16'i .-. i- i p-..v .i o .i i i-.- > :, .1 :\:. a
o pre.ni) raudo de 10:000001*0, se cilrahir
h jo 21 da Juuho.
Uillir-tes a vouda na Casa da Porcuna, :i ra
i'rimeiro de Marco numero 23, de Martina Piu-
ca &. C.
Loleria de alago-a* A 18a parte dista
lotera, pelo novo plano, cujo premie grande
armaz m de fazmdas por groasj e a rctalh",
ra Duque de Cxiaa n. 69. Sciente.
DE8PACH03
Petig :a :
! i Fruucisc) Al!)in> Je Souza Pinto, ao'ie't-in-
J.i sua rehabilitacSo co.runercial. Satiafeito o pa
recer fisc 1, registre se a sentenca do hV 55.
Do Fr.nciaeo Pinto Magalh-Ica. natural di fre
guezia le Novigilde, de 47 anuos de dado, domi
. ido e oatab lecid; com p-.dan, nesta praca,
trav iii de G-;vsio Pires n. 9, solicitando carta
I ci minercianti ma'riculaJo. Sio attestantea do
crdito c mm-rcial do Impetrante Prente Vianu-i
fe C, Joaquim Felipp-- -:a Costa e Luiz Paula
Como re,uer.
Da C mpaohia ie Beberibe para serem archi-
vados na tonna da lei o balanc) aemeatr-il de 1 d-
Mui) a 31 Outuoro de 1886, a relueio de spus ac-
cioniataa e a deelaraco da tranaterencia de 1153
a por veaJas o por evolucio da berauca.-r
S j m archivadas ua forma da le. iSao votou o
Sr. depntado finito Bastos).
De Antonio Martiniano Veas e Martioiauo
Jos de Campo.j, para que sej i archivado o dia -
trato da sociedado que K'rou nesta praca aob a
inni A. M. V. r^s ic C, tacando o n-secio Veras
de pos3-i lo estabelecimouto de pharmacia deno-
minniia Amer ama, sita ra Duoue de Caxias
n. 57 o Jo activo e obrigado pelo passivo da ex
inda o paure M. L. C. da C e o *eu
dlMtiiiclo e digno amigo -Ir. Uen
rique atilet (*)
O padre Lobato uin homem
de bem, 8em mincha em sua vida
o incapaz de faltar verdadenu
leu carcter duplo de li- nem c de
cacerdute. .
Dr Hearique i/Jet.
Nao leal .o u i tr uin h ia im na 11 ausencia,
bem sei; mas quanJ > esse h m me mu padre L)
bato e tem por edictor reapouaavel um c.valheiro
Ja tempera do Sr Dr Mi.er, afaatam-se os eseru-
pul s e d-se paas-g<-m verdad.
Nada desori-nt i mus .s mystido-id-r> s no s u
modo especial d-> argumentar, que o syatem-i po-
si'ivo Jas interr vico es. Aaaim f ji que o seuhor
Milet, detviando-se capciusameute das minhna
p-rguiitus, deiz/ou-as sem resposta para expm li -
se uo circulo vicioso dis divagicoea, tendo por
tim principal dar a cjnh eer u uitSou 1. 1-3 dos
ineus negocios anterior, s a aocie 1. le qu i. i ao
aeu amijo ; as qua-a em nli poli..n e
ter a quem u !a tiuba luililO inen s UitiliciiQ
a su i coaducta inqua i icav '. !
(Por isso os ojss s aert>uij s dizei.l
que serve mindar ormir nt.ssoa fi boa ?P ra
vi i m d. uoia nos engazopjr .' .,)
MasjAqu- ii Sr Mili-c i : ; .-o tanto e
a muhaca/(--i : r \ rus'ra : figurau-
do o aeu mu c a.te amigo trahido e sorprendido
p li estado d.s inoUa u Ocios |U0 na. lile fora :i
eomiounicados quaud almitti o na quaiiJ>io i
3jc i de iniustria com pjicreade director e Ion),;
entrando para a aocieJade sem uno reai, a .n ol- |
Ipg as1 nao sur que o Sr. Milet qneira oaai- '
d3rr como taea oa rjuil 1 irmlia qua nada nau-
vam,sem c.ui: inesJJj para 1. tia e mai (I)
comando e beben Jo rgalata nout- com toda sua
familia e maia l.-i,:- adventicioa dorante mez a
meio, sendo tu-J > ia ac.mpanba lo -do
mo (1-s fequeuas quanliaa que ebegar^m u ceuj o
oiieutaeseis mil ria, pir sci mptg s d-p-iia lia
miabas do Natal ; -espantali de :' pela pri.n-i
ra vez coiisas de embary>s (Qu-i diz a isio, Sr.
Uezerra ?; Inirioriouilo Je iiav r qa 1 1 -
Vedas tanto, pelo que fjl cuten ler-se com os ineis
credorea para apa^igaar a com^r ludo (j Dr. Mi-
let de forca !), visto que o co lea 1 prosporava
com a sua dir-ci (Kisum leaeatit !\ a pinto de j
reci ber alum-i n interinos di nia : : de-
gotomo :o meo em erro por ua querer traiul-
gir, .- eeOeulj indi p5r tali, talv z en u :.i li :iO
ios basares di m z, de Mari* e d > d S. Lua i
Gonzaga que o p-ojoetivi ; perturba io,
alliu-to e delirante quasi, p ir ter pago con
t.-a sua voutad; paite do diilb iro quj eu Ibe ti-
11.1a emprestado para desp Zis di COegiO, s
quaea devia cceorrer e un 1 me 11 reg 1 lo da :..n ;
vou tentar responler-lhe Cablment", a-in la-
-ir as accU4a<,oos, como S tz, poiq 10 sou
do tempo de pilo -pao jnpiji-quej !
Antes, poru, Jo o f-zer permita in; un ub-
servacio, que II11 apr vitar quanlo iv de
vol.ar 4 impreuia, p>rjj-! o tara ;->i/imih en-
tela.^ No seu artigo de 16, V. S. cabio em contra-
dieco com o que affirmou no protesto eneraicv,
aaaim como nao cogitou no ridiculo e deapreso a
que expunha o aeu amigo, um infeliz que, no dizer
pathetico de V. S., se achava cciwrnadwn
por ler restituido o dinneiro que Ibe emprestaram
para eupprir aa faltaa que a sua infidelidade occi-
sionar-t !
^Paasando a tratar da minha humilde pessoa,
:iaj pederei entrar cm um confronto do meu ca-
rcter com o do amigo do Dr. Milet:o qual
leve S. S. a delicadeza de fizar dviibl ()seui
Jespsr aa vesica da modestia, fazonlo urna dia-
tinec lo entredevedjrei.
ta horneas, Sr. Milet, que devein pjr nceesai-
Jado, o homeua ha que -i-.vem p.r hibi'.'. Os
: prim-iroa siu obrigado- a deverj por mil -stias
I q ie os privam do trabalbo, j4 por crises qi ao-
l breveem aoa seua negocios o ja pela falta de pi-
igancutoa dos que Ibes devem.Oa segundos, oj-
im, Jevem pirque 3a; eserVos das auas laixoes,
parque sao commuuistas, e porque, finalmeute,
uo teera vergunha !
Aqaellesalo honestos, bem iutenciu .
pr-.-curam pa-o;ar maia cedo ou maia tarde, coufor
me podem ;patea, pelo contrario3a> vi
UuJam ai-mpre de freguezes, 0001 aa av -; de ir
n tacaomuiam do lug-.r, at que. u, teulo miis
a quein engaar, bateo com. illas as azaa, i
t mi be-a aleo o v) o vi pousa' aouie lar. jam
novas presas para, o no avea do rapia, aiciart-m
de novo o instiiicto do seu ear.ici.-r; Je.xandi
aps si sem 9 fiucto d) si 11 trab.lh) ou o
- 6ua mercadonaialehzea eugom.nid !-,
o ib ea criados, cena- r- ; s ;- loa, pr I asorea,
f.ll .1 i I. mi 1 -.-. .*, V : '-.-. li 1 .. 1 ', s ,-
pateiro, ii.fittt, e-.jiro, v ule'hlo, paJ r .
ic?iro, baan-.iro (3), acad-.u.ie-s, c.-.-e b nh ,
. e lu ni i is e-pirn 11 -, ,-i 11 a
rum rev to.iJo uo eat u liz alo eu. .
(0 u"i 1.)
1 JuuIij !e L887.
Maaoel .1'(,--, Viuuta.
i*) Por ilB i-iK-ii detrabilho nao polo s r im-
roeJiatamcnte publicad 1 o presente artigo J' Sr.
Manoil Aives Vianna.
A Uedacv" '
(1) Estas riiieulariiis que ;>i obrigaJo 11 ra .1
cionar aqu va 1 :c':a res jo 1 ib-.li la le lo Sr. Dr.
Milet, que us provoc.U.
A roio'sui do Consulado
D dignj e iluatrado presideute da provincia
dove eitar satisfeito e regofijar-se pela sua .id
miuistracao, desJe que as censura pie lia p. i-
ior parte la opooaiyai liberal, so da ord m
ioa [ue luz o columna olugidi d Joma! do .Ve
ci/e, proposi'.j da reform dj Cousilado Provi.i-
u articulista di colimii'l 1.10 tem o meuor eo-
ubi cimento Joi fa : -s, i-sr po npletamfnte .-. i: 1 1
ij ciusas e mitiv s que detcimiuarain a dita re-
t irmu, e, nem u> menos, t- v a uno a.uso I esiu-
dal-a, nuces -Je arriscar-se a fuer aquellas e-a.li-
ras, qu--, em ver la i -, Bao antea om pomposo I >- r
ijio a hoaesti e =e iia adm rustracii do S-. II .
i'e iro Viceui -. j
1 Bcriptor d columnj p ir < 1 proc ir iv 1
un quo emprear o tempo, eniteu.'eu, j-ie -
cri-v i; i-iii que.-, pir lato ni) VtciUoii em en-
cher a co'uoma com quanto diaparate Ib; velo a
ab izad 1 cab ..
Sistuiia, por-'i, riu- o artieuli-ta ti.-
inomoii'oi do r. ll .ti i, o f, ,3 .-.. -.'-s 01 i-^i 1 -j pai a
eiielier.;.ir que u | neu 11--1 t m spnti 1 .
uai um jur-i. I) de pi avi I ? :. :::li ,-a s m
ero e sem valor.
Diz que n.ii houve eeinomi para a p.- ivin -i* ;
p irque os eo.pr gi.oj iliiioi lo esii.-ieto Consu
ladi c-ntinuan a receber 3 seos v--uci ueiHos ; .-
us quo se es'ao apo.cutaiidi vio sor eubati:iiid>s
por ou'roa pro'.-_,i : in 1 1, d'est'urte, 03 Cufres
provinoi.ics maia ooeradoa
E' o caso de dar se mu provetoo conatlho ao
articulista : s- quer ter a prttcuca de caer.-er,
(-') Muito |l- a torca do habito !
(3) Frigu; z de b-, nanas.
antea de fzel-o refl.cta maduramente, j para
nao cahir no ridiculo com accu aces deatempera-
daa, j para uo provocar a gargalbada ou na'iseas
cooi scua artig.-s 8 03 seus com uovos eucarges. -
O quo ha ue maia raro, exactamente o que se
diz sercoininnin oseu8o.
Poia ignorar o articulista o que todaa aabem ?
iato i, que, por forca da reforma feita pelo illua-
tw presidente da provincia, hafiuqu.-dtionavel-
meute urna economa c nao pequea para oa Cofrea
proviuciaea?!
Os lugarea Jestca aididus que esto seudoaps-
sentadoa, a requerimeuto, foraai e lieain 8upprimi-
o :la reform 1, e prtanlo nao poleiu aer preea-
chi >a >m i uiiia o arti.u ata.
C mo, piis, arranjou-se afilhados para taes la-
O f-.cto ter o -r. presideute dt ur.vincia de-
siguhdo para o lugar de 3 i-acripturario do The-
roviueial u-n dos esc'r ptuianoa ad lid ,u
ex-C -ns'jlaj bem mo3tra o proposito em qu est
S. Exe. de dar preferencia a ente;, para prcen-
uhi.ac-jto dos lugares que fortn vagando em ou-
fr-.a reparticoes, ou ineamo .. ictual l .. |
J \ screvi.ifa or Ja co'umna, ,1 ,,
iuz- in a> aci jj-vJ o censur ia i 10 f 0 admi-
sii I 1 da prov .c 1.
Se, quem incarreg' u se, 1 .1 tio ni hora, e
\u\ ctivar i a ininistrae-lo proMueial, ti-, ,. ..
curado estuiar o assinupr-o, infurin r-,.,; djs.ctos
imparar o ,] ie exi (ii c m o
eporia a na t de seus .
re ,'oii.iiji, tu- u-Io eatarj como
e 1 uiub 1 ;i |i v 1 uesta ;o ..;...-: 1 a
r il, repr l p-l
''< .rt 1 urna l-g.-ii ir .ca > rnt-e i
zas [u [azi 1 :, pr i\ 11 la c in o x -Con
is quo ora r z .-,, -. ;; 1 .; ;:.,-, ,, .
' -i ue iu o que houve c u 1 .
mi tu pin Ir .- li provine
Na precisa ler ta! 1 ... ,1 .,.;-.. ,
chegar se a semelhante venfiu 910, butaconhe-
cer-se as operaco 1 lem atarea da ..rr.ii n
1):^ a columna qu a provincia e m ilfad ida, p r
ter i:m aiminist-ii 1.a- como a Sr. Dr. Pedro Vi-
cente
. im, is 1 nao pasaa de un; 1 igar tnmum, -
: .1 .-i aaai rto, que, qu indo uo veai acompauh 1
Je pi ivaa, t m o mesm v,.lor que .1 bolba de .-.-
bio que I ip .-. 11 m.ij ligeiro sopro da
br 1.
ad 1 el 1, ii, pon; 1 1 : ': 1
p-8icia em v- Je f-izjr ceua n-. j, 1 proJU-
11 tambem orientar a administrnej con iUas
justas admo -t eoes, uo contraa 1, procura
vii.r a linii c mi aceus ; ,e .1 .1 r, lem cri-
teri I -. titui I is le fundamento.
Qi 111 procura illudir asede 1 ieiJ l\ ;, de-
la-a i su -1 opposic] I1br.1l aesti priviucia,
u 1 ir pisa .' por injusta, apaixi 111., i.i c iaa-
(11. inhiba qu o autor lourfigos 1 /< i I lio C'w j 1 o me a o-no n.-t'-er jj
er- dito- I um partidj, cuja n ees I to 1 ;oahc-
11 1 .1 irovern 1 ir m i'ivo, e
a quem ii rccui.iQjj iutuitos ii/o: s g ac-
ros -s.
A u c-saidade la ie: rom >i quo u lude -
/'tumi < n aiil 1 reclamada j)r ambis s partiJoa :
1 11. !o : torios ensac pru kate como foi
1 i: i o realia il.t, t-l _-i 1 il mes 111 '. a iver-
aar: 18 ia ac'u.l uJiniuistracili, p?r iipi-'i'es que
i.eim da paixlo p.litica, odio.ni o sen'.imeato
do jUSt'O.
A oppisn.'io ib ral leve orgauiaar urna espa-
cie da c ns 1.1ra para 113 artigos columna, ulna
de ni) cataruioa gasi indo o precioso t-mp em
responder aeeusicoes, que btsta enuuacial-aa
para sere.-n desbarata lis.
Diz anda o articulista, que, o Sr. P.-J-o Vio n-
te vivo cercado Jo um corriVio que o inspira e
Mercado do Bio de Janeiro
ULTIMA DATA 14 DE JfNIIO DB 1887
cape*
Deposito no dia 13, tarde, 128.358 aaccas.
Nao form declaradas vendas n) dia 13.
Cotava-se pjr 10 kiles :
Qualidades Por JO kilos
Lavado....... 9/530 a 105880
Superior e fino..... Nominal.
1." boa....... Nominal.
1.a regular...... lOsSlO a 10/150
1 ordinaria..... 9>:0J a 9/910
2.' bja....... 9jS4')0 a 9/670
'.ordinaria .... 8*5920 a 9J26J
TELEGRAMMA
OA ASSOCIACAO COMMEBC1AL PASA -V -V. V I1K
(clxpeJiJo em 14 Je Juuho de 1887, de manb)
Caf
Exiateucia verificada .
Entradla uo da 13 .
Entradaa em Sautos .
appareceiu no mercado,
regulara lo .
I 3.* sui te boa.....
3. regular.....
Hmidos e baixoa
Somcnoa......
\1 ascavado.....
Bruto.......
Rtame......
Eatado de mercado
136.000 saccas
8.0K)
9.000
(Firme,
I quieto.
Dortn,
22 5/8
30 c. e 5 0/0
Cambio aobre Londrea, parti-
cular ........
Frete por vapor ....
Precoa :
1. regular, 10/150 por 10 ki-
lo despezas e frete por
vapor.......23 1/16 c. p ir Ib.
>.' boa, 9/650 por 10 kilos,
despecas e frete por vapor 24 c. por 1 \
Balsa cominei-vlal
COTA^OKS OFF1IAKS DA JUNTA DOS COB-
KECTORES
Recife '20 de Junho de 1887
Acccea da companbia do Beberibe do valor de
100/ a 155/ cada urna
Cambio sobre Loudrea. 90 dv. 22 3|t d. por 1/,
do banco.
N'u hora da bolsa
Veud ram-ae :
73 acedes da Comoaubia do Beberibe.
dSpresiat-ntP,
Antomo Lcouardo Rodrigues.
U secretario.
Eduardo ubcux.
Mimiiiienio banrarlo
BKC1PE, 20 DB JLMI i DB 1887
PRAQA DO RECIFE
O mercado de cambio esteve boje com pouco
movimento
O Internacional e o English Bank aJoptarera a
laxa d 22 3/4 d. sobre Loudrea, mautendo ainda
o London a de 22 1/2 d.
Nao houve tranaaccoea em pa:el particular.
PRAg.V DO BIO DE JANEIRO
A tnxa affii ida pelos bneos foi a de 22 3/4 d.
sobre Londrea, com tend-ncia para menos firui
As taxis expoate.s uqui feraot estas :
Do I.N'rKU.N.'.CI nal :
Londres .
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
2200 a 2/400
1/900 a 2/100
1/700 a 1/8 to
1/XKI a 1/700
1/300 a 1J.40O
1/040 a 1/100
90J a i/000
/700 a /8 10
Alqodao
Foi cotado o d- Peruamouco e boas proceden-
cias, em ter.a, a 6.'00 e 6/80J, nominal, por 15
biloa.
Entradas de aunir e algod<
Mi-IZ DE JUM1 J
Aesucar
ntralas
Bireavaa...... 1
Vapirea......
Va-terrea de C truai 1
Auimaes...... 1
Via terrea de S. Frauciaco 1
Via farrea de Lim >eirj 1
Diaa
18
18
20
17
17
Entradas
Somma.
Algodao
Sacos
16.453
i 514
050
19.49;!
761
38.876
Das Saceas
ircacaa...... 1 A 18
Vapores ... 1 18
Via-ferrea de Caruar 1 18
Aniui-ics...... 1 LO
Via-tenea de S. Frauciaco 1 17
Via-frrea de Limoeiro 1 i 17
Somma.
1.276
2.428
129
3.0<
1.538
2.099
10.678
OOdJv vista
223/4 22 1/2
418 4:'2
. . 422
518 523
234 236
2/220
Do London Bank :
Loudrea .
Paria. .
Italia. .
fiamburgo
Portugal
New-York
00 djv vista
22 1/2 22 1/4
122 4*6
426
b 528
236 38
2/250
UeapactioN de exporlarao
MZ DE JCHHO
Noa diaa 1 18 loram deapachados na Alfanje
ga oa artigos seguintea :
Pura ira de Imperio
Agurdente..... 9.738 litroa
Algodo......1,085.532 kiloa
Assucar......2,814.c03 .
Bagos de mamona 52.100
Borracha...... 2.3j8
Cajurubeba..... 50 canas
Carocos de algode. 113.350 kiloa
Cocos (fructa) .... 20
Courinhos e pellts 106.836
Couros verdes .... 55.792
i'oce....... 165 kiloa
Farinha de mandicca 20 saceos
Ipecacuanha..... 34 kiloa
Ouro velho..... 93.664 groa
Pruta velha ..... 219 160
Queijo do 6erto ... h, k los
Para dentro do Imperio
Abanoa de palha da car-
nauba ...... 5.000
Agua medieiual. 37 caixas
Agurdente..... 274.876 litros
Algodo ...... 53.013 kilos
Assuear......1,472.3181/2 .
Chapeos de palba de car-
nauba ......
Cera de carnauba .
Cocol (fructa) ....
Doce.......
Elixir eabe-ca de negro.
EepauaJ-ores.....
Oraxa......
Milho.......
75 f>rdos com xarque.
10 caixas com velas de ceia.
Para o Par :
310 2 barricas com assucar branca.
217 4 ditas com dito dito.
269 fardos com xarque.
:>0 u.eios de sola.
25 pipas com agurdente.
60 Oiit de quinto com dita.
5 caixas com calcado nacional.
37 uitns coui agua ined.cin.il.
Car.i-^ara-a diveisjs.
Kailoa a carga
Esto senc Barca n niegense Stanley, assucar, paia Mou-
treal.
Barca ujruegjeuse Meros, algodi, para o Bl-
tico.
Barca inglesa J. li. D., carocos de algodo, pa-
ra Liverpool.
Lugar inglez Flora, asaucar, pira oa Estados-
Unidos.
Patacho mieonal Rival, diversos artigos, para o
Rio tiran le do Sul.
Patacho imei un Mara Augusta, assucar, para
Montevideo.
Vapor iuglcz John Eider, asaucar e a'god^, para
Lisboa-
Vapor ingles Orator, diversos artigos, para Li-
vcipool.
Vapor nacional Jayuaribc, vanoa gneros, para 03
portos do sul.
Vpor mglez Neto, a godo, para o Bltico.
Navio* dencarga
Brigue ailemo Hoffnung, varios gneros.
h'ar.oi nacional Mimosa, xarque.
E^cuua allem Fritz, xarque.
Escuna oorueguenae Reftrm, xarque.
Ligur uncioaal Loyo, xarque e gorduras.
Lugar inglez Viola, bacalho.
Lagar nacional Zequit ia, gorduras.
Lugar nacional Vieira, varios gneros.
Lugar norueguenae Chrhtina Elysabeth, cirvo.
Lugar ailemo Gazelle, trigo.
Lugar nacional liarinho Vil, xarque.
I'atacno portuuez D. Elysa, varica gneros.
Patacho uaciouai ooven Crrela, xarque.
Vapor nacional Aymor, varioa gneros.
Vapor nacional Principe do Grao i'ar, varios
gneros.
Vapor inglez Osseo, carvo.
Vapor austraco Zichy, varios gneros.
;i caixia con agua medi-
da Associaco Commercial Bcaeficente, procede-; F. M. da Silva & C
rao a adiiiinidirac) e C iminios-) liscil do 1>an jiual.
co de Crdito Kbal ao t-ic-iro serteio das let-] No vapor nacional Jaguar,be, earregar^im :
iras hypothecirias emiti-laa pelo mesino Baac ,
re tivad A 1* e 2* nenes que teein Jo BIT mnorti-
dadas.
As dez primeiras que fji\in sirtalas se ) p.e-
miadas.
No dia 27, ao raeij d.a, devem reunii -se t-m as-
sembl 1 geral extranr-linaria o accionistas da
(v.iHCANiitA db LoiFicAc 1, ffiui do prcce 1-1-m a
e!en,-o a directora, gereute, presidente e secre-
tario da aasembli geral.
Est marcado o dia 1 Je Ju h) prrximo, para
a requio da aasembla geral da C'oupamiia do
Jeber u>:, (ue tem de tomar conhecim* uto da ges-
to Ija ii u"'Ji:ks da inecian couipauhia no anuo
accial finio.
O reeolhiiaeu'o de Notas Dilacrhadas do The-
souro, faz-se ca TnsaouRAKiA de Faxnda, naa ter-
cas e aextaa-feira, das 10 i.a 12 boma da manb.
i'ara Parnuhyba, r\ Alv.s 4 C. 30 barricas
coui 96-i kiloa Para C>uijs. u, p. Alvi-s c C 5 barricas cun
310 kilos de a sue.i- mascavado, 2 ditas com 1^0
ditos de dito r. li ii-l e 12 dita* com 788 unos de
dito branco ; E. C Beltiao & lnnao 2 barricas
cun 111 kilos Je asucar retiuado e 2 ditas com
11 dltOS le dito b.-auoo
Para Acirah, E. C. Beltrao 4 I mil 19 barr-
cus com l,Jl7 kiloa de assucar brauco e 9 ditas
com 498 dites de dito mascavado.
No hiato nacional Crrelo de Natal, carie-
garam :
Para o Natal, E C. Beltro i irino 20 aaecus
com 1,200 k.los de asaiicir retiido ; F. Rocha i
C. 20 saceos coa fariuha de mandioca ; Cyrillo
Pinto 4 sacco3 com farinha Je mandioca ; '. Al-
ves it C. 20 barricas com 1,200 kilos de assuear
refinado.
No hiato nacional Deas te Guie, eirrega-
r..m :
Para Aracaty, E C. Beltro i Irmo 1 barrica
As notas do Theaouro de 2O^KJ Ja 5.a estampa, ( com 60 kiloa Ue a.-uc. r brauco e 1 dita com 84
5/000 da 7.* e 10/000 da 6.a, eero substituidas i dtoa de dito rt-ftoido.
na 1'HEaooBARiA de Fazenda at o lim do mez de No hiate uaciouai Geriq-titg, carregaram :
Juuho com o descont de 2 u/0, o qual ser e^eva-j Para o N.tal, P. Al ves i C. 20 barricas com
do a 4 0/0 a contar do I." ue Julho a 30 de Se- | 1,208 kiloa de asaucar branco.
zembro do corrente f.uiio. Na barcada Parofa, carregou :
Para Parabyba, F. de Mir. uda 6 caixaa com ca-
llll|o;-t-M u beca de negro.
Vapor nocional Principe do tram Cara, entra- ------
do da Baha e eaealn no 1) di correute e consig- Uinhelro
nado a Doming.a A vea Matbeuf, uianifeatou : expedido
Algodla 354 aaccaa a Jo. ie S L-iro, 200 a | P^o vpor nacional Camtlh, para :
Mondes, Lima H, 19 a Jo-.quim da Silva Car- P-ial-yoa 1:000/000
neiao. u "ebido
Barrice.s vtsiaa 536 ordem. Pelo vapor nacional Cam.Ih, p .ra :
Couros salgadoa seccoa 113 a H. Nusch & .'.. I Do K.o de Janeiro :
13/200
10/000
19/000
IC8/000
399/60*
3:793/660
4:193/460
Beruardiuo L. Albeiroa (em bilhetes
de lotera) 3:000/000
Frauciaco Ribeiro Pinto (Juimares 2:500/000
Jos Candido de Moraes (em oilhetes
de I -teria) 2:000/000
Manoel Teixeira < C. 2:000/000
Da Babia :
Amorim Irmos & C 750/000
i.'o Ehslisu Bank :
Londres .
Paria. .
Italia. .
lian.burgo .
Lisboa e Porto .
Priucipaes cidadea
gal. .
liba dea Acorea
liha da Madeira
Ntw-l'ork .
90 djv a vista
22 3/4
418
de Portu-
518
234
22 1/2
422
4/2
388
236
241
244
241
2/220
Mercado de aanocar e algodo
aacirs, 0 de jucho de 1887
Assucar
Contina a ser cotad -, para o agricultor, aoa
hlgarumos seguint.a, p^r 15 kilos.
Brauco, oc melborea que
Oleo de moco: ....
-'leo de ricino ....
i'iiih.i de uricuiy
l'iuaia de ema ....
Preparadla de jurubeba .
Rap.......
Sebo.......
Sola.......
Vass.iiras de palha de car-
laba......
Vubo de jurubeba .
12 fardoa
300 kiloa
29.250
1.015 kiloa
6 caixas
130 kiloa
400 .
232 aaccoa
60 kilos
1.400
80 .
102 .
6 volumes
i58 e 1/2 kdoa
1.120 -,
2.505 meioa
2 atados
13 volumes
Paula da Alfandesa
SfcMAHA DE 20 A 25 DE JL'.NUO DE 1887
Asaucar refinado (kilo) ....
Asaucar bruuco (kilo) ....
Assocar mascavado (kilo)
Alcool (litro).......
Arr. 7. ciim Casca (kilo) ....
Aguar Joule c ...
Algodo (kilo)......
Borracba (kilo)......
Couroa eeccos salgados (kilo) .
Couroa seceos etpichados (kilo) .
Couroa verdes (kilo) ....
Cacao (kilo).......
Cat r oolho (kilo).....
Caruaoa (kilo) ......
Carocas dealfodio (kilo) .
Carvo de pedra de Carditl (toa.) .
Cal bom (kilo)......
Cachaca (litro)......
Fariutia de mandioca (litro) .
Fumo reatolho em rolo (kilo) .
Fumo restolho em lata (kilo) .
Fumi om (kiio)......
Fumo em folha bom (kilo) .
Fumo cm folba ordiuaro (kilo) .
iteudiineutos pblicos
MEZ DB JUNHO
Alfandeya
Cieneora (litro)
Mel (li ero).....
Mimo (kilo).....
l'aboados de amarcllo (duila)
145,
126!
06u<
loO
65
056
4C0
1/066
460
585
275
400
320
366
014
16/000
460
7-o7
035
400
5 0
720
720
400
200
40
400
100/ 00
Renda geral :
D 1 a 18
dem de 0
Renda pruviueial
De i a 18
dem de O
45l:680182
31:707/707
62.5J7-.461
6.883^973
Para o exterior
Para o inten.r
KKI AI'IICLAVA J DO A8SUCA&
2,814.803 kiloa
1,472.318 1/2 .
Somma 4,287.121 1/2 .
%'aporen despacnados
Vapor francez Vi lie de Cear, sahido hontem
para o liavre, levou :
4,752 couros verdes
861 caceas com algodo.
9 aacc: 8 com borracha.
Car.-egaram diverso.
Vapor naional Gamillo, sahido antehonteo, le-
v^u :
Para o Cear :
160 l'ardoa com xarque.
Para Maranho :
15 barricas com assucar branco.
Dividendo
Esto sendo pagos os seguiutea :
O 1. do Banco de Crdito Real, razo de 4/
por aeco ou 10 0/0 do valor realizado de cada
urna.
O pagamento faz-se na sede do banco, das 10
horas da manh a 4 horas da tarde dos diaa
uteis.
O 78." da CouPANHiA do Bebbbibb, ua p-oporco
4r 5/000 por aeco ou 10 0/0.
Oa nteressados devem ir aoescriptorio da com-
panhia, das 10 horas da mauha 1 da tarde, aos
sabbados-
A 16.a distribuico das cabellas de jures cor-
respondentes uo semestre findo em 31 de Desem-
bro do auno paasado, da companbia (iikat Wes
TES OF BbAZIL KAILWAr.
E' no eacriptorio ceutral da companbia, daa 10
boraa a 3 da tarde, que se effec'.ua o pagamento.
Memorial
A'oauba, 22, ao meio dia e i m urna daa salas
Ue 1 a 18
dem _e 2J
i;e 1 a l i
Id a) du 20
>- 1 a 18
Ideo dt 20
llecebedoria geral
Farello de carolos de algodo 200aaCO3 a Jote
Je SA Leit-.'.
Pelles 40 atados a I. Stolceubaca & C, 1 a Al-
meida Machada &. C.
Pedras de amollar 100 a Ferreira RiJrigues
& C.
Sola 123 meios a H. Nusch & C.
Tamancoa 14 fardoa ana mesmoa, 3 a Alraeid
Machado & C.
Eacuna allem britz, entrada do Rio Grande do
Sul em 19 do corrente e consignada a Bailar Oli-
va ira & C, mauif-stou:
_ Xarque 113,805 kiloa aoa conaiguatarioa.
Exportdco
l-h.i IKK. 18 DE JUNUO DE 1887
Para o exterior
Na barca noruegutuse Heros, carregaram
Para o Bltico, Birstelman 4 C 500 sacoaa
com 37,370 kilos de algodo.
No vapor ingles Orator, carregaram :
Para Liveipool, J. II Boiwell 3,000 s-iccas
com 232,68o- kos de algodo : M. J. da Rocha
ISO saces com 13,680 kilos de asaucar masca-
vado.
No vapor francs Ville de Cear, carjregou:
Pora o Havre, A. Lablle 800 couroa verdea
com 16,8 0 kiloa e i barrise com 615 ditoa ae
borracha ; U. Burle & C. 1,752 couro3 verdea com
36,792 ki os.
No vapor francez Eyuateur, carregaram :
Para Paria, A. Reg o C. 3,500 groa de ouro
velho c 15,030 ditos de prata velha ; E. (oetebel
3,000 grus de ouro velo e 4 OJO ditos de prata
velha.
Para Alkmanha, J. Krauae 7,C0J gios da ouro
velho.
= No vp>r inglez J. Eider, carregaram:
Pura Lisboa, T. deAzevedo Souza 1,355 taceos
com 86,6ib kilos de assucar mascavado e 8i)5 ditos
com 6,375 ditos de dito branc-o ; S. Basto A mo-
r m & C. 860 aaccaa ccm 65,090 kilos de algodo.
Na barca portuguesa D. Eliza, carregou :
Para Lisboa, M. Cunha 50 sacco8 com 3,7cO
kilos de taaucar branco. .
No vapor inglez M ndego, earcegou:
Para Lisboa, M. doa Santos 50 caix.s comea- tro & .,0
jurubeba.
Na barca norueguenae Stanley, carregou :
Para Ni w York, V. da Silveira 1,000 aaccoa
om 75,003 kilos de asaucar mascavado.
Para o interior
No patacho nacional Rival, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, Maia \ Rezende 25
pipas con-. 1,(0J litros de agurdente e 5,009
abanos do carnauba.
No vapor nacional Camillo, carregaram :
Para o Para, P. Alves C. 10 pipas com 4,800
litres de agurdente ; Amorm Irmoa & C. 10
p'p is com 4,800 litros de agurdente ; Baitar Ir-
moa .ve C. 5 pipas com 2,10J litris de aguarden
fe ; A. R da Costa 40 barricaa com 1,664 kilos de
aasucar branco ; V. de Itaqui do Norte 15 barri-
cas com 1,862 1(2 kilos de assucar mascavado; F.
A. de Azevedo 352 barricaa com _' 1, i kilos de
asaucar branco e 15 ditas com 620 ditos de dito
refinado ; v.uva de Mano .-I F. Marques & Filho I
300 barricas com 17,959 k los de assucar branco;
486.367889
69-481/433
555.869/322
25:510687
1:253/300
Recebedoria p.octwai
liecije Drainaye
26.793/987
50:874:419
7:328960
53:203/379
4:970it0t
833/060
5:805/966
22 ditos de treasuras a 600 res
20 talhos a 2/
19 ditos a 1/
A Oiiveira Castro & C.:
108 talbna a 1/
Deve ter aido arrecad ida nes's diaa
a quantia de
Keudimi-nto doa dia8 1 a 18
Foi arrecaiado lquido at hoje
Precoa do dia :
Caruc verde de 240 a 400 r8 o kilo.
Caruero de 720 a 800 ris idem.
S uno de 560 a 610 ris dem,
farinha de 2 10 a 240 ris a cuia
Milho de 26 a 320 rea idm.
Fejo de 640 a 1/200 idem.
Vaporen a walilr
Jaguaribe, hoje, a 3 horas da tarde, para C-imos-
sim, tocando na Parabyba, Natal, Maco, M)S-
SjI, Aracaty, Cear Acaruhu.
Cear, su ch-gar h je p..la mauha, de Hamburgo,
s luir buje mesmo tarde para o sul do impe-
rio.
Principe di Grao Para, amanhS, a 4 boraa da
tarde, para a Baha, com escala por Macei,
v"illa Nova, PeoeJo, Aracaj e Estancia.
Mandahu, amanh, s 5 horas da tarde, para Ma-
cei, PeneJo e Aracaj
Zchey, amanhi, a 3 horas da tarde, para Santos
e escala.
John Eider, amanh, ao meio dia, para a Europa.
Vaporen e navlon esperados
VAPORES
Cearde Hamburgo hoje.
Ville de Pernainbuc)da Europa hoje.
John Eiderdo aul amanh.
Manoado norte a 23.
Nevada Europa a 24.
Autorde Liverpool a 25.
Parado aul a 27.
Taguado sul a 29.
Advancedo aul a 30.
Julho
Fnancede New-Port-Newa a 8.
NAVIOS
Armidade Londrea
Anne Mariedo Rio Grande do Sul.
Blanchede Terra Nova.
Camoeado P^rto.
Erutede Hamburgo.
Guadianade Lisboa.
Katalinaie Terra Nova.
Leanderde Terra Nova
Marinbo IX-do Rio Grande do Su .
Meta Sophiade Hamburgo.
Meteordp Terra Nova.
Peggy de Terra Nova.
Poaitivodo Rio Grande do Su!.
Withelminede Hamburgo.
Hatadou.ro Pubico
Forana abatidas no Matadouro da Cabanga 97
rezes para o consumo do dia 12 de Junho.
Seudo: 67 rezes pertencentea Oiiveira Caatr-i,
fz, C, e30a diversos.
Das 67 rezes pertencentea aoa Srs. OliveiraCas-
Mercado Municipal de Jone
O movimento des te Mercado nos diaa 19 e 20 de
J anho foi o aeguinte :
Entraram :
95 bois posando 13,163 kilos, sendo de Oiivei-
ra Castro, 57 ditos de Ia qualidade, 1 de
dito de 2a o 27 ditos partieulares.
630 kilos de peixe a 20 ris 12/600
98 car,;as de farinha a 200 ris 19/600
23 ditas de fructac diversas a
300 re. 6/900
18 taboleiros a 200 ris 3/600
31 Suinos a 200 ris 6/20J
Foram oceupados :
48 columnaa a 600 ris 28/803
44 compartimentos de farinha a
500 ris. 22/000
43 ditos da comida a 500 ris 21/500
179 ditos de legumes a 400 ris 71/600
38 ditos de cuino a 700 ris 26/600
to-
en rga
Hoviiucno do porto
Navios entrados no dia l'-i
Buenos-Ayres e escala 11 diaa, vapor Iraneez
Equateur, de 2,497 tonelada?, commandaote
Mace Henry, equpagem 130, carga varioa ge-
neres ; a Auguste L-.bille.
Rio de Janeiro e escala 7 diaa, vapor uacional
Camillo, de 675 toneladaa, commiadante Frank
Coddith, equpagem 41, carga v-iros gneros ;
ao Visconu'e de Itaqui do Norte. .
Babia e escala10 diaa, vapor nacional Principe
do Grao Pura, de 508 toneladaa, commandante
Joa Femandea Te'xeira, equpigem 26, carga
varioa generes ; a Domingos Alves Matbeus.
Pelotas-25 das, escuna allem Fritz. le 95
neladas, captao F. Duiz, equipagem 5, en
xarque : a Balta; Oiiveira e C.
Alto mar5 das, vapor inglez Norseman, de 826
tonelada?, commandante W. Lacey, equipagem
.. carga appari-lho3 tel -giaphicoa.
Navios saludos no mesmo dia
Bordeaux c escalaVanor francez Equateur, com-
mandante Mac Henry, cirga varios gen-ros.
Manoa e escalaVapor nacioutl Camillo. com-
mandante Frauk Culith, carga varioa gne-
ros.
Navios entrados no dia 20
Rio Grande do Sul e recala22 das, vapor na-
cional Aymor, de 382 toneladas, commnndinte
Francisco Caaavecha, equipagem 31, carga va-
rioa generoa ; a Perera Carneira-St C.
Rio Grande do Sul15 diaa, lugar nacional Loyo,
de 242 toneladas, capilo Bcrnardino da Silva
Thom, equpagem 11, carga xarque- e gordu-
raa ; a Loyo & Filhoa.
Navios saludos no mesmo dia
Havre o escalaVapor francs Vil'e de Cear,
commandante J. Simooet, carga varioa gene-
ros. .
Rio Grande do Norte-Hyale nacional Cor-rao de
Natal, meo:re Jo3o Quedes de Mcura, carga
varios generoa.
I ttBUH '
/


Diario de PernambucoTerca-fcira 21 ae Jnnho Ic 1887
\

>
-
coa proui'-Ue, asaini camo que S. Exc. obedece
cegamente as ordeus i > donatario de l'eruainbuco.
Eis um ( utrj lugar caoiuium...
A ppposiejh) liben! accoaiuinada com adminis-
tra ( a lioeracs sembr ac mp-iuhal-.s le corr-
Ihos, vive a sauhar com ellts, e por iat:> nio com
prelien le e nem pode ciuprehcnd r, que S. Exc
o .Sr. De. Podio Vicente eiitja dingiuda os dest-
i:03 d* provincia aeu esa-.' evui'-i.tj genuinameute
iiberal.
O Sr. I)r. Pe lro Vicente naotem necessUadc de
corril .'j> i nem encontrar eu're 03 conservado-
res quein se jrestasse a esso p pd.
Te 18 os actoa da admiuatraco demonstrun a
maia a .b roini i.i i p ndcacu, grande sempcSo de
espirito, e o qae ma a, tem si I mpre paut .1 s
p loa principios da juato e d1 boiieate.
Intro.iuzr a iniral daje uas tepartico.'S pub i
cus. tnauter a ordem, tomar mu reau laue a ae
gnrau; 1 in 1 i i !u .' 1 'ar ati uto para ic 11 i
sejam eabaujado: oa diub irjs publii
prceperr na finHiiCH8 da provincia, to aaen
das poi aJmi i~ 1 icoea !il a tal
tem 9 do, i-.n yuthea :; adinii Sr. U.-.
Pedro Vic m .
Diga embora columna qae o presidente da
prc iueia (.juiz ramos que i dos upo i'-m; o doador, des le
que I1.1 donatario] aqu" et-rto que, 111 falta
absjiutad- ;. t s de s Kxc- que a j.ru co n de ni-
na veis, que a oppjs a vanta acta 1
co a da eatht : '"lia d 1
''. 1 liado.
pr t'n.'e-i I r a a Jmui mapicuos
- :i ii is desi ,1 >v 11 a, um 'i., c!ii i'
na 9 .. 1 1' est i u> pader, >)
Sr. ean-ahuro J 1 Aifre ]', fique certa 0 rtica-
listu laciltimna \ bu:h tas ni) nlcanyaj ..
altuia em que i-at 1 -y np.ith .- 1 e
respeituvel vult-i.
Leuilre-se ecinpre o infeliz esjiiptir da s rte
. ida a lucilos que capera para o
alt..!
P.,ra o conselheiro J i) Alfr I maia va'em m
diatrib lumia lo qu' 'S sena mconi
.porque aquel les tornam maia fulgurante a eo.o
que uro 1 .1 fr inte 1 eru n 1: p r 1 iinbu aa, ao
passo que est b : podcriai 1 n .1..1 -:h o
brilha.
Continu, porUuto, 1 eolumn i, na aua u m I
tiivfl .
iii. ncluio o seu aranzel, corn uji
conaelbj ;. Sr. Dr Pedr 1 V;ceu'.e, iui-lir e d.-s-
er .1 .. :, ..t ree^riaulo o projedimeno de
Cbristo : pon beui, aeja-uo3 p rr. ttido dar, tam-
oj um, m ..i lana eonai ihjs,
O primciio, :'i .'|',i ;> i...". 1 !> ral : 'i u !-j en
chotar aquel, s que deaiicredi'ain j p.rtiJ) o
epposic.'io p"la tn;t da crit.'rio e bj:n aeua).
O aegun i >, iso aiticuliat.i qu; o de pr cur outio officio, porque decididamente .i> para o
que S' inculi e .-;>:r.:, 'in r-zao di f-.lf-i ';' ha-
bilitay s e aptidj ; tinao atinprG un visti o
sabio prv>'i tin [>" o>cm nao feie orn o tcuipo
na menta moda.
Guincho.
de! I
ve'hos achacados e sete estrave, a quem o credor quorrj quer que aeja, tenho cumprido com o
nnmediataineata pa^ajj-Hi'j arfen da liberda-1 IDeu ,,ver> m,s af. cjrtaiueute, easa
o motivo para lie r o met adversario po
liti-o con o olhar repleto de odio.
O mea ii 11, desiju rdante que nu-
tr.i, contribuir .0 o o raen diminuto au-
xiltj para j prog esso o eiubelcsamenio
xl ata cida'l*, que um sirriso da naturezt
iho mal apreciado,
Com franqueza a 1 aldade, oaparo quo
os loeua correligiouarioa tu'.- prestirlo o
seu valioso coa -urao, qu-3 par. venoer
quanti me bsata.
R: ife, 20 de Junho de 1837.
Demetrio de Qusmdo C'oelho.
U.iuco tic (rdito Kcal
Dep iadeter dormitad) longoa e estiradns diae,
voltuu ao Diario c c:V bre articulista\ ictiina
das victimascom outra verno eoutra a tlasai
doa corre.-i) odentea, e pregan i j a unan d^o agri-
cultor. s.qu-ren i 1 -11 = ;) rtar .1; Os b:i a,e chmal-
os a posoa pira vircm un defeca dos agricultores
pouc 1 escrupulosos, poaco zelosos djs sei.s crea los,
dtSica caiotiiroa cinu:, qu-; infelimeute ae tucun-
tra na iinpirtaute claase ai;rc>l*.
Nao 1 cjin:iauh-tremos t.'u nogento artieuliata em
sua venina, rqtie n > ven >a to 'u-j reap mier ;
faremoa tpsuaa algumas eouaiderai,o s.
K' adiniruvel, quo durant* a t- rrivel cris', que
a anaoa i.travessa a agriej'iura d) pi'i, da tutu
com qae preaentcmi'Dt e d> bate, dentra tanta"
qu co s impxtanta -i discutir 3,0 celebre dit
tena ir d is caloteiros, teuha semprs vivido metti lu
as encolhap, deafrnctanio o dulce Jar niente sub
tegminejagaos annosdas Vaccaa girdas,e soago
ra d9pertia6e, qual um Jupter tonante vibraadi
raios cautia a pobre c'aasc doa corresp >0 lentes,
tocando rebtte, chamando a postoa os 8giicultore8
em def-sa de tao pesaimt c Jio seria maia proveit s> pira o paiz e para a
prcvinc, si tal defensor tratraBse antes de ir
prep.raodj o espirito d 8 aeua coilcgas ngncalto-
rea para a nova phase que temos d; atiavea3ar,
pan a grande transformaclo social que nos bate
i p rta, do 'rabilbi e=cr^vo para o trabidii liv.-e,
convcncenJj-oa da aua utilidade e vauta^ena ?
Nao siria ma3 vanf- provinci.i, si tal adv*ga.lj tr.ita-se autea de de-
monatrar aoa agriaultoroa a conveniencia, ou a ne-^
cessid le de irf iz n 11 um 1 in 1 iau^i de cultura
ensaiand 1 piulatiaamente a cultura do Cicu, dj
trigo, do caf, onform- as d.ffiruntea zoms da
provincia, sem porm abandonar compietam- n'e a
da canna, em vista da depreciaca> do maso as-
Eticar, da priduccao deate ja ez-M-icr as ueceaai
dado di c u-'.iin 1 ?
'i Nn seria de maia utilidade, se til articulista
tratasaa le promover urna represa-iliaca> aoa pode-
rea do Estado, asaignai* p-l) inuor nmnero pos-
eivel di-s agricultores de toda proviucia, pediodo
a ab)!ici dea dir baixa das tarifas das va3 frreas, vindo retornar
as repre.'entagojs daa dignas Asaociaso^-s Commer-
ciaes 15 neficentH, e Agrcola, e Auxiliadora di
Agricultura, uma vez ju: esti ultima, c m pezar
O dizem.'S se acha quaai abanlonadi pidos agri-
cultores, c a nao ser os eaforcos i-ig ntes, o p itrio
tismo e a forca de v ctale de mu 1 duzia de seua
meir:br:s, muito j teria feichido as suas portas,
e suecumbido ?
' admiravel que de tu i 1 isto se teaha esqueci-
do o defenaor dos ctluteirjs, e s disportasse do
lethargoe.n que tem jazido para vir em defeza
da d niti in 1 do calote, d< homens que Kypothecam
o que possue:n som.-ute coin vistas de pcjju licor
aquelles que na melhor b)a t lhe emprestarais o
seu dinheiro !
Oadvogaiode semolhintes escoriar, da eiasse
agrcola anda eam'rilhan lo fictos isolados, excep-
eionaes, intHiramente d>ac)uhcid.s do publie,
para nellea firmados vomitar 9uas diatribas, e es-
gotaro vocabulario dos improperios coitra a clas-
3 dos corr spoudeutes, dando assim expanso ao
aeu genio: pedimos-'b; piii permissao pira 1I1'
ontar urna hitloria curta e certa, cuja t.,cto est
archivado cm um cartorio da pioviiuia.
Un correspondente fomeceu a um agricultor
teda ferarg m nec-saariapara montar o seu en-
genho, paganlo co vencimeoto aa lettras que ga
rantio; a outro tolo o dinheiro que foi precisando
para a fuadaclo de safras, cos'eio do eogeobo,
com o juro de 1 por cent o ; o a outro finalmente
dinheiro sen juros, parque o julgava am'gt.
Depois de annos nao sen lo satisfeitos oa c ."11
premisso?, uma vez que oa assucires em vez de
lhe serem remettidoJ, eram vendidos n;s mercados
viainh .3 dr-s seua engf-nhoa, o correspondente ea-
creveu-lhes, pcdindi oa pagamemoa dos seus d- bi-
toe, e depjis de varias cartas, um delles respo"deu
que estava tratanl 1 de byjothecar o engeaho ao
Banco pira pagar-lhe ; n\s depois de .causada
a transaegao, e embolsadas aa lettras hypothe.-i
ras, i .-> vejo, nem maud iu pagir ao cirreep-.n-
dente, e as cartas que la- 1' ra-n dirigid is. nem
respostas obtinham !
Mananlo o correspon lente executalos no lu-
gar de su.i residencia, all encontrou, aim do
cogcnbo hypotbec.idn, todos os maia besa mo-
ventes e s-moventes, e de rair, safr', dos tres
devedore?, hypothecados e p-'iihjradoa a um credor
ficticio, a um Irm&o Doutor !
E com que difficuldaics nao lutou o Ilustrado
advogad.i, ac i-a homena eram inSui'ncias polticas
da trra, havendo tjranle diicnldales em s; en-
contrar um olft.'ial de j iatir;a que qntzessc se ar-
riscar a faz t uma citacao, de sortc que riao
encontrar-se felizmente na localidado juizea pro-
bos e illaatiados, veid. '.-.iros sacerdotes da le,
que soub'rain collacar-se na altura da sua n bre
misaao de diatribuir ]uatica, nuda absolutamente
teria concluido!
QTal fui poim a impresao que cus u aoa
homens b lirados da 1.cal-dad : o coobecimen-
to deste tact 1 t' escandaloso, at entao dea-
conbecido, e nunca 1 raticado i.lli, que os amigos
deste eate, que viviam at cuta > ufanos com a
mascara de honradez, condo di1 e p- nahsid >s de
tao desastrada queda, que os deixava expostjs
irisa", aos in dejos purlicja ; para dimnuirem os
eflFeitOS de tiio desagradabilissima impressXi acon-
aelharam ao Doutor hypothecario di abir mao
de alguna beas em favor di credor exequente,
ebegando a qualquer accordo.
E qaer saber o defensor doa c&loteiros com que
foi pago um debito de oito con o novecentoi e tan-
tos mil rist Nos lhe direm m. Com uma casinha
em um povoado, no valor dc5O0O00, dous cavallos
" (*) Ja tinbamos escripto este artigo quando le-
mos e telegramma sobre a abolic&o do imposto
de ezportaclo do assucar.
E a traficantes de tal ordem ; e a agricul-
tores que procedan tai v.linete, verg'uha de
sua claase; e a tais postulas grangreuosaa da
sociedad-.) qua se apres'-u'.a um h ime^n que teo
rjQVida ae tem em coflta de hinrado, de bom.an
de bem, quebrando lauc s cm su-.s dcfeiaa, eu-
c lo eulonin.3 inte ira a do Diario .om imuaea-
Duud a verrinas, eagotando is vocabularios dos
improperi a, insultos e injurias contri a claase
doa uunvsp'udeutes, porque s; pedio aoa digiioa
I in. uialr.idorea do Banco de Cre Si it-'al provi
dencias, ->fim d- que taes callte roa na) citives-
3-111 .bsiulj de sua bot f e tornassem aquello
estabeiecimctj uma guarida ou r. fogio certo de
to-s tr .. air.teui prrjmzo de uma claase do om-
inerciantes?
E pjrqa demos um grito de alarma, denun-
abuso, apr senta se acmelh.ote defen-
. le azorrague cu punho, orno ae eetiwsae
1 raudo seua infelices eacravos, iuaultaii'lo o
ando un 1 claase iuteiri, que tem prestad-i
iamenses servidos i'i agn ultara, forneO'ndo-lhe
os capitaea de jue eli.i fe .1 precisado, que-
1 i at quiimal-a a nitrato de p.a'a?
Que bello invern para te o .aro dinheiro
alh-10 y ie bello syatema de ao saldar cootns !
ilouteu., qumdj a< hiviam Uincoa, aqu-m
r coirer bypothec. nd -se eng-nh is, orum os cor-
1 em 9 ._. i bonradi *, aman'oa da
1 tura, a ngu.-ii) fazia eir-i fj;a aa B".u di-
. -.. no a ju 11 >s, 1 < itavam-se 'om 1
f.v- r ndo pequeco 1 a em] c st m is que se con-
trabi i, c imia-ae, bebi -te ni;". 3 largas, esbauja-
v .-8 o dinli-ira d) carresp n-lentj ''ai p diuca,
em l.-isr, g, corrompenio-ae um _j jui n 1
di cm cooipia de v. tos, n iguem se atreva a
proa! iva dinheiro pi p a ialu nto
fi .ra te tornar ecus credores, e uutroa dispar
de tal jaez; boje, que gran Jo parto d.s c ri
ooude tea reta 1 n, guia bunaa tya cas, o os a ais
reuraos es'; lia o recursido s- recorrer
aa Bine b] po;li--cinl i-ae ce >'tige 1I1 is pira n2o
se pagar a quem leve; e pt*gou a mala de se
taier hypoihecis falsas pira sj calotear a torio
e 11 direito, apanbi so a '.-.i.-, daa ras para ae
timr claase i-as correspond'it.-s, s querenJo
at queimur a nitrato de prala !
Maa um dia ati'a io outro .
\lirai-vo3 neste eap Iboscnhuei lo Banco de
: Ir, K.-al.
L' precssBior distinguir o joio da trigo, que
sejaes traucos cm abrir as part-.s do vojsj es!a-
belecicaento aoa agricultores banr-iJos qae preci-
jireui .- Cap taes para o deaenvulvime.itj
.la ana ialus:n.i e clial as a I po'tcoi ze.la lores
do teas crditos, aos pouco escmpuljsjs que pri-
cur-m hypothecar lu smente paro Calj'ear.
II to oj acb iu ba.-atoi 03 juroa de 8 '. niu-
gaoiucd -.i i aa lespezaa feita', o nao so mu
Aqm iieajurostaes espezas, o que si |U< rj dinhei-
ro <- alaugoprazo; masamaubi .. scappartcereai
outres est.ib.-lcciineiifos bancarios que ifferecam
diuheiro a juros de e 6 ,01 quando so ven jo-
rcm
proins.,,3 enntrabidoa e tiverdea de eutregai
de eugenh js
oiffcil problein
i
Um homem te.n 10 tillaos, com os iu es
gasta ..unualm-nle 20:000 >00 ; isto ,
2:000000 ooin cada um dees.
vos, em v z de despeade.- 20:0005
p sii u gastar 10 ou 15 contos, porque
dos 10 tilius uus nio procisam mais de
2:'00|')0-.), e outros disp nai-n tul despe-
za, por tere.o eajoutra la 11 a olfioio que
Ibes d o preciso para sus ne : I des.
t.iti-s.i : variau ou na p ;';".>
ejonoiul i ; si -. Louam? E:l: quegastava
s, e agora pies 1 a gas'ar 10 ou 15, f,.z
aa i u.i: ; ecooomia V
S o liOba que a escripto na -colum-
na aiugala, sobro a reforma da Consulado,
r-'xolver o problema, ganha figja pira S.
J jilo.
coinproin:s.,,s coutrahidos e tiverd-s
ao martella da leno.iro esaa alluv)
liypotbeeaica, uo faltai quera diga, que \os
aproveitaates di terrivel criae qu-; atiavessamos, : ''-1
coin vistas de vos apjderardes das pr.pri 'ad.ia
dos agricultor. 3; o qu: 3; est 1 screveudo actual-
iiicn e contra a cUasc djs correspondentes, maia
tarde talvea s- eacrever co tra vos!
Tudo depender da concurrencia, ae app*rece
11 ni outro* Baucoa, ufl-receado dinheiro maia ba-
rato : uaa deaejamos ser Cassandra, Deus queira
uos ida limos !
I'aqucc < c amula
Os ab-ixo aaaiguadoa, piasageiras do
paquete Camillo, da Uoiupanbia Nort c
Sul, fretalo p-l-. Companhia Brasileira de
Navegay.o Vapor, para dar algumas via-
gerta 103 partos do Nort', penborados pelo
bo-u tratamertto que Ihes tem ido dispeu-
peosa lo pelo distiacto com asa Jaute Frauk
Gonditt, e seu esc:ollido o attenciosa pes-
sofil, ve u pelo presento demonstrar seu re-
eonhecimento e lar este, pablicidaje.
Birla do Gxmilh, 18 do Junho do 1887.
Carlos la Casta Wigg.
Dr. Jos Leite Birbosa.
Joaqu'm Ferreira N^vaes.
Joaquim MiriniQj do Lag-i.
b'lavi) do Cu v.ilho e Silva.
Jo; (davaloante Paei Brrelo
l'Vra n es Moreira.
! Dr. Pedro Delphino de Aguiar.
favorito tom de msica autigo, o qual porventura
noa faz recordar aquellaa scenas j-i passadas, du
rante os quaes ouvimol-o pela vez primeira. E ea-
piritualisinte e delicado como o aroma da -genuioa
agua de colonia, e com tuda o aeu perfume maia
profundo e du. adouro e a sua fragrancia nunca
mu. nem enfraquece, como acontece c-m os maia
perfumea fx'rahidoe e comp-atoe de ole os volatia.
Ae aenheraa aa quaea geralmente aoffrem de do
res nervosas de cab. ca lhe do a pr. ferencia to-
da e qualquer urna outra appcaca local, como um
excelleute m?io de alliviar aa dores; e em quali-
dade de mn p rtume pira o quarto de um dceute
elle por a- m duvida eminentemeate refrigerante e
agrada vd.
Ueferi:m-noa tao ament quanto a Agua Plori -
da de Murray e L minan. Quanto s imitacoes sao
ellas despresivt-is e as merecem a maia leve men-
cao.
Cus... AKANTU c outr.i as f ilsi l O '., lb .'
se ot-ra que oa iioaies de Lanmnn Kemp veiih.in
estampados em Lttraa tranaparentea id pap I do
livriuho que acrve de envoltorio a cida garrafa.
Enentra ao venda em todas as pharmac -
drogaras.
Agentes cm P ru luibuco, Heury Porater ic C.
ra do Commercio n. 8.
L-se no Progrs MJiC'll :
O visillo lie. eilracte ale li. lu |>
baccllio, de Cticirier, presta os maii-res
aervicoa :
Aoa 'ndividnia exhaua'oa por ngaa
cOea morbidaa.
Aoa ant'gos rh umatiejs Qrivadjs de a -pe-
tito.
.' Aos gotosoa inveterados que no digerem
mais.
A) riaocaa debilitadas pela d.nticao.
Aos adolescentes cuj ) sresc m .:o tatig 1.
Aos a l'jltos cuja trabalho ou prazer exhausta.
< Todos achn neate medie.ment urn licir
agradavel, juntando a um pjder regen-rador 11-
discutivel, um gista de nafur za ta', pie sati-?iz
aos pal>i lares mais estr gados.
N.Ii 8-riin.rd mais recommeadar ao3 ni-
sja 1-iitorea emprcg) 1-sre eicellen'e medica-
mento.
Nao v^ltaremoa imprcusa, fica o campo frauco
ao d-lens'.r d.-a caloter- s aara continuar na sua
gloriosa mtssao.
Uma victima.
O pobre
AO DISTlXCTO K ESTIMAVEL AMIGO .10AO
BAl'TJSTA WAN'DEKLEY
(Resposta)
Teos razao N'esto seculo de torpezua
Mais val-; o ouro que u* peito uobre!..
Ves de Andrade.
O ser pbre amigo grande crima
Que pr'a mundo carece puniyaol...
K eu, sou a'este cn'meum reo cont'css,
Porque sou aa pobreaa teu irmio.
O s rpbre s ntir o desalent !
E' ler n'alma-U'u marlyrio agonisante;
E' beiisr cicuta -como Sacrates !
E' soffrer -orno Himera e carao Dante !
E o munlo nos apoata cono uns parias I!..
Porque mrito s tem o rijo nobre ? !..
A puresa dos grandes sentimentos
Nun:a existi 00 cjracSo do pobre?!. .
P ii torpe e cruel iadifT-Tenja
Meaclad do egosmo avaresa ? !. ..
O olbar do sarcasmo e o despreso
E' o que lancam aos tiliios da pobresa?! .
Oj quo Bsrve prm, a a titulo nobre?
Da riquesa.o brasao quo ma val?I..
Sj tudo tem no munlo um tira marcado?
Sea lei da liumanidade ser mortal/
Amar I ol I mea amigo, quanto doce !
Quauto duro par n a.nar-sa assim ?l..
Quem na vida coramett-* ebta loucura
Ser diffitilj cliegar ao fin?...
NJa ; que a pob/esa tambem gosa,
Jiu dia se distrahe tao m, risonba ;
E uquanto us salo-'f 0 rieo f'Ig,
No pobre alb rgu^ o pobrs tambera sonha!
Portant 1, s rica e teas tanta nobresa
Quanto pode j ti-r um patentado,
Qu- jamis t: exjed'-r nos seniimeutoa
Deste teu corajao t3o b-m formado.
Palmares, 7 de Judio de 1887.
Lun'a Jrj.viOR.
:is-
OBinoculo
Quando, ha j dois anuos passidos,
solvi a sociodade, que, cora o Dr. Jaaquim
Monteiro de S.-ixas Borges, tinba cu na re-
daccSo do peridico O Binculo, fil o publica
pela imprensa.
Continuando, porm, a pairar sobre inim
suspeitas que nSo m cab tro, dan lo-me a
autora de certas criticas inseridas em dito
peri di o, venha de novo declarar ao pu-
blico, o principalmente aos raeus araigis e
collegas quo nao sou redactor delle e nin-
da menos cousa alguna escravo que of-
fenda a reputarlo e vida privada d; cada
um, com o que indi tenho q'to ver.
Cesse, portauto, qualqu -r juizo gratuito
e inmerecido contra mira
Figueiroa Sobrinho.
Ao eleifor.ido ilcs.i capital
Sou da novo apretentado p-los meas
correligionarios e amigos, ao lugar vago
na Cmara Municipal, cuja eleieSo sa ef-
fectuar no dia 7 do mez vindouro.
Fraco como sou e sem pn tenjSea que
me illudarn tomar parta nessas lulas dos
attletas do futuro, smente a disciplina,
que a lefa que sa curvam os soldados
da velha guarda, me obrigaria a entrar
em forma para combaten
Sa, porem, na pe ja, fr vencido por
Ja: Antonio Giacdves Guiarles.
Domingos da Silva Torres]]
Capilao Neis-a Pereira N >scimaato e aua
familia.
Tcixeira Bastos.
L mpoldo Na8;ery.
o Hr. r. Cosme de S Pereira
Aeomp mbado de su Eima. senhora e do seu
digna tiibo, embarcou hon'em pelas 11 horas da
maiili.i no vapor Ville de Cear con? destino Pa-
rs, onde vai demorar-se pir mais de um anno, o
Sr. I).- S Pereira, Ilustrado o antigo medico
deata cidade e noaso particular amiga.
O aeu embarque leve lugar no caes da Lin-
gueta, onde numerosa concurrencia, compjsta de
distiuctca cavalheiroa e ainhoraa aguardavam a
: aua ch.'gada, afim de fazer ama deapedidas, e ahi
recebar f>3 ordena do tao eatimavel quanto presti-
mosa am ga.
lraa 1 parte destas peseoaa o acompankaram
ao va par, e ahi se demorarain at a ultima hora.
Urna cummisso par parte da aaaociacao me-
dica fai a bordo comprimental-o. masife8tando aa
aim o alto apreco que tao justamente merece elle
de seus cllegas. Em carcter particular, ae acha-
rain tamban preaente3 outros mlicos.
A ausencia do uussu caro ainig, ae bem que
temporaria, deia em noaao coracao um vacuo bem
ditcil de preencher ae, e sua faita-ser asss sen-
ai vel a nos e ao grande numero de dedicados e siu-
ceros anig)8 que cauta elle, e que exuberante-
mente confirma as aignificativaa prvaa de amisade
i que lhe acubam do ser proiigalisadas por occasio
de seu embarque.
Ventos bonancosas o levem ao seu destine e
mais familia, sempie acomp.inhados de perteita
aaudc, o que sinceramente Ihes desejamos, assim
como que, rcalisando oa intentos que levam, sejam
restituidos aos seua amigos e sua patria.
A. L,.
(j a zeta Gastronmica
Nao se realisaudo como se esperava antes do dia
de s. Jai, a t'Ztra'ccio da lotera da provincia
quo devia servir da base para a conferencia das
numernciaes deata Gaceta, resolvemos afim de naa
pr.judk-Hruaos aos assigaantea, alterar para a lo
teria da Paraby'aa, que se extrahirn* quinta f -
ra 23 do corrate vespera do da de S. Joo.
Para isso lez-se uma tiragem de mais20d ex- m-
plares, uaa f para comp'ettr a iiu:u--racao, como
para sati-laaer mas as encammendas ; sendo que
par falta de tempj essa tiragem foi feita resumi-
damente quanto aos dizeres que oceupa smente
ama pagina.
l'\ra.-n tatnbatrj augmentados mais 17 premios,
ficando ea'.ea elevadoa a 142 em ves de 125.
A tabella que vai em seguida explicar perleita-
mente a conferencia que d.-ve ser frita, de accordo
com a alteraQaj laa val rsdi factura.
Tab'ha doa valorea daa facturas que ficam alte-
rados :
A factura de >:' 00 corresponde ao premio de
0.0 )0000.
A de 1 :!HJ0 a 1 de 2:0.X>0 HJ.
A d.' i'OJiS aode 1:U0*W0.
Aa 4 de l'.iO ana 4 de 203*000.
As G de fiO pasaa a acr 12 de K.00 )0.
As 1 i de 3 ) i lein dem 20 d 50*00 ).
As 99 de 15* aoi 99 de 15*000.
As 2 approximaces de 102* aa 2 de 125*000.
OBSERVAQO
Existe n doua premios de 50 *000 na loteria da
Par^byba, qu; t raa oa valorea correspondentes
a cada uui d<>8 4 e 1'.10*000 da da provincia ou
200 i daque'U.
EXIRACQAO NO DU 23 DO CBRENTE
Partido conservador
Te .da d proCder-se no dia 7 do prximo m.z
de Juibc a cleicao de um ve.eador para preeu-
cb. r a vaga deixaia pe'.o till-jcirneuto da verea-
der Anionio da Silva. Ramos Nevos, os abaixo
asacadas resolvern apresentir ao elditdrado
deste muuieipio o cidadaa Dametria de Gusmao
Ceelho, e padem o concursa de todoa oa amigos
em favor dessa candidatura afiai de que pisai
ella trumpbar.
Recite, 15 do Junho de 1887.
r'raucisco do A3aia de Oliveira Maeiel.
J. J. Ferreira de Ajinar.
francisco do Reg llarro3 de Lacerda.
Ignacio Joaquim de Sauza L.-ao.
Ifaoocl Ciemcntiua Carneiro da Cunha.
Dr. J laquim Ojrreia de Arauj 1.
Jos Osorin de C rqueira. .
O'ympia Marques da Silvj.
Miguel Jcs de Almeida i'ernambuco.
Dr. Autjnia Joiquitu de Moraes o Silva
Jos da Silva Layo Jnior.
t(ua Florida de H.nraj e Uaoian
185
Existe por c.rto uma qualidade altamente sani-
taria suave e deleitavel na deliciosa fragrancia
deata agua popular que de tao grande ornamento
serve ao toucaJor.
Ella como por incauto uos faz lembrar o dulcis-
aima incens flirido da vvraa ou a imitacaa de um
Oueen's Jubilee
O11 TueMilay 3l't. iust. a ubNcrl-
ptiou iii be openei) at tlie liundon
& Rrii#.iliaii BuuK i inaugrate a
Ucni'iDic.ii Seolety. tbe ubject of
wtiioii \iil lie lo ,(H..11 asaiiiani-e
(o dllreMed members of lhe Bri-
limli >iiiii mu 11II j .
Oonaiioni wil! lie tianhfutly re-
ceive.i : itml liionc uui delire lo be-
conae membera of me Boeicly are
requcmled Uin lia. lo senil i 1 Iheir
ame lo Ibe Uank.
Ilule are in courne of prepnrallou
and a iiii-i (iii wiii be called iv&em
lliy are ready.
THETRO
SANTA ISABEL
EMPREZA A. NAGHEL
DIHEC^AO DE LUIZ MILONE
Grande xiovidad@
Ouarlii-fiii'i, 22
ULTIMO SCCESSO DE PARS
rsravo
CRPBBU
i :*
Grandiosa o phaiit. s tica opereta e ni que tro actos e oito
G. OFFLX8ACII, representada pela ptimeira vez m Paria en
BOUFFS e presentemente com grande fanatismo no the.-.tro LA GAU^ ::uio j
feito pocha em 187 i, quando fai representada ni nicsmo tho>tro depois de reformada
ptlo autor.
mmcko
Venus
EDITAES
Dr. joaquim Caaeia de 'Miveira Andrade, juiz
de dircito privativo de orpbioa e ausentes nesta
com-rca dj tecife, p ir S. VI. laip rial, a quem
Deus* gaarde, etc.
F.z saber aoo que o p.esente eaital virem ou
delle tiverem noticia, que no dia 21 de Junho
do cjrrente anno, depois de preenchidaa aa forma-
Iididea da iei e do e3ty'o ir praca a quem in .is
der, prestaudo fianza idnea, o atrendaraenta por
tre3 annjs, do sitio denominada iiirao. situado
ua freguezia da B a-Vista, com p^rtao de inadei-
rn na eutrada, todo munido, cm diversas fractei-
ras, uma baixa de eapim, um viveiro de apunbar
peixe. um grande caes de fijlo e cal, com escada
de pedra e cal, deus jardius com canteiros para
t jr s, urna casa de banha tambem de tij .1 > e ral,
cam tanque de marmeie, bamba de ferro, uma
nasecnte d'agua, cocheira, estribara para dez ca
valla?, um pequea trrica aobre columnas de t-
j 1I0. sitio, cija casa e viveuda de sobrado de
um udar com aotio e miraute, tem 98 palmos do
frente e 40 de fundo, nove portas com varandas
de ferro na frente e cinco em cda oito, tres sa-
las, um sa'a para jantar, quatro quarto?, coaiuha
fra e um quarto externo ao poente, tres quartos
externoi aa cscente, sendo circulada de tijo'o e
cal, urna sala, um quarto no LOtao, oito jancllas
em cada mirante, duai salas, uma saleta e dez
quartos 110 pavimento terreo ; annexo a este aitio
um outra, murada do lad> d> pi.nte, spjnaa se
parado do outro sitio pjr una cerca de espinho,
cem fructeiras, c*es, estrbiria, cocheira, cacim-
ba, tanque e quartos pa^-a criados, ganheiro, casa
terrea para viven la com eoto, terrado na frente,
tres salas, urna saleta e um quarta n> sato
E vai praca o urn a 1 -tinento do alludida sitio
a requerimento do commendador J.s Antonio
Pinto, inventariaute do espolio de sua finada so-
gra D. Clementina Th .'-adora da Silva, e de con
formidade com a opinio de todoa 03 interessaioi
e do Dr. curador geral.
E para constar mandei paaaar o presente que
8er publicado pela imprensa a afxado no lagar
do coatume.
Dado e paaaado neata cidade do Recife ao8 16
de Junho de 1887.
Eu, lavo Antonio Fereira, escriv', o sub-
acrevi.
Joaquim Correia de Oiiveira Andrade.
_ De ord.m de Illm. Sr. J>r. in pector convido
oa Sis. arrematante do dizim i de gado Jeronymo
Theotonia da Silva L.ureiro, Auguato Octaviano
de Souza, Joaa Nepamaceno da Silva, Jos Cor-
deiro dos Santas, Daro J .s Feixoto, Joo Gui-
Iberme & Sobrinho e Aurelio dos Santos Coimbra
para virem declarar at o ultimo do corrate mez,
perante esto Tbeeauro, coa'orme ordenan o Exm.
Sr. preaideute da proviucia pjr officio de 17 do
correte, se aceitara a concesso da le n 18-8,
cumpnudo-lhes neate caso provarem a importan-
cia dos pr-juizos, que por veutara teubam soft'ri-
do, :,tiiii de ser liquidada a campensac^aa.
Secretaria do Tneaouro Provincial de Pernam-
buco em 20 de Junha de 18S7.Ni impedimento
do secretarioO offi.ail, Lindalph 1 Csmpclla.
Orpbeu
Jpiter
Plutao
John htix
Muta
Vuljano
Bachus
l. tcett-
Cerbero
Hercules
Juiz de tribunal
Dito idem
Dito ide.ii
Euridcco
Sr. <;. Cristofol
o L. Mone
8 Migl iZ
Ficarra
0 R -possi
S. Pecci
Riffari
1 Giaoi
Fritz
Uilanilini
R-possi
o Pccci
Puitrom ra
Sra. Iieileurrr.il i
furias
a
Deoses, demonios, onjos,
PRIMEIRU ACTO
l.Cflro de pastores
2. Coro ilc gufilas municipai-s
3.Couplets de Opioiao Publica
4. Coro de bruzas
5.Couplets de OpiniSo Publiea
G.'JValsa dos Puttites orplieonisUs
7.-Fini;I
OpiniSo Publica
Cupido
Junoue
I Diana
Apollo
j Men uro
Terpsi :ore
11. Plice na a'amore
2. dito, dem
!3. dito, idem
14. dito, idem
15." dito, idem
Sra. Della Porta
Garbini
Naghcl
0 Regina Duran 1
Corte
> Dctti
a Bolmiiia
i) Teragna
1 Nieolino
. Ella
Durand
u Tcrragna
a Bolmida
policiracns do amor, povo, guardas, b chantes, etc
l.
-> o
TERCEIRO ACTO
Aria de Euridico
- Cuintctte do tribunal
li.0 Couplets guardas de a.nor
4.Couplets dos beijoa
5. Coro do Les Jonhs Stix
DiENOMl^VVO OS rVCTOS
1. ActoRapto de Euridiie
2," Dito-Olyrapo
3. Dito -Metaraorpliose do Giove.
4. Dito Inferno Triuroplio de Baecho.
.ICO- ... v___^ w l_-_.^. .-"__ .-^
Campatiha de Ttiebas com um templo ao tundo, fazendo rauagiio
1. Acto
para Inferno.
2.a Acto Olympo ; carro de Apollo.
3. Acto Habitacao de Plutao; mutacSo para Buduoir e Euridice ; mutarao
para jardim de borboletas.
4. ActoInfer) ; grua de gigantes, rautacao apotheose, jardim pbantastiuo.
O importunte s:enario desta opereta foi pintado pelos celebres scenographos
italianos Fontana, Reccaotici, Tito Giovat o commendador Magnani.
Vistuario eoiupletamtute n-avu, confeccionado para esta opereta peli casa Viei-
nelli de Milito, fnrnecedcros do theatro SCALA.
Aderejo riquissimos fabricados pela casa Corbclla de Milano.
80 pessoas em secna
Luz elctrica, fogos cambiantes, transformares, etc.
Orohestra original do OFFENBACII
MISE EN SCENE PELO ACTOR lAIVE MILOXE.
Prepara se as seguintes operetas para os ltimos espectculos:
NITA
3G5
ltULAUCOES
-Ia aeecu.Secretaria da ii'ii
dendia de Pernambuco. em IT de
Junho de 1889.
Por e3ta ai cretaria se lz publico, de canormi-
dade com o avisj do miuiateria da imperio de 10
de Fevereiro de 1801, que, una termas dos arta.
52 e 53 do Decreto n. 3,069 de 17 de Abril de
1863, f i registrado boje, nesta reparticito, o ttulo
de nomescao de Joo Baptisia de Limn, para o
cargo de ministro da igri-ja Presbyenana, desta
proviucia.
secretario.
Pedro Francisca Correia de Oiiveira
Carta de ordenacao ao Sagrado Ministerio do
Eoangelho
Esta carta para certificar a todos que interea-
aar posea, que, eu abaixo assignado, Ministro do
Evaugelho e. Membro da Preabyterio de West
Lexiogton da Igrij 1 Presbyteriana as Estados-
Uuidus da America, Ciino representante do dito
Priabrterio aa Imperio d> Braai', pjudula pelo
Rvd. A. L Ulaikt.ird, D. D. da Baha, o Rvd. de
Lae.y Wardhw do Cear, e Mr. i, W. C. Part. r
Presbytcro da Igr-ja Prcabit.rian 1 dj Recife,
depou iic examea conaideradi-s aatufaetiioa, na
dia 21 de Maio do anno de 1887, eaa reuna) pu-
b'ica da Igreja Presby;eriana uu tecife, e cam a
approvaco da mesma igrija, ordenei o Sr. Jlo
Bapti8ta de Lina, memora da dita igrej da R1-
cile, ao LtBcio do Santo Ministerio da Evangelio
de Jess Cbristo, s-gunio aCoustituico da Igrtja
Preaby'eiiana.
O dte Sr. Jca Baptlsta de Lima, portante, tem
o direito de aer recebilu o reeouhecida em toda a
parte coma Ministro do Santo Evangclho, devida-
damentc ordenada, e do exercer todas as fun.eoes
do Sagrado Miniaterio,
Em f de que paaso esta c.i.a.
Eslava urna cstampilh. iuutilisada do seguiute
modo: Reeif-, 11 de Junho de 1887.J. Rxkw II
Smitb, Ministro do Evaugelho. R. c nheco ver-
dadera a arma tetra. Recife 17 de Junho de
1887.Em testemunba da verdadeAntonio B01-
gea da Silvura iLaba. Pagou 6/825 de em lu-
meutoa c imposto addicioual de 5 "/>- Secretaria
da Preaidencia de Pernambuco, cm 17 de Juaha
de 1887.Ubacon. Visto. Designo o 2 crucial
da 4" seecao par* registrar. Secretaria da Presi-
dencia de Pernambuco, 17 de Junh> de 1887. Pelo
secretarioE. Tamborim.
VIAGEM A' LA
Trera para Apipucos e bonds para todas as linhas.
N'este espectculo haver tambem um esplendido INTERMEDIO CONCERT
era que tomam parte os novos artistas lyricos.
As encommendas s se r^speitim at o meio-dia.
Priuciplar s 8 horas.
Thesouraria de Per- ESStl Bil O RO Jfl JSlfil
nam'mco
Ds ordem da Iilm. Sr. inspector f.50 pablieo Capital do Banco .
que no oa 2 do corrente, p-las 11 naraa ua ma- ., r. .. ,
nha, perante a eet8a da un a, ae receb m pro- ^apltal realisado. ..
postaa para o torneeimento dos artigua abaixo es Fundo de reserva. .
MI
peeificado?, necessarias ao expediente do Arscna
de (i ierra, no semestre de Janeiro Jutihj Oe
1887, a saber :
Cuderneta em branco de papel ume pautuda com
50, 100 e 150 folhaa, uma.
Caetas finas, duzia, uma.
Ditas entre finas, idem idem.
Caivetes fiu )f, um.
Env-.-llopee pata oficios timbrado, um.
Esptulas de es.o, uma.
Grampos pi.ra prender papel, ciixa.
Gamma arbica em frasco, frasco.
Lipis Faber, um.
Ditos de duas cores um.
Ditos de borracha, um.
Lacre encarnado, paos.
Livroa em branca de panel fium' paulado com
100, 150 e 200 fa.has, m.
Ditos em brando d papel hollanda pautado, for-
mata Corom rosa 5i>, 100, l.aOe 200 folhas, idem. j
Dit03 ditos tEe" com 5l, 100, 150 e 200 folhas, j
idem.
Ditos ditos, t-irmata Carr com 50, 100, laO e
200 folhas, ideai.
Ditas dito3, formato Riiisiui* cm b\ UX), 150 e
200 fo'haa, idem.
Ditos ditos, formato Jes com 50, 100, 150, 2C0
e 250 tolhis, idem.
Ditos ditos, formato iColumbier com 200, 250 e
oOO fainas, dem.
Ditoa dit-s do mesmo formato e ecm os mf-in3
numeres de falbas, com en;aderuaco inteira de
couro, idem.
Papel fiume pautado, reama.
Diio dita liso, dem.
Dito ingles rosido branco pira offi :i -s, i lem.
Dito dito dito dita timbrado, dem.
Dito ballanda, formato "C-rret, Ec, Corme,
Ruisio, Jes eColombier caderno.
Papel mata-b.rrio, tolha.
Papel dita cartSo, idi-m.
Peunas de ac Pcrry, caica.
Pastas oleada8 de divenoa tumanha3, umi.
Raspadiiraa para papel, idem.
Tinta inglesa para ecerever, bjioes.
Dita brasil, ira Sardinha, idem.
Dita preta para o 111 mu fin, girrafa.
Dita carmiD, frasco.
Condicoes
1" Todoa o artigos deverSo ser de l" quali-
dade.
2 Oa canear -: t sao obrigadns a apreaenta-
rem aa am istr .s de todos oa artigas.
3 Ae propojtaa aerio por duplicata e aelladaa.
4* S podero concarrer ao fornecimento 03 can-
didatos que as habilitarem na forma do art. 18 da
decreto n 703">, de 6 de Marca de 1880.
Thesouraria de Paaenda de Peraambuao, 17 de
Junho de 1887.O secretaria,
Luiz Einydio P. da Cmara.
.. l.OOO.OCO
.. 500,000
.. 200,00 A contar desta data e at ulterior reso-
lugo, conceder-se-ba juros de dous por
ceuto ao anno, sobre os saldos de dinheiro
depositado era conta corrente de movimen-
to no inesruo Banco.
Reeebs-se tambem dinheiro cm deposito
a juros por periodos determinados, ou su-
jeito ao aviso ptvio de trinta dias para ser
retirado, mediante as condieo>s de que sa
dar conheciraento aos iateressados.
Pernamcuio, 23 de Maio de 1887.
IIenry K, Oregory,
drente.
DO
BRASIL
Capital *0,000:000
dem rcalisatlo 8,000:00<>4
A caixa filial d'cs'e Banca friccionando tem-
poruriamente ra do Coinmercio u. 38, saca,
vista ou a praza, contra os S-'gumles correspon-
dentes no estrant'eir'
Lindrcs.........
IV.rs..........
Hainburgo.......\
Berlim..........(
Bremente......../
Prankfurt s/ Main]
Antuerpia.......
Roma...........\
Genova.........
aples.........
Miiila e mais 3-10
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........^
Barcelona.....
Cdiz.........
Malaga.......
Tarragon? ....
Valencia e outrasf
ida les da Hes 1
panha e ilbas I
Cinariaa......I
Lisboa.........\
Porto e maia ci- (
dades de Por-/
tugal e ilbaa... )
Buenos-Ayrea.... )
Montevideo......)
-N. M. R.tbschil Se >:ni.
De Rothsehild Prcrrs.
Deutsche Bank.
Banquc ri'Anver;.
Banc Genrale e suas
agenciaa.
Banco Hypotecario de
Espaa e auaa agen-
cias.
Banco de Portugal e
anas ageucas.
Englsh Bank of the Ri-
ver Pate, Limited.

fTflmn


8
Diario Nova Vork...... G. Amsick & C.
Compra saquea sobre qualauer praca do impe
rio e do eatrangeiro.
Recebe diobeiro em cosrta eorreute de movi-
ento com juros a lazau de 4/o "o anno e por le-
tras a prazo a juros conveaciooados.
& gerente,
JFillain Webstar
Aviso
recebe diuheiro m conta corrate simples
com os juros de 2*|9 p.e ano<>, capitaliea-
dos de 6 em 6 inezesJuuho e Dezem-
bro.
Recebe tambern mlieiro em deposito,
com aviso previo de 80.dias. ou fixo a pra-
zo de 3, 4, 6, 9 c 12 meaos, as tasas de
juros, que forem C' partes.
As cenias j existentes, vencendo juros
por differelites taxas, ficam sam nlteracao.
Recite, 24 de Maio de 1867.
W. 11. Bilton.
Banco de Crdito Real de Per-
uamliuce
e conformidad e com os arfe. 47 o 48 dos esta-
tutos d'wto Bancc. a admiuistracao e comuiisso
fiscal proeederao, n> dia 22 dj correute, a njuio
da, cm urna das salas d'Aesociacao Commeicial
Benefiecotc, ao teicciro Borteio das letras hypo-
thecarias cmittidas pelo Banco, que tcem de ser
amortisidaa, c relativas a i1 c 2' senes.
I meo deliberou premiar as 10 primeiras le-
tras d'aquellas tjUf tore-m sortea las.
i franqueado h ,u-iqoer acciouista.
nnbuco, 1S de Juuho de 1887.
Us administradores,
Manoel Joo dr Amorim.
I d't Silva Loyo Jnior.
Lui: Dupral.
CUMEllS REUNS
* ompaokia Franceza de Xa vega
ioa Vapor
Linha quinzenal entre o H.vre, Lia-
boa, Pernambueo, Babia, Rio ck Janeiro e
Santos
1ITI
OS
PaciBc Sleam Navigalion toaipanv
STRAITS OF MAGELLAl UNE "
Paquete John Eider
Espera-se dos portos do
sul at o dia 22 de Jn-
nb > seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os que dora
eoi diante scguireni tocaran eni
Phmoulh, o que facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encoramendas e diu-
heiro a frite tractu-ie eom os
AGENTES
Wilsou ttons A C, Uinifed
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
Omr
Leilo
importantes movis e um piano

Commandunte Cbancerel
E' esperado da Europa
at o dia 21 de Junho, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
bia. Bio de Janeiro
e Hamo.
Rogase asa "firs. JTportmrieres de carga p.'los
vapores desto IihH,(iueiritni aprcaentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng: ; :;!
quer reclamacilo concernente a volumes, que po-
VHntuibtenham seguido para os portos do sul.afin
de se poderein dar a tempo as providencias neces-
arias
Expirado o referido praeo a compuahu >a n ee
rwpcusabilisu por extravos.
Para carga, paisagens, eucominendas e diuheiro
a frete : trata s-1 com o
AGEN Ti.:
Au&ustf Labiiie
KUA DO COMMEROlO -V'
Cn i Hrntttefra de .Have
gacoa Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos -rtos do
norte at o dia 23 de Junho
depois i i demora indis-
pcusavel, seguir para os
-'na do sul. (Inclusive o
da Victoii i.)
Recebe tambern carga para Santos. Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegro e Rio Grande d >
Sul, frete modic .
Pitra carga, pasogens, encommcudas c valores
trata-sc na agencia
PRAQA DO CORPO SA.v'TON !'.
HOULiSl STAH tW'
De bons e
Sendo:
Urna importante e elegante mobilia de jaca-
randa ti ndo 12 cadeiras de guamicio, 2 ditas de
bracos, 2 ditas de balance, 1 ota e 2 consol*
cm pedra marmor-.
Um piano de armario, 2 cadeiras americanas
(de fantasa), 2 pares de farros fin s, 2 poltronas
estufadas, 1 toilkt, de Jacaranda, 1 dito de noguei-
ra, 1 UvaUorio de dito, 1 importante cama fran-
ceza ce Jacaranda, 1 dita de amarello, 1 gusrda-
vestij..,- de amarillo, I guarda-roupa, 1 cabios de
column?, 2 ditos de parede, 1 toiliet de mogno,
1 columna ct--a> pfdra, i bonitos etagers e 1 cau-
touuira.
Urna banca com estante para eseriptorio, 1 es-
Unte ab-rta com 2 gavetas, 2 eepbems para es-
to Jo de g.-ogra|hi.i, 6 cadeirus, urna meia un bilia
de earvalbo, eutalhada constando de 6 cadeiras,
1 b f.i e 2 baiieaa.
Urna mesa luslica de amarello, 2 lindos apara-
dores de au.aulo, 1 guaidu-l-.-uca. cadeiras avul-
fs. 1 dita debiaf-s, de Jacaranda, 1 sof de jan-
eo, 1j odeicas de ilto 1 u.eca qujurada do ama-
relio, 1 importante relogio de parede, 1 sof de
moguo, 4 quadros grandes com molduras doura-
das, 1 j..ruin, iras pendentes para flores, 2 i'ruc-
teiras, 4 gnalas de crystal, bandejas, garlos e
colberes de metal e inultos outros movis e objec-
tos de uso de urna familia.
(aarta feira 2 9 do correnic
A'SH HORAS
Na casa da ra do Riacbuello o. 9, junto
a cusa de moradia do senador Alvaro
Barbalho Ueba Cavalcantc.
O agente Martins far leilao por eonta de umu
Ilustre familia que se retirou dcsta provincia,
dos imp rtantes movis c rnais objectos existen-
tes em dit-i casi, c-s quaes se tornam recommen
davtis pelo b .m estado em qun se acham.
Leilo
Vapores nacionaes
(NORTE E :;UL)
ilo Sul. Pilotase Poilo
Aleare
Vapor A y mor
(Frotado)
0 paquete Neva
E' esperado da Europa no dia
24 do corren te, seguir, d';
depoU da demora uecessaa
ra para
Babia. Rio
video e
Para passagena
S.
de Janeiro Monte
Buenos %} res
fretes, etc., tracta-se -- os
Consignatarios
idainsonHowic&C.
3- RA DO COMMERCIO N. 3
1- andar
Recebe carga, encommendas
os mesm is port '8
PEREIRA.
N. 6.RA
Este vapor sbi-
la pura os portos
cima indicados,
'epois da indis
pensavel demora.
e passageiros para
: a tratar coai
CARNEIK.O & C.
DO COMMERCIO-N. G
/ andar
llniled SUitev* Rfsl M- 8.8.
O vapor Advance
i.' copciado uos portos .'..
sul at o dia 3(1 de Junho
depois da demora noeesearis
seiruir oara
araoho, Para. Barbados, %
Thomaz c Sewlork
Para carga, passage:ic, lenjid d'.pheir
trefe, tracta-se com ji
0 paquete i nance
Espera-se de N r
News, at odia f> .e Julho
o qual seguir oepj-. el
demora necessaii i pjia
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
se com oe
AGENTES
Henrv mkt k .
N 8 RA
O
/
_OMMERCIO
audai
N. 8
tOp\HI Pf\tJU( t KA
DE
Aaregaco Costejra oor Vapor
PORtOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acaraku e Camossim
i p vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
(OIIIMMIIt ft.US \-Hlti. AS l
DE
Vivefiaeo ensteira por vapor
rORTOS DO SUL
fflacei, Penedo e Aracaj
O vapor Mandahu
Commandante Esteves
Segu no dia 22 de
Junho, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia 21.
Encommendas, passagens e diubeiros frete at
is 3 horas da tarde do dia 22.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhin Pernambucana
n. 12
D
OyCasco, mj;etros reae?, \ergs masta-
i >s ancoras, corrtntes, cabos, vel^.s, moi-
tojs, pbarea, sgulhas de marear, botes
e niais pertcnces do
Lugar alleio fiazelle
Quinta-leira, 23 do cerrente
Xa Assoelat-o o ni me i la I
A's 11 horas em fonto
Agente Pinto
W. Kjiff, eipilao do lugar alleinao Gazelle, an-
corado n'esle porto, onde foi legalm nto endem-
uado na ua ultima Mage.. ao porto do Diamanta
para Falmonth, tara leilao com autorisa^o e em
presenga do c meul do imp-rio alleoiao, com lie.u
ca do Sr. inspei-l i da A'fandeg, cem i.ssiateucia
do empreaao da .i;eama repartida para tote fiai
noraeado, por iu-inacao do agente Pinto e por
cuta e risco de quem pertt-ncer, do lu^ar allemo
Gazelle, ta! qual se tcha ancorado neste porto e de
confoimidadc cem o inventario exilente em poder
ouio agente, .i ra Marquaz de Ulinda u.
bem como 50 saceos coui trigo em giao (varredura
u earregamento).
Ageitc Burlaniitqui
O Remedio do
T>-
r-.r
A.l.-.
V. u:n tonie'i r-ii i i-
p lo eonh..... : .
lo, (aia.n riixi un rcim uio cen
as lenres inaliu'ii.i -. -
\ ein a -mu o /^- ni i .. |j.-i-
er
i-
ira
i
i' lU.-ii ) IHk.. ,l ...-. ,.. ....... ^ (Ir
febniM c'o) Quatrenarias, Internas, de Fri,
Malignas, Intern Remit-
Bili i. ls, .
-
' :-o I:--. Ayer m ni ralis. o
ll, expel
. III i 1 twUie:itc al-
. r:l . .. < i: iffensivo, e
. '
1)11
A v. :
drogara
ii
. J. C. AVER i: CA..
: owell, Mass., !:. C. A.
.: la as riiici i nu u ias o
AVISO
Os fogos de dritieios preparados na an-
tiga fabrica da viuva Rufino proprios paro
as noite8 de Santo Antonio e S. JoSo, ven
derr-sc nicamente no caes Viute Dous de.
Noveinbro, nrmazein da Bula Amr.rclla
n. 36, pelos prejos da fabrica ; neste ar
mszem haver venda lindos craviiros,
(pistolas de todas cores e tamanhos, rodas
simples e singlas, feguetinhos, cstreli-
nlias, etc., etc.
r

1?
a 400 rs. a arroba
Cbeg.u a primeira remessa do precioso frelio
decareo de alg..ia-., o ni-lis b..rato de todos os
aliincnl.s para animacs de raca eavallar, vae^um
suino, etc. O carago deyalgodao depois de ex-
trahida a casca e todcu6 oleo-, o rnais i ico l -
ment que se pode dar aos aniones para os forta-
lecer eengordar cim admiravel rapidez.
Nos Estados Unidos da Aminca do Norte e na
Inglaterra elle em legado (eom o mais lelil re-
sultado) de preferencia t-.o milho <> c ut.os utrelbs
que tilo mui'o ujais caro e uao sito de tanta sus-
tancia.
A tratar no eclfeG ;.ai;u do Cor
pu Sanio. I andar
Massa para lilos
So largo do Carmo n 2, a GU rs. o kilo.
Pilulas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas ilu'ois, cuja prepara^So puramente ve'
jretal, teem sido por mai- de 2 anuos aproveitadas
iom os nclhores resultados as seguintes moles-
tias : affeceoes da ^elle e do figado, syphilis, bou
boes, escrfulas, cbagas inveteradas, eryeip-lis t
^onorrhas.
Modo de uxal ao
Como purgativas : lome-se de 3 a 6 por dia, .t-
oendo-se aps cada dse uin poueo d'a;ua ador..
ia, cha ou caldo.
Como reguladoras ; tome-se um piluin ao juntar
Eetas pilulas, de nvenfSo dos pbarmaeeuticos
Almeida Andrade ic Filbos, teem veridicttun dos
Srs. mdicos para suu melhor garanta, toruanue-
ie mais recommeudavis, por serem um seguro
ourgativo e de pouca dieta, pelo que podem sei
isadas em viagein.
ACHAM-SE A' VENDA
"a drogara de Faria Mobrinliu A
11 RA DO MAKyUEZ DE OLISDA 41
Semeitlt's h caiTapalo
Compra-se grtudes e pequeas quantil.idefl
oa drogara de Fn neisco M. da Silva & C, roa
do Mrquez de Olala n.
Tendo sido lega^nente condeunado por inave
gavel o lugar hl!'a5o Gazelle, ser brevemente
veadio em leilao ror ntervenc'n do agente
Pinte-, b^m como os seua sobresalentes.
Quinta-frira 23 deve tur lugar pelo agente Pin-
to o leilo do lugar allemo Gazelh tal qual se
acha ancorado n'stf porto.
1/CiMo
De 30 barricas com cavada
Terca felra, 9 i do corrente
Ao meio dia
POR INTtRVENCO DO AGENTE
ilfr^ Guouurdes
No armazem do Sr, Aunes confronte c
Alfapdega
Mabbado 95 lo corrente
AS 11 HORAS
Nj 2- andar do s>brido iua do B^rao
da Victoria n. 32
De bms e novos movis
U agente cima, autoiisado por um Ilustre se
nhor que retira-se para o sul do imperio, vende-
r em leilao, ao correr do martello, es bous e no
vos movis existentes no referido sobrado, tendo
urna bonita mobilia completa de j caranda toda
eotalbada, um piano novo e bom, urna mobilia
completu de junco, cadriras e sof de junco,
guarda vestido, mesa elstica com taboas e oval,
tuilet de Jacaranda, cam franceza de Jacaranda,
lavatorio, guarda I0U5H, aparadores com pedra,
armarios, bancos para jardim, cadeiras de vime e
espreguicadeira, urna cominnda com pedra, louca
para jautar e almo^o, vidros, ciystaes, tapetes,
jarros, coi tinas, candieiros, livrcs de medicina e
litteratura e muitos outros arti/os que cstaro a
vista dos Sra. concu'rentes.
Leilo
De caixas com cogosc, ditas com maiseaa. gar-
rafas de vinho de Jampapo, resmas de papel pau-
tado, relogiop, jarres, miudezas, albuns, caixas
com graxa para sapatos, biqueiras pira sapatos,
1 banheiro, 1 machina de fazer pliss, cadeiras
arulsas, guarda-leu;, secretarias, toilette, camas,
marquezas, 1 mobilia de Jacaranda, 2 fiteiros, 4
portadas para janellas e outros muitos artigos di-
versos.
Terca felra. S 1 do corrente
A's 11 horas
Na ra, Estrato do Rosario n 24
Agente Modesto Bdphist
Leilo
O AGENTE JOSNNES
eompetent mete aut rieado por al vara de 6 do
cerrente mez, do Dr. juiz manieipale do ccmmer-
cio do termo de Trubiry, no Cear, Jacome Cuuha
Freir, far bilo no dia 29 do corrente, s 10 ho-
ras da n.aiih.i, na enseada do Par-Cui do mismo
termo e em presenta do dito juiz, do casco e mais
pertenece do vapor Cear, da Compauhia trasi-
leira de Navegacao Vapor, naufragado naguelle
lugar e abaudonad) pela me< ma companhia.
Cear, 10 de Junho de 1887.
Xaropc de cambar guaco e bal-
samo do Tull
reputado pelo phain.aei u' ei J Francisco
Butem .ui L
E' um pideroso preparado para t.d s as aff^.c-
;oes dos orgSoa reopi.atoros, como c .(ariho pu!
monnr, astbma, coqueluche, brc-ucliitf; p.ic-umo
lia, tsica, te, etc.
Cada frasco 1*000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Im oera-
dor n. 38 P, rn.imbuc -.
Arrendatieutodeea-
geuho
ArrendH-se o im^ortauto engeuho Sant. Audr,
sito na frtguezia de Una, comarca do Kio Formo-
SO, quatro le-as de aneiros, pt-ito de abar-
que ; cese engenho, que um oprimo eng oho
d'agua, e um ds meibores da provincia, al< in de
outrsa vantagens que offerece, recommi-i.di-se
pela fertilidade e extensao de suas tcrnis. que tem
capacidade para safrijar n ais de 4,01) i, s, e
pelas suas excelleutes obras de pedra e cal, inclu-
sive urna magnifica caa de vivenda : quem qui-
zer dirija-se ra do Imperador n. 40, armazem
de mercearia.
Ao conimercio
Santos, Filho & C. fazem publico que compra
rara llvre e desembarazada de todo e qualqur
ouus, a taveina sita ;'i ra la ConceicSo n. 11,
pertencente a Joao Francisco liamos da Silva :
quem sejulgar, poia, cred.r, queira npresentar-se
deutro do prazo de 3 da a contar da data deste
ua referida taverna.
Keeife, 21 de Juuho de 1887.
Santos Filho & (..
Joao Francisca Kamos da Silva.
Enfermirlaes Secretas
BLEHORRH AGAS
GONORRHEAS
FLORES CHANCAS
corr HiEraros
recentes ou antigos so curados eni I
poucos dias em segredo, sem rgi-
men nen. tisanas, sem cncer nem I
molestar os orgaos digestivos, pelas|
e injecgo de
DO DOUTOR FORNIER
Cada Plala tem or PIULAS, 5 FH. UUEceSo, 4 rn.
PARS, 33, Place de la Mn:lcleine
iMeiialhadeORO, Parii 1
Lawn Tennis
E. F. ii. r
The final ti- r.f tl|. M-.y M nd
place, weatber permitt ig, i Mr
at 4 pin ou june 24'th.
cap will
F. I vt:
take
c jiirt
Pede-se ao Iilm. Sr. Dr. engeuheiro do tratego
que teuha a b, nlade de b^tar um carro de ter-
ci ira visto si r um pouco cara a segunda c'asse.
Esperamos ser a'tendidos.
Victoria, Ib de Juuho de 1C&7,
A pobnzaque anda a p.
Semen.es e arrpalo
Compra-se na fabrica Apodo ra do Hospicio
numero 79.
A General .Me- tiug -'.II be
Qu irters, at 8 pa un Juno
h,ld at tlie Stall
!">"'h to fiam the
club regnlatiors and foi othei business.
A. VV. Stonebewer Hird.
llon Sec-
Alinalo
Tiutur.-ria
tttMHfcttaatfflBaHMWgaaB|
MOLESTIAS
CORACAO
Asma, Catarro
OXJie^. CERTA
COM O IVPUOO DOS
I Granulos Antimoniaes
D PAPIU AUD
Bslatarl* Unmil da Academia de Hediciu 4* Farii.
Anrorados pela Juta de Hygiene do BraxIL
Oers-ae exigir obre cada Fratco oj nomu dt
E. MOTJSiTISrv Se L. PAPILLATO
DI PSITO OBRAt
Pbarmacia 6IG0H, 25, re Conjlllari. PAAIZ
Pernambueo Mil Iv da SILVA i f.
AVISOSI DIVERSOS
Aluga-sc casas a 8000 no becco dos Ce
hos, junto de S. Goajallo : a tratar na ra d;
Impcratriz n. fifi.
Os abano assignados mudaram o seu eteri-
ptorio de advogado e solicitador, da casa n. 38
ra do Imperador para a de n. 69 mesma ra,
sala da frente.
Mam el J^aquim Silveira.
Joao Caetano de Abreu.
Aluga-se a casa n. S Passagem da Mag-
dalena, passando a ponte grande, com muito bons
commodos internos e externos, com agua encana-
da e sitio com alguns iirvon dos, cuja casa acha
se concertada, caiada e pintada ; a tratar com o
commendador Albino Jos da Silva, ou na roa
velha de Santa Rita n. 14, sobrade
Precisa-se de ama ama que cotinbe teme
compre ; na roa da Roda n. 20.
Seguc no dia 21 do
Junho, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 20.
Encommendas passagens e diuheiros arete at
As 3 horas da taide do de da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambnenia
n. 12
Companhin Uahiana de navega-
Cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Jrenedo, Aracaj.
Estancia e Babia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
Segu impreterivi-l -
mente para os prtos
cima no dia 22 de
-Junho, as 4 horas da
tarde. Recebe carga
rnicamente at ao 1|2
dia do dia 22
Para carga, passagens, encommendas dinbei-
ro a frete, trata-sc na
AGENCIA
7tiua do Vi'jario7
Domingos Alves Matheus
Agente Pestaa
Leilo
Da urna imprtanlo cana terrea 9ta roa
de Lomas Valentinas n. 34, outr'ora do
Fg> pertencent ao inventario de Ro-
dolpho Mamede do Amsr.l.
O agente Pe.-tan.:, antor-shdo por mande do do
Exm. Sr. Dr. juiz de orpbaos, com assiotencia do
mesrao, ea requerimento de Valeriano Jos Vi-
tal, vender a ixtellente casa terrea cima men-
cionada.
Quartajeira, 22 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
Na me.-na occosio vender o mesmo agente s
duas casa9 terreas 91'tas oaesma ra ns. 29 e
31, tendo cada um. os commodos aeguintes : 2sa-
las, 2 quartcs, cesinha e quintal, reu.. 'o cada
ama 14/000 mensaes.
Le4o
a arma^ao, utenoilioa e gneros do depo-
teiros, um cofre, una grade de ferro
para porta, oaudieiron, encanamento
de gaz, existentes na taverna sita ra
Imperial n. 151, pertencente a massa
falliia de Juan Benito Rodrigues.
Ruarla felra 99 de Junho
As 11 horas
O s^o-Je Gusoio, auforisado por mandado d-i
Exm. 't. Dr. juiz cjs direito do commercio ea
requerimento do Dr. curador fiscal da maesa falli-
da de Juan Bmito Rodrigues, far leilao da ar-
maco e mais objecios cima deecripto.
Em nm ou maie lote.
Recebe-se encoamendas de bolos e cangica
psra os dias de S. Jo. e S. Pedro, e vende-se ex-
cellente massa para bolos, por preco muito m-
dico : ra Matriz da Boa Vista n. 3.
AMAPreciaa-ae de una para casa de familia
competa de tre pessoas : tratar na ra do Ca
pito Lima, im Santo Amaro das Salinas junto
refinacao.
Aluga-se a casa do pateo de S. Pedro-novo
em Olinda, mui:o fr na do Mrquez do Herval n. 23. Na mesma casa
offerece-se urna professora para primeiras k-ttras,
flotes, nuisici e piano.
Precisase de urna ama para casa de pouca
familia, e tambem na mesma casa tem paia alu-
gar-se um e*cravo pardo. del7aunoa, muito pro-
prio pora criado ; tratase na ra Nova n. 14,
collegio de Santa Luza, 2- andar.
Precisa se d urna ama ; na ra Bella nu-
mero 35.
Na engenhoeu Bemfica preciaa-se de empre-
gad s ; a tn.tar na mesma, ra Real da Torre
numero 21.
Pliar; acia
Extracto fle Malta Qb Kleuer
Preparado
DE
ni moi ..is \vi:i>i>(Ovii: &<.!
CHIMICOS DE LONDRES
Um podeoco agent--igi s-ivu aeimilativo ; um.
alim-nto nutritivo, cspecialmt-niu doptado para
os ecf rmos e nao; un grande tuccedaneo do
aceite de fig.ido de baca Ib c.
O Extracto de Malta de Keplej um alimeuto
perfeto em si mesmo e conten, Udos os principios
digestivos e nutritivos da c -vada, isto phosiha-
ti-s, maitosa, distriua, albmina e o importante
quauto poderoso acceisorio digestivo chamado
Uiastase,podendo-sn assiui dizer que .- m a in
troduccao do Extracto de Malta, como agente the-
franCeza nn
DUici i -
Tinge se e limpa se e
i. qutiidade deestef- e tizend
obras, chapeos d.- feltro 11;
mofo das fazmdas, o t'-d > i
meio de aperfefiado machinismi.
mmm*mmmmmmmmmsmmm
i!c S. redro
G.
;'c:11 loda
s em preces ou em
C palln., lira-ie c
teit p01
Ca
rapeutico, se ha produzidc urna revoluco no trae-
tam.nto de certas cntermidades da uutrico, ope-
rando especialmente ua dyspepsia, uiceragao do
estomago, cancros do istomago, debilidades, con-
valecencias de eofermidades i gudas, vmitos e
gastro-enterites das criaucas, nmrasmop, affc^oes
iserofulesas, tuberculosas, etc.
nico deposito
34 -Ra do Rosario34
Pharmacia e Drogara
B.iRTilOLUMEb' & C. SUCCKSSOKES
l-'i-a iicisiii tuloi.ii) da Sa
valranle
Mara Rita do Livramento CaValcantc, seus ti
Ihos, geuros e netos, ri n len lo culto m mor i d
seu sempre chorado espoS', pai, sogro e av'
Francisco Aut->uio da Silva Cavalcante, mindam
1 celebrar urna missa pelo eterno descanoo do mes
nio, ua greja di Santa Cruz, s 7 horas da ma-
nba de quinta-f.ira 23 Jo corren".e, trigsimo dia
de tao infausto acontecim ul >, m istr in lo se desde
j recjnbecids para e m os parentis e amigos
que se dignarcm assistir a este acto de candade
ibrista.
Ama
Hua lo Impe ador n. 3S
Jos Frt neisco Bitteneourt, antigo pharinaceu
tico da pbarmacia franceza ra do Barao da
Victoria o. 25, avisa a seus amigos c freeuizes,
que se nehu na pharmacia cima, oudc esper>:
continuar a merecer a confiaufa que felizmente
depositaran] un seus trabalhos protesaionaes.
Repblica
g'Aluga-se barato o i" andar da casa n. 9 ra
do Hospiti.l Pedro II (lu ;ar dos Coelhos) com 5
quaitos, 3 ralas e cosinha, cuja casa .icsta-ee
para numerosa fsmil'a ou para estudantes, muito
fresca, vista magnifica e prxima dos banhos sal-
gsdoe ; a tratar na casa inmediata.
Peitoral de Cambar
()
PREgOS
as agencias : frasco 2500, l|2duzia 13/ e
duzia 24/000.
as sub agencias : frasco 2/800, Ii2 duzia
15/000 e duzia 28/000.
Agentes e depositarios guraes cm toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva & C, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
Precisa-se de urna ama pira tomar conta de um
menino de 1S m-zes, nao mama e nao 'em mai, s
tem pai ; a tratar na ra velia de Santa Rita nu-
mero 7'i
a Co I
Inglcz de
Amas
Preciia-se de duas amas para servici de quar-
tos e eogoinm.ir, dormiudo em cas-i ; na Ponte de
Uchj, sitio de Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
em frente a estaco.
llene ii|:ii'ta
oSonsa
desembargad,.r M reos Antonio Rodrigues
de Souza ausente) e Domingos A. Alves Ribero,
sua mulher, irma e irmos, mandum resar urna
mis a na matriz dn Boa Vista, n i di:. 2 do cor-
reute, s 7 horas da manhii, stimo da do falle-
cmento de sua presada filha cuobada c irm.
Agradecem desde j 'odos os fiis que se digna-
rem assistir a ess-1 acto de can-Ude religiisi.
D-se trra
tenc2o n. 31.
para aterras ; n& ruu da De

s
p
Cosinheira
Piec'sa-se de umi cosinheira por-i casa de pe-
queur f.-.milia, em Olinda, paga ae com generosi-
dad-. ; atratir ni Recife, na cit-cao da ra da
Aurora, cem o Sr Brito bilheteiro, ou era Olinda
com o Sr. Marcolino na estar;c do Carmo.
Vende-se
massa pora bolo a 60J rs. o kilo ; na ra do Bom
Jess das Cnoular, taverna do Cruz n. 21.
Espada
Vende-se urna importante espada para oficial
de guarda nacional : na ma do Mrquez do Olin-
da n. 19.
Mad
uro
as es
5* _
^i 2 S| }-o-{
ge ft'srh^i
g a e
5 S ^
?>-

- as
eres C^
Aloga-se urna casa na trav.ssa de Joo Fer
nandes Vivir n 47, com um pequeo sitio ; a
tratar na ru-t da Aurora n. 65, das 10 s 11 ho-
ras.
AMA
Preeisa-se de ama ama para lavar e en-
gomuiar em casa de familia: na ra do
Riachuelo n. 13 so dir.
N plifun ;>; i:, c drogara de A. Calumby,
apromptam-se quaeequer medicamentos c recei-
tuarics c m todo o aseeio, perfeico, actividade e
modici! de de procos.
A S5

s p a SL
5C
e s*- p S
e 9 e
5C S *
5flg
** f ^ ylam-

Ao publico
0 abaixo asatgnado declara ao Illm. Sr. Dr.
jut'z ae direito da comarca de Oiioda e uo publico
que contin i a aasigoar si Jacintho Dknizio Go-
mes do Reg e nSo Jacintho Gomes do Reg, cerno
o qualificaram jurado. Olinda, 18 de Junho de
1887.
Vinho puro da uva sem confeicao, proprio para
mesa, urna especialidade.
Lindos cartes
com marmelada ciyitalsada e amendoas coofei
tadas, proprios ara prcsmte.
Grande sorlimenlo de obras de
vime, como ^jam:
Cestas para compras.
Balaios para papel.
Faqueiros.
C. ndi {as.
Costureiras.
Bala'os para roupa soja.
Bersos
Cadeiras para bomem e criaoea.
Tamancos do Porto
para bomem e senhora.
Semenles novas
de hortalizas e fbres.
Pocas Mendes fe C. ra estreita do Rosario
n. 9, junto a igreja.
Jum llarin de Henear
Mauricia Mara da C ncuicSo, Jos Mauricio
de Alencar, I andido Mam icio de Alencar, Domin
gas de Sillos Feriira de Ai. ncar, Flcrencio
Mauricio dt Alencar, Luiz de Drummond e Anua
de Alencar Drummool, mulher, filbos, ora e gen-
ro de Jos Mara de Alencar, convidara a todos
os pareutes e amigos do finado pira assistirem as
missas que pJo seu eterno repuso mandsm ce-
lebrar no dia 22 do correte mez, no convento de
N. S. do Carmo, pelas 7 linas da manha, i an-
niversaro de seu infauat i passamento, e desde j
se confessam euminam^Dte affiadecidos,
Joaqiiim Pantiileo de Barros e
Uva
Antonio Secundinode Barros c Silva, JosMo-
reira de Barros e Silva c Joo Baptista de Barros
e Silva, flidos pela irrcpsravel perda d? s.u tio e
araigo Joaqun] Paut.il o de Barros e Silva, manj
dam rezar urna missa no di. 22 do crtente 15 de
seu passamento ua cayella do cegenho RibeirSo,
s 10 horas da mauha, e para cjse acto de reli-
fio convidara os seus amigos e prente e os do
nado, sgradecendo desde ja aos que compaiece-
rem.
Declaro que a casa do Sr- (milio Siares acha
se exclusiva ente cargo de sua curadora e que
por modo alguui ioteivirej as questoes que se
suscitarem, de vendo quaesquer reelamacoes serem
apresi miadas me.ma curadora cu ao Dr. juiz de
erpbJoi. Recie, 18 de Junho de 1887.
A, Ducasble.
Cosinheira
precisa se : ma de 8, Jorge n. 139, 2 anlar.
P* CLEflY Vende-se em taii i mrt
Amalla .Veve Uc/drlgiien
Francisco Eustaquio Rodrigues, Gertrudes da
Silva Neves e Adelaide da Silva Neves, ree.onhe-
cidos acs amiga e parentes que acompanharam
ao cemiterio publico os reatoa mortaes de sua
sempre lerobrda mulher, fillia c irma, Amalia
Nev< s Rodrigues, coiivatc. aos meamos para as-
sistirem !.s miesas que por alma da mesma terao
lugar na terca-feira 21 do corrente m"z, pelas 8
horas da manh. na matriz do Corpo 5i:;i:to e ca-
p-. lia do p voado de Apipucoe.
Tendo umiargedora da iimandado <' -'otn
Jess dos Affl ett e, na igreja de 8 Jos do rioa-
Mar, de mandar celebrar urna missa p*' alma de
D. Mauoellu (olbermma meso irmo d.finidor. Manoel Goaei o Paiva,
trigsimo dia de seu falleeimento, qui.t -eifi 23
do carrete, pela 7 horha da manhj, convida a
irmandade e a familia da fallecida para assisti-
rem a rste seto de religiie parida de. ________
naja-1


I


Diario de fernainoncoTerca-feira 21 de Juuuo de ISH7
G FERRO
BRAVAIS
A.B peasas anmica a en-
/raouecidas por un empobre-
cimento do sangro, a qaem o
medico aconselha o emprego
do /erro, eupportio sean can-
sacoaoumas GOTTAS CONCENTRADAS
de FERRO BRAVAIS, do
preferencia a quaesquer on-
trn preparados ferruginoso*.
0 FERRO
RRAVAIS
nto produa camhru,
cnnaagonoeatomago.nemdimr-
rhea, neja conatipaglo, Jfao
tm abor algum, nem chairo,
naTo commuDica chairo nam-
hum aaua,nemaoviEho,nom
a oualquep liquido cora que
pode amr tomado. NVItCA,
ENNEGRECEOS DMNTES.
0 FERRO
/iflmjwlIWa,, aaVieSo
tao coflunon entre aa mooaano
mninwda foroia{lo, n Ane-
tniet, m Chleronis, aanuncin-
doree da mor parte de.* afTei-
chrmcas, eio combatidas
a mador afflcacia pelo
DDAT7AI? S"
DIiil i Al sstfr '
0 FERRO
BRAVAIS
Iteatittie no aanytie a
eolormfao. qstn perdis
fta mol esla.
NUMBMIvAa HVHTAposs
Kxlglra Grma
R. GRAVIS
Imprimida verme-lija
Dcpoiito aa c6r parte das lk'".
Alugasc barato
Ka V-sconda de Itaparica n. 43, armazem.
Ba Con riel Suaaauua n. 141, quarto.
Rua de Santo Amaro a. 14, loja
Raa do Tambi n. 5.
Bus do ChI -ibouco n. 4, loja.
rrat-8en rua do Cowmercio n. 5, 1* andar
aoriptorio de.Stlva (iuinuriea C.
ama caa com sotao, edificada a moderna, con
ocommodaco para familia, sitio pequeo, entra.
at doaa estacoea Jaqueir e Tamarineira.
Ol'TKt
Urna casa nova em frente do Sr. Thom, proprra,
para, pequea familia, entre Jnquera e Tamtiri-
oeira ; a tratar na raa Primeiro de Morco n. 26,
loja de joiaa.______________
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar, para casa
de duas pesabas ; ua ra do Livramento n, 22,
saguudo andar.
AMAS
Ataga-se
o grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, com bag-
lantcs trras para plautscoes e muiros arvorodos :
quem pretender dirjase fabrica Apollo, ra do
Hospicio. _^___
Aluga-se
a arromen) do sobrade n 16 da ra do Bom Je-
ss, freguezia do Recifc, e a casa terrea n. 12,
na travissa da >ua da Concordia, freguezia de
Santo Antoqio ; a Uatar na raa de Marcilio Das
a- 32, lija de mindrza*.
Abura-se
um sitio prximo a estacao do Caldeireiro, com
uasa e ecmmodoa para grande familia, j^rdim e
muituB fructos, agua e cocheira ; a tratar na rifa
do Livramento n. 2, loja.
Kn^isrio (iilamly
Arreuda se por cinco unos o engenho cima,
Situado na comarca do ioaito, moeate e correte,
asm todas as suas pericias, pode safrejar para
mis de 1,500 pues, dista da estac,3o de Catende
lcgii c meia ; a tratar na ra do Imperador n. 61,
segundo BDdar.
Precisarse, da duas urna, para cosinhar e outna
para lavar e engommar : na ra da Uaiao nume-
ro 13.________________________________________
Precisa-sa de urna aras de mera idade e de bons
eostumes, para cosinhar e lavar para duas pea-
soas ; quera pretender dirja-se ra* do Apollo
n. 48. 2 andar. ____________ __________
"^ Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e enaa-
boar ; a tratar Da ra da Ponte Yelha n. 16.
Ama
Precisa-se de urna sma que seiba cosinhar ; a
a tratar na ra da Amizada n. 10, CapuDga,
PIULAS
JURUBEBA1
BARTHOLOMEO a G4
Pnarm Pernambvco.
Curio a Anemia, Florea branca,
Falta da Menstruapo,
I Debilidades -Pobreza de sanana i
cisrir a, a.oeaojxiertxix-ai. t
7t?t*U%*t>r*e.t.eC(3,.
M
assa
bolo
os
Ama
Precisa-sa de urna ama para todo aervica de
casa de familia : a tratar na ra do Baro da
Victoria d. 7, 2- andar.
Cosinbeira eserava
Precisa-se de um cneinheiro escravo, para urna
casa de pequea familia ; a tratar no caes da
Compauhia n. 2, eacriptono.
Precisa se de umcria-lo escravo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar no caes da Compa-
nhia D. 2, escriptorio.
para
Oqueba de ai^rhor neste genero; Tendera Bra-
ga d o moa d- ra do Marque* de Oiinda nu-
mero 60.________J _____________
Hdame v ireinou ou a Chave
v do futuro
jJjEste engracado e espirituoso livro de sortea
para os tres festivos das de Santo Antonio, S.
Joao e 8. Pedro, vende se na Livraria Parisiense
a roa do Imperador D. 75.
Por 200 ra. encentra rio os que se quizerein di-
vertir um livrrrpara dar boas gargalbadaa.
E'bt. em Oiinda
Cabriolis
Vende-se dous cabriolis, sendo um deseoberU
e outro ooberto, em perteito estado, para um os
dous cavallos; tratar raa Duque de Caziac
n. 47._________________________________________
Grande sortimento
DE
Fog&s e sutes
para os festejos das noites de Santo Antonio, S.
Joio e 8. Pedro.
Ultim lorUe
Vendo-no por presos muito rasoaveis e faz-se
grande difFerencaem porcio.
il.Buadu Baro Ua Viclortav fll
______Loja do Smiza
LTramento Af.
vendem cimento port'aud, marca Robins, de 1
qnulidade ; no caee do Apollo a. 45.
OLEO FIGADO BACALHAO H0GGI
Sem cheiro nem gosto dos Oaos deFlgado de Bacalhao ordinarios.
tjite Oleo natural e puro de urna efflcacldade certa, contra as Molestias da Patio, I
"^ foMtia, Ooaatlpaaes, Ton ooraaaeaa, rumore, vlandalartoat I
6 tamben etucaz para forttaoar as Ortaaaaa fraoaa e delicada..
Devc-ie wiffir o norte it BOGO, e de mal* o certificado do Sr LE8UBDR, Chtft ioi,
TYaoaiaot mmim *a Pocuidoie ie Medicina a* Paria, que val lmpresso no rotulo colado
em Oadra vlra trlanaular.-O OlUiBOM reoda-ws emtodaaas prioctpaes Pharmacla
A nao. mmim na as rotula a alta aa*i 4. gacersa Francr*.
Caixciro
Capuana
Precisa-se de un caixeiro com pratica do mo-
Ihados, de 12 14 annos, que <1 fiador de sua
conducta ; a tratar na ra do Visconde de Gny-
unntt n.62.
Alng^-ae a tesa d roa da Aanizada n. 32, con
npucos commados, e barato, tein quintal grande e
eacimba ; a tratai na na vilhu de Santa Ria u.
14, sobrado, das 8 herss da manha ao recio dia,
e das 4 horas as 6 da tarde.
Preparo-se comidas
er ni t do i '. fu :
Obtra qualqtl1 r [ irte
nr/rneir.) anoar.
ie no1 20 00 do que um
i o un ..' de S I'c l.o n. 'i,
A quem interessar
possa
Prfcvine-se a quem se julgar credor de Francis-
co de Souaa Duurta pnr qualquer titulo, para que
un praz-> de -0 il'se, a contar da dt:i deffe. apr-
sente suaa contas a i'ia da Uniai n. 54, para
sei-i-m Ciifendas. Recifr, 11 de Jnnho de 1887
Antonio S. D-iar'e Ferrara.
LOTERA DES. PAULO
Sorte grande
10:OO$000
7
Pastagens em caeros para l^uaraas, Goyanna,
Itamb e Peiraa de Fogo, na provincia da Para-
byba, nos dias desabbado ; e em outro qualquer
dia ou noite a quem fretar ; nos pabbados segu
o carro o mais tardar as 5 s da tarde, na co-
eheira da ra d^ S. Sebastiano o. 18-A, uo Vara-
ilouro. junta a l'ja dos Srs. italuinos Frapcisco
Nigro & C. ; serao bem servidas os passsgairos e
tein din modos para peinoitarem ou guardaren ag
suas bagageiis enmo segu-ao;a Oiinda, 14 de
Junho de 1887.
Jos Qoncaiv.es do Andra,de.
4e mam
Apparelhos econmicos para o cozimen-
te e cura. Proprio para engenhoa peque-
os, sendo modiew em proco o ef-
ettvo em peraci**-
Pqde-se ajunti.r aos ebgeuhos existentes
do systenia velho, melliorando muito a
quadade do assnar e augmentando a
quaUdade.
OPERAgAO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou eogenhoa
maohinisroo aperfeijoaio, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
Especificares o informagSes cum
Browis '.
5-RUA DO OOMMERCIO-5
Tinta preta
INALTERAVEL
E
(OHHlMCtTlVt
____
PHARMACIA CENTRA ,
38 Ra do Imperador 38
l'eriinmbneii
Terreno
Vende-Be um terreno confronte a estacao do
Principe, estrada de Joap de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicerces
para 3 casas; tratar na raa d'Apollo n. 30, ppi-
eiro andar.
Leitura para senhoras
Brocbee mkelados e douradoe a 2#0C0.
Bonitos gramp s dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de galoes de vidrilbo.
Grande variedade de leques de setim, a 4|0t0.
Frisadores americanos para cabello a 3/000 o
maco.
Setas de pbantasia pira cabello.
Bonita collecco de plisaos a 400 ri-.
Brincos, imitac,ao de brilhante, a 500 ris.
Aventaes bordados para crianzas a 2000.
Chiceos de fustao e setim paca criancae.
Sapatos de-meriu c setim em, d.em.
Meias brancas e de cores, fio do Escocia.
Pomada de vazelioa de diversas qualidades.
Sabcnetes fiaos de vazeliua, e altaee.
Extractos finos de Piuaud, Guerlain e Lubin.
Lindas boleas de couro c velludo.
Fichs de 15 psra seubora a 1/800.
Sapatos de caaemira preta a 2/000.
Tesouras para costura, de 400 ris a 3/000.
Pacotas do p de arroz a 300 ri3.
Fitas de todas as qualida les e cores.
Immensa variedade de b .toes de pbantasia.
E mi i liares de objectos proprios para tornar urna
senbora elegante, e muir .s outres indispensaveis
(j,-.iitraes P*"1 uso ^aE amilias, tudo ror precos admiravel-
' mente mdicos.
do R
DIYlDimS EM BECIMOg
A' venda : loja da Esmeralda na
. Serve para eecripturuvau mercantil e
: quatro copias de urna vea
d tres
Na Graciosa
RA DO CRESPO N. 7
Iuarle A C.
Lotera da Provincia
Ser breve annunciado o dia da extracto
a 7.a lotera em beneficio da matriz da Boa Boa
listado Rccife. moconsistorio da igrejade N.
S. da Conceif o dos Militares, onde se achara
o expostas as urnas e as espheras arrumadas
em ordem numrica a apreciado do publico.
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faculdade ds Msdicin.i da Pars. Premio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as Je Cerebro e contra as affeecOes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpitacoes do Corago, Epilepsia, Hallucinagao
Tonteiras Hemicrania, Aflec^Ses das vias urinarias et para calmar toda
especie de excitaco.
1113 Um?. explicado detalhada acompanht cada Fratco.
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN Se Gu
de PARS, Que se encontrao em casa dos Droguistas et Pharmaceuticos.
20:000
Cobrado a vender-se
Vende-se o robrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se coin o corrector Pedro .Jos Pin
to, na prac do Commercio.
Negocio volante
Vcude-se
movim-nto
ro 8.
um c"-smorama grande, com vistas e
a tra'ar na ra da Imperatriz nume-
i
Larga
osario \
24 A.
Extractan h 20 de Jnnho.
MARCA DE FABRICA
^3
1 fllt
emmmT
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4
y?
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VITO D*CBKfS iKfHA MMESIAn lACtO^fOS^l-
ETOEFT, MMIIM TITRE ET ALCfif'' :-^CESwERE^j
AT i'H'tiSzSZgS'S"'
NOTA Para citar s ntrifacftea, so s- dte
I tioas to r.dr.
0 tr Cnbaues. Poras, c

$. -/'/.,
yiNHO
no
D1 Gabanes
DA- "ABANES
0 Vlnho c O' Cabanes, subinettido 4
ilc Medicina de
um tnico
cae r. i unsti-
:.'ii :. ".-., 'jue d ao
' .-;
"Src .asean, Gurard e Vel
peau, .rui i .-iiculdailedu Medicina
re eitain todos os dias com o
res >lnTraquenlas por
traballio.prazeres,
iiuientacao
emame 'dicaz centra
/ t.byipepiiai.GastritU,
lliima Rovidade de fogos
e sones
Offerece-se aos amadores, para oa festejos das
noites de Santo Autonio, S. Juao e S. Pedro, um
jompleto sortimento destes artigos, que vcude-se
por precos muito razoaveis, e faz-su grande diffe-
renca em porcao : na ra do Rangel n. 2, e rt|a
estreita do Rosario n. 23.
i
Garante-se a chave
Liquida-se o resto de calcados e brinquedos da
leja n. 16 da ra 'o Barl-i da Victoria, e garan-
te-se a chavo a quem c -mprar os fiteiros.
; nado
Precisa-se de um criado : a tratar na ra do
Paysaud n. 19. Passagem da Magdalena.
j To i
Perden-se
urna lulseira de curo eom eadead, presume-ae
ter sido so saltar do bond da Magdalena, na rua
do Imperador, ou d'ahi i.t o mercado de S. Jo.-;
grafifica-se a quem a tiver achadu e lvala rua
do Imperador n 83, 1 andar.
Pr suno de Lamego
Novo, ebegado ultimaueiite, tem o Kibeiro. e
vende por 1 5< 0 o kilo
P echinchas!!!
S3o as seguintes qiu- se liquidaii na acti-
g& casa
CARNEIRO DA CU-HA
CACHEMIR S au ptuan-io, lindas fa-
zendas paia vestidos a 400 e480o cuvado.
MERINO-'S de cores lindissimas, duas
larguras a 800.
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Exlnccao o dia 23 B afcal *al *1 ^nW
1 premio d 20:0000000
1 i . . . 2:0000000
1 t ) . 1:0000000
2 . 5000 1:000-?000
-i i) . 200A bOO0OOO
12 j . 1000 1:2OO0OOO
20 . 50 1:0000000
2 apprfxim;-3es par^ os
nmeros anteriores e
posteriores ao 1. pre-
mij . 1255 2500000
2 ditas tfr-m, Jera ro 2. premio 1000 2 ditas dota, dem r.o !. premio 4' 0 '9 pr.'mios para a centena .." N >00f 80000*
em que taiiir o primeiro premio !0 99 ditos par-- a d'*in ;o segundo premio 1"0 l:4S50OOt 9900006
W'J ditos p .ra o final da
ultima lettra em que sa-
liir o oprimeiro premio 50 4:995000(1
7ESD811-S3 VAS CASAS afiIOS:
Jos Joaquina ii. Costa Leite, rua do ij.iia; > Vic'oria n. 40; Bernardino
> (la
Lopes A'.ncira, ru:t Lirga do R-isa/io o. 36; Marti.-s Fiuzi
Jlaryo n. 2 1 ; Joaquim Piros la Silva, rua do Cabug n. 16
Santos Port, praja Ha Iade|)endeuiia ns. 37 e 39.
C rua
Antonio
iineiro de
dos
Augusto
Telegramma
lia rc.-u ca- is de Anemia Pa lo mugue. Eteri-
lidade ..../--. u tgrecmento
Tiaica p almenar, Fe'ores tercas, iue.-^itt nt-.s, Paloaires. Enaemlcaa e
Epidmicas.
O viniio do i' Can- i senvolre as torcas, activa a
inendave .. us convaleacenoaa.
Faz ret uta a sccreeo do leite nos
nulri"C3 i .i ii as a iiilluoiH-i.i dos seus ].rln-
clpi' -'-..- lepsia,
recorrer um torneo poderoso, que
' s.
intagem os liiiuidos pe como absintho,
veril outli. etc. antes e luarin .. -. como anti-epide-
mico c antidoto da febre amarella. Vomito e outras Molestias troplcaes.
Deposito oeral: TROETTE-PERRET, 264. bonleard Voltaife. PARS
Deposito? em Peniambueo : FAN" M. da SILVA e C' e as prlncpacs pharmaclasj
O 8r. M. T. de A. S. venhn dar cumprimentu
sua palnvra na ro do Imperador n. 55, do cou
I trario o publico ver s.'U nome per extenso
jornaes desta eidade, cu razao por que.
nos
Canella
Compra-se em i-.uIo oa .1
rua larga do Rosario n. 34.
[uena ror.io : na
YENDAS
LOTERA DO CHARA
15:0001000
EXTEACCA*5 INSTRrvN^FRBIVeL DO 12." SOPTEIODH 3.a LOTERA
Qaarta-feira, ZZ U corraatg
Os liilhetea desta acreditada loieria
acham-se venda as seguintes casas: Ruda
da Fortuna, rua Larga do Rosario n. 36;
tasa da Fortuna, rua Primeiro de Marceo
n. 23; Casa Feliz, prsuja da Independencia
ns. 37 e 30.
Tetegramnia e lista do dia da extracto
= Vende so a tsverna da tua da Detencao n.
35, livre e desembaravada de qnalquer ouus :
quem qnizer dirij i-se ao mesmo estabelccimento,
que achara com quem tratar.
Vende-se
na Cambado Cmmo o. 10, especial massa para
b' lo, seccK e miJha la.
Assiir.tr refinado
Vende se na refinara da rua do Coronel Suas-
I suna n. 7, em arroban por preco commodo, e em
kilos, 1 sortc a 240 re., 2 200 rs. e 3* 160 rs.
Ilcqhune348._____________
Vende-se
um tilbury em perftito estado, com eoberta d|
tirar e b> tar, cora cavallo ou sem elle ; na fabri- j
ea de car'os ru de Joao do Rtgo, antiga da
Florentina, p-r preco b-.raao.
BRAMANTES le
10200 o metro.
DEM ce linho puro, 4 larguras, 20000.
BORDADOS de cambraia a 10000 a
peya.
MAUXPOLOES pelle de ovo o ameri-
canos a 60200 e 60510.
ESOUIES pan c,.saquiobo8, 12 jardas
4000 o 40500.
CASEMIRAS p ra mapas de orianas
a 800 rs. o covado.
DEM diagonal e de coros, 2 larguras,
a 20 e 2500.
CORTES de fustao para coletes a !;> <
10300.
DEM de iaee< ira a 20500 3^000.
CAMILAS ingl-zs i 360000 a duzia.
GUARDAN \K)S fo linho a 30OUO
a duzia.
LENCOS de sotin^tas, finos, a 2i)5'X)
a duzia.
MEIAS eruas para homena a 20500, 40500
e 60001) a ouza,
CEROULAS bordad s a 120 e 180000]
a duzi i
CROCHETS, gurnisSo para cadeiraa e j
sof 8-^000
ORINALDxS e veos para noivas a 90
e 120000.
CAMISAS para senhoras a 360 e 480
a duzia,
Sortimento completo de to las us faz n
das proprias para uso domestico.
Dio amostras.
As vencas em grueso tm o descont d
prac;!.
49 Rua Duqne de, C C si a .
PHARMACIA PIftHO
E
S.PINHO & C.
51Rua d Baro da Victoria51
Esta :./ cia recentomente eetabeleeida aeha-so em condic5-s de satist'azer
com prompiiaao a escrupulosa fiddlidade :.s exigencias dos Srs. mdicos e do publioo
:n g que encontrar u'ella un: completo e uovo sertiraento da drogas, media-
mentos -vlt: toa chimicos, oh-r :v etifi:os oacionnes e estrangeiros, garahtindo-ae
modi
pi l'o.1
Panorama de Li? boa
i ni \m
Vende-se na Livriria Eefinomica roa
Crespo, e na ly'hi.graphi-: d Manoel Joaquia
Miranda rua Duque de Calas.
Preco- 24000.
do
de
WHISKY
*OYAL Bi,END marca ViAD
Ere excellente Whisky Sst*Mei .irn
to cognac ju attu .rden.t 1<: >-anna, par. orttficc
i carpo.
Vende-se a nteib ans a. Iberas armaten
oolhados.
Ped> ROY AL BLEND oaarcn VIADOcajo*
ne e emblema sao registrados para todo o Braa^
BKOWNS 6c C, agentes
ALCATKAO
GOUDKON DE GUYOT
inroT
O Airntr*. ale Gnyot serr para proparar urna ag6a. de alcatrafi, muito efflcaz e V**'
mais delicados estmagos. Purifica o snngue, augmenta o apetite, levanta as forfas e e eff.caz em todas as
doencas dos pulmos, catarrhos da be.\igoa e affeccoa das mucosas. u!r j sva^
O Alcalro de 4.u,.t foi experimentado com vantagem real, nos pnncipaes hospitaes de Franca,
d* BDurfnte os^Sr'es e em tempo epidmico urna bebida hygienica e preserradora. Um a Tidro basta
pare preparar doze litros d'uma bebida salutarissima.
O Airair- dr iiii>o %i IpII\TI< o Tendido m tidros Mend
no rotulo e com trez cores a assignatnra :
% enrta a varejo na mar parte da Ph.-irmaelaa. MHraM WBI
ataaada: Caaa 1* FHKBK 1, rme Ja m, Parla.
ILEGiVEl


8
iario de PernambncoTorca--feir 21 de Junho
de 1*87
ASSEMBLEA GERAL
(iJIAIti DOS OEPUTIDOS
SESSO EM 6 DE JUNHO DE 1881
(Couclusao)
A mais bella estrella qm eu vi Drilhar
no Supremo Tribunal de Justiya, pe in-
tegridade de suaa sentencas, pela discipli-
na de sua justica, pelo profundo conbeei
ment de nosso direito, era Jos M mam.
Ello foi apreseutado Cor, seis ve z s o
preterido por bomons anooyraos, por q lao
tidades nulUs, intellectualmcnte fatland
as prstaricoes trazem o dt-sesp-ro, e laa
gatn certa suspeiti sobra o c.ra-tcr do
hornera, tantas vcz's cl-ito e tantas v -zes
rep Uiio, quanlo o esoolhida nao t a re-
quisitos de preferencia sobre aqu lie. Jos
de Alencar era urna capacidad extraordi-
naria.
O Sr. Ratisbon: Apoiado
O Sr. Ferrara Vianna: -Tinba silo
ministro da Ojio deixou d se- eso >lhi lo,
c at lije aopraiao publica considera osa
tacto como um myaterio.
Uin Sr. Deputado : Foi urna das pre-
tercos mis injustas.
O Sr. Ferreira Vianna : Essa cscolha,
nao pode ser as mitos do Chefe do poder
era favor, nem castigo ; nao
O Sr. Lourenco de Albuquerque: A- dos communs, desde a reforma do 1832,
poiado, si ha reforma constitucional, era nao pretenderam, nem quiz-rara sr lords,
executivo,
de ve servir, nem para beneficiar ao
rito, nem para pe seguir o cidadao,
fensor das liberdades publicas.
Alguns estilo, po.- assim dizer, saturados
de paciencia e de resignado ; vio ^ e vol-
tam, tornara e retornam, guardando sem-
prc o (iia da fortuna e do feliz acaso E
urna especio de cavs.lleta do raartyr : qu*n
do o infeliz ebega ao senado, j nao pie
suspirar e tera os ossos triturados tera
gasto a sua alma era especUtivaa e espe-
ranzas, em sonhos e era vaticicios.
Esta escolba do senado tem consu
sagacidade e a subtileza dos raois profun-
dos auspicios da nossa poltica. ^ E' urna
verdadeira soiencia de adivinbayao, de cal-
culos de probabilidades, de inquietacfos
sem fim.
O Sr. Coeli.o Rodrigues :Sagrado de
Spbinge.
O Sr. Ferreira Vianna :Os preceden
tes provara contra j n'um tompo, prevalece
r. mais votad) ; no outro, o menos; final
mente, o do meio. Algumas vezee. se re-
cusa assento no senado a quem l devera
estar, por sua dignidade e pela magestada
do seu offi.io,~ao arcebispo da Babia, por
ser arcebispo, por ser clrigo ; outras ve
zes, aceita se o clero, depois de muita re-
lutancia. Emfira, senhores, esta attnbui-
55o foi exercida por tal feitio, que o fina-
do senador Z haras, anda sentado nos
conselhos do Throno viu-se forcado a di
zer, e o Imperador resignado a ouvir
que havia desacertado na escolba de um
senador. .
E' urna pretencao diffi-il e principal-
mente vista dos exemplos prximos pas
sados e at dos do recento data. O pro-
prio chefa do poder executivo, diante des-
ses factos, reconheceu a inconveneocia de
exercer semelbante attribuicao, e transfe-
riu de facto co seu ministerio; de sorte
que, boje, urna circumstancia de delicade-
za, de resentimento ou de desgosto de um
ministro em relajao a um candidato, pode
determinar a sua nao escolba; e, assim, a
pressao que era feita pela Cora, vai ser
exercida pelo ministerio e com muito maior
vexame e prejuizo publico.
Eis a razao por que consagrei na refor-
ma offerecida o principio da eleicao do se
nidor pela maioria de votos.
Nlo tenbo tempo de provar Cmara
que esta regra nao como paree u a
rauitos, inconstitucional; nao entende pro-
piamente com a substancia lo poder no
que tem intimamente com a substancia do
peder no que trm de intimamente consti-
tucional ; urna attiibuicao annexa. Mas
quando fosse, senao pelo espirito, pelo tex-
to, opposto constituicao, estranbo tanta
susceptibilidade e resp-ito, depois da
do 9 de Janeiro de 1881.
aqu Ha.
O Sr Coelho Rodrigues: Para quem v>-
tou, o argumento irrespondivel.
Sr. Ferreira Vianna; E, si pela
lei constitucional do Imperio, ao cidadao
brazileiro, seu municipio, pertencia o di-
reito de escolher o presidente da municipa-
liiade, o a constituicSo eterrainava <*x-
pre-samenta qua fosse o mais votado; e,
si a lei de S) di J ineiro passou essa fun
cyao para o el itu pela cmara, pergunto
eu: permittilo tirar um direito poltico
ao cidadao de um municipio, de eleger o
cb-fe da municipalidad-; e nao permit-
tido que ocorpo legislativ, atten tendo
conveniencia da escolba, passe a para o
cidadao, isto para o resultado final da
eleica) ?
O Sr. Coelho Rodrigues : Sai do do-
1 -g do para o d'Ieg..nte.
O Sr. Ferreira Vianna : Exactaro^n-
i Em outra prerogatva de outro poder,
quera plu suspender a r-ffsctividade das
leis proviaeiaes ? E' a Cmara dos Depu
ta is. Qujm susp-mdeu, e por tel-gram-
fua, a l'gislacao privincial de Pernau;bu:o
a do outras provincias? O governo.
O Sr. Coelho Rodrigues Nao est li-
quidada autora.
Lourenco da Albuquerque : O
confessou o seu acto (Ha outros
Ferreira Vianna : Foi o go-
O Sr.
o de-* g)vroo
apartes.)
O Sr.
verno.
Cuno explicar, Sr. presidenta, csse fer-
vor, esse erapenho original do representan-
te nacao, em ser promovido so Senado?
Ser s pela commodidada e utilidade, que
d'ahi lhe advenba ; n.To pelo impulso das
nobilissimas ambico-s d'aquelle que toma a
seu cargo representar os altos nt6reases
do seu paiz ?
B njaroin Con3tant, que era um poeta
como eu (hilaridade), ousou dizrr que o
lugar de deputado era mais attrahente do
que todas as posicoes do Estado....
O Sr. Coelho Rodrigues: Aqui, mo.
O Sr. Ferreira Vianna: ... e ac-
crescentou- Apesar das qualidades ex-
cellentes ("salvo algumas) (riso), que tinha
o celebre rei Jorgo III, em uro governo
verdaderamente constitucional, eu (o Ben
jamin Constmt) (riso) prefera ser Fox
a ser da rei da Inglaterra. So Benja-
mn f'onstant pudesse coranosco aeompa-
nhar a preoceupacSo e aneiedade, senao
disputa vebomente, quo entr nos travam
homens, pol:tiea o partidos, por causa da
posijao de sanador, trocando a pela de
deputado, ficaria convencido do seu inqua-
lificavel erro.
O Sr. Coelho Rodrigues : Apoiado.
O Sr. Ferreira Vianno : Horacio Wol-
pole, hornern publico, tao calumniado, qaan
do decabio do gabinete, foi elevado ao pa-
riato ; e, encontrando no Westminster com
o seu rival, Pulten^y, que na occasiao tara-
bem entrava na cmara alta, disse-iho :
Ora, eis-nos reduzidos s mais insignifi-
cantes creatur.is do Reino Unidos
Lord Grey aecusava um certo fri de
morte, entrando na comara alta, e repeta
aquelLs palavras celibres: parece rae
entrar n'um sepulcbro 1 (Riso.)
O Duque de Decases, como relator da
comrrdssao incumbida da formafo do novo
pariado francez, na elevazao de Luiz Fe
porque seria perder a influencia, o poder, a
dreccao de seu partido, erafim, esta ma-
gostado de um verdadeiro rei, como dfaa
Benjamn Constant.
O Sr. Alves de Araujo: Isto l,
aqui nao dzem cousa alguma.
O Sr. Ferreira Vianna : V. Exc Sr.
presidenta, ba ter de ouvido commigo urna
sentenca popular, e creio que at univer-
sal, porquo aquello Brenger, a que me re-
fer, tambora a repite ; a Os brasileiros
sito aferrados poljti'a, nao cuidao de
outra cousa.
Este defeito, j o havia eu assignalado,
quando discuti a primrira vez a reforma
raanicipal, e o attribui falta do adminis
tracao livre e de governo das localidades,
em que o cidadao se preparasse para o
governo do Estado.
Pois biro, a mana, a preoeupacSo
de todos os brasileiros, a poltica. Nao
<;udam de outra cousa
O Senado declara a todos os vcDtos, que
elle nao ple, nao deva fazer a nao fiz po-
ltica ; entretanto, todos os shefea de par
tidos querem ir para o Senado. (Risadas.)
A emigracao dos chefes polticos para
o Sanado deve ser explicada. Nao lhes
tic i bem que um facto de tanta importan
ca continu a servir de assumpto a suppo
ssoe? e coojecturas, que tanto >leprimem a
nossa poltica.
S-r porquo lhes f-.lta esse fogo santo do
governo responsavel do paiz, que nao vm
uesto recinto disputar as palmas da victo-
ria? Nao, Sr. presidente.
Aquelles, qun se dizera chefes do parti-
do e se vangloriam de dispor de voto de
seus concidadaos, sao exactamente os quo
menos confiam n'elles, e fogem espavoridos
da popularidade, tamendo ser victimas da
sua confianca.
Abrigara-se no Senado como em parto
seguro.
Nao c isto, senhores, a prova completa
da irapraticabilidade de nossa forma de
governo ? (Apoiados.)
Ou os homens de Estado nao tra paira-
do as alturas qu lhes acons"Iba o patrio-
tismo, e antes procurara as suas comraodi-
dades e vantagens, ou este povo nlo cora-
prehende, ou nao quer comprehender a ne-
cessidade de mondar seus homens polticos
as assemblas em quo ha impulso, acti-
aquelles seus cadetes o suas creaturas ;
mas, depois da reforma do 832, a prepon-
derancia da cmara dos brds cabio.
A razao desta preferencia, exacta-
mente a politiuagam.
Alguns homens, fazendo ele'So, auxilia-
dos pilo governo, exercem prsalo sobre
o eleitorado dentro da oircums;ripeao apar-
tada de urna p-ovincia, elegera os deputa-
dos, os deputados vito para o Senado para
faz r os seus substitutos, isto o pai no-
mo i o filho, o filho nom o neto. (Apoia-
dos.) v
D'aqui sabio o texto do proj-cto
O Deputado, emquant) durar a legisla-
tura para que foi eleito, nao pode preten-
der candi ltura no Senado : preciso
prestar contas.
Assim a Cmara poder reter os seus
homens mais notareis, os chefes mais proe-
miuentes da poltica e facilitar a organisa
yao dos gabinetes, em quo prepondero, se-
nao completamente, com grande fo^a, a
Cmara dos Srs. Deputados
E' d'aqui que deve sajjir o presidenta do
conselho (apoiados), "tall) que pie
pr"Siar contas '1o si aa Jjnz (apoiados), <
nao aquellos que es,3to>por assim dizar,
segregados do mundo poltico. .
undo
Histao no rr
U Sr. Joao Penido :
da la.
O Sr. Ferreira Vianna : cuja iofli-
encia nao pode provir da pesicao que oc-
cupam. "
O Senado deve fioar no seu papel, alias
muito til, de revisor da lei.
'oo do S n-do, e sua influencia sobre a
Cmara dos Srs. Deputados. .
O Sr. Colho Rjdrigues: E provs-n-o
as suas iniciativas recentes.
O Sr. Ferreira Vianna : ... o que me
causou a mais desagradavel impressao, por
me leoibrar que, nao ha Cmara dos Srs. Deputados nao se tinha
conformado cora um projecto, em sentido
idntico quelle que se levantava no Sa-
nado
O Sr. Coelho Rodrigues : Foi um qui-
nau.
O Sr. Ferreira Vhnn* : Anda no in -
tuito co facilitar a organisa-ai dos minia
tirios no ramo temporario, excuso o depu
tado nomoado ministro, de umas'gunda
eleicao, que pode ser em certas occasicns,
de difeuldado pessoal para algura deputa-
do que convenha administrado. Em
todo o caso, a experiencia nos tera mos-
trado que a situacito, era que fiea o depu-
ta lo mineado ministro de pressao e da
vexaioo algumas vezes insupport*vel.
Eis a.jui algumas providencias que pan-
?o capazos de concorrer para o fira da as
sumir a Cmara dos D;pu'ados a aotori-
dade e a influencia quo lhe c rapetem.
O Senado, pelo projecto, fi :ar o repre-
sentante exactament dos dous elementos :
o elemento variavel e mobil, composto dos
eleitores dir -tos, isto os vereadores,
juizas lo paz, deputados provinciaes c to
das as autoridades electivas, emfira ; e,
de outra par:e, o elemento representado
pelos eleitores que tem ttulos inamoviveis,
Nao pode, nao deve fazer a poltica, perpetuos, vitalicios,
que pertence Cmara dos Deputados. O Sr. Lourenfo de Albuquerque :Se-
Sr. presidente, com quanto vexame ter r isso mais um motivo para augmentar o
V. Exc. como eu, ouvido o que se diz da poder do Senado.
Cmara vitalicia, a respeto da competen- O Sr. Ferreira Vianna :Nao, nao ser
cia, da autoridade e da intluancia da Ca- porque, sendo a eleicao feita era urna gran-
mar temporaria? j.3 craumsoricao que comprehender a
Um nosso collega, V. Esc. se ba da terca parta d> Imperio, a influencia de po
recordor, j morto, disse daquella banca-
dada, em um dia muito solomno na Cma-
ra : E' preciso guardar pelo menos a ap-
parencia. Pois bem ; j nao pouca amar
gura o deputado eeotir em sua consciencia
lticagera
pr ipriamente dita nao se far
sentir.
O Sr Ratisbona : Ter mais prestigio
a menos podar.
O Sr. Ferreira
Vianna:En todo o
que nao vale nada; mas muito duro, si- j caso, o remedio est dado : o deputado
nao cruel, que o Sna io o proclame. i nao pode ser candidato ao sanado.
O Sr. Coelho Rodrigues :D um O Sr. Mourengo da Albuquerque d ura
aparta. aparte.
O Sr. Ferreira Vianna :Nos curtamos j Q Sr. Lerreira Vianna : --Eu nao teuho
por amor da apparencia e do mutuo res- tambera este remedio como o mais promp-
peito este desengao, mas nos parece in-
vidade, em quo se agitara grandes neg- toleravel ouvil-o em silencio.
lei
rOLHETIM
ippe, resistia em pertencer a semelhante
corpo, dizendo : o anda nao estou no caso
de entrar para o hospicio. (Risadas.)
O Sr. Joo Penido : E, entretanto,
aqui, a gloria a quo aspira o hornera po-
ltico.
O Sr. Ferreira Vianna : O Conde de
Cavour, exprobrando aquelles que o pre-
tendan!, dizia : um suicidio poltico.
(Riso)
O Sr. Coelho Rodrigues : E aqui, a
immortal:da i !
O Sr. Ferreira Vianna : Pitt, Robert
Peell, lord Pal moretn, Gladstone, Disraeli,
todo3 os homens notaveis da Inglaterra
ueste seculo, com predominio na cmara
cos, ora que elle est directa e positiva-
mente representado.
O Sr. Coelho Rodrigues: Aqui, pres-
ta contas ; l irrespcnsavel.
O Sr. Ferreira Vianna : Nao cora-
prehendo como aquello que mereceu do seu
paiz vivo, immediata conBanja, por ura
mandado com tempo oerto, antes de pres-
tar contas do modo ponqu o deaampenhou,
fuja a oceultar se na irreaponsabilidade do
um emprego vitalicio. Nao coraprehendo
como um hornera poltico tro a o mandato
por um emprego ; e faz mais : quer que
este emprego prevaleja sobre o mandato.
(Sensajao.)
O Sr. Joo Penido : A vitaliciedado
quo faz isto.
O Sr. Ferreira Vianna : Na com-
prehendo como homens polticos preferem
o rasndato com poderes limitados; isto ,
deixar de ser deputado, para ser senador ;
nao queiram intervir no lancamento dos
imposto* de sangue e de dinbeiro, as de-
liberares privativas deata caaa, no iniciar
at a mudanza de dymnaati-i, no conheci-
mento de todas as propostas do poder exe-
cutivo, emfim, na inspecjo, na censura, no
louvor que tem de dar ao governo de seu
paiz, contonee gerir oa negocioa pblicos.
O Sr. Coelho Rodrigues: Elles tra
direito de formar dymnastias tsmbem.
O Sr. Ferreira Vianna : Oomprehon
do pela lijao de historia esta preferencia,
porque j te ve lugar na Inglaterra, antea
que o syatema repre8entativo toma8se im-
pulso e se realisasse- como aconteceu.
Quando a cmara dos lords era prepon
derante, para a dos communs raandavara
.JOSLARONZA
POR
JAGQUES DL FLOT E PEDRO MAEL
CI1BT4 P A B T E
A PERMEI'U'.iO
(Continnaclo do n. 13f>
III
Sim, sei. Se o sujeito nao embarcar
oomnesco, cu o espero noite no caes com
os meus homens. Pareceremos oarregado-
res que descarregam sac-os. Eu lhe ileixo
cahir um na cabeca. Nos o amarramos e
eu lh'o levo. Mas crei que nao pre'i>a'
do mira, Sr. Ilarry, a no ser para segui! o
de longe e escoltal-o depois ate cottage.
Eu tenho de cortar a retirada, com pm
ia, est claro. Mas, emfim p-
que a noss** preza esteja segura antes de
meia noite. Elle poder escapar-lbe n.
trajete. \ roim nao ha de escapar.
Ura risi horrivel terminou e*M perora-
^ao. Signiricava que o convicto emprega-
ria todos os meios para conquistar e guar-
dar a preza designad por Lpws Jubb
Entretanto, a erobarcaao tinha chegad >
distancia de duaa aroarraa do vapor, qc.e
Maximiliano, que, com effeito e8tavaolhan-
do para o caes. Chegando a trea paa308
do dou'or, tirou o chapeo e esperou que o
aeu futuro cliente o v8se. Passaram assim
tres minutos, durante os quaes o emissario
de Lowis Jubb exarainou o personagem
com quem tinha de medir-se. A sua apre-
cinco, nao foi, por certo, satisfactoria, por
que o ex toreado, mo grado seu, resmo-
neou entre dentes :
Ha de ser diHcil; com certeza ha da
ser difficil. James ha de ter que tazar...
Maximiliano, cujos olhos estavam fitos
na trra, voltou-se ao ouvir alguem mur-
murar.
O senhor quer fallar commigo *
All right bou u o seu criado.
O moco nao sabia explicar a presenja
desse person*gem singular que, de chapeo
na mao e curvado, surgi repentinamente
a seu lado.
Que quer dizer isso ? All right ?
Meo criado ? Nao comprehendo.
Alt right, son um aeu criado, enviado
a V. S. por meu patrito, sir William Wbat-
800.
- Ah I muito ii2in I O senhor que
de tratar de hospedarme... E' para
1 nge que vamos '
O bandido nao esperava essa resposta.
Maximiliano assim raostrava que aceita va
os bons oficios do Sr. Harry. Eate ba'
buciou :
O Sr. Lourenjo de Albuquerque : D
um aparte.
O Sr. Coelho Rodrigues : Vinha a dis
solucao em menos de oito diaa.
(Ha outroa apartes.)
O Sr. Ferreira Vianna: -Aqui, se ex-
clamava no Senado, eat a illustraao, o
patriotismo, a influencia, o chefe. E o
que estai por c ? Naturalmente o con-1
trario. Grritava-se no Senado, para que o
paiz o ouvisaa bem: nos somos o espiriti
que ordena; a Cmara dos Deputados o
instrumento que executa.
O Sr. Ratisbona d um aparte.
O Sr. Ferreira Vianna : -Nao contesto
a verdade do facto, lamoDto-o e denuncio-
0, como um mal a que necessario dar
remedio.
to, era o mais sufficient;...
O Sr. Ratisbona : Vamos discutir.
O Sr. Ferroira Vianna. .. externo estas
ideas, os nobres deputados oftvrecero ou-
tras e nvo tenho duvida era aceitar as qu-
con:orrerem com etficacia para o resalta-
do.
O Sr. Coelho Rodrigues : Talvez que
a oppoiijao liberal apresante um artigo de
seu programroa : temporariedade do se-
nado.
O Sr. Ratisbona : Nao ha repugnancia
por isso. (Ha outros apartes.)
O Sr. Joao Penido:Se ninguem pro-
puzer a emenda, apresental-a-he.
O Sr. Ferreira Vianna : -E cu a espe-
rava. Eis Sr presidente, cm resumo, o
que pens da reforma da municipalidade e
i do senado brasiieiro.
Disse, V. Exc. nilo estar esquecido,
pecie da olygarchia funesti, svnelhanea
de outras, que ten doain*do ni Europa.
Sr. presidente, eu sou honem das mi-
nbas opi.ii5es : sei o que quero e o que
pens ; uio me hita a coragen pira sof-
irer os revezes daquelles que tm perti-
nacia, nem tao pouco os riscos doa que
ic u convc".5ea.
Meditan 1o bem sobre o q e se passa;
censi lerando attentamente a inff tranca
e o espirito de p.iliticag*m, qu preval ua
sobro o patriotismo e a abnegacS 1 ; msi-
derando Sr. presidente, que se imputi a
este, povo innocente e digno de mclhur cor-
ta e aos a-us r presentantes...
O Sr. LourencJ de. Albuquerque : Me-
nes inno;eotea do que elle.
O Sr. Ferreira Vianna : culpado3
(apoiados) com juatiga poderi 1 este raesmo
povo exclamar : Junt'.rara aironia ao in-
sulto, dizenlo que governa em meu no-
mo e cora represantantes, que nao ; n a
autoridade que :\i lhe transmitti, e ?3a in-
capazes de defendel-a. d
O Sr. Alvea de Araujo : -Apoiado.
O Sr. Ferreira Vianna : Pens, Sr.
presid.-nta .. V. Exc. consinta esta ve-
ieidade a um horaem quasi que desengraa-
do de esperanzas e de aonhos f.igueirca ;
poo^o qua esta n cao no morta. .
O Sr. Coelho Rodrigues :=Nem ha de
raorrer conuosco.
O Sr. Ferreira Vianna : .. que ella
nao se levanta, porque os homens cm quem
confiou, ou nao a saben comprehender, ou
nao tm a coragen de correr os riscos e
osperigos de urna oonviccaq verdadeira,
daqu-lla que disputa os aagradoa direitos
da liberdade contra as nsurpa^o.-s. 'Muito
bem.)
O Sr. Coelho Rodrigues: O risco
maior para innitos. ir para o senado.
O Sr. Ferroira Vianna : Nao posso
crcr morta, Sr. presidente, desfallecida,
sim; mas esses orgos que existen), em-
bora inanimados como se achara, po.cm
ser anda, em raaos capazas da virtulc e
do patriotismo, instrumentos de bem e de
grandeza.
Emtira, Sr. presidente, consinta V. Exc.
qua termine, dizendo : nom a idea, era o
tempo rae tm desengaado tanto, quo
creia opportuno dizer ao povo brasiieiro,
como D.'raosthenas aos athenienses : O
que vos importa Folippe ? Se ararralia vos
b.vrardea dalle, creareis outro, porqm nao
podis viver 8em um tiranno. (Muito
bem
( O 01 ador c eomprimentado por todos
os Srs. deputados pres:-ntes.)
O Sr. Lourenco de Albuquerque :
mal cao est aqui s.
- .0.
Pe
eio menos.
- ijooge
em um cab .
Ab Entile o ec: saraos de carro 1..
E qu.. eu desconfio Jos carros... Sim...
orino. E ter o oa razao para iso.
Diz?ndo essss r-aiavras, Maximiliano ti-
tou o inglez. Procurara de8cobrir 8e eaae
hornera nSo ia leva, o para nova embosca-
da. Tinha sido to engaado, que a att
irou para recebar a visita da altanaega. tuJ(J embarazada uo Sr. Harry dava-lhe
Do portal de boresta penda urna escada.
James mandou levar remos e atraoou ; e,
como se fosse o servo nfimo do Sr. Harry,
')ffereeeu-lhe humildemente a mao paraaju-
dal-o a subir. Depois voltou. para o seu
posto ao lira.
O mordomo improvisado uo sentio ne-
- hn.n embarazo a bordo do paquete Foi
directamente ao official que diriga a ma-
q*ie pensar.
O convicto, porc.r., nao perdeu a ual-
ma :
So d< Sir Williara What
son. Soa lambem --z:. reprasantanie e te-
nho ordem o aposento mate :ommod e o melhor da
casa de campo da irsal. Ha abi urna
erabarcacao s EUai r,- iens. Um carro o
obra e pedio que lhe indicase o cmaro- espera no caes, >s prepativoa eatao
fetos em rainba sata para qua o senhor
nao tenha qu xar da nossa hospita-
ta do Dr. Arband.
Nao necessaro de3cer, respoudcu
o official. O doutor est no torabadilho.
Elle sem duvida o est procurando, por-
ane ba pouco pedio-me um oculo de alcan-
ce para examinar o mlhe.
lidada modesta
^ Sr. Iltrry procanaiou estas palavraa
com tal ar da sineeridade, que dissipou as
suspeitas de Maximiliano
O Sr. Harry inclinou-se- e dirigise a BoaJ; jisf elle. Vou mandar bus-
car as minhas duas malas e o acompanha-
rei. Se quizer, pode esperarme no fuma-
torio.
O moco desceu rpidamente ao seu ca-
marote, mandou embarcar a sua bagagem
no escaler e voltou para o mordomo. Teve
o cuidado de metter no bolso do paleto um
revolver 9 urna eaixinha com a raassa do
brahmane Ramou Sa. Essas precau3es
lhe teriam parecida indspansaveis se ti
vesse podido ver um momento depois o Sr.
Harry debrucar se na borda, metter dous
dedos na bocea, moda doa garot08 e dar
ura assobio que, na sua linguagera, dizia a
James que tudo ia bem.
O patro atracou logo. A embarcacao,
era impellida vigorosamente pelos quatro
remos. Era menos de vinte minutos, p-r-
correu urna milha e atracou ao caes, onde
esperava um coup ricamente arreiado-
Bello animal disse Maximiliano ad-
mirando o cavado. E" da India ','
Sim, senhor, cruzamento da raca
iogleza. Tilby o nome desie valente ani-
mal, ha de ir a paeso at a nossa casa, por
oaiisa das malas, que sao pesadas.
Dizendo isto, o Sr. Harry, por um pis-
cado do ollioa significativo, deu a entender
a James que, se o cavallo ia a pa8ao, e-a
para que n patrao o eeus hamens acorapa-
uhoasera o coup.
Arband aasidtio collocacSo daa suas
ml*s. Installou se depois dentro do car-
ro, emquanto o Sr. Harry subi para a al-
mof .da ao lado da cocheiro e deu lhe or
dem que s.-guUsc para 03 arrabald-s.
Tilby foi a passo pela encosta que vai
do caes a Mordou Square. A aveuida pa-
reca a de M lbjurue. As cidades da
Australia sao construidas sobre uro nico
pl .no. Eslava auoiteeendo, e uraa nebli-
na, qua caba das alturas prximas, impe-
dia Maximiliano da ver que o carro deixa
va a pouco e pouco os b.irros animatioa e
entrava ua p irt nova da oidade, ebeia de
terrenos baldos em que apparecem de dis
Unca era distancia, algUiuas quintas, per
teuuentea a induatriaea mais ou inenO1 no
taveic da trra.
A casa era que o Sr. Harry tinha ordera
de recoluer o doutor, era a mais afastada
do centro.
Construida em cima de urna rocha, a
osie do porto, era um verdadeiro obser
vrttorio. Dhs jauellas do primeiro andar a
vista alancava a seis railbas mar fra.
lelo dalli via se qualquer navio muito
antes de entr -r^no porto.
Lewia Jubb em pessoa, postado em um
pavilho que communicava com a casa por
q 1 que este projecto, quauao menos, seria
um protesto lavrada na cmara dos Srs.
deputados, contra as causas que tem cor-
O Sr. Ferreira Vianna : -Aquelles que rompido e porvertdo as iostituico -a, at
denunciara a perversSo de nossa forma de aQ extrim de annu|iar 0 poder e a io
governo, nao sao inimigos da patria, sao i fluencia di representacao nacional, e trans-
8PU8 mais dedicados amigos. (Anoiados). fe|ir 0 predominio a um corpo vitalicio,
Exponho o facto, para qua a Cmara l com prejuizo do outro verfadeiraraante re-
dos Srs Deputades se levanta altura de. pre3entativo e(Dfin3/ reduzir a cmara dos
aeu dever tome as mais senas e urgentes ra deputadS a instrumento do senado,
providencias, com os representantes mais tornando i,op0iSivel a realisagao de qual
quer idea generosa, se nao for patrocinada
pelos raembros mais proeminentes da ca
mar vitalicia.
directos do paiz, e n3o como instrumentos
de um poder oceulto, ainda que aristocr-
tico. (Muito bem).
Ha poucos dias, li um discurso, prof r-
do na cmara vitalicia por cidadao dalo senado nao tem sanecao popular, j por
mais alta qualificaao, em que francamen- qui um corpo limitado e no qual fcil
te dizia qua nenhuma idea genarosa poda mente se pi>d"in dar ceavenjo-s e ajus-
aer alcanfada no paiz, sinao por interven- tes no sentido de crearse no paiz urna es-
Esse poder immon&o assusta, j porque
meio de urna galera subterrnea, tinha as era Maximiliano. Demais, o solicitador de
sistido entrada do navio que tinha trans- M^lbourne avisou o collega de Sydney da
portado Arband. Tinha visto desembarcar ebegada do seu cliente. Voc Sab9 disso
o hornera cujos milhoes cobifava. Sabia melhor do que ninguem, e deve estar con-
que Harry e James estavam com elle e, vencido de que Maximiliano morto a voc
satisfeito, dizia de si para si : Desta vez I que bao de aecusar de o ter matado. Da-
elle est seguro ; desta vez sou eu o ven- j maia, repito, se ninguem mais o aecusar,
cedor Satn eat commigo. E' preciso eu, Carmen, sua amasia, he de denun-
que o doutor assigne a desistencia, e a for-; cial o, se uao tiver o cuidado de suppri-
tuna de Laronza ha de ter um augmento de I mir-me tambem. Nsse caso, pouco me
seis milhoea, ou entao morres, Maximilia-1 i aportar, a morto ha de unirme a elle,
no, e Renata,]a bella Renata, ser minha... Lws Jubb sorrio com d.
Lewis Jubb no concluio.
Urna mao fina, mao de mulher, pousou-
lhe nervosamente no hombro e mal teve
tempo de voltar se, quando ouvio estas pa-
lavras :
Nem L^wis Jubb, nem Jos Laronza
podem matar Maximiliano Arband.
O primeiro impulso do banquero foi lan-
car-se sobre essa appariclo sbita. Eaten-
deu os bracos para agarrar a temeraria que
se apoderava as3m dos aeus segredoa.
Ma8 os bra08 lhe cahiram.. Era t5o bel-
la e8sa creatura que ahi cstava, com os
aeus grandf8 olhos ngros, cujo brilho do-
minava a colera do seu olbar, com oa aeus
corapridos caballos cahidos em aoneis sedo-
sos sobre a tnica do seu amazona !
Seropre voc, Carmen, seiupre voc
entre esse hornera e eu.
Serapre eu, para charoal-o razao,
so que j nao a perdeu
Como ch-gou aqui t Quero saber
quem lhe mostrou o caraioho.
Nunca comprehendi a palavra : Que-
ro. Nao fiz eu cora o diabo o raesmo pac-
to que voc ? E nao posso eu segul-o pa-
ra toda a parte, cigucr lhe a mascara e
adiviohar 03 seus planos ?
Basta, Carmen. Sabe que Maximi-
liano Arband est em Sydney?
Sei mais, meu senhor. Sei que Ma-
ximiliano, mou bem amado Maximiliano,
eat em poder de bandidos pagos por vo-
c. Sei que dentro de urna hora esses
bandidos lh'o entregarlo. Mas, juro lhe
que t-u, mulher, eu Carmen Pacheco, hei
de ving.tl-o, 80, levado pelo desejo de apo
derar-se dessa heranca maldita, voo der-
ramar oovardemente o sangue do hornera
que eu adoro.
Ento, amas muito a essa here ? Di-
zes que o adoras, a despeito d*8Ui ndiffe
rene ? Porqu- en couhe90 os sontimantos
desse doutoi. Esse Dr. Arbaul um ho-
raem virtuoso, e quer me pareoer que tao
cedo elle nao ha de retribuir o teu araor,
pobre louca I
Sarei louca, se quizer, mas nao toque
Ab sim Voc urna pobre louca,
Carmen. Mas a sua loucura tem alguma
cousa boa. Olhe, voc nao ter o traba-
lho de denunciarme. A raais siria das
suas amaacis ficar sem effeito. Tem ra-
zao. Nao farei desapparecer o meu ad-
versario. Decididamente, eu o deixo vi-
ver e lh'o entrego. .. M13 ..
Ha um. .. mas ?
Oh muito paquenino !.. Consiga
qua o bom ra que vo adora, assigne
uraa desistencia. ^
J lhe disse que nao me presto aos
seus clculos miseraveis. Maximiliano nao
assigr.ar. Morreremos ambos, mas ser-.-
raes viogados Sim, vingados por meu
DISCURSO PRONUNDIADO NA SES-
SA.0 DE 27 DE MAIO DE 1837
ADMINISTRADO LOCAL. REOKGANISAcXO
DAS CMARAS HCNICIPAES
O Sr unh.i l.cio (Silencio pro-
fundo): Tenho viva satisfacS, Sr. pre-
sidente, em ver encetarem-sa os tr.ibalhos
da presente aesaao legislativa, cora a dis-
cussao de ura projecto de tainanba impor-
t mcia ; aentinfo, eutrctsnto, dil o-hei com
franqueza, o neste ponto estou de a cordo
com a Ilustre oppos9lo liberal, qua a c-
mara haja de resolver era urna disousaao
nica sobre aasurapto de tanta maguitude.
A preferencia votada pala cmara foi
justa horaanagem a eate projecto, qua, alen
da achar-ae revestido cora a autoridada do
eminente chefe conservador, o Sr. conse-
lbeiro Paulino, incontestavel uenta um
trabalho notavul, bem pensado, harmnico
em sua3 diversas partes, e que faz honra
ao espirito esclarecido do seu Ilustrado
autor.
(Entra no recinto o Sr. ministro do im-
perio o oceupa a sua cadeira.)
Continua.
m
Que ests dizendo de teu
pal.
Teu pai
pai ?
E a voz do baoqueiro trema. Pareca
que elle presenta um parigo.
Basta, tomn ella. Maximiliano nao
morrer.
Quaes sao ;s suas intencSes a seu
resp ito ?
V >i 8abel-as, se quizer acorapanhar
me. Vou conferenciar com o meu tenente,
meu ti I Nod Hobsou.
Ah 1 Foi Ned Hobson quam. ..
Sim. Por que essa perturb cito ?
Acaso Ne i Hobson tem a desventura ae
i!esa Nao... mas elle -lhe bam... de-
dicado.
- Eu o creio. E' por isso que vou
cont-.r Ih o seu Maximiliano.
L-ws Jubb fez-lbu um compriraento e,
to nao 'o a ui da (jarra"n :
Vernos, senhora, estou s suas or-
dens.
E o banqneiro, sem dizr palavra, f<-z
Carmen atravessar a galeria por onde ti-
nha do ter com elle. Essa galera levava
o urna espacie de galeria dependente da
casa. Temava-se entilo ura corrdor cs-
querda, no fira do qual havia urna escada
construida cooio a toa phares e qua dava
para um tarrago que dominava o ocano.
All, uraa sentinella, armada at aos den-
tes guardava o caminho e tinba ordem da
apunhalar quem nao lhe dsso a senha.
Dis8emo3 que a noite era escura- Fra
nada sa va a dous paasos do distancia.
Por isso, logo que Lewis Jubb pz. o p na
platafrm-., coraquanto nao soubesse o que
era medo, sentio urna especie de calafri
ao ver o vulto do guarda, que surgi re
pentinamenta. e no pie deixar de re-
cuar.
E' que a sentinel'a, um raalao, nao o
ccnbeceu e j tinha encostado a pona de
ura punhal oa garganta do seu patrio Es-
se horaem tinba recebido urna ordem o ia
exc cutal-a.
Ora Singa, disse o banqueiro. Arre-
da, animal feroz. Sou eu, teu chefe.
E voltando-se para a hespauhola, qua
trmula tinha descido alguns degros :
Oreio que fez bem em nao sa enga
nar no caminho, ha pouco. O seu cada-
ver estara agora l era baixo, baloucado
pelas ondas. Isso seria pena, minha que-
rida.
A moga nao; respondeu. O malaia re-
cuou.
Lcwia Jubb tornou a tomar a mao de
Carmen e, dessa vez, fazendo a ir na fren-
te, collocou-a defronte de tres anellas bri
Ihanteraente Iluminadas. Alli iiavia urna
mesa cob-Tta-:om um tapeta de Kachraira.
Na raesa estavam quatro candelaoros im-
mensos accesos. Em torno, assentos, re-
gularmente eapayados, indicava.n que na
sala tinham-se feto preparativos para urna
reuAao seria. Quam alli entrasse de-
via sentir calafroa. As paredes, forradas
le vermeltio, aa cadeiraa e divans cobertos
da velludo preto, causavara urna irapressa
Ingubre.
Evi tenteraente, L .wis Jubb cuiz produ
zir essa mpresso na sua co.upaoiieira.
S mo prazer em fazel a contemplar louga
te.-opo, do exterior, todas as minudencias
'la sla que resolveu chamar : A sala das
uossai coufereocias.
Diga ante o seu tribunal, tomo
Carm-o, sen poder reprimir um tremor
convulsivo.
Oa o meu tribunal!. .. Emfim I...
Como quizar.
O bauquiro calcou com o dado US bc-
lo do metal.
A janelU da diraita abri so.
Qur entrar e sentar 83, nimba se-
nhora ?
(Continuarse na)
Typ. do Diario ra UaqM de Uaxiso n. 42.
/


Full Text
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