Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17951


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Full Text
I
Afi-C LJJJ MEllO m

PARA A CAPIT.il. E HJABSS OXI'JB WAO S PAUA PORTE
'Por tres mezes adiantados............... 6)5000
Por seis ditos idem. ,....... ...... ii'iSOOO
Por um anno idem. ................ 23)5000
Cada numero avulso, do mesnco da............ 5100
t

SO 18 DE MI DE
PARA DENTRO fC FORA DA PROVINCIA
Por seis mczes adiantadoa..............
Por nove ditos idem................
Por um anno idem................
Cada numero avulso, do das anteriores..........
130500
20,5000
270COO
.5100
Proprirtadt frc Mano Jigurira >>? Jara llfjog
O Sr*. Amoile .'rluie Ck C
Ac Par!*, I > o; n^sso* agentes
exclusivos de iianiic!< e pu-
MlcacSss u* Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS

SSSVI30 ?AaiIWU3 20 2IASI0
RIO DE JANEIRO, 17 ie Junho, s 3
horas e 53 miautos da tarde. (ttocebido
s 5 horas e -0 minutos, pelo cabo subma
rio).
O li:i Sr. i'iniirllicirii Bardo de
Vimor. mininlro do Imperio, pedio
boje a Cmara do Ucpuladon liren-
ea para apremenlar urna propona
obre a concenwao de ama lleenra
para S. M. o Imperador saiiir do im-
perio. Fai marcado para este flm o
da de leganda rira O do corrale,
pe referida Cmara.
Acaba de fallecer o Mr. Tiuo-co. re-
poner iM'in coobecicfo do JORNAL DO
COMMERCIO da Corle.
1HSTRCC0 POPULAR


BIOLOGA
(Extrakido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
a vina
(Conlinuar o)
Verificamos que a vida es' eitreitaraente do
pendente do meio ambiente, Jo modo que pelas va -
riaces deste, se pode suspender ou reanimar o
movimento vital.
Alguna fetos o infusorios seceos, podem ser res
tituidos vida, quando se h'iaedecem. Ka Ame-
rica e Russia tranaportam ee a grandes distancias
certos peixes gelados, que so reanimam pela im-
mersiona agu. E'n agua quente resuscicou Gay-
mard, ein 18.'8, na lslandia, alguna sapos gelados.
Pela 8'Ceura ou congeladlo, subtrahio-se aos or-
ganismos, aem os decomper, a agua das suus mo-
lculas, iinpediodo assim a inatabilidade necessa-
ria para a realizaco da troca de motaras. As
substancias do organismo perdem o estado colloe,
ficam de algum modo parausadas, mas conservan)
s suas propriedadea intactas, revelando as loo
que se encontrara en cndilo; da o poderem fa
ser. lato tudo ni prova, anda mais do queja
tentamos fazel o, que a principal condicao da vida
a continuada troca de mattriaes entre o oiganis
mo e o mundo exterior.
E' ease duplo movimento dcaasimilaco e desas
similaco, de que j nos oceupmos, que constitue
a Dase de todos os outros m ivimentoa vitaes, quer
elle se i ffeetue ua renovacio e destruicao da ma-
teria viva dos organismos ru di mentares, quer ee
realice na circulaba c reap'raeio dos seres mais
elevados as escolas da v.getabilidade e da ani-
malisacao.
O conjuncto de m-vimentos, couhecido pelo nome
de vida, pode, prraute a analyse, reveUr-se-nos
eom o cora posto dos moviment.s -leuientans de nu-
tricio, crescimento, reprodcelo, propnedade chlo-
ropbylliua,mobilidade e innervaco, resultados di-
rectos das Jorcas pbysico-chimicas.
Sao estas seis propriedades os seis prineipaes
modos de activi dade d-.s seres vivos, em que se
grupam e claesificara todos os phenomenoa biolo
gicoa. A' exeepcao da proprielade chlorophylli-
na, quasi exclusivarcente limtala aos vegetaes, as
ootras ciuc; qu -Idades fundamentaos represeutam
quando reun 1*3, a mais elevada e completa ex
presso da vida. Mas nem esto aemprc reunidas
nem teem todas igual importancia.
A mais impirtm* evidentemente a nutricio,
de que depeniem directamente a reproduccao e h
erescimento. A vi la, :u sua expressa ina^s simples
pode reliazar se no e.vicicio desta ultina fue-
cca nutricio. O ser organisndo, privado de
todas as outrafculdad<>, vivera al que, p laten
dencia geral de transformacio das substancias
colloidea c-m crys'.alloides, o uioviinen'o vital v
tornando so cada ver mais lento, acabando p<-la
compltta paragem, produzindo a deoorrpjsico dos
eompostos complexos que constituan) o organismo
c reatituiado os eeus elementos ao inundo mineral
Como extenso maior da nutricio, vimos que se
realiza vam o crescimento e a reproduce Jo. Muitos
seres inferiores teem a vida limitada a estas tres
ordens de fuiccionaliamo. Depoia, comilica-se
e aperfeicoa-se a organiaaclo e apparece a m ibi
lidade, subordinada tambem a nutricio e iepro
dueco. As tres funecoes de nutricio, reproduc-
cao e crescimento, sao fuudamentaes ; pertencem
a todo o ser vivo.
Depois destas dispo .-m se outras tres :mobi-
lidade chloronhyllina e innervaco. A prjprieda
de chloropbyllina, cem raras excepcjs, limitada
aos vegetaes e a mobilidad'-, nt um certo ponto,
commum a vegetaes e animaes. Eutre estes dous
ramos da organisacas viul nao existe tam em,
como antigamente se pretenda, um antagonismo
compleo. Nao ha entre elles dfferencas esseu
ciaes.
Nao verdade, como se supponha, que os vege
taesaejam apparelh>8 destinados h tirar do mundo
mineral o compontos orgauicos quaternarios e
ternarios, para serviiem d-pjis de alimento aos
animae*. Estes n> eao tambem apparelbos de
C3mbustio destinados a destruir as pn>duccoes do
vegetal sem as poder sraar. E^inccoes idnticas
sao desemienbadas em uus e tutros. No figado,
msculos, pulites, cartilag.-ns, etc., encoutrou
Ronget materia arnyiicea, semelhaute ao amido,
e transtoi mando-se como este em asaucar.
Por outro lado, a cellulose, considerada como
substancia exclueivamente vegetal, apparece-nos
ob o nome d chuma ou tunicina no tegumento
de muitos animes. ism^nte a cblorophylia ,
segundo aiguns autores modt^oissimos, urna sub
tancia exclusivamente vegetal.
Disem elles, ento, que aquella coloraco encon-
trada em alguna auimaes rudimentares, e que ti
nbam indusido os naturalistas a affirmarem que a
chloropbylla periencia tambem soj animaes,
apen s aevida i exis enca de urna alga ou vegetal
microscpico parsita no interior do corpo daquel
les aoimaes.
A conp sicio cbimica geral de uns e outros e
idntica, apesar de que se apresentam notaveis
dissimilhans'.s na quautidade relativa de substau-
cias ternarias e de substancias asoladas que uns
outios eonteem.
As obsuncias albomiooides axoUdas, quas'
aceessonas nos vegetaes, cunsttuem a base da am-
aaaJisacio. O resultado qne nos animaes o aso-
te e seus compjstos pro lusem um maior grao de
compi'xi iad e inst ibili.lade ebimicas, isto urna
actividade vital superisr. E' esta a un*ca diver-
gencia importante entre os dous grundes troncos
da arvore di vida, q ie ligad s fuu lameotalm-'Ute
pela ua origem commum na substancias bioplas-
matica e fel essencia do funecicnalismo, consti-
tuem o grande imperio orgnico, segando a deno-
iii n .c"i proposta por Blainvill.
A innervacao por fim, apanagio dos animaes
mus elevados, a mais delicada, a ratis subor-
dinada e estreitsmente dependente da nutricao e
das outras pnpriedades vities.
E' a innervaci) que i origem a sensibidade e
ao pensamento, ultimas condensa toes superiores
de todo o UiOvimento terrestre.
iContinu]
fARTE ornen.
Governo da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 1 ti DK
JCNHO DE 1887
Abaixo assignados, moradores em Tab-.tinga.
Informe o Sr. Inspector Geral da Instruccio
Publica.
Augusto Jo= Mauricio Wanderley.Sim. me-
diant recibo.
llacbarcl Augusto Cesar Pereira Caldas.
Sim.
Bacharel Antonio Sergio Lopes Lima.Iotor-
me o Sr. Inspector da Tbesauraria de Fazenda.
Antonio de Barros Falcaj. l'rovo o que al-
lega.
Francisco de Paula Souza Leo.Apresente-se
a Junta Mtdica Piovincial para ser inspecciona
do devendo juntar prova do tempj de servico
etTectivo e titulo do emprego.
Francisco Flix Concalves.Informe Sr. Ius-
pector da Thes-uraria de Fazenda.
Flix Pereira de Souza.A pretencio do sup-
plicante j foi decidida por acto de i'O Je Siem-
bro de 185i5, do qual se Ihe dar certido que-
rendo.
Felippe Duarte Pereira.Tendo sido suppri-
mido o emprego e deixado ponanto da haver gra-
tificacao inherente, desappareceu o direito dos
supplicantes, ficaodo-lbes salvo, entretanto pode
rem liquidar peraute o Tbesouro Provincial o
tempo decorrido desde o da do fallocimento do
empregado at o da extinecao do emprego.
Hermenegildo Eduardo do R go Monteiro.
Iotorme o Sr. Engenheiro Caefe da Reparticio das
Obras Publicas.
Ildefonso Nabuco de Figueired).Informe o
Sr. commsudxndante superijr da guarda nacio-
nal da comarca do Recife.
C ronel Jos de Cirvalbo de Araujo C ivalcante.
Sim, o que constar.
Jos Eleuterio de Azevedo.Informe a Cmara
Municipal do Recife
Joaona Francisca Rosa.Informe o Sr. juiz
mumeipa1 do termo de Palmares.
Joo Machado Revoredo.Informe o Sr. Dr
juiz de direito do i- districto criminal da comar
ca do R-cife.
Joaquim faz le Vaaconcellos.Informe a C-
mara Municipal do Recife.
Miguel Luu Rodrigues da Fonseca.InLrme o
Sr Iespector de Hygiene
Miguel Theotonio Freir.Informe o Sr. Ins-
pector Geral da Instruccio Publica.
Pedro Simio da Silva Braga. Sim, visto ter
sido supprimido o sen lugar (5 3 do art. 9' da
le n. 1884) procedeudo o Thesouro Provincial a
liqui lacio do tempo de servico eff> ctivo.
Ricardo Foaseea de M -deiros. Satisfaga o dis -
posto iio art. 161, 3- da regulamentc de 6 de
Fevcreiro de 1885.
Rosa 4 Filhos.Recorra aos meios regulares
o direito.
Urania Nympba da Silva.Sim.
Vicente Ferreira de Araujo L'ma.Informe o
Sr. Inspeetor Geral da Instiuccao Publica.
Secretaria d Presidencia de Pernara-
buco, 17 de Juoho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartlco de Polica
2. sec^ao.N. 545Secretaria dePo-
licia de Pernambuco, 17 de Juoho de 1887.
Illm. e Exu. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hootern recolhidos Casa de
etenco os seguiutes iodividuos :
A' miaba ordem, Quiriao Jos das Ne-
ves, como crimiaoso ao termo do Br A' ordem do sub elevado do 2." distrijto
da fregaezia da Boa-Vista, Aotouio Ma-
ooel dos Sauto', conbecido por Santos,
como vag-ibundo o turbulento.
Foram iaceodiadashoatem pelas 2 horas
da madrugada oo lugar (Joqueiros do Tria-
dade, do 2. districto da freguezia 'le S.
Jos, cerca de 40 casas de palba habita
das por p-ss .8 pobres.
Das diligeucias a que procedeu o res-
pectivo subdelegado verificou se que o in
oeadio foi todo casual e devido ao descui-
do de urna mulher all moradora que dei-
zaado ama vella acesa na occasiSo de aga
salbar-se, esta n.-endiou sua palboya que
traasmittio o fogo as demais da visiubaoca.
Deus guarde a V. Exe. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente 'a provincia.O
de polica, Antonio Domingos Pinto.
chefe
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 17 DE JNHO DE 1887
Jos Francisco. Ao contador e ao con-
tencioso paaa os devidos fias.
Vigario Loureucode Albuquerque Loyol
la, abaixo assign.-.dos negSciantes de jolas,
Manuel CardoBo Jnior, comiuendador Jos
Candido de Moraes e Vicente Ferreira de
Alonquerque Nascimento. Informe o Sr.
contador.
Antonio Jos Barreiros e J regorio Thau-
maturgo S. Leitao. Entregese pela
porta.
Antonio Joaquim CascSo. Informe o
contencioso.
M^ria Moreira Ramos, Rodrigues d C,
Antonio da Silva Joaquim e Isabel Fran-
cisca Monteiro de Quiutal Barros Cer-
titique-se.
Recebedo la Provlnc'al
JE8PACH08 DO DU 16 DB JNHO Da 1887
Alf ;do Gibson. Deferido de aocordo
com as informaos i, oom reUc&o ao 2.- se-
mestre.
Valentina Mara da Conceicio. A' 1.*
secc&o para os devidos fins.
Francisca Joaquim de GuimarSes. In-
forme com urgencia 1.a seccao.
Francisca Joaquina de GuimarSes. Em
vista d;i inf/rmag >, a suppljaots aoha se
attendida.
- 17 -
Peoto Jos da Costa. Iuf irme 1.a
secc3o.
Catharint de Scnna e outia. Informe
1.a scceilo.
F.lix Ptfreira e Souza. A' 1." S335S0
para atteadar
Inspectora geral da Instrucco
Publica
DESPACHOS DO DA 14 DE JCNHO DE 1887
Cyrillo Augusto da Silva Santago. pro
f-ssor publico. Encaminhe-se.
Urania Nywphi da Silva, professora
publica. Eojauinhe se.
- 15 -
1 lalino Izidi da Costa Vieira, profes-
sor publr:o. Ab>no as faltas dadas pelo
supplijante de 23 a 26 de Maio findo.
Sebasto Antonio do Albquerque Mello,
professor publico. Cumpra-se e regstre-
se a apostilla de 8 do orrente.
Julia Maria Caldas Rocha, professoru
publica. D-feri lo.
Jesuino Firmo do Azavedo, professor
publico. Eacaminhe se.
- 16 -
Antonio de Alleluia Patricio, professoj
publico. Justifico.
17 -
Maria dos Saotis Moreira, profess>ra
publica.Eocaminhe-8e.
Miri Rosa Pereira, professora publica.
- Aoono.
Mara Firmina da Silva Alcoforado
professora pub'ca. Ju3tifijo.
Justina A ana da Silva Santos, profes-
sora publica. Como requer, em vista, do
quo informa o delegado ltterar),
Anacleto Publio de Moraas Carvalho'
prof>-8sor publico.Justifico.
Secres^iria da instrucyaio publica de Per-
nambuco, 17 de Junho de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello-
IXSTRCgAO PUBLICA
Methodologii
L1CO DE LOUAS
XI
10a qubstIo
Li cial c meslo sem nenhum.
Exemplo de una para desenvolver as ideas
de tempo e medida de tempo, e de urna
licao acirca dos sons da lingu.gem.
A expressSo lelo de COCSAS tem
induzido espiritos superficiaes o obtusos a
pensarcm que sem* cousas, sem objectos
materiies, oao podem ellas ser profesa
dos. Estes restringem-a'a accepcao de
t emprego de um objecto material como
texto de licao.
Mas isto esquecer que ha liedes de
cousas tendo por objecto a historia, a mo-
ral, a hygiene, a natrucc&o civca, a ln-
guagem, as quaes podem se fazer sem ma-
terial algum.
Que material prcsa o mestre que quer
fazer ama licao de cousas, supponba-se,
sobre a independenc'a do imperio? sobre
a caridade ? os sons da linguagem ?
Sem material especial, sem collecc8.:s,
sem museos, smente com os objectos que
se encontram o'aula do mesmo modo que
por toda a parte, podem se leccionar as
cousas.
J o dissemos, tratando da questao an
tecedeate, tudo ple servir s licSes de
cousas ; para qualqu'er lado que se voKa
o mestre encontra objectos de que pode ti
rar proveito pata este ensino. E sem ma-
terial de especio alguma (tica cima expli-
cado) pJe haver licZes de cousas. Sim,
lic3es de cousas, aem cou .as mesmo.
O exemplo que o programma aqu exi
ge, de urna licao sobre os sons da lingua-
gem ustfi a o nosso ass^rto.
Essa c3o oSo precisamos n| fazel-a,
acha se as t LicSas de cousas de N.
A. Calkins, trad. do Dr: R Barbosa, pag
384 ; e pag. 600 vem outra, acerca da
alma humana que tambem urna verda-
der* licao de cousas, sem cousas E as
40 edieSes e varias traicc8e que tem ti-
do semelbante obra, assegurando a aceita
c5o geral que ella tem rciquistado, sao
urna boa fianca, amparando a exactido
do que abi se acha escripto, com n-lacao
a est", bem como quinto a>8 outros pou-
tos de que trata.
Na mesma obra citada, a-ham se as pa-
ginas 372 375 os exeroplos, tan'bero exi
gidoB pelo programma, de liqZts de cousas
sobre o tempo e medida do tempo.
As lic5-s de que irouxenoos exemplos ao
tratar dos p<>ntos n. 7 e n. 8 sao, como em
geral as outras do programma, li\5es de
cousas que se podem f-zer sem cousas.
11" QUKSTO
Ntcessidade de um curso regular e especial
da HcZes de ousas n'aula primaria, sem
prejuizo das liedes dessa na ureza que no
ensino das materias do programma esco
lar s-inm necessarias, ou uccidentalmen
te ctibam.
fxemplv de urna licao a proposito de al
gum incidente occorrido na disciplina
eso lar.
Seudo um dos fins da lic&o de cousas
transmittir aos meninob conhecimentos qu
Ihea ennquecam intelligencis, ao pass
que no communicar-lhes ess^s conhetim-n-
tos venba a agir como gymnastica tnt-I
lectual, -e bavendo numero de objectos
que precisara de ser conhecidos pelos
alumnos, mas que nSo podem entresachar-
se commodamente as outras partes do
programma escolar,d'ahi a necessid^de
de u u curso separado do ligSes tendo por
buso esses obj ?cto3.
Abrangj csse curso noc8 s da vi la pra-
ti-a, conhecimeatos io spensaveis uo trato
commum da vida, oocSjs do cousas cora
que a cad: passinos encontramos, no reeio
dus quaes aos achamos, que so referem s
raai ordinarias realidades da existen :ia,
habitajSo, alimento, vest lo, mobilia, eco-
noma domestica, hygi*.ne, instituido-s so-
cia'-s, etc.
E' um peculio de conh^cimentos uteis,
indspeosavpis, que nem pela simples leitu
ra, n^m pelos outras disciplinas do pro
gr^rama ple, ser dado fructuos-.-mcnte e
quo entrara maravlliosaroente no plano das
lices de comas, ensinam se sem enfado dos
alumnos nem do mestre, em forma de pa-
lestra, soai tom dograati'O, sem tarefa,
smu definijoes abstractas, sera palavras
techni.as, sem livro, quasi sera trabalbo.
E este ensino deve ser dado como rubri
ea especial do programma escolar, sem qu%
no entretanto no curso ordinario das ou
tr- s materias, se de;xem de fazer ainda as
lieo.s de cousaa que o assumpto exija, que
a occasiSo aconselhe.
Assim, alen das liyo;s do prgrarama
especial das lijoes de cousas, alera das li-
eoes dadas em urna serie regular deltas,
6ystemati,araent*', haver as que acciden-
tal e occasionaluueute occorreram as ou-
tras partes do programma escolar, no en-
sino da letura, da grammatca, drs ele-
meatos de scien^ias pliysioas e naturaes,
etc.
No primero caso, constituem ramo esj>e
cial de instrucco, abrangendo certa ordem
de conh^cimentos, noques de cousas ; no
segundo figurara co no simples processo de
ensin> da materia de que se trata.
Si snenfe nesse segundo carcter de
vessam darse as licSes de cousas, visto
que muitos conhecimentos sa roubariara aos
alumnos, em pr>iu;zo delles, mas para se-
rem ministrados esses conhecimentos, na
or lera e medida necess rias, u n program-
ma torna-se imprescin livel, par. a escolha
dos objectos e su:cess3o methodioa das li-
joes. Do cootrario estabelecer-se ham a
confusSo, ausencia de plano e de Byite.ua,
-e para os alumnos, como tambem para
o mestre, essa desordera e falta de oricuta-
co s podem ser nocivas.
O plano, o programma podem variar,
mas sao irr-prescindiveis, co:no dircejilo e
guia, oomo bussola.
Deve, pois, o mestre arranjar seu pro
gramma, dispendo as materias na or era
mais eurial e vantajesa ao ensino, obser-
vado o que nesta parte praeeituara as dis-
posiyoes reglamentares quanto distri-
buicSo do ensino pelos tres graos.
No livro de J. Paroz, sob o ttulo L'en-
seignemeut lementaire, que todo profes
sor conhece (ou deve couhecer) acham-se
e'eraentos e ndicayoes proprios para esse
trabalho.
Ahi eneontra o professor as bases para
o seu programma e um curso abreviado
de lic5es de cousas.
O exemplo que nesta 11* questao se pe-
de fswl de mais para que t nharaos aqui
o trabalho de dalo por extenso.
Supponha-se o .caso da npplicaao de al
guraas penas disciplinares autorisalas pelo
regiment, cxcellenta occ.asio para o en-
siao moral e cvico pelo procosso intuitivo.
O mestre chama a attencao dos alumnos,
talla lhes do dever infringido, da necessi-
dado de proceder bem, da responsabilidade
de cada um pelos seus actos, interroga os
roeniaos sobre o acto punivl de seu com-
paaheiro, sobre as consequancias ilelle, etc.,
ple at fazel-os juizes dessa acto (como
se pratica na escola do profes ir Frazlo, da
corte) desenvolvenlo assitu n'elles o espi-
rito de justiga, etc. Ple nessa oceasiao
dar-lhes noticia dos tribunaes, que 8:'o a
justica orgaoisala cm instituicao social,
mostrar que, no caso occorrido, ha necea
sidade da pena, que aquillo que elh mes-
tre est tazendo, a inagem do que o po
der competeute fz l fra, com os que in
fring-m as leis, etc.
Dialogo, recapitulara o, pequea coropo-
posicao escripta, adequada ao objecto, ou
siraplearaente escripia de algumas das res-
postas dadas, ou ainda leitura do algura
tre ho aprepriado.
A chegada de um alumno vali que nao
tera comparecido escola,a lic> que no
da mais satisfaz ao mestre,o premio que
elle coufere, etc, e muitos outros acci len-
tes da vida escolar prestamse magufioa
mente a Iic3:s d.sta natur.zi.
PERNAMBUCO
Asspuili Provincial
40 -Eft>'> Evi 9 OE MAIO D 1887
PBBSIDENC1A DO BXM. SR. DB. JOS MANOEL DE BARROS
WANDEBLEY
-OMMABio :Chnd e ab. nura da s^aso L i
tur< e ppr va5 das act8 Je 6 e 7.
__Exp.-ii.nte. DiucUdaAu du prfcer
da ,'ouiiDi88o d-- ra>laecao obre o pro-
je.to 11. 34 de 188S.Uia.-.ursj do S".
Gun a Pareuie.Em.-ud d m< ain
Hr. depuialo. Uis uieos da Sra.
Barros Barreto Juiu >r. Ferreira Jaeo-
biu., Gaspar de ruaiuiiond Praie
dea Hiian{M. A|iprovavao d parecer
e rejeico da emeoila.Approvacao
d h paireer^a d couiOiissi de re lae
Au ol/br.' 08 pr. j -otos os. 3 e 24 d ute
anuo e euj da n. 1 a este animo.
R.qiierimeu'o de lutormacdes do Sr.
Bittin de Itpissuuin. l ,-art- du
rdeiQ >0 da.OsCUntj e a^prova-
co eio 3' discnsao doprojecto o. 41
deate aun". 3a diBCUssi do pr ja-
cto n. '3 deate auno. Discurso d.
Sr. Gaspar de Drummond.2* dis-
cussio do projecto n. t deste anuo
coro a eaieoda.Rae. rrameuto d'i
discussao e approvucao do projecto
com a emenda. -1" discussao e appro
vc,ao do projecto n. 78 deste anno.
2 parto da orJ^m do dia.3 Jis-
cussao e pprovasio do projecto n.
16 deste auno.ApprovacaV? em 3'
dicussao dos projectos ns. 74 c 13 o
em 2" os de ns. 51 ,'om as emendas
ns. 1, 2 o 4, t.id>3 deste anno.De-
coraos do3 Sra. liara i de Itapigsuma,
K>go Barros, Rooberto e Sophronio
I'ort-lla. Approvaco do projeto
n. 21 deste anuo.Approva^ao d i
pr> jeeto com 12 emendas 3' discus-
ii do proj'cto n. 7 deste anno.
Discurso do Sr. Costa Gomes.Ap-
provaci da emenda substitutiva n. 7.
Discurso do Sr. Jos Maria (pela
crdem).Approva^ao cm 2* discus-ao
d> projecto n. 5-1 deste anno, em Ia o
de n. lie em 2a o de n. 69.Appro
vaco em 2a discussao do projecto n.
73 oeste bn o.Ljvanta-se a sessio.
Ao meio dia, feita a chamada e verificando-se
estarem presentes os Srs. Aotooio Vctor, Ritis
e Silva, Soare3 de Ainorim, DoiningMos da Silva,
ouvencio Mariz, Sophronio Portella, Llisde Ai-
drada, Visconde de Tabitinga, II r. ulano Bao-
ieira, Augusto Frauklin, Barai de Itapiasuma,
larroa W.ralerley, Coelho de Moraes, Barros Bar-
reto Jnior, Gomes Prente, rumnonl, Reg
Barros, Rogoberto. Ferreira Jacobin e Jos Ma-
ria, o Sr. presidente declara ab;rta a se3 5o.
Comparecen! depois 03 Srs. Joao de S, Lm
renQO de S, Costa Gomes. Pr.ix-lea Pitanga, Af
fjiifo Lustoss, Andr Dias, Julio de Barros, Rc-
gutira Costa, Baro de Caiar, Costa Ribeiro e
Joao de liveira.
Faltara es Sra. Goncalvoa Ferreira, Roja e
Silva, Rolriguea Porto, Cooitantioo de A'buquer-
que, Joiio Alves, Ferreira Velloso, Amaral e Solo-
io de Mi-lij.
Hao lidas e aem debate approvadas as actas da
.esao de 6 e da reuuio de 7.
O Sr. 1* aecretario procede a leitura do se-
grate :
EXEDIF.NTE
Um officio do secretario do governj devolvendo
informada a peticao de D. Maria Caudida Braneo
da M itta A quem fez a requisicoio.
Outro do de Ala-j is, acensando o reeebimenfo
dos Anoaes desta Assembla de 1887 e cfFrfCendo
dous eitmplare8 das ooeecoea daa leis daquclla
provincia de 1885 a 18S6 A archivar.
Urna peticao de Joaquim da Silva Carvalho,
proprietario das pequeas casas sitas traversa
do Gaz ns. 14, 16, 18, 20 o 22, requeren lo iseocao
do imposto addicional decima urbana lo servico
da c mpanhia R'^ife Drainage relativamente a
casa n. 16.A' cjmmissao de orcamonta provin-
cial .
E' igualmente li lo um ofcio do aecretario do
goveino coromunicando terem sido prorogadoa at
o dia 13 os trabalh.a da actual aesaao.
E' lido, apoiado, julgado objecto de delibera^ao,
e vai a imprimir o seguint- projecto :
N. 79. A commiaao de exame de poaturap,
teudo cuidadoaamente examinado na da Cmara
Municipal di Senuhaem, de 24 Je Mar^o deate
anno, d" parecer que se adopte o seguinte pro-
jecto de lei :
A Assembla Legislativa Proviucialdo Pernam-
buco decreta :
Artigo uuieo. Ficam approvadaa com a modifi-
chco abaixo as seguintes posturas da Ca.nara
Municipal de Serinbem, orgauisadaa cm24Ja
Marco do correte anno :
Na artigo Io em lugar de dous fisc ie3, leia-ae
um, que aera o da villa.
Kcvogadaa aa diapoeieo'a era contrario.
Sala da^ commisses, 9 Je Maio de J887 Coe-
lho de Moraes.Soarea de Amorim.
E' lido e entra em diseusaao o parecer da eora-
miaaSo de reJaccaosobre o projecto n, 34 de 1886.
O Ur Cime* Prenle (Nao devolveu o
seu Ji-curs
Vem mesa, lida, apoiada e entra em discus-
ao conjunctamente com a redacto a ementa do
Sr. Gomes Parent".
O r. Barro* Brrelo Jnnior (Io a:-
cr.turio)Nao posao, Sr. presidente, citar a
emenda que o nobre deputa 1 > acaba de m io lar
mesa, assim corao, estou certo, esta Ilustre Aa-
semb'a tambem nao a aceitar.
Com effeito, Sr."presidente, o nobro signatario
da eipenda em queatao, nao poe em duvi la que o
parecer da commiaaao oe redaccao esteja de ac
cordo com o vencido, mas diz nao estar de accor-
do com o aeu pensamento.
Ora, V. Exc aabe perfeitamente qie no3 termos
do Regiment, njo basta quo o vencido nao esto-
ja de necordo com o peasaineuto de qualqaer dos
Srs. deputados.
O nobre deputalo que apreaentou a emenda e
que foi aceita pela casa, sabe que cata Assembla
nai pode agora alteral-a, aenao dadas aa hypothe-
8ea do art. 127. O art. 127 expresso e diz mul-
to positivamente que a quando se reconheccr que
o vencido envolve incoherencia, contradicco ou
absurdo manifest que se pod< r deafazer tal
embarazo.
Ora. aqui nao ha absurdo, nao h i contradicco
mauifeata ; portauto, nos termoa do Regimeuto,
nao pode ser aceita a emenda agora apreaentada
|.e i nobru deputado.
(Ha un aparte).
O Sr. Bar.oa Barreto JniorA questao nao
versa aobre si o novo contactante ou uo obri-
gadu indemuisacilo, maa aobre o ponto que eu
acabo d<- firmar.
Diz, p^ruo, o nobre deputado : a indemnisaco
da-ae de to :o modo, e o faeto que o contri.ctau te
deve realisar a indemnisaco, antea de comecar a
vigorar o contracto.
O Sr. Gomes PareteQuando recebar o ma-
terial.
O Sr. Barros Barreto JniorPode ter aidoesta
a iutenco do n>.bre 'epu:ado. mas uao foi por cer-
to o que a AssimHa vtou E, se o nobro depu-
tado eutende-ae com o direito de revogar o vencido,
b porque foi signatario da emenda, eu deve dizer
que tambem subacrevi esta eineuda e que votoi-a
com c-inscieucia do que vota va.
(Apoiadoa).
A Aaaeuiblea inteira nao contesta que voltou o
que 8( escripto, que o vencido o que ae con-
lm no parec-r J* eoinmisao de redae^i.
Aaa'm, r. presideut'-, nao aei orno su posan
aeeirar a emenda agora apreaentada pelo nobre
depu a lo
.a diz S. Exe. qu de toda a vantagem que o
novo comracr-uteeu'ro para oa cofr-a proviueiaes
com a indemnisaco que tiver de fazer. Conaidero
esta mat lia venc 1' ; entretant.., permita o nobre
deputado que ih- d.b". que na, signatarios da
emenda qu loi aporovada.e que o nobre depurado
pretende tf-ra emeudtr. do qu i alteramos o aub-
Biitulivo nelH pa te foi ramto propoaitameute, e
n. tractante, 60 lias ani^s do t .mar piase doa ppa-
re h >s e materiaea J. actual em oreza, entre para
o th souro dum a iud^m lisac', imoor urna obn-
caco, qu- poderla do alguina forma prejudicar a
concurrencia.
Sem a menor ueceasidade, d-ede que pela clau-
sula 13 d MtraObJ actual a provincia uo t na.
obn^ada a pagar a iudemoiaacao antes de tomar
p isse dos maienses a obraa U emprza mas at
t. m .. direito de pgala por preatacocs.
E Sr. presidente uem -e poda admittir a expli-
caco do uobre depuUdo qun lo diz o vencid > nio
est de aceordo coa. o qu-o su inte lyie quando ae
Btt--nde o queexiati um* dibpoaieao clara do aub-
stitutivo n. 2, determinando que a iodemnisacao
s- ria fi it 60 dias antes do recebimentoj dos mi
teriai s e e'oras da intiga rmpreza.
Cuno vi m poisS. Esc. lizor parante a Ass m-
bla que sua inteocaoera coas'rvar o substitutivo
que Esc. ineamo alterou com a sua emenda"?
Terminando Sr presidente, ci.nveneido de qu
a Asicmbla conhece perfeitamente o aasumpto e
que desnecessaria qualqucr tutra explicacSo,
nada mais acrese ntarei u reapeito certo d- qu
a emenda ora apresentala ser rej itada e appro
va lo o parecer da commissao, tal qual ella o redi-
giu, sto de aceordo com o vcucid >.
O %r. Ferreira JucohlnaSr presidente
parece-;ne que o nobre deput -do deve estar satis
feito coma cjmmissao Je redacclp, por te- trans-
cripto a emenda tal qual vencida.
Se, p'rm o n;bie deputadi tev-1 int neao de
levar seu penaatne.ito ulm Je suas palavras, foi
aem duvida trahid i por ai proprio na forma da mu-
uitestacao deste pois m ntoe ueste ciso niio pide
mais preteud'T modificar o vencid ...
0 Sr. Gomes PrenteNem modifica.
O Sr. Ferieira Jacsbina... muito ini'is a
dictar cousa alguraa ao p"nsam uto anteriormente
in-iinf-stad o approV'ido.
Nestes ctrcumstaueias, parece m1 que a emenda
i redaccilo ni pode ser acceita, se uo c m- umi
iu:i5vacao, que o regiment prohbi, quando deter-
mina que so nos cas s do contradicco e absurJ-i
manifest que se pode presentar euieu ias re
diccao. Ora, aqui na i se deu isjo.
O assumpto foi largamente debatido, e r c nhe
c-eu 8; a vant.'igom de abandonar o principio de
urna indemnisacSo previa e talvez dispendiosa an-
tes da entrad i na posse do -bject ; mu quo tara
bem esta po.se nao devia ser conferid i s in ga-
rantir-so provincia o valor dessa ndeinui.ae ;. v
Foi egf o penaamen! i approvado
En? que consiste, pois. o recei i do nobre d-'pu-
tadu? Em que o novo contractante entre em p 'sae
e goso do objecto sem iicmn:8co ou cora sacrifi-
cio da proviucia ?
O 7* 6 terminante : (!).
Eis aqui eetabelecida ni primeira parte do 7'
a obrigacSo da indemnisaco d" um val ir preata-
belccido e que figura no edital p.ra oodeurrencia
c _i ir ssj qje se pede p.vla avali '.i,a\
Portauto, se pt'ii a avaliacSo, se o val ;r
desta tem de figurar no edita!, se a iudemuis&cao
condiySo paro, a realisacSo desse contracto, pira
a sua X''c:ie >, tanto que a isso ae obliga o c n -
tractante, claro que a indein :i icio devi a
pelo menos pivia, aeiio para entrar, ao men.s
para ell ficar subroga 'a nos direitos da provincia,
cm pagamento de preatacoes.
Jase \, portan;*, que na hy. o hese d-sc
perfeitamente a indemnisaco previa o reeolbi
ment da quantia respectiva a deposito. O que
h i, p ii:r\ le vantajiso que o extractante po le
t r a qu t'vb di empieza, e, emjuoiro nao se
fizer a iiu!eranisavi>, >.s object-.s que ficam hyo-
th-cacos.
O qu. nos niio quercm >s obrizar a provincia
a contmetar com um para dep-u'a mg ciar com
outro. E pircce que nestas cond co.-s o proj t;
n.l; p Je dar insuiiebis diacussao.
(Troeam-sc diversos apartesj.
A empresa actual n.o abro mo do seu direito
para deixar tereciro gosar delle sera garantir-
se.
A ni/ ser que oa nobrea J-pntHdos supponhun
um presi Jeute inepto, na i vej ) q-ie haj i n cessid -
de de mais tac!areementoa deste artigo, e p r
isso uo me parece que devamos udditar aquillo
que foi approvado.
O Sr. Viscoude Je Tabatinga -Cautela c cal 1>
de gadinha nuaca fez nial a ninguem.
O Sr. Ferreira Jacobio-iNeste caso a cautela
e3t tunada, e a r 'epuiijabilide.de nao ser des'a
Aaaembli. E tumbrin por m-lliire ques-ji-.n
ns basea ellas h) de naufragar perantc a ncapacidade do
administra Ijr da pr Vincia
Euouvi o n>bre aotirdi em'nda esta'o lecer
um priucipi i que p-{ i permisso a S. Exe. p
Oizer que est muito ionge do assumpo q ie uqa:
diaeutlmos.
Pareeeu-se qu" o lubre depu'ada diase qu* s'
nao bou ver concurrencia a provincia obrigal.i a
i.-idcmnisar a actual em ireza e a ficar cooi o ma-
terial.
O Sr. Gomes PrenteSem duvida.
J Sr. Firreira JacobinaNao sci d'onde o no
bre deputado tira e3ta concluso.
O Sr. Gomes Prente E' d* contracto.
O Sr. Ferreira JacobinaNio; o contracto diz
qua inJemnisa, terminado o praso, para a provin-
cia ficar com elle.
O Sr. Gomes PareteNao diz pare fie ir com
elle : diz que indemnisa.
O Sr. Ferreira JacobinaPortante, ae nao bou-
ver concurrencia a provincia nio t m nbrigacia
de inl. muisar, porque elle fiea na empreza ; e
ento deVC a admiuiatracio pedir Assembla
ou'ras baaes para que nova concurrencia seestabe
lecer.
Porque esta a nessa hypothese : nao ficar a
provincia como contractante forn c Jora da illu
minaco, nem tambem Jeixarmos a inn ivaca i d"
contracto a esta empreza que est .ictualmento
em rx'-rcicio.
Pens i, portanto, que nao pode ser Kcccita a
emeola do n 'bre deputado.
O r. (impar de MrumnionrtNao de-
volveu o seu discurso.
O -r. Prxedes Pilanita Sr. oresiden-
te, seudo tamb-m signatario do project > de illu-
minaei i a ga?, tenho -obriga^io de d'zer algumal
palavras
Este projecto tera o seu curso e foi approvado
por esta Assembla com as modifie .coes |ue ella
eotendeu convenientes. O c ntract; obfigiva o
contraetante a nao eutrar no goso do me^ini sem
que tivesae entrado com o valor do material, per-
tencente empreza actnel.
Esta Af8. mbla, p rm. detcrmiuou que a in
demnisacao f dispunha a claU.ula 13.
Vejamis agora se a emenda importa um abor-
do i.u ae ella modifica o pensamento que te ve a
tssembla. O tempo para a in-f-iunit.aco est
estabelecido na claua la 13 Jo cont acto actual,
porque segunda a interpretas io dada pelos melho-
rajiriec 'tos, o valor de que pode dispor C
Thesouio i .ovincial para amort|iar o ilenitj a
que fique obrigado la forci. da clausula 13, im-
porta a oet-rminaco do tempo era que ha de ser
o novo contractaiite a fazer c mo det -rmina aquella
clausula a indtronisac", anea de ae apiaaar das
obrao d. a> tual empreza.
Portauto. o mil iliuatie a-,igo. cuja indiligen-
cia ou reapeito e admiro, u i 'evv razio para
iiz r que a clausula asaim como est importa a
p-aa- indefinida uo material sem obn/ac d-ter-
minada de aua indemnisaco, nao. Di sao que a
clausula 17 diz : o contractaUte iadcmnisar O
material na f rula cstabelecid ua claiiau'n 13 do
coiitiacto actual, prefcr.veu o f-mpo ou forma de
in lemni-Mcao. porque a clausula 13 diz : o gover-
no indemnizar nas f .r\;aa dos cofres da provincia
'ga!>do 6 o d* juros daqimlo que ficar.
Port .n:>, o que. compre a> presidente calcu-
lar qual a forca dos eof.ea oa provincia para a
lodemoiaaoo se ie 10. em vista do valor do
maten.I, divide se por 10 v.-zi S que a forca dos
e. tres da provincia e na teremos a resultante ea
trinpo para o contracto.
O que a cm nda qnit fazer foi facilitar a con-
currencia, nao obng.udo a urna am irtisa(;ao com-
pleta do valor de todo o material, garautindo
p rm, a provincia para que ella nao fioaase obri-
gada para com o actaal tornecedor e uo ..Brease
o logro daqutlle que Ihe viease aub.tituir, deter-
uiiuou qui easa quantiu foase depoaitada. <*j-
Agora, pergunto eu : eata erplicao de-opo-

\


Diario de fernaroboeiiSobbadu 18 de Junho de 1887
i
i_______ ------------------------------ '
sito refere-se ao valor total, desta emenda, que
V. Exc. acaba de mandar mesa, cu importa o
deposito na importancia do valer total?
0 Sr. Gomes PrenteSem duvida.
O ir. Prxedes Pitanga Altera o lenesmento
da Assetnbla que procuruu facilitar ao novo con-
tractante, dando lae o direito de pagar as foicas
da provincia, ou correspondendo s torcas da pro-
vincia cera es juros de 6 /., e ereio que esta a
idea. .
Aaceitaco desta emenda po^e importar urna
alieraco cercpleta a memo qe o depositante nao
tiveese dirtito de receber da provineia es jaros de
Um Sr. Der.utado De modo que eusnsstue a
responaabilidade da provincia.
OSr. Prxedes PitangsMas esaa respensa-
bilidbdc cao indefinida, ciato disse o meu eolle-
ga. Eu austro na applicacio da clausula : a
provincia trr a cautella de calculadamente dedu-
zir o vrlor que pode eer amortisado e tm ciijo v -
lor ee sublcca na ebrigacao quelle que Ihe vem
substituir e ento per pratos certos ter o contrac
tante obrigado aepesitar no Tb< si uro. previa-
mente, essa quantia para que a provincia pessa
indemnisaro actual coutractante.
A ser esim, a emenda imperta urna altcracao.
Tenho cenclaido.
Encerrada a diecussao e prta a vetes n redac
eao dopr-jicto, spprcvada, tendo rijeitada a
imend'.'.
A reqof rimento do Sr. Loare neo de Sa e pro
rogada ahora por der minutes, afim de continuar
o expediente.
Em s-gnida, to sern dilate approvados tres pa-
receres da ccmmisso de redticco s.breospro
jectes ns. 3 c ik deatc Mino e emenda n. a eies-
te ultimo.
E' lido, apenado e fica s< bre a mesa para ser
oppertunarrente disentido um r- quenmento de in-
formavio do fr. Bar3o de Itapiseum, sobre a
taita de ceneervaco da estrada de rodag. m do
noi te.
Passa-se
1.' TARTE DA iRDEM D'J :>I \
Contina a 3a discatsao do pnjeeto n. 41 d ste
auno.
jecto, um a menor justificativa. E'urna immo-
ralidadel
(Ha um aparte.)
O Sr. Baro de ItapissumaIsto nao urna im-
moral.dade ? E eemo que V. Exc., qne tem
querida mostrar que s> iotereesa pelos negocios
pebcis, ha vendo La essa muios p.ojectos de
utilidade c vantagem para a nessa provincia, os
quaes nSo rem scbncairegar os cees pblicos,
prete/e te des pata submetter discussaa um pro-
ji cto que i int< rtssa a estes pretendentea ?! f or-
que V. Exc. ni: d para ordf m do da oe nume-
roso pr> jectoa de ncaturaa de cmaras municipaes
eatao ao archivo dista casa ? En acredito
que
sim, ca-
que V. xc. \ ae forjado a proceder
deudo prbtsao de ntus amigos.
O ?*. Jeio de Otr*eiraEu tambem ereio.
O 8r. Baro de Itapiseema Mas V. Exc. rn-
ineire qcc rudo deve ter im vista a tuareputaco
de patriota amigo da ana provincia, e nao pre-
judical-a pelas saggtsio-s dos sena amigos, que
impensadamente lenbiau-sc de conveiter em le
prtjcctos desta ordem !
O Sr. presidente A mesa nada tem con os
prije"tcs que iao apreseutados ; a Assembla
quem decide.
O Sr. Baro de ItapissumaV. Exc. o rea-
ponavel pela m dir.cco dada nossos traba -
lhos.
Peco a V. Exc., que p r amcr da nossa trra,
sao te lembre nisis de dar para a di cust.'pro
jectos cou:o ette, de iut resse po.ramei.te possoal,
e Efm :e fendarim diieito liquido, cem 03 quaes
se v esgotai o ultimo real arrancado ao contri
bointe e mettidn n s cofres pblicos.
E, Sr. presidente, se os nobles d. potados que-
r. m por gosto faze.- reeah;r sobre acUssedi
agricultura, que se honra de centar a V. Exc. co-
m tmdis acus mtnbros, impostes pesadsimos
na crise horrorosa em que nes acharaos, para ha-
ver dinheiro a icpartir eom os am'ges, V. Exc.
para ser justo, para eumprir o seu dever, nao de-
ve consentir que to detassombradaiiente se n et
tam as maos no thescuro para ttbanjar-te esses
dinheiros arraneides, pelo direito da forja, i reo
ribundu c'ase dos ag eult r. s.
E' urna supi-lica que faco V. Exc-. e estou
Nine-uem alavra cncerra-sc a da- eerto que h.i de tomal-a em cnsideracnj
Estou percudido d>- que o br. presidente da
provincia, que deve ler os jornaes e sab^ do que
se p.ssa n-sta casa, h;i de arrrpend-1 -se do seu
pr.cedim.ntf> des.certado e mxpcavel ploro
gando mais este. bse3i c fasi udo com que anda
amai.ha i.So se eneerrem es uobs03 trabalh s, so-
mente para respeitar um pac: o que guverno -
maioria fisen in para viven m unid ib.
Nao servil de atteauante a S. Ex;, o cumpri
monto da palavra empenhud i.
S. Exc. prome-tteu, mas piomettoa o qu? trio po-
uiu d.-ir.
Us diuh iros pblicos. o5o devem ser milbara-
tdos por quim qutrque se ja.
S. Exc. iSj devia Lacrifioar o bern estar da pro-
vincia qee adu.iuitr:t para attend'r someit. o
iiit.resses do seu p'iitido. Para traz-r a m-ioria
tempre unida, S Exc. fc-z conc ssea que pr ju-
die im a sua repataca'.
Te. h> ciieiui J).
Vi-zcs daOppjsicao Milito bem Maito b m !
Sio lid s, apoiadas p eutrum coojuoctamsnte
em diseu -:; i vi ; n a laj.
u
u;;ao.
Posto a tutos o projeeto approvado c remet-
ti-'o c mmiFo de redaccSo.
Eufra em i-' discueso o pnjeeto n. 23
O lian|>ar de Dtumnoitd (N'ai
dcvolveu o seu discurso )
E' lido, apciado e appr-vado o segainte reque-
riment :
> Requeiro o a ti rr.- uto d i discussSo do pnjee-
to n. 23 d(ste anno, por 2i h ras. Gasp-.r de
UriimmonJ.
Entra em 2 discuatSo o pr jeoto n. 42 deste
-.uno cem :: emenda :i elle fl reci la-
Encerrada a discusso, i pst-i a vot s o prj-
i i
O Sr. Sopliroitio Portel IA (pela ordem)
requer, e a As mb a c ucede dispensa do in
t-rstieio para que tst>- proj.-cto entie em disea-
vt i n sessS i seguinte :
Eutra em 1 discussio o projact) n. 78 de-st"
anuo.
N'ingucm pedindo a palavra e submettido :i vo-
tos o projeeto, 6 approvado.
O fcr. R'Euei'ra CoMia (pe' ordem) re-
quer e a Ass mb! concede, dispensa d-< nters
ticio para que este piojecto e dem do dia da s bs3o b guiute.
Pasaa-s
"2" PAUTE DA ORDEM DO DA
Eutra em 3'd:stus;ai o projoe-to n. lo
anno.
Eueerradi a diccua-ao c posto a votes o pro-
jeeto, apprivadu.
Em seguid ts o t mb.n, s?m debato, asppr va-
dos un 31 discussio o prej-.ctoa de n?. TI e 13,
e in ia o de n. l e. m as emeud:s ns. 1, "2 e 4.
ono.
Entra era 2 dissassao o prei ct) n, 55 d s:
anuo, eom as < m v. i >s a elle fferoe dis.
O r. Barato d<- lia iMNiima Sr. prc-
-': lentft p.irece-mc que este pr.j eto, a ser appro
vado pela Assembla, vira augmentar o numere
ins i xtr ivagaucias de que aecus^m esta <" sa.
O projeeto e especialmente ein< o I 'i "' u -
a o.:.' profi i r Miguel Ar.-banj > Braga como i ii' ctivu xcrcici -, o toropo dec.'rrid'
m que de x u o magisterio pubiic', Mil
xou raja), um i scandalo.
.;-: I t,ng Mas f i i'- :!*T gra o.
n Sr. Bario d >p stum '' a : ic a a i im
p.rt.i; uiDi. tina por fulta eimm.'it:Ja, ei m
vern i bl qui f ; t ido o
temp i em qu lie n estovo tm exi rci
fazer j iz atad l ia '.'
Sr. prei : : V. Exc "csiicapi
ite n stea nl-
:"io. i mpri ir -f rcoa i-Cui
le i:3 c As-S' u b e ja faser
m in" i trr*:: i' io Ihan
: q n :. A em va S i
pri je-el i'as n O [ j e-r .
lo; i ii
A p '' -' '' n'um est.
; enu i la! .!:?!.i..
, S) ^e d G :! i b:3 ee
D : z S l'.x o Sr.
pri Bdenti
q : '. .r
C i :.
0 , te s 0:i i
i :
V 1 . . '
i
t: b'ina
lir is e A
|

b C3, fui c. i
. nb .nd n d n>sta :
vial-a, i :- n de un i e ios pesados im-
,..:'.. ., c mo s
obn "i a
>) | re; i' i de qu a pr vio< i es-
i .) !" r -jre' a
lu ; r tou ?
Sr. i
Eu fui un
: qu r ni o: .'..
|
-.-.;::.'. B t."i Ulll .fl
dieta
prazi r g u LV:tava ppar ci-
m'.'li! : p ..-
te de V
tade.
M i >, o que ;. A
. a^uua c
dal i ; era noc 's 10 ..u I s o-
ir ;
uraiori, e, ase m, -: qa : i 6
par. ene rrar-si a Vssembla foram nullifieaJus
a tramoia'inutilis u-os. ti urna pro
rogacao, de que no h; va neee eidaie. di que se
finia amaaha.
Era v
nruviasia, p'-rt s^r af.z r a ;-..'ua amigos, \,\
lera dar urna i:ov prorogacao. O boato i .
- um i roaliJade.
S. )x-., eom :\>t.. xplicavei,
hoje, ve-pera do dia d> eacerrimiTiti 06 n1.*-
sos trans boa, ea\ ou-nos um tfticiu i rorog-indo a
Assembla pr mais trea dias O fet; sin-
gular S araanb, d:a do eneeriamento, devia
chegar tato i fficio. S. Ese. quiz i aturaim^ut
dar arrhas aos bous amig.s (!aa nteafdea qu o
aiimentam.
U Sr. Costa BibeircAssiui que ella eo.o-
aomico...
O Sr. Daiao de Irapissnroa So a eennomia de
S. Exe. e-ifm-se uistu, s-- S. Exc. prologa a Aa
Seni'ila pera arraujos indiviriuaei pe quaes s>'
inti re-ssam seus amigos, nos na podemos nem
devemos eooaeatir q..e assim se desperdicem os
diahei-na publ< .
Sr. presid nte, eaj i que nos Annai-g d'ata Aa
scmbla fique legiMmdo o meu procedmento c o
ios meo m'i;- s
Desde o;oe se iniciaraui oa noasos trabalhos, de-
elarei que o nusso mai r inpeubo devia consistir
em eiicerrar-sii a As-e.nb n dentro do praz<> eon-
stitue onal, desidertum pelo qual utruetjtora
mente e;foiee -m-, iju-ndo tive a iionierecid* hon-
ra de oceupar e*aa cdeir,em queV.Exc.se
senta gota.
Os uobrea depatadoa, porm, assim nao qaize-
ram ; e, pe'o contrario, concorreram para a pro-
tcllaco dos n .saos trabalh .a, iiscutindo, c-nna
diaeutirain Inrgaiaente, o projeeto de fo-ca ptoti-
eial, qunelo i min.ria nao o tinha tincado, c at
reqaereram o adlamento da diicusso deste pro-
o .Sr. liego Batre(Nao Jevolvou o a
discurso)
O *r. Roeobei l>> Sr presid ule. eu nao
.-, ,.ii i i a por e rto, quo o i obre de,.uuij
Utiicto.qa meprccedu ua tiibun, qui-
r sui j i' s o !.* ni -' e eouatituir-ae o
borde:ro dos o >s de eeu iUueti
O "r. Re='o Rarr sEst V. Exc. engaado.
Sr R.gbito Ni me adrainria, dig", qu
S. Exc. teutasse d> Tramar t do o teu furor contra
in'in em occaoiao que so trat. sao de ng eio de
mi u purticukr iutensse; m s, nao poderia -'ip
|). r que c nobre deputado | r..:-. loioa.-e envolver
linb id pj cu d< peit-i o pobre em tegaii pu-
blico i qu m aprovei a o proj eto p>r rnim
! | : i I :.i dt.eussS i polo facto de
ser cu o si.ii itar o d mesm i proj-.-cto.
Eu uo ecp-rnva iato, r r sitectt, p>rque o
pi teas r ; que trata o projeeto, anida
i meu migo e is ll Ih i din i ;, tiuh c n
seu f vor o m rito, 3 m du\ ida VJjiOaO pira o no-
eputido, de ser parent- do noss) diatio'to
co :', o Sr. ii reul :u i B mdeira, r-zao que jul-
buffieieuce :;aia contel-o no o lio jue me
Vi jo, poiuo, oue fui illjdido oque S. E:o ten-
d un p oca ro-,f.-i is'a tircumataucia, p r uo
: habitua Jo a domiu r-:o ui puixio, VOO &
i buua impugnar este proj c'o.
i
' I Sr. Barros i> .sreto Juuicrlato nao raza >
jata je fas r favores.
O S-. Roaob rt iSei b m qu o pirentesco que
..u- oa., razio p-.ra si- faz i I iv -
i" son. i te tr.'.o ucile p-ra mo-t:ar a quant
.i a a oilioii .de do nobre d.potado, que pro-
at i rir-rr.e por tabelL, qu-rendo
quo tedoa comprihendtm a razao de sua impug-
-J teudo mostrado i rumo ;. qa = ejcamiuua
i. bre di .;s r i agoru a i z i r anas
pal iVI i n-p it .
U qu-- pede eese uneciouaro ns uin cou a
::. i s proe-ui lU i i' a T li-
tar ; B| p ia li E r 'i' ido u n
r n, o- i li etiv :: r |iateri i.
:,!. trullo I a'il ta
:. i ,i no cuuiprimejto dos
... n p rti-
a i .v r que s Ii, it..
ijtauos c fres pub'ics,
U i f i. a Sidj o-,!i I
a outros em idei,ticas circumsta
. Costa (3 s d um aparte.
O Sr. B/jgobertoV. Exc. peen a pa'avra c re-
fute os meas argume .t.-: uo por esta torma
qu V. Ese. S'guri melhor a sua tau JiJ^ctura.
(Tr .-am-se outros tiiuii,i .pire-).
tj .mo dizin, o lavor que ae ji ;o ra o profes-
a r n.io l" ser e nsiderado comieacaiidi
ii pie ea*a assembla j o tem c
n .s meamas condic
Umcid enteaessa,
. .... alongar a d.scuaso para hjj i u-
i que o balh i, sen
, ri i que i s i.las! ptin-
ip i -.,; .. jai .i i",' me si afl>;ico lo
me neguem o uxi 10 d.i sjus votos uo s ir: -o de
- : u proj -eto.
> Sr. Moprjronlo 3orielltt- iN'.
a a
Eicerrada i > e posto a v ios > >ro-
i ici ap, i : e n .. e.a. ;!i 8;Dn 1, se ido
nai 3.
Entra jcussao o pr jecto o. 21 d' ate
snn .
V- m tnsa li!o, apol. i o liscus-
ri u i>roje '" |UeritBento :
i: [ueiro o a liam nto da d por 24
h ras. Jos SI .:in.
i1 otos o n qaerimeut', r> j itad >.
. mu em diac ireo o pr jecto.
ru m ia pi ra, en? rradaa
. ; i votos o pr jeito, approvado
c ni 12 ora-'n tas.
Vi ni a mesa segainte decle.raelo do v^to :
Uoci.ro quo. votei contra o pnjeeto n. 51 e
o ni s. C*r. V. sfa (Jo.nes
O Wr. Sop i.i'OTiio J"-t'lla (pU
:, -, a A-semble i cinc de, isa do in-
icio para que este proj -eto r ;o .i- uaao
n i j, i a iguiote.
Entra em 3 a disciuso i to n. 7 dest
i, mo, cora bb emendas a queriioento do Sr. Custa Ribeiro, pediudu que o
projeeto v ccmmiss) d tuicSo e po
dores.
U Hi. Moar* de laorlm Si. pr.si-
eute, a;,ezar do inuito reapetto qu me tneree m
os sgnatanea i'este projeeto, eu me jnig.i na ue
c*-aaidade le justificar o asen voto, vi-.'o como ui
pronuncio contia elle, desdo a primeir* palavra at
a tm .
Vot< contra uin soconta porque; vejo u'elle urna
preti-uco desarrascada eom lambem p.,rquo o con-
sidero um terrivtl golp- centrt a nossa constitu-
fito politiea.
O noto pacto fundamcu'al garante a tojo e
ijualquer eidado a mu completa li&ordade do
o. ininoi o:o, a mais completa liberdade de proprie-
dade, e a mnis completa liberdade do porsonali-
dade.
O Sr. Barros Barrctto Jnior -Isto lettra
r- .
O Sr. Costa (Jones Admira, que este uparte
tivesse partido da mesa.
O Sr. Barros Brrelo JnniorE V. Exc nao
Cmprebende. a irona na expresa. ?
U Sr. Costa (ornea-A snesa nao deve usar de
ironas.
O Sr. Soarea da Amorio)Disia eo, Sr. presi-
dente que este projeeto violava nao tmente a
contaa pa o
liberdade de commercio, como a liberdade indivi-
dual e do propriedade.
' assim que sob pena de apprehensao e multa
prohibe o presente projeeto a veuda de bilhetes d
outraa provincias ou paizes estrangairos, quando
diz:
Art. nico. Fica prohibida u'esta provincia
sob as penas de apprehensSo e multa, a venda de
bilhetes de cutras provincias cu paites estran-
geiros, quer em casas ou poutos determinados,
quer per vendedores ambulantes, c bem assim pro-
mover o cureo daa ditas loteras por avisos, an-
nuuei 8 eu ootro qualquer meio.
N'este priodo, Sr. presidente, S8 offende elara-
maate o oorollaro 22, do art 179 da C mstituico
que ..ffianca gantatir a direito de propriedade em
toda a sua pleuitudo, a a uin i xvpca que alinitte
para semebsntn viollo, qua e o bem publico
I. galsaente veriieada, coasaensaado previamente
essa masma aropriaadr pela in i.imniaaeaj do va-
lor d'ella.
No entretanto o projeeto faz revivar a obsoleta
e iniqua lo i da confiseacao de bena, n que em caso
algum permittido, e, como se nao (.-a bastante,
anda por urna copulativa impoe mais outra pena
por um supposto delicto!
Igualmente neste periodo ee pretende derogar a
c?nstitui?5 > em seu corollario 24, quo asevera,
que oenbom genero de trabalh, cu commercio po-
de ser prohibido, um-i vez q e s? nao opp nha aos
ei atum a pblicos, .-rgurauca e aade dos cida-
dos, caso este em que ninguem vantajosameate
pro vara estar o que se pretende prohibir.
Anda pecca este periodo por pretender cortar o
laco fraternal que deve ligr a todas as provin-
cias deste vasto territorio. Vejo que se quer es-
tabelec. r un certa d;stincc3o odiosa entre o bra
ziteiro pernambucano e qualquer cutro; vijo aqai
una pretenco, nao para irmanar, mas paa pro-
vocar idios e represalias. Quando pela conatitui-
vo do imperio devemos todos formar um s cjrpo,
o projeeto, que ora se discute, parece considerar
o. mo estrangeiro a todo e qualquer brazileiro, qoe
nao tvtr ntseido e o. Pernarabueo. Aindamis:
quaudo se permitte ao estrangeiro plena liberdade
para anganar a vida ; qu indo se Ihe concede au
torisacao paraageuciar d nativos para as publicas
necessidades do seu paiz; ,qui sj qu :r arrancar
o pao a tientes n.cessitados, qua vi vem deate ge
ero de commercio, se quer prohibir a provio-
eias, de por este meic, procurar recarsis pira sua-
tentar as busb pas iastituicoes I. N3o macona
ta, Sr. presidente, qu somlhmto pr tenyio j fi-
vesse apparecija em parte alguna
C mtina o projecb
1* A multa aera de 5:00)*\003 pira 03 que
intringirrm a presente prohibicio vndenlo taos
bilhetea em lasas ou pontos determinad ib o de
200(40.)O ptraoa vea le torea amb-ilantes ou p>ra
os que p.-r qualqu-r meio prouiover^m o cura > las
mencin : I s toreras.
i" A appreh-naito dos bilhet-s pider ser fei-
y por qualquer empregaio tieal, pil-oa thesourei-
ras daa loteras -ia provincia ou pelas ua- -til des
policiaes.
? 3o A importancia daa multas e o premio loa
b:he:es appr Ii 11 liioa revertern em beneficio da
iauta Casa da Wia'ricirJia do R'cife.
4o \ nao :a:isfa;:'i) do valor la .nulta snjeitti
rt os infractores pena de prisao por ai neo das.
N ate. ,^s' Sr. presidente, so ostab 1 c a qu into
se deve eooiar d multa, qua s aa essoaa que p 1-
! 111 -no ir 11.ao .o a!h io impuu n :nte, qial o
lestino que deve t ;: ii u, o meio coercitivo pira tomir e-tl':.-l;va ".
na ro;luceo. SI. eorollariis Bsceaairios,
filh >s g-.uuinoa it preiuiasa, os qaaes nio apre-
cia re i.
V.- un is ;-> seguiatea :
g "," O- i.n ),,-js sobro I roriaa da pro vio. 1 fi-
es .i reguladla desde a docretacaj da presenta i
1. i 1 eguinte :
N. 1. 0 s.bro oa -:-emi.,a sup.riorej a 2 0
de t>das a, Ijc-.iis da provineia.
N. 2. 10 /0 johre 03 pr^mioa upiri'rea a
lii'U ij 1 tu i .o :.s 1 itor.'as la provincia.
; 'i0 As loteras correro de um: voz, u\
-. uo p rmittido sai divisaj a srica.
7 A pon i-i-n locxtuu ias
the'S uieiro nao. x ; !,-i la 1 o/f
Auteo de entrar mu urna ligeira analyae desta
pirte do project Sr, presi bmte, eo.ivem, que 1
e.aa suba, que iiou* illuitr-a c>l.'egts,qu: me precederam na tri
'juin sobre eata dncuaiao, n.lo entrarc na 1
ida queataj do jog) loterijo sob o pauto de
vtsl 1 de u r ; 11 ..; 1 c afirme 1 i> da sa mo. 1.
d* publica houeatid ida. Ac.ito 11 existancia do
t ..:N o ju^tii;a-o pela lai da neeessida I qua toa.
ns provincias do hncir mi ieate meio em beoe-
fie 1 .i mi: ncis pas, da eandade e patriticas.
Mi.s o que censuro, e desojara mesmo ter pala-
I rgicta para estigm*tis*r, qaerer-ae es-
t.b lecer umu especie de barato em um j >go in-
luzda por tuna lei. E'querer ftaer-ae das
i .0:: .a uma f r t le .- i- i:., p ,ra a provine 1,
1 -r,, peco lu-. 1.7a p ira diz. l-o. qu 1 m pare-
ce 'mu iinmora iJade r voltante, um procedimen-
1' n 'ia lio.v-i, uraa m .astro m no ne.
E' aproveitar-s-- da necassiiade, nica causa jus-
tficativ, qu 1 t, m a provincia, j ni digo pira
.r, porm pira iinpV um sacrificio para i.l
taiv.z su.ve, mas qu para o gei al dos jo-
rea pi ... ::. ;: OCCi SSd*de
q : ier auf r.r utro provento. Ao meun se esse
, si 1 f u app .-ado no liqni lo do b mefteu que
^e v conc der ao edifioio ou imtituicS> ;>~r cu-
ja l:t lid:, le B- f Z C or a I) or :, v i:i; mu
lo f=se de*fargado rributo 1 itta aj ple ia uiui-
" inba qu .a, que deveria ter, eu n:itonh.
"O' i- "- ueetuar o meu pasm>e admira
. pr Mil t ao meu e r, orna das eau
porque a I teria da provincia n3o pl' coo-
r eom as su is similares. Altu dos planos.
|U 1 cidis peloi euteuJidos da mos, ha um J
cunto consideravel para aquelles que por, acaso,
v recij sp.li sortc, descouto este quo faz
arrefecer um p-.mco o contentimento dos felicita-
Jo.
E a que caer, Sr. presidente, deate 8- :
O presidente da provincia expedir legulamenfo
p.ia.a ri-i exeeuco da pres' .te le, e se,
obol nte a pr.tiibuao, e. ntiuuarem a ser vendaos
nes'a provincia, bilhetes de outras provioeus ou
paiz estrangeiro, poder diminuir 03 mpostoa so
bu 1.8 loteras da provincia e augm nt r a por-
gem do thesuareiro du3 loteras ordin
elevand < os planos do l .,. poi iem estas eom-
d lia loteras ? .
Se os olhos 11I1 mo ecganam, Sr. preaideut ,
'1 proj cto diz .u: su por acaso n>
,' u em I. i, o presiden-
t- posti s 1111 n I. co i's loieiias da pro-nicia enn
.-.. in .0. ir Balvagaard.tr 1 porceatagem que
Cabo ao thea.ureiro de urna desasa literiaa. Pa-
|ue un pi gua mais dos iiiteresoa
le um h imem, qua aiia nao conh ;> postoalmeu
t mis !e qu -m f.-.e;) o m"lhor eonceitl, do que
i publico.
i." .1 .. Deputad >Ea' V. Exc. r-ng in 11 >.
OSr. Soai Am aNao e.-tou engaua-
le is*a o sp iaiv-Ii a que me retiro deter-
mina que, se nao obatauto a prohibico de coat
1.11.M.1 . fie-a o presidente da provincia anorisado a
0.1.. unir os mpobtns s bro as loteras para, di-
,-amoi a eousa rom franqueza < claramente, pira
augmentar poroentagem do thesourairo daa lo-
t -n 11 ordinarias.
U ii Sr. i), putado Sr. Rosa e Si va quando
tu : u a:bre essa materia expliccu pertetameote
bum.esae po .to.
O S.-. rtoir-s de Am.rimS. Exc. o Sr. Dr.
li a e lva, cuja ausencia present mente la-
10 nto, apenas procuron juoticear a sua asaigna-
tora e nads mais.
Fez rodar .1 seu discurso sobre estes dous qu-
: PrimoNao existe completa harmona, nio
h pl ua aquiescencia .-obre o que ou naoconstl
II : lugo pode a Assembla Provincial iegis
nr sobro o Kssumpto do mido como pretenie-ae.
S cundoO jugo lotrico am mal, que ee d.;ve
'Xtirpar, mas za> isto impossivel presente-
u.iite de cli fre j um grande bem circumicre-
rot ease :at prebibindo a circu afio de bhetes
de outraa proviacis no territorio pernambucano.
E' verdde qu-_- tudo isto foi eiiti uo aasim des-
earuadamiMite, mas de um modo brilbante em-
qu..uto liun, ao pims > que emquanto ao fundo
uo fiquei convenuido da utilidade de semelhaote
projeeto.
Udi Sr. Deputad 1O projeeto traz a assigna-
tura do 8r. Roaa e Silva ?
_ O -r. Soares Je AinorimTraz, eqoe tem isto ?
E' um deputsdo como quttluuer outro, e ninguem
iba pdetolber ea.-e direito.
(lia outros apartes )
Como dizia, Sr. presidente, nao me convenc
absolutao* nte (U utilidade de s;m lharrte projec
to, nao oosunte ter elle em seu favor to denoda-
do protogoMsta, e eis pirque maito de proposito
recarri ao expediente de iatercalal-o, palavra por
palavra em meu discurso, afim de qie fique coo-
aigaado dos anoaes deata Assemblt a qae foi apre-
sentado em 1887, quando estava no poder o par-
tido conservador, to cobo pela integridade e ob
servaocia da constituigo ; pois que desde que
aqu estou ainda nao vi pretenco 1 aia desarra
soada e que feriase mais sensivelmente o noaso
Pacto fundamental.
O Sr. Augusto FranklinE' preciso provar que
bilhete c immercio.
O Sr. Soares de AmorimEu ereio, Sr. presi
dente, que no orcamento que vai vigorar enera-
vou-se urna emenda, quo manda cobrar 5 coatoa
das caaas qoe vendem bilhe'es lotricos. Se essas
casas aomprasn e vendem exclusivamente bilhetes,
qae bilhete mcrcadoria, genero de commer-
cio.
Creio, qaa n.I > preciso r alinte para satis-
fazerc dratji do meu iiluatre eollega.
Eo, ptiitaato, Sr. presidenta vota contra este pro-
jeeto desea a primeira palavra at a akima, eosai
dase ao piincipiar o mea discurso; por.n, se a
casa em sua sabedoria entender que deve passar
ento votarei por urna emenda, que apreseutei,
mandando qne os imp 8tos laucados sobre qual-
quer premio devem reverter em favor da institui-
cao quo se quer favorecer pela razai allegadi de
que a provineia nio deve e nem pie ter o direi-
to de cobrar barata do um jogoque introdaz na
c rtulaco do seu tarrtorio.
Se este project; passar, eu ba.->i c;ntra a minh<
vontale, votarei tambem por eata emenda (moa-
tra) que pretende fa/orec^r ao thesourero das lo
tenas em favor do fundo de emaucipacio. Sa a
eaaa deve ser lavada pelo terreno p 'sioal e nao
pelo iatereaae publico, en, que neiihami inlspo-
si,o pessoal tenho contra eaae cdadi, nao Ih;
uegare meu voto, votarei tambam em favor da aua
pretencio que, coma p-"s-oil, iienti.'a a pr-
meira.
Um Sr. Daputado O projeeto nao favorece s
a um thesourero, mas todo? os thasoureir.-a daa
latariaa di provincia.
O Sr. Soares de Amo-ia 9 projeeto nao diz
asaim ; pee;) licencia v'. Ex.', para coateatir es
sa sua pr.'psticao. (LJ :
8. O pr. sidente di provincia.. pdar...
augmentar a porceatagem di thesourero das late
risa ordinarias.... note b'am, loteras Ordinarias:
e Je-naiii, th.'aouroro 110 singular coioprebenle
umi p'33oa, aqu eat (i). Vam ia fuer umi
lei tao 01a, quo ji ae temeno acra exeeutada !
Sr. preaideote vou concluir
Nunca tive a eatult 1 preteuc&o de esteriliaar s
trabalh-s leste di 1, a pluament justifiairo m^u vot), sentalo profunda-
mente ffibt'.r me da maiorii.
Siuto ver e casi to deserta, prova evideite de
|ao ii-Ii teoho agradado.
M 13 que f izo. ?
S: a!m da ri!;pon3:ibi i lad 1 o li ctiva nii b u
vesae a pe?soa-, sa caia um nao tivessi o dev^r
Je dar con tas do seu proced'manto ao publico, \i:
noa espreita, a03 eleitores qua depositaran ".n :i
tola ana coifimci piti-a, eu eataria niiii
compacto cm tai)a 03 meas coll'gaa icata bau
cala.
Mas j que f lizmente assim i.:t) cu :d : son! 1
aitiaftito p ,r te: cumprulo un p>ati qi' arui e
ditficilimo dever.
Tuilu dit 1.
O Hr. toia Hilt>iro 1 i'.i orina) M -
qur e a casi ame Je a ret'raia do a ;.i req>teri-
me ti.
Nn'iem iniii p !..i 11 a pilavra ; 1 ie '.. 11 a
I i 1 .1, .'. >.
O Sr. l'lacondc le TaSialiiiiru -R
quor e a :a i negt votaca njiniual jara a em n-
.1. n. 1.
it He. Slercnlann iiantleira (ps'i or-
le 1 Requor que o substitutivo .seja submattido
. v itacao por part-)
O Wr. (iaupnr le i-'riimmoud (^elaor-
ein) Ni 1 dvvo.vu o aPu discurs').
o tic ioare ile tmoriiu (p 1 or le n:
'ergunta ao Sr. pri sid ut9 a em qu ilquer hyp
lliesc, fi-ar prejalieala una emenda reatrieii\ .
q ia ..b se o.cb 1.
O Sr. PresidenteN3, s^uh r.
Posto a votas, # approvaia a emeui* subatiia
tiva ,!e 11. 7, sendo r-joitud.n as lamis.
O r Jo^ Hara (pa nrdem)Diz ji
ej'itadoo projeeto eataoipso factorjoiti as
113 emendas a ele a presentid al.
O -Sr. Presidente d 'clara que aa cmjnlij 3 : 1
Vt.i laa a aeu t-'mpo.
O Sr. Jos liara -O'03-rva qu aa "in alas alo
ff ..'. :cidas ai projeeto qua cabio.
O .^r. Presi.i-nte Pon ieni que o pr j et) ni)
cthio, mis foi substituido.
O .Sr. Bar) de ItapisaumaEotende qu
na > existe o projeeto
O Sr. Preei leute Decan qua a substtuiojj
nao imp irla o deaappareeim- nto do projeco e \i a
i;So resp .nlou a a ijua.s Srs. daputadia quina
au-is emendas nao cariam prejudicadas foaa',- uu
aio o projeeto approvado.
E' sein debata approvad em 2 liaeiisao o p.-c-
jecto n. 51 deate auno, eom as 1 miadas da ns. 3,
5 e 10, sendo dispensado do iu'erstieio a r.qu^ri
inauto do Sr. Julio de Barros.
Ka o tamoem sem debate appr. vid >.s cm Ia lia
cussi o projeeto n. 11 eom 2* o i-. 69 .0
b .3 deste anno, sendo dispensa los > iiit-'ra'.c: >
ld a re a 11,n uto do Sr. R !gU lira C>3t -' .
requa.-imeafo do Sr. Prxedes Pitanza.
O *r. lon Marn (pola ord-m) "~
preforeucia pira a diseusso do pr jo." l'i
leste
E1 approvado era 2* discussSo o proj ?cto u. l'
.'es- ,nu), que dispensad 1 d intersticio a re
quenmento do Sr. Liiz da Anlrida.
i) xa se de v tar e a 2" discusao n pr i 1 1
3G deate anno, por falta de numero e a lia-so 1 2
da da 11. 40 tamb.'m d-'ste anno.
O Sr. preaid- nte levanta a sessao, iesigna 1 I
segainle ordem do dia : Ia parte, continuar o da
antecedente : 2a puta : 3 discussao doa pr jeet -
us. 21, 42,51, 54, bb, 6'3 e 7;d 2 dos de ua. 11
o 7 e da emenda ao da n. 7,
c.iutuuacao da antecedente.
Sao lidaa e rm debate approvadaa aa actas da
sesaio de 9 e da rejnio de 10.
O 8r. 1- secretario procede leitura do se-
gu nte
EXPEDIB5TB
Um officio do secretario do governo, devolvendo
informada a petico de Jos de Atevedo Maia e
Silva.A quem fez a requisico.
Outro do me;mi, devo1 vendo um exeraplar
da reaoluco eanecioaada soba. 1,883. A ar-
chivar.
Umi petico de Tibartino Jos Rodrigues, ar-
rematante da impostas municpaes de liarr iros,
Um; id > sobre balsaa, requeren lo o abate de 100
no valor di arrcmttacai. A' commiasao de pe-
tiee8.
Outra de Antonio Alvos de Carvalho Cavalcan
te Conceiro, reqaerendo pagamento de alugael
de sua casa que serve de eadeia e quartel na Po-
dra do Buique. A' commisso de ornamenta pvo-
vineial.
Outra de Cordolina Amelia da Paz, profeaaora
publica, requereudo pagamento doa veaeimentos
relativos da Agoato a Dezombro de 1886, .empo
em queeatove tora de sua cadeira por ser ri-mi-
vida pira outra. A' commisso de orcam^ato
provincial.
Vera ineaa, iido, apaiado, julgado objactode
d libracao e vai a imprimir o seguinte project* ;
N. 80 A Assemb:i L-gislativ* Provincial
de Pernambuco, reaolve :
Art. 1 Pica aento do imposta de exportaco
o assucar fabricado pelas usinas ou engenhoa cen-
tra- s montados por particulares ou eraprezaa 3'm
garan'ia de juro, noa qua .'8 a ae empregarem tra-
balbadores livres.
Art. 2." Goaar di masma isenc > decreta la na
artigo antecedente o assucar da qutlquer eage-
oho em que s ae eaipreguem trabilhadores livres
ecoj propretari >. rendeiro ou moradores, uo
poaauam caer vos.
Art. 3 Parante aa c illeetorias provin riaea dos
municipios on lo estivonm situad >s oa eugenhos,
tabricas e usicas de qu i tratam 03 artigos saca-
cedeutes, fitr-se-hao 03dcs;iachoi dj sbila era
tres \iaa, especifioado-se na meamos o n une di
usina, fabrica 00 eogenhs, Jo proorietario ou r. 1
deiro, o uu.n :ro le sacaos, pesa qu 1! la le 1 as
sucir, Scando a prmera vi arehivali na res
peciva codictoria ; a saga ida, senil pir ella ox
pedida ao Theaouro Pronnai ii, e a freeira eu-
treue .11 .si iiei mano qua a recilher rpir-
rici :i-oa! u 1 acto do fiaar-s o aVispicbi 1-: ox-
pirtac'o. aam o qu! nj lijar o iuu.:r is uto
!o pagamevto i> iopaa'o.
Art. 4. Pica o pr sideu'o da provinaii '.u'. iri-
sa lo a exo-'dir r >g il un : it 1 pira a bu e 5 I
2UCl) i l v ,'
Art. ." Ri/ojjiin-33 \i l'spii^oi: m coi
trari 1.
a j..->, 1J 1- Ji.iod: li7.- Ai-ai : J ii It
Costa li.ber i.
<> Sf. Ferrolra Jacnnlaa (p-|.i
Sr. prasidaa -, cab 11 ler iDJ.ru !H:ila
eonmujieacl) 1 ia 1 .i,-. '.) chaf: taple 1 faz
pr 5
lo
113 bi .1 : 322 lies
to i >a deste aruio
publicar, em r : puti a algum a li
dente Ja provi u 1.
Esta p 'o 1 so aeb 1 C
11 : 01
ibj V. Ex*, e a ctsa qi a 1 >:i: .- ir
: 1 :. 1 13. I a I > p >r n u 1 1. s .1 ii
dos pi'.'.ei 1 d 1. .; si i.i li :.: iears 1! i"i
iiae ora a m ii ir iraaiuet 1 i-i.i u.j hi.it I
1 iu )r c >:l! "1 i 1, n n 1 u o 1 10 ii 0)1
ve.si con o Sr. Portuinti l'i.ibii. i.
U ai o -. 1 ia iri 1. a mi d i ia | : tui 1
1. 1.ib 1 ie i.'.n 1 .0: ,, I 1. ii n i i as
i 11 tar in coas i li i las -' >n u a 1 faot >. >
.1 r : 1' i ;; 1 S '. '" : t r\ .: 1 ;. i i- 1 .1
too! c s-; eo.1111' r 1, r p tir-in o qu: ea ji 1 1
(* o 1 s 1. 1 n-u'.e eu n.Xi i >pir i-me u \
i :. .1 n 1 id : 11! -o 1 : i ;iO* qli!|'i:t
ira s'ii'iine 1!> a m i# i is 1:1: .ve!.
i'... r 1 1 '. > -. si -ir 1 ; eati > a mi
n'iii pal ivra a a 1: o r. eriin 1 is 1 1 Asa n'oli uo
henil'.r.
' 1 Sr. ..' -' M ..1 -Apliai.
OSr. i'ei".'. laobina O Cii.uiuoJ), p.r (Ua
ni 1 :. iga lo, i I ip uto !. ana p iblic ;'. 1 p 1
tic au ni vi i i :: i. ooinm.': a u-n mn'.
runta iu casa : in virl 1 i i qu I;
1 autorid kde p 1I1 :ial poda ipoda^a -. dosj >rn
qu ae aeham mu circulaco, C iiv r'eido-os mu
s : 1 proprie 1:1'.' E n 1 rtuda J qu !ai p;da a
Ut n 1 : po'icuil e aro ar a lio .' lili: Ai im
sa '?
Itiai ii..'m. 1. S pr'sil'nta, cm i 2
lua da urna v -. : -. pese pi cura e iut .
j 1 i p i i : o i pin i 1: Va c i:n n n t in tuero
ri intar'si, atta.iMtorioi iiii.-'i-) edilib'r
O Si. J is Mara\piiido.
O Sr. Perreira JacobinaMas diz
aut-oridade cu questj para se justificar, q 1: estos
im b contiatum artigos offeasivoa s autoriJa-
i- ai preaideut i da pr vine 1 o. ao Sr. eh fi de
polici.. Ser poreentura qu> 11 Sr. eh fe de poli
i j i t.-.ili 1 .! ... i 1 pi.ito i i- u ; o",::- |U 08
i i t i m ,11 ,11 ii i j d'est i o i :. c
fn;a oatentaeo da foroi contra rticos la gtzetas
11EUN1A0 EM 10 DE MAIO DE 1--7
TR ESIDEKcrt DO EXM. SH. DR. JOS MANOF.L DE UABB08
WASDERLEY
Ao meio dia, fita a cbamada e vsrificau lo-a
-starem apenas presentes oa Srs. Bata e Silva,
Regueira Ceta, So iros de Amorim, Praxe lea Pl-
Ti'iiz da Andrada, S iphiomo Portel '.a
gasto Frankiia. Costa Gon-a, i)rumin,nl, '! rroa
Wanderley, Julio de Barros, Gomea Prente e
K ijobert o Sr. presi lente d clara nao hiver s.'S
sao pir falt'. de num:ro legal loa '.'. J-pu
tal s
Pul tam oa Sa. C -'a Ribeiro (i ncalvcs Fer-
reir, It g-i Barros, Jos Miria, Perreira V ii so,
Arnaral, BarSl de ItiuoSUini, Jo j de Si, Via
conde de Tabatinga, Hsrculano Band-'ira, Domin-
ga'S da Silva, Andr !)..>, Barro: Barrito Ji
Liurenco de Si, Uoelho de Miraos, Joio de O i-
teu Perreira Jacobina, Atlonso Lmatoaa, \ -Ir! -
guea Pjrto, Juvenwo ttarir, Risa o.Silva, Cona-
tantino de Albuquerque, Antonio Vistor, Jo
Alves, Barai da Uaiari e So'ouio de Mallo.
Achaudo sa sabr a mesa vo a imprimir
paree rea di comnissao de redaccSo sobre oa pro-
j el s ns. 16 e -11 deata anm.
O Sr. preaiJeutc diaaolve a r:.i io.
41a SESSAO EVI 11 DE MAIO DE 18S7
PKESIDEKCIA DO EXM SR. OR. JOS MANO EL DE BARROS
WAXDKRLET
Sumhabt} Chamada e ab-rtura da sessoLei
tura e appriva(o de adtasExpe-
dienteDiseursos da Sra. Fe reir
Jacobina, Prnxed.s Pitanga, G. de
Drtimmond e Joa Miria1* parteda
ordem do dia3' discusso do pro-
jeeto o. 23 deste aunooDisenra >s
dos Srs. Jos Mara e G. de Drum-
uionde2a parte da ordem do da
A liase a 3* discuaso do projeeto n.
36 doote aunoLovanta-sa a sessi.
Ao meio dia, feta a Chamada e verificandi-s'-
estarem presoutea oa Sis. Joit da Si, Raiia e
c Sil va, Barros Wanlarley, Barros Barrito Ju
uior, Auguato Franklin, Hercu ano Bandeira, Re-
g Barros, Soares de Amorim, Baro da Iiapisau-
iii, Andr Das, Javeiieio Maris, Costa G'in.'s.
S pbr.in.. P riel! i. Domin/iioa d.t Silva, Costa Ri-
beiro, Viaconde de Tabatinga, Baro de Calar
J is Mana, Ro#ob>Tto, Antonio Vctor, Prxedes
Pitanga, Julio de Barros, Louranca de S e G.
d' Drummiud, o Sr. presidente declarajaberta a
sesso.
Compareaem depois os Sra. Ferreira Jacobina,
Aff nao Lust.aa, Joo de Oliveira e Regueira
Costa.
Fallam os Srs Goncalves Ferreira, Rasa e Sil
va, Solonio de Mello, Amara), Ferreira Velloso,
Luis de Andra I, Rodrigues Porto, Gomos Parea- ,..<, r^i
te, Coelhj de Mora es, Conatautino de Albuiuer- tea.factos ?
lo Alves. Com que di
0 d p -is :n :u i pan Car ... .ni
diz quo oa deputadoa s i ir. i ispira loa pr ie
ie;n aasim pir filfa le :iir na pira a ipi sia ?
E-i s -i, se ib >i qi i piiitiaa vai tu lo robiix-in
11, o quo uo u to que. um l.-pir.i u pr iviacia.
a iltrat ili ,- r o.n ;[,.!. p aa lo as pn-
nie.ria mitinda loa cimo qua ap lau a s n han
i pr; I .n it .
Sr. x: l pil .vi-: .. .
ii abi il.it .manto tet va'jr ni :
. i | ir .-. .i pr roi ui it i.
S 3'.' ietag..i ...V) f'Z ll lia i ) ii' ir o--
. !-' : til i i !! i 1 ;m -.. i I
'culacl, por \ :: ei lea iouti-lb im
goa i flansivoa a au'oridadei da pr.v oca
i.s i'ezea ci .ninojo Mta, oqa i fez, Sr.
. Il :- jal -: n ', ,n-
pr imetten lo cada vez maia a sua
,i I: l1". da lint', elle eoafessa na c ninuuiaa
; i i que fas ao Sr. chefe i-' polici:. [ i
d i camiuh) L'forrieahi procur i un citad io,
quo vi aj iv i pac ificam :ir--, coui fi.n Ja api dorar-
le uus j rna-'s, sob prG'ext) do quo oros
i.hia art'oa olTenaivoa admiuiatraco da pn-
i e ai Sr. cli to Je polica e aa 1 .1 .is autoi i-
iper ores.
!vi q lizer 1 1 S E: li pro-
v icia me luf t.ti i poi f ore* de que lai u nito-
r' lade n'eat" paiz, ira il
|U cota p ato m eirculaco.
Bu n lo compr ha 1 I > --. Sa o
j a n il & 11.a ... 11 edid e sa ha lib u I 1
p:ei=', i antori lade commette urna vu
.i .1:1 ii t 1. 1 : 1 j ira .'. :n ia i :n lia I
se deleg il m leu 1 1 e 1 aut 1 laa I > a
.: I n !._:,. ipri-hendo V*. ti y. qu um
1 tem attribuic^s d toro ir 1
a b lio, cifiz, n&) se autora* io*i>ta-
c-a, quando elle disse que 1
irtigia inautuoaos ontra o :hefa d oilicis
residente da provincia e por cina qian
lo eb una Im leatacio foam a 1 quer
1 1 Sil os 11 JI O faCt 0. O del
b il ;ii-''i qua o ornaos que tinhsm art oa iuaul-
t I 1303 ...
sin- D ur }So '; : 1 1.1 qu-,
tinh 1 o |))dt pira iuautar im pasaagnr .1 |
se atti lad; dV' .1 3 rneom
Portauto, oudo est a accugaco i adundada?
Sr. presidente, um deputado que su \e maltrata-
as] estou no exercicio do direito ? Onde est esta
autoridade com o poder de ma admoestar ? Fi-
quem conveacido de que eu nem par sao me aco-
bardo e que eoatinuar?i a levautsr as censuraa
que anteoder conveniente, informado p quer qua s-ja, porque n> mi eotemidou nomo
subdelegado nem o delegado, nem aa primeiraa
autoridades e talvez sa oin ellea foase travada a
minha luta meihor tratado fosae, mas como fcil
declinar a responsabilidade pela n-gligancia de
deveres de inferiores, asaim tambem fcil o m:-
nospreao do daputado, de quem qu^r que seja.
Eu portanto veaho d.zor a V. Exc. que o Sr.
Dr. chefe da polica com que metro aa melhorea
relacoea pode pedir e determinar aos seus ooiaiaes
qus coatinuam, qae ai digam s qua 03 deputadoa
sao mal lofirmados e fallam por politiea somente.
S. Exc, Sr. presidente da provincia ter a occa
ano de dar ao humilde orador qu ora occuo. a at-
tenc) da cas* urna lieco da jjriaprad nila umi
licco de aaieneia jurdica, citando em qua lei se
firma o delegado para tom ir oa jornaes, e admoes-
tar um pasaageiro qua suppri outro, e como ejle
r.-spoosavel p >r todaa aa autoridades que loe'sao
subordinad js, iheoriu que acceito mesmi porque
tambem sobre quem ri cte as h mraa dessa auto-
riiada e ptsaa a a.- o mau requerimeoto : (l).
Eu Sr. preadante estoa curto qua a nobre mai'-
ra da casa, entende que um deputa lo da opposi-
cio uo tem o direito, ainda masa? offindilo de
obter de S. Exe oa notivoa porque assiui tratado ;
mis cjmo deaejo muto qua eaaea preeedeutes fi-
quem firmados nos auuaea da casa, de "laaeira
que V. Exc. como eu, possa tamb.'m um da 3er
tratido da mesina firma, e que 33 uo leve a culpa
do partido a qao p irtence, mas a'aqulle que V.
Exc mmto dignaia-ute rep.-esent* eu subm.tto o
meu reqaerimeato eirto de qus ni. merecer ac-
qui0332iicia da m noria, m 13 qu 1 ir i f azer 1 irte.
avolumar maia esta archivo par que um da um
observador eriterioso teuhi occaai-Io Je !el-o. 1) -
zimhiyer aqu liberiaj.. do. imorensa, garantas
do direito do cidado, ao p isso qne vejo a polica
commatteudo roubos, aprehendendo j .rnaea e to-
maudo coat* ai d-putadonoexercci 1 lobuna' fuac-
coas, se:n forma Ja p-ac .-o e j I,m se'com o di-
rato de fazer adm ieataeo s ai cidado que
aita pac fielmente e que mi) cnc.-mmodou uem a
elle, nem 03 prop.-ioi passigeiroa companli ros da
W ig 'a. A > man .' aste faet) nao h 1 quem teu
poder de tizo- retirar do ai iiiv ita Asa mb!)
a ao p.-rmauec-r como um att -t. I 1 iqaen'e
1 x jasao '
trac! 1.
N ;
m'o.'ei,
lo abuso do delegado d 1 actual admiais-
Imnquoas autiridades poiie&ea ptati-
quem ac%i* d-ut 1 r lem q 1 mi > mucres att 'n'a-
1.13 se : n cimaj-ttido, e os d I |u iteacontinu m
nos ixer.-tcin de sata iui^<, aculo para lasen-
gi da c inscieucii I iuv 1 \m, e or sao na
mil-., qu 3a p -o 1 mi,- neut 1 Je i jrea para so.: a
Jir as au'onlaies deamiralisadis qae n) temo
1 1 r oinaeito publico (Vltitj be.m mtHto bam]
O *r Pravuiloi llttt-(paU orJemj
Sr preside it-, nao sis1 .:ol. : -..-, K|^uin
f' ui 1 mi p om_- i:.- n L-aminh 1 q 1: tn h iu o
mea iiluatre am gi iheiro da bmc
' .'. -'-'i! 11 !. o seu req itiui it >
u'u n pin" 1 1 i- 01 p ir 1 ns.'n i; c qu S i;.;
: '. 1 iseip ir ur: pal i>r t
i 1 1 irm 1 > 1 o seu 1 [i 1 : ii .,t 1.
S. Exc 1- a cas. BiOem < \ irn il .!
1 1
'
i- I
. ...un ic .1 xproa n a-a 3-iu 1
p ir II 11 1 11: )-i 1 1 i : -m. .
O Sr. .) Mana\: i ..
O -Ir. I axilas P.ri-i.
I IH ': ; i|" '1 I
j r.i il, or mo i : > i .- ; .
iiii 1. S. tx -. e a o ts 1
o '-,'. 1 .
tar u-n 1 n m i _i :. i .
) ci..... r" O :'.
c di II1 ni' lev 11), :
i 1 i 11 i .
O Se. ai M 1 i 1Ap 1 | 1.
O S-. IVis i s i'.' inga--N
ni I C 01 a ;
I II, II 1 :' r 11 1
inda I x ir e!!e .! : .-
! ." 13 pi larea i !.,
1 o. i : ilto a m n !i : ..
no i ::' le f n 1 1 :; i i
ai -i
O !
I
01 l!
U o
I' I
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1 I '0 .
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1 i-
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n n r | 1 o a
:.'.
me i vi r p;
,,,, t|j. .......
1 n .
S I : 1 -
1 : v 1 1 -im
' O! U
n) 1 .
>> m : 1 :. m .r 11 o ;. ;, ] .
xe.n i 11 ':: ; 1 i .
I .1 ic an'c : lei i 11!'. i i -. -..
a f ir; .
O Sr. I' 1 is- II I v i! .
I q 1C -.
'' Sr i'.- : lea Pil inga V /.: :
\ biieacio do t.icti e '. _:
leleg ri o ife a 1,

uin
piuco de anim> para levaatar-se nesta casa fi-
z t cenan ras a outros, tanto mais quanto, vemos a
autorid.do choca- db ponti de prender os jaltea
em transir i quando vo exereer o direi'o do vol
nem p.r es > evo a menor punicSo.
O Sr. Prxedes PitangaFoi grac-.j >,
O Sr Feneiia JacibinaV. fjxc compr i
que se nos quUeeimos toioa o s 1 c im dracosao d ,s aetoa da a+nniatracao na 1
sahirimnoa da trinuna parque 03 fartos dariam lar-
ga discusso para mostrar a desmeralsac) a quo
chfgamos. (Aptrtes).
V. Exc. poJe-ae convencer disto, se bnje >' a mi-
nha pesaoa, amaub V. Exe. uo est esempto de
ood'ref a mesm ceis., e o Or. vbrfe de p ica
ieap-ito dos r<-fl '3 que o garautem, nem por eso
est livro de ser insultada.
P irtautn, justo que as autoridades inferiores
firam os ueputados que i n a Coragem de s I -
vantar aqu para serem eeho d..s soflirment>is
d'aquelles que Jiarameute auffrem da sua polica
vioenta,
Portinto, eu ja tive occasi da dizer aqoi quo
as autoridades acensadas viubam para a aute-aala,
para quodim nao sei, mas u qae eerto...
O Sr. Prxedes PitangaPura faz-r tat.
O Sr. Ferreira Jacobina... mas o que c-r-
11 que no dsMem que esperavam ser censurados,
ua ante sala estavmn elles, e j ti vem ia eccatio
de ver proprio coinmaiidante da fu rea de rebvu-
ine em punhjS na ante-sala. Qae imp,ato pois es-
: 1
, X U-' 1.
" <\> f
1 M r 'I 11
i) las 1 ':.
I o : l 1, v -11 p :
ex 1
l .
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ili
I 3 : I
,' :s vez r
mn d ':!'. i,
1 .-IIa qa :-
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. .
i V ir p ,: 1
rcll
o :nun i !. o 1
ni
. ir .
M :.' '
que e Jlo
ureas ; 1 i .- 1
1 S i'.'. .-.. : 1-
1 aa' in 1 i uin I ..' 0. 1 vi
s j a tu iccoes.
E 1, pi-t -. it'. t in 1:1 1
0 tr i.la le I ,. !.
1111 S L iuri 115 11 ti il
Cid : 1 qu i rapr
:. o i .- n j tar
gnnt ir a S. Ex?, s: a co .ii
lag 1! 1 I' po ca mil
atoi li la aluda sa c 1:3
i 1 i! u lia i.,-.:. -
< t ICf )3 UU i '
l.l ; i '30!
( ,) 1 a i .. |'l 1 e -n fi .
: .! '. 1 p II i
un e 1 h ,:n
11 .':' 11
ir ir
1 1
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1 V :' 1 ii'.
i i'l : iteil I '
11 ax i irc* ]o
1 Sr. Cos 1 Ii b nr .'
' Sr. I
di s'olum: qu prom.'t'u pola 'ti i)si;j al
a; i imi-
;, ;\>.
E l 1 c m\ n: I Sr.
ia ,i 1 id um uta ito que
... i 1 : 1 .! :; raalj | i : i,a i tem
: 1 o, mi ; ; .- 1 o qUe
nsulto
= 1 !
i : el ira 1 1, se ni
i;n 1) i 1 1 lei es qu reten i n 111 no:
1 "'.-.
ti- 1 IV ":.! 1 -.
13 I" I M tul,'1 n fui
' i 1.' :. ii in ni r
: 1 '- :
1'.; .- au ...- 011
J j i m a :..'. J1
1 nao
stiu acoi 1 a
la uo
to n io :enh > 1. eeij
i- j 1 p ., ni lo por a iu -r 1 1
- ha pcrgui
o rque I lie tigi igun'aa o o ecuaur
sau proco liin -ni 1. e1,; b
sica 1).
Mas nao piaso coas ,.
lado li nin tria le 1 jui 1 u v z para
censurar um neto de um 9 iba'taruo da admiuiatra-
c 1. o se nao p r 1
(apilados da opposc)), seja tratado com
man is res] o ao Dr oh fe
licia, ; leviu ter I -: I\- f... p..r ao
que na 1 est or tena 1 r rec 1 i: por umi
n i-ir. i : le .'par r; pirquaoto o nobre d"putado
do carcter le repreaeatj i'e roe >. deve
pirante o Dr. chefe de p cao o i ite da
provineia m ireCer as attem O '3 qu Ihe rao garan-
tidas pj' I i- ES. Exc. nli ilavia ter consentido
qua um simples subd -. tteres 0U|tcn-nte di-
rigase ao sea superi ,; ,. Tfl.
Uva com menos preco um representante da pro-
vin.-a .- porque 1 r euce minora. (A
ua opposMii).
Eat; procedimento n' polo ter tolerado
r ce c-osara, porqu o chefe e pilieia nao de?ia
ter recebid-i, mas stm I vo'vido o officio d 1 seu
suba torno obaervaudo Iba que a S Exe. o Sr. Dr.
Jacobina se devo'o tratamento de aenhoria l lora,
edeexc llencin dentro < este recinto, maso Sr. Dr.
chefe dep'l'cia nao .- o receban, como Ihe prestou
toda a aiteaco, ju'gtndo talvez que esne BOU su-
Oilierii'i merec in-iia considerar.) e reapiito do
que aquelle qut, aflata oecasio repinsenla a pro-
vincia, embira ea'ej* atado u bancos da op-
p s'v'- (Apoiado* da oppoaieo).
Oa direitoa dos deputados, perteooam estes
ni liori'i uu a miuoria sao iijuaes, a le nio 03 dis-
ungoe, e pirtiito s o di-putado da maioria Jtem
dir to ao respeito e acatamento da atministraco
e doa seos aubordinados, o mermo direito tm os
reoresentanti-s da min ra em qualquer oceosio e
por qualquer eire-nmstancia. (Apoidus).
Or. chefe de polica nao
r ifEfYa <
ConaegiintemeuW o ,Sr.
qu direito a polica me adnroe.ta quando aeT14 ter rec80"1 '*' 1ue com meaos preco
'



Diario de PoraamiraroSabbado 18 de Junho de 1887
trata da nome da Sr. deputado Jacobina, porqoo
esta falta de rwaatto prosa nsito celo qae 8. S.
tem pelo respeito qau lhe devido.
Eu, poi> completando ai ideas do mea Ilustre
amigo venho perguutar : (Ifl)
8e pesar da confias-o expressa pelo delegado e
subdelegado do 8. L urenco da Matta de haver se
apossado dos jornaes denominados Rebata e
de ter exprobrado o proeedimeuto do proprietario,
alada se conserva no logar.
Sei que p neo importa o que nada val?, e que
poucj importa que a aldeia falle (riso), dizia o
aldeo de Portugal quando cautava a paitora
(riso).
Porque coa agora ac .'osmos de ver que era Por-
tugal o ministro da raariubi foi esbofe'.eado deutro
do proprio parlamento por un deputado da oppos-
co.
Talvez que na tambem tenhamos uecesaidado
de empregar medicas vioUm'as e < tricaz a, de cada
um de per si, tur da defender a sua repuNtao e a
sua honra, deede quo 03 que si ach.im frente da
admnistr,.co nao sabem cimprir o aeu de ver.
(Apoi ad-oa da opoosico).
estatutos o deliberar-se sobre a eleicao da adini-
oistraco.
Do Monte Pie Popular Pcruainbucano, aa 10 ho-
ras da mauba, para leitura da relatono e balan-
cete do 1" aemestre.
Unirla da ua-VUla Amauha, doman
go, a 7 borae, S. Exe. Revioa. o Sr. bispi dioce-
sano celebra nesta igr-ja o sant. sacrifico da mia-
ga, em honra do Sagrado CoracJo da Jeaua ; aa-
tiatas-ndo doste m)do aos detejos aa couferen.ua
que, aob aquella denominaclo, fancciona na eaaa
de residencia do Revm. purocho da respectiva fie-
guczia, Augusto Frsuklin Moreira da tJilva.
A miasa ser ac ..pauhada a harmonum e can-
ticoa, no fin da qual cor.-er um* bolsa em favor
dos pibns, a cargo da meama conferencia, e cora
destino esp'cial o6ro dos alaguen, que ser ins-
tituida Dt sesao solemne que, com assiste.iCia de
S. Exe. Revma. ser effectuala a 7 horas da noi
te do mesm 1 da, u 1 lagar do c.aturae.
aet) da manba terrainu com a bencao do
3ant38rao Sacramento.
\ova Tballa Eata sociedade dramtica
leva siena, domingo 19 do crrente, em eapecta-
0 Sr. Costa Ki'btiroSo provocaco todos os culo menaal o drama-Os miueiros da doagraca, e
jjai, a comediaUm dafeit 1 de familia.
OSi .'.- M-iria ui.utr.-.a deputados-Apoiado. i DIMracco Dramtica Familiar -
O Sr Pi 1'i a PitangaNao deb.ld-i qu? eu Esta sociedade soleinmsa hoja o seu anu vera 1
vejo que o inundo prouura eatabelecer ama BU-|rio, levando ECCttl o Fantasma raneo, aK-na
id cucontrem em todoa cmica O muododas raaravilh i, e a com lia
\.t 1 a 11 de d.r-so uo canal da I Euaaio di Trovador.
doua valorea normes I Thealro Sania IsabelPara fazer a
i apresintaeo ao publico dos artist. s ltimamente
e .' n 1 .-.. a ssa por toda a parte, um j chegadoa, deu a companhia lyrica italiana'de ope-
eclips 1 se pJe dar eutre u: o se eu pjr ven- | ras e operetas, daqual emprcaana aactriz AJelc
,- igem me encontrar cjm o aub- Naghcl, na noite de aute hontem, am v .nado eir
hiuver algum estreci- pectaculo comp ato da opereta do raa-etro
oa pon Ai 1 gora
Mi.uch 1 11 a sli 11 utre
que ae perderam.
tura em qua'qu-r v
delegado do Limoeiro,
manto, uitural qae cada uji procure com a aua
torca e vigor manter o seu phyaico (riso), parque
cu nao obstante ter attingido aoa 63 anda nio
me reeJbo quartea de invern (riao), pjrqu-
me julgo lias conduce te poder viajar por aqu 1! 1
estrada s!i ter receij diste grande cataclisma
(Risadas).
Espero por conaeguinto que S. Exc. o Sr. presi-
denta di proviucia devolvendo ao Sr. ebefe de
polica o cfHjio dearcapeitjso que lhe dir:gio o
delegado cu subdelegado de S. L mrenco da Matta,
o advirt.i em termia fjrtea e energieoo que niu
guem tem o direito de insultar a um representante
da provincia di f.m* porque o fe eaaa subfeie-
gado, tratando com menos pr.'co o nome d'aquelle
qae cesta ca3a p de iaforin j.'S sjbre o seu pro-
cedimento.
O He. Costa Ribeirj -Vcrem >^ 5^ ei!e faz isto.
Aa mulheres gu.-rreiia e de dififerentes tro
ehoa de operas italianas.
Pjderiamia deixar de parta o modo p"lo qual
for m dtsempeuhad <8 03 difi. renUa papea das
Mulheres guerreiraa, se nao tivessemoa de fallar
uos diverooa trechoa ie msica que f jrara c int :dja
no 2' acto da referida op 'reta.
Astim diremos que apsaar de alguna^arnoes foi |
umi das vezes em que a ligeira producio deSup-
p foi maia co upletamente interpretada c cara-
ceriaticamente vertidos os a-.ua preouagona,
agradando bastante oa dous concertoa entre ol'e
o 2 acto e o do final do 2o acto da opereta.
Sem preteneo a darmo3 um juizo seguro sobre
o mrito dos artistas que estrearan na noite de
ante-h ntem, porque nao ae p^ode cjm prccso jul-
gar de um artiata na primeira noite que <- 11 ae
apreseota a um publico novo, nem ouviudo-o can-
A' noite em ambas aa igrejas bouvera a coa-
sagrnco do Moa de Maria, caueandj-se urna la-
daiuha e outros cnticos analoga ao acto.
No dia 3 do correnta cbg.u caga do sub-
delegado do 1 dietricto um portador do engeubi
Jassir, traeeado noticia de am grave ferimento
feifo por Vicente conhecido por Bagaceira. em um
trabalhador do mesmo engeubo.
Tenia aciencia d] factoodito subdelegado, man-
dou reunir o destacamento jdesta villa que apenas
consta de duas pracas, comiandadas por um sar-
gento, e r para o lugar do delicto.
1 Em camiuho teve noticia de que havia mais
de um ferido, e que o cffeasor si aehava armado
de.faea e clavinote, asaltando e provosaudo com
palavras indoentel a todoa que por infelieidade o
encontravam,
A noite co npareeea tambem o delegado do
1* diatricto acompanhado de alguna cav.tlheiroa ao
lugar d delicto, e sendo bem iuformado, que o
criminoso continuava a fa-r proezas, rrquisiiou
ao delegado do 2 diatricto o destaeaineat 1 do po-
voado dd Puo-3ranco, e em aeguida ordenou ao
inspect-. r a eomp irecer cornos pa'ainoa da seu
quar'eiro.
A'a 11 horas da noite (late mesmo dia um dos
piruetea foi aaaaltaio pelo criminoso, ficando gra-
vemente ferido Joo L 'pea do3 Santos, couh;cido
por Joao Campiua.
No dia 4 ao mjio dia esta villa foi tcstemunha
do um triste e doloroso eapectaculo aanguiu lento.
A' entrada do criminoso, acompanhado da
patrulha, a em seguida quatro redes easanguea-
tadaa, couduzindo cada um doa ferido3.
Foi um horror! Oa habiantea dejta villa
nunca foram teatemunbaS de urna cem.'lhaute
scena '
O Sr". Pra'xeies'i'iV.i^ Eutrei al t .Ivs n3o I 'r um trecho de' ..pera dcalocado^aa partitura, to-
dava. emitiiremo8 a noasa opiuia > com relayao ao
se trate maia distJ c. iuii < talvez que para o
anno cu nao volto m lis a esta e isa ; comtndo es
pero que amigoa meua que hi de representar
esta baucada, que supponb) que lia de ser ento
maiori 1 ap.aJ.s da oppisic^l ) ..
O Sr. Jos Varia Ea t.mbem a33i;n pens.
O Sr. Pr.xedc. Pitaog >... bao de ter occasiS 1
dediser: es m-us antecessores ap:zar de velboa
n2o deixaram de cuidar dea utereaaeo da provin-
cia e dj seler as prerogatvas d'aquelles que re-
present .vam a minera.
(Muito bem da oppos9-Io).
O Sr. Jost liara (pela ordem) perguota
quant i tempo falta para terminar a hora do ex
pedien
O S.-. PresidenteUn quarto de hora.
O Sr. Jos MariaEs"ou satisfeito.
(Co?i'/(a).
va,
que foi can'ado na nvite de que tratam js
A Sra. T. Rastelli coub- alm do importante
do do Nibucodonosor, a romanza (face mo dio !)
da Forza del destino e tanto n'aquelle como nese
treeh, Caotou a Sra. Raatelli com sentimenro,
arte nataralidade, permittiud) aappor que ser
un o m s prano, cuj: vo'um^ de voz lhe fac-
de maior
fo
soprano,
litar cantar outras prodceos
lego.
Cantou o Sr. L. Garbni a bella romanza di
Billo iu n:aschra, > p>!e-se diaer que poneos es-
treantea tecm aid tao feliz '3 aqai. pois, co no ba-
rtono o Si. Garbni rene a souorosiJade c "-
guranca d; urna b^a voz urna gesticulado fcil e
pa'ura!, parecendo assim revelar um artista coo-
Ecieuci-so e apto para interpretar fortes pare-,
! sendo no trecho que cautou eo.n justici muito ap-
' pUuJido.
Nao fi. porm, tao felia ni romanza d)s U >-
notti o tenor Sr. V. Brusi-hl, qie s apezar de
1 algum esforc) pis-ss sabir ga: irmentc.
A Sra. Dalla Porta na r a li 1 :la da opera Mir-
-------------------------------------------------------------------" I co Viaconti, raostrouaer p)5u:ra de u na z de
.*pox*'nlacoI'or portara datada de an- I 0 ,a timbre e que fcilmente se presta as ex-gen-
te-Lont. m S. Exj. o Sr. presidente da provincia, | t.a3 0 cant-, parecendo-noa poim, um tanto aca-
atteadenlo ao que re |uereu o 3o eacripturario al- uh;lj.
dido Recebedoria Provincial Pedn Simio da ^g -jra3. Garbni e Detti foram regularmente,
Silva Rrag, reaolveu de accordo enm o diaposto aque:u no brinde da Lucrecii Uorgia e eata na
no 5 3o do artigo 9* da !ei n. 1,881, art'ga 71 do r0m3UZa rimo Araore, com q'ianti na aejam na
regulamento le 28 de Mii) ultimo e portara de 8Uas vozes nem de grande volume nem de grande
;-u. c nce i r-!lu Bpoaentaca) no referido cargo, extenao.
sendo liquidado pelo Thcsouio Provincial, o ternpi Qt demais artiatas a^ndo ji conhecidoa do pu-
de servico tffectivo d>- supplic inte, para o fim de D|c jSp .ncain dovoj juitoa
p.'rcebcr os vencimentoa q le por loi lhe compel
rom.
The- ouro Provincial Per portara de
aute-houtem S. Ex-, o Sr. presidente da provincia
tendo em viati a de 16 do correhe, pola qual foi
concedida aposentica) a Pedro Simiao da Silva
Braga no cargo de 3' eacripturario addido Re-
cebedoria Provincial, r -solvea declarar sece effei-
to a pirtaria de 14 do correte, que determinou
pasaaaae o mencionado funcciouario a preeneher
effectivaraente o cargo de 3o eacripturario do Tbe-
aouro Provincia!, vago pela exouerae^ao concedida
ao bacharel Cranci.eo orr-ia Lima Sobrinho.
AiiinritluiU'H policiacMPor portara di
1G foi declralo sem tlcito a de 13 do corrente,
db porte qua nomeou Sabino Jo Bezerra, para o
cargo de 3o supplente do aubiel'-gado do Io dis-
tricto do termo de S. J .s do Egypto, e n .meado
para substituil-o Martinbo da C-ista Silva.
Por portara da meama data foi exonerado
Theotonio Amsncio de Soasa Civalcante, do car-
go de 3o aupplente do aubdelegadi do diatricto de
Maneota do termo de l^uarasa.
Arcbltecto Ti vemos boatem oeeisai de
ver os plano3 da nova m itriz d^ Manan e do
H>spital Portugus na meama cidide, cujas obras
se acham era iX-"cucao, e de am ibeatro publico,
destinado mesma capital, e copia de outro pro-
jeato submettido apreciacao do governo impe-
rial de um palacete para a residencia dos cnsu-
les brasileiroa em Lireto, prximo i nossa f.-on-
tira do Amazon is com o Per.
Os artistas apezar da pequ.'ua concurrencia de
espectadores, foram em ger.l npp'auJidos.
Vapor Villede CearEate vapor deve
chegar hoja a eate porto viudo do sul.
Vapor EiplrUo-Saulo Tendo sabido
hmtem da Bibia eate vap;r, de ve chocar a noaso
porto amauha.
Era ^IoaDiatribuio-ae aute hontem o 3
uumero deata folha acadmica.
Fouio3 cbai-quiado com um exemplar que agra-
decemo!.
O Reiendeiise la provincia do Rio emittio acere
da Era Nova um liaongeiro juizo, que, satisfa-
zendo ao pdido oue uos foi feito, cm seguida
transcrevem '8 :
Recebemos esaa folha acadmica, cojo primero
numero safcio luz da publicidade, na cidade do
Recife, 00 ia 22 de Main do correte anno.^
> E' aempre um motivo de justa satiaracao para
nos o apparecimento de um novo collega na aren*
do jorualismo, mxime quanio o uo-^o operario se
coustitue orgao do progreaso da potria, e pode-
roso vehculo das grandes dia abilicioniatts e
democr.iticaa, como so coastituio a Jira Nova.
A mocidade acadmica aetual, em Pernam -
buco, ae manifesta digna pila ordem de estados
a que se entrega, segundo evidencia a Kra. Nova,
de maia Urde, depoia de concluido o tirociuio es-
colstico, encaminhar este dcaventurado piz para
o aeu verdadeiro destino.
n A philos.iphia positiva Vii augmentan io os
... afn sectarios, e assim qui a physiea, a chmica
Todos os edificios sao el-gantes, solido, eco- ; ?' bl ia ? a 8,;elogia sao objecto
ncmicos, merecendo especial rp.ro o beat o, ^^^^.Jg^^^^u^tJ^.
qtie, a:m prejuizi da arte e daeatlietica, foi pa
neado com todaa aa accommoda';oJ3 e da modo ^a
fiiar perfeitamente ventilado, eondioSo eata to
importante noa paia^s tropuaes e qu^ai sempre
esquecidos eutre n5a.
Oa eupracitados pianos e respectivos orc-imen-
tos foram o.gausados pelo respectivo engeuheiro
militar Dr. Gregorio Thaumaturgo de Azevedo,
de presente nesta cidade, ora residencia ra da
mperatriz n. 40, o qual mediante rzoave! ajuste
se iucumbr da conteecio de trabalhos semelhan-
tes e de outro3 r.dativoa a edificios para fabricas
e habitieoes, como chaleti, palacetes, etc., e tam-
bem de levautamenco de plantas e ccufeccao de
orea lientos, pudendo ser procurado em sua resi-
dencia i.-a das horas do expediente de sua re-
prfico.
A pratica e couhecmentos technicos d' Dr.
Thaumaturgo tem-lhe grangeado excellente repu-
tacao e inspirado merecedora confianca aos que o
procrame incumbem-n'o de trabalhos, como 03
de que dos oceupamos.
Taes predicados devem poderosamente influir
para que, como architeeto, seja entre n3 devida-
aente considerado o Sr. Dr. Thaumai-urgo.
FallcrimeiitoFalleceu hontem, pela ma-
nba, victima de urna tubarculoae galopante, D.
Iaabel Henriqueta Inglez de Soaaa, solteira, com
25 annos de idade, filha legitima do Sr. desem-
bargador Marcos Antonio Rodrigues de S-ouaa,
que Be acha na Europa
A fallecida era cunhada do Sr. deaembargador
Domingos Ante-nio Al ves Ribeiro, a q-;em ap.-e-
ae-itamoj as nossas condolencias.
O cnterramento do cadver da indtosi joven
realisou se hontem tarde.
Banco de Crdito Real-A administra
cao e commisso fiscal deate Banco em eumpri-
mento do; arts. 47 e 43 dos respectivos estatutoa
procederao no da 22 do corr nte ao meo dia em
urna das salas da Associacau Commercial Benefi
cente, ao 3o sirteio das letras hyp.tbecariaa, emit
tidas pelo Banca, em i e 2 seriea e que tem de
ser amortisadas.
S rao premiadas aa dez priraeras letras das qae
forem sorteabas.
' franca a entrada a qualqucr accionista, que
quizer assistir ao proc- aso do aorteo.
Tbeatru Manto AntonioPor falta de
tempo para preparativos da represe-vacuo do dra-
maGa'ileu Galei ficon transferido o espectculo
quo ae acbava aununuia lo para b jy e s ae reali-
sar na prxima semana em beneficio do artista
Soares de Medeiroa-
A aanha representa-B) ness-t thcatro e pela ulti-
ma ves o drama ae grande eapectaculoUrna des-
ordena no alto mar.
jg*eunl*et asMsUsaM Ha hoja as s^giin-
tes:
Da S.cedade Philomatica, 4 boros da tarde,
em sesso extraordinaria.
Do Gremio Recreativo Familiar, s 7 h ras da
noite, em sessao da directora.
Amauha :
Do Gremio Recreativo Familiar, aa 4 horas da
tarde, em sesso da assembla geral, e em segu
da haver recnio, ra do Imperador n. 19, V
legua que a rilhantam as columnas da Kra Nova.
Com o muiortai Cimtepor goia a mocidade
ser o mais valente elemento da regeneracio da
patria.
E' excellente a oriontacao poltica, qae reve-
lam os novos col egas na estrada do progresao e
da civilisaeao ; e seus trabalh >s \in corroborar a
nusaa crenca no grandioso futuro reservado ao
Brasil, e no dogma sagrado da perfcctibilidade bu
maua.
Maisumi palavra aiuda.
11. dez annos atraz, anda a metapbyaici do
direito ex 'rea medonbo monopolio no eatudo daa
acienciaa juridic8 e eociaea ; hjje, porm, vemos
com prazer os mocos, que fre.jueutam os bao os
acidemcos, 8a emanciparem da velba escola, e en
veredarera pelo verdadeiro caminho daa acienciaa
positivas.
O novo evngelho, cujas doutrinas abraeim
com o fervor doa neopbtoa, aervir de pedra an-
gular para a conatruecio do edificio social, que
tem de substituir o barraco desmantelado e em
ruinaa, que hije amcaca sepultar em seua destro-
aoi ob confiados raiaeiros daa trevaa o do obscu-
rantismo.
Parnbcns inteligeute mocidade acadmica
do Recife, que bem cedo abri 03 olhoa a luz da
verdade, e com a c-rag>m cvica des grandes pa-
triotas lauca uiao da unpreoaa, a porteros* arma
do pr.igresao, para fazer a propaganda das ideas
dos principios, que aerviro de base fundamental
recoustruccao nacional.
Aceite a Era Nova um amplexo fraternal, e
mil agrad cmentus pela honrosa visita.
L iremos por intermedio da nosaa modesta
folha faser-lhe aa noasas suudaces, c mtando com
a honrosa permuta.
sierinbemEm 14 do corrente eacreveram-
uo deata villa o seguate :
Ni da 30 do Abril o presidente da doem C-
mara Municipal raaudoa suspender ao procu.a-
dor, Cbnstov) de II illanda C ivalc-.nt-' palo facto
de haver desobedecido a ordeus suae.
1 No da 6 de Maio reunu se a cmara para
faser oppoaicao,ao acto, e levar o occorrido aoconhe-
cimento da S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia.
Teve lugar no dia 24 do mez de Maio prximo
fiado, t. 2 sesgio ordiaana do jury des te termo,
presidida pelo juiz de direito da comarca o Dr.
Manoel Joaqun dos Santos Putury.
< Foram presentados a julgamento pelo juiz
muoicipal Dr. Manoel de Misqaita Wanderley
Lina, tres processos.
priaeiro era dos reos aussatas Cosan Da-
miau de Oliveira e Dam o Cosme de Oliveira
pionunciadjs no art. 207 do cdigo criminal, sendo
c nd m a los ne grao mximo das penas do mesmo
art.
O segundo foi do reo Man le Paulo do Nasci-
mentoconbecido porjManoel Baealbo, pronunciado
no art. 219, o qual foi absolvido pelo jury e appal-
do pelo promotor publico.
> Oterceiro dos reos Manoel Valentn de Freitas
conhecido por Pega-negra, e Julo Marques Oa
Cruz, sendo o seu julgamento adiad 1 para o pr-
xima sesso a requenmeuto da promotoria publica.
Termiuaram-ae uo dia 31 do passado no con-
vento de S. Francisco e na igr ja do Li rramento
andar.
Da Sociedade M.dica, ahora a log-r do costu )cal6rcc0B me, para ser motada a redaecio dos respectivos ] pjram bem concorridos e animados.
No dia 5 falleceu J_o Lipes dos Santos, e a
7 Jos Goncalvea :cs Santos.
Fcita a autopsia peio Dr. Mesaias doa Sintoa
Patuiy ejpelo pharmaceutico A. Calumby, decla-
raram ter ado a morte produzida pelos ferimentoa.
a8 quatro victimas reatam Manuel R-odri-
gue3 e Ma el de Lim, que se acham em trata-
meato.
No da 8 do corr ate foi remettido pelo respec-
tivo subd legado ao Dr. promotor publico o nque-
rito que se proecieu coutra o facinora Vicente.
B igaceira.
Ain pinte de Porto da Pe Iras, couataudi-noa que
ser preciso novo orcarnento >
O* 111 tii>s do Rio .ranrle do Sal
Li'-se no Jornal do Comm rcio, da rte :
Fizcmos bcutir, lia tempos, qulo c.iorm damno
tem j causado provincia do Rio Grandi do Sul
a destruicao doa pinhats, disaipaudo-ae por tal
modo a riqueza coniideravel que, devidaro-nto
utilisada, baataria a c instituir pira aa muilas re-
gioea, alo,m jaute fouto de proaperidade. Cada um
doa ncleos coloaacg all fundados representa^sa-
crificio avultado de aamelhaate nquesa. Cila
loto vi i desapparecercm do aeu solo numerosos
exempiarea de pinheiroa que, mais celo cu miis
tarde, dariam muitaa vezea o valor actual, da
tena.
Nei.hiima providencia tenio sido tomada a rsfe
respeito, a divaa'acao tem continua lo na razio
directa imqu; novos territorios sao abertos co-
lonisa(2o.
A^'ira nieamo o Sr. C vonKiaeritz Vaticini
pelo Jornil do Co.nmercio, de Porto Alegre, que
nao decorrer muito teinpo at que na provincia
nao poaaa ser notado um s pnhero de tamauho
regular.
O quo occorre aos piuhaca, d at em igual es-
cala quanto .1 todoa oa matos da provincia, alias
to desfav reida da natureza por C3tct aapecto
que se calcula mo eacederem de "JO por cento oa
terrenos que primitivamente 03 poasuiam. Eota
mesma frouxa propoir;o tem-se reduzido e teude
a reduzir ae em progreaso inquietad .rt. Ni ex-
teiiaa regio do sul est completamente devastada
a vegetacao florestal, apenas representada agora
as aerr.i8 das taipaa e lo H-irVil, sendo que na-
quella to activa e dssipadora a obra da coloni-
sajao, que d'alli deaappirecero em prazo CU'to
oa vestigios dos matos. Na regiao de norte as
tradas de Serra Goral, at os c-.mpos de Cima da
Serra, etto ae deanuJaudo rpidamente de fli-
restaa pela f o.-mic > de colonias. J as bois mu -
deiras de le, principalmente o cedro e o louro, se
tornaram alli rariaaimoa. O mrtos de Santa
Barbara, da Soledade. do Mundo Novo e d-' outras
localidades, intactos ha 20 annos, vo seextin-
guinde com extraordinaria celeridade. Aa colo-
nias do Esta 11 j se eateoderam aos matos di ri ;
das Antas, que por multo tempo nao poderao re-
sistir devaataco.
O Sr. Koseritz lamenta com razo que a proviu-
cia do Rio Grande do Sul se ache asaim expoata
nao j aomeute dissipacao de valiosa riqueza,
mna > perturba^oea climatolgicas e geognoaticaa
que tauto ai para receiar di deanudamento do
solo. Segjndo o seu t-.stam.'nto j eataa pertur-
ba co s esto sendo exporimentadas, te ido ae re-
duzido de muito em varias localidades a fertilida-
de proverbiai dos terrenos.
Eite objecto parece-nos mu digno do attrahr
a ttttencio dos podarea pblicos. Nao explica-
vel que, emquanto gran es quantias temos dea-
pendido para fundar e desenvolver fl .restas as
sercaniaa da capital di imperio (nem muito o
que p.ra iato temos feito) toleremos odiflerente-
mente a dev.Btaci daa mitas da provincia para
a qual a natureza na) foi prodiga de riqueza fl >-
restal.
Verificada a verdad* do3 faetos cumpre atalhar
que, a troco d .s beneficios da colonisaco, se m-
pouha .1 > Rio Grando do Sul o rule eacrifico do
aniquilis tuto da matas. O mil fieara em par-
to lemediado, teguaio presumimos, vedandi-se
que na fuodaco ^a no desenvolvimonto das colo-
aiaa b: desbravem matas de valor e preacreven-
do-ao que territor ia aejam reservados para o
o planto daarvorea flireataes.
Directora dan obra* de conserva
cao don portnBoletim meteorolgico di
lia 16 de Junho de 1887:
na ig.'ji da Soledade, pela alma de Bilvino do
Sjgo Pacheco as 7 1/2 horas, na matriz da Boa-
Vista, p-la alma de D. Maria Coelho Melra.
Terca fera :
A'a 8 lloras, na matriz de Corpo Santo, pela
alma de D. Amelia Neves Rodrigues.
Casia de Delenro-Movimenio doa pre-
aos da Casa de Detooc"o do Recife no da 16 de
Junho :
Existiam 355 ; entraram 2 ; sabio 1 : exis
tem 356.
A saber :
Naconacj 319; mulherts 8 ; estraogeiros 15;
escravoi sentenciados 3 ; idem procesados 5 ;
dem de correccao 9.Total 356.
Arracoados 296.
Boas 284; doentes 12Totai 296.
Movimeuto da enfermara.
Teve baixa :
lii Pedro d'Asaumpcao.
Tiveram alta :
Jos, eacravo de Jos Ctbral de Vaaconciloa.
Jos, cs?ravo de D Joaepha de Peaqueira.
_Sorte srandeA da 5.a lotera do Espiri-
to Santo, ex rab.da hontem, 17 io corrente, coa be
ao numero 3.013, foi vendida polo Sr. Santoa
Porto (Casa Feliz).
Lotera do Espirito MantoEis os
nmeros premiados da 5a parte da Ia ljteria, em
beneficio da iuatrucco primiria, txtrahdi em 17
do corrente:
3)13 60:<0 >000
3467 lOtOOOOOJ
Recursos eleilor^es
De SouzaRecurrente Manoel Viera da Costa
Bujary, recorrido o juiso. Relator o Sr. desem-
bargad .r Buarque Lima. Negou-ae provimeuto,
unnimemente.
De CimbresRecorrente o promotor pub'ico,
corrido Antouio Alexandre de Gi. Relator
7276 6:0004000
3S63 4:OOJ4000
9084 2:00)4*10
6751 L:U00/000
8418 1:000/000
Eato premiados corr. 500$, :
819 2970 6595 7572
Estao premiadas cem 2004 :
476 1258 1514 1924. 20)5 2634 8615 8702
9260 9394
Eato premiados c>m '00*. :
160 592 1611 2519 2652 2811 3101 3310 3832
4958 5822 6085 6455 70-7 7510 8413 8615
8634 8986 9322 934 97c3
Approxmacoe8
floras S 0 ao Barmetro a 0 Te aso do vapor 9 0 "O i p B
6 m. ,5-C <62>27 16,77 70
9 26'-l 763>55 16,89 65
12 279 763"25 17,96 63
3 t. 276 761">96 18,11 66
6 26'4 762"'07 18.12 73
Temperatura mxima'28,25.
Dita mnima25,0
Evaporaco em 24 hores ao sol: 5m,6 ; som-
bra: 3,4
Chuvanulla.
Direcijao do vento: v. riavel entre S e SE de
meia u.,il- at 3 horas e 45 minutos da tai de (pre-
dominando SE at 6 horas e 30 minutos da ma-
nba e S at 3 horas e 45 minutos da tard-; S at
10 horas o 7 minutoa da tarde (com interrupcea
de SSE) SSW at 10 horas e 27 minutoa da tarde
c S\V at meia noite (com interrupeo de SSVV
durante 30 minutoa).
Velocidade media do vento : 2",85 por segunde,
(las3 s 6 horas da manba 5m,92.)
Ncbulosidade media: 0,73
Boletim do porto
a a H
01 z s
u 0
4 0
p. M.
H >1.
P- M.
. II.
Dia
16 de Junho
17 de Junho
Horas
1 6 da tarde
7- 8
131 > manh
7-50
Altor.
2,">09
0,84
2.'"09
0,">7J
l,-'*t-dec'uur-ac-.iao
Hoje:
Segunda-feira:
Pelo agente Qtumo, s 11 hora?, ra Imperial
n. 151, da taverua ah sita.
Pelo agente Marttns, s 11 horas, ra larga
do Rosario n. 33, de movis da mesma casa
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Brum,
do 190 sacca de al^odSo avariado.
iaa* funel>re. S---rao celebradas :
Hoje:
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonio, pela
alma de D. Anna da Cinceicao Bastos de Carva-
Iho ; s 7 horas, sa greja da Madre de Daos, pela
alma de D. Maria Justina da Silva; s 7 horas na
igreja de S. Jos de Riba-Mar, pela alma de D
Josepha R. Viera da Araujo ; As 7 1/2 horas na
matris da Boa-Vista, pela alma de D- Eusebia J.
da Cuaba Liges.
Segunda-feira :
A's 8 horas na matris de Santo Antonio, pela
alma do Dr. Francisco Alves da Silva; s 7 horas,
3012 l:(y)4'-03
3014 1:0004000
3466 5004000
3468 50"4000
7275 3004000
7277 31.04000
3862 2'K)40U0
3864 2i'04000
90i3 1454000
9085 1454KK)
03 nmeros 30JI a 3100 excepto o da sorte
grande estao pre ..iados com 5<).
Os nmeros 3401 a 3500 excepto o da immedn-
ta esto preciados co
Todos 03 nmeros terminados em 3 xcepto o
da sorte graude C3to prein- ados com 204-
A seg ute loteri 1 ser extrahida breve-
mentp.
Lotera o CearEsta acreditada lote-
ra eujo premio maior de 15:0004000 ser er-
trahida uo da 22 do corrente. "
Oa bi hetes achara-ae venda na Roda da For-
tuna ra L irga do liosarle n. 36.
Tambem acbam-se a venda na Casa Feliz na
praca da Independencia us. 37 e 39 e na Cisa da
Fortuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da provincia No dia ..
do corrate, 3 4 horas da tarde, Be extrahir a
7 loteras, em beneficio da matriz da Boa-Vnta
do Recife e, no conaiatorio da igreja de Nossa
Seuhora da Conccicao dos Militarca.
No meamo conaiarorio eatarlo expoataa aa ur -
ane aa eapberaa a apiveiacao do publico-
Lotera da corteA J04 lororia da cor-
te, pelo novo plano, cijo premio grande da....
30:00<000 aera extrahida no dia.. do cor-
rente.
Oa bilbetes achara-se venda na praja da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-ae venda na Cisa da Fo.-
tana ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Lotera do Cirao-ParaA'i" paite da 10
lotera desta proviucia, pelo novo pLuo, cujo pre-
mio grande 120:0004000, ser extrahida boje
18 de Junho.
Iilhetcs venda na Casa do Ojio, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joo Joaquim da Costa
Lvite
Tambem achum-se venda na Casa da For-
ru.ia ra Primeiro de Maryo n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Lotera da provinciaA 7a loteri.. em
beneficio da matriz da Boa-Vista di Raeife, aera
extrahida no da .. do corrate, a 4 horas da
tarde.
Oa blhet's garantidoa acham-se venda na
Casa Fclis ua pr-.ca da Independencia us. 37
e 39.
Tambem acbam se venda na Caaa da Fortuaa
ra Primeiro de Mareo n. 23 de Marta F.u-
za& C.
Lotera da ParatiybaEatalo'.eria cujo
premio grande de 20:0004000 aera extrahida no
da 23 de Juuho 'a 'horas da tarde.
Oa bilhetea acham-ae venda ua Casa do Ouro
ra do Baro da Victoria n- 40 de Joo Joa-
qnim da Costa Leite.
Tambem acbam se venda na Caaa da Fortuna
rua Primeiro de Marco n. 23, do Martina Fiuza
&C
Lotera do Espirito Santo-Eata lote-
ra cujo premio grande 60:0004000, ser extra-
hida no dia.. do crrente.
Os bilhetea acham-se venda aa Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tombem achara se venda na Casa Feliz na
praca da Iudepeudeneia ns. 37 e 3) e na Casa da
Fortuaa ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da provincia do Paran
A 16J lotera desta provinca.pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:0004000, se extrahir
no da 21 de Juuho.
Bilhetes a vonda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco numero 23, de Martins Piu-
sa & C.
Lotera de tlagoasA 18 parte desta
lotera, pelo novo plano, cujo premie grande
de 10:000X0;H), ser extrabida no da .. do cor-
rente s 11 horas da manba.
Os bilhetes acham-se venda na Caaa Feliz
praca da Independencia na. 37 o 39.
Tambem acham-se venda na Caaa da For tu
na ra Primeiro de Marco n. 23, Martina,
t'iuza
rio n. 24.
Lotera de S. Paulo Esta importante
lotera cujo premio graode de 10:0004000 aera
extrahida uo dia .. di crrante.
Oa bilhetes aeham-sa a venda na Eamsralda
ra Larga do Rosario n. 24 A.
Cemlterlo PublicoObituario do dia 14
de Junho:
Tito Francisco doa Santo. Pernambuco, 13 an-
nos, solteiro, 8. Jos ; tubrculos pulmonares.
Florencio Tavares Pereira, Pornambuco, 44 aa
nos, solteiro, Boa-Vista ; giatro entente.
Goocalvesda Silva, Peroambuc*, 80 auuos, ca
sado, Boa-Vista ; tubercu ose.
Maxraiano, Peruambuco, 18 das, Boa-Vista ;
ioviabilidade.
Mana, 8 mzcs, Boa-Vista; gaatro entente.
Julio, Peruambuco, 6 annoa, Santo Antonio :
eryaipela pernicioaa.
Alexaudrina Cavalcante do Espirito Santo, Fer
nambaco, 52 anuoa, viuva, Boa-Viata; tubercu-
loa pulmonares.
Juo Prea Cordeiro, Peraambue>, 30 annoa,
solteiro, Santo Antonio ; leso cardiaca.
CHRONiCA JUDICIARIA
Tribunal da nelavao
SESSO ORDINARIA EM 17 DE JUNHO
DE 1887
PRESIDENCIA DO EXM. 8B. CONSELHEIRO
QUINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costurae, presentes os Srs. desem
bargadores em nume o legal, toi aberta a sesso,
depois de lda e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e pasados os fetoa deram-se os
seguintes
.TDLGAMENTOS
Habeas corpu
Pacientes
Manoel Feliciano Qomea da Silva.- Negou-ae a
soltura 1 ontra os votos dos Srs. cooselheiro pre-
sidente e Queiros Barros e deaembargadores
Buariue Lima e Toscano Barreto.
Manoel Pereira dos Santos.Negou se a soltu-
r, unnimemente-
o Sr. desembargador Buarq 1: Lima. Deu-se
provimento, unnimemente.
Oo Buique -R-corrente Joaquim Cava'cantc de
Mattos, recorrido o juizo.Negou-ae pruvimento,
unnimemente.
Recurso crme
Do Oiricury Recoireute o prjinotor pcb.co
recorridos R.yi-iuado Floreocio de A'.eucir e >a-
tro. Bilator o Sr. desembargador Doiuo Cival-
cante. Aljuntos 03 Srs. desembarca lores Toa-
cano Barreto e Moatcro di Andrade. Dm se
provimento ao recurso, uaaiim m nte.
Aggravo Je poticio
Do RjciV.Agravan:e La: Bernirdi Castel-
lo Braucoda Rocha, aggravado Francisco Bibairo
Pinto Guimiiej. R dator o Sr. des .rabirgidor
Oliveira Maciel. Adjuntos os Srs. d.-aembarg 1-
dores Pires Goncilvcs e Pirca Ferreira.Negou-
se provimento, unanimcm.rate.
D R.cifeAggravante Lavy Hermana, ag-
gravadoo LuizGoocalvea da Silva Je Pinto. Bi-
lator o Sr. desembargado: Pires Ferreira. A Ij lu-
tos oa Sra. desembargadores Tavares de V.ia
coacelha e cjuacih^iro Qieiroz Barros.-Deu se
provimento, contra o voto do Sr. desembargador
Tavares de Va^cou jellos.
Appellucoes erimes
Do Bonito Appellantea Francisco Sov. rio
Gomes e cutroa, apellad, a jusi^i'. Relator o
Sr. dea-ubargaJo.- Toaciao Barreto Deu-se
provimento a app lacio para so oplicir aos roa
Francisco Severmo Gomes e Jos Soares de Fi-
gueireJo a peaa legal, contra oj votos doa Sra,
desembargadores Del fino Cavalcante, T.-.-.re. de
Vascoacelloa c conse heiro Qjeiroz Barros quo
confirmaram a sentenca.
D- S. JoaoAppellan'e o juizo, appelladi Ben
jami.i Baptiata dos Siutos o outros. Relator o Sr.
dfsembirg.idor Toscano Baireto. Mandou-se a
novo jury, u lanimcminte.
e Macei -Appellante o juizo, appallalo F.-
lippe N.ry de Souz -. Rjlator 1 Sr. desembarga-
dor To3cuio Barreto.C>afirmou-a-' a sen tenca,
unanimcment'.
Do LimoeiroAppellante ojuixo, appollada S
rafi-n Gomes da Silva. Relator o Sr. d sera-
bargador Tose.no Barreto.M.nJou-ae s :.
jury, uuauimeraent-.
Appellacoea commerciaes
))o RecifeAppellante J. Mara ,!oa juin 1 das
Dore8, appellado t'raueisco Cecilio Fern vadea l.i
Silva Guimaraes. Relator o Sr. conselheiro (ei-
ijz Barros. Revisores os Srs. deesembargador g
Buarque L.ina c Toacauo liirreto.Foram dea
prez id03 os embirgo^, coutra o voto do S.-. d s-
embargador B.iarque Lima
D) K-cite Aj.peaute Joiquim Rolrigusda
Costa, appellado Jj.i\ lim as d Aira i.la Costa .
Relator o Sr. conselheiro < leiroz Birros. Revi-
sores os Srs. dcsmb.irg-ad.-res Buarque Lima e
roaeana Barreto.Foram recebidoa os embarg a
contra o voto do relator.
Appellacoes civeia
Di VictoriaAppellante Francisco Ca i ti o, :.p-
pellado Jos i'eixe Boa-Ventura. Relato.- o Sr.
coaselheirj Qu iroz Barros. Revisores os Sra.
desembargador. s Bu .1-4 i; L:ui c Toocaao li .r-
reto.Foram deaprezad.s 03 embargos,uaanirac-
mente.
De S. JoaoAppellante o coector daa rea Jas
geraes, appellado Joiquim Martins de Parias
Castro, eenbor de Maria. Ro'atjroSr. desembar-
gador Buarque Lima. Revaorea oa Srs. desca-
bargadores To:c. io Birreto e Del do Cavalcante.
Coufirmou se a 3-ntenei, uuaulm mente.
Do RecifeAppo.lante M moei Silvestre Fer-
reira Bastos, appellada D. Josipha da Richa Pe-
reira. Relator o Sr. dea;mbargador Buaraue
Liu a. Revisores o Srs. desembargadores Tos
ca.o Barreto o Dclfiuo Cavalcante. Reformou-
se a so. t nca, uu .nimemeute.
L)e Pa'marecAppellante C '>loal io d Barros
Franco, Hppellados Narciso Maia & C. Relator o
Sr. desembargador Delfino Civalcantc. Reviso-
res os Srs. de^embirgidores O.iveira Maciel c
Prea Ferreira.Conlirmou se a sentenca, unni-
memente.
Do Bom Jardira Appellante Antonio Bernar-
do de Moura, appellalo Joo Alves Camello do
Araujo Peieia. Relator o Sr. desembargtdor
Dclfiuo Cavalcante. Revisores 03 Srs. desem-
bargadores Oliveira Maciel e Pirea Ferreira.
Confirmou-se a sentenc-i, unauimemente.
PASSAQENS
Do Sr. deaembargador Buarque Lima ao Sr.
deaembargador Toscano Barreto :
Appellac.11 crime
D; JoaoAppellante Manoel Rodrigue da
Silva,appellada a juatica.
Appeliaco civel
Da Parahyba Appellante Paulino Augusto
Rodrigue Vianna, appellado o coronel ClauJino
do Reg Barros.
Do Sr. desembargador Oliveira Maciel ao Sr.
deaembargador Pirea Ferreira :
Appellacoea erimes
Da ParahybaAppellaute o juizo, appellado
Francisco Jos Barbosa.
Do BonitoAppellante o juizo, app.-lladoa Ma-
noel Ribeiro da Silva e outio.
De Aguas BellasApptllante o juizo, appella-
do Simplicio Antonio da Silva.
Appeliaco civel
De Villa BellaAppellante Jeronyrao Theoto-
nio da Silva Lourciro, appellado Joo Bezerra
Let -.
Do Sr. desembargador Mo.iteiro de Andrade ao
Sr. deaembargador Alv. s Ribeiro :
Appeliaco civel
De Palmares Appellante Dr. Laurindode Mo-
raes Pinheiro, app-liados Joaquim Jos C ivalcau -
te e outro.
Do Sr. deaembargador Pires Gonja'.ves ao Sr.
desembargador Alves Riburo :
Appeliaco civel
Dj ecifeAppellante Jos Alves da Silva
Guimarea, appellada a junta administrativa da
Santa Caaa de Misericordia.
D) Sr. desembargador Tavares de Vasconcelloa
ao Sr. conselheiro Quciroz Barros :
Do RecifeAppellante Jos Soares do Araaral,
appellados os herdeiroa de Francisco do Reg Pon-
tes.
O Sr. desembargador Pires Goncalvea como pro-
carador da coroa e prora otor da ju3tica deu pa-
recer noa seguiatea teitoa :
Appeliaco crime
De MaceiAppellaute Joo Lipca de Moraes,
appellada a justica.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
juatica aa seguintes
Appeliaco crime
De Taquaretinga Appellante o juizo, appel-
lado Galdino Comea de Souza.
Com vata ao Dr. curador geral e ao Sr. dea-
em'oargidor procurador da eora :
Appeliaco civel
Do TimbibaAppellaote8 Dr. Miuoel Xavier
de Moraes e Vaacoucellos e outros, appellado o
juizo.
Com vista s partea :
Appel.acoes cives
Do Recife -App-llautes a Bironeza do GiquiA
e outros, appellado o comm ndador Miguel Soa-
res Palmeira.
Do RecifeApoellants Jos Mathias Ferreira,
appellados Luis Goncalvea da Silva & Pinto.
Dj Recita- Appellante Luz Pereira de Fariaa,
appellado Antonio da Silva Ferreira Jnior.
DISTBIBIJOES
Recuraoa eleitoraes
Ao Sr. conaclhoiro Queiroz Barrea :
De Bom JardimRecerrente o promotor publi-
co, rec .rrido J' o Cordero dos Santos.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De Bam JardimRecrreme o juizo, recorrido
Antonio Francisco do Reg.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
De Bom Jardim -R corrente c jazo, recorrido
Ulyaaes Olindense da Canha
Ao Sr. de=embarg-dor Delfino Cava caot :
De Bom JardimR-corrente Hersilio Luper-
ci de Souza, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De Bvserros-Recorrente Idalino Martins de
Novaea, reeorrido o juiso.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Pedraa de Fogo Recorrente o bacharel
Alexandre Rodrigues doa Aojos, recorrido Fran-
ciaco Ezeauiel Goncalvea Guerra.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
D'ArciaRecorrente Rodolpho Pires de Mello,
recorrido o juiso
Recursos erimes
Ao Sr. conselheiro Queiros Barros :
De PalmaresReconecte Miguel Rodolpho de
Barres, rtseorridu o juiso.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do RecifeRecorrente Joaquim Tcixeira Go-
mes, recorrid) o juizo.
Ao Sr. deaemoargaJor Toscano Barreto :
Do Ci'ooRecrrante o juizo, recorrido or-
berto Qom s do Oliveira.
Aggravo de instrumento
Ao Sr. desembargador Prea Ferreira :
Da Escali \g ravante Jos Fernandos da
Si'va Potte, agrivado DaodatO Lus Franciaco
.VI onteiro.
Eiiccrrou e a seseti-o as 2 1/2 h-^raa da tarde.
plslio\ci^s a pedido
A refo*iua do Coosulado
A co'umni ne alugue! ve:o hontem, a proposito
di reterma do Coaaalili, com um aranzel de
quem nao coahece ai causas e qu.-r fallar.
Ho seria pr 1 rvel cstudar primeiro 03 actos
do g .verao 'i
Por.-joe n i faz a?=iin ?
O individuo ipiuhilo cm i isxaetido urna vez.
per le o cr li 1 p.-jpria V'rdile dita
por elle lie-i s :i lo : itir 1.
O cscriptor da colunia .t cauiado nato de
feito toloa os .1 >a, de ailo |i = ;:u o 1 forcado a
dar-Ib.! u-n ,: .aaelbi de gi-ar;i :
i. Teuh 1 maia j 1 zj.
O.he que 3- coutiuu 1 a triihar o neamo Cjih
11I10 todos r.r se bao Isao o un-.- se ch .ina fazer oppoait; i y, e a .
tica, e nao oppo.-ieai seria.
Ouvio cantar o gallo e unto kiaou para jalgai
las hor.-.-j, :i li: .-., i :,:i'i ao l-.iir i
Chega alguem ao infeliz escriptor e conta lhe
urna tolic e eil-o n lia seguate a gastar o aiu-
guel da cohiinna em repetil-a. Se exigir que
tu-s ua'.guoi inform itoa leera-ih: pravas, rea-
pon lerao que o disseram por brinquedo.
E i as ira ti i s n lo'/.- brinquedo a nossa querida
column d is bn > .'
Nem b m acab a .npriaso lo carapetSo di
viag :i i l'irapwn a 12 -as, a C.'a e a M.a,
a tu ni. i. do presidente da provincia, c de
:ivj volta o nosso hornera com estes outroa :
1." Aposentac) de empregidoa validos para
aecommo I ir p.-et 'iidenl .
2." Aug.neuto i- des. :=aa cem ap-osejtad
concedidas a aIdidoa.
E ta le o:e. !
h neii acha qui oa adddos 6 ganbam de-
pja de aposenta i .a.
3. Nomeayao de .ii.i liI.1. i 9 para preenche-
rem aa vagaa.
Ora esta !
4. R:cisad ichei vagaa com adJdos.
5. Estar a p i i treada de um corrilhi
brbaro, ', de sentuell s a vis'*, nbrig ila a iuapi-
rar-ae o i vo.'ita I ciiprichoa i Jo d '.ario le Per-
uambuco.
A mel r respiita a calas cous.a, serla :
-Filbo, eata cm so.uno, vai dormir.
II, em acc : '.ni (nao cima razeru s v-n.-
ranloa da ii i .c". i ic .. intiir parte da zea
me'ii ; seriaficasiem dormado pan nao p.-oluzir
eili'illas deciso val ter .o a quaiq'isr m.nliiod-
i-sc .11 c p'rgunta como ao con he ce qu; um i c ni
ia mili ba .- quo ou'.ra, c elle facm-nce
o eosin .r. ..
Aproveital-i a liria), o escriptor da columna
.prc;:irin p r evidencia o grao da cigoada de |u
o victin i.
P si ao nosso querido Sr. Arayuthis do C.nsu-
laJo, umi relico d.s antigua uno ega loa, coao
t ;d .s 03 s U) vencimentoa; na. s eaqueendo dea
adJid -i. que t int i o eato iuc immod in i -
D p>'s pegue em ou'.ra l;3ta, u doa acta a em-
pregado?, com tod >s os a Ididos, aposentados e ef
lectivos, inclusive os pretendentes acetmmodados, e
aomme co n cui lado p .r.i nao errar.
Assegurainoa lhe qu as qmntidalea daa duas
tabellaa serg divers .
A que fr m .ia elevad i a m .ia cara. Se iaao
se der i^m a autiga, o iiluatrc reprosentaute das
petas, colbque a parcclla da nov tab lia abn'xo
da autgi o f:ei umi cp?racl) que e chama di-
minuir.
O 3ildo que resultar a economa havida com
! a rei'orm i.
Isto quasi tilo fcil eom i resaf um Padre Not
so e Ave Mara para que Dous nos livre dos in-
forra mt-'s ipaligiios que q.iercm se devenir
eusta da columna com essas historias de corrilhoh
e pretendentes 'i lugares vagos.
Estilstica
Tendo exercido o oHico de promotor de capeaa
e residuos n -ata cidade por eap 1 me:, e eatndo o meamo oHeio era coucurao, pu-
blico o trabalho por mim feito, para que o publ.ee
fioue inteirado do qu houve e a-u rea limento.
De 2 de Julbo Je 187 30 de Juiho de 1830:
Abertura de testamento 96
Testamentos nuucupativ>. s .
Coiitaa de testamentos 96
Inventarios
Peticooa L'e
Juatifica^ao 1
Accoe3 8 1
OlBcio de justica
Embargo 1
Contas de irmaadadea 101
B' ndiment03
1^77, de 2 d: Julho 31 de De-
zembro 48300
1878 1:353*300
187'J l:180*e0ii
1880, do I de Janeiro a 30 de
Julho 745^500
3:7600O
Para prova do expoato, quem q.ier que deseje
saber ao corto, dirija 88 ao escritorio a ra do im-
perador n. 59 I- andar, daa 10 la minha aa 2 da
tard, at o dia 21 do correrte incluaive, e lhe
moatrarei oa livroa em ,ue lanei a trabalho por
mim feito e cartorioa respectivos, para examina-
rem.
Recife. 17 de Junho de 1887.
Carlos Mavignier.
'->
ao
O grandioso partido liberal, que em prosa e ver-
so tem cantado a virgindade de um coronel, seu
correligionario, ago.a chama ija.'oia a le 1888
(dizimo de galo) proposta na Assembla ^Provin-
cial por liberaes c v.tada por liberaes !
Ja no anno de 1883 pelo mez de Maio vimos o
generoso partido das liberdades pela imprensa e
tambem na Assembla Provincial discutir appre-
henao de eacravos que seguiam para a Parahybi
com o fim de prejudicar-se a Fasendn.
Disseram naquelle tempo cobras e lagartos.
Para que tudo isto com umi anglica creatura
VirgemdiS Virgen ?
A alma do vendelhSo.
Conferencias Tboliciniti.
A 8a conferencia, daa promovidas pelas socie-
dades Unido Federal Abolicionista e Pernambv.
cana Contra a Eseravido rcalisar-ae-ha, do-
mineo, 19 do corrate, a 1 hor.i da tarde. Sera
orador o Ilustrado lente da Faculdade de Direito
Dr. Albiuo Meira ; a.guindo-ae depois a parte re-
cieatva io coatume caufiada diat.nctoa artistas
que, generosamente, ae prestara a deaempenhal-a.
As commisw arecebero donativos em beneficio
dos cscravisadoa. p_
Secretara da Sociedade Pernambuc&na Contra
a Eacravido, 16 de Juubo de 1887. _
O secretario,
Adolpho Guedes Aleo/orado.
Calhelros A Oliveira
Por telegrarama particular, aabe-se que
o Exc. Sr. ministro da fazenda mandou
c.ssar a portara da prohibigao de entrada
dos commerciante Calheiros & Olivetra, na
Altandega d'esta provincia; b^ro coaio
mandou que aos .uesmos oaae restituida a
quantia de 12 contos de ris, paga como
multa de direitos dobrados na questao de
ksrozene no despa.ho pela refer la firma.
(Do Aarto de Noticias, do Para)



Diario de PernaoibncoSabbado 18 de Jimho de 1387
Ao poyo pernaiubu
cano
En tempos de S. Joao,
urna mesa ser reputada
iacompleta, so o Jo ti ver
iiiDgiei e bolo, mas tu lo
feito p le Z 'jaras.
GeokGE SaND.
Ora vivam meus senhores,
Michas serjisoras ta ibeai
[]' o oicu iiii-ior auhelo,
Que todos passussuui bern.
C por miin, suuipre djente,
Sem .votade do comer ;
Magro, triste, pensativo,
Sem gosto j p'ra viver.
U.na tbysica fatal,
Desata que vjid As earreiras,
Poneirou sen mala aquella,
D ntrjs miabas algibaira.
S i que nos, mous b>as leitores,
Possuis reme.iio tal,
Qu. 6 tomando lima dos-*,
.Jcbella tamauho mal.
F,zi-ine uil en o o menlas
D bolos de S. Jacio,
De cangici, paps (Tunjos,
E (!> pastis com cydro
De semedo, (ios d'ovos,
D-' po-( f, oam bocado,
Empatias, pstete de nata,
Toueinho do co. nevado. .
Fazei-me mil encomio -n las,
Para qu.Iqu'f baptisado,
Para b..iles, casamentos,
DSae p'ra ser exportado.
Fazei-.no mil ensommendaa
P'ra mezan organisar ;
En tudo da minlia arte,
Me tratis de procurar ;
E veris qua u'u o momento,
Da mais subli ue exj-.nsao,
L vo a thysi-ia 'a Igib-'ira,
Para tora a caobayao !. .
Os meus ttulos da nobreza,
Meus foros .;c fidalgaia,
Sao servir da inelhor lor.ui
Minha honrada fr g.i zia.
Eia, pois, meus boas Ir'gaezes !
Bate a porta 5. Joao.
B'tei me tamb-m a ella,
Dai ni', pois, este al'grao.
J nao sab"s onde morj ?
Nao possivel Sabis. ..
Ra Augusta (antiga de Ilortas)
So numero ^^OnenU e Sis. ..
A!ii, no primeiro a -dar,
A's orJeas das Bcnhor as,
Acharis todo int-'irinho,
Vosso servo
' L Spcco. -ecretaria da presideucia de Per-
narabuc", era 17 de Junho de 1887.
"Por esta aecretaria se faz publico, de canforini-
dade com o art. 157 do regulamento anuexo ao de-
creto d. 9120 Je 28 Je abril da 1885,o edital abai-
xo transcripto pind em concurso com o p'ai) de
60 dial os offioios de esoriva > do jury e execuedes
ttiu.iui s do u.v i termo de Correntes.
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
0 D<-. Joaquiin_ CorJeiro Coelbo Cintra, juis de
direito da comarca Je Garauhuns, da provincia
de Pe mam buco por Sua .Magestade a quem
Deus Gmrde, etc. etc.
Faz s >b.r aos (i o presente edital virem e del-
le notici tiv\rcin, e a quem interessar possa que
achaudo-se em c ucorso os offioios de jastica do
nov termo de, Correntes, oreado pela lei n. i43
de 28 de il.io de ld79, os quaes na ausencia da
lei especial sab eua criaca e divisao e era fice do
artigo 08 da lei n. 207 de 3 de Dezcmbro de 841
que rege a materia, sao os de escrvo do jury e
das exr-cucoes crimina-.; convido aos pretendentes
aos respectivos offioios u apreseutarem 6cua reque
riincat s deutro Jo p.--z de 6->dias a contar da
data do presente edital de accordo com a lei que
regula a materia.
Oatro -i /i faz mais sab.-r tambera aos preten-
dentes qu : seus lequerimentos devem vir instrui-
loiL.ai orilla: de sufficieueia de conformidad)1
com c dihp,nt> do deercti o. 8276 de 15 d- Ou'u-
bro Je 1881, e mais fjvui Jida les exigidas no art.
14 d.> ciudo dereto, iat; do decreto u. 817 da
3) Je Agosto de 1851.
p-.ra que ebeguo ao conheeimento de todos
raaadei p*3s..r o presente que ser affizado no lu
gar mais publico da cjstuuu e delle se extrah-
r copia para eer rcraottida ao Exm Sr. presi-
dento da provincia, pira o fi:n indicado no art. 157
do de reto n. 9420 i 28 le Abril de 1885, cm
le:amcao do di.i da affix;ciia e publiuacSo do
ata e ital ( que ser certificido p?lo portei-
r^dos iiuditorio-i como determina o rf. 153 do
d) Citado decreto de 28 Je Abril de 1885.
D-.do c passado nesta villa de Correntes a*s 28
J' Mtio de 1887.
Eu Trancaste de S. L Jnior, eserivao interino
! j j a y o screvi.Joaquim Cord rj Coelho Cu-
E nada ai coot nha en dito eJ:al cima
lo d i proprio original a-i qu.l me reporto c
1 m f.
E i Francisco Je Souza L. Jnior cscrivao inte
;^u Jj jjy o escrevi c assigu >.
Certitico ruis que p'Io p,rtera des anditorics
m fji entregue a certido daaftuicio do cuta!
' I .li'.u- segoint;:
J.-iiitlu Alvos da M-llo, porteirodos auditorios
dcrhi villa de Correntes em virtude da lei etc.
Ceitifica que arxei na porta da cmara munici-
pal Je.--- i vill i iiai, o eiiti! convi lad i as pret-a
tysica, quandu chegada ao mamo penlo; ,, .... lfljc08Jd justc, do In.-, teran d..
par.n, podemos ussi-gurar que todos os do- c rrent s de que trata o m amo edital.
entes que usaren] ju Pcitoral de Cambar i O icf rido verdaJe u dou f6.
existe a fl resce a b.eza e o en;an:.mjuto O vo-
'lume de delicado aroma ejpargido de algumaa go-
tas derraigadas no lenco veraadeirameate mar-
vilhoao e dele i lave I, e com; um agrada vel meio de
restabelecer desmaios, vertigen e dores de eab ca,
aisimcomo servinJo do odorfero adorno pessoa
e ao paladar, qDaado usado em diluicaa como um
euxagvimeutj d: bjeca ou cosmtico, ella por cor-
to alo t.'in sau igual tutre todas as mais aguas
ch irosis imp rr-.l.s.
Como obantia cjntra as falsificacoss, observe-
.o < m que os noaiei de Lanman i Kemp vcuham
estampados cm 1 tiras transparentes na papel do
iivriuho que serve do envoltorio a cada g-.rrafa.
Ene utra se Venia em tudas as pharmac:as >
drogaras.
Ageutea em P rnambuco, lleury Forater t C
ra uo Commercio n. 8.
O flnbo tie etiracio de Usado ce
baonlbao, de Cbevrler. n> qual se achira
todoa os elementos cffieazes dj cleo de figado de
bic thervp utics cxcellentes dos preparadas ule uti-
cos. Can o alc-iOl, sustenta a poder vitil, excita- i
e forneee materiaea de primeira esc /'ha t roeons-
tnui^'o orgnica; cm urna p.lavra refas a trama
auimal e :.n ma a. O sen us pois indicado as
:numeras circumstancias patbo'.ogicas que resul-
tara d) emr ibrecim rato do sangu .
Hecomm-nlaai o especialmente aos aoseor I i
lores.
(fiefue Me
Externat
Ffunvals ADglais
19 Ra do Hospicio 19
L'enseigiie.a.nt comprend :
Lo portug-is, 1. lecturo, la Cillig
l'uritbmotiqoe, 1 uistoiro Sainte, la ipr
pbie, 1'histoire, tous les travaax d'aiguiil ,
le franjis et l'anglais
que.
L' yo.'.s pir'i;u!.i-:-s
gl .ia. Oa reooit des
theoriqua ot praii-
le franjis et d'au-
] 12 pensioan
PODEMOS ASSEQURAR [2)
Infeizuiente bem c~-mmu-'i2, uest:: pro-
: vioeia, u;ua molestia t rrivel, conhecida
I p.Zos nomos do Tysica, Comumpcao Docn.
ci do peito, etc.
Nao pretendemos .-ffirraar qu1. o Peito.
|rol de Cambar cure todas as fysicas, par-
que at boje tem sido impassivel curar ..
,n! primeiro e segundo periodo, log ach-
i'.a, i, con toda v c-rt'-z*, grabdo allvio
1 p i u 8Ui ;'ur.-i .:oa pleti, por iu o '!
u.u tr..t..a]cnto prolongado e persistente.
O Peit ral de Cambar nao li oita a
sua acyiia beoefioa, s doenjas do peite :
c:.ra, tambare, muitos defluxos, bronchites
e toss-'s quo, as mais das v Z's, quau lo
despresadas sao a causa d-sififec^Oes pul
monarca.
OPeiton di Cambar a-jha-so a ven la
na agencia a cargo dos .^rs. Francuc i
Minoel da idva & C. ru i Murqu z de
Olmiia n 23.
Frasco 2-5500, meia duzia li-v)00 n du-
zia 245003.
A agencia enva qu-m pedir canli^S.-a
impres-s para.-s v-n ias por atacado.
a
.
Zacaras
: (5 RA DO CORONEL SASSUNA-
Igua Florida de Marra; e Lanman
Juizo dos Felos da Fazendu
.\ae?eiiil
Eacilto Reg Rnrrim
Perante o Exm Sr. desembarga i juic dos f. i-
to3 d i fzeoda, Jos Man e! de Frcitus, se ve.i-
, derA em prar;a publica, n< dia 1- de Julho pr-
xima viudonro, pelas 11 h^rs da manhl, depois
da auiienc i, oa bens aegnintcs :
A casa terrea as tij >I e cal, sita ra do
Com qusai toda a certera pJe-se por em duvi- j Tara'i n. '.-, Ireguesii da B a-Vista, ten lo
ja se as mil e urna variareis Aires que adornu- | me=ma porta e ja.aelU na frjnte, 2 aulas, 2 quar-
ram edcrrmavamtao delicijso pa fume aob o v.r : tos, cjainha fra, quintal murd, e mus 1 qua to
desente jardim do Paraso espslbuvam um< ^ contiguo a casi, e cacimba meieira, uvaliada por
fragrancia mais pura e delicada na utinosphera d l:'0Jji00J.
que aquella que ae diffuode e euche o gabinete de Urna outra casa terrea de fijlo e cal, sita rm
vestir uu6udor, no qual se h.jaaberto um traaca Imperial n. 292, freguezia de S. Jos, com porta
desta odorifcia e deleitavel aua Je cheiro. C>m- e janella nfrente, 2 salas, 2 qiiartos, cosinha
.arada cm o passageiro e voltil cheiro d'cssas frn, e m lia 1 quarto contiguo, quiutal eo< aberto,
essencias ordinarias, o seu mimoso e delicioso aro- avallada por 1:200000, toJas pertencentes a
oa pie-ae chamar inexiinguive1, iuapagavel, em- mass fallida de Joo Francisco Paredes Puto, e
:uanto que por outro laij a verdadeira quinta penhoradas para pagamento de impostos devid ''esencia em seu genero,que dj urna maneira a mii j fazenda mcional pelo raesm i fallido e cusas,
viva, nos fax agrdavelmento recordar, trazendo-noa
nente o deleitavel e genuino uarfume das aro-
ca'icae e balsmicas fljres ; n'uma palavra n'ella '
C ti ntcs 28 J Maij de 1887 O p rteiro dos
luiitorijs, Jaciatbi Alvos de Mell>.
E :a i niiss1 coitinha era Jita certido aei-
!i-. c piada do proprio original a que ma reporto
le.
Eu Franciso de Souza Leo Jnior, oecriva
j do jury o escrevi.
~ KlitariTT
V> : I m di Illin. ';r. Dr. in?pec;or fic pu-
b'ae i i : a i 2J i. cr.-eat", i \ praQl
r-.nl ;. Junta da F<:Z9nJa Provincial, o forne i-
meii' i la al'm-'ntafao aos pres.'S pobres da Cas-.
Je l)ae e'.o, relativo ao trim sir d1 Jai a Si
temhro prximo viuduuro, servindo de baso a diaria
ii 120 ris.
S i taria do Thesouro Provin al de Pernain-
largura, 25 metros e 60 ceutimetros de compri-
ment, 3 portas de frente e 1 armaztm; o piimiro
andar com 8 varandas e eaccadas de ferro, j^nellas
para a travessa dos Burgos o atrs com frente
pa^a a ra da mesma dtnarainacao, tendo 2 salas,
4 quartos, cosinha interna e todo forrado ; no se-
gundle terceiro andares tem as mesmaa acenm-
modacee, janellas nos oitoes e p. toril as frente
com i.pparelhos da Companhia Recife Drainage
em todos oa andareSj avaliado |wr 12:00 E vai praca por exacuco que inove Laurentino
Pires de Carvalho contra s> u priprietario Fran-
cisco de Paula Oliveira Villus-Bjas. E nlo ha-
vendo lanzador que cubra o preco da i,v..liac2o a
arremntacao ser feita pelo preso da adjaiicacSo
com o descanto da lei.
E para qup chegue ao conheeimento de t 'dos ie
pasa >u o presente edital q'.;-! ser publicado p!a
imprensa e affixado no lugar do cosiume.
Dado e passado n'esta cidade do Recife aos 15
de Junho de 1887.
Eu, Jos Frimklin de Alencur Lima, subsenvo.
Thomaz Garcez Paran/u* Montenegro.
Edital n.lg
Do ordem d I 1 n. Sr. Dr. inspector fac> publi
co, que no dia 23 do corrate ir praca perante
a junta da f-.zenda provincial, o lervigo da illu-
minaoSo de Iguiresi, ci rresp ndeute ao semes-
tre prximo foturc d Julho a Di sembr, eerviu-
do de base o prego de 77 rs. pjr cada laup a .
Secretaria do Thesouro Provincial do Pcrnam-
buco em 17 de Junho de 188/.
O oficia',
______ Liniolfo Campdlo
"Edital 7 20
e oidem do Illm- Sr. Dr. inspactor tajo pu-
blico, que uo dia 23 do correte ir praca pe-
r.nit- a juuia da fazci.da provincial, o serveo da
ilIuminagSo de Ci.ruhi, correspond ute ae temes
tre prximo futuro de Ju ho a Di zeu.bre, servin-
da de base o preve de 99 is. por cada lampeao.
Secretaria de Thc6- uro Provincial de Pcrnam-
buco em 17 de Jui ha d. 1887.
O c ffi .i.
Lindol/o Campe'Io.
O Dr. Jo.-.quim (Jornia Ue OliveiraAudra
do, juiz de dircito privativo de- crphSoR
n {.senles nrsta comarca do Re if por
S. M. Imperial e Cons'itucioml o tr.
D. Pedro II, .-. quem Deus guarde, et .
Fuco Baber que tendo tallecido nesta cidade
sem test.'.m'uto i;ciii herJeiros conhecidos Ignacio
Lu z de M ora, cujo repolio se ariecadou por juizo : pelo pr tente eo chamados 08 sena leai
(imea siiccesb'res para se habilitarem hemnea
n i forma da I .
E p.-:ra quo c-h> gue ho conheeimenti Je quem
ni ns-ar po-.Ba, mandei passar o presente, que
.:. publicado pela impreusa c affixado no lugar
docos'ume.
Dada e paesadn nesta cidade da R.cif' a 's l
ii, Junho de 1887.
Eu, Franciscod? Siqueira Cjvalcahte, e.- va .
o subir vi.
Joaquim Corroa de Oliveira .Uidra.it
vio do jury que o escrevi. Aotonio Pedro da Sil-
va Marques.
E nada mais se continha em dito edital, que
fielmente copiei do proprio originil ao qual me
reporto e dou t.
Cidade da Carnar, 6 de Junho de 1887.Eu,
Antonio Rodrigues Brazeliao Car^albaes, escri-
vo do jury que o escrevi.
Certifico que neata data affixei na parta da ca-
sa da cmara desta villa Jo Altinho o edital que
declara estar em concurso o oficio de escrivo do
jury e das execuces crimnaes deste termo. O
relerido verdade do que dou f. Villa do Alti-
uha, 8 do Junho de 1887 -O oficial de justica
servindo de porteiro dos auditorios, Fraucaco
Corroa da Silva.
O Dr. Thomaz Garcez Prannos Montene-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
o. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Fago saber ros que o presente et-:1 virem ou
delle noticia tive.-em que des gaei odiavmte <
ciuc. do corr.ute, uiua h-ra da tarde, na aala
das audieucias pira ter Ingir a reuu -3.1 das cri-
dares da massa fallida de J. F. Bittencourt afjm
de serem pres'ndia as contas da udmiiii.-lr.n,a i le
Jita masas na forma da e, cerios oa cr^dores de
quo s sero admittidoa por procurador exhibi-
do este procuriicSo.
E para conheeimento de todos mandei pissar o
p'eaente qu" s. r ,'uble .do pela imprci..a e li-
tro de igual theor ffixido ou Ingar do costume, ':j
que se juntar certido a a autos.
Dado c passado nesta ci i>- !e d i U.cife ..'o Fer-
uamboen, aos quinzu ai.s i> m z de Juuhadiun-
ue de Nu8Sj b..iih'..r de mi! til.1." .:'. a e oitoal i c
sete. \
Eu Jo Fiaikin de' Alencar L'ma subs-
crevi.
(Eatava sellado e inutiiisadas duas estaa.pilhaa
de 20 > ris esda urna).
Tbomua (Hriz Paiar.l.os Moatenesro
3
r tT-
buj, 17 de Juuh
1887.
O iffieiitl,
LinJolph j (.rpello.
Recite, 18 de Junho de 1887.
O solicitador da fizenJa nacional,
Luiz Machado B.telbo.
Eilital n. '8
L) o lem do I Im. Sr. Dr. inspecor fici publi-
co, (a no .Ja 23 do torrente, ir prac, perante
i junta da fazaiia provincial, o fjrnecm'n'o d s
maJie ,m -utos e nteus !io necessanos enfenca-
t'h J.i Casa Deti ucSo, Jurante o semestre pr-
ximo vinlouro da Julao a De?e:nbro, seivindi d->
b-.sc 's piec-isd) respctivj formulario.
ScC"J'aru di l',i i oro l'r iv;.n d ; P.n.m-
buco cm 17 de Junho d 1887
O i.ffieial,
Lindo 'Jo Compeli.
O Dr. Thomaz Garcez Prannos Montene-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz :e dimito especial do cunmer
ci desta c dude do Recife e seu termo,
c ipital da provincia de Pernambuco, por
i. M o Imperador a quem Deus guarde,
etc etc.
Faz saber aao que o presente edital virem ou
delle ueticia tlVirt-m que se ha d; arrematar em
hasta publica d-asto juiza depois da r< spectiva
audiencia do da 7 de Julho prximo futuro com
as t irrealidades e prcgo.'a do es'ylo :
Um sobrado do 3 andares sita na do Vigario
Tenor o n. 21, fr gm-zia de S. Fre 1'eJro (Jan
Calves.com as denominacoes seguimos: o ptvi-
mi uto terrea com 5 m 'tr^a e 85 ie itiuietios de
0MMLRCI0
B -isa 4:vzuuirri'i;il
LOTAgKS OFFICIAES DA JCNTA DOS COB-
BBCTOBB8
AectYe; 17 de Junho de 1887
Apatices proviuciaes de 7 0|0, valor de LOOOOOO
a l.OWOOJcada urna,
ijetras hypothecarias da l1 serie, do valor de 10
a 97500 cada urna.
Ditas ditas de 2 serie, valor de 103 a 94400 J
cada ums.
amburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidades de Portu-
g'........
Ilha dos Aejres ....
liba da .MaJeira ....
New-York......
523
23
28
238
243
240
213
2250
Mercado de a*s aaciPE, 17 oa jlmi i ok lflai
estucar
Para o agricultor, foi colado, por 15 kilos,
algarismos stguiotes :
ambio sobre Londres. 90 d|V. 22 1|2 d. por 1,! Brauco, os melhores qua
do banco, h mtem.
Dito sobre diu, 90 d/v. 22 34 d. po.- 1000, do
banco, hontem e h.ije.
>a hora da i'olsa
Vend ram-se :
5 apatices proviuciaes de 1:000.
9 letras hypothecarias da 1 s-rie.
90 ditas da 2> serie.
(i presidente-,
Antonio Leonardo Rodrigues.
U Secretario.
Lduardo Dubeux.
Hovimeiuo bancatrio
BEC1KE. 17 DB J0NUO DE 1887
PRAQA DO RECIFE^
Os b. e.s maiitiveram boj.- n; baluo a taxa de
22 1/2 d. "obre Londref.
Pela mauha, porm, o Iuteruacioual saeecu a
-I 3/4, no que nao foi aeorapinhadj pelos London
Engtish Banck, que se r. ciisaram aaccar aim
i!a taxa oficial.
Fech.u firme a 22 1/2 d.
Em papel particular nao houve transacce.
PRACV DO RIO DE JANEIRO
O mercado de cambio esteve h je sem movi-
mento.
D-. u Causa a isso o ser dia de mala.
A taxa dos bancos foi de 22 3,4 neminal.
Nao houve trausaccojs cm papel particular.
As tab' lias expostas aqu foratn estas :
Do Inteiuaciosal :
apparecein no mercado,
regulara de ....
3. surto boa.....
3." regular.....
Hmidos e b i.x 3
So.-nenoa......
Mascavado.....
Bruto.......
Rtame......
2*200 2.S100
U9JO a 2100
1/700 a !8i0
1J500 a
130j- a
14040 a
90 J a
OJ a
1/7J0
1400
1*100
l(XH)
8>J
Farinhi de mandioca -'j saceos
Ipi cacu inha..... 34 kdoa
Queljo do serto ... 16 *
Paru dentro do Imperio
utj lj 'ic I-"
Ahjodauj
Foi boje vendido um pequen
te do serto a 7/000 por 15 kilos.
Nao ae pJe, pjrm, firmar a cotaco, j pelas
condicocs do 21 rcado, que uestes u tim?s das tem
variado muito, <; j pela posicao do cambio.
De um momento para cutro, pode o precio do al-
goJo melh..rar, assim corno ple pei.rar.
L'n(ratla de finacar e algodito
MEZ UE JOIH0
^ssuear
Entradas
d;..s
Sa.cos
90 djv vieta
j udres ....
Paria.....
'talia.....
amburgo .
Portugal
N'tw-Y.rk .
jo Loedox Bank :
Londres .
Pars.
... .
rlaiiiburgo
Hortugal
Sew-York
221/2 22 1/4
422 4e
. . 420
523 528
230 238
2/250
B^rcaea3 .*... 1 10 14.802
V apjrea
Va-Ierren de Caruar . 1 10 l.3l
Animaes ...... 1 17 034
Via t : i .. Je S fraucisc; . 1 15 1J.741
Via-frrea Je Limaeiro . 1 15 715
Somma 34.196
Algod&o
Eutraias Diae Saccas
Brcicas 1 10 1.276
Vapor-a ..... 1 10 2.428
Via-fcirea de Caruar . 1 16 123
Auimaes 1 17 2.096
Via-lenea de. S. Francisco . 1 15 1.372
,Via-f.rrea de Liinjciro . 1 15 1.989
Agiardcnte
Aigodo ......
Assuear......
Chapeos de palb.i de car-
nauba ......
Cera de carnauba .
Caoe (fructa) ....
Doce.......
EtpauuJores.....
raxa......
Milbo.......
Oleo de mocot ....
.'iO d riciao ....
falla de uricury
rVnuas de ema ....
Frepai&dos de jurubeba .
R i, .......
sebo.......
Soia.......
Voss.uras de patha da car-
i aba......
V'iii'i) Je jurabe'-a .
EfiCAl*llVl.ACa .
Para o exterior .
Para o interior .
22.1.116 litros
53.013 kilos
1.419.400 .
12 fardos
300 kilos
29.250
1.015 kilos
10
400
232 saceos
60 kilos
1.400 .
80 .
102 .
6 volamos
'5S e 1/2 kilos
1.120 .,
2.503 meio3
8a lerfii)Secretarla ta preftideu-
ii tic l'i lauuauiii em 15 de Ja
ItbO 1.- IS 5 ,
i'or isla seerctaiii se faz pnb ico de eoiiformi-
dal-'COmo art. 157 rio reguluiuento ailliexa ao
e reto n. 9420, d. 28 Je Abiil de 1835, i edital
,.: ",ixi Iranucr pin, i i. ia :;, e/neur-o eer.o o ira
r.o Je 00 Jias, o offi io Je CSCrivj lio jury
ex'cucoes criminaos do termo lo Aitiuho.
Pedia Frai: 'meo Crrela de U iv
EDITAL
O Dr. Auto i> Pedro d Silva Marques, juiz J
direito interino da ceinarca de Caruai, por S.
M. Imperial a quem -'U- suari- re, e'c.
Teudj sil por acto i: presideucia d-i provin-
cia de 4 de Abril fin creado f.-o civil uo f nr.o
do Altinho, perlino u'c a esta cu rea, e piec i
ii.mdio art. 7 do i'ecrcto n.9i2J ..'e 28 Je Abu1
J J 1885, que loga que um municipio Im.Iii lr..
civ.l considera ic tambora creado, en virfudc o
| ait. I0i di lei de 3 'le Dtaenibro de 1&4I, o ( tli-
eio de eseri\o do jmy e das cxecui,o?s criui'ua s
' f. z sub r i o que o p Cente edital virvm, que
ada se i-in concurso peto prazo de bO (ias, u con-
, tar desta DisjO o art. '8 da ctala lei de 3 de De-
Z' mbr i :
Hivei .eiaule cida oaslho de jurad js um
as r.eii privativo do jury e das i xocuyea eri-
ll.i'il'.CS
P. rta.ita convido a tad is que prole derru o
inesm.) oficio a apr-sentares: a esto juizi uo pra-
:j marcado, ua seus requ-Tmcutos in truidos de
aecordo com o precitado deer to de 28 de Abril
Je lt8, que eonsoliJou toda a legislac-lo aute-
rijr sobro o concurso e provimeuto Jos iffi-ij de
juitija.
E pira que chegue ao onheeiment de tod;s
mandou pastar o presente edital qae depoia de
assignado sei afilado no lugar mais pub ico Ji
tcimodo Altinho, ertrabiudo-se urna copia para
aer r-'tnertida ao Exm. presidente da provincia,
ariin de mandal-a reproluzir pela itnprcnsa, na
fd rma da lei.
Cidade de Caruai, 0 de Jouba de 1887.Eu.
Antonia Rodrigues Urazeiine C-irvalhae?, escri
Banco de Crdito Ikal de
naubuc
De couforenidade com es arts. 47 e 4 dos
tutos d'eete Banca, a ado nistracaa c eoir-.u
fiscal proceder-', n dia 22 d> corente, ao mio
Jin, eui uin i d.ssal.s d'AssotiacSa Co.cm icial
Boueficeate, a> lercciro so eia das letras hypj-
thecariss cmittiJaa psli l> 'co, que tvem ci s%r
mn rt'sadas, e relativas a 1" e 2' series.
O 15 iueo di'lib'rou premiar as 10 .:
tras ii'..q'.i lias que for m ao te ida-.
O local i I a qu |uer ac ioaisla.
t'ernhmbuc 18 de .lunho de 1~~T.
Oa Hilminii trad
Man ti lo }/ de nt tr>'m.
Jo til! > i l.i',,
L.UZ I >/]/,.'.
\ iiniao medica
Thesouraria de Per-
nambuco
Da ordem d j Itlm Sr. inspector, faco publico
que no da 22 do corrente, pelas 11 horas da ma-
nh, perante a seesao da junta, se recebrm pro-
paatas para o tornecimento dos artigos abaixo es-
pecificado., necessarioj ao expediente do Arsenal
de Guerra, uo eemestre de Janeiro Junho de
1887, a saber :
Cad-rnefa em branco de paoel fiurae pautado c;m
50, 100 e 150 folhaa, urna.
Can- tas finas, duzia, urna.
Ditas ntra finas, idoin idera.
'..' inivi tes fin ie, um.
Eov I! pes para oficios timbrado', um.
Esptulas de os.o, urna.
Grampos p-ra prender papel, caixa.
Gamma arbica eai frasco, frasco.
L Dita? de duas cores um.
Diios de borracha, um.
Lacre encuna Ja, paos.
Livrus em branco de panel fiama paulado com
100, 150 e 200 foihas, m.
Ditas eui bran o de pappl h llanda pautado, f^r-
m.iti Corom rom 50, iOO, lo') e200 foihas, idem.
Dios ditos iEi. com 5u, 100, 150 lO foihas,
id m.
Ditos ditcs, .-rmato Cari- c'j 0, 100, l'.A) e
200 fjlha-, i le o.
Ditos ditos, formato Rjisim c m 5 ', IOO, 150 e
200 fo'hh, i lera.
Ditos ditos, formato "Jes. com 50, 1 10, 150, 2(0
e 250 :o h ig, i 1 m.
Dil is litis, f rmato Co! mh cr. ej.: 20), 2"> e
O tolhas, dem.
Ditos dtt .. I i mesmo formato c e u os
nuuiercs Jo foihas, com tn.-aderua;o iuteira ..
cauro, iJcm.
Pi p finme pautado, resma.
Di.o d-t-i lisn, ilem.
Dito inglex r -sado brauco pira .lli;i i i m.
Dito dito di'O iil i timbrado, i i. m.
Dito b llanda, foimatj o'Jarrrt, E Carao!1,
Ruisi.i, Jco e ColotTibiem caderno.
Papel m .ta-b-i lo, I Iha.
Pap I dito callao, : < ni
i', nnai de a i P. ry, c lixa.
t'CrSOS r :: I, lia, i.
I I iras para pa el, dem.
I ine'cza para eiever, b ioes.
Dita brasil' ira Sardinha, idem.
'.' i r- r. .. ni smo fiui, garrafa.
rimo, frase i.
Cond'n i
1' Todos ns arigoa de ver Jo r .. I* joali*
dado.
> Ose i: urre it .-i eao obrizad.">s a apreseu'.a-
rera as am sSms di' f. 'oa os arti .
A | jitas serao por du.ilicata e selladas.
4" r- poJ i i e m irr t ao fon os can-
|U hab-lit iiin naf.raa do art. 18 da
decnto ii Vil -". d 0 d Mar?) de 188 .
Thea urina de :.-n'!a de Pcruaicbaeo, I" .ie
Jui:!;j tcS'7. -O '. ; tario,
I. 1 y lio IV da t 'amara.

i\
V
I si
I)
%m
neje
De ordi as 11 r. p cal li io
Sis m li-.nuac u'i p.u.-.
ter lu ar i i l:-t 13 li con n:', n
li ira btm !s v ta -se a r 11 el 'o
C .li VI .
a > q i
: lu^.-.l
si ;
i ib r,.r b.c a kaeao la '.Jiaiuir': -.c'. i.
Recife, IV te Junho d- 18S7.
I J. M. Curio,
Secretario ia .
oropanhia d eiliOcaf^
AajeinS6i g ral extraordinaria
C'nvid.-.e nii res accionistas .. i
rnneina -.iba r-.l ixtiaordiaaria, u
Je Junho e : !.:!.. o -;iio dia, na s i le
largo de P' i i i Vi, fi n
i i'Ciini-
i 1 27
c' il ;.o
de i i i i 77, fin de proceder-se a
eieicli da di.ceto.i:, geiente, pr.'si.l- ate e
tirios da as-cinb fa geral, de ci-ilc
is i s'atutos ltimamente apnrov id is.
Recife, II de Juuho de 1887
Oustavo Antunes,
Directt i" secretario
eerc-
e ui
:in senbires i.cci nistas d.-sta c m-
biis ir s cm ... mbi i g ra ,i lina
na, no dia 1 de Jutho prxima viudouro, como
"en os est,.tutos, iili i de tornar couheeimento
a ge ii) d .- i-e-tocios da c m, auhia no anno
social pi-LX:m) fiidr. A rou liao t-i lugai uo !
andar da casa n. 71 da ma do Imperador.
R cife, l deJunha de 1 87.
Cecilia.'io Mamede A. Ferreira,
Dir. 11 .r gi rente.
Jot^ Eustaquio l'erreira Jacobina,
i* nci >r secretario.
Moiste f'itiP'ipuiar Per
naEiibuciiuo
Assembla g- ral
De vendo ter lugar dooaiugo IS do cmnte, s
10 lnras da manhl, a le tura dj rea torio o ba-
tanete do 1" s inr.ntr.', eonform ; > 4' Jo ait. 22
Jos estatutos, convido a todos os socios para esta
rcunio.
S.xretaria da sociedade M inte Pi Popular Per-
narobuca.i i, 10 de Junho de 1837.
O 1 secretario,
Benjamn A. Jote da Fonseca.
The Quecns Jubilee
The Brirish C osutatc \v 1 be closed ou Tues
day tho 21 et iastant.
lo)
Scmma
2 atadus
13 volumes
.' A-: :L'l.'.\l.
. 2.233.073 kilos
. 1.419.400 .
- 3.052.833 .
Arroz com cacea
Algodo (kilo)
A =uear refinado (kilo)
Borracba (kilo).....
Cauros seceos salgados (kilo)
Couros seceos e?pichados kilo) .
Couros verdea (kilol .
Cacao (kilo)......
Caf restolho (kilo) ....
Carnauba (kilo).....
Car-ciS de alrodo (kilo)
Carvo de pedra de Cardifi (to i,)
Caf bom (kilo).....
Cachaca (litro).....
Farinha de mauiioca (litro) .
Fumo restolho em rolo (ko)
Fumo restolho ein lata (kilo)
Fuun bom (kilo).....
Fumo cm fo'ha bam (kilo) .
Fumo em felha ordinario (kil>) .
(icnebra (litro).....
Mel (litro)......
Mtfbj (kilo)......
Taboados de am-.rello (duzia)
!
05
400
145
l036
.000
585
275
400
XA
S66
014
Hi'/ol0
460
7 <1
035
4tO
5 0
720
720
400
200
040
! o:
00
Para o interior
^-'o hiate nacional Julia, earrcgou :
Para Motsoi, H. Ra bello 28 barricas com
1,655 k los de assuear brauco e 4 ditas com 240
ditos de dito refluido.
No hiate nacional Iris, carragou :
Para Mossoi. J. P. de Oliveira 40 barricas
com 2.32J kilos de assuear branco e 10 ditas cm
000 ditos de dito rt fina lo.
No hiate nacional Correio de Natal, carre-
garam :
Para o Natal, F. Racha le C 5 barricas com
300 kilos de assuca branco.
Na barcaca iaguararg, canegarsm :
Para o Natal, E C. Beltia & Irmao 10 barri-
cas com 500 k los de assuear refinado e 10 ditas
cora OOJ ditos de dito branco.
Reudinieiios pblicos
Arsenal de Guerra
A comu.iso de c rupias deste Arsenal pr< :isa
p-.ra o 2o s'in-stre do co.reute ano", na forma dos
at.-. 95 e 'Jo' d> regu auitn'o cm vigor, o se-
guiote :
ai thmetes, por C =!ro Nunca, urna.
Arr.me de latan, k lo.
rame de cobre, k:lo.
rame de ferr kilo.
A1.0 fundido quadrado de diversas espes.
kilo.
Aci fandido sextavado de diversas grossuras,
kdo.
' co batida em burras, de diferentes larguras,
kilo.
Ac para vale as k lo.
Arces de ferro de diversas dirnen o:s, k'Io.
Areia pura in.ldar, barrica.
Arcos de pa, um.
A'garavis, um.
rame em Verguiihas, kilo.
Alvaiade de ziuce, klo.
Azul ultra-mar, kilo.
Amarello francez, kilo.
Azeite de carrapato, litro.
Azeite de ceco, litro.
Agua ras, k I .
Boioes grand-s e pequeos de metal prateado,
um.
A Oliveira Castro & C.:
51 talhos a li 51/00C
Dcve ter sido arrecadada nesfes di^.s
a quautia de 215340
Rendimento dos dias 1 a 10 3:3034500
Foi arrecadado liquido i.t boje 3:579/140
Procos do dia :
Carne verde de 240 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 7^0 a 800 ris idem.
Sainos de 560 a 040 ris dem,
'anuba de 2-i0 a 240 'is a cuia
Mii'uo de 260 a 320 ria idem.
Feijo de 040 a 1S200 idem.
00 d/e vista
22 1/2 22 1/4
122 4:6
. . 426
523 V>28
236 238
2*200
So.Tima.
J..84
Despachos ae exportaco
_ MEZ DB JCSHO
Nos Via 1 10 teram despachados na Alfanje
ga os artigos seguin'.es :
Pera fira do Imperio
*avicM a enrsa
Eslo sendo d.-spachades es seguiutes :
Barca nirueguense Stanley, assuear, pata Mou-
treal.
Barca ooruegje'uae Beros, alg>>dSo, para o lial
tico.
Barca inglcza J. B. D., carocos de algodo, pa-
ra Liverpool.
Lar ingl-.-z Flora, assuear,' pra os Estados-
Unidos.
Patacho nacional Mara Augusta, assuear, p.'.ra
Montevideo.
Vapor ingl" Oralor, diversos artigo?, para Li
verpool.
Vapor nacioaal Jayuaribe, varios gneros, para o,
p atas do su!.
Vapor frailees V//e de Ceord (a chegar) couros,
p.ra o Havie.
Vapor ingles Mondego (chegai) diversos artigos, ]
para L-sboa.
Vapor ngloz Neto, a'godo, para o Bltico.
ii\ lileni!,;*
Eetao sendo pagos os si guiutes :
O 1. do Bamco ue Ckedito Real, razio de 4
por uceo ou 10 0/0 d valor realizado de cada
urna.
O pagamento fac-se na s le do banco, das 10
horas da manha as 4 horas da tarde dos diaj
uteis.
O 78 da Companhia do Beberibe, ua p'opircSo
dt 5000 por accao ou 10 0/0.
Os iutereasados devem ir a.) esenptorio da com-
panhia, das 10 horas da manba 1 da tarde, aos
sabbados-
A 10.a d:8ribuicao das cau'ellas de juros cor-
respondentes uo semestre fiado em 31 de Dezem-
bro do anno passado, da companhia beat Wes
TERN OF BRAZIL IaiI.Wai'
E' nr. eaeriptorio centra! da companhia, das 10
horas 3 da tardo, qae s.' eflfeclua o pagamento
Keuiorinl
O recolhiraeuto de Notas Didacfbadas do The-
souro, faz-se i a Thesouraria dh Fazkda, as ter-
cas e sextaa-feira, das 10 t 12 horas da manhi.
Renda geral
D 1 a 10
dem e 17
UEZ DE JUNHO
A'-faniega
38J:3J228l '
2J;530.4909
iie-nda provincial
De 1 a 10
dem de 17
50.7:i8'.437
3;U05722
412:309; 190
------------------ 51-704/. 159
. o Enoueii 'ua,
M d,c cuta
.pudres
Paria. .
Julia. .
22 1/2
422
22 1/4
426
426
Agu rjeate
AlgadSo .....
Assuear.....
Bagos de mamona .
Boi racha.....
Carocas de algode.
Cocas (frucU) .
Cjuriuboa e pellec .
C >uroa verdes .
Doce......
9.7^8 Uros
655.017 kilos
2.233.373
52. (.00
1.713
113.350 .
20
106.836
2.200
153 kilos
.\aviow & Parca nacional Mimosa, xarque.
Escuna norueguense Re/orm, xarque.
Lugar ingles Viola, bacaiho.
Lugar n.cioaal Zequi ha, gordurss.
i Lugar nacional Vieira, varios gneros.
i Lugar noruegueos Chtistiaa Blysabeth, c .: \ So,
I Lugar ali.maa Gaielle, frigi.
Lugar -nacional Marinho Vil, xarque.
Patacho portugus D. Elysa, vari! gneros.
Patacho nacional ootwn Correia, xarque.
Patacho nacional Hival, xarque.
Vapor austriac Hic'ny. varios gneros.
Pauta da .llfautlcga
SkHASA DB 13 A 18 DE JUNHO DE 1887
Assuear Vaucd (kilo) .... 126
Assuear mascavado (kilo) 066
A.'coo! (litro)....... 28
As notas do Tbosouro de 20G0 da 5. estampa,
54000 da 7. e 10*000 da 6.*, eero substituidas
i ua Tuesodbaria de Fazenda at o tin do mes de
Kfunbo com o descont do 2 0/0, o qual ser eleva-
[do- a 4 0/0 a contar do 1. de Julho a 30 de 8e-
cembro uo correte anuo.
i-jxportaeso
Btcira, 16 de Suhho de 1887 *
Pora a> exterior
No vapor iugK z Orator, carregaram':
Para Liveipool, A. Lopes c C. 775 s ecos com
52,(0) k los de bag-.8 de mamona.
Na barca norueguense Beros, carregaram
Para o Bltico, Borstelman & C 500 saccas
cora 38,650 kilos de algodo.
No vapor inglez M ndego, carregaram :
Para Lisboa, J. M. Dias 175 saceos com 13,125
kiloa de asucar branco e 150 ditos can 11,250
ditos de dito maeavauo ; M. Montarroyos 1 cai
xao cora 60 kilos de doce e 2 barricas com 229
ditos de assuear br neo.
i'e 1 a 10
dem c 17
Ue 1 a 10
dem de 17
Ddu'li
Uea fe 17
Reeebedoria geral
107.0734349
21:208*7831
3:108/823
Reeebedoria p.oeinciat
Recite Drainaje
SSercKdo l'.vuiiel&nl Ec Jas
O raovnneuto d':ste "tlercado uo Jia 17 de J jnfco
foi o seguate:
Entraran :
30 bois pesando 4,573 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro, 22 ditos de 1> qualidade e 8
ditos particulares.
007 kilos de peixe a 20 ris
102 cargas de fariuha a 200 ris
25 ditas de fructas diversas a
"X> rs.
10 taboleiros a 200 ris
9 Suinos a Wj ris
Foram occu ja los :
24 columnas a 000 ris
22 compartiraeutos de fariuha a
500 ria.
22 ditos de comida a 500 ris
89 i/2 ditos do legumes a 400 ris
19 ditos de saino a 7C0 ris
10 ditos de freasuras a 600 ris
10 talhos a 2
6 ditos a 1 *
5fata<2oaro FutiSIco
Foram abatidas u-. Matadouro da Cabanga '-'4
rezes para o consumo do dia 18 de Junho.
Sendo: 63 rezes pcvtcnceutea Oliveira Castro,
fz C, c21a divers e.
Vapores e navio* enperatloai
VAPORES
Principe do Gio Parada Babia hije.
Mondegodi sul hoje.
Vilie de Cardo tul h je.
Camillodo sul nmauha.
Equateurdo sul amuija.
Cearde Hamburgo amanha.
Aymordo su! u iO.
Villo de Pernambucoda Europa a 21.
Jthn Eiderda Europa a 22.
.Man do norte a 23.
Nevada Europa a 24.
Autorde Liverpool a 25.
Parado sul a 27.
Taguado sul a 29.
NAVIOS
Armidade Londres.
Anne Marirdo Rio Grando 'io Sul.
Blancbede Torra Nova.
Carecesdo Porto.
Ei uteJe Hamburgo.
GuadiauaJe Lisboa.
Kitalin:'.le Terra Nova.
Leanderde Terra Nova
Marinho IXdo R;o Grande do Su .
Meta Sophiade Hamburgo.
Mi-tcor de Terra Nova
Pegyde Terra Nova.
Positivodo Rio Grande do F.a'.
Withelminede Hamburgo.
loviaieno do poro
Naoio entrado no dia 17
Rosario de Santa F pela Itha Grande40 dias,
brigue allem^ Hoffaung, do 250 Ludadas, ca-
pitao R. Fachz, equipngem 8, carga varios g-
neros ; a Pereira Caraciro & C,
Navios saludos no mesmo dia
Liverp:olBarca norueguense Principe Arfnur,
capito E H. Merck; carga algodo e assu-
ear.
Messoi Hiate nacional D. Julia, mestre Lau-
rentino F. da Costa; carga varios generes
Aracaty-Hiate nacional Deus le Guie, mestre
Joo Sabino An'unes; carga varios gneros.
06eruaao
Procedente de Cardiff, fundeou no Lamarao a
0 JOOO I b8rsa iaBl,!** 0,lt e Da' couimunicou com a torra.
24.377556
45:031 097
3:101.: 803
48.13200
3:169/598
86J901
4:835502
12,5140
204O0
750O
Jp.'O!
1^800
lliOa
nw.o
11*000
30.80j
13*30
20/030
90100(1
r
MlnjLUjl '
f HEBlVEL


Diario de Pernambco---Sabbai) 18 de Jnnho de 1887
de metal amarello
Botoes grandes e p 11 au
un,
Botoes grandes e pequeos de osso preto para lu-
sas, UU!.
Botoes de osso branco para cillas e cimisas.
um.
Botoes grandes de osso branco, finoo, un
R )'om pequeos de osso branco, finos, uin.
|j if-s grandes e paqueaos de osso preto, fino?,
um.
i! ojs dd osso preto para calcas, uin.
Botoes de inadrepero'a, um.
i grandes e p'queuos de mad-dra, um.
.ndeiras tmoeriae* de filete coa 2, 3, 4, 5. 6, 7
e 8 pimos, uma.
Brochas de diligentes nmeros, uan.
Bandejas pequeas para cop.'s, ni.
I! icia de louca, uma.
Boeia de Ierro, esta abado, ama.
Bataneas decimtyes, cem foi^ at 100 k Ls, urna.
Balanca ori utal para cima de meca, com I
50 k'! e, urna.
B idames a >r i 1 >-. im.
BUa de birro, uma.
i lo -' .do de i uro, um.
Costado de pao carga, um
i.' istadinho d am-iiello, um.
bo d I- uro, um.
Cosiadinbo de pio-cargv, um.
. 1 de sicuptra, um.
': de -i upira, u- .
i in !u:'v i;, k lo.
Jhumb i ni lenQi I, kil >.
. reut< 3 nmeros, um.
k o.
, k lo.
k
. G k lo.
i [>ira t rj i, k !o.
i vi-i k '-
. lii.h 1. 1) inc'. k )
le liub :i itr a i k'j
. .. ,'j. -I !. r i .- ir. .
->').[' |'i ura la. urna.
-.'auno de chumbo para eneanament de uiit re
te; diui iio .-, k lo.
.-, ii.i.
h res para i i. calcas, pires, um.
le \ dro ;> 'u agua, um.
V 1> (', n n.i.
yo .- ...; pe i -, un.
i tid ;. u'.n.
rdo l.i encimada ;':.! viv i, metro.
r.i b i ira vivos,
: mea p ira v f s, metro.
ra :'. ; 'auc pira viv -, n
I radica : .: difl nnte.3 .n -
libo, i .".
I do 1 >. ur, um.
I ira i i-.. de I .' .i j> ir, um .
i'rin-i Uliri: X :r s. ennp n i o
11.1!.
le vnh', liti
n \ rgu uha=, k lo.
t j. para p Iras, en pe I-1503, granma.
linx 1 i -. "in i.
d I, urna .
Lueh-iin) de in idctr i d quidile, um.
Perro ingli z red ni !o (la diversas J.meiuo kilo.
' r. > n ; es cria a I 'I V rs ih rtimcna-S, k lo.
Perro in_;lez em barras s d,meu
k lo.
P.rro c tic >', de d II re..tea nmeros, k'i i
Ferro ;i C", m barias d.' diff.reutes dimemo s.
klo.
Pirro tu 'o, qu lirado, de dil! oren tea dixeiuo !,
kilo.
'iio de eant ti ira de difL-rentca dimensocs, k'lo.
F rro de V.rand >, k lo.
"c. rro su :-o, re 'on i >. kli.
: i ,l,i i ra, k'lo.
IV, Je vel.., k:io.
Feebadu.aa d ferro pura gavetas e armarios,
urna.
." ehid'jras de ferro, :ie diversa t.iininho3 para
portas, uma.
I.aiuris de latj pira gavetas e armarios,
urna.
:",r.u!li 8 pedreiros de '.versos tamaito*, nm.
i 1 ,:j de divcrs.'S t imaubos, um.
-"ivellaa grandes e pequeas pretas, para arriatas,
urna
r\v illas grandes e pequeas, brancas, para arria-
f 13, urna.
I'uao para cesiiihi, um.
Pouces encabadas, umi.
P..C1S e garios, talher.
Pita de ca.'a'v'i metra.
-'^ormoea de a^j, soriidos, um.
:'. i gr :n l(^ com b iccas l,m10 de comprimonl i,
0,"90 de largura < 'V"3> ;\o com t boceas, tom ,'"3 de comyrim-uto,
0.m55 de largura e O '"75 de aitura, un.
Porro c.m capa para pininas, un.
Perro sem capa para plainas, um.
.'inm"-arbica, em C:uo;0, k I.
; i i. iii lacea, k lo.
(Jreometria pjr Castro Xunes, uma.
(ramatica pjrtugueza, p>,r Castro Nun"s, exem-
plar.
ivas sortidas, uma.
(irosas, meias canas, sortidas, uma.
'-. gramma.
Historia do Brasil, por Salvador, um.
tarro de 1 uq*, um
jimas triangulares de diff-rentes tamanhos, uma.
SVvro de 1.* leitura, um.
Livro de 2' leitura, um.
jimas inglesas bastardas 1/2 cana de difl rentes
t :ininlios, vima.
Livro Je 3* leitura, um.
Livro de tystema mtrico, um.
Lrotta inglezas ueias canas de diff,-r?ntcs tama-
nb>8, uin i.
Lyimi-.ias de ac paia serras, um.
Limas inglesas, bastardas, cb itas de differentcs
tamanho*, uma.
Limas iu^lezis bastardas triangulares de diftj-
r ntes tamanhos, urna.
L'inas iuglezas muris eha'a? de diff rentos ta-
manhos, uini.
;.;mas inglesas murcas meia3 canas de difF-jrcntea
tamanhoj, urna.
rjimat.'s ingleses bastardos redondo de differra
tes tamanhos, un.
/mato-s inglezes bastardos quadrados de diffj-
rentes tamanbo?, um.
L ivatorio de ferro, uai.
L'sa esmeril, folha.
Lixa de ditferentes nmeros, folha.
N'uteo com cibo de difl rentes tamanho3, un .
Michadiiihas encabadas, uma.
Machado encabado, um.
Normas para escripias, col'eccSo, uma.
O.eO de linliaca, k i.
Ocre, kilo.
Oleo de arruda, kilo.
Prussiato amarells, kilo.
P.rafusos de lati de diff reutes tamanhos, um.
I'r, gos franceses de differeutes tamanhos, k'lo.
."regos caibraes, cento.
Pregos bateis, cento.
P a-.f isos de trro eom pircas, u:n.
Pregoa ripaes, eento-
i^iafusos de ferro para maJiira, da dfterentes
tamatih )S, um.
Palba de junco de ns. 1, 2 e 3, k'lo.
PoJras para centts, uma.
Fr.mehoes de pinho, diverso', um
Pranchoea do amarello, um.
'So de 150 grarami'.s kilo
Dito de 125 dem
Bolacha idem
Pranchoes de pao carga, um.
Prancbojs de i'cupira, um.
Pceos de lati, temo, um.
Pinccis de differentes nmeros, um.
Peses de ferro at 100 kilos, um.
Ps de ferro, uma.
Roso trra, klo.
Sabo, kilo.
Serrotes de ponas, cortijos, um.
eiras br.-caes, uma.
S cante foses do our->, kilo.
Secante branco, kilo.
Serras de volts, sortidas, urna.
Sorras de desdebrar, urna.
Serrotes le fija, scrtidos, um.
Tboadas, uma.
Tranca da I oara corneteiros, metn.
Tornos de mao, de differentes tamaobos, um.
T inca!, klo.
Tijolo-pam limpar faess, um.
Tiras de sola para gol las, com 0"03 de largo,
urna.
Travadcira de S90, uma.
Taboas de pinbo da Suecia de diversas dimen -
cues, uma.
Tabias de pinbo americano dj diversas dimen-
cfcf, uma.
Taboas de pinho de Riga de diversas dimencoes,
urna.
Tab as de amarello, de ssoalhi, de 035 a 0,B10
de largura e de 5 a 6 de comprim^to, uma.
Taboas de amarello com 0">35 a 010 de largura
e de 5 a 6m de comprimento e com 0,D1J7 de
largura, uma.
Taboas de amar, lio de forro com 0,"3b a 0,"'i0
de largura e de 5 a t"1 de eomprim-n'o, uma
Tab.as ae louro de soalhi, de 0,3J a 0,35 de
comprim nt >, uma.
Taboas le louro de f-.rro, eom 0,-25 a 0'"'JO de
largura e de 5 a 'i'" 2e comprimeuto,umi.
Taboas de p earga, eom 0,"J27 de gr ssura, de
0"30 0,i:i."i t largura e de 5 a 6"> de com-
priui-nt', urna.
Vtrde chrooo k I .
Verde f 1 anee ki^o.
V rui copal, frasco, um.
Verni japones, fraseo, ura.
V-lasiie carnauba, umi.
V lrss de piaasava. ehip'adis, um t.
V issoonnhia de piassava para vasilham^, ama.
\ issouras de lim' >u mtto, un.
V irrumas sorti la-, u na.
Z 1, kilo.
11 fomecimeoto do3 art"gJ3 cima 3e,,i it',
cor pedidos paicii.es conformo 1:3 eig^nciaa do
s iv \ >, devi uJo e I o d,i prompto.
P evine s q:e nao se 1 I nos las em consido-
-.', lo s propostas que nao iorem fei'as ni t >rma
do 3rt. 61 ao regulamento cima, cm dupllcata,
e:m nfjreneia a um s artigo, mencionando o
nome do proponen te, a indicarlo da casi com
111 rcial, o prec) do cada artigo, o 11110 ro o maro..
das amostras, e fiualmen'e decUracao eipreesa de
- ij itar .'0 a multa e 5 llJ cae de r u 1, as
9 ;uar o respectiv contrae!) c as d.mais
o es aria. ^7 1: 88 o regu i.m.er 1 -i vigor,
. v udo ditas propostas e amojfras ser apresen
u .':'. Bccreisriu s 11 horas da ma,;
Jia Ib do eorrente m z e auno.
Seci lana do Arsenal de iJjcrra d'- Pernam-
fcuco 0111 14 '. Ju'1'11 d,' 1887.
O -' er, I irio,
Jes Franeco R'bciro Machado.
m smmk DO IJilVSIL CiipKa! 3.O00:0O05
dem rcaHsaJo .ooo:oo.-)
A ei.ia filial d'es e Banco fuoccionaaJo tem
pjrarinme.it! ii ruado C n. 33, sica,
viaia c utr os B'guiu.'S eir:"'rpon-
l 1. no es'r 11 ; i" :
L ,'. Iros.
Pars..........
li imourgo.......1
Beriim..........t
ir m 1,te.......'
Prankfuri ? Mn.ll '
Antuerpia ......
IvolUl. .
Qen va
apo! ;
',! ii-la o mai
ci i.-, .'.j de Ii.i- I
"..........;
.Vladrd..........
Barceluna.......
adis...........
alaga.........
rarragont......
Valencia c 1 urra;
-idades f!u lies
pauha e ilhaa
C inaria8.......'
Lisboa.........\
Porto e raais ci-r
dates de P
tug il e i Ibas
Buen -Ayres
Al int vi leo.. .
Nova Y ik....
N. M. Rithsehil & S ns.
De K .shsch I Fri 3.
Deutsche Bauk.
Banqne d'Anvers.
1 Bani Genrale e sutu
agencias.
Banco Hypiteeario de
Espaa e ;j;s agen-
cias.
PnimsmiH iia mm n fer-
ro 13 PiTMlCS 6
8ferroiloP.iicifu'aCi
De (,rdem do lllra. Sr. direct r, faco publico que
.1 partir do Io de Jilhi prximo, vigorar&o nestas
estradis as seguintes dispo=ico:'i relativas ao se-
guro e indeoiiniaueS} de mereadorias, bagagens,
111,i 11 .e-, etc.
Os t xpeditares e viajantes tem a facoldado de
declarar, na acto di despacho, o valor, segundo o
qual, querem ser in lemuisados, 1 m caso do perda
011 avan 1 de Ba m'rcaGorii hagagem e an uaes.
Nese c .socibrar-.-c hi, alm d> treta e mi taxis i;2 Oy lo vilor declarad 1 p ira as ex-
p"dicoes oe meredorias em gnral ; 5 ('/O par as
b gageos e 2 0/0 p ira auima s.
A importancia do valor declaradi ser pago rm
caso d't perda to'al c somente urna quota prop.r-
porcional a p'ria, ss e.ita f, r ate as parcial.
Dj mesmo modo, c, i caso du a7aria, a iudemni-
sago ser p:iga proporoionalmente a importancia
da av ria verificada.
Em ner.bum caso a indemnisacSo pode exceder
.,0 damno c reulneutc aiSndo peloexpediter, em
eouequ ncia de perda ou avarla e ser, neste ca
3), reduz-da impirtanca do d imno.
Q ; uito nos obj-etos .Su segui'o a est a la nao
respoii3avul acuito a* 1 import mcia d 500 is
pir kiligramma de mercad 1111 c 1J0G0 por ko-
grainma de b ig ig, ns ou encoaimen la perdida ou
av .riada, sem q". em ni-nhutn c is >, a indemnisa-
gii > possa ser superior ao valor d u.eic'. ?or a, ba-
1 igi :n 011 cncom nenda p -rdd.i 0:1 ivan 11.
N 1 eisj em q 1 una merca i', etc., descoca
miiihada for adiada, a catrada dar aviso ao des-
finat .rio, que ter, dur..ute l'i das, o ireitu il-'
h enti _", deveodo restituir os 3 4 Ja
indi uinisacio, q 1 Ihe tiver si 1> p-iga
A ni rcadoria, e!c, avariada lie ir pertencendo
- .Ja.
Quauda a mercad 1:1 formar um todo fa!, qie a
vana de uma parte o deprecie ou inulilise, a in-
demnisacac a pagar ser calcuada por arbitru-
inento.
As clausulas de irrespons ibili ia le cu limitacSo
le responsabilidad eetabei'ciJas ueatas coudicoes
regularcenaics nao podeii ser iuvocadas pela
. la si se prevar culpa ou i o por parte :
i>cs. al da estrada 011 defeito de seu servie >.
Neste cuso, as inderams ici/'s a pagar scro rc-
guladis pelo Colig) Comoi-r-ial.
A di c ar va' do valor das merendonas, as 110
hb d" ex ) que i.ao or paga t 11 di s-guro.
Secretaria do Piolongamento da Estrada de
Perro do Rveife ao S. Pranciaeo p lastrada d'-
Fero do Recifo a Caruai, 13 de Juuhode 1887.
O s. cietario,
/ Juvencio de Sctloya.
CH(UO\I.AI
DA
ir>r<>
Estrada de ferro de
Pernaiubueo
De ordt-m do Ilim. Sr. director, fa^o publico
que 19 do eorrente ser entregue ao trafeg 1 a
estacao de Angeliro.
S haver trem entre Canhotinho o Aogelim
o:s tercas e sextai-fcira?, vigorando o seguinte
horario.
Partida de Canhotinho, 5 horas e 55 minutos da
taide. Partida de Auge im, 6 hora; c 35 minutes
da tarde.
rbegada em Angem, 6 e 30. (Jhegada em
Canhotinho, 7 horas.
Secretaria do prolongamenti da estrada de fer-
ro do Recifr ao S. Francisca e estrada de ferro d 1
Recife. Caruai, 15 de Juuho de 1887.
O secretario,
Man le Juver.cio de Sabr.y.
OVAL MIL STEAM PACIT
C0IP4SV
0 paquete Neva
Hahia, lllo
video e
E' esperado da Europa no di a
24 do eorrente, seguindj
depois da demora necessaa
ria para
de laneiro Monte
Hlenos Ayres
Pi
Bi]
mfc, Sieaf NavigationGompanv
STRAITS i'1 MAGELLAN LTNE
Paquete John Eider
Espera-se dos portos do
sul at ,i dia 22 de Ju-
Dho sc-guindo para
a Europa depois da
demora do costume.
EiSii M
Estepaqoete eos que dora
em diante segoirem tocaro em
Plymoalhv.o que facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
''ara carga, passagens, cucoinmeiidas c din-
neiro a frete tracta-iecom os
AGENTES
iVIlson Wons & c, Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
paquete Mondego
E esperar!,
do su! uo da 18dt
correte seguin U
lepois dad'mor
necessi'.ria
4. Vicente, Lisboa, Vigo e Non
tharapton
Reducqao de passaqer.s
Ida Ida e volt o
\ Southsmptm 1* classe 28 i
Camarote* reservados para os passageiioa de
Ptrnamhuco.
'ara passagens, fretes, etc., traefa-ee
Cosignatarios
Adamson Howic & C.
5. 3- RITA DO COMMERCIO N. 3
! r.ndar

\sf\m nacionaes
(NORTE E GUL)
ifl le Jadero, uiitos,
k Pelotase Poito-Atan
Vapor Aymorc
.t firv. Il gaeoa Vapor
PORTOS DO NORT
O vapor Camillo
Commandante o 1 tenente Carlos An-
tonio Gomes
' esperado dos poros do su!
at o dia lt d Junio, 1
seguir depois da demora in-
dispensHvel, para os port
do norte at Para ItmcHte-
pp.ra carga, passagens eucommendas c val n s
tracta-ac na agencia
PRACA 1)0 CORPO SANTO N. 9
De cerca de 110 saccas com algod2o
avariado
Segunda feira o de Jnnho
As 11 horas
No armasen! des h.rdeiros do Visconde Jo Livrc-
mento na ra do 1!. 11 ni
John Chadiruk .pitao do vapor ingles -V,'o
aneorao no nesso porto, fs leilo pir auterisa-
cao e em presenca do cnsul de 8ua Mageatadc
loritanicn, eom 1 cene, do Sr. Or. inspector da Al-
fandega e com assistenein do mpregado da mes-
ma repaitieao pura o fim maneado, por iii(ervcc-
cao do iigente P.nto e p r perlencr de cerca da 110 saccas com algoda
avariado. salvadas c detc-nr gadas deb.rdodo
ri fertto vapor e depositadas no. avmazepi des
herdeiros do VisconJe do Livr.imento i ra Ji
lirum ende se efi'ectu r o k-ios H horas em
ponto.
Leilo
O AGENTE JOSNUNES
competentemente aut risado por alvar del
cerrente mes, d 1 Dr. juiz municipal e do c mu .
ci do termo de Trahiry, no Ccar, Jae me Cunha
Freir, far l< ilo 110 dia 29 J" eorrente. ti 10 ho-
ras da maaLa, na enseada do Par-Cur do mesmo
termo e em presenca d 1 lito juis, do casco e mais
P'rtences do vapor Cear, da ompaubia Brasi-
eir de Navegucao Vapor,"naufraado nnqnel <
lugar e nbami nad 1 pel n.e mu Cerrjuelii .
Cear, 10 de Juuh, >, 1887.

!-.ii"o de P-.rtug.il e
suas agencias.
Engsb Uank of the Ri
ver Pate. Limited.
G. Amsiik & C.
Compra saques sobre quilquer praoa do impe-
rio e d 1 estrangeiro.
R cebe dir.heiro em emita eorrente de movi-
miento com jures a lazio de 2% o anno e por le-
tras a prnso a juros envencionados.
O gerente,
William M Webrter
Aviso
O Loa don & Brasilian Banck, lirnited,
recebe dinheiro em couta eorrente simples
com os juius dc2i ro anno, capitalisa
Capital do liin-o....... l.OOO.OCO
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,000
A contar dista data e at ultarior reso-
lucSo, coneeder-se-ha juros do dous por
cento ao anno, sobre os sal los de dinheiro
depositado era conta eorrente de movimien-
to no mesmo B.mco.
R-icebe-se tnnbmi dinheiro em deposito
a juros por p 'rio los determinados, ou gu-
j'ito ao aviso ptvio de trinta du s para ser
retira "lo, meiiante as condi^S'B d, quo se
der C-inliecimento nos i it'ressados.
Pernamcueo, 23 de Maio de 1887.
Wenry K, Gregory,
Gerente.
cima nidicados.
Recebe carga, enetmm^ndas
Espera-se at o
dia 20 ^0 correte
do Rio de Janeiro
e seguir depois
la di mora do cos-
:uu e para os por-
e passag 'iros para
THEATRO
dos de G era 6 m z s -Juiho e D?zem-
bro.
R c b tamb-'m dinheiro em deposito,
com .aviso previo de 30 das, ou fixo a pra-
zi de 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as taxas de
juros, que forera convencionadas entre as
p-irtes.
As c ntas j existentes, vencendo juros
por differetit's taxas, fi:ma sem altera^So.
Recife, 21 de
Maio de 1887.
W. H. Bllton.
Tliesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. So inspector, faCO publico
que rm cumprimenti d 'S disposfo no an 118 do
r. gulamento que baixmi com o decreto n. 9370 ae
14 de Fevereiro de 1885, os procuradores por
tempo i limitado para c rr.eebimeuto de juros de
ap'liees d verao apreseutar c rtidao de rida de
seas constituintes no acto d" reclamaren! o juros
relativos ao corrate semestre.
Thesourana de Faz^ndade Pernambuco, 14 de
Juuho de 1887.-0 secretario,
L. E. Pinheiro da Cmara.
Sa:i| 1 Casa de Misericordia do
Recife
A [lima junta administrativa desta Santa Ca-
sa con'rata com quem m iores vantagens offe.'e
cer, o forneoimento des gneros abiiixo declarados,
para o c.iiBumo dos cstabehcimentes teguiutes,
dorante o trimestre de Juiho a Setembro dj cor-
rente auno: H ispital Pedro II, dito des Lazaros*
dito de Santa gueda, Hispic o d-; Alienados, Ca-
sa dos Expostos e C'jiiegij d*s orphas :
Aletria kilos.
Arroz, dem.
Agurdente, litios.
\teite d ce, idem.
Araruta, kos.
Assucir de l, 2a e 3a sjite c turbinado, ki03
Bacalh.io, id ra.
Bnhi de porco, idem.
B itata, idem.
(^h, i lem.
Caf em g'5, idem.
Carne secca, dem.
Cebla, c uto.
Parinha de manlioca di provincia, litros.
Fe i jilo, dem.
Pumo do rio, kilos.
Gas, lata.
Dito in1 xploaivc, idem
Vlilho, litro.
Mar.t-iga francesa, kilos.
Potassa, id' m.
Pao e b 1 aeiia, id m.
llera, idem para o cullegiodos orph's (,'m Olindx)
dem.
R8p, Urm.
Sabio, idem.
Sal, litms.
Tapioca, kilos.
Toucinho, id' m.
Wl! .3 de carnauba, id' m
Ditas steurinas, maco.
Vinho brnco, litros.
Dito tinto (fgucira), ideir.
Dito do Porto, idem.
Viusgre, litro.
As prcr>ietss evi'rSo eer api*sentid .s na sala
de suxs scsses, en cartas techadas, i, vi.lamente
selladas, al s 3 horas da tarde dj dia 21 do cor-
reute, declarando os proponentes suji-irarcm se a
urna multa de cinco por ce oto sobre o valor total
do fornecimento, se no praso de tres das nao com-
pareceris i secretaria da mesma Santa Casa para
assignar os respectivos contractos.
Secretaria da Smti Casa de Misericordia do
Recite, de Junho do 1P87.
O eecrivSo interino,
Francisco Gomes Castellao.
lili
PANUL! LYfllGA ITALIANA
DE OPERAS E MfiEAS
EHPREZ4. NA.GHEL
Directo LUZ HILSE
HOJE
Sabbado, 18 de Junho
PriMi variaflissimo
em que toroaro parte todos os novos
Artistas lricos
4
A maiuifica opera era 3 actos e ti quadros
Os DragOes no Conveoto
Nj intervallo do Io ao 2 actos:
Grande aria da opera
p lo baiyt n be. L> aarlilul.
No intervallo do 2o ao 3o actos :
Aria para soprano e do entre, soprano e bary-
tono da opera
ERlNANI
p la Sra. T. RawteEll e Sr. I,. Garbinl.
AMAXHi, DOMINGO
A lindissima upeita em 3 actos e 4 quadros
Os Sinos de Coraeville
E 1 acto de concert, que ser executado pelos
prineipaes artistas lyricos.
O pr gramma detalhad) ser publicado ama-
nhi.
Bonds para
Apipucos.
V- S horas.
toilas as linhaa e trem p:-ra
THEATRO
Em cnsrqaencia de n8o haver tempo preciso
para poder sabir seena hoj->, si bbado, 1S do cer-
rente, o drama GALILEU GALILEI, conforme
estava annuaciado, fica transferido para a sema-
nana prximas sua prim. ira representaeao que
ter lugar em beneficio do artista.
Soares de Mcdciros
R'Ccbem-se encommendas no CAFE' PERY, i
ra da i'l. rei.tii.a.
AMaNH, "DOMINGO 19
Ultima representaeao do drama de grande es-
pectculo em 5 ac.'os
lima desorden) no alto mar
A'S 8 HORAS.
oa uipsmos port-s : a ti atar cot.
PE REIR CARNEIRO & C.
N. 6.-RA DO COMMERCIO N. 6
1' andar
CTlARsllUS BEtSfS
(mpanhla Fracceza de Navesa
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o H'vre, Lia
boa, Pernambuco, Baha, Rio de J-'.neiro e
0 vapor Vil!6 PoPamliaco
Coiimandtnte Cliancerel
E' esperado da Europa
al o da 21 de Junho, se
guindo depois da indispon
savel demora para a Ba-
lita. Rio ite Janeiro
C anton.
Roga-se aos Srs. iir-.portadores de carga p lot
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
lias a contar do da descarga das alvareng... al-
quer recIamacSo concernente a volumes, que po-
vntu i; tenham seguido para os portos do aul,afin
le se poderein dar a tempo as provi-'.cucias neces-
larias.
Expirado o referido praso a companhiSoa n se
-esponsabilisa por extravos.
Para carga, paisag'ns, encommendas e dinheiro
a frete : trata se com o
0 vapor ViD e de Cear
Commandante Simn t
Espera-se dos Dortos do
sul at o dia 18 de Junbo,
seguindo depois da indis
pensavel demora para c lia
vre.
Conduz medic# a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pasf agens pdenlo ser tomadas de antemao.
Recebe carga encommendas e passageiros para
os quaes tem excellentes accominodacoes.
Para carga, passogens, encommendas c dinheiro
i frite: trata-se coin o
AQENTr?.
Aliaste, Labile
9 RA DO COMMERCIO-9
DE
^iavesivo coscira por vapor
CORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Esteves
Segu no dia 22 di
Junho, s 5 horas da
tarde.
[ecebe carga at (
dia ".'I.
Encommcudas, passagens e dinbeiros frete al
is 3 horas di tarde do dia --'.
ESCRIPTORIO
A(j Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
CAIXElitoPrecisa-se dr um com p.atioa
! m .'ltalos e que fiad r sua e u luc
lerindo se brasileiro : na rus Imperial i 110.
Aluga-se cusas a 8O00 m becco dos I
pos, junto di : b
'inperatris n. i.
ima -- I' e: i.a-s' de
oug ii. 3, tere, ro and ir.
ua rua
Aluga-fe urna casa na travessa de Joo Pe
nandus Vieira u 47, com um pequeo sitio ;
tratar na ra da Aurora ti. 85, das 10 s 11 ho-
tas.
Os abano ussig: i o o mudaron! o seu ecr:-
ptorio de advogado e soli i idcr, di casa u. J-
ra do Imperador para a di n 00 \ mesma ru.,
sala da frente.
Man el J aquim Silveira
.1 an Cm tao le Abrcu.
eugou mar pira nina f.ur-
do Mrquez do II rval .
Para
: n ra
nued States k Brasil M- S. i.
O vapor A (I vanee
C
E' esperado dos portos ,i
sul at o dia 30 de Junho
depois da demora necessari*
seguir para
llaraaho, Para. Barbados. *
'i'homaz e .\ew Vorb
P^ra carga, passageus.e io m nenda* ;d:nhe;r
rrc'3, tract.a-se com i:
0 paquete Finance
AH E
lia pe.|in na
mero 107.
Alugise a ca a n. '- Passagem d .
dalena, passando a ponte grande, com T,uito b. :;s
c mmodos iuteri,os e externos, c m agua ir.,
da c sitio com ilf.'iins i ivor. d...s, cuja casa .
se. concerta la, ca a :.: e pintada a tratar c ...
commendador Albn.' J.-a da Silva, ou na na
ve'lii de Santa liita n. 14, sobrade
Preeisa-se do ama ama c mpre ; ua ra da Roda u. 20.
Pricisa-;c d
guias cestnras e
io co.-tulle i cui :
uina ama que entenda Je a -
que faca alguna serviecs ae
casa : na rita da Florentina n. 10.
= Vende se a taverna da ra da Deten cao d.
35, livre e desembaravada de qualquer onus :
quem qntzer dirij -se no inesmo cstab leciment
que achara eom qu> m tratar.
Recebe-se ineonmendas d," bolos c ca cica
para es dias de S. Joo e S. Pedro, e vndese ei-
cellcnte massa para b Jos, por prec) muito me-
dico : ru Matriz o'a Boa Vista n. .'!.
AMA Prccisa-se di'uma pira esa de fami'ia
eomp.-tu de tres pessoas i tratar na la do Ca-
pitao Lima, i.m Santo Amaro das Salinas junto S
refiuaco.
spera-se de N' t-or
News, at odia & e Juiho
o qual seguir-! n,p)'o d
demoraneci8s.il.' pa
Baha e lio de Janeiro
Pura carga, passagens, e encommendas tracta-
h' com os
AGENTES
HenrvFirser *C.
8 RA l
I'recisa-su de uina ama para lavar e cn-
gommar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
MiKw-se
ura sitio prximo a estacao do Caldcireiro, com
casa e commodos para grande familia, j-,rdim e
muit'is fructos, agua e cocheira ; a tratar na ra
do Livramento n. 22, loja.
Capun;
A
/O COMMERCIO N.
/ anda
Hamarg-SaeaaiiiBrilcamsco
DampfschifTahrts-GeselIschafl
0 vapor Cear
Espera se de HAMBURG,
por LISBOA, e ACORES at
o dia ll do eorrente, Eeguin-
do depois da demora neces-
saria para
Rio de Janeiro e Sanios
pasaaseires e ear;a n frete trafa-se eom os
CONSIGNATARIOS
&1"
Par a
Borstelmann
RA DO COMMERCO M. S
i' andar
onPl^HSi: DE MB3S*AK
ltll?tt HARfTIME*
LINHA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Mac
E' esperado dos portos de
sul at o dir. 19 do eorrente,
seguiudo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se 803 senhores passageiros de todat
is elasses que ha lugares reservados para est*
agencia, que podeui tomar em qualquor tempo.
"Faz-se abatnnjnfo de '.r>/o em favor das fu
miliaa composta de 4 pessoas ao mehos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que torna-
rcm bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se dio at o dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, eneommendaa s dnheir
* frete: tracta-se com o -
AGENTE
Migusle
9 RA DO COMMERCIO 9
(OWi'IMIU PBRYtMBI'C\'4
DE
.avega^So Costeira or Vap9r
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdu, Mossor, Ara
Ctfy, Cear, Acarahu e Camossim
* i vapor Jag-uaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 21 do
Juuho, s 5 horis
da tarde. Recebe
carga at o dia 20
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
9 3 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
ga
Aluga-se a casa da ra da Amnado n. 32, eom
poucos commodos, e barato, tem quintal grande e
cacimba ; a tra'ai na ra nova de Santa Ki.'i u.
14, sobrado, das 5 horas da manh ao meio dia,
e das 4 horas as G da tarde.
Precisa-se de duas urna para cosinhar e outra
para lavar e engommar : na ra da Unio nume-
ro 13.
c^ 3BL 1 tar .mm -
Precisa-se de uma ama de meia idade e de bons
e.istumes, para cosinhar e lavar para duas pes-
soas ; quem pretender dir ja-se ra do Apollo
n. 43. 2- andar.
Caixciro
Preeisa-se de un caixciro com pratica do mo-
Ihados, de 12 i. 14 anuos, que d ador de sua
conducta ; a tratar na ra do Visconde de Goy-
nnna-c-. d'i
LE
ieio
Da armacJn, balanza, pesos, medidas, eo
fre de ferro, canlieiros, encanament.o e
registro de giz, existentes na tavern:i
sita ra Imperial n. 151 perteneente
a massa fall ia de Juan Benito Rodri-
gues.
Segunda feira 20 de Junho
AS 11 HORAS
O agente GusmSo, nutnrisado por mandado d>
Exm. Sr. Or. juiz de diieito do commcrcio ea
requenmento du Dr. curador fiscal da massa falli-
da do Juan Benito KoJrigues, fgrA leilao do que
cima fica declralo, garantindo-se as chaves da
caea.
Leilao
Do 160 saccas com leijo
Amalia Vcvc ic. ii Ikiic*.
Prancisco Eustaquio R-drigues, G.rtrudes Ja
Silva Neves e Adelade da Silva Neves, reeonhe-
cidos aos amig s e parentes que acompanharam
ao eeraiterio publico os restas mortaes de sua
sempre lembri.da mulher, filha c irmS, Amalia
evi s Rodrigues, couvidam aos mesmos para ap-
sistirem as tnissas que por alma da mesma tcr.'.o
lugar na terca-feira 21 do corrento tnz, pelase
horas da maub. ua matriz do Corpa Santo e ca-
pilla do p.voado de Apipucos.
foaqiilm Pantttleo de B.irroa c
11a
Megliada-fell'a, O do correte; Antonio Secundino de Bairos e Silva, Jos *o-
reir de Bairos e S Iva e JjSo Baptista de i! .ir o
! e Silva, feridos p la irrep"rav'l perda de su tic o
amigo Joaquina Pantaleao di Barros e S Iva, man]
i dam rezar uma miss* no o"i. 22 do eorrente 15 de
su passamento na eapella lo engeuho Ribeirao,
: as 10 horas da manha, e para e i gio convidara os seus amigos e patente e os do
tinado, agradeeendo desde j aos que compareco-
No
A's 11 horas
trapiche Anncs, defronte da Alfaiideg
Agente Modesto Baplisli
Lcio
Doa movis do hotel da ra Lirga do
Rosario n. 33.
Constando de mesas grandes de lour, dit s |
cem pedras do cor, bancos grandes. 19 mocho3,
3 aparadores, armarios envidracados, espelbos
grandes com m dura douruJa, fiteirc?, quadros,
jarms para fl 'res, reiogio de parede, l prensa p ira
caj, 1 carteira, etsgers. diversos artigas para fu-
mantes, papel de cor, alguns ibjectos para pre-
sentes e sortes para S. Joo/,louci, vidro?, trem
de cosinha e muito?. outros objectos.
Segunda feira 20 do eorrente
A's 11 horas
POR INTERVENgO DO AGENTE
rera.
Martin s
Ituo do neg "acheeo
Anna Alex^ndrina de C^nipo> Pacheco e seus
filhos menores, agradcci-in de. todo seu coracao a
todas as pessoas que se d'gnaram couduzir ao ce-
milerio publico os restos ui rlaes ) seu sempre
lembrado e chorad i esposo e pai, Silviuo do R-^go
Pichico e de novo r gam o caridoso obsequio dcas-
sistirem a missa do stimo dia que se ha de cele-
brar na igreja de Nosaa Senhora d* Soledade po-
las 7 horas da manha, segunda-feira, 20 do cor-
rente e consagram sua eterna gratido a seu to e
padrioho o Rvm. conego vigsrio SimSo de Azeve-
do Campos e aos Srs. Antonio Percira Lopes e
B-mi'imim do Carmo Lope.;.


G
Mario F PcraaiainiisH- Sahbado 1 V
CUIDADO COM
AS FALSIFICACOES!
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^


F di3

SUPERIORES

recommenaEos
AJON* Perfumista, 62, B'da Strasbourg PARS
tpsfhrla em Pc-nambuoo : FKAII- M. da SILVA, O esas pRISCIPaes C\>as rERFfMARt*
*
O LENCO O TOUCADOA
E O BANHO.
Desapparceu
na sixta-f ira 10 do correte, da casa do Sr. Joa-
quim Jote Teixeira, m stre de pcdr.-iro, o menor
Henrique, de 11 nnos di- ii_.de, de cor preta,
trajava camisa de chita e caifa parda, sendo dis-
cpulo eafe, oqual fra ti.tregue por seu padricbo,
afir de apreader o officio acim-i. per isto pede as
autoridades policiaes e u.esmo a quem o" encontr,
rogo que faca o < apecial favor de mandar levar
ou p, rticipar na ra di Marqu* z do Htrval n.
235 Consta que o mesino incuor seguir.-, para as
batidas de Afogadns.
ll lmntunidade
OJabaii no intuito de prestar um
serv, p brea, tun deliberad >
abrir urna auli ttras, gratuita, que
ccm>car a funcionar do da l' de Julho ra d..
Passo da Pa'ria. Convida aus scnbures pais de
familia que o uz um honrar cora sua confian?,
a procurar-m no na n.eam r ia, < 3 Lorus di
tarde em diantc. A aula faeccionar diis 1' da
ir.auba a 2 da tarde.
Jos Juliao.
i riado
Prtciea-8. de um criado : a tratar na ra do
Paysaud n. 19, Pass.ig< ro da Magdalena.
Fu) W b m~
a 400 rs. a arroba
Cbeg.na priir.eir.: remesua d> precioso firello
de careco de alg>du), o ranis barato de todos os
alimentes para aiiiina.s de r-ca cavallar, vac.uin
suino, etc. O careo de a'godo depoia de ex-
trahida a case e todo o oleo., o mais rico ali-
mento que se pode dar aos anmica para os ra
lecer e engordar erra admiravel rapidez.
Nos Estad )3-Unidos di Am rica do Norte e na
Inglaterra elle em legado (com 3 mais feliz re-
sultado) de preferencia ao mi Lo e cutios fartii a
que sao mui'o inais caro e nao ...lo de tauta sus-
tancia.
A lialnr nu Becife 6 Lurso do Cor
po Sanio, 1" andar
O PEITOR AL de CERE J A
Do Dr. Ayer.
.;. voh.- o tetad (la c-ir.
v- ata e '- | uln rdL au-hnnagriedegotiTolvci-
s'. tendo por Mfl pequi as, eujofl
I i nio bao
menteseti [iocouvcniente. Poretu
.> pr-ipi- i inoso e n den .
.: ifrli do- iisT t , :.-.uKU>,
O Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
i-Iil c?. = ? ::'.de. A
i ,',;., ^,. da, ; casos accarre-
-c dere
nenler i' remedios
de eficacia duvidota. emqnaiit qtn n enermi-
profnnda-
necte,! entSoqucn neo "ita tomar .ase instante,
vremediomaU oertoeactivo em seaelfeito,eeste
romedio i Bem dovida alguuia o PL1TOBAL VE
, do Da. -WEB.
l BEP IB IDO PELO
DR. J. C AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. Y. A.
.Y ven i. .a.- i rin :i'- phar:ii*i : >a e dn garias.
Attenco
Compra-se
a Constituicao e Direito Eeclesiastico, por G org
Phillips, j usados ; no pateo do Tercjo n. 18.
I. Mara Justina do KJlva
Antonio Varia da Silva, siua genroa e filhos,
agraJecem do intimo d'alma a todos os amigos e
mais pesseas. que se diganram acompanbar os
restos mortae8 de sua seapre lembrada esposa,
sogra e mai, O. Mara Justina da Silva, ao i/'mi-
teria Publico; r convidam aos mesmo?, e mais
amigos que por falta de lembranca nao furam con-
vidados para o enterro, a aeaistirem s missaa por
alma da mesma, que t- rio lugar sabbado 18 do
corrente, pelas 7 horas da naulia, na igreja da
Madre du Oeus, 7> da de s u pissamento, pelo que
desde j antecipam s^u rponbecimento.______
Precisa-sc arrendar urna piopriedade de trras,
com casa de vivenda, es'ribaris, casa de farinha,
ditas para moraderes o mais bemfeitorias, cem
racude ou abundancia d'agua corrente, com cercado
para vaccas de leite e anmaes, ou pr.-p&rfcs para
isto, e para toda agricultura de mandioca, milbo,
fejo c- alg da-?, e que nao diste de um pivoado
com ffcira, qnande muito de urna egoa, tendo al-
gnma tstacao de caminbo de ferro uestf m-'sma
distancia, nao importando ser o lugar acatingado,
com tantc que isttja asa condic3> sa cima exigidas,
e que as bemfeitoi iis estojara ti: perfeito estado
de conservarse e lmpesa ; quem tiver annuncie
.p.ra .ir procurado eexaminar-:!. .Vao se tseolhe
c marca ; prefenndo se a da Victoria.
AVISO
Os fogos do artificios preparados na an-
tig.i fabrica da viuva Rufino proprios para
as noites de Santo Actinio e S. Joao, ven-
derc-se nicamente no caca Vii.te Dous dfi
Noveuibro, srm.'.zein da Bola Aaarella
n. 36, pelos pregos da fabric;' ; ceste ar
ins-zem haver venda lindes eruveiros,
pistolas de todas cores e tauinhos, ro ias
simples o siDgcla?, foguetinhos- cstreli-
nlias, etc., etc.
A REVOLLCAO
0 48 a Ba Dique de Caxas
(llama atiendo das Fxm s. familias para un espendido soriiBienio
de azendas finas que venden, por presos sern competencia
Lionaysc, fazenda transparente, bordada, a G^OOO, peja.
Organciis borbadas a seda, ultima moda, -j 18/5000, peca*
Etamina bordada a retroz- novidalo, a 10^000. peca.
Guamicoe-B de velulilho bor iadas a vi drilh a 65000, urna.
Fail, lin.ioa padroes, a 500 rs., covario.
Amor da Cbiaa, fazenda de novidade, a 400 r?., dito.
(J'.chemiraB pretae finas, a 700, 900 e 1^200, dito.
Cachemiras breche, ultima moda a 15oO0, dito.
Liados damasses de seda, a 1500, dito.
Ditos ditos do algod3o, a 320 rs., dito.
Combraias bordadas, a fiJ500, 000 e 7(5(000) pe-.
Dita a 'amascada, a 12)5000, pe^.
Setins lizes, finos, a 800, 1^000 e 1JI200, covario.
As Exmas. noivas
Setim branco, fino, a 102OO, 1^400 o 250OO, covado.
Alpaca branca lnvradfl, a 500 rs., dito
Setinetr.s lz?s e lavradas, a 500 e 600 rs., dit k
Grande sertirnento de fazendas finas, chitas, ni&dapol*28- alg>d3es e uuitos
Semenies e c?rrapalo
Ci pra-se na fabrica Apolla ra do Ilospicio
numero 79.
Molestias
OLHOS ^^^ PALPS3S
Pomada nti-Ophtaimica
c.a
Viuva fa'/inieh
Esta POMADA, conhea a de*dc >> <">'; "'' 1764,
alfjuiriu e ir:n runsoiTuJo pnm .ro iMtr di i
tica ocular. Ei ..:-.:: .- :. M
Cia <1" Pari*, fo tul Decreto
especial .111 1S07.
I"':. CCIll >'. ^ '
ophtiUmia ry|.r..i MmtjrOsea
X boai esi.o c inbl.i-. I :- oihiui,.-... c..jx;i:cj.
.' exigir
.1 Assignatura
em fr,nte
outros artiges qae se v<*n'eru por presos sem corapetcocia.
Henrique da Silva tlorera
>000000000000000000000000000000000000<
TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
ViNHOooJOHANNO
urna,
DO
'DOUTORI
Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
wm0
Deposi'c gc:--i! em T-HIV1&BS '': ?gne), Franca,
em cau da XHVaz.l~1t..
Eo Pt-nnmimci: Frrn IH. b as miiki iPAUP3AnaiA<-iAa
Repblica
JAluga-se barato o 1- andi-r da cusa n. 9 mn
o Hospital Pedro II (lu ;ar dos Cotlhos) com 5
quaitos, 3 salas e ccsiuba, cuja cesa prestase
para numerosa familfa ou para estudantes, muito
fresca, vista magnifica e pr.xlma dos banhes sal-
gados ; a tratar ua casa immcdiata.
pillas do ir Mm
de tOSUKTO de FEM t de uimi 1
TREiTA .KMOSIlbDaiE*itotemieiiofai tas
eScacm ii coateju.Te d'esuu Pllula, qu eut-or -un
toioi o uemeiii'i precUcs par a r^eiyr^o 4s f ijot
Ptlu iuu propriodad tnicas i-anvln*,
o lOBvasTo a ratas, t tt QTmmy*
o m^dicame&t jiau vstlro coaum u
$ ti lsto#'ig Ohiorot* H/rsin/a
Perfla d pptUU
Ctvm^om/>jorf>oimnte o tenau*
ffeccoes es-ofu/osat, e*>
B.J9U SerJl: J, raa tit BrKOs-SHt-CK, FARO
fe fban- a. a v:3r*. a
E
DE
Ama
Prccisa-se de urna ama pira ccsin'uar, para casa
de duas pess-as ; nu ra do Livrameuto n 22,
segundo andar.
Ama
luna da Concelro Batoa de Car-
valbo
Trigsimo dia
Jos Augusto Alvares da OarvalhD e seus ooo-
centea filhos, em homr-nagem aquella que na vida
Ibes foi tai extremosa esposa e m2i, mandara ce-
lebrar algumas missaa por sua -Orna na matriz de
Santo Antonio, no sabbad ii do corrente, s S
horaa da manha, e pira asaistil-aa implorara a
preaenca de todo8 08 bpus amigas e parentca, pro-
testando-lhes desde j sua eterna gratidao.
Mari Coelbo Melra
Aaceacio Minervii o Meira de Vaseoncell s e
seua filhos convidara oa seus parentes e am gos
e bem assim oa alumn i. d > coljegio Meira, para
as raissas que mandara reaar no dia 20 do corrente
mea, a 7 1/2 horaa da manha, na atxiz da Boa
Viata, por alma de aun eatremecida mulber, mi,
tia e madrasta, e desde j se confeseam sumisa-
mente gratos a todos aquellos que quizerem pra.
ticar esse acto de carid de ebrist, bem como aoa
que compareceram ao enterraran.to da meama fi
nada, que teve lagar no dia 14 do enrrente.

-'ir)
Auna da Conrriciio Bantoa de
< ai \ ullio
Jos de Soaza Aguixr e sua familia, tendo de
mandar reaar alguinas missaa por alma de aua
sempre lembrada cunb^da. irmi e tia, tnni da
Comelrao Baln* de iirmlh convi-
dara a tadoa os s"us amigos e parentea para aaaia
tirem a esse acto, que ter lugar na matriz de
Santo Antonio, s 8 horas da manha do da 18 do
corirnte, trigsimo de seu falla cunento ; pelo que
se c nf asam etpVnan-Bta> gra O Sr. Jos B iTeto Paes de Mello, genro do Sr.
Jos Ignaeio d'Avila, tenba a bendado de ir
ua da Oetenco n. 1(!, faliar ao abaixo assigna
do, a negocio de seu iuteresse.
ttecife, 1. de Junhj de 1887.
Jos Antonio Albuquerque Pedroz.
Arrciida.ci.to de cn-
genho
Arrvnda-se o importanto enger.ho Santo Andr,
sito na freguezia de Una, comarca do Kio Formo-
ao, quatre Icgoas de Baireiros, perto de embar-
que ; esee er.genho, que utn ptimo engenho
d'agua, e um djs raclhores da provincia, alem de
outrsa vmtagens que cfferece, recemmenda-se
pela fertiliJade e i'xtenaJo de suas trras, que tem
capac:da e p^ra ssfrfjar mais du 4,00J pae, e
pelas suaa cxcellento obras de pedra e cal. inclu-
sive urna magnifica ca-a de vivenda : quem qui-
zer dirija-se ra dj Imperador u 40, armazem
de mercearia.
~;eite satUrat
(el va)
DE
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTERARSE
ALVELOZ, planta da familia das euphorbia-
CfR8, que habita os noss.is sertoea, hoje reconhe-
cido como um verdadeir i ispeeifico para destruir
as epitkeliomaa so caen idea, facilitando a reno-
vacao dos tecidoe itaeadoa, e tr&zendo afinal urna
cura completa, sem outro tratameuto que a appli-
cacao tpica de saa seiva (vulgarcente leite) como
caustico.
Sao njisarrasos 0.3 e%soi de cura, alguna dos
quaes j femados ao enhecimento do publico, em
diveraaa publieAcies, pejtvs Ilustrad' a clinicoa
deeta capital e no estrangeiro, oa Srs. Drs. Alci-
biades Velloso e Bandeira, e ptimos resultados,
tambera foiam obtidas aas feridas e Das ulceras
chrouicas de carcter ypbiliticaa.
DEPOSITO QJEEAL
Pharmacia e Drogara de Barlho-
lomen l C. Successores
34, Ra Larga do Rosario Pernambuco
riiar, acia central
Roa do Impeador n. as
Jos Francisco Rittencourt, antigo pharmaceu
tico da pbarmacia franceza ra do Baro da
Victoria u. 25, avisa a aeu3 amigos e freguezes,
que se acba na pbarmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confiauca que felizmente
depositaran em seua trabalhos proteasioaaes.
RecommendSo-no nos casos ifue DeCOSSltO tnico para reconstituir c regenerar
o organismo arruinado por molestias, excessos, na'.ureza do clima, anemia, Cblorosls.
Aznenorrbeai Cachexla, Flun branco, que tanto arruino a saude das muiheres.
'obrea de Sangue, Fnmaesa eral, Debllidade, etc.
S. VIVIJS1T, Eroeuista, 50, Boulovard de Strasbourg, em PAEIS
>ocooo<
? i ? t ??:??!???,?
Precisa-ae d uraa ama para cosiuh-ir cm cLsa
de familia de duas ptsaoaa ; na ua Daqu-.' de
Caxias d. 8>.
Vllencao
A FLORIDA
Ra Duque de Caxias.n. .03
ADMIRE
A Chava do Futuro, novissimo livro de sor- Lindas capillas com veos, para
tes, a 2C0 rs., vende sa aqui. 8 a 15i.
Bonit.s quadros oleogrspliic.is, a 5000 o Ramos de flores de laranjeira, de
le S. Tedro
Tiuturaria franceza no lugo
numero 6.
Tinge se e limpa se cora a maior pcrfeicS: toda
m qublidad' de estofa e tazrudas era prec;>s ou era
obraa, chapeos de feltro cu de paiba, tira-se o
mofj das fazendas, e todj c frabnlhi feito por
1 mei) de ap.-rfeic indo mchinismo.
r.oiva
par.
Um jogo tia gloria, a 1000.
Anquinhas a l^OO, urna.
Lindo sortimento da eadea da plaqu ame-
ricana.
Lindas pulseiras americanas, de 5, 7>,
9<5 o par.
dem de 1;S, 2^ e 35 o par.
Lindos broches de plaqu mericano a 4&.
dem deseuhando una thesoura, um peixe,
a 25 um.
Lindas guarnios:s para t ilet, a 12$.
Guarnieres para camisa, plaqu amerieaco,
garantidas por dez annos, a 4)5 urna.
C&rteiras para dinheiro, com repartimen-
tos, de 15 a 10^.
dem para letras, marcando os mezis de
aneiroa Dezembro.
Lindas pastas de couro, chagrn, pellica e
velludo.
RARBOZA
com
2500.
J3jli;as para menina, de 35, 4j e 6$.
Meias para senhora a l" a duzia,
palmas do seda.
Lenc>s de liaba em lindas caizas, a
duzia.
Ch .pelinas de setim para baptisado, a 6.
Sobonetea de diversas qualidades.
Para toilet :
A dem Celeste.
Idein Divina.
Ii-iij Osea
Pos de arroz Florida
dem idem Osea,
dem idem Regina de G^lle Fleres.
Para o Fnco :
Essencia Rita Sanglay.
Ideai Ixera.
dem Aida Bouqu ;t de Exposicllo.
SANTOS
Miguel L. R. da Fonseca
35-Prifa do (.oiBniercio-35
PJSQEIRA
N'este estabeleci-
mento encontrar o
publico em geral, un
completo sortimento
de medicamentos, dro-
gas, productos chi-
micos, especialidades
pharmaceu ti as naci-
naes e eslran'eiras
leos, vernizes, tintas
de todas
ceis e mais
para pintura.
O proprietario des-
a importante pliarmd-
cia responsabilisa-se
pela boa qualidade
dos medicamentos e
drogas de (pie est
provida, e bem assim
pela presteza e asseio
com que serao aviadas
as receitas dos Illms.
Srs. Drs. mdicos, que
precisan ni de seus
servicos pharmaceu ti-
cos n'esacidad
as cores, pin -
artigos
IKst,
li
r
^ *Vi
liitiebla *B. da Cainam I.agea
Honorio Jos da (Junha I^agef, Fia va J. de
Lagee Fa-ruandi s e Augn to Gonr;alve8 Fernan-
de, ttndo reaebid a inaata uoticia de ter fal
lecid > a sua presada irma e cunbada, Euzebia J.
da Cunba Lapes, onv.dain ca feus ainig 8 e pa-
rentca e oa da fine da, para >iRsiatrein a miasa, que
porsuaama, ruMnaain resar na matriz da Boa-
Viata, a 7 i2 da m-unS de PMbbBdo 18 do cor-
rate, trigsimo din de teu paeaamento, agrade
cendu desde j a tul-a que emparecerem a eaa*
acto He relij.Ao e i'&riia'le.
r. Pranclae Uic da Malta
Io anni\etSHri
Pedro Beaerra Chvalcaute Matiel ajacnreie.
orar urna miasa oa auatrii de Santo Autc.io, a
3 112 horas da manbS do dia 30 do carrete, se-
gunda feira, pela alma da eeu presado primo e
amigo, Dr. Francisco Alves da Silva, e para este
acto de religiSo convida oa parentea e amigos
sena e do meamo finado, pelo qae mui'o agrade-
cer.__________________
Prepara-se comidas
com todo o asseio e por mrnos 20 0/0 do que em
outra qualqutr parte ; no pateo de S Pedio n. 6,
prmeiro anorr.
Meslrft (I msica
Pessoa bastante habilitada, offerecc se para
leccionar qualquer eociedade marcial, dentro ou
fra da capital, obrigando-ae a sahir com a mea-
ma, conforme o contrato que convencionar : quem
precisar dirija-a.1 casa do professor Marcelino
Cleto, ra do Jardim n. 19.
A quem interessar
possa
Prev:oe-se a quem se julgar credor de Fru. i
o de Sonsa Duarte p r qnalqu< r titulo, para que
no praio de 30 diaa, a contar da data deate, apr-
sente auaa ,conta8 ra da Unio n. 54, para
aerem cenfendaa. Recife, 11 de Junho de 1887<
Antonio 8. Duarte Ferreira.
Canella
CAJURUBEBA
praprado mam depiratiyo
APPBOYADO PELfi JUNTA DE HTSISHfi PUBLICA DA GORTE
Antorisado por decreto imperial de 20 de Junho de 1883
Composcio de Firmino Candido de Figueireilo
EHFREGDO COM A MAIOR EFFICACIA NO RHEUMATISMO
DE QUALQUER TATUREZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, AS
LKUCORRHAS OU FLORES BRANCAS, NA ASTDJCA
bronchites (luolesil;ifs das vas respiratoria), nos sof^bimentos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO SANGUE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FORMaS DA SYPHILIS
PropagadorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante medicamento tem produzia'o, ates-
tadas por pessoas de elevada posi(So social, fazem com que de toda parte s-ja elle
procurado, como o melhor e mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sangue, como condiyao de urna circulac;So benfica e efficaz, eis em
que" consiste principalmecto o meio mais seguro do conservar a saie e de curar as
aolcstias que a impureza do sangue occasiona'.
O Cajrbiba, pela sua aceito tnica o enrgicamente 'epurativa, 3 medica-
mento que actualmente pode conseguir esse resultado se n prejudi.ar nem alterar as
funecoes do estomigo e dos intestinos, porque nao cont n substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos produ-tos que consiituera a base principal d'este medicamento.
As muitas curas que tem feito, estilo comprovadas pelo tcstemunho dos dis-
tincto8 e conheci los cavalleiros que firmara os attestados, que esto jornal tem publica
do em sua seocito ineditorial
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
rienda em mufla* ptarmacira to Brazll e do eatrangeiro
Alimentaqio racional
das MAES, CRIANrAS, AMAS i. CONVALEfiCENTB
Por uso FHOS3*HATtSA FaW-retj,
PJinia, 6. Avenue Victoria, 6, PARIZ
Oapositarios en Pernambuco FaAN M. da SILVA 4 OK
Eniiilsiii) de Rjiloi'
Preparado de Biirongli Vt'ell-
c<>me al C.
CHLMICOS DE LONDRES
Az-ite puro e fresco de figad ) de bacalbiio da
Noruega m soiucao com o Extracto de Mal* de
Keplcr.
Esta mais crfeita Emulsdo u'. boje conhe-
cida.
Fe i introdusida na pratiea medica a alguns
annos e desde ento o scu consumo tem tomado
um incremento to extraordinario que nao ha um
s dia dos midica do mundo, com preferencia sobre
todas aa dentis preparccS' a de igual naturrzu, pela
certeta de aua tolerancia no estomago nao e das
creaneas como dos adultos, rebeldes militas vezes
ao oleo d-.' bacalho e a muitas easulsojs mal pre-
paradas.
Assim pois, a nossa EmuUao ce recomraenda
com preferencia para o tratauent i da tsica em
todas as su.:s mu'tiplicadua msr.ifeat^ces e em
todas afiececa dos orgaos rcfpir.-.t ri i, como bron-
chitea, raq.iitiam-, enferraidoJts escrofulosas, tu-
mores brancas, piocedimetito supurativo e ua den-
tico das ereancas, na taxixia syplulitica, na
perda do appetitte e debilidado dos orgaos diges-
tivos e em geral cm todoa os casos cm que sa fas
preciso o levautamento na nutricio.
I n dcpofcilo
34Ra Lrga do Rosario34
Pharmacia
BARTHOLOME 4 C SUCCESORES
35Praca do Gummercio-35
liu____
s purgars e depurativas
de Campanha
Estas (iluli'-s, cuju prepara^ao purameiite ve]
$etal, tcim sido por mais de 2 annos aprorcitadaa
;om oa melhores resultados :ins aeguiues moles-
tias : afi'eccoes da pelle c do Ggado, syphilis, bou-
boca, escrofulaa, chagas inveteradas, erysipclas e
rononhas.
Mudo de OHal-an
Como purgativas: tora' -3e de 3 a por dia, .e-
3endo-se upos cada d.-': ura pouco d'agua adoba-
da, cha ou caldo.
Como reguladores tome-se am pilula aojanfar.
Estas pilulas, de iuvencao dos pb.irmaceuticos
Almeida Andrade i Filhos, teern veridietum dos
Srs. medios pan; sua melhor garanta, tornande-
je mais recommciidav. s, por serem um seguro
purgativo e de pouca dieta, polo que podera aer
isadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
a drogara !e E'nrn ^>o!>rgiil>o &'
4l RA DO MRQUEZ DE OLINDA 11
es 3 PASTILHAS De ANGELIM & MENTRUZ 8
r/" Grande TS es SQ
m DA FORTUNA
Bi hetes garantidos
23-RUA PRIMEIRO DE MARgO -23
Da 6 lotera da provincia e 19a parte das
concedidas em beneficio da matriz de
Itamb venderara Martina Fiuza & C. os
seguintes premios garantidos :
6230 r>:G00,5
7125 500
Aeham-se venda os afortunados bi
Ihetes g rantidos d. 7* lotera da provin-
cia e 14* parte das concedidas em bene-
ficio da matriz da Joa-Vista, qur se ex
trahir quando fr annuuiada.
PREgOS
1 inteiro 30 00
1 terco L>000
Esa poreo de IOO^ooq para
cima
1 inteiro 20700
1 terco 900
as
_-
S
S?^
O Remedio mais efficaz c
3furo que se tzm descoberto ate
hoje pora expe 'lir as Lon trigas.
ROOIAVIUH HIERES
a
92

Peitora 1 de Cambar
(5)
PREQ08
as agencias : frasee i'OO, 12 duzia 13 e
duza &4000.
as eub agencias : fiasco 2800, li2 duzia
15*000 e duzia 28000.
Agentes e depositarios gtraea em tsda a pro-
vincia-Francisco M. da Silva & C, ra do
Mrquez de Olinda n. 23-
'ita jltencao
Compra-se fm grande ou p> quena pDrcSo
ra larga do Rosario n. 34.
na

[ira Do
Ei>p"cial, fem o Hibeiro roa larga do Rosa-
ri >: Semeotes de carrapato
Compra-se grandes e pequeas quantidadei :
aa drogara de Fn aciaao M. d8lva & C., roa
do Mrquez de Olinla n 23.
r
si
-
APPRVAgAO DA ACADEMIA D.E
S
MEDICINA DE PARS
O quinium Labarraque um Vbho cmiiic-tcmcnte tnico et febrifugo destinado tubstituir codal
ontra preparares de quina.
O quir.ium Labarraque contcm todos o principios activos dos viahos mais generosos.
O quinium Labarraque prescripco com vancagem aos convalcsccntcs de doencas graves, as parturientes e
i codas as pessoas iracas ou debilitadas por urna febre lenta.
Tomado com as verdadeiras pilulas de Vallct, sao rpidos effeitos que produz nos casos de chlorost, i
corespallidas.
Em razao da efficecia do Quinium Labarraque, preferivel y. r/^ ,
COtBll o em copo de licor, no fim da refeico e as pilulas de Vallet antes. ^Jp&itf jf\vt I i tn Vende-se na mor parte das pharmacias sobe a asignatura: f s^2
Igusrass
Previne se a quem interessar possa que
nao pode ter iug;.r o arrendamento em
hasta publica lo engenho Gongacary, con-
formo fora annuncia io no Diario rfc Per-
nambuco de hoje, visto como toi provida a
carta fstemunhavel interpreta para o Ve-
nerando Tribunal da RelacSo, por Vicente
Antonio Novelino ; estando tambera o ieito
sujeito a decisaod'' un aggravo interposto
pelo mesrao Nnveliuo.
Recife, 16 de Junho de 1887.
Angelo Raphasl Peregrino.
FabrioaQo c : lacado : Gasa L. FRERE
19, rae Jaoob, Paria.
Yende-se
um filtro em perfeito estado, cem co'erta de
tirar e botar, com cavallo ou sem elle ; na fabri-
ca de car'os l ra de Jcao do R go, ant.gn r%
Florenlii.a, p-r preco barato.
y
Panorama de Utrboa
i ni 1640
Vende-se na Livrsn'a Ecoocmeu ua do
Crespo, e na lyibographia d Manoel Jo.quim t-e
Miranda roa Duque de Caiiaa.
Preco-24000.


x

v
-
'
Otario de Pernainhifco-- Sabhad 18 de Junho de 1887

\luga-se barato
Ra& Vtsconde de Itapirica b. 43, armasen.
" Bu* Cor. nel Suaasaoa n. Ui, qaarto.
Roa d<- 8nto Amaro n. 14, loj
Roa do Tarobia n. 5.
Rus do C.N tueco n. 4, loj.
fti-se m ru do Gouiin-'rcio n. 5, 1* auiaau
i#eriptorio de Silva 'iuinairSe & C.___________
Aluga-sc
Affl
para coainhftr, precisa ae de urna roa de Joi
qaim Nubuco n. 3, Cupunga^__________________
Ama
PrecUa-ae de umi aaa para easinhar e cd
prar ; no psteo de S. Pedro n.,17, 1- andar.
ama caaa c-in aotao, edificada a moderna, com
accommodiico para familia, sitio pequenn, entre
as duas estacoea Jaqueira e Tamarineira.
mi
Urna casa nova em frt-oUs do Sr. Tboro, propna
para, pequea familia, eotre Jaqueara e Tamul
aeira ; a uafor na ra Priaieira de Marco n
ioja de joias.__________.
Preciea-se de urna
Aurora u 109
Ama
ama csiobcira
na ra da
25,!
Aluga-se
as duas meias aguae de ns. 9 e 11, na travesea
do Raposo, esto reedifieadaa, pintadas e caladas,
ten commoacs pata pequi na familia e oaluguel re
idih 8* e o da outra 12 mensaes ; a tratar na
ra do Negueira n. 29.________________
Alu
ga-se
o grande sitio Tataruna. no Slpadinho, com bas-
tantes trras para .plante toes e muitos arvoredos :
quem pretend r dirija se fabrica Apollo, roa do I caBa c peqU(na familia; a tratar no caes da
Preciaa-se de urna amaaque 6fja boa coamhei-
ia ; a tratar oa ra do Mrquez de Olinda n. 34,
armazem. # _____________
Ama
Preciaa-se de urna ama p*ra coaiohar ; a tratar
na ra de S. Joio n..20._________________
Ama
Precisa-se de orna ama para todo eervico de
easri. para duas p*s :oss ; a tratar em Santo Ama-
ra dae Salinas, taverna de Bento Jote Ferreira.
Cosinhcira cscrava
Precisa-se de um coeinhriro escravo, para urna
PILULAS
Ferruginosas
JURBEBA1
BARTHOLMEO & C"
Pharm. Pernambuco.
Anemia, riore branca,
Curto
Falta m
- MOtiei e Pobreza de snfuei
MeMlroaijio,
igix a assisrna.tu.ra.
7 Cabriolis
Vende se doua cabriolis, sendo un deseobert
e outro coberto, cm perhito estado, para um oc
dous cavallos; tratar ru Duque de Cazia
n. 47.
Grande sorlimenlo
DE
Fogos e sortes
paraos festejos das noites de S-.nto Antonio, S.
Joao e S. Pedro.
Htspicio.
Aluga-se
a ltja n. 24 da ra da Imperatiiz. c m comnudoe
para amilia e grande cfiiciua : a tratar na ra
do Coronel Sussstma n. 204.
Companhia n. 2, escriptono.
Xarope
Al uga-se
o armazem c'o sobrade n lo' da ra do Boin Je-
ss, freguezi do Kecife, e a casa terrea n. 12,
na trav ssa da ra d Concordia, fr'-gnexia de
Santo Antonio ; a ti atar na ni* de Marrillo Dias
e. 32, ltja de inindisa?.
de c*p!wr guaco c bal-
sanio de Tnlii
rrpBi&do pelo pharmaeeutico Jos Fraceiaeo
Bitteucomt
E' um pidrroeo proj arado para todus us t>fF- c-
oes dos orgaos ret-pi.atorios, como cutanho pul-
monar, asttuna, coqu loche, bronchite, pjtumo
nia, tisiea, < te, etc.
Cada frasco 1*000
Deposito na Pbarmaeia Central, la do Impera-
dor n. 38 Pernambuco.
Precisa se de um criado oscravo, para nma casa
de pequea familia ; a tratar no caes da i'otnpa-
nbia n. 2, cscriotorio.____________________
Casa e armafo
Aluga-se na Varara, enfronte a rstacao da es-
trada de ferro, urna casa com arroaciio prnpria
para eetabelecimeutj de molhados : a tratar na
rus da Imperatriz n. >G, Ioja.
Procurares
Litros de procuracot-s ; acu;in-se venda na
Livrana Ecotiomica uo > do reo de Santo An-
tonio.
Engeulio (iilandy
Arr?nda se por cinco acnofl < engenho i cima,
situado nacomirc do ll.inito, moeiite e corrente,
cm todas as suas pertcocas, pode sifr jar para
mais de 1,5' (I pes, dista da esta{So de Catcnde
lega e meia ; a tratar na ra do Imperador n. 01,
segundo andar.
OOOOOOO OOOO OOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOi
DE
MELISS dos CARMELITAS
Desconfiar
XTriico Bucoeasor
dos Carmelitas
14, lina de VAhhayc, t-i
CONTRA :
Apoplexia | Flat&s
Cholera Clicas
Eujo do mar Indigestoes
Febre amarella, ete
Lir o prospecto r.i tuil ni ei
esds i
Devo-sc exiqir o letrero branco e preto,
em todor os vidros,
seja q'ial lor c t.innnho.
DET0S1T0S F.M TODAS AS PMARMAC1A"
po 1'iiieerno.
lOOOOOOO^OOO OOOO OOOOOO OOCOOO 00004
QdES
FALSIFICA'
e
Exigir a Assfgnatura
de
^vi
^0WA?HIA Allty
i
DE
ALBERTO HENSCHEL &C.
52-Hua do Bardo da Victora-52
ijreriitado es'abe!. i-imcnto phc trgrsphico pp.rticipa 80 nspeiravei publico,
que cont a executar os m;.s aperfeifoados trapillos pelo systema maia moderno e
mais apreciado. Acha b babirlitado a saiisfazer as rcis diffi^eia exigencias, quer em
rablbos photogrophicos, qu^r em pintura a ole:'.
Al ua fmb.ilbos pho'ograpbicos que sao per lemais conlieeidos cncarrt
ga-se tao-bera de retratos a oleo para o que j f, a-ha entre nos de volta de sua via-
gem a VicntiH d'Austria, on'le visituu as princip .e* g lorias, eximio pintor Ferdinand
Hiero-k, br.s'anta couh-ci io pela perfeiySo de seus trabollios, desde 1877, quando rqui
esteva em noasa casa e ultirrr m uto o armo passaJo.
P.-r Btitiifsaer em g- ral a toHos que honraren) o n so estabeie ment com
euts eocommenc)a8 participa que -.lm dos retratos, seja qnal for o f-ysteitia, tambem
recebe encoenmendas para quajqunr vista ou p.ysagem, quer pbotogwphieas, qu<;r pin-
tadas a oleo, sendo o ei carregado destas ultimas o mui cooheeido paysagista o Sr.
Tellcs Jnior.
Ruga so s Exraae. familias e mais p-ssoas o obsequio de Iioor. rera com suas
visitas n-, sso est,ibel-:ei:ii< nto, onde sempre existe urna mag li i exposicSo dos r^blbos
exeeutamos c onde t. Massa para bolos
O qne ha de melhor neste genero; vendem Bra-
ga Gomes & C ra do Mrquez de Olinda nu-
mero 50.
ESPERANQA PARA OS SURDOS
Cura pelos Tymt>an*iH irtificiaen
(Privilegiados; de J-H. NICHOLSON
A snrde em todos oa seus febre t-scarlatiua ou oirtra, oa-
rampo, velhice, bauhos de mar,
mudez, perforarfto on endnrecl-
mento do tympano, os cosos mais
tlifflcci' tecm sido curados. Sys-
tcma privilgiado c efBcaz em
todos os paizes civilizados do
inundo. Os Tympanos artificiaos
sao fornecidos exclusivamente pelo
inventor, enjo ender* <,o damos cm baixo, por querer elle fazer
especialmente cada par de Tympanos para os casos a que sao
destinados. Offerecemo as vantagen* sepuintcs as pessoas
que moram louge e que nos dessem um pedido immediato i
Voltamos empr mmediatamente o dinheirn quando vemos
pelas informacAcs que se nirc communicam qn*1 o easo incu-
ravel e que os noesos tympMK nao podem mais offerecer
rantageni.
Prevo : Tympanos don rodos, para bomens, 33 fr. 40; para
senhorao. foveofl o meninos. 47 fr. 05. Fazendo pedido dar
a rircimifercnciu da caliera nicit'a na altura ilas orelhas,
com as circumstancia^ cau?a
  • adapten! no interior das orelhas e nao sao vhivis. De um
    n*o fa.-il. se iritro inzem na orellia seui auxilio dos me na<> [Kxli-m prejudienr de innneira nlgntiia aos orga- andi-
    tivos por seren de comma transparente montados sobre
    tubos dourodos de unsa conatruccflo elegante. Na rculidade sao
    tclcpbonns em miniatura adaptados as orelbas, A qnmlqner
    ler urna desorfeeSo -tailiatLa d'estos
    Tympanos tan efflcazes raandaremoi contra remessa de 3
    sellos-corrcio ama broeliun Ulustradadc papinaa na liu-
    L,rua que se qnlzer, contendo um tratado -obre a BnrdcZi urna
    repTodnocfto d< Tympanes, coplas dos privilegios, cartas de
    tdvogados, e Utocei <> ontroi uemen emtaentei qne
    teem sido 'Mira')- por estea oelebree tympanos r que
    dfgnam-ac recommendal-os. Urna imniciua pagina de
    de recommendaces em todas as lingiias
    e de todos os pases sera enviada juncto com a brochura.
    Dirigir-se ao inventor
    J.-H. NICHOLbON, 4, ru Drouot, PA&X8
    Madanic %'ircmon u < liave
    do futuro
    PDCra^nrfo e espirituoso I.vro de eortes
    tt-s*iv ti das e Banto AitoniA, S.
    Este
    para (
    Joo o > P cir vfnde se ua Livraria Parieit-nse
    rtii do lujporadcr c. 75.
    Pjr 200 v's. t::c unri ns que qp quisereui di-
    vertir um Mvro para d:ir bois '_rHr^H IriJas.
    El) alo, em Olinda
    Paswger.s em carrea pira I^arn-r-, Goy:inna,
    Itamfc e Poiia do Pogo, na provincia da Para-
    hyba, DoaJ'uis de abbi-dn : e m o iiro qualquer
    da ou noittf a qu'.m fr> tar : n d Eabbados Eegue
    o carro o n::is tarda- :s 5 h r.s dn tarde, ua co-
    chfciradaru-i d S. Sebntiij n. 18-A, lo Vara
    douru. junta a Ioja iVoa Srg. thlinnos Francisco
    Nigro tz C. ; BcrSo tea servid >s os passsgeiroa e
    tem cin'i para pemoitirem cu guardaren! a
    suas bagvgi'.na como aegu aoya.
    Junho (1.- 18^7.
    Jjs Qoncalvee de Andrade
    iinda, 14 de
    Tinsri Miai
    PARA TIMGIR A
    barba c os cabellos
    tsla tintura tinge a birb'i e s cabellos ins-
    cantanenmente, dando lies nina bonita er
    g na'uml, in 'tensivo o sm uso Ble
    rspido.
    Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
    (JARIA de Rouqueyrol Frerea, anecesaorea de A
    CAORS, ra do ti^m-Jesus ;aiit;g.-i da Crui
    o. 2?
    Fabrico de asnear
    Apparelii's econmicos p-\ra o ct/zirnen-
    ti e cura. Proprio para ngcnbns peque-
    nos, F' n mi nodlc em proco c ef-
    fectiro em operaeo
    r'odt' se ajtint>r o^ tigen'nrs existente*
    do systeraa vclho, nv Iborando p_-iito t
    qualidade < > assauar e augneni.'n io *
    quantidade.
    OFERACAO MUITO SIMPLES
    Uzinaa graiKies u i ngenh '8 im nir es.
    ma:binisrnn p"rft9oali>, pyat'-raa moder-
    no. Plantas completas ou raacbii; i
    separado.
    Espec-.ificr>r;5<'B e inform Biowds C.
    -RUA DO COMMERCIO-
    do Kecife
    Fr^guezia
    Alut'k Be a urna pequea
    andi.r d ra d i Vise ude de Itaparica, antiga do
    Apollo n. 63. No rn-'tmo pree8a-ae de um i
    no para faaer compra?. D se bom oratoado.
    Tina prela
    I N ALTERA V L
    r
    roHKiAictrivi
    'i VRMACIA CGSrii \l}
    l>8 Uua di Itr-perad r 38
    l'ernnmlliiro
    qu
    perfeicSo nos trabalhos c modicidade nos preces.
    C. Barza,
    GERENTE.
    LOTERA DO CEAR
    15:0001000
    EXTRACTO INSTR&NFFHRI7EL DJ12." SOBTIO Di 3." LOTERA
    Qoarta-faira, %l do corraat$
    Os bilbetes desta acreditada lotera
    aehani-se venda as seg'uintes casas: Roda
    da Fortuna, ra Larga do Rosario n. 36;
    Casa da Fortuna, ra Prinieiro de Mar^o
    n. 23; Casa Feliz, prca da Independencia
    ns. 37 e 39.
    Tetegraumid e lisia no dia da f virara
    Serve para i 6cnpturscao mercaiHil e
    uiiatio c-]ia8 de ntna v ;
    da trre cu
    likima BDwdiide de fogtts
    e sortes
    Offerece-ae aos amadores, paro oa featejos das
    noites de S .uto A t Dio, S. J .*. e >. Pedro, um
    completo BOrtitreul tlested ariigos, qae vcji e-ae
    por pr>C(-a innito razonveis, e hz-bi- grande difl -
    rene e.n porc i ; ua i ua do Rui;el n. c rua
    eatreita do i- aario n. -'-'i.
    Boas vnc as deleite.
    rende-a* ua C i tinga,ai
    pydera>> ser viafa .
    io d*> ebourcq, onde
    Vendse
    na Caml 6* do Caim.o u. 10, especial massa p'ira
    b lo, aecca e m ihi ia.
    Assurir nlinado
    Vmde se nn rt-fiiaria da rua do t'oron"l Sana-
    auna n. 7, iiii ariub.-< p-r pi*c* commodo, e un
    kilos, 1 orte a '40 M 2' SM0 r. 3- 160 re.
    T eijli ne48.
    Vende-se
    um boin t0. ie<- Iinperatrz, 1 m lre*ii'Zniio ; a trn'ar na mesma
    rui. u 2J, coiii Kii,ue*cc Oarddj da silv riiia^u
    Veiid** ae utna coai.-letameiite uova, que pies
    ta s- lir ijUM qu>r negocio ; tratar Ha rua de
    oantu Th-reza D. 30.
    Vende-se por precoa moito raaoaveia e faz-se
    grande differenca em porco.
    6l,Boado Baro da Victoria Al
    Loja do Souza
    Livramento & C.
    vniein cimento port'and, marca Robina, de 1"
    qualidade ; no caes do Apollo o. 45.
    Terreno
    Vende-se um terreno confronte a estaco do
    Principe, estrada de Joao de Batroi, com 90 pal-
    mos de freofe e bastantes fundo?, e com alicerces
    para 3 casas; tratar na roa d'Apollo n. 30, pri-
    etro and-jr.
    eitura para senhoras
    Broches mkelados e dooradoa a 20C0.
    B-initoe gramprs douradoa a 500 ris o maco.
    Esplendido sortimento de galoes de vidrilbo.
    Grande variedade de leques de setim, a 40(0.
    Frisadores americanos para cabello a 3000 o
    maco.
    Setas de p'iintasia pr.ra cabello.
    Bonita c liccyio de pliasa a 400 ti .
    Brincos, iuiitaco de brilbaute, a 500 is.
    Aventaea bordados para eri:-.neis a 2000.
    Chapeos de fostao e setim para criancas.
    Sapatoa de meriu e setim ijem, idem.
    Meias braocaa c de corea, fio de Escccia.
    Pomada de vazclina de diversas qualidades.
    Sabcnete8 finca de vazelina e alface.
    Extractoa tinos de Piuaud, Gacrlaiu e Lubin.
    Liuoas bolsas de c uro e velludo.
    Ficha de l para seubora a l8('0.
    Sap-.tos de caafmira preta a 20 Tesou.-aa para costura, de 400 ris a 300J.
    Pacotes de p de arroz 3 II ris.
    Fitas de todas as qualidaJes o res.
    Immensa variedade de b.toes de pbantasia.
    E mi bares de objeetoa propina para tornar urna
    8Cnbora elegante, e mu i tos cutr, a indispensave8
    para nao das familias, tudo por precoa admiravel-
    mec'e mdicos.
    Na Graciosa
    BA DO CRESPO N. 7
    lisiarte & C.
    PCtlI
    Vende-se um importante si'io em terreni pro-
    prio, enfie o Salgad i o ho e a estcao de Duurte
    C'i !ho, ^*ou- boa casa de mcrada tend commedo
    para grande familia, cacimba, muit s ccqueiro?.
    iarangeias, pinheirus, roui>iraa, limeiras. tnan-
    gueiraa, ciueiros, com utn griude parreiral e
    urna exuellente biix d-* e; p tn, alm dj um gran-
    de espxco p:ira pi;;ut:ieoes e i-ii.;cao de animaea :
    a tratar no^rmuzem < i rua di Bom Jess o. 49.
    Cobrado a vender-se
    Vende-se o :-obrado n. 8? rua da Aurora, em
    frente a poiite de Santa Isabel ; quem pretender,
    lde entender-se com o corrector Pedro Jos Fin
    i, n i praca do Coinmercie.
    Negocio volante
    Vi iide-se um eosmcraica grand*1, com vistas e
    d" vim.ito ; a tra'ar na rua da Imperatriz nutre-
    r.. 8.________________________
    Pr simio drt Lamego
    Novo, cbegadi oltimamente, tem 'o Eibeiro. e
    vende por lot 0 c kilo
    Aproveitein
    Vende-se por b-.rato pn eo o bote! Centro Po-
    polar da rua de Hortaa v. 24.
    Pccliindias!.!!
    Sao ;s Beguint'-s quo se liqui!a*n na anti-
    g:i casa
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    CACHEMIR Sau nanas, lindas fa-
    Bendas para v ti los a 4UU e480o covado.
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    MAO^POLoE-i pello de Ovo c ameri-
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    ESGIOES parac e quii h 3, l" jardas
    4,*)000 i- 40500.
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    a 800 rs. o cova .
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    a 2-5 c 250O.
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    1,5800.
    DEM de rasetnira :. 2A500 *> 3
    CAMISAS ipgl-z8 a 36OO0 a duzia.
    GUARDANAfOS e linl
    a cluziti.
    LENCOS de setinetas, linos, a 2
    a duzia.
    MEIAS cruas pra homena o J>.'/"';.
    e -V'OO a duzi.
    CEROULAS bordadss i 12-j o 18^000
    a duzia
    CROCHETS, gurtdcao para
    Bofa 8*>0OO
    GRINALDAS c '.cus para ndvas
    e li'iUO.
    CAMISAS para senhoras a 36J5I o 48)ji
    \ -UZ^,
    Svrrimento compl-to d todas as
    das propritia p-na uso domestico.
    Dao ..mostras.
    As pendas em grt-sso tem o descont da
    pra^a.
    49Rua Duqu*3 de C'' Csins -f>9
    WHiSK1-
    r ac*
    e eanua, p*ra prt-t/
    'VAL BUthlJ lABO
    exceUeate Whisky t -o^-r
    m aguarden.* ni
    oarpo.
    Vende-) a r. tal no noa >, Utarea riaasem
    a.-niii'.-s.
    Pede HOY AL BLEND mirca V IAIX ojjui.
    jk- 8 emblema a&o rejistrud* s para todo f Brsri
    BR'W.NS 4t O., ;.-ates .
    t IKNH L
    T|Kl LEA DE HONRA
    9 i'J3 CHEVRIER
    \ utrM cUdo pe/o Alcatrio,
    ttB'oo taium/co o que inutto
    augmtnt ti propriaatu rfo
    Lfle
    ^!
    9TPLOMA DE BOlfR]
    KKCUTADO POR TODAS 18
    Celctedales Mediis |
    DA mUICA E DA ILROf A
    Bit
    .OTSbMS
    *,
    itlOLESTIAS 00 PEfTO.
    affecqOes ESCROFULOSAS I
    CKL0R0SIS,
    ANEMIA, DEBILIOADE,
    TSICA PULMONAR,
    *&Sr*^^mmm^!w&JiKi>' BRONCHITES. RACHITISMO
    '""' ufcm, 2i *' Vft"T'i^ Vinho de Coca
    :.:::.n,::\ii .> i-ki.a ; .si'ECTOBU r>R HYOtBNE DO [MTEMO DO BRAZO.
    0 OLEO e FIGABO
    K lCU0 FERRUGINOSO
    4 I wlct orBJneJo qih utrm ttt
    tmwiitrtr o farro mn .
    dmr P.*Mo de Vaatre, ntm
    looomtodo.
    Lotera da Provincia
    Ser breve annunciado o dia da extraepao
    a 7.a lotera em beneficio da matriz da Boa Boa
    Vista do Rcrife, a consistorio da igrejade X,
    S. da Concffo dos Militares, onde se achara
    o expostas as urnas c as espheras arrumadas
    en? orden, numrica apreciadlo do publico.
    Li
    SAUDE PARA- TODOS-
    UNGENTO HOLLOWAY
    O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os males de pfcrnas e do peito tambem pura
    1 as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gotR e o rheumatismo c para todas as enfenni-
    dades de peito na se reconhece egual
    Para os males de garganta, bronchites resfrlamentos e tosses.
    Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
    contrahidos e uncturas recias, obra -orno por encanto.
    nsas medicinas ?ao preparadas smente no Kst?bete< imento do Professor Hollgwav,
    78. 5EW OXF0KD 8TBEET (antes 833, Oxford Street, L0NLAES,
    E ver.demse em todas as pharmac s do universo.
    4' Os compradere*: sSo convidados respeitosamente a examinar os rotulas de cada cauca e Pote, se nao teem a
    direcgrio, 533, Oxford Street, so falsificad-oes.
    i
    di:
    66--ua do larao do Triumplio66
    (Antiga do Brum)
    Neste estabelecimento encontraro os
    Srs. agricultores e s as correspondentes
    todos os objectos tendentes a agiicultnra,
    como seja ?i:
    Machinas para fazer espirito, de destil-
    lar e reslillar, alambiques do antiguo i no-
    vo systema otn estjiienta garapa, serpenti-
    nas e carapinjas, tachas, tachos; bombas de
    hronze, de cobre e de ferro, de aspirante e
    de repuxo, para agua, me\ e garapa, tor-
    neiras de bronze, de madeira e de todos
    os lmannos, canos de cobre, chumbo, fer-
    ro, de todas as dimencoes, cobre picado,
    fundos para alambiques, repartideiras, pas-
    sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
    ro gahanisado rmelas, e lences de co-
    bre, bombas, continuas, sinos de I libra at
    1I0 arrobas, sola ing-leza e do Rio, c di-
    nhos patentes e de laps.
    Fazem se concertos de todas as qualida-
    Jes e com toda presteza C perfeirao apresos
    mdicos
    Vondem-se a orazo ou a dinheiro com
    descont.
    CAPSULAS
    athey-Caylus
    Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
    As Capsulas '. '.hey-Caylus com Envolucro delgado de Gluten nao fatigSo nunca
    o estomago e : commendadas pelos Professores das Facilidades a. Medei ina e
    o, Mi pitaes de Pars, Londres e New-Vcrk, pata a cura rpida dos :
    Corrimentos aniigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia. a Cystite
    du Collo: o Catarrho e as Molestia da Bexigas e des orgaos genito urinarios.
    l|as Urna explicarlo detalhada acompanha cada Frasco.
    Exigir as Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & Gle, de PARS,
    que se acho em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos. ____ ^g
    PSI4BMACIA PNHO
    \\Y.
    S. P-I N H O & C.
    51Rui? do Baro da Victoria- 51
    Esta pi.arrtiHcia rvcentemente est-bel-iida kdiSM -m cop i.3 8 ti-, aaflsfazer
    o^ promp-wao < o.-cmpuloa fid^li lad<- a xigmciis dos Srs. medios o o publico
    m gen], -iu< enoontrat nVlla uid co.ipl to e novo Bortimento r,- drogs, mediaa-
    enfaa, o prolu t-8 chitBMO*, phar.i.aceuii os oacionaea e pgtra.g-ir a, graoiindo-eo
    cn:n p
    a
    tu
    u cHicidade la prcajQ


    8

    Diario.de PcrnambocovSabbado 18 de Junho de 1887
    L!TTRATl)
    \
    A Irma l.oiica
    (VKBT1D0 DO HB8PANH0L POR M. ROZENDO)
    V
    (Concluso)
    Helem, encerrada era. seu quarto, abri
    carta do p ti e leu :
    Filha, por ti nao ha honra em meu
    lar. e vou guerra, onde a encontrarlo n>
    nurte os hooions como eu. So roorror,
    minha fortuna tua ; e ae quizares redi-
    mir tua falta, anda podes. Na casa de
    expostos de.. est teu filbo desde 13 de
    Janeiro. Perdo-te se n'aquella santa casa,
    sendo irraa de caridade, to fizeres digna da
    divina misericordia. >
    Helena pensou que devia obedecer a vun-
    tade de seu pae para obter o seu perdac.
    P.>djria viver perto de seu ilho, amal-o,
    protgelo .. Era esta para ella a supre-
    ma felbidade, toda a felicidade possivel
    para urna mac que nao podia declarar que
    o era.
    Em meio da confuso de ideas que ra
    pidamente debilitava o cerebro da infeliz,
    appare-ia a figura galbarda do capitao
    Bermdez, e Helena duvidava eutao en-
    tre o dever de obedecr a seu pae e o amor
    ao houoem a quem entrgara sua honra.
    Era para < ulouqueccr. Viveria Luiz ?
    Viria offerecer iha a nica repsracao pos-
    sivel? Mas, seu filho? Podcria re:onhe
    cel-o ?
    O Conde teria deixado no asylo de raa-
    ternidade algum papel ou signal por onde
    polesse Helena saber qual era seu hlho 7
    ' Faltava infeliz c ultimo golpe, e o rece-
    bea leudo era urna Quzeta extraordinaria,
    que referia a horrivel jornada em que o
    Conde perico, vida, a orarte gloriosa do
    capitao Bermdez. L-vou-lhe Mosen Anto-
    nio este papel, rae-bido pelo alcaide do
    povoado com grande atraso, e, como o cura
    havido sido testerounha e actor no tremen-
    do drama, acrescentou circunstancias que
    enlouqueceram Helena, taes como a de ter
    sido chamado aprestar auxilios espirituaes
    ao capitSo condemnado morte pelo Con-
    de, seus esforjos por slvalo, a surpreza
    do ataque das tropas liberaes, a morte do
    Conde, produzida pela metralha, eada
    Berm lez em seus brajos...
    Helena ja nao podia duvidar.
    Para a immensidado de seu infortunio
    s havia o balsamo da religiao.
    Em sua propria cor encontrou forja e
    energa para cumprir seu dever.
    Acompauhada de Rosinba e do padre se
    encaminhou capital, e apresentou-se
    autoridade eclesistica, aqul recebeu amo-
    rosamente a Condessa, que des-java doar
    toda sua fortuna ao asy'.o de maternidade
    e alistar se entre essea anjos da trra que
    se chamam Irmas do Caridade.
    VI
    Helena nao encontrouo filho na casa dos
    expostos.
    Do livro de entradas constava que a 13
    de Janeiro pe* madrugada fora expos'.o
    um recemnascido, envolto em roupas finas,
    poiin som indicajao, signal ou papel al
    gum-
    Esse mmino foi entregue no mesmo da,
    depois do b*ptismo, a urna excellente mu-
    lhcr que acabava de perder o seu, casida
    e moradora no povoado yisinho, para que
    o creasse, e um inez depois o marido a-
    quella mulhcr perfilhra a creanja com to
    das as forraolidades devitas.
    O menino se chamava Ventura Jo D us
    A triste Helena consigui saber por in-
    termedio de Rosioha, que entrara como
    creada do asylo, qual o berco ond: estive-
    ra o exposto durante sua breve passagem
    por tquella santa caaa, o dli, junto aquella
    ber{0, estiva sempro Helena psllida como
    uta cadver, e prodigalisava caricias os
    meninos que o occupavamsuccassivarae .te.
    Rosinha, nica possui lora do segrado de
    Sror Helena, verificou no povoado, onde
    residiam os paes adoptivos do menino, que
    estes haviam mudado sua residencia, n3o
    se sabia para onde, cas provavt mente
    iara a America.
    Helena cahiu em urna profunda tristeza,
    precursora da loucura.
    Desempanhava suas obrigajSes como as
    outras; nao fallav, nao dorma, sempre
    eitava attenta sineta que avisava a en-
    trada de um no* o exposto, e corra pres-
    surosa, se joelbava diante da creanja e
    diziaa suasconopanheiras : Reparai, nelle ;
    meu filho. E o beijava, o tomava en
    aeus bracos, e era mistertirar-lhe a crean-
    j>, porqua tal era a violencia ds anas ca-
    ricas que as Irmas chegarara a temer que
    ella asphyxiasso algum meuno em seus
    bracos.
    Helena fui pnr- todes a Irma louca-
    Assim viveu m; is 31 annoa no asyl'>, re-
    cebendo expostos, chamndoos fdacs e
    coutemphndo hrgis hor|p aquella berso,
    onde suppunha que estivera seu filho antes
    que o recolhosao sua mao adoptiva.
    VII
    Trinta o um anoos depois da profissao
    de Sror Helena como Irma de Caridade,
    visitava orna t.rde a casa de maternidade
    o novo capitao general do distrcto, ao qual
    acompanhava um coronel joven, do g .lhar-
    do porte o severo aspecto.
    A superora e Sror Helena guiavam em
    sua visita a autori lade militar.
    O capitao general eligava a boa ordem
    do psylj, e dizi :
    __ Se conhece que aqui ha recursos, por
    que esta casa est montada com luxo.
    Sim, senhor general, respoadou a
    superiora, o asylo tem urna bja renda,
    doajilo d'esta Irma que nos acorapanha,
    Sror H-lena, filha do Conde de... Por
    morte de seu pae nos cedeu toda u fortuna
    e herdra e tomou o nosso habito.
    qu
    Bonita aejao, senhora, disse o gene
    r.il fazendo urna elegante cortezia a Sror
    Helena E ac rescentou diriginio-se ao co-
    ronel :
    Comprehendo o empenho que tnhao
    senhor, meu querido coronel, em que eu
    vistasse este asylo modelo.
    Meu general, o verdadeiro motivo vai
    s-.be! o.
    H-lera olhava fixamente para o coronel,
    porque, por entre as sombras de sua ntel-
    ligencia, lhe recordava ello o aspecto e a
    voz de seu pae.
    Senhora, disse o coronel 8 jperiora,
    aqui, como em todos os asylos, baver um
    livro de entradas; todos os expostos terao
    sua pequea historia. Podena eu ver os
    asseutos do auno de 18. ... ?
    Sino, senhor, responden a anciS. Te-
    nham os seohores a bondade de seguir-nos
    ^ecretaiia.
    A superiora tomou o livro e o collocou
    sobra urna mesa. O coronel o abri pelas
    primeiras tollias, e nao tardou em acbar o
    que procurava. Mostrando um dos asson-
    tos, disse com visivel emosao: 13 de
    Jioeiro de 18... Venturada Deus. Este
    filho d'esta santa casa suu eu, meu general.
    Sror Helena deu um grito medonho e
    cabio.
    O coronel levantou-a em seus robustos
    br mas teve de amparal-a afim de que nao
    cahisse do novo.
    Sorjr Helena h.vii morrido nos brasos
    2 seu filho.
    mais phautasiata e inais contrario ao bom
    senso, fixam a presumida concordancia en
    tre os alugueis e a renda.
    Em si o imposto sobre aluga-s nao me-
    rece condemnas&0 ou repulsa, e, imita-
    Sao do que t n faito todos oa povos, pde-
    se fazer do aluguel, urna das despezas
    m .i* fixas do homem e um dos indicios de
    sua renda, a base de urna taxi. Conven
    entretanto, que esta, como todas ss rnpo-
    sis3:ia, aeja moderada; porquanto, embora
    indicio approximativo da renda, o alugu-I
    soffre a influencia de circunstancias diver
    sas, de familia, de posis^o, de gosto, de
    sorte que frequ-nterneute esta despiza est
    loago de corresponder com exaetido
    renda que, por hypothese, representa.
    Certas cocdi-;o*es, das quaes algumas silo
    muito coohecilas, outras mu olvidadas,
    iufluera, segundo as pessoas, em propors^o
    variavel, sobre o aluguel de habitaras.
    E' quasi superfluo relumbrar que um celi-
    batario nao obrigado a ter alojamento
    tito vasto como um homem casado de igual
    fortuna : basta lhe dormitorio, e to ias ; s
    mais peyas podem ser do recepjao ou do
    servso. O cisado ser forjado a ter ara
    plido relativa ao numero de pessoas da
    cinco ou seis filhos,
    imstar a h-bitajao em urna
    cidade como Pars.
    Alm da maior ou menor familia, a s
    de outra condijlo que iuflue sobre o alu-
    guei: um thisieo, um cardiaco, ou urna
    p:ssoa com filhos ou mulher atacados de
    taes molestias, procura, tant> quanto pos-
    sivel, evitar os pavi nentos superiores, as
    ras muito estreitas e pouco arejadas, os
    quarteir) s insalubres ; faz eutao sacrificios
    para auiir ao aluguel de casi, e aufere
    por outra parte o que em demasa despen-
    do n'csta verba, economisando em outra3
    despazas consideradas superfluas ou menos
    necessarias.
    familia ; e, sa ti ver
    liuui caro lhe
    gira a regra normal de relagao entro a ren-
    da e o aluguel.
    Ocoorrem finalmente os gostos pessoaes :
    algumas pessoas, seja qual for sut fortuna,
    na8ceram com hbitos modestos ou mes-
    quinbos ; o luxo Ibes antipathico como
    eoibarajoso; seatera-se peadas em grandes
    habitases o eom muitos criados a servil as.
    Estas, por grandes qua sejam suas pos-
    ses, viveri tranquillamente evitando toda
    pompa e s mediocram-nte proporcionan-
    (o-sa o verdadeiro e moderno cont'ortavel.
    Outras, pelo contrario, tm o requinto do
    gosto; sera fazer extravagancia, isto ,
    sera arruinar-so, considerarao o domicilio
    como o principal luxo do homem ; quererao
    seu lar, quanto possivel, vasto, rideate,
    oreado : quanto mais ricas, tanto mais ele-
    var2o a parte de suas rendas destinadas a
    garantir-lhes urna esplendida moradia.
    Nao cabe ao governo intervir nesses
    gestos para recoramendar e favirecer uns,
    para meuosprezir e punir outros. As duas
    categoras que deacrevemo3 sao ut>. is em
    urna sociedade : a primoira poupa ; a ou-
    tra contribue, para alimentar o gosto do
    bello e do delieado, o amor das artes, da
    elegancia tendencias estas que o Estado
    nao deve proscrever. A Franja e Pars se
    rinu ingratos e rrprevidentes no da que
    declarassem guenv ao luxo li.ito e razia-
    vel; porquanto ao gosto o elegancia de-
    vem a posijSo que conquistaram no mun-
    do, a prmazia de que gozara era muitas
    industrias.
    E' conveniente qua ora u:na sociedade
    haja puritanos estremados, parcimoniosos;
    serio mo que nao houvesse outro elemen-
    to em urna najao, um grupo soffiente de
    pessoas livres do cuidado permanente de
    aecuraular e inclinadas a vida dispendios i
    e delicada.
    Eis muitas crcumstan,cia8, int'ramente
    innocentes, nada raraoraes, que infiiem
    da ao aluguel; proposieao est4demonstra-
    da, livianamente aceita pelo legislador de
    1791 e que sempre combatenjos^ Para a
    maior parte dos borucas que tm cousa-
    guido fortuna,'a despza mais seductora
    a que consiste em ter um alojamento' vas-
    to, bem localisado e bun mobiliado. Oa
    quera berdou ou ooriqueceu a primeira
    tentajao (a que mui liequentementa suc-
    Cumbe) edificar na cidade e edificar n>
    c.*mpo. O gosto recente que* se desenvol-
    veu na Franja, alias mui rocoramea lavel,
    de tr quando possivel, anda as grandes,
    cidades e em Paris, casa propria, a enor
    rae quantidade da casas particulares, na
    pretenci is i linguage
    nadas palacetes, esas circumst-an:ias tes-
    temunham qte as classes r^sas nao raro
    destinara urna parta mu elevada da /enda
    ao aluguel. t
    Em que pens, perguntamos, o 3r. Dau-
    phin quando declara qttt um alojamento
    de ,000 fra. em Paris corresponle soman-
    te ao quadruplo da rend isto 8,000
    frs., ao pasioque m alojamento da .. .'.
    11,000 frs., indica"urna reala, igual a oito
    vez:s o alugel e um alojamento de 10,000
    frs. presuppSa um rendiraento de.-uplo.
    Tudo isto siinples phantasia e sao fir;
    ua-se em nenhuma observarlo 'aeria : o
    Sr. Dauphin teria polido do mesmo modo,
    se o quiz sse, dupliaar seus algirismo3 ou
    reduzil-os do raotade, porquanto a obser-
    vajao completamente estranha a todos
    esses cakulo8.
    Contrariamente opiniio do Sr. minis-
    tro da tazenda, uraa familia que s tivesse
    8,000 frs. de renda comraetteria o maior
    oisparate empregaado 2,000 em seu alu-
    Eis suas palavras as Beoherches sur la .rt-
    chessedes nations;i rEmdifferentea graos
    de fortuna, a proporjao entre o uluguel e
    a despeza total nao a" mesma : provavel-
    mente a maior possivel no mais elevado
    grao de fortuna, vai dirainuiado successi-
    vamente nos graos inferiores, de moda que
    no grao intimo de fortuna essa proporjao
    - a menor possivel. As primeiras qeeessi-
    dades da vida couotituera a grande despe-
    za do pobre: experi neata diffi.-uldade em
    obter alimento e em havel-o que dispen-
    de a mxima f^rt de sua diminuta renda.
    O laxare a vaidade formam principal des-
    peza do rico, e 1fraaj.viv.end3 vasta o mag-
    nifica embelleza todos os outros factores de
    esplendor e de grandeza que ello ostenta
    (l)'** Esta 'concepjo .completamente
    opposta do Sr, D-.uphin. Quanto mais so
    refl ctesobra este assumpto, mais se per-
    cebe que nao ha razao justificativa da tr-
    strictamente proporcional a quo mais
    raa progressiva dada ao imposto sobro Ju-
    guis: neste, como em todos, a forma
    convm. Abandonada csta^ cahe-se no do-
    minio da pura e simples phantasia, o esta
    phantasia tanto mais sensivel quauto tem
    a pr ;tenjao de exprimir se em 163 fpr
    muas precisas como as do Sr. Dauphin.
    . A rigor coinprehenderao's que, em uta
    cidade operara como Parz, os pequeos
    alugue3, abaxo de .500, frs. de valor real,
    sejam sentados Ado imposto ; comprehen-
    demol-o, bao porque seja justo em si, rass
    por ser praxe seguid ; e, alm disso, seria
    diffieil arrecadar essas pequeas sommas e
    pie-se dizer que a iramunidade urna cor-
    rigenda parte do imposto municipal de
    entrada, equiparavel a urna taxa de cr.pi-



    guel, porquauto os b.OOO frs. restantes ,,
    ....___..* il .- jt tacao. rea taxa em vigor este anno, a ta-
    caamente nao Iba permettinam vivar d 1 ? ,
    ._j_____ .r ..-. 1 miiia operara que oceupa urna casa de
    accordo com essa despeza para bab.tajao. .0Q Qu QQ f ^ de G do
    Ao contrario, pode frequentemente haver ... -C ',
    FOLHETII
    JOSLAROiNZA
    fttfc-jr..-tXJ
    ECONOMA
    Da sela. ;1 entre a renda e os
    alugueis le casas
    lia pooco tempo examinamos o projecto
    de imposto concebido p^lo Sr. Dauphin
    para gravar a rend', segundo certos qua-
    1ros de reljao en're oa pre8umidos racur
    soa do contribuate e os alugueis de casa.
    Eoi no*sa opinio, no plano ministerial, o
    prirueiro defeto, capital e que torna ina-
    oeitavel a nuv tas..', a idea de f zer
    variar o imposto todos os annos, da modo
    . tir.-r ao oontrib-int: a certeza do que ter
    de pagar e a impossibilital-o de tomar suas
    disposjois eternas o domesticas. E' um
    procedim.et.to b.rbiro ou barbaresco, um
    pro sedimento !ur:o, impor sobre os alugueis
    uraa taxa que da antemao deelara-se dever
    ser muito variavel.
    O segundo grande lafeito do projecto do
    Sr. Dauphin consiste as singulares ta-
    boas quo o ac>mpa ham e qu", do modo
    VOR
    JACQES D FLOT E PEDRO MiEl.
    ti tl P 1 R T K
    (i ni > i o n. 137
    U aobrinho o succedeu, mas, residinlo
    muito pouco em Melbourne, tinha reraovi-
    do para Sy !u y a seda das operajo^s do
    Be i predecessor. A inda ahi n3o era elle
    onora diriga, mas um empregado de con
    tianja, por st ella obrigado, sgundo di-
    ziaip. a rr^i ir em Singpoor, ou Oal-
    cutt.
    D) modo que em Singapoor suppunham
    que Jubb estiva na Australia o na Austra
    lia pensavam que estava em Singapoor.
    Em vez de esclarecor-se o roystro, torna-
    va se cada vez mis obscuro para Maximi-
    liano e coraejava^a pertrbalo.
    Um anno passou ranidamente. ArbancT
    rao quera abandonar a sua nobra carreira
    de medico e senta a nostalgia, as saudade*
    da Franja qui tinha deixado bavia quinze
    mezes.
    Resolveu, pois, vender as suas trras-
    Nao faltavam compradores e as. condi"
    jo'B erara vantajosas para o vendedor.
    A venda deu lhe seis mithoes do fran-
    cos.
    J*nao erara doze, mas quatorze milli-'es
    que a beranja do to representava.
    Portador da sita fortuna, Maximiliano
    voltou para Melbourne.
    Entregou o dinheiro a John Whatson,
    \\n Iba passou u na obrigajao de pagamen-
    t) vista.
    Restava a outra metade da fortuna.
    Arband foi procurar o seu advogado.
    Na desanime respondeu-lhe o ad-
    vogado ; os s us negocios vSo bara. O se-
    nhor vio que una primeira demonstrajao
    bastou para restituir-lha a maior parta dos
    s'utbans. E' vedado que o que est fei-
    to era o mais fcil. D'ora em diante a lu-
    ta vai ser renbida, porque varaos entrar na
    dis.'ussao dos ttulos da Jubb. Somos reos ;
    a 'He, pos, compete a prova. Mas elie
    ^st de posse e tem priordade, pode fazer
    demorar a dis nsilo.
    E p le :s?o durar anda muito tem-
    F ?
    O advogado S)tr.) cora pena.
    Talvez u n anno, meu caro clieute e
    evaotou as maos para o
    1 raigo.
    Maximiliano
    co.
    Um acco Prefiro abandonar a par
    tida. Sabe que nao posso abusar da mi-
    nba li :enja, posto que seja Ilimitada. Ho
    da estranhar esta demora. Nao poderei en
    partir deixando-o en^arreg^do do negocio ?
    Responda cora franqueza.
    Roberto GI y n r.flecti?.
    Isso, sea duvida, muito factivel,
    mas parece-me perigoso. O que lhe resta
    a haver sao pas'agens e gado. S o se-
    nhor pode org-.nisar as contaa. .ilm dis-
    so os pastores e os paes, j assalariados
    por L wis Jt.bb, diffieilmeute so sujeita-
    riam a outro qi^ nao fosse o proprietario
    em ps8oa.
    Entao qae -jocselho rae d ?
    Fi.-ar n3 Australia, e de ir a Syd
    ney procurar fkllar com o Sr. Lewia Jubb.
    Talvez possa transigir com ella.
    Maximiliano par sua vez r-flactio.
    O seu conselhi ptrece-me bom. N2o
    vejo outra consa a f>zer, portanto. vou
    Sydney. Nao podrr o senhor raoommen-
    dar me a algu-r: conbecido a-u ?
    Com mui:j prazer, m^u caro cliente.
    Um creio que o Sr. John Wnatson melhor
    do que eu podar servil-o nisso.
    Arband amitos este plano.
    Nesse mes -o da foi procuraro 3r. What-
    son.
    Este quiz 9 -r-lhe agradavel.
    Como influindo na somraa vota la ha
    bitajao, occorre era teroeira linha a profis
    sao, entre as quaes jlgu-naj exigem quer
    luxo, quer certa decencia no alujaraento :
    um mdico, um advogado, um dentista nao
    p> i -:u oceupar um sexto andar, nem resi-
    dir era um querteirao afastado ou em ras
    demasiado modestas, ou naus abundas ;
    porquanto, embora nao teahara clientela e
    s proouram angirial-a, cumpra qua dis
    pandara com .1 >jamento e mobilia. Nao
    se limita s tres profissoas qua enumera
    mos a vantagam de domicilio suffi dente-
    mente recommendavel : muitas outras es-
    tao nas raes n is condijo os, e silo conheci-
    dos 03 sacrificios,em verdada, muitas ve-
    zes, injustifioaveis,que faziara outr ora
    os pintores e os artistas, nao para haver o
    luxo, mas aira para attrahir a attenjo do
    pubiieo. Examplifiqu:mo3 modestamente:
    a um professor que lee dona era casa, e
    ha muitos, nao pode satisfaz;r um paque-
    no alojamento muito elevado, qua tilvez
    fosse o preferido 83 o aquilino s tivesse a
    consultar seu gosto e a;us rocuraoa.
    A posijo social, as relajo;s, constituara
    a quarta circumstancia que iuflua sobra o
    aluguel; um homim ou um casal de edu
    oajao, bam aparentado, relacionado, ain
    da quando decrasjara seua recursos, trac-
    tar de oceupar urna casa de certa appa-
    rencia, em determinados quarteir) s, que
    lhe permita nao afastar se muito, por seu3
    h*hito3 externos, da sociedade em qua vi-
    veu. Da preferencia cortar na aliraenta-
    jao, nas despezas miudas, do que no alo-
    jiraento, principal factor na cla?sifi:ajo
    aa uraa passoa ou de umi familia. Com o
    domiedio d se s vez'-s o mesmo qua cora
    certos costumes adquiridos: por mais em
    barajadas qua sejam as eondijoes de um
    hornera educado nunca lhe occorrer abun
    donar a sobre asaca, a casaca, a gravata
    e o chapeo, para to nar a blusa e o bonet;
    far todos os sacrificios pussiveis nas de-
    rnais verbas de sua despeza, preferir pn-
    sar fro e fome a aceitar esta capitulajao
    externa e, de algum modo, definitiva. E'
    isto o qu at Certa ponto e s vezes com
    censuravel exaggerajo, so d com o alo-
    janAnto.
    Tamb'ra 03 antecedentes representan
    seu papel nesta questo : quem tiver her-
    dado urna casa ende a familia sempre lia
    bitou hesitar, principalmenta no interior,
    em vendel-a pira ir oceupar urna de me-
    nor importancia, e de preferencia infrin-
    Vou j disse ella, mandar telagraphar
    a um dos cneus amigos de Sjriney para que
    lhe tome um aposento no hotel e v rece
    bel-o logo que o vapor chegar. Da modo
    que o senhor nao ter que iocommodar-se
    e ter o espirito completamente despreoc
    cupado para tratar dos seus negocios.
    Assim tranquillisado, o duutor mandou
    tomar passagem para o da seguinte era
    um dos paquetes que navegara entre Syd
    ny e Melbouraa. Quando sahia do hotel
    para dar o seu passeio habitual em G Um
    Street, un dos criados correa atrs delle.
    - Aqui est urna carta que chegou esta
    manila para o senhor.
    Arband taraou a raissiva e saho.
    Era carainho, entrando o seu carro na fi-
    1, tirou do bilso a carta e abrio-a raachi-
    nalraante.
    Tambara macbinalraente olhou para o
    sobrescripto no enveloppe.
    Quando lh'a entregaram, vendo a letra
    regular e in-diada, julgou ser da Sra.
    Fr-incs ou de Bertha.
    Julgue se, p us, da sua emojSo quando,
    depois de examinar a letra, coaiejou a 1er
    a carta.
    A epstola era muito curta.
    Contnha apenas est^s palavras :
    Parti da Singapoor sem daspedir-se
    da aim. Nao Iha qu ro mal por isso, por-
    que on3ervo urna lerabranja rauito agra-
    davel da nossa entrevisa. P^rdoe-me t -o
    segutdo. T-lvez nlo o fizassa se n3o s
    tratasse da sua felcidade. Estou a seu la-
    do era M-lbourna. C>nceda-rae um mo-
    mento. O senhor mesmo limitar >. tem-
    p. Se consente, e eu rogo-Ihe que cou-
    sin'a no seu proprio interesa v alm de
    Colligwood. Ha de encontrar me depois
    di s^guada railhi, na estrada de Poorak.
    < Amo o de todo o coraj.a >,
    Carmen.
    Entilo, disse 1 11 da si para si, esvi
    mulhcr nito mentia I Dizia a verdade quan
    do assegurava qu> havia da seguir-me,
    e servir-me, mao grade mea I Pois bara,
    ceito. Vou procur.il a. He i de vel a
    Atinal o myaterio ha da fiaar claro e eu
    saberei pirque esso Ltronza me persague
    sera treguas como eu persigo essi L-wi
    Jubb.
    Da repente mare-l'xao passou lha
    cedeotes, finalraenta os gostos pessoa- s.
    O estado n2o pode suppriinir estas cir-
    cunstancias, e cumpra que as leve em li-
    nha de conta. Com> o far? Nao jul-
    gando todos os casos indi vi luaes, porquan-
    to se embarajara arbitrariamente : o uni-
    pessoas quo pag-im 10,500 frs., sem qua
    sobre a quota parto da renda votada para timbara neces3ariaraente 84 000 de renda,
    a habitajao : a familia, a 8ade, a profis-1 como a phantasia das taboas ; bem corao
    sao, mais geralmente a posijao, os ante-, pode tamb>m deparar sa quem pague.. .
    IG.OOJ frs. de aluguel sem que possua
    60,000 de renda. Etfectivaraante, quan-
    to inas elevada a renda, mais fcil con-
    sagrar uraa parte dalla habitajao ; por-
    quanto, as despezas de comedorias, de
    viageas, de educajao, de custeio ger.il nao
    co meio de tomar em eonsiderajao cssas aoffrem alta correspondente,
    diversas circurastancias, manter um im- Tanto mais inexactas sao as taboas do
    posto reduzilo sobre os alugueis. 1 Sr. Dauphin, quanto se nao considera que
    Outra razao deva cooperar para este aa familias ricas ou abastadas tem muitas
    m : quando do-ae essas mudanjas de vezes duas vivendas, urna na cidade, ou-
    fortuna ou posijao, infelizmente tSo fre- tra no campo ou em um lugar de recreio,
    quentas em nnssas sociedades agitadas, de modo quo sao bjecto de duas esti-
    nem sempre possivel roduzr nstanta 1 mativas de randa. Quem tem urna habita
    neamente a despeza do aluguel. Sa uraa'cao de 10,500 frs. de alugu 1 em Paris, e
    familia perde o chefe que tinha bom orde- outra para vero de 3.000 frs. da valor
    nado e pingues em Jumentos, sa, por m locativo no campo, ser por hypothese,
    olloiajao ou circum8tanca8 accidentaos,: possuidor de urna renda 1 ito vezes igual
    vio escapar lhe urna parta da sua fortuua, primeira (84,000 frs.), ao tolo, 111,000
    precisa, s vezes, de muitos annos para trs. ; juera pagar o aluguel de 10,000 frs.
    mudar do domicilio, o, com effaito muitas en Pars e de 5,000 no campo ser tribu-
    vez:s acontece que ou tem urna casa que tado por uraa renda el 1 100,000 frs. mais
    qua vantajosaraonte nao podo vencer, ou 50,000 frs isto po; 210,000 frs. Oade
    est comprometida por um arrendamento, ter ido o Sr. D.uphin procurar todos
    ou, para poupar seu crdito e nao aocele- estes segredoa ? Seus quadros de correspon-
    rar sua ruina, nao pode de um dia para doncia entro os alugmis e a renda silo
    outro modificar absolutamente sua vida j charadas, sao enigmas que os joma :s ca
    externa. Irioatosdao a adiviuhar jaos frequentadores
    Do qua procedo, evidenciase que a taxa acrrimos dos botequins.
    sobro aluguas ser necessaramente um ; Nada conhecemos de ma3 singular do
    imposto iuquo: toniai 10 pessoas pagando j que a preteojao de estabelecer 163 difie-
    o mes 00 aluguel (5,000 frs., on 2,000, rentes classea de co relajao entre renla e
    ou 1,000, ou 500 frs.) e podis ter a cer- alugueis. Por que detave-sa o Sr. Dauphin
    ' za de qu, entre essas 10 pessoas, ha j neste numero, nao em 87,
    t-za de qu, entre easas 10 pessoas, ha 1 neste numero, nao em 8/, ou nao foi at
    duas ou tres qua sSo muito mais ricas,' 972? foia que estava em vea de compor
    duas ou tres vezes mais ricas, que algu-' logogriphos, o Sr. Dauphin devena ampia-
    mas da3 outras, E' rapossivel que tal se mente raais votar ae carreira.
    nao isto nao importa condenando do para ler a verjade, intil subtilisar
    imposto sobra alugue.s, porquanti todas as muto cjmpre &dDr> 0 que e!Dpi.
    aluguel, isto 33 frs., 50 ou 44 frs. 60:
    exonerada daste pagauento. o que pode
    ser considerado como restituijao indirecta
    de urna prrte dos direitos muni:ipaes de
    entrada. Adraittiraos tambem, a titulo me-
    ramente erapirico, que seja adoptada uraa
    certa reduejao do imposto para os alugueis
    entre 500 o 1.000 frs. era Pariz, que pa-
    guera apenas de 6 a 8 l# em vez da.....
    11,16 [, ; sao, porra, con'cssoas feitas
    mais s neesssidades praticas do que a urna
    pretensa regra de concordancia entre os
    alugueis e a renda. E' iropossivel estabele-
    cer til concordancia, porque nilo temos ne-
    nhuma nojo precisa, nenhura dado expe-
    rimental para fazel-o, e a diversidade dos
    I casos especiaea furta-ae a toda generalisa-
    jao.
    Cumpre nao esquecer que o imposto so-
    bre valores locativos era Franja, principal-
    mente era Pariz, elevado. Esta taxa,
    como viraos, de li,16 "[ para as casas
    de aluguel superior a 1.000 frs. ; mas do-
    vemos accrescentar l'ie o imposto de portas
    e janellas e o do propriedade quando a
    casa habitada pelo aenhorio.
    S taudo em conta Pariz e segundo do-
    cumentos officiaes (2), a contribuijao pes-
    soal produz 23,526.466 frs., o imposto de
    propriedade 31.054,362 frs. e a taxa de
    portase janellas 11.701.469 frs. ; estas
    duas ultimas contribujoc3 attingem, pois,
    quasi o duplo da primeira. E' verdade que
    tem base mais ampia, porquanto alcanjara
    nao s as babtaj5es, mas tambera oses'.;:-
    beleciraentos in iustriaes. A contribuijao
    pess'oal, sendo de 11,16 [0 dos valores lo
    cativos, todos os encargis pesando sobre
    um proprietario que habita sua casi sao do
    quasi 20 -j. do aluguel.
    taxas, sera ex:---pj 10, sao iniquas e conti-
    nuarlo a sli) at consumajSo dos se-
    cutas, o qua justifica os impostos mltiplos
    que sa contrabalanjam uns aos outros ;
    mas tanto basta para provar que nao se
    p >de, con o simples indicio do aluguel, ea
    perar conseguir urna estimativa b>atante
    exacta da randa pra hypotbetiearaente
    grvala com elevado iinpulsi.
    As taboas de concordancia
    pelo Sr. Dauphin s5 > esiencialmante con
    traproducente3 ; o inverosim 1 ahi raani
    festa.se a cada instante
    p irte da ic'a que quauto
    ricaments rauito mais verdadeiro, que a
    quota da renda destinada aos alugueis de-
    pende muito mais da circurastancias diver-
    sas, acidentaes, pessoaes, alheias a tolo
    ' calculo, do que da importancia da venda.
    ' E' tao verdade isto que muitos observado-
    ' res tm sustentado que, pelo menos era
    I muitos casos, a elevado grao de fortuna a
    despeza do aluguel toma-se proporcional
    mente mui grande : opiniao que tambem
    emittimos em noaso Essaisur la rpartitivn
    des richesses, o que, ha pouco, deparamos
    o Sr. D.iuphia i em um autor, Adam Sraitb, indubitavel-
    raais elevada [ raente observador e completamente estra
    orginisadas
    a renda, manor a quota-parta consagra- nho s polmicas e prooceupajoas actuaes
    pela mente, tao luminosa, tilo clara, que
    elle mesmo, assustado, at certo ponto, de
    nao a ter tido antas, ficou por um momento
    como tomado de hallucinajo :
    Jos Laronza I L.wis Jubb! E se
    esses dous noraes fossera de um s ho
    mera !
    Urna excitajSo prodigiosa animou as for-
    jas do mojo.
    Nao ha qua hesitar, disse elle de si
    para si. Preciao t<-r certeza disto.
    Disse so coebeiro :
    - Pra Collingwood.
    Chegavam nesse momento ao fim dopas
    seio.
    O cocheiro sahio da fila de carros e fus-
    tigando o cavallo seguio para os arribal
    des.
    Maximiliano tornou entXo a ver a serie
    de quairos successivos qua nompSora o pa-
    norama admira vel da Melbourne. A cid
    d) de8ta.;ou-sa sobra o co azul, coroando de
    casas sumptuo8as e da lindas quintas os cu
    mes e os flao ras da sua collioa suave.
    O curso do Yarra Yarra desenhava os
    seus meandros.
    O sol nesse momento illu inava com
    aeus r los obliquos os carnes dos morros
    que seguera o monte Murray, lanjaodo uraa
    corao chuva de oaro sobra os seus cimos.
    Era uraa raaravilha, e nuaca a natureza
    pareceu mais bella, mais radiante ao joven
    authusiasta.
    Dizia da si pira si que nesaa moaraa ho-
    ra em i^ue ia ao encontr de urna raulh'-r a
    quem nao ara va, eese sol que ia deaappa-
    t'ecer no horizonte preparava-ae para tanyxr
    os aeus priraeiros raios sobre a fronta ador-
    mecida da raulher a quem amava, do Ra
    na'a iadiff-Teote. O ar estava ebeio d*
    perfura-8 capitosos. Pareca qua a briz*
    continba vaz-s e sopros qua raurrauravan
    era torno da sua fronte : e a sua alma
    eheia de um silencio potico harmooisava
    se eom os esplendoras dessa trra exube
    ante.
    O carro tinha pausado a primeira nulha.
    Corao era Sragapior, Maximiliano vio vir
    outro vehculo pala estrada. Os transentes
    eram raros. Mandau que o carro fosse n
    p .sso, e um momento depois estava em pre
    senja de Carmen.
    A moja despedio o seu cocheiro e, aju-
    dada pelo joven doutor, sentou-se a seu
    lado.
    Quer que convelamos aqu mesmo ?
    perguotou elle em tora extremamente des-
    embaraado.
    Nao vejo inconveniente nisso, respon-
    deu ella. A tarde est magnifica. Pode-
    mos prolongar o passeio.
    Maximilano fez signal ao cocheiro e as
    rodas correram sen?, ruido por um maca-
    dam polido como um espelbo.
    Entilo comejou o dialogo :
    Nao tinha que dirigir-lhe rcrimina-
    jSes, disse C rien, cora um sorriso encan-
    tador. Entretanto, tinha direito de o fa
    z-r, porque deixou-me sera mesmo mandar-
    me o seu cartao.
    Eu tinha presa, replicou Arband do
    meamo modo.
    Naturalmente E nao teve tempo de
    mandar um bilhete de despedida a uraa po-
    bre raulher, que o ama dera isiad^raente,
    disse ella queiraanio-o com o seu olbar ar-
    derte ; nao assim, Maximiliano ?
    Sim, demasiadamente para a sua fe-
    lcidade, para o seu socego, rainha b Ha
    perseguidora. Ha de rae fazer a justija
    da eo.if -ss.r que nunca lhe ocaulte os m'-us
    verdad-dros seutiraentos.
    Os grandes olhos da hespanhola enche-
    ram se de 1-^gtiraas.
    On I sim, devo fazer-lhe essa justija.
    Disse rae tudo, foi franco, de urna fran-
    queza brutal. Nenhuma esperanja, nenhu
    raa cooaolajo. S a resposta glacial da
    ba indiffen-nja. Entretanto, qui Iha pa-
    dia eu ? Que nao re tirassae toda a espe-
    ranj., qu^ rae coneedesse, o que o homam
    mais desd mhoso concede a raulh-r raeuos
    amala, qua se deixassa amr de olfios fe-
    chados Isso ncesrao, Maximiliano, recu-
    sou-me. C'.rademnou rae ao desespero, a
    de8^rnp''nh*r o papel de uraa creatura
    aborr cida, quando todos os meus des-jos,
    iodos os meus voios, sao pela sua felcida-
    de liso deuais Tera o direiio de ra
    servar o s-u amor, mas nao tara o direito
    de despedajar para sempre o meu cora
    jao. Eu j Ih'u disse: Faja-rae a smola
    da ain pouco de amor e depois ordene-me
    que raurra. H* de abanjo.l-o expirando.
    Carmen cborava murmurando essas pa-
    lavras.
    Por todas estas razo-3, parece-nos qua o
    imposto do Sr. Dauphin nao aceitavel.
    Persistimos na idea, por nos muitas vezes
    emittda, de qua absolutamente nenbum
    imposto deve ser aceito. Pagamos ao Es
    tado 3.000 000.000 por anno, o que lar-
    gamente suffi;iente : sejam nossos minis-
    tros um pouco econmicos, tajara arreca-
    dar iraparcialraente os impostos existentes
    e nao terlo erabarajos.
    Pall Leroy-Beaulieu.
    (1) Adam S nitb, liv V. capitulo II, g 3.'
    (2) Annuaire statistique de la ville de
    Paris, 1884, pag. 336.
    E, atravs das suas lagrimas, estava
    mais bella, mais desejavel do que nunca
    Tinha tomado nas suas as raaos do jovea
    medico f apertava as contra o saio palpi-
    tante. E Maximiliano senta 9 calor desse
    seio penetrar-lhe r. pouco e pouco ; niio
    podia esquivarse a esse aperto. Os olhos
    escuros da hespanhola brilhavara, os seus
    labios ardentes pediam lhe amor em pala
    vras abrazadas.
    Ella tentou ainda um esforjo, meio ven-
    cido pela aeduejao :
    Ama-rae i murraurou elle; d ra
    disso uraa prova.
    Carmen, estraraee.eu de prazer.
    Urna prova? Qual ? Ordene.
    Carmen, disse elle com ternura, j
    urna vez, ha um anno, em Singapoor
    achamo nos um ao lado do outro. Sorpren
    deu a miuha fraquoz*, porque fui fraco,
    corao sou h"je, era presenja da sua belleza
    radiante.
    A minha belleza pertence-te, Maxi-
    miliano. Toma a toda, toda.
    Elle trema, abalado por essa tentajao
    terrvel.
    Oaja. Por um momento fiquei des-
    lumhra lo. Os seus labios tocaram os meus;
    e eu nao rae esquivei. Triuraphou da rai-
    nha fraqueza. Pobre menina I Al n des-
    sa sorpreza dos sentidos, eu nao po lia, ain
    da hoje nao posso dar lhe mais nada. Pois
    bem I juro, pelo rt-8peito que lhe devi-
    do, que, era v.-z dessa pxo de urna ho-
    ra, estou prompto a dediear-lhe a mais pu-
    ra, a raais imrapleta affeijao, S" quizar dis-
    aip Oorapxixao, Maximiliano, n'ratidao,
    dedicajao. Nada disso quero.
    Eutao, que quer ?
    Ara>r, ainda que s por uraa har !
    o amor que umi raulher como eu pode e
    deve inspir r a uu hornera corao tu.
    Era a phra-te invariavi-1, que Arband
    conhecia tan bem.
    Mentio, na. t ndo cutro recurso :
    Amor? Pois bem..-. talvaz.
    Ella levant.m so e, approximando o ros-
    to do dril :
    Jura ? diga.
    (Contwwr se-h 1)
    Ttd. do Diario ra Duque de Caxias n. 4i.
    V





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