Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17949


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Full Text

AAM LIIJ OlfilO 136

^
PARA A CAPITAL E LAAR;W 03E SAO SK P.*,A POR.TB
Por tres mc-zes adiantacios............... 6(5000
Por seis ditos dem.......... ...... i*(J000
Por am anno idem................. 23)J000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ 0100
QOii-ffltt 15 BS JIO DE 1881
PARA DEXTRO PORA DA PROTIMC1A
Por aeia mezea adiantados............
Por nove ditos idem...............
Por am anno idem.............
Cada numero avulso, de dias anteriores........
1305OC
200000
270100
#100
NAMBUGO
Propricirafc* i>* Jflaiwel Jtgnrirfa >t -tarta i Si)os
Os Srs. Amedo S'rlnse t C
4e Pars, sS i os n?ssos agentes
exclusivos de annanc'os e pu-
bllcacdea na Franca e Ingla-
terra
TELEGRMMAS
;:s?:: partcula., so biasic
RIO DE JANEIRO, 15 ie Junho, s 4
horas e 15 minutos da tarde. (Recebido
s 5 horas e 50 minutos, pelo cabo subma-
rino) .
Coma que o Minlnierio do Impe-
rio apresenlar amanh Cmara
dos Dcpntado ama propona para
que e conceda Uceara a fln le s.
o Imperador Manir do Imperio.
Consta mal que H. M o Imperador
partir para a Europa no paquete
que d'aqui lem de Manir no da 30 do
rorrenle nei.
4 Cmara don De mudos occapou-
mc hoje com a *. diuca** Ao do pro-
jecto de flxaro da* forca* de mar.
jp*i;s n iimu, sms
(Especial ps o Diario)
BELGRADO, 14 de tJunho.
i iu uiiiiisiirio st-riiii acaba de aer
formado sol a presidencia de Mr.
Bistirn.
K%ie novo niinislrrio inlciramcn
le faiiirairl Knssia
SOPHIA. 14 de Junho.
A 5ob,umi (tMiembla Xaclonal Bl-
gara) reunir lia no dia 3 de Jniiio
prximo futuro em Tirnova.
'\gmia Ha^as, li'ial om Pernatabuco,
15 Je Junho de 1SS7.
HSTRCCiO POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
iA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
fciKBtCtO Sl0.\T4XEt
ICo nt in* aciio )
O azote, o oxygenio, o hydrogeuio, o carbonio e
aeua campostoa, a silica que por muito tempo se
uonservou no vetado gelatinoso colluide, e os ses
de calcio pcuco soluveis e eapalhadoa por toda a
parte con9tituir.ni todo o material das substancias
vivas. Ao passoqu estas substancias, aeguindo
a le geral da evolucae, se grupavum para consti-
tuir os bioplasmas,cates, a seu turno, excitados
pelas actes externas, seguiam a sua marcha evo-
lutiva ; e posfoa em presenta uns djs outros, eram
levad a, p lus condicoea de existencia quasi anlo-
gas, a travarem a lucta pela vida donde resultou
u^ra um o prog.-easo orgnico, e para outros a
morte No prugesso das formas deviam actuir
entai as proprieiades nativas especiaes de cada
um dos bi >jla-uias geradores.
Fara O estad i >! pontanea, d gr i !e un jo-1 aucu a observacao
dos seres rulim-u-ares coubeci lo m biologa pelo
oome de maneras. S io si res quasi totalmente des-
frovidoa de organiaacao, homogneos e amorphas.
!m delles contiu i taiv. z sindi h>je a produzir-
se por gera;o eapin'anca no fundo dos mares.
E' oBathibiusHteckili, descoberto por Huxley no
fundo do mir um uma grandsima profuadidade.
as especies prximas comee i a evolu^o vital,
condensando as molculas Da parte central, for-
mando um ncleo. 0 protoplasina simples, con-
verteu-se j em cellula : e d'esta seguir emaper-
leic/oainentos successivos na boga evjluco org-
nica.
Quanlo & segunda parte da theoria, a chimica
tem sido at boj; importante para sanecionar ex-
perimentalmente estas theorias de philosopbia na-
tural. E, cjmtudo, a priori o problema nada tem
de absurdo. E' certo que nao ae obteve anda re-
sultado positivo, mas tainocm as experimentscoes
realisadas nao demonstraran) aiuda a impussibili
dade da sua execucao futura. As experiencias de
Pastear, Schutsemberger, etc., a que cima nos
relerimos, nao dizeu respeito predueco do pru-
toplasma livre e impessoal, mas aiin creaeao es-
pontanea de aerea organisadoa, herdeiro8 das pro-
priedadea iniciaes do biop'atuoa, e de todas as mo-
dificacoea que as jrgas do meio ambiente Ihe im
primiam.
No emtanto, importantes p saos se teem dado,
para a acqu'sicao futura de um tao bello reaultado.
Os chimicoa maia Ilustres teem dedicado a sua
attenc i syutheae das substancias orgnicas ;
e, de conquista, em conquista ob'iveram j alguus
resultados vantnjosos. Em lfj-O, Wolher produzio
no seu laboratorio a urea extra luda dos compostos
de cyanogenio e de ammoniaco.
DeDoie, sob o impulso dos eatudos de muitos
chimicoa, ntreos quaes leve citar-ac em pnmeiro
lugar B rtbelot, obtiveram ae pela syutheae um
grande numero de substancias orgnicas que, se-
gundo a velbx chnnica, s podiam produair-se s >b
infljxo d forca vital. Imperava dan eso apho
rismo de Gerhardt : > que c cbimico fax o opposio
da naturexa ; queima, deatroe, opera por auaiyae,
emquanto s a natureza opera por ynihese*.
H'.je, os maguirif '8 resultados obtidos pela syn-
these, levam j a crer que nao vir long^ o tempo
em qu o cbimico consiga realizar qo aeu labora-
torio a formacAo da substaucia protoplaamatica
viva. As analyses inmediatas das substancias
albuminoides, ltimamente feitaa p->i 8vbuizem
berger, deixam crer que a sua prodcelo artificial
nada tem de irrealiaavel.
Se um dia a chimica o conseguir, ficara demona-
trada pelo modo mais palpavel e evidente a eri-
gen pbysieo chimica dos phenomenoa vitaea ; e a
formula, j b- je demonstrada em Bologia,de
que as propriedades pbyricas e chimicas, infinita
mente variadas e complexas dos compostos albu-
minoides, aio as causas eeaenciaes dos phenome
nos orgnicos on vitaea,receber a sua maia bri-
Ibante confirmafio.
Continua)
JARTE OFFIClai
4.o vrrno da Provincia (*)
E.* seec.lo.Palacio da PresiJ n-na de Pernam-
buco, em Io de Abril de 1887.0 presidente da
provincia, tendo em vista a pr jposta do adminis-
trador dos correos em otfieio de 31 de Marco
rindo, sob n. 205, resol ve nos termos da lei n. 2791
de 20 deOutubro de 1879, nomear Bemvenuto Il-
defonso de Moraes para exercer o lugar de agente
do corrcio da povoacVi de Palmeira de 6ara-
nbuos, em substituieSo de Jote Ernygdi de Oli-
veira.Pedro Vicente de Atevedo.Communicou se
ao administrador dos correos.
DESPACllOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 14
DE JL'SHO DE 1887
Annunciada do Mello Montenegro. A
supplicante est no gozo de liuenga ha
mais de dous annos. Nao possivel, por-
tento, o que requer.
Antonio Mximo de Barros Lite. In
forme o Sr. inspector geral da IostrucfSo
Publica.
Genesio Libanio de Albuquerque Mon-
teiro.Confirmo o despacho do iaspector
geral da IastruccSo Publija.
Isabel Francisca Monteiro de Quintal
Barros.R'queira por intermedio das au-
toridades competentes.
Joanna Cameiro da Cunha.Prove o
que allega.
Jos de Vas sonedlos.Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
Manoel Benigno da Silva.D se cer-
tidSo.
Secretaria da presidencia de Pernambu-
co, 15 de Junho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartico da Polica
2" seeco.N 539Secretaria de Po-
lica de Pernambuuo, 15 de Junho de 1887.
Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que ioram horneo recolhidos Casi de
Detenyao os seguintes individuos :
A' mioha orden, Jo.- Ipacio, Julia e
Ignacio escravos do Dr. JjSo de S Ca-
valcante, por disturbios.
A' ordem do Dr. delegado do Io dis
tricto da capital, Manoel Emiliano de
Arauj >, Manoel Gregorio do Espirtio San-
to, Cypriano, escravo de Mino"1 Jos da
C)Sta GsirnarSes, Firmin Pereiaa, Sim
plicio Jos Pereira Villas Bas e Gal lino
Marciano de Carvalho, por embriaguez e
disturbios.
;^A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Antonio Severino de Oliveira,
Aatouio Jos dos Stntos, Mino.il Antonio
Soares, Jos Leandro e JoSo Nuies, por
uso de armas defezis e disturbios.
A' ordem do do Io districto de S. Jos,
Manoel Francisco Nevea e Chudino Fran-
cisco dos Santos, por embriaguez e distur-
bios,
A' ordem do do 2o districto de S. Jos,
Jos Francisco dos Santos, pr disturbios ;
e Jjil) Riirigu-js daCestt, tono alienado,
miuh-i disposijlo, at que teoha o con
veniente destino.
A' ordem do do Io districto da Boa-Vis-
ta, Maria Luiz da ConceicSo, por offensas
moral publ a.
A' urdem do de Apipucos, Manoel Tho-
maz da Slra, por crime de den >ram>mto ;
e Severino Franoisio do Espirito Santo,
viudo do termo de lj d'Alho, como crimi-
noso de morte.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia.O chefe
de policia, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 14 DE JUNHO DE 1887
Dr. Adolpbo Simdea Barbosa, Kodriguea & U.
Dr. Amyntbaa de Carvalhi Moura e Odilon Octa-
\iano C rrea.Certifique-se.
Hermano Lundgien a C. e oflLo do Dr. procu-
ridor dos feitoa.Informe o Sr. Dr. administra-
dor da Recebedoria Provincial.
Tnomaz Coelbo de Almeida Sobrinho.Satiafa
ca a exigencia.
Monte Po dos Honorarios do Exercto.A o Sr.
thesjureiru para aeu eonbscimeato.
A i'relio d .s Santos Coimbra, Jos Jjaquim Al-
ves & C, Joo Chrispiniano da Silva e Joa Cor-
de iro dos Santos.Informe o Sr. contador.
Faria Sibnubo 4 C. e Mara Bita do Lvra-
ment Cavaloante.Hija vista o Sr. Jr. procu-
rador fiscal.
15
Dr. Augusto Cesar Pereira Caldas. Cumpra-se,
registre-te e facam-se oa aasentameatos.
Mancel Jos d Bastos Mello e Vicente Ferreira
de Albuquerque Na emento Informe o Sr. Dr.
admiuiatrador da Recebedoria Proviucial.
Guilberme Duque Bezerra e Luis Jos de Mello
Texeira. -Informe Sr. collector de Taquare-
tinga.
Antonio da Silva Jnior. -Certifique-ae.
Dr. Paulo Jos de Oliveira e Flix Pereira de
Souza.Ao Sr. Dr, administrador da Recebe loria
Provincial para altender.
Coutas do commaado di corpo de policia, Flo-
rentino Cavalcaote de Alhoquerque e Fr Jos de
-anta Julia Botelbo.Hija vista o Sr. Dr. pro
curador fiscal.
Jos D .mingues Codeceira, Firmino Franciaco
da Silva Braga, Antonio S i-.no do Reg Barros
e Joaquim Pires da Silva. -Iuforine o Sr. couta
dor.
Recebedola Previne tal
DESPACHOS DO DIA 14 DE JUHO DE 1887
Antonio da Silva Juuior. Certifiqe-
se o que constar.
Manoel F-mandes Vellos, Antonio do
Reg Medeiros, bichan! Gincalo de Al-
loeida Souto e Jo Clemcntiuo Hinrique
da Silva. Informe a 1." se gil".
Manoel Jos Pereira e Joo Antonio d -
Almeja. Cuinpra-ae.
Dias Silva d C Certifique-se.
15
Vicesd Ferreira de Albuquerque us
cimento^- Intorme a 1.a ae.co.
Antonio Moreira da Silva. A' 1.* sec
c2o para attender,
() Tendo havido engao publica se de novo.
Miguel Mazullo. A' 1." secjo para
os devides fins.
Do pro'undor dos feitos. Informe a
1.a secjao.
IXSTRCgAO PUBLICA
Mcthodologia
LTCO DE cOSAS
8.a O.CESTAO
Inconvenientes a evitar no exercicio das li
cZes de colisas Exemplo de uma relati-
va instruccao cvica.
A ndicajlo dos inconvenientes a evi-
tar no exercicio das lirojs do cousas re-
dua-se dos defeitos que em sua execu-
5^o 83amapparecer.
I. Um, e dos que mais a desnatura,
assignalado por H. Spencer, quando obser-
va : Dizer as cousas ao menino ou mos
trar lh'as nSo cnsinar-lhe a observar,
fazel o recipiente das observares dos ou
tros ; enfraquecer, antes que fortificar-
lhe a disposigSo natural de se instruir es-
pontneamente. V-se que sto mentir
a um dos grandes fins da ligac de cousas.
E' preciso sgir por forma que se interesse
na licito o alumno, se lhe guie o instineto
intellectual, se lhe provoque o prazer de
descobrir por si o que o mestre lhe quer
ensinar, fazendo-o agente da propria ins-
truyelo.
II Outro deleito vai as grandes di
gresso s. As circumstancias muitas vezes
levam o m stre a apartarse um piuco de
si a digresso fr muito grande, sacrificar
o ponto capital da I5I0, occupanlo a at-
tcnclo do au (torio com objecto de impor-
tancia relativamente inferior e roubando o
tempo ao exercicio principal ; e este incon-
veniente logo, para o mestre que nelle
cae, punindo pela desattenclo dos alum-
nos, desde que perdem de vista o assump-
to que tenha comecado a preoccupal-os e
que ell?s veem pastos margen por outro
que menos na occasilo lhes interessa.
III. Tambem ha inconveniente em fazer
durar muito tempo cada exercicio. A at-
tenco dos alumnos ser nease caso enfla-
quecida e cessar por fira, antes de con
cluido o exercicio, visto o enfado que traz
a intelligencia que por assim dizer ainda
se esto formando, uma tarefa que tende
a preoccupal-os por mais temp do que o
supporta a natural mobilidade de espirito
nos meninos.
IV. No modo de formular as perguntas
pde-se dar o inconveniente de serera sus
ceptiveis de resposta por uma simples ne-
gativa. E' preciso por em jogo as tacul-
dades do alumno, dar-lhe o trabalho de
descobrir o que tem de responder e de
formular, em phrase a propriada, sua res-
posta ; achar a nolo e expressal-a.
V. Ainda ha o inconveniente a que tn-
dem os mestres ainda inexperientes nesto
exercicio, que o mechanisal o. Por fal-
ta de pratica e de disposiylo de espirito
para impr. gnarem-se de methodo e adap
tarem-se ua grande fl xibilidade, agar-
ram-se aos manuaes e guias e tornam-se
automatos, o que uma aberraclo da ta-
refa do mestre o um fligello para os alum-
nos.
Mas estes inconvenientes nlo slo pro-
prios das lices de c.ousas, nlo decorrem
necessariamente do methodo e process03
dellas, podem-se dar mesmo em outros
exercicios e contra elles est a comprehen-
slo exacta que o mestre Ueve ter de sua
misslo e que o levar a esforgar-se para
8<-guir os preceitos que regem o manejo
(leste e de outros m-'thodos.
Exemplo de uma licao de cousas sobre as
sumpto relativo instruccao c.vica
No Quinto livro do leitura, Elementos
de edcelo cvica e moral s. Ro de Ja
neiro, 1835, acham se nocSes sobre a or-
gaoisaclo poltica e administrativa do paiz,
expostas em urna isp-cie de palestra figu
rada entre o mestre e o ulumno, e pres
ltase bellamente ao exercicio das liedes
de causas. Para o exemplo que pde o
programma basta o que vem a pag. 122
daquelle ii.teressante livrinho Trata-se
ahi da Administraclo provincial e muni-
cipal si o mestre mandar 1er o trecho,
explical o, dialogal-o, ensinando a decifra
ylo dos termos nlo familiares aos alumnos,
dirigindo a estes perguntas de seu alcance,
corrigndo e rectifi-ando as respostas, ver
algumas dellas, recapitulando o exercieio,
ter feito uma boa boa ligSo de cousas.
No 3 livro do Bario de Macahubas,
ns 1 L-ituras selectas no Catecismo
brnsileiro por A. C dos Santos Silva, no
Catecismo Constitucin; 1, por Demophi-
lo e em muitos outros Iivros que amtau
Das mos dos m- nios, ha trechos adequa-
dos s lijosa sobre este obj-cto, e aendn
commentanos pelos processos intuitivos,
prestam-se de modo vantajoso ao ensino,
exci-llout-s licZes de cousas
I leas sobre urganisaclo poltica e admi
nisirativa, judicaria, pulicial, eysteraa el
toral, forya armada, garantas oonstituci'
n-ea, habeas-corpus, inviolabilidad do do
micilio, etc., lulo cabe ptimamente*em
li^Ses de cousas o iremos olo h
ni'-s.o outro meio proficuo de dar esse
utilissiiuo ensioo.
PERHAHBUGO
Asse.iOhli Provincial
38 -EbfA' EM 5 DE MaIO DE 1887
pasan sacia do bxm. sr. ds. jo s majiobl db barbos
WABDBBLBT
{Concluttl')
O Sr. Preaident*Tem a palavra o Sr. Ferreira
Jacobina.
O Sr. Ferreira JacobinaV. Exc faz o favor
de informar-me quantos minutos fsltam para ter-
minar a hora do expediente ?
O Sr. ('residenteDez minutos.
O Sr. Ferreira JacobinaSr. presi-
deute, sorprehendeo-me o modo porque se collocou
uma questSo simples, filba do exercicio do um di-
reito como a fisca'iB icito dos actos da adminis-
traco.
O nobre depotado que acaba de sentar-se, loDge
de procurar justificar a sua emenda, pelo contra-
rio veio apenas atirar face de um collega invec-
tivas offensivas da sua propria dignidade.
O Sr. Sophronio Portellalito uma invenco
de V. Exc.
O Sr. Ferreira Jacobina Iuvencilo ?! Abi
estio as palavras de S. Exc. quando disse : ouao-
bre deputado o Sr. Lustosa perdeu es crditos na
parte da 2a seccao de que foi enearreead >.
Mas de que crditos trata V. Exc. ?
O Sr. Sophronio PortellaDe engenheiro.
O Sr. Ferreira JacobinaOs crditos scieu-
tfieos....
O Sr. Sophronio PortellaApoiado.
O Sr. Ferreira Jabobina.... me parece q*ue
esto de p, e que ae alguma cousa huve foi para
augmental-os, basta o exercicio de 12 annos no
servico de estradas de ferro.
Pjrtanto, por eaan lado o nobre deputado nao
pedia dizer isto. E note que ataca um seu collega
no recinto desta casa quando a questo era sobre
um cutr'. funecionario.
O Sr. Sophronio Portella-*V. Exc. naturalmente
estava ausente, e entao nao reparou no modo por
que ae pronunciou o no >re deputado quando oceu-
pou a attene. da casa.
O Sr. Ferreira JacobinaNa eatava ausente,
e reparei. O que ejtrauho que quando um depu-
tado aprecia actos de t-.-ceirj ,es defensores ve
nham fazer invectivas no recinto dcata casa de
feudenda os funccionarioB e aecuaindo oa col-
legas !
O Sr. Costa RibeiroIsto nao mododefender
aecusando !
O Sr. ASonao LuatoaaFelizmente eatou muito
cima disto.
O Sr. Jos Mana e outros Sra. Deputados
Apoiado.
O Sr. Ferreira JacbioaIsto que para mm
extranhave).
O Sr Sophronio PortellaEu aecusei um fune-
cionario publico meu collega.
O ^r. Ferreira JacobinaPerdoe-me, us dentro
deate recinto nao temos funcemarios pblicos
temos diputados (.priado): se alm do recinto ha
alguus isao muito difi'erente.
Se, pois, nao deixam de estar em p os crditos
acientificos do noaso Ilustre collega, porque vem o
nobre deqatado deacer apreciaclo de factoa de
que nao se cogita no requerimento parasenJofazer
invectivasoffensivas.ao carcter donosso illuatrado
collega ?
Nao comprebendo! V, pois, tendo paciencia
se por ventura procurando affistar-me d>e d8-
cussoes pesgoaea alguma palavra poasa sahir dos
meus labios que fira a idolatra que o nobre de
putado tem por aquelles que eao censurados.
Sr. presidente, nao petendia tomar parte na
d3cuss-io; di-ste requerimeati, porque j aqu
se tratou uma vez do precodimeuto do governo
geral acerca das discusaoea dadas ao ptssoal
tbeenico da estrada de ferro.
S. Exc. nao tiulii o direito de commetter uma
injustica, atacando os crditos de um profissiooal,
principalmente quando se trata da spreciacao de
fi.ctos que esto no dominio publico e que nao
foram de modo algum contestadas.
O Sr. Sophronio Portella-Isto diz V. Exc.
O Sr. Ferreira JacobinaPergunto eu ao nobre
deputado :' nao exacto que desabou o armazem
pertencente ao almoxarifado da estrada de ferro
de Caruar T
E' exacto; esse que o facte. O nobre depu
tado raeamo nao teve coragem para conteatal-o.
Disse maia o autor do requerimento que a ta-
rifa de Caruai tioha sido m'dificada, emquanto
que a da ouira estrada permanecia no mesm.
Nega V. Exc. este facto 1
O Sr. Sophronio P..rtellaMas apreciemos as
causas que determinaran!.
O Sr. Ferreira JacobinaPor ora doremos
apreciar o tacto causis, porque para iaao foi que mandamos o re-
querimento de intormacoea.
Um Sr. DeputadoEst fallando com muito ar-
dor.
O Sr. Ferreira Jac bna Creo que teuh o
direito de tallar assiui, principalmeute quando
v-jo um amigo injuriad principalmente quando
vejo q iere. arrastar-ae a diseusao para o terren)
pessoal. Depoia pens que o nobre deputado que
me honra com o aeu aparte nao me pie dar licoes
ueste momento.
O Sr. Gomes PrenteX m V Exc. a mim.
O Sr. Ferreira JacobinaEu uj offeudi a
quem quur que aeja, nem na forma, oem no pen-
sament'. Conseguiutemente, peeso aceitar oa mol-
des quando porventura queira, m .s neste momento
aecUrn que nao oa aceito absolutam nte
A V. Exc, Sr. preaideute, cumpre ihamar-me
ordem toda a vez que eu affastar-me da discusslo,
mas esse direito s tem V. Exc. Fra d'ahi, cerro
os ouvidos aos ap irtes.
O Sr. Gomes PrenteEu que nao preciso de
l icen va para dar aptrtes.
J Sr. Ferreira Jacobina3." facto : exacto
que o ch-fe da estacan da Victoria, por sua aut
riuale exclusiva, poz em movimento um trem para
Cascavel e ahi recebando materiaes os conduzio
para uma fabrica de tijolios de sua propriedade
em Santo Anto? Fsca-me o favor o nobre depu-
tado de dizer se ou nao exacto este facto?
O Sr Saptironio pjrt-llaE' exacto.
O Sr. Ferreira JacobinaL go, Sr. presidente,
08 factoa esto c.nfessndos, isao o que se chamo
prova provada. Passemos agora a ver as causas
que deter ninaram essea abusos.
Sr. Sopbionio PortellaMas porque o nobre
deputado uo espera aa informaeoes?
O Sr Ferreira JacabmaPonhamos de pirtc,
Sr. presid-'nte, a acrimouia pessoal do nobre depu-
tado, que me preced'U na tribuna e tratemos do
objeets do requerimento
O Sr. Goinea PareuteV. Exc. nao tem acri
minia ?
O Sr. Ferreira JacobinoC^mprehende o nobre
deputados que estas interruptora me levam dis-
cuesi p ssoal. Quando eu digo que um aunen
compr un- tte oa seua creditoa uo desempenho de
uma misso qua quer, tratando se de um tunccio
nano public, tratando-se do em eng-nheiro, tem
i,u nao dirigido insinuav^s injuriosas pesa
der-a-* cidadlo? Sem dnvida neiihuma. Po'a foi
o que 0 nobr- 2* s cretariu fez, quando ocoupou n
tribuna. r"ortaulu necess.rm justameure que a
dis.usso se colloque u ate terreuo para que o uo
bie uepuiadu recouh ca que pncedeu do uo modo
uj.iot cffens'VO com r'lac > ao meu distincio
am t'O, que ae 8-uta iniuha taquera.
" ier o S". debutado pelo 9 districto.
O >r. Affjnao LustosaNem eu aceitei como
. fl uo, pulo contrario nabera repellir O iusu'to na
iliur* aa agr. as 1
O Sr Ferreira JaC bina V. Exc e a casaom-
pn-heode quo eu nao estou faz ndo discurso, nuoea
, rii e uuuca me pr. pare para isso. Mas em ter
toa inumenit, qu d > eu vejo se commetter iuju"
tiaa, quBudo u vij qu> rer-se pdr em duvida oa
crditos de um funecionario distineto, nlo p>aao
Vixac de cumprir com o meu dever. E o que
faco mate momento, o rcupaudo a tribuna.
O hourado d-putad 1 que encetou o debate ex-
tirnou o aeu juiao acerca Uo Sr, .-ngeoh -iro c^efe.
como bem lhe apmuve. Eslava no aeu direito.
S. Exc disee que o deaabameoto do armazem dea
tinado ao almoxarifado, tinha sido devido a causas
imprevistas e indepen dente da vontade de S. S.
Eu aaeito tudo isto. Acha que o Sr. Dr. Aristides
Galvao tem bastante merocimento intellectual, que
nao se desvia do cumprimento do aeus deverea,
que nao sacrifica o interesse publio. Mas sbo
nao vem ao caso. Perguntase se houvo eu nao o
desabamento de qu.' trata requerimento, e 03 no
brea deputados uo podem leixar de reapmder
aeno pela affii rcativa. Estudemos porm as cau-
sas ue determinaran esse des .bam nto
O Sr. Prxedes PitangaFoi devida uw te
soura emendada due nao pote comportar o peso.
O Sr. Ferreira JacobinaOu fosae d vida a in-
butfieieneia da construccao para receber uma co-
berta mais pesada, cu fosse devida tesoura
emendada de que falla o nobre deputado, a ver-
dade que o facto se den, a verdade que esaa
obra foi executada segundo o plano de S. S.
Nao quero saber qoem seja suspeito ou insusp uto ;
eu penas estou mostrando que ante esse facto di
tesoura ou da insuiciencia de construevo, vai
por couta de quem quer que seja. (Apartes).
O que digo que ae o engenheiro em chefe com
seus auxiliares, qu m faz 08 planos le coastruc-
co, se o exe.utor apenas est adstricto ao que 8
lhe det'-rui n ., n dcsabnm uto nao cab ao empu-i-
teiro, porque alm do prvjec'.o partir dos engenhei-
ros, tem a fiscalisaco diaria, de modo que a cons-
truccao e pie ser dada depon.
O Sr. PresidenteA hora est duda.
O Sr. Ferreira Jacobina Sr. presidente, eu
nao me animo a pedir prorogacao do debate, jul-
gando alias neceaaano, porque V. Exc. compre-
hende que fizerau invectivas a um collega, ao qual
eu ligo maia interesan do quejo nobre deputado, de
maneira que eu quizara responder um a um 1 \i i
os pantos, porque a defeza ap:'esenttdi palo col-
lega, em primeiro lugar, pelo uobre deputado em
segundo, nao tem o mencr fundamento ; entretan-
to, eu fav) aqu um ponto emquanto se ." o re-
querimento de prorogajao da hora.
Vem mesa, lido, apoiado e sem debate ap-
provado o seguinte requerimento :
Requeiro prorogacao da hora por 30 minutos,
afim de continuar a discusso. Sophronio Por-
tella.
O Sr. Ferreira Jacobina (continuando)Sr.
presidente, o segundo facto a demora na refor-
ma ou antes a differeova da tarifa.
V. Exc. e a casa sabem perfeitamente que oa
chefes sao reapouaaveia pelas execucoes das obri-
gacea de seus subalternos.
Agora V'jamos o que foi que se disse em favor
desaa ditfereuya de tarifa na estrada de ferro su
jeita ao mesmo chefe e com o mesmo pessoal.
O nobre deputado, que hoje oceupou a attenco
da casa em primeiro lug'ir, disseque S. Etc., ape
as de p engenheiros fazer o estudo preciso para a altera-
(3o di'ssas tarifas.
Ora muito bem : cumprio S. Exc. com o seu de-
ver, o Sr. Galvao mo3trou nesta parte que obede-
ca s ordena do govtruo e teve modieaces ef-
fectivamente a tarifa da estrada de ferro de Ca-
ruar, tarifa qu foi inmediatamente modificada
fazeudo com que oa povoa dalli gozassem deaae
beneficio, augmentando assim o interesse do pro-
ductor.
(Apartes.)
Hortanto Sr. presidente, desculpe-me V.Exc. di-
erz ao nobre deputado que nos taxou de impaciente,
que esse facto ainda est piovado, qua as ciusas
que dao pira attenuir, sao filhaa dn neglige icia, da
omiseao de cumprimento de dever.
Sr. presidente, tambem SS. Excs. n s disseram
que se tmba dado o facto de ter, creio que o che-
fe da estacao de Santo Anto, usado da machina
para transportar objectoa para seu estabeleciuaen-
to industrial.
O facto, poia, foi c-.nfes: alo.
Pergunto: possivel que alguem n'uma estrada
de ferro, sem autorisacao do ch te que a dirige
ou doa immediatos deste, tenha o direito de por
sua propria autoridade e para seu interesse indi-
vidual ollocar locomotivas na estrada e transpor-
tar material aeu, embora pagando a tarifa, embo-
ra pagando a despeza do frete ?
Nao ser este um precedente mo, que po.ie dar
lugar a anarebia ?
Nao ha ver nisto un grande perigo ?
O Sr. Sophronio Portella E as providencias
que foram tomadas ?
O Sr. Ferreiri Jacobina Divulgado o facto, o
abuso, o que fez o director chefe d'easa estrada,
queseachtva no conhecimento do occorrido por
meio dos jornaes ?
Mandou que o empregado autor da iufraccao pa-
gaasu o frete das mercadonaa transportadas...
O Sr. Antonio LustosaIsto edificante !
O Sr. Ferreira Jacobina... como se esse pa
gamento legitimaste o abuso.
Em segundo lugar demittb aqnelle sobre quem
nao poda recihir n menor responaahilidade, pois
0 facto de chegar o trem at a estacao do Ciaca-
vel na poiia incriminar o chefe dessa estaolo.
Assim, pagou o innocente pelo peccador, sendo
d- raittido o ch;fe da estacao de Cascavel, o qual
foi pirsua vez victimado na pessoa do a^u filho.
V, portante o nobra deputado que o requeri-
mento at ahi tem toda procedencia.
Mas vamos por dante.
Compr metti-me a mostrar que as cousi iera-
coes do nobre d"p itado nao proceliam absoluta-
mente.
Vamos apreciar 03 outros factos de que o nobre
deputado fez tanto alarme e que tem p r fim antea
invectivar pessoas do que fallar das coasas. Vai,
mais com o meu genio, uo obstante a impetuosi-
dude de que os nobres deputados me julgam poa-
suido, gosto mais de oceupar-me dos tactos do
que das pess'as Maa, desde qu* o nobre depu
talo collocou a questo no terreuo pessoal, sou
obrigado a >-.c unp iuhal-o.
O !#. S iphronio Portella Na minha emenda
uo articulei um 80 nome proprio.
O S'. Ferreira JacobinaMas acredite V. Exc,
se nao fra o discurso do nobre deputado,' eu nu
estara h je aqui abusando da benevolenci*. da
casa.
1) Sr. Barroa Brrelo JniorEstou ouvindo a
V. Exc. com toda lteoslo.
O Sr. Ferreira Jacobina Eu dizia, Sr. presi-
dente, que ia entrar em outras series de eouald-;-
racoes someate relativas emenda do no01 e de-
putado, porque oa it< ns do requerimeute esto por
Jemais provad s.
O uobre deputado, far;o justica aos aeus sent
m otos, apresentou essa emenda levado p ir infor-
maeoes, pirque de estradas de ferro, d-- coustruc-
cao de tuuuea parece-me que S. Exc. euteude
q lauto eu, pois na materia eonfesso me ignorante.
E confeaao-m: ignorante. Mas V. Exc. sane
que a ignorancia s-aapre acr.jada (11 ), e as
mais das vez-a falla de tudo,.at in-aoio daquillo
que uo en!' U 1'.
O Sr. oophr iuo r*orteila Coucordo p^rfeita-
uieu.i!
O Sr. Ferrena JacobinaPois bem, p/r isso
que nao e.iten N de e trda8 de f rr 1...
O Sr. Sopbrouio P >rtella Eu desejava que V.
Exc. se occu.aeae p >r algnm tem^o c>m a mioha
' U) lid :.
O Sr. Ferrira Jacobina. qu- p Q> bcen
ta ao uobr- aeputnd para diz r alguma cousa
aeeica da kUa emenda.
Voto pelaimenla dimbre deputado, porque
estou C rto de qu as infonuacoen que deram ai
nobre lepatado que Ibe causaram tauta horra-
s a ponto de deparar que os cr ditos do enge-
uheiro, eulleg e amig de districto, estavaua ab^-
1 .d a, bao de dar en resoltado faser subir aiuda
mais alto essea eruditos como eog nbeiro, c -m 1
cidadio, como fuuccioaario publico. (>tuitua apoia-
dua.)
Nlo isto qe eu reoeio, crea o nobre deputa-
do, m 18 c mo ae disse que as obras fo:am imprr
feitas por emprego le material de m qualidade.
desejo subir e o nobre deputado que fez estas
aecusavoes acom lanhado em seu jaizo, porque
consta me qu' a ex-cucao do proj cto da estrada
de ferro na foi praticada pelo nobre debutado
a quem S. Exc. secusa.
Venham, portanto, as informaeoes.
S. Exc. tambem se oceupou de uma questo de
formantes que foram encontrados.
O Sr A do 11 so LustosaIsto um corpo de de-
licto pera o Sr. Aristides Galvao.
O Sr. Ferreira Jacobina O nobre deputada
nes'a parte nao foi feliz em aua expsicao, visto
como o Ilustrad defensor do Sr. Aristides Gal-
vao fallando nesses documautos dase que ellos
naturalmente faziam partejdos 1" mil que no tempo
do Sr. Monteiro de Barros foram queimadoa.
O nobre deputado apreciando etse facto diase
se deram por queimados.
Or, o nobre deputado, que bastante Ilstralo
sabe que qu ndo o cngeuh uro chefe da estrada de
ierra ousa dizer que um incendio queimou 17 m
dormeates, que iinp ,rtam em perto de 40:0004000,
nao pode deixar de ir ao logar verificar o facto
para lavrar-se diss um termo para que a todo
tempo percas : o dinheiro, mas salve-ae a honra
daquelles cuja guarda est confiado'-ste ma-
terial .
E por isso que nao se pode fazer uma qu'st:
de espirito entre serem consumidos pele incendie
e dareui se como m cudia los, porque entao a hon-
ra desses que funecionaram pode ser sacrificada
E justo que venham as iaformac,5e8, porque
talvez o Sr. Dr. Aristides Galvao seja passivel de
uma aceusaci de um carcter muito respeitavel
e ausente da provincia neita occasiao.
Aiuda se diase: essea 10:000 dorm'ntes sao
r Aq lelles que fazem insinuacea honra alheis
que venhtm mostrar que o incendio nao f a uma
realidale, e que ao contrario esaea 10:030 J rmen-
les fazem parte integran'e daquellt que o Sr
engenheiro Mouteiro de Barroa di:: terem-se
incendiado.
0 10:00'J dormento3 nada teem de communj
com os 17:00) incendiados. (Apartes). Isla prova
apenas que aquelles incumbidos de guardar o que
do Estado as vezes feichain os olhoa.
E V. Exc. sib; que oa dormentes de uma es
trada de ferro em esnstruecao nao s' guardam eu:
armazens (ap nados), atiram-ae p-li estrada for-
mando montes, e at as vezea dispersos conf .rme
o trabalho de asseutament >.
E', pos, claro qoc estaulo em cu.trucco a
estrada de ferro lijaran no piv-'ido da Agua
Branca estes dormentes para serem asaentidos ns
estrada.
Se, pois, cstava em cinstrucr; o leito da cstra
da, e se eiles abi tinhara de st appcados o facto
de um f ngenheiro sahir nao que d logar ao des
apparecimento dellea, o que sto prova que a
repartidlo nao tinha a sua Pscripturaco regu'ar.
porque f-tcil verificar quaes os dormentes c >m
prados e pagoa e quaes ca dormentes reeebidos a
appcados.
Ora, admittindo mesmo que o engenheiro que
f exon-rado nao ti ves se f--ito a communicago
de que all ficavam aquelles dormentes, o Sr. di-
rector da estradn de ferro tinha <.brigacil-> de ba-
lacea ir o material comprado e por elle Ccalisad:
para saber onde existiam 03 10:'X)J dormen'es.
H je apenas o que se f z t i descobrir oad is-
tavam estes dormmt'S, porque o matto nao pede
licenca pra creseer, e invadi os pontos ande
elles estavam : e euto ag ira para fazjr se tie,:
diz-se : estes dormentes nao esto oscripturados !
O Sr. Sophronio PortellaNao constavam di
escripturaco !
O Sr. Ferreira JacobinuAi de nos se vai as
aim a eseripturacii) da estrada de ferro, p rqm
eu'o uo sei come, se tem feito tudo isto.
O Sr. PresidenteEu peco ao nobre deputado
que resuma o s-'u di curso.
O S:. Ferreira JacobinaPareca me que essas
sulipas deveriam ser empregadas 111 construevo
da estrada, porque para isao que ellas foram pi
gas.
Eu quizera porm, Sr. presidente, que o n ibre
deputado provasse oa erras, a falta da aptido e
competencia do meu amig) e cempanheiro di dis-
tricto, porque tamb m eu hei de provar como esse
facto ae venficou, isto e, qu nao cm3ta do escrip-
torio as 10 mil sol .118 que existan, atim de mani-
festar tambem o crit-rio e a miralidide com que
se diriga esse servicj.
O Sr. Siphrou: Portella--A quem se refire V
Exc?
O Sr. Ferreira JacobinaN?o quero declinar
nomes.
S preaideat-1, V. Exc. me chamou ao cumpri
ment da meu dever; v qu estou calmo, que se o
nobre deputado na 1 tivesse arrastado a discuss.'
para esse lado, eu tona ueeeasidado de deacer
certas minudeuciaa.
Acho que as questoi pessoacs nao trazem van -
tKgem alguma, n m para .!, nm para aquelle
sobre qu m V! 0 Sr. Aristides nem par isso scrdemitiij >, 11:21
nenhum des outr s eugeuheii-8, p >r alli cada um
procede c on) bum entende, priucipalmente o eu
t;enhero chefe da estrada de ferro que i un ha-
mem poderoso.
Eu m sin 1 que en'rei ueste debate, este.u agora
com cer'o recelo de que 03 engeuheiros da estra
da de ferro tacam me aiguina iuconvenieucia
V. Exc. sabe que os delgalos o f-.zem no treai
a s passnj ir je, quaato mus quem diiige urna es-
trada de trio.
1 ortaut-o eu p'Ci qui o-s nobres deputadis nL1
insistaro ma's uesa discuiso pessoal, porque nos
eollocaria em peiores condi(uaa.
O .ir. Gasp.r de DrummondE' que V. Exc
ouvio tocar alguma liarpa e abrandou-se.
O Sr. Ferreira JacobiniPara abr4udar-:na.
nao preciso ouvir a harpa de David, basta o o'.har
do nobre dcputal
Portanto, Sr. presidente, eu vou terojiuar, e can-
cluiudo digo que nao tnho neuhumi mi voutade
contra O Sr. Aristides Gaiv, uem Cintra qual
qusr dos srm c lle quaes respeito e julgo-o3 inuit 1 c impeteate*; mas
isso nao quer dizer que os factos uo esclarecam,
isso na > qu-r dizer que ti ju mos inaibidoa de pe-
dir inf-rm co's.
T nh 1 concluido.
daiti bem, muito bem).
icaa discussi aliada pela hora.
Passa ae
l1 PAUTE DA BDEX DO DIA
C intin a diocusso do art. Io do project. n.
41 d steamo (filelo de forc-).
O *r. Moar le Autora. 'O-hece
e resp 110 multo a t, que ueve merecer a gran-
d- le das maiorias ; perm euteudo, Sr. presi-
deute. que nem aempre se deve elevar altura de
um principio a viet ria qu- p.r semek.nte moda
se aleaiisa (Apuia-ioj da opp 8 i; .)
Sabe V Bxc. e sabe a ca a, que u.felizmeute
tudo uerte nuilo esi aujeito aos ventos dos ca-
prichos e da ooimoea dos homeus, os quaes abu-
m 1 mu as vez a d > seu eugeuho e de ua li-
b-rlai- violeoiam a humnnidade em teus pausa-
dos e prograsivs pasa s e entlo a razio se per-
turba, e '8 pai3 s S'- exakam, o oh.mem se ir-
rita, e a sociedade se cmvulsioua.
Comprehend p r cousegumte, V. Exc, a uc-
cessidade que t uh 1 iu de ccupar esta tribun
para txpucar certus factoa ha bjm pouco tempo
sucee, 1J1.B Beata c .sa.
Eu t-nho n ccsaidade, Sr. proeideute, de t*,!a/i
ni, psr* remeo'-r^r Otara acontecimeotos, nao
para vir tomar cout .a a quem quer que nia i mas
para .stampir nOi Auuat-S desta casa a juatl-
ficac^o do meu proednneuto, tio sement eui at-
K


Diftrie At fernambuco(luinta-feira 16
tenco que les que me mandarnm pura esta As-
sembla revestido de um mandato popa lar.
Sr. presidente, ha pencos dias heuve aqu ama
pequea divergencia, e los, que tomamos parte
n'ella, trinos sido aiaa-sde lujurias e de ms apre-
ciaeos.
Dase se que los, membros KM lissidencia,
oo tiohamos a menur razo para justificar-nos
Um Sr. ReputadoEu ignora va isto.
O Sr. 8aares de Amorm E' bou que a caaa
cuca V. Exc. diser que iguorava ato, qne ir,
ios outros tambero so eappossaam a* ineasaa ignr
rancia ; quero que pasee pan o eatripto sjuillo
que poderei usar pela simples) patarra, iii lindo
am tacto desta ordem prestar-*-' a coocmaad'
juias.
Esta dissidencia, 8r. presidente, teve par activo
o cncerramento da discnaasVd u nossa priacipal
tai orcamentaria.
Entenda a dssideaeia, que retando coa aqu
em ama legislatura erdin ira e nao extraerdica
ria deverismos tratar de todos os interesses da
provincia, mesmo daquelles interesses Lesea, pelos
quaes muito mais de perte nos c:?mpromettemos,
pelos quaes somos aqu os mais immedistoa re-
presentantes do povo.
Quasi doaa oaaseeutivon aaaawaaM nos
exclusivamente trat indo das leis oroamentarias ;
de ncahom eatro ptvjeeto aqui se caidou, salvo de
mu, eoja discawelo se quera encerrar de prt-fe-
reacia a todo eutro, como se tal projecto mirase
primeifaimaAe N rotereeses da provincia. Esta,
qne fot apeo* a cansa accesional de ubi esreme-
ct'mefrto, nao foi a causa principal, eficiente, a
causa magna pela qnal nos manifestamos nessa
pequea opposico ; ou por outra, cssa diesiden-
eim a* dorau emqu*. uto ctaegavaraos, como real-
mente ch.gamos, mediante clausulas de parte a
parto aceitas, a um accordo rasoavel, afim de re-
unir todas as fo.-cas desee partido, qne estece este
antro na -mais completa harmona.
Yo, portante, Sr. presidente, qne a raso prin-
cipal, a eausa cffieieutr: dess* nos dissidencia,
deve pesar a*gum* coas no juizi dos nossos jut-
gad.-res.
Eu por trfeilo parte dessa pequea dissiden-
eia, Sr. presidente, mcreci de correligionarios a
pech i de nai monstro de ingratid^t poltica.
Sr. presidente, cu cre-io que moastro de ingrati-
dao poltica seria eu, se, para fazer coro eam a
matn* desta casa, viesse aqni esqnecer me de
serVo3-csnrpr missos tomados parante o meu ele-
arado. (Vinitos e repetidos apartes).
Eu entando que na pedemos a-ihir desta casa
6atisfeitis e ir dizer asa noaaos eonstituintea que
deserapeuh .m os o m vi dato, que nos confiaram, di-
seuJo airmplcsmente:
c Ea apresontei um pr .jecto caaa, porm nao
merec que etle fosse discutido.
Este quanda muito asr o p 1 >el de am deputa-
do da cpposicao, mas nanea aaseatar naqueile
qnacimpanha sempre o governo, que cammun-
ga as mesmas ideas, que apoia a saa administra-
dlo.
Eu totaei, por ejemplo, Sr. presidente, am com
prom880 muita rio perante urna bja pare do
eleitorado da 4* districto, e este compromisso fai
conseguir elevar cathegoria de via um povoa-
do daquetla cireumscripco. Este pjvoado, se-
ohorca, o p.voado de Nossa Senhora do O' d-
Goyaona, povoado que poaaa uffiin;jr aos filhos
de Pernambuco ser o maior m popu'acao.
O povoado de Nossa Senhora do O' de Goyao
na trm ptra mais de 200 fagos; tem 25 cusas de
eommercio, quasi tod'is ellas girando com capital
proprio. Este p.voado, enera vado em urna fre-
guezi 1, que conta a populaco de 14 mil almas,
que tem 55 engenho: de fabricar o asnear, que
tem para mais de 11 eleitorea, que tem para mais
de 120 jurados, que tem mais outros quatro po-
voados fl reacentes: este povoado d3ta das cida-
des de Tirab ba, Itainbc e Goyanna (sede da
c:marca) 6 lguas, da de Nossa Senhora de Na
zarefb 7 e do3 limites da fregatzia de Iguaraat
com que tambem se extrema 5, e perfectamente 'fi-
ta, nao rnente cmquinto a eua posiyao topogia
phica, como principalmente pjlos seus elementos
de vida, cas conrcoes exigidas pelo r.osao cdigo
do proceaso cr il .1. rm sea art 3o, do ser eleva-
da cath"gona de villa.
Ninguein podei seria e vant-ij s.:ai- nte contes-
tar me que urna freguezia que ti.1 xtenyao tem,
que conta esse grande numero de habitantes, 110
est no caso de ser elevada ci.thegoria de termo,
de muuicipio.
(Ha u 1 apart. ).
O Sr. Soaros de AmormJoLheci peasoalmin-
ie o poveado de Nossa Senhora do e poiao as-
aevirar a V. Exc, como digno represen rnte que
, e collega meu de districto, e que igualmente o
podia conhecer sem graudea difficuldiides, quo ha
nuit > para onde ee estnder, princip./meute p.ra
o lado de G 'yar.na.
Ora, senhores, tomando este serio compromisso
peraute eleitor-'s rxKJUs, compromisso asaz rzoavel
e p r demais juste, poieria por ventura tomarme
silencioso aute a guerra que se faz elevkcao
desss povoado vilia?
O Sr. JuSo de OliveiraNao desta bancida; V.
Exc.
qaeixc-se de feus c rieligiunanos.
O Sr. lieguciri Costa Quem faz esta guerra ?
O Sr, Soares de Amo r:mrsao quizera que ueu
aobre collega u e encamiohasse para esse lado,
pois nao desejava iizor esta casa, que se quer
fazer nqui piscar poi vcidadi ira urna tor.aoceul-
ta e niyateri aa, que pn cura nullificar todos es
nossos esf. rjos. Pora que matar este piojecto dr
nm modo lo desleal ? !...
Como disse cm c.mi co de mioha arenga, dse
jara que me r'sae a i-xplicaco do m tivo pur
que a: hi je este projecto nao tem sido UuvaJo no
tapete da ii.cusso, uo bstoute 'er sido urna
das clausulsa do iosso congrassam''nto?
O m u tim uu iucriminar h ninguem, mas ape-
aaa annouciar ao? e eitores d N ea Senhvra do O'
de Goyanna, que si rao consegu a cunveisao
'esae proj-cto em lei, nao f i porquu Nessa Se
ahora do 0' no estiveaae em conivoes de obter a
ue pretende, w.-. p r m itivoa ludepenu'eutea di
miiih 1 vontade, p r te andar propalando e traba
Ihaudo de um modo d 'scommuna! m sentido con -
treno, a aseverando-se que a l< ai tidade de G ynii-
na 1 p se eco todas as for9as semelbaute de-
tideru!' m. como &< G'-ym a para viwrr 'ives=e
myster ue e. uatiiuir-se verdugo, eamig-.lhand 1 as
aiais fagueiras eaper 109a, amia legitima pre-
tenco d'aquellis crin qU'm contou sempre uaf
apuradas h'>ras do perg. E o qne nao vai de
offensi"o ai s brio3 d'aquelie altivo povo em tio ar
rojada cabal :....
Este pr jecto, senhorca, a pn neira vez que an-
parecea nV-s'a cas toi poo 28 de Maio de 1883.
p> v .'alo 1 m 1.* discussa .
O Sr Barros Brteto Jnior -V Exe. ii licen-
aa No da 27 de A->ril de 1887 toi o projeci
D. 4. apptovado em l. discuasaje iapensado da
impressiio.
O sr. iSovree de Am rimD. sejo quo V. Exc
8r. pr Bidente, mande batear no archivo nm abai
Jto Hasgu-do e eleit.res de Notsa -enhora du O
de G yanna, qn V'ii> aqui em 1883 Q'tero ms
trar, qur cate projecto n&u appar. cea aqui pela
priioeira vez este anuo.
O Sr. Barrea Baneto Jnior -Nem eu disse
isto.
(Ha outros apart *).
O 8r. Soar-s de AmuimE' virdade. Assim
4|Uerem... Ponaam enri que por nao botar'ui
em diacus-ao o projteto 11. 40 d'e.-te anno eu en
sarilbaria as arma rendendo-me a disencao J
que nii posso .eneer. pr caro occasiSo de denar
consign-'.d no Annaes u esforgo que bei empre-
gado em seu f^v r, e <>a meua coliegas le auibs
aa baneadaB, com Cajo api 1.. Cunto, po lero c uti -
mal-o. (Assentim nto de amboa ua ladov).
O Sr Viaconde de Tabatmga he um deaa-
kaf>.
O Sr. S arel de AmorimSr. presidente, nao
aoiih e-i bem o p-jriinen'o da casa, nem aa praticaa
par!ameutarea Se 8 minhxa palavra, o meu
Keto, o meu s mb ant- d uuuciain ala-um fo, c mo nota ', B<>bre Viacoude, peco o.ndosa
mente a V. Exc. qne in'o avire, afim de retirar
qnalquer ixprrii' qu" muito de leve euilra
possa maguar a qui-m quer que seja.
F. izf mus o par<-iitb- at-a.
Este abaixo asignado, a nbons, (mostran-
do). ..
O Sr. Gaspar de Drummond Ja est v ho
O Sr. 8 .ares de Am Tim ... q'ie( cuno da o
nobre depotad ja esta velbo, foi apresentado n'ea-
ta casa em 1883. e vem asai^nado por 151 habi-
tantes di- Nm.-:i Si-uh ra do U' de (i y.i.na.
8r. Vine indrt de Tibatm^aA quem foi di-
rigido esse abaixo assignado ?
O Sr- Soares de Amonm A o nobre depnWdo
qne me h nrn eom > a u ap rte.
Viio dirigido ao inore Viaconde de Tabating* e
foi apreseuiado aqu pir V. Exo, mereeeudo as
bouras de ama 1 un- ira diaeuanao.
0 nata-me. p >rin, que S Exc ...
O Sr. Veundu de Tb.tiugaQoando tratar-
H do projecto em 2.1 discuasio dare aa razocs
por que nao pToeegni.
' O Sr. Soarea de AmorimD nao teTemos mais esas disensaao, entretanto aguar-
dar- me hti para responder n'easa occaaio V.
Exc.
O 8r. Vaconde de TabatingaArgomeutare
mesmo com esse abaixo assignado.
O 8r. Soarea de AmorimQue deve pesar al-
guiBM cousa ao menos pata V. Exc. Um abaixo
assignado de 151 eleitorea, digo cidadaoa, preten-
dendo ama ana* de ancoalselw I utilidade val*
maia toque mu afta ta ajuem quer <)uc si ja,
euppeaaba-.e, jue de 8ua Jajestade a Impera-
dor _
O Br. Fersan 4-embinaA. catawda 6ua
cestada aeojpre vade mais..
O 8r. Soarea de Amoria^-E'qae Saa Mageata-
de ntoantepataa aanasa o aea interaase paasoal aoai
iatereeees le nasa locar.'dde 'eir-
O 8r. Regaeira CaataOasj* aaaea 4 que V.
Exc. s tem de qacixar-ae (o procedimento da
bancada liberal.
O Sr. Soares de AmorimInfelizmente nao
essa a realidade dos laetos, porm nao tenho inte
resse em recriminar a ninguem.
Senhores, se dase, tambem que eu era um mone
tro de ingratid&o politiea porqui nada pretend
aqui que nao tiveaae conseguido.
O Br. Begueira CostaNo anno passado assim
foi.
O 8r Soares de AmorimSeja me, portsnto li-
cito aproveit ir a occasiSo ampia, que ufleroce este
projecto, para moatrar o muito que consegu.
Passare mesmo por tantos proj.c'os de palpi
tante neccaaidade pa o diatricto qae repreeento,
e que tive a honra de aqui apre8entar deade o anno
passado e coja referencia callsre para nSo des
pertal-oa do profundo aomno do esqaee;meat^, a
que feraui conderonados no p do archivo, nem to
pouco espantar os lepidpteros, que ee aatam em
tio abundante mesae. Referire to BJmente esse
muito que consegu.
Primeiramente, senhores, censegui dos mens
amigos a passagem de orna emenda qne jxutorita
0 pr<8idente dar 4:000V)0 para a matriz de
1 tamb.
O Sr. Gaapa:- Draamonl E eu ojo consegu
igual qusntia pira a de S riuha -m.
O Sr. Sm'cs de AmorimSon oparoc-ho da fra-
guozia de Itatnbe.
A freguesia do I tamb aegundo o r-ceoceimento
de 187i tem un**p pulacao du 22.499 ilaaa, e tem
pjr ade urna das mehores cidadea do interior d*
provincia, a qual se recommenda pelo aea clima,
pelo sea commercio, pela ua edificacio, pelas ma-
neiraa affavtis e delicadas dos aeus habitantes.
Esta cidade aita na grande e populoaa provincia
de Pirnambuco, e qual a naturez deu tan'oa
attractivos, que a turnara a Petropolis dea'a dto-
vincia, nao tem um nicho, urna igreja, ama ca
pell<, 6 sde dj um 1 freguezia !
O Sr. Viscondc de TabatingaApoiado.
O Sr. B'gira Gta-Onde que V. Exe.
diz miada?
O Sr. Soarea de AmorimNoraoaio vigario para
aquella freguezia cutendi dever fechar os olhoa 1
|odo e gnalqner sacrificio, afim de dotar a cidade
de Itamb de um templo, e tirar asaim da face da
trra esaa anomala em que eatava aqu.lla f.e
guezia, que na 1 tiha urna matriz.
Um Sr. Doputa.loE' muito louvavel o eaforco
de V. Exc.
O Sr. Soarea de AmorimC;m o muito diguo
juic de direito de cuta.', meu born c inditoso ami
go, a quem a morte som piedade acaba de teilar a
exiatcueia, Dr. Caroliuo de Lima Santos, percorri
todoa os cant s da f-eguezia e ag tia de 8:515080, que apenas cbegsu para deixar,
como vulgarmente se diz, a obra cm preto.
Convidado para aceitar o cargo, que boje tanto
me distingue e hoora, tive primeiram' nte cm vista
tratar ncata Asscmbla de conseguir um auxilio
para a cuntinuaco dessa igreja, afim de quauto
antes desapparecer d'ulli, isto que eu chamirei um
labo, urna cousa inteiramente dtsccuhecida no
no mundo cutholico : urna freguezia sem matriz!
O Sr. Vitconde de Tabatinga E' urna cousa
at imp.iSsiv. 1.
O Sr. S.sres de Amorim Ha neata casa ai
guem que podesse dizer os tsfoicoa que empreguei
pura ceneguir cem o adjutorio exclusivo do povo
a re-edificaQao dessa igr dtsd' oa aeus alicerces.
O Sr. Ferreira JaccbtcaFoi um grande ser-
vico que V. Exc. preetou.
Sr. Soares de AmorimEsta igrtja at o
ponto em que est foi toda ieita expensas de
urna populacho ea'b-lica.
O Sr. Gaspar de DrummcudNeatc pento a
attitude de V. Exc. muito louvavel.
O Kr. Soarts de AmorimCreio, que sufi-
ciente o que acabo.de dizer para mostrar a razo
da emeuda, que apresen! :i ao orcameuto.
O Sr. Begueira CoataMas o que exacto
que V. Exc. couseguio tudo quanto quiz.
O Sr. Soarea de Amorim O que exacto que
eu tonsegui dcsia casa, que fosse incluido no or-
cameuto ctta emi nda ; porm se V. Exc. podesae
cun os reoursos de sua intelligencia, com o., re -
quesitos da sua *int.bilidade, com o concurso dos
Eeus val"-' h amigos fuzer com que se rec b ase
estes 4:000000 para as ebras da matriz de Itain-
1 para tala 1 itja excepcional, eu nao tena
palavras com que agradecer tao importante ser-
vico.
Consegu tambero, meus ilinsres coliegas. urna
outra autora.ca (uotai b.m o termo 1) para a
conatiucfao de doas eadeias as cabecas das duaa
comarcas de Itimb e Timbauba.
E' doloroso dizer-se que 1 os temos nessas duas
loc-.lidadeb doua pardieiroa com a denominaf) de
c.deas, que para segurarem os detentos mister
bavrr titilas troncos, e qu-.ndo o pr so de maior
114 rtui.oia en> Itmb e. r. corre patritica
proviucia da Parnb/ba, que tem c II oca da a vis-
tas de 1 ernambuco a villa de Pedras de Fog >,
onde ha urna boa cadeia, que serve quasi Beinprc
para os detentas de Peruambuco, e urna > a
igr.ja que actualmente a matriz da freguezia de
Itamb !...
O Sr. Bigueira "oslaOh iata eu nao sa-
ba.
O S'. Viacondo de TabatingaNeata partu tem
toda razio, mas na outra nao
O Sr. Julio de BarrosPelo contrario anda
t' m uiaie,
O Sr S ares de Amorim Eu entend, que
eumpria um devi r de gratido e recoubecimenio
para cem a pr.sincia d" Pernambuco, Sr. prrsi-
dente, tratando disto particularmente com Cala
um dea nebes deputado1, quer do um quer de .11
tro t ido poltico cerno i.t boje o te oh feito, evi-
'.,... di.-ate mido toda a diacusra.) n-sac terreno ;
uj:s i. a 1 que tureaa c.mo um favor .e-soal conced Jo ao d. pu-
tdo, sou forcado a justificar :!esta tribuna todas
as muras emendas.
O Sr. Gomes P-reuteV. Exc. eaqu-eou-se
de um s a d.minuico do importo sobre o gado.
O >r S ai es de Amorim E' reL Muitissimo
ubrigailo me confeaso ao nobre diputado.
(Jous- cui tambero a pasaagem deaaa out'a emen-
da, qn- apresentei ao ur^amento.
O Sr. H'gu na CoataFui um doa m. ia afor-
t 1 11 ios desta -asa.
O sr. Soares de AmorimMandei lei orca-
m ntaria, em um dos seua qa-- se tlir.-M- de
01a >m diaijte oor cada rea abatida em 1 atnoe
lj com -nte 2^000.
Para comprehender-ae bem, Sr. pr dente, a
razao d ate mru pedid i, re- mbrare novara nte
aoa nobri-s deputado, qu -, (O locadas margi-ui
da -airada que divid-- ks duas pr.vioeaa, -=ia
de um lado a vina de Pedras d Fogo e do ouir.
a cidade de I'arab, cidade onde ba cousa rara no
interior, carue Verde todos os dias.
Suecede, porm, que uo ha ta ho em toda a
cidad '.
Aa roses sao todaa abatidas do I do de Pedras
de Fogu pela razo simpliasima de que naquola
provincia muito menor o imposto lanoado aobre
0 batimento de re:es.
En'en 11, qae apresentande urna emenda nc aen-
1 iio de diminuir esta imposico. preatava um ser
veo pirque ebain r a oa raasUant-a do lado de
P dm de Fogo para Itamb, e por muito pequea
que fosse a verba -rr. calada por aquelle 10 puto,
viuaa no entretanto uugmeutar es proventos da
iM.-eit da provincia.
A era diaH uo era mais do qae rnatabelecer
urna le qae j 1 esteve em vigor em 1879, quando
aqui ti ve asseoto am distincto representsntu da-
quella I calidade, que melbor conhecia as suas
mais palpitantes necessidades.
Dm Sr. Deput.doE as loteras que V. Exc.
obieve?
U Sr. Soares de Amorim Para que Y. Exc.
me a r-aia para ent- eampe?
OS'. Gpar de DrouiaoadAll Y. Exc. at
pode tirar a aorta fraude.
O Sr. Soarea de AmorimSr. presidente, 4 ver
dada qae o asmo pausado lando feto autoritario
a S Exc. o Sr. presidente da proviucia para or
ganiaar o quadro daa loteriaa,"fu ouvido e aXten-
dido, dando-ae-me cinco loteras daa mais b-'in col-
locadas ; isao em Novembro do anno passado :
maa acredite V. Esc. que at o dia da boje o
correu ainda urna s deasas loteriaa, nao obstante
p-rtemer .1 I" 11. 1 matriz de Itamb.
Neataa crcumstanciaa, seubores, poieria eu
voltar pleuame-'t aaisfeit 1 para a minha fregue-
guezia, ten i, obtido beneficios, quo nao se realisa-
ram? A saiaso do deputado lser simplesmeota
fgura, aiodu que engaando h03 seje eleitorea?
Pena 1 pM i i.
Crco, *r. prestieut', qae teuho justificado sem
moeatar atnspissa a miaba poaieao neata tri-
\U- bsma-
U Sr. lioaasst Pareset': Jttslifieou muito bem.
O Sr. Btsjatira CostaV. Exc. di licesrca
pura um aparte?
OSs. Seasa ds Asno risa Vois oto ?
Odr. VspKiraOsstoQoands Y. Kxc. rsitax
para o aeu diat.icto diga aos eleitorea qae s; nao
obti ve mais algumo coua, foi 380 devido aos n.i-
brea deputadoa da minora.
O Sr. Soarea de AmorimGuardo os meus pe-
sares no meu peito, nao quero agora fazer censuras
a qu m quer que teja ; eatou juatifi.-nu 1 > a miuha
poaioo e deixando escribo aqaillo qae desajo qne
os meus es nstitaintes leiam, afim d-1 qe riquesi
sabeodo qae eu nao vim aqui to tmente faaer
coro com o meu partido, mas aun tamben tratar
dos interesses reaea do mea distrieto.
Consegututemettte, Sr. presidente, justificada a
minha posico e dadas as rxpicacoes nacessarias
sobre o moio de proceder da dissideocia, da qual
me glorio ainda de t r feito p -rte, p. ocedinvoto
todo motivado pelo interesae publico, porque, ejmo
dase, entendo qu nao devemos em nasa sssoo or-
dinaria cuidar das leis de meija. dstxtudo i
mtrgm os projectos do interesses locaea, que em
ultima ana yae icunido o que se deve chimar
intereaaea da provincia ; deizo. a tribuna pedia Jo
desculpa a V. Exc. e aoa nobrea deputa dos por
ter por tanto ti mp> abusado da sua benevolencia
(Muito bem, muito bem).
Sr. Ja Miarla (pela ordem) prope o
encerramentoda disensaao.
O Sr. (.nopar de Drasamoos declara
catar de aecordo com o honrado deputado, sobre a
necessidade que ba de encerrarse o debate, maa
diz que esse encerramento pode ter lugar pelas
ineios regulares, pelo qae cao aceita o reqaeri-
merKo.
Poati a votoa o requerimento, rejeitado.
Ningneo: maia pedindo a pilavra, enaerrada
h diacuaao do art. 1" do piojecto, que approva-
do, aendo rejeitadas as emendas aun, le 2, ti'nd
feito a respeito ligeiras ob8ervav'o-s os Sea. Vis-
conde, de Tabatinga e Pr-oxedea Pitaoga.
Entra em 2* diacuaao o art. 'i* do m.sino pro-
jecto, com urna emenda aob n. S.
O Jr. aspar de* Oras mixta* all'aaso
ligeramente a impugnar urna emenda que tenho
B'b as vistas.
A em.mla d z : (i).
Est aaaignada pelo ra-, u nobre CicgaoSr.
Juvencio Mariz.
Manifest me ostra a emenda por pareenr-me
< ciosa.
O preidnte fica auwrisado pelo art. 2 a rever
o rcgulameuto daforca policial. Por etsa oacasi
S. Exc. poder firmar o direito a joteat.doria
das pracas de prtt, ae porveatura julgar ooiin.ni
ente, e assim nao ficai alterado o projecto em
ra ubsta-eia. pi jecto que ao meamo tempo est
em condicoes do uitenJcr solieitaco do nobre
colloga.
Etou convencido mccmi que, aendo urna neces-
sidade eatender-se esae dirtito s pracaa de pret
S Exc. poder fazcl-o. Nao precipitemoa os acon-
t-.cimcn'cs.
Nestas condicoes. julgo ociosa a emenda do no-
bre colleja e nao possu deixar de pronunciar-ra-j
contra eila.
O Sr. Jateada Maris-Julga *m a
emenda nao oci' aa, com ei.ttnde o nobre de-pa-
tado pelo 1' districto, poique, pela legialaeo em
vigor, aa prajua inferiores nao teem direito pi-
aentadoria cu reorma. Observa que isto uooaia-
justica, urna exci pcao oJioaa a reepeito daa pra-
caa a'aquelle corri, que ao to aervidotea da pro-
vincia, quauto es cmeiaea que teem direito re-
forma ou aposentador ia.
Tratando-sc no pr. jecto de ama aut. risaeo para
a reforma do regulamcnto, eutendeu que devia ot
ferecer a emenda em diacuaao, esperando que seja
ella .p.rjv .1.1.
Encrrada a diacuseo e posto a votoa o art.,
..ppr.vado, sendo regolfada a emenda.
Entra em diacueso e eem debate approvado o
art. 3-.
O Sr. Ferream Jacobina (pela crdem)
requer dispensa do intersticio para que eite pro-
jecto entre araauh mesmo em diacuaao.
OSr. (.sopar de Dranaiond (iela or-
dem) diz que o Sr. Ferreira Jacobina precedeu-o
nes8e pedido. Concorda com case requerimento, e
espera que elle teja approvado.
Posto a votos o requ'-rimento, approvado.
Entra cm Ia diacuaao o projecto n. 42 de8te
Exm. SrTenho a honra de levar ao cooheci-
ment de V. Exc. que, em observancia a ordena
do Exm. Sr. ministro da ra trina i, devo o p-tti-
cho Pirapama aegair para aa Bocaa uo dia 4 do
futuro mez de Abril, afim de levar""combaativel
para o pharol, basa nomo mantim-ntia e veaci-
montos pira os respectivos phtroleiroa, t;alo em
sea regresso de transportar para esta pjrto oa
operarios que ae acham promptifictndo a casa
onde habitara oa pharoleiroa, cuja ptompiificacio
de/e estar concluida ne dia 16 ds Abril dia em
que fiaalisa os mantiuentos qu; levurarn.
Deas caso-de a Y. Exc.-Illas, s Exsi. Sr.
De. radio Vicente de Azeveio, presidan ti da pro
viasia O anafe de divso inspector, Jos ta-
ad rtesuipo d C'sta.
N. ftf. Iiapjeco do Arstnatl de .Varan*
de Perj'isBbav em 15 de Jatshdo'1887___Ilam.
e Exm. Sr.oparaad j h js o Jornal do Mmift
e na Prnariajag, com nms asveMaoias sebee o
patacho Ptrafama actutissjpatt en age* o
Bio-Craudo do Norte para eate porto, cumpre-
me levar ao cmhecimento de V. Exc que neuhu-
1 veracidads tem taes apreciacea, po8 nao
ao falso ter perecido viate apreadisea inanahei-
roa, como eatar aquelle patacho con agua ab-'rta
e tocando-se coustantemeoie a bomba, o quo
T. VSxc. v>*4 da parte que dea o respectivo
oramaniaote, datad* de t do cerrte, vespsra
de su a,hi la do liio Grande do Norte para eate
porto e do olfic o do capito do porto daquella pro-
vincia.
Oo unios doentea que houveram a bordo do
p itacaa Pirafama, oram duas soaaoras qae do
.-ii&rindi diNuj-te iartjot rematud*spara eate
porto ssjue actualmente s' 1 eia pe afeito atado
de aaude, o official de Fazenda que veo com bori-
beri, molestia que j tem ti Jo por varias vezea e
o 2- tenente i:traek> Pinta que ao. acha reco-
Ibido a enferinaria de Marinhi, os quaea hoje tem
de ser iuap^cotonadoa segn lo a ordena em
vigor.
y lauto ao qua dieem s be a eoo-'r :c,-a 1 a
anp .ralbe saqoeile patacho ienho a declarar a V
Exc. que aeuhuraa altaracio a ti'rei qu-.-r ju i a!-
treaco, quer aeu a intrneut 1, c nao aeaij a pri-
inoiri vez quo elle faz viagem as Boceas, oa trau-
aact >a commaudautes todos deram excellentea in-
toriaaaiea seu respeito, elogian!) suas qualida
dos nuticas como eoasta da participscio do falle
cido 1 teneate Brane, que foi uello s Riaeua e
spanhou uiuiti una terapi.
O atraso da viagem t'sm sido 111 presante es
tiol;*eini,r.in admaute rentos do S. S E ) S. E.
tortee e baver grandes c irren'.ez a par o a >rte, o
qsa tsmbem tem feito com que aa embarcacoa de
eabotag^m que navegara junto a costa tragim loa-
gaa viagens
O rtrap im i sabio do Bio Gran le do N >rle
coai raaniiinc.it/ pira 35 dina e aguada coojp.-
tente.
i. Deus
anno, que sem debate approvado.
Entra mi isdiscusaZo o projecto u. 44 deste
auno.
Vcm o eso, lido, apoiado, d xando de votar-
se por falta de numero o seguinte requerimento.
Eequeiro o hdiameuto da diacuato do pro-
jecto n. 44 poi 24 horas.Jote Mana.
Fica encerrada a discusso do qrojecto, na for-
ma do regiment.
Pussa-se a
2> PARTE DA OBDEM DO DIA
Entra em 2 disensalo o pn jecto n. 51 deate
anno.
Vem meaa, sao lida, apoiadaa e entra rm is-
cusso coiijunCamentectm o projecto aa eeguiutca
1 meudaa :
N. 1. Oftere^o como emenda ao projecto n. 51 e
de n. 511 de^te anno.B--gurira C ata. .
N 2. leu .1 favor a todoa oa que eatiwrem naa
ineamas ccnd'coes. Joo de Oveira. And r
L)ia8. u
N. 3. OfFereco como emenda o projecto n. 44
deste anno. Vigario Augusto F'ankiio. >
N. 4 Offen C' o projecto n. 52, como emenda
ai^ pn j cto u. 51 deste puno.Luiz de Andraa.
O Sr. presidentedeclara encerrada a diacus-
a ;io
O Sr Joo tie 4*11 ve iraPede a pi.lavra
O Sr. I-residente observa que nao pode dar a
palavra ao n .bre deputado porque a discuato j
est 1 ncerrada.
O Sr. Joo e Oliveirp.Dizque noouvio o Sr.
1'residente procuutrar us palavraseatejicer-
radaa dis'use ;ent'eta .to uao iusia'ir desde
que o Sr. Presidente affirma que as pruftiio.
t) Sr. Pr siden'e lieaponue atfirinativ,.mente.
O Sr J41H0 de Oilvetra (pela ordem) re-
quer votaco n minal para 1 projecto.
Verificand.i-se nao ha ver numero, fica adala a
votac .
Adia-te a la diecu.so do projecto n. 65 late
anno.
OSr Presidente levanta a aeaao, deegoaudoa
segninte ordem do dia :
1 Parte : 3* diacusso dos pr< j-etos ns. 41 e
28 deatt anno ; 2 parte : 2 diseuaso do pro-
jecto n. 42 d' ate auno e continuaco da aotec--
deute.
ItvLSTA DIARU
Tiieaouro ProvincialP r p r...i 1 de
14 do currruie a pr. ,-iden la da provincia, de ac-
c roo eom oo;sp st na 2* pirte da portara d
3U de Maio ultimo, deteimne u que o 3 eecripru-
rario addido Keceb dona Provincial, P-dro en-
in o da 8dva Braga, paase a preeocher iF cti
vamente igual lugar na 3* seceo da contadoria
do I h. anuro, vago pela ex >a laco concedida ao
bahar.-l Fran'is o Corroa Lona Subrinho.
tuloriUade pulirla!Por portara da
presidencia da provincia de 14 do c rrentr mez e
pru| osta do Dr. chefe de p licia de 10, foi no-
m>ado para o lugar .'ago d- del ga.10 do termo
de Kuiqup o Knente Ildef nso Ignaeiodo Amaral.
Enmola*>S AA Impenaea a Sra. Con
d-'ssa d'Eu e a-u anguato ^spiao o Sr. Con e
d'Eu remetieran) S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, para si-rein diatribuidaa em esraolaa
pelas pobres mais neceaaitadas desta eapital, >i s
libras sterlm-l.
S. Exc encarreg u do desempenho desta hu-
manitaria incumbencia o Exm. Sr. biapo droeeaa-
no qne bondusameote se diguuu aceital-a.
Pulacao .i'irapama noticias qne acerca desie patache deram h-ntem
os nossos coliegas do lornal e da frovincia dara /
publicidade aoa segninks documeutos ui :ie8,
qne nosforsm remettidos da secretaria da pre.i-
dencia :
v N. 36.Ins^er-oo do Arsenal de Marinh* de
Pernambueo, em 91 de atareo de 1887.Illa, e
guarda a V. ExcIllm. Exra. Sr. Dr.
Potro Vicente de A? .ve lo, presi lento Ja pr ivn-
pia .O ebefe de divso, inspector J s Manuel
Picinoo da Coila.
N 138Capitana do porto do Bi) Graal; lo
No.te, ein9 de Juaho do 1887.
" Illm. Exr. Sr Tenho a honra de levar ao co
ufaeeimsuto de V. Exc, que aesta data se^uein para
Pe'nambua 1 disposico de V. Eic. o 2- tnont:
dt armad* Fraocisc; d-' Souzi i'iato es o -i-ial :
fazenda df 2* c'.asse Ernesto Jo lo Souzi Lsil
Eatea otfi:i.es a iguera doeatea, como onata de
auaa caderaetaa, toado a isap'cco ie saud 'julga
do que o 2- t mente Francisco d Souzt Pinta u'-
ces8itava 60 dias para sea trat*m-ut> por cpj 1
motivo tinha elle d st reolhid) Cdrte, o cm
virtud! do aviso d'- 21 c Janeiro de 18t0, entre-
taut;) atl: o referido offi'ial para casa provincia
a diapoaieo de V. Exe. afim de V. Esc. de iber.ar
c ui 1 for mais acertado.
I^iio segu no mesao va-or o cubo do itnpe-
riaea mannh'.'iros Viceite Antonio Ferreira p r-
teneerete a guamieo do patacho Pi-apa na p.r se
acbar rxe iln I 1 a oufermaiia militar i' por ter de-
clarado o cirurgo enarregtio di referid* cnter-
raario, nao poder elle anda viajar; entretanto, lo-
go que tenh* alta da enfermara o referido cabo,
aera lemertido pira essa provincia a diaoasiyo de
V.Exe.
11 Oeua guarte a V. ExcIllm. Exra, Sr. chefe
de divao Joa Mino'.-I Picaneo da Coat, capito
do porto da provincia de Pernambuco.Candida
Floriano di Costa Barr to, eapitj do porto.
Eat conformeO secretario, Antonio da Silva
Azevedo.
Inspccro do .trienal ile lltrinlia
De S Exc o zeloao e b. nrado inspector do Arse-
nal de Mar Tba, chefe do divia 1 Pieaovo daCoeta,
recebemos a seguate Carta, que nos aporcsemos
1'n oublicar. a iti^azeoio a.s.l ca doaojoa de
S. Exc, no intuito de tranquilizar es iutereasidos
uo ficto que toi objecto da asanstadora 11 tici 1 qu"
sobro o patacho Pirapama e sua tripolaco deram
o Jornal e a Provnola.
Eia a carta :
1 Illm. Sr. redactor Jo Diario de Fernambuco.
A noticia asauatadora que acerca do patacho Pira
pama, actuiimeutc em viagem do Bio r.m 1 1 /
Norte para este porto, f/i publicada pe lornal
do tecife e pela Prov ncia ein suss gazetilbas de
hi/je, carece de fuoaamente uo s na parte que ae
refere f. conatrueco e c;ri1i55es de navegabili-
dade do memo patacho, como tambera no pont 1
relativo surte doa apreudizes marnheros a-elle
embarcad os.
Quanto prm'ira daa indicadas argu'coes
cumpro um dever declarando V. quo esse
patacho neuhuma alteraeo soffreu. quer na
mastreatoto, quer no armamento ; e que, nao
.-endo esta a primeica ves qje sahe em viagem, ua
diveraoa c ininiandaufea que tem tilo, deram sem
pre xcellentes informacea sobre suaa qual'da es
n iuticas, o que consta, entre outros document.s,
.ia partieipaeSo d 1 fall- cido 1 teneite Braune que
u'olle tamb m foi s Ruceas u apauh u mo tempo.
O atraso da viagem do Pi'apama, confiado
hbil direceo do distincto Io teneute Bubim,
devido unic-imeiite aoa ventos SSE e SE que,
como tvdoa subern, reinam fortemeate na presente
eataco, c aa grandes c irrctentezas para o Norte,
de todo contrarias ao rumo do navio, o quo tem
i .mi..luiente demorado ns viagens dos bircoa do
cab itagein.
Quanto :i segn la arguiclo, cabe-md J-s-.-
que a tripj'aco e oa 40 apreu I tes inannheiros,
uo estiv-ram era pango aiguin, e quo abaoiuta-
lO'otn f.la/terern fallecido vmte das quarenta
enancas, des'erdalas da fort', e exp.is/as sem go-
verno sem recursos e sem esperoMCa aos furores do
mar, na pbrnce maligna do inlormante da Provin-
cia, aaaim eom 1 que d parte que a t do correte
mez, vespera da eua partida de Natal, me deu o
eommandante do patacho e doorfioio do capiro do
porto 1 .queli-i provincia, nao 1 nafa que eativeaae
Virapama fazendo a a tr.polacao uouataiitein.'.i:ic o.icujada bomba.
o Oa micos doentea qu hiuvc a bordo f .rara :
dona menores do Rio Grande do Norte vieram
i.ara eate porto queja ta'o de porfeita s.ule,
.1 official de fazenda Ernesto L al, que toi mais
urna vez at-cado de beriberi, o 2 tenente imme-
diato Souza finta, que Si acha recoloido Eufer-
maria de Marinha ; os quaea pxlera dar pleno tes-
tcmnnho do que deixo eacripto.
Poaao, p r' iii-o, para diesipar os receioa que
urna n tic a to ussnata lora (publcala alias p.r
doua orgo8 importantes do j inliamo desta pro-
vincia sem o 111 or nnmc o reserva) deve ter in-
falliveitoente cnuaado uo < spTit 1 dos parentea e
amigos da officialidade e ti ipilaco do firapama,
trarantir a V. qu-eat" patacho ae acht em Via-
g m do Natal para eate porro c m inautimeu'oa
para 35 das e egu ida aulBuiente, traaendo alm da
tii inii-iade, d ,-f.leda apias das duas mencio-
nadas pecana*, 38 apreudizes mariuheiroa e a tri
polaco em per feito estado de saude, como tive
ccMsie de verificar do raappa que a 6 do ccrrenle
mes me remetteu o 1" v neute tiubnn, comm.n
d n'e do malriual i patacho.
Su etc. os Uatioel Pica go da C/sta.
Proliinssaeais da enirads ae (er-
ro ao Becife ao S. Fraoclvco Seguud
urna d clarafo que publicamos ua aeeco compe-
tente, do 8r. Dr. director desta na-ferrea, uo dw
19 do rorrete ser entregue ao trafego a s do Augelim, entre qnal v a estaco de Canto':
uho haver trem aumente s tercas e sextas-fei
TaS.
Eases trens sahiro tarde : de Canhotinho a
5 h naa e o mi nuca ; de ngel un a 6 horas e
o ininmoa; dur .a I- cada viag-m 25 minrjtos.
>.!< ii. do Morte.Pelo paquete ameri-
cano Advwce, rec beuios b i.tem as Seguintes no-
tea :
AASoaua.- ta (./Ibas do Para encontrara js as
seguales noticias :
Continuava a funecionar a Aasembl* Pro-
vincial, cujoa trabalbos i rain prorogados at 15
do crrente.
Foi nomeado promotor publico da comarca
da capital o baeharel Jos Alvea da Aaaompco
Menesesi
A Th'souraria de Fazenda reeebeu 60:000|
em litis da pioel muidas e 6:00)4 em nckal, sn-
viadoa pelo Theaouro Nacional.
O prelado diocesano nomeou cjneg hoaor.*-
rio ao Rvd. ptdre Francisco Benedicto da Foasjca
Coutinh), vigario d* fragaria de B)rba.
Fallecoram om Mantos o pharmacoutico coa-
tractado Psdro Calestino doa Santos Oautas, espi-
ta) Eusebio Luis Autouto de Mineada e Pilro
Mendes Goncalves Piuheiro.
Pau. -Ditas at 9 de Juna i.
Chegara io Araaaoaaa ao Kspirito-Santo o
avrad. biapo dioeesaao O. Au'onm de Macad
Bosta.
Sob o utuloOs apuros de un larapio, lomos
ata Provincia do Para ds 8 o sagaiate :
Vio-so em apuros aotc-hosdesa uoito, um la
apio, pillador de qaintaes.
Eram 10 hora*, quaaio o Br. captlo Silva
Santos, em sua chcara i estrada da ladepoadao-
saVa, foi despertado pelo sons ds apito, partidos ds
um* rocinh* contigua, p rtencnteao Sr. Gervasio
Vieirade S uza.
Indagando do que oecorria, soube que um la-
rapii, que ae havia introluzdo a* raema rocinha,
oude se apoderara d* chave do respectivo porto.
aeaia perseguido, palara para su i chicara.
O larapio, ten lo atraveasado diversos com
partimentos do quintal, lograra subir a um abrico-
seiro, accommjiando-se ahi, ua suppoaica le quo
ae a h iva eia aegaro abrjgo.
Nao he s*ho a eonaa eom: eaperava, porque
08 enfl, atravesasndo o quintal em div.iraas direc-
c5aj, esUoaram aob aqusHa arv^rc, dunuaciando
a exiateneia .le p 'ss ta rstranh*.
NSo foi dvrBjtl deseobrir o 1 .rapo que, a mo-
do d* mucura, se eaesrapitara ao abriciaeiro.
Por inutt- tempe apttsu-aa em vo, afin de
verseohegtv algum* patrulba : cooaeguidas tres
preas do 15 bttaltiij do ototaria, fes-se desear
o l.trapio, que.toi -atrege aa Nfpectivj inapector
de qatrtetrj, pira ser enviado i pjlieit.
Em poder do Urapio foram encontradas-n-ma
fac e a chave da rociaba.
Yeaficstt-ae ho.obam qua ogatapo dsqajj ae.:
ma uta ooc ipiorjdiama,-se Jasiu i a Frroiii,
qua ao endira do asylj de alienados, para oude
dora entrada em 30 de Ab.il uttim), rcmettiio do
interior d. pioviucl*.
Se M.-tuj ajtfre, con effjito, daa taeuidade*
meaUes, to.-uiLn-ja dignos da nota os m^ios qua
emaregiu paja escapar de aer. ag*rrtdr>, nao s
quaudj pniaentido ua rocinha dj Sr. tervasi;
Vieira da S;ua, eom) q laudo procralo o* eha-
cara do Sr. cipito Silva Santos, u
Majusuo.l)j.tae at 11 de Junlw.
Liemos no Pah do 10 :
Em viag v lo Mauos para cate pjrto e qutn
d) j cal iv i prestos a dse nbircir em su* trro,
ftlleaeu birli a vipj,- Espirito Santo, nnr.!;
aute-hon m o uou comproviucian.a capito Ale-
xia Ir Fernandea da Yeiga Lima, que vinlia Jo-
ente de bribni.
S*u ea livor toi dado sepaUora u > c-raitc-
rio desta cidade. >
A barda lis/apar Maran'tao, -.i'.iqai sab 1 i
4 da correal., t mar* pasaagem c-m desm ao
Gear, o rejpeitaval negociante desta pract Auto
oio Perira Vi ionl dos Beis, que a coua-ilho med
e-j ia proviucia visinha buscar allivio aosseus
aoffimentoa.
Nlo coiisoguio, poj n, ch'gar capital do
Cear, poi.t, falleceu e foi sepultado na villa da
A-nin-icia, onde fieiu sua Exm*. familia qu cora
; le s-'guira.
" O rio. I, 'i.i!n ua* rauJd alma, propvna
aciiiprc j i.ti^ go KToys, e cr* vcr.l idijoo-m mt i
ir iativo.
Oa aeus i ';> a e o procedi ncn'o qae teve
por oocaio do i.damidades pirque b* passado
et.t ci Jado, ;o a prova do qae acabamos de da-r.
I'i.ni.i'.i fallecido na capital o capito Joo
loncalv'a Ninie Ja^ Uupo da Silva tfaia.
I'ialuv. Datas at 28 de Maio.
Foi iio'u-ado adjunto de promotor publico di
capital o pliarmaceoti'o J s Pereia Lopes.
Ft 'ce ra i 22, Ciis.'im A!ves di Silva.
Falleciraento Victima d h.-motemei s
auceumbio unte hout^m pe'a manb D. Mario
Ejoilia Caclhi Moiri de V'aaoonce lar, esposa do
.>r. Ase-acia iluiiiviiio Alen* de Vasconqelloa,
pnpiiotario dv ColUigo Mona, ra da Impsr.i-
!r:Z.
Tmhi a fallecida, que era paraeose, apenas 39
nuuos de idade e era urna aeohora virtuosa e es-
tira ida por tolos qu matos a coua<'ci*io.
A sea desolado esposo ipreaentamoa aa nassaa
condolencias.
Oulso Em 29 do mez finio, falleceu
ni cale de 'iravit a p/ofesaora D. Anua
Ain-iii da Suva, viuva do tmente Slanael Chiya-
j/i.)jio da Silva, fallecido ha cerca de trez mezes.
\. virtuosa senhora n, pondo resistir ao dolo-
roso seutiraento que occaaionau-lhe a ptrdade
aeu m nido a quera idolatrava.
Oeixou apa pobre rale e um flho m.nor tos cui-
dados de seu di^no aogro, o Sr. Jos Cbryapiano
Ja Silva, residente neata cidade.
O aeu cuterrameut i f i muito concurr Jo era
lia muito estimada u'aquella cidade.
Paz aua alma.
.1 Uoila Ulailrada. Diste exs-llsute
jornal laa familias, de quo agente a Livraria
Fluminense, ra do Biro da Victoria, recob-
raos li ..itera o n. 202 Jo 15 do eu*rente m.'z
Alm de multas e fiuiasimas gravuraa qae tr
atercaiadaa no texto, acompanham a este nu-
lo ro u a figurina color io e u na estampa de ra-.l-
d-s e bordados.
Cumpanhia tV>yrlca Itallaaa.Para
h je ea. annuueaio um bellsimo espectculo
no Sania Iaabil, cnio levado aee.oa a opera
birlesca en doua actos As mulkeres guerreiras oa
um pul original.
Estro i rato os novoa artistas d* compaohia e se-
ra > executa los iroportaut's trochos das operas
F. gia, Gioconda, Ugaautes, Baile de Mascaras .
Nabucodonosor, a'm do algumas romanzas.
II i b ia mu -! i o rauita, j se v.
Embarque -No paquete americano Adcance
segu.-m para a proviucia da B-bia com suas
Bxra*8. taiiiilias os Drs. Faria Bocha, anvogado,
e Math.u8 Vaz, inspector de hygione publiea nesta
c.d.da.
Bous ventos oa conduzam ao aeu destino.
ttouboNi loja de chpeos de sol doa Sra.
Mantel & C estabelecidos ra do Birao d
Victoria n. 21, peuetraram hontem de madrugada
oa i. Jroea, torear ira a giveta do urna carteira e
d illa tiraram duzentoa e tantos mil ria em sedu-
l'ia, cm mil ris em moedaa de prata do ,iil ris,
triuta e tantos mil ris em moedas de quinb nt -
roa e 1G palacoss. *
Dt I ja tiraram 1 pegas de t la fiaa para cha-
peos de sol, nvalhas, theaouras e umi ni'.iad
pares de mei i ds primeira qualidade, cuj >s oi.jec-
t.a f/rara aValiadoa 1.1a um cont le ris.
Oa ladioea entraram pela escada do predio em
que ae acha a I ja, por encontrar-m aborta a p r-
ta ia n3-ida. qu.t delta p.ra ra, e levarra un
qiutro degr ia do aegundo linca da escada e por
ah sal'araiu d mtro d.a I 'ja-
to' Io andar d> predio est deaoccupido e n i 2!>
3* e i" morara fnnilias, que nada ouv.rara, que n-
dicasse o si'encioso trabalho doa gatuuta.
E' admiravel, que em urna ra to trequentad,.
os Udries praiicassem i.rrombameHtos, tranapor-
t as a.-m raercadorias c se retiraaaem aen aerera
pri acntidoa.
Ni ha duvida, os ladioea aporfeicoain a indua-
ri*.
IVrrii tiii do Bonito -Eataempr^za mar-
CoU o prazo de itO uias para que oa aeciini8 aa
que nao eff ctuaram a,2 entra (a de 10 /0, eor-
respondente ao val.ir de auaa accoea, o tacara com
a multa de 20 % su o pena de perder-m em ben -
ficio du empresa as euiradia 4 realisadas, de ac
corda c 'in ns nspectivos estatutos
t.ire*o I ifor.nain-n is qee no dia 14
do Corru'e, s horaa da tari--, no lugar E-p>-
iihinhiro, Foi o Sr. Francisco Carlos do -imar;
aijgredido em aeu estabeier.iment commercial por
um individuo de uome Vieira, que armado de
revolver e auxiliado por um outro compinheir-t
pr turara moloatal-o, o qne eaoseguiria ae nao ae
daae a iutervenci de alguuaaa peaa /ae que no
inei-m i lagar ae acli iv .m.
O faolo do becco do l'auaUii'\l m -t
ter ira uta o 8' guiute :
Sr. Keilaotor.S bre o facto, noticiado n* Ri
vista Diaria de ll je e na qual fu envolv 1 o
oondito por'uguea Joaqmm Antonio de Ar pedimos a V. S. a publicaco na ra a na H*ni$ta
da aegu nte rectificaco, fuila polo Jornal do H'ci-
fe, propoaito de igual noticia :
\ respeito da ocuurrencia havida no sabbad >
ulumo, no predio u. 2 do tveoo do Tadjb, fregu
siada Boa-Vista, oecarreucia de quesos oceupa-
inoa na f Iba de aute Hornera eacrov ram-uos :
Sr. B dactor.' E' certo qne, em m hura, en-
t n leu o negociante, a quem ae altribuioama pre
ua dita la t n'ativa do morte, nao dev r fugir a
chamado que fra-lbo fo, daqaella caaa, uo pro-
posito, alia, m ntida de afaetsr-ae dala, aprc-
aentando ae armado pela receio do qua'.quor ci-
tada.
Do que piaiou ae all e ooderiater-ae passado,
so fez-ae eonheciio, porm, o seu estado de em-
briaguez, ato por na estar elle sffeito habidas
alcoalicaa, que veio denunciar a entrevista.
Chimados amigos, o quauda estes, te-itando
d all retiral-o, proouravam tirar Ibe de um dos
bolsos o pequeo revolvar que condaza, exploais
am doa fulminantes, resvalaado o projectil pelo
seu proprio colete.
D'abt, ante a detonaclo, o alarma e priao,
coma fieou comprovado do acto de fltgrauoia, pelo
que eestbe a flanea provisoria, prstala 2ora au-
dieuoia do Dr promotor publico, e fieando em po-
ier da autondade policial o colleta ailadido.
FenttvldatfeC ra todo o brilbantamo, fea-
tejan amanh o S. 8. Cora^ao de Jaeua na matriz
de Santo Antonio as filhaa de Mara.
Have. misaa cantada as 8 horas da manh,
oceupando a tribuna sagrada o Bevmo. Cominea-
dador padre Manoel Moreira da Gama e a noite
3er cantado o Te-Deum, sendo orador o Bevmo.
padre, Dr. Lima e S.
Hoje ter lugar a b.nco da nova imagem a qual
licar em seguid em expos;o.
Presidir o acto o Exm. Sr. Biapo Diocesana
ReuuieM .t oiueo Ha hoje aa aegain-
te.s :
Da Becreio lufantil Nove de Ag ato, ao respec-
tiva sie (Instituto Acadmico) a horas do coa-
tume.
Da irmandade do Santiasimo Sacrameuto de S.
Jos, s 4 horaa da tarde, na respectivo consisto-
rio, para elsieo da aova raea regidor*.
Do Club Recreativo Brazileiro, em sesso ex-
traordinaria, a 5 horaa da tarde, em eua sede.
Da Gremio Becreativo Familiar, a 6 horaa da
tard--, em asaarabia g.-ral, era eua sede, ra do
Imperador n. 19, 1 andar.
P4o d'AloDatada de 13 do correnta c-
cebaraas do uoaao correspondente a seguintecart.t :
Curapriudo a obrigaco a quo uoa propuzemos
para cam essa mu iliustre redaeca, vamos noti-
ciar o que por ^qui tura occorrido ueatea ultimo3
dias.
Aaaumio o exerejeio do eargo de subdelgalo
de noticia do 1 diatricto dsste termo, no dia 22 Je
Maio fin 11, o alferes Francisco Igaucio d> Lima
Cbral.
No aabb.ido 2>i, na feira desta cidade, foi prc-
39 areco'hido a cadoia publica, do ordem do de-
lgado de polica deste tercio, o individuo de oras
fj.ver.ua Franciaco do Espirito Sauto vulgo Bi,
ieounuiado por crate de morte e sendo interro-
gado dase 4U6 uo criminoso de m.rto, m<\a aira
d >. r. ;r d'um patacho, de que ignora o notne.
So dia 29, domingo, as 5 horas da mauha, na
igr.-j* in.ttru do Divino Es irito Sauto doata ci-
dade, u.r.j salva real Jo viute nui tiros, mpitas gi-
r.tnaol*s do feguetea c o solemne repique doa
sino?, aunuociaram aos habitantes doata paroebia
o festiva da do iViuo Orag ; o a 10 horaa. foi
cantada um* miaaa pelo KvJrr. coa'go vigarie
Augusta de Kus. w.itfor, grande orchcatra regi-
da pslo profesaor Joa Flix da Trindade, tocando
ns nter val.8 a sociedad-: Pharmon'ca c*
d'Al'iense cacolbdaa pecas d 1 seu vasto repertori 1:
e te rain u a raisa.i .o:n Tantamergo c bracio Ja
Stnt38ma Sacrameuto, aasstiado a irmaud.iic
desto n.ra'. c a di Divino Espirito santo. Em
concluao, loi ouvida outra salva Jo vinte um tiros
e diversts girndolas de figuetea fenderam a
: res
Na di. Jl, s i bcras da madrugada, tova
lugar, ni igrijt de Noaaa Senhora do Basara
: ata cid 1 ie o cncerramento dos pios exercicios I)
mtz Mariaoao, baveudo o acto di coneagra<;> Jas
flores, .[Ue foi imponente 1 imparcceram diver-
sos meuinos de tmbaa oa sexta, erecitaram verso?,
ti reeendo fl iros Sautiaaima Virgen. Antea
da mi asa, qud fui celebrada polo UvJra cuoego
vigario, o j tveu LauriuduAIveajCavaluante, cant ptimamente, acimpanhad.t da or- heatra, una ver-
ntaudo o coro divers.a meninoa para 830
pi-'Pnados. O pois, o majirJoa Francisco do
liego, tarabem acompunha.lo la orcbejtra, cuito
filtros versos sendo o coro cantado p.-los referidos
incniuos.
. Em tidos os intervall .a t coi a Slilarmoni-
ca ?o d Alheuse.
O acto estovo tocante, c a concurrencia f-i I ll,
;'i a gruja fieou repleta
1 Termio u tuda cm muito boa orlem, a 5 ho-
ias da manh, ouvindo ae urat salva de 21 ti-
ros, uo e.niiunciou a testa da S1uiis3i.ua virg-n;
a 10 horaa teve cun 51 a miasa solemne, a
g-nido orchostra, regida pelo profesan- Triudad-,
i/inoianJo o Bavdui. couego Arag), serviudo da
dicono o Bevdm. froi 'raociaco. d cub-diaono
o Bevdm. Severiao Villa Nova e do raastre de ce-
remo. ii s o Bvdnj. ucnego vig irio KusWttr,
que ao Evangelho prgou um bell. serma. Hu-
ve exposca do Sautissioia Sicrameuto, ajaiatin-
do a irmaudale deste nomc e a de Ntssa Seuhora
do Biaario, hiv-uJa em tula muito respeito. No
fin Ja misaa, outr.i salva do 21 tiros toi ouvida, o
btm aasira militas gyrinJolas de foguete3. A' .1
de, a -1 h .t*s, sabio a pociaao, c mico Jo tres
e.' I ros, o Jo Sagrad) corar d : Mari 1, o da Es-
pirito Santo e o de Niasi Senhora do Basarlo:
ac npaiiharaua ciuco innata la te., conduziudo o pa-
lio a do S.iutisaiua t Saciara 1111. R -colbiJa a p..
ei.o, fez se ouvir .. iiJa o Bevdm. conego viga-
rio, que fez urna predica, d.-p da do que, hou va
li-aiuha e Regina c-M'e, terminando tudo coiu a
duvida Soicmuijado. Deptis Jo acto foram larga-
doa haloas acrcoatatoa, ac mpanh idoa de muitaa
gyraniolaa de foguetes, tocando a Philarmouica
Pao u'Alhenae
No dia t do c.rr.nte, pora quando havia si-
d> convocada u 2a ataso dt jmy deste termo, ua
pode fancciouuro tribuna! ou- f-.lti le numero le
j.-iieade facto; 111 da 7, parm, fuacci uta, s,'o
a preaiieucia do juiz do direito Dr. Antonio J.;c
de Amoiim, oceupando a cadeira d'accus:ir;o o
prora ttor publico ad hoc, C.etauo Besa .n de \s-
aia Cimpoa e servmdo de escrivo interina o t ibel-
lio Francisco B.tngel; depois do que, eutrou em
julgameuto o reo prca/ Francisc-a Kibei'0 di Sou-
,\, incurso naa penas do rt. iOl vi., co li.o crimi-
uai. Advtgou a causa o tenente Joa Francisco
Paes Barreta. 8' ido o xi condemua-io no gre
uiuimo do referido artigo.
No i-i 8, tendo de ac;. m juigid03 os reas An-
tonio Caraeiro e J o Carneiro, incursos u.:s pe-
nas ao art 192 do coligo criminal, como a ir irea
ao nasassinato de Francisco Xavier Carueiro da
Cimba, nao o foram, por ter-to capotado a urna :
pelo .uo prooedeu-se d.: novo cliamada, senda
oetti'io ajulgamento o reo preso, J / J's
., lan'o*, ncurso 11.13 peuta da .:rt. 20 ;l.- eo-
.i'j criminal, Patrouinou causa o Dr. M<.rco-
. Ferreira Limii, b 'Jo u roo abj Ivido.
No da 9 uo bou ve julgcmemo por falta de
numero de jjiaea de facto. No da ll), pirm, foi
julgado o ico preso, Pedro de Arauj) Pinhoiro,
vulg Pedro Dam>o, incurs.i naa p naa do art.
lu, cornOinalia eua a do art. o dt cdigo cri-
miual, cono cumplica no aaata.-niato de Fimiicisco
Xavier Carneiro da Cmba. O uupm a cadeira
la aucusau, por pirm da juatn;* publica, o pro-
motor ad hoc C .etano Beasooe, por parte da auto-
ra, o Dr J io Lalislo Pcreira da Silva, da de-
f'eaao teuente J^a Frauiaco Paes Binero. Caten-
a palavra o ucuaador, fall u corea de tres
hons e o aIv'gado cerca de data horas, i .c usive
a replica, terminando a diacuaao aa 7 horaa ja
UOIie, quaud 1 recolheu se o eouselho sala sucrets,
VitiUio a 8 horaa c./m u nbanvicao do leo p.r
uov votos cjtttra tres, sendo iinine.Jiatainuute ap-
,i 'ni po aeeusador.
Pelo p.-esideute do tribunal fai encerrada a
sdaao, vuta uo haVercm mais procesaba prepa-
ra Jos.
No da 9, na igreja matriz io Divino Eapiri-
t Siu'o deata ciJade, a 10 horas oa minha,
h iiv-urna miaaa c lutada pelo Bvm. vigiricas
S">. Sacrameuto, mandada celebrar rela ra.suecti-
v ir ii 1 1 i '!. teimiuaado com o lantum ergo
b-nco do SS.
A orcheat.a f regida pelo prof'.'ssor Trindade ;
fi du mr-rvailoa tocau a sociedadd phiiaimjn'.c*
Po d'Aihen8e.
O capn Fraaciaco Antonio Cabra! de Me'-
praprietaii > do engenho Tabocas, deste termw,
compon h je, m-ata ei iad', ao capi'o Jas Ger-
mino ;io A.bu iuerq.1 'jPfotOJO cscravo Srndol^ha,
p -.rd >, a ilteiro, de 21 aunas de idade ; e ua mer-
ma oceas 1, na eoilct iri 1 provincial deate mu-
nicipio, preaentea div.raaa peasaa libertau-o sea
unas algum, proferiudo ao liberto, quando eutre-
e- .u-lhe a carta da libordada, as s guintea pala-
vr*a : E-ta livrel... agradece a D us o a
dara Santissimo a esmula que agora recebes, f>
nao a mim.
Foi urna aco maito 1 mvavel e digna de imi-
tacao a qu- acaba da pratica.- o Sr. capito Ca-
ral de Melo ; I ennsta-ues t< r elle libertado at
hoje aera onua algum, 12 eaeravos, con tan lo com a
que cana do lioartar.
U vin. Sr. couega Arago, morador aaata
nsaiii


Diario de Fa-nambuco--Quintateira 16 de JuhIio de 1887
3


! fanettre. -Herie celebrada*:
H.ter
A.'a 7 horaa na igreja da Madie de Dona, pela
alma de D. Mara Bicafda Tarares.
Amanh:
A'a 7 horaa na matra de S. Jas pela alma de
Francisco Ribeiro Villola.
Sahbado:
A'a 7 1/2 horas, na matrie da Boa-Vista, pela
alma de D. Mara Coelbo Meira; s 8 horas, oa
raatric de Santo Antonio, pela alma de O. Anua
da C iucoqj Bastos da <]irvalho ; a 7 horas, aa
igreja da M idro de Di ja, pela ulna de D. Mara
Jjauoa da Si va.
Paasaaelro Chegados doa partos do aor-
ta no vapor americano Advance :
Eduardo 15.Ii.uk, Bernard Penenood o Nel
eon P. Job aaon.
Sihidos para, o su! qo vap r braaileiro Espi-
rito Sante :
Vicenta ^ilvn, Jos Alipio Giulart, Joveiini
Rolrigues da Silva, Joo Pedro Ja Silva, e Abra-
aeutudo a rar parte i>s obaervato i 3 dos dois i hin Pedro da Silva, 21 pracas di liuha, umi mu-
heinispb-rioa. 'r n am filh>, Domingoa da Silva Torres, Dr.
Cil-u'a-se que o numero de estrellas registra- Manoel do Nascimmao Pontea, Jo3 Antonio dos
da* pjla mva carta exceder de muito o algaris- Santos e su* a-.-nhora, Dr. Jos Cavbante P es
m > d ? 2d milho'., attendeodo qu; eat,? ultimo al- Barreto, Antonio Vctor, Joa Lu* Soarea e sua
I h presumido pir Wilam Haebell as | s-nbora, Dr. Lucrecio A Marques Rb iru, aja
cidade, ha diaa libertou tambem doaa nicos ea-
cravos que possuia. E digam que a eseravido
nao est a terminar !...
Estaj vai muito estaa, por M0 m
ponto.
Pbotograpbia do ekSob a presiden-
cia do miniat o doa negocios eetrageiros de franca,
e na a ta principal do ob?ervatrio de Paria abri
se o eoogresao int*raeioaal dos astrnomos con
vocado por iniciativa do Sr. Almirante Mouchea,
eminente director daquelle eatabaleeimentJv para
concertar noa meioa praiicoa de, por methodo uni-
forme o pala applicaco de inatromentoa detyp
idntico, levantar a eacta photographica do eo.
I ol doa me.'iibios da commiasao francesa, em
numero de 21, acbaram-ae preaentes a primeiro
eonfer ncia 1 aatroaom ia delatad
governo?, e entre ellea os Srs. L. Cruls, director
do obiervatorio do Bju de Janeiro, o Boj jf dire-
ctor do observat-rio de La Plat..
Contarojm se catre o astrime presentes as
maia mta veis turaraiJadei da astronom ia, repre
Jdo mea amigo com o Sr. Vianna s me aaiaio a
ex^ol os, convencido de que direi aoinente a ver-
gariamo
labiri >shs nvestigacde a que se de lie ju como
seu f*in>so telescopio, o uul, entretanto, alcauca
va tac tornate as estrellas de 15a grandeaa, au
patas qae obj" rtivaa actuaea aleancam as de 16' e
at as de 17" grandeza.
0 catologo mais rico de estrellas, at agora co-
nhecido, o do Argeland-r, publicado em 1802, e
ecutem piuco mais de 300000 estrellas, nao i ido
alm de 10 ; grandexa.
Comparando uma Jas placas obtidas no obser-
v .torio di Paris p:l is uma s 11 nry com a pire
torresponlente da cuta de ArgelaniVr, acbou
Struve que a sup;rfic;o de 4 gris quadradoa na Nacionac; 325; mulber
r-ferl. placa contm 5 0X) eatrell&s, aj pa=aoquo escravoT tentenciadoa 3; dem procesaados ;
apenas 170 esta) registradas era igual superficie idem de correceo 9.Total 363.
senhorn c 4filh?s, Francisca Benedicta Pessoa do
Amara', Manoel de Ar>.ujo C>ata e S, 1 prica,
Dr. Jo3 O. de U-.'da, sua teulion e5 filhjs, Pe
dri Joaquim de Soasa Prea, Augusto Petti, Ma-
0 el di Cesta Peona. Artbuag Micbelli 8 L turen-
50 Bez 'rra di Cunh Cavalcante.
Cana de DeteacMovimcoto dos pre-
sos da Casa de Deteneao do Becife no dia 14 de
Ju:iho :
Eiiatiam 365; enlrarum 23 ; sabiram 25 ; exis
(em 363
A saber :
Nacionae;
da Ciirta de Ar^elauder.
A aealemi? diis acienc'fts do Paria, qu? tomm
a seu patrocinio ". eoloasal empresa, cousidera que
a prcjec'ada carta celeste, aera, a-a olhos doa astro
nomos fu'uros, n monumento acicutifico m.iis cou
siderave raaia fecnado em deseobrimeu'js que
terSo sido legados a scicncia pelos secul.-a p33".-
dos.
A este resp.ito ;.i tivemoa -ceasio de noticiar
rj>'', milito antes de mmif-star se a i.i da reu
ni! > do congrio, bavia S. M. o Imperador ofle-
rec'd'' aoSr. L. Cruls 03 meios nec'sanos ac-
uiieao dos appircih que babilitassem o obi'.r
vatorio do Bi>de Janeiro a npplicir o m.-thodo
H.nry.
Tratando-se agora de rrapregar em todos os ob-
servatori 3 n3truraento3 uuitormes e de cus!o mais
elevado d; que a')U- ll-'S que a principio parecan)
convenientes, reicerou Sua Magestal aqaelle seu
espontaneo clferecimento, com o qual significou,
por mais u>n acto, o patritico interese-s que de-
dica ao progresso das sciencias no Brasil.
Club '' Itixtrui'ro e Secreto U
orrenae -- Em B'-so ordinaria do dia !l do
crrente, com assi>tencia de 26 Srs. socios, sob a
presidencia do Dr. Joseph G imes Netto, proce-
deu-ae eleica > da nova directora, fieando assim
constituida :
Presidente, U.. Joseph G ova Netto (reeleto).
Vic -presidente, Jos Men 1 s H.zerra de Albu-
querquu B.rra (ree eito).
Jos Lapes dos antos Luz re- ,
Arrajoados 3l"2.
Bona 296; doantes 16 Total 312
Movimcoto da enfermara.
Tiveraro alta:
Ait nio D ini:ig s i S v 1.
Pan!o Pereira de Barros.
Joa 1 C'.udido de M"Ura.
Molerla do Cear Esta acreditada lot -
ra rujo premio iniior de 15:O0000 ser ei-
traliida oo da 22 do corrente.
Os bi hstes acham-se venda na Boda da For-
tuna ra Lirga do Bosarie n. 36.
Timbem acbam-se a venda na Casa Feliz na
praca da Ii dependencia us. 37 e 39 e na Casa da
Fortuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da provincia No dia .
11 c :rrene, 3 4 horas d- tarde, se extrabir a
7J lotera-1, em beneficio da matriz da Bj^-Vista
dj Becife e, n< consistorio dn igieja de Nossa
Senbora da Conccico d 3 Militares.
N > mesmo coussrorio estarlo expostas as ur-
ane as espheraa a spreciac) di publico.
dolera da rdrleA 04-* lo;eria da cor-
te, pelo novo pl 3 1:0 j.'OO ser extrahida no da., do cor-
rente.
Os biihetsa acham-se venda na praga da ln-
d'-prndencia ns. 37 e 39.
Tambein achata-se venia na Casa d Fo
tina ra Prim-r>de 4ar0 11. 23, de Martina
Fmsa & C.
1- aecretario, Jos Liopea doa santos L.uz re- LoierJa do Cirao-Para Apai te da 10
eleitD). I lotera desta provincia, pelo novo plsno, cojo pre-
2- secretario, lirat r-ixu-a da Abreu Peixot \ mi0gril1e 12J:000000, a r extrahida no dia
(reeleto). ,.,, 18 de Junf.o.
Tnesoureiro, Apolonio Eduardo Hexerra e bi va. j Blhetoa venia na Casa do Oo.ro, ra do Ba-
rio da Vict na n. 40 de J,,.~..> Joaquiu da Costa
11 > da 2') do l.,,1,.
Procurador, Antonio da Costa Mello Luna.
Tomar uosse a 11 >v directoria
corrente.
E13 o movimento da biblbtboca deste club du-
rante o met de Maio fiulo
Frequeataraio o Club <\) socios e lu visi-
tantea.
S.ihir.iai pira (citara dos socios 18 obras em
21 vo.u-ne-j.
As aulas foram (requintadas durante o inez
p.o 24 alnm ios.
Obra irTerecidaa
Pelo sjco honorario t-uente Manoel Eduardo
da Ciato Vleiiteiro, a3 St-gaiot'8
A )!!'_
1 volime
1
As aventu,-is de Telemaca
O Conscripto 1
Manual Eucjclopedi 1 1
Anthmeticu 1
Cautcos e Satyras 1
C;digo Penal 1 -
Leos de Cousas 1
System a metricj 1
A Tenia do to Lucas 1
Por u-n BOC; :
Compendio de Philo3opbia l
Po Sr. presidenta D-. Ne.to :
La Petite Marquisa 1
Peio Sr. Joo Nicanir Gome da Silva :
C nfercnciaa 1
Discursos d-i c-onselboiro Frankn I)>ria na '..-
mar dos D pu: idos no an 10 de 1883.
A'guua nmeros da Fu ha do Norte
Pelo Sr. Bellarraino de Almeida : J
A'.guns oillieros da Prjviuea e do B-.b.te.
Pelas respectivas redacco;s, os .eguiutt 3 jor-
11 -'s :
A Provincia, Alvoraia, Bobate, Lidador, Me-
teoro, E :ho da Victoria (de Pernambueo), O La
rangeirense (le Sergip), O Mang'tba (lo Ala-
gi3), Setd de Setembro (le D.a> mtina) e O
Lagense
Socios pr^postos e approvadoa ("uraute o mez :
Eff-efivos : D.-. J^s Frunciaco de Parias Sil-
les, tenste Manoel L-;ite do Nascvne.ito Barbo- '
ai, Antonio Co^deiro Baptiata, Heunqne Goncal-
ve* da Cista, Manoel D:, Autouij Jorge da Sd- ;
vi 9 Joo Acendiuo.
Hmorarios: Dr. Pedro di C. Beltra> e B-vd.
patlre Jo> Baptista de Arauj > (ooradorra na
Victaria), Revd. Renovato Pereira Trjo e Fran-
cisco Barbsa de Sonsa (moradores pm Verten-
tea), Augusts Nuues de Olivaira (morador em Ca-
ruar), D.-metrio Ferreira Dindera (mirador
uesta cidade), Joaquira Auaatacio de Mn zes
(Scrgipe), Joaqum Ignaci > Loureiro (Alag 13).
Directoria da oltra de tonwri a
cao do* portOMBoletim meteorolgico d-
da 14 d Junho de 1887 :
Tanibem acb .m-so venda na Casa da For-
'!:. ra Primeiro de Mareo u. 23, de Martius
1 Fiuxa & C.
Ijoleria da pro*inelA 7 loterit. em
beneficio da matriz da Boa-Vista d> B;eife, ser
extrahida no da do corrente, $ 4 horas da
tarde.
Os bhei s g.iantidos achatas venia na
Casa Feliz na pr<.ca da Independencia 113. 37
ie 39.
Tambeio acbam se venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro dj Maryo n. 23 de Mariis F.u-
I a& C.
Lotera da Paraiiyba Esta loleria cujo
! premio grande de 20:0J00J0scr extrahida bo-
je 16 le Junho 'a 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Casa do Ouro
ruado Baro da Victoria n- 40 de Joo Joa
qnim da Costa Leite.
Tambero aebaai ge venda na Gasa da Fortuna
rua P,im iro de Marco n. 23, de Martins Fiuza
& C.
Lotera do E*pi- ifo-Manto -Esta lote-
ra cojo preJlio grande 60:0000J0, ser extra-
hida amanh 17 do crrente.
Os bilhetes acham-se venda na Boda da For-
tunb ra Larga do Rosario n. 36.
Tumbcui acbam ae venda na Casa Feliz na
1 praf,a da Independenf ia ns. 37 e 3 ) e na Gasa da
Fortuna ra Primeiro ( Lolei ii da provincia do Parau-
A 15 lotera desta provincia,pelo novo plan), cu
jo premio grande de 10:OOUU no dia 21 de Juubo.
ii;i1ts a vouda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro do Marc,o numero 23, de Martius Fiu
za &. C.
lioleria de tlaga. V 17 parte d-sta
lotera, pelo novo plano, cujo premie grande
de 10:000*0 !0, ser exIrahiJa hoje 16 do cor-
rente a 11 horas da manb.
Os biluet'.-a acham-se venda na Cas Feliz
praca da Independeucia n. 37 o 39.
Tambem acham-se veuda na Casa da Porto
oa ra Primeiro de Marc) o- 23, Martius,
Fiuxa i C, e -ia Esmeralda, ra Larga do Rosa-
rio n. 24.
Valeria de H. Paulo K-'a importante
lotera cujo premio grande de 10:000*000 ser
extrahida no dia .. dj corrente.
Os bilhetes acham-se venda na Esmeralda
roa Larga do Boaarion. 24 A.
Horas-
6 m.
9
12
3 t.
6
o = -3
i*
Barmetro a
0
22" -5
2.-6
28 270;
25'-4|
761*58
7 762">44
76127
761>84
T- aso
do vapor
16,71
17,20
18,43
18.12
17,68
a
89
61
60
70
74
Temperatura mxima9,b.
Dita mnima22*,25.
Evaporaco em 2i horca ao sol : 5'",6 ; soix-
bra: 3",3
Chuva0-,3
Dfrecr/So do vento: 8 de nreia n-ir 2 bova*
e 52 minutos da manb (com oterrupcoss de SE);
SSW at 11 horaa e 44 minutos ; SE at 1 hora e
20 aMaatM da tardo ; S o SSE alternados at 2
horas e 12 minutos; S at 5 horas e 43 minutos ;
SSW 6 horaa e 14 minutos ; 8W aie 7 h>ras
e 41 minutos : S at meia noite.
Velocidade meda do vento : 1,97 por segnud:.
N:bul.'sidade media: 0,69.
B iletim do porto
J-fl DI. 14 de Juna0 15 de Junho m -------;--------^_J-------_ Horas Artora
P. M. B. P. M. B. M. 11 5 da manha 524 da tard? O 2 nsaoM 6-28 . 1,"99 O," 6 l,"i9& l,n>02
CeilAnaEttectuar-ao-nao:
Hoje :
Velo agente Qusm&o, a 11 horas, na ruiln-
perial a. IS1 da armaclo. gneros, ete., da taver-
ni ah sita.
Amanh :
Velo atente Vinto, s 10 horas, roa d > Bom
Jema 43 de ra >veia, piado e ontroa artigos.
PeluagenU Brito, s 10 1/ horas, ra de S.
Jo> a. 5 da tatema ah aita.
Peto agente Modetto Baplkla, s 11 horas, na
ra do Imperador n. 4, de movis de diversaa
rOHMUNICADOS
Patacho Pirapama
Nao exacta a asserco do Jornal do Becife,
na aua local de hontem, de que aob responsabi-
dade e de ordra "do Sr. presidente da prsviacia,
foi este patach) mndalo s Bocas e que o presi-
dente do Bio-Grande do N >"te consultara S.
Exc. se devia o navio partir, qoando alli arribou,
sendo Ibo reapondido que sim, depois de reparadas
11 s avarias.
O Jorn/ concia? dizendoque, devendo haver
am respoosavel para diversos contiatemps do
Pirapama qac narra, esae n> pode ser outro ee-
nSo o Sr. presidente da provincia.
A conclasSo, de eerto a laaia gra-iavel para
o Jornal, raa om> ao fu-ii ida na verdaie,
noa fact a c n m n* I ;i, o Jornal devia eximmar
primeiro o assumpto e conhecel o antes de fallar
para oio eabir em erro
P-r mais largas que a jun aa coscas do Sr. pre-
sidente da provincia, ella! nao c que approver ao Jornal, propositbante ou por
leviaadade uas aecusaces.
O lie 111 padre Hauoel Lobato
t'arneiro la 4 uaih 1
Estava no firme proposito de nao voltar im-
prensa sobre os negocios do meu digno amigo, o
Bevm. padre Madoel Lobato Carneiro da Cuaba,
desos de lavrsdo o protesto de nao ter elle sabido
d'esta cidade clandestinamente, coms se apregja-
va at eui ju7o. ..
Duixo, pirin, essa ininha resolocTi n vento dar
conap'eta e definitiva reap.sta aos Srs. M A.
Vianua e Justiuiano Cavalcanto de A. Bello.
Nao fui e nera bou advogado do padre lobato,
de quem n&o tive e nem tenbo procuract, visto
como nao tinha elle queot 1 alguma em juzo.
E' certo qae por differentea vesee foi proeurado
pelo aien amigo para dar-lhe conselbos, com > tam-
bem o tira o meu nio menos digno amigo Dr. Al-
tino i'e Ar-uj 1, conselhoa que infelizmente nunca
qrjil;T '
i ente Grnm&o, As 11 horas, ra do Mar-
qu z de Olnda n 19, de raobiVwa, fasteaaas e f j-m rrcebidos ou segyidos
pnt a. Eis a maio porque estou inteirado dos negocios
dade, pois reputo o Bevm. padre L>bato, um ho-
rneen da bom, aem manchas em sua vida e inca-
paz de faltar a verdade, no seu duplo cacaoter do
hornean e de sacerdote.
Em Oatabro os Novembro do an o pasando
entrou o roeu aarigo como socio do Sr. Manoel Al-
ves Vianua no actual collegia de S. L lix Gon
aaga.
. O men amigo entrn para aociedade com sua
p'saoi e seu trabalbo, elemeotoa principaes em
um estabcleeim-'Bt'O de inatrueco -. o Sr. Vianna
era socio eapitalis'a, eonsistindo aeua cnoitaes no
contracto de aluguel da casa e em mxnre.i que ae
ach .vain na mesma.
Nao h uve contracto algom es:ripto para esta
soeiedado.
C 'ni a direccao do Bevm. padre L>bato os ne-
gocios docoligio comeearim a prosperar p:lo
augmento qoaai diario o nutn.-ro de alamnoa in
ternna.
Ciminbava, pnj, tulomu'to b?m o j Be acha-
vam superada: as aifficiildades qu? so^m appire
cer no comeco dos eatab lecimentos de tal nature
z 1, qu iti lo o mu digno amigo, no c .n-co i j mez
passado, ou fi ia de Abril, surprendido pir uoj
manda'.o de embirgo expedido pelo juiso dj con
mercio uos trastes do eallego pertencentea ao Sr.
Viauna e que, como, vim s formivam seu ciDital
na sociedade.
Digo surprendido porque o pa I re Lobato ig.10-
rav3 que o r. V*iaoua estivas'1 abrecarregado
de dividas anteriores sociedade, pois nao lh'o
havia dito, q lando se tinh 1 asjo 1 i 1
Para nao paasar pelo deagosto de ver sah're a os
movis docjllegio e ficarcm oa collegiaes, em uu
mero j b>stan'e cr;3cido, sem 03 trastes indis-
pnsaveis na vida, o que era o mi's arden te dse
jo do Sr. Justluian Bello, representante dos Sr3.
Alheir a, Oliveira &C,requer.u omeaamgsai
Dr. juiz do ooimercio, qu \ os mandasea d-'p stir
em seu poder p.ra que aaaiin ficassem elles n 1 cs-
tab;i!ecim n'o assiginu o respectivo dcpisito.
Mas o Sr. Bello nao se limitou ao arreato doa
movis p-rtencentes ao Sr. Vianna : indagou do
padre L.bato ae algum dinbeiro exista em seu
poder o como este Ihe disaease, que pelas suas con
tas feita8 com o Sr. Vianna, era elle padro deve-
ior a csixa da quantia de um santo e duzentos
mil ris, toi tambem esse d. bit 1 arrestao, send 1
depois no termo da peoh nheiro, qu ficava em deposito em poder do padre,
que ingenuamente se prestou a assignar o res
pectivo termo de resp-jntatfhda.de !
Desde a data do arresto que o meu amigo pi
lre Lobato, conhecendo o mal qaepcjava sobre o
collegio com a continuaco da quest), procurou
aceommod r-ae com todos os credores do Sr.
Vi iima e com este, oft-rocendo-lhes vantagens pe-
cuniarias para cibtl liqoilaco, fic-.u-lo elle d>no
'-xclusivo do istabelecimento.
Com oa ere 1 >res tU'Jo 30 arranjiv.i, co ifjr.ne lhi
prometteru S'. Bello, maa rom S-. Vianna
tuda e quaiqu > ueg5i>.cS> to 1 npossivel!
Na vespera desua viagem, o meu digno amig
procutou-ine no escriptorio para com:n luicar-me
que tinha se aceommodado c>o o Sr. Vianna, re-
cebando este a quantia de tresentos mil ris e re-
tirando se do est.ibeleeim.uto page e satifeto do
interease, que tinha no collegioque por este modo
6caria exclu3vam"nte pertencendo-lh '.
N'o deixei de estranh ir esse inesperado acc^rdo
e p.jr iss'i fiz ver ao mea amigo, que n> eutre-
gaeee dinheiro algum ao Sr. Viauna a'm que e ie
aasigoasae um distracto de sociedade. j que tinh <
teito o sacrificio de tomar diubeiro emprestado
para eese negocie-.
Fui secundado n'esse convdho pelo Dr. Altiao
de Araujo, que se achava presente.
O meu amigo padre Lobato sabio do cscripfo-
rio... e poueos momentos depsis voltou todo per-
turbado declarando-uos, que tinhi dado ao Sr.
Vianna a quantia de trez-ntos mil ris e qus S.
S. depois de haver recebido o dinhe-o s; recua iva
asaignar-lhe o docum -uto promettid >, dizeudo que
ficava com o diuh iro p r couta do debitj do calle
gio para c.insigo, debito que tinh 1 -id'j arrestado
e peuborado pelos Srs. Alheiro, Olveira t C-! !
O estado anormal em que se achava o meu amigo
padre Lobato era talque o meu Ilustre amigo e
compaoheiro Dr Altino de Araujo nao uvid> dirigir-sa casa do Sr. Vianna pura o ti n de sol-
ver as difficuldadcs.
Mas nada couseguio...
Nao vi maia o neu amigo padre L>bato.
Ns dia immediato, por.-n, tardinha veio ini-
nha casa um seu irrao Coma unicar-me que elle
tinha deliberado fazer uma viagem corte, c man-
da va-mc urna petico para o Dr. juiz do corl>mer-
co exmcr.il-o do doposit 1 dos mov-isc quanto
ao deposito d dividaque se tiaba cousiderado
como dinheiro em 83U poieralgttem me procura-
ria para liquidal-o.
Mandei o seu irmo levar a petigao ao Dr. juiz
do coinm-'rcio, mas como ee rae ponderasse que
r s moveia, livroa e mais ocjectos partencent-s ao
mu amigo padre e que tnhiin ficado no collegio,
eatavam s'ndoqu brados e divididos entre os cria-
dos e empregados, aeonselbei-iho que de pissagem
mostrasse a petizaj ao Sr. Bello para que este
soubesse de tudo e, como o mais interessado, po-
desae requerer aa providencias )ue o caso urgia.
O in ninn inexpcicote nao se limitou a mostrar
a petico ao Sr. Bello, e a pedido deste deixeu-a
flear em seu poder, dando lugar a que elle atiran
do a p'tico no fand) do bolso, reqneresse ao
Dr. juiz do commercia mandado de pri-o contra
o Bvn padre, allegando ter ts\\# fgido desta ci-
dade levando em sen poder o dinneiro do depo-
sito!!
F 1 o Cumulo da dealealdaJe !
Foi este tambem o motivo que deu lugar a que
eu fouse ai etsbelecimeote em que o Sr. Bello
empregado," uao para dar-lhe com o meu chapeo
de sol, m 13 para p.-dir-lhe explicacoss do aeu pro
eednn uto e v-rb ral-.1-, como fil-o e 1 aria toi o e
qv.alquer homem de bcm.
Felizmente para mim ou pira S. S. nao > en-
COntrci, porque vejo que se teria dado uma Incta
pbyaiea com alguma consa superior a chapeo de
aol como S. S. tas sentir em aeu eommunicaco.
Presentemente, porm, nao aceito aua provoca-
co em terreno a>gom ; pois nao auero dar incous-
medoa polica, e ua imprensa pode 8. $. dizer
de mim o que Ihe approuver, pois eu nao ihe res
ponderei, certo poTm de que nao me arre-pendo do
que pratique.
Agora que o publico est scicnte de todas ae
peripecias da queatoperguntarei quera foi a
victima era todo esse negsco ?
Sinplesmente o meu amigo pidre Loboto que,
alm de empregar na collegio tolos os seos rend-
ui"iiti)s particuTaresteve de dar ao Sr. Vianna
300*000 ua veapera de sua viagem e ter do en-
trar, ae nao j entrn com 1:3< X)*000 da divida p?-
nborada e que foi convertida em diubeiro ao saojr
do Sr. Bello.
E aqu termino asta franca expoaicao. Protes-
to nao volta. imprensa sobre tal assumpt >, se-
jam quies forem as circiro.stanciaa, pois es-
tou actualmente muito sobrecarregado de traba*
ihoa e nao tenbo tempo e nem dinheiro para man
teT polemioas.
Becife, 15 de Juoho de 1887.
Henrique'MUt.
Habeas-corpns Torres
III
Est vendo o Colendo Tribunal as ons.'qu n-
eiaa de teu colendisaiuio accvrdao ?
A lotera Toires dos 4 mil coutos est finia ;
nao corre mais ; agora nSo resta mais de qne man
dar arrecadar oa bilhetes nao vendidoa e tomar
ontaa do que honver.
F.i o que o Tbesourro fez boje, .andando
theaourana das loteras Torres uma eoramiaoao de
aeus era pregados para este fim.
Sabe, porm, o Colendo Tribunal o que fez o
muito alto teupote-corone! Gancalvs Torrra ?
Tang- u a commUec dizendo que nao inh 1 que
dar contas ao Tbes juro.
5JNo entaato, Veoeraado Tribunal, por todas aa
lea e regulamentos relativas a loteras, o th-uou-
reiro deltas, emb' ra eeja raesmo um Torre, co-
berto e guarnecido de mil privilegios, obrigado
a dar conta deltas e a recolber os saldos doa di-
nheiros qu nao sao pagos ao* portadora! d)S bi-
lhetes" premiados Maa como obrigar Torrea a dar
coctas at elle, no caso de levantar-ae cara oa di-
uhir08 arrecadados, na 1 est najeito priaSo ?
E' uma lei que raaala um thesoureiro da pro-
vincia dar contas, um ooien41asimo accordSo que
asenta de las.
E' que o Coleado Tribunal, venerando e veno-
ravel, tem mais poder do que a lei.
OSr. deaerabargador Pires Ferreira, segundo
li em um artigo no Jornal formulou um dele orna
na diBcneao do habeos eorput, M :
Ou Torrea nao exactor 1* fticen la ou a pro-
vincia obrigada a pagar 08 bilhetes que elle
v n u .
O renrando desembiegsdor e m os demais qje
com elle votarara, porque se espelou aa primeira
ponta do dileaama ?
Seria pelo absurdo da segunda ?
Qae absurdo ha 'em.re8tituir-.se e dinheiro que
se r ceb-'o paca fin qae rulo se exicut Q 1 absurdo ha em em eatvegar-as o- dinheiro
alheio recebido para applicaaao qae 1* ai poude
dar ?
Nao foi a provineia qtiem deeretw ea91.com>
aa nutras loteras ?
Nao foi ella quem mtadou vender oa biihetsa,
qusmprometteu premi, qiem nimioi o agente
executor dojogo ?
Ojie esta pois o absurdo em espetar-te na se-
gunda pinta do dilerarai ?
Absurdo est ua n-nn ra pinti a t.i 1 abaurd.
ella, que nem como hvo >th 's', d va ser tom i-
da pira pinta de um dilemma ?
Pois pdj haver u id m^is absur lo d) q j> di-
zer |oe o tbesmreiro de loteriai. jo;ode quoo
estado e a proviaeia fixera^n uuaopoli', jog qu !
gmve crimeo partcu.ar em^-eh nd :r,que th sou-
reiro de lotera a> t-xactor da faieaii a\x agente
fiscal, por nao poier s-romisso ou remisso na en-
trega de dinbe ros pblicos, porqu o dinheiro que
elle arrecada pela vendados bilh tea, n&> pu
blico ?
O que nao publico prvalo Eatai, co'en 1 j-
sira>Tribunal, o estado, a provioria de-retam lo-
tera, a le crea um ttesoureiro caj fuj.-c ni)
a -uardar o dinheiro, orno arrecadar, e este di-
nheiro ua > publica ?
A provincia, o estilo uomeam arrecadador de
dinheiro particular ?
E este fuu'cionario cr-ads por lei, ujmealo
pela adminiatraco para arrecadar dinheiro parti-
cular ?
Ns entinto na ponti absurda que esptase o
Co'end) Tnbun 1 011 autej espeta a provincia, qui
por fim quem carrega com a enor.u carga.
E para jiistifi;ar o abuirdo at i iv-cnU que di-
nheiro publos o urrecadado coi virtude de lei
e pago obrigatoriam-'iite pe 1 contri buiute.
E o drah;iro arrecadado por meio da lotera, nao
en virtuie de le qu a decreta ?
Mas nao pag 1 brigitoriamsate.
O carcter de ebrigatorio, segando o Jol-endo
Tribunal, essenclal para csnst tuir pabaco o di-
uheiro.
Na verdade a mais bem achada do veaeranlo
Tribunal.
Ah elle uao poda dormitar; catando muito
acordado.
Ah a umita vo itade de soltar Tsrre3 das co-
leadas liberaes ; porqu ? uesta trra desgrasada
trahir 1 nao come paren'o. Os conservadores ou foi
e;m pena da perseqnicao qu Ihe fizera, ou com
mado do ccete, di geote de Torres porque a pn-
dega da compjuhia Mariaui do man san sum a
todo o mundo taz tremer, tanto que todo o mundo
a 1 csp.nta de j eu nao ter 'evalo oo, e eu vou
aulando meu camiuho tem off'a cr nem i ijuriar
a ninguem, mu;tj corto qae e o avarei se Deua
quiaer, e se D.-U3 nao qjizer nem que 03 paos sa-
jara cem mil, uas ra- b< d: bter, e sem offeader
nem injuriar a uiuguejj, dig), e desafio a que
mostrem no que eacrevo alguma off.-ns ou in-
juria.
. .. So pois o parentesco de trahir a liberal,
oompaixo ou medo de cons irvaJo; talvez empe-
nhi de algum corapidre, e Budmente para algn
voto alg.nna forc aiaior, 90 isto pideria levar o
Coleado n;cesaidadj dique!!-, invoca) ao ci-
r^cter de obrigatorio eonlrib 1 \'.> pa consti-
tuir publico o dinh'iro.
Entao, Colendiaaimo Tribaail, o subsidio de
que j Sr. Tabating faz cese/ii a priviaoia nil 1
dmh iro p-ibliej ; : lgijos '-itja Santa Casa
de Misericordia, nos hospitacs nao aa publicss :,
o dinheiro da venda de bi.hetes de passagem da
estrada de f.-rrj de P^dro II, di Pro!oogainento,
da de^Caruar. etc., etc., nls sai pblicos. Tam-
bem nao sai puolicoa 03 dinheros do evento que o
estado arree-ida; assim se um sants hom-ra achia-
se um tbes yuro sem dono conhecido, eo viesa?
entregar ao estado, esse dinheiro tambem nao se-
ria publico.
O premios das m'smaa dit. a loteras, uo pro
curados e qu? c ms'.itucaj ronda do estis ou di
prviiieia, tambom nio sai pblicos ; os propri u
ben.-ficios das loteras destinad>i a tasa ou quaos
s.-rvicoa do estado ou da provnci:, : a.il outros
diiibciro3 que cntram s?m constiangimeato d-
aeus douos pira os cofres pblicos, na la disto
publico.
E' pirtauto particular.
.Mas de quem ?
A isto agir que s oG.lendo Tribu lalpio
responder.
Mas em fira est julgado, e julgado fiz di
brando preto e do quadrado redondo, c por isto
que s) as tcrriveis esnsequencias que delle, (di
tal) resultam ; antes porm He cxarainal-as, eon-
aidercmoi 03 diversos mtivos uppistos de se
pr. ferir tants absurdo.
Nao teuhs qus notar no3 votos dos trahiras,
dos quaes um fez excepcao, porque, se umi das
grandes miserias de nossa turra santificar s:
tudo o que faz o correligionario em qu-.lsjuer par-
tido, o uo have, lei pan ell', mais miaerii
desse misero partido liberal dea le que, af 08 aeus principios e adoptando 03 dos on3crva
dores, isto da ideia d? ciim pira baixo, porm
estimulando a auarebia o a des riem, tornou-se
presa doa maia espertos, de que sao instrumentos
e malcraos paspalbas, nuitos esm cara de ati
lados, eogodados pela n me de liberaes.
Asaim idolatrando Joa Mariaaao, se nio por
suas fajauhas que tem sido quaa todas tao perni-
ciosas, i! principalme.itc a ultim\ da noraeaco
doa thesoureiroa, porm p irque um grande libe-
ral, um grande hon-m, nao poiiam 03 G ilenioa
do Tribunal deixirde absolver T-rrea,valente tra-
balbador da eleico do grande himera.
Maa 03 Golendoa que nao aao da grei libertici-
da, porque ae -epetiram n. pjita absu-ii dj di-
lemm 1 ?
E' porque Torrea h imam perseguido p-
xo 8 polticas, e os Cslend 13 la conserva, si) jui
zes justceiros, nao ao instrumentos do persa-
guicao.
E s' d>rmitaram para cap?tarem-3' na pon 1
absurda do dihmma, nao acordaram pira faz-r
aqu He invento de s aar dinheiro publino o qu >
pago obligatoriamente p lo coutribuiute ?
Se o Cdeudo Tribunal nS) pole achar em que
bascar o seu principio, de ser obrigat iri 1 a coi-
trihuicaid) dinhei o public-, s pidcl-o-hia fi-
zer inventar o acntimeuto de indiguaco contra a
perseguf) poltica.
Maa Csleuliasim) Tribaaa', eximinaatej ae
essa pera?guicao de Torrea era poltica ou jurdi-
ca, e legal, e neceasaria, e obrigatoria ?
Parece que sim ; pois assentou o C de ido que
a attribuico que tinha a admiustracao para re
formar o regulamento, nao comprehenda as at
tribucp:s do tbeaoureiro, que isto attentatirio
da lber Jade. G >mo, porm. G leudissimo Tnou-
nal, reformar o pessoal s?m reformar a attribai-
^ea ?
Sapp nh i-ae porm que nao havia reforma al-
gama ou que aquella nada valease.
A pandega dos liberticidas Mariani, doa cacetia-
taa do Po^i do man sum sum. assan'.aram de ia-
zer um h mm rico para ter dinheiro a gaatarmas
elri(5 s, iodependente do3 lees. Nao bastavam 03
. utros thesoureiroa de Maasaoiello, que ap ?nas p di
ara acudir na apnrtoa.senlo preciso dep>is ae tapir
os huracos; era preciso h#rnem rico de nqu-zi
propiia e neobum melhor que Torr.'s que aabe
gastar to bem com a eleico do grande hornera,
1 a'e careci de indemniatiQO d j mu to que do seu
tem gasto.
E a pandega aleancou da Asscmbl; aquellas
loteras todas com aquellos privilegios toioa e fi
nalmente a lot ra monstruosa de 4 mil cutos
Mas a pandega liberticida, esta companhia de
exploraco dos sentimentos libera a da gente mais
ingenua e mais simp'es, essa pandega na) tem o
poder das fa las pira dizer Manas, fadera ia
Torres?
Oa 4 mil contos de bilh?tes nao se venderam, e
Torrea pedio prongaclo para a extraeco, decla-
ran 1 > haver no Bio de Janeiro tantas centenas de
eontoa, e em mo delle 200 tantos contos de bi-
lhetes vend bs.
Suopinham s que nao estivesse escripia, ou
que o istivesae, mas aem valor, aobrigaco de Tor-
rea de recolher ao Thesnoro ou por a diapoaico da
provincia o diuheiro apurado quands pedase pr 1-
rogaco de pras > para a extraeco.
Tinha o presidente o direito de prorogar cu nao
o dia da extraeco?
Sim.
S ? poda portante negai-a, poda concpdel-a, com
eendicoea que garantiasemos dinheros da venda
doa b'lhetes, v8to que Torrea nao tinha Sanca nem
pela quan'.ia da 5 parte do dmhdro apurado.
Foi o que fez o praidente : a Coocdo a proro
gaga) e recolha o diuheiro dentro de 30 diaa.
O de est o atteotado contra a liberdade, Co-
lendo Tribunal : 8a a presidencia julgasae que os
bhotes de to grande I iteria nis'riam vendidos,
poda dcado logo mandar liquidar a lotera, e por
tanto recolher o dinheiro ; con 1 portan" 3 na poda
conceder a prorogac) impon b a obrigiQo de re-
colher o dinheiro, como medida de cautelosa dis-
cripcjio, dentro da espbera do poder legal, e no ri-
goroso cumprimento da obiigaclo?
Torrea aceitou a proroga^o, portanto a cin-
dicio; raas^ na a cumprio e as vesperas do dia
da extraeco pro.-ogada, requerea nova proroga-
cao.
Poda a pre3idencia coniel-a sem ell; ter re
colhilo o dinheiro?
Patacho, Pirapama
Oade est a p?raeg.iicJ> ?
Por ventura porque Torr -a o enfant gat i* I
eompanhia M.riani, o hi d: ser tam'jajj de qiteaa !
uao per teu; a ella?
Foi levado o Cilead) Tribun ,1 p-d >s carpidla
q'ieixura '3 doa dodj jornioj d 1 liberdade que em
nom? desta defend m a pecnla'o? Nio v quanto
desoem elles ia misa > dojo:nal3ta qu indo deten-
dera o crime doCirretigimarro e raixime em mi-
barid de dinheiro e muito dioh ero ?
Porque bvou se piia o Tribun 1! espt?taaio-ae
na ponta absurda do dilemma ?
\g >ra que tizar.
0 th-'a ureToda empr.-z : Mii'i.i: na i q ler dir.
eontas. ,'omo ibrigal o. com > a ell 13 o obrig a lei ?
1 lotiarando proceaao de reap^asibi'iladc ?
De que erime se oa dnh?iros uai a) publos ?
De eatali mato ?
Nao que T-rres nao cngaioi a u .1; em : ven-
deu bilhetes para correr lotera, j so entende, se
a venda fiase 8uffi;iento pira ate.
Nai fii : oque rosta .itragar o diuheiro d,a
bilbeua. Se ni) .tragar, cali umqi? tiver eooa
pralo seu bilbete ua qairt-j, qus ihu iamtals o
precopor aeeio civ.-l e depoia fac- peuhira... em
qu- ?
Es" vendo o Coln b Tribun .1 o resultado?
Se Torres, porm, iiatribuir por seus amigos oa
bilhetes que nia venden e estes e as outras pesoas
qua 03 couipraram, 03 cobrarem di provine:;, este
meamo Ci'eadisaimi Tribun il ha de julgir qa : a
provincia obriga !a a pigal-os.
No entaat) fi;a Tirres aera dar cojtas 'ri-
vincia, e a le qu: ih'i manda timir, sem effait)
p-r grae.a do G lleudo Tribunal da Bolaco!) do !{_
cife.
B-cife, 10 deJunhide 1887.
AJfonso de Albuquerqw. Mella.
Com relaco ao que disse h atara sobre este na
vio o Janial da Becife e Promana peco ao public-
em nomi do pc38ol d*o Aracaal de Mannha, que
aspeada^ qaolqner jnixo qa > teir reito sobre as
inf irmaco, que foram ministradas por um mise-
ravel ealumntador a Ilustres red*co5ea drstas
folhaa.
O nihilitta.
Mi atteip
Iga^rass
Provine a-e a que u interesaar possa qu^
nio poda fr lag.r 11 arread unento em
hasta pul)li;a lo e.agarilij Qonory, eon-
for 00 fia aiinun;iaio no Diario da Per
nambuco le boje, visto uma toi prvida a
sarta t-stuunhavel iiite-rposu para o Ve
neraado Tribuual da R?Iag5), por Viuante
Aatoaio Na/olino ; estando tambem o feito
8ueito 1 daeisJo de un aa
p?lo misino Novelioo.
ft-if-, 1G lo Juoho de 1887.
AnyJo R'iphad Peregrino.
agravo ni'Tpostr
O (eaente coroael Hiaoel l>io
aiaio Cd ne* I- Reg e o pa-
dre que est snppriaJo as fal
t\s ao vigario da V rzea
Teuilo por eostume ounr mis3a uoa do
raiiigis o diaa santifioa los, coofonue a edu
iquo religiosa q\e r-cebi de mous paes,
iodo no dia [1 do corrnt.i a matriz da
V.rzea ouvir uiissa ni for na do aieu eos
tu rjf, dep.arei com mu rev-rr-ndo que teve
o arrijo do mandarme ajidliar, sabendo
todos qt eos turna quando s le .> Evau-
gdlio, o povo lovanta-s? i s aji-llia-s?
quaudo toca Sautos, cs>. a costutno da
cithedr.'.l do Olio Ja, e de tidas as igrajas
onde tenho ouvi lo missa, desde raenin at
o pres' nte ; este pa iro ou na) trilba 3 es-
cola da educa cao ou desvia se d'ella, a nao
ser ist 1 elle nao sa atrevera a dizer que
isto era u-n es jan i al > e insulto ; es ndalo
lo aqu'lie padre que rege duas reguezias
ao m smo teapi sem t ?r o do u dr? ubiqui
lado; s con o ti n ie lu.'rar os obres
porque em alguma d'ellaa h de faltar com
o past) espritu 1, con o qu; elle natural
ruJuto nao sa impart; aia Ja is'.o na tulo
lepis da inissa procurou un iusp'-'tor de
quarteirai pira prenl'r-m?
E' preciso qu: este padre soja to ign,
raute qu'. uu saibi que ou s puso sjv
pr.-so por outra pesso qui laaha um pi
teiit? igual a toinha ? S) esto pidr.? com-
metter um crimo vai para a cadeia ou mes-
too para o calabozo da Varz'a, e eu vou
p ra o estado-aiaior confirme mi iba poai-
yo.
Manoel Dionisio Gomes do Reg.
Aa Sr. snbdelegid d 1." dls
i relo d i BOa Vista
Pedimos llie o especial favor d-a estacio
oii* duas pr.gas a esquin da ru da So
ledade e Cain'nlu Novo, ati o de evitar
aljuotosde vadios o lestrdeiros, qu? alli
se renen, tanto na referila asquini orno
oa tavorna que ^z esquina, levando estes
aenhores dia o noite a fazer birulrtis ea
pu.-har facaa s?.n qua a p di ia toma co
nhecimento dest t.ijtoa que s do alli
liariamente o por isso p ; limos proviion
cas on.Tgijas e com urgaocia a Sr. sub
delgalo, se assim na conseguirnos ir?-
mis ao D.-. chafe de polica.
R.cife, 16 do Junho de 1S87. Os con-
frades da taverna e os transentes pacientes.
Bom Conselho
Em dia Jo ra-z d; llirc) u'.tim), eateve entre
ni o Sr. anaty, corara -r.:iante ua cid i le Jo !i -
eife, vindo faz ?r urai liquidar;!) cora o Sr. Lou-
r.nc/) [prranga, o qu al deu-lh- empgamsnto uraa
liyp.theca do aiti i Auiirg iso da propriedais d)
Beiao-Eueaitadoim valor d- 4:000000. Am.r-
gando sabio o S. Esnaty, c chutando :
S -rena eatrella,
Qj into aou deslitoao,
Vendi mereadorias
E receb o amirgoso.
Bom Conaelho, 3 o de Abril de 1887.
Mepbietjphsles.
leicit do ilevolon que? teem de
fualejar no di. ?| di> correa.-
*iri,*<> it Jimio, nn ruiM-llu de
J.> de Barro neti>. auno tle
IOS.
Juizes por eleico
Oj lllms. Srs. :
Negociante Joa tt)io.,a Gran ches.
Negociante Joao Feroand-a Azevelo Y. ongueiro
D Vligu I Figueiroa de F.ria.
Neg-c^aute Jo? Pcreira d;8 Santos.
Juizas por eleico
As Ejias. Sraa. :
D. Ileraeteria de Motaos Carvalh?.
. Bita Affj'iaj Azevcl >, eapj-1 do Sr. Antonio
Gjar;alvea de Az vedo.
Juizes por devoca
Oalllras. Sra. :
renente Hersn'au) Joa Bolrigu-a Pinheiro.
Negoeianti Donrugoa G "n -s de Amor Aut >ui) Fernn Ira de Lana.
Ur. Arthur Oriau lo.
Jas Ferreira da Cruz Vi ir,;.
Juizas por devo<;ao
As Exraas. Sr.ia. :
Eajioda do S". t monte Ko lolpho I' aaoa.
1). Mara Bita da Cruz Nevea.
Aespi3i dir. Joa de Azeved) \I*ia e Silva*
A viuva do Sr. Flavio Gmcalvcs Lima
A eapoaa do commendador Jos di Silva L;y:
Jnior.
Juiz.'-' protectores
Oa Ulnas Sre. :
Juitiuiauo CaValcaute de Albuqaerque B lio.
Nes-oeiaute Joaquim Feruindes do Monte.
Negociante Ju^ Franjiaei d Figueiredo.
Nefoeiaote Joao Jos K) Iribes Mondes.
Jos Avelino Birbo.-a da Silva.
N'egoeiiiit Joo Fernn lea Lop?a-
('lemeute Lima.
H:uriqu daC'inhi Porto.
Juizas prot ctoras
A-i Et i .8. Sraa. :
A eapoaa do I).-. Coime de S Fereira.
A cap si dj Sr. Man ei Jos Cirueiro.
Aesp)3i do Sr, Antonio Maia.
A eapiaa do Sr. Ti ti L-vro So.ires.
A espoia do Sr. G)inn-nl.d)r Migue' J03 \lves
Viaeond.-38a do Livrameuto.
C rasiatoro da devora 2 de Juihi le 1837.
M-.iiocl Jo.quira de Souzi,
Seeretario.
Z-fe; ino Ferreira Vi llov.
Vigario.
4gna Florida de Marraj c Laniaai
18)3
Era virtul i daa s^nhoi is sereni preci aa por
eelan do barro hura n)por isso raeoinoeaa
teeu. tolo o sib.i .no direit i eleiei i de to 11 a
i-specie de el.'gant.'-s luzurias, que a arte estimu
I ida pela galautaria pd : inventar. Entre todas
aa que perteuc -ra ou figurara no toucador nonh una
ha qne possa exceder em aromitica delicadeza e
finura, aquella cima raeueiouila no altodeat- pa-
ragrapho. Posauiiij ia. m noa e ; ai:..- a .
fragrancia aummamoote e' e agr.il./el ora .-.,
rias formas, qu "i- ja como aforaos adora da cora
jl'-ico, excellente ui.aturada eom agua como meio
agradavel para enxagoar a bocea e alvejar oa den-
tea, o finalra-iite como u:n excellente e admiravel
oeio curativo era todos os casos de nervosidade.
desra.ios, vertigeoa e ataques hysf.-rieoa, c-m si
ella rai?rece um nome na materia medica, assim co-
mo e.n oceupar um lugar indiepensavel uo touca-
dor.
Como oabantia coutra a3 faUifieaco-!3, observe-
se bem que 03 noraea de Lanman k. Kemp veniwm
estampadla ero I:ttraa transpirentea ni papel do
uvrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
Eac ntra se venda cu todas aa pharinacias t
drogaras.
Ageotea cm Pernambueo, H?nry Forstor C.
ra do Coramercio n. 8.
Calheiros &. Ol/elra
Por telegramm i particular, sab?-so que
o Exc. Sr. ministro da fazeada raandou
cassar a portara da prohibicao da entrada
dos co nmerciantc Calheiros & Olivcira, na
Altandega d'esta proviniia; b?m como
mandou que aos mesmos iosse restituida a
quantia de 12 contos de res, piga como
multa de direitos dobrados na questo do
k trozne no dispa ?ho pela referida firma.
(Do Diario de Noticias, do Para.)
Attenda-se
PSACA PUBLICA DO SOBKADO N. 12 A' RA
DE DOMISODi iTHOTONIO
Apezar de annunciada eesa praca por
edita'?.- publicados n i Provincia, jornal
nao official e de limitada cireulacao a
despeito de nao se publicar baje, vespera,
como devera, tolavia nao me passou des
apercebida cono talvez esperassem.
Annunciam-na para amanhS por forja
de uma simulada execucao pelo juiz do
commercio, de Liuriano R.drigujs da Cos-
ta contra Francisco Paco seo Gomes, ou-
tr'ora propietario do dit predio.
Esto me port-noo por compra, que fia
a Pachaco Gomes, que recebeu su preco,
e para faz?r valer meu contracto movo
aecSo pelo juio civel, escrivao Cuuha, e
perante o juizo do commercio f irei valer o
meu direito, desd? j prot sto contra o
esbuloo judicial qoe se ido quer fazer.
As bixas nao pegaram co no nao p-'ga-
ram as anteriores. -.
A praja se verificar s?, sar radical-
mente nulla, se nao aqui, indubitavelmen-
te alli.
Previnam-ae, portanto, os pretealentes.
Re.-ife, 25 de Maio de 1887
Francisco Gaspar de Pinho-
(Repetic&o do dia 18 e 2b' do Maio a
de 8 do corrente.)
Em homengera verdade
Acon'ccimentoa se dio na vida human', que
comquanto relativos a um s individuo, inferes-
san, tedavia a todos, era geral
Neata or-iem de fact a, et indubit ivelmente
ad8tricto o di conservaco da vida, sto da vida
cem sade.
Ha quem diga, de ai para si, que a nica eon
viccio firme aquella que 8. fonda na3 provae
quj eada un adquire p aaoalmeote e nao aquella
que s? tranamitte ao individuo por fact3 que ae
do cora outrera. Ma essa aaaerco, sobre nSc
ser raaia o que um paradoxo inacceitavel, mais
do que aso, pois sigaifi?a a expres3o mais anti-
p .thiea do egosmo.
r/oiajjato e admlssivcl qu s acreditemos
em nos mesmos ? Pois n) llavera, n'aqunlles
que no3 roieiam, Dessoas qua raerecam tanta con
tiauca corao a que teraoa uo ou uo que presea :araoj ?
Aquellos que lerera e3tas liabas, far uos-ho a
justica de crer n i ainceridade d'cllas : nao as-
sim ?
Pois ahi C3t a respota maia lgica aos argu-
mentos capciosos dos que nao crera noa elocuen-
tes atteatadoa pasaadoa em fa or doa prodigiosos
eff tos do Peitoral de Cambar, preparas Jo cujaa
materias compmentes n) a>, em nida, nocivas
a^dc e, alera diaso, permitiera que esse reme-
dio aeja o preferido pelas aeuhoraa, crcancas e
peasoa3 de palidar d- head'.
Era liomenagtm verdade, pois, riguroso dever
de quem, como nj, 8abe das innmeras curas
pmduzidas pelo Peitoral de Cambar, apressar-se
a faaer publicas esaas meeinas curas, afim de, com
isao, prestar relevante uervici a humauidade.
A vo da verdade.
Recife, 11 de Abril de 1837.
Medico
a
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagem
Europ, com pratica nos hoapita- enna e Londres, onde dedieou-se a estuios de
partoa, molestias de aenh >raa e la pelle, oferese
s seca aervicos mdicos ao resueitavel publico
desta capital e ora d'ella, pid u 11 3?r pro-uralo
no aeu cooaultoriora da Cadeia u. 53, de 1 as
3 horas da car Je, ou era 3Ji re3ideacia temp)ra
ria Ponte d'Ucha 55-
MEDICO HOMEOPATHA
Ur. Ballhazar da Silveira
Especiali dadesfebres, molestias das j
eriaucaa, doa org ia reepiratorios e das
enhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
fon da capital.
AVISO
j
I (
II
Si
Todos "8 chamadla devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua reaideacia.
II


Diario de Perottoibaco Collegio Prytaneii
Travs-a da rna da Concordia
a. 19, l andar
Do da 15 do correnta em dianta acha-
te aberta urna oasa de educacSo e ensino
sob a denomina-jlo de -Collegio Prytano
tra^essa da ra da Concordia n. 13,
1* andar.
Nella sSo ensilladas as priraeiras lattras,
todas as materias que constituem o curso
preparatorio para a matricula nos estub^le-
cimentos de instrucgSo superior do Irop -^umen
rio, e raais aquelles que eatSo vi'lgarUa-
uos, ooij allomlo, italiano, ac-noias natu
raes, etc.
H.ver tamben urna aula de esnriptura-
jao commer :ial, sob a direc$3o de un h-
bil guarda-livros desta capital, pelo que o
director chama a attencSo dos Srs. pais
de familias que queiram seus flhos para o
coramercio.
Os estatutos adraittem quatro elasses de
lumnos : atemos, 8emi-interno% externos
e semixt^rnos.
O professorad) foi esiolhilo dentra os
mais habis e conhecidos professores debta
cidade, cujos nomes vio abaixo indica-
dos.
A oasa offareca 03 comroodos precisos
oara un eatab lecimento dcste genero, e
director convida ao respeitavel publico
paia d-r lii 1 lionr.i 'le a visitar.
Fre"-38JT '3
Portugaez Dr. Jos Diuiz Barr ti.
Latina e francez Fre.ierico Ulyss^s d'Al-
meida e Albupu-;rq e.
Geometra e historia. Dr. Ayres de Al-
buquerque Gama.
Rhetorica. Dr. Maooel Jos Rodrigues
Pinbeiro.
Philosophia Dr. Arthur Orlando da Sil-
va.
Iuglez, geographia e arithmetica O direc-
tor.
Curso 1 8pecial
AllmSo e itali.no -Dr. Ayres Gama.
S^enrias naturacs O director.
E8criptara(S'j ooinniercial-Frederico U.
de AlnvHa All'uqucrque.
Recife, 10 de Junho da 1837. -O di-
rector, o acadmico, Tranquillino Gradan-
o de Meti Lei'do
Eatava sellada con uu a fetampilh* de 200 rs.
ievidsmeote iuutilisada na torm da lei.
Segundo que, haveodo subido os autos a miuha
concluao, all profer a sentenca do theor se-
guate : ,.
Verificando dos attestados mdicos que ns-
truem a peticio a folhaa que Emilio Soores est
;iffrendo de auaa faculdades lntellectaaes, julgo
por sentenca sua interdiccao, mando que se pu
bliiiue por edital e nomeio curadora a sua mulher
D. Karia Victoria Oarregal Soart-s, se quixer
aceitar, prestan lo juramento e aaaignando termo
pelo anal se obfigae a administrar a peasoa e
b ns do interdicto, conserval-o no melbor estabe
i-cimento que houver aesta cidade para seu fra-
gmento e a ram aventario, visto ser notorio qae
casada segundo o rgimen dotal; sent ine ul-
teriormente arbitrada a quantia que polera dis-
tender no aust uto e curativo delle 0 no seu pro-
prio, conforme as forcas do casal. Sello e castas
arjnal. Recife, 11 de Junho de 1887.-J.aqun
Correia de Oliveira Andrade.
Terceiro finalm.ute, que rst prestado pela no-
meada o juramento ex'gido, e qae portanto, aerao
considralos rritos o uullos qaaesqaer .setos que.
eem aequiese ncii e autorisacao daquella forcm
praticados pelo preiieto seu marido Emilio S ,!r_8-
O presen-e ser publicado pela imprensa e ai-
lado no lugar d costume.
Dado e passado n-aa ciiade do Recife, aos Id
doJuuhode 187.Eu, Olavo Antonio Ferreira,
eacrivac o aubscrev.
Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
DfiCLARAGES
Dr. Joo Paulo
S1EOICI
Especialista em partos, m ilestias de acabaras e
ie enancas, eoui pratica as principan entern-
dades e hospitaes de Paria e de Vieina d'Aus'.ria.
faz todas as operaees obsttricas e cirnrgioas
oncernentes as suas especialidades.
Consultorio e reside-iea na ra d > Barao.da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1- andar
Consultas das 12 s 3 horas ia tardo
i'eiephone n. 467.
Dr. Costa Gomes
MEDICO
34 Ra do Mrquez do Oiinda-34
l'iinieini andar
L'eDsultas de njaic da = 3 broas la tarde
EDITAES
O Dr. Joaqui 11 Corris de Olive'ra An ira-
de, juiz de direito privativo do orphos e
ausentes no t* comarca do Recife, por
S. M. Imperial, a qum Deus guarde, etc
Fago saber aoi qne o presente edital virem ou
delle ti vercm eonheeim. nto:
Primeiro, que D. Maria Vietoria Cirregal Soa-
res, me dirigi a pcticSo, afim de ser declararlo
interdicto seu maiido Emilio Soan s. a qual 6 :'.
tboj segninte :
Illm. Sr. Dr juia de orphosDiz t. Mara
Victoria Carreg,! Soarea que, estando seu mar.do
Emiln Scarea, fu'odito pirtu^ruez, seffreodo de
aliennc;ai menf-d e nvi pdenlo por ess motivo
administrar sua pe33oa e bens como 8^ v dos at-
testados mdicos juntos, vem a supplicant^- re-
qu> r-.r a V. S. qu par : a devidis ff i tos. se
digne de julgal o interdicto e i>- meal-a curador
afim de que poss?; dirigir o estabel cimento coui
mtreial que ell-tem rna do Uarao da Victoria
n 09 e que hje a suppc'iiite m-indou fechar.
Nest's termo pede a V. S defer menta. E. R
Me .-Recife, 10 de Junho de 1887.Maria Vis-
oria Carrcgal Soares.
COMERCIO
II .v.-i --.>!M.;.i^re;t
*.i OTAyES OFF1CUKS UA JUNTA DOS COli-
UECTOBE8
fiecYe 15 de Junho de 1887
ibio sobre Liondres. 9.) d,v. 22 1|1 d. por 1
do banco, hintem c boje.
Jit'j sobre dito, vista, 2 d. por 1/000, do ban-
co, hjje.
J.imbio sobre Lisboa, 9 d/v. 136 0/0 de premio,
particular.
(i re8Meute,
Antonio Lcoi.ardo Rodrigue?.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Nottmeuto Itnm-ariit
aBClPE, 15 DE JUSHO de ls87
PRAQA RECIFE
Os bancos mantiveram boje uo balcaj a tan de
"2 1 '4 d. sobre Londres, cfterecendo, porcia, sac-
car 22 3/8 d.
N3o bou ve transsc9'S em pap-.-l particular.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
A taja .tiiada h je pelos bancos coutinu u a
ter a de 22 1/4 d. sobre Londres.
Em p- pe ban mto fizeram trausae^es, cj>n
reserva, a 22 1/2 d.
As tabellas r.ffixadas aqui uo b.ilco firmas
siguiles :
Do Intesnacional :
t aec^oSecretarla ta presiden-
cia de Pernambaco em IR de *i-
nbo de 18 1 .
Por esta secretaria se fas pobico de confjruii-
dalecom o art. 157 do regulamento annexo ao
deireto n. 9420, de 28 de Abril de 1885, o edital
sbaixo trinscnpto, pondo em concurro com o |ira-
to de 60 dias, o offi io de cscrivao do jury e
ex-'cuces criminses do termo do Altinb >.
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
EDIT\L
O Dr. Antonio Pedro di Silva Marques, juiz de
direito interino da comarca de Caruai, por S.
M. Impeiial a quem Deus guarde etc., e-c.
Tendo sido por acto da presidencia da provin
cia de 4 de Abril fiuio, creado foro civil no f-rino
do Altioho, pertencente a est* com .rea, e piecel
luandoo art. 7 do decreto n. 9120 de 28 de Abr"
da 1885, que ligo que um municipio tenh fdr:
civil coosidera te tambem creado, en virtu la o
ait. 10-5 da lei de 3 de Dczembro de 1841, o olB-
c) de escrivaodo jury edas cxecu(,es criui n s.
fz sabpr .oj que o p-rsent- edital virern, que
acha se em concurso pelo praso de 'iO das, a coa-
tar deeta d*ta, o referid > otficio.
Dispo o art. 108 da ctala lei d-; 3 de De-
z mbrj :
Hiver perante cila oslho i; jurados um
esirivSo privativo dj jury e das rxecuc,5.'a cri-
minaos.
Portanto convido a tojos que prete.iderem o
Mtnu otficio a apr-sentarera a edte juiz > no pra-
so marctd, ^ssi? requ'rimentos initruilos i
a :c rd com o pr ctalo decr to de 28 de Aon!
le 188"), que consolifnu toda a legislacSi ante-
rior sobre o concurso e provimeuto 'o i ili i' d
jastiea.
E pira qttJ c'ieguj ao ouhecTl' i'O de t J ;
mandou pas ar o presente edita! q i-o r!ep_:'9 de
..ssign'.do ser afExado m lagar inais pub l-> d
termo d> Altioho, ertrahiulo-se am< copia para
ser r -mettid ao Exm presi lente da provincia,
a:o do maadal-a reproiuiir pc'a imprensa, ni
forma da lei
Cidade de Caraa 6 de Jioh) de 1837.So,
Antonio Rolrigiica Brarelins Carvalhaes, escri-
vo do jury quo oescrevi.Aatoato Fe rj I Sil-
va Marques.
E nada maia se eontinba ona dito elitis que
fielmeote e>p:ei do p'-).>:i iL'n e.o i li'
report) e dou f.
Ciiade d' Caru.i, t Je Janho de 1887. -Eu,
Antoni i R.drigues ,Hr.iz-lino Ccir<*albaes, eicn-
vi d 'jury qu o ts'revi.
C rtifico que nesta dita affix^i na porta da ci-
i da c-uara desta villa lo Alfinh) o edital que
declara estar em onearsi o ofEeio de eserivao do
jury c dn8 ex-cu^oes criurnaes dcste termi. O
referido verdade dn que du f-. Villa do Aln-
uli). 8 de Junhi d- 1S87.-O olfieial d jastiea
servinli de porteiro das auditorios, Francisco
Correia da Silva. ___________^^
Dr. Joaquim Correia de Oliv-ira AuJra
dr, juiz de direito privativo da orphaos
e ausenten n-sta comarca do R:.-ifj, por
S M I prial e Cons itucion-.l o Sr.
D. Pedro II, a que n Dji3 guards, etc.
Fa?o saber que teudo tallecido uesta cid ide
?era testam' n' i neai her leiros conhecidos Ignacio
Luiz de M ura, enjo espolio se arree-ido i : '
justo : pelo p- sent sao chamados os seus lei -
tunos sucess res para se hibilitarem bcrinca
na forma da lei.
E para que ch guc ao eonhee ment de tieo
nteres-ar p03aa, uitadei pascar o presente, qa-j
era pub'icad pela imprensa e affixado no lugar
do co8'umo.
Dado e passado nesta cidaiedj Rcife, nos 11
de Jonho de 1887.
Eu, Francisco de Squeira Civalcante, escriva>,
o subserivi.
Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
Anual de Guerra
O conselho econmico das companhias de apren-
dises i-riificea e operarios militares, precisa con-
tractar para o ultimo semestre do corrate anno
os artigos seguintes, todos de primeara qaalidade :
Assucar branco refinado de Ia sorte, kilo.
Dito mascavinho refinado, dem.
Aletria, idem.
Arroi, idem.
Azeite doce. litro.
Bolachinba de araruta, kilo.
Ba.-albio, idem.
Cb hyj 'n, i I m
Ct Carne de x.rque, idem.
C-irne verde, idem.
Carvo vegetal, baviica.
Doce de goiaba, kilo.
Fariuba de mandioca, da trra, litro.
Fejo mulatinho, litro. '
Fructas, laranjas ou bananas, urna.
Fiango, um.
(iailiuhi, urna.
L uba secca de b i qualidade, acha.
Vlauteiga inglesa, kilo.
Dita tranceza, idem.
Marmelada, idem.
M'cairo, dem.
Queij fl imengo, um
Sal, litro.
Toucinbo, kilo.
Viuho do Porto, garrafa.
Vinagre de Lisboa, litro.
Verdura, urna.
Ornxa para aapatos, lata.
Escova para lustro, urna.
-iDa.', k;lo
V'c.s de spermacete, libra.
Sapatos de couro de bezerro, 150 pares.
L.vagem, r-ngommado, concert e pregamento
de botoes, em blusisde brim pardo ou fardeta-,
Cuicas de brim branco, ditas de brim pardo, la-
vagern, concert e pregamento de botoes, em ca-
misas :,ranc>s e du al^odaoziuhi, camisolas de
brim pardo, ditas de dito branco, para enferma-
ra, culf ts de brim parlo, ceroulas, cobertas de
chita, cobertores de la, frouhas, lences, lencos,
luvas (par.'e), meias (paree), to-.lhas de mesa, di-
ias do rosto, ditas de mo e barretes.
- poler cncorrer aos fornecimentos aunun-
ei .1 ..a pelo conselhj quem habilitar se prviamen
te, eibibuido um requerimeuto dirigido ao nesmo
c >m ibo, documjnto que prove haver pago como
ue^o :iinte cstabelecido o imposto de casa ara-
ni rcil relativo ao ultimo semestre vencido.
Os pr ponentes deverio apres.'ntar suas pro
.oslas .esta secretaria at as 11 horas da ms-
nba d i lia 20 dj corrate, sendo tacs propostas
em dup icata, -jip cartas techadas, com declaradlo
sp.essi de t-ujeiter-so as agontes condi^oes :
1.a No Caoo Je uSo issiguarem o contracto pi-
gara) a multa Je dez por cent i.
2* Sudo recua ido pela commisso os gneros
coutractados. mandar-ae-ha comprar pelo pre^o
ao mercado, ticaui) o contractaute obrigado a
indetnuisar, isto at tres vezes, depois do que
fijar ressindiJo o con-racto, Daganio o contrac
tune a muir a de 200 i.
Si t tarad) Arsenal do Guerra de Pernainbti-
c-, eoi l Jo Junho de 1887.
O secretario,
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Capitaiua do Porto
Da irl.-m do Exm. Sr. chefe de divisji, Jo=
Mano I Picaneo da Costa, cipilao do porto desta
i vi i ', fic piblico pira intein oonhecimeuto
ie qu uu interessar possa, quo o Exm. Sr. minis-
tro da mariuhi em avito n. 637, de 28 le Maio
i-rosiui) fisdo, declaiou que f ssem ob.-.'rv.idos e
emn olidos i>t> avii-us abaixo transcriptas :
X. 7i>.Vlaiioha. Aviso do 12 de Peveniro
Je 18S1 :
O clara que o art. 13 Jo RJg. de II de Abril
le 1874 nao revo*ou o art. 60 do de 19 de Mio
.le ISlt.
Para resolver as duvdas que me foram r.pre-
s ital is, tendo por fim reonhecer si o art. 13 do
tt-gulaineut i de 11 de Abril de 1874 sbngou o
art. 6 ) Jo de 19 de Maio de 1815, declaro a V.
S. par. sua iiitelligeneia e d vidos iffeiloJ, que o
primeiro do3 citados artigos confere a is eapit Ic-
0l in-.-tres das einbarcacoes mercantes o direito
! viemente coutractar a equipsgen, que Ihe con-
vier, Jei ivau la esta concesso a su i responsabili
la le n i caso' ton que d vo. ser eli'ectiva ; qu.uto
> art. 60, dispoou'u molo )Ue fica sem eoatesta-
c) lioiala a prov.i authentica do eoniracto.
U.i doua artigos, portaoto, ubsistcm nara o
fins respectivos, que veem a st a lib-rdade d
e mtrui i .r marinbeiroa, dependente apenis da cn-
dieao -. xp i-A no art. 60. Asiiu), pira a soa mar-
cha do servido, conveniente, como pata deter.ni-
u i >. que o ro de equipigenj or^anisad i em vista
Je u.i.a ii.ta, que fiear archivada na Capitana,
s- ja. p cs.ntad* pelo capito cuja pericia e pra-
tica d navegado scrl eomprova la por docuinen'o
c nferido por al^u no. das capitani..a de port s do
imperio, ou (;r >.tt -stados pissidos pir proprieta-
rios ou coisign;).tario3 de navios m. rcantes.
Esto procediooeut) ter lugar tratando-se de
organisar nova matricula 003 termos do art. 59 do
mesmo Regulamento de 19 de Maio e o decreto n.
1630, de 16 de Agosto de 1855, ficando aos pro-
prietaiios aalvo o direito de eacolherem capitea
de sua confianca.
Finalmente, com relaclo a este objeeto, com-
pre que V. 8. faca observar as disposicoes doa
avisos de 13 de Oatubro de 1862, de 14 de Marco
e 24 de Novembro de 1864.
N. 14. Em 25 de 8.tembro de 1884 :
Torna extensivas s canoas de um a pao as
disposicocs dos arts. 64, 73, 74, 75 e 76 do Regu-
lamento de 19 de Maio de 1846.
Illm. e Exm. Sr.Sendo ouvida a scelo de
guerra e marinha do conselho de rstado sobre o
requerimento em que Maioel Ferreira da Silva e
outres reclamam contia a applicaco do dispisto
uo art. 76 do Regulamento de 19 de Maio de 1846
s pcqcenas candas de sua propriedade, S. M.o!
imperador houve por b m, conformande-se com o '
parecer da dita s.ccSo, mandar qae ee observe o '
seguiute :
Io A applcaQao do art. 7t do Regulamento
das capitanas dos portos exteasiva s cauas de
nsx s pao, porque se empregam de tacto no tr*- Convida-se aos senhorea accionistas d-sta c.m-
*?.??=. P?r? 6 r',3 alJac-nU-8.'e como taes esto panhia a reuniram -se em assembla geral ordina-
como
Estrada de Trro de Ribe rao ao
Benito
Pelo presente faco saber aoa Srs. accionistas
d'esta empresa, que apenas realisaram a Ia e i-
trada de 10 "I, de suas aec5es, constantes das
cantellas ns. 6, 28, 32, 47, 59, 64, 66 e 69, 68,
70, 75, 77, 86, 101, 118, 120, 125, 126, e 127, que,
em face do disposto no n. 1 do art. 9 dos estatu-
tos ficadbes marcado o praso de 30 das, a contar
de boj, para realisarem a ka entrada com a malta
de 20 o/o
Outrosim, o accionista que nao realisar suas en-
tradas na forma determinada, perder em bene-
ficio da nnpr za as entradas queja tenha feto.
Recife, 15 de Junho de 1887.
O secretario da dir jetona,
Jos Bellarmino Pereira de Me'lo.
Companhia do Bebc-
ribe
em duplicata as custas I, proeeaso de iutimaco,
cumpre que se to-ne 'afectivo o disposto uo aviso
de 14 de Maico de 1864 rdativiraente averba-
cao e, em geral, tm todos os p-.peia oudoeum ntos
i xpedidos iii entregues pv! s aecrctiri das capi-
tanas d3 portOS, se c. j'icifi lie quantum i:j
providencias dos emolUTientoa .bralos. O que
declaro a V. S. para providenciar ua parte que
lhe diz respeito, e dar couhecimeoto aos reca-
mantes
Rcife, 15 de Junho de 1887.
Ceciliano Mamede A. Ferreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Dinctor tecretnrio.
BOI.OX)-AlU;.\TO
DA
Estrada de torro de
i Per atabaco
N. 4. Aviso de 19de S-tembro de 1835: i,- rfl m ,. .,, o j- f ...
D.i. .< .. -a i* i d i Ue or eclara aue ds uits. (U c 74 do Kcsu amento ___. tn j___ i
m.\i"jioii' st t i i que o 19 do correntc s ra enrregue uo rafgia
de 19 de Mam de 181b nao foram derogados pelos ?.a, .-, a. \__i
. 19,^ Maio de 181b nao foram derogados pelos ? 3o dt Angelln).
arts 460 e 465 do (..digo Commerc.al. i S h.ver Zm e
' *" V8ln/^V| *Pr"fn;a V PQ!" VS- as t,rcaaeaext*i-ft
11-10 I Itl i 1 : t ti Jl I ll.l I \ lili II l'l.ili:il 1...I. I> ll>.> I *
entre Cauhot nbo e Ange'iai
iraj, vigorando o seguintc
em cilicio n. 40 de 15 do crrente, deularo-ihe para u..a
os devidoa eeitci e de accordo com a imperial Pjirti(Ja ,, Cauhofinh
rrsolucao de l de Agosto de 1881, t.-tn ida sobre tai(ip. Partida
o parecer da scecao de guerra e marinba do con .^ (arcje
aclho de catado, rmt.do em consulta de 22 d, Ch ^ cm Ao ,. (. 3Q Cb Ja effl
Junho do meemo anno, que nenhuma eoulrniic;ao (j,i, tmho 7 h -as
cu repugnancia existe entre as d'apoaicoea dos 'secretaria i, nrolon?ameit, da estrada de f-r-
arts 70 e il do r.gnla.r.ento de 1SI de Maio de r0 do R..clf.. ao s. Frlr;s,., e e8trad, ,,, f,.rr, ,, ,
181b c us arta. 460 a 4^4 da le n. 55b Je 2o de Roclf.. CarUl, 15 A( Junho d(J ld8?
Junho de 18o ; porquanio o registro das embar- ;
eacoes, prescripto pelo cdigo commercial, e ter- l
m^s e para fin? diversa, nao dispensa n m a i
lista do arrolamento na capitana o porto.
Nao h ice mpatibililade de deus registras, i
como as hypotheeas c inm remes exige o art. 63
d-i regulamento n. 7^8 de 25 de Noveaibn de
Demas, os avisos do Ministerio da Jus'i^aj
ns. 94 e U'9 Je l e 19 le Abril de 1852 e ac- j
ordo com ellos a ordtm di Tiesr.uio u i -i io 7 ;
de Maio d) mesmo anno, looje de de-lar ar in ,
lo. lid i pelo e digo do eommercio o arroNra n'o
de t-ies embarcado s as capitanas doa poit>s,
miodam que ais cspititea do navios ee d un i x-
i lucio certi.os das arqueaeoea teit-a na coufor-
mdale do art. 70 o regulamento do 19 dj Maio
ii-i 18)6 [ara serem apr^ sentadas as mesmas ca-
pitauias.
E3sas cerliloes sao necssaiiis par o airla
m-uto de qan trata o art. 'i : ii.Ij pan a matri-
cula daj cquipagens da qua tratim os arts. 59
e 60.
), 5 h iras e 55 minutes da
Aagelim, G biras c 35 minutos
O secretario,
Vlanorl Juvencio de Saboy-..
Arsenal de Guerra
A commis-.ao Je c ir.pras desle Arsenal preei3:
ra o 2o semestre :o eoircute aoo- u. firmt oos
N. 11. Vviso de 27 de Desembro da 1886
D dar que os capitea de portes nao teera com-
pelenca para fincalisar a lotacSo das tqopig. ns
d s navios mercantes nacioa s. m
" Por inmediata r^o icao Jj 21 Jo corrate
Sua Mageatade o Imperador. c>nf^rmauio-se com
u pirecer da sec<) de g-erra o maria ha ..'o con-
selho de estado de 3 de O.itubr) prximo findo,
! obre o oteio u. 2j7 d 8 de Maio d<> auno .as-
gado, em quo V. >. consulta 6e t-m eomoet'jnci i
para fixar as lutado--s ou equipugens dnsembir-
e vo 'a s jeitas sua fisealisayo, h uve por b.' o
arts. 95 u '.' i
gunt :
ariti : C .'i
Are.uie ci I Lia \ k i .
Araui de cobre, k .
rame do ferr., ki o.
A?o fundido qiliidrado
kilo.
Ac fjiidi iv sextava!
k l.
e.n barras,
rea : ..::.-:.' ) u'n
ti
v : .- k!o.
' : r d-.: !iv rsia
: o i ir, !i irri '.
i n.
. ii :; 'i .
k
i.
Branco, oa melhores que
apparecem no mercad ,
regulara Je ....
3.' surte boa.....
3.a regular.....
Hmidos e baixos
S menos ....
Mascavado.....
Bruto .......
le'.ame......
2#200 a 2400
U9:>0 a 2iS100
U700 a 1 K)
1500 a 1*700
1*300 a 1*400
1*<)4T a 1*100
90) a l*i)O0
*700 a *8 )0
Algodio
Nao const-u vends desle pialu-'i boje, fe-
chindo o inerend) fri'JXO.
Entrada* le asnucar e alsooio
MSI 0E JtTCIHO
Aseucar
Entradas
Barcacas.....
Vapores.....
Via-ferrea do Caruv
Animaes.....
Via terrea de S Francisco
Via-frrea de Limoeiro .
Dias
1 13
14
15
13
i I .
00 d/v vista
Londres.
Pars. .
Italia. .
HaOiburg.
Portugal
New-York
221 4
427
52.1
239
22
431
431
534
241
2**70
Do Lohdoh Bank :
90 d/o vista
Londres .
Parias- .
Italia. .
Uamborgo
Portugal
Sew-York
22 1/4 22.
427 431
431
529 534
239 241
2*270
Do Eholish Bask :
90 d/v vista
22 1/4 22
427 431
431
529 .31
239 241
Principaea cidadea de Portu-
g'........ . 216
11b. d^s Acorea .... 249
Iiha da Madeira .... 246
2*270
Entra as
Somma.
Algodao
Sacos
12.927
l 118
596
14.(21
1- I
^9.153
Sebo.......
Sola.......
Vi-.bs airas de palba de car-
tuba ......
Viuho de jurubeba .
1.120 o
2.505 mcios
2 atado3
13 volumes
BEC.VP1TOLACAO DO ABSUCAB
Para o xterior .... 2.006.269 kilos
Paia o interior .... 1.228.990
inundar declarar lhe, que o art. 2- 3- do re^u- sas, um.
laueuto annezo ao decreto u. 5585 le 11 Je Abril Bjio's de
de 1874 di.pensou as embarcado s brasilinas q i
a empregam no COmm reo das forina lad .
entrada e s- liida, de que Iralam os arts 18 a 19
di regu oaucrto de 19 do Maio d 184o; que o
irt daquel e mesmo r'gulaioeuto autoruou os
capitea ou incstres a ci n r,.triin li/rem ue is
iodividuoa que deva'o Compor as icspeclivas i -
p laques ; e di^p ndo o rt. 4- que o rol de eq>n-
pagem si-ja enviado p lo ilti'il oj resist i i
porto s capitanas par i-s JeV:dea < 11 i-s, oi/
seria razoavel qu a issi.s repartices coiupetiss-
a ntlribuicao de fixar lotaco-a a-3 navios, difR.'ul-
tndo aaeim o expediente para teu fcil m vime -
t ; sendo corto que n-in o regu'am.'uto Ja- e-i-
piranias, neui algum oulro acto i>ffis al liies c ni
f. re tal >f(ribuic,ao : o que a V. S. coinaoun.eo
pora Si u couheein-.ento e fins Con', uieutes.
Cnpitaoia do porto de Peruftmh,co, 11 le Ju-
nho de 1887.
O secr-tario,
^ln'ono da Silva Azcvc lo.
-O b
kl ..
\;, p.i
A:-s I
Ar-ia p
Are is d
A'garaVis, u n.
rame em verguinha^, kilo.
A Val ido de luc k io.
Azul irtra-mar, k !o,
Aui iic'io Irai.cez, k. o.
Aze.tc I i.:>i:.>, litro
Az 'it de ce ', litro.
A'Ui tai, k .
j-o s gr..n l a i! pe 1 a is
um.
ii it.-.-i grn.i i = e pequ u >s
um.
Ueoeograai s e pequooos Je osso pr.-to para lu-
i i> ira
Joiois g aulcs J o-)j brinco, fi io!, um.
B )!'J j pequ u s de osso branco, tinos, um.
gijnl'se pequeos Je a3j preto, iuo
Bolo s
u-n.
! eo 's de o s > p'Ct i ;i ira c A< s, u:n.
Hoto -s de in idrrp :o t, Um.
Botosa grandes c p queuo8 de madeira, um.
Uandeiraa imperiacs le Siete con 2, 3, 4, 5. 6, 7
e 8 pannos, urna.
Srocnas de d Horcates nmeros, una.
Bill 1 jas pequeas pira copos, urna.
B icia de io,.ca, urna.
Boeia de ferr esiauliado, ur/.a.
B.ilaneasjdecimues, com forca at 100 k los, urna.
Bal.rica oi utal pira cima de meza, com forc al
50 k I s, um.-..
Badumea sortidoe, um.
li.lba de barro, urna.
Costado de umarello, um.
Cistado de Icuro, um.
Costado de pao carga, um.
Ccstadinho de amaiello, um.
Costadiuho de louro, um.
Costa Imho de po-carga, um.
Costado de aicupira, um.
Costadiuho de aicupira, nao.
Cobre em lencoi, kdo.
Chumbo em lencol, kilo.
Cadinhu de lapis, de differentes nmeros, um.
Colla da Baha, kilo.
Colla branca, k.lo.
Ci, kilo.
Cabo de liabo, fiao, kilo.
Carvo de podra para furja, k'lo.
Carvo cock, kilo.
Cabo de liuho, bronco, ki'o.
Cabo de linho aleatroalo, k i.
Cravoa de ferro sortidos, milheiro.
Coi pequea, douralas, uina.
Cumio de chumbo para encanamento de J ti reo-
tes dimen-o.f, kilo.
Colchetes preto. nar, um.
C deh- res para c de calcas, pares, um.
Copos de vidro para agua, um.
Cartas de A II C, urna.
L'reyo.'s para ped-as, um.
Compasaos sortidus, um.
Cordo de la encarnada para vives, metro.
C irdo de algodio, encarnado para vivos, metro.
Corla de i branca para vivs, metro.
i i r ao de alg< d), branco pira vivos, metro.
D.bra.lieas de f.rr', de cruz, de d t rentes tama-
nbo, par, um.
Dobrarijis de ferro, quadraJas, par, um.
D .bra.lie.as de lato, par, um.
Duutrina Clirist, ; um.
i.i.xi las coeabidas, umi.
Espirit Je viuh', litro.
Esl .. i' cm verguiabas, kilo.
Espojaa para podras, cm pedaoos, gramma.
Enx' las sem cabes, urna.
E :\j de fusil, urna.
Enchami de uoadcira de qualidade, um.
Ferro inglcz redon io de diversas dimeneo s, kilo.
Ferro ing'ez quadrado de diversas dimens's, kilo.
Perro mglez em barras de diversas dimeuto.'s,
kilo.
F. rro em Unco!, de diflsrentes nmeros, kilo.
Ferro tu.'co, un barras do differeutej dim.n; s,
k I .
F.rr sueco, quiiii', de differentes dimeneoes,
kil i.
Fi rro de cautoneira de diftorentes dimcnbo:s, k'lo.
!' rro iie Varand k'lo.
Fi rro -o co, re 'oudo kilo.
Fio Je alg^ja^da tirra, kilo.
Fio de velli, kilo.
Fi h. luras de ferro para gavetas e armarios,
una.
F ili^d: .: J' ferr, Je diversos tinionhos para
p rl .s, una.
ii.-s oo l.iit.j pira gavera e armarios,
Uind .
.' rn li s pedreiros Je diversos t: maVio, uin.
Ferr ilh i de 1 uo de diversos tamauhoa, uro.
'.vejas gi.and.s p nenas preta-, pua arriatas,
urna
FiVellas grandea o pequeos, bnncaa, para arria-
tas, uina.
Faco pai ; u--inba, un.
V me 3 encaba la-, uaa.
F es e garfoa, talher.
Fii de ci 'a-Q metro.
Poro o 3 de i.o, sonidos, um.
F -:: i gr n ie com 9 boceas I,">1) le c mpri n ut,
!) Je I irgura e 0,">3 de altura, um.
Fojjocro i h .ceas, com 0,'"5 lo comprim ito,
0,m55 le largura e 0,m75 de altura, um.
Ferro c.a ciipa pira (.tainas, um.
Ferro sem capa para plainas, um.
( u-n'-arbica, em Caioeo, kdo.
iiiuiin lacea, k'lo.
t .metria por Uastro Xunes, ama.
Gr.m-s'ici portuguesa, por Cantro Nun s, rxem-
i lar.
! G.ivas sortijas, urna.
i Iji zi, meias canas, sortidas, urna,
de metal uratiado !Gl'"',s (trnnJea e p quenas para ferrador, urna.
' | Oh, gramm .
de motil antarjo Hlst'ri:l Braai,i P'jr Salvador, orna.
! .Juiro de l'iuea, um
Limas triangulares de lifferentea taminhos, urna.
Livro de.l." leitura, um.]
Livro do 2* leitura, urr..
Li n ia inglezia bastardas 1/2 cana Je diiF t ul ia
tninauboa, uina.
Li. i i ie 3* leitura, um.
Livro de .-y t mi mtrico, um.
Limas in^iezas meias canas de di rentes tama*
iih's, urna.
Lami as dea?) >iia serras, ama.
Limas ioglcsas, bastardas, chatas de differentca
taireiuho-, nina.
Linas iu^lez :s ii istardas triangulares de
ren'est ainai.h.'s, urna.
Limas iug'ezas mure i8 cha'a J' diffirentoa ta-
manhos, .unt.
I,;:nas in^li zas murfiia meias canas de differentes
tan anhoi, urna.
Lmalo'8 inglczea bastardos redondo de differen-
tes li.ni .uu i um.
Limato.'s ingleses bastardos quidralos do Jiffe-
runtea tamanho?, um.
Lavatorio de ferro, um .
Lita esmeril, folha.
de diversas espessuras,
de diveis.s gros ura?,
de dirtr.utes l.r'uras,
' .s e camisas
Semina
3.235.259
Dias Saccas
Btrca^as.....
Vaporas.....
Via-ferrea de Caruar
Animaos.....
Via-fenea de 8. Francisco
Via-f rrea de Lim- ciro .
1 A 13
1 13
1 14
1 15
1 13
1 A 13
Somma.
859
2.42S
123
2.062
1.122
1.759
8.353
Mercado de asnoear e Igoilo
BBCIFB, 15 DE JOKHO DE 1887
Assucar
prec continan a regular aoa alganamoa seguintes :
DeNpacbUN UEZ DE JCRUO
Nos dias 1 15 te rain despachados ua Aifaule
ga os artigoa seguintes :
Pura fra do Imperio
/.gurdente..... 9 728 litros
Algodao...... 602.626 kilos
Assucar ...... 2.006.269
Borracha...... 1.713
Courinhos e pelles 106.836
Carolos de algodao. 113.350 kilos
Cocos (rueta) .... 20
i>oce ....... 93 kilos
Fann i de na;.di.Cb 20 saceos
Ip-.cacuaiiha, .' 34 kilos
Queijo do eertSo ... 16
Para dentro do Imperio
Agoardeote..... 224124 litros
Algodao ...... 53.013 kilos
Assucar......1.228.9.-0
Chapeos de palba de car-
nauba ......
Cera de carnauba .
Cocos (fructa) ....
Doce.......
E-pana Jorea.....
Oraxa......
Milho.......
Oleo de moco' ....
.Meo de ricino ....
i'alba de uricury
Pennas de ema ....
Preparados de jurubeba
Rap.......
12 fardos
300 kdoa
29.250
765 kilos
130 >
400 .
232 saceos
60 kilos
1.400 .
80
102 >
6 volumes
58 e 1/2 kiloa,
Vaporea d^npaertudow
Vapor americano Advance, d signado roara sa-
bir h j', 3 8 hor-'S da maub, ieva a carga se-
guiute :
Para Babia :
34/2 barricas coai assucar.
50/4 dias c na dito.
50 saee >a com cera de carnauba
Para Rio de Janeiro :
1,550 saceos com assucar branco.
150 ditos com dito mascavado.
2 caizaa com doce.
2 volumes com obras de marcice.ia.
Carrejaran diversos.
Vapor nacional Espirito Santo, sahiio hontem,
couduzio a carga seguintc :
Para Babia :
10 saceos com assucar branco.
10/2 barricas tom dito dito.
20 latas com dito dito.
6 caito s com doce de goiab-o.
Para Itio de Janeiro r
450 -aec s com assucar branc:.
1,950 mcios de sola.
100 pipas cim agurdente.
120 saceos com cocos (fructa).
2 eaixoes com doce de gtoiaba.
13 tsix^s com viuho de caj.
1 gigo eom k>u$a de barro.
Pira Itio Grande do Sul :
500 saceos com assucar branco.
300 barricas com dito dito.
Car.-cgaram diversos.
X'avioH a carita
Eslao sendo d-spachados oa aeguin.s :
Barca norueguense Heros, algodao, para o Bal-
tico.
Barca iugleza J. B. D., caroejs de a'goiao, pa-
ra Liverpool.
Barca ingleza Prinee Arthur, aaiucar e algodao
para Liverpool.
L-rar iuglez Flora, assucar, para os Estados-
Unidos.
Patacho nacioDal Maria Augusta, asoucar, para
Montevideo.
Vapor inglez Mondtgo (chegai) dverses artigos
para Lieboa. ,
Vapor iuglez iVco, a'godlo, para o Bltico.
uviol deacarga
Barca norueguenae Stanley, vanos gneros.
Barca nacional Mimosa, xarque.
Escuna norueguense Reform, xarque.
Lagar n-cional Zequinha, gorduras.
Lugar nacional Vieira, varios gneros.
Lugar norueguense Chrislina Elysabeth, cirvo.
Ligar all mo Gazelle, trigi.
lagar nacional Alarinho VII, xarque.
I'utacoo pirtuguez D Elysa, varios gneros.
Pataeho nacional S. Bartholomeu, xarque.
Patacho nacional joven Correia, xarque.
Patacho nacional Hival, Xarque.
Vapor ingles Orator, varios gen. r s.
Vapor nacional Ja-/uaribe, varios gneros.
Vapor nacional Mandahu, varios gneros
Vapor nacional S. Francisco, va'.os gen o
i'aiiln di ilfanileixa
SBM'NA DE 13 A 8 DE JDNUO l>R 1887
Assucar braueo (kilo) .... 12
Assucar maseavilo (k'laj 066
Aleool (iitro)....... l
Arroz com casca (kilo)
Algodao (kilo).....
Assacar retinado (kilo) .
Borracha (kil i).....
Coaros seceos salgados (kife)
Couros seceos Cr picha Jos (kilo) .
Couros verdes (kilo) ....
Cacao (kilo)......
Caf restolbo (kilo) .
Carnauba (kilo).....
Carac:s de alfodo (kilo)
Carv&o de pedra de Cardifl (ton.)
65 Caf bom (kilo) ....
400 Cachaca (litro) ....
145 Fariuha de mandioca (litro) .
Ii066 Fumo realolho em rolo (kilo)
500, Fumo restolho ein lata (kilo)
585 Fumi bom (kilo) ....
275 i Fumo em fo h i bom (kilo)
400: Fumo em folha ordinario (kilo)
320 (ieueora (litro) ....
366 Mel (litro).....,
014 I Milbo (kilo).....
lioiOOO I Taboadoa de amsrcllo (diii.'a)
40
707
035
400
560
720
720
400
00
040
400
10O< 00
Fundos piiblicos, leltras hyputhecarias, dcbenlurcs, bancos e conipanhias
15 DE JUNHO DE 1887
I I MOS II III. 11 OS
391,833:5004000
119:600/000
6,329:000*000
491:500/000
153:400*00J
556:000*1 iOO
60:000*000
47:200*000
CIKC'l"I.af AO
DENOMINA'. AO
338,300:000*000
119:6O0*0OOJ
6.329:000*0:0
493:500*000
153:400*000
556:000*000
60:000*000
Apolicea geracs (de 1:000* a 200*)
prcvinciaes
COTAIJAO
O ,0
4 /.
4 o/o
'' %
7 Va
7%
7
1:000*000
1:000*000:
600*000;
1:0005000!
500*000
200*000
100*000
50*000
100*000
msEnvAto-s
'.JO000 Cada cont
Procuradss
'l'itulcs ao portador
.i:TT!t 11% POTIIECABIAs
VALCR EMlTTnOO LETTRA8
9,040
VALOR
100*000
DENOMINACAO
.IL'ROS E VENCIMENTOS
'SORTEADAS E
I RECOLIIIDAS
Banco de Crdito Rea! de Pernambaco .,7 '/o 2 de Janeiro c 1 de Julh .|
235
r"TACOES
S 7 500 1J serie
91*000 2
OBSEIIVAAO
)Procura-
) das
IIDilCNTI IIS
KMISSAO 11TUL0S EMITTIDOS V ALOR
29:000* 145 Todas 200*
41:600* 208 Todos 200*
305:000* 1.525 Todos 200*
100:000 366:200 860 12.070 1.000 3.662 430 12.070 Todos (em Londres) Todoa Todoa 100 100 100 > 2 2
31.500 108:800*1 904 Todos Todoa 200*
DENOMINACOES
JOROS E VEKCIHBHTOS
Aceoca preferenciaea dos trilhos urbanos d'
Kccife O i daeBeberib.
Oebentures do3 trilhos urbanos do Recife '
Olinda e Beberibe.......7
Obrigacoes garant! s da Ferro Carril de!
Pernsmbuco......_ .7
Deben tures e Bonds da Companhia do Be-1
benbe (agua)........(6
Debenture da reat Western (Limceiro) .6
Recite Drainage.......
Estrada de ferro do Recife Caxeng .
dem dem idem.......
dem idem idem. .
Companhia P. i-nambucana.
o
Vo
7o
Janeiro e Julho
Janeiro e Julho
Abril e Outubro
CB8BRVACOES
10 /
"/
31 de Marco de 1887
Ao par
182*000
106
.119 a 121
. 77 a 80
Sem vendas
Rio
Cm Londres
Em L ndres
Em Londres
1.a entrada l-
mente
IUBVE1


Diario de Pernambnco--(lonte--feira 16" de -Jnnho de 1887

Lixa de diferentes nmeros, fjlh.
Nsrtelio com cabo de difl rentes tamanhos, un .
Mhchadiuhhs encabadas, orna.
Machado encubado, um.
Normaa para escripias, eolICPQM, no-
Oleo de liobaca, kl>.
Ocre, kilo.
Oleo de arruJa, kilo.
Prussiato araarello, kilo.
Parafuaoa do lati de diff rentes tam-nh >s, um.
Pregoa fiancezes de d:fferentcs tamanbos, k'lo.
Pregos caibraes, cento.
Pregoa b Jis, ceuto.
Par.fasos de torro eoin parcas, um.
Pregos ripaes, ceuto
Paiafusos de ferro par mad-ira, de d'fterentes
tamai.li>s, um.
Palha de junco de ns. 1, 2 e 3, kilo.
l'.dras para cutis, urna.
Praneboes de pinhi, diverso*, um,
Pranchoea do n enareno, um.
Praneboes de pao carga, um.
Pranchoea de s'cupira, um.
Posos de lata1, lerno, um.
Pinceis de d.ffjrcut' s nmeros, um.
Pesos de ferro at 103 kilos, um.
Ps de ferro, uina.
Ro o torra, k lo.
.Sabio, kilo.
Serrotes de pintas, sorti los, um.
Seiras br.cai-s, urna.
Secante f z-s de our->, k lo.
Secante branco, kilo.
Serras de volt*, sortijas, urna.
Serras .le deslobrar, uini.
Serrotes i.- fin, s.rtidoJ, um.
TebiaJas, um:.
Tr.nc de lii pira eoroeteiros, metro.
Tornos de mo, de d ff-rentes tamauhos, um.
Trinca), k^lo
Tipio para lmp r -cjs, um.
riras d_-sol i para gallas, com 0.'O3 de largo,
urna.
Travadcira de t$), ujii.
T.boas d: pioho iu S jc:a do diversas dimen-
(;oe?, un,
Taboas de piano i.mericmo da diversas dimen-
i,ojs, urna,
i iboas de plnho de Riga de diversas dimencoes,
urna,
r i-u Win .r.-lh, de ,sia!h), de O"135 a 0,-10
do l.ir^jra <- de 5 a 6 de comprim-nto, urna.
" Tib as de nmare!!o oom CID35 a 0'10 de largura
e de 5 a 6'" d'< eomprimenro e com 0,mJ7 de
largara, urna.
rabosa dp amar lio de f>rro com 0,"35 i 0,'"10
rio largura e de 5 a 6" ae eouipriinen'o, urna.
Taboas (ie i uro de soalh1, de 0,'30 a 0,"135 do
couipnm n'.o, ama.
Taboa3 e louro de forro, con 0,-25 a 0."'30 de
largura o lo a 'i'" .le eomprimeuto.uma.
Taboa le po carga, com 0,"J27 de roasura, de
0 m30 a t," prim uto, urna.
lo chrom ', k'lo.
Verde france kilo.
V.- rniz copal, f ico, um,
Verniz japones, frasco, um,
V I lu de carn M. ;rai.
Vassourus rie pissava. chipiadas, u>n".
Vassouribs do piasaava para vasilham", urna.
Vassouras de tim'- v\ raatto, tima.
Varrumas sortija', moa.
cu avaria de ana mereadoria bagagem e anmaes.
Nease caso cobrar-se ha, alm do irete ade-
mis taxas 1|2 OJO do valor declarado para aa ex-
pedicoea ae mere, dorias em geral; 5 0/0 pira as
bagagena e 2 0/0 pura snimaes.
A importancia do valor declarado aera pago em
caso da perda total 6 aomente urna qoota propor-
porcianal a p.rda, ae eata for ape aa parcial.
Do mesmo modo, em caso de avaria, a ndemni-
sacAo aera paga proporcionaImente a importancia
da av. ria verificada.
Eui uenhom caao a indemnisaco pode exceder
ao damoo e realmente aoffrido pelo expeditor, em
coneequencia de perda ou avaria e ser, neate ca
ao, reduaida importancia do damno.
Quanto aos objectos nao seguros, a estrada nao
responsavel seuao a' a importancia de 500 ris
por kibgramma de mereadoria e 1*000 por kilo-
gramma de bagagena ou encommenia perdida on
avariada, aem que em u-mhum caao, a indemniaa-
so posaa aer superior ao valor da cercador.a, ba-
gagem cu encommeuda perdida ou avariada.
No caao em qn< urna mereadoria, etc., desenca
minhada for achada, a estrada dar aviso ao des-
tinatario, que ter, durante 15 das, o direito de
r 1 mar a entrega, devendo restituir os 3/4 da
iu mnisacao, que lhe tiver tilo paga.
A mereadoria, etc avariada ficar pertencendo
a estrada.
Quando a mercadera formar um todo tal, que a
avana de urna parte o deprecie ou inutilise, a in-
deinnieaeao a pagar ser ealcuada por arbitra-
mento.
As clausulas de rresponaabililade cu limitacSo
de reaponaabilida ie eatabel'cidas nestas condicoea
regulamentarcs nao poderlo ser invocadas pela
estrada si se provar culpa ou io pDr parte do
pesso&l da estrada ou dofeito de seu serv? i.^
Noste caso, a inJ -moisaco.^s a pagar s. rao re-
guladas pelo Cdigo Commrrcial.
A decaraeio do valer das m-rcadorias, as no
tas de expedico nenhuma bigmficacSo tem detde
que nao for piga t xa do a-guro.
Secretaria do Proloogaxcn^o da Eatrada de
Ferro do Rocif ao :. Franc;3Po e Estrada d"
Fero do Recifo a Ciruar, 13 de Junhode 1887.
O si cretino,
Manoel Juvenc'o de Saboya.
iiunM\ni:
DO
SS. Sacramento de S.
Jos
De ordem da meaa regedora e de cootormidade
com o noseo enmpromisao, sao convidados pela t r-
ceira vea t>do8 oa irm s para comparecerem no
nosao consiatorio quinta feira 16 do corrente, s 4
hora i da tarde, para a elei^So da nova mesa ie
gedora para o novo anno compromiasul.
Coosistorio, 13 de Junho de 1887.
Vieira da Cunh* Sobrinho,
Kiiiivl<>
THEATRO
DO
BRASIL
Capital 0,000:000$
dem realzado 8,000:000
A eaixa filial d'ea'e Banco funecionando tem
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
viata ou a prazi, centra oa s-gunites correspon-
dentes no estran. ir
Estn da de ferro
DE
ibeiro ao Boato
Por delib-raco da directora, siio chimaJ is os
senhores ceionistas desta empreza, pira no prazo
d trada .ie 10 % desuna a'-coes, nrs termos do art.
" i 2' dos estatutos.
Kecife, 4 de Junbo de 1887.
O secret-.rio,
Jos lieilarnr.ino Pcreira de Mello.
Londres......
Paria.......
Hamburgo------
Berlim.......
Br< mente.....
Fraiikfurf a/ Main,'
Antuerpia ......
Rom:i.........
Genova.....
aples.......
Miiao o mais 349
cidades Je It?.-
lia..........
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragonp......
Valencia e outrari
Jadea da Hes I
panha e i!ha8 j
C-.n'iriaa......'
Lisboa.........\
Porto c maia ci- f
dades de Por-/
a/N. M. R>thschil & Sons.
De Rothachild Frres.
tugal e ilhas
Bueno.'-Ayrrs ...
M mt. video......
Nova York......
Dcutacbe Bank.
Banque u'Anvers.
Bao Genrale e suai
agencia a.
Banco Hypotcario de
Eapaua e suas agen-
cia".
Banco do Portugal
auaa agencias.
COMPANHfA LYRICA ITALIANA
BE OPERAS E (MAS
ewpreza N A GHEL
Directo LUZ MIME
J" Recita
Oulnta-feira, 16 de Junho
Estra
dos lora artistas lyrcos
Aviso
/.arca >, kilo.
o f.rnecime.ito do3 Hrt'gos acim ser f.it. com os juros de |0 ?o atino,
cor pedid..a paiciaes conforme as ex;gucias do(|09 (3 CIU Q mea-a Ja lio
s'tvico, dev. ndo S'1 o .le promjto.
Previrte-ao que nao serao tomadas em cona'de-
racSoaa propouas que nao torcm feitas ni torma
O Lond reo b'i dinhf-iro ti cont jrrente simples
capithlisa-
Dezem-
bro.
R c^b^ tambera dinhiro pm deposito.
ri rf. t ni regulamento cima, em duplicata, com avisa previo de 30 diaa, ou txo a pra-
zo de 3, 4, 6, 9 e 12 mizos, s tasas de
jur.is, que forem conveocioiaias entro a3
partes.
As o ntasj existentes, vt-ii^cuJo juros
por .iifferciit. s taxas, fijnm s* m altersySo
i i I-. ia a um so artigo, mencin in lo o
nome do proponente, > inli_:;a) da asa om
:n. rcial. o prc i de cada artigo, o nnm'ro o marca
las :n atrs, c fiualinine de^larafo expreasa ie
snjeiUr ;.e a multa Je 5 /o no cas > de r- Lusa, as
sir-nar o re.'pecriv contracto e aa dctD".n de qu
i.,rim os arts. 87 e 88 !o r.gu'amunto i.n vigor,
dev ndo dit-is propcstij e amojtras sor apresen
tadas ursta secreiaria s 11 horas da manb >
dia 18 Jocornntc m-z e ai.no.
Secr ia. i io Arsenal de Guerra do Pcrnam-
'i'ico em 14 de Jui>bo de 1887.
O seeretaro,
Jos Frane.-co Kibeiro Machado.
Recifo, 24 de Maio do 1887.
W. H. Ilton.
Engliah Bank of the Ri-
ver Pate, Limited.
G. Amsirk & C.
Compra faques sobre qunlquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
R.'cebe dinheiro em cinta correute de movi-
mento com jur^a a lazao de 2% Ro anno e por le-
tras a prazo a juros cenvencionados.
O gerente,
William M Webster
THEATRO
Sabbado. 18 do corrente
Recita organisada pelo popular artista
ITRl
Com o concurso da companhia dramtica
soniES m: M U D El ROS
da qual faz parte a 1.a actriz ingenua brasilera
D. ISOLINA MONCLAR
1.' represenfaco n'esta e|0oha do magi-stoso
dran a em 4 actos, intitulado
C.pital do Banco .
Capital realisado. .
Fundo de reserva.
l.OOO.OCO
500,000
200.00C
ProiougMlo lia cslraa a fer- *?&?
ro aa Pnaaocc a estrada
ferro ao Eocife a Croar.
De irdem do lllm Sr. direct r, faco publico que
a paitir do 1 do Jalh > proxim >, vigorarao nestas
. stradas as srguintcs dispotieoes relativas ao se- retirado, mediante as condieO'S de que f
ta o at ulterior reso-
a juros de deus por
cento ao anno, sobre os salios de dinheiro
depostalo em conta corrente de inovimen-
to no mesmo Banco.
Recebo-s tarobem dinheiro em deposito
a juros por perioios determinados, ou su-
eto ao aviso ptvn .(' trinta dics para ser
uro e indemu3t?caIo de roercadoras,
animae8, etc.
Osxpeditorfs e viajante8 tem a fatuidad, de
i:eclarar, ne acto do despacho, o valor, segundo o
i.ual, quercm ser indemnisados, em caso de perda
bagagena, d>r cnbeiimcnto aos ioteressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Wenry K, Gregory,
Gor^ite.
O papel de Galilea ser desempenhado pelo ar-
tista SOARES DE MEDEIROS, o de Julia pela
actriz D. ISOLINA MOSCLAR.
Toma parte toda a companhia.
DOMI~GO 19
Eiapeciacalo ciTerecIdo cla*Ne
commerclnl
1.* representaeao n'este theatro e ultima n'esta
cidade da magnifica pp$a
Um drama no alto mar
Bievemente, beneficio do artista
Soares de Nedeiros
com o drama de grande espectculo
O REMORSO VIVO
A simpre applaudida opera burlesja em 2 ac-
tos, msica do maestro Supp :
Mulheres Guerreiras
1 NI
PERSONAGENS
Nenesio, pai de.......... Sr. C- Repossi.
em diante sepirem loearao em
Plymoath, o qne facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, paasagens, encommendas e din-
heiro a frote tracta se com os
AGENTES
Wllson Sons A c .. Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
< ompaahla llahlaiaa de navega-
eo a Vapor
Macci, Villa Nova, Irenedo, Arac j,
Estancia e Babia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandantc J. F. Teixeira
E' esperado doa ix>i-iop aci
ma at o dia 1G de Junbo,
e regresaar para os mea-
moa, depoisdtt demora do eos
turne.
Para carga, pasaagens, encommendas e dinhei-
ro a frete, trata-se na
7iua do Vigario7
Domingos Alies Mathens
lf
DampfschiflTahrts-GeselIschan
O vapor Cear
Esperase de HAMBURGO,
por LISBOA, e ACORES at
1 o dia 19 do corrente, seguin-
. do depois da demora neces-
saria para
Rio de Janeiro e Santos
P ara passageiros e carga a frete trata-ae com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. 3
/' andar
Fifi.
Tremacoldina............
Lilina..................
Ayd....................
Cracoviacki..............
Zulmira.................
Vesuvio.................
Zirra....................
Gluk....................
Z nobi'i, criada...........
Citto Me kiade Kabatull, ja-
poBez.................
Sra. T. Rastell.
Sra. M. Dalla Porta.
Sra. R. Bellegrandi.
Sra. E. Garbini.
Sra. R. Durand.
Sra. E. Corti.
Sra. N. Detti.
Sra. A. Bolmida.
Sra. M. Taragna.
Sra. A. Nagbcl.
Sr. L. Milone.
i< i o:.s ii i: it\x >s i; (ou; mus
ACCOES
-13.000:00(>
S 1.0')0:000
1.000:000
500:000
1.2O0:O0O
10(':0003
EMITTIDAS
165.00<
50.000
50.000
2.500
G.OOOj
.'oo:
Todas
Todao
Todas
Tsdas
Todas
960
300:000 15.000 Tudas
O^
M
20
200*
20J
DEKOMINAgOEa
Raueos
ENTRADAS I
FUNDO DE HE-
SERVA
Brazil.......
j'ni;li.-li Bank of Rio de Janei
ro, Limited. .
Londi n &. Brazilian Bank .
Crdito Real de Pernambuco
Carrla
Pirro Carril de Pernambuco
100* i Locomotora Pernambucana.
KNlradaa de ferro
1.200:000
500:0G0
99:200
600:00J
4.000:000*
2.000:000*
1.000:000*
1.000:000*
1.0< 0:000*
1.200:000*
300:000*
600:000*
200:000*
500:000*
12.000
2.500
49.600
60.000
20.000
)
1.000
1.000
1.000!
12.000
6.000
600
2.008
2.500
Toda
Todas
Todas i
2.071'
T..da,
3.63(-
1. ?58
Tolas'
Tolas'-
Todas
Todas
3.8"9
300
556
1.444
Todas
. 20
100
200*
2
1005
Great Western of Brazil Rayl
wi.y Company, Limit-.'d (Li-
moeiro).......
Recite S. Francisco .
Recife Olinda e Booeribe.
Recife Caxang4.....
Ribciro Bonito.....
Xavegaro
200*; Companhia Brazileira
](iqj|Companhia Peruambucana
semiros
1:0C0* Amphitrite .
1:000* IndemnisadiTa .
1:000* Phonix Peruambucana
Dlveman
100* Companhia do B benbe (agua).
50* Santa Thereza de Olinda (agua
e gaz).....'. .
1:000*| Fiacao e tecidos da MagdaUna.
JJJEdificacao.......
200*! Usina Pinto......
200*
10
10
60*
200*
Todas
20
Todas
200*
Todas
405
2005
200*)
100*)
20
20 /.
20 e;.
Toda
6.754:3005833
200.000
300.000
1:2705504
61:926*797
1.500:299*778
66:5275340
75:873*317
55: 87*677
ULTIMO DIVI-
DENDO
125 Dez. 86
9
10
I
Dez. 86
Julho 86
Dez. 86
ULTIMA COTACA0 I OBrERVACOES
6.5 Julho 84
2605000 (Rio)
15 16
* 19 20
65*0)0
70*000 (Rio)
30*000
8 %
3 3/4 0,
. I* 18 1/2 19 1/2
... I 102
Dez. 86! 21O*0JO
Dez. 86 1 3/8 1 5/8
ti. 6* Dez. 86
5 % 1882
12
'/o Des. 86
Dez. 86
Todas
Todas
50*
Talas
30:0005000
8 %
10 /. Abril 87
6%
10 o/0
Jan. 87
Dez. 8
2755 00 (Ri
35
150*00.
335*0110
320*000
155*000
40*000
Ao par
65*nOO
25*000
Ao par
Em Londres
dem idem
Procuradas
40 aecoea a c-
mittir por tc-
rcm c a h i do
em comfo
Em Londres
Em Londres
No 2o acto da opra cantar-se-ho ca seguintes
importantissimos trechos de msica :
FORZA DEL DESTINO, romanza (Pace Mo
Dio!) pela Sra. T. Ranielli.
MAPCO VISCONTI, romanza (Koalonella pelle-
grona) pela Sra. H. Dalla Porta.
UMA ROMANZ \. pela Sra R. BelieRraadi.
LUCREZIA BOttGIA, brindizi p-U Sra. E.
Ciarblni
LE ROSE, valtzer pela Sra. E. Corli.
PRIMO AMORE, romanza pela Sra. W. Detl.
Acabando o concert c,m urna P 'LACOA dan-
zada pelas Sras. Bolmtda e Taragna.
YariiUJissimo intermedio concert
No intervallo do 1 no 2" acto da opera, cantar-
8e-hao plos artistas que estream :
1 GIOCONDA, l'regbiera da cy .:, pal.i Sra.
H. Helia Porla e DU ) da mesma op.ra
pelas Sras. T RaHlelll c Rnlla Porta.
2oUGONOTII, roma iza da opera do maestro
May^rb er, cant* ia pelo Io t.nor Sr. V.
Brnaebl.
3.BALLO 1N MASCHERA, romanza para ba-
ryih-jno, cantada pela Io b.rytbono 8r. L..
Carblnl.
NAHUCODONO-iOR, do da opera d) maea-
tro Verdi, cantado pela Sra T. RaMelli e
Sr. A. MiRlIazzl.
A'* H horaa.
Bjiids para to Apipucos.
i1
tonipanhia Francesa de Xave."-
cao a Vapor
Liuha quinzeaal entre o H.vre, L3
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
0 ma Tflli ie ftnartrai
(O'nmandante Cbancerel
E' esperado da Europa
at i dia 21 de Junho, ae-
gumdo depois da indifpen
savcl demora para a Ra-
bia. Rio de Janeiro
e Mantn.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p 'lo
' vapores desta iinha,qiieiram apreaentar dentro de 6
I das a contar do da descarga das alvareng.-
( quer reclamando concernente a volumes, que po-
i vri.'.i-. tenham seguido para os portes do sul,afin-
j de se podernn dar a tempo aa providencias neces-
I aari.is.
Expirado o referido praso a companhica n se
| responsabilisa por extravios.
Para carga, pai sagina, encommendas e dinheiro
a frete : trata-se com o
0 vapor Vil! e de Cear
Coramandante Simn t
Espera-se dos mirtos do
sul at o dia 18 de Junho,
seguindo depois da indis-
penaavel demora para o Ha
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens poderao ser tomadaa de anteme.
Recebe carga eucommeudaa e parsageiros para
os q-.iaes tem excellentes accommodaC/5es.
Para carga, passagens. encommendas e dinheir
ConpaK&Ja ltraIlelra de Xarc
gacoal'apor
PORTOS DO NORTE
O vapor Cantillo
Coramandante o 1 tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' eaperado dos portos do sul
at o dia 19 de Junho, t
seguir depois da demora in-
' dispensavel, para os portos
do norte at Para JsmeBte-
Para carga, passagene encommendas e valores
traefa-se na acencia
PRA^A DO OOKPO SANTO N. 9
BOYAL MIL SfEAM PAfJK^T
C01PASV
0 paquete Neva
Bahia. Rio
video c
E' esperado da Europa no dia
21 do corrente, seguinds
depois da demora necessaa
ria para
de Janeiro Nonfe
Bncnos Ayres
0 paquete Mondego
esperado
do sul no dia 17 de
corrente geguinlo
iepoia da demora
necessaria para
H. Tcente, Lisboa, Vigoe Non
Ihampton
Rcduccao de passaqens
Ida Ida e volt a
A Scatlnmpt-n 1 classe 28 42
Camarotes: ieervd-' para passag
Pernambuco.
'ara passagens, fretes, etc., iracea-se -os
Consignatarios
Adanpson Howic & C,
S. 3- RIJA DO (X)MMERCIO N. i
l" indar
a fr te: trata-se com o
AGENTE
Augusta Labille
a RA DO COM MURCIO-9
Vapores nacionaes
(NORTE E DUL)

1 T~S ""?
lfaciflc Sleam Navgation Company
STRAITS OF MAQELLAN LINE
Paquete John Eider
Espera-se dos portos do
sul at o dia 22 de Ju-
nho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os que dora
Se. Pelotas b Poilo-ilesre
Vapor Aymor
Espera-se at o
dia 20 ''o corrente
do Rio de Janeiro
e seguir depois
la d'moia do cos-
tnne para os por-
tes cima indicados.
Recebe carga, encmmendas e passageiros para
os meemos portos : a tratar com
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. 6.RA DO COMMERCIO N. 6
1- andar
4MIPA.MIII] l>E HKNM.-MJB-
Kli; MAKITI.HFN
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Muer
E' esperado dos portos do
sul at o dir. 19 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaur,
tocando cin
Dakar e Lisboa
Lembra-ee sos seahores passagcir.;3 de todas
I as classea que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Faz-se abatimonto de 15 /0 em favor das :'a
mlias composta de 4 pessoas ao mosos e que pa-
garen] i pasiagens inteiras.
Por e.tcepcito os criados de familias que torna-
ren] blhetcs de proa, gosam tambem d'este abiii-
mento.
Os vales postaos s se das at e dia 17 pa^cs
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dmheir-
* frete: tracta-ae com o
AGENTE
Angoste Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Macei
K-rosenc 50 caixa6 a Paiva Va ente & C.
Maizena 40 eaixasa Fernandos & Irmios, 100 : Rio de Janeiro
a D.iming a Ferreira da Silva & C-, loa Jos J.
Al vea di C.
Mosquetero3 1 caixt a Francisco (urgeI & Ir-
mi.
Machinas de costura t v.lumes a J- Pipp^l &
C. (em transito pira Macei)
Ditas para descarocar algodo 5 caixas a Fer-
reira Ouimares Se C.
M'-rcadarias dvera. s 26 v jiumes a Francisca
Mimad da Silva & C, 20 ord ta, l a Rouiuay
ril Fr-res, .50 a C-rvalho & C.
Tecidoa di reraos 3 vjlumes oid'-m, 13 a Luiz
Anlonio Scqaeira.
T. ucinbo 14 barris a Jos Joaquim A Ivs & C.
Tinta 10 barricas a A. D. Carneiro Vianna
Vidroa 1 barrica ao meimo, 4aW. Hailiday
& C, 1 a F- rn-ira Guimiraes ; C.
Cirga do Maranbo
/. maj 18 caixas a Pi.rente Vianoa it C.
'^amarao 4 encapados a Luiz (oncalves da Sil-
va & Pinto
Courinhos 29 atad.s aos meamos, 35 a Amorim
Irmaos & C.
Envelope I caixaao Londou & Braziiiaa Bank.
Kerosene 1 cana aos coos'gnatarios.
1205000
6:000OC!0
RECEBIDO
Pelo vapor americano Advince, para :
Do Maranhao :
London Brazilian Bank 5:5t80C0
Do Para :
English Bai k of Rio de Janeiro 50:000000
Hendlmentos pblicos
UEZ DE JUNHO
A{faniega
Renda noral
D- 1 a 11
dem de 15
Renda provincial
De 1 a 14
dem de 15
309:4tU9J0
27:538;742
----------------337;000;.tt2
H) 91J144
.r> 523 833
100 actes a c-
noittir por te-
rem cabido
comifo
Wn IdendoM
Estilo sondo pagos os seguintes :
O 1. do Basco oe Chedito Real, razao de 44
por accao ou 10 0/0 do valor realizado de cada i
urna.
O pagamento faz-se na sle do banco, daa 10
h iras da manha s 4 horas da tarde doa das
uteis.
O Id." da Compahhia do Kebekibe, na nr>'p)rc/o
ie 5*000 por accio ou 10 0/0.
Os interesaadoa devem ir ao escnptori.i da com-
panhia, das 10 horas da manha 1 da tarde, aos
aabbados
A 16.' distribuicio das can'ellas de juros cor-
respondentes ao semestre findo em 31 Ue Dezem-
bro do anno passado, da companhia (hbat Wes-
j-erji op Riazil Railwav.
E' no escriptorio ceutral da companhia, das 10
'horas .s 3 da tarde, que effec'.ua o pagamento.
Memorial
O recolbimento de Notas Dii.acrbadab do The-
souro, faz-se oa Thbsodrabia dk Pazsnda, as ter-
cas e sextas-feira, das 10 s 12 As notas do Thesouro de 2*000 da 5. estampa,
5*000 da 7. e lOJunO da 6.', serio substituidas
na Thesoobabia de Fazesda t o tira do met de
Junbo com o uesejato do 2 0/0, o qual ser eleva
Carga d New-Yoik
Amostras 3 volumes a diversos.
Agua florida 25 caixas a A. D. Carneiro yian-
na.
Banha 50 birria a l'eniandes & Irmios, 50 a
Domingos Cruz & O, 50 a Joaquim Ferreira de
Carvalho C, 50 a Paiva Valen te &C, 15*
Joo F da C ist.
Cha 4 caixas a JuSj F. da Costa.
Capsnlib 2 caixas ord-'ir.
Drogas 7 vilumea a A. ai Veras & C.
Ferragens 1 vilume a A. D. Carneiro Vianna
do a 4 0/0 a contar do 1. de Juibi a 30 de Se- 3 a W. Hailiday & C, 7 a Perreira Guimares
sembr do corrente anno. & fj.
Imiiorlnriiu
Vapar americano Advanct, entrado de Niw-
Yoik escala em 15 do eorrenf e onsigoaij a
Henry Forster C, mmifestou :
Farinha de trigo 700 barricas a Pereira Car-
neiro & C 100 a Julio & Irmii, 50 aos consigna-
tarios.
Oriza 6 birrica3 ordern, 4 a A' D. Carneiro
Vianna.
Hiate nacional Ji.ao Valle, entrado de Maco
em 15 Jj corrente o consigna i) a Mancel Joaquim
Pissoa, uanifestou :
Algodo 8 saccas.
Pinnas de ema 1 caixa i-rdem.
Sal S"5.600 litros ao cens'en 'ario.
atciFB, 14 de junho de 1887
Para o exterior
Na barca noruesurnie Heros, carregaram:
Para o Btlticn, B .rstclman C 400 saccas
com 31,255 kilos do algodao.
Na bar.a norugutnse P. Arthur, carre-
gou :
Para Liverpool, J. B xw II iOO saccas com
15,770 kilos de algodo.
Para o interior
No vapor aun r cano Advance, carregaram:
Para o Rio de Janeiro, T. de Azevedo Souza
437 saceos com 26,20 kilos de assucar branco ;
E. Barbeas. 225 saceos com 13,500 kilos de as-
.iic.il- branco e 75 ditos com 4,600 ditos de dito
masca vado.
Par a B.-bia, T. de Morara 5 saceos com 300 i
kilos de cera de carnauba.
== No vapor nacional Espirito Santo, carrega- I
ram :
Para o Rio da Janeiro, J. S Loyo & Filho G00'
saceos com 49,279 kilos de assucar branco e 300
ditos com 18,0X1 ditos de dito mascavado ; J. M
Das 50.) saceos com 24,100 kilos de assucar
branco; S. t Brito 50 sccos coa 3,750 kilos de
usaucar branco ; J. P. Botelho li 0 pipas com
48,000 litros de agurdente ; B. C. M. Vieira
4,500 cocos, fructa ; F. J. de Barn s Jnior 2
caixas cum 160 kilos de de ce ; A. A. Barbosa
Primo 1.0 kiloa de espauadorea de peonas de
ema.
P-r i Babia, M. Lopes de S 4 C. 6 caixas com
270 kilos de doce.
ninlieii <
expedido
P.lo vapor nacional Espiriy Santo, par :
115:438 S-7 i
383-439* 639
e i a 14
dem de 15
Ce 1 a 11
Idnn ^B 15
'.. 1 a '4
lien '.-> 15
lleaebedoria geral
15:lb8*248,
879*837 |
lt.UO-i. HSJ
fecebedoria p.^unnciai
Reeije Drainagt
38:372 14
2:9o2,'5 8
11:324*662
3:48U1
234*367
3:715*868
Morcado Hunlclital de Jos
O movimento dcste Her a ': no dia 15 de J inho
foi o seguinte :
Entraran] :
38 bois pesando 5,7t2 kos, se:ido de Olivei-
ra Castro, 25 ditoa de 1 quadadc, 1 d
2* dita e 12 ditos particulares.
440 kilos de peixe a 20 ris 8,!800
81 cargas de farinha a 200 ris 16*200
46 ditas de fructas diversas a
300 rs. 13*800
10 taboleiros a 200 ris 2*000
11 Sumos a 200 ris 2*:00
Forain oecupados :
25 columnas a 600 ris 15*000
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11*0.0
23 ditos de comida a 500 ris 11*500
90 i/2 ditos de legumes a 400 ris 36*201
19 ditos de saino a 700 ris 13*30)
II di'OS de tressuras a 600 ris 6*600
10 t aos a 2* 2')*m
9 ti: os a 1* 9*0(Ki
A Ol iveira Castro & C.:
54 talhos al*
'eve ter sido arrecadada uestes di?s
a quantia de
Rendimento dos das 1 a 14
Foi arrecadao liquido st boje
54*001
219*600
2337*360
3:156/960
Presos do dia :
Carne verde de 240 a iOO ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 56) a 640 ris idem.
Farinha de 200 a 320 --is a cuia.
Milho de 26) a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1*200 idem.
Haladouro l'uboo
Foram abatidas nc Matadouro da Cabanga 99
rezes para o consulto do dia 16 de Junho.
Sendo: 67 rezes pertencentea Ohvtira Caitrr,
.m C, eS2a diversos.
Vaporea e navios esperadna
VAPOBES
Principe do Grao IVlH_da Bahi boje.
Mondegodo ;u", amBIirs.
Ville Je Ceardo sul a 18.
Cimillodo sul a 19.
Equateurdo sul a 19.
Cearde Hamburgo a i9.
Aymoido su a '-0.
Ville de Pernambucoda Europa a 21.
John Eiderda Enr"- a 22.
Zechiyde Fiume a 22.
Manosdo notte a 23.
Nevada Europa a 24.
Autor de Liveipool a 25.
Parado sul a 27.
Tagus do sul a 29.
NAVIOS
Armidade Londres.
Anne Maricdo Rio Grande do Sul.
Blanchede Terra Nova.
Carneesdo P.-ito.
Erutede Hamburgo.
Guadianade Lisboa.
Kataliua le Terra Nova.
Leauderde Terra Nova
Marinbo IX do Rio Grande do Su .
Meta Sophide Hamburgo.
Meteorde Terra Nova.
Osseode Cardift.
Peggyde Terra Nova.
Positivodo Rio Grande do Pul.
Withelminede Hamburgo.
Moviuieno do porto
Navios entrados no dia 15
New-Yoik e escala-20 das, vapor ame-
ricano Adoance, da 1919 tonelada?,
comrnandaDte Jumes Lod,. equipagem
65, carga varios gneros ; a Henry Fors-
ter & c.
Maco 14 ilir.s, hiate nacional Joao '.'..'-
le, de 108 toneUdas, mestre Francisco
Honorio Canuto, equipagem 5, carga
varios gneros ; a Manoel Joaquim Pe"-.-
os:
Navio sahido no mesmo dia
Rio do Janeiro e escala Vapor nacional
Espiito Santo, coramandante Joo Ma-
ra Fessoa, carga varios generes.


(Mario c ermmbum-- Quiyta-leira 16 (OHPiMIIt PER\AWMI C*s:4
DE
Tcmei* Costelra nmr vapor
PKTOt DO ORTE
Parah/ba, Natal, Macriu, Mosnor, Ara
caty, Geera, Acantku -e Vamossim
. / vapor Jag-uaribe
tommandante Baptista
Segu no di 21 do
Junbo, s 5 boriu
da tar4e, Recebe
sarga at o tita 0
EnccinmendHS paasagena e dinheiroB afrete at
s 3 horas da taidc do dia da aahidtt.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Pemambucn^in
n. 12
iiJhliU
Sexta-feira 17, de\e tur lugar o ultimo leilo
de um variado s i! nt-nto de ferrage^ej miudezas,
movis t n nifo' < TH arrias txisreltes na ra
do Mom Jisus n. 43, de c 'iitormid-.de com o an-
LeilM
O AGEBVTE OSE NUNES
coiap cuiuit: aut risado por klvar de 6 do
cerrente mi,do Dr. juie mantsipal e do *amiD*r-
elo do termo de Trahiry, no Osar, Jacome Cunba
Freir, far leilao no -da 69 do correte, a 10 ho-
ras da manta, na enseada do Par-Cur do nieamo
termo e em presenc do dito joi, do casco e asis
pertenec do vapor Cear, da Companhia Brasi-
Feira de Navegaclo Vapor, naufragado noquelle
logar e abandonado pela merma companhia
Cear, 10 de Junbo de 887.
AVISOS DIVERSOS
um com piatica
C AIJtEHs Precisa -se d
da mlbalos e qe d fiador su* eoniucta, pre
ferindo se brasileiro : na ra Imperial n 110.
A4tm-se canas ?!<*,t> re h*joe* dea (te-
h 5, Jwtltfl i Mife rlWa *<*
impeiutriz u. 56.
Asma Pecisa-sc de urna ; na ra do
Csbug n. 3, terceiro andar.
Agente Pinto
O ageut" de leiloea, Pinto, tendo mudado o seu
escriptorio da ra do Boin Jess n. 43 para o ar-
mazem da ra d > Mrquez de Olindn n. 52, pede
a todos os senker. s que ti-m em seu deposito pia-
nos, machinas de costura e outros muites movis
se dignen) retiral-rs no prazo de 3 dias, findo "8
quaes serao vendidos por qualquer preco.
Recife, 13 de Juuho de 1887.
Lc'lo
D armaba), genero^, ntenoilios, cofres de
ferro e movis, exstentes na taverm
sita ra Imperial u. 151, pertencentes
a massa fallida de Juan B<"Dto Rodri-
gues.
Qicna ftira 16 de Junho
AS 11 HORAS
O agente GusmSo, autarisado por mandudo do
Eira. Sr. Dr. jniz de direito do commercio e a re
querimento do Dr. curador fiscal da mes su fallida
de Jnam Benito Rodrigues, f*r leilao com as
sistencia io mesmi jiiz da urinario, aereado-
rias, cofres c uwveia exsitentes na referida ta-
vrna.
de una nsobilia de Jacaranda, um piano,
urna estant-, una com moda, tres mesas,
urna serpentina, urna mesa redonda com
pedra e outros movis
Sexta feir 47 do corrente
Agente Pinto
lina do lo ni .!u\ ii 43
Em eontinua^o
vender o mesmo agente 11 saceos e 3 pancires
cem tapioca.
Leilao
Em continuado
Da armacao, bataneas, 1 fileno e utensilios 11
vres e desembarazados, e os bous gneros do esta-
belecimento de ml badea sito roa de >. Joao n.f>;
garante-s h chave da casa.
Agente Brito
sexta fe ira. 13 do corrate
A's 10 1|2 Lorss
De um sobrado de deus andares ra Velha de
Santa Rita sob n. 40, e de uina casa terrea com
aota ra da Ventnri s b u. i0 na trepuetia da
Graca, nos quatro cantos, onde funcciona urna
padaria.
Sexta fe-a 1? de *unho
A's 11 huras
\ > armas ii' ni .".j Imperador d. 22
O agente St. pple autorisaio pelo consulado
portuguez levar leilao o fobrado e a ca a ter
rea cima mencionados, e pertencentes ao espolio
de Jos Goncxhes da (>uz. Os s i.horca preten-
dente desde j pedero ir is-innar os referido-
predios .
Leilo
De 2 piunos de armario a 2005000.
2 mobilias de Jacaranda a 200 00-
Machinas de costura de mesa a 5J0 K)
Ditas de roao a 3*00)
Fugoes de f rro a 1 OOO >.
Ditos de ditos a 154"00
Mesas pequen s a 1<.X'0.
Caffas de ferro a 3 00,
Ditas otaiores a 2/500.
Garrafas de vinho on vinagre a 100.
Latas com milho a 10 '.
Colheres para sepa n ln i.
Ditas para cb a 1S010.
Depositas para cando-irts a 100.
Candielros a gaz a 2/( 00
Quadros diversos a 500
Papel pintado resma li5O0.
Pedras para mesas e cngolos, tintas, ferros e
papel para impresso, brides e estribos, relogios,
globos, cobertas de met-il para pratos, filtros, 1
fugas de ferro novo o nitklado, barril com pregos,
espingardas, lancas para cortinados, miudezas r
muitos outres artigos que estaro patentes av
exame dos concurreutes.
* Sextajeira, 17 do corrente
Ra do Bom Jess a. 43
O agente Pinto levar leilo as correr do mar-
te! lo os ebjectos cima mencionados servindo de
base as offertas bridas, devendo os arrematantes
retiraren) e.-us lotes findo o acto da arremataco
em 24 horas por ter de fazer effeetiva a entrega
da chave da referida casa.
0 referido le lo principiar slO horas em pon-
to por serem muitos e diversos oa lotes.
Em 'ontinuacHO cal hora da tarde
Um rico lustre de ciyslal com 8 bicos para gaz
oai bonico (perteito.)
Aluga-se urna casa na travesa de Joao Fer-
nandos Vieira n 47, com um pequeo sitio ; a
tratar na tu* da Aurora u. 85, dai 10 s 11 ho
ras.
Os abano assignadus mudaram o seu etcn"
ptorio de advogado e solicitador, da casa u. 34
ra do Imperador para a de n. 69 mesma ra,
sala da frente.
Man c. Joaquim Silveira.
J. 3o Caetano de Abren.
(H Para engoxmar pira urna fami-
lia pequea : na ra do Mrquez do H.rval nu-
mero 107.
Aluga-se a casa n. Passngem da Mag-
dalena, passaodo a ponte grande, com rauito boas
c uimodos internos e externos, c;m agua encana-
da c sitio eom alguns arvor-dos, cuja casa echa-
se concertada, caiaua c pintada ; a tratar com o
commendador Albino Jos da Silva, ou na ra
velha de Santa Rita n. 14, sobrado.
Preeisa-se de ama ama que coeinhe rem e
empre ; na ra da Ri(j>r. 20.
De.-laro que pessoa alguma fac;a negocio
com duas letras qr.e tenbo em mito de meo sobri-
nho Joa-j de Barros Lin3 Filbo, visto ter de fazrr
abate as ditas letras pr inheiro que o dito Sr.
j tcm em seu poder, e mesmo pjr "e acbar inven-
tariando mioha ciea, talvez venha tectr ditas
letras a alguus doa meus herdeiros, e para que
nao b'ja eng-ino, faco dita deelarajao em tempo
compereute.
N. B. (Ima i. ta de 1:500/ e a outra de
1:000/000.
Engenho Ferricota, 13 d Junbo de 1887.
Joao Baptista Lins.
AMA
Pn cisa-se de urna ama para lavar e en
gomiuar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir
Pechinchas!!!
s;.
a seguiates que si liquidan n< aiiti-
ga crs.i
CARNEIRO DA CU HA
(lAGHEMIR S au manas, lindas ta-
zendas para vestidos a 400 e480o evado.
MERINO'S de cores lindissimas, duas
larguras a 800.
FUST OS brancos
320 e 400 rs.
E AMIMES con
800 e 900 rs,
SETIN maco de
800 < 1501M),
CRETONES ioos a 240, 320 e 360 rs.
Ex.ellento escolha.
FALLES modernos a 400 e 44U rs.
PANNOS para mes, novo3 desenhos, a
1*200, 1*400^ 1^1800 o oo&do.
SAR'JELINS diagonal, todas as cores,
a 240 rs.
e de cores a 240,
pilmas de ssda a
tudas aa cores a
A etminereio
Su abaixo assignado, toado juate e con'ractado
vender o Sr. Albino Joa dos Santos o meu esta-
beleenneno sito na do Marqoet do HerVal d.
29, livre e deseibir.cido, rogo a |uem se julgar
crior o mesmo, presente-e. Bccffe, 15 de
JmoLo de 1887.
Antonio Gaspar da Cunha.
A quem interessar
poHsa
Prcvine-sc a quem se julgar eredor de Francia
co de Soma DutrtF p no prazo de 30 dias, contaT da data deste, apr-
sente suas contas roa da Uniao n. 54, para
serem conferidas. Secife, 11 de Juuho de 1887*
Antonio & Duarte Ferreira.
E'd ato, em (litada
Passagens em earroa para Igoarass, Goyanna,
Itamb e Peiras de Fogc, na provincia da Para-
hyba, uos dias de sabod dia ou noite a quem fritar : nos sabbadoa segu
o carro o rsais tardar as 5 b "i da tarde, na co-
cheira da ra de S. Sebastio u. 18-A, lo Vara-
douro, junta a laja dos Srs. italianos Francisco
Nigro & C. ; aeio bem servidos os passsgeiros t
tem coa. modos psra peinoitsrem c guartiarem as
suas bagagens como segu-aUya. linda, 14 de
Junho de 1887.
Jos Gencalvfs de Audrade^___
"SEMA"
Precsa-se de urna ama que seja boa cosinhei-
la ; a trater ra ra co J'afquiz de Olinda n. 34,
armazem.

Aluga-se
o armazem do sobrado n 16 da ra do Bom Je-
ss, freguezia do Recife, e a casa terrea n. 12,
na traV'Ssa da ra dt Concordia, freguezia de
Santo Antonio ; a datar ni ra de Marcilio Dias
n. 32, leja de miudezas.
Procurares
Livros de procura^oes ; achom-se vendo na
Livrana Econmica ao pe do arco da Santo An-
tonio.
O BXTfiACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E'nm alterativo t3o mente do systora i a ICBcrofa1a KlereUtaria, e na
atFec^Vs que nuicUules
oontagioaaa, o uoot¬uwM |h '' Ao
i'iii!'> ritalisa e emiquecc o e-ingue com-
niniii'*nfl'0 ir.a aeffte sai la*9l : orgaiitemo e
r juwuoseeiid o systcm:i lcte!pOi Ksta grande
Mdecina Regeneradora,
<- eomposla i m rer laApaxTllha de
Hon p eia e viriudes
camtiva ; ... le >: parados.
A fcrmuln i > ., he< .-i.; >i:i iiroflssfio
medica, i tito a Salsa-
[*AB1ULII \ [M> } .'. v ;; citino um
Remedia Absoluto
I ara as ti
Jo Mut^ue.
(:-: l coi
inulto maisque qii Iquer outra ;>;" 4a aua
que pi (fritos, e
i ; ; lauto n ;n il cnn t'i; bi rata, s.im como a
uielbor par:' purlflc ir o
lT.l'l'AIlAPa 1 EI.M
DR. J. C. AYEl? --: CA.,
Lowell, Mass., E. A.
A' veada as princljiaes |1 irmacta eilrogartaa,
\tteiiQo
Ama
Precisa-se de urna
Aurora u 103.
ama c sinheira : na ra da
Aluga-se
a toja n. 24 da na da Im ratriz. com commados
para familia c gn :i oflioina : a tratar na ra
do Coronel Suatsena n. 201.
Eogenho .lu lid)
Arrsnda se per cinco annos o engenho cima,
situado Da comarc di Bonito, moeute e corrente,
Cjm todas s suas p'rtC!ca8. pode safrejar para
mais de 1,500 paca, dista da estacaj de Catende
legea e meia; a tratar na ra do Imperador n. 61,
segundo audar.
WULAS*
JURBEBA
BARTHOLOMF.O*C'
Phirir. Ptrnambuco
\Curo as aexoes. e todas as rebrea j
in termnente.
S ANNOS DE SUCCC8SO!
, ''^?-. r a ainjntturi
1
Precisa-se arrendar urna piopriedade da trras,
Crin casa de vivenda, estribara, casa de farinha,
ditss para moradores e mais bemfeitprias, cem
rajude ou abundancia d'agua correte, com cercado
para vaecas de leite e animis, o pruporQocs para
Bto, e para t ida agricultura de mandioca, milho,
feij-j e algodSo, e que nao disto de um povuado
com feira, quando muito de urna legoa, tendo i.i
gnma tstav'l> de eamiulu) de ferro uesta raesma
di8tanci.i, i 3o importando ser o lugar acatingado,
coro tanto qut. t steja m.s eond'.eo' sa cima eligidas,
e que as bemeitorias estejam em p rnto estiido
de cooservaeao i- limpesa ; quem tiver annuncie
para ser proeurao eexh'minar-se. Nao se cseolhe
cemarca ; prefenndn :.'.' a da Victoria.
AVIS
O 'ngos de artifieios preparados n. an-
tga fabrica da viuva Rufino proprios para
as noites de Santo Antmio e S. Jo2o, ven-
deir-so nicamente no caos Vinto Dous de
Noverobro, .vrin. ze.n i^v Bola Amarella
n. 30, pelos preyo da fabrica ; ceste ar
ra>aein h.;i' pistola de todas cores e tatcanhos, rodas
simples o singelas, f"gu"tinhos, cstreli-
nhas, etc., etc.
L commercio
Nie.is da Suva GusmSo, tendo comprado ao
Sr. Pedro Sfuinho no oia 9 do corrente, o seu es-
tabeleciir.ento tito ra da Dctencio u. 35, livre
e desembarazado, rega a tjd.ss ao pessoas que se
julgarem credoras do mescr.o esiabeleeiineuto, de
apresentarem suas c >ntas no prazo de tr:s das,
sob pina de ficr sim iie?ihum cffjito toda e qual-
quer conta que Sfj r.preseutada depois Uetta
data.
rVvisr em lempo
Ach Cao da taverua do bicco do Pccinho n. 4, previ-
ne-se que a mesma e&* mjeita A principal e
custas, do que devem Martiniano U. os abaizo
assignados, eqne desd j r-sp u.-ni-ilis ,iii a quem
a comprar. Recife, 14 de Junho de 1887.
Ceimora & Lop( s.
Semeotes k carrapalo
C.mpra-se grandes e pequenus quantidales
; aa drogara de Fn nesco M. da Silva t C, ra;
' do M*raupz d- o.in'a n 23.
Pliiirmacia Pinho
di:
S. inlo & C.
Kua do Baio da Victoria n..'i
Esti ph .nn.-.i':-. i ivati tiente e6t:.belecidH.acha
se cm condicocs de eatisfazer conr. premptidao i
escrupui-ia fi id 'j is!genci;n i! s senhore*
I uiedie.-s e do publico rm geral, que encontrar*
I um completo e nnvo s'rtim I d droga?, medi-
I camentos e productos ehimie ?. e pliarir.-n 'utico;
| nacicn es e es'rangeircs, garantidlo s m iicida-
de de prec";.
l'endeM loftwe ou xoiTrelai sis ju'ito 4,:
U.-ai o melhor remedio, que o 'EITORAL Dt
CAMBARA', e veris cerno vosa? s> fin ment des
apparec*. Vende se ua dr g-iri;' dos '.i ic
tes e d poeitarics seraes n:i pr. vinti-.. Prancisce
Wsno I da Silva \C,A ra do Marqu s le (>!i: i
n 23.
De
Deca
ac,ao
coracao
DE
Casas particulares, igrejas. cte
Per moio das
YIDRAQAS ORNAMENrADAS
C ra graude variedad e tlcsi'iiliO-<, pod n
do applieur-se a qualquer laioti.bo devido e po
'uzindo um
Vieeute Jos de liiilo N tto eso irma, eaaadi
I actualmente com Man.ie! ',-<-z Alvos de Csstr:
sao residentes oa proviuci. d Minas Gcr es, co
mares do Mar de llespuulia, !e mi j S Js3
u'alein i inSyli:, c precis in 3 r niiviios :n in-
;ventaiio ao s-.u tio, o '.I eidj pi e II reulan:
dcI5ii-, ni> quadai" de herdeiros d -, bens d.
ecu avo, de cujea beta era i:so-fruetnario o mesra
padre H<,rcula!-,i. I' ra o> fins em- ni ''i fa-
zempubhci asna residencia.
D
115
M
k
>rgur/s
KX)
Leilo
De 7 pecas de superi t panno piloto, 50 pares
de sapa'o 8 de bezerro, 20duzias desapatinhes de
la, mobilias de amarello e Jacaranda, camas fran-
cezaa, msrqueioes, toilletc, lavatorios com pedra,
piano, mesas elstica:-, guarda vestidos, guarda-
lneas, espcllios ova. s, quadros, guarda-comidas,
cadeiraa avulsa?, sotas, eonsoLs, diversas quali
dades de beb:dae miudezas.
Nexl i 'elra 1 7 do corrente
A's 11 horas
A'o armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Por interveDjSo do agente
Gusmo
Ultimo leilo
SEXTA-FEIRA, 17 DO CORRENTE
A's il horas
Ja ra do Imperador n, 49
De 1 mobilia de Jacaranda, 1 dita de pao carga,
cadjeiraa de junco, de braco e de balance, 2 fitei-
ros, cadeira de goarnicao de juu-:o, 2 mesaa, 2
secretarias, 1 guarUa-ronpa, 1 guarda-Iones, 1
comunda, 2 gradea de forro, jarros, rapos, clices
2 relogioa.
BRAMANTES
JA200 o mitro.
DEM ce. linbo puro, 4tsrguras, 2/5000.
BORDADOS de cambrak a ^mO a
MA^)APOLE3 pee do ;o c anicri-
ano a 6,)200 e 6iJC0.
ESGUIOES para c^aaquiubos, 12 jar4aa
4-iOO e 4^500.
CASEMIRAS para roupas da criangis
a 800 rs. o c DEM diagonal de cores, 2 larguras,
a 24 e 200.
CURTES de fustlo para col-tes a 1$ e
1$W0.
DEM de asemiraa 2*500 o 35000.
CAMISAS ingl-zas a 36*000 a duzia.
GUARDAN a POS liul.o a 3*0u0
a duzia.
LEOS de setinctas, tinos, a 2500
a duzia.
MEIAS rruas para homens a 2*500, 4*500
e C*000 a duzia.
CEROULAS bordadss a 12* o 18*000
a duzia
CRO(]IIETS, gurnicSo para eadeiras c
sof 8000
GRINALDAS o vjs para noivas a '.)
e 12*000.
CAMISAS para senioras a 36* e 48*
a duzh,
Sortiaiento completo de todS us fazen-
dus proprias pira uso domestico.
Dao amostras.
As vendas r-v grosso tm o descont di.
praya.
49 -Ra Duqu da C) Casias59
I l iiiiaiiisliiilc
O kbaixo sssigoado, uo intuito de prestar uai
servij > aos seus p itrieiis pobres, tem deliberado
abrir uinaaula de primirH8 letlraa, gratuita, que
comecar a fuccionar do dia i" de Julh ra do
Pasto da Patria. (Jenvi la aos senbores pais de
familia que o quiz'rem honrar com sua confiancM,
a procuran in -no na mesma ra, dts 3 horas ti--
Curdo cu diaut*. A aula funccionir d:s 9 da
manb s 2 Ja tarde.
Jos Julia ;.
Desappar'ceu
na sexta-frira 10 do correte, da casa do Sr. Joa-
quim Jos TeiX"i.-a, m stre de pidreiro, o menor
leorique, de 11 hu de idade, de cor pret.i,
trajava camisa de ehita e caifa parda, sendo dis-
cpulo este, oqual fo.-a entregue por seu padrinbo,
afin de aprender o officio acim i, por isto pede as
autoridades policiaes e mesmo a quem o encontr,
rogo que faca u especial favor de mandar levar
ou participar na ra do Mrquez do Herval n.
235 Consta que o mesn meuor seguir para as
bandas de Afufados.
Vino FigBtira Dranco
Espacial, tcm o Ribeiro ra larga do Rosa-
rio ; elle, antes que e-"1 acabe.
Ndame
% i remon oa a Chaye
do futuro
Este engrac-:r]r> apirituaso livro de sortes
para 06 tres festivoo >ks lie Santo Antonio, S.
Joao e S. Pedr vende se na Livraria Parisiense
ra de Itnp :. r n. 75.
Por 200 rs. encontrarn os que ae quizerem di-
vertir um livro para dar boas gargalhadas.
ai
a #0 rs. a arroba
Cheg u a primeira remesua do precioso f irello
de canco df algu-iao, o m-iis barato de t.oso:
alimentos para animaes de mea eavallar, vacaum
auiu -, etc. O carneo de alg'.dao depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo-, 6 o mais tico ali-
meut i que ae pode dnr aos aoim h s p'ira os forta
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Erf-.d js- L'iiiJ o da Amrica do Norte e na
Inglaterra elle cm- ieg..do (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e cntros larellis
que sao mui'o mais caro e nao to de tanta sua-
taucia.
.4 iraiar no RecifeO Largo do Cor-
po Saino. I mular
D. Mara fntina do Nllya
Antonio Mara da Silva, seus genroa e flhos,
agradecem do intimo d'almr. a to lot os amigos e
mais pessoas, que se dignaram acompaubar os
restos mortaes de sua empru lembrada esposa,
aogra c mai, D. Mara Justina da Silva, ao Omi-
ten Publico; e cunvidain aoj mesmos, e mais
amigos que por falta de lembranca nao foram con-
vidados para o enterro, a afsist.ircm s misaaa por
alma da mama, que terao iugai sabbadi 18 do
corrent pplaR 7 horus da m-inh, na igrej- da
M >dre ti.. Dos, 7* dia d s u p.s^aitieut, pelo que
deade ja antt i-ipam a> u r> conhecimeuto.
O Sr. Jt-s R i r.) I',tos d-i Mello, genro do Sr.
Jos Igna io d'Avila, tenha a b ra da Det. nco n. 16, fallar ao ab;;ixi assigna
do, a negocio de son iuteresse.
Recife, 1. de Junhj de 1887.
Jos Antonio Albuquerque Pedroza.
Arreiidaiiiciito de en-
genho
Arrcnda-sc o importanto engenho Santo Andr,
sito na freguezia de Una, comarca do Kio Fumo-
so, quatro legoaB de Barreiros, perto de embar-
que ; esse engenho, que um ptimo engeBbo
d'agua, e uro d*e mlhores da provincia, alem de '
jotrna v.->ntagens que c rece, recemmenda-si .
pela fertiiidade e ext-'nsfio de suaa trras, que tem j
eapacidade para aatrejar mais de 4,00.) pai >, t
pelas suas exeellentee obras de pedra e tal. inelu- ;
sive un,., magnifica ca-a de vivenda : quem qui-
ser drija-se ra di Imperador n. 40, armazem I
de rxercoaria.
"LEITE NATURAL
(Selva)
DK
ALVELOZ
COSSEBVAUO LIQUIDO SEM ALTERAR SE
O ALVELOZ, planta Oa familia das euphorbia-
eeas, que habita es uossos sertoes, hoje reconhe-
eido como um verdadeifO especifico para dcstrnir
as epitheliomas ou cancroidea, facilitando a reno
racao dos tecides atscados, e trazendo afioal urna
eura completa, sem outro tratamento que a appli-
caco tpica de sua seiva (vulgarmente leite) como
caustico.
Sao numerosos os casos de cura, alguna. dos
quaes j levados ao conhecimento do publico, em
diversas publcacd\s, _pelos illustradis clnicos
deata capital o no estrangeiro, oa Srs. Drs. Alci-
biades Velloso e Bandeira, e ptimos resultados,
tambem foiam obtidos as ferida c as ulceras
chronicas de carcter syphiliticaa.
DEPOSITO GERAL
Pharmatia e Bnpria de Barlho-
lomen & C. Successores
34, Ru<; Largia do Rosario
Reeonimeodu-se muito espt c.alimnte s iru.au
dades religiosas para a decoraco dos tempes
fea cargo, c ten prrpo, sendo muito nfeiior ao
das vcrdatleira3 vidiacas (vitrau) e o seu i ffeita
absolutamente idntico ; deum vel as casas de .ampo e m' amo n- tas cidadea ;
qualquer pesso podo seno griiiide tiahillio collo-
cal-as : comtudo ha aqui nina psso litblitada
para a sua collocajj ; pidcm e- ver estas deco
racoca naa vitrinas da Livraria traneza, \-n
Primeiio de Marco, c nvindo para pn ciar n sru
valor serem Matas deden'n p'ra ii.i. s ndo de
da; lavam-8", raspam-se, lifup:ni se pmfim como
o prt prio vidro sem bo estragan m. i'tra tr.i.ir
ou c.roprar ts tleseuli-s avuls^a, com
G. La porte &X.
Ra do Imperador 46
Repblica
A'oga-so barato o 1" andar da c do Hospital Pedio II (tu ;ar dos Cotlhos) esm 5 |
quartos, 3 salas e cosinhs, enj casa presta-se
para numerosa familia ou par eatudantes, muito
fresca, vista magnifica e prcx'ina dos baubis sal-
gedoa ; a tratar na casa immediata.


msica
Pessoa lastaufe habilitada, offr. c;se pit
lecoionar qua'qaer sociedad mnreial, dentro ot
fra da Capital, ibrig;,:ido e n tullir com a mes
roa, conforme o contrato qu convencionar : quee
precisar dirija-a-; casa do prsfessor Maroeliac
Cleto, ru. C-: Jaidua n l
GRAGEAS
de Copahlba, Cuben
Raiuihla e Ferro, Blsmutho
*icatrto, rerebenthina, **
INJECQAO
Hyqienia e l'resernadora
sem causar
accidente algu/n.
A GRAGEAS ft)P"'ill. .'orao as primeiraa queobtiveram a approvacltodaAcmdemm
de medtetna (1830i ptaram-ae uos Hospitaes. Curam as molestias secreto*,
mais rebelde t*
A INJECQAO FORTN senipre recommendada como o complemento da medicarlo.
1Hr~~"~ *-i fHTim^ff I ntAN* M. da SILVA C, aas prlnol*ea Pharmaatao.
Pe
mam
buco
Pliar; acia central
Rtia do Imperador n. 39
Jos Prsneisco Bitteneourt, antigo pbsrmaceu
tico da pbnrmaeia franceza ra do Marao da
Victoria u. 25, avisa a seus amigos e frecm zea,
que se aeba na pbarmacia cima, oudo espera
continuar a m^ree^r a confianza que felizmente
depositarnm un s-us trabalhos protessionaea.
XAROPE
m
Anua da Conreiro Ha*lo* de Car-
allio
Trigsimo dia
Jos Au justo Alvares do (arvalhi e seus Inno-
centes fihos, em h'm.uageni aquella que na vida
lhes foi tai extremosa esposa e inai, man J*in ce-
lebrar algumas missas par sua a'ma na m .ir-z de
Santo Antonio, no aabbado 1S do corrente, s 8
h ras da uiauh, e pa assistii-as implorain a
preseijc-i de todos os sfua amig s e pareut'S, pri-
testando-lhea dea le j sua eterna gratidio.
PA.KIS
15 Bue d rEchiqair.
Foruocedor
privilegiado dr. Casa Real i! i Espanhn
e de Z. jl. a Rainba de Italia.
Ozea P.
Ozea Sachet.
Ozea Essencia.
Ozea Agua ds toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Oleo.
Ozea Sabo.
Ozea Pomada
Ozea Fixativo ,
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream.
VINHO t JURJJ&
BARTHOLOMEO a C
Pharm. Pernambueo
nicos preparados de JL'RUBKnA re-
commeiidadOR pelos Mdicos contra as
Doecc is do Ztom,'0, ri,adn Baoo
c Intestina*, Per da do Appettte.etc.
15 Anuos de bom xito!
EXIG!! A ASSIGNATUR/..
Estas exquisitas preparaces sflo n*ito apre-
ciadas :a mais distincta oociedade pela deli-
cadeza do seu perfume.
KRIEGER'
-l^:lH^'ii.H;i
(Sabf transparente cristalino)
recooheeid i onio muui perfeito i1- todos as sabaos de toilette w W sua?
propi dad I ; -; nic 'lo lo^ ,ro:.i c pe.', SMft larga di/'raco,
r*'-.''-! > rJftCA Vr.'tiincrias, Farmacias, .c:i.
Luiz Francisco de Audrade e sua familia con
vidam aos parentes e amigos de a-'U genro Fran-
cisco Kibeiro Vilella, fallecido na cidade da Ee-
cada, para -a?istirem a misaa que por alma do
mame ui^ndain c< l> brar e^xta-teira 17 do cor-
rente, a 7 1.2 horas da maehil, na mi'riz de
S. Jos.
2Ez
Mari C tb Kelra
Aacescio Miner\i>.o .\ieia d-- Va>conceli s e
aeua filhoa c.mvidam os aeus pnrenres e am gos
e bem aasiin os aluma.-i do c ,l.t-;io .M. na, para
as miaaae que mandis tesar no oa 19 do correte
mes, a 7 1/2 horas da inanba, na i atril da Boa-
Vista, por alma de sua estr. im cid mulhor, mi,
ta e madrasta, e deade j se einfess^ra Mnima-
mente gcatoa a todos aquelles que qoizorem pra.
ticar eaae acto de carid de ebrist, bem cono aos
que comparecern ao enterra ment da mesma fi
nada, que teve lugar no dia 14 do corrale.
Senemes e compute
C iiipra-te na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 79.
itap
'.- a :
-1 .' .
i ..-
ft'pH^
ESS
KAUUnlffUji
;pjf a*U'
tti tlWi;CS E:i ^
vsplra-se a 'ja :-> 4Ue tecetra uo peiio ..cicnia o urmptocia aervoao, litlllia iw
ezpeeioracjid e arorlaa'aa nmecoos dos oraOs respiraorioa. ^\
Vv>-:tt eJ uaaart cm eeoa Ce a. EJtPIC IM, i na SuijHtrs, coi Fl.it
-. -
.. m
;..:.;:Tt;USgtt
I -i'KiiuiBnys
. ** ctsozlco aa Usziga,
i iMei ta canal He untr*,
ftlUluWM do orostate,
<> so Minase la a Urins,
irm na urina, etc.
SWASiN. Pfiarniaceutico-Ciimic,
k. tfUT C-iir; c*!OC'K-yt, IS. FAJU5
GONSTIPAgOES e MOLESTIAS do PEITO
XAROPE
miPHLOGISTICO gR|NTj
PARS, Pharmacta BRIANT, 150, ra de Rivoli, PARIS_
. As celebridades medicas de Pars recommendao ha mais de 60 annos o
[XAEOPE BRIANT como o medicamento neitoral de gosto mola anmdavel e
'e efflcacia mai certa contra os Deluxos. Constlpac&ca. Catharros. etc.
Este Xaropo nunca fermenta.Dexe-se exigir a Brochura em nove linguasf
. im a asslgnatura >-cn~ lisivel do inventor:
DEPSITOS BM TODAS AS PIIINCI I'A US PHARMACIA


K
i
Diario de fcrnambiieo-- fyumta--.eira 16 Se Junta de 1887
OFERBO
BMMS
Al peaaa anmica* un-
traqueada* por un empebra-
cimento do semgue. a guasa o
medico aconsoiha o emprego
do Zorro, eupportMo aem mb-
acoaJ(jrumaj GonAS COHC NTRAuAS
do PERRO BRAVAIS, <*
pretal enca a quaeequer ou-
irM preparados ten oginoaoa.
OFERBO
BRAVAIS
nao prodam caimbra.*, _
cnconoestomago,neindiar-
riMa, aa-m conat/pacao. *?ao
ttm sabor algum. nojn ohero,
no copimrtnica chairo nem-
hum ckagua,nemaovinho,nana
a oualquer liquido com que
podo mor tomado. V172TCA
ENNBChliSCMoi DMNTXS.
OFERBO
BRAVAIS
ata Crma pnlUAa, aAHoaW
No onmmnii nre as wrfif n
JOOOMuto da tormacMo, a ne-
ma, a CHlaroaia, annnneia-
dorom da mr parta das aoTai-
g&aa ebraicas, ao comba (ida*
com a maior aSc.- preso regular do FERRO
A VAIS.
emp
Ai
Aluga se barato
Ra Viaconde de Itaparica d. 43, armazem.
wtm.
Boa Cerenal Soasaaaa n. 141, qoarto.
Ra de Santo Amaro n. 14, loja
na do Tambii n 5.
Roa do CaUooueo n. 4, loja.
trats-tf na ra do latumenio a f>, I* indar
aariptotio da KilTa Ala
para cosinhar, precisa se da ama i raa (de Jos
quim Nabocon. 3, Casanga.___________________
\ma
i
Alus
ijra-se
i caga coi soto, eficarra a moderna, com
eeommodaco para faroili, s M duas estacoca Jaqueira e Tamarineira.
Ol Til
Urna casa novs en frente do Sr. Thom, propna
MU pequea familia, entre Jsqueira e Tamari-
aira ; a tratar na ra Prieir de Marco n. 25,
Precisa-se de urna ama para coalabar e com
prar ; no pateo de S. Pedro n. 17, 1- andar.
Ama
Alma-s
as duas mtias aguna de ns. !) e 11, na travesea
do Raposo, eeto reedificadas, pintadas e caladas,
Ka coromoaos para pequea fsmilia e o aluguel de
ama 8^ e o da outra 12 meusaes ; a tratar na
i9m do Netruf ira n. 28.
Precisa-so de ama ama para casa de familia de
doaa pes:oas ; na ra do Raogel n. 53.
Ama
Precisa se de una ama para cosinhar e mais
servico de casa de familia ; na praca do Donde
d'a n. 15, 1- andar.
Ama
Preeisn-se de urna ama paca cosinhar ; a tratar
na ra de 8. Joo n. 20.
toga-s
i grande sitio Tacaruna, no Sslgadinho, com bas-
tantes trras para plantaeoes e muiros nrvoredos :
jaein pattud dirija, se fafcriaa Apolla, ra do
Hospicio._____________
Alus-a-se
1- andar do cobrado ra do Ranga! n. 44 : a
atar na ra Direita n. 3, 3- andar.
\arope de cambar guaco e ha!
samo de Tolii
itpaiado pelo pbartcaci.'utico J BitteucoHit
E' uid pideroso preuaaado para t'dus as hfrVe-
iem dos orgbos raspb alarios, como calarrho pul-
sopar, astbma, coqutluuba, bronchite, pueumo-
Cada frasco JOOO
deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38 P''mamoneo.
Massa para bolos
0 que ha de melhor neste genero; vender Bra-
ga Gomes < C, ra do Marques de Oliuda nu-
ajero 0. __
v i'Uttltt
Pr tu 'i--- um ciiuJo : ;. M.ii.^ u iuai',o
fijsa:: a. 1!'. PaBStgim la ''. .4 .i'i a.
Ama
Trieofero de B^ry
Qarante-se que faz nas-
oer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
t.inh e a caspa 0 remore
todas aa impurezas do cas-
so da cabeca. Positiva-
menta impago o cabello
de cnliir ou le embranquo-
rer, e infallivelmente o
tima espesso, macio, lus-
t> oso e abundante.
F 'M
v/.4ii*mL
Precisa-se de urna ama para todo servico de
asa, para duas peatoas ; a tratar em Santo Ama-
ro das Salinas, taverna de Bento Jote Ferreira.
Cosinheira eserara
Precisa-3e de um cneinh-iro escravor para urna
casa de pequea familia ; a tratar no caes da
Comparrhia n. 2, escriptono.
Criado bscrayo
Agua Florida de Barr j
Preparada segunda a formula
original usada pelo Inventor em
1829. o nico perfnme no mun-
do que tem a approvacuo oficial do
11ra Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia que qualquer outra
ednraoobro do tempe. E'milito
mais rica, suave e deliciosa. E'
multo laaia fina e delicada. E*
m..s percianenae e agradarel aa
len90. S tuae rezas mais retres-
<-nnto no banao V -'uarte do
doente. E' efrpecm.'r contra a
routidflo e debilidado. Cura as
dores de cabeca, os cansados e os
^?j deomaios.
Xaroiie Je 7iia Je Beier So. i
Tonturas de cabera ou ench-
queras
Esse terrivel scffrimento eura ge fazendo te
nao diariamente, ao deitar-se, de urna a doaa pi-
llas anti djrspepticas e reguladora* do ventre,
preparada* por
Bartholomea t C. nr 34 Ra larga, do Rosario 34
Pernambnco.
OFEBBO
BRAVAIS
ItnttitMe rt aeinguai <
colarafao que prrdeu
jKla iHultim.
NUMEROSAS IMITACOES
KJtlRlra ttrma
Imi rimidj viTinn -
Deposito luir asrU iu rh'.
i
VENDAS
Precita ee de um criado eBcravo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar no caes da Compa-
! nhia a. 2, escriptono.
Casa e armafo
Aluga-ee na Vazea, confronte a estacao da es-
trada de ferro, urna casa cem armacSo propria
para estabelfcimento de molhadoa : a tratar na
ra da Imoeratrix n. 56, loja.
Attenfio
Donovsicga-se aos S s. Jcaquim Xavier Car-
neiro de Lacerda e Maooel Xavier Carneiro da
Cuuba o fvop de com urgencia appareeerem na
ra do Marques do Rervai n. i
Quem annunciou querer arrendar urna proprie-
da le de trras, preferindo na comarca da Victo-
1 ia. encontrar uroa grande proprifdade dmb con-
ditoes deeejadas, muito perto da eatavo da Vic-
r rin ; a tratiir n eses '11 Rnm-s n. 28, arma-
Vende-se en arrenda-ge um engenbo qae fiea
digtante meia legoa da estaeio de Ipojuea e jam-
bem meia le pes de assncar ; quem pretender pede dirigir-se
roa da Alegra n. 46.
bobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 roa da Aurora, em
frente a ponte de Sania Isabel ; quem pretender,
pAla entender-sa com a eorreetor Pedro Jos* Pin-
to, na araca do Commercio.
HOYAL BLEND marca V1ADO
Eate escellente Whisky Eeeosses r ^riv
o cognac ou agurdenle de canna, para xortifica
r corpo.
Vende-se a refalho noe ka Inores armasens
aaolhados.
Pede ROYA1. BLEND marca ViADOcujon
ne e emblema sao registrados para todo o Brasi
8ROWN8 & C, agentes
. a. #^ISDORES **.
WB P P0Ii "o do uipkmo dos **#ayj|
0>** Elixir, PePtstadentiTiciiofl ^^5.
RR. PP.BENEDICTINOS
DOW MAGUELONNE, Prior
f Ifetfaf/ta* de duro : Bruxellas 1880 Londres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
1373
NVENTADO
Pelo Prior
Fierre BORsarjD
(i um) jro)tiiliauo do Eixir Dentilricio
RB PP n ni iliiiM^iiu com dose do
atgunia gottas cora agua, prevea o cura a cario
!< < il.'ute*, eaibrauqueceos, fortalecendo o tor-
is ; --Hriv.-rs |ierfitanMnte sadrs.
Prestiuoa ani \ rdadeiro servido, asgirna-
'ando aos a...-sus leitores esto antig o utilis-
sfano preparado, o melhor curativo e o nico
preservativo contra as Affeccoes den-
tarias, n
SIPA Fl'MiAi'A El IM3
Agente Geral :
SEGUIN'^oSf
Aohass em todas aa boa Perfumaras, Pharmacias e Drogaras.

Cabriolets
TES PE U&lb-O. DEPOIS DE V S AI--.
Cura positiva c radical de todas as formas de
iscrofulas, Sypbilis, Feridas. Escrofulosas,
A-ft"ecc3es, Cutneas e as do Oouro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
ancas do Hangue, Figado, e Rins. (arantes*
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangno
* restaura e renova o systema inteiro. af j
Sabao Curativo de Reuer
Vende se dous c-abrioleta, sendo um descoberU
e outro coberto, em perfeito estado, para um ou
dous cavallos: a tratar ra Duque de Caxiai
n.47.
Grande sortimenlo
Fgos e serles
para os festejos das noites de Santo Antonio, S.
Joio e S. Pedro.
20:0008000
NAO HA SERIES
L0TEKI4 DA PABJUIYBt
Vende-se por pn eos muito rasoaveis e taz-se
grande difTereDca em portio.
Bl.Boadu liar. d Vctor la 61
Loja do Swiza
JI*aIMCii%.
Qae dFpssita o Banco iu Brasil c ysitr ie seos gremios
Erraran no dia 10 do ciirreule
PLANO
PIIAKMACIA CENTRAL
38Kua do Inijienidoi'38
Para o Banho, Toilette, Crian.
Saa e para a cura das moles-
as da pelle-de todas as especies
e em todos os periodos.
Approvados o autorisados pela inspecto"
ria geral de hygierme de Rio de Janeiro.
Deposito eua- Pernarabuco casa de
Francistio Manon! da Silva & C.
Livramento & C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de 1*
qualidade ; no cac-s do Apollo a. 45.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estacao do
Principe, estrada de Joio de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicercea
para 3 casas; Irat;ir na ra d'Apollo n. 30, pri-
ciro andar.
1 premio
1 >
1
2

Tendo para '.' r unja : ;:! ta i--for.ua
ii ti'.i'iiia'ja i satisfaaer
o. (tid > ts in i ro m'difac, ,rn
,- e cspecialidadeH phsrmao"-*'
par-n egs^ Ht> n>r-dicmri-'fttef de pri-ner
J"8 nrimeire fnbrienn'es.
OIB
i ua
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Plulas Durlflcb o Singue, corrigem todas as desordems de Estomago b
des intestinos.
Fcrtalecem a saude das constitus delicadas, e sao d'uro valor incrivel para todas as enfetmidades 1
peculiares ao sejto feminino era todas as edades. Para os meninos astim como tambero para as
pessoas de idade avsMgada a sua efreacia e incont esta vel.
Sssas medicinas sXo preparadas smente no E-iihelccmerao do Professor HollowaV,
78, 1TEW OXFORD STREIX (antes S3, Oxford Street), LONDRES,
E veademse em todas as pharmacias do universo.
fst/Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os r..*.uIos de cada cauca e Pote se i-fto tecm ]
direccao, 533, Oxford Street, sao ralsificayoeh.
Wiurt liana
PARATIXiSIRA
arbaeoscibellos
Esta tiutura tinge a barba e os cabellos ins-
I ranfaneamentc, dando Ibes urna bonita cor
9 natuml, iastensivo o gva uso simple* e
I rpido.
Vendr-se r.a UTICA FRAVCEZA E DRO-
(JARIA tii' K..uquryrol Fre.<, siiucessorea de A.
CAORS, ru'i do Bim-Jeaus antiga da Crus
o. 2?
la/Os compra
^^m^M
'9&-
l.s. I blrliiH:
DE
ALBERTO HENSCHEL & C.
S-la (I B,iniii L Vii-liiri.-S
Este acreditado estauelcci.i t>t pi ti.gr-piiuu participa .o r-speitavei publico,
i|ie contii a a r-xecutar 03 mais aperfeicnados trab^Ihos pilo systema nais moderno e
ais apreciado. Acba-se habirlitado a salisfazer as rrifis diffi eis exig. nci^s, quer em
rabalhos pli-itngrophicos, quer em pintara a ole .
Alm de seus trabalhoa phntgrepbic s que sa., p r m ia ci nbecidos en'arrt
ja-se tambero do retratos n oleo para o |U- j ee a ha n:rv i-.6s de volta de sua via-
Cia a Viecna d'Austris, onde visitou as prituipnesg lri s, .. eximio pintor F>-rdiuacd
PSere.k, bastanto coohecido p-1. p-rfi-iyao de seus trabi-l n -. desda 1877, qaaudo aqui
nteve era nossa casa e ultinai.m ute o armo prsalo.
Para Batisf. zer mi euco-nmendas participa qu< alm dos retratos, 8-ja qual fr o systema, tambero
cebe cncomraendas para qualquer vista ou p yaagem, qu-r photographi -as, quer pin-
tadas a (dea, sendo o encarregudo destas ultimas o mui ooubeuido paysagista o Sr.
Tellea Junicr.
R risitas domo es tu bel -cimento, onde sempre exist: urna magnifica cxpnsiySo dina trabalhos
^pte executamos e onde tambera os seohores visitantes encontraro lhaneza no tracto,
perfeiv'S nf8 trabalhos e modii-idade nos pr"COS.
C Barza,
GERENTE.
;ye assncar
Apparelbob econmicos para o cozimen-
te e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, s>ndo mdico em ps*eco e ef-
e'tivo cin nperaco.
rod se ajuntir aos engenhos existentes
do systema velho, rablhorando muito a
qualidade do assucar e augruentando a
quar-tidade.
OPERAgA MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraos,
ma -hifisiLo apereir^oaio, systema moder-
no. Plantas completas ou rap.chinisroo
separado.
Especficp.c.oV8 o inform.grjes com
Brown ->'.
5-RUA DO COMMERCIO-5
Fraguezia do Recife
Aluga si- a urna pequen i familia o soto do 1*
andar da ra do Visconde do Itupiirica, antiga do
Apollo n. 63. No mesmo orreisa-se de um meni-
no para fazer compras. D se b.'in oraccado.
Tnla prela
1N ALTERAVEL
l OIIIU \IV 4TIV4 \
PHIRMACIA CENTBAtx
38 Ruu de In.perador38 (
l'eniuinbin'u 1
Serve pura <-fcrip!ur>.\-au mej&iutil e d tres ou
quatro cipias de rima vz
llliuia noiid de de fogos
e so?s
(;fferaee se aos amadores, p>;ra o festejos das
noites de Sniito Ant.mo, S. J .";u e 8, Pedro, um
completo boriirreiit'i desres artig.i, que vide-se
por pr> c>'8 muito rasoaveis, G fiz-rn- irr-.nde difie-
ren? 1 em poicaj ; na la do Kangcl n. 2, e ra
estreit* d> K rmio 11. i3.
Oollepi ii 8. \m Mm'
Manui-L Alvea Vihiii a previne aos dt-vd res de
pens, s de alumnos desta colbgii, i|Bi can pa-
gin-in h ninguem em qUMt-' ni fiir d- terunimda
pelos cr^dnreu de m upo a peas m c mpeteute para
as r>-ceber. i2d^Junho .citura para senhoras
Broches nikelados e dourados a 20C0.
B initas grampus dourades a 500 ris o maco.
Esplendido sortiraento.de galoes de vidrilho.
Grande variedade de li ques de setim, a 440(0. I
Frisadores americanos para cabello a 300') o i
maco.
Setas de phantasia pnra cabello.
Bonita eolltccSo de plseos a 400 ri.
Brincos, imita^o de brilli..ntc, a 500 ris.
Aventaes bordados para criaocas a *J009.
Chapeos de fuataoe setiin para criancas.
Sapatos de miriu o etiir: idem, idem.
Muas brancas e do rdres, fio de Escocia.
Pomada de vaselina da diversas qualidades.
Sabenctes finos dn vazelii h e altace.
Extractos tinos de Piuaud, Querlain e Lubin-
Lindas bolsas de curo e velludo.
Fiebs de l para eenhora a 1 8('0.
Supatos de casi mira preta a 2000.
Tesouras para costura, de 400 ris a 3e000.
Pac. tes de p de arroz a 3i 0 ris.
Fitas de todas r.s qualidades ccre3.
Immensa vaiiedade de boldes de pbanfasia.
E milhares de objvetoa propriog para tornar uoia
senliora tlegaote, e muitog cutres indispensaveis
para uso dai familias, tudo por preces admiravel-
mente mdicos.
Na Graciosa
HUA DO CRESPO N. 7
Diiarte A c .
. 00r5
. 200$
101),$
. 50*
para os
ores e
1." ,,i,
. 125$
20:000*000
:0006OO0
1:000*000
1:000-5 800 '")
1:2005000
I:000,000
250(5000
12
20
2 approxiru-.go^
nnra-r h
jost
.
Ji's J 'u-i d Cnstfi L'il-", nii A> B^rai ': Viciori-i n. l'J; ;> : i..t, iino
Lopes Al i t rui Larg : Rsto u. 30; .M:..*.ias Eiuzi & 0 i. Piimciro de
Margo n. 23 ; Joaquim Pires da Silv?, ra do C.ibug n. 16 ; Ant-mio Augusto dos
Santos Porto, praca da Iodepenrie-am ns. ? o 30.
2 ditas idem, idem ;.o 2.
premio 100)5
2 rlitsa i lera, idem ao 3.
pr<::nio 4( o
09 premios par. a centena
em que sabir o primeiro
premio -'>5
99 ditns para a idem do
segundo premio 10$
t.;s pira -i fi.i
uliiui |i-ur. : v|--
hir o oprim ir., prciui 5
2003000
S0.JO0O
:185,)U00
990$OOQ
5^000
mi-:, m &sas ^miu-
Vende-se um importante sitio em terreno pro-
prio, entre o Salgadinha e a estadio de Ouarte
Crlho, corr boa casa de mirada tendu commodo
para grande familia, cacimba, mniti s ccqueiros.
larangeiras, piuheirHS> rou* iras, lrmeiras. man-
gueiras, cajuciros, com uto grnde parreiral e
urna ezcellente baixa de cap m, alm de um gran-
de eep y.j para planta^oes e criafo de animaos :
a tratar no nrirmiem da ra do Bom Jess n. 49.
VIDEO i GRAGEAS.VIVIEN
Sztraoto natural do Figado de Bacallao
PREMIADO COM MEOALHAS DE OURO E PRATA
liela. Academia Nacional
Ordenados nos Hosni!..es de Franca, America. Inglaterra, Russia, etc., etc.
Administrar sor forma mui facile at;rad.iv.:l todos os elementos curativos do oleo evitando
assim o clieiro .. sabor iiair^eonos rTeste; alem d'isso esta ; recios;i preparaoSo tem urna
superiori.lade Inconlcstavel M^tire o Oleo porque pode sor usada durante o* grandes calores
ernqudnto o uso daqueiie impossivel. tal c o eminente servico prestado pelo Doutor
V1V1BJT; a experJenoia tom conflrmado o bota xito (teste producto.
Exigir a Arma do inventor h vxvixar o duas cores ao redor do crgalo de cada
garrafa com a sello aa i'niS > dos Fabricantes.
Pilis SO, llOHlrrurit de stranhounj, SO r.'.RIS
Lotera da Provincia
Vende-se
na Camta do Csimo n. 10, especial massa para
belo, cecea emolhada.
Negocio volante
Vende-fe um cosmorama grand.-, com vistas e
movimeDto ; a tratar na ruada Imperatriz nume-
ro 8.
Pr suno de bmego
Novo, chegad > ltimamente, tem o Ribeiro. e
vende por 1A5< 0 o kilo
Boas C as deleite
v ende-fi- .;:, Cipunga. ;i io do Debourcij, onde
podeio ser vistas.
n
" Vende-se a armoc^l emais utensi-sda taver
na sita ao becco do Pucinho u 21, p.'ipria parn
qualquer principiante. Garant-'-se (amb-m a c-sa
e quem pn-t.-nuei pele all dirigirse que achara
c< m'queui tratar.
Aproveiteni
Vndete por burato prvo o hutt 1 Centro Po-
pular da ra de HorUs n. 1'4
m
Ser breve amiunciiMl o dia da extraefao
a 7-* latera em beneficia da matriz da Boa Bo:
Vista d Rd-ife. no consistorio da i^^eja de S.
S. da 'onceifao dos Militares, onde se adiara
o expostas asumas casespheras arrumadas
en? orden, numrica apreciarn do publico
BOBO, FharmaetmHeo, 0, ra CaaUglUme, PAttlS
OLEO FIGADO BACALHAO H0SG
Sem cheiro aem gosto dos leos de Figado de Bacalhao ordinarios.
Ute Oleo natural e puro e de.urna,efflfsglfUnft,cerUi, cqntfa as Molestia do Falto, I
a Tllru. BroDohltl, ConatlpaaSes, Too onrnlcs. Tumores rlondularlos; |
tamben efncat para rortiaoar as Orlaneas fFacaa e delicadas. ^^
Devt-te exifir o nom 0$ UO0a, eide mala o cerlnicadodo 8r lesueur, Chefe u ,
Tratnlhot CMmice* Aa Pacuidae te Medicina ie Parii. que val impresso no rotulo co.ai
em Cadra vlara trtaasular.-O UttAMQ tende-se em todas as prioelpaes Pharmar:
A VIBO, Bmilm-ae na, rat-te a aall auna Aa Oat>erno France*.
VPOPHOSP
." c.'
fl W>--vt;
%\KOP
eaaa de todos os Perfumistas e Cabelle-eiroe
da Franca e do Extrangeirc
Sos (Ugird* &mk especial
aaPARMX) COM BISMUTHO
Perfumista
F A.T?.TS, 9, Rusa do la 'E>ai=.r, Ia AJE&IS
Amlnl$tr.i;so : PAIttf, l, loulntrd Uontmtrtr.
BNPE-GRILI.E.^ffecoi'ilyiBlitir*.iioo-
C4^ laa;iasiii|;e!ti.u, :i.trarc"eidoli)tail.ir Jbii;o
obsirnccdos > era s,coLcrav*^ *'' ulas.la bile.
HOPITA*. A&rv'iesila* Tiasdii-Mlfit'ironuuo.
.. du emoma;j. iligttUo difflcU, inapr-oniicia,
.i trl|rias l\.'m..';a.
CELKari:::: .Airo'ta,
biadj| :.noru;a-, t>,Jubetm.tl' ;..i.m'.ii.
HAU1 EpiVtfi MI,--f." Jo'.r< A** ..-u .-a.
kiacsM a a, iHMgts',lp Misarla.
hhja-sb t m na win na wm
Ea femutniiito, Aj, .v fciMim .lo Vi.nj.
,__ T* LAIILLG, 1. ru^. r- Cnsani*
antuca V KOCCilUN, S. ru Crm.
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ca de um bou-. '.:.V di -. '
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aliene Pariz, lio O ti-|
.."..>.(. s / :;-<" -: |a VJi.
1L.L, aura' ria-4**N>syfc
r.-ropciedade curativa.
1 fraiicos p<>r fi.seo.e>: rix^a ;
'-!-< HCi vrta^fOtl P'il t .
H
Em kwEwM \ Mm^rn hblm k provinria
Esta lotera dividida em partes
Exlrarcao da tufarte h V Wm
Sexta ieira 17 do coi rente
Bilhetes venda na Casa Feliz prapa da
Independencia ns. 36 e -:;?-; Casa da Fortuna,
ra I.' de Marqo n. 23; Bollada Fortuna, ra
Larga do Rosario n, 36,
r

iiBlrn
n


8
Diaria de Fcrnambac-~llunta-fcira lfi de Juiho de 1887
ASSEMBLEA GERAL
iMIRt DS OKPUT1DOS
SES3AO EM 1 DE JNHO DE 1837
Fixa^cLo de joryxs de. trra
(Conclxisao)
E' precia, uma vez por todas, nZ> sa-
crificar a grande politiaa pequea poltica
prociso que ms elevemos, diz o orador,
posijao que a cala un de nos marcou
o aossodogm fundamental.
O ministro que se retira, por divergen-
cia cora saus collegas, tara o deyrr do de-
cltrar o motivos por que assim procede
para que a nacao possa formar o seu juizo.
J o disse e repeta: nao irrogou cenau-
r, ao nobre ex ministro. Si alludio sua
pessos, foi por que tinha de apreciar
como tez no discurso do hontem, os actos
de fraqueza do governo, e no desarapenho
desse dever nao podia deixar do refenr-sa
s S Esc. quant) aos actos que pratieara,
ero quanto sa conservou no ministerio.
Como respondeu o nobra deputado ao
orador, .dada no terreno dos factos?
Entrar em rpida an^lyso dessa res
PQuanto ao primeiro facto, o de haver o
general Deodoro autorizado, approvado e
presidido reuniSesmilitares.approuve ao no
b-e ex ministro tratar nicamente daquella
parte que se referia presidencia dessas
reunidas ,
Confessa que a este respeito vive anda
boje na mesma ignorancia em que viveo o
roverno a respeito do procedimento de seu
delegado, quanto a ter este presidido reu
nioes militares.
Na carta confidencial que o nobre fre
6Hente do Conseibo dirigiu ao Ilustre ge-
neral Deodoro, em o 1." de Novembro do
anno fiodo, S. Exc. disse o seguinte (le) :
A euep9ao dos telegrammas trocados
entre mim e V. Ex % durante o mez prxi-
mo passado s tive offiaialmente a commu-
nicacao que em 6 do mesmo mez me tez
V. Exc. das oceurrencias originadas pela
execucSo das ordens existoutss sobre a
disoussao n imprensa entre militares ou
sobre objecto de servigo.
Lastimo que o governo s tivesse o
primeiro conhecimento dos factos por tele-
gammas extra offioiaes, privado assim de
dar instrus ao seu delegado, que con-
sentir, e approvara as reunios militares.
Esse consentimento e essa approvagao to-
ram o rastilho de plvora queateoua cham
ma a todos os pontos da provincia e a al-
euns do imperio.
Ora, diz o orador, si o prepno governo
nlo tinha comuunicagoos offices do seu
delegado, si estava adistricto aos telegram-
mas publicados as folbas diarias, como es
tranhar que o orador aveaturasse a propo-
sicao de que o g-naral Deodoro presidir
reunies militares, quando as Llhas publi-
cas assim o diziam V E o ficto de nao ter
o general Daodoro presidido a qualquer
dessas rcunioes nao diminue a gravidade
da aecusacao, porque elle autonzou essas
sustentoa a su* eunalida-
Eis o punto capi-
reuniucs, porque
de per ante o governo.
tal. (Apoiados.)
Disse o nobre ex-ministro, que o gene-
ral Deodoro nao fra exonerado por esse
facto, mas sim por que, ao chegar pro-
vincia do Rio Grande, o presidente f>I-
raon, eotendendo-se com elle, o viu persis
tente em ideas que pareciam suspeitas ao
overno, quanto disciplina do exercito.
' A affirma^ao do nobre ex-ministro, diz
o orador, nao confirmada pela realidade
dos factos. O orador tero, para contras
tal-a, as palavras do nobre Presidente do
Conseibo, em outra carta dirigida ao ge-
neral Deodoro.
Nessa carta, que datada de 5 de De-
zembro, e da qual foi portador o presidente
. Calmen, de saudosa memoria (apoiados), o
Sr. BarSo de Cotegipe disse (le) :
Tenho o pezar de prevenir a V. Exc
de que substituido e vira oocupar o car-
que exerce nesta Corte. O Sr. presidente
communicar a V. Exo. as disposicSes do
governo pira que sejara guardadas as at-
tengas e conv nencies devidas a sua pes-
soa. A nterrupgSo das nossas relagSes
ofiiciaes em naa prejudicar, espero as
de perfeita estima e consiieraco com que
bou de V. Exc, etc.
E' sabilo qu3 urna altercacjlo que o ge-
neral Daodoro teve com o finado presi-
dente da provioaia de S. Pedro do Ro
Grande do Sul passa por ter concorrido
p*ra o fallecimeoto sbito d'aquelle funo-
cioDario.
O Sr. Araujo Gs: A tdtereagao foi
depois que o general Deodoro teve not'cia
Ja dmissao.
O Sr. Aadrade Figueira diz que foi na
raesma oc?asiSo em quo.teve essa noticia
dda pelo presi lente. Mas o orador tem
ainda outro documento official, para mos-
trar que a assergSo do nobra ex-ministro
da Guerra no verdadeira. Em das de
Outubro, agitou-se a qaestao no Sonado,
quanlo o orador se acbava enfermo, pois
desde meiado de Agosto, deixou de presi
dir s 808so s da Cmara : o presidente do
conselho levantou s ; e, alludindo noti-
cia que havia recebido aerea do procedi-
m-uto do general Deodoro, observou que
semelhante procedimento nao merecia a
sua approvae2o.
Foi portanto urna reprovag3o furma! dada
pelo chefe do gabinete a seu delegado, e
desde entilo sua demissao devia ser decrj
tada.
O nobre ex-ministro da guerra, alludin
d aos avisos, procurou ainda declinar de
tal motivo de fraqueza, que constituio infe-
lizmente esse rosario, no extremo do quai
est para esse paiz e para o ministerio o
abysmo. Foi assim que S. Exc, concor-
dan lo em que as notas applicadas aos co-
ronis Cunha Mattos e Madureira, o tinham
sido por se tractar do servigo militar, se-
gundo a diaposicao do aviso de 1859, disse
que era conveniente subuettor o assumpto
ao conhecimento do Conaelho Supremo Mi-
litar, para firmarse a doutrina.
O nobre ministro comprehende bem que
ao caso nao importava que bouvesse avisos
raais novos como o de 1884 e outros; o
que se devia, pelo contrario, era confirmar
a doutrina do aviso de 1859, ainda boje
resalvado pela resoluto de consulta d'a-
quella corporacilo.
Est, portan'.o, claro que a audiencia do
Conselho Supremo Militar nao foi seno
pretexto para ns concessojs aos militares,
porque o ministerio nao devia senlo ba
sear se na doutrina do aviso de 1859, e
nao afanar-se em.firmar regras no ardor da
batalba, sob o imperio de amebas contra
o governo.
E que regras firmar? Revogar avisos
do poder executivo. Onde vio S. Exc.
competencia n'aquella tribunal, cuja esphe-
ra de aeco marcada pela lei que o creou,
para revogar setos do poder executivo ?
Enxergon S. |Exc. na consnlta a esse
tribunal composto de militares, como ,
motivo para urna attencao para com o
exercito, que reclamava a revogacao do
aviso de 1834 Mas, porventura, a occa-
silo era a mais asada, a mais opportuna
para fazer esse cortejo ao exercito, quando
este nao tinha a queixar-se da applicaco
do de 1884, visto como as notas hncadas
a dous officiaes militares nao o tinhan sido
em virtude da doutrina do aviso de 1859 ?
O nobre ex-ministro da guerra procurou
defender ee lando portaras do ex-vice-
presidente e commandante das armas do
Rio Grande do Sul, applicando a doutrina
do aviso de 1859.
O Sr. Alfredo Chives: De 1884.
O Sr. Andrade Figueira diz que, pela
Uitura que ouvio, nao Ihe pareceu que tos-
se somente do aviso de 1884, porque o
Monte-Pio Militar, a que a correspondencia
alludia, urna instituido militar ; mas
presciidt des'.e ponto e s nenti quer dello
inferir um corollario applicavel ao presente
debate poltico.
O que se deduz da redaccao d'aquella
portara, expedida pou:o antes pelo gene-
ral Deodoro, que este general, poni se
4 testa da cruzada contra o governo, para
obter o tranjamento de notas laucadas em
circu instancias i i en ticas, senSo mais des
vavoraveis, nao tinha o intento de obter
repai-aco para o direto de s^us colbgas,
mas o de mover ao ministerio urna questao
do ordem poltica, ..ti n de destaca "-se
d'elle. Nao visava outra, cousa, porque o
general Daodoro deve comprehender que
nao possivel exercitos cujos offi:iaes te
nham a liberdade de, em nome de motivos
de qualquer ordem, discutir na imprensa
sobre objecto de servgo militar.
Passanio a outro capitulo das flaquezas
a que hontem o orador alludio, diz que o
nobre ex-ministro da guerra procurou es-
coimar-se de toda a responsabilidade pelos
factos posteriores sua retirada do gabi-
nete, mas entendeu que nao poda ricar
sem resposta a censura de haver deixado
o poder as circumstancias dcsatrosas em
que so retirou.
O orador bavi dit) qu?, desde que urna
representacao de militares exiga que o
acto de S. Exc. fosse" cassado, annullado,
drigindo se elles a Sua Magestade o Im-
perador, como chefe do poder executivo,
fazendo os militares taboa rasa de seus su-
periores legtimos e de todo o ministerio,
S. Exc devia permanecer no seu posto,
morrer n'elle, antas do que retirar-se. E
accrescentou o orador que, nao s S. Ex;,
nao tinba o direito de retirar-se, como
seus collegas nao tinham o direito de dei -
xal o retirarse.
Mis em vez desse procedimento que de-
via aproveitar ao ministerio e causa pu-
bli.a, para evitar o d"sastre de qua o paiz
foi testemunha, o que aconteceu ? O no-
bre deputado retirou-s^, porque propunha
providencias, que at hoja nao declara
quaes foram, e os seus collegas ficararo,
para nada fazor, para aguardar do tempo a
solu^ao de negocios que exigiam prompta,
iraraediata repre3sao l
N3o se comprehende como homens in-
telligentes e Ilustrados, espiritos praticos,
como sao o do nobre ex-ministro da guerra
e o Ilustre presidente do conselho, venham
ao corpo legislativo procurar illudil-o cora
phrases da ordem d'aquellas a que o ora-
dor vai alludir.
A Cmara sa ha de recordar que o no-
bre presidente do conselho, comparecendo
nesta casa, disse que as medidas qua o no
bre ex ministro da guerra propunha eram
b is, mas o ministerio nao as julgara op-
portunas ; qae nao poda dizar quaes eram,
porque o gabinete r servava se o direito
de applical-as ou nao, conforme o exigis-
te n as circumstancias.
Ora, parece que, depois de resolvida a
quastai bem ou malquanto ao orador
desgracada.nante era o caso de no haver
circunstancias que impuzessem silencio ao
gabinete. Mas vem o nobre ex ministro
da guerra e diz : a questao est finia,
para que essa curiosidade ?
Como podem os representantes da na-
cao, pergunta o orador, apreciar quem
tinha razao : se o ex-ministro da guerra
propondo medidas de prompta repressao,
sa 03 seus collegas que as nao quizeram
aceitar ?
FOLHETIM
JOSLARONZA
POR
JACQUKS L FLOT E PEDRO MAEL
C I I T % PARTE
A IMlHSlitlKO
v Coatiouaya.j .j n. 185,
Quando poz o p no caes de Siogajioor.
Maximiliano pensou logo na carta de ere
dito que Rouval lhe tinha dado sobre a ca-
sa James Woatson C Alugou vuaboggy
e mandou que o levasse ao principal ho
tel da cidade, o hot-4 Vanier, que tem o
nome do seu proprietario, um francez.
O vapor Sirene chegou noi?. O o-
. ?n medico, part;i:t >, teve qua adiar at o
la seguinte a sua visita a capital do Siam
aos cerrespondentes da casa Rouva!. No
!ia mmediato entrn pelas ras da oda-
da. Iudicaram-lUe o escriptoric da casa
Wbatson.
Quando lhe entregaram a c^rta, o mes-
mo or. Wi-.tson foi recebel-o com demoo3-
Tacas de apreso.
O Sr. Whatson era um desses inglezos
agradaveis e generosos, que po>m iogo a
toa casa disposicao des seus hospedes.
(Jm pou o preveniio por no wi que pe
samento intimo, M-ximiliauo rstimou n?.o
santir, ao rer o inglez, essa rapulslj ia ie-
finive que lhe inspirou a sua primeira en-
tr 'ota com Bou val.
Aeeitou, pois, o convite p*ra jantar, qm
lhe foi feito com a maior cordalidtde, e,
ohegado o da, sentou se entre a Sra. What-
son e ana filha ro.-is velha, ama n/naiiia-
vel, qua o clima da India tioba orti!ec. io
e emballezado.
Nj correr da ccuveisfao o n ^go-siaota
disse a Maximiliano :
Meu caro senhor, diz-me a carta d)
Sr. Kouval que o senhor vai a Australia.
Nada mais diz. O senhor pretende w
em Melbourne ou em Sydney ?
Ponderou o nobre ex-ministro qua j
n3o tem cabimento apurar a opportunidade
da applicacao das medidas ; pansa, porra,
o orador qua era o casa de esclarecer a na-
cao acerca do mrito das medidas propos-
tas ; e eis porque disse que, emquanto os
motivos nao forem conhecidos, nao poda
deixar-de tomar como pretexto essa expli-
coslo que uada explica, que o nobre ex
ministro retirara se do ministerio por di-
vergencia com os seus collegas, a respeito
do medidas cuja excelleocia reconheciam,
mas cuja opportunidade desconheciam.
O que quer o nobra ministro que o ora
dor taya? Elle nao pode senao confirmar
o juizo emittido hontem : emquanto se de-
clararan) qu es eram as medidas que o ex-
ministro da guerra acooselhava, quando
n5o ba mais inconveniente na declaragSo,
pede lieeoca para dizer que persistir na
apreciac&o de que apenas se recarreu a um
pretexto para despedida do nobre ex mi-
nistro.
O nobre ex ministro accrescentou que
as suis medidas eram de tal preco e valor,
que se tivessem sido adoptadas, ter-sa-
hiam evtalo as subsequentes fraquezas
do ministerio, em cuja defeza nao se quiz
oovoUer; isto ter-se-hiam evtalo as
manifjstac5 :s posteriores do ministerio a
do Senado e todos os tristes aconteciman-
tos de ntervir urna alta corpora5o em
questSo de disciplina militar que da pri-
vativa competencia do poder (X'.cuti.'i;
de intrigaren! os partidos polillas, procu-
rando cada um arranjar o seu nagocio e
faz;r andar a sua baroa, lucrar custa da
dignidade do governo, custa da dignida-
de desta situajSo poltica qne, afiual, re
presenta urna p.rte notavel na nagao, qua
tantos sacrificios fez para assumir as re-
deas do poder.
O nobre ex-ministro nao quiz, senao
aproveitar a oocasiao para declarar que, se
porventura ao orador tivesse cabido a res-
ponsabilidade, era muito de prever que o
seu procedimento ainda fosse mais fraco
O orador dir a o nobre deputado qua a
bypothe8e gratuita, nao setractade casos
futuros, ou de casos possiveis ; tracta-se de
factos passados em que S. Ex:, figurou at
eerto ponto e deixou de figurar depois;
nao se tracta do que acontecera, se outros
tivessem sido os ministros. O que o ora-
dor tem o direito de inquerir do que se
fez a respeito dos factos occorridos; e,
desde que o nobre ex ministro declara que
suas medidas seriam effi;azes, tem o di-
reito de querer conhecel as se S. Ex:,
nao as declara, o orador tam o direito de
insistir, dizendo que tudo cifrouse em pre-
texto para a dispedida do ministro.
O nobre deputado entendeu que a leal-
dade dos seus collegas seria embaraco
para que semelhante facto se desse, mas
essa mesma lealdade que o orador invoca
para saber quaes as providedeias propo3tas
e regeitadas.
Sa o gabinete, antes de solvida a ques-
tao, poderia ter motivos para n3o declarar
taes providencias; hoja que, por motivo
dallas, despedio o nobra ex ministro a
lealdade de carcter dos minisiros, deve
obrigal-os a declarar quaes eram, sob pena
de fiaarem sujeito communicasao do no-
bre deputado de que se taes medidas hou-
vessem sido empegadas o desastre teria
sido evitado.
O Sr. Joaquim Pedro: E' lgico ; o
argumento irrespondivel.
O Sr. Andrade Figueira disse hontem
bastante para ser comprehendido. Nao ti -a
mal ao nobre ex ministro ter silo despedido
sobre tudo as circumstaucias em que o foi
e seguindo-se os tristes acontadmentos quo
todos os brasileiros deploram ; nao, nXo lbe
fica mal. Houve urna forja maior qua des-
pe lio o ex ministro como despedira outros,
porventura mais corajosos, que quizessem
sustentar at o fin a sua posicao ; esta
a verdade e o paiz est disto con venc io
A d^sgraca, que deplora, que nao se
aproveita8so um intersticio de liberdade
para fazer aquillo que a coragem cvica
devia ter determinado os nobras ministros
apraticarem. (Muito bam.) Eate o senti-
do do meu discurso, e, se porventura nao
foi comprehendido pelo nobre ex-mnistro
do guerra, a culpa n3o do orador, as-
sim como nSo sua a responsabilidade de
ter S. Exc- sido despedido do ministerio.
Tenho concluido. (Muito bem; maito
bem.)
rencia s medidas necessarias afino da acu-
dir epidemia de varila que se m mifas-
tou na cidade do Rio Branoo, o pira as
quaes S. Exc. pedio o concurso do ora-
dor, qu", logo que o Sr. Ministro do im-
perio teve noticia do facto, providenciou
pelo tel'grapho para s rara aoscorrilas as
pessoas atacadas do mal.
Daclara ao nobre deputado qua o go-
verno n3o tem nenbum plano oceulto a
respeito da reorganisajSo da guarda na-
cional. A opinio do governo sobre este
a33umpto a que se exara no ralatorio do
ministerio da justica. E certameate nao sa
filia a qualquer plano o faato das pouaas
nomeajSas, ltimamente feitas, da offi
oaes da guarda nacional.
Disso o nobre deputado que o ministerio
se acha era certa intarini ada. Se S. Exc.
quizer alludir circumstaneia da molestia
de qua iufelizraedte foi accomm^ttida S.
M. o imperador, deve o orador ob3rvr
que o monarcha se aaha quasi restabaleci-
do e nao tem deixado de admttir a despa
cho as proposta3 apresentadas pelo minis-
terio. S-, porem, aquella juizo do nob-e
deputado procede de que consta que Sua
Alteza a Priceza I Dperial tira da assumir
a regancia do imperador por motivo de au
sencia de seu augusto pai, deve o orador
cmara dos deputados, parece qua ella po
fin a questao militar.
Sent profundamente o modo por qua o
honrado deputado se exprimi sobre o pro-
cedimento do giverno: o orador acata
muito a opiniao de S Exc. ; mas entende
que o governo prestou bom servi'50 ao
paiz.
Passando a tomar em considerado o que
disse o honrado deputado pelo C;ar, o
orador declara qta o governo conta com a
forg publica pira o doe-npenho dos sar-
vi'503 qu; Iha incumbem as leis. So assim
nao fossa, nSo vria no projecto de fixaclo
das forjas de mar e Ierra faz -r a propos-
ta qua alr se contera, pois, no caso con-
rario, cumpriria propor a raduccao do nu-
mero, ou padir autoriaacao para disblver
o exercito.
Dissa o nob'e dep atado qua a parguuta
que faz foi motivada pelo3 ltimos aconte-
cimentas. Pois bam; o oralou affi-raa que
o governo nunca duvidon da lealdade da
fore. 1 publica estacionada no Rio de Janei
ro, e com ella cooava pira qudquer emer-
gencia qua sepulesso dar. Pode, portan-
to, S. Exc. votar das:i83ombra lmante
pelo projecto qua so dis juta.
A discussao tica adiada pala hora.
Os meus interesses chamam-me para
Melbourne.
N?sse caso tere: o prazer da o re-
commeclar ao meu malhor amigo, isto ,
ao rncu proprio irmao, John Whatson, que
l fundou urna succursal da no38a casa,
juntando-lhe um estibelecimento do des-
contos, oSouth Wales Bank.
Muito agradejo o seu offerecimento,
respondeu Arband, e o aceito com tanto
prazer que em Melhoarne, como aqu, nao
conhego ninguero. Ora, eu preciso de
apoio c de <;onselho serios, porqua urna
verdadera demanda qua vou ter l.
Urna demanda ? Sem duvida por
causa dessa baranja de que me talla o Sr.
Rouval ?
Sim, disse Maximiliano, que quera
obter informajS.-s sc:n parecer procural-as,
urna demanda com um compatriota seo,
cujas exigencias cao ma pare era funda-
das.
Um compatriota Como se chama
elle ?
O Sr. Lawia Jubb, que mora l.
Wbatsoa teve um sobresalto.
L m' Jubb ? Oh oh 1 meu caro se-
nhor, tem um adversario foite. Conheco
o Sr. Lewls Jubb, que vem duas vezj8
por anno a Singapoor. E' um hornera
muito rico, negociante a, ao mesmo tempo,
proprietario. Dizem que muito esperto.
E o Benhor qae opiniao forma delle ?
Eu ? II ira ] ea s tenbo com elle
relay-oes commerciaev. Tenho Ib -. compra-
do carregamentos int-c.i'os. l'enho lbe ven-
dido objecto div?r aho, plvora, vi-
nbo, '.rma^.
E que especie s Lomera lhe parece
elle'
Um homem pico, um pouco astu-
to, tilvez, mus fazeedo as cousas em gran-
de escala, nao slha&do dvspeza, sabeodo
sampre fazor vohr-lba, o dinheiro caixa.
Em (loma, uro r-; ^t!em lempo um grand- ^-.tipalador de negocios
e muito hbil.
Cea effoitt); k :M8 que me disse
rara, obs*rvo>i Arband, que menta de caso
pensado.
Estimo muito o^ as miuhas iofor-
majSos concordara com as suas.
O Sr. Le'W' Jab'o mora sempre na
Australia ?
Creio qua ato. amora se l parta
do anna.
Arband iv.o p.... -...har mais nenhurau
aformayS'/ Pareosa-the que o Sr- What
son, por mil qo^ J> i-is?e, nada mais poda
dix r Ib?.
O paquete que devia leval-o a Melbour-
ne s parlia d'ahi a oito das. Aprovei-
tou-os para visitar essa trra admiravel que
a influencia e os esf >rcos continuos dos in-
gleses contribuam para povoar e enrique-
cer cada vez mais.
O Sr. Whatson iniciou na vida do com-
mercio e as traasacjSS de toda a quali
dade que d :hi resultara. Por seu nter
medio Maximiliano c raheceu as casas de
commercio europeas ou chiaezas mais ri-
cas. Visitou os entrepostos enormes d
opulenta cidade, pereorreu as plantajSes de
sag' e tapio-a, da juta e de ail, estas de
importancia muito interior s do Iadost&o.
Em sumra. elle le vou de Singapoor a
lembranca mais agradavel e mais instruc-
tiva.
Na vespera da sua partida, um pouco
tranquillisado quanto eventualidade de um
conflicto possivel com o inglez Jubb, o jo-
ven doutor perdeu uoi pouco de vista a
revelares terriveis do brahmaoe Ramn
Sa. Lastimou, mesmo, ter dado ouvidos
s palavras do indio velho. A distancia
produz os effeitos da obliteracao. De nais,
no seio dessa vegetajao admiravel, debai-
xo de=se bello co da India, Maximiliano
diffieilmente poda sentir-se predisposto a
recelar as peifidias, asiraiyScs da luta pela
vida, quo paizes menos favorecidos peU
oatureza v n nascer e desenvolver sa. A
aperauca brotava naturalmente no seu co-
racao. L'iubrava oe que, approximando-
se o termo da sua viagera, elle tarabam ap-
proximava-se Uessa fortuna inaudita qua a
Providencia lbe tinha benvolamente ga
rantido, fortuna que dara a feliuidale a
Berta e o habilitara a aplanar as liifi sol-
dad ea qae o separavam de R nata u'I-.a-.
E o seu corojo batia-lbe no peito cora vio-
lencia.
Ammado desse sentimento, que foi
ttrae despedir-se da excclleute familia
Whatson. Nao a deixou sem certo pezar
e pruno ttieu voltar pa a apartar-Ibes a uoao,
sa o acaso o luvasse de novo a ingapoor.
Para voltar ao hotel, Arband foi a p
por urna estrada plantada da tamarinUei-
ros. O sil j estava muito parto do hori-
zonte Eucontrava apenas alguna coolis
chinez s ou bengul -Z--8. O seu olbar per-
coi ra a payaagum e o borizoote. It dis-
trahido ; u.u rodar de carro despertou oda
su lue-.utacao, e elle vio de loug na es
ti a Ja branca, um carro, daquelles quo os
faoiicant s de alera Mancha sabem to s
truir com urna elegancia e solidez iacom
paraveis. O carro era tirado por cavullo
magnifico, no qual notava-ae o cruzamento
O Sr. Ribeiro da Luz (ministro da
guerra), agradeceudo ao honrado deputado
pela provincia de Minas Geraes, que hon-
tem encetou o debate, a cortezia e a gen-
tileza com que se referi pessia do ora-
dor, deve, antes de responder s diversas
consideracSes feitas por S. Exa. sobre o
projecto em disoussao, declarar, em refe-
Heclarar quo esta circumstanaia, attenta a
precedentes, no justifica o dizer-se que o
ministerio vive em intarndade, e muito
menos qua elle se acha combatido.
Pela CoostituisSo do imperio a vida do
ministerio depende do apoio das cmaras
e da confianga da cora. Nunca faltaran]
ao actual gabiaete taes elementos ; portan
to, nao alimente esperangas o nobre de-
putado.
Ds3e S- Exc. qua alo deve merecer a
approvago da cmara o art. 2o do projec-
to substitutivo offerecido pela commissai
de marinha e guerra, porque aceitava-so a
doutrina deste artigo em razio de haver
sido imposta pelo senado, a as circums-
tancias actuae.3 deve-se aguardar a lei de
torcas que approuver sabadoria daqudla
corporacao dar ao governo e a cmara dos
Srs. deputados.
O nobre representante da provincia de
Minas fji injusto na ecasura qua quiz di-
rigir ao senado, porquanfo aquella artigo
reprolugao do que, approvado pela c-
mara na sessao do anno passado, como
emenda, tando sido remettido ao senado,
abi foi igualmente approvado.
A respeito da reduegao do premio de
voluntarios e engajados, que o nobre depu
tado na julga opportuna, diz que o facto
da nao se acbar completo o numero de
pragas de pret do exercito nao de natu
reza tal qua aconselhe quo se mantenha o
premio at aqu abonado.
A crescentar este respaito qua de es-
perar que medante as recoraraendagoas
feitas ao presidente da provincia, dentro
de p ueo tempo sa completa o efFiotivo das
forgas do exercito.
Da resto, o premio de qu so trata na >
tem si o sampre o mesmo, como o orador
mostra, provando igualmente qno as alte-
ragoa3 nesse premio nida tem influido so-
Dre a concurrencia de voluntarios era
exclusivamente por semelhante meio se
deve animar esta concurrencia.
Em resposta ao nobre deput ido pelo
ll9 districto do R'o da Janairo, diz o ora-
dor que reunidas as cmaras, o governo
contava com luzas do parlara onto para o
auxiliaron na solugao da questao militar.
Estava ella no pari lo incandescente,
quando no se jado em virtule do appello
feito palo Sr. Saraiva, smadores distinc-
tos, entendern] quo era chagida a occa-
sio de indicar-3) a solugao ao goverao.
Assim fji apresentado o coavite da qui
tratou o nobra deputado pelo Rio de J 1
Janeiro; foi discutida e approvala pelo
senado a mogio, logo aceita p;lo governo ;
e dous dias d mo3 mereceu a approvag3o
da cmara dos Deputa ios.
Tendo sido a solugao indicada pelo se-
nado, aceita palo governo, approvala pela
dt grande raga ngleza com a variedade
um poueo pesada das planicies da alta Bir-
mania.
Arband era conhecedor.
P.irou beira da estrada para ver pas-
sar o esplendido animal.
Que bello animal! pansou elle ; da ve
partenaer a algum cruzador rico.
Ora, no momento em que o carro che
gou ao lugar onde elle estava, parti de
dentro un grito e o coachman fez parar o
cavallo por urna tensao brusca das redeas.
Urna mulher sal'.ou de dentro e corrau
para o doutor.
Trajava em amazona, trazia ao braga a
cauda do vestido verde e tinha na cabega
um chapeo envolvido em um longo veo tam-
bera verde.
Arband fi:ou atjonito.
Mas esta fallou, antes quo ello podesse
perguntar quem era a des -onhecida.
- Como vai, meu caro doutor? p;rguo-
tou ella cora desembarazo.
- A Sra. Carmen Clanos I exclamou
o mogo admirado.
Eu mesma, respondeu Carmen. A4-
mira-se 1 Nao lhe disse que havia de tor-
nar a encontral o ? Curapri a palavra.
Entao, aisse Maximiliano com certa
aspereza, o Sr. L tronza, chefe de bandi
dos, uo deve estar looge. Vem annun-
ciar-rae a ranha hora derradeira 1
Os olbos da Cirmen brilharam, mas o
clara > apagou se n'uma lagrima.
O s;nhor inaulta-ma. Faz mal.
E accrescentou com voz trmula :
Pareae-ine qua em Ponta de Galles
annunciei-lhe a motte, com antecedencia
bastante, para o senhor evital a. Nao acha,
Sr. Arband ?
O mogo tirou o chpo.
Seuhora, disse elle com gravidade,
se tive a desgraga da otlmlel-a, pago-lhe
peidao. Divolh- graiiao o esta ha de
iurtr emqu.uto ou viver. So tenho um
meio dn o provar. Volte para junto o>
seu pai na Fraiiga e dispooba da rainha
bols 1 um toda a liberdade.
Ella o titou. ',
Maximiliano, couhece meus sent-
mentos ; nao preciso revealos. Pertang >-
lhe corpo e al ua. Por un pouco do seu
a.nor eu dara a vida viute vezes. Recuso
o seu off'reciraento por dous motivos. O
primeiro, qu > tem o seu valor, qu -, aman
do-o, nao posso deixal-o. O segundo, o
uiaia g ave, que tst sendo a par da em
u ua partida terrivel, entre mim e o hornera
que acaba -a nomear. Nao o pode evitar.
Elle o persegua, e se a mioha mao retm
LlTTERATbrl'
A Iriu Louca
(VUTIDO DO HICSPANHOL POR M. ROZKSJO)
I
Era na epocha da priraaira guerra car-
lista, em um povoado da montauha de Ca-
talunba.
Um da encontraram-se all os christinos
e os carlistas etravaram crual combata, no
qual os priraeiros foram vencidos.
Mu perto da antiguissima casa solar de
nob.-e familia, eahio gravemente farido um
bizarrissimo official das tropas leaes. Dei-
xaram no por morto os seus, que, acossa-
dos pelo iniraigo, euthusiasmado pelo vic-
toria obtida, sahiram do povoado em forga-
da fuga, perseguidos pelos carlistas, cuja
numero era muito raais consideravel.
Q.iando os combatentes, mis o outros,
j estavam longe, algumas mulberes piedo
sas dedicaram-se com :.r lente caridade a
recolher 03 feridos que Acarara as ras.
O offial podra, arrastando-se, encos-
tar-seao postigo d'aquelta mansao senhorial
por n a porta estava fechada, e o feride
nao tiuha forgaa para gritar, e meuos para
aproximar-so e bater com a enormeargola.
Soccorro! exclamou to tempo em que
passavara as mulberes caritativas por dian
te do palacio.
Em meio do triste silencio que succede-
ra ao estrondo do combate, ouviram no as
mulberes e acudiram.
E era tempo, porqu, quando urna i el-
las se incliuava sobre o ferido, este par
dia os sentidos, e sua cabega teria cabido
sobre a vetusta padra sa aquella na i a ti
vosas amparado com seus bragos.
Est morrendo exclamou a mulner.
Bateremos era casi do Conde, disse
a outra ; e, to nando a pesada argola da
porta, deu um gdpa.
Poucos momentos depois, o Conde, um
anciao alto, rigido, de aspecto severo, de
olbar profundo e firme, ajuiado por dous
do seus servoe, recolhia o ferido, que no
meio dos tres e de duas das mulberes en-
trou em casa e foi levado para urna cama
All ficou o official, e as mulheres foram
proseguir na sua obra de caridade e amor
ao prximo.
O Ceude e sua filha, a forra.osa Helena,
cnidaram do ferido com o mais solicito es-
mero.
A cura foi longa e penosa, porm aro
busta natureza do galbaido militar e a n
coraparavel assistencia de seus bemfeito-
res trurapharam por fim.
(Continua.)
o punhal erguido sobre a sua cabga,
nicamente porque eu me empenho era tor-
nar intil esta assassinato.
Arband revoltou se contra essa idea.
Entao, rugi elle, esse hornera jureu
a minha marta e s sua intervengao de-
vo ter escapado ? Pois bem I dtixe-ma di-
zel-o, por maior que saja o recooheciinen-
to que lbe devo, nao posso por mais tempo
aceitar essa protecg.ao. Sou hornera de
tempera p.ra aceitar todas as lutas, para
affrontar todos os perigos. J que esse
bandido, que ainda ha pouco escapou da
gravata do iiuho que o meu amigo Joao
de Treguern devia lhe ter mandado por,
lerabra-se de perseguir-me. Vou inverter
os papis. Sou eu quera lhe dar caga.
Eu contava partir amanba. Ha de adiar
a minba partida. Mas, amanba mesmo,
ha de avisar o gobernador da presanga do
pirata. Hei de armar minha custa un
bando da Liscars, qua bao de valer os seus
desertores a os seus malaios, a palavra de
honra, se as autoridades ioglezas nao o
maudarara enforcar no maslro do cues, eu
o matarei a pancaia. Es o qua lbe posso
responder, minha seuhora, deplorando a
desgraga que a coliocou em poder de se
mellianle acelerado.
Tinha se animado ao pronunciar estas pa-
lavras. Os seus oihos laogavara chispas,
a sin voz t u uihava, palpitante da e.uogao.
De repente, ioipellida pela paixao, ella
exclamou :
Pego-lhe qua ulo tente o impossivel,
nao faga loucuras. Damais, juro Iha pelo
meu amor qua cstou s aqu. A sua de-
uuueia exigir testamuahas. Eu a po fe
na ser indicada. Ora, eu posso atnal-a
Ua8t>nte para morrer, mas uao para trahir
o hornera quo foi meu amante. Se quer
libertar-me, ame-me.
O uog-j a -,il uou se.
Fitou com ternura essa bella moga apai-
xanada, qui sa erigia em seu anjo da guar-
a.
Havia pouao, (He a tinha insultado. Era
preciso qua ella o amasia muito ardentu-
meuie do tumo da alma para .tf ontar as-
ai o toJos os p.'rigoi, a juatigi das autori-
dades ioglezas e O r -s rali uuuto do hornera
infame ao qual estava ligada.
Ali I aouraurou elle, tem o culto da
f jurada I Pobre menina, nao poso dei
xar de al 11ir.1l a, a> passo que lastimo a
aua solt. Sa soubessa quanto bella,Car-
n-:n, que fasciaaco singular exeroe I Por
que profaaa assim todos essas dons da ju
vemude, da b^Ueza, do corago e da al-
ma ? Por que n3o vota a sua existencia a
algura rapaz valente que corresponda ao
seu amor '?
Porque te amo, Maximiliano, mur
nourou el'a com meiguice infinita.
E, pas o o Iba o brago pelo pescogo, co
mo o havia feito em C-ylao.
Maximiliano sentio a vontade traquear
lhe e a cabega vacilltr.
Nesto momento o sol descia no horisoute.
A noite cahio quasi iastantaneamente. Car
raen, meio desfallecida nos bragos do mog>
que a sustinha, dis3e lhe em um epro :
Quer qua voltelos para o hotel ?
Elle sorrio le vou a para o carro, no
qual tambera entrou.
A moga, entao, entregou-sa ineffavel
volupia dessa conversa u sos com o homem
que adora va e que nao correspond ao sea
amor.
Com a cabega no hombro de Maximi
iiano efitando-o, ella dizia nessa voz har
moniosa e vibrante que um canto :
Ou! deixa iue araar-te, tudo quan-
to te pego. Giba, o teu amor a minha
vida e o meu amor a tua salvaguarda.
O hornera que te persegua nao pensa em
separar-te de mim. Pouco Iba importa que
tu vivo, sa me pertenceres, se eu puder
f tzar te um lago das minbas caricias, se
puder prender-te aos meus beijos. E ea
quero que tu vivas, meu Maximiliano I
Talvaz te esquegas da mira, talvez me des-
prez, s alun dia. Mas, primeiramento
baos de amar-me ; serei tua escrava, urna
cousa tua. E, quanto a ci mpaixao subs-
tituir o amor no teu c-iragao,,A\i rao dirs
e eu morrerei. M irrerei na tui presenga,
levaoio nos meus ulbos o teu ultimo aorri
so, nos meus ouvidos o teu a leus supre
mo.
O carro rodava.
Os dous mogos j nao fallavam.
Maximiliano aeutia, rao grado seu, a
fasuioaco debilitante dessa noite tropical,
assa conversa iuebriaiite, cora essa mu-
lher to bella e louca de puso. Nao pa-
os emalava. Estava sob um encanto.
App^rcceram aa pnin iras casa uo por-
to.
- Amanba rourmurou Carmen.
Vio-se o hotel ude ella estava habtan-
- A nanba, respondeu machnalmante o
moco. -
{Continuar se ha)
Tjp, do Diario ra Duque de Caxias n
"s:





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