Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17947


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1
aiio hu niiio m
PARA A CAPITAL E LI.'CABRN OSDB NA *K PAA POHTB
Por tres mezes adiantados...............
Por seis ditos dem................ t/Sn
Por do anno dem................ ion
Cada numero avulso, do mesmo dia...........* 01W
11VHEI. !4 E JOMO DE 1881
PARA DENTRO B FORA DA PROFI9CIA
Por seis meses adiantadoa............... 13(5500
Por nove ditos idem................. 20*000
Por um anno idem................. 27*COG
Cada numero avulso, de das anteriores........... *10
NAMBUG
propritltaltt l>f jauod ^iguct^oa te Jara St .Uljos
Os Sr*. Amclc .'rJoae C
de Parln, t.a o> os nosso.i agentes
exclusivos de annunclos e pu-
blicaeoes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAHMAS

-
2OTZBC .tiiima 22 siasic
PARAHYBA, 13 de Juuho, s 2 hora
a 4'J minutos da tarde. (Rjcebido s 3
horas e 50 minutos, pela liuba terrestre).
tqui liBa boje <> paquete nacio-
nal ESPIRITO SANTO e acaba de seguir
para o porto do Beclfe.
RIO DE JANEIRO, 13 de Junho, s 3
horas e 45 minutos da tarde. (Recebido
s 5 horas e 30 minutos, pelo cabo subma
rio).
Ka Cmara do* Depatalos foi Jal-
gado noje objecto de deliberacao
um projeclo creando nm blapado na
provincia do Amoiona.
Km razo do fallecimento do con
elhelro Antonio Pinto Chicborro da
.ama. a meama Cmara nawpendeu
boje a Meamito. consignando na acta
nmvolo de profundo pecar peto i>a-
amento do referido Nenador.
Foi exonerado do cargo de ebefe
de polica da provincia do Eaplrito-
saniu o lu* de direlto Dr. Francisco
Rodrigue Selle.
Farnm aomeadom -=
Cbefe de polica da provincia do
E Didlmo Agaplto da Velga Jnior t
Jais abstitato da comarca da ca -
pital da provincia do Para, o hacha-
re! Joo Franco.
leba se elelto em 1 escrutinio de -
putado geral pelo 5 districto da
provincia do Blo de Janeiro o Dr. Pe -
dro Lal Soare de onza (C)
Fol boje publica to um avino do Mi-
nisterio da Agricultura mandando
abalear a tarifa das eanna* do en-
gentaos centrae*.
RIO DE JANEIRO, 13 de Junho, s 5
horas e 20 minutos da tarde. (Recebido s 7
horas e 35 minutJS, pelo cabo submarino).
Foram nomcados Jalae muid
paes e de orpbXos do* termos: de
Lages. na provincia de Santa Cama-
rina o bacbarel Minervino de Moura
toares c do de Catle do Bocha, da
provincia da Parabyba. o bacbarel
Severo ftonralves Pires.
Fol nomeado gaarda-llvrosdo pro
longamento da estrada de ferro do
eclfe ao s. Francisco o commenda-
dor Antonio Valentim da Silva Bar-
roca.
L-ttV.:. H I... 2A7A
Espi't-i.i par o Diariv)
LISBOA, 12 d< Junho.
O Senado adoptou urna moco Ate
confinara na ministerio e votou a
resposta mensagem real.
PARS, 12 de Junho.
Termlnoa se bonlem h noite a di* -
casso geral do projocto de le sobre
o servico militar.
A Cmara dos Deputados votou a
urgencia.
BERLIM, 13 de Junho, pela manha.
S. M. o imperador fiailberme acba
se em ama ifraoueso extrema e nao
sabe mal* do quarto.
s m soffre de dore Intestiaiaes.
LONDRES, 13 de Junho.
iNSTRDCCAO POPULAR
BIOLOGA
(Ekctrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
<.i<:n t( %< EPOMl^Et
( C o n t i n u a r a o J
Por fien, em 1668, o celebre Francisco Redi (me-
dico des grl-duques de Toscana, Fernando II e
Cosme III, e memoro da academia del encent) re-
I correu observacao para determinar qual seria a
origem des bichos na carne em putrefaeco. Ve
rificou que na carne antes de apparecerem 03 bi-
chos, pousavam frequen'.emento moscas. D'abi
Ibe veio a idea de que os bichos seriam a progeni-
tura imperfeitamente desenvolvida d'aquellas mos-
cas.
Depois de urna longa serie de experiencias, em
que alternadamente privava a carne do contacto
das moscas ou a deizava livre, concluio Kdi, que
a snppoEicaqae tisera era apenas a expresso da
verdade.
Fie iu assim destruida no campo da sjiencia a
crenca na geraclo espontanea dos organismos.
Wallisneri, Swammerdam e Reaumur, continua
r .m a lucia, e consegu, am banr completamente
do3 espiritos scientificos a idi das geracs es
pootaneaa.
Em breve, porm, os progressos da microscosia
levaram deacoberta d3 certos orgaonimos, com
dimeuses extraordinariamente pequeas, a que
chamarain infusorios. UeaenvolvUm-se estes as
iufusO'.'S expostas ao ar, asiim como n03 pantano) e
aguas estatuadas. Os sabios dividiram-se ento
em dous grandes grupos. N'ura delles militavam
Buffoa e Needham, suppondo este ultimo a exis-
tencia de urna torca vegetativa especial que reu
iiiria s molculas para formar os seres vivos. N >
outro grupo encontramos o celebre Spallanzani
publicando em 1778 resultados contrarios opi-
uio de Needham e ubtilos pjr meio de experi
meatacoes rigorosas. Por estas vio que, subtra-
bindo aeclo do ar urna infusao depois de submet-
tida a urna elevada temoeratura, o liquido fj;ava
completamente inapto para a forinacaj de aaimalu
culos.
Depois delle, comtudo, e at nos nossos dias,
tem continuado a ser defendida a thioria das ge-
races espontaneas, moiific.dae reduzida a um
campo racional e experimental. .Seguudo os de-
fensores actuaos dessa tbesria, ha urna infinidade
de factos servindo-ihe d) eloquentes confirma^oes.
Citaremos ases factos e exporemos as piincipaes
experiencias relativas a fS3i bypothase, sobre cuja
veracidade a scieocia nao deu anda a sua ultima
palav.a, emOora ella seja differente da idea ou
theoria que nos pr pomos apresentar sob c titulo
gorrero eso 'itanea qu incim i csts capitulo.
Oepois das experics de Max Scbulze em 1836,
tornaram-8e notaveis as de Pouchet.
Atrirma elle os factos que rebumidauente pas
j C Ttos parsitas vegetae3 dasenvolvem se sob a
epiderme de plantas vivas, e bem coobecida a
d scoberta recente dos bacterios e vibriSes nos
intersticios mas ntimos dos organismos.
Dujardia falla do rabdites aceti, que, habitsn-
do no vinagre de vinbo, te nao encontra no vinho
ne n as uvas.
A maior parte das maceracoas orgnicas, aban-
donadas a urna tmperatura conveniente, povoam-
se no fin de algum tempo de proto-organismos
animaes e vegetaes.
Os adversarios da theoria das gera902s espon
taneas. attribuem estes factos 80s germenj exis-
tentes na atmosphora.
tas os ovules dos uicrozoarios ciliados v&riam
entre 0BI,0028 a 0"J420 de dimetro ; e Pouchet
inventou um appareibo aeroscopo, p"lo qual exa-
minando microspicamente um decmetro cubico d
ar, faxendo-o passar atraveg de um orificio com
0n,25 de dimetro, demoustrou que s muito ex-
cepcionalmeote se encontra ahi algum ovo de rai-
crozoario ou eporo de mucedinea.
Proj -ctandi per meio de urna machina de vapor
urna enorme correte d'esse ar. que se diz ebeio
de germens, sobre maceracoes, estas nao se tor
nam mais ricas en mi ero organismos do que aqu-1-
Ua que so esto em contacto c ui um decmetro
cubica de ar.
Empn-gaudo agua e ar artifieialuieute prepara-
dos nos labora conos, ou oxygeuio puro em lugar
do ar, obteem se os mesino resultados.
Misturando dous lquidos ftrmeotesciveis dffe-
rentec, appareceram na mistura seres organisados
differentes dos que sao propri 5 a cada um dos
lquidos misturados.
Cem o aque:imento pi.io do ar e da agua, a
prodcelo dos organismos contiuua a effetuar-se,
mesmo subtrahindo bccao do contacto do ar as
substancias aquecidas a llevadas temperaturas.
A micrographia reveanos eff-ctivameote que
no ar rauito raros se encontram os germens de se-
res vivos ; e, sendo asim, estes a poienam po-
voar muito lentamente as Dfuses.
Mas as fermeatacOes a produeco de enormes
quantidades de bacterios por veies extremamtn-
te rpida.
As experiencias infructferas de Joly, Muaset,
Chailton Bastan, c ltimamente as do distincto
medico e cbimico francs Pasteur, assim como os
eatudos de fsbutsenberger, demonstraram (ou, pelo
meaos, assim o julgam os seus autores) a impos-
sibilidade de tal ong m espontanea para seres
vivos organisados. Poim, se a gnese e ponta-
nes, como estes autores e queriamj nao admssi-
vel, ou nao est provada luz da sciencia, iss <
nada implica com a questao que mais directamente
interessa o problema philosopbico biolgico da
origem da vida. Oque verdaderamente consti-
tue a theoria da geraco espoutauoa saber-se o
protoplasma (essa subatauciu elem ntar bomoge-
nea, em que reside a vida) (.o ie ou uo formir-Be
na natur<-za, a-m concuroo de aeces sobrenatu-
raea,e se a chia.ica pode ou nao reconstituil o
nos laboratorios.
L Continuo)

A Cmara dos Communs votou a
resolacao proposta pelo ministro da
guerra a respelto do Coebcitioh bill, i* tu
. adoptar o projeclo do governo em
nova dlscassAo.
ROMA, 13 de Junho.
em resposta a ama Interpellaco
BM cmara dos Deputados relativa-
mente ao* boatos de negoclac6es en-
tre o Qulrlnnl e o Vaticano. Srs.
nalaistros) da dastlca e do Interior
declararan! que (oda base de tenta-
tiva de coaeIieao deve ser o man-
imento enerico dos dlreitos do Es-
tado para com a Igreja. respeltando
todava o di re tos da Ifreja para
com a soeledarle civil.
Agencia Havat, aijal em Pernambuso,
13 de Jucho da 1887.
boveroo da frovincl
KXPEDIBHTB DO BU '1 DE ABKIL DE 1887
Actos:
O prebidence da provincia attendendo ao que
requereu o alferes ds 6' cmp>nbia do 11 bata-
Ibio do servicode r iih da Guarda Nacional das
comarcasd'-Olind" In--rass Pedro Aiveseteudo
i in viata a int rui .cao do coinmaado superior da
(suarda Nacional da Oonurca do Recif- d>- 17 do
crreme sob n, 319 res lv<- designar o 2o baulb*
do referido servio para o p ticionario ser a eile
*g prior.
O presidente d proviocia atienden lio ao que
reqa-reu o lente 'la 6 coinpnbia do 11 bati-
b iu de iufantar.a d > nervico ds r-.-serva das co
marcas de Oiiooa e Iguarase Anselmo \yce d
asando e teudo em vnw n inforn ci do cum-
ulando aup-'i ird< Cm. .la Ntcioual da Comarca
Jo K c f. de 17 d correntp, s .b n. 32, resolve
designar o 1 bitalb do referido servico para o
peticionario s r a elle ngr--gdo.C muouoieou-
se ao comosaodante superior.
O presidente da provincia dec informidad
com prupista do Dr cbefe de polica em efficio
de bont-iu, sob d. 38, resolve exonerar a pe ido
t/os Luis da S'lv do lugar de 1 aupplente do
delegadt do termo de Triumph'.Comaiunicou-se
ao Dr. chefe de polica.
O presidente da provincia resolve nomear
Manoel Marques de Albuquerque Maranha > para
servir uterinamente o cargo de fiscal da Compa-
nhia de Trilhos Urbanos do Recf: a Olinda e Be-
berbe dursnte o impedimento do serventuario en-
ganheiro Felippe de Figueira Farias que seguiu
para a corte na qualidaie de deputado geral.
Officios :
Ao Dr. cbefe de polica Verifiqus V. S. e
me informe o que ha sobre o aseumpto de um re
querimeoto feito na Assembla Provincial pelo de-
putado Dr. Jacobina, em que assegura ter sido
insultado pelo delegado de polica de S. Lourenco
da Matta, c est uneacado de o ser de novo quando
por all p'isjar, o redaetjr do jornal Rebate, For-
tunato Piaheiro, convndo, a ser verdade, que pro-
videncele modo a que cessem.taes oceurrencias e
stjam punidos seus sutores.
Ao mesmo. Por officio de hontcm a Cmara
Municipal do Recito tras ao meu conhecimento
pedindo providencias o facto de nao poder funecio-
nar devdo a deixar de comparecer a sessao alguu?
vereadores .ui razio da a'.titude ameacadora de
desordeiros que se apoderam das galenas, arrogan-
do o direito de dingircm a Cmara.
E como esse facto torna aquella corporacao
coacta em suas deliberaQoes, reeommendo a V. tJ.
que providencie n forma das les, de accordo com
o presidente da Cunara, para que seja mantida a
seguran;* e tranquildade da mesma cmara, de
modo a poderem os vereadores cotnparecerem as
soaso.'s, discutrcm e votarem livremente.Confio
de su seLo e fiel a'ssempensro deste servico.
Ao mesmo.Declaro a V. S. em resposta a
officio de 22 do corrente sob n. 389 que o subdele-
gado de Olinda deve solicit ir diariamente nesta
secretaria os'passes de ida e volta daCompanha de
Tnlh s Urbanos para transitar era objecto de ser-
v.jo pnblico.
Ao inspecter da Thesouraria de Faztnda.
Comrauuico a V. 8. para os fins conveuientes, que
em 14 do corrente mez ojuiz de direito da camar-
ca de Tacarat bachaicl Jos Novaes de Souza
Carvalbo interrompeu o exereicio do cargo afim da
entrar no goto da licenca de 3 mzes, com os ven-
cimentos a que tiver direito, que Ihj conced em
em 19 de Marco findo, para tratar de sua saude.
Ao mosmo. Communico a V. S., para os
fins convenientes que em 14 do corrente. mes ojuiz
municipal e de orphais do termo de Tacarat, ba-
charel Francisco da Costa Maia Jnior interrom-
peu o exereicio de seu cargo para assumir o de
jui de direito interino da comarca respectiva.
Ao mesmo. Segundo consta de officio do
bngadeiro commandante das armas, de 26 do coi-
rente, sob n. 221, falleceu no dia auterior o coro-
nel do corpo de estado-maior de 2 classe Fran-
cisco Camello Pessoa de Licerda.
0 que declaro a V. S para seu conheimento o
devidos fins.
Ao director do Arsenal de Guerra. Nao
existindocredito'segundo informa a Tbesourariade
Fazenda, em offiiio u. 241, de 25 do corrente, para
occorrer as despezas com a acquisicao de diversos
artigos destinados ao 14 batalhao de infantina,
constantes do orcamento ni imp rtaucia de 67910
annezo ao officio d^ssa directora de 23 de Marfo
fiado, sob n. 971, cumpre agurdar a distribuico
de novo crdito para ser levada a iffeito a compra
dos ditos artgos. O que declaro a Vmc. para seu
coubecimento e em resposta ao citado officio.
Ao Rvm. Fre Fdelis Mara Fognano.
Constandc-mo por officio do inspector gtral da ins
trcelo publica que V. Rvraa. pdira exoneracao
do cargo do delegado de districto litterario da
Colonia Isabel e nao conviodo isso ao servico pu-
blico espero que V. Rvma, ainda mesmo com al-
gum sacrificio, continu a prestar oa 8.'us bons
servicos do desempenho daquelle cargo.
Ao commaudante do corpo de polica.Faca
Vmc. seguir par Caahotinho una forca de seis
pracas commandadas por um inferior, para o fim
de qu trata o Dr. cbefe de polica no officio por
copia de 26 do correte mez sob n. 406 Commu-
nicouse ao Dr. cbefe de polica.
Portaras :
Accuaandoa Cmara Municipal do Recife o
recebimento de seu officio, e recommendando ao
seu patriotismo todo o respeito ordem e legali-
dade em suae deliberacoes, deelaro lhe que nesta
data, officio ao Dr. chefe de polica no sentido de
providenciar de modo que essa corporac o seja
garantida e possa funcionar stm coaeco de des-
ordeiros que informa estaram no costme de in-
vadirem as galenas da sala de suas sesees em
attitude ameac^dora contra a mesma Cmara.
O Sr. gerente da Companhia Pern^mbucana
de navegaco mande dar psssageus at Rio For-
moso, na prxima viagem de r, ao professor Gas-
par do Nascmento Regueira Costa, sua mulber e
urna cuuhada e de proa a duas griadas.
O Sr. gerente da companhia Pernambucana
mande dar passagem de proa, at o porto de S.
Salvador, no apor que segu pra os portos dt
sul a 28 do corrente, a Marcelino Pereira Lop'B,
por conta das gratuitas a que o governo tem di-
reito.
O Sr. sup riotendente da estrada de ferro do
Rcife ao S. Francisco, sirva se de mandar trans-
portar gratuitamente e com direito bagagem em
carro do 2 classe, da estacSo das Cinco Pontas
de Una, a U obelina Fraucisca e Genuino Jos da
Silva.
O Sr. superintendi-nte da estrada de ferro do
Rccife ao S. Francisco, sirva-se de mandar tians-
portar gratuitamente, em carro de 1' classe, com
direito & bagagem, da estacio de Cinco Pontas a
da Agua-Preta, a D. Carlota Eugenia Villela dos
Sautos e a Joo Rufino Ferreire, providenciando
igualmente sobre a volta dos mesmos, opportuna-
mente.
EXPEDIENTE DO DB. SBCBETABiO
Officios :
__ Ao Dr. chefe de polica. De ordem de b.
Exc. o Sr. pre idente da provincia, transmuto a
V. 8., em resposta ao seu officio de 19 -lo corr-nte
mez, sob n 375, eopia do que ao m smo Exm. Sr.
dirigi o commandante do corpo de polica, em 25,
sobre a reclamacSo do delegado de Muiibeca
Ao Dr. juis de diroito do 2' districto crimi-
nal do R-cife.De ordsm ds S. Exc. oSr. prest
dente da orovincia, transmiti a V 8. para os fins
convepieot^s, copia do officio n 199, Je 23 do car-
rete mez, com o qual o director do presi io de
Fernando d.- N ironha remetteu para esta capital
os 27 seuteaciados constantes dasguias e relaco s
aqu juntas.
__ Ao Dr. juil de direito do 1* districto crimi-
nal de Reeife. De ordem de S. Exc o r. pr. si-
dente da provincia, communico a V. 8 que o di-
rector de Fernando de Nomnha, em officio de 23
le errante, participou ter feito emb.rcar com
destino esta capiul, os emBregadoa e o senten-
ciado Ma..oel J.s Mana, re^uisitados no seu offi-
cio do 6 do citado mez.
Ao inspector do Tbesouro Provincial. O
Exm. Sr. presidente da provincia, manda commu
mear a V. 8. para seu c mbeeimento e devid s fins
que nest- dit, BVutWtO o seguate despaeh> n.
peticao de Mara Jos Pereira Rosado, de que se
occuuaain sua if;rn.c3es, de 10 i- Agosto de
de 1885 c 4 10 correr mes, ns 9J e 543 :Nao
ba o que. attender, em vist das iufonuaco 8
\o presidente e vereadores da Cmara Mu-
nicipal do Reeife. Do ordem de *. Exc. o Sr
presid nte da provincia, remeti a Vv. 8a., 3 exem
piares impresa s, nicos disponiveis ds l-is pro-
vinciaes ao 1863-1865 e 1875, caben io me decla-
rar ibes que -s leia que decretam posturas para
et.se mumeipi > So as de ns. 556, de 4 de Malo de
1863, 563 -e 5 le Abril de 1864, 631 de 16 de Maw
de 1865, 859 14 -e Maio 1869, 1,023 d- 13
de Juuho de 1871, 1,158 le 36d; Abril de 18 1,476 de 19 de Junho de 1879.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 11 DK
JUNHO DE 1887
Adolpho Sil vino Baudel.- Prejudicado.
Augusto Jos Mauricio Wanerley.
Prejuduado.
Auna Maria da Conceiyilo. Siin, pa-
gando as comedorias.
Aurelio dos Santos Coimbra. Informe
o Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Antonio Perceliano de Barres Marinho.
Informo o Sr. inspector da Thesouraria
de Fazenda.
Francisco Carlos dn Silva Fragoso.
Passa portara na forma requerida.
Jos de Vaseonccllos. Sin), satisfeitos
os direitos fiacaes e foros em divida.
Jos Soares do itnaral. Sira, satisfei-
tos os direitos fisea;s e procedidas as dili-
gencias do estylo.
Jos Gordeiro dos Santos. Infirme o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
J .s Joaqnim Alvcs A C. c Paulo Jos
Alves & G. Informe o Sr. inspector do
Thesouro Provincial
Tenente Jos Bernardo do Rgo- In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Joao Laodelioo Dornellas Cmara.
Prejudicado.
Dr. Matheus Vaz db Oliveira. Siru.
Bacbarel Manotl Antonio dos Pasaos e
Silva. Em vista das inforinaes requeira
ao governo imperial.
Raymundo Bernardo Laascrre. Inter-
ponha o seu recurso para a junta de fazen-
da, nos termos do artigo 14'j do regula-
mento de 2 de Julho de 1879.
Dr. Roberto Alves de Souza Ferreira.
Remettido do Sr. inspector da Thesoura-
ria de Fazenda para mandar attender da
accordo com sua informac&o de 7 do cor-
rate, n. 343.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
bue-o, 13 de Junho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartirn da Polica
2'secsao. N 537. S3cretaria de Po-
lica de Pernambuoo, 13 de Junho de 1887.
Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
qua ioram recolhidos Casa de DetengSo
os 8'guint?s indivduos :
No da 11 :
A' ordeu do subdelegado da freguezii do Re-
eife, Floriano Freitas de Jess, Jos Antonio da
Silva, JoSo Moreira de Jess, Jos da Peuha, Leo
poldino Flix da Silva e Mauoel Thaoioro do as-
cimento, por disturbios,
A' ordem do do 2o dstricti de S. Jos, Manoel
Euzebo Gomes de Moura, por disturbios.
A' ordem do do Io districto da Boa-Vista, Joao
Baptista Aotunes de Mello, pre30 em fligrante por
erime de tentativa de furto.
No dia 12 :
A' ordem do Dr. delegado do Io districto da ca-
pital, Cyprano Francisco Martius, Ildefonso (ion-
calves de Siqueira, JoSo Francisco Pacheco, Jos
Pereira de Azevedo, Joaquim da Silva, Manoel
Francisco da Silva, Vidal Cardoio de Barros e Jos
Fernandos Rodrigues, por criine ->e furto.
A' ordem di subdelegado da freguezia do Iti-
cife, Bertbolino Lopes de Souza, Jos Marcelino do
Nascmento e Joao Fernaudes da Silva, como va-
gabundos e turbulentos.
A' ordem do do Peres, Jos Paulino da Silva
Montenegro e Jlo Pedro de Sant'Anna, por criine
de furto.
Deus guarde a V. Exo.-Iim. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicenta de Azevedo, muito
digno presidente da provincia.O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Proviocial
DE8PACHOS DO DIA 13 DE JUNHO DE 1887
Tbomaz Coelho de Almeida Sobrnho e
Fr. Jos de Santa Julia Botelho. Infor-
me o Sr. contador.
Contas da 15 parte da lotera do fundo
de emancipacao. Examinem se.
Maria da Trindade Aarros. Registro se
e facam se as notas.
Joaqutm Pinto Lipa, Francisco Joaquim
Antunes, Jos Mana de Souza Ar Mauoel lunes Vwnaa, Millo <& Vianna,
Pohlman G. e Tiburcio de Oliveira A
C H-ja vista o Sr. procurador fiscal.
Francisco Ferrara Borges. Csrtifi
que-se.
Gatbarina de Sjnna. -Informe o Sr. Dr.
administrador da Recebedoria Provincial.
ISSTRCpAO PUBLICA
Metilo Jo logia
Ligio DE LOAS
VII
9. qoestIo
Methodo aimpregar as lioes le cousas. =Exe.r-
cicios oraes, -scriptos e do desenho aslines
de ecusasEx-mplo de urna d'eilas sobre algum
facto da historia nac nal.
A apropriaco de todos os processos de ensino
i. natuma d^s faculdades ii.teikctoaes e o seu
desenvolvnneuie espon'au-o, isto ometholo
intuitivo=(qual o detine P; R .u,*elot), tal o
metbodo aeinprcgar as -lic5a de cousas.
Inspiradas nMl as lioes de couaas ksSrfotam
ues e8 principios, resumid s porC. Hippeau :
Cultivar hb faculdades pela ordem natural de
aeu deaenvolvimenio ; por cous>-?uinte comee pelos seatulos ; io diz^r a creanca nada do que
ella pode descubrir por si mesma.
Reiusr cada objecto a s us elementos mais
Biiupl s Explicar apeuas uina difficuldade de cada
vez; cami'.ar paseo a pasao e-in parar, p is a
andida damformac nao est uo qu- o mea
ir ple dar, m o que o discioulu pOJe rece-
oei ; dar a cada lcao um fim iuiinediato ou pro-
I'IDU, .
Deseovolvor a idea, d p.is a p.l-vr ; hperf.i-
coar a liugua.'em ; ir do cnhecido para o deseo
uhecido, do particular para o g-ra, lo correut >
para o abstracto, do simles para o composto.
Eis o methodo das heoo de causas, em seu es-
pirito, em suas vsus geraes.
Os ex rcicios que a lica de cousas pem e*.
pratica saoora^s, esenptos e de d<-seobo. Nos
uraes reside a esseuci da liyo, nio peda ser da-
da s.m elle e sua Ifcma ordinaria adalo
gal,stm prrjuio de outra que a natureza do as-
sumpto requeira. Os exercicios com a escripia
aproveitam, quer como meio ds melbor fxir na
memoria dos alumnos cjrtos nomes, ce'tos loeu-
coes, (uer como meio de habitual os a escrever
regularmente, com urthograpbia. O J s.'iiho
tambom auxiiiur de grauJ- valia : quaudo o pro
fesaor nao p Je exhibir o objecto de que so pro-
pe tratar, nem delle tem urna imagem, pintura,
etc., til tracal-o em esboco na pedra ou qua-
dro em que so fazem 03 exeroicios de calculo ;
mesmo em presenta do objecto s vezes neces-
sario tracar no quadro algum a de suas partes que
meroca especial attenco, no sentido em que di-
rigida a lico que se est fazendo.
Alm d'isso, podem os proprtos alumnos no cur-
so da liclo fizer deseuhos adequados a seu objec
to; nesto sentido ha um trabalho muito aceitavel,
do dUtiucto profossor Cyrllo S mtiago e que foi
publicado em folbeto pelo llremio dos prolessores
primarios (1).
'Cxemplo de una lico de cousas sobre algum facto
da historia nacional
Como nao arnt prelecc&o de historia patria o
que aqui e pede, mas apenas o ensino intuitivo
de um facto d'ella, p ie fazer-sc o exereicio sug-
gerido pelo programma, aproveitanio algum tre-
cho adequado do livro de leitura
Abrase, v. g., o das Leiuras se'ectas, pig. 93
da l.1 eiico cu 92 da 2.a P.-obidade dos patrio
tas pernambucaroos de 1817.
O mestre preludia recordando aos meninos qu
esta patria, o uosso Brazil, foi colenia portugueza.
Explica o qae coloni i e como eramas outao go-
vernados. Assim como suceede .s meniuos, que
primeiro, emquanto pequeos, e3tao sob os cuida-
dos de outrein que por elles vela, dirigc-os, e s
mais tarde, quando a idaie prepra, quaudo
teem. erescido, quando chegara a homeos ento
que cuidam por si mesmos de tratar de seus nego-
cios, do cuidar, por sua cont. propria, de sua
vida,;usim tambem as nacocs emquanto novas
nao se governam, estao oh infancia ; di-p^is vo
crescendo, vao aprendeudo a viver, at que che-
gam tambem virilidade, idade propria de re
ger-se, tratar por si mermas e su i propria custa
de seus negocios e iuteresses. O menino cresc
e ebega sua maioridade, idade de cuidar de
sua pessoa e bens : a naco se desenvolve e at-
tinge a poca de se tornar independente.
Os alumuos teem ouvido fallar da independen-
cia do Brazil: o mestre dizlhe que este chava
se j ebegado dade propria de fizer sua iodo
pendencia, raa3 coooo era colonia, pertenceut-i a
l'o.-tugal, precisava s-'parar-3e d'elle e, muito na-
turalmente, os portuguezes quo possuiam e3ta co
hnia como a roelhor de todas as suas, nao se acha-
vam dispostos a perdel-a.
Os pemambucanos, que seropre se (iiha n mos-
trado C0303 di sua liberdade e haviam feito a
guerra dos mscala o a dos boMaudez s, trata-
ram do promover a in lepen leneia. Nao a? ti-
nham p rm de todo preparado, quando o gover-
nador, Cattano Pinto, teve denuncia de que se
tramava a revolucao e mandou fazer a prisao dos
principaes compromettidos.
Isto precipitou os planos dos patriotas e deu
lugar a romper a revolucao aos 6 de Margo de
1817. Pelro da Silva Pedroso foi o principal h-
roe iic33j rompimento : resisti irdem de prisao,
fez tocar a rebate o seguio com parte de seu re-
giment e artilb ira para prender o governador,
e em caminho soube ter esto fug di para a forta-
leza do Brum ; Pedroso dirige se entilo para a
cadeia, solta os presos. No dia seguinte o gsver
uador intimado pelo< patriotas, sob o cimmando
de Domingos Theotonio, para entregar a fortaleza
do lirum a capitulou.
Tratou-se cntao de organisar o governo provi-
sorio, por entre estrepitosas manitesta.'oes de ju-
bilo.
(E' escusado diz:r que o nvstre explica todas
as palavras que os meninos ignoram.)
Mas a revolucao co.necara quando nao o prs-
tendiam aioda os patriotas ; nao eslava, portan-
to, completamente preparada a sua victoria, fal-
tando lhe elementos que coutava obter, foi curta.
Contra ellea vieram tropas portuguezes da B >hia
c urna esquadra para bloquear c Reeife. Com o
approximarem-se essas tropas a revoluca* p r i u
o concurso de Alag is :Os patriotas foram ba-
tidos em Pindoba. O exercito republicaco reco-
lheu-se ao Reeife. O commandante da esquadra
portugueza recusou entrar em negociado s esm
os chefes patri .tas e estes cederam o p der a Do-
mingos Theotonto que assumio a dictadura, ten-
tando nova proposta que o cintra tudante do blo-
queio rejeitou.
Ao mesmo passo chegaram polo sul as tropa-*
realistas e Domingos Tniotoni >, para nao ficar
cercado, mi.rcbou para Oliuda, d'alli seguindo
para o tu_-enho Paulista, onde foi acampar
Neste ponto, o professor tendo assim habilitado
os alumnos a bem compreh^nierem o trecho das
L"ituras selectas >, de que cima tratamos (>.
poder aiuda mais resumir o histrico que deixa-
mos feito), far cntao lr, pela clasa.' ou por al-
gum alumuo que designar, o trecho da Pivbi-
dade dos patriotas pernambucanis de 1817 D-
fois, explica qiaesquer termas nao familiares aos
alumnos, pequeo commeotano ao texto, c turna
sa 'ente o facto da entrega dos cofres quj eata-
vam em mo do. revolucionarios.
Depois explica os termos que por n5o familia-
res aos alumnos pre-;isam de esclarecimento ; f z
o commentario do trech. lide, por modo a ser bem
eoteudido pelos mininos, e dirige-Ibes ento as
perguntas neeeasarias qur para verificar que
elles realmente couoprebe.ideram, qur para fixar-
lh salieute o facto de baver. m os pemambucunos
dado o excmplo raro di tamauba bouradoz. qual
essa de em conjuncturas taes, veocidos, persegu-
d. s e teudo daut' d is oibos a perspectiva do ca-
da falo e arcabusa-uent, exp.rem-e a todos os
perigos e virem entregar os cifres pblicos in-
tactos auturidade legal. Repete-lh-a c .m elo-
gio o nome do capitn Manoel de Asevedo que
veio para o Recite cun ous poucos soldados do
exercito patriota, j m debaodada, trazer aquel-
les cofres, dando lugar asaim a ins^rever-si- na
historia desta provin.-ia urna pagiua qu*: a enche
de orgulho que faz redamar se para esse mailo-
grad.i movim alto o nomo de revoiujo hon-
rada .
Por ultimo, pol r maular escr ver pelos
alumnos, ou o trecho dctalo, ou o resumo d'el.e.
(I) Conferencia pedag.gica sobre lices de cau-
sas, 1881.
PERNAHBUCG
uiililil U BiBf b-3
Batane 'o em-lre tl*
H || de Ouiobro de
AcUii
A<*tual i.b at-'ciioeinto d'a-
ie Halo
gd :
Valor dos br .8-xisiente8
Viooli es pr iviuciaes de
Valor de '200 apohe -s
Diversas pr >pri' rld -s :
Gondoinioio de Apipaos (17 1/2/
100)
Chalet do Prata
EogeiDbo D >Us InaSos e
Dalia do Capim do
75 )
JO
700J018
;'00f lOl)
Muss
U.ua casa em terreno do
mesmo
19 Gasas no pateo do
mesan, estrada do A^u-
He e Pe Ira Molh
Posse ia situajao do Fer-
raz
Terreno d marinha n.
227 G em aberto na
ra Imperial
dem dem n. 209 P
murado e com casa na
ra de S. Jvio
I )em idem e casa, raura-
rado, na ra Mrquez
de H'rval
Valor de uma parte da
casa n. 6 na travessa
dos Guararap?s
dem idem da de n. 56
na roa do Riachuelo
Onces3onario3 de peonas
d'sgua
Movis diversos :
Valor dos existentes
Ferramentas e machinas,
etc. :
Vulor das existentes
Kaowlea & Foster, conta
geral :
Saldo desta conta de
1282 -2 3 do cambio
de 21 7|S
Materiaes u^i deposito
para conservacSo :
Valor das qus existem
Linha telephonica :
Uilor desta conta
Car vo era deposito :
Valor do qu.i existe
F-rrainentas para pennas
d'agua :
Valor das que existem
Materiaes para pennas de
agua :
Valor das que existem
Obras novas :
Pelo que s-o t 'in despeo
di o com as obras
Pelos direitos pagos na Al-
faodega
Lindoa & Brssilian Bank
Limited :
Diuheiro em conta corren-
te em juros
Ci.xa :
Dinbeiri existente dos di-
videndos dos semestres
anteriores
llera idem do diversas
obras, verbas
Somma
Passivo
Capital :
elo v cWdelOOJ :ada uma
Consumo d'agua :
Pelo saldo desta conta
Dividendos de semestres
anteriores :
Peta qu'o resta a pagar
Sctuag -simo stimo divi-
dendo :
Pelo que se destinou para
este dividendo
Portadores dos ttulos de
eraprestmo
Peta valor de 1000 obri-
gacpjs ou debentures de
i lOO cada uma, total
de 100,000 ao cam-
bio de hoja, 21 7(8
Lucros e perdas :
Pelo sali desta conta
88:294^354
200*000
14:687.) _' i
1:881*240
50*00i'
9:982AS0J
12:3214300
1:039*630
500500'
27:734*08'
3:565*000
5:237*>5 14:0665600
30:601j7f-';
1:548* "HW
5:405572'
553*320
7:996*0i'J
1.202:386*024
148:022*33-3
91:315*606
3:083*800
17:975*9)0
2.493:705*609
1.200:000*000
27:734*080
3:033*301
52:800*000
1.097:142*800
112:944*879
17
8:
556* 48
000*000
1 lECNHl
<_ ------------------ -
Somma 2.493:705*609
Escriptorio da Companhia do Beb.^rioe,
era 5 do Novembro de 1886.
O director gerente,
Ceciliano Mamede Alves Ferreii -
Balance losemeNlredel iit >ovi'in
Dro d isso a 30 de abril de ii
Activo
Actual abastecimento de
agua :
Valor das obras existen-
tes 759:700*61S
Diversas propriedades :
Condominio da proprieda-
de de Apipucos (17 li2/
100) 17:556*54S
Chalet do Prata 8:000*000
Engenho Dous IrraSos e
paixa du tapio do Muss 88:294*'3;o4
Uma casa em terreno do
mesmo 200*000
i9 casas no p >teo do mes-
roesmo, estrada do
Aowle e Pe .ra Molla 14:687*126-
Posso da situacao do Fcr-
r,iZ 1:913*240
Terwno de marinha d.
227 (i. em aberto, na
ru Imperi 1 WjOOt
dem idem n. 209 P, mu-
rado e com casa na
ra ne S. Joao 9:082*800
dem idem e csa, mu
rado, n ra do Mar
quezdeHrval 12:321*800
Valor de uma parte da
casa n. 6 na traves-
sa dos Gu.rarapea 1:039*630
Heno da de n. 56 ra
do Riachuelo 500*000
Muveis divTsoe : _^
Valor -ios existentes 3:585*009
Conce8sion-ri>8 de pen-
nas d'agua :


Diario dfc ernambcoTer$a--feira 14 de Junho de 1887
H
Valor desta corita
Ferramentas e machinas,
etc.:
Valor das exista*
Materiaes em deposito
para conservadlo :
Valor das que existen
Linha telephonioa:
Valor desta coata
CarvSo em deposito :
Valor do que exUt*
Ferramentas para peanas
d'agua :
Valor das que existem
Materiaes para peona
d'agua :
Valor das que existen
Obras novas :
Pelo qua se tem despen-
dido com as obras
Pelos direitos pagos na
Alfand-ga
Load Acasilian Bank
Limited :
Dkibeiro em conta cor-
reate com juros
Caixa :
Diabeiro existente dos di-
videndos de semesties
anteriores
dem idem de diversas
verbas
Somma
Passivo
Capital :
Pelo valor de 12,000 ac-
53S a 100$ cada urna
Consumo d'agua :
Pelo saldo desta conta
Dividendos de semestres
anterioras :
Pelo que se resta a pagar
5;tuagesmo eitavo divi
deudo :
Pelo que se desiinou
para este dividendo
Po tadores dos ttulos de
emprestioio :
Pelo valor de 1,000 obri-
gajoes ou debentures
de 100 cad urna,
total 100,000 ao cambio
de hoja, 21 3[S
Knowles & Foster :
Pelo saldo de conta geral
de 13,48!) 1 1 ao
cambio de 21 3jS
Lucros e perdas :
Pelo saldo desta conta
27:8945720
5:2370250
30:6010757
1:5480000
5:1481890
2:6740880
46:9760570
1.442:6750284
90:1690706
60:0000000
2:7530800
2:4880730
2 636:0000203
1 200:000000
27:894^720
2:7530800
60:0000000
1.122:807 020
151:4560048
71:0880617
2.636:0000203
Escriptorio da Companhia do Beberibc,
Be 5 de JHaio de 1887.
O director gerente,
Ceciliano Mamede Alves Ferrrira.
Junta Commerclal
ECRETO N. 8,686 DE 23 DE SETEMBBO DE
1882
Prorog i o prazo concedido a Companhia Fideli-
iade, de Lisboa, par* realisar operacoes qo im-
perio.
Attendendo ao que me nquereu a Companhia
de S guroe Fidelidade, de. Lisboa, devidamente
reprtentada, e do conformidade com a minha im-
medi'.ta ns.luco de 9 do corrente nvs, tomada
sobre parecer da seeco doe negocios do Imperio
do C'iiS' lbo de catado, exarado em consulta de 12
de Agosto prximo fiudu, Hci por bem prorogar,
por d-z annos, o prazo que Ihe foi concedido pelo
decreto n. 4,812 de 10 de Novembro de ld71, para
realisar operacoes no Imperio, com agencias as
provincias de Pernambuco e Maracba.', mediante
ss cUusuias que baixaram cim o citado decreto.
Andr Augusto de Padaa Fleury, do meu con-
selrro, mim>ro e secretario d" estado dos negocios
da agricultura, ccminercio e obras publicas, assim
tenba entendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, tai 23 de Setembro
de 182. 61' Ja Independencia e dj Imperio.- -Uom
i rub lea de Su \I gestada o Imperad >r, Audrt
vgmto de Fadua le-try ,
, Pe 1ro, pr gr.tca de Oeus e unnime acclami
co dos povos. Imp ral >r jonatituciooal e De -
Cena r r*erp tu i do Brazil.
Faca saber aos que esta minha carta vi rea, que
attcnJenloao me req lereu a Coupauhia de Seg
tos Fidediade, d- Lisboa, devidainente represen-
tada, e de confoimidade c< m a miuDa iinin 'diata
resi'ucl) de 9 do coi rente mes, temada subre pa-
recer da seeco dos neg ci es do Imperio a.> c iu-
lelb de estado, exarado em exulta d > 12 de
agosto pr.ximi nuda, Hei p r bem pr.rogar por
d:z anuos o prazo que Iba fui Concedido pelo de-
treto n. 4.812 de 1) de Novembro de 1871, para
realisar pe atoes n > Iaip iij com agencias uas
provincias de Pernambuco e Marsnha>, mediante
ss el iHsulas qne bailaran com o erado deereto.
E pa-a fi'ineza de tudo mandei passar a presen
te Carta por in in assigua-i* e sedad coro o sedo
das armas impenaea.
Dala no p.laeii do K o de Ja iro, cm 2 i de
Betembro de 1882, til d. In Idpendenoia e d lm
peno.Imperador. Andrt Augusto de Padua
Fleury
(i rpela qnal Yuss Mages'ade Imperial H
por b- in prorog-ar o prazo c. ucedido ft Uoinpa
nhia Fidelidade, de Lisboa, para realisar opea-
joes no Imperio, com > acuna se declara.
Para Vossa M-g-stade v..
N 21. :'agou 420*010 deslio. Recibedoria,
m 30 do S tembro do 1882 Lima S 'gueira
Lemos.
Registrada a >. 79 v. do vro c mpefnte Di-
rectora :o cimmi reio lo Mini-'erio da A-'iieultu-
ra, cm 30 de Siembro de 1882 -Antonio Manuel
Xavier Bittmcnnrt.
r. 65. Acarra imperial Diario Oficial u. 271,
do qual eon-ta o decreto n. 8 686 de 3 oe Seiem
fcro de 1882, e a pn.curacau junta d C mpanbia
Fid> iidade, de Lislaoa, pr .rogando por uiaia Oiz
innos o pras' que Ihe foi c.ucdido pelo decreto
m. 4,812 de 10 de Nov-mbro de 187', para conti-
uar urna agencia de seguros nesta pr>ga, est',
escripias em qu.tr.i fulDas de pap-1 p neradaa e rubricadas, e sao archivadas em rom
rmente do despacho de htnr.m da Mentihsim.
uta Commerciai. Pagara 5*000 de sello d.
arebivamento e 200 lis de 5/, ddicional em es-
tampabas, que sno uor mim luntilmadas na f r
ma da lei.
8eretaria da Junta Commerciai d cidade d.
ReciiV, 27 de Maio de 1887 O secretario, Juli*
Quimariei.
KfiviSTA DIARIA
L.irru<-Por portara da pieeidtncia, de
11 do correnie, fui conredida a licenca de 30 das,
lom Teuciiiicut. s na lrma d le ao inspector de
kjgieoe Dr. Ma>heur Vhs ae Oiveira.
Cab aah marinoG amnuic n-nr B bor,-
tem aWeater o and tram Jan Te.egra i h C m-
paoyacbanm se restabelecida as Communica-
aSe.- telegraphicxS iutn ns provincias do Maranhio
do Para pelo c>. he n.1 naiino.
* Paqsiete Euplrllo Ssidio D.ve boje
mnbcce aqu i o v.p da vulta de sna vn g- m nos rorii s do o re.
Prormxir rlt-Btillildo, Acerca da de-
missiu do profetsor o< 8. Heuto loi nos rt noel ti da
da Secretaria da Pn sidencia para pnbncar a te-
euinte informa (o :
* S. 1071 dpedera Geral da Irsti arelo Pu-
blica ?'ernaui fcuei, 29 de llarfo de 1887 IInu
e Exo. Sr. T < roo ebegado ao no o coiibecimrnio
Sne o professo r pablico de ensioo primario de ti.
ento, Lua P animo de Holanda Van i c>, ex- rce
ra as fu icces de jan municipal upyUvt>, Verifi
aado o facto por ceriidao ttatettbie, uve de, em
ruta do art. 112, 4 do regnlamento vigente, so-
bre elle oovir o BMasrjo pwfeasor e levei o caso ae
conselho Htteraro, que por 4 votos contra 3, opi
noa qne nii perdTa por isso o profeseor a aua ca-
deira (parecer junto por copia, approvada em con
ferencia extraordinaria de 24 do corrente).
O caso, porm, idntico do ao profeasor Leon-
tino Pimentei Angelim, que regia a cadeira de 8-
Prtdro de Ouricury, sobre o qual informei em data
de 21 de Deaembro ultimo (officio 384), e que foi
eooaidarado laaiaaipativil, pactando por iaao a ca-
de n (BDrtaamde llde Janeiro ultinaA
. 8a ka iliaairiay que o profesa r de b Pedro
eontasiUva o taet qae o abrigoa a dear o raa-
gisteme o da 8. Harto coarfaasa ter exaxeido fua-
Soes i^mpatr^a oam aa de profesaar publico,
otra o diapaato na art. 1 e .ncortendo na conv
minaaio do art. ll do regalat ento vigaate. Al-
iena ate proeaaor qaa nao aaaitoa, poalenormea*
im n-maaa*i pam o aaagiatario, cargo algum
ineeoapativel e qae tawdo tuiaainaneado aavrer en-
tra lo em exercicio de suas funecSes magistraes,
impartou isto o dever ter sido exonerado pela pre
sidencia da provincia.
A primeira allegaco tem contra si a lettra do
regulamento. Aceitar e exeroer (art. 112 4) e a
mt.Uigencia que j se lbe den com relacao ao
mencionado professor Lemtrno. Eaadnittirse
a interpretacae contraria a qua enro prwaleceu,
pessoa que fosee nomeada professor j asado an-
tas drsso empregado publico, poderia ficar aecu-
mulando os dous cargos, apesar de ser expressa e
terminante a disposivfo legal prohibitoria da ac-
cumulacio, o que inadmissivel por absurdo e
contradictorio.
O profjssor de S. Bento poderia nesseaso as-
samir como jais municipal supplente as ronecoes
de juis effectivo, dar audiencias, sahir da adc da
cadeira para diligencias jndiciaea, etc. lato a
lei nio querendo qae o professor s-ja senao protea-
aor, doixaria, entretanto, que alie preterase o en-
auio pela judicatura, aem perder o logar de mestre.
A segunda allegaco de ter participado o ha
ver assumido o ex 'reicio de profesaor, n&o aprvivei-
fa quanto ao facto de ter, depois disso, o profesaor
exercido o cargo de juia municipal supplente. E ai
se cooaiderava demittido o professor, como que
assumlo o exercicio de juiz? Nem lbe aproveita o
argumento que s psderia dedoiir do facto de ape-
nas ser supplente e nao effectivo as funeces de
juis.
1. Porque isto nio altera a natureaa dessas
funecoes.
2o Porque mesmo em supplenea o exercicio
da judicatura embaraca a do magisterio.
8.* Finalmente, porque no domiuio da legista-
co actual o juis .municipal supplente tem funeces
effectivas no districto de sua junsdie;li. (Decre-
to n. 4,824 de 22 de Novembro de 1871, art. 6
3, art. 181).
O professor de 8. Bento eisaem seu abono um
precedente dado a respeito do Dr. Inoocencio Se-
raphico de Asis Carvalho, profeseor que foi do
Collegio das Artes; nao conheeo a decisao do go-
v< no sobre o caso, mas:
1 Tratava se e nto de dous empregados ge
rae e a soluclo s poderia ser em vista daa lea
geraes
2-0 caso vertente achava-se sob o domiuio
da legislaclo provincial, por ser empregado pro-
vincial o professor de S. B oto ; devem pois pre
valecer as disposicoes legaes e regulamentares
provinciaet.
3- Megmo que t pela legislacao geral se
devesse reger o caso de que me oceupo, nio sei
que esteja revogado o aviao n. 6 de 3 de Janeiro
le 1873 quo declara inc.mputiveis e.s funcc.'e
de professor e juiz muoieipii.
Ai.ida que ae quizease contestar ao lugar de
juiz municipal supplente o carcter de emprego
publico, (que por ter titulo, juramento, emolu-
mentos e gratificacJo no caso de exercicio pleno),
n'smo aeaim nao escapara da generalida nos
termis da lei provincial o. 1320 de 4 de_ Feve-
reiro de 1879, que incompatib'.lisa o jubilado, o
ap sentad e a o que i-rnente exerce funecoes
puolicaa a titula de commmies&o ; nem se poderia
compr hender na excepcao estabi-lecida pela lei
n. 1311 de 18 de Feveieiro do mesmo anno, que
se retere a cargos de confianza poltica, taxativa
mente designados, e ntreos quaee nao se inclue,
nem se poderia incluir, o de juiz, queuuncaae
considerou tal nem o pela natur za de suas
funecoes.
Finalmente o facto de ter assumido o exerci-
cio por ordera do juiz d direito, tambem uo des-
culpa.
Este facto nao est provado e quindo csti-
vesse, o professor de S. B- nto, que diz haver re-
nuuciado o lugir de juiz municipal supp'ente,
nao poda sem contradiccao cumprir essa ordem,
,u alia nao Ihe podl-i te* sido dada ; o sup-
liente teria de entrar no exercioio, por forc de
S'-u cargo, em virtude de seu titulo, e nao porque
Ih'o mandaa=e quem quer que fosee.
Nestas condicoes p-nao que cabe decidir-se
como foidecilido acerca do professor Leuntmo
Pimentei Angelim.
V. Exc pjrm, resolver como mus acertado
entender.
u Dtus guarde a V. Exc.Itlin. e Exm. Sr.
Dr. f--dro Vicante de Aieyedn, moi digno presi-
dente de ernambucoO inspector g*ral, Joio
tiarbalho Uclita Caealconti
TuuMlru de Kania InabelEatreou no
aabb*d) ultim", neste tbcatn, a eotnDauhia lyrica
italiana de op-raa e opereta', com o Boceado da
V. Supp, li.iliasi-n i opera-jomiea, bem conhecida
j do publico d sU capitil.
Q i iei todos os arnst-.s qu-* desempenh-iram os
pn cipa-s pip'is do Boceado fizeram parte da
companhia, t-nub in sob a direcco da Sra. Naghel
e do Sr Milone, qu trabalhava no theatro das
Variedades, no a'in i prox uto p.ssado.
Foi multo reguur a deaeoipeoho da p-'*;a, quer
pjr pirte da orenestra, quer or parte dos artis-
tas, qu- f irain saudtdis com applauaos e uo fino do
3 e ultimo acto charo id is sceua.
Ap- aar de ter sido invernosa a noite e baver rs-
p el culo no 'hearo de 8an'o Antonio, bouve
quasi ench-ote completa no -'anta la. bel.
Foi esta um-t das poucas veses em que, escru-
pulosam ote, f,i leseinp bida sem suppres-oes
.. partitura e em que foi completo o mise en scene.
Kntibo Pela mi-riigoln de hontem a cigar-
rana n. 5 de propriedade do Sr. Jacintho Pacheco
Pontee foi v a 'a-la por una larapios que, com o au-
xi io de um t pa, conseguir^m arroiibar a | arta
o,ue d para o quintal da f-ibrica o por abi poderam
penetrar no interior da inesrn-t e ah, alera de
I2 ehec aUiviado em inais 16 caixas com charutos, 2
laias com fumo, mu tis masaos de cigarros, brin-
que los para cianeas etc.
()j iiiliS.-st-ii' r-iin, i lm debalde, arrombar
urna p na que d entrada interna para a casa con-
tigua na qua! tem sapataria o mesmo senbor.
Decidam nte quisemio se resfolgar na vespera
e da de Santo Antonio custa do Sr. Pacheco e
cousignaD-m-o'o.
A polica tomn c-uh cimento do facto e pro-
c- de de coiif irmidade com a l-i.
Fatuidad** de Itirello.Acham se ma-
'i o ao s na Faculdade de Direito desta r.idadr
770 egiudanles, sendo n- 1* anno 161, no 2' 178,
n< 3- 204, no 4- 119 e no 5- 106.
kmeilnhaDii-tribuio-ae o 10 nmrero dea-
ie j mal que ae pub iva noa das 10, 20 e 30 da
i-ada m-iz.
U> eeberroa o exemplar qae os remetieran) e
agradec moa.
ti'jtn a Desea ci^ade recebemos o n. 35
i a batel de Goyana, que tras a aeguinte no-
dicia
. Faci caauaH'j', por vclta de 10 h ras, o
cs'Xi iro di. br. J. aquiii Antonio de Miranda, por
i.iim Arisiheo Pinbeiro de Mendouca limpava
um re'dlve que caeualm-nte dieparou, attuign
do a bala a labios, e paitindo a puna d ntea d i
eseravo daqol'e senh< r. Sirva isto de exemplo
para que se oo reproudsa o mesmo facto.
Exaues da Propagadora Eis o resul-
ta :o aos prtatados nos diaa 8 f 10 do ovrreute :
Careo preparatorio
Di -enh lnear
Oenoveva Teixeira, plenamente
Mana Anselma da Couceieao, idem.
Francisca F. do Bosario, id. ra.
Ifaria O. Ferreira .Santos, idem.
Apngia C Soares, idem.
J anua v*. de Lima, idem.
Anna L. P L bre, dem
Mana D Monteiro Lina, idem.
Amalia Voinier Linden, dem.
Mana do Roaario Si \a, idem.
laabel G Ferreira, approrada.
Mana T Cau.oea, dem.
Z-iimira Castre e Silva, idem.
He a, ve uta Fernandas, idem.
Seis reprobadas.
S'MT
Cadeira de moral
Armada de afelio, plenamente.
Fraotuca Lana Caraeiro, idem.
Francieca R. Costa Lima, idim.
Aquilina Fernaudes, approvada.
Adeliua Cabral, idem.
Amalia Basroa alariaho, idem.
Oailbermina Fernaudes, idem.
Daa i nao comparecern
Cadeira de geometra
Zulmira de Ratis e Silva, distineelo.
Theresa de Mello, plenamente.
Urna reprovada.
Preres do asaorarSociedade Auxilia-
dora da Agricultura de Pernambuco, em 13 do Ju-
aaa de 1887.
8rs. indartiaaa Afhnado nr boje ultimada a
couVita da aafra de 18868f em toda a zona as
aoaareira da Europa c prineipaas paises produc-
toras de aseaear dseanna, mo ser fra de pro-
poaito comparar os leaaltadw obtidos com as apra-
ciafias antariores raaativaa, quer m quantidade do
assaaac esaasado, qaar aoa pcecoe qaa eneaatcasa
o nasaasa gsaejsj noaaaercadoa esBraageiroe e naaio-
naes.
No priacipio da safra, em Setembro de 1886,
Mr. Licht de Magdeburgo, cojoa dados eetatisticos
e previsoes aaerca da prodcelo do assucar sao
tidos geralmente como m-iis au:orisa!rlo3, avaliava
a safra da beterraba europea pira 1836 -87, em
2 500 mil toneladas, repartanio-a d'eat'arta su-
perior a precedente ea cerca de 400 rail tonela-
das. Na mesma epochaos dapieitos tiuhim ex-
p-ritnentado urna dimiuuiclo de 7 /, o coasumo
reassumira a sua marcha ascendente. Entretanto,
a perspectiva do tal augmenta de 400 mil tonela-
das ns safra nova peava a cspeculaclo; os preoos
permanecan! estacionarios nos mercados iuglez-B
as immediactSee de lOsch. por quintal (0k.78,l
para o assucar de beterrababase 88, e para o
nosso bruto bom (n. 9), que os refinadores costa-
mam pagar pelo measeo preco, e tal era a falta de
coatMuva em prxima sub da, qae os preys vanea-
do de 10 a 11 sch. effectuavam-se vendas de as-
sucar nevo para ser entregue em Novembro, De-
ze nbro e Janeiro.
^Cim tudo, attendendo s cantestacoes que sof-
friam os algariamoe de Mr Licht ns quedizia res-
peito safra francez*, avahada por el e era 485
mil toneladas, aa passo que o jornal dos fabrican-
tes de assucar duvidava que ella che^asse a 400
mil; e tambem a da Auatra-Hiiugria,'para a qual
Mr. Achleitner d-i Vienna nSo aceitiva a praviso
de 500 mil toneladas, asaim como s ms noticias
relativas ao rendimento cultural na B'bernia, Sa-
xonia e outraa partes da Europ. central, sdmittia
eu, na carta que Ibes dirig em 29 de Outubro
prximo pasead), qua o excesso nao ira muiso
aleo de 203 mil toneladas, e que estas s.-viam ab-
sorvidas pelo augm nto do consumo patenteado
pela diminuifo dos depositas ; pea que poderia
o nosso bruto subir at 12 aclis, ou 12 seba. 6 d.
por quiutal (i sehs. 6 d. ou 3 sebs. 8 1/2 d. p ,t
15 kilos).
Devendo, neste caso, contar com 3 ssh. 7 d. por
15 kilos, que a o cambio le 22 d. por mil ris ib*
danam aqu 1J950, teria podido o exportador, las
contando os 30 /, que sao tidos g:r-ilmeute como
devendo ser accresceotados ao prr;o loeal da com-
pra para as d.-spezas de impostas, frete, commis
s5es, etc. pagar ao vendedor cerca de 1|500 por
15 kilos.
De certo, semeihantopr#co nao teria sido remu-
nerador para a immensa maiona dos nossos pro-
ductores ; pois reprerenta a penis pira elles o
^asto da prodcelo no praprio enenho, e nada
deixa paia o frete de terr*, o de barcaga ou va
frrea, a balauca c a cominisso do corresp-ondeo
ta ; despezaa estas qu* s^mmadas importo n geral-
mente e.o 3'J0 ris p r cada 15 kilos; m .s com elle
pjuco tenam perdido os agricultores col locados
em circumstancias favoraveis de proximidade do
R'.'eif., ou mesmo das estacoes o-i portos de em
barque, e tenam lucrada algumi. cousa os que, dis-
ponda para o fabrico de apparelbos mais perfeitos,
produzem assucaies de qualidade superior que oo-
teem presos maiores na pra$i.
Entretanto, tal bubida lo s-' dea nos mercados
reguiadores, e pelo contraria os prer; ia desceram
em Novembro abaixo de 10 sch., por ae ter torna
do cada vez mais provavel o excesso de 400 mil to
ne1.a-las pr> visto pir Mr. Licht na prodcelo do
assucar de beterraba e se achar annunciado outio
de 10 mil toneladas na do assucar de eanna. Por
isso, na minha carta de 14 de Dezembro, dsse Ihes,
que ilo havia mais probabilidade de aubida de al-
guma importancia no correr da safra que se esta-
va co'h'-ndo.
Achava-8e, naquella occasao, nos mercados in-
gieaes, o noaso u. 9 por 10 schs. 6 d.; preco est-j
que devia segurar aos nossos agricultwr-'s de 1200
a 1|300 por 15 kilos, e como as co'acoea do mer-
cado nao excediam de 1 000 a 14i0), attiibuia
esta difierenca, na citada carta, a falta de duibei-
ro na prac* e a subida dos fret quasi que duplicado.
De ento para c, o progreaso da colbeita mos-
trou, que aa prevaioes de Mr. Licht pc-ccavam an-
tes por d. ricicnti s que por excessivas, ielo meuos
no que toe i a beterraba ; pas em su i circular de
Marco, estando a safra europea quasi colbida, f >i
avallada par elle em 2.657 mil toneladas ; isto ,
mais 157 mil cima da} prevnoos de Setembro da
anuo pausad i, e maia 530 mil cima da promedio
da aafra precedente, como v-ae do mappa aeguia-
W.
cas de uas compias Sao milagrea da Santa Con-
currencia !
lato posto, tem se me perguntado : que probabi-
lidad ha de prevos do assucar para a safra vin-
doora ; e embora seja cedo de maia para respon 1er
a semelhante pergunta, qiero arriscar algutoas
previaes a respailo.
Como os preoos do genero nos grandes mercadea*
reguladores, onda diminuta a iofiueneia das m>-
nopilios, depende da relama entre a prodcelo e
as exigenciaa do consumo,claroepta oa elemautos
do problema, aalvo a hypotheae de aaaa conagra -
cao geral aa Europa ou de atanm catad y .-osa cs-
mico, ao : esa primero lugar o euaaaaso pMtavel,
baaeads toara a marcha do meema nos diversos
paiaea aaaaaasidores; em segundo legar a prodne-
cio provaaad do assucar de bottaaaa*,qu baja re-
presenta sass de metade da totaeidada do asacar
eiposto a aajaala nos cima exaados eaaaados; e em
terceiro laaar a prodneela da sasanar de caana,
ambas aaasadss pela erteaaao daa resoectivaa
plantaces e na hypothese de regulares circum-
stancas athmosphericas.
Para as plaiitacocs de caana ha falta qua i ab -
soluta de dados eetatisticos
que mereoam
oAp'iA>
PAlZES
Imp 'ra allem-io
Fraaga.
Auitra Huugr.a
Kussia.
ile gica.
II; l ma -.
T-ltH8
188586 i 188687
" i _
T. T.
838.13l| 1.012-500
298.407; 500.000
377 0ii\ 025.0'O
527.86 i. 47 0 >0
48.4201 45.0)0
37.500! 50.0 0
2. '27.3.1 i 2 6.">7.S)il
Entreta to, ti com o adiautamento da e.ilu.ii
verificou se, pelo que toca ao assucar de b'-tteraba,
um excesso de 120 mil toneladas sobre as previsoes
anteriores, d- o-se o mesmo com o consumo, e a
produce,!> da assucar de canoa uo apr seu'ou o
indigna i v.ug.niin'j: de tal sirte QU', lo princi-
pio ue M.rco in vivante, a especulaclo cohrm ani
in >, subn lo os prevos do n. 9 do 10 sch. 6 d., a 11
sch. 6 !., e conservan io-sc na mu-ma altura at
ti.. de Abril.
Com ta-'a precie, deveriam os nossos grien to-
rea tr recebi 1 >, c m o cambio de 2 J/2, cerca de
I #400, p ir 15 kilos, e, entretanto, emanra nos
meamos meses de Marcoe Abril o cambio de nossa
ni eda nac nial b>uveas- b.izado a 21 1/2 d., na
h iuve para iles alteraclo no pre^o loeai e cooii
no 'ain a leceber os 14100 at I200 que ob>i-
nliam em Ki-verciro.
Qial a causa de semelhante animaba? Os pn-
(Os sobem nos mercados consumidores ; o cambio
baixa e o prec > lv.cal permanece inalterado !
Tenho ini-^ad.i de varias > s -.a do v. rmn <-
cin- go -lanies e corretores,_j relo de semelhan-
t ii fr ..celo s lea th-oncas da concurrencia,
ueuhuma outia me fui dada, a nio s -r a p mu-
e ca d um monopolio de facto, qu dizem exis
tir nesta p;ac do Hecife, e em virtude do qual o
c mmercio de expon -.cao do assucar s a lia oa
vlependencia de doua inJividnoa, aem cuj interme-
diario uo se pode realisar nm carregameuto de
a .-anear, e por isao ili.-p in !. .- p-1 v,o- I
.> r-i real a existencia de semelhanie monopolio ?
Devo crel-vi, vieto a compet acia daa peseoas in-
formantea; e por iaao a.-lio bom tomar nota d
nais este resultado pratlco i'esla I berdade abso
lula de commercio e induarria. a cujo favor eal
boje qu- brando lancaa o Jornal do Kedfe* que aa
mais das vez-s acarreta a expoliadlo do consumi-
dor por uonopolios de facto e ipao tacto a ra li-
mites; torna a industria privilegio exclusivo dos
raiidea tapitaliatas, aem atteuclo aa cond-cVe
naturaea, e obsta a eua creadlo nos pases novo
e por isso amda desprovidoa de capitaes com im
mrnso prijniso para u trabalho nacional, cuja pro
t'C-co deve ser o alvo principal doa governoa em
auuiL|tt .a econmico p.iliticvia.
U mes que acaba de fiudar-ae apresent in-nos
ouiru ecpecimen anda maie escandal^eo doe effei-
toa do mon- p -lio Em c naequeneia da tranaacclo
ffectuala pelo Exm. conaelbciro Belisano c m o
Banco Internacional, aem v.rinde da qual o Tbe-
eouro. medanle o pagamento de 5 O/11 de juros,
dit-po em Loudree de Ooie miiM e de libras s-
ternnas e por conseguinte poderi nio re apreeen
ter maie este anuo no mercado daa cambiaea na
qualidade de comprador, o cambio voltou a taza de
reveieiru (22 1/2) e por alguue ineientes sub.
-t 23 d., ao para que o aaaucar n. 9 baiiava de
II sch 6 d. a 11 eco. 8 d.
Oa, couaa eotup nda, os nossos monopolistas,
que o&m tioham mostrado em Marco e Abril ter
dado f de urna baixa de 1 d. oo cambio acompa -
abada por nina alea de 1 ech. nos pre$ >e, mostra-
ras ae asaoetadoe em Maio com urna a oa de 1/2 d.
ao camb e urna baixa de S d bu prefi do quin-
tal, e diminuiram m cerca de 16 a 90 0/0 os pre-
com
tu lo de suppor que ellas nao offereoam notavel
augmento ou diminuidlo, quaodo comparadas s
qne determifwram a safra actual. Os plantadores
de Cuba, cuja exportar;lo costuma ropretentar a
terca parte da de todos os paisas prxiuotoree de
assacar de canaa, nao es'!o maia qua os noeaoe em
circomstaaoia do alargar as suas plantaces. A
sitaaoSi privilegiada, que encontrara oa seas pro-
ductos nos mercados da respectiva Metrpoli, apro-
veita apenas a vigsima parte de suas safra*;
anda pagam, da mesma forma qu' os nossos, di-
reitos de esportelo o tazas murveipaes anlogas
as nossas taxas provinciana ; a despeito dos esca-
beleeknentos d I crdito, com qae faram datadas
altiva .ment", anda aequeixam detalla de dinbiro,
e tambem de escasses de brav>s, vista os pretas
alforreado8 teresa desertado o sarrios do campo ;
e si o uso de aparelbosap0rfeiy?ados pan o fabri-
o est l muito mus espalhado de que c, elles
uo ozam do premia de 15 a 18 0/J que, a des-
peito das eaforcis da Exm. couselhiiro Belisario,
a estado do oambiode nasea tnaeda nacional anda
proporciona aos nossos agricultores. Ht eatre
elles muito desanimo e as ultimas noticias da sa-
fra que se est ultimando, dio como certa um d-
ficit de cerca de 10 I m-.l toneladas sobre as ava-
liaces de Mr. Licht
Nio de suppor, que baj augmjuto n3 pUn-
tacd.-s de Mauntius, daa Antdhas inglezas a de
Demerari, que occopam o 2- lugar com cerca
de 400 mil toneladas ; pois embora a abundancia
do capital teora permittida aos plantadores da-
quellas colonias, e especial uate aos de Denc-
ran, installar na quasi totalidad* de suas expo-
raoej moendas possantes e eaidjins do coaiinen
tj uo vacuo, o clamor, suscitada pela nfimo pre
ci devida aos premios europeas, goral em ditas
colonias, que ni i gozando d-> vantagem alguma
espinal nos mercadas da respectiva metropjle,
reciam com urgencia medidas protectoras equi-
valentes aos alludidas premios e em cuja falti d
jlar iin-s arruinados !
En Java, qrw occapa, hijeo 3- lugar no rol
dos paizea expirtalores de assucar de canna, po-
dara haver algutn angnnta as plantaces,
oorquj o goverao ballandez romou, embira i ti-
tulo tempirario, modidas enrgicas para acudir a
crise : suspenden as taxas de exportacl) e o pa-
gamento da renda das trras por elle arread idas
aoa plantad ires, assim coma o de metade da rea-
da devida palo forneeimento d i mo d'obra: cam
ludo, estas vantagens anda nao tornara os prer; is
actuaes remuneradores para tolas os produci-
ros ; c ai hauver accrescimo as plantaos, s-r
este iusignifiante, cirai tambem o qu tal vez ve-
rifique-se as colonias francezaa, em consequ-ra
ca do premio in lirecto de 12 / (prop-ircnia-lo
pala legislaclo de 1884 a titul de dchetdefa-
bricution e que promette chegar ao duplo), pas o
geral dos planta loros daqu-llas posaeaso s anda
ni i dispara de ut ncilagem bastante aperfeicia-
da para que semelhanie premio permitta-lhe ti-
rar vautagum na cancurrenjia com os assucarea
premiados da b -Herraba europea.
Ci nao temos quo esperar augmento e antes di
minuiclo ; e si a exportadla da ludia tem cres-
cido de anuo em anno, a ponto Je ..'nadar a
nassa, tal creacimeuto parece ter chegado a aeu
terma, pais era devido a cresceute depreciaja de.
seu meio circulante (a prata) que chegou a 20 (,
e oo de supo t coutiuue.
Os mus paizes, int-rtrapieacs e outras, onde
ae cultiva vc.'iiii, a erparttcl) iusigaiticaute
e nia infl'ie sobr'i os precia geraes.
O que precede o qu- teuho eolhido da leitura
de diversos peridicos que oeiupam sa com a
Ju.-st) da a?sucar. Nia gaardam evlea na Sa-
ra prxima m idifij iciio de alguma importancia
na nroluccii da assucar de canua.
Q unto a d i assucar de oetterraba, as previ-
soes a resp'ito trasera de ordinario cunho de
muico mullir probabilidad", poisorganieam-ae nos
paizes productores docum-utos escatisticos posi-
tivos acerca das superficies plantadas com o pro -
cosa tubrculo ; mas muito celo anda para
btei os c basear qaalquer calcula
Na vlata das ul'uoas noticias, era muitos lasa-
res amda se estavam ulti n m lo as avsmeuteiras
Uam tudo, a vista dos dados j colindas, passo di
zer, que espera-se antes redocvjlo qu ) au^m :ut ,
id c 4he.it i di safra do 188788 comparada a de
188687, cm toda parte, menas talvez na Fruida,
cuj is fabricantes de assacares, animadas p-lo
premios rilbos da legislacio de 1884, marnf sta-
r vin. ainJa nao ha muito temo i, a pretencia de
les uv lver a sua produer;J at o nivel da da Al
lemauha, ato d- ura milbio de toneladas. Cirao,
eiiviet iii'o, oe premias da lei de 1881 pesam em-
bo-a iudirectameate sobre os cofres publicas, e
vistes acham-se aobrecarregados com os juras de
.irai divida enirm-i (10 biih5 s de cantas) o des-
p.z.s militara qua exeedera de 400 mil contae,
da nasaa moeda, o g iverno tem manifeatada a
intencio de reduzil-os, quer p la limitadlo dos
. xcedenti-f, quer pela augmento da porcentagem
:egal (laux de la prise em charge) O negocio
p- nle da d'-ciaao da parlamento ; e Cvimo a in-
certeza do rgimen, sob o qual ser colhida a sa-
fr que se est plantando, na > favor vel a qual
^ut a largamente, o Journal des Fubrioznts de
Sucre estima, que as superceis plantadas este
anuo nio ex ved t > as do anuo passado. C >m
tudo, admittida esta base e igual rendimento cul
toral de crer que a quaotidale de assucar
pr i nizido ser mai -r, ,oia est ultimado o prazo
liiraut i O qual anda poda funccionar o sy-t ni i
primitivo de rapagem expreeso ua prensa by-
drauica, na> mea ia de 150 usinas esto bajo
aBS litado os a p-.a cilio- d i uitfuso.
Na Austra Hungra, o governo est tratando de
m dificar t.ua legisiaeia assucareirs, era ord-in de
tirar maiores recursos do imposto sobre o assuesr,
o qae implica redcelo dos premioa de exp rtacao.
P .r isa achando-ae o futuro em duvida, os plan
miwrea tm reluzdo as superficies d stinaiaa a
beterraba n'uma proporca que, eegundo Mr.
Achleitner de Vienna estimada de 15 a 35 %
a> mi certo que 2) usinas deixem le trabalbar na
prxima Sifra.
O governo allemaa tambem cogita de diminuir
oa prem'os, afim de alliv'ar u tbesauro, e n'eate
sentido apreaeutou ao eouaelho federal um pr-'j-c
to de que resultar (. cuate don premios) urna
ec m- ma de uns 20 10 mil conloa ..oasos). Entretanto, o Jornal des
Fabricants de Sucre oi a supeificie planuda ap-
pr x in -vi .m-ote igual a do ano prximo passadn.
Na tuaaia, Conta-ae com uina dminuicio me-
dia de 10 "/ e em su orna, ei nio appareeer al-
guma crine que parahae o consumo, aa probab
lu les silo a f Vor de urna m Ibora de 2 a 3 scbi
linge por qu ntal do n. 9, nos oree ib da aafra vin-
doura Comparad' 8 esa oe da actual. 8a o noaso
mercado eativesse em eircuins'au las normaes, e
uelle a eancurrencia fasae realidade. rj,asti.na esta
sub.da para elevar 08 noaeos prec >s locis em or
l--u) d ae pagar uo ariculior de 1 4 > K) a 1- 600
por 15 kilae do Oruta bom ; mas a continuar u
m nop lio de f*U)a exialenjia cima fallei, e a-in
o q i .1 aeriain ineompreheueveis aa auomiliaa
do Centro da Industria e Commercio de aaaucar
creado ha pouco no Ro da Janeiro, poder deter-
minal-o a este abandono, alias da mediocre im-
portancia no ponto de vista do equilibrio do ora-
me nto.
Haver tambem alguma esperanca de ver rea-
lisadas, ou pe o menos enceladas pele actual ga
bnete, algumas das medidas indirectas, tantas ve-
ses reclamadas como meios de melborar a deses-
perada situadlo de nossa industria assucareira :
baixa dos excessivas fretes cobrados pelas campa-
nhias inglezas naa eatradaa de ferro com garanta
de juros, tratadoa de cammercio, alargamente do
crdito e abstrjala do governo no mercado do
oatabi > ? Nada vejo que poaaa justrfi.'ar semeluaa-
te esperanca. As directoras das vias-ferrees sub-
venciona las recueam se, como tan ee recusado
eeenpre, a qualquer deminnioio dos fr. tea ; e como
o aosso governo aiada uo ae cao ven cea do pleno
direito que lbe smete a> obrigsl-as, ota quaato
pasar sobre os seos aafeas a gasaatia de junta, o
aviao de 14 de Outubro de 1886 ter a meama sor-
te do de 8 de Jaoeiro de 1881.
Celebrar tratados de commercio com as nacoes
esteangeiras, importara a abandono do systema
seguida ha meio scalo por todos os nossos minis
tros da fasenda, que arvoraram em principia con-
servar a livre dispoaiei) das tarifas de importa-
cao, base principal da receita do imperio-, e nio
de suppor qae, na estada precario da mesa re-
ceita, 8eja aceita pelo actual gabinete conservador
innovadlo de tanta monta e at certo ponto alea-
toria, cumprndo accreasentar, que seria de difi-
cil real'sacio, pois o estadista que emprehoniease
a tar fa, alm dos embaracis postas pelas nacoes
estringeifas, qm todas procuraran!, pira os seus
aaciona Sj as vantigans que bauvess -1003 d: con-
ceder a urna d'ellaa, tuna que vena locis, que nio sio pira seren desprezadas.
En troca de urai sitmea privilegiada para oa
nossos aasaeares, os Estados-Unid is htviam exi-
gir stuiyio anloga nos nosaas mere idos para
suas farinbas de tr.o ; as Ripublicas d) Prata pa-
ra o eeu charqui; o Portugal paraos seus vinhas,
etc. Ora o Rio Qraa-ie da Sai, embora eateja lon-
ge d-i produzr charque sjjieuta para o coasu
mi da imperio, appar-sa hia a qualquor ajuste q ie
callocasse o cbarque argomino e oriental aas mes-
mas candiedes que o seu ; os fabricaat-is de v.-
nbo da Corte oppor-se-biara a re 1 iccii dos direi-
tos sabr 03 viubas portugaezes ; 03 raoadjres de
triga do sul, a qualquer concessao qua fizeasa
baixar a prega das fanuhas etc., etc.
O alargamento d > crdito, pelo nico moia efHzaz
a emissia de nitas bancarias convertiveis em m te-
da legal, soria medida contraria aos priacipis
ejanamicos a.iresentados peloS". conselhiro Be-
lifaria e por isso uida povlomoa esp :rar nssta sen-
tida e quauta a-abstencla vio gjveraaiDi aeg
cios de cambio, ve aos A'ii o mista) Sr. consoihai-
[-ro, pira snsten'al.-o a:ini da taxa nirrail, acaba
de cjntrahir, embiri Aidir.'Staaeate, na praca d
L 11 Ires um empres ma cara prasa at 2 ai-ios.
qu-.1 por era pruduz 3obrj o c-iaaioo la'sa) effeito
de utn emprestimo externo uas coulicis usjaea
isto a alc
Emrcsdin, as espsraucn legitimas de m.'lhi-
rapira a aafra viudaura, ciratn-je na pr;bsb ii
dadi de urna subida da 12 a l / a >-j prsvoj ge-
raes do asau:ar am graulos merca os i-i cinsu-
mo ; aa possibi'iJadj c da suppress > d.13 5 ",' di
taxi geral e. .. mais na la !
Sin'.o oj deso ir ti aar por3p!ctiva ma ra e sou com estiman cans ieracio etc., etc.
Henrinue Augwto Mitet.
Tiealri anta '. ntauiu -ij :a estava
annuaeilo leve lagar ante b ntein a represeiitacii
da poc doaamiuivii ii'agres de Santo Allomo.
alias bam onbeaida e qu mais una vez fai b-m
dosempaabala pila couipi-ihia S "ares de \Ic-
deiroa.
Cmata o drami de 3 as'os era 1 qiadris e sui
represeniav'ia produzo um effnto bastante agr-
lavel par ta/era sida b;in int.rpr tados os papis
pila main-ia das actores qua se encarregarain di
saa exbib'fio, t>raand j-se dgaos di applaasos re
petdos 03 distinctos act .re Soares da liedeiroa,
\u Ucta Peres, Lyra, D. Isolaa Moociar, Antonio
Cnmbra, Muim, D. Amelia e D. ApolauU
Silva.
Fji bem regul.r a eancurreacia sahi-ida 03 es-
pectadores satisfeitos.
Instituto Arcueologlco tteog pill-
eo PernambncanuEm 2 i de Maio fiado
reuaio-se esta associagao em se3sio ordiuarii sob
a presidencia do Esm. Sr. conaelhjiro Pinta J-
nior.
A' 1 hira da tard', presantes os Srs. Drs. Cioeo
Peregrino, Portella Filho, Joio Alfredo de Fre
tas, Jas Hy^iuo e Baptiota Hegaeira, Io secre -
tana, inajor.-s Manuel rj-rac'.ito e C 'deceira, 2
secretario, foi ab rta a s :ssi> e a acta da aut.ee
deute lda e approvada.
O Sr. Io s 'cretina menciouou : 1 vo!.Smhis
DispersosPa sias Pusthumas, por Luis C. de
Aiaup Pereira Lima; otf-rtada pela cons co
K -viii vigaria Cunba Pedrosa.
P.-lo causoeio Dr. Vicenta Ferrer, em ooae do
autor, 1 v lu.ne 'in broehiira, intitulado : Algumas
Notas Genealgicas, Livro de Familia, pelo Dr.
J.ii Mendes d' Alraeida. Mand ra-se cimmis-
ao de hiatoria colonial para examinar e dar pare,
cer.
Pelo Sr Augusto Hy^iua de Miranda por inter-
medio do eonaoci) Dr. Jos Hy^ino, um retrato do
Dr. Flix Peixuto de Bnto e Mello.
Pelas resp ctivas redaccoes, diversos jomaos
desta e de outraa provincias.
Passando-se ordem do dis, sao lidos, discu-
tidos e approvados os dous balancetes do 3 e 4*
trimestre do anno social fiado.
Fai igualmente lili, discutido a apprevadi, com
a declaradlo da Sr. mijr Cid.caira, abaixa men-
cionada, o proj -ct i de ore-m'uto da r-rceita e des-
peza do anua social do 1887 a 1388,
Reoeita
Producto das asaignaturas da Re-
vista
Joias de socios
Subvenca provincial producto da
parte nli recebida em virtude da
lei 11. 186) d exercicio do 86 -87
Di:o da I 1 n. 1881 do exercicio de
1887 a 1888
Dficit
6001000
180OOO
:oj4ooo
2:000*0 K)
300*00
Somma
Despera
Expediente
Feata anniversaria
Ordenado dos empiegado3
Publieaeao da Revista
Divida passiv.i, debito ao thesousou
reir segundo o ultimo balanyo
3:6-S8#78
100*010
150IHK)
960*000
600*001
1:878*1780
Somma 3:6SS*70
O Sr. major Codeeeira observa que o debito ao
thesoureiro de 1:273*780, e nao o que figura m
ornamento por isto que rendo o tbaaoureiro rece-
blo a eubv uclo provincial da 1* semestre de
1886 a 1887, dep.is qu .vpreaentou o ultimo bi-
I ivieo do anno social, nio s- acha nelle inclu io, o
que f^r no Io balauco que apresentar do (jrrente
anuo social
O inearao Sr. majar, obt-nda a palavra, diz qae
se ie abrigado a levantar-se de aua cideira pira
ainla urna vez proteetar cautra o aitima acta que
acaaa de praticar a Iilma. Cam ira Municipal, iu-
siatiodo em alterar u m-s de ru .s desta cidade,
que ae ligara a traille 13 histricas, tazeodo os
substituir por outros, aem razio d-s 8er, e eraeni-
m pn-juieo do publico, que va no8 nom a deaaas
ruaa, por asaim dizer, a historia viva de aua pro-
viuuia.
J na aessio de 2 de Julha de 1877 de levantou
para proteetar contra a mudauca doa nomea daa
ras do Hospicio, Corredor da Bispo, largo da Ma-
triz e oiitras, mos'-rand 1 a origem histrica de
seut aomee, e s-nd 1 a sua proposta approvada,
toi ella remettida aquella corporaci', acampa
ubada das c >iiaiJerai,o a qu: neaaa occaeiiu fez,
justificando a sua pro .asta, afim de que fossem
conservados es primitivos uomsa, sendo oa doa
illustrea p. ruam-iu.au is a quem se quera oamme-
morar, poatoa as novas ras ou em outraa, cuj is
que estaiie a preseiieandii, aiuda qu >nda desappa- ? nomea nio tiveaaem urna ongem bietorica : entre
rrca o mpost. geral de 6 / ou '. contra todos oe tanto aquella iliuetre corporaclo uenbuma impar-
pnueip os e coaveuieuci->a, .1:1 la p -aa soore a ex- *
portar 1 doa nasa -s asauc.rea, devem s r -c-i n
que i.e prevos locaea permauecain aempre doua ou
tres lusioes ai>aix> doa acuna Citadoa algariamoa
Cuiireutir o nosso paternal governo a abrir
mi d'aqoellee 6 '/ que prorrcionam lbe urna
reeaua e dous mil e taotoa cuito, cuja abaudo-
11 reuiiama na menina pr >porcaa ea preiuizas de
oossit lavoura ? Eia liciti e.peai-o. avistada
ic.ciarac.ao le la o* Cmara doa Disputados, era
A,' ato 1 loinno paa-a'o pelo Sr. cwneelbeiro Be-
11 aario. Vj>, porm, que o relatirio da faaenua
uada da a reap ato e conserva em anas previno -a
Je r- c ita oe uieamoa algariamoa da propasta do
anuo paasado para os diraitoe de exporuci >. Com
ludo, a pr aso d Opinlia pumiea e daa deputa-
edee da zona aas areira, ooadj uvada pelos aforos
t vncia dea ao pedida do Instituto, e ura ao me
n >s julgou o su otficia digaj de um respoata,
sendo a substituidlo doa norass daa ras mautida,
cabeuda a.uente ao Instituto a satisfadlo de ter
unraprido o seu dever.
Disse que recoebece oas municipalidades o di-
reito de dar nomea a ruae dae cidades de seus
municipios, mis na exereieio deese direito nio
deve kav-r abus 1, e saaente o deve preeidir o
criterio, ettandeado-ae conveniencia publica: e
Como aeja um doe fina do Iuaittuta, valar pela con-
ervaoi daa tralnoo-s gloriosas desta provincia
que tanto eucheia de orgulhi o noasa pe marab
cano, tala urna vea ee levanta para proteetar
contra o acto da Cam ira M incipal qua alterou os
mine dae rnae dae Laraageira* e daa T. mchei-
raa, embdr o su proieeto teuOa o mearao resal-
udo que teve o primeiro, ao menoa restar ao Ins-
tituto a satisfaca de ter aiuda urna vez campride
o seu dever: e ficar registrado em seus annaea
esse facto para eer julgado pela geraci > pstera.
A ru* das Larangeiras deve o seu uome s la-
rangeiras qu8 all exudara qasodu priocipiaraui
a3 primeir s edificacoas n queda ra, e omquan-
to essa tradioio nio seja da grande importancia
para a historia, todava serva para exprimir a ori-
g-im que loe deu uomu e nia v aecessidade aljuma
para quo aeja elle substituido por antro.
Quaato 4 mdanos da noaie da roa das Trinchei-
ras, na vurdade deploraval e laraentavel um se-
melhaate atteutado!
O atemoras daqoella Ilustre corpoiaoao, nio
poden ignarar que aquella roa deve o aeu nome
linha de triacbeiras que 03 holla-dssas all levan-
taran para a sua defoza, em coaaequeucia d is
caottauas aggressajsquj lbe faz'am oa bravos de-
fensores dieta provincia, principalmente o immar
tal Hinriquo Dras, cuja estancia Ihes ficava mais
or x-os: p-dos pautas de saliencia que anda bo-
je se nota naquella ra, se veem anda descriptas
as formas d suas bateras e isto anda o coafirma
a plauta que passue hoje o Instituto dessas fortii-
cacos. Portanto, all vi o piblica a hiatoria vi-
va de aeontecimentos gloriosos pratieados pelos
nossos aatepassados nessa guerra, em defesa da
liberdade de aua patria.
Nio podenda os Ilustres menbros daquella cor-
pon>ci> igaorar cases factos da historia de nossa
provincia, nia v neaae aeto senao o louvavel de-
soja que teve essa 1 Ilustre corpiracio de comme-
a-orai o nome de um distincto pernambucano qua
j uaa existe e qua tem direito aoasa veaeraclo,
coa quem convive* oa mais fraternal oniao e in-
timidade desde a infancia, e cuja memoria conser-
va gravada era seu corar;Xa, r-.eardinlo se della
com aaudadea I
Sent, portento, que seja obligada por amor s
tradicosa glarie3a3 de sua provincia a contestar
que o seu Ilustra nom i v substituir o histrica
que tem aquella ra; entretanto este deseja da
rnuuicipalidade pade ser satiafeito o a ame deasa
illustre peraasabasauo poda ssr cammemorada ot.
intr qualquar ra, como o da liba do Carvalho.
que ta impropriamente Iba foi dada par nao ser
aqueiia ra urna lina, pdenlo entretanto este no-
mo ser posto em alsuma das ilhas da nosso Capi-
Oanbe, com a do Marun e Retiro, etc.
Di33e aiada que lam -utava a pouca importancia
qua nee'es ltimos tempos tem dado a illustre mu-
mcipalidade as tradiedes da nossa hiatoria; que
deveudo o biirro da Boa-vista o seu nome ao pa-
lacio qu : o Conde Mauricio e filie ei na anno da
1613, ua lugar aecupado hoje pelo convento do
Oarrao e cuja vista era por todos contemplada
cora cxpresso da Boa- fsta I e d'anda parti a
p ira da ponte que nesse lugar atravessava o Ca-
pibaribe, t-amb-m construida por aquv-.lle conde, se
tcou denominandora da e'onte Velhaaquella
onde cuhia a .ncuciouada ponte; isto depois que
t ii cjnst.ruida a nav ni lugar cm qie se acha ne-
je, para se fie ir couheeeudo alagar da a-itiga,
pois bem, este nome acha-so hoje apagad 1 e sub-
stituid 1 por outru, e os viudouros nao sebera > mais
1.1 i t j essa rua nsin a razia de seu nam-i.
A rua do Aragia que servira para c nn;n>ma-
r .r a u une da un graude e illustre pa'nota, mar-
tyr da rav.lucii v)e 1710, Esteva) de Saares de
\ragio, tamoem foi aptgado e substituido por ou-
iro, sj auna deste mrtir da lncrdade desappa-
ree u para 3em.re, ap.'zar de t t sido un dos
pri.icipaus que figurou nessa gu-rra sangrenta,
cjnbecida pelaguerra dos miscate*.
A ra das Q larteis, que indieava o prim-'ir*
quartei edifica la nesta ci la de e d'oade parti
primeiro brado de ind-*pancia lado pola capi' ,
Pedros no m'.moravd dia S de Aiarci de ISll,
tuab.-ui foi apgala o saostitoida por oucro, e di
sua :n-raoria apaas resta o Jeieobi que esta pa-
triot a Associacao f-z tirar daquelle q-nrtel na
occasia 1 era que tmha de ser dem -lida.
Qie 11-8te andar, teremis dentro en pcueo sub-
stituidos por outros njmes, os raout-s daa Tabocas
e Grdararapes, Cisa-Forte e ou ris, assignaladoa
pir faltos gloriosos qaa a;nl hoi carao historia
viv, servo o de icoau ueiiiii pira a'tes'.arera o ha-
loisrao dos nossos autepass idas, e uao exagera
qaando assim pansa, parq-ie j s-i acham apagados
os nanas dj Outeiro di Ca.ili Biguhr)!>, Morro de
Baibjsa, Passo la Fidaio, Passag ra di Jerony-
mi Paes, e A nb.asi) Maihalo, quo tinti se as-
si^mlarara m gu-rra hallaadosa, iiein-13 estes so-
m ute couheci I s pela historia e hoja por muito
poucas conhecidos a verificados, as m-sraa p^r
aquellas qus .se teai dado aa estado da historia pa-
tria.
Dis3e aiuda qm; se admira va, que nosaa febre
de inversoss e substituicas ; nesse rosario de no-
m 9 ltimamente pastos em ras desta cidade, a
illustrissima muuicipalid da se tivcsse esquecido
de camm-morar uvn Jos factos mais importantes
da nossa historia con'eraporan -a a cohorte de bra-
vos que voluntariamente partiram desta heroica
provincia para daeaggravar a honra nacional vil-
mente ultrajeda por e.ss- ryrann 1 do Paraguay da
execrada memoriaOs voluntarios da patria, ou tz
voluntarios pernambucano.
Dase liualra'ute, q ie uo s^u pensar somet te se
deve corara'morar os ames dos benemritas da
patria, depois que elles tiverem raorrido, por assim
dizer, aera macula e nao d 1 1 aelles que aluda vi-
vera por mais ben mritos que sejam, p rque pode
milita bem aconneer que o tu'.uro de sua vid 1 ve-
niia ura da desm ratir 10 lo o seu passido, tornan-
do-ae por 8ua morte execrada a sua memoria.
Ctlabir no priucipi 1 d 1 luta h illandeza foi ura
bravo, ura hroe que se distingu) em differeutes
combates. Foi ferido na lorte do Arrayal ao luda
do general Mitbias, mas afin.l, tornou se um
trnsfuga, um traid ir, inimigo da patria e proce-
deu pir tal forma qu o ^eier d M thiaj o maudoa
entorcaf e eaquartjar qnando a fez piisioneiro.
Cinclua maulan-I) A m si a seguin e p oposta.
que depois de lida e discutida, approvada :
Piopraha que se olfi-ie illustriaaima Cmara
Municipal, para qua reconsideranJa o su acta, na
mudnva que acaOa de faz r nos nomea de alga-
ra .s ras desta cidade que se prendem historia
patria, ae dign-i do nuli.fi ir este -eu acto cm vista
das c naidf-rac'S |U acabo de faz r, estrahindo-
se dellas urna copia para ser remettida q-ii-Ua illas
tre coi porav.lv).
Sala das sessO.'s c'a 1 ostituto, 26 Je Junho de
18S7. Jos Daminguea Codeeeira,
N 1 la mais havendo a tratar-aa foi levantada a
sessio.
.Vovo aneat'ceNlco Da Provincu d* S.
Paulo extractamos a seuinte noticia :
o j rnal francez Le Temps, de 20 de Abril
craiisi-3'o, extrahiinia da secvo qu 1 inscreve-se
i4c' de grande interesse pira os nossos leitores:
O Sr ij.-nii.ti'. Se-, em urna 1 iteresaante me-
moria, refee as observad -s cliuicisque Ihe re-
veleram a accii aa ilyesian't da antipyrina (C 11
H 12 \z 2 o) desc>Oarta era 1814 p ir K iorr.
Esia substancia ten aido empreada im tbe-
rapeutiea com 1 suceedaiieo de sulphat 1 de quini-
uinasfebres, e na rheumatismo, em que acta
quasi can a aa.ycylutu de aada.
Ea nov. daent'-s atacados de rh -timatisme
sub-agudo ou d- by larthri.se, e intilmente trac-
tados p la gnea pu ictura ou pela salicylato, a
aiitipyruia supprimio, m alguna dias, as dores e
o eu^orgitameuto articular. O mearao reaultad*
colhilo nos accessos de gatta aguda.
Mas principalmente as pe turbaco-s ner-
vosas da seusibilidada que a aotipyriua prodaz
aeu mximum de aecio; nevrafgiaa faeiaes inve-
teradas, eraicraneas antigs e contmuadaa, cepba-
ias inte isas, nevntes. dores nusculares (lumba-
go) eederara ao precioso m dicameuta. A ataxia
loeora it.ira, esaa meema, que cauea as dores as
mais tortea que cnhocidae eejatn, acalma-sa soe
a ii.fl leuei.a da antipynna : do meamo moda coa-
segue ae a sup .res-io daa dores lanciuantea oa
angus'iosas iangouantet) que acompauham as ato-
lestias do corae.au.
c A d.se empr "gada pelo Sr. Germain Se foi
de trea _-ra nm ,s no mnimo, de seis grammas ne
naximo, par da: empregada com o iutervalle
de urna ou de q .atro horas, em urna soloca 1 aque-
ea, que coiitm urna gram-aa de antipyriua, por
c 'Ihar. Ae un \o -s do coraclv e a circulacic de
saugue nao t -111 al terapia alguma cna a em
preg-> da antipyr.11*.
Iojectaia a an'.ipy. iua debaixo da pelli, eia
um cao d" 10 klogrammae d peso... pr dui no-
tavel don mi .,* ua aenaiblidade do raembre ia-
jecudo; d-ae eufraquecimentj aeuaivel do podar
ri flexo da medula.
A antipyrioa acta directamente eobreoe ner-
voa uiuacaiarea, asa comtuio, mieter repetil-o,
perturbar o rytbaw do coravio oa a torca da cir-
cu ic. _
. As trinta e Untas ohservacoes feUs pelo Sr
ijrermaia Se constituam importaata caatribuioa*
para a iherap uoca eaocemporan-a.
Tloabaaiaa-Eaerevem d'alli era 2 da eer-
ltimamente ten. faltado chava e a Uveara
f llEBfVH. I


Diario de PtniamhMoTerfa-teim 14 de Junho de 1887
3
j vai sentindo bastante, de modo que, ae nao con-
tinuar o invern mor parte da plaatacoa se
perder irremediav-4nMte. A neaaa dilidade
tem ae toroada tumultuosa e por assiro diaer ar-
bitraria. .
. Agta-se nesta Camar* urna queata* cujas
consequeDcias nao sero por tarto agradaveis se
o poder superior, a quem j est affecta, nao der
as providencias que o caso urge e que a le ga-
rante. Sao nelU protogmutas o capitn Manoel
Nunes e a maioria da C uara : aquelle em nome
da lei pugna pelos seus aireitas, esta, tenao a seu
lado a maioria que representa um poder absoluto
o quero, posso e mando, nega-lhe aquillo que
de lei e obnga a faaer valer os seus direitos per-
ante S. Exe. o Sr. presidente da rovincia, para
quem appellou o mesmo oapito Nunes e de quem
espera justica.
Outroeicn, com visivel transgresso da le que
regula a materia, !guus empregados municipaes
vo lureando os pob-ea matutus a pagaren) o im-
posto de 320 ria p..r cada carga de gneros ali-
menticios, Dio atteadendo ia exsepQOS esp?cifiiui-
daa na lei vigente, e d'ahi a extorso de que tem
sido victima eaU pjbre gente, ao p.isso que se la-
cupletam os t.ies ag ntes municipaes, para cujos
abubOi i-li unamos a attencao Ja autoridade supe-
rior. ,
Tivemos urna benita fasta em consagrado do
mes Marianno, foi muiro concorrida, eantou a m.s-
sa o RevJm. o mego Dr. Tranquilino; e durante
todo o mez co^feisar.^m-a.' c ntenarea de pesaoas :
tudo seo duvido ao zelc do nosso virtuoso paro
cho.
Acha se cutre na o iutelligente acadmico
Luis de Franca, j establecido com um collegio
para instruir a^a naos s joveni couterraneos,
qu lies que se didicam bullante carreira daa
lettr..8.
Contina inalteravel a ardein publica e todas as
autariiadi s, quer judicianaa, qu.r policiaca, cuin-
prindo com os seus deveres..
Os trabalh s da estrada de ferro eoutinuam
regularmente e eperamos em breve gozar desae
grande melhoraraeuto.
At ontra vez
Ferro-va de SobralA> engenheira
director desta estrada diriio o Ministerio da
Agricultura, a 26 de Maio, o aviso seguinte :
A' vista das informavo'8 por Vmc. prestadas
em 2 do mez fiado, em cumpnmento da circular
de 3 do Pevereiro de torrente anua, e daa cauaaa
ao mesmo tempo apontadaa como concorreudo
grandemente para depreciaea da renda dessa V8- ; li i 12 d- Junho de 1887 :
frrea, aut>rso-o, ouforine prnpoz :
l.o A diminuir de 0 <->s fretes da tarifa n.
13 A, na parte relativa o transporte do sal_:
2. A conceder transporte gratuito, nao se-
ment acs sacaos vaaios que tiverem coodusida
essa mercadoria, cobrando apenas a taxa do des-
pacho, mas a toda especie de v*alh me que fr
despachado :omo carga de retorno, tendo servido
antes para condueco de qualquer producto em
transito por casa estrada ;
3o A reduzir de 30 a 40 /o a tirifa de k'ro-
deno, presentemente em vigor ;
4 A consentir nes estacos o deposito de al-
godao por espaca de oito das sem pagar ..rase-
nagem.
Finalraeute quanto ao pedido dos negociantes,
de Sobral, para que seja substituida por novo aba-
timento as tarifas a conces6o da passagem gra-
tuita de 2* cas*-, mandada dar pela ref.-nd cir-
cular s pessoaa que despacharen) incrcadorias de
exportacaa em quantilade superior de 50 I kilo-
grammas, nao podo este ministerio attondul-o, ]ior
j serem muito eonsideraveis estas e outras re-
duc(5es ultimamentere alisadas.
< Deus guarde a Vm.Rodrigo A. da Silva. |
Os numerosos actos com que nestea ltimos
pisto para a nossa opera ; desaire que, ha mais
de des annos, se repele no Bio te Janeiro.
Eia o mais importante trrica qua presta a
arte e ao pas maestro Carlos de Mesqaita ; as-
sim o publico, levad de igual proposito, o anime
neste emprehendmento, fio arriscado, que toca as
raias da temeridade.
O concert de bontem deu-nae urna ""'h**
interpretacao da Marcha Nupcial de Mendclaaohn;
apresentou nos, acompanhada por orchestra, a ce-
lebre Faniaa tueca, em que Perora da Costa
eateve arrebatador, especialmente no adagio ; fea
nos ouvir um tenor trancea, de grande vo orne de
voz ; acabando a primera parte do concert, com
a Danta Macabra, de Saint-Siena, peca tao bom
traoalnaia quanta difficil na exeeucao e que hoo-
tem produzio onthusiasmo no auditorio.
A segunda parte do progrmala eomecou pela
Fantasa-abertura que clasaiacaremoa como reme-
tosymphonico. composico de Francisco Braga,
alumno do Asylo de Meniuoa Desvalidos, da Villa
Isabel o discpulo da aula de harmona, do nosso
Conservatorio.
O autor deste poemeto urna enanca, carcter
modesto, alegre, despretencioso e que se revela
urna organisacao musical de primeira ordem. A
aua composicio, onde disem que nlo h de harmona, se aprsenla urna iustrumentacSo.vi-
gorosa, vanada e perfeitamente equilibrada, rsen-
te se do meio modesto tm que o artistasinho tem
vivido. O estudo e convivio das boas producidas
da arte moderna tarao delle um compositor, que
honre o Brizil.
O publico applaudio-o frenticamente e cbamou
FranciSM Braga por diversas vezes scena.
O miiuette de Bolzoni e u Marcha pompeiana de
Off.-ub.ich abrilhantaram esta sjguada parte do
concert, um d03 mais bellos para o publico e mais
vautajosoj para a arte que se temexecutado na Rio
de Jaueiro.
A malar palacra alterna -Ujj falha
f llem po; a premio a maior palavra e a mais eu-
phoaica d sua lingua.
Depois de apresenUrem se vinte do mesmo ta-
manho, a escolhida foi a seguate :
--Transw.ltruppeutropantran8porttrampelthier-
treibertraiingjthanentrajedie.
Traduca i :
Tragedia de lagrimas do casamento ds um con-
ductor de camellos, encarregado do transporte de
tropas do Transwal para oa trpicos.
Directora dan obras de conaerva-
co don portnBoletim meteorolgico de
Horas
6
9
12
3
i
a o se
O-il
21'9
27l
27'3
25'5
Barmetro a
0
G2">19
7U2>72:
762"-36l
761>2G
761<"56
Temperatura mxima7,5.
Dita minima20*,75.
Evaporado em 2i horrs ao sol: 5m,0 ; aoin-
oia: 2,0.
Chuva0-,L'.
Direcgao do vento: S\V de meia nitr at 8
horas da m tuba ; S e SSE alternados at meia
noite (com ioterrupcoes de SE).
Velo^idade media do vente : 2m,48 por segando,
sendo de 4m.l3 das 9 horas a meia no:te.
Nebulosidade media: 0,5
Boletim do porto
tempos a administraco tem providenciado aerea =
do rgimen das tarifas da viacao frrea pateo- '
teiam de modo irrefragavcl quo juata8 er. m as
a administrcao est bem convencida de que as
vas frreas do estado uo sao praser coaaidera
das na categ na de exclusivas empresas de trans-
porte orincipalmente preoc^upalas da arrecadaco
de receita qu^ lhea remuuere o capital que repre-
sentan! Estradas de ferro do estado sao antea
de tudo instrumentos de gverno e factores da
prosperidade das zonas a que servem. A crgani-
sacao e a expansao do trabalho em tara regiea.
determinando maior produ;cao e consequente mo-
bilidade da riqueza, contituem aa naturaes com-
pensacoea que'o estado deve esperar daa suaa vias
frreas. A este grande reaultado nao devem ser
antepoatas as cousideracaea de mesquinba receita,
qual pidtm produzir, pola influencia pernieioaa
de tarifas altas, estradas lancadaa pela maior par
te ao travez de zouas di cultura incipiente ou de
nenhuma.
As estradas de ferro poi ;m ser clasificadas, i
;i = ;
Di* H.ras Altura
3
Q, O
P. M. 12 de Junho S 2 da ni .mha 0,>05
B. vi. >l o 326 da tardo 2,m85
P. M. 1 9-47 . l.n>8J
B. M. 11 de Junho 49 manh 0,m99
i.'il<-Kttectuar-se-Do :
Amaob :
Pelo agente Brdto, s 10 1/2 horas, ra de S.
J .\j n 5, daarmici e mais utensilios da taver-
na ubi sita.
Pelo agente Modesto BaptUta, s 11 horas, na
ra do Imperador n 49, de movis.
Quinta feira :
l'eo agente Gusmdo, ia 11 horas, na ra Im-
perial a. 151, da armaco, gneros, etc., da taver-
na ah sita.
Hinaan fnnehrM.-Sero celebradas:
lioje :
A"a 8 horas, na matriz de Santo Antonio, por
pelo seu aspecto econmico, em duasclasses. Dea- | alma do Dr. Antonio Bjarquede Gusmo.
tioam-ee urnas a ligar aos mercados regioe3 onde j Pa*agelros)Sahidos ptra o norte no va-
o trabalho ja se acha orgauisado, emquauto outraa p(jT imcricaao A11 anca :
sao planejadaa e construidas con o um de eatimu-
lar aquella organiaa^o. Sao dest ultima claaae
quasi todaa as estradas do estado c d. ste carcter
deduz se a necessidade de aujeital-as a previden-
te regiaien de tarifas brandas
Aasim c. mo o ciado desobatruo rioe e (xcava
portos sem a preoecupa^ao de receita imm^diata-
mente paipavel, deve applicar a suas vas terreas
syatema de tarifas qae nao teuha pelo uaico dos
seus flus arrecadaco de renda maior do que aquel-
la que o catado das iudustrias coinpjrtar suave-
mente.
O criterio para julgar da proporcin*lidade das
tarifis parece-noa acharase na coocurrencia doa
Grank Martin, Viceute Silva, Dr. H. V. Frscz,
sua seuhora e 1 filho.
Sabidos para o sul no vapor nacional Ar-
ndo :
Francisco Candido ^e Oveira, Manoel Vi eir
e Amilear Telles da Silva.
Operacoea olrurgioaaForam pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 11 do corrate, as
aeguiutea:
Pelo Dr. Pontual :
Urethrotomia interna pelo proccaso da Maiaon-
neuve, indicada por esUaitameoto da uretbra.
Pelo Dr. Malaquiaa;
Amputado p r desarticulafo e methodo ova-
meio3 ruiimentarios de transporte. Onde quer iar jo dedo indicador da mo direita, indicada por
aue esta competencia subsistir por longo tempo, esmagamento em macUiua.
resistindo ao melhoramento iutroduzdo p^la viacao p^i, q Fornaniea Barros :
aperfeiceada, teremos indicio seguro de que a ta-
rifa na) condiz ao estado das industrias.
Concert* popularenP-mcos ea os
paizes que oa nao ten, e muitos at conUm dous,
simultneamente no meamo dia, em salas de es-
pectculos differentes.
O typo dos concertos populares reunir a lieao
da arte no divertiraento do povo; os seus pro-
gramlas nao devem pairar constantemente as
regies elevadas das obras primas, nem arraa-
tar-se tamb'-m pelaa frivolidades chulas das com-
po8i(0'a raateiras, que nao tln outro m- rit-* a
nao ser o de ficarem gravadas na memoria
pelo continuo maitcllar dos trovadores de es-
quina.
O concert popular abraca todos os periodos
da arte musical, todas as escolas, tofos os gne-
ros. E' como que urna litteratura amena, va-
riada, que iustrue sem esforco, que prepara oa
goatos e os espritus para a audic^io de musj-
cas, de procesase mais seientificns, qne se nao
apreciam. sena) depois tonga pwtfea de 0U7r
obras de menos tjlego, se bem que igualmente
bo;is.
Duas vantagens nascem dos conertos popula-
res : a eiucaco do e^'o publico pela msica e
a creaca > de urna oreheslr disciplinis, uaiaca-
da no es'ylo, na forma e no methodo da interpre-
tacao.
(Jma orche8tra regida, durante muito tempo,
psr um regente talentsso e cmprente, identiSca-
se com a sua maneira de iuterpretar e reviste um
trecho com um colorido nico e harmnico, coin
se um e horoem podesse manejar todos aquelles
diveraos'e variad s instrumentes.
Ora, deveons co.ifeaval o, embota seja marga
confisao, nao tiuhsmos at hoja urna or-
ebesfra etiucada na escola de entemble, embora va-
rios mestres tivesse.m reconbecido qu*, entre
a nossa claaae de msicos, havia elementos que,
bem trsbalbados, dariam satisfactorios resalu-
das.
Fizeram se algumus tentativas. Agostini, Gra-
vena'ein, L-opoldi Migaez, Arthnr Napoleao, Jo-
s White e outros conse^uram soffrlveis i.rches-
tras sob sua directo e, se Has nunca ch'-garam
a ser bdis, porqua Bao se dtseiplma um corpo,
asaio depois de muito tsmpo de easaios e de exer-
cieso.
Carlos de Meaquita, eusinsdo com o exemplo
das orchcatras de Paria, pdz hombr a a eo.preza
e, diga se em seu ab n i e elogio, que coragefc
do coormettimeoto j ansa de a .iniraeao e ap-
p ause.
Uai coma sabemos roa j que elle coirsegaio :
foi fsir tres enaaias das pe?8 quo bontem ae
execu'arem. Qi m conhece os hbitos dos nos-
soa musi oe de oreheatra, nao deixar de admirar
a tenacidade e paciencia, tanto do maestro como
de toaos os msicos que bontem toca-am no tbea-
tro 8. Pedro.
Com effeito, a exeeooio qoe tiveram todas as
pecas que se tocara no primero c-ncerto, ni-
ca e sem exemplo as nossas orchestras e, por
menos ensaios que tenbam OS seguintes concertos,
p*o podemos deixar de pre-entir a^e, bo fim dal-
les, tenhamos urna orchas-ra de prtaneir ordem e
Exeis>pelo thurmo cauterio eV epitiliema da
margem do anua.
Caaa de DetenroMovimento dos pre-
sos da Caaa de Deteoco do Recife no dia 12 de
Junho :
Exiatiam 365; entraram 12 ; aahiram 6 ; exia-
tem 371.
A saber :
Nacionaes 337 ; mulher. s 9 ; estrangeiroa 14 ;
escravos sentenciados 3 ; dem procesaados i ;
idem de correc^ao G.Total 36G.
Arracoados 3ll.
Bons 295; doeutes^ 16 Total 311
Nao boa ve altera^o na enfermara.
Lotera do CearEsta acreditada lote-
ra sujo premio maior de 15:000^000 ser ei-
trahida uo dia 15 do corrate.
Os bi'hetes acham-se venda na Roda da For-
tuna run Lirga do Rusarie n. 36.
Tamben) aubam-ao a venda na Casa Feliz na
praca da Independencia na. 37 e 39 e na Casa da
Fortuna ra Primeiro de Mari;o n. 23.
Lotera da provincia No dia ..
do corrente, s 4 horas da tarde, se extrabir a
7 lotera*, em beneficio da matriz da Boa-V3ta
do Recife e, nj consistorio dn igreja de Noss
Seuhora da Conccico dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostas as ur -
une as eapheraa a apreciar) do publico-
Lotera da cOrieA 04' luneru da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de-----
3<):OJ0l000 acra extrahida no dia .. do cor-
rente.
Os bilhetcs acham-se venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venia na Casa da Foi-
tojna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuta k C.
Lotera dotlro-ParaA 2 paite da 40'
lotera dcsta proviucia, pelo novo plano, cujo pre-
mio grande 120:000^000, ser extrabida no dia
18 de Junho.
Bilhetcs venda na Casa do Ouro, roa do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joio Joaqmm da Costa
Leite.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna 4 ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiusa & C.
Lotera da pro*lelaA 7 loteric em
beneficio da matriz da Boa-Vista di Recife, ser
extrabida' no da do corrente, s 4 horas da
tarde.
Os bilhet a garantido3 acham-se venda na
Casa Feliz na pr.ca da Independencia ns. 37
M.
Tambem acbam ee venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Maro n. 23 de Martis F.u-
iiftC.
Lotera da asmiij'ba-'-Kata lo'.eria cujo
premio grande de 20:0)0*000 ser extrabida no
da 16 de Junho 's 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se A venda na Casa do Oaro
ruado Baro da Victoria o- 40 de Joio Joa
qnim da Costa Leite.
Lotera do zfnpl'fte anto -Eata lote-
ra cojo premio gorode 60:0000000, ser eitra-
hipa no da do l7eorrrate.
Tombem acham-ae venda na Casa Feliz na
praca da Iudependeneia ns. 37 e 3).
Lotera da provincia do Paran-
A 15 lotera desta provincia.pelo novo plano, en
jo premio grande de 15:000*000, sa extrabir
no dia 21 de Maio.
Bilh-tea a vonda na Casa da Fartoaa, roa
Primeiro de Marco n. 23, de Martins Piusa & C.
Luleraa de alag-oan A 17* parle desta
lotera, pelo novo plano, cujo premio grande
de 10:0J0OJO, ser extrabida no dia 16 do cor-
rente.
Os bilhetes acham-se venda na Caas Feliz
praca da Independeucia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Porta
na ra Primeiro de Marco n. 23, Martins,
Fiuza & C, e na Esmeralda, ra Larga do Rosa-
rio n. 24.
Lotera de S. Paulo Eata importante
lotera cujo prein'.o grande de 10:000 J00 ser
extrabida no dia .. do carrate.
Oa bilhetes ach im-a; a venda na Esmeralda
ra Larga do Rosario n. 24 A.
Censlterlo PublicoObituario do dia 11
ie Junho :
Jos, P^ruambuco, 13 meses, S. Jos; denti-
cao.
Eieluna Peraambuco, 9 d:as, Ricif- ; hemor-
rhagia cerebral.
Mara Ricarda, Portugal, 40 aonos, casada, Re-
cife; byportrophia.
Guilhermina Paulina do Espirito Santo, Per-
nambuco, 28 aunas, solteira, Boa-Vista ; tubercu-
os pulmonares.
Rufiao Nogueira, Pernambuco, 4) aunos, casa-
do, Boa-Vista; beriberi.
Populo Jos Francisco da Lapa, Peraambuco,
31 annas, solteiro, Graca ; diarrba.
Maria Candida da Cuuha Vianna, Pernambuco,
4G anuos, viuva, S. Jo3; nphrite.
Amalia Obdulia da Silva Carvalho, Pernambu-
co, 5J anuos, casada, Olinda ; recate.
Delphini, frica, 60 anuas, solteira, S. Jas-
lesao cardiaca.
Jos Thomaz Ferreira, Peraambuco, 22 anuos,
gelteirs, S. Jo^l comm-cao cerebral.
12
Riul, Permmbuco, 4 mezes, Recife; enteritc.
Paulo Alvea da Silva, Pernambuco, 28 anuoa,
8olteiro, Boa Vista ; diarrha.
Mana Anglica da Conceicao, Pernambuco, 21
aunos, eo'.teira, Boa-Vista; tubreulos pulmona-
res.
Ignez Raymuuda da Veiga, Portugal, 76 annos,
viuv, Boa-Vista ; febre perniciosa.
Maria Joanua Cesar de Mello, Pernambuco, 81
annos, solteira, Boa-V3ta ; benbri.
Hermelinda Fraaceliaa Lius, Pernambuco, 67
anuoa, solteira, Boa-Vista ; tubsreulos pulm ma-
res.
Maria Therea, Pernambuco, 70 anuos, so'tei-
ra, Boa-Vista ; ulcera gangrenosa.
Maria. Pernambuco, 5 horas, S. Jos ; ttano
dos reeemnuscido.
Ma.ia Camilla Rodrigues de Mello, Rio Grande
do Norte, 13 aunas, solteira, Boa-Vista ; febre re-
mi tiente.
Fabricio, Pernambuco, 20 mezes, Graca ; iuter-
mitrento.
Manoel, Pjrnambuco, 24 hars, Boa-Vist ;
eclampsia.
ixa
do & O, sobre baixa e registro de marca de com-
mercio. *
Nada mais bavenda a despachar foi encerrada
as!i3ii 1,1 t*).-* li tari!.
PlMilKCm k i'EMili)
que poder poupar-nos oj desaire de M mandar Qg bi|netCf achm-se A VWda aa Roda da For-
vir do estrangeiro um carpo | sjmpbonico com- ^^ TUA i^^ do Rosario o. T*.
CHROHICA JDDICIARIA
lunta Commcrcial da cldade do
Hecife
ACTA DA SESSO EM 1) DE JUNHO DE
1887
PRESIDENC A DO ILLM. 8R. C >MMBSD.lDOB .SI0SIO O0-
MKS DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimara.es
A's 10 horas da manhi declarou-se aberta a
sesso estando presentes os Srs. deputados Olinto
Bastos, commendador Lopes Machado, Beltrao
Jnior e Hermino de Figueiredo.
Lida, foi approvada a acta da sessao antorior e
fez-se a leitura do seguinte :
EXPED1EHTK
Oficios:
Dd 9 de Maio, da Junta Conmercial da Forta-
leza, co umunicando achar-se na re3pectiva presi-
dencia o deputado maia antigo Jos Bruuo Mcnes-
cal.Acuse-se a recepcao e archive se.
De 24 de Maio, da aociedade Uaiia dos Fabri-
cantes de bebidas e outros productos nac;anaes,
d miciliada na capital io imperio, acompinhaJo
de 9 nmeros do I*nial dos Economistas, que ad-
voga os iuteresses da lavoura e da indu.-'ria na-
cional, especialmente do assucar, off>r cendo a
esta Junta a assignatura do dito Jornal durante o
auno corrente. Accuse-se a recepcao e archi-
ve-ae.
De 4 do corrente, da Junta dos corretorea desta
pr.iv i. remetiendo o boletim das cotago :s ofHeiaes
de 30 de Maio a 4 do corrente.-Para o archivo.
Diarios offi:iaes de ns. 135 a 138. Archi-
ven)-se.
Da 28 de Miio, da Juuta Cammercial da capital
do imperio, remetiendo a reluci das commerciao-
tes matriculi dos no mez de Abril.R ispanda-se
e archive se.
Diarios officiaes de ns. 139 a 148. Sejam ar-
chivados.
O nam-'ro 10 da Jornal dos Economistas.Seji
archiva lo.
Foiam distribuidos rubrica os spguintes
livros :
diario de Francisco Manoel da Silva & C, ea-
piaor do Baro de Nazarctb, dita de Mendes
Lima & C
DESPACHOS
Peticaes : ...
De Jos Francisco de Meneses Amarim, solici-
tando o lugar de avalialor commercial, em conse-
quencia da qual reaolveu a Junta fixar o da de
hoja par o provinwoto oe um dos lugares de
avaliador commercial, pela fallccimenta do respe-
ctivo serventuario Antonio de S Leito.Presta-
do o juramento passe-se o titulo, as termos do
parecer fiscal. Foram votos vencidos os dos Srs.
presidente e deputado Olinto Bastos.
Do capito Manoel Joaquim de Alem, solicitan-
do o lugar de avaliador commercial pelo resto do
tnennio de 1887 a 1889.Prejadicado, vista da
aomeayao de Jos Francisco de Menezes Amorim,
com os votos dos Sra. deputados Lopes M chado,
Beitrio J inior e Figu uredo.
De Antonio Goncalves de Azevedo e Jos An-
tonio Pinto Scrodio, para que teja archivado ,-
contracto de sociedade em eommandita qua cele
b--arain sob a firma de Goncalves Irmio & Co
suceessares, sendo o primeiro commauditario e
Jos Antonio r'iato Seroda solidario, com o capi-
tal e fundo em eommandita de 600:0003 para a
cantinuacio do comercio de tazeudas em grosso
e c.mpra de algodio e outros geueros nesta pra-
ca, ra da Marqaez de Olinda.Archive-ae, na
forma da lei.
Do Bario de Seriahaem, na qualidade de ge
rente da estrada do ferro do Ribeirio a BaniH,
para qu- se archive a certidio da acta da assem-
bla geral extraordinaria dos accionistas, em vir-
tude da qual f ram substituidoa, supprimidos e
alterados a guna artigos das estatutos, e foi con-
siderado capital social a quantia de 235:0JOS,
sendo subscriptas mais 488 acc6;-s, e bem asaim a
lista nomiuativa dos accionistas de dita empresa.
\*ja archi 'ad i. ,
De Jos de Sauza Braz, para que se registre a
uoineacio dos seu3 caixeiros Oympio Rodriga s
da Silva e Jo da Cras Nascimento.=S'-ja regis-
trada.
De Zafirino Martina & C. idem do seu caixeiro
Alfredo Evangelista Ales Cavalcante. R^gis-
tre-se.
Do Rodrigo Carvalho da Cunha, soeio da firma
Rodrig Carvalho 6t C, subdito portuguez. de 36
annos de idade, com estabelecimento de fazenda-
pir grosso e a retalho ra Duqae de C^xias n.
69, desta cdade, solcitanda carta da negociante
matriculado. Sao attestantes do crdito commer-
cial do impetrante Carlos de Moraes Gomes Fer-
reira, Gomes de Mattos Irmos e D. P. Wild.
Como requer.
De Baltar Oveira aa C, como bastantes pro-
curadores de O.iveira CosN, da cdade de Ma-
celo, para que sejam archivados o distraa de ao-
ciedade de Costa Irmio & C, de-cuja firma erain
socios Victor Estanislao do Andrade Costa, Vi-
cente Ferreira do Andrade Oosta e Jos Alves de
Aranjo Rngo, foaodo o ea-8..ck> Vietor do posse
do activo e obris/ado pelo paasivo da extincta so-
ciedad^, e o contracto de sociedade em nonv: col
lectivo de Victor Estanislao da Costa e Mnoel
Antonio de Oliveira, s -b a firma de Oliveira &
Costa, eosa o capital de 4:0004 para a continua-
cao do commercia de molbastoa na ci lade de M aci i
ra Priaseiro de Marco n. 127. Paguen o im-
p-sto addcional de 6 por censo tanto no distracto
como no contracto.
Oonthiaam sobre a asesa aa peticoes de Atevc-
O ttevm. padre tfaaoel Lobato car
nelro da Cansa
e sea nuil digno analco o Sr.
Ir. Ili-iirici'je rtilet
Nem todoa que es^revem para o publica f izem -
n'o do boa f. Abusa-se frequontemaute do pu-
blico sensato co n dasvios, inverso s e reticencias,
especulando-se com u excitoqae oj discursos bom-
bsticos e oa protestos enrgicos produz -m sempre
nos parvos que, sendo de ordinario bagat-lUs,
vio eapalhaudo por toda parte quanto os ajuda o
engenho e arte.
Appliquemaa, po3, esta apreciaclo ao protesto
enrgico do Sr. Milet e conheceretnoa o fim nica
do seu comannicado : ssphismar a questio.
Com c S. S. dizendo que o seu amigo nao
fugio, retirou-se sim precipitadamente. E' o caso
d'aquelle cammeniador qu<% biteado em relinda,
dizia enrgicamente : Um commandador nao cor
re !Anda um pouco apressadt...
Em seguida, querendo rebuqar a tuga do reve-
renda, escolbe, em vez de berioari gal ipante, oa
grandes desgostos e soffrimentos de espirito que
podiam ser-lhe tataes se permanecesse neata ci-
dade.
Nem mismo por m ;is uus daus dia3, senhor
Dlutor ?
Importantisaima defaza Nao para todos f-i-
zel-a tia enrgicamente. 0 hornem aecusado de
ter embarcado claniestinamaute para orada pro-
vincia, quaudo tiuha de prestar coutt-8 da dinhai'o
alheio que recebara, vai snr ibsolvido :omcr-
teza, em vista de um pitrono como o illustre se-
nhor Milet.
(Cantiui)
M. A. Vianna.
Ao Sr. noiiymo da terreno da Ar-
rala!, qae tem verconba de aa I
alsrnar aeu nome no Jorual.
Respondo ao seu ultimo anuunci >, chamndo-
me para marcar dia e hora para a meficaa]da cer-
ca do fundo de mcu sitia. Qie estou prompto a ir
assistir este trabalho, levando tambem eornango
pesaos habilitada, porm ucho-ma embarazado,
pois nao sei cam quem me entenda a tal reapeito,
com o Diaria nao paasivel s sim cim pes-
s>a que commigo se entenda ou eu com elle, e '-li-
tio trataremos o dia e ho'a para tal fim. .Pois o
r. !Lna;iyn i, e o pub'iea qte me co b-cem todos
sabem que teuha residencia em ra do Lma em
Santo Amaro das Salinas ha muitos anmsonde
mu poderio consultar o indicar lugar; filialmen-
te, sobre despulas nada t'iho com ellas, poia nao
mo r.-clamante que diz se uchar prejadicalo,
sem conh'cimanto directo da verdad-i, qua c,m a
qual ae ficar em harmonia o f:a de quilquar li-
tigio, que nao aspire ter com pessaa alguma.
Rufina Manoel da Cruz Cousae:ro.
l'criniuir senos na expender urna
palavra sobre a enlermldatle*
don pulmoeit e da garganta
9
Qiando os pulmes so cb.'>am a enfermar, i -
dc-8e dizer que o doente se a. ha s bardas de urna
enfermidale incuravel, e o (irimeiro pasaa dado im
tao pwigosa aitu icio a taiso. Torna-se, p >'a, da
maior importancia o a'alhar-se a mesma immedia-
tamente. Se par acaso perguntardes de que ma-
neira isso se pia conseguir, pramptamente res-
ponderemos com o Peitoral de Anacahuita, cujo
excellentc xaropa preparado e eomposto com o
maravilhoso e balsmico su.-co de urna arvore do
Mxico, couhecida desde ha inuitjs Eeeuioa pelos
aborignes, como remedio excelso para as enferm:-
dades pulmonares.
Esta magaifiaa preparadlo curar a toase den-
tro em pousos das e s vuzes em poucos horas ;
alliviar j a asthma, curar a irritada membrana da
trachea e impedir finalmente o des nvolvimento
da tvsica.
Ao contrario de todos ees 33 pcitoraea e xaropes
feitos de fructas c outras substancias acres e de
urna natureza duvidosa, ella ni) encerra era si
uenhuin acido prussico, e como igualmente nao
con'm nenbnma mistura de antimania, ingrefen-
te eate, que abundantemente ss eucontra naa ire-
nar .(,'>'s d'aquellespor cona-guiute o seu gasto
i i) prsduz nauseas e su^ve. e agrad4vel de to-
inar-e.
Como garanta contra aa falsifieaco-a, obsarve-
se b"m que os nomes de Lanman & Kemp venham
estampados em l-.ttras transparentes no pa,)-l do
livrinbo qne serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene ntra se venda em todas as pharmacas t
drogaras.
Ageutes em Pernambuco, Henrv Forster ic C,
ra do Commercio n. 8.
I. se na Tribune Medcale:
Apezar doa proCC330S de puriticacio mais
apreijoados, o oleo de figado de bacalho ficou
um medisamento prohibido a muitos doeutes, euj >
estomago nao pic mais suppartar as substancias
gratas. Era portanto neceasaria .irocurar um meio
de mular radicalmente a sua lrma conservando
todos os seus principios activos tio preci .aos : eate
reaultado foi obtido p?la composicio do nnhii
de extracto de salo de bacalho.
de Cbevrler. preparad) segundo urna formula
approvada pela Academia da Medicina.
Recommendamos aoa nosaoa leitorea eate excel-
ente proiucto que couttn vez todoa oa elemen-
tos efHuases do olea de fijado de bacalho e poa-
sue as propriedades therapauticas dos preparados
alcoolicos.
Cal de fagaarlbe e S- Beato e
cal virgem
O abaixo assigoado aviia aos Sra. coa-
sumidores da cal de Jaguariba o S. Benlo,
que o Sr. Vicente do Nasciaieoto contin
a ser o nico que recebe a verdadeira cal
de Jaguariba e S. Bent), e as tem expos-
to vndanos saus srmazi s de mate
riaes Pra9a da Concordia ns. 11, 13 e
15 ; e toda a cal que nao for vendida por
intermedio do mesooo senhor, no ser
vcrdadtira.
Aasim como : que a cal virgam, de que
contratante e recebedor o mesmo Sr. Vi
cont, contina a ser vendi ia pelo Sr. Sa-
bastio Bezerra ra do Bom Jess n.,
23, a 60000 a barrica.
Jos da Costa Pereira.
Consultorio medico
O Dr. Silverio Lagrega tem aborto de
novo o seu consultorio medico, ra do
Imperador n. 14, 1" andar, onde ser cn-
coutrado para os mistare de sua profissao
e dar consultas daa 10 horas da manh
ao meio dia, em todas o das uta.
Externat
Franeals -Anglals
19 Ra do Hospicio 19
L'enseignement comprend :
Le portugais, la lecture, la calligraphie,
l'arithmetique, l'histoire Sainto, lageopra-
phie, l'histoire, tous les travaux d'aiguille,
le frangais et Tangais th-oriquo et prati-
que. ,
Le^ns particulires de franr;ais et d'an-
glais. On recoit des Ij2 pensionnaires.
Leonor Porto
Ra do Imperador ni.
Primeiro andar
Contiua a exeautar os mais difficeis
figurinos reesbidos de Ijondros, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeieiode costura, em bre-
[vidade, modicidade cm precos e fino
I g osto.
lma e'eacluao
Sa alguns pases da Europa plantando a
beterraba fasem o Brasil rendar o seu as-
sucar por 1^000 a arroba; a Sassia, paiz
tambem da Europa e maior do que elles
todos, plantando a beterraba, comoj est
ensaiando, por quanto poder o Brasil ren-
dar o seu assucar ? Est claro qui ven-
der por 500 rs. a arroba ; ora, porque oa
plantadores di> canna nao plantan a par
da canna um pouquinho da caf, fumo, ca-
cao, baunilha, oruc e out os para conhe-
cerem qual d'ellas os pia salvar da derro-
ta que j vo soffrendo ? E' inerivel !
est3o j soffrenlo julgim-so s-guros ;
pois bem; ide com a canna s, e pordi
tudo quanto possu's, que eu vos ajuiarei
a chorar ; emperrados.
O datino.
Collegio Prytaneu
Travesea da ra da Concordia
n. 13, Io andar
Do dia 15 do corrcnt'J em lianta asila-
se aberta urna casa do educajao e ensino
sob a denominaba da Collegio Pryt- travessa da ra 1a Concordia n. 13,
Io andar.
Nclla sao ensinaJas as primeiras lattras,
todas as materias que constituam o curso
preparatorio para a matricula nos cstibile-
cimentos de instruega superior do Imp3-
rio, e mais aquellos qua estao vu.lgarisa-
do3, como alUim5o, italiano, scienjias natu-
raes, etc.
llavera tambe a urna aula de e- -riptu; a-
go commercial, sob a direegao de um h-
bil guarla-livros desti capital, pelo que o
dirac'or chama a attenjo dos Srs. pais
de familias qu3 qu-jiram seus lhos para o
commercio.
Os estatutos admittem quatro classes de
Jranos : internos, serai-internos, externos
e semi-axt^rnos.
O protessorado fai escolhido dentra os
mais habis e conheidos professores desta j )
cidade, cujos nomos vao abaixo indi a
dos.
A casa offjreca 03 coramodos precisos
para um estab-lecim-nto deste genero, e
o director convida ao respaitavel publi'o
para dar-llie a honra de a visi'ar.
Professores
Portuguez -Dr. Jo.-> Diniz Barreto.
Lati n e francez Frederico Ulysses d'Al-
meida e Albupucrq ie.
Geometra o historia. Dr. Ayres de Al-
buquerque Gama.
Rhetorija. Dr. Maooel Jos Rodrigues
Pinh:iro.
Ptiilosophia Dr. Arthur Orlando da Sil-
va,
logl ;z, geographia e arithraeticaO direc-
tor.
Curso especial
Allemao e italianoDr. Ayres Gama.
S:i'*ncias naturaes O direuor.
Eicripturago commercial Frederico
de Alm.'ila Albuquerqua.
Rjcifa, 10 de Junho da 1887. -O
rector, o acadmico, Tranquillino Qracian
no de Millo Leitao.
Dr. Cradio Leite
Medico, parteiro e aperador
Riudencia ra Bardo da Victoria n. IB, 1- andar
Consultorio ra Duque de Caxiaa n. 59.
Di consultas das 11 horas da manha s 3 h
tarde.
Atiende para oa chamados a qualquer hora
telephone n. 449.
Lycea Tr adelphico
DIRECTORA
Hara Olindiaa de Mello
20 Ra do Hospicio 20
A directora deste estabelecimento de instrucci;
e educaci i de meainis, cmmuuica aas senhares
pa>?3 de familia quo mudou sua residencia da casa
a. 30 para a de n. 0, a ruado Hospicio, ond&
continua a receber almonas semi-internis e ex
teraas.
Medico
Dr. Silva Ferreira, da volta de sua viagem ..
Eurupi.com pratiea nos hospitaea de Paria, Vi
enna e Londres, onde dedicou-se a estufas d
partas, m d^atias de senhoras e da pello, ofterecc
06 seca servidos medicas ao reapoitav I publicc
deata capital e ora l'ell*, i > 1 u 11 ser l i
no seu consultoriora da Ca lea n. 53, d i 1 at
3 haraa da rar fe, oa em su* residencia toma>ra
ria Punte d'Ucha 55.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Baltiazar da Siiveira (j
Especial: dadesfebres, molestias das ?
enancas, dos argaoa respiratorios e daa ><
seahoras.
Prc-ata-ae a qualquer chimado para
fori da capital.
I!
II
i. VISO
H
'.
di-
Iiiim' com escarn de siti'iue (41
Um honrada negociaute lo Cerro Pellado, muui
cipio de Peiotaa (Rio Granle da Sul). ach inda-se
gravemente atacada de urna enfermidade pulmo-
nar, tosaindo onataniemente e algumas veaes com
escarna de saogue, vio aua a .ufe recuperada com
o uso de alguna frascos d > Pan ibal dr Cambar .
Esta maravilhosa cura assim attestada pelo
ex enferma, que hoje gosa a mais mvejavel sale:
Illm. Sr. Jaa Alvares de Sauza Saares.
Pelotas.
SafFrendo ha tres anuos de urna fosae pertinaz
com eiC8rroa de sangus, com carcter de urna mo-
lestia pulmanar, e depois da toda o aun 1> aqui
julgar pie p-rdi lo, resolv tomar o seu grande re-
medio Peitoral de Cambar, e loga a tosse fai dc-
clinanda, deixanlo da d-itar mus sangue, as far-
cas foram revigorando ae e hoje, gracia a Deus,
acha-me perfetamente curada.
n Ple fazer o uso que quizer desta mi.-ihi fran
ca declarado e creia-me, etc., etc.Antonio Luiz
de Oliveira.
O referido medicamento acha-se venda na
agencia a cargo dos Srs Francisco Manoel
da Mil va tft C. ra Marqaez d'Oiinda n. 23.
Franco 2500. meia duxia 13* o duzia 24.
A agencia remette a quem pedir, condicoos :m-
preasaa para as vendas por atacado.
Dr. Costa Gomes
MEDICO
34 Ra do Mu-quez d* 0,inda-34
Primeiro andar
Censultas de meio dia a 3 horas da tarde
Todaa ^s chamados devem 8Cr dingi- ( |
doa A pharuoaeia do Dr. Sabino, ra da
Barao da Victoria n. 43, onde se indicar
3ua res' lea -i i.
Dr. Mello Gomes
Parteiro
Ra de Paulina C-uara (ntig* ainiii lo
C'irmo) n. 36, Io andar.
Onde pode ser procurada a qualquer hen-a d;
dia e da noite.
Especialidades; Pebres, molestias das seahe-
ras c do pulmio. sy^hilia c s.-ftiimenfoj d-i ure
thra.
Acode tambem a qualquer chamado para fra
da capital.
Ciiaicamedico eirurca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Ejpe'ia'i 11 1j ?irtoi, n > tiu Isaeiii-jt -i
erian^aa.
Residencia Ra da Imperutriz n.'4, segunde
audar.
Dr. Ferror da Silva, consultas
das 'J ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Advocad<
(Foro elvil e eccleslastleo)
Baoharel Antonio d; Ldlis e Sonza
Pontts.
Ruado Imperador n. 37 Ir andar.
Dr. Jiiio Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de acuhorav e
de criancas, com pratiea as principaes enteiui-
dades e hospitaes de Paris e de Vienna d'Austria,
faz todas as operacoes obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio a residencia ni ra do Baro da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, l- andar.
Consultas daa 12 a 3 bor;is ls tarde.
Telephone n. 4*o7.
Dr. Cerpia Me
Tem o seu eacriptorio ra Duque oe Caxiaa
n. 74, das 12 a 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em 6ua residencia roa da Santa
Cruz n. 1.
Especialidadesmolestias de senaoras e crian-
cas.Telephone n. 326.
Tonsultorio medico-
cirargieo
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observacSo, reabre consultorio nes
(a cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crui
n. 23, I. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser ene nitrado nc
sitio travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
to esquerda, alm o porco do Dr. Cosm.;
ula particular
Curso co'iipNto de primeiras lettras p.o.ra
ambos os sexos (em salas separadas) com
prebendan io trabalhos de agu ha para c
sexo femioino, os prepiratarioj do novo
programma para o masculino.
Ra Visoonda de Albuqujrque, n. -'t.
Clnica medico-cirurgic'i
DO
Dr. Fernandes Barros
Mlico aggregado ao hospital
Pedro II
Consult s de 1 s 3 horas da tarde, ra de
Bom Jeaua (antiga iK Cruz) a. 30. Reaidencia
ra da Aurora n. 127 ,
Telephone n. 450
Advogado e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfreda de Oliveira tem
aberta o seu escriptorio de aivagado ra I" de
Marco n. 4, onde tambem paJe ser procurado para
leccionar o inglez, rancez e allemaa, pratiea e
theoricamente", nos collegioa e casaa de familia.
Tambem para a commedidade dos estudautes
o empregad os do commercio, reaolveu abrir uuo
curao nocturno das ditas linguas. A tratar ao
escripturo cima referido.
EDITES
Oculista
Dr. Barrito Sampstio, medico oca
Hita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de ineio da s
3 horas da tarde, no l.o andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingo e dias santificado.
Residencia ra Bate de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
i!
:*'
O Dr. Hisbello Floreutino Corroa de Melle
juiz de direito nesta villa e comarca es-
pecia) de Iguarass por S. M. I. a quem
Deus guarde, etc. etc.
Faz saber aos que o presente edital virein ou
d-lle noticia ticer-ia quena dia 30 do corrente mi
pelas 11 horas da rrnuha na casi da Cimara Mu-
nicipal desta villa, depois dos pregdes do estylo, a-.'
ha de arrematar, a quem mais der, de renda
trienual o engenho Gongaciry desla comarca,
cujo engenho foi avahado na quantit de l:50)40ttJ
do renda annual e vai a praca a requerimento dos
cansenhores Vicente FerrL-iride Albuquerque Nas-
cimento e outros, s )b aa candivoej tegintes :
de ser o arrematante obri ;a lo a conservar oa edi.
ficios e floresta do nesrao ingenha e dar fiador
idneo ao prreode renda, de conformidade com
peticao inicial doa dit-aa consenh.-rn.
E pira que chegue a noticia atados mandou
paeaar o presente, que ber alHx.do no lugar mais
publico e publicado pela imprensa.
Eu Luiz Ferreira Bandulra de M 11', cacrivo
do civel o eacrevi.
Villa de Iguaraas, 6 de Juubo de 1887.
Hisbello Florentino Correia de Mello.
O DrT Jaaqui.n Correia de Oliveira An ira-
de, juiz de direito privativo da orpb3os e
ausentes neta comarca do Recife, por
S.M. Imperial, a quera Deu3 guarde, etc.
Faco aaloer aoa que o presente edital virem ou
delle tivercm conheeimento:
Primeiro, que D. Muria Victoria Carregal loa-
res, me dirigi a peticSo, afim de aer declarada
interdicto aeu mal ido Emilio Saares. a qual do
tbeoj seguinte : ,^ ,f
Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos-Diz D. Mana
Victoria Carreg Saarea que, estando seu marido
Emilio Soares, subdito portuguez, seFreuda de
alieuaca-o mental e na podendo por cas_- motivo
administrar sua pessoa c be.is como s ve das al-
icatados mdicos juntas, vem a supplicantc re-
quercra V. S. qu-, par^. os devidas cff.it .s, Su-
di^ue de julgal o interdicto e rameal-a curadora
afim de que poasa dirigir o estabelecimento com-
mercial que elle tem roa da Baro da Victoria
n 59 e que h je a enpplicante mandou fechar.
Ncstes termo pede a V. S deferimento. E. R.
Me?.-Recif.-, 10 de Junho de 1887 Mina Vic-
toria Carregal Soares.
Estava sellada com uaa -stampilno. dr 2W rs.
devidameute inutilisada na lurm da lei.
Segonda que, havendo subido os autos a miaba
ccnei>sa>, all profer a sentene da th or se-
guinte :


^


Verificando dos atteatados mdicos ,que ns-
:ruem a petizo a folhas que Emilio tjaores est
aoffrendo de suas facuidades lntellectuses. julgo
por sentanc* sua interdicoo, mando que upa
buque pur edital e nomeio curadora a sua mulher
D. Mara Victoria Oarregal Soarts, se quner
aceitar, prestando juramento e asignando termo
pelo qual se obrigue a administrar a pessoa e
b ns do interdicto, conserval-o no melbor estab'-
lecimento que hoover aesta cidade para sen tra-
tamento e a raer inventario, visto ser notorio que
casada segundo o rgimen dotal; sendo Itae ul-
teriormente arbitrada a quantia qua poiera dis-
tender no sustento e curativo delle o no scu pro-
prio. conforme as forcas do casal. 8llo e costas
afinaL Recife, 11 de Junho de 1887.Joaquim
Correia de Oliveira Andrade.
Terceiro finalmente, que est prestado pela no-
meada o juramento exigido, e que portanto, serio
considralos rritos e nullos quaesquer actos que.
sem aequiese ncia e autorisacao da pella forcm
praticados po predicto sen marido Emilio Soan s.
O presente ser publicado pela imprensa c fil-
iado no lugar do costume.
Dido e passado nesta cidade do Recife, aos 13
de Junhode 18-7.Eu, Olavo Antonio Ferreira,
escrivc o subscrevi.
Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
Dr. JoaqiuTCorreia de Oliveira Andra
do, juiz do direito privativo da orpliaos
.suputes nesta comarca do Reoife, por
3. M Imperial e Coas itucion&l o Sr.
D. Pedro II, a quera Deus guarde, etc.
Fas saber aoe que o presente edital virem ou
delle tiverem noticia, que no dia 14 de Junho do
correte anno, depds d; preeuchidas as form.li-
dades da loi e doestylo r praca a quein maie
der, prestando nanea idnea, o arrendamento por
3 annos do sitio denominado Gira-i, situado na
freguesia da Boa-Vista, com porto di madrira na
entrada, todo murado, com diversas frucieira3,
urna baix de eapim, um viveiro de apanhar p i-
xe. um grande caz de tijolo e cal com cacada de
pedra e cal, dous jardins com cntenos para i-
res, uini casa de banbo, tambem de tijolo e el
obi-rta de tilhas com tanque de marmore, bomb-i
ie ferro, urna naacente d'agua, cocheira. estriba-
ra p.ra dez eavailes, um pequ-'no terraco sobre
columnas de tijolo e cal coberto de telhas, sitio,
cuja casa de vi venda de sobrado de um andar
com si tao e mirante e tem 98 palmos de frente e
49 de filudo. 9 portas com varandas de ferro na
frente e 5 em cada oitio, 3 salaa, 1 salo para
jantar, 4 -partos, cozinha fra e 1 quartu externo
ao poente, 3 quartos exUraos ao nase: n'e, sendo
circu'ada de tijolo e cal, 1 sala c 1 quarto no so-
:ao, 3 janellas em cada mirante, 2 salar, 1 sil-ta
e 10 quartos no pavimento terreo; um io u lite
sitio r.cs um entro, murado uolado do poente, ape-
nas separado do outro sitio por u na cerca de es
oinbo, com fruct' iras, caes, estribara, cochaira,
cacimba e tauque, quaitu para criados, galiuhu-
ro, casa tirrea para vivenda com sota), teirac
ua frrute, 3 salas. 1 saleta, 1 quarto no eotao.
E vai praca o arrendamento do alludido sitie
a riquerimeuto do ceuiraendadr Jote Aitouio
pinto, iuventari inte dos birns de su nuada sogrs
D. Clementin i Teodora da Silva, e de couforini 1t-
de con a ..)>nio do Dr curador geral e de t)Jos
os interessadus
E para constar maudei passar o presente, que
ser publicado pela imprensa e atfixaJj uo lugar
io costume.
Dado e paasa.i.* nesta cidade do R if-, ais 25
de Mal i de 1887.
Eu. Oiavo Antonio Ferr.-ira ecnvao, o sub-
senvi.
Joa uim Curreia de Oliveira Andrade.
0 Dr. Thoraaz GLroez Paranlus M ntone-
gro, commendador da Imperial Orden
da R)sa e juiz de dir.-ito espacial o coru-
meroio dest > cidade do II cife, capital
da provincia de Peruaubu eo, por S Ma-
g':itade o Imperador a quera Deus guar-
de, etc.
Faz saber aos que o pr-sente eiital virem uu
delle noticia tivi-rem, qua por parte de Luis Au-
gusto Coelbo Cintra, Ihe fji dirigida a petico do
ibeor se'uint-1 :
Ira. e Ex .i. Sr. Dr. juiz do commercio.-O mi-
;or Luis Augusto Coelho Ciutr*, credor de A!ipi>
A-cnly SautiaSJ Uaino', pela quuntia de...
1:1424800 proveniente de urna letra 3acada por
Joaqnim Monteiro da Cruz, e ao ita pelo suppli-
cado, veucUa en 30 de Abril de 1882, alin dos
juros nella estipulad is e estando a referida letra a
terminar o praso para prescripcio, quer o suppll-
! ;nte, para garanta de seu direilo, protestar per-
krio t,
>d-+-
ante V. Exe., 'pelo que requer se digqe mandar to-
mar pjr termo eu protest >, intimando se o suppli-
ca lo por editae, procedendo-se a justificado de
incerteza do raesmo, marcando V. Exc. dia e hora
para ter lugar a jnstificacao.
Espara reeeber mert. Recifo 18 de Abril de
1887. -O solicitador, Moreira Dias.
Estava sellada na forma da lei com estampi-
ha no valor de 200 lis.
E mais se nSo continba em dita petico aqu co-
piada, depola se via na mesma odespach) do theor
seguintx : Dist ibuida. Como pede, designando
o escrivio dia. Recife, 8 de Abril de 1887.Mon-
tenegro. E1 o que se continba em dito despache,
em virtude do qual fra feita a distriboisao do
theor segunte : A Ernesto Silva.Oliveira.
E irais se n) continha em dita distribuisao
aqui copiada, depo:s via-se o termo de protesto
do theor, forma, m do e maneira seguintes :
Aos 27 de Abril de 1887, no meu cartorio par-
ante mim e as testemunhas infia assignadas,
compareceu o supplicante por seu procurador C'is
todio Moreira Dias e por este foi ditoque reduzia
a termo o protesto constanta da p tici retro, que
off-reeia como parte de3te, em que depois de lido
assigoa.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira di Silva.
Custodio Moreira Das.Joao Oirreia dos haotos
Cal la Jo. Eneas do Reg Barros Falcao
E ma testo aqui bem efilmente opiado do proprio ori-
ginal, dep>ls via-se qu tendo o respectivo scri-
vo, Ernesto Machado Freir Pereira di Silva,
fr-ito sellar e preparar os autos mi os fez conclusos
em 2 de Maio que nelles profer a seut'nca do
theor spguinte :
Vistos. Proceda a jusMieacao. Si ja o deye-
dor inteirado por editaes com o praso de 30 dias
do protesto de ra. Dar ioterrapcao da prescrip-
SJo do titulo d-:nV Custa ex-caua. Recife, 3
de Maio de 1887.Thjmaz Gircez Paraiihoe M n-
teneg'8.
E mais se nao coutinba en dita sentecca aqui
bem e fielmente copala Em virtude i; SMiteoca
aiui copiada o respectivo escriva f.z paesar o
presente edital pelo theor do qual ch- mo, cito e
he.i por citado o justificado ausente em lugar iu-
ceito e nao sabido, pira qu-1 coinparcca ante este
juiso dentro de 'O das por si ou por seus bal
li procuradores ali-ginJoe provando tudo quail-
to for a oem de scu direito e justica.
E para que chage :io conheciinento de to.'.oa
niand i passar o presente edital (,ne s r publicado
pela imprensa e arlix; \> nos lugares do cosluuie.
Dado e piesado nesta cidade do Rccifa e seu
t'-rmo, capital da prov ncia de Peruambuc, ao3
6 dias do inez de Maio de 1887.
Subscrevo e a^signo, Ernesto M.chado Freir
'ereira da Silva.
Recife. 20 de M iio de 1887.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
O Dr. Joaqun C rreia da Oliveira Au
drade, juiz de direito de orphaoa ausen-
tes tiesta comarca do ilccifc de Pern:.ia
buco, por Sua Magestude o Imperador a
quoii) DcUj gu rdu etc.
Faco saber a qu n ter ssar p asa quo leud-
se arrecadado oj escolios dos sentenciados Mi-
nu1 Pereira de Alenear, Antonio L'Oacio de Vlen-
lonca e Fraucisco Alvos de MirnJa V'irejS fal
ecidos em Fernando de Norouh, oa ques nio
eiXaram testamento nem herdeiros presentes sao
eliminado rs seus legitim;s su.cessores a se habi
itarem a herancana firma da l.i.
E pava constar mandei passar este edital qua
ser publicado pela ."aprensa e afiliado na I >/.-.
do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recite da P.-r-
nambuco, aos 31 dias do mez de Marco do m i
do nasciuiento de nosso seuhor Jess Ciri=i de
1887.
Eu Luiz da Veiga Pessoa escrivo subscrevi.
Joaquim Correia de Oliveira Audradr
.V
u>eo-*Terfa~leF 14 de Junho de 1
.'~*-*:
eadei'SK^ sempr
portante miaslo.
?
Ifle sua aobre" e lm- Assucar de 1, 2 e 3* sorte e turbinaio, kilos.
I Bacalho, dem.
Os alumnos sSo admi(lidos-e*j"tres categoras : ] Ranha de porco, idem.
pensionistas ou internos, maiS-pensionistas c ex- B-itatas, dem.
DULARACOES
JOMMERGO
il >St. ctoxiitirela!
i'OTAyOltS fiFFICIAES DA JCSTA DOS CO-
BECTOKES
Rtuift. 13 de Juu'to de 1S87
Ac-;oes da companhia do Beberibe do valor de
100 a Ibbt cada urna
Cambio sobre Londres, 90 d[v. 22 1[4 d. por 1,
do banco, sabbado e boje.
Sa hora Ja, bolsa
Ven-li ram-se :
20 acues da Companhia do Beberibe.
(i ; resiucui.,
Antonio Leonardo Rodrigues.
V seereranu,
tduardo ubeux.
Uuvixneutu bancario
BBCIFE, 13 DB JUNHO DB 1887
-RAQA DO RECIPE
Os bmcos mantiveram ainda hoje uo bika a
:axa de 22 d. sobre L odies.
Em pipcl bancario fizeram se trausaeces a 22
1 4 d.
Em papel particular houve transaccoes a 22 1/2
e 22 3/8 d.
PRAVA DO RIO DE JANEIRO
Pela iciulia deixaram os bancos de affixar ta-
b -lia, fc o tazendo tarde, em que estabeleccram
a tax i de 22 d. sobre Londres.
Nao fizeram transaccoes em papel particular.
Correu boato de baixa no preso do cat.
(.ymiiasio IVi-namliiK'nno em I I de
Jiinlio de issi
Pela secretaria do Gymnaeio Pernambucano e
de ordem do Sr. Pr ragedor, fe decari a s pais
Oe tamilia c a quem mais interessar p.issa a edn-
Cayo e iustruccSo da mocidade, qua o tnstitdtO
contina a lunceioanr regularuiente, dispen-and-
aos seus aljm.i'is b m tratameafj u o eusino
completo de todas as disciplinas eiigilas para a
matricula nos cursos sup- ores do iipperi .
O corpa docente do instituto e comp.sto ie 1S
profetsorc, tecupaudo-se cala um smente com
o cnsino da disciplina qu- profesia na respecti a
Mascavado
Bmto .
Rtame
I|'U a U10U
#90) i: ltKW
7U0 a 8 K'
Alijodau
Foram hoju feitasalgumas vendas do de l> sor
te do sena/*, na rui de 7300 por 13 kilos.
Entradas de aocar c alKodo
uez DE jl-.mio
Assucar
Entradas Di.i
li .i'Caea-i...... 1 i 1
Vapires...... ...
Via-terrea de (laruai 1 11
Aulmaes...... 1 13
Via terrea de S Francisco 1 0
Via-farrea de Limaeirj 1 10
Entradas
Somma.
Algodao
Dias
Barcafas...... 14 11
Vapores..... 1 11
Via-fenea de Caruar 1 11
Amones...... 1 13
Via-fenea de 8. Francisco 1 9
Via-ferrea de Limaeiro 1 10
Somma.
SaCC-8
11.904
i.(04
561
9.813
489
25.771
Saccas
77'J
1.952
94
.024
837
3.17t
8.862
temos
Os pensionistas residirio no estabelecimento,
tendo direito de estudar as materias de que se
centone o curso, ensinadas segundo o progrsmma
e-tabel- cido ; a alimentaco sufficiente e sadia ;
a trataraento em suas pi quenas entermidadas pelo
medico do instituto, fornecendo este medicamen-
tos ; a roupa lavada e engommada e banhos por
semana, cabelleireiro e luz.
Os raeio pensionistas se apresentarao no esta
bolecim oto n:s dias lectivos, hora em que se
abrirem as aulas, e desde ento at seren encer-
radas tarde, s5o equiparados a s internos, tendo
como estes os meamos direitos quaot j ao estudo,
jantar e recreio.
Os externos s tm direito s licoas e explica-
coes das mataras ensiaadas no curso, quaesquer
que ellas sejam.
As penses serio pagas na secretaria do insti-
tu >, por trimestres adiantados, sendo a dos in-
terno i ca razo e.e 390 j por anno, nos termos da
ultima parte do 2- do art. 9- da le u. 1S84 de
30 de Abril do corrente anno, as pal .vras nao
p j Jend i exceder de 2bf a mensalidade dos alum
as int.-mas, e a dos meio pensionistas na razia
ae 240 por anno, paga do mesma modo por tri-
mestres adiautadas.
Oa externes, porm, pagarao apenas no acto da
matricula a ti.xa igual a que pagam os alumnos no
colleg o das artes.
Ainda de ordem do m amo Dr. regedor se de
clara que o estabelecimento acha-se diariamente
ab.rto desde as 6 horas da manha at 9 da noite,
para o fim de cada um dos intereseados conhr-cer
por si, e nao por i ufo maco es, tndo quanto nelle
se dispensa =Servindo de secretario,
Marci. nulo Machado daCunba Pedrosa.
Thesouraria de Fa-
zenda
De orJem do llin. So inspector, foco publico
que e;n cumprimento d s disposto no art. 113 do
regnlamento que baixou cora o decreto n. 9370 de
1 i i!e Fevereiro de 1885, os procuradores por
teinpo i limitado para c recebimeuto du juros da
apjlices d'vero apreseutar certido de vida de
seus coostituintes no acto de reclamarem o- juros
relativos ao corrente semestre.
Thesouraria de Fazendade Pernambuco, 14 de
Juubo ds 1837. O secretario,
L. E. Pinbeiro da Cmara.
O administrador do Consulado Provincia1, na
. i (ia regnlamento de 4 de Junho da 1879, faz
publico a quem interessar p"ssa, que no praso im-
prorogavel le trinta iins uteis centado? do dia 1."
lo Junho prximo, dar se ha come?) nesta npar
tico a cobranca, livro de multa, dos impistos de
decima urbana e 25 (0 obre a rend dos bns de
raiz pertencentes orp'.-raco:s da mSo morta re-
ativos ao 2." semestre do exercicio de 1886 a
1887.
Cou-::i'ado Proviucial de Pernambuco, 27 de
VIHo de 1887.
Francisco Amynthas de Carvalho Monra.
Companhia do Bebe-
ribe
N' i anno social prximo findo, de 1 de Maio de
1886 .'0 de bril de 1837, foram registradas no
cote livro de transferencia de acco's da
.ompaubia de Bi-b-riba 1,153 actes, EeuJo 552
[>jr \c.Jasu 601 par evoluco de heranca.
Recife, 5 de Maio de 1837. O director secre-
t ri j,
J ,s l: ist..'pi Ferreira Jacobina.
Saiili Casa de Misericordia do
A [lima, junta administrativa desta Santa Ca-
.a cn'rati c irr. quem m dhores van'agens off".e
eer, o rorneciinenu dos gneros abiixo declralos,
. a a o cousumg des estabe'iciinentcs teguiatcs,
durante o tiiinstre de Julho a Setimbro do cor
ren'e aano: Hispital Pero II, d:to dos Lazaros'
lito i.'e Santa -goeJa, Bispicio di Alienados, (^a-
ii dos Expsatos e Collegij d is orphis :
Aletria kilos.
Arroz, idem.
Aguar :eut", litro?.
\seite doce, idem
Araru'a, kilo?.
As tabellas affixadas aqui continnaram, portan-
to, a ser estas :
Do Intebbacional :
90 d/ vista
L-ndres
Pars. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
Ntw York

22 21 3/4
431 435
. . 435
535 540
242 244
2290
Do Londo.n ask :
00 d/o vista
Londres ....
Pars.....
italia.....
amburgo .
Portugal ...
New-York .
Do Emolish Bank :
Luudres......
Paris...... .
Italia. ........
amburgo......
Lisboa e Porto.....
Priocipaes enfades de Portu-
gal........
liba dos Azores ....
liba da Madeira ....
N w York......
22
-;3i
535
2>2
213/4
43 i
435
540
244
2290
DcspachoN de cxporlaro
MKZ DE JUNHO
Nos dias 1 11 toram despachados na Alfanje
ga os artigas seguintes :
Pura fra do Imperio
90 d/v vista
431
535
242
21 3/4
435
435
540
244
249
253
249
-'2^0
Agurdente..... 9 728 litros
Algodo...... 555.6 1 kilo,
Assucar...... 2.006.26'J >
Borracha...... 1.713
C^urinhos e pelles 106.836
Carocos de algode. 113.350 kilos
Cocos (fruets) .... 20
i'oce....... 60 kilos
Fanuha de mai.di. c. og Hccos
Ipecacuanha..... 34 kilos
Para dentro do Imperio
Agurdente.....
Algodo .,-..,
Assucar......
Chapeos de palha de csr
naba......
Cocos (fruct.-.) ....
Doce.......
Graxa......
Milho.......
Oleo de mocot ....
'.leo do ricino ....
Palha de uricury .
Peunas de era* .
Preparados de jurubeba .
Rap. ......
sebo.......
Sola.......
Vassouras de palha de ear-
Daba ......
Vinho de jurubeba .
176.121 litros
53.013 kilos
1.039.381
12 fardos
15.050
345 k:Jos
400 .
232 saceos
60 ktloi
1.400
80 .
102 i
6 voluntes
258 e /2 kilos
1.120 ,
550 meios
2 atados
13 volumes
Paia Ncw-Y ik :
455 f.rdos com eourinhos.
Car."ejar m diversos.
Vapor na>i nal Arlindo, eahido tambem ante
h ntein, c> duzio a seguintc carga :
Cara Rio de Jane'ro :
600 -lecis com algodo.
Pura Santos :
1,450 8 tecos com assucar branco.
3,550 ditos com dito inascavado.
0 dit ,s com teos.
Pora Rio Grande do Sul :
10 i saceos com assucar
350 barricas era dito.
100/2 ditas com dito.
50/4 dias con. dito.
iOO saccas com algodo.
71 pipas com aguard. ute.
Para Pelotas :
400 saceos com assucar.
575 barricas com dito.
100/2 ditas com dito.
51/4 ditas com dito.
''i pipas com agurdente.
Para Porto Alegre :
50 l saceos com assucar.
200 Darricas com dito.
C.viti gaiam diversos.
\a". .-)s & carga
Estai sendo dsoachados os seguintes :
Barca ingleza J. D. D., carocos de a!goiao, pa-
ra Liverpool.
Barca ingleza Prince Arthur, assucar e algodio
para Liverpool.
Le >r ioglez Flora, assucar, pira os Estados-
Unidos.
Patacho nacional Alaria Augusta, assucar, para
Montevideo.
Vapor inglez Neto, algodo, para o Bltico.
^atia denrarga
Barca norueguense Utanley, vanos gneros.
Parca nacional Mimosa, xarque.
Escuna oorueguense Reform, xarque.
Lugar nacional Zequinha, gorduras.
Lugar nacional Vitira, varios eeueros.
Lg ir norueguense Christina Elysabeth, carvo.
Lugar allemo Gazele, trigo.
Lujar nacional Marinho VII, xarque.
i'atacbo portuguez D Elysa, varios genero).
Patacho nacional S. Bartholomeu, xarque.
Patachj nacional oovtn Correia, xarque.
Patacho naeioaai Hival, xarque.
Vapor ingles Orstor, varios gneros.
Vapor nacional Jagnaribe, varios gneros.
Vapor nacional Mandahu, varios gneros.
Vapor nacional S. Francisco, varios gcnero3.
Cha, idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebla, cento.
Farinha de mandioca da provincia, litros.
Feijo, dem.
Fumo do rio, kilos.
Gas, lata. y
Dito m-xplosive, idem
Milho, litro.
Mant-iga francesa, kilos.
P tassi, idem.
Pao e hilacho, idem.
llera, idem para o ccllegiodasorohls (em Olinda)
dem.
Rap, ilem.
Sabio, den-.
Sal, litros.
Tapioca, kilos.
Toucinho, idem.
Vellas de carnauba, idem.
Ditas stearinas, maco.
Vinho br neo, litros.
Dito tinto (figueira), idem.
Dito do Porto, idem.
Viuagre, litro.
As prepostas devero Eer aprcsentadas na sala
de suas sessoes, em cartas techadas, devidamente
selladas, at s 3 horas da tarde do dia 21 do cor-
reute, declarando os proponentes sejeitarem-se a
urna multa de cinco por ceuto sobre o valor total
do fornpcimento, se no praso de trrs dias nao con:-
parecerem secretaria da mesma Sauta Casa para
as signar os respectivos contractos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia dn
Recite; de Junho de 1887.
O eecriv, uterino,
Francisco Gomes Castellao.
Arsenal de Guerra
A commisso de c 'inpras deste Arseaal precist
para o 2o semestre do corrente anno, na forma dos
arts. 95 e 96 do regulameuto cin vigor, o se-
gointe :
Aritbmetica, por Castro Nunes, urna.
rame de lati, kilo.
rame de cobre, kilo.
Ararse de ferro, kilo.
Afo fundido quadrado de diversas espessuras,
k.io.
Ac< fundido sextavado de diversas grossuras,
kilo,
'.co batido em barras, de diff rentes larguras,
kilo.
.'v.; j para vai'as. kilo.
Arcos de ferro de diversas dimen '"i.'s, k'lo.
Areia para moldar, barrica.
Arcos de pa, um.
A'garavis, um.
rame em verguinbas, kilo.
Alvaiade de zinco, k lo.
Azul ultra-mar, kilo.
Ainarello lraucez, kilo.
Azeite de carrapato, litro.
Azcitc de ceco, litro.
Agua raz, klo.
Botocs grandes e pcquen33 de metal pratoado,
um.
Botoes graudes c peqoitos de metal amarco,
um.
lines grand s e pequ 'uos de osso pret) para lu-
sas, um.
Boto, s de 0890 branco pira eticas c camisas
um.
Bitoes g.-audea de osso branco, fino?, um.
B i'o 'i pequ nos de osso branco, tinos, um.
Botos grandes e pequeos do oso prcto, fiuo.'.
um.
Biioes de osso preto para caifas, um.
Botoes de: madrepcrola, Um.
Botoes grandes e p Baudeiraa imperiacs de filete con 2, 3, 4, 5, 6, 7
e 8 pimos, urna,
liroebas de diferentes nu-neros, urna.
Ilindejas pequeas para copes, urna.
B 'eia de louca, urna.
Bicia de Ierro, estanhado. urat.
-.l in^as decimacs, com forfa at 100 k los, urna.
Batanea ori ntal pira cima de meza, com forc-t al
50 kiks, urna.
I i lames SOrtldos, Uin.
Bilba de barro, urna.
Costado de amarello, ura.
CisUdo de louro, um.
Costado de pao carga, um.
Costadiuho di-' a nai.-ll i, ujii.
Costadinbo de I oie, um.
Costadinho de po-oarga, nm.
Costado de sicupira, um.
Costadinho de sicupira, um.
Cobre em lencol, kilo.
Chumbo em lencol, kilo.
Cadinho de lapis, de di gerentes nmeros, um.
Colla da Baha, kilo. .
Colla branca, kilo.
Ci, kilo.
Cabo de linho, fino, kilo.
Carvo de pedra para ferja, kilo.
Carvo cock, kilo.
Cabo de liuho, branco, kilo.
Cabo de linho alcatroado, kilo
Cravos de ferro sonidos, milheiro.
Coii p'quena, douradas, urna.
Canno de chumbo para encanamento de d.ff rea-
tes dimensoes, kilo.
Colchetes pretos, par, um.
Colchetes para cs de calcas, pares, um.
Copos de vidro para agua, um.
Cartas de A B C, urna.
Creyoes para pedras, um.
Compasaos sortidos, um.
Cordo de 1,1 encarnada para vivos, metro.
Cordo de algodo, encarnado para vivos, metro.
Cordo de la branca para vives, metro.
Cordo de algodo, branco para vivos, metro.
Dobradicas def. rro, de cruz, de difi-rentes tama-
ito, par, um.
Dobradicas de ferro, quadradas, par, um.
Dobradicas de lat&c, par, nm.
Doutrina Christ, por Castro Nunes, compendio,
um.
Enxidas encabadas, urna.
Espirito de vinh>, litro.
Esttnho em verguinbas, kilo.
Esponjas para podras, en pedteos, gramina.
Enxadas sem cabi.s, umo.
Eaxs de fazil, urna.
Eucbams de madeira de qualidide, uu.
Ferro inglez rdenlo de diversas dimenso s, kilo..
Ferro inglez quadrado da diversas dimensois, k'lo.
Ferro ingles era barras de diversas dmento:s,
kilo.
Ferro em lenco', de d fl rentes nmeros, kilo
Ferro sueco, un barras de differeutes diment s,
klo.
Ferro sueco, quadrado, de difierentes dirrensocs,
kilo.
Ferro de cantoueira de difierentes dimeascs, k >.
Ferio de v.arauda, kilo.
Ferro sueco, re 'oodo, k'lo.
Fio de algodt da trra, k'lo.
Fio de velli, k'lo.
aechaduras d
urna.
Fcchaduras di
portas, urna.
FcchaJuras de
urna.
ferro para gavetas e armarios,
ferro, de diversos tainanhos para
lat.vi p>ra gavetas e armarios,
lili f JfillllH
Eatao si nJo pagos os seguintes :
O 1" do Banco di; Cuedito Real, razo de la
p. r acv'o ou 10 0/0 do valor realizado dcada
urna.
O pagamento faz-se na seie do banco, das 10
horas da manha s 4 horas da tarde dos das
uteis. -i | -* '<
O 78 da Companuia do Heberibe, na p'opir^-ao
ic 54000 por aeco ou 10 0/0.
Oa interessados devem ir aocscriptorio da eom-
pauhia, das 10 horas da manha 1 da tarde, uos
sabbados.
A 16. distribuico das cau'ellas de juros cor-
respondentes ao semestre findo em 31 de Dezem.-
bro do anno passado, da companhia Gbeat Wes
TEBK 0P BBAZIL HaILWAV.
E' no escriptorio central da companhia, das 10
horas s 3 la tarde, que so tffeclua o pagamento
-oiirinl
A Companhia de EdificaqIo est fazcado o re
colhi ment da 1* prestaco de. seu capital social,
na razo de 10 0/0 do valor das respectivas ac-
coes, o qual devi r realizar-se at o dia 14 do cor-
rete.
O rccolhimeuto de Notas Dilackhadas do The-
souro, faz-seca Thesocrabia de Fazenoa, nas ter-
cas e sextas-feira, das 10 s 12 horas da manha.
As notas do Thesouro de 24000 da 5. estampa,
54000 da 7.' e 104000 da 6., sero substituidas
na Thesoubabia de Fazenda at o fim do mes de
Junho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. de Jutho a 30 de Se-
zembro do corrente anno.
linporta?o
Vapor nacional Mandahu, entrado de
Aracaju' e escala, em 11 do corrento, e
consignado a Corop>nbia Pernambucana,
moiii'cstou :
Algodao 476 saccas ordem.
l'ell s 14 atados ordem.
Sola 420 meios ordem.
Tamancos 2 fardos a H. Nues?h & C.
Ftrrolhoa pedreiros de diversos ta-naaho, nm.
Fcrrolhos Je lato Je diversos tamanhos, um.
Fivellas grandes c pequeas pr:tas, para arriatas,
urna
F,vellas grandes e pequeas, brancas, para arria-
tas, Ulna .
Faca ) p '-i i.-iiih', um.
Fouc s eucaba las, urna.
FaCtS e garfos, talher.
Fita de ca ta-C m to.
-'uiuocs de ayo, s rudos, um.
Foga i gran le co u boceas l.miO de cimprimento,
0,m9J do largura e 'i,n' i de altura, um.
Fogo com 6 b.ccas, com 0,m25 de comprim'nt,
0 nlJ5 do largara 0 ">75 da altura, um.
Ferro C O cipa para plaiuas, u n.
Ferro sem capa para platiia?, um.
(J-oinm-' :ir .!i;c, em eaio.'O, kilo.
Gomma ca, k lo.
Geometra p ir Uatro Nanos, tima.
Grammatica pirtugaeza, por Castro Nan s, rxem-
plar.
Goivas sortidas, urna.
Grois, raeias canas, sortidas, uina.
Grozas ^-r mes e p quenas para ferraJor, u.., i.
Gis, graiiim i.
Hist-ria d> I! asi, '"r Salvador, ums .
Jarro de l-.uc i, um
Limas frianguiarts Je liff.rentes tamanhos, uta:.
Livro de,l.* h-itura. um.]
Livro de 2* lei ura, un..
Limas inglezas bist-irdas 1/2 cana dj diff-reutes
1 .ir..mil 'S. tima.
Livro ie 3' leitora, um.
Livro de ?ystema metric, um.
L:m .s inglesas meias cauas de difierentes tama-
nh'S, urna.
Laininas deaco paia serias, umt.
Limas inglesas, bastardas, chitas de difierentes
tainauhOi, Uina.
eacc is com 6,844 kilo3 de algodo ; J. S. Loyo &
Filho 5< 0 saces com 32,440 kilos da algido.
No biate nacional ^lirora, carregou :
Para Mostor, T. de Moraes 30 saceos cora
2,250 kilu3 de assucar branco.
No vapor americano Allianca, carregaram :
Para o Para, F. A. de Azevedo 30) barricas
com 18,'2UO kilos de assucar branco ; Carlos Burle
77 barricas com 4,7y7 kilos de assucar branco ;
J. A. da Costa Moreira 40 Darricas com 1,938 kilos
de assucar brauco ; J. M. Dias 5 pipas .com 2,400
litros de aguardeute.
neudluieatos publico*
HEZ DB JUNHO
AlfarUga
Limas inj lesas bastardas triangulares de difie-
rentes tamanhos, urna.
Limas inglesas murcia cha'aj de difierentes ta-
manhos, urna.
Limas inglesas laureas meias canas de difierentes
tamanhos, urna.
Limatcs ingleses bastardos redondo de difieres-
tes tamanhos, um.
Limatoss ingleses bastardos quadrados de difie-
rentes tamanhos, um.
Lavatorio de ferro, um .
Lita esmeril, folha.
Lixa de difierentes nmeros, folha.
N-.rtello com cabo de difl-rentes tamanhos, utr.
Maehadinhas encabadas, urna.
Mach ido encabado, um.
Normas para escripias, colleecio, urna.
O.to de linhaca, ktlo.
Ocre, kilo.
Oleo de arruda, kilo.
Prussiato xmarello, kilo.
Parafusos de lato de diff rentes tamanhos, um.
Pregos francezea de difierentes tamanhos, k:!o.
Pregos eaibraes, cento.
Pngo3 bateis, cento.
Par..fosos de ferro cora parcas, um.
Pieg.s ripars, eeuto-
l'aiafu3os de ferro para madeira, de difierentes
tamanhjs, um.
Palb.i de junco de ns. 1, 2 c 3, kilo.
P. dr..s para cent as. uina.
Prauel.oes de pinho, diversos, um.
Pranchocs do amarello, um.
Pranchocs de pao carga, u a.
Pranchoj3 de S'cnpira, um.
Pisos de lato, temo, um.
Pinctis de difforentes nmeros, um.
Pea,a de ferro at 100 kibs, ura.
P.is Je ferro, uina.
lioso trra, kilo.
Sabio, kilo.
Serrotes de pontas, sortiios, um.
Sciras br.tcaes, urna.
St'caute fezea de ouro, kilo.
Secante branco, kilo.
Serras de volta, s irtidas, urna.
Serras de desdebrar, urna.
Serrotes Je fix i, sortidos, um.
T iboadas, um i.
Tranca da li para corneteiros, m-tro.
Tornos Je mo, de difierentes lamanbos, um.
T ...', klo.
lijlo para litnp.i- facas, um.
liras do sola para gollas, cora 0.laJ3 de largo,
u .na.
leira de seo, urna.
i ibi i. .i piaba da Suecia do
"oes, urna.
l'-b aa de pi dio americana d-i
iocs, nina.
TaDoas Jo plnho de Riga Je diversas dimeu^oes,
mu i.
'.ib ;i da am .rell i, de .ssoalln, de I) Jj a O, 10
de Ligara e le 5 a 'I de co.nprim uto, urna.
Tab ias i amar lio eoai 03 a 0 "10 Je largura
e de 5 a 6ia de comprimuuto e com 0,m27 de
largara, una.
T.tbo-.a d amar lio de firro com 0,m35 a i),'"W
de largura e de 5 a 6m io eomprimento, urna.
i', i as ie! uiu.le so.df, de 0,U|3'J a O," '< '.-
comprim uto, um i.
l'.i'i :' ie lou-i de forro, com 0,'"25 u ()"> ic
largar i e Ic 5 .-. 6in ic eompri acntj, urna.
I'i'i Ha lepo carga, com ,"J27 le gr.ssui
0,lo30 O,1.) de largura o de 5 :i ij de cjiu-
pi liie nt una.
Verle fliromn, klo.
Verde france-, kiio.
Vi miz copa1, f. ase', um.
Verois japones, frasco, um.
V- las de carnhba, un.
Vassouras de piassuva. chap .idas, urna.
VassouriuhtS de piassava para vasilham ama,
Vassouras de tira i'i matti, urna.
Varrumas scr.ida.-, urna.
Zarca>, k'lo.
O fornecirae.ito dos art'gu acuna ser teito
oor pedidos parciaes c informe as exigencias do
3' rvico, devendo sel-o de prompto.
P.evine se q-ie nao sera) tomadas cm co'is'Jo-
r Jo art. 61 a i regulameuto cima, em duplicata,
com referencia a um s artigo, rneocionaoJo o
nome do propoieute, a inlicac) da rasa com
tnercial, o preci de cada artig, o num-ro e marca
das amostras, c finalmen'e declarac$o expressa de
siij' itar se a multa de 5 /o no caso do recu3a, as-
sir;iiar o respectivo contracto e ai demais de que
tratara os arts. 87 e 88 do regulameuto em vigor,
devuudo ditas propostas e amostras ser apresen-
diversas dnneu-
diversas diinen-
Ken-U geral
O' 1 a 11
dem e 13
rienda provincial
De 1 a 11
dem de 1J
238:7(3.21'!
33.793.9J3
34:455 522
2:493001
272.i0717J
36.9484229
i'nuta da .itrau.tcsa
SfcM>NA DB 13 A 18 DB JNUO DB 1887
Assucar branca (kilo) ....
Mercado de anucar e alic<> i<:<>
BBCtFB, 13 DB JOBHO DB 1887
Assucar
Os precos deste producto, pages ao agricultor,
contiuuam a regular aos algarismos eeguiutes :
Branco., os mclbores qne
apparecem no mercado,
regulam de .... 200 a 24400
3. sorte boa..... 14900 a 24100
3. regular..... 14700 a 148)0
Hmidos e baixos 14500 a 14700
Smenos...... 1J300 a 14400
BECAPITLACAO DO ASSUCAR
Para o exterior .... 2.006.269 kilos
Para o interior .... 1.089.381
Somma
3.095.650
Vapores donpaciadoa
Vapor americano Allianca, sabido autehoutem,
levon a carga seguiute :
Para o Par4 :
30 barricas com assucar branco.
266/2 ditas com dito dito.
40/3 ditas com dito dito.
411/4 ditas com dito dito.
74 pipas com agurdente.
3,000 eaixas com sabo.
20 saceos com feijo.
Assucar mascavado (kilo)
Alcool (litro)......
Arros com casca (kilo)
Algodo (kilo).....
Assucar refinado (kilo)
Borracha (kilo).....
Couros seceos salgados (kilo)
Couros verdes (kilo) ....
Cacao (kilo)......
Caf restolho (kilo) ....
Carnauba (kilo).....
Car >v is de alf odo (ko)
Carvo de pedra de Cardifi (to i.)
Coaros seceos empichados (kilo) .
Caf -boin (kilo).....
Cachaca (litro) .....
Farinha de mandioca (litro) _.
Fumo reatolho em rolo (kilo)
Fumo reatolho em lata (kilo)
Fum? bom (kilo).....
Fumo em foi ha bom (kilo) .
Fumo em folba ordinario (kilo) .
Genebra (litro).....
Mel (litro)....., .
Milno (kilo)......
Taboados de amarello (dusla)
12
066
218
65
400
145
1*066
500
270
400
320
366
014
164000
585
460
707
035
400
6fc0
720
720
400
200
040
- 400
1004000
Hinte nacional Correio do Natal, entra-
do de Maracajab em 13 do corrente e
consignado a Antonio da Silva Campos,
inanifestou :
Assucar 431 saceos a Ferreira Cselo
Filho.
Borracha 5 barricas ordem.
Courioho 1 pacoto ordem.
Lugre naciorial Zequinha, eutrado do Rio
Grande do Sul em 13 do corrente a con
signado a Jus da Silva Loyo & Filho,
manifestou :
Graxa 226 pipas.
Sebo 559 barricas.
Soda 120 tambores ordem.
Eiportacio
BKCITB, 11 DB JUNHO DB 1887
Para o exterior
Na barca noru'gutuse P. Arthur, carre-
gou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 634 saccas com
50,255 kilos de algodo.
No vspor americano Allianca, carregaram:
Para Ntw Yoik, H. Nuescb <* C. l.iOO pelles
de cabra; Abe Stein & C. 29,050 pelles de
cabra.
Para o interior
No vapor nacional Arlindo, carregaram:
Para Santos, L. Andr da Costa 5,000 cojos,
fruct y P. C.ruciro di C. 1,100 saceos com 66,000
kilos de asa. car branco e 1,100 ditos com 66,000
ditos de dito mascavado. "\.
Para o Bio de Janeiro, P. Csrneiro & C 100
De 1 a 11
dem -e 13
i le 1 a 11
Ido/O 'le 13
Oa 1 a 11
I icn de 13
Recebedoria geral
3c9-45,r)atS
11:619*159
1:3884129
Recebedoria p. jjinsiai
Reciie Drainage
13:037,288
1:0904? 65
4:4524560
Vapor mabir
Espirito iSuuto, h jo, s 6 horas da tarde, pira os
portos do sul.
Vaporen e navios esperados
VAPORES
Espirito Santodo uorte boje.
AdvaneeJe New-Port-News hoje.
Principe do Gio Paida Bahi. hoje.
Mondegodo sul a 17.
Ville de Ceardo sul a 18.
Gamillodo sul a 18.
Equateurdo sul a 19.
Cearde Hamburgo a 19.
AymorJo sul a '0.
John EiderJa Europa a 21.
Ville de Pernambucoda Europa a 22.
Zech Manosdo norte a 23.
Ne.ada Europa a 24.
Autorde Liverpool a 25.
Parado sul a 27.
Tagusdo sul a 29.
35.543525
2:665280
7474919
3:41322J
Herrado Municipal de Joe
O movimento deste Mercado nes dias 12 13 e de
J jubo foi o seguate :
Entraram :
57 bois pesando 7,652 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro, 42 ditos de 1 qualidade e 15
ditos particulares.
244 kilos de peixe a 20 ris 4880
90 cargas de farinha a 200 ris 184000
22 ditas de fructas diversas a
300 rs. 64600
24 taboleiros a 200 ris 4480J
40 Suinos a 200 ris 84<-00
Foram ocenpados :
51 columnas a 600 ris 301000
44 comDartimeatos lo farinha a
500" ris. 2200
36 ditos de comida a 500 ris I8000
1891/2 ditos de legumes a 400 ris 73/80;.
38 ditos de suino a 700 ris 26460J
21 ditos de fressuias a 600 ris 12600
20 tullios a 24 40400u
19 ditos a 14 194000
A Oliveira Castro & C.:
108 talhos a 14
Oeve ter sido arrecadada uestes dias
a quanna de
1034000
3944680
2214020
2:7184900
li--1!di.nento dos dias 1 a 11
Foi arrecada Jo liquido st heje
Preeos do da :
Carne verde de 280 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Snnoi de 560 a 640 ris idem.
'annha de 200 a 240 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 14200 idem.
Maiadonro PoJdSIco
Foram abatidas uo ilatadour da Cabanga 99
rezes para o consumo do dia 14 de Junho.
Sendo: 67 rezes pertencente a Oliveira Castro,
.5t C, e 32 a diversos.
Armidado Londres.
Anne Mariedo Rio Grande do Sul.
Blanchede Terra Nova.
Camoesdo Porto.
Erutede Hamburgo.
Guadianade Lisboa.
Kataliuale Terra Nova.
LeanJerde Terra Nova
Marinho IXdo Ko Grande do Su .
Meta Sophide Hamburgo.
Meteorde Terra Nova
Osseode Cardifi.
Pegsyde Terra Nova.
Positivodo Rio Grande do Sul.
VVithelminede Hamburgo.
Hovlniento do porto
Navio entrado no dia 12
Maco 13 dias biate nacional Aurora 2,
de 70 toneladas, 'ujesiro Vicente Fer-
reira da Costi, equipagem 5, carga sal;
a Carlos Antonio de Araujo.
Navios saludos no mesmo dia
New-Yoik c escalaVapor americano
Allimga, commandante James li. 13eer3,
carga varios genens.
Porto-Al-'grc e escala Vapor nacional
Arlindo, cirnraandante Jo Francisco
de Oliveira, carga varios gneros.
Orcbilla (Venezuela)Lugar americano
Lewiz Ehermann, capito Tb. F. Colli-
son, em lastro.
Fernando de Noronba Vapor nacional
Giqui, commandante Souz.a. Lobo,
carga var03 gneros.
Navios entrados no dia \3
Rio-Grande do Sul18 dias, lugar na-
cional Zequinha, de 220 toneladas, ca-
pita Seraphim da Silva, equipagem 10,
carga varios gneros ; a Liyo & Fi-
llios.
Rio Grande do Norte 5 dias, hiate nacio-
nal Correio di Natal, lo 40 toneladas,
mestre Joao Guedes de Moara, equipa-
gem 5, carga assucar; a Fraga Rocha
& C.
Liverpool e escala-.. dias, vapor io-
glez Orator, de 849 toneladas, comman-
dante J. G. Jones, equipagem 26, car-
ga vari s gneros; ordem.
ObeervacSo
Procedente do Liverpool e escalas, fun-
deou no Lamarao o vapor inglea Orator, e
nao comraunicou com a trra.
NSo houvt sahidas
r
1


Diario de PeniambucoTeiw-feirt 1| 4e\fi!nh de 1887
:
*
tadas mata secreiaria a 11 horas da macha do
dia lt5 ilo corrente mjs e auno.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernam-
buco em 14 de Jaubo de 1887.
O secretario,
Jos Francisco Ribeiro Machad).
DO
Proiiig.msat i entraos lo fer-
ro le Multan e estrada
ii ferro lo Secifo a exoar.
Bl -
gene,
fm-uldade de
De rrdem do lila. Sr. director, faeo publico que
a partir do Io de Julh> prximo, vigorarlo n<-ataa
estrdns as seguintes disposicoes relativas ao
gurj o inJ aii3iCao de uereadorias, b:g.-.g
aninaes, etc.
Os i xp> ditores e viajantes tem a
declar..r, na acta do despacha, o valor, segundo o
qual, querem ser indeinnisados, tm caso de perda
cu avaria '.- sua nvrchftoria bagegem e an maes.
A di c i.r cic do valor das mercadorias, as no
tas di' tzpedicSo mnbum. siguificaco tem detde
que nao 'or paga a tsxa di s-guro.
Nesse C s ebrar-se-h., hICui do frete o de-
mJs taxas 1,2 0/0 Jo Valor declarad) para as ex-
pedicoea Qc ue.-c dorias em geral ; 5 0/0 pira as
bgagens c 2 0/0 pira anima'S.
A importancia du valor declralo ser pigoem
caso d.< p< rda I >'al t somente una quota propjr-
porcian.-.l a p rda, fo cta ftr ape as parcial.
[)),,,, em caso de a7nria, a indemni-
sacj ser | iga pr pjr.;i)na!rm'r.te a importancia
da av ria vei ifiea ia.
Em .. i.hum caso a indemnisscSo pode exceder
lo !amn e re lente sjffrido pelo expeditor, em
eonsequ n ria de perdaou av na e ser! oeste ca-
si da importancia do dimno.
q ..,-,...- ,j, et eSo seguros, a estrada nao
respo -ivil senio a' ;- importancia de 500 r<:-is
or kil igrammnde mercadura e 1S000 por kilo-
. le bagagens oo encommeoda perdida ou
avariada, -.>:n qn em utihum caso, a indernnisa-
.'. posaa ser upTior ao valor da mercadoriS, ba-
ai* p riilaou variada.
No cas qu ama mcrcadoria, ele, deaenca
miaada for adiada, a estrada dar aviso ao des-
tinatario, que ter, durante 15 das, o direito de
mar a entrega, devendo restituir os 3/4 da
ndemnisaco, que Ihet.ver nio paga.
A ui rcad ira, etc i v >ria la ficar pertcnceudo
a es!-.
Quan a mercad ria formar r.m todo tal, que a
..;..... de urna parte i depi'ci- tu inutilice, a in-
demn. .;a a pagar Ber c:leu ida por arbitra-
\b cliutrl'.c de irrospanaabililade cu limiacao
de responsuLili a le e.tabeUcidas nestas candicoes
regu nao poder) ser invoca-Us pela
estrada ii hc provar culpa ou 'o pir paite J >
' da estrada oa defeito de seu servido.
: -.; caso, :.> indemuisacoes n [ajar e-rio re-
guladas pelo C i iig ) UominercU.
Secretaria do Piulongameau ia Estrada de
Trro '!.- Recife ao 8. Francisco e Eitrad-i de
Ferrj do Recite a C.ruai, VJ de Junho de 18b7.
O Si cret'.rio,
Manocl Jii-enc'o de Saboya.
BRASIL
Capital *0,000;0Q0
dem realisado S,00:000*
A caixa filial d'esle Banco fuoccionando tem
poranamente ra do Commercio n. 38, saca,
visla ou a prazj, contra os seguintes correspon-
dentes no estrangeir* :
Londres......... s/N. M. Rithschil & Sons.
Paris........... Re Bothschild Frres.
Hamburgo.......\
Berlim..........(
Bremente........
FraDkfurt ej Main]
Antuerpia.......
Soma...........
Genova........
aples.........
Miiao e mais 340
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........
Barcelona......
Cdiz...........
Malaga.........f
TsrragouP.....
Valencia c cutras (
idade da Hes I
pacha e ilbus ]
Canarias......,'
Lisboa.........\
Porto e mais ci-f
da-cs de Por-
tugal c ilbas. '
Buenoa-Ayres.. .. )
Montevideo......)
Nova York......
Compra saines sobre quilq
rio a d i estrangeiro.
Recebe dinbeiro em cuta corrate de movi-
mentj com juros a tazao de 2% -o anno e por le-
tras a prazo a juros cenveociouados.
O gerente,
William M. Webster
Deutscbe Bank.
Banque d'Auvers.
Banii Geaerale e
agencias.
Banco Hypotecario de
Empana e suas agen-
cias.
Banco de
suas agencias
P.rtugal
English Bank of the Iti-
ver Pate, Limited.
G. Ainsick & C.
sr praca do impe-
SR, J.
y..;:i:!lat!' Kcrreaiiva JuvcniiJc
lera dj Sr. presidente f>c> publico, que
i accret ira se riicebeu. propostas at o dia 15
do corrate, pa.a a compra de fardamento para
a banda musical desta sociedade. Para explica-
Cojs queiramos interessados dirigir-se ao Sr. tbe-
eoureiro, ra do Pedro Affjnso n. 15.
Secretaria da sociedade Recreativa Juv.'ntude,
7 de Judio d 1887.O 2- secretaria
Jos d Mediis.
Arsenal de Guerra
ItiMAXIMHE
mi
S. Sacramento dcS.
Jos
o ord, rn da m sa r-gedora e de conformidad '
eom o noseo cnmpromisso, sao convidados pela t r-
ceira ve* tidos os irmi a paia CGmpareeen'm no
nosso consistorio q tinta f. iia IG do corrente, a 4
hora d tarde, para h eleicfto da nova mesa re
gedora para o novo aun i compromissL
Consistorio, 13 de Juuho de 1887.
Vieira da Cuuht Sobrinho,
Escrivo.
litro.
tonipanhia de eiicafo
Communica-se aoa Srs. accionistas, que por de-
liberac&o da directorii, f.i resollido orecoihimento
da 7" prestaco, do capital socal na razio de 10
oor cent) do valor das respectivas accoes, a qual
dever realiaar-tie at o dia 14 de Junbo prximo
futuro na sedo da c n. 77.
Recife 14 de Maio ele 1881.
Gustavo Antttnes,
Din etor secretario.
VISO
O London Brasilian lnck, lirnited,
recebe dinheiro eai corita corrate simples
:oiu os juros de 2 |0 p.o aon>, capitalisa
dos de 0 em G inez^s Juiho e D.zem-
bro.
Receba tambera dinhein em deposito,
coia aviso previo de 50 diaa, ou tixo a pra-
zo de o, 4, 6, 9 e V mezos, as taxas di'
juros, que forciD convencio-ia las entre a3
partes.
As c ritas j exiatei.ts, vencendo uros
por differentea taxas, ti '.airi sem alteracSo.
Recife. 24 de Maio de 1887.
W. II. Bilton.
cento e cincuenta
Conunando das armas
F*z-so publico para coahecimento do
tnterepsado quo o M'nibterio da Guerra,
por portam de 8 d" Maio lindo, determi-
nou que o bX-eadeto Manoel Nunes do Val-
le reverta s til-iras do exereito, fifi n de
completar o te upo de praca, conforme pe-
dio, sendo incluido no 14 batalhSo de in-
fantaria ; pdo que dever o mismo ex ca
dte comparecer tiesta secretaria.
Secretara do commando das armas de
Penmr.buco, 10 de Junho de 1887.
Jus EUsiario dos Santos -Alteres se-
cretario.
EnglisH M of Filo 36 Janeiro
Luloi
l.OOO.OCO
500,000
200,000
ulterior reso-
Capital do Banco.......
Capital realisado.........
Fundo de reserva.......
A contar desti data e at
laclo, concedpr-se-lia juros de dous por
cento ao anuo, sobre os saldos de dinheiro
depositado em conta correnre de movimen-
to no mesmo B^nco.
Rscebe-se tamb'i i dinbeiro cm deposito
a juros por p^rio ios determinados, oa su-
jeito ;.o aviso pivio do trinta di&s para ser
retirado, mediante as eondicS'S de quo se
dar c -nbecimento nos interessados.
Pernarucuco, 23 de Maio do 1887.
Wenry K, Qregory,
Gerente.
auta Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa nrrenda-sc os sc-
gnintcs predi, s :
Ra di Bom Jess n. 13, 3- audar.
Idtm lltesB n. 44, 1- andar e Inja.
dem do Vig:no Thenorn u 23, 1* sudar.
dem \tm n. sobrado.
dem do Hacqora de Oliuda n. 53, 3- andar.
Mein do Apollo n. 24, 1- salar.
l!fn da Mjda n. 45.
1 j. idem n. 47.
II. i idem n. 4'J.
dem idem n. 37.
dem da Lingoeta n. 14, 1 andar.
Becco do Abren n. 2, 2' andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo intrino,
Francisco Gomes Castellao.
O conselho econmico das c.jinpaohhsde apren-
dins artific s e operari's mil tares, precisa con-
trallar para o ultiini eem.'stre d.^ corrente anno
s artigos seguintes :
Assucar brauco refinado de 1* sorte, kilo.
Dito mascaviuh i r< finido, idem.
A'ctiia, i ii:
Arroz, idem.
Azeite doce, litro.
Bolachinba de araruta, kio.
Bucalh", i Icm.
Cu hjsson, idem.
Caf ein g-'ao, id -m.
Carne de xrque, idem.
(lame verde, idem.
Carvo veg til, barrica.
D.ice de g iaba, k lo.
Pariuha de ir.anJico, di terr
Pt-ijai mulatioho, idem.
Eructas, laranjas ou bananas, urna.
Prango, um.
Giliiuha, una
Leuha secca de boa quahdale, acba
Mantciga inglt-za, kilo.
Dita francesa, iJem.
Mnrmi'lli.da ilem.
Uacarro, idem.
Qjeijo fluiungo, um.
Sal, litro.
Toucinbo, kilo.
Vinho do Porto, garrafa.
Vinagre de Lisbj, litro.
Verdura.
Grasa para sapatos, lata.
Estova para lustro, umaj
Sabao, kilo.
Velas de spernucete, liora.
Corles de cabellis.
Sapatos ''e couro de bez -rro
pares, 150.
Lavagcm e engommado de blusas de brim par-
do ou frde!as, calcas de brim branco, ditas de
dito ptrdo, lavagem e conceito de camisas bran
cas c de algidzinho, camisolas de brim pardo,
ditas de dito brauco, para enfermara, caifas de
brim pirdo, ceroula, cobertas de chita, coberto-
res Je la, froubas, lencoes, len^o, luvas (pares),
mcias (paret), toalhas de m> s>, ditas de rosto, di-
tas de mo e barretes.
So poder cooeorrer aos forne^imeatos annun-
eiad^s pelo coosfclho quem habilitar se previamen-
te, oshibindo um requerimento dirigido ao mesmo
conseibo, d cjmeuto que pro"e haver pago como
neg-.'ciaute establecid", o imposto de casa com-
aurcial, r lutivj aj ultimo semestre vencido.
Os piop postas ucsta secretaria at s 11 horas da manh
do dia 11 do corrente, sendo ta-s pr -postas em
duplicata, fm cartas fechadas, com deelarafo
eiprejsa de sujeitar-ae s seguintes condicoes :
1.' No caso de nao assignarem o entrado pa-
garo a multa de dez per cento.
2.a Sendo recusado pe* co-nmisso os gneros
contractados, maodar-ae-hi comprar pelo proco
do mercado, ficaudo o ccotractante obrigad) a in-
demnisar, isto al tres vezes, depois do que fi-
car rescindido o contracto, pagando o contactar-
te a multa de 00/000.
Secretaria dj Arstnalde Gutrra de l'ernatnbu-
co, em 7 de Juuho de 1887.
O secretorio,
Jos Francisco Ribeiro Machado.
lompanhia de ediflea^o
Asseuib i geral esiraoriiiuaria
Convida-se aos aenbores accionistas se ieun-
rcm em sssembla geral extiaordinana, no dia 27
de Junho orrente, ho meio dia, na sede social, ao
largo de Pedro II a. 77, afim de proceder-se a
eleicio da directora, gerente, presidente e secre-
titrios da ascmb'.a geral, de conformidade com
os estatutos ltimamente approvadis.
Recife, 11 de Juoho de 1887
Gustavo Antunes,
Director secretario.
De ord que s 11 horas da mauha do dia 16 do corrente
un z em scseo da junta, se receberao na mesma
Tbesonraria propostas i m cartas fechadas e sella-
das para o fornecimento dos gneros, e diversos
srtig s, n- cessanos ao presidio de Fernsndi de
rj or.uha durante o semestre de Juuho a De-
zeu.bro d-ste inno, a saber :
teeron
Assucar mascavinbo, kilo.
Dito brauco, 1 sorte (refinado), idem.
Arroz pilado, i iem.
Azeite doce, idem.
Araruta, idem.
Aleiria, idem.
Amcisas, derc.
Bauha de pirco, idem.
Bacalho, dem.
Batatas inglesas, idem.
Bolachas, kilogramma.
Cf em grao, idem
Cha Ilyssen, idem.
Doce de goiaba, den'.
Fumo em latas, id Pariuha de trigo SSSF, barrica.
Farinha de mandioca, litro.
Farinba de tapioca, kilo.
Gomma de mandiocs, idem.
Kerosene, lats.
Mar ir. el a di kilo.
Muntega inglesa, idem.
Mantega francesa, idem.
Macurro, idem.
Passas, idem,
Sal de cosioba, litro.
Sabio smarello, kilo.
Vinbo branco, litro.
Vinho do Porto, idem.
Vinagre de Lisboa, idem.
Vassouras de piassava, urna.
V. las steannas, maco.
Boi vivo, um.
Artlgon
Agua-raz, litro.
Agulhas para costura, papel.
Arcos de ferro surtidos, teixe.
Alcool de 36 a 40, litro.
rame de lato, kilo.
rame de ferro, idem.
Algodo trancado azul, metr.-.
Algodaj trancado de lista, idem.
Algodo msela, idem.
Algod sinho, idem.
Brim pardo de algodao, idem.
Bandeara imperial de 4 a 6 pannos, urna.
B lo d de osvj com 2 faros, caixa.
Brabante, kilo.
Caibros de qualidade, um.
Camisolas de brim, urna.
Ditas de hlgodio, idem.
Di!::s de forca, idem.
Cal preta, litro.
Cal branca, idem.
Cabo de munilba, kilo.
Cabo de cairo, idem.
Cabo de linho de todas as dimensoes, dem.
Cabo d-- linho pira drico de bandeira, idem,
Ctllu da 1! :hi..-, idem.
Cu:cho. s de capia., um.
Cobre cu olha. kilo.
Cbauiius patente-, urna.
Co'heres de pedreiro, nmn.
Caetas de pao, duz'a.
Caivetes finos, um.
Copos de vidro, um.
Cbocalhos s.rtidos, um.
C. ra branca em vellas. kilo.
Dita em brandos, idem.
Cimento, barrica.
Carvo de pedra para ferreiro, kilo.
Espanadores de palha, um.
Euchalas de 3 Iibra3 e 3 l/, urna.
Eovolope enfolio, um.
Ditcs para orEeios, uiu.
Escrevania de lati urna.
Escarradeira de metal, urna.
Facas de ferro, duzia.
Gomma arbica cm p, k-\,.
D.ta em carolo, idem.
Gomma lacea, idem.
Hostias, urna.
Incens, kilo.
Lamparillas de porcelana, caixa.
Lences de lioho, um.
it.3 de algjJao, idem.
Lajiis de borracha, duzia.
Ditos pretos d- Faber, i cm.
Ditos de carpina, dem.
Linh i biance. n. 20, carritel.
Livros para entino pr.mario, um.
Livros de pa.el H )l!auda pautado de 50 a 150
t". luis, um.
Lixa esmeril, folba.
Dita de vidro, idem.
Lacre, p^.o.
Madapolio, pe^a.
Molhos de ripas, cento.
Oleo de liubaca, kilo
Pies di 150 raujmas, kilogramms.
Pies de 125 grainmas, kilogramma.
l'cdras de amoPar, urna.
Papel alnasso pautado fiume, resma.
Papel carlo malta borrao, folha.
Feunas de ac Perry, caixa.
Pedras para escrever, urna
Selins nacionaes, um.
Ditos cm borracha, um.
Taboas de louro, urna.
Tuboas de amarello, urna.
Taboas dt pinho de 3/4, urna.
Foiilias de algodo, urna.
Tinta preta, litro.
Tinta azul da Pru=sia, k lo.
Travs d-^ 40 palmos, urna.
Traves6eros de linho ebeios de pa!ha, um.
Tellias de barro, urna.
Vidros para vidraeas, um.
Verde chromo, k lo.
Brochas para calar, urna.
Paos de jangadas, um.
Ditos grossos, para balsa, att-
Travetas de 36 a 40 palmos, urna.
Cauos de chumbo, kilos.
Ferro inglez e sneco, sortido, idem
L'matoes c limas crudas, urna.
Fregos francezes, kilo.
Condlr6eis
1. Nenhuma proposta ser recebida sem que o
proponente nella declare o preco de cada artigo
sem claro algum, emenda, entrelinha ou rasura.
_' 1 .-i'i aera) acceitab as propostas de negocian-
tes matriculados, que se habiiitem com os respec-
tivos documentos at o da 15.
3 Os gneros devro ser de boa qualidade e
oa forneci-iores sero obrigados a dcposital-os em
um dos arrunzeos da C mpanhia Peroambucana,
ou outro qualqu-r designado pela Presidencia para
si.rem examinados, pesados e acondicionados de
modo que possam com faciliiade preatar-se ao re-
ferido processo ; sendo para isso obrigados tam-
bsm a miuistrar o pessial o os instrumeutos ne-
cessarios ao respectivo transporte.
4." As despezas com a condccco, frete ao va-
13266 Dozo e,.lh.T^jagq eB de prata
J07-, 11 ..= lfi.?kl______ j. i_
13275 .us alfinete>l-^ares de brincos, 1 dito del
rosetas, 1 dte de botoes, 3 anneia e 1 figa,
ouro de lei.
13279 Um relogio, ouro de lei.
1394 Um tranceln, ouro de lei.
13303 Um par de rosetas com brilhanteg e 1 ao-
113918-Um par de brincos, 1 dito de ros'tas, 1
ueicom dito,
UTrtJ
13305 UdTrelogio, ouro de lei.
133u9 Um cordo e 1 cruz, ouro de lei.
13311 Um relogio, ouro de lei.
13313 Cm tr inci-liui e ( a niel, ouro de lei.
13314 Urna pulseira, 1 a finete, 1 par de brincos e
1 dito di- rosetas, ouro de le.
13320 Um par de br.-os, 1 volta de cordo e 1
i> miel, ouro de lei.
13325 Urna corrente e 1 medalha para relogio de
eeuhora, 1 volta de ouro, 1 par de pricos
ouro de lei.
13327 Um alfinete de ouro para retrato cera bri-
Ihante.
13331 Urna cruz de ouro com brilhantes, I annei
com dito, 1 ulfiuete para manta, 1 dedal e
4 anneia ouro de lei.
13340 Um par de rosetas de ouro eom brilhantes
pequeos, 2 anneis cm ditos e 1 dito de
ouro.
13354 Duas salvas prata de lei.
13365 Um trancelim e 1 relogio pequeo, ouro de
lti.
J volta de trancelim, 1 medalha, l klfiuete,
2 anneis e 2 botoes ouro de lei.
13715 Un annel de ouro, 1 pir de rosetas com
brilhantes, 1 cruz de ouro com topasio e
perolas e 1 par de brincos oaro de lei.
Recife, 5 de-Maio de 1887.
O gerente,
________________ Felino D. Ferreirn Coelho.
13389 Urna corrente para relogio e 1 relogio, ouro
de lei.
13393 b'm par de brincos, 1 volta de trancelim, 1
medaiba, 1 cruz e 2 anneis, curo de lei ; 1
salva, 3 colberes para cha, 1 dita para sopa
e 1 fuella, de prata de lei.
13395 Urna volta de ouro para senhora.
13396 Urna pulseira de ouro com rubins, 1 alfi-
nete, 1 par de rosetas c 2 chaves para re-
logio, ouro de lei, 2 collares (moda). 1 bo-
to, 1 relogio de ouro de lei.
13401 Um rc'ogio, ouiode le.
13404 Um par de rosetas de ouro com 2 rubins e
circuios de brilhantes, 3 botoes de ouro com-
3 perolas, 1 relogio de curo, 1 corrente e
medalha para relogio ouro de lei.
13405 Um par de rosetas de 0"ro com 2 brillan-
tes, 1 ceirente e 1 relogio, ouro de lei.
13406 Um religio, ouro de lei.
13116 Um annel de ouro com 1 brilhaute.
13417 Um par de rosetas com brilhantes e 2 an-
neis ctm ditos.
13427 Urna pulseira, 1 broche, 1 cruz e 1 cordo,
ouro de lei.
13431 Um paliteiro e 34 colheres para cha, de
prata.
1343J Dous pares de rosetas de ouro com 4 bri-
lhantes, 1 annel cem 1 dito, 3 pares de
brincos, 1 cruz e 1 cordo, ouro de lei ; 2
salvas, 1 paliteiro, 18 colheres para sopa,
12 ditas para cha, 1 dita para arroz, prata
de lei.
13443 Dous bo'.es de ouro com brilhantes.
13444 Di us trancelins, ouro de lei; e 1 crucifixo,
ouro baixo.
11451 Urna con ente para relogio, ouro de lei.
13458 Um pur de rosetas de ouro com peque es
briilr.ntes, 2 pares de brincos, i ditos de
rosetas, 1 trancelim e 1 teteia, ouro de Ici.
13466 Um relogio, ouro de lei.
13472 \ja traucelim, curo de lei; el relogio de
ouro.
13494 Um tranjelim e 1 cruz, ouro de lei.
13500 Dous .um- is de ouro cem brilhantes, 1 vol-
ta de ouro, 1 pulseira, 2 mcdalbas, 3 traa-
celins e 1 m.ediubi de ouro com la^o, ouro
de lei.
13501 Um relogio, ouro de lei.
Ib513 Urna pulseira, 2 trancelins c 1 figa, ouro de
lei; e i roseta de ouro com brhante.
13514 Duas moeda3 de ouro do valor de 10GOO
cada urna, em botoes, 2 ditas pequeas o 1
relogio de ouro.
13518 Urna corrente e sinte para relogio, 1 vol-
ta de ouro, 1 par de brincos e 2 alfinetes,
ouro de lei.
l'y.rM Um cordo, 2 cruzes e 1 par de brincos,
ouro de lei.
13521 Uui par de rosetas e 1 annel de ouro com
brilhantes, 1 corrente e medalha para er-
logio, curo de le.
13522 Um alfinete de turo com brilhantes.
13523 Um paliteiro e 13 colheres de prata d' lei.
13524 Um annel de ouro com brilhantes.
13546 Um par de rosetas de ouro com biilhantes.
13561 Urna corrente e medalha para relogio, ouro
de lei.
13564 Urna pulseira e 1 par de brincos, ouro de
lei.
13565 Urna pulseira, 2 voltas de traucelim e um
par de brincos, ouro de lei.
13568 Urna volta de cordo, 1 par de argollas, 1
fcga e 1 teteia, ourc de lei.
13577 Um par de brincse 1 cordo, ouro de lei.
13583 Um par de brincas, 2 ditos de rosetas e 1
cast .o, ouro de lei.
1357 Um par le brincos de ouro cr6vejado de
brilhantes.
13598 Pulseira de ouro com rubins c perolas e 1
alfinete ouro ile lei.
13601 Dous grampos de ouro, 1 agulbeiro, i vol-
ta do trancelim, 3 chaves, 1 dedal, um pas-
sador, 1 medalha, 3 bollas de ouro, 1 coia
e 3 resp'endores, ouro de lei ; um paliteiro,
2 seceo. -Secretaria da Presidencia de Per-
nambuco, em 6 de Junho de 1887.Por esta se-
cretaria se faz publico, de couformidade com o
art. 157 do regulam- nt > annexo ao decreto n.
9 420 de 28 de Abnl de 1885, -o edital abaixo tran-
scripto, p- ndo em concurso, com o prazo de 60
das, os officioa de 1 e 2 tab llies do publico ju-
dicial e uotas, servindo o 1 de eserivj deorphos
capellas e residuos, e o 2o de escrivo das execu-
coes cive8 o crimes do novo termo de Corren-
tes.
O secri-'ario,
Pedro Francisco Correia de Oveira.
O Dr. Bernardino Maranho, juiz municipal e de
crph;8 doa termes reunidos de Garanhuns e
Corrcntes, por Sua Mageatade o Impe; ador, a
quem Dous guarde etc., etc.
Faz saber aos que o presente edital virem e del-
le noticia tiverem e a quem interessar pcasa, que
ac-hande-se em concurso oa erucies de juatija do
novo termo de Corrcntes, c.eado pela lei n. 1,423
de 27 de Maio de 1879, os quaes, na ausencia da
Ici especial sobre sua creaco o diviso, e em face
do decreto de 30 de Janeiro de 1834, que regula a
materia sao os de Io e 2o tahailiaes do publico ju-
dicial e notas, servindo o 10 de escrivo de or-
phos, capellas e residuos e o 2o de escrivo das
execucojs civeis c crimes, convido ao. pretendea-
tes aos respectivos olfieio!', a apres.-ntarem seus
requerimentos dentro do praso de 60 das a contar
da data do presente edital, coiro dispoe o art. 11
do decreto n. 817 de 30 do Agosto de 1851. e art.
7 do decreto n. 9,344 de 16 de Dez-mbro de
1881.
Outrosiro, faz mais saber, tumbem sos preten-
dentes, que scus requerimentos deven vir instrui-
dos cem exame de suficiencia, de conformidade
com o dispoato do decreto n. 8,276 du 15 do Outu-
bro de 1881 e mais formalidades xigidas no art.
14 do citado decreto n. 817 de 30 de Agosto de
185i.
E para que chegue ao coubecimento de tolos
mandou pausar o presente eiital, quo ser atusa-
do no lugar mais publico do costume, e delle se
extrabir cpii para ser remettida ao Exm. Sr.
E uada mais se contiuha em dita ceitido ci-
ma copiada do pnprio original-, a que me reporto
e dou f. Eu, Francisco de S^uza Leo Jnior,
escrivo interino o escrevi.
presidente da provincia, para o rim iudicado no
art 157 do deciet. u. 9,120 de 28 de Abril de
1885, com declarado do dia da :.irLacao e publi-
carlo do presente e liial e que s r certificado pelo
porteiro dos auditorios, como determina o art. 153
do ctalo decreto de 28 de Abril de 1885.
Dado e passado uesta villa de Corrate, aos 28
de Maio de 18S7. Eu, Francisco da Souza Leo
Jnior, escrivo interino o escrevi.-Bernardino
Maranhio.
E nada maia se c.ntiuha cm dito edital cima
copiado do proprio original, ao que me reporto,
dou f. Eu, Francisco de Souza Leo Jnior, es-
crivo inttrino o escrtvi e assiguo.
Certifi- .' mais que pelo p ,rteiro dos auditorios
me foi eutreguc a certidio da alKxaclo do edital
retro do theor seguiute:
Jaciutbo Alvvs de Mello, porteiro d is auditorios
desta villa de Correles, cm vitude da lei, etc.
Certifico que aEii na porta da Cmara Muni- [
cipal desta villa, hoje, o edital convidando os pre |
te; dentes a:s otfieos de justica do novo termo de
de Corrcntes de que trncta o mesmo edital. O re-
f-. rido verdade, dou f. Corrcntes, 28 de Maio
de 1887.O poiteiro doa auditorios, Jacintho Al-
ves de Mello.
C*iUiar.: :,i 91ra-Slelra de ."Vavc
g&eoa i'a por
PORTOS DO NORT'
O vapor Camil/o
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperr.do dos ortos do sul
at o elia 19 de Junho, e
k seguir depois da demora in-
j? disperuavel, para os portos
:.-. do norte at Para lemeate-
Para carga, passagens encommendas e valores
tracta-se na agencia
PRAQA DO CQRP SANTO N. 9
( omjiauhla Franceza de Xa vega-
cao a Vapor
Linha quinzenal antre o Havre, Lis
boa, Pornambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
0 nm
P
0
Co'nmandttnte Chancerel
E' espora!, da Europa
at o dia 21 de Junho, se-
gumdo depois ;ia in i
savcl demora para a Ba-
lita. Uto Ee Janeiro
e Santo*.
Uoga-se aos Srs. i: sarga p.'los
vapores desta linha,quoiri;m apresentar dentro de 6
fias a contar do da descarga das alvareng; .al-
[uer reclamnc/o concernente a voiumes, que po-
veiiiii. i. teuham seguido para es portos do su!, ifim
de se poderem dar a tenipo aa providencias reces-
sarias.
Expirado o referido praso a comp.;nhiSca n se
responsabilisa por extravos.
Para carga, paisag^ns, encoirm^nd := e diuhi ir
a fete : trata aa co;n o
AGENTE
0 vapor Vil! e de Cear
Commandante Simont
Espcra-se dos Dortos do
sul at o dia 18 de Junho,
segnindo depois da indis-
peiieavcl dem ra para o Ila-
ire.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excedientes commodos e ptimo passa-
dio.
As pasfagens poderao ser tomadas uj antem Recefie carga encommendas e passageiros pt'-ra
os quaes tem excellentea accommodaces.
Para carga, passafrens, encommendas e dinheirc
a fr.tc: traa-se com o
AGENT '
Aii-iisit Lahie
9 KUA DO COMMUKOiO-y
mi
tmied Slites & Brasil 1. S.S. C
O vapor A.dvance
rJspcra-se de N.' '.r'
News, at odia 14 Juuho
o qual eguir oepo'd d>
demora nec^suri. p ira
14 colheres, 3 resplendores, 2 dedaes, 1 cruz
por armazenagens e embarque dos gneros serio a 1 pequea peca de prata.
feitas por conta dos foruecedorts, sendo que os 13'04 Um nlogio ourc de lei.
gneros e artigos b serio definitivamente accei- 13605 Urna pulseira, 1 trancelim, 1 cordo, 3 an-
tos, depois de recebid^s no presidio e de screm
all examiuados pela respectiva commissio da con-
formidade c:m as instauecoes da Presidencia de
20 de Janeiro de 1882.
Th'souraria de Pernaubuco, 10 de Junho Je
1887.
O secretario,
Luit Eiayijdio Pinheiro da Caara.
Monte de Soccorro de
Pernambueo
LEILO DE JOIAS
De ordem do conseibo fiscal faco publico que o
le i lio de joias deste estabelecimento, annunc.'ado
para o dia 24 do corrente, fica transferido para ef-
fectuar-ee no dia 15 de junbo, por nao convir ex-
por venda o grande numero de cautelas ainda
nao resgatadaa ; podendo 08 Srs. interessados res-
gatar ou refjrmar at a v> spera do leilao as res-
pectivaa cautelas, abaixo descriptas.
Oa ohjectos stario exposicio tres dias antes1
12107 len annel de ouro com 1 brilbante escuro,
3 ditos com ditos, 1 pulseira com ditos, 1
correntio de ouro, 1 corrente e mcdalba de
ouro com platina, 1 gargautilba, 1 pulseira,
2 broches, 2 pares de brincos e J i elogio,
ouro de lei.
12525 Urna cru de ouro com bri.bautes e 1 volta
de trancelim, ouro de le.
13103 Ura par de brincos de ouro, cravejado de
brilhantes e diamantes, 1 pulseira, 1 bn che
e 1 par de rosetas, ouro d> lei.
13110 Urna cruz de ouro com bri.hantes e 2 pul-
seiras, ouro de lei.
13111 Urna pulseira do curo com brilhantes e I
crreme para relogio, ouro ce lei.
13112 Urna pulseira ouro de lei, contendo bri-
ibailteB.
13128 Duas voltas de traucelim e um alfiuete, cu-
ro de Ici.
13143 Um alfinete, 1 par de briaecs c 3 anneia,
ouro de le.
13143 Urna corrento de ouro para relogio e 1
relogio de ouro de lei.
13146 Um relogio, ouro de lei.
13150 Urna pulseira de ouro com pedras.
13158 Doia anneis, 1 brinco e 3 botoes, curo de
lei; 1 coia, 1 bandtira, 1 colber e quatro
resp-Hudores, prata baixa.
13159 Uoia volta de trancelim, 1 par de roxt33,
1 annel e 2 teteias, ouro de lei ; 1 cruz,
curo baixo.
13174 Dois casticacs. pra'a de lei.
13179 Um alfinete, 1 par de brincos, i corioes, 1
coracio em ouro, ouro de Ici.
1302 Urna pulseira e 1 alfinete, ouro de lei; 9
colberes para cha, prata baixa.
13204 Urna pulseira, 1 cruz, 1 figa e 2 anneis, ou-
ro de lei; 1 volta c c.rdi->, curo baixo.
13206 Uui annel de ouro com pequeo Drilbaute b
dous ditos de ouro, ouro de lei : um dedal,
ouro baixo.
13222 Urna salva e 8 colhtres para sopa, prata
de lei.
13223 Um trancelim, 2 pares de brincos, l dito
de argollas e 3 aunis,"ouro de le; 1 moc-
dnh de ouro (inei ) com argolla.
13237 Um* pulseira, 2 ulfinetei, 1 par de brincos,
1 tiancelim e 1 aunel, ouro de lei.
13250 Urna pulseira, 1 par de botoes, our de le;
6 in cdinhis de ouro im botoes.
13252 Urna pulseira, t alfinete, 1 par de rosetas,
1 medalha, 1 botio e 3 anneis, ouro de
lei.
neis e 3 botoes ouro de lei.
13609 Dous anneis de ouro com pequeos brilhan-
tes e 1 broche ouro de lei.
13628 Um pai de rosetas de ouro cravejadas de
bri I liantes.
13637 Urna chapa de ouro (condeeoracio) crave-
jada de brilhantes e diamantes e 3 botoes
cem ditos.
13613 Um cordo e 1 cruz ouro de lei, 6 colheres
prata baixa.
13645 Urna volta de ouro, 1 medalha, 1 trance-
lim e um telogio pasa eenhora, ouro de
lei.
13650 Urna salva, 6 colheres para jopa, 20 ditaa
para cha, 3 ditas para tirar sopa, arroz e
assucar, prata baixa.
13651 Urna Volta euro de lei, para aeuhora.
1364 Urna pulseira ouro de lei.
13678 Doua (nueis com brilhantes.
13686 Um par de rosetas com deus orilhantes, 2
aunis com ditos,l par de brincos, 1 annel,
2 pecas de brincse 1 caitao ouro de le.
13695 Urna corrate e medalha para relegio ouro
de lei.
13697 Urna ciuz de curo cem hrilhaotes.
13707 Duas medalbas e 1 aunel cem diamante,
ouro de lei.
13708 Duas pulseiras, 1 trancelim, 1 par de brin-
cos, 1 dito de argoloes e 2 anneis de ouro
de lei.
13712 Urna volta de ouro, 1 dita trancelim, 1 pa.
de briucos, 1 medalha, 1 emblema do Es-
piri :> Santo, oro de le.
13723 Um annel de ouro com um brilhante.
13724 Um relogio ouro de lei.
13741 Um annel de ouro con brhante.
13777 Urna medalha de ouro com um brilbante, i
par de brincos com dito.
137A3 Um par de brincos ouro de lei, 1 salva e 1
paliteiro prata baixa.
13739 Urna corrente dupla com medaiba para re-
logio e 2 boto'8 ouro de lei.
13S02 Urna corrente dupla com med.ilba para re-
logio, ouro de lei.
13 05 Um pequeo traucelim com chav i bo'.oes
e 2 anin is curo de lei.
13809 Quatro boto.-s de ouro c 1 annel contendo
brilhantes.
13815 Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes.
13819 Um relogio de ouro.
13825 Urna corrente para relogio c 1 volta ouro
de lei.
13838 Um relogio ouro de lei.
18816 Um anuel da ouro com um brilhante, 1 cor-
rijo e 1 relogio de ouro.
13849 Um pulseira, 1 cordo'e 1 figa ouro d
lei.
13854 Um relogio de ouro para senhora.
13859 Um ann'l de curo com um brilhante.
13865 Um trancelim grosso ouro de lei.
13891 Urna corrente e medalha para relogio ouro
de lei.
13894 Urna corrente e 1 relogio oaro de lei; urna
salva prata- baixa.
13895 Doze colhereB para topa e 12 ditas para
cha, prata baixa. .
13897 Urna volta de troncelim com 6 teteias de
ouro, 1 medaiba e 1 annel ouro de lei.
13899 Um par de rosetas de ouro cem dous bri-
lhantes grandes.
1.19(13 Tren colberes para cha, prata baixa.
13909 Um coroo, 1 par de rosetas, 2 anneis de
ouro o4 colheres de prata para sopa.
13944 Um correntio para relogio, ouro de le;.
13916 Um broche de ooro com brilhantes.
Baha e Kio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
k' com os
AGENTES
llenrv hrstor & C.
i 8 RA" >,0 '.OMMERCIO -
/ anda
vom'A^uTi PEu.\*naic***
DE
Miavegaco Costcira oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara
caty, Cear, Acarahu e Camossim
> vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 21 do
Junho, a 5 hora
da tarde. Receb<
carga at o dia 20
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pei*iamlicaia
n. l'
DanipfschiUTahrts-lesellscham
0 vapor Cear
Esperase de HAMBURGO,
por LISBOA, AZORES at
**' o dia 19 do corrente, seguin-
do depois i- di inora necca-
saria para
Rio de Janeiro e Sanios
T fp pasaaceirrs c cara a frete fr*ita-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C,
RA DO COMMERCIO N. r
i' ... xdar
Vapores nacionaes
(NORTE E SUL)
Kio fle JaBiro, uantos, Bio G^d -
ile. Pelotas b Poito-lesre
Vapor Aymoi
Espera-se ale o
dia 20 du Kio de Janeiro
f- seguir depois
ja demora do eos-
turre para es por-
tes cima indicados.
Recebe carga, cno mmi'iic'as e'passageiroB para
os mesmos portos : a tratar cox
PEREIHA. CARNEIltO & C.
N. ti.-RA DO COMMERCIO N. 6
1- andar
BOYALMAIL STEAM PAMCT
COHPANV
0 paquete Mondego
E esperado
do sul no dia 17 de
corrente seguin le
lepois da demore
necessaxia para
S. ifieeuc. Lisboa, Vlgo c ou
thamptoa
Reducqao de passaqens
Ida Ida e volta
A Soulharopton 1 classe S. 28 42
Camarotes reservados para os rassageiros de
Pernambueo.
r*ara passagens, fretes, etc., tructa-se ot
Consignatarios
AdamsonHowic&C.
S. 3- RA 1)0 COMMERCIO N. 3
1' andar
JES MAIUTIMF*
LINHA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Mac
E' esperado doa portos de
sul at o din 19 do corrente,
segnindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux.
tocando em
Dakar c Lisboa
.iot-i-si- um ser.hores rassageiroa i-- tod:.!
as classes qn.- lia lugares reservados p >ra -'
.. que i- iliiu turnar em qualqner te-upo.
Faz-se abatim.ato de 15 /0 em favor das fa
milias composta de 4 pessoas ao mehos e quepa-
garcm 4 passagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que torna-
ren! bilheres de proa, gosara tambem d'este abati-
mento.
O vales postaes s ae dio at dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir
afrete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Labilie
9 RA DO COMMERCIO 9
Pacific Steam Navigalion Gompany
STRAITS OF MAGELLAN LTNE
Paquete John Eider
Espera-se dos portos do
sul ate o dia 20 de Ju-
nho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Eslepaquete eos que dora
em diante seguirem tocarao em
Plvmoutli, o que facilitar che-
garem os passageiros com mal
brevidade a Londres.
Paraearg;., passagens, encommendas c din-
heiro a frete tracta- ecoui os
AGENTES
Wilsoa Moas fc C, Lioilier!
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
coenpanhia itahiaaa e navega"
cao a Vapor
Mac-u, Villa Nova, l-enedo, Aracaj,
Estancia o Baha
O VAPOR
Principe do Grao-Para
Commandante J. F. Teixeira
E' esperado dos nonos ci-
ma at o dia 10 de Juuho.
e regressara ara es mes-
mos, depois da demora docos-
tume.
Para carga, passagens, cncommeudas^e dinbei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7ua do Vigano7
bominsi'S Alves flalhens
ix
:-"--
Agente Pinto
O agente de leiles, Pinto, tendo mudado o seu
escripti rio da ra do Bom Jess n. 43 para o ar-
mazem da ra do Marques de Olinds n. 52, pede
a todos oa senberes que tem em seu deposito pia-
nos", mschmas de costura o outros muitos movis
se dignem retirul-os no praso de 3 dias, findo os
qui.es sero vendidos por qualquer preco.
Recife, 13 de Jucho de 1887. i
/
fe


*.
Grande leilo
De bona movis, piano, quodros, eepelbos,
vidros e electro-pate
Ter^a'cIra 14 fio corroerte
A's 10 1/2 horas
Da cata da rua da UhSo n. 53
CONSTANDO
Salla de visita
Urna mobilia de mogno massifo estufado com 12
cadeiras de guarnico, 4 ditas de bracos, 2 dnn
kerques com pcdra e espelho, 1 sof, 1 jardineira
com pedra, 1 importante piano do fabricante F.
Deerner ahora, 4 lindos quadics, 2 serpentinas de metal,
1 candelabro de dito, 4 jarros grandes de porcela-
na, 1 caadieiro para kerosene, 4 figuras de bis-
cuite, 2 espriguicadeiras, 1 cadeira de palha h
relogio de parede.
Salla de entrada
Urna mcbilia de amarelo completa, 1 tapete de
ooco, 2 parea de jarros, 1 figura de biscuit, 1 por
ta-charutos, 1 miza com jarra c torntin.
Sallete
Urna mobilia de Jacaranda completa cjm (ampo
de pedra, 1 mtza de jogo, 1 rico relogio de branze,
2 pares de jarros de fiauco, .'i quadios, 1 espelho.
1 tmpano c 1 lbum.
1" quarto
Urna cama francesa para casa. 1 toillet. 1 guar-
da-vestido obra de gasto, 1 bidet, 1 eepelho, 1
commoda e lavatorio, e 1 candieiro.
2 quarlo
Urna importante commuda de Jacaranda massico
eom um lindo santuario, 2 frontaes bordados a ouro,
vestimentas completas para padre, missal e es-
tante, 2 uadros, 2 bancas de jacaraud, 3 cadei-
ras douradas, 1 lavatorio e 2 nforas de vidro.
3- quarto
Um marquezj largo, 1 lavatorio com pedia,
1 cama para menino, 1 eabide, 1/2 commoda, 1 e3-
pelbo e 1 despertador.
4- quarto
Urna cama de ferro com colxao, 1 lavatorio, 2
consolos, 1 cemmoda para crianca. 1 cadeira se-
creta .
5- quarto
Urna cama de ferro, 1 marquez*. 1 cadeira se-
creta 2 cadeiras de bracg.
Sala de jantar
Um aparador grande de nogueira com pedra,
1 guarda loufa, 1 guarda comidas da rame.
I mesa elstica de 8 taboas, 1 s; f;i, 12 cadeiras
de amarelo. 2 cadeiras de palba, 1 carteira,
1 thjar, l estante de f-no com diversos livros de
mediciua e direito, 1 relogio de parede, 1 reparti-
roento para escriptorio, loucas, vidros, cop s,
garrafas, talh'rea, salvas de electro-plate, i fruo-
teira de Jit >. p.ita-gu .-dauapos de dito, 1 appa-
relhc de faiance para cha, 1 machina para caf,
diversos passsros v ti u tu tros objectos que se
r_rm*ni er ti-iili j mencioual es.
O agente GtiunSo, auterisado por umaj-espei-
tavel familia que retira-ee para o Rio ds Taneiio,
far leilo des msveia e mais objectos cima men-
cionados. A f ntrega ser em acto continuo.
*

Diario de PeroamtoHco---Terfa-feira 14 de Junho de 1887

c
Leilo
Da 1 cavallo pedrez, 1 carrosa com arreios
para o reesreo, 1 carro com 4 rodas e
1 boi
Terca feira 14 de limbo
A's 11 horas
Na casa da ra da Uniao n. 53
Por ocoasio do leao de movis e pianos.
POR ITtRVENgAO DO AGENTE
Ciismao
Leilo
EM CONTINUAgA O
Vi ra do Imperador u. 49
Quarta feira, 15 do crrante
A's 11 horas
e 1 mobilia de Jacaranda, 1 guarda-louca, 2
fiteiros redondos, 1 guarda-vestido, 1 commoda, 4
toilets, 2 secretarias, 2 mesas com gavetas, 42 ca-
deiras de braco, de junco, 8 cadeiras de balaceo,
3 esp eguicadeiras, 30 cadeiras de junco, 1 mar-
,-juezao, 4 jarros grandes fiagindo marmore, relo
gioe, jarros, 4 figuras, 2 bercos e 1 cama para me-
nino, 22 camas de ferro, 2 portos de ferro e 1
venesiana.
Agente Modesto Baplista
Extracto fle Malta e Kleper
Preparado
DE
Bl'BOUCH WELLCOME
CHIMICOS DE LONDRES
Um poderoso agente digestivo o acimilativo ; um
alimento nutritivo, especialmente adoptado para
os enfermos e nao; os grande succedaneo do
aieite de figado de baealbo.
O Extracto de Malta de Kepler um alimento
perfeito em si mesmo e contem todos os principios
digestivos e nutritivos da cevada, isto phospha-
toi, maltosa, dtstrina, albmina e o importante
quanto poderoso acce.sorio digestivo chamado
Diastase,podendo-sn assim diser que com a m
troducciodo Extracto de Malte, como agente tbe-
rapeutico, se ha prednade urna n voluco no trac-
tamento de jertas nfermidades fia nutricio, ope-
rando especialmente na dyspepsia, ulceracao do
estomago, cancres do estomago, debilidades, con-
valescencias de enfermidadea bgudas, vmitos e
gastro-ententes das enancas, marasmos, affseeoes
nico depoMllo
34 Ra do Rosario 34
Pharmacia e Drogara
BNRTHOLOMEU A C. SUCCESSORKS
Pende* o*ie oa olfreH do pello *;!
Uaai o melhor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como vosso soffnmento des-
apparece. Vende-se na drogara dos nicos agen-
tes e depositarios geraes na provincia, Francisco
Manoel da Silva & C, ra do Marque de Olinda
n. 23.
Aviso
Pede-se ae recebedor de 50 caixaa com ceblas
da marca M V C viudas de L'&bja no vapor fran-
cs Ville de Bahia entrado em 5 do correte de
appresentar-se na agenci i da Companhia Char-
geurs Reuns a ra do Commcrcio n. 9, onde existe
o respectivo conh:cimento ordem.
Declararn
Vicente Jos d? Brito N- tto e fu irmS, casada
actualmente com Manoel Luis Alves de Castro,
sao residentes ua provincia de Minas Geraes, co-
marca de Mar de Hespanba, teiino de SJ Jos
d'alem r'arabyba, e precisam ser ouvido9 no in-
ventario de s?u tio. o fallecido padre Hereulano
de Brito, r.a qualidade de herdeiros dos bens de
seu avo, de cujos bens era uso-fructuario o mesmo
padre Hereulano. P.r;io=fins convenientes fa-
zem publico a sua r sidf-ncia.
~iiiz Caga
Manoel Alves Vitnna prcviue aos devedores de
pensoes de alumnos deste collegio, que nao pa-
guem a niuguem aa quanto no for determinada
pelos credores de mesmo a pessia competente para
hs receber. 12 de Juuho de 1867.
Ilom negocio
VenJe-se a arm;.cao e maia utensilios da taver-
na sita ao becco do Pocinho n 24, propria para
qualquer principante. Garanfe-se tambem a casa
e quem pretendei pode all dirigir-se que achara
era quem tratar.
Ama
Precisa-se de urna aoia para casa de familia de
duas pesioa^ ; na ra do Ra^gel n. 53.
Ama
Precisa se dema ama para cosinhar e mais
servido de casa de familia : na prafa do Conde
d'Eu n. 1 1 andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para c siuhar
na ra de S. Joao n. 20.
a tratar
Ama
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientifloas
E Physiologicas,
para o
Toucador.
0 Vigor do Cabello
. IJf
(2
if
>
,^x


*s
*
\
$
\K
PflARMaGl E li
E
DE
Le la o
D
a arma^o, gneros, utencilios, cofres de
ferro e movis, existentes na taveru*
sita ra Imperial n. 151, pertencentes
a raasi fallida de Juan Benito Rodri-
gues.
Qumta feira 16 de Junho
AS 11 HORAS
O agente Gusmao, auterisado por mandado do
Eim. Sr. Dr. jniz de direito do comni"rcio e a r-
querimento do Dr. curador nsc.il da m-.ssa fallida
de Jnam Benito Rodrigues, tara leilo com as
Msteneia io mesmi jniz da arranca >, nercado-
rias, cofres e movis eisitentes na referida ta-
Terna.
Leilo
de urna mobilia de Jacaranda, um piano,
urna estant-. urna commoda, tres mesas,
urna serpentina, urna mesa redonda coni
pedra e outros movis
Sexta feira 11 do corrate
Agente Pinto
itu.-i do Bom ^esns n. 43
Em nMitiiiuaco
vender o menno agente 11 sacco3 e 3 paneires
cem tapioca.
J_AVIS0S fliERS0S_
Aluga-se casas a 8000 no becco dos Cae
!hos, junto de 8. Goncatio : e. tratar na na d
Imperatrix n. 56.
ama P-ecisa-se de uina ; na
t.aoug u. 3, terceiro andar.
Prec6a-se de urna ama para cosinhar c com-
prar ; no pateo de S. Pedro n. 17, 1- andar.
Do Dr. Ayer.
Devolve, com obrilho c frescura da juventude, ao
cabello urlualho "U brmieo uBia rica cor natu-
ral, caatanuo ou preto, como se deseja. Pelo seu
uso. ao casco clan) ou rflxo TK>ie dar-se una cor
escura, e erossura ao cabello tino, cniquanto que
frequentefcente cura a calvicie, porem nem sempre.
Impede a queda do cabello, estimulando o dbil c
enfermo a cresoef vlforoaamente. Keprime o pro-
eresso e cura a tir.ha o caspa, curando qu^^f todas as
oencas ]>eculiares do percraneo. CoinqOp*met i-
eo para aformofcear o calK'llo das SojBioras o
Vipor nuo tem rival: nao conten ozeite a tinta al-
puina. torna o cabello suave, brillunte e sedoso na
apparencia, e conimunica-lhe um perfume delicado,
agradivel e permanei.te.
I'KEI'ARADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Slass., E. U. A.
A' venda as principaes pliarmacias e drogaras.
__ _^_^^^-
AtteiiQo
Preeisa-se arrendar urna propriedade da trras,
cora casa de vivenda, estribara, casa de farinha.
ditas para moradores e mais bemfeitorias, com
acude ou abundancia d'agua corrente, com cercado
para vaccas de leiti e anim.es. ou proporcoes para
isto, e pata t.jda agricultura de mandioca, milbo,
fejo e algorio, e que nao diste de um povoade
com feira, quando muito do urna egoa, ten do al-
gnma estacao de caminbo de ferro nesta raesma
distancia, nao importando ser o lugar acatingado,
com tanto qui esteja as cnndicoi sa cima exigidas,
e quo as bemfeitorias estejam em perfeito estado
de conservacao e limpesa ; quem tiver annuncie
para ser procurado etxaminar-se. NSo se cscolbe
cemarca ; prefenndo-se a da Victoria.
Farello fluifo ilBloiT
a 400 rs. a arroba
Cheg. ii a primeira remessa do precioso fsrello
de can co de algodao, o mais barato de todos os
aliment 8 para anima s de r::ca cavallar, vaceum
suin etc. O can co do a'^odao dep.is de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que B-: pode dar aos animaes para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empegado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros tan 11 a
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no Red feO Largo do Cor-
po Manto, 1 andar
AVISO |
Os fogos do friitcios preparados na an-
tiga fabrica da viuva Ru6no proprios para pe|a presteza e aSSe
as noites de Santo Autmio e S. JoSo, ven- t 17
dem-se ricamente no caes Vinte Dous dCOm QUe seraO aviadas
Novembro, ariuazeui da Bola Atnarella 1 Ta
n. 36, pos precos da fabrica; neate ar-1 ag reCeitBS doS IlllTlS.
ra.zem haver venda lindos craveiros,
pistolas de todas cores e lmannos, rodas SrS. DrS. IIiedCOS, Olie
simples e singelas, foguetinhos, estreli-
nhas, etc., etc.
Miguel L. R. da Fmiscca
'>") l'rafii ilii i oifimcrcio-55
PESQEIRA
N'este estabeleci-
mento encontrar o
publico em ^era!, um
completo sor ti ment
de medicamentos, dro-
gas, productos chi-
micos, especialidades
pharinaceuticas naci-
naes e estrang'eiras
leos, vernizes, tintas
de todas as cores, pin-
ceis e mais rticos
para pintura.
O pro prieta rio des-
a importante pharnid-
cia responsabilisa se
boa qualidade
medicamentos e
de que **st
pro vida, e bem assim
Oleo de Figado de Bacalhau
do X>r 30TJCOTJX
lodo-Ferruginoso de Quina e Casca de Laranja amarga
Este medicamento fcil de tomar, nao provoca nauseas,
e de cheiro agradavel. Pela sua composic^o, possue todjj as
qualidades que lhe permittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, a AFFECCES do PEITO
a BRONCHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do sen emprego fcil, da sua aeco multplice e
segura, da economa para os doentes, os mdicos receitam-n'o
de preferencia qualquer outro medicamento similar.
DEPOSITO OER-^X. ;
PARS, 209, ra Saint-'Oenis, 209, PARS
VE.NDEM-SE EM T0DS AS PRINCIPAR I'IUHMACIAS UO 0MVEIISO
DESCONFIAR DAS F A U S I F I C AC E S E IMITACOES
CAJLRUBEB4
PRAPERADO VIMIOSO DEPIRATIVO
FPBOYADO PBLl JUNTA HYGHNB PUBLICA U GORTE
Aolorlsado jor decreto imperial de 20 de Junho de 1883
Coinposchv de Firmino Candido de Figueiredo
EMPREGADO COM A MAIOK EFFICACIA XO BBECMATISMO
DE Ql-ALQL'ER TATfREZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, XAS
LEOCORBHAS OU FU-RES BRAXCAS, NA ASTHM.V
broxchites (iiiolests das >'ias respiratorias), xos soffrimentos
OCCASIOXADOS PELA IMPUREZA DO SAXGL'E E FIXALMESTE
XAS DIFFERENTES FOBMaS DA SYPHILIs
PropagadorA. P da Cuiiha
As impcrtaDtes curas, que este importante inedea!r tadas por pessoas de; elevada posiyao social, fazeru coiu qu i de toda parto s j.i elle
procurado, como o melhor e mais enrgico depurativo di Migue.
Depurar o aanguo, como ondicHo de una cireulu/ao benfica e i ffi :.z, eis eca
que consiste prin.ipalnente o raeio mais seguro de conservar a sale de curara?
aolestias que a impureza do tangue oecasiona.
O Cajriibb'i, pela su?. > .;'> tnica e energi;ftri!Pnte lepurativa, 3 medica-
mento quo actualmentd pode conseguir esse resulta lo sen preju-ii ar cem alter.r as
funegos do estomagu
do vigor depurativo dus pro'
As muitas curas quo
tinetns e conhecidos cavalleiros
do em sua secyao ineriitorial
dos intestinos, p >rque n.'u cont;ii substancias nocivas, apesar
tos que constituem a base prineip..! d'este medicamento,
tem feito, esto comprovadas pelo tcstemunbo dos dis
que firmam os attestado?, (\w. este jornal tem publica-
pela
dos
drogas
Deposito ceatnl, Fabrica \poiio, ra Hospicio 79
A' venda em mullan p>:aruiavir> il< l(ra#.ll e do enirungeiro
mamar.*
*t "wstxj Ja. nsn tffxscn
COLLARES fiOTS
leetro-aU0ntlc4a
"i Mutt iMlfaof
..:
ti
sosa ff 4w'r I^T *
Attenfo
De novorega-se aos Srg. Joaquim Xavier Car-
neiro de Lacerda e Vlanoi 1 Xivier Carneiro da
(Junhn o favor de com urgeBcia apparecerem na
rna do Marques do Herval a. 12
Apreveitem
Veodc-Ee por barato pre^o
pu!.r da ra de Uorlaa ti. L'4.
o hotel Centro Po-
Alutra-se
o 1' andi r dr. tobrai'o k ra do Rangel n. 44 : a
tratar na .na Direito n. 3, 3- andar.
do
Anaaa Precisa se de duas, para cosinba
c engammado ; na roa de S. Jorge n. 139, segun-
do Hudar.
Criado Precisa-se para recados ; na
ra de S. Jorge n 139, 2 a< dar.
= Precisa-te de um criado e de um coeinheiro :
na ra Duque de Caxias n. 85, 1- andar.
Aluga-se uina casa na truvetsa de Joo Fer
nandes Vivir n 47, com um pequeo aitio ; a
tratar na ra da Aurora n. 3, das 10 3 11 bo
raa.
Os abano assigiiados mudaraui o seu e.cr".
ptorio de advocado e solicitador, da casa d. 3S a
rua do lmpemdor para s de n. 09 mesma ra,
sala da frente.
Man il J aqoim Silveiri
Jio Car tao de Abren
AMA
Precisa-se de una
gomn'.r em casa de
Riachuelo n. 13
ama para lavsr e en
familia : n > rua do
se dir.
ll i liiiiiianiladc
O abano assignado, no intuito de prestar um
servir;j aos seus patricios pobre?, tem deliberado
abrir um.i aula de prirofiras lettras, gratuita, que
e,>m-car;i a fucciooar du dia 1- de Julho rua do
Passo da Patria Convida os senbores pas de
familia que o quisireu onrar com sua confianza,
a proeurar' ni tro na coesma rua,. das 3 horas da
tarde em diante. A s'ila f.nccionar das 9 da
manli 3 2 da tarde.
Jos Juliao.
Quem annuncicu querer arrendar urna proprie-
dade de trras, preferindo na comarca da Victo-
ria, encontrar urna grande propriedade as con-
di(,es drseJHdas, muilo perto da esta;o da Vic-
toria ; a tratar no -3aes do Rumos n. '8, a rica-
em.
Estabelecinien'o de lianbos ao
paleo do (armon. 26
O proprietario desse estabelecimento
acbande-se cora sua sade aggravada e
nSo podendo por isso continuar com o pe-
sado trabalho que tem tido a 22 airaos em
procurar e elevil-o ao estado em que se
acha era offereer todas as vantagens que
se pode dosejar. O estabelecimento ligado
com o inflar superior que tambora offerece
as melhores proporgoes para casas de
pens s ou de sade. Os pretendentes a
compra do referido retbeleciraento diri-
jara-se aoseu propriotario na mesma casa.
precisaren! de seus
servidos pharmaceu ti-
cos nesia cidade.
va*
Mtoi "( Jlarc M OOWVDI.aE9
i MU riCrirfW 1 HTlfA si .uinSi-:
i'-COLLARES Hf""5R,c.'nhcjdGS kamaia \&x7k"'-vcjgjg>''','r
ilc 25 ainos, siu oa nico* oua prdaer 'io Tijtaotij^
realmenteu cranos as CONVULSOCS ^"ff^Sa^S*
ayjd*9do ao afM Umpo ci dem Para crttar ar Fklat&oc^Cen o au brv'^aflC-ea, r-'j.t-:c ,~
cmminhn. //na. n narc 4< fahnre. t ,-vrj*sx e o rf'lJ n i
'L.-ta.Wwl-.-.Q'i;'.'

35Praqa lio Cemmercio35
a
ICIJ
8. Pinho & C.
Rna do Bario da Victoria n. 51
Esta pharniacia reeer.temen'e estabelecida.acha
se em eondicq.i de (atisfaser codd promptidao e
escrpulos.i 1 :i.!ad-' i-i> < ucencias dos senbores
mdicos e i oli"- em gerai, que encontrar
um completo > imvo sirtim'into de drogas, medi-
camentos e pi-duelos cb.micos, e pbarmaceuticos
nacioniea e esrrangeiros. garantindo se modica-
de de precos.
a mn
k> :000g000
r^raca da Independen
cia s. 37 e 39
Massa para bolos
O qus ha de melhor neste genero; venden) Bia-
ga Gomes C rua do Mrquez de Olinda nu
merj 50.
Ao coraiiieiciu
Declramosgaa uesta data deixa de faier part
da ucbsa finaa etvmnerci I o 8r. Martiniano Jos
de Campo*, retirando a-i pago e satiafeito de seu
apital e lu:ro*. Kecife, 13 d<- Junho de 1887.
A. M Veras ft C.
lote-
sorte
de
O abaixo assignado vendeu da 6
ria extrabii.4 do dia 8 do corrente
de 100/5 Va o u 3084.
Approxiinpc.'Io n 6229 com a sorte
i02$, outra de 30(5 c- 3-t95.
Acham se a venda os felizes bilhett
garantidos im 7>> lote ria beneficio da
matriz da Hiu Vista, qne so extrahir
quando r annuu wda.
PRESOS
uj DorcSo
Inteiro 2^700
\ -otalho
N lnteirt 3(5000
Antr,io Autjtt^ di* aSii'O' Porte.
II
U Sr Jos B->rreto Paes de Mello, genro do Sr.
Jos Ignn io d'Avila. tenha a b-mdudo de ir
rua da lJi-r.nco n. 16, filliir ao abaiu aasigna
do, a negocio de seu iut>-reesc.
Recife, lo de Junhi de 1887.
Jos Antonio Albuquerque Pedroz.
A prenda ment deen-
genlio
Arr?nda-se o importanto engeuho SantJ Andr,
sito na fngU'Zia de Una, comarca do lio Formo-
so, quatro legoas de Brre;ros, pertJ de embar-
que ; esse engenbo, que um ptimo engeuho
d'agua, e um djs m*-lhores da provincia, alem de
outrss v-mtagens que cffnreee, reesminendu-se
pela finilidade e ezteiiso de suas rias, que tem
capacidade para satrejar mais de 4,00J piles, e
pilas suas ezcelleutis obras de pedra e cal, inclu-
sive urna magnifica c*a de vivenda : quem qui-
zer dirija-se rua do Imperador n. 40, armazem
de mercearia.
tira
Especial, tem o Ribeiro rua larga do Rosa-
rio ; elle, antes qui- se acabe.
mmm*mu
EXP0SITI0 jt UNIV,U1878
Mdiilli i'Or^CCroiidtChfilier
La nim hautes recompenses
OLEO OOIHA
E.COUDRAY
HMWtJBWIi PatWRADO NM > F0BMOSU U OOQtKLLO
econnaenilanios e-te producto,
considerado pelas celebridades medicas,
palos seos principios de quina,
coma o nrs poderoso regenera&r <|ue m conhece.
AR7IG0S RECOMMtNDADOS
PERFUMARA de lacteina
lecoamcBdidi pelas Celebridades tedios.
GOTAS CONCENTRADAS para o lenco.
AG0A DIVINA dita agua de saud.
ESTES ARTIGOS ACHAM-SE NA FABRICA
PARS 13, rae d'Engfaicn, 13 pars}
Depotitoi n todas as Palmaria, Pharmacias
e Cabellerein.'s da America.
Lotera da Provincia
Ser breve annunciado o dia da extraepao
lotera em beneficia da matriz da Boa Boa
Vista do Rm fe, ^o consistorio da i^ejade X.
S. da fnceifo dos Militares, onde se achara
o expostas as urnas e as espheras arrumadas
en? ordeni numrica apreciadlo do publico
a /

liiii/.a Laane ate Mello
1* anniversario
Jos Luiz de Mello e seus filhos convidam pe o
presente aos seus prenles e amigos o aa amigss
da finida, sua sempre lecibrada espesa e mi,
Luisa Litne d Mcll i, paia aseittirem urna missa
que mandara n sur na matriz de Santo Autonio,
s 8 horas da neuM de ter^a-feira 14 do corren-
te, 1- annivi-rsano de seu falle-'iment, e desde
j se confessam e'ernamente gratos a todos aquel-
lea que couipareeereui a eote acto de religiao e
Caridadd
Ao publico
Tendo sid i julgada por eentenca do lllm. Sr.
Dr. juiz de dii' iio da comarca da Eacada, a capa
commercial d > fallecido Jos Luiz da Silva Pott>'
& C, na rua do lvn.1 d< Escoda n. 75, o abiixo
assigiii d i J t FerriHndes da Silva Potte, o qual
tendo hstuinid >i iisponeabilidKdi' par eom todos
os endores da mesma cara, do anno 1885 1V86,
escripto pelo pronrl i puuho do fallecido Jos Luiz.
ass'm C'Oi) do balando dado em 5 de Abril d-
188t, na retirada d< e-ocio Manoel Zeferino de
Almeida Lmiih, pr vin<' a M-Osos seus d'-veiion6
que de boje em diante o abaix) as9gnado o ni-
co cr-do.- de todas hs <'vJhs p r'encentes m'fs-
m< casa. Pt lo q':e faz o presente nimuncio e
taz Mkuteaa mateioio eui geral, que a snn c-iaa
continua s- oip.'t sol: a mesma firma de Silva pjtte
CiJade da Eacadn, 9 de Junho de 1887.
Jcs Fernanda da Silva Potte.
ORIZA LflCTE CREME ORIZA "ORIZA VELOUTE
aos Consummidores
PERFUMARA ORIZA
PARS 207, Rua Saint-Honor, 207 PARS
OS PRODUCTOS Drt PERFUMARA ORIZAL.LEGRAND
d< i ti stnt aitrceaao e favor publico :
1 Aa coidatfo escripoloso com que i 2 A sua qualidade InalttriTel
sao fabricados. f i :uavidade do sen pertame.
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA
sem ttinqn- ao seu gran de delicadeza c perielco
i A appcreiuta exterior destn imitirdes sendo idntica aos Terila-
f*. de irn ProiMetog Orina, os consummidores drremo se
?tt nrecaoer contra este cominera- tilinto e considerar como
fmYt. contra/acedo Qualquer irocucto de qualidade inferior
~ vendido por casas pouco honradas.
SBV0N- ORIZA/ VELOUTE
Kemeaaa do Catalogo lllustr ido pedido tranqueado.
nomus
Hdame
Vende-se em toda a oarte
Dr. Antonio Roarqoe de (iataie
Antonio de Guino Lyra en vida aos sena p-
renles eamigos t aos d.i Dr. Auto u > Buaique de
GuBo.ao, fallecido no engenb > Sai ta Bita da pro-
vincia de Alagdas, para oavirem a missa que
manda resar na matriz de Santo Antonio, no di
14 do corrente, stimo do sen passamento, as 8
hora?, c desde j te c. nf-ssa iiernamente agra-
decido.
virouioo mi achare
lo futuro
Este engrapado e espirituoso livro de sortea
para <>s fri-s festiva das de 8aiit<> Antonio, 8.
Joao e S. Pedro, vende se na Livraria Parisiense
rua co Imperador n. 75.
Por 200 ra. ene. ntrarib ns que se quizerem di-
vertir um livro para dar boas gargalhadaa.
A quem interessar
possa
Previne-se a quem se julgur credor de Francis-
co de S..ueH Durrte por qualquer titulo, para qne
no prazo de trinta dias, a contar da data deste,
aprsente suas con'as rua da (JnLo n. 54. para
serem conferidas. R-cife, lld Sememes e (vrr..p-:iu
Ccmpra-re na tabriea Apolb A rua do Hospicio
namcro 79.
00:000^000
Em beneficio da !iNrinr;io Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
E\Iracco da V parle da 1.a lolera
Sexta feira 17 do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
rua J. de Mar$o n. 23; Roda da Fortuna, rua
Larga do Rosario n. 36.
y
M Certa em 3 aSsem outro
io
M'AMIS f. ftmuimmr Bamamm t &A3LM


".
rv
!-
JllflliO

7
Mugase barato
Visooad de Itsparioa n. 4J, armasem.
" ftua Coronel a-aasona n. 141, quarto.
Ra de Santo Amara n-14, lo)
Ra do Credor do Btspo n. 18,
Tmtb-ae aa ra do Commorcio n. &, 1 andar
aja-riptorio s Silva OaimaraW & C.___________
Alujase
AIS
para coainhar, precisa ae de urna : 4 roa de Joa-
qun) Naboco n. 3, Capunga._______________
Precia-ae de urna arca pirra coainhar
da Conceicao n. 4- 1 andar.
na ra
M> caa cw sotao, edificada a moderna, coa
oeommodHcio para familia, sitio pcqneao, entre
aa duaa estaeoea Jaqueara e Tamarinaira.
lUBU
Una caa nova em frente do Sr. Thom, propiia
ara peqaen* familia, entre Jaqeeira e Tasjan-
neira ; a tratar na rna Primoiro da Mareo n. o,
Soja de joias.________________________
Aluua-se
Ama deleite
Preeisa-ie de nma ama. qua techa bastante lei-
te ; a tratar na roa da Imp. ratriz n. 42, segundo
andar.
Mt/%
M duas meias aguas de na. 9 e 11, na travesa
do Raposo, esto reedificadas, pintadas e caiadan,
tea commoaos pata MM familia e o aloguel de
ama 8# e o da outra 12* meoaaea ; a tratar na
roa do Naayaeira a. 28._________________,
Akiga-se
grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, con bu-
tantea terru para plantaces e muitoa arvoredos :
quam pretende* dinja-ae fabrica Apollo, ra do
Hospicio._______________________.__
Xarope
de cambar guaco e bal-
samo de Toli'i
Jos Francisco
rc-parado pelo pbarajacentico
BiUencoart
um poderoso preparado para todts aa affec-
eocs dos orgaos respatorioi, como catarrho pul-
monar, asthma, coqueluche, bronchite, paeumo-
oia, tisiea, etc., etc.
Cada frasco JOUO
Deposito na Pbarmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38 Pernambuco.___________
Semenles k carrapalo
Compra-se grandes e pequeas quantidades :
aa drogara de Prrncisco M- da Silva & C, roa
O Marqaes de Olila n 23.__________________
Precisa-as de ama ama para coainhar con par-
feioio ; na ra larga do Rosario a. 4-i.
Magnifico lauque de ferro
Ha para vender um grande taoqae de ferr cora
seis pul cees de altura, sais de largura e doae de
comprido, todo fechado, novo, pintado e por preco
commodo 8 ver na roa do Principe n. 24 e tratar
na roa do Bom Jess n 43.
Pitan acia central
do Impeitior o. 98
Jos Francisco Bitteacourt, antigo pbarmaceu
tico da pharmacia francesa ra do BarSo da
Victoria u. 25, avisa a seus amigos e fregueses,
que se aeha na pbarmacia cima, ende espera
continuar a merecer a confiases que felizmente
depositaram em aeus trbalo.- proteasionaea.
Casa e armario
Aluga-se na Varaea, confronte a eetacio da es-
trada de ferro, urna casa cam arraacao propria
para eetabelecimento de molbados : a tratar na
ra da Imperatriz n. 56, loja.
Declara^
Tricofero de Barry
Qcrante-ae qnefas as
car ecreaoer o cabello anda
ana osis calvos, cara a
tinha e a caspa e remore
todas os impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranquo-
rer, e inXllivelmente o
STna espesso, macio, lua-
bw e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. o nico perfuma no mun-
do que'tem a approvacio oficia", de
ma Govemo. Tem dnas vezes
raais fragrancia quoqualques outra
eduraodobro do tempo. E'mito
mais rica, suave e deliciosa. E'
amito maia fina e delicada. E'
mais permanente e agradare! na
lenco. S roas vezas mais refres-
cante no banjo r- do quarto do
1 doenta. especifico contra a
'fronxidao e debilidad. Cora aa
'dores de cabeca, os cansacos os
dea maios.
Xarope ie ffia Je Bofe ft i
Alnga-se o 1 andar do sobrado n. 27 roa da
Imperador, pintado de novo e com agua ; a tratar
a* roa do Duque de Canas n. 47.
Cosinheira escrava
Precisa-se de um cosinheiro eseravo, para nma
casa de pequea familia; a tratar no oaas da
Companbia n. 2, eacriptono.
IHiffla novidade de fegos
esorles
Offerece-se aos amadores, para os festejos das
nortes de Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro, um
completo sedimento destes artigos, qae vende-se
par preoos mnito ruoaveis, e fas-se grande diffe-
renoa em perco ; na rna do Rangel n. 2, e ra
estreita do Rosario n. 23.
Precisa-se de usa criado eatravo, para unta casa
de pequea familia; a tratar no caes da Compa-
nbia n. 2, escriptorio.
VENDAS
i
Precisase de um criado : a -atar na roa d
Paysand n. 19. Passagnn da Magdalena.______
O architecto IIrealano Ramos, tendo obtido a
ezoneracao que pedio, do lugar que oceupava na
companbia d>- edifieacao, participa aos interessa-
dos que po- diapoiicao os aeus servic n profee-
sionaes, no escriptorio ra do Pasto da Patria,
junto as obras da estacan central da estrada de
ferro de Caruar, e residencia na ra Cardsso
Ayres r. 5.
Criado
Aims na usal-o. narota de rsAt-a.
Cura positiva e radical de todas as forroaade
SBcrofnlas, Hypbilis, Fe7idas Escrofulosas,
Affsccoes, Cutneas s as do Couro Cabel-
lado com perdado Caballo, e de todas as dci-
sneas do sesgue, Figado, e Rins. Gaiante-ss
qne purifica, enriquece e vitalisa o Sangus
s restaura s reno va osvstama intairo. a> .
Sabao Curativo de Renter
Precisa-se
u. 4, hotel.
de um criado ; no largo da Penha
Precisa-s de urna eng mmadeira eserav ., para
urna casa de pequea familia ; a tratar no caes
da Companhia n. 7, escriptorio.
PILULAS ~ GUILLI
PRGATITnS
do O"
PILLAS ***" &** &< ti-Catarrhal do jf BUILLlt
PAUL GAGE
Paar-tk 1'clase, D'em Medicina de b Facultada de Pars
BtO P*BiniI0 O'ESTE DIiBBtTO
PARS, 9. rua de Qrenelle-t! -Anas;.i. PARS
IJolattltt
do Figado
a do Estsfnajs
CUS Ftlaia* coul m r* destcni-pur?a!iT*doEIixirOuUU, o^iui remedio cuobecidA.
ha nia.s -ie *'- na Mflll, pof ser un dos mais eeonotnicos.cono
i*urginte < Depurativo
BESCIT( ai rtSIFICiC8ES, exigir as LEGITIMAS PIlLiS GDILLIF ir'iarada for PiL SikC
)epoUrtt ein Perniim uro .- FRAN M. dj SILVA e C*.
Para o Banho, Toilette, Crian-
oas a para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especia
em todos os periodos.
Appruvados e hutorisadoB peta inspecto-
ra geral de bygienpe do Rio de Janeiro.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C
ar 11 Ait
PARA TING1R A
barba e os cabellos
sta tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, dando Ibes urna bonita cor
e natural, inofensivo o sen uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRASCEZA E t>BO-
(ARIA de Rnuquryrol Freres, socceasores de A
CAORS, rua do Bjm-Jusus (antiga da Qrus
a. 2?
_ Vende-se en acrenda-ae um engenho qaefrea
distante meia legos da estacSo de Ipojuca e jam
bem meia le pes de aseocar ; qoem pretender pede dirigir-se
rua da Alegra n. 46. _____________
Cobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 rna da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; qnem pretender,
pode entender-se com o corrector Pedro Jos Pin-
to, na praca do Commercio.
WHISKY
ROYAL BLEND marca ViADO
Ust excellente Wbiskv Esceeses r -onv:
so oognac on agurdenle de canna, para fortifica
eorpo.
Veade-se a retal ho nos a. ibores rmaseos
nolhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cajo n>
ne e emblema sao registrados para todo o Brasi
_________BROWN8 & C, ageotes^__________
Cabriolets
Veade-se dous cabroleta, sendo um deseobert. j
e outro aoberto, em perfeito estado, para um ol
doas cavallos; tratar rua Duque de Casia*
n. 47._____________________________________
Grande sorlimcnlo
DE
Fogos e sortes
paraos festejos das noites de Sinto Antonio, S.
Joio e 8. Pedro.
Ultima m\M&
Vende-se por prt-cos muito rasoaveis e faz-se
grande differencaem porcao.
01. Kun do Humo da Victoria 61
Loja do Stuiza
Ruji V k Marco n. 6.
Participara ao respeitavel publico que, tendo augmentado seu
estabeleci*nto de JOIAS cora a;iis um seefao, nn pavimento terreo,
eom especialidades em artigr de ELECTR' -PLATE, convidam as
Exidrs. familias e seus numerosos freguezes para visitar aeu estabele-
cimeo'o, onde en ontraro ara riquissimo sortinen'o de joias de ouro e
prnta, peroles, brilnantes e outras pedrs preciosas, c relogios de ouro
prta e nik-'l.
Os artigos que receb^m directamente por" todoa os vapor sao
axeeutados pelos mais afamados especialistas o fabricantee da Europa e
istadoa-Uaido.
A par das joias de subido valor acharao urna grande variedade
le objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
.asamentos, bptisados e Rnniversaries.
Nem em relacSo ao prejo, e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.
le assucar
Appareihca economieos para o coziroen-
ti e cura. Proprio para engealios peque-
dos, s--n io ajutlirt) em prec e ef-
fectlvo em operaco
tode-se ajuntar aos engenhos existentes
do systeraa velho, roelborando muito a
qualidade do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou eiigenjios centraes,
maibinisuio ap^rfeigoaio, systema moder-
no. Plantas coruplettis ou machinismo
separado.
Especificacft-'s e informa^S-s eom
BrowD 1'.
5RUA DO COMMERCIO5
oa
CD
||PIPIgM>imjlt\l>llr>r>s%r^^

Prsg-ueziii do Recife
Alas 8" a urna requena familia o soto do 1"
andnr da rua d- Vise nde de Irapnrica, antiga do
Apollo n. 63 No !.] tmo i cisa-se de um meni -
no para fazer emprau. D se b ni order-ado.
POS DE ARROZ SIMN
Sabonete Creme Simn
preparados com glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmosphera e para dar ao
rostro : Frescura, Mocidade e Macieza.
FRUSTRAL AS OMfffOSaS IMITAQOES.
J. SIMN, 36, Eue de Provence, PARS
PRINCIPIES PHARMACIA-, PERFUMEROS ET LOJAS DE C8ALLEREIR0S. SaX3
r r^*r ********* '***r*******^^rrivrs*iisfiiiiM
A FLOIIDA
Kua uque de
A Chave do Futuro, novissiino li^ro de S'T
tes, i> <-0 rs., vende b-j aqui.
Bonitos quadros ol-ogn-.p >ic s, a 5000 o
par.
Vm jogo da gloria, a 11000.
Aaqoinbas a 1^00, urna.
Lindo sortimento de cadea d- laque ame
ricana.
Liadas pulseiras americanat, de b#, Ifi,
9<5 o par.
dem de 1, 2# e U o par.
Lindos broches de plaqu eraeriesno a 46
Ideas desenliando urna tbesoura, um peize,
a 25 um.
Lindas guarnicS.'s para toilet, a \2q.
Gaarnii" para camisa, pl .qu ameri ano,
garantidas por dez annos, a 45 urna.
Carteiras par dinheiro, oom repurtimen-
to de ltf a m.
Idsm para ft-tras, marcando os tnezes de
aneiro a Dezeoibro.
Liadas pastas de couro, cbogrio, pellica e
r^Ttlludo.
BARBOZA
ixs ii .05
IR lili
,Lind:, rapellus com veos, para noiva, de
8r> a 15,5
R,.n<8 d<- flores de laraojeira, de 1|>500 a
2500.
B-iluas para menina, de 35, 4j e 6(J.
Meias para s>-ahora a IOS a ouzia, com
palnas de seda.
L- nc s de liiid i m lindas caixas, a 3<$ a
duaia.
Capelinas de s'-tim para baptisado, a 64-
S..li.n tes de divtrsas qualidades.
i Para toilet :
A^u- Florida,
dem Celeste.
I ifin Divina.
I'icm 0^a
Pa de ai rol Florida
I tem dem Orea.
I i.-n. idem R-gioa de G.lie Fleres.
Pra o Idyo :
i Essmi i Rita SaogUy.
I em Ixora.
I ihii Ai'la Booqunt de Exposiclo.
& SANTOS
PHARMACIA CENTRAL
38H-Rua k Imperador38
Tendo*passado plfr ama compI"ta reforma acha-se montada a satisfaier eom
reajf tidao se indiaco-s medicas, tendo para ess- fi n meiicMm-'oios de pritoeira qua
idade e especialidade pharmacer*' -*ot primeir. s fabricantes.
QuininaiisPelletier
ou das trez firmas
O Sulfato de Quinina Pelletier
preferido por todos os mdicos, por
ser inleiramente p^iro, contra as
Enxaquecas, as evralgiaa, os
Aocessosde febre,contraasfebrea
iniei miuenics e paludosas a
gota e neumatismo.e os aores
nocturnos. Cada capsula, da gros-
sura de iin.aerviiha.conlm lOcenti-
gr.-.ii.nas de su'"ato, e nella l-se
PELLETIER.Estawsapsulastem >*"^v
accae mais prompta e maisfroima
segura do que as pilulas e\_/
confeitos, e engole^i-se mais fcil-
mente do que as hostias.
Deposito em PARS,8, Ru ivienne
a nat cnnoipaaa Marmaciaa a 0rc2ras
c
er
c
<
a
U
5
a
m
I 3

s g- s.
o
c
S'
D
B
i. 5
s
3 5
t 5
8* -
do
as
es
w
fe
-. *-*=i
5 ^j
a- a 3
S " t
t=T=
55 B s=o
t*-~
<=)
Cj t=3=J
o c*^-
m
fio
Tinta preta
INALTFRAVEL
roaitiNIcaTIT*.
PrJ\RM\CU CENTK4 Lv
38 Kua d In perader 38
frrnsmUiico
Serve para rcnpiiirxi,'a\" uikiCmiiIiI k d tres ou
quatie Cupias de ama vrs
Livramcnto & C.
vender cimento port'and, marca Robins, de 1
qualidade ; no caes do Apollo o. 45.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estacao do
Principe, estrada de Joao de B .tros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicerces
para 3 casas; tratar Da rna d'Apollo n. 30, pri-
cixo andar.
Leitura para senhoras
Broches mk 'lados e doaradoa a 2A000.
Bjaitas gramp.'S dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de galoea de vidrilbo.
Grande variedade de Irqaes de setim, a 4O 0.
Frisadores am'-rieanos para cabello a 3/00!) o
maco.
Setas de phantasia para cabello.
Bonita colleccio de plisss a 400 ri-1.
Brincos, imitacao de brilhante, a 500 ris.
Aventaes bordados para cnauc- Chapeos de fustao e setim para criancas.
Sapatos de meriuo o setim i i. m. idem.
Meias brancas e de cores, fio de Et-cocia.
Pomada de vaselina de diversas qualidades.
Sasbcnetes &aea de vaavltua e altace.
Extractos finos de Piuaud, Gutrlain e Lubin.
Lindas bolsas de couro e vellorio.
Fichs de IS para seubora a 1/8' '0.
Sapates de cas mira preta a aMi'O
Tesouras para costura, de 400 ris a 34000.
Pac-tes de po de arroz a 310 ris.
Fitas de todas as qualidades e eres.
Inmensa variedade de bot.-s di- phantasia.
E milbares de objectos propias para tornar ama
senbora elegaute, e uiuitcs outros indisp^-nsaveis
para uso das familias, tudo por prcc>s aomiravel-
mei>te mdicos.
Na Graciosa
RUA DO CRESPO N. 7
Dnarle A C.
Manila ingha
Tem para vender ero latas cm meio kilo cada
jma a 7'0 rs. A"t< nio Duarte, rua da Umao
n. 54e Arihur G nclv--8 Maca-s, rua da Au-
rora n. 85, coniruDtando-se com a estacao de
Oliuda,
Vende-se um impirtante Slo em terreno pro-
prio, entre o Salgadmho e a estnco de Duarte
C<'b'o, con- boa casa de m rada tendu Coinm'do
para grande familia, cacimba, mu' s coqueiros,
larangeiras, piuheiras, rom iras, limeira. man-
gueiras, cnjuer"8, com uui grinde parreiral e
urna excellente baix de cap m, alm de um gran-
de esp Cu para plntac;Oe8 eriHcSo de anirntes :
a tratar no rmasem Ja rua di Bom Jess n. 49.
Vcndc-se
na Camr-ido Caimo n. 10, especial massa para
b-lo, secca e molhala. __________
Vende-se
um bom estabelecimento de molbados a raa da
Imperalris. bem afreguezalo ; a tratar na mesma
iii i n. 23, coro Francisco Ca doso >. Finio.
0
Vende se urna .rin*c; e utensilios da tavernt.
sita rna de LnmaS Valentinas n. 70; a tratar na
tua Vidal de Negrriros n. U0, hvre de qua'quer
unos._______
Negot-io Volante
Veiide-ae um cosmi.raroa grand-, c im vistas e
m>.vim- uto ; a tra'ar na roa da Imperatris Home-
ro 8.
barato
Vende se ou alaga-se um importante e mons
truoso armacm, tend i no tund bastantes com-
roodos para familia, com p irta p ,ia sabida inde
p ndente do armasm para Ver e tratar na roa
d.iOsneral 8.ran. 33.___________________
Pr sun o de Lamcgo
Novo, che-ad ul'imaioeute, tem o Ribeiro. e
vende poi 1 #5' 0 o kil a
Boas wc s d'1 Me
Vende-se na Gi Minga, i io do Oebnurcsj, onde
podero ser vistas.
20 RUA JE.I1IEIE0 DE MAR(?O~20
(J inte ao Louvre)
Merinos de cores oom duas Urgaias, a 800, o covado.
Cachemires de listras para vestidos, alta novidade, a 400 rs., o cjvado.
Percalea de cores, a 240 rs., o covado.
Esguiao pardo de linho, a 380 rs., o covado.
Cambraia bordada, a 5.4500, a peca.
Cretoces de cores, de 280 a 400 rs., o covado.
Zophyres de cor', a. 200, 240 e 320 rs., o covado.
Seunetaa lisas o lavradas, a 360, 400 e 440 rs., o covado.
Alpasas de cores, lisas, a 280 rs., o covado.
Oraode sortimento de lis para vestidos, por barato preco.
Bramante de linho, com 10 palmos, a 1,5900, o metro.
Bramantes de algedao, a 800 e 1100, o metro.
Pao da Costa, a 1)5100, o covado.
Velbutinas de cares, a 800 rs., o covado.
Pichinchas em raadapol5es, aproveitem !
Atoalbado branco, muito largo, a 1,5300, o metro.
Leques transparentes, ultima nowidade, a 255O0, um.
Espartilhos para senhora, a 5(5000, um.
Bordados topados, finos, de 500 a 2^000, a peca.
Cortinados bordados, a 65500 e 80000, e par.
Lenoes de bramante de linho, muito eucorp.dos, a 30000, um
Cobertas do gaDga, forradas, a 30000, urna.
Chambres para homem, a 50000 e 60000, um.
Toalhas felpudas para banbos, a 10500, urna.
Ditas ditas para rosto, a 30500 e 50000, a duzia.
Lindos fichus, de renda de linho, a 20000 e 205CO, um.
Ditos, de la, completo sortimento.
Camisas de linho para homem, seta punho e sem collarinhos, o que ven de
melhor a este mercado, a 540000, a dozia,
Ditas de la, a 50000, urna.
Colletes de fianella com moia manga, a 30500, um.
Ditos ie dita sem mangas, a 30000 um.
Completo sortimento de ceroulas, collarinhos, gravatas, meias para horneas,
criancas e senhoras, por menos precos que e;n outra qualqu^r parte.
PARA 08 oBNBQBBS AGMCuLMES
Algodoes do Rio, do 1 .* qualidade, a 320 rs., o metro, em porcao fas-se o
descont.
Ditos da Babia, brancos, a 320 rs., o metro.
Ditos brincos, lisos, a 30000, 40000, 40600 e 50000, a peca.
PARA ACABAR
Mallas americanas para viagem, a 10-J00J e 150000, urna ; baratissimo !
Para banho do mar
Costumes para homens, a 80000, um.
Ditos para senhora, a 100000 um
Ditos para meninos, a 50000, um.
Sapatos e boleas para o mesmo fim.
Telephone n 158
AMARAL & C.
A LA REINE DES FLE'JRS
Ramathetes Hoyos
L T. PIVEem PARS
Mascotte
PERFUME PORTE-BONHER
Extracto de Gorylopsis do Japo|
?FRF'JryiEf EXQUISITOS :
Bouqae' Zamora ^- Anona du Bengale
ydonia de Chine
Le; :anin d'Australia
Helltotrone bl-inc Ca-denia
Bouquet de I Ani.i i -Wi it V. j: c Kezoni k Polylor oriental]
Brise e Kicc Bouque. e ieine des Prs, etc.

ESSENIftS CONCEMTRAAS W) QUALH3ADE EXTRA
/epoaitoi as priuui es Pertumarias, Pliaroiacias e uaheileieiros
20:0008000
NAO HA SERIES
LOTERA da parahyba
j "a: m SL1,%.
flrpnsit i Banco di Brasil c rilar Je seis dmids
E\lr.cc<.o no dia 10 lo currcnte
PLANO
i
i
i
2
i
12
20
pre
mi de
5000
20' )0
10. '0
500
2 ppr< xim c<3es p r
num-ros anterioren
posteriorfs a-> 1.
mi .
OS
e
pr-
1250
2'i:OO0t>O(l
2:OOi)0OO)
1:0000000
1;OOO0<>X)
WX)0OOO
1:2006000
l:OOi-0OOO
2500000
2 litas i-iem, idem ao 2.
premio 1000
2 ditHrt idem, idem ao 3
pr ni 4' 0
?9 pr-*mi"8 para a centeua
em qu-' tahir o primeiro
preibin .150
99 ilit"S para a idem do
Hegunio preniio 100
999 ditos p'ira o final da
iilni'!. lettra em que sa-
hir o opnmeirn premi" 50
2005OOO
300001
1:4850000
9900000
4:9950000
'EUDEM-S; US C5AS UHIOS:
Jos J .nqni n d Cita L He, rna d-> B rao Hh Vic">ria n. 40; Bernardina
Alheiro, ru:. Lrg- do R sari., n. 36; Martina Fiuz, C rua Primeiro de
n. 21 ; Joaquim Hir-s I Sil, iu.. do Cabug n. 16 ; Antonio Augusto do
Lopes
Marco
Santos Porto, pr.yn da la lependenoi i
37 39.
GOTTA, E.HEUMATISMO, DORES
Soluqo do Doutor Clin
Ltunado da Facilidad da Medicina da Pars. Pramio Montyon.
------------a.a a i
A Verdadeira Solucao CLIN ao Salicylato de Sooa emprega-se para curar:
As Affeccoes Rheumatismaes agudas e chronioas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulares e Ausculares, e todas as vezes que necessarto calmas, os
soffrimentos occasionad',s por estas molestias.
A Verdadeira Solucao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores _^
1)13 Urna uxplioao data'hada acompanha esos frasco.
Exigir a V-rdadeira Solucao de CLIN & Cle, de PARS, gite se enoontra -
casa doi Droguistas a Pharmaeeuticoa. _^^^^*------&
nfivti '



de PernambacoTerpa-fcira 14 de Junlio de 1887
i
ASSEMBLEA GERAL
AJ IR % DOS OBPl'TADOS
DISCU8SO PROFFKIDO NA SESSAO DE 27 DE
MAIO DL 1887
(Concluso)
O honrado amigo do oraior, a quem se
attribu-: o proj cto, j alterado por emen-
das fez urna obra de mereciaiento, urna
obra systematica, de eonstruegao o esthe-
tica jurdica, e muito aproveitavel. Fl-o
em ISQi, quando talvez o orador, que an-
dava muito estrauho a estas cousas, con-
cordasse com S. Exc ; mas hoje presura?
que as ideas do autor do projecto devem
ter soffri4o, como as do orador, profunda
modifico, e, como que assegura, porque
conheco bera o seu espirito,* que ello no
Senado, si l chegar o projecto, nSo s
lhe ha de fazer alteragoes, mas ha de acei-
tar emendas, parque na cssencia do pro-
jecto nao contm esta feraoidade de cen-
tralisasao administrativa quo nelle apparree
com 03 ltimos retoque*.
Depois de expender largas censidera-
goes para mostrar que a desigualdade dos
municipios nao polo vir das leis, e sim re-
sulta da natureza dos seus interesses, da
extensSo delles e de outras condigoes ; o
que o preciso que a construccao seja
elstica, de modo que o municipio que se
enriquecer acto na propria lei meios de
expansao, e aquelle que nSo se enriquecer
encontr alli meios de conservado,cha-
ma a atttencao do Sr. ministro do imperio
para o art. 38, que contm diaposicoas que
tira aos vereadores a liberdade de delibe-
rar. ...
Nesto assumpto, em que ve ofi-mdidas a
liberdade municipal e a autoridade provin-
cial, irreconciliavel ; nao faz conc-salo
de nenbuma espejie ; poe o governo neste
diiemma : ou elle toma a lesponsabihdade
da administras local, ou deixa quelles
a quem pela constituicjlo pertence essa ad-
mioistracSo.
N5o er que o governo consiga que o
projecto passe no Soeado, onde o espirito
democrtico e liberal tem muita accSo e in
fluencia, devidas u5o s ao numero como
ao talento e experiencia dos seus mem-
bros. At desconfia que a reforma foi lan
cada Cmara para ntrate! a. Mas af-
fianga que o governo, por maior que seja
o seu emp^nho, nlo lograr que a reforma
passe sem o sacrificio das opioioss que for-
ja a Cmara a fingir qua tem. _
As ideas substanciaos do projecto sao
condemnadas pelo mundo intaira. As ideas
contrarias sao as que se inscrevem na ban-
deira que tem corrido toda a Europa e qne
est triurapbante nos Estados-Unidos da
America"
Tal como o governo o quer, o projecto
urna singularidade no mundo : s podena
ser patrocinado por um governo que nao
quizesse nada, ou aceito por um pevo que
tudo desprez^sse.
E' preciso que o governo mude de rumo
no modo de elaborar as
que,
leis. Nem tudo
ple ser questao de confian?, nem de7e
ser. Taes sacrificios so esteris, e dSo
gam em vez de pro .-urarem um porto se-
guro, o abrigo que est na opiniao publica
esclarecida o aos poderes da nagao, bb
effrontam e conjuram, impondo reformas
odiosas e impossiveis
A discussao fica adiada pela hora.
SES30 EM 31 DE MAIO DE 1887
2a PABTE 0& ORDEM DO DA
Fixaquo de forqas de trra
Contiua a 2* discusso do projecto n.
de 1887 fixando as forjas de trra para
2' semestre do ext-rcicio de 1838.
O Sr. Andrade Figueira diz
nSo lhe tendo cabido a palavra por
o'ccasiSo de ds-utr-se o requerimento do
nobre deputado pelo Rio-Grande do Sul,
quande deu um voto de desconfianca con
tra o ministerio, preparava-se para nessa
diacussao expender as razSes de seu voto.
Agora, porio, que o nobre deputado por
Minas o chamou nominalraen'.e ao debate,
provocando-o a reprovar as doutnnas que
S. Exc. nao duvidou enunciar na tribuna,
em nome do partido liberal...
O Sr. Cesario Alvim:Nao apoiado,
nem em meu nome, quanto mais do part
do liberal.
O Sr. Andrade Figueira diz que, j. C-
mara acaba de ouvir ao nobre deputado
declarar que aguarda o dia 8 de Juuho,
em que a opiniao publica dejte paiz se ha
de formar, a fim de poder habilitar-si a
dar ao governo as leis de meios.
O Sr. Cesara Alvim :V Exc. nao
entendeu o que eu disse.
O Sr. Andrade Figueira : -S. Exc. aca-
bou de dizer que, durante a enfermidade
do Imperador, a opiniao nao se podia fazer
sentir no paiz ; que o ministerio vive fra
de aua rbita, errante, sem convicc&o co-
nhecida, no seio do parlamento.
O orador ainda nao ouvio nesta Cmara,
sobretudo por parte de urna opposiglo
constitucional, linguagena mais inconstitu-
cional do que a do nobre deputado (apoia-
dos), quando S. Exc. falbu em nome do
partido liberal. (Contestaos do Sr. Ce-
sario Alvim.)
A nossa historia constitucional consigna
mais de um abuso da ordam daquelles a
que so referi o nobre deputado, mas con-
signa tambera que, sompre que taes abu-
sos se l n dado, os protestos no se fa-
zem esperar, protestos desta cmara, que
representa a nagao; protestos em nome
da conbtituigo, que estabelece a diviaao
dos poderes. O nobre deputado, porn,
erige taes abuaos em regra ; quer faz3r
oessar o governo do p iz, porque se espa-
ra, no dia 8, nsb sabe o oraior que augus-
ta p?r8onagem ; e em nome do3 princi-
pios constitucionaes que vera oppr enr-
gico protesto theoria sustentada por S.
Exc. (Muito bein.)
N-gou um voto de col?.inca ao ministe
rio, a proposito do requerimento do Ilus-
tre representante pelo Rio-Grande do Sul ;
mas, deu-o ao governo do seu paiz.
Megou o voto ao ministerio, parque elle,
Da coojunctura em que so achou collo?.ado,
nao eaeve na altura de seus deveres; des
viou-se das nog5as governamentaes ; n5o
exereeu aa attribuig3es quo a coostituigae
to, tanto mais quanto elle sgrvr de pro-, Sr. Alfredo Chaves, ministro da guerra
testo contra tudo que se fez, quir em re-
lacio ao exercito, qu;r em relacSo ao Se-
em resultado Uis fritas sem exame, sem es-
tado de nossas cousaa, e por conseguinte
ephemeras.
Espiritos em que o orador muito conna
pensam que ainda nlo tempo de raelbo
rar, no sentido de descentrtilisar a le de 1
de Outubro de 1828. Seja assim ; mas a
emprehender o partido conservador algu
ma reforma nesta materia, teria o erador
profundo pezar que o fizesse do modo
que o nobre ministro do imperio abona,
em prejuizo das nossas velhas trads5es.
O orador, diz ao concluir, adheso
escola da autoridade legitima, conserva
dor sincero ; mas estremece quando os ho
mens que dirigem esta causa, em dias tao
aombrios, quando as tempesudes noaamea
ao
lhe conferio ; deixou do ser governo,
qual o orador nao podia recusar apoio.
O Sr. Joao Peniio: Est justificado
pelo cdigo : cedeu ao raedo invencive!.
O Sr. Andrade Figueira nao deseja re-
viver a questao militar, n3o porque ella se
ache morta, como ae tem dito e acaba de
repetir o orador que o prejedeu ; ao con-
trario, entende que esta questao corneja
agora. (Apoiados.)
Nao deseja revi/el-a, simplesmente por
que quer conleseenier o mais possivel
com a intengao do goveroo, que nao deso-
ja ver restaurado o debite de urna questae
decidida de accrlo com um dos ramos do
poder legislativo. Entretanto, n5o fra
de terapo fundamentar o oraior o seu vo-
naJo.
Pede para essa apreciacao toda a libar-
dade de tribuna, de que serapre usou nes-
ta cmara, e de que, as circumstaocias
a -tiaes, nao poier prescindir, porque vai
resolver os interesses do governo contra a
traqueza do ministerio. (Muito bem.)
A questSo militar chtgou ao ponto qui
todos conhecem, por actos de fraquiza que
o orador n5o pie deixir d4 condanaar.
A discuaso pela impreasa, qus deu lu-
gar s notas lancaias pelo nobre ex-minis-
tro da guerra, representante da provincia
do Rio de Janeiro, incorreu na censura de
aviao3 expedidos pelo governo imperial
deade 1859, pronibindo aos militares toda
a discusslo sobra assumpto militar e con-
tra seus superiores.
A primeira, a do coronel Cuohi Mattos,
versou sobre o exercicio de una oo minia-
sao militar que elle deseaapenhara na pro
viocia do Piauhy; incorreu, portanto, na
censura dos avisos.
A seguada, a do tenente-coronel Madu-
reirar, n2o fei mais do que j tinha soffrido
nesta Corte, quando dirjetor da Escola do
Tiro, p;la maoifestacSo que fizara contra
o ajudnte-general do exercito, que pedio
ao ministro da guerra providencias sobre
o abuso qu: aquelle militar praticou, de
publicar um oli io a respaito de cuja ma-
teria nao havia ainda o goreruo tomilo
deliberado alguma.
^Esse d3tincto militar, o tanente-coro-
oel Madureira, que se achava no fundo da
provincia do Rio Grande do Sul, lendo os
jornaes, viu que o Ilustre senador Sr.
Franco de S alludira reprehensao que
lhe fura inflingida no sea ministerio, ma-
nifeatou se por modo evidentemente contra-
rio ao aviso do Sr. Alfredo Chavas, que
acabava de ira por a outro militar o silencio
em queso js de servico militar.
Foi nesta conjunctura que um offi :ial de
patente superior no exer;to, delegado de
alta confanos do governo, na sua dupla
qualidade de commandante das armas do
Rio Grande do Sul e de administrador des-
ta provincia presidiu sediciosas reuniftis
militares, para representar contra aatos do
ministerio, para pedir a revogacSo de avi-
sos afi a de que se trancassem as notas,
laica iaa em virtude deste3.
O nobre Presidente do Conselho, na Ca
mar vitalicia, reprovou o procedimento de
seu delegado. E' a primeira da3 fraquezas
do gabinete.
S. Exc. nao tinba o direito de reprovar
o procedimento dest9 funecionario, sem
que o demittisse (apoiados,) porque nao se
coraprehende que, tratando-se de um mili-
tar, que era commandante das armas e
administrava a provincia, elle presidisse
reun:3as, pelo governo reputadas sedicio-
sas, sem que fosse logo demittido da con
fiaoga do gabinete. (Apoiados.)
Mas o gabinete preferiu contomporisar.
Depois de sustentar, como nao podia
deixar de fazel-o em face da lei militar, a
regularidade das notas laucadas; depois
de ter applicado os avisos, nao urna, mas
duas vezes, depois de ter sustentado na
imprensa da curte por m lis de um mez a
legalidade do seu procedimento, lembrou
ae o governo de sujeitar a doutrina dos
aviaos a um tribunal militar, composto de
homens que tinham parte no pleito, que
erara subordinados seus, e a quem deu o
direito de reprovar as notas lanjadas em
virtuda de aviaos competentemente expe-
didos.
FOLHETIM
JOSLARONZA
POR
UCQUES DU FLOT E PEDRO MIEL
1111(1 MU PARTE
O ABISMO
(Gontiuuaglu da n. 133
XVI
Meu caro senhor, nao Iho posso ex-
plicar, pjrque nao sei quaes poisam ser as
intencoes e o proveito de Jubb. Limito-me
a indicar-lhe a sua presenja, ou pelo me-
aos a dos seua agentes em Pariz. Quem
Ibes diz que esses miseraveis nSo tm pro-
vectos ahominaveis contra a menina Ber-
tha, por exeraplo ?
Brtha 1 exclamou a Sra. Francs
a asustad a.
Porque nao, niiuh.i senhora ? Tudo
possivel- NSo tu eu proprio atacado, sem
duvida por spr amigo de Maximiliano "-,
talvez, tambem, por causadas doces espc-
ranjaa que a senhora e elle p.erraittiram-x2
para o futuro ?
Fazia allusao hypothese da bus uniSo
om Bertha ?
Juliano responden :
O Sr. Rouval n3o foi o nico honra-
do cora urna tentativa. Sabe a quem era
destinada a facada com essa bonita faca
que acbdu na Avenida do Bosque ?
NSo. Como quer que eu o saiba t
Era-me destinada, mea caro seuhor,
era para mino, para Juliana Darraailly, e
nao foi por falta de vontade de3sea tratantes,
que o presente uSo chegou ao s^n deslino.
Que ests dizendo, Juliano ? pergun-
iou impetuosamente a Sra. Francs.
Estou dizendo, minha boa e querida
ta, que ha quatro dias, quando sal: dac--
b i da Sra. dTsaac, a oito horas da noite,
por aquelle bello nevoeiro que saba, errei
j c tminho, de modo que achei-me as for
lifijaces, pensando estar em l'Etoile.
Ora, imaginem que quatro araaveis per-
eonsgens jalgaram dever aproveitar a oiaa-
aiJa para apunhalar-me. Grajas a Oeus
pude fazer boa pontaria c qubrei pero*
maodou tancar.
NJo e8tava em causa naahuraa these de
religiao, de moral ou de po!iti;a, sinao
urna s these, % do servijo militar, e b
havia ama especie de interessados offi
oiaes militares. Portanto, a segunda fraque-
za do ministerio foi subraettar a questao
um tribunal militar, composto de militares
interossados no pleito ; e ella tanto maia
condemnavel quanto se achava reunido o
parlamento. Si o governo nutria duridas
sobre a doutrina des avisos que elle appli
cara, porque, tendo assanti* nesta casa u
na outra, n3o.provocou a solucio da quis-
tio ?
J u3o quer fallar do Conselho de E3ta-
do, onde team assento os legisladores des-
te paiz.
Porque o governo n3o ouviu a secjao de
guerra do Conselho de Estado ou mesmo
o Conselho de Estado pleno a respeito do3
avisos, qua alias elle mandara applicir? Si
o governo tinha duvidas sobra essea avisos,
a mais vulgar prudencia estava recora-
mendando que, antes de appliaal-os, pro-
cur833 apurar a sua doutrina. (Apoiados.)
Si o governo os applicou, que n3o ti
nha, nem podia ter duvidas, e ainda hoje
n3o as tem, aera pie tel-as-
O tribunal incumbido de conhecer dos
avisos 8ustentou a verdadeira doutrina, isto
, a de prohibir toda discussSo sobre ser-
vigo mitar entre militares e seus supe-
riores ou seus camaradas. Mo se inuo^ou
cousa alguma, apezar de haver todo o de-
sejo de que alguma cousa sa innovasse.
O Sr. Lourenjo de Albuqn^rqua : -
Apoiado; perfeitaraenta o que est no
aviso de 1859.
O Sr Andrade Figueira proseguindo,
diz que o ministerio nio colheu, portanto,
o fructo de sua segunda fraqueza. A ques
t5o continuou, e continuou nura terreno
pessoal, porque entilo j n3o se tratava dos
crditos do exercito, que o orador nao sabe
oomo pederiam estar compromettidoa, quan-
do nao se coatestava aos militares o direi-
to de ezprimirem pela impreosa os seus
pensamentos, mas nicamente o direito de
fazel-o sem lieenca do seu superior, torna-
lidade mui fcil de preencher. A questao
tornou-se pessoal, por que n3o se tratava
dos crditos do exercito, do direito de urna
classe ; tratava-se apenas da pretenc3o de
dous officiaes, sobre os quaes haviam sido
laucadas notas, de seram ellas trancadas
sera dependencia de requerimento ; sem se
humilharem elles, conforma diziam, a pe-
dir que o governo Ibes fizesse justica.
Ora, collocada a questao em tal terreno,
era de esperar que o ministerio nao cede-
ra, e o orador declara que confiava que
o gabinete teria oocasi3o de salvar a digni-
dade do governo. Foi, portanto, inmen-
sa a sorpreza do orador, quando vio que
at mesmo a essa pretengao in iividual, o
ministerio se julgava na obrigagao de at-
tender, comnettendo a sua tercaira fra-
queza nesta desgragada questao.
O gabinete declarara que nlo trancara
as notas Bem que o requeressem os inte-
ressados. Era o que estava de aecrdo
com toda a legislagSo do paiz, especial
mente com a legislagao militar, segundo a
qual nao se d.'f-ra o direito a quem o tem
senio reqii'rcndo-o, e soliente a esse so
defere, porque a qmm n3o tm direito se
indefere.
A Cmara sabe que entilo resolveu o
ministerio demittir o seu delegado na pro-
vincia do Rio Grande do Sul, que tao mal
havia correspond lo confianga do gabi-
nete.
para que esses officiaes fossora subraettidos
a conselho de guerra.
Nao b mente ahi se recalcitra va contra
:>s ordens expedidas pelo gabinete, mas
ainda se in?o;ava a autoridade de Sua Ma-
gestade o Imperador, para reprovar os
actos do superior legitimo, desses offiaes,
isto do Ministerio da Guerra. E a mo-
(ao foi publicada.
Evidentemente tratava se da servido mi-
litar, e chegou-se a reclamar pi-rante o
chefo do Estado contra 03 actos de Minis-
tro da gera, po3 qua urna co nmiasao de
offi iaea, que haviam assistiio reuniao,
foi enviada a Sui Magestada o Imperador,
a quem entregou urna representagao.
Nao sabe o orador que soluc3o teve o
negocio, e o Parlamento ainda hoje o igno-
ra, porque poucos dias depois, o ministro
da guerra era despedido.
O Sr. Alfredo Chaves: Nao apoiado;
dei a minha demiaslo e insist por ella.
O Sr. Andrade Figueira aceita o apar-
te ; o robra ministro da guerra era despe-
dido do ministerio, a requerimento seu.
O Sr. Alfredo Chaves: Pego a pala-
vra.
O Sr. Andrade Figueira diz que a reti-
rada do ministro da guerra nunca foi ex
plicada n'este rocinto como devia ser.. .
O Sr. Al ves de Araujo ; Apoiado,
tem-se guardado muito segreio.
O Sr. Andrade Figueira:O Sr. pre
sidente do conselho, com palavras sybilli-
nas, disse que nunca discordaria do seu
ex-collega da guerra, quanto natureza
das medidas propostas por este para re-
primir promptamenta os actos que se afigu-
ravarn de insubordinaba-}; mas que a ques
tilo ie opportanidade tiuba impedido que
o ministerio as adoptasse. Levantou-se o
ex-ministro da guerra ; S. Exc, porra,
nao esclareceu a Cmara sobre as medi-
das, por elle propostas, qua os seus eolio-
gas n3o haviam aceitado ; dase que depois
d'aquelle3 actos entender que erara ne-
oessarias providencias promptas para re-
primir semelhante nsubordinaglo.
Ora, se estas medidas deviara ser promp
tas, ellas podiam padecer toda c qualquer
censura, meis ser repellidas pela ques-
tao de opportunidade, pois que a prompti-
dao era o seu principal caracterstico Se
o nobre prosidente do conselho concordava
com a naturesa das medidas, do remedio
proprio, e parque
Foi a segunda fraqueza do ministerio ; o
gabinete nao tinha o direito, depois de ap-
plicar aquella doutrina, de duvidar della
(apoiados), e ainda hoje, depois de tudo
quanto tem havido, nenhum ministro neate
paiz, deixaria de inflingir as notas que o
de um desses miarave!8, que a esta hora
ba de estar em via de meditag5es saluta
res, en retiro seguro.
Ao ouvir estas paLvras Stephan estre-
mecen.
Ah disse elle, o tratante foi preso ?
Sim, e est provisoriamente na en-
fermara o Deposito, eraquanto nlo o po-
dem transpirtar para Mazas.
Mas, dissi anda Rouval, preciso
saber o nome desse bandido.
Asseguro-lhe, meu caro senhor, qu?
pouco me importo com isso. J tui con-
frontado uuia vez cora ela e posso asseve-
rar quo a cara mais feia de scelerado
que conh^go. Esperarei o convite do pro-
curador da repblica.
E como obedecendo a urna idea sbita :
- Ms, o seohor mesmo, Sr. Rjuval,
lembron-sa de informar justiga de tudo
quanto acaba de nos eo nmuuicar ?
Tanto pense, respondeu o banqueiro,
que redigi a minha queixa e vou entre-
gal-a s autoridades.
Mostrou entao Sra. Francs e Julia-
no um envebppe grande com lacre verme
Iho, dirigido ao procurador no palacio da
justiga.
Stephan accrB.-entou :
Como so i > brigaio aausentar-me por
bastante t-mpo, encarreguei C-lanos de
BuOatituir me em tudo, mesmo nos debates,
se os houver, ente? 'la minha volta para
Pariz
Nada mais tinham que dizer uns aos ou-
tros, portanto, Rouval despedio se* definiti-
vamente dfixando a Sra. Francs oheiade
terror o Drmailly presa de bypotheses as
mais contradictorias.
- Ou I que iniciaea desbragadas 1 res
rouneon ella ao sabir. Estao rao erabru-
Ilundo o jogo. Perqu 6 mais verosmil
q-ie L. J. Bigoiquem L?wis Jubb, do qua
Lironaa Jos.
E batendo na asta com ara gesto com-
paravel com o de Galil u :
EntretantOj soa cap de jurar que
nSo me enpan !
Roa val voHaa para casa.
Enoontrou Clanos, que o esperava.
( he- edade.
Ha aga'ii i.-j de novo quo parecu
assust.! c tanto 1 ?rguotou Stepban, com
alguma-aspere
Sin, respsoJ-.ij o representante. La-
gouge estava aqu ha pouco. O jais des-
coofioj de algntnc cousa, porque fea per-
exxuta K>mbiT<02i.
- Esse imbaci' deixou-e embaragar ?
Embara^raj, nSo, mas, emlim pela
sua lioguagam comprahandi que elle disse
tolices.
Rouval bateu o p com violencia.
Ainda dst vez foi voc, Clanos,
quem comprometteu nos. Aposto que por
cau>-i desse degragado leneo vermelbo. Es-
se signal de reunio. Ora, todos os nos-
sos j se conheoom, nao precisara disso.
E animando-se, exclamou :
A culpa sua. Que necesaidade ti-
nhamos nos dessas letras perdidas. Voc
mandou as furtar do mogo. Agora elle es-
t avisado. Mas nao tudo. Voc levou
o desaso a pjnto de o atacar pessoalmente
e errou o alvo.
Clanos ab.ixou a cabega sem respon-
der.
Rouval approximou se delle e tocando-
Iha no hombro :
Voc nao rae diase tudo : um dos
nosaos homens est ferido... e preso.
E' verdade, suspirou o velho.
Ah disse Rouval, a situado est
terrivelraente comproraettida I Felizmente,
ainda aqu estou, eu, o chefe, sem o qual
voces todos seriara enforcadoa ou guilhoti
nados, a comegar por ti, Pacheco honrado.
Ella disse isso com orgulho selvagem.
Depois abraadaudo-se gradualmente :
E' preciso que eu coobe^a toda a ex-
tensiio do mal para poder remedalo. Por-
tanto, oue.
Fez um signal ao hespanhol, que humil
4e e submisso sentou-so.
Agora devemos adiar todos os nossos
projectos relaiiuos a d'Isaac. Isso. vira a
seu tempo. O mais urgente desviar aa
suspaitas da polica. Toraei a dianteira e
acaboi de desamarrar o espirito e a lin-
gua dease Darm^illy damnado. Agora elle
tam-ma m conta de um cavalheiro e las-
tima as suspeitas prematuras. Esse rapaz
pie-nos servir tanto quanto t<"m aos abor-
recido.
Alm disao vou mandar ao juiz de ins
truegao o m Uttdo por mira, junto a faca qu- *squace-
ra-u. Eia-me agora ao abrigo das bypo
tbeses irirtl'-volas.
Nao basta ''aso.
E, seo, Juvila, obedeoendo a alguma
preoi.-up tg3j intima :
O bornera que foi preso pode fallar,
disaa tila.
Clanos fl-o parar com urna nica p*
lavra.
Nao I N3o ha de fallar.
An I E porque nao ha de fallar ?
Quem esse hornera ?
- E' Lombardo, replicou o hespanhol.
Os olbos de Rouval biilharam de satisfa-
gao
Lombardo I exclamou elle. Kitiio
'estamos salvos !
Esse d8tincto official, cheganio corte,
em fins de Fevereiro, reuni alguns cama-
radas, celebrou urna reunido publica de of-
ficiaes militares, em pequeo numero,
exacto, e ahi se votaram artigo* de urna
mogo que por si s seriam sufficientes
S. Exc. reconheceu a
enfermidade a que as medidas deviam ser
applhadas. Por consequencia, o orador
inclina se a concluir das exprosso-s do Sr.
presidente do conseibo e do Sr. ex minis-
tro da guerra, que S. Exc, foi despedido
do ministerio, protextando se divergencia
quanto a motvoa que n3o foram at hoje
enunciados, e o pretexto nao podia ser pro-
cedente, porquo, repeta, aa medidas s po-
deriam ser inconvenientes, nunca inoppor-
tunas, visto qua o cfteito do remedio pro
proposto dependa da promptidao com que
fosse applicado, e exclua a questao da
opportunidade.
Ci qua teva occaaiao de dizer ao nobra
ex-ministro da guerrae agora o dir
nagao que S. Exc. nao tinha o direito
de retirar-so naquella conjuoctura, nem os
seus collegrs o de psrmittir-lh'o, desde que
os militares, rounindo-se Ilegalmente, ha-
viam mandado Cor3a urna representagao
contra seu superior; S. Exc. nao tinha o
direito de retirar-se senao para ser enter-
rado (apoiados): a hoora do governo as
sim o pedia, todas as conveniencias de dis-
ciplina o exigiam.
E como diante deata exigencia, procurar
encobrir os tactos com palavras sybllinas,
que nao explicam sioo mais urna fraqueza
do ministerio ?
O orador forma do nosso regiment par-
lamentar ideas muito elevadas, e declara
que o governo commetteu outra fraqueza,
dexando de exigir que Sua Magestade nao
reeebe8se as manifestagBes doB officiaes re-
beldes. Deplora que se tenha decahido
das formas representativas at este ponto,
porque recorda-se de que, n'este segundo
reinado, apresentou se na efirta urna com-
m8a3o composta do padre Feij e outros,
trazend) contra a exeencao da lei de 3 de
Dezembro e a lei interpretativa do acto
addicional uraa representagao votada pela
Assembla Provincial do S. Paulo; e o
governo, comprehendendo a elevago de
seus deveres, expeli um decreto em qui
negou a essa deputagao a faculdade de en-
tregar a Sua Magastade semelhante repre-
sentagao, como attentitoria do systaraa
constitucional representativo.
Entretanto, sam indagar o orador do
dastino dessa representagao, a questao
marchou. Os cffijp.es censurados nao se
podiam resignar humlhagai de reque-
rer o seu direito, ao que todos nos, mor-
taes, estaraos sujeitos, o que diariamenta
praticaraos. (Apoiados.) O g.binete por
seu lado recusbase e recusava-se cora ra-
zio a trancar-lhes as notas ; diza-lhes,
verdade requerei o quo j era urna
fraqueza, porque em vista dos antecedentes
nom com requerimento das partes o minis-
terio podia trancar as notas, visto que,
ainda depois da decao do Conselho Su-
premo Militar ellas tinham sido bem lan-
gadas ; as discussoi3 veraavam sobre ques-
tao militar e referiam-se aos superiores do3
uflLiaes.
Mas, estes nao so res'gnavam ; as con-
cessoes feitas j tinham desarmado o mi-
nisterio ; os militares j se entendam eom
o direito de irapor lhe a sua vontade, e fo-
ram bem avisados.
Rene se o parlamento. Um dos Ilus-
tres membros da cmara vitalicia, senador
pela provincia do.Rio Grande do Sul, e ao
mesmo tempo alta patente do exercito es-
quecido do3 seu* deveres de cidadao bra-
silciro (apoiados), esquecido dos seus de-
veres de senador do imperio, esqueci lo da
poaigao que oceupa em um dos partidos
constitucionaes deste paizo partido libe-
ral, esquecido dos favores com que a na-
g3o tara galliardoado os seus eminentes ser-
vgos. .. (Apoiados.)
O Sr. Masiel: Isto nao sao favores.
O Sr. Andrade Figueira : Favores,
sim.
O Sr. Maciel: O galardao de serri-
gos nlo favor em parte nenhuma.
O Sr. Andrade Figueira observa que
outros tem prestado servigos sem ter tido
galardao. (Apoiados.) Esse general, ac
crescenta, nao s oceupa hoja urna alta po-
sigao, quo nao oceuparia certamente sem
os seus serrigos no Paraguay, como ainda
titular, grande do Imperio e tem uraa
pensao de 6:0000000.
O Sr. S. Mascarenhas : Muito mere
cida.
Alguns Sr3. Deputados ; Eita nao
a questao.
O Sr. Andrade Figueira acredita que,
si nao fosse merecida, outro teria silo o
procedimento desse general (muitos apoia-
dos) ; e justamente por ser merecido,
por seram reaes os seus servigos, qua es-
tranha a falta de reconhecimento d'aquelle
e.n qua o premio cahio.
O Sr. Euphrasio Correia : Apoiado.
Esquecido, como dizia, o general Vis-
conde de Pelotas de todo3 os seus devares,
vai ao Senado, nao ameagar ao gabinete
qua elle j havia bem debilitado por esse3
actos successivos de fraqueza e especial-
mente pela demisaao do nobre ex-ministro
la guerra depois d'iquella reunio dos mi
litares no mez de Fevereiro; vai ao Sena-
do, nao ameagar ao gabinete, mas araea
gar uo suec-ssor d'aquelle quo o exercito
expellio do throoo no dia 7 de Abril de
1831.
Como assim ? perguntou Clanos.
Nao comprehende ? E' muito sim-
ples.
Entilo, insistiudo em ca la palavra :
Foi Lombardo quera raatou a judia.
Dando os seus sigoaes como um dos assal
tantea da minha casa, garant lhe um alibi.
Vou ao -eposito. Ho de nos a jarear, eu
o reconh:cerei c elle n3o ha le negar.
Mas, nterrouipeu Pacheco, elle ac-
cusado de tentativa da assassinato contra a
pessoa de Juliano Darnailly.
E' isso que nos salva Hilo de mos-
trar-lha a faca. Elle ba de confessar. De-
pois continuar a sua confissao, invocando
urna ordem recebida. Ha de aecusar Le-
wis Jubb. .
E eu ? perguntou o banqueiro in
quieti.
Yoc ? Mas voc n3o ha de appare-
cer se n3o for charaado, e n3o ha de reco-
nhecer Lnmbardo.
Mao, ainda urna vez, deverei justifi
car a minha deposigao de ha dous annoa ?
Faga o que quizer. Pola bem in-
ventor uraa historia qualquer.
E se nos contradisserraos ?
Nao ha perigo, porque eu vou-me
embora.
E' verdade, disse Pacheco confuso.
E, agora disse Rouval esse o pla-
no, preciso nao afasUr-oos delle.
Tocou uraa carapaiuha de prata.
Appareceu ura criado.
- As minbas raa'as estilo promptas ?
perguntou o banqueiro.
Sra, senhor. Eatao em baxo.
__Bem I V tomar ura sleeping-car na
estrada de ferro Pariz, Lyo e Marselha,
no tren de amanha de raanh.
Sim, senhor. Depois ?
D-pois 1 Nada ihas. Eu vou s.
Ah 1 Eapera I Mande por j o coup. Ta
nho unas voltas a dar.
O criado foi transraittir a ordem aj co
ebeiro.
Rouval voltou-se para Pacboco.
Estamos de accordo, nao assim ?
Cont camtigo. Nao tem mais nada a di-
zer-me ?
Abi Manos adiantou-se um passo.
Per lao I teabo alguma cousa a pe-
dir-te.
Stephan voltou-sa sorrindo.
Ob 1 Obi Dave ser grave, meu ve
Iho Gomes, sts me atoando.
__ E' miA grave, S tenho algumas
palavras a te confiar.
Diae. Qne queras T
__ Tu vais a Marselha, nao assim ?
Justamente. Porque essa pergunta ?
A vz do hospanhol tremeu.
Carmen est em Marselhs, em casa
da ta, irma daquella...
Interrompeu-se. As palavras sibillaram-
lhe entre dentes.
Depois, tornando :
Ouve disse Clanos, eu creio que
ella nao est mais l. IIi dous annos que
nao me tenbo lambrado de l ir, ainda que
por um dia, por urna hora, para vl a. In-
felizmente, nao ti ve coragem de tornar a
encarar essa inulher. Entre nos ha mui-
tas recordag5 ;s.
Tu sabes. Seja como for, n3o se que
presentimento rae atormenta Raceio re-
ceber urna noticia. Se Carmen nao est
mais em Marselha, quero saber onde est e
para S3o qua cont comtigo.
Rouval 8entia-se preza de urna emogao
que difficilraeota poda dissimular.
Maa, por que n3o estar l tua filha ?
Onde mais estar ? Da on le vemessa pra-
c.:up*g&o singular ? Nao tens recehido
cartas della ?
Pacheoo sorrio irnicamente.
Oh I i.s cartas esses trazira o ca-
rimbo do Iug-r em que ae quer que um
amigo as lance no correio. Tu bem o sa-
bes. As cartas de Carmen trazem o ca-
rimbo de Marselha, nao ha duvida, mas o
papel, a cor e at os cheiros estrauhos, que
dellas emanara, parecem indicar outro lu-
gar do ongera. Alm disso, sabes qua sou
p8yohologo. Pois bera I ve esta particu-
landade do pouca importancia para um in
differente.
Tirou do bolso algumas cartas velhas,
escriptal em papel amarellado, que exha-
laVa um perfume activo e, abrindo urna,
leu :
Aqui, meu caro pai, temos um calor
anormal, pesado e hmido.
Parou depois de ler ess*s palavras.
lato nao te indica nada, a ti, a quera
nio interesas T
Rauval encolheu os hombros para occul
tar o seu desassocego,
Caufeaso que n3o I N3o vejo ahi na-
da da extraordinario.
- Pois b)ra, olba para o carimbo e ve-
rs. A carta Sabio de Marselha a 4 de
D'-'sembr *, aa nao me engae, n-sse dia,
nem en Marselba, nem em quJquer outro
lugar de Franga alguem sa queixa de Ca-
lor excessivo.
Perdo I interrompeu Stephan, muito
ambarando, H "^ diz texoeasivo ella
diz, inton'onalm'nte, sen duvida, calor
anor al, o que signifi ;s : fra de com
iuum.
EsBa simples obaervago pareceu abal>r
o velho.
Ficou um momento sem responder.
B ni, diase elle aoal. Talvez t--
nhas raso, eu fago mal assuatanio-me.
Mis ha outros indicios. Esta carta con-
tera um perfume ao mesmo tempo selva-
(Continuar-sef.a)
a Niza, veras
eucalptus, tao
gem e estranho, E o que me dizes desta
folha meo aecca qua ella contera ? Sabes
qua foi i a esta ?
O banqueiro fingi mpacieuc -.
Como queres tu que eu saiba ''
Pacheco sorrio maliciosamente.
Sim Pois eu julgava-te muito forte
em botnica, especialmente em botnica
estrangeira.
Esqueci-me j I respondeu Rouval
aborrecido.
Clanos pareceu nao notar isso.
Isto urna tolha de eucalptus, raes
caro, e o eucalptus cresce na Australia.
Ura estreraecimento rpido abalou OB
membros da Rouval, que deu urna garga-
Ihada.
Isso agora, meu caro Gmez, de-
raais Se nao tcns outra fuadaraento para
os teus receios, podes desde j fijar tran-
quillo. Entao n3o sabes, meu medroso,
que o eucalptus acelima-sc, assim como a
palmeira, no sul da Franga "
Se fosses a Marselba e
nos pas3eios pblicos, o
abundante como o aloes.
Clanos estava vencido,
Nao importa. Pe,o-te que, quando
l foros, procures ver Carmen. Dize-lhe
que muito desejo dar-lhe ura bsijo. Ha
dous annos que no o fago. Ella que ve-
una para Pariz, assira eu evitara encon-
trar-rae cora a tia"
Stephan pareceu compadecerse delle.
E esae ser o melhcr meio de ser
apreseutada ao Dr. Arb.tud, quando este
vultar.
U hespanhol corou e balbuciou :
Por que n3o ? Nao rao dste carta
branca a este respeito ?
Sim e a coufiruo.
__Eutao, encarregas te da minha com-
inisso ?
__Est entendido. Queres que.te escre-
va a respaito ?
O rosto f Pacheco expandi > se.
Sa o fizesses, eu te ficaria grato.
Ruuval fitou o seu iotorlooo.tor com um
ollia ind finivel.
D-pois, mudan'o_de conversa :
- Confessa, Gomes, .que tens outros re-
cios.
O velho pareceu hesitar, mas' resolveu-
se.
Pois bem, sim, conte.aao: na o"tr*
cousa. ^^
R^appareceu a perpleXidade da ate-
Iphao -.* -
m Qae ssa outra cousa 7
_ Ouves : A ootra noite, quando ata-
camos D.raiilly, este"conheceu me e cha-
mou me p Canas n. .
Typ. do Diario ra Uaque de


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E98NK7ADN_IM4WCX INGEST_TIME 2014-05-29T18:57:14Z PACKAGE AA00011611_17947
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES