Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17945


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Full Text

AI10 lllll- HMEfiO 132
PARA A CAPITAL E LU4SARFJ* OXIB NAO K PAA POBTK
Por tres mezes adiantados............... 60000
Por seis ditos dem................ IjWJXJ
Por um anuo idem................. ? on
Cada numero avulso, do roesmo da............ flW
SABBADO 11 DE 110 BE 1887

PARA DESTHO E PORA OA PRO VIS CA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem...............
Por um snno idem. ............
Cada numero avulso, do dias anteriores...........
NAMBUG
1350l
200000
270(00
IMS
propriefraftf toe Jtlaiwel Jtgudra be aria & -ftll)os
TELEGRAMMAS_____
sss?:;: pa3iic:las so siasi:
PARAHVBA, 10 de Juuho, s 4 horas
da tarde. (Recebido s 5 e 35 minutos,
pela liuha terrestre).
Mogato boje a farde para cune por-
to o vapor JAQUARIBE.
RIO DE JANEIRO, 10 de Junho, s 9
horas da noite. (Recebido s 10 horas e
10 minutos, pela linha terrestre).
tcaba le fallecer oconselbeir An-
tonio Pinto Chicborro da t-ama. se-
nador pela provincia do Bio de Ja-
neiro.
PARS, 9 de Junho, noite.
O Mr. Elienne depatade de Oran
(Argelia) araba de ser nomeado ufo
aecretarlo de Estado do Hlnlaterlo
da Harlnlia e Colonia
*Lltlm*
n a:sscia SAVAS
(Especial para o Diario)
RIO DE JANEIttO. 9 de Junho, de
manlu:.
O JORNAL DO COMMERCIO annnncla o
prximo caxamcnlo da princesa He-
lena d'Orlean segunda til ha do Con-
de de Pars cona o principe i. Pedro
do Brazil. neto de *>. M. I.or. u. Pe-
dro II.
BERLIM, 9 de Junho.
Corre o boato que s. M. o Impera-
dor Quitberme nao Ir este anno
para Gastein.
Asscvera se que o principe de Bis-
naarrk deve encontrar-se prxima
monte cona o Con le de KalnocKi ena
VIENNA, 9 de Junho.
O candidato da Austria para a Bal-
garla o Duque de Cbartres.
Esta noticia entretanto prematu-
rada pelo governo da regencia que
pede una aecordo das grandes poten-
cias da Europa.
ROMA, 10 de Junho.
O Si de Cairoli acaba de receber
a condecoraco da ordena da Annun-
clada.
RIO DE JANEIRO, 10 de Junho, s 5
horas e 30 minutos da tarde.
O Senado votou ena 3 dlscusso o
artigo de lei qac autorlsa o paga-
mento das congruas aos vlgarlos es
trangefros.
acamara dos Deputados votou ena
3.a discusso o projecto de le sobre
a flAacao das forca* de Ierra.
BUDA-PESTH, 10 de Junho.
Asinundardes causadas pelo roa
pinaento de una dique perto de Sae-
gedln augmentam consideravelmen-
te. anaeacando snbnaerglr todas as
localidades situadas na i margens
do rio.
LONDRES, 10 de Junho.
Ena todas as cldades e villas da
Gran-Bretanba esto se preparando
grandes restas para a relebraco do
Jublleu de s. M. a raluba Victoria.
Hameroaos principes e enviados
extraordinarios de diversas nacea
do Continente silo aqu esperados.
Agencia Havas, filial ;m Pernambuoo,
10 de Junho de 1H87.
1NSTRCCI0 POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(CoiM(lfO )
GEBAfAo iitMi.vrism
Acabamos de estudar as propriedadea de urna
substancia vital primitiva, e aa suas relacoes com
os complexos phenomenos da vida; mas suppuzemos
i existencia deasa materia primoldialo bioplama
sem cuidarmos de inquirir qual era a sua pro
veniencia ou origem.
E' do prrenchimento d'essa lacuna, qae nos va
moa oceupar.
Adtnitte-se actualmente de um ui)do terminante
que a trra esteve piiraitivam ote no estado de fli-
sio gnea : Deisa epocha a exiatencia daa substan-
cias orgnicas, que nos hoje onbecemos e da que
sernos constituidos, era totalmente imp oesivel.
Durante o longo decorrer de t- inpis innumera-
veis, a trra f ;i-se solidificando, as aguas atmos
pbericas cahiram sobre a crusta, formando os oca-
nos. Forcoso nos acreditar que, em alguma epo-
cba dessa successo dos tetnp >s, appareceram na
trra oa primeiros organismos, e que estes devem,
neceasariamente, ter origem na substancia mineral
que ento constitua exclusivamente o globo ter-
restre.
Nada mais natural do que auppor que esses
aeres rudiraentarissimos que prim' iro povoaram o
mundorepresentados boje pelas mtneras, seres
completamente desprovidos de organisacSo, simples
massas protoplasmaticas,se tenham forma lo por
precipitadlo no seio das aguas, com) se forma um
precipitado por syntbese, em ama reaccSo cbi-
mica.
' fatal esta conclu'ode que, em um dado mo-
mento daa -pochas geolgicas se formaram na
superficie de nosao planeta, e aob a inflaeneia de
con icoes especiaes, os primeiros seres vivosas
moneraa.
(Continua)
JARTE OFFlClAi
GO \ i:i\i DA PRO Vl.\ ('I %
LEI N. 1899
Pedro Vicente de Azevelo, doutor em direito pela Faculdada de
S. Paulo, eommeodador da Imperial Ordem da Rosa e da Real Or-
dena Militar Portuguesa de Nosaa Seobora da Oonceicio de Villa \ i-
yosa, presidente da proviacia de Peruambuco :
Fac) saber a todos os seas habitantes que a Assembla Legisla-
tiva Provincial decretou e eu saoccion*i a resoluco seguinte :
Artigo nico. Fica o presidente da provincia autorisado a ex-
pedir regulamento para a cobranca do impost) de gyro, devendo a
taxa fixada n* lei do orcameno ser calcul ida propjrcionalmente
razao pela qual as difluientes mercadoriaa pagam oa direitos de im-
p >rtaco.
Revogadas as disposicOes em contrario.
Mando, portento, a todas aa autoridades, a quein o conh.cimento
e execocao perteocer, qua a cuapram e acam cumprir t) nteira-
mente como nella as contem. _
O secretario da presidencia desta provincia a fas* imprimir,
publicare correr. ,.. ,uo-f
Palacio du presidencia de Pernsmbuco, 2\ de Maio de 1887,
da Independencia e di Imperio.
Q. <$, PDBO VlCEHTB DB AzBVEDO.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta Sjcretaria da
Presidencia de Pernambu.o aoa 24 de Malo de 1887
O secretario,
Pedro Francisco Correa de Olivera.
LEI N. 19UU
Pedro Viccatede A:cvedo, doutor em direito pela t'aculdade de
8. Paulo, commendador da Imperial Ordem da Ra o da Real Or-
den Militar Portugueaa de No3sa S.-uhora da Coneeico de Villa Vi-
cm. p> sil.nte da provincia do Pe.-nambuco :
Fco sber a todos os seus habitantes qua a Assembla Legisla-
tiva Prjvnu-'-ii Jecretou e eu sanccionei a resoloco seguinte :
Art. 1 F a lixado em UOi o numero de pracas da forca poli-
cial para o vx wci.:o de 1887 a 1888, aeado yol para o corpo de po-
liei.a, qnepasii a ir ugmentado com mais urna companhia de 101
pracas e ruiis un p^to, umtenenle e dous alferes, e seulo 150 da
giarda cvica loet.1, que ser augmentada com maia30 pracas.
g 1" O cor,i> do polica ser dividido em 7 cotupanhias.
Pica r duzi^a h 1*140 a diana da praca do corpo de po-
lica e ala 0) a da guarda cvica
Art. 2- O prtsideute da pr.vincia poder rever o regulamento
Je orgaos.ar a guarda civica local c de regular o aervico dos medi-
ros da policial.
Art. 3 Ficam revogadas aa diapoaic.a em contrario.
Man lo, portante, a todas aa autoridades, a quem o conhecimento
e txecuyao pertencer, que a cumpram e facam cumprir tilo inteira-
mente cima nella se > enim.
O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr. ... 109-
Paiacio da Preaidenci* de PeruBmbuco, 4 de Junho de loo,
G6 da Iadepenlencia e da Imperio.
L. s. Pedro Vicbkte de Az-vedo.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta Secretaria da
Presidencia de Pernamboco, aoa 4 Je Junho de 1887.
O secretario,
Pedro Francitco Correia de Oliveira.
LEI N. 1901
Pedro Vicente de Asesado, doutor em direito pela Facoldade de
S. Paulo, commendador da Imperial Ordena da Rosa c da R-al Or-
dem Militar Portuguesa de Nossa Seuhora da Uonceicao de Vida Vi
cosa, presidente da provincia de fernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a Assembla Legisla-
tiva Provincial deceton e eu sanceionei a resoluco seguinte :
Art. 1* Fica o presidente da provincia autorisado a contractar
a ilIaminar;ao publica da eidade do Reeife e seus suburbios, obser-
vando o seguinte :
Io Dentro de aeia meses, a contar da data desta le, far-se ha
a avaliaclo da inderoniaxcio das obras da actual empresa do gas,
nos termos da clausula 13 do contracto de 26 de Abril de 18o6, no-
meando o presidente da provincia, para esso fim, pessos que este-
jam as condicoes de conbecer nao s o preco do material eaiprega-
do, coma tambem da uiao de obra de trabalhos similares.
A avaliaco ser detalhada e eapecifictda, para que se posea o
nhecer qualquer diminuicSo de valor entre a epocha da avaliaco e
a entrega, atteodendo-ae a deteriorucao do material e obras du-
rante o praso do contracto.
2o Finda a avaliaco, de que tiata o paragrapho antecedente,
mandar abrir ooncurrencia, por capar j de seis meses, annunciada
por editaes, nesta eidade, na corte do imperio, Nova-York e princi-
paes capitaes da Europa, fij:audo o presidente da provincia autori-
sado a abrir o crdito necesssrij para occorrer s respectivas des-
pezi.s, podendo prorogar o prase, si for necessario.
3. Nenhurna proposta ser recebid sem qua o proponente
com ella aprsente documento de baver feito no Thesoaro Provincial
deposito da quanta de viute e cincos contos de ris, em dinheiro ou
apjiic s da divida publica, para garantir a acceitaco do contracto,
no caso de ser preferida a sua proposta.
4o. O deposito, a que se refere o paragrapho antecedente, nao
ser retirado pelo cootractante sena) finio o coitracto e servir de
cauca) para os pagamentos de multa e fiel cumprimento dss clau-
sulas, que forem estipuladas no mesmo.
^ 5. O contracto s p>d?r ser feto com quem melhorcs vauta-
gens offerecer na concurrencia.
j 6. A nao ser no caso do paragrapho ;.nt;ced>ute, a actual
empreza nao ter preferencia a qualquer outro propom nte
7. O novo contrastante ser obrigado odemniaaeao, a que
a provincia sujeita por forca da clausula decima terceira do con-
tracto em vigor, deveudo dita iulemnisac.i > ter lagar de accordo
com essa mesma clausula, e ficanlo o material e obras da empreza
hypotheeadas provincia at que estej i realisada a indemnisacSo
cu pe'o menos depositada a respectiva importancia.
8. O prazo do contracto nao poder exceder de 30 anuos.
| O preco da illurainacao, quer publica,qner particu'ar, na)
poder exceder de 260 r s o metro cubico de gaz, fazendo-se urna
reducca i de mais de 30 por cento para os estabelecimentos de caii-
dade e beneficencia e reparticoea publicas.
10'. O systema mtrico, si for caais conveniente, ser adopta-
do para a medicad do gaz.
IIo. A luz ser clara, bri litote e isenta de substancias es-
tranhas, que po*s&in prejudicar a Iluminar) e a hygiene pu-
blica.
12. A intensidade minim da luz ser equivalente de 10 ve-
las de espermacete, daa que queunam 7 grammas por hora, corres-
pondentes a 108 graos inglezea.
13a. Aa horas Je Iluminaca.) publica serSo fizadas pelo pre-
sidente da provincia no principio de cada anuo, nio podendo ser em
numero menor d.- 6, nem maiur de 10, deveod i neate caso haver urna
redueco no preco do gaz correspondente ao accreacimo de horas.
14 O contractante ser obrigado a ter na provincia um re-
presentante com plenos e Ilimitados poderes para tratar e definiti-
vamente resolver aa questoes que se suscitaren, ^uer com o governo,
quer cem os particulares, ficando sujeito todos os seus actos dolis
e regulameotos e jarisdic^So dos tribunas judiciarios ou adminis-
trativos do paiz.
15. on'.ractanta aera obrigado a co!locar e onatruir sua
cust* um ou mais gasmetros, si houver necessidade, nos lugares
que o presiieute da prorincia designar, e a introducir tolos as me-
lh >ramentos que durante o prazo do contracto se forem descobrindo,
urna vez adoptadas na Corte do Imperio ou em alguma capital da
Europa.
| 16. O pagamento da illumiuaco publica e particular ser
feito em moeda do paiz, sem attenco oscillaco do cambio.
g 17. O contractante poder orgsnisar companhia, a qual fi-
cara su Drogada em todos os direitose obrigac.5;a do difractante.
18: Para as despezas com a fiscalisacio do servico da illu-
minsco o contractante concorrer annualmeate com a quantia de
3 contos de ris, que sero recolh'dos ao Tbesouro Provincial.
19. O presidente da Pro\iocia establecer as multas e mais
condicoes, no intuito de garantir a boa execuco do contracto, quer
com relacao a illuminaco publica, quer om a particular.
Artigo 2'. Ficam revogadas as disposicoes em cintrarlo. _
Mando, portento, a todas as autoridades, a quem o roobecimenta
e execuco da presente resol ica > pertencer, que a cumpram c fafam
cumprir to inteiramente como nella se contm.
O secretario da Presideneia desta provincia a faca imprimir,
publicar e coi rer.
Palacio da Presidencia de Pernambu:o, 4 Je Junho de 1887.
66 da InJ-p -ndencai e do Imperio
' L. 8. Pedro Vanle de Azevedo.
Sellada e publicada a presente reaoluco nesta Secretaria da
.residencia, sos 4 ae Junh i dp 1887.
Pedro Francisco Correii de Oliveira-
BXF8DIK5TE DO DI\ 25 DE ABBIL DE 1887
Aetoa:
__ O presidente da provincia de conformidade
com a proposta do Df. ebefe- de polica em ufB.io
n. 388. de 22 do corrente mez, resolve exonerar a
pedido Jos Velloso da Silveira, do cargo de sub-
del igado do districto lo Verde, do termo do Bo
nito e nomesr para snbstituil-o o actual 1 aup-
Vicente Pacheco Riposo.
do correte, resolve conceder an peticionario tres
meses de Iiceoca cim ordenado na forma da lei
atiin de tratar de sua saude onde Ihe couvier.
Oficios:
A> brigadeiro commandanfe das armas. -A'
vistadj que expe V. Exc em offico n. 216, d- 22
do correte, aut .riso o, conforme solicita, a faser
demorar nesta provincia o 2 cirugio di corpo
de Uzeda.
accordo com o que cata indicado a lapis no luar
competente, visto ter sido omittida easa declra-
co. .
A) inspector do Arsenal de Mariuha, D
terindo o requerimento do contra mestre da ufiici-
na d'> machinas desse Ai seal Francisco Pereira
de Miranda, sobre que versa a ioformacio dessa
iispect ria, de 22 do corrente, sob n. 4C, autonso
V. Exc. a conceder ao peticionario tres mezes de
t3 Vicente racneco r*apoao. de saude do exercito, Dr. Jos O.ivio ue umj. .>. ,|,k.i/uu. *""",----------
Para o carga de 1 soppleote que fica vago, re- vindo do Rio Grao.de do N)rte com destino cor- licenca s m vencim*ntoa para tratar de negocios
so've ieualmente nomear o actoal 2 supplentc, te, at ordem em contrario do rainsteno da gu r- de su particular mt isis.i.
Florismundo de Torres Maranbo, para o de 2. r Ao mspector da Th-sourana de Fasenda.
suppVnte que tambem fiea vago, o actual 3 sup- Ao mesmo.Tranamitto a V. Ezc. a inclusa
plute Manoel Sabino das Merc<, e para este ul- nota,que acompanhoa com outras o sen officio u.
timo o eidadao Simplicio M-rtins da Silva. 611, de 13 Je ozembro nodo, relativa ao couau-
O presidente da provincia sfendendo ao que mo de gaz na enfermara miiitr no mez de No-
auereu o 2* solicitador da tasenda provincial vembro anterior, afim de que couf.rme solicita a
Thesouraria de Ftzeuda em otficio sob n. 244, seja
mencionado na referida nota o numero de p co i-
requeren .
Francisco Egydio de Lana Freir e tondo em
-ista o attestado medico exhibido e a informacao
566 prestada pelo inspector do Thesoaro, em 16
tumi los no da 30 do citado mez de Novemln, de
Para os fius convenientes transmiti a V. S. a m-
uiusa portara do governo imperial prongaudo pjr
6 mezes sem v. ncimenlos a licenoa no goso da
qual se acha o ba-harel Ma .oel Fernandea de S
Autuaes professor substituto do curse nnezo a
Faculdade Direito.
- Ao mesoio.Para os devidos effeitos tran.-
mitto a V. S. a copia incusa do aviso n. l,840,de
14 do corrente mez, do ministerio d >a negocios do
imperio relativo ao crdito par* compra de UJia
ambulancia destinada colonia orphanoiogica Isa
bel.
Ao director do Arsenal de Guerra. Nao
exietindo crdito segundo declara o inspector da
Thesouraria de Fazcnda em ojo u. 234 di 21 do
corrente, para occorrer a despeza com o concert
da carroca da compinbia de cavallaria, ua impor-
tancia de 170$ 01 conforme se verifica do orca-
men'o annexo ao officio dessa directora de 23 de
Marco lin 11, nesta data me dirijo ao ministerio da
guerra, solicitando providencias a res,eito.
O que declaro a Vine, para stu couhecimento e
em resposta ao citado officio..
A> m"smo.Constando de officio da inten-
dencia da guerra, de 19 d) corrente, sob n. 335,
tirem sido remettidoa no vapor Cear, esperado do
sul, oito caixdes conteni medicamentos e mais
artigos destinados phamacia militar desta pro-
vincia, assim o declaro a Vine, para os devidos
fias.
Ao m s.n -.Autoriso Vine, a mandar satis
fazer os dous inclusos pedidos, que devolvo, de di-
tensos artigos necessarios < guardas da Thesou-
raria, Aliandega e Enfermara Militar, em substi
tuicao de outros dados em consamo, procedendo
administrativamente a compra dos que constam
do ornamento annexo ao seu officio n. 998, du 4 de
corrent", urna vez qoa nao exceda a respictiva
debpezi. da quantia de 77 >u > K em que loi ella
calculada
Nao existiudo, poim, crdito para pagamento
de semelbante despeza, segundo informa a Thesou-
raria de F iten ia, era officio de 20 deste mez, sob
d. 231, nesta data me dirijo ao Ministerio da Guer
ra solicitando providencias a respaito.'Joumuni-
cou-se Thesouraria de Fazeuda.
A D ;in Juan Busson, vice cnsul da II sp;i-
nha.Accusando recebido o officio n. 19, de 21 do
corrente, em que o 8r. D. Juan Bus ion, vicecn-
sul de Uespanha, participa haver na mesma data
reassumido o respectivo exercicio, declaro Ihe que
fico inteirado de semelh .ute oceurrencia, da qual
passo a dar aciencia s eatacojs competentes.
Renov ao D. Juan Busson os protestos de mi
nha perfeta estima e distincta cousiderafo.Fi-
zeram-se as devidas communicayo .
Ao juiz de direito da comarca de Bom Jar-
Jim.Oevendo eflectuar-se a 23 do Maio a eleiclo
muuicipal dessa eidade, qua n) ae fez na epocha
legal, e convindo que as autoridades, policiaes
principalmente, ae absteuham de, por qualquer
modo, intervir no pleito clcitoral, guardando abso-
luta neutralidade, visto que a inisso que cm tees
casos Ibes compete nao a de auxiliar seus parti-
dos, com desresp.ito s Icis. mas a de attenJer a
estas nicamente, para que sejam fi-lmente execu-
tadas, no interesse da urdem e tranquilidade pu-
blican, recommendo ao zelo de Vine, a insp.'Cfo
superior das autoridades, u) sentido deste empe-
nho da administracao, pira que Ibes taca sentir
que nao sere teleradas quavaquer violencias ou
excessos a pretexto de cumprimento de deveres, e
trazeado quan lo as baja a) meu conhecimento
para a devida puoico.
Espero que prestar ao governo este valioso au
siho, com a senco de animo pr >pria da Vrrc.
como primeira autoridad da comarca.
Ao juiz de direito da comarca de Bom Con-
selbo.Recommendo a Ymc, em rcspista ao seu
officio de 9 do corrente mez, que provideucio no
sentido de ser, com a maior brevidade, remettida
Secretaria desta Presidencia, copia do processode
interdieco do subdito italian > Domingos Rossi,
do arrolamento e inventario dos b.-us qu i ibes
pertencem e certido da inscripco da byp^theca
ao curador nomeado.
Ao juiz municipal e de orphaos do termo de
Cimbres.Pura cumprimento do aviso do Minia
terio da Agricultura, Commercio e Obras Publicas,
de 16 do corrente, sirva se Vmc. de enviar-me
certido de idade da menor Mua, libertada nesse
termo, por couta da 7 quota do tundo de emaoci-
paco.
Portaras :
Cumpre que a C-mara Muuicipal do Recifa
devolva i esta Presidencia com a possivel brevi-
ade, os pap-is e a planta referentes ao novo en-
canamento da companhia Reeife Drainage, em di
reccao ilha do Nogu-ira.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Reeife ao S. Francisco sirva se de mandar conce-
der pissagem de 3a ciasoe da estaca > de Cinco
Poutas a de I .i, a Fauatino Ferreira da Silva,
por coata daa gratuitas a que ogov.rno tem di-
reito.
EXPEDIENTE DO DB. SECBET BIO
Officios :
Ao Io secretario da Assembla Legislativa
Provincial.De ordem de S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, transmiti a V. Exc. o ba-
laneo e o orcamento juntos, enviados pea Cmara
Muuicipal de Alag i de Baixo com destino a
essa Assenibli.
Ao brigal.iro comrainJaute das armas.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
transmiti a V. Exc. afim de ser entregue ao in-
teresseJo, a inclusa portarla do Ministerio da
Guerra, de 5 do corrent', concedendo licenf ao
capito refoimade do exercito Jos Caetauo de
Souza Cousseiro para residir uesta provincia.
Ao inspector da Thesoiraria de Fazeuda.
O Eim. Sr. presidente da provincia manda re-
metter a V. S. quatro o.-J-ns do Tbrsoaro Na-
cional de ns. 46 a 49
Ao agente da Companhia Bahiana de Nave-
ga^ao.Do ordem do S. Exc. o Sr. p-eaidente
da provincia acuso o recebiineuto do offici de
h >je, no qual V S. participa que ch"g)u da Bi-
biu e oacala o vapor Sergipe qu > regressar no
da 27 do crrente, s 4 b ras da tarde.
Ao gerente di C>mpanh.a Pernamoucana.
De ordem do Exm Sr. presidente da provincia ac-
enso o recebimento jo offi :io de 0 d i corrente, uo
qual V. S parricipa que essa Couipanhia exped r
o vapor Jacuhype para os portos do sul, at S, Sal-
vador uo da 8, s r> horas da tai de.
- Ao collector das renda? geraes do municipio
deCiruaru'De ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia aceu.-o o recebimento do officio de
18 do corrente, cora o qual V. S. envieu 3(0 re-
taco-s dos 811 i-scravus ltimamente matriculados
uessse municipio d izando da enviar relacoes de
sexagenaius o>rque nenhurn foi arrolado.
Ao cullector das rendas geraes do munici-
pio de Tnumpbo. De ordem do Exr. Sr. pre-
sidente da provincia aecuso o rceebimiuto do of-
ficio de 31 de Mrco ultimo com o qual V. 8.
enviou as relae -s do 91 c-criv 6 matriculados e
2 arrolados.
EXPEDIENTE DO DA 26 DE ABRIL DE lfl87
A-t a :
O presidente da provincia, de couformi'ale
c m a prop ist do Dr. cuete de polica em offi-io
n. )95 de -3 do corrente mez, resolve nomear para
o lugar de 1 suppl-nte da 1* d--legacia do termo
da Eicada o actual 1* aupplente, capito Zef.Tino
Je Fi^u iredo e Mello.
O pr si Jen t" da provincia ten Jo en v.sta a
propis'a do pr cura tor i .-s teitoe da faz-uta pro
Viuda', constante uo otficio de 25 do cnrren-.e, o
3r>8, KaOlTe uumear os R a .mo d > districto. Jo Antonio de Luna Fre
re, p a exere. r o eargo Je 2' ao icitad da m-_s
m fazeuda, duraute o impelimeuto do effectivo
Fraucisc : Ey no d- Lina Freir,ao qual toi cou-
c .11 Ja lic-uea de 3 mezes para tractar de sua
sade.Coinm me iu sj ao inspector doTheiOOro
Proviucul ao procura Jor dos teitos da faz> n la
proviui'i .1.
- O presidente da provincia, de conformidad
com .i pr >p ata do administrador d .8 correio> em
,.ifi.-io u 268 ie 25 do crreme, res -Ive, nos ter-
mos da le u. 2,791 de 20 de Outubro de 1877, ex -
ouerar, a pedido, Fienrique Cavalcante de Albu-
querque do cargo de agente do cor<-eio da eataco
de Carao > Grande na estrada de ferro do L:moei-
ro, e nomear para subatitu-'o o cidado Antonio
Vctor Villarino.Cu nmuniuuse ae administra
dor dos correios.
Officios :
Ao desembargador procurador interino da
cora, soberana e fazenda nacional.Sirva-se V.
Exc. de emittir seu parecer sobre o que reclama
em seu requerimento, datado de 12 de Fevereiro
ultimo, o promotor publico da comarca de Bom
Jardim, bacbarel Hercio Lipercio de Souza, cen
tra a ncme.ica) de curador geral de orphJos, feita
pelo juiz municipal e de orphaos 1o *erim do mes-
mo i. me.
O citado requerimen-o vai ministrado om di
verses documentos e acompanhado de un infor-
macao do respectivo juiz de direito em officio n. 5
de ll do corrente mez.
Ao brigadeiro convnauJant das armas.
Concedo a permisso que pede V. Exc. em officio
de hootem, sob n. 219, para nomear ao chefe de
divisao Jos Mauo-1 Pcanjo da Costa e o t-oen
te-coronel Jlo Nepomuceno de Uedeiros Mallet,
afim de completar o conselho de investigar->, a
que tem de ser aubmettiJ) o teuentc-coroael com-
mandante do 2' bataiha) de intautana Munl de
Azevedo do Nascimento. de conf^raiidale coai a
portara do Ministerio da Guerra de 5 Jeste mez.
Fizeram-8J as devidas communicaeoes
Ao mesino.Deferudo os requermutjs do
furriel Vic.or Blandim G-m^s da Silva e auspe-
ijiJa Francisco da Silva Vascoueollos, autoriso
V. Etc., de accordo com a su intormaco de hon-
tem, sob n. 218, a conceder baixa s referidas
praca?, mediante substituto.
Ao raesmoProvidencie Y. Ex:, para lije,
s 3 horas, se nao h >uver inc inveniente, se ache
postada em frente ao cemiterio publico, a forca
precisa, afim de fazer as honras devidas ao teen-
te da guarda nacional Rufino da Silva Ramos, p r
occasio do ser dado o seu cadver sepultura.
Ao inspector do Arsenal de Ma inha.Em
vista do que expoz me o insp'ctir da A faiidega
em officio, junto por copia, de bdnteai datado, o.
182, sirva-se V. Exc. de dar suas ordens para que
por pessoas habilitadas des3e Ars-'nal, seja feito o
exa-ne solicitado por aquelle inspector, o que ver-
sar sobre o cruzador Meduza. C)inmunij)U-se
ao inspector da Alfandega.
Ao iusp ctor da Tnesouraria de Fazenda.
Communico a V*. S.. para os fias convelientes, que
o juiz munisipal dos termos reunidos de Exu e
Granito, bacbarel Augusto Fred 'rico de Siqueira
Cavalcanti, partiuipou que, por motivo de moles-
tia, nao reassumio o cxcrcicio de seu cargo em 4
do corrente mez, deeiis da ter terminado o prazo
da licenc/i com que eatava para tratar de sua
saude.
Ao mesmo. = Communico a V. S, para os
fias conveniente:, que o prom t r da comaica de
lugazeira, b.eharel Fraucisco Ftrreira Caval-
canti Lins, reassumio o exercicio i: sau cargj
em 9 do correte mez.
Ao mesmo.Remettc a V. i., para os devi-
dos fias, um ejemplar impresso do regulamento
para aa Caixas Economica e os Mout s de Soc
corro, approvado pelo decreto n. 9,138 de 2 Jeste
mez, bem com> um ezemplar tarab.'in impresso do
decreto n. 9,737, de igual date, que extingue as
n-sirias Ciixas Econmicas e Multes d'. Soccor-
ros, creadas as provincias, coji excepc/io das de
Peruambuco e Baha.
Mwatis mutandis ao presidente do conselho
fiscal da Caixa Econmica e Monte de Soccorros,
remetiendo doua ejemplares i' cada um.
Ao raesmo.D -claro a V. S-, para os devi-
dos fina, que o Ministerio do Imperio approvou
por aviso de 19 deste mez, u. 1,355, o crdito
aberto por esta presidencia em 28 lo Mareo ulti-
mo para occerrer despeza com enterramento dis
cadveres arrojados em estado d putrefacc;3o ia
praias no lugar do naufragio da paquete Baha, e
com a desiuleeel) das mismas.
Ao mesmo. Remetto a V S., par os de-
vidos fios, copia do aviso de 15 do corrente, n.
1,348, expedido p'lo Ministerio da Imparto, p do
qual concedido o crdito de 233S) verb
'( Soccorros publica cxsrcicio de 1886 a 1887.
Ao mesmo.No officio em original, que de-
volvo, como V. S. solicita, annex > a> dessa in
spectoria, de 23 do corrente, sob n. 239, consulta
o collector das ren Jas geraes do municipio de
Olinda se, tendo sido encerrada a 30 de Marco a
nova matriculada escravos, de eonf.rmi iae com
o regulamento n. 9,517 Je 14 de Nivembro de
1885, do que lavrou-3e o termo a que ss refere o
dito regulamento, e tenio V. S. depois d'aqu-lle
prazo, determnalo que fcitas as lovidas averha-
ces, fossem matriculadas as escravas Clara e
Thomazia, pertencentes a D. Mara Figusira de
Oliveira Vianna, deve elle abrir novo termj, fcita
a inscripcio dessas escravas, ou se fasel-a em
contiuuac) do term) j encerrado sem outra for-
mal idade.
Em resposta declaro a V. S. qu-"1, expirado o
prazo da nova matricula, nao se admitte mais pe-
dido de matricula ou arrolamento, qualquer que
s-ja u razio oa pretexto allegado na frmido
art. 13 do decreto u. 9,517 d; 10 dfl Novembro de
1883, visto que neubuma excepca hi lei, tint)
mais tratando-83 de preceito fav.ravel liber-
uade.
Assim fica prejudicada a o.isult i do dito col-
lector.
Ao iuspector do The ouro Provincial.Mar-
que Vmc. 24 horas ao thesoureiro da grande lote-
ra em favor da eJucagao de ingenuos da Colonia
Isabel, para que o mesmo dep s ti nos cofres desse
Tnesouro todo o diuhiro a^ agora apurado pela
venda da bilhet-s feita por si ou por suas agen-
cias de fra da corte, nos termos di despach) de
14 de Dezembro finio, ou declare a motivj porqu-
n) taz, convindo que Vmc. pir um empregudo de
sua confianca, ventiue a vera idade de qualquer
que seja a declaroslo do mesmo thesoureiro a vis-
ta de seus livros, assentamentos ou coutas, que
exigir de prompto, para que possa e dova ser ci-
ub cidoo estado da leferida lotera, antes de sua
eitraeco marcada para 14 de Maio prximo.
Ao mesmo.Declaro a V. S. para os devi-
dos cffeitos, qu as faites de izerc io constantes
do pouto dos emp-egad is desta secretaria e rela-
tivo ao m z de Marco pr .zimo passado, dadas pe-
los 2o e 3" officiaes -te i" a -cea >, Francisco J.s de
Moraes e Silva e J s R^yinindo Ferreira de
Ar.ujo Saldanha, sao pir mim justificadas.
__Aoeneenheiro chete da R< partivds Obras
PublicasA'tente a urgencia d .s reparos da illu
raio-c) do qu.rtel do corpo de polica, autenso s
i eoeao dos meamos, m-diante o orcamento de
580*35J, annexo ao seu offici de 5 d i crrente,
s ib n. 80, encarregaudo se Vmc. da competente
fiacaliaaco Commanieoo-ai ao Tnesouro Pro-
vincial a.) e mnand.nte do corpo de polica.
^ Ao comroaniaute d' oo.p> de polie!.F ?a
Vmc seguir pia o term) da Pedra urna forca de
quinze pracas, alisa de proceder detigeneia de
que t ata 0 Dr chefe de polica no officio, por co-
pia, de 23 lo corrente mez, sob n. 34. -Comrau-
uieou -se ao Dr. ch-te de polica.
AoDr. juzde direito da comarca de Bon-
Jardnn Scieute do que Vmc. expe em ffieio n.
9 d.- 21 do orroiit m deeliro quo approvo o
s u pricediin iito, relativamente a mstruccoes que
deu ao 1 suppleute do juiz municipal do termo de
B,m-Jardim, em exere.cio, Bernardo Gomes de
Moura Coutinh), acerca da res deuda d>s empr-
alos do Ministerio da Juanea, no seutido de re-
mover s causa da demora dus summarios -rimes
ii i mesmo termo.
Ao Dr. juis de direito presidente da junta
revisnra de liataraeato militar da comarca de Flo-
res.- Devolvo a Vmc, afi-n de ser devidam^nte
eorrigido o alistamento militar, que acompao ;u o
seu officio de 21 de Marco fiudo, visto nao se acbsr
incluido em nenhuma das relacoes o alistado sob
n. 199.
Portaras :
Para resolver sobre os reparos de que carece
o acude da villa de Flores, cumpre que a Cmara
Municipal respectiva informe quaes os ditos re-
paros e a quanto montam.Orficiou-se no mesmo
sentido ao juiz de direito interino da comarca de
Flores.
O Sr. gerente da C mpanbia Pernambucana
mande dar passagem gratuita, de :6, at Aracaj,
no primeiro vapor que seguir para o sul a Maria
Laura de S. Jos.
O -r. gerente da Cunpanhia P r.iambucana
miiude iransportar gratuitamente com passagem
de proa at a Baha a Autoni i Eremita de San-
tiago, ficando sem effeito a portara de 14 de Marco
ultimo.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Reeife ao S. Francisco mande dar passagoaa
em carro de 3' classe da Bbtaco de Cinco Pontea
a da Escada, a Domingos Bllarmino quando ahi
se apresentar.
EXPEDIENTE DO DR SECBETAKIO
Offici )S:
Ao inspector do Arsenal de Mariuha.O
Exm. Sr. presidente da provincia raauda deca-
rar a V. Exc. que fica iuteirado de haver egui
do para as Ruceas o vapor Uandahu conduzindo
combustivel para o pharol e mantimento -ara o
respectivo pessoal, conforme participou V. Esc
em officio de hontem. sob a 50.
Ao agente da Companhia Sras leira de Ni-
vegacao a Vapor.De ordem de S. Exc o Sr.
presidente da provincia aecuso o recebimenfo do
officio >-in que V. Exc. pirticipi qua o vapor
Cear c-higou do sul boj s 6 horas da inanha '
seguir para os do norte a.manhl s 5 horas da
tarde.
Ao engenh'ro fiseil da estrada de fero do
Reeife ao S. Francisco.S. Exc. o Sr. presi-
dente da proviacia manda declarar a V. S. que
nesta data teve o conveniente destino o relatorio
annexo ao seu officio de 23 do corrente, sob n. 22
Ao fiscal da Companhia Reeife Drayaage.
De ordem de S. Ezc. o Sr. presidente da provin
cia aecuso o recebira.'oto do offi :i i de h qual V. S. partic'pi que por molestia do gerente
dessa Compiuhia uesde da 9 d) corrente, o sub-
dito ingles Ern'St Brotheshord communicu-lh.
aa dia anterior haver assumido a direce!) interi-
na dos negocio i da mescea Companhia devidamen-
te autorisado para isso. Respondeu se ao Sr.
Ernest Brotheshord.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA "5 DE
JUNUO DE 1887
Anoaio Francisco P-ireiri Qitirani.
Sim.
Dr. Francisco X>vier PaesB.rret).
EncaDinhe se, sendo pg) o porte na re
partilo dos Correios.
Padre Francisco Joaquina da Silva.
Sim, pagind) as soroedorias.
Genesio Libanio lo A'buju.rqu i M >a
teiro A' vista la informa^ao uio ha que
deferir.
Jos Theophilo e M.rcolino Sobres Fer-
reira. Informe o Sr. insp-setor da Tu;
souraria de Fezenda.
Maria do Mmte Carneiro Campillo e
Anna Maria Birreto. Encamiahe-se.
Manoel Francia:o Botelho.- Sim, ne-
dianti recibo
MaQ)el Moraes Piment 1. Informe o
Sr. inspuutar da Tuesiuraria do FaZ nii.
Capito M.ao.l Alcntara de Sjuzi
Coussiro. Informe o Sr. inspector Ja
Thesouraria de Fazenda.
Secretaria d* Presidencia de Pernam-
buco, 10 Jo Juabo de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Itepartifao da Polica
2* aecgao.N 52 Secretaria do Po-
li lia de Pornambueo, 8 de Junho de 1887.
Illm. e Exm. Sr. -P..rticipj a V. Exc.
que losmn r-icolhidos Oaa do Detcu-
i;5o os seguintes individuos :
A' minha ordem, Aotonio Pinto Ferrei-
r- o Maaoel Rt lrigus da Silva, rom tti
dos pelo aubielegado do Poyo da PaoelU
como criminosos no termo de Nazateth
Lmrentino Manoel da Si!va, remedido
pelo'Dr. chefe do polica da Baha, como
senten-iado evadido de Furnuulo de Si-
rooha; Antonio Gomes d> Nascimento,
Joao Dorn-llas Cmara e Francisco Anto-
nio do Brido, como alienados, at qu-i te-
nha o conveniente destn).
A' ordem do Dr. dehgido do 1 distri-
to da capital, Manoel da Silva Oliveira,
Jos Franciseo da Silva, Joaquira Rodri-
gues da Silva e Clementino Francisco Jo
Nasniinento, por disturbio?.
A' ordem do sub le -gado da freguezia
do R.-iiife, Joao F-rnand-3 ds Se ves,
Manoel Joaqun Flor e Mino.I Lipes da
Fonseca, como vagabun los e turbulentos.
A' orJem do d > Io distristo de S. Jos,
Joaquim Clementino da Silva, por crime
de fermentos.
A' ordem do 2o districto de S. Jos,
Augusto da Costa e Joo Bium do Nasji-
mento, por disturbios.
A' ordem do de Belm, Anast.oio Ra_v
mundo GunnarS-'s, por disturbios.
Hoot-m por volta de urai hora da raa-
drugida o na esoarla do sobrado n. 33, a
ra estreita Jo Rosario da fr.-guezi* de
Sant Antonio, falleueu o individuo de no-
me Jos de Barros, parlo, viuvo, de 50
ann 8 de idade.
Cheo-ando este faota ao conlvcimeoto do
Dr. delgalo Jo Io distrito da Cipit 1,
para alli se dirigi em companhia do Dr.
A. Coat Gones, que ex.minando o cada
ver J.eidatou ter silo a causa da mort
um aecesso pernicioso
Anda hontem pela manh3, junto a gra-
de externa da gr>ja do Car uo, foi encon-
trado un einbrullu qua ceotiuli o -adaver
de um recenimacilo do sexo masculino de
efir branca, e om aJiantado estado de pu-
trcf.cgao.
Aquella auturidale tendo aciencia do
facto, eonviduu o mesmo Dr. Costa Go-
mes, para proceder a competente vistona,
o qual aoued'mlo ao convite, declarou ser
a cranga de 7 3 mez '
T UEfVH


Diario wtar con a mHo direita decepada, e pelo
ordao umbelicar mostrava baver nascido
de 6 ou das.
A referida autoridad diligencia deseo
Irir o autor de tao nefando crime.
ComoiuDicoarmo cidadao Francisco
Primo do Couto, em offiio de 6 do cor-
lente, ter naquella data asauenido o exer-
scio do cargo de subdelegal o do diattieto
ia Magdalena, na qoalidada de 3" aap
pleata).
Deus guarde a V. ExcIllm. e Ebq*.
Sr. Dr. Peiro Vicente de Asevedo, muito
digno presidente da provincia. -O ebefe
aje polica, Antonio Domingo Pinto.
2. seccSo.N. 528 Secretaria dePo-
Scia de Pernambuoo, 10 de Junbo de 1887.
lllm. e Ex a. Sr.Participo a V. Exc.
jpe forano recolhidos Casa de Deten-
go os seguintes individos :
No dia 8:
A' miaba ordem, Antonio e Jos, escra
roa de Jos Cabral de Vaaconcellos, por
sturbios.
A' ordem do subdelegado do 1. dis-
Jrieto de S. Jos, Jos Antonio Soares,
-,: disturbios.
A' ordem do do 1. distrieto da Boa-
'Tiata, Gamillo de Souza, conhecido por
tJansamZo, com> alienado, at quo tenha o
soaveniente destino.
A' ordem do do 1. distrieto da Graja,
Jos Francisco de Souza e Jos Machado
ie Oliveira, por crime de furto.
A' ordem do da Belm, Francisco Pedro
Ja Gama, Alexanire Guilhermino, Luiz
ala Costa Moreira, c Ricardo Gomes da
3iva, como vagabundos e turbulentos.
No dia 9 :
A' crdem do subdelegado da freguezi-
ie Santo Antonio, Jo3.o Vi lente de Souza
* Arc-nio Loao de Alencar, por disturbios.
A' ordem do do 1. distrieto da Graca,
Jos Bernardo de Saot'Anna e Aponiano
iae < hagas e Silva, por crime de furto.
A' ordem do de B^m, Ildefonso Mar
bs sha Oliveira, Joao Pereira de Lima,
iv2> Pinheiro dos Santos, Lao adia Maria
id Couccic&> o Capitulino, esoravo de Isi
io da Cunha Cvale nte, como desor-
os.
No dia 6 do corrente pelas 7 1/2 horas
. manila, no engenho Capibaribe, de pro
pnedade do major Antonio Tav^res Gocnes
ie Araujo, do termo do S. Lourenco da
Uatta e na occasiao em que os trabalba
acres d'aquelle eDgenho armavam um tam
5>ox da moenda, aeonteceu eahir esta s bre
3 da nome Jos Manoel Cavalcante, que
correu instantneamente.
respectivo delegado tendo scicn ia do
acto, para all se dirigi acompanhado do
ascrivo e peritos, fez proceder o exame
ajadaverico e mais diligencias recominenda
daj por lei, do que resultou rcionhecer se
ttl si Jo o facto todo casual.
C :iiaunC"U-me o delegado do termo do
iSrtjo, em offi.io de 3 do mez prximo
Simo, que no dia 21 d'aqueile me, na
s.asiio em qrWo tenente do destacamen
O o'aquelh cidade, fazia com as pracas
xerci.io de f'go, succed'u ser o misino
tenerte apauhado por um tiro da arma ma
aejada pelo soldado Mauoel Felippe Gu-
ajes, que foi par isso pres:> em con inento.
AqiulU aut ridada tomou conheoioaento
do 'acto, fi-a proceder a competente visto-
.'ia e mais diligencias, reconhecendo ser o
co todo casual.
0 subdelegado do 1." distrieto da Bui-
[i i : ipou-me ter no dia 8 do cor-
mez. feito remessa ao Dr. juiz de
fceito do 4. distrieto criminal, dos inque-
policiaes procedidos contra Candi ;o
_ -s de Franca e seu irrno Autoni..
de Fraila, por crime de espaocaiuento e
santos na pessoa da Loureorjo Mar
nea de Araujo Pinheiro, no lugar Giri
wiity, d'aqucll- i istricto.
JJ-us guarde a V. Ex.. -III u. c Exm
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muit.i
signo presidente ;a provincia.O chefi
e polica, Antonio Domingos Pinto.
Tbc.*>oaro Provincial
PACHOS i>0 DIA 1U DE JUNHO f>E 1887
Jo2o Antonio de Almena e Mantel Jo-
s Pereira. Ao Sr. Dr. aimiu'trn lor da
b-tioria para cuiuptir o despacho d
muta.
Francisco Avila de Mondonga e D-lmi
jo Sergio de Faria.Iut'urme o Sr. conta-
dor.
Sebastian Cyrillo Gimes Peuua. Cum-
na-se, registre se o f.iyam-sa os assenta-
entos.
Ju> le Souz & C. e M.no.l ColU^' vt
C. Entregue-Be pe. por'.
O into Jardim O. e Jas Gomes da
0L'ta. A contencioso, para cuuiprir o
despacho da jiit .
Doii'ingos Rodrigues do Almci la, con-
asda 1* serie d~ 1 >l ria 24 dos ingenuos
da Colonia Isabel, Anua Valen^a do Rgo
M-" Leite. llja vista o Sr. Dr. proiura'ior
Balbina Firmina da Rosa Leal. Fa-
jam-se as notas da podara de licenca.
Cuntas da 7' p rte da luteria do fundo
ie^iDxD- ipaco. Kx minen se.
Antonio Pereira oe Mi rtiriqne se.
JoquiiD Pires da Silva e or rom I Au
jnsto 0 tavisno d-- Souza. Entregue-se
x qu ntia em dep sito.
DIARIO DE PERRAS SiCO
RECIFE, 11 DE JUNHO DE 187
A agrlcuUii'-a do nortr e a col
i.is vao naciooal
ffioa das mais t: innlaules queizas d* nosaa in
iraslri, quer jigricoia, qu-r m>iQ'ifneturiorx, qor
yropriamente art9ticn, asieata na falta de bracos
Irtbalbadores.
A agricultura laiienta n'ti poler ..u mentar
Ba proiae^a.i, proporcioualmeme riqueza natu-
i doa terreiioe de que dispoe, por caua da ca-
H*'i> de trabalhadore.
Entes, pesar de bi-m retribuidos, limitam-se
jdoariii3)eute a trabalbar duraute duU* ou tr> c
shas por semana eoiquanlo coDsegurm o eufficiente
oara garantir o pirco a) mi oto durante a teman
egiiiute, resaltando de tal p roctdimeoto graves
prsj isos ao agricu tur.
O *m mbo das (erras para a plantaco em poca
propria, a limpa das lavuras no tempo pportuoo,
X jiheita dos productos, que deve ser ipedita
rata aereas ses be tu aputiuoct, tcats este
servieos agrcolas esto constantemente amtaoados
de paralysacSo com graves dainos para o agri-
cultor, porque em geral os trabalhadores n5o tcem
habites de tiabalho e entendem que o ser-se 'tire
consiste na liberdade de n5o trabalhar, embora a
ocLsidade a que se cntregam seja-lhes altaroeate
prejudicial.
Iaxtfliameate nao- oonheeem atada es nossoa ope-
rartOB agrisadas e artis4i03 os* Balotares effeitos
ecoisomieca do trbala oonataote a que so se en-
tregan), pando c?sgidos pela oacessidad* Basante
da anbsiateaeia e a-ista nstsmo muito* se reensam,
urna ver. qae acheta faeilidade em atteater contra
a prepriedade alacia oa nao- teem vargonha de
estender ama j beneficencia publica- apeas* da
robustes dos muscubs, que possuem.
Para muitos o dia de amanb sempre visto
atravez de fagueiras esperanzas, que quisi sempre
falham c sao substituidas p :1a miseria, a molestia,
o aniquilameoto physico moral, coutaado a so-
ciedade mais outros membros a coja subsistencia
tem de provr nos hospitaes pela caridade publica
iu cas priE.'s pelo Estadoe em ambos os casos por
aeio do imposto exigido dos que previlentemente
trabalhsm.
Tudo isto consequencia da ignorancia e da
falta de tneios para urna rigorosa policia.
Tem se entretanto procurado sanar taes males
p r meio da colonisacao estraogeira.
Nao somos adversarios da colouisafao estran
geira, mas estamos convencidos de qu* au sao os
inelbores nem os mais proficuos, os meios at ago-
ra empregados para obtel-a.
A colomsaco estraogeira tem costado ao Brasil
urna Bcoiina fabulosa s o outro resultado que n3o
seja ausencia de larga cd.mieac o, descrdito e
desconfinca dos oossos offerecimentos, des nossos
costomes, da nossa legislacj e at do noaso go-
verno.
Em compensacao amitos enearregados de pro-
mover a colonisacao tai feito fortuna ; grossas
volamos tem sido escripias; a China Bibequ
existimos e o Brasil continua a salvo de qualquer
perturbadlo nos seus hbitos, na sua pjlitica, na
sua nacionalidade.
Parece-nos que bastante a experiencia fuita
pira demonstrar qje os oieios directos de coloi.i-
sar, at agora empregados, oo sao os melhares.
8e o estrangeiro despresa o nosso territorio nao
porque o considere estril ou de clima spero e
iusa.ubre.
O estrangeiro nos procucar esp3ntaneamente,
ucm necessidade de reelimes e de grandi dispeudio
dos diubeiros pblicos, quando tiver noticia de
que no Brasil ha garantas suffoi."iites paia a pro-
priedade, para a conscieucia e snas maeif- -t.i(,oe
naturaes ; sobretudo qu .nJj as leia uao s i vir>-ui
aumente para elle ver.
Emquanto a populacao brasilcira estiver dividi-
da em senhores e eteravos. emquauto a liberdade
de consciencia com tolos os seas corolarios nao
fr urna realidade, o estrangeiro pode ficar faci-
uado com o nosso ouro, mas nao aceitar a uossa
bo pitalidade com tranquillidade c segurauca,
porque nao se couteote com a commodidade
mat. nal; elle aspira tambem a convivencia social
e poltica.
Nao yo Jemos, pois, esperar urna vantajosa cj-
lonisacao estraogeira e melhor seria qa se cogi-
tasse Ja colonioaco nacional, que nao exige, como
a stiang. im, tantos sacrificios do thesouro publi-
co e eouta mais prebabdidades di xito.
As provincias do norte dispensariam de boa
vontade o c< u.-ur.-o dispendiosissimo com que o
Estado tem tavoreeido as tentativas de colonisa-
co da s provincias do sul se em conop ns-.c i
libirtaSHe a sua la.oura des gravames e imp>si-
coen, qu.' sobre ella pe6am directa c indirecta-
mente.
Na circumstancias em que se acha o norte do
Brazil a c lonisacao nacional deve ser o seo desi-
dertum, c m i m'-io de occorrer i falta de br*CjS.
E para cLos>gu Iiit'rticco e corrrc.do, d.us grandes deveres
de todo qualquer Estado, duas principies condi-
c t de fe'icidude e engr^nd cimento de um p v>.
po dt-m dar-nes igualan, ntt: oque se procura c n-
seguir com a custesa c >luui.--ico estrangeira.
Ai goveino do Estado cabe especialjienle em-
pregar os meios u'es-e sentido, nao como fa /ur,
com i proteccin, tu, mis sim por cumprimento do
dever no dea uipcab > do sua elevada e patritica
m=ii\
A mstru.,:!) dev- ser a base d is melhorsmen-
tos miubttiaes e etsa instruecao r,o deve ser re-
gat'ado o abandonada voluntartedade dos que
del a II' CeSritam.
ll.i certufl conbrcimeotcs essenciaes a todo e
quniqiiT l-idado, e se nao licito exigir que to-
d s sij .m sjientirici'3, domaia alto intensae pu
biie i que n- nhnm cidndao sej analphabet.i.
A pratica s m-ure nao p de su^prir o que a
leitura ak, c por tua naturezi. muito tarda.
Aps a instrucca/i segue-se naturalmnte a cor-
recgo oue Ihe serve de ci.mpli ment e presente-
mei.te 6 com mais u de que n s nccuiamos.
A c rr< ceo fa extinguir a vagabondagem
prtdispe e iliriga ao rrab.iln p. qiiando mais aun
existirem os va los f..m utos, a .n iustna ver
ogmeotar os bracos de que precisa.
Pca o gt>veruo .x catar as disp si;oes lgaos
existentes sobro a v>.gabundagem. promova a
adupvo de ouras, cuj necessidade a pratica fr
uiostrnndo, garanta se lesamente a ex cortrsctiis de locaeo de servido; e a colonisaoao
iixeionvl se operar, trazendo a prosperidade pu-
blica i privada.
A ab< lic > da e i ravicu > de xar de ser um
epxntalbo, os ataques freqoent- s prnpriednde
e vida diminuirn e a industria nao ter moti-
vos para queixar-se da falta de bracos para o
traba he
Na tao de h'je i.8 ideas que ficam expendidas ;
em lt-,"-;t i Induttrial, revista de industrias e ar-
tis, tuja r- d' cao pertencia, qu> m esor-vc o
pMtn.t. artigo, ja lluvia < xtt ruado rases mesmos
c< uieiios, oue ti agora reprodnsidoa em vista
de seitm anda h ge idnticas as Cndilo s em
que n'aquei a poca se acnava a nosaa industria
agrcola.
IVollclas da Earopa
Eis o filial dan iioik-ias vinuas pelo vapor 'Ja-
mar entiadu da Eur'.p :
4 iit-miiiiiiM
O tribunal de Maga, nourg, ua Allemanba, acaba
d> ju'gar quxreuta e um socialintaa, a niai r parte
uiarcineii 0i, spateirts un t-barutem 8, aet'Uoad ib
oe fas rem pane de ama sciedde secreta Os
el f. a d'esta sot-iedade erm Breinor, Ka-es e al-
taixta Hebermun que fnlleceu aepois de ter oaiae-
(ado a luslruevin do pr .cesao
Estes ti< a persouag.na tinbam dotado a cidade
de UagJaboarg com ama verdadeira organisacio
socialista. A frente d'essa organisacio achav i-se
um comit de agitacao. a cidade em des bairros, dirigidos cada um por
am homem de confianca. Os horneas ie confianza
recebiam e distribuan) regularmente o jornal o
Demcrata Socialista, de Zurich, apexar dos esfor-
cos da policia para obstar aquella propaganda.
Entre os acensados acbava-su o 8r. Heine, an
tigo deputado socialista de Maglebourg, igual-
mente perseguido por facer parte de uina asaocia-
ca secreta.
O Sr. Heinee maia-dose acensados, foram absol-
vios. Tnnta e um foram condemnadoa a divor-
saa* panas, va rita do de nove mezes a duas sema-
nas d% p i sao.
(oaannicana de Ser lia* ao Times que a doeoct
de gurgsuia de qo* aasH-ea o principe imperial
contina s inspirasraetio cuidados.
Um eapecialistfc-Unlrio, o Or. Mo.-cll Mick-n-
zine, foi chamas* a Berlim, onde tere urna con-
ferencia em oa- dt-us mdicos ordinarios do prin-
cipe, os Srs. B -rgmann e Gerhardt. Os medicas
assentaram definitivamente que a dounc um i
atona das cordaa vooaea.
Um despacho de Berlim para o Fgaro affinna
que o principe imperial da llemaaha est muito
doente, e que era possivel que se Ihe fizesae a
operuco da trachestonria no da 23.
O imperador partir no dia 3 da Junho para
Lubeck e d'esta cidade dirigir-se ha a H >knan,
no Schlesuvig, afim de asaiatir as testas do canal
de Nordeste.
Ser acompanhado por todos oa prineipes da fa-
milia imperial, membroa do consola > federal, mi-
nistros, presidente do parlamento 'illeoso e palas
das catn iras prussianaa.
Bisinarck, que raras vesss se apresenta n'ts fes
tas publicas, ac mpanhar o imperad! e elle
quem deve dirigir a inauguradlo.
O canal, que custar 200 milhes de marcos e
que levar pelo menos seis annoa a romper, tem
por fi.n principalmente estratgica Pret^nd i-ae
i''', em ciinmumcacSo directa 03 dos partos da
tnarinba de guerra alloma, para prevenir a evea-
tualidade d4 ni i poderem commanicar-se, como
em circumataaciaa uormaes, p.laa aguia dinamar-
quezas.
Auwtria-Hansrriii
O principe Lrnpol, regente da Bivicra, chegou
a Vienna para visitai' sua irinS, a duiuez>> de ale
dina. Poi recebido ao gire pelo impera lar e p:la
duquesa.
Tamb'm ch'gou a rainha da Oiuatnarca, que
viaja incgnita. Vem ver sua filha, a Djqueza
de Cumbcrland, que continua na caaa de salc do
Dr. Lcidersdorf.
Rala
A respeit) das dec >b;rtas de una cinspiraclo
contra a vida do czar, t ota em No. j'ch -rk .-k, diz
a Gazelte di Francfort, que os conspirad ires fi-
abas* a intenco de assasninar o imperador mesuio
n'aquea cidade, ou, se, at.ni) o podeascm con-
seguir, tenta'.-0-hiam em qualquer outro ponto
onde elle piraste duran'e a viagem. A con-pirt-
cao foi urdida em S. Petersburgo, c d'abt qa
inauditam ao Djuos individuos encarregaios da
cum netteretn attentado. Una d'essea iultvilaos,
auspeitos de cumplicidade no ultimo atceotado, foi
seguida pela polica, que d'eate modo conseguio
evitar o crime. Fizeram-se 24 prisoea.
O czar que todos suppunham ter partida do No-
vo Tcheikask para a Jrima, chegou a 1 de
tarde a Moscow do legreaso para S Petersburgo.
No dia 23 chegaram ao p .lacio impenal de Oa
tschin o czar, a czarina e os er&j-duqu"8.
O Figar i de 22 -iublicou sob o titulo 0 inpera-
rador Alexandrt lie a Franga em 1875, u.na nar-
raco das nogocia(j5es tntab^ladas entre a Fran-
ca e a Kn-siii, feta pelo g-uer&l La Fi uaquelli
Cpoca embaixador da Franca na Ruasia.
A agencia H .vas remetteu em seguida para os
jornaes a seguinte nota :
O general Le Fio, embaixador ern 8 Peters-
burgf, public-o n'uma corresp' nd-ncia offiaal, re-
lativa acs aconteciment is de 187;"
Procedeudo d'esse molo o general ,Lg Fi
dispoz de papis n documentos que nao Ihe porten
ciain. Nao tinha pedido ao ministerio dos n--_o-
cius estrangeiro^ ucnbuma autorisagio pora 03 pu-
blicar, e se a tivessc pedido, nao Ihe teria sido
eonsedida.
< Nao necessitamos insistir nos inconvenientes
que resultaran] ee publicuyoes d'este genor >, ee
um fuuccionario retirado, se julgasse, sob pretexto
de urna opportunidade de que nao juiz, com o
diieito de usar ou abusar de documentos que nao
possue seuo por coufianev do goveruo da r-publi
c* iu de governos estrangeiros. Bastar aponttr
a censura de todes 03 homens esclare -id .-> a g(a-
ve falta aos seus deveros professinnaes, de que o
autor desta ndiscripcao ae torna culpado.
O Temps diz sobre este asaumpto :
A nota qu? a agencia II >vas publicou a res-
p-'ito das relaeoes do general Le Fi, nao tem na
da qu nao seja natural. A* reelauac-s dos 11--
i;;cij.s esi raugeiros sao ie.itimas; a censura;ao
8"bie um procedimeuto avidentemente incorrecto
e que nao podena ter imitadores sem os mais Si-
rios inconvenientes
< Mas, posto isto, impossivel dissimular a
profunda impresso causada pela narrar de que
se trata, e em imp'ess-i, deve dizer-8', devi-
da principalm nte a analugias que os acouteci
m otos de 187(1 paree- m ter com a situacao pre-
sente. Erta aqni a d. seulp 1 que pode allegar o
gi iri Le Fi paia um acto de q ie elle projno
nao p de debconheeer a irregularidade. E' Ihe
ptrmittido aer ditar que recordando-nos do pas
aadu lauca ulguma luz oore o preseotc, e que a
su -s iudisoripcot's conatituem um -icvo s rvico
p. estad 1 ao uoas 1 paiz e can.- 1 da paz.
Mas o que permittidu agora conheeer, e niio
sem fati.-tncao qae o iroeedimento actual da
j a nao mais dique a c ntiuuac 1 ur'uma
poltica j claramente entrevista e segu la em
1875. Hi doze annoa como h j: comprehenlia-
8c < in S. Petersbmgo a legitimidad dos af-rc 8
da Franca par* nstibebcer aua pasicao m li-
tar, reeonhicia-s. que esse trabalho de repiraca
era incump ifivcl com as resnlucoes pacificas mais
sinceras, e sentia-se que 03 dous paiz -s tmham
um interesse commum 3 supremo o de salvi-r o
que resiavn de equilibrio na Eur pa.
Uji luate dirigido ao cenad 1 eontm diBp
8ic -s que prohib m aos estrangeiros a aequisica
ie propned'.des 1 u uso-frueto de propriedadeB na
viDinlianca iium diata dos portos e das ci Ja les da
Bus: ia
Preduzio funda impresso em Berlim o ukase
pr- h.biudoaos eirangein>8 a compra de b ns de
raz na Uuasia ; esta urovideucia do czar con
siderada como d-'igida c otra (salleiuaea. Se-
gundo o Liaily y tes, u principe de Bisinaik repu-
ta grave a su iiai;a poltica
I>izein de Bei 1:11 para o /)ui/y Neic :
v (juudo inforinac -a na tu nt. ira russa, tem
all caus do grau le mquietago ver a Rus-ia re-
f,rcar ci>nsiderhVt'lm> ule suas guaiuico a, princi-
pa men'e na linba austraca.
A cavallaria recabe continceotes cossacos, e
reina grande aetividade no arenal a. II .
N- Polonia tem sido -.u .ni- uta I us deposi
tos oe inuiiie 8 e viveieo; o sen etock deve estar
coniplt t no prnneiro da a Judio. *
H p'rlo oe um mez o correspoudeute do 7Vmes
m Pars, con'ava naquella folha que ogov.rno
ukso .m 1877, inba r. nuneaoo oceupavo de
C nstanlmopla im cunaeiiuenea da declaraco do
uio 1 jad- 1 bii'annico i-u S PeleiBOurgo, de que
o'i sse caso se vera obr gado a pedir 08 seus pas-
aapuries.
O 8r. de Bl- wilz eompletou ha das aquella
inf 1 -i co .- t- in seguiaie piomennr:
N- 110 tn.o dia im que o lord L flus partici
, ou ao ezar a decibo do governo ingles, drvia
realissr-se no palacio imperial um juntar para que
. stavi.m convidados mudos alto pers nngens qu
espi ravxtn inatiut-yes para a prujeetada ocupa
CAO de C'-ln-talililii pa
Os conviilados ach^vain-.-e r uni loa na sala
dejantar quando ppar- ecu o ciar, que viuba cuui
modo inllilo pie c.-upad 1.
Tu do uj-idou, dione elle ana seus convidados.
E-tou inii'i Baiixteito por recebe! oa nimba me
oa, mu nao teuho mstru eos que llns dar. le-
nUnt-iei ao meii pioj-elo.
E u czar particip >u ibes em seguida a visita
de lord Latu-, a declarac que Ihe fisera o ene
bailador da Ora-Bretaub 1.
N 1 d'a M Je viaio tiveram lugar em 8 Pe-
tersburgo seis ex-cuco s capitaes, em virinde de
nma aeutenca do senado, r unido inasseo>nl>
e p.-cal no mez de Abril ultimo, para julgar .18 au-
tores da conbpiraco do 1* de Margo e oitra as vi
da do imperador, da imperatnz e do-h- rdeiro do
throuo.
Us nihilistas implicados n > attentado eram em
numero de dezoito. A'guus perteueem .brei. ;
outios sio fillios de alto fuucciouanos. T m iram
ta obem parte no complot varias muluerea e ra-
parigas, de familias r-ap-uav is.
Louge de neirar m o cnu.e e de se defende.- m,
declararan todoo b in alto que o sea aaioo reaior-
so era de aao terem dado a mort j ao czar.
O iustigsdor do attentado, um tal Scbevaryreff,
proyou, no decurso da proeesso, qu era iateliig^a-
tias'mo, e qae poderia vir a s.t um homam emi-
nente, se nao fosse arrastado no turbilhia infernal
do nihilismo.
Tanto elle, como os seos cinco cumpl ees nais
crioaiooso*, foram enforcados no aterior da f rta-
leza de Pedro e Paulo, dianta dos delegados do go-
verno e doa representantes da nobrer.
Aos outros conspiradores foi-lhes comaautada a
pena capital, as de trabalhos forcalas a depor-
laca.
A politiea na Rusaia, dapois de abortaran as
ultimas tentativas revolucionarias e em viat* da>
attitude awergioa y prudente do governo e das au-
toriJadea, 9t tosaaudo agora nm i-pecti mais se-
vero. Nao obstante haver sempre alli mottos ele-
mantos de suo*oreao e d jardease pola tal vez at-
ttwsiar se quer o homens publtoaa e amaori* da
naca 1 esto sjvMando todos oa etfcrcos para ina-
ttlisarem todapasatentativas deaariMiaM revota*-
cioaariaa.
es recia
A_ situacao em Creta aggravoa-sa ctn a resis-
t-ucia da Sab'.im? Porta s aspiracjs doa chria-
los.
Oriente
Ileso! vida a questao egypcia, a questSa da Bul-
garia entrar tal vez em nva pbase. Pelo meaos,
o governo da regencia exigir da governo turco
que Bulgaria se concadam as mesmaa Condicoas
que se caocedem aos inglezea na Egypto.
A Bulgaria nao d simula aa auaa am-'acas. E'
notavel a aitives c -m que se exprime a essaeis
sima, qus a fo ha ofilaial d'aquelle pequea e3ta-
do. Daremos a seguinte amostra :
a A Austria, cujas interessea teos susten-
tado,, diz-nos : Na facam revolucoes, attendam
ao desejos di Europa e esperem.
Temos seguido estes conseltns, e a Bulgaria
ainda nao sa afas'.ou da correcta attitude, que Ihe
tem grangeado a admiracaj d'e3ta meaina Eiiopa,
le q< espera urna resoluco que melhore a aitua-
ca 1 da Bulgaria.
O masa cammercio vai d^cahindo rpidamente,
a nosja iuluatna desaopi.eeeu, as otfi:ina3 est
desaftas, o tboaouro exhausto. Bem sabamia qua
os pn 1 -. pagam caro a sua iui -p -u i :i_'u. mis a
ivirop polia tcr-nol-a conejillo, s m que se ar-
rumiase a niaaa fortuna publica. Que pediuns
noj as poteucias? Un candidato pira o nasso
thron. S; ellas qu-rem a-aosaa felcidade, ua> io
vem demrar-ae em conaelerno!-o. Ma aa ellas
uao se apreasam em Jesigair easa priucipa. fiquera
3>banlo qua st unos decididos a entrar n'um ci-
ininba atravaocado de parigoa pira a Eirooa, que
fatalmente arraatareuiaa a un confligracl geral,
p <8 que envolveremaa as p itencias u'umi luta q
ellas esto longo de desejar. Tud> isto Jepen-1'
de nj, e a tuda estamis deailtdaa, fiquein-n'o Ba-
beada. >
Por este simples extracto, fcil entrever a at-
titueda ruijenea bulgtra, e calcular qua na est
para brove a resolucla satisfactoria da questo da
Onant?.
As ultimas promocas no exarcito blgaro pra-
voCiram, segun-l diz-m de Vienna para o Jor-ial
d'is Debi'es, um vivo d-scon-aatamaucs entro a of-
ficialidade. Offi;iae3 dist'nctoi e com ser vico r-
reprehcnsivel, foram pracendis pir manceba cuj
uuico mareciment comiste u.t prjteecao dos ami-
gos d a regentea.
uguuda mf jrmaco:s recebidaa de 8. Pet-rabur
go, deaconfia-sa que Riga Bey, o delegada otto-
nano na Bu'garia, trabalba hi algim tempo pira
a reeleieo do prin;ipe de Hattemicrg.
Oizem da S Peteraburgo que o jenenl Tener-
naieff dirigi urna carta ao Voj Tempo, na qu il
acana.'lha que ae deixe momeutaueameute a Bul-
garia entregue a si, e accrescenta que Russia
u deve .1* procurar a chave de CoustautiuopU
em Vienna, mas aim as margina di Kli 00 e do
Odor, e que deve collocir o seu maur innnig) en-
tregad a Vi -ma o o mirtello, e vingir se do con-
gresso de B :rlim.
De coastantiaopla caarnunic-im a noticia do fal-
leciin nto do eh fe di insurreico polaca da 185,
Marianao Laugiewiez Estava ao serviC' di go
remo turco, -m cujo exercito oceupiva um eleva-
do p >sto. CoutaVH GO aunas.
0 Daily Newn nota qu: 03 conservad iras qua
outr'ora c-nal lerav iin um criru o Sr. (i: il-.t..110
arrastar com a eventualidad-: da evacuafio ao
E3-ypt, esto hje a panto de preparar ellea mal-
inos essa eva<*uaco O org-a liberal diz que
ellea o faz m da maneira peior.
A Inglaterra, diz ell-, foi ao Egypto sem li-
cenca da Porta; nid-'ve r'-tirar-se pir arl-m di
sulla 1 A 30 n:riina do sulto 00 Egyp o urna
pura Ucea, com a qual um hom-m e estado, dg-
110 deste nome, nao d-ve preoacupir-se um minu-
to. A mea potencia que, dapiis de ni, tem al-
gun mteressa real no Esyp'o, a Fran;a
Or a Franca tem, por aeu proeediui'Uto, par-
dido tod 1 o dimito a fazer valer case interesse.
O I) nly Netes diz alus que a poltica frauceza
na qu.-st egypaia, se t-na trnalo m isamigav.-i
e maiif pratic*
Finalmente, declara qu: s Inglaterra quera re-
tirar-ae do Egypto com entendease e quando jul-
gasse o momento opp irtono, que tu i 1 inlicava a
aoproxi nacao dcfse m na -nto, masqia evaca-
ca n-i devia eflf etu ir-ae nii c u t coes q ia o g i-
vem c nservado' de xiva que Ib- impozessa.
Urna convenci cum a I orta, diz rermi lando
o Daily Netos, convenci que fiza a dati da n-n-
sa reiirida, >io ter prov-ielm'-ute outr t-ff i'a
que manter nos lia par tempo iud fiuilo, ou u-
t> obrigar-nos a sahir aot-cipada e vargouh sa-
men'e no dia pr- fixo.
Na Turqu tem proseguido todavia aa nagicia-
i.oes diplomticas sibic a quest-i egypaia.
S gundo as informuco-'s recebidaa um dob lti-
mos das pelo Times, a puntoj ea-encias do pro-
j -oto de convenio, dependente de apreei i^ae do
tonta i, seri-.m os seguintes : Manuteufo doa 'rie-
lados e firmas ant -ores, relativos ao Egypto,
salvad as in difi -ac s iutroduztdas pelo uovo tr.ic-
tadv; neutrolisHco e livre pratica do canal 8uez
m tempo de paz e de guerra; dcsoecup.c i do
Egypto em tres -naos, meu a para os i :>aes in-
glezea que 'enham cummandos no ex-rrcito etryp
co e que. fi.-ar.nu em funcces p r mais dou.l *n-
:i s ; adbesao de todas as potencias s estipult-
^0:3 iuleru-ici- uaeb do preaeure tractad e c>m-
pn-mis ladi. do territ. rio egypcio, salvo o caso de des >r-
d ni ou de ovaso estrangeira, reservado nter
vencao junta <-n si-parada das troyas ot uDana-i ou
inglezaa : modificacao por m io de r especial da diveis -a pontos das c .pitniav-o-.--. es-
pecialmente no que se refere aos tnbuuaea, m
prensa e ao rgimen d-1 quareBteiiaS.
Suppunl'a sr q- e a este respeitu baveria anda
duna ou fres sessoes diplomticas em Uointaiinuo
pla,e qu- tm seguida o p'ojecto de onveuyj Si-
ria apres- utado as nago s iutcr'B8*daS.
Em C nttantmonta toi, no dia 22 de sfaio, pr -
muigado um iradi imperial que aut irisa a a-sg-
ualura da C'nven^o auglu-turca relativa ao tgyp
tu, a qual 1 naaigiiada a 23
O Uai'y Telegraph considera a c >nven? 1 anglo-
IU""ca e m csiaiiei. ecudo viituannenle o prot-et -
ralo britaunici 110 Kgypto, e p'riaiopro que as
glandes p te ici<8 n?o querero adb rir a ella
l Times ante\ igualui-nti urna recuaa daa ou-
tras piitmcias ini'ressadas na ques-o.
Um syrio e Vaiios arabos que, depo'8 de te-
rem passaoo a'guns mezes em Ooelurinan, qu irtel
general di Mah, regressarain ao Cairo, fora'u por
'adores d'um extraordinaria noticia.
Dizein que O D uavam um dos Wir correspon-
dants (001 res j ni ntea de gii'i ra) 111113 e--l-lnes
da nuprensa ingl-ia, e qua ido 03 s I lanez-- p.s-
-ar-m a ti ) de nava ha oel-rcito inteiro de I k-
li j 1. toda a gente I -i por norto.
O'Don-iVaii, 111 ac impuih .va o exercito eip -
Iieeiiuario, pus ni 1 liavia noticia de que tlVoase
i-BCapad 1 c ui Vid Un umeo uropau.
Us peridicos da Eur ip int.-lra pualicaram ar-
logos uecrol 'gic B, uarrudo as h :r eiiades de
O'UoiiaVain ; ua 1 iglalerra b u.e SeasVss it'era
ranas em sua 111 m ra e o r trato d dle tig-iraVa
m lug .r de honra entre os lis jirnaligt.s que
morreiam n> 801 lo, ni Oubda iinpreos 1 deLiu-
dres e no aluu o de s icios do -Sacagc O ub
P lis si-gun 10 coutuin o-i syrios e us arabas, ni 1
s 0'Uouvao ezta vivo,cnni at t-inuncrgi
11 uto levado na cr:e o uj eois-lbi privado d
vl.dbi.
O patriarcha syri, qua 'am la^a ha p m :a este-
ve ern ') 11 unn ou, e ni ido 1 esta noticia e diz
q.i-o Milhi t id na su ompanhn un euroj-u,
I iruilioa ingl-iz q-i talla a i nigua frauceza, al-
guna eousa a turca e que tem Viaja lo inu.to pola
i'aiwaliiaa e pe a Asi. menor.
E' urna espeeie de secretario do M.li li, qu-t o
COaSHt >, especiaba 'nte m p uitos qu-: a refer m
- un reaces con 01 pi*es europ -ui a soar- o
,-tf 00 uae os seus actos priiuzrau ua Europa.
Eate secretario'*uja disanpvri' p >ysica se pa-
rece perf-itam-ure e m-nte os coiturais m)uros, bem coma 03 dos Bal-
dadas do Msbdi.
Accresoeatou o patriarch* que este secretario
tem sobre o espirito de Mihii urna ihfliancia
enorme.
Sir Evelyn Baring, o agenta inglez n Egypto
est empregandi esforooa para ae corresponder
com O'Oonavam e reagatal-o se .t pasaivel; mas
o recente combate de Sarraa interrompau par em-
quanta as communicacoes com o Solda.
afM
Segando urna folha estrangeira, o imperador do
Japo deu do seu balsinho particular 3(3 ),0J0 yau
(o yen vale 930 rcis porteo uiaia oa menoa) para
os trabalhas da defcaa daa coatas.
Iositanlo este exeaiplo, diversas subsaripcs
foram abertas no Japao para se constituir um,
funda especia!, afim de ie augmentar aa tortifici
cosa d littoral.
Estas subscripcoas attingara j urna somata res-
pritaarel.
listados Dnlilos
A 18 de M.io os cavalh.-iros da trabalha orga-
nisaram em New-York um grande meeting p ira
protestar contra o ,r .tada da extradiccao recen-
temante concluido entra a Rusaia e oa Eatadaa-
Uaidos.
O orador mais natavel naquella reuoia foi Mac
lrlyun, que faz a apalogia do regicidio, e deeiarou
qua na sua opi ia aquellas que pelo bem do
aoa piis, diligeaciaram matar o czar, sao bomeos
ob.-ea, heroicos, de espirito elevado o abnegaco
sem limites.
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LIQAO DE COUAS
VI
5. ^BSTAO
Lt'ccs de o isas cono me>o do acquisica-j de no-
vos vocabu'os e de Itabitaar a propntdade dos
termos c preciado da linguagem Ejemplo de
urna.
Ao pasio que, entre 03 servicaa qu: preata, a
tcue de cousas di aos alomuss o oanh :cimento de
njvas cd'isus, foruecs-lbes tambem oj uomas d'el-
las, bam e..in 1 as pala .'ras qu: 11 ellea eo naces-
amas para exprimir aa ii .3 qi; na occasio se
desp rtam
Por moJa que, a cala causa, a cali noca re-
lativa, o aluioi) apraali a appcar a palavra
aprop.-iaia a deaominal-a, o moda de expritnil-a
com ex tetid 1.
li prssedendo-ss p>- iacerrogaoai e resodstas
ger-a-'S, os erras da liog .ag.-m aa corruptelas, a
mp-op.-iedi ie d .3 ter.n i, 1 desordena la phraae,
sio I 1 gi cirri.,i I >3 pclO'm'Stre, hab tuanda 3 o-
ammnos ao que sa t -m chamado rcjacgl oral ,
exprcasa 1 pr i.a i'i. : ... : 1 :ta de seu p:osa-
mauto en tana c .rree^a > cas'tgi 11.
E' ter iss) qua, Onformj diz 1'. Roussslot, as
liguas de Causis eusiuam timbara a filiar, li -
petiaio a d'serlpjli da un objjcto fa niar 03
al'imnis reperem palavrai que exprim-m idas
par ellea adquiridas, po:- ces couiprsheaiil..s e
A -naos cheias vale por abundantemeate com
fartara. '
A' mi armada, i forc* de armas.
De boa m&o quer dizer aom certeza.
Atoo de papel cinco cadernos de papel.
Sido de milho vi nte e cinco pares de espigas.
D1 palavra nado tes-se mantudo qu > se applica
a quem tem raaos muito grandes ; mancheta, o
que se toma ou ae abarca com a ino.
Aquill que seexecuta ma, chamase manual.
Trabalhos miuuaes. Artes manuaes. As cousas
quo fcilmente sa podem segurar na ma : objec-
Cos manuaes
D-sa o nema de manual ao livro paqueno.
para trazarse na maa; manual daa.issa. Manual
tambem o titulo do livros para estarem sampre
maa ; manu A de pcctagtgia, etc.
Para exprimir a aeco de emprogar as maoa
em fazer slguma causa com cerra destreza e habi-
ldade temaa as palavras manear, manejar, ma
nejo, nvineio. As meninas devem saber manear
a agulha.
Maneavel o que fcilmente se manea. No
m'sma sentido ha maneiro.
E" oacasada dizer que o mestre deve. de espaso
a espaco, voltar atraz, repetindo e faz-mdo os
alumnos repetirem as palavras e phraseg enaina-
das, dan lo a cada urna deltas o sen'ido proprio
e preciso. Q tem na sabe repetir nao sabe en-
sinar, dissa um pedagogista e em disel-o na fez
ma s do que affirinar o que diz o eimplea bom
MUSO.
Depais o professor l algum trecho que se re-
tira ao oojecto da lioSo, ou dita para serena es-
criptas phrases em que eatram palavras da3 que
enainau.
PERNAMBUCG
Asseiiilili Provincial
qua ref reseutam cai3ia j i: elles cauhe
qu-
ides viram, oaj:rvarara in'clliganteineute. E'
a assaciaca da iiis i: ah auxilia o cnsino, 110
liz:r da A B lia ; estabeece-se um* relami en-
tra um-: palavra e umi causa p da ida q ie aa di
deasa causa, idea foroecida pelos sentidos, pda
ubiarvigao, por quauri-r meio ; e d-sta feitio,
com o conbecimeato das cousas, se augmenta o ia
lioguagan e pela rep'ticlo e proseguiment 1 de
exereicios desti natureza, deaeavolve-se o empra
go intelligeuta d lingua.
Porfalti de e\r: ic 3 lestes jae sa v ran-
da amar j do p ssaas Ilustra fas r h ibais ex-
p coirem-se mal, ter-m liffiaallide no diz r o
qua ellas atb.'m, revelar urna diaco d'fcituoaa, e
aebarem erabur'Ca em faz r comp.-eheud'r palos
outros aquillo que eli&s ta claramente teem 110
ent-oiim nto.
A' escola cabe obviar eta defeita e um d-s
mei 13 mus elfi: iz s esta das lices d c lUsaa.
hlxenvpl') de una liqao d> /tinas sobre propriedade
dos termos t precisdo ta Ung
Esta gi Consiste, est bam visto, u firnecer
aisalumias 03 termos apropriaios mauilesta-
cio de suas id-is e n.i en-iusi'-lhea a enuncia! aa
precisamente.
f' ia aar dada por modas divers s e combinada
c^m outros exerc m .
Eioigiremoa um exarcicia no gener 1 d'a qu-1
se lara as L'Ssoc.8 in 1 inguaga da Hirain Ha
dley :
Com qua que os na -nios escrevem
dente, veste i moda arae e adapwu completa- a razdes.
C ira a pamia. Com o Upis. Com o gis.
Mj eooa/ ae servem dapanna, do lap'3, d)
gz ?
Peganlo cum a m3a.
E o que :t ralo
A mi com qua n? pegamos nos ob-
j'Ctos.
Falta na respssta al;uraa cousa para ex
prinn ir com exaetid 1 o que se tem em in nte.
O menino quer dize que 1 m 1 o m-mbr ou
pirta do corpa e >m a quil p-g-irnos nos nbj -tos,
cimqueos seguramos. Nao basta erabeeer as
c lusaa, ab :r .1 qua ellas -.11 ou orno sil., 111
diapenaavel sabel- 1 dizer.
A mo oa m-uiuos veem a tolo instante e es-
tao sempre a servir-se d'ella, mu nao sabiain di-
z :r o qu^ ella Ori.para izar o qua urna cra-
sa faz sa mistar obsrvala bam, reparar o que
uel a sa v e se distingue.
A ma en parte do j >rpj hura 111) qua s segu
ao braC 1. far 1 q 1: are e.ll 1
A nilo Serve, para sa p-g\r.
rudos a ib m, mu naos: hade dizar qn
a indo serve para se pc/ur ; p irque na 1 s para
isso quri ella a rv, 8 n smo esse mal > de dizar,
alera ie ioco-npleto, inc irrecto ;serve pira se
pegar, mas p gar o qu- ? ou cm qu precia 1
dizer da forra t que o pasamento tiqu expressali
iutegrulmuute, isto que uao fique fal'andi uaii.
A un acertare us sidissermis qua a nao a
parta do eorpo humano que termina o brac qu
serv- p-ira o tacto, bem c m> para a preh'-nsao
-I e os.
Tacto, o p: : 'i ia ebjectos tocan lo os, pil
psll !0 Os.
Preheuso, o peg ir, o segurar os objectos.
Ecr-vira agora ua pedra O qua o para que
serve a ma
11 o feito, ni' dg.:a os ra-'iiiaoa o qua c que
oiservain na mo
Os dedos.As jautas As unbasAs eos
tas.
Bem Obervando a mo, nos v m s que olla
tem a pelle que a env Ive, tem a face interna, au
t ri r, cncava, que ee chima p.lma, 1 ex 'ra.
pos'-'ior COncaV, que o doro, vulg-reme
oslas da ma Os n.-i .s que e rastituera a m
dividein 8-' era OsS s do corpa ( qn sa a e non
lost-' extr-mdade I 1 auto orac ), ossos lo m'ti
carpo, 03 que va 1 do cor m aos del a, e p'cllan
ges. 03 dos ledos. Leo o mestre nao se limita a
1 zer, va< apurando na mi' e fazeu-1-i os m mnos
repetirem. (K nSo faltara h je livros escolar s
con estampas qu: r-preseuiem o esqu -leto, os
muaCDlos, os ni' ati 1103, etc.)
Asnm j sabjin os maani's, qunlo sa di ser
de um dei es que d u un t-.-.lni n'um 1 ph -lan/e,
ui) foi miia do q ie t-r-se cirtado ura dlo.
Que 3e v uiats na mil ?
As juntas
Sin, as d se-lhes o ora; d: articula
fies
Eierevam lod >s esaes noines na pe Ira e escrip
tu cada nm, m- vio diaeado o que sign:ficam e
ra 'straudo a parte algdW -ada.
A,'na vamos v.-r locacies muito osadas oode
cu:,-1 a pilavri mi
L -uto s ? Qiie e-rasa IneuQi ?
liespi.li a' ra un q .e me iiilternmpeu,
qn tueuco tarn mor-al- no s-n'ilo d-
phrase, leunoio ,le palavras, dleea. Qialquer
ios 11-o .1 s ,< guita o qu uaa enteular, essa
in^rru yli p-iuii'tili e Btil.
V .in -a p >i< loauiJei
Para exprimir se qu dous iodivMuas sao rnil*ro
unid 14 e aungis utnnos, dis-e : ao como oida-us
dedos da mao.
D um op'rario ou traba haior mafrac', qu ae
rt-itreg a pregunj-, liz-se que ten pello nu palma
da nao p >r u.io tazer uso Mellas m seu serviCi,
por i-T Va lia,
-V/ios Unpas ou l'.mpo de nsd<, diz-sa de pessoa
11 ura li, q in ai a-i ni 8'r tc^ii 1 di que albei
u 1 8- inauaa 1, na 1 tomou o rasa a1 una para si.
Be jar as naos, diz se pira exprimir agraleci-
inen< 1.
F6r niiis d obra qu -r dizar coa -car a fazal-a.
Dar a sai a ogum aja lai-o.
Ir d mi siguiaa ujsurariar ooot argumentos
37" SES80 EM 4 OE MaIO DE 1887
PUESIDENCtA DO Bill. SB. DI!. JOS MASOEL DE BARBO
WAXDEKtEY
[Conclusao]
j'O 8r. JoM-Maii (pela ordem)-Sr. presi-
dente, deu-se bontem uesta cidade um facto que
doj oe altamente contra a uossa m ralidade e a
nossa civilisacSo,
A policia penetra em um cstabelecimenfo indus-
trial ra do Imperador, sem as formalidades le-
gaes, sob o pretexto de apprchender escravos que
seachavam firagidos ; c effeetivamente aprisiauou
urnas infelizes crca'uras. uns homens, urnas mu-
Ih -res e umaa creancas, semi-ns, c m as taces
encovadas, cora 03 corpis chegados, dizeudj essa
policia, qua 3e converta assira em cacadora de
gante, qua taes inliviluas erara escravisados ;
mas 11 n a palisia exhibi documentos comproba-
torio! de sua atnmativa e nna aehava-se munida
do mandado respectivo, adra da poder invadir a
casa a he'a
Deram-se, oirtinto diversos abusas.
A pilicia j urna iuatitu'-cl) paga pelos cotes
pblicos para mantera 01 i u, garantir a vida e
l pro iridala loscidadis, qa ara esse tira con-
iririn ora o imposta.
') senhoi- li escr.avo fgida, se quer apprehen-
ier a saa snppasta propriedade, que seu irmao,
leva procara: o auxilio dessas ceatjras infelizes
qua vivera da triare c degradante profissS >, mais
triste c mais degradante da que a da raessaliua,
da capturar 03 seus iguaes e m litas vosea o aeu
proprra pai, o- bsus irraais, 03 seui parent-s, em-
fim. A poli.-i i nao tam cimp'tencia para appre-
benlar escravos fgidos (\poudos'.
O Sr. Viseoade de TabatingaTem campa ten-
cia para garantir a proprie J le.
Vosea Va'. Oh!
U11 Sr D lutadotas o homem oo n")
p : ser obj- .t 1 d priprie lale.
O Sr. Viac.uie da Tabatioga-el o-ha em-
quanto a lei nao f.;r derogada.
(Oh! Oii! iipirte3, cant-'stav'ojs.)
O Sr. J is MiriaP licito-m pir ver ni baa-
cali conserva-lora quem 3: siota aniniiid's
loesm '3 santira ratos que eu a qui, cara 1 eu, lasti-
ra:o estado le proatra o) moral, da avilta n "it e
i' miseria a qu- b) rcluzi loa nassa paria os
exploradores da raca infc. Feliciti-.u- or ver
ent-e es coma tentes di grande cao 11 o noto-a Sr.
2' secretario e o honrad) deputala o Sr. Casta
'i .raes.
O Sr. Costa GomasE, como estea, o ch:fe da
:)Oi 'i 1 '3 \lag013.
O Sr. Jos MariaMas, dizia eu, ni) incumba
policia ixereer essanefauda mis^ En'ao, se
nh t-'S. na m lis do que apresautar-se un indi-
viduo o p'.gar p.licia para appr.he id r, no ds-
micilio do eidado, aquella que diz ser -eu caer
vis ido Nao ser tiec-issario qua nrov-quao
lesgracado fF-ctivamanta p-opneda.le sua, per
anta a lei p sitiva, j qu: anta u iinprescriptivel
odigj ila moral universal essa demanatraco na
se p i ier fsz '' jamis. .
O Sr. Jo' de OliveiraProv-i que peraufe a
nosai legislaoi tamb-m u.i 1 sa p >d r fazer.
U Sr. los vlaria... n> ser ni:cesi,ari<>, diga,
q 1 a :: ilici-i --xhiba o m 'nd-td da aut in iad icam-
p tente e que o seubor demonstra po- ra io 11 mi-
tncu'a a po.-s sobre o homem qua. 111 uso lo sa-
ra i 1 -lir.-no d- defaaa, fo'-', oaculta se, feuta re-
up-r.tr a liberd ide ?
Porv-utura o crime de aeoutir un r sera visad
lunide por lo raa diversa de outro quilquar cri-
me Se ura asaassino, se o hornera qua eotnmet
ten o crime o mais n'fand rafagiar-se em urna
casi, a p!ic:a p i lera invad I-a, sem achar-33 m'i-
uida da competente muid ido
E ae era ura aso 0011 esta, em urna emergen-
cia d'esfas, .1 p 11:11 carea: da cimpotencia par.;
invadir o domnilio albeio, s- ha forra idd-i las pa-
r que a pns 1 s ll'-cfi-. -.111 4 1 li-sappi-
1 acera estas quiu-1) se tracta da appr-h-usa da
um esoravo fgido
O Sr. O enes ('aranteMis 03 eajravos entai
eslava n ah
O Sr. Jos MaraEstavam em una casi ; esa
ura a orH -ma.
OS Cuta BibairoN'ura tarrea pirticular,
facha io a mjro.
O Sr. J .s y iriaP,-ira vira 11" pr ,- ira.ram
o proprietari) d'esse torr uo, qua sa e- I-eu da
rte 1 qu-iles inf lizas c 3 acceitoa, I-. raesms
forma que eu os teria reob'do, sa ti vasas n
lem'iranc de procurarem 1 miuha casa
ir. Jo.Va da Onveira Eu decan qu
ti ve.
O Sr. C -ata itibeiraO tal erira d
to u rae'te ,r,-11 a oingueot.
O (. Bir 1 de Itapisoiim 1 di ura aparta
O S.-. Jos VI .nal ai certo q 1- u n a iliss
tro mil go, que -XI.'.-un Osl 1 o nu i 1, .1 i 1 ter a oa-
diineu* i, ae, nos s us ps, f-s-, implorar
ir 1 ec.o um i'sgiacaia eacr .vj.
Forara presia, Sr. | 1 eaa-a infelizes
qie se diz ser-un escravos e eacr.-ease siguas
,-i lera sel-o, p >rqu! sai manares da H
.11 ras; Im r" qu i palici 1, 110 nf.11 i ,rai
ar un ac'o 11 gro, com a raini.n a girgha d: en
v i'to 00 n O desgiacal is -. 11 o sio.
pp elle 1 le i tarab-in pobres cruucis, quo sa<
livres coran nos, qu sa 1 mai3 livres talvei d) que
19 enh as 1 1 1 un t >ra tai vil acoS >
U Sr. C ta BioeiroAqu- des i -scr-ivos p'-r
que.: iujustiya (a lei fel-oa u iseer eseravo : este
O sai por na fule, 8-i STVispir uaturezi.
0S~. Jos VlariaE s policias ua hypothese
f Kara e pi'ea d carao voldn'anara -ote, tpont
pro ira, porq 1 .nro nao hauve reqaisicao dos se-
.ih)ies .ess a escravos, que nem quer s) resi-
d -ut- s uesta capital, e uaa tiuh :n ,1..- a unequen-
ci 1 ciuh-cira-uti do lagar ond elles se aabtvass.
O 11 b-e de ai'ado, oou ilustra araigi, embora
ad'erdano poltico, exultop de satiefico a ver
que da bancad nneral levaratavam-sa vozes dis-
eariautes d- s d > humi ie oralor qua agora ocsa -
pin att-enoi) la Asseinb'i. (A lartes.)
Nao bi a men ir dunda que no saio d 1 grand
pirtidi nb-ral, 1-biio d Sta ponto da vista, '.-.
grao le i sha-m ma, eom ) reina tarab'-n d-shir-
111 ui 1 111 so d ) p irt lo ao.nerv 11 >r, uii s dsa-
ta pi-ivtucia, mis da talo o imperio.
Nos 31b n >s qua i Sr. D.-. cu-fe d ,H>li-:4 da
o a, 1 S' C >. li BisfiS, qua conforma lis'ro ts-
d)9 sjrua a i'aili, 8' toril ra ura capi') di
mitto, -si e.n diamtral opposicSi enn o lilustrs
ehinrado Sr. Or. Orticica, ebefe da pilicia alas
V^g6is. '
E para deraoiatrar o maa aserto vou lV Si-
guite d-eun-ati: (4)
v' pois, o nobre daputadi qae o sea honrada
correligionario, ci-fe de policia das Aigois, faz
oatusivaraaute esta recammeu lacii ana sus su
alt raa; de surte, que ranura ab)liei>uista pr
mus exaltado que fiase podena -seedel o era sea-
timen'iii altruistas, paderia eiodel-o ni abalioia-
msrao. ...
E""esta a verdadeira theona : aquella que faz
maia do qua est reoammaoiado pelo a. Dr. Oiti-
cica tranagridn a Isi.
ja
1: ni na
1 am
-i


Diario de PernambncoBoleado 11 do Junho de 1887
O 8r. Gomos PrenteEssa portara est em
ontradiccio manifesta com a 'ei.
O Sr. Jos MariaAdmira que sendo contraria
a le a doutrioa eipeJida pelo or. Dr. chefe de
policia daa Alag _,.,.. .
O Sr. Gome ParnoteQue j foi exonerado.
O 8r. Gusta RilwiroMaa foi por Uto? !
O Sr. Jos alaria.. tivvsse continuado anda
8, S a exereer o sao logar, do qual nao fui de
mittido, oas sim substituido por ter tomado pasae
do l'jgar o |>r.,prii'tario, porquanto o Sr. Dr. Oiti-
cica que uui magistrado tnuito illuatre, muito
d9tiocto, estava uterinamente ua chefatura de
polica.
O 8r. Gomes ParanteAinla nobre diputado
est engaua lo. Neato ponto o 8r Dr. Oiticica
desbarmouisou-se com o presidente da provin
cia.
O Sr. Fi-rreira Jaobina O Sr. Dr. O ticiea
um carcter muito reapmtivel.
O Sr. C'Sta Ribeiro Tein um noine indgena,
lato mostra que um verdadeira brazileiro.
O Sr Jos ManaO nobre deputado diz que o
conten lo desta circular contra a LXpresaa dis
pascao da le.
0 nobre dentado que jurisconsulto, doutor ilc
borla e capello, far-me-hia um graude obsequo i
dzenlo me qual a le que autora i a polica aj
eoaVerter-te em capitio de campo Declaro ao
obre deputado qu deacouheco esta le, era me
consta que ella ex-ata.
O Sr. Gomes PrenteO Sr. Dr. Costa Ribeiro
ha pouco cit u a.
O Sr. Cata Rib ir. Eu V .'
O Sr. Ganes Prente -Siin. A le do Sr. 8a-
raiva, de 1885.
0 Sr. Costa Ribeirolito entra cousa.
0 Sr. Jos Mara -A le do Sr. Saraiva-Cote-
gipe puue o individuo que aconta cscr.vo.
O Sr. joo de liveira Quando para ntil-
sar-se aos servicos u'elle, e mo para dar-!he
fuga.
O Sr. Visccnde de TabatingaAnda prior,
O Sr. Jos MaraMaa essn lei nao aut'.-risa a
polica sem as formalidades legaes, e mesuio com
estas, a prender escravos fgidos como se fossern
criminosos.
U Sr. Gomes PrenteSe a lei se (xecutasse
cases abusos nao se respeitari-.m. A polica deve
prender os aeontadores.
O Sr. Jos Mara (com forca) Pois o nobre
depuado que conservador,, que mig do .-'r.
ebefe de polica, denuncie que o humilde orador
que est na tribuna, secutar sempre que poder
todas >s eseravj3 que tiverern a leinbre.nca de
procnral-o.
Fique sabendo o nobre deputado, a provincia e
o pas nteiro que o deputado Jos Mana acoutar
pela maneira porque pud-r e quizer todo o escla-
vo quo se lembre de procralo.
(Apoiados. Muito bem, inuitj be.ri).
O Sr. Bario d' I'apissuma Pode acoutar, mas
probibindo o a lei V. Exe. nio procede bem.
O Sr. Jos MaraEn nao Jou abrigo a escra-
vos, de boje. J em 1875. endo eu vindo do Rio
de Janeiro pas3ar aqu as ininhaa furias, eucon-
trei pr acaso em um lugar desta cidade urna
pobre mulher perseguida por quatro belejuins, que
tentavaui prrudel-a.
Abriga i eesa pbre mulher eu miaba casa,
dei-lhe entrada pela porta da frente e sabida
pelas portas do fundo, i'.Indindo assirn a vigilau-
cia dos capitaes de mato.
Sao pi-sidos ll nnoos.
Assim, aenhorea, se naqueda pica, quando o
espirito abolicionista nio ratava t.lo desenvolvido
pela crrente das idea modernas ; quando o abi
cionismo era considralo um crime, eu assira pro-
ceda, amatando com aa iras da opima 1 ; se
naquella poca eu tioha semelhaute proeediraen-
to, imagine V Exe., Sr. presidente, h je, que a
idea avoluuiou-se, cresevu, apoderando-se de to-
dos os corneos dos brasileiri, imagine V. Exe,
repugnante, o espectacalo d ccala humana, ao-
creace ainda a cireusastaneia de haver appreheu-
dido como oserava ama mulher livre, cera um Sino
que a naraentava, e que se acha at o presente
presa na Casa de Detenca >. *
Pergunto eu : m vista da noasa le pideria ppr-
ventura a pocia proceder por este modo, mndin-
do a propriedade a!h-ia aob o pretexto de prender
individuos auap^rtas ?
Os nobrea denotados me respradam.
O Sr. Gispar de DrumraaudDa quom era pro-
priedade ?
O Sr. J' Maralaso nao vem ao caso ; era
ininba por exemplo.era de quera quer qua *ej.
(ApartiS )
Pois bem, este quero quer qui s ja, que assira
pro.cdeu, daudo guar la em aua propriedade ao8
infelices eacraviaaloa, um bomem de Cornejo
larg>, um hjmem de sentimeutos, um homem
de quali ladea ixeellentea.
O Sr. Gaapar de Drummml Um benem-rito
da patria na phraae de V. Exe.
O ir. Jos Mara Oque V. Exe. diz par iro-
na, en diiro onvencidtuiente.
O Sr. Gaspar de Drummo i0 raen aparte nao
foi ironko.
O Sr. Jos MaraPois cu dg> V. Exe. que
teaho aentimento de nao ter cjucorrdo para dar
ac ,'ula a lobi eases eaeravoa.
Tenho pesar de que u5o tlvease silo eu quem
i- 'si a este acto de pesuda philan'.ropia.
Sr. Barto do Itapissum 1 Este crime.
0 8r. Jos VI iraEste crime, mas que honrt
ao cidala> que o pratica.
AfHnco ao nobre d put.do que tenho Eenti-
mento de nao haver praticalo essa aeco nobre,
grande e generosa.
' O Sr. Viaeonde de Tabatir.giPoia uao,
O Sr. Joj MaraV. Exe pol > pensar de mo-
d j contrario mas eu nao teibo culpa de que o scu
c r l)ro seja refractario s correuiea da civilisa-
eao, eu nao tenho culpa de que o seu ciraclo se
feche aoB clamores das viulimas.
O Sr. Vise nde de TabatingaTudo ato mu 1
to b ui'to, mas nao enta.
U Sr. Joa Maria Pode n2o entoar para V. Exe.
mas nii para mim, assim coma para t-da a na-
cialidade braBiieira.
Jigo, de que eu eerei capuz
O cidada) que acoitou cssea escravos, appra-
hendidos pela policia transformada em capitao de
mato, teve o procedimento que ti ve, que tenho e
que t< re Bcmpre, eraquauto nao vir extiocta de
todo esaa maucha negra que aeia a iiossa naeio
nelidade.
O Sr Osta RibeiroApoiado : isto honra mui-
to os seutimen^os de V. Exe.
O Sr. Jjs Maria Por honra don brasileiros
eu arHrmo que sempre assi'n procederei, eom a
consciencia tranquilla, com a eonvieco de que
cumpro um dever toda vez que se me deparar ce-
casiao de arrancar o misero eacravo do chicote dj
seu brbaro aenhor.
Pois que, 8enhorcs Hav. r quam possa ne-
gar que as&im cumpro um dever dictado pelaa
leis do altruismo ? Isa j p le ser urna idea sen-
timental, Uso pode ser urna idea que va prejodi-
car o ultimo redacto onde se acoita a eac-avido,
Uso pode ser urna trans^resso da lei, creada p r
aqnellea qu querem coutemporiaar ; Uso pode
ser a que os nobres deputades quizerem, maa ci-
ma de tudo isao m colloco a dignidade de meu
territorio, cu colloco a dignidado da tninba pa-
toja. Todos os meios sao boas, digo eu aua o-
res deputadoa ; todoa ea meios sao d-centra,
comtamo que o ato seja moral, grandioso e puro.
(Apoi-idoa e upplausos das galera--)
O Sr. 'Jarao de ItapiasamaTodoa na quere-
mos a abolic^ao, mas de modo diSerentc. Vv.
Exea., porm, querem taie!-a nossa custa. tu
talvci s-ja mais abjlicioiiista da que muitis qu-
ae dizem. Estes com certeza nao teem al tornado
tantos escravos como eu, sem esperar a ra ir uva
recompensa.
O Sr. Jos Maria-Sr. presidente, infelizmente
boje considerado nm crime o acoitamento de
escravos fgidos. E' considerado criminiao o ci-
dadao que abrigx em ana caaa o escravisado, que
foge espavorido do aznrrague do acabar.
Maa os cidados de coracao b m formado que
aasim procedem, serao no futuro benemritos da
patria, serao veneradoj, do mesmo modo que hoje
sao \enerados os n ss s maiores que derramar-,m
seu sai.gao e eacrificaram sua vida em prol da sa-
crosanta causa da liberiade. N'aquella epocba,
quando eate s culo estava em c meco el s eram
considerados reos de polieia, eram enviados for-
ca, aua3 casas arrasadas puraque dcllea nao rea-
taase a menor memoria, para que a aua decenden
cia Ccasee maldita.
Tudo i=ao, porm, foi intil, porque os hroes
fiaraui n historia, porque aquelles que se sacr-
ficam pela liberdade, tc-em direito a perpetui-
dad e.
O Sr. Costa Rib'iroApoiado.
O Sr. Jos Maria Aasirn, Sr. presidente, nao
me admira que boje sa queira atrar ULos sobre
aquelles que procurara proceder de accorao com
os seu. sentmentos.
Sr. pres lente, cu bou bastante coherente ua
iMiuha vid p lrica, e aa porven'ura algamaa ve-
sea t.-nho errado, tem sido independente de mmba
vontad", tem sido por iraqueaa de inteligencia.
(Nao apoiados).
Nio ne pode tambem dizer de mim Sr. presiden-
te que eu aasim me exprimo, porque nunca posaui
escravos, porque nunca os ti vase herdado. Todo
inundo sabe que cu hcrdei de meus avs, restitua-
do immediatamente a liberiade aquellea caer-
visados que pisiaratn para o meu dominio.
Um Sr. Diputad.: Ha muit.a abolicionistas
que nuata queato de lber Jada tem feitojog) de
interesa a pr.pri.a.
O Sr. Joa MaraMas eates uao sao abolido-
uiataa, -:5o eapeculadorea igue3 aos especnladc-
res, que existem em todoa oa partidos. Dsade que
ae agita urna idea, por mais santa c pura qae s ja
nem por isso deixiin de apparecer apostlos de
falsa fe. ..
O Sr. Costa RibeiroSem duvida.
O Sr. Jos Mara... nem por iasa deixam do
apparecer cortos individuos que pretendem de al-
guraa forma prejudicar e comprometter aquelles
que de ccr.icao se saenfieam por amor deasa idea,
desaa ciusa.
Estes, porm, que r-speculam com a dor do in-
feliz cocravo, qae prucaramfas-r jogo de interes-
ges tratud:-ae de um principio veacedor, nao sio
de modo algura abolicionistas, hffirmo ao nobre de-
potado que acaba de honrar me com aeu aparte.
Um Sr. DeputadoMu i toa dellcs aao at chafes.
O Sr. Jca MaraNeste caao V. Exe. indique
quaes 10 e.lles, s-i-. frai:co.
Por jue motivo o obre depntado nao ha de ter
a franqueza que eu 'cobo?
Se porvcntirra levantasse urna aecusacao desta
na'ureza, 6que V. Exe. eerto de que denunciara
os culpados, embara foasem mena amigoa, embara
fosscm meus corr iigionar;os.
Tenha c nobre deputado a franqueza e a cora-
gem precisas de iudiear -ne por Boma estes in-
dividuos, qae segundo (firmn especulan! coua os
escravos.
nobre depaiada, porm, fica ailencioao, de-
inonatrando ata m que fez urna aecuauco vaga,
aera ponto de opoio, a-m o miaiico fuadameuto.
Sr. presidente, alat de todo qnanto fez a poli-
ca, preatando-ae a na miater vergoahaso, offere-
condo aot h-ihitantca deata cidade um eapectaento
Um Sr. Deputado V. Exe. d licenca para ura
aparte,
O Sr. Jos MarisPoia nao.
O m smo Sr. Deputado Em casa de quem ea-
tivatn eatea escravos ?
O Sr. Joa VlanaSuppanha V. Exe. quccat3-
varo cm miaba casa.
O Sr. Antonio VctorNa casi de V. Exe?
O Sr. Joa Maria O nobre deputado pergunte
ao Sr. devgado que l foi, e elle que luforrae. Es-
tea escravos estavnm em urna propri dade miaba,
destinada para "39t fim. Agora como ja toi deaco-
berto o eacondrij 1, vou procurar um outro e duvido
que a polica descubra (Ap-rt'a).
Qoaudo digo que meu, porque os n.-brea de-
putadoa iosutem em canhecer o nome do cida lao,
como se isto influencia algama podcsae ter sobre o
facto.
O Sr. Gaapar de Drumuaad Mas o facto nao
est no dominio publico ?
O Sr. Costa Ribeiro Parece que ca uobrea Je-
putados na apreeiaca das cousas publicas nio po
dem prescindir das iudividu.lidades.
O Sr. Jos Maria Maa j quo os nobrea depu-
tadoa insistem, eu direi que parece-me, presuin-
pfao iiiinba que o terreno em queato da Baro
de Aracagy.
O Sr. Gaspar de Druramaoi Ma quem o I >-
catario ?
O Sr. Jo= Maria Na 1 p 33o aceitar qu; o h n-
rado Barao de Aracagy subloque parte do palacete
em qu^ reside. Um fidalg; da tempera e abaataa-
ca de S. Exe. nao alugar por corto aa d penden
eias de sea eumptuoso palacio. Pertanto, se o fac-
to se deu em dep n i-acias di residencia do Sr. de
Ar-.^agy, que .1; 13 votau p la lei reaceioooria,
de crer que oa t3cravos estavam all oceultos com
aciencia e consentimenta de S. Eic.
O Sr. Preaideut Pec.i ao nobre depntado que
r suma aa suaa considera^oes, porque a hora vai
adiantada.
O Sr. Jos Maria-Fiquem, pois, aabando 03 no-
bres deputadoa quo o terreno, segundo estou in-
formado, do Sr. Baro do Arecagy, y,ue, fazendo-
se acreditar, segundo imagino, um grande escra-
vagista, no fundo decidido abolicionista 'riao'/
ar-m^lhauca d'aquelle aenador da Unio Americana
de que na d noticia a Cabana de l'ai Thom 11.
Sr. presidente, V. Exe. annuncia-rac qae a hora
est terminada e cu dou porfiada a ininba miss),
enviando mesa um requeriraento, p dinio infor-
matoea eerea do asaooipto.
Quer seja de lei, quer nao o seja na captura de
escravos, nao se pode prescindir das formalidades
legaes, como nao ae prescinde em caao algam, por
maior que seja o crime que o cidado haja com-
ntettido.
Por coosequencia, ainda meamo qua a lei tenha
pennttiio o que nao exacto que a policia ae torne
cacadora de komeis, violou na hypotheae de que
se trata a lei, omuietteu um crime, porque pene-
trou acm aa formalidadea legaca na caaa alucia.
Sei, Sr. presidente, que o m?u reqU'rimento nao
ser approvado, maa nio tenho ontro n'uito senas
lavrar por esta forma um protesto que os rneuo
sentmentos de homem acooaelham-me.
T iiho cumprido assim a miuha mssio.
(Muito bem; muito bem!)
Vem mesa e fica sabr tila para ser cpportu-
namente h lo, apnado c discutido nm requerimento
do Sr. Joa Mara, relativamente captura de es-
cravoa fgidos, cm urna casa da ra do Imperador.
Pasaa-se
1 PARTE DA 0BDEM DO DA
Contina em 2.' diacussio 0 art. 1." do projecto
n. 41 deste ana (fisacao ae forjis).
O r. Joo Mara (pela ordem) requer ao
Sr. presidente que consulte casa se consente que
seja encerrada a discasao, attendenda a que a
materia j foi suficientemente debatida e a que a
Asseinbla esta prestes a terminar os aeua traba-
Ihos.
"ousultada a caaa, rejeitado o requerimento.
O Mr< Beguelra Costa(Nao devolvcu o
seu discura 1).
O Mr. Jane Maria (pela ordem) enva
in-sa um requerimento de prorog.icio de hora por
20 minut08 para continuar a discuaaao e votar-se o
projecto.
Posto a votos, rejeitado o requerimento.
Paaaa-sc
2' PASTE DA ORDEM DO DA
E' approvado em 1 diaeuasao o projeito n. 51
deste auno.
O Mr. Joo de % (pela ordem) requer e a
casa concede disq-na do interstici. para que o
projecto a. 51 seja dado para a ordem do da se-
guate.
Entra cm 1 diacusaao e sem cbate, appro
vado o projecto u. 73 deste ann >, sendo dispensado
do intersticio, a requeiimento do Sr. Jos Mara.
Entra em 1.* discuasi o projecto o. 69 deate
auno.
Ninguem pediudo a palavra, encerrada a dia-
cussio, e, poato a votoa o projecto, approvado.
O Sr. J0.10 de Ollvelra (pela ordem)
pede e a Assembia concede dispensa do intersti
co para que este projecto entre cm discussao na
seasio S'guinte.
Entra em 1 discuaaao e projecto n. 55 deate
anno.
Encerrada a discussao, e poato a votoa o pro
jeeto approvado.
O Mr. Rugoberte (pela crdem) requer e a
Aaeembla concede a dispensa do intersticio para
que eate projecto posea entrar em dircuaso na sea-
sio seguinte.
Entra em 2." diacussio o projecto n. 16.
Ninguem pedindo a p lavra encerra-se a dis-
cussao, e posto a votos o projecto approvado.
Entra em 2.* discu:-so o projecto n. 36 deste
anno.
O Mr. Jom Hara justifica c enva mesa
o aegunte requerimento :
Requeiro o adiamento da discuaaao por 48
horas
Apoiado o requerimento deixa de ser votado por
taita de numero, ficando encerrada a diaenaao.
Adia-se na forma do regiment, a votuco do
pr.rjeeto n. 21 deste anno, com aa reapect.vaa
emendaa.
O 8r. preaid-nte le/anta a aeaslo, deaignando a
aegunte ordem do da : 1.* parte : continnacio da
antecedente e maia 1. diacuaao doa projectes
ns. 42 e 44 deste anno ; 2. parte : continnacio da
antecedente e mais 2.a diaeuasao dos projeetos
ns. 51, 51, 55, 69 e 73, e 3. do de n. 16, todas
deate a ano.
56U0
iOCO
KfiviSTA DIARIA
tutoridatle* poltel:;e* Por portara
da presidencia da provincia de 2 do corrate e
proposta do Dr. ebefe di policia de 28 de Mato
Esram nomeadoa :
Para o lugar vago de 1 suputante da dit'egad
do termo do Triumpho o actual 2 suppluote Jai
Go icalvea Arauj 1 L'oa e para o lagar Heste o ci
dada 1 Jos FrazSo de Meleiros Arauha.
Subdelegado do 4 diatriet 1 do menino termo, o-
culada 1 Antonio de L abaa Lima.
1, 2 e 3 suppi -mes vlaiioo1 Antonio da Costa,
Francisco Alexaudre Pereira da Silva e J > 1 Pe-
reir da Silva, na ordem em que vio colloeados,
vis'o nio terem aceitada taca lugares oa cidadSoa
que f j .11. ora .'a-loa.
2o e 3o auppleatea do subdelgalo do 1- dU-
tricto do referido termo, Lacio Al-dina de Maga-
lh"s e Joaquim Ralrigues da Fonaeca, na ordem
em que vio coilacadoa.
Befornac alo Conanlado Ainda sobre
eate a8sumpto voltou ao.te-haitem a cA'im-ia, n-
siatiudo cm suppor, que a noticia, dada aob esta
cpigraphe aa Revista de 31 de Maio, foi-n >a rc-
inettida par S Exe. o presileutedi protincia.
Sao inacoitaveia os mjtiva3 emque a columna
procurou fundamentar asna supposicio o pira
deinsiiatral-o basta attealor-sc a que sendo are-
forma do C maulad >, datada de 28 de M ii >, nada
nos inhiba, nem naa era iropossivel cauhecer e
noticiar esae acto presidencial sen a nterveucia
de S. Exe. o presidente c sera quebra n'garaa dos
principies d confianea.
Desde que o ac o da presidencia eatava com-
pleto, assigaado clevolvila secretaria pira tor-
nal o pub'.ico, nenham mitivo hivii qu' nos iio-
pedisse no;iciat-o, antecipinio a publicarla offi-
cial da iategia de meamo acto.
B ;ra v a columna, que podiamo3 ter, coma ti-
remos, conhecimeata dessa acto, aem ntervencao
directa oa indirecta de S. Exe, o preaidente.
E para noticial o nao naa obatava o tacto de
publicirmoa o expedient2 do g iveruo, era ti.
pouco estamis por iato impaasibilitadoa de fizer
apreciagio, formular o externar a noaaa opiniao
subre qualquer aasumpto, iaeluiive 03 actoa da
adminiatraoi o.
Aasim, entendemos, qua deve ser a mise "o da
imprtnsa.
Para oa nanfrato do vapor Baha
Roeeb mo3 hontera do povoado de Cas:avel a
quan'iade 'ilol ', impirtaacia de ama subacrip-
cao alli promovida pelos Sra. Manoel Domingues
>St C, para aoccorro dos nufragos do vapor na-
cional Baha.
i antera, ni -in 1 fizemoa entrega do dinheiro ao
Sr. Francisco Gurgel do Atnaral, thesoureiro da
commisso respectiva.
Eouitfl i l'a.iib m hontem recebemos a
quautia de li'iO remetti la pelos Sra. Manoel
Domingues & C, de Cascavel, fim de aeren da-
das esmolas a trea viueas. Distribuimol-as as
s;m :
D. Miquilina S. de Albuquerque Vidal,
ra da Nogueira n. 12
D. Mana Joauna de So-.ua, ra Jo Padre
Nobrega
D Mana do Espito-Santo Paiva, Campo
Grande 5400D
CasualtdadeU timamente, na cidade do
Brejo, o teucute do destacamento dal foi con aa
pracaa, aob o aeu caramanlo, fazer exercicio de
fogo.
Nio estava muito adeatrado no tti xercicio, ao
qae parece, o soldado Manoel Felippe Gomes, e,
disparando um tiro eatcapiuhou aa aeu teenU
que ficou levemente ferido.
Vertficou a autoridade policial respectiva que
fru casual o tiro.
Capoeiras Desde a ponte da ^ Boa-Vista
at o quartel do H lapicio e na occaaiao em que
ante-hontem regreasava, de volta da prociaaio de
Corpus Christi, o 14 bata1 bao le infantaiia de
liuh, fizeram dabruraa 03 celebres capoeiras,
haveudo pao a valer e algumaa tacadas.
O mesmo ae deu no regresaar para o aeu quar
tel dao Cinco Pontaa, a meama hora, o 2o bata-
iba) de iufantaria de linha.
Alera de diverasas p-asoaa qoe tiveram cabecas
quebradas e uarizea ismurrados, foi f-rido o ca-
poeira Jos Cuiz da Paz, na ra da Imperatrs,
com urna focada as eostas, do lado esquerdo.
Reeebendo este ferimento, Paz perdeu a vanta-
de de acompanhar a msica at o ispicio, e vol-
tan 1 1, cahio eavaido em aaugue na ra do Bario
da /ictoria, donde foi coniuzido para o iioapital
Pedro II, afim de ser tratado.
Q lanta aoa outroa ... foram pira suaa caaaa
concertar ca talhoa do roato, fazeudo uaa doa pan-
nos de vinagre e chorando na cama, que lugar
quente.
Companhia Italiana Comeca boje no
theatro Santa Isabel a serie de espectculos que
pretende dar nesta cidade, a companhia lyiicu
italiana de operetas da qual emprezana a Sra.
Adele Naghel.
Fazendo parte da companhia nie e a maioria
das artistas que trabalruram ltimamente no the-
atro de Variedades, coma tambem outros ltima-
mente chegaaoa da Europa, noa parece que poder
a companhia cantar coinpletaa aa operetas que fi-
zer levar a acea.
Teudo a companhia eacolhida para lazer a su*
catra a oper ta Baccacio, somos informados que
aera a referida opereta cantada aem nsnhuma aup-
pr- ssao c que o guarda raupa um do3 maia lu-
xu iso3 que aqui tem vindo.
THaeatro Manto AntonioReasou-ae
ante hiutem como estava amiuneiado, a 2 repro-
aentacio do applauiido dramaOs engeitados, aob
a dire.-c.Io do syrapathico actor Lyra, ajulado
pela diatincta compauhia dramtica do Sr. Soarea
de Medeiroa.
O eapectaculo correu regularmeute, sendo bas-
tante hpplandido no drama os Sra. 8aarea de Me-
deiroa, bolina Mondar t oa demaia artietaa.
Finaliaou cum a comedia Bolsa e cachimbo, aen-
do muito applaudido o noaao festejado Lyra, Au-
gusto Perea c Iao'ina.
H. je representar-se-ha o aparatoso drama Mi
lag companhia.
Diamantea da corda de FrancaOa
jomaos de Pana referem minuciosamente a venda
dos diamantes da corda de Franca.
A venda ae fez por hasta publica produzindo
6,648,500 francos oa cerca dei2,5U0 contos da uossa
moeda.
Concorreram a hasta publica joalheiros daB prin
cipaes pracaa da Europa e da America.
O lote n. 45, que consta va de diversos ornatos
de rubia e brilhantea, foi muito disputado e afiual
adjudicado a diversos joalheiros entre os quaea ae
cunta o honrado negociante de nossa praca o Sr.
Joseph Krause, estabelccido ra Primeiro ie
Marco n. 6.
Este lote produzio a somma de 199,800 francos
ou cerca de noventa contos de nossa raeeda.
Clan alo9lclonlta O. alonDe Olinda
noa escreveram o seguinte :
Sra. redacterea do Diario de. Pernnmbuco
Ptco a Vv. Ss. a publicaeio do seguinte :
Cinforme foi anounciado realisou-se no da
9 do eorrente a deco da directora do Hub Abo-
licionista D. Jos que aasim ac .u oompoata :
PresidenteFrancisco Gomes de Matto.
Vice-presidenteJos Rodrigues dis Pasaos
Netto.
1 secretarioCapitio Jos Guilberme da
Silva Duarte.
2" secretarioProfessor Jos Caudido da Silva
Pessoa.
OradorTenente Manoel Joa de Castro Vi-
lella.
SynJicoDr. Arcediago Lua Franciaco de
Araujo.
ThesoureiroDr. Antonia Pereira bimoes.
S. Exe. Rvdma. o Sr. biapi dioccaano o pre
bidente h-.norario e perpetuo da eocedade. _
Urna sene de oonfer. ncias vai ser iniciada no
tbeatro M-lp raene lindenae.
Brevemente com todo o eaplendor ser iuatal
lado o mesmo club co deaejado, ajulgar peloa et rcoa dos Srs. socios e
muito selo da directora provisoria.
Parabens A O inda.
*> li de Meaadicldade Na aegunda-
feira prxima, da da Sant > Antonio, padroeiro
dease eatabelecimedto, ha veri na reapectiva ca
pella, pelas 9 horaa da maobi, urna misaa cntala
orando ao Evange.lho o digno Capalia Dr. Jero-
nyina Thou. da Sil-'a.
Finda a misaa ter lugar com solemnidade o
acto da benco do Santiasimo Sacrameato.
^Lanleraa agioaDiatribuio-ae hontem
o numero 191 deste peridico livra e humoris-
tico.
Agradecemos o eremplar que nos remetterani.
Hosapltal Piiriuuei-O mnvimento das
enfennarias deste hospital na sainaua fiuda foi o
seguinte :
Uxistiam em tratamento...... 19
Sahiram curados............ 3
Ficam em tratamento........ 16
19
Entrn de semana o Sr. mordomi Gaudma Er-
uesto de Medeiros.
Club Carlon Gomen Saleraniaa baje ea-
te Club o 5- aoniversari) da ma'ilUcij di sai
bibliotheca musical eim umi aesai-a liferaria no
sali la sua ed*, terminaudo a testa com um sa-
ra musical e dausante.
Prlnaelra ouinmnnlio em Afaga-
doatttein.tteram-u is o a-'guiute :
Teve lugar s 7 horas di unautvl Jo da 9 do
eorrente, na matriz de Afbialaa, o el.fieaate act)
da pnaa in commuuho a 28 ra "i 11 .s e meninas
Auxiliado o R.vdra. paroch; palas profeaaoraa D.
Mana Brandio e D. Gmeroaa de Medeiris, p8ie
eouaeguir levar avante um 1 f-'sta tao aimplea e
m'de-.f-a qu.mt 1 elifiuanta e praveitosa esaas
crian .-as em cujos coruyoea fietram gravados os
principios elementares da augusta religiaa que
profe8aam s.
A matriz achava-se deceutentemeate ornada,
a pa biptiaraal e o alt.r aljacente ostentavam
;a adornos de que eatavuev r^vatidoa, e tu lo era
amra 1 eslava preparado pala i> mnor esplenir
dessa testa iufaat.il, di feata doa meniuoa di pri-
meira commuuhio.
Approxiraa-8e afiual a hora, ellea m-irchaot
em demanda di matriz, forman io alas, todos era
bia ordem, acouipinhaios Jas respectiva! pr fea-
soras, e ao chegirera porta do templa, sai r-;ce-
bidos pelo seu incansivel p.roeh entoara ura
liyran) ao Senhor e cantando tidos urna voz,
vio ter capella d> Sacrament", onde cm com
mura faz"m a visita, edifieand 1 pela respeito, aca-
tameuta e r.digosidade a todos 03 ciretiinstaates.
Feita a oracii voltam ua mesma ordem para o
baptisterio, sentam-se e oavera com religiosa at-
tencio urna tli gaute pratica que sebse as cerera
principio de !seu tri.jecto de 550 metras por
segundo.
A curta distancia, isto a 30J oa 1)) m 'tros,
pr j.luz os meamos eslra os que aa balas de chum-
bo da citada espingarda (iras.
ap, a-nu%lmnte, o trajecto de Bag a.Pelota*-:
o que parece denotar pelo menoa talca de eafsres
empregado p la admiuiatracio para tirar deate
genero de transporte 08 resultados vantajosos qf
Os caos tritenuS-se," os tscidos daapr n le-.e, I SfV 122 cnco/rendoPara "* Bt9 *
viaeer*. perfuram-s, os visos d,vlera-se,gtc.,udftad'' e8tr"da de frro M,nM' e &l"< **
s., por tula o qua fcil canh csr se qu3 a ni," .Q cr ^ .,
Cnmpre, paia, que vmc. estudando devidt-
munte todas estas qnestSaa a su das creunte
tanciaa loeaea que poaaim intereasar, chorno par
ellas a attoncao da companhia e prom >va peoe
meios aoseu alcance a adopcio de m;didas eflt-
cazea contra os embaracas que, pr-juicanla a-
teres3es tao valioaua, se tem oppoato ao convenes.
te leaeuvolvimento do trafoga da estrada e a regidla a que serve.
Deas guarda a Vtm. Rodrigo A. da Silva*.
Direeiurla das oras ae caoaervs-
cao don porto*Boletm inetooroligic it
iu 9 d' Junho de 1887 :
ias do baptisuio, aeus vffeitos e importancia faz
o inteigeote parocho, depoia vio de doua dous
beijar a pa baptismal, ratificam aa promessas do
baptismo, reuunciam a aatanaz, su aa obr,s e suaa
p-orapat, e accendeudo 3 velaa, voltam procissio-
ualraeatea cap:IIa-rar, onde se preparara a ouvii
o santo sacrificio da mista, recbenlo entao o
Santissrao Sacramento.
Era c nc-ualo dirigem ae aa altar Ja Sautis-
eima virge.ni cuja proteecio se en-.regnn, can-
tara uus versas anlogos ao acto e receaeuio ca-
e'a um um p.-queno egistro em lembranca de um
di tao feliz para olles, voltam em companhia le
suas zelosas preceptoras para o lar d ira stico, on
de par tu 1 v.z i) abencoadas por seus pas.
Eis era ligeiros traeos o qu.' a-^ paaaou na ma-
uhi do da 9 do presente mea ua matriz de Afo-
gados.
Exiimea da PropagadoraEis o resul-
tado doa exames prestados nos das 6 e 7 do sor-
rente :
CL'BSO PBEPARATOEIO
Lingua nacional
Genoveva Teixeira plenamente.
Mara Fl> ra Colombier, dem.
Amalia Vonder-Leudeu, dem.
Mara Anselma da Conceicio, approvada.
Francisca F. do Rosario, dem.
Aprigia Soares, dem.
Anna L"bre, dem.
Maria Digaa M. Lins, id> m.
Jusepba M. da Silva, idem.
leinveiiut 1 Feruand.-s, dem,
Anna F. Rodrigues, dem.
Joauna Valeeia de Lima, idem.
Oito reprovadas.
Arithmetica
Genoveva Teixeira, npprovada.
Maria da C Ferreira Sautos, plenamente.
Jo .mi 1 Valtsia Lima, appiovada.
Antonia T. do Reg, pLnameute.
Mana Amelia da Silva, approvada.
Urna reprovada.
Duas levantaram-se do escripto.
Ia SEB1B
Lingua franceza
Zulmira de Itatia e siiva, plenamente.
Duaa reprovadas.
Duaa levantaram-se do escripto.
Fregaeasia do Beclfe O respectivo s
cal. nao o actual, mas O jue ltimamente foi de-
mittido, remetteu nos a seguinte lista di'.s multas
i apostas e reeebidaa durante omez prximo (indo:
Manoel Gomea Ferreira 305000
O meamo 6'HI0
Antonio Pereira Oliveira Maia C0ODO
Manoel Cabral de Aguiar lO^iMO
Jo-tquim Banieira Mello 2000
Jote Gandido 2iMK>
Miguel de Lima 2(H);)
Leonardo Magalhaea 2000
Manoel da Cmara Jnior 400 '
Henrique Leal 140 K)
Antonio Jos de Carvalho Jnior 2501)0
Gmaz Netto 2^000
Rosas tt C. 6*000
Pequelra=De8a localiade enviaram nos
o segrate :
Hontem. 29 do eorrente mez, a 4 horas da
tarde o R dra. Sr. cooego vigario d'esta freguezi
Francisco Peixoto Duarte, depois de ter lido ua
matriz d'esta cidade, a monumental carta pastoral
de S. Exe. Rvdma. o Sr. Bispo Diocesaoo, ce 25
de Marco ultimo, em que proficiente o luminosa-
mente trata sobre o jubileu sacerdotal, que diz
reapeito a piedosaa aceea de graca do memora
vel qunquageaimo anm?eraario da primeira iniasa
do einniente chefe da igreja uuiversal, S. S. LeSo,
XIII; S. Rvdma. o Sr. conego vigario, bpesar de
acbarac eutermo, fez nma conferencia que preo-
deu por eapaco de maia de urna hora a attenc&o r'03
ouvintea, tratando nio s do assumpto principal da
mencionada carta pastoral, como da grande ques-
tio nacional sobre o abolicionismo; e entio no de-
senvolvimiento de su8 proposito-s, o Rvdm. Sr.
conego vigario, revelando a prudencia e criterio
proprioa do seu carcter sacerdotal, e tambem c -
nhecimentoa com relacio ao aeaumpto, verberou
com Vehemencia o procedimento iuiquo d'aquelles
senhoras que tratam deohumaBamente os aeus ea-
craviaados, conaentmdo que ellea mendiguem o pao
da candude, mal trapilhoa, immuudos e lacerados
pelo azorrague, bateado sportas dos babitunti s
d'esta cidade, e aconselhoirt esaaa victimaa, mui-
taa das quaea ae achavam presentes, qne tivessera
a raaior somma de resignacio, continuando a ube -
deeer ata seua aenhorea, reapeitando-oe e ajudan-
do-os a vi ver, certoa de que oa poierea do Eatado
ae empeuham, aem capricho de intereaaea politicn,
a apreasarem o da gloiioso da geral redempcio
los captivos, visto ser urna questio do honra na-
cional, sem a menor msela d'interessea parti-
darios.
Aaaim fazendo o Rvdm. Sr. conego louvou por
ana vez o procedime to d'aquelles s nhores, que,
mesmo no territorio d'esta parochia, tratam huma-
namente aoa aeua eacraviaados, conaiderando-os
parte in'egrantc de sais familias.
A linguagern do Rvdm. Sr. conego agradou
gera'uiente aos que com attencio o ouviram, e ui,
que nos achavamos preaente8, observamos a grande
aatisfacio aatarapada noa semblantes doa iscravi-
sados que coucorreram ao acta.
Fazeinoa votos para que d'tste medo proce
dam todoa oa par chas d'esta diocese, correapon-
deudo assim aos aideutes d-'sejos de toda a nci",
e as geueroaaa mamtjstacSes de S. Exe. Rvdma.
o br. Bispo Diocesano.
Projectl alenteaiOa projectia que os
allemiea mettem naa auaa novas 1 spingardae, sao
balas rev sti iaa de um involucro de ac afim de
evitar, segundo {dizem, a grande de=truicio que
produziam aa antigaa. / r forado combate mas
na* malar, a devisa que oa allemiea te attribnem
"U por outra diaign ciu gueria humanitaria.
Gracaa p quenez das suaa ba^as, rapidez com
que marchara e a nio deformac) ao contacto de
corpoa duroa taes como ossos, o exercito allemio
promette fazer apen.B feridas de .importancia insig-
nificante.
Aa raagaduraa e lacera^oea da bala Cbaase^ot
deaapparecem para sempro com o novo projeetil
lato aaaeguram ellea ; mas os franceses aver gua-
ram o couuario.
0r> feriinentos t-itcs "Pm varios cadveres com
espiugardas de aystema tao recommendado ottea-
lam um deatorco como o da eaprngarda Groa.
Oa tiros em doua corpoa aem vida aobrepoat08,
occaaionarao enagua, dilaceracoea e fractura gra-
vb, tauto no primeiro como no egund".
A bala pois, ao fim de sua carreira, cansa de
deaordens eapantosaa.
Esta bala tem a forma de cilindro, terminando
por um pouta cnica ; de 38 milmetros de com-
pndo por 8 de dimetro e seu peso de 16 gram-
a
etc., por tula o qaee ticu caati csr se qu3
morte deve ser rpida ou as amputaca;a india
pensa veis.
A 800 e 1 00) matria, ou a carta di8taucia mas
com carga acaaaa (o qae vem a asr o m :sra 1) 03
farimentas aia leves, absolutamente guaea aos
que produzem aa balas de chumba.
Julgiu-89 que 03 feriraeatia gra'es e extensa
das balas de chumbo proeediain d> a.-li it 1 De-it,
leste contra o osaa, a iua a* segua a lefaroiacao
da bila, causando com ai araseis rupturas irre-
gulares.
Est pro val-a qua 3 pr jectil repentin ra;nte
detido cinverta em calor o mavmouto do 40.)
metros por segn lo, no in,menta do choque, e
rae is a essa transformacao, d urna temperatura
de 52 gran, reauita que o chumba que ais 331
irraa sedeirete, penetra nos tecidas, eau'ensaad)-
oa eadfrenda uma coaipleta tr iusfarrajii e fasio
quasi total.
O Dr. P. Huninlc'a cncra'rou grande quauti-
dadodo biciliahaa le i'nno) lisa -n'inlis na
ferdas. daud*iato lagir a suppar o vaptegt de
bilis >xplosiva3.
Todos sabem que no cmgresjo ouropeu de 1353
ae resolved repellir como deshumano o emprego
dosta especie de projeetis.
Pois o-m; o Dr. Chauvel pretende ter observ.-
da en Franca os raja n a ff: ta3 citados o ana-
I 'g)3 f ti mentas ora as balas envolvidas em urna
Cimida de ac, e po aito indef.r nav.ds ; e, se
isto ert>, d.:ve cmvir se e-a qua a guerra ku-
mmitaria dos allemSes nma palavra vasia de
a-'uti lo
Por isas Hcerescantam 03 francez-'s, que se o
giverno de Bcrlim pr.-fire .1 bil era envoluero
do ac, c pirque a aeha preferivel s antigs, a ib
o ponto 1 vista destructivo.
II a--ico dam muierca O Crrelo dos
EcUdos-Unidos noticia que acaba de fallir em
-loras 1 u 1 0 o -5 Barmetro a 0 Ttasao do rapoi s i -o i 3 =1
- --------~m ----------- ----------
ti 0. 4" 3 61>"19| 19,04 -.
9 2>i'-i 7t'"lS: 18,7 :
1-' ~t>0 l'rl') 18 76 67
3 t. 27'3 761' () 2'!' M; Buataa ura banco celebre naquella e-dale, o Ban-
co das Mulherea.
A directora, Sarah E HaW, fu<0 levando c ra
sigo 50,000 doHarca, qoe Ibe haviam si lo confia-
d.spel-is .-.uas ing nuas clien'es.
Sarah II \re fundara o] Banco d,3 Mulhres
em 1878 sob pretexto de caridade, di^endo que
na 1 uceitava deposites senio de muilieros polnes
e m-'8trafis, proinetteado-!i?3, pncn, um jura
de 8 0/-' ao anno.
M as d 1,500 mulhereg cahira n no laca e di po-
sitaram a> todo una GOO.OOO loilars no banco.
Mas era 1880 o banca falli, p-rdeido 850 mu-
lleres quauto haviam, depositado crea de......
240,000 dollars.
Sarah II w?, ussim com a sua aaaacala Julia
Gold, foram presas por fraudes, e o tribuual eoo- |
demnau Sarah a 3 anuos de pi :o ; maa apenas
f posta en liberdade no mez de Dezeinbro de
18^4, tratoa lo^o de reabrir o seu estabelecimnnto
bancario, haveudo ainda mulherea ingenuaa que
Ibe coufiarara aa 8Ui3 econoiniaa.
A justica persegue a ladina directora c, sa Ibe
de:ta a mi, de e.r qn-i a nio deixa coat
nuar com os seus negocios baocarioa.
Maria SluariPara memorar o tereeiro
centenario Ja execucio da infeliz rainba Miria
atuart de Escocia, trata-3e do reorganisar em Po-
terbor ugh urna expedicio hostirica ds tolos as
reliquias, mais ou menos auteuticas, da desdiUaa
ra'nha de Franca, taes como moveia, borda i.-s,
rutiato, etc.
A eoramlisio directora da txposiyao roga a
( todua as posseas que evcntualm-ute estejam de
pot.se, ou c.iih'cio o parad uro de algura objeato
qj" se relacione c m Mana Stuart, o favor de
Ih'o part ciparem em eirta dirigida no Mr. C.
D' k, hon. secr. Maiy Queeu of Scota Exbibition,
1887 P-'terborough. Inglaterra.
Tarifa*! da viaco frreaL se no
J-irn ii do Couiuv-rcis da corte :
" Quasi temos por certo que para muitas p:s-
8oas, pouco afeitas a :idar neata esphera d-! nte-
reaaes, torio parecidoa exageradas as observa^Oos
que com tamanhainssteuciatema expenlido acer-
ca das tarifas da nossa viacao forrea.
n Quando, ha tempos, faziamos sentir que aa es-
tradas de Baturt, Liraoero, Parau, Rio-Gran-
de a Bi^, eoutras, esuvara solreudo de compe-
tencia ruiusa por p irte de vehculos rulimenta-
rioa, que 8e arraatavam vagaroaosmia carregados
do productos, ao pasao que as mvsinaa zonas a
locomotiva effectuava quotidanamente a tra"ca,
de considera vel peso morto, nio n oa faltara > im
pugnaeea fundadas na resistencia natural qae as
industrias primitivas off'recein em toda a parte
aos melburaraeutaa deatmados a aubstituil-as. S m
descouhecir a importancia deste phenomeno eco-
nmico, temos comtudo auateutado qne, explicavel
nos pnmeirea tempos do trafego da viaci aper-
feisoada, o transporte rudimentario tia sraente
ser utilisado pr longo periodo qaaudo redundar
em vautagem para o valor venal do producto, ou
porque o trayado na via-ferrea alongue demasia-
damente o trajecto ou porque a tarifa alimente
pela sua dureza a cancurreucia do autigo rgimen
do transporte.
Neste ramo de servio > abandavam anomalas,
qae ainda aao nu aeroaas. Quando a deprossao A i
preces do c duterminou a adrainistracio a fa-
zer baixar o custo do transporte do producto pela
estrada de ferro D. Pedro II, o que acarre'ou pa-
ra a reeeitano primeiro anno diminuicio ui> me-
nor de GOOiOOJ^, nao ae houve por acertado tor-
nar ex'eusiva a providuucia va frrea de Ba
turit, de maueira que a lavoura do Cear, de-
pauperada ou quasi doaorganisada pela calamida-
Je da secca, teve de pagar por muito tempo aquel-
la l-nh-i maior pnco de t-ansparte do c-.f do que
era cbralo na principal es trida do Estado.
Nio pela nossa insistencia, mas pela evi l'n-
cia dos factos, ohoarara na administracio as ja.s-
taa queixaa, e muito folgamoa de recordar quo nes-
tes ltimos tempos alo impjrtante objecto tem si-
do considerad', qual merece, pela ministerio cara
potente.
A administracio parece convencida da neces-
adade de convirter as tarifas da viacia forrea
era instrumento 1 tfie-.z da prosper iade, quando
em geral nao tem servido seno para agoreutar as
inanif'atocoos do trabalha as zoaas incultas e
despovaadas que as uossas linhus frreas atra
vessam.
Nio ha muito, tivemoa occaaiao de reclsmai
coutra as tarifas exage adaa da estrada de ferro
do Rio-Grande a Bag, ponderando que e3'a li
nha, por tal razio, 30 achava privida de Vali so
trafego realiaadc por vehculos de traccio anima-
da. O Sr ministro da agrieultura acaba de pro-
videnciar a este respeito pela seguinte aviso, bon-
t'-ra expedido ao en^enheiro fiscal n'aquella via-
ferrea. Esta iniciativa traduz intuito que merece
louvor e presumimos que a o mpauhia concessio-
naria recouhecer da sua parte a iiiuencia este-
riliaadora com que aa tarifas vigentes 'm contri-
buido paia alentar a competeuea de que est suf.
f.-eudoa linha. Tal o aviao,que certamenfce.ns
tituiro prol go de bem orieutada poltica na gra-
ve qu'-stao das tar fas da viacae frrea :
Tendo chegado ltimamente ao eonhecimeut 1
deste miuisterio diversas reclamaces cautraa ae
tual tarifa da estrada de ferro do Rio Gr. nde a
Bag, attribuinlo ssaos excessivoa preces estaba-
odos pura o transporte par aquella estrada, as-
sim como a falta de material rodante cor-cap n-
dente s neci asida ea do aeivico, o p uca deseu-
rolvimento prodnzdo por tia importante meibo-
ramento, incumb de examinar M fndame tos de
taea reeiamacoe8, ocngeuheiro Manoel Pinto Tor
rea Ncves que acaba de p.-eat.ar-me a infannacao
c instante da cipia junta.
Verifica-8e por este documento que, tendo-se
em conaideracao as condicoea peculiarea das ea
tradas do ferro do Taquar.y a Cae quy e do R10-
Qrrande a Bag, nio ae juatifica o excesso de pre-
50 daa tarifaa da primeira relativamente a d^sta
ultima, a ponto de elevar-se a 70 */0 a d.fferenfa
para m rs no custo do transporte doa gneros de
-xportnco qne mais avultam no trafego das rete
ridaa estradas.
A eate xagero de preco3 principalmente, ede
oenhuma aorta a pretendida falta de material ro-
dante devida, na opiciio daquelle engenheiro, a
coDcarreiicia que a eatrada ao aul continuara a
fase- aa antigaa carretaa tiradaa por boia, as
,uacs a julgar por estatiatica recentcmente pu-
blicada par uma folha da cidade de Pelotas,
transportaram para o interior cerca de 1/6 tone-
ladas mais do que a propria eatrada no periodo
deporrido de Janeiro do auno pr limo paaaado a
30 de Abril ultimo, avahando folha allndida em
216:030j o pr.juizo reaultante de semclhante con-
currencia.
Nota se por outro lado q e, estando a estrada
funecionando deade 1884, nenhum tranaporte de
Temperatura mxima 3,75.
Dita miaiuu4,0J.
Evaporacio em 24 bares ao sol: 5,6 se
ara: 3^,00
Chuva4ral.
Direccao do veuto: SSE e E alternado, con
nter.-upcio de 2J minutas SSE, de meia u i: at
7 horaa e 30 minutos da ra nha ; SE at 10 birai
e ^ minutas; SE e ESE alternados, cora nter-
rupyao do 23 minaros E, at meia noite.
Veloeidado media do vento : 3'n,37 por segund:
Nebuloaidade media: 0,54.
Boletim Jo porto
it* Da lluras Alturs
B. .!. P. \I. B. M. P. M. '.Ido Junho 10 de Junho u 11 121 da tard? 721 127 munhi 727 .. . 2,*2s 0,7 2,2S
ue ui> fcittectuar-Dc
lioje :
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horaa, 61
ra do Imperador n. 49, de ura pauo e movis.
Pelo agen'e Pestaa, s 11 horaa, ra do Vi
gario n. 12, de predios.
SegnJa-feira :
Pelo agente Br.tto, s 10 1,2 horas, A ra de S
J nio 11. 5, da aruiicao e, mais utensilios da tavec-
na ah sita.
tlinaia fanebre.Serio celebradas:
iioje :
A's 7 horas, na raatriz do d.rpo Santo, pela ai
ma Ai- Antonio J s Ja Fonseca; s i 1/2 hor \
na igreja do Terco, pela alma de D. Uirmin 1 ;i.
Ferreira Graca.
Terea-feira :
A's 8 horas, na matriz de Santa Antonio, pe
alma de D Luiza Lisne de Mello,
PaaaageiroaSabidos para 9 aul no vapo:
uaciaual Marqua de Caxias :
Jos Raoeuo Padilha, Joao Sevcriano da Siivs
Virgilio Autuues de Carvalho, Antmio da Silva
Ai ns' Juhi.
Caaa de Detenrac- Movimento dos pre-
sos da Casa de Deteuraao da Recife no di 9 o-
Junho :
Exiatiam 358; mtraram '1 ; sahram 3 ; crie
tem 309.
A saber :
Nacionaes 337 ; mnlherrs 8 ; estrangeiros 13
escravos sentenciados 3 ; dem proce3sadaa '2
dem de correecio ii.Total 3>',.
Arra^oados 3lG.
Bous 3i-0; doentea Id.Total 316,
Movimento da eniermara.
Teve baixa :
Antonio Francisca le Paula.
liOieria do ENuirito Manto Eis o;
numeras premiados da 1* parte da Ia lotera, em
beneficio da iustrueeao primaria, extrahida era it-
rio eorrente:
1898 60:( 0 lOOO
8109 10:000*000
4585 6:0004000
6558 4:0015000
3654 2:001*000
3613 LiOOlX'O
7291 1:000|J00
Estio premiados cm 500* :
77 1439 2881 5238
Eatao premiad js e-era 2o0S :
73 2040 270, 3894 3963 4387 6059 685?
7681 ',1436
Estio premiados com '00* :
41 IU 945 1597 18'7 2307 3297 4002 105C
4105 4196 4222 497 5400 5534 5511 579J
6o"06 7582 7893 8740 9678
Approxiinacoes
18<*7 1:0 104'00
1899 1:0004000
8108 5004000
8110 50-4000
4534 3004000
4586 3004000
6557 2004000
6559 2' 04000
3653 1454000
3655 1154000
o cartucho contera 30 grammaa, 25 de polvo- gado houveaae eftectuado durante o anno prximo
n. e a velocidade do projecil a toda a carga e no' paaaado, nio obstante marea de rezea faseren
Os nmeros 1801 a 1930 excepto o da sorte
grande eatao pre iadoa com 5*Ji.
Oa numeras 8101 a 8200 excepto o da imrceJia
ta ectio pie""uados cora 204-
Tados os nmeros terminados era 8 1 xcepto o
da sorte grande estio prc-nr ades com 20*.
A seguinte lotera 6er oxtrahida breve-
mente.
Ijoieria do CearaE3ta acreditada lote-
ra eujo premio maior de 15:000*000 ser er-
trahida ao da 15 do corrate.
Os hi-betea acham-ae venda na Rada da For-
tuna ra Lirga do Rasarie n. 36.
Tambem acham-ae a venda na Caaa Feliz ni
praca da Independencia na. 37 e 39 e na Gasa di
Fortuna ra Primeiro de Marco n. 23^
Lotera da provincia No dis. .
do eorrente, s 1 horas da tarde, se extrahir r.
7' loteras, em b-neficio da matriz da Boa-Vises
di Recife e, na consistorio du igreja de Nobsj
Seuhora da Conceicio dos Militaros.
No mesmo consisrorio estarlo, expastas as ar-
ae as espheraaa apreciacia do publico.
Lotera da corteA 204 loara da cor-
te, pelo novo plana, cojo premio grande de-----f
30:000000 ser extrabida nodia..do eor-f
rente.
Oa bilhcies fleham-se a venda na praca da Irt-
dependeucia na. 37 e 39.
Tambem achara-se venda na Caaa da For-
taua ra Primeiro de Marco u. 23, de Martins
Fmza & C. .
Lioieria doaSro-ParAA lotera desta
provincia, pelo nevo plano, cojo premio grande
40:000*000, ser extraada na diall de Ju-
Bilhetca venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Jaao Joaquim da Coat,
Le te _
Tambem aeham-se a venda na Casa da r or-
tuna A ra Primeiro de Marco n. 23, de Martinr
Piuza & G. .
Lotera da prolncla-A (lotera em
benfico da Santa Casa de Miseiicordiada Recife
ser extrahida na da Ao eorrente, s 4 horas da
tarde. ,
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Casa Felia na pr,.ca da Independencia na. di
8 Tambera acham te venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23 de Martis F.u-
za& C.
Lotera da ParalaybaEstalo.eria cujo
premio grande de 20;OJ0*OJ0 acra extrahida no
da 16 de Jonho 'a 3 horaa da tarde.
Oa bilhetea achara-se venda na Casa do Ouro
ra do Baro da Victoria n- 40 de Joo Joa-
quim da Costa Leite.
Lotera do Espl lio Santo -Esta lote-
ra ejo premio grande 60:000*000, aera extra-
hida no da do .. correte.
Oa bilhetea acham-sc venda na Roda da or-
tuib ra Larga do Rosario n. 36.
Tombem acham ae A venda na Casa Fel. na
praca da Independencia ns. 37 o 3").


Diario de PeruambucoSabbado 11 de Junho de
1H
1K
*!*
UG<
Lotera da provincia do Parasta
A 15 lotera desta provineia.pelo novo plana, cu
jo premio grande de 15:000*000, ie extrahir
no dia 14 de Mo.
Bilh Primeiro de Marco n. 23, de Martina F.uia C.
Lotera de Alagoan k 17 parte d-sta
lotera, pelo novo plano, cojo premie grande
de 10:000*000, ser extrabida no da !b do cor-
rete. n a i i
Os bilnetes acham se vena n* Ca. relia
praca da Independencia na. 87 e 39.
Tambem acham-ae venda na Casa da rortu
na a ra Primeiro de M*rc> n. 23, Martina,
Fiusa A C, e na Esmeralda, roa Larga do R>=a
ro n. 24.
Lotera de S. Paula Esta importante
lotera cujo premio graode de 10:000*000 ser
eztrahida no dia 13 do corrente.
Os bilhet-s acharo se a venda na Esmeralda a
ra Larga do Rosario n. 24 A.
Cemiterlo Publico Obituario do dia 7
de Junho :
Mara, Pernambueo, 14 annos, solteiro, Boi-
Vista: tubercalose.
Uira da Lus.Parabyba, 50 anuos, Bolteira.
B 'i Vista ; peritouite
Mari* d. CmceieS, Graca ; anemia.
Jos Ig acio do Sacramento, Pernambueo, Ob
aaoos. casado, Boa-Vista ; anemia.
M-iris Francisca di Conceico, Cear.viuva, Re
eife ; lesio cardiaca. .._.
Isabo', Peraamboco, 1 1, 2 horas, S. Jos; febre
.erui.isa.
Mara Rita dos Sants, Pdrnainbaco, OJ annos,
solteira.S. Jis; tubrculos pulm nares.
J js de Barros, viuvo, Santo Antonio; pelo
delegado.
Francisco G^m s de Sant'Anna, b. Jos; pcl i
sjbdelegado.
IJji recemuasjido di sen masculini, santo An-
tonio ; pelo delegado.
Cat Riuff, Becifd; l-sao cardiaca.
8
Autonio, Pcroam neo, 3 meses, Boa-Vista ; aue
mia.
JosG.me de Souza, Pernsmbuco, 12 anno?,
S. Jos: ttano.
Jovibo El.uterio da Silva, Pernambueo, 36 an-_
nos, viuvo, Boa-Vista ; gastra-intente.
Rita Mara da Concijao, Peruambuco, 70 an-
uos, solteiro, Boa-Vista ; dyarrha.
Rosa Cindida Gonc!ves James, Pernambueo,
0 anoos, viuva, S. lo= ; rncephalite.
Car! b, Pernambueo, 3 unnos, Bia-Vista ; pu.u-
1*1 uia.
Olivia, Pernambueo, 13 annos, sulteira, B >a
Vista; tubrculos pulmonares.
Claudios Mara do Espirito-Santo, Pernam-
bueo, 27 anuos, solteiro, Boa Vista; tubrculo
pulmonares.
9 -
Jos Verouico de Sonsa, P.T.iainbueo, 58 au-
nes, viuvo, Bw-Vista; tubrculos pulmonares.
Jos Fereira Eustaquio, Alagoas, 38 annos, sol-
teiro, B^a Vista ; anasarca.
Daniel Autonio de Abreu, Parahy'o i, 50 annO,
solteiro, Boa-Vista ; snemia.
IniiOCCQC.o Jos Car'os, Pernambueo, 34 anuos,
,lieiro, BoaViUs ; cachexiu palustre.
Reinaldo, Pernambueo, 1 auno, Boa-Vista; den-
:cSo.
Trujano Laureatino, Pernambueo, 50 anno?, sol-
teiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
JuSo, Peruambuco, 6 das, 8. Jos; ttano.
CHROHICA JUDICIARIA
Tribunal da ftela?5o
-ESSO ORDINARIA EM 10 DE JUNHO
DE 1887
?BE8lDENCIA DO EXM. 8B. CON'ELHEIKO
QU1MTINO DE MIKA5JDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs desein
oargadures em uume o legal, foi aberta a Bessio,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos c pis-ados oe feitOS derau-se os
seguate*
1LGAMENTOS
llabeas corpus
Pacientes :
Mauoel Materno da S:Iva e Oymp:o Thoodoro
t'iuto.Mandou-se ouvir o juia de direitc d ) 4
districto criminal.
Francisco Canudo Beserra.ManJou-se ouvir
o juiz de direito de Igaarass.
Francisco Ambrosio Pereira om t.vor de Joiu
Baptista Cibral de Azevedo.ManJou se toltar e
.'ecretou se a rspu^abilidad. do subd- -legado de
Maneota, Theotonia Ainauciodc Souia Cavile \u
te, unnimemente.
vtuuoel Feiici.no Gime da Silva.Maiidou-se
oivir i juiz de direito do 5o districto.
Recursos eirornca
De SouzaRecorrente Auiouio Jos de Mana,
recorrido o juzo. Relator o Sr. desembargadur
CMMERC
51 >l*a lominerclal
COTAyOES OFFICIAES DA JUNTA DOS COH-
BECTOBB8
Rectfe 10 de ^an'io de 1887
Jambi store Para, 30 d/v. con: 1 0/0 de dea-
c .nto.
>.mr>io sobre L;ndres. 9.) d|v. 22 1|4 d por li,
particular, eu. 8 do corrente.
Jainoio sobre Pars, vista, 43a! rs. o franco, do
ban^o.
C rreaincU,
Antouio Leonardo Rodrigaes.
y) secretario,
Eduardo Dubeux.
!'..\i:u':iti> baurario
litCIKE, 10 1)K JUNHO DB 1887
Os bancos abrirsm h je o mercado de camb:o
eom a taza de 22 d. sobre Londrea e proporcio-
uaimente sob:e as demiis pracas, mas davain a
22 1,4
As tazas oficiare, portauto, que vigoraran) fo-
ram eitas :
Do Ihtersaciohal :
Buarqae Lima.Negoa-se provimento, unnime-
mente.
De Campia Grande Recorrente Manoel Cor-
rea da Nobrega, recorrido Antonio Joaquim Can-
dis. Relator i Sr. desembargador Buarque Li-
ma. Dea se provimento, unnimemente.
D<> Porto ClvoRecorrente Antonio Candido
das Neves, recorr io o juiao. Relator o Sr. des-
embargador Olveira Maciel Negos; provi-
mun'o unnimemente.
De Porto Calvo- R corrente Jos do3 Santos
Silva, recorrido o juiz. Rdator o Sr. desembar-
gador Pires Fereira. Negou-se provinu-nto, un-
nimemente.
De Tmb.. >aRecorrente o juiso, recorrido
Jos Z feriuo Alves de Mello. Relator o Sr. des-
embirgador Montiiro de Audrade Dou-se pro-
cimento, unnimemente.
De Campioa GraodeRecorrente Jos Corris
de Mendonca, ncorrido o juio. Relator o Sr.
desembargador Pires Goncalves.Negou-se pro-
vimento, unnimemente.
Da Timb>.bsR corent Vanos! Birbisa da
Silva Pereira, recorrdi o juizo. Relator o Sr.
leserabirgador ^ires Goncalve3.Negoa se pro-
vimento, contri os v itos dos Srs. desembargado-
res relator, Alves Ribeiro e Qi-iroz Barros.
Do TimbabaRecorrente o juizo, r corrido
Jos Eli.s C'reiade Mello. Relator o Sr. des-
embargad ,r Alves RibeiroN^gou-se provimeu-
to, unnimemente.
De TimbabaRecorrente o juizo, recorrido
Fehppe .-irania Moatenegr Relator o S". des-
embargador Tavares de Vasconceilos. Dcu-e
provimento c n ra es vots dos Srs. desembarga-
don 8 relator e Deifioo Civalcint.
Recurso crime
D'Arcia Recorrente o juizo, r.-aorrido Jos
Antonio Mara da Cuaba Lima. Relator o Sr.
desembargad.r Tavares de Vasconceilos. Adjun-
tos os Srs. desembarca lores Oiiveira Miciel e
Buarq.i'; Lima.JJ u se provimento ao reoura",
unnimemente, para se auuultar o proc.S30.
D Campioa GrandeRecorrentes Cl.-u>entiuo
Gomes Proc;pio c ou'ro, recorrido o juizo. Rea
toro Sr. des mbargad^r Mo it--iro de Andiad\
Adjuntes os Srs. doinbi'g.iiores Alves Ribeiro
e Buarque L-ra*.Nio se tomn onhec-irr. n' i,
unnimemente, por t-.r silo preparad fra do pr;-
zo legal
Aggravo de p :tiy&o
Dj cnmmercio do Recifo A^gravante Fran
cisco Ferreira da Silva, aggravado Antonio Go-
mes de Araojo. Relator o Sr. eonselbeiro Qjciroc
Barros. Adjunto- oo Sre. desembargadores Pi
r.'S G:ncalves c Mcnteiro do AnoraJe N gou s
proviment>, uuaui mente.
Ag^ravo de instrumeuto
D; GaranhunsAggravanle Pe 1ro lo da S I-
va, uggravado Antonio Mara d.' Figueircdo it -
i:tor o Sr. desembirgad >r Bjarque Lima. Ad-
juntos os Sis desembargadores lJires Ferreira e
Alves R boi.-o U^u- se provimento ao uggravo,
un nim- m-.-nte.
Apj.ellicSes crirnes
D-- Paiaarcs .\pp-.lante o pr;oi)'o;- publco,
appellad) Ssrgio de Slqueira Cimpoe. Relato:-o
Sr. descaibargadvi rocana Brrelo.Coaver'eu
se o jultrtm uto em ligeucii.
1 > Podras d Fog i Appellan o juizo, *:p> :l -
lado Francisco Jos de V sto'ic IIo. Relator
Sr. d3se .nbargador Toscino Barreto.Vimdou-d
a novo j iry. uu inmcnente.
Do PilarAmpollante o jiizo, nppe'lado Jos
Ferreira da Silva. R-lior o Sr. des mbi-g .d.ir
Tosca no Barreto ManJ m-se a novo jury, u ia-
qi nem.M''.
De Traip Appellan'- o juizi, app :i:d i il i
noel Pereira d ; Silva. Rdator o S--. desTJbar-
gido- Toseano Barreto.Man lou-se a novo juy.
unnimemente.
Lo Inga Appellinte Feliemirii Jo-iqa'a de
Araujo, apoelladi a jostici. Relator o Sr. des-
emb irg'.dor Tosciuo Birreto. Cjiiv>.rt u-sc o
jnlgim -uto em diligencia.
PASSAGSXS
Do Sr. eonselheiro Q'oeiroz Barros ao Sr. dea-
embarcador Buarque Li na :
Appel1 acoes cooiraerciaes
Dj R c f: A^p-ilaiit-s Ernesto A L op d.lo,
apprlluda a massa fall la de Fclu GjuioS Coiui-
bra.
Da Par-iby'aa \ppeHante Paulino Augnito Ro-
drigues Vannt, appollaio o corou-.l Ctauiiio do
Reg Barros.
Do Sr. desemb-irgador Toseano Barreto ao Si .
desembargado!' Deifi-io Cavaleaote :
Appellac.oes Crimea
Do PiamAppcilauo Jes TbemotJO Sod.i-
gues, appella la a jootica.
Do Garauh'insAppeliaute o juiz, a,>p-l!adi
M-noi Francisco Xavier.
Do GoyanoaAppelautc Mtuovl Ferreira lo
Nascmento, apnllada a justija.
Do Sr. desembarca or DelfiuO Cavaleanto ;u
Sr. desembargad r Olveira Maciel :
Appellacao crime
Do BonitoAppellante o juizo, nppellados .\Ia
noel Rio iro da Silva e ootro.
Appellacao eivel
De Villa BeilaAppellante Jeronymo Theoto-
nio da Silva Loureiro. appellado Joo Beaerra
Leite.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrtde :
Appellaciu crime
De S. MiguelAppellante o promotor publico,
appeaio Antonio Rtul dos Santos.
D.i Escada Appellante o juizo, appellado ^Jo-
ran > Jos IOS S .ntOS.
D.i farahybaAppellante o juizo, appellado
Joi Tiieotonio Duh te de Souza.
Appeliacio civel
Do K v f Appellantes Antonio Jos de Lima
i.' outros, appellado Antonio de Souza Braz.
O Sr. desembargador Pires Goncalves como pro-
curador da cora e prom itor da justica dea pa-
recer nos seguintes ieitos :
Appellaces civeis
Do Recite Appellantee o juizo e Justina, por
seu curador, appellado Antonio dos Santos Siqoei-
ra Cavalcante.
Do KeeifeAppellanteB Antcnio Jue Pereira
c seo filbo. appel lados Fernandes da Costa & C.
Do RecifeAppellantes Luis Goncalves da Sil-
va & Pinto, appellado Lewi Hermann.
Do Palmares-Appellantes os menores filos
de J o Manoel da Fonseca, appellados Ferreira
Oasco & Fbo.
Appcafes crirnes
De Aguas Bollas Appellante Mane 1 Joo
Chrysostomo, sppcllada a justica-
De AtalaiaAppellante Elias Jos Romao dos
Santos, appellada a justica.
De AUg i do MonteiroAppellante Joo Ro-
que de Figueiredo, appellada a justic,*.
Conflicto de jurisiieco
Entre os juizes de direito da comarca de Ca-
ii .r _-i be e o dos feittis di faz inda de Alag is.
Do Sr. desembargador Alves llibeiro ao Sr.
desembar. ador Tavares do Vasconce'.lo:
Appellaces crirnes
De Pao de AseucarAppellante o jaizo, ap-
pellado Clementino Vctor.
De GravatApp-llaute Antonio Pereira da
Suva, sppollada a just'ca.
Do Sr. desembargador Tavares do Vasccncellos
ao Sr. eonselbeiro Queiroz Barros :
App dlaco civel
D'Areia Appellaut o juizo, appellado Manoel
Vic nte, escravo de Francisco Alves daSilveira.
DILIGENCIAS
C'in vista ao Sr. desem'oaririJor promotor da
Justina a segu;nto
Appellaciio crime
D.- Alaga NovaAppellante o juiz-, appella-
dos Fi'aueisco Meado d Qieiroz e outros.
Enccrrou se a seasao s 2 bsras v 45 minutos
da tarde.
airada de uicur c L!aii
ME2 DB JUNHO
Astucar
Eu'raiaj Di-.s Svec
90 djv vista
liare.,as...... 1 8 9.885
Vapores...... ... .
Via-lerrea de Ciruar 1 & 8
Au u.aes...... 1 A 9
Via terrea de S Francisco 14 7
Via-frrea de Limieiro 1 7
Somma.
6S8
44a
7.7J1
325
19.071
Algodio
Entrabas
Barcaca? ......
Vapores......
Via-fenea de Caruar .
Aninaes......
Via tr.ea Via-frrea do Lim'oero .
Din Sa?cas
i 8
8
8
9
.. 7
a 7
Soiiroa.
579
87.)
88
9.H
7SK)
2.055
.13G
PIJBLlCimiiiS A PEttlBO
Faco Derive.!
Ti-ndo sido marcado dia certo ao Sr. padre Ma-
noel Lobato Carneiro da Cunta para representar
o dinbeira dos co'lc^iaes por elle r.-ecbido, afim fie
h i- mi pagas es contas dos fornecedores, professo
ft) atguns censores e criados do collego S Luiz
G.inz-ga. ausent-ju se S. Rvdma do estabelecimen-
to u i i-. 7, e no s.gU'Ute erobarcou claudestins-
te nr. vapor Tamar que seguio para o sul no
du 8.
No (lia do embirqu' appnreceu no c.egio o Sr
Porto Gureir-, f.illou particu!arm:iite c>m o ceu
sor de mais cmSi nr;a do Sr. pudre Lobato, e s 51/2
b ras da tarde este mesmo censor mandou vestir
es tnetiiu s par:: um passeio. depois do qual bal-
de -.u o o no ollegij do Sr. Porto Carreiro, que os
rec.b'U generosamente a titulo de d-posito,
sem me ter ouvido e s-m nutorisaco dos paes e
e r. rspondenti s !
C llegio de S. Luiz Goiiz-ga, 10 do Junh > le
1837.
O 80C',
M. A. ViannP.
Flcalisaya da Ba.i vista
E' intel-ravel e irregular o prooerm -.-
to 'lo Sr. Bran ao, actual fiscal da fre-
gaezia da Boa-Vistn.
Ki.c aclioo l'tboriuso goflt- tiscal da
oliJale qtiando silie cirrn.-yao de aa-
iic-s, un gostj vel o c nergieo c rigoro-
so d :mais para os fraos, qtiiat) descuida-
do e negligfute para os fortes e dinheiro
8C6
Amda hapsu/os Hiaa iodo elle corro
i'yif, mostiou toio o seu rigor de fiscal
com uns :u'ff-esos poroos que eu criava
e'ii .i.ii quintal, multatido-ine ern Id, e
como eu,niio pidease iruincdiatatnento a-
tisfazer a multa, cooduaio-me ditos ani-
maea para o deposito, obrigando-mo a ir
tiral os com pouco, levando para isso a
importancia da multa.
Pe^o, pois, para isto a attencjlo dos
meus amigos, para que nao se illudam na
futura eleicSs para camaristas, pois repa
rem que cu mesmo aou perseguido p;lo
meus j>roprios correligionarios, dos quaes
tenho snffrido o que nunca suffii dos ineus
proprios adversarios.
Rtcif-, 10 de Junho de 1387.
Manoel Major.
Tua tranca
(A* CELOS CHENaCD)
A'...
Comoiigo vivera eternamente
A perfutoosa tranja que me deste,
Testemunha ser d qua fiz ste
A uiim que soube amar t fielmente I
Saudosa pausar junto o mu p.Mto
Esta ausencia cruel, qu' meu tormetit),
Compauheira fiel do soffrimenfo
Que trnalo me tem a dfir sujeito !
E qu.inij se rae falti urna osperan^a,
Un minuto siquer desta existen.-i i
Da que jamis tu de^ves t r brabr.D;a ;
Poders I na tumba em- qoe descanga
Um martyr que te araou com persistencia
Aviatal a talvez, impa creacca !
Junho, 87 Recife.
Odlaveg Midnal.
Ao Sr. fiscal do Poco da Pa
ella
Chama 89 toda a aua r-tten^ao para a
casa terrea n. 10 A da ra do Cabo ,
no pcvoado do Monteiro.
Segundo publico e geralmente sabido,
aquella casn e=t mui:o arruinada, mal es
corada no interior, e arnera a dosabar a
cada momento na presento est-cao inver-
nosa, com risco de vida da familia qu
nella reside e de qui.lqu.rr outra ppssoa
que por alli transitar na occasio do des
abamento.
Nao sti o caso, pelas disposi-o.-s du
nicipacf iigntcs, de er ctalo o s-u pro-
prietario para ree.iifical-a ou m-.udar le-
molil-a o u ais breve dossvcI i*

lUumii* conmlderaceo ubre a *o-
clcdacien aaunynma eilsientei ne-
la provincia
Se oi.idividuo que se asigno;! lyn tu homein
de h 'nra e tem CDoacicncia do que escreve ou
mauda eccrever acerca da Companhis de Edifica-
cao, app.i>fa como s*u verdad iro nomo paia t i
a conveni- nte resposta.
li;cif-, 10 de Junho de 1887.
Gustavo da Silva Antiie.es.
Vicente Ferreira d' buquerque Nascmento.
IgDiltllS ....
Ai'Jelle ene irpuradur da comp.uhia SiDa Th'
rosa, que reduzio as adieos ai pri90 d.: 'J e 105,
comprando depois Beteci otas .' !
lyni/lus aq ielU director da Pernaxbucsm,qui
proeurou bus ir o pr- <<> das bcc3ei para c wiprm
mui"af, e dep is olevindi o pre^o desCart.u fe
l'ellas .'
Cuuti lia, sruliorts da E lificacao, atctica do'
crocodillo conhecida, icuitas ea> as prosa.-;
p^is cngul Prubidade.
c'oufracla de K. fow d'Agouia
Resulrado da cleicao des funcin: ri s
que t.n de administrar esta c nfraria no
urco comprom8iul d'i 18S7 1838.
Provedor
Francisco Basilio Carneiro da Cunha Mi
randa.
Vict-provedor
Jas Dativo dos P..ssis Bastos.
Secretario
Marcos Francisco de Paula Res.
Thesoureiro
Manoel Goncalves Salgado.
Procurado geral
Manoel Cardse Jnior.
** Procuradores
Io Manoel Francisco Teixeira.
2 Manoel Martina CapitUo.
Definidores
Joao Pedro SimfJ.s.
Augusto de Castro Monteiro.
Manoel Qongalves Agr.
Frhn.iscc Jos de Sa npaio.
Manoel Lourenyo Rodrigues.
Jos de Araujo Vi-iga.
Bento Aatero da Silva.
Joaquim Pereira de Freitas.
Ayres de Souza Baptista.
Vicente Fernandes da Costa Lima.
Jote Jo.quim de Az^vcdo.
Manoel Garca Blanco.
Manoel Joaquim Alves Rbiro.
D.mingos Antonio de Scuz>Beir3 Juoioz,
Joaquim Felippe Teixoira.
Joa Mauricio da Alen ar.
Provedora
Miria Cerqu- ira Castro Monteiro.
Vice-proedora
Maria Francisca BoUlbo,
Extcrnat
Fcancais Aullis
19 Ra do Hospicio 19
L'erjv:igoera.-nt comprend :
L-j portug is, la lecture, la cdligraphie,
I'arithmetique, l'bistoire Sainte, U geopra-
phie, J'histoirc, tooa les truv.uix d'a'gtiille,
le fi-icgaia et Tangais theorique ct prati-
qm.
Lecons particulares de franjis ct d'an-
glas. Oj recoit des 1 [2 pensionn liras
Colegio Prjtaneu
TraTcsfa da ra da Concordia
u. 13. Io aullar
Do dia 15 do corrente e:n dian*o ada
se aberta urna casa le educac3o e ousioo
sob a danomioa^ai de --Collegio PrytinSj
travessa da ru. da Concordia n. 13,
Io andar.
Nella eSc ensinads as priinjiras Ultras,
toda) as materias r'n constituera o curso
preparatorio pana inatricula nos ist ble-
cimentos de iustrucioao sup irior do Imp -
no, e mais nquellcs que estSo vi/lgarisa-
d03, COino a.-lil.ao, ii limo, Sci'UjiaS Qatil
raes, tt;.
Il.vr Uitibem urna :,ula de cs'iiptura-
qu coiiiii-r.ial, sob a diraccSo de um Li-
bil gu irda-livros dcst capital pcl i que o
:ir.c.r ,- chama a ut'n^io d3 Srs. p'iis
de faibihas que quiiram seus fi'hos para o
conmeruiu.
Ui i^atatu'.os ad.uittem quatro class-s de
.luT.nos : internos, somi-internos, ext-rn is
o se ni- xt^rn IS.
O prne.-sor.ido fii esoolhiJo dente i os
nr.is ti-! i- e '.onhecidos professores deata
cidade, '...ijjs lunes vilo abaixi indica-
dos .
A cas ffjreco o co.umodos precisos
para um estab- lecimento d-ste ganero, e
o dire.-tor convida no rcspaitavel pub o
para dar-lbe a honra de a visi'ar.
Professores
Portugu-z Dr. J>- Di^iiz Barreto.
L.tin francez-B'rederico Ulyssea d'AI-
meida e Aibupuerq.e.
Geometra e historia. Dr. Ayres de Al-
buquerque Gama.
Rlietorica.Dr. Maoael J^s Rodrigues
Piubeiro.
Piilosophia D.\ Arthur Orlando da S.l-
. va.
I. .uires .
Pars. .
Italia. .
11 .a.iiurgc
Portugal
N.w Y.rk
!>o Lobdom Casis :
22
131
535
242
1 3/4
435
540
244
2J.JM
00 d/o vle'a
Londres ....
Paria.....
Italia.....
Hamborgo .
Portugal .
New-York .
. o EaousH 'ank
Londres ......
Paria........
Italia........
llainburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidadea du Portu-
gnl........
liba dos Acores ....
liba da ola eir ....
New York......
22
131
35
212
90 d/o
28
431
535
242
21 3,4
43-
135
;-o
2ii
2^291
vicia
21 3/4
43o
435
10
211
249
253
24a
22d
SIereado de auxucar e aljodo
HEiFL, 10 DE JOSHO DB 1887
Astucar
Os prefoa dcste pr,dueto, pagos ao agricultor,
roguUrsm aoa algarismos abiix por 15 kilos :
Braoco, os in'.Ihorts qao
appaiecem no mercado,
regulam do ....
!.' forte boa.....
3 regalar.....
iluxidua e b.tizos .
Sv/U.>rnOS.....
Mascavado.....
Bruto.......
Reame......
UcNpai-lioM de eipurlaro
MKZ DE JIMIO
Nos das 1 b loram despachados ua \fande
ga os artigos seguiatea :
Pura fra do Imperio
Aguirdcnte ....
Algodo .....
Asquear.....
Boi racha.....
C.uiiiihos p pellei .
arocos de aigodls.
C'jog (frncta)
i>..ce......
rariuha de ta-u.di.ca .
lt' ea'Uauha ....
rara dentro do Imperio
Agurdente.....
Assuear......
Chapeos liepalbi de car
naoa ......
Coes (frncU) ....
Djcc.......
Grjia......
Milho.......
Ulco d mocito ....
,'ieo de rici.io ....
Pjlhi de uiicury
Pennas de eim .
Preparados de jurubeba .
1..C.......
sobo.......
Sola.......
Vassouras de palha do car-
naba......
Vinbo dejurubeba .
decifitulaqIo do aSSUCAB
Para o exterior .... a.Oo6.269 kilos
Para o iat-.r..r .... 647.493
18 litros
441.721 kilo
.'.(ir..:.. .
45.U00
113.350 kilos
20
60 kilos
20 saceos
4 kilos
iperto
81120 litr.s
6I7.4'.'3 kiljs
12 Lrdos
10.060
.'115 k loa
400
23 saceos
60 kilos
1.400
80
M2 ,,
li vuluoies
loS e 1/2 k los
1.120 .,
550 meios
2 atados
13 volqmes
Para Mace :
1-15 firdos com xiriue.
50 canas c m sabio.
115 ditas com stboaote. *
20 ditas com velas.
Para Penedo :
50 fardos com xarque.
100 caix is com sabio.
Para Aracj :
10 fardos com xarque.
Para Bahia :
10) barricas com assuear blanco.
Carregaram diversos.
Vapor iuglez eare/ise, Sabido antoh-uteu?, le-
vou, com destino Liverpool :
i 670 saceos com assucac mascavado.
b56 siccas com al^odJo.
Ca-regaram Johnstou Pat Vapor nacional Jacuhypt, sabido h.mtera, Icvon
ii set;uint>' carga :
Para Mac-i :
129 tardos com xarque.
1 barril com oleo.
Para Peiredo :
60 fardes c:m xarque.
:0 barricas coai assuear braceo.
Car.-egara:o divusjs.
Ut-iiioilai Vapor ingles Ndo, algod.io, para o Bltico.
A Companbia db EdikcaqIo est fazi.il. o re I Cavias ilenrarga
colhimeuto da 7* presiacn de seu capital social. Barca nirueguenso Stanley, varios gneros.
na razio de 10 0/0 do valor das respectivae ac- l'area nacional Mimosa, xarque.
i,-oca, o qual dev.r r.-alizar-sc at o dia 14 do c.t- Escuaa noru-gucuse Refvrm, xarque.
reute.
Lugar noruegueuse Chrissina Elysabeth, cirvo
L^ar allcmo Gazetle, trigo.
Lar nacioual Marinlto VII, xarque.
Patacio portugus l). Elysa, varios gneros.
Palhabote americano Lmi Ehrman, fariuhi
trigo.
Aa notas do Tbesouro de 2)fX) da 5.a estampa, i Pataeho nacional S. Bartholomeu, xarque.
O recolhimeuto de Notas Dilackbadas do Tbe
souro, faz-se i:a Tbbsocbabia db Fazenda, uai ter-
V .s e sextas-fura, das 10 s 12 horas da inauha.
de
50J0 da 7." e 10JOOO d 6.', scro substituidas Patacho nacioiiai joven Correia, xarque.
ua Thf.socbabia de Fazenda at o fin do met do Patacho uacioual liioal, xarque.
Junho ci m o descuuto de 2 0/0, o qual ser eleva- Vapor nacional S. Francisco, va-i
do a 4 0/0 a contar do 1. de Julo." a 30 de Se-
zombro do corrente f.uno.
va-ios g-.-n 103.
cmma
2.653.762
2200 a 2*400
119.K) u 2/100
l7tJ0 n 8W
1*500 a 170)
U3'J a 1*400
1*040 a 1*100
190J a 1*Ujo
*70U a *8 iu
Algodo
I'oi cotado boje o de Pernambueo e boas proce-
dencias, em trra, a 7*000 por 15 k^loe.
-'ri'laiueul'i
, Foi ilfeetuado o do lugar inglez Flora, liara
carregir Siucar, cem destino aos Estad i-U.lt-
dos, a 17/6 e 5 0/0.
Vaporea d;spa< liado*
Vapor inglsi ikrehant, sabido no dia 8, ii vou,
eom deet no Liverpool, a carga segniote :
8,520 barricas com ascucar mascavado.
1,300 saccas com algodo.
78 ditas com carocos de algodo.
Car.- garam diversos.
Vspor nacional Marque de Cixiai, sabido an-
te hontem, levan :
Paula da 4!fantiegn
St-M NA C8 6 A 11 DE 0L-.M1O DB 1887
\sm ai i, ;.:e i (kilo) .... 126
Assuear uiaj__._a^ {^-i 066
Alcool (litro)....... 2.S
Arroz com casca (kilo) .... 65
Algodo (kilo;...... 400
Aaauear refinado (kilo) .... 145
Borracha (kilo)...... 1*066
Couroa seceos salgados (kilo) 500
Couros verdes (kilol..... 270
Cacao (kilo).....- 4C0
Caf restolbo ikilo) ....'. 320
Carnauba (kilo) ...... 366
Carnosa do alfodio (kilo) 014
Car vio de podra de Cardift (to r.J 16*000
Couros seceos Otpichad'is (kilo) 585
Caf boin (kilo)...... 460
Cachica (litro)...... 707
Fariuha de mandioca (tro) 035
Fumo restolhi em rolo (kilo) 4(0
Fntn.i rcatulh; em lata (kilo) 50
Fuon boai (ko)...... 720
Fumo em fohi bom (kiL) 720
Fumo em folha ordinario (kilo) 100
lcnc'ora (litro)...... 00
Me! (litro)..... 040
Milo (kiio)....... 4X1
Taboados de amarello (dusla) 100*000
Oi2deudaw
Estilo sendo pagjs os ErguiutCs :
O 1 do Uabco db CiiEorro Keal, azio de 4*
por acedo ou 10 0/0 do valor realizado de cada
urna.
pagamento f..z-se na s le da banco, das I >
horas da mauhi s 4 horas da tarde doj diai
uteis.
O 78." da Coupanhia ao Bebebidb, na p'cpjrcao
le 5*UO0 por accio ou 10 0/0.
Os iuceressaios devem ir ao escriptorio da coai-
panhia, das 10 horas du m:iubi 1 da tarde, .. u
abbados.
A 16.a distribuido das cau'ellas do juros cor-
respondentes ao semestre findo cm 31 de Dczeuv
bro do auno passado, da compaubia Ubeat Wbs
IEBN 0F 1JBAZIL KaILWA. f
E' no escriptorio ceutral da companhia, das 10
horas s 3 da tarde, que a '.llec.ua o pagamento.
_Iit|i!i-la iio
Lugar noiuogueuse Christian Elisabeth, entrado
do CardifF em 10 do corrente, cvnsigoado a Wilson
Sons & C, manifcstou :
Carvio de p.dru 418 toneladas ordfm.
RtCIFE, 8 DE JUSHO DE 18S7
Para o exterior
No vapor americano Alliunca, carregaram :
Para New Yoik, H Luadgr n i C. 45,000 eou-
riuhos de cabra.
No vspor ingles Veto, carregaram :
Para o Bltico, Borstclrcann & C. 400 esaccaa
coa 3",28 kilos de algodo.
No vapur nigl z Ceartnse, canegnram :
Para Liverpool, J. Pater & C. 160 saccas om
com 12,000 kilos de assuear mascavado.
Para o interior
No vapor nciooal Arlindo, carregaram :
Para o Rio Grande do Sal, viuva de Mano 1
Francisco Mariues c Filho 500 barriess com
47,857 kilos de ass. car branco
Pata Pelotas, viuva de Manoel Francisco Mar-
ques & Filho i 00 barricas com 47,953 kilos de
assuear brinco ; Carlos Burle 372 saceos com
27,1.10 k os de assuear branco e 28 ditos com
2,100 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Al. de Caxias, carrega-
larn :
Para Bahia, M. Caoba 100 barricas com 11,797
kilos de assuear branco.
Para Peuedo, M. Lopes de S & C. 6 eaixas
com 270 kilos de doce
No vapor uacioual Pernambueo, carrega-
latn :
Para o Para, M. J. Alvos 6 barricas com 398
kilos de f.ssucar refinado ; V. T. Coimbra 500
barricas c ni 39,004 kilos de assuear branco.
- No hiate nacional Deus le Guie, carrega-
lam;
Para Aracity, E. C. Beltro St Irmao 1 barrica
eom 16 kilos de aj.ucjr branco e 2 ditas com
162 ditos de dito refinado.
Na barcaca Plienix, carregou :
Para Par.hyba, A. K. Braoco 20 saceos com
1 200 kos de sssucar branco.
Na barcaca Graeinda carregou :
Para Mamcnguape, F. Je Barros Jnior 2 ata-
dos de vussouras de carnauba.
Mu io % carga
Estio sendo despachados os seguintes :
Barca inglesa J. B. D., carocos de a'godio, pa-
ra Liverpo)!.
Barca inglesa Prjnce Arthur, assuear e algodo
para Liverpool.
Lugar ingles Flora, assuear, para os estsdos-
Uuidos.
Patacho nacional Maria Augusta, assuear, para
Montevideo.
Vapor nacional Arlindo, assuear, para o Rio
firande do Sul.
Vapor americano Allini.ca, diversos trtigos, par
New-Yuk.
Dlafeelro
EXPEDIDO
JPelo Vapor nacicnal Jacuhype, para :
i'euedo 2.000*00
Eteatl.meaio* publico
11KZ DE .L.NMO
Al/aniega
lenda H
U 1 a 7
dem ce 8
eral
Renda Drovuieiai
e 1 a 7
idcui de 8
171:394*346
27:34!194
25.608*920
4:216.085
198.930;112
29.825 005
i e 1 a 7
dem Je 8
Oe 1 a 7
Ide.c de 8
. 1 a 7
lien 8
lieceledoria geral
228-755*117
9.tJ90;0
7(5,050
9:714 100
lieceledoria p,j Recife Drainaje
29:305618
1:138*910
30.444558
2:434025
15o* 348
2:590*573
ei'C&do SJualctpa de Jos
O movimeuto diste Mercado uce dits 9 e 10 de
J Jubo foi o su^uiute :
Entraran :
71 boia pesando 11,392kilos, se.-.do de Olvei-
ra Castro, 50 ditos de Ia qualidsde e 21
ditos particulares.
1035 kilos de peixe a 20 ris
68 cargas de fariuha a 200 ris
31 ditas de fructas diversas a
300 rs.
20 taboleires a 200 ris
30 Sumos a 200 ris
Foram oceupados :
50 columnas a 600 ris
44 compartimentos de farinha a
500 ris.
44 ditos de comida a 500 ris
1861/2 ditos de legumes a 400 ris
36 ditos do suino a 700 ris
20 ditos de lrcssuras a. 600 ria
20 tainos a 2*
17 ditos a 1*
A Olveira Castro & C.:
108 t albos al*
De ve ter sido arrecadada uestes Jks
a qaantia de
Iuglez, geograpbia e arithmeticaO direc-
tor.
Curso especial
AllemSo e italianoDr. Ayres Gama.
Siiencias naturaes -%irector.
Escripturacio commenial Frederico U.
de Almeida Albuquerque.
Recife, 10 de Juuho da 1887. O di-
rector, o acadmico, Tranqulino Gradan-
no de Mello Leitao.
linos psls.ra relMliaminle & iho
lclla do pulmOe* e da gorgaula
1 >da a vei que es pulacks s? ach.m enfermos,
pode-se com toda a certeza di ser, que o doente
acha-se bor a de urna enferinidaue incuravel, e
o prim-iro passo para tio pengosa situado a
tosse. lorna-s.-, pois, da maior importancia o ata-
lb*r-se par., desde I go. Se perguntardes como isso
sa possa reahsar ou conseguir, responderemos com
o Peitoral de Anacahuita, o qual extrahido c pre-
parado sueco balsmico de urna arvorc do Mxico,
ceuhecida desde ha muitos secuLs pelos uaturaes
aquelle pais, como remedio poderoso e santo pa-
ra todas as enfcrmtdades dos orgios i Cio. Esta admiravel pr. paraca,~ curar a tosse
dentro em poueos das, e at m-.-smo s vez s tm
p-oucas horas, alliTar a astbmu, curar a oflim-
macio mucosa do laryuge c bronchios, c impedir
a tytba.
Em contrario d s peitoraes e xropes fabricados
de fructas e de outu's ingredientes mais, na sua
i-laborada ts deliduda composicio nao entra nen-
huma particulu de Dfido prussico e como igual-
m nto se ath* livre de antimonio, ingrediente este
que abundautcuiente se eucoiifra ua composigio
a aqa-lle3 cutros nao pr.dus pois, naaseisdc
qualidad'O alguma.
Como qabaktia contra as falsifieacoas, obsrve-
se bi m que os uooics de Lanman & Kemp veubam
estampados em Kttras transparentes n.. papel do
nvrinbo que serve de envoltorio a cda garrafa.
Ene ntra se venda em todas as pharmacias o
drogaras.
Agentes cm P rnambaco, Henry Forstcr ic C,
ra o C< mmcrcio u 8.
i'.< niiiio de ramilla
A mu uniiga e mrrecida reputa^io dos Col-
larca Bojer contra as convulaoes o para faci-
litar a d'-uticao das enancas, tem sido d.-sde inul-
to lempo objecto de iavi-ja or p irte de iudustr:,:es
semeserupuio e sem titulo sei -h ti fio, os quaes n--
da ucboram de inelbor do que contrafazerem e imi-
tarem gi sseiramente nosso producto.
Muito prajceupado com a aade das crianeas,
qne | le assim ser eumpromettida e dem.-us zeloso
da b.a .o ncada dos nossos c llares, prev.-nim.is s
mais de familia que ellas devein exigirque e^Ja
C-i ar H yer e teja cantido deotru de \mi caixi-
uha l-ngoquadrada, abiindo-s- c-m gaveta, cm
tres lados da qual oe aebam i.poo-t.'S rtulos im-
pressos eu francs, portu5ucz e h.sp.ubol e di co-
rados com umi vir^em e a uossa ni .rea Je fabn-
ci, n i quarto lado eom ilua meialhas c miuha as-
siguatura. Calla Caixiuba fechad i com urna nje-
daib.i d lila i, cin ambos os 'ad s di qual se le a
eejjuinte inseripcao :XJullier Hoy r, 225, ru St.
.viurtin, Pars.
D1T&ES
t> Di. Jor.quirj Corroa de Olivaira Andra-
(ie, juiz de di::ito jirivativo du crphSos
e ausentes nesta comarca do II i if-, por
S. M Iuprial c Cons itucion \ o Sr.
D. Pedro II, a quein cus guarde, etc.
F..Z saber ao que o pr. sent edital virem cu
ielic tiverem noticia, que uo dia 14 de Juuli- do
corrente anno, dep is d prcenebidas as tormi-
Jades da Ki e do eotylo ir praea a quem mais
der, prestaudo fi.'.:ia doea, o aireniuiceuto por
3 anuos do sitio d-.ujminado Gira", situado na
freguezia da Boa-Vista, cju portio di u-.idiira na
en'rada, todo murad, can diversas fructeii as,
urna b.ixi de c-apirn, um viveiro de >p.-,nhar pei-
xe, un grande caz de '.;jol-j e Cal coin eseada de
pedia e Cal, dous j.rdois c iui cntenos para fil-
res, umicasa de bauho, t imbem de tijoloec.l
e-jbi rta de i- Ibas com tanque dt uiartnore, bomba
de ferro, urna uascc-n'e d'agoa, cocheira, tstriba-
ria pira dez cavalloe, um peqa no terraco sobre
columu-ia de lijlo e cal coberto de telhas, sitio,
cuja e.sa de uveuda Ue sobiado de um andar
Cji s tio e mirante e tem 98 palmos de frente e
49 de fundo, 9 portas com carandas de Ierro na
frente c 5 em cada cilio, 3 salas, 1 sali para
jautar, 4 q-niri?, cozioba fra o 1 quarto externo
ao poute, 3 quarcos externos ao nasctne, seudo
circu'ada de lijla cal, 1 sala c 1 quarto no so-
lio, 3 ja..illas i ni cada uoiraut", 2 sala?, 1 saleta
e 10 quortos no pavimento terreo; aun-xo a iste
titio tica um i utro, murado no lado do poenie, ape
Preos do dia :
Carne verde de 280 a 400 ris c kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sainos de 56) a 640 ris ideus.
fanulia de 160 i 240 ris a cuia
Milho de ^6J a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1*200 idem.
Haiadouro Peibco
Foram aOutidas nc .Vlatadouro da Cabanga 33
rezes para o consume do dia 11 de Junho.
Seudo : 63 rezes perteucente a Olveira Castro,
5b C, c 25 a diversos.
Vapores e naiioN esperado
VAPORES
Oratorde Liverpool boje.
A liancado sul boje.
Espirito Santodo norte a 13.
Advanccde New-Port-News a 14.
Principe do Grao Parada Bahi a 14.
Mondegodo sul a 17.
Vilie de Maccido sul a 18.
Cimillodo sul a 18.
Equati-urdo sal a 19.
Aymordo su! a O
Cearde Hamburgo a 21.
Vil.'e de Ceardi Europa a 22.
Zeebryde Fiuoie a 22.
Mauosdo nort: a 23.
Nevada Europa a 24.
Autor df Liveipool a 25.
ParAdo sul a 27.
Tigusdo eul a 29.
NAVIOS
Aruiidade Londres.
Anne Maricdo Itio Grande do Sul.
Blanchcde Terra Nova.
Camoesdo Porto.
Erutede Hamburgo.
Guadianade Lisboa.
Katanale Terra Nova.
Lcanderde Terra Nova
Marinho IX do Rio CJrande do Su .
Meta .Sophide Hamburgo.
Meorde Terra Nova.
Osseode Cardifr.
Pegyde Terra Nova.
Positivo-do Rio Granae do Sul.
Vicirado Rio de Janeiro
Withclminede lacnburgo.
Reudimento dos das 1 e 8 _{*
ioviiueulo do porto
Navios sahidos no dia 9
kLivrpcol e escala-Vapor inglez .Uarense,
10200| commandanto John Jellard, carga vanos gc-
4*1001 eros. ,
6(X0 Bahia e esci'aVapor nacional Mrquez de
Caxias, comandante Jos Joaqatm Coelho, car-
ga vari 8 gneros.
Navio entrado nv da 10
SwaneeaiS das-Lugar e.'0^'^^"
,:,betb, dr 288 toneladas, capitao J.L,lho sen,
equipagem 8, crga carvio de pe<- W.lsoa
Sous & C. ,.
Navios sahidos no mesmo dia^
Havre-Barca norueguense or-, capitao John
Steincsts, (. rga algodo ..!...
Bahi -e csc.lha-Vapor naciooal J*"7Pe'.
commandanto Souza Lobo, carga vanos gne-
ros. _,
yjbstrvacao
Nao houve entrada no da 9.
2.-?* 700.
13*600
30*000
22*00)
22000
7460e.
25*200
12000
40*000
17/OJO
103*001
405*300
1:694/980

I IfMH 1


Diario de PernambucoSa libado 11 de Junho de 1887
j.
as separad:) do outro sitio por u na cerca de es
pinho, com fruct.iras, eses, estribara, cochaim,
cacimba e tanque, quait s para criados, galiohei-

ro, casa t< rrea par viveada com sotio, teirac
na frente, 3 salas,J sa!eia, 1-quarto no sotio.
E vai praca srreudamento do al ludido sitie
Evai praca
a requeriinento do commeodador Jos Antonio
Pinto, inventariante dos bsns de su* fnadi sogra
D. Clementina Teodora da Silva, e de cooformida-
de coai a piorno do Dr curador geral e de t;dos
os interesaados
E pira constar maodci passar o presante, que
ser publicado pela imprensa e afExado no lugar
do tis'.uioc.
Dado e passado nesta ciJade do Recife, aos 25
do Maio de 1887.
Eu, Olavo Antonio Pemil escrivio, o sub-
scrcvi.
Joa uim Correia de OUveira Andrade.
2 Seccj. Secretaria da Presiden;ia de Per-
mmbin'O. em 10 de Junho de 1887.
De orem do Esin Sr. presidente da provincia
e para os devidos .ffeitos laoo pablo que, de
conformidade com o diepasto uo arf. 168 do re
gulamento nuuexj ao decreto n. 91:0, de 28 de
Abril d: 1SS5, foi U jo u.rae.do o capitio nono
rario do ixercito Atioaso d Holanda Je Albu-
qcerque Maranbio pra servir pro.is mente
os ffi.i s de escrivio privativo de orph*os e do
crime por dietribuicij d; 'crino de Sazoreth.
O aocreuno,
Pedro Francisco Correia de Ocelra.

_ JJLRACOES____
Conferencias i foolkioaisl.is
Domingo, 12 do corr ate, 1 hora da tarde, te-
r lugar ~' ccoferenci* abo'icio is'a, sendo ora-
dor o Sr. Jj-iquin C. da S:lvciri_Carva h <, seguin-
dj-ae a p distinctos artistas, qie r/raci smente a prcec-
eheri-i.
As comraiasoes rectb.'ro donativos ox bene-
ficio dos iscravisadjs confiara na geaerosidade
publica.
.Secretaria da Socieda i' P rnntnbucaiia co.tr;". a
Lvidao, 8 Je Juuho do 18"T.
O secretnio,
Adolpho Quedes Aleo/orado.
Aviso
O Loadnn & Brasilian lian k, litnited,
rec be dinheiro em conta yjrrente simples
ova os juros de 2"i0 fio ann capit lisa
dos de li era (i in-z.-a -Ju lio c X'zam-
bro.
R c-b-i taiiibim iinh ir. em depsito.
jni aviso precio de iU das, ou txo a pra
3i de 3, 4, G, 9 e 12 naz's, *s txas de
.ros, que forera c^nvenciotaiaa entre as
Ai c ntasj PxUteuteg, vencenio juros
por iffereiit-s taxas, ti:. ni sera alteracSo.
Ricife, 24 de Maio do Ia87.
W. II. Bilton.
CoiuuiaiiiJo das t.m s
b
L' chamado a comparecer na secretaria deste
simulando o music refirando do i-xieito Juvino
Il lefios j Elv:ro da Cista, afiro de receber sua
rov.saj de reorm i.
Secretaria do C inmandi d*s Armas de Per
iju.'o'.ico, 7 de Junho de 1887.
O alteres Jos Eii.i tria los Saufos,
S.-eri-tirij.
Com mando das armas
Fxz-so publico para coub^eimento do
.i>t-re Sado que o M'iii torio da Guerra,
por portara de 8 do Maio fiado, determi-
DOu que o es-;;adet." llaacel Nunes do Val-
\; rovert s tileir.is do .'x-'r.:ifo^ t-.fi a de
completar o te dio, sendo inuluido no H balalbSo do n-
fautaria ; p do que devora o m-e-ni nci
Jete comparecer nc-aU s'ore'arla.
Secretaria do co omaolo das armas i;
Perinmbuoo, 10 de J.inho de i8S7.
Jos E'isiario dos Santos Alforza s .-
r'tario.
S l!. .).
iiocleilaile Rcrrcaii%a Jj ecitade
De ordem dj Sr. p ejideiite (io~> pjb'ice, que
i testa secretaria se i obei. propostas atoo da 15
! correte, paz a a empra de faro' ment par.
i banda musical dista soei< dade. Para expiiea-
cces queiramos interossiidos Jiriir-se ao Sr. fhe-
onreirn, A ra de P !u Aff nao n. 15.
-S errtara da socedade Recreativa Javntude,
7 de Junho de 1887.O 2- .ecretaiij
J d. Mediis.
llinA\A! E
I>0
yS. Sacramento de S.
Jos
De ordeii da m~sa rrgedora lesti veneravil ir-
iii-tde e de accordj com o njsso corapromisso.
convido pela segunda vez a t idos os nossos irmii s
para e< mpareccrera no di.mingi 12 dj eorrent,
pnlas l h irai, no consistorio da matrit, afim de
nr.icederraos a eleicio da nova mesa legeora pjra
i anm compromiss .1.
Coustorio, 10 de Jo.li > de 1837.
Vicira da Cunht Sobriob?,
EscrivSo.
De oidein do Dr. prejideue da mesma, sao ,o:-
.1 i:: i 8 os scuhores mdicos e pharinac. uticis re-
sidentes na provincia, para a terceira reunia",
que t'^r lugar no da 12 do C)rr''n', s 12 horas,
a tele da i-.specto'ia de hygicnp, roa do 8a-
rai da Victoria n. 62, afi n do diseutir-s' os eta
futoaServiudo de secrefaro,
Dr Jj.- de Mirncda Curio.
Ttarai de Mi
De ordem do lllm. Sr inspector se taz publico,
que s 11 horas da manha j dia 1G d i eonente
:n'z en sessao da junta, so recoberaj ua m>'sma
Thesouriria propoafas > m cartas fechadas e sella-
das para o foruecimeuto dos g-'n ros e diversos
arcigos, nK'essarios ao presidio de Ferntud) de
J; or nha durante o semestre de Janhi a De-
;enbro deste anno. a saber :
test ron
Assucar mascavinh kilo.
Dito branco, Ia sortc (refinal ) id m.
Arroz pilado, i lem.
Azeite doce, dem.
Araruta, idera.
Aletria, idem.
Amcix is, ideu:.
Banba de pirco, id.w.
Bact^bo, dem.
B .tatas inglezas, ilcm.
(J^f ora grao, i-lera.
Cb Hyss n, idom.
Dice do goiaba, idem.
Fura > ora latas, idem.
Fariaba de trigo SSSF, barrica.
Farioha de mandioca, litro.
F.rinlia d tapioca, kilo.
Qomma de mandioca, id'.m.
Krcsene, I a*.i.
sfarraeUd, kilo.
'i.. i'g.i inglesa, idem.
.'..ltega francesa, il m.
Macano, idem.
i'rtssa, idem,
Sal de cosiuha, litro.
Sabao nmarello, kilo.
Vinho braneo, litro.
V ai do Porto, idem.
re de Lisboa, idtm.
Vassoorus de piassava, urna.
Vfllas st armas, maco.
Xarque, kil.
rUfmm
Agua-raz, litro.
Agolhas para costura, papel.
Arcos de ferro sortid'-B, t-ixe.
Alcool de 36 a 40, litro.
rame de lati, kilo.
rame de ferro, idem.
Algodio trancado asul, metrJ.
Algodio trancado de lista, idem.
Algodio msela, idem.
Algoda sinho, dem.
Bra pardo de algodio, idem.
Baudeira irapeiial de 4 a t pannos, orna.
B to.'s de oao com 2 furos, caixa.
Brabante, kilo.
Caibios de qualidade, un:.
Camisolas de brim, urna.
Ditas de algo;i', idem.
Ditas de forca, ilem.
Cal pr-.-ta, litr>.
Cal branca, idem.
Cabo ...mnIba, k o
Cabj d cairo, idem.
Cabo de linho de todas as dim'u ojs, idem.
Cabo de linho pira drici d* bandera, idem.
Celia da Bihia, i Jera.
Co choos de cap i ir, um.
Cobre era tolba, kilo.
Chiu/ins patentes, nma.
Co'heresde pedreiro, niti!.
Caetas de pao, ioz'a.
Caivetes fines, ura.
Copos de vidro, ura. y
Cbocalhos sortidos, um
Cera branca em vellas. kilo.
Dita cm bratidoes, idem.
Cimento, barrica.
Carvao e pedra para ferreiro, kilo.
Espanadoree de pal ha, um..
Euchaias d.' 3 libras e 3 1/2, urna.
Euvolop; enfolio, um.
Ditos para oEc.os, um.
Escrovauia de lali-) u:o i
Lscarradeira de metal, urna.
Facas de ferro, duzia.
Goraraa arbica em p, k:lo.
Dita ira earoco, dem.
torama lacea, idem.
Hastias, uraa.
Incens, kil).
Lamparinas de porcelana; caixa.
Lsuccs de liuh i, ura.
it s d > algodio, idem.
Lipis do borracha, dozia.
Ditos pretos d Faber, idera.
Ditos de chipian, idem.
Liiih-i bianct n. 20, carritel.
Livros para i nsino primario, ura.
L'vros de papel Hollauda pautado de 50 a 1J
folbas, um.
Lisa esmeril, folha.
D:. Jo vidro, idem.
L .cr i', pr'.o.
Madapolo, pega.
Molh '. de ripas, cento.
Oleo do liuh i? i, kib
Pedras de <.molar, ums.
Papel alira=so pautado Hume, rcEina.
Papel CartJo matta boiras, folha
Peonas de ac P rry, eaixi.
Pedras para lecrcver, uraa
Selms naciona um.
Ditos c io borratha, um.
Paboas de louro, nm.
Pabias de araartllo, nma.
Taboai de pinh) de 3/4, um-i.
Toaihaa de algodio, urna.
Tinta prota, litro.
Tinta azul da Piussia, k lo
Travs d 1') palmos, urna.
Travesseir a de !uli- ch-ios de palhi, um.
Tubas de bairn, urna.
Vidros pira vidr*?s, un.
Veidc cb'om k-1).
Brochas pt.ra calar, urna
'i b de jangadas, um.
Dit s groas -s para bata, u n.
Tr ivi tas de 36 4' p-ilmjs, urna.
Canos de chambo, k'los.
F-;rro inglcz e snco, ajrtido, idem
L:m.i[oes c lima* surtidas, urna.
Prcgos franceses, kilo.
Coiidirde*
1.a Neubu:na proposta ser recebida sera qu o
propouente uella declare o prec) de cada artigo
sem claro a'gum, evoda, eotrolinha ou rr.sura.
2 .' seiio aectitas as propostas de negocian-
tes raatricul-idos, que te h.bilitern C3m "S respec-
tivos d 3 O gneros dev rio ser de boa qa .lidade e
oa fornec Joros serio obrigados a deposital-os em
um dos arra*z-ns di C mpauhia Pernambucana,
ou outro quaiqu--r designad) pola Presideucia para
3' rera cxarainad.s, pesados e acondicionados^ de
modo que possam c^ra facililade prettar-se ao're-
ferido proceaeo ; sendo para sst cbrig.dos tam-
bera a ministrar o pess.al e os instrumentos nc-
cessarios ao respectivo transporte.
4 As despezas c,m a condocci), trete ao va-
pir arinaxeuagcus e crabarqu-? dos gneros s.'ro
feitis pir conta dos fmecedores, seudo que os
genera e artigos s serio definitivamente acei-
to?, depois de recibidos no presidio e de srrem
all p :aininad s pela icspectiva ommissao d^ con
forrai lade c ra as instan ges da Presil' ncia de
20 do Jnneiro de 1882.
1 h souraria de Peruatobuco, 10 de Junbo de
.--7.
O secretario,
Luiz Emyydio Pinheiro da Cmara
Obras do Porto e Obn-s G raes
De ordem do Illto. Sr. engeuheiro director da
K'particao das Obras da Conservaco dos Poitos
e Obras Qeraes de Pernarabuio, de couf rmidado
cera a autoriaago de S. Exc. o Sr. presidente da
orovincia. de 30 de Maio findo, e na forma do art.
o do d-creto n. 29 de 14 de Maio de 1862, e 18
do decreto d. 2922 do 10 da mesma data doregu-
Ltr.en'o do Ministerio da Agricult ira. Ccmmfrcio
e Ob.-as Publicas, faz^mos scionto a quem inte-
resar p bsh que no da il d; Junho correte, ao
meij da, ua ui'sma repart:cii recebem-se pro-
postas para o fornecimcnto durante o s ornes-.re de
Jnlho a Desembrozo correute anr-o, dos segnintcs
objectos e mateiiaes n-cessirios sobras do poro,
obras geraes e obra3 da pjn'e Buarque de Ma-
ce J'-.
Art. Io. Os prop luoutes d v rao aprcaentiir r s
suas propoetas i m carta fechada, c c jmpet< ut. meu-
te stllada, nt a hora acicia mencionada, sendo
qu di-pois ttS.> serio mais aceitas.
A-t. 2. Os propo untes diverio apresentur
am.stras dos obj ct s propostos.
Art. 3o. As p cpostus devero ser feitss =eguu-
do o systfma ra>-trico de peses c medidas, diseri-
miuano a qunntidade e quaidade, conforme a re-
lacSo abaixo especificada.
Art. Io. Os fjr.ieceJ^ros se obrigaro :. fnzer o
fomecimr-nto a teir.poe u hor em quelhes !or pe-
diHo, iob pena de pa-rarcra Ib % de multa eobre
o valor do lornecimento, t- de 20',, so iJccHva-
meute o na > fiserera.
Art 5*. Oa remecedores serio obrigtdos a en
ir gar es "bject09 pedidos no caes doarmaz m de
drpjsito, u le Saii'u Kita Nov i n. 59, e na pon
te Buarque do Macedo,que sr passada pelos em-
preeados eompetentee, na 1* va do pedido, o
qual ac pauhar a couta, que dever ser tirada
aii nsilmcnte, c entregue na rcpaiticio at o da
15 do mea segointe ao do fomeciment.
Art. 6. O carvao pan as dragas c vapores ser
fono-i i lo a bord", na qaantidade de 10 u 20 tone-
es1. i-uibarch(oes dessa arqueaeio, c mp. ten-
t ni' ute verificadas.
R lacio djs objectos
Ac batido, kilo.
to batid i em verguinba, idem.
Dito b xiga, idem.
Dito fuiidil, idem.
Agulh.s de c-xor, gtandes, nma.
A'-'U.-rz, litro.
Alcatrio, idi m.
Alm.to'ias de fjlha de mcio a cinco litros, urna.
Alvaiade de sinco, kio.
rame de lati, idera.
Dito de ferro, i i. ra.
Areia da fingir, metro cubico.
Aircbera. kilo.
Axeitedoce, litro.
Dito de earrapato, dem.
Dito de p Azul uitr .mar, kilo.
Bac a d I uc:, uraa.
Dita de Bar- idom.
Baldes forrados, um.
itaioi ira nacional do doUS pinos, UT.a.
Barril pequeo. um.
Borracha vulcaoisa 'a em lenco', kilo.
Bren, idem.
Bnra, m-tro.
Brocha o. 8, umt.
Dita pequea, idem.
Cabo de ln.hr, kilo.
Dito de Minilha, idem.
Dito de C-iiro, idem.
Cadernacs brooxeadoa, pollegadas.
Ditos forrados, idem.
Cadiuh e, numero.
Caibro do qualidade, metro.
Caldeira so tida para derreter breu, kilo.
C ildeirio para v< mis e alcatrio, um.
Cal preta, metro cubico.
Dita branca, idem.
Cilque em panno, metro.
Dito em papel, idem.
Cauelas, urna.
Cac t, idem.
Cantoo. ira d? ferro sortida, kilo.
I Caono de chumbo, kilo.
Dito de barro de diversos dimetros, um.
Carvio New Cistb, kilo.
Dito cck, idem.
Dito cardiff, dem.
Dito para ferreiro, idem.
C -rnnhos de mi, um.
Gayubas, urna.
C ra i'marella, k Cimento Portland inglez marca 1'nau ele.
C ment marca Henm.or, idem
C^iive iiiil.za, Un i.
Cumbo era barra, kilo.
Dito era lencol, idem.
C bre para rom do caiii, idem.
Di;o vi ib idem,
Cito em '.ira', dem.
Colla da Bulna, dem.
C.lhereg de trado 0,0135 a 00125 grossura 1.0,025,
uraa.
Ditas de rosca 0,0135 a 0,0125 groasura 0,025,
dita.
C uro ct, um. .
Corda para aui lime, peca.
I orri ia de sola uiglezii singelu, metro.
Dita de sola ingR-za obrada, idi m.
C rreoti's di- ferro, k lo.
Ci, idem.
Curvas de eicupira de differentas tanauhos con-
f.irjic a forma apiesentada, urna.
Encharaeis de sicupira verdadeira com 6,60 de
eomprimento e 138 de groisura, um.
Euvelopp'.-s pequeos, caixa
Ditos piraifficn, cento.
Escala de rcadeira, um i.
Dita de i.o-lira, dita.
Escpala de (erro, dita.
E-eova mgiiz ', dita.
Dita para tubo, dita.
Etquadro de (ais, um.
) =t nho cm verguinba, kilo.
Estopa do algodio, idem
Ditj de linho, idi m.
Dito de emberiba, idem.
Fatecha, urna.
Feltro, kilo.
Fi-rro inglez sortido, dem.
Dito em lencol ou chato, idem.
Dito era chipi marca Lemoor, j-m.
Di o sueco etn barra, idem.
Dito bruto para fuudir, idem.
Fio de algodio, idom.
Fio de la. idem.
Fi i do vola, id ra.
Porqueta do f rro, urna
'Jato do forro smgeb dobrado, um.
Graxa do Rio Grand kilo.
Jangada, uora.
Jarra do madeira forrada, umn.
Liampei-, um.
L 1. i;os ii b ir .til i, duzia.
Ditjs de duis tres, 1.1 ra
Liamc de sicupirn enferme a forma apresentada,
um.
Lmi chata, pollegadi.
Di-a triangular s. idem.
Dita mursis, dem.
Lunatao inglez, idom.
Liuba alcatroadi-, k-l->
D.ta de barca e soodagem, idem.
Lisa de vidro em papel, folha.
Dita de esmeril ira panno, dita.
Livro em bruico papel alm%j7 pauta o de 50 a
200 I 4bas, um.
Dito p i pul carro de 50 a 200 folh-i?, um.
Lona ingleza, m-tro.
Machado o'ac', um.
Metal composicio em folha, ko.
Mialhar braneo, id-m.
Miiio'S broiizeados, pollegadi.
Ditos ferrados, idem.
Oleo de ih.ica. litro.
P d'i-co, urna
Pi do ferro patente alvado inteiro, um.
Plha de coqueiro, coto.
Papelio, folha.
P-pel teinfim, peca.
Di'o raatta bonio, folba.
Dito almajo piutado, resma.
Dito rosado pautado, dem.
Dito Carr, fjlha.
Oito Jet, idem.
Par..(U8cs de ferro, duzia,
Ditos do m- tai, idem.
Pao d' jangada, um.
Podra de granito (lastro de navio), m.-tro cubico.
P. rs< vejo, caixa.
Ks de cabra, um.
Peanas Periy, c.ixi.
l)iias raallar, idem.
Ditas finas para detcubo, idera.
Pieaicta, urna.
P prcto, kilo.
Percas deftrrode diversas dimeneoes, kilo.
Praochoos de pao carga, metro.
Dito de oiticica trancado tendo 12 de compri-
no-n'o 6 de largura. 0,7o de grossura. ura.
Ditos de pnih i reziuoso. um.
Ditos de pinho da Su cia, um.
Diti 8 de amarello, um.
Preg s c.ibrai. kilo.
Ditos do trro sortidj, idem.
Ditos Je ferro batel grandes e pequeos, idem.
Dito( frmeles, idem.
Dios r pir, idem.
Di'os de c bre bat -1 grandes c pequeoos, dem.
D.t s do tinco, i lera.
Ditos com niru. lias galvaoisadas, idem.
Pr.siihas de diversos tamauhos, caixa.
Pruesiato de potassa, kilo.
Q iKit.ba de bario, uraa.
Que i y, um.
Hispa de f.-rro, urna.
i irpadeira d^- cabo de ceso, urna.
! b.llo de p ira, um.
Regoa de faia. uraa-
Bemoda faia, me'ro.
Uoxo Ierra, kilo.
Sacco vasio, um.
Sapatiiha, uraa.
Seccautc fezes de oir, kilo.
Dito de zinco, dem.
Bo'la ingbza, idem.
T.nb as de amarello de 0,0135 a 0,0125 de gros-
sura, urna.
Dirs de pao cirg* ie 0,025 do grossura, nina
>' si: p .o 11 Siocia, urna.
I) .ie pinho resinoso, dem.
D.tas do ceJro, i era.
Ditas de leuro, idem.
Tacha de cobre, kiK
Dita de boaiba, kilo.
Tapeta para escaler, metro.
Teeido de rame de balio, idera.
Tijolo toiiato ingles, ura.
U '.o rva de fogo, um.
Dito p lo alvenaria batida, mi beiro.
1>o ue i Ivenaria groasa, railheiro, (d'agoa doce)
T'.lbas de barro cu. vas nacionaes, idem.
Ditas de zmeo onduladas, Jha.
Tesoura, nina.
Tiu-'i.l, kilo.
Tinta branca em massa, idem.
Dita verde em masa, i l-on.
Dia carorlm, frasco.
Dita preta Stepbu, botija.
Dita preta nacional, i Un.
Tinteiro de vidro, um.
Trnve di sietipira vordadoira, urna.
Travs de emberi-ia preta de 12 a 14 metros do
c in,ii' Trena u'.-co, idim.
Dita dt fita, idem
Dla de 1 no, id m.
Trunos de forro, um.
Tubo do vidro para nivel d'agus, idem
Uruperaa, uina.
Vai a para canoa, dem.
Vass'ura do pmstsbs, id m.
D.ta de Timb, idem.
Verde -htorao, kilo.
Verra >'!tao, idem.
Zi cao luglex, idem.
Z neo em folha, dem.
R o fe, 4 de Junho de 1387.
O Io esenpturario das obras do porto,
Maooel Duarte Poreira
O escriptuiariodas obras publicas geracs,
Joaquim de Medeiros Riposo.
O administrador do Consulado Provincial, na
formado regula mi nto de 4 de Junho d 1879, fas
publico a quem ioteressar pnssa, qoe oo pra so im-
prorogavel de trinta das otis c otados do da 1.
de Junho prximo, dar se-ha comeco nesta r par
ticio a cobraoca, livre de malta, dos impostos de
decima urbana e 25 (,, tobre a renda dos bens de
raiz perteoc-'otes cirporac.'g de mi morta re-
ativos ao 2. semestre do exercieio de 1886 a
1887.
Coosulado Provioeial de Pernambuco, 27 de
Miio de 1887.
Francisco Amynthas de Carvalho Moura.
W But i Ra de Janeiro
Lia le J

ult
1.000,000
500,000
200.OOP
erior reso-
Cpital do Banco.......
Capital realisado.........
Fundo de reserva.......
A contar de ata data e at
luc3o, concJer-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os sal los de dinheiro
depositado em conta corrento de movimen-
to no tnesmo Banco.
Recebo-s tambooi dinheiro era leposito
a juros por p-riolos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de triota dias para ser
retirado, mediante as eondijois de que se
dar conheciraento aos i-iteressados.
Peruamcuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Gregory,
Gorente.
.a_______
DO
BRASIL
Capital 20.000:000,
Idera realisado S,000:OOA
A caixa filial d'es'e tiaoco funecionaodo tcm-
porariamcute i ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a prazi, contra os s.'guintes correspon-
dentes no estrangi-ir* :
Londres.
Psris..........
Hamburgo.......
Berlim..........
Un m nte........
Frankfurt s/ Main 1
Antuerpia.......
Roma...........
Genova.......
Xapol's.........
Milio e inaia 34*
cidades de Ita
lia............
Madrd..........
Barcelona......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragonp......
Valencia e cutrae
cidades da Hes I
panha e ilhas j
Canarias....../
Lisboa.........\
Porto e mais ci-t
dades de Por-
tuga! e Ibas... )
Buenos- Ayrcs.... )
Montt video......)
Nova York....!.
s/N. M. Rithscbil S Sjns.
De Rotbschild Frres.
Deutsche Bank.
Bauque d'Auvers.
por veuda o grande camero de cautelas ainda
nio resgatadas ; podendo os Srs iotcrewados res-
gatar ou reformar at a vi sppra do leilo as res-
pectivas caut'-las, abaixo descriptas.
Os ohjectos estario exposicao tres dias sotes-
12107 Um anoel de ouro com 1 briihaute escuro,
3 ditos com ditos, 1 palseira com ditos, 1
correotio de ouro, 1 correte e m di.lha de
ouro com platiua, 1 gargaotilha, 1 puleeira,
2 broches, 2 pares de brincos e 1 elogio,
ouro de le.
12525 Urna ero* de ouro cora brilb antes e 1 volta
de traocelim, ouro de le.
13103 Um par de brincos de ouro, cravejado de
brilhantes e diamantes, 1 pulseira, 1 br che
e 1 par de rosetas, uro d-> lei.
13110 Urna cruz de ouro cera bri liantes e 2 pul-
seiras, ouro de lei.
131H Uraa pulseira de ouro eom brilhautos e i
correte para reiogto, ouro de lei.
13112 Uraa pulseira ouro de lei, contendo bri-
lhantes.
13128 Duas voltas de trancem e um .Ifiaote, cu-
ro de lei.
13143 Um alfinete, 1 p*r de briaecs e 3 anneis,
ouro de lei.
13143 Uraa corrente de ouro para re'ogio o I i
relogio de ooro de lei.
13146 Um relogio, ouro de lei.
131o Una puls-ira de ouro cora p dras.
13158 Dois anneis, 1 brinco e 3 botes, ouro de
lei; 1 cora, 1 baud ir.i, 1 colher e austro
resp'andores, pruta baixa.
13159 Urna volta de trancem, 1 par de rosetas,
1 annel e 2 teteias, ouro de lei ; 1 cruz,
ouro baixo.
13174 Dois castigare, pra'a de iei.
13179 Um alfinete, 1 par de brincos, 2 c-rJs, 1
corr.eao em ouro, ouro d Iti.
Banca Genrale
agencias.
e snas
Banco Hypotecario de
Coaiii e -o.is agen-
cias.
B meo de Portuga
suas ageucias.
English Bank of tbe Ri-
ver Pate. Liraited.
G. AmsiLk & C.
Compra faqnes sobre qualquer praca do impe-
rio i- d i estrangeiro.
R cebe dinheiro em conta correute de movi-
raento eom juros a lazio de 2% no anno e por le-
tras a i razo a juros c nveneionados.
O gerente,
William M Webster
Arsenal de Guerra
O conselho econmico Jas eimpaubiasde opreu-
dizes urtifici-s e operarios rail tares, precisa con-
tractar para o ulrirai som'Stre do correte anuo
os artigos seguintes :
Assucar brauco refinado de l> sorte, kilo.
Dito mascaviahj n-fimdo, idem.
A'etria, ijem.
Arroz, idem
Azeite doce, litro.
Bolachinha de araru a, ko.
Bncalbo, i lem.
ChA hysson, id- m.
Caf em grao, id-m.
Carno de xarque, idem.
Carue vi rde, idem.
Carvao vegetal, barrica.
Doce de g .aba, kilo.
Farinba de mandioca, da torra, litro.
Feijio mulatiuh i, id -ra.
Fructa, laranjas ou bananas, ums.
Frange, um.
Galliuba, urna.
L-uba s-'i-ca de baa qualidade, acha.
M-nteiga inglesa, kilo.
Dita frauceza, i lera.
Marmullada Jem.
Macarrio. idem.
Q.ii-ij.i flameogo, um.
ha I, litro.
Toucinho, kilo.
Vinho do Purt, garrafa.
Vinagre de Lisboa, litro.
Verdura.
Graxa para sapatos, lata.
Eseova para lustro, um
Sabio, kilo.
Velas de spormicete, libra.
Cor:es de cabeil s.
Sapatos 'e eou-u de bez-rrn. cen'o e cincoenta
; are, 150.
Livagem e engomraado de blusas de brim pnr-
do ou f irJetas, caigas de brim braneo, ditas de
dito p.rio, lavagem e concert de camisas bran
cae c de algdiziubo, c.nis las de bnra pardo,
ditas de dito braneo, para enfermara, caigas de
I brim pardo, ceroula*, cubertas de chita, coberto-
res Jola, fronhas, lengoes, lencos, luv,.s (pares)
m-ies (pare.-|, toalhas d.- m-sa, ditas de rosto, di-
! tas d? mi e-barret 's.
S<5 poder coueorrer aosf iroesimeotos annuu-
eiadi 8 pelo coaselbo queo habilitar se previamen-
te, cxhb'ndo um requirira nto dirigido ao mesmo
conselho, d camento que prove haver pago como
negociante estab-leeido, o imposto de caa com-
m>-reial, r lativoao ultimo semestre vencido.
O.' srop nentes doverij .presentar suas pro-
pest-.s nesta secretaria at a 11 horas da mauhi
dodi 11 do corrente, sondo taes pr.'postas em
duplieat, un e.nt"8 fechadas, cu dcelarngio
expressa d soj Ur-se s seguiotes condicos :
l.s No caso de nio assig larcm o c.ntracto pa-
garan a inulta ae des por cento.
2. Sendo recusado p- la eominisaio os gneros
contractad.is, maudar-s.-h i comprar pe) prego
do marcado, ficando o eontr.ictante obrignd) a in-
d-rauisar, isto 6 at tres vtzes, depcis do que -
c.ri rescindido o cootracto, pagando o contra, fai-
te a multa de 2004000.
Secretaria du Ara-nal de Guerra de Pernambu-
co, em 7 de Junbo !< 1887
O secretorio,
Jos Francisco Rib-iro Machado.
13.02 U-na pulseira e 1 alfiucte, curo de Jei; 9
coiberes para cha, prata baixa.
13?01 Uraa pulseira, 1 cruz, 1 figa e 2 anneis, ou-
ro de lei ; 1 volta o cerdio, ouro baixo.
13206 Um annel do ouro cora pequeuo briihaute o
doua ditos de ouro, curo de lei : um dedal,
ouro baixo.
13222 Urna salva e 8 colhores para tp, prata
de lei.
13223 Um trancem, 2 pares de brincos, 1 dito
de arg Has e 3 anneis,"ouro do le ; 1 moe-
dinha de ouro (inei* t) cora argolla.
13237 Urna pulseira, 2 Ifinctes, 1 par de briucos.
1 trancelim e 1 annel, curo de lei.
132'i Urna pulseira, 1 par de bolos, our de le;
6 mediuhis de ouro cm hotS's.
13252 Urna pulseire, 1 alfinete, 1 prir de r istas,
1 modalhi, 1 botao e 3 anneis, ouro de
lei.
13266 Doze coiberes para cbi de prata.
13275 D us alfinetes, "J pares de briueos, 1 dito de
rosetas, 1 dito de botoes, 3 aouois e 1 figa.
ooro de lei.
13279 U-n relogio, ouro de lei.
13'91 Uai trancem, ouro de I i.
13303 Um par de ros-tas com brilhait"8 c 1 an-
nel c .n dito,
13305 Lira relogio, ouro de lei.
133U9 Um cordio e 1 cruz, ouro de lei.
13311 Ura relogio, curo do lei.
13313 Win trancelim e l a-inel, ouro de lei.
13311 Uirn pjlseira, 1 alfinete, 1 par de brincos i-
1 dito do rosetas, ouro de le.
13320 Ura par de bricos, 1 volta de cordio c 1
annel, ouro de lei.
13325 Urna corrtn^e e 1 medalba para rol gi i de
foalijra, 1 Volta de e-uro, 1 par de pr- t
curo do lei.
13327 Um alfinete de ouro para retrat. com bri-
Ihante.
i 13331 Una cruz de ourc cm brilhantes, 1 annel
com ditj, l alfinete para manta, 1 dedal e
4 anueis ouro de lei.
13310 Um par de rosetas de ouro com bri'hauhs
pequeos, 2 anneis cora ditos e 1 dito de
ouro.
13354 Duas salvas prata de lei,
13365 Ura trancem e 1 relogio pequeo, ouro de
lei.
13389 U'raa corrente p-ira relogio e 1 relogio, i:r
de lei.
13393 lira par de brincos, 1 volta do trancelim, 1
m 'dalba, 1 cruz e '.' ann-is, ouro de lei ; 1
salvs, 3 eolheres par c!i. 1 lita par:.
e 1 fivella, de pra'a de lei.
13395 Una volta de ouro para senhora.
13396 Urna pulseira do ouro com rubios, 1 a t-
ete, 1 par de rosetas e 2 chaves para re-
loyio, ouro de le, 2 collares (rauda). 1 bo-
tao, 1 relogio de ouro de lei.
13101 U.n relogio, ouo do le.
13404 Ura par d rosetas de ouro com 2 rubios e
circuios de brilhantes, 3 botoes de ouro com
3 petlas, 1 relogio de ouro, 1 corrente e
medalha para relogio ouro de lei.
13678 Dous an-jeis cora brilhaofes.
13686 Ura par de res< fas com dous brilhantes, 2
aunis com ditr,8,l par de brincos, 1 annel,
2 pegas de brincos e 1 caitio ouro de le.
13695 Urna corrente e medalha para rer gi; ouro
de lei.
136D7 Urna cruz de ouro c:m brilhantes.
13707 Duas medalhas o 1 uooel cm di,.maote,
curo de lei.
13708 Duas pulseiras, 1 trancelim. 1 par de briu-
cos, 1 dito de rgolftss e 2 aaoeis de ouro
de lei.
13712 Urna volta de ouro, 1 dita traocem, 1 pa.
de brincos, 1 medslha, 1 emblema do Es-
pirho Saoto, coro de lei.
13723 Ura auno! de ouro eom um biilbante.
13724 Um relogio curo de lei.
13741 Ura annel de curo cora brilhante.
137.7 Urna medalha de ouro com um brilhante, 1
par de brincos com dito.
13733 Ura par de brincos ouro de lei, 1 s*i!va e 1
paliteiro prata baixa.
13789 Urna corrente dupla < m meJalha para re-
logio e_ 2 boto -a ouro do lei.
13R02 Uina coireote dupla cem med Iba para re-
logio, curo de Iti.
13 05 Um pequfno trancelim c::n chav, 2 b-.os
e 2 aunis ouro de lei.
13809 Quatro bot a de curoi 1 auoel eoni'-ndo
brilhantes.
13815 Um par ae rosetas de ouro coi.-i uii ;u-
tes.
13819 Um relogio de ouro.
13825 Ueoa correute para rjlogia e 1 volt'. Uro
de lei.
13838 Ura relogio ouro dt 1 :.
13816 Un rmnel d-ouro com um brilh m-, 1 ecr-
dao e 1 relogio de ouro.
13819 Uaia pulseira, 1 cordio'c 1 fii tur d
lei.
15854 Um rclegio de ouro para senhora.
13859 Ura ann-1 de furo com um br' n
13865 Um trancelim grosso ouro de lei.
13891 Urna corrente c medalha para r I gio ouro
de lei.
3891 Uina corrente e 1 relogio ouro do lei; urna
salva prata baixa.
13895 Doze colherea para sopa e 12 ditas para
. cb, prata baixa.
13897 Urna volta de trancelim com 6 teteus de
ouro, 1 medalha e 1 annel ouro de lei.
13899 Um par de rosetas de ouro eco i
Ihan'es grandes.
1.5903 Treza eolheres para cha, prata baix ..
13909 Um cordio, 1 par do rosetas, 2 anuuis Je
uro e4 coiberes de prata para sopa.
13944 Ura correntio para relogio, ouro do le'.
13916 Ura broche de ouro com brilhantes.
13918 Un par de brincos, 1 dito de roa tas, 1
volta de trancelim, 1 medalha, 1 i
2 aiinci e 2 botos curo de lei.
13715 !!.< una! de ouro, 1 par de roscl
br liantes, 1 cruz de ouro cora p
pero I as e 1 par de brincos ouro do lei.
Recite, 5 de Maio de 1887.
O gerent-',
Felino U. Ferr''tr>'~<
THEATRO
ANH LYRICA ITALiANA
DE OPERAS E OPEREAS
EHPREZA. NA.GHEL
Directo LUZ DLME
Sabbado, 11 de Junho
Eslrca
com a popularissima opera c mica em 3 actos
BOCCACIO
THEATRO
S. R. J
Sociedaiie Recreativa Juvcntude
Ssro bimestral
Participo aos seorea socios c convidados, que
o sarao dent bimestre sr r a'iaar a 12 do corren-
to e principiar us 8 loras da noite. Os cartees
de ingresan deverio ter procurados em poder do
Sr. thesooreir-j ; preTine-se que nio ia admittem
agsrigi-doe.
Secie'aria d Soiiedade Recreativa Juveutude,
6 de Junho de 1887.
Jos de Mediis,
2 secretario.
r '
Monte de Soccorro de
Pernambueo
LEILO DE JOIAS
De ordem do eonselho fiscal faco publico que o
leilao de joias deste estabelecimeoto, annunciado
para o dia 24 do corrente, fica transferido para ef-
fectuar-se ao dia 15 de junho, por uio coovir ex-
HiycSabbadoHoje
NOVIDADE TIIEATRAL !
esplendoroso espectculo
Oigan8ado pelo syropathico actor
L1HI
Com o concurso da compsnbia dramtica
soares i-: hi;i:iiss
da qual faz parte a 1.a actriz ingenua br
D. ISOLISA MONCLAK
Subir a scena a ORATORIA em 4 ectos de
grande successo
Milaires le Silo Antonio
E' peca esta montada a capricho.
Os 'oros ensaiados polo distincfo profeaeor re-
gente da orchestra o Sr. ANTONIO MARI'IMS.
Tomam parte u'esfe espectacu o C3 arisfas :
.Soares d- Medeiros, D. I-lina Mondar, Lyra, A
Coimbra, A. Peres, Jos Bernardino, Maxim UD.
Apotonis, Amelia, Plora, II n ria eos decuaia ar-
tistas da cerpanhia.
Principiar s 8 horas.
All^MIA- KMIIVS.O
L'.J n'prrscut.-.cao
Principiar a S 1/ hora*.
Uonds para todas as iinhas e treta p ra
13405 Un par de rosetas de onro cora 2 brilh u- Apipucos.
tes, 1 cir-ote e 1 relogio, ouro de lei.
13406 Um relogio, ouro de le.
13416 Um annel de ouro eral brilhi-.ote.
13417 Um par de rositas c-m brilhantes e 2 au-
nis c.iu ditos.
13427 Uraa pulseira, 1 broche, 1 cruz e 1 cordio,
ouro J lei.
1343! Um paliteiro e 34 eolheres para cb, d>-
prata.
1343: Dous pares de ros-tas de ouro c-oui 4 bri-
lhantes, 1 anoel com 1 dito, 3 parea de
brioeos, 1 cruz e 1 cordio, ouro de le ; 2
salvas, 1 paliteiro, 18 colhere para s'pa:
12 dit^s pira cb, 1 dita pira arroz, prata
de lei.
13413 Dous botoes de ouro esm b-ilbaut s.
13444 D. us trnneelins, ouro de lei ; e 1 rrucifixo,
ouro baixo.
1 1451 U-oa corlate para n-logio, ouro de -i.
13458 Um par de rosetas de ouro com peque i s
brilhantes, 2 parea de brincos, 2 ditos de
rosetas, 1 trancem e 1 teteia, ouro de lei.
13466 Ura relogio, ouro de Ir-i.
13472 U.n trancelim, ouro de lei; el relogio de
ouro.
13494 Ura traujem e l cruz, ouro de lei.
13500 Dooe anneis de ouro cun brilhantes, 1 vol-
ti de ouro, 1 pulseira, 2 mtdalbas, 3 tran-
celins e l m-edinh\ d-. mro cora I eo, ouro
de iei.
13591 H.n r.-lngio, ooro de lei.
13513 Urna pulseira, 2 traucelins e I figa, r-uro de
I- i; e i roseta de ouro c.-m brilh-mte.
13511 Duas moedas de ouro do valor de 10<:00
cuda ums, em b-toes, 2 ditas pequeas e 1
relogio de ouro.
13518 Uraa corrente e sinte para relogio. 1 vol-
ta de ouro, 1 par de brincos o 2 alfinetes,
ouro de lei.
13520 Um cordio, 2 erases e 1 par de brincos.
.i-i de lei.
13521 Km par de roseta? e 1 annel de curo c-im
brilhant.ee, 1 corrente e med-ilb i para cr-
logio, ouro du le.
13522 Ura alfinete de curo erm brilhantes.
13523 Um pateiro e 13 eolheres de prata de 1.
13524 Um annel de ouro cora brilhantes.
13546 Un pir d- rosetas di- uro Cira b-i-haotes.
13561 Urna correte e mcdalhi pura r.-logio, ouro
de lei.
13564 Urna pulseira e 1 p'i de brincos, o:ro de
lei.
13565 Uraa pulseira, 2 voltas de trancelim e um
par de brincos, ouro de lei.
13568 Urna volta de cordio, 1 par de argollas. 1
bga c 1 teti i;, ourc de le.
13577 Un par de brincos e l coi.vlo, ouro do lei.
13583 Ura par de brincos, 2 ditos de r.-sftus e 1
' east.io, ouro de lei.
135J7 Um par Je brincos de ouro era vj i do do
brilhantes.
13598 Pulsara de ooro com rubias e p rolas e 1
r.lfinete ouro Je lei.
13601 Dousgrampis de ouro, 1 figu'beiro, 1 Vol
ta de trancelim, 3 chives, 1 dedal, un p;s-
sador, 1 iced,lhu, 3 boi.aa da curo, 1 co-da
e 3 resplendores, oorj e lei ; um paliteiro,
14 eolheres, 3 resplendores, 2 dedaes, 1 cruz
e 1 pequ'-na peca de prnta.
13^04 Um r.logio ourc de lei.
136U5 Urna pulseira, 1 trancelim, 1 cordio, o an-
n is o 3 botoi-a ouro Je lei-
13609 Dous sonis de turo com pequeos brilhan-
t- 8 e l broche ouro d-> lei.
13(523 Um pai de resetas de curo cravjadas de
briiaiite.
13637 Urna chapa de ouro (condec raflio) ave-
jada de brilhantes o diimaiifes c 3 botoes
boa utos.
13643 Um cordio e 1 cruz curod- le, 0 cieres
prata baixa.
13645 Una volta de ouro, 1 medalha, l traoee-
liin e um elogio pasa si nhor, curo de
lei.
13650 Ujia salva, 6 eolheres para ido, 20 ditas
para cha, 3 ditas para tirar eSja, arroz, e
sssocar, prata baixa.
13654 Urna volta ouro do lei, para se ahora.
13ij64 Urna pulseira ouro de lei.
aiTIMOS
Hanbnre-Stioi
aijfschinTalirls-ieselischali
0 vapor Cear
Esperase -Je HAMBURGO,
per LISBOA, .- ACOKKS ate
' o dia 19 do corrente-, eeguin-
do depois da d mora neses-
saria para
Rio de Janeiro e Sanios
passageirns e car a fr-'le frata-se ora os
CONSIGNATARIOS
Paca
Borstelmaun & .
RA DO COMMERCIO N. $
1' andar
V'ii^i '
BSr fiel? le Save
A^G' Va sor
PORTOS DO NORTE
O vapor Camillo
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos porros do sul
at o dia 18 de- Junho, e
seguir depo3 da demora ia-
li'fc dispensavel, para os portas
do norte at Manos.
Para carga, passagens eneommenda i
traeta-sf na asencia _
PRA'gA DO CORPO SANTO N. S|
leras
nfiKi i


6
Diario de ItemamiNiefi-* Sbbado 11 de Junho de 1887 $
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Commandante JoSo Mhna Petsoa
' esperado dos >rtos do
norte at o dia 13 de Junho
e dopois da demora indis-
pensavel, seguir para os
fc-toa do aul.
Recebe tambern carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelota*, Porto Alegre e Rio Grande d)
Sal, frete modic-.
Para carga, passgens, encommendas B valorea
trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTN 9.
HOVAL MIL STE.4M PAIMT
C01P4W
0 paquete Mondego
eapcrado
do aui no dia 17 dt
carrente s"guin !c
Idepois da demora
necessaria para
0. Vicente, Lisboa, Vlgoe ou
(hamplon
Reduccao de passaqens
Ida Ida e volta
A Southampton 1* classe 28 42
Camarote reservados para os passageiroa de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracia-ae J os
Consignatarios
Adanison Howie & C.
S. 3 RA DO COMMERCIO N. 3
! andar
Y.pores narionaes
(NORTE E BUL)
fiio de Janeiro, jMs,
ile. Plelas e Peito-lleore
Vapor A y mor
Eapera-se at o
dia 20 ^o corrente
do Rio de Janeiro
e seguir depois
|da demora do coa-
turxe psra os por-
tes acuna muicaJos.
Recebe carga, enccmmendas e passageiroa para
os mesmos portos : a tratar cesa
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. 6.RA DO COMMERCIO N. 6
1- andar
Inned States Brasil M S. % C
0
E' esperado dos portoa d(
snl at o dia 31 de Junbo
depois da demora nec-ssaris
seguir para
Ifaraoho, Para, Barbados, *
Ilion..;/ e Xew-Vork
Para carga, passagena,t.ic inroendaa jdinheir
a frete, tracta-sc cotn o:
O vapor Advanee
spera-3e de Sew-' r
News, at o d*a 14 <; Junho
o qual eguira Jopo t d
damotaaee \-.ni pa
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, a encon-mendas tracta
se com oa
AGENTES
Henrv tmtet & 0.
8 BA LO COMMERCIO -
Oa vales poataea e ae do at 0 dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, eucommendas 9 dinber
frete: tracta-secaino
AGENTE
logaste Labilie
9 RA DO COMMERCIO 9
LElLUf
Hudar de earrlptorlo
O agente de leiloVa F. I. Pinto mudou aeu es-
cnpt rio da ra d B im Jesua n. 43 para o ai ma-
zeos da roa do M..rquex de O.inda n. 52 onde pode
ser procorado.
Anu nmti Bautista
En eontinueeio
Na ra do Imperador n. 49
Wabbado I l lo corrente
A's 11 horaa
De 1 bom piano com cadeira e capa, 1 mobilia
de Jacaranda, 1 guarda loocas, 1 comm-da, 1 ee.
cretaria, 1 lavatorio, 1 cabide para roupas feitas,
2 gradea de ferro, 42 cao tiras de bracos com en
coato de palha e de madeira, 8 dirs de balanco
junco, 2 erpregnicadeirna, 1 sof, 1 jardineira, 2
cadeiraa da braco de mogoo, 24 ead iras de junco,
com encost de |.alha e madeira, 24 ditas^ de ae-
sento de madeira, marquesas, redogtos, jarros e
outros artigoa para acabar.
Em acto continuo o mesmo agente ven Jera 1
bom cavallo de sella.____________________
Agente Pestaa
Leilo
De 1 casa terrea sita a travessa da li-
baos n. 25 no Arraiil com 200 palmos
do trra pertencente ao expolio de Jose-
pba de Malta Ribeiro.
Svbbado 11 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No armazem da ra do Vigario n. 12
O agente Pest>na vender pjr mandado do
Exm. Sr. Dr. ju 2 de orphajs e com sua assisten-
cia, a casa terrea cima mencionada a quem
melbor lance offeiecer.
Leilo
Agente Brito
Da armacJo, balanza, pesoa. utenailes e bens g-
neros do eatabelecimento de iLolhados sito ra
de S. Jcao n. 5, em um s lote on retalhadamente
a vontade doa Sra. pietendentes, tudo ao correr do
martello per ter o dio de retirarse per doente.
Segunda-feira, 13 do corrente
A's 10 1[2 horas
N
. >
1
anda-i
Patifle Steaoi Xavigalion Conipanv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
Espera-sedos portes do
sul at o dia 20 de Ju-
1 ho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e o* que d'ora
em diante segtiireiu toearo em
Plymouth, o que facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
beiro a frete tracta *e eom os
AGENTES
IVllson Sons A c .. Mmlteil
N. 14 RA DO COMMERCIO-N 14
CHARGEIRS HE? MS
Coi
ipanhia Franceza de "Vavee;
?5o a Vapor
Linha qainzenal entre o Hvre, Lis
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor VilJe de Cear
Commandante Simon't
Espera-sa dos Dortoa de
sul at o dia 18 de Junbo,
seguindo depois da indis-
peuaavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
Aa pasf agens podero ser tomadas de amtemilo
Recebe carga encommendas e passageiroa para
oa quaes tem excedentes accoinmodacocs.
Para Carga, paiaagena, encommendas e dinheirc
a frtte: trata-se cem o
AGENT-:
Aupsl Labilie
9 RA DO COMMERCIO-9
Grande leilo
De bons movis, piano, quadros, espp.lLoB,
vidros e ele' tro pate
Terca IVIra 14 do corrente
A's 10 1/2 horas
Da cata da ra da Uniao n. 53
CONSTANDO
Salla de visita
Urna mobilia de rr.ogno mastico estufado com 12
cadeirss de gnarnicao, 4 dilaa de bracos, 2 dun
kerques rom pt dra e eepelho, 1 sof, 1 jardineira
cem i edra, 1 importante piano do fabricante F.
Doeruer & Si ho, 1 secretaria de mogno pura ae-
nbora, 4 lindos quadrea, 2 serpentinas de metal,
candelabro de dito, 4 jarros grandes de porcela-
na, 1 candieiro para kerosene, 4 figuras de bis
cuite, 2 esprigui^adeiras, 1 cadena de palha e 1
relogio de pnrede.
Salla de entrada
Urna mobilia de amarello completa, 1 tapete de
coco, 2 parea de jarros, 1 figura de biacuit, 1 por-
ta-charutos, 1 mesa com jarra e torneira.
Ballet*
Urna m bilia de Jacaranda completa com (ampo
de pedra, 1 m< za de jogo, i rico r.-logio de bronze,
2 parea de jarros de faiaoce, 3 quadios, 1 espelho,
1 tmpano e 1 lbum.
1* quarto
1,'ira eama francesa para rasa. 1 toillet 1 guar-
da-vestido obra de gosto, 1 bidet, 1 espelho, 1
commoda e lavatorio, e 1 candieiro.
2* qimilj
Urna importante commoda ie Jacaranda nmsico
cna um lindo santuario, 2 frentai a bordados a curo,
ve.-tiuienta8 completas para padre, missal e es-
tante, 2 quadros, 2 bancas d>: jaearaod, 3 cadei-
n.8 douradas, 1 lavatorio e 2 anforaa de vidro.
3- quarto
U01 marqoeaio iwgo, 1 lavatorio com pedra,
1 casaa pura menino, 1 cabide, 1/2 commoda, 1 es-
pelbo e 1 despertador.
4' qaarto
Urna cama di ierro cem colxSo, 1 lavatorio, 2
consoles. 1 iKinanoda para crianes, 1 cadeira se-
creta.
5- quarto
Urna cama de trro, 1 niarquez. 1 cadeira se-
creta 2 cadeiraa do br:c a.
ivila de jantar
Um aparador gnaade de nogueira com pedra,
1 guarda Iones, 1 ga arda comidas de rame,
I mesa elstica do 8 taboas, 1 sof, 12 cadeiraa
de amarello, 2 cadeira s de palba, 1 carteirn,
1 tli 'ai. 4 estante d ferro com diversos livros d*
mediciua e direjto, 1 relogio de parede, 1 repart-
ment para esoript'iri o, loucas, vidros, cop s,
garrafas, Ulbercs, salvas da electro-pate, 1 fruc-
tcira de dito, p.rfa-ga ardauapoa de dito, 1 appa-
relho de faiance para cb, 1 machina para caf,
diversos passaros e c nitos outros objectos que s -
tornam enf idoufao meo cional os.
O agente 8asnr.jU1 autorisado por ama respei-
tavjl familia que ret:ra-se para o Rio da Janeiio,
far leilo dos invois e maia objectos cima men-
cionados. A rofrega aer* em acto continuo.
< O* IMMali: DE MRi*AE-
ii 1 s:* iAiirrins%
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Mac
E' esperado dos portos do
sal a' o ir. 19 do corrente.
aeguindo, depois da demora
: do costume, para Bordeaux.
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-ae os aenhores passageiros da todat
as claases que ha lugares reservados para rsU
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Faz-se abatimento de 16 / em favor das fa
anilias composti de 4 pessoas so mevos e que pa-
^rareui 4 pastagens intuirs.
, Por excepeo os criados de familias que torna-
rea bhstes de proa, gosim tarobem d'eate abat-
anento.
AVISOS DIVERSOS
PRECISA SE de orna mulher para pensar
urna crianca ; .i ra AugUbta n. 280, sobrado.
Aluga-so a fscellente
grande quintal e !rta qusrto?,
gieirds n 129 (Cinco '"oratas)
de Partas, ra do Pillar n. 56,
casa terrea, com
rua Vidal do tic-
a tratar em Fra
taverna.
Alugr. .->- s..;>s a B/Ot.O no becc-o dea U i
bos, junto do d Uooc^ilo : a tratar na ra C
Imperatria n. f>t.
= Aluga-sc o sobrado ra do Marques do
Herval, junto a ra Nova 11. 23, a casa de Olicda
em S.Pedro Noto n. 2, com mu 1 toa commodos e
fresca ; a tratar na loja do sobrado ru Mr-
quez do Herval o. 20. Na ir.esma casa se dir
quem aluga 1 qunrt-, 1 sala e 1 gabinete tora da
cidade, junto a estaeo do Camioho Novo.
Precisa-ae de ama ama para cosinbar e Ja-
ar, para prj sena aroilio ; na ra da Matriz da
oa-Vista n. 3.
As Pilulas Cathartieas
Do Dr. Ayer.
A experiencia do tompo, applicado as Pilulas Dr. A ver, : ; >v:icio com os remtanos
obtidos com ai uiesiims. Ha inaisde que estas Pilulas oUiveram urna populanUade uni-
versa), que nciibutna OUtra medeclna i.urgntlva tem
podido rivalisar. .
AS Pili-las po Pit. ArEB, pargam completa-
mente o ventre com niaa niulam o for-
tincam OS orgos digestivos e issiniilatlvos.
As Pilulas do Dr. Ayer
enram IndigastXo e imiedimento. e evitim multas
1 uiioi o tataee, nfcrnddades, motivadas
Jh-;- aquellas desurdons.
Para :is doenca do Estomago, Figado o Bina,
cojos svmptomas -o ai Enferinidadea da I'elle,
Ardor" e Peso no E-iomnic. Sana, Males.
IXireH da Cabera, Hlito Ftido. Fcbre BlUosa
e Clica, Dores do estomago ei..-t:is o espadnas,
Inehaces Ily.-lroplcas. etc.,Bada as alHvi.-.
com seRiiranva e promptidao como a PILULAS DO
I'H. Avkii: aa qnaes bSo de grande otUldada uo
CuratiTO 'Ir* Hemorrhoidap.
Como remedio doutestieo nao ten? egual.
rUPARADAS l'ELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
. > enda as principes phannactM e droj
Wmm mnn
Precisa-Si de urna eDg mmadeira escravs, para
urna casa de pequea familia ; a tratar no caes
da Companhia o. 7, escriptorio.
Atten^o
Precisa-se arrendar urna piopriedade da trras,
'com casa de vi venda, estribara, casa de farinba,
ditas para moradores e mais bemfeitorias, crin
acude ou abundancia d'agua corrente, eom cercado
para vaccas de leite e animaes, ou preporces para
isto, e para toda agricultura de mandioca, milbo,
fejao e algodo, e que nilo diste de nm povoado
com fefra, quaudc muito de urna legoa, ten do al-
gnma csta^ao de caminho de ferro nesta mesma
distancia, nao importando ser o logar acatingado,
com tanto que rtteja nss condicoi sa cima exigidas,
e que as bemfeitorias esteja m em perfeito estado
de conservacSo e limpesa ; quem tiver annuncie
para ser procurado eexaminar-se. ro se cscolhe
ce marca ; prcferindo-se a da Victoria.
fluarofoeai
a 400 rs. a arroba
Cbegcu a primeira remesua do precioso farello
de careco de algodo, o mais barato de todos os
aliment s pnra animats de raca cavallar, vacum
suino, etc. O eareco de algodao depois de ex-
trahida a casca e ti-do o oleo-, o mais rico ali-
mento que se pode dar sos snimaes para os forta-
lecer e engordar cem admiravel rapidez.
Noa Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle era' icg'.do (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farellis
que sao mui'o mais caro e nao cao de tanta sus-
tancia.
A tratar no HerirO Largo do Cor-
po auto, 1 andar
AVISO
Os fogos do artificios preparados na an-
tiga fabrica da viuva Rufino proprios para
as noites de Santo Antonio e S. Joiio, ven-
dem-se nicamente no caes Vinto Dous de
Noveibro, armnzein da Bola Amarella
n. 36, pelos precos da fabrica ; neate ar-
mazem haver venda liniLs craveiros,
pistolas de todas cores e tamanhos, rodas
simples o singelas, foguetinhos, estreli-
nhas, etc., etc.
Tinta preta
INALTERAVEL

(OlIHIMCITIVt
PHARMACIA CENTRAL
38 Ra dr, Imperador 38
i'ernaniliiK'o
Sc-rre para tscripluracao mercantil e d treo ou
quatra copias de urna vz
CUIDADO COM
FALSIFICACCES!
EXP0SITI0N
Mdaiile d'Or
HIVU 1878
CroiXdeCheTaLer
m nm htures hcokpehsei
perfumara especial
LACTEINAj
E. COUDRAY
Ptaeooiiada pelu Celehridades Medicas de Parb
r*U TODAS AS NECESSIOADES DO I0UCAD0I
PRODUCTOS ESPECIAES
rXld* IROZ de LACTE11 para blanquear a nehe
SABIO de LACTE1NA para a tonesdor.
CEEI P ,:e SABAO de UCTlHA para a barba
FOlilA de UCTE'JA psra a belleza dos cabellos.
iCA. de UCTE1NA para o to'irador.
0 EO de UCTEIHA paia embcllizar oscabelloi.
ESSEICIA de LACTEIHA para lenro<.
PO e ACA DENTiFRICIOS de UCTEIHA.
CREIE UCTEIHA li ni -Ja sem da pelle.
UCTE1MMA para branquear a pelle.
E8TE8 ARTIS03 C AM-Sf DA FABRICA
pars 13, rae d'Eoghien. 13 pars
DeporitM em Ud/) ai Porumaruu. Pkaraiaeias
Cabeilereiroa 'la America.
I
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
afamaJa ha mais de um serillo; excdtf lo as outras pe.'oscu perfume dVlicado e enxuisito.
Tm.z Mkpai.hab df Orno
PAKIZ 187, CALCTTA tm
pei;xtra-flna eN^lt-nnadesu-iquahiade.
Perfiim-'i moderos .ir- A'kiQson
FAGRti & CTMBI0IUM
lio de nm raro e -eeiili ir perumes, leudo sido
re^istr.itios sopo-i. mserotiJos i>or intermedio
dos Invenan--; o sotis Agentes,
L0CA0 DE OHINIHO DE ATKINSOH
aem rival par* (orial-rore embelecaros cabelloi
Garantida irw'Vn*-va
AGOA FLORIDA DE ATKISSOH
perfume excepeionai para o Ifloco; distillado
da mais T<]tiisita escolha.
Eiitri-ietCan de lodos nNpgo-ianles e Fibrkantos
J. & E. ATKINSON
24, Od Bond Stroet. Londres.
k Marca de Fabrica Una" Rosabr&nc*" ,
sobre urna Lyra de Ouro. "
Casa
e armayao
Aluga-ae ni Vaisea, cjnfronte a ratacao da es-
trada de ferro, uma casa com armacao pr< pria
para eatabelfcimento de inolbados : a trufar na
ra da Imperatriz n 56. loja.
nPiiiM,
NICA II TNICA
0t FILLIOU
ROSADA fi% J-.r lo.caMU*
DE FILLIOL
INSTANTNEA pu barba. > ROBADA Mr.
on fldro. sem prep>ra(4* I brincos
tea livagem. saa COr primirjTA
IMailoitral en Parla! FTZ.I.IOZ., i7. rUflritlM, FAItf
% fitriam^ea: FBAN M da SILVA O
AMA
Pracisa-se de uma ama para lavar e en-
gommar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
V
Prcciea-ae de uma atoa para coainhar com per-
feiv'V> : na ra iar^a do Roaario n. 4i.
Utenco
t
Veude-ae uma trniHcao e uteoailios da taverm.
sita ra de Lomua Valentinas n. 70; a tratar Da
ra Vidal de Negrt-iros n. l.'O, livre de qualquer
ODU8.
Ao corp commercial
O ti ihte estado em que ficou o espolio de meu
infeliz mi.i do e crmmerciHnta Miinnel L 'Urenco
dos Santos, inpo -me o di ver de convidar sos
credores do mismo, para ae achsrcm na segunda-
feira 13 do corrente, ao mei9 dia, em o escriptorio
dos Illms. Srs. Machado Lopes & C paia delibe-
rarse a tal reapeito.
Eccada 7 de Junbo de 18S7.
Anua Isubel de Cunba Santrs.
Estabelecitnen'o de Banhos ao
palee do Carmo n. 26
O proprietario desse ostabeleeimento
achande-se eom sua solide sggravada e
nSo podendo por isso continuar com o pe-
sado trabalho que tem tido a 22 Aunos em
procurar e eleval-o ao estado em que se
acba em offereer todas aa vantngens que
se pode deaejar. O rstabelecimento ligado
com o rniiar superior que tumbom offerece
as melh pene5es ou de sile. Os pr^endeotes a
corrpra do referido 'stabelacimento iliri-
jam-se ao seu propritario na mesma casa.
Boas vacias de leile
Vende-se na Cipunga, ai:io do Debourcq, onde
podero ser vistas.
AiVa-sc
as diias meias agu-.s de ns. 9 e 11, ra travessa
do Kapoao, eet.lo reedifiVadiis, pintadas r caiadas,
tem commocios para pequea familia a o alujjuel de
uma 6 Si e o da cutra 12 mensaes ; a frutar na
ra <\ Nsgueira n.29.
Ilcrmina B. Ferrelra Ciraca
Joo B. Perreira Graya, Ercilia B- Ferreira
Giaca, Amelia B. Ferreira Graja, Tbeodora Lo-
pes de Souza, esposa, filbos e mi ; Manoel Ta-
vares de Souz, Francisco Tavares de Sodzh,
Theretn Tavares do Kgo Medeiro, Francisco A.
do Rogo Medeiros, Mara Jvina Carntiro de
Soma, (anacntea), irmoa e cuchados de Ilirini-
na B. Perreira Grtca, cordialmente agradecen aa
pess.as que se dignarnm ac.'mpaiibar oa restos
m.'itaes da falltcidae de novo os envidam a
aeaistir h missa d.t 7- dlaqu-' ter lugar s 6 1/2
horas dn umuha de snbbido 11 do corrente, na
igreja do N. S. do Terco, pilo que desde j fe
coiifessim agradecidas.
Os GRANULOS
VSJS^iS' do DPAPILLAUD
oofntitum o Preparado fen-uf laoao
mai* fflcat mpra^ado pal ummidadM m.dkii oom (rio ha ma!
ao A.3Mrsros*
COKtra Anemia, Chlormme [Ple* couleurs), Ife.vralmiu, AflYrfr*
Ri'.ATOHIO rtVORAVEL FOR PARTE OA ACaDElUA DE MEDICINA DE I
titji-n (Obra ctda truco o nomo ot Moumnier A- L.Papillaud.
Dsrosno sbil : flafaWl **. C3-IC3K>Ir, 25, roa CoawUUre, P ARIZ
Km /'- ru ,0u o FRAN M. da SILVA c C.
< r*>.
GONSTIPAgES e MOLESTIAS do PEITO
X AROPE tNT,PHLDEG1 ST,C0 BRIANTI
PARS, Pharmacia BRI A NT, 150, ra de Rivoli, PARS.
As celebridades medicas de Pars recommcndSo ha mais de 50 annos o
IXAROPE BRIANT como O medicamento rcitoal de gosto mais aijrudavel c
\de efftcacia mais certa contra OS Deuxos. ConstipafOas, Catharros, etc.
Este Xarope nunca fermenta.Deve-se exigir a Iirochura cni nove lnguas/
I com a assignalura bem lisivcl do inventor:
DEPSITOS BM TODAS \S PINRIPAES PIIAPMaCIAS
I .
A REVOLUAO
0 48 a Ra Duque de Caxas
Chama aliento das Exmas. tmlbs para un espendido sorlimento
de fazendas finas que vendem por pr< fos sem competencia
Liooayse, f zenda transpar nte, bordada, a 16(5000, peca.
Organtiis borbadas a seda, ultima moda, -i 185000, per;*-
Etamine berdada a retroz, novidade, a l0.-)000, pega.
Guarnit.d'.s de veluilho bordadas a vedrilho, a 6^000, uma.
Fail", lindos padrSes, a 500 ra., covado.
Amor da Cbina, fa zenda de novidad, a 400 rs., uto.
Cchemir,.s pretaa finas, a 700, 900 c 15200, dito.
Cachemiras breche, ultima mo'!a ;. 15500, dito.
Lindos damnsies de soda, a 15500, t!tj.
Ditos ditos do algodSo, a 320 rs., 'uto.
Combraias bordadas, a 55500, 65000 o 75O0O, peca.
Dita adamascada, a 125000, po^a.
Setins lizos, fiaos, a 300, 15000 e 15200, cova->o.
As Exmas. noivas
Setim branco, fino, a l?200, 1^400 e 2>00<>, (ovado.
Alpaca branca lavrad, a 500 rs., dito
Setinetas lizas e tarradas, a 500 e 600 rs., dito.
Grande sertimento de fi.Zendf s finas, chitas, madapoles, a!g does e n ttitoa
outros artiges que se ven !em per precos sem competencia.
Henrique da Silva Morera
)00000000000000000000000000000000<
TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINHOpoutorJOHANNO
DO
'DOUTORI
)uina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Recommendao-no nos casos que neccssllao tnicos para reconstituir c regenerar
o organismo arruinado por molestias, excessos, natureza do clima, Anemia, Chlorosls.
Amenorrbea, Cacnezla, Fluxo branco, [uc tanto arruino a saudc das miilhcrvs.
Pobrexa de Sanguc, Fraqaeza geral, Debllidade, etc.
H. VIVIEN, Croffuista, 50, Boulovard de Strasoonrg, em PARS
)00000000000000000000000000000000000000000(
Vende-se um importante ei:o cm terreno pro-
prio, entre o Salgadiuhj e a es'avao de Uuirtc
O lbo, com boa casa de morada tendu cotntnodo
fiara grande familia, cacimba, muir a coqosiros,
arang guriras, Cajueiros, com um gnnde canavial e
uma excedente baixa de cap m, alm de um gran-
de esp.ico p'ira plantajosa e criaco di> animaes :
a traUr no armazem da ra d Bom Jess n. 4 9.
Praguezia do Recife
Aluga se a uma pequea familia o ecto do 1'
andi.r da ra do Viaoode du Itaparica, antiga do
Apollo n. 63 Nj mijsrao precisa-se de um meni-
no para fazer compras. D se bom ordenado.
I
O Sr. Jos B-iTt-to Paes de Mello, ganro do Sr.
Jos Igna> io d'Avila, tenha a bondad" de ir
ra da Detencao n. t, filiar ao abaixo assigna
do, a negocio dp sen iuttreesc.
Recife, 1 de Junh-j de 1887.
Jos Antonio Albuquerque Pedros*.
DbCOBRTl
N0MAIS^_
P** OLERV
Vende-se em toda a oart*
Semenes e carapato
Ccmpra-se na tabrica Apollo ra do Hospicio
numero 79.
Ao publico
Tondo tiJo julgada por sentenca do Ilira. Sr.
Dr. uiz de direito da comarca da Escada, a casa
commercial do fallecido Jote Luiz di Silva Potto
&, C, na ra do Gario da Hacd* n. 75, o abaixc
assignado J >s Fcrnandcs da Silva Potte, o qual
tendo assumido a responsabilidad); par com todos
os credores da mesma casa, do atina leb a 83(J,
escripto pelo proprio punho do fallecido Jos Luiz,
ssaim c mi do balanco dado cm 5 du Abril de
1886, na retirada do ex-socio Manoel Zeferino de
Almeda Lima, pr vino a tolos os seus dtvedores
que de hojt! em diante o abaixo assignado o ni-
co credo.- de todaa as dividasp.rleuccutos mes-
ma esta. Pelo que faz o presente ^ncuncio e
taz scieuteao coinmercio em geral, que a sus casa
continua s mprc sob a mesma firma Je Silva Potte
c
Cidi.de da Eccada, 9 de Junho de 1887.
Jcm! Fernandez da Silva Pode.
Hdame VJrenionl ou a Chave
do futuro
Este engracudo e espirituoso livro de sortes
para os tr s festi? s das de Santo Antonio, S
Joo e S. Pidrc, vende se na Livraria Parisiense
ra do Imperador n. 75.
Por 3>(X) rs. euccninrao os que se quizerm di-
vertir um livro para dar boas garga:hadas.
VINHO MARIANI
DE COCA DO PER
O vnrao MABiAiii que fol experimentado nos hospitaea.de Parlz,
6 proscripto diariamente cora xito para combater a Anemia, Calorse,
r>l-fcatos ms, Moleatlas das ras respiratorias e Enfraquccl- .
ment do orfrao vocal.
Ot Medico recommendam-no as Pessoaj fracas e 'Irliea^as. exhausta* pela Molestia.
aos Velaos e Criancas.
E' o Reparador da* PerturbacOca digeatlvaa
e O FORTIFICANTE por EXCELLENOIA
O VINHO MARIANI 0B EKCOSTFIA EM CABA DK
Sw.lKABXAjrx,PfParlx, 11,touletarJ Hu-!maaa; New-York,1,U^.il-.S'rwl
Em Pernambuco : Francisco M. da 3IXVA A Cu.
Aluga-se o^l s andar do
Rangcl n. 44 : a tratar oa ra
criro andar.
Fl *ni Pecita-se de
Cabug n, 3, terceiro andar.
librado ra do
Dircita o 3, ter-
uma ; na ra do
Amas Precisase de duas, pr eosinha
e engjmma 1o : na rn de S. Jorge n. 139, segun-
do andar.
Criado- PfeeJSr-aa para recados; na
ra de S. Jorge u 189, 2 andar.
= Precian-se de ara erii.lo e do um cesinheiro :
na ra Duque de Lanas n. 85, 1 andar.
Triado
Precisa-si .: n i riado ; uo largo da Peuba
n. 4, hotel.
Aluga-se
o grande sitio Txcaruna, no Salgadinho, com bas-
tantes trras para plau'i.coca e mut s arroredos :
quem pretender dirija se fabrica Apollo, ra do
Hospicio.
Vende se
um bom' esUbelecimeato de molbsdot a ra da
Imperatriz. bem tfregueado ; a tratar oa moama
rw n. 23, esa Prsneisco Cordeiro !;. Pista
Arrendamiento deen-
genho
_ Arr.^nda-se o importaato engenho Santo Andr,
sito na fregu zia de Una, comarca do ttio Formo-
so, quatro Insnas de Barreaos, peito de embar-
que ; d'agua, e nm diia m-lhoiea da provincia, alem de
oatrss vantagens que rfferece, recemmenda-se
pela fertilidade e cxtensSo de suas trras, que tem
capacidade para aulrcjar n ais de 4,000 pe, e
pelas -tos cxcellentis obras de pedra e cal, iuclu-
sive urna magnifica eaia de vivenda : quem qui-
ser dirjase ra do Imperador n. 40, armazem
do acrcearia.
Yinlio FignEir Dranco
_ Especial, tem o Uibeiro ra larga do Rosa-
rio; A elle, antes que se acabo.
Vende-se
aa Camli do Caimt d. 10, especial masta para
bolo, secea emoibaia.
lni< ni.. aloN da l'mupca
Ventura Jos da Konseca p 1j presente convida
ascua i ireuti a e amigos e aos ro seu eempre
li-mbrado irmo Antonio Jit da Fouseca, para
asaistirem a mise que m.nda c brar sabbado
11 do corrente, na igreja do Espirito Santo, pelas
7 horas da manbS, 1' anniversario de seu infaus-
to paseammto, pelo que desde ja se eonfesea
suminamcntc aeradeeido.
I.uizn I,)nc de Helio
1' auoivcrsario
Jos Luiz de Mello t seu, fi bou couvdsm pelo
presente aos a us p'iieates e amigos c as amigas
da finada, sua sempre leiabrada esposa e m,
Luiz* L.sne de Mello, pura asaistirem uma mista
que manduvi r sur n-i matria de Santo Anrnni ,
Ai 8 horas da maulla, de ter^-t-feira 14 dj corren-
te, l- annversari) do seu fallecimento, e desde
j se coiifcsrarn ttaraameiite gratos k to i s aquel-
los que coaipareterem a este aoto de religio e
ciridade.
j US^UlUilUilUI
i)e todas as fazendas existentes na antiga casa de
Os segnintes anigos eomproYai a readade em vista dos sens presos
Coi ka de fnstflo p^ra col tes, a 1^000, 15200 e 1^800!
dem de casemira^ de cores, a 2^1000, 25500 o 35C0 !
Casemiras pretas flanclla?, a B00 rs., 1^000 e 1^200 o novado, urna brgura
dem diagonea, a 25000, 2^200 o dito I duas larguras.
Brino de puro IdIio, de corea, a 800 rs. e 1(5000 metro I
dem dem, branco n. 6, a 1(5500 o dito I
Lils de to las as qualidades para v.atidos, a 200 e 240 rs. o corado cm reta-
ibo para acabar.
Cachemiras dero, a 400 e 500 rs., o dito !
Setins de corea, a 600 e 800 rs. o dito !
FustSes branco e de cores, a 250 e 320 rs. o dito I
Meias alv*s para meninas, a 2(5",00 a duzia I
Camisfs inglezss, fin;., a 3''-(5090 a dita !
dem francezas, branca a de lores, a 245000 a dita!
Guardunapos grandes e de Iinho, a 355O a dit.i !
Ceroulas bordadas, de 20,J00 (.para acabar) a 125000 e 150000 a dita !
Espartilhos, de 85000 e 105'/'0 (vande-se a 4-5000 e 55000 !
Madapolo americano, a 65000, p.jnsdu 20 jardas I
Eeguioes para casacoe, & 45000 a dita de ditas !
Caojbraias braicas bordadas, a 55000 e 55500 a pega !
Grand" sortimento 'i chapeos para senhora, a 45000 e 55000 para liquidar.
Ficl.s e cap: s de la, a 25000, 45000 uru !
Bramantes de olio puro, de 35000 (para acabar) a '5000 o metra i
Setinetas, a 2^0 rs de todas as t-dres. .,
Pacnos para mesas, atoalhadoa blancos, algm'oes, e finalmente .iquidam-w
odas es faaeadM por menos 40 3/o ^ 8eu Vl',"'r n8 1,,e !ativercm l,er,R8 ai >! V88"
59-Rua Duque de CaxiasS9
d jmm i


-


I-
a -** ,
Diario de Prrnainbiiroi-- Sabbatfo 11 de Junho de 1887
Aluga-sc barato
Ru Viscondo de Itoptric d. i% armasem.
Ras Coronel Suaasona n. 141, quarto.
Ra de Santo Amaro n. 14, toja
Ra do Corredor do Bispo n. 18,
Trata-eo na ra do Coiawaercio a. 5, 1 andar
Mcriptorio de Silva Guimara & C.____________
Alujase
fu
para cosinhar, precisa se de urna : A ra de Joa-
quim Nabuco n. 3, Capnnga._________________
Ama
Precisa-se de urna criada para andar
crianzas ; na ra Duque de Caxia n. 44.
COM
Ama
ama casa m sotSo, edificada a moderna, con ( para engommtr para um* familia pequea ; n
accommodaeJo para familia, aitio pequeo, entre | ru. 0 Mrquez do Herval n. 170 _________
as duas estacoes Jaqueira e Tamarineira.
Urna casa nova em frente do Sr. Thom, propna
para pequea familia* entro Jaqueara e Tamari-
neira ; a tratar na rna Primelro de Marco d. 25,
loja de joiae. .
^lil/t
Xarope de cambar gnaco e bal-
sanw 4e Tolii
reparado pelo pharmaceutico Jos Francisco
Bitteucoart
E' uro poderoso preparado para todas sa aflVc-
c8es dos orgaoa respiatorios, como catanho pul-
monar, asthma, coqueluche, bronchite, paeumo
nia, tisiea, t te, etc.
Cada frasco 1*000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38. Pernambuco.____________
Sementcs k carrapato
Compra-se grandes e pequenaa quantidadea :
na drogara de Pri ncisco M. da Silva t C, ra
do Marque de Olinia n 23.____________________
(Hado
Precisase de um criado : a atar na ra d
Payaand n. 19. Passagem da Magdalena.
Sortes para S. Antonio,
S.Jooc S.Pedro
Explendido sortimento, viudo de Berln,
Preco3 sem C'mpeti-ncia, a na famica
Vendme ra do Bxro da Victoria n. 39.
Venham ver para acreditar.
Precisa se de
da Conceioo n.
uro* a va pare co sin bar
4' 1 andar.
na ra
tina deleite
l'neisa-se de urna ama que tenha bastaste lei-
te ; a tratar na ra da Imperatris a. 42, segundo
andar.
Magnifico tanque de ferro
Ha para vender um grande tanque de ferr com
seis palios de altura, seis de largura e dote de
comprido, todo fechado, novo, pintado e por preoo
comrnodo a ver na ra do Principe n. 24 e tratar
na ra do Bom Jess n 43.
Caixeiro
Precisase de am caixeiro com algurru pra-
tica de taverna, para Apipucos ; a tratar na ra
da Roda n. 48.
Tricofero de Barry
Garanto-so que faz
cer e crescer o cabello anda
aoa mais calvos, cura a
iiiha e a caspa e remore
todas es impurezas do cas-
co da cabera. Positiva-
mente impele o cabello
de cahirou -Je embranqno-
rer, e iiifullivelmente o
*Tia espesso, macio, lus-
troso e abundante.
WHISKY
ROYAL BLBND marca VlADO
Este excellente Whisky Escessoa r -eriv*
^p cognac ou aguarden* de canoa, para fortines
oorpo.
Vend-ae a retalho
aolhadoe.
Pede ROYAL BLEND marca VIADOcujon
ao e emblema sao registrado* para todo o Braad
t__________BROWN8 & ft, agentes___________
noa hj lhorea armaient
fflLJEILIIII
Vinlio Collares
O que ha de melhor, em quintos e decimos ;
vendem Baltar Irmaos&C, ra da Cruz n.
32, 1 anuar. ^______________
Aluga-se o 1 andar do sobrado n.27 ra do
Imperada r, pintado de novo e com aua ; a tratar
na ra du Duque de Canas n. 47.
PHOTOBBPHA KODBNA
DE
II rmma Costa
RA PRIMEIRO DE MARCO
(Antiga no Crespo n. 7)
I imn retratos, inclusive os nal
tera-veis, desdo os de miniatura at os de
tan aulio natural -toJos os (lias, ainda
mesmo chuvusos.
Pharmacia central
Roa do Imperador n. 38
Jos Fihiicisco Bitteneourt, antigo pbarmaceu
tico da pb*rmacia trncete ra do Barao da
Victoria u. 25, avisa a seu3 amigos e freguezes,
que se aeha na pharmacia cima, onde espera
continuar a rorree r a confianca que felizmente
depositaram em seus trubalh^s protessionaea.
Agua Florida de-Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacSo officin". do
um Governo. Tem duas vezea
mais fragrancia que qualqner outra
eduraoobrodo tempo. E'muito
maig rica, suave e deliciosa. E'
muito mais noa a delirada. E'
main permanente e agrodavel na
lenco. inas vezas mais refres-
toante no )>anii<* f; no auarte do
doente. E" especifioo oontra a
frouxidao e debilidad*. Cura as
dores de cabera, os cansacos e os
desmaios.
larope Je Vida Se Reuter No. I
Cabriolets

a
tXTTA DS rs AI^-O. CKPOI8 DE USAIr-*.
Cura positiva e radical de todas as formas de
tacrofulas, Syphilis, Pendas Escrofulosas,
AffaccSes, Cutneas e aa lo Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas aa do-
enoaa do pegue, Figado, e Kms, Garante-M
que purifica, enriquece e vi tal isa o Sangua
restaura e reno va o ayatema iuteiro.
Sabao Curativo de Reiiter
Para o Benho, Toilette,-Crian.
Sis e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especie
em todos os periodos.
Approvados utorisadr.s pc-la inspecto-
ra geral de hygii'nne do Rio de Janeiro.
Deposito ero Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
DE
Tinsn luflana
PARA TINGIR A
barba e os cabellos
Esta tintura tinge a barbii e os cabellos ins-
rantaiieann-nte, dando ihes umn bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Venrtr se na BOTICA FRAVCEZA E DRO-
GARA de Rouqui'yrol Freve, siiL-C'-ssoreu de A
, CAORS, ra do .im-Jeaus antiga da Crui
o. 2;-
AL1ERT0 DENSOIEL & C.
52-Rua do Ituro d;i \ icloria52
Este a TeHitado estabelecimento ph'togr^pliico participa ao r. speitavel publico,
que contin a executar os mis aperfeiooados trabalboa p!o syaiema mais moderno e
mais apr-eudo. Aeba-se habirlitado a aaiisf^zer as ruis diffi:6s exigencias, quer em
rabalhos pbncgropbicos, qur em pintura a ole .
Alm de seus trabalbos plotographicnB que sao por emais conheeidos encarrt
ga-se tambero d- retratos a oleo para o qu- j se a-ha entre nos de volta de sua via-
gem a Vienna d'Austria, ondo vi-.r-.u as prin>'ip*es g-1 t>>s, <> exiroi pintor Ferdinard
Piereok, bastante conhecido p-1 p TiViyno de seus trabalbos, desdo 1877, quaodo aqui
esteve ein nossa casa e ultimam nte o anno possa io.
Para sutisf zer em g-ral a todos que. honraren) o no so estabele 'ment coro;
euas encomipendaa participa que .lra dos retratos, seja qnl fr o systema^ tambem
recebe eneommendas para qualqu.r visti ou p-ysagem, qu-r pbotograplii as, quer pin-
tadas a oleo, sendo o enearreg.ido destis ultimas o uiui cooheuido paysagista o Sr.
Telles Jnior.
Roga se s Exraae. familias e mis p -ss >r.s o obsequio de lionr .rem com suas :
Tisitas n aso i-stibel-jciiuento, onde snmpre existe urna magnifi a cxposigSo dos trabalhos j
qu" cx'iut moi e onde tambem os s-uitorea vi.-itaats en-oiitrarao lbaneza no tracto,
perfi^Sj nos trabalhos e modieidada nos prefos.
C. Barza,
GERENTE.
Canel*
r
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLWAY
C "ngu Tito de Kolloway t vm remedio infallivel pai os males de pemas e do peho tambem ptra
as enda.* antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todcs as enfermi-
dades de peito ni se raconhece egual
Para os males da garganta, bronchites resfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nfto teem seraelhante e pata ~ measbro
contrahidoo e juncturas recias, obra orno por encanto.
Ins medicinas ** preparadas snmente no Elabetcimento do Profeasor Hollowav,
78, SEW OXFORD 8TKEET (antea 633, Oxford Street), L0NLSE8,
vendemse em lodt as phaii_c do univtnj.
Ot 0% compr-aWas alo oDvi4_dos wspcito-mente a examinar o; rotulo* de cada caixa e Pote, te ato 1
d*-fxao, 53 j. Oxford St*flt S' akiricaoea,
A FLORIDA
Roa Diiqiii' de \nm n 10o
4DNIHGH
Compra-se em eranic ou pequea por,So ; na
ra larga d>i R sari) n I.
Fabrico de assuear
Apparelhi 8 ci.'onomii'oa pxra o cozimen-
te e cura. Pmprio para engenlw* peque-
os, s fc-Hvo em operaco
''od-' se ajunt r aos eng^nhos existentes
do systema velno, mdbrrndo muito a
qaadadc do asau-ar e augientando a
qaar.tidade.
OPERARIO MIJITO SIMPLES
Uzinus graii taasbinismo aperfe^oalo, syst^rna moder-
no. Plantas complftas ou machinismo
separado.
EspecitcayS'-s e inf >rina55:,8 c^m
llrown ".
5RA DO OOMMERCIO-6
UEUTIM
Weltyrm.1 c.dquiriu urna reputago mais nerlcld
Oii 111 a Un Pamta e do J'urope de Xaf da
!> Sua r<.::a universal, funda-n*:
10 Sobre sua aupertoridade e ]io \erlliejda- polos \i d u* dt todos os li..s|iitaef
le Paii', e iiit'inDion a Ac ani a Je muu.cu> Franca e n s Si-nuxos, Bronchite, Irrir
tacic* do "eU- e da Oarg-ania.
2c, buaoomposlf^o.euj i base ofructo do Waff
ia Arabia iliblsCUa es UlCDlUS de Liuuj
qu'j re!a<,aoaJKUiua le i: nimos ouirua u 3o Sobre as analjiHm dos Sre Barruel a
Oi-trhm;. cliluilcoa da F.iciiiladc de Parla,
que deuonslro nio couter ncm Opio, neiu Mor-
phuui. neiu coiema pelo que uodem ser dados aa
crlanoas com eslto e sei{Uran do IjMe ou Toe convulsa,
m m rio sao t.tltulusaiilbentlcosqnerecom
X AiliO luendo Pauta e o Tirow de
Saf a confianca dos mdicos e do pub.ieo.iHuloi
que nunca forao concedidosa peltoral algum anllgo
ou moderno
Mt*.t.A\<-UF.MIV.n, 53, rut Vlt'tnnt, PAUMM
aa u-" a ariiuiiui ruuauUs Nru>l t i* lr_L
(jisiiiliriro rscravo
Prec8-s>' o' um c rinb iro eg.-mvo, para urna
casa de peqm na fmnilia; a tratar na caes da
Cumpai.bia u. 7, eecriptono.
Vende-se dous cabriolets, sendo um descobert
e outro coberto, em perteito estado, para um oc
dous cavalloi; tratar A ra Duque de Caxiat
o. 47.___________________________
A' Florida
Rna Duque de c axlas a io
Cbama-se a attencSo das Exmas. familias par
os procos seguintes :
Ciatos a 1 000.
Lnvaa de pellica por 25O0.
Lavas de seda cor granada a 24, '4500 e 3J
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 ra n. 5 a 400 rs. i
metro.
Albuns de 1*500, 2f. 3/, at 8#.
Ramos de flores finas a 14500.
Loras de Eacossia para menina, lisas e borda
das, a 800 e 14 o par.
Porta-retrato a 500 rv, 14, 14500 e 24.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 24, 24500 e 34 urna.
Plisis de 2 a 8 ordena a 400, 500 e 600 n
Eepartilbo Boa Figura a 44500.
dem La Figurine a 54000.
Pentes para coco com inscripcSo.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 124000
1 eajxa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Capiiia e vcus para noivas
Suspensorios americanos a 24500
La para bordar a 24800 a libra
Mo de pipel de cores a 200 r
Estojos para crochet a .$000 rs
Bico de cores 2. 3, e 4 dedos
de largura a 84000, 44000 e 54000 a peca
Leques transparentes a 34000
dem preto a 24000
Lindes Broxes a 34000 14000 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Lii:ht para mscbiua a 800 ris a duzia, (CBK, .
Bordados com duis dedus de largura 600 ris |trlf|pii,lK
3 dedos 80(4 ris, 4 dedos 14200. Baucj ao
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos braucos pura stinta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 14000, a 1450.) a peca com
10 varas, barato.!
Albuns de chagrem, veludo c verbotina para
50 e 60 retratos a 64, 74 e 84000.
Meiaa de Eacossia para Benboras, a 2 4500 o par.
Leos de liuhj em lindas caixas,
Bico das Ilhas muito fino propriu para toalhas
e saiae.
dem japones proprio para alvas e roqueta e
toalhaa de altar.
dem broncos com 5 dedos de largura, a 34000
a pega com 10 varas.
Calas com sirtes de jogo de mgica proprios
para salv, a 54000.
Sabonetes de deversas qualidades.
Bolsas de courc para nv-nina de escola.
ColUrinho de linhoa 3('0 ris um.
.i niidt |m-< iiiiKikH ean eapartilbaa
de linlio a SftOOO. um.
BAHBOtA -& SAOSTS
Grande sortimento
DE
Fogos e sorles
para os festejos das noites de S.nto Antonio, S.
Joao e S. Pedro.
Ultima Doyiiaiis
V'-'nde-se por pr. grande differeiiQa em pore.I .
61,buailii Ba-ro da Victoria I
Loja do SoDza
Livramento iV C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de Ia
qualidade ; no caes do Apnlio u. 45.
FNDIJAO BE SUS E BBONZE
DE
LUIZ DA CRUZ MESOUITA
66--Rua do Baro do Triumplio-tin
(Antiga do Bruin)
Neste estabelecimento encontraro o
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a ag-r cultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restillar, alambiques do antig-o e no-
vo systema com esquenta g*arapa, serpenti-
nas e carapiiQas, tachas, tachos; bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de aspirante e
de repuxo, para agua, niel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os taroanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimenqes, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado rmelas, e lene,oes de co-
bre, bombas, continuas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ingleza e do Rio, cidi-
nhos patentes e de lapis.
Fazem se concertos de todas as qualida-
des e com toda presteza c perfeic,o a presos
mdicos

Vendem-se a prazo ou a dinheiro com
descont.
Terreno
A Chave do Futuro, aovissiruo livro He sor
tes, mO is., veode-se aqui.
Boaitos quadros ol-ograp'iic s, a 50L)0 o
par.
Um jogo ria gl >ria, a 1000.
Anquinhas a 1-S00, urna.
Lindo sortiiucuto de cadea d laque ame-
frican...
Lindas pulsciras americana*, de 54, ~ 94 o par.
Idaa d 1(J. <4 e H o par.
Lindos br.. bea de plaqu americ.m a 4#
Idaa des.nhando urna tbeaoura, mu peixe,
a 2& um.
Lindas gu^rnivS.'S p"" toiet, a 12#
Guamil,3 a para camisa, plaqua .meri ano,
gi r> nt 1 i-. por def annos, a i& u.i.h.
Cari r-ts pt-ra dinheiro, com
tos, de 1 a 10.
dem par^. I tr-H, marcando os mes-'S de
Janeiro a Dezeinbro.
Lindas p .atas de eoiro, eba^rin, p llica e
^Talludo.
noiva,
10000 a
com
Li i* aix-llis com veos, para
t& a 155
R moa d. flores de laranj- ira, de
2500.
B >lv 10 para menina, de 35, 45 e 60
Mcias p-ra 8-iilira a 1U0 a duzia,
palmas L 11 >s iuzi .
Ch..pelinas de setim para bnptisado, a 60.
S.Iiod te re div.raaa qualidades.
Para t..l|et :
A,'U- hl.n.la.
I icui CeU-st -
I lem Divina.
II ... -a
Pos de mr-'B Florida
rep.riiin-n. 1 leui iderr. <)-a.
I lem dem R |{ina
Para o I ngo :
Eeo-n.-i Rita S*ngl->y.
I em ix.ira.
11, ni Ada B >uqu H de spo*ieaa.
de G lie Flerea.
BARBOZA ANTOS
tliini no\id de de fngis
e sorics
Offnre.-e e a.s ku>n lores, para os fesiej .8 das
n^ites .le S n'o A 1 nio, S. J ao e S. Cedro, um
completo j,n! 11', enr. desieii hi ' por pr c,. h inttii.' razo-tveis, e f.fc-Bf gr nde din -
rene. en roicao ; un iua do Kaogel u. ', e ra
eaireit d>K>xii" n 'H
Tem para vendar em |.:ias c.m mei" kiU cada
urna a 7 0 A t' n.o Duar'e, nr. da TJmo
o 54 e Arihur (i n(}-ilv-. M (,'S -. i iu da Au-
rora u 85. cunrooi n i b c ni a estaco de
liuda.
tr i-flu se. aro
Preei^aae de iMBeria lo eacravo, par orna casa
dp p.qu l f uiili ; tml.r uu caes da oinpa-
nhi- 11. ^ w. o' <'
YtisAi
V nde o eu i.irend^-se um enepnho qve fica
dista..te 111. ia I. to-> ftai. > de I| b.111 ui. a Uoa lo C I) ', d par 8 fr-j .r-e l,Ct-0
paes de >Bae r ; qu m pretender pele dingir-ee
a run .la A1, gria i. 4b
Vm Ac
al^olao
Em m* Vein:iin Baltur Iranios
4 C ru d t.'niz li. 32, 1 au ar.
obrado a venderse
Vende-e .. .obixd, n 87' ru da Aurora, em
frnte ptX d Haula loabrl ; qu. m pretender,
jde enti ii.ier-e coui o "orreetor feUro Jos Pin-
to, na praca do (numrelo.
Vende-se um terreuo confronto a estacan do
Principe, estrada de. Joao de BatreB, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fuudo^, e c mi aliceree*
para 3 casas; tratar na ru d'Apollo u. 30, pri
ciro andar.
' eitura para senhoras
Broches n k- lado- e lourados a *f0''0.
B nit is graup s dourad s a 5 Esplendido sortim. uto de galoc-i de vidrilho.
Graud.- variedade de iques de setim, a O1 0.
Fi ioadorea am ricanos para cab.llo a 3/001 o
maco.
Setas de p^anlatia pura Cabell'.
Bonia c II. 0 ri'.
Brincos, nnitac i d brilnante, 50<) ris.
Aven'aes bordados para rr'aiif.s a 2tH>0.
Chapis de f.ista-i i- selioi para criaucae.
Sapatoe de uuriu seiiu; ideui, idem.
Meias brancas v de crea, fio de E-c cia.
Pomada d.' vaieliua de diversa qualidades.
Sabcnrtea fi^es d^ vazeli. a e a I tace.
Extractos tino de Pruaud, GuTlain e Lubin.
LuiOms bolead de e u.-.. ve.iu 'o.
Fichs de la p-ra seuhora u 1 8 0.
Spto de cas-mira prpfn ij 0
TrBou.->i8 para.oostur., de 4 Pac- te8 de p de arroz a 31 0 l':1.
Fitas de i. das aa qua'ida '.-s i' r-s.
lir.menea variedade oe b >o s d.- phantasia.
E mi'hares de ubj^et a pr*pii s pira lomar umi
Benl.Oia legante, e muit s uU'l 8 indipp ntaveis
para uso oh familias tudo por precos aumiravel-
meute mudi.-i"1.
Na Graciosa
KUA DO CRESPO N. 'l
Hilarte A C*.

As Dores de Estomago
Dtgestes diffieeis, Constipafoes, Acide
S.\0 RPIDAMENTE CURADAS COM O RafFRROO DO
CARVO D3ELLOC
Quer em PASTILHAS, quer em P.
tAjpjsro-vado pela Academia de Itfedicina da Patria*
A-4 a PA8TM
UMAS FOR OA
Se renaem #m toda a l'/HlrmaWa,
FABRICACAO
Em PARIZ em Casa de L FUERE
OOEt
O OE PASTI
W*^6'"
MaiiiVisa \tg\m
CADET
CU RA
em TRES DAS
[PKBDenain7]
pars
Ihposos nt principaes Pharmadta.
Em Pernamhuco ;
FRAN M. da SIL.VA a O*.
LOTERA do cear
15:0001000
extracta'* nnuirm do 12: sortsio da 3.* lotera
Qrxara-feirs, 15 do (orranto
Os hillietes tiesta acreditada lotera
acham-se venda as seguintes casas: Roda
Casa da Fortuna, rna Primeiro de Mar^o
n. 23; Casa Feliz, praca da Independencia
ns. 37 e 3!).
Ti'lwriimniii e lisia m da da nlriicnm
GRAGEAS
ae Copahrba, Cubeoa
aianh/a a Ferro. Bismutho |
ilcitrto. lerebenthma. 4"
FORTN
INJECGAO
\H>"}lenlc* e rreservatfora
sen- causar
accidente UguM.
Ai GRAGEAS TOP*" .orio as primeira queobtivoram a approvacao da Aeadmum
de nertcina li-:*1) i.taram-ae no Hoapitaea. Curam aa moleetlaa soorataa.
mata rebelde ^ fatigar oa estmagos mala delicados.
A INJECCA'J FORTN sempra rnr.ommnndada como o complemento da medicaclo.
jjarwiitaa an fer" moie : rRAK- M. da SILVA a (f. am prlaotpaea Ptiaiinaetaav
a 0%&*m~'
LOTERIADES.PALO
Sortc grande
10:O00$000

BIYIBIBOS EM BEGDT0S
A' ven Ja: loja da Esmeralda ra Larg*a
do Rosario *\ 2,4 A,
xtrae<;o a 13 de Junho.

noisiia
"1

- I



8
Mario de Per namb! coSabbado lt de Junho de 1887

ASSEHBLEA GERAL
DO
Ol I VIOS
liberdade io cidadlo, -como os vexamea da.de 1874 estsfceleceraLcasos determinados, meo. da elegfto de quatro deputa ios poi
[polica, do serviyo da guarda nacional e para o servijo da gu.rda nacional gur- lisiritfo mediante o quociente- eleitoral,
do raprutamento, easa lei, dando arras lra intima e externa rebelliSes e sedicdcs
t VII IR %.
DISCURSO PEOFFBIDO NA 8ESSAO DE i
MAIO DL 1887
w
DE
(ContinuacZo)
Poia nSo se lembra o nobre deputado dos
attentados que se pratiearam nos sert5*s
da Babia, em Ilnoa, Maeahubaa, B>m
Conselho, na Victoria, na matriz de 8.
Jos lo Reeife, era BoUcal, da pr>vin
cia de S Paulo? Aqui na Corte nlo foi
assassnado Apulcbo de Castro, com a to-
lerancia ou ao menos com o conhaciraonto
da poficia, pois que untlaSecretaria da
polica foio infeliz, trucidado? (Apoiados,
multa bem e partes )
E. para*ecordar factos mais grayoa
anda no t-ra o nobre deputado viva
lembranc das arruajas que ameajarara a
Cmara dos Deputados (muitos apoiados,)
ohrg-:ndo at a apedr.-jar-se um distincto
inembro da provincia de Pemambuco, o a
desacatarse o priaieiro magistrado poltico
que a nsco possue, presidenta desta au-
gusta Ganara? (Maitos apoiados, rauito
b.m).
O Sr. Laceria Weinak :Cora ap-
plauso do. ex -ministro da guerra do gabi-
nete G de Junho.
O Sr. Duarte de Az;vedo : Jjv o
nobre deputado que ou devem coufessar
a coropcidade de seu partido na pratica
deste3 tactos, ou entilo nao podem atirar-
nos a li7a fazendo carga aos ministros
conservadores de factos que sempre se re-
producirn*, e que ninguem ba podido evi-
tar. (Apoiados, muito bem, muito bera.)
E' o caso do repetirse orno o Sr. Ma-
ciel : Mus sinaeridade as accusajo.'S
Apoiados.)
O Sr. Maciel -V. Exc. tatnbm deve
preceder assim.
O Sr. Duarte de Azcvedo : -Mas, Sr.
president-, ha causas geraes que infliem
contra 3 seguranca individale da proprie-
dade, c que alo de todo3 os paizes. (Apoia-
dos )
A porversidade nao arma o braja d-
assassino nicamente nos paizes pouao ci
vilisados. Em nsssa trra, o ai-ontecmm
to que mais escandalisou a todos foi como
mettido por uro hornera que tinha um gnu
scientifica o fazia parte de um tribuul su-
perior de justija, e isto pelas circu matan-
cias atrases cara quiestc attentado foi per-
pratado.
O Sr. Jlo Pendo: V. Exc. nito se
lembra de que Visgueiro tinha a monoma-
na ertica ? {Riso ) Nao foi um crime,
foi um acto de loucura que elle praticou.
O Sr. Duarte de Azevedo : Eu li, em
uinaobn de astatistca, que nao obstante
os artifi-os da scencia da admnistrajlo
e todos es meios engendrados pilos pmo
iogistas, os crimes s; repstem quasi que na
mesmo cat'goria e con Uto no'avel perio-
dicidade, que o homom da scencia fi;*
em duvida, se taes resultados sao frueto
da porversidade, ou se o producto da con-
tingencia e da fraqu*za da humandade.
NJo agora occasiao de apreciar o va-
lor scienti7:a deste conceta ; mas infeliz-
mente anda nao ehegadD o tempo em
que a moralidr.de dos costa raes, o sen ci-
mento religioso, e o aperfeijoamento dos
roeios de repressao penal possam aasegu
rar efficazmente a vida e a propriedade dos
habitantes de qualquer paiz. Aleo destas
causas geraes, outras, especaes^ao nosso
paiz concorrera para a perpetra jao dos cri
mes, e aproveitarei o enaeia para cham r
a attenjlo do governo sobre alguma3 me-
didas legislativas que reputo necesaariaa.
Seuhores, a lei de 20 de Seterabro de
1871, como todos os monumentos legisla
tivos daquelle tempo, inspirada pelo amor
da liberdade e como meio do se chegar a
urna reforma eleitoral maia satisfactoria,
porque todos nos entendamos qui a ver
dad da cleijao dependa menos do proces-
so eleitoral, do que da elirainajlo das cau-
sas, que manifestavam ou constrangiam a
libfrdadjj individual aacrificou um pouco o
principio da autaridada e da ordem pu-
Mica.
O Sr. Ritisbona : Foi alem da1 medida.
O Sr Duarta de Azavedo : A funejo
de prender criminosos e entregal os com as
provas d"felgt'> a mS>s da autordade
judiciariaf em toda parte do mundo
U'na fuoc^ao polieial, e*Buppnrail-a imgor-
ta era despojar aautoridade dos meios m
dispen8*s pira i prsao o puuicSo dos
rirainosos. Hoja em da, cora i-xeepcXo
do caso de fl >grante delicto, ou de requi-
*i<;3o do juii compatente, ou de notiaia da
.-'Xpedicao de ordera judicaria pira a cap-
tura, as autoridades poli-iae3 nenhuma ac
5X0 tra para a prizo dos malfeitores, que
zorabimda polica e da socelade. E'im
possivel que prosigamos deste modo, era
sacrificio das vctimas do cri ne, c, o que.
peior; em sacrificio dos principios regu
ladores da justica e da ordem publica.
(Apoiados.)
Desejaria portanto qu; o nobre ministro
da juste* tom53e ao seu cuilato a eman-
da da reforma juliciari naste ponto, ar-
mando mlhor a autoridxde, nao do arbi-
trio, mas da neces3aria actividade para
attender, convc u, prsao dos delinquen-
tes e repressJo dos delictoa
O Sr. Ritsboai: Apoiado. O Sr.
presidente do onselln expUou perfeta-
mente a neceasidade de relecar-se a legis
lacSo nesta pirte.
O Sr. Duarte de Asevedo:-0 nobre
presidenta do oonselho entendeu que urna
tas causas do enfraqueciraento da autori-
dad", -e nto hi Juvl.r, era a falta de
forja policial ; e accrescentou que a refor-
ma da guarda nacional privou a autorda-
de dos recursos inmediatos e indispeasa-
veis para o exercicio de suas funecoes
(Apoiados.)
Nao s isto. Parece que nao se tora
prestado a sufnVieute attenglo,e rece-
bim es nobres ministros estas palavras
como de ura amiga que aconaelha somen-
te, ao estado da polica das provincias.
Algurnas proviaeias, Sr. presidente, nSo
ten meios neceaaarias para crear e manter
a for.a suffi ente para o seu policiamento.
(Apoiados )
O Sr. Affonso Peana : E o gaverno
reduzio esse auxilia o anno passado.
O Sr. Duarte de Azevedo : E pens
que nao foi de bora conselho reduzr se
nesta oecasio o pequeo subsidio que dos
cafres geraes recebiam as provincias para
raanutencao da forj% policial. (Apoiados
e apartes.)
Ao contrario, em vez da pequea quota
do 600:000, com que eram dotadas as
provincias para auxilio di forja policial,
na falta da guara* nacional, quando as
provincias sentiara es effeitos de urna crise
taanceira e lu^tavara cam dffi:ullades de
outra or em, teria silo de boa poltica
que se economisassa por outro lado para
augmentarse aquella insignificante verba
do orjaraento, qia er* de necob3dadc im
preaciniivel. (Apaiados.)
Eu completan* a nstituijSo da guarda
nacional. A lai de 10 de Setembro de
1873, que refornou a guarda nacional,
nao teve por fira extinguil-a...
O Sr. Ratisbona : Guarda nacional sem
soldados.
O fcr. Duarte do Azevtado : .. .e o re-
gulamento de 21 de Marca >de 18/4 foi
promulgado para a q'nlifiacJo e organi-
sac;a j dess milicia.
gaverno nao p le dispensar a exis-
tencia do u na forja cvica, que como
que a naco armada, e qu pie-lhe ser-*
vir de guarda em diffi:eis conjecturas.
(Muitos apoialos.)
y te n sabe si aeontecimentos muito re-
liantes nao comprovam a necesaidade de
urna organisacao milittr desta natureza ?
Uo Sr. Deputado : E' voltar atraz
O Sr. Duarte de Azevedo: -Na vol-
tar atraz l Wi de 1873 e o resularaente
durante as quaes a guarda nacional poda
ser chamada a corpos destacados, e ao
servico de destacamento ou ornario, em
falta de outra Lrca.
Mas, senhores, o que acontaccu? Os
nossos adversarios s aeharam m institui-
cao da guarda na_L>al ura prestirao, o das
pattases, e djixarim de org misar a guar-
FOLHETIM
JOSLARONZA.
ia nacional pela base da qualific ijilo.
A le havia mandado ampliar os com
mandos superiores o o regularaento pres
erev'eu qu 03comroanlss supeiorea com
prehen leriam pelo menos o territorio de
uraa comarca. Pois entendeu se que cada
cooaarca devia tsr um commando superior,
e innundaram se as provincias de comman
dos superiores, cam a facilidade que tive
rarn as assembl.s provin.-iaes de crear
comarcas.
A lei e e regularaento mantinham as
patentes; e determinaram que se aggra-
gasaem os offi.-iaes do estado-maior e dos
co,mmandoa de batalhoea que vagassera
aos commandos superiores o b.i'.alho .s que
restassem.
O que fiz;ram, porra, os nossos adver
sanos? Presciadiram da existencia dos
commandos de batalhao o commandos su-
perior s que encontraram, e como si nao
existissera, crearam urna dupla catbegoria
de offieiaes da guarda nacional: de modo
que, ao lado dos que existara o que a lei
manlivam manter,- e aos quaes da/a pre-
ferencia aos lugares que vagassera, crea-
ram novoa offieaes superiores e de bata-
lhoea o eorpos, e fijamos cora urna dupla
ofiiaialdada de todas as patentes 1
Abandonou-se o que havia de proveitoso
na instituicSo, a qual pelo menos servia
como estatistiaa da forja do paiz, si nao
era o proprio paiz armado e em posiQo de
defeza permanente, e distribuiram-se no-
meaj5es illegitimas de officiaes, em pura
satisfajSo de interesses partidarios. (Mui-
tos apoiades o apartes.) Ha offi a aes ; po
rm, n3o existem soldados.
Chamo para este ponto a attenjo do
nobre ministro da justja, e pejo a S. Exc.
que nSo descure a organisajao da guarda
nacional, que, em circumstancias melindro-
sas, pode ser de grande recurso para a
najao. (Apoiados.) A experiencia que
tiveraos da guerra do Paraguay, na qual a
guarda nacional do Imperio constituio
grande p*rte do exercito e prestou ser-
vijos relevantissimo3, mostra que esta insti
tuijSo, mesmo porque est acli.nad entro
nos, mereca e de ve ser regularisada (apoia-
dos) c desenvolvida conforme a lei de sua
organisaj&o. (Apoiados )
O Sr. Affonso Penna d um aparte.
O Sr. Duarte de Azavedo : Alludi
ram os nobres deputados tambera ao es-
tado das provincias Nlo quero examinar
as causas dos males que os nobres depu-
tados diagno8ticaram. Se o quizesse fa-
zer teria o direito de retaliar. Poderia di-
zer, por exemplo, que a desordem que se
nota na Assembla Provincial do Rio
Grande do Norte proven talvez de iate-
resses inconfessaveis de co religionarios do
nobre deputado unidos a alguns co-religio-
narios meus.
Poderia explicar em desvantagem dos
nossos adversarios outros factos; mas,
prescindindo d'elles, tratare da questilo so-
bre ponto de vista mais elevado.
Senhores, as assemblus provinaaes tra
aoffrido diffimldades na marcha dos seus
trabalhos por um vicio de sua formaj-io
eleitoral.
A le de 1881, que reforraou o" procsso
eleitoral e que to bom effeito tem produ-
stdo na eleijlo das cmaras municipaes, co-
mo bem advertio o nobre deputado pelo
Rio de Janeiro, qu illuminou boje a C-
mara cora um discurso fundamental sobre
a reforma das municipalidades, essa lei tem
produzido pessimos resultados quinto
eleijo das assembl.s pro-iociaes.
E' possivel, Sr. presidente, com o regi-
dbmpor se uraa assembla provincial de
maneira que ella poasa func donar regu-
^u-mente, representando a maioria do elei-
Urado.
A opiniao conservadora da provincia de
S. Paulo tem quasi unaniraidado de seus
representantes nesta Cmara. Pois o par-
tido conservador nao p61 aonseguir maio
ra de representantes na Asserabl. Pro
vincial de S. Paulo.
Se nao fossora os bous oosturaes pol-
ticos,os coatumes que podem mais que
aa lea, e accnselharam e induzirara os
nossos adversarios aos exerapl -s de grande
patriotismo (apilados), que no posso dei-
xar de louvar sinceramente, de nao capi-
cularen* com a eleicao da mesa, deixaudo a
direejao dos trabalhos aos seus adversa-
rios que se achavam no governo, posto
que em minora, o auxiliando os franca-
mente na prestacao dos recursos ordinarios
de que a administra jilo preeisava, conce-
dendo Ihe at um crdito Ilimitado para as
deapezaa com a mmigrajao -seria irapos-
sivel que funecionasse a Assembl* Pro-
vincial de S. Paulo.
Mas, senhores, em S. Paulo os r-.ostu
nes polticos esta) mais ou menos adian-
tados; em S. Paulo ninguem se lerabraria
de negar leis de forja e orjamento ; em
S. Paulo chegam com facilidade a aecrdo
os partidos em tudo quanto interessa ao
progfesso e melhoramento da provincia.
(Apoiados.) Eu eatou certo de que era
S. Paulo poder-se-ia bem prescindir de urna
reforma municipal com os atavos do pro-
jecto sobre o qual ba versado a discussao
na actual sessao legislativa.
A lei de 1 de Outubro de 1828 foi urna
lei muito saba (apoiados), muito harmnica
era suas disposijoes, c de grandes resulta-
dos praticos seria essa lei se, porventura,
fosse executada conscienciosamente.
Mas, o que ha de fazer urna cmara
municipal, peiada cm seu desenvolvimento,
ora pelo presidente da provincia, ora, e
sobretudo, pela assembla provincial ?
O que pratica, porra, a Assembli
Provincial de S. Paulo? Respeita a autono-
ma das cmaras muniip.es : o que uraa
proposta do cmara, passa na assembla
quasi sem discusslo ; deixa-se cmara
municipal expontanei lado e a responsabi
lidade do seu procedimento, porque en-
teude-se bem que sem respansabilidade
ninguem p le ter imputayao das faltas que,
porventura, haja commettido. (Apoiados.)
Da culta Europa o grito altisonante
Echa nos confias dos continentes :
Sao da luz os apostlos sublimas
Qu: vio civilisar barbaras gontes !
O horaem or, os povoa se emancipan*
Deixando atraz de ai o erro im ornado ;
Sobre as azas do raio a idea nova,
Como un verbo do Daus, percorre o mundo !
Nis incruentas lutas veucedores,
Surgem os argonautas t da scencia :
E' o dominio atroz da forja bruta
Que se curva ao poder da intelligencia '
(Continuarse ha)
L!TTRATD
POR
JACOfe DI FLOT E PEDftO MIEL
TERCEIH 1.
i.
1 i a 1 1;
O ABYSMO
(Continuacao do n. I31j
XV
Francs tinha aberto
<6sc clia. Sao ape
Entretanto, a Sra.
o enveloppe.
E' bem breve :
as vinte linjaas.
Maximiliano annun iava Sra. Francs
que, cansado de lutar cora um adversario
impalpavel, tinha transigido cora L avia
Jubo, mediante o sacrificio de dous railLes,
prejo por que o inglez renuuciav* os seus
direitos eventuaes heranj de Roch. Brc-
vemennte partira para a Europa.
A carta terroinaa cora estas linhas enig-
mticas '.
amiga, por abrir roa o de soraraa to avul-
tada. Descjo rever a Franja. Quando l
chegar, haver dous annos que a aeixei.
Depois, alera da tristeza causada pela au
eencia, nestes dous annos tm-se passado
consas tilo estranhes, tao inexplicaveis, qui-
desejo, cora a maior brevidade, esclarfcej
um myaterio no meio do qnal vi 70 e movo
me. Contam tudo de viva voz om pou-
cob mezes, porque pretendo paiar alguns
das em Ponta de Gallea.
t Nunca respondeu a minhas perguntas
a reepeito do Sr. Clanos.
A Sra. Francs tinha li Jo toda a carta
em voz alta.
Quanda chegon ultima linha, Juliano
estreuaeceu.
A viuva notou-o.
Creio que t'aria be n se voltasso p^ra
junto da nossa enferma, minha querido,
diese ella a Bertha.
Esta estendeu a mao a Darmail'y e sa-
Luz e progresso
Le monde marche.
E. Pelhtan.
Salve, deusa immortal, filha do Eterno,
M"nsageira do b'.m e da verdade !
Salve, rali do porvir, s >1 do progresso,
Precursora feliz da liberdade I
A teu aceno marcha o mundo inteiro,
Gara a mente milagrea sorprendentes !
Desvendara se os myaterios mais profundos
Ao claro de teus raios refulgentes !
Rainha do universo, s bemdita !
Sera ti seria a vida ura cabos eterno,
Antro medonho de miseria e monstros
Que causaran* medo ao proprio inferno !...
Grajas tua acjSa omnipotente
Caminha o see'lo em marjha triumphal ;
Tudo ae move, a humandade exulta
Expandindo se vida universal !
O carro raagestoso do progresso,
Victorioso em preli >s incessantes,
Pasaa, como ura tropho esplendorosa
Do teu sceptro d'estnllas fulgurantes !
De Guttemberg a filha gloriosa
Ergut a voz qu dirige as multdSas ;
De um polo acutro a luz domina as alraes
Plantando a f e a paz entra as najSes^
Oa tyrannts recuam, e o deapotism a
Horrendo pesadelo do passado
Dtssce bramando ao negro e fundo averno
Onde por crueia furias foi gerado !...
Sobre os destrojos das crueis uaanjas,
Da njustji, da crua iniquidade,
Camp* o templo augusto e altmeiro
Da immorredoura e santa caridade '
Os preconceitos vis, os privilegios,
O servilismo, o fanatismo immundo,
Sem vida v.lo cahiudo e se sepultara
No cabos do esquecimento mais profundo !
Fitando a luz sublime do Evangelho,
Ergue a cerviz o povo soberano,
Libertado das garras s nguinaria3
Dos abutres crueis do S3ngue humano !
O pensamento indmito, fecundo,
Desprende-se da livre intelligencia ;
Vence a razo em busca da verdade
h. livre exulta a humana consciencia
o Trabalho e Liberdade es a divisa
D'este see'lo de glorias iraraortaes ;
Cabe da jorqa o reinado, surge o livro,
Conquistador as lutas sociaes !. .
E o mundo marcha anhelante
Pelos caminhos da luz,
Em procura do progresso
Que f lcidade conduz
Desde a herva da campia
At a fiar purpurina
Que desabrocha no val,
Desde a pedra creatura,
Tudo exulta de ventura
Na conquista universal !
Como um astro de allianja,
A paz preside ao festira
Dos povos que se congregara
N'esse labutar sem fira.
Do genio a fronte despande
O ciarlo que os rea fende
E vai gerar o porvir !. .
E a humandade off gante,
Como o eterno caminhante,
Prosegue sempre a subir '
hio, consolando-sa com ura olhar aff-c-
tuoso. .
A Sra. Fi anees, ent3a, disse abrupta
raente ao moj^ '
Juliano, esta carta parece que o im
pres6onou ?
R spmdeu sera tentar dissiraular :
Cora ffeito, minha ta, nlo se enga-
a.
E por que '
Porqu-essa carta cootm um nome
que me interesas.
Que nome, meu amigo?
O do Sr. Clanos, representante d!a
casa Roo.val. Que informajao pedio lhe o
Sr. Aruand a ease respeito ?
Maximiliano quera saber se o Sr.
Chunos tara realmente uraa fllha.
Urna filha .' Oh a que proposito
perguntou Uso V
A Sra. Francs contou entao ao sobri
nho tudo quanto sabia do encontr de Ar-
ia .ni cora Carmen Clanos, da papel sin-
gular de que essa mulher se tinha encar-
regado, da obsesaSo com qua persegua o
joven meaico.
O nomo de Lironza entrou necessaria-
raente nessas explcajo.s.
Juliano tinha sido impellido nicamente
pelo clesefo de ver Bcrtba ; e eis que des
cobria urna verdadeira mina de informa
jos. Lrabrou-se de que era cheg*da a
oceasio de aproveital-as.
Era noite, noite de invern comprida.
Erara seis horas e as trevaa, tornadas mais
espessas pela neblina, s deixavam trans
parecer 03 bicos raelhas na trama pesada dos vapores agglo
enerados.
Quando so achou na ra, no mej^ desaa
escuridao que o envolva, Darraailly estre-
uaeceu.
Nao era e6 o fro que o fazia tremer as-
sim
Lembrou ae que tinbam-lhe aubtrabido
as duna cartas dirigidas a Clanos.
EsSdS cartas foram-Pe furtadas cora al
gum fin..
Orn, ae lh'ae haviam furtado, era porque
sabia* que deviam temflo, qberiam des-
arma!-*> o tornal-o impotente. Nesse an-
(far, os seus iuiraigos desconhecidoa nSo
par'.riara. Tinliam ai3asuioado Jacob e a
iduUkt. Segando a denuncia do proprio
Pacheco erara esses oa mesmos bandidoa
que tinliam assasainado o Sr. Arbanl.
Nao qnereriam elles raaUl-o por sua vez ?
Por mais bravo e resoluta que seja um
hornero, seraprc quor viver, principalmente
quanio mojo, cheio de saude, de forja e
de esperanja, quando no fundo do cora-
cao, nutre um grande amor.
Juliano durante ura momento teve real-
mente raedo.
Laatimou ter tardado em casa do Sr. de
Isaac, e depois de dar alguns passos na
ra, velo-lhe idea de' voltar. Mas teve
vergonha da sua hesitajSo e entrou resolu-
tamente na neblina.
A avenida estava deserta. Ao longe ou-
vio-se o rodar de um carro e a cadencia
dos cascoa de ura cavallo, alguna carro de
praja, que o cocheiro levava pela brida.
A neblina de minuto a minuto ficava mais
eapeasa-
Juliano segua sem rumo; quera guiar
se pelo rumor, procurando chegar a l'Etoile
pelo caminho mais curto.
Ora, disse elle de si para si, s seis
horas da noite quera ousaria atacar um
transente ?
Isso, po*"m, nao o tranquillisau. Os m-
nibus nao circulavam atravez desse veo in-
tenso de vapores.
Neuhura ruido chegava-lhe aos ouvidos
para guial-o.
De repente vio que tinha errado o ca-
minho.
Corao tinha elle se desorientado assim ?
Por ura momento a neblina pareceu disai-
par se, e Juliano vio que estaba alera da
avenida do Bo3que de Bolonba.
Oh I disse elle. Se contino assim,
corro o risco de atravessar o Sma em
Neuille. Voltemos.
E tornou a subir a avenida do Bosque.
" Uraa especia de preseotimento apertava-
Ihe o corajao.
De repente, sab a reverberajSo perpen-
dicu'ar de ura bya de um bico de gaz, vio
um pedajo de faaenda pendurado ao poste
uo U np. a.
EaienJeu a mao e o apanhou ; era um
leujo verraelho.
Instuctivsinente, metteu-o no bolso e
vol'ou para o meio da caljaia.
O t-mpo tinha corrido duraoto essa pe
regrinajo. Seriara oito horas.
Hein l dis e Darraailly comsigo, se
quizerera atacar-me, o rnoneuto propicio.
Como se penas esperassera essa ev ca
jo taeita, quatro sombras surgram inopi-
nadamente ae ura moita e caminharam
para o moco.
Juliano j se tinha posto em guarda.
Deu um salto para tras e, raettendo a
raSo rpidamente no bolao^nteiior do seu
sobretu !o, puxou um elegante revolver
carregado.
Nesae moraento-ouvio urna voz entre os
a asaltantes :
E' elle mesmo, dase a voz ; pre
ciso segural o-
Mas Juliano nesse momento sol nne re
cobrou todo o seu sangue fri :
Reconheceu a >oz, e em tom de mofj,
provocador :
Cuidado, meu caro Sr. Pacheco, cx-
claraou ello. A neblina roa pira a saude
na sua idade. Volte pira casa.
Um rugido eoau na eseurao.
__ Est vendo chacoteou Jaliano. NSo
lhe dizia J est constipado.
N5o teve tempo de graejar mais.
Dous dos homens avanjaram para elle
de faca em punbo
Darraailly apontau apressadamente e tsz
fogo.
O que lhe ficava mais cabio, soltando
um grito.
O outro parou.
Ouvio se urna praga.
Caramba I diaas a primera voz.
E, o mesmo tempo, os hmeos appro-
ximaram se para levar o ferido.
Mas ouviram-se pasaos apressados.
Um dos tre3 gritou :
A polica I Fujamos. .
E, quando as sombras sumiam-Be na es
curido, Juliano siudou-os cora estas pala-
vras :
Oh! Sr. hidalgo. T. nho multa cou-
sa a dizer-lhe da parte da sua filha Car-
raen. ,.
A su* voz vibrou longo tempo no silen-
cio.
Nesse momento apparecerara dous poli-
ciaes.
Foram direito a Juliano, que os esperou
D ixou se prender e levar estajSo da
avenida Mal^kafT
Ura do duus policiats ficou de obserra-
j2o perto do ferido, que tinha desmatado.
A bala de Juliano tinha-lhe quebrado a
em
a
abun-
perna esquerda. Perd* sangue
danci*.
Lcvaram o para a estajao em urna pa-
diola.
Na sua presenja, Juliano repatio a sua
declarjSo, auiorisado pelaa suas relajoea
cora o juiz de nstruejao, seu amigo, com-
raunicou lhe o occorrido, em um bilhete,
escripto s pressas, e ao cabo de duas ho
ras, que passoO sentado ao lado do fog5o,
no eorpo da guarda, deixaram-o sahir e
voltar para casi.
U ferido fi ou retido.
Sim, uaurraurou o moja, est tirada
Sobra o slo abenjoado
Da grande patria de Hugo
Vinga a Repblica ousada
Que a tyrannia prostrou ;
Erguendo as altivaa frontes,
Buscara outros horisontes
Oa filbos da nova gre :
Succede guerra o trabalho,
Ao canhSa suicede o malho,
Impera do amor a lei !
V le a pyraroide ingente
Que mergulha n'arapdUo
A t test ando 08 altos f. iros
Da grande Revolujo !. .
E' a Franja gloriosa
Qu>a l surge mageatosa
tostrando ao munto o dever '.
E' o grande povo da i ia
Solemnisando a epopi
Do trablho e do saber !
Esra&gada sob as plantas
Da poderosa Albion,
A verde Erim s'estorcendo
Solta o verbo de Daoton !
Dos campos surg-am ferozes
EssaS victimas algazes,
Ludibrio das trtdijSaa ;
A dynaraite trabaiba
E a morte, o terror c-pnllia
No seio das raulti !o -s ..
L na Russia friorenta,
Que o despotismo govrna,
Ergue o ta o nihilismo
R brame em luta eterna !
No corajao da Aliem mlia
R lvame essa voz eatranha
Do feroz socialismo :
Sao as justicas do povo
Oppondo um dogma novo
Contra o absolutismo ..
Sob o cea azul da patria,
Nj nosso ch >ro Brasil,
Baqueia a hylra terrivel
Do elemento servil !
Do medonho pesadelo
Aborda o gigante bello
Quebrando as duras cadeaa !
Nada reaiato ura natante
A' fecunda e delirante
Revolujao das ideias !
E a huraaniJade caminha
Cu npriudo a sina fatal,
E a criajao ae extasia
Na conquista universal !
Scencia, in lustrias e arte
S'spalham por tola a parte
A' santa luz da iustru jyao. .
E D-aus, envolto na gloria,
Contempla a iramensa victoria
Da moderna gerajao ..
Da grande idea de Fulton
Nasce a soberba invenjSo
Que l vai sulcando os mares
Deixando atraz o tufo I
Eil-otitao do oces.no
Dominando soberano
Era meio as aguas e os cos :
E' o corcel da iminensidade
Que cavalga a humandade
Caminhando para Deus ?. .
Corre o cavallo de Ierro
Pelas invias soldoea,
Levando a vida e o progresso
Aos mais remotos seniles .
Do raio o vivo elamento,
Veloz como o pensamento,
Transmute a idea feliz .
E do telephone o grito
Vai levar ao infinita
O verbo que o horaem diz !..
E os continentes se abrajarn
N'um impulso fraterna!,
E a humandade se expande
Na testa descommunal
No centro d'Africa ardente
L surge o vulto imponente
Do ousado explorador. .
Da livre America si
A voz que no mundo echa
Como ura grito de coador !
Salve deusa imraorreloura,
Rainba immensa da luz !
Dilecta filha do Eterno
Que ao progresso no8 conduz
A ti meus cantes sinceros
N'estes versinhos austeros
Sabidos do corajao !. .
A ti meus votos ar lentes,
M'UB protestos eloquentes...
Minha eterna adorajao I I !
Maio de 1887.
a prova, e eu sahi sSo e salvo. i)eus seja
louvado por tu lo quanto acontece I
Quanda se achou s no quarto, teve tem-
po de meditar com socego.
Eu procurara urna demonstrajflo.
Est feita. Furtaram-rae as cartas de Ce
lanos e tentara assaaainar me. Pareoe me
que de tudo isto pode se concluir pela cul-
pabildade dos dous curoplices. E como
se isso nao bastasse para tornal-os odiosos,
minha tia conta-me boas cousas do tal Ste-
phanRmval. Ah meu gajo I concluio
elle, esfreganlo as raaos, parece-me qua
desta vez levo-te a dianteira.
XVI
Bertha disse a verdade. A visita de
Darmailly casa do Sr. d'Isaac tinha fei
to bera a Renata.
Nessa mesma tarde declarou se urna me-
lhora sensivel.
No dia seguate pela manlil o medico
affirraou essa raelhora. Decididamenta ti-
nha desapparecido a ameaja da febre mu-
cosa. Concluio pela eventualidade de urna
febrcula typhoide benigna, provocada, sem
duvila, por alguma grande commojao ge-
ral.
Era preciso evitar qualquer abalo ou
preoccupajilo. A natureza por si se en-
carri-garia de apressar o restabeleeimento.
Tranquilliaada por eaae lado, a Sra.
Franca s tinha ura pensamento Afastar
do espirito da menina tola a lembranjada
scena terrivel a que Rouval a sujeitara.
Cora esse intuito procurou convencel a
de que este tinha renunciado sua misera
vel paixSoj; envergonhado da seu proce-
dimento, s queria reparar o mal feito.
Uraa circunstancia inesperada e que
aorprendeu a viuva deu urna apparencia
de verdade a essa mentira inventada por
ella.
Tinhara passado tres das depois da vi-
sita de Juliano. .
A Sra. Francs fioda nio tmh* deixado
a cabeceira da amiga.
Estava conversando com a doente so-
bre essus cousa insigaifieantes com que se
embalara os enfermos, quando a criada en-
treg^u lhe, era uraa salva de prata, um bi-
lhete de visita.
A Sra Franca tomou vivamente o bi-
lhete. Teve tempo de 1er nelle um nome,
o de Ste.han Rouval e por baixo, a lapis,
as tres letras P. P. G.
Que quer dizer isso ? pensou ella.
A criada itiase-Ihe uo ouvido :
Ease cavulheiro espera oa sala.
Masoel Cayalcajtte
de Mello Filh*
A viuva desculpou-se para com Rensta.
linha pressa do sahir para occultar a
perturbajo que lhe -ausava a impudencia
do singular banqueiro.
Que significa isso ? dizia ella
para si, desenlo a escada.
Ora, se por ura lado senta grande re
pugnancia em achar-se em presenja des
se homem, senta tarabem uraa ouriosila
de nao menos viva quanto ao motivo da
sua visita.
Foi assim perplexa que entrou na sala.
Vio Rouval em pe, de chapeo na mao
Stephan adiantou-se um passo e fez-lhe
um comprmento muito respeitoso.
Minha senhora, disse elle, foi s hora
tem noite que rae disseram em sua casa
que a seuhora estav aqui. Eu gnora/a
a indispasijSo da menina e s um motivo
me faria tomar a liberdade de vir pertur
bar a sua dedicajao.
Ah E qual esse motivo grave '?
A minha partida, minh. senhora
quiz vir reeeber as suaa ordena.
A sua partida? diase a Sra. Fran
cs, no uge da sorpreza.
Sira, minha senhore, um motivo ab
solutameote improvisto, obriga me a au
sentarme por algum tempe. Eu desejava
ver a senhora, para conversar sobre o Sr
Arband e os seu9.. interesses.
A viuva replicou com certa seceura :
O senhor tera alguma conta a aprc
sentar ?
Pareeeu nao coroprehender e, sem per-
torbar-s", respondeu :
Nao isro exactamente, minha senho
ra. E' urna reviao de contas. .
Muito admirada, ella o interrompeu :
Mas eu nada tenho com as contas do
MaXojllluOO.
Rmval nao prestou fcttenjXo interrup
j.1o.
Tiiou do bolso urna cartera elegante.
Minba senhora, diase elle com um
meio sorriso, ha viver e morrer. Recebi
era carta fechada do Sr. Maximiliano Ar
band, de Melbourne, a quautia de trezen
toa mil francos, para reembolso de adian-
tamefltoa feitos pela nossa caaa. Tndo
de useutar-me e podendo essa ausenea
prolongar-se mais do que desejo, eu qu.z
entiegar-lhe em m3o propr.a o recibo des-
sa qunntia.
(Continua.)
Typ. do Diario roa Duque de Caxiai a. 42.

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