Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17944


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Full Text
i
AMO LIII HUMO 131
PIRA A CAPITAL E LITGAIS^S O'PS JA **E PAA PORTE
Por trrs rnezes adiantados............... v\
Per seis ditos dem.............. oSn
Por um anno dem................. ton
Cada numero avulso, do mesmo da...........

(!T
A--MKA 9 DE JIHO DE 1881
.


PARA DESTRO E TORA A PROYOCIA
Por seis meses adiantados..............
Por nove ditos dem...........".....
Por um anno dem...............
Cada numero avulgo, de das anteriores..........
13,$50t
205000
270COO
0100
prfljmefrafce MI JJtaiwel Jtgnctrfa fce aria alijos
c
O* Sra, \raola Prlose *
ie Parla, ni os moesss
rxolu-ivos lo aamaclM
blica?d3 n* "t-aaca e
trra
agentes
I Igl 3 -
.
TELEGRAMAS
.aflgtl PABIICIAB 20 SIABI6
RIO DE JANEIRO, 8 Je Junho, s 3
horas e f>5 minutos da tarde. (Kecebido s
5 horas 31 minutos, pelo cabo subma-
rino' .
sua *iii /.s imperiae. om sr>
C tade f Condenna d*Fu. cUcsaram
boje dii Europa no paquete francs
GIRONDE.
IV o i rondisnn a tveepro felfa a
subo Alteza* impcriae.
t Cmara do* Iseputnu'osj appro;
oii boje em 3.a dicu9*o a Uxaco
ft<* forra* le trra.
iran concedida* a Honras de
ront'go da S de Olinda ao Ridm. Sr.
Florir.no de tiieiroz Coutinbo. viga-
rio da Treguedla de S. Miguel de Tal-
pu*. da prociacia da Parabyba.
; <>( i I >- <



li.cpt". .. ptia -1 Uiat ')
PARS, 7 de Junho.
* Cmara on Depulailo* contina
a diMCUMKO do projecfo de le obre
o servif o militar.
O grupo parlamentar da direita
atara vivamente o projecto sobre-
ludo na parle concernente a abroga
cao da antiga le obre o voluntarla-
do de um anno de ervico.
PARS, T de Junho, a naite.
O* jiiniiii', de opiniao moderada
approvam a attituJe do governo
r.nri'/. e o te perante a* negociace entabo-
ladan entrea Inglaterra e a Turqua
a re*pelto ao Kgypto.
RIO DS JANEIRO. 8 de Junho, s 9
hor^s da roanh.
O paquete GIKONDE da Hci-t age-
rie* Marltlme* entrn boje pela ma-
nila.
ss. il.o Conde e a Condeina d'Eue
ieu lllho* desembarcaran! a* 8 bo-
ru no irornal de Mariana. SS. A,
tiveram umn eaplenalda recepeo.
VIENNA, 8 uc Juuho.
Acredito *e que oSultao recusar
a ratificar a convi-nco com a Ingla-
terra relativa ao Egypto.
BRUXELL\-,
,tr>iaN>' 1er< i
rario* na* >
lerol e de Mu mn.
- de Junho.
niia a utvB don ope-
decariadeChar
P.ERLIM, 8 'le Maio.
Circulara muilon boato contradi-
ctorio* a r<-peilto da anude do prin-
cipe berdeiro da lllcmanlia.
Ag^n :a lia/*, iial oa Pernambuco,
X de Junho n 1**7.
ternoa ereajjdo o Bystem i nervoso, que, transmit-
tinio as iropressoes, communicando as voutades
(isto i.8 reaccoes do organismo) s impreasoes
recebidas, estabelecc par din o accordo c a asao-
ciac9 do todo, no cerebro. orga lase extremo
grao de conceutracio do movimento vital que S
chima o penaamen'o.
De tudo isto colligimos o grande facto que serve
de col i la base a toda a Biologa. que, todo o ex-
tensissimo mundo da vida, test por alicerce essen
cial essa bio aubatancia primitiva hoje representada
por organismos rudimentares que povoam o fundo
do ocano ; quedesde o humilde e simples pro-
tozoario, indistincto e indefinido, que nao sabemos
se animal ou planta, ou antes que anda nao
- nimal neto planta, mas apenas a mi commum
donde uas c outros devm surgir, atravez da bn-
ga srqueucia dos seres vegetaos por um lado, ani-
maes |r outro, at ao mais perfeto representan-
te do tronco da vegetabilidad ', e at ao h-. mera
pensante, ultimo limite actual do trono da anima
lisafo, tudo derivado da suOstancia biaplasma
tica, succesaivameu'.e transformada pela aeco das
forjas exteriores que actuaran) durante os longos
e innumeraveis periodos de seculos que decorre-
ram, desde que, consolidada a crusta do globo, e
condensadas sobre ella as aguas atmosphericas,
surgi do simo dos mares o primeiro organismo
vivo, sob a forma e aspectos prximamente idn-
ticos quelle que no clula do bioplasma, lhe at-
ribuirnos.
Durante toda a 1 inga evolucao transformadora,
a bio substancia conserva a ua essencia, embsra
adquira os mais extravagantes aspectos ; orno
a argila que se conserva idntica ua sua eseencia,
quer csteja empregada na simples olaria em um
insignificante vaso grosseiro e trivial, quer receba
na fabrica da Svres a esmerada forma artstica,
diligentemente cuidada, e luxuosamente ornamen-
tada com os mais brilhaotes recursos da grandio-
sa creacao artstica.
D'iato se concluc que a vida, nao era urna
forca particular, nem urna combinacao do torcas,
derivadas easencialmente da organisacao mais ou
menos complicada de t cido?, orgos, apparelhos,
etc. Ser antes, urna propriedade di urna ou
muitas subatancias de composicao anloga, de um
ou muitos protoplasmas, mas propriedade indepen
dente de toda e qualqu r forma ou estructura qu
essa substancia nossa aflectar. Estes arraoj >s
diversos podem dar direc^es particulares i ina-
nitestacao vital ; o que nao teem a impoi rancia
de midificarem na sua essencia o facto da vida.
Assim (como diz Ilaeckl) : E' nicamente as
propriedadea especiaes pbjsico chimicas, do car-
bonio, e dos compoatos albuminoides, que devenios
ver as causas mecbanicas dos phenomeuos dos mo-
vimentos particulares pelos quaes se iBtinguem
os organismos e que em um seutido mais restricto
receberam o nome de vida.
Continua)
JARTE OFFlClAt
to de S. Francia jo, na parte eui que o
transporte e frete desta so maiores.
Henrique Lourenjo de Lima. Deferi-
do com offi;io do boje ao brigadeiro com-
mau lano das armas.
Jos Canudo de Moraes. Sim, me-
diante as cautellas regulamentares.
Tenante-coronel JoaTavares Doradlas
de Araujo. Liquide seus direitos peran-
te o collector.
Minocl Gomes da Cunha Pedrosa.
Recorra o supplicanto co po.ier udiciario,,
em vista do art. 3.- 2.- e 3.-, art. 7."
|| 2.* e 3.- do decret n. 9517 de 14 de
Nove.nbro de 1885.
Maria das Dores do Espirito Santo.
Prove o que allega.
Bacharel Manoel do Nascimento Pontos.
Concedo.
Miguel Ribeiro Pavo. Informe o Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda.
Ulysses Floriano R'giB irretto. Sim,
com os venciment03 a qm tiver direito,
Secretaria d Presidencia de Pernam-
bucio, 8 de Junho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
imDGCiO POBLAR
BIOLOGA
(Extrahid)
JA RIBf-IOTHHC* OO POVO E DAS ESCOLAS
\
4* PROTOPL1SH1 Ot RIOPIiAVM 1
iContinuaqao)
,!iu;3 r.r^aniamo urna serie de propriedades,
inojra resultante das acsoespbysicas echimi-
t.3 se uoo revl.-.insob um aspecto de qualidadas su-
, M't :res immedatameMte dervalas de todas aqu !-
as circumstincias especiaes de composico que
ii 'idamente estudamos, e de que citaremos a com
pieria* lo daeompisifao molecular, ea iulabilida-
de .^eral da m asa ; esta ultima, principalmente,
revolando-se pela continuada troca de materiaes
entre o organismo o o meio ambiente, origina efl'a
terid de destru i;dea e reconstitni(es successivas,
base de todi a extensa sequencia dos pbenomenos
vit<'. presta ao bi .p'asma essa mobilidado extre-
ma dae molculas que o fax diatincto de todos os
oi'roscirp 8 que a cbimica estada.
issemos que a nutricio, ou troca continua "de
mtteriaes etlectuada pelo bioplama, era a origim
de teda a evolneAe vul.
Com rffeit., vimoa que della resulUm immedia-
taroente o creacimento, a individuaco, a repro-
dueco, o com ata ultima a hereditanedade, um
I b grandaa taetoree d marcha evolutiva dos or-
ganismos. Sob outraa formaa, na contractibilida-
reacvidad", levadnaanrogro bastante ener-
Kii>.', manifeata nos a snbsUncia bioplasmatica,
no esUdo ir., ia siogelo, o g;rmen das fuoccois da
vida orgnica; recentuaoa se estas mais tarde na
mobilidadegerada pela contractibilidade mus. alar
ua aensibilidads en cxitsbilidad sos gentes ex-
Ciovcrno da Provincia
2.* Secco (*) Palacio da Presidencia de Per-
nambuco, em 21 de Aaril de 1887. Dando aolu-
cio consulta par Vmc. feita, em oificio de i de
Marco ultimo, ccabe-me dizer-lhe que, em quanto
por i le i nao for'detei minada o contrario, a poretn-
tagem pda arrecadacSo da laxa sobre herancas e
legada por occasio de uventano, nal comarcas
geraes, competo ao juiz que processa o mesmo in-
ventaro, delibera a partilha e faz arrecada a re-
ferida taxa expe lindo guia para o respectivo reco-
lhimento, visto cerno o art. 28 da le n. 1,713, de
28 de Julbo de i882, (em vigor pelos arta. 22 da
de n. 1,786 de 1883, 28 da de n. 1,810 de 1884, e
3' da de n. 1,860 de 1885, todas posteriores re-
forma judiciaria) distribundo a porcentagem de
que se trata, por quotaa ao juiz, partidores e ate
offieiaes de justica, nada providenciou acerca dos
juizes de direito, deixaodo assim subsistir a con-
signada ao juiz que funeciona no inventario, que
as comarcas geraes ncontestavclmente o mu
cipal.
O aviso n. 210, de 3 de Juiho de 1873, citado
por Vmc, referente ao juiz dos feitos da fazenda
e seus substitutos, que trabalbam cumulativamen-
te, e nao exclusivamente, como os juises munie-
paes as comarcas geraeb.
Deus guardo a Vmc. Pedro Vicente dt Atevedo
Sr. juiz de direito da comarca do Caba.
DESPACHOS DA PBESIDESCIA DO DA 7 DE
JUNHO DE 1887
Antonio Moreira Filho. Sim.
Aveliuo Gonrjalves de Olivoira.Infor-
me o Sr. director do presidio de Fernando
do Noronha.
Antonio Pedro Seabra.- Deferido com
officio desta data a Tuezouraria de Fa-
zenda.
Abaixo a89gnados, preso* pi.bres da
Casa de DetencSo. Ioforme o Sr. juiz de
direito do 2o districta criminal do Recife
Delmira Mara de Lima.Prove o que
allega.
Candido Pereira de Lucena.Deferido
com o officio desta data a Tbezouraria de
Fazenda.
Craraer Frey 4 C. Sim.
Domingos Jos Ferreira & C. Rele-
vado.
Francisco de Assis Ferreira Magalhaes.
Informe o Sr. commandante superior da
guarda nacional da comarca do Recife,
Francisco Avila Je Mendonca.Infor-
me o Sr. engenheiro chofe da reparlisSo
das Obras Publicas.
Francisco Pereira do Lago. Providen-
ciado.
Bacharel Franco Correia Lima Sobri-
nho Passe portara na forma requerida.
Teoente coronel Franoisco Pereira de
Carvalho, Severino de Andrado e Luiz
La k. E' inaceitavel a proposta, nica
que se aprsenla, j por no estar
de accordo com o edital que abr:o
concurrencia, qul exclua a garanta
de juros, que a provincia nao pie
suppurtar, nttendendo o estado de suas
finanjas, e j p rque a eflactividade da au
torisa^So contila na lei n- 1871, de 31 da
Maio de 1886, nao couvem sos interesses
da provincia, nem aos do estado, ligados
aos do proloDgamento da estrada de ferro
J O 17 _--____ Q___A. .''-i^n^n ,K "..
de S. Francisco. Sendo a (istancia do Ca
nhotinho a Ma:-io, em Alago as, por Pal-
meira de Craraahuns e Imperatriz, 150
kilmetros inferior de Canhotinho a esta
capital, a estrada projectada viria desviar
para Macei toda a producto daquella
zona, tanto mais considerando se que mes
mo agora, j a 63tnda de ferro da Irape
rstriz faz concorrencia com o prolongamcn-
DIARIO DE PEMAMBEGO
Motlcas da Su ropa
O paquete inglez Turnar, chugado hontem de
Southampton e escala trouxe-u s datas de Liaboa
alcanzando a 28 do tnez prximo fiudo, 5 das mais
adiantados s da que fura portador o piquete fran-
cez Gironde.
Es a resenta do que de mais importante occor-
reu no velbo mundo :
Portugal
As noticiaa acham-sc relatadas minuciosamente
na carta uo nosso correspondente de Lisboa, in-
serta sob a rubrica Exterior.
Heapanba
Eis o que, relativamente a este reino escreveu-
nos o supracitado correspondente :
O grande' acontecimento do dia 21 em Madrid,
foi a inangaracao da novo palacio destinado a ex-
pasifo de bellas artas.
A grande arte, que immortalisou Mcrillo, Qoya,
Velusqucz, Fortuny e Pradlha tem finalmente na
capital de Hespanha urna casa propria, espa^osa
e capaz, segundo os jornaes da cidade.
Salas ampias e commodas, luz em abundancia,
clrcalacao fcil, aspecto geral elegante,sao oa
caractersticos que recommendam o novo edificio,
modesto sem duvida, mas orrespandendo muito
bem ao seu destino.
A recepeo que deva ce!ebrar-se no palacio
real para commeoiorar o primeiro anniveraarao na-
talicio de Aflonso XIII, Ei-Rei-nino, teva desus-
penderse, por causa de um resfriamento, que pa-
dece Sua Mageatade a Rainha, e para cujo mais
rapidn allivij os mdicos aconselharam que nao so
devia Sua Magestade desistir da su t viada a Ma-
drid, onde por causa de cortejo tinha de vestir
toilette de etiqueta e prmanecer muitas horas de
p, mas que ae recolhesse immediatamente ao
leito.
Assegura-ae, que D. Cbristina poderia vir no
dia 21 a Madrid, :is.-im pura abrir a Exposifo
de Bellas Artes, como tambera para receber novos
diplomatas, o que se effectueu.
Oa banquetea, com que alguna orficiaea do exer-
cito, aolemniaaram o anniversario natalicio -lo re
e as visitas que, ao terminal-os, fizeram ao minis-
tro da guerra, para felcital-o par seus projectos
de reformas rai'itares, padem, no conceto de al-
guna, produzir serios disgustos, e j foram objecto
de urna interpellaco do deputado e general Sr.
Daban, no congresso, sobre recordaren] gravissimas
pagiuas de historia,' talvez envolrara ameaca s
cmaras, ae estas nao approvarem 08 projectos
apresentados p.lo ministro da guerra.
E na opiuio de militares importantes podem
vir relaxar a- discipliua, e crear antagonismos,
pois rjne somente foram celebrados por offieiaes das
urinas de iufaataria e cavallaria, que sao os mais
beneficiados uas propoatas do miniutri segundo
observa o correspondente d'uma folha de Lisboa.
KegresBou a vladnd o Ilustre poeta D. Gaspar
Nanea de Arce.
Couimenta-ae muito em Madrid urna modifica-
cao intrjduzida pela runha-regente na etiqueta
da Corte. Eis o facto :
Ua das os ministros reuoiram-se em Aranjuez
residencia actual da rainha. A entrada do parque
do castella eucontraram D. Mara Christina e a
princesa I:abel.
A rainlia esta va n'ama victoria que ella propria
guiuva ; a princesa. Isabel n'nraa break tirado
por quatro cavallcs.
Mara Christlua fez subir para a sua carruagem
o presidente do censelho, Sagasta, emquauto que
os seua e llegas tomaram lugar no carro da prin -
ceza. Entraram na caatello
Depois celebrou-se o couselho, em seguida ao
qual foi servido um jantar aos membros do go
veruo.
Ao caf, a rninbamandu servir charutos e na
se ao creado para os offereeer aua-ministros.
Estes hesitarara um instante em fumal us, mas
a pedido da regente, accenderam os charutos e
fumaram diaute de Sua Mageatade.
Parti de Mallaga para Granada a Si uorit Vil
lackmpa.
No seu regreaso de Hebilla aquella cidsde gran-
de numero de lepublicanos propoem-se fazer-lhe
urna manifeataco.
Dis o Ecco de San Sebastian que, no dia 20,
passaram por Ir-m, para os seus respectivoa des-
tinos, os ltimos chefes e offieiaes emigrados po-
itioB, pertencentes a guarnicao do Bodajo.
Durante o tempo do emigrafo tm Portugal
em Franca, soffreram muito por falta de recur-
sos.
Os gafanhotos continuam a fazer grandes es
tragos nos campos de algumas provincias hespa-
nhoias.
Foi bem recebida em Madrid a noticia de_ que o
Sr. Luiz Groimares, l secretario da legaco bra-
sileira em Liabas, vai aer promovido a miniatre
plenipotenciario sendo collocado junto aquella
idrte.
Con8ta igualmente em Lisboa que vem substi-
tuir o Sr. Guimarea o Sr. Araujo Bltro, que
est em Londres.
Franca
A crise ministerial francesa tem sido laboriosis-
aima.
Desdo a primeira hora foi chamado ao Elyaeu o
Sr. de Freycinef, o qual depois de algumas confe-
rencias com diversos nomens polticos, declinou a
m:8so de formar gabinete.
Mas era evidente, para os que coobecem de
perto os homens e as cnsea polticas deFrancaque
i o Sr. de Freyciuet podia, na actual conjunctu
r, constituir um mniaterio viavei.
A colligaco pailamenUr que derrotou agora o
gsbmcte Goblet, foi constituida peles mesnoa
olementoa qoe, ha seis meaea, oDiigaram o Sr. de
Freyciuet a largar o poder.
0 grave destaa erices isto.
Existe constantemente o germen de urna appo
aico, que obliga o governu demittir-ae ; mas uo
dia aeguiute ao da queda de um miuisteno, aquel-
es que ae entenderam e juntaram para o derrotar,
() Por ter sahtdo erradas publuaco deste of ja nao so juntara nem se entendem para ojiubaf
ficio no Diario de 5, repctimol-a boje. luir.
Foi esta circumstancia que o Sr de Freyeinet
quii por era relevo, recusando-se durante quatro
ou cinca das ao encargo de constituir urna nova
situaco, e o Sr. Grvy, chamando o presidente da
cmara e o presidente da commisso do ornamen-
to, acabou de provar evidencia que nao pode
encontrar namaioria que derrotou o gabinete Go-
blet os elementos para um governo estavel.
Por iso, depois de todas as tentativas, o Sr. de
Freyeinet encarregou-se dfinitivameate do cons-
tituir.gabinete.
S elle capaz, com a superior autor.'dade da
aua p:sicao e o tino tacto do seu carcter raallca-
vel, de organisar um ministerio, que viva durante
algum tempo com a actual cmara.
Nao porm, de acreditar que o Sr. de Frey-
einet acceitasse esta inisso sera a pronvssa da
parte do Sr. Grevy de disiolver a Cmara logo
que honver novo conflicto.
O 8r.jde Freyeinet uaojse sojeita de corto a cahir
outra vez como em Dezembro paasado.
No dia 23 ..fluir urna c:ncurreucia enorme
cmara dos deputados.
Grupos numerosos cmuieutavam a crise, cuja
demora preoecupava os animosldesagradavelmen',!'.
as arredores da cmara grande apparata poli-
cial.
Clemeoceau appareceu acumpanhado de Bou-
langer. Este facto deu logo orig'm a diversos
eon.in-'ii'ai i .3 acerca da soluco da criae.
Os monarchicos procurando tirar da situafao
todo o partido porsivel, sustentavam que a so.u-
cao mais lgica seria um ministerio presidido por
Clemenceau, que se encarregaria de fazer refor-
mas.
Todava, repetmos a opinia corrtnte entre as
summidades polticas da Franca era ser Freyei-
net o mais idneo para formar o novo gabinete.
Foi em vista desta unanimidade de criterio que
o presidente da repblica resolveu renovar i.s
suas instancias perante nqucllc Ilustre bomcm de
estado.
Quanto a Clemenceu lavrava grande irritacao
entre 08 seus partidario^ pelo desden ostensivo
cora que tem tratado o presidente da repblica.
No entretanto, Glemeuceau, embora acentuada-
mente radical, nao chega a serum socialista.
E' um burgus ; mas um burgu.z Jacobino.
G'm a auppresso do orcamenfa da3 cultas, de
imposto progressivo sobre a reuda, a elei^j des
juizes e a autonoma de Pariz declavar-ie-hia sa-
tisfeito.
E certo haver elle feito constar," que, ae pora-
caaa foaBe chamado ao Eyieu, nao se encarrega-
ria da misso desformar gabineteseuo com acon-
dico de lhe concederem o decreto de dissolucao
da cmara em caso de necesaidade.
Encarregado o "Sr. Floquet de organisar gabi-
nete, este respondeu ao presidente da repblica,
poucos di>i8 depois, que, por falta de certas adhe-
s5es, nao lhe era possircl formar um gabinete de
concilia^o sincera na terreno das reformas demo-
crticas. Obteve, no emtauto, a couvicso de qno
outraa combinaeoes. que foram tentadas sem es-
peranza de se poder va'.tar s novas tentativas.
Portante, nstas condico -a, o Sr. Floquet declinou
a missao defarmir gabinete.
Fallavam os jornaes cssa tarde oa poajibilidade
de umgabin.'te sob a presidencia do Sr. Duclerc,
tendo o Sr. Kibat como ministro dos negocios es-
trangeiros, o general Saussier, ministro d i guerra,
o Sr Kaynal, ou o Sr. Bourgesis, ministro da ma-
rinha e o Sr. Tirard, ministro da fazenda.
O Sr. -Grvy pedio.aa 'r. Freyeinet, no dia 2o
para que fosse casa coite conferenciar com elle ao
Elyaeu.
Effectivamente no dia 26 annuneiava so d.fi-
nitivamentts para toda a parte, pelo telegraph),
que o Sr. Freyeinet aceitara a misso de formar
gabinete.
A's 5 da tarde ainda nao estava formado o novo
ministerio. G'mecou logo a presumir-se que o
Sr. de Freyciuet declinara a missao de formar
gabinete, cansiderando que a disidencia dos par-
tidos obsta a que posas haver maioria estavel.
Com effeito, nesaa mesraa noite Freyeinet par-
ticipou ao presidente da repblica que, em resul
tadu da conferencia celebrada de manh no E'y-
aea s daa informacoes colhidas por elle durante o
da, a pedido da Sr. Grvy, entenda que nao lhe
era possivel aceitar a missao de formar gabinete.
Una nota da Agencia Havas, rectifieand > certaa
infoimafO'8 dos jornaes, diz que a Sr. de Freyei-
net, se tivass aceitada a misso, hsveria formado
um gabinete do larga coucilHca, invocando o
concurso de tolas as fracco s da maioria republi-
cana.
Parte da imprensa abrir rija campanha
contra o general Boulanger.
A indivldualidade Boulanger preoecupav 03
nimos da Franca ainda ra.is do que a propria
crise.
O Journal des Debate publicou um extenso ar-
tiga accusida o cx-miuistro da guerra de cam-
prometter a seguranza nacional. O Temps affir
mou que os votos dados ltimamente a Boulanger
cm Pars, sao urna especie de plebiscito e urna im-
posico, que menoscaba a liberdade, que deve ter
indeclinavelmente o presidente da repblica.
Vendiam ce todo3 os dias por todo o Paris una
grandes iuipressos encimadas par eate titulo de
sensaco : V\va Boulanger !
Entre todas as baaalidadej do cstyio, resaltara
trechas de urna grau le ingenuida le, como este :
o Niuguem toque em Biulanger.
Se Boulanger for tirado do seu lugar cem *il
acclamarao : Viva Boulanger Isto no dia se
guinte. Passados 8 dius haver a levantar o
meso grito, uro ui;'!.:1 >.
Ninguem toque, portanta, era Boulanger.
Viva B lulanger ministro de h antera! Viva
Boul8nger ministra de amanhS *
Talvez que a pipulanlalo de Boulanger no
exercito na> acompanhe panilleUinente esta popu-
laridade as roas.
Discreteando acerca do insumato, eserevia o
Gaulou :
i A situajo no fundo muito sitvpl-.s.
Os oppartuuistas nao votaram contra o gabi-
nete Gobltt seuo para taze: cahir Boulanger.
Recuatro, portauto, o eu concu'so a qualquer
presidente do eoiiselho, que tver a fraqueza de
chamar ao poder o ministro da guerra demissio-
nario.
Nao sabemos m:amo at que ponto o Sr. Gr-
vy confiara a misso de organisur o novo gabi
nete a um hornera poli ti. o que nao ae raostrasse
resolv io a deixar impor-ae lhe o general Boulan-
ger
De tal firma Boulanger preoecupa aa attencoe8
m Pars, que todos oa jurnaea a'.illi lhe cousa
gram largos artigas.
Octave Miibeau, io Gauloia, refere.-sc nos se-
guintes termas ao u ministro da guerra :
Considero o general Bouianger um bom.m
muta amavel, sceptico o fiuj, que pisque ni mais
alto grao a arte de especular com a credulidad-
publica, to frtil com phantasiaa da ordenadas, e
caui a vaidade huraaua, a raelhir alavanca para
us mos de um ambicioso. No fundo, ura pol-
tico destro e pratico, sem ideas graudea nem ge-
nerosas, que couhece a vida melhor que os regu.
lament s militares, e que val fcproveitando d'ell.
os gosos presentes, reservan lo ae tirar tambera
partido, se pode, dos tpumpb- b futuros ; qje sa-
ne dizer aos homens a banolidade que eouvm
cathegoria tocal de cala um, aos soldados apa
lavra mgica que os faz marchar contra o periga,
ia raulherea a confidencia que as faz sonhar, as
muitidoes o grito que dcteimiua expo-ojs de apo
ihease. .
Nob banquetea em que se prodigaliaa, nin
guem melhor do que elle saba extrahir dos cara-
coea, cnt'ruecidos pa champagne, tudo o que
ellea contera de enthuBiasma sentimental., E, ca
mo par cima d.-tudo isto, elle caracola s berbi-
mente sobre cavalloa negros com tongas crinas
romnticas ; como os seus olhos 'sao de um bello
azul claro, um azul inlraver sable, segundo a ex-
preaso de Paul Bourget,aaae^ azul par iruz do
qual se abrigara pensaraeutos* my3teriosos e vio-
lentos, ou nao se abriga cousa nenhuma ; ua lhe
falta nada para ser o que o idalo de Par3, a
esperanca dos turan os e das barricadas, o amigo
d*s principes e dos banqueiros, a admirarlo dos
rapazitoa e das costureiras chloroticas,um ag
gregado estrauho c divertido de todas as ambicoca,
de todas as restaurares, de todas us demolicoea,
de todas as esperanzas e de todas as fabadas.
Es ao qje so reduz essa sphinge :a um
horr.em iotelligente e ferozmente egosta, em tor-
no do qual se ergucm as leudas mais contra lie
toiias, i! que sorriudo invariavelmcnte cara toda
a correczo da aua barb regulamentar, vai de-
xanda a cada um fazer a sua vontade.
O Fgaro, que de tudo zoraba, trza val nte -
mente Boulanger, a quera chama o governo indi*
pensavel; mas em eomp nsicao o Gil lilas, o
Evenemenl c a Lanterne e outraa talbaa deten-
dem-u'o outranve, com todo o denodo.
Arden no dia 25 o tbeatro da opera cmica de
Paris, o que vivamente- impressiouou a popn.ael' .
Man test u-S'' o incendio s 9 horas da noite, ap-
parecendo em labaredas o urdmenta iiuaudo se
estava representando a lioiion. Apezar da ex-
traordinaria coufuaa que esta lastimavel oceur-
rencia devia produzir o do pavor na publico, os
i.rtiatas cora grande coragem, conservaado-se uo
proscencio e adiantando-se na ribalta. gritavam
ao3 expectadores que tivessein anima e que fos-
sem sahindo Cora sereuidade para evitar maiores
desgriigas.
O idificiotera mais de cem auoos, detcsta-
velraente construido, offerecenda risco por todoa
os pontos de sahida. O incendio toraou horriveis
propir^oes, em pouco teupo oa b rabeiroa e a p>-
licia praticarara all actos de verdal ira heroici-
dade na extinezo do incendio uo th^atro c para
salvar as edificazoes coutiguis. que estiverara era
iraraiiu-nte perigo.
O theatro ficou reduzido a um iiunto de rui-
nas.
E' grande o numero das victimas. Sao 18 03
cadveres encontrados no vestbulo do theatro, a
36 no rescaldo das portas at ao dia 26 s G da
turde.
J foram '.bertas algumas subseripzoes cm fa-
vor das familias das victimas. Na da 3 do Maio
o producto do baile da opera revertera igual-
mente tm b uetie: 1 de algumas afamilias.
Alguus expectadores morrerara porque se dei-
taram da3 jauellas para a ra. Morreram mui-
tes comparsas de um c uutro sexo, por uo terem
pedido sal.r do edificio. Muitas peasias faram
salvas pelas janellas dos andares superiores.
Tendo-se apagado o gaz os ixpcctadores daa
galeras superiores perderam o tino e muit>s pe-
receram. O fogo communicara-se rpidamente
aos ieetos c nao tardaram os desai.amentos dos
telhados, antes que eases iufelizes podesse encon-
trar sabida.
O theatro da Opera Cmica comez >u a ser con-
struida em Marco do 1781 par deai-nho do archi-
tecto Uurtier. A 28 de Abril de 1782 era inaugu-
rado debaixo da direezo de Favart, de quera con-
aervou o nome.
O seu exterior era simples e a sua fachada sobre
a p-aca Boieldieu, formado par se s columnas jeni-
cas sustentando urna galera.
A saieoarportava 1:800 lugires, tendo 26 frisas,
112 lugares de balco, 29 camarotes de primeira
ordein, 29 do cgunda, 36 de tercera, com duzen-
tes e tantos lagares de galera, e cento e tantos
em amphitheatro, 150 lugares de fauleils e 92 de
platea geral.
A sala era elegante e ala iraveuneute dec .r-.da.
O genero de opera cmica foi creada em Pars no
theatro de La Foire em 1717.
O rheatro que aceuba de arder era muito, fre
queutado pelas familias franeezas. que opreferiara
para levarem 14 suas fhas. Talazac, o celebre
tenor fazia parto da coinpaubia actual.
Na opera .cmica que se estava representando
quando se manifeatou o sinistro entravara 03 auto-
res Monlerat, Soulacioix, Trastrin, Beruard, Ba
molt, e as actrizes Limounet, Merguiller, etc._
As operas cmicas all representadas desde 1782
at hoje elevam-se a mais de treeentas, nao en-
trando a8 que ne agradaram ao publico.
A cmara dos deputados votou no dia 26
200:00) francos para soccorrer as victimas Uo in-
cendio da Opera Cmica e addou em seguida os
seus tiabalhos para o dia 28
O numero dos mart 13 oficialmente verificado
subia, no dia 20 a cinco-uta e seis ; roas conti-
nuam a ser descabertos mais cadveres, pea raacr
parta de senhora3 e meninas. O uumero das vi
ctima8 parece ser muito mais cansideravel . ao principia se julgava.. O thea'ro ficou mteira-
mente destruido. "Oa prc iios visinha3 eatio salvos
Est avengu ido que o fago lavrava no ardimen
to de teeto desde a 7 horas da noite sem que imo
guem dpsse por ellec a depois de baixar o panno
sobre o 1" acto da Mignou que um furai aaphi
xiante iuundou-a.
Parece definitivamente assentado que as
graidea potencias nao tomarara parte na exposi? io
iateruacional franceza anuunciada para 1837
O gov roa inglez assiof aeaba de o dealarer di-
zendo sem rodeos nj parlamento, que tendo a ex
posizao por fim cammemorar o centenario da revo-
luco de 1789 da qual pravierain jrincipio3 e fa-
dos que os eotadoa mouarcfcc.s nio podiam to
tal aento perfilhar, a Iuglaterra ae absteria de
t mar pirte oiBcialmente naquella exposio.
A Ruasia, apezar das suas sympa'hiaa polticas
pela F. anzi fez declarza anloga.
A Allemanha e Austria tarabem nao coneorrem.
e asegura-se que o mesmo caminho adoptar a
Italia, .
Seudo assim, de presumir qna h3 na?oes dse
gunda e terceira ordem faz*'n o raeamo ; e pro
jectada exposizo deve conaiderar-sc como intei-
ramente mallograda.
__O total da venda era hasta publica do3 dia-
mantes da cor de Franca sub'O a 6 643:500
francos, cerca de d.ua rail e quiuhentos contos,
moe-da b-asilera. Appareceram jaalheiroa da
principe.j p az*s da Europa.
Blgica
As grves prapagaram-.-e p r tal moia e assu-
mem um carcter to assustador, que as autor-
dides eata seriarneute alarmadas e adaptara m-l
precaecea para impedir que se reproduzam as
ac-nas de b* anno e meio.
Os nimos d..s greViatai eata multo exaltad03
Recia se que baja serioa conflictos.
Muitas induatriaes tiveram qne pedir carvo i
Allemanha, em vista da paralyaazo dotraba-
lho as minas e da incerteza que rema no mer-
cado da hnlha. ,
O governo fraueez tem adoptado providencias
na previso de que as greves ae estend m pela
norte da Franz*.
E' inqui tadora a stuacao na regia carooni-
fera de Charloroi. A greve augmenta.
Oa anim a esta muito tobrV xeitados.
C.lumnas de cavallaria manteem a ordein
Propagase a grvw oa regio carbonfera de
Mona. Os grvi.tas fazem tentat.vaa para fa
zerem parar o trabalho era varas fabricas, tendo
de intervir a guarda civil da polica. Os gr^a -
tas tentaram mesm 1 fzer ir pelos ares as casis
doa operarios que nao adheriram grve.
Tornou-se geral a grve naa officinai de Udce
rill Lige : foram enviadas tropas.
Tambero, alastra a grre na regio de Cbar
lersi.
Espera ra-M qne no da 26 aggrav.asse-s? a ai-
tuaz.
Domiugo, 22, tarde, em Louvire, atirarm
cora um cartucho de dynainite j*ue!!ade um
caf, o ids se reunem offieiaes. O supp:ato autor
d'aquelle attenlado foi prero noite. E' um frsn-
cez, rapaz de 29 aunas, que viera de Ververs, e
fallara noa meetinga anarebistas que na vspera
tiiih.i havido em Lloviere. Trazia ^omsigo um
revolver e cinco curtuehos de dyuamite.
Urna 8?iitinell atirou sabr dous individuos
que suapeitou qu-rerem destruir a lmha telepho-
uica e matou ura que era surdo, o por 333 nao
pode ouvir a intimazo para se retirar.
A'3, a situazo apre3eutava-s; cada vez cera
peior aspecto era toda a regio carbonfera de
Lige.
O burgo raestre d: Charleroi mandou arBxar
um edital cm que as.egurii a prutecz'io aos '.raba-
Ihadores e annuneia que a guardi civil, a gen-
darmera e as tropas de linh ha de manter a !i
berdade do trabalho.
Aa tropas toda a noite deitaram patru:has.
Era Borinairo e no centra fui ngitadissima
noite de 22 (doming) para 23.
Aa reuoiojs secretas faram nuuiorosa3, e im-
possivel 3ab.'r-se o qu-i 1 i se diz, poique s sao
admittidos exclusivam-nte os grvista.
Per toda a parte so \\-ra pasquina incendia-
rios. Nestas regioes ha actualmente 13,000 gr-
vistas.
A 21 a Sociedadc Cooperativa de Cacao distri-
bua a cada um dos seus adberentes 7 trancos e
5 centmetros e grande numero de operarios etn-
prpgaram esse dinheiro em comprar revolvere e
uiunieo'S.
A autoridade embargan immediatamente a ven-
da de armas prohibidas e fez cessar a sua expo
siao.
Corra a boato im Mana deque o socio, Un
Vanlo tinha mandudo I atribuir" apprsximada
meut-' 1 000 revolver e munido s
A grve completa era Magbcurg, Marcmelle e
Cha el t. A sobreexeitazao di>3 operarios enor-
me. Por toda a parte se vaui cartazes onde se
I : a grve cu a marte.
A regia de Meuse est ainda socegada, spesar
de ter havido ura rnteJatg em S-raiug, onde 2,000
opeiiarios votava-n pela grve geral.
llalla
Corre o boato de ser infundada a noticia da
raobilisazao d'ura corpo do exercito durante aa
grandes manobras de ^etembro.
\ cueza prepara esplendidas festas, que du-
raro at 25 de Outubro pira celebrar a exposi
Zaa artstica que all se realisa.
At fina do corrate tnez cantar se-ho no thea-
tro A Phenix, as operas Giocondoi, de Ponchiel-
li, o "Ottilo, de. Veri. O programla dos feste
jsaununcia anda u:n concert para caramera )
rar o centenario de S. Mareas, reg,taa e serena
das no canal, un? tarneio histrico, urna corrida
de touros, caucursos de tiro e um festival uo L-
do; tudo iato succ>-deud)-ae cim 03 trillos do
1 Carnaval de Vtnezao sobre as cordaa do vioiiuc
de Pag-iii
En Roma, a 2 de Mi.i c.lebrou ae urna gran
de manifestacSo era hrara de R:ci itti Ganba i
que foi pleito deputada por e3ta capital, obteuda
urna maioria en rme sobre o a'u iidvrsario.
A multiooacelamou eutusas'icamente Re t
t Garibildi.
O i'apjo romano c i' opiuio que a Italia fa-
ria talvez bera era se entender coma Heapinbi
para a casilo de Massuali e Asaaba.
Sa.tu
A allocuzo profer la pA papa no couaistoric
de 23 r.'gistra as vantageus considerav -is da paz
religiosa na Prusaia; diz que espera ainla mai)-
res vauta^en?, e raanifesta a aapiaza do resta-
bleeimi.uta da paz com a Italia e o eatabeleci-
mento de ura eatadode cousas era que o papa gose
de completa liberdade.
Apezar do que se tera dito em contrario, parece
que os reis da Italia offerejeni (3-ctivamente ao
pontifica Lio XIII por v. casia) de ceiebrar-se
o aeii jubil.-u sacerdotal, um magnifica objecto
d'arte, cora a inscripfo seguate :
Humberto e Margarida de Sal/jia Sua Santi-
dadi o Papa Le io Xll
Asaegura-se que o principe Araadeu, irra) do
rei da Italia enviar tamb;ra ao pipa ura valios'
presente.
Inglaterra
Eifre os feotejos preparados para celebrar o
jubilen, figura urna graude revista naval em Spi-
tbe.a.l 111 dia3 le Junho em preseoza de S. M
raiuba e imperatriz. A' revista seguem gr-lu-
des mauobras uavaes a ainla que nao estando de-
finitivamente publcalo o pro^ramma, eate ja
Conhecido em grande parte.
Tomara parte u'esta revista 30 couracad^s
30 cruzadores, 60 canh i'ii'raa e 8) torpedeira.
Depois da revista. e*fa farmi lavel esqualra for
mar duas diviso -s. U.n 1 dellas camprehendual.
a terca parte da farza total, ser commandaJa
pelos vice-almirantea Wenet e Baird, nivegr
piraosul provavelmente at a costa de H-epi-
nha.
A outra diviao commandada pelo almirante
('hipas Horuby e plus eommiuian'ea doa partos
de Portara jUlh, Devpart. Qj-eustowi repartr-
se-ha a a largo daS castas merii'inaes de ligia-
ti ira c Pas-de-'Jalaia
D ata diviao formara parte todas as toro 1 -i -
ras e navios costeiras. Pou.'oa dias depois pr'n
cipiar o simulacro das manobras.
O almirante H rvet ignorando as diapaaizoes
definitivas a (optadas durante n sua ausenem. ser
o iniraiga ch-gado da sul.
A sua ch gada n > einai s r advertida p -r um*
pequena esqualra -e cruza lores commandada
pelo capito Mark lio, ntriilaiilo depois urna ou
varias das operazes seguiutes : Engaar a v:
gilaucia do almirante Horuby, entrando no mar da
Irlauda, ma (Obra que o f.ar s-uh r dos partas
de Liverpoi!, Beitaa!, Bristol Glasgow.
2. Forzar Bum ser vista o Pas-di-Calais e 3
guir :a sua marcha para leste, de maniura qje
chegue a dobrar aa Duna<, 3ra cuja caso ae cen
servara tambera senbor di estrada di Tamisa.
3 o Guardar o Paa-de-Cal lis e b'aqucar tolo o
eommercia ingles,
4o Gauhar um parto qialquer entre Blaonel-
B.iy e o noroeste da Irlanda e South ForcKud.
oceupaodo-o de raancira qui possa execotur u-na
invaso deaeml.reauda f reas que se suppoe se-
rena levada* <-"m transportes. O .Imirantalo c;n-
c-deu a brigala de Voluotaroa ds marinha de
Londres, autoriaada pira tomar parte na re
vista do jubiieu, cora a condizo de tambera to-
ra'r>rn parte nis manobras permanecen o pelo
meno 1 dez di-.3 no m.ir.
0 jornaes egiezes publicam urna propasta da
Sr. M'jutagn Sharpe relativa celebrac 1 da ju
bleu da rainha Victoria.
O Sr. Mo.itagu Sharpe des-ja que :ia dia 21 de
Junho s 9 boraa da manh era ponte, t dis as
inusicaB railitarea e particuiarea do nio unido to-
queua 110 ijcum temp > o bymno nacional inglez
G >d s*V3 ihe Queen e que raesma har taina Oa
subditos da rainha que paasuirera pianos oa OU-
outroa quaesqu -r instrumentos musicoi, tcq'iem 1
mesmo tiymuu nos seua domicilios, cora as janrl
las e p rtas abenas.
No dia 24 de Maio f-?. 68 annaa a ramb-t Vie
tona.
Nasceu a 24 de Maio dn 1819.
Subi ao tbrono a 20 1 Junho de 1837, suecc-
dendo a seu tM Guiih- rme IV, tai croada a 28 ce
Junho de 1838.
Oasou com o ppineijie Alberto era 1840 e cat
viuva desde 1861.
Urna proclamar) da rainha Victoria, datada
do 13 d corrent", inunda dar curso legal as se-
guiutes moed-'a de ouro :
teza de ciuco libras, ien J a n 1 anveraa .1 1 Sts
da ranha com a letra Victoria D G Bngt :
.


Diario de erbarabocoQuinta-teira 9 de Junho de 1887

t
Reg: P. D. o no reverso a iir.agem deS. Jor-
ge, armado, a cavallo, atacando o bracio cosn orna
espada e vendo se no oblo urna lanca quebrada.
Peca de duas libras, cem desechos e inscripedes
eemelb-.ntes sos j desarratos.
Soberano, romo a setas!.
Meio soberano, teado no anverso a elEgie da
rain ha com aletia Victoria dei Gratia e no
reverso as aimas do reino unido, encimadas por
urna coia real, com a letra BritanaiMB Re-
gina Fid ; Def:
A moeda de prata tasjhaiti soire afumas no o
dificaces, sendo a prineiaal a ereaci* de as* du-
plo-florim, no valor de 4 shellings o um qain'.o
de soberana.
Telegrammas recebidoe en Londres, expedidos
do Canad, dzem que existe alli unta creseente
agitaco contra o deputado irlandez O' Bnen, que
te dirigi quelle paix com o fim 4asolicitar o
apoio dos auiouomistas irlandeses.
Na Urde de 20 de Maio, O'Brien corren ncva-
mente o risco de ser morto em Kiogstown. Quan-
do se retirava de meeting, onde tiuba feito uso da
palavra, foi atacado brutalmente ptlamultido
(emposta na maior parte de oraBgistas.
Durante alguos momentos a coofueo foi espan-
tosa- A uiuluuiu excitava em grandes gritos os
populares que eetavam mais proiimoa de O'Brien,
Matem-n'o!ouvia-ae gritar.
Quebrem lbe a cabeca Afogucm-n'u !
Abano O'Brien!
Que v para os inieraos 0 home rule na com-
paiibia do Papa!
Mguns amigo de O'Brien e *lguns reporten e
correspondentes de jornaes, que o acompanhavam,
foraut derrabados e calcados pela mullida i em
furiit.
O'Brien tsmbem i ferido na cabeca com urna
das muiias pedradas que, contra elle, arremessa-
ra.i. os amotinados.
Ttimbem recebeu algumas contusCes graves na
regiao intestinal.
Q tiara do O'Brien ehegou a caa, e ja fra do
perigo, decltjrou que os autores do melim tinham
indubitaveltneote reealvido RSoasainal-o.
Atfirmou tambera que chegars a ver um hornera,
cora um coselete levautado e disposto a abrir Ihe
o crneo. O ter visto a tempo esse gesto, foi tai-
vez c que o salvou, per poder esquivar o corpo a
tempo,
O celebre deputado agitador irlands O'Brien
ehegou ao Nigara, procedeute do Canad.
O sea medico assiatente diz que O'Brien tem
pu'mu direito offeadido, por causa de urna vio-
lenta pancada que s orangistas lbe deram no
peito.
E' provavel que Ihe sobrevenha urna pleuresa.
No parlamento inglez houve protestos violentos
contra a aunexaco da Zululandia s colonias n
glezas do sul da frica,
A esaes protastus respondeu- se que o governo
nao conhecia cura alternativa, visto que existindo
na Zululandia o protectorado inglez desde 1879,
esae simples direito nao permittio Inglaterra o
1-gelur para aquella regio.
A rasSo capital da anoexaco foi a convenien-
cia de eviUr que qualquer cu'ra potencia fosee
estabeleeer se na Zululaudia, e que entre a? di-
versas tribus dos sulus se levanten) contundas in-
terminaveis.
Entretanto, o governo reeoubece mplicitamente
as deavantagecs e os perigos da anuexaeo, mas
tev; de transigir com as instantes exigencias da
sua colonia do t'abo, que julga engrandec-r-se
ecm esse aeereaciino de torritorio.
Surprehende ura pouco essa transigencia do go-
verno inglez cora os colonos do Cabo, porque tofos
sabem que a Inglaterra, ao passo que procura ze-
losamonte attender 'odas as preteucoes da colonia
aus'raliana, tera sempre tratado com mais ou
menos desdein os ludes colonos da Atrica Meri-
dional.
A Ioglalerra, poim, nesta variante daattituile,
tem urna razio capital que a determiua : que
efiectivainente, de todas as colonias inglezas, a co-
lonia do Cabo a mais importante, sob o pauto de
de vista estratgico.
Se or qualquer motivo, ein fempo de guerra,
estive impedido o canal de Suez, fica segura e
desembarazada a passagem pelo Cabo.
C nseguiutemente, se as costas meridiona- s da
Atrica passus*em para as raaos de outra pHencia,
e se as circunstancias impediesem a nav gaco
por Saez, fieariam cortadas as communicuces
martimas entre a Inglaterra e ae suas colonias da
Asia e da Oceania.
V-te, pois, que a aunexaco da Zululaudia
resultado d.1 urna p.litea em que prepondera a
i lade e o ca'culo
mez, na sala dse iesiee desta cmara, depois de
encerrada a attsao, e que, no despaiho laucado
sebre o acto de investigado respectivo, o facto
incriminado co primeiro des artigos de guerra da
armada de 16 de Outubro de 1799 ;
Considerando que a tuspensao das fonccOes
parlamentares do 8r. d< putado Jcs Brnto Ferrei-
ra de Almeida, resulta virtu a'mente da prisSo do
mesmo Sr. deputado, j confirmada por esta carua-
ta por fundamentes que subsisten ;
Conid. raado qoe a caasatt des senbores de-
PtaoW,noB Miases 4ort. 4*do acto acMicionel
de 24 4a Julbo de 1866, s tem que deliberar sc-
bre a u*i>i.sio aeeaeadido exeicieiadas suas
ftwcceaescbreeeaiweceMO deve aegair no n-J
tervaUo das acaaiea eo depoia de fiada*as fur.c
coes parlameataies 4ccuaado, ni podendo, pos
isao, reaoiver qae o peoeesso coatioae iraanediata-
oKiite :
E'de paraca:
1 Que s. ja rattoada a mi aai> das iuae- [
tas divisoes e a sua imprensa, avivando as cores honrosa distinccao que acaba de me ser feita pelos
- membroa da maoria desta casa, nomeando-me para
memoro da cetnmissSo de legislacao, venho pedir
V. Exc. dispensa de semelhante cargo.
O Sr. Bario de TubatingaQaerem faier com
V. Exc. o mesmo que fizeram eommigo o anno
paaaado.
O Sr. PresidenteVou consultar casa sobre o
ces parlamentares do Sr. deputado Jos Bento
do quadro, termina sempre cara as sacramentaos
palavrat:
O que por l vai! >
Ante-hontem acute reunio-se no ministerio
da justica a commissio parlamentar de legislscio
cemmercial, afim de discutir a proposta do cdigo
commercial a presentada ha das pelo Sr. conse-
Iheiro Beiris, ministre da justica e negocio* ec-
lesisticos.
Foi apreatcUdo na cmara dos depurados
asa projecto de lei assignado por tres deputados
da maiorin par qae tja abolida a pena de morte
nal erirecs militare*, (tu tempe de paz, sendo subs
titaaia pelsa icasardia'a*.
' de pn BBsair que a projecto baja sido apre-
se utaslo ptr este* de pasados da accordo com o ga-
veraa e que o deatitada Ferrara de Almeida quan-
do sja condaaaaado a saaxMs da penna seja pas-
sado natas ursaa*.
Acaa-se asaifc) malaor de asaa aenorite de que
EXTERIOR
Correspondencia do Diario de
Pernambuco
PORTUGALLisboa, 28 de Maio
. AA os condes u'Eu, que partiram para o
Rio de Janeiro no p-iquete Girunde, a 23 do cor-
rente, r ci b ram aqui durunte ::s poucas horas que
se demoraram em Liiboa as mais respeitosas de-
monr!raioiB de -ympathia. No pequei'0 vap .r
Conract r embarcan.ni muitos socios da Sociedade
de Beneficencia Brazileira e seuboras de suas fa
millas, accmpai.liando o paquete al foz do Tejo.
SS. AA. tiiihi.m ido ao paco da Ajuda visitar a
familia real portuguesa. Fouco depois, El-Rei
D. Luir. 8. M. a ramha e os outros membros da
familia re-1 t lam ao hotel de Biaganca p>.gar a
sff ictu sa visita que bes tinh-. m ft ito es principes
im i riaea do Bmzil.
Os ueu.-* s viajantes, i-utis de pirtir deixaram
;imn avu.tada esmuia para os pobres.
Na ruinara dos deputados j cemeearam as
so s n. eturnaa, que sao duas vezes pi.r semana,
alera das diurnas im tod< os dias uteis. Effecli-
vauente ha muitos assumpti s importantes affectos
apreciae;ao do parinneuto e bastante se tem
perdido o tempo com cssa qui sto inesperada e
inslita de que largamente ilies fallei na n.'nl.a
caita de 28.
K fin.-me ao coi fl cto que se den na sesaao de
7 do cerr te entre o ^. di putade Fernira de
Alu.ein.'i eo Sr. eonst" Iheno Ilenrique de Alaceuo
Pereira C utinho. enio ministro da mariiha.
O Sr. Barios Gcnies, niin stro iuteimo da rr.a-
ruha, ri met'eu a 23 para a caiiiara d< s deputados
o aulo do censeibo de inwt'igacSo e o despacha
nelle proferido pelo corr u.an ante gi ral da arma-
da. O eonse.ho de ii.vesiigae,ao conclue :
1." Que uo die. 7, suiceesivamente e em tt
eoutiDUO seesao parlami i.tar, o primeiro te'neutf
Ftneira de Almeida. depuiacoeia naca, aggiedi-
ra cirp ralmiDte o Sr n.inistro ca u.ai illa, e :-
selbrirc Ilenrique de M c d .
2. Que esta aggn sso iao ora em servios,
nem p.r motivo di lie, as pi r viedo de UL-ia
discusso mnito aeakrtdo < ntre aquelle rr;risirr e
o teme Ferrrira de A muda, limo oepuladc da
naci.
8." Que precedend< aggiesso, o ministro di-
rigir ao Sr. Ferrrira ele A meida phraees que
este tenhor pedia ter timado temo proveo cao.
4 Que nao Iioiiut injuria grave cess pr vo
cacao.
O conselho absteve-n de classificar o faeto c
de c considerar intuito dos artigos de guerra.
cink"indo-8e rig< rosan.i Dte crdem qut reeeb e que ; lbe determinara qut inqueriese o tacto.
O Sr. ecn mandan ce geral da araosda vict-almi-
ranie Joaquim Jos de Andrada I nt(', li i pi u
despacho, dizendo que enteudia que, em vista
da primeira cunclmao, ejue o fl. Fureira de Al-
saeida devia ser sLm'ttido a conseibo de guer-
ra por estar incurs r.o 1 artigo dos de g er: .
A cmara dos diputadla deiibenu que o auto
do conselho de invisti)cao fisse r c mm.sso de legisiafao ciiUiiLa. O proctsso
foi cmara ( m vinuoe do que diside o art. 4 '
do segundo acto add rit na), que diz ast n :
* Se algum par ni diputado lr ate usado ou
pronunciado, o juiz sus (.entiendo todo o oiterar
procedimento, dar eonta tua respectiva cmara,
a qoal decidir se o par cu diputado deve s>r sus-
penso, e se o preeeito ce\es das sessoes cu depois de fi das as tumi,Ves do
secusado cu indiciado a.
Fica por este i.odo fubstituido o art. 27 da
carta constitucional.
Eis o parecer da con missae oe legislscio en
minal da cmara dos d. putades^
SenboresA cea o.isrii- de legislscio criminal
examino* o protesto instaurad) por oioem di Sr.
commandanle geral oa aiuaaa, centra o r. di-
putado, e primeiro tsente da ainada, Jts B.n-
lo Ferreirade Almeida, que tei ei.viado s esta c-
mara para os i renos di art. 4- do acto addicio-
nal de 24 de Juiho de lts-5; ,
Consideaiido qoe pi lo refmdo ^rreesso se
prova que o m ncu r.ado diputado seiusado do
crime de < ff< nsa eoip. ral, aaun mide- tt ntia o eo-
lio ministro da manota, cir.stir.euo Ilenrique de
Macado Pereira Ctutinho, no dia 7 do eorrente
Ferreira de Almeida ;
2* Que o processo siga no intervallo da ac-
tual sesso legislativa a sessao annual seguinte.
-. Sala das sessoes da commissao, 24 de Maio
de 1887.
Jos Maria de Andrade.
Antonio Candido Ribeiro da Costa.
Eduardo Jos Ccelho.
A. Fonseca.
Antonio Carvalbo de Oliveira Pacheco.
V. Santos.
F. de Medeiro.
Margal Pacheco (vtneido).
Albsno de Mello, relator.
Principiou hontem a discuseio deste parecer na
cmara dos deputados usando da palavra os Srs.
Marcal Pacheco (opposico), Albaao de Mello (re-
latoi), Lopo Vaz ( pposiie), Antonio Candido (go-
veruamental), Serpa Pinto (opposicio) e Oliveira
Mattos (governamental).
Sendo approvadas as conclusdes do parecer,
centiouar preso o Sr. Ferreira de Almeida at ao
rim da actual sesso legislativa.
Esquecia-me dizer que o Sr. Beirio, ministro
da justica deu aigumas explicacoes ao Sr. Lepo
Vaz sobre os termos que o processe havia corrid
afiirmando, porm, que o governo se censervava
absolutamente estranbo a discussan que perten-
cia nicamente a cmara.
Aicia est em discusso na cmara des de-
putados o projecto do governo sobre a rede de es-
tradas geraes e districtaee O deputado Pereira
dos Santos, eombatendo o projecto, sustentou urna
ui (,-iio para que elle fosse adiado at que o gover-
no aprsente uro plano geral de viaco acedera
da e ordinaria.
O rre8ino deputado advogou tsmbem a conve-
niencia de se construir'-m obras de hydraulica
agrcola, dizendo que as estradas nao eram o ni-
co elemento de prosfcridnde nacional.
Foi notavel a defeza que o Sr. Oliveira Mar-
tina fez do projecto dizendo e demonstrando que
elle era uro habilissirao expediente Suanceiro.
Seguio-se-lhe o Sr. Arouca que combatru o pro-
jecto, mostrando as eo: 'radi^o-'s q*-e existiam en-
tre os dois discursos d-. c A i proferidos este inno
e as contradicoes existent s entre os clculos da
propia a d) gov.ruo e es clculos ^lo projecto da
coioiriseao e coucluio diz -ndo que o projecto nao
passava de um exp-dieute.
Replicou-llie o Sr. Marianno de Cirvi.lho, mi-
nistro da f-izeuda dizendo que r> spondia ao Sr.
Arouca pel.i eoneioVrac-'lo que ih" merec'.-, pois
via n'elle o futuro ministro dis obraj publicas de
urna situacio regeneradora.
Quanto aecusa^ao de que o governo uctutl
nao fazia seno linear uo de expedientes finan-
eeiros, citou varios tr ichos dos relate rios do fal-
lecido ebefe do partido regenerador, em que se
mostrava que esse e: tadista usava tantas vezes
do mesmo systema ; e accrescentou que, com um
dficit de 9.000 coutos (fortes), nao era possivel
proceder de outro modo ; porque nao se podiain
reduzir as despezas, nem se poda pedir imrae-
diatamenle sernelhsnte quautia ao contribuirte.
Ainda na s- Ssio de 25 continu'ou a discusso
do projecto relativo coiiotru:'Qo da ie geral
de estradas, fal.anla largameute o miuistro da
fazenda, qu-; t'Z, por inais de uma vez, poltica
retrospectiva, segunido-se-lb' o deputado Tei
X'ira de Vasconce'lcs, que ataccu o' projecto pelo
st u lado poltico, coudemn ndo os processos ad-
ministrativos eecnimioos do governo, ficaudo
cera a palavra reservad i para a sesso noc-
turna.
No correr do seu diseurs', este orador soltou a
phraee de que o exerciti pfrmauente. reubando
bracos agrieulrura, nao somente uma inacti-
vidadtj cara, mus tambem uma nstituigao tele-
rada. \
As folhas ministeriaes crucificam-n'o por ter
pnttrido aquella spri'ciucar> contra o sustent-
culo das ubtituivoes, contra o depositario das
mais gloriosas t-adicoes naci< naes. envolvendo na
mesma objurgatoria a monona regeneradora que
applaudira vivamejte aquella .trlrmaco do Sr.
Teixeira de Vasconcelios.
S- mpre a espe, ula^o poltica em t das as ques-
toe-. O assumpto estradas penas uma talagarca,
um pretexto para recriminat;oVB seversie de parte a
parte, para doestos, tmfim, de que nao ri-eulta se-
nau a tuirmiss'rai perda de t rap que far com
que tudo que ainda ha de mais importante se|a
votado ultima hora o quasi sem ex.me serio.
Na cmara dos pares priocipiou a discutirle a
resposta ao discurso do tbrono, s> ni: a concor
data o i hemoi pieferido. Usurara da palavra o Sr.
conde ife Alio e are>-bispi r's:gnatario de Braga
D. Jio Chiys st mi de Am rim P'Ssos, princi-
pian o a ic.-p nder n-'ssa s stio ao illustre prela-
do o Sr. cou-eihiiro llores Gomes, ministro dos
r.cgooiis ejlrang' iros.
Foi muito notavel o discurso do Sr. D. Jio
ChiysostoiLO e tralou do .stumpta como quem o
conhece profuudaraeute era odas as suas pbases.
Vai de doto atr examinado, ufim de p'der
ser promovido a general, o Sr. Joe da Ros, co-
ronel de infinitara, cuj:.s reprova^o: s h* mezes
nas manobras que cotnmandou para < xamc, acar-
ra tar^m .0 juiy serios dosgostoa e criticas san-
grentis de toda a i...prensa.
Foi despi.'hi-'rt na a'fanlega uma magnifica
estatua de bronse de mais de metro de altura,
reprt sentando a eminente poetisa do seclo XIV
C otilde de -aivil!e, acalestando uob bnfos o seu
primeiro filho.
E" traba.hi f.r'mrroso do celebre eseuiptor
francs Gautbenn.
Este obj-eto u'artc otfredo p'lo Sr. c ule
'!e Franco, i-ctualminte no eetr."ngeiro, a suas
altezas os duques de Br-gi-nea. Oonjuniamente
i ffere tu tu.bi m o u tsmo titulhr a Sui s A''esus
.s obras d'aquelia p. i tiea, encerradas em um ri-
quiseirro e.-ti jo de setim, com os biatoes em pra-
ta das casa o. Biagi.ne;a c Or eaus.
0 eon ui geral de H> spanl..i cm Lisbi,
fim de eviti.r as listas viciadas da lotera hespa-
tihola, vai mandar vil de Madrid as listan origi-
na' s. que, Depois do carimbadas devid->meute,
si'ro tntr. gu:s aos cambistas por um trooregado
i s[ eeial.
Esta medida, jolgo qne foi em resultado de um
'ugar.o de algarumos, m uma lista enviada ha
ptiicas st manas de Madrid e de que resu!ton a
p<;da do aleumas : nt-nas de libras a um d, s
piineipaeq cambistas de Li.-b^.
J t. i 11 visoriamente aberto c'rculato o
ean.inlio de fcirn para Torres Vedras, r.mal da
Catem a T. rr'8.
Tem istado cm p rigo de vida o Ilustre oc-
tog nano Vi conde dt Jur m-uh*.
Os stus trabalhos de eiudita uveatighoo sobre
Cau-ee-s e a tua epoeh- dar-lhe-biara grande re-
putaco de litterat* emento, se a tivesse j
alcanzado para outras lu. obraij a Valiosas.
Alexandie H>-i culi no era muito amigo de via-
cende a quem qua ifio-ava de Cabouqueiro illus-
tre. >
SQu arduos estes trabalhos de escavayio hisfo-
toria, mas utilissimos -. o nobre anciio Um sido
incansavel toda a sua vida.
A taducidade e uma ct.mplicncao fatal de en-
ftrmidades fazem receiar muiiistimo pela sua
vida.
No dia dos anuos da rainha de Inglaterra
houve jant&r no pacxi da Ajoda a que aaaistio o
Si. I'tt r, ministro da Gram Bretanhaein Libboa
e todo o p ssoa. da legacio.
No da 'i beuve jai.tar i fficial na legacio de
sua nag'stade britauuica nesta tdrte.
( big.iude Madrid oSr. capitio Carlos du
B" cage, addido multar de Portugal junto a lega-
cio de Madrid.
Esquiis me diser-Ibes que na sesso noc-
turna do io. o Sr. Fuscbini (opposi(io) Jiciaron
qne u Sr. Barjona de Preitas o chefe do grupa
liberal co partido regenerador.
Paiece qne o Sr. Antsuio da Serpa ehefe do
outro giupo, bavendo ainda diversas patrvlkai
conic poje se dis, capitaneadas por bornes notu-
veis daquelle partido.
foi scccmmettido o Sr. coneelbeiro ilenrique de
Macedo.
S. Exc. j estove ante-boutem no conseibo su
perior da instrucc&o publica de que vogal.
A companbia geral de crdito predial por-
tugus foi autorisado a mittir 9C0 coutos de res
em obrigaooes predises do juro de 5 por cento.
Na ultima sesso da 2' classe da Academia
Real das Sciencias foi eieito socio correspondente
o Sr. Consigliere Pedroso, lente do curso superior
ele le tras e deputado da naco, onde represt uta o
partido republicano.
Termiuaram hootcm os concert* classicos
subaidiados pela Cmara Municipal e dirigidos
pelo maestro allemio Ernesto Rudo-ff.
' A zarsnella que representava no Gymn&sio veio
para o Colyseu.
A ompanhia abaixo de mediocre mas a falta
de outros espectculos a casa enebe-se.
A companbia de D. Maria II daqui a poneos
dias techa o seu tbeatro e vai para o Brasil, don-
de trouxe to gratas reeordacoes o anno psssado.
Ci mecou j a construecao do Tbeatro Avenida,
na Avenida da Liberdade, lado oriental, um pouc*
cima da ra das Pretas.
O theatro-cbalet da ra dos Condes vai ser
substituido por ostro todo de trro e muito mais
elegante.
O deputado Teix.ira de Vasconcelos no 6m
da sesso de hontem deu explicacoes procurando
attenuar o depliravel efieito produsido p las
phrases impensadas, mas gravissimas que dirigir
ao exercito.
Respcndeu o Sr. Viseonde de S. Januario, mi-
nistro da guern exaltando o servido que o nosso
xercito tem prestado ao paiz ; 1 .uvando os bros
Ja classe militar.
Foi calorosamente apoiado pela maioria.
Trocar8m-se ainda algumas cxplioi. -j entre
os Srs. Aztvedo Castello-Branco miuistro das
obras ] ublicas e Teixeira de Vasconcelios.
L.
requenmento que acaba de fszer o nobre depu-
tado.
Consultada a casa, neg da a dispensa reque-
rida.
O Sr. Ferreira Jacobina (pela ordem)
achaque o Ulastre deputado est no seu direito re-
querendo dispensa da commissio para que foi lesig-
nado e jaira qae casa nao tem o direito de inde-
fenr semelhante pedido. Espera, portento, qae ajo
se cemmetta tasa infrac$2o
O Sr. Ua*ar de Oriaaaxnoaui (peta ec-
dem) JizquadasequeacaBa to*.c*nsutad*,Modi-
reito de proauaaiar-se a fivi un adan i iinasi
ment apreseotado pelo o illustre deputado. Se S-
Exc.'porventura nao quiser absolutamente funcio-
nar na commissio, fi.ca.ndo. ella apenas com dous
membros, isto .tendo maioria, pode cumprir com os
deveres inherentes ao seu mister.
Nestas circumstancias, o orador insiste em vo-
tar contra o reqnerimento a presentado pelo Ilus-
tre d> putado, porque acba que sua escolha foi acer-
tada.
P
PERNHBUCO
Assembli frovincial
37 SESSAO EVI 4 DE MaIO DE 1887
PRBSIOENCIA DO ESM. SR. DB. JOS MANOF.L OE BAKB0S
WANOKRLEY
Sourasio : Chamada e ab rtun da sessao.
Le:'o e api>rova(o da eelu. Ex-
pt diente. Observocoes pela ordem
dos Srs. Affbnso Lustosa, Ferreira
Jacobina e Gaspar de Drummond.
- Discurso e requerimento do Sr.
Prxedes Pituuga.Decurso do Sr.
Jos Maria e requerimento do mes-
mo.1 parte da ordem do dia : "2*
discusso do art. 1 do projecto n.
41 deste anuo.Apresentafo e re-
jeicoio de um requerimento de encur-
rameoto do Sr. Jos Maria. Dis-
curso do Sr. Regueira Costa. 2.
parte da ordem do dia : Approvacao
dos projectos ns. 31, 73, 69 e 55.
Discussiodo di n. 36 u requerimen-
to d) Sr. Jos Maria. Encerra-
mento da sesso.
Ao meio dia, feita a chamada e verificndose
estarem pr'gentes os Srs. Soares de Amorim, Ra-
tis e Silva, Joo de S, Viseonde de Tabatiuga,
'"oelho de M.rae-i, Barros Barreto Jnior, Domin-
-'ii'-..- da Silva, II reuiano Bindeira, Bario de Ita
pissuina, Augusto Fraukin, Reg Barros, An'c-
nio V"ict'ir, Julio de Barros, Sopbronio Portella,
J s .\I -na, Joo de Oliviira. Gaspar de Druin-
mond. Gcines Prente, Juvenci Mariz, Constan-
tino de Albuqutrqu e Luiz de Andrada, o Sr.
presideute declara aberta a sesso.
Comparecen) depois os Srs. Affoaso Lustosa,
Ferreira Jacobina, Ri^oberto, Costa Gomes, Fer-
reira Velloso, Andr Dias, Prxedes Pitanga, Ba-
ro de Guiar, Costa Ribeiro, Regueira Costa e
L urenco de S.
Faltara os Srs. Goucalves Ferreira, Rosa e Sil
v Rodrigues Porto, Joo Alves, Amaral, Barros
Wanderley e Solomo de Mello.
E' lida e s>-io debate approvada a acta da ses-
so antecedente.
OSr. 1. secretario procede le.tura do se-
guinte
EXPEDIENTE
Um eflicio do official-maior da secretaria da As-
sembla do Para remetiendo a collec^o dos an-
uaes daquella Asst mbla uo eorrente anuo.-A'
ai chivar.
Uraa p. tico do bacbarel Marcolino Ferreira
Lima requ--rendo pagamento de 3.Vil70 ;que Ihe
deve a Cmara Monieipal de Pao d'Alho ,de cus-
tas.A' e n misi'.o de ornamento municipal.
Sao lidos, julgado oljecto de deliberaba e vao
a imprimir es seguintes pr jectos :
N. 76.A Assi mbla Legislativa Provincial de
Pernambuco, resolve :
Artigo nico. O contador do ti rmo de Seri-
nh-m eX'roer tumbem as funecoes de distri-
buidur ex-vi do que dispoo o decreto n. 9 420 de
1885.
K v gadas as disposi'.o s em contrario.
Era 28 de Abril de 1887. Gaspar de Drum-
m ind.
N. 77.A Assembla L gislativa Provincial
de Peroambuco, resolve :
Art. 1" Fita o pnsidente da provincia autori-
sado a abrir w ncurso, com o praso de 8 aunos, e a
oonceoer o premio de K::U000CO, a quem i-acre
ver e pub'.e-r uma historia da provincia de P.r
n mbuco com os seguin'es requisitos :
( f. A historia ser anteeedida da exacta des-
enji^io geogi-apb'ca, geolgica e climatolgica da
provincia, indicaudo as seme haoe;as e sobre tudo
as difFercucus que ella por este lado tem com o
resto do paiz.
(b) Indicar a rela^o existente entre o meio
pbysieo e o caract- r das p jpula^o s da provincia.
(c) C. ntt-r um estndo exacto ethemo^raphicoe
antn po. gico sobre as raCas que constituir.n a
actual popularn nernambucana, mostrando as
su .a temelhnc8 e dift. renyas com es do resto do
Brasil.
fd) Mostra- ntidamente qnal foi a marcha da
eolonisseo e povoamento da provincia, indicando
esp ciamicte i f rmaflo gradativa das classes
populares, estudando-as cm suas liberdades mu
cipa- s.
^e) Relacionar a historia poltica da provincia
com a tua histona econmica, indicando a forma-
rn da riqueza nos diversos ramos das indus-
trias.
(i) Contera a histeria e estatistica da escravi-
do, rroatrando a sua influencia mal fica sobie os
cosrumiB pblicos.
(g) Cmte. anda a exosico erudita, exacta,
ti n .ia nos documentos onginaes de todos os
fat-tos notaveis em seu dcsen'oivimento chrouo-
logieo.
(li) Relacionar esses tactos com a historia ge-
ral do Brasil, mostrando o lugar importante que
m Ha sepaia a provincia.
(i) Insistir i speciilmente nos grandes episo-
dios de re istencia invades estrangeiras como a
dos hoilandezes.
(j) S> r uma obra artstica, j pela structura
intima, j pelo estylo, j pela interesa e veraci-
dade dos tactos.
Art. 2 o A obra escripia e aceita em jury ser
adoptada em resumo nas escolas primarias e os
eslab lecimentos de instruccio secundaria que re-
ct-ben m auxilio da proviucia.
Art. 3- O esciiptor foroccer i provincia cem
voluntes para a distribuicio aos esta be lecimentos
que estejam no caso dessa iff-rta.
R vogadas 88 disposit;oe8 em contrario.
Sala das seBtct, 4 de Maio de 1887. Dr. Cos-
ta Comes.
E' lido e sem debate approvado um parecer da
conmissio de redaejao sobre a emenda n. Sao
pnj ero n. lt 5 de 18>W.
O Sr. AtTonao aVjuaio*a (pela ordemj Sr.
presidente, V. Exc. permitta que eu contines
insistir no requerimento que tive a honra de apre
sentar consideraco da casa.
Pens que es nobres deputados quxeram dis-
nensar-rae uma honia epigrammation.
O Sr. Gaspar de DrummondNao apoiado ; V.
Exc. assirn commette uma injustica.
O Sr. Affoaso Lustosa;,igo honra epigram
niatica, porque, exstindo tantos bichareis, uiuit >
competentes para desenpeobar tal fuoccao, nao si
cono viessem os a .brea deputados lerabrar se de
mim.
O Sr. Gaspar de DrummondV. Exe. uo tem
razio.
O Sr. A Sonso LustosaPortanto,Sr. presidente,
declaro a V. Cxc. que, ap nr da negativa da
casa, o lugar para que fui designado, continua a
achar-se vago.
O Sr. PresidenteV. Exe. proceder cooo en-
tender.
O Sr. I*< asede* PitangaSr. presidente
V. Exe. e a casa devem ter sciencia de que ha
peceo mais ou menos de um-mez, falleceu um ve-
reador da Cmara Municipal desta cidade. Por
foreja do Regulamento da reforma eleitoral, devia
a Cmara levar immediatamente este facto ao co-
nheeimento de S. t'-. o Sr. presideute da pro-
viqcia, afim de que este providenciarse em ordem
a marcar o dia em que devesse ser proced ia a
eleico para preenchimento da vaga deixada por
esse cdado. Assim sobre modo me sorprenende
o silencia qua tem havido quer ua parte J muui
cipalidade, quer da parte de S. Exe. o Sr. pn s
dente da proviucia, que devia ter ecieocia do
faeto.
O regulamento determina em sea art. 206 que
ogo que se der o fallocnnento d^ qualq'ier verea-
dor, a Cimara deve cominunicar iminediatainente
a S. Exc- e este cm conliaeute deve mandar pro-
ceder a eleci para o preenchimento da vaga
abi rta.
Nos sabemos que bavendo fallecido na ciJade
da Esoad". dous vereadores, prrceJeu sede prompu
a eleico.
Um Sr DeputadoVas a le uo diz que o pre-
sidente da provincia mandar proceder immediita
menta a eleicAo.
O Sr. Prxedes PitangaDiz que marcar logo
o dio, quer iizer, em seguida, des le que fallecer
iiin vereador da Cmara, esta communicar a
S. Exc. e este marcar logo o dia era qu deva do
ser teita a eleico.
V. Exc mnele buscar a rcLrina e verificar
por si a veracidade do que estou dizendo.
Mas logo, ou nao logo, parece que dando-se a
vaga nesta cidade, S. Exe. sa tem descurado de
perguntar a Cmara Municipal, porque ella lbe
nao tem feito a coininuuieacao, o isso, dada a hy-
poth> se de que a municipalidade se acha esque-
eida do cumprimento d'essa dever.
Um Sr. DeputadoQuem sabe se a Ca rara
deixou de cumprir eisa forraalidade.
O Sr Prxedes PitangaNao uma formali-
d de, mas ura obrigaelo imposta pela lei que rege
a materia.
Eu nao digo que a Cmara tenha feito a com-
munieago ou deixid) de fizer. Devo suppor qm
S Exc. o Sr. presideute da provincia, uio teudo
marcado at boje, o dia para a eleiejo, como Olera
em reluci nutras cmaras, porque S. Exc. uo
teve coinmunicaco official ou noticia da morte do
vereador, Por outro lado nao se pie ittnOuir a
S. Exc. ignorancia do ficto, porque sendo e cida
do fallecido um hornera bastante conheoido e re-
lacionado cm masa sociedade, o seu eutorro foi
p mposo e ehegou ao conh.'Jimento de todos.
Eu portauto Sr. Presidente envo mesa um re-
querimento pedindo que se me iuforrae se foi ou
uo marcado o dia para t>-r lugar a eleico para
preenchimento de ama vaga deixada na (Jamara
Municipal pelo fal'ecunento de um de seus verea-
dores.
Aguardo as informacoes pura voltar tribuna,
se porventura nao me continuar com ellas.
O Sr. PresidentaO nquerimouto do nobie de-
puta io sen discutido oportunamente.
O Sr. Prxedes PitangaSim senhor : u^da
mais tendo a acerescentai, seutu-me enviando
mesa meu requerimeuto.
Veno mesa lido, iipoiado para ser discutido
o seguate requerimento :
R.-queiro que pelos caoaes competentes s i in-
fcrnie purque motivo nao foi ainda mareada a elei-
co para preeuebim uto da vaga deixada na C-
mara Municipal desta cidade pelo failecimento do
Sr. RamosNeves. S. RDr. Prxedes Pitanga.
(Contina)
Sancas se porventura as lettras soffrerem dimi
nui^o de valor porque foram recebidas.
Art. 4.o Os favores da presente lei nio serio
considerados um privilegio, nio prejodicaro os
que foram garantidos pela lei n. 1789 e respee
tivas instrueces de 27 de Outubro de 1883, e
durario tomento pelo espaco de 10 annos, podendo
comtudo, a Assembla prorogar dito praso se aesm
entender conveniente.
Art. 5.0 O Banco goaar d'estes favores :
1 Semqre que em virtude do art. 29 nico
do* seus estatutos, recebendo do mutuario ou de-
dasiudo do capital mutuado, u> acto do empres-
tase, a aoDuidade respectiva ao tempo que de-
sarre desde a data do contracto at o fim do semss
tra em que o mesmo contracto se fi*er, compense
ao* monetarios os jares de 7 % ao anno, d'esse
5_B5 temP a decarrer, uma ves que pelos arts. 24
e 45 4. dos estatuto* do Banco o* emprstanos >.
longes prasos sao feitos em lettras bypotbeearia*
ao par e estas s vence juros a partir do armea-
tre seguinte quelle em que se tiver feito a eins-
sao.
2. Sempre que facultar para os emprestimes
a longos prasos o tempo de 10 a 30 annos mnimo
o mximo fixados pela lei n. 1237 de 24 de Setem-
bro de 1864, decreto n. 3471 de 3 de Junho de
1865 e pelos estatutos do mesmo Banco, art. 25.
Art. 6." Ficam revogadas as disposicocs em
contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de
Pernambuco, 9 d Maio de 1887. Jos Manuel de
Barros Wanderley, presidente.Ignacio de barro
Barreto Jnior, l.' secretario.fphronio Eatiqui-
mano da az PPtrtella, 2. secretario.
Voltu Assembla Legislativa Provincial.
Este projecto, acereseentaudo novoa favores so-
bre os j concedidos ao Banco do Crdito tieal
pela lei n. 1789 de 27 de Julbo de 1883, nao
consulta os intero-sies da provincia, pceca por in-
conveniente e inconstitucional.
Sendo certo que nenhums le ser estabelecida
3em utilidade publiea (Const. art. 179 2*) im-,
possivel se torna a converso deste projecto em
le, pois nao traz vantagem s-nii > a um numero.
limitado de capitalistas, e principaluxute a her- an '" anno de existencia
deiros que na sejim ascendentes ou deseen feotes i s' e8te summaro :
dos pc-esuidores de letfas hypothecarias.
Nao e sequer auxilio n > iuleresse da introluc
^o ou perraauene-ia de uma industria til a uma
classe, como a do commercio ou da agricultura.
O Banco j existe ; j gosa da iseDco de im-
po.tjs, mediante d terminadas elauulas ; est
pr.sporndo, c;mo provara a cotac^io d-o suas ae-
ges eos dividendos que tem distribuido.
Para que suas lettras ejaia sempre projnradas
como boin eraprego de capital nao precisa oeuo
que continu a ter direceo zelosa, intslligente e
capaz de inspi.ar confian^ i.
Tantas inenfoos em favor de um Banco, itnpor-
tariau) diminoicao nao pequea de rendes pira a
proviu ia, principalmente quaodo se tivesse de
tratar de apolicea eousisteotes em lettras.de i i-
voutaindos ricos sem herdeiros fornidos ou ne-
cessarios ; nio resultando disto piov oto para os
mutuarios do Btno, que, apenas reeebera ai let
tras hypothe..'arias, tratara de dcscontal-a'j pelo
Do Instituto Archeologico e Geographico Per
nambucano, em sua sede, hora do costnme.
Da irmand-^de do Espirito Santo do Recife, s
3 horas da tarde, afim de paramentados os respec-
tivoslimaos, acompanharem a procisso de Cor-
pus Chruti. e
Da irraandade do Santssimo Sacramento da
Boa-Vista, 1 hora e para o mesmo fim.
Uo Llub Recreativo Brszileiro, s 10 horas do
da, em sua sede.
Do Instituto Ltterario Olndense, s 9 boras
da manni, em sesso de conseibo, em Olinda
"?** M?**P di* Beclfe=Em
sesso de hontem forass demittidos por esta corpo-
aacao do lugar de fisesl da fr.guesia Je S. Fre
Pedro Goncalves o Sr. Bernardo Ferreira Loureiro,
e do de administrador do cemiteno da freguezia de
8. Leureuco da Matta o Sr. Josquim Meudes de
Sonsa Pereira.
Para o primeiro desees lugares foi nomeado s Sr.
Genuino Jos da Rosa e para o segundo o Sr. An-
tonio Ferreira Lobo.
Proclaman de casamento*-Foram li
dos na matriz de AfogadoB no du 5 do corren te os
seguintes proclamas do casamento :
Bacharel Jos Gomes Villar com Auna Ernesti-
na de Pioho Borges.
Belarmino Elias dos Santos com Rodopiana.
Ka masadoEstando no dia 6 do eorrente, s
7 horas da manh, no eBgenho Capibaribe da
freguezia de S. Lourenco da Matta, perteneent
ao capito Antonio Tavares de Arauj >, diversos
trab-.lhadorcs a desarmar as moendas, aconteceu
cahir uma dellas sobre o pardo Jos Maaoel Ca-
valcante, que ficou esmagado, inorreudo instan-
tneamente.
A polica t'jmou conhecimento defacto.
Historia de Vctor llago Desta impor-
tante publicaeo acabara de reeeber de Lisboa os
Srs. Alfredo Lopes & C. o faseiculo 5".
He exertplures venda em diversas livranas
desta capital.
1-ie Brail. De Paria recebemos hontem o
n. 53 deste correio d America do ful, que est
prefo do mercado.
O que se reeisa diminuir a desp.-zt e na i a
receita,
i^3As ti.-i.-iv- proviuciaes esto arruinadas e i x-
haustas as mtes de pro luejao.
Si a distribuicii do irapjsto deve ser igual '
commum, oomo liapeusar o contribuate abastado
e deixar onerado o de poueos havures ?
A admiss'lo e lettras hypoihec.iri.ia, cuno ga-
rant i de fionja nos cootractos, tambera nio julgo
aoceitavel seno p r excepeo ; uu.ica cuno re-
gia e para t .d B os casos iu'oistiuetairji nte.
Nao acetala a :-a d da para os coutractoi d i
longa durar o valor real das lt tiras muito
razoavel, c isto obiig ri i o Thesouro a estar eons
faut'mente u incommodar cora exigeno'ias de re-
foijj es afiancoi'ios, augraeutanJo o tiabalho de
fiscalisaco.
D ixo, pjrost.s razos, Je saneciooar o pre-
sente projecto de le.
; alacio da Presidencia de P. ruurabuco, i de
Junbo de H88. ledro Vicente ie Azeve lo.
I^eia provinciaea -Era i do correte t
rain sanecionadus raiis as seguiutes leis provin-
eiars :
N. 1900. Fixando em 11> 4 o numero de p;a-
(is da torca policial para o excrcieio de 1 87 a
1888, sendo '.i.'-i para o corpo de polica e 150
para a guarda civiea.
N. 1901. Autorisando a Gontractar se a illa -
afio publiea dcs'a capital e seus suburbios.
Opport unamente puolicareinos dita leis na
Parfe Officia'
Exiinernrii.Por portar!* da Presidencia
Telgrao)in:s du 15 au 25 mai.
A Kio de Janeiro, ((^arresponde.nce partculi.r.- .
Eeb >s de partout.
Le Climat rel du Brsil (suite) Alfred Mure.
Cbronque parisioiiup. \;neu Desprez.
Le Systme d'Immigration et de Colonisatou au
Bril (suite).Dom Luiz.
Compagine genrale des chemius do fer brsilieus.
Lettre de Miuas-Geraes.
Valcur do Comincree d'exportatien de S.-P.-.u'o.
L tire de Pernambuc).
Avis aux inigrauts pour Som-Puulo.
Nos Livres.D.
Revue coaimeruialeD. noel.
Kevue financia'e.
VI uvement maritime.
Sortea lladlaatniaa.Si", ucontestavel-
tncute as que reeeberam os propnetarios da Fa-
brica Ven i orne, ra do Bario da Vutjria, pro-
pi-as pa as vesperas e das de Si.n'o Autouio,
S. Joo e S. P.dro. 'i icm as vir, nio achara por
u'ri x-g-.rado o qual'.fieativo de Iindissima9, que
111 s Jamos.
Noiui o u esta capital cousa que se | ossu
tomosrar ;. trabalho delicado le-isaa soites, fo 13
fabricadas era Berliui.
fiaraahunaDo noss i correip ludent' r "
boinoa a seguinte e: ti, dat-iia de "1 !. m ?.
lin i :
Noins I cito deix'ir de principiar i
ca la sera faz rmos urais lig iros i ri xo 3 a res-
peno do eiiceri i',-i :. U uiti.ai sess i ia A-s :n-
bli Provincial, na parte que importa aos iute-
resses dese diatricto, e especialmente tiest ci-
dade, que vai deahande de dia para lia, sera u^n
olii.: p.-nfector qu: dola sa compadec, sem um
bne> tone qua a levante do abitimeu'e noralern
qu vai se despalillando.
O prelij que serve de euleia, oao uucciona
a ediliJode, o juiy, e Jai auJieneias es uzes le
direito e muricipal, ura pardieiro arruinado, an-
tquiesirao, on le j.i os concertos Je nada mais ser-
vera, accrescentando qae, al.u d tul i.a i eflo-
rece a seguro ur i precisa, nem as eoodifoes br-
gicii'cas exigidas em cstab-'lesimentos de tal
dem.
A igrej i-m itrz. uin templo imp rtaate, j
pe! sua vas'ida j p la sua elegante co: strucc,3o,
resente-st de grandes e mprescfudveis raolbora-
ment .-', nao c> nas obras couclui las, como tam-
bera em outras ainda nao acabadas e que sao, en-
tretanto, de urgentssima necessida de concluil-as,
alm da transferencia docemiterio, que reclama as
m lis -rias ri d'xoes, pois acha-se colloeaJo dentro
da cidade ao lado norte dd matriz, send. a sua per-
de 7 de Junbo eorrente, foi con?edida ao bacharel manencia all por mais terapo uma ameacoi perrna-
Fraueiseo Corr ia Lima Sobnuho a exoner-cao Dente salubridade publica,
que Bolicitou do cargo de 3o escripturan i da 3" ( E assim vai tudo ; sem querermos fallar agora
seeco da eontudo-ria do Tbesouro Provincial. era illuminacii e casa de mena lo que anda n
\umeaeo Na mesma data (7 de Junho), I possuiraos, e ser m-siro provavel que s pelas
determin^u a Presidencia que passasse a ix roer j kaloudas gregas as cbterei-.os !
Banco de Crdito Real de fer
nambaco
MAIO DZ 1887
Activo
Accionistas 350:000*' K>
Eraprestimos bypothecarioE l,Ol9:5(KliO()0
Valores hypotheeados 2,315:3(l()*i- 0
Letras hypothecarias 92:5005 0 i
Deposito d'administraco e gerencia 16:000^000
Let ras a reeeber 23: 5i i0ti00
* alores caucionados 9:7004000
Le'.rns hypritbecarias depositadas 10:900^000
Movis e utensilios 1:7884990
Banco Internacional do Brasil 50:000*000
Uaixa l:012*31l
Diversas- contas 3r>:449ui4
Rs. 3,96(0:680*415
Paaalao
Capital 500:000' 0
Fundo de reserva 1:270*504
Lucros suspenses 1:434541
EmEsio de letras hypothecarias 1,049;./ iO"OU
Garaotias de byp. tbeas 2 315:300*000
Cauco d'administra9o e gerencia lt.OOOOO
Titn'os cm caucio 9:7(Hi*000
Depositantes ll):9OO#0i)0
Letras hypothecarias oorteadas 70ii*o(K)
Dividen ios I 80*0 0
Juros de letras hypothecarias ^i>:!.iOO
Diversas contas 61:0258 iO
Rs. 3 966:630*415
S. E. e O ======
Pernambuco, 7 de Junho de 1887.
Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Jote da Silva Loyo Jnior.
Luiz Ltuprat.
O irereote,
Joo Fcrnandes Lope.
erTeetivainente o lugar cima o 2o escrpturario an-
dido Becebedoria Provincial, Rolrigo Jacome
Martina Pereira.
Llcenca Por portara da pr.e3i,lcncia da
provincia Je 7 do c rrente foi concedida a licenca
de 30 das ao escrevente 2" classe do Arsenal de
Gu'-rra, U'ysses Florano do Reg Barrete, c..m
vencraentos a que tiver -incln, affira de tratar de
negocios de seu part'cular iuteresse na provincia.
AaiuralimaroPor portara de 7 do eor-
rente foi naturalisado o subdito portuguez Antonio
Moreira Filho.
I.et nao daDo secretaria da
Presidencia da Provincia remetteram nos hontem
para publicar a seguinte lei nio sauucionada :
A Assembla Legislativa Provincial de Per-
nambuco resolve :
Art. 1 O Banco de Crdito Real de P. mam-
buco fiea iS'Oto do pagameuto de qualquer im-
posto provincial ou municipal.
Art. 2. As berancas, legados e doaces qunnd >
consistentes, uo todo oa em parte, em lettras bypo-
tbecanas do Banco, ficatu quanto a estes valores
isentas do respectivo imposto.
Art. 8.* As lettras hypotbecariss do Banco se-
rio aceitas come garantas de fiaooas, prestadas
9 Mr AsTuaao Laafoaa (pels ordem)Sr.[dos contractos eom a provincia, sendo obngad o
Os progressistas vao tirando partido de toda es-1 presidente, apesar de summamente penhorado pela' contractante a retorcer proporcionauxiente ditas I tes:
l'abrlea e armazem ile movriiTi-
venios honiem eCCasio d>' visitar o grande esa-
bel'Ctmeut'i de novis des Srs. Fernandes da
Silva t C que agora se ach mentado ra ds
Bario da Victoria n. 49.
O est'iOeleeimeuto dividido em duas partes,
uma que fiea ra lo Boro da Vietoria e cons-
ta de tma expen id i exposiQo de movis stran-
geirrs c nacionaes, de bollas e magnificas madei
ras, trabalhadas a capricho e a ootra que tleita
para a ru.i das Flores e serve, de iffieina para o
fabrico de todo e quaiqu.-r novel ou i bj cto para
supprimento da luja ou para satsfazer tueoraraeu
das de fresj'iczes
A grande collec^o de b-ns c miguificos mc-
veis, que pr'sse o eatab>lecimento dos Srs. Fer
nandes Silva % C digno lie ser visto e apre-
e'ado pelos mais exigentes amadores.
All so encont/am objeetos de luxo e phkutas'a,
fabricados de inadeiras, aqu u eonheeidos ain
da o tainbem es movis os mais simples e Com-
mon8 -, mobilias de diversas qualidad.s e gostos e
pecas avulsas de modelos exqusit s e novos.
A oflieina. a avaliar-se pelas p. cas que se
achara em exposico na loja, demonstra um gran-
de progresan nV.quellc genero do trabalho; vimos
ooj ct ia all fabricados, que nada tem a invejar
aos que nos v.-m ia America e da Europa, tal a
perfcieo can que s) imitad,s os productos es-
trangeiras.
Esperara os Sis. Fernn i- s Silva & C. diversas
raachiuas, j eneommendadas, e appropriadas ao
rraoalh > de aua i ffieina, e deBte modo podero
fabricar mais barato e cora mais perfeicao os pro-
du-tis de sua industria.
A ii ioi idadi-a poltrlaenPor portara da
Presidencia da Provincia de 6 do crreme e pr i-
posta do Dr. ch-fe do poicla do 4, loi nomeado
para o lugar vago de 1" supplen'e do delegado do
termo de L-.g a di- Baixo, o actual 3* supplente
Jos Francisco l'razi e para h vaga por este dei-
xada Raymnnflo Ferreira L-ma Juuior actual sub
delegado do 1 dst-icto d'aquelle termo, e para o
uig-r deste: o actual 2* supplente Francisco No-
na d i Silva e para o de 2 supplente da referid i
aubdi-lepaeia o eidadio Joo B^zerra Cavaleant".
Promotor ptattlteofnr teleeramma do
Rn-Graude do N rte, que n s foi eoinnuuicado,
sabemos que foi nomeado promotor publico da co-
marca de Apody, naquella proviucia, o bacharel
Apritri" Augusta Ferreira C'iavea.
Paquete InsrleaProcedente da Europa
theeou hontem o vapor ingles Tomar, que h .li-
tera m- sino seguio para o sul.
As noticias de que foi portador constam de ou-
tra aecci.
ProelaaaoRealsa-se boje, s 4 horas da
tarde, a procisso de Corpu Chruti que, sabina .
d matriz de Saute Antonio, p. rcsrr.r as ras
do Ct>ug, larga do R sario, parte da Eatreita
largo de Pedro II, ras do Imperador, parte dfe S.
FranciBo-o, Duque d Caxias, Livramento, travesea
de S P. dro, largo da igreja do mesmo, parte d
ra do Coronel Suaesuna, largo do Carino, ras
Pauliuo Cmara, Mathias do Albuquerque e Bario
d Victoria.
Kwiieetarulo Ha ho)C no tbeatro Santo
Antonio o espeuucalo orgamsado pelo actor Lyra
com o c ocurso da oompaahia dramtica de Soa-
res de Mrdeiros.
Representar *e-ha o drama Os enjeitarhs e a
comedia Bolta e Cachimbo.
Uraalee* oelaes Ha aoje as segaia-
llttHT"
Entretanto, apesar de no soio da representa-
dlo provincial contar tres membros governietas
este districio eleitoral, apesar mesmo de ura d'elles
ser filho desta cidade, e quando todos por este fa-
cto, alias iuipoitantisairao, esperavam aiguns mc-
lhot -.raen' '5 par* elle, nada se f. z, a nao ser a
verba de !:500000 consignada ua lei do orca-
mento par a illtiminaco pm lica, que jertamonte
nao p .~-ir. de cusa para dtitor ver, pois nao
a primeira vez que tal succede !
.. Tudo raais ficou votado ao isqueoimeulo.
Cuno csta- facto desaminadnr .'
< Se se indagar o qu" deve o II' distncto aos
aeus n presentantes pr. vineiaes, veiificar-se-ha
que o traiialh do 03 ter el< ito,
Nmguem nos podti cem vantagem contestti
a procedencia das ligeiras referencias que bave-
m>8 feito, porque filas, felizmente, esto no dorai
nio publico, e resta -nos soraenie o praz t de ha-
verraos cumplido o noiso dever vulgarisando cates
factus, e que parece-nos iciro levar ao conheci-
mento de todos.
A noasa muuicipali lade v-.i de nial a peior
Nos que tio bein fun l-.das eapei.incas depo-
stavam.s >m .. nova c d i i i ade, eoino fierra s des-
illudidos e comunsco toda a populadlo !
III mz.'s, decido as enehurradas, ai rom bou
o >;ude publico desta cida ie, e at boje i cmara
tem cerrado os ouvidus as epetidae reel-maeoes
da classe desvalida, e das I vadeiras que se v.. m
assim privadas fissio.
E apezar Ja insignificancia do concert do
acude contina imprestavel, resultando d'.ibi estar
sendo utilisada a f.rate potavel para lavagens de
roupa. 80)as. o-, ainda mais, pa tomar-se banhos
al !
Parece irnpossivel, mas ver le
a J omitas pegs ae d'aqui abandonaran aquella
f nte, maiidaiiil i buscar agua na Varz -a, mcia
legua dista it i l.-sta cidade !
As ras es:) cobertas Je raatagies c lixo ;
as liliiniHS ebuvas cavaram nellas profundos sulcis
que, fliz'Dcuf', teem sido aterrad s p i- particu
lares.
De pea a e m> idas... nt.n bora fallar ; e
para qu ? Se ecusas do- maior importancia, como
s*ja um deposito de carofos de algodo era um
quintal da rua do Commereio. nos proximidades
raesrao do edificio oiuie funeciona a Cunara, nao
merecer a sua attenejo ?
Para que ?
lato p-lo qne teca ao servico muui ipal.
Se voltar.a -aos ainda para o policial desa
uimador o uo-.o estado de oeguranca individual.
a O n si-o destacamento acba-se por domis re-
duzdo e coiisegumtemeute impotente para p lciar
o termo, e at mesmo a cidade.
Paraexemplifitiar :
ct Constando ao Sr. capito Napoleo Marque?
Chrivao, actual oelegado de polica, que existia
aei-ta cidade um eriujn so de morte e desertor d
ejercito, e nao havendo pracis sutiici. oes para
to importante deligencia, fez se aoompanhar por
seus amibos e pareutes e cercando a casa u* : i
eocontiado o fallado criinin'so.
Por mais de uma ves temos reclamado provi-
dencias para sata estado d>* causas, o sempre im-
Kroticuameote ; ainda ag ra pedimos ao xm. Sr.
>r. Pedro Vicente que, tomando na dovida consi-
deravo o nosso estado actual, lance suas vistas
para esta cniade, digna de melhor aorte.
Estamos no ridente mes das flores, aquelle que
a natureza bouva de escolher para o sublime der-
ramamento de seus perfumes, o a religio catboli-
ca para celebrar os lou-rore* a Mana Santiseima,
obnirando-BOs irresistivelmente a ir aos pea dos
altares, n'uroa atmospbera de mysticoa encantos,
render ooasas homenagens mae de Deua.
Cem a pompa do coatume realis- i "> boje a
fest da consagracio do mes Manaono, mis-
s cantad, haveuoo i noite uma ladamhu.v. bea-
co do Santissim* Sacramento.
Apos a ceremonia religiosa largaiam-se l-
euns ereostatos. ...
. O templo regorgitava de fiis, que unidos pela



Diario de PtroambocoQuinta-feira 9 de Junho de 1887
\
mesma t, em torco do altar da Yirgera S intisairaa
louvavam aniaonoa o sea araibillssinio nome.
O nossi bom vigario occupou ento a tribuna
agrada por espaco de urna hora, f aseado ama lui-
da recapiuilago das medimcoas* diarias e oon-
eluiad*. exhortou a-tocos sjue fosaan dedicada-
meote devotos da Btmba do Aojos, que n'ella
se eaeoatraria a felicidade suprasan.
No dia 27 de Abril chegou esta eidade o
joven bacharel Manoel Cetario do 8dva Braxileiro,
filbo do Sr. coronel Antonio Cesario da Silva Bra-
zileiro.
Por eate felis aeontecimeuto para si e para sua
familia, offsreaeu aquelle coronel ura profuso Jaa-
tar aos seas amigos, declarando n'eat* oceasiai
que para soieoi.iisar tao auspiciosa data par* si,
alf.rnava ao bou eserava Flix, 9* 19 sos i"
idade. ...
E' eate o qoart escrsva que S>. S. teui libar-
taJO. a n
Aqai estova taraban) ltimamente o r. Ue.
Manoel Jos Alendes Bastos, juiz do direito da Gu-
rupa na provincia do Para, tubo d) antigo nego-
ciante d'eata eidade de igual noma o roaJo do iu-
ditoao poeta Luiz Bastos, assaaainado em 10 di
Agosto por seu proprio cunhado.
< S. S. que veio visitar sua familia foi muito
obsequiado e visitado por seua amigis e parentes.
J tocou estacao de 8. Joo a ponta doe tn-
lbos, e dentro de um miz espera-se que all che-
gara a loaomitiva.
O inverna tem sido irregniarissimo; reeeia-ae
porderem se grande parte das lavouraa.
Tarifas da vlaf&o frreaL se no
Jornal do Commercio, da corte :
Em artigo destinaio ao catuio das ciu3aa
que est.'u alllgiuia alavoura asaucareira da pro
vincia poufera o Diario de Pernamluco qu>
pouco importa pr.speridale ecanamiaa a rale
j extensa d* viaca frrea aaqnelia circumsenp-
co do Imperio, qumio to gravoias ao as ta-
rifas que alimentam a cjncurrenaa sastentada
pela trcelo animada em damao do trafeg das
estra tas de ferro.
Diz a mesma folha que. coincidilo este forte
ouus com a3 duras iinpjsicoes geraea e provin
ciaes, a dissipacio da riqueza saecharina, pelo
emprego de machinismes rudimentarios, e a gran-
de depresso Jo valor venal, occorra a diffe-reuca
de 20 a 30 /0. em daino do proiuct r. entre o
preco do artigo eoa gastos do planto, fabrico e
transporte.
Seja muito menor aquella diff-r-.'nca, ou admt
tamos que tao considera ve.l dainm uo aflija em
igual propicio todos os pioduetores. e aiuda as-
sim intuitivo que, a subaistirem par algum tem-
po causas t> poderosas di aoiquil im>nto. a la
voura stsucareira nao poder resistir-lhes, menos
soff endo cm algum as zonas cora a eatagiaco )
trabalhodo que com improfiauo labar de qae s-
mente est cilhendo a aggravacio Je sacrificios.
Nao ser neceasano encarecer esta aituaco peuo-
sissima e o que a este respeito oeeorre em Per-
nambuco veritiaar-ae-ha igualmente em toda a
zona assucareira do norte.
l'.r mais larga margem que possaraaa dar exa-
gerado das queixas da lavourn. e pisto que, pela
ordem natural das cousas, a adversidad a nao flt-
gelle coji igual passo todos os lavradores, a ques-
to ser sempre excepcionalraente gravo para de-
terminar os poderes pblicos mterveuea mme-
dieta e enrgica, quinto couber na e?pherada sua
competencia.
Poderes geraea e poderes proviociaes, desde que
se conveaceram de que as iraposicoaa recaham,
nao mais sobre os lucros d) trabilho, porem so-
bre o depauperado capital das industrias, tero
forcsmente da recoshecer que fallece ataos im-
posicoes urna das condicoes essenaiaea da sua le
gtimidade. Para bem determinar semelhante
convicel) quaodo n2o bastem aforma!-a os elemen-
tos e 03 dados oohecidus, nao seria talve mop-
portuao organiaar sem perda da tomp positivo e
rigoroso inqueiito a que fossea chamados homons
competentes, interessados e nao interessaloa im-
mediatamente na -lavonra aaaucareira. Nao ve-
mos raa) para que este excellente meio Je intor-
maco nao seja utiliaado entre nos como em tan'a
parte.
Trata- se de mal transitorio ? E1 psaitivameu-
ta exacta a affi-macao doa damaos que ora acar-
reta para a lavoura do norte a produe^Jo do as-
sucar V A dolorosa affir-nativa, tirada a limpo,
assignalaria aoa poderes pub'icos, a uai?a rota
qae Ibes fiearia aborta diante de er8e tai profun-
da e angustiosa.
Seja qnal fr a gravidade de anmelbante criae,
incontestavel que a qucatj das tarifas eat
desafiando atteDCao-immediata c enrgica. Nio
pode aer mantido um rgimen que torna preferi-
vel aoa daa via-ferreas o tranaDoate a costas de
animaea. Os lavradores nao sao insensatos para
reaiatir por tal modo ao monopolio natural das
vias aperfeicjadaa. A resiatencia tem durado p.r
muito tempo para que deva ser attnbuida unica-
mento ao aferr da usanca. Ella patenteia maito
claramente q le na realidade as in lustriaa primiti-
vaa de transporte, naturalmente car-.a, sao com-
tudo mais econmicas do que a via frrea,
A qualquer ramo de produeco observacoe3
idnticas 8enam applica/eis. Tratando ae de pro-
ducto qaal o assucar, do qual asseguram infor-
macoea de varias fontea qne nao remunera o pro-
ductor, a redcelo daa tarifaa coustitua neceisi-
dado para exigir aolucao immadiata. N'.s estra-
das de aua proprieiade nao deve o Estado olhar
a sacrificios para proporcionar re fretes situaco
daa zooaa e das industrias a que tenham de ser-
vir. Qaacto s de capital garantido, a respeito
das quaea nao tao lata a interveacao do gover-
no, cumpre achar no terreno daa conpen8acoe8
razoaveis, ou de outro modo, aolucao adequada a
c i reuma tandas to graves.
Se alguma cousa exageramos, nao o t-,z?ai08 de
industria nem porque deaejamos acolher benvo-
lamente quenas infundadas. Fiamos de informa-
goea que abrein caminho, aem neuhuma impugna-
cao, ao travs daa nossas aapiracoes da esphera
econmica, e algumaa das quaea teem repercutido
nos documeutoa offieiaee.
Nao ba rauitoa dias, a ad niuiatracao tornou pa
caaamento, bem coaao todo o diaheiro qaa tcasu,
lhe tinham aido exigidos pelo mando no cambia.
entreeaui)-lha lia tuio.
A polica nada tai daseoberto por emqaanto e
julga que o casamento ro simulado com o tita de
ronbar a pobre eenhora.
FraaJe n Jogs>Refere as mbmI de Pa-
riz que toi descobrta en ama das a Urnas ooites
uo cassino de Monte Cario um fraude a mesa do
trimta e quarenta. Um grupo de jogadores achara
meio de fasor desusar nos pacotas de cartas ga-
lbos preparad*. O caasioo p?rdeu 256,000 fran-
cos oul:!5:000*0 "0. .
Assegora-se que o grupo operava de igual mo-
j em todos os cisainos. Eneheram-se, oa pa-
tifes.
i ;lifTu-.ni no fabrica do assuear-
L-ae no Jornal do Commerdo da corte :
Noticiamos, ha tempoa, que no correr do m
Ja Maio teriam do ser assentadas uoengeuhj cea
tral Non Pareit, situad i em Demerara, da G ua Iagle, bateras de diffuaio para fabrica d--
a sucar de eauaa, dndose com-C) inmediata-
mente a experiencias projecta taa em lar com o fias da tirar a limpo, de mido definitivo, a
cxequibilidade o a vantagem da applicacj daqu !-
la methodo. Taea experiencias tiveram de ser
adiadaa para 20 de Junho, cootando-se que ha i de
contribuir para 8oluc?o definitiva do grande pro
blema industrial a que 80 vinculara interessea de
grande mauta pira todas as regioea apropriaias
ao cuitivo da canna.
Parece que aa .Sr. Dr. Frederico Mauricio 3rae-
nert, leute de teehnologia na escola agrcola da
Baha, e homem nui versado na espeaialidade, se
r dado aasiatir sreferdaaexperimentacoea,que,a
produzrera os resultados esparados, podero de-
terminar entra n i effartos doa maia beneficoa pira
a ioduatra saeharioa.
Applicada beterrab i t n sido taes 08 resulta-
dos da diffasao que levaran de vancda os mais
aperfeic mdoa macbiniamoa da industria da canna.
Foi aquelle mathola que em grande parta contri
buio para a sorprendente riqueza sacchaiina, que
tem aido obtido de beterraba, e opini) unni-
me doa especialistas qu-', adaptado canoa, pro-
duzir resultados tanta mais quinto admiravea
quanto iuconteatada a primosa deata gramnea
sobre aquelle aeu competidor.
Dj ninguem ignorado que os machiaam >s ge-
ral ueut-e applicadoa entre nos ao fabrico d> aaau-
car s;) anda rudim ntarios. To s-nente pe-
quena parte da noaaa produeco da assucar sabe
de tp larelhos mt.ia ou meaos aperfeicoadoa. Os
ngenhoa centra-s, de que tanto co.ifimos, nS) si*
ten multiplicado nem correapondiJo eapectatva
quanto porc-*ntagem aaecbanna. Sao raros os
c.itabelecimen os particulares que empregaxi bous
apparelbos. A raaior parte do n 'ssa assuiar fa-
brieado como h* aeculos Disaip^tnoa em cada
s.fra muito rania Jo que realm-nta utiiisamoa da
rqirza da c mna. A grande maioria doa noasoa
agricultores de canna, e aimultaneamiute fabri
cantas de assucar, nem se quer aa preoccupi da
pjrcentagem que apura. To p >uco applicara a
ramiaia attenco cultura da gramnea pira me-
luora'-a. Localidades ba onde a sementera ac
tual provra, sem nenhumi renova;o, doa exam-
plares introdusidos nos tempja pimitivos da cul-
tura.
Nada exagerada, bastara esta expisiclo aumma-
ria para fazer sentir eom quanto interesse cum-
pre Kcompanbarasexperieuciasda Jifluso. Otnum-
ph) defiuitivo deste metrodo transformara com-
pletamente o Rrazl assucareir i. Temoa qua o
Centro da Industria e Commercio de Aisucar pres-
tar assignalado servco aaa ramos da trabalho
que repreoeata. applicando a eate objecto toia a
suaattunci. a tua p irte u: p .'Jeres pu iIicoj
ter) de certo comprebeudido todo o valor do gran-
de problema industria', que vai asr posto prova
em D merara
Directora dan obra* de ennserva
iiiii don porto*)Boletim meteorolgico do
da 7 de Junho de 1887 :
-------- 1 9
lloras a-=o o a -a i O 'JO Barmetro a 0 Ti naao do vapor a 00 -a 'i 3 w
t m. 5 -1 tjmn 17,50 72
9 27'1 76 i34 19,07 70
12 28'9 762i88 19 09 64
3 t. 28'6 7lm44 18,45 64
6 26t 761'i43 17,81 70
Temperatura mxima29',50.
Dita miaima25,0.
E vaporaco em 2i horaa ao sol: 'l0,4 ; aom-
ora: 3,5
Chuvannlla.
Drecca do vento: SE de meia nuite at 4
h iras da m nh ; SE e SSE alternado?, comin-
terrup^oes intermitientes de S e SSW, at meia
noite.
Vcloaidade mJia do vento : 3">,60 por aeguudo,
sondo de 4m,04 das 3 horas As 9 da manh.
Nebulosidade media: 0,67.
Boletim Jo porto
a- > ; X, o Dia 7 de Junho a a 8 JeJunho Horas Altura
B. M. P. M. B. M. P. M. 1127 da mamh 549 da tarde 1154 556 a manh 0,in36 2,n*46 0,">49 2,">0
tentea, a reapeito da e3trada do io-Grande a
Bag, deaacertoa e anomali .s as quaes seria dif-
ficil acreditar aem a auturi 'ade do teatemunho
oficial.
No Rw-ijrandedo Sul, entretanto, as industrias
predamioantes nao se acham naj condicoes de-
ploraveia a que chegon no nerte do Imperio a in-
du3tria aaaucareira.
O parlamento nao entrn anda no exaine doa
interesaes desta ordem. Na tardar de certo
a consideral-oa e ha de aem duvida corresponder
ao muito que da sna sabidura para esperar.
Popularlaar ama rancoHa poucaa
semanas Lecucq discuta com alguna amigos bous
em Paria, BObte quanto tempo preciaava urna aria
mu8ical para chegar a aer popular. Para por ter-
mo qneatao, Lacccq apoatau mil fraocoa, decla-
rando qua comporia urnas coplas, que ae toroa-
riam papularea antea de nma semana.
Lecocq aentou-se ao piano e compz em meia
hora urna canco que na noite seguinte foi canta
da em um cat por Chantan.
Quatro diaa depois Lecocq e os sena amigos ca-
minbavam por um boulevard, quaodo ouviram pj-
guna tafues assoviando os couplets da canco. Maia
adiante ouviram um realejo tocando-os tambem ;
em seguida viram urna senbora que os eslava
aprendendo, e as Tulherias nm bando de crian-
vas cantava os tambem com maior ou menor in-
corrccco. Lecocq, depois de gaohar a aposta,
tev de ir para Bruxellas afim de fngir sua
propria msica, to popular ella estava !
nes-coberia do lelepbosieO telfpbo-
n^, como a generaldade daa dejeob.-rtas humanas,
dave-ae s ordens religiosas.
Antes da B II dar a conhecer a sua admiravel
descoberta, era j opimo do religioso agoatinhi
fre Pedro Vega, estampada na sna obra Expotico
dos Ptalmot, que poda fcilmente transroittir-se
a voz humana a grandes distancias, por meio de
um fio metlico, sem ser ouvda dos circumstantea.
O sabio filbo de Santo Agostuho credor, portan-
to, antea de Bell, dos elogios do mundo acienttico
e da gratido da aociedad", que utlisa a aua des-
coberta.
Em pracura do marido\preaenton-
ae ao chefe de polica, em Londres, nma senhora
de 18 annos, bem vestid i, dizendo que tinha casa-
do em Brgbton, e qua depois de laviado o regis-
tro de casamento, na respoctv repartcao, toma-
ram o comboyo para Londr>-.a, onde tinham che-
gtio c re* de meio da. Que na earacio urna mo-
iher nova, com a cara coberta par um v), ae diri
gira ao marido e, conversan tu cm segredo com el-
le, aabiram ambos, dizendo-lhe elle nesta occasio
que aguardasse um m imento na sala de espera,
que voltaria loga ; espert-u at alta noite aem que
voltasae, nao sabendo desde ento maia DOticiaa
dells. Perguutando-lhe o ebefe de pnlid se ti-
nha eertdaj do registro d' cassmentj e.desde que
tempo se conheeiam : respondes que ai sttas re*
coas eram de tres m<^ie!, e qne o cerifieado de
i.ell*eacaectuar-ae-nao.
Amanh :
Pelo agente Brito, a 10 1, 2 hora8, ra do
Rangel n 10, da movaia e outro3 bjjctoa de casa
de familia.
Sabbado:
Pelo agente Modesto Baptinta, a 11 horas, na
ra do Imperador n. 49, de um piano e movis.
Pelo agente Peitana, s 11 horas, ra do Vi-
gario n. 12, da predios.
Segunda-fera :
Pelo agente Bruto, a 10 1 2 horas, ra de S.
Joo n. 5, daarmaco e maia utensilios da taver-
na ahi sita.
Hna fnebre.Serio celebradas :
Amanh :
A's 6 1/2 horas, na matriz da i. Jos, pela al-
ma de Domingos do Goamo da Paz Teixeira la-
ma ; a 7 horaa, na igieja da Penha, pela do co-
ronel Decs de Aquino Fonseca.
Sabbado:
A's 7 horas, na matriz do Carpo Santo, pela al-
ma de Antonio J s d i Fonseca; a 3 1/2 horas,
na igreja do Terco, pela alma de D. Harmna B.
Ferreira Graca.
iPaasaxelroaChegadoa da Enropa no va-
por ingles Tamar:
Tbomaz Veiga Sexaa, Juvino Barreto, A. Pinto
Leite, Mr. Carrington, Eraery, Chirla Conatable,
Antonio Martina Barbosa, Cirios Alberto dos Raa,
Bernardo Antonio Motta Cibral. Joss Antonio da
Costa, Francisco Peixe e 2 fiboa e Dr. Pinto
Peaaoa.
Sabidoa para o aul no mesmo vapor :
H. U. Adamaon.
Sabidoa para o norte no vapor nacional Per-
nambuco :
Manoel Muniz Viegaa, Fernanda Calla, Estevo
D'onisio Torres, Felicisaimo Joaquim da Silva,
Gervasio Antooio Nogueira, Manoel Rais doa
Santos, L -urtico Martins, Antonio de Souza Pon-
tes, Manoel Jas de Freitas, Maria Joaquina da
Couceicao, Juatina Biapo, Fece Calaer, Joa
Mana de Mello, Januario Jardim, Antonio Fay-
laga, Pasqual Fort, Francisco Joa da Rjcba e
aua seubora, John Leyland, Robert Scbwan, Dr.
Carolino Augusto de Loyola e Dr. Belmiro Mita-
nes de Loyola.
Casa de DelencaoMovimento dos pre-
sos da Caaa de Detenco do Recife no dia 7 de
Junbo :
Exiatiam 343; entraram 18 ; aabiram 4 ; exia-
tem 357.
A aaber :
Nacionaea 330 ; mulberee 7 ; eatrangeiros 12
escravos aentenciadoa 3 ; idem procesaadoa S ;
idem de correceo 3.Total 357.
Arracoados 3l7.
Bona 299; doentea 18.Total 317.
Movimento da enfermara.
Tiveram baixa :
Antonio Domingos da Silva.
francisco Joa de Oliveira.
Tiveram alta:
Manoel Campos de Almeids.
Ja Clementioo Ferreira
.serla do CearaEsta acreditada lote-
ra sujo premio maior de 15:0004000 ser ec-
trahda ao dia 15 do correte.
Oa bi hetes acham-se 4 veada na Roda da For-
tuna ra Lirga do Rosario n. 36.
Tsmosm achara ao a veada ua Casa Feliz ni
praca da Iudepsostoncia ns. 37 e 39 e na Casa da
Fortuna rn% Primwro de Marca n. 28.
Eioterla da provnola No dia ..
do corrente, t 4 heraa da tarde, ae extrahir a
7 .loteras, ca beneficio da rsasriz da B>a-Vista
do Recife e, nj consistorio dn igreja de Nossa
Senuora a Coaecioi da Militares.
Na meemo consisrorio estarlo expaatas aa ur-
ane aa espueraa a apreciaeio do publico.
Lotera da corteA 204* lotera da cor-
te, pelo novo plan), cujo premio grande da-----
i ):i)>ijO00 ara extrahida na dia .. do cor-
reate.
Os bilbe'08 acham-ae venda na prac* da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem a. abaos-se veada na Casa da For-
tiia ra Primairo de Marco n. 23, de Martn*
Fiuza & C.
lioterla doro-ParAA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:000*000, acra extrabida no dia ll de Ju
nho.
Bilhetca venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joo Joaquim da Costa
Le te
Tambem acham-ae venda na Casa da For-
tuaa ra Primciro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Lotera da provinciaA 7> toterk em
beneficio daSmta Caaa de Misai cardia d > Racife
aera extrahida no da do correte, s 4 horaa da
tarda
Oa bilhetes garantidos acham-ae venda na
Caaa Flix na pr..ca da Independencia ua. 37
e 39.
Tambem acham ee venda na Caaa da Fortuna
ra Primairo da Marco n. 23 de Mart8 F.u-
za & C.
Lotera daParahybaEstalolera cujo
premio grande de 20:0JO/0 K) 8er extrahida no
dia 16 de Junho 'a 3 horas da tarde.
Oa bilhetea acham-ae venda na Casa do Ouro
ra do Bara da Victoria n- 40 de Joo Joa-
qnim da Costa Leite.
Lotera do Espirito santo-Esta lote-
ra cujo premio grande 60:000/000, 3er extra-
hida n> dia do 10 correte.
Oa bilhetea acham-ae venda aa Roda da For-
tuna ra Larga do Roaario n. 36.
Tombem achara ae venda na Caaa Flix na
pra(a da Independencia ns. 37 e 3).
Lotera da provincia do Paran
A 15a lotera dcaia provincia,pelo novo plana, cu
jo premio grande de 15:000/000, se extrahir
no dia de Maio.
Bilhetea a vonda na Casa da Fortuna, ra
A provincia so ti una par aoa garanta a priso
de sea ageste remisso; a R lacio livrou-o desta
respooaabilidada ; fieacnoa sujaitos, portaut), apa
gar mais da tres mil cantos, ae Torre i par aua ga
nerosidada nio se contentar com 230 cont-M.
Reeifs, 8 de Juan de 1887.
Afforuo de Albuquerqtie Mello
Collegto .iblllo
Nao poaavel descrever com exactido a festa
que foi ante-hontem realisada no Collegio A ulio
para aolemniaar o quarto aniversario da sui fun-
da cao.
Foi um featival organiaado com o maxm i ca-
prcho, com o maia apurada gasto, deixanda em
todas as peasoaa que a etl-i aasiatiram, record i-
coaa, qua, certamante, to cedo na hi i de deaap-
parecer da aua memoria.
O programan, dividido em quatro partes : se3-
sii Iliteraria, educaco pbysica, expoaico de tra-
bilhoa claaaco*, deseaba e pintura, a emmrU) e
baile, teve e -tueca ao meio-dia era poato pelo
hymno brasileiro exacutada pelas bandas dos Cal-
legios Abilio, da corta e de B irbaceua, p.-ouuu-
ciaudo em seguida, o Dr. Joaquim Abilio um dia-
curao, qjo foi muito applauJ Jj. Ni .u = 3aj iitte-
raria, fizaram-ao ouvir alguna aluraua que r-'cita-
rara poaaaa em pirtuguez, tranaaz, ioglaz e alle-
mo, e revelaudo todo grtuJa aJiantameuto, o
que sobremodo honra aoa crditos deasa estabe-
lecment. de educaco, o maia imp-rauta do
Brasil.
Marca va o programma, para era ontiuuaca,
serem apreaentados oa exarcicioa pbysicos com
u.istonetcs, clavas, aasalto d'armaa e evolu(5es
militares com espingardas ; cata parta, parm, foi
tr a nsl'ar i Ja par causado m) t enp\ que transfor-
mara o campo du man>braa em ara lag>.
Pasaou ae, conaeguintemeote, osp ic isa sa'a em
que estavam expastoa trabalhia calligraphicoa, de
desenbos e dap-atura.
De entre os sogundas deatacava-s' um mimoso
estudo de mulbcr, de lindissima uffaito e quisi
correctamente executado.
Durante o tempo da expaaicui, as duaa buidas
de msica toaaram, altarnativaraanta, pecas da aeu
eacalbido repertorio*
A's nove horaa da noite proaipiau o oucert >
musical que f i artiaticam nt: interpretado.
Fiuio elle, abrir n-ae os doua espendaa salaa
queoccapamafrenteda edi|i:io,e Jeu aa carnee) ao
baile, dancando se animal ament at s 4 horas da
manh, hora em que 03 convidados se retir^ram en-
tbuaiaamadoa pela eapleadoroai feata a qua ti-
nham a8aistdo, e pela amab.liJida d^s Sra. Ba-
ro de Macahubaa e Dr. Joaquim A'oia, doua_ per-
feitoa gen'.lemen, qie foram calorosam-ute brinda-
Vl
O uonsa ie Campo Alegre
Distingue a um titular ;
San valor jamis persegae
Os que tem de trabalbar.
Pois lem girbo militar
Quaado d boas iccSaa ;
E' perito em manobrar
Nao faz oasa da vulcSes.
Medico
Prevenio aua carreira
Nao perdeu o tempo em
Viajou em nao velaira
Ssm temar o furacSo.
vao
Caba.
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagem 4
iurops, ton pratica nos hoepitaes de Pana, Vi-
enna e Londres, onde dedicou-se a estudns de
partas, molestias de seuhoras e da pello, ofierece
os seca aervicoa asedeos o rcspHtavcl publico
desta capital era d'alla, pdenla aar proaurado
no aeu cnsul torio ra da Cadeia n. 53, de 1 a
3 horaa da tarde, ou em sua residencia tempora-
ria Pon te d'Ucba 55.
MEDICO HOWEOPATHA
II
R. Barreto,
Almiaistr.tdor do oemiterio*
Despedida
Prmeiro de Marco n. 23, de Martina Fiusa & C. doa na magnifica caa, que, s duaa horas foi aer
Lolerla de Alagoa A 17" parte desta j vjda.
Era enorme o numero de convidad >s; nja aa-
lea do baile era diffic o movimento, e tinham um
aspecto encantador, nao s pela ammico como
pelaa luxuosoa tci'ettes daa distinetaa aenhoraa,
entre aa quaea conseguimos tomar nataa d-is ae-
guiutes : (Segua ae a deaerip;ao da8 toile'tea.)
Nao justo canclnir esta noticia aem apreaca-
tar, por nossa ves sincero cauarimentoa aoa di-
rectores da Collegio Abilio.
(Da reJacca do Diario Ilustrado de 16 de
Maio )
lotera, pelo novo plano, cuja premio grande
du 10:0J0/0JO, ser extrahida na dia 16 do cor-
rente.
Os bilhetea acham-ae venda na Ca Feliz
praca da Iudependeucia na. 37 e 39.
^Tambem acham-ae venda na Caaa da Fortu
ua ra Primeiro de Marca n. 23, Martina,
Piusa 4 C, e na Esmeralda, ra Larga do Raja-
rio n. 24.
I. .It-riu de Paulo Esta importante
lotera cujo premio grande de 10:000/000 8er
extrahida 11 a dia 13 do corren''.
Oa bilhetea acham-ae a venda na Esmeralda
ra Larga do Rosario n. 24 A.
INDICARES TEIS
Medico
O Dr. Lobo Moscoso, de volt?, de sua
viagem ao Rio de Janeiro, connta no
oxercicio de sua profisaao. Consltuaa das
10 s 12 horaa da maoha. Especialdades
eperaQoes, parto e molestias de s-n horas e
meninos. Ra da Otaria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio H consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra ^ Barao da Victoria, n. 51. Rasi
doncia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia rila do B. de S. Borja n. 2b.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manhS s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
c5e3 dos orgaos genito-urinarios do homem
e da mulher.
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
and-\r, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Seve, medico, parteiro e operador,
ra Princeza Isabnl n. 7.
Consultorio lliim'0|iali O Dr. Miguel Themudo, medico ho-
moeopatico, tem o seu consultorio ra do
Barao da Victoria n. 7, 1 andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chamados por eecripto a qualquer
hora do dia ou aa noite.
O Dr. Barros fialaiare*
Pode ser procurado no es:riptoro deste
Diario das 11 horas da manh s 5 da
tarde, todos os dias.
Proasator publico
O 1- promotor publico, Dr Freitas
Henriques, mudou-se da ra da Aurora
para a da Unio n. 5
O Dr. Milet mudou seu eseriptorio de
advocada para ra do Duque de Caxias
n. 50, 1. andar.
Drogara
Francisco Manoel da oa & C, dcoo.
iitarioa de todas as especialidades pharma
ceuticas, tintas, drogas, productos chimic*
e medicamentos homceopaticos, ra do Mar-
ques de Olinda n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C. droguista por atta-
cado, ra Mrquez de Olinda n. 40.
serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
de Francisco dos Santos Macado, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta-
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vendse madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, assim como se preparam
obras de carapina por machinas e por pre
50 sem competencia Pernambuco.
imiUCOLS A PEDIDO
Ilabeas corpas Torres
Podem os da companhia dos thesou.-eiros Ma-
riani chamar descompostura ao que escrevo ; mas
nao podem combater o que tenho demonstrado.
Eu nao descomponho, eu aecuso ou commento
os fastos pblicos de que cada um ae gloria.
Nao eapetei-me em urna ponta do dilemma do
Sr. desembaigador Pires Ferreira, porque son eu
que estabeleco e demonstro que a lotera da pro-
vincia ou do estado, qne o thesoureiro 1' o aeu agente
deste jogo, que ella responsavel pelo pagamen-
to doa bilbeies vendidos.
Onde est a descompostura ? em diser que Tor-
res, como se levantou com 230 con tos, pode-ae le-
vantar com todos oa tres mil contas J .3 bilhetes
maadando-os cobrar da provincia por seus ami-
gos?
E nao goston tanto o articulista do Jarnal, e
tanto que pergunta ao Exm. presidente da provin-
cia se pensa deste modo ? Nao est mostrando
come eat contonte do acbado demonstrado ?
Est em diser que o accordo armou todo o the-
soureiro de lotera em ladro de estrada, em pirata,
para roubar, j se euteude, se quiser, sem perigo
algum, como Torres sem pena nem culpa ae levar-
tou com 230 centra, libertado pelo Tribunal?
Nao ha que perguntar ae ae penaa aasm ou
nao ; pea nao ha para onde fugir : a provincia
responsavel pe 1 preeo dos bilhetes que mandou
vender por aeu empregado.
Attenco
O abaxo assignado declara quelles cim q-iem
tem relacea e ae publico em geral, que nao so
reaponaabiliaa por compras ou emprestimos feitoa
em seu nome, a nao aer por peaaoas de aua fami-
lia. Leva o a asam proceJor o segunte bilhete
falaa. dirigido em aeu nome-, aosSrs. Tavarea Mar-
tina & O, eoa loja de ferragens ra do Birao
da Victoria n. 31:
Sr. Tavarea M.Peca-lhe qua par sua bon-
lade d ao portador 1/2 kilo de'arame de ferro,
do maia fino que tiver, um alcite fino e 1)00
em dinheiro, at mais tarde ou amanh, que isto
vai para Olindi; nao me falte, pois fica agrade-
cido (Assignado).-Seuamigo, Co3ta.
A observaca que fez o Sr. Tavarea ao tal por-
tador, dizendo-lbe que esnheca mais de um Cos-
ta, respoudeu elle, indican lo a miraba residencia,
pelo que se v que tracta-se de mira raearao.
Joaquim da Silva Costa.
RECUERDO
Ccm elle lvrar-te-haa :doa batea da erpen
le!
A baba peconhenta deste verme nao te al -
canear nem te contaminar trasendo-0 cu, aempre
cm tua companhia.
Por acaso experlmentaes- os Megain-
tes- .vmploma*. !
4-1
Tendea tosae violenta ? Senta dores nos pul-
mSa? Expect-iraes phlegna ou mucoadadea? Voa
incommodam e debilitara oa 80orea nocturnoa ?
Tendea a garganta inflimmada? Estas rauco ?
Senta oppreaso n peito ? Sa por acaao ou dado
o caao que adoecaas de todaa ou de qualquer urna
daa enfermidadea mencionadas, achar voe-heia na
urgentiaaimanece88dade de empregar um remedio
efficaz e Beguro tal qual seja o Peitoral de Anaca-
huita. Nao deixea pasaar umi har 8em que fa
caea urna prompta applicaco deste napraciavel e
prodigioso remedio.
Oa malea eaoffiiuantos para loga aa alliviado3,
e por fim acabar reatabeleceodo corapletaraente
voasa aale e com ella vosaa alegra e praserea.
Sua hiatoria urna asrie continuada de prodigio-
sas curaa e de triumplna aem fim. Encontral-a-
heia venda em todas aa principies b'ticas da ei-
dade e do campo.
Como oabantia contra as falsifiaacoaa, obsrve-
se bem que os noaiea de Lanman &. Kemp venham
estampados em Uttraa tranaparentes no papel do
livrinho que aerve de envoltorio a cada garrafa.
Encentra ee venda em todas as pharmacas e
drogara?.
Agentes em P rnambueo, Henry torster & U,
ra ao Commercio n. 8.
:.ula particular
Curso completo de primeiras lettras para
ambos os sexos (em salas separadas) com
prebendando trabalhos de agulha para o
sexo feminino, os preparatorios do novo
programma para o masculino.
Ra Visconde de Albuquorque, n. 26.
Clnica medico-cirargic
DO
Dr. Fernandes Barros
Medico aggregado ao hospital
Pedro II
Consultas de 1 s 3 horas da tarde, ra do
Bom Jess (antiga da Crus) o. 30 Residencia
ra da Aurora n. 127
Telephone n. 450
Advogado e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
aberto o aeu eacriptorio de advogado ra 1 de
Marco n. 4, onde tambem pode aer procurado para
lecconar o ingles, ranc-z e allemao, pratica e
theoricamente; noa collegioa e caaaa de familia.
Tambem para a commeddade uoa estudantea
e empregadoa do commercio, reaolveu abrir nm
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
eseriptorio cima referido.
Ciioicaoiedlco clrurca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
E8pB3all.l!-,*". m. ascUa Jj se ahitas e
Cr,Residencia Ra da Imperatrs n-S4, segunda
!
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-ebefe de clnica do Dr. de
Wccker, d consultas de ineo da as
3 horaa da tarde, no l. andar da easa
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
I
I
An'onio Augusto da Silva Sais, embarcando
boje no vap*r Nilo om destino a Europa, e pela
rapidez de aua vigein, nao tendo podido despedir-
se da todoa oa aeua amig-n ; o f*s palo preaente,
pedindi-lbea deseulpa daqueil i filta involuntaria
o i fferecando Ibes em L'sboa e Paria 03 aeua aer-
vicog.
Recife, 6 de Junhide 1S87.
Dr. Costa Gomss
MEDICO
34 Ra do Mirquez d-i Oiiada 34
Primeiro andar
Censu'tas da m?ia dia s 3 horaa da tarde
i!
i
l)r. Bali-iazar da Silveira
ttapeciali dadeafebrea, molestias das
eransaa, dos orgaos respiratorios e das
aenhoraa.
Presta se a qualquer chamado para
for* d capital.
AVISO

Todos f*s chamad ^s devem aer dirigi-
dla pharraacia do Dr. Sabino, & ra da
Barao da Victoria n. 43, onda te indicar
aua resiJeuci i.
A Imprenta e o peitoral de Cam-
bar (!)
D'entre as muitas aprecia;S.'s que este impor-
tante melicamanto tem continuamente merecido
do j raaliaraade quaai tolo o imperio, offerecemos
agora ao pub'-ico a optnii insiapeita de ura Ilus-
trado orgia qm v a luz da publicidade na ci la-
de do Rio-Qr nie do Sul.
Eil a :
Sabemos de um asthiuatico, dis o Artitti, que
regularmente, urna ves par mez, era '.ccoramettido
da ataques que o inutiliaavam p*r alguna dias.
Entretanto, ni espico de oif.o mezes qua tem [usa-
do do Peitoral de Cambar do Sr. Jos Ahrares
de Sousa Soares, o aeu estado de aade nao tem
contnuanlo a aoffrer oa rulas gilpaa dajuella in-
cammodativa enfarmidade.
" EserevenJo estas linhas, o faz mas na crenca
de que pre8tamos ura servio > hura mdale sof-
fredora.
Apontamoa-lha o Peitoral de Cambar, que
na contendo na sua prepiraclo ousa agumi no-
civa, tem proluzidj curas adrairavais.
i mu concluso
Sa alguns paizes da Europa plantan lo a
baten-aba fazem o Brasil veuder o seu as-
aucar par 1^000 a arroba; a Suasia, p iiz
tambem da Europa o maior do qu3 elles
todos, plantando a. batarraba, t-oauoj eatii
onaaiando, por quanto padaro Brasil ven-
dar o seu assucar ? Est claro que ven-
der por 500 rs. a arroba ; ora,, porqm os
plantidores du caoaa na plantan a par
da canna um pauquinha d-i caf, fuo, ca-
cao, bauQlh3, oru, e. outos para conhe-
eerem qual i'elhs 03 pl<* salvar da derro-
ta que j vao soffrendo'? E' incrivel I
estao j 3affrenlo e julgam-sa s-guros;
pois bem ; de com a canna s, e pordoi
tudo quanto po33U;s, que eu vos ajuiarei
a chorar ; emperrados.
O dtitino.

i
Dr. Helio Gomes
Parteiro
Ra de Paulino Cmara (antiga a Camb.i d.
Carma) n 3, Io andar.
Onde poda ser procurado a e/mlquer hora d
da e da noite.
Especialidades ; Pebres, molestias das senho
ras e d* pulmo, syohilis c sofiYimeiitos d.i ure
thra.
Acode tambem a qualquer chamado para fra
da capital.
EDITAES
Advocad.:-
(Foro civil c eccleslastleo)
Bacharel Antonio d Lallis e Souza
Pootcs.
Ruado Imperador n. 37 1.' andar.
De GflBlbo Leite
Medico, parteiro e operador
Riixdencia ra Barao da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio ra Duque de Caxiaa n. 59.
D consultas daa 11 horas da manda s 2 da
tarde.
Attende para ib chamadoa a qualquer hor
talephoue n. 449.
Lvcen Tfladelphico
DIRECTORA
Mara Olindioa de Mello
20 Ra do H-spicio-20
A directora deate estabelecimento de instrucco
e educaco de meninas, communica aoa senbores
pa''a de familia qua mudou eua residencia da ca8a
a. 30 para a de n. i, ra do Hospicio, onde
continua a reeeoer alumnas semi-internaa e ex-
ternas .
Consultorio medico*
cimrgico
0 Dr Castro Jess, contando mais de V annee
de escrupulosa observaco, reabre consultorio nes-
ta eidade, ra do Bom Jess (antiga da Crui
n. 23, i. andar.
lloras de consultas
De dia : das 11 a 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as dentis horaa da noite aera encontrado no
?tio traveaaa doa Remedioa n. 7, prmeiro por-
to esquerda, alm lo porco do Dr. Cosme^
^^lista
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
"^iTclie'Ll~~
MEDICO
Tem o seu eseriptorio ra Duque de Caxiaa
n. 74, daa 12 a 2 horaa da tarde, e deata hora
em diante em sua residencia ra da Santa
Crus n. 1.
Especialidadeamolestias de aenhoraa e crian
ca.Tolephone n. 2
Leonor Porto
Ra do Imperador n 45
Primeiro andar
Contina a exesutar oa maia difficeis
( figurinoa reoebidoa de Londres, Paria,
1 Liaboa e Ro de Janeiro.
( Prima em perfeicao de costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
fg osto.
Dr. Joo 'anio
uet>ico
Especialista em partos, molestiaa de senhoraa e
de cnancaa, com pratica naa principaes enterni-
dades e hospitaes de Pars e de Vienna d Austria,
tas todaa aa operacoea obetetricaa e cirurgicas
concernentes aa auaa eapecialidades.
Ooosnltorib e residencia na ra do Barao da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1- andar.
Consultas das 12 s 3 horas de tarde.
Telephone n. 467.
O Dr. Joaquim Correia de Oliveira Andra
de juiz de direito de orphaos e ausmitse
da comarca do Recite o seu termo, em
Pernambu'o por S. M. o Imperador o
Sr. D. Podro II.
Fac saber que tendo se arrecadaJo pirante o
espolio do finado liberto Ignacio Luis de Moura,
por naa ter deindo testamento nem herdeiroaco-
uhecidoa presentes : sao chamados oa legtimos
succ aaorea a beranes para se bab.litarem na for-
ma da Ici.
E para qnj ch'gue ao canheciment dos inte-
ressiijjs, man le passar este edital que ser u
blic.iJo p*la ms-
tume.
Dadae paaaado neata eidade do Recite aoa 1'J
de M lio de 1S88
Eu Francisco de Siqu^ira Cavalcauti eacrivo, 3
eacrevl.
Joaquim Correia de Oliveira Andrad*
2a aeceo. Secretaria da Presidencia de Per
nambuco, em o' Je Junho de 1887.Por esta se-
cretaria se fas publico, de conformdaJe com o
art. 157 do regulamonto anuexo ao decreto n
9,420 de 28 de Abril de 1883, o edital abano tran-
scripto, p ndo em concurso, c:in o prazo de 60
das, os otfieioa de Io e 2o tabdliaea do publico ju-
dicial e notas, serv ndo o 1" Je easrivo de orpias
capjilaa e resduja, e o 2" de eacrivo das execu-
goes civeU c Crimea do novo terina deCirren-'
tes.
O secretario,
Pedro Francisco Correia de Oliveira
O Dr. Bernarjiua Maranho, j liz municipal e de
orph.>8 d :a term,'.8 reunidos Je (aranhuns e
CorreutcB, por Sua dagest^da o trapeador, a
quem D.'us guarde et.:., etc.
Faz aiber aos que o presente edital virein n del-
le noticia tverem e a qu m intereaaar posas, qua
achando-se em concurso os .tfi-.-ias de justica do
novo termo de Corrcntes, cieado pela le n. 1,423
de 27 de Maio de 1879, os quaes, na ausencia da
le especial sobre aua creacao e divisa), e era face
do decreto de 30 Je Janeiro de 1831, que regula a
materia sao os de Ig e 2 tahlliae3 do publico ju-
dicial e notas, serv ndo o Io de eacrivo de or-
pho*, capillas e residuos e o 2 de eacrivo das
exccuco's eiveis e crimes, convido ao pretenden-
tes aos respectivos offieios, a apres-iitaretn seus
requerimentoa deufro Jo praao de 60 diaa a contar
da data do preaente edital, carao diape o art. 11
do decre'o n. 817 de 30 de Agosto da 1851, e art
7 do decreto n. 9,314 de l'i de Dezjmbro de
1881.
Outroaim, faz mais saber, tambem i.oa prcten-
dentes, que aeus requerimentoa devem vil iustrui-
doa com exatne de sutficiencia, de cooformidade
com o diapoato do decreta n. 8,27t! de 15 de Outu-
bro de 1881 e mata foru-alidades "xigiJas no art.
14 do citado decreto n. 817 de 30 de Agosto de
1851.
E para que chegue ao couhecimeuto de todoa
mandou pasaar o presente edital, que ser atusa-
do no lugar mais publico do costume, e delle se
extrahir copia para aer rcmettiJa no Exm Sr.
E nada maia ac eontiuha cm dita c.rtido ci-
ma copiada do proprio original, a que rae reporto
e dou f. Eu, Franciaco de Sousa Leao Jnior,
eacrivo interino o eacrevi.
presidente da proviucia, para o fim indicado no
art 157dodeelet> n. 9,420 de 28 de Abril de
1885, com declmelo do dia da nffiiacao e publi-
caco do preaente ediial e qua a.-r certificado pelo
porteiro doa auditorios, como determina o art. 153
do citado decreto de 28 de Abril de 1885.
Dado e pasaado nesta villa de Correntes, aos 28
de Maio de 1887. Eu, Francisco de Souza Leao
Jnior, eacrivo interino o eacrevi.Bernardina
Maranho.
E nada maia ae continha em dito edital cima
copiado do proprio original, ao qua me reporto,
dou f. Eu, Franciaco de Souza Leao Jnior, ea-
crivo iotirino o eacrevi e aasigno.
Certifico mais que pe.lo porteiro dos auditorios
me foi entreguo a certido da affixacio do edital
retro do tbeor seguiute:
Jacintho Alvea de Mello, porteiro dos auditorios
desta villa de Correntes, era vitude Ja lei, etc.
Certifiao que affixt-i na porta da Cmara Muni-
cipal desta villa, hoje, o edital convidando oa pre-
tendentes aja officioa de juatica do novo termo de
de Correntea de que tracta o meamo edital. O re-
ferido verdade, dou f. Correntea, 28 de Maio
de 1887.O porteiro dos auditories, Jacintho Al-
ves de Mello.
Conferencias abolicionistas
Domiogo, 12 do corrente, 1 hora da tarde, te-
r lugar a 7" conferencia abolicionista, sendo ora-
dor o Sr. Joaquim C. da Silveira Carvalha, seguin-
do-se a parte recreativa do eoatume a cargo de
disti netos artistas, que graci smente a preen-
ebero.
As commissoea recebere donativos era bene-
ficio doa eacrav8adoa e confiara ua gencroBidade
publica.
Secretaria da SociedaJe Pernambucana contra a
Escravido, 8 de Junho de 18a7.
O aecretario,
Adolpho Guedes Alcojorado.
istiaao .literario Ollndense
Quinta-fcira, 9 do corrente, s 9 horaa da ma-
nh, haver aeaao de Conaelho.
Secretaria do Instituto Litterarlo Olindenae, 6
de Junho de 1887.O Io aecretario, Samuel de
Lima Botelho._____________________________
Irmandade do Santisaimo Sacramento da
Boa-Vista
Da ordem da mesa regadora sao convidados oa
irmoa desta veueravel irmandade a comparece-
rem nesta matriz, s 3 horas da tarde do dia 9 do
corrate, afim de encorporado3 acompanharmea a
prociaao de Corpua Chriati, que tem de aahir da
matriz de Santa Antonio na tarde desRe dia ; part
o que tivemoa eonvite da mesa r eedora da irman-
dade do Santiaiima Sacramento daquclla matriz.
Conaiatorio da irmandade do Santisaimo Sacra-
mento da matris (-a Boa-V3ta, em 6 de Junbo de
1887
Jos A. F. de Costa,
Eacrivo.


Diario de FeraambucoQuinta -eira 9 de Junlio de 13&7
IR1ANDADE
DO
SS. Sacramento de S.
Jos
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
OD98 irmaos a comparecerem em o nosso consis-
torio no dia 9 do cfrente, i* 3 horai da Urde.
afim de.encorporados, aeompanharmos a procissao
de Corpus Christi, PW'9"^!!
mea regedora da iimandada do 8& Sacramento
da matriz de Santo Antonio.
Consistorio, 7 de Junho de 1881.
Vieira da Cunh* Sobrinho,
Escrivo._____________
Matriz de Santo Anto-
nio
Procl*o de Corpu Cnrintl
Tendo a actual mesa reg, dora da venerave ir-
mandade do SS. S.cram-nto resolyido expor
vista dos fiis no da 9 do corrente, s 4 horas da
tarde, a procissao do Corpus Christi, que percor-
rer as ras larga ds Kosa.io, parte da estreita,
tarso Je Pedro II, ra, do Imperador, part de S.
Francisco, Duju de Caxias, Lvramen'o, traver-
sa de S Peiro, largo da grej do m-sm>, p;rte
da rui d. Coronel Susssuna, larg > do i.irmo, ras
Paulino Cmara, Mathias de Albuquerque e Barao
da Victoria, pede aos moradores das indicadas
ras para ornaren! as frentes da suas casas, anu
de tornarse o acto oais briihante.
Consistorio, 7 de Junbo d 1887.
O escrivo.
Henrique Cecilio Barreto de Almeida.
Aviso
) London & Brasilian Ban k, limitad,
recebe dinheiro em eoDta correte simples
cora os juros de 2|0 p.o ann>, capitalisa-
dos do 6 cm 6 mezes Juaho e Dezein-
bro.
R-Cib3 tambero dinheiro em deposito,
com aviso previo de 30 dias, ou fixo a pra
20 de 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as taxas da
uros, que forem convendonaJas entr^ 3
partes.
As U'ritas j existentes, venceudo juros
por differeutes taxas, roain sem alterajao.
Recife, 24 de Maio de 1887.
W. II. Bilton.
{DEA Bik* of 1 de Janeiro
Liri
Capital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200.00P
A contar desta data e at ulterior reso-
lucSo, oonceder-so-ha juros de dous por
oeuto ao auno, sobre os sal los de dinheiro
depositado em oouta eorreute de moviinen-
to no mesnio Banco.
Recebe-si taraba n dinheiro em ieposito
a juros por psrioios determinados, o su-
jflito ao aviso p.'vio de t:iota illas pura ser
retirado, mediante as condieSis d. qu se
dar*, conbecimento aos i iteressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887
llenry K, Gregory,
Gerente.
Irmandade do Divino Espirito Santo do
Recife
De ordem do irmo juiz convido a todos os o s
jos irmaos a comparecerem em nossi cinsistiri >,
juinta-feira 9 do correte, as 3 horas da taro ,
om de paramentad>s i:m 1 acompanharmis a
procissao de Corpu) (Jhristi quu dever sahir da
matriz de Santo Antonio, para enjo acto romos
convidados pela respectiva irmaudad-.
Concia* irio da irmandade di Divino Esprife
Santo, 6 de Junbo de 1887.
O escriva-,
Julio Ferreira da Costa Porto.
COHMEBCIO
* OTA^OKS OFFICIAES DA JUNTA DOS COK-
KBCTOKKS
'ambio sobre ondres. 90 dv. 22 l|"2 d. por l,
do banco, hontem.
Recife 8 de Jun'io Je I8t7
(i prndente,
Antonio Leonardo Kodrirues
O secretario,
Eduardo Dubeux.
ii.itiaienlo I t.i.-.t n..
RECIFE, 8 OB JUNHO OS lili
Os bancos abriram hjje o mercado de cambio
com a taia de 22 1/4 d. sobre Liairis, ejtab.le-
eno em seguida a de 22 3/8 d.
A's 3 1/4 da tarde, pjrm, retirara-a as resp ie-
tivas tabellas, sem afnxarem ontra.
Mercado de awnucar e algodo
HEClt'K, 8 DE JUKUO DB 1887
Astucar
Para os agricultores, sao estes os preco?, por 15
kilos :
Branco, os melbores que
appareeem no mercad >,
regulam de .... 2200 a 2*400
3.a sorte boa..... 1*9;K) a 25100
3. regular..... 1*700 a 1*8)0
Hn-nidose baisjs l*500aj*700
Smenos...... 1*300 a !400
Mascavado..... 15040 a llOU
Bruto....... 5903 a 15IX10
Setame...... 5700 a tS K)
Algodn
Foi cotado nominal a 65800 por-15 kilos, o de
Pernambuco e boas procedencias, em trra.
Entrada* de atsncar e aigodo
MEZ DE JUNHO
Astucar
Arsenal de Guerra
O conselho econmico das compauhias de apren-
daos artific-s c operarios militares, precisa con-
traetar para o ultimo semestre do crrante anno
os artigos seguintes :
Assucar branco refinado de Ia sorte, kilo.
Dito maicavioho refinado, idem.
A'etria, idem.
Arroa, idem
Ateite doce, litro.
Bolacbioha de araruta, kilo.
Bocalho, i lem.
Cb bvsson, idem.
Caf em grao, idem.
Carne de xarque, idem.
Carne verde, idem.
Carvao vegetil, barrica.
Doce de goiaba, kilo.
Farinba de mandioca, da trra, litro.
Peijo iniilatinhj, idem.
Fructas, laranjus ou bananas, urna.
Frango, um.
Gallioba, urna
L-Tiha s.'cca de boa qualidade, acba.
Vlxoteiga inglesa, kilo.
Dita fiauceza, idem.
>Iarmcllada idem.
Macarrao, idem.
Qjeijo tliii.cugj, um.
Sal, litro.
T niemho, kilo.
Vioho do Porto, garrafa.
Vinagre de Lisboa, litro.
Verdura.
traxa para sapatos, lata.
Eseova pura lusfro, uma5
Sabo, kilo.
Velas de spermacete, libra.
I jorres de cabelLs.
Sapat '8 i!e eouro de bezerro, cento e cincoenta
pares, 150.
Lavagem eengommado de blusas de brim par-
do ou fardetaa, calcas de brim branco, ditas d:-
dito pardo, lavagem e concert de camisas bmn
cas e de algidazinho, camisolas de brim pardo,
ditas de dito brauco, para enfermara, calcas de
brim pardo, ceroulap, cobertas de chita, coberto-
res Je la, froohas, lcuyoes, lencos, luvas (pares),
m as (pares), toalbas de nvsa, ditas de rosto, Ji-
las de mao e barretes.
S poderi coneorrer aos fornesimentos anuun-
eiades pelo cooselho quem habilitar se previamen-
te, ozhibindo um requerimiento dirigido ao mesmo
c uselho, d-cumento que prove haver pago como
negociante 'stabelccido, o imposto de casa com-
mercial, relativo ao ultimo semestre vencido.
Os prop nentes dever) apresentar suas pro-
i Btal oesta secretaria at l 11 horas da manha
Jo da 14 do corrente, sendo taes propostas em
duplicata, m cutis fechadas, com deolaraoao
t'Apreasa d sujeitar-se s seguintes condicocs :
1.a No caso de nao assigoarem o outracto pa-
garao a multa de dez por cento.
2.a Sendo recusado pela commissao os gneros
outractados, mandar-shi comprar p-jlo prc^o
do oi9rc-ido, ficando o CJUtractan'e obrigido a in-
.: inniar, isto at tres vezes, d->"3 do que fi-
c-ir ri-acindidoo contracto, pagindo o contr.ictan-
tc a multa Je 2005000.
Secretaria do Arstnal le Guerra Je Peru.imba-
c', em 7 do Junho de 1887
O secret-rio,
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Commando das Armas
E' chamado a comparecer na secretaria dcste
c ..r.maiu o msico reformado do ezercito Juvino
Tiefonso Elviio da Costa, afim de receber sua
proviso de reforma.
Secretaria doCimmando das Armas de Per
nambiico, 7 de Junbo de 1887.
O alteres Jos Eiisario dos Santos,
Secretario.
ADMINISTRACAO DOS CORREIOS DE PER
NAMBUCO, 31 DE M HO DE 1887
Relatfto da correspondencia registrada (sem
valor) que existe tiesta reparticSo, por
nao terem sido encontrados seus destina-
tarios.
Amelia Goston Valejo Augelin.
A'n-it italiano.
Augusto Cavalcante.
Alberto !)inia
Arnaldo Novia.
Alfredo P. Camello Pessoa (2).
Ar ni and Cbumuach (2).
Antonio Cecilio dos Santos.
Antonia Joaquina do Espirito Santo.
Antonio Joaquim de Oliveira.
Antouiu Rodrigues Braga.
Balbina Francisca do Santos.
Barbosa A Santos.
Cen* lio Evangelista de Qaeiroz.
Corn-lio E. de Queiroz.
Cecilio Lopes Pe reir.
Fabio do Amaral da Silva Feij.
Florentino Fernandta Teixeira;
Fortunato Gordurre.
Feliciauo Jos Henriqoes.
Francisco Antonio dos Santos (2).
Francisco da Cunha Beltrao.
Francisco Cordeiro de Miranda.
Fraacisco Domingnes Ribeiro Vianna.
Fracciico Jos Pernandes.
Fraucisco Maranho de Albuquerque.
Franjioco Moreira Fragoso.
Francisco Teixeira de Mello.
Francisco Theophito da Rocha.
Guilhcrmina Mara da (oiiceico.
Hermenegildo Eduardo Reg Monteiro.
Justiniano Cesar Jacobina Vieira.
Jorg Ferreira de Oveira GuimarSes.
Juvoncio Fraucisco da Trindade Gaya.
Joaquiua Mara do Espirito Santo.
Joaquim Jos de Campos.
Joaquim Xavier de Moraes Anlrade.
Joo Alfredo Ramos da Silveira.
Jlo Alexandrino da Silva Monteiro.
J ao Dantas Coelho.
Jos Accioly Cavalcante de A buquerque.
Jos Joaquim Ferreira.
Ji s Libamo da Silva.
Jos Rico de Souza.
Jos da Silva Pereira.
Ltiiz Antonio djs Stutos Pereira.
Maria Gomes.
M:ireolino Alves de M'ura.
M :n >cl Benedicto do Espirito Sauto.
Manocl da Costa Fernandes.
Manoel da Costa Bragi.
Manoel Caetano Pontes.
M i.i i- Jos Carueiro.
Dr. Pedro Jorge de Souza.
Raymuudo B. Leal Castello Brauco (2).
Poulino Torres Cavalcante.
Silveria Maria de Araujo Lima.
TclemHCo Tenorio do Albuquerque.
T. 1. B 13 tos
Mmblina Maria Nunea de Paula.
Vicente Barroso do N.
W. Collina.
O 1 fficial
Deodato Pinto dos SiiUo.
BANCO ISMACIONAL
DO
BRASIL
Capital o.ooo:00<>$
dem reallsado S,ooo:O00
A caixa filial d'este Banco funecionaodo tem
porariamente ra do Commeroio n. 38, saca,
vista ou a praai, centra os seguintes correspon-
dentes no estrangeira :
Londres......... s/N. M. Rothschil & Sons.
tato ile
S. fi. J
Sociedade Recreativa Juventude
Sarao bimestral
Participo ao3 eenborts socios e convidados, que
' sarao dcste bimestre se r. alisar a do curren- i
t" e principiar as 8 horas da noit?. Os cartSes !
da iogresso deverao ser procurados em poder do I
Sr. thesoureiro ; previne-sc que nao se admittem
a^greg.dos.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juveutudc,'
i de Junho de 1887.
Jos de Mediis,
2o secretario.
%'cneravel irmandade do **i Sacra
ment
Tildo di celebrar se em nossa gieja a festa de
Corp.) de Deus no da 9 do corrente, que constar
de vesporaa, missa solemne e Te-Deum, havendo
tambciu a procissao de Corpus Christi, pejo pre
s'nte e de ecuformidade com as disposicoes do
compr misso, convido aos irinaos desta veneravel
irmandade a comparecerem no respectivo consis-
tori'-, s 7 horas da tarde do dia 8, s 10 da ma-
nila, i'.s 3e 6 da tarde do dia 9, para assistirem
u .s actos ind cados e acompanharem a procissao.
Consistorio, 5 do Juuho do 1887.
O cscrivo,
Henrique C. Barreto de Almeida.
O .-.dininistrador do Consulado Provincia1, na
forma do regulam^nto de 4 de Junho de 1879, faz
publico a quem infereisar posea, que no praso im-
prorogavrl Je trinta oas uteis cmtados do da 1."
Je Junli) prximo, dar-ae-ha come?o nesta r par
ticSo 'i cobranca, livro de multa, dos impistos de
decima urban e 25 (o -obre a renda dos bens de
raa pcrteuC'iitee corpiraco s de mo morta re-
ativos no 2. semestre do exercicio de 1888 u
1887.
Consulado Proviocil de Pernambuco, 27 de
Mi io de 1887.
Francisco Amynthas de Carvalho Mouia.
Paria
Hamburgo........
Berlim..........'
Brc mente........i
Fraokfurt s/ Main 1
Antuerpia.......
Roma..
Genova
aples.........!
Milao e mais 349
cidades de Ita
lia............
Madr.d..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragon?......
Valencia e outras (
cidades da Hes I
pauha e ilbas J
C marias......,'
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Por-/
tugal e ilh'.s. .. )
Buenos-Ayres-----)
Montevideo......)
Nova Y.tk......
De Rothsehild Frrea.
Dcutsctie Baok.
Banque d'Auvers.
Banc Genrale c
agencias.
Banco Hypoteearia de
Espaa e suas agen-
B.iueo de Portugal
s'i i" agencias.
English Bank of the Ri-
ver Pate. Limited.
G. Amsirk & C.
Compra caques sobre qu ilquer pray. i do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em cinta correute de movi-
mcuto com juri-s a lazao de 2% o anno e per le-
tras a prazo a juros convencionados.
O gerente,
William M Webster.
Suata Casa de Misericordia do
Recale
Por esta secretaria sao chamados os purentes ou
protectores da menor Sophia, filha legitima de
Jos Pedro Ribeiro r. Jcanna Xavier de M r.i -
Pessoa, para, at o diu 10 de Junbo pproximo,
aprcsental-a no collegio das orphas, afim de ahi
ser adioittidu, visto ser a prmeira inscripta no
respectivo quadro.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O cscrivo interino,
Prancisco Gomes Castellao
~do
Para dentro do
Aguardeute.....
Assucar......
Chapeos de palha de ca
n. ... .
Ccoe (fructa) ....
f)>ce.......
Graxa......
Milho. ......
Oieo de mocot ....
.'leo d-' riciao ....
'iilha de uricury
l'.nnis de em i ....
Pr> pralos de jurubeba .
Rap.......
Sebo.......
Sola.......
V'inhj de jurubeba .
Imperio
81.120 litros
4iJS.99G kilos
12 L-rdos
10.050
75 klos
400 .
232 saceos
60 kilos
1.400 ,
80
102
(i voluincs
58 e 1/2 k.los
1.120 ,
550 meios
13 volumes
i Couros seceos etpichados (kilo)
f huin (kilo) ....
' Cachava (litr >)....
! Farinlii domaudioca (litro) .
j Fumo estoihi na rolo (kilo)
I ri i i ri-otolii: em lata (kilo)
Fum bon (kilo) ....
Fumo em t) h i bom (kilo)
i Fumo CMH folha urdinario (kil>)
| (inuebra (litro) ....
Mol (litro).....
! Mimo (kilo).....
Tabjilis de amare!! j (dus.ia)
585
40
7o7
035
4(.0
5H0
720
70
400
200
040
400
10050-10
Santa Casa de Misericordia
Reelle
Na secretaria da Sauta Casa arreada-se 03 se-
guintes predios :
Ra dj Bom Jess n. 13, 3 m-dar.
dem dem n. 44, 1- andar e leja.
dem do Vigario Theuorio u. 22, 1' fin lar.
I lem idem n. 25, sobrado.
I i ii do Mrquez de Olinda n. 53, 3 andar.
IJe n do Apollo n. 24, 1" aniar.
1 le ,i da Moda n. 45
Ipem idem n.47.
dem idem n 49.
dem idem n. 37.
dem da Lingueta n. 14, 1" a-idar.
Beceo do Ahreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia d i
Recife, 25 de Maio de 1887.
O eaerivo intrino,
Francisco Gom^s Castel'o.
Coarumo para < iiroiimcnt ileci
deiras de enwlnc orimario
De ordrm do iusp<-etor geral Ja nstrucQiti pu-
blico se faz saber a quem convicr que em virtud.1
de r'eterminacj do presidente da provincia de 6
de D zei.bro do amv> passado, c para exeCU(3)
d > disposto nos artigos 70 e segtiiutcs do rogula- |
ineiso o-ganico da iiistrucco publiea, acha--:e
posto em concurso o provimeuto das cadeirua
c.uistanti s da relacao abano pnb ieadi, c das que
viirem a vagar atea terminacho dj coucursi.
Para jso acha-se a'o rta Desta secnlana ;i
Dseripcio dos cndidatos a est*' pro''uiento, eoro
, pra>o de 40 das a cuitar do 1* do corrente, ob-
o. i vadas as seguintes disposices do regiment
dos concursos :
'^JArt. 1 Os pretendeutea ao magisterio, que nao
tiverem as isencoes do regalamento organieo da
ins ruccAo publica, devero submetter se a exame
de habilitaci para prova de capacidde profiaaio-
nal, noa termos do preaeute regiment
Art- 2o A inscripco para eate exame, dentro
do prnso annunciado per edital, requerer-se-ha
ao inapector geral, instruida a petieao com ;s do-
cumentos comprobatorios dos requisitos legacs, a
saber :
| 1 Maioridade legal.
2 Moralidade, o
3 Isenco de culpa
Art. 3 Os raquesitos do artigo antecedente de-
vero ser provad is :
O do l>por certide de baptismo.
O do 2' por attestado do parocho ou de quaes-
quT autoridades do lui-'ar onde res'dir o coacur-
renti".
O do 3* pela exhibicao de foiha corr la.
Art. 4o Sao dispensados :
1 De exhibir certido d8 idadeos candida-
tos que forem ou houverem sido funcionarios pu
blicos c os qoe apresentarem algum t'.tulo ou di-
ploma que nao obteriam sem a maioridade legal.
2" De aprosent-:r folha eorridaos que exhi-
birem attestados de procedimento civil e moral,
pa88ados pelas cmaras municipaes, autoridades
judiciarias e policaeg das lecalidaaesem que ho
verem residido nos dous ultimes anuos; os que
seachando no exercicio de empreo publico, exhi-
birem attestados do respectivo chete ; e as edu-
candas do collegio de orphas e casa de expostos.
3 De exame de habllitaco cb candidatos que
exhibirem :
I. Diploma conferido pela Escola Normal da
provincia ou de qualqucr outro curso norn al pri-
mario do imperio.
II. Titules em graos scieotificoa pniasfacu'd.; -
des do imperio.
III. Diploma conferido pilo tymnasio Pernam-
bucano ou pelo irnp rial collegio Pedro II.
Art. 5o O inspector geral, se o Candidato satis-
fizer as (xigencias egaes, ordenar por despacho
a inacripcao, a qual se effectuar pela assignatura
do candidato em livro competente.
Art. 6' Findo o praso da nscripcio o inspector
geral remetiera a lista dos inscriptos ao director
da E>cola Normal, afim de alli rcalisar-se o exame
de habilitaco.
Secretaria da Instruecao Publica de Pernam-
buco, I de Maio de 1887.
O secretario,
Pergcutiuo Saraiva de Arauj Qalvo.
RELACAO A QUE 8B 11EFKUE O EDITAL SUPUA
THEATRO
QMPANHU LYRICA TALANA
OE OPERASE OPERETAS
E HPREZA N A.GHEL
Dire{o-LUIZ IHLIIM:
Sabbado, IX de Junho
strea
com a popularissima opera cmica em 3 actos
BOCCACIO
Principiara t s 1/9 luirn.
Donda para todas as liabas e trem pira
Apipucos.
THEATEO
Comarcas
Cabrob
Brejo
Flores
Buiqne
taranhuus
Huiquc
Panellas
Bom Conselh.)
Panellas
Cimbrea
* luricury
Cabrob
BeZTl-08
Ouricuiy
Brejo
I Jera
Pctr.lina
(cimbres
Tacarat
)o^ & O., la Abe
i:i:c U'i ici.Afi 1 UO ASSUCAR
Para o exterior .... 1.994.269 kilos
Para o interior .... 468.9.16
Somma
2.463.265
Entradas
B&rcacas .....
Vapores .....
Via-ferrea de Caruar .
Animaes.....
Via-ferrea de S Praocisco
Via-ferrea de Limoeiro .
Dias Saceos
l 7 9.213
1 7 L41
1 8 402
1 6 6.274
1 6 325
Somma.
ntralas
Algodao
Dias
rJareacaa.....
Vaporea ...
Via-fenea de Caruarn
Animaes.....
Via-fenea de S. Fraucisco
Via-ferrea de Limoeiro .
6
6
7
8
6
6
Somma.
16.755
Saecas
310
87u
H
8.160
662
555
10.639
Deapacho* de exportaro
UEZ DE J0KH0
Noa dias 1 7 teram despachados na A'fan 1 i
-a os artigos seguintes :
Pura fura do Imperio
Agurdente .
Uo ....
A-rucar ....
Borracha ....
Carocoa de algode.
i (fructa)
.JoCO .....
Farinha de mandioca
Ipicacuanba .
l litios
414.142 kilos
1.994. G9
1.713 .
113.350 .
20
60 kitos
20 saceos
Si kilos
Vapor e navio denpacnado*
Vapor uacioual Pernambuco, sabido hantcm para
os portos do norte, levou :
Para o Cear :
185 1/2 kilos de rap.
10 f-irdos com xarque.
1 caixa com calcado nacional.
Para o Para :
10 saceos com assucar brauco.
ft barricas com dito dito
935/2 ditas com dito dito.
60/3 ditai com dito dito.
6 5 4 ditas com dito dito.
.225 barriquiuhas com dito diu.
40 latas com dito dito.
232 saceos com milho.
50 batria com agurdente.
740 meios de sola.
50 fardos cora xarque.
20 caixas com vinho de jurubeba.
4 ditas com calca Jo nacional.
1 dita com pomada de jurubeba.
Para Manoa :
142/ barricas com assucar branco.
160/4 ditas con. dito dito.
20 latas com dito dito.
I pipa com agurdente.
2/2 ditas com dita.
185 b-.rris de quiuto cora dita.
10/10 ditos com dita.
10 canas com sabio.
4 fardo* com xarque.
Car.'egarara diversis.
Lugar ingina Eva Lynch, iev.,u para os Esta-
dos-Uuilos 9 890 saceos com aasucar masca vado.
Carrega<*am Senry Forster & C.
Vaporea a aablr
y.arqucz dr Caxias, hoje, s 2 horas da tarJe, para
a Haba, com esc "la por Maccio, Villa Nova,
Pi-oedo, Aracaj e Estancia.
Jacuhype, amanh, s 5 horas da tarde, para a
Baha, tocando enr Macei, Penedo o Aracaj.
Giqui, amanh, ao meio dia, para Fernando de
oronha.
Paula da tlfauU-ata
SKMt.NA DI G A 11 DE JONHO DE 188
Assucar brauco (kilo) ....
Assucar mascavado (kilo)
Alcool (litroj.......
Arroz enm casca (kilo) ....
Algodao (kilo/......
Aisucar refinado (kilo) ....
Borracha (kilo)......
Couros seceos salgados (kilo
Couros verdes (kilo).....
Cacao (kilo).......
Caf r'Stolho (kilo)......
Carnauba (kilo)......
Caricos da alrodo (kilo)
Carvo de pedra de Cardifl (too.) .
126
066
218
65
400
145
U066
500
270
400
320
366
014
16*000
Dividendo*
Estao sendo pagos os s-guintes :
O 1. do Banco de Crdito Ubal, raa&o de 4
p>r Hcco ou 10 0/0 do valor realizado de cada
urna.
O pagamento faa-se ua sede do banco, das 10
horas da mauh s 1 horas da tarde dos das
uteis.
O 78 da Companhia do Bebbribe, na p'opjrcao
i- 5000 por acci-i ou 10 0/0.
Os iutert3sados dovem ir aoescnptorio da com-
panliia, das 10 horas da manh 1 da tarde, aos
sabbados.
A 1G. diatribuicJlo das cau'ellaa de juros cor-
respondentes ao sciuestre findo em 31 de ezem-
bro do auno pasaado, da compauhia Gbeat Wes
TERN OF BBAZIL KaILWAV.
E' ni esenptorio central da co.-upuiT.ia, das 10
horas a 3 da tarde, que so effeclua o pagamento.
Memorial
A L iMi'A.NiiiA de Edificaqao est faztfdda o re
colbimeuto da 7.a presta^ao de seu capital social.
ua razo de 10 0/ i di valor das respectivas ac-
voes, o qual dev. r r alizar-se at o dia 14 do cor-
i :..'<_
O ricolhirBento de Notas Dilaceradas do The-
souro, faz-ae oa Tbesoubabia de Fazenda, uas ter-
cas e sextas-feira, das 10 a 12 horas da manila.
As notas do Thesouro de 2*000 da 5.* estampa,
5>'.KK) da 7.a e 10*000 da 6.*, serao substituidas
na Tuesoobaria de Fazenda at o fim do met de
Junho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. de Julbo a 30 de Se-
zembro do corrente Mino.
Iiuporavo
H/ate nacional Iris, entrado de Mossor
em V do correnta e consigaado a Carlos
A. de Araujo, manifest".:
Algodo 97 saecas a (jromes do Mattos
Irmao, 22 a Joao Paes de Oliveira.
Couros salgad; s secaos 45 ao mesmo.
Sal 17,280 litros ao inuarao.
Uapor inglez Tamar, entrado dos portos
da hJuropa em 8 do cjrrcute e consgnalo
a Adamson Howie 4 C, mnifestou :
Amostras 25 volumes a diversos.
Armas 4 caixas a Ferreira GruimarSes
de C, 3 ordem*
Agua mineral 1 caixa a J. II. Boxwell.
Carne em conservas 1 caixa ordem.
C'ha 2 caixas ordem.
Chapos 1 caixas a J Christianl & C.
Capachos 1 fardo a GuiraarSes IroiSos
& C.
Conservas 20 caixas a Ramos & C.
Cognac 10 caixas ordem.
Drogas 1 vulume a Manoel A Barbosa
SucecBsor.
Eatopa 10 fardos a Machado l Percir,
3 a Antonio de Oliveira Maia.
Liuguas em conserva 1 caixa ordem.
Mercadorias diversaa 3 volomes or-
d-in, 1 a Nelto Campe
5 ein & C.
Objectos para escriptoro 5 volumes a
Enghsh 3-ink of Ri> de Jan iro Liiuitcii.
Provito 8 8 ci.ixas ordem, 1 a J. H.
B;XWJ1.
Papel O oaixis a Manoel Colado & C ,
10 fardos or lem.
Perfumaras l caixa a Mano'I Collaco
6 C. 10 fardos ordem.
Qu-ijos 22 cisas a Carvaluo C, 7 a
Alliciro hvcira & C, 24 a J. B. da Car-
vallo, 20 a Ferreira Rodrigues & C, 10
a GuiiDares Rocha & C, 0 a Antonio
Soares & C, 10 a Fernandes da Costa &
O, 2 tinas a Ramos & C.
Roupa 1 caixa a Augusto do Oliveira, 1
a Wells Hood.
Salit.e 50 barricas a Ferreira Guimaraes
& c.
Tecidos diversos 91 volumes ordem,
4 a Francisco Gurgel de Amaral & Irmao,
2 a Francisco Liuria C, 10 a Luiz A.
Sijaeira, 39 a Machado & Pereira, 2 a A.
L. Gumaraes & C, 3 a Alves de Britto
& C, 2 a Loureiro Maia & C 26 a A.
Vieira & C, 3 aos consignatarios, 3 a
And.-ade M.ia & C, 2 a Andrade Lopes
& C, 1 a Rodrigues Lima C, 14 a J
Agoslinho & C, 3 a Gongalves Irmao
& c.
Vinho 35 caixas a Jos Joaquim Alves
& C, 2 oarris ordem.
localidades
Masculino
li tillen.
Couro d'Anta.
Caru-.hyba.
Pedra d Buique
Breja>) do .Santa Cruz.
Santo Antonio.
S. Bviiedicto.
Campo Alegre,
Queiuindos.
Olio d'Agu i dos Uredos.
Sel l .r..:..' i.
Cabrob.
Mimoso
Sinta Cruz do Sitioj Novos.
,S Vicente da S rra do Vento.
lio Joce.
0. chocira do Roberto.
X saaScubors das Dores de l'oco.
V'olta.
F. minino
Pedra do Uuique.
Santa Cuu
Af.'gados do Iogizeira.
Agua Branca.
S rra Hraoca.
lirejt i de Siiiti Cru :.
Cii i do Eotev'o.
V. i:; r.iih-i-.
Es
'i.iJ i ii.
Mixta
1, z d '.
Kiacb i D ice.
i Cavalhi iro.
Santa Craz-
Tncaic.
Pao de Asajcar.
Calcado.
Jatob.
Secretaria da Instruecao Poolica de Pernim
buco, 1 de Ma:o de 1887.
O secretario,
Pcrgentino Saraiva de Ara.ijotalvas.
Iluique
Brejo
I-igazeira
Panellas
i luri iui y
IJaranhuos
lugatcira
t/ubr.-s
Ounc.i'y
l'iul InUb i
Cruai
Iin j -
Bom Conselh
i lique
Ticarai
Cimbres
Caruar
tacarat
QUINTA. FE1RA, 9 DO CORRENTE
Graudioso espectculo
Organisiido jx-lo syinpathico actor
LVBt'
Com o concurso da coinpsnhia dr.iuiatica
oi2si:< na .nunuiHOM
e J i qual faz parte a 1. actriz ingenua brasileira
I). ISOLINA HOXCLAB
A' pedidos
2 .* e ultima re presea tar o
d i importante drama em i acto?, original de A.
EN'SES, que no Ilrazil e Portugal conta mais de
2 .'I representacoef, e que na 1." recita neste thea-
tiv, i- breve
FXTBAORDINARIO 8UCCESSO !
OSENGEITADOS
O papel !. Antonio, icg.-iti : pr g nista da
peca, ser des'inpcidi ido pelo actor SOARES DE
MEDEIKOS e o da Visc-niesaa de 8ete-Kios pala
actriz D. ISOLINA MONCLAR.
T ni i parte to la i e >xpanhia
Terraiuar i isprctaculo com a inui ehist
Ledia ra I acto, ornada de munica
Bolsa e Cachimbo
Tmaiido parle i). Isolioa Mondar, Lyra c A.
Pies.
Principiar as 0 1/4.
Sabbado, II do corrente
ANTE-VESPERA DO IA DE SANTO
ANTONIO
Subir a sceua c. ni todo o esplendor a ORA-
TORIA em que ricura o mesmo sant;, deuoii-
n ida
Os Mi!
0 nr^L'rauma pcr aonunciBJO em avu'sos e
tos joruaes do diu.
Brevemente estra
Repertorio
Viageui a La Opereta burlesca in 3 actes e 12
quadros. Extrahida do roiuaucc do mesmo no-
me, di Julio Vcrne. Msica de Oll'eubacli.
Exportaeo
akioura, 7 db ju.nho de 1887
Para o exterior
So vapor inglez 2Veto, carregaiam :
Para o Bltico, Borstelmann Se C. 651 saecas
co.n 49,672 kilos de algodo.
So vapor inglez Cearetuc, carregaram :
Para Liverpool, J. Pater & 0. 330 saecas com
25,373 kilos de algodao e 2,619 saces com 196,425
kilos de assucar mascavado.
Na barca nornegutnse P. Arthur, carrega-
ram :
Para Liverpool, N C.hu 7,782 kilos de algodo ; J. H. Boiwell 757 eaccas
com 58,427 kilos de algodo.
Para o interior'
No vapor francez VUle de Baha, carrega-
ram :
Para Santos, V. da Silveita 120 saceos com
7,200 kiloa de assucar mascavado.
Para o Bio de Janeiro, A. Oliveira & C. 42 kilos
de penuas de ema.
No vapor nacional M. de Caxias, carregou :
Para Penedo, H. Oliveira 6 barricas com 360
kilos de assucar branco.
No vapor nacional Pernambuco, carrega-
ram :
Para Manoi, M. Cunha 200 barricas com 13,129
kilos de assucar branco ; J. M. Das 10 barricas
com 780 kilos de asnic.r branco ; F. A. de Aze-
vedo 102 barricas com 6,520 kilos de assucar
branco e 20 latas com 300 kilos de assucar refi-
nado.
Para o Para, J. M. Dias 50 bsrns com 4.80)
litros de agusrdente, 460 barricas com 28,961
kiloa de assucar branco e 232 saceos com 5,800
ditos de milho ; Baltar IrmSos C. 150 barricas
com 11,006 kilos de assucar branco ; P. Alves &
C. 50 volumeo com 1,200 kilos de atsucar refinado
e 20 pipas com 9,600 litros de agurdente ; Amo-
riin Irmos & C. 2 caixas com 75 kilos de doce ;
F. A. de Azevedo 514 barricas com 33,2t)5 k los
de assucar branco ; J. 8. da Costa Moreira 60
bir.icas com 2,897 kilos do assucar branco ; A.
F. d06 Santos 6 volumes com preparados de juru-
beba
Para o Ceari, J. M. Dias 15 caixas com 185
klos de rap.
No hiate nacioual Gfiquity. carregaram :
Par-* o Natal, P. Alves Se O. 20 barricas com
1,200 kilos de assuc r rehuaoo.
Para Macahybi, M. Amonio 10 barricas com
600 kiloa do assuciir inaecavado.
Na barc 9a i. Sociedade, carregaram :
Para Mamanguape, P. Alves C. 5 barricas
com 300 kloa de sanear retinado.
Katioo A cerca
Esto eendo despachados os seguintes :
Barca iogieza J. li. D., earocos de algodo, pa- j
ra Liverpool.
Barca norueguensc or, algodo, para o Havre.
Barca ingleza Prince Arthur, aesucar e algodo
para Liverpool.
Patacho nacioDal Maria Augusta, assucar, pira
Montevideo.
Vapor nacional Jacuhype, varios gneros para os
portos do sul.
Vapor inglez Neto, a'godo, para o Bltico.
>ft lo 11 (leacarga
Barca noruegueose Utantey, vanos gneros.
Warea nacional Mimosa, xarque.
Escuna Dorueguensc Keform, xarque.
Lugar inglez Flora, bacalho.
Lugar allemo Gazelle, trigo.
Lugar nacional Marinho Vil, xarque.
Patacho portuguez D. Elysa, varios genero3.
Palbaboto amcriciuo Lwiz Ehrman, fariub* de
trigo.
Pataeho nacional S. Bartholomeu, xarque.
Patacho nacionai Joven Correia, xarque.
Patacho nacional Rival, xarque.
Vapor nacional Arlindo, varios gneros.
Vapor nacional S. Francisco, va-103 genero3.
Dinrielroj
EXPEDIDO
Pelo %-apcr nacional Pernambuco pira :
Cear 15:000000
Pelo vapor inglez Tamar para :
Macei 12:000000
Readiiueaos pblicos
f'oram ocenpados :
25 columnas a 600 ris
22 C'impartiinen'os do tarintia a
500 ris.
23 ditos de comida a 500 ris
94 diti s de leguinea a 400 ris
18 ditos de suino a 709 ris
10 ditos de tressuias a 600 ria
10 talhos a 2
10 ditos a 1
A Oliveira Castro 4 (,'.:
54 talhos 1. 1
eve ter sido arrecadada oeetfs dus
a quautia de
Rendimento dos dias 1 e V
Foi arrecadado liquido Kt hoje
Prcc, ;s do da :
Carne verde de 24 I a 400 ris o kilo.
Carneiro de 7:0 a 800 ris idem.
Sjinos de 5f>i) a 640 ris dem.
rariuha de 200 a 24 J 'is a cuia
Milho de 26 I a 32) ris idem.
Feijo de 640 a 1200 idem.
15*000
11 Oi.O
11500
.)7i0t.
12600
6f000
20000
10*090
ljO
239740
1:4554240
1:694/980
99
Haiadouro 'uheo
Foram abatidas nc \latadcuro da Cabauga
rezes para o consumo do dia 9 de Junho.
Sendo: 71 rezes pertencentea Oliveira Castro,
tt. C, e 28 a diversos
Renda geral
O 1 a 7
dem de 3
HEZ DE JUNHO
Alfaniega
138:480597
32;913749
icDda proviucial
De i a 7
dem de 8
22.147*304
3:416,616
171:394i346
25:608'.920

Uc 1 a 7
dem de S
De 1 a 7
Ida-o de 8
'lela?
Ileo d* 8
Recebedoria geral
197003 266
7:735*179
1:303/871
9;G390M)
Recebedoria p.-jnnsiat
Recite Drainage
28.233769
1:051*359
29:283*128
2:361*565
92*980
2:454*545
Herrado Municipal de loae
O movimento deste Mercado no dia 8 de Jjnho
foi o se quinte :
Entraram :
38 bois pesando 5,763 kilos, seudo de Olivei-
ra Castro, 27 ditos de Ia qualidade e 11
ditos particulares.
647 kilos de peixe a 20 ris 12*940
166 cargas de farinha a 200 ria 33*200
31 ditas de fructas diversas a 300 rs. 9*300
10 taboleiroa a 200 ris 2*000
23 Suinos a 200 ris 4*600
Vapore* e navios esperados
VAPORES
Oratcrde Liverpool boje.
AymorJo sul amanh.
A-Ilativado sul a 11.
Espirito Santodo norte a 13.
Advanee de New-Port-News a 14.
Principe do Grao Parada Bahi. a 14.
Mondegodo sul a 17.
Vil!e de Maceido sul a 18.
Gamillodo sul a 18.
Equateurdo sul a 19.
Cearde Hamburgo a 21.
Ville de Cearda Europ a 22.
Zechfyde Fiume a 22.
Manosjo norte a 23.
Nevada Europa a 24.
Autor do Liverpool a 25.
Parado sul a 27.
Tjgusdo sul a 29.
NAVIOS
Anuidade Londres.
Anne Mariedo Kio Grande do Sul.
Blanch'do Terra Nova.
Cbristiau ElisabethJe Cardiff.
Camoc6do Porto.
Erutede Hamburgo.
Golden Fleecede Terra Nova.
Guadianade Lisboa.
Kataliuiie Terra Nova.
Leanderde Terra Nova
Marinho IX-do Bio Grande do Sa .
Met Sophide Hamburgo.
Uoviuaento do porto
Navio entrado no dia 8
Southmnpton c escala10 dias, Vupor inglez Ta-
mar,do 1716 toneladas, ejmmauuante P. Rcweli,
iquipagem 94, carga varios gneros ; a Adam-
son H^wie C.
Navios sethidos no mesmo dia
Macei -Vap r inglez Merchan', commandante J.
D. Plats, carga'v..rios gneros.
Buenos-Ayres e escala-Vapor inglez Tamar,
commandir.te P. R-wel!, carga vanos g-ncros.
Manos escala-Vapor nacional I Pernambuco,
commandante Pedro Hypolito Duart carga
NewSf-Llar inglez Eva Linch, oapi.ao Ja.
Sutherland, carga nnsucr.^
Qbservac to
Suspendeu do Lsm.io para Barbado a barca
Wle.a Sigmt, capito James le Daty em lustro.
dem I? P Bh un. P*"0^^*1?*
procedente de Terra Novaeem carga de bacalho.
Este navio nao communicou com a trra.
rifflHn.
%


0
Diario de Peruaiiibucotyuinta--icir& 9 c Junho de 1887
" "

i
3 actis
Mu
O Sobtinhos djCaplt,IoQ;*a-No.'-Uea 4>c ic'iBfianhla Saii*"' Ir. a"T?f.
cao a p'
ac-Ji, Villa Nova, t-eueo, Aracaju,
Estancia c Bahia
0 nw Marpz de Caxias
Cammandante J- J- Coelho
egue impreterivel
tente para os partos
cima no dia 9 de
Juuho, a 2 horas da
'arde. Recebe carg&
idchmente at ao 1|2
tos e 18 qundros-
D. JuauiU Opereta em 3 actos. MUBtc .,<>
Suppe. .
Paride e EienaOpereta mytho.ogica e
e 5 quadr 8. Msica de Offeubach.
BoccacioOpereta em 3 actos e 4 quadros
sica de Suppe.
Orpheo nos IuMBOlOpereta phaatastica em 4
actos e 7 quadros. Musca de Offeubach.
MascotteOpereta em 3 actjs. Msica de Ao
dr-n.
Os I> u- Socios (un os dous eavalbeiros de indus-
tri)Opereta bm lesea em 3 actos e 6 quadros.
Girn" -GirofliOpereta em 3 acto.. Musita de
- C. i-''cccq.
Madn-. AugotOp reU n 3 actos. Msica de
tecjeq.
^arentaMelodrama i mantico fin 4 actos. M-
sica de Gioiza.
Nia:cheComtdia-op.'rata un 3 actos. Msica de
B.ullard.
Mada.ne tinnfice Oper.ta em 3 a:tos. Hastial
de Laeome.
Educandae de SorreutoOpera-bufli ero 3 setos.
Msica de Usigbio
Le AmasnnoOpereta-burl'sca cm bCtos. Mu-
sica de Suppe.
-iebaOpera- bailo em 4 actos e b quadros. Mu
sica de Marineo.
Sinos de (JcrnevideOp:i '* ca 3 ac'os e 1 qua-
dros. Musita '- I'iai |,;
Lotera do Diabo Opereta phantastica cin tres
aet'-s.
Estrella de um PrincipeOpereta em 3 actos.
Msica de Prtciigbi.
O Secuto que v> m0,,rtet.\ phantastiea rra 3 ac-
t,'s c 10 quadros. Msica d' Amedei.
i Georges Bizet.
As SCCUkS p-i I OetaS Op retas t r,.tn pintad s
xpr. ssaniente pe 3 distinetos e n^taveis secno-
graphos:
L'r. Carueiro Viilela.
Cezsrt K .uiin.c, d tlieatro Feuiee de Veneza.
Giovanni Zucarelii, d thi-atro Scala de Milio
ngel.' Pantano, djthestro len i Jr- Torioo.
AlleTandro Baxzatsi, dj thtatro Real Teatro Apol-
lo t3>' liun.
Cotr'.n.'ii'i lor Tito Gioianni. dj ihcatro Prgola
Je l-'i n i c i-
Poruecedere*i
Vistiai'staViciuelli, de Mio.
ttresels C tbclla e Itiiragh', de Milio.
MaglierieBtrli, d.' Milo.
PerrucbiereSavio, 'le >M;Ii.
Cnlsoltl-'aMawverofler; de Mao.
i' secretario,
Carlos Repossi.
Le'l&o
tneouimen.1 ib c iuhei-
RP
>-. i S
dia do dia 8.
Para carga, p is;igens,
ro a frote, trata-se na
AGENCIA
7Rui do Vigari j i
Doiiiingc-s Alves Malhens
RiTIMS
* i
<.*>l.V%Hi* PKH*iMIl'l
DE
Savegaeiio Coste! ra por Vapor
Fernando de Xoronha
O ^apor Giqui
si

8 at as 10
Segu no din Junho, polas 12 ho
ras da manila.
Recebe carga at o
dia '.'.
Dras da manha do dia da
Pas:>:ig>
artida.
ESC ./TORIO
raen da Cons^auhla "etaai
caua n. I "2
bu
anipfschifnahrts-Gcscllsckafl
O vapor Cear
Espora-se de HAMBURGO,
por LISBOA, e ATORES at
o dia 19 do frrente, Eeguin-
(!>> depois d demora mees
1 saria para
Rio de Janeiro e Santos
a passageirose carga frote fritase cornos
CONSIGNATARIOS
Borsteltnann & .
RA DO OMMERCJU N.
1' umhir
j r tMJM peasamii'mm
DE
can c< i t ii: | i t: )
101.T S ICU
Pferi d> Aitc.u' Pal.i
R:it. it'
0 \apcr Jacrljpe
CcniiiclBt( lobo
Segu no dia 10 at
Junho. s 5 horas da
-tarde.
Recebe carga at e
Pdia O.
Ene jmmendas, passagens e diubeiros i frete at
As 3 horas da tarde do dia 8.
ESCRIPTORIO
,-1> Caes d' Companhia P^-r.ambucana
n. 12
Cnmpf.sssia llra.Ilelra de Save
sroa Vapor
POR TOS DO NORTE
O
Cornil I o
vapor
Commandante o 1 tenenfe Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portes do sul
ateo dia 18de Junho, e
rt seguir depois da demora in-
'JXl 4 dispensare!, para os portes
do norte at Man os.
Para carga, passagens encomraoBda e valar* s
r.-seta-so na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Cornatandante Joo Mara Pessoa
E' esperado dos ^^rtoa de
norte at o dia 13 de Junho
e depois da demora indis-
pensavel, seguir para os
I p't/is do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharioa, Pelotas, f'ort > Alegr.- e Rio Grande di
!> '.. trete modie .
Para carga, pas^^eiia, cncoinmeudas t valore
trata-se na agencia
PRAC.A DO CORPO SANTN 9.
H0ML1AIL STEAfl HOhjT
C0flP41\v
0 p a uete Mondego
E esperado
do sul no dial?de
corrente seguinlc
lepois da demora
' necessaria para
M. Vicente, Lisboa, Vigo e 8on
(hamptou
Reducto de passaqens
Ida Ida e volta
A South..rapt .u 1" cUsse 28 42
Camarote* reservados para os pasaageiros de
!' roambueo.
fara paasagens, fretes, etc., rracia-se os
Consignatarios
AdanisonHowie &C.
N. 3- RA DO COMMERCIO N. 3
1- f.ndar
vre, Lib
Rio de Jnoiro
iARttlRS i;hl MN
r>t;,i;il!l;i Franreza de Navega
C&o a %'apor
Linha uuinzui..! entre o ii
bm, Pernarabuco, liahia,
Santos
O vapor Ville de Cear
Commandante Snoon t
Espera-se dos oortos do
sul at o dia 18 d Junho,
seguiudo depois da indis-
ptiaarrl demt.ra para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marchu rpida
e offerece excollentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pasfagens podero ser tomaoua ue auicino.
Iecebe carga encomuiendas e paesageiros para
os quaos tem ezco'lentes ace^mmotlacoci.^
Par carga, pacB^geiis, encvuiia< n !as c diuheir
a fr.te: trata-se com o
AGENT/
Aupstt Labile
9 RA DO COMMKRCIO-9
(OHPWil: I9IS .fIU?>;A.^-
BI1-;* II.HUBTIMF*
UNHA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Alac
E' esperado dos pirtos di
sul at o dir. 19 do corrente,
Y seguindo, depois da demora
do costumo, para Bordean*,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-ee f03 senhores passagfiro de toda.
s elases qno ha lugares reservadas para cst-
_-i ocia, que podern tomar em qualqner tempo.
"Faz-se abatimento de 15% em favor das fa
millas composta de 4 p garem 4 passugeus iuteiras.
Por excepco es criados de familias que torna-
ren) bilhetes de proa, gos:im tambem 'este a bati-
mento.
Os vales postaos s se dia at t dia 17 pagos
de contado.
Para carga, paasagens, oucomuiciidas e dinhcir
i frete: tr.icta-se com o
AGENTE
Augusle Labille
i RUa do commercio y
Dj nio.fcia, louja, crysIaeB, objectos de
eleetro pate p candieiros a gaz carbo-
nizo.
A sab r :
Um piano forte e quasi uovo, i moch-i para o
mesmo, i linda n.obili-i de junco toic d > eim pa-
liaba no encost, com 1 sof, 2 canslos cora po-
dras, 4 cadeiras de bracos o 12 de guarni(So,
2 descancos de (s, 2 cadein.s de ii,av -'. 2 lan-
v< psra cortinados, 2 qm.dros dtuiados com finas
(.aysugens, 4 jarros parr. fl ro, tapotee, lean
dieir.-j a gaz com 3 bicis, pannoa de crochet, pra-
tos de porcelana do Japao e 4 vasos tambem do
Jap&o.
Urna mesa secretaria (boa), I mesa eom gave-
tas. 1 machina o costura, 1 relogio deparede,
candieiros a gas c in 3 bic, s, 13 cadeiras de
jrnco.
Urna oama franceza, 1 foilet, 1 cemr oda-arma-
no, 2 ir.arqut-zas, cortinadas, 1 lavatorio, 2 com-
aiodis, 2 cabides, 2 guarda-vestidos, 1 commoda
de Jacaranda, 1 lindo apparclhj para cha, 1 ban-
deja grande c divers.e i lijeetos de tlectro-plate.
Urna mesa elstica, 1 gu irJa-louga, 2 appara-
dores, etagors, 1 r.-iogio de parede, 24 cadeiras
de juuco torcido, 1 sof de junco branc, e qntr-
tiuheira, 2 quadros, appnrelhos para cha e jan-
tar, copos, clices, compiteiras, garrafas, talhe-
rep, colbt-r s, flani'S p-lts, m. tat, trens de co-
sinba e ma'S perttncos "le casa do fami ia.
S-vi.-. l> -.-. O de Inoho
Na segunda casa te tzulejo a esquerda da
ra do Paysand, antes da ponte pe-
quea.
Francisio L'iz de Oliveira AzevcJj em via-
gom [ara Europa com sua familia fus leilao por
inti rvfneaa do geute Pinto, dos mjveis e mais
objetos existentes na caea em que residi na ra
do Psyssand.
A's 10 horas e t minutjs partir o boud que
Jar piesagem gratis aos concurrentes.
O leila'o principiar s 10 1|2 horr.s
Hndanra de escripturio
O agente de leiioes F. I. Piuto mudou seu cs-
criptorio da ra dj Bjm Jess u. 43 para o aima-
zem da ra do Mrquez de O inda n. 52 onde pode
ser Drocnraao.
d urna : no pateo do
AMA P.-fCiia-s j
Terco n. 71.______________
PRECISA SE de urna mulhsr para pensar
utna enanca ; 4 ra Augusta o. 280, sobrado.
AMA DE LEITE
Precisa-so do
abundante leite ;
de C.-xias n. 42, 3. andar.
ama que tonha bom e
tractar na ra Duque
Leilio
D
o
urna excellente vacca lourina cora cria
nova
Sexta feira O do corrente
l\.r occas>'i do icilo no Chora M-nino, ra do
Paysand, pela agent! Pinto.
Leilao
De movis, onc>s, vidros, etc.
Agente Britto
O agente ..tima autorisado pelo Sr. Julio da Sil-
va Marques que se retirou para tora da provincia,
tara Ir ilan do segulnte : 1 mobilia de Jacaranda, 1
cama franceza, 1 commoda, 1/2 dita, 1 gurda-
me i, 1 meta elstica, 2 bauquinhas de amsrello,
2 uiarqueoes, 1 machina de costura, 1 toiltt, 2
avatorics, 2 cadeiras, do balare i de junco, 2 es
preguicadeias, 1 sof de amarello, 12 cadeiras de
june i 2 confl s o I j rdineira de amarelio, 1 re-
logio de parode, 2 etpelb>'8, tetagers, cabides e
quartinbeiras, quadros, jarros, candieiros para ke-
rosene, copos, lacas, loucts, bandiijas, tapete e
tutros objoctoe.
Sexta-Jeira, 10 do corrente
A's lo [ horas
Ra do Riogol n. 10, 1 andar
itttei S\ales & Brasil S. 8. C
0

E' esperado dos portos dt
euI at o dia 11 de Juuho
depois da demora necessaria
seguir para
flaraoho, Para. Barbados, M
Thoiuaz e Sew York
t'.ira carga, passageua, i-i^ m n'O las ; dinheir
* frece, trae.ta-se com >.
O vapor A.dvance
Espera-se de N .- nr
News, at odia 14 o Junho
o qual eguir Jepo'a d
demora aec'ii>i > p'ia
Baha e Bio de Janeiro
Para carga, po.3sagens, fl oncommendas traeta-
te com os
AGENTES
F .rscr & C.
Leilao
llcnrv
N 8 RU
M COMMERCIO -
/ andw
Pacific Sieam flavigation Gompany
STRAJTS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
Espera-se dos portos do
sul at o dia 20 de Ju-
nio seguindo para
a Europa depois da
demora do costumo.
Este paquete eos que do; a
em diante seguirem tocarlo era
Plyoioulh, o que facilitar che-
garem os passageiros cora mai
brevidade a Londres.
fara eargi., passagens, eneommendas e din-
heiro a frete tract -e com os
AGENTES
\llson Moas & C .. Umlted
N. 14 RUA DO COMMERCIO N 14
BlyTlIal St ai Pacfcet OwW
Vapor extraordinario
O vapor Nile
Km eoatiaueco
Na ra do Imperador n. 49
Nabbado 11 do corrate
A's 11 horas
De 1 bom piano com cadeira e cpa, 1 mobilia
de Jacaranda, 1 guarda loucas, 1 commoda, 1 e.
cretaria, 1 lavatorio, 1 cabide para roupas feitas,
2 grades de ferro, 42 cadtiras do bracos com en
costo de palba e de madeira, 8 ditas de balanco
junco, 2 eapreguicadeirus, 1 sof, 1 jardineira, 2
cadeiras da braco de mogno, 21 cad.-iras de junco,
com encost de palba e ni., i. ira, 21 ditas de aa-
9Cuto de mad ir i, marquezas, relogi03, jarros e
outros artigos para acabar.
Em acto continuo o mesmo agente venier 1
I) .- cavallo de sella.
Agente Pestaa
Leilao
De 1 cs.sa t'-rrea sita a travesea da U-
baias u. 25 uo Arrail com 200 palmos
de trra perttncente ao expolio de Jose-
pba de Malta Ribeiro.
Subbado 11 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No ermazem da ra Ho Vigario n. 12
O agento P<-st.n* rentera pr mandado do
Eim. Sr. L)r. ju z de orpbas e eom sua assist-n-
cia, a caaa terrea cima meiciouadt a qu-m
melbor lan^e offerecer.
Leilao
Agente Brito
i),i arinaeo, balancs, pesos, utensilos e b.ins g-
neros do estabelecimtuto de aolliados sito ra
de S. Jio n. 5, em um lote on retalhadamente
a vootade dos Srs pieteudentes, tude ao corre: do
martell) per ter o d ino de retirar-se per doente.
SeguuJa-feira, 13 do correte
A's 10 1|2 horas
casa 'iica, toin
rua Vidal de Ne-
a tratar em F. :
taverna.
De 3,039 'oneladas de registro
Rio
1 de
Sahir do porto do
de Janeiro no dia
Junho proaiao com C3
cala para Bahia e Per-
narobuo, seguioio depois de pouod deuno
ra rom malas e paasageiros pora
LISBOA E SOUTHAMPTOIN
Desde i recebe-se eneomi>ends part
eatuarotes na
AGENCIA
Ra do < ommercifl a. 3
1 andar
A damson Howie '>% C.
llMU
Sexta-f-ir. 10 do c, rrente, ter lugar lti
lo da wnvei?, louc, crytaes, candieiics a gat,
objectos dt el.cro-plate. da caaa em que resid i
o Sr. Francisco Luis de Oveira Axevedo. ra
d> rtysanl, para onde partir s 10 horss e 6
minutos o b r.d que dar passageo gratis aos Ce r.
curren tes.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se a txetente
grande quintal e tres quartos,
gieirds n. 129 (Cinco Fontss)
de Portas, ra do Pillar n. 5t,
Pri-cisa-se de urna coainheira pira casa de
fsmilia, que seja de boa conducta ; na ra do
Imperador n. 73, 3- andar
= Aluga se iuas casas e siiio no povoado da
Torre, ambas p .r 2'/00 mensa', s. Vende-se
larangeiras cravo, ditas da china, Sapotiseiros e
roseiras, a prefiJ de 00 is. a IfOUO : na ra Pri-
meirode Margo n. 14, ou caes 22 de Novetnbro
numero 42.
AMA Preeisa-sc de urna, que cosinbe,
para caa de familia ; na ra de Pidro Affiu^o
nuincrj 4
Au-' -se casas a tt.(KA> n r.eceo dos
hos, junio de Uoucatlo : a tratar na roa di
mperatriz n, f>.
Precisa-se de um caix-i'u de 10 12 ani.os
com pratica de taverna ; na ra di Payaand mi-
no r 5.
= Qmm quizer eotabtlccer qualqi
i melbor local da ra do Barao da V
ictoria, di-
eotabtlccer qualquer negocio
i Barao da Victoi'
rija-se meBnaa ra n, 1G
Rogi-se ao Sr. D.". Uemingues da Silva o
favor de \ir ra Imperial n. 1, a negocio que
nao ignora.
I'rtc.-a-a de um caixeire de 10 12 auuos,
eom pratica de taverna ; ns ra de Paysand nu-
mero 5
== Aluga se o sobrado ra do Mrquez do
Herval, junto ra Nova n 23, a casa de Olinda
em S. Pedro Novo n. 2, com muitos CMBrr.odoB e
fresca ; a tratar na loja do sobrado rus Mr-
quez do H.tvuI n. 23. Na mesnia casa se dir
quem aluga 1 quarto, 1 sala el gabinete tora da
eidade, junto a estacito do Caminlio Sov >.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e la-
var, para pequea lamilla ; na ra da Matriz da
Boa-Vista n 3.
AMA
Precisa-so de uma ama para lavar e en-
gommar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Casa e arniafo
Aluga-se na Varzea, enfronte a eatacao da es-
trada de ferro, uma casa com armario propria
para estnbelecimento de molhados : a tratar na
ra da Impernfriz n. 56, loji.
IflolCirolGlT
DE
Miguel L R. da Fonseea
35-Pra$a do Comniercio-55
PKSQUEIRA
N'este estabeleci-
mento encontrar o
publico em g-eral, um
completo sortimento
tle medica mentOvS, dro-
gas, productos chi-
micos, especialidades
pharmaceuti'as naci-
naes u (strang-eiras,
leos, vrnizes, tintas
de todas as cores, pin-
ceis e mais artigos
para pintura.
O proprietario des-
ta importante pharma-
cia responsabilisa-se
pela boa qualidade
dos medicamentos e
drogas de que est
pro vida, e bem assim
pela presteza e asseio
com que se rao aviadas
as receitas dos Illms.
Srs. Drs. mdicos, que
precisarem de seus
servidos pharmaceu li-
eos n'esta eidade.
1035
35-Praca do
fs:;:::s:
IMPORTANTE FABRICA
deTlNCTAS,
Ternizei, ilmeceg
para Vidroiros deseja um Afrente. Exigem-se
referencias.
Escrever DE"WAEL
Ana Provlnce, n> 16 3. ANTUERPIA (Blgica)
llermlna B Ferreira Cira^a
J<5o B. Ft-rreira Graca, Ercilia li Ferreira
(taca, Amelia 11. Ferreira Graca, Theodors Li-
pes de Souza, espiea, tlh;,s e mai ; Manocl la-
vares de Sjuz, Francisco Tavsrea do Sonza,
Theresa Tbvares do lt go Med.-iro, Francisco A.
do Reg Medeiros, Mana J^vina Carneiro de
8uza, (ausentes), irmaos e cunhados de Hormi-
lla I. Ferreira Gnc<, cord:alm-ote agradecen as
pcss.a8 que ne dignaram aeompaobar os restos
mortaes da falhcida e de nov os cenvidam a
assislir miisa de 7- d:a qu ter lugar s 6 1/2
horas da manha de sabbido 11 do corrate, na
igreja do N. S. dj Terco, pulu que desde j se
conlessam agradecidos.
Aluga-se o 1- andar do sobrado ra do
Rangcl n. 41 ; i tratar na ra Direita o. 3, ter-
' ceiro andar.
tiiii.iiiii Jun da Funacen
Ventura Jos da Fonseea p 1 presente ernvida
a seus prenles fl amigos e aos oo seu tcinpre
I-iibrado inr.a > A'itoai ) J\s da Fonseea, para
assistirem a missa que manda olebrar sabbado
11 do corrente, na igreja do Espirito Santc, pelas
7 horas da manha, Ia anniversario de s^u infaiis
t.) paseamento, pflo que desde j se confessa
.-ummamente asradcciiio
Coronel necio ile Aqalno Fonneca
1- anniversario
Euclido de Aquino Funseeu, Aleides de Aqu no
Fonseea e Maria Emilia de Salles Fens ca, tiibos
e ora do (OTOOel DeciO de Aquino Fonseea. con-
vidam a s sei.s amig's c paieutcs pi'a as^istir^in
a misB que por alma do inclino coruncl manlum
reaar na igreja de N. S da l'e .lia, Eixta-feira, s
7 horas da manha.
uiuujwui11 lilil ni gEBaasaa
DomiiigoM de ilosmau iia Paz
Telxelra l.lma
Jtrgeda Paz IVix ira Lima, D mingas de Gus-
mao da Par Teix-ira Lima, Aurel.ana da Concei-
Co Teixen Lina, innos e cuuliadas do fuaio
Domingos de Gusmo da Paz Teixeira Lima, con-
vida aos patentes e amigas do finado para airi -
tirem uuiu missa que man iam resar na matriz de
tf. Jjse, s 6 11' hoias da mauh.1 do dia 10 d) cor-
rente, de cujo acto du earidade desdo j se con -
frssam gratos.________________________________
Hlia i
U\ta 6 vigtf pars Ua g
ESTOMAGO, FIGADO e INTESTIN
VIHHO E XAROPE DE JURUBEB/
BARTHOLOMEO & C*
PHAiM. PERNAMBUQO
nicos preparados de Turatoba approvados pela Academia ie Medicina, .
recommendados pelos Mdicos contra as Molestias do Estomico Perda de adc<
tite, Di.estes dlfflceis. Dyspepsla c todas as Molestias do flgado e do Ba"c
[ na Diirrhea ehronfea, na Hydropesia, etc.
CUIDADO CJOM AS
M
ID
FALSirrrcAQ

A REVOLICAO
0 48 a Ra Duque de Caxias
Chama atiendo das Exilias, familias para um espendido soriinienlo
de fazendas finas que vendem por presos seiu compeleneia
Lionayse, f zenda transparente, bordada, a G000, pega.
Organois borbadas a seda, ulma moda, 18<)000, pega-
Etainine bordada a retroz, novidala, p 10#00, pega.
Gu.irnigSes de velulilho bur 'alas a vedrilho, a iSOO,
Fail', lindo* pndroes, a 500 rs., covario.
Amor da China, fazenda de nividade, a 400 rs., ito
Cachemiras pretia finas, n 700, 9Q0 e 1#200, dito.
Cachemiras breche, ultim-, moda, a 1>500, Hito
Lindos daraasses de sfd.i, a 1-J500, nitj.
Ditos ditos da algod-i, a 320 rs., dito.
Combraias bordadas, a ^iOO, G000 o 75000, p
Dita aiamascada, a 12-J000, pega.
Setins lizos, finos, a 800, lt000 e 1^200, ovado.
urun.
ga.
As Exmas. noivas
Setim branco, fino, ., 1-).'10, 1^400 e 2^000, covado.
Alpaca branca larrada, a 500 rs., dito
Setinetas lizas o Uvradas, n 500 o GOO rs., dito.
Cortinados bordados onin rios d^zeobos, nelo barato pregT de 6#500 Rj>0 9^000, 105500 e 13^000, o par.
Ditos de crochet, > 50(5000, dito.
Lindas grinaldas com veos, a 10)5000, 14)5000, 205000 u 25^000, u.na.
Gu.rnigo s de crochet a 8J0'J0 e 11()00, dita.
Colcha bordadas, a 5*000, GjjOOi a 75000, dita.
Colchas de cr- ch-t, a O^OOO, dita.
Groado sortimento de faZeodas finas, chitas, rajdapolS's, algnles n eii! -
outros artiges que se renten) pjr pregos sem comp-t n ii.
Henrique da Silva Morera
SUSPENSORIO MILLERET
FUNDAS MILLERET
Elstico, sem CordSea C<"- WtlUeret rommmda
Para evitar as ContrafacSea '"" linda annrio.s
Extair a marea do hrenior imprimida """ Funtlas ilivimveia, ar
em cada uipmsorio. i cnierai hernias e quebradura! ai m,n
Hf iim liara l'arizen < dijfies.
depuse t7?15 '"o l*. f j,. C1HI0RAS PABA A BARRIGA E 0 MBICO.
MILLERET, LE GON1DEC, Successor, 49, ra J.-J. Rousseau, PARS
DEPSITOS EM TODAS AS PHINCIPAES PHARMACIAS
DE
WOLFF& C.
N, 4BITA DO GABDGA'-N. i
\'*-Htc multo ronhecido cstiibclecimen-
to encontriir o respeilnvel |iubieo o umls
variado completo nortiiuento de JO.V*
receiiidas seiupre dirretanaente do oaellio-
i-es flirteantes da Europa, e |ii primaiu
pelo apurado gosto do niiuido elegante.
Ricos derecos completos, luds pulwel-
ra. atinetes, %'oltai de ouru crav^jadas com
Itrllh'.ntes, ou perolas, aunis, caeoletas,
botoes c outres muitos artigos proprios
late generes.
ESPECfALIDADE
i'ua relogio de ouro. proSa e nicL-elados.
para bom.-ns, senhora* c na>ninos dos miaiM
acr-^iiitadis fabriruBte-s da Europa e Ame-
rica.
ara todo? os artigos desta casa garnu-
tC'Sti a bou quali Fade. a*sim como a mod'ci-
dade nos precos qua sao srm sompetncla.
Vct casa tamil ni concerta-si; <|iial-
uer lira I- ouro ou praia e tambem rtl ;-
gos de (fualqu r i|iialid a Je que s ja
4Ruii do Gabug--4
Ruj 1 de Marco n. 6.
l'artiipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado .seu
estabelecimento do JOIAS com hus um i secgao, no pavimento terreo,
rom especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exaias. faioilias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimenio, onde t-n. ontrarao um riquissimo sortimento de joias de ouro e
prata, perolas, brilhantes e outras pedrs preciosas, e relogios de ourj,
prata e nikel.
Os artigos que reeebum directamente por todos os vapor sao
exeoutados pelos miis afcados 9pecial6t-i8 e fsbrieantes da Europa e
Sstados-Unidos.
A par das joiai do subido valor acharao urna grande vanedade
le objectos de ouro, prata e ti otro pate, proprios para presentes de
pasamentos, baptisados e &nniversaries.
Nem em relago ao prego, e era qualidade, os obfbetos cima
mencionados, encontrarao concurrencia a'esta praga.


i

-
Diario de PeruamtHuwQihiita--fcira 9 de Junlio de 1887



i
o*
ws*>r&
o


Vinko Collares
U que ha de melbor, em quiutos e decimos ;
vondem Baltar Irmaos 6e C, roa da Cruz n.
32, 1 andar.
Novo porto do nirvio
Boa do Marques do Ilerval n. "i")
Em virtude da gronde quHiitidude de carvao
i^uc tcu eheg..) pura eate porto, o proprietario
deste, resolved bailar para 600 rs, a barrica, e o
fretc eer o mcuu pjosivel ; o conductor do car-
vi que nao t&trcgar o t.'.lao qu? accmpanha caia
bhrriCH, frete. O piojirietario do mesino apressa-se em
declarar que nao queo fornece c-irvao pela for-
ma conveniente, e nem se eutende com elle as mu-
a para dentro e fia d. >t:i cidad?, e sem
\.-xa urna intitulada empreza do Sr. Joao Goccal-
ves, pois quem deve aer procurado para tal fim,
jorque.este capaz do maiores emprebendi-
mentos.
Triado fi e diligente
l'recisa-se pa:a casi de urna familia : a tractar
na ra Nova n 13.
Tontaras de cabera ou enchu-
queca
as
i^ese terrivel s'ffrimcnto cura se fazenio se
-) di: lamente, ao doitar-se, de urna a duas pi-
mas anti dyspepticas' e reguladoras do v- nte,
prepuredaa por
Barlliolomeu <& C $uc<-enort-ft
34 Ra larga do Rosario 31
Pemambrico
PIIOSi'HOROS
Deutsche Quodlibel
Sao os melhores
que tecm vindo a
este mercado, que
tornam- se recommen-
daveis tanto pela boa
qualidade, como por
virem colorados, em
caixinhas de phanta-
sia e com cromos 7a
riados.
Vende-se por pro-
cos mdicos. nicos
depositarios Fran is-
co Lauria & C. ra
eo Bom Je sus n. 61
lauria & C. ra da
Imperatrizn. :% Cos
ta Lima & G. ra d >
Amorim n.
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
F.' nm alter.i.iv) tito eflk-az que extirm completa-
mente Uo ivateinaa Escrofa" Heredltarto,eas
atr.o.V que tem amuidade com as en., midades
contaeioeas. e as ccaiouadas |>e!o mercurio. Ao
mesmo tempo ritalisa e enriquece o s.iugue com-
Dinnicando urna accao aaudavel ao organismo e
rrjuvcuesceiio o sysiema inte>'0. tsta grande
Medecina Begeneradora,
i eomaosta coin a v-rd.toiis SnlMiparrilha do
Hondura-, f I....,.< Ptaselo .- Je It rro, e
outro in^rcl i- -'-' virtudes
curatira- i>r.-iara.los.
A tomillo < ramente eouliecida da pronssio
maea ,. os 111 Iborea mdicos rcc-iti a Salsa-
i-ABBiLHA iki Di! Avrn como um
Remedio Absoluto
'para ni eiifenuidades oecastonailni pelo estado
vicioso do saneue. ,
airado ao grao mala alto praciicavel
.-vi
35.
oiee
i*ro
VINHO
mwi wt
'DoDorVial dPAR'S'
Contando os trem fermento*
da digesto :
Pepsina, Diastase e Pancretica
BBC1ITADO rOU TODOS
OS MDICOS, para nBlgre.tSes
1 tardas c laboriosas. Dynptp- i
Isla, Cardalgia, Oastrodjnla |
| Gastralgia. Ctlmhrii de esto-*
' maco, Vmitos, Oonvalescen-
caa lentas, etc.
Deposito peral : H. TIVIEN
60, Boul* de Strasbourg em Parla
I IS TODAS AS SHARMACLIS
Ifi.OO .
Aluga-ae a casa n. O r.ii. do Riachuello, sn-
t'ga do Destino, na Boa-Vista ; a chuve acha-se
junto n. E, e trata-se na na da Guia n 62.
Arreiidnicnto de en
genho
Axrenda-se o importarlt', engenbo Santo Xndr,
aito na fregu^zia de Um, comarca d.i Rio Porino-
sp. quiltro ligoas de Barrfir e. perto de embar-
que ; esse engenho, qa e um oprim eugenbo
d'ugua, e um dos n.clhor.-- da provmci, alem de
nutras Vantagens que cfferece, recommeoda-se
pela tertilidade c eitenaao de siihs tetras, que
tem capacidade para sarrojar maia Je 4,0f O pes,
e ptla3 suaa i-xeillentes obran de pedra e cal, in-
clusive urna mignifi a ensa de vivenda ; qurm
quitor dirija se ama .... Imp'rudjr n 40, arma-
zem de mercearia.
AIu-a-sc
um criado p^rdo, pseravo, de 18 annos ; a tratar
na ra do Marqulz do Htrral n. 182.
-ES
KdCrtU
DEL i
Mi
i ott^re cfirorUco da bsztga,
tvltm&a do canal de urtiro,
ifjlest'as de o ros tata,
t tcc ,tir.sn.cia aa urina.
arw na urina, ate.
i $W!JI<) Pii3i*maceuticD-Ciinisc(
,,.....~v. v-^--------- -i,- mlfrftSFuXlfn
uiio mai mi ou ilquer .mira prerraeo da aua
asoe, que pretw, le pr iporcumar igoaet en
por tanto a medecina nial- barat "*>nj cornos
mellior par i pul Iflear o -
l-ltl-.>- IRADO PKI..I
DR. -T. O. AYEE k CA.,
Lowell, Mass., l. D. A.
A- venda nai. prhi' paes ptarmal.- e drogal iats.
Engenho para arren-
dar
O ttoiabeira, d agua, inoente corrate, meia
legoa distante de Jabontao, eom torras para sa-
frejar 2,000 pea do assucar, e boa casa de vi-
venda ; a tratar na ra da Imperatriz n. 49, se-
gundo aodar.
n
Precisa-s de orna eDg. njnaadeira escravi., para
urna casa de pequeua familia : u tratar no caes
da CimpaDhia n. 7, eacriptorio.
'ciloi'i de Cambar ()
Descoberta e preparado de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approva.li pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica,auct(iriaado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhas de ouro da Academia Na-
cional de Paris e Expoaicao Iirasileira-Allema de
1881, e rodeado de valiosos atteatados mdicos e
de mitos outres de pessoas curadas de : toases
simples, bronchites, asthma, rouquidao, tisica pul-
onar, coq ueluche, escarros de sangue, etc.
Procos as agencias : Frasee 2500, meia
dusia 13000 e dusia 24/'
Prejos naa sub-agenciaa :Frasco 2!800, meia
dusia 153000 e dueii 284000.
Agentes e depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANUEL UA SILVA &. C,
ua Mrquez de liuda n. 32
Atten^o
Precisa-se arrendar urna piopriodade da trras,
com casa de vivenda, estribara, casa de farinha,
ditas para moradores c maia betnfeitorias, cem
acude ou abundancia d'agu-i corrente, com cercado
para vaccas de leite e aciuiuca, ou proporcoes para
ifcto, e pwa t di agrk-ul'nra ''o mandioca, milho,
fcijao e algorn e que utM> iiiate de nm pov oado
com fe ira, quaudo mu.! i de urna legoa, ten do al
gnma estacan de caminbo de ferro nesta mesma
distancia, uo importaudo ser o lugar acatingado,
com tanto qu. esteja as cond icoesa cima exigidas,
e que aa bemfeitorias esteja m em perfeifo estado
de conservaciio e limpesa ; quem tiver anuuncie
para eer procurado eexaminar-ee. NSo ae scolhe
cemarca ; prcf nado te a da Victoria.
Jalropli
Manipoeira
Ense m.-dicaas nto de urna eficacia r coubemda
no beriberi e outrr.s mu siias era que predomiua a
hydropesia, acba-se modificado em sua prepara-
cao, iracas a urna no\ formula de um distincto
medico de6ta cidade, S'Sio que somonte o abaixo
assignado est habiltalo para prepara! -c. de modo
a melhorar Ihc o goslo e cnoiro, sem toiavia alte
rar-ibe as propriedad.s n" iicament&eaa, que se
conservam cm ^ ir.etms actividade, se nao maior
em vista do ir-r-do por que elle tolerado pelo
tat-mago
i airo Na phi; in.OM. Droceioao, ra do Marques de
Olindu n. 61.
II'>. ira de Helio
rDAV& MARTIN
'. necsdort de Sal Kajeititfs i ,t)*k as /sJtKsrrt,
do Cnrofto Ksrtn* ontasse.
GflAIXA BRILUARTE LIQUIDA
GRAIXA^pisuUNCTUOSA
OLEO pwa AEEIOS
EU*tr*saceairio imumtHtMt mm
MS todu M lrsue.
DEPOSITO OAL KM UUDRI
7, Mt0h Hnfhorn, 97
nue~ 1.1* HLTi r.
AVISO
Os fogos d& artitcios preparados na an-
tiga fabrica da viuva Rufino proprios para
as noites de Santo Antonio e S. Jo3o, ven-
dem-se nicamente no caes Viote Dous de
Novembro, armazem da Bola Amarella
n. 36, pelos presos da fabrica ; neste ar-
ro&zem haver venda lindos craveiros,
pistolas de todas corea e tamanhos, rodas
simples e singt-las, foguetinhoB, estreli-
nhas, etc., etc.
DOENCASdo ESTOMAGO
DIQISTIS DSFFICEI8
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Pe'da de Appeiiio, Vmitos, Diarrhea,
Debilidad das Criangas
GURA SKQUH.A E P.AT>;;).\ PELO
TONICO-DIGr "IVO
cvm Quina, C'o' epeina
Adoptado em tou Hospitaes
MEOALHAS NS ...POSigOES
PARS, r La Brnyere, ?4, e em (odas as Phannacias.
Tinta preta
I N A L T E R A V E L

(OIIUIMI llU
Pll vUM vCIA CENTRAL
38 Ra di Imperador 38
I* riiiimliiK

Serve para cscriptur*fo meicantil e d tris ou
cuatio copias de nina v. i
Ao publico
Francisca Leocadia Ferrtir KaDello, d.e'ara
que ficam caasad. s os pederes que eoncedeu a scu
irmao Jo: Ignacio Ferreira Rabel.'.), para Da ci-
dade de Gyiniii reeeber, vender ou albeiar a
meiaco de um s >brado o urna caa torrea ra
do Bario de P-trrp .lis, cuja procuracSi fei pas-
sada na n t t .belll ;1 i Si've io L l>i.
Recife, 4 Jimh de 1887
Francisca L ocadia Fere.ia liabcil
"> folegam fragancia ^
FRANGIPANNI
Opoponax Fsldlun
Oarlssima Coradla
V* Vende-it em loda
yt* (M ''/umariat m*t
v% < Drenarla, -<-
^Sd stre6r-
= siga
Caiiiro
Precisa eo .le jro menino de 12 a 14 vnnos, para
pratiear na hrbrioa Martina ; ua ra da Impera-
triz n. 1.
tile
acia
Riu; do imperador si 38
Jos Francisco Bittencourt, kntigo pbarmaceu
tico da phsrmacia franceza ra do BarSo da
Victoria n. 25, avisa a seu3 amigos e fregueses,
que se aclia na pfaarmaeia cima, oude espera
continuar a merecer a confianza que felizmente
depositarara em si js trabalhis protessionaes.
Alugii-se o 1' aula.' do sobrado n.27 ra do
Imperador, pintado de novoe com agua ; a tratar
na ra do Duque de "axiaa n. 47.
'licenciadopela Inspectora Oer&l
de Eygioe do Imperio do Brazll.
4D /% S A
'alian de alnitrao ninlanilia
preparado pelos cirurgices destistas Q. O. o
Santos & C. ; acba-se venda na pharmiicia Mi-
nerva, no pateo lo Terco n. 7, dos Sra. Pinto &
San t os.
Precisa-so de urna ama para cosinbar : na ra
da Conceicao n. 4, 1- andar.
P^ OLBWY Vende-se em toirt a part
Ao corp" comnercial
O trite estado em que ficou o espolio de meu
infeliz msridn e crmoiereiHTit- Manoel Lourenco
dos Santos, impa-m'3 o de ver de convidar os
credores do mesmo, para se aehMrem na angonda-
feira 13 do corrente, ao meio dia, em o eseript"rio
dos Illms. Srs. Machado Lipes & C paia delibe-
rarle a tal respfito.
Eacada 7 de Junb de 18S7
Anna Isabel de. Cunba Santos.
Xaropeied
(De CODEINA s TOLU)
O Xarepe Zed emprega-se contra, as
Irrilofdes do Tale. Tosse dos Tsicos, Tosst
C(mmka[Ccquelu(he),'Brondntts,Constit)a{dU,
CaUtrrhos i tnsoMMOt bersisltntts.
aajub, n r.-e Prouot. a aa psaskacus
fu
a 40fi n. a arroba
Cb'g n a priireira remeeaa do precioso nrellu
decsrcCO deslinda*. 3 mais barato dutedosos
alim. nt 3 para inimau e rica ea vallar, vac:um
suin etc. 0 carceo de igedo depoia de ex-
trabida a rama e todo o olee, o maia rico ali-
menta que se pod* dar sos animns para os forta
lecer e ( ng..rd: c ta sdmiravel rapidez.
Nos EsUdos iiij. i; da America do Norte e na
Inglaterra file 1 muir gado (eom 3 mais feliz re-
sultado) do pn fort note ao milho c cutros farell.s
que tao n-.ui'o u> a jaroe nao tao de tai.tu pue-
tancia.
A tratar no weifett Larto do Car-
po lamo. lo andar
Esti.belecDien'0 de tallos ai)
pateo do Canuo n. 20
O proprietario desse estabelecimento
chano-se com sua s .de sggravads e
nao podendo por isso continuar com o pe-
sado traballio que tem tido a 22 minos em
procurar e eleval-o ao estado em que se
acha em offereer todas aa vantagens que
se pode d'jsejir. O cstabel cimento ligado
com oendar superior quo tamben offerece
as melhores proporoes para casas de
peneo'S ou do sale. Os pretenderles a
compra do referido rstabeleciruento .liri-
jam-S6 ao s >u proprietario na mesoia -asa.
TI
Ama
Para fugni.mai para urna familia pt quena : na
ni" do Mrquez do Herval n. 107.
rani]7?M;
NICA TNICA
Oc FILLIOL. DE KILl.IOl
H8TANTANEA pira a barba. { ROSADA para dip aoi cabella
M nm :Jpo. sem prepara^ braocoi
em Uva^em. sua Cor primitiva
Hta't prl (B Parts riUIOL, 17, rna'ir'iig, Pis>
H etr-ia~.il,..c* : l'fiAN" M. Kninlsao do kipler
reparado de Buroiigh. %% cll
cu me ti- C.
CHIMTCOS DE LONDRES
Azeite puro e fresco de figad > de f.ae.lhao da
NoruegaiTJ soiucSo com o Extracto do Malta de
Keplor.
EeI r. mais perfeita Emuhao at hoje conhe-
eids.
Foi inlrodusida na pratiea medica a alguns
aun. a e desde ento o seu consumo tem tomado
um incremento t.o ztraordinario cjne nao ha um
f dia m que f. j. r.ceitada pelos mais abilisa
dos ni-dicis iiu mundo, com preferencia sobre
todas aa demais pr--paraco a d<- igual nal un za, pela
certes-i de sua tolerancia m estomsg) nao todas
creanca como dos adul'i s, rebeldes multas vezes
ao oleo de baealho e a inuitaa einulids mal pre-
paradat.
Assiin. poia. a nossa Emuhao te recomm. nda
( ni |,n I iei.c a p-ra o tratamento da tisica em
todas es eui-s m.i'tipli.'adas man!, ,-tac- a e em
todas r.tiercoesd ao.tii a reepirateri> i, como lirn-
chites, raquitism enfercaidadra escr. fulosae, tu-
morts brmicis, p, ediinen' supurativo e na den-
ticJo das creancas. na ca- xia ayph.litica, na
perda do appetitte Jt-bilifaJe d.-s ergios dige-
tiv. s e em geral i ni todo* es casos enj que s i faz
preciso o levantaintnto na i.uirico.
Calco depONtlo
34- Roa Larga d > Rosirio31
Pharmacia
BARTHOLOMEU &. SUCCESORES
A FLORIDA
Hiia Duque de Caxias n .03
ADfllREM

A Chave o Futuro, aovissimo livro de sor-
tes, a 200 rs., vende sa aqui.
Bonitos quadros ole.ograp iios, a 500 o
par.
Um jogo da gloria, a 1000.
Anquinhas a l#r>00, urna.
Lindo sortimento de cadea d- laque ame-
ricano.
Lindas pulseiras americanas, de .">>. 7-S,
9 o par.
dem de 1)5, 2-} e 35 o par.
Lindos broches de plaqu emerican a 4$.
dem desentiendo urna thesoura, um peixe,
a 2f> um.
Lindas guamicoi3 para tsilet, a 12$.
GuarnicSes para camisa, pliqu americano,
garantidas por dez anuos, a -1-5 urna.
Carteiras para dinheiro, com repartimen.
tos, de i.$ a 10.
dem para letras, marcando os mezes de
Janeiro a Dezembro.
Lindas pastas de couro, ch=.grio, pellica e
velludo.
BARBOZA
Lindis capellas com vi, para coiva, de
8/J a 15#.
Ran-.os de flores de laranjeira, do 16'."00 a
2^500.
Boleas para raeniaa, de 35, 45 c 66.
Meias para senhora a 10i5 a dneia, com
palmas de seda.
Lnc>s.de linhj m lind-s caixsg, a 3t5 a
duzia.
Chapeliuas Je seti u para baptiaado, i>->-
Sabonetea do di.-i-rsis qualidad* ?.
Para toilet :
A^ua Florida,
dem Celests.
I lem Divina,
dem Osea
i Pos de arroz Florida
dem idem Osea.
Ilem idem Regina de Gelle Fleres.
Para o lenco :
Es8encia Rita Sanglay.
dem Ixora.
dem Aida Bouqust de Exposicao.
1
DE
II riiuiia Costa
RA PRIMEIRO DE MARgO
(Antiga do Crespo n. 7)
Tlitin s. retratos, inclusive os inai
teraveis, desde os de miniatura af os de
tamanho uaturaltodos os riias, : inda
j.tsmo ebuvosos.
""uinrfoirar~
Aos 5:000^000
Bi hetes garantidos
23-RUA PRIMEIRO DEMARgO-2-i
Da 6* lotera daprovincia e 19* parte da=
concedidas em beneficio da matriz de
Itamb venderam Martins Fiuz & C. o-
seguintes premios garautidos :
G230 :0005
7125 50*
Acham-se venda os afortunados bi
lhetes garantidos da 7a lot'ria da provin
cia e 14a parte das concedidas em boae
ficio da matriz da Boa-Vista, que se ex-
trahir quando ffir annuciada.
PREgOS
1 iot- iro 3.i00
1 terco L>000
i: porco de iooi>o para
cima
1 inteiro 2-ST00
1 terco li'X)
60:000^000
Em beneficio da Instruccae Publica da provincia
Esta lotera dividida ein partes
Exlracfo da Ia parle da V lotera
Sexta feira 10 do corrate
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da
Independencia ns. 30 e 37; Casa da Fortuna,
ra 1. de Marco n. 23: Roda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36.
il
ASA
r
Aos o.OOOSOOO
H7
!LUETI> (.tilt\U(01l
*raa da Independen
cia ns. 37 <* 39
O abaixo asdiguaJo vend.'ii da i!1 loti-
ria extr.bida no dia 8 do corrente a sort-'
de 100t> em o n 308i.
ApproximajJlo n 6229 Tin soru d
102?, outra de 30-1 n. 34'..")
Acham-se venda os felizes bilhete
garantidos da 7a lotoria a ben-'.ficio d.
matriz da Boa Vista, qu s? extrahira
quando r anuunciada.
PREgOS
Em porjto
Inteiro 2->700
A retalho
lntein^
35OO0
Antonio Augusto Jos 5*n'0' Portt.
GERAL
LOTERA 6.a
19.a parte das loteras nt beneficio 4a Saaia Casa de Mise
ricordia do Eedfe
EXTRAHIDA EM 8 DE JUNHO DE 1887
759
26!)
3084
3577
5643
3243
3555
6420
7125
7951
7964
PREMIOS
6230 5:000^000
7977
20011
100$
100|
100$
. 100$
50$
50S
5
50$
50$
50$
2
1461
2226
3495
3500
3889
4129
4201
5954
7057
7254
30$
30$
30$
?m
30S
30$
30$
30$
30$
30$
6229 102$000 6231 1021000
Os nmeros de 6201 a 6300 (excepto o da sorte grande) esto
premiados com I5$000.
Todos os nmeros acabados em 30 esto premiados com
6$000.
Todos os nmeros terminados em 0 esto premiados com
3$000.
N. B. A extraeeo da 7/ lotera, em beneficio da matriz da
Boa Vista do Recife sera' annunciada brevemente.

0 Tliesoureiro,Jo* Candido de Moraes.
1 HHKVH >







Jouba
Aluga-sc barato
Ra Viscoade de Itaparica d. 43, armasen!. ^
* Vh Coronel Su*** n. 141, (jnanta.
Eua de Santo Amaro u. 14, loja
Ra do Corredor do Bispo n. 18,
lYatk-se na a do Commercio n 9, 1 andar
isaipsmi" de Silva fl*iaKris & C.____________
Alug-j
a-se
ama casa na sotao, edificada a moderna, con
accommodacao para familia, sitio pequeao, entre
as duas estacoes Jaqueira e Tamarineira.
mi
Urna casa nova em frente do Sr. Tham, propiia
para pequea familia, entre Jaqueira e Taman-
eira ; a tratar na ra Primeiro de Marco n. 25,
;ja de joias._________________
de cambar guaca e bal-
samo de Tl
repelado pelo pbarmaceutico Jos Francisco
Butoueoiart
E' nm poderoso preparado para todas as affec-
joes dos otgaos respiatorios, como catarrho pul-
monar, aotbma, coqueluche, brcncbite, paenme
sia, tisiea, etc., etc.
Cada frasco 1*000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38. Pernambuco.
Ama
Precisa-te de ama ama ; na praca do Conde
d'Eu n. 5, kija de sapateiru, se ilira qatia pre-
cisa. '
Am
para cosinhar, precisa se de urna: 4 ra de Joa-
quim Nabueo n. 3, Capua*.
Ama
Precisa-se de urna criada pata andar coro
criancaa ; na ra Duque de Casias a. 44.
\arope
Ama
Precisase de una asaa psra comprar e cosi-
nhar, a tratar na ra da Palma n. 29.
-mjM
Precisa-se de ama ama qae eosinhe bem ; na
ra de Santo Amaro do baiiro de Santo Anteoio
n. 4.2' andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na pra-
ca do Conde d'Eu n. 19.
Semeirtes de carrapate 4ma deleite
Ccmpra-se grandes e pequeas quantdudes :
na drogara de Frrncisco 11- da Silva t C ra
:o Marques de Oiinla n. 23.
i nado
Preciea-se de um criado : a alar na ra d
Paysand n. 19, Passagem da Magdalena
Sortes para S. Antonio,
S. .Joo c S. Pedro
'.splcndido sortiineno, viudo de Berln,
Preco sem ccmprtmcia, s na faoiica
Vendme i ra do Bniiio da Victoria n. 39.
i'enhsm ver para acreditar.
Engcnho Cotunguba
Arrenda-se es'e enpenh^. sito na comarca de
ISusaretb, eom muito boas trras de pantrieo,
..ara safrejar 3,000 paes, bjm vapor pelo systeam
Jietilscao cem agua viva, b >as ebras, editante
las lcg- d'Alho ; trata-se no mesmo engenho ou rus Pri-
meiro de Marco n. 17,1 andar.
Tricofero de Barry
Garante se que faz as
oer ecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cora a
tinha e a easpa e remova
todas as impurezas do cas-
so da cabera. Positiva-
mente iinpede o cabello
de cahir ou de embranque-
rer, e infallivclmente o
torna eapesso, macio, las-
tvoeo a abundante.

Agua Florida de Barry
Preparada segtmda a formula
original usada pelo inventor am
1829. E' o nico perfume no mon-
do que tem a approvac&o official de
am Govefno. Tem duss vezes
mais fragrancia quo qualqner ontra
eduraooobrodotempo. E'niuito
mais rica, suave e deliciosa. E'
amito mais fina e delicada. S'
mais pertinente e agradavel na
lenco, fi anas vezas mais refres-
cante no banbo nc o narte do
doent-e. E' especifico contra fronxidao e debilidade. Cura as
dotes de cabeca, os cansacos e os
deamaios.
lampe ie Vida e Renter fi i
Precisa-se de urna ama que tenha bastante le -
' te ; a tratar na roa da Imperatriz n. 42, segundo
! andar. _____
Ama
l'reciea-sc de urna ama e ara menino para
criado ; tratar na ra Dirrita n. 84, 1' andar i
Magnifico laoque de ferro
Ha para vender um grande tanque de ferr com I
seis palitos de altura, seis de largura e doce de i
eomprido, todo fechado, novo, pintado e por pre\o
commodo a ver na ra do Prncipe n. 24 e tratar
na ra do 1 ra Jess n 43.
Caixeir*. \
Precisa-se de mn caizeiro com algum. pra-
tica de taverna, para Apipucos ; a tratar na ra
da Roda o. 48.
jrrxs na cs__-o. dspois de us-_-a.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosa,
Affeccdes, Cutneas e as do Conro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e da todas aa do-
encas do Bengue, Figado, e Bms. Garante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangos
a restaura a reno va o syatema inteiro. _>
Sabao Curativo de Renter
Caixeiro
Qiiem precisar de um caizeii o com pratica de
molhaaos, dando coubteimento de sua conducta,
deixe tarta nesta typographia ou na ra de S.
Jio n. 83, com as iniciaes F. S. E.
Para o Banho, Toilette, Crian.
Sis e para a cura das moles-
as da pellede todas as especie*
em todos os periodos.
Approv iiuiorisatka pila inspeclo-
ria geral <:" l.ygiemie t.'o Rio Je Janeiro.
Deposito ,u PerDmt>ueo casa do
Francisco Manoel da Srtva & C-
C Morse, A nemia Catharro pulmonar,Bronchite chronica,
atharro da Bexiga, Phtisica, Tosse conoulsa, Dyspepsla, Palide
Perdas semlnaes, Catharros antigos e complicados, etc
Boutevsvrd Seala, 7, em PAJUZ, e naa principas PSarmacw.
20:0008000
NAO HA SERIES
LOTERA 1)4 PARAIIVB
Tii!"j iiana
PARA TIN GIRA
barba e os cabellos
isla tintura tinge a barba c os cabellos ins-
tantneamente, dando-Ibes nina bonita cor
e natural, inofensivo o scu uso simples e .
rpido.
I Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
(JARA de Rouqueyrol Freres, snecessores de A.
CAORS, ra do Bom-Jeaus (antiga da Qrus
I o. 2-~
20$OdO
Aluga-sc o 2- andar da ru da Gu8, caiado e
pintado, com 2 salas e 3 quartos; trata-se na
I loia.
J C
B
Qae ipite ie fianco da Brasil o nitp de seas premios
xtrutao no (lia 16 rreDte
PLANO
Canell"
Compra-se em grande ou pequea por^o ; na
ra larga do Risirio n i.
1 premio de 20:0(K)?)000
1 * 2:000*000
: 1:000*000
2 . . 1:0O(J5O00
i i 200,5 bOO-5000
12 . lOOfl 1:200*000
20 bO 1:00- :O00
2 apprfximQocs para os
inirueros interiores e
posterior es ao l." pre-
mo . . 125* 250*000
2 ditas idem, dem ao 2.
premio .100* 200*000
2 ditas idem, idern ao J.
premio 4<* 80*000
?9 premios para a centena l
em que sabir o priiueiro
prem lf>* 1:486*000
99 ditos para a idem do
segundo premio 10* 990*000
999 ditos para o fioal da
ultime lettra em que sa-
bir o oprimeiro premio 5* 4:995*000
7ESLSH-SS m CASAS SEQUOS:
Jos Jo a qu ira di Costa L'ite, ra do Borai da Victoria n. 40; Bernardino
!8 Alheiro, ra Larg* n. 36; Martins Fiuza d O., rua Primeiro de
;on, 2? ; Joaquira Pires Ja Silva, rua do Cibug n. 10 ; Antonio Augusto dos
bs Pi-rto, prsca di Iod. pendencia ns. 37 e 39.
;a ye assucar
Apparcllu n econmicos para o cozimen-
ta e cura. Proprio para engenho* peque-
nos, sendo mdico em pre^o e ef
lectivo t-iu operaeo
Pdese ajuntar aoa eugenboa existentes
do systema velho, melhor:-ndo muito a
! quadado do assucar e augmentando a
quar.tidade.
OPERAgAO MUITO SIMPLES
Uzinas grands on engenhos centraes,
maminismo nperfecoaio, systema moder-
no. Plantas con.pletas ou macbinismo
separado.
Especificaj s e informaySes com
Biowns C.
5-RTJA DO COMMERCIO-5

commercio
traancr
ROY AL HLBND .umtv-. v'lAI>.^
t,*te exotdlcnta VYbjaky C iw (i >gnac ou a^u^rdenve de atav, para <-<-:'..
> corpo.
V.mda-aea.. r^taibo u u>- ,-c ara iw ri,
ara! hados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cajo n-
ne e emblema sao registrados para todo o Braai
BBOWNS & C, agentes
Cabriolets
FIliO DE SINOS B BRONZE
DE
LUZ D4 CRUZ MESQUITA
66-Bua do Itanlo do Triunipho-IUi
(Antiga do Brum)
Neste estabelecimento encontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restillar, alambiques do antig-o e no-
vo systema com esquenta garapa, serpenti-
nas e carapuc,as, tachas, tachos; bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de aspirante e
de repuxo, para agua, mel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todo?
os tamanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimencoes, cobre picado,
'fundos para alambiques, repartideiras, pas-
Isadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado rmelas, e len^es de co-
Vende-se dous cabriolets, sendo am deseoberU
e otrtro coberto^ em perfeito estado, para am oo
doas cavftllos; tratar rua Duque de Caxiar
"' A' Flori3r
Rua Duque de Callas n loa
Cbama-se a attenclo das Ezmas. familias par
os presos segointes :
Ciatos a 1*000.
Lavas de pellica por 2*500.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3j
o par.
Fitas de velludo a. 9 a 600 rs a. 5 a 400 r*. t
metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramcs de flores finas a 1*500.
Lavas de Escossia pr.ra menina. Ksas e borda
das, a8O0e 1* o par.
Porta-retrato a 500 r., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*500 e 3* orna.
Pirases de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 ra
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurina a 5*000.
Pentes para coco com inscripeao.
Enchovaes para batirados a 8, 9, e 12*000
1 eajaa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Capt ila e veus para noivas
Suspenoorioa americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mo de pipel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a 1S000 rs
Rico de cores 2, 3, e 4
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 o pees
Leques transparentes a 3*000
dem preto a2*000
Lindos Broxes a 3*000 1*000 e 500 ris
Loques para menina a 200 ris.
Liima para machina a 800 ris a duza, (CBKj
Bordados com dois dedos de largura 600 ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1*200.
Garrafa d'agna Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos brancos pira sttnta, cretone e chita pa-
ToV:Zbtr^H000' M0*w- bre, bombas, continuas, sinos de 1 libra at
Albuns de chagrera, velado e verbotina para 1|/\ i I i sr*
50e 60 retratos ae*, 7* e 8*000. fiu arrobas, solain^Ieza e do Rio, c tdi-
Meias de Escossia para senhoras, a !*o00 o par.
Lencos de linho em lidas caizas,
Bico das libas muito fino proprio para toalhas
e saias.
dem japonez proprio para altas e roqueta e
toalhaa de altar.
dem brancos com 5 dedos de largura, a 3*000
a pi\a com 10 varas.
Caizas com sortes Je jogo de mgica proprios
para salu, a 5*000.
Sabonetes de deversas qualidades.
Bolsas de courc para menina de eseola.
Oollarinho de linho a 31 0 ris um.
Grande pechlncha en* eapartltnow
le linbo a 3ftooo. am.
BAKBOSA <& SAONT8
Grande sortimento
ii i:
Fogos e sortes
para os festejos das noites de Sinto Antonio, 8.
Jo5o e S. Pedro.
Vende-se por presos muito rasoaveis e faz-se
grande differencaem pory" .
I.Bnad Baru da Victoria Al
Loja do Souza
UTramento & C.
vendem cimento port'and, marca Rohins, de 1*
qualidade ; no caes do Apollo d. 45.
nhos patentes e de lapis.
Fazem se concertos de todas as qualida-
des e com toda presteza C perfeico a procos
mdicos
Vendem-se a prazo ou a dinheiro com
descont.
IPILLAS DIGESTIVAS BB PAKGREATINAs
de DEFRE3NE '..
Phartnacentico de Ia Classe, Forneeedor don Ifospitaes de Pars \v-
--------------------- ^
A Pancreaiina empregada nos hospitaes de Pars, o mais p* cloroso f*
digestivo, qon so conhega, visto como ttm a prop >:ia.li : ir eK
tornar assimilaveia nao smente a carne e os c:n /or.iuri os, inasiS
lanibeni o o, o amido o as fculas.
;" que seja a causa da ii-t. lorancia d<>s nl:rr.:is, al > i \,~:
ausencia (. i o gstrico, uiflai...na<;. ...... ; ... T
do intestini, 3 a 5 plalas de Paacrca;:a c Lt ... ua c -
mida, senipn.: :.' ^am n. lor [>rcsciptas
pelos medie s i' hu as ac^uinto- n
Falta de ... c. ii .; A. _-...
Ms digeBt&es.
/ernitos. j i,_ ...-.;... ia. _,m. .,;...... .,_. ligado. "
Flatulencia esto: i acal. | GastritC3. Br,i ,
Somnoleiica dspeisdj comer, e vmitos 4 ac i.
PANGREAT!lsA D^FRESiE em fras.pui.hos..
radaz'mhas <.-'.- da comida.
av.Uw..r i
' -i
DEP^ES'TIj aitor da Peptonr,
_____ = ;

Todos aquel les que sofirem
[Jo peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Fournier.
Depositarios em Pemambuco :
FRANCISCO K. da SILVA C*.
Belleza Hyglena. Saude
ULTIMt Nnlf1A0E PREPDRA0A CONFORME OS PROCESSOS SCIENTIfICOS OS MAIS APERFEIQOADOS
-O Producto.
SUPERIORES
E
rKODUBEIMlaflOS
AJON, Perfumista, 62. B'de Strasbourg, PARS
IjSJJUriw em Pernambuoo : FBAIC- H. si SILVA &C" E -as principa fs CASAS df perfumaras
LOTERA DES. PAULO
Sorte grande
10:O00$000
SIYISIBOS EM DECIMOS
A* ven la: loja da Es?iierp(da rua Larga
do Rosario n. 2^ A.
Extracgo a 13 de Junho.
O ab lixo tend) vendido o seu ot -.bcleeimanto
de molbsdo Bito rua do Sel n. 24. da cidade de
UIiiuIh, mo Sr Anlooio Rixlrlgui's Tavares, livre
e di-8' mht rucudo de quilqucr < dub, convida a
quero 8' julgar cr'dor a apresfutnr anas contas,
na pmz do in s il as a conim- ajti data presente,
ficando o comprad, r eim repousabilidade ulgo-
djb, dfpo8 d tindo opruzo.
Olinda, 27 de Maio de 1887.
Jiaquim Mnre'ra Coelho.
Cribflo rscrayo
Prec-i.-a-se de um criado encrnvo, para urna casa
de pequtna familia ; a tratar no caes da Compa-
nhia n. 7, escriot ri .
iOsinlieiro escravo
Precisa-se de na Cusioh- iro escravo, psra urna
caga de pequ> na fnniilia; a tratar no caes da
Compauhia n. 7, escriptono.
llliuii* nfid de de fogas
e softes
Ofifereoe se ans nmadon-K, para os f-stej^s das
nuiles d. S nlo A t nio, S. JuSo e S. Pedro, um
completo soiiiireut'i denles artigos, qn v nne-se
por prfOM muio razoaveia. e f>.s-r'sir-inde i>'-
renc< e.n rore.io ; na rua do Raugel u. 2, e rua
esireita d-' Baartt n. 23.
Semenies e c?rrapto
(J> mi r -ie na fabrica Apollo & rua do Hospicio
numero 79,
TEMAS
r.l.tttrnliV
oe ao
.r
mrMTO os) od gusto 8*radeJ, adoptada oom roiie eiiti na
pelos melhoi es Mdicos da Parts, cura os De/tu**, *>,., Tosss,
Vi ud" se en nrrend-se um engenho qae fica
distante un u l-goa da .-tav^> de Ip'-juca e }am-
bem me a leoa 1o C b ', d parH s-.freJHr-se l,5(K)
paes de h.-ue-r ; qu- pietendtr pede dirigir-se
rua da Aleara n 46.
Fia di) algodo
Em tai c. de 25 kil &C, 4 rua da Crus u. 32, 1- su lar.
Si'oirre-viva
Walsa j ..ra piano ; vende-te na Livrara Fran-
cesa.
bobrado a vender-se
Vende-se o obrado n. 87 rua da Aurora, em
fri-nte a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o wrrector Pedro Jos Pin
to, ni praca do Commercio.
Terreno
Vende-ae um terreno confronte a estacd do
Princpe, estrada de Joao de Batre9, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fuuooe, e com alieerces
para 3 casas; tratar na rua d'Apollo n. 30, pri
eiro andar.
Leitura para senhoras
Brucbes n>k lados e domados a 20C0.
B init J8 grau>p s iiourad: a 500 ie o itaQo.
Esplendido sortimento de gaies de vidrilho.
Grande variedade de liques de setim, a 440 0.
Fiisadores americanos para cablio a 300'i o
niaeo.
Setas de p^antaeia para cttb> II i.
Bonita ci'lltco&n de plis.-s 4< 0 ri:.
Brincos, imitado di- biilhaiite, "Oi ris.
Avenfaes bordados para crianrt->S 2'XX).
Cbapt'S de fuslao e selim para criaoca .
Sapatos de m- riu senre id- m, i-1em.
Meihs brancas e de cores, fio dr Esencia.
Pomada d-- va2eliDH.de diversas qu idao-s.
SabciK'tes fin s de vazelina e altac .
Extractos finos de Piuaud, Gui rlain 1 Lubin.
LiiiiImb bolsas de conro e veilu 'o.
Fi. I..- de l para seobera a I js 11
Sapstos de casimira preta a H)).
Tesou.-as para costura, de 4"0 ia b 3#000.
Pac tea de p de arroa a 3< 0 ii^.
Fitas de todas as qua'ida^es 1 eres.
Immensa variedade de b'ios de pbantasia.
E milbares de objectos propri"* para tornar orna
senlioi a 1 legante, e muitus ootn s udispi-usaveis
para uso dat familias tudo por precos amiiavel-
11.unte modiens.
Na Graciosa
RUA O CRESPO N. 7
Dnarie A C.
Manhiga inglcza
Tem para vender em latas com ineio kilo cada
ama a 7i 0 rs. Antf nio Daar'e, rua da Umao
n. M e Artbur Qjncalvcs Maci-s, rua da Au-
rora n. 86, confrontando-te com estaba > de
Olinda.
TER1A DO CEARA
15:0001000
BXTRAGQl' DimPSJlITHL Dd 12." StTEI0 DA 3." LOTERA
Qnarta-feira, 5 do corraue
Os bilhetes tiesta acreditada lotera
acliam-se venda nas s-guintes casas: Roda
da Fortuna, rua Larga tio osario n. 36;
Casa da Fortuna, rua Primeiro de Margo
n. 23; Casa Feliz, praga da Independencia
ns. iJ7 e 39.
Telegrama e lista m da tls exlraccao
XAROPEd REINV5LLER
, Laureado pela Academia de Medicina -.^
O Miosphato de ca ^ a suDstinc^a mineral mas anunoant'> do organismo e toda ves qae sua
lquantldade ennal-ilminue resnita urna Krf'ci;Au orgnica grave.
I Mais ii- cinco mil curas, a ,i.r liarte ju.' ..ii pelos fr.'feisores e Mdicos da.s Facuidades
toiao odu u mente e Gzero rom que u A' troie Keinniiier tosse clsaaacado
como o esnecnco mais sepuro C0T.ua a Tisiea pulmonar, Sronculte < uroulca, anemia,
ksrti.i.ao, D.-bilidade do O raniimo, C Xurn/if da. lamente asci'aiK-as facilita a douC&o e o cresclmento:ilS* maes e ama< d leae toras c
lBle meliioi; impciie a -^irie e qued.; dos denles Uo frequecVes dbpols Ja prenliez.
Derrito Pharmaoia VXKENQtTE, 8, Paos da la Magoalelne, PA1UX.
Em Pern*mb>:eo: PllAS" J6T. da Sil. VA > V, sai prtnaptt Piarmacia e Qfottffa.
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Afpro7ad al Academia m MecLicinsi do H'rsvnpa.
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Vinho de urna efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as Febrem,
e eomo Fortificante as Vonvnlem^ncaH, Debilidade do Sanyuef
Falta dm MeiuitruaeAo, Inappetenoia, Diye*t6ea dijicein,
Enjertntdade nervosa, Debilidade.
Pharmacia O. SEGUIN, 378, rua Saint-Honor, PARS
Depositario^ piii PRAp > a i.vaso*.
r~BlGfKl
1


8
Diario de Pernambnco--Quinta-feira 9 de Junho de 1887

ASSEMBLEA GERAL
%K%A I O
SESSAO EM 20 DE MAIO DE 1887
PRESIDKNCIA DO 8B. CRUZ MACHADO
1. *VlCE-PRESIDENTE
{Concluaao)
Mais urna deolaragSo caropre anda fa-
aer O ministerio, 86 o senado votar a in
nVago, acceder aos seus conselhos ; nao
e considerar por sao rebaixado, ao con-
trario julgar s ha honrado (muito bora I),
raspeando os prudentes conselhos de u
lugar, nSo dir a mu joiio, mas a consi-
deragSes que podem ser poupadas no se-
nado.
O Sr. F. Bolisario (ministro da fazen-
d) ; Estamos le aecrio.
O Sr. Candido do Oliveira aguarda as
copias dos contractos celebrados eom o
Banco do Brasil para voltar a este as-
sumpto.
O Sr. F. Belisario (ministro da faz?n-
da): Foi o onioo cora qmra fiz taes
operagSus nesse teropo.
O 9r. F. Belisario (ministro da fa-
zenda) : Sr. presidente, o nebro sena-
dor estranhou que estando o cambio
gon, remettoa as letras em Janeiro, mas bancos acadmicos, nos qaaes tive a hon-
8 apresentou o resultado da operacao em ra de dirigir Ibes os priraeiros pasaos, eu
Junho, data em que o thrsouro a levou esp^rava dos nobrea deputados que vies-
aua cinta do caixa. !sem produzir alguna ciusa de til, tratar
A segunda parto do requerimento do no- de alguro assumpto elevado da poltica ou
era
c
erperagao que) pelo seu elevado carcter, junno 0 ann0 passado tasa de 28 3/8,
alo os pode dar s-rao rauto mparcia^s.
.Apoiados.)
Anda mais, declara que, concluid. a
questao, esqueoer-seha o ministerio dos
ornes de todo quantos nella tjmarara
parf directa on indirectamente, O gover-
ao proceder, portanto, no futuro, cora a
.ustica que devida a todos, regulando
-rnente seus actos pela tesponsabilidaie
m que houvor depois de incerrer cada
ra. (Muito bem !) >
Po3ta a votos approva-ia a indicagS.0.
Vem mesa a seguate declaracJo ue
voto : ....
* Declaro que votei contra a indicagao.
-Silveira da Motta.
Declaramos qve votamos contra c
quenraent.) do Sr. senador Silveira
tina.-C. B. Ottoni.Barao de Maroim.
creo.
O Sr. Candido
de Oliveira : Tenho
bro senador nao me parece conveniente.
Desculpe-rae observar-lhe que nao
prudente que o governo remetta a relagao
das cambiaes compradas at boje.
O Sr. Candido de Oliveira d ura aparte.
O Sr. F. Belisario (ministro da tasen*
da): Nao me parece razoavel estable-
cer o precedente de seren discutidas e di-
vulgadas operac3es no momento da realiza-
gao e antes de completadas.
Nao s ple influir perniciosamente so-
bre negocios, como envolvera, desculpe o
nobre senador, o Sanado demasiadamente
aqui o Jornal do Commercio com a cotagao na administracao e era negocios de occa-
do dia, e ella consta tambera do relatorio | siao.
Mar
SESSAO EM 25 DE MAIO DE 1837
-RESIDESeA DO SR. CANSASSaO DE SI-
siMiir"
Ysi mesa o seguinte
Requeriraento
Requeiro que por intermedio do minia-
.rio da fazenda se convide a prestar as
eguintes informagoes :
1. Qual a importancia das cambiaes
ornadas pelo governo desde 20 de Agosto
le 188d at esta data.
2. Quaes as t-xas das respectivas
operagoes ?
a 3." Porque achando so o cambio so-
ure Loudres a 12 do Junho de 1886 a 21
i2 e 21 3[8, tbram tonadas nesse da
09 000 libras esterlinas ao cambio de 17,
7'lr3, 17 6il0e 17 3t4 ?
Sala das sessoes, em 2o de Maio de
1887. C> Oliveira.
E' lido, apoiado e posto em discussao.
O r. Candido de Oliveira re
jor-ta que o nobre ministro da fazenda era
raembro da oainara temporaria quando all
ara sea coll-ga da opposigao fez requer-
uento quasi idntico a este, isto pedin-
do que fosse remetido aquella cmara un
ouadro demostrativo de todas as opera-
res e-fluctuadas do 6 de Janeiro de 188
at de Maio de 1885. Essa requeriinen-
o passou em Maio ou
-corda tambera qua
. lo Paran r-produzio
rimento.
'essas occasioes nao se encontrou ne-
ihura inconveniente na passagera do re-
queriraento, que foi votado unnimemente.
Assim, suppo3 que o nobre ministro
:ao t=: razao na observado que fez rea
vamtnta ;pprovagao do requeriraento
-ue ora se discute.
Se entilo nao houve inconveniente e h-
:ou firmado o precedente, agr nao v
razao para se pensar e proceder de modo
ontrario. Para nao ser teimoso, porra,
a?oit a noiifi--:vaqU9 S- Exc. pretende,
estringe o pedido ao prazo decorrido at
j nin do roez do Abril, cando salvo o
aez de Maio, porque nelle qu-: as op--
ra^8es podem estar pendentes e nao con
.luidas.
Qaanto resposta que o nobre ministro
'ou parte principal lo requeriraento de
que se trata, comquanto a palavra do S.
Exc. valha reuito, pede-lhe que adopte
im systema mais claro em documentos
desta importaacio, de rao lo que priraei
cao 60 possa conbecer corao 8
re2lizarero. O contrario d
Junho de ItfS.
o nobre sanador
quasi essi reque-
ra uspecca
operagoss se
do Ministerio da Fazenda.
O Sr. F. Belisario (ministro da tazen-
daj: ... o governo tivesse comprado
cambiaes na razao de 17 7/8, segundo de-
duz da tabella do relatorio da fazenda.
Sr. presidente, o reparo do nobre se-
nador provm do systema da escriptura-
c5o do thesouro. Para melhor esclarec-
ment da transje^o, parece-me que, era lu
gar das informac.jes pedilas, seria pref'eri-
vel que eu coramunicasse ao Senado os
contractos de cambio que se reterem a es-
tas transares.
O Sr. Candido de Oliveira : Podem
vir tambera.
O Sr. F. Belisario (ministro da fazen-
da : A transacco fo liquidada em Ju-
nho, mas foram compradas as cambiaes era
Janeiro.
D'ahi provm o faeti que com razao pa-
receu extraordinario ao nobre senador, por
nao conbecer a circumstancia que acabo
de referir.
Melhor seria sera duvida que, feita urna
operacao, fieasse escripturada no thesouro
no mesrao dia era que contractada. .
O Sr. Dantas Sem duvida.
O Sr. F. Belisario (ministro da fazen-
da) : ... mas como s se faz o lan;a-
mento quando sabe o dinheiro, apparece o
facto que o nobr? senador notou.
Nao era possivel absolutamente que o
tLes.raro comprarse cambiaos em Junho por
um preci, por urna txa diversa da cota-
cao. O facto nao poderia ter explicayo,
seria absolutamente irapossivel ; ninguem
ousaria offerecer cambio a 17 1/8 quando
era a eota$ao de 21 3/8, menos o thesouro
comprara.
A explicacao, pois, esta : foram liqui-
dadas em Janho cambiaes compradas em
Janeiro.
Era, certamen'-, melhor que, pela sim-
ples inspeegao das tabellas a regulardade
das contas do h;souro ficasse logo patente,
figurando cada operacao no dia em que
contractada e dSo quando liquidada.
Mus, orno o uobre senador ha de notar,
j ntroduzi muitas rao lificacSes no syste
ma do relatorio. Se o nobre senador exa
minar, ha do ver que o deste anno nao
envolve operado33 de crdito, como a ren-
da nem como dr-speza do exercicio o paga-
mento de apoli es, o resgate dos bilhetes
da thesouro e outros, o que traz confusao
e de que o nobre senador tanto sa oceupou
no auno passado na Cmara dos Deputa-
dos.
O relatorio deste anno completamente
el.tro a este respeito ; outras modificacSas
devem-se ir fazendo.
Cj jo ise, dando razo ao nobre sena-
dor, ::onviria que, a simples, inspeccao
mostrasae o que exa taraente se passou.
Mas nao houve falta alguma, porqua as
cambiaos cmpralas em Janeiro foram es-
ripturadas na occasio da liquidacao. ..
O Sr. Candido de Oliveira : f.ompra-
1*3 con Kntec:dencia entao?
O Sr. F. Belisario (ministro da fazen-
d.) : Cempra las e pagas nr. dia em que
foram roettinV, como V. Exc. ver dos
contra tDS qur enviarei ao Sanado.
V. Exc. si'.' o B neo tcm urna coota
Portanto, so S. Exc. quizesse marcar o
periodo, nao de prazo tao curto, mas de
ura mez, remetterei os contractos, que de-
vera estar no thesouro.
O Sr. Candido de Oliveira acba
que, com certeza, o nobre ministro da fa-
zenda nao applaudio o procedimento de
seus amigos hontem na Cmara dos De-
putados. Um merabro da opposico en-
viou raesi um requeriraento pedindo in-
forraayS^s relativas a diversas operacoes
de cambio, assumpto a respeito do qual
toda claridade necessaria. Este requeri-
raento nao foi votado porquo ura Ilustre,
nao sabe o orador se novo leader da maio-
ra governamental, pedio a palavra emba-
razando assim a discussao e votacSo do
requeriraento.
Quer, pois, dar occasiao a S. Exc. para
esclarecer pontos que nao podem ficar oe-
cultos, antes devera ser esclarecidos a toda
luz.
Folheando o relatorio do Ministerio da
Fazenda, encontra se a tabella n 11, que
d noticia das remes3as feitas pelo thesou-
ro para Londres, desdo 1 de Abril de
1886 at 31 de Marjo de 1887.
Examinando esta tabella, fica o orador
sorprendido com a seguinte singularidade :
a de ter o thesouro tomado, era Junho,
57,000 libras sterlinas, em cambios ra-
zao de 17 7/8, 17 6/10 e 17 3/4, quando
em Abril o foram a 19 7/3 e a 20, e
quando em Junho deviam existir grand"S
saldos em Londres, por causa do ernpres-
tirao externo.
cor.- nte cora i
.erno ; fez a compra, pa-
FOL
JSLARONZA
r*OK
JACQUES DU FLOT E PEDRO M.4EL
TBRCEIHl I T F.
OIBVSHO
/ (Jontinuacuo Ij o. loJ;
XIV
Juliano triu p^ .-va.
Qiiz acabr de fizer a luz no espirito
di s-u n'."r! >^a'or.
- E Baba a las'O era dirigida esta jar
I ta assign l ) >s ?
-- A que n, nea amigo t diga-me, por
' favor.
- A c-' .- ) Celano? y Padreo
que 1 -u o ra" L wis para confundir
tul). O velho '.ratjnte malicioso.
~ E lera 'i'iardo-a cono a menina
(tntlli DOS DENTADOS
DISCURSO PROFERIDO NA SESSAO DE 27 DE
MAIO DL 1887
O Sr. miarte de Azevedo : -
Sr. presidente, sinto alguma diHmldade
em sustentar o debate da resposta ao dis-
curso da cora : virtude ou defeito da pr >
fisso que adoptei, meu espirito nao se
amolga convenientemente a estas discu3-
s s geraes, erdadeiras divagacois sem
assumpto determinado.
Eu tinba adquirido o habito modesto de
interpretar urna instituicito social, de ana-
lysar, demonstrar e desenvolver urna dou-
trina ; mas, Sr. presidente, confes30 que
nunca me habitu a esses lyrismos da
oratoria parlamentar, que consistem menos
uo estudo e examc das questoas polticas
e sociaes, do que na aprecia$o de urna
serie de tactos vulgares, alguna dependen-
tes da contingencia humana ou da fatali
dade,outros de circumstancias permanentes
do paiz, e muitos phantasiados pela sup-
posta necessilade partidaria das recrimina-
t5es reciprocas, em nossos debates parla
mentares.
:1a aircinistracSo.
O Sr. Maciel: -Pcqj a palavra.
O Sr. Duarte de Azevedo : ... en-
treter a oaoiara com preoccupac33s serias,
con-' rr>, erafim, com o seu talento e o
brilho da sna palavra, para o progresso
desta terr, que nossa, que do nosso
patria tisrao omito mais devia espsrar.
Sr. presidente, alera da antipathia que o
meu espirito nutre pelos lyrismos da ora-
toria parlamentar. .
O Sr. Joao Penido: -V. Ejce. est fa-
zendo um perfeito lyrisrao.
O Sr. Duarto de Azevedo : vou
adquiriodo certo tedio pelo que podemos
chamar o parlamentarismo.
Parece, Sr. presidente, quo vamos par-
deado intilmente o terapo ; as reiteradas
qnestSes qu* surgem no debate dos pro-
vectos de resposta falla do tbrono, na
discussao do orcamento da despeza do
imperio, na dos crditos extraordinarios
e espeoiaes, as interpelhco-s o repe-
tidos requeriraentos, vao nos tomando)
tempo de cuidar dos reaes interesses do
paiz, pelo exarae acurato dos actos do
administracao, e, sobretudo, pelo desem-
penho da missao elevada e proveitosa,
destinada s cmaras legislativas. (Mu
tos apoiados da maoria )
O Sr. Joao Penido: Mutato nomine,
de te fbula narratur.
O Sr. Duarte de Azevedo :Acontece
muitas vezes, Sr. presidente, -e j tive
occasiao do o denunciar nesta caraara,
que, preoecupados com estas divagacoes,
e absorbidos per ellas, deixamos de parte
as questo=*8 m&is importantes, e at, quan
do chega a occasiao do exarae das leis de
fora ou dos ornamentos, abandonarao3 a
substancia dos projectos, a organisayo da
forca publica, a ponderando dos irapostos,
a apuracao das despezas, a apreciacao e
examo do3 aervigos, tudo emfim, para dis-
cutirmos simplesmente o que entre nos
tem o norae apparatoso de poltica geral.
Ora, o povo brasileiro nao pote assistir
indifferente a ests torneios, a estas espe-
culc3e3 poltico philosophicas, que neahum
resultado pratco produzem. Quanto me-
lhor fora que, em vez de gastarmo3 inu
tilracnte o terao com as recriminares con-
stantes, com os torneios oratorios, com os
devaneios d* eloquencia parlaraent?r, es
tudassemos os projectos de le e chegasse-
raos a algura resulta'o? (Apoiados, mui-
to bem.)
O Sr. Alfonso Penni : 3upprima-se
entao a discussao do projecta de resposta
falla do throno.
O Sr. Duarte de Az vedo : A respos-
tas falla do throno t cousa seria, ou
supposta seria no Brasil : em toda parte,
a resposta falla do throno um acto de
simples cortezia. O exarae que os nobres
deputados aqui iniarara, por occasiao da
discussao deste projocto, pideria ser feito
em outra qualquer, e com toda a probabi-
lidade'ha de ser repet io muitas vezes.
O Sr. Affonso Celso Jnior : -Ha um
projecto suppriraindo este debate; prorai-
va V. Exc. a adopelo delle.
S Exc. aicusou o governo de interven-
5 indebita ni eljic5o senatorial a que
ltimamente si proceden na provincia,
visto com) o cxrainistro da a^riiultura
recoramendou a chapa do su pirulo por
circulares escripias em papel do seu gabi-
nete.
Senhores, a cmara tem aom duvida
consciencia de qm o Sr. cjnselbeiro Ao
tonio Prado nao precisiva do uso de moios
offlciaes, nam tuto pouco de pr^valecer-se
do sua posico de ministro de Estado,
para ser eleito pela provincia do S. Paulo,
em umn eleicao senatorial. (Apoiados.)
O Sr. Joao Ponido : Tanto precisava,
que lanjou mao de.lles.
Vozes da Maioria :Oh Oh !
O Sr. Duarte de Azevedo:O nobre
deputadn ter resp-sta. Merabro proerai-
nente. do partido conservador q e all se
acha em pujanc de fortaleza, presilente
da commisso directora desse. partido, me
recendo, por seus sericos, por seus talen-
tos e por seu patriotismo, a contianja e a
consideracao de seus correligionarios, o
Sr. Antonio Prado estava no caso de ser
eleito, como j o tinha sido para esta c-
mara, independenteraente dos recursos ou
expedientes offi iaes. Divo, porera, ac-
crescontar que o Sr, conselheiro Antonio
Prado nao fez parte de nenhuraa das com-
missoes que recoramendarara a chapa so-
natorial, a qual toi subscripta pelos outros
menibros da commisso directora do par-
tido o por todos os deputados geraes con-
servadores.
Ora, Sr. presidente, quan di nao fosse
pelos mereciraontos pessoaes do Sr. Anto-
nio Prado, a forja e a inSuencia do par-
tido conservador, o a autoridade dns no-
mes que reeoramendarr.m a candidatura do
Sr. Antonio Prado e de seus companheiros
erara absolut iracnte suficientes para o
nosso triurapho eleitoral.
Nao preciaavamos dos recursos offijiaes
para a eleijao senatorial de S. Paulo, por-
que nesta caraara nos achavaraos e esta-
raos era quasi unanimidale pelos votos da
provincia, cora excepcao apenas do lugar
oceupado pelo nobre Conde do Pinbal, ci-
dadao rauito respeitavel e considerado na
provincia, mas a cuja eleicao nao foi in-
different'? ao partido conservador. E a ca-
raara nao desconheco que si nos outros,
conservadores da provincia de S. Paulo,
conseguimos mesrao era opposigo, consti-
tuir aqui a maioria da represantayao da
provincia, no governo de nossos amigos
nenhuraa necessidade tinharaos de meio3
extraordinarios para urna nova eleito.
Os S-'rs. Affonso Penna, Pedro Meniz e
outros Srs. Deputados dSo apartes.
O Sr Duarte de Azevedo : O Sr. An-
tonio Prado dirgiu-S4 apenis a alguna elci
tores seus correligionarios c seus amigos
particulares, era ura* eleicao em que elle
proprio era candidato.
O Sr. Antonio Prao, aabeuio que um
ou outro de seus correligionarios recusava-
lne o voto ou a algura dos seus companhei-
ros de chapa, cxercitju o direito, que nin-
guem ssriaraente lbe poderia contestar, de
solicitar o apoio desses poucos amigos pira
a corabinagao do partido.
Ora, Sr. presidente, si o 3r. Antonio
razoas, Sr. presidente, por que o meu es-
pirito naturalraento se recusa a taes deba-
tes ; porera, ten lo merecido a honra do ver
inscripto o meu norae entrs os redactores
Ora, Sr. presidente, os discursos dos da resposta ao dismrso da cor, e hiven-
- do quasi sido charaado discussi pelo
refe
nobres deputidss que me precedern nao
foram outra cousa: os nobr.'S deputados
enterreiraram a discussao dos actos da
admiuistracSo publica em lugares cora-
muns, era accusacBas banaes de todos os
terapos, e era reeriraina^3's que se pode-
riaii reverter siraplesraente co.n a antiga
censuramulato nomine, de te fbula nar-
ratur.
Com o talento privilegiado que eu lhes
reconhego, e que sempre adrairei desde 03
]) dar-ra'a.
ament. Quer
ter ura a
?or aoaso tambera a tcm
uiz :
As le-
Tonhi,
dos meus olho8.
E1 ne
Muito d ';
faca igual *
Por certo
o nsigo ?
Nao, Oo ai, porra, dizer-lho onde
est.
Oode '? O senhir est me ensinando tu
do.
Ne3te -asi, mande alguera a casa da
1 Raudal.
O magistr ^ireitou se na cadeira.
| Estava estup I lito.
Quer ;ra?ejar coraraigo ? Era casa
do Sr Rouva! V
Absolutamente n3o gracejo, Sr. juiz,
digo o qu '. s'-i. o que vi.
E vio !'.'- igual de qui fallou ?
- Nao se' d-> que feitii a outra faca.
A que eu vi, p^udurada em urna panoplia
na sal i do Sr. S'ephan Riuval arma raui
!o rar'j de orto chifiv, no qual estilo
gr..va'as as I TisL. J.
O juiz encaron o fix-tmente. E aps ara
meu caro, o|m()meilt0 rtfl mUncio :
Muito bom. Manlarc Tourniquet.
Juliano rio sinceramente. Juliano estreraeceu, e hesitando ura pou-
Senhor, tornou elle, bera lbe dia cu CQ d8ge .
- Sj m
Prado apenas escreveu meia duzia do car-
O Sr. Duarte de Azevedo : -Es ah as (tas a amigos particulares, si nao usou de
raeio algura offijial, era do proraessas, era
de ameacas, nao procurou siquer siduzir
os adversario politificos,e limitou-se a fal
lar com alguns de seus correligionarios,
pela simples circumstancia de ter escripto
era papel do gabinete, nico pxpA de que
ordinariamente usam os ministros de Es-
nobre deputado que priraero fallou
rindo-se :i ura facto da provincia de S.
Paulo era que fui parte, cntenli T,ue n3o
devia recusar rae discussao. E eis por
que, Sr. presidente, V. Exc. e a caraara
soffrerao o aborreciraento de ouvir-rae por
alguns momentos. (Nao apoiados.)
Come$arei pelo facto a que alludio o l
lustre deputado pela provincia do Minas
Geraes : a eleicao do Sr. Antonio Prado.
Darmailly aio la iaterrompeu o
Iniciaes ?. Sei quaes sao
'ras L. J., nao ?
Slm.
Abertas no cabo de chifr'
Nao; gravadas a buril na i'.ra.ca.
Ah I lato, porra urna roinudencia.
E suppoo que estas iniciaes designara
O norae proprioLewis Juboappa-
r mtemente.
(id o Dome Jote Laronza.
O magistrado ualou-se por um monenii.
Sou semblante rcvtlava a estupefacyao.
E' isso mesrao. N5o se p le pensar
qu?
-mu tudo. Entilo com
senhor adivinho.
Agor
tanto, a respeito deBta ultima indicaco,
coacedo que teuha reservas.
- E continua a sustentar o norae do
Sr. Rouval?
Oh I quanto a isso, mais do que uun-
ca.
A conversacao parou alli poi aquella
vez.
Juliano ficou do voltar no dia seguinte e
apressado dirigo-se para o seu aposento da
ra de Re.ines.
Ao ontraf no seu quarto, nrlou nelle al
guma .iesordera. Algucm havia entrado
alli na sua ausencia. Lerabrou se entilo
de que sabir* precipitadamsnte, esqaecen-
do se da chava na {echadura da gaveta da
9cretria. Correu para ella e abri a-r-
pidamente.
Um grito le raiva sabio lhe dos labios.
Nao cstavara mais no lugar era que as
deixara as duas cartas de Rouval e Jos.
Debalde procurou -as por todo3 os cantos
Jo quarto.
__ Roubaram-me disse elle afinal. Nao
ha que duvidar, o alguera entrou aqu e
reraexeu as gavetas.
E com catafrios de terror, accrescentou | te, diwi
de si para si:
- E agora, cautela Agora sou-lhes
caohecido. Hao de mandar ma matar. Avie
mo nos.
A sua enviecao estava formada.
A casa Rouval & C, a seus olhos, era
ama vasta agoncia de criminosos.
Foi interrogar a Sra. Bjnfeux. A por
teir n-da sabia ; nada tinha visto.
Juliano tornou urna resolujaa.
Considerou que havia oito dias cao tinha
visto Bartha e que seu corajio ordenava-
Ihe que a fosse ver.
Por consequencia, dando treguas s suas
carro e
ha pouco que tinbamos a pista
basta coordenar as indagares. Nao sei
quero Lewis Jubb ; si, porra, que
Jos Lironta. Possuo at alguns docu-
mentos preciosos.
Quaes ? E ao que chama documen
; s ?
Cartas, ou, para melhor, urna carta
'.atada dr. Australia, e asaignada apeuas
Jos. Ora, no curso de sua viagern, Ma-
ximiliano foi atacado por um pirata temi-
vel. iionhecido nos mares da Cbina e da
Sonda pelo nome do Jos L .ronza.
Est vendo como tudo isto se prende ?
Ah disse o juiz p issaudo a mao
|i la lest*, tudo isso e relaciona e se prn
ue por tal forma que sa emraaraolia. No
conprelicndo mt-is nsda.
d licenga para um conselho,
nao mande ess horaem.
Ora essa E por qu, se me faz o
favor ?
Por nada. Urna desconhinca que
eu mesra nSo sj explicar. Em todo o
caso, se o mandar, peca-lbe, cu lhe rogo,
que mostr os lenjos encarnados de que
ae servo guisi de barrete de orrair.
O mag'8'rado qut^ sorrio tle compai-
xao.
Meu caro, deasa feita o senhor pare
ce excessivameiite suspeitoso. Qnam quer
provar de mais nada prora. Creio que
sao vas as 'u--pita8.
O futuro j iz de instruecSo abanou a ca-
bsya.
preoccupagSes, sabio, tomou un
dirigi se par o lado de Passy.
XV
Aquelles oito das tinbas sido de agona
para R-n.t.
A rco<* fora mais que depressa casa
da Sra. Frincs. Contara-lhe a terrivel
entrevista que tivera com Rouval, o odioso
negocio que reulisara sob a dupla ameaca
do puabfel e da deshonra, o prazo de seis
mezes que alcancara, mediante, o penhur
de suas joias
E como, tao pouco corao ella, a viuva
nao podia fallar, cora medo de attrabir pa-
ra o Sr. it'Isaac suspeitas que imraediata
monte feriara revelado a falta do thesou-
Creio o? lo me engao. Entre- reiro g-ral, Renata Ih1 rocommend^ra si-
lencio, somente lhe pedindo o obsequio de
entregar a seu pai os trezentos e cincoeuta
mil francos que de Rouval recebara.
A Sra. Francs, cora o corncao dorido,
dera coota da incumbencia. Inventara urna
historia qualquer de joias empenoadas.
Aps ura momints de muito natural con-
fuso, o baro, optimista por natureza, re-
cobrara cootianea, jurando que, dentro de
trs mez-'a, reembolsara capital e juros da
quantia emprestada.
Aquelle eaforgo sobrehuraan3 oxhaurira
as for;as de Renata.
Dous dias depois declarou-se febre in-
tensa.
O raediao, chamado a toda pressa, to-
raara ura ar grave ao Wil-a, e, aps ret
cencas de toda a sorte e hesita',oes, afinal
con .luir pela minincneia do urna febre ce-
rebral originada espontauearaente sob a io
fluencia de alguma grande fadiga physica
ou moral.
A Sra. Francs e Bartha co'lo:arara-se
cabeceira da sua amiga tao cruelraente
accoraraettda pela enfermidade, e d'alli
nao arredaram p nem de dia nem de noi
lindo os cuidados e caricias entro
R>nati>, que deliran, t Alica iouoa de dr.
Tudo entao estava em disparo. Era
tudo ameacaa n> cea.
E a Sra. Francs, em suas fervorosas
oracoes, sentio por vezes faltar-lhe a con-
fiauca.
No sexto dia da doenga, naquclle mesrao
dia era que Bather raorria raiseravelraente
s maos de Laconge, por appellido Toar-
uiquet, o medico rectificara o diflgni-stico a
rsspeito de Recata.
Nao receiava raaia a enjhephalite, e sira
una febre mucosa.
Nesse da o desespero pareceu de njvo
apoderar-se de todos.
No dia seguinte a doenga seguio o seu
curso normal.
Nao se fazia mais do que vigiar a mar-
cha da doenga, prevenir-lhe os accidentes,
era surama, deixar obrar a natureza, auxi-
liada pela aciencia, rogando a Deus prote-
gesao a pobre rapariga to olorosamente
posta prova.
Or-, emqaanto Sra. Francs e Bcrtha
velav^ra c*boceira de R-mata, Juliano
D-rraailly dirigia-se para ra Boulainvil-
liers. De Rosa, velha criada do Sr. Ar-
b.ini, que ac npaohara Bertha c;sa da
vuva, foi que souba da estado das duas
ero ciisa do Sr. d'Isaae.
Da ra <*j BoulainvilUers aveuila Bu
gctiul a distancia nao gr-nle. Rosa en
tregou ao migo uraa caria, que linha che
tado, pdose acensar o 3r. Aatoaio Prado
de indebita intervengao na luta eleitora! ?
Eis ah, senhores, ao que se reduz a cen-
sura de proeediraento do Sr. Anto do Prado!
O Sr. Alfonso Penna : Tomo nota dea-
sa theoria. (Ha outros apartes.)
O Sr. Presidente : Attengito !
OSr. Duarte de "zevelo : Por um
de ver de lealdade, como 3>u corapanheiro
gado nessa raanha m-srao, para qua elle a
levasse ta.
Juliano encontrou a ura pouco mais tran
quilla quanto ao estado do Renata. Sor-
prendida com a chegada intempestiva do
3obrinho, a Sra. Fran-s indagou do moti-
vo que a le^ava.
Oh respondeu Darmailly sorrindo,
nenhum rauito urgente.
Mas ent5o ? insisti a Sra. Fran-
cs.
Foi para dizer-lhe que o Sr. Rouva!
un tratante muito parfeito.
Oh 1 sira, suspirou a viuva com coa-
viegao.
Juliano langou lhe ura olhar interrogati-
vo.
__Nao ? Nao ha motivos tao coraple-
tos.
E' ura horaem muito ruira, meu fi-
lho.
de chapa, entend que devia fazer estas
nflexoaa em resposta ao nobre deputado.
O Sr. Jj3o Penido : Muito boa dou-
trina !
O Sr. Duarte de Azevedo : E V.
Exc. nao usara de outra. O Sr. Penna
nao deixaria de ter escripto circulares em
papel do gabinete quando tevo de pedir a
renovagao do s?u mandato, e sabe-se que
o Sr. Sodr eneheu a provincia da Babia
de circulares escriptas em papel do gabi-
nete ministerio 1.
O Sr. Joao Ponido : Est justificado
o Sr. Sodr. (Ha outros apartes.)
O Sr. Duarte de Azevedo : Si V.
Exc. fr ministro do est: do e perder o
seu lugar nesta Caraara, nao ha de recor-
rer por circulares aos seus correligionari-
os, podindo-lhes nova raanifestagao de con-
fianga ?
O Sr. Joao Penido: Como ministro.
por certo qua nao.
O Sr. Duarta do Azevedo : Oh I dei-
xava a eleigo correr a revelia ? !
O Sr. Jiao Penido : Nao o faria; ga
ranto a V. Exj. (Ha outros apartes.)
O Sr. Duarta da Az-ve lo : Senhoras,
passarei a outros pontos, de que se oceu-
parara 03 nobres deputados.
O distincto collega pila provincia do Rio
Grande do Sul nao se s^tisfez cora a res-
posta dada pelo Ilustro chele do gabinete,
acerca do estado da seguranza individual
a de propriedade, de qu: gosa o paiz.
O Sr. Maciel : Foi urna das baa-lila-
dos que discutidnos aqu- a seguranga in-
dividual.
O Sr. Duarte de Azevedo PerdSs*
rae ; foi uraa das banalidades, tanto que,
quando o Sr. Affmso Penn espantava-se
de que o nobre ex-ministro da justiga heu-
vesse oncbidn o seu relatorio com carca de
50 paginas de criraes o attentados contra a
seguranga individual, nao se lerabrou de
que S. Exc, no raesmo formato e no raes-
mo typo, havia enchido com o mesrao as-
sumpto 90 paginas do seu relatorio (H-
laridade prolongada.)
O Sr. Antonio Aff raso Penna : V.
Exc. sab< que o relatorio referia-se al-
ministrago anterior e nao a minha.
O Sr. Joao Penido : E' com os erros
pas3ados que se ple defender o goveruo
actual.
O Sr. Presidente : Attengao I
O Sr. Duarte de Azevedo : Nao quero
defender o governo actual cora os erros
passados ; mas tenho o intuito de mostrar
Cmara que, por circumstancias fataes
ou por ora irremediaviis do paiz, uinguera
pode ser acensado cora sinceridapo do es
tudo setual de seguranga individual entra
nos. (Apoiados da maoria.)
Ha tanta razao de se aecusar por isso ao
rainict-rio actual, como ao ultimo ministe-
rio que V. Exc. susteotava. (Apoiados da
maoria.)
Pois bem, o relatorio, que V. Exc. apoia-
va, diza :
Nao e animador o estalo de seguran
ga e do propriedade no Imperio o e indica-
va justamente todas as causas que hoje
vao apontadas desse deploravel estado, in-
clusive a que se julgava primordial. a
falta de eduotcao moral e religiosa, que
raareceu os raotejos do nobre deputaln
pelo Rio Granda do Sul, o qual lerabrou
ao Ilustre Bario de Oot^gips a convenien-
cia de no nearem se rais3ionarios que fizes-
sem a cateche-se do paiz.
O Sr. Affonso Penna d um aparte.
O Sr. Duarte de Azevedo : Corao o
nobre deputado chama-rae para este ponto,
permitta-me V. Exc. que lht. record al
guns tactos.
Juliano pensou :
Para que minha tia diga isso, pre-
ciso que tenha motivo serio. Eu nao he
contei nada do que s i. E' preciso, po3,
quo ella o tenha sabido por outro cu que
saiba outra cousa. Interroguerao la.
Eutao, com toda a espacie da preeau-
coas, comegoa a pouco e pouco a levar a
viuva para o terreno das confidencias. A
despeito do segreda jurado, uraa especie
de in8tincto impelir a Sra. Francs a va-
sar o seu desgosto na alma do valente ra-
p8z, que, priraeira vista, corao inulher su-
perior que era, ella comprehendeu ser ho
mera realraer.t9 muito differente do que pa-
reca. Omprehendeu que o sobrinho ti-
nha urna vontade de ferro e ao mesrao tera-
po uraa ntelligencia prodigiosa, servida por
uraa acuiade de vista raaraviibos3.
Era menos de ura quarto de hora. Julia-
no conseguio saber tudo quanto quera sa-
ber- D i
Entao, era mesrao para si que Koava
tinha pedido a mao de Bertha, era tara-
bea para si que cobigava Renata. Havia
ura conflicto, urna contradiegao no3 termos
iesse duplo desejo.
Nesse caso, que seria do tal Jos Lv
ronza ?
Darmailly tiaha combado a reiec'ir.
O problema 30 lha apr.-sentava 3ob aspec-
to novo.
Aimiradado seu silencio, a Sra. Fran-
cs ia interrog .1 o, quando, de rapante, a
porta abri aa e Alice d'lsaao, muito cera-
da, qu-ii l'grn, sntrou as da.
Quando vio Juliano parou.
Que ha, minha qu-rida filhh ? per-
(.Continuar-su ha)
guutou sffectuosaraenta a viuva. Parece
commovida, quasi posso dizer feliz.
Alice abaixou os olbos sorrindo.
E eu o seria, se nao fosseru essaa
circurastancias dolorosas. Joao chega a
Pariz nestes oito dias.
Uraa exclamaglo parti dos labic3 da
Juliano.
Afin'il Deus se lembra de nos !
As duas senhoras olharam para elle com
sorpreza muda.
Que significara essas palavras ?
Com ura olhar expressivo Juliano sustou
a perguuta nos labios da tia. Depois, cot.
primentando a menina :
Retiro-roe, minha senhora, a pego ii-
cenga para vir saber noticias da menina
Renata.
Agradego era norae della.
Darmailly voltou-se para a Sra. Fran-
cs :
Poderei ver a raenina Arband r
A viuva acquieseu por ura sorriso.
Alica sahio pura avisar Bertha.
Esta appareceu um momento depois.
Trajava corao enferraeira, ura avental
branco por cima do vestid?) preto. Estava
linda.
A despeito da sua forga do conceatra-
go, os sentimntos de Juliano transp.re-
ceram-lhe no rosto. Cr lo a me-
nina, sem ceremonia, esf. i. ii 3 duas
raaos.
E' o 3f. Juliano Que sorpreza agra-
da 7-1.
E, accrescentou, com um sorriso exqui-
sito :
Sabe que seniora traz a telicidae.
E' um indicio de alegra que o co nos en-
va. Estou certa de que Renata vid sa-
rar.
A 3ra Francs sublinhou hl-gremente a
phrase .
Tanto mais que Julin) portador ce
noticias ; de noticias que nos sao caras,
concluio ella, mostrando a carta que o so-
brinho lhe tinha entregado.
Taivez soja de Maximiliano, disse au-
cio3araente Bertha.
Sun, de Maximiliano, respondeu a
"T'D ILeoga, nao, Juliano ? dase a
mE"nao disse senhor. Notou o, e t
seu rosto en antador corou. Darmailly ser-
rio o coragao inundar se-lhe dejub.lo. Com
uml-ngo olhar, cheio de amor, grade-
cu.
(Continua.)^
Tjp. do Harto roa Uaqua de Ci*- a.
42.
/
nsiH-!


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