Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17942


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Full Text
AHO LIJI JDIflfiO
I

-

PARA A CAPITAL K LICSARKI 0IB t\'A B PACA PORTE
Por tres mezes adiantadoa............... 60OOO
Por seis ditos idem.......... ....... liVJOOO
Por nm anuo idem......... 23)5000
Cada numero avulso, do raeamo da........*.*.*.. 0100
W-MBA 1 DE JIHO Di 1881
PARA DMTRO FORA DA PROTESCIA
Por seis mezes adiantadoa..............
Por nove ditos idem................
Por um anno idem.........,......
Cada numero avulso, de das anteriores..........
130500
20^000
270COO
#100
DE
NAMBCO

Priprirtato he Jttatwel itfiurira he iarta & Styo*
Os *4rm. AtaelJe IViaae Jfc C
de Par*, ea^ o naso-ios agentes
exclusivos de .inninicios e ;>u-
blieaedea na Franca e Ingls -
trra
ELEGRAHHAS
::^i;: >AsiiWLa se siabic
tU DE JANEIRO, 4 de Junho, s 4
Loras e 5 minutos da tarde. (Recebido as 7
horas e 2 minutas, pelo cabo submari-
na). ()
i presidente da provincia do Para.
Forana exonerados os presidentes
da* prowlncla do Piantiy e do Esp-
ritu Manto e nonendon:
Presidente da provincia do Piau-
hy o Dr. Francisco Jone Vlvelros de
Castro t
Presidente da provincia do Espiri-
to Manto o Dr. Antonio Leite nibelro.
BAHA, 5 de Junho s 6 horas e 20
minutos da tarde. (Recebido pola linha ter-
restre) .
Cnegaram boje a esta capital no
GIRONDE, Saas Altezas Imperlaes os
sin. Conde e Coudessa a- n. tendo-
liii-s sido dispensadas as malores
demonstraces de aprecoe conside-
raoo.
Foi esplendida a recepco feitaaoa
augustos viajantes.
sua- Altezas Imperiaes "percorre-
ram differenles pantos da.cidade. e
almocaram no palacio da presiden-
cia.
O E vni. Sr. conselbelro Joo Capis-
trauo Bandeira de Mello, presiden -
te da provincia, tudo enviden para
que aos distinctos hospedes nada
faltasse.
suii* Altezas imperial' foram
aeompaabados e conaprlmentados
por multas pessoas.
Acobam de partir para o Bio de
Janeiro.
^v'yg U SaUCU MAS
Eapeuiai pura c Dia-iio)
ROMA, 4 de Junho.
A Cmara dos Deputados adoptou
o crdito pedido pelo governo para
a expedico de Massouab e appro-
vou por urna grande maiorla m pol-
tica colonial do ministerio Depre i
R0UBAIX 4 de Junho.
O Incendio da fabrica de tecidos
Je Masure A Fila altrlbuido ama-
levolenci'i.
iinii operar: foram presos.
BUDA FEm I!, i de Junho.
Em NMtequr >! do romplmento
de ama digne perto de Szegedln, as
aguas do Visis*. Innundaram urna
graude porcao do territorio.
Os estragos sao conslderavels.
PARS, 4 de Junho.
A Cmara dos deputados prlnel-
plou a dlscusso do projecto de lei
sobre o servleo militar.
SANTIAGO DO CHILE, 5 de Junho.
O ministerio deu a sua demiaao
conectiva.
RIO DE JANEIRO. 6 de Junta, s 5
horaB e 35 minutos da tarde.
s m o Imperador assignou boje a
le sobre o registro civil.
O Sr. Ferrelra Vianna expoc boja
ua Cmara dos Deputados o sea pro-
jecto de le lobrc a reforma da elel-
rao de senadores.
BUDA-PESTH, 5 de Junho.
i m parte da cldade de segedla e
diversos arrabaldes esto innuada-
dos pelas aguas do Tbelss.
Os esiragos sao Inmensos.
ROMA. 6 de Junho.
O r- Cri.pl acaba do ser condeco-
rado com a ordem de M. .Mauricio e
Lazare.
(*) Reproduzimos este tel<*gramma por
l'-r havido engao na sua interpretacio.
A Redacto.
PARS, 6 de Junho.
O governo francs e o governo rus-
so repellindo a convenco passada
entre a Inglaterra e a Turqua a res-
peito do Egypto o Salta parece he-
sitar em ratificar a mesma con ven -
cfto.
Agencia Hars, lial -sas Pornamboco,
6 da Junho 'lo 1887.
INSTRUCCiO POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
O PHOT 1'l.iSH V III KIOI'l. I1H
(Continuac&o)
Temos p jis visto j, que, sempre m virtade das
suas propnedades e das Icis pbysicas e chimicas
que regem todos os phenomenos vitaes e nao vi-
taos, o protoplasraa nutre-se, cresce e reproduz-se,
realisando por estes tres factos aquillo que costil
mamos chamar vida. Importa-nos, porm, inqui-
rir mais alguma coisa e ver se na substancia vital
primitiva ha algum factu que nos revele e expli-
que cutres phuu .inruos que uos seres vivos vamos
encontrar, ta-a como o tacto raaencial da adapta-
do ou modifcalo tendente a conservar em equi-
librio as f oreas proprias com as do meio em que
v. vem, a motihdade ou poder de realizar movimen-
tos difi'erentes, e a aensidade ou maniteatacao de
reaeco contra as accoea que sobre ellea inciden).
Com effeito, notamos j, quando cstndamos as
pi-opriedades da materia protoplasmatica, que da
sua grande instabilidade e traca coheso rceultava
urna fcil aivjeicao influrncia das toreas exterio-
res incidentes. Estas communicam s molculas
protuplasmatuaa novos movimentos que, combi-
uando-se com os movimentos propnos anterior-
mente adquiridos do protoplasma, do urna resul-
tante que ser a promotora da gradual evolucao
dos organismos. Estes serSo accommodados ao
meio em qne vivem, por isso que justamente das
torcas especiies desse meio ambiente qne recebem
o impulso girador daa inodficaeoes evolutiva c
transformadoras. A propriedade fundamental que
origina esta trausformaco lenta dos orgaoimos,
na la mais do que a r< actividad-e ou propriedade
de reagir contra toda a accao exterior,proprie-
dade que, como se sabe, commum a todos os
carpos.
(Continua)
TABTE OFFlCm
Mi Misterio da rustica
Foi nomeado juiz de direito da co-
marca da Faxina, na provincia de S. Pau-
lo, o bacharel Antonio Canudo de Almeida
e Silva.
- Fui concedida ao bacharel Francisco
de Souza Dias a demissSo que pedio do
lugar de j diz municipal e de orphSos do
termo de Alcobaca na provincia da Ba-
ha.
Foram recondnzidos : O bacharel Jos
Olympio da Silveira, no lugar de juiz mu-
nicipal e de crphos do termo de Pombal,
na provincia da Parahyba : o bacharel San-
tino de Assis sPereira Rocha, em igual lu-
gar do termo do Conde, na mesma pro
viuda.
Foram nomeados para os termos: de
Entre Ros, na provincia de S. Paulo, o
bacharel Antonio Silverio de Alvarenga ;
de Batataes, na referida provincia, o ba-
charel Jos Manoel de Azevedo Marques ;
de Pao dos Ferros, na provincia do Rio
Grande do Norte, o bacnarel Adolpho Au-
gusto de S Leitilo; de Alcubac,a, na da
Babia, o bacharel Jos Heraclides Ferrei-
ra; de Monte Alto, na referida provincia,
o bacharel Aotouio Pereira de Castro ; do
Brejo Grande, na mesma provincia, o ba-
charel Braulio Xavier da Silva Pereira.
Foi exonerado Joao Alfredo B.iptista
Borba do lugar de offi.-ial externo da se-
cretaria de polica de S. Paulo e noiueado
para substituil-o o amanuense da mesma
repartic&o Sebaatio Lorena.
-- Fez se merc a Bernardino da Silva
Brito Netto dos ofcios de Ubellio e es
crivfto da provedoria o mais annexos do
termo de S. Beato, na provincia do Mara-
nhSo.
ni Misterio do Imperio
Por decreto do 28 de Maio foram agra-
ciados com o grao de cavallfiros da ordem
de S. Bento de Av'%. os primeiros teen
teo da armada Frederiao Ferreira da Oii-
veira, Alfredo Augusto Lima Barros, Sdvi
no Jos de Carvalho Rocha, Manoel Ve-
nancio Campos da Paz, Carlos Jos de
Araujo Pinheiro, Sabino de Azevedo Cou-
tinho, Candido Floriano da Costa Barreto,
Leopoldo Bandeira de Gouveia, Francisc >
Jo Vieira, Alfredo {Jos de Abreu, Gusta-
vo Antonio Garnier, Jos Manoel Pereira
de Sampaio e o capitSo do 17 bataluao de
infantaria Joaquim Altredo Garca Terra.
Ministerio da l'azeuda
Foram nomeados praticantes : da The-
souraria de S. Paulo, o da de Pernambu-
co Antonio Fernandos Trigo de Lmr-jiro,
e desta o daquella Joao Francisco de OH
veira Godoy.
Foi demitudo do lugar de officia! de des-
carga da Alfandega da Parnahyba Jer-
mias Ferreira Guimaraes.
MiBlsterlo da Guerra
Foi concedida troca de oorpos entre si
aos capities JoSo Jos Pereira Parob, da
5a eompashia do 3.a batalhao de infantaria,
e Antonio de Bastos Varell, da 3." com
panbia do 18 batalbj da mesma arma.
Foi nomeado capelUo teaente do corpo
ecelesiastico do axercito o padrj Jos Ve
nerando daGrarja.
Requisitou-se do presilenti da Socieda
de Asylo de Invlidos da Patria providen-
cias para que pelos fundos da dita socie-
dade continu a ser prestado, a partir do
actual sxer 'icio, o auxilio annual de...
43:0003, afim de occorrer ao custeio do
mismo asylo.
Mandou-se que pelo archivo militar se
exe utassem, com urgencia, os melhora-
mentos oreados e necessarios s caval
lridas da escola geral de tiro \o Campo
Grande.
Ficou sem effeito a portarU de 16 de
Abril ultimo a nomeacSo do tenante do
corpo de estado-maior de 1 .* classe Jay-
me Benvolo, para o lugar de ajudante de
ordeus do presidente da provincia da Pa-
rahyba.
Mandou-se desligar, afim de partir para
a provincia do C|,ar/ o tenante ,do 8. de
infantaria Miguel Teixeira de Souz.
Foram transferidos para o 1.a regimen-
t de cavallara o 1.a cadete da companhia
de Minas Joaquim Mariano Augusto de
Menczes: para a guarnicSo do sul o 2.a
sargento do 7a. batalhio Jos Pedro Man-
gaba; o para o 7.a o furriel do 10 Henr-
que Lefevre.
Permittio-se que o 2o cirurgilo do corpo
de sau.de do exercito Dr. Francisco Flix
de Barros e Al aeida aceite a nomeac&o
interina de inspector da saude do pirto da
provincia do Rh-Grande do Norte duran-
te a licenrja concedida pela presidencia da-
quella provincia ao respectivo funciona-
rio.
Passou a servir na socretaria de estado
at ulterior deliberarlo, o secretario do
laboratorio pyrotechnico do Campinho, Car-
los d'Antas de Vasconcellos.
Foi transferido para o 5 bataluao de
infantaria o alferes do 17 batalhSo de in-
fantaria da mesma arma Cyrillo Bernar-
dina Fernandos.
Tumbeen foi transferido para o 9' de
infantaria o alferes do 8o addido ao 13 da
mesma arma Jos Candido Rodrigues.
Mandou-se desligar de addido ao 10
batalhao a reunir-sn ao 17* batalho a que
pertence o altores Alipio Justiniano Cesar
Jacobina.
Foi inspeccionado de saude e julgado
incuravel e incapaz do servio, o tenente
aggregado a arma de cavallara Cesario dos
Anjos Garcia.
Foram trancadas as matrculas com que
frequentavamaa aulas do curso preparatorio
annexo escola militar da corte o alfares
do 9 batalhao de infantaria Ludgero Jote
do Cruz e o 2o cadete do corpo de alum-
nos da mesma escola Jos Pinto Peixoto
Velho, conforme pediram.
Foi trancada a matricula, com que
frequentav.a as aulas do curso preparatorio
anm-xo esta escola o 2o cadete da corpo
da alumnos. Aristteles Affonso Roriz, con-
forme pedio.
Mandou-se dar baixa do servijo do exer-
cito ao alumno desta mesma escola Alber
to Lcvel, indemnisando previamente os
cofres pblicos da despeza feita com o sen
tratamento e vestuario durante o interoato
na dita escola.

Ministerio da Marlnha
Permittio-se que o Io sargento reforma-
do do corpo de imperiaes marinheiros Tho-
maz Vieira e o imperial marinheiro de 3a
classe, invalido JoSo Carneiro da Silva
residaro, este na provincia do Cear e
aquello na do Amazonas, peretbendo o
que lhes competo pelas respectivas thesou-
r,.riua da fazenda.
Foi nomeado 2' pharmaceutico do corpo
de saude da armada o pbarmac-r utico civil
Jo3o Pontea de Carvalho.
Foram transforidos paia a segunda cas
se da armada os Srs. capitjio-te: ent
Henrique Fausto Belham e o Io tenente
Miguel Joaquim de Castro Sobrinho.
Foram reformados o capitSo de fragata
Augusto Mximo Baptista em capito de
mar e guerra, e o capitSo-teneute Fran-
cisco Xavier Rodrigues Pinheiro em capi-
tao de fragata.
De acoordo eom os pareceres do conse-
lho supremo militar, exarados em cnsul
tas de 21 do Fevereiro, 16 e 23, do cor-
rente, e de conformidade com o disposto
na segaoda parte do 2" do arf. 9o da
lei n. 648 de 18 de Agosto de 1852, art.
7" da de a. 821 de 14 de Julho de 1855 e
3o do art. 1* da Ce n. 2,105 de 8 de
Fevereiro do 1873, os tenentes Luiz Po-
reira de Medeiros Vasconcellos e Manoel
Jos Ja Silva Jeite e o alferes Jos Ma-
ra da Puritiaacao Silva. Moreira, estes ag-
gregados arma de infantaria e aquello do
3o batalhao da mesma arma.
Nos termos da primeira parte do | 1 do
art. 9 da lei n. 648 de 18 de Agosto de
1852, por se acharem aggregados, ha mais
de um anno, e terem sido de novo julga-
dos incapazes do servijo do exercito, em
iuspecc&o de saude, a que faram submetti
dos, o 1* cirurgio do corpo de saude Dr.
Joto Gualberto Ferreira dos Santos Reis,
2" cirurgiSo do mesmo corpo Dr. Abdon
Felinto Milanez e alferes de infantaria
Dauiel Ferreira Vaz Jnior.
Com o sold por iateiro, de conformida-
de com o disposto no 3. do plano que
Daixou com o decreto de 11 de Dezembro
de 1815, visto contarem mais de 25 annus
de servigo e acharem-se incapazes de nelle
continuar, ao soldado Lino Vieira e ao
cabo de esquadra Galdino Vieira de Mello,
este do 3. batalhao de infantaria, e aquella
da companhia da mesma arma da provin-
cia de Sergipe.
Foi destacado de bordo da canbo-
neira Braconnot para o encourerado Sete
de Setembro, o 2. cirurgiao do corpo de
8a le Dr. Cesar Ferreira Pinto.
O Sr. ajudante general da armada
louvou -o guarda-marinha Alvaro Augusto
Rosauro de Almeida, pela dedicacjto e zelo
que mostrou durante o terapo em que es-
teve encarregado do rebocador Guarany.
Tiveram ordera de passar: da ca
nhonera Iraripe para o encouragado Ja-
vary o 2. teaente Francisc} Cesar da
( osta Mello e desta para a canhoneira
Affonso Celso o 2. tenente Alfredo Mon-
teiro Peitox j o para o encourajado Sete de
Setembro um official que designar o oom-
mandante d'aquelle ; da corveta Nitherohy
para o vapor de guerra Madeira o 1. te-
nente Francisco Marques Pereira do Souza,
e da canhoneira Affonso Celso para o en-
couracado Javary o 2. tenente Rodolpho
Ribeiro Penna.
Autorisou-se o quartol-goneral a man-
dar fazer os concertos necessarios na ca-
nhoneira Henrique Dias, surta no porto de
Jaguarao.
Teve ordem de embarcar na conho-
neira Maraj o 2.a tenente Narciso Prado
de Carvalho.
Tiveram ordem de desembar da ca-
nhoneira Iraripe o 2. tenente Nsrcizo
Prado de Carvalho e da corveta Nitherohy
o praticante de machinista Thomaz Pi-
nheiro dos Santos.
Teve ordem de passar da canhoneira
Affonso Celso para o encourayido Javary
o 2 tenente Alfredo Monteiro Peixoto.
Teve ordem de embarcar na canhoneira
Affonso Celso o 2." tenente Joaquim Albu-
querque Cerejo.
A conboneira Lamego, actualmente
no MaranhSo, teve ordem do transferir-se
para o porto de Pernambuco.
A causa desta ordem foi o estado sani-
tario de bordo. O medico, o official de fa
zenda e outros offi -iaes esto atacados de
beri-beri e a guarnicSo muito diminuida.
O ajudante general fez constar aos
commandantes das escolas de aprendiz-.s-
marinheiros, pelos quaes econtractado o for-
necimento de fardamento, que devera con-
templar nos annuocioa de concurrencia os
colch33S, macas de lona e cobertores de
13, que fzem parte da tabella respectiva,
conforme determina o aviso datado de 28
de Maio tindo.
O Ministerio da Marinha declarou ao
chefe do corpo de fazenda que, de accordo
com as informac3e8 prestadas pelo quartel
general, deve o affioial do fazenda de 3.a
classe Demetrio Candido Tourinho de Pi-
nho ser substituido na osela de aprend-
zes marinheiros.
I. o ve ru da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 4 Dk
jrtJNHO DE 1887 .
Antonio Joaquim dos Santos.Iuforme
o Sr. Or. juiz de direito do 2 districto cri-
minal.
Bacharel Augusto Cesar Pereira Caldas.
- Justifico as faltas. Depois de notado na
secretaria do governo, rtmetta-se este re
querim raria de Fazenda, para os fins convenien
tes.
Candido Jos Rodrigues. R;queira pe-
los canaes competent-s.
Directora da companhia Santi Th?re
za.Ioforme o Sr. inspector do Thessuro
Provincial.
Francelina Alves de Souza. Indefe-
rdo.
Fielden Brothers.Informe o Sr. ins-
pector do Thesouro Provincial.
Galdino Jos Burity. Informo o Sr.
commandante superior da guarda nacional
da comarca do Recife.
Joao Rufino do3 Santos. 3m, com as
restriegues do estylo.
Joaquim Ramos & C Informe a C-
mara Municipal do Recife.
Jos de Luna Gomes dos Santos.
Sim.
Joaquim Candido de Castro Marques.
Deferido com o offioio de hoje ao brigadei
ro commandante das armas.
Bacharel Luiz Emigiio Rodrigues Viau-
na. Informe o Sr. Dr. juiz do direito da
provedoria de capellas o residuos da co-
marca do Recife.
Sebastiao Antonio de Albuqmrque Mel
lo. -Apostille-se, era vista do art. 46 da
lei n. 1,860, que fez desapparecer a irre-
gularidade da nomeagao.
Severino Aleixo de Vasconcellos. Infor-
me o Sr. LiT. juiz de direito da comarca
de Caruar.
Secretaria da Presidencia de Pernaru-
bueo, 6 de Junho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Itepartieo da Polica
2* secgao. N ____ Secretaria de Po-
lica de Pernambuoo, 6 de Junho de 1887.
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram recolhidos Casi de Deten-
gan os spguintes individuos :
No dia 4:
A' minha ordem, Jos Antonio Camello
Rocha, vindo da proviricia da Parahyba,
como conde inaio no termo de Timbaba,
no art. n. 20 do Cdigo Criminal.
A' ordem do Dr. delegado do 1* dis-
tricto da capital, Francisco J s Ferraz,
eu Souza Ferraz, Ronolpho Aureliano da
Cruz Gouveia, Madoel dos Reis Sant'An-
nna e Manoel Soares de Brtto, por dis-
turbios.
R' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Jovioa Gregoria de Oliveira
Ramos, por offensas moral publica.
A'ordem do do 1 districto da fregu-
zi le S. Jos, Theophilo Bjqco da Cos
ta, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da Boa-
Vista, Antonio dos Santos Pinheiro e Her-
mino de Albuquerque Maranhao, por dis-
turbios c uso de roas defezas.
A* ordem do do 2o districto, Ponciaoo
Pedro Jos de Sant'Aona, por disturbios.
No dia 5 :
Ncnhum individuo foi recolbido naquelle
estabeldcimento.
Em trras do engenho Bom Destino do
termo de Palmares, no dia 26 do mez pr-
ximo fiado, o individuo de nomo Antonio
de tal conhecido por Cbimbute, ferio grave-
mente cora urna taca a Antonio Policarpo
dos Santos o evadio-se logo apoz o crime.
O respectivo delegado tomou conbec-
mento do facto, fez proceder vistori.i e
abri sobre o facto o competente inquerito.
Communicou-me o delegado do termo
da Gloria de Goit em offico de 3 do cor-
rente, que naquella data havia sido preso
o individuo de nome Manoel Joaquim de
Sant'Anua, por ter no dia 20 do Fevereiro
prximo tindo, mceudiado propositalmente
as roupa3 com que se achava vestida Clau-
dina Mara de Vasconcellos, que veio a
fallecer da queiraadura.
No lugar Riacho do Sangue do termo
do Bonito, no dia 28 do raez rindo ^o indi
viduo de nome Joo Correa do Lima, as-
sassinou cora 7 facadas a Manoel Jos do
Nascmento, sendo preso em seguida.
O subdelegado respectivo tomou conhe-
ciraento do facto, fez proceder vistoria e
abri o competente inquerito, que j teve
o competente destino.
Foi igualmente preso o individuo de
nome II-reulano Pereira da Silva, cumpli-
ce naquelle crirao.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exra.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesoaro Provincial
DESPACHOS DO DIA 6 DE JUNHO DE 1887
CommenJador Jos Candido de Moraes,
Domingos Rodrigues de Andrade e Ada-
neu Rodrigues da Fonseea Lte. -Infor
me o Sr. contador,
Miguel Francisco do Reg. Entrege-
se pela porta.
Dr. Joaquim Francisco do M;llo Oa val-
cante- A' R'cebeJoria Provincial para
attender.
Jos Francisco de Paula Barros, Cer-
tifique-se.
Companhia The Great Western of Bra-
sil Railvay. Informe a secgao do conten-
cioso.
DIARIO DE PERHASliUuO
RECIFE, 7 DE JUNHO DE 1837
Locaco de servleo domestico
Durante longo espaco de tempo foram julgadas
3uiii 'ieotea para regular o assuuipto da loc-clo de
servicoB domsticos as diaposices cootidas na 8
veihas Ordenaces do Remo.
Esta suffieu-DCia, porm, assentava mais no fa-
cto de sercm estes servicia at agir* pre^ii'-hilog
principal-nonio p?los escravos do que verdadera-
mente na orreepoudencia daquellas disposico-e
com as necesidades e desenvolvimentos dt- taes
servicos em urna s cied-ide de homens livres.
Desde que com-.-^ou a enfraquacer-so e a des-
aggregar-se o rgimen do dominio servil, desdo
que foram reconhecidos os mltiplos males que
educacao e vida ttmiliar traiia a convivencia dos
escravos, corne?ou-se a recorrer locajio, como
maio de fazer se a sabstuico dos servic03 do-
mestioos e servs palos prejtados por homens li-
vres.
Os graves inconvenientes da fdlta de seguran-
91, permanencia, aptidi e coufianga, que 03 loca-
dores de serviers donv&ticos taziara e fssem sup-
portar aos que precisara da prestaca destes ser-
vidos, deipirtaram a neeessidade de recorrer-se
legislar^ao para ah busear-se um correctivo a
estas desvantagen3.
Foi ento que evidenciou-se praticamente nao
serem bastantes as deficientes dUpasijes do Li-
vro 4, titalos 28 a 35 Jas rdnao5ea do Reino
para 8 regul-rrisisao dos 3erv:?J3 domssticoa.
Agora que a cscravido e3td irremissivelmentc
condemnada a desapparecer totalmente d'entre
at> D03SHS insti'.uicpes, preoecupa-se com rarao o
espirito oubliei com a noce^sidade de nma legis-
IsqSo, que veuha precncher a lacuna das Orde-
nacoes.
Esta neeessidade tanto mais urgente e i.npa.
riosa qu .uto mais aflietivs se tornam cada dia
as difficuldades, contrariedades e iocommodos,
qiw nj lar da3 familias se repraduzem, augmen-
tara edao lugar a queixas e reelamacoes gerass.
Se bem que nSo possamos censurar o poder pu-
blico, attribuind)lhe desoonheciai-.-iito dcats ur-
geate n-'cessidade, cabe-lhe, entretanto, e bem
merecida a censura de nao haver at agora
prevenido e attendido aos males que soffre geral-
mente a populacho das cidades e povoacoes pnr
causa da deficieucia das d3pisic5;s legislativas
acerca do assumpto de qu: nos o:c jdui j.
Apesar de reconhecer a Assembla Geral a ne
cessidade de supprir a lacuna das Ordenaces, do
que noa d testernunh] o ultimo relatorio da mi-
nistro da justic/t, nao correspjudeu aiuda a esta
ncceaaidade pela adopfio de urna iei reguladora
da locacao dos ervicos domsticos.
Ha mais de dez annes que a Aisembla Oersl
se oceupa deste assumpto e nV pode ou nao teve
tempo ainda a sabeooria legislativa de firmar o-
bre elle regrae e preceitos Em teda parte as
relacoes civi de ordem privada, por isso mesmo,
que ellas mais comnummente aj verificara e con-
stituem a vida quotidiana dos cidadios, merecem
da parte do poder publico toda solicitude e con-
seracSo.
Entre eos, pora, succede o contrario ; a vida
publia, aa relacoes entre o poder publico e os
administradas, o modo pelo qual a accao adminis-
trativa e governamental deve ejercitar-se, a pol-
tica, emfim, absorve ou pelo menos oceupa
maior parte de nossa actividn.de.
Ser isto consequencia da graude virtude do
nosso zelo extremoso pelas libsidades publicas?
Nao agora nosso intuito desenvolver aprecia
coes sobre isto, consignamos apenas o facto que
aao deve ter escapado ao estudo e nvestigacoes
dos nossos homens p iiti ::s.
Pelo relatorio do ministro da justica se v que
em 1877 o Senado adiou a satiafaco da neeessi-
dade de urna lei sobre a locacao dus servidos do-
msticos na esperanca de que o cdigo civil bre-
vemente regulasse um tao importante contracto,
come epincu o parecer da cjmmissao du legisla
5S0 do 1 de Outubro desse anno.
At hoje, porm, ;ra falhaio as diversas tenta-
tivas para a organisic lo um cdigo civil, fi
cando agsira sem cumprimento a promessa con-
stitucional do art. 179 18 que assim s-- ex-
prime :
Organisar-se-ha quanto antes um cdigo civil.
fundado as solidas bases da justica e equi-
Todos sabem que o quanto antes constitucimal
j b m velho, tem quasi a mesma idado que a na-
cao brazileira.
A esperanga de um cdigo civil nao pole justi-
ficar o eaquecimento do projecto adiado, tanto as-
sim que a cara ira temporaria as sessoes de 1882
a 1834 se oceupou do assumpto ; e o projecto u.
74 do 18 de Abril de 1882, sobre o qual deu pa-
recer a commissao de justica civil, offerecendo um
substitutivo sob n. 76 du 12 de Julho de 1883, es-
t pendente de discussao desde 11 de Julho de
1884.
O proprio ministro da justica declpiou ao par-
lamento que, a nao sercm tomadas providencias
para apresear a conclusa) do cdigo, lhe pareca
de tanto maior urgen'-i-i urna lei especial, quanto
mais se i.ppioxima o termo da escravido
e menos empregado oescravo na servico dome
tico, como j4 acontece em algumas provincias, e
em quasi todas as capitaes.
Pain servirnra de bases a essa le e em garan-
ta reciproca das partes contractantes, prc-pz o
governo as seguintes medidas :
Matricula dos criados (locadores do servico) a
cargo da polica em cada cdade, villa ou povoa-
cao.
Caderneta de alugue! em mao do locador, au
thenticada pelo certificado da matricula e averba
coes, establecida como forma e prova do contrae
to e pagamento, da qual constera as condicoee
ajustadas e os snlbrios recebidos, com referencia
obrig.it ira a qualquer eacriptura publica ou par
tioular relativa mesma locaco, s a houver, sob
pena de s valer o estipulado na caderneta ; pre-
scripcao do 30 dias das reelamacoes contra os as
sentamentos della, d^vendo, ser immediat-iin- it.
eutregue ao locador ou por este reclamada judi-
cialmente dentro do memo prazo.
Attestado obrigatorio da conducta ds locado
res, passado pelos amos (locatarios dos servicos!
na mema caderneta c avtrbado na matricula.
Diatracto ou despedida facultativa como pro
va aviso de 15 das, nao havendo prazo estipu
lado.
Resciso por parte do locatario, em razo ds
m conducta do locador juradi perante o juiz de
p .z com prova do pagamento do salario at a Ca:.
do ra>.-sm; juiameuto; e por parte do locador, -"re
razao de mo tracto por elle jurado, cu impontu
lidade e pagamento, couataute da caderaeta cu
de reclamacao no prazo lega', sendo o ame
obrigido a pigar o que iever it a resciso gil-
vo para i.mbas a3 partas o uso das accSes compe
t''lites para a punico doj delictos previstos uc
cdigo criminal e indemnisaeSo devida por cansa
delles.
Maltas por nfritcao do eontracto coiiespon-
dentea ao terco, melado e totalidade do salario de
um mez, convertivoia empriso pelo mesmo t".n c.
Proeesao Bummarissimo e competencia di jui-
zo de paz com appi-llicao para o jnz de dLeit.-. 1
Devenios o podemos esperar que o poder legisla
tivo se apresae rm traduzr em lei a proposta di
poder executivo?
Sao ser ma3 certa, maia rpido, a accli J;=
poderes locae: ?
Divcraaa provincias gozam j dos m-?lh 1sm.11
t'.-s Q.uj mediante posturus pi-lieiaea as C-raaras
Muuicipaes da accorda com os chef s de polica
tem organisado e decretado.
O governo tcitamente tem approvalo sf-mc
Ihante procedimeuto, um vez que as postur;s pe-
liciat'B nao ccntianem as r gris e preceitos da le
do Estado.
Eis como a este res pe to se prouunciou o minis-
tro da Justina :
Os grav. sfactes que teein resultado dr. confo
gracia de eeren chamados para servir no lar das
familias, no interior daa habi'acSes, pssoas intei-
ramente desconhecidas.cstao induzindo as Aa em-
blas Provinciaes, as municipalidades e a noticia,
a tomaren) a iniciativa de regulauocntoa qo", as
menos as suas bases, f.ina do entrado, direi-
tos c obrigagoes geraes do locador e do locatario,
distracto, roacisSo e penas, processa a jurisdiceao.
devem assentar em lei do Estado <-ue resguarde a
esseucia daa convelios e fixe o limite da sauccae
penal.
Foi -em duvid* em attencao e reconhecimento
de instante neeessidade publica, que a nossa As-
sembla Provincial, pela le n. 1,897, (oi-cament
municipal) decaXou no rrt. 60 o seguinte :
. A Cmara Municipal d Recifp, no pro de 3
mezct, a d tar da publieaco da presente reso'.u
cao, regular o servico de criadoa, confeccionan de
para este fim as precisas posturas.
< Por criado de servir entende-se toda a p esc
de condieao livre, que, mediante salario onven-
cionado, tiver, ou qun-sr ler oceupaco de moco hotel, hospedara ou ciaa di pasto, coiinheirc, co-
peiro, eocheiro, hortelao, ama de leite, ama secca,
engommadeira ou coatureira, e eua geral o de qual-
quer servico domeatico.
Nao Li esta a vez primeira que a Aaaem'oie
I rovncial cogit u de3to asaumpt -, mas a p*
tH*


Diario de fernambucoTerfa-leira 7 de Junho de 1887


deccia da provincia nao Ihe reccthecen competen-
cia para resolver sobre ato.
Deata vea a AeaeaabaS tomn outro caminho,
merecedor da *rprevtc*o da preaidcncia, qoe man-
den publicar a lei *m qae aquella medida ae a..ha
contida.
Ribta que a Cmara Municipal, cu por meio de
urna commisso tiada d'entre os sena membroo,
ou por incumbencia a uro parti trete de organisar o ^regmmeatoj exigido pe la
lei de orct mente munieipalrVede jaem wges nes-
ta parte.
.".guardemos a detaer agioca Cmara Muni-
cipal.
Kotletaw do *nl
O paquete inglea NUe tae-nos hontem aa se-
guintes noticias, alm das publicadas sob as ru-
bricas Parte Official e Interior.
Panuro e Uto da Prain
Datas de Montevideo at 25 de Maio:
Foi inaugurado linha telegrapbica qae liga a Bolivia ao Per.
Noticias de Iquique dizem que o Dr. Adelino
rapesa, ,que fra ineumbido do tratam. uto dos
choericos as provincias de Acero e Amiari, fal-
lecer victima da epidemia.
Caatas.de Lima afirmara qoe o governo do Per
nao abrir oa seas portos a embarcafes pr-c
ieutea dos do Chile sao no mea de Julh->, porque,
se assim nao ficer, o governo do Equador e da ,'o-
lumbia -impero grandes quareutenas cu talvea
mesmo echaro oa portos s procedencias do Per.
D8cobrio-se um avultado roubo na alfandega
de Valparaso, pelo que f.ram presos cinco empre-
gad"s deesa repurtifo
O^Vfrro-Carril de 12 noticiou que na vespsra
correr insistentemente o boato de que, por causa
das ceurrenciaa a que. nos r< ferimoa supra, os
Srs. Lorenao. Claro e Bmeterio Costa baviam pe
dido exoneraco dos cargos que txTciam na dita
alfandega. Dizia se tambem que para substituir
j priaeiro suria MaeadJ interinamente o Sr. Jos
Manocl Moya Nao se indicva a sueco do se-
gundo.
A secca continua va a causar iamnoa u. Chile
No dia 20 reuuiram-ae na assistencia publica,
jm Haenos-Ayrcs, varios facultativos para asen-
tar as m>.'didas que converja adoptar para com-
baten a epidemia de diphteri, que ae desenvolva
por toda a cidade com carcter assustador.
A reviHa mdico-cirnrgica, na edco de 18,
diz:
pouco lisongeiro o estado sanitario da ca-
pital. Depois de acabado o cholera, a diphteria,
jue j exista anteriormente em propoi ci-s dignas
de chamar a atteuc^o, tomou deaenvolvimento por
demais grave. Agora temes tambem a varila que
principia a fazer numerosas victimas, especial-
mente na suburbios habitados pela classe pobre,
cuja ignorancia os fai olhar para a vaccina com
criainoaa indifferenta.
A Nacin continuava a denunciar malversar s
praticadas na repartico de immigra$ e publi-
car documentos euinprovando-as.
Em Buenos Ayres receberam-se noticias de no
vas iuvufcoes de indios as colonias do Chaco.
Ao citado diario communicou o seu correspon-
dente em Mtntevido :
o O ministro Sagastume telegraphou ao governo,
eommunicando que teve urna conferencia com o
presidente do conselho, o qual lhe declarou de um
memento para cutro s > decretar a admisso da
carne, reduzindo se o priso, que se cotar d . j..._____ j.._i__________; ,.:.!_______j__ r. .- _________-. j.
Boencs Ayre 30 de Maio.
O A'orto piWictu nm artigo editoiial que eaa-
s ou certa ceosacio. Analyaando as ultimas ope-
r ace commirctea e financeiras, oceupa-ee da
espuulsco qne se fas, stbretudo cem os terrinos,
e censura a vivamente, a< monstrando que t Ha oo
tardar a dar em resultado urna crise qae pode
trazer a tuina de muiros.
Montevideo, 31 de Maio-
Tem augmentado a epidemia de bexigae, que
apaareeeu as arr.aalds da oidade. A junta de
-bysane diipo ntoBnoDseihotao povo, rcccmmen-
iliiwn vaeoiaHco e propendo as medidas necea
sariaspaaroeavitar'.o dcsenvolvimento d* mal.
Jto gcMC.* capitalistas, prcpOwae mas-
dar^mwtruiriSKkiiones paaa o tsansito-em diva-
aos lMn.-dayrefIica. J
__.^O chefe poltico da-.capital, coronel Moto,
occrjamvie aattraineaie da.-otganiaacao'de um cor-
po de bombearas.
Buenos Ayreo, 3l.de Maso.
O ministro da fazenda, Dr. Wenceslao Pacheco,
acaba de aprtsentar s cmaras o ercamento para
o anno financeiro de 18871888. ^^
O relatcrio estabelece um excedente de 600,000
prses as receitas sobre aa despezas.
1 aliase da fuudaco de um novo banco.com
o titulo de Banco Italiano. A emissao de titutos
preciaos para este novo eatabelecimento de crdito
seria promptamente e mais do que coberta.
Os jornaea discutem o relatcrio do Sr. Dr.
Beliaario Soares de Sonsa, ministro da fasenda do
Brasil, e censuran) com alacridade o augmento de
direitos sobre r s carnea salgadas.
Bao draade do Sal
Datas at 22 de Maio.
O commaodan-e das armas da provincia, gene-
ral Eneas Oalvo, regreaaou de Jaguaro capi-
tal no dia 21.
A imprensa de Bag queixava-se da frita de
sellos no correio d'alli. _
Por despacho do Sr. Dr. jnis de dircito d a-
quella comarca foi declarada livro nes termos do
a'rt. 7. do decretos. 9,517 de 14 de Novemhro de
1885, victo nao ter sido dada a matricula no praso
legal, por aeu a^nhor Severino Teixeira Brasil,
urna preta chamada Justa, de SI aunas de idade,
maia ou meuos.
Por causa, da ceasacio do cordao sanitario
houve urna t^sta popular tm Jaguarao. Pasaaram
d'alli para a villa de Artigas numeroaas pessoas
precedidas de bandas de musics, e fiz^ram urna
grande passeata. A Cmara Municipal fes-ee re-
preaenUr na festa, tendo havido troca de discur-
sos de felicit-tco.
Escreveram de Pelotas ao Echo do Sul no-
ticiando que n'uma casa de danaa altcrcaram Af-
fonso Bastos e M Reg, e dessfiaram-se para a ra
onde entraran) em cxnflicto, sahindo o primeiro fe-
rido por um tiro de revolver, autor do crime,
meco de 18 anuos, foi preso em flagrante.
Falleceu na cicade do Rio Grando o an'.igs ar
mador Luis Jc6 de Oliveira.
Por telegramma recebido na Corte sabe se
que falleceu no dia 27 o official de fazenta de 2.*
classe Luis Jos Pereira da Fonseca, que estava
embarcado no retx cador Lima Duarte, > em ser-
vico 4a Bnrra do Ri.> Grfind"? do-Su'.
aula (amarino
Datas al 25 ile Maio.
Falleceu na capitul D. Adelaide Barbara Fer-
nandes,*m3e do tenentc daarmada Ral Atrc Fer-
nandes.
. Paulo
Datas at 31 de Maio.
A 2 de Juuho seria commemorado, na capital
pelas sociedades italianas, o a-aniversario da morte
a data em que declarou aqui oficialmente o des-
apparecimento do cholera. O governo conformase
ecm esta aolufo. *
Na etsse de 22, na cmara de Buenos-Ayres, o
Realisou-s a inaugura^o a linha de banda
para Villa Mathias.
Refere o Echo Municipal de Bocaina.
Vimos ha das, deputado Lainez apresentou um projecto supri- nicipio de Cruzeiro, um verdadeiro aborto da na-
mindo os direitos de exportado, o qual foi remet- I toreza.
tido CO : misso de < rQamento.
Sob a epigra,jbeO escndalo de La Plata,
iranscreve c cmmtuta a Nacin, de 24, varios
landos do relttorio que o ministro da fazenda da
misma provincia apresentou ltimamente aos le-
gisladores de La Plata, e referente a s tres ulti
mos eiereicios, dorante os qnaes eubio o dficit a
23.397.294 pesos, mtda nacional (cerca de tres
a.:! e seiscentos contos da ncesa muda).
Lendo estes algarismos (diz a teferida iolbs)
u&lquer eatrangeiro pensar que na provincia e
au paiz a vida foi dilficil e precaria. Mas o que
diria se saubesse que o governador e oa teus mi-
nistros moraram em casas opulen'as. e seram o
Estado pagar al certac minndencias da economa
domestica, que nao devem ser trazidas para as
columuas de urna folba diaria ?
O que diria te soubeese que a fortuna parti-
cular do governador e do scu ministro da fazenda
andaram em proportao invera com a fortuna pu-
blica, paesaido a provincia da riqueza pobreza,
eoiquaiito ellas passavam da pobreza riqueza ?
Fall ceu em Bucnos-Ayres o capito Julio Mes-
suita, addido da legajas argentina rm Monte-
video.
O Poder Ejecutivo da Repblica Orntal sacc-
eionou a h i, votada peio corpo legislativo, autor i
Bando o .-yuuic.it.>, reprtmentado pelo Dr. Reus, a
;rcar um Bauco Nacional.
Come eupjleu'es de senador pela Florida foram
eleitos rs *4rs. Alcides Montero, ngel Floro Costa,
Idiarte Borda e Alberto Capurro.
O Jornal do Commercio da corte ubliccu oa
seguintes telrgrammas:
Monttvideo, l7 de Maio.
O mercado dos fundos e valores correu hontem
e hojo auimadieeimo.
O goveruo declarou que o c.ntiacto celebra-
do pelo general D. Mximo Santos com Ouibill-
Delungo, para a Ceiistrorfao de um porto em Mon-
tevideo, ser unnullado.
27 de Maio (a tarde).
Foi pronunciada pelo poder executivo a aiiuul-
a^ao d i contracto Outibiil-Delungo.
Buenos-Ayrre, 27 de Maio.
O geverno entrouem acerdo con os banqueiros
inglezes que tinbam feto < ppcsi(o s vmda de
algumac linbas dc.raw^ys. Tendo sido resolvidas
estas dfficuldad's, censta que a eperaejio effe
etnar-se-ba brevemente, de modo a resguardar os
intereseea do governo, respeitando ao mesn.o tem
po os direitos .idquindos pelos accioniataa destas
linhis frreas.
O g. nerul D. Julio A. Rocca, cx-presidente
ia repblica, actua'mente de viagem na Europa,
foi nomeado < nviado extraordinario e ministro
plenipotenciario da re-publica junto ao governo da
Ruesi^.
Montevideo, 28 de Maio.
A maior parte d. s j. n.aes approva o decreto do
governo, aniquilando o contracto passado pelo ge-
neral Santos com Ouibill-D longo, para construc-
co de um porto em Montevideo.
A imprensa continua a discutir a questo da
carne salgada e a r< clamar o encurtamento do
praso marcado para a sua admiisao do Brasil.
Bu.uoa-A/res, 28 de Maio.
0 encuorasado Almirante troum deve seguir
para a Europa, onde renovar todo o sen arma-
mento.
Trata-se de urna crianza de seis mezes de ida-
de, completamente defeituosa ; oo tem mos nem
ps; os olho8 sa imperfectos, assim como a bocea,
o nariz e as orelhas.
NSo tem conro cabellado e o crneo cober-
to todo por urna especie de membrana muito lisa,
deixando ver que all jamis appareccr um fio
de cabello. Em vez dos ps tem duas pcc,a6 re-
curvadas, informes, de ganchos, as extremidades das quaes se vam
excrescencia em forma de urna tromba de ele-
phaute rsbranquieada, simulando unbas em embriao.
E' do sixo nmeolino.
" Em Pirassununga, o Sr. Jis Pedroso da Sil-
va, Nogueirs, estando a trabalhar n'oma machina de
serrar, foi apanbado pela serrs, que lhe decepou
parte do p< llegar ds.mao direitr.
No bairro da Ponte Alia, em Mogymirim,
Francisco Antonio de Godoy (conhecide por Fran-
cisco Delpbioo), foi assbssinado por sua mulher a
golpea de machad*.
*acaa rm Gaacstinpiiat^ a epidemia da-va-
rila.
0"Sr. Vieeonde de Parnahybs. presidente da
provincia ebegou i nte-hontem capital de vclta
de sua viagem a Piraoicaba.
A 19 do cirrente suicidou se na freguizia
das Aguas de Lambary o fazendeirc de Itatiba,
Panlino Bueno de Aguiar, ertorct.ndo-se com um
ci|.pr?Bo> urna arvr-re. Cunta va 51 anuos de
idade e de'xou na o>phandade sete fibcs.
A 16 em Jabolical, Lirio Goimares aesassi
i:ou sua muiher ce m um tiro de garrucha.
De Barretes iiifoimanr- ao Diario do Rio Cla-
ro que no dia 17, das 8 para s 9 farras da ma-
nb, se representara all a ultima secna de um
triste diama de familia.
Lino dr Rocha Magalbaes, ihteiligenle entalha
dor e desiuh.sta, viva ha tempes alii impngado
dos traba hos de altar mr da matriz e cecupava-
se ao meemo teupo em outros trabi.lbcs de dese-
nbo ou pintura que lhe eram encomrcendados.
Ba dout m> zes havia elle ido para Juboticabal,
em virtude de urna enccmmtnda que recebeu, de-
mcrandi -se lgumas semanas at cencluir o seu
trabalho.
De vclta u Barretes. Lino encontrou gravemente
ecfeimauma sua filhanhaaque pouco depois falle-
ceu ; e aindi, uao te ditsipra a grande dr pro-
duzida per essa ernel perda quando cemecuu a
Dotr que sua mulher friqoentava aesidusmentea
capa de orna tal Vaeriana, de pesbima reputafo.
Justamente inquieto, Lino comtcou a dar busca
em diverjas caDastras c em urna dellas achou nos
verses nmcrosos iseriptre ror pessea eatraDha.
Interrogando sua mulher, declarou lhe esta que
os verses eiam a ella dingidcs, e, sem mostrar
pirtuibi-ve i-liuma, disse cynicamen'e a s. u ma-
rido que o havia deshonrado.
Ctmo deudo, Lino tahio de casa oteiramentc
deses erade, nJo pparecendo durante seis dias
em que se retir, u para Pitangueiras
Entretanto, a in-ibcr sabia da antiga casa pas-
ssndo-se para tulra no cintro da povoaio, com
duas filii:has, estentaDdo um neuhum resguardo
a ua depiavafo.
Finalmente, no 0 17, de manba, Lino de Ma-
gilhaea appTireciu repentinamente na casa para
Contiuua a reinar grande seccaem todo o in- onde se mudara taa mulher, desfechando neesa
terior. Parte daa eolheitaa acha-se seriamente
compromettida.
A epidemia que atacan o gado continua a
fazer victimas. Todas as estancias j experimen-
taran) graves pr>juicos.
Valparaso, 29 de Maio.
Um paviroso incendio d voron diversas casas
aesta eidade. c m fraudes esforcos pde-sr ata
Ibar otego. Feliimente nao ha perda de vida.
Montevideo, 29 de Maio.
O governo enthbolou negocia^oes com um fyn-
dicato de cacqueiroB ingleses e-i m o fim de con-
tratar um mpreatimo de 20 uilhoea de piastras.
A misso far-se-ha em ubriga^des ao portador,
amortizaveis pr va de scrteio em 33 anuos e
vendo o juro di 6 |0 ao anno.
O fim qoe t>m O governo cmtratandc este em-
prestimo conveiter a divida consalidada.
Lima, ".9 de Maio.
Cah-ram ebuvas sbundantissimas Da regiSo dos
Andes. Oa riiebes qoe dticim da serra conver-
teram se a planicie, causando em muitos lugares serios pre-
jn'sos scr.iultniH e denubando algumas casas.
Monievid< SO de Maio.
Coniioui m ai- m gocii .oib para a ret-lisacao do
imprcbtimo dt 2 milhVs de piastras Todo pa-
rece perfeilan ente em indibudo e o bom xito da
opeibto pude ser considerado certo.
30 de Maio ( tarde!.
O presidente da repblica, gereril D. Mximo
Tajes, apieseotiu ao pai lan ente urna mtnaagtm,
na qoal pede aos rtpesen: ntis da nt-i.au autori-
tacso para cintra.ar cim tm syndicato de ban
qoeins ir.glezes tm emprestimo ae 20 milboe-s de
istias, tmtititkvel em 3 sddos e dando o juro
e 6 *|a ao sli.0.
E' prrvave! qoe a declsrec5o do poder executivo
entre amanea em disctelo.
devgravada um tiro, de qoc ella fallec u urna hora
denot".
Urna da filhinhas, de 2 aunes apenas, assistio *
morte de eua o;l r ficou a cargo de sen padrinho,
ettimado mgociante que se c-ncarregon de a edu-
car. Aiutra menina, que cunta 5 ann< s, tomcu
a a si o pbarmaceutico Francisco Antonio das
Cbagas. *
(i.: ntc a Lino, fogio sps o crime, entrando
por divers".s casas e qnintaee, sem proferir urna t
palavra, de todo allncinado, at que foi preso e
recclbido cadeia.
C nta o infelis .-emente 26 annos e natural
de Ub-iaba.
Em li Francisco Xavier de Moraes God< y
rec- beu quatro lacadas corante a lu!a que travou
..ii | ii ub ftgjdos aos quaes quera prender.
Fallecerm : na ct pital, D. Paulina da Motta
Marcundis, ib di Dr. bilveua da Motta ; na
frrgacsia du O'. D. M> necia Fortunata de Olivei-
ra Luiiba ; m Aiibaia D. Pbilimena R.beiro, em
Cr n pina D Uibana Amelia de Castro Rosa, ena
Bueana, < Dr. Di anciano da Csta Moreira, medico
all ie.-idi nt ha p. neo ; em Yi o majur Francis-
co de Paoia Ferina M ndes, empregado na con
tadoria da Cempanbia Ytoana; em Ribeiro Pre-
to, o coronel Jos Pereira de S Barreto ; em Mo-
(.ymir m D. Smiana Estellita dos Reis.
nrstoa ieraeai
Dataa at 31 de Maio :
A ti mmissio de engenbeiroa para estado da ca-
aaiitkte das agoaa e esgitua de novo ficou cem-
Sista dos ergenbeiris Vctor Francisco de-Braga
lello, chite; Alebr Rolemberg Bbering, Ethelvi-
n< Ficitas de K, Francisco Lms Loureirode An-
drade, Jo quim Francisco Simoes Corris, dese-
nbsta Williams Brosenins e Francisco Xavier
de Alcntara.
1 O Sr. bispo de Marianna ectava melhor des
seas padacimentos e eonstava qae logo quese sen-
tale mais ferte partira para Petropolis-
No dia 24, s 9 horas, apresentou-sc no hos-
pital da Santa Casa de Ouro Preto, Ivo Duprat
Cbevalier, diaendo ter ingerido urna grande dse
de estrychinina e exigindo ama cama para morrer.
Promptamente foram chamados os Drs. Geateira,
F. Velloso e Serrano, que emprrgarata todos os
meios, afim de neutralisar a aceSo do veneno.
Tudo, porm, f. i baldado e dahi a meia hora espi
aava o infeliz Euicidarja presenca dos tres fasal
sativos.
Ao LiermUMtatiro cscr< veveram de S Se
sbtio doiaiiaaan :
' No li|gar dearosasaado Barra Mansa districto
daa Pi xoce?, acataCetmo em urna capoeira proxi-
oul tazaajdJcrSr,Custodio Rodrigues da Silva,
apanrrceiarnaaskerpaatuta, e chegando esse faoto
ao.awibecBseaao do- ubdelagado.do districto, sa
a camumaiocde oaacaadaaec de c6r de '.cecea,
o pac, niiaae akbeaa deeepadee, estando .acaa
aberta em duas meta des.
A autoridade procede a averigua^oes.
Fallecen na fregneaia do Porto de Santo An-
tonio municipio do Pomba, otenente coronel Daniel
da Rocha Ferreira ; em S. Joo d'El -Rei o agen-
te de correio da estsco, Jos Bernardino do Es-
pirito-Srnto Caldas ; na capital, Carlota Can
dida Coelho da Silveira.
O coroni I Moncel Jcaquim Cabral de Mello li
berteu sem nenbum onus 28 escraves, o conselbei-
ro Quintiliano Jos da Silva 3 e D. Dalce Ubaldi-
na da Silva Clara 2.
Kupirlto Santo
Datas at 21 de Maio :
L-se na Provincia :
O Dr. Heleodoro Silva, delegado da hygiene
publica em Beoevente, vai proceder contra os in-
dividuos que all esercem indevidamente a -.medi-
cina, applicando a honraopathia.
Esta deliberaco motivada,- segundo vemos
da RegtneracSo, rolha redigida por aquelle medico,
pele facto de haver fallecido um menino, atacado
de pneumona, e que entretanto fra dorante 15
das tratado hou caopathicameote por typho. >
BIO de Jane-iro
Datas at 1 de Junho :
Sobre Sua Magestade o Imperador diz o /or-
na/ do Commereio :
Sua. Magestade passou o dia de hontem (27)
sem novidade. Passeiou^de carro e a p, acompa-
obado do general Miranda Reis e Baro da Motta
Maia at Floresta; sahindo s 1C 1/2 da manh
recolhendo se as 2 da tarde.
Receoeu os consslheiros de estado Paulino de
Souza e Lafayete. *
Sua Magestade continua a pasaar acra novi-
dade. Sabio hontem (28) a pasceio antea do al-
moejo e as II horas, voltando as 2 da tarde, s^ndo
acmpanhado do Baro da Motta Maia e general
Miranda Reis. Recebeu os Srs. ministro de es -
trangeiro, imperio, marinba, justica e guerra e as-
aigaou diversos despachos. Foram apresentadaa
a Sua Magestade aIgornas propostas para presi-
dentes de proviucia.
Sua Magestade a Iinperatriz, aconjpanbada
de sua dama, foi hontem ao paco da Boa-Vista, de
onde regretscH as 3 horas da tarde.
Corra no pa(o que foram rectificados oa t-
tulos : de Barao de Agua Brauca, concedido ao
conselheiro Dr. Joaquim Ignacio R imalbo, para o
de Barao de Ramalho, de Baro de Itaquery,
concedido ao coronel Francisco da Caoba Bueno,
para o de Barao de Cunta Bueno.
Sua Magestade (em 29) continua a parar sem
novidade. NSo sabio por causa do mo ternpo.
Est em palacio acempanbado de seus semana-
rios.
Sua Magestade contLa a passar sem novi-
dade. Pasteiou hontem (30) a p pela manb as
priximidades do palacete e aabindo as 11 horas
foi, ora de carro i ra a p. acompinhado do Vis-
conde de ("arapebs o Baro da Motta Maia, at
ao lagar denominado Solidao na Floresta do Ea
tado. Recebeu os Srs. senadores Paca de Mea-
do v* Baro de Mamanguape e Visconde de
Nioac.
Sua Magestade recebeu tambem o Sr. Claudio
Jos da Silva, come memoro da commisso orga
nisada em Petropolis para solemnisar o restabele-
cimento e que toi pedir i desiguaco do dia para
a entrega de 62 cartas de liberdade.
Sua Magestade designon sabbado, ao melo-
da, sendo as cartas entregues por Sua Magestade
a Imperatris, no palacete da TJnca, comparecendo
os libertandos e a respectiva commisso.
- Sua Magestade o Imperador contina a 'pas-
sar sem novidade. Hontem (31) paeeeou a p
e em carro, acompanbado do Sr. Visconde de Ca-
rapebs e Barao da Motta Maia, e foi foresta,
chegando at ao lugar denominado Lagoa das
Fadas.
A festa de entrega das 62 cartas de liberdade
realisar- te-ha sabbado ao meio dia.
Eis o resumo des trabalhos da assembla ge-
ral legislativa :
No dia 27, no Senado, foi lido um pirecej
das commiseoes reunidas de commercio,agricul-
tura, industria e artes, e estatistica, catechese e
colonisafao sobre a prop, sta do governo, emenda
da pela cmara dos deputados, relativamente
venda, aforamento e ccnctsso gratuita de trras
devolutas.
Coutinunndo em discusso o requerimento do Sr.
Taumy, pedindo informales sobre venda de
trras devo utas, orou o autor do requerimento, e
foi este apprevado.
O Sr. presideote chamou a atten^o dos Srs.
senadores para os arls. 41, 42 e 43 do regiment,
referentes hora da abertura das s^ssOes; e, en-
trando-te na ordem do dia, depois de approvada o
art. Io da proposico da cmara dos deputados re-
lativa ao registro civil, discatio-se o art. 2a, to-
mando parte no debate os Srs. Candido de Ol
veira, Correi, Ignacio Martins, que apresentou
emendas, c Ribeiro da Luz. Foi npprovado o re
fertdo artigo, rcjeitadas as emendas; e, em se-
guida, approvou diversas proposices
dos deputados.
Na cmara dos deputados, depois da leitura das
actas autecedeutes e do expediente, continuou a 3*
discusBao do pnjecto n. 178 sobre reforma de
admioistraoo local, orando o Sr. Cunta Leito.
Na discusso do projecto de respecta falla do
throno, oraram os Srs. Duarte de Azevedo, Mi-
randa Ribeiro, Fernandes da Cunha Filbo, Baro
de Cotegipe e Attonso Celso Jnior, que offereceu
urna emenda.
No dia 28, no senado, depois de fallar o Sr. V>-
rato de Medeiros para ama explicaoo peasoal, o
Sr. Bario da Estancia jusficou um requerimento,
qne fai spprovado sem debate, pedindo informa-
e,oes respeito de negocios da provincia de Ser
gipe.
Paseando-se ordem do dia, foram rejetados
os tres prcjfctos ns. 19, 20 e 21, de 1886, cuja
d'bcutf-au ficara encerrada na vespera.
F> ram em seguida adoptadas, em 3* discusso,
Eem debate, s prcpcBcoes relativas ao registro
civil, e aatoiisando a venda de terraa doadas
matriz da vi'la de S. Simio; approvada tm 2*
discuoeo a propo8(o sobre a preten(o do ba-
(harel Luis 'eoreira de Magalbee Castro, e re-
jeitada em 2* discassao a propusico concedendo
senfa do imposto de loteriaa a seciedatrecliber
tadoraa.
Fic(u i sgotada a ordem do da.
No dia 30, o Sr. Escragnole Taunay lembrou a
convenn-ncia de ser incluida na oraem do da a
diacusso da ptopoaico sobre a secularisaco dos
oemiterios.
S>m debate toi approvado o pr< jecto da respos-
falla do throno.
Suspenden se a eenlo at ebegada doSr. mi-
nistro da agricultura, que fra convidado p .ra as-
bittir ao debate da proposta do governo relativa
veuda, .fon ment o ccncetso gratuitamente de
trras dt volutas.
C mpsneendo c Sr. ministro antes da hora mar-
cada, abri-se a setsao.
Fez algumas iBstrvaces o Sr. Cruz Machado,
afim de que em vis de sortear-se a deputaco
para levara S. M. o Imperador o autographo da
respe-era falla do throno toase enviado ao Sr. mi-
nistro do Imperio.
Aetim se vencen, e, seguindo-se a discusso da
mencionada pnposta, oraram es Srs. Siqueira
Mendes, < ffertcendo como emenda additivn o seu
projecto sobie a compra e revalidsco dos ierre
nos de industria cxtrctlv, Candido de Oliveira,
ficando o debate adiado pela hora.
Ka Cmara des Deputadcs, d pois da leitura
das actas e doexpediente, foi encerrada a requeri-
mento do Sr. Pasaos de Miranda a discusso do
projecto de respe sta 6 falla -do throno, que fui ap-
provado, sendo rcjeitadas as emendas dos Srs.
Affonso Ceibo Jnior e Joaquina Pedro. Foram
appruvadaa as imendaa do senado ao prejecto de
fixaco do terca de terraa para 18871888, depois
de i rarem os Srs. AFodm Celso Jnior, Casia,
Affonso Peona Mac Di w. II (ministro da jostca).
Foi rejeitado o reqoerimento de adiameoto apre-
sentado pelo Sr. Affonso Celso Jnior. Corrti-
nuou a discusf Jo do projecto da reforma da admi-
nistraco local, com emendas offerecidas pelo Sr.
Olympio Campos. Oraram os Srs. Bario de Ma-
mor (ministro do imperio) e Ferreira Vianna.
No dia 31, no Senado, depois da leitura do
expediente o Sr. Siiveira Martins justificou um
reqoerimento pedindo informaco. s sobre oceur-
rencias no c:rdo sanitario estabelecido na fron-
teira do Rio Grande do Sal. Orou o Sr, presi-
dente do censelho, ao qual responieu o autor do
lequerimento, tomando novamente a palavra o Sr
Baro de Cotegipo. O requerimento foi retirado
a pedido do seu aufor.
Na ordom rio dia foi approvada .ama e rejeitada
t utra daa proposites da Cmara dos d epatad* s
subasattilaa. votaco.
Saapaauaavsetto por nao ae acbar presente o
Sr. Rodrigo Silva, ministro d* agricultura, que
tinha deaaccistir discascao a iprcposta do^go-
verno elaarsa a trras devas*Us,ssaartnucM*osde4
Lbate do^ri.-l" da referida fjaaeesta, i*ego rpsjsnam'
gpareceuflb^BaK., oraram tiasassnn.-^r.mir>isttoe
os Srs. Meira de Vascoucellos e Antonio Prado,
ficando a discusso adiada pela hora.
Na Cmara dea Deputados, depois da acta e do
expediente, continuou a 3* discassao do projecto
o. 178 reformando a administraeo local. Ora-
ram os Srs. Baro de Mamor (ministro do impe -
ro) Ferreira Vianna e Ratisbona, ficando a dis-
cusso adiada. Continuou a 3* discusso do pro-
jecto de fixaco de forcas para, o 2 semestre de
1888. Oraram os Srs. Cesario Alvim, Andrade
Figueira e Rodrigues Jnior. A discusso ficou
adiada.
i Sob o titulo "Suicidios, leinos no Jornal
do Commercio de 30 a seguinte noticia :
Suici iou-se hontem s 8 e meia horas dam .-
nh, dispsrando utn tiro de revolver na caneca no
oommodo em que resida, na pharmacia da ruado
Hospicio n. 274 B. esquina da do Regente, o me-
dico Dr. Alfredo Aquino da Fonseca.
O triste tacto deu-ae do seguinte modo :
" A ntehontem a noite toi tarde para casa o Dr.
Aquino da Fonseca, e antes de deitar se, esteve
como de caatume conversando com o Sr. Antonio
Ribeiro Andr-.de, empregado da pharnnacia, que A recebedoria geral
"Falleceu a 27, s 10 horas da manh o vi-
gario collado da freguezia de S. Jos, padre Jos
Procopio da Natividade Silva, qae ha cerca de
dona annos estava enfermo.
As reparticoes fiscaes renderam em Maio :
Alfandega Recebedoria Mesa prov.
4,596:454*660 511:192*292 385/255*052
Mesma
data
1886 3,548:416:820 559:978*692 109:400*109
Babia
Datas at 4 de Jcspbo.
S. Etc. o Sr. conselheiro presidente da provi-
sta ofcara ao Sr. Dr. director daa obras publi-
cas mandando qae procesteeee ao or amento Para
a edific8co de nm torrea* ao terreno do arsenal
jde marinba, ao liado da alfandega, afim de aili
ranecioaarem a gnaeda-moria, inspectoria da sn-
ate do porto e visita-da pocia do parto.
O Sr. Dr. director das obras pubiieas ecu ooas-
fcfsanhia do Sr. Dr. Maia Batteooourt do Sr. ias-
pector da alfandega, estiveram examinando o re-
ferido lugar.
A montanha do Pilar.Sob este titulo dis o
Diario do Povo de 28 de Maio :
Contina em perigoso estado a montanha do
Pilar sem qae anda houvesse providencia alguma.
As chuvaa torrenciaes que continoam a cahir
vai tornando mais melindroso o estado em .que
olla se acha.
Fique a respoosibil idade do que succeder ao
governo qae nao trata de prevenir o perigo que
pode trazer o lato muitas familias, i
Por acto.de 3.do corrate foi concedida ao
bacharel Caaddo .Jos de Lemos a exooeraco
que pedio do cargo de promotor publico da co-
marca de Areia, e nomeado para o substituir, o
bacharel Manoel Coelho de Souza.
Na raculdade de medicina e em 28 de Maio
d< fende-u these e foi approvado plenamente o Sr.
Carlos Marques da Silveira, que recebeu o grao
de doutor.
As repirtiyos fiscaes renleram no mez
fiado
notoa nelle alguma tristeza. Em seguida foi de
tar-se.
H ntem, pouco depois das 6 horas da manh
o cvioblo Luu empregado da pharmacia, foi a seu
quarto perguntar-lhe se queria tomar.caf; res
pondeu-Ihe: Agora nao, mais t *r*i
O criado retircu-se e o Dr. Aquino da Fonsc-
cu fechiu a porta do quar'o.
As 8 horas, pouco mais ou menos, comparece
ram na pbarmaua tres pessoas que queriam con-
aultal-o.
O Sr. Aodrade maadou chamal-o palo referido
Luiz, o qual cansado de bater porta sem que lhe
respoadesaem, suppoz que o Dr. havia sabido, o
que communicou ao Sr. Aodrade.
Duvidnndo este de que tal asseveracao fosse
Vrdadeira, Luiz voltou ao quarto, torncu a bater
repetidas veces, e nao ebtendo anda respoeta tre-
pou em naa cadeira e pela bandeira da porta
oihando para dentro do quarto notou certa desor-
dena nos movis e vio que debaixo do sof estava
alguem c-.hi lo.
Foi immediatamente chamar o Sr. Andrade,
o qual depois de certificar-se do facto mml u ar
rombar a porta do quarto e vendo, que o Dr. Aqui-
no da Fonseca estava morte, foi immediatamente
communicar o facto ao subdelegado do 1 distric
to do Saeramento, que eompareceu e encontrou ea-
tre oa papis e livros do suicida, a seguate de
clarando :
Suicidei-me por miaba livro vontade, visto
acbatme mposaibilitado cem a vida de bomem. >
O Dr. Amando de Carvaiho, proeedendo a
exame no cadver, verificon que o ferimento foi
fito na regio temporal direita e penetrou no
crneo, feudo produsido abundanto hemorrbagia.
O que digno de neta que ainguem ouvio
o barulbo do tiro.
a O Dr. Aqaioa da Fonseca era moco Ilustra-
do e intelligente ; tinba boa clnica, eraprofessor
do Collegio Abilio e de outros eatablecimentos de
ensino e foi durante muito ternpo redactar do
Diario de' Noticias da Babia.
" Segundo ouvimos diaer, elle haalgam tempo
a osta parte, mostrava-ae trate, e nao ba muitos
das o referido empregado da pharmacia, eucon-
trou-o perto de um armario, que tiuha aberto, exa
minando diversas substancias toxicas.
" A urna observado, que ento lhe foi feita
pelo empregado regpondeu : Nada receie.
Se eu tivesse de faaer algama loucura, fal-a-
bia de modo que nc compromettesse a ninguem.
Oavimos igualmente, dser que seu pai tam-
bem atteatou contra a existencia por causa de um
desgosto que teve.
"^,0 Dr Aquino da Fonseea era natural de Per-
nambuco, completava amanb 29 annos de exis
tencia, e estava em vespera de casar.
O aeu enterro foi feito pelo scu amigo o Sr.
Joo.Alves Mendes da Silva.
'* Hontem pela maue o mestre da barca Ferry,
que sahira de'Nitheroy s 7 e meia horas vio
boiando, pe: to da ponta de Gragoat, um cada-
ver, que era levado pela mar para o lado da
barra.
Communicando o facto ao chegur estaco d >
caes Pharoux, foi inmediatamente mandado em
procura do corpo um bote de 4 remos, que, tendo-1
o encontrado, o conduzio para Nither liy, onde o
deixou na praia, entre a ponte Ferry e a da ex-
tincta Ci mpanhia Fluminense.
O subd legado, Sr. Jos Bernardo Pereira de
Figueiredo, comparecendo all pouco depois, raan-
dou conduzil-o em um carro funerario para o ne-
croterio do hospital de S. Joo Baptista.
" O cadver estava com a cara cempleismente
descarnada, eom falta do bra*jo esqnerdo e em to
adiantada putrefacto, que fra impossivel reco-
nliecel-o, se nao se lhe eDContraesem nos bolsos um
lenco, com a marca M. T. e varios papis, que nao
deixavam a menor duvida de que aquelles eram os
despojos mertaes do infelis negociante Marcos
da cmara Tito de Andrade, que era estabelecido em Nicthe
roy com loja de terragena e havia desapparecido
no dia 25 do correte.
o Es8es papis eram : urna carta, em que de
clarava que por atrasos de sua casa de negocio, ia
por termo aos amargurados dias ; urna letra de
2:000*, paga no dia S de Novembre ; ama conta
de medico, na importancia de 4*, paga ha dias:
e o recibo do aluguel da casa, do ultimo mes ven-
cido.
Em dinbeiro tinha 1*460 e um bilhete de pas
sagem de bsrea.
O cadver foi dado a sepultara hontem 1
hora da tarde.
O iufeliz deixa em extrema pobresa viuva e
filhos menores.
Dep is de cerca de 40 horas de atrozes soffri-
mentos fellecea a 28, s 3 e meia horas da ma-
drugada, o infelis sargento do corpo militar de
polica Antonio Nery de Oliveira Araujo, victima
do gatuno e asssssino Antonio Joi de Almeida
vulgo Estudante.
n O cadver foi autopsiado pelos Drs Thouinz
Coelho e Amancio de Carvalho, que verificaran)
que a bala tinba varado os intestinos, indo pene
trar na colnmna vertebral, onde foi encontrada.
O fretro sahio cerca de 5 horas o cernid rio de S. Joo Baptista. Acompatha-
ram o o major Lago, commandante do corpo, ma-
jor fiscal, tod>8 os officiaes e interiores que esta -
vam destacados no quartel. Tres grandes coias
foram collocadas sobre o caixao, urna do commau-
daute, oatra dos officiaes e a torceira doa inferio-
res.
Na occasio da autipsia e da sahida do enterro
muito povo agglomeroa-se na porta do quartel,
desejoso de ver anda urna vez o desditoso moco,
que morreo cumprindo o seu dever, no meio de
eatima e sym.athia dos seas camaradas e supe-
rior* a pela sua boa conducta.
O sargento Nery deixa ama irm pobre com
quem divida seu mdico toldo.
A caldeira grande de urna machina de amas-
sar barro, da olaria do Porto do Rosa, em S. Gon-
calo, fes no dia 27, s 8 horas da mauh, explo-
so, resultando cahu parte do edificio e morrerem
instantneamente o foguista e u fetor, e ficarem
ferid* s cinco operarios, sendo dous gravemente.
Conducidos ebtes em lJes para a pharmacia da
freguezia, receberam ah .os primeiros soccorros
pelo Dr. Manoel Antonio da Costa e o pbarmaceu-
tico Fernando Antonio Corroa, fallecendo ambos
momentos depois.
A caldeira foi parar a 150 metros de distancia
da olaria, enterrando-se no mangue cerca de 3
metros.
A exploio fes voar a grande distancia os cai-
bros, vigas e madeiramcuto.
Attribue-se a descuido do machinisfa qae sao
se achava na occasio junto machina.
O prejuiso calculado em 80:u00*.
A olaria perteuce a Adriano Correia Bandeira
e ao Banco Industrial.
Comparecern) as autoridades policiaes da fre-
gneaia, que fiseram o respectivo corpo de delicio,
e o Dr. Carr Ribeiro, delegado, que ficou no lagar I
do desastre dando as necesarias providenoias.
34:508*439
749:9M3*825
A alfandega
Sendo:
Provincial 143.326*170
Geral 678:837*725
Est incluido aa somma cima a qutntia de...
27:779*930, resultado da cobranca do imposto de
5%
Sergipe
Datas at 28 de Maio.
_ Fun:ciouava a assembla legislativa pro-
vincial.
O presidente da provincia achava-se resta-
belecido das febres interraitteates que o hitviuin
accommettKlo.
Desde 0 deMarQ3.de 18S6.a 30 de Marjo
do corrate auuo matricularam-so nesla proviu-
cia 16,875 eecrivos, acndo :
Sexo
Masculiuo 8.147
Femenino 8,728
Idade
Menores do 30 annos
Maiores de 3J a 40 anuos
. 40 a fO
50 a 55
. a 60 .
Valor fixado acompauhando as
b.-lla.
Dos menores de 30 auuos
maiores de 30 a 10 annos
Maiores de 40 a 50
de 50 a 55
de 55 a 60
16,875
8,168
1,198
2,927
1,083
499
senes
16,875
da ta-
6,337:030*000
2,931:300*000
l,517:S70030
402:100 OJO
91:5005000
Solteiros
Casados
Viuvos
Agrcolas
Artistas
Jorualeiroa
Urbanos
Ruares
Estado
hrofisso
Domicilio
11,279:860*000
14,541
1,872
162
16,875
15,421
1,135
319
16,875
1,271
15,604
16,875
Na noite do dia 17 de Maio, toi arrombado o
mercado publico da capital, penetrando os lar .-
pos pelo primeiro taino de carnes verdes, cuja
porta lateral consegoiram abrir por meio de ar-
rmcamento da fecbadura.
Urna vez no interior do mercado for^aram as
portas de diversos botequius, e delle apoderaram-
se de quactia superior a 800*, pertencente a di-
versos.
Logo que ebegou ao couhecimanto do activo
Sr. delegado de polica semelhante oceurreucia,
procedeu este a tedas ns diligencias legaes para o
descobrimento dos criminosos, abrindo inquerito.
A laico**
Datas at 5 de Juuho.
Funccionava a assembla legislativa provin-
cial e discuta os projectos de lei de orcamnnfo e
torca policial.
Effectuou se a 29 de Maio a inaugura cao do
Asylo de Mendicidade importante eatabelecimento
de caridade.
Depois de celebrada na capilla do LLspital de
Caridade pelo Reem. J e a que assistiram todos os convidados, teve lu-
gar a benc;o do edificio.
Durante o dia tres bandas de msica all toca
ram lindas e variadas pifas e noite, Iluminado
o edificio, esteve elle de franca entrada a grande Albuquerque quem evantou a questo
numero de tamilias que o foram visitar.
Cerca de trinta indigentes j se acbam recolhi-
dos ao Asylo.
INTERIOR
Correspoudencia do Diario de
Pernambuco
RIO DE JANEIRO Corte, 1 de Junho
de 1887
Summabio :As mcihoras do imperador.Anda
nao ha rec*-pcoes officiaes.62 liber-
ta*; oes em regosijo pelo restabeleci-
mento de S. Magestade.Como se
explica o voto contrario doa cooserva-
dores na questo de confianza.Mo-
tivos expostos pelo Sr. Miranda Ri-
beiro. Victa Catoni. Rejposta ao
Sr. presidente do conselho.O que
occorre em relafo ao Rio Grande do
Sal.Desconfiaooa dos conservad jres
aili. Trabalhos do Senado.Discus
sao de lei de trras.Oi6cussida
ri forma municipal e forcas de trra
na Cmara.Discurso do Sr. Andra-
'de Figneisa.Projecto de eleico se-
nat: al do Sr. Ferreir Vianna.
Nao preciso diaer que continua a ser satisfa-
torio o estado de 8nde do imperador. Os joruaes
o uffirmam diariamente, e as pessoas que teem ido
Ti juca e teem sido admiitiaas presenca de S.
Magestade, o .o *i,i.u.
Com tudo, ante hontem, em seguida votaco da
respobta falla do tbrono, no Sensdo, que foi p
provada sem discusso, o Sr. Cruz Machado obser-
vuu qae tendo sido o Sr. ministro do imperij, em
virtude do estado enferno do imperador, aut risa-
do a exhibir a falla do throno oa sesso de aber-
tura do parlamento, e snbsistindo o mesmo motivo
pareca dispensavel a nomea.o da commisso que
tinha de levar a dita resposta, bastando que a
mesa a communicasso ao Sr. ministro do imperio
para que este a icvasse ao coubecimento de S.
Magestade. O Sanado assim resolveu
Na Cmara dea Deputados, tambem, pergaotan-
do hontem o Sr. Celso Jnior se a mesa nomeava
commisso para apresentar a S. Magestade o iui
perador a resposta falla do tbrono, votada na
veapera, responden o presidente, o Sr. Gomes de
Castro, que emquauto S. Magestade estiver enfer-
mo oo poderu ser Horneadas as commisses que
teem de felicitar o imperador pelo sea restabule-
ci ment.
Entro as pessoas que foram receidas ltima-
mente no palacete da Tijaca coota-se o Sr Clau-
dio da Silva, ex-vereador da corte e presidente da
commisso que em Petropolis angariomrionativos
com os qaaea obteve 62 cartas de liberdade, para
por esse meio taser urna demonstrado de regosijo
pelo reatab. lecimento do imperador. O Sr. CUn
| dio da Silva ia saber o din e lagar eaa qae neve-
ra etfectuar-se a entrega das ditas aos libertan-
dos. S. Magestade dejignou o dia de sabbado, 4
do corrente, ao meio dia, sendo as cartas entre-
gues pela imperatris, no palacete da Tjuca, pre-
sente a commisso.
Corre como oerto qne Suas Magostados embar
carao para a Europa o paquete ingles de 21 do
corrente ; e a esse respeito dis o Jornal do Com-
mercw, em urna das suaa eeccoes noticiosas, o se-
guinte, que parece confirmar o intento attribuido
80 'p^0rJ dfJ9"aJ*-*.do ir ao Japo :
L decidid .o viagem de inetrueco
pelos mares da China, India e Australia, paria
qual vai n>reParar.se o cruaador Almirante Bar-
roto, sob o commando.do capito de mar e guerra
Eiuardo Vjwdeokolk. s
Coota-ae que 8. M. o imperador no sea re-
grooco da.Europa se*cootrar oom aquelle vaso
da sMMsa armada em algum porto daquellea na-
fras, a
PaacemoB poltica.
A' falta de tempo e espaco, nio pude na ante-
rior facer algumaa observacoes acerca do voto dos
nove conservadores que se pronunciaran! contra o
Sabinete na votaco, considerada de confianca,
o requerimento do Sr. Maciel, sobre a questo
militar. Apenas mencionei a declaraco do Sr.
Araripe, cujo voto nao significava approvaco a :
proeedmonto do Senado, tanto mais nao tendo
o Sr. presidente do cooaelbo f;ito questo de con-
fianza em termos positivos, segundo o seu enten-
der.
Nenaem dos outros conservadores fez declara-
fo do motivo do seu voto, e nem houve teuipo
para isto, porque, como vio o leitor, a discusso
foi logo Mercada. Sabo-se, porm, maia cu me-
nos, qoal a razo determinativa de tal voto, excep-
to a do do Sr. Camiob. Pelo menos, eu a ignoro,
a uo ser qae boj questoes da provincia que
teuham obrigado aquello deputado a pronunciar-se
contra o ministerio, como meio de justificarse
para com os amigos do malogro de pretencoes.
Nao sei se assim repito.
O Sr. Andrade Figueira teria na occasio jus-
tificado o seu voto, se a discusso eontinuasse.
Elle nao occultava a sua opnio, que manifestou
depois ua di8Cuss"*o das torvas de trra, em seu-
tido coutrario aolutfo da questo militar, indi-
cada como foi pelo Senado e aceita pelo go-
verno. E como a regeifo do requerimento, nos
termos era que o Sr. Loureneo de Albiiquerque
htvia se antecipado em cst.-beleeer a questo, (*)
significara actiuiescencia dita salu^o, necessa-
riumento o Sr. Andrade Figueira havia de vottr
em sentido oppoato, ato p-lo requerimento, i-m-
bora a votaco envolvesse questo de confianci.
No meamo caso ae achava crjr. Ferreira Vian-
na. Elle nao teucioaaoa Xailar, mas peusava
como o seu coliega, e aieui disto andava e aiuda
anda descontente com o governo, que ua queatio
de. prefereucia sobre a reforma municipal, havia-
ee pronunciado psb pr jecto do Sr. Paulino e re-
pollidj o d lie.
N'aquclla mesraa sesso havia Je decidir-
se esa qe.-to, como o foi, depois da vola
gao do requerimento, c elle j saba que o seu
projecto seri.-e condeinuado pjla Cmara, nao obs-
tante o discurso, alias impjrtaate e erudito, que
poucoa diaa autos havia pronunciado, defeud"n-
do-o.
Os v.itoo Jos Srs. Mendoza S brinho e Mo-
reira, de Aiagoas, teem ejplicacilo no rompimeuto
em que se auham coa) o pr sideute de sua pro-
vincia, por cuj* adm'uistra^io, boi ou m':, deve.
em r'gra, respinde.- o gove*-.ao do qu.l elle de-
legado, e qae o conserva. Todava de notir
que o ch fo conservador alagoano a quera se achara
ligados aquelles digu s depuujos, o Sr. senadjr
Mendonfa, votou uo Sou idojicla mofo do Sr. Sil-
veira Martins, e em outras votaj's tem procedido
como amigo do governo.
O Sr. Oiympio Campos, de Sergip", tambem
roinp-'U aili com o presidente, que foi hostilisado
sera treguas na assembla provincial por um forte
grupo de cons-.'rvadjri's. .Mas aqui tambem nota-
se que o Sr. Coolho de ,Carap>s, depu'ado muito
mais autigo e mais considerad.) do que aquelle, e
igualmente o Sr. Luiz Freir votaram com o go-
verno. O quarto deputado, o Sr. Oliv* ira Ribei-
ro, genro do Sr. libei.o da Lnz, uo comparecen
nesse dia, ma fora de duvida que votaria com
o gabinete. D'aqui so infere que u'aquella pro-
vincia ha sci lo uos conservadores.
Nao se d o mesmo no Rio Grande do Sul, onie
diz'm que o Dartido est unido ; e todava, tendo
os Srs. Paulino Chavas e Navarro votado com o
governo, o Sr. .\Iir:-nia Itibeiro votou contra, c o
Sr. Silva Tavares retirou-se da casa pira n;lo ti-
mar parte na votaco.
O Sr. Mirauda Ribeiro dea o motivo do seu voto
na discusso da resposta falla do throno. em
termos breves, mas incisivos.
No seu entender, o governo, ou antes o Sr. pre-
sideute do couselbo, a quem alias tributa grande
veoeraco, nndou erradamente conformando se
com a opinio de que nao devia eacrupulisar em
seguir o conselho do Senado sem ouvir o da C-
mara, conseiho que aceitou, julgando-s*o impoten-
te para salvar a ordem publica, c, por amor ao
principio do governo, sacrificou o seu gabinete ;
o ^ue era o mesmo que dizer : saiba morrer qnetn
viver nao scube ; mas depois disto que S. Exc
vai p< d r certido do vida Cmara doa Depu-
tados, a,- que o orador nao pode corresponder,
porque e t*nde qu nao ae pode dar vida aos mor-
ios. Se *.-rrou do voto que deu, felicita-se cu
achar-ae ao la io do Ilustre deputado pelo 11
districto do lto de Janeiro, e, d parabens sua
t'.'ituua em ter erri do eom elle : Victrix causa
Ds iplacvit !d victa Catoni.
Aqui direi desde j que o Sr. Cotegipe, em rea-
po ta, tambem breve e incisiva, rebatendo os fun-
damentos expostos pelo honrado deputado, para
declarar se em formal opposicao ao governo, tez
rpido histrico do occorrtdo e mostrou que elle
nao tinha ido Camaia propor extemporneamen-
te questo de gabinete : foi a oppost,o pele or-
go de um dos seus membroa o Sr. Loureneo de
de con-
fianca, que o governo nao podia recusar. Ccn-
cluindo, disse :
o O honrado deputado est satisfeito com o ser
Cato. Vidrie causa Diis placuit sid vicia Ca-
toni ...
n O Sr. Miranda RibeiroO nobre presidente
do conseiho nao attendeu ao meu gesto : eu moa-
tre o Cato. (O Sr. Andrade Figueira )
o O Sr. Baro de CotegipeOode estava elle 't
O Sr. Miranda RibeiroPerdde V. Exc. ; de
certo que nao me aranha ?m flagrante ridiculo.
n O Sr. Baro de Cotegipelaso ridiculo ?
O Sr. Miranda KibeircSeria ridiculo con-
siderarme Ceto
O Sr. Baro de CotegipeSed victa CatMi....
Cato morreu, deixando um grande nome ua histo-
ria ; maa os qoe lhe succederam os vindouros dis-
seram que elle aiuda podia trabalhar e, talvez, se
vvesae, salvar a lb.dade romana.
Eu cooservei-me aiuda no poder na porsua-
so de que podia fazer bem au paiz. Se o minis-
terio est morto, o honrado membro e outros que
assim pensara bao de ver ; mas preciso que os
llua'ies deputados mantm o ministerio para quo
elle posaa morrer ; cmquaoto isto nao succeder do
modo por que morreen oa ministerios, o gabinete
est vivo e, direi ao nobre deputado, bem vivo.
Digamos a verdade : nao foi a solufo da ques-
to militar, nem por ter sido ella encamiubada pe-
lo-Senado, o qoe determinou o vote do Sr. Miran-
da Ribeiro, nem a absteufo do Sr. Silva Tava-
res. A compreseo sob que viveram os conser-
vadores no R>o Grande do Sal, durante o dominio
liberal, tornou-oa to sequiosos do vinganca ao
mudar-se a situaeao, que nada os pedera conten-
tar que nao fosse completa raaia em todo o fauc-
eiooaliemo da provincia.
(#) Vrj > em um tel* gramma expedido a eeaa
Diario e publicado no numerp de 24 do pasaade,
que o Sr. Coelho Rodrigues propes a questo
de confianca por parte do governo. Foi aso o
que disse a opposifo, mas nao realmente o qus
occorr u. Convem recordar que o Sr. Cotegipe ao
concluir o seu discurso dase que nao acreditan-
do estar abandonado por s-us amigos, como dase
o Sr. Maciel, deixava de propor ama moco de
confianza, pois oo descoufiava deilea ; mas si a
propuzessem, elle aceita va-a
Ento o Sr. Liuren^o de Albuqaerque, toman-
do palavra em seguida, censurando o governo,
tormulou a questo sobre que a Cmara devia
proouuciar-se, dizendo que a app.-ovaclo do re-
qoerimento importa va a condemnafo do acto do
goce ru, e a sua regeico tornara o partido con-
servador, representado na Cmara, co participan-
te da 'esponsabilidade do gabinete. >
O Sr Celho Rodrigues, qae fallo i Xs o Sr.
Lonrenco, justificando o sen voto, disa. n vota-
va com e governo n'aquella questo ac o,,nfian-
pa, que este acabava de aceitar, porque as con-
dic5>s em que se achava o governo, apoiara ou-
tro qua'qu'-r, anda que viese sua frente oaMor
e peior dos adversarios polticos.
Foi isto o qae se passoa.

>
rTESrai


Diario ie Pbpmmbooo-Ter^a-feira 7 de Junho de 18&7
3

Se peto qae toe aos empregadoe provwcmes os
directores da poltica loca obtlveram quasi todo
faltn alguma cania--do vice-presideute. De. Bar-
cellos, que fez a derrabada, mnit dwrerao tem
sido o qne se tem dado oom o governo geral, que
raras alteracea te bit oo pnasoal dalle depen-
dente, e essas mesnoa por conveniencia do serv-
co e nao por exigencias partidarias.
Na provincia explicam o facto peb receie de ir-
ritar o Sr. Sibeifa Martins, a qun o ministerio
procura aer agradavel. Ci tam at com o pro va de
semelhante asaerto a nomeaei), durant" as ferias
parlamentares, do Oh > daquelle senador, parao
lugar de juia aubatitatu na corte, com pretencao
de varios hachareis conservadores preteadentes ao
cargo.
Nao desagradavel ao Sr. Silveira Martin que
grasse em sna trra seminante crenca, erroue.i
alias, mas qae os seos amibos em tom de coao-
dencia propagava com proveito.
lato inquieta e irrita os deputadoa coaaervado-
res, que, comparando a f .cililade com qn- na si
tuacio passada eram attenidos os liberaes, com
a diffieu!Jade que encontrara da parte Jo minate-
rio em satisfaser-lbes aa exigencias, acham que
alguma raso ooeulta deve exietir, e nao piue ser
a .nao o que se diz na provincia.
Agita-se agora a questao militar no Senado, e
o Sr. Silveira Martina quem apr:senta a indi-
eaclo, ofbrecendo a siluco que o gov-.-rno acei-
Ais auapeitosoa a couea pareca clara-concba
vo secreto em p-ejuzo das conservadores do Bu
Grande! ...
S-oSr Paulino Chaves, irino do ex-ministro
da uern, o Sr. Alfredo Chave, e o Sr. Navarro
seu iutiiuo, poderam accommodar-se, e nem de ou-
tro modo podiam proceder, no mesmo caso nao se
acham os outros doua deputados conservadores,
que antea p.-ebrem ficar mal com o ministerio, que
p r fin de contaa, nao de esperar que viva at c
quarto anno da legislatura, do que com oa amigos
na provincia de quem dependo a sui reeleico.
Late que o ponto.
Ha ainda a co isiderar o vot/do Sr. Mareondea
Figucira, que era esperado e nao podia ser outro,
achanl- o elle em declarada opp osicao desde o
3nno pS3ad>, por cansa doa n",'oeios de GoTaz
com cujo preaid nte rompeu de c, e de cuja ad-
nrniatracao ainJa ante hontem oceupou ae na ca
mar cnsurando-o com aeveridade. Mas tam-
bera de notar que o seu eompanheiro de deputa-
clo, o Sr. conego Xivier da Silva, que reside na
provincia e de l veio nao ha muito, maa que vive
aqui com elle em tanta cordblilade e harmona,
da Silva, para tratar de ana saie oods Un eon-
V'Vaporea de Me I
portos do Sul chegon lwnem e honieai mean se-
glo narra Europio paquete ingle. #<
Da Europa chegoa o vapor franca. V>IU> de
Bahia quenada adianto ao altimo paquetea*
mcrp?rrde-Aordemdo chefe de polica foi
pres? na provincia da Parahyba o individuo-de
nom. Antate Gamillo Buba, coodennado as pe-
nas do art. 201 do Cdigo C'inwnal, por cr.me
commettiio no termo de Tin**- d\U provn.-
'perlmf-io rnve. -Em terraa do enge-
uho rflm Destino do termo de Palmares, e a 2b do
mez prximo fiado, Antonio de tal, coahecido por
Chimbte, f^rio gravemente cora urna tacada a
Autonio Poly carpo dos Sautos, evadiad) se log
apa o crime.
O respectivo delegado to.nou conbecimeaio 1,
crime e procede ma termos da le.
Annanninato. No dia 3 do corrate, com-
municou o delegado do termo da Gloria de Giit
ao Dr. chefe de polica, que n'aquella data havia
sido preso o individuo de nome Manoel Joaquim
de Sant'Aana, por ter no dia 20 de F^vereiro pr-
ximo pa>3ado incendiado proposi talmente as ro -
paa com que se achava vestida Claudina Mana do
Nascimento, vindo cata a fallecer das queim .du-
ras.
Outro. -No logar Riacho do Sangue, do ter-
mi do Bonito, e no dia 28 do mez Sudo, o indvi-
dm Joao Cirreia de Lima, assasainou com 1 faca-
das a Manoel Jos do Nascimento.
O subdelegado respetivo tomou conheeimento
do facto e lavrju o termo de fl igrancia contra o
assaaaino, que bi preso na p>rpetrcao do crim e
na mesma ocecasio prendeu tambem o individuo
de uome Hereulauo Pereira da Silva, como saspei-
to cmplice do mesmo crime.
Ferimenios levenAnte hontem no lugar
Campo Verde do 1 diatrieto la Bu-Vista F-
lix Severino de Souza depois de enteitar s
com urna form davel.touca encontreu-se as i horas
d tarde com Jos Cosme da Silva, tambem Un-
cido e desc inflando um do outro que estava sendo
arremedado, travaram-se de palavraa e deataa a
vias de faeto, resultando sabir ferido o segund
as coitellaa do lado eaqu 'rdo.
O ferido foi recolhido ao Hispital Pedro II, onde
v.nfieou-se serem leves osferimentos e o offensor
t-vidiu-se, sen lo afioal preso a noute.
Compannia i y rica de operetas
i.oufoim' era esmerada, chegou hontem da K iropa
que na cmara s assenta-se ao seu lado, votou I no vapor francs Ville de Baha, a companhia ly-
" doa dous representan os'nci do opera comiei, mandada c fractar
com o governo. Q a
s.atimentos d> partido, qu' ni provincia esta
unido Y
__ As d3CU9soes no Senado tem cornd sem
mteresse ; aa ma-erias sujeitaa a diocussao tem
sido de pouca importancia. A oppoaieao abste-
ve-ae de discutir a resposta falla do throno, como
ja tieou dito, adiando o debate poltico para outra
oec.i8o.
Trata-se, porm, alli do projecto da le de torra
apresntad > pelo Sr. Prado e adoptado pela ca
mar dos deputad a.
E' materia intereasante, e o debate depoia de
li^eiraa observacoea do Sr. Siqueira Mendes, foi
iniciado pelo Sr. Candido de Oiiveira, qne falln
lnrgamente, combando o projecto em suas dis-
posicoes capitaes. Hontem fallou o respetivo mi
niatro, s'gundi-se o Sr. Mora de Vasconiellos,
qu" tambeui combateu o projicto. A este e ao
Sr. Caidido de Oiiveira reipo.ideu o Sr. Antonio
Prado.
N i cmara, a diacuaaao do voto d' gracia nilo
depcrtou maior interease e foi encerrada ao ter-
ceiro da.
Continua na Ia parte da ord.-m d> da a diacus-
sto da retorm i municipal, e na 2' coin.'cou hon-
tem a de torcas de trra.
N'aquel a, em respoeta ao Sr. ministro do impe-
rio an: ralba largamente suatentndo o projecto
preferido, pnnuiciou ante-hontem o Sr. Ferreira
Vianua um impoitante discurso, propoodo-se mos-
trar nio s n mte a impr-atabilidade da projectaJa
reforma, orno a sua iueonstitucionalidide. Sobre
tudo elle combate a creac > do pref ito de nomea-
eao do governo na corte, e a tutella a que querem
sujeitar aa cmaras muaicioacs.
Hintem replicou o Sr. M mir, acreaeentando
que o governa nao quer impor aos seua amibos,
violentando-lhes a consciencia ; qae'nao taz ques-
tJ de confianza sobr.. a miteria : que o que prn-
cipaltneute quei que se faca n* presente seaso
urna reforma, que por t idos reclamada, para o
quj aceita o concurso de t;doa, deixando que ca-
da ura vote como entender.
Orou depois o Sr. Katisbona, inclinanioae a
opinio do Sr. Ferreira Vianna e sustentando que
a intervengo do governo s tem s"rvido para an-
nullar o elemento municipal.
1 asando se & discuaso das f reas de trra,
rompeu o debate o Sr. Cosario Alvim, declarando
que o faaia por ter sido designado pelo leader da
minora, por ser o Sr. ministro da gu-rra mmeiro
e dever ser recobido por outro mineiro. Entrou em
consideraces polticas, pensando que ms acba-
tms-em um provisorio que s terminar com a che-
gada da princeza imperial; pelo que devia o rai-
ni3terio com 03 seus amigo i combinarempara nao
haver seaso a'. o da 10 oo 12. Da ento por
diante que elle saber que posicao difliaitiva
dever tomar perante o gabinete de 20 .'a Agosto.
Seguio-se o Sr. Andrade Figueira, qae explican-
do o spu voto na questao de confianca, oeeupou-Be
largamente com a questao militar, que acha que
nao eat morta e pelo contrario nasceu agora, e
trata com dureza o governo e anda maia o Sr.
Pelotas, dizendo que aquelle andou de desacert
em desacert, commetteodo actos de fraqueaa, que
demonstrou, e que a este, recordando o 1 de Abril,
devera o Sr. presidente do conselho lembrar que
depois disto o exercito foi licenciado e os ciiados
souLersm mnter a ordem publica.
Para fazer respetar a su* autoridade, disae
elle, tinha o governo torca sufliciente, _e o seu es-
crpulo de derramar sangue humano nao de mo-
do nenhum aceitavel. Pois se os capoeiras fossem
armados casa de S. Esc. exigir a demisso do
cheto de polica, o Sr. presidente do conaelho ac-
cedera ao seu p-dido para evitar a effusa de
sangue ?
Nao me resta tempopara dirinelbor idea desse
discurso, que realmente prodnzio impresso.
Foi hon'em apresentado na cmara e ficou para
ter 1-itura hoje o seguinte projecto do Sr. Ferrei
ra Vianna, estabelecendo novo syitema eleiclo
senatorial :
.. A assomb'i geral resolve :
Art. 1 A nomeasoes para os empregos de
senador ser) fetas pelos eeguint-s eleitore, re
Bidentes no districto em que se deva proceder
eleico :
1 Oa membros da assembli geral legisla-
tiva, ,
<. 20 Oa das assemblas legislativas provinciaes-
3 As autoridades electiva.
4o Oa funecicnaros civis ou eeclesiasticos, per-
petuos, vitalicios e inamoviveis.
5 Os ministros e os cous-Ibeiros de Estado e
de guerra.
6o Os membros da junta do commeroio.
Art. 2* O imperio, para nomencao dos senade-
res ser dividido e i tres diatrictos eleitoraes.
O do norte, o do centro e o do sal.
Esta diviso, guardada a integridade da* pro-
vincias, se approximar, quantofor poeaivel, da
i^ualdade no nnmero da populacao.
', Art. 3 O deputado assemb a geral nao
pode ser eleto senador emquanto durar a legiala-
tura para que foi nomeado.
Art. 4 O cidadoque obtver a maora dos
votos ser i senador pleito, independente de eco
lha do poder moderador.
Art. 5' O deputado geral nomeado para o
cargo d i ministro de Estado accumular aa duas
unecoes, independeate de nova eleico.
Art. 6 O governo far o regulamento para
exeencao destn lei, ficando snjeito approvaco
da asaembla geral.
Art .7 Ficam revogadas as disposicoes em
coatrario |
Sob o tituloArsenal de Guerra em Per-
iiamHuc i, noticia o Jornal da CommercU :
Nao foi approvado o acto de que dea conta o
inspector militar do Arsenal de Guerra de Per-
nambuco, pelo qual mandn reduzir a dnaa as sec-
c.'S do almoxaritado daquelle estabelecimento
potqaanto a le n. 2,940 de 31 de Outubro de
1379 nao tem applicaco a03 arsenaes das provin-
cias, tantoquo os ornamentos posteriores tm cuu
signado sempre a necessaria verba, seca altera-
co alguma na despesa .
KtvSTA DIARIA
Mcenca Por portara de hontem foi conce-
dida licenija por 3 mezee ao capello da Escola de
Aprendizes Marinheiros padre Francisco Joaquim
actriz Bra. Aie'e N ighel, de cuja companhia fa-
ro parte alguns artistas que trabalharam ultma-
meos ao Theatro do V-rieJadis, maa >)U! ngora
iro trbilhar uo Tr-atio S^uta Izabcl.
tiulroPara o prximo domingo 12 d) cor
rente, acha-se marcada a ae tediaari nos aalo.-a
d.i Sooi dade R creativa Juveutude, a soire bi-
nieatral que costuma off .-recar aos seua asaociados
a mea na sociedadc-
Doa.-jiinoa que seja animada e conojrrida como
todas aa testas que faz a Sicieda le Javentnde e
agradecemos o convite com que noa brindou.
iMOllaa Mwnclar.Effeetuiu eata inaigne
actriz b.aeileira, cono eatava annuuciado, o es-
pectacu!o em aeu baacficio, no theatro Santa Isa-
bel, sabio.do, 4 do corrente, levando a s.-eua o im
portaute drama A frobidade, sendo representa-]
das em seguid-.A Macaca, sceaa-comica pelo ac-
tor Lyra, e a co aedi iPanto e Virghra, por estii
e pela beneficiada. O desemp-nho foi completi,
end i muito applandidoa os artistas, qn tivram
a seu cargo os melhores papis, e especialmente o
Sr. Soarea de Medeiros e a b;neficada, que rece-
ben liados ramalhetes de fl res naturaeac artifi-
ciaes, e a quem foram offorecidas diversas poesas,
distnbuidaa em avulso, urna das quaea foi recita-
da no final di 3o acto, pelo aeu autor.
Apez.ar da chuva, esteve esplendida a festa de
tao insigne actriz, qne foi hooru i i-iaa pressnea
de S. Exc o Sr. presidente da provincia, sendo
grande a concurrencia dj esp ^ctadorea, que na
ponparam eaforcos para manifostar a sua admira-
;SlO peb talento da beneficiada.
Tiieniro iiinin Anluniu. Encetou an
le hontem neate theatro, como havia annunciado,
o actor Lyra a serie de espectculos, que pretende
offerecer ao pab'ico pernambuo'-no, com o concur-
so da companhia dramtica Soares de Medeiroa,
para isso ontractuda cim o magnifica e j conhe
cido dramaOs Engeitados.
Seu d-'Scmpenhi foi cabal, sendo bastante ap-
pliudi bi o Sr. Stares de Medeiroa, que bem an-
dn no seu pipel de Antonio o engaitado e D bo-
lina, em qu-'m cncontrou a Viacondesaa de Seta
Ros a urna fiel interprete. Finalisou o espectcu-
lo c m a scen* cmica pelo actor LyraAhi Cara
Daia, e a com-daPaulo e Virginia,3m que
ainda ama vez brilhiu a actriz D. bolina M in-
dar.
i(--.iitliluie religiosa Pedem noa a
publicaco do seguinte :
K-iiisou ae ante houtem a feata do m-z mi
rianno no Monteiro, h-ivendo t-daa as noutiia can-
ticos a Santiaaini* Virgin acompanhadoi a pia
no, entoadja pela probssora da Casa-Forte D. Mi-
na Candida, com maia 12 discipulaa de aeu colla-
gio e as quintas-feiras e domingos exp -sieo e
bjnco do Santissimo.
No dia 30 houva offirta de fl nhira pelas meninas da localidade e no dia 31 de
Maio, o ultimo do mez, crescido numero de meni-
nas, vestidas de branco com enfeitados brandoes
aahiram em prociaso da igreja, entoindo cnti-
cos harmoniosos, levando urna dellaa em ama sal-
va urna cora com que foi naquella occasio co-
roaaa a Santissma Virgem, depois de urna allo-
cucao apropriada lida por urna das meninas.
Celebrou na misa a cantada o Rvm. vicario
du l'oc), pregando o aermai o Rvm. vigario da
Gracia, e 8?ndo a orcheatra dirigida pelo profeaaor
Lydo de Oiiveira.
r A noute bouve ama ladainha solemne acom-
panbada pela mesma orcheatra da festa e expoai-
co com benco do Santissimo. Depoia aubio ao
ar grande numero de foguetea, urna salva real e
baloea, tendo sido adiado para houtem, por cau
sa da chava, o f ogo de vista.
A' igreja que estava elegantemente armada e
Iluminada a gas, interior e exteriormente, con-
correu grande numero dos moradores do lugar e
da circumvisinhanca.
O adro estiva, alm de illuminado, emban-
derado, nao tendo sido poasivel collocar f, illumi-
nac i giorn >.
A featividade circumscreveu-ae aos mor id >
res do lugar e da crcumvisnhanca por ter a com-
misso delia eocarregad), propositalmente deixa-
do de annunciar p'laa gaaetas, viato ter ae recu-
sado o gerente da companhia de Caxang a dar
oa paases para a8 canteras, como j era de costu-
me, da estacio da Casa-Forte a do Monteiro, e
annunciar seria chamar concurrencia noa trena da
companhia, que nada diapendendo, viria a ter
lucro.
Nao durante todo mes, como no dia d i ba-
ta, nao deu-se um e disturbio, nem teve lagar
urna s priaao .
Coofrarla da Manilsiina Trtn dade
Eis o resultado da eleicao da mesa regedora d i
celestial contraria da Santasima Trindade para
o anno compromissal de 1887 a 1888, bita em 22
do mez prximo fiudo :
ProvedorMa -oel Rodrigue Txeira.
Vice-provedor.Manoel Ferreira.
SecretarioJoo Jacintbo Guedea de Lacerda
(reeleito).
TheaoureiroRodolpho Olympio Guedes de Li-
cerda.
Procarador geralJos Ramo8 de Oiiveira J-
nior.
ProcuradoresFrancisco Jos de Sampaio e
Jos Ta vares de Medeiros.
Consultores provectosJos Goncalves Lourei-
ro, Jos Nogueira de Sousa, Joo Antonio Go-
zende, Antonio Alves B rbosa Primo, commenda-
dor Manoel Jos Machado. Joaquim de Souza
Menteiro, Vicente de Albuquerque Naacimento e
Albino Jos dos Santos.
Consultores novea Tenente Manoel Antonio
Viegaa Jnior, Joo Cancio de Siqueira, Bento Ma-
uoel de Castro Amaral, Avelino de Oiiveira Soa-
sa, Severino Claulino de Albuquerque Sobreira,
Antonio d Silva Baatos, FLriano da Silva Gui -
maraes, Jacinta > Correia Lobo, Manoel Joaquim
dos Pasaos Guimariea e Joaquim Manoel Ferreira
de Soasa.
Bimiotbeca de oyanna O movi-
raento desaa Bibliotheca no mez de Maio preximo
pasaado toi o seguinte :
Freqnentaram n'a 239 socios e 24 visitantes, e
aahiram para leitora dos socios 127 veame* de
obras.
H -uveram as seguinte* offertas :
Pelo -socio Antonio Argemiro deGiava:
Carta Pastoral do Bispo de Olinda sobre o Jubi-
len Sacerdotal do Santo Padre L-So XIU, 1 fo-
theto. ,
Pelo Sr. teneate Manoel Jos de Santa Auna
Aranb : O Sooialiamo, pelo genaral Abren a
Lim, 1 vf/l. ene. ; Manual do cidadao BrastW
ro, por F. I. de Car/alho Mireira, 1 rol. ene. :
Manual do D.reito Conanereial, pelo advogado
Luiz Mara Vidal, 1 vol. eae. ; Maaual do Oi-
reito Civil, pilo niMmoantor, 1 vnk ene.; Nava
cillecc) de midtuhas braaileiraa precedida* de
algumas rflexo;i sobre a- urasiaa no Bra9, 1 vol.
ene. ; A mmortalidade, a m irte e a vida, estalo
cerca do destino do bomem, por Uaguunault de
Puchesse, 1 vol. ene. ; Cartas sobre i Compinai
da Jesoa, por f 1 vol. ene. ; A mireoinhi, pelo
Dr. J. M. de Macado, 1 vol. eue. ; Un aeduoto-
de criadaa, novella festiva, original de Marianns
Pina Domiugnes, 1 vol. broch. ; A luneta, a beu
gala de Bilsac, por madama de Girardim, 1 vol.
broch.
ablaa reapectivas re-iac;oes os aegointes jor-
naes :-Diri' de Peruambuco, P,oviniia,
Jornal do R cfe-, Gaseta de Goyinna, Da
rio das Alagwsu, cSes da Outubro, "E:ho da
Victoria e I nprensa Evangalica.
Juizo do ConstHercio A anuencia deste
juizo ter lug*r na quarta-bira, 8 do corrent,
visto aer qninta-fe:ra dia santificado .
jornal don BcoaonsJajtanRecebemos
o n. 10 d'esae jornal de relcelo e propriedade di
Sr. Silva Figueir, sendo o sum nario doa seua ea-
criptoa o que trauacrevemos muito se recommen-
da aos agricultores a com nerciantea :
O relatono do Sr. ministro da faseada. O
mercado de caf c as rendas da Aifand gaGuer-
ra industria nacional.A crise do asjuear.A
propaganda dos importadores de bibidaa e os ex-
ploradores dos fabncantea nacionaea.Abolicaj e
organiaacao do trabalho. Immigraoa i fe coloniaa
^o.-^Noticiario: o asaucar em crisa na reunio ;
vinhos nacionaea defructaa; a Aseociaco Com-
mercial do Porto eos novo3 direitos de importacio
sobre o asaucar ; clima do Paraguay. Aunun-
coi.
Jornal de Medicina e Piarmacia -
Deate quinzenario que se publica em P.iris, rece-
bemos o n. 10 do 2* anno.
E' esta o seu aummari) :
B detim. -A nova le bancaza 8obre oa alie-
uados. Oaear de Araujo.
Clnica cirurgica.Differentea proceasoa cirur-
gicos de tratamento das hepatitea auppuradas.
(Continu icl') Domingos G ?s e V isconeellos.
S-iCiedade Francesa de Ophthalmologii. Oph-
talmometria ortica. Optometna rpida. Ophthal-
mometro. Contracco do muscslo ciliar como cau-
sa da ajpancao dos creacentoa da pupilla. A.
Gaviln.
Soeiedade Medica doa Hiapitaea de Pnria.Ul-
cerayes tuberculiaas da laryoge. Sobro o trata-
ment di ayphiiis. Z ma perineo-inal noi tuber
cuioaoa. <. de Si Valle.
Sociedade de Cirurgia de Paria. Da interven-
c) n i estranglamelo interno Suturas nervosas.
Apparelhi orthopedieo. Peuso antise tico. Aore-
senti^o de operados. S do S Valle.
Sociedale de Mediciua Interna de Berlim.Pa-
ehy ueniigi'.e cervical, cura. Lupus eryrhmatoso.
V. santjui.
Formulario.P contra o coryza. (Monneret).
Mistara contra a dr occasionada pela carie den-
laria.
Noticiar.o.
Iuformacocs uteia.
>i-ifi mo do Villa de RioDi j rnal
Le Temps de 9 do corrate extrabimoa o seguinte :
Havre, 8 b MaioS' immeoaa aqui a con;-
ternaco. Dous navioa do Havre abalroaram-ae
hontem, por caust de intenso novoeiro : um d l!ea
o bello tranaatlantico Champagne, pira n!> aub-
mergir-ne nealh'oU perto de Arr nim-li d, o outro
o Vdle di Hii de Janeiro aubmergio-sc. E... oa
detalh 'a qu; podeui >a coiher :
O Champagne parti do H ivre hontem de ma-
nh para N^va York com 1,300 paassgeiroae ua-
vegiva para dobrar a pon'a da Ba'fleur quanio,
a 11 hora3 e meia da manha toi abrdalo polo
ViUe de Rio de Janeiro, da Sociedade des Char
geurs Reuns, que vinha do Prata.
O Champagne foi arronbado a bombordo, dou3
metroa abaixo da lioha de fluctuaco, mergulhan-
b logo a proa; o comnandante Tranb virou de
bordo e teutn voltar para o Hivre. A mar bai-
xava entilo.
Julga-8e qu; o Si. Traub receou nao ebegar
ao porto aem accidente grave. Cuno quor que
aeja deliberou encalbar o Ciampagn*. e conduzio-o
oom grande habilidade entre Couraeuillee e Ar/o-
manchea, uo littoral de Cilvadoa.
Oa paaaageroa foram trazidoa hontem tarde
pelo vapor ingles Vultar. Diz-ae que alguna emi
grantea italiania embarcados no Champagne afoga
ram-ae querendo g^anhar a trra, maa nao ha in-
tormaco s exactas sobre este ponto.
Quauto ao Ville de Rio de Jaaeiro sossobr iu
algumaa horas depois do chique e p ie salvar a
sua equipagem e passageiros. que faiam transpor
tados pelo transatlntico ViUe de Bordeaos, qus
tendo partido hintem do Havre para aa an.ilhas.
felizmente se achava no lugar do sinistro.
Oa papis de bordo e bagageaa foram t mbem
aalvoB.
O capitn Foueanel, que commaadava o ViUe de
Rio de Janeiro, conta qu; ia a meia forC/*, apitan-
do constantemente, e na i ouvio o aibilo do Cam-
pagne. O capito Foueanel paaaa por um doa me-
Ihoree capitea do Havre.
Dizem os pasaageiroa que o commandente Traub
moatrou aangue fri e deciao admiraveis. E' el-
le official d marinha reformado e muito estimado
dacompinhia e dos passageir03 de Nova-Yirk.
L'go que chegou ao Hivre a noticia do ainis-
tro, o agente geral da companhia transatlntica
fez partir para auxiliar o Champagne o paquete
VMe de Martclle e doua rebocadorca da compa-
nhia, com um engenheiro e operarioa.
Por outro lado, o vice-almirante Duperr, pe-
feito martimo de Cheburgo, que tinha vindo aa-
sistir abertura da expoaicil >, manduu para Ar-
romanches o aviso de guerra Coligni.
Dizem oa maritimoa que ba muita probabilidade
de salvar o Champagne, pelos mema efficazea de
que ao diapoe. Elle est na areia e um dos cin-
co grandes paquetea rpidos da lnha de Nova
York Foi einstruido em S. Nazario o cahio ao
mar em 1886 E' de 6,922 toneladas e tem 155
metroa de compriinent-, a machina d"senvolve
9.000 cavallos. Tem feito por vezes a viagem de
Nova-York deitando 17 milhas por hora. O Ville
de Rio de Janeiro ao contraro um pequeo pa-
quete de 1,100 toneladas, construido em 1873.
Na occasio do choque houve extraordinario
terror entre os immigrantea Precipitaram-ae na
botea do navio e arrebentando-ee um cabo qne
auatentava um delles, cahiram muitos no mar. As-
segura ae que morreram abgados 20 immigran-
tes.
O capito Traub e a sua equipagem deram pro-
vas de maior sangue fro.
O vapor ingles Va!tur, logo que euvio o signal
de perigo, parti para o lagar do sinistro.
__O mesmo jornal publica ainda os aeguintea
telegrammaa :
Havre, 8 de Maio, ao meio dia Dezeseto paa-
sugeiros do Champagne e tres homens da equipa-
gem afogaiam se. Ha toda a esperanca di safar
o na\io. O cempo est bom e reina brisa de Oeste.
Havre, 8 de Maio, ao meio diaCinco navios
partiram hintem para Ver-s>r-Mer E' em frente
desta aldeia que est o Champagne. Oa navios
sao: o aviso de guerra Coliqny, o Ville de Saint
Nataire e maia tres vapores fretadoa pela Compa-
nhia Transatlntica.
O aalva-vidna em qne se precipitaran! os inmi-
grantes foi encontrado no mar pelo Ville de Bor-
deiux. Uipa *dnzia de homens que a eile se con
servavam agarrados foram salvos.
Tres cadveres foiam recolhidoa a pequea dis-
tancia. Os marinheiroa abgaram-ae qnerendo
impedir que os inmigrantes se apoderaaaem da em-
bareicio.
A Companhia Transatlntica fez distribuir vi-
veres e ronpas aoaimmigrantea viudos no Vultur e
que foram acoomoiodadoa no Bourgogne.
Qisarentenaa Ao inspector geral deaade
doB portoa expedio o Ministe; io do imperio o se
gainte aviso em 27 :
Podendo ser desde j consderavelmcnte redu-
zido, em eons queneia da suapenso das quarea-
tenaa para os nnvioa procedentes das Repblicas
Argentina e do Uruguay, o pssnasvl extraordinario
do lazareto da liba Grande, antonso V. S confor-
me solicita ero seu officio de 20 do corrente mes, a
dar por fioda a eommiaeo dos empreados que
nao brem estrictamente necessarios para o servi-
do das quarentenas a qne ainda eato sujeitas as
procedencias chilenas. Deus guarde a V. S.
Bardo de Mamor.Sr. Inspector geral de ssde
due portoa.
Casolera merbns no Cblle -Tendo si-
do publicado no dia 25 um telegramm proceden-
te de Buen-a-Ayres, noticiando que a epidemia
do cholera-morbos ae eetendiacom grandn inten-
sidade na r- publica do Chile, o Sr. mi niatro do
i operio, a quem no da 21 havia aido communica-
da officiaimente a extineco d* tal epiiemia nao
se- dando < cas ia da molestia alli dea ie o dia 13,
expedio telegjramma ao noaai repreaeatante, que
em dato do 26 participou nao ser exaet i a noti-
cia.
E', poia, de er: qnn ser levantis a insrJic-
ci-j sanitaria para as prooedencia 1) C-ile.
Pair nao a lo da nenainasrlo, ala Olln-
d*WAo mnistario do i-r.pe.-io re a 'tteu o da
guerra, em sol icio ao aviso n. 3,725 de 25 de
Setembro de 1835, em que aolicitoa providencias
no sentido de aer en.'reg ie ao Sr. biapo de Olinda
a quaatia de 2:403 em, ap ilices da divida pu-
blia, importancia por que fdra cedido o terreno
existente noa fuudoa do quirtel do H>apicio, na
provinea de Peruambuco, njx do que, uoa termos
do art. 11- 9 da lei a. 628 dj 17 de Sotembro
de 1851, a*jt esaa quantia auuex il i ao patrimo
iio do seminario episcopal, copia da inf irmico
prestada a .aemalhtnte reapeito pela theaouraria
da fasenda da dita provincia.
Arsenal de Guerra de Peraambuco
N-lo b approvab o acto de que deu conta o
iusp'-'Ct r militar do Araenal de Guerra de Per-
uambuco, peb qual mandou reduzir a duas as sec-
coes do almixarifaio daquelle estab;lecimento,
porquanto a lei n. 2,911 de 31 de Ootubro de
1889 nao tem applicaco aoa araenaes das provin-
cias, tanto que os oreamentos posteriores tea con-
signado sempre a necesaria verba, sem altera^ao
alguma na desposa.
Perro-va de Paulo Affanso-Ai di-
rectoc desta estada de ferro dirigi o nrniaterio
da agricultura, a 20 Je Maio, o aviao 8eguinte :
Afim de que fique de inteiro aecrdo con o
aviso circular de 14 de Outubro do anno prximo
pasaado, carece das m)iili;!Co;s segnint ;a a ta-
bella organisada por esaa directora para cobrin-
ca do frete do sal :
Puanha?, em Moxot, deve ser o frete de 67 ra.
e cm Jatobi de 910 rs.
0:hoa d'Agua, em Suunb, le 33 ra. e e:n J i
toba de 72 ra.
Talhado, em Siamb, de 23 ra., em VI xjt de
31 rs e Jatob de 61 ra.
Podra, em Sinimb, de 12 ra. o em J itob de
51 ra.
Sintnb, emQiixaba, de 27 ra. e cm Jatoba
de 39 rs.
Moxot, em Quizaba, de 16 rs. e em Jatobi
de 28 re.
D us guarde a Vmc.Roirigo A. di Silva.
Alf'.trri.i com c!au!ilai *- ter
vico* -Por avao do 27 de Mib appnvou o m-
niaterio d -. agricultura a deciaao pela qual a pre-
sidencia da pro'incia do Ro Grande do Sul fez
aa er ao juiz de orphoa de Santa Mara di Bocci
do Monte qne na forma do art. 91 do regulam'n-
to de 13 de Novem d>8 oa aervi;oa doseaeravii miiuar.Uibs com a
elausula ou obrigacao de os prestar ao ex aenhir.
Agenalan po*iae. Aeham-se creadas
igencias de correio as localidades 3aguiati3 :
Vera-C-uz, do municipio da S Ji de Mi-
pb, proviucia do ftio-Grande do Nirto ;
Villa de Piulsta, proviu.-ia do Piauby.
Eilnlaan poitisex Aeham-se creadas linh .a
postaea entre as agencias das villas do Paulista e
Jaica,ni provincia do Pianhy, com duaa viagens
menaaea.
O citolera no CalleO Sr. ministro do
imperio recebeu houtew (28) Jo ministro braailei-
ro em Buen)3-Ay.8 o aeguinte telegramma :
Official O ministro daa relacoea exteriorea
acabada mandar-me copiad; un telegramma do
miuiatro argeutiuo no Chile concebid) noa aeguin-
tea termoa :
Santiago, 26 de Maio. Tel sgrammi offi;iai
do Rio de Janeiri recebido hoje, assegura que te-
legrammaa arg iiiMaoa aanuoeiavam recrudescen-
cia do cholera.em varios ponto3 deate piiz. Com
taea uitiiiaa piaaam.occaaouar alarm prejudicial
julgo conveniente destazel-oa. Secundo dadoa
offieiaes a epidemia eat extincta em todo n paiz.
Seria opportuno que cononunicasse eati informa-
cao ao ministro brasileiro, com acto de amiatjaa
offieioaidade, e dest.nado a evitar a continu icio
deanecessaria de perturbado '3 commerciaes entre
estes pzes, do> qua3 pirticipamis
O Sr. ministro do imperio expedio ao D,-.
inspector gara! de aa le doa parta eata avilo :
Cinstando officialmeate a extinec) da epi-
demia di cholera-morbua na repblica do Chile,
resolveu o governo, de aecordo com proposta bita
por V. S. em officio de 24 deste mes :
Io Q ie sejam considerados liinpoa 03 portoa
cLdcnos ;
o 2o Que sejam ree-bilos em livre pratica noi
do imperio os navios aahidos daquelles pirtoa de
pos io dia 13 Je Maio corrente.
Parocbo e menibro da asaembla
leKlnlallTa provincialA' presidencia da
proviucia de S. Paulo expedio o miniaterio do im-
,8 o seguate a7iso, com data de 25 do corrente
Haja V. Exe. de fazer constar ao inapector
da Theaouraria de Fazeuda desaa proviucia, em
respista ao nSbio n. 10, dp 16 do corrente mes,
que o vigario encommjndado da parochia da Pie-
Uade, padre Jos Rodrigues de Oiiveira, que tam-
bem era membro da assemb'i legislativa provin
cial no biennio de 18861887, tinha o direito de
receber anas congruas durante o intervallo das
se38oea dame8ma asaembla, urna vez provado que
nease intervallo, estivera em exercicio de ansa
funecoes parochiaea, vato que, nao gestando a decidida pela asaembla geral, a cujo conheeimen-
to foi aubmettida a questao se ao panocho que
aceita o lugar de membro da assemb.a legislati-
va provincial, appca-se a dispoaico do artigo 12
da lei n. 3,029, de 9,de Janeiro de 1881, nao
polo o giverno recusar o pagamento da respectiva
congrua ai parochi que, neata hyp'theie, exereetT
auaa funecea paroehiaea durante ou no intervallo
da acaso -a da asaembla.
Conflicto na fxontelra Diz o Crrelo
Mercantil que do inquerito a que, por ordem da
presidencia, procedeu o capito Casada sobre o
conflicto dado na tronteira de Jaguaro, reaulta o
seguinte :
No dia 21 do pasando, 3 11 horas da noite, o
Sr. Adolpho Volasquez, ex vicecnsul oriental em
Jaguir), foi sorprend Jo pela guarda do ordao
sanitario qiando tentav passar ao Estado Orien-
tal por urna quasi dsemhecida pasaagem entre
Cacboeira e Cacique.
Preso, achando se em trajea de disfarce e in-
terrogado declarou que costumava pasaar por alli
amiudadaa veses e que neate transito era auxilia-
do por Placido Machado, estabalecido na lado op-
post, accresceotando que na noite da dia seguiu-
te devian pelo m amo lugar paasar algumas pes-
Dtreetorta das> obra de ronaeria
eata dos portnBoletim. matoorobgico do
dia 6 d-.Jii.iho de 1887 i
t
9
12
3 t.
6
21 -9
26-l
27J-2
27'-l
25' -8
61K0
762> 7
761-J2
76 )>38
76)9.
19,96
21,78
2002
22,00
20.47
96
86
78
80
82
Bilhte3 a vonda na Casa- da i Fortuna, ras
Primeiro de Marjo n. 23, de Murtins f'iuza & C.
liOleria de tlagoanA 17> parte desta
lotera,pelo novo piano, cujo premio grande
de 10:000*0)0, ser extrahida no dia 8 do csc-
rente.
Os bilhetea acham-se venda na Cas Feliz
prava da Iudependeucia os. 37 u 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Marca u. 23, Martina,
Piusa & C, e na Esmeralda, ra Larga do.Roaa-
rio n. 24.
Temperatura mxima 00,Ho
Dita mnima22,50
Evaporaco em 24 horas ao sol: 3>,3 ; som-
ora: 1",5
Chuva13,>6.
Direcco do vento: S de meia noite at 6
li raa e 42 minutos da m nh ; SE at 11 Inris e
minutoa ; Shi, ESE e E alterna io at 2 horaa
h 51 minutoa da tarde; SE e ESE at 7 ti iris e
30 oiiuu'oa da tarde; S at meU noite.
Velocidade media do vento : 2,n)87 por aegundo.
Nebuloaidade media: 0,66
Boletim do porto
aoaa.
Ficando detido, na noite do da seguinte posta-
ram-ae no referido paaao o commandante da guar-
da, trea aoidados e um cabo.
A's 8 horaa da noite, um grupo, calculado em
oito ou nove pzssoas, approximou-se margem op-
posta......
O grupo era illumidado por urna lanterna...
Caroinhou em direceo ao rio, onde ha umaa pe-
dras e ouvio-se eata voz de mando :
Tras a prancha.
In.'bando eata ordem a tentativa de romper o
cordo, o cabo avanceu com para evitar qualquer
conflicto.
Presentinda, bi-lhe dieparado um tiro e logo
aps um outro, que o pro3trara ferido era urna
prna.
Aos grtoa do offendido, que daseestar brido
o capito da guarda tes e inaudou que os alferea
fizeaaem log) aubre o grupo.
A' descarga suecederam-ae grtoa aguloa entre
o grupo e aps o tropel, de alguna individuoB que
fugiam. .
Logo aps, o capito e oa alferea dingiam-ae ao
rio, que dominio braailero, e alli em meio encon-
traram feridoa, Thomas Ignacio de Medeiroa e sua
esposa, que exelamaram qua os nao acabasaem de
matar.
Oa olficiaea mandaram-ae retirar e apprehende-
ram auas bagageoa que entregaran ao fogo.
Placido Machado, que una dizem aer braailero e
on'rcs oriental, segundse affiYna, falleceu no da
aegninte em conaequeneia doa terimentoa que re
cebera.
Era homem bemqnisto, trabalhador e proprieta-
rio de um bom eatabelecimenti rural. Praticava
potm, o mo acto de illudir a vigilancia do cordo
e paaaar peasoas para nossa banda mediante 20*
cada urna.
Eis o q;e consta e fbou provado do inquerito.
Proclaman de cananaenlos Foram
lidos no dia 5 de Junho, na^mitriz da Boa-Vista,
oa eeguintes : ,
Joo do Naacimento da Vera Cruz eom babel
Mariada Conceico. .
Dr. Eduardo Augusto da Silveira com Mana
da Gloria Coutinentina.
Joo Bspt ata Ferreira da Silva com Feliciana
Augusta Marlins.
.Manoel Autonio Pereira de Bnto coro Lusa
Isabel Ferreira da Silva.
Bacharel Jos Gomes Villar com Auna Ernesti-
na da Pinho Borges. -
1-5 *
3 a
33 m a
H 3
O
{ M.
P. II.
It. M.
1'. M.
Di,
5 deJunhi
6 deJunho
U,i
106 Ja mamh
413 la tarde
10-14
445 minh
Altura
0,m30
2,60
0,43
2,"65
HOMMUNICADOS
Paonageiron Chegadoa da Europa no va-
p'r iogiez Aconcagiia:
Johu Taylir, Ramn P. Alfin, Antonio Dias,
>lao el Giildez, Jaciitho de Jeaua e John 8u-
fland.
Sahidos p ira o sal no mesmo vapor :
R Zyfter, P. Zyfler, Dr. B ttencourt e sua fa-
milia, Albert Friedeuthal, Dr. Hyppolito PeJor-
neira, Jos Fracisco de Lima e John J. EnglUh.
Chegados do aul uo vapor ngl^z tfile :
Antmi) da Silva, Manoel Mentes da Si:va
Jnior, (Jarlos da Silva, Len Donato, M-turizi <
Cifoni, Fraaeeaco Antonio de Liigi e Erneat VV.l-
lian Greg.
Sihidoa para a Eunpa no raeiiao vapor :
Capito Joaqun Mauricio Go acal vea Roaa, S.
L. Johustou, sua senbora o l cralo, Alexandre de
Niaia Godinh>, Joo Martina Viugie e 2 filh 13,
Victorino de Alrnei ia Ribeiro, Mauoal Francisco
de Souza e 8ui senhira, \us;uato Pereira de F.i-
rias, Hu^h Hj chesoa. J is M-irii Gmci'ves Fer-
reira, Antonio Augusto da Silva R'ia e bu ai
ahora, Alexindre da Fonseca Pernand-.-a, Joa
Sf tria da Silva Famandes, Manoel de Azevedo
Andrade, Jos Pacheco Furtato, Vctor Jos Mi-
:heuadeC>rvalho, Francisco Luiz de Oiiveira Aze-
vedo. sua aenh >ra e 2 criados, Alfredo Draper e
sua aeuh.ra, Mr. Glob?, Moaoel Pereira das Se-
ves, sua aenhora e 1 fiho.
Chegadoa da Eunpa no vapsr franeez VMe
de Bahia :
S. Am'lia d-i 0:iveira, Min?. Anourour A., 12
peaaoa8 da compmha Miione e Crescenzi Ge-
mid 1.
Chegidoa do aul no vapor nacional Mrquez
de Caxias:
Charles Grotte, Joa; Xibello Padilhi, Le ladro
Ribeiro, Goncalvea de Mello. B;rnardino Ferreira
Lma, Jos de Oiiveira, Joa L'iiz Sjares, Manoel
Pereira da Ne/os e 2 tilhoa.
Chegadoa do aul no vapor uacionil S. ran-
eisc :
Dr. Francisco da Costa M lia Filho, capito Mi
rianno Joaquim Cavalcaite, Frederek Maynon
Zk na. Mana Jiaquina di Caueeico, Geauiuo
Britto, Euzebio de Andrade e Jorge Nikey.
Sabidos para os pirtos do norte no vapir
Ipojuca:
Miguel Ribeiro, Francisco L., Joo C. Galvo,
Silvino de Paula Ridrigues e l criado, Manoel
Fernn-dea de Souzi, sua senhora e 5 filhia, Mi-
guel di Silva, Eitevo Vieira da Silva, Isabel F.
do Espirito Santo, Santino F. de Oiiveira, Au-
gustj Cesar F., C- Campos e 2 criados, Octavio
Jos Prz*re3, 2 pravas e rea).
(ji'iiaiaBtleciar-se-ho:
Hoje :
Pelo agente Brito, a 10 1/ horaa, ra de
Pedro Ad' .uso n. 43, de moveia, miudezaa e vdroa.
Pelo oyente Martins, As 11 horaa, aa ra do Bi-
r> da Victoria n. 43, de boaa moveia, loucas e
vidro?.
Peb agente Martins, a 11 hras, ra do Ba-
ro da Victoria n. 45, de urna victoria com 2 car-
ueiroa e arrei jb, para meninos.
Quarta-fera :
Pelo agente Bnlto, a 11 12 horas, rm Pedro
Affonao n. 43, da quirta parte de um aobrado.
Pelo agente Modesto Baptirta, a 11 hora8, ni
ra do Imperador n. 49, de 1 piauo e movis.
Mlan fnebre.Sero celebradas :
Hoje :
A'a8 horas, naa mitrzes de Nazareth, Tracu-
nbem e Alag 1 Seccca, pela alma do tenente-
coronel Antonio Lopes Ciutinho ; a 8 1/2 horas,
oa igreja de Santa Rita de Casaia, pela alma de
Francisca Rosala do Oveira; a 8 horaa, na
matriz de Santo Antoaio, pela alma de D. Mana
Henriqueta Porto Gitirana.
Operacde* clrorglca*Foram pratica-
daa no hospital Pedro II, no dia 6 do corrente, aa
aeguintea:
Pelo Dr. Malaquaa;
Hydrocele pela injeceo iodada.
Ertirpaco de grandea ganglio! tuberculoao3 da
regio inguinal.
Pelo Dr. Eatevo :
Extirpaclo de um k'sto sebceo da face.
jCawa de DetencaoMovimento doa pre
aoa da Casa de Detencao do Recife no dia 5 de
Junho :
Exiatiam 349; existem 349.
A saber :
Nacionaea 322 ; mulherra 7 ; estrangeiros 12 ;
eacravoa aentenciadoa. 3 ; dem processadoa S ;
idem de correceo 3.Total 349.
Arraco idos 3l9.
Bona302; doentes 17.Total 319.
Movimento da enfermara.
Teve baixa :
Luiz Antonio da Silva.
1, iieria da provincia Amanh ',8
do corrente, s 4 horaa da tarde, ae extrahir a
6 loteras, em beneficio da Santa Casa_ de Mise-
ricordia do Recife e, no coosiatorio dn igieja de
Noasa Senhora da Conceico dos Militares.
No mesmo conaisrorio estarlo expostas as ur-
ane as espineras a apreciaco do publico.
Lotera da edrteA 204 lotera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de-----
30:0004000 aera extrahida no dia .. do cor-
Os bilhetea acham-ae venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Finaa & C.
Lotera doCnXo-PoraA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:000*000, acra extrahida no da 11 de Ju
Bilhetea venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joo Joaquim da Costa
Leite
Tambem acb;m-se venda na Caaa da For-
tuua ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiuza & C .. .
Lotera da pro*lncla-A 6- lotertc em
beneficio daSibtaCaaa deMiseiicordiad> Recife
aera extrahida no da 8 do correte, a 4 horaa da
tarde. ,
Oa bilhetea garantidos acham-se venda na
Caaa Felis na pr,.ca da Independencia us. 37
Tambem acham ee venda na Caaa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23 de Martia P.u-
sa & C. L .
;.-torin da ParahybaEatalo.ena cujo
pr.mio grande de 20:000*0-JO ser extrahida no
dia 16 de Junho '8 3 horaa da tarde.
Os bilhetea acham-ae venda na Caaa do Ouro
ra do Bario da Victoria n- 40 de Joo Joa-
quim da Costa Lcite.
Lotera do Enplf Ito Santo -Esta lote-
ra cojo pre nio grande 60:000*000, aera extra-
hida no dia do .. correte.
Oa bilhetea acham-se venda na Roda da pr-
tun ra Larga do Rosario n. 3b
Tombem acha-n so venda na Casa Felis na
praca da Independen?a ns. 37 e 30.
Lotera da provincia do Paran-
A 15 lotera deata provncia,pelo novo plano, cn^
jo premio grande de 15:000*000, 8e extrahir
hoje 7 de Maio.
Dem!s8ia de professores
E' a instruecao publica aaaumpto para sercoa-
sderado terreno neutro, em que na i penetren n
fl-jx ia alheios aoa interessea que ae prendem a tSo
moment so objeeto, Deve s olhado de um ponto
de vista elevado e arredio do que poder obscur cer
esaa regio serena o placida.
Ha aeaamptoa outroa onde tem cabida a critica
partidaria, onde podem 8er piatoa em jogo oa n
teresses da poltica e bistam para oecup.ir a acti -
vidade, niaa 1 muito bem empreada, da imprensa
doa partidla, aem ser preciso nvadir-3u o campe
da eiucacao publica e nelle catabel-cer t-ndas de
conbate.
Nao quer ato dizer qu; eaae seja um canp
absilutamen'e vcdd>, e certo nao o rodeia ne-
ahuma muraiha chiaezi; mis deve-se entrar ahi
com isenta nobreza de animo.
Si oa nossoa habitoa autoriaam proceder con-
trario e a paixi partidaria nao csc.lhc terrenc
pora debater-sc, tem sido eaae mu erro e ura grave
prcjaizo publico.
S alguma cousa deve ficar fra da acca 1 parti-
daria, entre ellas figura era lugar aa lente o aa
sumpo a que noa referimos.
Estea coneeitoa cahera-nes da penna uoaprecinr
o modo cora) foi recebido o acto da Presidencia da
Provincia acerca doa profesaorea nomeados a 6 i
Fevereiro de 1885.
Ao passo ju i vimos a eiva partidaria conspur
cal o, deau-turindo-o,seguiud) nisao os tristes
preceJenfa de nosaa imprenaa partidista, c tal foi
o que ae deu 111 celuinna liberal do Jornal do Re
cife, a opinil < publica felizmente teve pira injr
m-ir-se e elabor ir 8e-u juizo a apreciadlo escorreita
que ae leu na Provincia no proprio dia cm que
aqueile outro orgao nvectivra-a presid n 1 la
provincia por causa d'aquelb acfo.
Felizmente, dizemos, pirque o facto rnostr.. um
progreaso apreciavcl u 13 processos admiiti 1 ia na
imprensa para a critica dos actos da administi i-
^ao publica.
O que o Joma'., na columna partidaria, siy^
luitisa com sendo simples manobra da partid
vio-30 a scelo ectorial da Provincia d.'minada
du maia elevados intuitos f.ppluuiir com: acto d<:
moralidade administiativa.
Bastara, deate geito, antepr Provincia co-
lumna liberal para fazer a defeza do acto incrimi-
nad. E' severo em eeua aas'rtoa e enrgicamente
imparcial aquello oiglo, e no priprio artigo a que
allulimos se fas isso sentir. E irrecus wel, par
tindo do tli insnspeita origem, o qualfi:ativo por
elle dado.
Proceiease tambsm aaaim a columna e con-
correria para o bem commu n. Eatlo couvictoa os
illustrea cavalh.iroa que a drt;e:n, de ae achar em
prosperas condicoea a instruccl) na provincia?
Rccusam-se evidencia do m) estado d'ea ? A
columua, no que disae hontem, responde negativa-
mente.
E pois, como nlo ro.npe com esae paaaa Jo de
viatas es'reitaa, tacanho, obnoxio, de ver por um
certo prisma o que faz o adversan o poltico e
npplaudir sraente o que fazein co-religionarios':
Deu-3e um num-ro crescido de nomeacoea para
o magisterio : nlo negamos justica a quera aa fez
e na mclhor inteucao muita vez ae erra, entre os
m-iitos nomeadoa era imp laaive! que alg.ius nic
foasem doa maia habilitados, ato que p le succeder
aiuda com os quo slo potadores de titulo de ha-
bilitoglo pr fissioual, com maioria de razio ae
torna poasivel uo caso contrario.
Ora, os nomeadoa tem tido tempo de exhibir
auas aptidoea e d^aacerto da nomeacao de alguns
dever-ae-hia tornar patente com o exerc ci d^a
funecoea peloa nomeadoa.
E eatamos certoa que o adminstrad-r por quera
loram nomeadoa, elle proprio, quando convencido
de que alguna nao erara dignoa da nomeacao, nao
s dcixal-ahia de fazer,como, ae continuasse na
fdminiatraclo, oadeapenaaria ; com isto ni) mere-
cera aenlo louvores.
E porque nlo applicar o n 'cessario conceito ao
administrador actual ?
Exercendo a suprema inapeccao do ensino
publico, tratando de reformar 03 abua oa ia-
troduzidos nessa servici e de melhoral-o, nl> era
possiv.l eaquecer o peasoal docente contra e qual
se ha levantado reclaraacoea. C)ivicto de que al-
guna daquellea nomeadoa nlo eatlo em condijoea
de ficar exercendo o magisterio, podendo expr-
galo dellea, nao so poderia dizer, com a Frovin
ca, que S. Exc. prat'cm um acto de moralidade
adminiatrativa ?
Naiodiremoani, est j dit.. Hivondo poa-
sibilidade de fazer esse aervico ao enaino publico,
nao ha outro procedra>nto a ter-se em taea en
dicoee.
Acto partidario, diz que ease a columna.
Critica partidaria, v-3e que a bu 1 P.ia ai
houvesae proposito de demittir os nomeadoa por
aerem liberaea, quera nlo v que o acto se estn
derla a todos oa que o fotsern. e nlo poupana tan-
tos outroa que fie iram Si liberaea foram demit-
tdoa, e liberaea foram conaervadoa, que houve
outro mo'vo fra deaaa inculcada paixao partida-
ria, e esse motivo nobre,-a convieco da in-
habilid.de des nomeadoa e o conaequente proveito
do cnaino publico libertado deaae peaaoil nao
doeo.
Pois facto quo ficaram exercendo ana* eaiev
r s muitos prof.ascrea bcraes e si o ficaram nao
0 foi aenlo por ter s boa noticia de auas habilita-
co.'b e ptocedimeuto.
Outroa nao foram os movis do acto a qne noa
referimos e entre a apreciaco partidaria da co-
lumna e o juizo doa homens imparciaea eaae acto
nJ pode aer levado a m conta e revela intuitos
superiores a pequeos interoaaea partidarios.
PUBLIC4C0ES PE01D0
Negocios das \fagoas
Em correspondencia do Maeei publicada ha
poucos dias neste Diario se procurou attenuarcDm
tmputacoes vagas maa caluniosaa a injt''i
demiaaodo honrado e dat.ncto inapector do Ihe-
aouro Provincial daquelb provincia Dr. -alvador
Elias Roaa e Silva.
Defeaa melhor nao lh- podemos fazer do que
tran8crever a parte docura^ntadi da qu-^ est prn
duzindo na seceo edbtonal do Orbe o talentoso e
integerrimo fnnecionano **^ontervador.





Diario de PernanibueoTer?a--.eira 7 de Junho de 1367
TBANSCKIPgl
De to gratuitas iuiputacoeg, a proprag da es-
pirito que as engendran, nio serio capases de aa-
sumir a respo-sablidade da pro va os que as dicta
ram para justificativa da acto do Sr. Dr. Moreira
Alves. .
Da certido abaixo transcripta, passada pela
eoometeoto repartilo, v-se que :
1, nada devo a faseada provincial, por qual-
suer titulo ou imposto ;
2, que nao obstante nao estar gojoito ao impoa-
to d; .banca de advocado como unocLuario pu-
blico, ehefe de repartjao fiscal, segundo a sub-
sidiaria legislaeao geral, ainda assim levei o meu
escrpulo ao ponto de nio reclamar pela iuelusio
do meu nome na collecta procedida pelo consulado
de Jaragua, para pagamento do imposto de banca
de advogado, imposto que all teaho pago pon-
toalmente;
3o, que dos predios qu: poiU), sjjjitoa ao m-
qosto de decimi urbana, incluidos n* collecta,
tenho pago puntualmente o refjrido imposto;
4, que desaes predios gmente um nao est in-
cluido n'aquella collecta, nio inclusa) que nao
data do meu exercicio no cargo de inspector do
Tnesouro, mas desde o mau exercicio de 1885 a
1886, isto antes di 14 dj Outubro de 1885 data
do m?u exercicio, quaudo esse predio alias anda
nao me pertmea, e por achar-se em estado de
ruina e nio luga .o, confirme consta do respectivo
arro'.aneuto, existente no Thjsouro, e do conhe-
cimonto expelido p:lo consulado, para pagamento
daqu 'lie mesmo imposto poroutros predios, d'entre
os quaes n> conhecimeato ost averbada a nao
inclusio desse nico predio pelo motivo cima
declarado;
5o. que no exercicio vigeute, de 1886 a 1887,
pelol inesmis motivos de ruina e n) alugoel nao
foi incluido no arrolamento definitivo csse fallado
predio, que o de n. 24, ra do Poco, boje Ba-
rio de Atalaia, e mais por ter eu, seu proprietario
dep >is do primeiro semestre dj exercicio de 1885
a 1886, tratado de reconstruil-o, como recoastrni
para nelle faier miuha residencia, como estou fa-
zeodn.
Quando calumniosa mputacio de tor eu lesa-
do a faz'ud-i provincial, eff;ciu*ndo transoslo
de comprae venda de propriidade por proco menor
do qu.; seu justo valor, alem da gratuidade da
proposicii vaga, occ^rre log a quem calma-
menta raciocinar a couaideracio esgumte : aiuda
que especificada tivesse sido essa transaccio, de-
veudo ella estar sujeita tambem e necegiariauae ote,
jjb pena de nao ter silo lavrada a respaetiva es-
criputra, ao pagimento Ja imposto de siz i f i-
zenda gcral, a u leneia do emprego provincial,
qus eu excrcia, nao poda absolutamente ter actua-
do no espirita ou antonimia da reijarticao enear-
re.ada de arrecadar e laucar aquelle imposto, a
da alfindega desta cidade, de mido a consentir m
os seus d gnos e provectos empregados que eu
Tivesse realisado C3aa trausaecio com muiifeata
defraudacio do imposto devido e alli arrecadad),
porque na occasiio opportuna aaberia ter embir-
*ado a trusaeco.
Q-i;eu tratava mal as partes mj'ivmdo
:.saiin que diversos negociantes j- ec Mvessem sb-
stido ile eoneorrer aos ,forneeimnt a publc 's, 6
tamben) uma propoaicio tilo gratuita, que diapeoaa
qu -Iquer contestac>.
A1" eatio no archivo da repar'ici) do Theaouro
as h fas das sessoos da junta p-ira vr-se o con-
trario diss"), si en? alguma arremitacio deixa-
ram de ompareeer pretendentea, sem duvida foi
Dirqoe nao convinha o f niecnr-nt > o >; c. mora
aos iotereaaea de cada um.
Nao ha um s dos honrados negociantes desta
rafa cap>z le eoufirm tr pi ilicam ito ter 3do
mal tratadu por mim, quando procu. ado n i repar-
ticSo para qualqucr negocio.
Finalmene, duiaate as li.a di^a.s uJui^iis-
tiacoes anteriores do Sr D.: M rira Ai vea nao
uit.a por qu-ilquer nodo, neto cuto neubam dos
'mpregidos se queixou que eu tivesse sido de um
vigor excessivo, com m?u p^ra impor-me aos
meus subalternos, porquanto nem do archivo da
seerettria do Thesour>, neii do da presidencia da
provincia, consta acto algutn meu autenticando
emprego, ou solicitaudo da presidencia, dos
meios corroettivos o 'd seipli iar:a para obrigir
,.lgu:u empread) ao cumorimento do dever n)
para puoicao de falta eomaieUJa.
Nao, porque geralmeate cutnpriam seu? deverea
e t )do3 sempre honraram-m.-, tunrando a propri .
dignidade, com seu compativel respeito e atten-
oOes, pelo que inuito grato lhea ion, excepcSo
feita de um *, o qual contendo-se ao .i ii.floxo
das minbas admoestacas particulares durante o
periodo das duaa dignas administracoes anteriores
a do Sr. Dr. Moreira Alves ; depois de pissados
os primeiros tempos desta, e principalmente de-
pois que comeeju a goaar daa boas gracas e con-
vivencia de 8. Exc, confirme boje estou conven
cido, omefoa tambem na repartilo a mostrar se
mais refractario ao cumprimento dos deverds,
ma3 iiiijgante e m.-ous atteneioso, nao se atre-
vendo entretanto a exautorar-me, como j lave
occasiao de tontar fizr cm um dos meas dignos
autcC''ss ir.'S na inspectora.
Conheci entilo ser-me p.eciso laucar mao, de-
pois de esgotadoi os racursos suasorios, de uma
medida disciplinar para com esae emprega io,
Sr. oficial da secretaria do Tnesouro, (Jaldino
Taveiros, e essa mesma nao foi rigorosa, porquan-
to consisti apenas no descont legal por faltas
a > justificadas do comparecimento aos trabalhoj
da reparticSo, conforme por ofiicio da 18 do vigen-
te mes, o qual opportun&inente publicarei, si tanto
for preciso, informei a S. Exc. o Sr. Dr. Moreira,
a prepsito da ter aqurlle empregado reerrido
para a presidencia do acto do descoato legal nos
vencimentos por falta da justificacao das alludidas
taitas.
Por esse ofiicio, pen iente aind i de despacho da
presidencia, certo que tive de fazer conheeer a
S. Exc o procedimato irregular dease emprega-
dj, o qual, te id o em 14 de Abril obtid o da presi-
dencia, sem a minha pr va e necessaria informa
c 11 como chefe cnto da sua roparticao e com
manifesta infraccao, por isso, do art. 5o do regu-
lamento de 9 de Dezembru da 1869, urna liceuca
concedida com vencimentos para tratar da gande,
abusando dessa liceuca e descobrindo a autoridade
que a oncedeu, diariamente frequentava o edifi-
cio do Thjsouro, ia assistir s seas-s da Asaem-
bla Provincial, penetra va fumaudj at e de cha-
p na caber;a,em algumaj dag scc;ea da repart-
ci etc, u n'umt desgas entradas no edificio, oa-
teu'anlo psrante mim todo o vig>r de g.ule e
roargancia de porte !
em v o publico que, licenciado como estiva
ea3i; empregadi>, eatava fr da minha JuriadieeSo,
e ussiin eu ua piiia eorrigil-n senao por interme-
dio da presidencia, cjino cima refer, e nesse
prjposito me dirig por cfiicio de 18 de Uaio, cuja
solucao aindu nao vi publicada no expediente Jj
governo da provincia, e qu.inlo s ibida que dous
das depo8 (!) o Sr. Lr. Moreir.t Alves dem't-
tio-me.
Eis ah a narracao e discasso dos factoa o pu-
blico, impir.ial e de.pido de prevencoes, que
ajmse.
Vlacei.
26 de Maio de 1887.
Salvador Elias Rosa e Silva.
Mercado do mo de I n.iro
ULTIMA DATA 1 DE JUNHO DE 1837
CAPE'
Continuou no dia 31, multo firme.
A:- vendas realizadas em 30 de M..i foram de
1,523 saccas, com declara(o dos teguintet des-
iua :
Baeeai
'stadis-Uui.s........10.626
uropa.......... 697
Diversos portee........ 200
11.523
O deposito era calculado uo di;. 31 em 90,000
saccas e a existencia, at ai :a io-dia, as estra-
das d*1 Ferro, er i a segnint :
O. Pedro U.........2.881
, ... (P-rtj Novo...... 660
i. opll.n^errarU
Cvtava se m dia O :
Qualidades
Livaito.....
Superior efino.
;.' boa.....
1 regular. ... .
1 ordinaria .
2 b-a.....
2 c-rdmara .
DOCUMENTO AO (UAL SE KEFEB1 O AUTIGO
CIMA
Cujipriui) esta seccao, em virtudc do respei
tarel despacho retro exiradj na presente peti^u
d>lllm. Sr. Di-. Salvador c-lias Kosa e Silva,
ni qual pede que diga sobre oa p.mt.'S de numero
i .. 5 de sua diti p t ca ; er'i :i esta aeccao,
ao 1." ponto, qu i oa predios perienccfitea ao sup-
j-ncan'e aj :itoa decimi urbiua, tiram todos
arroladoa ni correte exerc ci de 1836 a 1837.
Ao 2. e rtifiea que foi paga a decima urbini
no 1." semestre.
Ao 3." c-rtifica que a c-isa arrolada, sita na
ra 'hXj de Atalaia (Po;o) u. 24, eslava
n iuelle tempo arruinada, maa estando nclia urna
Elabora eata diss-e que pagava do uluguol 100 ',
p>risso foi arrolada e pub:icado p>la imp'uj ;
pouco depjia entra dita casa em eoocertoa, c p i
tm oceupada por seu proprietan >, sendo por este
reclamado s;bre a collecta da ref -rila casa foi ut-
t u'ido em vista lo pouo tempo que biave cutre
a collecta e o concert.
Ao 4." certifica que o peticionario fe arrolado
no imposto ic advogadj e que pagou o 1." semes-
tre.
Ao 5.a finalmente, c rtifiea quo nem um ontro
imposto esta sujeito o snpplicaute.
Parece a eata secec ter assim cumprido o des-
pacho de V. S. e tatiateito o requerido pelo pe-
ticionario.
Seeco da arrolamento do C'JU3ulado i'rovinci.l
em Jaiagu,25 de M.iod;1887.O escriptura-
lio, Antonio Francesco Leile.
273
3.814
Por 10 kilos
8/850 a 1<>210
Nominal
Nominal.
9060 a 9*190
8850 a 8*990
8*610 a 8*720
7*970 a 84310
TELEGRAMMA
DA ASSOCIAglo COMMEBCIAL PARA NEWYoRK
(Expedido em 31 de Maio de 1887, de miaba)
Caf
E& Entradas no dia 3J 4.000
inlradus em Santos 8.000
Vendaa para os Estados-Uni-
dos ......10.OJO
astado do mercado Mu to Irmt.
-Jambio a bre Londres, parti-
cular .......22 1/8
I-rete por vapor 80 e. c 5 0 I
Precos :
I regular, 9*150 por 10 ki-
lo deepesas e frete por
vapor.......21 15/16 c. por Ib.
2. boa, 8*700 por 10 kilos,
despezas e frtte por vapor 21 c. por 1?.
B ;** votumcivtal
4 OTAyOES OFFICIAE8 DA JUNTA DOS COt-
KECTOBES
Redfe 6 de Junho de 18S7
ceoes da companhia do Beberibe do valor de
100* a 155* cada uma.
Mitras hypothecariaa do banco de credit-. real de
Peraambuco, da Ia aorie. do valor de 100..0
a 97*200 cada uma.
Ni hora di', bolta
V'enderam-se :
250 acedes da Companhia dj Beberibe.
260 letras hypothecanas da 1* serie.
O proauMuh,
Antonio Leonardo Rodrigues
U secretario,
Ed'iardo Dubenx.
Ilamburgo .
l'ortugal
>.cw-Yurk .
bo Enoi.ish Sank
joudrea
Phrig. ....
It .1.8.....
dinburgo .
L'g'uoa e Porto .
Pmici;;aea eidadi'e i!e
:.....
llha .1 -a A^ ;res
tina da MaJeira
New-Y rk .
536
213
r.
245
00 d/c vitta
i'ortn-
TI 21 3/1
43; 136
436
536 041
243 245
25-)
253
! O
if-i -'0
Mercado de aunurar e alsoslo
BECIFE, 6 OB JUNHO DE 1887
Aetuoar
Este pr.-aucto foi boje cota;!o, para i b agricul-
tores, aos algarismcs s guiutea, por 15 k 11 :
Braoco 3.a superior .
- 3.a boa .
3.a regular .
Hmidos e b-.ix-'S
SiituenoS ....
Maacavado
Bruto .....
Rtame ....
A eotaeao para o asBUcar branco retere se aos
uielhores qu-; apparecem uo mercado.
2*200 a 2*400
U9.KJ a 2*100
1*700 a 1*8-0
1*500 a l*l>
!*3J a 1*400
1*040 a 1*100
*90< u 1*000
*700 a *S -0
Alaod&o
Foi cotado hoje o de Peroambuco e boas proce
deneus, em trra, a 7*200 por 15 kilos.
Entrada* de ansuear e algodii
ME2 DE JL'NHO
Arnicar
Entradas Das Saceos
Bt-rcagas...... 1 4 6.938
Vapores ...... ... .
Va-terrea de Cu mi 1 4
Animaes...... 1 6
Via-terrea de S. Francisco 1 a 3
Via-frrea de Limoeiro 1 A 3
429
2.4
4.83
- Pagou de emolumentos 500 res pelo n. 5433.
O eseripturario, A. P. Ijeite
Esteva collada na patico uma eatanpilha de
200 res, devidamente inutilsada, e no verso da
folha da peticlo estiva laucada a c;rtido cima.
Habeas-eorpns Torres
Deade que o Tribunal da Relacao pronunciou a
celebrrima decisao que poe o thesoureiro de lote-
ras ou antes o poderoso e perseguido Torres fra
da alfada da le criminal, todas as cabecas em
que a jurisprudencia tesa maii oa me ios traba-
Ibado ficaram s tontas.
De minha parte desde entilo pens no caso e s
agora posso vir dizer algum-a ideaa do atropello
das tantas que o Colendo Tribunal me guscit^u.
Em ver Ja di! Jimcil de comprehender-se como
aqu-'l! que recebe dnheiros alheios com obriga-
cao de dar contan dol a, levanta se com elles,
nao d ossas coot-is c nao eati sijeito s disposi-
ces do cdigo.
Supponha-ge que Torres nao seja exactor da
Fazenda ; que saja empresario de um jogo parti-
cular, como de uma rifa, quando as rifas nSo eram
prohibidas. Recibidos os dinhoiros dos bhetes
de tal j-'go, levanti-se com elle o o codig nao
tea> o que ver cim isto; um brinco, urna peca
prega a aos jogadores. Nio assim, Coleudissi-
mo Tribunal ?
N > '. nio por isto que se julgou Ilegal a pri-
so : porque a ordem foi requisitada pelo The-
souro, que sa a pode requisitar contra oa exacto
res da Fazenda, o quo nao o o thesoureiro de
loteras, oa antes e mil voces privilegiado Torres.
Supponha se porm ainda que Torres nio s-ja
exactor da Fazenda, que nao arrecada dinheiro
Jella, a qual s o tenha desta fonte depois de
extrahida a lotera, como entendeu o Venerando
Tribunal.
Maa, se o thesoureiro de loteras d contas ao
Theaouro, se esta sob a superior fiscaliaaoio do
presidente, a quem pede prorogacio para as ex
traecas, a .-.per .vacio dea planos ; se obrigido
a recelber o product) da venda dos bilbet33 quan-
do nao fas a extraccao annaaciada, e se na> reco-
Ibe tste dinheiro, se nao d conta, se se levanta
con) easj dinheiro (230 coatus) nao est sujeito ao
Cidigo, nio est suj.ito prisaj ?
E quem devia conheeer di fasto edmiuoso g!-
u.to o agente da autoridaie a quem o tal supposto
empresario do jigo lotrico obrigado a dar
contas '
Mas nj poda requisita a priaio, pirque, no
seat.' lo Colendiaaiino Tribuna', os dnheiros om
qu. Torres lavantan-s? nio sio di Fasenda, logo
ella ni >fodia requisitar a prisa.
Mas, cenhecdo pelo juiz ciiminal que Torrea se
levantara cjm o dinheiro dos j gadores, e conhe-
eido isto por via da autoridade compotente, quil
aquella que te.-n direito de fazer reeolher o dinhei-
ro, ::ao cabia expedir a ordem de prisio ? Onle estA
a legalidade ? Est em o Theaouro requisital-aV
rio nao pjdiu requistal-a, mas participar ao
juiz criminal que o empresario do j>g< publico
estova ni eaao de aer preso, o qu; se segu que
o juiz criminal expedindo o mandado, obrou por si,
fundado no couheciuiento do facto competente-
mente eommuuicado.
MjS que, s.'gun i o Coleado, Torr a uj est
sujeito a prisio, ?st cima do codito.
Maa cntao como se fazereuT cxeqniveia os pre3
ci i>co .a da le ?
A lo; prescreve que a autoridaie ( i presidente)
,upro-.- Tlici'iiro tomo conti aj th'3oureiro della ; que
i xtraia cada lotera no dia anounciad), o qual
a p -i r ser prorogado por concejil do pre-
si lente ; qui neste caso o empresario de tal jigo
rtscolha na dnheiros dos failhetcs.
Ora dig.-oos o Col'ndo, a este maia que ele,
respeit ivel publico, comoque se hade f iz-.r o em-
presario de tal j igo recoiher ates dnheiros, dar
estas conts, se elle cata cima da le e ni > pdi;
er preao ?
lato o mesmo que c instituir um thesoureiro
!e loteiias em salteador legal, irrespona.ivel e
s-m i3co, cumo a elle est sujeito o saiteidor de
. en pi.-jta sem perigo de encontrar o iui-
mig.v
Saibi porm o Calendo que dormitiu duas vo-
sos : Torres exactor da Fazenda, porque cata
resp nsivel pelos dionciroa producto di venda dos
b.l. L-tej que a provincia mandou vcnd.r.
Torri a nao cmpr-zari.i de empresa aui, de um
Carregaram Jo.6 di Silva Liyo & Filho.
. Vaper nacional Ipojuca, gaho houtem, com a
. r;a cguiute :
l'iru Natal :
!4/ borricas e;ia aaucor brauoo.
Para Aracity
5 ciiiiS com 73 kil.13 de rap.
P.ira o Cear. :
. I suecos com asoucar branco.
30 l-.iib com 60 kilos de o! o de m:col
ii.1 barricas cym aebo.
Ct>r.* Lugar portugus Hersil-a, Sbbido houtem, lc-
vou :
Para Lisboa :
bOJ saccia com assucar raascavado.
1,6 4 couros.
Paia o Porto :
1,00) aicc-s com aaaucar branjo.
1,101 ditos com dito masca vado.
120 .-aecas coui algodo.
1,136 cauros.
Carregaiam diversos.
V i r nacional Par, sahido para oa portas d
su I, levoi a carga segaiute :
Para Baha :
10 barricas com sssuoar braneo.
60/2 ditas com dito dito.
20 latas com dito dito.
t'ara Rio de Jane'ro :
600 saceos com asauoar braneo.
10,00d cocos (frueta).
52 eaixas com vinho de jurubeba.
Para Rio Grande do Sul :
125 ecos com assucar braoco.
501 barricas com dito dito
275/ 150 4 ditas com dito dito.
Oar.eiraran divcis.s.
Entra i na
Somma.
Algoddo
Das
Barsacas.....
Vapores.....
Via-fenea de Caruar
Animaes.....
Via ienea de S. Fraucisco
Via-fcrrea de Lim.eiro .
Somma.
12.774
Saccas
150
30)
80
8i2
260
221
1.823
Wiivimento lm.: ario
BECIFE, 6 DE JOSHO >Z 1S-S7
Os bancos mautiveram anda hijo no balcio a
taxi de 22 d. sobro Loo^rea
Em papl particular tiseram se pequeas trans- "
l a 22 5/16 d. f AgBUcar
\i taxas officiaes, portaato, que vi oraran fo- n, ..'
im as scgninteg: H.
nauba .
Desparbo* de exportacio
HEZ DE JUNHO
Nos diaa 1 4 torain despachados ua Aifaude
ga os artigo seguintes :
Pura fra do Imperio
Agurdente .
Algodio ....
Assucar ....
Borracha ....
Carocos de algoda.
Cocos (frueta) .
i'oce .....
Furinha de mai.dkua
Ipccacuanha .
Para dentro do Imperio
Do Ixtebuacional :
landres .
P.ris. .
i.
r.urgo
'. nugal
S,w York
SO djv vista
22 21 3/4
43^ 436
436
536 541
243 24.
2*800
Co Lojtoon Bahk :
00 d/v vista
Londres
Pans. ,
alia. ,
22
432
21 3/4
436
436
de
car
Cocos (frueta)
Oleo de mocot .
r*alha deguricury
Penuas de em* .
Vinho de jurubeba
BEtAPITUL.lCAO DO ASEUCAB
Para o exterior .... 1.068.544 kilos
Para 0 interior .... 152.608 *
128 litros
261.634 kiloa
1.068.544
1.713 .
100.000
20
60 k.ioa
20 saceos
34 kilos
trie
152.603 kilos
12 fardos
10.050
60 kilos
80 .
60 .
13 volumea
Somma
1.221.152 .
vapore e navio despachado*
Vap r ingles Aconcagua, sahido anrebontem, le
vu para Montevideo 1,000 barricas com assucar
malcarado.
Vapores ablr
V-lle de bahn, hoje, s 2 horas da tarde, p.ra
Mantos com escala pela Bihea e Rio de Janeiro.
I'eruambuco, amauha, i 4 hiras da tarde, para os
porras do norte.
Merchant, smanha, s 4 horas da tarde, para Ma-
c o. .fin de cunipl'tar a carg que leva pira
, '" P>'!-
Jacunypt, amanba, s horas di tarde, para a
ahin, tocando em Macei, Per.elo a Aractj.
'aula da .Mandega
SEMANA DI 6 A 11 DE JCSHO DI 1887
Aasneat braueo (kilo) .... 126
Assucar mascavado (kilo) 066
Aleool (iitro)....... 218
Arros com casca (kilo) .... 65
Algodio (kilo)...... 400
Assucar refinado (kilo) .... 145
liorraeba (kilo)...... 1*066
Couroa seceos salgados (kilc) 500
Couros verdes (kilo)..... 270
Cico (kilo)....... 400
Caf restolho (kilo)..... 3i0
Caruaba (kilo;...... 366
Carocos de alrodio (kilo; ... 14
Carvo de pedra de Cardifr (to i.) 16*000
Couros seceos etpichadoa ikilo) 585
Jaf boin (kiloj...... 460
Cachos (litro)...... 7o7
Farinha de manJioca (litro).'. 035
Fumo restolho em rolo (kilo) 400 J
Fumo restolho em lata (kilo) 5o0
Fumi booi (kilo)...... 720
Fumo em foiha bota (kilo) ... 720
Fumo em folha ordinario (kilo) 400
(cuebra (litro)...... 200
Mel (tro)....., 0 0
Milo (kilo)....... 40q
Taboadoa lieam-.-eilo (duiia) 100*000
bivldcndo*
Eatio sendo pagos os seguintes :
O 1. do Banco de Crdito Real, razio de 4*
por aeco ou 10 0/0 do valor realizado de cada
uma.
O pagamento faz-ge na seda do banco, daa 10
horas da manha a 4 horas da tarde dos das
atis.
ogo seo, como o dono de ama caga de jogo, que
pedigae licenca a cmara e a polica para abril-a.
Assim quaiquer se constituira empresario de
lotera.
Se assim j foi em algum tempo, nio o de ha
muito: a lotera um negocio de que o estado fez
monopolio; tanto que prohibi todas as loteras
particulares e todas as ritas. Uepois do estado, a
provincia entre us creou tambem suas loteras e
constantemente aa decreta taes e taes para dedusr
beneficios pblicos.
Aa loteras, pois, sio da provincia, do estado ;
ella ou elle que as decreta, que nonea seus the
souroiros, que ao mesmo tempo vendedor dos bi-
Iheteg, ou arrecadador dessa collecta voluntaria.
E' estado, a provincia que d ou appriva ou
oio oa planos, pelos quaes se promettem taes e
taeg premios aos compradores de bilhetes; ella
quem d os regulara ntoa pelog quaes prescreve a
responaabildade do thesoureiro, o sug-ita a cou-
tas, e manda recoiher os saldos das loteras que
extrahio.e finalmente manda recoiher os dnheiros
das vendas quando nio se extrabe nos termos
marcados : tudo islo da lci.
Assim, a lotera, os bilhetes, sio da provincia, do
eatado. 0 thesoureiro nada mais do que um agen-
te, um empregado publico, arrecadador de dinhei-
rog, pelos quaes ponanu a provincia rcsp.ni-
aavel.
Assim, nio foi ilegal a prisio ; Ilegal foi o:.c-
cordam da Reluci, que deixando Torres em l
berdade, nio deixa meio de baver-se delle 230 con-
tos que seguudo seus livroa tem apurado, e melhor
anda senhor da mais de 3 mil contog de bilhetes,
que pode dividir entre gtus amigos, e elles ci-
bral-os da provincia, que obrigad a pagal-os.
E ainda se queixa de pcrseguicio poltica, ainda
faz protesto por perdas e Oamuos 1 Au-U beba
pouco. Espfcrava pelos seus aetvieoa de gran Ja li-
beralismo arranjac una fortuna do 40J cantos, e
p le bem ficar por amor e graca da Relacao com
maia de 3 mil contos. E anda quer p i las e dai-
nos.
Nunca peusou Torres sahir-se tio bem da em-
preza. Agora sim que urna potencia eleitoral
ui poderoso do que um sultao da Turqua.
Agora sim nao pode o ex-rei do norte deixar de
vencer a outra empresa de sua eleico de vereador,
nao obstante eb umitas afeicoes que tem perdido,
a muita rltza que tem levado ao animo de OUlrus
elei toree.
Torres qae com suageasinhag ora aqaelle terror
dos eleitores do Caxaog e da Varsea, agora com
230 contos na mi que pie gast-l-os todoa ia
eleicao do Jos, ou ao menos metade para ficar
c;cn boa somma e poder cobrar oa 3 mil contos da
provincia, o que nao far jgora, qu m poder com
ella!
Podemos, pois, desde j contar com a violencia,
o deapotiamo, a anarebia na Cmara Municipa1,
ap cantar o man sum sum, como fizjram na greja
do Monteiro.
Es aqu o que fez o Calendo Tribunal da Rea-
cao, pondo Torres cima da lei. Nao foraro, pois
so oa socios da empresa sem capital qu; cobri
ram Torres de privilegios ; o Calende Tribunal
f -l-o mais rresponsuvel de quo o imperador c deu-
Ihe o direito de dispor de aeua 230 coates, e J.i
x;U-; com o direito de mandar por seus amigos
c ibrar da provincia maia de 3 mil contos.
E que remedio ee nao pagal-os e iniia uoj pii
tadores dos bilhetes que Tarrea realine ito ven-
d -u !
h que patria ftliz que esta miuha patria
Que liberal partido este partido liberal desta
iuliz trra !...
Recife, 4 de Junho de 18^7.
Ajfonso de AlLuquerque Mello.
Cartas na mesa
L*moa na Provincia da houtem, folha dos aboli-
cionistas a soguinte noticia:
O De. oof Mara de A. Mello, cuj ia esfor
coa herculeoa devida a fuu lacio desta folhi, re-
gol vea deixar de prestur o seu generoao concurso
a publicacio dclla. Motivos da tolos paiticularea
cbamam para outro pinto a sua grande o effioas
a.-tivdado.
Essa noticia da Babida di 1).-. Jos Mara, da
n i iccio d'esse p'riodieo, Coincide com a creicio
da columni alugada ilo Jornal do Recife, orgi i
d is leoes, principies adrtra-.rioa d> ab-jlicioiiimo.
A Lanierna Mgica, Jlo Fernandas e outroj
A 16.a distribuieio das cau'ellns dejaros cor
respondentes no semestre fiado em 31 de Oezem-
bro do anuo pasaaoo, da companhia Cbeat Wes
tebn of Bbazil 1{au,wav.
E'uo eacriptorio central da compinaia, das 10
horas 3 -.a t.*rd-, que ao encc.ua o p.gaeu'.u
Hemorinl
A Companhia de Edifica<;ao est faz^iido o re
colnimento da 7.a prestacio (ic seu capital social,
ni razio de 10 0/0 do va^or das respectivas ac-
coe, o qual dev. r r-.alizar-ae at o dia 14 do cr-
reme.
Eji assembla geial extraordinaria, reuuem-se
ameiihi, 8 do corrate, a 12 horas, os accionista*
da Companhia de Edificado, afim de discut em e
approvarem i> trabaiho da commissao uomeada
rara a reforma dus estatutos.
A asacmbla e funceionar cjm r presenta de
accionistas que represntelo, pelo menos, doua ter-
coa do capital aocial
O recolhi ment de Notas Dilackbadas do The-
aouro, faz-se na Tuksocbabia dk Fassmda, r.as ter-
cia e aeitag-feira, daa 10 s 12 horas du manha.
Aa notas do Theaouro de 2*000 da 5. estampa,
5*000 da 7.' e 10* ua Thesodbabia de Fazenda at o fim do mes de
Junbu com o descomo uc 2 (1/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. de Jutho a 30 de Sc-
seinbro do correte mino.
:&porl:]<;o
aacira, 4 de junho ue 1887
Para o exterior
No vapor ioglez Merchant, carregou:
Pe.ra Liverpoo1, J. H. B.xwell 1,300 taccis
com 8,961 kilos de algodio.
Na b.rca noru-guensc P. Arthur, carre-
gou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 52i saccas coui
3'.' 61.1 kilog de algodio.
Na barca norueguense Nr, carregou
l'ara o Havre, A. L. Araujo 12 saccas com
1,104 kilos deulgodao.
No vapor inglcz Nelo, carregaram :
Para o Bltico, Borstelmann & C. 633 saccas
com 44,970 kilos de algodio.
No vapor inglez Aconcagua, carregararr ;
Para Montevideo, J. S. Loyo & Filho 1,000
barnicas com 107,869 kilos de assucar branco.
Na barca ingleza Kva Lynch, carrega-
ram :
Para New York, H. Forster & C. 630 saceos
com 47,250 kilos de assucar maecavado.
Para o interior
No vapor nacional Para, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, J. S. da Costa Mo-
reira 50 barricas com 3,525 kilos de assucar
branco.
Para S. Paulo, P. Moreira da Silva 12 fardos
com chapeos de carnauba.
Para o Rio de Janeiro, A. Ol veira 4 C. 80 kilos
de palha de Uricury e 60 kilos de pennas de ema ;
J. A. Cardoss 50 cacos, fracta.
Para Baha, M. Lopes da Silva &. C. 10 barricas
com 1,060 kilos de assucar braueo e 10 ditas com
lOO ditos de dito refinado.
= No vapor nacional Ipojuca, carregaram :
Para o Cear, P. Carneiro o C. 15 oaixac com
60 kilos da oleo de mocot.
Navio a car va
Eatio sendo despachados os seguintes :
Barca inglesa J. B. D., carolos de algodio, pa-
ra Liverpool.
Barca norueguense or, algodio, pira o Havre.
Barca ingleza Prtnce Arthur, tssucar e algodio
para Liverpool.
Patacho nacional Maria Augusta, assucar, para
Montevideo.
Lugar inglez Eva Linch, assucar, para os Esta-
dos Unidos.
Vapor ingles Merchant, assucar, para Liverpool.
Vapor inglez Neto, a'godio, para o Bltico.
Vapor ingle Rerense, algodio, para Liver-
pool.
Navio* dencarsa
peridicos critcaram e censuraram essa tio inqua-
iScavel sahida do sectario do abolicionismo, qae
viva aconselhando a faga dos escravisados e ar
mando o braco destes contra o senhorio.
A incumbencia oa missio ingloria de que vai se
i cumbir o Dr. Jos Man, orno eollaborador da
alludida columna, contribuir de algama sorte pa-
ra diminuir o oonceito qae S. 9. gosava entre o
povo.
Qual a causa de abandonar sem justo motivo o
Dr. Josa Mara, o orgio abolicionista 1
Custa crer que, hoje quando se agita no parla-
mento a questio Ja abolicio im ndiata da escra -
vatura; quiodo todos esto a postos, conservado-
res e liberaos, senadores, deputadoa, clero e o po-
vo, para a solacio desse prob'ema, o Dr. Jos Ma-
ria abuidoue os seus companhiiros da lutaa e
ilas para peloticar, ag^redindo aoa adversarios,
aos conservadores ?!!
Nao ha cau-a mais nobre, m lis sublime, mais
digna de auxilio, do que essa da emancipadlo da
desgracoda raga escrava I
Como se explica o silencio, a tranaformacio do
ex-redactor da Provincia ?
Os abolicionistas ieselver.ua crear nesta capital
um orgio para prjpagar as suaa ideas; e tamb.-m
para consecusaio de obulos, no intuito de libertacio
de alguna desses infelizes eseravisad J3 organiaa-
ram conferencias publicas, uas quaes. teem t mido
parte diversos oradores ; eatudant-s e principaes
sectarias do abolicionismo, eutret-anto, o De. Jos
Maria nio quiz anda auxiliar esses esforcados
lidadores, nem ao menos fazer parte da commissio
popular que levou Princeza Imperial, a honrosa
representacio pedmdo a abolicio! !
Cautas, pois, na mesa.
Venha a iinprensa, Sr. Dr. Joa Hara, e jogue-
mos francamente as cartas.
RecifeJuiih.87.
Silvio Pelico.
Etcelslor
Convlad.i pda commiaalo do Comit Litt.'i-ari
Acidemico asaistir a aua 6' confereuca, com a
qual sjlemnjsava seu 1 auniversario, nio podem >s
deixar de vir agradecer a eonsideracio que uos toi
despeos ida; e, ab m-aino temp miiiiteatarin >s a
ugradavel impresaio de q'ie fomia possuidoa a
ouvir o ntelligente e talentoiO c nfareuci idor o
Sr. Moutero Ljpcs.
O talentoso acadmico, que toaiou pira ihese um
dos mois vasto c intrinc i i > ir iblami, sobre o qual
gr^uJe tem sido a controversia de noaveia e exi-
mios publicistasOnde reside a soberana? e, so-
bre o qual aiuda ao uio diste a ultima paUra,
bouve-se muito bem, de frini a oceupar a atten-
cio do selecto auditorio por espae do m-ii hora,
n'um eleva!) o fl i-mte eitylo, patenteandj vasti
eru6o e solido estado.
O Ilustre conferenciad ir tr- feliz ni es/ isieio
e up:eciacio d is divergs theorias, tornanlo se sf.-
lente nos provas quo i duzio di legis! i.j r.mi
na, analyauuda o direito i'.-ss-i inca', em suis dif
ferentes pliis.8.
Nos, que j conh ciamos do pe.rto o Sr Uoateirn
Lopea, poleu o melhir firmar o eo"ieoio i-levad i
queja taziimu i: $ 5 >-. ;i' ve .- c'iror
gulhos.; de -:i ni am ', ii I. ni-- loir i g a ii a- i i i ir-
que se Jeja :.. ihia de t' -. inc nbe i i i. E,
nio menos devo de est.'. o C- irte, -'i eta sua f--
talidade cimpO1 se de mojoa talen' <3-j, coi lar
com maia t-gta alavanca de primor., f rea, pois,
inc.'.aicst ivelin nto o Sr. M i iteiro Lop J, uma dos
fatnras .csperani.Ma ; -Ir^urs-"-, pia, o C'o>t6 da
aceitar us uossaa coagratulaec seo talen! -u -Sr.
tlocteiro L pes, q -m por certo, magoamos em
m< ni liesti-i, o u -sos par>bena e um brado de
OIToreciila ft dlsjilncta atrla latellna
Mondar na nolte de en beneflelo
esa 4 de Juniio de 1S89 no Tbea-
tro antalaabel.
Bravo, Izolina! chegaste
Ao pinculo da victoria!
Em uada paaso uma palma,
Em cada palma uma gloria!
Coberta assim de trophos
Meiga, gentil o divina,
Fita-sj os anjos dos cos,
Dizem os aBtros -Izolina I
Novos rebanloa quo vanhaoi
Da fortes, rubras i l >s
Ante teu genio, Izolina,
Hio de teoer te epope.is !
E bao da eto lettras de ouro
Teu granrlo nomp gravar
Para lembrar aos vindouros
A g?-rag3o de Mooclar I
Salve, portento, no palco!
Salve, rainha na arte !
T' n nome assim grandioso
R'ei por toda parte !
Pra o futuro, outros povos
Vira- por certo 1 iinbrar
A no vos, rebiiitos novos
Izolina de Mondar !
Um admirador.
umac io.
Un apreciador.
Lyccu Triadelphicu
DIRECTORA
Hara OliudEun de 3icll
20 Ra do Hospicio -20
A director, ieatft stabeieciincuto de instiuecio
e educacio di c: "e ii.-. e..-nn mica aos aenh ;res
paes de tamil.a qu un io.i mi i re:i lencia da casa
a. 30 pira a de n. 0, ruado Hoapici', O'iie
continua a receber alumnaa gemi-intern ia e ex-
ternas.
Lar nacional Marinho Vil, xarque.
t'atac-io portugus D Elysa, vario3 gneros.
Palhabute americano Lw.z Ehrmxn, farinha de
trigo.
Pataeho nacional S. Bartholomeu, xarque.
Patacho nacional joven Crrela, xarque.
Patucho naeonal Rival, xarque.
Vapor uaci.mal Mrquez de Caxiis, varios gene-
ros.
Vapor ua.'ional S Francisco, va-ios genero3.
Vapir nacional Jacuhype, varios gueros.
Dlnbelro
O vapor nacional Pava trouxa do sul para :
Londoa Brasilao IJiuk 2l:0S9lS0
G-omea Maia & C. 5:000* )00
Duarte St C. 4:800*000
Sou*a Guimaries & C. 4:000*000
Miguel Jos Alves 3:000*000
Oliuto Jardim t C. 2:036*720
Julio Amorim Irmi.s ^ C 2:000*000
Agoatinho Santos & C. 1:992*000
J. Kr^use&C 1:900*0)0
Fonseca Innioa os C. 1:865*.00
BragiiSi l:80t>*-'52
Martina Piusa & C. 1:683*800
Ueruet & C. 1:516*860
Crainer Frey & C. 800*0)0
Niemeyer Cahu C. 801*000
Francisco K. Pinto Guimaries i* U. 500*000
Itaph.el Diaa A C. 373*000
O meamo vap^r levou pira :
Macei 34:000*000
Bio de Janeiro 16:000*000
O vapor inglez Nile tiouxo do Uo de Janei-
ro para :
Manoel Tcixeira & C- (em bilhetes
de lotera) 2:000*000
O vapor nacional Ip juca levou para :
Mossor 20:000*000
O vapor nacional S. Vancisco trouxe para :
Seixaa IrmioB 2:110*000
Miguel Jag Alveg 1:220*000
Mendes Lima & C. 1:07J*620
lleadimcatos pufrlicos
Altinlio
L'nJo con repugnancia o srdido com-
municiio, com a upigraphe Bralo dol-
roso.em que lo dcscomiuuual o injdsta-
nvent'i censurado o nosso zeloso e diguo
piro'Lo Vicente de. Moura, senti-me im-
pelliilo por um dever imperioso de juatico,
da vir protestar em nome dos poro liianos
d sU freguezia, que so acham plenamente
satisteitos com a sui benfica administra-
ndo, e repclmos enrgicamente a cnlumoia
tai .i uento erguida e embuciJa siba ca-
pe, (aa almas p'queninas o sem couscica-
cii !
13::!'. tj-i, e ousj affirmar, qu.i os botes
Jess ente asqueroso nao nt ogirao ao no3-
si respeitavel par^cho, cujo con.-eito o t'ig-
nidado q i -. o revostoui sao cr m.iia .-.Iti ostims e eonsideraySo, o nvn es
s-s predica ios qu nliece.uos. poderSo ser regateados por
.iqii-ll's que t o a ventura de ser por ella
governados, como r:s altiuenses, que :rui-
tu o acitamos c fazem)s votos para qu) S,
Exc. Rvina. o conservo sempre entre nos
como solida garanta do bem estar moral e
religioso desta freguezia, que muito tem
ganho com asna acertada nomeagSo, como
maa aurora d" bonanca.
Entretanto nao c dan lo no ob'uso espi-
rito do anonymo esta minha respoata, quei-
pa tirar a mascara que aivel.i a sua bron
Z"da fa.:e, que me encontrar prompto
para acompanlial onessa nglorio terreno.
Altioho, 3 de Maio di 18S7.
Pedr > Alves da Costa Couto.
lien da geral
O'lal
dem ce 6
ui:z DE _NH I
Alfaniega
92:079 <30l
21;172t832
ileuda proviucial
De 1 a 4
dem de 6
12:9674867
4.924263
Ue 1 a 4
dem de 6
!)e 1 a 4
dem da 6
>a 1 a 4
deto dt. 6
Recebedoria geral
Recebedoria p,vnnai
Recite Drainage
Barca norueguense Stanley, vanos gneros.
78. da Coaranua do BEBsaiBE, na p-opjrgio
le 5*000 por accio oa 10 0/0.
Os interesaados devem ir ao esenptorio da com- I'arna nacional iimosa, xarque
panhia, das 10 horas da manha 1 da tarde, aoa Escuna norueguense Reform, xarque
sabbados Lugar allemio Gazelle, trigo.
aereado Municipal le *. "*
O movimento deste Mercado nes dias 5 e 6 d;
J j u io foi o seguinte :
l>.:raram : ,,/,,..
87 bois pasando 5,161 kilos, sendo de Ol vei-
ra Castro, 61 ditos de 1 qualidade e 2b
ditos particulares.
457 kilos de pexe a 20 iis 9*14U
90 cargas de farinha a 200 ris 18*000
23 ditas de fructas diversas a 300 r3. 6*900
19 taboeiros a 200 ris 3*800
34 Suinos a 200 ris 6*800
Foram oceupados :
50 columnas a 600 ris 30*000
43 compartimentos de farinha a
500 ris. 2t*500
42 ditos do comida a 500 ris 2,JC
1901/2 ditos de legumes a 400 ris 76*200
36 ditos di mino a 700 res 25*203
20 ditos de Irosauras e 600 ris 12*000
2 1 tainos s >- 40*000
0 ditos a 1* 0*090
A Oliveira Castro & C.:
103 talhos a 1* 103*000
o ve ter sido arreeadida nes'eg di-ia
a quantiade 398*540
t-ndinr-nto doa das 1 e 4 845*200
Foi arrecadado lquido xt hoje 1:243*740
i 'renos do dia :
Carne verde de 28 ) a 400 rig o kilo.
Carneiro de 720 a 800 rig dem.
S iinoa de 560 610 ris dem,
farinha de 200 a 24) 's a cuia.
Milho de 26) i 320 ria dem.
('eijio de 64'> a 1*200 idem.
Hntadouro PabSIco
Foram abatidas u<> Vlatadouro da Cabauga 93
rt-zea para o eongurao lo dia 7 de Junho.
Sendo: 67 rezes perteuceutea Oliveira Castro,
V C, e 26 a diversos.
Das 26 de diversos 2 foram para a caldeira per-
tencente a Souza Fradique jet C.
Vaporen e navios esperado*
VAPORES
I'eruambucodo sul hoje.
Tamar da Europa amaiihi.
Arliudodo Iiio Grande do Su! amauha.
Oratorde Liverpool a 9.
AymorJo sul a 10.
Ailiancado sul a 11.
Espirite Sautodo norte a 13.
Advaucele New-Port-Newa a 14.
Mondegodo sul a 17.
Equateurdo sul a 19.
Cearle Hamburgo a 21.
Zech ManosJo norte a 23.
Nevada Europa a 2-1.
I'ardo sul a 27.
Tigusdo sul a 29.
NAVIOS
Armidade Londres.
Anne liarkdo Rio Grande do Sul.
Chnstiau Elisabeth le 0 irdiff.
Camoes3o Porto.
Hoviuicuo do porto
Navios entrados no dia 5
Liverpool e escala, 18 diaaVapor ioglez Acon-
cagua, de 2643 toneladas, commaiidante Alex
Hamilton, equipagem 93, carg. varios gneros :
a Wilson Soua & C.
Baha e e8ca!a, 9 das -Vapor nacional Marques
de Caxias, do 392 toueladas, commandante
Jos Joaquim Coelho, equipagem 27, carga va-
rios gneros ; a Domingoa Alvea Matbeua.
Maco, 8 1/2 diasHiate nacional Bom Jeaus,
de 85 tonelada8, meatre Sementino Jos de
Macedo. equipagem 5, carga varoa gneros; a
Manool Joaquim Feaaoa.
Hivre e eacala, 18 dusVapor francs NHla de
Baha de 1C03 toneladas, commandante Len
Sebr, equipagem 37, carga varoa gneros ; a
Auguate Labille.
Navio sahido no mesmo da
Valparaso o eacala-Vapor ingles Aconcagua,
comma-dante A. Hamilton, carga varios g-
neros. _
Navios entrados n dia 6
Santos'e escala, 6 diaaVapor inglez Nile, de
1889 t melados, commandante J Brander, equi-
pagem 9 i, carga varios goaer-e ; a Adamson
BLwie & C.
rlha da Figucira, 40 dias-Patscho portugnez .D.
Elisa, de 169 toneUda?, capitio Henriqae
Quaresma, equipnuem 8, carga varios gneros ;
a Bailar Oliveira & C
Bahia e escala, 10 diasVapor nacional S.
Francisco, de 382 toneladas, com3iandaue Joa-
quim da Silva Perera, equipagem 30, carga va-
rios eneros ; Companhia Pernambuiaua.
Navios sahidos no mesmo da
Southampton e escalaVapor inglez Mile, com-
mandante J. Brander, carga varios gneros.
Porto e Lisboa-Lgar portugus H rcilia, oa-
pitao Manoel Rodrigueg doa Santos, carga va-
rios gneros. T .
Camoggim e escala-Vapor nacional IfO)aca,
commandante Francigco Alve3 da Coata, carga
varios gneros.
17.892*130
131-144 i 263
3:879/223
2:608*251
6:487*474
10.204*409
12:847*874
23:002*283
912*065
1:539*503
"2:451*568
riai-.


vi
Diario de Pernambuw---Tcrpa-leipa 7 de Junho de 1887
PfMHF
l'uia concluso
Se alguna paize* da Europa plantan o i*
beterruba fazem o Brasil vend-r o seu a
sacar por 10000 a arroba ; a Russia, p*ii
tambem da Europa e maior do que elles
todos, plantando a boterraba, comoj est
ensaiando, por quanto poder o Brasil ven-
der o scu assucar ? Est claro que v
pifia, depois ae va i
ma odospach i lo
der por 500 rs. a arroba ; ora, porque os
pl .m.dores Jo c-.nna nao plantan a par
da .-i'-ii um p U'jainhj (! Cif, fu'OO, ca-
ca iMunilha, cruy e out os para conhe-
cc :. qual d'eil a os pd salvar 'Ja derro-
ta qaj j vao scffrendo 7 E'ii.viiavel:
estao j soffren o e julgam so s guros j.
pois bern ; ide com a fauna e, eperde
tudo quinto possus, que eu voj i.jufarei
chorar; emperrados.
O da tino.
llhns. Srs. redactores. Peco a Vv. Ss.
o obsequio de raeti.ar o 1 g"gr>pb P>
blioado do n. 128 que por .leacuido incu
sabio errado o pego disculpa. Sou de
Vv. SS. :.!!,', ..bri^MS y F- N
RAtlTlF-CAfAO
O logogrip'ij publi udo no nu ero 128
gnuiu liuna deve ler-a' 2, 12,
o i.".. 12, ;">, 12 cono por engao foi pu-
bli .,!..
M F. .Y,
CHARIVARI !'!
Joi Hu'l miri duatj feiti nao f. i ao
Rio p.:r.i alliviat" ai queixs amargas, >io
Ole Dente, Nas-imecto, Sinidcs, -ntun'S.
Piuto, l)r. F i.cr. etc.
A : uy u -. estao no ur torio, ma-
ior AjJ .50 /. d,
ja' :l
lis utirem
i,. suij ;i lade ile
o o l'/ivitu' esto em
' I (ii ii la c iropet-'n-
estylo ', clevacao I
urtciio da i: 1 biv tirinaBoiges, Puche
00, C s ro & 0. -O disforuo dos che-
ques be, E I :i -.-. i>r-, P ru .lubiu .:; i, Mercado
da Boa-Vista,
so i primas, n
c ijii i gratui i -
FijCao e ic.i:js, Banco
I es-'apar, [> >U a pubii-
n3o
ih ''ros c arohit !
lico-s de Ignotus,
V
u:n iii iuj
U
i'.U*'r ai'),
r *yao, e
1 L'B S Q
0 e
cim rs
Silen io I !
J .i'i B i!l miri procur .
i; ni i:,- :Unr 1 is ; i-s luz-S,
en'hmiasn), >> itrutian, mal
tons autorit r; ... pode p.-o.-ura!
to A oaro.
A > Forrur, iu i rti ir .-i >r >\<3t vola it ri >,
botnbeiros, que n >s ni-;-.o sor nuonyaia,
nos apreaeota n s o subli-n-n Ignotas coa.0
u i g-Ttute motd', i taut: ms'.r.-.do.
Ao amig I Rinoj, npresentemos a
curiosa trempe, para divertir ae, bem como
ao Al-eila do te'ephone, para a eaiproza
p do ;i polo.
A. Tnrtajao & '..'.
i-rui-it : D.st ibni'iM. >'< 'ie, '-" u .a
o eg-rivfo di-i. K'cif.-, 8 i- VHrn J* 1887.-Moa-
teue^ro. h' p que te coutioba em dito detpictic,
tm virtude do quai 16-m feita distribaic3 do
tbeor seguinte : A Ernesto Sil.O.iveira.
E mais se na coali bi ern dt< d
aqu copiad:, d .-p > i va 86 o termoida protesto
do tbeor, forma, ra do e manoira seguiateg :
A"8 '1 du Abril d 1887, no meu cartoriop'r-
ante mim e as tcstemuuliaj iufia assi^aadas,
compsrecen o gapplicanto por seu procurador Cus
toiio MoreiraDias e por este foi dito que reduria
tci'co o profa' consta it retro, que
off'recia como parte desti', em que dep. 3 de lido
MSgUK.
En, Ernett* Maclia-lo PruirePereif da Silva.
Custodio Moreira Dias.Joo Orreia dos Santos
Calalo. Eneas do Bego Birros Falco
E m i's se nao eo iiinha em dito trra > l* pro-
testo aqu bio e t iinjiite cjpiado do proprio ^.ri-
<;inal, depiis via-sequ tendoo respectivo "seri-
vo, E-nes'o Mt.-bli Freir Perjitad Silv:,
f- ito sellar e preparar os autos in i os fez e >ticla*oa
em 2 do Muio que nelles profer a seuteufa do
tbeor s-giiint; :
Vi.-t.)-!. Proceda a jast Seaco. S ji o devp-
dor iuteirad p-.-r ditaes c m i p:aso de 30 dias
d-> pioeito de fl=. oara iuterrjpcao da prcacrip-
cao do titulo de fl Cusa ex-cama. Reeif,-, 3
: M .i j !o IS37 Th imas Gurcez Paranh .a M >a-
ten 'g'.
E mais se u) coutiubu cm dita ssntenca aqui
bem e fielmente copiada Em virtude la a nteoca
ii{U eopi.ida o re peetivj e .ei. v t \i -. ..i o
presente eJiti.l pelo theor do qual cbirno, cito e
h^.'i pjr citado o justificado ausente cm luq;ar in-
c ito a nao s.ibido, p^ra qu1 Compiteca ame este
juiso dentro de 30 lias por si ou por seas bastan
t's procuradores .lU'gmdoe prov.mdo tu io quin-
ta for n oom de eeu directo e justici.
E pira que ch'gu ao conlicciuento d.; tolos
mandvi p.:ssr o presento editil q:ie 8 r publicado
pela iinprensa a affixrdo nos lugares do costume.
Dado f pHEsado nesta cidade do Recif: e seu
termo, capital da prov ncia de Pcrnambnco, aos
ti di^s do m.z de Mai i de 1887.
Subser-v i c a:signo, Ern(s:o Micbudo Freir
Pereira da .Siva.
R-.-eife. 20 de ^Imj de !887.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
acra
Despedida
Silva {-.S e,,.'
de-rino a Europ i
.r ii io
e pt'a
\>i,ooio August d i
boje ii j vap i' filo e 'ni
rapidez de sua vi^e:n, ni> l-iido podido depodir-
ec d'- todoa oj seus mii{ i ; o i-/, p.do pren-nU',
pelindi-ius Jesju'p* daque i. futa iuvoluntaria
< ffeiecendo lhes era L sboa e Paris os s.us ser-
vaos.
Lteeifu, t de Juuho le 1887.
Tendo i."i uodeuob d-;sp 'ii"-rae pe?s.>aimrute d. todc os
m^iij amigre, fa^o-o por m do pre3eute, e ilf -
roCJ os raeus traeos sfrvicJS c n Ae-qu- r, naq-iel
i. provincia.
Becfe, t de Junho de 1887.
Francisco Carreta L'm i Sjbi inlu.
Despedida oliciai
T nlo requerido 3 nbfido minlia passngem
' .re cita comarca, f'' iii 0 le ver de clhsso so
me <'o.i- ?r rj participil-oaos meus di.'nos coto-
patiheiros de arma, q't t prveito>> quer molernos,
especianlente os Srs cormes -. i z Piulino, Th >
aaz de Aquino e tea-r,te coronoia Fianciaca Pe-
reira d- C irva ho, 'JanliJO Jote de Barros e Joo
Corris Urazil, que multo me auxiliaran) n". iir.iu
tarefa -sequisicao de designa.Ins c voluntarios da
patria, contr:. a guerra do I'ar.'gony.
Agradec- nio-llies, pois, a coosiderac que seao-
pro se dignaran dispensar-mr-, di.-peco-me do to-
U jo o u gcral, p ndo dipos'c > de tolos os rr.eus
bem reduz dos mys.'cr< s, r'gando-Ibes, por ultimo
.oceitarem um cordial ianpVx' do amigo ve
Ib.,
J so de Carv.llio A-aujo Cavalcan'c.
Em l Je Miio de 1837,
l'm verdndclro reaiediu em eu ver
dadelru tetuiiu
r.-
J.;iria:8 dever fazer pouco cuso da tosse e
daa c luatipac ', e nem tai pouco esp r.ir ai que
es pnluooes inri imanados e ulcerad '8, nao deixem
:oiis esperansa alguna Logo o primeiro e mais
. v yoi,)t mi, acuda-se immedi itaineote e laoee-
Lo 11 mai a ici so o melb i n m iio ptiloio-
D C ollecido.
U l'ei/um' ". Anacahuita, por e '.o devi la al
guiu i o runo dio mais poler-iSO e il'az pira eo'oo-
bater as affecoo'S da garganta e pu!mes, que a
. ,i f- i eneontralj, a experiencia comprova-
do, e o t'.remu'iho humano perfditam utu appn-
vado.
A sua co.nposicao inlciramente vcjetal, e per-
f< i tu mente iu ffensiva, conservando-se inalterada-
' cm todos os p.iize-'. adaptanlo-se admira
velrae.iite tolas a3 idades, temperamentos, con-
s'.ituico.u. Soa8 curas marr.vilhusas sao completas,
nao deixaiiJo nada dcsejar-3C. E' de summa uti-
em todos o casos curen s; porm vale
mais usal o lugo desde c e.nceco de qualrjuer urna
mol 6tia.
Como oarantia contra as falsificaoss, obaerve-
e 3 m que os aoracs de Lanman Jt Kemp veuham
ipad i em i ttras trau:,) rentes no pap-.'l do
livrinbo que serve de envoltorio a cada garrafa.
\ utra se v-oda em todoa H9 pbarmacias e
iras.
Ageotea em P rnamboeo, fl- ury Porster le C,
i Cnin oercio n. 8.
O Dr. Manoel da Suva Kego, orliei.il Ja luiperii
ordem da R.-s- e juia de direito da pnvedoria
do cup lias e r biduos, nesta comarca do R cife
de Per oambu.'o, por S M. o Imperador, a quera
DeUS guarde, i te.
Paco saber a s qu? o presente .dital vircra ou
deiie noticia liverem, que dep is da audiencia do
di 8 de Junho prximo futuro c preeaebidas as
formalidales l.'gacs, ir k precito a qu -m mais
der e maior I..UC0 offrecer, o arrcndamotito du
nr-'di n. 9, bit i ra. Duqu-i de Caxiae, f fgue
zia de fia-oto Auto lio, cora rious auo-res c pan
ment forreo, por espaco de tres aunoa, e vai
praca a rpqueiim"!ito do Alaria Jus Piafa, loga-
tar;a le Jo- di C'J ti Dour id ., d i qu-m e testa- | s
meoteira Auna Paulina da Couceicao Uourad ,
bfim de que n raosma seja in lemnis ida des rend-
meatos vencidos e que vencerem, de conforasidade
com c i! foi requerido e deferido n >r este juizo.
D^do e passado nesta cilade do tt-eife de Per-
ii n ooe >, mi 26 diaa io m z de Main do anuo do
NaSoimeuto I No'so Senhor Jess Curiito de
18S7. Eu, Lu-z da Vcig Pesaoa, esenvo, o
SUb^CteVl.
Manoel di Si.va R go.
2' directora. Ministerio dos Negioioa do
Iinj.erio Uio de Janeiro, 20 de M lio de 1887.
llliu Exal. Sr.A' vista do que essa presidencia
eirj ein offl o n. 2>15, ae 2 d Outubro do aoni
passlo, lelativamenfe difficu'daie, que tem
pira na uralisar diverso3 estrangiros re;idcntes
na iz-ciiouia Coa Je d'Eu, por nao hiver all au-
tjiidade, q.ie teme s neeessaria3 declaroCOS e
-ict a o respectivo juramento, fici antorisado o
presidenta da Cmara do municipio mais prximo
i : c 'alidade, ou le czistem estrangeiros as eou-
dicdes cima referidas, p-.ra designar, oeste casi
eoni outros anlogos, o respectivo secretario ufim
de ir tomar as Iludidas declarac '3 c deferir o
jurimenfo do estvlo, lavrando os campetentes ter-
m -, que, entretanto, deverao ser auth.-nticados
pelo prende.>te da Cmara Municipal. O que
comrauiico V. Exc. para es fina convenientes.
lJius guarde V. Exc.Dardo de Mamori.
.Sr presidente da pr viucu do Rio Grande do Sul.
(' nfeic Artidoro Piuh:in. Coa orine, ri.
Ma i8
teaeravel irniandar do SS
melo
Teudo di celebrarse em nossa igreja a festa de
Corp i de Deus no dia 9 do crrante, que constar
de vesperas, miasa solemne e Te-Deum, bavendo
tambera a prociasao de Corpus Christi, pelo pre-
sante e de conformidade com as disposices do
compromisso, convido aos irraSos desta veneravel
irmandade a comparecerem no respectivo consis-
ton s 7 h -ras da tarde do dia 8, s 10 da ir.a
iih.l, s 3 o 6 da tardo do dia 9, para aasistirem
h o actus indicados e acompanbarem aprocisso.
Consistorio, 5 do Junho de 1887.
O eacrivo,
Henriquo C. Barreto de Al incida.
omio gra
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor Ville de Buhia, esta administraco
expede malas para 03 portog da Babia e Rio de
Janeiro, recebendo impressos e objectos a regis-
trar at 2 horas da tarde, e cartas ordinarias at
3 horas ou 3 1/2 com porte duplo.
AJministraco dos correios de Peroambu ."O, 7
de Juuho de 1837.O administrador,
Affonso do Reg Barro*.
Kecife Drainage
A companhia faz publico, para conhecimento
dos iuteressados, que collocou no mez de Maio
prximo fiudo. os appar.lho3 abaixo declarados :
Santo Antonio
Ra Doqne de C-xias n. 31, npparellio n. 5,686,
1' audar.
Ra Visjonde de Inharaa n. 58, appaielhon.
5,688, 1- anJar.
Ilemid'midem,appirelbo n. 5639, 2- andar.
S. J s
Ra do Maiqucz do H-rval n. 203, apparelho
n. 5,687, casi t-rrea.
B ia-Vi8ta
Travcssa da ra de Gervasio Pires n. 1, apoa-
relho n. 10,950. casa terrea.
I ieoi idem n. 3, apparelho n. 10,951, casa er-
rea.
Recife, 3 de Junho de 1887.
E. Bru'herhood,
Gerente.
S. H. J
Sociedade Recreativa Juvenlude
Azul ultramar, kilo.
Baca de iouca, urna.
Dita de Barro, idem.
Baldes forrados, um.
Bandeira nacional do dous pannos, urna.
Barril pequeo, um.
Borracha vulcaniaada cm lencol, kilo.
Brou, idem.
Brim, metro.
Broshu n. 8, urna.
Dita pequea, idem.
Cabo de hubo, kilo.
Di'o de M imlba, idem.
D'o de Cairo, idem.
C idernaeg brnnzeado, pollfgadas.
Ditos forrados, idem.
Cadinhos, numero.
Caibro de qualidade, metro".
Caideira so: tida para derreter breu, kilo.
C -ldeirJo para verniz e alcatrao, um.
C-il preta, metro cubico.
.ia branca, idem.
Cilque em panno, metro.
Dito em papel, idem.
C-.nnctaa, urna.
Caoa, idem.
Cauron' ira de farro sortida, kilo.
Canno de ebumb, kilo.
Dito de barro de diversos dimetros, um.
Cirvo New Cistb, kilo.
Dito cok, idem.
Dito cardiff, dem.
Dito para ferreiro, idem.
C irrinhos de mo, um.
Civilhas, urna.
Cera .marella, kilo.
Cimento marca ingles Piramed, idem.
C'mento marca iaglez Humor, idem.
C"iive ingleza, um.
Cnumbo em barra, kilo.
to em lencol, idem.
Cobre para forro de cani, idem.
Dito velbe, idem,
Dito em var-<, idem.
Colla da Baha, idem.
Colheres de trado 0,0135 a 0.0125 grossura a0,025,
urna.
Ditas de rosca 0,0135 a 0,0125 grossura 0,025,
dita.
(', raro cr, um.
Corda para andaime, peca.
L orreia de sola ingleza singela, metro.
Dita de sola ingleza dobrada. idem.
C .rrentes de ferro, kilo.
Ci, idem.
Curvas de sieupira de differentos taraanhos con-
forme a forma aptesentada, urna.
Euchameis de sieupira verdadeira com 6,60 de
Urupema, urna.
Vara para canoa, idem.
Vassonra de piaesaba, id- m
Dita de Timb, idem.
Verde chrorao, kilo.
Vermelhiarldem.
Zarco ingles, idem.
Z neo em rolha, dem.
Recite, 4 de Junho de 1387.
O Io eBcrip-.urario das obras do porto,
Manoel Duarte P. reir
O escriturario das obras publicas geracs,
Joaquim de Medeiros R poso
THEATRO
COMPAMUIt PMKVttfu-civt
DE
Kavegafo costclra por vaoor
x^RTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Babia
0 vapor Jacuhype
Com andan te Lobo
da
QUINTA-FEIRA, 9 DO CBRENTE
Grandioso espectculo
Organisado pelo sympathico actor
LVK4
Com o concurso da compsnhia dramtica
MrVJHS I>i3 IIUDGIIIO^
e da qual faz parte a 1. actriz ingenua biasileira
D. ISOLINA MONCLAR
Segu "o da
Junho, s 5 horas
tarde.
Recebe carga at o
c5tb. .-^mmdiu 7.
tncorameiidas, passagens e dinheiros & fete ate
4s 3 horns da tarde do dia 8
escriptoro
Ao Caes a Companhia P*n,ambucana
n. 12
c^mpaohla BSahiaa de navega
eao a Vapor
Macrti, Villa Nova, tened", Aracaj,
0
estancia e Baha
Cammandante
A' pedidos
e ulllma rureseniariio
importante drama em i actos, original de
comprimeutu c 138 de grossura, uno
Suro bimestral i E'iveloppcs pequeos, caxa.
Participo aos teuhures socios e convidados, que A)l,0f Para rucio, ceoto.
o earo deste bimestre s r >alisari a 12 do corren- i E-cala de madeiru, urna,
te e priucipir :u 8 ho.-.s di noit:. Os carea p'u de "' 'm> d,,a-
d ingresso deverao ser procurados em poder do : ^scapuia de erro, dita.
Sr. thesoureirj ; previne-se que nao sa admitt-.m w* z'1' d
Secietaria da Sociedade Recreativa Juveutude,
6 de Juuno do 1887.
Jos de Me liis,
2o secretario.
Santo do
Ir;:. n 1 (Ij do Divino Espirito
Recife
Do ordem do irmao juiz c nvid. a todos es nos
sos irma.s a eomparocerem em nosso Consistorio,
irii.ita-' i-. 9 do cirrente, "i 3 horas da tarde,
-: :i : ;i i.ii:..,.i._ lim o a : -ninanharmos a
pi icissJo de Corpui ')bristi qua dever sahr di
matuz d--. ban,o Au'ouio, para enjo acto fomos
eonvi-iados pela respectiva irmandade.
Connstoria da irmandade do Divino Esp'rite
Siot.', 6 de Junho de 1887.
O escriva >,
Julio Ferrelra da Costa Porto.
Irmandade do Siotissimo
Boa-Vista
Saeranunto da
EDITAES
O Dr. Tuomai Grarccz Paranhos Montene-
gro, commendador da Imnerial Ordem
da R isa e juiz de direito especial do cotn-
;n<>.rcio dest. oidade do R cife, capital
da pro.iua de Pernamhu o, por S Ma-
gestade o Imperador a qmm Deus guar-
-, etc.
Fuz sab-r ros quo o pr.-aente e iital virtra ou
delie noticia riy-rtm, qu i por parte d-; Liz Au-
giiit) Ooetbo Cintra, Ibe foi dirigida* a pcticilo do
tbeor ae^uiute :
1 .ra. e Ex o, Sr. Dr juiz do commercio O ma-
jo.- L'nz Aoristo Cocino Cintra, credor do Alipio
A .-: ;ly 8antiaero Kamoi, pela quantia di--.
1:!12SOO .-roviicnte de urna letra sacada por
J, qitai M nteiro d C^uz. e nc ti pelo suppii-
v BCids en 30 de Aor.i i 1882, alm d.s
i e!.id s e estando u referida letra a
; i .; o praso pare pr-aeri.iyio, qer u suppli-
Cir.'.v ira (jarantl de sea direito, protestar por
an'e V. Ex ., pelo que requer se digne mindar to-
mar pjr trra i seu protesti, inimtudo seo supph-
ca o por editaes, proeedendose a justificacSo de
incerteza do mesrao, marcan ti V. Ere. dia e hora
para ter lugar a jus'icacao.
Espera receber mcrc. R efe 18 d; Abril de
1887. -O solicitador, Moreira Dias.
Estava sellada na forma d lei com estampi-
Jhat no valor de 200 rii.
E mais se nocontinha era dita peticSo aqui co-
0 Dr. Ji.qnim Corroa de Olivera Andra-
\<', juiz de direito privativo de. crphaos
e ausentes ii'-sta comarca do Re.-ife, por
S. M I np'rial o Co3 itucional o Sr.
D. Pedro II, a que n Dous guarde, etc.
Faz saber no que o presente eiiUl virem ou
delie tiverem noticia, que no dia 14 de Junho do
c.rreut uaa >, dep da d preeaebidas as formili-
dades da lei e do estylo ir praei quem miis
der, proataud i fianca idnea, o arrendamento por
3 auaoa dositi) d nominado Giro, situado na
fregoezia da B iu Vista, com portao do mad-ira na
cniradi, todo murad i, com diversas fructeiras,
urna b .iza de capm, um vveiro de apanhar pei-
ze, um grande cas de tijolo e cal com escada de
pedia e cal, dous j .rdlua com cauteuos para i-
res, umicasa de banhc, tambera de tijolo ec>l
cob rt i de l' Ihas com tanque de maruiore, bomba
de ferr, urna nascente d'agua, cocheira, estriba-
ra pira dez cavalles, um pequeo terraco sobre
columnis de lijlo e cal coberto de telhas, sitio,
cuja c.-ii de vveiida de sobrado de um andar
e iu s to e mirante e t-'m 93 palmos de fronte e
49 de funde, 9 portas com varanda9 de forro na
trriitj c 5 en cadi <.^3., 3 silas, { salo para
jantar, 4 quartos, cosiuha f.a e 1 quartu ezterno
a-i poente, 3 quartos ezternos ao nasoente, sendo
circu'ada de tijolo e cal, 1 sala e 1 quarto no so-
to, 8 jaaellas im cada mirante, 2 salar, 1 saleta
e 10 quartos no pavimeu'.o terreo; aun s a este-
sitio Cea um cutre, murado no lado do poente, ape
as eeporado do ouro sitio por una cerca de es
pinho, cora fructeiras, caes, c:tribaria, cocheira,
cacimba e tanque, qi.:t s para criados, galinhei-
ro, casa terrea para vive ida com soti, tnjraco
na frint-', 3 salas, 1 saleta, l quarto no aoto.
E vai praca o arrendamento d > alludido sitie
a r querimento do c-mmendador Jos Aotonio
Pinto, inventariante dos bina de sua finada sogra
. Clemeotini Teodora da Silva, c de couforraid.i-
de com a epiniao do Dr curador geral c de todos
os inteveasad s
E para constar mandei passar o presente, que
5' r pab i.ado pela mpreiis e affixilo no lugar
do costume.
Dado e passiiio nesta eidade do Recife, aos 25
de tfaio de 1887.
Eu, O.avo Antonio Ferrr-ira escrive, o snb-
SCTcVl.
Joaqnim Curreia de Oliveira ndrade.
O capital Jos Vicente Ferroira da Silva Jnior,
l*ji de paz da frrgueza de S. Frei Pedro
Go-JCalvc8 do R cite.
Fuco saber que, tendo o Exm. Sr. presidenfe da
provincia designado odia 7 de Julho prximo vin-
duaro, para ter le.gir a eloiclo de um vemidor,
p-i.H pr> enchinen ta da vaga abol pelo f.illeci-
mento Jo Aotonio da Suva liamos Ncves, devem
os .Srs. eleitires, munidos de seus < < mpet- ntea ti-
tul 5, compirecer cm suas re-p etivas S'StcS, no
id d'a, as 9 horas da manilo, nfim de vota-
rcu de accordo com o decr.-to n. 8213 de 13 de
Agosto de 1881.
E para cenhecimento de todos, mandei pi.-ssar o
presente, que sei publicado e afxado. Fregne-
zia do Recife, 7 de Junh de 1887 Eu Benjumim
Amos Jos da FousecH, i-scrivao.
Jos ['cente Ferreira da Silva Jnior.
D : ord un da mesa regedora sao convidados os
irm-s desta ven r.ivel irmml.ie a eoraoareee-
rem nesta mitriz, s 3 airas la tarde do dia 9 do
corrate, afino, le eueorpira los acoinpanharmc a a
p-ocisaao de Corpus Christi, que tem de sahr da
matriz de Santa Antonio na tard i desse dia ; para
o que tivemos convite da mesi! r'gedora da irman-
dade do Saatisiimo Sacramento daquolla matriz.
Consistorio da irmaulade do Sautissmo Sacra-
mento da initiiz <*a Boa-Vista, em 6 de Juaho de
1887.
Joe A. F. de Costa,
Escrivo.
O administrador do Consulado Piovincial, na
forma do regulam-.nto le 4 de Junho do 1879, faz
publico :i quem interesar p >ssa, que no praso im-
prorogavel de tnnta lias uteis contados do dia 1."
de Junho prximo, dar se-ha comeco nesta r par
tico a cobran?!, livre de multa, dos impistos de
dcima urbana c 25 "[o "obre a renda dos bens de
raz perteocentcs corp,racd s de raao morta re-
lativos ao 2. semestre do exerciaio 'de 1886 a
1887. p. ,
Consulado Provincial de Pcrnambnco, 27 de p ? "5' uma,
t i iooh '4 re ferro nal
M:mo de 1887.
Francisco Amynthas de Carvalho Moura.
Dita para tubo, dita.
Ebquadro de fan, nm.
Estaabo em verguinha, kilo.
Estopa do algodo, idem
Diti de linho, idrm.
i Dito de emberib3, idem.
Fatecha, uma.
Feltro, kilo.
Ferro inglcz eortido, idem.
Dito em lencol ou chato, id-.m.
Dito em chipn parca Lemoor, dem.
, Dito sueco ira barra, dem.
Dito bruto para fundir, idem.
Fio de algodo, idem.
Fio de la. idem.
Fio do vela, idem.
Forqueta de ferro, uma.
Gato de ferro singeb debrado, um.
Graza do Rio Grande, kilo.
Jangada, uir-a.
Jarra de madeir.i forrada, uma.
Ljampeo, um.
Lit.io em leacol, kilo.
Lapis da b irracha, duzu.
Ditos de duas cores, id- m
Liamo de sieupira confirme a forma apresentada,
um.
Lim chata, pullegad .
Dita triangulares, idem.
Dita mursas, idem.
Lnnato iiiglez, idem.
Linha uleatroada, kilo.
Dita de barca e sondagem, idem.
Liza de vdro cm papel, folha.
Dita de esmeril em panno, dita.
Livro em brmico papel almaco pautado de 50 a
200 folhas, um.
Dito popel ca de 50 a 20) folha?, um.
Loua ingleza, metro.
Machado d'aco, um.
Metal composico em folha, kilo.
Mialbar brai co, dem.
Moites brouzcidos, poliegada.
Ditos ferrados, idem.
Oleo de linhufa, litro.
do impo
ENNES, que no Brazl e Portugal cuta mais de
2C0 n-preseutaces, e qu na 1 > recita ueste thea
tro, obteve
EXTRAORDINARIO SUCCESSO !
OSENGEITaDOS
O papel de Antonio, enjertado, protogonista da
pee-:, ser desempenhado pelo actor SOAKES DE
MEDEIROS eo da Viseondessa de Site-Ros pela
actriz D. ISOLINA MONCLAR,
Toma parte toda a companhia
Terminar o rspcctaculo com n mni chistosa c:-
redia em 1 acto, ornada de muica
Bolsa e Cachimbo
Tomando parte D. Isolina Mondar, Lyra e A
Peres.
Principiar as 8 1/4.
""' LYBICA mM"
PED COMiCH
-NAtHEl,
J. J. Coelho
Segu impreterivel-
r 'ate para os pertos
no dia 9 de
J'.mho, as 2 horas d
tarde. Recebe cargf.
unicamenteat ao I2
incommeudas e dinhei-
dia do dia 8.
i'ara carga, psssagens,
ro a fretc-, trata-se na
. AGENCIA
7Hua do Vivario7
Domingos Alves .Hathens
i
(.
to
UhA
COES

Estr; da de ferro
DE
ibeiro ao Bou to
Per delib racS) da directora, s5o chimados os
senhores accionistas desta empresa, para no prazo
de 60 dias, a contar de boje, roe. lherem a 6* en
trada de 10 /o ds euis aecoer, i's termos do art.
9o 2' dos estatutos.
Rscife, t re Junho de 1887.
O secretario,
Jos BelUrmino Pereira de Mello.
P de ferro pateute al vado inteiro, uma.
Palha de coqueiro, c^uto.
Papelo, tolha.
i Papel semfim, per;a.
' Dito malta bono, folha.
Dito a'm co pautado, resma.
A*N,m!l,-a neral extraordinaria i Dito rosado .'.ufado, dem,
bao convid*do3 os 5:s. acci nistas da Coropa- I Dt0 Carr folha
nhia de Edificaco areunirem-se no da 8 de ] Dito Jee 'dem
Junho prazmi futuro ao meto da ni sede da so- Parafusos'de ferro, duzia,
e.cdade, largo de Pedro II n. 77 1 anda para, Ditos de metal, idem.
em R88-'mblea geral dueutirera c approvaremJ o p0 rj.. jangada um
trabalho da commisso n meala pira a retoria pejra de granito (lastro de navio), mitro cubico,
dos estatutos Peraevejo, calza.
Aas? rnbli so.ejulgar constituida c. m 'Fes de cabra, um.
pres'Uf \ de aceiouistas que r presentera dous tr r
c-os do capital sicial na forma Uo art 65 do de
eret.0 n. ,821 de 30 de Deiembro de 188.'.
Recife, 24 ds Mate de 1887.
Gustavo Aniones,
Director secretario.
kilo.
Oliras do Porto c Obras G raes
Do ordem do Illm, Sr. engenheiro director da
R-partcao das Obras di ConservacSo dos Portos
e Obras Geraes de Pernambueo, de conf rmidade
com u autorisaci) de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, de 30 de Maio findo, e na forma do art.
lo do decreto n. 2926 de 14 de Maio de 1862, e 18
do decreto n. 2922 de 10 da mcema data do regu-
iamento do Ministerio da Agricoltara, Commercio
e Obras Publicas, fazemos scientc a quera inte-
ressar p-ssa que no da 11 de Junho corrente, ao
meio da, na un tma repartico reeebem-so pro-
postas para o f rnecimfato durante o s mes.re de
Julho -. Dezcinbro do correte auno, dos seguintes
objectos e matemes necessarios s obras do por, I P/u"iato de potassa, kilo,
obras geraes e oTras di pon'e Buarque de Ma-
Peonas I'erry, caizi.
Ditas mallat, idem.
Ditas finas p-.ra desenho, idem.
Picareta, croa.
P preto, kilo.
Percas de ferro de diversas diinenej
Pranchocs do pao carga, metro.
Dito de oiticics trancado tendo 12" de compri-
uiento e 6 de largura. 0,75 de grossura. um.
Ditos de piuho reziuoso. um.
D.tos de pinho da Suicia, um.
Ditos de amarello, um.
Pregcs caibrar, kilo.
Ditos de trro sortid >, idem.
Ditos de ferro bata! grandes e pequeos, dem.
Ditos frrncezes, idem.
Utos ripir, idem.
Ditos de cobre batel grandes e pequeos, idem.
Ditos de zinco, idem.
Ditos com arruellas galvanisadas, idem.
Presilhas de diversos taannos, caiza.
OE
EMPREZA
Direco-MIIOSE
Brevemente estra
Repertorio
Viagem a Loa Opereta burlesca in 3 actos e 12
quadros. Eztrahda do romane, do mesmo ne-
me, de Julio Verne. Musir de Offcnbach.
Oo Sobrinhos do Capito Gran'Novela coi 4 ae
tos e 18 qu.dros.
D. Juanita Opereta cm 3 actos. Msica de
Suppe.
Pande e ElenaOpereta ruyiliologeu em 3 act s
c 5 quadr. s. Msica de Offeubach.
BoccacioOpereta em 3 otos e 4 quadros. M-
sica de Suppe.
Orpheo no_s IofernosOpereta j hmtastfc;. era 4
ac'of e 7 quadros. Mus ca de tlffenbach
MascotteOper. ta em 3 actos. Msica de Au
drin.
Os D^us Soei;s (ou os d..us eavalhtiros de indus-
tria)Opereta burlesca em 3 actos e 6 quadros. i
Girofl -GirofliOpereta em 3 netos. Msica de
C. Lecocq.
Madama AngotOp-'eta cm 3 actos. Msica de
fcecoeq.
(lareutaM> lodrema nmautico cm 4 actos. M-
sica de G eza.
N.i I '--' in : .,.. 3 tos. Musiea de
L u.o. ...
Mada oe BniificcOpfr:ta em 3 aetos. Musiia
de Lacoiiic.
Educandasde ScrrentoOptra-buffa era 3 ictos.
Msica de Usighio.
Le Am.izuiiTOpercta-burhsta lu actos. M-
sica de Suppe.
Sieb.iOpira-bailo cm 4 actos e 8 quadros. M-
sica de Marrneo.
Sino; de CorncvilleOperista em 3 actos e 4 qua-
dros. Msica de Pianquet.
Lotera do Diabj Opereta phantastica em tres
actos.
Estrella de um Princip-Opereta em 3 actos.
Msica de Peteughi.
O Seculo que vemOpereta phantastica ro 3 ac-
tos e 10 quadros. Msica de Amedei.
Vasco da GamaOle sympbonica. Msica de
Georges Bizet.
As scenas para e=tas operetas f ram pintadas
-zpressameote pelos distinetjs e nutaveis sceno-
graphos :
Dr. Carueiro Villela.
Cesare Keccantine, do theatro Fenice de Vencza.
Giovanui Zucarelli, d thi-atro Scala de MilSo
Angelo Fontano, do theatro Real de Tormo.
Allezandro Raazani, di theatro Rea! Teatro Apol-
lo de Roma.
Commondador Tito Giovanui. d theatro Prgola
de Fl-.ni ca.
I'ornecedoren i
VistiaristaViciuelli, de Mlo.
Attrozzs C'rbella e Birraghi, de Milao.
MaglierieHerfi, de Milo.
PerruchlereSavio, de M \3 .
Calzoler-aMawveroffer; de Mlao.
O secretario,
Carlos Repossi.
m SUitcs k Brasil I-
0 vapor AHIanca
E' esperado dos portos ii
sul at o dia 31 de Junho
r depoii da demora neci
seguir para
liai'.ioho. Para. ;irP>ado. *
Thomaz e Xe -York
-w. carga, passageus.e ini
o
traen-se cora i:
vapor
i >i:
civaMi'
- 1=i
f?r ra-e de
. -. ,..-, ...- da i-i
- qual .. a ni i
domo: -
Baha e Hio de Janeiro
Paracarga, passagens, e encouunendas t-
eom i -
AGENTES
N
lenr
8 R '
i
()
1
rs.er k .
COMMERCIO
andat
Bio fle Jadero, uantos, RioGran-
0
l Bpera-se at o
oin 8 o errente
e seguir depois
da di mora do cs-
ame para os por-
' s cima indica
dos,
Recebe carga, enermmendus e passageir pai i
ob mesm-.s portos : n tratar com
PEREIRA CARNEIRO
N- 6.-RA
c.
DO COMMERCIO N.
1- andar
Boyal Hail Stsam FacKet Goopany
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 fondadas de registro
Su
geraes e
cedo.
Art. Io. Os propouentes devirao apresentar as
suas prcpoitas im carta fechada, o competentemen-
te sellada, at a boru cima mencionada, sendo
qu depois nao Eeriio mais aceitas.
At. "2o. Os propo lentes d'-viSo apresentar
amostras dos obj- ct s propostos.
Art. 3o. As piopostus deverao ter l'eitks segun-
do o systema mtrico de peses c medidas, discri-
minando a qu&ndade e qualidade, couforme a re
lacAo abaizo especifie:ida.
Art. 4. Os fui'.iecedorcs se obrigarao a fazer o
fornecim. uto a t> mpo 9 a horu em que lhes lor pe-
dido, sob pena de pagarira lu % de multa eobre
o valor do fornecment.), e de 20 % se effecJiva-
mente o no zerem.
Art 5'. Os fomecedores eirSo obrigidos a en
tr. g .r es obj-ictos pedidos no caes do arroaz m de
di psito, ra de Santa Rita Nova n. 59, c na poa
te Buarque de Macedo,que sr passada pelos em-
preeadoa competentes, na 1 via do pedido, o
qual ac-o i panbar a cont, que dever fer tirada
meusalmente, e entregue na repartico at o da
15 do mez stgunte so do f rni cimento.
Art. 6 O carvo pam as dragas e vapores ser
forneti :o i. bordo, na qjantidade de !'a 0 tone-
ladas er-.; eUlbarcae9ea dessa irqueaoSo, c ni/et. i
t mente ve.-iticadas.
Relaco dos objectos
Ac batido, kilo.
Dito batido em verguinha, idem.
Dito b zga, idem.
Dito fundido, idem.
Agulh .s de cozer, grandes, uma.
Agua-rz, litro.
Alcatrao, ilem.
Almotoas de folha de meio a einoo litros, uma.
Alvaiade de zinco, kilo.
rame de lato, idem.
Dito de ferro, idem.
Areia do fingir, metro cubico.
Arrebem, kilo.
Azeite doce, litro.
Dito de carrapato, idem.
Dito de peiz', idem.
( artii.ha de bario, uma.
Query, um.
Raspa de ferro, uma.
Ratpadeira de cabo de oseo, uma.
Rebollo de p dra, um.
Regoa de faid. uma-
Kemo de faia, metro.
Rozo trra, kilo.
Saeco vacio, um.
Sapatilha, une..
Seccante fezes de oir, kilo.
Dito de zuco, dem.
Sola ingleza, idem.
T-b as de amarco de 0,0135 a 0,0125 de gros-
sura, uma.
Hitas de pao cirg de 0,025 de grossura, uma
Ditas de piano da Snecia, uma.
Ditas de pinho resinoso, idem.
Ditas do cedro, iiem.
Ditas de louro, idem.
Taclia de cobre, kilo.
D.ta de bomba, kilo.
Tapete para escaler, metro.
Ti- i lo de rame de balo, idem.
Tijolo tormato ingles, um.
D to rova de fogo, um.
Dito pde aiveuaria batida, miiheiro.
Dito ue alvenaria gros9a, miiheiro, (d'agua doce).
Telbas de barro curvas nacionaes, ideco.
Ditas de tinco cnduladas, Klba.
Tesouia. urna.
Tinca!, klo.
Tinta branca cm massa, dem. s
Dita verde em massa, ilem.
Dita carmitn, frasco.
Dita preta Stephu, botija
Dita preta neeional, idom
Tintero di vdro, um.
Travo de sieupira verdadeira, uma.
Travs de emberioa preta de 12 a 14 metros de
ccuiprimcuto, uma.
Trena .a'nco, idem.
Dita de tita, idem
Dita de Ierro, idem.
Trilhos de ferro, um.
Tubo de vdro para nivel d'agua, idem.
DampfscliilTfahrls-GcselIscliafl
0 vapor Cear
Esperase de HaMBURGO,
por LISBOA, e ACORES at
o dia 19 do corrate, seguin-
do depois da demora neces-
' saria para
Rio de Janeiro e Santos
Para passageiruS ecarja afrete trata-se cornos
CONSIGNATARIOS
Bo rs te Imam) & C*
RA DO COMMERCIU h. 3
1 andar
-0.il!MXBIIE E* HBMSAVBC-
RS12S HARITIMES
LINHA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Mac
E: esperado dos portos do
sul at o ds 19 do correte,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeauz,
tocando em
Dakar e Lisboa
Li uibra-se 803 senhores passageiros de tudm
is classes que ha lugares reservados para tst
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Paz-se abatimento de 15 % em favor das fa
milias composta de 4 pessoas ao mebos e quepa-
garem 4 pasiagens inteiras.
Por ezcepcSo os criados de familias que torna-
rcm bilhetcs de proa, gomara tambera d'eate abati-
meuto.
Os vales postaes so se do at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas 9 dmheir
a frote: tractoi-se com o
AGENTE
iugusle Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Subir do jo uto do Rio
do Janeiro uo dia 1 de
Junh: prximo coin es-
cal* para Babia e Per-
oaoibu :o, seguin io dejoois de jioum demo
ra coii malas e passageiros para
LISBOA E SOUTHAMPTON
Dosde j recebes:: encomciiendss par?
camarotes na
AGENCIA
Ra do rouiiuereii u. 3
1 andar
A damson Howie ^ C
lOYAL HAIL STEAH VMM1
COMPAJil
0 paquete Tamar
E' esperado da Europa no dia
8 do corren te, scguiuds
depois da demora nceessf.a
ria para
Macci, Babia, Rio da Janeiro, Santos.
Montevideo e BucnoB-Ayres,
Opiouete Mondego
l". esperado
do su! no dia 17 de
correte seguin ic
lepois da demora
necessar.a para
9. Vicente, Lisboa, Vigo e Son
thaujpton
Reducqao de passaqens
Ida Ida e volta
A Southampton 1 classe l 28 t 42
Camaroteb reservados para os passageiros re
Pi Tuambuco.
'"ara passagens, fretes, etc., tracta-se <.:
Consignatarios
Vdaiiison Howie &C.
S. 3- RA DO COMMERCIO N. 3
1- andar
C'tiHPsVHlt PKB"*HiUA .
DE
%'avegacSo Costclra por Vapor
Fernando de Noronba
O vapor Giqui
Segu no dia 10 de
Junho, pelas 12 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
Idia 9.
Passag,.. sat as 10 'oras da macha do dia da
partida.
ESCi^PTORIO
raes da Companhia Pernam
cana n. l*
ntiiH^


Diario e Peraiiilwc..Ter(;a."fira 7 de Juuho de 1887
LfciLUa
Sexta-feira, 10 do corrente, ter lugar j lei-
lio de movis, louca, crystaes, candieiro a gai,
objectos de eltro-piat*. da cata em qne residi
o Sr. Franeiseo Lui* de Oliveira Asevedo, ra
do Paysaud. para onde partir s 10 hora* e 6
minutos o bend que dar passageai gratis aoa con-
currentea.
Leilao
De urna victoria para criarlas, com quatro
assentos, os comptentea arreios e doia
carneiros.
Terqa-Jeira, 7 do corrente
\'s i1 horas
Na ra do Haro da Victoria n. 45. 2 andar,
entrada pela ra das Flores n. 21 onde haver um
leilao de movis pelo
Agente Martins
Leilao
De bons movis, louja, vidros e quadros
Sendo :
l'm importante pii.no, com peuco oso, do fabri-
cante Cari S hee1 en Cissel, 1 cadeia para o
mesmo, 1 bonita mobia de junco cem encost de
palinba e consolos cem pedra, 2 espelho oval, 2
gnarnicoes de estopa para cadeiras e sof, 1 dito
de ebroehet, 6 quadros aleographias, 4 etagers,
2 bustos de gesso. 1 grande etager de parede,
2 pares de jarros fino?, 2 escarradeiras de porce-
lana.1 tapete grande para sof, 1 dito para cama,
9 ditos u porl s, 1 para sof e 2 cabides de
molla.
Dous guarda-\L^ti>.j do amarello, obra de
gost^, 1 cuma francesa, cjm eolxio, i lavatorio
de amarello com pedra, 1 guarniera para lavati
rio, 1 toilet americano com guarnica <, 1 meia
commoda do amarello forrada, 1 cabido de colum-
na, 1 cama de ferr> e 1 marqueza.
'ro benita gtiir.la-louca de amarello, 1 miea de
i in'.ar, 2 iparadcre de amarello, 1 sof, 12 ca-
deiras de junco, 2 cac'oiras de balance de dito,
1 relogio de parede, 1 banca redonda de ferro, 1
marqueza, 2 escarradeir. s, 1 terno de bandejas
de chanto, 1 cesta de elec'ro pate para pilo, 1 ap-
: relb > de louca para jamar, i dito para almoco,
copos clices, garrafas, compoteiras, 2 jarroes e
um grande trem de csinha.
Ter?a feira 7 do corrente
A's 11 horas
No 2- andar do sobrado da rna do larao
da Victoria n. 4'.>, entrada pela ra das
Flores n. 24.
O agente Martins far leilao por cent* de quem
pertencer des movis cima, tsquaes se ucbam
perfeiumente conservados e cem pouco uso.
Leilao
De liqnidafo
O aginte Britto vender ao correr do martello,
a eeguintc : mobilias, gusrda-loucas, g larda-ves-
tidos, fiteiros, commodas, aparadores, mesas, mar-
quesoes, marquesas, sofs, camas francezos, secre-
tarias, lavatorios, lunes?, cabiiies, quartinheiras,
cadeiras de batane-?, quadres, jarres, espe!h"s, lou-
cas, vidros, tazrndas. iniudex:.p, facap, o ndierofl
para kertsue e gal carbnico e cutroa cbj.ctos.
A' ra de Pedro Affonso n. 43
Terca-feira, 5 do corrente
A's 10 1|2 horas
Grande leiiao
De mobilias, piano, quadros, espelbos, lou-
9as, vidros, crystaes e ele tro-plat;
Quarta-Jeira 8 de Junho
A's 10 \2 horas
Na casa terrea sita a ra da Uniao n. 53
POR ITLRVENCO DO AGENTE
Gusnio
Leilao
Agente Brito
O agente cima n mandado do Illm. e Exm.
Sr. Dr juiz de direito de orphaos. em sua pre-
senca, e a requerimento da Exma. Sra D. Dina
aa Cuuha. vender em lei!ao a qnarta parte do
predio, sito no largo de S Pedro n. 4, ireguezia
ele S*nto Antonio, aervindo de base a quantia de
'OOOJIIOO, pre^e da avaliayao.
No armazem da ra da Praia n. 43
Quarta feira 8 de Junho
A's 11 1?2 horas
Leilao
Qitarta feira 8 de Junho
AS 11 HORAS
Na ra do Imperador n. 49
De 1 piano, 2 mobilias. sendo urna de j .ca .n
c outra de m gno. lavatorio?, cadeiras de ba
Unco, ditas de braco, ditas do guarnicao assento
de palha e de madeirw. e sofs tudo de junce, de
diversos gostes. 1 fiteiro grande. 1 guarda louc,
! oabide gran le para roupas feitas, 1 aimaoao
ngleza, 1 commoda, 1 secretaria, 2 mesas com
; vetas. 3 consolos, 2 bercos. 2 marqueza-. I
:-rna franceza. jarros de diversas qualidades,
4 figuias e vasos fingin io marmore, 2 grades de
ferro e outros artigos.
O agente Modisto Biptiata far le o ao cor-
rer do mait lio dos objectos cima declarados,
pura liquidar na ra do Imperador n. 49. estabe-
lecimento que foi de Silva F -mandes & G. por
'rem-se mudado para a ra Nova.
Le'lo
__ Precisa-se de urna cosinheira pera caea de
familia, que sej* do boa conducta ; na roa do
Imperador n. 73. 3- andar.__________________
Aluga-sc duai caas e sitio no povoado da
Torre, ambas por 25fiX)0 mentad. Vende-ee
larangeiras cr*vo, ditas da china, sapotiteiros e
roseiras, a preso de 200 rs. a 1#000 : na ra Pri-
meirode Mrco n. 14, ou caea 22 de Novembro
numero 42. ^^^^^___
= AMA Precisa-se de urna ama; na ra do
Cabag n. 3, 3-___________________________
Alaga se o 3 andar da caaa ra larga do
Rosario n. 37, esquina defronte da igreja ; a tra-
tar no pavimento ten.__________________
_ AMA Preei-se de urna, que cosinhe,
para caaa de familia ; na ra de Pedro A9 jnso
numtro 84. ^^^____
Aluga-s caaas a 8JOO0 no otee* des Uoe-
hoe, junto de 8. Goueatlo : a tratar na ru di
Imperatriz n. 56. ______________
__ Terco n. 71._________________V_______________
= fila engenhoca de Bemfica, ru iteal da
Torre n. 21, precisa-se de um rapaz para servico
de carregar.___________________________
Precisa-se de um caixeiro qne tenba prati-
cade venda; na ra de Sinto Amaro n. 6, prefe-
rc-se de pequea idade.
Precisa-se de um caixeiro de 10 12 annos,
com pratica de taverna ; na ra da Paysand nu-
tnero 5-
Vende-te eu arrenda-se um engenho qae fica
distante meia legoa da estacao de Ipojuca e jam-
bem meia le pies de assucir ; quem pretender pede dirigir-se
ra da Alegra n. 46.______________
" AMA Precisa-so de urna, para cosinhar i
na ra do Baro do Triumpho, antiga do Brum,
numero 53. ________
= Quem quiser estf.belecer qualquer negocio
no melbor local da n:a do Bario da Victoria, di-
rija-se mesma ma n. 16
AMA
Frecisa-se de urna anta para lavar e en-
gommar em casa d familia : na ra do
Riachuel) n. 18 m- dir__________________
AfiDElfE
Frocisa-se de uraa que tenba bom e
abuadanle leite ; tractor na ra Duque
de C xiaa d. 42, 3." andar.
AVISO
Os fugos de artificios preparados na an-
tig \ fabrica da viuva Rufino proprios para
as r.eitcs de S into Antmio e S. JoSo, vrn
derr-se nicamente no caes Vinte Dous de
Novernbro, arro-zem da Bola Amarella
n. 36, pelos presos da fabrica ; neste ar-
ra&zem haver venia li :dos craveiros,
pistol.s de todas coi; s c tainnnhos, rodas
simples e sDg-las, liga tinhos, estreli-
nh. *, etc., etc. __
a 400 rs. a arroba
Cheg n a primeira remesaa do precioso f rello
Je carefo de algodSo, o maia barato de tjdos os
alimentes para animad de raca cavallar. vac:um
juim, etc. O carolo de algodSo dep is de ex-
trabida a casca c tedo o oleo, o mais rico ali -
ment que se pode dar aos anim es para os f. rta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estidos-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle em_iegsdo (eom o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farelhs
que sao mui'o maij caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
4 tratar no Hwcire6 Largo do Cor-
po Santo. 1 andar
Tinta prta
INALTERAVEL

r-OMHI/XICATIY
PHA.RMVCIA CENTRAL
38 Rut do Iii'perador 38
Pernamburo
m
Sirve para efCriptumcao mercantil e d tres ou
quatro copias de nma vz
% 0 %
Da movis, louja, crystaes, objectos de
electro pate e caedieiros a gaz carb-
nico.
A sab.-r :
Um piano forte e quasi uovo, i moth; pira o
uesmo, 1 linda mobilia de junco torcido e. >m pa
linha ii') encost, com 1 sof. 2 consolos com po-
dras, 4 cadeiras de b.acos e 12 de guarnico,
2 descansos de ps, 2 cadeiras de braco?, 2 lan-
<,as para cortinados, 2 quadros dourados com finas
pnyoagens, 4 jarros para ll ro->, tapetis, i can
tos de porcelana do Japo e 4 vasos tambera do
Ja pao.
Urna mesa secreto i a (b4), I mesa eom gave-
tas, 1 machina de costura, 1 relogio de parede,
candieiros a gaz c m 3 biets, 13 cadeiras de
] troco.
Urna cama francezi, 1 toilet. 1 cerne oda-arma-
rio, 2 marquezas, cortinados, 1 lavatorio, 2 com-
modas, 2 cabide, 2 guarda- vvstidus, 1 commoda
de Jacaranda, 1 Im.io apparelho para cha, 1 ban-
deja grande e nivers. objectos de electro-pate.
Urna mesa elstica, 1 guaria-louca. 2 appara-
iiores, eti.grrs, 1 relogio de parede, 24 cadeiras
ue june, torcido, 1 ti.fa de junco brnuc e qusr>
tinhiira, 2 quadros, uppaelbos para cb e jun-
tar, copos, clice?, conip(eiras, girrafas. talbe-
res, colberes, landres p>tes, mesas, trens de co-
sinba e mais penences te casa de familia.
Francisco L'iia de Oliveira Az-iveo cm via-
gem para Europa com Ma familia faz leilao por
intervenan do guute fiuto, dos movis e uiaie
objectos existentes na casa em que residi na ra
do Payustu.J.
Sexta feira, 1 de luulio
Na segunda casa de tzulejo a esquerda da
roa do F^yeau I, aut-s da ponte pe-
quena.
A's 10 horas c 6 minutas partir o bond que
dar passagem gr>li aoa concurrentes.
O Ieilo prinuij i r s 10 l{2 hor.s
AVISOS MYERSOS
Alugase a txceiieiiie casa terrea, com
grande quintal e tres qnartos, ra Vidal de Ne-
greirds n. 129 (Cinco Pontas) ; a tratar em Fra
de Partas, ra do Pillar n. 56, taverna.

Aluga-ss o 1' andar do sobrado n. 27 roa do
Imperad', r, pintado de novo e com agua ; a tratar
na ra do Duque de Cm aa n. 47.
Engenho Cotiinguba
Arrenda-se es Nazaretb, cem muito boas trras de plantacao,
para satrejar 3,0C0 pes, bom vapor pelo systema
de moer com o mesmo fogo do asseutamento, boa
dietilacao com agua viva, boas obras, e distante
duas legoas das estacoes de TracuuL'iem e Pao
d'Alho ; trata se uo mesmo engenho ou ra Pri-
meiro d? Marco n. 17,1- andar.
Ao publico
Francisca Leocadia Ferreira Rabello, declara
l que fie mu castados os p derea que conceden a seu
, irmo Jote Ignacio Ferreira Rabello, para na ci-
dade de Gkyunnu rebeber, vender ou albeiar a
meiacao de um sobrado e urna casa terrea roa
do Baro de Petrcpolis, cuja procuraco foi pas-
eada na nota do tubelllio Silveira Lobj.
Beeife, 4 de Junho de 1887.
Francisca Leocadia Ferreira Rabello.
Ll
iire-viva
Walsa ppr.i piano; vende-ee na Livraria Fran
cezi.
Magnifico tanque de ferro
Ha para vender um grande tanque do forre com
seis palmes de altura, seis de largura e doxe de
comprido, todo /echado, novo, pintado o per preyo
comroodo a ver na ra do Principe n. 24 e tratar
na ra do Bom Jess n 43.
Lawn Tennis
Gentlemcn inlereste3 in the above game are
particularty raquested to attend a meeting, to be
hetd at the Telegratib Staff Quarters at 8 pm, on
Priday 10 KNSON
PEKFtfMARU INGLEZA
banda.*.. r. u*- ,a enb; excele t'-_u
-,PDr-i '- Jlicro reiquml.)
i ..;. -.Ti i ai i.a nr. Our.o
PAHI/. t AIjCI/TTA 1<|
pe ).t t. ... ;.n- i..iomaialidiJU.
ESR

I'. <-:to.
tu


ba%' (.
4. A t. ATK.lrtSO j
24, Od BonO Streot. ondres.
Mwcad(iFl''v-l'ii "H4Wbrnc'"
olre mu*." L ra d Ogro. "
O Vig-or
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
' Preparado Sob
Bases Scienticas
B Physiologicas,
para o
Toucador.
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolv, com o brilho e frescura da javentude, ao
cabello grieallio on branc-o tuna rica cor natu-
ral, castanho ou preto, como se deeeja. Pelo seu
uso, ao casco claro ou roxo iode dar-se una cor
escura, e grosrura ao cabello fino, emquanto que
frequentemenU' cura a calvicii', porem neni sempre.
Imj>ede a qu-.da do cabello, estimulando o dbil e
enfermo a crescer vigorosamente. Keprime o pro-
Sresso e cura a titiha e caspa, curando quasi todas as
meneas peculiares do pericranee. Como Cosmti-
co para afonnonear o cabello das Senhoras o
Vigor no tem rival; nao conten aaeite ou tinta al-
guma, torna o cabello guaye, brilhante e sedoso na
apparencia, e coiiinuniica-lhe um perfume delicado,
agradec v p6TBUUM_tea
re El* ARADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda nas principaes pliarmacias e drogaras.
Engenho para arren-
dar
O Ooiabeirs, d'agoa, moente e corre.ite, meia
legoa distante de Jaboatao, eom trras para sa-
frejar 2.000 pes do assucar, e boa casa de vi-
venda ; a tratar na ra da Imperatriz n. 40, se-
gundo andar.
! _
UNIV*1878
CroidsCheTalier
LtS PLUS HAUS KiCOKPENSES
EXPOSITION
H.ajlli i'Or
AGUA DIVINA
E. COUDRAY
DITA AGUA DE SAUDE
Preeoaissda para o toucador, como conservando
constantemente as cores da mocidade,
e preservando da peste e do cholera morbu.
Artigos Recommendaoos
I PERFUMARA de lacteina j
1/comatDdidi pelu ^'-briJailsi Itdiu:.
GOTAS CONCENTRADAS para o lenco.
0LE0C0ME para a belleza dos cabellos.
ESTES ARTIGOS ACHAM-SE NA FABRICA
| pars 13, me d'Enghien, 13 PARS
epositos em todas as Perfumaras, Pharmatiti
e Cabelleretroi da America.
Tonteo
Oriental.
*************
Vinho Collares
O que ha de melbor, em quintos e decimos ;
vendem Baltar limaos & U ra da Cruz n.
32, 1- andar.
Novo porto do cano
Boa do Marques do Henal a. 93
Em virtude da^grande quantidade de carvo
que tem chegado para este pirto, o proprietario
destt, resolveu bainr para 600 rs. a barrica, eo
frote ser o menos possivcl ; o conductor do car-
vSo que nao mtrrgar o t.dao qus acempanba cada
barrica, d direito ao consumidor naj pagar o
frete. O proirietario do mesmo apressa-se em
declarar que nao queai forneco cirvo pela for-
ma conveniente, c ni-m se entende enm elle as mu-
danzas para dentro c fra desU eidade, e sem
com urna intitulada empreza do Sr. Joao Gon^al-
ves, pois qnrm deve ser procurado para tal fim,
porque este cap'-is d- maiures omprebendi-
mentos.
(riadofli e diligente
Precisa sep:.a caa de urna familia : a tractar
na ra Nova n 13.
i>t PSTILHAS
De AKGELIM & MENTRUZ
M
es
as
s.
as
a_-
!*J
O Remedio mais efficar e
Seguro que se tem descoberto ate
hoje para expe'l/r as on trigas.
RO01AVR0L FUERES

Jl
Precisa-s de urna eng mmadeira escravs, para i
nma casa de pequea familia ; a tratar no caes
da (". mpanhia n. 7, escripforio.
Aos senhores de engenho da
provincia de Pe mamoneo
Nilo J.-se de Carvalbo. arrematante no corrente
ejercicio, do imposto de 3000 por cada animal
vaceum, cavallar ou muar, de servico de enge- I
nh .s de outras provincias, que resta se refasem, '
assim como dos 10 % addicionaes sobre o referido j
imposto, dos quaes trata a lei n. 832 de b de Ou-
tubro de 1886, declara aos que estiverem sujeitos ;
ao mesmo imposto, que torito 10 0 de abate, se
Ih mandarem pagar cm Itabayanna desta pro-
vincia.
Outrosim, tambtu declara, que proceder na |
forma da lei contra todos aquellca que, sujeitos ao
mesmo imposto, procunrem esquivi.r-so do res-
pectivo oagameuto. Parabyba, 24 de Abril de
1887.
LINIMENTO SNEAU
rara oj C_.V_x._08
SCPPRESSAO
do FOSO"
e aa
QUELA
do PELLO
,l
substitu
o FOGO
ea
iedas as mas
, ArPCAfOES
cura faz-se com c mCO em 3 -limito,
sem dor e sem corlar, nei raspar o pello.
Pharm GENE AuT?75, Ra St-HoriOrt.PAR.IS
C EM TODAS B PHBMCIA
DS6WIBKU
no mus,
P *5LERY
Vende-se em toda a oarte
___*K.-..-<
MVPOPh:;if ni
rV^T;r^:Sisfl#L
;.. .-J_*hj_: lll.3aB
i
i O :> Chm..aill, autor da descebe ,'.> da :"
tropr.e iades curativa; dis Hj-popiiest-
5>hltoe no tratamento tein a honra de participar aos sei^ collegau
medicot. -ue os ur.ico'a Kyp>pfcopIto-
reconlisii.Ios e rccorrsmen-iiu'.Ob por ello
too os ue ;reparH o 8r.r S*anu. nfear-
naceu:o. i. ra Cc.sU3l.0nc, Para.
Os _a.ropes de Kypr.phosplilto3 d6
9oda, ii 1* Ferro vwds>u em frascos
quadracios cid) o n '.n< lo U" Ohu?c_lZ.'
*ao viro, sua assfeinatira ao envo'tono e
Ina tira d' papel encarnado ^ue cobre a roiha.
, Oadahaacr. vertiadeiio .^vsalem 'isto
'taro* d< fabrica da hxma *__ m todac os Pr-'tu Os.
"in 11 1 *_MjVK>_^r- '
Alten^o
Precisa-ee arrendar urna piopriedade de trras,
com casa de vivenda, estribara, casa de far:nha.
ditas para moradores e mais hemteitorias, vira
agudo ou abundancia d'agui corrente, coui eeicado
para vaccas de leite e animaes, ou proporcoes para
isto, e para t .da agricultura du mandioca, milbo,
feijao e algodo, e que nao diste de um povoado
com feira, quinde muito do urna legoa, tendo al
prima rstaco de caminbo de ferro nesta mesma
distancia, nao importando ser o lugar acatingado,
eom tanto qu. esteja n.,s condicSi'sa ciina exigidas,
e que as bemfeitorias estejam em p rfeito estado
de conservarlo e lirapesa ; quem tiver annuncie
para ter procurado eexaminar-se. Nao se cseolbe
cvtnarca ; preferindo Be a da Victoria.
Francisca Rosa'in de Oliveii'a
Ada'btrto B-llarmino da Silva, Julia Amelia
de Oliveira I'arbosa, Jos-phina Jovita B-lmira de
Oliveira, R.sa Candida de Oliveira Maltes, Ger-
trudcs C'rlota de Oliveira, (Mara Silveria do
Monte Oliveira, Candida Rosa d Oliveira, Anua
Ci'nudina de Oliv^ ira, Joanna Muuiz de Uliviira,
ausentes), Guilhermina Adelia Buhisa Fieire,
Francisco Aftonso Barbosa, Hermino Barbosa,
Elyaio Augusto Barbosa, Elysia America Barbosa,
l arrima Joanna de Oliveira Barbosa, Victoria
Josephina de Olivcin Amelia Amanda Bsrl.osa
Freir < Joo Freneisco de OlivJr, sgradecem
as prssoas que se dignaiam a r-'-empanhar os
restos m rtaes de sua cbt-ra u.', iru.i, av, bisa
v e sogra Fraaclsica Rn alia ro, ac crmiterio publico. Novarr.eute pedem aos
prenles e ami^je o obsequio d<* assistir a missa
do 7 dia Jo seu fil.'ecimentc qu ter lugar na
igreja de Santa Rita de Cassia, no dia 7 do cor
rente, pelas 7 1/2 horas da manh. e desde j se
contrssam summameote agradecidos por mais esta
prova de amisade, cari dade e religiao._________
Tontoras de cabffa ou encha-
quecas
Esse terrivel soffrimen'o cura se fazendo se
uso diariamente, ao deitar-se, de urna a duas pi-
lulas anti dyspf 'ticas e reguladoras do votre,
preparadas por
Bnrtbolomteu 34 Ra larga d> Rosario 34
Pern>.mbnco
PHOSi'HOROS
Deulsclie Quodlibel
Sao os melhores
que tecm vindo a
este mercado, que
tornam-se recommen-
daveis tanto pela boa
qualidade, como por
virem colorados, em
caixinhas de phanta-
sia e com cromos 7a
riados.
Vende-se por pre-
sos mdicos. nicos
depositarios Fran is-
co Lauria & C, ra
eo Bom Jesns n. 61
jaura & C. ra da
Imperatrizn. %U< Cos-
ta Lima & C. ra d i
Amorim n. 38^. ____
Aluga-te a casa n. G ra do Riso-huello, *n-
tig do Di-stiuo, na Boa-Vita ; a chive a:ba-se
junto n. I, v trata-se oa ra da Guia n 62.
i-rendament de en-
genho
Arrenda-se i iu'poitautc eugenbj Sanio Andr,
sito na frrgoesia d.- Un<, comarca dj R o Formo-
so, quatrj h goas de Barrpir.s. pertj de embar-
que ; esse engenh", q'13 um o^tim engenho
d'agua, r um d*s melhor'a da provincia, alem de
outras v.itHgeua iie (ffreee, rrcjirtnonda-se
pela iertil >Ude e extensao de sn-s teiras, qne
tem capacidadu para sutr.jm- maia. de 4,0(0 pes,
e pelas anas excelle.it.-a i>braa de pedra e cal, in-
clusive u i.h m..gi.ili a caEa Je vivenda : quem
quixer dirja-se a ra do Imperador n 40, arma-
sen de meneaiia.
VINHO MARIANI
^^^ De OOCA DO PER
O V*~O waMAWl cjue foi experimentado nos hospitaes de Parlx,
* prescrlpto diariamente com xito para cornbater a Anemia, calorse,
Slcest&e* ms, Molestias das las respiratorias e Enfraqueol-
mecto do ora-o vocal.
O* Medioo recommendam-no d Pertoa fraca* e deltoadaa exhautUu ta tfo'utii.
aoa Velkos e Criancas. *"""
E' o Repardor dai Perturbafie digsativu
e o POBTIIIO^XV'X*E por BXCFlI .T .msirtr *,
O VINHO MARIANI SI EUCOntha eu CASi DE
Sar. MAXIAITI, n~ Varia, 41,kukrird hnsiaiu; aTewTork, 11, lui, Em Pernambuco : Francisco as. da Sixv c".
*VrV<^VV^Vv^^^>irVr>rVsr
'^'^^^s^'^rXrXrXr^sf^r^^rVVVVV^
%&vii e vtgor para toos
doeitcas
i>o
ESTOMAGO, FIGADOeINTESTIR?
VINHO E XAR0PE DE JURUBEB
BARTHOLOMEO & Ga
PBAM. PERNAMBUCO
nicos preparados de Jurubeba approvaos pela Academia de Medicina,
I recommendados pelos Mdicos contra aa Molestias do Estomago, Perda de *ppa- j
the, Dlgestoes difneeis, Dyspepsia c todas as Molestias do ligado, eco p--'jc
na Diarrhea chronica, na Hydropssia, eto.
CUIDADO COK A.S FALSrTlCAQOESi
EXIGIR
K&fl'lBll
sm-e*>jgi
xm
PH0SPHAT0 de CAL GELATINOSO
de E. LEH0Y, Piarmaceutico de 1"' Classe, 2, ma Daunou, PARS
OSTEOGEXEO para DasuTOlvinanto e a Dtmicao Sai Crianzas, costra a Racbittmc t a MolNtla do* Oawt
Recomroendamos este Xarope ais Mdicos e aos Doentes. de um sabor agradavel de a*slmi-
o laeao fcil e mil vezes buperlor a todos os xaropes de lacto-plic'
,.iosphaio inveiilailos pelaespecu-
lar^to. Todos sao cidos ao posso que o Pbosnbato de Cal Gelatinoso uo o
O Sur. Proessor Bouchut, M-dico no Hospital das Crianzas. {Qantt tfei HpfUij.', 19 de mino J llfa)
VINHO PHOSPHATADO DE LEROV -" :
Anemlt, Conxumpcao, Brorchite chromcajisica, Fraqueza orgnica, Convafescenpat iffcals.
Depositarios em Pernambv.co : FRAN M. da SILVA e C\

SUSPENSORIO MILLERET
Elstico, sem Cordoes
Para evitar as ContraraoSes
Exigir a marca do Inrenor imprimida
em cada suspensorio.
Sfeias para Varixe*
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CISTORAS PAR A BARRIGA E 0 CUBICO.
LE aONIDEC, Saccessor, 49, ra J.-J. Rousseau, PARS
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMACIAS
ADMINISTRACO
PAR?, 8, Boulevard Montmartn, PAtUZ
F-STILHA-S DIGESTIVAS fabrteada en.
I Vlchycoin os Suetexlra/i los das Pontos. S5o
de gosto agradjvel e a sua a.-eflo certa c n-
' tra a A :ia e as Digestoes difficis.
| SUS DE VICHI Palia BANHOS. Um rolo para um Lanno, para as pes^oas que nao podenair aVIcb*. j
"ora evitar at imitocSet exigir em todos os producto* a
MAPCA DA. COMP. _>_ VICHT
l Pcn two, m Predoctos cim >-ho-s am rs>i de HARISMEVtlV i: LALILLB, S, r do comanni
e SULZER 4 KOECH' "vi. :t.. -i da Cnu.
mmra
m
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos, para
praticar na fabrica Martina ; na ra d* Impera-
triz n. 1.
Jalropli
ara
.. Precisa-se de urna ama que cosinhe bem ; na
ra de Santo Amaro do bairro de Santo Antenio
n. 4.2' andar.
Ama
Prcciti-8o de urr.*
es do Conde d'Eu n.
ama para cosinhar : u pra-
19.
Amas
Precisa-:e de duas amas, sendo uma para lo-
mar Conta ds um menino de 18 meses, e num de
leite ; a tratar na ma velba d<> Santa Kiia rn
mero 76.
Asna
Precisa-se de urna ama e um m niiu pura
criado ; tra'ur na ra Dir Aliincte perdido
Perdeu-se um ltiiiete p.ra gravata, do Arco de
Santo Antonio at ra du H.rtas, tende dous
pequeos conifies atisvessados cada um c.im
nma pi quena sett, com utm peqaena cora cra-
vada cem pnqut-uilus perolas; quem o achu que-
rendo restitui.'-a fai o favor de o levar ua do
Duque de Calas n. 117, que st4 beai recompen-
sado.
E:se m.dicamtnto de urca cScacia r contienda
no brib r; e ontras mol- sfias -m quo pred imina a
hydropcsia, acba-se njoiiificio em sua prepara-
cao, .Tacas a uma nove, formula de um distinetc
medico desta cidade, a n que som-nte o abaiic
assignado est habilitado para preparal-c demodc
a melhorar lhe o gosio e chrio, sem toavia alte
rar-lhe as propriedad -s uiedicamentosas, que S'
conservam c .m a mesm atvidade, se nao maior
em vista do irc-Jo por que elle tolerado pelo
est-mago.
I'itico ilepoillo
Na pbarmacia ConC'-ico, ra do Marques d:
Olindu n. Bl.
Ilezerra de Helio
Perdcu-se no tr.-m de Olinda um balanccte COU;
uma coneord-'la ap^'gnwia por varios credores .
gratifica-se a restituifio na ra do Cano n. 38,
*m
riiar: acia cenlral
Boa do Imperador n. 3s
Jos Francisco Bitteneourt, mitigo pbarmaceu
tico da phirmatia tianceza ra do Baro da
Victoria o. 25, uvisa a seu3 amigos e freeui zes,
que se acha na pharmacia cima, onde espera
eontinuar a merecer a confianca que felizmente
depositaran! em scus trabalhis protessionaes.
LEITE MTiAL
(el va)
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTERAR-SE
O ALVELOZ, planta da familia das euphorbia-
ceas, que habita es nossos sertoes, boje reconhe-
cido como um verdadeiro especifico para destruir
as epitheliomas ou cancroides, facilitando a reno-
vacao dos teeidos atacados, e trazendo afinal uma
cura completa, sem outro tratamento que a appli-
XAROPE
VINHOoeJURU
BARTHOLOMEO a C
Pharm. Pemaubitco
nicos preparados de Jt'iiVBF.iiA re-
commendados pelos Mdicos contra as
Bopnp.'.i do Estomago, Fijado Bago
e Intestinos, Verda do Appetlte.cte.
15 Annos de bom xito!
EXIGIR A ASSIGNATUR.'
mi
Preparado
DE
B1ROICH4 WGLLCOHi. C-
CUIMICOS DE LONDRES
Um p 'Jerosoajjentedigestivo e acimil'tivo : um
alimento nutritivo, especialmente adopt-id i pora
os enf rmos e n3"; im grande siieeedanaa do
aseitn de figiidn de bjietih >.
O Extracto de Malta de Kcpler uin aumento
p^rfeito im si ir.esm i e cintem t ifos on principio!
digestivos e nutritivos da cavada, isto phoapha-
tos, maltosa, dcstrina, albmina e o importante
quanto poderoso a.ceisorio digestivo chain;idj
Uiastasi',podendo-8A assim dizer que c m a in
troduccil'i d i Extracto dn Malta, romo agente the-
desta capital o no eatrangeiro, os Srs. Drj. Alci-
biades Velloso e Bandeira, e ptimos resultados,
t^-in!) ir, fu. .-.m j'otiJjS Da foi Jas e nas ulceras
ehroiiic.s de crcter syphiliticus.
DEPOSITO GER.AL
riiariiiaci.i e Drogara de Barlho-
ioiucu X (]. Successores
'-i, Una LirgA do Rosario Pernambuco
Janii >ri> l\'nnes Tbomax
Francisca leopoldina Sunes i.grad-c i cordial-
mente aos amigos e | arentes que se dignaran)
scompanhar os restas m-rtaes de sru presado es-
poso ; e de novo es convida aassistirem a missa de
stimo dm de seu pissamento, qn<; ser celebrada
na igrej de N. S. do R sario de Stuto Antonio,
no da 10 dj correte, pelas 7 horas da ni iiiba.
gudas, v amitos c
gasirn t-nterites dus criancas, marasmos, atf;cccs
rserefulffas, tuberculosas, ete.
nico depoNllo
34 Ra do Rosario34
Pharmacia e Drogara
B .RTHOLOMEU A C. SCKSSORES
Peiloral de Cambar (3)
Desccbcrta e preparayS > de Alvares de S.
Soares, do Pelotas
Approvado pila Exina Junta Central de Hygie-
ue Pnbiica.auctorisado pelo governc imperial, pre-
miado com as medalbas de ouro da Academia Na-
cional de"Par8 e Exposico Hrasi|.'ira- Allem de
1881, e rodeado du valiosos attestados mdicos e
de muitos outrrg de possoas curadas de : tosses
simples, bronchites, asthma, muquida... tisica pul-
onar, eoq ueluehe, escarros de saugu:', ote.
Prrcns nas agencias : Frasee 2 500, meia
dusia 130OO e dusia 24/000.
Procos nas sub-agencias :Frasco 2/800, meia
dusia 15/000 e dusii 28*000.
Agentes c depositarios geracs nesta provincia
FRANCISCO MANUEL OA SILVA & C, i
ra Mrquez de O.inda n. 32
Altar Nelnr tnluam T"rr-a
Innocenc i Anton-i de Furias Torres, pelo pre-
sente se manifesra i.grad qne levHram ultima morada os restos mortaes
de sen sempre l^mbrado filha, Alv-ir-i Vestor An-
tunes Torres, filituo no uia 3 do oueuio e se-
pultado no ermitao di capplla de N. S..>a Con-
ceicao do Peres.______
;h_tantaneap_t b-rba.
em !avAg3i.
FILL.IOL
ICM
na COr primlUTa
uasrttrenl aa parta i n__IO_,l7, na sm, Pitf
tm fHr->ar,6 r : FRAM' M h Bttvt O
.
nufim


I

/
t
Diario de entambucoTcrja--feira 7 U Jiinlii) t 18H7
Alujase barato
Ra Viicoade de Itspwiea d. 43, arinaxetn.^
Ra Coronel Suaasona o. 141, quarto.
Ba de Santo A maro n. 14, laja
Ra do Corredor do Biapo n. 18,
Frau-ae as ra do Cetnmereio n. 5, 1
Mcriptorio de Silva Quiroarae & C
km
Preoia-te de uin W i
cd'Eu n., leja de pWv-iro,
,/Caa.
na prafu do Conde
se Jira quein pre-
Aluga-se
ama caaa c m otao, edificada a moderna.
geeommodago para familia, sitio pequeo, eatre
aa duas estacoes Jaqueira e Tamarineira.
OlTB
Urna oaea nava em frente do Sr. Thom, propiia
para pequea familia, entre Jaqaeira e Taman-
aeira ; a tratar na ra Priajeiro de Marjo o. O,
oja de joiaa. _______I
m
para coainbar, precisa se de urna : ra de Joa-
qun Nabuco n. 3, Capnnga. ^____^
Ama
Preoisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia, para Agus-Fria d<- Beberibe ; a tratar na
ra de Pedro Affonao a. ti, antiga da Praia.
Tricofero de Barry
(larante-ae qnafaz nas-
oeecrescerocAbslloaiuda
aos -niaii calvoe, Qura a
tinba e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co a cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranqno-
rer, e infullivelmente o
6>raa espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Ama
Aluga-se
qnartti da lojado sobrado u. 4 ao largo deS..Pe-
dro, tluga se amas e pessoas que trabalnera
em camiaarias tu casas de modista ; a tratar na
cima loja. Os inquilinos tem direUo a agua.
Alusra-se
aa criado pardo, esoravo, de 18 annos
na raa do Mrquez do Herval n. 182.
a tratar
PreeiMMe de ama ama para caa de familia,
para coainhar, prefere-ae que durma na mema
cass ; a tratar na ra do Hospicio n. 31.
Ama
Precisa-se de urna criada para andar eom
enancas ; na ra Duque de Caziai n. 44.
Ama
Xarope de cambar guaco e bal-
samo de Toli
rr paiado pelo pbarmaceutico Jos Francisco
Bittencoart
' um poderoso preparado para todas ss affec-
Oee dos orgos respiatorios, como catan bo pul-
monar, aatbma, coqu< luche, brenthite, paeumo-
iia, tisica, etc., etc.
Cada frasco 1 <00
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38 Puna educo.
Semenles k carrapato
Compra-se grandes e pequeas quantidades :
oa drogara de Pri ncisco M. da Silva i C, roa
Jo Mrquez de Oliula n 23.
Triado
Precisa se c'o uin criado : a atar na ra d
Paysauu n. 19, Passagem da Magdalena.
Precisa-se de urna ana. q ue cosinbe e engomme,
para casa de homem solt i ro ; a tratar na ra da
Aurora n. 85.
Ana
Sortes para S. Antonio,
S. Joo e S. J*cdro
biplendido sortimento, viudo de Berln,
Precoj sem competencia, s na faDiica
Vendme ra do Baro da Victoria n. 39.
Venbam ver para acreditar.
Precisa se de urna sma que saiba engommar
com perfeicao, para casa de familia ; a tratar na
ra do Bsro da Victoria n. 7, 2- andar.
Una
Precisa-6e de urna ama pira comprar e cos-
har, a tratar na ra da Palma n. 29.
Feitor para engenho
rreciaa-se de um h&m'm portugus para o ser-
vido de campo : a tratar no cscriptorio de Leal <
Irinao, ra Marques de linda n. 56.
ForlOfCOO
Aluga-se ss casas na 26 e 28 da rna de S. Joo,
com b.ins commodos e bom quintal ; a tratar na
ra Duque de Caiias n. 85, loja.
Agua Morida de Barry
Preparada segunda a formula
original asada pelo inventor em
1829. o nico perfume no non-
io cne tem a approvacjo officia'. de
um Governo. Tem dna* veces
raais fragrancia que qualqaer outra
ednraodobrodotempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. '
mais permanente e agradavel na
lenco. duas rezas mais refres-
cante no banno <: ju qnarto do
doente. E' especifico contra a
fronxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
desmaios.
Xarope ie Viia Je Mr 1.
fc'JlAL LEMD .u.,,< VIA
staercullTue Wbiakv 14s-..-^aa i. .-.,
i cognac-a ^,,'aardcn.e >'ci!i ., pp.: r*mt><-.
3 oorpo.
Vende-se iut*io u ^ i hMmmmo*
aolhadoe.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO eujo.
om e emblema sao registrados para todo o Braal
BROWN8 & C, agentes
Cabriolets
znom
Aluga-se o 2- andar da ra da Guia, caiado e
[ intado, com 2 salas e 3 quartos; tratu-se na
loj.
AXTES DC SAl#-0. DIPOIS BT OSALH.
Cura positiva e radical de todas as formas de
laerofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affcv5ed, Cutneas e as do Courc Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas aa do-
ncas de Mangue, Figado, e Kins. Garante-s
que purifica, enriquece e vitaliss o Sango*
restaura e reno va o systema inleiro. 0 M
Sabao Curativo de Reuter
Lotera da Provincia
tillarafcira 8 docorrente se extrahir
a 6.a hitcria em beneficio da Santa asa ( i-
scrieoi'dia'.o consistorio da g^eja de X. S. da
Conerfo dos Militares, onde se acharan cx-
posts as urnas e as espheras arrumadas em
ordem numrica apreciado do publico.
Para o Banho, Toilette, Crian*
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especias
am todos os periodos.
Appr<>v: il'i. iitoristwi..? p ra geral l j-^i -uio -c Rio : Janeiro.
Oeposiui ciii i*in.iiitii'jj casa de
Fran"ii- so Manoel da Silva & C.
ORIZA LACTE CREME ORIZA 'OflIZA VELOUTE
aos Consummidores
perfumara oriza
PARS 207, Ra Saint-Honor, 207
OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA L.LEGRANO
devem sea auecemao e favor publico :
1- A cuidado iscraftlmt coa qie i 2a 1 tai validad uaHaniH t
sao fabricase. i aTidtde do sen perlune.
AS SE IMITA OS PRODUCTOS DI PERFUMARA ORIZA
sem attingir ao scu grau de delicadez e perieic^o.
Ok, A apyarencta exterior deltas tmttardes sendo tdcittca aos Terda- #
Pj^ aexron I'ruitmttis Orita. os consummidores derer&o se Jk\
t^p. precacer contra este commerrio illicito e considerar cono ^mtf
*W. contrafacco oualquer producto de qualtdade inre-i'^ *^r
vendido por catas pouco honradas.
Tnar i sffiut
PARA TINGIR A
barba e es cabellos
untara tinge a barba e oa cabellos ins-
tantneamente, dando lies urna bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
(JARIA de Rouqupyrol Freces, successores de A.
CAORS, ra do Bom-Jesus (antiga da Qrui
o. 2?
Canell"
ua
SAVON ORIZA; VELOUTE
Remesa do Catalogo lllumtr.ido a pedido franqueado.
Compra-se em grande ou pequea por,So
roa larga do Rosario n 1.
Fabrico de assucar
Apparelbos econmicos para o cozimen-
' te e cura. Proprio para engenhos peque-
| nos, si-ndo luodict* em pre;o e ef
fcrtlvo em operaco.
Pode se ajunUr aos engenhos existentes
do systema velho, melhonndo muito a
' quaiidade do assucar e augmentando a
quactidade.
OPERAQO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos cintraos,
roa'hiuisrao aperei^oado, eystema moder-
I no. Plantas completas cu machinismo
separado.
Especiiicagoes e inform. joes com
Browns v.
5RA UO CMMERCIO-5
Vende se dona cabriolets, sendo um deseobert
e outro coberto, em perfeito estado, para nm on
douscavalios; tratar rna Duque de Caiai
'A' Horida
Ra Duque de < ai I as n loi
Chama-se a attracao das Exmas. familias par
os prcaos seguintes :
Ciatos a 14000.
Lavas de pellica por 24500.
Luvas do seda edr granada a -I, '500 e Si
Fitas de reliado n. 9 a 600 ra n. 5 a 400 n.,
metro.
Albuns de 1*500, 21, 3, at 8*.
Ramcs de flores finas a 1*500.
Luvas de Escoasia psra menina, lisas e borda
das, a 800 e lf o par.
Porta-cetrato a 500 n., II, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisas de 2 a 8 ordens a 400, 600 e 600 M.
Eipartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentes para coco com inacripcSo.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 12*000
1 eaiza do papel e 100 envelopes por 800 ri
Capella e veos para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mo de papel de cores a 200 ris
Es tojos para crochet a l$000 rs
Bico de cores 2, 3, e i dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Leques transparentes a 34000
dem yreto a 2*000
Lindos Brozes a 3*000 1*000 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Linba para machina a 800 ris a ducia, (CB K
Bordados com dois dedos de largura 600 ris
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1*200.
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
Leques com borlote a 800 rs.
Ricos brancas para acineta, cretone e chite pa
ra correr babados a 1*000, a 1*500 a peca com
10 varas, barato.!
Albuns de chagrera, velado e verbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8*000.
Meias de Escossia para senboras, a 3 500 o par.
Lencos de linho em lidas caixas,
Bico das libas muito fino proprio para toalhas
e saias.
dem japones proprio para alvas e roqueta i
toalhas de altar.
dem brancos com 5 dedos de largura, a 3*000
a peca com 10 varas.
Caixas com sortes de jogo de magic i proprios
para salau, a 5*000.
Sabonetcs de deversas qualidades.
Bolsas de couro para menina de eseola.
Collarinbo de linbo a 300 ris um.
firande peohineha em eapartllboM
de linbo a S&OOO. um.
BABEOS A <& SAOSTS
81110o fi BRONZE
DE
sortimento
DE
Fogos e sortes
Santo Aatouio, S.
para os festejos das noites de
Joo e S. Pedro.
lima pille
LUZ DA CRUZ ESIJLITA
66--Rua do Baro do Tfiumpho-66
(Antiga do Bru)
Neste estabelecimento encontrar*) os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a ag cultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e pestillar, alambiques do antigo c no-
vo systema com esquenta garapa, serpenti-
nas e earapwc.as, tachas, tachos; bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de aspirante e
de repuxo, para agua, mei e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os taroanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimen^es, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
fro galvanisado rmelas, e lenges de co-
bre, bombas, continuas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ingleza e do Rio, cidi-
nhos patentes e de laps.
Fazem se concertos de todas as qualida-
les e com toda presteza c perfeicao apresos
mdicos
Vendem-se
descont.
a
prazo
ou a c
linh
eiro com
Vende-se por pnces muito rasoaveis e faz-se
grande differenca em porcao.
SI, Bisa 4o Baro da Victoria 61
Loja do Souza
se exposlos venia os bilhetes da
lotera das Alabas
Sorte grande
10:000*000
,
commercio
O ab-tizo tend j vendido o seu estabelecimento
de molbado sito ra do Sol n. 24, da cidade de
Olinda, ao Sr Antonio Rodrigues Tavares, livre
e desi mburacado de qualqner rnus, convida a
quem si- julgar credor a apresentar suas contas,
no prato de tres das, a contar da data presente,
ficando o comprador sem responsabilidade alga-
ma, depois de rindo o pr z-i.
Olinda, 27 de Maio de 1887.
Joaquim Moreira Coelho.
Criaflo escia^o
cnsps
DIVIDIDOS EM DECIMOS
la Fortuna, ra
as
n. 23.
Casa Feliz,
ns. e 39
n. 24 A.
O dia da extracto ser a 8
!, de Mai ^o
prac,a da Independencia
ena ra arga do Rosario
P
PURGATIVO
OE
PODRE PURGATIVE DE ROG
ROG
APPROVAg.A DA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS
Nenhum purgativo tem gosto tio agradavel nem produi
effetto mats certo. Numerosas observares nos hospitSes de Pars
demonstraram que os seos effeitos sao constantes.
Com o P DE KOGqualquer pessa
pode preparar urna bebida purgativa,
laxante e refrigerante. Conserva-s e trans-
portase fcilmente.
O P DE ROG nico e authentico i
vendido em vidros envolvidos em papel c?
de laranja tra\ a assignatura
e o st nete do inventor em frente :
Precisa-se de um criado escravo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar no caes da t'ompa-
nhia n. 7, escriptorio.
Cosinliciro escravo
Precisa-se do nm cosinhi iro esersvo, para urna
casa de pequea tamilia ; a tratar no caes da
Companbia n. 7, escriptorio.
T rrenr no Arraial
Pe de-ee ao Sr. Rufino Manoel da Crus Conssei-
ro que marque dia e bora, para em sna presenta,
urna pessou bibilirada proceder a verifiwico dr
cerca e medicaj do terreno, sendo a despesa pag
pelo reclame-'te, se a reclamacio nio f r juste, e
pelo Sr. Coii*-eiro, no ceso contrario. Ambos s2o
interess>.dos c-m evitar urr litigio.
llliuju no\idade de fugos
e sortes
Offerece-se aos rimadores, para os festejos das
noites de Santo Ai>ti>nio,*8. Jo e S. Pedro, nm
completo snrtMMnto desres ariigop, qne vende-so
por pricos muiro rasoaveis, e far-se gijiide diffe-
renca e.n porcao ; na ra do Kangel n. '2, e ra
estreita do Rosario n. 23.
Semenles e arrpalo
Compra-se na fabrica Apollo a rna do Hospicio
numero 79
VENDAS
= Vende -te om e.innho de quntro rodas rom
um boi gordo e fort> ; a tra'ar U ea< s 22 de No
vembro, taverna n. 77.
Fi de algodao
Em saceos de 25 kilos : veudem Baltar Irmaos
& C, i ra da Crus n. 32, 1 andar.
Di pus i lo de ierro, novo
Vende-te nm ; na ra larga do Rosario a..38.
Livrainento & C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de 1*
quaiidade ; no caes do Apollo n. 45.
Cofres de fe ro
Carlos Sinden re-
cebeu, em con^igna-
o, cofres de ferro
pro va de fog-o. A ssim
como cha preto de su-
perior quaiidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
48-Rn do Baro da Vclora-48
Cobrado a vender-se
Vende-se o cobrado n. 87 roa da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o corrector Pedro Jos Pin-
to, na praca do Commercio.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estacao do
Principe, estrada de Joo de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicerces
para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri-
ciro andar.
Leitura para sen horas
Broches n'kelados e dourados a 240CO.
B-nit is grarrp s dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de galdes de vidrilho.
Grande variedade de i-ques de setim, a 4*00.
Fiisadores americanos pura cabello a 300il o
tnaeo.
Setas de pbantasia para cabeil".
Bonita eolltc-cSlo de plisss a 410 ri^.
Brincos, iinitc, j d> brilbante, a 500 ris.
Aventaes bordados pHra criancis a 2/000.
Chapeos de fusto e selim para crianzas.
Sapatos de meriu e senm idem, idem.
Meias brancas e de corns, fio de E-c eia
Pomada de vazelina de diversas quaiidade-.
Saben te-b fia. b dr vaselina e altac.
Extractos finos de Pinaud, Gu<-rlain e Lubin.
Lindas bolsas de ci uro e ve.ludo.
Ficbs de \i p^ra senbura a 1S t).
Sapa tes de CbS^mira preta a 0 O.
Tesou.-us para costura, de 400 ics a 3/000.
Pac. tes de po de arros a 3< 0 ri i.
Fitas de todas as qualidades e c res.
Immensa variedad de boides do pbantasia.
E milbares de objectos proprios para tornar urna
senbora elegante, e muitos outr. s ndispe-nsaveis
para aso da familias, tudo por presos admiravel-
mente mdicos.
Na Graciosa
EA DO CRESPO N. 7
Hitarle A C
Gotta, Rheumatismo, Dores
Soluqo do Doutor Clin
Laureado da Faculdada da Medicina de Pars. Premio Uontyon.
A Verdadeira Solugao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As AffecQdes Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulares e Musculares, e todas as vezes que necessarlo calmar os
soffrimentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira Solugo CLIN c o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
tii3 Um explica$i~o detalhada acompanha cada frasco.
Exigir a Verdadeira SolucSo de CLIN & Cie, de PARS, que se eneontra em'
. ______casa dos Droguistas e Pharmaeeuticos.
CAJIR1BEBA
PBAPERADO VWHOSO DEPURATIVO
mi JUNTA BE HYBIBIB PBL1G\ DA GORTE
Antorisado por i crcto imperial de 20 e Junho de 1883
Gomposcio de Firmino Candido de Figueiredo
EMPREGADO COM A MAIOR E1FICACIA NO RHEUMATISMO
DE Ql'ALQUER TATL'REZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, XAS
LEUCORRHAS BitOKCHiTES (molestias das vas respiratorias), nos soffrlmektos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO SANLE E FINALMENTE
-HAS DIFFKBENTES KURMaS DA SYPHILIS
PropagadorA. P da Cunha
As importantes turas, que esto mportaato uieilicaiui'nto tem produzido, attes-
tadas por pessoas de elevada posiyo socixl, fazcri eom que de toda parte seja elle
procurado, como o melhor e rrais fn<*rgi',o depurativo do ssngue.
Depurar o sanguo, como o.'idiyu >ie urna tirculagSo benfica e tfficxz, eis uoi
que consiste principalmente o meio mais seguro de conservar a sale e de curar ss
molestias que a ropurrsa do targu*1 < e>8<'n
O Cajrubba, pel^ sua accao tnica e enrgicamente lepurativa, d medica-
mento que actualmente pode conseguir esse resulta Jo sen prejudi.ar nem alterar as
fonccd'es ^o estomgo e dos intestinos, porque nao contm substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos qw consiituein a base principal d'este m^dicimento.
As iijuit.3 curas c\w ie:r feito, estau co provadas pi-lo Ustc-uunlio ^ dis-
tini tos o conhecidos cavalleircs que frmam os attestado?, que nata jorri' l tem pu1 iics-
do i m sua seccao ineditorial
Deposilo ceiilral, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
.1' m rula em luuifan pturniai'irw
Mani'MS'ii ingleza
Tem pra vender em latas com meio kiU cada
amaaTOi-- A'ittnio Duane, Aa da Um So
n 54 e Anhur Q nclvc a MaC&fB, ra da Au-
rora m. 85, confrontando-se com a eatacSo de
Olinda.
Z UlAlS DORES oe Ditm.
Wc|f POE MIJO DO E1IPSK IX ^V^**fc
* Elixir, P e Pasta dentifrioios rV)ti
DOB
RR. PP. BENEDICTINOS
da Abbadia de SOULAC (Gironde)
D0M MAGEL0NNE, Prior
2 aSdEIDA-XaH-A-S 3DE OTJEO
Bruitllas lltt Uares 18^1
.ta mitin eleratlas reeompetman.
INraNTADOi af Peo p"nr
no tsao Id/> PitmBOURSATJI
O uso cuotidiano do Elixir
Dentitriolo dos Xa. P'. Be-
nedictinos, com dae de algu-
nias gottas com agua, prevem
e cura a carie dos denU'S, em-i
tiramiueccos, fortalecenilo e toj-l
nando as geugivas perfeila-l
mente sadias.
Prestamos um venladeiro
sorvico,as>lgnalando ao> nossos
leltores oele antigo e iitlUssimo
rcreiiarado, o utelhor cura-
tivo o o nico preservativo contra as
Affieece* dentarias.
Carnada fundada cun 1807
AaenteaBaff^l I I ccckl 3. RE HD6UERI,3
Coral : 9 cccc&V Wl UIH BORDE AUX
AalUL-se em roas a boa rtrfumerlu, PharmtcilS
t Ontarit:
~EBlH


8
Diario de Pernambuco-~Tcra-feira
Junho de 1887
ASSEMBLEA GERAL

em dia-
Senado .
SES3A.0 EM20 DEMAIO DE 1837
PRESIDENCIA DO SR. CRUZ MACHADO, i
VICE PRESIDENTE
(Continuado)
E' apoiada e posta en diseussSo.
A indicacSo apoiada e posta
tmllir
O Sr. Franco de prop3a-8o a
temar parte na diseuasSo desta mogSo :
aia antea disso quizara ouvir a opiniSo do
nobre presidenta do conselho, e que de
criare se aceita ou nao a indicagSo.
O Sr. Barao de Categipe (presidente do
conselho) pensa que o procedimento do go-
verno deze ser o contrario do que indicou
o nobre senador. Reservase, pois, para
lazar as declarag338 necessarias, exigidas
pelo Sanado, sem indicagSo tr approvada.
Fallar depois que o Senado se pronun-
ciar. _
O Sr. Dantas : Mas aceita, ou nao i
O Sr. Barao de Got'gipa (presidente do
conseno) nos tormos ora que est a inlica-
.-So, entenia qua ple ser approvada
O *r. Jaguarlbe acha gravissiraa
a attuagSo era que o Senado est collocado
diante da indicagSo que se discute. O
goveroo tem por mais de un vez man-
testado seu juizo sobre esta questao; vera
agora o nobre senador suggerir a idea de
intervir o Senado para que sejam cassadas
as notas que motivarara o mfcptaio das
cousas. Assitn, o Senado, terTde tratar
de materia que nao Ih* est sujeita pelas
ieis ou pb seu regiment, mas de urna
questao extraordinaria, para qual falta-lha
competencia.
Nao pretende discordar dos que preten
dem cstabelecer a paz e a ordem: roas se
a paz e a ordem estSo perturbadas, que
alguma forga dsviada dos caminhos legaes
faz pressSo. Para ser claro, deveria dizer
que com a espada de Breno que se quer
obter de governo urna decisao que este en-
tende que, por sua dignidade, nao pode
dar ; se esta a situagao, nSo embarazar
o orador o que so quer chamar paz e or-
dem. O que nao se pode negar quo, se
o Senado ceder agora pressSo dessa for-
ja extraordinaria, grande o risco de que
sueeedam novas exigencias, e o governo
perdure as mermas difficuldades.
Dir s: ha: antes ceder do que ver per-
tubada o ordem e a paz. Bero ; mas sem
se oppr rae iida, peusa que, em taes cir
eumstancias, convida, que a deliberagSo
do nSo tem competencia para orear crises
que den'ubem ministerios tambem n3o a
tem por certo para resolver crise que salve
o gabinete.
P*rece que esUmos en um momento
de revolucSo, enflque todas as Ieis se pos-
tcrgm, todas as normas se ovarte m ; em
taes condigo'jB de admirar quo nSa se
aceite o alvitro I librado pelo nobra sana-
dor que asaba da sentir sa. Sa hi perigo
publico, se estao suspensas a3 normis re-
gulares do systeroa representativo, reu-
n m-se as duas cmaras, embora extra-
legalmente, e deliberara sobre a sdvagSo
do Estado.
Estaremos, porera, e-n mora, nto tilo
grave ?
O nobre presidente do conselho tem dito
o repetido, na outra cmara e no senado,
que nao rfceia perturbabas materiaea e
est segur da diseiplia* do exaroito : ain
da depois do manifest dos dous generaes
S. Exc. declarou que esse documento nSo
continba ameagas, e, se as continh, nao
as temia.
De repente d>u se urna transformagSo ;
o nobre presidente do conseibo disse qua a
situagSo era treraenla, e que sa mostrava
rosto alegre era para dissimular o tremor
da carcassa.
Estas palavras importara afioal a con
fissSo de que estamos borda de um abya-
mo, a ordem publica corra perigo, o o go-
verno nao pode cootiar na disciplina da
tropa. Era tal situado, qual o proced-
mmto naturalmente indicado ao governo ?
o que Ihe foi inlicado palo senador do
Rio Grande do- Sul, quando disse ao
nobra presidente do conselho : o poder
o poder e se j nlo podis, deixai o
governo.
Nao se trata de crise nacional, nem da
sublevado contra as instituiySes ; nao ha
senSo um raorimento de indignagSo por
parte dos militares contra o ministerio,
que provocou esta cris*, nao souba diri-
gil a, nem sabe rcsolvel-a.
A imprensa ministerial tem dito rouitas
vezes que a questSo est morta; mas tila
renasce sempre. O governo tem querido
pr)r pedra em cima desta questSo ; ainda
nao couse;uio, nem o conseguir.
A razao da crise a:tual, nao sao os avi-
sos existentes desde 1859, aceites e exe
cutados sem reluctancia do exercito:
a verladeira causa foi o procedimento im-
prudente e illegal do ex-ministro da guer-
ra, quando desconsiderou generaes e offi
JTguidade d governo sacrificadas s recla-
macSas da classe militar.
Pez bem ? Fez mal ? Nao o mo-
mento de examinar qual era o melhor re
giman, se o anterior, se o actual. *A ver-
da io porm, qua o governo submetteu
se, no terreno dos principios.
Agarrou se, todava, a ama taboa de
salvacSo, para inda poder governar com
apparencia de forja moral : u.lo quiz tran-
car as notas postas na fe dos dous officises,
dando para isto razias improcedentes, con-
tradi lirias: allegan lo que a applicagSo
do rgimen entao vigente quallos dous mi-
litares nSo autorisava a retirada das notas ;
hoje o regimj.n outro, mis a resolugSo da
consulta nao tem effeito retroactivo.
Sea punilo foi legal, se as actuiea
disposig'es nao tem effeito retroactivo, em
que se funda o requerirasnto para, se os
n5o deve ser s io Senado, e sim das duas ciaes benemritos, quando por urna ques-
camaras reunidas. Tratase do medida ex
traordinaria, de certo, mas nem por isso
tica o Senado com todos oa poderes e ex
luida a Cmara dos Drtputados.
Se o.Sr. presidente consentir, mandar
requeriraento nesse sentido, como emenda
indicacao.
O Sr. Presidente declara que o Senado
resolver se a indioacao ou nao da sua
competencia. Quanto a ser contraria ao
regiment observa ao nobre senador que, do
abordo com os arts. 48 e 4? do rgimen
f>. a maUria de inicajao. Nao pode ad-
mittir o requeriraento do nobre senador por
ser contrario ConstituicSo, que nao ad-
miite fusSo das cmaras s no es so do
art. 61.
O Sr. Jaguaribe : Sirvam ko menos
as minbas palavras para assigwar esta
illegalidade.
O Sr. Franco de 9 possuio-sa de
grande pa3mos quando ouvio o nobre pre
sidante" do conselho declarar qua esta indi-
aajao estava no caso de ser negada pelo
senado Na sesslo do .mno p^ssado nega-
ra S. Exc. ao senado competencia par.
approvar urna emenda ao voto de gracas,
porque continh materia poltica, poda ser
:on*iderada um voto o descoafisnea ao
gabinete, e o senado (uo entender do nobre
presidente do conselho) nao faz poltica
para resolver crises, nem derrubar o mi-
nisterio.
Hoje S. Exe. reconheceu que o senado
tem competencia para, sahinio das rbitas
las funcco.'s legislativas, indicar ao go
verno o procedimento que deve ter em
caso de sua exclusiva competen-da e en-
feude com a disciplina militar. Se o sena-
FOLHETIM
JOSLARONZA
POR
UCUUES DI FtOT t PEDRO >HEL
T K II C V. I it A PARTE
O ABISMO
(Gontinuaclo do n. 1^^)
XIII
Quando se achou szinho no sea quarto,
sem ligar a menor importan da ao caso,
recapitulou os acontecimontos do da e poz
em ordem as suas nrlexoes.-
Pelo menes singular que eu encon-
tr a mulher do efunto t2o pouco tempo
depoia da morte do marido. E' ain la mais
singular que a encontr moribunda, ferida
por mao aceulta. Emfim, sobretudo ex-
traoriinririo que esse cruce houvesse tido
outro ovil diverso do roubo. Qul esse
rcovel?
Ser por acaso vinganca de amante aban-
donado ? N2o creio.
Ser por acaso a satNfaeao de alguma
i).ixSo mon8tru)8a ? O inqaerito demons-
:rou o contrario.
Nao pois, ah que devo procurar a
. : do enigma.
Esther alias Sra. Jacob, foi assassioada
;or algucm que tinha interesse em fazel-a
desappareccr do numero dos vivos. E nao
:e rre dava de apostar qua esse alguem foi
-Stephan Rouval. .
Por que tinha Rouval interesse em que
Esther morrease*
Porque Esther poderia fallar. E s 08
-tos nao fallam.
Felizmente, parara, ella anda nSo tinha
loorrido.
Ento as ideas de Juliano bruscamente
voltaram-so para o incidente do encontr
t5o de nonada despedio do servico o aju
d-inte general da armada e um Ilustre
ganeral ..c-lamado primo inter pares na
guerra do Paraguay. E quando, durante
o processo deitora!, mandou chamar o^fi-
ciaes para Ihes dictar o voto.
O fermento de dignidade offendida que
Uvrava no xorjto fez explo3lo quando o
nobre ex-ministro da guerra nao s deixou,
sem urna pdavrade defeza, que fo3se ul-
trajada na cam ra dos deputados a honra
de um distincto offiial que depois da guer-
ra mereceu vari-^ promojSes 3 teve com-
missao de confianza do governo; como
usou de extremo rigor disciplinar para punir
o desforjo com que esse offieial, na impren-
s, procurou desafteontar-se do represen
taote da npjXo que offendera sua honra.
Foram estes faetoa que levantaram in-
digna,lo centra a execugao doa avisos.
O outro incidente nao foi mais do que um
ensfjo para que este sentiraento ainda se
manifestassa com mais forja. Da certo
que pela punicXo disciplinar de dous offi
caos, nao s? cimprehende que o exercito
se lavantasse cono um 30 homem : aquel-
las causas que "xplicam tal acontec-
ment.
Aquellas avisos .irn nao s executa-
dos pelo governo, como defendidos pelo
nobre ex ministro Ja guerra e pelo nobre
presi ieute do cons dho, e, ainda mais, fo
ra:u .-istendidos armada. Mas depois o
governo recuou e n jeito O a questao, em
que tinha opiniao bom formada e declarada,
apreciando do conselho supremo militar,
sab^ndo que o parecer deste era de sup
por que os3e fav >ravel reclamajao dos
militares- L'igo, forim a3 convienes e a
com o agente de polica secreta e da visita
que elle fizer* pjrteira.
- Porque razao esse homem parece
querer rao mJ, ou, pelo menos, vigiar
me '?
Elle est ao serdeo da polica de segu-
rarla. Trabalhr, aspira como eu, na des-
;ol>erfa do culpado. A' parte, talvez, esta
considerayao de rialidade profissional, da
qual f cimente conseguira despersuadil o,
nao v> jo mjtivo nenhum para elle supetar
du mim.
Tudo isso aae parece excessvam^ntesin
guiar.
Darmailly entr X'"38.
Sbito, fez-ae a luz em seu espirito, por-
quanto endireitou-se, aom vivacilale, deu
um pulo na cadeira, c, com as mos naca-
beca, deixou oseapar urna palovra, quasi
um grito de friumpho.
Oh que idea que idea Ora, e por
qu nao ?
Entlo csfrtgou as maos.
Ah 1 Juliano, ineu amigo, andas em
bus^a de negocio em qua possas mostrar as
tuas aptid-3es. Creio que achaste urna ver-
dadeira mina de 'escobertns!
officiaes requererem, mandar eliminar
aquellas notas ? E' como graja que exi-
ge requerimento ? Da linguagem do no-
bre presidente do conselho o que parece
inferr-se, e por isso que os officiaes tem
reluctado em requerer. m'So no despacho
de um requeriraento que o governo ple
attender a razes polticas ; estas s po-
doriam ser expendidas em acto espontaneo
do governo.
Este acto que o nobre presidenta do
conselho tem recusado at hoje, por enten-
der que ira postergar regras essenciaes
da disciplina e estabelecer um mo prece-
dente. Agor*, porra, o nobre presidente
do conselho mudou de opiniao ainda urna
vez, parece inclinado a aceitar o voto do
seuado para qua, sem requeriraento dos
officiaes, sejam as notas trancadas
O orador considera neste expediente um
subterfugio, urna sorpresa, quo afinal na
salvar a dignidade do governo, mas que
foi o nico meio engendrado para salvar o
nobre presidente do conseibo e sem colle
gas deste naufragio, e que o orsdor nao
sabe se foi do acardo com o governo ou
smente dictado pela magnaniroidade do
nobre senador do Rio-Grande.
O Sr. Silveira Martins, foi inspirado
nicamente no grande interesse nacional.
O Sr. Franco de S, em todo o caso de-
va declarar que para este passo nao houve
deliberacao colloctiva da opposicao) liberal.
O Sr. Silveira Martins : O que ha
urna proposta apre3entada por um senador
em seu proprio nome.
O Sr. Franco de S deve esta declara
{2o ao paiz, e ao seu partido. Grande
numero de senadores liberaes ignoravam
at ha poucos momentos que ia presentar
se esta mojSo. Parti ella de pessoa que
tem a mais consideravel autoridade no seu
partido : mas nao tSo grande essa auto
ridade, que tolos davam sacrificar a re3-
ponsabilidado qua lhes cab?.
Sa o governo, apezar de suas solemnes
declarajBas, pode prescindir do requeri-
raento dos officiaes, por que nao resolveu
espontneamente e sem solicitadlo de nin-
guem ? Se, porra, para resalvar-se a
sua dignidade, havia necessidade de me-
dida parlamentar, esta medida ou de
confianza ao ministerio, ou de raprovaco
e censura. Na priraeira hypotbes, a ini-
ciativa nao caba opposicao liberal, nem
a neo hura de seus membros...
O Jr. Silveira Martins : Inspirei-me ,
no3 interesses pblicos.
O Sr. Franco de S : .. na 2a hypo
these, os amigos do governo nao podem
votar pela indicacSo, nem o governo acei-
tal-a.
Domis, se esta medida extraordinaria
era indispensavel, nao era neste recinto
que devia ser proposta, mas na cmara a
que compete a solucao das crises polticas.
O proprio nobre presidente do conselho
foi que deularou que podia o senado dar
20 votos de desconfi&nga ; a sua opiniao
nao t.ria influencia na sorte do gabinete.
Como que hoje, era um momento de des-
espero, um voto do senado pode salval-o ?
E para isto invertem-se todas as regras.
E' certo que o regiment admitte indica-
do poder executivo, rasolva urna questlo
meramente administrativa, quaesquer que
po3sam ser as suas consequencias.
O nobre presidente do conselho em toda
esta questSo tem-se achado solado, des-
acompanhado de seus amigos, tanto na c-
mara como no senado ; urna s coz nao se
levantou em seu auxilio, nem a dos dous
niarechaes que eram do futuro que ora
JO do. presente, os nobres senadores pelo
o de Janeiro e por Pernambuco ; o en-
tretanto, diz-se quo as nstituic5>3 correra
perigo Por qua ha de entSo levantarse,
das fileiras da opposicao um athelta robus-
to, que ainla ha pouco mostrava ao paiz
os erros do governo, e vir em soc:orro do
gabiaeie T Vem S. Exe trazor, como um
salvaterio dos nobres ministros, esta indi
cacao! Mas isto nSo cabo ao senaio ; isto
importa declarar o paiz em estado de re-
volucSo, e qua o caso de invocar a aal-
vajo publica.
Eis porque o orador levanta seu pro
testo.
Porvantura exacto que ao ministerio
no restasse neuhura outro recurso para
salvar se .'esta criso ? qua nao houvesse
nenhuma outra parte por onde, honrosa-
mente, pudes3e chegar a solugo igual ?
Admira que a provada sagacidade do no-
bre presidente do conselho e a experien-
cia da seus amigos e auxiliares, nao te-
abara podido encontrar a sahida que real-
mente podia salvar a autoridade o o de-
coro do governo A salvac&o naturalmen-
te indicada e que por rauitas vezes lhe
tem sido apontada.
Nao houve requeriraento para serena
c5as; mas sobre assumptos em que o so
nado pode deliberar. Nao ha urna s dis-
posifJo ragmental, nem precedentes, que
autorisem o sealo para requerer ao go-
verno, que deserapenna fnnccSes peculiares
trancadas as notas ; mas ha requerimentos
dos dous offi ;iaes pedindo conselho de guer
ra. Nao era caso de conselho de guerra,
por que apenas tratava-se de materia dis-
ciplinar ; entretanto o nobre ministro da
guerra poda despachar concedendo o con-
selho do guerra : ara preferivel essa deci-
sao, in la que com infracco dai disposi-
co3s regulamentares, que nij tem base
em lei, antes do que nverter as normas de
um governo constitucional, assumir o se-
nado a posicto de corporacSo do pedintes,
ou de urna oorporago poltica qua dicta a
lei ao governo.
Mas o gove.'no nem disto precisava :
bastava linear um despacho naquelles re-
querimentos n^ganlo o conselho de guer-
ra ; porera, mandando trancar as notas.
Era urna sahida airosa e que nao compro
raettia o voto do senado.
Parees que o nobre presidenta do con-
selhe o qua quer abatar o senado, afira
de conservar sua atttude sobrancera e
poder dizer nacao: Nao ced ao ex'ir
citoo, ced ao senado. Mas, quera cedeu
entilo presSo da forca armada ? Quera
obriga o governo a proteger as leis que
julgava inlispensaveis raanutenjSo da
disciplina militar e ao decoro do governo ?
E' o senado O nobra presidente .do con-
selho e seus collegas atiram a responsabi-
lidades, toda sua, sobre o senado e espe-
cialmente sobre a opposigao liberal. Same
lhaute procedimen'o, que nito sa recom-
menda pela sinceridade e franqupza, n2o
pode satisfazer o exercito nem nacSo.
Ignora o que vai declarar o illustre Vis-
eonde de Pelotas : mas, ainda esta manha,
na iraprensa, um pseudonymo qua nesta
quest2o tem representado papel conspicuo,
dedarou que o exercito no aceitar se-
melhante solugao, nao se dar por satisfei-
to emquanto se procurar rodeios e subter-
fugios para se lhe negar aquillo que exige
oomo direito.
A questao, pois, ha de continuar, aber-
ta ou latente. Qualquer destes dias surgi-
r novo incidente, por que o descontenta-
manto dos militares ha de subsistir contra o
gabinete actual. Da modo qua sa ter re-
corrido a este expediente extraordinario,
estupendo, aera matar esta questSo que
tintas vezes se tem dado por morta.
Ainda estranhar mais urna anomala ;
que, discutindo se mocjlo desta orlem, o
nobre presi ente do conselho nto sa res 1-
va dizer se este voto irregular que ojseaa-
do vai dar, pole ao menos ser eflhaz ; se
S. Exc. persiste no propo3to que tera ma-
nifestado, ou se vai ceder : S. Exc. guarda
XIV
Prcza da mais viva impaciencia, passou
Darrail!y os dous dias que fizera teneao d-.
dexar mediar antee de tornar casa da
judia.
Quando alii voltou, o estado d.lla peio-
rara muito.
A' vista de Juliano, deu mostras de ale-
gra.
Agora fallava.
Julgando a perdida, 08 medie s n5o lhe
iinpunhain mais silencio. D-s 'iaas feridas
que recebera, apaas urna era mortal : e a
suffocncTio devia terminar, porq:into o fer-
ro perfurara a larynge.
Esther pedio que a deixass.vu conversar
a sos cara aquello mogo por algun3 momen-
tos.
Satifizerara esse desejo da moribunda.
Entlo, ella fez signal a Darraailly para
se approximar, e cora voz sibilante :
Meu caro, disss ella, o senhor conhe-
ceu mea marido ?
Sim, minha senhora, responden Ju-
liano.
Sabe entSo a minha historia ? Sou
urna miseravel.
Ha misericordia para todo o pecca-
dor. Arrepende-se ?
Ha dous anoos que me arrependo.
Ento, por que est aqui ?
Ella a custo murmurou :
Meu marido nao quiz que eu voltas
se para sua compauhia.
Ha dous i-.nnos pensou Juliano. Ha
dezoito raezes que advoguei a causa de Ja-
cob.
E interrogou outra vez :
Entao, mora aqui ha dous annos ?
.NSo ; ha apenas ura anno.
E anteriormente onde morava ?
Furtivo rubor colori-lhe as faces.
Nao estava em Fraoga.
Onde estava entSo ? Diga ao serto
- Estava em M lia.
Juliano reparou que ella desviava os
olhos. Com toda certeza mentia. Aquella
mentira devia encerrar urna partcula de
verdade. Dissera um nome de cidade das
que-conheca e nao deviaa conhecer senao
as cidades onde estivera.
Darraailly cntenleu de/er insistir.
E estava szinha?
Esther n5o respondeu.
Reconb-go que sou indiscreto. Como,
porra, foi a senhora mesraa quem me pe
dio que fallasso, entend dever fazer estas
perguntas. Pego lhe, pois, que me respon-
da. Em Melbourne raorava s ?
Sira, arti ulou ella com difficuHada.
Ah 1 Entilo elle a havia abandona-
do ?
E Darmailly fitava a pobre mulher. Ella
nao pie furtar se a essa muda interroga-
cao. Rspondeusim.
Darmailly ioclinou-se sobre o leto, e em
voz buixa disse :
Ouga, eu sei tudo. O homem que a
ass A moribunda estremecen. Teve cala
fros.
- Nilo negu, coatinuou Juliano. A se-
nhora victima do seu amante ; e seu
amante Jos Laronza.
Quando pronunciou aquello nome, Julia-
no ule perceber indizivel terror nos olhos
da moribunda.
Elle, postra, tranquillisou-a.
Minha senhora, disse-lhe, nada mais
tem a temer desse homem. A senhora es
inteira liberdade de argSo para, depois do
voto do s?nado, resolver cono entender
mais conveniente.
Qualquer, porem, que se ja a so'ucto, o
que est na conveniencia de todos, do pro-
prio senado que vai dar esse voto, que
a autorilade, o prestigio do governo vao
abater se diante das exigencias da forca
armada : o mais valia sacrificar o ministe-
rio do qua o prestigio do poder.
Retralo o gabiaete, por difficuldaies
para ella nsoluveis, viria outro que pudes-
se sustentar a dignidade, a forga moral do
poder publico : fazer aquillo que o rainis
terio, boje, uao pode f zer dignamente,
mas soraente abdicando, ainda urai vez
suas conviegoes para salvar ura resto de
vida, que talvez nara seja longa #
O sealo, com o sou voto, sacrificar o
prestigio da autoridade tao somento para
que o nobre presidente do conselho p ssa
mostrar que pode sustentar se emquanto
quizer e nSo largar o poder se nao quan-
do for de sua vontade.
Disse o nobre presidente do conselho,
na outra cmara, que s se deixar a mis-
sito do que est incumbido, forgado por
motivo politico, ou pela revolugao. Pois
bem a mogao que se apresentou conse-
cutiva ao manifest dos Ilustres generaes,
a melhor deraonstragab de que nos aulla-
rnos em estado] revolucionario. S. Exc,
portanto, teria de retirarse diante de urna
revolug2o : cedera a forga maior, o deixa-
ria o poder a quem o podesse exrcer.
Mas a opposig'o libaral, levan lo ao extre-
mo o espirito governaraental, quer salvar o
gabinete.
Faz votos para que se realizera os utui-
t'/s a bem da ordem publica e das institu-
goes, com quanto nao approve os meios.
Nao ser propheta de desgragas; lera-
bra que um collega no nobre presidente do
conselho, na outra cmara, em situagao
muito meaos critica, disse: Estamos
quasi chegados ao ponto de nada mais ter
que fazer aqui, varaos para as jan-lias as-
sistir r.03 funeraea da monarchia.
NSo dir isso ; nSo v que estamos em
vospera3 de ver desabar as nossas insti-
tuigSa?. Tem f em que o bom senso dos
brasileiros ba de saber mantel es. Ali-
menta a confianga de que o exercito man-
tera a ordem, resguardando as leis, para
assim garantir a grandeza e a prosperidade
do Brasil; e nunca usar de suas armas
contra as instituigo -s que os nossos ante-
passados fundaram e que ainda sSo neces-
sarias para a seguranga e progresso da na-
cSo. Taes proporgSes, nao tem a crise.
Na sua opiniSo, a crise rainister al, o nS)
nacional.
Vozes : Muito bem I Muito bom !
O Sr. Tannay diz que fora pueril
e occioso oscurecer gravidade da situ-
gSo.
Accudiudo ao appello, que fez o nobre
senador pelo MaranhSo, para que todos
venhara tribuna declarar sua opiniSo cora
franqueza e sinceridade, dir a S. Exc.
que se quiz encaminhar a questSo a urna
solugao capaz de tranquillisar os nimos so-
bresaltados da populagSo, nSo foi feliz.
Precisa rectificar alguraaa incxactiios
que escaparam ao nobre senador. Affir
ma ao Senado que quando um merabro
da outra cmara atacou o coronel Cunha
Mattos, aecusando-o de factos gravssimos,
o nobre ex-ministro da guerra ( o Sr. con-
selhero Alfredo Chaves) que se sentava ao
lado do orador, fez notar, em apartes re-
petidos, a improcedencia de taes imputa-
g3es e proraetteu ir tribuna para refu-
tal-as. As palavras do nobre ex-ministro
da guerra por vezes abafadas pelas conti
ouas reclamadles do presidente da cmara,
mostrando que tSo repetidos apartes nSo
eram permittidos, nSo foram infelizmente
tomadas pelo tachygrapbo durante o dis-
curso do nobre deputudo pelo Piauhy: so
tivessem sido publicadas, produzriam pti-
mo tff'tO.
Esta questSo, pois, desde o seu princi-
pio toraou ura desvio que nSo devia ter se-
guido. Se o nobre es-rainistro da guerra
t collocada sob a protoegSo da justiga
franeeza, qual esse miseravel, dentro de
pouco teropo, ter de responder pelos seus
crimes.
EntSo Debora apenas pode protestar :
O senhor est engaado. NSo foi o
homem que diz quera me ferio. NSo est
em Franga.
A priraeira parto da phrase desnorteou
Darraailly. A segunda confirmou-lhe as
suspeitas.
EntSo, conhece o seu assassino ?
Oh I sim I disse Esther, reconhe-
cel o-bia d'entre ral pesaaas.
A' parte, Juliano dizia de si para si:
Mandaram-a matar por um sequaz.
Ella apenas conhece isso. Quanto or
dem para raatal-a, deve ter sido dada por
Jos a Rouval.
E, arriscando urna hypothese :
Conhece o Sr. Stephan Rouval ?
Os olhoa da judia exprirairam profunda
estupefacgSo. Deveria dizer c&msigo^mes-
raa que Jacob nSo revelara tudo ao joven
advogado.
Respondeu cora voz suraila.
Sim, conhego-o... pouco.
Sabia que seu marido tinha relagoas
commerciaes com elle ?
Desta feita, ella nSo respondeu.
Juliano pode 1er na sua physionomia que
ella estava completamente desorientada.
Arriscava tudo para tudo ganhar.
E' um amigo meu, aicrescentou elle.
EntSo, passou-se alguma cousa singu-
lar.
Esther ergueu-se Ora pouco do leito, e,
agarrando se com ambas as mSos ao brag
de Darmailly :
EntSo e senhor nSo sabe nada mur
murou ella com visivel angustia desenliada
as feigSea convulsas.
E, de repente, urna expresslo de terror'
de indizivel terrar, piutou-a? lhe no sem
blante.
Largou o brago de Darmailly e cahio de
brugos sobre o travesseiro.
Elle approximou-se. .Urna crise nervo-
sa agitava Esther.
Darraailly vio que nSo podia prolongar
a conversagSo. Chamou a enfermeira. Es-
ta entrou, asompanhada do agente queja
conheeruos.
Sera poder achar explicagSo, Juliano sen-
do calatrios ao singular olhar que lhe lan-
gou o secreta.
nSo subi tribuna, foi porque, acto con
tinuo, deram-se outros factos que o impe-
dirn) de assim proceder.
Voltarei araanhS, disse e.ll; em voz
alta. Tenho ainda 'necessidade de fallar
cora esta moga.
AmanhS? Ah Pareje-rae duvidoso.
Creio que ella nSo chegar at l.
E, retirando se Darmailly, elle dase
enfermeira :
Seria bom ir depressa chamar o me-
dico. Julgo que, se a querem transferir
pera B?aujoo, nSo ha terapo a perder.
A enfnrmeira nSo esperou que lhe dis-
ses3era duas vezes. Sabio cora o joven
advogado.
Ficando s no quarto, o secreta exara-
nou se as portas e as janella3 estavam fe-
chadas.
Depois, applicando o ouvido, ouvio o
ruido dos pasaos que se sumiara na es
cala.
Logo que cesseu o ruido, voltou para jun-
to do leito.
- Ingenuo! disse elle sorriodo. Sa pen-
sas fallar cora ella araanha, nSo contas cora
o t;u hospede.
EntSo, estendeu as raSos, apalpou as co-
bertas, e, com gesto brusco, violentamente,
atirou-as para tras.
O bello corpa do Daboro, raostrou-se em
sua quasi nudez.
E' pre iso acabar cora isto.
K, arrebatadamente, atirou se sobre aca-
ma.
Debora, porra, sentindo bruscamente o
fro, voltara a si.
Compr^hendeu o attentado e repelliocom
todas as forgas o aggressor.
Houve luta que oSo se pode qualifi:ar.
Id.linado para a de ventura! a, o agente
a tinha agarrado pela garganta, que aper-
tava entre os dedo3. Afinal, sentindo que
a resistancia diminua, afrouxou o aperto.
Debora, porm, desembaragada, bracejou.
Um grito rouco a:.hio-lhe do peto ; veio
lhe aos labios sangue espumoso. Eviden-
temente, o coagulo provisorio que tapava a
ferida interna acabava de cahir soba pres-
bSo dos dedos do miseravel. Declarou-ss
a apoplexia fulminante. Teve urna ultima
convulsSo e ficou immovel, cora os olhos
arregalados, a boeca horrivelminte abarta,
Tinha morrido.
Por um momento, o bandilo tremeu. .
Depois, a pouco e pouco, reenperou a
presenca de espirito.
Ora para que, senSo para essa firo,
estava eu aqui ? Acab^i depressa deraais :
Com a maior franqueza dir que acha
que a applicagSo dos avisos foi por demais
resuicta. Um official insultado na aua
honra, difficilmente esperar que d se urna
licenga para qua ello possa defenderse.
Est na ndole de todo militar, em taes cir-
cunstancias, repellir immeliatamente o in-
sulso que lhe langado, sujetando se a
tolas as consequena3 de seu acto. En-
tretanto, inegavel que a materia delca-
drlflma, o era outros paizos nSo tem sido
considerada como tem sido aqui.
O nobre ex-ministro da guerra estava
possuido de excellentes inteng3is. S. Exc.
pMtou, na sua passsgem pelo poder, i ;-.-
pfftantes servigos; e parte essa dessi-
dmcia, parte esta razSo de queixa, o
exercito vota grande sympathia ao nobre
ex-ministro, que mostrou a maior isengSo
as prom g3as. (Apoiados.)
Depois de outras rb3orvagoea, voltando
questSo, declara, corao j disse, que tam-
bera aohou exagerada a applicagSo dos avi-
sos ; mas a verdade que, pouco a pouco,
o governo foi fazendo concesso.'s; chegou
a ponto de declarar que se os officiaes re-
queressera, mandara trancar as notas.
Elles, porm, nSa quizeram requerer. A
classe militar briosa ; ple ser natural-
ment levada a excesso ; preciso reco-
nhecer isto, mesrao sem approvar os ex-
co8sos comraottdos, corao o orador nao o
approva.
No p era que se acha a questao, levan-
ta- se um dos membros mais distinctos do
Senado, um dos chef:s mais respitaveis
do partido em opposigao, e, com isengSo
do espirito, qua todos devem applau.lir,
procura encamiuhar a opiniao para uraa
solugac digna e honrosa, arrostrando os
perigos da impopulsridade. Mas o n^bre
senador um homem habituado s tormen-
tas, e nSo abate a cabega aos vendavr.es
passageirds, nem se deixa levar por senti-
mentos do ambgao do poder por quaes-
quer meios.
Foi, pois, esse homem rodeado de ver-
dadeiro prestigio, o primero dos rio-gran-
denses no parlamento, qua apresentou esta
indicagao, que nSo pode cintentar o go-
verno, mas a quo o governo deve sujei
tar-se.
No pode contentar o governo, porque o
Senado, depois de apreciar os factos luz
da reflexo calma, mas severa, implcita-
mente diz ao nobre presidente do conse-
lho : o Estaes em posigSo de que enten
deis nao dever recuar ; mas chegado o
momento em quo releva aceitar um expe-
diente, que vossos pares vos i-fferccera e
do qual nSo pode resultar nenhum dezar
ao governo ; aceitae a solugao que V03 of-
ferecemo3, porque estamos diante de ver-
dadeiro perigo. o Como quo o Senado
poderia recusar esta porta, que uooa mil"
imparcial, veio abrir, para chegar se a
urna solugSo honrosa ? Em frente da gra-
vidade da situagao porque se ha de fazer
questSo Je forma, questao regimental, por
em duvida se a mogSo requerimiento ?
inlicagao, se pode 3er recebida ? Isto
inteiramente inopportuno.
O nobre senador pelo MaranhSo entende
que deve separar se da maioria do seus
corapanheiros. Mas nao seria este o me-
mento em que conrria que todos se unis-
sem, para tomar urna providencia, nSo
deste ou d'aquello partiio, mas de tido o
Senado "
O Senado, approvando esta inog-lo, ins-
pirada pelo nobre senador pela Bahia fo
Sr. Saraiva) e apresent .da sob a respon-
sabilidade individual !o nobre senador pelo
Rio Grande do Sul, diz que o governo nao
andou bem da applicagSo dos avisos ; mas
ao mesrao tmpo e por espirito de ordem,
por espirito governamental, declara que o
governo nSo pode de tolo recuar da posi-
gRo que toraou, e otfrecc-lhe ura meo de
terminar a questao.
Acredita que a nagSo receber com pra-
zer a noticia desta interferonoU syrapathi
oa, que nos tira de um d.sagradavel mo-
mento da nossa vida publica.
Vozes : Muito bem Muito bem 1
(Continua.)
es tudo. Fui desasado. Afinal dt
tas, talvez assim fosse melhor. Pelo
nos, agora
oon-
me-
nao fallar mais.
ultim grito da moribunda fora ouvido
em toda casa. Por isso, nao foi para ad-
mirar ouvir o ageata pedir so.'corro. Os
mais corajosos arrisesram-se a entrar m
quarto.
Um momento depois voltou a enfermei-
ra, que fora chamar o medico, qu1? com
ella vinha.
O medico 6qco11isu ob hombros.
E' lamenta ved, masera de prever. Esta
senhora estava condemaada. Era mmi-
nente a terminagSo fatal. Sobreveio um
pouco mais cedo do que tinha previsto.
Pode sa agora proceder autopsia.
Tudo levoua erar na versSo de urna
morta natural, consequencia da terrivel fe-
rida recebida ; o testemunha do agenta, O
da enfermeira, o de Darmilly, que nao po-
de dexar de declarar, no da seguint*,
que deixara a ferida em criticas coadi-
g8ea. .
Entretanto, urna voz intima dizia a Dar-
mailly qua aquelle fira viera de ponto para
impedir que a moribunda a os es-
clarecimautos.'que desoja **- ?a per-
p'uxo, sob a impressao ias ultimas pala
vras de Esther. Cojo effeito, ella lhe ha"-
via dito :
Mas entao o senhor nao sab9 nada I
Ora, na verdad", elle nada sabia, nada
positivo. Pordia-se, andava s apalpadel-
ias, atravs hypotheses. E apezar dac
contrauicg3es em que cahia, mo grado o
ultimo grito da morta, conservou a sua
idea iraplacavel. O autor daquelle assas-
sinio era aquclle personagera mystenoso de
que Jacob lhe fallara, o, tal Jos
cujo alter ego, estava prorapto
era Rouval. -
Deria renunciar a panetrar o mystcno
Em tal nSo pensou nem um momento.
Agora, julgava definitivamente perdida a
opportunidade de tornar a achar as cele-
bres letras qua Ja ob reservava. tuem
abe Os bandidos que hav.ara assassma-
do, um aps outro, marido e mulher, ti
na'am talvez encontrado fetO despare-
cer aquellos ppeis aocusadores i
(Continuarse ha)
Laronza,
a jurar,
Typ. do Diario ra Daqae de Ciirs u 43.
' I


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