Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17940


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Full Text
AH.LIJI IDIBifl 127
i
I
-
t

4

PARA A CAPITAL. E I.I1.1HKN
Por tres mezea adiaatadoa ......_
Por seis ditos idem........
Por um anno idem........
Cada numero avulso, do meamo dia. .
ONDE SAO ME PACA PORTE
......... 60000
, ...... ii'tfOOO
......... 23,5000
......... 5100
SABBADO ( DE MEO i 188?
PARA DENTRO E FORA DA PRO VI3CIA
Por seis meses adiantados.........'"' ..
Por nove ditos idem.................
Por um anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores. ,
1305OC
20^000
70100.
0100
I

propricfra&e bt Jtlanoel Jtgurira i>* Jaxia Sfyos
O Sra. l.'Bi'i. V.....e fc C
e Parla, *i os aommoa agentes
exclusivo* de anauncios e pu-
blicacdea na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
PARAHYBA, 3 de Juuho, a 3 horas
e 55 minutos da tarde. (Recebido s 5
horas e 15 minutos .
Cbegon hoje este porto o vapor
nacional PARA' e seguio par o do
Becife.
RIO )>E JANEIRO, 3 de Junho, a 3
auras e 55 minutos da tarde. (Recebido a
5 boras e 30 minutos, pelo cabo aubma-
rino).
Cantara dos Deputados appro-
* oh boje una noco para qoe se In-
aerlaae na acta um voto de pesar
pelo falleclmenlo do conselbelro An-
tonio da Costa Pinto e Silva.
Home boje na Cmara do Depu-
tados elelrao da respectiva mesa,
que Ilcoa asitlm compoNta :
PresidenteOr. Augusto Olvmplo
(ornen de Caatro. deputado pelo 3
dlstricto do Maranbao :
l. vlce-preatdenteDr. Uenrique
Perelra de Luceoa. deputado pelo
9. dlstricto de Pernambuco.
dito Barao de Ouaby. deputado
pelo 1. d i*i i rielo da Babia s
3. ditoDr. Antonio Coelbo Bodri-
sneii deputado pelo l.J dlstricto do
Plauby i
1." SecretarloDr. Juo Ferreira
de Araujo Plnbo. deputado pelo 9."
diatrlcto da Habas
2 dito Dr. Ignacio Wallace da
Varna Cocbrane. deputado pelo o
dlstricto de S. Paulo t
3." dito- Dr. Jos Luiz Coltao Cam-
po*, deputado pelo i. diatrlcto de
Serglpe i
ditoDr. Mano.-i AmbroNlo da
Silvelra Torres Portugal, deputado
pelo I." diatrlcto do Cear.
\'o Senado rol boje apresentado
pelo conselbelro Manoel Piolo de
Sonxa Dantas um projecto obre
a abolirn do elemento servil e aa-
tesMMBO por 13 aenborea aenadorea.
JNSTRDCQO POPULAR
BIOLOGA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
O PBOTOPLtSMAOUBIOPLASMA
(Continuando)
Esta tendencia separaco manifestada em sub-
stancias que d.fiVrem Da mobilidade molecular,
mas nao Unto que se decomponbam espontnea-
mente, urna grande aptido para as trocas e mu
daDcas. E' este o resultado do facto a queja nos
rferimos, Uto a differenca de mobilidades mo
leculares entre o carbonio e os outros tres elemen-
tos garosos ; e, apezar que nos compostos de
carbonios menos complicado as atfinidades sejam
bastantes para evitar a decomposicao, ba motivos oade exista agua conreado em aolueio substancias
para crer que n'aquelles compostos mais complexos crystalloides. O protoplasma absorver urna certa
que consttuem oa aeres vivos, se d ama difieren- quantidade de soluco. e ceder urna porco da
sua substancia. O calor acta sobre elle, vapora
urna parte da agua que elle contem tornando as-
sim a soluco existente no seu interior, mais densa
do que aquella que o cerca. Estabelece-se nova-
mente a osmose tendente-a restabelecer o equili -
bro.
Ao mesmo tempo a luz determina no interior d
plotoplasma reaccoes cbimicas de composicao e de
decomposicao ; tudo isto d lugar a que a coropo
sico eaiinica da substaucia piotup'aainatica este
ja continuamente variando.
iContinu)
grande poder do diffuso, passam constauti mante
e vo decompor os colloides complexos, dando
novos colloides que se ditfndem.
Esta prooiiedade da difl'uso perieitamente
comparavel csmose. Sabe se que este phuuom -
no tem sempre por fim estabelecer o equilibrio de
concetracao. Para isso estabelecem-se daas cor
rentes : urna, a endosmoso de tora para dentro,
isto da parto menos densa para a mais densa ; e
outra a exosmose de dentro para tora, isto da
parte mais densa para a menos densa. A corren-
te endosmotica mais intensa que a exosmotica.
Estas correntes cessan logo que os lquidos sepa-
rados adquirem a inesma densidade.
Portanto a grande moDilidade molecular dos ele-
mentos orgnicos e dos seus compostos mais simples
como as que sao elaboradas pelo protoplasma, da
a eliminaco rpida dos residuos da accao orgni-
ca, e a troca contiuua d matena que constitue a
vida.
Imaginamos o proloplasuucoilocado um um meio
ca de mobilidades moleculares extrema, e qual fa-
vorece as recomposicoes de molculas. Conforme
disemos atraz, as differeucmcoes sao originadas
pela grande dissimilhauca dos elementos compo
nentes.
A materia orgnica viva, anda mais complica-
da que estas subtaucias qaaternanas porque nella
ba muitas substancias orgnicas misturadas e
mesmo colloides ligados una aos outros (uns azo-
tados; outros, nao azotados).
Os crystalloides atravessam estas misturas de
colloides ; e, animados de grande mobilidade e de
'ARTE OFFICiAr
'trlf.
ao
!A abetcu 2TS
(Especial pra o Diario)
TIJUCA, -' de Junho, a 9 horas da
noite.
O enfado de S. M. o Imperador con-
tina a melborar rpidamente.
S. M. reerk'-S Ji>nem e boje mui-
tas wtalt e i-ou a i.
BRUXELLAS, 2 de Junho.
A i.uvi. na minas de cario de
Cbarleroi di minu em grande pro-
orre
ROMA, 2 de Junho.
Aelelco de Cipria i ajudante de
Flourenn na Com mu na de Parla Col
de aovo luvalidatia pela Cmara dos
Oepulalo
R0UBMX, 2 de Junho.
A imporlanir fabrica de lecidos de
algodo do- Sr*. Maaurel di Fila de-
ta cidade acaba de ser completa-
CiOVERXO DA FltOl I\ ( I %
LE N. 1898
Pedro Vicente de Azevedo, doutor emdireito pela Faculdade de
S. Paulo, commeadador da Imperial Orden) da Rosa e da Real Or-
dem Militar Portugueza de .Nossa Senbora da Conceicao de Villa
Vinosa, presidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os sdus habitantes que a Assembla Legisla-
tiva Provincial decretou e eu saneciouei a resolucao seguinte :
Artigo uuico. Pica aberto ao 81 do art. 1* da le n. 1860 de
1885 o crdito de 71:276^678 para accorrer aos pagamentos das di-
vidas de exercicios findos constantes do quadro iornecido co anno
passado pelo Tbesourv Provincial, e mais o que se estiver a dever
a Uenrique Dias de Farias, do tempo em que foi empregado na Casa
de Detencao ; professora de instrucco primaria do sexo femimno
na villa de Cabrob o que se estiver a dever de seus vencimentos no
mez de Fevereiro ; e a Gaspar Antonio dos Res o que se estiver a
dever de fornecimento para expedieute e luz na escela publica de
Allianca.
Revogum-ss as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conbecimen-
to e execu;o da presente res&lugao pertencer, que a cumpram e fa-
(,-am cumprir to inteiramente como nella se cout.n
O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio du presidencia de Pernambuco, 21 de Maio de 1887,
66 da Independencia e do Imperio.
L. S.
Pedko Vnt-ME UE Azevbdo.
Sellada e publicada a presente resolucao neata Secretaria da
Presidencia de Pernambuco aos 24 da Maio de 1887.
O secretario,
Fedro Francisco Correia de Oiiwira.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 2 DE hoinrin de cor preta representando ter 22 annos
JUNHO DE 1887
Antonio Gomes Senra. Sira, com aa
reatric^Ses do cstylu.
Adelaide Naghel. i ioa, uos termos que
requer, eatando desoecupado o tbeatro
-intonio do Carino e Almeida. Enca-
minhe-se, devendo ser pago na reparti^ao
doa corrcioa o competente porte.
de idade.
O subdelegado do Lo reto do 2o districto de~ Ma-
ri beca lomou eonbecimeuto do facto, fes proceder
a competente vestona e das diligencias que pro-
cedeu reeonheceu ser o cadver de Joo Damaace-
uo, morador no cngenbo Silva, do 3* districto do
Cabo, que fallecer em consequencia de em ataque
de epilepsia.
Pelo subdelegado do 1" districto da Glloria de
(cita, Li no dia 25 do mez paisado, remettido ao
Felippe Cer-alcanto de Albuquerque.- Dr J! manicipal do tenDo,o inquerito policial
T rr c proceaido contra Manoel Rayoiundo, per enme
Informe o Sr. eogenheiro chefe da repart- ^ etlutieutMt praticados na pessoa de Joio Isi-
yao das Obras Publicas. doro ftainos, no dia 23 tambem d'aquelle mee.
Alferes Franciaco abri-l das Chagaa., Dous guarde a V. Exo.Ilim. o Exm.
Informe o Sr. commandante superior Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, uiuito
da guarda nacional das comarcas de OHn- digno presidente da provincia.O chele
da e Iguarass de polica, Antonio Domingos Pinto.
Irmandade do SS Sasrauseuto da ma- -------
triz de Santo Antonio desta idade. Re-1 CoBSUiado ProviBCial
mettido ao Sr. brigadeiro coroitaod.n lant-i | despachos DO da 2 DE JCNHO DE 1887
das armas para attender Antonia Mara da Paz, Francisco de
Jerouyrao Letao da Coata Machado. Hollanda Cavalcante, herdeiroa de Manoel
Em vista da nformacao, nao possivel o: ntouio de Jesua, Joaquina Maria da Con-
que requer. ceiclo, Joo Walfredo de Mcdeiros, Dr.
Josepha Augusta de Castro Fonce.a. | procurador dos feitos, Victorino Domin-
Sim, com metade do ordenado. guts Alves -aia e Dr. procurador dos
Jos Antonio de A guiar Jnior. Certi- t'eitoa. Informe a Ia scelo,
fique-se o que constar.
Sebastiao Antonio de Albuquerque Mel-
lo. Informe o Sr. inspector geral da ins:
trcelo publiea.
Secretaria buco, 3 de Junho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
A' Ia
sesc-
Farreira dt C* Succesaor.
{o para os devidos fine.
Maria Augusta Pereira Mgalh3es.A'
Ia seccSo para attender.
DIARIO DE PERSAI3BC0
Repartl^o da *olicia
2' aecgao.N 510.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 3 de Junho de 1887.
mente dcNtralda por um grande In- IUm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que ioram bontem recolhidos Casa de
DeteucSo os s-guint?s individuos :
eeadlo.
Dols mil operarios acbam-se sem
rabalbo.
RIO DE JANEIRO. 3 de Junho, s 3
horas e 5 minutos da tarde.
O governo ronnoii a reaamlr o
praso marcado para a admlriio no
imperio da carne necea procedente
do Blo da Prata-
a aova mesa da Cmara do* Depu-
taiioM e a Mecnlntet
Preuldcnir-tome de Caatro.
Vlce-prealdenten Hearlojoe P e-
reira de Loeeaa, Barfto de <-uti e
Colbo Bodrlgaes.
Secretarlo* Plnbo. Cocbraae. Coe-
lbo Campos e Torrea Portagal.
Ma Senado o Sr. conaelbelro Ma-
noel Pinto de Sonsa Daatas apresen-
toa om projecto de le sobre a abo-
Jleao at o Um de anno de !***.
Agencia Havas filial em Pernambuuo,
3 de Junho de 1887.
RECIFE, 4 DE JUNHO L> 1887
Suas Altesaa Imperlae*
Estiveram bontem SS. AA. Imperiaes, oa Srs
Conde e Condessa d'Eu. n'esta cidade, que os re-
ceben jubilosa.
O Gironde, em que vieram, fuudeou no Lama-
rao, perto de trra, s 10 1/i boras da maoh,
A' minba ordem, Philomeno Jcs de Souza, que t-hegaudo alli pouco depois os rebocadores p**JM-
voluntariamente recolhej se aquella osa como
pronunciado do art 1!>3 dodii. Crimiaal.
A' ordem do Dr. delegado do 1* districto da ca-
pital, Andr Jos dos Prazeres, Autouio Josc P.-
mentel e Antonio Joaquitn, p v disturbios.
A' ordem u subdelegado da freguezia de Sautp
Antonio, Jos Francisco da Silfa, Atooio Frau-
cisco Leite, Marcos Benio da Silva Carvalbo, Joa >
Alves Cavaicante, Leocadio Fiorenfo Sjares, Fran-
cisco Feiiz.Salustiano Vieira Allnstu e Francis-
co Autouio do Nascimento, por disturbios.
A' ordem do do 1' districto de 8. Jos, S'venuo
Antonio Pereira. por uso d'armas defesas ; Ma-
noel da Las Amaro, por crime d- turto.
A' ordem do do 2* districto, Mana Tberiaa de
Jess, por disturbios ; Pedro, escravo do majjr
Ciaodino Jos de Almeida Lisboa, rsquerimento ,
de sea senhor; e Josiua Rosa da Conceicao, por
disturbios.
A' ordem do do 1 distrteto da Boa-Vi.ta, L .--
fenno Joaqun de Saut'Auna e Ji>a*jum Jos Ta-
varet, por disturbios.
ror e Moleque e o vapjr fpojaca da C>mpanhia Per-
uaubucana, indo n'uma catraia, rebocada pelo
si-gundo, os Exms. Srs. "residente da provincia,
general comuiasdaute das armas e chefe de divi-
san, J .t Mauoel Picando da Costa.
TenJo resolvilo SS. AA. Imperiae desembar
car, passarain-se Jo Gironde pira a catraia, que
ents veio rebocada pelo Enperor, e, ao meio dia
aaltaram no Arsenal de Mariuha, sendo recebidua
pelo Eiin. Si. e Rivdm. Hispo Diocesano, e com
inisies dos padres capucbintioa, dos carmelitas e
da Associ \tflu Commercial Beneficente.
Crescido numero de psssoas de todas as gerar
chas sociaes esperavam aos augustos viajantes,
que, muito custo e a p, d'alli seguirnm at a
igrej da Peuha, que percorreriin, sempre mcom-
NSnhL8,,r B dnCt? d0}*tak0 do ttio Formot0' n' naubados de grande multido, qoe o victoriava
la 'J ao m v. prximo fiado, pelas 3 hura* da lar-
de, foi assassinado com 13 facadas o individuo de incessautemente.
nome JosMathias, por Mauoel Marceluj ae Oiitei
ra.seos irmos Antonio Pedru deOiivsir. Belisaru
Bispj de Oliveira e Pedro Autouio de Obveira
pai destes.
f delinquentes foram pajjdjl e contra eiles se
proceden nos termos da lei. ll
A' margem do Rio JabjatVi, no dia o Jambe id
do mes passado, foi encentrado o .-aliaver de um
Depou de visitarem aquella magnifico templo,
Suas Altezas Imperiaes tomaram um rico landau
e acompanbados sempre da Ss. Exea, o Sr. pre-
sidente da provincia, bitpo diocesano, general
commandante das armas e muitas ontrus pessoas
grados, que aps elle svguiau em carruageus,
r
i
i
di.igirsm-s; para o palacio da presidencia, pas
sando pelas ras do Visconde de lubama. Duque
de Caiias, Baro da Victoria, ponte da Bou-Vista,
ra do Visconde do Rio-Uranco e ponte de Santa
Isabel.
'Ao palacio da presidencia foi servido aos Ilus-
tres viajantes um profuso lunch, ergueudo o pri
meiro brinde o Exm. Sr. presidente da provincia,
que disse julgar-se o interprete da provincia de
Pernambuco, saudando com enthusiasmo a Sums
Altezas Imperiaes c fazendo votoa pela sad i da
familia imperial.
A >'ste briude segnio-se outro do Exm. e Revdm.
Sr. D. Jos, aos augustos viajantes, agradeceudo-
lhe Sua \ lt.eza Imperial o Sr. Conde d'Eu.
Terminado o lunch, diversas cjinmissoes, entre
as quaes as das Illma. Cmara Municipal e da As
sociaco Commercial Beneficente, foram compri
mentar SS. AA. Imperiaes, a que n eoto entrrgou
o Exm. Sr. Bispo Diocesano a sua Pastoral-, de
25 de Marco deste anuo sobrero Jubileu Sacerdotal
do Santo Padre Leaj XIII e um Rclatorio da.Co-
lonia Urphanologica Isabel.
Sabindo do palacio da presideneia,;Suas Altezas
Imperiaes visitaran) o theatro de Santa Isabel > o
Imperial Lyceu'^de Artes e Officios. Naqueile
edificio foi entregue as man de Sua .\lteza Im
porial a Sra. Princeza D. Isabel, p' urna com
missao da Suciedade Peruambucana contra a Es-
cravidan. um abaixo asiignad-:?. em que s-> pede a
eztincfo do elemento servil.
Temando de novo o landau, seguiram Suas Ai
tesas Imperises para o bairro da Boa-Vista dan-
do um pequeo passeio at a rraca do,Coude d'Eu,
donde regresaran) para o bairro de Santo Anto-
nio, e percorreram diversas ras desta e das fre-
guesias de S. Jos e de S. Frei Pedro Goncalvee,
onde embarcaran), s 3 hjras da tarde, no Arsenal
de Marinba.
A fortaleza do Brum deu as salvas do estylo ao
vir e ao regressar a catraia que conduzia os au-
gustos viajantes.
No largo do Arsenal de Mariuha estavam pos-
tados os batalboes 2' e 14 de infautaria e a com-
panhia de cavallaria, que prestaram a Suas Alte-
zas Imperiaes as devidas honras.
As embareayes su: tas n>> porto, os consulados,
os estabelecimeutos pblicos e as sociedades abo-
licionistas estiveram embandeirados.
Sabemos que Suas Altezas Imperiaes receber un
telegrammas da corte, dando-lhes noticias bem
agradaveis relativamente san de de Sua Msgesta-
de o Impe rador.
Suas Altezas Imperiaes e os principes seus fi-
laos, que nao desembarcaran), durante a ausencia
que fizeram do imperio, que tanto os aprecia, go-
saram boa saude e fizeram excedente viagem.
Que urna e outra continuem, sao os votcs^ai-
ceros que faz o povo pernambucano, cnjus^JPi-
meutos monarebicos ainda bontem se manir^sta-
rain de novo com verdadeiro amore enthusiasmo.
\oihias da E|inpa
Pelo paquete francez Girwmle, qu. hontem che
gou dos portos da Europa recebemos wa seguin
tes noticias alm das que com^Mn da^ carta do
lusa.) correspondente de Lisboa e'que vai publi-
cad* sob a rubrica Exterior.
Ueapanna
A respeito deste paiz eacrtVeu-aos o nosso cor-
respondeute de Lisboa :
Correu em Madrid o boato de que o general
Martines Jampn tiuh* pedido a dcmisso de ca-
pitn ge eral de Madrid.
Os promenores c .m que se dava a noticia, e as
autorizadas testemunhas que se citavam, davain
a este boato certos vis s de vcraciiaJe. Apesar
disso, porm, o boato absolutamente destituido
de fundamento segundo airmam os joruaes hes-
panboes e nomeadamente o lmparcial.
Seguudo paiticipou o mii.iaterio de estado
s ootencias que vo ser repreoeutadas na exp<
sicao de Bafceiona, tsto irrauJe certameu smeu-
te ser abe to no da 8 de Abril d.; 1883.
Um despacho de Bucharest diz que p. rm.i-
necem estacionarias as negociaces relativas h
urna convenci eutre a Romania e a Hespauha.
__ A lega^ao do Mxico pin Madrid desmenta
a uotioia dada pelo Ntw-York Herald relativa ao
appe.lL feito a D. Carlos de. Bourbou pilos conscr
vadores mexicanos.
Em quantu se preparam griudes festss em
Madrid para c.-lebrar com brilhau'isjio o prinosi
ro auniversario do uascimeuio d^- IX Affjoao XIII,
os membros da colonia hespanb.da em Paria esto
oriiauisau lo urna BUbseripcSo para ^flrecer
rainha regeute um objeeto de arte.
Os nomes de todos os subscriptores serio ins-
criptos n'um livro d'ouro, que ser caviado con-
junctamente para Madrid.
Grande numero de traocezes eonleeorados c.m
ordena bespanholas pediram para se associar a
esta sympathica manifestaco.*
Tem atlrahido immeusamente as attencoes
em Madrid a chegada de iudigeuas das diversas
possesoes bespanholas na Oc-.uia, para tomaren)
parte na exposic.io Philippina.
sao quareuta e tres, trinta e um homens e d^s
mulheres : dous noivos joloanos eoir. suas consor-
tes, dous carolinos, quat rse bissayos, des tagal,
dous samares, dous biccols, um negro e oito das
outras tribus.
Vem com elles, e merece ser citado, um rapaz
de dezoito aun: s que mostra as mais felizes die-
pjsicoss para a escolptura.
Sao de figura arrobante, cjmplcico robusta, es-
tntura mais qua in tdiaua a pbysi)uomia syu-pa-
ihica. Hoiive neccjsidide de os vestir a earoja
por causa do clima. Teeui cabello preto abundan-
te e co'npndj que panceium com milita garridce.
As mulheres sao de m or ist.tur.., e, a parle
a cor da pede, a a curva especial dos olhos e so-
brancelhas, podiam passar por formosas ua Eu-
ropa
Algumas vestem o trajo de tagala em dia de
ftssta, o qual se compoi do vistosa s\ia, ampias
mangas, I'uciuoj de rendas para o pescjC) e sa-
patos do lr viva.
Tanto ellas como elies fuuiam quasi seun nter-
rupvio. -
Os mouros nascidis um'Jai* sao os nicos que
teem couaervado at crto ponto, o seu trjo h.-
bitual. 0 trajo das mjuras joloanas paiecc-se
com o das malayas philippinas.
O ebefe dos varoes I.mael Alsate, que, por
seus patriticos servicos Uespanha, tem obtidu
vanas crusds, que osteuta orgulhoso. Falla re-
gularmente o Castelhsno e dis dialectos da Ocea
uia.
Dolores Neisern um* caroliaa de 24 ana >*,
que falla castclhani., francs e ingles, eutenden Jo-
s altn d'.sso com as suas coenpanbeiras, que fal-
lam dialectos distiuctoi.
Foi esperal-os a Barcelona o commissario regio
da ex.osicao philippina, Sr. Alvarez Guerra, mui-
to versado no tagalo e outros dialecto) do archy
pelago.
Na estacao de Madrid foram recebidos pelo ex
ministro e presidente da commisso da exposico,
Si. Gamazo e outros membros da meima commis-
sao.
Esto alojados no Retiro, em quatro aposentas
distinctos: u n para as mulheres das ilhas de Lu-
con, Bissayas, Mariannas, Mindanai e Carolinas ;
outro para os noivos de Joli; e os outr.is dou>
para os h uncus rstant.es, cuidando-se que nao
possam viver em commum raca tradicionalmente
aotagomstas.
Trazem mais de quatro mil plantas, inuias des
couhecidas e oi.tras de gneros que =c nao culti-
vam no coutinento hespauhol ; urna, junta de lau-
ros vivos ; sete veados, um d'elles cebrado, muito
raro ; varios serpentes, 'urna b .a notabilsima
urna caraba (especie de embarcarlo).
Gosaram todos sade durante i viags n.
Sao alegres; como alguus tocam guitarra e ou-
tros cantara, j se teem fcito ouvir, < ra a solo
uui ,.- souat-js inaviosas, ora em coro. Nos seus
cantares nota-se urna certa meUucholia caracte-
tistica.
Acha-se gravemente enfermo em Melilla o
general Villacampa, que para l foi desterrad).
Em Madrid era esperado de New-Yolk o Sr.
Jin Phiog, ministro plenipotenciario da China em
Hespanha, Estados Unidos e P r. distincto littc-
rato e diplomata, bem como rraudarme de quarto
grc.
Tambem era esperado u'aquella ^apital o Sr.
Hcrz Stumne, novo ministro da Allemauha.
Foi ministro em Darmstadt e Copenhague, e
tem sido eucarregado de negocius dos mais deli-
cados pelo chiucell ;r Bisatarck, que o considera e
n'elle deposita muita confia.:.;).
Acaba de passar na C uara dsa Deputados
hespaubola a le que institue o jury. Nao esta
a pri neira tentativa para o estabelecim uto d'eata
icstituico no paiz vizinho, e ser muito para de-
sejar que, d'esta vez, seja definitivamente rcalisa-
do esse desidertum de prerogativas cvicas que
nos possuimos ha tantos amios e de cojj txercicio
Cada qual traeta de esquivar-se c un > pjde.
Em Hespanha levantou-se agora tambem
urna questo de inmunidades parlamentares.
O Sr. Romero Robledo foi iutimado para ir de-
pr orno testemuuha n'um processo.
Nao foi; e o jmz impuz-lhe urna multa de 50
pesetas (9(L0 fortes). O Sr. Romero Robledo
nao pagou e veio cmara protestar contra essa
vinlafo das inmunidades parlamentares.
O ministro ainda quiz defender o juiz : mas a
cmara pronunciou-se, e o ministro declarou que
osjuizesno podem impr correo;oes disciplina
res a deputados da naci.
No di curso do debate, disse o Sr. D. Francisco
Sil vela :
E nao se baseou o Sr. ministro da justica ua
insignificancia da multa, porque lho menciouarei
i que succedeu entre o imperador Canos Veo
Duque do Onate, que n'uma questo que tiveram.
chegou o imperador a exaltar-se de tal irina, que
disse ao conde que o ladeitarde urna jmella abai-
xo; e conde respondeu: Repare Vossa Magesta-
de que apesar de ser pequeo peso muito.
E' o mesmo que disemos ao Sr. ministro : Re-
pare que esta multa muito pequea, mas pesa
muito.
A cmara inteira applaudio eathusiasticamcnte
este dito.
Para as testas de Santo Isidro, pitdroeiro de
Madrid e que sao alli popularismas, houve com-
boos por procos fabulosamente baratos : 4500
ida e volta em 2* classe, de Lisboa ou Porto com
odireito de ficar l oito ou 10 dis. Ainda assim
nao chegou a 1,003 o uumero de passageiros de
Portugal, mas pouco faltou. Na I* classe o) ni
va redcelo de presos e por isso s 43 pessoas se
aproveitaram das carruageus d'esta classe.
Os precos da estada l que sao de escaldar; e
temeudo-se d'issoque nao foram inai. vianl.iu-
tes. E' certo, porm, que as relayoes entre os
dous pases Ijxuitrophes, se vo estreitaudo cada
Ves mais. .
Franca
O eonflicto que se levautou entre o ministro da
fazenda e a Commisso de orcameuto, provocou
urna crisu que abrangeu a todo o ministerio.
O relator da commisso de ore tinentos era 0 Sr.
Cami.lo Pellrtan.
O aeu rclatorio, j publicado nos j irnaes, e;uu ul-
timameuti* nos cbegarain, e que pela sua exteuso,
nao podemos aqui trauacrever na integra, revela
nao as altas quaiida.ies polticas daquelle par-
lamcutar, seuo tambem os seus mritos de escrip-
tor, c m os quaes mautin as gloriosas tradiccoes
de seu pai, o notavel esiylista Eugenio Pe i le
tan.
Foi uo dia 17 que o Sr. Ctmillo Pelletau leu
cmara o seu relatorii.
Nesse imnortaute documento sustenta-se que o
governo nao maateve os seus compromissos e illu-
dio a espectativa da cmara e do paiz.
Censura-so vivamente a opiuio exposta bavio
dias pelo presidente do ^ous. Iho, o Sr. Gobler, .le
que a Franca se deve resignar a se.ft er o augmento
Jos impostos.
Esta aflirmacio. diz o relator, n) um acti de
coragem ; a mais temeraria das imprevidenj-
cias.
Na opiuio da commisso d> or^aineuto, o pri
meiro lever do governo era reformar os servicos
do pode.- executivo.
Esperava se que o fiesse; mas, nem o fez, nem
o tentn a serio.
Em ramo algom daqu'-lles servais se fez refor-
ma qus diminuisse os encargos.
O Sr. Pelletau por si, e em nome da commisso,
euteude que um aoverno resoluto e euergico uo
recuarta diante dos esforSss necessanos para tai
reforma e tnumpharia das difficuldades.
No dia immediato ao da apreseutaco do relato-
rio que tinba a cmara de prouunciar-se aeerca
d'elle.
Efectivamente, ni sess) de 18 (demai..) o mi
nistro da f izenda encetou os debates, combutendo
o parecer da commisso.
O s-u discurso frouxo, dean!ro id \ fr^q'ii.!nr,
refl etio o huineui coove cidu da uiutiliaade da
discusso combatendo aquelle parecer, e .que falla
apenas para cobri, hourosameu'.e, a su* reti-
rada.
Kespmieu Ibe o Sr. Souvier, presidente d
commisso e as suas paUvras, calorosis e habilis-
simas, coutraoaraai de u:n mo I > frisante com as
do ministro da fazenda.
O discurso do ilUstre parlamentar foi recebido
com applausos por grande parle i i cmara". O
Sr. R.avier respondeu o ataqueooi ataque, e ei
lugar de Jefeuder 0 seu passVr, combateu 03 orga-
menios apresentados pelo Sr. DaUphiu.
Levaucou-se, en seguida, pr.i tallar, o presi-
dente do conselh). *
Houve na cmara um moviuient) de cunosi-
dade.
O seu discurso foi o e ogio fnebre do governo.
Lun.toa-se a generalidades, e cons terand .a ques-
to como poltica, dase que o joverno reclamava
a coufiaiiea da eaSMn e Casia quent&ods gabinete
o n)acceitar a iinp'Sici Ja coiu.n sso J wei
ment.
Repetio algumis possagaus do discurso que pro-
tarifa no Havre, lamuntaudo a ttUa de uinao en-
tre asjepublicae.os, e traco i a historia lo mims-
tario, rsferxid-i-se d. relance s relacoea da Franca
coss o estrangeiro.
S"-ste p.ntj fii o Sr 'Gobit vcrdtdeir*m:nie
infei, provocuido por vesos tuwirtol na cmara
e interrupves dos uionarohic >a.
Havia uir. propasta ao'dpat^l; miui*tO)iJ
Laforge, ndigida em termos que deixav&m de p
o conflicto e destinada a ganhar tempo, para que
o debate su prolcngasse. e alguns deputadus repu-
blicanos, indecisos podessem fazer "urna evoiuyu
favoravel ac governo.
A proposta era Concebida nestes trmos :
A camaru, coutauiln com o patriotismo do go-
veruo e da commisso, e atrmaudo uovamente a
necessidade poltica de econo nias, c aguardando
do accerdo do g Vcruo e da commisso o equili-
brio real do reame.uo passa oidem do da.
Eita inoco, que o presidi-ute do conselho deca
rara que acetava, foi aubmettida VotacSo e re-
jeilada por ''b Votos contra 255.
Em seguida votaco o.j ministros relira-
ram se da sala, PHC.uira. na ausencia do go-
verno approvou s conclu.oes do parecer da com-
misso de orcameutos por 312 v Hos coutra 143.
t) ministril apreseutou n) in-smo dia a sua Jo
missao.
Algura se a todos muito mais laboriosa esta
crisc do que as crises anteriores.
As candidaturas de ministerios, como o que
uca n de cahir, contamse s dezeuas.
O Sr. Bouvier, presidente da commisso da or-
5>iineutos, tem sido indigitado como o futuro chefe
do gabinete.
Tambem correu em Pars que o Sr. Gievy tra-
tara do formar um ministerio com elementos da
cmara, dissolvendo esta logo que se lhe e.presen-
tuin algumas dificuluades grandes.
- curioso estu Jar a opiuia publica nos jor-
uaes trancezes a ,respcito da crise determinada
pela queda do ministerio Goblet.
Eis ulguin-is op:uio-s mus uutorisadas :
O Jarnal dos Debates de parecer que os ge-
vern s deven considerar a derrota do miuistirio
Gobiet como urna udverteueia da opiuio.
Aquella derrota significa indubitavelmeuie que
o paiz est fatigado de aventuras c desejoso de
que se inaugure urna poltica firme no interior, e
tranquilizadora no exterior.
O 'lempa instiga os republicanos pan que mos-
trera os seus dotes de govern, acabando com as
diviso s que os separam c toruam impossivel o
tiiumpho de qualquer programma e o deseuvolvi-
ineut.i de qualquer poltica.
O Temps julga possivel a formaco de um mi-
uisterio puramente administrativo, e declara que
hade apoial-c, ainda que seja composto par ele-
mentos radicaes.
O Gauioio" observa que, no dia 17 tarde, se
iiuiram para votar cintra o goveiuo o opportu^t.s-
ta Ftrry e o radicalista C meuceau. <'v
Di3to tira partido para mostrar que as m .i... i'
da cmara actual sao puramente fuetuautes.
Termina affirmando qu seja qual for o minis-
terio que venba a formar-se, ha de ser derrotado,
porque nao poder cmtar com maioria segura.
La Pax, o orgo olficios) do Sr. Grvy, la-
menta qoe se proVjCasse urna crise de solueo
oilncuhosissima.
Estas palavras sao muito commeotadas.
A Autorit,. o jornal de Ctssagnac, regosta-
se com a queda do gbnete e cbama-lbe gover-
no negativo e prejudicial. .
Dep-.is, ataca ti .ulanger, e Ueciara indispensa-
savel, uo interessa do pas e do exercto, que este
uo vo te para o miaisierio da gueria.
Qualquer ministerio que se forme com o go-
ueral Boulangerdiz a Autorit"uo poder
contar com os elementos sensatos, os elementos
pacficos e os elementos conservadores doptiz.
O resto da imprensa afina por eite mesmo toia.
Um telegramma, para o lmparcial de Ma-
drid, diz que a questo Boulauger aquella que
mais vivamente apaixoua o publico, ligndose -.he
muito maior importaucit do que crise.
Os monarchieos e os opportuniotas m stram-se
irritadissimos, coutra o general, combatein com a
mal ir viuleucia a soa pcrmauoucia uo miuislco
e declaram ser el.o um pengo constaute coutra a
pas europea.
Os radicaes defendem com uao meuor violencia
o general.
A France, eutre outras cousas esereve :
A sabida do geueral Boulauger do miu.at rio
mostrara a impotencia do systema ptriamntvr.
porque nunca houve ministro algein que coutasse
uiua maioria to numerosa e to valente as ca-
mar-..-, e que disp izesse de mais calores, s ap-
plausos.
Tambem se diz que o Sr. Grevy est rssolvido
a sustentar o general no ministerio, receioso se o
u > fizesse. do que os radicaes durrotassem o novo
governo, e de que os turbulentos de prufisoo
promovessein uovos tumultos da uatureza daquel-
ies ene se deram uo Ed-iu.
A Bolsa saudou CjI urna subida as cotacocs a
qu-da do miuisterio Gobl-t.
Os especuladores tomam esta subida como um
sigual da u i entrada de Boulauger.
A sua subida foi impulsiouada pcLs bolsas al-
Icmi', e que muito significativo.
De Berliui, tninbem diziam ao ImparcaU :
. Na Bolsa causn npresso a queda do gabi-
nete francs.
Njs circuios bolsistas nSi se acredita que
B ulanger eutrau > novo gvvcrno.
A maioria qu derrib iu O g ibiuete cunpre-
hende 161 deputados di direita, 86 opportuuistas
e 25 di. extrema esquerda, nomeadamente os Srs
Cloieuceau, Juo Ferry, Devs, de Fieycinet.
Bouvier e Raynal.
Quanto difficiildt.les di cris-, a opiuio ge-
ral desfgua o Sr. Freyoinat como futuro presi-
dente do conseiho ; mas o Jornal dos Dtbates dis
que o Sr. Cl< meaceau f rm.ilmente contrario a
que volte agora o g.verua o Sr. da Preyciu-.t ;
os jjrnaes intransigentes intimim o Sr. Ciernen
{eau a assumir o poder, e os circuios oppoeu.-se
deci lamente coaservaco ds general b.ulaujrsr
flo miuisterio da guerra dentro do novo gabinete.
A diversidade Je opimes dos joruaes mostra
as ditiouldadi3 que ha em enc-utrur o novo pra-
sideute do canseiho para caus'.iluir um gabinete
homogneo.
A darai;o da crise esperava-se que v.aria a
ser muito Loga.
Na tarde de 1&, o Sr. Grvy teve um* con-
lereucia coe os presidentes do senada e da c-
mara di>8 deputados e com outros personagens
parlamentares. Forara elles os Srs. Briseon, Kay-
uar, Rouvir, tiibot, etc.
No dia 19 conf'Tenciou com a Sr. de Freyci-
net, peruuiaado-ilie se aeeederia a incumbir-se
da formar) do novo ministerio. O Sr. de Frey-
cinet respondeu que, auti-s de tomar qualquer
determiua^o, precisav de confereociar com um
certo numero de hameos pclitico, em presenca
das difHculdades da situuce, e prometteu voltar
no dia seguiute com a sua resp- sta definitiva.
Ao sabir d.. Elyseo, o Sr. de Freycinet foi con-
ferenciar c.m o 5>r Fi.,quet.
Disa-se em Pars que o Sr. de Freycinet, se
viesse acceitar a iucumbeucia de form >r g-bnete,
teuciouava constituil o de elementos uovus, sendo
provavei que os Srs. Bocever e Devs fisessem
parte do novo ministerio.
E' certo que o joruaes ae Paris estavam muito
discordes sobre a questo na permanencia do ge-
n-ral Bouclanger no ministerio da guerra.
Os j rn .es que redamam a Conservacao do ge-
neral dentro do gabinete mauifastam, alias, seuti-
mentos muito pacficos.
No dia 21, ainda nao carava resolvida. a
crise. o qoe nao para admirar. Na vspera o
Sr. de Fieyciue; _>' conferenciar com o Sr. Ju-
lie Ferry- J
Osjoiaacs r;eri cem que n t. refado Sr.de
Freyciut-t d floif e prev m que a crise durara
alguns das aimis.
O Sr. de Ffeyetu't, n-- mesmo da, pelas 4 bo-
ras da taid*, o ao palacio do Elyseo e participo
[


*
Diario t fernambncoSabbado 4 de Junho de 1887


ao Sr. Grvy que, depois de |ter estudado s situa-
co, entenda nao poder formar g*j*nU V* t,m
vesse probabilidad da duraoo sufiiciente, e por
eensequenea juigavsr-eer o.ngado a declinar de
si o encargo que KMfc commettido.
0 seguida o presideote da Repblica teve urna
conferencia con os Srs. Ferry e Raynale e ten-
cionava ouvir no da segninte outros persona-
gen politicoi antee de incumbir alguem de orga-
oiiar o novo gabinete.
A Repubiique fnmpnM oensoa aepecamei*
o Sr. Clemeoeeao, enja actitade pare bayer
principalmente detewiiaad m Sr. de Kreycmet a
renunciar a misso de ergir stiaista ; esv
pera, porm, que o Sr. de Freycinet mude final
de resol ocio.
Varios conselhas munierpaea, nomeadmente
os de L.yon, Beanes, Mootpelier e Puy, ?otaras
moco es para se pedir ao proairknte da Repabliea
a conservacao do general Bovlaoger ao miaUterie
da guerra.
Devia celebrarse, a 22 de Maio, em Pars, a
inaugoraco solemne da exposico e das festaa de
cincoentenario dos caminhos de ferro.
O bosque de Vincenneo esta inteiramente trans-
formado.
Ficaram esplendidas as seccpes estrangeiras :
Inglaterra, Austria, Blgica, Bollanda, etc.
O eoaelbo de Estado negon provimento ao
rosare o dos principes de Orleans contra a deeiso
ministerial, que os mandos, riaaar dos quadroa do
exerc ite ;adsaittia porm o recurso do principe
MunU.
m consequencia deste aecordao dea a sua de-
mieaao a aonoelbeiro Daaoyer.
lea
Jmm declarado novas greves na Blgica.
Nos arredores de Charieroi c de CbaXelet os mi-
neiros, obedecendo as suggestes de um dos agen-
tes socialistas, o Sr. Defuisseaux, e contra a opi-
aio de verdadeiro ch*fe do paitido dos traba-
jadores, o Sr. Anseele, tomando por pretexto os
novos direitoa, sobre as carnes e os gados, votados
leeeutemente pela cmara, decidiram organisar
ama suspenso geral de trabalho.
Debalde os agitadores, mais rasoaveis Ihes mos-
trsm qae as caixas de resistencia esto vastas, que
e momento mal escolhide, que o movimento nao
tem nenbuma Drobabilidadc de se estender ajados
s centros industriaes da Blgica as excitarles do
Sr Befusseaux produziram o seu effeito, e os ope-
rarios de Louvtere, Sars, Longchampa, Goussu,
Bouvy, Rsiemout, Monlanwety e urna parte dos
de Sige, numero superior a des mil. pozeram se
em greve e tentam, conforme as resolucoea toma-
das o anmo paseado na assembla geral do partido
socialista em Bruxellas, organisar urna greve geral
em todo o paiz, a que chamm a greve negra.
O movimento ameaca estender-se a Mons e em
todos os centros operarios do Hainaut a agitaco
toma um carcter medonho reeeiam-se actos de
violencia semelbantes aoj que foram praticados no
auno pae*ado.
O governo tomou immediatamente providencias
anergieas, tendentes a manter a ordem.
As tropas e a gendarmera occupam as princi-
pis localidades onde nao se trabalba. Para Mor
lanw-ty parti ura batalho. A guarda cvica de
barleroi foi mandada reunir, e a guarnico da ci-
dade cartio paro Chitelet; em Bruxellas acbam-ae
preparados comboios, para, primeira vos, eondu-
rirem cinco mil borneds onde for necessario.
Ao meemo tempo, o governador do Hainauto
diriga populaco operara urna proclamaco con
eiliadora e firme, convidando-a a voltar ao tra-
balho e a absterse de querer impr a greve pela
violencia. Entretanto, o 8r. Anseele parti para
b'elet, afira de tentar impedir pela persuaso a
suapmaSo do trabalho; o jornal socialista o Peu-
ple esforca-se por ajudal-o n'esta misao. Bem
ser que os seus esf.,rcos aejam careados de bom
xito, e que se consiga evitar u-na greve to des-
vantajosa para os interesses dos propnos operarios,
como perigosa pelas violencias a que pode dar
ccaaio.
m Charieroi receiava-se que priocipiasse no
da 20 de Maio a greve geral dos operarios. At
esse da nao tinha havido apparencas de desor-
dem, salvo a grande effervecencia que lavra em
illy.
Na regio carbonfera de Charieroi aggrava-ae
completamente a aituaco. Os numerosos cerni-
eras que os mineros celebraram a 19, decidiram
aue rosse grral a greve.
No da 20 havia, porm melhorado a aituaco,
tendo ja os mineiroa voltado ao trabalho em diver
sos pontos.
No dia segurte, porm, dizia um despacho de
Bruxellas que se propaga a greve na regio carbo-
nfera de Mons ; e que os grevstas fazem tentivas
para que o trabalho pare em varias fabricas, tendo
de intervir a guarda civil da polica. Os grevs-
tas tentaram mesmo faser ir pelos ares as casas
dosjoperarios que nao adheriram greve.
Communi-am de Bruxellas que o Sr. Janker
recebeu, ha pouco, urna carta de Eonn-pacha di-
sendo que as dispoaicoea do regulo de Uganda es-
to mudadas, e que eate deixa agora livre a pas-
sagem pelas auas trras.
Est, por conseguinte, aaaegurada a pa8sagem
da expedico Stanley.
sal*aak
O governo belvetic i ab de aprespotar um
arojecto de le estabelecendo o monopjlio do al-
eool.
Segundo as praxes da constituico, foi cnsul
tado o s'iffragin para saber se approvava ou nao
a lei federal. Este, por maia de 250,000 votos con-
tra 175.000 pronunciou-se a favor do projecto.
A t'deraco Suiaaa, que citada a cada rao-
snentj como m dlo de aolictude pelas regalas
populares, nao hesitou em votar o monop lo do
alcool para occorrer s necesaidades do seu orea
ment.
Inglaterra
O Sr. Jobn Bright, o veterano da democracia
inglesa, acaba de dirigir urna carta a umidos seus
amiga que Ihe pedio a aua opinio areaptltodo
procedimt-nto d> Times para com o Sr. Parnell e
as 8eua partidarios :
Mea caro aenbor.Parece-me que nao repa-
iou que todas aa allegacoes do Times Ihe fo-
ram fornecidas pelaa dedaracoes dos proprioa
eon8piradorea
Essas dedaracoes te, m apparecido as colum-
aas do Un ted Irland de Oublin ; c as d
Iiih Wdld de New Yotk, aeaim como em ou-
tros jorna<-8 pertencentes aua mtmbroa mai8 acti-
voa d Os tactos iiicriminadoa partem deasa mes*na
gente. O Times nao oa aventou. Nao f<-2 mais
ao que condimnal es para que o publico 03 podes-
se inelhor apreciar juntos. O parlamentu do tem
aada qu-- ver n-ste aeaumpto.
Eaaes mesm"8 conspiradores e os seua jornaes
haojHram asaaaainos a Lird Spencer e ao Sr
Forster, accusando-os de ttrem u,andado pren.r
pessoas cuja innocencia conbeciam pcrfeitamrn'e :
c- mi L..i". o parlamento nao interveio neesa oc-
eaaia para proteg r o lusar-tenente e o primriro
secretario de estado. Logo, porque havia cest.
ecasio de proceler de modo diverso e defender
s oradores e os jornalistaa ir lamieres ?
a N'.ii. eato os trDunaes trancos para toda >
gente ? Porque motivo bavia o parlamento de aa
sumir as responsabilidades e os deveres das vas
ordinarias Ja juatica ?
Eatas adminiatram a justica quando se trata de
riiniu >8oe de ouira eapecie : e porque nao ba-
viam de usar de igual < qudade um depc, s bomeus
que o senhor parece querer desculpar ?
Sou muito dedicado
J. Bright .
i Continua a circular com insistencia em Lon-
etas, apezar dos definen idc8 dos deputadcs ir
landi'zes, boato de que o Sr. Parnell se retira
sauto brevemente da vida poltica.
tllrmnnlia
A s oideni religiosas, cuja seadssisao na ^0*-
sia acaba de ser autorisfcda pela recente lei poli-
tico-ecclesiGstics, comecsm a reapossar se de teas
conventos.
A Gsseta da Allemsnha do Norte annun-
cia que a reabertura solemne do convento dos
benedictinos de Beuron em HobenaoHero, ha de
effecluar-ee provavelmente no fim de Junbo.
Um despacho de Vienne para o Times
confirma que o imperador Oaslberme nao ir eate
ve ro a Gasten ;ma> dUqaa o priaeipe de Bis-
m amk e o coods Kalncky tero a eatreviat do
co stasae e tafee aae vejara, em sepaaado, o 3*.
de Ssers en FVaaasmsbad.
__ Alguna jniass berlineses aem formasa
asseaaram aae o sshstag se oeeapara, na pro
ma saasao, de um paojeaa de las eon^a a espia-
nageaa. .._
Diaem igaanaente, qoe eate projecto j esUva
preparado antea do iacideata 8caaaeaalsi,
A Gatette de Magdebourg pede que sejsm
expulsos da Alsacia-Lorena, em maesa, todos
aquelles que teem optado pela nacionalidade fran-
cesa.
O jornal allamo nao julga que o governo tran-
ces se atreva a responder a estas medidas neces-
sariaa com medidas semettantes appteadas aos
allemaes que residem em Fraaca porque o go-
verno fre nees nao tem as mesmss raxes para pro-
ceder aeaim. a
__ Tem-se vendido as ras de Berlim um jor-
nal anaunciando que teem sido expulsos da Fran-
ca grande numero de allemea.
O correepondeute do Tima, em Paris, fal-
lando do processo que vai ser brevemente julgado
perante o tribunal superior de Leipzig, procesw
em que se acbam implicados varios alsacianos e o
Sr. Sehnaebel, o commissario de Bagny, dis que
os franeetes devem novamente preprar se para a
maior tranquillidade, porque dentro em 15 dias
serio de novo sujeitos a outra provaco.
O tribunal superior de Lieipzig tencin jul-
gar com de.-acestumada ostentaco o proceBSo em
que se acba implicado o Sr. Sehnaebel. O* autos
contm 500 paginas bao de ser precisas 4 horas
para os lr. Contm todos os factos adduaidos pe-
los allemea ha muitoa meces, taea como os relat-
nos a reapeito dos abarracamentoe, das eleicoss,
da viageni do Sr. Deaoulele, e do procedimento do
Sr. Sehnaebel e seus adversarios. N'umi pslavra,
tanto um libello contra a Franca, como contra os
presos.
' Ha de fazer-se de proposito muita bulha ero
torno deste proce8so ; logo, conveniente preve-
nir a imprensa francesa, afim de que ella finja
nao prestar attenco ao que se vai paasar alm do
Rbeao.
Os ltimos aeontecimenfcoa ternaram a Fran-
ca mais fcil de impressionar do que o era ha um
anno Ha de ter mais difficuldade em se conter
de novo.
Para aquelles que nij querem a guerra o pa-
triotismo consistir-A am ignirarera o procesa que
se est julgando, para nao provocarem urna explo-
..^~ An nA> n*^n!^ nuoinndl tlll H i ffi i' llTien t P P
se passon ltimamente em Tirnova, emqnaato es-
tavam interrompidas as communicscoea com aquel
la cidade. As pcpnlacoea das aldeas de Oer-
mania, Orkovitaa e de Laskovets marebaram con-
tra Tirnova e houve combate entre ellas o a forca
armada, que mandaran ao seo encontr.
Fallase de 900 mortos fendos de ambas as
partes. A' frente daquelle movimeoto achava-se
o pai de Frambarsky, o official que foi ejecutado
em consequencia dos ltimos acontecimcuSos de
Koustchosik.
Bsrypto
C rre o boato de aae os rebeldes do Aldo amea-
eam a psaaja da Ca Halla.
AnaaTia sjaa foi eatabelecido um aecrdo
eatre a aaglatsars e a Tsenla com reapeito
asaaervsfjte dea taanas iojtkzas no Egypto. At-
triauia-ea a Sr. Drnmmoad Wolf a declarscio
da estar aasaala oa prisapio a evscoaeo, res
tsajsst estataw atfaSa em que devera reslinar-esy
dfasssdo-se qae usW aa sfc de taea -aens, saeta
que nao paseana de dous.
E ousado porm, dizer que, por parte da
Inglaterra, se tome o compromiso de evacuar e
Egypto em data determinada.
EXTERIOR
A currara dos ecnmuns prestgue na disena-
rfo do bul ciin 'iiai da 1 llanda ; e, pelo c. mi
abo qu e a diicutrol va, jde- le^iin >m nte sup-
por-se que a cppotifo d-t parnellittaa e socisiia-
tas irlandeses nao tem ido infructfera, poique
tem "bt ido no bil n.i aifio io a impoi tanles.
A'tn Lue-se aos partidaru s d governo o intuito
te turnar providencias para acelerar os d< bates,
asas, a p> sar d'ieso, de esp- rar que a diecosao oa
leicoerciva da Irlanda anda te prolongue pur
largo tempo.
Um telegisnrca de Piiteaisnts burgo dis
qae o governadir 0< Natal toi ni lissoo a oecla-
var territorio br;iannico toda a Zululandia, c meepeo de i w*il> nd.
Orna ooticia publitada pelo a Moroing Post
dis que o gi ven i da isioba ceclitia ttda a part
cipayo < fhcial da Ii t'at.na na ixpoBicio piojec-
tata < m 1-arit tu> 18&9 (.ara celebrar o centena-
rio da ti sonda da Baatnba ao trinmpbo da tevola-
Sr francesa.
Todava, 8crr>srenta elle, teiio cocerdida te-
das as (acuidad) ais c iog ses qoe tttijknm temar par* n'aquella ex-
sWsW.
0 < Tenj.8 duvida da exastido da noticia.
eo de amor proprio nacional, que difclmente 8e
po lena reprimir.
Em nenhuma outra occaaiao se ter provado
que o silencio de ooro. So o guardarem, o pro-
cesso de Leipzig ceasar de ser um perig) para a
Franca.
Urna folha allem, o Post, deplora que a
germaniaaco da Alsacia caminbc vagarosamente,
e que da univertidade de Strasburgo na > aaiam pira
o parlamento homena imbuidos das ideas allema,
e capases de ajudar a expungir da Alsacia Lwn*
aa tradices francezaa, que all se enraizaran) du-
rante dous seculos.
Na Alsacia con'inuam aa prisea de quem qaer
que cante a Marselheza.
tuitila Hungra
Oeamente-se que a Austria tencione oceupar e
fortificar Mitrovitza.
O parlamento da Hungra devia eneerrar-se
a 26 de Maio.
Dinamarca
Em Copenhague hiver no prximo anno urna
expoaico industrial, agrcola e artietica.
Rala
Mais urna tentativa de attentado contra a pes-
aos, do csar, segundo refere o Daily Netcs, de 19,
accreacentando que foram presos ltimamente em
Novotcherkaek 24 individuos entre os coaBacos do
Don, por turem preparado um trama contra aquel-
le soberano, por occasio da reviata que paasou
a tropas naquella cidade. A polica ruaaa foi
informada de8tea manejos pela polica de Berlim.
A Gazette de Colwpie diz a esae reepeito :
E' verdade que o nihilismo est rauito deeen-
volvido entre oa coasacos ; o ultimo processo o pro
vou. Comtudo pode esperar-se que a viagem do
czar se realiae aem incidente.
O czar nao se demorar aeno doua dia8 em
Nivctcherkatk, indo d'alli directamente para Ga-
tckuia. >
Creca
A Assembla cretense, cuja maioria corista.
votou ltimamente um decreto ordenando ao povo
que recuse o pagamento dos impostos e aos func-
ionarios e guardas civis que deixem de fazer tal
servico.
Esta resoluco fei tomada em consequencia da
recusa da Sublime Porta a diminuir os impoa-
tos.
A aituaco considerad* muito grave.
O parlamento grego reunio-ae a Ib' de Maio
e j votou 35 projecto de le e, entre ellea urna
convenco commercial com a Au-itria.
rlenle
Falla-se em um novo candidato ao tbrono da
Bulgaria : o principe Guilherme de Nassau, na -
cido em 1852 e coronel de um regiment de dra-
gea austracos.
E' filho do duque Adolpho de Nassau, persegui-
do pala P.uesia em 1866, mas reconciliado depoia
com a corte de Berlim pelo caaamento de aua filha
Hilde com o grao duque berdeiro de Bade.
Dizem Je Berlim para o Fgaro, que esta can-
didatura apoiada pelo Sr. de Biatnarik.
Em Sophia corra ha dias que seria breve-
mente convocada a aobrani para proclamar a in
dependencia da Bulgaria e um principe da familia Orlens. Esta noticia ca-
rece de eomfirmmu.
A iusurreico de Tirnova foi eamagada pelas
tropaa da regencia, sendo a repreaso muito san
grenta ; no entretanto os camponezea re uaam se
a pagar os in postes e teem tupido moitos para as
montanhas. O ntinuam a attribuir-ae inri ien
ca da Russia todus aa tentativas de alterucao da
ordem.
. O Express Ori'nt d;z c.ue acaba de appare-
cer um foiheio que faz certo barulhc. E' assigna-
do p r um n me deaconbecido: Goud ti". Mu
toda a gente 6 unnime em attriouir a sua pater-
nidaOe ao Sr. StaianoU, ebefe do radicalismo bul-
g r O tulh-to > m por titulo : E' tempo de
coinpn btnder Be a Ruasia nos liberton.
O autor, passau lo em revista todas as guerras
em que a Rusoia tem tomado parte n>> Oriente,
couclue que o imp-rio de czar nao tem procuiado.
nessa participaco, aeno o aeu proveto peaaoal e
nao o alargamentu da idea slava,
A Bulgaria, concite o autor, nao tem outra
couaa a fazer aeno lan^ar-se nos biaco8 da Aus
tria. Erta potencia, so menos, poder ajudal-a a
esco'ber um principe. Mas ba anda muir in llur
do que eso, que proclamar a repblica .
A queelo blgara segundo communicam de
Conatantimpla voltou aituaco txiattnte antes
das uitimaa conferencias tureo-rusBss.
O Sr Ne-id) ff obteve, finalmente, do sulto a
aumencia annunciada.
Nao traiif p r u o uea nenhuma ainda daquella
ntrevista. C>nclue-se que o'tmbaixador da Rus-
ta 8e limitiru a agradec r ao sulto un uome do
czar, o cornil ou, elle Ibe bavia enviado.
izia-te tamb m -iue o tuna stava de aecor
do com o gi -visir para nao aabir dos i'mites
marcados pela Porta.
Em a'guns circu s manifestase a epinio de
que a pi linca rusta na Holgara deve reconduiir
ineviuvelmeute o principe A ezandre, p rqiie ne
nl.iim principe, a nao ser um principe rusao, con-
eentina im acceitar o throao blgaro as condi-
iGes actuaes.
O Ci.iretpondente do Times* data de 18 de Maio, ro em duvida ae sempre
reunu a Sobrani, e te ebegar a ser convocada,
ee ter a grande ou a pequea.
Estas duvidas ESfcittDi se todos os dias e to-
dos os dias ricibiru urna n va solm,o.
ije dia-M qne os regia es reuunciam a con
Vi cacao, da grande S< bram, porque recram da
tu. parte s'gurr acto violento, si ja lie a procla-
macio da iLdeprndenria da Bulgaiia, on a subida
ao tbiono do principe Alrxandre.
A Biinacio do governo actual timarse bia eo-
lio mais d fficil e, segundo se dis. em con, -
joencia dos cons oe ngmtts se decidiram a nao reunir a Sbra-
me
Di se que o Express Orienta qae se ep-
meca agora a kaber cesa a'guma cvactiato o que
Correspondencia do Diarlo de
Pernambueo
PORTUGAL-Lisboa, M de Maio
Cbegaram hontem pele camnho de ierro, s 5
horao e V> minutos da manh a Lisboa SS. A A
II. os Srs condes d'Eu, qoe boje seguem para o
Rio de Janeiro no paquete Gronde dos Missage-
ries-maritimes. Foram gare de Santa Apoloma
esperar SS. AA. II. S. M. El-Re e os principes e
pessoas de seu sequits. Hoapedaram-se oa augustos
viajantes no H^tel Braganca, onde, alm do S. M.
a rainha e de toda a familia real, teem sido visi-
tados por grande numero de pessoas, avallando a
colonia brazileira.
S. A. a princesa D. Antonia, inri i d'cl-Rei
p artio de Portugal no dia 18 pelaa 8 horas e 25
minutos da noite, em comboio leal, sendo acom-
panbada por ei-Re at ao Entroncamento A'
estacan foi toda a familia real, ministerio, corte,
officiaes de guarnicio e muitos particulares depe-
dir-ae da sen niasima princesa. Alli Ihe levantou
vivaa o Sr. presidente do conaelho de ininistos, se
cundado por tod's quantas pesseas ae achavara na
gare. S. A. aeguio, do Entroncamento em diante
sUaping car, em salSo especial.
El-Rei regressDu na rresma noite a Liabot che-
gando aqui 1 hora e 45 minutos da madruga-
da.
Toda a imprensa mooarchica dedica affectuosaa
expreasoes de despedida illustre princez-i que
to aaudosa ao mostrou quando no momento da
partida era acclamada com respeitoao enthusiaa-
mo.
A senbora D. Antonia, ao deixar c territorio
portugus enviou a seu augusto irmi > o telegram-
m i aegu Savalmoral a LUboa : El-Re : Antes de
deixar meu querido Portugal, nao posso deixar de
dizer que os dias que passei foram os mais felizes
da miuba vida. EatQU eh'ia de saudades. P.-c
para agradecer a meus qu -ridos portuguezos toda
a amisade que mostraram. Mu tas Iembranc;a8 a
Maris e teus filhos e um abraco de toa irin
Antonia .
S. A. vai muito melhir de saude do que quando
aqui chegou. O principe Leop Ido de Hibenzol-
lern, seu esposo, bavia sabido de^Portugal ha dias
para Sigmaringen, em razi de ae nao poder d< -
morar aqui mais teuipo.
A -ra. D. Antonia deixou ao governador civil
de Lisboa, o Sr marques de Pomarea, urna boa
soturna para ser distribuida pelos 277 pjbres que
Ihe dingiram petigoes.
Na aaxta-teira coubo a palavra ao dgns par
Vax froto, que censurou acremente o governo por
ter podido camera um bil de indemnidade por
conservar ainda preso e incommuoicavel, depois de
tantos dias, o Sr. Ferreira de Almeida e nao de-
clarar cmara o juiso por qae ha de ser julgado
O delinquen te.
O Sr. Va Preto julga a questio muito grave e
entende que ao preso corresponde o foro commum
para a instruccao do processo e a cmara dos pa-
res para o seo julgamento.
Respondeu-lhe o Sr. Costa Lobo qne tracto* a
questio ao campo jurdico e histrico.
Versado aa historia constitucioaal de todos re
paiasa da lar opa e na legisla-sao patria, o Sr
Costa Laae ibi erudito, lgico e da aotaval sga-
deza aa dseosso do incidente Ferreira da Al-
meida, qae tratou em these, >esaaadaa os argutasataa dos orador* adresaae sstaaco.
Na seaaiade21 fallou fir- Taosaai sVkairo,
opposir;ae tratando c)m poaca iadatgeacn e aa-
verno ora arrebatado, ora melIifTuo.
Est ainda de p a mocio de con Sanea apresen-
tsda ha poueosdias pelo Sr. Barros e S, que
aogro do Sr. Barros Gomes,ministro da faaenda.
O Sr. Barros e S ponderou, com razio, que
sendo mais que provavel vir a cmara dos pa-
rea- a coustituir-ae em tribanal para o julgamen-
to daquelle processo, lbe pareca incoaveniontu-
simo que se pronunciasen com antecipada parcia-
lidade sobre o assumpto.
E' um tacto. Aquelles debates, filhos de impacien-
te precipitacao esto a tirar cmara alta tada a
autoridade de que precisar quando nauver de
julgar.
O 8r. Barros e S, notam as folhas da opposico
voltou novamente eofileirar-se entre os progre-
sistas, depois de urna divagaco pelos arraies re-
generadores, onde chegou, durante |alguns mezes
a sobracar urna pasta.
Estas incoherencias, porern, nao lhn tiram raso
aos argumentos, e aqueile da incimoatibilidade
da cmara alta para estar discutndo sgo'a o con-
flicto em qoestao, um argumeuto que tem feito
impresso nos nimos de mu i tas pessoas que nao
se interessam a pavonadamente uestes pleitos par
lamentares; em que se conaomm o tempo e se vo
de8ltaando os das sem utilidade real e pratica
para o paiz.
A verdade esta._
As grandes questo'a de administraco publica,
aa medidas -lictatoriaes decretadas em grande es-
cala pelo ministerio actual, ainda nao entratam
na tela dos debates, quer n'uma quer n' do parlamento.
Tem persistido pois, por muitos dias a questo
do supposto flagrante delicio, em que o governo ae
estriba para juatifiear o aeu procedimento em re
laco ao denudado Ferreira de Almeida, e o tem-
po tem corrido com divagava aobre eate aaaum-
pto a em detrimento dos negocios v rdadeiramente
impjrtan'es que esto affectoa a deliber co.;8
parlamentares
Devo accrescentar que na sesso de 21 (sabba-
do) na cmara doa parea ainda uaaram da psUvra
depnis do Sr. Thimaz Ribeiro, oa Srs. D. Luiz
da C-mara Lime opp isicj'io) que apesar dis-io,
defendeu at certo pinto o pnce tira >nM di minia
ferio no incidente Ferreira d/ Almeida ; o general
J is Joaquim de Castro (ministerial), qui expoz a
questo cim grande lucidez e cono-cimento de
ciusa, faz-rado longaa e impirtant.es r-i ixoes.
Apa eate oradir, fallou o Sr. Antonio d-i S;rpa
dn Pimentel, que proferio um breve diacurao mo
derado e discreto, a que respondeu era rpidas
palabras o Sr. Pereira Dias progreaaista.
Todoa oa dignoa pares, eue tittham apreaontado
rn'coea as retiraram, e aasim term'iou o inciden
te sendo uotada urna mocSo de confianca ao go-
verno por grande maioria.
Na prxima aeaao discutir-ae-ha n'aquella ca-
sa do parlamento a reaposta ao diacurso da corda.
a cmara popular, foi autoriaado o .-overno,
aps breve diacuaso, a aubaidiar a cmara muni-
Affirma-se que que o partido regenerador cipal do Porto at quantia de 10 con tos de ris
ainda nao acordou definitivamente na escolha do
chefe, e at um dis miia salientes coripheua do
partido regenerador afiirmava ha dias, que dentro
de su partido nao ha ninguem que poasa tubsti-
tuir dignamente o fallecido estadista Fontes Pe-
reira de Mello.
Cerr eomo certo que o Sr. Barjona de Fnei-
tas regeneraior se separou definitivamente d s
Srs. Hintze Ribeiro, Antonio de Serpa e Lopj
Va. Parece que o grupo do Sr. Barj ina fica re-
duzido ao Sr. Marcal Pacheco e mais aea ou aete
deputados da maioria.
Na diacuBao da reaposta ao discurso da co-
ra na cmara dos deputados oa diacursos mais
n tavis f ram os dos Sra. Carlos Libo d'Avila,
relator e D. Jos Saldaulw, mimateriaes. Este
ultimo diacursou Iirgamente acerca da concordata,
revelando muitos conhecimentna esp ciaes sobre o
asaumpto. Respondeu Ihe o Sr. Joo Pinto, dipu-
tad i da opposico, que foi breve o que tambera nao
di ii i do ter merecimento. Extensissimos te-m
sidifos discursos do Sr. G>nsiglieri Pednso, re-
pubfcjs.no e bem fazem uotar esta circumstancia
oa cWicos mmistenaea em seua boletins p-irla
mentares, mas o ceito que tal inaiatencia.
falta de outroa reparos, ds bem a conh cer quanto
aquede orador os incoo modos ci m a franqueza
um tantn rudes e sevenssimaa das suas aprecia-
do- 8 polticas. sa
Afinai, na seaao ae 18, o Sr. Carrilho, (que
agora ministerial, requereu que a materia se jul-
gasse discutida, e as.-ira terminou urna discusao,
cuja importancia ha va deaapparecido havia mui-
tos dias.
A opposico declarou que votava a res ooata ao '
discurso da cora, como homenagem ao soberano,
mas retirou-se da sala para nao votar, procedimen-
to este que nao pode ser qualificado de muito co-
herente.
U additamento do Sr. D. Jos Saldanba, pro-
pendo aa ordena religiosas para as noesas provin-
cias ultramarinas, fei rejeitado por 74 votos con-
tra 5.
Por fim, o parecer da reaposta ao diacirso da
c-.-r foi appruvalo.
Diese e repito que e8ta diacusso havia j per-
dido o interesse, porqu- em ambas aa cmaras, do
que mais se tem tratado, bem como na iraprensa
potica de todi s os matizea, do incidente deplo-
ravel do dia 7, de que opportunamente oa in/ormei
e que nao tem piecedeutea em a-lamento aigum.
Ri firo-me ao conflicto entre o Sr. Ferreira de Al
uieida, primeiro-ten- nte da armada e o Sr. couse
Ibeiro Henrique de Macedo, cuja ex ueraeao de
ministro da marinha e ultrsmar foi determinada
p r escrpulos, alias respeitaveis, logo depois d'a-
quella oceurrencia.
O ministro demisaionario foi ba poneos dias
agraciHQO com a gi cruz de Cbnsto, o que t-'m
dado lugar a ifiviTMhsimns cummentariea, uo por-
que S- Exc. nao teja uigno de tude o apr>ci pelo
seu mi-uto pessoal comprovado, maa pela occa-
sio.
V- m < ff-ito, o Sr. Henrique de Macedo, nao illua-
trou a sua p..-aag. ni pela pasta das colonias a ma-
riuha c m refirmas notaveia; e na verdade, ea-
taudu pendente anda de julgamento do delicio do
deputado que o agredi dando-lhe um bofetada
como reepiata a nina pr vocaca que depoia de le-
vantaila a ai sso, o miuistro Ihe fura dirigir ao
eu lugar, facti.s eondemuaveis de parte a parte,
mas repitu, peudeutes ainda do julgamento d s tri-
bunaes miliiares, ou da cmara alta constituida
em tribuual de justica, esta merc honorfica foi
urna precipitaba i de quera n dr vena por m ido
algum antecipnr-se aos julgamentoa de um poder
luuependeute, e deveria ter por norma de todos os
seus actos i mais absoluta imparcialidade.
Sao estes em resumo, os c< matemos que se tem,
feito 8 Concseo d'aquella graCa, para lh-a n>
citar aqui 08 quotlih ts e f te e pres'uva aqnelle premio altisanno gr-cius ao ex mimttro que tora ter com o depu-
aao pai a lbe a z- r que m-m alli ni m l lora Ibi-
tiuha medo algum isto, que por urna levian-
daUe ou ailuciuneo incrivi I se d'sprestigion. per-
d no i n'esee pmo a sereuidade de que um minis-
tro da c- la fi- deve reviatir oude quer que seja,
durante o ejercicio das Buaa funcedes, e fazendo
etquecer por eaea falta u'aqu He momento a esse
debutado natcive, que elle ei.mo ofiicial da arma-
da era suooidinado bieracbcameute ao seu mi-
nistro.
N nguim o lonva, corto; mas, ninguem poda
! uvar le pouco a iueirreuia i do ministro que f ,-
ra pri voi-hl-o como Ee tost um simples mortal
A queeti de saber se as immunidades parla-
mentares esto em perigo c m a prite do Sr. Fer-
reira de Aim.'ida, sem que a i amara dos Deputa-
dos hi.uvesse aotonsadn a sua captura, como dis-
iOe a C< nstitoico do Es'ado, tem servido de the-
a inetg.itavel uo s a furibundos artigos de po-
lmica j malUtica, masa discursos dos mais assa-
ubadi s por parte da opposico.
Na aojara d r liqooada tela vi itco de orna moco de con
(fortes) para a conatruccao de urna avenida de
cintura que torne a fiacalisacao mais efficaz
n'aquella cidade. O relatir do projecto era o illustre
publicista Sr. Oveira Martina.
J foram uomeadoa na cmara doa dcpntadoa oe
relatorea parciaes do prjecto do cdigo comaier.
cial qu-1 um trabalho muito importante, apreaen-
tado pelo Sr. conaelh -iro Beiro, ministro dos ne-
gocios ecciesiasticoa e de juatica.
Eat em diseuasio na cmara doa deputados o
prij-cto lo governj relativo a estradas. Teem fal-
lado os Srs. Pedro Vctor Scqueira, opioaicao e
Eduardo Villaca, relator.
Eaqtiecia-me dizer-lhes que esteva convoca-
do para hontem (domingo) um grande meetini,
julga se qoe promovido pelos republicanos, afira
de proteatar contra a violaco das imuiunidades
parlam- nfarea commettida pelo governo na pessoa
do deputado Ferreira de Almeiia. Aa folhaa re-
publicanas ten declarado que adherem qnolle co-
mido, fazendo suppor que a iniciativa 'elle nao
p-trtiu do seu directorio. Do que ee tiver l pa8-
eado, reunirei as infonnacoes que me for possivel
para c nhecimento doa noesoa leitoreg.
Tem-se dito d'aqui em varias corresponden-
cias para folbas das provincias que paasou pela
cah.-ca do ministerio diasolver a cmara e gover-
nar outra vez eos dictadura, se ella nao se pozesse
decididamente ao seu lado na queato do incidente
do dia 7.
Accrescentam os informadores que foi perante
essa intiraac.'.o, ou ameaca, que a maioria ee deli-
berou a absolvel-o, na que-to de confianca, aba-
la ocando se ento alguna do8 aeua oradorea a dis-
curaar contra os ataques da opposico. O facto
que at all a tinham fallado no aaaumpto alguna
dos miniatroa.
Allirma sii que os parecere8 8obre aa propoa-
j taa de f J foram intimados os inquiimos doa predios
da ra do Principe, que vo ser demolidos para a
conatruccao do grande tunael, que dove ir da Pra-
5a doa Reatauradore8 at aos Arcos das Aguas-
liviea, para sabir de suas casas no fim do semes-
tre actual. O Sr. marques da Foz comprou com-
panhia dos Caminhos de ferro portugueses o pala-
cio Castel lo Me.lhor na Avenida da Liberdade e
que tinha sido co-pn priado pela mesma cumpa
nhia, cjnjunetamente com os predios referidos, pa-
lacio-CadaVal, matto annua, Recreioa, circo, es
planada, theatroe todas aa edificacoea existentes
n'aquella rea. O palacio Caatello Melhor nao
prec'ao Compauhia, que o expropriou por ter o
proprietario usado do mreito que Ihe aBsisria de
exigir que fosse incluido na massa dis proprieda-
des expropriadss.
Vae ser posto a concurso para o parque e
jardius que devem fazor-se na rotuuia da Avenida
(alturas de Valle d Pereiro) dando se premio c
merino '8 honrosas aos projectos que merecerem es
aaa distm.-e s.
Consta que alguna legistas e commercian-
t-s bem cmbecidiae considerados da capital prc-
jeetnm festejar a inauguraci dos trabalho3 para
os melhoramentos do porto de Lisboa.
Parece ,ue j4 estao 11 ora a las diversas commis-
to'8 para coacordarem sobro a forma da orgauisa-
eo dest.es festejos, que prometiera ser muito pom
p >s 18 e que, de cer;o, attrahiro capital grande
numero de provincianos.
Aa foihaa mmi.-tei i.ies traduzem tudo isao como
syrapatbias e nthusiasmoque o corpo commercial
quer demonstrar pelos meloorameutos do 11 >--
porto. Sem deacoaheeer quanto d-senvolvimento
elles daro industria e commercio a'eate paiz,
b 111 com o reformoseamento da capital, a verdad--
que oa logietaa de Lisboa deraiu-se m lit 1 bem
com as testas aqui erganiaadas nestea ltimos an-
ua aob diveraoa pretextos plausiveis, e nao que-
rem perder agora urna bia occasio de fazer o seu
negocio. A provincia com oa comboios a pr- eos
reduzi ios Cahe em Lisboa cotn 1 urna avnlandre
tmta aasimquech ga de se foruecerde tu 10 quan-
to ae montras e vitrines Ihe apresentam de
mais tentador e absurdo.
Venhara poia as festas e acuda aqui a provincia.
Lisb a, agradecida, procurar tirar-lhe a pelie,
desf sendo-se as lujas da Bixe e do Clin do de
quintos alcaides e monos, > as eato emp
chando anda.
Dd futuro, porm, quando a capital estiver ver
dadeiramente transformada e o seu pirt 1 raelh
rao.,, do que Lisboa deve tratar, de attrabir com
eficacia o grande concurso de estrangeiros, cuja
torrente vae locupletar, de tempos a tumpos, ou -
tras cidadeo da Europa, hojo a proposito de urna
- xpos cao, inanh de um caugresso, ou de um
centenario.
O pequrnino principe da Beira, acompanha-
d 1 de sena paes e da senhora condesa d- a-isal,
foi ante-bontem photograpbar- se ao atel er Filn,
de que actualmeute proprietario o Sr. Augusto
Biibne, pintor e photographo ae reciuh-cido me-
recimento, e enligo discpulo do tallecido artista
ta Migudl Angelo Sop.
Falta di ser Ibes qne a conatruccao do tun-
das depois da concesso da lnha de caminho de
ferro para Cascaes, e de caminho de ierro subter -
raneo sem concurso e sem estndos previos, sem
especie alguma de exame, ao Sr. Bartisaol, o bem
conhecido construetor da linha da Beira Alta, a
rasa* de 3:000 francos por metro correte.
Logo depois, nm empreiteiro offareceu-ae a fa-
zer aquella obra por 2.000 francos.
O tunnel tem 2:70 metros de comprimen to.
A difiere oca de 1:000 francos por metro em
2:700 d 2,700:0JO trancos.
E' o Jornal do Commertia, de qoe proprietano
a Sr. conde de Burear, quem fax sentir ao pabli
eo esta negociata com qoe o Syndicato foi benefi-
ciar o seu bom amigo Bartiaol.
Junto aos reos das Aguas Siones, j se est
abrindo a dynamito um dos pocos que bao de ser-
vir para a perfaraeio do tunael.
No dia 20 eo carrete me termina o praao
de concurso para o servieo de aavegaco p ir bar-
eos a vapor, entre a saetropole e ae proviacias ai-
tramariuas portuguesas. Foram dois os concur-
rentes : os Srs. Jos Coelbo Serra & C, e os Srs.
Souza Leal & Lara.
O Sr. Prato Basto representante em Lisboa da
Castle AaiZ, que fa o servieo para a frica Ori-
ental, officion ao minisro da marinha, ommuni
cando qae aqeeHa empresa nao concorrnu por nao
poder satisfazer s coudn,oea estatuidas no pro
grrmma do ooneorso. Pr parte da Empresa Na-
cional fzeram-se, no acto da abertura das propoa-
taa, doclaracoes no sesmo sentido.
Os Srs. Seusa Losa 4 Lara pedem o subsidio
de 98 contos de ris (tortes) e os Srs. Jos Coelho
Serra C. o de 99:9004000.
espaco de quinze dias.
Vai ser conferido o titulo de conde ao Sr.
Tbomaz R sa, ex-governador de Maco e Timar,
c qne ha dias parti para a Goma e Japio afim
de negociar por parte do governo de Portugal um
tratado de commercio e amisade com aquellas
potencias. J n'outra occasio me refer aos pre-
liminares do importantisaimo tratado com a Chi-
na, pelo qual uoa recoabecida a posee definitiva
de Maco.
Faecmi, em Lisboa, de idade muito avan-
cada. a mi da Sr. c.indeaaa d'Edla, viuva de el-
rei D. Fernando. S -pultou-se hsntem de tarde.
A finada chamava-se Cuiza Heasler. Ao funeral
conCfirreram muirs peaaoas da relaco da Sra.
condesea viuva e oa antigos ajudautes de campo
e sa-nanstaa do re D. Fernando.
O Sr. Ferreira de Almeida apresen!, .u-se ao
Cwnselbo de iuveatigacn vestido a paisana e cora
faxa de deputado. S. Exc. deciarsu que ia ro-a-
ponder ao couselh), simol ara -nte por considera
gao pelaa pessoas que o corapuuhara, mas que pro-
teetava contra o processo que s ib intentava
pelo modo como este corra.
O Sr. Henrique de Macedo est doente de cama
com urna nephrite
Iiaiste-se era aftirmir quo o Sr. Visjonde
de S. Januario. ministro da guerra, p-raiste na
idea de abandonar o gabinete, embora o deainin -
tara com igual insistencia aa folhas governameu-
taea. Sao importantes oa pmjeetis que eate mi
nistr 1 conta apreseutar no Darlameuto, 8endo para
admirar qu-: os nao tenha apresentado anda.
E-itre as medidas projectadas polo Sr. Viseon-
do S. Januario, falla-se na r< firma da tarifa d s
saldos, o que absolutamente iniispensavei, e
alm deasa, a fermacao de urna escala geni para
os offieiaea daa diversas annas, a cr'ac) de es-
colas pratic-ia pra a avallarla e infantaria, a
creacao de eacolas normaos de esgrim, urna lei
de reformas, etc.
O Sr. Viaconde nao qaiz lectetar em dictadu-
ra e f-'z bem. A verdad-i que a opposico, at
quaalo o elogia, ptr^ce tero reservado intuito
d intrigal-o com 03 seua collegaa no ministerio, e
d'aqiii oa repetidla boatos de que est em dissi
dencia cora ellos na questio daa immunidadea
parlamintares.
Lisboa tem apenas em S. Pauli oa concertoa
claaaicns dirigidos por urna notabilidade mnaical
alloma. E1 v-'rdade que eetes concertoa na 1 sao
muito concorrid ia, apezar de ser composta de 90
prnfeasores a orcheatra c de interpretar admira
velme ite Haydu, Beetoweo, Mendelsmn, Gluck,
etc., etc.
Para gostar de veras de msica classica pre-
ciso cultura estbetica.
D. Mara II ainda nao fechou as suas portas;
A tradueco em versos alexandrinos do Severo
Tireli de Francisco Copie pelos Srs Jayuv
Victor eVisconle de Monaarras (Papan?) tem
agradado mnito litf.erarlamente e a edco da tra-
gedia, feta por Paulo Plautier tem quaa deaap-
parecido.
Oa frequentadorea do theatro a attendem em
g ral a situagoea e lancea dramatico8, apenas ae
enthusiaamam com o 2o e 5* actos e ouvem o rea-
to com frieza. O deaempenho p ir parte de Bra-
zo cima de todo o elogio. Pode rivaliear o
nosao primeiro actor com Salvini, e Roasi, ato
c m oa primeircB trgicos europeua daactuali-
dade.
L.
coutra-se em bons autores o emprego deasa syno-
nymia.
Entretanto, urna das maiores autoridades nesta
materia, a insigne pedagogista Papecarpantier,
critica vivamente aquella denominaco. Nao e
aspecto das coasas o qoe se deve estudar, ras as
cousaa em sna realidade. O aspecto engaador,
a apparencia ; levados por ella foi que por tanto
tempo se pensou que o sol gyrava em torno da
trra. (La mthode des taUes d'asyU dans Vetuiig-
nementmt prtmaire, paga. 11 e 41.)
O casta pelo aspbcto expresso que parece
restriagu-se intoicao sensivel, s lir/oesdecou-
aiaKem., de objectos que cahem sob a nossa
vista, aae percebemo. s eom os sentidos.
Asaim est demonstrada distineco entre mt-
thodo Mttalivo (o qae tem por instrumento a in-
tuicao soo seas tres formas), a ZtfAo de cousas (ap-
plieacao especial desse methodo) e ensino pelo as-
pecto (o ensino simplesmente pela ntpeccoo dos
uejectea.)
Lic&o de soasas acerca do corpo humano Oexem-
plo que aqm exige o programma nao de certo,
urna lico de anatoma nem de physologia ; nio
se trata de urna descripeo completa e minuciosa
do corpo nem do funecionamento dos orgos e ap-
parelhos de que se compoe,com quanto em ti-
fie de cousas muito bem possa caber a este ensi-
uo ; mas quer-se apenas urna licio em eabooo fe-
ral accoinmedado ao ensino infantil, hco qne
d urna oclo compativel com a comprehenso dos
alumnos e da qual resulte vantagem qur no desen-
volvel-a, qar no aproveitar alguna conbecimen-
tos de utilidade pratica serca de nosao physico.
No livro de Calkins. "Primeiras lices de cou-
sasw encoadrara algumas sobra este objecto
(pag. 550, da tradneco do D.'. Ruy Barbosa) e
as Lices de musas do Dr. SafFray 1 tradcelo do
profeaaor Al vea Carneiro, edco Garnier, pagi-
na 343). Aellas remettemos o leitor estudioso,
smente advertmdo que convm cooduzir a lico
por modo que nella entre alguma c tusa de hy-
giene as oceasies que ae ofTerccerem (cuidados
que preciao ter como corpo, inconvenientes e
perigos da falta deasseio, doa exc -ssos de alimn-
tacio, da exposioo aa intemperies, etc.)
Mas sem neeeasidado de cingir-sc iuteirameute
s li(ea que nessea livroa ae leem, p dem oe pro-
fessores, aeguindo plano adequado, fazdr ligues
mui diversas, e uo menos uteis.
PERNAMBDCO
Caixa Econmica c llonte de So-
corro de Pernambueo
talanti-1 es 1111 31 do llaiit .1.
IHHt
CAIXA ECONMICA
Activo
Thesouraria de Fuzcndaconta de
59
fisnea ao governo ; mas ns cmara dos pares a nel do caminbo de ferro subterrneo de que cima
misma questo a inda est dando margem a vio-1 tallo foi adjudicada pela administraco da -
leaus imprecacoe ao gabinete. panhia de caminhos de ferro portagaeses,
MSTRCPAO PUBLICA
Mcthodologia
LICOES DE cOUSAS
III
2.a questIo
Methndo intuitivo, ligj de cousas, ensino pelo as-
pecto, em que differem
Excmplo de urna lico de cousas acerca do corpo
humano
Os (iifferentes methedos (l) ae filiara a dous me-
thodos fundaraentaes.
meth ido inductivo,
- metbodo deductivo.
No inductivo predomina a analyse, islu elle
procede di compondo o todo em suas partes, carai-
nlia Jo o 111 o fio para o simples.
No deduc ivo prevalece a syntheae, que recon-
stru-i e recompoe o que a aoalyae separa.
D'ahi vem chamar-te tambera ao 1* methodo
analytico, ao 2osyihetico. E entra no Io o que
se chama methodo inductivo, inventivo ou socr-
tico ; e no syntheticodeductivo, demonstraivo
ou expositivo.
O metbodo intuitivo tira seu qualificativo, como
sabido, do emprego que elle faz da inEuifoo; elle
recorre a essa inclinaeSo nstinctiva, que cuuduz a
observar as bellezas da naturesa, a estudar 8 ua
phenomenos ; affaga e desenvolve eaea, tendencia
natural e aervo-se d'elia para, a um tempo ejer-
cer e dar axpani-o ao espirito de observaco, re-
fl xo e juizo, e por mera delle communicar urna
c;rta ordem de conhecim-ntoa.
Paroz proclam, cora outros notaveis pedagi-
gistas, a intuic 0 como o oj"io de ensino por ex-
cedencia ; u temoa porm agora que examinar-
Ibe a superioridade, maa sni*ufe defioiio e raoa-
trar de onde procede e que d-'scrimen gu-irda
c m a licao de cousas e o ensino pelo aspecto
Repou8audo sobre a intuieao, visto que este
metbodo prinjipalmenre ae serve da analyse,fi-
lia-se ao neiholo inductivo.
A licao de cousas mi > mais que urna applica-
(o desse mermo methodo, applicaco a mais
natural, 8 in iis tructuosa, a mata til.
E' o emprego da intuico do alumno provocada
pelo objecto offerecido coucemplaco e exame do
proprio alumno, no sentido de fazer-lhe adquirir o
conhecimento d'eaae objecto. N'este enBino, o mea-
tre tmente guia e deaperta no alumoo o que ae
p 1 1- chamar, como Speucer e Buisson, oe mstindos
intellectuaes, e rect.fica as noocs errneas que
acaso, acerca da cousa sobre quu veraa a lujao, r-
vel' o alumno.
Em rigjr, a exoresso //p3o d oobsas deveria
reetringir-se intuico sensivel, isto a que (2)
ae i- roe pelos sentid s, mas o uso a tem geue.a-
lisado, quer confundindo-a com o proprio metbodo
de que ap-nas applicnco, quer estendeudo-a ao
emprego da intuico mental (que se exercita pelj
juizo sera o intermedi aos seutidos e sem demons-
tra cao rigiross) e ao emprego da intuico moral
(que se dirige ao coraco e consciencia). D'hi
vem que se applica aquella expresso a Cuusas ani-
madas e inanimadas.
Easino pelo ispelo utn expreaasa que tem-
se t o na 1.) eqmpjlente de licao de cuusas. Ea-
deposito Tr>7:3377ii
Thesouraria do Fazeudaconta de
juroe 263:342*32
Monte, de soccormconta de pas-
sagem 79:02257;
J uros l:4tiM70t)
Caixa G:236#000
l.l()7:457377
Passivo
Depsitos cin contas correntes 1,107:457*377
===^ ;=
MONTE DE SOCCOKKO
Activo
Empretimos sobre penhores 121:87616S(i
Valores depositados 156:866*377
Movis 6:1113627
Caderudas 21341M
Apolicea da divida publica provm
cial I:000*1006
Despezas geraes 7:258*198t
Jaixa l.-.'188oa
297:672*1854
Pa-isivo
Capital 18:181*1215
Cautelas de penhores 156:866*1377
Juros 3:191*1196
Caixa econmicaconta de passa-
gen 79:022*57^
Thesouraria de. Fazeudace ata do
einprestimo 36:057*44*
toldos de penhores vendidos em
leilo 4:096 dar.
Lucros e perdas 711*326
Cadeructas archivadas 8*4'X)
Gastos com leiles 15*'J0
27:672*8.M
S. E. & 0. 1
Recile, 2 de Junho de 1887.
0 guarda livroa,
Sebasti&o J. Cavalcante.
I.oiKlon &; Brazilian Bank U
mited
Capital do Banco 1.000:00t
do pago
Fundo de reserva
BALANCO DA CAIXA FILIAL KM PERNAMLCO,
EM l DE MAIO DE 1887
Activo
Letras descontadas
Letras a receber
Emprestimos, contas corrente
outras
Garantas por contas correal
diversos valores 1.1 Caixa em moeda corrate 660:02-l*210
:)(X):0OJ
300:00t
99:8i;6(M8
861:733*406
2,776:126*956
5,402:08452.o6
Passivo
Depsitos :
Em conta corrente 864:065*241)
Fixoe por aviso 1,353:161*450 2,2I7:2324M
Garantas por coutas correntos e
diversos valores 1,703:373*246
Diversas contas 1,481:178^32*
5,402:084*256
S. E. & O.
Pernambueo, 3 de Junho de 1887.
W. H. Billn, manager.
Wm. Ilil, accountaut.
HtviSTA D1ARU
(i) Metbodo, segundo Descartes, a arte de
bein ,lis(,r urna ordem de ideas, ou para descubrir
a verdade, quando a ignoramos, ou para proval-a
aos outros, qaaodo j a possuimoa.
No 1 caso temos o me hodo propriamente tssen -
tfico; no 2* o methodo sob o ponto de MtaJM-
dagog-co, e nao sino nm instrumento de com
muiiiciico.
() Esta distineco dos tres diferentes domi-
nios e termas da iaitnivo acna-se desenvolvida na
Juisson.
llnala* Realisa-ae araanha c eu-c 111 lo as "
horas da Urde na bacia do Gnzoraetro (Caes de
Cap'banbe) a que promove o Club Internacional
ae Regataa.
E' de esperar, que esta regata 3eja feita com
hrilhantismi e reg'ilandade, que costuma haver
as festas do C ub Internacional.
A fineza do envite que se dignou enviar-nos
couselho administrativo deste Club muito agrade-
cenias.
Paquete francea Procedente da Europa
chegou h ratera o vapor francs Gironde e honteta
mi rio seguio para o Rio de Janeiro.
Faltedme-utoVictima de longos e cruei*
s ffrimentos, falLceu na cidhdo de Oiinda com
raaia de 50 a nos de dado o teneute Man el Mara
de Caldas Brandal.
Carcter firme e dedicado, pertenceu ao parti-
do conservidor ao qu-.l servio como adepto con-
vencido, consagrando-Ibes at oa seus recursos
p 'cariarlos.
Ezerceu por diversas eies o cargo de delgalo
de polica, tornaudo-se sempre merecedor d
elogios.
Murreu pobre, no molesto emprege de p rteiro
do Seminario Diocesano.
Tas a aua alma e nossos cnceros pezamee a aaa
deaolada familia.
loliaa MondarEsta primeiraactris in-
genua da cninpiuhi* dramtica, que actualmente
trabalha no Toeatro Santa Isabel, taz hoje no mes-
n Tbeatro o sen beneficio, repreaentando-se o dra-
ma martimo A Probidade, a seeoa cmica A Ma-
caca e a comedia Paula e Virginia.
O scenario do prologo do drama representa a
praca d'arma. da fragata Santa Ros* B prepa-
rado com o m.chniamo preciso para o effeit* do
""Esu'enscenacao inteiramente nova e pintada
pelo scenograpbo da compauh.a.
O uniforme acha-se rigorosamente de accorde
com oa figurn >8 que serviram de modelo na poca
do d am a marinha de guerra portuguesa.
Oa pnneipaes papis sero deaempeobados pe
beneiciada e pelo actor Soaies de MedeiroB.
f
iifisivir *
1 wnimi


I
Diario de PcrwnbiicoSabbodo 4 de Junta de 1867


.i

Depois do espeetacvW haer honda para toda*
as hnhas e trena paoa Otiiina e Api pucos.
Cousta nos que a fasta artiatiea de boje estar
no altura dos inerecimentos da beneficiada.
t)ucm o al*oo t Trouxe ao nosao ea-
eriptono o Sr. Roulio de Oiiveira um embmlho,
eonteado duas grammatieas e uso. jornal e que de-
Teirj pertencer a uin passageiro do trem de Olio-
da, que o saltar aontea oa ettacao da roa dos
Pires deixoo cahir o embrulho e foi achade pelo
Sr. Rotilio.
Quero for e dono, procure em oouo eacriptorio
este* ebjectos que serio entregues mediante indi-
cacao dos sigoaes dos meamos.
(Jmat rarhorradac um verdadcira ca-
chorrada, o que se v diariamente no pitea de &.
Goocaio, segundo nos cotnmunicaram em um bi-
lhete postal hontem.
Us caes andam aqui aoa magotes, assustando
as familias e, e como brutos qa-i si i, :'ezetn taes
gynaacas que s torna uecessario o emprego das
bolas de stryehnina.
Hau wenttaarRecebemos hontem a seguate
carta-bilhete:
lllm. 8r. Redactor do concetuado Diario de
Pernambuco.
As fl res que V. S. tem deitado nos coracoes
d'aqnellus que tem abol lo a eserav do, aoimim-
ue a pedir-lhe que chame a attencio das sacie-
dades abolicionistas de-*ta cidade para o estado
miserando de duas inelizes escravas de uui senhor
morador na estrada dos AIS.toa, queapregoanJo-
s de abiliciunista, castiga sein piedade essas in-
felizes, que pelo estado de nudez e abatimento
que revclam fz suppor que at a fome Ibes
inflingida cima castigo
Era JI% Diatribun-se aute-hontem o se-
gando numero desta tolha acadmica.
Rcceb.mos um ex-tnplar que agradecemos.
Para a noite de tanto tnlunl > s
Juan e *. Pedro.Na Typograpbia Indus-
trial foi publicado um livriuho de versos para di-
vcrtiinenio .ibs uoites de Santo Antonio, S. Joio
o S. Pedro.
Intituli-se Mdame Viremon a chave do futuro
Vende se pjr 21)0 ris cada exemplnr.
Agradecemos a ofterta qne nos dzerain de um.
Retinta Illuajtradattecebenoa o n. 157
desta revista, que se publica na corte.
presente numero traz, como sempre, excellen-
tes gravuras.
Agradecemos.
Expoairo de m~cblna allemei*
\ Sociedade Centra] de Geogiaphia Commer-
cial de Iierlim fuudou em Lisboa nos fio? do anno
passado uina interessaute exposiclo de machinase
instrumentos agrcolas de fabricaco allem. Essa
empreza tem dado excellentes resultados. A ex-
posicao durar tres anuos.
Assegura-uos pessoa bem informada que a re-
ferida sociedade tenciona organisar brevemente
exposicojs o mesmo genero no Rio de Janeiro e
em outras capitaes da America do sul.
Comit iliterario AcadmicoIioje
4 do corrente s t horas da tarde, realisa-se urna
sessao desta sociedade para commemorar o anni
versario de sua fundacio.
A reuma > que ser presidida pelo Exm. Sr. Dr.
5 abra constar de duas partes.
Na 1 ter lugar a 6a conferencia social oceu-
pando a tribuna o Sr. Montoiro Lopes, estudante
do 3o anuo, que dissertar sobre a th-'s.-Jnde
reside a soberana?
Na 2' parte .ser concedida a palavra em 1
lugar aoj repreaentantea das associaco^s e em 2
as pessoas que quizerem com o coocurso de aua
palavra abnlhantar a festa promovida pelo Ci-
ini t.
1 reuna) ter lagar em um des saloes do Ga-
binete Portnguez de Leitura.
Urna banda marcial tocar escolhidas pecas.
lie Breml Recebamos o n. 154 desta jor-
nal, cuj > summario o eeguinte :
Le Climat rel du Ursil.A. Marc.
Telgrainmes du 5 au 15 inai.
Echos de partout.
Lettres de Rio de Janeirode Bihi le Cu-
ritibale S. Paulode Rio Grand du Sud.
Chronique parisiense.Adrien Desprez.
Emigration.
Le systme de emigration et de coionisatiou au
Brsil (suite)Dom Luz.
Lea socites de emigration et de colonisation en
Allemagoe.P. G.
Le chemiu de fer Sorocab Avis aux migrants pour Sam-Paulo.
l'levue comtnerciale. D. Noel.
Revue financiare.
Mouvement martirae.
Revue Sud AmericalneDe Paria foi-
nos remettido o n. 117 desta revista poltica, eco-
nmica, financeira e commercial dos paizes lati-
nos da America.
O presente numero cantem o que consta do se-
guinte summario :
Julio A. R,ca, ancien prsident de la Rpubli
que Argentiue. par P. S. Limas, page 4^1.
Rpublique orintale de l'Uruguay.
LAnduaire statiaque de '88, par Antonini y
Diez., page 483.
L'E'ude historque et soentifiqae de la Banque
de la provinea de Buenos Aires, par Andrs La-
mas, page 435.
Rpublique Argentiue. L Banque Hypoth-
caire Natiooale ; loi or^anique, page 43.
Avis bibliograpbiquea, par P. Pradier- Foder,
page 489.
Aux migrants pour la Rpublique Aigentine,
par L. Guilaine, page 490.
Courrier d'Amrique, page 4%.
Revue c inomique, page 499.
Revue fiuanciere, page5Cl.
Ueunic* aiociae* Ha amaha as aeguin
tes :
Do Club Abolicicoista D. Joa, em assembla
geral, s 10 h iras da manha, na sede do Institu-
to Luterano Olindense, para discussao dos seus
estatutos. i
Dos mdicos e pharmaceuticos residentes n eata
provincia, s 11 horas da manh, na sede da ins-
pectora da bygiene publica, ra do Baro da
Victoria n. 32. afim de tractar-se da organisaclo
da respectiva sociedade e approvacao dos esta-
tuas.
Da irmandado do Santissuno Sac-amento do Re-
cite, s 11 horas da manh, afim de proceder-se
.-leicio de novos iunecionarios que bao de dirigir
os negocioa d'esta irmandade durante o anno com-
pron.issal de 87 a $8.
Da irmandade do Santismo Sacramento da ma-
triz de Santo Antouio, s 11 horas do da, para o
mesmo fim da irmandade cima.
Alada lia neirelrua : -'.jm o titulo Contra
a escravalura, encontramos no Commereio de Por-
tugal de 17 do inez prximo fiado a seuinte noti-
cia :
Dizem de Mozambique que ha mais de um
anno cruza na costa oriental a corveta Alhanee
da marinba de guerra norte americana com o fim
de dar cs<;a a um navio da marinba mercante da-
quella naca i que se entrega ao trafico da escrava-
tura. A ^liaic diz-se que est autorisada por
todos os paizes eetrangeiroa a metter a piquj o
navio, seja qual for a situacio em que o encontrar
dentro ou fra dos portas.
Felizmento uo brasileiro o tal navio negreiro.
Kelatorio e cotila*Pomos obsequiados
com o relatorio e cantas da sociedade de Benefi-
cencia cm Pars.
Agradecemos.
aaiajaNHinato No lugar Redacto do termo
do Ri i Pormoso pelas tres horas da tarde do da 29
do mez fiudo, foi a.sassinado com 13 tacadas o
individuo de n. me Joa Mathias por Manoel Mor-
colmo de Oiiveira e seus irmoa Antonio Pedro
de Oiiveira, Belisario Bispo de Oiiveira e Pedro
Antonio de Oiiveira, pae destes.
Os deiinquentea forara presos.
Encontrado muri A margem do rio
Jaboato no da 31 do mea ultimo fot encontrado
o cadver de um hornera de cor preta. represen-
tando ter 22 anuos de idade.
O subdelegado do Loreto do 2 diatricto de Mu-
ribeca tomou conhecimento do facto, fea proceder
a competente vistor a e das diligeni-iae feitaa re-
conheceu aer o cadver de Joio Damaaeeno, mo-
rador ao engenho Silva, do 8o diatricto do Cabo,
que fallecer em coaseqnencia de um ataque de
epilepsia.
Vaculdade de BU-elto ale Paulo-
Esto marricul-dos na Faeuldada de DireitodeS.
Paulo, 471 estudantes, aende : no I" anno, 113 ;
no 2', 136; no _, 98 ; ao 4, 62 e no 5o, 62.
Sera exacto tO fosmemo de Portigal
publicoa sob a rabrica Imperador do Brasil a
segniote aotieta :
< Consta a aaa collega que S. MageaUde o im-
perador do Brasil Tai faaer uso das agnae msdici
naes do Gerez, e que se se a mir sseibor, vira a
Portugal arias de sagair o trata sonto na- propria
estafa tbenaaL a
Par aaa vas, o Diario Papular de Lisboa pu-
blicou tambem a segainte
gaaBU garrafal das aguas medicinaos de Garas,
que, segundo parece, sao muito indicadas no tra-
tamento da doenr;a ds que roflre S. M. o Impera-
dor D. Pedro II.
Se o Imperador obtiver melhoras com este me-
dicamento, consta que vai faser uso das aguas a
O^leperador da alnaSbese que o
imperador da China assumio este anno as redeas
do gaverno; eis .v traduccio do decr jto imperial
pelo qual elle anuuneti este acontecimento ao povo
Pea vonUde do co, sufai ao throno ha 13 an-
uos e, desde essa epoch*. a mperatru regente,
em considerado pala minba pouea liade, consen-
tio em dirigir os importantes neglos do estaio,
por tal forma que eu pude consagrar-me aoeacudo.
Ha mais di 10 anuos qu- a imperatns tem sido
infatigavel afim da escolher os houens sensatos
para o ser vico do estado e despedir aqueles que
eram incapates de exercer o seu cargo, ludo o
que ella despenda era para bem do povo e a naci
inteira esteva pacifica.
A historia nio mencionou nunca urna adorais-
traco mais brilhanfe que a de Sua Magestads ; o
povo e os f unecionarios bem o sabem.
Actualmente, a imperatriz decretou que estando
terminada a rainha educacao, eu devia assumir em
p*ssoa as redeas do governo. Q taadi 'iva conhe-
cimento deste decreto, tremi como se estivesse no
meio do mar, san saber onde esta va a trra.
Todava. Sua agestada quer continuar a dar-
me ainla durante atguns annos conselhos sobre da Costa Affooso.
negocios importantes. t>or sao, em obediaocia as
ordens da imperatriz, dirig urna peticao ao c),
trra e aos meus antepassados para lhcs fazer sa-
ber que eu asumira eui pessoa a admiuistraio
o governo ao dcimo quinto da da primeira la
do dcimo tereeiro anno do .neu reinado.
Guiado pelos conselho-i de Sua Magstade, todas
as couias sero taitis co:n cuidado. Os pnncipes
fuuecionarioa deverio sar leaes e diligentes
ic fazer seiente das necesidades do povo.
Assim h naci ter paz e a imp> ratriz nio me tera
instruido intilmente.
O governo do
1/2 horas, na ssatris la Boa-Vista, pala alan de
John Joeepb Harding.
Seguada-feira :
A's 8 ho'as, na ordem ^ de 8. Franeiaeo, pela
alma de D. Anna Rosa de Albuquerque Lessa ; as
7 1/2 horas, na igreja de 8. Francisco, pela alma
de Guilh-rmina Emilia Pereira Duarte; 4s 7 ho-
ras, na igreja do Carmo, pela alma de D. Candida
Sampaio.
Terca-feira:
A's 8 horas, as matrses de Nasareth, Tracu-
nbaem e Alago i Seecca, pela alma do teen te-
coronel Antonio Lopes Coutinao ; s 8 1/2 horas,
na igreja da Sania Rita de Cassia, pela alma de
Francisca Rosala do Oiiveira.
Paaaasrelrosj Chega dos da Europa no va-
por francs Gironde :
Prosper Pelsaier, Henri Rolley, mlle. Jeaoni
Delacoury, Dr. Ligreca Silverio, jMareiano Ge-
noro e 1 tilho, Fortunato Fiero, Guiseppe Milles,
Geordaao Gjnnois, Caldern Pelieu, Luisa Arena,
Francisco Reccio, Domencio Priuce, Antonio
Faillare, Pasquale Forte, madama Julia Koblcy,
Jos Mara Goocalves Martins, Emilio Vasque z,
M moel Rev, Lourenao Mirtinez, Jos Clemente
de Souza, Miguel Eas de Amorim Esteves, sua
senhora e 2 filhoe e Alexandre de Mediis.
Sabidos para o sal no mesmo vap >r :
Joo Leite, Dr. Dias Teixeira, Antonio Gomes
Pereira Junior, Francisco da Costa Rimos, Victo-
rino Xavier da Simas, Alfonso Taborda. R. We-
bster, Joo T*vares dos Santos e Francisco Jos
Operacde clrurgicaaForano pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 28 do corrente, aa
seguiutes :
Pelo Dr. Pontual :
Posthotomia indicada poi phimosia.
Pelo Dr. Berardo :
Pupilla artificial reclamada por mancha da cor-
nea.
Abertura de um abw^so da cmara anterior.
Pelo Dr. Joo Paulo ;
Poshotomia pelo thermo cauterio iadicada por
phimosu e cancros venreos.
Casa de DeleacoMovmento dos pre-
ao imperio foi entregue a mim so
pslo co e pelos me-s antepassados. e%u considero | sos da Casa de Detencao do Ree.fe no da 2 de
a felic.dade do meu povo e dos meus tunccioLarios | Junho : ..K;Mm 1ft :.
como a minha. Eutendi ser conveniente conceder j Existiam obi; entraram 19 ; sahiram 18 exis-
os favores seeuintes : j tem ^^
a lista das ceremonias que ordena o m- A saher : :. ,
elie concede. Ajsim,' Nacionaea 3o4 ; mulheres 9 ; estrangeiros 1 ;
1 escravos sentenciados 3 ; idem processados i ;
Segu
perador e dos favores qu
estio dadas ordens para reparar os templos das
deuses das raonanhas e dos mares, faz.-r um ser-
vico de adoracao nos tmulos dos imperadores e
ao templo de Confacius, promover ao posto imuoe
diato todas os funecionanos civis e militares, enn-
ceder urna amnista a estas ujesmas classes de in-
dividuos empregado3 em Pekim, recolher a3 viu-
vas e orphos em lugares espacialmenti construi-
dos para isso, dar baixa do servico militar aos sol-
dados de O nnos, etc., eta.
Por isto sa v que Sua Magestade chiueza co-
meca com boas inteufoes.
ImtalgracoSegundo informa a inspecto-
ra geral das trras e culonisaco, durante o mez
de Abril findo entraram ao porto d) Rio de Janei
ro 2.4t3 immigran:ea, sendo 80 allemies, 5 aus-
tracos, 1 americano, 12 belgas, 18'J hespauhas, 18
franceses, 2 uiglezes, 1,003 italianos, 1.129 portu-
guezea, 14 de diversas nacional id idea ; proced.'n-
tes de Antuerpia 50 de Bremen 2, da liordeaux 11,
de Genova 995, de Hamburgo 29, do Havre 2>,
de Lisboa 1,017. do Rio da Prata 13, d- Viga 213,
de outros portas 71; homens 2.152; mulheres 301;
maoires de 10 anuos 2.269, menores idem 184 ; ca-
sados 198, soltemos 558, viuvos t, de estado des-
conocido 1,660; cath>licos 2,451, de relig[io
ignorada 2 ; agricultores 22, de diversas profissoas
2,280, dem desconhecida 151.
No mesmo periodo sahiram 1.481, sendo 864
para S. Paulo, 257 para o Rio Grande do Sal, 139
para Miuas-Geraes, lt para o Paran, 26 para
Santa Catiiarina, 93 para o o de Janeiro, 83
para o Espirito Santo, 4 para a Bahia, 2 para o
Amazonas.
Por cinta do contracto de J. N. do Vincenzi &
Filhos, f >ram iotroduzidos 118 immigrantes. A
Sociedade Colonisadora de Hamburgo nenhum en-
Viou para o imperio.
Operaco cirurgicaL se no taii de
21 de Maio :
Hontem o lente da 2' cadeira de clinica ci-
rurgica da faculdade de m 'dicina do Rio de Ja-
idem de correccao 4.Total 354.
Arraeoados 320.
Bons 303; 'doentes 17.Total 320.
Movmento da enfermara.
Te ve baixa :
Mainel Delfioo do Nascimento.
Proclama Foram iidos no dia 29 de Maio
na matriz da Boa-Vista os seguint-'s :
Manoel da Silva Reg com Josepha Maria de
Jess.
Marcos Antonio do Sacramento Filho com Do-
data Emilia do Espirito Santo.
Gildino Jos Francisca do Espirita Santo com
Josepha Estella da Silva.
LoterlaaO plano que se segu o adopta-
do para as extraccoas das loteras ordinarias da
provincia das .Alagoas depois de sorteada a 16a lo-
teiia (j annunciada) em urna s extraccao :
8.0)0 bilhetes (divididos em quintos) a :>$000
40.0X10C0.
1 premio de 10.0005000
i dito de 2.00)4000
1 dito de 1.000OJO
1 dito de 5005000
3 ditos de 2005 6015)00
8 ditos de 1005 8005000
80 ditos de 105 (1) 80J#000
800 ditos de 53 (2) 4.00)5000
800 ditos de 55 (3) 4.0005000
2 appr. de 1005 (4) 2005000
2 ditas de 5)5 (5) 1005000
flava* le 4lagaaa~A 17* parte desta
lotera, pe4o aovo plano, cujo premie grande
de 10:0004000, aera extrataida no dia 8 do cor-
rente.
Os bilaetes acham-ae venda aa Casa Feliz i
praca da Independeucia na. 87 e 39.
Tambem acham-ae venda na Casa da Fortu
na roa Primeiro de Marco n. 23, Martina
Fiusa 4 C, e na Esmeralda, ra Larga do Risa-
rio n. 24.
CensUerlo PublicoObituario do da 1.
de Junho :
Maria, Pernambuco, 5 das, Boa-Vista; es-
pasmo.
Jos, Pernambaco, 10 annos,5Ba-Vista; dyseo-
teria.
C'ypriauo l'rancie'-.o da Nascimento, Pernambu-
co 28 annos, solteiro, Boa-Vista ; anemia.
Antonio Francisco Soares, Pernambuco, 39 an-
uos, sulteiro, Bt-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Jos, Pernambaco, 7 dias, Santo Antonia ; ca-
tarrho suffocante.
Marcia Mana das Naves, Pernambaco, 25 annos,
-olteira, BAa-Vista; tubrculos palmooare-i.
Fraaciaco Lapes Carreta, Parabyba, i'o annos,
solteiro. Boa-Vista ; encephalite.
Jos Mathias da Fonseca, Pernambuco, 18 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; ferimento par a*ma de
fogo.
Francisca Rosala de Oiiveira, Pernambaco, 70
anaos, vuva, S. Jos ; entente agudo.
Maria, Pernambaco, 14 meses, S. Jos ; entero-
colite.
2
Maria Joaquina Pereira, Pernambaco, 45 an-
nos, casada, S. Jos ; ictericia.
Anna Peatn, Allemauha, 68 annos, viuva, Afo-
gades ; dyabetes.
Vicente Ferreirra de Jess, Alagas, 35 annos,
viuvo, Recife ; tubrculos pulrr>oares.
Maria Bertholeza daConceicao, Pernambuc, 74
annos, viuva, Boa-Vista ; dyarrha.
Manoel Florencio do Nascimento, Peraambuao,
14 anuos, soiteiro, Boa-Vista ; broncha pn.-umo-
nico.
Vicente de Oiiveira, Pernambuco, 20 annos, aol
teiro, Mi-Vista; tubrculos pulmonares.
Manoel Pereira Ramos, Pernambuco, 50 annos,
solteiro, Bl-Vista ; gastritc cbroiico.
Raphael Francisco Porfirio de Freitas, Parahy-
ba, 50 annos, solteiro, li ,-Vista ; hemeplise.
Manoel Pernambuco, 18 mezes, Boi Vista ;
atrepsia.
Theophilo Al ves da Silva. Pernambuco, 43 an-
nos, casada, Boa-Vista ; deliriuin tremens.
Eurico, Pernambuco, 1 anno, Poco ; fehre per-
niciosa.
Maria, Pernambuco, l mez, Santo Antonio;
rbeumatismo.
Jos, Pernambuco, 30 da?, Recife; enterite.
Um recem-nascido, S. Jos ; p 'lo sub Je egado .
A junta rosal ve designar a sessao de 10 de Ju-
nho prximo vindonro, para o preeuchi aento da
vaga de avaliador commercial.
Foi prestada o juramento e as signado o termo de
responsabilidade por Antonio de Oiiveira Maia
para obtencao da custa de registro .do patacho
Audaz.
Nada mais havendo a despachar foi encerrada
a sessao s 11 horas e 1/2 da manha.
PlBLiaiOfcSAMUILM,
CHRONCA JUDICIARIA
nero, Dr. Joio da Costa Lima e Gistro, praticou rismo da aorte grande.
1.699 premios na valor de rs. 21.0005000
Gastos :
Imposto geral de 15 0/0, baneficio de 10 0/0,
imposto provincial, emolumentos idem, sello, com-
missio ao thesoureiro e despezas 16.0005000....
40.0005000.
\{i) Pira as demais centenas cujas 2 algrismos
de termina^So sejam iguaea ao da sorte grande.
() Para as demais terminacoes do ultimo alga-
i) sua eufermaria, na hospital da Santa Casa de
Misericordia, a eperaeao da ligadura da cartida
primitiva esquerda, na base do pescoco, operario
que era reclamidapor um aneurisma asses'ado na
cartida respectiva, e que attingia o ponto de bi-
fureacio em cartidas internas e externas.
A ligadura foi feita >-ntre o coraco e o tumor,
sendo empregado o aeguute proc^aso : foi prati-
cada a incisao entre os dous fexes, external e cla-
vicular do msculo externo cleido mastoideo, o
afastamanto das duas porcoss musculares, a inci-
sao da aponevrose prevertebral e o desnudamento
da arteria ; sendo que pra ebegar ao ultimo tem-
pa do acto operatoria, -al n de ser preciso cortar
as carnadas respectivas, foi mister afastar a alca
descendente do hypoglosso, o pneumo gstrico e
veia jugular interna, tenda em vista o grande
sympathico, orgao de importancia transcendental,
cuja lesSo despertada por phenomenos de ordem
pby-iologica eonhee dos. A operacao urna das
mais ousadas que se conbece em cirurgia e exig
conbeciuientos profundos de anatoma e cirurgia,
sendo a regio em qua foi praticada urna das mais
melindrosoas.
O amphitheatro regorgitava de estudantes e
mdicos, entre os quaes destacavam-se o Sr. Ba-
rio de Saboia, Drs. Miranda, Pereira Gumares,
Hilario de Gouvei, Bulboes Ribairo, Severiano de
Magalhies, Brando e outros.
A operacao foi caroada do mais brilhante suc-
cesso, sendo o talantoso cirurgio Dr. Lima Castro,
ao terminal-a, enthnsiaaticamente comprimentado
per todos os assistentes.
Directora daa obraa de conten a
cao don portoaBoletim meteorolgico do
dia 2 de Junbo de 1887 :
a < B'S o
Horas o a-a
o o cao
-= S
H
6 m. 22-3
9 2 i'S
12 264
3 t. 27'1
6 25"-9
Barmetro a
0
760*69
762"48
76118
759">45
7f>979
Taso
do vapor
18,17
19,96
1953
18,27
20,95
o
-c
a
ni
75
68
81
Temperatura mxima27,50.
Dita mnima22.25.
Evaporacio em 24 horas ao sol: 4,3 ; som-
bra: 2,3.
Chuva13>,4.
Direccao do vento: SE de aeia uuitr at 11
horas e 34 minutos da m nbi ; BE e ESE alter-
nados at 6 horas e 52 minutos da tarde; SE
at meia noite.
Caimana durante 2 horas pela manha.
Velocidade asedia do vento : 2>,28 por segundo.
Nebulosidade media: 0,64
Boletim do porto
Dia Horas 143 da Urde 7-40 235 manha Altura
P. M. B. M. P. M. 2 deJunho 3 deJunho 2,"51 0,">53 2,54
u-iiaenl^tlectuai-ae-nao.
Hoje:
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, na ra do
Vigario n. 12, de predios.
Pdo agente Britto, s 10 1/2 horas, rna Pedro
Affooso a. 43, de movis e muitos outros objectos.
Segunda-feira:
Pelo avente Pinto, as 11 horas, rna do Im-
perador o. 16, de caixas com ferramentas e mais
objectos.
Terca-feira :
PelotM/tnU Martin, s 11 horas, na ra do Ba-
rio da Victoria n. 43, de bons movis, loucas e
vidroa.
Pelo agente Martin, as 11 horas, ra do Ba-
ro da Victoria n. 45, de urna victoria com 2 car-
neiros e arreioa, para meninas.
laasua faiaebreo.(tero celebradas :
Boje :
A's 8 horas, na matriz do Corpa Santo, per al-
ma de Antonia Pereira da Joama; as 7 1/4 horas
da manha, no convento de 8. Francisco, pela alma
I de Carolina tas i lia de Gargaaa Vierae; s 8
horas da manh, na matriz de Bsrrto Antoaia,
pela afana de Alfredo de Aqnino Faasasa ; s 7
(3) Para as dema>s terminacoes da ultimo alga-
rismo do segundo premio.
v(4i Para o primeiro premio.
7(5) Para o segundo premio.
Lotera do Eaplrlto Manto Eis os
amaros premiados da 3 parte da 1" lotera, em
beneficio da instruegao primaria, extrahida em 3
do corrente :
5822 60:00)5000
9072 10:0005000
8475 6:0005000
2400 4:0005000
3913 2:0005000
170 1:0095000
9831 1:000*000
Estio premiados eom 5005 :
97 673 3400 7874
Estio premiadas com 2005 '
237 1374 1440 2638 3011 3360 5528
7140 8729 8984
Estio premiados com 'O05 :
3 434 451 2300 2938 2947 2963 3703 3761
3883 4398 5077 5734 6013 6071 6907 7321
8035 8077 8128 8489 8853
Approximaces
5821 1:0)05000
5823 1:0005000
9071 5005000
9073 500*000
8474 3005000
8476 3005000
2399 200500e
24ol 2005000
3912 1455000
3914 145*000
Os nmeros 5801 a 5900 excepto
o da sorte
grande estio pre i.iaios com 50*.
Os nmeros 9091 a 9100 excepto o da inmedia-
ta estio pierniados com 205.
Todos os nmeros terminados em 2 excepto o
da aorte grande estio premi ados com 205.
A seguate lotera ser extrahida breve-
mente.
IiOferla da provincia Quarta-feira 8
do corrente, s 4 horas da tarde, se extrabir a
6a loteras, em beneficio da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife e, no consistorio dn igreja de
Nossa Senhora'da Conccico dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostas as ur-
ane as espheras a aprecacio do publico.
Lotera da corteA 204* lotera da cor-
te, pelo nove plano, cujo premio grande de------
30:0005000 aera extrahida no dia .. do cor-
rente.
Os bilhetes acham-se venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Lotera do -rao ParaA loteria desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
120:000*000, ser extrahida no dia 4 de Ju-
nho.
Bilhetes venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joio Jsaquim da Costa
Leite
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiusa & C.
Lotera da protlnclaA 6 loteric em
beneficio da Santa Casa de Mise icordia d< Recife
ser extrahida no da 8 do corrente, s 4 horas da
tarde.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Casa Felis na pr.ca da Independencia us. 37
e 39.
Tambem acbam te venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23 de Martis F.u-
soassO.
Latera da ParabybaEsta loara cujo
premio grande de 20:000*000 ser extrahida u
dia .. de Junho t 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Casa do Oure
ra do Bario da Victoria n- 40 d Joo Joa-
qnim da Costa Le te.
Latera da Eapirlte-Saato-Esta lote-
ria cojo premio grande 60(000*000, ser extra-
hida no dia do .. correte.
Os bilhetes acham-se venda aa Roda da For-
tuna 4 ra Larga do Rosara n. 36.
Tombem acham-se venda aa Casa Felis na
prafa da Iodependeneia ns. 37 e 30.
Loteras da provlaria da Paran
A 15 lotera desta provncia.pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 15:000*000, se extrahir
no dia 7 de Maio.
BUfcftes a Toada aa Casa da Fortuna, na
Primeiro de Marco n. 23, de Martins Fiusa & C. /ai.
si mita Commercial da cidade do
Recite
ACTA DA SESSAO EM 26 DE MAIO DE
1887
PBESIDESC A DO 1LLM. SB. COHMKNDADOK STONIO (10-
MF.S DE M1RANH V LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimardes
A's 10 horas da manha declarou-se aberta a
sessao estando presentes os Srs. deputados Olinto
Bastos, commendador Lopes Machado, Beltrio
Juuior e Hermino de Figueredo.
Lida, foi approvada a acta da sessio anterior e
fez-se a leitura do seguinte :
EIl'EDIENTS
Aviso circular expedido pelo Ministerio de Agri-
cultura a 13 do corrente, para que com urgencia
se prestem os seguintes esclarecmentos : Io qaal
o numero de marcas de fabricas depositadas ; 2
qual o numero de marcas de fabricas registradas ;
3o qual a importancia recolhida ou cobrada por
esses depsitos e registros. Cumpra-se e regis-
tre se.
Aviso expedido pelo Ministerio da Justica a 11
do correute, dando sciencia que S. Exc. o Sr.
conselheiro Samuel Mac-Dowell por decreto de 10
foi nomeado ministro e secretario de estado dos
negocios da Justica.Accuse-se a recep^o e ar-
chive-se.
Officio:
De 21 do corrente da junta dos corretores desta
praca enviando o boletim das cotaco :s otfiaiaes de
16 a 21. Para o archivo.
Diarios officiaes de ns. 128 a 134. Arehi-
vem-ae.
Foram distribuidos rubrica os seguintes
livros :
Diario e copiador de Monhard Huber & C, dia
rio da viuva de Antonio Pereira da Cunba, dito
da Companhia de Seguros Fidelidad*; de Lisboa,
copiador de Ferreira Gaimaries A C
O Sr. commendado' presidente deu sciencia
junta e esta fieou inteirada de haver ordenado o
20 de Maio depois de finda a sessio o registro da
procuracao de Edward Herdman, directorio Ban-
co Internacional do Brasil, establecido na capi-
tal do imperio, constituindo William M. Webster,
gerente da casa filial instalada nesta praca.
DESPACHOS
Peticoes :
De Azevedo & C, acompanhada de urna certi-
dio do juizo oo commereio desta cidade provando
que nao tem podido cumprir o despacho desta me
ritisBma Junta mandando justificar a antiguidade
da pusse do emblema duas mios apertando-se
por motivos albeios sua vontade. Junte-se s
outras peticoes dos supplicantes q le serio eabmet-
tidos a despacho quando forcumpridaa diligencia
ordenada a 12 do corrente.
Doa meamos (adiada na precedente sessio ate
que os supplicantes cumpram o despacho de 12 do
corrente) solicitando baixa no registro n. 197, re-
gistro de outra marca coaa a mesma denominacio
Caxias da mortalha com que envolvem os ci-
garros dos pacotee para 5u0 cigarros. Continu
adiada.
De Porto & Santiago, para que seja archivado
o distracto de soeiedade que aob dita firma decla-
rara Manoel Jos dos Santos Porto e Antonio Jo-
s Felipe Santiago ficando o ex-socio Manoel de
poeae do eatabelecimento deata prv* e do activoe
obrigado pelo passivo da ettincta sociedade.
Archive-ae depois de satisfeito o parecer fiscal.
De Mauoel Jos dos Sautos Potto, ex-soeio da
firma Porto 06 Santiago puraque se transfira par-
a firma Santos Porto & C., da qual o supplican-
te o nico responssvel, o livro diario em branco
sel lado e rubricado a 13 de Janeiro do correte
anno para a predta firma Porto ce Santiago.Na
forma requerida.
De Mnnoel Lino Carneire de Albuquerque, para
qne se archive o contracto da sociedade em nome
coliectivo que sob a firma de Los Honra &C.,
celebrou o pharmaceutico Jesuino Egypcio de Li
ma Moura com o capital de 1:500* para o com-
inero de urna pharmacia denominadaVictoria
na villa de S. Luiz na provincia das Alagas.
Pago o sello do archivamento, como requer.
Ue Abilio Ferreira Pinto de Magalhies p An
tanio Teixeira Cerejo para que s-ja archivado o
contracto de sociedade em nome coliectivo que ce
lebraram sob a firma Magalhies, Cerejo & C., ecm
o capital de 14:0005000 para o commereio de fa-
sendas nesta prava ra do Livramento n. 26.
Achive-se na forma da lei.
De D. Maria Amelia da Gunha para que se re-
gistre o additamento a procuracao que pasaara a
11 do correle a Alfredo Jos Antunes Gaimaries
para que possa despachar na Alfandega e reque-
rer perante reparticoes publicas, ratificando todos
os poderes da predita proeuracio de 11 do cor-
rente.Regist-e-se.
De JoB Fraucisco de Menexes Amorim solici-
tando o provimento do lngr de avaliador com-
mercial vago pelo fallecimento de Antonio de S
Leito.Esperado.
De Antonio de Oiiveira Maia, que tendo com-
prado o patacho nacional Maria Augusta da pra-
ca da Babia, que passa a denominar-se Audat,
pede que se lhe paeae carta de registro. Presta-
do o juramento e firmado o termo de respaaaabi-
lidade paase-se a carta.
De Antonio de Sonsa Duarte Ferreira e Paulo
Luis Alves Ribeiro, para quejse achive o distrac-
to da firma Paulo Ribeiro & C-, pelo qual fica o
ex sociojl^aulo de|poBse do estabelecimento e do ac-
tivo e obrigado pelo passivo da extincta sociedade
enja sede era rna do Conselneiro Peretti n. 48.
__4 archivado depois da aa isfeito o parecer
acal
De Miguel Joa Alves, agente da companhia de
seguros K.delidade de Lisboa, para que seja ar-
chivada a carta inperial, passada a 23 de Setem-
bro do mesmo anna, prorogando psr mais 10 an-
nos a agencia de seguros da dita companhia.
Archvese e feca-se a publicacio na forma da
t-oIlea;lo tillio
Para commemorar o seu 4o aniversa-
rio vestio-83 ante-houtom da galas o Colle-
gio Abilio.
O palacete onde est situado o collegio
tinha um aspecto alegre e encantador p !.:
sua ornaraentacao e-polo ruido que fazuin
as criaoyaso futuro, a esparanca da pa-
tria abi representadas por um numero
elevadissimo.
A mais selecta sociedad* do Rio de Ja-
neiro compareueu ao coliegio Abilio e en-
tra 03 convidados de tolas as classes dis-
tinctas da sociedade, achavam-sa o Sr.
presidente do cous -Iho, ministro do impe-
rio, muitos senadores e deputados.
Constou a fst3 de um sessio luterana
durante o dia e concert e baile n -ite.
A parte relativa e lusagio physica
foi transferida para quinta-fira prxima,
por causa do nao tempo.
A sessao litteraria foi presidida pelo Sr.
bariio de Macahubas, o decano dos nossoj
educadores.
Co nejou esta sessao p lo bymno nacio-
nal executalo pelas bandas rausicaes dos
callegios Abilio, da corte e de tarbacena
Seguio-se o discurso do director, Dr. Joa-
quina Vbio, paca literaria c pedaggica
iinportantissima, qu arrancou merecidos
appliusos do nnmeroso e distiocto audito-
rio qu tevo o prazer de ouvil-o.
Nesse discurso o Dr. J. Abilio, com
grande eloquencia, tratou dos diversos r-
mu9 da edu:ayao qua i aos seus discpu-
los, mostrando elavajilo de vistas nutavel.
Principalmente na aualyse dos program-
las do exames preparatorios firam ditas
verdades duras, que toios lamentamos.
O discurso a que nes referimos digno
de ser lido e meditado pelas pessoas iute-
ressalas no ensino publico.
Depois toram bem recitadas poesas en
portugus, francez, inglez e allemao pelos
alumnos F. Lorena, Os:ar da Cunba, J
I A. Freitas, AI. de Rezende, Jaeques Si
mao e M. de Vascooeellos.
Anda fallaram o profeasor Villela Tava
res, o alumno J. Julio Carneiro da Silva
e o prnfessor Oervio (jbnc>lves, que de-
clamou urna bellissima poesa anloga ao
acto.
O alumno Octavio Costa, orador do
Gremio Litt em nome do Instituto Abio, sau lando o
distincto director em phrases ebrias de
gratido e re^oahacimento, concluindo por
ofFerecer-Ihe o seu retrato a oleo de tama
nho natural, pintado pelo professor do col-
legio o Sr. Teixeira da Rocha.
O Ilustre professor recebeu comraovi-
dissimo tio expressiva prova do apreco
que lh-.- liga n os alumnos e prolessores do
Ioatituto Abilio.
Os discursos a poesas foram entremeia-
dos de legres eanto3 em diversas linguas,
e msicas pelas bandas marciaes dos col-
legios Abilio, chamando a attencao princi-
palmente os hymnos da Mocidade e da
Lei Nova.
Finda a parte litteraria pa^saram os
convidados a apreciar a exposiyao dis tra-
balhos classicos, do desenlio, pintura, cal-
ligtaphia e carthographia.
A admirajao de todos os assistentes foi
grande ao ver a collecjlo enorme de tra
balos de alumnos, muitos executados com
pericia fra do commum.
Seria difficil distinguir entre tantos tn-
balhos dos alumnos o melhor ; pareceu-nos
tudo bom ; das escripias tao bem feitas,
dos desenhos e pinturas executados com
tanto gosto, dos mappas perfeitamente tra-
gados, emtim, dos trabalbos das diversas
classes que revelaram os cuidados e apti-
does do professarado do mais importante
collegio que possuimos.
A' noite houve um escolhido concert,
constando de cnticos, hymnos, peca3 de
piano a 2, 4 e 8 mSos, msicas de harmo-
na pelas bandas de alumnos e pela or-
chestra.
Nao sabemos se se pode conseguir mais
na cultura estbetica da mocidade do que o
que apreciamos no collegio Abilio.
Ao concert sequo-s o baile, esplendi-
do em todos os sentidos.
Raras reunioes se ti n effectuado nesta
corte, onde a par de um numeroso con-
curso de pessoas gradas, reinasse tanta
alegra, tanta animarlo e houvesse um ser-
vico tao profuso e bem organisado.
A ornamentacao do palacete, exterior e
interiormente, era magnifica e apresentava
um aspecto deslumbrante.
Tudo neste eatabelecimento 3e acba tio
bem disposto, tudo ahi revela urna direc-
cio tio intelligente que os escudos, [ga-
lhardetes e a illuminao eram dispensa-
veis para dar realce ao bello palacete onde
realizou-se a brilhante festa commemorati-
va do anniversario do collegio Abilio.
OiSrs. Dr. Joaquim, Abilio e stus dig-
nos paes bario e baroaeza de Macahubas
o Dr. Miguel Abilio conquistaran! a admi-
rado de todos os seus convidados pela
gentileza fid&lga com que souberara capti-
val-os.
Da redaejao do Diario de Noticias de
6 de Maio.
em factos que, mais ou menos remotos,
podem falbar ou fraquear, deizamcm 'este
exame cargo das pactes contractante.
A provincia de um lado e a compsclte de
outre.
Esta tem, como sabemos, urna corarais-
sao fiscal eleita annualmente, de conformi-
dade com seus estatutos ; mas aquellaa
provincia descuidou-sa, e nada at agora
mandou examinar, como devia, por meia
de um fiscal de empresas privilegia-
das ou subvencionadas, ou por urna
comraissao especial de syndicancia, que to-
raasse ao masmo tempo conhecimento de
outros factos tao escandalosos como tem si-
do ltimamente denunciados ; assim oomo,
se a companhia tem inoorrido em faltas
que pelo contrario e pa lei n. 1,083 ou
3,150, sao puniveis com multas, para lhe
serem impostas e tratarse da sua arreca
dacao.
E' bem da ver que a comraissao fiscal
da companhia, interes3ada como accionista
em enobrir as faltas, erros e delictos da
sua directora, nao p le merecer a eon-
fiaaca da outra parte contractante e preju-
dicaia.
Ora, se a presidencia da provincia nao
tera at agora (,aj passados 15 ann-.>s),
cuidado desta tiscalisacao, que resultado
devemos nos esperar de no3sos escriptos,
senao ogerisa e vinganca de uns, indiffe-
renga e eufado do outros ?
Portanto resolvemos suspendel-os at que
baja demoastrayao em contraria de nossos
receios, com a nomeagao, por parte db pre-
silenjii da provincia, da l-;mbrada e acei-
ta comraissao de syndicancia ; tanto m:ii.<
necessa-ia, quando a companhia por de-
mais provo -aii era nossos precedentes ar-
tigos e no do benc.nerito X, nao acha
ineios de justificarse, nao para coranosco
em particular, mas para com a proviucia
especialmente representada pela imprensa.
Nao f litar qaom diga qua estaraos a es
juigaraos que nao : ao
menos j se nao faz contrabando.
E vista do que temos revelado pro-
vavel que a subvencao que a provincia d
.esta companhia nao seja conservada nes
futuros oryamentos, apezur dos esforcos dois
seus accionistas.
Subvenyao que por ser indirec a tem pas-
sado desapareebida, mas que excede j tai-
vez de duz ratos contos de ris, como se
pfe fcilmente verificar no Consulado e
Tnesouro Pro-racial. E sa nao monta ac
duplo ou triplo desta quania, por oue a
companhia tem si io tao descuidada ou tem
estado tilo desacreditada, que apenas agora
no tira de treza annos, contados da aber
tura da fabrica, que trata seriamente de
augmentar-se o machiuismo, qui alias ha-
via reduzido a 47 teares, sgundo o relato-
rio da dir-'ctoria, apezar daestipulaco ex-
prossa uo respectivo contracto para princi-
piar cora cncocQta ; quantidade que devia
ser elevada a mais de eetn, como vemos
nos priraeiros estatutos.
Com referencia aos raembros da com-
nissao fiscal, dissemos mais que na mes-
ma havia um coramissario perpetuo. Como
tudo se deve entender era termos habis,
explicaremos que esta paiavra sublinhada.
como foi, significa que vai-se perpetuando,
erabora por condescendencia, para nao di-
zcr pouco escrpulo, como praticou quande
aceitou e exerceu o lugar conjunctamentc
com um seu irmo sanguneo, que tambem
nao liesitou era assignar de cruz o parecer
laudatorio.
Isto pouco admira em comporacao de
outros factos, occorridos nesta companhia,
como por exerapio : Mandou-se cancellar
ou inutilisar o parecer de um commissario
fiscal dissdente, porque honra lhe seja fei-
ta, em vez de louvar aecusou, e nao
quiz retiral-o.
Parece incrivel ; mas pesaoas em quem
muito confiamos asseveram a veracidade
do facto ; e como tal deve ser acreditado
emquanto a directora nao o desmentir.
ptima recommendacao para obter pro-
ngacao de privilegio, com subvencao in-
directa do 375 contos de ris em dez an
nos !
RecirV", 1 de Junho de 1887.
O privilegio em beneficio da fa-
brica da Magdalena (*]
VII
Dissemos em nosso precedente artigo
que a companhia de fiayo n5o bavia re
novado o contracto, nem soubera cumprir
o que fra realisado com sua antecessora,
pelo qual se obrigara, como mostraramos
em outro especial.
Em deseropenho desta tarefa tomamos
alguns apontamentos e comejamos o esbo-
50 do respectivo artigo ; mas, forga con-
fessal-o, nSo podemos completal opor-
que a demonstrarlo depende em grande
parte de daaos e provas, qne gmente p-
dem ser encontradas no archivo da com
panbia, onde nio nos permiUido pene-
trar : e por isso para nao nos arriaoarmos
inexactid5es ou equvocos, confiando ape-
nas na reminiscencia de nossos informantes,
(*) Vejatn os Diario ns. 92, 100, 106,
108, 109, 110, 117 e 121 deste anno.
r,
i'\iiutK\>
AO AMIGO JULIO S. DE AZEVEDO
Pelo nascimento de um lhinho seu
(Jomo grato, amigo, o puro riso
De urna crianza pequenina e bella !'
E' um doce poema de carinho,
Urna vaga harmona .'
Um fi ho urna esp'ranca estremecida,
E ha tanta luz, ha tauto amor e gra^a
So perfumado berjo do innocente,
Que delira nosa'alma !
S na familia existe a felicidade,
S na familia o puro goso mora ;
E' santo abrigo, perennal, nsonbo,
Ao misero vvente.
Ser pai, ter um titulo estima
Dos homens probos, conscientes, rectos :
E' cumprir a raissao mais grandiosa
No scenario da vida
E' preparar um cidadao prestante
Ao servido da patria, uii Ingrata ;
Com o exemplo de urna vida pura
Guial-o na virtnde.
E' cumprir fielmente os saos preccicos
Pregados pelo manso Nazareno ;
Cimbater centra o vicio, contra o crime,
Altivo e resoluto.
Inspira ao teu filhmho essas verdades,
Ensina-lhe a amar o bem, o estudo ;
Muito embora se riam os invejosos,
Modernos protegidos.
E qne seja o herdeiro das vi.tudes
Que o carcter de seu pai esmaltam :
Eis o que o vate solitario almeja
A' candida enanca .'
1837.
Rakoel Sobrinwo.
IRMANDADE
DO
Divino Espirite-Santo do Recite
Tendo procedido a respectiva irmandade em o
dia 15 do corrente a eleico da nova mesa rege-
dora que tem de administrar a mesma irmandade,
durante o anno compromissal de 1887 a 1888
foram eloitos:
Juis
Antonio Victorino Avila.
EscrivSo
Antonio Magalhies da Silva.
' Thesoureiro
Luciano Jos Das Guimaries.
Procurador geral
Miguel Jos Barbesa Gumares.

SBl


Diario de PcrnmbacoSabbado 4 de Jonho de 1387
\
Definidores
Paulo Jos AIvcb.
Jos Ignacio Avila.
Julio Ferreira da Costa Porto.
Francisco Beliarnuno dos Santos Freitas.
Manoel Joaquim Alves Ribeiro.
Antonio Francisco dos Santos.
Gaspar Jos de Helio.
Joaqun: de Sonsa Mouteiro.
Procurador do patrimonio
Jos Sosres Fernandes de Oliveira.
Procurador da eleicao
Miguel Francisco de Asis.
Definidores Novos
Commendador Vigarii Manoel Moreira da Gama.
Manoel Rodrigues da Silva Filhi.
Vigario Augusto Frankn Moreira da Silva.
Joaqu'tn Antonio Cbristovo.
Manoel Jos Maia.
Manoel Gimes de Paiva.
Laiz O ivieri.
K ivmundo Nonato de Andrade Lima.
Juiza por eleicao
A Exxa. Sra. D. Bita Margarida dos Pniere
Guinares, esposa do irmao Miguel Jos bar-
bos Guimaraes.
Juiza ). r devoco
A Exma S-a. D Isabel Maria Avila de Azevedo,
esposa do irmSi Jaeintho Pereira Curado de
Az<'vedo.
Eseriv.1 por eleicao
I). Antonia Josephiua .le Albuquerque Borgcs, es-
l do irmao Antonio Jaeintho Birges.
Escriv por devocao
D Hara do Carmo Pi es da Silva, filha do irmao
Joaquim Pires da Silva
Mordomos
.V m 1 Pacheco de Lima.
Antonio Francelioo da Silva Ramos.
Francisco Antonio Menes.
Jos Ramos de Oliveira Filho.
Faustino Pereira Marques.
Arthur Heraolio de Carvalho Guimaraes.
Bellarmino Lourenco da Silva.
Vicente Marques de Farias.
Alfredo Gomes Leal.
Joo Manuel Lopes Braga.
Albn: Jos dos Santos.
Rodolpho Honorio de Serpa Brando.
Mordomas
As Exmas. Sras. .
D. Maria Carolina Soares de Mello, esposa do tsr.
Joaquin Henrique de Oliveira.
D. Virginia Horacia de Oliveira.
D. Maria Abilia Avila, filh-i do irmao Jos Igna-
cio Avila .
O. Mana Amelia de ouveia, filia do irmao rrau-
cieco Bibiano di Gouveia.
1). Cust.dia de Oliveira Braga Alves, esposa do
irmao Paulo Jos Alves.
D- Maria Rosilina Guimirs Passo. esposa do
Sr. capitalino R d > Passo.
D. Joaquina Emilia da Cmceie) Raposo, esposa
do irmao Antonio Saares R.poso.
D. Sirena Petronilla de Albuquerque Machado
se receben) aos eenten*re' por eada correio, envia-
dos de todas as partes do mundo.
Como oakantia contra as falsificares, obsrve-
se bem qne os nones de Lanman k Kemp venham
estampados era I ^ttras transparentes no papel do
livrinbo qne serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene otra se venda em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Porster & C,
ra ao Commercio n. 8.
4 O vinho de extracto de ligado de
bsrslho de Cbevrler, uimposto de tal
modo qne urna colher de vinho corresponde exac-
tamente a ama colher de oleo de figado de baca-
Ihao.
As dc%es do vinho nao devem exceder as do oleo,
ellas variaro segundo a idade e a constituicao
do individuo, entre nasa (?) e qaatro (?) colheres
por dia.
E' de grande importancia nao exceder esta rJOse
um medicamento nao preenche os seus fias logo
depo s do ter passado a bocea, chegando no esto
mag deve ser digerido para tornar-se til; ora
as dses exeeseivas nao se digeren., ellas acarre-
taui pelo contrario perturbacoes gstricas de na
tureza diveisa, como o professor Devergie tao til
liante assignalou. Eia porque chmanos a atten-
eo dos doentes sobre um ponto mnito digno de
co isideracao Nao ha exageraco falsa no rotulo
do \ intio de extracto de Otado de
bacalbao. de Cbevrler. nao pote haver
exageraco imprudente na sua administradlo.
(Revue Medcale)
Photographia
O Dr. Joaquim Correia de Oliveira Andrade, jais
de dirn'to de orphos e ausentes da comarca do
Recife e sea termo, por S. M. o Imperador, a
' quem Oeus guarde, etc.
Faco saber a quem interessar possa, que tendo-
se arreeadado por este joizo o espolio de Maria do
Carmo Vieira da Cimba, fallecida na fregneiia da
Gr(a deca comarca, a qual nao consta ter dei-
xado testamento nem herdeiros presentes, sao cha-
mados os seus legtimos successores a se habili-
taren] heraaca, parante este juiao, nos termos
do art. 32 de regula ment n. 2137 de 15 de Junho
de 1859.
E para constar mandei parsar este edital, que
ser publicado pela imprensa e aflorado no lagar
do costume.
Dado e paseado nesta cidade do Recife de Per-
nambaco, aos 22 dias do mez de ovembro do
anno do naseimento da Nosso Senhor Jess Ciuis
to de 1886. -Eu, Luiz da Veiga Pessoa, escrivo,
o subicrevi.
Joaq um Correia de Oliveira Andrade.
O Dr. Jhomaz Garcez Garantios Montene-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Faz saber aos que o presente edit-.l virem cu
delle noticia tiverem que se acha aberta a falle-
ciu do negociante Juan Benito Rodrigues pela
sentenca do theor seguinte :
SentencaEm vista da peticao de fjlhas e aulo
de r-i.'h is d'on le s verifica qu i o oeg.ieia it"1 Juan
Reaitj Robn^ues ausentou-se furtivamente desta
prag i, abandonando seu egtabelecimento, sem dei
xar con que fosse solvido o seu pissivo, declaro
aberta a rallencia do mesmo a datar de 7 de Maio.
esp >sa do Dr. J' s Francisco do Reg Machado.
) Minrvna Gomes do Reg Oliveira, esposa de
irmao Justino Gcncalves de Oliveira.
D. Eulalia Auta da Fonseca Telles, filha do irmao
Olegario S. de Carvalho Neiva.
D. Maiia das Dores Santos.
D Auna (tosa de S-'rpa Brando, esposa do Sr.
Rodolpho H. de Serpa Brandao.
D. Isabel Maria da Silva, filha do Sr. Pa rro Bor-
ges da Silva.
D. Arcelina Urc-cina de Carvalho Gni-n-. -. fi-
lha da Sra. D. Urbina Alexandrina de Ciroaloo
Guimaraes.
Consistorio da irmandade do Divino Espiriti
Santo do Recife, aos 24 de Maio de 1887
O escrivo
Julio Ferreira da Costa tarto.
ERRATA
Sa poesia publicada (quarta-feira 1 de Junh
eorrente) intituladaO P rdoderamse os se-
guintes erros : no 5" verso, em vez dePisava a
vil bandeiradiga se assimPis >v i esta vil ban-
deira : no 6o ve-s >, em
z de l:i
! -Per
dodiga-be assim -b ^e 1r'eri.u! t.o in-
felir !... ; no 10 v rso, "m vez deO bravo da
Redempcaodiga-se assimO lban. da Red-^mp-
eo ; a data, em vez de 1888iiga-se assim
Junbo 1887.
Julio Soares de Azevedo.
i m remedio vegetal de ama prodl
galtdade anKombrona
Afinal chegou o dia em que se deseobrio den'ro
da concentrada essencia de um producto vegetal,
um remedio prodigioso e abiolut > para a cura de
todas as molestias precursoras da tysiea. A arvore
salutar da Vida, pois que assim que verdadeira-
m^nte sea dever chamar; da qual se extrahe
ate precioso e inestimavel thesouro, a Anaea-
huita do Mxico e o Peitoral de Anacahuita, a
^reparaco por exwllencia que obtem com a muior
facilidade a victoria sobre todas as enfermidades
pulmonares. Juiais houve remedio slgum, que
dentro de tao curto espaco de t-mpo se tornass
fio umversalmente eopular. Os testemunhos e at-
testados de euas iuumeraveis curas, em cases de
fose, anginas, rouquido, infl nnmagao do peio,
bronchites, asthma, catarrhos, constipar;oes, etc.
EDITAES
ficial da imperiii
to da prove<^ori>
El
*<*<*
'>!; siSi.rrhs
Cotac;3ks officiaes da justa dos cok-
rectores
Recife 3 de Junho de. 1887
Accft^s da companhia Usina Pinto, do valor de
200, ao par.
Na hora da bolsa
Venderam-se :
40 aecoes da companhia Urina Pinto,
(i presiaent;,
Antonio Leonardo Rodrigues.
U secretario.
Eduardo Dubeux.
Hinimenii llamarlo
BECIFB, 3 DB JUNHO DE 1887
O3 bancos estabeleceram hoje a taxa de 22 d.
sobre Londres e em proporcao s ibre ns demais
pracas.
Em papel particular fizeram-se tii.nsae^es a
22 5 16.
As tabellas que vigoraram toram estas :
Do Internacional :
90 djv vista
0 Dr. Man je) da Silva Reg, orb'
oidcm da Rosa e juiz de direito Oa provisoria
de cap das e residuos, nesta comarca do Recife
de Peroamou2o, por S M. o Imperador, a-queo
Deus guarde, etc.
Fafo saber aos que o presente edital virem ot:
delle noticia tiverem, que Hepu's da audiencia do
di* 8 de Junho prximo futuro e preenehiiaa as
formalidades lgaes, >r k pre^ao a quem mais
der e maior lauco off-recer, e arrendamanto do
predio n. 9, sito ni Duqu.- d-' Caxias, f.egue
z:a de Santo Anto .i>, co'n dous andares e pavi
ment terreo, por e.ipac/i de tres minos, e vai
pra?a requenmento d" Maria Jos Piaca, lega-
raria de Jos da Co ta Dourad-i, d- quem teara-
menteira Anna Paulina da Coneeica) Djurado,
afim de que a raesma seja indemnisaaa dos reiidi-
inent >s vencidos e que veneerem, de conforuiidade
com o quefoi requerido e deferido pir este jnizo.
Dado e paseado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 26 dias Jo m z de Maio do anno do
Naseimento de Nosso Senhor Jess Consto de
1887. Eu, Luiz da Veiga Pesoa, escrivo, o
subscrevi.
Manoel da Si va R'go.
O mximo dos precos aqui notados prcvalecem
someote para os assucares queja sa > raros euta
rein no mercado, e o mnimo para ns que presente-
mente entram no mercado, p r seren em g -ral de
in-'i qualidade.
Algodn
Foi eotado o de Pernambuco e boas proceden
cas, em trra, a 7*iM) por 15 kilos.
Faya-se publica a fallneia por edita -s e con-
voq ie se oa credores para nomearem depositario no
dia 8 ai me:o dia. Procda-se a arrecadacS' da
ni asa i Recite 2 de Junbo di 1887.Tunaz Gir-
cez Paranhos Montenegro.
E' o qurf contcm dita sentenca em virtude da
qual.eu escrivo abano assicnado mandei escrever
i presente para ser publicado p;la imprens.i afim
de que es credores da raferida massa compareeam
no dia 8 do correte, ao meio dia. na sala das
audiencias para em reuuiao clegerem depositario
eff ctivo.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos dous dits de Junho do anno do Nosso
Senhor le 1887.
Eu Jug Franklim de Alencar Lima, o es.-rivao
subscrevi.
Thomiz Garcez Paranhos Montenegro.
H:rmina Cosa, proprietaria da photogra
pbia, sita ra do Barao da Vietsria n. 12, 2o an-
dar, desojando dar o maior impulso possiv I a ar-
te photographica, e cooheeendo que para isso era i s rVA at eura"dor g^i "Dr_ Henrique Milot.
necesario, attenta extenoai do reapeetivo tra
balh', abrir urna outra pbotographia, alm da ac-
tual, nao tem pouoado despezas e esfircos par
rea; sacio desse desidertum, e por isso preparen
no predio n. 7 da rua 1." de Marc (aotiga do
C-espo) o novo estabelecimento pbotcgrapbio,
soo o titulo PboloKraphia Muderna.
Dandi conhecimento ao pub'ieo desse outro es-
tabelecimento, que abriro-se no Io le Junho de
1887, esperu que o seu concurs- torne-se cada
ir.aior, afim de dar maior aninaeao e estimulo
quelles que, comoja proprietaria das mencionadas
photographias, pretendem o engrand emento i*9
artes em seu paiz.
O publico p-rnombucino, portaoto, convidado
a visitar as ditas photographias. e>u faz mi po-
der4 conhecer da perf i;:i> eom que sao a'li exe-
cutados os trabalfios eooeernentes arte photo-
graphica, e com certeza nao ser uor falta de bum
ae.-lhimento, Ihaneza de trato e cavalbeirismo por
parte do respectivo pessoal, que deixar de coat-
nuar a dispeosar-lhe o seu valiosissimo auxilio e
concurso
Com a aequiaiclo que t.z de machinas as rr.ais
aperfeifoadas e com o preparo a capri.'ho dos ata-
liers se acham as referidas pholh igraphias, em
eoodigo-s de satistazr completamente as exigen
cas do publico, qner em reaco a retratos ie to-
dos os tamanbos, inclusive e natural, como vis-
tas, de edifie: s publicos, pravas, ras e arrabal-
des desta cidade, algunas disqu.es vistas se
aeham alli expostas A venda.
Incumbe-se de execufar qualquer trabalho pho-
tographico fra mesmo dos estabelecimentos, me
diante um preco rasoavel.
Paia dar c impleta execucAo a t > los esses tra
bulbos tem cada urna das ph itographias citadas
nm pessoal tcehinico babilitadissimo, fazendo par-
'e do da pliotographa da rua do Baro da Victo-
ria o. 12 o photograph iPI sculo de Magalho,
e do da photographia Moderna os photograph .8 L).
Joaquim Canelas de Castro c Manoel I Inocencio
Menta da C s?a. todos artistas j bastante CO-
nhecid .8 do publico pernambucano.
IiEULARCgSS
O aaministrador do Consulado Provincial, iip.
forma do regulamento de 4 de Junho d- '879, faz
publico a quem interesar possa, que no praso im-
prorogavel de trinta dias uteis c-.ntadoi do dia 1."
de Junho prximo, dar-se-ha cornejo nes'a r'par-
tieSo a cobranca, livre de multa, dos impistos de
decima urbana e 25 0(0 -obre a renda dos bens de
raz pereoentes c>rporae 'ativoa ao 2." semestre do exerccio de 1886 a
1887.
Consulado Provincial de Pernambuco, 27 de
Meio de 1887.
Francisco Amyn'has de Caroalho Uoura.
Companhia do Beburiuc
Pr-vine-se aos Sre. subscriptores de accoe< da
ultima eioisso, que > praso para o pagamenio da
segunda pr^staca termina no da 6 do mez proxi-
m < vindoum.
Recife, 21 de Maio de 1887.
Jos Enstaqiiio Ferreira Jacobina,
Diiectur secretario.
Kanta Casa le Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao ehamados os parentes ou
protectores da menor Sophia, filha legitima de
Jos P- dro Ribi'iro f. Joanna Xavtr de M ra-s
f'.s- >a. liara, at o diu 10 de Jiiobo pproxiino,
apresental-a no collegio das orphs, afim de hi
ser adiniftida, visto ser a prme.ra inscripta no
reapeetivo quadro.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do
Recif-, 25 de Maio de 1887.
O escrivo interino,
Prancisco G raes Castellao
Aembla eral extraordinaria
Sao convidado* os Srs. accionistas da Corona
nba de Edificaco a reunirem-se no dia 8 de
Junho praximo futuro ao meio dia na sede da so-
ciedade, largo de Pedro Un. 77 Io anda-, para,
em assembla geral dkcutirem e approvarem o
trabalho da commisso ncmeada para a reforma
dos estatutos.
A assembla b se julgar constituida com a
presenca de accionistas que represeotem dous ter-
cos do capital social na forma do art. 65 do de-
creto n. 8,821 de 30 de Deiembro de 1882.
Recife, 24 de Maio de 1887.
Gustavo Antunes,
_^__________Director secretario.
Eilisb M of i He Janeiro
tull
Capital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,00P
A contar desta data e at ulterior reso-
IU90, conceder-se-ha juras de dous por
canto ao anno, sobre 03 salios de dioheiro
depositado em canta eorrente de movimen-
to no mesmo Banco.
Receb^-se. tambe n dinheiro em deposito
a juros por perioios determinados, ou su- j
jeito ao aviso pivi.j do trinta dias para ser
retirado, mediante as t'nndigS'S d>. que se;
dar c inbecitnentu nos i .t?ressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
jHeiiry K, Oregory,
Gofente.
Irmandade de Santo Amaro das
Salinas
Pelo presente convido a todos o earissimos ir-
moi a comparecerem em nosso consistorio no
dominico 5 de Junho, pelas 10 horas da manir,
afim ce em numero legal, procedermos a eleipo
para o cargo de jai do anno compromissal de
1887 & 1888, visto nao ter aceitado dito cargo o
irmao eleito.
Consistorio da oaoella de Santo Amaro das Sa-
linas. 31 de Maio de 1887.
O escrivo,
___________________Henrique M. da Silva.
Matriz de Santo Antonio
Veneravel Irmandade do S8. Sacra
meato
De conformidade oom as disposicoes de compro-
misso, convido aos irmos desta vea.Tavel irman-
dade a comparecerem no respectivo cons torio, s
11 h iras da manh do da 5 do eorrente, para o
fim de proceder ss a eleicao da mesa regedora
que ha de dirigir t. irmandade no anno compro-
missal de 1887 1888.
Consistorio, 2 de Junbo de 1887.
O escrivo,
Henrique C. B.irreto de Almeida
Batrada* de amanear e
MEZ OF MAIO

11 soda
L ndres ....
Pana.....
I'alia.....
Hamburgo .
P"rcueal
New-York .
Do Lonoon Bank :
xindres .
Pans. -
:-.,ia. .
liambargo
Porta gal
Now-York
536
243
21 3/4
436
436
541
245
2300
00 d/v vis'a
>> 21 3/4
432 436
436
536 541
243 245
2*300
f'o Eaoi-isa Hank :
Londres.......
Pars........
Italia......
Hamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidadea de Portu-
. gal........
. dos Acores .
I ba da Madeira ....
S SO dr vista
22
536
243
213/4
436
436
541
245
250
253
250
2*300
Barcadas.....
Vapores.....
Estrada de ferro de Ca
ruar .
Auimaes .
Estrada de trro de S.
Francisco .
Estrada de ferro de Li-
moeiro.....
Mesmo mes em 1886.
Differenca para mais
1 31
1 31
1 31
1 31
i ! S 9 -2= a
39.457 3 147 3.011
4.724 8.062 55 6.637
I 31 50.3.0
1 31 2.522
100.085
34.255
65.830
o. 0 j.
Companhia de edificado
Commo nica -se aos Sra. accionistas, que por de-
liberaco d directora, foi resolvido orecolhimento
da 7" prest^.co, do capital socal na raso de 10
o r ceutu do valar das respectivas acces. a qual
dever lealisar-se at o dia 14 de Junho prximo
futuro na sede da companhia ao largo de Pedro II
n. 77.
Recife 14 de Maio de 1887.
Gustavo Antunes,
Director tecretario.
A 16." disfribuicao das can'ellas de juros cor
respondentes ao semestre findo em 31 de Dezem-
bro do auno passado, da compaahia Great VVes
TEBN 0P BBAZIL RAILWAr.
E' no escripforio central da couip-inhia, das 10
horas :is 3 da tarde, que se effeclua o pagamento
Memorial
A Companhia de Edifm- vca 1 est fazendo o re
eolhimento da 7.* prestaco de seu capital social,
na razo de 10 0/0 do valor das respectivas ac-
ge, o qual dever realzar-se at o dia 14 do cor-
rete.
Em assembla treral extraordinaria, reunem-se
nc dia 8 do eorrente, s 12 horas, os aceieuistas
da Companeja i>e Edificaco, afim do discut rem e
approvarem trabalho da commisso nomeada
para a reforma dos estatutos.
A asa' mbla f funceionar com a presenc* de
accionistas que representem, pelo menos, dous ter-
cos do rapital social
No dia 6 do correte termina o prazo para en-
trada da segunda presfaeo das aecoes ltima-
mente einittids-8 pela Companhia no Bebebibe.
O rccolhimen'.r. de Notas Dilacpbadas do The
-ou1 o, faz-sena Thksoiraria oe Fazenda, nai ter-
',VS e seitas-feira, as 10 >s 12 horas da uianha.
ADMINISTRAgAO DOS CORREIOS DE PER
NAMBUCO, 31 DE M UO DE 1887
Rtlacao da correspondencia registrada (sem
valor) que existe nesta repartigao, por
nao terem sido encontrados seus destina-
tarios.
Amelia Goston Valejo Aurelio.
A'nat-, italiano.
Augusto Cavalcante.
Alberto Oinii
A:mi .Id> Noviz.
Alfredo P. Camello Pessoa (2).
Almand Cliiimii ieh (2).
Antonio Cecilio dos Santos.
Antonia Joaquina do Espirito Santo.
Antonio Joaquim de Oliveira.
(ntooio Rodrigues Braga.
Balhina Francisca do* Sanios.
Barbosa & Santos.
Cornelio Evangelista de Queiroz.
Corn-lio E. de Queiroz.
Cecilio Lopes Pereira.
Fabio do Amaral di Silva Fi ij.
Fi irectiuo Feruaodi s Teix-"ir;
Fortunato G.rduie.
Feliciano Jos Henriques.
Francisco Antonio dos Santos (2).
Francisco da Cuuba Beltrj.
Francisco Cirdeiro de Miranda.
Francisco Domingues Rib-iro Vianna.
Francisco .lo- Fernandes.
Francisco Maranho de Albuquerque.
PraDCoco Moreira Fragoso.
Francisco Teixeira de Mello.
Francisco Theophilo na Rocha.
Guilbermina Maria da i'onceico.
H'Tioenegildo Eduardo Retro Alonteiro.
Justiniano Cesar Jaeobina Vieira.
Jorg Ferreira de Oliveira Guimariea.
Juveticio Francisco da Tri.odaile Gaya.
Joaquina Mana di Espirito Santo.
Juav|uim Jos de Campos.
Jonquim Xavier de Alo'a-s Anirade.
Joo Alfredo Ramos d* Silveir* ^
Joo Alejandrino da Silva Mouteiro.
Joo Dantas Coelho.
Jos Accioly Cavalcante de A buqti' rque.
Jote Joaquim Ferreira.
Jos Lbano da Silva.
Jo.- KC; de S"uza.
J.i> da Silva Pereira.
Linz Antonio d is Santos Pereira.
Maria Gomes.
MareOlino Alv-s d^ M-'lira.
Man el BJuedicto do Espirito Santo.
lanoel da Costa Feruandes.
Manoel da Costa Braga.
Manoel Uaetano Ponies.
Manoel Jos Carneiro.
Dr. t'edro Jorge ue Souza.
Raymundo B. Leal Castello Branca (2).
Pan 1110 Turres Cavklcante.
Silvcria Maria de Arniijo Luna.
Tel-maco Tenorio de Albuquerque.
T 1. Bastos
Muib lina Maria Nuncs de Paula.
Vicente Barroso do N.
W. Collns.
O 1" fficial
Deodato Pinto dos Santos.
IIH l\DADE
DO
SS. Sacramento do Re-
cife
De oidem do iimo juiz, eonvido a todos os ir-
1 mos para comparecerem em o nosso consistorio
domingo 5 do coi rente, s 11 horas da manh,
! afim de proceder se a eleicilo de novos funciona-
rios que ho de dirigir es negocios desta irman-
dade durante o anno compiomisial de 1887 1888.
Recife, 2 de Junho de 1887.
O escrivo,
Joaquim Alves da Fonseca.
ReuniAo Medica
Do ord"m do Dr. presidente da mesa provisoria.
- convidados os senhores mdicos e pharmaceu-
ticos residentes nesta provincia, para a segunda
reunio, que ter lugar no dom'ngo 5 do correte,
s 11 horas da manh, ua sede da mspactoria de
Hygien" Publica rua do Baro da Victoria n.
32, afino de tratar-se da organisacao da soc- da-
de p apirovago dos respectivos estatutos.
Recife, 3 de Junhc de 1887.
Dr. J M. Curio,
Servindo de 2- secretario.
DO
BRASIL
Capital 80,000:000^
dem rertHsailo M.0OO:O
Acaixa filie.l d'e.a c Bauco fanecionando tem
poruriMmeiito & ras di CoiumcrciO n. 38, sica,
vista ou a oraz >. c ultra os s*gaitif,*s correspou-
(i-nr. 8 no PS'r 11. i:' :
L .aires......... 8/N. M. R thscliii Sr S0113.
Pars..........
I! imbiirgo.......1
Berhm..........I
iir. m lite........,
Frank? nr b/ Mam]
A iitiicrpia.......
v.ii;'.
i"m^....... ....
Genova .......I
Napol n.........[
i'i;i lea de lia I
'.........../
Muao
c
Madrd..
Barceloua
(ladiz. .
Malaga. .
Tarragona
Valencia e outras l
oidades da Hes I
panha e ilhas]
Canarias.......
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Pur-j
tugal e ilbus. )
Buenos-Ayrea... )
Montevideo.....)
Nova York......
De R.thschild Frrcs.
Dcutsrbe Bank,
llauque d'Anvera.
Bauct Genrale e
agenciaa.
Banco Hypote;arij de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal
suas agencias.
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arreuda-se oa se-
guintcs predios :
Rua do Bom Jess n. 13, 3' andar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Thenono u. 22, 1- andar.
dem dem n. 25. sobrado.
dem do Mrquez de Olnda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24, 1- andar.
I le n da Moda n. 45
I pem dem n. 47.
dem dem n. 49.
dem idem n. 37.
dem da Lingoeta n. 14, 1- aodar.
Beceo do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretara da Santa Casa de Misercordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo intrino,
Francisco Gomes Castellao.
THEATRO
English Bank of fhc Ri-
ver Pate. Limited.
G. A'nsn k & C.
Compra i-apes sobre qualquer praca do impe-
rio e do eefrangeiro.
Recebe dinheiro eul couta enrr. ufe de movi-
meuto com juros a tazo de 2% o anno e por le-
tras a prazo a juros convencionados.
O gerente,
William M Webster.
E3IPREZA
E DIRECgO DO ARTISTA
SOARES DE MEDEIROS
HOJE
Sabbado, h d Junho
Grande festa artistica da 1" actriz iogDua
brasileira
B. Isolma Mondar
Honrada cora a presenja do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia
Represenfar-se-ha o importante drama marii-
mo do rep rturo da ACTRIZ BENEFICIADA :
PROBDaDE
A Hcco i!' proloeo passa-se a bordo da fragaa
SANTA ROSA e oufros actos em Lisboa11 an-
nos dep lia.
O scenario que representa a prsi;a d'armas da
fracata SANT. POSA, preparaao com o ma-
chmismo preciso para o etl'eito do XauTrncid.
Esta seeDa inteiramente nova-e pintada pelo
scenoraph da companhia o Sr. Joaquim .*.
Borsen.
0 un forme dos OFFICIAES rigorosamente
observado segundo oa figuriaoa que serviram de
irodelo n'aqtiella poca
larinha de guerra porugueza
0 papel de HENRIQUE SOARES deserape-
nhado pelo actor SonreN de Meileiro e o
de ADELIA pela actriz D. loulloa IImirlar-
Toma parte toda a ompanhia
Ensccnaeo do artista
SOARES DE MEDEIROS
Segue-se pelo actor l.jra a scena-comica do
Sr. J o Goncalves, expressamente eacripta para
aquelle aet r :
A
Termina o espectculo com a comedia em 1 ac-
to, repertorio .a artistas l.yra e I. Iiolina
Honilnr e por elles representada
P4LL0 E VIRGIM4
Cachimbos 1 caixa a Honrad Wachsman, 1 a
Prente Vianna \ C.
Colchetes 1 caixa a Prente Vianna & C.
C uros 2 canas a Cinrad Wachsman, 1 a P-
renle Vianna & O
Cnapos l catxo o-dem.
Cognac 50 caixas a Diiniugoa Ferreira da Silva
iSt C, 10) a Sulzer KaurTina-o & C-
Para Mossor, Heliodoro Rabello 20 barricas
eom 1,200 kilos de assuear retinado e 20 ditas com
1.472 ditos de dito branco.
\au.i a carica
Esto senr"o despachados os seguintes :
Barca inglesa J. B. D., carosos de algodo, pa-
ra Liverpool.
Cbcbs 1 caixa ao Jornal *o Recike 1 ao Diario Barca norueguense or, algodo, para o Havre.
ni: Pernambuco.
Conservan 1 caixa ao consignatario.
Do es 5 caixas a Jos Joaquim Alves & C.
Estaluetas 1 caixa a Prente Vianua & C.
Garrafas vasias 1 cnxa a G. Laport & C.
Licores 12 caixas a Alberto R. Branco
' Barca ingleza Prince Arthur, aesucar e algodo,
para Liverpool.
I Lugar portuguez Hersiliu, couros e outroa arf-
gos, para Lisboa e Porto.
i Patacho nacional Maria Augusta, assucar, para
Monfevido.
Livros e papel 1 caixa a Joo Waltrido de Me- Lar inglez Eva T.inch, assucar, para os Eata-
2.833
19.398
9 053
10.345
Despacho* de exporlarao
MEZ DE JUNHO
Nos dias 1 e 2 toram despachados na Alfande
ga, para lora da provioeia, os seguinte8 artigos :
AgurdenteExterior
AlgodoExterior
AssucarEnterior
Interior
Total
BorrachaExterior
Carocoa de algodoExterior
Cocos (frncta)-Exterior
D-ctExterior
Farinha de mandiccExter.
Ip cacuanhaExterior
128 litros
42.677 kilo.
800.400
i 1.098 .
821.498
1.713 .
100.00O
20
60 kilos
20 saceos
34 kilos
Mercado de anxnrar e algodo
1SC10TB, 3 DB JUNHO DE 1887
Astucar
Este prodacto foi eotado para os agricultores
iob precoB seguintea, por cada 15 kilo* :
liranco 3. superior 2*300 a 2*500
- 3. boa 1*900 a 22fJ0
3. regular 1*7 a l*90
4. sorte .... 1*500 a 1*700
Somenoa...... 1J300 a 1*500
Mascavado..... 1X100 a 1*200
B"to....... *900 a 1*K)0
-ae...... *700 a *90
\
Vaporea a aiiir
Sem hoje oa seguiotes :
ViUe de Mace', para o Havre, s 2 horas da
tarde.
Para, para os portos do sul, is 6 horas da tarde.
Dividendo*
Esto sendo pagos os seguintes :
O 1. do Banco de Cbedito Real, rasao de 4*
por aeco oa 10 0/0 do valor realizado de cada
ama.
O pagamento faz-ge na sede do banco, das 10
horas da manh s 4 horas da tarde dos das
atis.
O 78. da Companhia do Bebbbibe, na p-oporco
de 6*000 por accao ou 10 0/0.
Os interessados devem ir ao escriptorio da com-
panhia, das 10 horas da manh 1 da tarde, aos
sabbados.
As notas do Thesouro de 2*000 da 5. estampa,
5*000 da 7.' e 10*(X>0 da 6.a, sero substituidas
na Thesoubaria de Fazenda at o fim do mes de
Junbo com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. de Juiho a 30 de Se-
zembro do eorrente r.nno.
Pauta di Alfaiiilea
SfcM NA DE 30 DE MAIO k 4 DE JUNHO DE 1887
Assucar brauco (kilo) 126
Assucar mascavado (kilo) 066
Alcool (litro.) 218
Arroz com casca (kilo) 65
Algodo (kilo; 400
Assaear refinado (kilo) 145
Borracha (kilo) 1^066
Couros seceos silgados kiLi 500
Coaros verdes (kilol 270
Cacao (kilo) 400
Cachaba (litro) o7
Caf bom (kilo) 460
Caf restolho (kiio) 320
Carnauba (kilo) 366
Careos de alj-odo (kilo) 014
Carvo de pedra de Cardifi (toi.) 16*000
Couros seceos etpichados (kilo) 585
Farinha de mandioca (litro; 35
Fumo restolho em rolo (kiio) 4u0
Fumo restolho em lata (kilo)
Furnia bom (kilo) 720
Fomo em folha ordinario (kilo) 400
Genebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Miino (kilo) 040
Taboados de amarello (duzla) OOJO
deiros.
Massas alimenticias 6 canas a Ramos & C, 10
a l'arvaili i C
Mustarda 2 caixas a Ramos 4 C.
Miudezas 1 caixa a Prente V anna & C.
Maoteiga 2 caixts a C. Pluym & C.
Oiuameno para i^reja 1 caixa ordem.
Perfumaras 1 caixa a Gomes de Mattos Irmos
Paramentara 1 caixa a Antonio J. Motta Gui-
maraes.
Photographia 1 caixa a G. Laport & C.
P-ipel 2 caixas a Sadr da Motta & Filho, 2 a
Rodrigues de Fara & G. Dito para embrulbo 40
fardos a Souza Basto. Amorim & C.
Pcntes 1 caixa a Gomes de Mattos Irmos.
Queijos 150 caixas a C. Pluym & C
Quadrss 2 caixas a G. Laport. & C.
Rolhas 5 fardos a Rouquavrol Freres & 0.
Roapa 1 caixa a Joaquim 0 de Araujo. Di'a e
objectos de piedado 1 caixa ordem. 1 a irm Sal-
vignal, 1 a irm Chaeverouch.
Sementes 1 caixa a Prente Vianna ; C, 1 a
H. Bruil.
Sardinbas 3 caixas a Runos Sangueaugas 1 caixa a Francisco Manoel da
Siiva & C.
Tecidos diversos^l fardo orlem, 2 caixas a
Frederico A. Pereira Pinto.
Vidros 1 caixa a Joo W. de Medeiros.
Vermoutb 5 caixas a Francisco |G. de Araujo.
Vinho 100 caixas a Domingos Ferreira da Silva
ir C 11 a G. Laport & C, 24 a Sauuders Bro-
thers 6t C, 7 bairis ordem, 2 a Puntual, Rozen-
do & C, 2 a J. Louvet & O, 2 a G. Laport & C,
2 a Bernet ot C, 6 ao c;usi-;aatario, 5 a Rou*
qusyrol Freres.
Kiport.ifo
aucira, 3 DE JUNHO DE 1887
Para o exterior
No vapor iogles Merchant, carregaram :
Pf.ra Liverpool, J. H. Boxwell 2,100 saceos
dos Unidos.
Vapor inglez Merchant, assucar, para Liverpool.
Vapor fraocez Ville de Mace.i, assucar e couros,
para o Havre.
Vapor inglez Neto, a'godo, para o Bltico.
Vapor inglez Cearense ( chegar), algodo, para
Liverpool.
Navio dexcarga
Barca narueguenae Stanley, varios gneros.
Karea nacional Mimosa, xarque.
Lugar allemo Gazelle, trigo.
Lugar nacional Marinho Vil, xarque.
Palhabote americano Lwix Ehrman, t'aruih* de
trigo.
Pataeho nacional S. Bartholomert, xarque.
Patacho nacionai joven Correia, xarque.
Patacho nacional Hival, xarque.
Vapor nacional Jacuhype, varios gneros.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
Dlnbelro
O vapor francez Gironde levou para :
Babia ou Rio de Janeiro 150:000*000
Rend me otos publico
MEZ DE JUNHO
Alfanieya
A BENEFICIADA agradece ao s?u
collega o Sr. LYRA, a delicadeza que teve
ero prestar st a tomar parte n'esta sua
festa.
Sonds para todas as linhas, trens pp.ra
Olnda e at Apipucos.
Principiar n h horas.
Renda geral
U 1 a2
dem ce 3
teoda proviucisi
Oe 1 a 2
dem de 3
43:490 2423
18:621693
----------------62:112*121
6:110'.370
2.83U916
8.942*286
Importaco
Vapor francez Gironde, entrado dos portos da
Europa em 3 do eorrente e consignado a Anguate
Labille, manifestou:
Amostra 4 volumes ordem.
Araeixas 10 caixas a Ramos 4 C, 8 a Silva
Marques & C, 14 a Domingos Ferreira da Silva
cC.
Boioes 1 caixa a Prente Vianna e C.
Biscoutos 1 caixSo a C. Plu7m & C.
*jHjcom 157,500 kilos de assucar mascavado ; M. J.
da Rucha 180 sacc-s com 12,600 kilos de assucar
mascavado.
No vapor francez Ville de Macei, carrega-
ram :
Para o Havre, P. Carneiro & C. 20 saceos com
1,200 kilos de farinha de mandioca, 2 caixas com
60 di tos ae doce e 1 sacco com 20 cocos, fructa;
A. Labille 15 volumes com 1,114 kilos de borra-
cha ; A. de Lmos Araujo 500 saccas com 42,677
kilos de algodo e 10 saceos com 599 kilos de
borracha..
No lugar portngae Hersilia, carregou :
Para Lisboa, J. A. C. Vianna 2 garrafoes com
32 litros de agurdente.
Para o interior
No hiate nacional Deus te Guarde, carre-
gou :
He I a 2
dem de 3
Oe 1 a 2
den) d 3
Recebedoria p.vjtmiai
Recite Drainage
71 051 407
4; 728*1 7 J
1:889*180
6:617*359
254*568
516*728
771*296
Mercado Municipal de Jone
O movimento deste Mercado no dia 3 de Janho
foi o aeguinfe :
Entraram :
30 bois pesando 5,161 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro, 21 ditos de 1* qualidade, 1 de
segunda e 8 ditos particulares.
606 kilos de peixe a 20 ris 12*120
64 cargas d,e farinha a 200 ris 12*800
15 ditas de fructas diversas a 300 rs. 4*500
14 taboleiros a 200 ris 2*800
8 Sumos a 200 ris 1*600
Foram oceupados :
25 columnas a 600 ris 15*000
22 compartimentos de larinha a
500 ris. 11*000
22 ditos de comida a 500 ris 11*000
881/2 ditos de legumes a 400 ris 35*400
17 ditos de suino a 700 ris 11*900
10 ditos de tresauraa a 600 rie 6*000
10 talhos a 2* 20*000
5 ditos a 1* 5*000
A Oliveira Casro & C.:
51 talhos a 1* 54*000
Deve ter sido arrecadada nestf 8 di&a
a quautia de 203*120
Rendimento dos dias 1 c2 425*960
Foi arrecadado liquido at boje 629*080
'rer/os do dia :
Carne verde de 28) a 400 ris o kilc.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
fanuba de 200 a 24'! 'is a cuia
Milho de "60 a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1*200 dem.
Haiailouro Publico
Foram abatidas u. .viutadouro da Cabanga fc.'5
rezes para o consumo do dia 3 de Junho.
Sendo: 65 rezes pertenceatea Oliveira Castro,
Ai C, e24a diversos.
Vapores e navio* esperados
VAPORES
Cearense-de New-York hoje.
Pairado norte hoje.
Aconcaguada Europa hoje.
Mrquez de Caxias do sul hoje.
Ville de Babiado Havre a 6.
Pernambucodo sul a 6.
Ni!e-do sul a 6
Tamar -da Europa a 8.
Arlindodo Rio Grande do Sul a 8.
Oratorde Liverpool a 9.
Aymordo sul a 10.
Adiancado sul a 11.
Espirito Santodo norte a 13.
Advaocede New-Port-News a 14.
Mondegodo sul a 17.
Equateurdo sul a 19.
Cearde Hamburgo a 21.
Zechcyde Fiume a 22.
Manaesdo norte a 23.
Nevad Europa a 24.
Parado sul a 27.
Tdgusdo sul a 29.
NAVIOS
Oaseode Cardifi.
Positivo-do Rio Grande do Sul.
Reform-do Rio Grande do Sul.
igWithelminede Hamburgo.
Hovhucnlo do Popl
Navio entrado no da
Bordeaux e escsla-14 dias, vapor francez .Gi-
ronde de 2023 toneladas, commandante Mi-
nier Rene, equip-gem 128, carga varios gene-
ros: a Augusto Labille.
/Vario sahido no mermo dta
Buenos-Avres e escala -Vapor francez Gironde,
commandante Minier Rn; carga varios gne-
ros.
.
!

liSlIB i


T
i1
/
>

Diario de PcrnambucoSabbado 4 de Jimho de 1887
5
PROGRAMMA
3.'
DA
COMPA\l||%
RE
no
\T>4
3NT.A. S.A.GX.A. DOO G-J^.ZOXVXETB.a
O 31[ HORAS EM PONTO NO DOMINGO 5 DE JOMO BE 1881
PKEMIOMEDALHA ,
POULE 2SO0ORESERVADOS 21000GERAES 1000
DB
%avegac Coste!ra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeu, Mossor, Ara-
caty e Cear
O vapor Ipojua
Commandaote Costa
Segu no din 6 do
Junbo, s 5 horas
carga at o da 4
tncommcndas passagens e dinheiros a frete al
48 3 horas d:i tai de do da da shida.
ECRIPTORIO
Caes da Companhiu Pertamhwxna
n. 12
KMIIARI ll'lt.
dem.
E.-ca!'T 4 remos.
I lem
R- caler 4 reinos.
1 i i m 6 remos.
Azul. |A. Silva.
' Encarnado. Livi .
(Azul. Mercante.
Encarnado. Marros.
hKMADOBEk
T. Edwards, Banks, Schiappe, Azev
Serrano, Letal, Bcrges, Adour,
jr
DISTAMCIA
METROS
1000
Profissionaes.
dem.
(Azul.
Encarnad
Lulo.
A. Silva.
Serrano, Adnir, Leal, Borges.
Multar, ieraphim, Azevedo, Schiappe, Cox, L.
Vi ira.
iOut r'ggid 2 rems.
dem.
Gsealej *! remos,
i Mein.
'Uut-riggid 4 remos.
1 ;< ni.
Azu!. \V. Cbristiaoi.
Encarnado. Borges.
Azol. Barros
Encamado. Mercante.
Azul. Livio.
Encarnado. A. Silva.
Eschler 6 remes,
dem.
Azul. VV. Chnstiani
Encarnado, Alfana.
Alfarra, Jos Guinma-'S.
Branca i, O. Ramos
I'.- fisBODf.eu.
dem.
Aden/, Leal, Borges, Jos Quintara' s.
Vlfarra, Seraphim, Muller, Moreirra.
i, Schiappe, L. Vieira, A. Toriis,
Serrano, Azcve.:
J Coueeiro.
Mull r, J. Brandao, C. Kamoi, Libanio, C. Mo-
reira. A. Lima.
1000
1000
1000
NOJIES DAS KMBARCACOES
Mar.
Terra.
Mar.
Terra.
Mar.
Terra.
100
100;'
1000
Mar.
Terra.
Mar.
Terra.
Mar.
Terra:
Mar.
Terra.
Raio.
Temerario.
S. Bartholomeu.
Mi"; ..-a
Acaso.
Ne pruno.
Irene.
AJbatr 8.
acifle Sieaia Savif aiioo Comoanv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
' esperado da Euro-
pa at o dia 5 de
Junbo, e seguir de-
po8 da demora do eos
turne para Valparaso
com escala por
Babia. Rio de Janeiro e Monte
?Ideo
Para carga, passagens, encommer-d.-is e din-
neiro a frete tracta-se coro os
AGENTES
Wllson Sons di ., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
Segunda felra U de Jnnho
O agente Pinto levara a leilo os movis, vidros,
livros, trros cirurgicose mus objectos pertencen-
tes ao escriptorio do Dr. Cosme de S Pereira
A' ra do Imperador n. 14
Lcilo
De urna victoria para crianzas, corn quatro
assentos, os competentes arreios e dois
carneiros.
Terca-feirat 1 da corrente
A i I horas
Ka ra do Burilo da^ictona n. 45 i andar,
entrada pela ra das pior;.:- o. 21 onde aver nts
leilo de movis pelo
AMA DE LEITE
Procisa-se de urna
que
tenha bom e
abundante leite ; tractar na ra Duque
de Caxias n. 42, 3. andar.
PorlOpOO
Aiuga-se as casas ns 26 e 28 da ru* de S. Joao,
combine ommodos e bom ouintal ; a tratar na
ra Duque de Caxiaa n. 85, loja.

Agente Iirlins
Leilo
movis, loucu, vidros e quadros
Quem quizer vender urna fabrica de charutos e
cigarros, que est-ja bem locaiisada, queira diri-
gir se ra nova du Santa Rita u. 41, 2- andar,
ou aununcie para ser prociuado.
Olga,
fernambucano.
Pery.
Aym ir.
Oceania.
.'erni.mbiK'Hiio
Unaed S*ates & Brasil i. S. 8. C
0
E' esperado dos portos di
euI at o dia 11 de Junbo
depois da demora necessaria
seguir para
Haranho, Para. Barbados, fc
Thomaz e Xew-York
Para carga, passagens. ene in nenias dinheir.
% frete, tracta-se con -:
(nmnii*:to da dinlrihiitraoSs. Ezcs. os Srs. Dr. presidente da provincia, chefe da divisa", inspector do Arsenal de Marinha
e o piesidente d i Club.
Commioio de rereprnOs Sr.-. W. Webster. Jos Julo de Amoriio I unior, cemm niador Manoel da Silva Main, Jo6 da Silva
N s. Hermenegildo L y>> e Joo C Cunlia Ribeiro.
Commioxao de arriiibancniinOs Srs. Carlos Regadas, Artbur de Souza Carvalbo, Francisco Alves da Silva.
HlrerioreN da resala -Oa Srs. Joao II dmes, Jos do L I < xea da parlidu0 Srs. J-is M ni ten- if. Alnjeida, .1 a L'vramento, J-s Francisco BaiT'S Cavalcante.
Juizev Juixew le clie^adaOs Srs. Jos Clemeotino II la Si v.. Pomqeu Casanova, Beriiardnm de Souza Pontnal.
FUrue iin raaOs Sra. Fra-iciseo Medeiros, M a noel m. r'erieira B istos, J.iaquim Cunha Sobi-nho.
< i m m i s.< o' p uleOs nis. J>a iui Al. -s da Fjnsec, H-inrique da Cu,iha Porto, Carlos Leal.
Pompea Cazanova,
*. seeredarlo.
Aviso
c'pit ilisa
e Dezem-
O London & Brasilina Bat k, limitad,
recebe diuli'iro eao coota correte snnpl-s
coro ann
dos d:: fin 6 m-Z"S Ju'lll
bro.
R-c-b? tanib'iu dinh'in em deposito.
Z'> de 3 4, 6, 9 e 12 mezes, as txas u
juras, qui forom cinvencionadas entre as
partes.
As c nas j existentes, veuceodo juros
por ditTeretites taxas, :m s"m alterajao.
Ettcife, 24 de Maio da 1887.
W. 11. Biltou.
Concurnu para, o provtmento deen-
deiras de enninu primarle
De o:dm do inspector geral da iostrucc- pu-
blico se faz saber a qii"in convier que em virtude
de determinaba i do presidente da prjviucia de 6
de D.zenbro dj anuo passad i, e para ex. eue .
: i disposto nos artigos 70 e seguiutes do regula-
ment orgnico da instrucio publica, acha-se
psetj em Cuncurso o provimeuto das cadeiras
consttnt-s da relafao uba-xo publicada, e das que
vierem a vagar atea termmacao dj concurso.
Para isso aoba-se aborta ntsr-a secretaria a
inscripcito dos candidatos a este pro"iuienfo, com
o pra*o de 40 das a ontar do 1" do correte, ob
servadas as seguintes disp?sices do regiment
dos concursos :
Art. Io Os pretende.ites ao magisterio, que ni i
tiverem as iseovo.s do regulain- ul i orgnico da
ins ruccao publica, de veri submetfer se a ezame
de liabiiit ;n;i i para prova de capacidude profissio-
nal, nos t-rous do presen'e regim ni'.o
Art. 2o A inscripvo pura este ex.mi dentro
do praso anuunciado p ir edital, requerer-se-ha
ao inspector g-tal, instruida a peiicao coe -s do-
cumentos comprobatorios dos requisitos legaes, a
saber :
s| 1 Maioridade legal.
2o Moralidade, e
^ 3 Isenyao de culpa.
Art. 3" O requcsitos d:i art go antecedente de-
verao ser provadjs :
O d> Io oor certtdao de baptismo.
O do 2 por attestadj do parocho ou de ijiiaea-
quer autoridades do lu_-ar onde resdir ocoucur-
rente.
O do 3' pela exhibicao de fuiha corr la.
Art 4o Sao disp usados :
1 De exhibir cerido d Janeos candida
tos que forem ou h.'uverem sr'o funeeionirion pu
bltcos e os que apresentarem a'gutn t.tulo ou di-
ploma que no obtenam seto a maioridade l-'al.
2* Oe apresente.r fo'ha corrijaos que exbi-
birem attestados de procedimento civil e moral,
passado-i pelas cmaras municipaes, autoridades
ludiciar'as e piliciaes das localidades em que ho
verem residido nos dous ltimos anuos; os qu
se achandu no exercicio de empreo publico, exhi-
birem aiiesiados do respectivo chefe ; e as edu-
can das do eollegio de orpbas e casa de expostos.
| 3* De exatnc de habilia?ao es candidatos que
oxhibirem :
I. Diploma conferido pela Escola Normal da
provucia ou de qualquer outro cora i norn al pri-
mario do imperio.
II. Titu'os em graos scientifiecs pelasictr^la-
dts d > imperio.
III. Diploma conferido pelo Gymnasio Pernam-
bucsiu ou pelo imperial collegio Pedro II.
Art i)" O inspector geral, se o candidato satis-
tiser ns xigencias legaes, orleara por despacho
a ioacriptio, >' qual s- effectuar pela assign^tura
do candidato en liv.o competente.
Art. 6' Fiudo o praso da inscripgao o inspector
geral remetiera a lista dos inscriptos ao director
da Ecola Normal, afim de alli realisar-se o exaine
de habilitadlo
Secretaria Ha Instruecao Publica de Pernam-
boco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pergcntino Saraiva de Araujo Galvao.
BKLICO A QOE SE BBFERB O EDITAL SOPBA
Localidades
Masculino
Bethlm.
Conro d'Anta.
Carn^hyba.
Pedra de Buique
Brejao de Snta Cruz.
Santo Antonio.
S. Benedicto.
Campo Alegre.
QueimadoS.
Oibo d'Agu dos Brcdos.
Serra Branca.
Cabrob.
Mimoso.
Santa Cruz de Sitios Novos.
S Vieeote da Serra do Vento.
Rio Ooce.
Cachoeira do Roberto.
Nossa Senhora das Dores de Pocao.
Volta. ,
Ftminino
Bnique Pedra do Buiqae.
Brejl hauta C ii
I.i^azeira Atugados de 1 igaseira.
''auellas Agua Branca.
Ouricury Srra Branca.
(varanbuufl Brejii de Santa Cro
Ingaseira Cha do Esteva i.
Cmiores Alagilnhas.
Ouncuiy Ex.
1 Un -.lina l'ind lila.
Mixta
Caruar Lag'do.
Br jo Kiaeh i Djce.
Bom C'uselbo C-v llniro.
Biique Santa Craz*
1'ac.ir.il Tacaic,
Cimbres Pao de Assacar
Caruar Calcado.
Taearal Jatob.
Secretaria da Iostrn-.'co Publica de Pern-.m
buco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Prrgentiuo Saraiv:. de A-a.ij ) talvas.
THEATRO
DOMINGO, 5 DO CORRENTE
Recita dedicada nobre ciaste
( Vl\l 111 VI
2 a espectculo crganisad i pelo actor
l> V K 4
com n ponenrgn da eunpanhia dramtica SOARES
DE MEDEIRO\ da qual faz parto a primeira
actriz ingenua hrasileira D. ISOLINA MOS-
CLAR.
R^prea'ut;ir-6e-ht o irnp rtan'e drama r*m 4
act-s
0SEN6EITAD0S
A a;-{:i i passa-se em Lisboa.
O papel de Antohio ser desempenhado pelo
actjr Seares de Mede Sete-Rios, ra^la actriz D. Isohna Mandar.
Toma parte ti da a c. icpnihiii.
Segue-se pelo popular actor
L Y R A
a scena cmica ( pedid")
HI CARA-D01A!
Terminar o espect!.culo com o iutertssaute des-
preposiro em 1 acto, graciosc dialoi escripto ex-
prestamente pelo conbecido escrip'or bras'leiro
Artbor de Azeveiio para a actriz D. ISOLINA
MONCLAR e por ella desempenhado e pelo sym-
patbieo actor Affonao 'Oliveira, intitulado
Ima noule eoi claro
O actor LYR A tem a hiTa de communicar aos
&eus amiir" e ao publico em gerM que resolveu
encetar i,m> seri de espeetacnloa ueste theatro,
para cuj" ti > acaba de entrad .r com o empresa-
rio SOARES I) i MEDEIRO-, a coropanbia dra-
mtica dirigida pelo inesmo seiibor.
BBEVBUENTE
Os Mi!agres k Mi Antonio
Em que toma parte toda a companhia Soares de
VIedeiros.
PREQOS
Camarotes 8/000
Cndeiras numerados 2000
Ditas avolsss i ;.' i
Galeras I50
Pktas numeradas 1*000
Entrada 500
Principiar as 8 1/4.
CHAREIRS REL'NIS
< oui|anha rrauceza d'r navega
(So a Vapor
Linha quinzenal entre o Iuvre, Lis-
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Ville de Bahia
Comman iante Sebire
E' esperado da Europa
a' o dia 6 de Junho, se-
gumdo depois da indiopen
suvel demora para a Ba-
lita. Rio de Janeiro
e Nnnlo*.
aos Srs. iir.porfaderes de carga p-los
/ap*jres desta linha.queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng -ai-
quer reclama5io concernente a volumes, que po-
v- utu.atenham seguido para os portos do sul.atin
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
arias.
Expirado o referido praso a compaahiJoa n se
responsabiiisa por extravos.
I'ara carga, patsagens, cucommendas e dinheirc
a fr. t': trata-se com o
AOEKTF.
Asriisii4. Labile
Para carga
e com os
9 kua ld oo.\iMt;i;;;
A. d vanee
Espera-se de N >r .
News, at o dia 14 Junbo
c qual egumi aep i -. d
demoranec ;.-.'. p.ia
Babia e (lio de Janeiro
passagens, c encommc-ndas traefa
AGENTES
llcerv i i-s^r k C.
N 8 RU .OAIMERCIO -
1 auda
Wi~B M Jilos, Rio GraD -
dedo SalePelotas
0 vapor Arlindo
Espera-se at o
dia 8 Ho correte
e seguir depois
da deinoia do ces-
me para os por-
tas ac na indica-
Recebe carga, encimmendas e passageir.;s para
os mesaos portos : a tratar eoi
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. (i.-RUA DO COMMERCIO N. 6
1- andar
De bons
Sendo :
Um importante piano, coru poco uso. do fabri-
cante Cari S<.'beei en Ciase], 1 cadeiis par.
mesmo, 1 bonita mobilia de jonco com encost de
palinha e consolos com peira. i espi-lho oval, 2
guarnices de estopa para Cadeiras e sof, 1 dit i
de chroehet, 6 quadroa aleographias, 4 etngers,
2 bustos de gesso. 1 grande etager de parede,
2 pares de jarros fiaos, 2 escarrudeirag de porc.-
Ian8.i tapete grande para sof, 1 dito para cama,
9 ditos para portas, 1 para sof e 2 cabides de i
molla.
Dous guarda-vestidos de smarelio, obra de i
gosto, 1 cama franceza, t de amarello com pedrn, 1 guarmeo para lvate '
rio, 1 toilet smerican > com guarniea 1 meia j
commoda de amarillo f rrada, 1 cabide de colum
na, 1 cama de ferro e 1 marqueza.
Um bonit) gasrJa-Iuaca d-. ,.ni.i:el!.. m sa de '
jau.ar, 2 aparador* de sn/'.-p-, 1 s-l, J ca-
deiras de junco, 2 cadoirat de bulan?) de dito,1
1 relogio de parede, 1 banca redonda de frr 1
marqueza, 2 escarradeir-, t. Iteran d- b^i
de charo, 1 cesta de electro pinte para pao, 1 ap
parelho de louca para juntar dito para al moco,
copos, cauce?, garrafas, compot ;,.s, 2 jan"
um grande trem de costaba.
Terca fe Ira J do eorrente
A's 11 horas
No 2- andar d) sobrado
Atten$a
O hachar-i Joao B.ptista da Rocha Baixa !
resolveu i- boje p r disute asfigner -se J:e
Ba-reto Lius. Oamelleira, 1 d Junhi de 1887.
Joao |.. i-.rrero Lins.
A na
Precisa-8e de urna ama para cata de familia
para cosinhar, prefero-se que dorma na mesma
casa ; a tratar na ra d;> Hos lieio n. 31
da rua do Barao
entr.i la pela rua das
da Victoria n. 43,
Flores n. 24,
O agente Martina farA ii il.i i ; .: c uta de quem
pertencer dos movis ncimi. tsquaes se acbam
perfeithmenfe conservados c c.ui piu^o uso.
'opsiM, Diastai e PsBcratu
aiCSITAOO POR TODOS
CS JKElJICOS.r'rjailSi-ostOris
l tardas e laboriosas, Dyspep- (
Isla, Cardadla, Castrodynla.i
I Gastralgia, Calmftra de esto- \
maro, Vomito, Conralescon-
cas lentas, etc.
Deposito coral : H. VIVIEN
50, Boul* do Strasbourg. 8m Parla
I U TODAS AS PHARMAC1AS
52 .- : xsasesacsE^e.^'Sims^sa
Alugn-se casas a M/OI.'J u DeeCi I i
hos, junto de ft. Uonc-. : a tratar na rua d
mperatriz n. 5o
Procisa-se de urna cosmbcira p; ra casa de
familia, que sej.i de boa conducta ; na rua do
Imperador n. 73 3' andar.
= Aluga-se duas casas
Torre, ambas por 25$ 00
larangeiras cravo, ditas da cliin, Sapotiseircs c
roserap, a prec> de 20 rs. a I0(.1J : na rua Pri-
meiro de Mar^'O n. 14, ou caes 22 de Novcmbro
numero 4?.
e i'io no pov ado d
mensa' s. Veiide-sc
Prccisa-se de urna ama para cosinhar e la-
var ; na rua da Matriz da Boa Vista n o
= AMA Precisa-se du ama :na ; na rua rio
Cabug n. 3, 3' andpr.
Urna senhora viuva, lia pouco chegad i de
tora, precisa alugar um c nnrnorin cin um i casa de
familia; quem tiver dirija-se ma dos Guara i
pes n. 88 para tratar, cu annur.ci.'.
Aluga-se o 3- andar da casa rua largado
Rosario n. 37, esquina defronte da igreja ; a tra-
tar no pavimento terreo.
A uga-se por 1800 i urna escrava que cn-
gemma perieitammte, eosinha menos c cose ; na
rua Vinte Quatro de Maio i 21
= Precisa-se de uem c.tnreira que saiba cor-
tar por figurinos ; na roa da Aurora n. 109.
AVIA Precisa-sa de urna,
para casa de familia : na r.i. de I'
numero 34
Tenente-cnronel Antonio Aareliano
I.iijics Cuutitalio
A viuva e Clbnsdi; tenenfe-coronei Antonio Atl-
rel.au> Lopes C. utinlio, profundamente magoados
pe'o fallccimento de aeu presadissimo esposo e pai,
agradecem do tnais intimo do ejrac'o aos p rea- -
e amigos que durante o seos longos padocimeu-
tos derara I he nr vas tilo inequvocas d amiza-
de, c que d-p io de saa m irte ncompanh iram c
scu corpo ultima morada ; e tendo de manda:
no da 7 do corrente, s 8 h ns da manh.T, cele-
brar missas pelo eterno repouso do mesmo finad
as matrizes de Nazaretb, Tracuehacm e Ala^ :
Secca, de u ivo os convidan', para csse acto do ea-
ridade e reliji >.
que cosiiihe,
dri A ti',n r o
'UlUfM.
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 toneladas de registro
Rio
1 de
Sahir do porto do
de Janeiro no dia
Junho prximo com es
cala para Bahia e Per
nambueo, seguindo rfppois de pouca demo
ra cora malas < passageiros para
LISBOA E SOUTHAMPTOIN
Desde j recebe-se enoommendss part
camarotes na
AGENCIA
Ifcua do commerclo n. 3
1 andar
Aiiamson Howie *C.
BOYAL NAILSTEAM PAIET
C01PANY
0 paqeute Nile
Espera-se do su
at o dia t de
Junho e seguir
depois de punca
demora para
C'omarcii
Oabrob
Brejo
Flores
Buiqne
Garanhuns
Buique
Panelln
Bom Cousclbo
Panellas
Cimbres
Ouricury
Cabrob
Beserros
Ouricury
Brejo
I lem
Petrolina
Cimbres
Tacarat
Lisboa e Sonthasiplon
0 paquete Tamar
filfaT
i?omp;ia)ia fEahlana de uavega-
cao a Vapor
Hacei, Villa Nova, i-eiiedi., Ara.caj.
Estancia e Bahif.
0 vapor Marpez flii Calas
Cammandante J. J. Coelho
E' esperado dos o.-iop aci
ma at o dia 5 de Junho,
e regresBKr para os mes-
mos, depijis da demora do eos
turne.
Para carga, passagens, encommendas e dinbei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7lina do Vigario7
Domingos Alves Matheos
E' esperado da Europa uodia
8 do corren te, seguindi)
depois da demora necessaa
ria para
Macci, Bahia, Rio de Janeiro, Santos.
Montevideo e Buenos-Ayres.
0 paquete Mondego
E esperado
do sul no dia 17 de
correte seguin le
lepois da demors
necessaria para
. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
thampton
Reducco de passaqens
Ida Ida e volta
A Southampt -n 1" classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
i'ara passagens, fretes, etc., tracta-se n os
Consignatarios
Adamson Howic & C.
S. 3 RUA DO COMMERCIO N. 3
1- andar
.a Bratllelra de Nave-
usfiioa Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante o capao de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos portos do sul
at o dia 6 de Junbo, e
seguir depois da demora in
dispensivel, para os portot
do norte at Manos.
Para carga, passagen8 encommendas c valere*
tracta-se na agencia
PRACA OO CORPO SANTO N. 9
LElLEi
O-leilo de ferres^inatrumentos eyrurgicos, livros
de medicina e movis do escriptoria do L)r. Cosme
de S Pereira, deve continuar segunda-feira 6 do
corrente no 1.* andar da rua do Imperador n. 14
ende espera o agente Pinto a c ocurrencia dos Srs.
me lieos.
Agencia deleilocs
O agente de leiloes P. J. Pinto mudou seu es-
eripteno para o armazem da rua do Mrquez de
Olinda n 52. onde ple srr procurado.
Agente Pestaa
2 Leilao
Das i-riportantes 'jasas terreas com sota,
ora terreno proprio. cora os eotnmodos
seguintes :
Pavimento terreo 3 portas e 3 jan lias de fren-
te, 3 salas. 2 qoartos e eosinha.
Pavimento superior 6 janellat de frente, 2 sa-
las 1 quart, gr nde sota, cora muitas arvores
fructferas, bom viveiro, ex'-ellentr; agua potavel,
portao de ferro e jardim ; cojas casas prestam-se
para montar bous eslabeleciiuentoj, silas estra-
da do Giqui, que vai para Jaboato, ns. 81 e 81
A
Sabbado 4 do corrente
\s II horas
!%' armaiem da ri'a do Vicario u I '
O agente Pestaa, aatorisaao por man Jado do
Eim. rr. Dr. joi* de orpha s e cem assistencia do
mesmo, vender, a quem inais dr. as ex idlentes
casas cima mencionadas, no dia e horas jA refe-
ridas, pertercentes ao inventario de Francisco
R mano Moreira da Costa.
Precisa-se
tromrnar em
Riachuel) n.
do urna sma para lavar e en
casa de familia : na rua do
13 se dir.
I, (anuida Sampnlo
iiseo Jacinth i de Ssmpsio e su muiber
mandau resar por alma dr sua mui prsala prima
1). Candida Sampaio. tallecida no Aracaty. urna
mit-sa na igreja ao Carmo. a 7 horas do dia '! do
corrente mez, trigsimo d s n passamento, e es-
peram o comparecimeotodas pessoas de sua am-
tade
^ (iuilhermiDa Koiiiia Pereira
Duarle
Antonio Souza Duar'e Ferreira coovida aos sen.1;
parentee e amigos para assistiiem a urna inissa
que manda resar na igreja de S. Frcucisco, no di *
6 d corrate, s 7 1(2 horas, primeiro anniver-
sario do fallecmeuto de sua extremosa esposa.
pelo aue antecipa o seu agradecimento.
20
jeilao
Para Hquldaeo
O a"vnte Brito vender ao correr do martello
o seguinte : mobilias, guarda-ve tilos, guarda
lonjas, camas francezas, commod >.-:. marquezoes,
marquesas, s^fs, toilet, secretarias, carteiras,
guarda-comida, mesas, lavatorios, relogios, espe-
Ihos, quadros, jarros. candi"iros para kerosene e
gaz carbnico, bidets, espreguicadeiras, facas,
loucas, copos, tas^ndas e miudezas.
No armazem da rua da Praia n. 43
Sabbado 4 do corrente
A's 10 IpO hora
Leilo
Do caixas com ferratnentas e instrumentos
cirurgicos, livros e movis existentes no
1. andar do sobrado da raa do Impera-
dor n. 14.
RUA PRIMEIRO DE MARQO 20
(.! mo ai Louvre)
Merinos de cores cora duas larguras, a 800, o covado.
Cachemires de listras pa--a vestidos, alta novidade, a 400 rs o ovado.
Percales de cores, a 240 rs., o covado.
Esguiao pardo de linho, a 380 rs., o covado.
Cambraia bordada, a 5500, a pe^a.
Cretones de cores, de 280 a 400 rs., o covado.
Zvphyre8 de core a 200, 240 e '20 rs. o covado.
SetinetHS lisas laviadas, a 3d0, 400 e 440 rs.. o covado.
Alpa:as de cores, lisas, a 20 ra., o covado.
Grande sortimento de las para vestidos, por barato prero.
Bramante de linho, com 10 palmos, a 1;5900, o metro.
Bramantes de algodao, a 800 e 1)5100, o metro.
Pao da Costa, a 1>100, o covado.
Velbutinas de r>es, a 800 rs., o covado.
Pecbincbas em inadapolo's, aproveitem !
Atoalhadi branco, multo 1-rgo, a 1 5300, o metro.
Laques transparentes, ultima nevidade, a 2^500, um.
Espartilbos para senhora, a 5j00, um
Bordados tapados, tinos, de 500 a 2)5000, a peca.
Cortinado;.: bordados, a 65M)0 e 8^000, o par.
Lences do bramante de linho, muito encorpidos, a 3)5030, um
Obertas do ganga, forradas, a 35OO0, uma.
Chambres para hornero, a 5)5000 o GO00, um.
Toalhas felpudas para banli-js, a 1)5530, urna.
Ditas ditas para rosto, a 3500 e 5)5000, a duzia.
Lindns fichs, de renda de linho, a 2500i' e 255 0, um.
Ditos, de l, completo sortimento.
Camisas de linho para hornera, sn'punho e sera collarinhns, oque vera de
roelbor a esti mercado, a 54^000, a duzia,
Ditas de lsi, a 55000, uma.
Colletes d'^ Amella com meia manga, a .35500, um.
Ditos ie dita se:n margas, a 35000 um.
Completo sor.iiuento de eeroulss, i-ollarinhos, gravatas, meias para homons,
criancas e sonhoras, por menos precos que em outra qttalquT parte.
PAR OS SNIORES AG8IC0LT0RES
Algodoes do Rio, de I." qualidado, a 320 rs., o metro, ero porcao faz-se o
des 'otito.
Ditos da Babia, br.an.ms, a 320 rs., o metro.
Ditos brancos, lisos, a 35000, 45000, 45600 e 55000. a peca.
PARA ACABAR
Mallas americanas para viagem, a 105003 e 155000, urna ; baratissimo !
Para banhn do mar
Costuraes para homens, a 85000, uro.
Ditos para senhor.., a 105000 um
Ditos para meninos, a 55000, un.
Sapatos e belfas para o mesmo fim.
A' rua Primeiro de Marco n. 20
Teiephone n 158
AMARAIi & C.
rigya
c_ _. ------------------'


Diario
>
Phar acia central
Roa d Imperador 38
Jos Francisco Bittencourt, antigo pharmaceu-
tico da pharmacia francesa iua do Baro da
Victoria u. 25, avisa a seu3 amigos efreguizes,
que se acha oa pharmacia cima, oude espera
continuar a merecer a coufianca que felizmente
depositaram em seus trabalhjs protesaiouaes.
AVISO
Os fogn do artificios preparados na an-
tiga fabrica da viuva Rufino proprios para
as noitea de Santo Antonio e S. Joao, ven-
dem-se nicamente no caes Vinte Dous de
Novetnbro, armazem da Bola Araarella
n. 36, pelos precos da fabrica ; neste ar-
ini.zem haver venda lindos craveiros,
pistolas de todas cores c taroaohos, rodas
simples e singelas, foguetinhos, estrell-
abas, etc., etc.
Jalroph
Manipocira
Esse medicami nto de urna cfficacia r< conhecida
no beriberi e outras molestias era que predomina a
hydropesia, acha-se modificado em sua pr.para-
cao, iracas a urna nova formula de um distiucto
medico dcsta cidade, sendo que comente u abaixo
assignado est habilitado para prepaial-c de modo
a melhorar lhe o gosto e cheiro, sem todava alte
rar-lbe as propriedades medicamentosas, que se
conservam com a mesma actividad?, se nao maior
em vista do mc-do por que elle tolerado pelo
estomago.
Calco depoMito
Na pharmacia Conceicao, ra do Mrquez de
linda n. 61.
Bezerra de Mello_________
II
a 400 rs. a arroba
Chegcu a primeira remesua do precioso farello
de careco de algodo, o mais barato de todos os
alimentes para animats de rae.* cavallar. vacum
suino, etc. O caroco de algodo depois de ex-
trahida a casca e tudo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animus para os forta-
lecer e engordar enm admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle era ng..do (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e tutros tarelhs
que sao mui'o mais caro e nao tao de tanta sus-
tancia.
A tratar no Beelfe Lano do Cor
po sanio. I" andar
Tinta preta
INALTERAVEL
i
(OHHIMtim i,
^ PHARMACIA CENTRAL
38 Ra do Imperador 38
Pernambnco
Serve para escripturacao mercantil e d tres uu
quatro copias de tima vez
Fardas
Tinnrcio de oiivelra A C.
tm panno azul especial e proprio para fardan.m-
to militar, e dispoe de artistas habilitados para
este fim
Em sua casa de alfaiate
A' ra do Mrquez de Olinda n. 51.
Aluga-se o 1" andar do sobrado n. 27 ra do
Imperador, pintado de novo e com agua : a tratar
na ra do Duque de Canas n. 47.
Perdeu-se no trem de Olinda um balancete com
urna concordata ass'gnada por varios credores :
gratifica-se a restituidlo na ra do Cano n. 38,
Engenko para arren-
dar
O Goiabeira, d'agua, moente e corrate, meia
legoa distante de Jaboatao, eom trras para sa-
frejar 2,000 paes do assucar, e boa casa de vi-
venda ; a tratar na ra da Imperatriz n. 49, se-
gundo andar.
Pomada inli-Qphtalmica
da Viuva FARNIER
EM POMADA, i;,ni,.
linde o amo de 1764.
1 adquir., r. I**m comerraSo O pnmnro logar na T...Tap.>ii-
, i:- oeblar. Km virtud* Je mn relitono da I arla I- l\ni. .>i autorizada a veyda por um Decroto
especial em 1807.
Um lecole decawrwocuu" TorTeia f--m confirmadora*:
-nV acia iii.-ii!".....ira a rmr.-i.Mi* rt m i.ewt.
ttCn*mr*, jaMBaaM* twvr"'- r muumr. -O*
boai xito c inbllivel n*B Oplalml." -
Deve-se exigir
a Aatignatura
em fr'.nte
Deposite, geral em THIVIERS rordogoe), Franca.
em raa d r^T^.TTX.^^tf..
En Parnmhcr,: Fran t. ta Silva A O"
I AS PRIX-irAII PHAUH4CI*
?OMOMSMOMOMOMOM
Ofierece-se orna pessoa para caixeiro de ujtal-
quer cbranla e dk u ior da conducta ; q em
precisar dirija se ra das Aguas Verdes u. 70,
1* andar. ^.
Ao publico
Tendo sido roubado do abaixo assignado 7 bi-
lbetes da 15a lotera Paran qoe se ha de ei-
trahir, cojos nmeros sSo os sguiutei : 824, 2391,
2643,4424, 663, 7856 e 323, sendo rites bilbo-
tes rubrica Jo corto firma do Sr. Fina, pede-se
a quem os possuir t<-ndo os comprad INdido o f vsr de os vir traier ra do Cabug n. 16 que
aera iodemnisado des seus valores, ficando certo
de qne no caso de lerea clles arasDiados Ibes se-
rao embargados quaesat- r prpinraa qoe saiam.
Recife, 1- deJdDbt.e 1887.
Antonio Pereira de Britto.

As Pilutas Catharticas
Do Dr. Ayer.
4. experiencia .lo teinpo. applieado ks rilula Dr. Ayer, t.m .ul appr. ^V, coi., os resultado
obtidoSMm as mesmas. Ha niaisds V>**&g*
qneeta- Pllula* obtiverain urna populuri.la 111 -
versal, qu.- nenhoma ootra medeciiia purgativa tem
podido rivalisar. ,
\s Pili'Lvs tvi Dr. Aybr, purgan) completa-
meote oventre....... suavida Le, e cstinmlam e for-
Ufleam os orgftoe digestii m > assimilavos.
As Pirulas do Dr. Ayer
enram indig multas
serias e a iniudo tatact-, Li.fcriuidadi
por aquellas dew>r<] i.s.
Para as do. Figado e lins.
riU> aa Enfermldadcs da PeBe,
Ar i. i Estomago, Nauae, Malra,
Dores de Catefa. Hlito Ftido, rvi.ro Biliosa
e Clica, Dona do spadua,
Inchacvs HydropicaH, etc.nada as aluna
inrancao proi.iptHSo como :.- Pili'Las i">
i.il. Avbk; u quaes sSode graiids utilidade uo
Curativo lias Hr.i.orrlniOl i-.
tomo remedio domestico u < t'- ni cgual.
PREPARADAS PELO
DR. J. C. AYER rc CA.,
I.owell, Mass., K. U. A.
rvn la oas principaes 11 innacias edrog
Country house. to let
immcdiatcly, pricc
reasonable
A pretty house, is all walldin, and new pain-
ted, near the bmds and raillwsy ; agreeableplace;
inSao Miguel Street n. 99 (Afogados) to treat,
Santa Tberc?a Street .'3-'._____________________
Ciialo
Precisa-se de um rapaz ; na travessa do Corpo
Santo n. 27.
PHOSflIOROS
Deutsche Ouodhbet
Sao os melhores
que tecm vindo a
este mercado, que
tornam- se recommen-
daveis tanto pela boa
qualidade, como por
virem colorados, em
caixinhas de phanta-
sia e com cromos va-
riados.
Vende-se por prc-
cos mdicos. nicos
depositarios Fran is-
co Lauria & G. ra
eo Bom Jess n. 61
Lauria ^ C. ra da
Imperatrizn. &% Cos-
ta Lima & C. ra d >
Amorim n, 33.
Pharmacia
Precisa-se de um pratico ; a tratar na roa lar-
ga do Rosario n. 34.
Vinho Collares
O que ha de m-bor, em quintos e decimos ;
veodem Baltar roslos & C, rna da Cruz n.
88, 1* andar.______________________________
Novo porto do carvo
Rua alo Marques do Henal n. ti
Em virtude da grande quantidade de carvo
que tem ebegado para esto porto, o proprietario
deste, resolveu bailar para 600 rs. a barrica, e o
frete ser o menos pjssivel ; o conductor do car-
vo que nao tntregar o t.Oo qus acrmpanha cada
barrica, d direito ao consumidor ni > pagar o
frete. O p:0|>rietano do mesmo apressa-se em
declarar que nao quem fornece carvo pela for-
ma conveniente, e nem se entende com elle as mu-
danzas para dentro ; fr.i desta cidade, e sem
com urna intitulada empreza do Sr. Joao Goncal-
ves, pois qn'm deve ser procurado para tal fim,
porque este oi.p*z de maijres omprehendi-
mentos.
ll'aialiiri
Ferrtira&C. Successores avisan aos seus fre-
gtiezes c amigos, que transferirn! a sua loja e
otficina de alfaiato ds predi i si'o rua do Baro
da Victoria n. 24, para outro na mesma rua n. 28,
..tule esperara continuar a merecer a confianca que
sempre lties dieprnsatam.
ESPERANQA PARA OS SURDOS
CurapelQH Tympanos Artificiales
(PrivUegiadoai de J.-H. NICHOLSON
A urdez ein todo* M B6oa degraus oau^.ula por : catarrho,
febre escarlatina oa outra, sa*
rampo, Telhico, banhos de mar,
mudez, purforaclo ou enduroci-
mento do tempano, os casos mais
difflt f 01 -: ^\ 1p
tema privik-giado c cfflcaz em
todos 03 paizos ciTizudos do
mundo. Os Tympano articiaes
aofornecidos exclusivamente |x;lo
inventor, cujoenderi codamos em baixo, por querer elle fazer
d mente cada par de Tympanoa paraoi caaos a que .V>
destinados, Offereoemoa as vantageofl seguintea aa pessoos
que moram lond i iio esseni um pedido immediato*.
Voltaui r ; lamente u diihciro quaudo vemos
iiorinact-i qu< -* noACommunicamquc o casod ineu-
ravd eque us domo tympanoa nao i>odem mais offirt-cer
vaiitag ru.
Pre^o: Tympanoa donrados, para bomans, 53 fr. 40; para
,. jovena c m< Dinoa, 17 fr. '.'5. Fazendo o pedido ilar
imerencia da cabera medida na altura das o
com a~ circnmstaii las caiwa da -1 irdes. Batea Tympanoa se
I uo interior da-* nrvlhaa c nao sao vi^ivtis. De um
ii;o fcil, cintrodnzem Daorelha -em auxilio dos mdicos;
oao podem prejudiear de mancira jlpuma ao> orgaos audi-
tivos por -reid onnnn transparente montado* sobre
tubo* dourailo* de urna constru i Do eleganti .Na realidade -Jo
miniatura adaptados as orclna*. A qualqner
: r ima ileseripcao le la d
Tympaui u laremo ontra remeaaa de 3
rochura illuatrada de B paginas na liu-
euaque -* quiaer, contendo um tratado .-obro ;i sordez, urna
reproduceao dos Tympanos, copias dos privilegios, t-artas fie
. ilitorea e outros bomena eminentes que
t*'om sido curados por este* celebres tviupauos c que
-os. Urna immensa pagina de
. autograpnaf, de recommendaoOes emto-la-a* lincua
e de todos os paizea -cr.i enviajla juucto com a brochura,
Dirigir-se ao inventor :
J.-H. NICHOLbON. -a, ru Drouot, PARS
Anlonlo l*erelra da Cunba
>laria Amelia Cuuha, viuva de Antonio Pe-
reira da Cunha, rvanda reenr migara por atron do
stu 8i mprc lembrHdo roaridj 4dj correte, fri-
gcsitno dia do sen fallecimento, na matris do Cor
p*? Santo, 3 prenle e titnigoa para as&iatirem a esse acto de
relitia^ e caridad?.
Attengo
Precisa-fe arrendar urr.a propriedade da trras,
com casa de vi venda, esti'baria, casa de farinha,
ditas para moradores e mais ben.feitorias. com
acude ou abundancia d'agua corrente, com cercado
para vaccas de leite e animaes, ou prrporcoes para
isto, > para toda agricultura de mandioca, milho,
fejao e algedi-', e que nao dis'e de um povoado
com fera, quand: milito de urna 'igi.a, tendo al-
pnin.' -' r. de caminho de ferr. n-'tta m.-sma
ti sraii>: i ii iir.por'mido ser o lup.r aeatingado,
com t;intc qu. sft-ja as i-ondi^o.'sa cima eligidas,
e qu- n b-Mi.feitorias eotejam em p rfeito estado
de couservacuo e l.mpesi ; .uem river aununcie
pura eer procurado etxaHunar-se. Nao ?e iscolhe
ee marca ; priferimio se a da Victoria.
PILLAS do Dr CRONIKtt |
de 00UBTO de FERRO t de QUIHH I
TRINTA tSMOSlton. EiitoimdeB(rt %Om
e2iciiicfn'.*i.re 4'estas PUulaa, qa encti
10*01 m tumtnioi preect pon a -,-ifa U urnjtc
Ptlu iuas propredadM tnica mjsrartem,
o sosrasTo i raaat di QunrFtfJs
0 mAdicameaK juu vAIto coatrm M
Mr t lejfortao rhlorot*> iMtmln
Parda da appatita
0pt rmp-ifir"'~ ~" tfo Sanaus
Jflc50=i etbfofuloo*, s
DiSMtU 9rJl: 3, r> ui B-jBoUi-SalS-raa. tVt
I *lfffcJo.rHAN-M. i^5S^^"57fGar."'r> < O SJSHSpI
Criado
Precisa-se de um criado para servido demesti-
o ; a tratar na rua da Aurora n. 1 .'...
Compras por atacado
O Peiloral de C ambara
tem precos especiaes para acuelles que compra -
rem grandes porcoes. Distnbaem-se impressos a
quim os pedir, contendo as condicocs de vendas :
na rua do Mrquez de Olinda -.!3 dragara dos
nicos gentes e depositarios g raas
Francisco M. da Silva A C.
I>&
OS
PASTILHAS
Oe ANGELIM & MENTRUZ
Carolina Basillla Vuriieaa Viesa
Joao Martins Viegas e seus filhos cunvidaua aos
seus parentes e amigos para assistirem aa missas
que por lu-, de sua finada esposa e mi, D. Ca-
rolina B. Gurgean Viegas, mandam celebrar na
igreja do convento de 3. Francisco, no sabbado 4
do corrente, s 7 12 horas da manba, trigsimo
dia de seu passment.
Ir Alfredo de Aquisto Fonseca
Manoel Jos Alfonso convida os seus pareotes e
amigos para assistirem a missas que por alma
de sen filiada sobrinho Dr. Alfredo de Aquino
Fonseca. manda celebrar na matris de Santo An-
tonio, as 8 horas da manba de sabbado 4 do cor-
rente. ___
mtmkmmmmmtamm^ktmmmmmmVm
D. Candida Hona de ilbnqaerqne
Lessa
Na igreja da rdem terceira de S. Francisco e
na rxanh de '> do corrente, pelas 8 horas, serao
resadas algumss missas em suffragio 4 alma da
finads D. Gandid.'-. Rosa de Albuquerque Lessa,
e para assistir at mismas, as irmes da finada
convidam as pee: oas de suas relaces e a s pa-
rentes. Depois dH9 missas haver distribaico de
esmolas nev -sitados, pebres e aleijados, em
cumprimento dirposicio testsmentaris.
2S*

duhn diKScpIt Hardini.'
Tbomas J, Hardingc sna familia manda resar
algunas misaos na matriz da Boa-Vista, no sabba
do 4 do corrente. n "' 1;-' horas da manb, por
alma de sen filbo e irato, John J. Harding, tri-
gaei'oo di* d i. i Hllecisaeuto, e convida aos pa-
rate e amiga* a .isaistirem eate acto de reli-
gue ________
ets
=
aa
sa
3

S
3.
Jj 0 Remedio mais efficaz e ^
SS Segure que se tem deseoberto ate ^2
frfl hoje para expe'iir aa Lon trigas- emm*
ROQUiBOL IREBES
Pilulns purgaiivas e depurativas
de Campantia
Estas rilu'.Hs, cuja preparacao purameiite ve
etal, tc.'m sido por mais de 2 annos aproreitadaf
eom os melhores resultados mis seguintes moles-
tias : affecces da ,ielle e do figado, sypbilis, bou
boes, escrfulas, cbagas inveteradas, erisipelas e
gonorrhas.
Hielo de sala
Orno purgativas- tom.-se de 3 a 6 por dia, be-
oendo-se aps cada dse um ptico d'agua adoca-
ia, ehA ou caldo.
Como reguladoras ? tomo-se uu pilula ao jantar
Eetas pilulas, de iuvencao dos pbarmaceuticos
Alrreida Andrade & Filhos, teem veniitetum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, tornande-
je mais recommendaveis, por serem um segure
purgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
isadas em visgein-
ACHAM-SE A' VENDA
< urosaria de Faria Wobrlubo dr
11 Kt'A DO MAKQUEZ DE OLINDA 41
Eogenho dotunguba
Arrends-se es'e en^enho, sito na comarca de
Nasaretb, com nuiro boas t> rrns df p antaco,
para satrejar 3,(XKJ pes, b:.m vpnr p^lo sysfema
de moer eom o nnniu fogo do ats ntamenio, ba
distilsr;ao com agu viva, boas obras, e distaute
duas legoas das estacfcs de Tracunha.ui e Pao
d'Albo ; trata-se no mesmo ngeabo ou ro Pri-
meiro de Marco n. 17,1- andar.
[MaWIlI DE BONRA""
0 kU3 CHEYRIER VW^MAi
iaslaasusa kio Aicitrio,
tnico ttalumioo, o que muio
augmenta aa proprleiadaa do
OLEO de FIGADO
E IKtllO FERRUGINOSO
l ualca cepancio qu parmitte
tfmlaletrv o Ferro ttm pro-
duzr PrisSo de Veatre, nem
lacommodo.
BIKSITO gen\ ea tita
31, M i rau'-lHtairtrs. 21
M
0 4LCW

DIPLOMA DEBOWra]
iCI ITA.. roa TODAS AS
0tlabridadf Xediew|
Mn*c>is nast>A
molestirToo peito.
ipfecgoes escrofulosas i
cuLomsis,
ANEMIA. DCBILIOADE,
TSICA pulmonar,
Ta^tt*^' BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
I.IRENC1AIX1S WH.A INSl'KCTORIA DB HYOIKNE DO IMI'BBIO UO BRAZH>.
CAPSULAS
Mathey-Caylus
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
--------^ ?->-.--------
As Capsulas Mathey-Caylus com Envolucro deljato de Gluten nao fatiRao nunca
0 estomago e sao recommendadas pelos Professores dus Fuculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris, L..:.Jres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgaos genito urinarios.
UM Urna explicagao detalhada acompanha cada Frasco.
Exigir a* Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & Gl0, de PARS,
que se ochuo em casa dos Droguistas e Pharmaceuticoa.
CAJURBEBA
PRAPERADO VIMIOSO DEPURATIVO
ffiOVADO PE JUNTA DE HTBffiHB PUBLICA DA GOBTE
Antorisado por dsereto imperial de 20 k Junlio de 1883
CoHiposciao de Firniiiio Candido de Figueiredo
EHPBEGADO COM A UAIOlt EFFICACIA NO EHEL'MATISMO
DE (UALQUEK TATBEZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, AS
LEUCOBBHAS 00 FLORES BRANCAS, NA ASTUMA
bhonchites (molestias das vias respiratorias), nos soffbimestos
0CCAS10NAD0S PELA 1MPCREZA DO SANOUE E FINALMENTE
AS DIFFEEENTES EORMaS DA SYPUILIS
PropagadorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante medicamento tem produziJo, attes-
tadas por pessoas de .levada posij.lo social, fazein com que de toda parto si-ja elle
procurado, como o mellior e mais enrgico depurativo do saugue.
Depurar o sangue, como -ondicao do urna circulagao benfica e efficaz, eis em
que'^consiste principalmente o meio mais s"guro de conservar a sade e de curar as
molestias qu* a impureza do fangue occ^siona.
O Cctjrubba, pela sua aecaV> tnica e enrgicamente iepurativa, d medica-
mento que actualmente poda conseguir esse resulta i.> sen prejudicar nem alterar as
funecoes do estomago e dos intestinos, porque no con tm substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos que constituem a base prinMpoI d'este medicamento.
As militas curas que tem feito, PStSo comprovadas pelo testemunbo dos dis-
tinctos e conhecidos cavalUiros que firmara os attestados, que este jornal tem publica-
do em sua seccSo ineditorial
Deposito central, Fabrica \pollo, rua Hospicio 79
.1' venda em miiiiii* iir.armacirs du Brazil e do entrangelro

SAUDE PARA TODOS-
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento di Hdloway um remedio infallivel para os males de pernas e do peito tambem r*_ra
as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gots e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito ni se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas c todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contrahidos e juncturas recias, obra Jomo por encanto,
Cssas medicinas sao preparadas smente no Estabclefimerito do Professor Hollowav,
78, NEW OXFORD STBEET (antes 433, Oxford Strest), LONBBES,
E vendemse em todas as pharmacirs do universo.
tST Os compradores slo convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote, se nAo teem
direccao, 533. Oxford Street, s4o falsic.i^oes.
}
AchaiiHe expostos venda os bilheles da
lotera dasAia^oas
Sorte grande
0:000$000
DIVIDIDOS EM DECIMOS
as casas da Fortuna, rua J, de Margo
n. 23.
Casa Feliz, prae,a da Independencia
ns. 37 e 39 e na rua larga do Rosario
n. 24 A.
O dia da extraccao ser a 8
LEITE NATURAL
(Selva)
DB
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTERAS-SE
O ALVELOZ, planta da familia das euphnrbia-
ceas, que habita os uossos sertoes, boje reconhe-
cido cjdo um verdadeiro ispeeifiuo pxr destruir
as epitheliomas cu csucroides, facilitando a reno-
vacio dos teeid. s atacador, e triisendu aGnal ums
cura completa, sem outro tmtameDto que a ;.pp!i-
cacao tpica de sua eeiva i vulgarcente leite) eosaa
canstico.
Sao oomerosos os cases de cor, algans dos
3uaes j levados ao coDbecimento do publico, em
iversas publicafoes, pelos illustradus clnicos
desta capital o no estrangeiro, os Srs. Drs. Alci-
biades Velloso e Bandeira, e ptimos resultados,
tambero foiam obtidos as fendas e as ulcera*
chronicas de carcter fypbiliticas.
DEPOSITO GEKAL
Pliarniacia e Drogara de Barlho-
' lomeu X C. Suceessores
34, Rua Largado Rosario Pernambuc:
PLLAS
JURUBEBA
BARTHOLOWFOfiC'
Pharm Pernimbuto
leurao as Sexde. c Uidas as Tebr^a
intermit-.Ttc.
5 ANNOS DE SUCCESSO!
^tacxu'r a. assicjnatiara/
1 T10SJ
AOS 5:000*0011
BILHETES GARANTIDOS
16Bu. Jo Catinga-16
O abaixo assiecado ven.eu nos seua
o
venturosos bilhttes gar'ntiJcs. d.i. tot
da provincia o seguinte premio: o .:-
5959 com a sorte de lOOjJOOO.
O mesmo ub uso assignado convida aos
i possuidores a virem receber sem d?s
I algum.
Acham-se venda 03 3"us ven'urosos bi
' lhetes garantidos da 20 part da Ga ljteris da
provincia quo ser extrabida na tarj
7 do corrente.
Presos
Um inteiro 3000
Um terco 1 ->0UO
l-Ini |oi cima
Um inteiro ->' 'l'
Um teryo 900
Joaquim Pues la SUw.
Gnili rfioWelW-
Vendc-se noeserip-
, torio da Empreza do
Gaz latas com tres
caadas de Tar (al-
catro) a 1-3000 rS.?
proraptas e soldadas.
Faz-se grande re-
duc^o no preco do
mesmo para as en-
commendas de quan-
tidades maiores, a
tratar rua do Im-
perador n. 29.
Vende se ahi tam-
bem coke (carvo) eai
saceos avulsos.
XAROPE
-%

TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINHOdoStorJOHANNO
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Recommendao-no nos Casos qnc necessitao tnicos para reconstituir e regenerar
o organismo arruinado por molestias, excessos, natureza do clima. Anemia, cnlorosist
Amenorrnea, Cachexia, rinxo branco, que tanto arrulno a saudc das mullieres,
Pobreza de Sangne, Fraqueza geral, Debilidade, etc.
H. V1VLBN, Droguista, 50, Boulevard de Strasboure, em FA3XS
VINHOoeJURUBEBA
BARTHOLOMEO a C"
Piian?i. Pernamburn
nicos preparados de JLTiUBKBA re-
commen.lados p.'lus Mdicos contra as
X>oeDcas do Estomago, Fijado Baoo
e Intestinos, Perda do Appetlte.etc.
15 EXIGIR A ASSIGNATURA.
Attengo
Ainda contiua venda a casa e sitio no En-
cantamento, e o motivo se dir ao comprador ;
tratar no merino.

Atiendo
Pargunta-sc ao Sr. gerente da estrada de ferro
de Caruar se a latrtna construida em Tigipi
para serventa das senhoras, pode, ser transforma-
da em despensa do ebete da estaco para guardar
gneros e outros muitis obje.'.tos.
As familias prejudicadas.
r
.!.:.. -.. --> .' -i' -*-- o:?' "* ""^
APfUUVAgO DA ACADEMIA OE MEDICINA DE PARS
O qninium Labarraque um Vinho cminc:-.umente tnico et febrfugo destinado substituir todu
oatra preparaces de quina.
O quinium Labairaque contcm todos ( princtftios activos dos vhhos mais generosos.
O quinium Labarraque c prcscii.no com v... r. c :i aos convalescentes de doencas graves, as parturienttt e
a todas aspessas fracas cu debilitadas por urna lebre lenca.
Tomado com at verdadciras pilulas de VtRet, s rpidos effeitOi que produz nos casos de Moros*, i
is, cores paludas.
Em raiao da efficecia do Quinium Labarraque, preferivel JUL* C^^ ^
O em copo de licor, no fim da refeico e as pilulas de Vallet antes, ^jftff/fo^ V&i^m^mmWffmmWmtmi^^^
Vende-se na mor parte das pharmacias sobe a assignatura : 4/ s^
Fabricaodo e atacado : Casa L. FRERE
19,
Jacob, Parla.

I1EEVE1
^


'
m
J ~ *"
)

*>
Diario de femainbacoSabbado 4 de Jnnho de 1887
Aluga-se barato
Bn Viacoade de Itapariea n. 41, annaaein.
Ku Cocona! Suasiuos u. 141, qnarto.
Ra de Santo Amaro n. 14, loj
Ra do Corredor do Biipo n. 18,
TraU-se na roa do (jotnmereio a. 5, 1* andar
rio de Silva Goanriea te. C.
Ama
Precisa-te de urna ama ;
d'Eu n. 5, toja de tapateirs,
ciaa.
na prafa do Ctnde
se ir quem jM-e-
Tricofero de Barry
Alujase
i eaaa com sotao, edificada a moderna, con
nmodaco para familia, sitio pequeo, entre
ai duas estacoes Jaqueira e Tamarineira.
OlITBa
Uaaa caa nova em frente do Sr. Thom, propna
para pequea familia, entre Jaqaeira e Tamari-
a tratar na ra Pri-neir de Marco d. 2,
11
para coainbar, precisa se de nma
quim Nabuco n. 3, Capnnga.
ra de Joa-
Amas
Precisase de daaa, nma para coainhar e outra
para engommar na roa da UaiSo n. 13
Ama
laja de joiaa.
Curte
Aluga-se
i da loja do sobrado u. 4 ao largo de B._Pe-
lnga-ae amas e peasoas qoe trabalhein
lisaria* oa casas de modista ; a tratar a
loja. Os inquilinos tem direito a agua.
A lasa-se
at nado pardo, escravo, de 18 annos ; a tratar
aa roa do Marque do Herval n. 182.____________
Xaropc de cambar guaco e bal-
sama de To
separado pelo pharmaceutico Jos Francisco
Bittencourt
Precisa-se de urna ama para caca de pone* fa-
milia, para Agua-Fra de Beberibe ; a tratar na
ra de Pedro Affooso n. 56, aotiga da Praia.
Garante se qnefaz nas-
ear ecrascer o eabelloainda
aoe mais calves, cura a*
tinha e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co 4a cabaca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir on de embranque-
cer, e inlallivelmente o
torna espesso, maco, lus-
troso e abundante.
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinbar
do Rangel n. 44, 2* andar.
na ra
Ama
Precua-se de urna boa eosinherra, de conducta
afiaucada ; na ra Velha n. 79.
AMA
Precisa-se de urna am para cosiabar : na ra
da Florentina n. 15, fabrica Pbeniz.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original nsada pelo inventor ean
1829. o nico perfume no mu-
do que tem a approvaeio oficial de
ura Goveroo. Tem duas vezes
ruis fragrancia que qnalqaer outra
ednraodobrodo tempo. E'mnito
mais rica, Buave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco, g' anas vezas mais refres-
cante no banno e no qunrte do
(lente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cora as
dores de cabeca, os cansacos a os
desnudos.
Xarope 4e Vida h Refler i l
WHISKY
*"VAi. atL,EKD aiart V.AUu
tiste expeliente Whisky Enriases fr .
v> oognac ou atruarden.* m canoa, paaa forritu .
1 corpu.
Vendese a retalbo n.m a, Iborea marnaacui
oolbadaa.
Pede BOYAL BLEND marca VLADO cojo n
M e emblema ala registrados para todo Brasa
___________BBOWNB fc C, agentes
Cabriolis
Vende-ae doua cabriolis, sendo una deseobert.
e outro eoberto, em perfeito estado, para um ou
dous cavallos; tratar a ra Duque de Caiia
bu 47._________________________________
A' Florida
Ra Duque de CaiIas a. i o
Chama-se a attencSo das Ezmas. familias par
oa procos seguintea :
Cintos a 1*000.
Lu vas de pellica por 8*500.
Lavas de seda cor granada a 24, 2*500 e 3*
FUNDIQXO DE SINOS E BUHE
DE
Fitas,
5' um poderoso preparado para todas u effec- J^ eitOF DaFa effeilllO
dos orgioa respiatorios, como catarrho pul- I O
Precisa-se de um bomem portugus para o aer -
vico de campo ; a tratar no eacriptorio de Leal
Irmao, i ra Mrquez de Olinda n. 56.
astbma, coqueluche, bronchite, pnenmo-
soa. tisiea, etc., etc.
Cada frasco 1*000
ateposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38 Pernamouco.
Semenles k carrapato
Compra-s grandes e pequeas quantidades :
aa drogara de Fn neisco M. da Silva t C, ra
de Marques de Oiinla n 23.
(Hado
Precisa se de um criado : a atar na ra d
Paysaod n. 19, Passagem da Magdalena.
Sortes para S. Antonio,
S. Joo c S. Pedro
jcplendido sortimento, vindo de Berln,
Precoe sem competencia, ao na faoiica
Vendme ra do Barao da Victoria n. 39.
t/cnbam ver para acreditar.
Nenenles e emapalo
Compra-se na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 79.
-A-limentacjaio racional
das mes, criancas, amas a convalescents
Por uso di PHOSflIA TI XA tal eres.
PARIZ, 6, Arenue Victoria. S, PARIZ.
depositarios em ParnambUQO : FKAN M. da SILVA A O*.
De todas as fazendas existentes na antiga casa de
*s segnntes arligos comprovam a realidade em vista dos seus presos
Cortea de fusto para colotes, a 1^000, 11200 e 10800!
dem de casemira de cores, a 25000, 20500 e 30000 !
Casemiras pretas e flanpllas, a 800 rs., 10000 e 10200 o covado, urna largura
dem diagoues, a 20000, 20200 o dito duas larguras.
Brina de puro linho, de cores, a 800 rs. e 10000 metro !
dem idem, branco n ti, a 10500 o dito I
Lits de todas as qualidades para vestidos, a 200 e 240 rs. o covado em reta-
sao'para acabar.
Cachemiras idem, a 400 e 500 rs., o dito !
Setins de cores, a 600 e 800 rs. o dito !
Fust5es branco e de cores, a 250 e 320 rs. o dito I
Meias alvas p .ra meninas, a 20000 a duzia I
Camisas inglezas, finas, a 3o0O9O a dita!
dem francezaa, branca e de cores, a 240000 a dita'
Oruardanapns grandes e de linho, a 30500 a dita I
Ceroulas bordadas, de 200000 (para acabar) a 120000 e 150000 a dita !
Espartilhos, de 80000 e 1O0UIX) (vende-se. a 40000 e 50000 I
Madapolao americano, a 60000, pe$as de 20 jardas !
Esguines para casacos, a 40OO a dita de ditas !
Cambraias braicas bordadas, a 50000 e 50500 a pega !
Grande sortimento de chapeos para senhora, a 40000 e 50000 I para liquidar.
Fichas e capas de 13, a 20000, 40000 ara !
Bramantes de linho puro, de 30000 (para acabar) a 20000 o metro 1
Setinetas, a 280 rs de todas as cores.
Pannos para mesas, atoalhados branco3, algudSes, e finalmente .iquidam-8
s4Jas as fazendas por menos 40 /0 dd seu valor as que tstiverem abertas as pegas.
Antiga casa
DE
CAKNEIRO BA CUMA
S9Ra Duque de Caxias59
ooooooooooooooooooo
DK
MEUSSA dos CARMELITAS
BOYER
ITnico Successor
dos Carmelitas
- 14, ltia de VAbbaye, 14
CX)NTRA :
Apoplexia i Flatos
Cholera Clicas
Enjo do mar Indigestes
Febre amarella. etc.
er o prospecto no qul tai enioMdo
cada idro
Deo-se exigir o letreiro branco o preto.
em todos os vdros.
teja IiKTOSITOS EM TODAS AS PHARMACIA
-^^^ -^^ do Vnicerao.
OOOOOO OOOOOOOOOOO OOOOOOOOOOOO
Lotera da Provincia
Tcrva fetra 7 do correntc se extrahir
a 0.a lotera em beneficio da Santa Casa daMi-
serieordiano consistorio da ijpejade N. S. da
Coneei^ao dos Militares, onde se aeharo cx-
postas as urnas e as espheras arrumadas ero
rdem numeriea apreeia^o do publico.
"*----TiT'immif nmmxjmu_
Belleza Hygiena Saude
ULTia SOtlDADE PREPUA0A OONFOiME 06 PA0CE8S0S CIENTFICOS OS kUlt APEFEHJ0A008
^V *^V ^VVV ^ *V SUPERIORES
<*
r
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#
^v>
r
V-- r- Str ?' V*" ** V
AMON, Perfumista. 62. B'deStrasbourg, PARS
NmtarlMSa ft.-SUBOMO : Ptl" K. fe tttTiit" K nasprincipabs casas dr pkrptjmariar
"numnininn.............................
AirrB r> bal-o. urrois dk saj>-.
Cora positiv e radical de todas as formas de
erofnias, Syphilis, Feridas Escrofulosa,
Affec95es, Cntanea e as do Conro Cabel-
lado oom perda do Cabello, e de todas as do-
eneas de pague, Figado, e Kins. Garante-as
que purifica, enriquece e vitalisa o Sango*
restaura e reno va o systema iut eiro. 0 i
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian-
Ks e para a cura das moles-
s da pelle de todas as especia*
am todos os periodos.
Approviidos p utorUados pela inspecto-
ra geral de lygivtine 'o Ri.i de Janeiro.
Deposita ou Perrjitinbueo casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
I liimn novidade de fogos
e series
Offerece-se aos amadores, para os festejos das
noites de Santo Antonio, S. Joo e 8. Pedro, um
completo sortimento destes artigos, que vende-se
por preces muito razn veis, e faz-ae grande diffe-
renc-i em aorcao : na ra do Kaogel n. 2, e ra
estreita do Rosario n. '3.
de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs. c
osetre.
Albura de 14500, U, 34, at 8*.
Ramos de flores finas a 1*500.
Luvaa de Escossia ptra meaina, lisas e borda
das, a 800 e 1 o par.
Porta-retrato a 500 n., lf, 1*500 e 2f.
Peotes ae nikel a 600 ra., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*500 e 3* ama.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 ra
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentes para coco com inscripeio.
Enehovaes para batizados a 8, 9, e 12*000
1 caixa de papel e 100 envelopea por 890 ri
Capilla e vena para noivaa
Suspensorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mo de ptpel de cores a 200 res
Estojas para crochet a .$000 rs
Bico de cores 2, l, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Leques transparentes a 3*00^
dem preto a 2*000
Lindos Broxea a 3*000 1*000 e 500 ria
Leques para menina a 200 ris.
Licha para machioa a 800 ris a duzia, (CBK
Bordados com doia dedos de largura 600 ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1 *200
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos brancas psra s nieta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 1*000, a 1*500 a peca com
10 varas, barato.!
Albuns de chagrem, velado e verbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8*000.
Meias de Escossia para senhoras, a 1*500 o par.
Lencos de linho em lindas caixas,
Bico das libas muito fino proprio para toalhas
e saias.
dem japones proprio para alvas e roquets e
toalhas de altar.
dem brancos com 5 dedos de largura, a 3*000
a peca com 10 varas.
Csixas com sortes de jogo de mgica proprios
para salu, a 5*000.
Sabonetes de diversas qualidades.
Bolsas de couro para menina de escola.
Collarioho de linho a iOO ris um.
fcrsnde perhlncba em espariilbo*
te linho a 3AOOO. um.
BARBOSA & SAONTS
lian liana
PARA TINGIR A
barba e os cabellos
Esta tintura tinge a barb.t e os cabellos ins-
tantneamente, dando- lhes urna bonita cor
e natural, in ofensivo o seu uso simples e
rpido.
VenoY-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Rouqueyrol Freres, successores de A
CAORS, ra do Bom -Jess (antiga da Crut
Caoell*1
Compra-se em grande ou pequea por,i ;
ra larga do Rosario n 1.
na
Fabrico de assucar
A pparelbob econmicos para o cozimen-
te e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo modictj em preco e ef-
feoilvo em operaco
fode se ajuntar aos engenhos existentes
do 8vstema velbo, melborando muito a
quadade do assucar e augmentando a
qaantidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraea,
ma hinismo aperteicoaJo, systema moder-
no. Plantas completas ou macbinismo
separado.
Especificacoes e informacSes com
llrowos V.
5-RA DO COMMERCIO-5
Grande sortimento
DE
Fogos e sortes
paraos festejos das noites de Sinto Antonio, S.
Joio e S. Pedro.
ultima noiiiao
Vende-se por procos muito rasoaveis e faz-ae
grande diSerenca em porcao.
1. una do Baro da Victoria 61
Loja do Souza
iO
commercio
O abnixo tend i vendido o seu rstubelecimonto
de molhado sito ra do Sol n. 24. da eidade de
Olinda, a Sr Antonio Rodrigues Tavsres, Hvre
e desimbnrafado de qunlquer onus, convida a
quem s> julgar credor a presentar suas contas,
no prazo de tr>s das a contar da data presente,
ficando o comprador sem responsabilidade algu-
ma, dnpois d. rindo o pr> z .
Olinda, 27 de Maio de 1887.
Joaquim Moreira Coelho.
Precisa-se de um criado escrave, para nma casa
de pequma fmilia ; a tratar no caes da i'ompa-
nhia n. 7, f scriptorio.
Cosinheiro escravo
Precisa-se de um co?iuh< iro escravo, para urna
casa de pequ-na fnmina ; a tratar no caes da
Cumpanhia n. 7, escriptono.
Eli mam mn
Precisa-s de nma eng mmadeira eseravs, para
ama casa de pequea fnmilia ; a tratar no caes
da C uipniihia n. 7, escriptorio.
YENDAS
= Vend-be um carnnbo de qiihtro rodas com
um boi gordo e forte ; a tratar no caes i2 de Nj
vembro, taverna n. 77.
Fio de algodo
Em rceos de 25 kilos : veudem Baltar IrmaoB
& O, i ra da Crus n. 32, 1' sudar.
Ao n. 17
Ra de llorfas .
Vende-se euicial vu.ho puro collares, proprio
para mesa, pur prc> rasoavel, hsciuo como copos
finos a 2 8"K) a duna.
Deposito de ierro, novo
^Vende-se um ; na ra larga do Ro.ario n. 38.
Livraraento & C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de 1*
quadade ; do caca do Apollo o. 45.
Cofres de fe. re
Carlos Sinden re-
cebeu, em consigna-
cao, cofres de ferro
pro va de fogo. Assim
como cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
48-Roa do Bardo da Victoria48
bobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se coui o corrector Pedro Joa Pin-
to, na prsca do Commercio.
Terreno
Vende-ae um terreno confronte a estacSo do
Principe, estrada de Joao de Batros, com 90 pal-
moa de frente e bastantes fundo, e com alicercee
para 3 casas; tratar na raa d'Apollo n. 30, pri
ero andar.
Manhijja ingkza
Tem para vender em lulas cim meio kiU cada
ama a 7' Ore. Anttnio Duarte, i ra da Umao
n 54 e Arihur G ncnlvts Mxc>s, ra da Au-
rora n 85, conlruntando-se com a estacao de
Olinda.
LUIZ DA CRUZ MESOUITA
06--Rua do Baro do Triumpho (Antiga do Bnim
Neste estabelecimento encontraro os
Srs. agricultores e seus correspondentes
todos os objectos tendentes a ag cultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restillar, alambiques do antigo e no-
vo systema com esqueuta garapa, serpenti-
nas e carapuc,as, tachas, tachos; bombas de
bronze, de cobre e de ferro, de aspirante e
de repuxo, para agua, niel e garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os tamanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimen^es, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado rmelas, e lences de co-
bre, bombas, continuas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ingleza e do Rio, cadi-
nhos patentes e de lapis.
Fazem se concertos de todas as qualida-
des e com toda presteza eperfeicao apresos
mdicos
*
Vendem-se a prazo ou a dinheiro com
descont.
PHARMACIA FAR1EZT
FERREIRA IRMAO C.
25Bul DO BUlO DI T1BI8SU-S5
N'este estabelecimento bem conheeido,
encontrar o respeitavel publico, um com-
pleto sortimento de medicamentos, drogas,
productos chimicos, especialidades pharma-
ceuticas nacionaes e estrangeiras, leos, ver-
nizes, pinceis, artigos proprios para photo-
graphia, pyrotechnia, etc., etc, tudo recebido
directamente dos mais acreditados fabrican-
tes da Europa e America.
Garante-se a qualidade de tudo que fr
comprado n'este estabelecimento, quer em
grosso, quer em realho, a fin de bem ser-
vir aos que lhe dispensarem sua confianza.
25ru do Barao da Victoria25
^GMPHIA AllEjif
Leitnra para senhoras
Broches n k-ladoi e doorados a 2^0(.'0.
B "it Ei-plendido sortimmto de wh de ridrilho.
Grande variedade de tiquea de setim, a 4tf> 0.
Fijadores am> ricanos para cub. lio a 300 i o
maco.
hetas de p^antasia para cu bel I .
Bonita ci'lkccSo de plisas a 4( 0 ri-.
Brincos, imitaca d<- brilhante, a 500 rere.
Avenlaes bordados psra cranos a 2^000.
Chapeos de fuatn e setim para criancas.
8apat08 de mtriu e senm id-m, idem.
Meias brancas e de crea, fio de E-c ca.
Pomada df vazeliua de diversas qualidades.
Sabcm-teB fin-'S de vaselina e altace.
Extractos finos de Pinaud, Gu. riain e Lubin.
Lindas bolsas de aovo e ve lo 'o.
Ficba de l para senb'T a 1/8 0
Sapates de casemira preta a /(JO.
Trsou.-as par costura, de 4n0 lis a 3/000.
Pac tes de p de arroz a 3> A i < -.
Fitas de todas as qualidades e e res.
Iuni.enea variedade de b lo-s de phantasia.
E milbares de objectos propna para tornar urna
senbora elegante, e muites tir. s indispiosaveia
par aso dat familias, todo por preeos admiravel-
mente mud-n.
Na Graciosa
BA O CRESPO N. 7
Duirle & C.
ALBERTO HENSCHEL & C.
:i'2--llui lili Bin lia Vlcltria-52
Esto acreditado estabeleeiment ph togruphico participa ao respeitavel publico.
que contina a executar os roais ape; feiQoarlos trabalbos pelo systema mais moderno e
mais apreciado. Acha-se habirlita 10 a sa:isfazer as mais diffi -eis exigencias, quer en
trabalhos photogrophicos, qur em pintura a ole-.
Alera de seus trabalhos photograpbicos que sito por demais conbecidos encarre-
ga-se tarabem de retratos a oleo para o iju j ee a ha entre dos de volta de sua via-
gem a Vienna 'Austria, onde visitou asaprincipaesgHlerias, o eximio pintor Ferdinacd
Hiere.k, bastan'? conbecilo pe. p-rt'eicao de seus trabalhos, desdi 1877, quando aqoi
esteve em nussa casa e ultim>m nteo auno plagado.
Para satisfacer <-m g-ral a todos que hoorarem o no so estabele iinento i'om
euas eicommendas participa que .lm doi retratos, seja qual f6r o systerna, tamoem
recebe encoramendas para q tadas a oleo, sendo o encam-gado destaB ultimas o mui conheeido paysagista o Sr.
Telles Jnior.
Boga se s Exroas. familias e mais p 'ssoas o obsequio de honrarem com suas
visitas nosso estabelecimento, onde sempre existe urna magnifica exposicao dos trabalhos
qu executamos e onde tambem os senhores visitantes encontraro lhanesa no tracto*
perfeicao nos trabalhos e modicidad nos preeos.
C Barza,
GERENTE.
ILEGlVEL


lie cFflambuco~Sabbado 4 de Junio .de 1887
C
ASSEHBLEi GERAL
de
de
CASARA DOS OBPITABOS
PRESIDENCIA DO 8B. GOMES DK CASTRO
3ESSO EM 18 DE MAIO DE 1887
[Conclutao)
O r. Coe'ho de Almelda jul-
qual o Ilustre deputado pelo 20 diotricto
de Minas Geraes imprimi a tcaior irapor
Uncs, consagrando lhe a forma solemne
de interpellago ao honrado ministro da
agricultura.
Esperava que o Ilustre interpellante,
trazendo para o parlamento a questao agi-
tada pela imprensa abolicionista, relativa
pretensa nullidade da matricula ue avulta
do Damero de escravos do municipio
Campos, tizesse o que ella se absteve
fazer, demonstrar com a lei que as rela-
goes assignadas por terceiros, a pedido ou
a ro<*o dos senhores ou possuidores dos
escravos, sao nulas e irregular *, como
atfirmam, por falta de procurasao expres-
sa dos meamos seobores. Vai cxpr os
factos e examinar depois, anda que per
funetoamente, as disposigoes legaes, que
Ibes sao applicaveis para demonstrar que
as matriculas dos escravos de Campos sao
perfeitamente regulares e legaes. Foi jpor
conseibo o instruegoes dos agentes "da es-
tago tiscal daquella eidade, que as rela-
ces foram assignadas ft>r terceiros, a ro-
o U a pedido dos seobores, independente
de proeurago ; porque diziam elles, o re-
glamento de 14 de Novembro da 1885
mandou observar o proeesso e disposicoes
tm vigor, e esse proceso, observado nao
s em 1872 por occasiao das matriculas
mas tambera posteriormente as averba-
coes de escravos vendidos, mudados, etc.,
sempre admittio as relagoes assignadas por
aquella ima, san que at boje houvess;
apparecido a menor duvida ou re lamago
por parte do gov.-rno ou dos pani.ralares.
O collector recusou receber as procurares
que foram apresentadas por muitos signata-
rios le taes relace*, por julgal as desne
cessarias e supeitluas, fundando-sd para
esse procedimento no art. 13 3o do cita-
do regulamento de 14 de Novembro de
!-iS5, que apenas o obrigava a archivar
ata dos ejemplares das relagSes a entre-
gar o outro "' pessoa que as tiver apresen-
tado.
Quando em das de Marco do coireute
anoo se agitou, pela primeira vez, essa
questao de irregularidade ou nullidade de
matriculas, inultos aenbores pretenderam
rematricular seus eucravos por novas rela-
goes por lies assignadas ; mas o collector
recusuu-se a fazel-o, tranquilndoos a
respeito da legalidade das matriculas j
effectuadas. Finalmen.e recusou-se anda
a cousultar ao governo sobre a especie,
conforme Iba foi suggerido, allegando Ber
ociosa tal consulta e nao dever incoramo
dar o governo com questoas revolvidas e
decididas.
A cmara, diz o orador, ouvio a con-
fissao de todca '-stea factoa feita pelo cal-
lector geral de Cimpos no officio, cuja lei-
tura aeabeu de faz-r o honrado ministro
da agricultura.
Perguntara, porUnto, ao Ilustre inter-
pellante, em que disposgo de lei ou de
direito, era que cedigo de raoral se pode-
rla abrir a deciaSo do governo, que disses-
se boje a taes proprietarios : matriculas
tes os vossos escravos dentro do prazo la
os meus a_ra s fiscaes admittiram ss
matriculas, de que se (Jkta. ao aullas,
como se nao tivessem sido effectuadas, ani
estara a disposigao do rt. 7. 5 2. do re-'
gulamento de 14 de Novembro de 1885,
permittindo aos senhores o direito de re-
quererem nova matricula de seus escra-
vos.
As matriculas, porm, acham-se feitas
de conformidad com a lei, como vai de-
monstrar.
A nova legislas/lo sobre o rgimen ser
vil nao altern a lei de 28 de Setembro de
1871, que s fez derivar a liberdade do
facto de nao serem os escravos dalos
matricula dentro do prazo legal, eatabele-
cendo apenas o art. 1.* da lei de 188o,
que seriam nullas as matriculas feitas em
contraveogo s disp03ic5aj Jos 1 e 2
do dito artigo. Ora em nenhum des3es
casos se comprehende o de qoe se trata : e
a nullidade, conminada na lei, como dis-
posigao penal, que sendo de direito es-
tricto, nao polo ser ampliada nem inter-
pretada por analoga.
Mas nem a lei, nem os regulamcntos e
instruegoes do governo contera urna s dis-
posigao, urna s palavra relativa nullida
de das rautriculas por inobservan sia ou
preterigo de irmas, estabelecidas pelos
inesmos regulamentcs.
A lei vigente, :omo a aDterior de 1871,
permitta que os escravos sajara matricula
dos pelos senhores ou possuidores, ou por
quem legalmenU os representar- Nao esta-
beleceu o modo e con liguas dessa repre-
seotagao legal, nem a restringi ao man-
dato escripto e especial, como por equivo-
co Effirraou o Ilustre interpellante.
Dessa forma ampia representadlo le-<
i/al -se devo concluir, que sao represen-
tantes legaes dos senhores todcs os quj,
perante o direito oomnium, o podem ser;
pois que a lei nao exigi nem estabolcceu
a trma de tal represectagao.
Cora relagao especie da que S3 trata,
recorda como applicaveis o mandato e a
gesto de negocios. O priraeiro pode re
presentir o terceiro em qualquer negocio,
sem ter para S30 mandato expresso ou t-
cito, nem outra autorisago. O mandato
pode ser conferido por qualquer forma, ex-
pressa ou tacita, salvo nos casos em que a
lei exige mandato expresso. E ha man-
dato expresso, conforme anda ensina Tei-
xeira de Freitas, quando o mandante o
tiver conferido por pnx-urajo, verbalmente
ou por gestos nao equivoco que manifestem
su vontade Je couferil-o.
As-i n, pois, podiam ter x-iros ter assig-
nado, como zeram, as relagoes a rogo ou
a pedido dos sen'iores e possuidores de es-
Trata o orador de responder a outros
pontos que se oocupott o Ilustre inter-
pellante e, como elle, de3"ja que o gover-
no imperial, por urna decisSo prompta e
justa, reeolva urna questao, que est sendo
exploroda em prejuizo da ordem e segu-
ranza publica.
A dis-masij dea adiada pela hora.


,-;;-
rela$c8, qu-j lh;s apres ntastes coulorme
as instrucgSas que vos dorara ; pagast-'S o
imposto pela raatricua dos vossos escra-
vos ; recebestes um < xempiar das relay(5>'3
apresentadas, devidanente asbigoado c au
thenticado pelos meus agentes dscaes, de
auem recebestes, com tal documento, a se
enranca de se acharem matriculados os
vossos escravos. ..
Mis ellos i siao libertos; porque a
vosss boa f
victimas da cilada planejada e
pelos racus .gentes tscaes
Seria, ex Lma o orador, a expuliago da
propriedade l'-gal, Uvada a rff'-iio de era-
cravos, inl-pen l"nfe d pro^urasao es-
cripta.
Podiam estej al ratificar posterior-
mente o manda"> pela regra de que man-
datum et ratihabitio comparantur. E se-
nao o Ilustre interpellante que clt-s a dis-
posicSo legal ou regulameutar em que seja
exigitia proeurnriio bastante.
que se fi-z agora no municipio de
Campos foi o raesino que se praticou era
1872 com a matricula e posteriormente at
boje, com r.s averbacSes, nao s all, mas
em muitos rauni.ipios do Imperio, e ate no
desta capit.l, sem a mnima contestagao
ou reclam;ao do governo e des interessa-
dr ?.
Recorreu o ilustro interpellante volu-
raosa colleccao de avisos expedidos pelo
ministerio da agri .ultura sobre o elemento
servil; Mj-'nis uoontrou dous, do tempo
do orador, os qtues nao tem appcjgao ao
caso que se discute.
Porque, a intelligencia administrativa,
mantida n'aquelle ministerio desde 1872,
cora relagao especie de que se trata, suf-
fraga a legalidad;', e regulandade das ma-
triculas feitas pof aquella forma, que s
hnjo o ubo'icionismo intransigente se lem-
br.u io qualifi-ar de attentatorii das leis
ignorancia foram (Iludidas,
executada
peles prepnos
i gentes
do pod-
bosca i.
publico.
A le, entretanto, oi pievid-ntc; porque
se prevalecesse a opinio su3tentA>ia pelo
honrado deputado interpellantede que as
MEi;
JOSLARONZA
l vJa
qu; .
1'
fin vigor.
Nao ule o ilustre deputado interpel-
lante i ffirmxr nomo fez, que sao 13,000
os escravos r'airi-ulados por aquella fnn,
Exc. considera nulla e irregular
O orador ot-b; apenas que das 2,800
l.-tas apreseuadas cullectoria de Cam-
po*, metade, s-' nao mais, foram assigna-
d i-, pelos scuhore?, e que entre as cutr s
ha iiiuitiis assignadas por procuradores,
o.u procuradlo expressa e especial, alru
das que perreneem aos que nao as assigoa-
ram nur rj.lj Sobere n escrever.
Pmjecto apresentado na cmara dos depu.
todos em 20 de Maio e julgado objecto
de deliberando em 24
0 Mr. J.iguarlhe Filho ; -Sr.
presidente, embora pareja a alguns colle-
gas inopportuno trazsr aos debates do
pailaraeato ainda mais urna vez assumptos
que se referem questlo do elemento sor
vil, julgo-me na obrga^ao de apresent?r
boje cmara um projecto de organisa^ao
do trabalho, de modo que, guardando a
coherencia que tenho sempre mantido em
itinha vida, eu possa ao isesmo tempo sig-
nificar camaia que este assumpto deve
ser tratado con calma e a refiexao que
exige, certo como estou de que, quauto
mais se protelar a solugao da questao do
elemento servil, raaiores surao os vexames
por que bao de passar os lavradores,
ra. >r ser a agitacao que ha de trazer
sempre inquieto o paiz, e direi ainda mais,
Sr. presidente, ella accentuar de modo
tito positivo a necessidado de um remedio
prompto e efficaz, que o governo illudir-se-
ha a si proprio, desde que prefira oppor
se solucao final da questao servil.
Enganam-8d os que pens m favorecer
aos lavradores julgando que a questao ser-
vil s pode ser tratada por homens viva-
mente ioteressados na manutengo da es-
cravido ; prevejo que, quando o governo
quizer apresentar medidas de modo que
tranquillisara a classa dos fazendeiros,
ellas nao firao senao perturbar esses mes
raos lavradores, porque viro tarde de
mais.
Foi, pois, cora desgosto, Sr" presidente,
que eu tive occasiio de ver a cmara
dos deputados rejeitar da ordera dos seus
trabalbos o pr.ije.cto apresentado pelo dig-
no deputado pelo 20 diatricto ca provin-
cia de Minas.
O Sr. Affonso Celso Jnior : Muito
honrosa para mira a manifsstajao da V.
Exc.
O Sr. Jaguaribe Filho : Este projecto
era urna manifestarlo legitima dos sent
ments cora que o paiz acaba de pronun-
ciar-se, desde que o governo htvi.i con-
sultado a iii;io sobre a questao servil,
exigindo dos fazendeiros urna matricula
pela qual se provarem os seus sentimen-
tos abolicionistas.
Estes dados sao de tal modo eloquentes,
que a talla do throno a elle se referi, e
eu nao presumo que baja --.ssurapto que
possa ser raais digno do parlamento do
que este da questao servil.
O Sr. Affonso Celso Jnior : Apoiado;
sobretudo ap.-esenUdo por V. Exc, que
tem interesses presos lavoura, e insus-
peito.
O Sr. Jgu-.ribe Filho: Esso interes-
se de que falla o nobre deputado nao est
tito affecto a raim, como em geral classe
que se julgou favorecida pela lei, quando
na verdade nao vejo nesta lei sno moti-
vos de inquietacito para a iavoura.
E' certo que desde muitos annos, era-
bora lavrador e grande proprietario da
provincia de S. Paulo, eu teaho guardado
a coherencia que sempre devia manter
conforme os sentimentos de honra era que
foi educado Devo porem dizer a V. Exc.
que eu tive a alguos annos o desgosto e o
de prazer de nao poder acompanhar o rao-
viraeato abolicionista ao qual me havia
filiado d.-sdo que estudei esta questao, por-
que discordei do modo de aegao qui esse
movimento julgoa opportuno erapregar e
que de algura modo concorria para a vio-
1 a o ."i o de coutiatjs estabelecidos entre oa
ex-senhores e os libertos. Eu, po, atas-
tei-me, mas coutuuei ns ideas de propa-
ganda imprimiado folhetos e livros como
provara os Hcrdeinos de Caruarx os ojji-
cios praticos de colon isar e a Organisaqo
da trabalho; sendo taes publieac3e8 in-
manencia que nao pudessera ser alteradas.
Nestas condicoes eu tinha formulado
um projecto de maneira que visando a
tranquillidade dos lavradores dsse aos es-
cravos a liberdade, sem que o liberto em
vez de entrar a i sociedade como elemento
de perturbado fosse apenas o elemento
do trabalho, auferiodo lucros garantidos
por li, para nao ser um hornera sem re
cursos a quem os vicios e paixoes as
quaes elle se educara pudessem o arrastar
ruina.
Eu tive portanjtf neceasidado de cogitar
sobre o as3uropt liberdade aos escravos, elles pudessem
permanecer-, em companhia dos aeus ex-
senhores, aem esta od> de raja, que nun
ca conviria animar, nem trementar na nos-
sa patria, em urna classe preponderante
como era esta pelo numero e pela fortale-
za, a que a sua educacao physica d tan-
ta fjrja de vida, como elemeuto real e
constante do trabalho, sem o qual este paiz
perdera sua importancia.
Procurado, Sr. presi lente, a confirma-
clo das rninhas i leas, j na provincia de
que sou filho a que tenho a honra le re.
preaentar, e naqu. lia a que estou filiado e
qual dedico todas as rainhas energas,
vi que era procedente a minha opiniao,
porque de um laio, o Caar libertando-se,
aespertava odios ao3 Srs. fazendeiros do
Sul e njastif&s que minha provincia es-
tava no seu direito em querer dissipar,
pelo progresso, pela energia, pela iniciati-
va que honram aja cearenses, que por
toda parte mostrara-se digaos da liberdade
que brilhou priraeiro na sua trra natal.
Por isso Sr. presidente, nao na mi-
nha provincia como ainda na provincia do
Amazonas, os cearenses tem procurado
provar, que a liberdade, longe de enervar
os horneas, d a elles os meios de se cons
tituirem em elementos garantidores da
prosperidada publica, seudo bem aceito
os cearenses, como colaboradoras do gran
dioso futuro daquella regiao. Por outro
lado, na provincia de 8. Paulo vi que mi-
uhas ideas nunca deixaram de ter acei-
tajao ; e, embora grupos preponderantes
de um e outro partido insinuassem, nos
grupos dirigentes dos dous partidos que
a questao servil nao devia ser resolvida
de accordo com os sentimentos do3 ho-
rneas que tem estudado esta questao, mas
sob a aejao dos sentimentos cora que ell> s
especulara para satisfazer as suas ideas
polticas, a provincia de S. Paulo, direi,
agitou-se sempre no circulo operoso do
tr*balho, provocando a aceitaejio das ideas
1.* O goVerao no regulnujentoque fi-
zar estipular as obrigacSas e deveres en-
tre as partes contratadas.
| 2.* Fornecer livros, nos quaes serlo
impressos o contrato e as condicSes deste
projecto, nao sendo necessariaa outras for-
malidades para a inscripejio do contrato,
a nao ser a matrioula actual da qual se
extractarlo os nomes do liberto e do ex-
senhor.
3.- A obrigatoriedade do servigo per-
manece para o liberto, qua auferir dos
seus ex-senhores, al a de sustenta e rou-
pa, a gratificajao annu il d 60 horneas e de 40$ para as mulberes at a
iiade de 40 anuos. Dj 4'3# para os ho-
mens e 36$ para as mulberes desta i dad .3
at 60 annos.
Desta quantia se deduzirSo mensalmen-
te 2$ para os libarlos ate i lade do 40
annos e 1> para os libertos de 40 annos
at 60, cujas quantias serao entregues aos
respectivos libertos.
| 4." O governo providenciar de modo
qm, doduzida8 as quantiaa entregues aos
libertos, seja o excedente recolhido annual-
mente s caixas eaonomicas que se devera
crear as collectorias dos municipios, de-
vendo as cadernetas dos libertos ser entre-
gues aos juizes de orphaos dos respectivas
termos. Taes quantias s serlo entregues
aos libertos oux a seus herdeiros, depois
que cessarem as obrigagSas de servigos
importos nesta lei.
| 5.* Adquirera mais o direito de 10 [0
sobre estas remuoerajoas os libertos qua,
por deliberaco espontanea dos seus ex- se-
nhores, passarim a trabalhir para outrera,
em virtude de transmisso da proprieda-
de agrcola por qualquer dos meios legaes,
exceptuada a transmisso por heraaca a
herdeiros legtimos.
Art. 3." Nenhum liberto poder fugir
condigao do trabalho que provm da ac-
quisiyao da liberdade, sendo coagido ao
trabalho durante cinco annos.
1.* Cessa essa obrigaco quando, por
senteoga do juizo criminal, se provar que |
os libertos nao receberam a remuueracao'
de que tratam o art. 2.* e seus paragra-
phos.
| 2.- No caso de fug ou insubordiaa-
ciio do liberto provada em juizo compe-
teate, a condicao da obrigatoriedade per
durar acoo>pauhando a condicao do liber
to at idade de 60 annos, sendo coagido
ao cumplimento do contrato onde quer que
seja encontrado, perdeado o liberto a gra-
uficacao a que tiver feito jas.
| 3.* RoverterSo em favor dos ingenuos
as quantias que tiverem sido recolhidas
em virtude do paragrapho antecedente.
Art. 4.a O governo crear no Imperio
as colonias militares agrcolas necessarias,
devendo estas colonias servir de preparo
para divisao da lotes de trra, que sero
vend los eai hasta publica, precedendo an-
nuncio em das determinados em cada
anno.
Paragrapho nico. Os libertos, em vir-
tude das leis os- 2040 e 3270 de 28 de
Stembro de 1871 e 1885, qua nao tive-
rem contrato de locaao da servjos ou fo-
rera considerados vagabundos, sero en-
viados para taes colonias, devendo os seus
salarios ser pagos mensglmente.
Art. 5." Aj verbas existentes cora ap-
plicagao ao elemento sarvil, depois da pro
mulgayao desta lei, sero empregaias na
forraacao das colonias militares agrcolas,
devendo o governo fazer nellas edificios
contorta veis, officioas e igrejas ou oratorios
para celebracao de actos religiosos.
Paragrapho nico. O governo decretar
medidas de modo que sajam empregadas
pela verba colonisaco as quantias ne-
cessarias manutenclo de taes colonias,
podendo tambera fundarse pela mesma
verba colonias penitenciarias.
Art. 6.* Os impostas que teas applica-
eo ao elemento sewil s sero cobrados
ate ao dia 28 de Sitembro da 1888.
Art. 7.- As attribuicoes de que trata o
art. 10 4.- do acto addicional dizera res-
peito tambara aos contratos de locacao de
servicos, podendo as assemblas provin-
ciaes crear leis que regulamem taes servi-
cos as respectivas provincias.
Art. 8.- O governo, nos regulamento3
que fizer, poder impor multas at 200->
o priso ora trabalho at um inez.
Art. 9.a Ficam revogadas as disposicoes
em contrario.
Sala das sessoes da cmara dos deputa-
dos, em 4 de Maio de 1887. r. Domin-
gos J. N. Jaguaribe Filho.
O Sr. Presidente consulta a cmara se
julga o projecto objecto de deliberago.
A cmara resolve affirmativaraente.
O projecto vai comroissSo de legisia-
;ao e justica civil.
L1TTERATMA
pressas miaba cust.i, o espalhadas lar-
gamente e gratuitamente pelo paiz.
Estes meus sentimentos faiaurme crer
qua a liberaale assira como precisava ,de
ser garantida devia tambera dar classe
dos escravos urna eatabilidade e uraa per-
generosas da liberdade ; fazendo aiada
mais do que isso porque a provincia todos
os dias attrahe a immigracao laboriosa e
eraprega os recursos necessarios para o
estabeleciraeato de ncleos colouiaes, pro
vando quanto all se confia na nobilit'igSo
do trabalho. Nao s, portanto, da ques
to servil que ella se oceupa, mas do fu-
turo ; ao passn que outras provincias po-
derosas, cogitan lo smente na manuten-
gao do elemento servil, fazera passar os
abolicionistas e aquelles qua pensara a res
peito da questao cora o criterio e previ-
dencia que ella exige, corao individuos
perturbadores da ordera publica, e que
nao mereeem da sua patria seno acrimo-
nia ; mas o futuro ha de provar que dessa
acrimonia sao dignos 03 senhores.
A provincia do Caara, Sr. presi l -ute,
libertando-se ha quatro annos do braco es-
cravo, depois de longo soffrimento e da
clamorosa secca, que durou quasi um de-
ceaaio, fez com qua seus filhos raigrs
sem para o Amazonas, facilitando a esta
urna riqueza incalculavel, de maneira que
os 45,000 -migrantes que tra ido para
aquellas regiSes, sao elemento de prospe-
ridade e tranquillidade para o paiz. O
Cear pagou suas dividas, flores :e apezar
das desgraji'S !
Projecto de organisaeo do trabalho
Art. 1." Os escravos que se acharara
matriculados a'e ao dia 28 de Setembro
de 1888 peritrao a condigao de escravos,
sendo, porm, obrigados prestagao de
sorvigoB por espago de cinco annos.
Art. 2.- A inscripgao do norae do escra-
vo oo livro da matricula, feita em virtude
da loi a. 3,270, servir de garanta de con-
trata'de locago de servigos, e er para o
ex-senhor do liberto as obrigv.oes de que
trata o presente projeoto da lei.
JACQKS i)'C FLOT E 'EDiO MAEL
T a: ;s c K t i i i n t i:
O &ttYM.tl
(Co-.itiuua'.-.io do n. 126)
XIII
< Levantada s pressas e cercada de cui
dados, a pobre moga, cujo estido des-s-
perado, at agora s pode responder por
signaes s perguntas que lhe foram feitas
peo Sr. D. cotamissario de polica do
bairro.
i Qavemos de informar os nossos leito-
res das ininudeocias deste novo drarra.
Decididamente a sociedade equivo-a nao
auda em mur do felieidade.
Logo em baixd dessas liabas Juliano leu
mais o seguate :
Urna audaciosa tentatira de rjubo foi
feita pela urna hora da madrugada, no es-
criptorio da' casa Stephan Rouval iv. C,
que, tendo recebido alguns amigos namaior
intiu-ilad-, ia rctirar-se para n seu quarto
de dorratr, quando ulgou ou'-ir um ruido
inslito no an lar terreo do seu palacete,
Q-tohecido por tla a sociedade elegante de
%j Priz. O Sr. Rouval, que dotado de
urna torga herclea e do uta coragera a
toda a prov.i, n.lj qmz corrfiar a outros o
cuidado de sorprender os uialfeitorea.
c Armado de ura revolver, desceu apres
fiadamente. Ao vl-o os bandidos abando
naram o seu projecto < rimiuoso e fugiram
pela porta cocb- ira, que por descuido tinha
desdo ab;rti. Er tarapo, os ladrSs j
. rroibar a fechadura
da eaixa Falt u Ibes, porm, tempo para
censura ar o -. u (lirae.
a O -Sr. RoUVl quiz perSegUl-OS. No
liavia ii.ii policial era toda a avenida de
Wagr i. Con"eatja-se, pois, com fazer
fogo Ir.-,ri los fugitivos, sem acertar.
i-. ', u i--, c^nseguirara escapar. Mas o
> npproxiraativo, dado pelo Sr. Kou
val, de um -ielii.*, parece corresponder com
os signaes de um tratante da peior espe-
cie, ihiraado Lombardo, que a polica pro-
cara a tivamente.
D.rua'iiy dobou o jornal.
Est es-.riptp, disse elle de si para
si, que o raeu da ha de ser consagrado a
Rjuv.l. Eo'o, ba assassiaes para esse
assassino, la iroes para esse ladrao ? Ou eu
eatou muito engaado, ou esta noticiazinha
vai-me trazer inulta luz Juliano, meu ra
paz, chegado o moratnto de empregar
toda a tua sagacidade.
E continuou o seu passeie, abanando a
cabega.
Euto, uraa hora da mnbS que
se fez a tentativa Nos ainda estavamos
em casa delle quando faltavaia dez rainu-
t. s para urna aora. Os ladro s uveram
pressa. Deraaifl, diz o jornal que porta-
cocheira esta va a berta. Isso ura erro, .
menos que a abrisseui depois que subimos,
porque eu vi o ouvi que se fechava atr^z
de nos, quaudo i ntrraos no carro. Sobre
osses dous por.tos ba duvdas a esclare
cer.
Continuou a ra oiuhar em silencio.
Os monumento, as casas os squares e
j.irdins publico^. Kstavara entao era treu
te do Ctutelet.
Atravessou a rio, entroa na cit e, quasi
laarhinaiment, eontoenoa o Palacio da
Justic i.
AR de si pnra si, vou vi-
sitar o amigj Roaaard.
O amigo Ronmrd era ura collega da es-
cola da direito, que esta vi addido ma-
gistratura.
Darmailly din* da si para si, com ra
zSo, que por int rmedio d"lle teria intor-
.uagSdS.
Entrou. po", itr.v.'ssou a sala dos Paa
l m Per :i 1 ?, p -v i tr. corredor.a e ebe-
gou aos gabiuetes da magistratura inferior.
Al, entregou o seu cartao de visita a um
porteiro.
Mandaram o entrar em um gabinete es-
pecial, que servia de sala aos Srs. substi-
tu is o addi los.
Foi alli que Rousard o procurou.
Corao Darmailly, Rousard era ura rapaz
alegre.
Mas esse nada oocultava sob o seu ex
tenor cheio de jovialidade. Revelava-se
completamente logo primeira visU. Des
tinava-se magistratura.
Foi, pon, ao encontr de Juliano e es-
tendeu lhe as mos cora tffuso.
Bom dia, ta<-u caro Que bom vento
9 traz por c? Vena aluogar comraigo ''
So quizeres. Preciso conversar cora-
tigo.
EntSo, espera um momento. Vou
vestir o raeu sobretudo.
Dava meio dia quando os dous mogos
sentaran se mesa na casa de pasto de
Harcourt, oo boulovard Saint-Micbel.
Entao ? iuterrogou Rousard. Que tens
a dizer me t
Vou te contar. S^bes qua sou cu-
rioso.
Sica, sei. Contina.
Pois bam, meu oro Preciso de in-
forraagSes.
Informago3S ? Que qualilade de in
forraag5es ?
InforraagSe sobre un crirae.
Como ? Sobre ura crime '? Eu nao te-
nh i intorraagoe8 !
Ou ve-rae at ao fira. Vers que nao
te pego nada de irapossivel. Estou traba-
Ihando era ura romance.
Era ura romance tu, Juliano. Essa
boa.
E Rousard deu urna grande risada.
Juliano ttou-o cora ura olh-ir ingenuo.
Isso ta espanta, bein ?
Sera duvida, o rauito- D) modo que
para fazer o teu roraaa:0 precisas de do-
cumentos exactos ?
- E' isso mesrao, meu caro, duculien-
tos exactos, testemuuba o ul-.r.
entre ij, quando apparece esse
teu rnance I
siaceridade,
[ OS30 asse-
que ha de
Isso, disso Juliano cora
ainda nao sci. M s o que to
gurar que ser conhecido e
mesrao fazer barulho.
Talvez, meu caro, seja esse o teu
forte. Entre nos, tu nao nascoete para a
magistratura. Nao s bastante serio para
isso. Mas, como romancista, a ta imagi
naci ple prestar-te servigos enormes.
E, pelo que vejo, um romance judiciario
que queres escrever ?
Sim, raeu caro amigo, a gente nun-
ca deve tentar scao aquillo que p le fa-
zer,
Tens rzalo; e corao vieste procurar-
me, eu te agradego. Camego a ter habito
da cousa. V-jo tanta cara de tratantes no
meu caroinho, todos os dias, que nao me
deixo engaar pelas apparencias.
De modo qua podes auxiliar-me effi-
cazraente ?
Creio que sira, e estrao rauito. En
to, precisas de nformag5 Sim, e repito,
A Sa Saiitet le Pape Le lili
Maintenant, a, cette heure tu la foule insense
Rit et chante aupres d'un volcan,
C'est ve s toi qu'humblement se tourne ma pense,
O grand vieillar du Vatican !
Toi qui toujours tranquille et fer, subis la rage
Des tyrans et de leurs valets,
Toi qu'on tient prisonuier, par un Sanglant outr.'go
Helas 1 daus ton propre palais.
O Saint pire O grande ame impassible et sereine !
C'est toi que j'invoque present.
J'ai confiante en ta puissance souveraine
Aupi3 du Seigneur Tout Puissant I
Va l le Cbrist te chrit dans ta noble souffrauco ;
Done je te supplie aujour 1 bui,
Pour qu'il daigne sauver la trop eoupable Franca
D'interce ier auprs de Lui I
Ta prire obtiendra que Sa Msricorde
Nous pargoe ; O Pape-Martyr !
Uamande au Saigneur Dieu qu' la France 1 accorde
Un simere et prompt repentir.
Du gouffre ot les mchants, helas I l'ont entraine,
Quelle s'chapppe, giace toi ;
Et, puisque do l'Eglisa elle est la filie aioe,
Qu'elle s'abandonne la Foi;
Qu'tlle rappelle enfin la Royaut prospere,
Par qui ion malbeur doit finir.
Demande au ciel pour nous cette grace, Sant-Pre !
Car tu la peus seul obtenir [
Barou G, J. d'Herpest.
Mas ests cer-
inforraagoes precisas
circurastan. iadas, comprehendes ? algurai
cousa vista, sentida, apalpada.
Eu mesmo te darei tudo isso.
Entao, me fars ver um crirae ?
Nao assira. Ento criraes tazera-
sa por oncoraraenda ?
Ora, voces o tra tolos os das.
Rousard rfflectio ura ^omento.
Tena razio. Nao ha dia era que nao
tenharaos dguma cousa a descobrir, a por
era ordera. Ainla ba pouco, quando foste
proeurar-ra*, eu eslava oceupado com o re-
latorio do Sr. D.... sobre o negocio Ja-
cob.
O negocio Jacob ? exclamou Juliano,
brujamente interessado, o do judeu ?
Nio do judeu, meu caro, da judia.
Ests engaado, ba de ser do judeu
que encontrarain afogalo ha poucos .tas ..
Tu que ests engaado: da jada
que eacontrarara ssassinada esta manh.
O coragao de Juliatn coraegou a bater
cora vijlencia.
No coraprehendo, disse elle tran-
quilla 0 ite.
- Corao ples tu coraprehender ? Nao
ests ao facto destas cousas.
Darmailly pareceu resignar-8".
Muito bem.
vou
Nesse caso, meu
caro
Po-
Talvez tenbas razo. um ra <-r- i
to de que nao ests engaado? Eu fallo amigo, vou introdtizir-te na praga
de um adelo chamado Jacob, um judeu queirm, entao nao ser mais commigo, mas
defend outr'ora, e cujo cadver apanha- com o juiz da instruegao quo ters date
ram no Sena, para o lado de Point du | entender.
Jour.
Rousard fez um gasto de impaciencia.
E eu fallo de uraa rapariga chamada
Esther para todos, mas cujo nome verda-
deiro era Debora Jacob, que eocontraram
boje ferida com duas facadas. Agora com-
preheudeste ?
Entao, disse Darmailly, a mulher
de que falla o Pttit Moniteur, da ra de
aples n. 142.
Justamente, respondeu Rousard. Ago-
ra ficaste sabendo ?
Juliano ficou.calado, entregue aos seus
peasaraentos.
Debora Jacob, dizia elle de si para
si, o norae da mulb >r do meu pobre ade-
lo. Deve ser ella I Como saber ? Se eu
podessa estaf com ella !
Dirigi de novo a palavra ao seu cama-
rada.
Eu desconfiava disso, respondeu Dar-
mailly.
Gragas intervengo do seu amigo, Ju-
liano conseguira o seu fim. Ia ver a mu
lher estaqueada, cujo nome acabava de sa-
ber to inopinadamente. Tinha certeza de
que nao poda existir outra Debora Jacob
sanio a esposa infiel do adelo que tinha
desapparecido.
Em presenga dos magistrados, repetio o
que sabia.
Elles o conhecim um pouco, por tel-o
visto defender alguma3 causas. Nao pre-
cisou, porm, muito tempo para inspirar a
ess* gente sympatbias e confianga. Pre-
veniram-o de que devia estar disposigo
da justiga, ao que de boa vontade com-
prometteu se.
Ao dcixar o juiz, Darmailly perguntou-
lhe :
felis
Dize-me c, Rouscrd, eu poderei es-1 Nao poderei fallar com essa inte
tar cora essa mulher ? mulher ?
O outro arregalou os olhos. Julga aecessar.a essa.entrevistar
Estar cora
est quasi morta.
reit* ?
rila ? Ests doudo. Ella
E depois, com que di-
- Fui advogado do marido.
__ Parece me que sou o nico que lhe
ple arrancar confidencias e foroecer es-
clarecimentos justiga.
__ Bem. Vou preparar tudo para tor-
,ral-o nar essa entrevista possivel e til.
A despeito dessa promessa, ^Uarmamy
com espanto :
Ouve, continuou Darmailly, e guarda
aso para ti ; talvez eu tenha informagoes
preciosas a dar justiga.
Rjusard estav atlonito. Elle, que ha-
via pouco dera qonselhos em tom de mes-
tre, nao poda acreditar nem nos olhos era
nos ouvidos.
Era Darmailly, sira, Darmailly, que lhe
dava esclareciraentos.
Juliano tornuu, com ar de mysterio :
Mas comprehendes qua o que eu pos-
so dizer nao deve ser coufiado senao a
quera de direito. Nao quero perder o meu
trabalho nem dar un passo era falso.
Ento, seriamente, sabes alguna cou-
sa dessa crime ?
Do crime, nao; da mulher, sim.
O addido toraou um ar de convencido.
teve de esperar.
O estado da victima era precario, que
a menor imprudencia devia 3er lhe funesta.
Os mdicos s coucederam a autorisago
para o interrogatorio no sexto dia.
O mogo, nois, foi avisado, para esse da-
No ntervallo foi fazer urna visita a Rou-
val. .... ,
Este o recebeu com muila amubilidaae.
Entao, Sr. Rouval, comegou Juliano,
parece qu* a outra noite os melfeitores s
esperarara que sahissemos.
_ Cora effeito, assim parece ;
nao sei explicar a cousa.
_ A que horas foi ?
Ainda nao era urna hora.
' (Contnuar-se-ha)
T/pT do "Sirio ra Duque de Carias a. 42.
mas c

niKivE

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