Diario de Pernambuco

ii a. o,:., ii un -, o a sj de t.zor ippln-a^i
.. l.l- ft-.cor a poca <-m iu a i e .-
mar .a intervinli ira mais activamente ni! ura i I S
oes uaci n-ies, a.;hia l.l que a exaiopl > los
nissoa miior.-s, iatervir co n o seo eoiiselhi; o,
iio o silencio loa '.!i fe inservad uvs qu
deveiiam Br os primeiros auxiliares lo nobre
ite d coHselh i, que isolalj, tem-s revelado
mrito batalhador. observa que s S. E . i.nlonar o poder para que i'r dgain o
lo Sena lo, p>d r.'i. e mi 'c W.i. r..-> di
i M N ip Mea '. r 'peir qne a su rn -1 i ir 0 i'ai'i -. t'.i
.- o 'dril por ih: h iverein faltado >s s.'US rae-
bores coadjuvantes: a occasio urge, e si o g-
v i fo.- ob iga io a lindar raio de meioa rep
s,vos li.v.iii derramara u o de aangue brazil-iro.
lita.-, retaliacoes, e ludo era pura perla, porqu"
i.i Be i.-acta de uraa questo de principios, raa.s
sira de mero capucho
O Sr. .-iff mso Cebo, coftcorlandi em que ni
pr-'sent conjunctura devem todos pronuociar-s
francamente p-rante a naca ', counect .b. rvan lo
que na indica^o nao esii neo vida iraa a vi
ocia iu g.bi iota p.ra que a retire : ni i ual-
a oulr.t cu; alm do iuci > qu.- o patriotismo d
> u a tu-, c rapletaraente iDatrahidod-s qasi -
'.'anu, offe.rece ao g iverno o.r.
e.-jlv r ii ii si'u -ea i. reputada incooveui mtissi-
iii i arriscada L' esta a inteiligeuci t qii" Ihe
.l, .liv-rgindi do o br- senador pelo Man ihi i,
qu < ni .. ', que .'-. ra ta a na i d um i
raiiiist-riai, que terraiiiur naturalra-ulc pea suba
titi yo de um g ibioute p .r oitr .
Poiisa o rador qu- alguina CU8l -oais ha do
que urna ense mi. i -'erial, o ee assira n> i i,
versan.) iuti ms'g -nte do o -v- rno, ni se le
v.ui-.r.a nara sust.uur a ra a; i Oque podra
guir s ex mera i i Be o gabi i te n s e reura-
Btaucias pres-nleo? Q mu, Ihe siie el ria? Un
ministerio conservador? Nao resolv na a ci e;
ir-se lu as m cias cir urastaucias, cuno'o
co i i_'i inariua do ni bre presii.-ute do mu
seiho, que o le in sustentado ra arabas as .-.un
r 8, c p ir isso comedies bou larras en dio. os
- ua id s i- c m rc-ponsabilidade na quesWo.
Un ni uiatro libera ? "ioer-lne a i a -'z ;
in .o o uobr aonlor p-lo M.raib>, con-q.ial-
quer ouiro eorn ll.- niai i > i fl -c-ti lo, nao q .eier
B.-m dlivi la q'i.: O Seu ...rdi .hejjj aO pO ler p -
lo caminho qoi .h abr.ira as esindis l> .y 'u ia.
Jo ex rcito! Ssmelhante hyo th ae nio aceiran*
o orad ir em iso algara ; p ter-na p roe'uo os-
iiacisrao. Nao; maguera si illuJa, a en-e li-
tlos os elcm nios de ord m e a->garanca bo-
ci^es; assira a encara e por esse jai) pan. o seu
proc.- lira uto
i'.n r n i i em outr ordera de oooei I rai;5 -s -
disconeudo longaraeute, nada v le irregular uo
nvite, iuoin'ac i, privoCico, ou e uno q n-irira
eh .mar, delira p .der, OU rain i in poder p ra ou
tro ; ao em vez disto tacto c m s uKo no y
raa represea sativo ;pi eaera.il., quaud o loca-
tivo menciona no discurso da oiios assuinp'os
s !)r.- os q ia '3 de pretereucia dev i ti t ir se a a' -
tenv' > das caaras e era outros raut s casos; a
dJoco. po'.s, correcta.
Kepreseutante vitalici i da uaya >, a u i -oais
alta corpor-^ao po itica, .-ojea la dt prerogaiiva-
e privilegios, ucurabiu lo lbe pela c instituida > pr i
in iVer o bem geral do pan, o s-raado mentira
sua rais.-ao se ui se apressaase era circuiosun-
cias d liii--ia a fazer o que era sua sabed iria jul-
gar acertado para conjurar ura desastre, un pen-
ga publico.
O Sr. Taun8y e outrosApoiadissi.no .
Continuando, obs rv* que est cooveucido (e
livre-o Deua de peusar o coatrano) de que a- a
ques''i que preoecupa todos os aura) liver da
aer debatida no terreno da lata material, a victo-
ria cabera ao p.-iocipio da legalidad?, ao go-veroo,
que se for desamparado, o que nao era possivel,
pela forca orgauisada, ver em t rno d ai tod is
oa cidados que desejem legar a seus hlhos uraa
patria livre, a naco em peso, que jamis tolerar
a caudnbagem militar! (Apoiados).
Est persuadido de que a victoria final coroa-
r os esforoos d i autondade legitima, se tirar a
energa necessaria... mas easa victoria eusuri
sacrificios aangrentos (apoiado) ; a o orador en-
teode que em quanto bou ver meio houroso de pou- i
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i |u i-.i i' 11 se mi. Ii un .-
, i lo pi.ri a dv-r aasii'npto l't iti grvida
I U o* 'i el ..' i c i o.i aiuda I /. t j m -
ii,s ... se o i'Di'ii ot ir a alie tcccler
ii-. .ii.: ii i .'
reb tix-tdo, ao ci ilr.trio, j i!g -: li ira
o .i |.-.j i.n i en ir i
;U> iu | i i. Jar ictcr, -..X> : I)
den u i
V .i 11 iu i. .". '.- rr a .i ..I- 11
,.i vis) ira i | i p I -i i -. .
i IQl'll i ., foi i '
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_'i,.'... pela gu ni ira i
.. i ro i)
itiva uent ;'; ; a :'i
ll-.- '. o ir n ) _' i'. i .
l ae.'uu l.i-l ni. pn i n i C. u~-.i
i i i seria ireaent ida i ira ra ra'iro da
.
^ i por a, foi i
trado, ri ii a- -o' i i i ..
lar o qu p.r vcul ar ,. j n i
t'a-r.
No ca;i I \ i :; '.' '- .C .l'l.l j 1 .i
A in i i it -i ?' i
... n i i : i i -r .
que i r. i "os d is peo .'' s i rai-
litares p r us ) in levi i i !a rao* i r-
: .-; Iin. ." -'! I N 'C :n ll
--; ;,.. i-obre consulta do suoremo
selh i m litar de 18 de hitu iro lo mi .-ra an :o >.
e ('le-, o. ir i fii ,) -ce h 1 d-1 ira pe -icio
d u.3 .e pouei val r, que mais p .recia pn i
,'niumi' tiiiii' .i-ri'ii--
G uar, !o j L.'ud I l : ibUO I O Sr l! l'eeip' 'I .' )'" i
tela liona i i B-*nd Can...-, la sa
in'uistros. ii-. ii pouen maia ou o
hiViadltoui sen a.l), con-ni .i I i por acc i
quesrij de c-infi Bu, porras 11, t. presiden! a i i in-- ar-
lo, ni i lenh i o ue- Or Beofira 'Ul que m ev '
n.) es'ar satiafrito oo. a ranilla con'u;t i.
ella u) digaa le aopDVaCan d ..artidu i i i
af boje reprea ntii e que rae tem ba ira i i n .
sua confiaoc, uinira i uCCaaiii mala p: iprl
I -8s o. aun imento.
O Sr. J. P naoV. Exc. est aban i ra .lo i
o pulido, (Protestos da maioria). A prora era
0 s ..'lirio que ^uariivara.
O r. Eufrasio CrrelaO silencio nio nuca
aballdo.l I.
O orador-O si'encio indica a iuipirtaucia do
aasum .to. (\poiados).
Se, pois, seob res o governo pelo sen pr
dimento nao m-rece, nao se torna mais liga
d-sst ap ii i, que scrapre fu deainteressadameiitc
ii-.i u-ado, i4 oceasia opporiuna.
O govero c nn-'ue os s us d-v-res e ainda
ua un. Sr. presidenta, declaro s i.uin- n> h e que en
nio vivrrel do apnj de cond-seenl -ucias e le to-
lerancias. D sde que o apoto nao seja I-.I qn
i n nliju-: o gv rno, e elle se torne repros. ni m
te de ura grande partido e ni o executor d voo-
tades individuis, uo me s.xvir seraelban'e
ap ii.
Disae-se que eu estava aban-tinado ; nano
cre Nii proponho coat .nca p .rqu- eslou eerto
lella ; mas pr p uh.ra-ua, qu- eu cceitarei .
Tomando era egni la a palavra o Sr L -Urenc i
de Aibuquerque, ce.i-.uru com energa u proce u
.o ut i do Sr. Cotegipe acceitaud > a so'uiji i qn-
1 -ve a queaio no a raado ; e forca conf.-ssar que
dase alguraaa verla les doras.
Esta j vai longa e nao me resta tempo para
mais p i neo -res.
U oic uir i dizendo, que aps um diecurao do Sr.
Ai ves de Araujo, que nao couseuio prender o
auditorio, pois; a ques' i come? ra d-canir e oa
deputadoa a deixaieui as hincadas, foi propm-to o
encirrara uto da diauusao e, como ae ver doa
jornaea, ii votos, em votaco natainal, pron-iucia-
rara se pilo governo, e 28 contra, entran lo uestes
10 cinsTvadures. Neates oouU-ae o Sr. Araripe
que declaren pie o aeu aiguiticava, oo Caita de
onfi4iiea da governo, mas repiovacao ao acto do
sanado.
Assembla Seral EiegislatTa
SENADO
Segundo o Pa, o Senado e o governo deram na
seasao de 20 do mez prsximo paaaado, por finda a
questo militar.
A pnm-ira vos que se f.-z ouvil foi a do Sr.
Suveira Martius, que fundamenlou a seguiute in-
dicaclo :
Indico que, viata da imperial reeoluco de 3
de Novembro de 1886. tomada sobre cinsulta do
Couselho Supremo Militar, de 18 de Outubro do
ra-smo anno, o Senado convide o governo a fazer
cessar os effeitos das penas disciplinares anterior-
mente resoluci, imp is tas a militares por oso in-
devido da imprensa, lora do caso especificado ua
c insulta do Oons-lho Supremo como contraria
disciplina do excrcito.
Essa indicacao, cuja apresentaco era prevista,
como o erara os factos que aa seguiram, foi apoia-
da e posta em dis^ussi, rompendo o debate o Sr.
Franco de S, que julgava necessi.no, antes de
qualquer pro mu. .ra rat > do Senado, saberse do
governo se aceitara o convite feuo na alludida
niocao ou iudicaci
liespondeu-ih; u Sr. presidente do conselho que
julgava piier o Sauado approvai-a, dcanlo a ma-
nifcslayao do govuruo para depois.
Nao peusava do n-sini mili o Sr. Jagianbe,
que op.niva pela fusi dis cara iris para dclibe-
rarera sobre o assuraot).
Admirou-se o .Sr Franco de Su le iui o Sr. pre-
sideute io cous-lho a-lnsae qua poli* ser appro-
vada a iiiiicago do Sr. Silveira Martins, que se
refera a uraa quesio poltica, quando era o raes-
rao Sr. Bii.ii de Cotegipe quem, mi ha muito, op-
puaha se a que o Senado so mautestassoem ques-
tai que devi. derribar um ministcri >.
Estranhava o Sr. senador oelo Maranhao, c-ue
fisse apreseutada essa ndicacii por um memoro
io partido liberal, scui coajuna do partido. Se
illa a presentada pira salvar o gabinete, nao o
ii ...).[ i tijp isico ; .-
pira deinbal-., na i po 1 riara v \a* os seus ami-
gos; em .| i.ilquer dos ca is n io r dis-
,1 Ill.l C ) Upetl U38U-
n;r a .: i iVv.r nina crise, ue u pj lia ser
lioi i i s i -i- i ia que
ello .i o 51 r o-- ] ; un de
i iop is q io piiera sor aujeitos sua di b -

r. Prauco de S -se oro-
.
1 i l n i o leputa privan lo ao
i u 11 .< i 11 j por
i-uigis, p r iV i tuto de a' '"itio
irv.ii .r t--r-se
i ira us
'
u
i irti l
ir i di a
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.
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u u ,. .! ta
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'.. Iil.
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: :.. :. .. ... a rao-
.'ii ipe-
: :,' : .: '. nstcrial,
:.- 4., .i i l'icv'i le '' '
niiin era i i iivj. E '. s na-
::o

ra 3t-;r--s,
nio dir a
. '.ira rarai
n
real c
leut- s
. i .i i. .
o .i i .. ." o i dt-
i
i i ii tnbuu t o Sr. Sil ira .VI ir-
u -- i ir i lade da sua in-
..... :.-.- .i-,.. d3-
Sr. Franco c*........i pro-
|i] U
o na!.
Ni raMv fi o i Sr
.i i o e'-.i.
I : v .vo
i.- i lesta c.i raai i. m m raent
.; i o i i .- r i n .
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,i ,..... i timb.'ra ir. Lirea
[1,1 ir.i:. (
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ni di.-..-u S.. .




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i : -i ir i :- o .:
I i; O -lo
llil o
. ue i ; '' .
m-.,t qil
i ae-
: i uao -' a hu-
'i
i
'
.1 r ..... un a
Onil Cldo.
A ni va if.n ip" v l "
riv ii i d i 'i, i o .... Cu h., O-toai,
i._'iri)-. tantas, Candido de Oliveira i Franco
>le S.
O' r? Francisca BelUario, Ribeiro la t,,.
b.io s de '-'it i pe i de M.ra ar ra u uao
v.ta. pir aerein parte na questo, cora > membros
i i jab lete.
E, a requ-i'im nto do Sr. Octavian i, a sesso
tu sil-pausa, entre sjngratulaoes c expansiva
sat sfay '.
i'.-.-, ncheu a l hora da s-saai de 21, no sa-
nad n Sr. T-tUnajr, que- fez b.-i hmte discurso,
abuu lanie de cousider.v'O i-, refereutea ao proble-
ina da iir.raigrat}io, para justificar ura requ rimen-
i.o solicitando do govern i inf >naa>-Se8 sobre as
orovmeu tas tomad s pira assegurar a vida dos
.g uoeiisorea e erapregados incurabi ios da raedi-
1,0 s oe i -tes destinados a iraragranles in sul da
pr vincia de S-nta Catharina, quaes os meios
,.ara garaii'ir a seguranva e ir inquilidi le d )S es-
trang iros qus forea localisados era zona ainda
lut stada por indios bravias.
Outrosiio reiuereu S. Ero. que Ihe fis.-em de-
claradla quaes as medidas a raptadas pe. governo
pra impelir a entrada doacharaadoa turcos eara-
bes, vagab ind .a e mendigos, que inceranolam
tran,it i publico as raaa mais frequeotalas desta
capital.
Approvado o reqaeriment, passou-se votaaao
dosariMisdoprojeotodefixaCio de torcas, que
na sesso de 18 do C urente de.xarara de ser sma-
inettidoa p-ir ta.to de numero legal na uccasiia.
Poi rt-jeit-do o art. 3* com as emendas, postas
em projeco separado os irte. 4' e b*. appraTado
7 p a emenda do Sr. Tauniy ao art. 6 (addi-
tivo da cmara dos depurados), que suppritaa
cargo, actualmente vago, de coronel capello-
inr do coi po ecciesiastiai do exercito, ficaado chefa
ILEGiVEL >


Diaria de P^raambKoSexta-fetra 3 de Junho de 1887
w ~* <
3
m

do corpo, como capellio-mr, o capellio tenente-
coron-.
Foram Bucceseivamente encerradas a du":a8*
de? dus projectos do Senado : letra C, de 137,
sobre exeivaeo-s os roaa d* cidade (2 diaeus-
sie) e letra P de l70 a>br> M(MMU de uina
estraia de ierro (1 ducuis&o), ficando adiaaa a
votacl de arabos por tale* de na mer o.
__ De pouc internase foi a sesaia de 23.
Oa trabalh > resumiram se a ) seguiute :
Rej'-'CiJ dja proj-iotOs dao,uelia c*mra sobre
excavac s as ras, em 3 ueuia : e stbre os
estados defioi'.ivos para una estrada de ferro,
em 2.
Entran lo ein 3 discussia o projeeto de le pan
ixaco de tiris de trra u > exerowio cjrreate, o
Sr. luiuistro da guerra fez r Hexo-a sobre emeo
das orf-reeilaspeacoinoiisaii de inariuhi e guer-
ra e pelo r. Taunay, e explicou van os actos da
suaaduiuistraei, combatidos pelo &r. Avila em
discurso que prnferio hi das.
Replicou-lho este sanador, qui terminau por
comproinetter-3" a elaborar uno projeeto de reor-
ranisaeio do exercito, de acord com o que Ida
parece de mais conveniencia, conforme us ideas
qae tem emittido.
i< foi votada o projeeto de le em diseusaao,
porque no momento opportuuo, aps o discurso do
Sr. Avila. s<5 estavam presen'ea del senadores, in-
cluiudu os ministros do imperio da guerra.
tina 24 pprov.u em 3* discussao, o projeeto
do gov ru asan lo as fjrca de trra para o exer-
cicio correute. O projeeto passou cainara dus
deputa los, com as emendas do S -nado.^
Foi pjsta em i* discossaJ a propositla ca-
mar d .a deputa os, determinando que nao serio
pagas ooogrnas aos v.arios ealrangciros seoao
depois de provada a taita absoluta de clrigos na-
ciooacs.
O Sr. Meira de Vasconcelloa fez algumas consi-
deracoes sobre urna eme 'da da commssia res-
pectiva e pedio ao governo iuf) micoes sobre
preenchimento de diversas vigararias.
Api a resposta. dada pelo .Sr. ministro do im-
Acudio logo a remover lio tremenda pedra de
abafe, o Sr. Bulbo j Cirvalho, combatendo o adia-
mento, que o sea autor deendeu novamente na
tribuna. .
Depois de usarem da paUvra outroa deputados.
a discussao do requerimeuto de adiamento neou
encerrada, ca forma do rsgimauto.
Em 21 nao h uve lesslo.
_ Rjalisoa-se a 23 a votacio da qsestao de
counanc* ao gabinete, co.ifianc* q se presuma
abalada por motivo da solucao dada questaa
militar pelo Senado, diz o Paix, d onde extrah-
mos estas uoticias.
Ao .uves do que se esperava, de ser votada a
queatio de ounfiauea do prqj-co de reforma mu-
nicipal do Sr. Paulino de Sausa sobre o projeeto
do Sr. Ferreira Vianoa, o que deixaria indeciso o
coneeito da cmara* a reipnito da interveneio siu-
guiar do -enado em negocio administrativo, a vo-
tacao deu-se na prop-ia questao. Foi o Sr. Mi-
ciel, leader da miuona, quem se encarregou de
deslocar a votacia para a mocio do Senado.
O deputado .io-grandense, depois do expedien-
te, tumou a pilavra para notar que a cam ri
apreseutava o aspecto solem te dos grandes dias
parlamentares, em que os representantes di naci
tm a decidir sobre grandes questo 8.
Feita essa observadlo, cuja etactidio nao foi
coutedtada por uinguein, pirque, com effeito, to-
dos os ministros estavam as ante-salas, os depu
tados nos seus lugares, as tnbuuaa e as galenas
repleta* de espectaiorr-s, S. Exc. declinou em
poucis palavras da respiusaoilidade da opposicio
da cmara nos piodroinos e ua aceio dos aeoute-
cimentos que trooxeram a solucio dada pelo Sena-
do, e a presenton um requerimento pedindo cpU
do acto pelo qual o governo cassou a punicao
dada aos militares por uso inr'avido da im-
prensa. *
Quanto solacio da qaestlo militar, nada disse
que explicasse ou revelasse ao paiz a opiniao da
opposicao liberal a respeito.
U Sr. Lourcncode Alouquerque ->edio a palavra
e, na forma do regiment, a discussao do iequeri-
ment i (icaria adiada, se o Sr. Affonso C ''so Jnior
perio, fallou amia o Sr. conego biqueira Meudes,
que enviou mesa duis emendas, urna das quaes I "ao obtivesse urgencia, para que ella proseguisse.
foi rejeitada. y Sr presidente do couselho, que durante o cur
O projeeto'passau a 3' discussao com dispensa t0 discurso do Sr. Maciel .utrara no sallo e senta
de int>rsticio, a requerim-'iito do Sr. Viriato de
Med> nos.
En raudo em l2 discussao o projeeto do Senado
declarando a autoridade a que ticain p^rteuceodo
a inhumicio e exhumaclo dos cadveres, o Sr.
L-ao Velloso fez notar qu" ease proj'cto devia se
consi lerar p.-ejulicado. por haver, em poder da
commisio de legislacla e vgocios ecclesiasticos,
um projeeto idntico, viudo da cmara dos depu- I
tados.
ra se s, em uenbum colleg, levantou-se para
dizer a opiailo do goverao.
A= palavras de S. Exc, que sempre sao pensa-
das e cuidadosamente enunciadas, desta v-'z fo-
rain tambem medidas e evidentemente calcula-
das.
O Sr. presidente do conselho tracou o aeu dis-
curso em duas partes : a primeira para demons-
trar que nao desp-ezava a conseibo da cmara dos
deputados, aceitando o convite singular do S ma-
'" Considerando que o projjcto do Sonido coiitinha d; a segunda para afirmar que a questao mili-
resolujS.-a mu.t, proveitoaaa, o Sr. Taunay reque- Ur "< ";''" outra solucao aceitare!, m;smo com
rea que fosse elle aquella cornmissao, afin de que
aproveitasse o que de melhor apresentava e re-
uaisse ao que ja se achava em seu poder.
Approvado o requ rim -ata. to; encerrada a dis-
cussao, e em seguida a dos demais prnjectos con-
stantes da ordein dodia, snore os quaes ninguem
ped i a palavra, fic^.nao adiada a votacao por nao
haver uuui'-ro no momento opportuao.
Na Ia parte da ordena do da o Sr. Taunay pe-
al demissao do goveru i, mesmo com a luta san-
grenta uas ras desta cidade.
Quanto primeira parte, disse que o governo
nao solicitara, nao procurara medidas para pro-
ceder desta ou daquella miaeira.
1) -pois de um discurso muito grave no senado,
nm honrado sanador, que nao quebra laucas pela
existtncia do ministerio, levantuu s-! movido por
puro patri jtismo e convidou e senado a consid
.19 *~ llalla ^ \>i \ai-iai v -rf. *. **j j
dio ao governo iotormav'Ois s.bre o numero de es- j rHr Sl havia meioque airecadasse os males mmi-
trangeiros que. desde o tempo da independencia i neaJ^8 sobre a putria.
nacional, pediram e obtiveram earta de naturali-
saeo, discrinoin .ndo-se, por provincias, qual
totalidad.-de 1822 at 1482 e desta ultima data
at boje as nacionalidades (los naturaiisados.
Na sessi) de 25 o Sr. Candido de Oliveira
justificou um requei un'uto, para que fiase convi-
dado o gjvernr., por intermedio do Ministerio da
Faz* u la, a infoimar qual a importancia da-, cam-
biaesque tomou desde 2U lie Agiste de 1885 at
hontem ; qua-s as taxas d.asas peracoes ; e por
que, achando-se o cambio sobre Loudres a 12 de
Junho de 1886 a 21 1/4 e 21 3/8, foram toma Ua
nesse dia 000 ao cimbto de 17 7/13, 17 t 10
c 17 3/4.
Expcoa o Sr. ministro que essa diffrenca de
algansmos entre as cotacoes do dia e as que cons-
tato di relatorio, provem de nao terem sido f;itos
os laocamdiitoi nem liquidadas aquellas quantias
senlo muito tempo iepois, pelo cambio da occasio.
A98;m que as cainoi.es tomadas, para-ser re-
mettidas em Jan iro .- loram liquidtdas em Ju
nho, por mi systema de escripturaco do the-
souro.
Quanto s informao'8 pedidas prometteu o Sr.
ministro que mandar ao Senado todos os esdare-
eimeotoa.
Foram nomeados para a cornmissao de agricul-
tura oa Sis. Candido de Oliveira e Soares Bran-
dao para preeucbi ment de vagas, couform: pedio
o Sr. l'aes de Mea lonc i.
Rejeitados todos os proj-ctos incluidos na ordem
do da, e appr.,vada a emenda do Sr. Taunay par
que voltasio coiomissao de legislacao o projeeto
sobre iubumacao de cadveres, deram-se por ter-
minados os trabadlos, ao meio da e um quarto.
Facundo vinas c'n^ideraco-s soore demo.-a
e iircgularidades que se notam nos servico juii-
ciarus, p r parte de a!.;uas magisratados, e pon-
derando quanto urgente a discussao da re-
forma jud.eiaria, que traga meios de coh.bir esses
males, o Sr. Viriato da M deiros apresentou em
sessao de 2b' um reqierimento p:din io Ihe fosse
declarado, por interm.idio do iniuistern reayectivo
qual o num ro de teitos em grao de appellagao,
ajue se acham actualmente para julgamento, dis-
tribuidos pelos desembargadores da re'acl da
corte ; quaes os autores e os rjs nesaee feitoa, os
advogalus que os patrocinis, natureza das cau-
sas e a impirtaucia desta?, se versarera sobre va-
lores, em que di'.a cada teito foi distribuido ao
relator e paaaado aoa revisor-s ; quaes os relato-
res dos feit.iB e repectivos revisores ; e finalmente,
quaes os feitos qu couclusos para julgameoto, ae
scham em poder dos juizes de 1' insta,icia, quaes
os autores e advogados, e natureza das causas.
O Sr. Ribeiro da Luz, ioda ha poueo ministro
da juatifa, votou a favor do requerimeuto, mas
nlo pule excusar-se de protestar contra algumas
pbrases do Sr. Viriato, que Ibe pareciam (fienier
injustamente aos magistrados Oraaileircs em geral.
O Sr. Taunay tambem apresentou um requeri-
miento, pediudo que o Ministerio da Agricultura
lbe toruecesse copia das instruccoes que foram
dadas para execuelo do a\iso sobre venda de ier-
ras de vi. linas em Mauh-ass, provincia de Minas,
aviso que mereceu do requereute manif es tacos
contrarias que o Sr. Prado, em seguida, apressou-
se a deefazer, vindo em defeza desse acto de aaa
recente adminiatraclo dos negocios da agricul -
tura.
Passou-se discussao do projeeto de registro
civil, qae o S- coneg Siqaeira Mondes pedio fos-
se adiada, nao conseguindo, por j ter tido casa
materia um adiamento.
O Sr. Caudido de Oliveira obtem approvaclo
' para ama emenda qae estaMece a gratifcaga > de
290 ria cada registro, ao respectivo otricial, em
vez doa 500 ris mareadoa.
Posto em discuaaao o projeeto com a emenda,
occoparam a tribuna oe Sra. Joao Alfredo, Cir-
rea, Taunay e Metra de V .sconcellos.
Uiscatiram o art. 2* oa Srs. Corrcia e Igoaoio
Martins.
Ficou encenada a discussao do e adiada a
do 2."
CAVABA DOS DEfTADO
Na sessao de 20 o Sr. Licena defendeu o gane-
ral Deodoro da Fonseca das gravea imputacoes
que da tribuna do Senado lbe fizera o Sr. S'lvei-
ra Martina.
O senador rio-grandense dissera qae o general
Deodoro fra demittido pe" Mxrqucc do Herval
do cargo de commandante dae armas de Pernam-
buco, e que o inclyto general mandara que fosse
elle preso se desobedeces e s suas ordeos.
Nanea o genral Deodoro commandou aa armas
em Peraambaeo, e, qu.n-o ordem que ae attri-
bae ao Mrquez do Herval, mos'rou o Sr. Lucena,
leudo cartas saaa ao general Deodoro, sendo este
commaniante das arm.a nterin i da Baha, que
Ihe mereca confiaoca e estima particular.
Depoia do Sr. Jagaaribe Kilho juatifiear um oro-
jecto de lei aobr a orgauia -cao do trabalbo, pro-
seguio o debate sobre a preferencia a ae da. aa
discussao entre na pmject a di refirma mauicipal
doSr. Paulino de Souza (1869; eodo Sr. Vferre'ira
Vianna (1883).
O Sr. LsourenC'i de Alouquerque preferio o pro-
jeeto do Sr. Ferrei.a Vianua, de que alias toi o
paranympbo parlamentar, mostr qae o do Sr.
Paulino de Sunca revela va eu> todos os-st-us arti-
ga* falta de contauca nos muri'cipe e recis das
liberdadea locae. C-nn eti'-ito aquillc projeeto foi
talbado para acabar de tolo com aa munieipatila-
(Jeat qae, mesmo sombras du qae foram, anda mut
tem meti aoa dspota* e opyressorts.
A eaae reqaenm-Dto de preerenwa qae fazo
projeeto de 1869 arraatar ama dfscuaaio eatanl e
ingloria, pregou o Sr. Andrado Ageita um re
projeeto, o pre/anda e o uio naoefarido, i rea pee
ti va commisaao.
Uutros ineir.bios da opposicao liberal do sena-
do, igaslmente inspiraaoa pelo patri jtismo, diri-
giram-se a S. Exc. e Ihe p-rgnntaram ae ter a
Ju vi-las em adh'rir a qialquer aecrdo que nao
ficasae mal ii dignidade d > governo. K .-o ai i
que nao tiuha caorichos ; qu uauteri- a posiclo
do governo c que se mauteria, apezar Je tuio, se
os uobr-es senadores uao achao.-c.n meios de ae-
crdo.
Os nobres senadores ach iram css i meio.
Foi a mocao que o Sr. preaidente do conselh i
julgoU digua de sua appiovae.io.
Seguio-ae o convite do senado, a dis.'ussao bn-
Ibante, que teve, que foi a mais imponente a que
o Sr. presi lento do couselhi tem assistid) no par-
lamento e que lbe permittio ser testemiinha de
uuia a .-rio a que esta va dcahabituado, doa adver-
sarios prescindir de poltica para smeute fitar s
clhos nos altos interesses di patria e evitar que
fosse perturbada a p>z desti grande capital.
A mo^ao toi approvada na ujesma aes3lo do
senado, e assim o governo nlo teve tempo de con-
sultar, de ac inselhar-se com a cmara doa depu
tados, de pe lir a opiniao dos seos amigos.
Entretanto a do governo foi justicida pelo
apoio que teve de conservadores e liberaes do se-
nado .
O acto alias administrativo e s pode ser
considerado pela cmara por sua approva?io ou
repro vacio.
Nao acredita que houvesse degraJacao do po
der executivo. tanto que COntiniUJ aeu lugar de
ministro.
Tal vez a qaeatio polcase ;er outra solucao em
tbeoria, mas tratava ae do solucio urgente, de
tranquilisar oa eapiritos agitados.
O senador reclamante eo goveruo haviam-se
eompromettido a nao recuar ne n u.n pasao, e
ueasas condicea, qual s,ti a respous ibilidade
do governo, se por capricho arnacasse um con-
flicto entre f orgaa e forcaa ?
Se a posi^ao dos ministros que recuassem se-
ria trate, qual aeria a dos seus succeasores ? Os
conservadores partilhariam da m -sma responsabi-
lidade, da mesma obstinacao os liberaes aceita-
vam a mesma posicio.
O poder iria para o meio da ra V
Nenhum homem seuaato poderia proceder de
modo diverso do que procedeu o governo.
Restava o recurso de repellir a ferca pela for
ja, maa nesse ponto nao quiz o Sr. preaidente do
conselho entrar em promcuores para nao ferir
susceptibilidades. Arripiara-se alias con a idea
de derrt-mar sangue e de fazer acreditar no ex-
terior que no Brasil havia guerra civil, face do
fcoveruo em frente Jo estado de Sua Magestade o
imoerador. Sena um cataclysmo.
Ss o governo fosse vencido, quaes aa conae-
queuciaa '( A dictadura militar ou, o qu e
p *i ir, um miuisterio subservieute forca mi-
litar.
Foram easas consideracoea que feriram o eapi-
rito do governo e conatituiram a segunda parte do
discurso do Sr. presidente do conselho.
Additou anda S. Exc. prime'ra o argumento
de que a mocao do senado n-Vi usurpara nenhuma
das attribuiccs da cmara dos depurados.
Coucluiudo, diaae que nao %i coaaer/ava no
ministerio por vaidade ou intereas; de qualquer
natureza, mas pela conviccao de servir ao seu
paiz.
Nao s: arrep-nde do que fez e espera que a
cmara continu ahoorai-o com a sua con Banca.
O discurso do Sr. presidente do conselho toi ou-
vido em sileucio ; nenhum aparte de seus amigos,
nenbum applauso a.luslo de seus serviros no
governo.
Foi, no fim, dizendo o Sr. Jlo Penido que o
chefe do gabinete esta va abandonado, <\:\: a uiaio-
ria deu algamas manitestacoes de ympathia a
S. Exc.
Rcplicou lbe o Sr. Lourenco de Albuquerque.
O -j'B -ir.-j do honrado deputado por Alagaa
foi ener-ieo, vehemente, altivo e de accentuada
saveriedade para o procedimento do governo.
Appiaudira a energa do Sr. preaidente do con-
selho quando declarou nlo recuar nem um paa-
so, porque nenhum goveruo seria passivel, tran
sigi'idn com as exigencias que se Ihe taziam.
A solucao nao foi preparada, como disse o Sr.
presidente do cona-lho. O Sr. senador Saraiva
ppellou para S. Exc. e para o Visconde de Pelo-
tas e nlo para o -^euado.
Nesse momento via o Sr. deputado por Alsgoas,
de un lado dous generis fra da le, e deouiro
um ministerio que rrpreaentava o principio da
autoridade. Apoiaria o miniaterio que salvas.e a
a digaidade do poder de que Maa o governo transigi diante do general, que
elle nao punir e que o ameacava. Autea urna
franca dictadora militar !
Acredite o Sr. presidente do conselh > qae nao
era poasivel novo minia en o conservador, ra .a ne u
lodos os chefes cous rvadorea estavam de aceordo
com o governo na questao militar.
A solucio deesa questao tornou -ae Jifficil nica
ment, pelo amor pruprio das pesaoas nella envol-
vidM.
Nao foram os militares qae cederam; foi o go-
varno, e o governo cedeu por medo. O proeedi
meato do aeando toi tambem inspirado pelo raed \
pelo raceiu de ver o sangue derramado; o qae
certa qae na sexta-feira o poder publico foi liu-
milbado no Senado braaileiro.
Mais Valeria o derra namento do sangue da que
o aMitamente aa autoridade. Esta acha-se h y
merc dos triumphadores, dos dous marecbaea
E o nobre presidente do conselho dase que *-a-
quoceria tudo ? I... 86 o vencedor que pide
amnistiar e o vencedor nao foi 8. Exc.
queaitaeoso de ademento, para, voiiarem oa dous. | Bm,^ paUvras a poderiam ser tranquilisadoras.
se oa militares os proterissem.
Assita, a questlo para o illuatrade depatads'por
Alagaa, e pira toda a cmara era esta : a c-
mara, approvaudo o requerimeuto, dina que o par-
tido cqnservador uio partilhava da respeusabili
dode da solacio dada questlo militar; rejei
tan lo o, partilbava dessa resp inaabilidade.
A-'aim fallou e Sr. Lourepco de Albuquerque om
applausoa dos Srs. Andrade Figut-ira e Ferreira
Vianna.
O Sr. Coelho Rodrigues justifi;ou o sen voto a
favor do governo e Sr. Alves de Araojo o voto
contrario.
Esgotada a hora, o Sr. Andrade Figueira re-
quereu prorigaclo para continuar a discusslo e a
Cmara approvou.
Por exquisita contradice!', a Cmara approvou
logo depois o encerramiento dessa discusslo que
resolver continuar.
A requeriinento do Sr. Aftoaac Celso Jnior pro-
cedeu-se a votacao nominal, sendo o requerimento
rejeitado por 62 votos contra 23.
Votam sim oa Srs. Joao Henrique, Alencar Ara-
ripe, Rodrigues Jnior, Jos Pompeu, Ratiaboua,
Alvaro Caminha, Paula Primo, Bernardo de M u-
iloici Sobriuho, Luiz Moreira, L mrenco de Al-
buquerque, Olynpio Campos, Ferreira V.anna,
A ti n-/ Pcnna. Limos, Andrade Figueira, Pacifico
Mascareohas, S. Mascarenhas, Ueuriqe Salios,
Jlo Penido, Matta Machado, Moutandon, Affmso
Celso Jnior, Conde do Pinhal, Marcondes Fi-
gueira, Alvea de Aa-aujo, Maciel, Mirada Ribeiro
e Joaquim Pedro. (28).
Votam nao os Srs. Passos de Miranda, Canta),
Oruz, Leito da Canha, Dias Carneiro, Ribeiro da
Cunha, Coelho Rodrigues, Coelho Resende, J .yin-
Rosa, Torrea Porfugual, Jaguarbe Filno Tar-
quimo de Souza, Jlo Manoel. Carneiro da Cunha,
II 'unques. Suriano de Soasa, Elias de Albuquer-
que, M .a iel Portella, Theodoro Machido, Feippe
Figueira, Juvencio de Aguiar, Lucena, (iOte*I
ves Ferreira, Alfreio Correia, Luiz Freir, Coelho
e Campos, Freir de .rvalho, .Vlilton, Pedro Mu
uiz, Jos Marcelliuo, Amenco de S iuza, Ai.-.uj >
Pinho, Acaujo G.-s, Juuqueira Ayres. Accioli
Franco, Fernandes da Cuuba Filho, Bario da
Villa da Birra, Mattos-o Cmara, Costa Pereira,
Fernandea, Buihoes Carvalho, Coelho de Alm 'ida,
Alfredo Cn.ves, Pereira da Silva, Lcenla, Wer-
ueck, Cunha L-itao, Maura i, Bailo da Leopd-
dina, Barros Cobra, Christiano da Luz. Olymoio
Valladlo, Almeida Nogueira, R idngues Alvea.
Duarte de Azevedo, Cochrane, Geral do de Re
sende, Xivier da Sil va, Euphrasio Correia, Fer-
nando Haekradt. Pinto L.ma, Pau.ino Chaves,
Se ve Navarro. (62).
Paaaaudo 9C -ordem do dia, foi rejeitado o re-
querimento do mesmo Sr. Andrad: Figueira para
ser adiada a discussao do projeeto de reforma m.i-
nicpal. prcosegiudo a mesma diacosslo.
Em 21, o Sr. Matta Machado fundamentou
um project. de le; regulando o casamento civil
facultativo para os catbalicos.
Antes porn de apresentar o seu projeeto C-
mara, assiga -I ou a dejlocaco da actividad* poli-
tica do paiz, do ramo temp irario do Corpo leg la-
tivo para n Senado, attnbuiudo-lhe por causa ef
li lente a falta oe legitimididc da elsiclo de mui-
tos ueputaios- Sihida da i-.ti icu-ia e da nter-
ve ocio do governo na pleito eleitoral, a Cmara
uio pode dar prestigio e forja a esae mesmo go-
verno.
A sessao do Senado de 20 de Maio demonstrou
evidencia essa verdade, ha muito denunciada ao
paiz na tribuna e na impreusa.
Os ltimos ac on'iiciin entos a provam anda mais.
O Sr. presidente do couselho, que o anuo passa-
do declarara que 20 votos do Seuado nao o fa-
riain largar seu posto, deveria certameute acei-
tar a reciproca <- mo manter-so no poder por
motivo de outros "-'O votos do Seuado. Nio o fez
porcm.
Apezar da sua lo vontade, S. Exc. teve de ce-
der ante o direito do Senado em sustentar minis-
terios e amparar sir.uayG ;3 desmoronadas
O orador toi nessi parte muito interrompido p-r
apartes dos deputad os da maioria, que sustenta-
vam a legitimidade da suaa reapeetivaa leicoes,
mas nenhum apontou para a cadeira do deputado
Jos Mariauno.
Disse o Sr. Matta Machado que na sesaio ant--
'ior a opposicio lih-rai nao pretenda suscitar
questao ae coufianca, mas afeuden do g-nteza
do Sr. presidente do conselho e s us collegas eui
comparecer a aessio da Camtra, o leader da oppo-
siclo apri-sentra o seu requerimento.
Abi est como f i.
Quanto ao seu projeeto de casamento civil expli-
cou o distinetc deputado minniro que prucur ni at-
tender a susceptibilidades dos catholicos e tor-
ual-o uins a-ceitavel e exequivel.
O projeeto do br. Jagu-.nb' Filho, considerando
livres desde j os individuos matriculados e sujei
tando os lihertos prrs'aclo de servicoa remune-
rados por cinco anuos, foi apelado e julgado obje-
cto de deliberacl>.
Proseguindo a discussao do projeeto de reforma
municipal, provoo o Sr. Affmao Celso Jnior que
easj projeeto alm de inconstitucional e cen.raii-
sador, era contradictorio e mcoh -reute.
O Sr. Affinso Pena- rompeu a discussl) do voto
de gracaa, ana'ysamio a poltica ministerial, os
desacertos e a violencias do gabinete, especial-
mente na questao mi itar.
Reapondeu Ihe o Sr. pj"si l-nte do conelho, en
cerrando o debate desta dia o Sr. Maciel.
Em 25 e 26 nio houvc sessao.
Ha anda a va ita,-em de amemaar os exercicioa
escolares, dando ihes variedade eiuspirando gran-
de tateresse aoa alomo >, o que muito concorre
para melb irar a dis -iplma eseoar.
Exemplo de urna l'$ao de comas acerca da
alhmtphera
muito diff .rentes, v. gr., ceres dos pheaomeos
que se passain na athmosphera, sobre os meios de
saneal-a, etc.
De industria parece ter o programm, nsta
pane, deixado a eseolha d> concurreate p as-
pecto ou direcelo sob qae deve o aasuuapto ser
Esta exigencia do programma, si muito bem I tratado ; mas baja o caidado de nlo couvsrter a
entendida, destinando se a provocar a exhibilo \Lcao em diasertafo erizada Je termos techmcoa
dos e.mbeaimeatoa pratiebs oo c onearrente e do le defiuicoas.
modo porque este applica aa regras predominantes
as licaea do cousas, todava cumpre considerar-se
em certo limite
Nlo foi, dsc Tto, pensamento de qaem elaborou
o programma exigir umt prelecel) extensa e des-
envolvida acerca da athuiosphera (com nlo o foi
a respeito doa outros pontoal. Quis-se aem du-
vida qu-', em larg >s traeos, fosse pelo concurrente
feita urna lic'to como si se dirigase; a meninos na
escola, e teve-se em vista tambem o pouco tempo
destinado pro va oral.
Assim entendendo, vamos fazer um esboco da
licao exigida, simples eabici
O assumoto acht-se em muitoa dos livros qae
andam as maos doa estudiosos e estao ao alean
ce de todo o mundo.
Eacontra-se noa co npendioa de pbysica e[meteo-
rologa das escolas normiea c d i leitura as au-
las primarias. A iha-se tambem no Gremio dis
Professarea Primarios, 1883, pig. 8 do u. 9 (de 25
de Julho) e nos na. 10, 11, 13 e 15 do m amo ann i)
Por modo que o preparo deata helo p le-se dizer
que tacili.no : ler as artigoa d'aquelie jornal,
ou algum livro .propriado, possair-se nem do que
nelles coavem ao enaino de meninos, tomar notia
pira guia no acto de etp ir as id 'aa ahi cuutidas.
e eis tudo. No Diccionario de pedagoga de F.
Buiason encoutra se tambem a materia eooveaiea
teniente explanada, bem como o > D ceiouano un-
ver al de educacii e ensiuo po" E. VI. Cimpigne,
tradcelo de Cam.lio Castelio Branco.
Ac.un-'lha A. Bain que quand a: tem de fazer
urna ligao de cousas se pense mais nos principios
que se quer enainar do que no proprio objecto que
vai servir p.ra iaao.
E' da athmosphera que vamos tratar ? Pois bem.
ha tanto a dizer sobre ella qu- pira esgotaro as
sumpto seria precis fazer um-x serie, de lices de
C0-18O.S. Mas nlo srn lo isso exigido, restriujiinos
aqu a um ponto que para a od icicao Capital,
tratemos da uthinosphcra co relacao hygiene.
Seguiudo o conselho do illustre professor escos-
s- z. na lelo que vamos eaoocar trataremos menos
da coiiBtituieao e oa pbenomeuos da athmoaphera
do que de certos cuidados e precauves que con-
vem guardar.
En aqui c 'mo, mais ou menos, deveria proce-
ler um mestre dirigindo Se neate intuito a aeus
meuinos :
Mes!re.Vamos boj i conversar um pouco acer
ca da ath'nosphera. Aoproxim-m se da janella e
dinjam a viata ptri o co. O ^ue que os m ni-
HtviSTA DIARIA
nos esfl) ven lo ? U n immenao espac) que a .s
Thesouraria iie f*a-uts ia-uis-
tr i da t i.i id i r.!'| i-reu O c ommeuda i ir Antonio
C ttano da Silva Iveiiy. inspoctor da Thes.inrari i
de Faznda desta provincia re u co oa apiseuta-
doria e esta pr- teuclo foi mlef^nla, fueaio o
miuiatro da fazendi ai sea despicho refera ocia
denuncia, que contra o m :smo comnenlalor deu
0 Dr. l'primotor pabiiio d iat* cidade p;lo des-
falque dimeama Trusiuraria.
O despacho datad i de 25 do mes fi ido.
Consta-nos, que o meamo inspector ajrc3entou
ao miuiatro da fazenia a sua defeza eoatra a de-
nuncia referida, escreveuio maia Je dez cadernos
de papel.
U de ser provideociAde A o te hon-
tem o cocheiro Je um d is cirros da companhia
Ferri Carril da linhi di Fernxniei Veira mo-
1 at iu o r.oat i oe um passageiro com a correia com
que fustiga osanmates.
A nlo haver cuidado, ato se poder! reprodusir
pnuciotlm uite Com os paaaigeiros que se seu:am
uo l" ban:o, jiuto ao cocheiro.
Tinto cjannos nadire.-^io do digo) actual
gerente, que des le j asaseguramoa, que se ha d?
provide iciar.
Hecebedoria ProsiacialA cobranza
dos diversos im ustoa provniciaes a cirgo dessa
repartida terminar improrogivelramte no da 6
do corr nte.
D us dia ora diaute s ser admittido o pigi-
mento dos referidos impostos midiante e multa
de 10 / no periolo addicimal, que pisaar de
20 % no, termos reguiam -litares.
Sanio ni letal Poi r,mto agradavel o
q ie ance-hiute.n realiaou ae no ailio do tbeatro
8 ma Isabel.
O Sr. A. Friedentlnl manifestou taes predca-
los, c im eximio pianista, que nio duvidiinos sub-
ecrever os merecidos elogios, que a imprensa na-
cional e ea'ranjeira Ihe tm feto.
Relmente tanta agilidade e correeao, ora vi-
gor inexcadivel, ora urna brandura e delicadez i,
tud isto cambiaij com taa'a expressio e senti
m nto, revelou o grande artistt na execueii dis
partes do programna do sarao, que de juatica
dizer-j- t-r ai lo a ez 'cuelo irreprehensivel.
riruou-se suaa oamen'e uotavel o excelleute t.-a-
balho da execuelo do A leu e i o Miserere com
Imperial, pasiava o bond a. <1S levando a -n de
outroa o passageiro de n .me l-aureoiino Vieira,
recebeu este, sem que presentisse o ofl-usor, un
tiro, cujo projcctil Ihe af.ingio em parte causando-
Ihe feriment is leves.
O i ffenaor foi preso e nqaerido p rante a aato-
rdad- competente declarou que se ebamava An-
t.nio Pedro de Oliveira e que ha muito era desa-
fecto do offendido com o qual procura va tirar viu-
ganc*
jiratMle Incendio. R lativamcnte ao
f;r*nde incendio bavido na quarta-feira na prensa
e deposito de algodo do Sr. Vctor Neesem e de
que h onteua dem os noticia, cu/tapre n os accrescen-
tar que f.ram salvas 7001 saccas de algodio
perteueentes aoa Srs. Pereira Carneiro & C. e
Best'imun & C, na mamr parte, tendo existido
em depooito cerc de 23.000
Para a parte policial, publ.cada na scelo com-
pet nte, e ..nie se acba miuucioaam-nte relatada
o a : inteeimento, chamamos a attencla dos nossos
leitares.
Ap-sarde esfarem a trab.ihar eonatant -m -nte
duas btmbas, n fago anda nao ao extingui.
Liberlares-Eiii li un nagein ao jubileu
di Santo Paire L-io XIII acbi o Revd. Julo
^uacio de A buquerque, vigario de U i que, de
combinacio c in os seus iruiios de restituir A li-
berdade aos escravisiios Maiiael e Th jo loro, di3-
peuaando o m-sia i vigarij a parte qnetinhi nos
aervicos da Ole avisada Rosa, que fieou assim
meio liberta.
Kacieilade 1'liloiun.licali-uuio-ae >-ib
sessao ordinaria afim de proceder a eleicao de
nova directiria, ficando assim constituida :
Presi JeuteDr. O.intho Victor.
1" vice presidenteA. Castello Branco.
2* dito=.edro Micha'.o.
IXSTRUCgAO PUBLICA
Metho do logia
L'i'ES DE COUSAS
I I
1." QUESTAO
O que se atiende por licao de cou
sos. eus fins -: vantagens. Exem-
plo de vma Itcdo de cousas acerca da
athmosphera.
A icao de cousas, a primeira e mais natural ap-
plicacio 00 inutlio lo intuitivo naa eacolas, confor
me o uso a tem consagrada, a lelo oral feita
pelo professor acerca de objectos de que se servem
os m -uiuos, no meio dos quaes vivem e sobre fac-
tos habitnaes da vida quotidiana.
Tr uillet, inspector de escolas em Franca, de-
fini a l fdo de cousasurna palestra do professor
com teus meuiu os sobre tudo o que lbea fere o
sentidos, o e iraeao e a imaginacio.
Mme. Cihstf.au, directora de nm curso pratico
de pedagoga em Paria, eusina que a licao Ae cou-
sas um processo de enaino pelo qual ae fz com
que os meninos conhecam minuciosamente os ob
jectos de aso commam na vida ou que a natureza
nos fornece.
Qualquer destas definices d idea mais oa me
nos completa da cousa definida, e nio s o pro-
gramma nio exige a conferencia e critica das dif
tereotes defioigo-s dadas, mas tambem oerto qae
a exprsalo lig&o de cousas genrica o vaga, como
oi. i vam P. Bossblot b A. Bain, e por isso
mesmo uio se presta a urna defiuieao. precisa e
rigorosa. E bem certo que aqu, como em ootros
asaumptos, (e ni na jurisprudencia s) cabido
o qim ..s juristas j ba secutas escreveramomnis
d-finitio perie>ilsa est.
Fms e vantagens. As Itfoes de cousas teem par
fin:
Quanto aos couhecimentos,dar um grande nu-
m-r i de nocoes uteis que nao cabem u'outras par-
t s do programma escolar ;
Quanto c llura das taculdades,dseavolver
o espirito de uDserv.icau, refl -xio ejuizo; e
Quanto linguagem,foruecer ao menino todas
aa palavras e expresadas de que ellea pr.cis-.in
para bem e precisamente traduzr seu pensamento
Taes sao os fins que sesigaala J Pasos e aellea
decorrem para o ensino escolar v-nfag--ns obvias :
alargar a tisphera das ideas e couhecimeD'os ^os
alumnos, pr.paral-os para as realidades da vida
pratica, enriquecer o vocabulaiio doa m -ninas, ha-
bituando os k precalo e propriedade doa termos,
corree! i da ltaguagem. oncorre, pela sua ti -
xibilidade, pela variedade dos objectos de que ae
oceupa, pela sua forma, pelo seu procees., que
tau'.i captiva aatteucio dos alumnos,para faci-
litar a traiiamiasio do enaino amentsal-o.
Qder feita especial e separadamente, com curso
regular de ensiuo, como parte diatinuta entre as
do programma esoolar, quor occasinnaime^te,
quando ni meio oa a proposito de qualquer das
ourrnsl.va -8, se offerece opportuoidade,os alum-
nos recebem n'a com sitiafaeao e touaam parte
nella com inte.-essee vivacidad procuran lo apro -
priar se do que oovem do mestre e tratando de
uesebnr por si mesmos, na medida de >eu alcan-
oe, pala inspeoci, coiaaparaeiio e re -xio postes
en j ogo, as noyes qae 0 mestre Ibes quer iucul
oar peio oajecto leccionado ; vinda d'eat'arte os
alunuoa a ae constituir, uio mais ouvintes a.n li-
te, nem meros repjdoree, ds.que o musir diz,
mas r illiili ii minina inlur iMisniiiirt n -im-nrt
modo agentes da propria isakwotjaa.
uossos oihoa parece terminar, em sua parte mais
elevada, por urna enorme cpula azul, nio as-
sim ?
E o mestre deixa-os por um pouco absortos na
c mteuaplaciu do espectculo q le Ihes artrahe m
atteucio. Muitissinas vezas tari) olltxdi ptra o
cea ; mas visto, talvz b m p nicas, (e aqu cao-
aproveitar a opp irtanidade de ensinar a diffj-
renca entro o oMar e n ver).
Maa essa cpula mineusa e anilala, tai b
grandiosa, deque teita ? Nunca reflectiram
sobre isto ? Nunca ouviram exolical-o Y
Sim, de que feita a cpula, continuemos a dar
lh- este nume) ?
Neuhu n sabe dizer,faca a pergunta por outra
molo: des le aquellas alturas do azul suspenso
a b_e nossaa cab;oas at a uperfien di trra, o
que que exiate V
Um alumno : Nada.
Mesire: Vou provar o contrario, vou mostrar
que alguma cousa ah se encoutra.
Q lalquer um dos meninos abra o hvro e com
elle ae abine prxima a face.
Nao se faz sentir algum i cous* si ore o rosto '?
Ora, isso que se een'e a bre rosto algum i causa
, p na ae nada fosse nada se scatiria.
Mas entio o que c ?
Um alumno: E' fresco.
Otro : E' vento.
Mestre: O movimento, a agitayao do livro pio-
duzio i-sae etfeito, o so pro, o vento ; nas par.t isao
era preciso que alguina cousa oxi-t.sse. noespico
em que ee agitou o livro, como ae aitaria uin
ieijue, etc.
Esas alguina cousa o ar alhmospherico, o ar
qua immovel nio seutimos, masque estando em
movim nto sopranos docem -nte sobre a face, sa-
code de manso a folhigem disarvores, triz-
os a fragancia das flores, e, quauli impe-
tuosamente agitado, varre a poeira do chao, arrau-
ci-nos '.i vezes o chapeo, e mais que isto, enture-
ce-se e rijo acouta, arrancando arvoree, etc.
E' o ar que faz tu lo isso e elle qua occapa
ssa vastisaima extensio que chega ate 3 alturas
em que o azul encanta a uossa vista E athmos-
phera ae chama eaaa grosaa carnada de ar qu i cu -
voive a trra, essa enorme envoluero gizoso do
nosso globo.
Aqu cabe a explicaeaoetym ilgica dipila-
vra athmosphera e urna ligeira noci acerca da
composicio da ar d# que elia consta. Porbrevidade
a oicittiin >s.
Immergidoa na athmosphera, cercados de ar
nor todos es lados, vivemos, u a todo stannte.
E pois preciso conhecel-a bem, para evitarmoa
malea gravissimos quando uio temos certas neces-
sarias recautois. Aqui pode entrar urna peque-
a preferencia a utilidade do aber.
A athujospheia em que vivemos, ajustan! i -se a
noaao corpo cm todos us sentidos, cobre-nos como
nos cubre tambem em todos os sentidos, a agu i
quando completamente u'ella na rgulbamos. Em
cousequencia disto, ella nos aperta por tod is os
lad > e por igual; a iaao se cuam i presso athmcs
pherica.
Sem esta prsalo, o sangue e o mais liquida
de nosso corpo romperiam os tecidos delle, rasga-
ram a pelle e ae extravasariam.
Este servico que a athmoapUera uos presta, v-
ae que enorme, urna conJicio de n ssa vida.
E porque isto deve-se ao peso do ar o cate miis
pezado oa superficie da trra do que as alturas,
prudente nio subir a mu granlea elev.e/s;
ah o ar rarefeito a leve nio nos basta,sente-se um
grande mal-estar, effegrnte e difficil a respirafio,
urna displicencia intolera-el que nos torna inca-
pasea de qualquer esforco. Passando do certa
altura, entio a vida impssivel.
Mas recapitulemos, antes de seguir adiante, e
filemos 'S nogioes at aqui expeudidas. O mes
tre volve a interrogar os a'umnoa, rectifiea Ihea
as respostas, completa-as, laz escrever as pala
vraa que julgar conveniente, quando nota deleito
de pionuncia ou lbe parece que aos meninos ellas
alo difficeis de orthographar.
E prosegue :
ar tttbuaospherico, alm da noa envolver com-
pletamonte, peuetra-noa tambem. Nos o ingeri-
mos peoa eanaes respiratorios at aos pu!uao:s,
onde deixa absorvido o oxtgenim que coatiuha,
vivificando o nosso sangue, E' aiuda por isso,
iudispensavel i vida.
D'ahi decoire o devermos nos acautelar cmlra
a athmosphera viciada, evitar o Hr impuro, im
pregnado de exhalayo-a de pantanos, de substan-
cias orgnicas em decomposieao, etc. As proxi-
midades de charcos e pas, de chamins e eago-
tos do fabricas, corrompido o ar par clflivios im
propnos respiraeio, produzem deaordeus pby-
si.olugicas nos orgauam ,s em que penetram.
(E' eseusada repetir qae as palavras de sentido
deaconbecido ou pouco familiar aos alumnos o
professor ha de explical-aa e fazel as escrever,
b-.m como que, em geral e principalmente quando
a materia uio se presta bem a forma aialogada,
tas-ae iudispensavel a reeapituLci > da parte ex-
plicada, antes de passar alm).
Succede qnu o calor do corpo quando es- ex-
posto sbitamente a urna c n-rente de ar aihmoa-
..heri, soffre urna dimiouicao brusca, ha res/ruj-
faento e eaaa trauseao rpida mu n.civ* a
saude, prodasindo at s veaes a morte. V se
por ah quaota cautela nlo devom ter os meniuoa,
tolos em geral, nao sahindo de repente ae um
lugar onde a athmoaphera est en temperatura
elevada, para outro onde ha fr seo ou fro, nio o
f azendo depois de ter ingerido c m das ou bebidas
aquecidas,uio aed.spiudo ao ar livre, etc.
O ar benfica e iudisp-naavel, mas pde-se-
nos tomar nocivo por erro .u imprudencia nassa.
P .r este the ir v ,i o mestre dando conselh s
hygienicos a proposito do ar athmoapherieo, po-
de.ii lo entrar em maiores deseavolvimentos ; mas,
sem perder seu ponto da viaia.
Ao concluir ts urna recapi alacio geral por
perguutae, manda eacrever aa reap importem e f-z pela claase proc-der leitura de
algum trecho de Hvro acolar que se refira ao ob-
jecto da liclo, por exemplo do livro Leituraa Se-
iretee pag. 8, oa dous artigos, de poueas liabas
que abi v n.
mi i esquerda smente lauto nos agr loa qae uio
sab-mos quando o Sr. Friedenthil fere melhor as
notas, se com a mia direira su ou Com a ea-
querda.
0 rent pissarinho meu mm caqiposict) fina,
delicada, expressiva e que demanda micstria ua
ex-'cucli, como a que possue o concertista.
A ohintasia sobre Carmen esteve delici isa.
Devs estar inuifo aatisteito o Sr. Priedenthal,
postoque fosse reaum-1) o auditorio, que apenas
3e compaulia d cerca de 20 ) especiad ires.
En compensacao estes eram da lite de nossa
la de.
I>.gn m-se assistir ao sarao S. Etc. o presiden-
te ia provincia e sua Etmi. familia.
Infelizmente paraoSr. t'riedeo'hal o piano nio
o auxilia va, tinrii o defeit i de qutai t o dos oa pi i -
uoa ain la n .> t ic id is, o s un er i muito ab if. 1 >,
U n j ornal j snidou o Sr. Priedentil com a
seguinte exclam ici :
V t'jcar p'ra o inferno, o que c s:ra da vid i
um modo tambem de exprimir o euthusiaamo, mas
uao o saudarem is pelo in-sma modo.
Preferimos diser-lhe qae digno de ser eacu-
tad i in> mandadas hanmnias.
Paquete nisici XileEste piqueta da
Rel Mala saino aute-hait -m do rt'u da Janeiio
s 3 horas da larde, cam diatiuo Europa, e es
calas.
Deve aqui estar no da b\
A Ettacun')w Srs. Limba;;rtai C, Ji
C irte r.-c be,n .s hontem ) n. l'J da l*o" aun o d -ste
exC'-l'etite jiruil de malas dodicaio is senhoraa
braileiras.
Ti-az maitus e finia gravaras interclalas no
texto, umi eatauapi de moldes c bordados e um fi-
guriiio c ilondo.
Sempre i ivafJ en este titula acibi de
pubucar i Sr. Firmino Cmiido de Figueiredo,
nosso comprovinciano, uua das suas prunirosna
cimposi.o a musicaes. E' umi wilsa pira piaai.
Na Livran* l'.nzieuse hi exemplares ven-
da.
Agrad icemos a efforta que noi foi feita de um
d'elies.
Companuia lyrlraE' esperada da Eu-
rop ua vapor a Ville de Bahii que aqui deve.
toe ir a li do corrate a companhia lyrica italian a
de op-retas cmicas da qual cempresiria a Sra.
Adele Nagh-I, cuja compauhia deveri depiia de
aqu trab.ihar seguir para a Cor;e, S. Paulo e
Rio (iranle do Sul.
S im os informados d-s que a companhia bastan-
te numerosa e que conta eutre artistas alguna d
mer-cimenta e que o seu repertorio miiti va-
nado.
Desejamos que tuio assim s-ji.
A Beligtao E' cate o titulo de um nav-
jornal, org i da Igreja cithalici da Bihia e pu-
'olicado 8oO os ausp cos deS. Ere. Rvma. o Sr.
Arcebiapo D. Luiz A itonio doa Sintos-
Pnblica-se a uovo jornal semiaalmmte aos do-
mingos .
Agradecemos a remessa de um exeiuplar.
Phoiographia inuodcruaAbric s< ua
da Io do correte umi nova photographi co.n a
denominnelo acuna ra Io de Marco n. 7 de pro-
priedade da Sra. ermiua da Costa,
Visitando o novo estabdecimento agrai.au-nos
o acceio e orna neut icio que eucontramoa us sa-
las, naa cmaras e laboratorios, o que revela c o-
nhecunentos professionaes dos Srs. Joaquim Ca,-
nella3 e Menna aa Costa, ph .tigraphos e coopera-
dores da mesma photographia.
Com relacao aos trabaihos,sem ser moa professio-
naes, pareceu-nos eutretanto maito perfeitos e de
verdadeira semelhanca.
Ferimenlo graveH mtem pelas 9 horas
do da e noa manguea do Motocolomb. em Afoga-
los, na oecasiio em que se achivam cacando, oa
individuos de nome Aatonii Jos do Monte e mais
outr ., eucoutraram-se all com J .s, conhecida por
Z iza e comoanheiro, que, sem ou pir vontadj, ati-
raram oa direccio d'aquelles, que insultados cam
isso retribuirn! a qraca, resultando um tiroteio de
parte a partj, do quil sahio gravemente ferido o
iriin ir i destes individuos c o terceiro que foi de
leve aicancido pelos prejectis.
Monte foi recolhido aa H ispital P'dro II.
Heunlen sociaes lia hoje as sagain
tes :
Da Sociedada dos Artistas Mechanicos e Libe-
raee, em sua sede, pelas 6 horas da tarde, afim de
ter lugar a assembla geral do mez prximo pas-
sado. que deixou de funeconar por taita de nu-
mero, deveudo eata ter lagar com o numero qua
comparecer.
Do C-ntro Republicano, ao meio dia, na ra do
Imperador n. 77, Io andar, para deliberar sobre
uegacios urgentes.
Domingo:
Do Club Aoolicicoista D. Jas, em assembla
geral, s 10 b iraa da manhi, na sedeado Institu-
to Luterano Oliodense, para discusaio dos seus
estatutos.
Lurapio*A' 1 hora da manhi de hontem,
foi a eaaa u. 46 la ra da Alegra aasaltada por
lar..pios, que sabeodo naquelia noite nio haver
boin- na em casa, tentaram arrumbar as portas tra-
seiras. Acordados os vizinhos como barulbo co-
ine;.ram a apitar, ebegaudo algum tempo de-
pois diversos guardas cvicos, que penetrando
roo dita casa j nio encon raram mais vestigios
dos c jos, que tugiram pelo muro com a chegada
da po.icia.
Nio a primeira vez que isto acontece naquel
la ra, diz o nosso informante, e portan'o ser de
grande vantagem a collocacao de roada nio s
nella, eoaoa na ra Velba.
A lilulraro 'esta exceHente revista
do Portugal e do rfraail, recebemos hontem do Rio
de Janeiro, re uettido pelo Sr Jo de Mello, ge-
rente alli da filial da cas* editora David Corazzi
o n 7 do 4o anno.
Agradecemos. .
b-intem o 4 fasciculo do romunce qae, com o ti-
tulo cima, est a pisbliear-se mata cidade.
Exiate venda as livrarias Frauoeza Pari-
Io s-cretario Martina Ribeiro.
2* dito Araujo Sobrinbo.
.'Ju ditoDomingos de Souza Lela.
OradorJoa de Castro e Silva.
V'ce oradorAuisio Toi entino.
Thi'sour.'iroJos Agapita Maciel.
Em segu la foi nomeada urna commisaio com
posta dus consocios Agapito Maciel, Martins Ri-
beiro, C-iatcilo Branco o Pairo Machad o para tra-
tar.an da eoauaiemoraeia do Io auuiversario da
mesm i saciedade.
Macrobio L mos no Paiz. da corte:
to Meiidea fallecen uodia lti do corrente, na
fazenda do Sr. Francisco 'ioines de Assumpeia, o
preto A lio, que coatava 1 37 annoa de ida le.
L mbrava-se do tempo cm quat Vassouras uio
era senio um espesar, vaasoural.
.. Em l!20 Ad.'o j tiuha a cabrea al vejante!!!
ito dias antea de morrer deixou de trabalhar.
.. Oceupa va-ae cm tazer rocas, e at a hora da
mu te goaou de todas as facultades menes.
M oTeu de catando senil, n
K' equiilo Na meaiua foiha encontramos
a seguate noticia :
lia urna parochia do impe-io em que ha i'@
anuos nia ae faz eleieio e em que oa pevos se con-
ten mi com o ai 'sino juiz de paz sem o rabalho
le re legel-o todos oa qua tro annoa. Na i li e ro.
caso tio verla.l-iro que o cinta o A'
Silveras (S Paulo), e delle trata o expediente do
goveruo da provincia.
Nesa documento l-se o despacho de .'10 ic
M irco do corrate anuo cm qu- o Sr. presi
minia a cmara municipal de Jaooticabil, para
informar, um olficii .1 La ipoldmo Ferreira Lem
residen'.-em S. J se do Rio Preto, conaull i i
se os a:t;s pir elle praticadoana qiialidadc
juiz Je pus aa ou nio nulios, visto exercer aquel
le carg i, lia mtis de JU aun ?, sem ter sido re
to, e bem assim commuuican lo ni i se ter n i
la parochia realisado o uliatam n'i militar par
falta de a itoridade policial e de eleitores qu i pu-
dessem substituir o respectivo parocho.
" E caso digno de memoria este juiz de puz
com exercicia d- 20 anuos, por umi s eleieio, e
qu povo essencial-mente conservador o da sua pa-
rochia V! ..
Alavanca uaiversml -Soio a eoigraphe
VIotor contiuuo atbin09pherico ou alavanca uni-
versal transcreveu Uivao, de Ouro Preto, c
seguinte do Ctirmn$
1)- pcssoic uceitua-ia residente na freguezia
lo Sumidouro, d-ate municipio, recebemos com a
epigraphc cima, o seguinte :
Est em coustruceao u-,: fregaezia do Sumi-
douro, e quasi concluid i, a machina cuja titub
eneim i esti a o'ieia.
E' invengio do cidado braaileiro Rcgiaaldo
l'aea Barreta, e a sua fletara c auxiliada par urna
firma commercial d'aqui.
a Deve aer a ultima palavra sobre a invencio,
da qu.l a propria velha Europa estremecer quan-
do o seu inventor apreseutal- i uo publica.
.. Nio gastando comoustivcl de especie algu na,
de fcil movimenlo, e sua loica motriz substitu-3
o vapor. E pod-noo applicar-oe em todos os tra-
bi'hos de mar e trra, sua marcha pode ser gra-
duada l vontade do machinista sem receio de pe
riga.
Por cs:e invento. pnd-'-3C construir urna ma-
china da miiar forc e para qualquer mister.
us p g ia, foram preparadas uas fundicoes
de Ltmgraoer s Lemgruber, Casta Ferreira, na
corte, e Vunna. na Barra do Pinhy, sendo con-
struidas aqui as pecas mais importantes c nu.'
cousti'.uem O eegredo do invento. ..
Directora das obras de foaserva-
ciio dos portoBoletim meteorolgico do
iii 1 de Junho de 1SS7 :
y oraa
o s -a
s o fie
Barmetro a
Oo
Te asi
do vapor
9
a
"z
i
3
=.
ii m. 25 _2 7tJ2n>29i
9 2oS 7632"-
1-' 27oo 762m7l
3 t. 21'-i 76126
ii 2io'-2 76l">72
20.oo;
20,lil i
18,92.
18,92
17,04
84
77
68
5
6.
Temperatura mxima 8,2.
Dita mnima24,25.
Evapora?io em 21 horasao sol : 3i",2 ; som-
ora: 2J',9
Chura lll,3.
Direceao do vento : ^E todo o dia.
Velocidade media do vento : 3ra,25 por segundo,
sendo de 5n>.3ti das 9 horas as 3 da tarde.
Nebuiosidade inedia : U.57. j
Boletim do porto
5 I- -= s a o, Dia Huras Altura
P. M. M. P. M. B. vj. ldeJunho 0) 2 deJunho 1 8 da tarde 7 lo" i38 manhi 742 2,"oJ 0,'Ho 2,'i37 0,i63
sieuse. .
Tiro de emboscadaAnte-hontem pelas
Sobre este mssmo objecto se podem faser lieofs i horas da tarde e na oceajsiaw em qoe, pela ru*
deiUesKflectuar-se-hio:
Hoje :
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Im-
perador n. 14, de movis, relogios, machinas e
ferros cirurgieos.
Amaobl:
Pelo agente Pestaa, a 11 horas, na ra do
Vigario n. 12, d predios.
Pelo agente Britto, s 10 1'2 horas, rus Pedro
Alfonso n. 43, de movis e muitos outros objectos.
Hia*nM fnuelires.Serio celebradas :
hoje :
A'a8 horas, no convento de 8. Francisco, por
alma de Manoel Laareneo dos Santos ; s 8 ho-
ras, na matriz da Boa-Vista, par alms. de Joao
Dowsley Ju dor.
Amanhi :
A's 8 horas, na matriz do Corpa Santo, por al-
ma de Antoni i Pereira da .'unha ; s 7 1/2 hars
da manhi, no convento de --. Francisca, pela alma
de Carolina Baiilia de Gurgean Vie-aa; s 8
horas da manhi, na matriz de Santo Antonio,
pela alma de Alfredo de Aquino Fonseca ; ai i
i/2 horas, na matriz da Bo--Vista, pela alma de
Jubn Joseph Harding.
Segunda-feira :
A's 8 bo as, na ordem 3* de 8. h rancheo, pela
lma de D. Auna Ras de Albuquerque Leas.
^assageiros 'negados dos portas do su.
no vapor allemio Campias: ,..,.,
Dr Henruk Scben k, Augusto Coutinho. Alies
F. Cario fu Giovani, Guilherme de Souza Paquete
e Jos Antonio da Cmara.
Sabidos para a Europa no mesmo vflpoi :
Lniz Joa Gomes da Fonseca, Francisco Xavier
de Ca valho, Evaristo Antonio da Fonseca Lite.
Antonio Marques e H. N. Linis-o ,e.
wm Cbegados do saino vapor fraucez vmeae
Macei: .
Sexma Martina e Joaquina Jase Ramos.

(


Diario de PeraambacoScita-fcira 3 de Jiinho de 13S7
Amjlo de Mendlrldade O movimento
f88P estabelecimento de e*ridade, dorante mea
de Maio, foi o seguate :
Horneas Mulheres
Existima. 122.
Eutrtnm *
87 126
Sabiram 13 48
Existem 74 1U
as enfermaras :
Existen! Eutraram 82 7 45 7
39 52
Tieeram alta 8 8

31 44
F*l!ec ram 5 8
Existem :
N dormitorios 8 7
K*a enfermaras 86 86
74 114
Toal 188.
Escola de nsiruceao pr maria :
FU frecuentada poi 10 alumnos.
Caaa de DelenruMovimento dos pre-
so* da Casa de'Detei.clo do Recife ao da Io de
Jo ho :
Exiatism 346; entraram 13; sahirm 6; existem
363
A saber :
Naciooaes 323 ; mulheres 9 ; estraogeiros 12 ;
escravos sentenciados 3 ; dem procejsados i ;
dea de correceo 4.Total 353.
Arracondos 320
Bous 3J; doentes 20 Total 321.
Movimento da enfermara.
Te ve baixa :
>.....e: Joo du Nascimento.
Tiverain alta:
J.; J^o B^ptista.
Jos Castro da Silva.
Canudo Jos de Olivtira.
Lotera da Parahyba-Eio os uuoieros
ti- 3a .^teria da Parahyba em beneficio la Igreja
mi.triz e So-ata Casa da Misencirdia extrahida
ni 2 de JuhIi i.
4462 2'):000*00
3122 2:0ij()000
8&03 1:000/0/)
Estn premiados cumOJ/ :
1392 5655
Estao premiad s com 200/ :
2502 2894 6735 8800
Estao premiados com 100/ :
592 t79 1184 2281 2674 313i 4481 5383 7841
8084 9225 9583
Ssto premiados com 50/ :
175 52-i 1045 I5i7 2009 2o83 3353 4513 4622
1768 4867 488i 4911 6559 67^7 7003 7303 7650
7849 9909
pproxmscSes
44bl 125*000
4463 125/0J0
3121 10-000
3123 100/000
8502 40/1 0
8504 400 0
O nmeros de 4401 a 450') estilo premia le
cozn 15* xc-pto o da sorte graude.
Os nmeros de 3101 a 3200 est pr dadea
m 10/exeept) o da 2:000*.
T'idos os nmeros terminados em est i pre
oiadot c m 5* excepto o da sorte gran e.
A seguate lotera ser ex'rah a b ve-
meote.
Lotera da provincia -Terj f
do corrate, j 4 horas da tarde, se rah
6> loteras, em beneficio da Sauta Casa de Mise-
ricordia do Recife ', nj consistorio du igieja de
No! Seuhora da Couccico dos Militares.
N.. mesmo cousisrorio estarlo expistas as ur
..ue as espheras a apr- cisca di publico
Lotera da corteA 204 lotera da ei-
:e, pe n >vn pluno, eojo preinr. -runde ''... .
30:00-. 'i 1> :'. rente.
a* o:lhe" 's ;i"harn-SO vrnda na DraC-a da Ir.
. ^- udeucia iis. 37 e 3*.
Tambem acham-se venia ii Cas-: da Fc
t-.a ra Primeiro de Marco n. 23, de Martus
Finia & C.
l .t-raa do CiraoPara A lotera des'a
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
120:000/000, ser extrahida no di 4 de Ju
uno.
Bilhetcs venda na Casa do Ouro, ra do ii .-
rj da Victoria n. 40 de Joo Joaquina da Costa
Leire
T .iobem ach.:m-se venda na Casa da For-
tu .a ra Primeiro de Marco u. 23, de Martina
Fiuxa & C.
Lotera da provinciaA 6> lotera em
beneficio da Santa Casa de Mise icordia d Recife
ser -xtrabda no da 7 do crreme, s 4 horas da
t arde.
Os bilbet' s garantidos achum-s" venda na
Casa Felii na prca da Independencia us. 37
e 39.
Tambein achan se venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23 de Martis F.u-
za& C.
Lotera da ParahybaEstalo>ria cujo
pr- mo grande de 20:000*000 ser extrahida no
da de Junho 's 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Casa do Ouro
ra do Baro da Victoria o- 40 de Joo Joa-
qmm da Costa Lete.
A aorta de 2:000*000 desta lotera sabio no
n. 3.1 "2, que veio para esta provincia.
Lotera do Eupl Ito Santo -Esta lote-
ra cujo premio grande 6fJ:000*00, ser extra-
hida no da 3 do crrente.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da Foi -
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tombem acham-se venda na Casa Feliz na
pra(a da Independen? ia na. 37 e 30.
Lotera da provincia do Parana-
A 15 lotera desta provinca.pelo novo plan >, cu
o premio grande de 15:000*000, sa extrahir
no da 7 de M*io.
Bilhetes a vonda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco n. 23, de Martns Fiuia & C.
Lolerla de alagoowA 17 parte desta
|..trria, pelo novo plano, cujo premie grande
de {0:OJ0*0 X), ser extrahida no da 8 do cor-
r nte.
Os biluet.-a acham-se venda na Casa Feliz
praca Tambem acham-se venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Marco n. 23, Martius
e'iuza & C, e na Esmeralda, ra Larga do Ro-a
rio a. 24.
Mercado do fftlo de J neiiu
ULTIMA DATA 27 DE MAIO DE 1887
CAFE'
Continuou no dia 26, multo firme.
As vendas realisadas em 25 foram de 5,054 sac -
^hs com destino aos Estados-Uuidos.
O deposito era calculado no dia 26 em 6G,000
caceas e a existencia, at a o mcio-dia, as estra-
rias de ferro, er.i a segointe :
D. Pedro II 3.129
, _... (Porto Novo >20
LPllln Serrara 427
4,076
Ai citacoes tas as seguintes :
Qudidades Por 10 kilo
Lavado 8*850 a 10*210
Superior e fino Nominal.
I.* boa Nominal.
! regular 8*650 a 8*780
I ordinaria 8*440 a 8*58i>
i'U 8*100 a 8*310
_' ordinaria 7*560 a 7#90J
Capitana Nominal.
Ese ha 6*540 a 6*810
Veniie-ou-se que se tinham rrvenaid-< caf j
aiitigo da exportacoAmeric :u00,000 suecas
M eu=accadores que augmentamos boje aa exis-
. :< ia.
TELEGRAMM1
DA ASSOCLACO COMUEBCIAL PABA NEW-Y 11K
IxpU&ia em 26 de Maiode 1887, de manha)
Caf
'. i stencia verificada 66,000 saccas
.;:ir.-d.j no da 25 9,0>0
anidas em Santos 10,000
Vendas para os Est..dos-Unidos 5,0)0
lo Jo mercado Muito Irme.
[amblo Sobre Londres, particular 23 3/4
M por vapor 30 c. e 5 0/)
Presos :
:. iegular, 8*750 por 10 kilo ,
i>e*s e frete por vapor 203/4 c.por Ib.
M&, 8*.0Jpor 10 kilos, des-
.3 e frete por vapor 19 3/4c.p.rl .
B -tn ^oiumerctai
: AgOE8 OFFICIAE8 DA JOSTA DOS COK-
PLBLI4C0ES A PElO
Batra iis Jangada
O abaixo assgnado, n--ooiautP, eleitor do 9.
circulo e morador em Barra do Jangada, tendo
vito ua nomeacao no Diario de Pernambuco de
S}6 de Maio do correte anuo, como 1 supplente
de subdelegado deste districto, vern pelas colum-
nas do mesmo Diurii dizer qu agradece a leir.-
branc i e a curiosidad que teve este caval'eiro de
industria, e para que uao sej i preciso Vs. S.
Nisaarem ttulos e estes serein perdida*, autece-
deutemente publico que, em quant j a cargo de au
tori-iade policial, nao ( ecupo lagar uenhutn que me
uomeem, por jue nao qu. ro servir de lisura de pa
p lo, como teuho visto proceder ueste lugar
tanto mais quaoto aautoridide nfto tem garanta
como aqoi se tem procedide, qu> d. s le Agosto do
auno preximo passado mutaram o destacamento,
e con-erva-s- ama casi como qu-.-te! pira o g>-
verno pagar este trihuto ; mas como nao eutendo
doto, declaro, portanto, que sr.n incapaz de acui-
tar o lugar qn- est'' promovedor deu u-eu mme
para ser pr. cedi la esta nomeacao, pelo queme
p.irece aiuda ser mii tolo do que eu, e se tem a
lucrar alguma cousa, anda mais di pressa perdeu.
Embora niio possa sa er quem fo> este caVillei
ro, para melbor ihe agradecer, conforme sua leui
braoca, comtudo nada suu para este rim, e uo
me presto ao indigno que deu raeu norne, parece,
pois, que me na. conbece.
Barra do Jangada, 1- de Junho de 1887.
joaquim Lopes da Silva.
'ii remedio <.;! at luhroio
SI
Aii.n! chegou a descobrir-se na essencia con
centrada de um proluct-j vegetal, umeffie.z re-
medio positivo, contra todas as ent-rmidales pre-
cursoras da tysiea. A arvore dt sn le, pois, que
assim v.-roadeirain"nte que se UeVe chamar, da
qnal se xtrahe e3te iuestiujavel thesouro, a ana
cabuita du Mxico, e o Peiloral de Anacahuita,
fr^ja a preciosa eomp 8; i que alc>uc< aempre a
victoria sobre as eufermi ladea inimigas dos orgos
da respiraco. Jamis houve remedio alguj que
se fuesse dentro em tao piuco tempo tao universal
ni ute popular.
Os gratos testemuahos dos coravoes agradecidos
ju padec-rnm de *oS6es, esquinencias, rouqurla ,
iiiflamioaca > do peito, brouchitea, asthina, catar
ihoa, eonstipacoes, ly.-ica, etc., se recebem cada
da aos c> iitenares, de todas as partes do mundo.
Como oauamtia centra as filsificaeoes, observe-
ne b-m que os nomes de Laaman i. Kemp venhim
estampadla e;o I.tiras transparentes dj pap'l do
livrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene ntra se venda em todas as pbarmacias (
drogaras.
Agentes em P rnambuco, H-ary Forster i C
ra ao C.'iii-iiei'ciu u. 8.
Em bomenageni verdade
Aeonfecimeutus se d.io na vida humana que
eumuuautf relativos a um so individuo, nteres -
sam, tedavia a todos, em geral
Nesta ordem de tactos, est ndubitavelmeute
a Istricto o da conservaco da vida, itto da vida
eein sade.
Ha quem diga, de si para si, que a nica con
viccao firme aquella que se fauda as prov.iS
qae cada un adqnire pessoalmente e nao aquella
que se truusmitte ao individuo por tactos que se
do com outrem. Ma easa assercao, aubre nao
ser mais ao que um paradoxo uacceitavet, e mais
do que isso, pois significa a expresso mais anti-
P .tinca do egosmo.
t*ois justo e admissivel qu a acreditemos
em nos mesmos ? Pois nao haver, n'aquelles
que nos rodeiam, pessoas que merceain tanta cou-
tianca como a que temos no que experimentamos
ou no qu! presenciamos ?
Aquclles que lerem estas linhas, far nos-ho a
justicH de crtr na sineeridade d'ellas ; nao as-
sim?
Pafa ah est a respo-ta mais lgica aos argu-
mentos capciosos dos q\x alo er m nos eloqaen-
tes attestudos passados em fa or dos prodigiosos
effeitos do Peitoral de Cambar, preparaco cujas
materias componentes nao sao, em nada, nocivas
sade e, alrn disso, permttem que esse reme-
dio seja o preferido pelas senhoras, creancas e
pessoas de paladar delicade.
Em homenagem verdade, pois, rigoroso dever
de qoem, como nos, sabe das innmeras curas
produzidas pelo Peitoral de Cambar, apressar-se
a fazer publicas essas mesmas curas, afino de, com
isso, prestar relevante ervic- a humanidad*.
A voz da verdade.
Recife, 11 de Abril de 1887.
ubi particular
Curso completo de primeiras lettras para
arabos os sexos (em salas separadas) com
prebndenlo trabalhos de agulha para o
sexo ferainino, os preparatorios do novo
programla para o masculino.
Ra ViSMonde de Albuquorqae, n. -6.
Clnica medico-cirurgicH
DO
Dr. Fernandes Barros
Medico aggregado ao hospital
Pedro II
Cousult s de 1 s 3 horas da tarde, ra do
Bom J> sus (unti-ra d& Cruz) u. 30 Residencia
ru.i da Aurora n. 127 .
Telephone n. 450
EDITAES
Dr. (i Leta
UetSIco. parleiru e operador
Haadencia ra Baro da Victoria n. 15, 1 andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas tarde.
Attende para os chamados a qualquer hor
tiiephone n. 44?-
Ciiaicamctlico clparc:t
DO
Dr, Alfredo Gaspar
sp: :. i i > i: .'sftJi, a ute ii l:i;ii.ai e
rrlanc.'li.
Resi iencia Ra da Imperutriz n '4, segundo
nn lar.
i i
i'
ii
(i
i
I
Ur. Barreto Sampaio, medico ocu-
luta, ei-chefe de clnica do Dr. de
vVeeker, ii eousultas de :neio dia s
boras da tarde, no 1." andar da casa
n. 51 ra do Bnro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Kesidencia ra Sute de Setembro n.
3-1 Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Advocad .*
2- o v\ vil e ecclesias(ieo)
Ba^harel Antonio d: L-llis e Sonza
! Pont- .
Ruado ImpKrwlor n. '07 1.- andar.
Externat
DO ITER.NACIOSAL :
H0 do vista
Londres....... 21 7/8 21 5/8
Pars........ 4o5 43
Italia........ 530 439
Hamburg....... 519 544
Portugal...... 243 245
New York...... 2*310
Do London Bank :
90 d/v vista
Londies ....
r'aris.....
Italia.....
Hamburgo .
Portugal ...
New-York .
Do Ekglisu Bank :
Londres.......
Pars........
Italia........
llamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principes cidadts de Portu-
g111........
liba dos AcoreB .
liba da Madcira .
New York......
21 7/8
435
539
243
2 5/8
439
439
544
245
2*310
Fraudis Aoglais
19 Roa do Hospicio 10
L'eoseignem^nt conoprend ;
L- por'.ug is, la leclur", la cilligraphie,
l'nritlunetique, l'histoire Siinte, la geogra-
ubie, l'histoire, tous les travaux d'aiguille,
Is francais et Tang s th"orique et pra:i
Leyor.s parlioulir.'S de francais et d'an-
glais. Ou recoit das 11'2 pensiona lires
4dvogado c professor de linguas
O bacharel Eiuardo Alfredo de Oliveira tem
ib rt. i o sen eg.riplorio de advogad) ra Io de
Marco ii. 4, onde tambem pode ser procurado para
iccionar o ingles, fr^ncez e ailemao, pratica e
theoricamente, nos collegios e easas de familia.
Tambem para a comincdidade dos estudaotes
e empreados do commereio, resolveu abrir um
curso necturno das ditas linguas. A tratar no
eseriptorio cima referido.
bre do anno passado, da eompauhia Gbeat Wbs
TEKN OF B&AZIL AILWAT.
' no eseriptorio central da companhia, das 10
boras s 3 da tarde, que se efl'ec.ua o pagamen'.o
Enlradas de assncar e ni;ni.i"
ME2 DB MAIO
00 djv vista
21 7/8
435
5"9
Vi
21 5/8
439
439
544
24
250
253
250
2*310
fiect/e
RECTORES
2 de Junho de 1887
no sobre o Rio Grande do Sal, 60 djv. com
-' 0(0 de descont.
o tsjbra Lwnlres. 90 d|v. 22 d. por 1*000,
do banco.
Uito sobre dito, vista, 21 3/4 d. por 1*000, do
banco,
lambo sobre Lisboa e Porto, 90 d/v. 140 0i0 de
premio, particular.
O preaiueutt,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario.
Eduardo Dubeux.
Moviasjento llamarlo
ascira, 2 di johho db 1887
baocos mantiveram anda no balco a taxa
de 21 7/8 d, conforme as tabellas seguintes :
Herrado de a**ucar e algodio
BECIFE, X DE JUNHO OE 1&87
Asmcar
Os procos, pagos ao agricul'or, continuam a re-
gular por 15 kiiOB, aos aigarismo3 seguintes :
Branco 3. superior 2*300 a 2*500
- 3. boa ... 1*91 K) a 2*200
3. regular 1*700 a 1*9)0
4.-- sorte .... 1*500 a 1*700
So'oenos...... 1*30J a 1*500
'I ;o.vado..... 1*100 a 1*200
Bruto....... *90J a 1*000
Uerame...... *700 a *9.
O mximo dos procos e.qui notados prevalecem
somente para os assncares queja silo raros ent'a
rcm uo mercado, e o mnimo para oa que pieseate-
.o ule eatram ao mercado, p. r aerem em g ral de
m qualidade.
Alyodo
Foi otado o de Pernambuco e boas proceden-
cias, em trra, a 7*000 por 15 koa.
Ilii dendoia
Estilo send' pagos os seguintes :
O 1. do Basco db Cbbdito Keal, razio de 4*
por accao ou 10 O/0 do valor realizado de cada
urna.
O pagamento faz-^e aa sede do banco, das 10
boras da manh s 4 horas da tarde dos das
uteis.
O 78.a da Companhia do Bebebibe, na p'oporco
de 5*000 por accao oa 10 0/0.
Os interessados devem ir ao eseriptorio da com-
panhia, das 10 horas da manh 1 da tarde, aos
sabbados-
A 16.* distribuiclo das cau'ellas de juros cor-
respondentes ao semestre fiado em 31 de Dexem-
Barcacas.....
Vapores.....
Estrada de ferro de Ca
ruar .
Inimaas .
Estrada de trro de S.
Praneisc; .
Estraa de ferro de Li-
mo iro.....
1 30
1 4 30
1 30

'-2 *
> 8
38.747
4.503
1 30 2.998
1 30
1 30
44.874
2.522
93.614
2.637
2.971
40
6.667
3.16J
2.482
17 966
* eccao -Secretarla da presiden
ela de Pernambuco eaa ?5 de Molo
de 18S*.
Por i ata secretaria se faz publico, de coctormi
dade com o art. 157 do reglamet > aonexo ao
decreto n. 9,420, de 28 de Abril de 1885, o edital
abairo transcripto pondo em concurso com o pra
o de 60 dias, os officios de lubelli4c do publi-
co, judicial e notas e escrivo de orpbSos, capel-
las e residuos e 2o tabelliao do publico, judicial e
notas e escrivo do crmr, civel e execucoes ci-
veis, e os de partidor e contador e partidor e dis-
tribuidor do teimo de S. Jos do Egypto.
Pedro Francisco C irreia de Oliveira.
EDITAL
O Dr. Argemiro Martiniano da Cunha Galvo
juiz municipal e de orpbos dos termos reuni-
dos de Afogados de Iogazeira, e S. Jos do
Eujptoda provincia de Pernambuco, por S. M.
I. e C. o sr. D. Pedro II a quem Deja guarde.
ete.
Faz saber aes que o presente elital virem, n >
d'elle noticia ttverem, que nao se teado habilite^
do na fotma do regulamento anuexo ao dec eto n.
9,420, de 28 de Abril de 1885, os cidados Manuel
Joaquim de Souza eco e Autor.ii de Qu--iroz
Lime, pretende tes aos otficios de 1 tabelliao do
pubiic i, judicial e notas e etcrivSu de orihos, ca
pellas e residuos do termo de S. Jo do Egypto,
conforme o declarou o aviso do Ministerio da Jus
tica de 16 de Dezembro ultim-i, s acham uova-
meute em concurso com o prazo de 60 dias, a
contar d'esta data, na i .- ue referidos offi-ios do
1 tabellii do publico, judioial e notas e escrivo
de orphaos, capeilas residuos, como os de 2 a-
b llies do publico, ju lieial e notas e escrivo de
crime, civel e execucoes cives, e os de partidor
f contador e partidor e distiibuidor do mesmo
municipio, aos quaes nao apjarecu pretendente
a'gum nos pfiineir>s c mcursos e que foram crea-
do- aqu-llcs, p-lo decreto de 30 de Janeiro de
1834, e estes p^la lei provincial u. 504, de 29 de
Maio Je 1864, que assim determinam :
A regencia permanente, em nouie do Imperador
o Sr D. Pedro II. Ha por bem d< terminar em aui-
pacao ao decreto do 1 de Marco do anuo passa
lo, que em cada urna das villas referidas hajam
doas tabellics do publico, judicial e notas, ser
viudo o 1" de escrivo de orph-os e dos residuos
e capellae ; e o 2o do escrivo ia3 execuy s ci-
veis e crimea (d(-creto de 1834; Art. 1 Ficam
creados em t >dos os termos da proviucia dous lu-
gares de partidores, um dos qu'.eb accumular as
funerjo s de distribuidor, nos termos ein que bou-
ver distribuirn e o outro as de contador, salvu
o direito adquerido pelos actuaen prnprietarios.
(Li provincial u. 504)
Os pret-uaentes deverao apresentar no referido
prazo suaspeticorS instruidas os termos do art.
14 g Io lo decreto n 817 de 30 le Agosto de 1851,
combinado cun o art. 3o do decreto,n 4,668 de 5
de Janeiro d- 18/1. 11 do decreto n. 8,276 de 16
de Ou:ubrode 1881, 8,52 de 13 de Maio de 1882,
decreto n. 9,420 citado e aviso do Minutero da
Justica de 29 le Julh > de 1881.
E para qu- chegue a noticia a tndos miu ..o
passar n prjsenfe e.li'a que ser>i ntxado nos iu-
Kares do uostume desta villa e di d' S. Jos do
E_:yp' r inetteudo se cuoia a pr. side.icla da
piovincia que maular pnb'icar p-l mpr nsa.
Dado e passado i-e-ta villa d s Acogidos ue
Iogazeira u .8 5 d Maio de 18S7En, Miguel de
Q leiroz Ainaral, escrivo que .> eacr-v Arg
miro M irtiui uio da Ciinlia Jnlvo s: conf.r
me.Oescriv', Migul de Q i 'roz Amaral.
Juizo municipul e de orpho I 3 ferm ^s r-u lidos
de Af igados de Ingazeira e S. ."o.i do Eypto,
5 le Maio de 1887.
escrivo Napcleao Beuico de Nasciioeuto,
qu serve no term.de 8. J >- di Egypto, em
cumprimeuto a presente, f ;.;i aixa pelo p irteiri
dos auditorios sem per-ia d-- teirpo o incluso edi-
tal pou lo em Coucurs diversos otlicios dejustic-
d'aquelle termo, remetteudo com urgeucia a este
juiso a competente ce, tila i.
Cooipra. Era u' supra. Arg-miro Martiniauu
da Cunha Galvo.
Eu Daniel Jos de Almeida, oflicial de justica do
juizo municipal de 8. Jos do Ej.-y.ito e portel-
ro do auJiorio por nome cao U^ai ete.
Certifico que nesta data albsci u- p i ta da gre-
ja matriz de S. Jos do Egypto o edital do Dr.
j nz iiiui.ii-'i) .1 e de orphos dos teroos reunidos
de Afogadi s de Iug-zcira e S. Jos do Egypto, de
5 de Maio corrate, poudo em concurso os ofEcios
de Io e 2* iab-llio e aleles e de partiaor e dis-
tribuidor e partidor e contalor deste mesmo mu-
hicil ).
l)ou f. Villa de S. Jos do Egypto, 9 de Mam
de 1S87. O orfie.al e porteiro, Daniel Jos de
Almeida.
Eu Bcllarmiuo Ramos de S iwa, official de Justi-
na do juizo municipal de Afogados de Ingazei-
ra e porteiro dos'.uditorios p ir uomcaco legal.
C riifico qu-j nesta data affix i o edital do Dr.
juii muueipat deste termo de do corrate, (.on-
d i em concurso os iffi rios de Io e 2o Ubellies e
ainiexot e de partidor e ona 1er e partidor e dis-
tribuidor do municipio ue 8 Jo: do E;ypto.
Dou f. Afogados, 5 de Mam de 1887.O offi
cial e porteirc, B ilarmino Kainos de 8ouza.
oVleiuoriui
A Companhia de Edificaco est faxendo o re
cnlhimento da 7.' prestaco de. aeu capital social,
na razo de 10 0/) do valor das respectivas ac-
e5es, o qual deyer realizar-se at o dia 14 do cor-
reute.
Em assembla geral extraordinaria, reunem-se
no dia 8 do corrente, s 12 horas, os accionistas
da Compauia de Edificaco, aliin de discut tem e
approvarem e trabalho da commsso oomeada
para a reforma dos estatutos.
A assvmblca s funceionar com a presenca de
accionistas que representem, pelo menos, dous ter-
cos do capital social
No dia 6 do corrente termina o prazo para en-
trada da segunda p'estaeao das acedes ltima-
mente emittua.s pela Companhia do Bf.bebibe.
O recolhiment de Notas Dilaceradas do The-
souro, faz-se na Thesoubabia de Fazenda, nai ter- '
cas e sextJis-fcira, das 10 ai 12 horas da manh.
As notas do Tbeaouro de 2*000 da 5. estampa,
5*000 da 7. e 10*000 da 6., sero substituidas
na Thesoubaria de Fazenda at o fim do mes de ,
Junbo com o descont de 2 O/0, o qual ser eleva- J
do a 4 0/0 a cootar do 1." de Julbo a 30 de Ci-
zembro do corrente anno.
Pauta da Alfanuega
SEMANA DE 3(1 DE MAIO A 4 DE JUNHO DB 1887
Assucar brauco (kilo)
Assucar mascavado (kilo)
Aicool (litroj
Arroz com casca (kilo)
Algodo (kiloy
Assucar refinado (kilo)
Borracha (kilo)
Couros seceos salgados (kilo)
Couros verdea (kilo)
Cacao (kilo)
Cachaca (litro)
Caf bom (kilo) \
Cafrestoibo (kilo)
Carnauba (kilo)
126
066
218
65
400
145
1*066
600
270
400
077
460
320
366
Cancos de alrodo (kilo; 014
Carvo de pedra de Cardifl (toi.) 16*000
Coaros seceos erpishados (kilo; 585
Fariuha de mandioca (litro) 35
Fumo rcstjdij em rolo (kilo) 4 Fumo resto!h; em lata (kil <) b^0
Fum-i Dom (kilo) 720
Fumo em folha ordinario (kilo) 400
Gcnebra (litro) 200
Me! (litro) 040
Milo (kilo) 040
Taboados de amirello (duzia) lOOO'JO
luiporta?o
Lugre americano Liuis Ehrmnn, entrado de
Biltinore, em 1 de Junho e consignado a H. nry
F^rs:er db C, manifestou :
Brej '0) barricas.
Farinba d< trigo 3:662 barricas aos consigna-
tarios.
Exportaco
BKCIFB, 2 DE JCSHO OE 1887
Para o exterior
= Na barca ingleza J. t. D., carr.'gou :
Para Liverpool, C. P. de Lemos 100,000 kilos
de carocos de algodo.
No vapor trancez ViUe de Macei, carre-
gou :
Para o Havre, Bouquayrol Freres 1 caixa com
34 kilos de raz de ipecacuanha.
Na barca ingiera J-.va Lyneh, carrega-
ram :
Para New-York, H. Forster & C. 5,404 saceos
com 4('o,300 kilos de assucar mascavado ; J. M.
Das 2,000 saceos com 150,000 kilos de assucar
mascavado.
No lugar portugus Hersilia, carregaram:
Para o Porto, J. S. Loyo Filho 1,000 saceos
com 75,000 kilos de assucar mascavado.
i'ara Lisboa, M. Amor im 1 barril com 96 litros
de agurdente.
Pora o interior
No vapor nacional Sergipe carregou :
Para Babia, F. A. de AzeVcdo 150 barricas com
17,660 kilos de assucar branco.
Nj hiato nacional Camelia, carregaram :
Para Maco, F. de h-.uza Martina 5 barricas
com 586 kilos de assucar branco ; F. Lauria 2
barricas com 180 kilos de assucar brauco.
rVaviOM A carga
Esto sendo descachados os seguintes :
Barca ingleza J. B. D., carocas de algodo, pa-
ra Liverpool.
Barca uorueguenae or, algodo, para o Havre.
Barca ingleza Prtntff Arthur, assucar e algodo,
para Liverpool.
Lugar portuguez Hersili, couros e outros arti-
gos, para Lisboa e Porto.
Patacho nacional Alaria Augusta, assucar, para
Montevideo.
Lugar inglez Eva Linch, assucar, para os Esta-
dos-Unidos.
Vapor trance Ville de Macei, assucar e couros,
para o Havre.
Vapor iogiez Neto, algodo, par o Bltico.
Vapor inglez Cearense ( chegar), algodo, para
Liverpool.
Navios a descarga
Barca norueguense Stanley, vorios gneros.
Parea nacional Mimosa, xarque.
Lugar ailemao Gazelle, trigo.
ADMI NISTRACAO DOS CORJftEIOS DE PER-
NAMBUCO, 31 DE M iIO DE 1887
Rdacao da correspondencia registrada (sem
valor) que existe nesta reparticao, por
ncLo terem sido encontrados seus destina-
tarios.
Amelia G- iston Valejo Augelin.
A'int-i, italiano.
augusto Ca.aleante.
Alberto Hioiz.
Aruald i Noviz.
Alfredo P. Camello Pessoa (2).
Almand Chumuach (2).
Antonio Cecilio dos S-.nfos.
Antonia Joaquina do Espirito Santo.
Antonio Joaquim de Oliveira.
- uto',i Rodrigues Braga.
Balbina Francisca doi Santos.
Barbosa & Santi s.
Coruelio Evangelista de Queiroz.
Cornelio E. de Queiroz.
Cecilio Lopes Pereita.
Fabio do Amaral da SI. a Ftij
Florentino Fernandes Teix-ira;
Fortunato G-irdu-re.
t'eiiciauo Jos Henrique8.
Francisco Au'oni > dos Santos (2)
Francisco da Cunha Be'tro.
Francisco Cordeiro de Miranda.
Francii-co Domingues Ribeiro Vianna.
Franuicco Jo- Kernandes.
Francisco Maraobo d'i Albuquerque.
Francioco Moreira Fragoa >.
Francisco Teixeira de Mello.
Francisco The'.philo da Rocha.
GuilhermiuM Mara da tonceico
H. rraenegdo Eduardo Reg Mooteiro.
Justiniano Cesar Jacobina Vieira.
Jorg Ferreira de Oliveira Guimaraes.
Juvencio Francisco da Trindede Gaya.
Joaquina Mara J > E.-pirito Santo.
Joaquim Jos de Campos.
Joaquim X.vier de Moraes Anirade.
Joo Alfredo liamos da Silveira.
Joo Alexandrino da Silva Montera.
Joo I lauro- Coelho.
J.s Aecijly Cavalcanfe de A burjnerqne.
Jus Joaquim Ferreira.
Jos LibaniO da Silva.
Jos Kico d-- S ,aza.
Jos da Silva Pe.reira.
Luiz Antonio d>s Sintos Pereira.
Maria omes.
Marcolino Alves de M ura.
Manoel Beneiicto lo Espirito Santo.
Vlanoel da Costa F -rnaiiJcs.
Manoel da Costa Braga.
Manot-I Caetano Pon'es.
Manoel Jo= Carueiro.
Dr. Pedro Jorg oe Sonza.
R.iyiaund i Le.l Cast.. lio Brauco (2).
l'nulino T..rres 'Jacaleante.
Silvena Maria de Aranj L ma.
Teiemaco T iiorio de Albuquerque.
P. 1. BaStOS
Minb lina Maria Nanea de .-".tula.
Vicente BarroaO do N.
W Cillius.
O 1" fficial.
iJiodato Piulo dos Suidos.
DO
SS. SftcranirtKto d > Stc-
dia 27 de Junho prximo futuro para o recebmen-
to de propostas de particulares que durante o pr-
ximo semestre do exercicio de 1887 a 1888. quei-
lam fazer or contracto o servico de conduco
de malas terrestres, para o interior da provincia
partindo desta reparticao, para :
Nossa Senhora do O de Goyanna,passando
por Iguarassu', Geyanna, d- 3 em 3 dias.
S. Bento,-passande por Cb Grande, Gravat,
Bez rros, Caruaru' Kiacho-Doce, S. Caetano da
Raposa, Bello Jardiin. de 4 em 4 dias.
S. Jos da Coia Grande, passande por Ipo-
juca, Serinhem, Rio Fermoso, Tamandar, Una,
Bar reros, de 4 em 4 dias.
Jatob em Tscaratu',passaodo por Pesqueira,
Alaginhas, Pedra de Buiqne, Taearatu', de 4
em 4 dias.
Alagoa de Baxo,paseando por Bouito, Bebe-
daure, A tuho, Pesqueira, Cimbres, Olho d'Agua
dos BieJos. de 4 em 4 lias.
L-opoldinapaseando por S. Jos do Egypto,
Ingazeir, Afogados de Iogazeira, Flores, Trium
pho, Villa Bella, 8. Josdo Bello Monte, de 5 em 5
das.
S. Vicente,paseando por Alaga Secsa, AI-
lianca, Viceucia, Cruangy, Timbauba, d: 1 era 4
dias.
Bieji.passaodo p r Pedra Tapad, Bom-Jar-
dim, Vert-utes, Taquaretiuga, Santa Cruz, de 4
em 4 das.
Pairolina,paseando por Santo Antoaio do Ta-
ra. Flo'-sta, Cabrob, Boa Vista, de 5 em 5 dias.
Sertoznha, paseando por Palmares, Villa,
Anua Preta, CampuS-Fnoe, de 4 em 4 dias.
Uaranhun ,passanlo p .r Bi lm de Mara, La-
ga dos Gatos, Panel las, Jurtiua, ie 4 em 4 dia3.
Itamb,passando por Iguarassu', Goy,.nna,
de 3 em 3 ilias,
Aguas-Bcllas,pi-s .n U, por Palmeiras de G:i-
ranhuns, Correutes, Bom-Couselh c 1 in 4
das.
Ouncur/, paeeando por Jatob do Biejo, Sal
gueiro, Granito, Exu', de 5 em *> dias.
As propostas devein ser presentadas at s 3
horas da tarde do dia marcado, em cuitas fecha-
das, por duplica.:., com discriinim c;!o dos precos
do servici de cada buha de correio, bastando
que urna va sejs sellada, porm ambas hs-
signarlas pe ,s proponentes e seos fiadores. Nao
serao tomadas pin cunsideraclo sa prop tss cin
que fr lisaio o preCJ de mais de unta hnba
eiiglooadameQte.
Tero preferencia as propostus ma3 vnntajo-
s:-.>. in precos e auejment .8 de viageus.
Admimstraco dos Corrcios de Pernambuco, 27
de Maio de 1897.
Affcn.10 do Reijo Barros.
Companhia de edificado
Cemmunica-se aos Srs. accionistas, que por de-
lber ico da directora, f .i resolvido orecoiliimento
oa 1' prest..ca do ce.pital bochI na rnzo do 10
jC eeito do Valor di.s respectivas accoes, a qusl
riever realisnr-se at o dia 14 de Junho prximo
futuro na sede du companhia a la.go oe Pedro I
a. 77.
R-cife 14 de Maio de 1887.
Gustavo Anttmes,
Director secretario.
Ei'BiToTliTrjiirL1
LirM
cite
De oid uios para compare -erein em o nosso consirt .ri i
dominio 5 do com nte, .- 11 horas da m.iih,
u de r iced-r so a el-icio de nov..s funecioua-
nos que rao de dirigir os negocie Jesta innan-
n i-- durante -i ni i e impiomiual de 1887 a 15;8.
tt-cif', 2 de Junbo de 1887.
O cscrivi,
Joauuim Alves da Fons ca.
Halrz lc Sanio Antonio
Veneravel irmandade d *. Sacro
nenio
De conftrmidade nora as disuosicocs de compro-
misso convido aos irmaos desta veu.-ravcl irmau
dad a c mparecer-m uo respectivo consistorio, s
11 u .ras da manh uo da 5 do correte, para o
Hin de proceders* eleicao da mesa regedora
jue ha de diriirir ,. irmaulade no unno compro-
misaal de 1887 1888.
Consistorio, 2 de Junho de 1887.
O escrivo,
Hcnrique C. B-irreto de Almeida
orrio fieral
Arrematavo dos transportes de
malas terrestres
O administrador cumprindo as circulares da di-
rectora geral des corrcios ue 17 de Fevereiro e 7
de Marco ultimo, faz pubiic que tica marcado o
Lugar nacional MariuJio VIL xarque.
Palhabote americano Lwiz Elirman, fariuln de
trigo
Patacho nacional 8". Bartholomei, xarque.
Patacho nacional joven Crrela, xarque.
Patacho nacional Rival, xarque.
Vapor ingles Uerchant, varios gneros.
Vapor nacional Jacuhype, varios gneros.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
Ulnbelro
O va.or allemo Campias tronxe do Ro de Ja-
neiro para :
Banco Internacin!. 1 ,.,!
Ilem dem ro0:0(X)$000
O vapor trances Vdle de Mcete trouxe do
io de Janeiro para :
Manoel Teixeira C. 2=000/000
Slendiuieaos pblicos
Capital do B.:n -o....... 1.00.0C0
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,000'
A cantar desta data e at ult-rior reso-
liiyd, conceder-sc-lia juros de dius por
cento ao anno, sobre os sal ios de dinhero
itpositado ero conta correte de loviuien-
to no mesni) Ii n -n.
Recebe-si" t .mbe n diuheiro ein deposito
a juros p r parilos deterroiaados, ou su-
jeito ao avise pivio de trinta di^s para ser
retira lo, mediante as condijo-s c que se
di-r Conhecimento aos i teressados.
Pernaiocueo, 2o de Maio de 1887.
Henry K, Gregory,
Gerente.
i>.siiiit>it-i geral extraordinaria
Sao convid*do4 os Srs. accionistas da Compa-
nhia de Edificaco areju Junho praximo tuturo ao raeio da na sede da so-
eiedade, largo ae Pedro II n. 77 1" andar, para,
em assembla geral dkcutirein e approvarem e
trabalho da commsso oomeada pira a reforma
dos estatutos.
A assenibl.i s o julgar constituida cera a
presenta de accionistas que representem dous ter-
cos do capital social na forma do art 65 do de-
creto n. 8,821 de 30 de Dezembro de 1882.
Recife, 24 de Maio de 1P87.
Gustavo Antunes,
Director secretario.
54/000
204o40
221/320
425/960
Beoda geral :
I) 1
dem e 2
MEZ DE JL'XUO
tfandega
15:73ttil8
o7.753i810
Renda provincial :
Oe 1 AOlUOo
dem de 2 2:7u9.061
4.490428
6:1101370
Recebedoria geral
De 1
dem lie 2
49-e0)798
613287
2:182/602
2:7y5789
Recebedoria ootnciat
.,. i 1:814/163
Idnnd,,2 .->iaon
4.728/179
Lfratnage
dem
142c80
111/981
254/561
Herrado filunlcipal de S.
O movimento deste Mercarle, uo dia 2 de Junho
foi o seguate:
Entraram : '
42 bois pesando 7,015 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro, 31 ditos de 1 qualidade. e 11
ditos particulares.
272 kilos de peixe a 20 rii a/440
64 cargas de farinha a 200 ris 12/800
20 ditas de fructas diversas a 300 rs. 6/000
16 taboleiros a 200 ris 3/200
12 Sainos a 200 ris 2/400
Foram oceupados :
25 columuas a 600 rii 15/000
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11/000
22 ditos de comida a 500 ris 11/000
88 ditos de legumes a 400 ris 35/20C
18 ditos de suioo a 700 ris 12/600
10 ditos de tressuras a 600 rii 6/000
10 tainos a 2/ 20*01*
10 ditos a 1/ 10/090
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos a 1/
tive ter sido arrecadada oestes dins
a quautia de
eudimeuto do dia 1"
Foi arrecadado liquido at heje
Precos do dia :
Carne verde de 28 I a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Sumos de 56U a 640 ris ideus.
Farinha de 200 a 240 ris a cuia-
Milho de 26') a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1/200 idem.
aiailmrii Publico
Foram abaticas uc Matad..uro da Cabanga 93
rezes para o connumo do dia 2 de Junho.
. Sendo : 67 rezes pertencente a Oliveira Castro,
e C, ~e 26 a diversos.
Vaporen e navios esperado*
VAPORES
Cearense -de New-York hoje.
Girondeda Europa boje.
Parado norte hoje.
Aconcaguada Europa amanh.
Marqa-z de Caxiasdo sul auoanha.
Vilie de Babiado Havre a 6. I
Pernam'iucodo sul a 6.
Nl!e do su! a 6
A rundodo Kio Grande do Sul a 8.
Oratorde Liverpool a 9
Aymor-o sul a 10.
Tamar -da Europa a 10.
Adiancado sul a 11.
Espirite Santodo norte a 13.
Advaoccde New-Port-News a 14.
Mondegodo sul a 17.
Equateurdo sul a 19.
Cearie Hamburgo a 21.
ecbcyde Fiume a 22.
Mauosdo norte a 23.
Nevada Europa a 24.
Parado sul a 27.
l\gusdo sul a 29.
SAVI06
ArmiJade Londres.
Anne Mari, do Kio Grande do Sui.
Christian Elisabethic Cardiff.
Camoesdo Porto.
Elysado Porto.
Erutede Hamburgo.
Golden Fieecede Tena Nova.
Guadianade Lisboa.
Katalinu ie Terra Nova.
Leanderde Terra Nova.
Mirnho IX-do Rio Grande do Sul.
Meto. Sophide Hamburgo.
HoviinenCo do porto
Navios entrados no dia 2
Santos e escala-9 dias, vapor allemo Campi-
as de 1634 toneladas, commandante A-Bircit,
equipspem 47, carga varios|generos ; a Borstel-
man 4 C. f aVle de
" Mace."STl touelldas, commandante E.
Pan^hevre, equ.p.gem 42, carga vanos gene-
ros : a Augaste Labi'le.
Navio sahido no mesmo ata
Hambur e escala-vapor ailemao Campias,'
commandante A. Birck, carga vanos gneros.

>
lflffl 1


*
Diario de PcmaiubucoSe.\ta-fcira 3 de Jnnho de 1887

>
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Por C6-'i secretaria suj chumados os prenles cu
protectores da mon Sopfcia, filha legitima di'
Jos P-dro Ribciro C J auna Xavier de M .raes
Pe*- ia, para, at o din l de Juutio pproximo,
hpi'i -u'n -a uo eo'.legia daa orpbis, au de ah
ser aduiitiida, visto ser a primcira inscripta uo
respectivo quadro.
Secretaria da San Casa de Misericordia do
Kecife, 2) de Maio de 1887.
O escrivo interino,
Francisco G >mes Castellao.
Uoiicimo para o protinento le ca-
deiras le enmau primario
De ordeno, do inspector geral Ja iiutrueca pu-
blico se tiz saber a quem coui'iur que em virtude
de r'eterininac do prca,dente da pnvincia de 6
de ie abro do anuo passad ), 8 para execueo
do disposto ujs rticos 7U e seguinfes do re;ula-
soe.i o org-.oico da instrueeo pnbliea, aeha-se
po.-r em eunciirso o proviinentu Ha ciuiei.ae
constant's da relacao iba i.) pub'ieud.i, e das que
tierral a vagar atea terminac&o dj concursa.
Pot isso aerm-se aborta n.st-. secretaria a
inscripsio di 8 cmdidatos a e=t'' pro"iaieotO, cim
o pravo de W das a c nt./ do 1* do correte, ob-
servadas as segaiates disp tices do regiment
dos c icnrtns :
An. 1 O pretende.it--* hj magisterio, que n. i
tiverem as ii--nt6.'8 do regalanviitu org. roda
instru-, tu publica, dever i subuietier oe i ez une
de habiiilscio par* prava ae eupacidade profissio-
nal, nos tjrra>i do presante rcgimen'o
Art 2 A inscripcSj para este cura-, dejtio
do Jir su annuncivlo J ao iii-o- or g lal, instruida a peticao COIS -s .!a-
enmcuii s comprobatorios dos requisitos legues, a
Sabe-:
5 ]" Maiorida.le legal.
2o Morslidade, e
S 3 1< nca i ie culpa
\rt. Oa rei|iieitos d artigo antecedente de
y.: .i) er pruvad js :
(1 .i S Io or c.rt i de b.ip'ismo.
(I o 5 2 poraftest.ii i doparochu i .' quaes-
x\viso
O London Brasilian Batu-k,
recebe dinh-iro em corita corrente
com os juros de 2|0
em
t me.ze.s Juaho
limitad,
simples
ilapitalisa
e Dazem
dos de 6
bro.
R-.c-b.f un.b-m iinbiro em deposito.
Com aviso pri.> de 30 das, ou fixo a pra-
de 3, 4, t, 9 e V2 Deso, es Usas d
M
Z"
uros, que forera convencioriadas entre
partes.
As e ntas j existentes, vencendo juros
por differeiit.'S taxas, fi :am sem alteruciio.
R..-cife, 21 de Maio de 18b7.
W. II. Bilton.
re. <.; L'oucur
qu i ni r;-!/iile- Ji u ..:
reo I .
O J.i 3 pela exbibicao de .iha corr la.
Art 4o S dip^osados '.
f 1 De e\h bir criiii.ii d Nadeos candida
t ^ que f .reiu nu h iu\erem t-i'o furiL-ciun .lio pu
blicos e 0j qu'i prescii!..n ni a ^u.. t.;u!, ou di-
pioin-i -q.ie no obtenam sem a maioridade leal.
5 i* De aprosentor fo'ha corridaob qu- ex'ni-
biivm attestadjs de procedica. uto civil e m ira I,
P"- pe is cmaras municip-n-s, ni:,: : ..;-
in r s polica .- das I cal :.i ie eui que hn
vej i t lido nos imis ultiin 'i i.-; -i- |U
s.i a.' i r i no xercei > e emo! uuolic*', cxii -
bireui attesuidos do respectivo chete ; e as edu-
L-aiiHu c,; eoilt'giodi! i.rjibas e casa de exposl is.
.')- naibC de hib.ll'atiio ls ciiididntvS que
!i :
i-r.a c nf-rido pela E-coN Normal da
i'-.- t uuti cura nor i nri-
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mcchanicos e
Liberaos
De ordem do irmao direct ir, c. lvido a t id s r,s
iririis que se acbain no goso de s-us direitus, a
se reunirem em nossa sede sexla-teirs 3 do cor-
i ate, p las G bores da tarde, afiai de ter lugar a
uisemb;'i geral d,i me proximj patsjdo, que
deixoo defuneciooar por falta d numero, deveu-
d esta ter lug.r com o numero qu.? comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechan i coa e Liberara d.i IVrn mibuo, *tn i d'
Juuho del*87. -01" necr tario,
Faterniaiio Brr so.
Wanta Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guintes predios :
Hn d Buin Jess n 13, 3a ar.dar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vig-.no Tbenorio u. 22, 1 sodar.
dem idem n. 25. sobrado.
dem do Maiqu-z de Oiinda n. 53, 8" andar.
I le.r do Apollo n. '24. 1- an lar.
lie i da Mida n. 45
Ipem dem n 47.
dem idem n 4 '.
dem idem o. 37.
dem da Liug^eta n. 14, 1' aodar.
Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia dj
Recife, 25 de Ma o de 18S7.
O escrivao intariuo,
Francisco Cromes Castellao.
iftH&S
THEATKO
exii.On
I. Dipl
pro vi i) e i n
nj;.rio iiu, > rio
II. '.toes tui r a ..- :i,. iu:li. s ,. ; .s:acu'-a
dts u > imperio.
III. Diploma c nferido p io Oymmsio Pernaui
buc.iu ou pelo imperial uollegio Pedro II
Art '1 O .iii-p ct..r gem, s o an lilt.. tis-
ii/. X .1- i- l. < a iiioi-i :.vi, n qu-,1 = effeclUara i: .-. ,.^_i^..-_.i .
do ct!dida'o eai livro competeofe.
Art 'i FlU'lo u jiras da luscripcao o inspector
n-inuiter lista dos inscriptos ao director
ia EC.I Normal, afi... d,; all rcilisar-se o examc
de bab itacao.
Secretaria da Iostrueco Publica de Pcrnam-
bue 1 de Maio de 1887.
O seci tan .,
Pergeotino Saruiva ae Ar.uj Galvo.
KE1. 1CA.1 A QUE SE KEFERS O ED1TAL SUFRA
EMPREZA
E DIREOCO D A'vTISTA
SOABES DE MEDEIBOS
AMAXHA
Sabhado, 4 do Jiroho
G
raDOC
f, Btu
art>tict da 1" actriz iog.DUa
Comarca Loe .11:
Masculiuo
Cabr '- B-thlui
Brejo Couio d*Auta.
Flor, s Carn hyba.
Boiqne Pudra d Bui juc
'i .- mbuiis Bn jio de .Santa Cruz.
Uuique Santo Autouio.
P^ncilas s. B-nedicto.
Uoin Conseiba (jampj Aiegr.'.
Panellas Q-ielUladaS.
Cimbres 0 ho d'Agua do3 Bredos.
Uuricury Serra Branca.
Cabrob Cabrob.
Btzerros Mimoso
Ourieuiy Santa Cruz de Sitios Novos.
Bn'io S Vicente da S rra do Ve::to.
Iieui Kio Joce.
Petr lira Cachooir do K iberio.
Cimbres N issa S'.'iibjra 0a Djres de I'ji So.
i acaratu V'olta.
F. minino
Buique Pedra do Bunju
Brejo Santa CiU.
Iaguzcira Atogadm de lugaaeira.
Pancllas Agua Branca.
Ouricory Srra Branca.
Garanhuns Brej i de Santa Crj .
lugaaeira Cba do Estevao.
Cimbrea A!ag millas.
Uuncuiy Ex.
Timbaba 'iudoba.
Mixta
Caruar Lag''do.
Br-jo Kiaebj D .ce.
lo:.i Cousjlb i CiValb. iro.
Buique Santa Crat'
Tacarat Taeaie.
Cimbres Pao de Assucar.
Caruar Calcado.
Tacara! Jatob.
Secretaria da Ias'ru-cao Publica de Pernam-
uuco, 1 de Ma io de 1887.
0 secretario.
Pergentino Saraiv do Ara jjo talvS*.
^z * TiTinnniT r*x r\ -r t t
BANJO IUTlHiCIflMl
DO
BRASIL
brasiieira
B. Isoiina Mondar
K >risei,fnrse-ba o importante dnim rn:riti
modo r.,. i! rio da ACTRIZ BENEFICIADA :
PROBDADE
A Hccii i (I i prologo p issa se a boidi da fragata
-ANTA ROSA e outros acto^ em Lisbia14 an-
uos depais.
O seenario que representa a pra;a d'aiuias da
fragata SAST l POSA, preparaao com o ma
chinismi preciso p-ra o efteito do ^iaufrauio.
Es'a s'ei.a in'eiiament nova e pintada p-lo
seeuo^raih i d compmhia o Sr. Joaqulm A.
Bureen*
O uniforme dos 0FFICIAE3 rigorosamente
observad i g gundn os figurinas que serviiam de
ii odelo n'aqueila p ca
Mariuha de guerra portugiieza
O papl de HEXKIQUE SOABES deaempe-
n ha rio pelo actor Sourin tle Meelroi e 0
de ADELIA pela actriz I, loollna Mi>n. lar-
Toma parte toda a ^ompanhia
Ensecna(So do artista
SOARES D MEDEIROS
Segae-S' pelo actor Lvra a scena>comica do
Sr. J.io Goucalves, exprcssamenle eacripta para
aquelie actor :
A MACACA
Termina o espectculo com a comedia em 1 ac-
to, repertorio a a artistas tjra e O. Ivolioa
Mondar < por clles repr sentada
P41L0 E VIRGIM4
A BENEFICIADA agradece ao seu
eollega o Sr. LYKA, a delicadeza qu? teve
en prestiir se a tomar parta n'esta eua
festa.
limds para todas as lmlias, trens pura
Olin la e at Apipucos.
Principiar S huas.
THEATRO
Capital
Itloiai realisado
*0.400:000:
*.000:00
A caixa fi'ial d'este B.uc< funecionaado teui
parariameut a ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a oraz >, centra os s-guiutes currespan-
dentes no estrangeir^ :
Lmdres......... s,'N. M. Rithschil v S -:.
Pars.....
HiKburgo.
Berlim.. .
Bremeuie......../
Frankfurc s/ Main'
Antuerpia.......
U IBM...........
1.......
NapoUit.........
.Mi".o e uiais 340
ci lades de Ita-
lia..........
;..........
.......
Cwlu...........
Malaga.........
Tarrag..!!!'......
Valencia e nutras!
eidavdes da Hea I
pauba e ilbas t
Canarias......!
Lisboa.........\
Porto e mais ci-l
dades de Por-
tngal e ilbas... J
Bueno.--Ayr -s.... )
Montevideo......)
Nova Y.nk......
De Rotbsehild Prrn
Dfeutsebe Bank.
Banque d'Anvera.
Bae 1 Qeusrale e
agencias.
Banco Hypotejario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de
su* agencias.
Portugal
DOMINGO, J DO CORRENTE
Recita dedicada nobre claaie
< tIMIIt \l
2.a espectculo .r^ausada p-11 actor
LYII
com o concurso da couapanbia dramtica SOARES
DE MEDEIRO-i, d. qml flZ parte a primeira
actriz i.ia" ma brasiieira D. 1 SOL NA MON-
CLAR
Reprc
act .s
i'ai-.-1-lia o importante drama .m 4
EngliVi liankof the Ri-
ver Pate. Limited.
O. Amsirk & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e da estrangeiro.
K cebe dinbeiro em cauta corrate de movi-
ment./ m jurrs a lazao de 2/o no anno e por le-
tras a razo a jaros conveacionados.
O gerente,
William M Webaer.
HU nteracoiialile itegatas
Tendo sido marcada para o da 5 de Juobo a
terceira regata deste clnb, de ordem do conselho
administrativo convido a qnem quizer se inscrever
para eaU, comparecer na sede do mesmo club,
todas as noites, das 7 s 9 horas, a contar de boje
at 31 do correte mez, qaanto definitivamente
tem de ser encerrada a referida inscripcao.
Secretaria do Clnb Internacional de Regatas,
23 de Maio de 1887.O 2- secretario,
Pompeo C. Casanova.
OSENGEITaDOS
A acci i pjsaa-se em Lisboa.
O papel de Antonio ser desi mpeobado pelo
actor 8uar<-s de Medeiroa, e o de Viseondcasa de
Sete-Rios, pela actriz D. Isolina Mondar.
Toma parte teda a C mpanhia.
Segu-se pelo popu'ar actjr
LY R A
a m en a cmica (i pedido)
AH CBA-DBi!
Terminar o espectculo com o iuteressaute des-
pr ponto em 1 acto, gracioso dialcg i eseripto ex-
preasamente pe i conh'cido esenptor brasileiro
Artbur de Azevcdo par* a''actriz D ISOLINA
MONCLAR e por ella deeeinpeohdo e pelo sym-
pathieo act r Affonso d'01veira, iutitulado
Vina noule em
O actor LYRA. tem a barra de commuuicar aos
seus amigos e ao publie. em ge.r>.l que resolveu
encetar urna serie de espectculos u"cste tbeatro,
para cujo fin acaba de coiitract-.r com o empresa-
rio SOARES Di MEDEIROi, a companhia dra-
mtica dirigida pelo mesmo seuhji.
BEEVEMESTE
Os MiasresleoI Antonio
Em que tuna pirte. ..d* a cnnp'inhia Soares de
Medciros.
(PftEgOS
SCamarotes 8*000
Cadeiras numerados 2*000
Ditas avulsas 1*500
Galeras 1*500
Plateas numeradas 1*000
Entrada 500
Principiar a 81/4.
liiaed Sfcles k Brasi! E- 8. C
0
E' esperado dob portos di
sul at o dia 11 de Junha
depois da demora necessaria
seguir para
ffaraohio. Para. Barbados, *
Thouaaz e Xew-Vork
Para carga, pussageu^eu in niis d:nheir
'9, tracta-sd com >..
Royal Mal Stiam Mst timn
, Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 fondadas de registro
Sabir do porto do Ru
de Janeifo no dia 1 de
Junho prximo cotn es
cala pnra Babia e Per-
oambuco, aeguiodo nepuis de pouca demo
ra com malas e passageiros para
LISBOA E SOTHAMPTOIN
Desde jrecebe-sa euuiti^endas parr
camarotes na
AGENCIA
Ra do oiuuiercio n. 3
1 andar
A damson Howie i C.
AGENTES
Sabbado 4 do torrente
\'s lf horas
No rmaicni da roa do Vigarlo n II
O agente Pestaa, aatorisado por mandado do
Exm. ir. Dr. jai de orpha s e cm assisteacia do
mesmo, vender, a quem mais dr. as excedentes
casas cima mencionadas, no dia e boras ja refe-
ridas, perteneentes ao inventario de Francisco
Remano Moreira da Costa.
Lcilo
O
vapor A avance
Capera-be de n
iN'iws. at odia 14
o qua! eguira
demora neo 'hm
Junho
...:ic d
Baha e Rio de Janeiro
fura carga, paasagetis, r eueoinmendas tracta-
e com os
AGENTES
leni't forster k C.
M 8 RA
)
1
I.OMMERCIO -
auda
acilic Sieam ^avi^ation Company
STKAITS P MAELLAN LIKE ;
Paquete Aconcagua (j| y JaBlrO,
lULiUIlk
< vsupanhia Franceza de .\ave^r.
cao a Vapor
Linhs quinzenal entre o tl'vre, Lib
boa, Pernarnbuco, B;hia, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Tille de Baha
Ciiin mandante Sebii'o
E' esperado da Europa
at o da 6 de Junha, se-
guindi; dopoie da indispen
savel demora para a Ba-
bia. 15:: !f Jsneii.
o Kaoio.
ioga-3e aos Srs. importadores de carga p-los
vapores desta !inba,queiram apresenfar dentro de 6
iias a contar do da descarga das alvareng i .-t.-
quer reclamaco concernente a voiumes, que po-
V' .tu: ii tenhm seguido para os portoa do sm.ann
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
5ria8-
Expirado o referido praso a_ Ctnnpanhiioa n se
responsabilisa por extravos.
Pam carga, passagens, encommendas e diuheira
i frite: tra'a s- com o
AGENTE
Ahjhs!.1 Labille
9 RITA DO CUMMEROIO H
Para llqiiidacao
O a .-.'iite Brito vender a'i correr do martello
0 seguinte : mobilias, guarda-ve.tid.B. guarda
1 uc.-, camas fraucezas, c.min.idii. murouezocs,
marquesas, s ifs, tuilet, secretarias, carteira,
guarda-comida, mesas. l7atorics, rvlogios, espe-
Ihos, quadros, jarros, candi, iros para kerosene e
gaz carbnico, bidets, espieguicadeiras, facas.
louca, copos, laz ndas e miudezas.
No armazem da ra da Pruia n. 43
Sabbado 4 do crrante
A'a 10 1)0 Loras
AVISOS DIVERSOS
Por im 00
A!uga-se as casas os 26 e 28 da ra de S. Joao,
com b iris c immodoi e b m quinta! ; a tratar na
ra Duque de Caxias n. 85, loja.
U
A!uga-se casas a 8*01/0 uo becco dos Ce
has, junto de ti. Goncallo : a tratar na ra di
imperatris u. 5>.
Prciaa-se de urna ctisiuheira pira casa de
familia, que sej i de boa conducta ; na ma do
Imperador n. 73, 3- andar.
= Traspassa se a (averna da ra do Apollo u.
13 : a tratar na meama.
= Aluga-se duas cs-.s e sitio uo p iv. ado d
Torre, arabas por 25* XX) mensai s. Vende-se
l.ir.iig"irus cravo, ditas da china, sapotiseiros e
roseira, a prei de 'O is. a lOtX) : na ra Pn-
meiro de Marco n. 14, ou caes 22 de Novembio
uuiocro i'J.
Precisa-se
oa
Qem quizer vender urna fabrica de charutos e
cigarros, que esteja bem localisada. queira diri-
girse ruu nova do Santa Rita n. 41, 2- andar,
ou annuncie para ser proeuiado.
ITliiT
AOS 5:000*00(1
BILHETES GARANTIOS
16Boa fio Cabi-16
O abaixo assignado vendeu nos seua
venturosos biliittes ranmitlos da.
lotera
n.
urna ama de eltu ; tratar
ra do Mrquez re Oiinda n. 41, aimazem,
Prciaa-se de nina ama para cosinhar e la-
var ; us ra da Matriz a Boa Vista n. 3
== AMA Precisa-Be de urna ama : na ra do
Cabug n. 3, 3- andr.
Urna seuh ,ra viuva, h pouca chegada de
fra, precisa alugar um comm:-dn ein urna casa de
familia; quem tiver dirija-se iua dos Ouarara-
pes n. bri para tratar, en annuncie.
l
' esperado da Euro
pa at o dia 5 de
Junbe, e seguir de-
pois da demora do eos
Z~" '""' IllWtwtume para Valparai.-o
eom escal:: por
Baha. Rio de Janeiro c .Uonfe
video
Para carga, pc-.ssacrens, encommuedas e din-
heiro a fn te tracla AGENTES
%%iisoo Moas & < ., Lilinited
N. 14 RA- DO COMMERCIO -N 14
\ un mii 4 pe k > .inglesar
DE
'avegaeo Costcira nor Vapjr
DO NORTE
Mucaa, Mossor, Ara-
e Cueva
Aluga se o 3' andar da casa ra ln.-ga do '
Rosario n. 37, esquina defronte da igrej ; a tra-
tar uo pavimento terreo.
= A'uga-ae por 18-00) urna escrava que en-
gciunna perfeitam.'Qt-., cosmha m'Lcs e case; na
ra Vintc Quatio de .Maio n. 24.
= Precisa-se de uaia ostureira que si.iba ci-
tar por figurinas ; na roa da Aurora n. 109.
da provincia o seguinte premio: o
5939 com a sor:,-, de OO^UOO.
O mesmo abaixo assignado conviiia aos
pissuidores a vir -i receber sem descont
algum.
Acham s v n'ia o? sr,us venturos* s ai
llietes garanti ios da 20 pars da 31 iteri., la
pr.avincii qm 9er txtral'ida na terf-i feir.i
7 do corrate.
Precos
Um i p te iro 3 000
Um ti reo IjJOOO
i:m io i c5o de r O<40 p3 a
cima
Um inteiro 2^700
Um teryo 91K.)
Joaquim Piten da Silv i.
Aos 5:0001000
l.ub
de
MA DE iLEITE
0 vapor Arlindo
urna qu'J teuba bom e
, tr.et.ir m ra Duqu^
; de Caxias n. 42, 3 andar.
Prccisa-so de
buadante leite
Espera-se at o
dia 8 rio correte
e seguir depois !
da demora do eos-I Ainda contina venda a casa e sitio no Eu-
uu.e p.ra os por- cantamento, e o motiva se dir ao carapradar ; a
AttenQ-ao
s ac;ma indica- ; tratai no mepmo.
Recebe carga, enccmmcndas e passageiros para
os mesmas portos : a tratar cox
PERE1RA CARNEIKO & C.
N. 6.-RA DO COMMERCIO N. 6
Atteiifii,
O hachare! Joao Baptista da Rocha I5aiia Lina
resolveu de hoje p r diaute assignar-se Jofu Paes
Ba'reto Lins. Gamelleira, 1 de Junho de 18S7.
Ji lo Pa s Barrcto Lins.
PORTO:
parahybu, Natal,
caty
0 vapor Ipojua
Commaudante Costa
1 andar
t'OIBji
Segu no dia 6 de
Jiinlio, s 5 borat
da tarde. Receba
carga at o dia 4
neomm ndas passageus e dinheiros a (rete at
s 3 horas da taide do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Ct/mpankia Pemamb'icsiin
n. l
HOVAL MAIL STEA1 PACKET
GOIPARV
0 paqeute Nile
Espera-se do su;
at o dia 6 de
Junho e seguir
depois de pouca >
demora para
Lisboa e Southamplon
0 paquete Tamar
fcia nra.<-iielra de Nave
aeoa Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante A'ttunio Ferreir da Silva
E' esperado dos ,rtos do
norle at o dia 3 de Junho
e depcis da demora indis-
pensavel, seguir para os
pt/i8 do sul.
Recebe tamoem carga para Santos, "'anta Ca-
tbarina, Pelotas, Porta Alegra e Rio Grande di
Su!, frete modicc.
Para carga, passgens, cncommeudas t valores
tratase na agencia
PRACA DO CORPO SANTN 9.
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernarnbuco
Commandante o capode fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos portos do sul
at o dia 6 de Junho, e
seguir depois da demora in
dispensavel, pura os portot
do norte at Man os.
Para carga, passagens eneoromeDdus e valt>ret
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO K. 9
\nia
Precita-se de uuia baa csinbeira, da conducta
afiai;cada; na ra Velha n. 79.
iti iit'lrs garantidos
23 RA PRI.MEIKO DE MARCO
IX 5a lotera da provincia e 4a parte
concedidas em benefi.-io d\ matriz
Itamb venderam M..riins Piaza & C. os
seguintes premioh garantidos :
oli-11 ;"):00O5
3124 2000
4821 :><>)
S245 30
6015 30
1767 30)5
Acham-se vtua o^ at'ortui.. dos
Ihetcs garantidos da 8a lotera da provin-
cia e 19a parte cas concedidas eui b-tia-
tieio da Santa CSa do Misericordia do R-
cit'., qua se (Xtrbii terya teira 7 .,;
(jrrente
PRECOS
1 iut in 3>' 00
1 t-ryu 1:>000
Ea poreu de i00*000
cima
1 inteiro 2$700
1 teryo 900
para
E' esperado da Europa no dia
9 do corrente, seguinde
depois da demora necessaa
ria para
Macci, Babia, Rio de Janeiro, Santos.
Montevid-.o e Buenis-Ayres.
Opiouete Mondego
esperado
do su! no da 17d
cnirente seguiri i.
le.poia da dt mora
necessaria para
?4. Trente, Lisboa, Vlgoe Son
thanipton
Reduccao de passagens
Ida Ida e volta
A Southarnpt.iu 1" classe 28 42
Camarote reservados para os passageiros de
Pernarnbuco.
fara pi.asagens, fretes, etc., tracta-se o
Consignatarios
Adanison Howie &C.
3 RA DO COMMERCIO N. 3
1" nndar i
SS
Sexta f.-ira effetua o agenf Pinto o dos
movis e mais object s existentes u" Io andar do
sobrado da ra do Imperador u. 14. ;n que teve
escriptorio o Dr. Cosan o qual Va i a Europa.
Le'lao
Precisa-se do urna am. par cosinhar
da Florentina n. 15, fa arica Phenix.
LEITE NATURAL
(Selva)
DE
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTERARSE
O ALVELOZ, planta da familia das euphorbia-
ceas, que habita os nossos sertoes, hoje reconhe-
cido como um verdadeiro especifico para destruir
as e.pithelioraas ou cancroides, facilitando a reno
vacao dos tecidos atacados, e trazendo afiual urna
cura completa, sem outro tratamento que a appli -
cacao tpica de su a eeiva (vulgarmente leite) como
caustico.
Sao numerosos os casos de cura, alguns dos
quaes j levados ao conhecimenfo do publico, em !
diversas publicacoea, pelos Ilustrados clinicoa
deeta capital c no estrangeiro, os Srs. Drs. Alci-
biades Velloso e Bandeira, e ptimos resultados,
tambem foram obtidos as feridas e as ulceras
chrouicas de carcter syphditicas.
DEPOSITO GERAL
D. Candida Runa de t ilmi|ini Ijesaa
Na igreja da erdem terceira de S. Francisca^'
na aanha de O do corrente, pelas 8 horas, serac
resadas algumas missr.s em suffragio a'ina da
finada D Caudida Rosa de Albuquerque Lesaa,
e para assistir a mesmas, as irmaes da finada
eouvidam as pescas de suas relacoes e a s p-
renles. Depois das missas baver distribuicao de
esmoias necessitados, p-'bres e aleijados, em
cumprimento disposicao testamcnlaria.
Pharmacia e Drogara de Barlho-
lomeu X C. Successores
34, Ra Larga do Rosario
Pernarnbuco
John Joweph Harding
Thomaz J Hardiuge sua familia manda nsar
algumas missas na matriz da Boa-Vista, no sabba
do 4 do corrente, s 7 112 horas da manba, n"r
alma de seu fillio e irmao, Jahn J. Harding, vi-
gsimo dia de seu fallecimento, e convida aos pa-
rentes e amigos a assistirem a este acto de re-
giSo.
S.
kmihmu: ds miai:
IIIEM JEAflUTIMESi
LINHA MENSAL
0 paquete Gironde
Cornmandarite Minier
Eepcra-se da Eu
ropa at o dia 3 de
Junho, seguin
do depois da de
mera do costumi
para Buenos-Ay
res,tocando na
Babia, Rio de Janeiro c Monte
video
LembA-ae aos senhores passageiros de tuda*
18 classes que ha lugares reservados para tgt*
agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Previne se aos senhores recebedores de merca
dorias que s se attender as reclamaces por fal-
tas nos voiumes que forem reconhecidas na occa
siao'da descaiga, ssim como deverao dentro de
48 horas a contar do dia da descarga das alvar.n-
gas fazerem qualquer reclamagio concernente a
voiumes que poverutura tenh .m seguido para os
portos do sul, afim de poder-se dar a tempo as
providencias necessarias.
Para carga, passagens, encommendas e diheir'
a frete: tracta-se com o
AGENTE
4ogusle Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
De urna mobilia do Jacaranda eom 1 s..f 2 cen-
slos com pedn.8, 1 jardi.aeira, 2 cadeiras de bra-
cos e 1 i de guarnico, 2 cadena? o. bataneo, 1 ar- i
inariu grande i*ra ferros, 1 secretaria, 1 mesa \
para eserever, 1 lavatorio de Ci.nto c .m pedra, 1 i
relogio, 2 mesas, 2 machinas elctricas, 2 caix s
com ferros cirurgic^s, janos para flores, copos,
talheies, andeijas, 1 um guarda Iquca, 1 mesa
elstica, 1 machina para ovos Urna cama france-
sa de Jacaranda, 1 guarda vestido, 1 cama para
nenino, 1 bergo com colxao e inultos outros mo-
vis.
Sexta feir 3 de Junhj
A's f 1 boras
No Io andar do sobrado da ra do Imperador
n. 14, em que teve escripttrio o Sr. Dr. Cosme de
S Pereira. _
Em continuar"
vender o mesmo ageute inuitcs e diversas livros
eirureacos, autores antigos.
Agente Pinto
Agente iturlaiiiaqui
Sexta-f*ra. 3 do corre de
AS l HORAS
No armazem ra d-' Imperador n. 30
O agente cima Uvara a UeiUu diversas obras
imp'esas, 35 praneboei de pinh .. 1 mesa elstica,
1 cama franceza de ji.caraiid, 1 carteira e outros
objectus.
Agente Pestaa
WOLFF& C.
N. 4BA DO SiBIiV-14
\'<<*! milito onheciilo estabeleclmon-
to eiicmi. rA o respeitavel pub-lco o i
variad) completo sortimeuto de
recetidas senipre drcct*menln das
res r.bricantes da Karopa, e qu p-mam
pelo apurado gosto do miiii lo elegat<.
i-l Si o-
Bt!cos derecos completos, liadas p:
2
Das importantes casas terreas com solea,
em terreno proprio. com es commodos
seguintes :
Pavimento terreo 3 portas c 3 j mollas de fren
te, 3 salas, 2 quartos e c sinha.
Pavimento superior 6 janellas de frente, 2 sa-
las 1 quarto, gr nde sota, com muitas arvores
fructferas, bom viveiro, exeellente agua potavel,
portao de ferro e jardim ; cojas casas prestam-se
para montar bens eslabelecimentos, sitas estro
da do Giqai, que vai para Jaboatao, ns. 81 e 81
slsel-
ra. a.finetes, voliat de'ouro cravcjudas com
hrilb antes, ou perolas, anneis, cacoleta,
botoes e entras mnltos as tigom prop 'ios
dente genere.*.
ESPECIALIDAD^
5'Jm relogo de sir, prista o wickela ios,
para koni u<>. senhora<> e m nios sos ais
acr.-.i a\ > fabricaates da Kurupa e Ame-
rica
'ara todo* os art! sos desta casa gar*n-
tc-s*. a hit% quali iade. a-sim como a mod ci-
dadfl nos precos qu--> sfl sem .ompotncia.
1%'ratft casa tainb mi eoncert-s5 qual-
quer obra d;^ ouro ou prata e tambem relo-
gios de quitlqu r qualid ^e que s ja
4Ra do Cabuga-4
ILEGfVEl
i


Diario ct Pernainftuco-. Scxta-feira 3 *lc Juho de 1S87
CUIDADO COM
AS FALSIFICARES!



PARA
O LENCO O TCXJCAPO
EOt
Pliar. acia central
Ba lo Impe; ador 11. 3tt
Jos Francisco Bittencourt, antigo piiarmaceu
tico da plurmaeia trauceza ra do liar Jo da
Victoria u. 25, avisa a seus amigos e fregmzes,
que se acha na pharmacia cima, oude espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositaram ein scua trabalhjs protessionaes.
"AVISO"'
a fogoa do artiticios preparados na an-
tiga fabrica da viuva Rufino proprios para
as noites de Santo Antonio e S. JoSo, ven
dem-ie nicamente no caes Viuto Dous d
Novciubro, arinazeui da Bola Aroarella
n. 3l!, p' los presos da fabrica ; neste ar-
roazem baver venda liados craveiros,
pistolas de todas cores e taraanhos, rodas
simples e singelas, foguetinhos, estren-
abas, etc., etc. _____
Pharmacia
Jalroph
Manipocira
Ksse midieamrnto de urna eficacia r conheuida
noberiberi e outras mol.'Sias era que predomina a
aydropesia, acha-ae modificado em sua prepara-
do, asacas a urna nova formula de um distincto
medico deeta cidade, s> ndo que rnente o abaixo
assignado est habilitado para prepaial-c de modo
a mt-lhorar ibe o gosto e cheiro, sem todava alte
rar-iba as propriedad^s medicamentosas, que se
conservan) com a inesma aetiyidade, se nao maior
em vista do medo por que ella tolerado pelo
estemago.
Iniro deposito
Na pbarmacia ConceitjSo, ra do Mrquez de
Olinda n. SI.
Bezerrn de Helio
"^^AtFcndte
.,'os Samuel Bitelho, o bi m conhecido fabri-
cante de bouquets para cassmentos e ou'ros actos,
Has ra..rtuarias de pt.petuas, tanto de Mo-
res naturaes como artificiaes. (fferece-se ao res-
pfitavel publico pr.ra e.-r procurado na ra Nova,
leja de miudezas n. 20, e rama da Cadeia do
Kecife, loja de selleiro n. 43, prouietteDdo todo o
asseio c promptido no seu trabalhc.
"FillFuarsOoaiioio
a 400 rs. a arroba
Cheg.n a primeira remessa do precioso tarello
de canco de algodao, o mais barato de todos os
alimentes para animats de raja cavallar. vac;um
saino, etc. O carcho de algodao depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali
ment que se pode dar acs anim.ts para os forta
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra tile em n'g-ido (eom o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e tumis tarell s
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A irainr no Keelfe Largo do Cor
po Sanio. 1 andar
Tinta preta
INALTERAVEL
R
(oiiBiMtnin
PH\RM.\CIA CENTRAL
'ib Ra do Imperador 38
IVrnnmliiK'o
Serve para escripturacau mercantil e d tres ou
quatro copias de urna vt z
Fardas
Tiborcto de Olivelra & C.
trm panno azul special e proprio para fardan i n-
to militar, e dispoe de artistas habilitados para
este fim
Em soa casa de atraate
A' ra do Mrquez de Olinda n. 51.
3 % %
Aluga-se o Io andar do sobrado n.27 roa do
Imperador, pintado de novo e com agua ; a tratar
na ra do Duque de Cusas n. 47.
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E'uin alterauvo Uto efllca qs i itirp completa.
nientc .lo ayrtem* a Escroto* Hereditaria, eaa
affecefes .!" tem afflnidade coi a* i ufen
contaeionas, e u oecsslcdadiis pelo mercnrl I
memo tempo Mtalisa e eoi.queei .. Mague com-
mimicando urna acca.. SJUHtasel ao
rejuvenescendo o sysieina inte'-*o.
Medecina Regeneradora,
rompestn cora a verdi .|iri-llia de
Hondura*, dos Iodo ile Polas...... rVrro, e
outros ingrediente de | i Iudes
curativas, cuidado tvxciei i "'''-
A formula c geralmente eoulieckta Ja profusao
medica, i oa mi viaa-
PABUII.IIA Uu l>l! Ai Kl( como Uln
Eernedio Absoluto
para as enfermidades occasi .nadan v '
vicioso do aanguc. .
concentrado ao gr io niai' alto prai I
limito mais .,n.- qualquer outra ]>" I
clafK. que preten le pro|iorcoiiar igua< I
por tanto a medecina maia barata as m coui i a
luelhor para purificar > mangue.
riti:i'\l:.\i"' l'El."
DR. J. C. AYEB k CA.,
Lowell, Mass.. E. U. A.
A' ve::Ua as prlnclpae poarmacins e drogaras.
AttenQo
Precisa-se arrendar urna propriedade da trras,
com casa de vivenda, estribara, casa de farinha,
ditas para moradores e mais bemteitorias, cora
afude ou abundancia d'agua corrente, com cercado
para vaccas de leite e animaes, ou pn por^oes para
isto, e para toda agricultura de mandioca, milho,
fejao e algodao, e que nao diste de um pivoadc
com feira, quande muito de urna !egoa, tendo al-
fiima istacao de camioho de ferro uesta mosma
distancia, nao importando ser o lugar atatiugado,
com tantc qut esteja as condico.sa cima exigidas,
e que as bmfeitorias estejam em pi'rfeito estado
de conservaeao e limpesa : quem tiver annuncie
para ser procurado eexaminar-ee. Nao se rscolhe
cemarca ; preferindo se a da Victoria.
........ Giiaio
Precisa-se de um rapaz ; na travessa do Corpo
Santo n. 27.
Novo porto do carvo
Ra do Mrquez di> Henal n. 3?
Em virtude da grande quantidade de carvo
que tem ebegado para este prto, o proprietario
d-stt, resolveu baixar para 6(X) rs, a barrica, e o
frete ser o menos possivel ; o cotiductor do car-
vo que no tntregar o t O" iu-' ;.c; mpanha cada
barrica, d direito ao consumidjr uj pa^ar o
frete. O p:oirietario do mesmi apressa-so em
declarar que nao quoin fornec! cirvo pela for-
ma conveniente, e nem se entend: com elle as mu-
danc&a para dentro e fra desta cidade, e sem
com urna intitulada empreza do Si. Joao Goncal-
ves, poia qufm deve ser procurado para tal fim,
I porque este capaz de maiores emprebendi-
' racntos' |
PDOSi 'BOROS'""
Deulsche Quodlibet
Sao os melhores
que tecm vindo a
este mercado, que
tornam- se recommen-
da veis tanto pela boa
qualidade, como por
virem colorados, em
caixinhas de phanta-
sia e com cromos va-
riados.
Vende-se por prc-
pos mdicos. nicos
depositarios Fran is-
co Lauria & C. ra
eo Bom Jesns n. 16
Lauria & C. ra da
Imperatrizn. 62, Cos-
ta Lima & G. ra d i
Amorim n. 35.
Preciea-se de um pr tico ; a tratar na ra lar-
ga do K sario n. 34.
Vinh Collares
O que ba de mrlbcr, em quintos e decimos ;
vendem Baltar Irao&os & C, na da Cruz n.
32, 1 andar.
V.NHO
Mi^aHiw
'PoD.rVal de PARS1
i feszBentol
Pancretica
I MDICOS,
! la lorilas.
i CS>*ntraais
Oaitrodynii
rubra, de e.tt
, Conraleacer.
Ferreira & C. Successores avisam aos seus fre-
guez.s e amigos, que transferirn! a sua loja e
uflieina de alfaiate de predi j si'o ra do Barao
da Victoria n. 24, para outro na mesma ra n. 28,
onde esperara continuar a merecer a confianca que
sempre lties di-pin ram.
'Licenciado pela Inspectora Geral
de Hygine do Imperio do Braz.
Xarope-Zed
(Os CODEINA e TOLU)
O Xarope Zed emprega-se contra, as
Irritares do Veito, Tosse dos Tsicos, Tosst
comu Isa, Coq ueluche), "Bronchi te s, ConstipacotS,
Calarrhcs e Insomnios persistentes.
PARS. 22. roe Drouot. E O PaiWUCU
Semenies le cmapalo
(." inpra-se na fabrica Apollo ra do Hospicio
uumero 79.
Country house, to let
inmicdiately, price
rcasonable
A pretty house, is a!l ivalldin, and ncw pain-
ted, near tbevb :nds and raillway ; agreeableplace;
in Sao Migue! Street n. '.'1 (Afogados) to treat,
Santa Thereza Stret -i-
VERMIFUGEC0LME7
CHOCOLATE com SANTONINA
| INFALLIVEL para destruir as LOMBRIGiS
Iste Vermfugo c romme:ado pelo
I sej sabor agrada fjrijir a assignalura :
lParH.Fi."COLMET-d'AAGt. tifrrmto Fm^ Perden-se no trem de Olinda um balancetc com
urna concordata asS'gnada por varios credores :
gratifica-se a reatituicao na ra do Cano n. 38,
Agencia deleiidrs
O agente de leiloes F. J Hinto mudou seu es-
criptono para o armszem da ra do Mrquez de
linda n. 52, onde pode ser procurado.
Eogenhu para arren-
dar
O Goiabeira, d'agua, moente e corrate, meia
lego distante de Jaboatao, com trras para sa-
frejar 2,000 paes de assucar, e boa cssa de vi-
venda ; a tratar na ra da Impera tria n. 49, se-
gundo andar.
Juo lio-v*l'v liinior
Emilia Dowelty e suas filhas, tendo demandar
celebrat ama missa na matriz da Boa-Vista, as 8
boras da manb do dia 4 de Juuho, trigsimo do
passamento de s< u .'rante nl-i esposo c pai, Joo
Dowley JunLr, couvidam a =eus parentee e ami-
gos a asaistirem a este acto, pelo que se con fes-
sam erutos.
a
Z-^

Antonio Prrelra da Cunlia
M ira Atutlia da Cuiiha, ..uva o--. Antonio Pe-
n-ira da Ctinha. manda resar miss-i-) pir alma do
seu sempre lembrafio marido 4 d corrente, tri-
gsimo dia do seu fall cimento, na matriz do Cor-
po Santo, s 8 horas da manh, e convida a seus
' parentes e amigos para assistirem a esse acto de
' reliaia- e caridad.'.
CURA CERTA
de todas s AffeocSea pulmonares
capsulas
/creosotadas)
fdoDr.FOURITIEIll
Inlca. rmtnimmm
Na CapoHfo tftPmz w* W
XUA-U A HAXDA DB
una nmu
SKIS^'
Todos aqucJles que sofiremj
> peito, devem experimentar
Capsulas do Dr. Fournier.'
osllarloaem Prrrtmtum t
e>ny dy iifQJf os
Memos qdb coramr
Sem dicta esem niodifi-
ca?oes de costumes
Laboratorio central, ra do Viconde d
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Espceiflcos preparados pelo phar
maeculico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas do hygiene da Corte
Repblicas do Frata e academia de industria di
Pariz.
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejecedes difficies.
Vinbo de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chlsro-anemicos, debella a hjpoemik
intertropical, rtconstitue os hydropicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e rautamb
Muito recommt miado na bronebite, na bemop
ryse e as toases agudas oa chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas ^
laranjas amargas
E' o prlmetro reparador d* fraqueza do org
nismo, na fysica.
Plalas ante-periodioas, preparadas com
pererina, quina e jaborandy
Cura radiealmente as febres intermitientes, re
mitteotes e perniciosas,
Vinbo de jurubeba simples e tambera fer
rugin*s, proparados em vinbo de caj
EfHcazes as iuflkmmacoes do figado e b5
agudas ou chronicas.
Vinbo tnico de capilaria e quina
Applicado as convaleseen^as das parturiente
retico antefebril.
Franjeo laioe. teSv i .
Joo Iow!ey Jim'or
O pessoal da companhia Kecife Uraiaanr, ainda
sentido pelo fallecan nto do seu sempre lembn do
gerente Joo DWaley Jnior, de saudosa memo-
ria, manda celebrar algumas re sas pelo descanco
de sua alma, na sexti-teia 3 do correte, s 8
horas da manh, na matriz da B .a-Vista, trigsi-
mo da do seu paseam^nt i, e para este acto de
reg'So e carida.le, convidara a familia, parentes
e amigos do finadr. ________
Hanurl l,iiun-i.rii dos Sanio
Antonio Jo da Cunha, Jus Antonio de Almei
da Cuuha, Manurl Aiiguc'o da Cunha e Manoel
Jo^ da (Juulia Poiti.,*c..rdialmeute agradecem s
pessoas que se di^nnram acom :.i.har ao cemite
rio os restos mortaes de seu cunb ido e sobrinbo,
Mauoe' Lourenco dos tantos ; < de nov: lhes pp-
dem, bem como aos amig a du fallecido e seus, o
obsequio de atsistirem as missas do setime dia
que serSo celebrad is sexr.a feira. 3 de Junh),
pelas 8 horas d* manbi, ua igreja de 3. Fran-
cisco.
MWMI'lllll1 w I II HliBI
Carolina Hsmiih .nriieaa Viearaw
Joo Martina Viegas e s. us tilhos convidara aos
seus parentes e amig s para aasistirem a- missas
que por alma de sua finada esposa e mai, D. Ca-
rolina B. Gurgenn Vieeas, mandam t:el b.-ar na
igreja do convento de S. francisco, no saobado 4
do corrente, s 7 1|2 horas da manh, trigsimo
dia de gt-u pasKHineiit .
Eugenho Coltinguba
Arrenda-se este engenho, sito na comarca de
Nazaretb, com muito boas trras de p'antac&o,
para aafrejar 3,000 pes, bom Vapor pelo systema
de moer com o mesmo fogo do ass utameuto, boa
distilaco com agua viva, boas obras, e distante
duas legias das estacoea de Tracuuh. m e Pao
d Albo ; tratase no mesmo engenho ou roa Pri-
meiro de Marco n. 17, 1- andar
DAY& MARTIN
fc.-naedorfe de Sai ttajeatul >airht da UfltUrn,
do Exercito a ,Ji Mirlnlm DnUinlo*.
OAIXA BRILHaNTE LIQUIDA
GRAIXA- pastaUNCTUOSA
OLEO jara AP.HSI0S
EtiiSQvsiJtntcuurlo um\mim'snfisfi
stt todas as fUraa.
DEPOSITO QERAL KM L^IIOREB :
, tligh I!<,lt>vn, 7
U r>Msaa: TUMt" E. M OLUftl.
Ao publica
Tendo sido roubado do abaixo apsignado 7 bi-
lhetes da 10' lotera o Paran que se ha de ex-
trabir, cojos nomeros sao os s.'guintes : 824, 2391,
2Gi3,4421. Gt3. 7856 e i'.i23, sendo rstes bilhe-
tes rubricados com afirma du Sr. Fiuza, pede-se
a quem os possuir tendo os comprado illudidoofa
vtr de os vir trazer a ra do Cabus u. lfi que
ser indemtiisado des seus valores, ficaudo certo
de que no caso de seren elles premiados Ibes se-
nio embarcados quaesqu-r premios que saiam.
Becife, 1- de Junho de 1887.
Antonio Pereira oe Britto.


'..
.......isil}
-iSfzcii.LJni!ris
w?q cti'QniQO a bsziga,
Miando do canal de urstra,
:*c!c?*as rfr vresate,
'.aunando, da Urina,
ra;d na urina, etu.
jW. ..".miacetice-Gnifiiiic.
..,- ', ri' e*niz.;i?t, ii, MJU3
f**m
VINHO GILBERT SEGUIN
Approvado pela Academia de Medicina d.e Franja
AIS DE SESSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de urna efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as Pebre.
e como Fortificante as Convaleiteencn*, Debidade do Sangue,
Falta de Menstruaeo, Inappeteiusin, MHgeatOes dificein,
Enfermidades nervosa, Debilidade.
Pharmacia G. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Depostanos era Pematnbaro : FRAN I.I. da S I.VabC
ib ^ i, w.gr jibir lte
DOE1TCAS
DO S
ESTOMASO, FIGADO eINTEST
VINHO E XAROPE DE JURUBEBA
BARTHOLOMEO & CJ
PHadM. PEHNAMBUCO
nicos preparados de Jun-jeba approrados pela Acz&emia de Mea
recommendados pelos Mdicos contra a3 Molestias do Estomago, Perda de Appe
tile, Digestoes diiTiceis, Dvspeps-a c todas as Molestias do figado. e do Baje
ua Oiarrhea chronico, na Hydrooesia, etc.
CUIDADO GOM A.S FALSIPICACOES!
EXIGIR
-:::..- i .
G
Compras por atacado
O SN'ilorul ilc t ambara
tem precos especiaes pi.ia a tuelles que compra-
retn grandes poreoes. Distribnem se imoressos a
qutm os pedir, Coutendo as mdicoes de vendas :
na rna do Marques de Olinda ''.'i drogara dos
nicos agentes e depositarios g tass
Francisco M. da Silva & C.
iLTAN PATEIISH
N.44--Bu i do BruinN. 44
'UST A ef ;apa(^ dos bon?s-
i vender, por prei_ mdicos, as segui i forragena:
Tac 'lidas, batidas e caldeadas.
Criva2 diversos tamanho^.
Rodas de ^spora, idera, dem.
Ditas angulares, idem, dem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liados tnodel is
Portasd fornaha.
Vapores de vort;i de 3, 4, 5, 6 e 8 cavailos.
Moendas de 10 a 40 pollegadiis de pan
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de consenos, eis-5ccainLr,; i.' a ;ch::: sxecv.ua> oaai
trabalho com perfeicao e presteza.
CIGE3TOS8 BiKr5EIS
Vyspepsi.T!, Gastraig\.is, Anemia,
Peda de Appni:t3, Vmitos, Diarrhea,
Dshihor.e das Crianzas
3UP. > SI SA E RA"
TNICO-DIGESTIVO
com (tuina, !ocw i I'c>>xhsa
Adoptado sra todcs- i pitaes
MtDALHAC AS EXP0'g3EP
PARS, r laBn've-3,.'4ieem!cdisasPharmacias.
i>-
PASTILHAS
De ANGELIIVI&MEiNTRUZ
"y.
es


rz
O Remedio mais efficaz c
Seguro que se tem descoberto ate
hoje fiara en pe I ir as ion trigas.
ROOIAVKOL FRERES
n:
c
V
i.
S *S.
l-tnct Tictcna sf> *\
fal Ptnombuco : J^jjfcjaa
F.M.daSilvjiC* fMTSr
Esto medicamento Oe um gusto agradavel. adoptad* com erando oxitr ha S^sSJ*"
ttals de ZO snaos peloe mellioies Mdicos de Parlz, cura os tfluxui, f*ipt, 'sao, '^l.V**'
^rm i* fWHM. Cotvra mutmemtr. mies*** 4a m*ra. Ju y**t mivnannt u la bm, niiliras -
00:000^000
Em beneficio da Inslruceao h\)\\n da provincia
Esta lotera dividida em 5 parles
Extracto da 1.a parte da i" lotera
Sexta feira 3 do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ma 1, de Marco n. 23: Roda da Fortuna, ra
Larga do Eosario n. 36.
Itr. Alfredo de Aqol-no Poaiaieca
Manoel Jos Aff.insu esitrufti : n his pm entes e
amigos pura assistirem >* n.if.n qu^ per Iras,
de sen fibsdo sohrmhn IV Altrela e Aquino
foossea, manda cFlibrur n* rr.ftr' de Sxnf.i ln-
ton i o, as 8 borns rta mnolia d" ht-.fd i 4 du cr-
tente.
Piluas pargaiivas e depurativas
;le Campanha
listas i lulas, cuja preparaeao puramente ve
-om os melhores resultados as seguintes moles-
ias : aFec?oes da ,>elle e do ligado, sypbilis, bou
oot's, escrfulas, ibagp.s inveteradas, erysipelas e
;onorrhas.
Hodo de asal-a
Como purgativas- tomp-se de 3 a 6 por dia, be-
Bendo-se aps cada dse um pouco d'agua adoca-
da, cb ou caldo.
Como reguladoras tome-se um pula ao jantar
Estas pilulas, de invenco dos pbarmaceuticot
Alrreida Andrade Si Filhos, teem veridictum doi
Srs. mdicos para sua inelhor garanta, tornande-
le mais recommendaveis, por serein um segur.
Durgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
isadas em vingein.
ACHAM-SE A' VENDA
^a droitaria de Paria Wobriaiho i
ll -Kt/A DO MRQUEZ DE OLINDA 41
Feitor para engenho
Precisa-se de uin hnrmm pirtnguer pa-a o ser-
vico de caoipo ; a tratar ni e-rt< de Leal i
Irma ra Mnrqucz de O nda n. 56.
NICA H TNICA
0t FILblOL Ot fi.LiO.
HSTMtTANEA ]ir. b.rlM. j SOaSUMnlllHl
* u iidro. m propir.;U branco.
ira ivgeo | sua QOr prmlMTh
Hnolta jeraJ ea Furia! rZXi&ZO&,v7, m. Tit -ojo, P*j
> Hyu-.-., ra : iaitt" M 4a SILVi,.o>
'*******."'
?***-*********
Belleza Hygiena Saude
ULTIMA M0VI0S.DE PREPARADA CONFORME OS PROCESS0S SCIENTIFIC0S OS MAIS APERFEigOADOS
Matca roffi-tnda
^o^
.O' ,0* aO" .,>* a
*v jP' *" ^*u' *V' a**' A ^
.&.& .
.v-v y s* ** SUPERIORES
v-

A JO Ni Perfumista, 62, B"de Strasbourg, PARS
Depositarios em Pernambuco : FBA8' II. da SILVA & C" k as principvks casas de perfumaras
Criado
Procisa-se de ani criado para servido demesti-
00 ; a tratar aa ru* da Aurora n. li 9.
MMMMII
nomtis,
PC *SL.B Y Vende-s em toda a oarts
AMA
Aclianne cxposlos venda os bilhetes da
lotera das Ateas
Sorte grande
10:000*000
DIVIDIDOS EM DECIMOS
as easas da Fortuna, ra ], de Marco
n. 23.
Casa Feliz, prac,a da Independencia
ns. 37 e 39 e na rna larga do Rosari
n. 24 A.
O dia da extracto ser a 8
Precisa-s^ para lavar e en-
S'-ramar em ('MI d* familia : na ra do
Riacbue! > o. lcl m dir.
Amarro da Bexiga, Phtlsica, Tosse coaouisa, -OysBepsta .aun* f
ferias semfhaes, Catorros **+ ?****+> **
niMa
1



\
I

I
I
" .
Diario de PcrnainbuciiSexta-l'cira 3 de Junlio de 4SK7
A higa se barato
Ba V.scoade de Itaparica d. 43, armatem.
" ftas Coronel Suassnna n. 141, quarto.
Ra. de SeU> Amro n. 14, loj.
Eua do Cirredor do Bispo n. 18,
rratj-'- na ra do Cotnmercio n. 5, Io andar
Mripturio de Silva Guimarae A C._____________
Aluga-se
Costureiras
PreaM-ae de ooas costureiras, com urgencia ;
na rna da Aiuar n. 39, 1- andtr.
Ama
ama casa com sotao, edificada a moderna, com
accommodacao para familia, aitio pequeo, entre
M duaa estuoea Jaqucira e Tnmurinerra.
OITB4
Urna casa nova em frente do Sr. Tbom, propria
pan pequea familia, entre Jaqueira e Tamari-
oeira ; a tratar na ra Primeiro de Marco d. 25,
taja de jolas. ________^^__
Preeisa-se de urna ama para coaQhar e mais
servicos don. esticos de urna cafa de pequea fa-
milia ; a tratar na estrada do Rosarinbo, sitio n.
5, casa amarella.
Itagi-se
Ama
Precisa-ee de urna ama ; na praca do Ccnde
d'Eu n. 5, loja de sapatsiro, se dir quem pre-
cisa. .
Ama
euartcs da loja do sobrado n. 4 ao largo de 8..Pe- |
ero, hluga se 4 amas e peasoaa que trabalhem :
em canusarias cu casas de modista ; a tratar ua
mesma lija. Os inquilinos tem direito a agua.
Altiva-se
Preeisa-se de urna ama para casa de pouca fa
mi ia, que Compre, saib* cosinhar e durma em
casa ; na ra do Mrquez de O inda n. 48, se-
gundo andar.
n criado pardo, eseravo, de 18 annos ; a tratar
na ra do Marques do Ht rval n. l*-____________ I
Xarope de caSdFsuaco e bal-
samo de Tull
repaiwdo pelo pharmaeeut'co Jos Fraucisco
Burencourt
E' uro poderoso preparado para todas rs sff-c-
coee c'os urgSoe respiratorios, como catanho pul-
monar, astria, coqueluche, bruiicbite, pieuroo-
aia, tisiew, Cada frasco 1 000
Deposito na Pbarmat-ia Central, ra do luuera-
dor n. 38 P.rnanoonco.
Afflk
para quiui cosinhar Nabuco precisa se un n. 3, Capunga. ; rna de Joa-
Amas
Pr cisa se de gus. urna para cozinbar c outra
par engormnar ny. ra da Uniao n 13
Ama
Pc:sa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia, para Agii-r'ria d.' B-berib- ; f. tratar na
ra de Pedro Affouso n. 58, antiga da Praia.
Ama
Preces-se de nma ama para cosinhar ; na ra
d > R"ng'L\ n. 44, '' andar.
Iricofero de 3ai
Gamnte-se que faz as
cetecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
inha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir on de embranque-
rer, iniallivelmente o
virna espesso, macio, lus
t oso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfumo no mun-
do que tem a approvacaofficia) de
uro. Governo. Tem dos vezes
mais fragrancia qua qualqner outra
cdnraodobrodotempo. E'mnito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais pertinente e agradavei no
lenco. fS i uae rezas mais refres-
cante no ban^o ce cuarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
destalos.
Xarope Je Viia le Renter ffi.
~ ~~ di HxnfP'l n 44, andar. '^y^S
Seilieales k CSirrapalo Ama para eesubar
Ccmp'-a-se grandes e pequen&s quantida.les :
na dn ga a de Fn iicisco da aiiva ie C-, ra
do M 'jo tii < >i 111 vi n 2".
v riailo
Pncif -- ooi criado : i atar na ra d
Pajean i. 19, i'asi." m ;ia Maglalena.
Precisa-ge de urna ama : na ra da Imperatriz
11. 23, 1 MI inr.
Sortt s para S. Antonio,
S.JooeS. **edro
Expli cd I! rn,
Tendee timi mn 39.
Venhi.ii! ii i editar.
Vaixeir
Precisa te de un caixeiro erm pratiea de seceos
m I hados, de 12 a 14 anuos, e de conducta afian-
: na ra de B. mfi. > u. 4, junto .ponte
*HTES DB CSAI/-0 DBPOIS DE SAL-O.
Cura positiva e radical de todas as formas de
taerofulas, Syphiiis, Fe/idas Escrofulosas,
Affeccoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
sncaudoHRnguo. Figado, e Rins. Garante-sa
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangu*
a restaura e renova o systema inteiro. 4>
Sabao Curativo de Reuter
gran '.
\IIpiic;io
Ofi re i'- .i de qual-
qu* r c br <,' i i il h :; r <'a con luc ; q-iem
. ; ra Jas Aguas Verdes n. 70.
ir.
un r
De todas as fazendas exislnlcs na atilda casa de
Oscpnlesar \2>$ eoaiprova.. a rea'ld^de em violados seos pre$os
0,.lt : v i tes, il 5 W, I-52IMJ llSOO!
O -, 250" -. 2oiK) ;)-'<():
'' ,:, fl(i<-lla, SUU i's 1-ji") l(520 o ' ['em 2(J00, 2&200 > ditu! m s larguras.
I. puro 5r -. ..
800 is a -v'ihi n |
;;o rs. ac n-ta-
I br n i n (), i \& 11 ( dit"
as as j p 'i". '.' sti -.
iho p r h
>' a 400 e 500 r>>., o ilt '
- 0 liil '.
i, .i -"'" f20 r-. n .to !
-It i. s s p ra i etiin b, a -> UO d z
'-'.'. r, Si b, a 3 $ >9 I a dita!
Id m fiancezas, branca de Or .-, a 240 "i ,. lita'
tiit r n linlm, .. .'!;>")--'O dit '
:;> i :i ,b rj I < KX) -, 155000 a dita !
> H'j i 0 (vo: a 40 M e 55000 i
,i ani, ;. 65000, [i ..sii- 20 j rd--s I
ii ii ^ sacos, .v 45uO'l a dita de ln > '
. i .. i, a j b < .-. 55000 00 -i '."? !
rti .. t. chapos pai : i- a 45000 e 550001 para liquid-r
. c p a di la, i 25000, ,0000 u u !
linlm pur<-, di 35000 (p ra abar) 5000 o rnetr^ I
.- 1, .: :, -O .0 -le t>. s s On s.
P. : 11 par ai tus, tu-lin 5 br.n o-, Junios, e tkialraenta .iquidam-*'-
od&s s 40 / : I 8 a v .1 | tive m i.bertas as peyas.
Antiga casa
DE
CiMEBRO DA CINH
50Ra 'liique de Caxias59
A
FiLUL&S DIGESTIVAS BE PANCREATINA
de DEFRE^S
Pharmaceutico de Ia Ciarse, Fprnecedor dos Ilospitaes de Pars
A Pancreatina em pregada nos nospitar-s rte Pars, o m.nis poiieroso
. visto como li a pn
> sme irne o o s
mcia dos alimentos, a ter ^o, ouj
ncia de s'. D ou ulcera t do e
i!" intestino, 3 las de Panoreatina de De d<*i -s
. o? melhoi los c sao
ra us seguintes ali:c','oos :
Falta -le appetite. Anemia. \ C- '
Mis digestocr.. i Di
Vmitos. [ Dysenteria. i Bnfennii
Flatulencia est' Gastrites.
Somnolenciaep "er.evomitosaieacoraDaha n a
radazinb lida.
i : DEF^ES^S, autor de. Pe F ". 7 S
Lotera da Provincia
Trrfa fcira 7 do currrntc se extrahir
a 0a loteracm beiuficio da Santa Casa daMi-
gcrienrdiaioconsistorioda i^ejade J. S.da
Concr^o dos Militares, onde se aeharao ex-
postas as urnas e asespheras arrumadas en?
ordeni numrica apreciado do publico.

SUSPENSORIO MILLERET
Elaitlco sem CordOs
Para evitar as contraa**
BtAgir a marta d Intm/or tmprmUda
^fc MU eadm tmtptnatrio.
Ilriua para Tarima
TMlH iJlWirai *l|p>dtn axte.
FUNDAS MILLERET
Cau Mllleret rretmmnda i
nai Funda anatotnirua
nmu Funaam inviairrim, par
anirr a hrrmtai quttrmurai ti mau
' eBrmupiRiiURiiHtDMuo.
MJJULERMT, XJE QONIDBC, Bacamor, 49, rom J.-J. Roummmmu, PARS
DEPSITOS BU TODAS AS PRINCIPABS PHABMACIAS
Para o faanno. Toilette, Crian.
Sss e para a cura das moles-
as dt pelle de todas as especies
9 em todos os periodos
Appr inspecto-
ra gt:i iuciro.
Dcpi
".
'. i i
<: O.
[ fcffS
e sa'.cs
Uffi i eoe se a> uiM.ior i
noite de 8 .nto .V i n >. S J ii e S. Pedro, um
completij ooriin'ent i de-- .: qiH' vuiie-se
por pr-v s muim raso veis fsz-m" srinde din -
ruo( < eai sor^ : la ua ;.:..; I n. 2, i'ii-i
esrtjltri ii : I r-Hi 1 .i
Tflsrnii
PABA TIXG
brrba c os cabellos
1 .-I tintura tinge ti rb-i c ... loa ios-
HO*Hneinei lo Ihed uin bonira edr
S Di lili ', n 1 DsivO O 3CU U;' S!lilil.,'.' e
Hpido
V BOTICA FRANCEZA E DRO-
AH V R ; |u y. I i": i -, bu le A
UAORS, mu ..'o i in-.Jesi:, antigH da C'rut
i. 2"
!inel
(- -ii m r1 i ; io na r ,3 > : :ih
rna l*rg Fabrico e assucar
A p|-..i"' II1 <*( ji r>i iziroen-
t' e ;nr-. Proprio i ra /"nli"s p'viuc-
n ik, .- i, m iikkIch -91 prrfo e ef
feetU'o eiu opera^So
o'li -a: ajunt r :<' > i o By8tptna velno, m--l!' r muito t
qtn aa : QtaD'lo
qiiA>' tirlarle.
Or-ERAgO MUITO SIMPLES
Uzii { .-utraes,
masbiniaiuo ap'-rtoij a moder-
no. r'lrtnt.8 completas /.iu machinistuo
separado.
Es|i' ifit i,o s o ir.t" rm c<5 -
5-RA DO li
nimniWTio
O abiixotend .11 -1 lie'cimento
m< liado i- i" roa im ."> I n 2-1. d 1 eidade de
Olind>. Sr A"ipi" K rierui a ravarea, l:vre
iiiB-inl1- rn(hUO de qu 111 8 iu'fcm (r ilor a hpn;ent>-r suhs c utas.
11 pr>iZ' ii Ir B d s > coutar ox (lula iiiBen'e,
ficaiid 1 coirp 'i r .- m revpooaabuidade lgu
||i H. 11 I Ifa ii filil- P' Z -
0ilU4, 27 1. .Main de 18K".
Jraquin M ir ra (Joelho.
C r t. dB > sc ara
Preoi.-H-ae de uincria lo eacrav par uuih caa
de |qu La f milla ; tratar no eaea da (iinpa-
i.hi, 11. 7. 1 sr tul rio.
CoNnlieiro eseravo
Precia -- '.' um c >iih iro es rnvo, par urna
caaa de peqn na tu hih; h Ittar bj caea da
Cuinpai.iiiM n. 7. e*ci|itorio.
Preeior-h i* orna erg mu adeun tariava, para
1101H v i-a e 1 paja- na tu.ii'a ; a tratar uu caea
da C nip. nhia 1. 7, en rp'on. .
YERBAS
== Vend.-K1 um .-. rrn.ho de qui tro r. das rom
um boi (or.lo e ( rt ; a lr..*ai iw ca.a '2 de No
veuibr... 'averna n. 77.
F de algodo
Em -a c. f de ?5 k.il.8 : Vt uuein Baltar Irmoa
4C, t roa da Ciua ii. 32. I- andar.
\o D. 17
Ba de llortas
Vendp-ee i.- p. nal vnh puru collares, propri.i
para me.M, p.-r prfC' raa.i.vel, aaaim Comu cop.a
finoa a 2 K.;(>h .uiziH.
Deposito de ierra, uoyo
Vende-se um; na ra larga do Roaario n. 38.
Bftj OL&SD r.-. V.A-".
:-.' x.^-l'--.-r- Whilky '.' >r p-
ki rnifjuai aa rden-.e d canna, inij*ji.li'ii
. ^orpo.
Vende-ao a retalhu a ,.. a anaiiMeuo
nolhadoa.
Pede ROY AL BLLM. marca VIADO cajn
ae e emblema alo regiatradoa para todo o Brasi
___________BROWNS & C. agente
Cabriolets
Vende ae doua cabriolets, sendo um descobert.
e outro coberto, em perfeito estado, para um ov
dona cavalloa; tratar ra Duque de Caziar
n. 47
A' Florida
Rna Duque de (asas n. lo*
Chamase a attencao daa Exmas. familias par
os procos seguintes :
Cintos a 1*(X)0.
Luvaa de pellica por 2*500.
Lavas de seda cor granada a 24, 2*500 e 34
o par.
Pitas de velludo s.9 600 rs., n. 5 a 400 re. c
metro.
Albnns de 1*500^*, 3*, ate 8*.
Ramos de flores finas a 1*500.
Luvaa de Eacossia ptra menina, liana e bordt
das, a 8O0e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinbi'.s de 2*, 2*500 e 3* urna.
Plises de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentea para coco com inscripcao.
Enchovaes pira bat izados a 8, 9, e 12*000
1 caixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Capilla e veu8 para noivas
SnspeuQnrRis americanos a 2*500
La para bordar n 2*800 a libra
Mo de pnpel de cores a 200 ris
Estojos para crochel a 1$000 rs
Bico de cores 2, ", e 4 dedos
de largura a 3iKK), 4(KXi e 5*000 a peca
Leques trausparenteti a HOO1.'
dem preto a 20(K)
LindoB Brojea a 3000 1*0, i0 e 500 ris
Leques para menina a 2<>U ris.
Licha para machi, i til D ris a duza, (CB K
Bordad >a com ,1 a dedos do largura 6(AJ ri8
3 deios bW> ais, 4 dedos l*if(i0.
Garrafa d'agaa Florida 8'10 rs.
Lequea com borlota a 800 rs.
Bici s brane s para h 'tmta, cretone o < hita pa-
ra correr btbadoa a 1*000, a 1*50:) a pe^-a com
10 varas, e barato.!
Albnns ii: ch igrem, veiu Ii C vrb.itiua para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8c000.
Meias de Eacisaia para senboras, a ? 5M0 o par.
Lenyos de luiln ein li.id.^a caixas,
Bico das libas iriuito dij proprio para toalhas
c saias.
dem japones proprio i ilvas croquets e
toalhaa de aliar.
dem bran, .- i-, m ."> .1 os .' largura, a 3*000
h pi ca com II) varas.
(7mxm8 com a rte8 'e j-gi de u.agica proprios
para ?a.:i ., a .r>iK) l.
Sabonelea de d versas qualinndea.
Bolsas ii. courc p
Collarinho di- liohua i 0 rea um.
Wrnnile peri'ine:ia t'iu e^partllioo
de linlio a 3*<:0. um.
BAktiOA) AOXTS
Gra'iiic sortimenlo
DE
Fojos i sortes
JOS 11 :8 DO
lma Mrlie
Vende-se |u: s B muito rasoaveis 6 faz s'
grande differi ca
ei.Kua.i-' Baran da Victoria o
A REVOLUCAO
0 48 a Riia Duque de Caxas
Tendorecebidodirectamente mu completo sortimenlo de f;z.'ndas
que venden] por presos que admlram
Lindas cachemiras bordadas a seda, a 700 ra., covado.
Linn com salpicos, fazenda muito larga, a 600 rs., covadn.
Las com listrinbas, novidade, a 560 rs., covado.
Ditas com quadrinhos, a 400 rs., covado.
Lindas alpacas de cores, a 320 rs., covado.
Ricas pecas de etamine, modernissimo, a 100000, peca.
Cambraia bordada, a 50500 e 60500, peca.
Ricas guarnicSeB di viludilho, bordadas a vedrilho, a 65500, urna.
Lindos dama si, 320 rs., covado.
Gorgorina8 de listrinhas, a 320 rs., covado.
Fust3e.s de edrea, a 320 e 400 rs covado.
Dito branco, a 400, 440, 500 e 640 ts., colado.
Linhos escocezes, a 200 e 240 ra., covado.
La eacoeezas, a 120 rs., covado.
Seiinetas finas, a 320 ra., covado.
Veludilhos, lisos e lavrados, a 10000 e 10200, covado.
Ditos bordados a retroz de s.la, a 10800, ovado.
Curtes de cichemira para vestido, gosto escocez, a 200000.
Grande sortiraento de inadapoiSes c algo 'oes, brins de cores e braucos, caae-
rairas pretas e de cores, cheviote e muitos outros artigos de phantasia.
Ilenrique da Silva Moreira
PHARMACIA CENTRAL
38Ba do Imperador38
Tendo passado por urna completa reforma acba se monta-la a sati
prorrptidii i ;is i i ; i ;.^o-s medicas, tendo para ess- fim muriic :n i ,- ; jri'n
lidade e especia dariea pharuiaceuticas dos pritreirs '.
com
qua-
1 i os festejos ,1,a noites oo S-nto Antonio, S.
J.au e S. I
jija d<> Si;liza
.V^lM*nto & V.
m cimento p ''- i!. marea Robins,
qualidade ; n ea, b .1,, .' poli i i. 15.
Je 1"
FER
REIR R
a-mi tt babii ni n
NVste estabelecimento l><
I
Cofre
Carlcis
k k po
Si nden
re-
eehe, em consi<>'na-
Qao, cofres de ferro
prova de fogo. Assim
com cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
qner.
48--H.ua ilolia-i 'i;iYflorfi-<48
Sobrado a vender-se
Vende-ae fobrad i Hl A ra d Aurora, em
frente a ponte S.nial- b! ; qu. m pretender,
lie enlt-nder> i rreetor fedro Joi- 1-iu
to, i, praca d < ., mi "
Terreno
Vende-se mn l u no e.ii.fr .ole a eatsi,'! d
. ,-in i i Ir i1 I ;1 de Ka tros, 'Om ''0 pal-
mos "Ih f r c iM-t.-jt-'s fo.i.io-, eciin al'eerees
I>r 3 eaSH i; Irarar "a ru d'Apoll.i n M, pri
C ro ,,i i
Ten, |i>. v i'd. r i m 1 las < ir nfi kll cada
jma h 7 0 -. A t, mu Ilum ., A ru ua U"'ao
o M Ai bul ( i C' Iv. \i ei -, a ron i"a Ao-
roia u f5. e< nlr m. nd e Com a (-atavio de
llii.na.
Leilura para srnhoras
Breehea n k Indo e urdo- a 2gS B ..it ia.i p h douradi a f>"l tia ., mav.
Esplend.lo a..ri,in n'o de l 8-a de vidrilho,
Giaiid- v r edan'e de i quea .le ^eiim, a 40 0.
F.irad rea m ren no* p>.rc c^t l'o a 300> o
m>.Co
^-laa de puan't.sia pra ehhfUn.
I! iii:ii, c II. iC-*., dN" pli-e a 4' 0 ria.
Biincoa, unitiva, d brilhante, f.O'i iij.
Avin'arr hordi'os p'a er*li$M 3 JliK 0.
Chaf. iie f.i"ta se im p.r< eriancas.
hapato de unriuo MiB i i m, idem.
Meia hraicas e d.- i r* fi d E c ca.
Puii ad d- va-eliiia de due'Ha- quiidades.
8abcn. fi a d va* Ii a It c^.
Exuai t> tino- de Pinaii d, G ain e Lobin.
L'ii.iaa hi.lba de e ur e re lii O,
Fnt- d. la p r- nihiT. I8 0
Snpxlna de ckS-unra pr. ta a id 0.
T M.ii.. s par color, di- 4 I) ia a 3^000.
Pac tea d.' p de arr..s >. 3 0 6. -.
Fitas de Ii da ai- qua 'da eP r o- res.
I,un enea vaiiedade oe h lo a d<' phantaaia.
E mi-haiea de ohjei t a piopn a para tornar omi
aeiil.o.a i It guille, t- muit x oun s indiap. in-avei
parn ua,, dar familias ludo por presos amiravel-
u.eule oiudi'-nH.
. Na Graciosa
BA DO CRESPO N. 7
Miarte A C.
encontrar o respeita\el pn)Iifo, iii com-
pleto sorliaiento de medicamen os drogas^
productos chimicos, espenalidudes pharma-
ceuticas nacionaes e estr.in*eiras, (dos, ver-
nizes, pinceis, artigos pr prios para plioto-
graphia, pjrotechnia, etc., etc., ludo recebido
directamente dos mais acreditados fabrican-
tes da Europa e America.
Ghrante-se a qualidaJe de ludo que fr
comprado n'este estabelecment, quer em
g-rosso, quer em realho, afini de bem ser-
vir aos que lhe dispensarem sua confianza.
- ra do Bardo da Victoria 25
^GOTIA AUfy
DE
ALBERTO HENSCIIEL & C.
52-llui do Baro da Yic(oriao2
Este aredit do estabelecimento photogrsphico participa ao rrspeitavel publico,
que coi.tii : a ix*i irar os mais aperfeicoados trahalhos pe!o system.i mais moderna e
mais apr-ci do. A'-h-.-ae bahirlitado a sati.-fazer as rohis (iB eis exigencias, qner em
trab. ili s di i ic'ia, qu r em pintura a oleo.
Al ~ us rabalhos photograpbicos que sao por demais conliecidos encarre-
^a-se i..-, lin, .1 i ir;,ius a oleo para o qne j ae acba entre nos de volta de sua via-
g ni a Vienn n'Ai >, onde visitou as principae galeras, o eximio pi.-itor Ferdinand
l'ier- k, bas'ant liecido pela perfeiylo de seas trabalhos, desde 1877, quando aqui
esteve em n .; casa e ultimam-Blo o anno passado.
P ii Bi.tisf E.-r oo geral a todos que honrarem o noso estabeleoimento con
em s e : m o as j rticipa que alm eos retratos, seja qual fr o systema, tambem
re. eb'' en > .....n as |> .ra qualquer vista ou payaagem, quer photographi^as, quer pin-
tada s i leo, 8. n lo encarregado destas ultioras o mu conhecido paysagista o Sr.
T< lli s Juni' r.
1 iga se a Exmas. familias e maib pessoas o obsequio de honrarem com suas
visitas iv sao ist bel i ento, onde seropre existe urna magnifica exposigo dos trabalhos
qu ex nt nio e or ie tambera os senboees visitants encontrarSo lhaneza no tracto,
perfrivu nos trabalhos e ruodisidade nos'precos.
C. Barza,
GERENTE;
| XAROPE bREINV.LLIER
imto
'^Os
Lampado pela Academia de Medicina
Cara/he/ro a Lego de Honrm
re&*
o^
O Phosphato de e suoatanpla mlne31-n,.,^>_aDnJ?l*?ganlsmo eeoda vea qee sat
_ Medios das Facilidades
. RrimvilUer osse classlucado
enoo mf^n^tiaW**!^^.*1"^ Enlmonsu^^oac^a^^^a^gejn^
i-niLj mes e amas de lette tona f
latea depois da prenhe*.
acblllamo, Debilidade de Orcanlemo. 0 Xarope
(Hartamente da ci'aucas facilita a dentlcio e o cresclment
lape mellior; impede a 'jarle e queda dos denles tao fre^l
Dr-MMo: PharmaoU VI
Em Perntmbueo: WMAlf M.
qvqvb, a. Piase de fea Megflslalne, r&MT.
SIL VA *> O; a mm mHutumm PHirmacm e DrmjarfM.


8
Diario de PcrnambocoScxta-feira 3 de Junho de 1887
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS OBPUTADOS
PBKSIDESCIA DO SE. GOMES DB CASTBO
SESSO EM 17 DE MAIO DE 1887
(Continua^So)
Sem quebra do principio e da ndole do
partido a que perteuee, o orador subscre-
veu o projecio, desde que traha o trajo do
espirito conservador.
Nunca ligou grande importancia s for
mas e sim substancia, porque o vicio
principal das instituigoes nao est no seu
organis.no, mas na falta Jo espirito da-
quelles que sao incouibidos de fazcl-as
funecion* r.
Desenvolve as formas de governo mu
nicipal, provincial- ou gsral, aprasentan-
do succintaraente a sua opinicr sobre a
reforma municipal, corapraheniondo tan-
to 0 projecto que ra-recau o favor do g>-
verno, como o pobre forastero que ape
as teve o acolhimonto da nobre opposi-
glo, guardando a conveniencia de urna
discusso prclininar, cora a de prefe-
rencia.
(Entra no sallo e oecupa o seu lugar o
3r. ministro do imperio )
O orador reeorda que a constituigo d
s cmaras rounicipaes o governo das vil-
las ; e iades, u-liberan la sobre a respec-
tiva economa interna, assiin como distri-
bu aos outros poder-s as raspactivas at-
tribu'coes.
aloatra que o projecto, cuja preferencia
se pede, Dio aceita no gov rno municipal
;l intervengio de qualquer outro poder,
emquauto que o projecto que mereceu o
favor do ministerio alarga a intervengo
do j-overno uas municipalidades, reduzin-
do era grande parte as attribuigoes da lei
do I.' de Outubro de 1828; portanto
iqu' lie un projecto constitucional e oonaar-
vaor, poique r-.conbeee o direito do cid-
dao int^rvir nos negocios peculiares sua
parochia, e o pirado conservador nao quer
recuar da constituido nem tao pouco pOr
embarazos ao pr.igresso de noaratico.
Depois da vari -s considcraeSis relativas
ao rgimen ceatr disador, que na sua opi-
nio tem sido o naior deleito das mouar
chias que o tem adoptado, passa a analy-
sar o projecto do goveruo.
Esse projecto, devenio consignar dispo
sigSes tenientes a alargar a espbera de
aeco das nuni.-ip.lida es e a dar-Ibes a
autonoma de que ellas se vera despja-
las, ao contrario, i-rea euti ades que nao
,e coaiunam ejra o espirito de liberdade
dos tempis mod rnos, nem com disposi-
ssas da constituido. Tal e a
jilo de um prefeito, a cujas deeiaoes
ore* m
icar, sem recurso, amarradas as rauoK-i
palidades, accrascendo que essa entdade
coi vez de ser de ileigo popular no-
raeada pelo gov. rno. Isto atfionti a letra
la lei a a autonoma das cenaras.
Ha ainda, entra outras, urna iuuovago
>n a qual nao ple cooordar : a da
parochia, divi Ji da em urbana e rural, e com
Icis diversas pelas quaes se devem reger,
iiiaes. coromis-
misslo por consignar maior sonata de 1:-
berdade s cmaras raunicipaes.
O Sr Bario de Mamor (minis-
tro do imperio) diz que tratando-as de urna
preferencia natta tem a accrescentar s
palavraa eom que o nobre ministro da
agricultura de?Urou suitentar o projecto
aprescatado em 1869.
Paff#a part* ratitic* e*sa de-Urao i" >,
q jfllga que so outras raz3-s nao tivesse o
governa pin pr-ferir o sen projecto, en-
contrava as no disanrs) que o Sr. Ferrei-
raSViannaaeabou de proferir, e segundo o
qual ticou patente que a maior parte das
disposigSes do projecto da aoramUso aeham-
se contidas no projecto de 1869.
Ha de mostrar, am occasilo opportuna,
que este projecto preferivel quell, nao
querendo isto dizer que a medila que o
governo defende seja a ultima palavra;
nao; o projecto ba de ser emendado na
3.* discusso, e possivel que o governo
adopte muita**das ideas consignadas no
projecto do honrado deputado.
O Sr. Alfonso Peona ficou sor
prendido de ouvir o nobre ministro do im
perio, a quem se attribue o proposito de
apresentar diversos project03 sobre tr an
quas muni-ipaes, declarar que, en re
lago a municipalidades, concorda cru
o projecto atrazadissirao apresantado em
169.
Enteude o orador que ura projecto do
qual o Sr. Ferreira Vi nna disse que se
fosse adoptado, seria um passa retrogrado
para o progresso das municipalidades, nao
do/e ter o voto da cmara, inclinaia m-is
a alargar as attfibuicoes das escolas pra
ticas da lber liqB> admpMtiva do que a
tollo"-las. Wk.
E de facto o projeetsp patrocinado pelo
governo, se por um lado afrouxa as peias
que embarajam o desenvolvimento. doai-
nistractivo, por outro lado coarcta a liber-
dade de acg'o das corpjra^Ses munici-
paes.
Julga que a razao apresentada pelo g -
verno, de preferir o projecto de 1869, por
j se jachar na 3* discusso, nao pode pre-
valecer, porquanto a materia presta se a
grande d'-senvolvimento, e nao couvera ser
decidida de at'ogidilho.
Admira-se que o nobre mioistro da agri
cultura dissesse que a mai >r parte das dis-
posii,oe8 do projecto de Sr. Ferreira Viau
na estao consgnalas no projecto do go-
verno.
E' ura engao de Exi.; entre o projeato
do nobre d-putado c do gaverno ba com
plato ai.ttg mismo. Site nao atten.ic, co-
mo aquelle, s necessidades dos tempos
que corre o.
Cmvida a ca-a..i-; a txaojinar cora a
maior minuciosilade o projecto que se vai
discutir, afim de que aao volte emendado
do senado.
A preeipitacSo coro que a cmara tem
votado alguraas leis d lugar a em nda
ultima hora. Na a ha inuio lempo que urna
lei sahio da caara e soffreu emendas,
Por ora limita-se a perguntar ao nobre-
ministro da justica qual a opinio do go-
verno sobre a raanifastacao, ou declaraclo,
ou proolaraacao, ou exposigao de motivos
que tai publicada por dous marechaes do
exenite.
Achando-se o gabinete en situaco ex-
cepcional, *cujo melindre e responsubilidada
eoraprehende ; por isso mesmo que o] go-
verno nao t-'m actualmente outra torja que
o.lo s^ja a que Ihe venha da cmara dos
deputados; por isso mesmo que elle boje
encootra-se n^sta posigla pela adhesao que
Ihe d a raaioria, ju'ga um dever dos re-
presentantes da na^il pa irem ao goveruo
palabras que aa mena3 provisoriamente
tranquilsem o espirito da opposicSo.
Assim, pois, pe Je ao nobre ministro da
justija declare se o governo nSo considera
urna ameaca da orlem publicaba declara-
<&o a que se rbfero.
Sente-se o governo com forga para ga-
rantir a ordem e a seguranza publica, ou
pelo contrario nacessita, para eate e para
casos futuros, da cooperaga franca da c-
mara dos deputados, afim de que cris 's
iguaes nao se dm no paiz ?
E' o que deseja saber*
O Sr. NacDowell (ministro da
j;>3tica) diz que, se nao tora o inconvenien-
te de perturbar oa trabalho3 da cmara, o
gaverno aecederia em discutir a questo
nilitar, que a nobre opposigao '.em-se a-
pressado em querer enterreirar na cmara.
O governo tem feito sentir que, ao lado
la mr.ioria, a discusso deste assu'npto tem
paroc
1e abrir-se ampia na cmara, guando
se discutir a filia do throno e ambas as
leis de forya.
Mas j que o nobre deputa lo pela ter-
ceira vez procura ouvir a palavra do go-
verno a respeito; embora esta se tenha t i
to ouvir pela voz autorisaaa do n >br pre-
sidente do cons-dho ; embora o governo te-
nha dado as mus cabaes explicaco*s, ac-
centuando .a attitude que ella irapSa aoga
bnete, cora tudo vai em poucas palavras
satisfazer o pedi lo do nobre deputado, que
alias uia tormulou, cono devia, urna in
terpt-llacao era r^gra.
Era priraeiro lugar julga que o no
bre deputado nSo recouhece no governo o
dever de formar juiza sobre publicajSes
feitas na iraprensa; por isso parece Ihe que
sem que a cmara as approvassa.
Em
.om suas asseuibias
s5?8 de fabrica, etc.
Attendecdo a que, na provincia do Rio
de Janeiro, por exemplo, ha municipios
com tao escassas recursos de vida que nao
podera mant?r ura vigario en cada urna
das suas fregu^zias, nao aabo o orador
como se p>33* sustentar urna parochia com
todo este app.rato que requar o projecto
de 1869.
Achara raelhor estabelecer um regiraea
uaitorme para todas s paroebias, e'i^.o
adoptar estas separat.3 ts que X:itam sem-
pre rivalidades e, in iisposicojs.
O projecto do governo d maior somma
de liberdade, quando devia S9r o contra-
rio, aos municipios pobres do que aos ri
eos: mas n3 fuos educados na escola da
;gualdade, e nao podemos admittir estas
distiacc3es de fortuna no exercicio de d-
reitos comrauQS a todos os cidadcs.
Pre\c a luta que ao prefeito pule trazei
a perdaje coniapca da cmara, e os e.;-
baragos que dttbi pad-tm provir para o r
occasiao opportuna pro va: com docu raen-
tes este asserto.
Nao p le, portan'o, votar por ura pro-
jecto que nao satisfaz as necessidades ac
tua-'s, e que. alera ciisso, aposenta ura
machinisrao tilo co nplicado e ditfi :il de
comprehender.
Julga ter dado &s r^zoes por que nega
a preferencia ao projecto do guvsrno e es
ta prompto a d.r o su voto ao projecto da
commissao.
A dis'ussao tica adiada pela hora.
SESSO EM 18 DE MAIO DE 1887
PRESIDENCIA DO R. '10MES DS CASTBO
O Sr. Maciel enteade que, como op-
n .-.ioionista e schI dos actos do governo,
d.'v; '.izcr agofh '. pergunta qu^ ha pou-
eos

dias quiz fazer quantto Ihe foi denega
da a arjjeu.'.ia para e.sse um.
S.-be que o nobre presidente do eonse-
: no sendo d-?n o)iriiao, que se suppoe
n ni ti va, sabr i ci.araada quMtao mili-
'!>, r.3SUrapto que tem agitado a' opiniao
pu'aiioa da (perio. lo acha, poira,
guiar andamento da admioistra^o loc^l, i-jgulnr que o nobre presidente do coase
'xe de vir ;i cmara raproduzir \9
ras que pronuaciau no senado, visto
..ridade no machiiiiscuO diSse ramo de ser
quando o que principalmente 3e devia te: | iho de>
ra vista era a maior siplidade e regu- i paUvra
ligo publico.
Nao pode, portanto, dar o 3cu voto o
rjecto do governo, e p refere o da cjra-
iratar-sa da ura ;uts;.lo tao importante
como esta. Assim a cmara, quaulo nao
qacira isuutir > a--urapto, tem o dev<;r de
ouvir a respeito a palavra do governo.
que o nobre deputado juer saber e o
eguinte : se o governo sup;io3 que a pro-
laraa^ao a que o nobre deputado ha pou-
co .Iludi pos era risco a ordem e a segu-
ranza publica, e se julga. arma lo dos raeios
necessarios para mantel-as. A isto respon-
de que o governo est convencido de que
tem esses raeios, do contrario se retira-
ra.
Se o nobre deputado, porra, quer que
o orador diga em que o governo faz con-
sonar actualmente a questlo militar. .
O Sr. MaL-il diz que no fez seraelhan-
te pergunta.
O Sr. Mac-Dowell (ministro da jostiga)
no s quer mais saber, e nao encontra coheren-
cia na interpellagao do nobre dputaio,
desde que esta questao, na phrase de S
Exc. constitue urna ameaja s^guranca e
tranquillidade publica
Declara que o governo mantra-ar com
o apoio da cmara e a confianza da cora,
condiro '3 sera as quses nao poderia couti-
nusr na gerencia dos negocios pblicos
Est persuadido que o nobre deputado
entendeu claramente qual o pensamento
do governo, e prometto aceitar a discus-
cusso para quo a opposigSo o convida,
rnas em occasiao opportuna.
Continua a 3* discusso do projecto n.
178 da reforma da adraiuistracao local as
provincias, pracedendo a do requeriraento
de preferencia apresentado palo Sr. Ma-
ciel.
O Sr. Bolhes Ca-'valho diz que
basta o mais leve confronto entre o pro-
jecto adoptado p-lj govern e o projeet<
do Sr. Ferrei-a v preferencia que merece o priraeiro.
O pr.jecto em iscusso es.abelcce me-
didas que es'.ao de harmona cora as ex-
ge acias de una boa organis. gilo munici-
pal, raedidas que ac.bam cora os busos
a pr..ticas ha muito eonderanados. Julga,
pois uraa injustica o qualificar-se de retro-
grado ura projecto que oasagra principios
tendentes a corapor com abusos arraiga-
dos.
FOLBEIII '
JOSLAROiNZA
JACQfiS FLOT E 'ER
T E II C K I a P I E
Tooo razio, minha senhora ; sra-nte
1 r a p dem possuir iguaes. E ura thesou-
j ro. .'Y um penhor tigno de si. V*\e ura
, n.lilo.
Eda oibou i.r. ,.. framente.
-.1
- i,javera -i' acital-oa coma penh
S' ra: coaai? s''n duvida.
. iia ', -i n i ; '-, s.-rve lbe este
or
pa-

.U-.UV.. reccirj au cilada.
Nao pro ;; i nos d s eagnnar cora pa
.
O ABY*0
.' I, intiuu m;.\o .j u. i ~>)
X
E, Borpr ndidx, espautada do san^.ic-
frio sinistro cora quo < !!a mesma formula-
Va as clausulas do aboaiinaval contracta,
indigaaJa contra < caima da "/:. '
r.ta interroutpeu s
Bein, respondeu 'iouva!. V'ja nos
os bnlantas.
Renata 3ahio p.ra ir bascar a preciosa
joia.
Andando, dizia comsigo mesma :
So Dcus nao rae arrancar do abys
roo, isto dar-me-ha terapf, pelo menos tem
po de morrer antes da consuraroa^.aa do
negocio.
Vobou saia com semblante tranquilla.
Reaval esp rava v< r, sera duvida ne
nhuiia, qualquer beilo trabilho de purive-
sana.
Quando abri o escrinio soltou uraa ex
ciamacSo :
Mea Deas como lindo como
ndo !
No aeeito isto seno a titulo - a vr dar-lue seis mezes de prazo.
i,.-, ;. .-.i ia -,:.j a senhora conseruar a
pr priadade i-; ;.-' pairas, cu guardare'
> o o crediro Subra o seu amor.
Pensav4 jaa Ciistia.
Nao. E' a;etia? um a^iamento.
Nao compr beoTO, -ranti-sso.
--.Vai coraprrehei'i-r, dase Rouval.
E ente, com iuteira tranquidilade, as-
sim, sa ex di i O i
I de echa: natu:ai que eu nao quei-
ra ser burlado nos iireitos que o acaso, que
o mau Delta, m i aou'erio. Quero r^ser-
var mu recarsa coutr;. rea pal e contra a
sei hura nearoo. Oonlaa seu p*i, porquan-
O por caUSa ;ae f.^jo isto, ; contra
a seahua, parque podar ter muito inpi
oadamente idea de morrer. Ora, quer
que saina qu a sua .-norte de nada servir
para es'.-, negocio :'3o falia mais do que
emraar.iih.i o m-.:- 'Juero evitar lbe a
om suicidio, \ u parea:a ter-lbe sido ira
posto pea verg tohi
E" rauita sol ata h.
N.^a me .. ra. E' apenas egois
mo. '^ n mea t u aquillo qu?) od
termos i se obama me d-. rv
Todo oda nao me ex
.
Eatranha que os nobres oradores que
tm se oocupado deste assumpto censurem
o governo por ter tomado para base
desta discusso um projecto desenterrado
do p da seeretaria. O projecto foi apre-
sentado em 1869. Na verdado 18 annos
um grande espago de tempo, durante o
qual podera dar se acontecimentos que per
turbera o nosso direito publico ; mas, nao
e teado elles dado, nao v razao para se
contestar que o projecto em questo nao
seja o raaia aliantado na materia, e o que
mais satisfaz as exigimias de uraa refor-
ma local.
O nobre deputado Sr. Ferreira Vianna
cenaurou este projecto por consignar dis"
tineySas entre cidades o villas, entre paro-
chias urbanas ruraes. Mas estas distinc-
c3as a que allude o nobro deputado sao
justamente urna belleza do projecto, porque
o legislador deve sempre ter eoi vista que
a igualdade muitas vezes contubSo.
O orador defende enrgicamente a crea-
cao da paroshia corao base da organisaco
inunqipal, e ente de que a parochia nao
uraa creajUo nava; ella j existe desd-
os primeiros tetnpoa da nossa emancpaao
poltica corao unidade civil. Alera diaao, a
parochia encontra no progre8ao, que em
cerca de 70 anuos se tara desenvolvido no
paiz os elementos legtimos e naturaes da
sua existencia.
Passa a fazer um estudo comparativo
entre o projecto adoptado pelo governo *
o do Sr. Ferreira Viauna, concluindo que
o peojecta para quo se pede preferencia
na maior parte de suas disposico?s mais
liberal do que o do nobre deputado.
O projecto em discusso foi censralo
pelo nobre deputado, principalmente na
parte que se refere creagao da parochia.
Essa censura parece tanto mais injusta ao
orador quanto nao foi produzHa pelo Sr.
conaelheiro Affonao Celso que, analysando
aa varias disposicSes do projecto nao o
condemnou nessa parte.
Entre outras dispoaigo^s que rceraceram
a censura do nobre deputado, corao vai
ia 'Strar.
Mosra que o prefeito 6 apenaa um exa-
cutor das deliberacoes das cmaras muni-
cipaes e pergunta qual o recurso que a
cmaras teram quando esses prefeitos
exorbitassera de seus deveras ou quando
as coraraissoas executivas exorbitassem o
que deviam fazer as respectivas cmaras'(
O projecto do nobre dapuudo, o Sr. Fer-
reira Vianni, nada diz a respeito ; entre-
tanto, que o projecto adoptado pelo gover-
no faculta a qualquer verealor poaer re-
clamar contra essa exorbitancia e autorisa
o presidente da provincia a mandar que a
cmara suspenda o respectivopr^faito ou o
obrigue a reformar o seu acto.
Tem diacutido apenas a preferencia, c
er ter defendido o projecto de todas as
accusaco38 teitas a eile pelo nobre deputa-
do ; resta-lhe fazer um appello aos uobrea
deputados: 'quando ha tantos annos 3e
trata "desta reforma tao necessaria, quando
as ideas aproveitav is do projecto do uo-
bre deputado o Sr. Ferreira Vianna po-
dera ser adraittidas no projecto escolhido
pelo governo, para que levantar esta ques
tao que mais atraza a ampia diacussao que
o projecto deve ter ?
Pede, portanto, aos nobres deputados
que venhara collaborar corao maioria, para
estabelecer urna reforma municipal, para
a qual devera concorrer tolos os partidos,
que satisfaz as necessidades locaes do im
perio.
A diai-ussao tica adiada pela hora, P*8-
sa-se 2a parte da ordem do dia.
E lida a seguinte interpellagao :
Requeiro que ae marque dia e hora
para dirigir ao Sr. ministro da agricultura,
comraercio e obra3 publicas, as seguint.-s
interpellagoes :
1. Tem conhecimento o governo de
que as r lagoas para a nova raatricula de
escravos, encerrada a LO do Margo ultimo,
formn assign*das, no municipio de Cara
pos, por puss i.iS iucorap-tantea.
2* Qul a situagSo juri;a dos ia-
dividuos Hssira illegalraente dados mi
trcala em face das leU em vigor ?
S da d..s se8so-*s, 1'ideMaiode 1887.
Alonso Celso Jnior.
nobre Sr. ministro da agricultura, quan-
do ainda tSo receotemente devem soar
aos ouvidos de S. Exc, hyranos do, louvor
pela sua entrada no ministerio ; queixe-se,
porem, S. Exc. da maioria jae o apoia,
que nao deixou que fosse approvaio um
reque i nento om que estava formulado o
assurapto da presente interpellagSo.
Folga de reconhecer no honrado miois-
tro a mais elevada educagao, o mais per-
feito tino poltico e a maior moderagao
(apoiados), de que deu provas exuberan
tes durante o ultimo bienoio d Asierobia
Provin-ial de S. Paula, o mais frtil da-
qtella provincia.
Por isso est certo que S. Exa. respon-
der com toda a franqueza aos quesitos da
interpellagao que ae discute. Varias folhas
noticiaram a irregularidade quo se deu na
ultima matricula de escravos do municipio
de Campos, em que >lguns offi osos sa
otTareceram, aos possuidores da escravos
para apresentarem 83 respectivas relag5aa
a coliacioria e esta as recobra, dispen-
sando a assignatura dos respectivos pos-
suidores ou a procuragao bastanta passada
aos portadores dessas rela.;3as, corao de-
termina a lei; foi tao grande a anciedade
ausada por esse facto, que 03 ioterossados
chpgaram a tentar assaltar a colleotoria,
lo que foram arredados pelos abojieionistas
de Campos, que confiaram na execugao
da lai, por parte do governo.
Mas este ainda n.o manifestou a sua
opiniao a respeito ; apenas em dous jor-
naes appareceram artigos que attribuiram
ao collector o haver dispensado a assigna-
tura ou a pracuraeao dos possuidores de
escravos naa^relagoes para a matricula o
que tendo'svdo a irregularidade escusadn
pelo collector, agente da autoridade, nao
podiara ser ponidos por ella os possuidores
de escravos assira matriculados.
Des"ja saber se esses artigos traduzera
a opinio do governo; o que julga impos-
sivel, lendo urna circular do nobre ex-rai-
nistro da agricultura o Sr. senador Prado,
a respeito de objecto de tanta importancia
e;n relagao nova matricula de escravos,
dirigida aos presidentes de provincia.
Cr, pois, que corresponde aos intuitos
do governo provocando expiieagoes sobro
este assurapto ; tem o nobre ministro co-
nhecimento de que as relacoas para a nova
matricula e escravos no municipio de
Campos foram assignadas por pessoas in
competentes?
Aguarda a resposta de S. Exc. par.i
corabat-1-a ou aceital-a ; basta que o nobre
ministro se inspire na sua consciencia de
jurista e de cavalbeiro, para qua a su
almi :istrago restitua liberdade mais de
3,000 cidadSos.
O Sr. Rodrigo Silva (ministro da
agricultura) agradece ao nobro deputado
as benvolas palavns qua Ihe dirigi, tan
r.: -


i uoftnto d-8t pe-
Estava litterlraente admirado, tsv ,-,,,, .4 ,331DJ a qUl!lt,.,
JaiJs tBba visto brilhantfs i,'i. -.i,, U!| t,an08. fi' a
naravhas de agua sem jga, i- sp.hora dar-me-
r,*g i u proprio pu-
lutio : r' raraa as luios d-
1 cuiddo. Pr<-
vav pro ur ir me. Dir-
ibo.
P.r (i o .'-, r.nento o
iar.

Ihe hei ento que eu ib'a eraprestei. O res-
to com a senhora.
Rjnata va claramente a trama, a cilada
desenhar-se.
E depois ? p-rgunton ella ti mida-
mente.
Depois ? Nao ha nada depois. Ou,
para ser mais exacto, depois coraegrao a
cotrt r os seia mezes de pr.izo que Ihe con-
cedo para resgatar os seus bfilhantes e o
seu recibo.
E' tudo o que quer de mira r"
E' tudo.. durante seis mezes.
Ella esta va vencida, sera dr por isso.
Assignou um recibo, que escreveu cora
seu proprio pOqho, e eatregou o escrinio
dos brincos ao oanqueiro.
Eoto este, framente polido, eorapri-
raentou-a obs qniosamente e despadio se
dizendo :
Ai raais ver, daqui a seis mezes,
minha geobori.
E Renata foi 3eotar-s, apoiando o coto-
ve.ilo na mesa que havia piuco o punbul
de Rouval maculara.
All parmauetvu, cora o olhar vago, a
razao perturbada, a consciencia esraagida
corao cora a idea de uraa Lita quo nao ti
oha coramettido, sera at atteoder para os
d z magos de ojis do banco que estavara
era cima da mesa.
Afioal, passada a estup'facgo, sombra,
carraocul8, cora mo febril apauhou aquel-
les fataes papis.
Eis aqu o prego de rujuba honra*
Vamos salvar meu p 1.
XIII
preoecupava
A faca de cabo de h iVc
vivamente Darraailly.
- L. J dizia elle de si para si, sao as
iniciaes le L.ronza Jos. Eu nSo me en-
gao. Mas corao coordenar tuto isto?
Camegou 9 recapitular :
Vejamos Era 18... o Sr. Steph .n
Rouval vai e*s tfajttdeq Jacob e s-duz-
Ihe a raulher. Essa mulher dexa o dito
Rouval para fugir cora ura capilode longo
curso, hespanh >l, chamado Jos Laronza.
Nada pro va que os dous hornees se coafte-
(tmtra no sallo e toma o sen lugar, o
Sr. ministro da agricultura.)
O Sr. Affonso Selso liinior
espera ser relevado de ter perturbado o
to mais honrosas para si, quando estaco3
turnado a renier a devila justiga aos ta-
lentos e ao cura'-ter de S. Exa.
LS a eoramur.o'cagilo que teve o governo
do director das rendas geracs, em que das
relagoes da ra tricula verifiaou nilo ter sido
taita a raatricul do municipio de Campas
contra os preceitos do art. I.- do regula-
raento de 1886; certo quo o respectivo
collector fez a matricula de grande numero
de escravos vista de relagoes, rao assig-
nad.s pelos respectivos seiihore?, mas por
tercoiros a rogo daquelles.
Esse processo foi o mesmo seguido na
matricula de 1872, sera quo se tivesse apre
sentado cootestaeao alguma.
Le a communicago do presidente da
provincia do Rio de Janeiro e a informa-
gao do referido collector, que acompanha
o offi to do presdent", dizen lo qua nao
prescreve a nova legislago regras espe-
ciaes a resp-'ito da raatricula, era recebeu
instruegoes sobre o modo pratico dess
servigo, por 330 cingio-se ao regularnento
de 1872, a que se refere o da lei de 1885.
Affirma o illustre iuterpellante que o ga
binet* de 20 de Agosto f ti--l executor da lei >le 26 188 e o actual ministro da agricultura
nLo se arreiar jamis dease carainho.
Deve declarar, paren, aos nobres depu-
tados que nao obedecarja influencia al
guma de ordera partidaria mas sira justi-
ga, quando tiver de decidir ques toes des-
ta ordera, que cnvolvera grandes iateres-
ses e direitos mui respaitavais.
Iufurraa anda, por ura officio da adrai-
nistracao da provincia do Ro de Janeiro,
que confirma que a matricula de Campos
foi feita pep mesmo processo de 1872, como
j disse, sem reclamagao alguma, circura-
stanaia muito ponderosa, porquanto aquel-
la matricula foi executada pelo ministerio
de 7 de Margo, o iniciador da lei de 28 de
Sete-nbro de 1871.
Em todo caso, tem de apresentar a
questo ao conaelho de ministros, para qae
seja decidida de ccordo eom a justiga e
nada mais acresaentar a respeito.
O Sr. Affonso Celso Jnior
julga que a resposta do honrado miniatro
foi triste ^ decepgo para qaantos a ou vi-
rara, porque revelou que emquanto o paiz
inteiro espera o da em que poder prguer
a c-abega livre da eseravido, anda existe
em sea seio quem mal comprehende os in-
teressas sociaej o procura sustar a marcha
liberdade ; esta alygarebya peza-lhe di-
zl-o, parece que se neha encastoada n~.s
altas posijofs lo Estado.
Racorda, a propasito, a voz cloquete de
Jas Bonitagi >, to cedo emudecida p:.ra
infalicidade do ptz [Apoados.)
Achou a resposta do honrado ministro
incompleta, o que de^envolve era diversas
consideragoas; declarando que n5o peda
mais que o curaprraento dar lei e da ju-
risprudencia firmada pela propria adminis-
trago, era favor de tres mil cida-IScs, que
se achara privados da sua liberdade; de-
monstrando, cora os cirtigos do regularnen-
to da lai de 2S do Setembro de 1885,
qual o proaesso da raatricula de escravos
o as preseripcoas para as relagres dos es-
cravos apresantados pelos respectivos pos-
suidores, sera as quaes nao podaran ser
inscriptas na nova matricula de escravo3.
: Record a os avisos do distincto Sr. con-
aelheiro Thomaz Coelho quando min'stro,
de 1875 e 1876, austentando o regulamen-
ta da lei de 1872 e o aviso de 22 de Abril
do correte anno, em que o honrado :-rte-
cessor do actual Sr. ministro da agricultura
externa a mesma doutrina para mostrar que,
avistada jurisprudencia firmada nasta ques-
to, nao pode haver duvida a respeito da
liberdade daquelles escravos matriculados
em Campos contra as exprf ssas rlisposi-
g5es da lei.
J submetteu cmara ura requer man-
to, que ficou adiado, ainla a respeito do
nunicipio de Campos, sobre o coiiflicto de
30 de Janeiro deste ann~, que teve lugar
em urna conferencia alli raaliaada, era que
houve morte e feriraento; entretanto, nao
Ihe consta quo at hoje tenha sido tmala
a menor providencia ; quando dis ratir o
orgaraento da justiga o orador ha de pro-
fligar uraa ordera de 21:000;j para que o
chefo de polii-ia da proviucia do Rio de
Janeiro podesse era Campos comprar de-
lacin^ : apezar de todas essas persegui-
goes, o abolicionismo naquelle municipio
conta cada dia raais victorias para a causa
patritica que abragou.
R ferindo-se provincia do nobre mi-
nistro da agricultura, faz o p*ral!elo do
tempo era que era alli o balu-rta do escra-
vismo o o progresso de que hoje goza a
cessein. At aqui nao ha concordancia ;
apenas alguraas hypotheses, mais nada.
Quando muito, pde-se admittir que Rou-
val, conhecendo o hespanhol, Ihe atirasse
s cost is a sua amasia, depois de aborre-
cido.
Continuemos :
O tul Jacob aeeusado pala casa Rou-
val da ter langa lo en circutagSo letras sa
cadas sobre pessoas ficticias. No numero
dos papis cora signatarios suppostos ficti-
cios ba tr<-s letras sacadas por Jos La-
r-raza. Essas letras, diz o mesmo Jacob,
foram-lhe passadas por gente da casa R>u-
val. Esta nao as cita as suas reclaraa-
go-8 Por que sse silencio ? Evidente
mente porque Jacob havia de defender-se,
havia de provara origem do papel. Ma-,
entio, por que processa!-o por causa dos
outros V Evidentemente para intiraidal-o e
obrigal-o a restituir os ditos valores a La-
ronza, contra a desistencia de Rouval. lato
muito claro. E' urna pista.
Mas Jacob faz ouvidos md:os. Elle tam-
bara nao prescrita ;.s letras. At fingi
oao ter noticia dallas. Faz me defende! o
A causa termina favoravelraente para elle.
Segue.n as conti lencias do hjmem. Ex-
p5e-me o seu plano de vinginga. Eu o
aceito, mas eis que no momento era que
vai entregar-me os seus ttulos, o meu Ja
cob af.ga ae no Sena. Nio se pode ser
ra,.is caipora I
Essa morta n;i natural Esqueria-me
accrescentar que actiei, por acaso, cahidaa
do bolso desse velho tratante, Clanos, du^s
cartas parecidas, urna das quaes assigeada
Jos. E hontem d-scoori em casa de
R>'.ic.-1 uraa faaa com as iuiciaes, prova-
veis de Laronza, Jos para os similores.
Eis-uos fra do circulo das hypotheses. Ra-
ciocinemos.
Juli-no ra.iocinava assira, s dez hor. s
da raanh, no seu quarfo de estudante,
seutailo sua mesa da trab.lho, no mesmo
lia em que R-nata s>fFria o assalto do bar
queiro.
obre a tiesa estavara as duas pegas
que serviam de prova, erara as nicas que
pussuia, na cff s p-rdidas par Pacheco.
Mergulha^b ca sua meditaglo, o mogo
3
raesraa provincia, depois que sa pOz fren-
te da realisagao do trabalho livre.
Damoustra que a liberdade do tolo o
p iiz d'p-nie do gaverne ; que a abol'go
do agoute, queseri ura grande golpe na
eseravido, toi rcduzida ao agoute Legal,
continuando as fazendas e mesmo suppli-
cio; que a opiniao do paiz que a lei da
1885 nao resolva cousa alguma, sobretuJo
depjis de eoubeeido o resultado da ultima
matricula ; e que preciso que o governo
obvie aos artificios pratieados por grande
numero de possuidores de scravos.
Sempre que o orador se oceupar deste
assumpto, mandando lbe a consciencia que
harae a attonco dos poderes pblicos
para a sorte dos ingenuos, de que se tem
descurado todos os governos depois de
1871 e que nao podera ser abandonados,
como se acbam, sendo livres de direito e
escravos de facto ; preciso que o gover-
no corresponda ao* justis reclamos lasan-
timento uacioual.
Con le, leudo o ultimo periodo de un
discurso proferido o anno paseado, dizen-
do que ae ac'ual frraa de govorno nao
offeraccr garautia liberdade, j nao res-
tar mais senao irera todoa assistir aos fu-
neraes da monarehia.
(Contina)
uao Ibes prestava rauita atteugo. Afioal,
cansado de reflectir, levantou se cora tm-
pacitra.'ia e comegou a passeiar de um lado
para outro, baten do o p e martallando o
crneo.
Nao vem Di c lidarante nao vein 1
exclamou ell". Por ora niio passo de ura
simples aprendiz nesta materia.
E, como o olhar errasse distrahidamente
pelas paredes, pelos movis, pela mesa,
teve ura sobresalto e soltcu uraa exclama
gil o :
- Ah isso demais! como sou tolo.
A verdade ahi est a entrar-rae pelos olhos
a dentro e fu tenho levado raezes a des-
cobril-a. Eis ahi a spprosimagao que eu
proaura va. Estas du s letras sao pareci-
das ; ainda raais, sao ideticas, entretanto
nao emanara do ra s no individuo.
Comegou a reflectir profundamente.
llein isto rauifo singular I Estas
duas letras sao do raesrao puaho. Ora. urna
vera de Nova-York e a outra dos mares
do sul
Isso contradictorio I A '"enos que.
Parou.
Lima idea que a principio pareceu-lhe
extravagant", tinha entrado de viva farg
na seu -apirito.
Darainava o completamente 1 elle nao
podio fugir delta.
Atinal de contas, por que nao ser
assira ? Isso j sa vio. Por que o3o ser
sse Laronza irmao, irrao geraeo, dease
R*uval ? Tm se visto phenoraenos de se
raelianga mais singulares. Os iruios Fu-
ell, por exemplo, a r-lago entre -lies ra
tal, que tiuhara aa raesmas eraog3'8, os
mismos penaamentos, couquanto distantes
ura do outro. Por que nao seria essa iden-
tida le ae letra sutficiente ? V. jamos 3e nao
existe algura differenca, ainda que mni
raa, por n c, a despert de tudo, s"e poa-
sa c ra Iu;r a existencia adsquada de au-->s
personalidades distiaatas.
Re o -ti' con a < studar as cartas.
J vjo. A diffenraga exista. Ha
um desaccordo. Rouv.-l acceota as suas
raxiusculas ; Jos parece nao erapregal as.
Alera dts3o, oJBk, ditferenga. O mesrao
Xaesma t'itid-z de carac-
REGlVEl
^_. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------.
vigor da mo,
ter.
Silo dous grandes tratantes, ae a gra-
pliologia falla a verdade.
Dobrou as duas cartas o raetteu as dis-
cretamente em urna gaveta secreta da sua
mesa, qua fechou chave.
- Vou dar ura passeio, disse elle de si
p*ra si. Ser talvez ura meio de apanhar
ura acaso.
Juliano vestio o sobretudo, tomou o cha-
peo e sabio.
Deseeu tranquilamente na direegao dt
centro.
Era carainho coir.prcu ura jornal da roa-
nhS.
T..lvez o acaso e&teja no papel, disse
elle da si para si.
Correndo os olhos pala terceira pagina,
vio em uraa columna, com titulo era letra*
grandes, esta noticia assaz ba^al :
O MVSTERIO DA BOA DE LISBOA
< Na ra de Lisboa n. 142, mora uraa
moga muito bonita e onhecida p-lo norae
de Esttier. E' uraa judia. Mora ha um
; uno era ura aposento do segundo andar,
vivera io muitu retirada e nao recehende
senao alguns raros amigos ; era soegada,
pouco coraraumeativa e vivia cercada de
certa aonsiderag.ao p los visinhos, que por
muito tempo a tomarais por urna senhora
viuva, que vivia dos seus rendiraentos.
< Hontem noite os viziohos do mesmo
andar julg.rara ouvir vozes no aposento as
Estlier ; mas, tendo cssido o runo nao
peosarara raais nisso. Esta manb, po-
rm, quando o porteiro da casa varria a es-
_:.d.. ouvio distioctaraente um g-mido. A
porta lo aposento estava fechada por fra
e, cousa singular, a chave estava na por-
ta. Depois de verificar que nao tinha se
engaado, o portetro entrn no vestitraK
Allencontrou un esp'sctacuio borriv-l. A
mf-lz Esthor eatava deitada de brugos em
um m^r de saogue, com dous golpes de
instrumento cortante na nuca.
Continursela)
Trp. Jo Harto ru.. iMUo Ou Oiulf.i* n t.

s
'


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17939


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Full Text

p
ififiO LJ.J IDIJIJIO


n
PARA A CAPITAJL E LUGARES OSE MO E PACA PORTE
Por tres mezes adiantados..............
Por seis ditos idem.......... ......
Por um anuo idem.........._...'....
Cada numero avulso, do mesmo dia............
i20000
230000
5100
SfilHtlA 3 DE JOMO DE 1887
PARA DEBTRO E FOSA DA PROVISCIA
Por seis meses adiantados..............
Por nove ditos idem. ...............
Por um anno idem................
Cada numero avulso^ de dias anteriores. .........
13,5500
200000
27AC00
0100

proprielrafc* *e tanoel Jigucira &e .Jara i .'lijos

.
-
TELEGHAMAS
i:::: ?asiimla3 so siasc
RIO uE JANEIRO, 2 Je Junho, s 3
horas e 50 minutos da tarde. (Kecebido s
5 horas e 24 minutos, pelo cabo subma-
rino) .
.% Cmara do* Oepuladoo nao fim<
rtonoa hoje.
> <> Senado o Mr. connelbelro sil % -i
ra Martina fundamentando boje am
reqaerimento. Iroroa palavrai ve-
hemente* com o Sr. connelbelro Be-
izarlo.
O VlMconde de Pelota* rol accom-
metido de ama wyncope, no correr
da Desvao.
Fallecen, o conatelneiro Antonio da
Costa Pinto e Silva.
Mulcidou *e u engennelro Heltor
Krfbral.
mi m* JiwiM Am i ut
^Especial para o Diario)
KIEL, 2 de Junho.
O* trabalbon de perforarao do Ca-
nal do Bltico acabara de ser inau-
gurado* ent renenca de ti. M. o Im
parador Cailberue e do* alto* fonc
clonarlo* do imperio *endo nnme-
rowo o auditorio, bai endo renta* e
nuil regoMiJo popular.
RIO DE JANEIRO. 2 de Junho, s 5
horas e 20 minutos da tarde.
^ i correr de am discurso que pro-
Muacioa no Senado o Sr. Slivelra
Hartin*. crlticou harnele a negli-
gencia do governo perante a quento
de roubo* bavido* em dlverna* re-
particfte* do Ertado.
O Etm. Sr. ministro da fazenda re*-
punilea protestando, e trocaran pa-
liLvra* bastante violenta.
SANTIAGO DO CHILE, 2 de Junho.
scaba de *er abena pelo en efe do
Halado a *e*no ordinaria do parla-
mento chileno
BUENOS AYRES, 2 Je Junho.
1 uta epidemia de varila appare-
ccu aqu nenien dias. calcula *e em
un* vioieu numero aa victima* quo-
tidiana*.
Agencia Havas filial em Pernambuuo,
2 de Junho de 1837.
A solaeS > verm'lha d-ste ultima coagula, a fro,
deixaado um coagulo semeitaante 10 do *angae e
insoluvel. Generalisaudo, Grahain supuoe que
as molculas colloides sao construidas pelo agru-
pamento de molculas crystalloides mais pequeas.
As psquizas feitas por in io da luz polarisada
moBtram-uos nos corp.s orgauisados plienomenos
anlogos aos ios cryjtacs, Ao microscopio pola-
risador os crpos organisados birefringentes apre-
sent-.in phenotneno* que se podem interpretar como
se esaes corpos fossem formados de lamiaas crys-
talliiris colloiadas urnas sobre as ontras em diver-
sas direccoeg, mas disposfas seguudo um corte pa-
tallelo. Os phenomenos sao muito complicados,
porque nao ha que considerar simples o.-jatae,
mas sim aggregados d >s quaes cada partcula e
compos'a como um carpo orgnico bi-refringeute.
Grabam notou um facto dj grande importancia.
E' que s diff.r ncas de solubiliJade correspon
dem Hjffereucas nos oefiicientes de diffuso dos
corpas nos lquidos. H* d.ffereDtes graos na _dif
fosao como na evaporaco. Quanio dous liquidas
se pona em contacto e a coheso das suas mol-
culas peroitt- que as de um te inettam por entre
as dooutro, os iiquido3 dizpm-se misciveis ; pelo
contraria quaodo a cohesao entre as molculas de
um muito maior que entre as molculas do outro,
08 lquidos ij.11 -i misciveis. Assim, emqnanto
a agua e o vinbo (em que a cobcso prxima
mate igual) podem misturar-se fcilmente, nao
acontece o mcsmo entre a agua e o azeite porque
as molculas d'este, ligadas por mais forte coheso,
nao permittem que as da agua as permeiem.
Os crystallo'des, formados de atoros relativa-
mente pequeos, diffundem se mais que os colloi-
de que teem atom s maiores. 0 corpo mais dif
fusivel o aciio chlorhydric*1.
Esta diffusibilidade mauifesta se quando se col-
aca um diaphra^ma p-rmeavel eutre os corpos e
a agua. Di-ce etitii) o pbenomcno a que Graham
cbamou dyalise, sep.raudo-ae as tubsiaucas mis
turadas, porque passam atravez da membrana as
mais diffusivea.
Quanio a mistura de snbs'ancias crystalloides
a sepirajao torna-se fcil, ficandu sobre a mera
brana as substancias colloides.
Ejre facto ten grande alcance no* [ihcnotoenos
vitaes. tanto mais que,ao passo que os crystal-
loides se diffundem atravez dos colloides em vir
tude da sua mobilidude, quasi to rpidamente
como atravez da agua,os colloides em que a for-
(a de coheso muito mior, nao se podem mis-
turar.
Asim os C')l!o'des dos organismos deizam se
atravessar pelos crystalloides e nao pelos colloides.
Esta dyalise separa, segundo Qraham, ainda
inestno os curpos em estado de combioa^ao, quando
a affiaidade que os liga fr fraca. Grabam se-
parou o chlorhydrato de per oxydo de ferro e o
per-acetato de trro.
C
ontinua)
'ARTE 0FFIC1U.
HSTROCCO POPDLAR
BIOLOGA
' Bi 'ohldo)
i-a bibuot;jki;a i o hovo e das escolas
O PRUT PLltHlOl BIOPI.A*
( C o nt i n u a r i o )
segando grup constitni lo polai substan
ms c luides ; =ao to4>M os corpo* eujaa aoluves
si^ viC is s e sejj s-.bor. Sao os composto albu-
m.ooides e alguns SOiapMtM inorgnicos, taes
eumoo acido silicio hydratad, a alouiniua by tra-
tada, o peruxy lo de ferro hjdratado, etc.
Graham descreve as substancias colloides pelo
seguate modo :
Sao algumaa vezes so'uveis na agua que aa re
teui com pouca forr;i ; sao inertes as 9uaa relaco-s
ihimicas, mas posou.'in urna propnedade resultan-
te tas propriedades obysicas e que as c mp-ns i
iirooa inercia cbimics.
' a molleza da substancia que odias substitue
a rigidez crystallina. Pirticipam da fln /. ser-
viiido de ineio para a diffuso de um liquido (da
agaa, pj*exempl ) 0 resultado dis'.o screm os
colloides muito seusiv^is a is ngenies rxIeriuRS,
Vpresentam aiuda urna outra quahdade ca-
rsctcristicaa mutnbilidade.
A soluclo hydrato de ailica pode ohtr-sa pura.
mas nao se conserva assim. Coigula 'tn gela e
toiua-se insoluvel. E' assim que as tonnas mi
nac-s de silica, depoaias pi-Us "g'ias, cun > o linit.
pissaram, durante as ^pochas g-ologicas, do rsta-
do vitreo ou colloide ao -t i 1 crystallmo.
O estado tollo di- (eguadu Grabam <- Sp 'iic i)
u estado liynamicj la mai.Ta ao p issj que o es
tado crystaliuo o ettado esutieo.
E' deste modo que a morte (termo fatal dos mo-
viineutMS vita-s pode t.-r p:r, nos peraute a cieu-
cii, umaexplicaeao lgica. A m'irte ser realisa
da p-la leata passag>-m doi c .rpos Colloides, con-
stitutivos dos org.nismos, a corpos crystalloides
rgidos e iuflexiveis, incupazes de adquirir o mu
tipiiees movimeotos que f >rmam a vida. E como
vimos, tendencia geral das substancias colloides
passarem lentam nte para o estado defiuitivo de
substancias etystalloides.
E' nos corpos colloide qu.i ucontramos portan-
to a primeita fonte da torya n-s pbenumenos da
vitalidade : elo activo.
Como diasemos neste grupo nao estas fO cm-
prebouiidos os composto, azotados mus complexos
. ,uo a albmina, a dextnua, a fibrina, a gelati-
na, etc., mas tambi-m os.-Umeutos inorgnico' que
'intameote eiitrmn na comp^sigio dm corpos or-
ameos. A silica ds esponja, dos radiolarioa, e
1" planta, aaaim ct^mo o p--roxydo de ferro que
eutra no saugue da uiammitero, apreentam-se
no estado colloide.
Ministerio da Agricultura
Por portaria de 11 do mez findo foi
prorogada por tres mezes a licenga conce
dida por portaria de 11 de Fevereiro ulti-
mo, ao engenheiro D)'ningos S'rgio de
Saboia e Silva, chefe la coinrnisso de
melhoramento da barra do Rio Granle do
Sul.
Por portaria de 20 do o-'S'OO mez, foi
eon .'dido um mez Je licencia cono ven 'i
meatos a ejotar do dia 10, ^o ajulante da
commi^sao de nediyao de lotes nolnuiaee
na colonia Casias, proviu-ia do Rio Gran
de do Sul, engenh'-iro Carlos LeopoHo
Ferreira, para tratar de sua saude onde
Ihe convi^r /
Por portara de 25 do m- z ultimo foi
exonerado J-.-s Hereul no Ribeiro' Guima-
I roes, do car de eauripturario da insp'C-
toria especial de trras e colonia ,o da
provincia -lo Rio-Grande de Sul, por no
so ter apresentado para entrar em >xrci-
cio, e nomeado para substituit o Daraazio
Hfnrique de Carvalho, co:u a gralificaeo
annual de 2:400^000.
Ministerio de Kstrangeiros
Por decreto de 21 de Siaio fji removi
do p.ra a Hespanha o Dr. Luiz Pires
Gar ia, cnsul geral do i'np'rio na Prusiia
e Saxonia.
Por tiecreto da mesraa data determin u-
se que Sully Jos de Souza, cnsul geral
em dMponibilidaie, va cxer"<-r o sen em-
prego na Prussia e Saxoni.
Ministerio da Fazenda
Por portara de 21 de Maio t'ora'n eon
cedidos tres mizes de licenga, com "enci
mentos, ni forma da l"i, ao 1* escrip'ura-
rio da Tnesour.ria d-j S. P..ulo Aurelio
Augusto Vaz, para tratir de sua saule
onde lhe convier.
Por portaria de 23 do m smo mea, foi
prorogada por tres mezes, .-oiu vea<:imen
to, na forma d lei, a li:enca em cujo gc-
so se a ha o cartorario da Tbesour>ria de
S Piulo, Arthur Bettoncourt, para tratar
de sua sau le onde ihe couvier.
Circular n. 9- Ministerio dos Negocios
da Fzenda. Rio de Janeiro, em 16 de
Maio de ls87.
Frn seo BIisario Soares do Souzi,
presidente do Tribunal do Tnesouro Na-
cional, declara aos Srs. inspectores das
tnssourarias d^ fis-n.'i ptra a devida
execui;-, e em adiliurosnto s circularas
ns. 5 e S de 5 e de 2? do u!Z ds Abril
praxiino pausado :
1." Que a cobraaga dos impostos 1 n;a
dos lo J semestre do correte excroioio
de 188 1887. aera de uvstade das con
tribuit.'S de u.u anno; deven io efTec'.uar-
ae :
A da tasa dos escravos no m?z de Se-
to mbro ;
A do imposto de industrias e profissSes
em Outubro ;
A io imposto predi-l de (renda das pen
as d'agua d i Recabedoria do Rio de Ja-
neiro) em D-z^iubro ;
A do i'opisto sobre subsidios e venci-
mentos, que n'w pago por de^cootos (e
do de cegos e carros que a R-tcebedoria do
Rio de Jaueiro arrecada para a Illma. Ca
mar Muui opal) em Dez onbro :
Os foros e arrendameotos i-s proprio-
dadesdo r.stado, ("orrespondent ao re-
ferido semestre, eua Janeno de iSS.
fere o art. 12 da lei n. 2,348 de 26 de
agosto de IS73, ser applic val aos con
tribuiates do Io e 2o semestre, do referido
exercL-io, qu ni' satisfiz^ra u seus debi
tos at 20 do Dziuibro to corrente anno
e nos do 3o semestre do misino exereioio
que no pagarem a: 20 do Junho de 1888.
3.' Que nao est2o sujeitos a multas os
que pagam imposto sobre venoimeutos,
nem os foreiros e arrendatarios de pro
priedsdcs do Estado, d^v-ndo-se proceder
para com est.-s, quando impootuaes, de
conformidade con as. cUusu'as dos res-
pectivos contractos e ttulos de '.-oncessoes.
F. Btlisario Soares de Souza.
Ministerio da Guerra
Por portaria de 18 de Maio foi Hornea-
do Felippo FroderirioLohres para exercer
interinamente o lugar de amanuense da
Fabrica de Plvora da Estrella.
Por portaria le 23 do mesmo mez con-
cadeu se licenya ao capitao reformado do
exer:ito Vas<;o do Azimbuja Cidade, parn
residir na provincia do Rio Grande do tul
Ministerio do Imperio
Foi nomeado Manoel Presciliano da Sil-
va Braga para o lugar da continuo da Fa-
culdade d* Direito do Re.ife. Remetteu-
se a portaria de nomea^o ao presid nte da
provincia de Pernambuco.
Ministerio da Vustiea
Por portara de 23 de Maio, coneede-
ram se tres mezes de licenga, com o orde-
nado a que tier direito, ao bacharel Ber
n-rdo Jaciutho da Veiga, juiz rauni.-ipal e
de orphaos do termo de Caldas, na pro
vincia de Minas-Giraos, para tratar de sua
saude.
Pela secretaria de estado dos negocios
desta repartiejo, em 24 do mesmo mez,
passou-se diploma babiliaudo o bacharel
Wenceslao Escobar ao cargo de juiz de
direito.
Em 25 do mesmo mez, marcou-se o pra-
zo de tres mezes ao juiz de direito Jos
Lustosa de Souza, nmovidj da comarca
da Fira de Sant'Anna para a vara civel
da capital da Bahia.
Por decretos de 19 de Maio :
Foi declarado sem effeito o decreto de
19 de Marjo ultimo, que nomeou o bacha-
rel Feliciano Duarte Peniio para o lugar
de juiz municipal e de orohaos do termo
de Sete Lagoas, na provincia de Minas-
Gera5s, visto nao ter aceitado a nomea-
^o.
Foi removido o juiz direito Jos Lus-
tosa de Sonza, da comarca da Feira de
Sant'Auua, de segunda entr^ncia, na pre-
vincia da Bahia, para a var: civel da co-
marca da capital da roesma provincia, de
terAira eu'rancia.
Foi dosign .da a referida comarca da
F^ira de Sant'Anna para nella ter exerci-
. io o juiz de direito Altioo Rodrigues P-
uienta.
Foram no meadas V .
Jua de direioj^ra comarca de Campo
Largo, na provincia da Babia, o bacharel
Joao Ncpoiuuceno Torres.
Juiz ce dir.to da comarca de Lvras,
no Cear, o bacharel Antonio Pinto do
M' ndonya.
Juiz municipal e de orphaos do termo de
Sete Layas, n* provin-ia de Minas-Ge-
raes, o bacharel Alexaudre Jos da Costa
Valfnt-, fichado sera effeito a sua anterior
noiueae.ao para o termo de L,*ge3> ea> 8an-
ta Catharioa.
Por ; ortaria de de 17 Maio, mandou-sc
que, visti do disposto na lei n. 2,195 de 5
de Julhode 1881, da Asseuobla Legislativa
da provincia da Bahia, tque annexado .o
ulfi;io de Io tabelliSo do publico, judicial e
notas do termo da Purifi^ao, exer.iio por
Jos Jo .quun da Silva Carvalho, o 'de es-
crivo de orphSos do mesmo teraio.
Por portara de 18 do mesmo mez, con-
cederam se quatro mezes de licenya com o
ordenado a que tivtr direito, ao bacharel
Leovogildo ae jfeudooca Ucha, juiz mu
uicipal e de orphaos' do termo d Faina,
na provincia de 3. Paulo, para tratar de
sua saude.
Pela secretaria de estado dos negocios
desta repartido, em 18 do mesmo mez,
passou se diploma habilitando o bacharel
Jus Xavier Carvalho de Mcndonja ao
carga de juiz de direito.
.Ministerio da M irlnh i
Por titulo de 20 d6 Maio fdi uomeado o
raestre de 2" classe Lioen-.to Jos Kodri
gues, para cxcrccr interinamente o !ug-r
de patriio iur da capitana do porto das
AUgo.s.
E.u do mesmo mez concedern W
lictoyas p-.ra residir :
>a provincia ae Matto Grosso, ao mestre
de 2* classe, reformaoo, do corpo de offi-
ciaes mariuhciros da armada, Francisco1
fcre'ra Pnmeiro.
Na da P..rahyba, ao invalido, imperial
luariuheiro, grumete JoSo Gomes Bit.
Concederam-se ao con. go Aot nio Fer-
reira de Paula, cpellao da escola de apren
diz-.-s tnariuheiros ta provincia do Para,
Beis mezes ue liceuya para tratar de sua
saude onde Ihe convier, perceb-ndo o Ven-
c nento que lhe competir nos termos da
lei, cora a eoodiyio, porra, de deixar em
seu lugar um sa erdote idneo.
Foi nomeado M.noel Vi-ent. Saraiva.
eocrevente da canboncira Lamtgo.
Governo da Provincia
DESPACHOS A PBE81DENCI& DO DIA Io DK
JUNHO DE 1887
Antonio Pedro Sebra. Informe o Sr.
2." Que a multa de 10 [ffl, a que se re- inspector da Tbeaouriiria de Fazenda.
Major Emyg-lio Fraucia o de Sonsa
M.igalhiW. Froneca se.
Genesio Libaoio de Albuqu :.-que Mon
teiro. Inf troie o Sr. inspector geral das
Obras publiyas.
Ild'toosri Antonio de ScuZ* Defoiido
com uffi io de hoje. ao bri^a-li-.iro cotuman-
te dis armas. *
Majo.' Justino Rvlrigues da Silveira.
Forat-g^i-se.
3 rnes.-o. Foroeca se.
J3aquim Fernandes de Carvalho.Re
rnetti-io ao Sr. inspector da Tbnsouraria
de F.tzen ia para attender, de accorio
com sua informayao de 30 de Maio ultimo,
n. 322.
Jos M.'ria Soares. Informe o Sr. ns-
peet. r do Thes.ouro Provinjnl.
Raii A Santos. Sim, cora as r.:stric-
y3- do cstylo.
Trajano Alipio Temporal de .endonya
Concedo.
Ulysst 8 Floriano do R-go B .rreto.In-
firme o Sr. Direct >r do arsenal de Guer
r.
Secretaria d Presidencia de Pernam-
buco, 2 de Junho de 1887.
O ajudante do portero,
Antonio F. da Silvnira Carvalho.
Iteoartieo da S'olicla
2'secyfto. N 507.-Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 2 ie Junio de 1887.
Illrn. e Es.n. >Sr. -Participo a V. Exc.
que torain houtem recolhdos Casi de
DetenySo os 8 guiut s individuos :
A' minba ordem, Antonio Alexanore Barbosa,
Man el Anselmo Pereir.., Jos Gypriano Martins e \
Jos Vicente Ferreira, aquellas viodoa do districto |
da Varzea, como vagabundos e este vindo do termo
da Eicads, como alienado, at que tenha destiuo
conveniente : e Antonia Maria da Coneeifcao, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado do Eacife, Cearense,
por crime de furto; e Heliodoro das Virgeus Ra-
mos, emo alienado.
A' ordem do do Io districto de S. Jos, Manee!
Justino Orestes e Manoel Kaymundo de Azovedu,
per disturbios ; e Antonio Pedro de Oliveira, preso
em flagrante por crime de tentativa de morte.
A' ordem do do Ptre,s, Manoel Jcio do Nasc
ment, por crime de furto.
A' ordem do do Arrayal. Luiz Antonio da Silva,
por disturbios.
Communicou-me o subdelegado do da freguena
Recife, que ante-hontem 1 hora da tarde, na ra
da Guia n. 11 da mesma fre^ucaia, o inlividuo
de uome Heliodoro Jas Virgens Ramos, tentn en-
forcar se, e s nao o fez por ter sido obstado por
pesso as de sua familia.
Das diligencias feitas por aquella autoridade,
reconheceu se estar Heliodoro a .ffrendo em suas
faculdade mentaes, pelo que fes rec Ihel-o Casa
de Detencao, afim de ter opportunamente destino
para o Hospicio de Alienados.
O delegado do termo de S. Beoto, participou-me
ter no da 28 do mez prximo udo tffectaado a
prisao do individuo do nome El.y Francisco dos
Aojos, como pronunciado u'aquelle termo, por
crime de tentativa de morte.
Communicou-me o subdelegado do districto de
Belm, ter nesta data feito remesa ao Dr. juiz de
direito do 4o districto criminal, do inquerito poli
cial, procedido contra o individuo de nome Jos
iicardo, por crime de ferimentos.
Aute-bontem pouco antes de 11 h;ras da noite
a seutiaclla da Receboioria de Rendas deu s'gnal
de incendio que b'o manifestava no armazam con-
tiguo onde tena grande deposito de algoaao, e
prensa, Vctor Neesm.
Dado o signal pelas cornetas do Arsenal de
Gueria e guarda da Thesouraria de Fazeuda. p ra
all se dirigi o Dr. delegado do 1 districto e o
commandante da 1 estacao da gu.rd* cvica que
se achavam na ra do Imperador e verificaran!
qoe o incendio j lavravo com intenaidado no in-
terior dos armazens ns. I e 3 do largo lo Arsenal
Ue Guerra e do pavimento superior do ultimo.
Em seguida comparec tambera o pelas propor-
00 s que tomava o logo, vento rijo que soprava, e
falta de meios de extineva, vi que nio era possi-
vel sua prompta cxtinccao cabcudo como primeira
medida tirar o que se podesse dos armazens incen-
ciados e lo^alisar o fogo.
Esa mesma medida Aa o le ser t raada com
a u.cessaria presteza e o fo^o transmittio se I. go
para 0 armas, m u. 2 da travessa do Carioca, que
servia de deposito e orensa e confina eem u do n 3
do largo do Arsenal.
Com o impulso do y .'.ato que s prava rij >, trans-
mittio-se ofogo para os armazens que fijara pelo
lado do caos Viuie Dous do Soveinbro e que con-
fiuam todos .pelo lado posterior c,m os armazeis
onde se manifestara o incendio.
N'essa occasiflo toin .u o iu.-endio propoicoes
Virdadeirameote asustadoras e todo c quartenao
nao t do lado do Arsenal, como da roa de Pedro
Affoaso, estava ameCdo de ser pres) das chara
mas.
rVeisa conjectura e de accordo com o Di. admi
niatrao'or da Reeebedoria de Beodas, que sa acha-
va presante, resolv mudar tojos os objectos da
r^pi.r'icao para o Arsenal de Guerra, o quefoi ta-
ra debaixo da melhor ordem, pelas pracas dos cor-
os de linha e polica, que compunliatn os pique-
tes.
Os armazens do largo do Arsenal de Guerra ns.
1 e 3 tr. vtssa do Carioca n. 2, e caes Vinte Dous
de Ncaeinbro ns. 8, 10, 12, 14, l 8 18, ficar.m
cotnpWameote destru IOS peas ch mm .8, e o de
u. 6 ficou uub.m destruido, porque foi p>esis .
cortar a cobrrta para circunsciever o incendio, e
evitar que se trausmittisse ao predio onde eat a
R.^ebedoria
Dos armazens inc ndadris pert.'DCm os de
ns 1 e 3 do lirgo d- Arsenal de Guerra ens. 14,
16 e 18 do enes do Ramos ao Sr. Vctor Nees-n,
os de os. 6, 8 e 10 do in-arao ca-c, t i da fra
vesst do Carioca ao Dr. Pedro FrancisC Cu-
rea de Araujo.
No. aru.azem a. 8, i:n'ia deposito de m-teriaes
'de construccoea, algodo e couros o Sr. Jos Slar-
tiniano Ribe.r i P.s-oa, o uoa d ns. 16 e 18, dep.-
ito ue algodo o sr. major Francisco Antonio de
A bubuer4ue Alello, e os demuis ram cccupados
pelo mesmo Neeseu.
Tambera tiuhauo pequeos depa-itos de algodao
( coaros em dep udeueiis ds armazens ns. 1 e 3
do largo do Arsena' os Srs Cltmeutiao -Semeute
v Francisco Javier d i Santos.
Os prejuizos silo cosiderveis e calcula so ei:i
c-rea de ma coiiti, sendo que das m;rcad.;riaa
pouc-is'se salvaram em relo(ao os gmwtei depo
sitos existeu'cs.
Nos ;.rinzena de Ne.seu csistiam ere de
23 mil sacca de algodao a sa.varara se 700 J.
E:se algodao perteacia a maior parte a Pereir.
Carneir & C. e Bosteinan.
Os predios xaefedriS estao seguros, seod i
seguradoras as corapauhias Indemoisadsra. Ph-i.ix
Fcrnambucana, Norlbcrn, Imprial, Nortb Bri-
te-h & Morcantile. Liverpool L-ul'Vauel O des.
At hoje andaffcn'.ina o trabalho pira extiuc
cao completa lofjgo. ,
Comparecer piquetes do 2 fl 14" de totalita-
ria, Couting nffs
vica, e as bou.bas dos Arsenaes de Guerra e Ma-
rraba com o respectivo pesso.il que dimioutn.
Os opera; ios militares em gera1 e muitas p-ssoas
do i ovo eeforr;arHm-se para bsfar o incendio.
Infelizmente, porm, o servieo vai cada vez a
peior, ns bombas estao quasi mprestiveis e o
pesso .1 dos arsenaes que era outr'ora numeroso
h> je dimitate, de f rma que nao hav-.'ndo oxi
lio popular, mi ha quem trabarhe.
Hontem ao meia dia compareceu no !"gir d i
incendio o Dr. diractor das obras publicas pro
vinciacs, acompanhado do eogcubeiro Reg Ne-
to, que ficou, por or m daquelle, enoarregado de
dirigir o servir;.!.
A autoridade que por forja d~ cargo Resistir a
um incendio nesca cidade, pasas por verdadeira
tor'urus, 'en 1 -s p>r falta de recura a naitnpis-
sibilida lo de prestar os so.-co.-ros n-.'Cessariea a
salvacao da projjnedade.
Sem pessoal e material qui9i ianril. oa la se po-
de fazer, alm de que todos querer ;er attPndi
d.s ; aS reclam .eoea surg.in .1 tolos Jalados
ptio que a- c iisideram pi-ejudicad .a >.u entao
amiacados de sel o, os curiosas que enten l.-m
tambera qu podem imiscuir-se no que nao ih'-t to-
ca procurara travar queatao c >:n a forca publ
ca, que nao c msentc que se ngglom rt ra no lugar
do incendio embarazando aos qu-' trbalom, sao
outros tan'os irapecilios ao born servido e seu
completo reaultado.
Em 20 de Noveuibro Jo unno paaaado c mmu
meando a V. Exc. o inccudio havii! i no arinazcm
u. G da travessa da Companhta Prrna'nb'jcaiia,
dase que se nao se cuidasse de orjan'sar o ser
vi^o Ue extincco de incendio, na 1 acta de sur-
prebeuder que esta cidade fosa- a'enu h de
ulgum desastre p-tvoroao devido ao fog.i.
Infelizmente rcalisou-se a miohi previno e a
populaco roi rcstemuuba do miior incendio at
h j conhetido nesta cidade.
D:us guarde a V. Ex:, lllra. e Exra.
Sr. Ur. Pero Vicente de Aze/edo, nuito
digno presidente da proviucia. O chele
de polica, Antonio Domingos Pinto.
B'hesoaro Provia<*;al
JESPACB08 DO DU DE JCSI10 DE 1887
Jus de AlmoiJa & (J Indef-ri lo,
vista do disposto no art 41). Instru ges
de 21 de Julho ie ISi.
Antonio Lino Figueiredo de Oliveira. --
*!ettiuque se.
domes de M.ttos & Irraaos. U ixi se
de tomar conheciraento do pres-inte recur-
so por excessj do prazo marcado pela res-
pectiva repartigao, segundo as informa-
do -s.
Ptet e fjlhas d-> guarda cvica. Exa-
ininem se.
Joao Nepomucno da Josta Monteiro.
Deferido nos termos das informado '8
Manoel Pereira Brnlo Jnior. Cura
pra-se c f .cara e as notas da portaria de
licenga.
Contas do ct lector de Naz reth e das
le 14 partes da lotera da Santa Casa,
ipprovadas.
Luiz Cesario do Reg. Deferido, fa-
zeado se a transferencia nos termos da in-
forroacao do Sr. Dr contador.
Manoel Marques de Amoro. Deferi-
do, cando irrespons^v :l pelo d-.bito aute-
rior o novo ioquiliao que eatabelecer-se
uo p.tviiocnto terreo do praiio n. 18 ra
do Vigario enorio, cuj< deso^cupago se
prova.
Meleiros C, Francisco Carap-ilo Pi-
res Ferreira e Jos da Silva Pereira.
Informe o Sr. Dr administrador da Rece
bedoria Provincial.
Pontos da Casa de Detencao e das S;-
cretarias da Presidencia da Iustrucyao
Publica. Ao Sr. pagador pra os devidos
us.
Jos da Aonunciayo Carvalho. Iide-
ferido, vista di infor Dar-ilo do col ctor
'de Olila.
Muioel da Silva Mogueira. Diferid",
tic udo irresponsavcl o sUjjplicante p lo
debito anterior do esubelaciraenta n. 42
ra da R;8!aura(ao, visto privar nao
succeder no m--srao.
Raymuudo B;rnaro Lie -rre. Dse,
fijando copia por ccr.idao.
Araorira Irraaos & C.Negase provi
rauto, visto qu-i o facto da re-xpJit-yilo
da ra rcadoria nao "xioe d> paganaiio
do impostj de gyro a 4110 esi sujeita,
como toi declarado por acto presidencial de
11 de Fe ver 10 iiltiio".
Vu^a do Dr. Nabor Carneiro B'z;rra
Cavalcante.A1 Ricbedoria Proviucial
p.ra attender. -^^"~~
Francisco CyuWino 'da SilVr-S-mtos.-
Nega se pr vi oeiito, porquan to alera de
nao ter o recorren'..- recl>.tua io <;iu lempo
contra a ediecta, ac.cresce que a
jollecta teve lugar por a -har-ae o
rente eff-ctivaraeute as con ko s
imposto decretado a que rqfje se
leota. -r
Jos Fran:isc da 'Rosa e D
geral da Instru-cao Publica.
mesma
recor-
d ira
a col-
ar, con .a1
d,r.
DrjAfccc-. .r
a. j Wmu e
do corpa de p.hcia e guarda ci
RECIFifi, 3 DE JUNHO DE 1867
muus Altezas luiperiau
S. A. Imperial a prineza D. Isabel, Iterdeira
presumiitiva da cora, e seu augusto esposo o
principe Gasto de Orleans, Conde d'Eu, sao hoje
esperados nesta cidade.
Suas Altezas Iinperiaes regressam dd Europa
a bordo do paquete fraucez Guoade, que depoia
da demora do costume em nosso porto seguir
para o Rio de Janeiro.
oendo esta cidade o priraeiro porto de escala
do paquete, que conduz os augustos viajauies,
apraz ros considerar que esta provincia a pri-
meira trra brasiletra e os habitantes desta ci-
dade os priinetros, que vio ter a fclecitlade de
receber c testemunhar as alearas e satisfaco,
que certamente devein experimentaj Suas Alte-
zas ao piz-arem o solo da patria depois da excur-
go feita pele velli> mundo.
Cunipnmos o grato dever e ao rnesmo tempo
expandimos a satisfaco, que nos inspira este
aconteeimento, saudamlo aos augustos princi-
pes c s gnilicaiido-lhes as nossas respeitosas
homenageas, de envolta com os emboras do
povo brazileiro pela auspiciosa noticia do res
tabclccimenfo de S M. o Imperador
Logo que fundear o piquete S. Exc. o prc
sidente da provincia dirigir-se ha para bordo do
Girondeik receber Suas Altezas.
I'ni batalbfio de infantera estar postado em
frente do Arsenal de Marinha para fazer as han-
ras militares, que Ibes sao devidas.
>'e Suas Altezas se dignarem desembarcar e
visitar a cidade encontraro tudas as conimodi-
dades que por solicitude de S. Exc o presi
dente da provincia so achain cuidadosamente
preparadas.
noticias do **iul
< )s vapores fraucez Ville de Mocko e ^1-
leiiia-j f!xitipin;is chegados h.ratera dos por
t.is do sul foram portadores das seguintes
ooticias, aleiu ,i.is utri iaes, que publica.mis
no secjito coiiip-teiite, e da carta do nosso
correspondente da c >rte e resenha la
.contcid > uo Sona-io e Cmara d a Dipu-
tados, 'riSTtas .-ob a rubrica Interior.
PaelOco e Rio da l'rata
Segundo tel-grmnina de Valparais-, x
pe.lid) a 13 e publicado na Prensa t-
Bu nus-Ayres, car-ociara de fundamento os
boitns de mudanza munisterial no Chile.
D-se::.barc>.ram em Valparaso e !.l!i
i o ram con.luzn'Oa p.r Santi.igo os r;.s'>-
pj.'rt.i-s ti" aluiirnute Lynch.
Ns pr.iviu i r- do sul da repblica co::-
linu.vi a decuar a epH-roi do eholera-
tuorbus.
No dia 15 realiznu-se a inauguracl-), era
Bu-nos-Ayres, do hospit-1 francez.
Tendo sido irregular o proced.nento do
cons lho de guerra que condet.raou pma
ie norte o soldado Vitulio Castro, orde-
nou o governo que fosse subrnettido a novo
conselho.
D.s folhas que recbenos da corte x
trahimos as seguintes noticias tolegrphi-
cas:
Bu-n-.'S Ayr s, 21 d- Maio. Era Co
piap sentir., o s- firtos tremores de t rr.
O govcr.10 n-i b'U commuuica^o s
du ci.nmissSi da deraareacao do territorio
froit iro com o Brasil, annuociando-lhe a
chegada da mrsraa coramissSo Cruz Al i
e a sua p.rti.la para o P.-piry Gu..ssu'.
Alguna dos meiubros da commissao era
sido atacados de febr-s palustr-'S.
Os trabalhos priaciparo breve era N
noli y.
Cartas recobida8 de div-rsoa lugar.-s do
nt ror i.nnun ara urna gcande mortan \ >
de no gado bovino. Consta que era c:rt -s
lugares a morte causada por urna cp:
deraia ppizooti a.
O jornal Ln Nacin publica ura -.r:i
go atacando vivamente o cta*l cominiss.i-
ric de immigiagao, o Sr. Samuel Navarro,
por f-.lt.as comraettilas no exercicio dos-u
argo.
Montevilo. 21 do Maio. Urna foln
dest: cidade d noticia di: que o giv-Tni
da rpublica r.'commendoa ao seu repre-
sentante no Rio de J n- iro que reelarnasse
i.; gjvcruo imperial o lev otamento da
prohibicSo da entrada do xarque nos por-
to a do impeiio.
-- P..rtiu p:.ra Valparaso o Sr. barao
Aguiar de Ai. irado, r-pn s nt<.nt .1. no-
prador do Brasil no tribunal arbitral do
S.nt-go.
Cora o dplomata brazileiro seguiu tam-
bera viagem para Vdpor^iso o Sr. Emio
Var.', estadista chileno.
Sntiago, 21 I-i Mi- O Sr. OisJ
i..vo Varas foi no i.ea.io euviaio extraor-
dinario e ministro plei.ipoteociario do Chil;
junto Corte ".o Brasil, era substituicao lo
Dr Santa Cruz, chamado para outra*
fum QOes.
Buenos-Ayr-s, il do .Maio. As colonia
da proviocia de Sa-it. F foram ataca Us
p-los selvageos, que corametteram gran.le*
lepr dC,5eS.
E' eiiormo > pr uizo dos Lvradores,
que perderara muito gado, ina^diinas e ule::
silios -grirol is.
Fui nomeado nioistro lo C'le to
Brasil o Sr. Emilio V". ras.
Buenos Ayr-'s, 23 de Mi o. Urna f.-
desta cidade o a noticia de que o governo
.ia republi.-a inandou -.oustruir na Europa
navios de guerra para augnautar a esqua
dra naciiinil.
Pra assegurar a tranquillidada no de-
pjirt roento do Chaco e pl-o coberto das
ineurso s dos indios, o governo mandn
dobiar i.5 gu .n i'.o-s das colonias.
O congr sso mostra se favoravel ao
projecto de r formas (inanceiras aprsen-
telas pelo ministro da t zonda.
-^Mont vi o, 22 de Maio.-Coatinuam
8 redara.v3 s a iraprensa e do co nmer:
ci contr, a x <\o e l de Jl.o para co-
,Deco do pr. z.i te tres mezes marcado pi-
ra a h<1mi88.0 j. carne se-ca n* portea-
do Brasil.
Cons-a que o o overno^onental pe .ira-
ao do Brasil que este prazo se ja estabv
1-.-C-0 de oran-u i> accorio.
Mont-vidi, 23 de M..io. 03 jornaea
cODlinuam a recUmar contra o prazo mar-
c do para a intr!u y^o da carnes 8-oc*a.
Alguns enteuden qu nao wautadp de una medida autas eco-
uomii-a do que lygi'-oica.
Boenos-Ayrr, 4 de Mi-io.-A epide-
mia do cliolcri-toorbua estea'le-ae cora
grande iuten, ldc era Tal lahuano, no Cm-
ie-
Og-verno det repitbiica deciiw adop-


-

nanEin





Diario de fernambunSe^ta-feira 3 ife Junho de 1887
tar medidas severas para evitar a iuvasao
da epidemia pela fronteira andina.
Montevideo, 26 de Maio.-O governo
rouiuigoii boje e decreto autorisando a
creac2o de ura banoo nacional, conforme o
plano presentado pelo syndicato de ban-
queaos argentinos, que fora approvado por
votacSa das duas cmaras. "
Buonos Ayres, 26 de Maio.O Dr.
Wenceslao Pachaco, ministro da fazenla,
continua a preparar om plano completo ie
reformas finaneeiras.
De a:cardo com oatros membros do go
yerno, o ministro estada M meios mais oon-
Tenientes de chegar unificarlo da divida
Argentina.
Bu nos-Ayros, 26 de Maio.Corre nes-
ta cidaie a noticia de que o imperador do
Brasil far brevemen e urna viagem Re-
publica Argentina.
Montevideo, 26 de Maio Foi assassi-
nado o coronel Chaves, redactor de urna
folha opposi'-ioaiata.
Rio Crande do Sul
Datas at 22 de Maio.
O presidente da provincia appro-ou um
novo pU.ao de loteras, coofor nando se com
a circular do Ministerio da FazenJa de 7
de Fevtr'iro deste anno.
A meama autori ade manlou suspender
as obras que se estavam fazendo na cadea
da capital.
Pass.igeiros chegados no dia 18 ao
Rio Grandn no paquete Rio Negro disse-
ra ra ter encontrado no altura do Bujuiu
n:n gran le navio, q.ie parec estar enca-
lhado na costa.
Ao longo da praia viram armadas algu-
mas barracas, co no pertencentes a au
tragos.
Por emquauti ignora-so se csse navio c
o que lia lempos naufraga por aquellas
diales, ou algn outro que, colindo
pa tempestado que reinou n'uma das ul
timas imites em toda a costa, baja dado
praia.
Os eng'nh-ir.'S .la coumissao de me-
Ihoramentos da barra Drs. Lopes N to e
Fonseca Rodrigues, forain no rio Jacuby
ffi ul Jadea que aquella vi..
ii.i-.loff re e n iv g c3 .
Em D. P-drit, a liaba divisoria,
mtio metro cima do encananiento ltima-
mente feito: un. arvore e urna cerca, que
cahiraa, arrebentaram dous tubos do enoa-
namento. Na ra Priioeiro Teaente Silvei-
ra, a sreia e trra trazida pelas aguas
obstruiram completamente o ralo, que ba^
dias alli foi posto para conduzir ao enea
menlo as aguas pluviaes; estas, nio
encontrando sabida, furmaram urna grande
lagfc, interceptante a passagem.
* A porta de al venara que a Caraar%_
Municipal eat maniando construir no ra
denominad Fonte da Bulh, foi destruida,
levando as aguas o material que all exis-
ta ; a cas qun se est construido no caD
to das ras Seto de Setenibro e Senado,
ficou destelhada.
a Por ora nao temos noticia de maiores
desastres, nem dos sinistros martimos que
possarn ter havdo.
Coyas
Datas at 6 de Maio :
Foi pnso em Formosa, JcSo Pedro de Mi-
randa Santoa, ex-cobradr da casa eommercia!
desta ci ade que gyra s< b a firma de Vctor No-
hmann Ot C, o qual fugira com quantias avul-
tadas, crditos e aoimaes pertencentes aquella
finca
Lemos no Goyaz, da ultima data :
A'a cinco horas da tarde do da 4 do corrente
foi ouvido neata capital om estampido longo e
surda, que durou perto de 10 minutos, estando o
co limpoe sem indicio algum de chava. Julga-
se que taivez t< nha sido algum tremor de trra,
que nao se fez sentir nesta, ou se o fe, foi de n-
teueidade muito insignificante o scu ffeito.
s. Paulo
Datas at 2b' de Maio :
Os i'8tndantes d- direi'o reuniram-se ant -hon-
tem afim de tratarem do modo de levar a cft >ito
div.-rsas aspiriico.-s referentes ao pr.-jeeto do Sr.
Affraao Celso sobre reforma das Fatuidades de
Direiti, e para representaren) ao govoroo sobre a
ido, cao de nm dleliuctivo aeadcm.eo e sobre a
collvao do grao de bacharel. Foi res;lvnlo que
cada auno uomeasse d.us incoo bron para reunidos
estu lar. m o meio de realiaar-se a su pretencS".
Presidio a s-sso, que assistiram inais de :501
.atujantes, o Sr. couselbeiro Leoncio de Uarva-
lu.
Na estrad* da Lmoire, em irai bairro exis-
tente puco ada ite, d hi prodomo, e-tavara ha
iiiaa tres individuos, entre os quaos um d nom
Alfredo Baithesuu, allcmo, un graude aigazar-
ra.
Crino im um.i casa prxima estiveasem
mas amurras da lamilla do Sr. L urnidi I te
Ii..L r. tahiu iste pra fasrr a'aatar os bulhen
to que prora )' i"' ul ara.
... 8 taide, lado i Sr. Bi k -r r- -j
fo l h
O sol I lo 3 lianba, pjrtenc nte ao O* re- das tmh ra, ai chegar p ra
to QUfaZ o cordo s^oitali., as- I aieparado umtir le revolver por Barthel
6 "- .,1., o-.. ..j que o esp'-r va i:a estr :d i.
sassinou co a u-n tiro d i p.a >u s u w- Q |iri,j marada de nom Firmo, rouban lo-lde 8U0 tanae-8e tontr. o csjo i ntr I
e fu^i ido ew s "uidapara o Estado Orien-: No .iia 23 i decidida a causa d > ty
i i to de Santos.
A i ._ a jt.a O iu gamento t i fav i iv< I
As exequias co houenagetn a m -rim-
mori, do tinado g-n ral Justioiano na K> oei.u ..,. f.,,.,..
cb r alis
..
estiveram muito
d Sii '
concorrid .s
- Pelo Dr. ) iiz de nirito de Pelotas
foi con I a lo a 2 l|2 anuos de pribSo e
multa correspoul-nt matada do ternpo
Fruewco a Costa e Silva, vulgo Chico
eta, aci usa m do irimo
j3 le moeda II-
_ O I noel Bento da F.ntou-
r. Casad ., a J -guari p' r or
dem da presidencia p ra abrir inquerito
i .i > i s-e den no lug r de
noniu, lo 0ch}'ira, cumpria o mandato
o r su'tou i g ) ias que o coi flicto
t i dado em ter I rij brailciro e provo-
eado p >r un grupo de IU Ori-nta>s.
Ni Uruguay na, no da 27, a bordo
da c lal de Seqreiros, o te-
en! Atf.dn le Carv.ilho, examinando
: i pur ter teita
pxploso a mesma, o que accasionoa-lh
ll > lias Sos vi-' -.
Ni dia eeguuitfl toram-lhe amputadas
cinco ph lang a d-.s di :os. doeute t n-
do i :,Lc .r hab is facultativos stguc

|), P, h, ii, u-iia qu Irilha de bn-
mbou a a : a lo a
. o Sr. C .r' nt no K nrign s da Sil-
u na ..o iot ri ir,
do p -o -,r r ubou
10: 03JJ1
Dous Sinos o -Sr. Constantino, que
; _; :, I ) .I"..), C dl8-
tan ?ressn I il-o; s cri- j
minos s, siu preso.iti iu8, tugiram,
deixan n> th -ir i ni dio um |
. | i | n .. una cauua ce ic lea n;
I.
[[ ";.i lirct'io prrsu-
rt .-a : u ii u sse f ri lo
,' .Ib i -..a : cu Pel.it s, Leop i o
ric i R go, e i m Cangu.-ni
Ai i oiiio dos S : t -;
Sa la l'alhaiina
D i j at 2- le M i.
0 1. pub'i u
legr. n n
> Dcstii-', 22 le Iio. NT-i dias 18
X uc- r ni .- \
Ucl i e Ac. luli.
Fui.iin hdvo los d 8 :.u : D 03 Drs I. U
r-eiro V Kab i I .->:.. r -
parecer. 8 dos maio u taviisadv g.i 8 de S. PnU
lo e da C' te.
Detendi-ram os r'os o cons'.'lh iro !
uc. j Az- ved., e I>is J ao M utei c e M
A commlsso eojarr-gadi de ge .r d.i-
nativos para, ree. not iu .. i iniinz d 1 j
c-iuta com a quanti: d 1 i:'ll t ; I.
Hi.-Fiio l-ciai'
Datas a' li d Ma o
L se do Liberal Mmeiro :
Em consequenc aa ep deini .1
De 25 :
Sua magestade o imperador comioa a passar
em novidade.
Passeou hontem. 4 Vista Chinela, demo-
randD-se das 11 horas da manha s 2 da tarde,
neesa digreasao, que fez, parte a p, parte de
carro.
Acompsnharam-aoos Sr. general Miranda Res
e barao de Motta Maia.
Sua magestade recebeu as visitas dos Srs.
conse. he i ros Albino de Alvareuga e libciro de
Almeida. >
De 27 :
Sua magestade o imperador contina a pasaar
em alteracao.
Por cansa do mo tempo nao sahiu hontem a
pniaeio.
Passou o dia acompanbado do general Miran-
da Seis, das meaicoa assisteates e veador Mogusi-
ra da Gama.
Viaitou e foi raeebido por ana asagestade o
imperador o Sr. Viscoude de Nioae, que chegou
bootem da Europa a bordo do Araucaria.
Jb o titulo A molestia do imperador .-scre-
ven o correspondente e Parizpar. o Jornal do
Commercio o seguate, em data de 3 oe Maio :
C-tusou por toda a Europa profunda era ci^
um telegramma da Havaa, expedido do Rio a 26
de Abril, annunciaud) que o imp rador do Brasil
estava gravemente enfermo, inspirando o aeu es-
tado serias inquietacoes.
Apezar de assegurarem telegrammas poste-
riores que a sxde de Sua Magestade havia me
Ihtirado, as noticias le 13 de Abril trazidas b.>n-
tera pelo Sora'a, embora muito anteriores aos l-
timos telegrammas, do sobre a moestia do im-
perador pormenores que mostrara quo melindroso
era o estado do augusto doente. Persist- ra, p .r-
tanto, por aqu as mais vivas preoccupaoes ntr.
os amigos do Brasil.
< O Viscende d-i Nicae resoWeu d.- repente em-
barcar para o Rio iu intuito amco de ir v.-r Sua
M .^--stade (le qu m camarista. O TiseoaoV nj
chegou a apromptar-s' pira ir pelo Equateur qu-
arg depois de amaab. Embarcar no Arauoa-
nia que pa te uo da 7 de B -rdos.
o Sua alteza a pnuce* imperial chejou aqu
viudo de N.za a 30 de Abril.
O Barao de Armos, noss-i minisiro em Pars,
havia maud ido na vespera um. circular aos bra-
sileiros que se achara aqu, participando-Ibes a
;i issagem de sua altea no rana estricta inc. 1401 -
to, aceresceatan io que a nnnees* ira erial rece
Orii.i tola va, eoi 1 de Maio, no his'oricj hotel
Lambert perteuc-ate ao principe Cza-ti.yk. os
brasileins que des.jassera comprime Mil <. --li.'
recendo-oe edo p^r-t icr a boura .1 apie
tal os.
.i O eoncurs > f'i unm-rosi. Sua alteza i rape
rial in'-i iu se inuit 1 afftv I para c.m til s ou
que acudir 111 a b--ijar-.ha a mi- testrmu h .<.
1 SrU Viviasimo iu e.esse pela saudl 11 -
' > pai .
rira )jr 1 os tro.- pri
1 : -. : np rial. Es .". ;
,' 1-, ni i.ir..: 1. loJ* a 1 iv .ui-
.: : pro 1 'i su-i ul 1 i- .
1 ..11 z :i Sr Gi Ido d'Eu aao est
senre. De Niza segii.i ..-.ra a Siyna a visl
oa -it' ?.\ i l>'i 1 1 >:-x .
A priue.eza nnp nal t-ji pira \ 1 ie S v
.- 1 ii i .1 1 para A1119I r l 1, e d- I
: 1 .- 1 o '' uxell is el I-- e 1
r 1 m ll...-.-' ja 'O do
j Ki i Ja
..
u m encotiiraii-
ciu ainhi iro e
o
'.iZl'I
o quinte
te-
e 11) en ll r
Tub tio, iiu 1

As p! it ,0
i'Xtr -or lu .-'. anete <>
,11 i 1 a v : 7. .1 B a villa
lirias as r 5 3
_- ; 1 1 ll JJ.ivi a
Muit -1 C s- S i 1-
0 outra8 ficaram

da visinb n. ,
2 1/2 un.
ra .1 i va i 18 p 11 curren!
arruina as.
Opovo ref.igiiu-se n 13 pr ximos,
encootr nli Igu o .s ti nili s guarida no
r sup -rior da cas-i -ia 1 ar.
II. o.npl-ta taita it >s. ten I" .-ii 1 destruidos todos vS ar \
m sera o depooitus.
Tres pintes da e.-fala ferr.-. r!- The-1
reza Chi sima t'oram d -trui 1 s, t .n .o a
linha arruin .lia em muitoa pontos.
Us prejuiz s snfifridos p la istr-da de.
ferro oto .al ul U>8 m u.is .e 2uO:('00(J
Ni villa da Pn-iiade ib libitautes tlvc-
ram de abandonar as canas.
A ciJado da Laguna 8- ffr-u milito.
II rioiicia de yr nden preju'Z.s as co
loi i s em todo o valli do Tubarao, mas
aio ha p.irineinor-s.
O rio voltou Ii j- na altura normal.
A mes-na f Iba publicou depois a se
guite noli ia :
t O te nu'ir-1 que tantos estragos i-au
sou do v 11- do Tuoarao ^Santa Catbarina)
tomo nos aniiuinnu o mumo corret-pn
dente no t-1-gia.mma que em tutr n-c-
eSo publieamos, > utio se que ti.ii.bem na
idade do D-st. rr ., com ( notic a urna
folha d'aqu- Ha Cldaile. Dis S8a folha :
O vento e 1%galante ebuva que desde
ante-hi i'i'iu (17) lm reinado, occasiona
ram varios estragos.
< Na noite de anie-hontem para hontem
tornou se o vente fresco que rinava qu>si
am verdadeiro fura. .>, derribando o uit^o
aj.-ores e cercas, causando estr. gos em al
famas casis.
No lugar onde corra o cor ego, entre
M ras Tr-jado e Ouvidor, a gr-nde qunii-
ahe l gn SBaieo, triste o estado i'a 1 1 Vi
e nde I It'O B.an '
As f 'ios i.b-ndi nar.ni Bas c .-as. e. a ci
dade eti quasi deterla. C n. 1 e isfo 1
t. sse, un. pupo de de.-or.l iros, at'ribuind
ue 11 e ao Dr. ': 'I ur V> ur, i.el.g 11 .::.
e byg....... i nrabiliaade pe'o : pp-rctiraen
to o" pid nii. invadi, hin b
que realce o rntan .utir, ento dalli ans.-rite,
ain nibauc- di Has, quebrando 01 veis,
daud iiros 1 o .-1 ra 'i' tirad s t" Ivag ns, !
Procede-: -. 1 g ro*o raquer te a res]
- Atont. 11. 11 ii inato qu pe'o tu r da v -
rila uiveieos n 8uj deseitado, j na ha
vendo f.aca ti ffifiwiife .ara a u>ida Oa cadea.
sobie o qu.- iza uie I r ir, di-das as pre
crd-ns pelo 'r I^r .1,. fe o pohc a,
Opris'dente o p.oviocia itm 11 as m
que it cuitDirl'.i cas rnlamave.ui .
Ein di 1 1 .V (.' !. i 93a88 ua le i'in S Th -
m das Lt itrui I Ltm por Autouio Pau-
lino.
1 bre este t cto r.fcio o o Baepeuiiyauo o
Bi 20 nt :
Ha muili 'i 11-1 que 1 I
n 1 en'ii o a-.-^-:.i i i- -.i- itisina '. Pin um
ta-it-ado di iu. rit rilo, leudo Uairillo L
erpanca o uu.a Bil i v que era o alvo 1
uic Ant n- Paulino sahiJ tm compvubiu di-ata
iitiir. de g rao -a.
Na estra para 1 'iiu' r den mina.) <
1' pul 1, I iiill-i i :do ao 1 iicontro d
p.iiini. '- .' o 11. B- de rH2o s. d: n"o fste era
C n.-.ii i -11 i nnidhvel tacadn que p netr
., b v 1 pr aozio a tu i!.- quael lujitu-
rbu- a (1 ; 11. 1 "e.
. !a 1 i nnr.nectu rccult lo
, e na .ruiida tira o arSafS ll .
ul loo Jaeuitho, Mara Lu mae
e' orentiu. \ -ocia, n soivi u .u'eriaro m non
n 1 e. rrego bem d-staute da celradae
1 1 c e s si v e I.
Q --ni m sea
0 es nti.r ao ciirae, visto que o utor e
ci ni lleta pr melt.r.i.ii guardar o mia r
8t i^redo.
. .i.,. Fli putins reved u 1 aconti cim
,. m Piaueisi-a, es'a o Iransmi lio
. un t o r Biialuei.....8 e a ac ivo unpt
qiii rao 11 m. *i loel Piul I- -S uza,
1 as ,a '. I1CI IB ni
1 I o 1 I
\ ll vi 1'-11 no, Jo:ii. JaClll' ll W "ia Lu ia-
11 MelUltilla VlCClCIH r'li n C Ihl I -
Ii... ney. a nqueriuiiDt.. 0o proui 1 .1 puoii-
i r i-iii iiinnoaoo e prit'J pioViDliva k
Na entiad de Ouio-frilo p-ra a ci rte. 00
I iuiai o. 1 11 iii-d Alio d. Jote Das, Ii tu Be
- \ j
Paila s d' existencia .ie urna qoadrilba de i..-
-. a qu,- n- achara tal et Rilados o-, airona Jo
r. ubo d. que foi victima, 1 ra Ouio B.anco, Auto-
11 i da As-.in-" C s'a l'ivalho.
1- et 1 m, coi Our. -Pete, o rgerivao lia c I-
l> dina provincial. Amonio Emilio de O iv. ira
Bu2eliier, e o ffieial uiaior i-poe-' .lado (ia sccre-
Iki -.. Qu gcv< ri-o Mano. I da C sia Fonseca.
Hio de Janeiro
Da'B at27 ..e Man :
Sobre a s u.le de S. M. limos as seguintes
nMicas 11 Fai :
D \ :
Ma magestade o imperador cooiii. a passar
s. 11, o \i.lade.
fcm consequ ocia do oio t h -ni' iu a paireio.
VimI.u sua mi-geBlade o Sr. conselhiiro Beli-
s 1 e, in'iiiBiro Oa iaz.uda.
De v;3 :
.-.. i- ntnaDi-t" d- v. x mais as melhrras de
tua QiiigiBti.de o in.perhdor.
U Kr lenil.tf gn-eral 11-don I. de P-litas vi-
eiio- I01 h ni. di leetbido por sua oiagestade o
innraoor, cinquera eeovirsiU durante quas
1-4. a o h 1
i 1, 1 1 ;' 1 nm i > I : .1 '
1 -. p 11 '.ni 1 -lii s o niveu.....1', v
l-i i-up.'r d -
1 -
A i ree 1> -r ra o telegn mm 1 do
uii-i Ih 1 .-uai t'teiui, que lev m euibirear 1-
1 e Ju-.h 1, pr-.pueraui i ;
"i le Mal p Ii h
.ie, ; O 11. cii-ulr r pri-a ro 1 m -
1 h irau 1 .triz p 1.: mtand i-lh p
r |ii 1 se : vi ra v -Itai pe i |i ir > ou
do cori ente, liant 1 .0 seis a in
ui i o i-eu n-isr 03 e :-1 u 1 1 nl 1 roa I .
.. ..)i., f i i| i. 1 -va 1 1 ni (>'Ij va. ,ir de 2 1.
e, c 11 fl 11 11 1 vap ti 1 Bor tos d 2'i
ii 1 c H n! iu na aiiez 1 nX '" v iltii n :ri e
i'- ,11 1 rcandu, p..: .., p 1 .. 11 i-
bw.
* Uo ltimos tel
le i 1 i 1 p-ra loi sao qd sua raa
es 'i iili ni- v \? 1 u pi 1 < iota piisien i
O Sr. iii2 11 l* vara de orpnil entre
'. 108 carta id-i 1 bu lao
da 7a q O uuil 1 de era ne pe 1.
ii uuiei carras era 1 161. i icl
na 1 ce ii a gr itu 111 1 m is.6 ib irt /; c i
.- nnp ree r. in ai act 1 lia .'
-.-o 1! libei 1 1.'. o Dr. pr woi I
ti ites r.quereu que dos 64 escr.iv p, cuj
iil.i,.-s nao chtftariu a accorio cora fazeu-tu .
eoi >e (] lio riel. 3 por arbitrara UM judicial,
HI rejara leelarados hvres p r i 11 btarera matr'.-
los. Ficaram apeii .a qualro parasroiuli
los.
Babia
D.,!h* at .11 de M i...
valescente, que elle nio considrava em to boas
coudicas. \
O capitao de mar e guerra Waldeneok, o Barao
de Tcff, o Sr. bispo diocesano, o lSr. ailveira
Martms e outras pessoas teem siii adraittiios a
proseaba do imperad .r que rom todos conversa
com i de costme, com mais ou meaos largueza.
Stnd i esperada a princesa no da 8 do mez
vindouro, acaba de ser ordenado pe> Sr. minis-
t-o da marinoa que oe eocouracudos Riachuelo e
Aquidaban ustejam promptos para irem esperar
am Cabo Fro e acompaubar at este porto O pi-
quis em qos ve. ra suaa altezas e oa principes
aeua fi Fa lemos de poltica.
O teiugiaphi j deve ter antecipado noticia do
desfech que te ve no Senado a queslao milicar.
Couvra afora referir oa porraeaoee* di mesma
desfec'.o.
Menciooei aa anterior o discurso do Sr. Sarai-
v i. o qual com que acoaselhava na aeaaao do dia
18, um accord", perguut-tndo se u;io hacia om
meio de chegar a este, sera quebra da h ira para
ambas as partes. O dia 19, quiota-feira, foi sao-
tifieado, e durante ele turara, ao que parece, es-
tudados como pedio aquelle senador, os in-nos de
. e.-oiier a diliieuldad timando eaponraneameute
o Sr. Silvcira Martina auxiliado pelo Sr. Affioai
Celsoo encargo de franquear o caminho d-St-
jada su mi', pur meio do seguinte requeriraento,
a que f ji dado o n'-me de iodiea^ao e que teve o
asseutimento dos amigos a que consuitou, assira
c rao do Si. Cotegipe, a quo n toi ra .erra la, an-
tes de ser r< mettida mesa na sesso de 20 :
Iodicacilo
i R quero que vista da imperial reaoluca de
3 de Novembro de 1886, tomada sobre consultado
cuna, lbo supremo militar de 18 de Odtobro do
ra.'smo anno, o Senado convide o goveroo a fazer
ct-ssar os llenos das penas disciplinares, anten ir-
raeiue re..luco impo'as a ailitares por mo
ludevido da iinpr.-.nsa, fora do casi especificad..
na ciuS'ilta do couselho supremi como coutraiio
a disciplina do exercito.S. K.Q. Martins.s
Foi o Sr. Franco de S o priuteiro a tomir a
p.ilavra, para observar qu des jando t. on-.^ pirte
na diseUbrS., precisava antea ouvir a opmiaj
governo sobre a indicacSo, declamando se aceitava
o na -
O Sr. C ispjndeu qu rea v, ipan
faz--r aa dcel .r , Ii -.;"i i fotse approv la; is! d -p i. qu o S-'-
i lo tiv. S-v se i-roiiuoei .do, a ll ul I i, i'BT mt .
|U- a dita indicaco, u s teritos em -i
v c 'iie > .1 p.l .7-1 11
De diverso p osar foi o Sr. Jaguaribe, achaud
ij -, n m .i '-.i i m, ,i ra pe reg ineul i I
i 'iiu i uoiop tencia para in'ervir o r t .i moj > oh
i 'i 11 qu p ir s -i '."ii h circu a
i ra rdinana?, e mvcria o a ra-lili i -
i .-; cain iraj reuui 1-8, nunei I i Aun i
par urna vida se quer do maii humilde nidiviJu >,
nao licito arriscal a Faiel-o urna en irrai ia-
de. (Arpiados).
Se, porm, inverso fr o resultado, ninguem
pode imaginar as calamidades a que o paia ser
fatalmente arrastado. (ApoiaJ >a ; muito bem).
* Evitar que cheguemoa a tais citremidadea
dever supremo de todos os ciiadoa, cada um aos
limites de seua recaraos, e muito mais dos seus re-
presentantes vitalicios .
Depois de varias nutras considerado 's, conclue
votando pela rnicao, porque, alen de remiver as
ditculdaji-a de raomeati, coa lm graaie ensiaa
meato poltico, dem rastrando praticamente que o
aystema represijntativo, leal e sinceramente exn-
outado, tem elasteidado bastante, recursos sufli
ciontes, para desellar crisea maia teraerosaa .
O Sr. Silveira Martina, maravilhado pelo que
ouvira do Sr. Franca d S, observa que o que
menos ve.-dadeiro em absolato, pii le relativamen-
te aer urna verdade grande e opportuos, e oo
contestaado que tbeoneam -nte a poltica parla-
mente deve estar na cmara dos deputados, nota
que, uo nesta, mas na dos chefus piliticoa cim
ass-nto no senado que tem partidj as cau3as de-
terminativas das qu-'daa dos ministerios e d sa-
nada quo saliera os organisadores dos miniad-
nos : as conaas sao como sao, e ante a gravidade
das circumstaueias aa> deve apurar pontos de
metaphisicacoujtituciooal ; nao ba, como qu.rrem
uns, usarpacao p >r p irte do senado, nem, como
querera outr>a humilhaco, na intevenc. indica-
da, que naturalmecte deeorre da elevada posicao
do scuado, cuj > pipel poaderadi sr agora ejer-
cido com o ni suri > proveito p-ira a e m-a publici :
nio f'i debaidj que a C rastituifao eri'lo a idad-;
d6 40 annos para a adunaso ni sonado, onie
eumpre ter calma e antepir s aaixo?s oartidanas
a suprema coraprcheoso dos iateresses mcio-
naee .
Abuodaudc as idcis do Sr. Affinso Celso
qu into ao mod > de c nsi lerar .i cr*s i e as c -u-1
quericias qa se daara era conflico mr
qiiiiido ha meio de transigir, nos liinu.'-s do d lo-
ro, cooclue que foi b inspirado no dos-jo de hem
servir a n :c'j, q : cono senador dere ^
que formulou a iulicacj.
I'ermitta aqai o li.tir u .. i ,-". (] .... '
aabid >, O : -..')". i-g lli.l nsy p irt!
Lar.o do sena lo mp.ririi. p.-i o i
. d ni i, [uaudo ri d pu id, u io ib-; s d-
i-e o animo qu 'i vam pialar fl
r, ;o .i s cied i ie n .meas era q ie i civi i : i
a I vim-'.r i cal pa turoam a iu! gri.l le
e'i -- raent i i :, r a,
i o- ir.;ii neiil ; .i i iv r u.
vii il'ci i ii-jr. vm
que v o i-, .-; o ; itep -.. i i. .
'::..(" i-I ii o i .-..!
p .. !_'.:
F I ec u era 29, c m ifi niri -s i.

.. ;
i i le Araujo
i iiUH
tidade d'tgua desciaa dos qumtaes subi jtornMi ,
C'orrpouieuc-ia ito Jijarlo de
"ernaiubiico
KIO DE JANEIHO Corte, 2'i de Maio
de 187
P !) v p fr o iz Ville fie Macei, da compa-
nhi i th.ig urs K'-unis, r.c. b ra a do noasi cor
i- cait. que era seguida pub camos :
frUHMAiuo : O esta lo de -.ud. do imperador.
(J qu ce diz s bu i. vii.uem a Europa.
ii
I' aera1' h'ii de -aiteiro Kurao-
ea-tocii-
i. As vi las p r v. 1 ii-i-eb das.
O des | esui indir ir n Sen i
do.1 d cai,- Jo >r. Si veira Martina
c d.bite par elia suseilado. Declara-
V'.ao .1 i Sr. pitoldeDle do e. naclbo.
Agua lua'ral na caara d a dep'i id s.
Kequeiim lito d Sr. MaeielL)ia-
curojdoSr C tegipe.Questo oe con-
fia uca.V ,os eouservadorea coot
_ ve. no.
izein os joma js contina a s r aatia
i est il d-i imperador. D.anamenti
oh rtpo'tera a T uea co h.-r i. fn'n ^Oea que a
rainistr das pelas pcs as que .-s'j no caeo de
1 -, eep-'Cialin ule o 151 ai da M 'fa Maia que
pemam.ee a. Indo de Sua Magestade como aeu
i,:i,i qne o obsta a que al.i vioutroj
ra- ilie s d.i i.n- ri i ca i.ara. O tratamenfo se
i. ; lera, lera sido o proscripto p lo Ur. V ir-
res Ho
Corren nliimamente que deutro em pouco, S ia
Magestade maleara ura da na semana para ree;
b- r as pesso .8 que o f.isse.n visitar ; roas por m
i|ii n v. c.m txeepoo de pnucas pessoas, oavi--
lau'es lisuiUm-se a -s.rever os ge.is Domes no Ii
vio competeuie. A imperatriz, porm, receben
quaiit i-, a hoias propriaa, ae apreseuiara p .ra a
curapriraentar.
l'osto que anda nio seja official, corrente
noticia de que b se espera a cb. gida da prince-
sa nnp' nal, para ser spi't-enta.i" as cmaras o pe-
dido Oe licenca para o imperador ir a Eur pa.
Diz, porm, o Rio dt Janeiro de hontem que. por
p. 88a que Ihc merece conauca, sabe qu Sua
Magett de ant.8 de ir farer uso de aguas na Al-
I inai.ha, ir pasear alguns dina as aguas de
rAlarabary, em Minas, que sai muito ree tUtMde-
das para ae mi I sfiaa Oe estomago. A' ser .isto
verdade, acreditar-se-ba nos rum res que nio ha
muito rorreram de que o imperador j dems
i. rapo cuta incowinodoB no apparelho gstrico
qne nao foram devidamrnte e oppoitunau'-nte
Ii ia. tmdi -te demorad., mais lempo di, qur apreciados, resultando dah complicado a que re-
lar tara o rettali. lerimento do auguat enterra ,
eujia aBsisteates, preoecupad .8 por demais coma
iaea de urna enloiicaco palustre, nao prestaram
sttcnco a certos Ejmptomas indicativos de tra-
thinento diverBo do que toi sgudo e que e de-
pois de ouvido o Dr. Torrea Homem tem sido ap-
plicado.
Nao eei e nada affirmo. Repito o'que dizem
uns e eontestam ontroa, sendo, entretanto, veidi-
de que reina a esse res pe tu nma tal ou qual lu-
cen, za que inquieta o publico. Chega se meamo
a duvidar da realidade das meihoraa anuuuci da
e que alias sao affinnadas polos qne aio recebid .
pera imperador. E' um detsea o Viscoude de Pe-
lotas, que conforme canta o Pats, visitou ha dous
dias Sua Magestade, cara quem esteve conver-
sar por cerca de urna hura, retiraDdf-se muito ea-
tisteito pelo estado em qoe achou o augusto con-
n.
p t' i da. p. ia ii< des> java lar g. r a allenvo de
ra uipsid.. Sua ra..gestad., porem, iusioliu
paia que te dinioratse.
C neia ie s que tua oiRgestude rreopeu-se na
tua o i.v unan de diversos aseumpt.i, eobreludo
ni relacSo ao excicilo.
Si.btmos qoe o Sr. Visconde de Pelotas veio
t ticfiito com o bi.m estado de laude de aoa ma-
gertaoe.
D 24:
< .-ua magestadecmtinua a melhorar seneivcl-
men'e.
Pntitoo boit-m a r. e de carro das II a^da
taide, leudo acn pnl ado pilos Srs. gei.eral Mi-
lano beit e htiiis d. M. ta Maiae T. ff. Foi
at fl resia de Esiad*. '
Vieiltu toa u,gaiade, o Sr. Barao de Ibi-
; oe o 11 i ."' o si!
, i ;n ,! i- -i U ill-'g -.Ii I d -.
i ('. i i ra i '. ii i r p -
Sr '; ;'<-.) qu s n> a-imi ,u I i, -.
i i ... r i.' r 11 i ...:,'', .
; ro it i ni o '.
i r c mar Vitalicia pr vo-ar n-m r.-J !v r en
sCB, d-'Clarou ira qu a in JiC .(fii i .
.i v i la, i v i' i i i si ra o Sen 11 i-ihir I
ou .- i a f'l. 'CO -.5 1 r :.; i ..:'. ; i-
i ,'l | -l'li i 1 I i e\ i ,| i l M l S-
i ti i i :i a diS'.tipi; na mi "ai s i rcu
..." .1 1 I I I!.illl ':!,' I pr ; :: l.l! 1
. ; ..; ., I ... I I i a 1.1-
'
'. o 11- ll ra i; i i T l'l
.y, | ie s "ii ore ten ir i ir iv 11 le I
.' i < ivel i pr i n .. i .! i
i rulor, .u est i i -.. j.iri c .
rain tes i > s"u narti i e eni indo pin,
l.i,' 1 i- ..; V r -/i i; ). i .' i e n pr i3 r a
i a i i -v 1 i. | ,
i i .....i unentu d-t nos-

S : i i o Sr. 1-ind lo i 01 ;v -ira qd-', si n-I i
idad I :, .-mi ir.t M irtim,
lu.-. : -: n a ra .is na n a
. i gabi ii ', qu il diz i lo s mu. u nt t-irct publica aiiocire-
,:i ,-." le.'. i non .; i i- i\
n ni j. P cc-lb | ie dip '3 ii irm
I > go 10, a a iuc -' i ._ ra a oti -
i ir -. ifi i-dadcs d ai
. i, i ;i recular, nem la iu-i do noss
_- v i ii i pap i que sa qu r lar a
i ; ncn los ae ra fi'se-.u
d > .-ii i imss i pal .i I ir ::. i .o q i be t
l.ralo o vot d> .Siua no I ve jr loterpre-
ii i ama a-tiuuacao a > .: bmeiu pt-a |u
p.i-l.-r que ui soub- tornir >pei ido.
i) r. Uc ivia i d ve.-.'i id i do p.-ec i lite ra-
lo-c lo sr. Franco de S, e il-qie,
I multas vezes. no arr-"i
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