Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17937


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Full Text
AMO L'II IOIBIO 124
* i
---------T----------'--------------
PARA A CAPITAL JK MClRKn \IF \AO K PAC; A PORTE
Por tre rnerea adiantados.........*.' 6^000
Por 8e ditos dem.......*..*..#... i\JO00
Por um anuo dem................. 23,5000
Cada numero avulao, do MMM da......'...... i5100
1 DE JUMO DE 1887
PARA DEXTRO R FORA RA PROTIIU
"a... Por seis mezas adiantados............
Por nove ditos idem...........'.'.'.'.I
Por am anno idem. .......
Cada numero avuleo, de dias anteriores........
13J50G
20,J000
27,1100
510U

NAMBUGO

i


JProprietafre fre Jttaiwel Jiattrira He iaria i Styos

TELEGRAMAS
bvx;3 PAarxcLAS re siaeio
RIO DE JANEIRO, 31 de Maio, s 4
oras e 5 minutos da tarde. (Kecebido s
5 horas e 30 minutos, pelo. cabo subma-
rino) .
Corre a noticia de qae o Exbb. Mr*
coaselbelro Manoel Pinto de Sonsa
Danta* val apreneoiar no Senado
am projecto abollndo o elemento
servil, presiaodo os escravisados
ervlru apena* por um trleaulo.
Foram Borneados :
Pratlcante da Tbesourarla de Pa-
seada de S. Paulo. Antonio Loa-
relro i
Dito da de Pemamnuco, Joo fio-
do j seudo etoneraao o actual i
Ofllrlal de descarna da Airandega
da Paratiyba. Jeremas.
Immlnente. assevera se qni- o novo
gabinete fie ara constituido do modo
seguate wob a presidencia do Sr.
Charles Rouvler qae toma a pasta
das Fiuanca* e interlnaoieate a dos
Crrelos e Telegrapbos i
Plourens. ministro dos negocios
Estrangelros i
Fallieres, dito do Interior e dos
Cultos i
Mazeau. dito da Justlca t
Spuller. dito da Instrucc&o Publi-
ca t
General
Barbey.
nas i
Dautresuse. dito das Obras Publl
cas e Commerclo i
Barb, dito da Agricultura.
NSTRUCCO POPULAR
Ferrer. dito da Guerra,
do da Hartaba e Col-
:l
:-::: satas
snvzto
(fSape>!al para o Diario)
PARS, 30 de Maio, tarde.
O geaeral Saussier e o almirante
Jaiiroi fue linbam accordado n'u-
ma coinblnaei niini ierlal retira-
rana a sua acceitarao.
PARS, 30 de Maio, noite.
A crine ministerial anda nao es-
ta terminada, mas urna soluco
PARS, 31 de Maio, tarde.
O novo ministerio lirn coustltuido
comoj fol annuneado. salvo as al-
terarles seguintest
O Sr. Heredia fol comeado oiials -
tro das Obras Publicas e o Sr. Din
I re me leon eom a pasta do Com-
mreclo.
A Admlalslraco dos Caitos leon
addida ao mlalsterlo da Instraccao
Publica.
RIO DE JANEIRO. 31 de Maio, s 5
horas e 20 minutos da tarde.
Fol asneado pratlcaote da Alfaa-
dega de Pernambuco o Sr. Olivelra
Ciodoy.
Agencia Havas filial em Peroambuuo,
31 de Maio de 1887.
BIOLOGA
mim -*
(Extrahido)
DA BEBLIOTHECA DO POVO E DAS E8COLA8
O PBOTOPIigSMAOUBIOPLASHA
(Ctutinuarao)
Mas, em geral, estei compos'oa sao fcilmente
decompomveis. O azote influe muito na instabi-
lidade dos corpos de que elle elemento constituti
vo ; quasi todas as substancias explosivas sao com
poatos azotados ; a explao da plvora, por exem-
plo, resulta principalmente da rapidez com que o
azote do nitrato de potassio cede o oxygeuio com
que est combina lo, formando o acido azotico ou
ntrico.
Robn dividi os corpos que entram na compo-
sifao da materia protoplasmatica em tres grupos.
No primeiro comprehende todos os corpos crys-
tallisaveis ou volateis que o protoplaema adapta
do mundo exterior, que saem como entraram, e
que podem ser obtidoanos laboratorios de chimica.
0 segundo grupo abrange as substancias elabora-
das pelo protopiasma e de que nem todas se teem
obtido nos laboratorios. O terceiro, emfim, o
grupo das substancias alb'iminoides.
Nos doas primeiros grupos entram os compostos
_ i binarios e ternarios de que nos temos oceupado at
aqui. No terceiro esta o as substancias quaterna-
riaa ou azotadas. Nestasencontra-se o mnimo de
inobilidade molecular ; eiittem no estado solido e
sao insolareis ; teem por qualidades caractersti-
cas a instabilidade e a inercia levadas ao extremo
grao e decompoem-se todas fcilmente.
E' aellas que a complexidade da ccnstituica.i dos
tomos attinge o seu mximo, nao e porgue jun-
tamente c>m os quatro elementos, existem r uni-
das pequeas quantidades de enxofre e phosphoro,
mas tambem porque os componentes esto reunidos
em proporcoes elevadas em consequencia das ato-
micidades relativamente grandes do carbonio e do
azote. O resaltado final e que os tomos da subs-
tancia alOuminoi ie ficam formados, de muitos equi-
valentes dos seus componentes. Segundo Mulder,
a formula que representara a albnmina seria :
10(CH"AasO) -I- SPh
(Continua)
JARTE 0FFICU1

\
>




.-
\\

. -
i.O\ i:ilVO DA PHOVI\(1t
LE N. 1897
Pedro Vicente de Azevedo, Doutor em Direito pela Paculdade
de S. Pauto, Commendador da Imperial ordem da Rosa e da Real
Ordem Portugueza de Nossa senhora da Conceicio de Villa Vicosa,
presidente da provincia de Pernambuco :
FLto saber a todos os seas habitantes que a Assembla Legisla-
tiva Provincial decretou e eu wandei publicar a ieslucao seguinte:
Despesa
Artigo 1. A despesa municipal para o exercicio de !887 a 1888
afilada 1. Cmara municipal do Recite :
Secretaria
1. Vencimen;os do secretario, sando 2:600* de
ordenado e l:40Q*t de gratificacao .... 4:000*000
2. dem de dois amanuenses, tendo cada um
1:500* de ordenado e 700* de gratificacao 4:40'*000
3. dem do archivista, sendo 1:500* de ordena-
do e 700* de gratificacao....../ 2:2C0*O00
4. dem Jo porteiro, sendo 1:000* de ordenado
e 600* de gratificacao....... 1:603*000
5. dem do continuo e carteiro, sendo 1:000* de
ordenado e 600* de gratificacao..... 1:603*0 0
6. Diaria de um servente a 2* 6#0*000
Contadoria
1. Venciro'-ntos do contador, sendo 2:2000 de
ordenado el :UO0* de gratificado .... 3:200*000
2. 11 ni de iia amanuenses teudo cada um
1:500* de ordenad) e 700* de gratificacao 4:400*000
3. P-ircenlag-u do procurador, qu-< ser de dois
por cento.......... 7:500*000
4. Veucioieutos do fiel do procurador, sendo
1:500* .ie ordenado e 70'J* de gratificacao 2:200*000
5 Vi'ncimentos de dms iMiicadcree, tendo cada
um 1:700* d- ordenado e 7005 de gratificacao. 4:800*000
Aferica >
1. Venfimentjs do director, sendo 2:C00* de
ordenan^ e Ml!)j de giatificafo.....2:800*000
2. Ilem do i jdnute, sendo 1.500* de ordenado
e 700* de grat ficaeio.......2:'00*0O0
3 Hera do Huixnneas<>, sendo 1:500* de orde-
nado e 700i de giaiific 4 Il'in do i.t'eridor, sendo 900* de ordenado e
500f de gr-..fic*vao....... 1:400*000
. 1 i.-.n lo coniin'iu, seudo 80'* de ordenado e
400* de g"'ficacao....... 1:200*000
6. Diana de um servente a 1*500 450*000
Empreados externos
1. Ordenado do advogado..... 1:200*000
2. Idom do solicitador 600*'100
3. 1 i'in do advogado dos presos pobres 600*000
4. dem do solicitador dos meamos ... 3 0*000
5. dem do ufKcial de juatica e pregoeiro. 400*0(10
6. dem do porteiro do Jury..... 400*000
7. dem do medico da DeteucSo, sendo 1:600*
de ordenado e 800* de gratificacao .... 2:400*0 0
8. dem do engenheirocordeador. 3:00>*000
9. dem do mestre carpina, e psdreiro com obri-
gur-ilo de prestar s obras municipaes os servicos de
sua profisso......... 1:200*000
10. Vencimentos dos fiscaes, tendo o do 1. dis-
tricto de Boa-Vista e o da (rac-i 1:300* de ordena-
do e 700* de gratificac, e os do Recife, Santo An-
tonio, 1- e 2- districtoe de S.Jos, 2- districto de
Bse Vista e Afogados 1:200* de ordenado o 600* de
gratificacao .......14:800*000
11. dem dos fiscaes da Magdalena e Poco, tun-
do cada um 1:000* de ordenado e 500* le gratifica-
cao........... 3:000*000
12. dem doa fiscaes da Varzea e S. Lourenco,
tendo cada um 700*000 de ordenado e 300*000 de
gratificacao.......... 2:0(0*000
13 dem e 25 goardas-fiscaes a 908* 22:500*000
Mercado de S. Jos
1. Vencimentos do administrador, sendo 1:600*
de ordenado e SCO* de grctificacao .... 2:400*000
2. dem do sjudante, sendo 1:000* de ordenado
e 500* de gratificacao.......1:500*000
3. Ioem do porteiro, sendo 800* de ordenado e
400* de gratifica?io....... 1:200*000
4. dem de 8 guaras a 900*.....7:200*000
5. Diaria de 6 serventes a 1*000. 2:190*000
Matadoaro
1. Ve tcimentos do administrador, sendo 1:600*
de ordenado e 800* de gratificacao .... 2:400*000
2. dem do medico, idem, idem .... 2:400*000
Lo.-radoaro do Giqui
1. Vencinjpnt.'S do administrador, etndo 1:200*
de ort-nsso e 00* de gratificscio .... 1:800*000
2. dem de tres tangedores. 1:095*000
Matadcaro do Arraial
1. VejBeaKn'os do administrador, sendo 800*
de oadenado 400* de grattcacio .... 1:200*000
2. Diaria de wm servente* 1*000 365*000
C m'terio do Reeife
1. Venctnento di administrador, sendo, 2:500*
de ordenada e 70C* de gratificacao .... 3:200*000
2. Idea do capelln, sendo 1:200* de ordgjsdo

e 300 de gratificacao....... 1:500*000
3. dem do amanuense, sendo 1:500* de orde-
nado e 7C0* de gratificacao...... 2:200*000
4. dem de um guarda, que pasear a denomi-
nar-*; coadjuvante, sendo 1:300* de ordenado e
700* de gratificacao :...... 2:000*00)
5. dem do porteiro, sendo 1:00 >* de ordenado
600* de gratificacao....... 1:600*000
6. dem do sacrista, sendo 900* de ordenado
e 300* de gratrficacao....... 1:200*000
7. Salario dojardineiro...... 720*000
8 Diaria de nm pedreiro a 4| 1:460000
9. dem de trez coveiros a 2* 2:190*000
10 dem de 5 serventes a 1*500. 2:799*000
Cemiterios do Arraial, Varzea e S. Lourenco
1. Ordenado dos administradores drs cemiterios
do Arraial, Varzea e S. L >urenco, h 500* cada um. 1:500000
2. Diaria de 3 serventes a 1*000. 1:095*000
Aposentados
1. Ordenado do secretario Dr Ratis e Silva, 4:000*000
2. dem do contador Hypolito C. de Albnquer-
que Maranbo......... 1:800*000
3. dem do fiscal Joronymo Jcs Ferreira. 1:512*W00
4. dem, idem R-que Antunes Correia 264*000
5. dem idem Joao Pacheco Alves .1:000*000
6 dem do guarda Miguel de Castro Oliveira. 900*000
7. dem idem Lino Tcdo de Jess 720*000
8. dem dem Jos da Annuociacao Carvalho 720*000
".. dem idem Manoel Rodrigues Chrysostomo. 549*250
10. dem idem Joo Pita Viraes, inclusive a
quantia de 291*000, relativa ao exercicio passado. 678*386
11. dem idem Jlo Affonso de Albuquerque. 699*672
12. dem idem Francisco Antonio Teixeira de
Albuquerque......... 804*510
Despezas eeraes
1. Expediente e impressoes. .... 3:000*000
2. Jury, afhtamento, eleicoes e asseio da sala
das audiencias, inclusive 400* para sen expediente. 3.000*000
3. Custasjudiciaes e civeis ...... 6t)0*000
4. Gustas ciiminaes, inclusive 13*9O0.a Fran-
cisco Teixeira de Almeida Cruz c 621*0 0 ao conta-
dor do crime desta cidade, Jos Joaquim Peieira de
Oliveirs.......... 3:000*000
5. Ao escrivo do jury pelas cus tas que possam
caber-lhe, seni direito a reclamar indemuisacilo. 2:400*000
6. Juros e amertizacao do emprestimo contrahi-
do com o Banco de Brasil para construefo do Mer-
cado de S. Jos ... -..... 50:000*000
7. Juros e amor'iz^yao das aoolices municipaes. 14:424*0^:0
8. Disapropriacao.......' 4:001 #000
9. Obras municipaes...... :000*000
10. Servico do matadouro, aluguel do logradouro. 30:00*000
11. Limprza, esseio e arbonsico da eidade 35.000*000
12. Concert e conservacao dos prr.dus uiani-
cipjes '....... 3:000*000
13. Despi-za eom os cemiterios 5:0Q0#0U0
14. Dividas do exercicio anteiior que montam a
450:000*000, couforme o quadro que acompanba o
orcamento, sendo 7:000*000 para pagamento as
letras da compra do sitio do Cifite, producto do im-
posto do .0 do art. 2......* 17:001*000
15. Evntaaes. .'...... 2:000*000
329.-435**818
2. Cmara Municipal de'Olinda :
1. Ordenado da secretario 800*000
2. dem do porteiro....... 60o*O0J
3. dem da procurador, alera da porcentag>>m de
seis por cento....., 300*000
4. dem ds fiscal da S e do .S. Pedro Marryr,
400*000 c.da um........ 800*000
5. dem dos fiscaes de Marauguapc 1 e 2* dis-
tritos, 300* c-. da um ....... 600*0(0
6. dem do fiscal de Beberb 3500000
7. dem do advogado e defensor dos presos
pobres -......*...-. 8004000
8. dem do administrador do cemiteri)_ 600*000
9 PorcenUgem ao aferidor de 15 por cento #
10. Ordenado do eoveira do ceuiit<-ro. 365*000
11. Expediente e aasipnatura Jo Diario 1W)*000
12. Cuscas d procesaos decahidos 40J*l'0'J
13. Agua e h para a cadeia......120*000
14. Jury, elecdoesjualiticac) .... 100*000
15. Concert do 'predio, obras e calcamentos *. 1:000*000
16. Ordenado do amanuenie..... 4-0*000-
17. Amortzco da divida dos herdeiros de Ma-
noel Luiz da Yeigaj ..... 400*00u
18. Ordenedo do aedieo -." 600*000"
19. dem de um servente encarregado 4a lim-
peza das ras......... 356*000
20. A o escrivo do jury, sea direito reelama-
Co ai^uiu.i......... 400*000
' 9:091*000
$ 3 Cmara Muniipal do tamb :
1. Ordenado do secretaria..... 600*000
*. dem do porteira. ....... -J:0Q00
3. Id.m do fiao! da cidade- 9JU000
4. dem do da Caaid i.. % 50*400>
8. dem do Camutanga. ^ 50*000
6. AIUgua!ds.saadaC*aisra- Jk 20**t00
7. Ja,yrfe,ris, .. ;AM W dOOOO
8. Agua ^luzyaraa eadeiz. k 30|p
9 Expdien'e e assignatura do Diario
10. Limpezs das mas......
11. Porcentgem do 6 por cento ao procurador.
12. Obras municipaes......
13. Custas judiciacs......
14. Ao aferidor, 10 por cento do que arrecadar.
15. Eveotuaes. ......
| 4. Cmara Municipal da Gloria do Goit :
1. Ordenado do secretario.....
2 Jdem do fiscal.......
3. dem do porteiro.......
4. Agua e luz para a cadeia.....
5. Aluguel ds acouzue. '.....
6. Castas judiciaes. .....
7. Expediente do jury e eleicao.
8. Porcentgem de 15 por cento ao aferidor
9. dem de 6 por cento ao procurador
10. Obras munici: acs, dndose cotneco as do
mercado publico........
5. Cmara Municipal de Timbaba :
1. Ordenado do secretario ....
2. dem do porteiro. .....
3. dem do fiscal da villa .....
4. dem do de Cruangy......
5. dem do de S. Vicenta.....
6. Aluguel da casa da Cmara ....
7. Porcentgem de 6 por cento ao procurador.
8. Agua e luz para a cadeia.....
9 Jury e eleico.......
10. Custas judiciaes......
11. Obras municipaes......
12. Lispeza e asseio das ras e casa da Cmara.
13. Expediente e assignatura do Diario .
40S0OO
100*000
*
150*000
100*00(1
*
20*000
1:760*000
200000
120*000
601(00
50*000
50*000
400*000
80*000
30*000
103*000
1.000*0)0
2:093*003
300*000
100*000
140*000
70*0*0
60*000
00*000
103*000
30*'00
50*000
800*000
,'00*000
87*130
305'00
1:865*130
6". Cmara Municipal da Victoria:
I. Ordenado do secretario..... 600*000
3. dem do porteiro....... 30000>
3. dem do fiscal....... 500*0X1
4. dem do guarda fiscal que zelar o acougue. 280*0(K)
5. dem do administrador do cemiterio 600000
6. Diaria de dous serventes..... 730*000
7. Expediente e assignatura do Diario 70*''00
8. Jury, eleicao e impressao..... 80*000
9. Agua e luz para a cadeia..... 60*000
10. Porcentgem de 6 por cento ao procurador. 552*000
II. dem de 10 por ceuto ao aferider. 50*000
12. Ordenado do advogado, defensor dos presos
pobres.......... 500*000
13. Custs judiciaes, sendo 182J500 ao Dr. Joao
Bernardo de Magalbes, que revertern em beneficio
da nova matriz........ 1:000*000
14. Aluguel da casa da Cmara. 230*000
15. Limpesa da praC'i da fe ira e ras. 150*000
16. Obras e melhoramentos municipaes 2:288*' 00
17. Eventuaes........ 50*0u0
18. Curativo dos presos pobres e pessoas desva-
lidas........... 300*000
19. Escrivo de jury, pelas suas custas, sem
direito reclamacao alguma...... 800*000
20. Publicacao do expediente no I.idador. 220*001
21. Mobilia para a Cmara..... 300*ii00
22. Limpeza da praca da feira de S. Joao. 40*000
9:700*000
V" Cmara Manicipai da Escada :
1. Ordedado do secretario..... 600*0).0
2. dem do porteiro....... 200*000
3. dem do fiscal....... 450*0)0
4. Ilem do advogado, com obrigacao de defen-
der os presos pobres....... 300*!>00
5 dem do administrado*- do cemiterio 365OO0
6 Diaria de um serveote..... 300*000
7. Aluguel da casa da Cmara .... 36O*''O0
8. Expediente e assignatura do Diario 80*( 00
9. Agua e luz para a cadeia ... 90*001
10. Limpeza das ras....... 90*- 11. Porcentgem de 6 % ao procuradar e aferidor 210*000
12. Alague) de ascugue...... 240*000
13. Custas judiciaes....... 200*000
14. Obras municipaes....... 450*0)u
15. Eventuaes ...... 25*0 0
16. Ordenado de um guarda fiscal, que funecionar
em S. Jos da Boa Esperanca 120*000
4:101*000
8o C I. Ordenad' do secretario. 250* 00
2 dem do porteiro *.....' 80*000
3. dem do fiscal........ 100*'00
4. Jury e eleicoes....... 80*000
5. Aluguel da cadeia...... 50*.00
6. Custas jadiciaes....... 200*0 0
7. Expediento e asignatura do Diario 70*000
8. Porcentgem de 6 % ao procurador 66*(K0
9 Obras e m-lboramentos...... 400*000
10. Lmpcza da ras....... 50*000
II. Eveutuaes........ 40*000
12. Porcentgem de 15 % ao aferidor ... *
5; 9* Camira Manicipai de Grvate :
1. Ordenado do secretario.
2. dem d por#lro ....
3 Porcentgem de 6 /, ao procurador
4. Ordenado do fiscal da cidade
5. Ide:n do Uruy raerin .
6. Ao aferidor 15 >/
7. Expediente e assignatura do Diario
8. Agua e luz para a cadeia
9. Jury e eleicao.....
10. Castas judK'iaes.....
11. Aluguel do-.pac*i municipal.
12. Limpeza e asseio das ras.
13. Obras e inelborameutos
14. Eventuaes.....
1:386*0.0
250*000
80*000
75*) K)0
120*000
60*000
20.00J
60*000
60*0 0
8<.*00)>
Dio*0o0
4-1*0 W
60*000
200000
>o*ao0
de
ii 10. Cmara Muaiaip-il de Ipojucu :
1. Ordeuado d secretario.....
2. dem do oorteiro *......
3. dem do fiscal da villa. e .
4. Agua e luz para a cadeia ....
5. Castas judiciaes, inclusive o que ae est a
ver a Pedro Ferriod Albuquerque
6. Jury, rleicaa e o/ialiticaco.
7. Expediente e assignatura do Diario .
8. 6 "/. a<> procurador......
9. 1,0 % ao aferidor ......
10. Obraa municipaes, inclusivo a de 590* a Ge
minio de Jsus Pereira p-lo trabalho da ponte .
11. Eventaaes.......
l:32!'*O0O
300*000
7(1*000
60*000
50*000
320*000
50*000
40*000
96*000
17000*
687*000
50*000
ji 11. Cmara Municipal de Muribeca :
1. Ordenado do secretario ....
. dem do porteiro......
3. dem defiacal que cobrar o imposto sobre co
queiros. -..... .
4. Porcentgem de 6 "[. ao procurador encarrega
do da afe-ricao..........
f". Expediente '.......
6. Jury e eleicoes......
7. Custas judiuiaes -. .
8. Mobia para a casa da Cmara, aluguel e asseio
da mesma, obras municipaes e limpeza da villa
9. AlUi,'oldi casada Cmara.
10 Aluguel da casa do mercado
5 12. Cunara Xunicpal de Keriabaem
i. Ordnalo do 8'cetario......
2. dem do portefro...... .
3. I lem do nssal T
4. 150* ao- proeqzador alm da porcentgem de6 *[0
5. AloL-uok'lo ama casa para aposento do juiz
. Ord> nado do a Imnistraflor do cemiterio .
7. dem da administrador do cemiterio de Po-
."isjuinco. ......r .
%8, Agua e luz para a cadeia ...
i*. Cuatis judiciaes, sendo 200* para o escrivo
1:740*000
3504000
120*000
300*000
80*000
fOIOOO
3O*)KM0
25*000
150*000
120*000
36*000
1:231*000
300*000
80*000
'15i'*o00
300*0)KJ
95*000
30ii*--00
50*000
8o*i m
Eustaquio Walcacer, sem direito re<-]amsc3o
10. Expediente e assignatura do Diario
11. Pagamento da parte da edificscSo do mer
cado........? .
12. Conservacao das estradas .
13. Porcentgem de 10 ; ao aferidor .
14. Jury e elices......
15. Limpesa das roas......
16 Obras municipaes......
13. Csmara Manicipai de Cabrob :
1. Ordenado do secretario......
2. dem do porteiro.......
3. dem do fiscal.......
4. Expediente e assignatura do Dicrio .
5. Agua e luz para a cadeia.....
6. Juiy e eleicoes.......
T. Porcentgem de 6 por cento ao procurador
8. Eventuaes........
9. Obras municipaes, sendo um cont de res para
casa do mercado........
14. Cmara Manicipai de Boa-Vista :
1. Ordenado do secretario .
2. dem do porteiro......
3. dem do fiscal......
4. Porcentgem ao procurador.
5. Expediente e assignatura de Diario.
6. Jury e eleicSes.....
7. Aluguel da casa da Cmara.
8. Agua e luz para a cadeia .
9 Porcentgem so aferidor
10. Despeza eom acougut e curra!.
11. Obras e melhoramentos municipaes.
12. Eventaaes......
13. Custas judiciaes .
8.15. Cmara Manicipai de Petrolina :
1. Ordenado do secretario.....
2. dem do porteiro......
3. dem do fiscal.......
4. Porcentgem de 6 por cento ao procurador
5. dem de 15 por cento ao aferidor
6. Expediente e assignatura do Diario .
7. Jury e eleicoes......
8. Luz e agua para a cadeia ....
9. Cuotas judiciaes......
10. Aluguel de aecugue e servico do curral .
11. Obras e melhoramentos municipaes.
12. Aluguel da Cmara.....
13. Eventnaes.......
16. Cmara Manicipai de Salgueiro :
1. Ordenado do secretarir-......
2. dem do porteiro.......
3. dem do fiscal........
4. dem do zelador do crmiterio ....
5'- dem do coveiro.......
6. PorceDtagem d.; 6 por cento ao procurador
7. Exp'diente e assignatura do Diario.
8. Agua e luz para a cadeia.....
9. Jury eleicoes.......
10. Custas judiciaes.......
11. Porcentgem de 10 per cento ao procurador.
12. Obras municipaes e limpeza das ras
13. Alnguel da casa da llamara ....
14. Eventuaes e foros da cssa do mercado .
| 17. Cmara Municipal do Ouricury :
1. Ordenado do secretario
2. dem do porteiro.....
3. dem do fiscal da villa. .
4. Expeliente e assignatura do Diario .
5. Agua e luz para a cadeia
6. J ui y e eleicoes.....
7. Porcentgem de 6 por cento ao procurado
8. dem de 15 por cento ao aferidor
9. Obras e melhoramentos mani."paes .
10. Custas judiciaes .
11. Eventaaes......
400*00C
30*000
r &
3(0*000
iio*oce
62*000
60*080
40*0' 0
300*000
2:657*000
20o*roo
50*000
100*000
37*000
70*000
50*000
67*864
10*000
1:110*000
1:694*864
200*000
40*000
30*0*0
80*000
40*000
20*000
60*0 6
30*000
20*000
40*000
150*000
10*) oo
40* 760OOO
200*000
55*000
60*000
*
*
40*000
3''*000
70*000
20*000
50*000
60*000
0"ooo
15*000
650*000
200*000
40*000
70*000
60*000
30*000

60*' 00
8)i*000
2<'*000
60*000
60*000
150)H i)
12<>*000
30*000
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
s.
9.
10
11
12
18. Cmara Municipal de Jatob :
Ordenado do secretario ......
dem do porteiro.......
dem do fiscal de Jatob.....
dem do fiscal da villa.....
Porcentgem de 6 por cento ao procurador.
Assiguntura do Diario.....
Agua e luz para a cadeia.....
Custas judiciaes .
Porceutagen de 15 por cento ao aferidor
. Obras municipaes.....
. Eventuaes........
. Jury e eleicoes.......
19. Cmara Municipal de Leopoldina :
1. Ordenado do secretario ....
2. dem do fiscal......
3. dem do porteiro.....
4 Porcentgem de 6 por cento ao procurador
5. Expediente # assignatura do Diario
6. Jury e eleicoes......
7. Agua e luz para a cadeia
8. Costas judiciaes......
9. Aluguel da casa da Cmara .
10. Limi.eza das ras.....
11. Porcentgem de 15 por cento ao aferidor
12. Eventuaes, obras municipaes, aluguel da
casa do acougae e curraes......
20. Cmara Municipal de Villa-Bella :
1. Ordenado d seeretaiio ....
2. dem do porteiro .....
3. Ilem do fiscal .
4. Porceotagem de 6 por cento ao procurador
5. Expediente e assignatura do Diario
6. Agua luz para a cadeia
7. Aluguel da casa da Cmara
8. Eventaaes........'
9. ObraB municipaes.....
21. Camama Municipal de Alagda de Baixo :
1. Ordenado do secretario .
2. Ilem do parteiro......
3. dem do fiscal.......
4. Expediente e assignatura do Diario ^
5. Jury e eleicio .......
6. Custas judiciaes.......
7. Agua e luz para a cadeia.....
8. Aluguel da casa da Cmara .
9. Limpesa das ras......
10. Obras municipaes.....,
1!. Eventaaes........
12. Porcentgem de 6 por cento ao procurador
13. I leu. de 15 por cent* ao aferidor.
22. Cmara manicipai de Floresta :
1. Ordenado do secretario.....
2. dem do porteiro
3. Id>m do fiscal da villa ....
4. Ilem do fiscal do 2." districto.
5. dem do fiscal do 3 o districto.
t. Porceatagem da 6 por cento ao procarador
7. Jury eleicao......
8. Aiuguel da casa da Cmara
9. Obras municipaes ...
10. Evuntua-8.......
11. Expedate e assignatura do Diirio .
980*000
200*000
50*00: i
6)1*' 00
50*000
40*000
50*000
*
*
250*00)3
. 50*000
50*O0C
800*000
150*000
30*000
30*000
40*0fl0
46*760
40*000
60*000
60*01 0
3*o80
200*000
20*000
40*000
720*340
120*00n
50*'00
304000
36*000
50) i0)
40*0,X)
20 ; 090
30*000
6n*0 )C
30000
*
60*000
526*000
180*000
40*000
4'i* KK)
36*000
-10*000
40 "00
96*000
12 000
6)24000
lSOOOO
404005
3o*vH30
4"0
40*.00
50*000
50*000
* 50 000
50*000
VJOi'XtO
,*0U0
*
- N- d
640*000
1S0*900
4.*00
40*OJU
30*000
3'fCO
6O4OS0
40*. O0
81*'*
225*000
. 4ll'K
3.ojo
!23. Camata Huaicipal de Af- . ),ii icuado do secretario .....
i. tem do porteuo .
S. Ilem o fiscal........
4. Porcentgem da 6 par coto ao procurador.
800*000
13)i*000
3QJJO0
;w40(W
3**00


^1
^IHBi^l
IMI
2
Diario de fernambnco
--feira 1 de Janho de 1887

'- 5. dem de 15 por cento ao nferidor.
6. Aluguel da caaa da Cusa
7. Expediente eassignatara do Juma
8. Agospdaa e asseio da cadeia .
9. Jury-e leieo......
10. Obraa municipaes.....
24 Cmara Municipal de Flores: f
1. Ordenado do secretario ..'...
2. 11em do porteiro.......
3. dem datfiseaL........
4. Porcentagem do ti por cento ao procurador.
5. Expediente e aegoatura do Diario .
6. Jury e eleeo .....
7. Agua e lu par a cadeia ....
8. Castas judiciaea. ......
9. Obras manicipaea, conservars do acude e
limpesa das ruaa......
10. Porcentagem de 6 por cento aa aftsidor .
11. Eventuaea........
| 25. Cmara Municipal de Granito:
1. Ordenado do secretario.....
2. dem do porteiro.......
3. dem do fiscal.......
4. Porcentagem de 6 por cento ao procurador.
5. dem de 10 portento ao aferidor .
6. Expediente e aasigaatura do Diario ,
7. JuryaeleieSo .......
8. Agua e luz para a cadeia.....
9. Cuatis judiciaes.....
10k Obras municipaea, 1 impea e a sacio das
ra
11. Eventuaes.
26. Cmara Municipal de Triumpho :
i. Ordenado do secretario.....
2. dem do porteiro......
3. dem do fiscal .......
4 Agua e luz para a cadeia.....
5. Jury e eleico <_
6. Expediente e assignatura do Diario .
7. Porcentagem ae 6 por cento ao procurador.
8. Obras municipaea ...
9. Cusas judiciaes inclusive 1504 ao eBCnvao
Areenio Affonso Pereira Borges sem direito a recla-
macSo.......
10. Eventuaes........
^ 27. Cmara Municipal de Taquaretnga :
i. Ordenado do secretario ....
2. dem do porteiro.....
3. dem do fiscal da villa
4. Porcentagem de 6 por cento ao procurador
5. dem de 15 por cento ao aferidor .
6. Agua e luz para a cadeia.
7. Expediente e asignatura do Diario
8. Jury e eleico......
9. Custas judiciaes......
10. Eventuaes......
11. Ordenado do fiscal de Vertentes.
12. Obras o melbtramentis, inclusive urna es-
trada de rod; gem que ligue Vertentes a Taquare
tinga, a qual deve ser feta com o producto do im
posto a que se rtferc o pnjecto n. 76 de 1885 .
5 28 Camina Municipal de liui jue :
1. Ordtnado do secretario.....
2. Iiem do fiscal ...
3. Idtm do purteiro.......
4. Agua e luz para a cadeia.....
5. Juiy e eleico......
6. Liiupeza das ras e assignatura do Diario.
7. Cusas judiciaes. ......
8. Eventuaes........
9 l'.rc ntagem ao procurador ....
1(1. Obras municipaes e aluguel do paco muni-
cipal
29. Cmara Municipal da villa da Pedra :
1. Ordi nado do secretario ....
2. ldim do porteiro. .
3. dem do fiscal da villa ....
4. Idtm do fiscal de Santo Antonio .
5. Poiceuiugem de 8 por ceuto ao procurador
0. dem de 15 por ceuto ao aferidor.
7. A'uguel da casa da C ruara .
8. Assignatura do Diario ....
i. Expdante, jury e eleico
10 Desperas e custas judiciaes.
11. Agua e luz para a cadeia
12. Uespezas even'uaes, inclusive a compra de
mobiiia para a sala daCamxrue jury. .
5 SO Cmara Municipal de Bcm-Conseluo :
I. Ordenado do secretario ....
2- Idiro do fircal da villa ....
3. Pjrecutagim de 0 por cento ao procurador
4. Ordenado ao porteiro ....
5. Expediente e assignatura de Diario
6. Jury e eleicao......
7. Agua, luze bsseio da cadeia .
8. A-uguel da casa da Cmara
9. dem do acougue. .....
10 Desp. zas e custas judiciaes .
II. L mpezas t. s ras .....
12. Obras municipaes ....
13 Porecntag.m de 15 por cento ao aferidor
14. Evtntuacs.......
31. Cmara Municipal do Espirito Santo de
Pao d'Alho :
1 Ordenado do secr tario ....
2. Id.ni de porteiro ....
b I iiiidu fiscal......
4. I iem do administrador do cemiterio
5. dem do servente.....
G. Juiye eleico......
7. Expediente e assignatura do Diario .
8. Custas judiciaes......
9 Lu para a cade'a. .
10 dem para a capeila do cemiterio. .
11. Limpeza das ras e bcugue. .
12. Eventuaes...... .
13. Obias municipses, sendo 5004 para paga
lento da divida de Mi.nt.el O avo do Bego Barros,
arrematante da ponte do riacho Cursahy .
14. Porcentagem ao aferidor. m

32. Cmara Municipal de Nazareth :
. Ordenado do secretario ....
2. Idm do porteiro e c ni'nuo ,
3. Idtm do fiscal da cir'ade.
4. Idtm de 3 freses, de Traiui K.m, Yicencia
e Alsgea r-ecca, a lOOl cada um.
5. dem do acn.mutiidi r dt> cemiterio .
6. dem do g tarda do (tugue .
7. Ptirentsgim de 6 per tent ao procurador
8. Ictm de 12 per cento ao aferider .
9. Juiy e eltieo ; .
10- fxitdi.r.ti e assignatura de Diario .
11. 1. u i tza das luss e j. i< Binnicipal .
12. Agua e lu pata a ceceia
13. Custas juflici es inemsive 4004 a Msncel
tcrres dts fcanite e 304 so eeemao ce juiy, sem
diiei'i a luli.iirii'ii .... .
14 Dividas psetivas. sendo C0* ao ad ve gado
e 125^ ao acmuiimador do ctmiteno. .
f- 15. FveitUMB......
16 (Lu i n> lirint ntts xcacicipaes, fazendo
ce o urial do ciEttlbo......
17. hiunan da cidace ....
J33 Cmsis Mtr.itijal de iirreircs:
. Oicn-eco do mitlaiio.
2. Jatm do rtrunt......
3. le i co t ti ai ca \i!.....
4. IctBi do jirii te do fiscal no Abren e 8
Jar. -.......
5. P>icintsf trr de 6 )tr tirito i o pretender
6. Irerii de {('j i r tu tt ao aferidrr.
7. Exprdierte f en-pritrjis do Liarte.
8. Jiiy, tleitio c i u te tai .
9 Agua e lir |sia a taCea.
10 t relee jccitiM, ni'iif CO* ao eirri
vio tln alsctoc, d Cuita hu.
11. luis, im c e u i ii ni ito do rsco rru
iciral..........
12. Cries do neicsdc da villa.
13. ihU ibuin i.tts nuicijies.
14. huma.......
15. DrVrdM iiileirre o cicsnectc.
4. to sis Mtricirsl < Bio Ftineso :
1. Oidfttdo do tecitterib. ...
2. Ion. cofinslds eicsde.
3. Idexti dem de Un.....
4. Iota do cusida fiscal. .
I. Jem
  • 6. Anfti'1 os tita da Cintra. *
    7. leem dt neresdo......
    f, Agu elu paiaa cideia.
    7*500
    12(1*000
    501000
    601000
    30*000
    200*000
    693*500
    250*000
    50*000
    60*000
    47*580
    404000
    2U0i
    804000'
    30*400
    4004000
    34U00
    11*190
    9914770
    80* KX)
    30*0. K)
    40*000
    4
    4
    354000
    30*000
    50*000
    304000
    OOOOO
    104000
    4054100
    -.orno
    6040*0
    8040(10
    60*000
    704000
    604 780(X)
    5\-.'4000
    O >*000
    50*kK)
    1.400*0o0
    3 04000
    804010
    15-'000
    574000
    4
    504'00
    404000
    504-00
    504000
    20iiO0
    100i00
    180400)
    1.137*010
    1504 O)
    40*00.)
    40 604''00
    5 000
    50 .000
    KOiOOO
    504000
    47*000
    338000
    940/000
    150 000
    30000
    04000
    2{ 1000

    954000
    27UO0
    ll0. o
    f, 04000
    404000
    :n-'' iki
    613*000
    200*000
    1004000
    *
    605000
    504000
    fOiOOO
    60*000
    170*000
    604'00
    lOOOOO
    l0(MKI
    1204000
    4
    504<00
    1.017*000
    6tH)J(KHl
    i(Xli(MKl
    2.r04KKI
    200(00
    150*000
    70-000
    63*740
    400*0 0
    90*000
    22*520
    99*8*0
    64*5icO
    7274000
    3.10'4374
    E004"~00
    J.O.I (O
    :ci.c(.o
    300(000
    cOOOOO
    1:04000
    *
    4
    ICOfCOO
    30 4100
    C0.CC0
    i00*(,00
    2C0*< 00
    350C0
    EOtCOO
    8.E05/000
    tOU>0
    7.3040t0
    ECC/C'OO
    UOrfCO
    lG4tC0
    ICO/fCO
    15tt0
    tCO
    C0,-(C0
    IWCO
    0<(ICO
    4C0CC0
    540fU0
    3C0*(H0
    i o,tco
    SOrfOCO
    2:a24(C0
    4C0/OCO
    SC0(CO
    1C4' CO
    lilfCCO
    lffa.KO
    2404COO
    12(^00
    tOUCO
    508
    9. Jury e eleic**.......
    10. Custas judeme* J* r *
    11. Expediente e assignatura do Diarto.
    12. Eventuaes.......g.'%
    13 Pdrcentigem de 6 por cento ao procurador
    14. dem de lOporeento ao aferidor.
    15. Ordenado do advogado e defensor dos pre-
    pobres......'.*
    16. Limpeaa e as*eio da cidade.
    17. Obras municipaes......
    r
    1.
    >.
    3.
    1.
    5.
    6
    7.
    8.
    9.
    10.
    11
    12
    13
    14.
    36. Cmara Municipal de Gamelleira :
    Ordenado do- secretario.
    dem do porteiro......
    dem do fisoal da viMa. .
    dem idem de ibeira-e S. Jos.
    Porcentagem de 6 por ento ao procurado
    dem de JO por cento o aferidor.
    Expediente e asaignaanra do Diario.
    Jury eleico e alistaaaento.
    Agua e luz para a cadei-a....
    Eventuaes.......
    . Aluguel da casa da Cmara.
    Cuotas judiciaes......
    L'mpeza e asseio das ras.
    Obras municipaes.....
    -36. Cmara Municipal do Benito :
    1. Ordenado do secretarii.
    2. dem do advogado com ebrigacao de defen-
    der os presos poires. ... ...
    3. dem do porteiro.......
    4. dem do fiscal da villa.....
    5. dem, idem de Capoeiras.....
    6. dem de (hmevou. ...
    7. dem do administrador do cunitorio.
    8. dem do coveiro. .
    9. Expediente e assignatura do Diario.
    10. Jury e eleico. .
    11 Agua e Inz para a cadeia.
    12. Custas judiciaes. ....
    13. L'mpeza e asseio das ras e do paco muni-
    cipal...........
    14. pjrcentagem de 6 por cento ao procurador
    15. dem de 15 por cento ao aferidor.
    16. Obras a melhoramentos municipaes.
    /17. Eventuaes........
    37. Cmara Municipal de Ex :
    1. Ordenado do secretario......
    2. dem do ficcal da vil'a.....
    3. Id' m, dem do2" distr'clo.....
    4. Expedente e assignatura do Diario
    5. A'uguel da casa da Cmara.
    G. Custas judiciaes. ....
    7. Juiy e ileico. ....
    8. Poic nthgttn de G por cento ao procurador
    9. Obras municipaes e limpeza das rnas.
    10. Eventuaes. ....
    38. Cmara Municipal de Correales :
    1. Orden-do do secretario
    2. I iem de parteiro......
    3 dem do fiscal da villa. .
    4. I Iem ao daL'g'a do Emygdio.
    5 Porcentagem de G por cento ao procurador
    6. Id.m d* 10 por cento ao aferidor.
    7. Aluguil da casa da Cmara.
    8 Expediente e asoignaiura do Diario.
    9 Juiy e ele 1 cao......
    10 Custas judiciaes. .....
    11 Obras municipaes.....
    12. Eventuaes.......
    13. Or cuaco do fiscal dt Olho d'Aguada Onja
    do O. s........
    14. L mpeza das ras e do pateo da feira.
    15 Ordenado do advegado.
    o'J. Cmara Municipal de Agua Preta :
    Ordi na o 'lu secretario. .
    Iotm do porteiro.......
    Id-ni do fiscal da vil'a.
    dem, idim do de Cuyambuca. .
    Idtm, dem de Seiluzinbo e Fri.
    Cusas judiciacb.......
    Poietntag' m de 6 por centoa o procurador
    Mtm de 12 prr cento ao aferidor
    Ordinado do administrador do cemiterio da
    villa.
    10. 1 1 111. iderc do Serlizriho ....
    11. lie idem de Fri......
    12. Expediente, e assigcatura do Diario .
    13 Juiy e eliif,ois.......
    14. Limpeza das ras......
    ID. Agua e luz para a cadeia.....
    16. Obras municipaes e melbcrameetos, sendo
    5004 pata pagamento da 2' prestaco devida pela
    compra da tasa que serve de paco municipal
    17. Evintuaes.........
    40 Cmara Municipal de Iguarass :
    1. Ordenado do secretario .
    2. Idtm do advogado, com ebrigacao de defen-
    der os preso pobres .......
    3. dem do fiscal da villa .
    4. lu ir idem de Itamaiae.....
    5. dem idem de Itapissuma.....
    6. Idim do administrador do cemiterio
    7. Idi in do coveiro......
    8. dem do purteiri da Cmara ....
    9. Iaem do continuo......
    10. Porcentag'm do procurador .
    11. Agua e luz para cadeia.....
    12. Juiy, eleicao e alistamento ....
    13. Expedituir e assignaima do Diario .
    14 Custas judiciaes e procseos Crimea
    15, Obras municipaes, orgaioento e limpea das
    ra*
    16. Eventuaes
    41. Cmara Municipal de Cimbres:
    1. Ordenado do secretario ....
    2. Idim do porteiro......
    3. dem do fiscal da cidade.....
    4 Id< m idem de A'agoinba.....
    5. Id' in idem do Pocjto.....
    6. Irlem idem de Cimbres.....
    7. Ideftidim do Olbe d'Agua .
    8. Expedi nte e assignatura do Diorio .
    9. Juiy c eleiro.......
    10. Agua e luz para cadeia.....
    11. ( usas judiciaes......
    12. Pire-1.:: 11 u. de 8 per cento ao procurador
    13 Idtm de 10 por cento ao aferidor.
    14. l..i.-. 111 11 n 11.11.lis c limpeza, sendo
    004 1 ra centeno da ladeia de Serrinha na estra-
    da de Pesqutira para Cimbres .
    15 Eventuaes........
    42. Cmara Municipal de Bom-Jardim;
    1. O denado do secretario ". .
    2. Idtm do fiscal da cidade.....
    3. dem de Snrubim......
    4. dem do porteiro......
    5. Idtm de 2 guardas fis.aes a 2004 cada um
    6. Pircetitagem de 6 por cento ao prccuradoi-
    7. Idim de 15 por cento ao aferidor .
    8. Expediente e assignatura do Diario jury e
    eleicao..........
    9 Agua e luz para cadeia.....
    10 Custas udiciaea ......
    11. Aluguel da casa da C> mar.
    12. Obras publicas municipaes, comprehendendo
    a refoima da inebilia do paco municipal, melhor. -
    ment da ladeira de Jco Congo, limpeza daa ras
    da cidade e des acudes de servido publica do mu-
    nicipio...........
    13. Eventuaes........
    43. Uara Municipal de Aguas-Bellas:
    1. Ordenado do secietario ....
    2. ld< m do porteiro .....
    3. Idtm do fiscal......
    4. Pcrceotsgim de 6 por cento ao procurador
    \ 5. Idt m de 10 por cento ao ateridor .
    6. Juiy e eleico ......
    7. Expediente e assignatura do Diario
    8. Agua e la para cadeia ....
    9. A uguel do aecugue.....
    H 10. Obiaa e mtIhi umentos municipaes, limpeza
    e aceio dae tuas e feira......
    11. Eventnaea.......
    12. Oidensdo do administrador do cemiterio
    13. dem de um coveiro. ....
    44. Cmara Municipal do Cabo :
    1. Ordenado do secretario .
    2. dem do administrador do cemiterio .
    3. Idtm do porteiro da cmara
    4. dem do fiscal ......
    6. Iaem do ferteiro e ceveiro do cemiterio
    6. Poicentsgem ao procurador 6 por canto
    7. dem ao aferidor 18 por cento
    100*000
    100/000
    504000
    104000
    1304000
    200*001
    20 >000
    500/000
    2:740*000
    3004000
    IOOO'O
    200*000
    '|5*0
    824000
    414000
    504000
    40*000-
    5040 tt
    1004000
    260*000
    3004000
    10*000
    2814000
    1:9794000
    400*000
    5004000
    1OU0O0
    2004000
    504000
    5C4< 00
    2404000
    2004001
    50*000
    60000
    60400)
    2000u0
    50400
    20)4000
    1-OOO
    1:061*000
    30OJO
    3.-49940J0
    1504000
    6O40O0
    504000
    404'KMJ
    G04 00
    : o o o
    3400J
    364000
    20t-4000
    204000
    6764000
    1504000
    255000
    504000
    2u0O0
    4
    *
    1204000
    50 000
    oOiOOO
    1IHMHHI
    350*000
    3o 000
    :0 000
    fOiOOJ
    100*000
    1:100000
    100*000
    U04000
    1 o000
    480*000
    100000
    100400J
    1504000
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    50 i 00
    47*'JOfl
    G04000
    120*000
    904000
    8924030
    404000
    2:8394000
    8004000
    4 Oi 0 K)
    4004000
    360*000
    360400)
    30o*0t-0
    1104000
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    4
    504000
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    3004000
    1:0004000
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    4:5704000
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    -0 1 mu
    roiooo
    60*000
    25*000
    504000
    254000
    704000
    804000
    1004000
    6004000
    1604000
    *
    5704000
    404000
    2;700400
    5004000
    2O04OO0
    lOOOOO
    200*000
    4004000.
    4
    *
    1504000
    2094000
    3004100
    1804000
    1:6704000
    100*000
    4:0004000
    . 150*000
    504<00
    3004000
    *
    *
    204000
    404000
    244000
    24*000
    160*f00
    104(00
    1504000
    150/000
    T0784000
    6004000
    4004000
    1004000
    4004000
    2**(
    1004000
    8. Expediente e assignatura do Diana
    9. Jury, eleico e imprest o .
    10. Limpeza das ras ....
    11 Custas judiciaea.....
    12- Agua e luz para a cadeia .
    13. Conservaco do cemiterio .
    14. Obras municipaea ....
    15. Eventuaes.....
    45. Cmara Municipal de Palmares :
    1. Ordenado do secretario .....
    2. dem do advogado com obrigaco de defender
    oa presos pobres ........
    3. dem do porteiro......
    4. dem do fiscal da cidade.....
    5. dem do fiscal de Preguicas* / .
    6. dem do fiscal de Catende ....
    7. I Iem do fiscal de Jaqu'ira ....
    8. dem do fiscal do Marayal ....
    9. dem do fiscal de Matuns.....
    10. Porcentagem do aferidor.....
    11. Porcentagem do procuradsr, 5 por cento .
    12. Expediente e assignatura do Diario .
    13. Jury e eleico.......
    14. Aluguel da casa da (-'amara ....
    15. dem do Matadouro......
    16. Agua e luz para a cadeia ....
    17. Custas judiciaes.......
    18. Obras municipaes dando-se comeco a ama
    caaa do mercado em Preguica e Palmares .
    19. Limpeza das rusa......
    20. Evantaaes........
    46. Cmara Mnuicipal de Jabratio :
    1. Ordenado do secretario.....
    2. dem do porteiro......
    3. dem do fiscal.......
    4. dem do administrador do cemiterio
    5. dem do servente do cemiterio.
    6. dem ao cscriv > do jury sem direito de re-
    clamaco..........
    7. dem ao ajudante do porteiro ....
    8. Porcentagem de 6 por cento ao procurador.
    9. Obras e melhoramentos.....
    10 Agua e luz para a cadeia ....
    11 Eventuaes........
    12. Expediente, jury, eleicao e assignatura do
    Diarlo..........
    13. Custas judiciaes, sendo 774500 para o paga-
    mento ao capito Miguel Archanjo da Silva Braga
    e 3374390 para pagamento ao capito Joo Evan-
    gelista d Souza........
    47. Cmara Municipal de Oaranhuns :
    1. Ordenado do secretario.....
    2. dem do porteiro......
    3. dem do fiscal di cidade.....
    4. dem do fiscal do Brej 1.....
    5. dem do fi.-cal de Palmeira ....
    G. Agua e luz pma a cadeia.....
    7. Jury e e!ei^o;s ......
    8. Expediente e assignatura do Diario
    9. Porcentagem de G por cento ao procurador.
    10 dem de 15 por cento ao aferidor.
    11. Obras e melhoramentos municipaes .
    12. Eventuaes.......
    13. Custas judiciaes, sendo 3005 do cscrivo do
    jury pelas custas que possa caber-lhe sem direito
    a reclamaco aigum*.......
    48. Cmara Municipal do S. Jos do Egypto
    1. Ordenado do secretario.....
    2. dem do porteiro.......
    3. dem do fiscal da villa.....
    4 Furcenttgem de 6 por cento ao procurador.
    5. dem d 15 pir cento ao aferidor .'
    G. Aiugnel da casa da Cmara ....
    7. Expediente c assignatura do Diario
    8. Jury, eleicoes e custas judiciaes .
    9. Agua e luz para a cadeia.....
    10. Obras e melboramentcs municipal s
    11. Eventuaes........
    49. Cmara Municipal de Panellas:
    1. Ord-.'nado do steretario.....
    2. Iiem dj porteiro .....
    3 II in do fiscal do Io districto .
    4. dem do fiscal do 2o diatricto ....
    5. Porceniagem de 6 por cento ao procurador.
    6. dem de 15 por cento ao aferidor .
    7. Custas judiciaes.......
    8. Limpeza das ras......
    9. Obras e melhoramentos municipaes.
    10. Agua e luz para a cadeia ....
    11. Eventuaes.......
    12. Dxpedieute e assignatura do Diario .
    50 Cmara Municipal de Quipap :
    1. Ordenado do secretario.....
    2. dem do porteiro......
    3. dem do fiscal.......
    4. Porcentagem de 6 por cont ao procurador .
    5. I iem de 10 por ceuto ao aferidor .
    6. Custas judiciaes......
    7. Limpeza das ras......
    8. Aluguel da casa Cmara. .
    9. Jury e eleieods.......
    10. Expediente e asignatura do Diario .
    11. Obras municipaes......
    12. Agua c luz para a cadeia ....
    13. Eventuaes.......
    51. Cmara Municipal de Goyanna :
    1. Ordenado do secretario.....
    2. dem do secretario aposentado
    3. dem do porteiro......
    4. dem do advogado com obrigaco de defen-
    der os presos pobres .......
    5. Ordenado do administrador do cemiterio
    6. dem do administrador do mercado
    7. dem do administrador do matadouro .
    8. dem dos dous serventes do cemiterio.
    9. Iiem do fiscal da cidade.....
    10. dem dos fiscaes de Tejucupapo, Ponta de
    Pudra, Nossa Senhora do O', Goyanninha e Ateias,
    a 1004..........
    11. Aluguel do mercado da cidade
    12. dem do mercado de Goyanninha.
    14. dem da casa do mercado em Nossa Senho-
    ra do O'..........
    14. Agua e luz para a cadeia .
    15. Curtas judiciaea......
    16. Jury e eleicoea......
    17. Expediente e assignatura do Diario .
    18. Limpeza e asseio das ras e paco munici
    pal ......?.. .
    19. Obras municipaes......
    20- 5 por etnto ao procurador ....
    21. 10 por cento ao aferidor ....
    22. Arborisace da cidade .
    52. Cmara Municipal de S. Bento :
    1. Ordenado do secretario.....
    2. dem do porteiro......
    3. dem do fi cal da villa.....
    4. dem do fiscal da Canhotinbo.
    5. dem do fiscal de Jupy.....
    6. dem do fiscal de Calcado ....
    7. Iiem do fiscal de Cacboeirinha
    8. dem do administrador do cemiterio da villa
    9. dem de um cavsiro ......
    10. dem de administrador do cemiterio de Ca-
    nhotinbo ..........
    11. Porcentagem de seis por cento ao procura-
    dor ......
    12. Expediente e assignatura do Diario .
    13. Agua e lu_...... .
    14. Jury, eleicoea, ote......
    15. I) spi zas e custas......
    16- Aluguel do paco da Cmara.
    17. Limp 18. Obraa manicipaea......
    19. Eventnaea.......
    20. Porcentagem le 15 por cento ao aferidor .
    21. Ao tacnvo do jury, sem direito recla-
    maco .
    53. Cmara Municipal de Caruar ;
    1. Ordenado do secretario.....
    2. dem do porteiro.....*. .
    3. dem do fiscal .......
    4. dem do administrador do cemiterio de S. Ro-
    que ...........
    5. dem do administrador do cemiterio de S.
    Miguel ........
    6. dem de nm eoveiro com obrigaco de lim-
    par e arboriaar os cemiterioa. .....
    7. dem do fiscal e administrador do cemiterio
    de 8. Caetano da Bapoaa......
    8. dem do advogado da Cmara, ecm obriga
    0*0 de defender oa presos pobres. .
    9. Porcentagem de aria por cento ao procarador
    - tais dea por cento pelo trabalbo da afenako,
    10. Ao esenvo de jury seas tar auadaraito i
    einmaco.........
    50*0*0
    JiMUOO
    100*080
    . 2004000
    1004000
    1004000
    1:1474000
    100*000
    4:0774000
    900*000
    3004000
    2004000
    50'#00
    200#000
    ;0040'C
    150#U00
    1504000
    '.04OOO
    .*
    *
    100*000
    1004000
    4804000
    3004000
    150*000 .
    6004000
    1:4004000
    1004' 00
    1004000
    5:9904000
    60140 0
    2004000
    600 000
    400 000
    3654000
    3004000
    50 *> 00
    220^000
    4004000
    504000
    505000
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    614 S890
    3:94948.10
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    B 511OO
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    505000
    120 000
    30*000
    30)50 0
    20 000
    91O4O0O
    405000
    60*0 o
    604000
    60 ni I
    (05010
    604"00
    526/000
    61' 5 00
    204( 00
    50*000
    1:1964000
    25050 0
    505000
    504000
    605000
    3550OO
    20O400O
    80*000
    504110 1
    2005000
    504000
    105OOO
    995*000
    7004000
    573430)
    3C05OO0
    300000
    600,000
    3004000
    2005000
    4f 04000
    500*000
    500SO0)
    336*000
    60*000
    724000
    20O50OO
    500*000
    150 000
    100 -O0 J
    3005000
    2:6705000
    *
    1604000
    20O5000
    9:1794300
    4005000
    -0 5000
    1005000
    50 (0
    404 00
    40 000
    404000
    604000
    304000
    305000
    lf 05000
    604000
    80*000
    504000
    50 0 0
    1804000
    f0*000
    9c05000
    0*000
    804000
    200/000
    2:7205000
    400*'00
    240*000
    300 000
    1504000
    2004000
    1504000
    604000
    400*000
    *
    200*000
    11. Expediente e aasignatur do Otario .
    12. Jury e eleicoea.....A.
    13. Agu e laz para a cadeia .* *
    14. Custas judiciaea
    15. Limpeza da cidade e asseio do paco !
    16 Eventuaea.....
    17. Obras municipaes, raaendo-ae de preferencia
    um corral para recolhimento doa gados do consumo
    e botadas que estacionaren) as teiras.
    51. Cmara Municipal do Brejo :
    1. Ordenado do secretario ....
    2. dem do porteiro.....\ \
    3. dem do fiscal......
    4. dem do administrador do cemiterio .
    5. dem do servente......
    G. Porcentagem de 6 por cento ao procurador.
    7. dem de 20 por cento ao aferidor .
    8. Expediente e aaaiguatura do Diario .
    9. Jory e eleico.......
    10' Agua e .uz para a cadeia ....
    11. Cuelas judiciaes......
    1*. Obras municipaes inclusive 150J para urna
    ponte de madeira no lugar denominado Piaca, riacho
    de Tabocas ; 1505 p^ra os reparos da ladeira Pre-
    guica, deste distrieto, e com preferencia 4004 para
    coostroeco de mais 10 lampeoes e manutenco dos
    mesmoa que ji se acharo collocados na cidade, e
    1:3054 para o comeco da casa de mercado no lagar
    Pateo da Igrej* de Nossa Senhora do Bom Conselho.
    13. Eventuaea e asseio da cidade e paco muni-
    cipal. ..........
    55. Cmara Municipal do Limoeiro :
    !. Ordenado do secretario.....
    2. dem do advogadodefnsor dos preaos pobres.
    3. dem de um fiscal ds obras do mercado que
    se est construindo com obrigaco dezelar 03 edifi-
    cios mimi ipaea........
    4. dem dojpo'tero.....
    5. dem de um continuo, sendo obrigado a zelar
    e limp.ir as salas da Cmara Municipal e audiencias,
    aeompiiili.ii- o fiscal, quando em eorrecco, lavrar os
    termos de infracco de posturas, conduzir o oficios
    dentro da cidade, e auxiliar os empregados quando
    for mister..........
    6. Porcentagem ao procurador a razie de seis
    por cento e mais 3004 pelo trabalho da arrecaducao
    lora da cidade.........
    7. Porceatagem de dez por cento ao aferidor.
    8 Ordt-nado do fisc-.l......
    I) Expedirnte e assignatura do Diario
    10. Jury e eleicoes.......
    11. Cusas judiciaea......
    12 Agua e luz para a ead-> 1 ....
    13. Eveut.ua e .....
    14 Limpeza das ru is e acougnes.
    15. Limpeza o 1 ac municipal e concert dos
    movis..........
    Obras publicas munitipies, send 1004 para a
    coustrueco de urna ponte rie inidiiir.i sobre o riacho
    Carrap olio, no povoado Pedra Tapada e continua-
    cao d-js trab-Uhos do mercado......
    $ 56 Cmara Muuicipil de Altinho :
    1. Ordenado do secretario.....
    2. I 'cin do porteiro......
    3. Ilum do fiscal de Altinho.....
    1 I tem do do povuado de | b-douro.
    5. Porcentagem do procurad ir razo ie 6 por
    cento...........
    6. I um ao aferid >r i r zo de 20 por cont.
    7. Aluguel da ca-ja da Cmara.
    8. Expediente e assignatura do Diario.
    II. Agua c luz para a cadeia ....
    10. Mobiiia r-ira o ppco municipal.
    11. Jury e eleico.......
    12. L'mpeza Qa villa......
    13. Asseio do pico municipal.
    11. Eventuaes........
    15 1 natas judiciaes......
    604000
    504000
    604000
    1004000
    2004000
    2004000
    1:1401000
    3:910400 0
    300J000
    80*000
    1004000
    100*000
    404000
    #
    #
    505000
    604000
    1504000
    800*001
    2:0)5#000
    1504000
    3:2354000
    6005000
    40O5OOO
    4005000
    200*000
    2O0 40( 1
    j
    4
    3505000
    11.04000
    1404000
    2004000
    1504000
    l 05000
    300*000
    2005000
    2:0004000
    8:100*000
    3004000
    604000
    804000
    40*000
    924000
    1 40 0
    504000
    305 00
    50*000
    t30*000
    :ln4.K)0
    7- 00
    i: 04000
    1:4804000
    Receita
    Art. 2o. Para cce-rrer As desp zas decretadla iciim a^ o una
    ras Municipaes autnrisadaa a arree lar, no exercicio de l>--7 a 1888
    os imposios especifieH'-'os n8 seguintea paragrapbos :
    5 1. Aluguel de predios mu licipaes.
    S 2. For, o e lad' mios dp tem n^s municipaes.
    3. Af rico de pesos e mi cuas.
    g l. liendimentoa dos int-rea los public-a.
    S Iiem dos c miterios publ,
    G. dem dos matadouros e logradouros pblicos.
    7. Multas, segundo o coligo criminal, por iufra?co do pos-
    turas e rrais I ". i m vigor.
    8. lJ-.-in portal'.t de cumprimento d-; caotracto munici-
    paes.
    9. Quttbramento de Sancas.
    5 10. Emolumciit municipaes.
    I 11. Investiduras de terrenos.
    12. C'lstas.
    13. 10 por cento por indevida detencaJ das rendas munici-
    paes, ficando dispensados das multas os devedores por impostos, re-
    ferentes aos ejercicios anteriores, que pagareui seus dbitos dentro
    do 1 semeatre de 1887 a 1888.
    14. 24500 tobre depsitos.
    15. Multa Je 10 p .r cento sobre; os veneimentJS dos empre-
    gados muuieipaes que faltarem ao cunprimpnto dos sena deve-
    res.
    16. Legados pios nao cumpridos.
    17. Receita eventual.
    S 18. Uivida activa.
    5" 19. Saldos dos exercicios unteriores.
    20. 500 ris por cabeca de jado vaceum e 200 ris por suino,
    ovelbum e cibruin talliadoo nos aejugues public-s ou pirtieulares,
    pagaud 1 o dobro os que nao ten lo aCOUgues, abaterem para reta-
    lhr, por sna couta ou para arrobar (vender a terceiros pira estes
    rctalharem).
    21. 300 ris. pa^os no matadouro da Cabanga, de cada rez
    que tur all abitida, alm das txas dos 6 e 20, com applicaco
    exclusiva an resgat das apoiices muuieipaes.
    S 22. Oizimo do g*do suino, eabruin e cvclhum.
    23. Taxas sobre passageus de rios, nao excedendo de 40 ris
    por pesso e 80 ris por animal vaccuin, cavallar ou inuar.
    24. l'edagio das pjntea e esiradas que couatiuirein eusta
    de su .= 1111 lis, c .m as inesmas taxas do anterior e mais 80 ris
    por carr. s de duas rodas e 120 ris pelos de 4 rodas.
    5 25. Liceucas para aanr ou continuar a ter aberta qualquer
    cas ade negocio, salvas as excepto-s da presen" lei, p ir gr s< 1 cu
    a retaluo, de gneros naeionaes ou estrnugeu- de compra ou nda
    no mu.iieipio di Recife : 2 por ceuto sobre o valor locativo dj pre-
    dio urbano au parte delle em qu^ estiver estabelecido, comprchen-
    dido 00 lancamento da decima urbana : 55 dos lugares nao ecapre-
    hendidos na decima e as demais eidades e villat: e 34 nos subur-
    bios e povoacoes.
    1. Quando o predio for pertencente ao dono do estabelecimcato
    servir de base para a cubraoca do imposto o lancamento da de-
    cima.
    2. Os armszns alfandegados, armaz 03 de recolber ou depsi-
    tos de mercaduras c escripturios de consignacoes de g-neros naeio-
    naes ou estrang.-iros, pagaro na mesina propirca).
    3. Os baucos, as casas henearas ou tiliaes, agencias ou com-
    panhias maritimis, comm'-rciaes ou industriacs, agencia de vapores,
    compauhia de seguro dt- qualquer especie e as casas de vender bi-
    lhctcs de loteras, pagaro 6 por ceuto.
    4. Os eatab leciuieiitos que j existiam ao tempo da nrchibico
    daa posturas municipaes qu- tem conservado depois da mesina pro-
    hibicao, pagarn o dobro destas taxas.
    5. Nada pagaro as pequeas quitandas collocadas as j.mel-
    las das cas-is, 11 is < 3rradaa.
    6. Nao 8" comprebende nis diaposit; ?s leste os escriptorios
    de mdicos, advogtd .s, solicitadores, dentistas ou qualquer que nao
    propriaineute de eumpra, venda ou commis.-oes.
    26. 35400 1, alm da taxa do anterior, por casa de negoeio
    as treguezina da cilade do Secife que vender bebidas espirituosas,
    15* as deraaia fregueziaa de municipio do Recite e nos outros mu-
    nicipios.
    27. 3 '4 sobre fabrica de fogo de artificio ou individuo que o
    fabricar u municipio do Recite, pagando-se metade des te imposto
    nos demnis municipios.
    28. Licenca para vender plvora ou qualquer outra materia in-
    flemmavel, em lugares determinados pelas posturas ; 204, alm da
    taxa do 25, ns treguezias da cidade do municipio do Recfe e
    104 as povoacoes do meamo e nos outros municipios.
    2a. dem para ter deposito de plvora nos lugares que a C-
    mara permittir, 30* no municipio do Recite e 10* as demais cida-
    dea e villaa.
    30. 50*, alm da taxa do $ 25, por casa de negocio que ven-
    der por atacad) ou a retalbo fogis artificaes naciouaes ouestran-
    geiros, naa fregueziaa da cidade do Recfe e 204 as demais eidades
    e villas
    31. 3' '* para soltar fogos de vista e 104 para soltar fogos do
    ar, as freguenas da cidade do -nuuieipio do Recfe, e metade nos
    outros lugareB e as eidades e villas doa outros municipios, pagando
    o dobro oa que o fizerem sem licenca.
    32. Licenca para ter rancho 10*, alm das taxas doa 25 e
    26, as fregueaiaa da cidade do Recfe, noa lugares que a Cmara-
    permitir; 54, liVre fomente da taxa do 25, noa outros logares da
    municipio, comprebeodidos no lancamento da dcima, e naa cidadea
    doa d'inai municipios, e 245 0 noa suburbios.
    33. Licenca para ter garapeiraa, alm daa taxas dos ^ 26
    25,104 n-s lugares permittidos pela C.mara, fora do permetro da
    cidade, exeeptoadas mesmo as estbelecidas naa casaa de rancho,
    comprebendMaa na diaposicao do paragrapho antecedente, e 4 den-
    tro da* cidade, villas e povoaco** dua demaia monicipioa, alm de
    imposto d -8 anterior. ... j i001 1 neo
    As garape.ras que dentro do pnmeiro semeatre de 1887 a 1888
    nao forem ret radas do Chora-Menino, 4 Paeaagem da Magdalena
    roa Imperial, pagaro o impoato de 200*, e aa qoe forem estabeleai-
    daa oaa proximidades da estrada de ferro de JaboaUo, meUaa da
    taxa deate |.


    nsflE
    1
    t


    T
    Diario de Fcrimnibuco(uarta--feir 1 de Juiho de 1N8?
    d
    >
    S 31 Lc-nga para abrir ou continuar a ter aberta quitauda
    para vender frucus, doces e loucas de ^alro t, no municipio do
    Recife, e 3* >* pov^ e * Tt 120xis por carga de taiinha e qBaltnfr producto expos-
    to venda no* mercados pblicos ou feraa, deveado a Cmara for-
    necer as medidas, pagando metade 08 P*^nu* 'a" ptLr(rlL d_
    8 36. 500 reio per carga de agurdente, 330 ris por carga ae
    carne secc, Imguioas, que.jos, r .paduras. baoalhao e outros peixe.
    "pastos venda nos mercados e ie.ras, seoda a metade do imposto
    ouanio os gneros forem em metade ou em aenos de metade de urna
    quan
    carga
    o 37. 50, alm da Uxa do 26, livre da taxa do 25, por
    barrco de vender gneros de qualquer e-pecie, estabelecido mar-
    gem das estradas de ferro em caustruego. l__ja. *___"
    8 8 38 Liceuga para edifi ar ou reedificar, tendo hav.do demol.-
    caocLpleta.alem do imposto do ^^at0'^^^72
    cordeago, 100 ris por metro quadrado d* rea ocm^, "*
    de cada oav.mento aa7 freguezias da cidade do mun.c.pio do tteci-
    fl 50 ru Ts outros lugares do mesmo municipio e as edades e
    vi Us dos debis municipios, e 10 ris as pavaagoea dos dema.s
    mu'cip os,Jivre do imposto de anda.me. exceptuadas as casas que
    se edificarem em terrenos alagadoB.
    j 39. 20 por casa de n gocio de vender malhados, no muni-
    cipio do Recite, qae conservar rtulos em qualquer de sua. por-
    tas.
    g 40. Licenga para substituigo de linha e travs as cobcr-
    tas das casas, bi as freguezias da cidade do municipio da Recife,
    3 nos cutros lugares dj municipio e as cidades e villas dos demais
    municipios e 15 as povoegoes.
    41. Liem para f-ier cornija, para-peito, reboca exterior no
    predio ou internar as aguas, 4i n*s freguezias da cilade do inuni-
    cipij do Recife, 2| nos outros lugares do mesan municipio e as ci-
    dades e vilUs dos outros municipios e 1 as p,voagoes.
    4-2. Licenca para rasgar, tapar ou mudar varanda, porta, ja-
    nclla no exterior do predio, 3 as freguezias da cidade do munici-
    pio do Recife e 2 nos outros lugares do mesmo municipio e as ci-
    dades e villas di-s demais muni apios.
    4!. dem para mudar ou collocar soleira e degros, verga e
    bandeira de cada porta c janella exterior, 2 as freguezias da ci-
    dade do municipio do Recite.
    S li. IJein para couatruir a.uro, alem do imposta de arrua-
    mento, quando seja preciso cordeacao, 50 rie por metro crrante
    as freguezias da cidade do municipio do Recife, e 20 ris nos
    outros lugares, vi.las e puvoacoes, pagando as cercas apenas o im-
    pasto de armamento
    15. 300 res por metro corrrento de armamento, quando a
    Cmara teuha de dar cordeago as freguezias da cidade do muni-
    cipio do Recife, 200 ris nos outros logaros do municipio e nas cida-
    des e villas dos demais municipio, e 100 ris as demais povoa-
    goes.
    46. Licenca para os particulares fazer.'m escavac s as ras
    das freguezias da cidade do municipio do Recife, para canalisar
    agua ou yaz 46, devendo repr a ra no seu antigo estado, sob pena
    de pagan m a multa de ll', ^
    li. Liceuga para qualquer obra ou eoneena nao especificado
    nos para^raph. s anteriores, 3i as freguezias la cidade do munici-
    pio do Recite, 23 nos utros lugares do municipio e nas cidade3 e
    villas d. s outros municipios.
    48. 10.'i por casa de sobrado que conservar 'varanda ou sac-
    cada do madeira nas fregu. zias da cidade do muuicipio do Re-
    cife.
    4'. 20-5 por casa de sobrado cujos quintaes deitem para ou-
    tras ruis, boceo*, travessas, pateos, pracas e largos, e uo estejam
    muradas na altura do pavimento terreo, e 105 por casas terreas nas
    mesnias coudigcs nas freguezias da cidade do municipio do Re-
    cife.
    $ 53. 10 ', por casas nas ras j calcadas, nas freguezias da
    cidade do municipio do Recife, e que nao tiverem os passeos cor-
    respoiid"ntes feitos no mesmo alinhamento dos que j tiverem sido
    ejecutados de conformidade com as posturas muuicipaes.
    S 51. 500 ris por metro corrente d? terreno nao murado nas
    freguezias di cilade do municipio do Recife, comprehendendo os
    terrenas alagados.
    S 52. bJO por cada casa que se edificar ou reedificar, haven-
    do demolico completa, contra as posturas municipai-s, nas fregue-
    zias da cidade do inunic po do Recife, muito embora a Cmara nao
    tenha podido obrigar judicialmente a 6ua demolico, 2005 nos outros
    logares do municipio e nas cidades e villas dos demais municipios.
    ; "ii. Licenca para armar coitoe, fincir postes para arcos ou
    embauder*m'-ntos para fostas em-]uanto estas durarem, cumpridas
    depuia as clausulas da3 posturas, 55 nas freguezias da cidade do
    mun cipio do Recife e 2 nos outros logares do mesmo municipio e
    nas cidades e villas dos demais municipio?.
    54. dem para armar barracas em tempo Je festaa, emquan
    to estas durarem, 5.5 nas freguezias da cidade do municipio do Re-
    cife, e 25 i*-8 outros lGgires do mesmo municipio e n: s cidades e
    villas dos de.nais municipios, pagando alm dijso o imposto do 26,
    quaedo veoderem bebidas espirituosas.
    S 55. dem para armar circo ou pavilbo na cidade do Recite
    5005 alm dos impootos do 5 67, e 100 nas cutras cidades e
    villas.
    5 56. dem para montar e ter guindastes nos caes de qualquer
    treguezia da cidade do Rec;le, nos logares que a Cmara permit-
    tir 103.
    $ 57. Mem para armar barracas e quitandas, 8 nas fregue-
    zias do municipio da cidade do Recite e 100 ris por feira nos ou-
    tros lugares, cidades e villas, determinando a Chinara es logares e
    approvando os modelos, no prejudicando a empreza de kiosqui's.
    58. dem para eo 1 .ca; tabjletai ou iusc.-ipc>)3 (nao compre-
    hendidas ks pequeas indieaoes escriptaa nos portaes), 51 uaa fre-
    guezias da cidade do municipio do Recite, 3 nos outros lugares, ci-
    dades e villas.
    59. dem para casas de banhoi pblicos, 1D na3 freguezias
    da cidade d > municipio do Recife e 35 nes demais cidades.
    60 dem para usar armas dtffesaa obtida igualmente a licen-
    ga da polica, 205 multad ;s ni debro os eoutraventoris, alm das
    penas em que lucorrerem.
    61. Li.m para ter casa de jigos nao prohibidos, 305 na ci-
    dade do Recife e i05 nas < utras cidalea.
    62. dem para ter casa de penhores, cumpridas asprescripces
    do decreto n. 2662 de 14 d" Novemiro de 1864, 500 na cidade do
    Recife e 2005 uas demais cidades.
    i>3. iJem para ter olaria, 6 nas freguezias Ja cidade no mu-
    nicipio do Recife e 43 n03 utros !'. gares, villas e cidades.
    64. dem para ter estribama de cavallos de trato ou de alu-
    guel, de vaccas ou bois ou qualqu r outros estabelecimentos desse
    genero, 305 nas t.eguezias da cidade do municipio do Recife, e 153
    nos outros lugarea, villas e cidades
    % dem para ter theatrinho, exposicao de vistas, tivoly ou
    qualquer divertimento publico, con entrada pag*, 203 nas fregue-
    staa da cidade do Recite, 53 uoa outros lugares do mesmo municipio
    e nas domis cidades e villas ; pagando por cada espectculo, 63 no
    municipio do Recife e 23 oas-outeas .cidades e villas, exceptuados
    os *sp-ctaculos de beneficencia ou em favor de libertaco de es-
    cravos.
    66. 53 por carro_ou carroca de aluguel para transporte de
    carga ou u>*ageiro3 a. ndo de duaa rodas e tendo mollas ; e 104. se
    nao tiver malla, 103 eudo de quatro rolas e tendo mollas e 153 se
    nao tiwr molla?.
    1" Ficam isentoadestaa taxas os arros ou carrosas que condazi-
    rem productos da lavoura eos carros fnebres, quepagaos precos
    da tabella approvada pelo art. 20 do regulamento d 20 de Agosto
    de 1879.
    2 Ficam tambem sentos destas taxas os curros das mdicos,
    cirurgioes e parteiras.
    67. 30J ris em urna e vez 41er carimbo e numeracilo de ve-
    biculos e embarcaces de .passageiros.ou owgas aujeitos ao impoato.
    68. 53 por cada viveiro de .apanbar peixe.
    S 6). 5 por cada curral de apanbar peixe.
    Si 70. -53 p t foruo de faier cal.
    71. 50 ris por metro corrente de baixa de eapim cas fregue-
    zias da cidade do municipio do Recife, exceptuadas as plantas que
    nao forem ptra negocio.
    72. 203 por machina a vapor empregada em qualquir mister
    nas tregueziaa da cidade no municipio do Recife.
    73. 40 ris por metro de rede de costa ou p ac.
    74. 40 ris por cada p de coqueiro fructfero, exceptuadoa 20
    ps para o pr iprietario.
    75. Por maacate de fazendas, miudezaa e objectos de folbas
    ou coore no municipio do Recife, bendo estrangeiro 1003 e nacional
    203 ; ni>8 demais municipios, sendo estrangeiro 503 e nacional 105.
    76. 5003 por mscate de ouro, prata e pedras preciosas no
    municipio do Recife ; sendo nacional pagar 503.
    8 77. 63 por amo ador, engraxador, bolieiro, conductor de mar-
    motaa, realejos e outros objectos de divertinwntos pblicos, vende-
    dor de figuras de geaso, bouecas. estampas, phosoboroe, qninqailha-
    rias ou qualquer industria que ae exerca uas ras da cidade do Re-
    cife e seus suburbios, e 33 nos demais municipios.
    78. 83 por capataz, 63 por talbador ou magarefe, s podendo
    ser pe&soa hvre.
    79. 203 por veu ledor de bilh tes de loteras.
    S 80 3 % d is empregados municipaes e aposntalos que per-
    ceberem v'eucuoenWs at 1:0003 31/2o/ de 1:IKX)3 a 1:500*. 4'
    de 1:5003 a :QO0$. 4 1/2 /' 2:0J03 a 2:5003, 5 /. de 2:500* a
    3:0003 e a'ab por diaute mais um por oento em lugar de meia na
    meima contumidade.
    Disposicoes geraes
    Art. 3o Io O reiid.cen'.o liquido do mercado de. Jas aera arre-
    cadado em c^ixa e^p-cial e exclusivamente appiicado ao pagamento
    da divida coutrahi la pela Cmara Municipal do Recife c m o Banco
    do Brasil, n podendo em caao.algum esse ren lmenlo ser appiicado
    a outro ser vico ou despesa.
    2. P>r o dito tm a cmara recolhera menealmeote quelle
    Banco, ou i sua agencia uest* cidade o rendimeato qae fr arreen-
    dado.
    3. O servico da limpesa da cidade do Recife so poder ser fei-
    to por meio Je arceaiaUuao e nunca por administr.co.
    4. O pagamento aos escrives do jury que perceberem ordena-
    do fixc, ser f. ito em quotas mensaes, lavrando-se na secretaria das
    cmaras termos em que os meamos funccionarlos decUrem renunciar
    qualquer iodemnsaciu por accrescimo de custas
    5 ) producto d./ imposto estabelecido n> n. 80 do art. 2, na
    parte r*l*tiv a Casaara do Recife, ter spplicacao elusiva ao pa-
    e-Ti nto.das letras da compra do sitio Cacte, e,wi deiau cama-
    r u. o p-gamvnt, das dividas paesivas e obras.
    6. Os predios da -anta t*m de \fuencordia do Reoife ficam
    isentos do pagam^to d impoato paia seus conceptos, devndo en-
    treunto solicttar-ee as respeotivas liceucas, que serio gratuitas, e
    executr-e as ufeeas de accoedo nsmM posturas municipaes e de-
    liimt' ni da camaca, sob as penas que ao conminadas aos caa-
    traveateses. ,
    7. NSo p'odem as cmaras municipaes exceder as verbas das
    despesas fixadas na le do orcamento, sob pena de responsabilidade
    criminal, que no caso couber, e de serem obrigadas a restituir as
    quantias illegalmeete despendidas. ...
    8. Jls cmaras municipaes n3 poderao sob s penas da le, fa-
    er traaiposioao nas verbas de lespezas de seu orcamento sob qual-
    quer pretexto, salvo preoedendo autonsacao do presidente da pro -
    vincia para despender-se o oxcessa de urna verba com outra, preva-
    da a inoutSciencia desta.
    9. As verbas decretadas especialmente para o servico de expe-
    diente e impressao, custas, limpeza e arbjrsacao, obras munieipses
    matadouro, concert e conservaclo de predios da Cmara Municipal
    do Recife, bem como das demais cmaras na parte que laes-tor ap-
    plicavel, serao distribuidas por trimestre de forma a nio gaStar-se
    em um trimestre mais do que a quota que lhe couber, nao podendo
    inda pagar-so pela verba destinada para um exercicio, despezas
    feitas por conta da mesma verba em anuo anterior, as quaes deve-
    ro ser pagas por verba especial, que ser a de divida passiva.
    10. O imposto de 300 ris, creado pela lei n. 1,791, de 1883, e
    destinado ao pagamento da divida consistente em apoiices da C-
    mara Municipal do Recife, ser arrecadado em caixa especial e exclu-
    sivamente appiicado ao pagamento da referida divida.
    11. Os diversos credores da C*n.ara Municipal do R-cife, bsm
    como das demais cmaras, serao pagos pela autiguidde de seus
    crditos, paia o que as cmaras classificaro todas as dividas passi-
    vas e irao pagando na forga das verbas qae forem destnalas para
    esse u.
    Nos pagamentos de custas judiciaes tero as cmaras em vista
    o disposto no n. 9 deste artigo, sendo que no caso de nao comportar
    a verba respectiva, a importancia de todos os pagamentos autorisa-
    dos, serao estes feitos por meio de rateio entre os diversos credores
    que requererem os referidos pagamentos s mesmaa cmaras.
    12. As propostas e ornamentos das Cmaras Municipaes sarao
    acompanbadas de quadros da divida activa e passiva das mesmas
    cmaras, de forma que por elles se cooheci nao s a importancia da
    divida, como os nomes dos levedores e credores, declarando-se anda
    nelles a narureza e origem das metnas dividas.
    13. As Cmaras Municipal nao polero cobrar imposto algum
    que nao esteja especifcalo na presente 1 i.
    14. Para os tffsitos do lancamento dos impostes da presente lei,
    ho consideradas freguezias da cidade no municipio do Recite, as de
    S. Fr PedroGoacalves lo Recife, de Sauto Antonio, de S. Jos, da
    Boa-Vista, da Graca, somonte u* parte qud se estende at a Mag-
    dalena e at o Manguiuho comprehendendo a Capunga e de Atoga-
    dos smente na povoacao a terminar no fim das ras de S. Miguel e
    de Mctocolomb e Becco do Quiabo, e na Magdalena terminar cem
    metros para cada lado alm da Praga do Cmselheiro Joo Alfredo.
    15. Ficam as Cmaras Municipaes autorisadas, sujeitos os pla-
    nos e orgamentoa a approvagao do presidente da provincia, man-
    dar coastruir pontes e estradas vicinaes, cobrando os pedagios au-
    torisados pelo 24 do art. 2.
    16. Nas cmaras em que nao haja cordeadores pagos e que
    rocebam emolumentos, nao poderao estes exeder do imposto de arrua-
    mento.
    17. As sombras de todas as verbas, ao fechar-je o exercicio
    fiuanceiro da Cmara Municip.l do Recife, serao applicadasao paga-
    mento do emprestmo contrahido para a construego do Mercado de
    S. Jos, independente da verba votada para a sua amortisago.
    18. Os pequeos oncertos no exterior dos predios, consisten-
    tes em retelhamentos, renovago He algum reboco que tenha cahido
    e reparo nos'pasaeos ou calgadas, nao detuaodam licenca das c-
    maras, bastando communicagio previa independente de qualquer
    pagamenio, a qual nao Beodo feta, sujeitar o proprietaro multa
    de 103000; deveodo a Cmara dar a aqu^lle que fizer a referida
    commuuicago, urna nota qualquer que prove ter sido ella feita, e
    dever ser apresentada ao fiscal da respectiva treguezia, que neila
    pora o visto, antes de dar-se principio ao concert ou reparo.
    19. No caso de vaga nao serao preenchidos na Cmara Muni-
    cipal do Recife :
    1." O lugar de ajudante do administrador do Mercado de
    S. Jos.
    2." Os logar' s de langadores, ficando os langamentos cargo
    dos fiscaes como sempre foi.
    3. Um dos lugares da repartigao de aferigo.
    4 Um dos lugares de amanuense da .Secretaria e daC mtadoria.
    5. Um dos lagarea de fiscal da Boa-Vista e S. Jos, freguezias
    onde existem dous fiscaes.
    20. Fica em vigor o trt. 78 da lei n. 1,882.
    21. Fica em /igor o art. 83 da lei n. 1,882, que prohibe a aber-
    tura de estabelecimentos mercantis ou casas de negocios nos domin-
    gos e das sanlicados, ficando comprehendidos em o n. 2 as casas
    de barbeiro, cabellereiro, refioarias, depsitos de assucar e caf e
    tabacarius.
    22. Fica a Cmara Municipal Jo Nizarefh autonsada a enttnr
    em accordo com Manoel (omes dos Santoe, acerca do pagamento da
    execugo que contra elle promove, levando em conta a importancia
    dos mandados que lhe deve, e dividindo o restante da exeeucao em
    quatro prestagoej annuaes, com a clausula de proseguir a execugo
    em falta de pagamento das prestagoes.
    '3. Fica a Cmara Municipal de Caruar autorisada a con-
    tractar a coustruego de urna casa de mercado mediante as seguintes
    condigocs :
    8 1. O custo do edificio nao ser inferior a 10:OJ030JO.
    2 o Ao contractaute pertencero dous tergos de tod 's os im.
    postos cobrados do mes.no mercado, p -lo tempo mximo de 15 aun is,
    e quando entregar o edificio, em perfeito estado de conservagao te^
    indemuisago uunca superior a metade de seu valor.
    3. A execugo do coutracto que se fizer em virtude da pre-
    sente autorisagao, ficar dependente da approvagao do presideute da
    provine a on da Assembli.
    24. Fica a Cmara Municipal do Recite autorisada a pagar a
    D. Isabel Lemos da Silva o que for julgado devido pelo terreno
    tomado pela Cmara para servido publica na estrada da Torre.
    25. Fica reduzdo a 15000 o imposto creado p;la lei n. 1,866
    de 1886, sobre animaes que forem soltos no municipio de Taquare-
    tiuga.
    26. Fica a Cmara Muuicipal do Recite autorisada a effectuar
    o pagamento previsto no art. 77 da lei n. 1,882, log> que se realisar
    o accordo que promovem Peona, Motta & C, com a mesma Cmara,
    emittindo para sso apolices a juros de 7 /0.
    27. Fica approvado o contracto celebrado entre a Cmara Mu-
    uicipal de Goyauua e o com-.nendador Ivo Antonio de Andrade Luna
    com a segu nte modificagao :
    Na clausula 12 accrescente-se : devendo fazer parte desaa
    commisBo o engeuheiro provincial do districto, com audiencia do
    director das obma publicas.
    28. A Cmara Municipal da Vi'tona fica autorisada a con-
    tractar com Theodomiro Christovo do Nascimeoto Valois, ou quem
    melhores vantagens offerecer, urna casa de mercado n'aquella cidade,
    mediante as seguintes condigo s :
    1. O custo do edificio nao ser inferior a dez contos de ris ;
    2> O contractante submetter approvagao da (amara a oanla
    do edificio antes de comegar os respetivos traoalhos ;
    3. Ao contractante pertencero metade de todos os impostos
    cobrados no mesmo mercado pelo tempo mximo de 12 annos, findo
    o qual entregar o edificio em perfeito essado de conservagao, per-
    cebendo urna indemuisago nuuca superior a metade do valor do
    mesmo ;
    4.* Os impostes do mercado durante os 12 annos do contracto
    smente pod-ro ser arreeadados por arrematago em praga publica,
    annunciada cora -anteceieucia de trinta dias, por editaes, pela im-
    prensa.
    29. Fica a Cmara Municipal de Panellas autorisada a pagar
    ao escrivao Jos Matheus de Olireira Guimariee, o que lhe deve de
    custas judiciaes, sendo feto o pagamento pelo saldo exiateuteno co-
    fre da mesma Cmara
    30. A Cmara Municipal de S. Bento fica autorisada a pagar o
    que estiver a dever a Leandro Gougalves de Souza.
    31. Fica a Cmara Municipal da cidade de Olinda autorisada a
    pagar o que estiver a dever Companhia de Santa Thereza.
    32. Fica autorisada a Cmara Municipal de Tmbaba a pa-
    gar de preferencia o que estiver devenio de custas ao bacnarel Ju-
    lio Augusto de Luna Freir.
    33. Ficam aaCimaraa Municipaes de Beaerros e Grvala au-
    torisadas a pagar de preferencia o que evem de custas ]udiciaes
    ao ba-barel Joaquim Manoel Vieira de Mello.
    34. Fica a Cmara Mioicipal da cidade do Recife autorisada a
    pagar de preferencia a quantia de 5693284 que se acha a dever de
    custas a Joaquim da Silva Carvalho, subrogado nos direuos de U.
    Dara Aununciada do Crin lio^ha Costa.
    35. A Cmara Municipal de Pao d'Alho pagar preferencial-
    mente de custas a quantia de 6253000 que deve ao escrivao Fran-
    cisco Antonio Brayner de Souza Rangel.
    86. Ficam as Cmaras Municipaes de Iogazeira e S. Jos do
    Egypto autorisadas a pagar de preferencia o que devem de custas
    ao escrivao MiguW de Queiroz Amaral.
    37. Fica a Cmara Municipal de Nasareth autorisada a pagar
    de preferencia a qiantia de 2583650 que est a dever de custas
    directora do Centre Litterario Nazareno.
    38. Fica a Cmara Municipal de Goyanna autorisada a pagar
    de pref ;reecia o que estiver a dever a Francisco Leovigildo de Al-
    buquerque Maranhao.
    39. A Cmara Municipal do Rio Formoso pagar de preferen-
    cia e integralmente a qualquer outra cute, a importaucia. de 30-3
    que est a dever ao tenente Jos Ignacio do* Santos, de custas em
    que foi condemnada pelo Tribunal da Relagio.
    40. Fica a Cmara Municipal da Gloria do Goit autorisada a
    pagar de preferencia ao escrivao Antio Borg<-s 150*000 de custas
    que lhe deve.
    41. A Cama a Municipal de Gamelleira fica autorisada a man-
    dar pagar o que esti /er a dever de custas aos esorivee Jco Bap-
    tista da Rocha Baixa Lina e Herculano Theotonio da Suva Guima-
    res.
    42. A Joo Ferreira Domogues Carneiro a quantia de 603000,
    que lhe deve de custas a Cmara Municipal de Pao d'Albo.
    48. A Cmara Municipal do Recife fica autorisada a pagar a
    Thcma Ferreira Maoel Piaheiso o que lhe devar de custas judi-
    ciaes.
    44. Ficam ae Cmaras Muutcipaes de Bonito e de Bezerros
    autorisadas a pagar o que devem de custas judiciaes aos escrives
    Sergio Clemeotino de douto Maior e Albuqueroue, Jesnino Eusta-
    quio Gomes, Joe Marinho de Bollanda Falcao c J*ui Gomed da
    S.lv -.
    45. Fica a Cmara Municipal de Caruar autorisada a pagar
    aoofficial de juatica Jos Dias de Mocaos a .quantia de 333500 que
    lhe est a dever de custas.
    46. A Cmara Muuicipal de Pao d'Alho pgar ao tenente Jo-
    s Francisco Paes Barreto a quantia de.l2O,*0O0 que he deve de
    custas.
    47. Fica a.Cmara Municipal de JahoHto.adtotiaada -apagar
    O fj estiver a deaer de custas ao Dr. Jos Donato tSomes Towes
    <&. Fian a Caara Municipal .do .Recife aututisa'ea a purgar o
    se sistra de*er da custas ao esciivo de.S. "Lourenco daliatta
    Jos Francisco Telha de Mendonga. ____
    49. Fica a Cmara municipal de Batreiros autori*ia a-pn^1
    5?
    o que estiver a dever de custas ao escrivao Flix Macado da Canoa
    Frapg.
    80. Pica a Cmara Municipal de Cirairu autnrisadi a pagar
    o que estiver a dever de custas ai Dr Eitevi de Licerda.
    51. Fica Cmara Municipal de Carnaru autorisada a pagar
    ao advogado MuVeacio Taciano }luis o que itiver -a dover de
    costas.
    52. Fica a Cmara Maaleipl da cidade da Victoria autorisada
    a pagar a Marcelino Jos Maria de Almiida o que estiver a dever-
    llre de custas judiciaes.
    53. Fiaa autorisada a Caunri Municiml do Brejo a p%gar as
    custas que forem devidas ao Di. Luiz da Silva Gusm*, juiz de
    direito da mesma comarca.
    54. Fica a Cmara Municipal de Cimbres autorisada a pagar
    o que estiver a dever de castas a o escrivao Eluardj Aituaes de
    Alhuquerqua Mello.
    55. Fica a Cmara Municipal da Cabrob autoriaala a pagar
    a Antmio Jos de Audradj a quantia de 3J03, que lhe deve de
    custas.
    56. FicaaCimara Municipal do Rmife autonsida a pagar o
    qae deve de custas a Luiz Ci'deiro de Beae/ides.
    57. Fica a Cmara Mioicipal de Bezerros autora i la a con-
    trastar con Guilhermiao l'avarej de Maleir s, oj com quem m;-
    Ihores vautageas offerecer, a cmstrujgio deuaicvsi de mercad)
    ua cilade do mesmo nome, medi&ites seguintes eoiliooit :
    l.o O costo do edifiso nao seca inferior a 6:0033 KM)
    2. Ao contractante pertencer metale da todoi n inoistos
    cobrados oom-smi mrcalo palo tempo de 12 aaics, a i lo qual
    entregar o edificio em perfeito estado de conse.-vagi parebanlo
    odsmnisaco nunca superior mitali d> valor do mssmi:
    58. Fica a Cmara Minioioal de Taquar.etingt autiriailaa
    coutractar a construegio oa ale do municipio, de umi cna de
    mercado, percebeado o contractante, por aspiro d) 15 *nn>e, quan-
    tia cirraspondeota metade dos impostas existentes, p loe gneros
    expostos venda, e desapropian io -i Ctmra logo que Sude este
    pravo a referida casa, indemuisando o ceu pronrt 'tario de metade
    do valor, achaudo-se esta em perfeito estado de uonservaoo
    59. Dentro do "praso de 3 mezes a coatar do 1 do novo exer-
    eieio, a Cmara Mun cipal do Recife for nula.- posturas para ezecu-
    eao dodispostono 11 do art. 66 da lai do 1 de Outobro de 1828,
    que serio approaadas definitivamente polo presidente da provincia.
    60. .A Cmara Municipal do i cite, no pr.zi da 3 ni zcs, a
    -datar'd%'pnblioaeo- da presento resolu^o, sealar o servieo de
    . criados, confeccionando para este fim as precisas posturas.
    Por criado "de servir eutende-se toda a peas >a de condiga i livre,
    que,'mediantealario coavencionado.tvir, ou quiser.ter oceupago
    de raog > de hotel, bo?p .dara ou casa de pasto, oozinbeuro, copeiro,
    oeli'ir i, hortelo, ama de luto, ama seoca, engommadeira ou cos-
    toreira, e em geral o de qualquer servido domostico.
    61.'A Cmara Municipal do Recife, dentro do prazi de 3 me-
    ses, contar da publieagio da pr sent resolugio e- de accordo com
    o 2" art. 66 da lei di l" de Outubro da I82, desifaari loeal fra
    do permetro da cidade onde sej* lpisitado e incinerado olixo.
    Para este fim a Cmara Minicipal poder de3pand^r at a quan
    ta de 20:000*, oootrae:anio o servico por meio defeoncurrenca
    publica, com qusm me horas vantagens off-recer e com' approvagao
    do presidente da provincia.
    Art. 4." Ficam revogadas as disposigoas em contrario.
    Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o couhecimen-
    to e execugo da praae ite res duelo perteneer, que a oumpram e fa-
    gam cumprir to inteiramente orno ne ia se cootm.
    O secretario Ja Presiden*; i .desta provincia a faga imprimir,
    publicar e correr.
    Palacio da Presidencia de Pernambuco, 24 de Maio de 1887,
    66 > da Independencia e do Imperio.
    L. S. Pedro Vicente de Azbvedo.
    S-lla.la e publicada a presente resolugo nesta Setretaria da
    Presidencia de Pernambuco aos 21 de Maio de 1S87.
    O secretario,
    # Pedro Francisco Correa de Oliveira.
    DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DU 30 DE
    MAIO DE 1887
    Abaixo asaigaados, moradores era sitios
    No vos no povoado de Santa Cruz. Infor-
    me o Sr. inspactorgeral da Instracjao Pu
    blica.
    Avelino Jos Jeronyajo. Encarninhe-se.
    Bacharel Augusto Fraderieo do Siqueira
    Cavaloante.-- Justifico as faltas. Dcpois
    de notado na secjao competente da Seura-
    taria do Governo, remetta-se este reque
    rimento ao Sr. inspector da Tnesouraiia
    de Fazenda para 03 fins convenientes.
    Annunciada de Mello Montenegro. In-
    deferido
    Adelaide Naghel. Iatorme o Sr. ad-
    ministrador do theatro de Santa Isabel.
    Augusto Cesar. Deferido com officio
    de hoju ao brigadeiro commandaute das ar-
    mas.
    Tenente Antonio Ovidio de Souza Ra-
    mos. Remettido do Sr. commandante su-
    perior da guarda Dacioual da comarca de
    r'o d'Alho para mandur passar a guia de
    que trata o artigo 45 do decreto n. 1130
    de 12 de Maro de 1853.
    Antonio Fernandes. Como requer.
    30
    Dr. Segismundo Antonio GongalvesDeferido
    de accordo com as inform igoes.
    Gimes & C-I f.irme a 1* secgo.
    Manoel Martins Ribeiro, Manoel Joo dos San-
    tas, Antonio Victorino Avila e J is Nicolao Fer-
    reira.Deferido de accordo com as informagio *s.
    Catbarina Mara da Coneeiglo,Em vista das
    nformago.es nada ha que d-ferir.
    Candida Mana da Peihi luieferido em vista
    das iuformagofs.
    Minoel Jos Bez.rra, Manoel Enyjdio Cavai-
    cante Pinhoiro, Claudioo Francisco de Sou e
    Man iel R idngues da Silva.Deferido em vista
    das informagoes.
    Marcionitla Eulalia da Cruz.-Deterido em vis- j AstronVmieVmandL'.doT'-r'"')'
    ta 1L3 infomigdes.
    31
    Alexaolre Pelix do SoasaA' Ia secgo para
    03 devidos fius.
    Frauciaco Jos da Silva Lipi. = V 1' secg)
    para proceder de accordo coi a le.
    itVISTA DIARIA
    Recebeduria de ilnuui Provin-
    ciaeN-Pela pr-.-sidencia da provincia foi expe-
    dido o S'.'guuite aeto :
    3* seego.Palacio da Presidencia de Per-
    nambuco, huj 30 de Maio de 1887.
    O presidente da provincia, tendo era vista o
    dispostj nos aits. 2o e 3J d.- ro-jularaent i de 2 do
    Balbina Firmina da Ro3a Leal. Con- corren.e, resolvu rganisar o quadro do pessoal
    cedo trinta dias com ordenado, em quauto da Becebedoria das Rendas Provinciaes pelo modo
    _s o- I seguiute :
    nao aprsenla inspec5ao medica. Aim.nistrdor-BachareI Francisco A.nyothis
    Casimiro Fernandes a C. Informe o de Cirvavaiho Moura.
    Sr. inspector'do Thesouro Provincial. Chefe de secgaoBacharel JefTarson Mirabeao
    Ernesto da Silva Miranda. Siu. de Az-vedo Soares.
    T. r, 10 n rnesoureiro-Antonio Augusto ferreira Luna,
    enentc francisco da ,Souza C'.sta.- F.|_Bacbarel Urbano Mamede de Almeida.
    Rjmettido do Sr. com nandante superior
    da guara nacional da comarca de Pao
    d'Alho para mandar passar a guia de que
    trata o artigo 45 do decreto n. 1130 de 12
    de Maio de 1853.
    Bacharel Francisco Silverio de Farias.
    Jante inspccclo da Junta Medica quo
    Escrivao da reeeitaManoel Silviuo de Barros
    Ful-ao.
    lo pscripturarioBacharel Horacio Walfrdo
    Peregrina da Silva.
    20s esciipturariisSaeharei AlPxaudre Beruar-
    dino de Figueiredo do Rcis e Silva, Joo Pinto
    BanJ'ira c Acci ly de Vasconcelos, i Alfredo
    Q bini e Jo&O Cesarlo de Mello.
    tigOS 153 a
    155 do regulamento de 0 de
    3US eacripturarios!5.cbarel Joaquim Caval-
    prove inhabilitacao phyaioa ou moral <-!caute l,M|',,!, Barros, Carlos Augusto Lu3 de
    qu rida no emprego e que o prive de con- su:a, Jos 'Pirres Campos de Mederos e Aato-
    tinuar no magisterio na conformidade da nio Ado'pho Borges Leal.
    lei n. 27G de 7 do Abril de 1857 que i Langadores-Jos de Pinho Birges, Joaquim
    ~ ,- j 1 Trauqu una de L:mos Duarte, relmto ao Keg)
    nSo foi, nem poda ser. revogada pelos ar- ^rro[ Pji3)4 [zidoro Tneod'aloda Matto3 Per.
    r.'ira.
    :' irteiroGelim Coelho de Serpa BranJo.
    Continuos JuliSo Lumachi de H llanda Ca-
    valcante e Joo Emiliano de Lemos Djarte.
    Aidiios, na conformidade do art. 74 do citado
    reglamento, que cantinuaro a servil nas suas
    respectivas categ irias, emqoanto nao entram para
    o quadro ou nao sao aproveitalos em outras repar-
    tigOi.3, pira o que obrigitoria a preferencia,
    quer como tfectivos em casos de vagas, quer
    mesmo como addidos, p denlo ser aposentados se
    Fevereiro do 1885.
    Horacio Barbato Accyoli. Sim, so
    mente consorte.
    Alferc3 Joo Jos da Cunha Liges.
    Remetlido ao Sr. commandante superior
    da guarJa nacional da comarca do Recife
    para mandar passar a guia de que trata o
    artigo 45 do decreto n. 1130 de 12 de
    Marco de 1853.
    Manoel Rutiao de Carvalho. Providen-
    ciado nos termos do officio dirigido boje
    ao director do presidio.
    Maria Rita de Aguiar Fonseca. Aguar-
    de o acto que tem de ser expedido para
    distribuida.) e collocao das escolas na
    forma da lei.
    Maaoel Jeronymo da Costa Uchoa
    Entre^ue-se, mediante recibo.
    Vicente Lipes Braga. Como requer.
    Secretoria d 'Pw8denoia de Pernara
    buco, 31 de Maio.de 1H87.
    O porteiro,
    F. Chacn.
    ltPiartl:io -tkn 9HsnH
    2* sec9ao. NT 502.-:-Secretaria de Po-
    licia de Pernambueo, 31 de Maio de 1887.
    A Revista Mensal de Astronoma.popular I 1
    Sr. Cimillo Flammanon publica no numero d>
    mes de Maio o resultado das operagea do con-
    gresso, assim como curiosos Bpeeimens das photo
    graphias celestes obtidas no observatorio dla
    ris.
    N'elies vecn-sd Dhotographidos n'uma t
    pagina milhares de astros invisveis a olho n,
    assim como opulentas ag que nos da) com 1 uaia miniatura d'estes bngi-
    quos mundos. C msta que vo fazer-ae oito mil
    placas photographicas, que representarao a su-
    perficie da "gphera celeste, e cantero quareuti
    milhoes de estrellas.
    Poie-se obter este curioso nnm-ro da li-vista
    (5 i0 a '00 rs ,1
    livraria GauthT Viilars, quai des Grao Is-.V 1
    1 gustns, 55, Pars. 1
    Paiaclio Pirapama-Por telegramma?
    ' do Sr. I" tenente Raymundo Rubim, coramauJan-
    1 te deste navio de guerra, antch mtem rsebido
    I pelo Eim. Sr. chefe de diviso I ,sc Mauo-lPi-
    ! cango da Costa, inspector no nosso Arsenal do
    Mirinha, aabe-se que o r.ferida navio arribou ao
    porto de Natal por falta de .nantimentos, sendo
    o estado sanitario regular.
    .-'eguudo outro telegram uh, d) Sr. 1. tenente
    Candido Barreto, capito do porto dal, dirigido
    ao mesma Exm. Sr. chefe de diviso, o Pirap t n 1
    encantrou sempre mo eiapo e futes corren tea
    para o norte.
    Administrarlo do crrelo Acha se
    aoDUuciada a arrematago dos transportes de ma-
    las terrestres que ser feita peraute a jdministra-
    traglo dos coi reos desta provincia.
    V urr matago refere-se 1 >a 11 .0 de malas
    para o interior da provincia c se realisar uo din
    27 do corrente.
    As propostas devem ser apresentadas ai s 3
    h ras da tarde dess dia em cartas fechadas e por
    duplicata, can deseriininaco dos pregas do ser-
    vigo de cala linha do crrelo, bastando que urna
    s via seja sellad i, porm ambas assignadas pelos
    proponentes c seus respectivos fiadores.
    Nio serao tomadas em can ideraga 03 propos-
    taa em que for Sxado o prega de mais de urna li-
    nha englobadaineute sen o preferidas as propos-
    tas uiai3 ventajosas em prec is e augmento de via-
    gens.
    As linha de que se trata c-mstam da i'dital em
    outra secgo publicad).
    Kaculdailo le Ikircito Em sesso de
    lia tem a ca.1gregag.10 appravou as pon:os, que
    tem de ser enviados aos cindidatos iuscript is para
    o coneursa que se v u proc 1er para o precnchi-
    m-'nto de um vaga Je lente substituto.
    () conselheira direcoi da Faeuldale lesin ou
    dia l do carrete pira serem entregues aos can-
    li i'itos os ref'ridos o)it>s copras-a de om mes
    a contar d'aquelle da para aprescataga d'.a th-s-
    ses e dissircago impressas em numero 1011
    exemplares,
    Mans da Boa-Vttla -Euce.ram-se boje
    oesta igreja 03 exercicios dj mez nrariaun >. A's
    7 horas da manh haver miss.t e communho, a
    tarde urna modesta prociss), sendo o andor da
    Sauissima Virgem canduzido por senharas e m-
    uinis e a noute solemne le Deum a grande or-
    cli"St""a, sermo, bengao lo Stntissiioo Sacramen-
    icrcrem ou ex-otncio :
    So-Jos Xlvier Carneiro de Bar- ^ P"**V l de S. Exc. Itvmi. o b.spa d.o-
    Chefe de secg
    r s C impela.
    1" escripturarioBacharel Caetana Maria de
    Fana Neves.
    Agente recebedorJoo Hermenegildo Borges
    Dmiz
    2" escripturarioRodrigo Jacome Martins Pe-
    reira.
    3 escripturariasPedro Simio da Si'.va Bra-
    ga, Francisco de Paula do Rega Barr03, Francisco
    Je Paul Ferreira da Annunciaea.
    Langador Antonio Sariano do Reg Barros.
    Pedro Vicente de Azecedo.
    .\ntarallac6es-Por portara -de 30 de |
    Maio foram naturalisados os subditos portugueses
    Vicente Lipe3 Braga o Antonio Fernandes.
    Licenca*-Por portaras da mesma data fo-
    rm concedidas -as seguales licengas :
    De 30 dias ao professor Ernesto da Silva Mi-
    randa
    De 3 mezes ^'profeasora Marcolina Furtado da
    Silva Cabral.
    Elelco musilclpal de Bom Illm. e Exm. Sr..*-Participo a V. Exc. j -Da Seietaria da Presidencia remetteram-nos
    que loraoi hootem reeolhidoa Casi de
    eteiKj'O os 8-guintes individuos :
    A' ordera da Dr. delegado do 1J districto do
    capital, Paulo Percira de Barros, por crime de de-
    dbramento.
    A' ordem do do 2 districto, Cosme Damio Mu-
    niz'Barcellos, por uso de armas defeza e distur-
    bios, e Manoel Pereira de Miranda, par embria-
    gues e disturbios.
    A' ordem do subdelegado da freguezia de San-
    to Antonio, Antonio Al ves de Oliveira, por dis-
    turbios.
    A' ordem do do Io districto da freguezia de S.
    Jos, Luiz Baptista de Mello, pir disturbios.
    A' ordem do de Beim, Aniceto Jos Mia do
    Riga, por disturbios.
    A' ordem do de S. Laurengo, Thereza Maria
    de Jess, par embriaguez e disturbios.
    Cammauicou-se o cidado Manoel Jos Ferrei-
    ra da Cata, em officio datado de 25 do corrente,
    ter naque!la data assumido oeiercicia da carg>
    de delegado do termo do Bom Conseihj.
    Deus guarde a V. Exc Illm. e Exm.
    Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
    digno presidente da provincia. -O chele
    de polica, Antonio Domingos Pinto.
    Thesouro Provincial
    JESPACHOS DO DIA 31 DE MAIO DE 1887
    Mara Augusta Pereira Mtgalhes Ao Con-
    sulado para attender.
    Padre Margal Lopes de Siqueira, Olympio Bi-
    oaid da Caoba Pedros, Antonio Florentino de
    01'veis* e Vicente de Moraes MelloR-gistre-se
    e fagam-se os 9sentameotos.
    Francisco C. Falcao Biazil, Fara Sobrinho &
    C Tiburcio de Oliveira 4 C, Manoel Al vea No-
    nes, Mello Se. ViaonK, Joepha Maria de Sauz
    Araujo, Juanna Rosa das Santos Aguiar, officio do
    Dr. procurador do feit s e Dr. Tito Celso Carreta
    Cesar.lutorme o Sr. contador.
    Joe de Sousa & C, Olyntho Jardim & C, Vic-
    torino Jos de Souza e Mauocl Collares 46 C. -
    H*i vista o Dr. procurador fiscal.
    Vlarques 4t Almeida. Curtifique-se.
    Josepba Maria do Esptrito-SaotoEutregue-se
    apela porta.
    Gregorio Toaumaturgo de S Leito.Volte
    ao contador para considerar o que se allega em
    aditamento a outra petigao.
    Officio do Dr procurador dos feitosInforme o
    Dr. administrador do Consolado.
    Consulado Provincial
    DESPACHOS DO DIA 28 DE MAIO DE 1887
    Leodeguru Autonio de Oliveira. Certifi-
    qL"ugelo R.phael & C Ioforme a 1 scelo.
    , Silva Bras C.A 1 secgo para os debidos
    para pub icar os seguintes offieios :
    N. 7. Juiza de Direito de Bom Jardim, em
    23 de Maio de 1887.
    Illm. e Exm. Sr.Em cumprimento do que V.
    cesan
    Ferlmeoio leveAnte-hontem, s 8 horas
    da noute e no largo do Mercado Publico de S.
    Jos, Zoferin) Jos Espindala, 'ravanda-se de ra-
    zos par motivo de ciumes com Antonia Gongal-
    ves passau a vas de tacto e aggredinda-a bru-
    tal.lente, deitou-a por trra a emaurroes, fractU'
    rando-Ihe o crneo e deixando-a bastante can-
    tusa.
    A autoridade respecriva c-mpareceu ao lugar
    do delicto e preudeu o aff'ensor que foi recolhido a
    Casa de Detengo.
    As l'arpaw Desta excellentc publicago,
    editada pelo Sr. David Corazzi, acabam do chegar
    os cinco primeiros fascculos, loxuasaioeote im-
    pressas, paia a livraria Corazzi, dos Srs. Soares
    Qa.iut.a3 6t C, ao largo de Saldanha Marinho n.
    4, autigo da matriz de Santa Antonio.
    E' orna reedigo do texto daa Farpas e larga
    ampliago om mais da d.-bro dos arteros primiti-
    vos, comprehendendo todos as principaes aspectos
    da 80Ciedade e da civilisago portugueza durante
    os annoa de 1870 a 1835 pelo Sr.Ramallio Ortigo.
    A collabarago do Sr. Ega de Quciroz, na pri-
    meira serie daa arpas far o ooject'j de um vo-
    lme especial.
    Os numerosas artigos desta chronica eneyclo-
    f, ,)V j Exc. recnmmeodou em ofh.-io de b de Abril ul- h t em hvr03 3ncee3,v,)3, formando volu-
    timo, tenho a honra de communicar a es a pre^ Q ^
    dencia qV, hc,e, real.sou-se, aqu a ele.gao para nuva ^ amaiada de nu
    vereadjrcsejuiie.de pai, correado o respectivo v a blieado3 em livro,
    processo sem a menor alteragio da ordeno, e tran- b J f j fliciCulos
    quilidade publica; e cabe-me a .tiitasao da- '^32 paginas em edigo elegante e nitida, im-
    oresceutar que, segundo me consta, todas as auto- J taU e elztvr com.
    ridades Ja cum.rca deram fiel execugo s erdens P|e7a_eut/jvo
    eempenbodeV.Exc. constantes do citado offi- ^~eciulo de qui(12e e,n auDze dia8i com
    "".'tans guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. Dr. competente capa, pelo prego de 300 res cada um,
    PedrTVfrJe Azevedo, mu digno presidente P^ ^fque nos fai feita dos re
    da provincia. O ju,z de d.re.to, Francisco da Cu- teriJgosfa9eicuIo3.
    nha Castello-Branco.
    o 2 secgo.P.lacio da Presidencia de Per-
    nambuco, em "<8 de Maio de !88^' .
    Inteiraio pe cammunicaga do Vmc. por oficio
    le 23 da corrente de que n'aquelle da se concluio
    a eleig. de vereadares e juizea de paz de Bom
    Jardim, sem a menor alterago da ordem e trau-
    quilidade publica, agradego as bons auxilios pres-
    .ados par ViuC. para esse resultada
    Deus guarde a VmcPedro 7cetie de Aze-
    vedo. 0
    Sr. juiz de direito da comarca ae Ham-Jar-
    dim. ,
    ..iirrua jadlclarlaDa secretaria da
    Presil ncia uob foi remettido o aeguinte :
    A censura que, seb esta eaigraphe, appareceu
    nas Public-ges d.versas da Provincia de bon-
    tem, a p oposito de mcompatibilidade de autori
    daOfs pollciaes, j foi providenciado como se ve
    do seeuinte officio : .
    Secad 1 N. 492. -Secretaria de Polica de
    Peroamboeo. em 27 de Maio de 1887-Illm. e
    Exm Sr.Devolvendo os otbaios juatos dojuiz
    de direito da eatnarca de Cimbres, datados de 2
    de Mrg 1 el6 de Abril ultimas, tenh ) a informar a
    V Exc oue I loarte Francisco d. 8 Santos e capi-
    to Sa'yr Ferreir Leite, de que trata o mesma
    officio fjTSHi exooeradas, este eu, 14 de Margo e
    aquel ie em 2 de Aoril.
    Quauto, porm, a Haoono Beierra do Keg..
    Brros, delegada de Cimbres, o stadata recom
    mend i'que paosasse o ex roicio ao respectivo si.p-
    ulente, at que lhe seja dado substituto.
    . Deus guarae a V. Exo-Illm. e Exm Sr. Dr.
    Pedro Vicente de Azevedo, presidente da provui
    cia. O ebefe de pilicia. Autonio Domingas Pinto.
    piii.iropilla do coA pedido do Sr.
    Cimillo Flammanon, astrnomo director do ob-
    ,ervtorio de Ja-isy, publicamos o seguiote :
    Um grande nuu,erO do astrnomos, chegados
    das dive.sas part-s do mundo, .cabam de ae reu
    uir em eongresso no observatorio de Pars, para
    se entendermj acerca dos raeot, orticos de farer
    a photographia completa o co estrellado. E'
    ato um immenso progreso obtida pela ciencia,
    ao mesmo ten"" reforma radical nos metbo
    dos* astronon V
    Matric de Manto AntonioNesta igre-
    ja terminara boje os pios exercicioa do inez manan
    00. \'s7horasda mauh S. Exc. Rvma. cele-
    brar missa e dar a communho as pessoaa que
    se aebarein habilitadas a receba!-a inclusive aos
    mcuiuos e meninas que recebero a au 1 primeira
    communho.
    Havcr igualmente chrisma e sermo. A's 4
    horas da tarde urna procis^o periorrer algumas
    ras da freguezia, acompanhada pelas filhaa de
    Maria, irmos do Santiesimo I'. irago de Jess e
    pelos aprendizea do Araeual de Guena com mu-
    sica marcial.
    A' noute terminar pela eonsagrago do .mes de
    Mana, cantando-so urna adataba e outros cnti-
    cos, anaiogosao acto o beoco do Saotissimo'Sa-
    cramento.
    andaNlnio sacramento da Hoa
    Vi%Ia__leu io comparecido 93 Irmos realisou-se
    no domingo 29 do corrente a eleigo da nova mesa,
    que tem de administrar a irmaudade do Saotissimo
    Sacramento da Boa-Vista, no anno compromissal
    de 1887 a 1888. sendo eleitos os senhores :
    JuizFrancisjo dos Passos Ouimares.
    EscrivaoAntonio Augusto das Saotos Porto.
    Thesoureiro Joaquim de Gouveia Cordeiro.
    ProcuradoresMaooel Damingues da Silva e
    Joj Aoastacio Pe reir da Costa.
    MesariosVgario Augusto Franklio Moreira da
    Silva, major Carlos Aotooio de Araojo, major Luiz
    Autoua feMB, vigario commendador Manoel
    Mor. ira da Gama, Jos de Souza Br.z, Joo Car-
    dOBO Ayres, Jos Joaquim Moreira, Joaquim Ber-
    nardo Falcao, Andronico Rodriga do Paaso, Jos
    Francisco de Figueiredo, Manoel Gongalves Agr,
    Autonio Carneiro R idrigues Campello, Bartfiolo-
    meu Laurengo, Joaquim Ramas da Costa, Pedro
    Lucio Rodrigues e Joo Fernandes de Azevedo
    Valongoeiro.
    aocleiiade B. i. lofio BaplUa-Est,
    sociedade reuaio-ae no dia 19 do passado. em ses-
    sao ex:raordinaria para proceder eleigo da Sua
    directora quo ficou assim composta, para fuoclo-
    nar de 87 a 88 :
    Presidente
    Bioriano Aucencio da Triadade.

    ---------
    I
    r~sOBiii


    sr
    Diario de Peruaiubucotyuarta--fcira 1 de Junho de
    13S7

    Vice-presidente
    tfsnoel Gregorio dos Santos.
    1- Secretario
    Ignacio Gomes Ferreira.
    ^ 2- Dito
    Joaqun Loareneo Meuies.
    Orador (reeleito)
    Mu.-'l Oiiloa de Lima Viraea.
    Thsoureiro (reeleito)
    Antonio Jos Alpierre.
    Procaradores (reeleitos)
    l}|jva"3 Benjamn da Rosa Urna.
    Jauuario Manoel Joaquina dos Santos.
    Director das aulas
    Salvador Rosa.
    Cooselbeiroa
    jieleodoro (Jomes da Silva.
    Antuno Joo da Crus.
    Lu.-, lo Franca e Silva.
    Sa! ni i Jos da Paixo.
    \n i Ferreira dos Santos.
    Antonio dos Passos Magalhes.
    Fel.i li Marinho.
    Mii>'l Nogaeira da Costa.
    Leobmo Jos de Meneses.
    Joo Lindelin) das Chavas.
    Cnr> noriurau de caliittraptil
    Hoje pslai 7 1/2 oras da noate, devem comecar
    as aulas i ate cur^o para aquelles que estao ins-
    er ptis.
    Sua sede raa da Palma n. 71,1 andar.
    Mu Ja de alataiarla\ laja e olfi-
    .iua de altaiate dos Srs. Ferreira i C, successo-
    res, m idoa-se par* dj n. 2t para o n. 28 da tua
    do i>.: ,j da Victoria.
    Caucerio-. E' hoje s 8 da uoite e no sallo
    3o theatro Santa Isabel, que se realisa o concert
    do eximio pianidta, Sr. Alberto Friedeathal.
    A'i 9 h^ras e 40 minutis estar terminado o
    oac rto de modo a poierem os concurrentes, que
    aabium os arrabaldes, encontrar transporte nos
    :rens e bmis. _
    Os crditos de que vem cercdo o Sr. Frieieu-
    Aa! pro-nitteui aos concurrentes amisoiree musi-
    cal iigcJavel e raras vezis propjrciouada aos
    araadjres desta cidade.
    laf >r,iiirain-nos que o salo dj theitrj "atara
    ompletainente cheio a avaliar-sa pelo numero de
    bbetej lomados
    D.cejara )8 ao Sr. Eriedenthal todas as prospe-
    ridades.
    BeudlnacntoN publico A = seguiutej
    ftacoes arrecadaram em Hat:
    Alfandega :
    De 1887
    De 186
    De 1885
    De 1884
    De 1883
    Hecebedoria Geral :
    De 1887
    De 1886
    De 1885
    De 1884
    De 1883
    Consolado Provincial :
    De 1887
    De 1886
    De 885
    De 1884
    De 1883
    766:187/277
    670:64i/448
    673:752/773
    985:371*470
    721:4465100
    40:3854973
    H :831/818
    39:5604111
    ):023/101
    52:294/173
    159:068*095
    154:087*282
    117:4035697
    124:3874473
    6G:764i :SS
    iteunlaes wKdaesHa hoje a segjinte :
    Da Soeieiade Phil manea, em sessio ordinaria,
    ^ra traetar da eleic?o de ui directora.
    Ainanha :
    Do Recr-io Infantil Nove de Agosto, no respec-
    uva a
    -iriiL
    apresentam terse creado jama nova agencia
    asta liuh*.
    Ao respectivo administrador, zaloso como se
    ser, pedimos providencias respeito e estamos
    certos de ser attendidos.
    Os gneros ja deviam estar bailando de pro-
    cos as feiras, pon'm, a falta de invern tem fe-
    to continuar todo no statu qu.
    < Eis o que ha de mus importante. *
    CaabotinboE' do noeso correspondente a
    seguate missiva datada de 29 de Maio:
    Contina este soloem graude andes.
    No da subseqaento ao Jo meu ultimo eom-
    municado appareceram algumis chuvas, mas de
    qu forma Servi'am apenas para borrifar em
    Ves de inundar como esperava se.
    Cjmmumente o mes de Maio era de rigoroso
    invern e por demais ; mas hjje o que se obser-
    va ?
    Falta de ameoidade, um calor activa, a trra
    rida eas plautavea e muamo as bervas aein-
    murchecerem progressivamente.
    Estamos coUocalos em tristiasima sita-
    cao ..
    Segundo as ultimas noticias cargadas dos ser-
    loes, acha-ae aquelle territorio em peiores condi-
    ces. Dopois de abuudantea chuvas e afluencias
    dos rija, suusando assnnimmensos estragos, sobre-
    dio umsol comtanta iunsidadeed ardor que tudo
    frustrou, todo aniquilen.
    Ora, imagine-se pjr uui iuaUute que prosiga a
    ardenta do sol, que teuda a tudo destruir, e ver
    s-'-se-ha os dourados gouhoj trauaforinire-u-ae. em
    evidente terror.
    No dia 20 aqui chegou o egregio e mui digno
    presidente desta provincia.
    S. E-e. chegndo ao pavo-ido foi immediata-
    meare visitar a aula publica do exo feminino en-
    de fz elogios a digna professora D. Cecilia Li-
    berata de Oliveira Santos.
    Depila foi uossa igrejiaha e alflm a aula do
    stxa masculino.
    Fiadas essas visitas, S. Exc. regressou Co-
    lonia Orphanolgica Isabel onde deixara sua Exma.
    familia.
    O exercicio do mez Mariauno continua, po-
    rm, com pouca concurrencia ; f oa qoe a profa-
    nar? e a falta de respeito que tem havido ua
    igreja hach-g-.ii ao ultimo gio.
    Tauto aasio foi que o t.ueute Paulino, dele-
    gado, vio-se forcado a intervir com a polica afin
    de cesaarem tut03 abuo<;s e deareapeitoa.
    Se tiveasemos um padre nao tinhamos com
    certeza que lamentar estes Jisprupoaitjs ; mas >.
    Exc. Rvma t<-m eaqueeido oa habitantes deata lo-
    caddade : tem feito algu aaa promessas, ^jrm el-
    les coatinuam na capectaliva.
    Teein perecido muitoa h;mona, mulherea e
    criancas ; estis sem Saptiamo e aquelles sem con-
    fisso.
    As duas aulas ^publicas aqui existentes pro-
    gridem ern frequencia.
    Eatao matriculadoa na do sexj masculino ciu
    coeuta e tantia mjuioa e u:i do fumiuiuo quareu-
    ! ta e tantas.
    Dias tem havido em que a dj sexo masculillo
    frequintada por 40 alumnos.
    J Veem pjia o Ex:i. Sr. presidente da pro-
    vincia e o S.-. Dr. Jjj i balh > qie o piof^saor
    tem um rrabalho inuito grandj em lec?ionor tau-
    j tOS iil-ni:l i .
    S : que auxilie mi prufosajr na i pi lein os meninos ser
    betn leccionados.
    A razio c ara : um instructor levaia nunca
    ' menos de 4 hjras pira tomarq uarcuta litoea, veri-
    ficar as operaco a e fazer ou'i uS trabalhos indis -
    >bri-
    le (Iusruto Academio) a h .ras do coa- \ p-nsavei, morineate quandoum -o meniui e jbr
    gado a dar tres lices, fazer coma e eserever,
    deata 1 >ca "
    r.t,|u:t retintaserevm-no
    jdade em 25 dj orreute :
    Com a eltvaclo d'est.a villa a cidaie, r-sso'.vi
    aotciir-bea i pouco quj ha occorrido depus da
    .;:r, i inissva que Ibes dirig.
    Em 10 do correare, tenlo jurado suspeicii o
    Ds.juiz de direito, foi j ilgado defin.tivamente
    pelo Dr. jui* municipal o proceaso que responlia
    a capitao Alexandre .Vanoel Bezerra, que foi con-
    deatnadon) medio do art. 170 J) cdigo erim nil
    -to houve .ippellacS)
    Em 17 fji convocada a 2 sessij do jury para
    - Je Junh) proxim i viuljurj.
    F.ilgi em CDinmuuicar-lhes que eata comirca
    ^ntiui na pez do Suh>r e que ni} ha factos
    .:iimnojis A registrar na presente.
    C-nirista-uos, porm, dar-lhea noticias de
    que a falla de invern t-mi--!e feito sentir as ea
    angas, dando lugar estarmas em veaperas de
    perderem-se todas as lavouras all !
    Se nao chover j e ja, pju^o ou nada so lu-
    erar.
    . Tem sido um calor abrazada n'ajuellas re-
    gi6.:a, notaodo-se aqui, tainbem, rer o th-rmome-
    :ro c >naervado a meama temperatura d> vera.
    E p >r eate motivo tea-se r"esenvolvd> entre
    iutros males, aqui meaino na aerra, a coqueluche
    me tem feito graude numero de victimas em crian- ]
    tas, pois o obituario deate mez foi extraordinario,
    . vista dos mezes anteriores.
    Com a chegala do eataf.la qu; devi* tocar |
    principalmente q'iando este vem pira a aula sem
    ter aberto ^ livro ao menoa por 5 minutos.
    E' rviueate qfce em mei i ou mesrao -.-in urna
    hora elles nao uprJud m as livoes. %.
    A. outra vez.
    IMrectorla das Dr ile cnsierva
    , cao do portoBoletim ioeteorolot;-.c'< d.
    da 30 de Mhio de 1887 i
    orae
    v <
    a o
    82
    V O 60
    H
    Barmetro a
    0
    6 m. 20' -0 760ID 75
    9 275i 761" >9 i
    12 83 76187
    3 t. 27* -9! 6053
    6 20'9 76l25l
    T>nso
    do vap-ji
    19,81
    17.05
    16,58
    17,80
    17..50!
    o

    a
    1^
    65
    ;>:
    63
    65
    Temperatura inaxiin* 8",0.
    Dita uiiatm26",0.
    Evaporafao em 24 horas o s.- : 7in,l ; a aom-
    ora: d'.O
    Chuvauua.
    Direccao do vento: SSE e. >>E alternados inea ..-i!' at 12 h
    at iiici i iioice.
    Velocidadc media do vento : 4'",6 I por seguud..,
    aqui 21, e que s chegou a 21, tivera33 a lei de B-,-ndo de 6,2J das 6 horas us 12 ;. tardi
    10 do corrente, que elevou esta Tilla A cidade.
    Log) que a noticia espalhou-se, trataram os
    ari.i -utes de solemnisar este acto da Assembla
    Provincial, e, pira isto illuminou se o paco raani-
    eipal e casas partiaula.-es, havenio urna paaseata
    :uito coucorrioa com msica e bastautes loge-
    les feuderam os ares no meio de estrondosos vi-
    tos e oraea, durando a f'-ata at alta n*ite,
    :al era o eothusiasmo do puvo que a fazia.
    Como fallei-lhes em ^saleta do correio, vem
    j. proposito dizer qun eitamos, ltimamente, muito
    mal s rvilos com e^te servic>, pois os pedestres
    *qui tocam sempro atrazadisaimoa e a razao que
    Nebuloaidade inedia: U.30.
    Boletim do porto
    COMMERCIO
    B >.}* oiniucroial
    t'OTAVOKS OFF1C1AES DA JONTA DOS COtt-
    aacTOKBs
    flect/e 31 de Maio de 1887
    ._<::;is hypothecaras da i" serie, do valor de 100>
    sr 934500 cada urna.
    amblo sobre Liondres. 90 d|V. 22 d. por 14000,
    do banco.
    Sa hora d>: :>olt>a
    Vendt ram-se :
    59 letras hypothecaras da 2 s^rie.
    (i resmentr,.
    Antonio Leonardo K-odrigues.
    O secretario.
    Eduardo Duo.-ux.
    oilmeoio biiii.ui-i
    BEC1FE, 31 D8 MAIO DK 1887
    Os bancos estabeleceram hoje a taza de 21 7/8
    .. obra L.-ndris as relativas sobre aa uutias
    pracas.
    Nao obstante a taxa cima adoptada fiz-iam
    ransaeces a 22 d.
    As tabellas, porcanto, que vigoraram officiai-
    ujeote foram as aeguintes :
    Do InTsaiuciOHAL :
    * 3 a-5
    SO ^ c Dia Ujras Altura

    P. M. 30 de Maio 1034 da mamh 2,>24
    B. M. * * 524 da tarde 0,'77
    F. M. 11 9 2,"14
    B. . 31 de Maio 549 munh 0,^5
    M) djo vista
    Londrea....... 21 7/8
    Pars........ 435
    Italia. ........ 539
    Hamburgs...... 539
    Portugal...... 243
    New York......
    Do Loaooa Bank :
    90d/v
    Londra....... 21 7/8
    Pars........ 435
    Itaiia........
    Hamburgo...... 539
    Portugal ....... 243
    New-York......
    o Ekglibh Baxk :
    21 5/8
    439
    439
    544
    245
    24310
    vitta
    21 5/8
    439
    439
    544
    245
    2*310
    Mercado de amiacar e algodo
    BEC1FE, 31 DE MAIO DE 1887
    Assucar
    Os precos deste producto, pagos ao agricultor
    estao regulando por 15 kilos aos alganamia ee
    guintes :
    Brauco 3.' superior .
    3. boa ....
    3. regular .
    4.a sorte *
    Somenos......
    Mascavado.....
    Bruto.......
    Rtame......
    O mximo dos pucos qu notados prevalecen
    somente para oa asauenres quaja sao raros ent-a
    rem no mercado, e o mnimo para os que presente-
    mente entram no mercado, p^r -.-rem fin g r.il de
    in qaalidade. .
    Algodo
    Cota-so nominal a 64900 por 15 kii .s, o de Per
    uambaco e boas procedencias, em terr.i.
    Kntratlaa de asiucar e aigodo
    HEZ I/K MAIO
    2*300 a 24500
    1 .-'. m a --Dii
    14700 a 149.10
    14500 a 1470U
    U300 a 14500
    14100 a 14200
    J90J a 140O0
    4700 a J90U
    .eil- Eectuar-se-bio :
    Hoje :
    Pelo agente Pestaa, s 11 horas, ra do Vi-
    gario n. 12, de predios.
    Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
    ra Estreita do Rjsario n. 24. de predio.
    Pelo ui/ente Martins, s 11 horas, na ra Au-
    gusta n. 131, de movis diversos.
    Sexta-feira :
    Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Im-
    perador n. 14, de in iveis, relogioa, machinas e
    ferros cirurgicos.
    Minaos fnebres. Sero celebradas :
    Boje :
    A's 8 horas, na Orlem 3' de cossa Smhora do
    Carmo, pela alma do commeadador Jos Pedro das
    Neves.
    Amanh :
    A'a 8 horas, oa igreja da Muir de Deus, pela
    alma do commendador J Pedr.i das Neves ; s
    7 horas, na orden) terueira de S. Francisco, por
    alma de Antouio Auierio cm;r da Silva ; s 8
    horas, os nrstiiz da Boa-Vista, por a!m< de Joa-
    quim Demetrio de Almeida Civalcante.
    Sexta-teira:
    A's 8 horas, no convento de S. Francisco, por
    alma de Manoel Linreaco dos Santos ; s 8 ho-
    ras, na matriz da Boa-Vista, por alma de Joo
    Dowalty Ju >ior.
    Sabbado:
    A's 8 horas, na matriz do Corpo Santo, por al-
    ma de Autoni) Pereira da Janba.
    .Cana de DefencoMovimento dos pre
    sos da Casa de Detenco do Recife no dia 3J do
    corrente :
    Existiam 357; entraruoi.7 ; sahirm 15 ; existem
    349.
    A Baber :
    Naciouaes 318 ; mulherts 8 ; estrangeiros 14;
    escravos sentenciados 3 ; dem proceaaados i ;
    idem de correccao 4.Total 349.
    Arralados 324.
    Boas 304 ; doentes 20 Total 324
    Movimento da enfermara.
    Tiveram alta:
    Euataquilino Paulo de Lima e Jos Jeronymo dos
    Santos.
    Lotera da provincia -Terca reir, 7
    d > corrente, s 4 horas da tarde, se eztrabir
    6a loteras, em beneficio da Santa Casa de Mise-
    ricordia do Recife e, nj consistorio dn igreja de
    Nos Senhora'da' Coacsico dos Militares.
    No mesmo couaiarorio estarlo expostas as ur-
    ane aa eepheraaa apreciava do publico.
    (>oieria da norteA 204" loreria da cor-
    te, pelo novo plano, cajo premio grande de------
    3O:Ot'*)iO00 ser extruhida no dia .. do cor-
    rente.
    Os bilhetes acham-se venda na praca da In
    decadencia na. 37 e 39.
    Tambem acbam-ae veuda na Casa da Fo:-
    taua na Primeiro de Marco n. 23, de Martins
    F.uza & C.
    liiiterla dotiro-ParAA lotera desta
    provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
    120:000^000, ser extrahida no dia 4 de Ju-
    nbo.
    Billie.tua venda na Casa do Ouro, raa do Ba-
    rao da Victoria u. 40 de Joo Joaquim da Costa
    Leite
    Tambem achnm-se venda na Casa da For-
    uua ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
    Kiuza & C -
    Lotera da provinciaA 6a lotera em
    beneficio da Santa Casa de Vlise ieordia d i Rieife
    ser -itruhidajao da 7 do corrente, s 4 horas da
    Os lie; a garantidos acham-se venda na
    Casa Feliz na pr,.ca da Independencia os. 37
    e 39.
    Tainbcm acbaui ee .'. venda na Casa da Fortuua
    raa Primeiro de Marco u. 23 de Martis F.u-
    za S C.
    i.-ieriii da PuruliybaEata lobera cujo
    premio grande de 20.0-M)jOJO ser extrahiaa no
    din 2 .;> Junho a 3 horaa da tarde.
    Os bilhetes ucham-se A venda na Casa do Ouro
    a ra Jo Baro da Victoria u- 40 de Joi> Joa-
    qiina ea Coat Lei te
    Lotera do Eftpi. ito auto K-t.i lote-
    ra cujo premio grande 6J:0000';0, aera extra-
    a la n. dia 3 uo crrante.
    Os bilhetes acham-se venda na Roda da i-'oi-
    tuui. ra Larga do Rosa.-:-, u. 36.
    Toui'iein Mchaj) se venda na Casa Feliz na
    praca di Iudep-ndeui ia ls. 37 e 3 l.
    l.ne'ii, da provincia do l'araun
    A 15* I .teria deata provincia,pelo novo plauj, eu
    ju premio grande de 15:0>K>4000, se cxtrahir
    no dia de M>)0.
    I:lb<*tes a vonda na Casa da Fortuna, ra
    l'nineiro de Mar^o n. 23, de Mnrtm Fiuza ai C.
    I. .l<-ria de tlaini*V 17a parte d-sta
    I .r. na, pelo novo plano, cuji premio grande
    de 15:JOOJO, ser extraiia no dia .. do cor-
    rente.
    Oa bilbetes acbam-se venda ua Cas Feliz
    praca ua Independencia us. 37 e 39.
    Taiuljem acbam-ae venda na Casa da Fortu
    oa ra Primeiro ole Mareo n. 23, Martina
    Fiuza Ji C, e ua Esmeralda, ra Larga do lli.n
    rio u. 21.
    Ceuiiterlo pitltiico.Obituario do da 30
    de Maio :
    Jos, Pernaiubuco, 10 mezes, S. Jos; entero
    ce lite.
    Jos Candido de Oliveira, A'a^oas, 22 anuos,
    solt'iro. Boa Vista ; varilas eoufljeutes.
    Euzebin Gomes de Moura. Pv-ruainauco, 55 an-
    uo-, casado, S. Jcs; scirrhose heptica.
    Joann i Baptista da Cruz, Para'iy ?a. 70 aunos,
    viuva, Boa-Vista; dyanha.
    Mara Vianoa, Peruambuco, 25 aunos, solteira,
    Boa-Vista ; tubrculos palmouares.
    Felismina Zeferina da Assumpcao, Peroambu
    co, 30 annos, solteira, Santo Antonio ; tubrculos
    pulmonares.
    Juliio Jos de Sant'Anna, Pernambuco, 68 an-
    uos, viuvo, Boa Vista; anasarca.
    Euzebio, Pernambuco, 9 meses, Boa- Vista;
    couvnloocs.
    Mara de Oliveira Lima, Pernambuco, 88 annos,
    viuva, Boa-Vista; tuberculose.
    Manoel Florencio, Pernambuco, 30 annos, soltei-
    ro, boa-Vista ; tysica pulmonar.
    Maria da Luz Gomes, Pernambuco, 25 annos,
    solteira, Boa Vista : dysinteria.
    Tiburcia Maria da Conceico, Pernambuco 63
    annos, S. Jos; heaurruagia.
    Um recemnascido, S. Jos; pelo subdelegado.
    ramcACQEs a pedido
    O perdo
    OFFERECIDA E DEDICAOA AO INFELIZ POE-
    TA GUSTAVO ADOLPHO
    Em nome d'i provincia di Pernambuco
    Gustavo : se em sonlios eu vase Deus,
    A' esorever tua victoria,
    Deapcrtava como u'n loueo
    Por ver niato tanta gloria :
    Iria em festa abracar-te,
    Conduzir-te este tbesouro
    Escripto coid lettras d'>uro
    Naapagin.a da a ssa historia.
    Meu Dcus Se vos a mim me dase
    Um poder sem outro igual,
    Libcrtava d'um triste oarcere
    D'moa prisSo infernal:
    Um cida ao forte, bravo,
    Que vive como um escravo,
    Era o poeta Gustavo,
    O tribuno genial.
    Gueavo : se Dcus a mim fallassa
    L do throno, l do co,
    Ocuultando este teu crime
    Com um manto, oa com um veo :
    Milito embora a vil intriga,
    A :Ju.nuia com o labo
    Proeurassem caliir embada
    C'o a honra, a gloria, o tropho.
    Meu Dcua I la.o to triste
    Que mil vezes autes morrer,
    Ds que serve esta existencia
    Sem urna legria nao ter ? !
    Dj que serve esti viver
    \ lutar com cem traigo :s
    A' encarar mil maldiyo-s
    Penar sem pre at morrer! !
    Gustavo : se Deus de mim fizessj
    U.u priu:ipe ou mesmo um tei,
    lioubavate desta pr-.silo
    Mauchando as iblbas da lei :
    Qucbrava todas as rio .s,
    Pisava a vil bandeira
    a dJustina altaneira
    DliiUdo a lo ios ao u r-.i ;.. .
    Meu Deua Tem piedadu
    Das preces que elle diz,
    Que com Ingrimas dos ollios,
    Noite e dia se maldiz !
    Meu D-ua Tem i'Oiop-tisao
    U- ta lio joven colosso
    Qu^ ainia tao forte, e moco
    J pede -Perd&o '
    Gustavo: se Deua a mim ouvisse
    As preces do coraySo,
    Eatdras com a liberdaJe
    Be tu Loge desta prio :
    E-t.rias nos patrios lares,
    Batalhando denodado,
    (Jomo atbleta inspirado
    Da moierua g-*racSto.
    Oh meu Deus lato eoininove
    Mesmo a um brbaro coracSo,
    Tirui-lho a uod;a do crime
    Tirai o desta pribao :
    E' elle que Byutheiisu,
    W' elle que causa eso.nto
    Aos homens que sob o manto,
    S'escondem da vil traicao.
    Gustavo : s tu o poeta infeliz
    O tribuno genial,
    E's tu o poeta sublime,
    O tribuno coiossl
    Barcacas.....
    Vapores.....
    Estrada de ferro de Ca
    ruar .....
    Animaes.....
    Estrada de ferro de S.
    Francisco .
    Estrada de ferro de Li-
    mociro.....
    3


    J
    x
    OU djo vista
    Londres.......
    Pars........
    Italia........
    Hamburgo......
    Lisboa e Porto.....
    Principaes cidades de Portu-
    g>".......
    liba dea Acores ....
    la Madeira ....
    Hew Yj:k......
    21 7/8
    435
    539
    243
    215/8
    439
    439
    544
    245
    250
    253
    250
    2*310
    1 30
    1 30
    l 30
    1 30
    l 30
    1 30
    38.747
    4.503
    2.998
    44.874
    2.522
    93.644
    1
    2.637
    2.y71^
    40
    6.667
    Xavloa despachado*
    Patacho norurgnense iSif., deve sabir hoje,
    couduzindo para dantos :
    900 saceos com assucar branco.
    700 ditos coa dito mascavado.
    Ca-. regara o H. Burle & C.
    Barca nacional Maria Angeliua, deve sabir
    boje con: dtatino ao Bio Grande do Sal, levando
    a carga seguinte :
    1,790 barricas com assucar brauc^.
    1U0/2 ditas com dito dito.
    300/4 ditas con. dito dito.
    Carregaram Jo; da Silva Loyo & Fiiho.
    Patacho nac, nal Andalusa, sabido hontem,
    lcvou para o Rio Grande do Sal a carga se-
    uinte :
    70 saceos com auacar branco.
    -W ) barricas com dito dito.
    i00/: ditas com dito dito.
    150/4 ditas com dito dito.
    125 saceos com dito mascavado
    50 barricas com dito dito.
    70 pipas com agurdente.
    Car.-'-garam diversos.
    Oivldeudou
    Estao sendo pagos os s'-guintes :
    O 1. do Banco de Cuedito Real, razo de 4
    por accao ou 10 0/0 do valor realizado de cada
    urna.
    O pagamento faz-se na sede do banco, das 10
    horas da manba s 4 horas da tarde dos das
    Otis.
    O 78. da CoaPANHiA do Bbberibe, ca p-opjrcao
    . 5*000 por accao ou 10 0/0.
    u.. lur.'r'-s-a.Jos dev.-m ir ao escriptorio da com-
    panliiM| aaa aO ti riamente at o uitimo do corrente mez e ao de-
    pois aos sabbados.
    A 16.a distribuicao das cau'ellas de juros cor-
    respondentes ao semestre fiudo em 31 de Oezem-
    bro do anno passado, da comoauhia Gbbat Wes
    TEKN OF BeAZIL IA1LWAT.
    E' no cscriptorio central da companuia, das 1(1
    horas s 3 da tardi-, que so effec.ua o pagamen'.o.
    Memorial
    A Cohpanuia de Edificacao est fazciido o re
    eoliiiiuento da 7.a prestaco de seu capital social,
    na razao de 10 0/0 do valor das respectivas ac-
    coes, o qual deVir r.-alizar-se at o dia 14 do mez
    vndouro.
    No dia 6 de Jui.ho viadouro termina o prazo
    para entrada da si-guuda prestaco daa accoes l-
    timamente emittidaa pela Companuia do Bebebibe.
    O recolhimeofo de Notas Dilacebaoas do The-
    souro, faz-se ua Thesocbabia de Fazenda, as ter-
    cas e seztas-feira, das 10 :.s 12 horas da manha.
    As notas do Tbesouro de 2*000 da 5." estampa,
    5*000 da 7.* e 10*000 da 6.*, sero substituidas
    na Thesoobaria de Fazenda at o fiui do mes de
    Junho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
    do a 4 0/0 a contar do 1." de Julho a 30 de Se-
    zembro do corrente anno.
    Cafrcstolho (kilo)
    Carnauba (kilo)
    Careos de alrodao (kilo)
    Carvo de pedra de Cardift (tox)
    Couros seceos espichados (kilo)
    Fariuha de mandioca (litro)
    Fumo restoiho em rolo (kilo)
    Fumo restoiho em lata (kilo)
    Furn? bouj (kilo)
    Fumo em folha ordinario (kilo)
    Genebra (litro)
    Me! (litro)
    Milbo (kilo)
    Taboados de amnrello (duila)
    320
    366
    014
    164000
    585
    35
    400
    5*0
    720
    400
    200
    040
    040
    100*000
    Pauta da Alfandega
    SUMaNA DB 30 DE MAIO A 4 DE JUNHO DE 1887
    Asjucar brauco (kiio)
    Assucar mascavado (kilo)
    AL ,ol ilicro)
    Arruz com casca (kilo)
    Algodo (kilo)
    Assucar refinado (kilo)
    Borracha (kilo)
    Couros seceos salgados (ki)
    Couros verdes (kilo)
    Cacao (kilo)
    Cachaca (litro)
    Caf boa (kilo)
    126
    066
    .218
    65
    400
    145
    1*066
    500
    270
    400
    077
    . 460
    Eiport-H-o
    KtCll'H, 30 DB MAIO DE 1887
    Para o exterior
    No lugar portuguez Hersilia, carregaram:
    Para o Porto, P. C. de Alcntara 600 saceos
    com 45,000 kilos de assucar mascavado ; M. Lima
    i C. 550 couros salgados coir. 6,600 kilos.
    Para o interior
    Na barca nacional Maria Angelina, carre-
    guram :
    Para o Rio Grande do Sul, Azevedo 4 Maia
    9,800 cocos, fructa.
    o vapor nacional ergipe, carragou :
    Para Babia, D. A. Matheus 50 sancos com 3,750
    kios de assucar branco.
    Na barcaca /. Taurino, carregaram :
    Para P. de Alagoas, Maia & Bezende 15,000
    litros de sal.
    Navlosi a carga
    Esto sendo despachados os seguintes :
    Barca inglesa J. B. D., carocos de algodo, pa-
    ra Liverpool.
    Barca norueguense or, algodo, para o Havre.
    Barca iogleza Prince Arthur, assucar e algodo,
    para Liverpool.
    L rar portugus Hersilia, couros e outros arti-
    gos, para Lisboa e Porto.
    Patacho nacional Maria Augusta, assucar, para
    Montevideo.
    Lugar inglez Eva Linch, assucar, para os Esta-
    dos-Unidos.
    Vapor nacional Sergipe, varios gneros, para a
    Baha e escalo.
    Vapor francs Ville de Macei ( chegai), assu-
    car e couros, para o Havre.
    Sapor inglea Neto, a godo, para o Bltico,
    apor inglez Cearenae ( chegar), algodo, para
    i E'a tu que neste degredo
    Sorendo os mais vis insultos
    Dos negrecidas estultos
    Com altivezsem igual.
    Meu i us dai-lbe um consolo
    Profundo no coracSo,
    Lavai a mancha do crime,
    Trai-ojda escravidao.
    Libertai este exilado,
    Erguendo altiva a bandeira
    Da hberdade altaneira,
    O bravo da BedempcSo.
    Peruambucanos: os aojos no coj Jormem,
    Os hom'-D8 aqui tambem,
    P nao ilonue a hberdade
    Quando naseida do bem,
    Vamos todos arranca! o
    Dos bracos dos inimigos,
    Vamos todoa, meus amigos,
    E a Liberdade tambera.
    Aceitai, estes meus versos,
    Gustavo, homem viril,
    Aceitai, como urna gloria,
    Como urna crenca gentil:
    Aceitai, c homengem
    Estreita. febricitante,
    Tu, que s a brilhanti
    Constellci5lj do Brasil.
    1868.
    Julio Soares de Azevedo.
    Banco de c r edito 'real
    O U088O arigj publicado neste Diario
    de 21 do correato cxuitou as iras de 'ous
    agricultores, que sob as assigaturas de -
    Um victima d'.a victimas e Urna das
    victimas s-> presentan def-n.!endo a
    cl..s8e ugricola pelo Diario e Jornal do
    Recife de 28 do corrente. Nao poJe-uos
    deixar de vultar imprecisa para dizermos
    aiuda algunas palavras sobre a dheusaao,
    que agitamos.
    Nao sero, porem, os iusultos, as inju-
    rias c ditrib .s atiradas classes dos cor-
    respondentes, nao ser ainda a li -guagem
    impropria u uio homem 3 educacSo, e
    sim usada cutre regateiras e lupanares,
    onde parece achur s- i-baiurilado o articu-
    lista do Diario, ou i que o tem habitua-
    do est.) inlehz agricultor p.ira com os po-
    bres escravos, que us faro p-rd.;i- ;. cal
    ma precian, alter..r u ti-onquillidade do
    uosso espirito, e aceitur discussu eiu se-
    melhaii'.e t-rreno.
    Nao, nos devolvemos ao tal articuluti
    intact.s todas as suaa injurias e insuitos, e
    a sua bella linguugem para continuar a
    adornar "s seua esi-riptos ; nao polluireroos
    u nossa penua em
    typos, em sua maioria todos lhe fazem
    justioa em reconhecer honestidade, mora-
    lidade e probidade ; sabemos distinguir o
    joio do trigo; apenas contra aquelles ca
    valheiros d'industria que reclamamos pro-
    videncias, afim de que a doutrina do calo-
    te nao se levante altaneira e ousada, e
    sejara pr.-judicados os direitos da classe
    dos correspondentes.
    E inexacto qu os correspondentes te-
    nham negado o in-fspensavel para a couti-
    nuacao dos trabalhos agrcolas, feicbando-
    lhes suas portas, e que queiram prohi-
    bir os agricultores a bypothecar 6uas pro-
    priedades para aatisfazerem suas palpitan-
    tes ne-.-essidades.
    Todos reoonbecem o crise terrivel que
    atravessamos, a difBculdade ou quasi ia-
    possibidade de se obter descoutos, o no
    nbum recebimento dos capitaes que so
    aoham espulbaJos era mao dos agriculto-
    res ; e nestas conJiro-s como se exigir
    tranquiza dos correspondentes, se as suas
    burras nao sao inexgotuveis, a? os seus
    crditos nao sao Ilimitados ?
    Os u.iss.is agricultores iaal acostumados
    com a Iranqu-za do3 annos das vaccas gor-
    das, em que muitos deles esbarjjavam sa-
    fras inteiras em comes e bebes, no joyo, em
    eleicaj ua poltica raiseravi-1 do nosso infe-
    liz paiz, nao quercm amoldar-se s cir-
    cuiusiaucii.s da Ocasio; e dahi o recurso
    que vo lar.c indo mo os meos escrupu-
    losos, de bypotliecarem suas propriedades,
    com o tira premeditado de calotearem 08
    correspondentes, esque.cendo todos os fa-
    vores recebidos, sacrificando os mais puros
    8ntimento8 do curaca-, calcando aos ps
    os deveres sagrados da henra
    K aos que assim procedem, que ae
    tr.,t;i de defender, adrando-se montSes de
    iusultos e iujurias a urna classe intuir,
    que lhe forueoeu sempre os seus capitaes
    com tranquszi, porque pede providencias,
    aos directores ao Baoco, atim de que taes
    abusos nao uontinuem '! e oo concorram
    par.i a ruina de tal class^ ?
    Quera defende tao negro procedimeoto,
    ou mu dos taes, que assim j praticou,
    ou que se prep.ira para proceder do mes-
    mo modo, ou alguina peona asalariada ; a
    sua lioguagera virulenta denota o seu des-
    apant imcto.
    Latamos certos de que os
    honrad s, bomens de conscien :ia serio os
    primeirod a reprovar tal procedimento dos
    SeUS fullecas,
    o
    N, a missa > do noss Banco muito
    elevada, nao ser por certo a de patroci-
    nar aos caloteiruS que all quereiu refugiar-
    se.', orn concorrer para prejudi -ar os di-
    reitos de tercoiros, e sim auxiliar o desen-
    agricultores
    nossa uouua em r.-or-aahos. acoraua i
    1 ,. r r volv-iiuciit i do comraeruio e da agricultura
    uiiauuo-o na someluante es'yli uogeuto c
    homens que s-3 presara ; os
    i, a nossa e lucac.ao e a nessa
    nop^upri > <
    nossua liab.t
    modera(o uos prolnbem de assim praticar
    cada u-u d o que tem.
    Dcixando < c parte os cantos ou historias
    de cn'uxa, co.u ijun se divert: o articulista
    do Diario, posa-remos a responderlo que tac8-i8 dos jornaea,
    merec: rct-pia a en tao estirado artigo. I as cantas orizinaes
    N2o ijirigiiuns insultos nobre classe
    agrcola, onde contamos grande numero de
    i
    por meio de traosaccoja que tenham o cu-
    ul.o da moralidade c dajustica.
    Passetuos grave nccusacSo de que se
    serve o articulista s'ibre as contas reraet-
    tidus p-1 >s cirrespondi-ntes, una vez que
    os precos d'-lla uo co oblQain com as eo-
    e nao sao remetlidas
    dos armazcuarios aos
    pareutea e amigos, onde reeonbecuraos ca-
    racteres distinetos, ho ueos de bom a toda
    prova, digaos de todi csti ua c considera-
    i:\o, l'jiu uo3;o artigo apenas nos referi-
    mos aos agricultores pouco escrupulosos,
    que eata va m abuzuudo da boa ; dos mui-
    to dignua directores do B. n.-o, p^ra, de-
    pois de proraessas ttitas aos seus ex-cur
    respondent.s de pagai-lhes, feit i a hypo-
    tiieca. recebidas as letras bypothei-arias,
    retravam-se, sem que este reoebess.; um | nleciraento. Se por acaso existe fclgum
    s vintem do seu antigo debito; contra taes | anuazenario ou correspondente que s te-
    abusos chamamos a .ttencao dos dignos nlia compra io ou vendido assucar brauco
    agricultores.
    Declaramos, qu-'! nSo reconhecemos ca-
    racter otii.-iai as cotaeoes dos precos pu-
    blicados nos jornaes diariamente, relativos
    aos presos de assucarea para os agriculto-
    res ; taes cotacSes nao exprimem com
    exactidao os precos verdadeiros d'estas
    trausacQocs, nao sao forneci las pela directo-
    ra da assoeiaco agticola, composta de ar-
    mazeaarios e de correspondentes, nica
    competente para isso, ou por alguem com
    sua aut.iris^co e sob sua vigilancia e co-
    nhecimento. Se por acaso
    directores uo Bnc, pediodo Ihes provi-
    dencias, atim de que taes transaeco nao
    continuassem. Onde, pois, o insulto clas-
    ae agrcola ?
    Loiupor-se ha euto a elaase agrcola
    smente de agricultores pjuco escrpulo
    sos, pouco zeladores do seu crdito ?
    S um csrebro exaltado, como sem du-
    vida ae acha o uo tal articuiata, s una
    imagina^ao desvairada, poderia adrattir
    seraelhante. coacluso. Felizmente a classe
    agrcola nao se compS-t s nente de taes
    IKeudiuieutos pblicos
    HEZ oa UAIO
    Alfandega
    de 2)0U para cima dos fias do mez passa
    do, e durante todo o presente mez, (o que
    nao eremos), que nao tenha em seus livros
    precos de 157UO, l$80O o lflUOO, ser
    isto urna excepcao, e nao com excepgoes
    que se argumenta para se constituir re-
    gra, tal armazenario ou correspondente
    uo pode arrogar se o direito de marcar
    cotaeoes a aeu bel prazer e fornecel-as
    como expricuiudo a verdade das transaccoS
    geraes, elle nao tem competencia para
    tanto, e nao podein as suas transaccoes
    Kenda ueral
    Ue2aa0 73J:10J394
    dem ce 31 a7:Oi.6/88J
    rienda oroviucial
    De 2 a 30
    dem de 31
    99.01S216
    5:761*407
    766 187/277
    101;7731623
    870-960900
    'lilho de 260 a 320 ris idem.
    eijo de 640 a 1200 dem.
    Maiadouro Pobllco
    Foram abatidas no .Vlatadouro da Cabanga
    rezes para o consumo do dia 31 de Maio.
    Sendo : 67 rezes pevtencente a Oliveira Castro,
    "e C, e 25 a diversos.
    .. e 2 a ;; i
    dem de 31
    De 2 a 30
    Ide.m de 31
    i 'e 2 a 30
    Idee dt 31
    Hecebedoria
    nruuladtj C. ojinciat
    liedle Drainaye
    36:197*798
    4:158175
    40:385,: 973
    47:65394
    6:640*078
    54.294472
    5:6564470
    2:739|5406
    8:395/876
    rpool
    Navios descarga
    Barca norueguense Stanley, vonos gneros.
    Barca nacional Mimosa, xarqne.
    Lsrar allemo Gatelle, trigo.
    Lujar nacional Marinho VII, xarqne.
    Putaeno nacional 6". Bartholomeu, xarque.
    Patacho nacional ooven Correia, xarqua.
    Patacho nacional Rival, xarque.
    Vapor inglez Merchant, vanos gneros.
    Vapor naoional Jacuhype, varios gneros.
    Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
    Mercada Municipal de doae
    O movimento deste Marcado no dia 31 de Maio
    foi o seguinte:
    Entraram :
    38 bois pesando 6,164 kilos, sendo de Olivei-
    ra Castro, 26 dito3 de Ia qualidade e 12
    ditos particulares.
    402 kilos de peixe a 20 ris
    124 cargas de farinha a 200 ris
    14 ditas de fructas diversas a 300 rs.
    10 taboleires a 200 ris
    8 Sai nos a 200 ris
    Foram oceupados :
    241/2 columnas a 600 ris
    22 compartimentos de fariuba a
    500 ris.
    21 ditos de comida a 500 ris
    85 ditos de legumes a 400 ris
    18 ditos de suino a 700 ris
    10 ditos de tressuraa a 600 ris
    10 talhos a 2i
    9 ditos a 1
    A Oliveira Castro & C.:
    54 talhos a 14
    Deve ter sido arrecadada nes'*s diss
    a quantia de
    8/040
    24800
    4/200
    2/00'J
    1/600
    14/700
    11/000
    10/500
    34/0(0
    12/60;)
    6/000
    20/000
    9/000
    Kendiinento dos dias 1 a 30
    Foi arrecadado liquido at hoje
    Grecos do da :
    Carne verde de 28 J a 400 ris o kilo.
    Carneiro de 720 a 800 ris idem.
    Sumos de 560 a 640 ria idem.
    arinha de 200 a 240 ris a cuia.
    54000
    212/140
    6:080/000
    6:292^440
    Vapores e navios esperados
    VAPOBES
    Ville de Maceido sul arnanha.
    Campiasdo sul arnanha
    Uearen8e de Nevf-York arnanha.
    t'ardo norte a 3.
    Arliudodo Ko Grande do Sul a 4.
    (rondeda Europa a 4.
    Aconcaguada Europa a 5.
    Mrquez de Caxias do sul a 5.
    Vilie de Bahado Havre a 6.
    Ni!e -do sul a 6.
    Pernainoucodo sul a 7.
    Oatorde Liverpool a 9
    Turnar -da Europa a 10.
    Ailiancado sul a 11.
    Espirito Saatodo norte a 13.
    Acvaoce Je New-Port-News a 14.
    Mondegodo sul a 14.
    Equateurdo sul a 19.
    Cearde Hamburgo a 21.
    Zech< yde Piuine a 22.
    Manosdo norte a 23.
    Nevada Europa a 24.
    Parado sul a 27.
    Tagusdo sul a 29.
    NAVIOb
    Armidade Londres.
    Anue M-riido Ko Grande do Sul.
    Christian Elisabethde Cardff.
    Cainesdo Porto.
    Elysaao Porto.
    Erutede Uamburpo.
    Golden Fleecede Terra Nova.
    Guadianade Lisboa.
    Katalinale Terra Nova.
    Leanderde Terra Nova.
    Lewis Ehermande Baltimore.
    Marinho IXdo Rio Grande do Sul.
    Met:t Sophide Hamburgo.
    Oseeode Cardff.
    Positivo-do Rio Grande do Sul.
    Refcrmdo o Grande do Sul.
    Withelminede Hamburgo.
    Z rosdo Rio de Janeiro.
    llovimeulo do porto
    Navio entrado no dia 31
    Rio de J.neiro-14 dias, ^.""^SrL^-
    ros, de 599 toneladas, ea,pitaoTh. Tborsen,
    ecTuWm 12' ew 'tro ;. Robiil.ard & C.
    Nato saludo no viesmo da
    Rio-Grande do Sul-Patact*o nacional Andaluza,
    capitao Joo Jos dos Santos, carga asancar.
    r
    i-
    V


    :
    Diario de Penamboco(|narta-fcir J de Jiiuho de 1887
    h
    .1
    )
    .-
    i


    ^"a*
    -
    __
    indioiduaes ou particulare servir de ther-
    mometro para regular* eotac&o da praja
    protestamos contra tais eotacfos, qm
    nSo sSo c mipl-tas, n&o expriraern com
    exaetidSo a verdade dos prej-is diarios, e
    quem quer quo seja que as fora-ice, nSo
    pass de uiu oHjoso, que s visa os seus
    interesses particulares, soid so lembrar que
    vai prejudicar os crditos de urna '-lasae.
    Sim, nSo ba quem acompaas diaria-
    mente as transac^S-S do nosso mere ido de
    assucar, e igaore que coro a subida do.
    cambio, de.vi la ao ultimo emprestiiio do
    gobern, com a cessayao de pagamentos de
    uma i'iip:)rUnte casa corameroial do Rio
    Orando do Sul, coiu a subida dos fretes
    falta do navios, com a diffi.uldade das des-
    eoutoa, s assuuares tiveram uma baixi de
    400 a 00 r. em arroba, como se d
    cotacao occultando-ae os precos de 1)5700,
    lj800e loJUO, qu'i ltimamente durante
    toii osle mez se tem vendido a malar
    parte dos asaucares braucos Ser gao-
    rancia, ic S, ou interessea parlicolsres de
    tal cotaJor?
    Passemos a aecusaySo da nSo remessa
    das sontas i>rig;naes dos ar.naz;uarios aos
    agricultores.
    Eu prm-iro lugar a questo da escolha
    de um lorrespjndeQti', qiustaj tola de
    confa-e que devj i: ti iir no espirito do
    agricultor: B portante o agricultor tem
    contiauyt no correspmiieute piuco Iba de-
    ve importar, se a couU quo liie remetii
    da, prooria original Jo armaz^m, ou
    do eorresp i-i.lcute, urna voz que em todo
    caso elle o r^spontavei pjr ella ; si po-
    rm o correspondente nao ius. ira confian-
    za, o agricultor nao devo contar-llie os
    seus produ tos.
    Eiu segundo iugar deve saber o articu-
    lista, qu inultos correspondentes na r-ce
    bem cjut.sde ariDaseuarios, pois quo om
    regr.i o v o .odor do genero quem ten
    obrigay i 'fe tirar conU ao comprador pi-
    ra est conferir e p,g-l-a, e s por uma ex
    cepcao c que se tem admtalo em nossa
    prayM o uso do aruiasnano urar coala pi-
    ra <> correspondente cooferil-a.
    Do ve aiuda saber o articulista que as
    tr ..iisa-.ro !S entre o corresp judonte e o ar-
    maznnuro sao t'eius com tan boa f, que
    o ui.i o documento, que ptssue o corres-
    pond'-ute, que prove a existencia do debi
    to do arm.izenario, o bilti-te do arma-
    zea), e este mesmo aem a assigu.tura do
    arrnaz;uario E seudo retnettidos taes b
    Ihet'-s ou contas, como pro -ar-se a exis-
    tencia ilo debito un cas do oecesai lad",
    como tirar so duvidas qua se upre appare-
    cen, e;n ajustes de contas 'i E quantos
    das e uiezes nao leriaru de esperar os agri-
    cul lores, se o correspon ente t'ossa esperar
    taos biltietes para reiuett*I-os, uma vez que
    no vigor da safra, sera raes n i impossivel
    ao armazenario f^zel o com putu .liiade '.'
    aetSo p >r odios polticos do presidente da piev.n-
    ci, que ob-deee a suggestojs do bacharel fran-
    cisco do Reg Barros de Laceada '
    Pa muito-bem, 8r. Torres. *-
    O mundo assim m=smo. lato de leis, cumpri-
    meiW de dever, rfspjnsabrlidade de thesoureiros,
    process8 e cous^s que o valhaui, sao ludo pe-
    cas !...
    Tolo quem nj sabe se faier experto.
    E, viv.1 a patria ...
    Vas, desculpas para estas deicantdas, e limite-
    m>-nu8 As ponderaba promettidas.
    Euteu-le o Sr. Tjrr-s qm de grande prejuizo
    e descrdito para a proviucia nao cootiouar 8.8.
    a ter bilbetes de lotvna venda para urna extrac-
    cio rmpjsaivel. ^0
    A isto s diremos que sao modos de ver as eou-
    sis. O gveruo pensa que nao cunvra essa col-
    lecta de draheiro em beneficio de S. 8., e qoe
    obrigado pula lei e pelo dever a proceder a liqui-
    da fio da lotera, sendo que esse tacto importar
    aos portadores de. bilbet-a prejuiso menor do que
    se fie tr eternamente a lotera na espectativa de
    exrrucco. 8. 8., ao contrario diz que a provin-
    cia, com este piocedimento se desacredita. E'
    preciso, pois, que cada qual fique cmn cua opi-
    niai.
    Ueclama o 8r. Torres contra a asseveracSj de
    ter recebido de sua agencia da corte, onde diz se
    achar a maior parte dos bilhetes da grande lote-
    ra, importancia superior a 271:661X000, todavia
    da sua mesma coota de 4 de Maio. consta mais,
    alm dessa qoaotia, urna remessa na importancia
    de 95:61000<', alm de diversas para outras
    ag'-ncias, inclusive 50:000COO para a do Rio
    (Jraiide do Sul, pr'tazeodo 237:643X000, fra a
    quautia do 156:576X000 das ta<-s ordens e letras
    a rece be r que 8. 8. diz nao :er declarado ue q-iem,
    por ser negocio de outros aeus agentes.
    Entreunto, ',o publico e a provincia, se faz ta-
    v.ir, n > quer saber djs negocioi de 8. 8. com s.-us
    agentes, mas nicamente dos sem pr >prios dn re-
    laco a essa lotera. S.Ij di-st-a que 8. 8. eve
    dai ejntas circumstaueiadas e b-m explcitas par
    a-: saber at ond-i vai o desfalque.....
    JVrdo, accrescente 8 8 mesino, Sr. Torres, o
    nome e^m que se ha de quaficar ucousa.
    Vejamos, ag i a, como foi a tal liquidaeao antes
    da extraer;ao.
    Cuincct por ser isto nog ei de palavras. L-
    quida(aj ante- de extracr;:io! Mas o que quena?
    0v'm ser depuii da extraeco ?
    A liquidaeao cousequ^neia da nao ex'racco
    da lotera.
    A tociedade peruambucana conti-a a escravidilo
    convida o povo deita cidade pxra um mtetinj, ni
    dia 2 'i Junh), i > horas da tarde, no largo da
    initriz de Santo Antonio, para firn do ser vota-
    da urna p- ticSo que em nome do mesmo pavo tem
    de ser apresentada a Augusta Princfcza Imperial,
    em sua pasageui para o sul, pedindo a libertario
    dos escruvjs.
    Todos os bans pernambucanos d vem associar-
    se a esta manifestsco, na altura dos bros e da
    civilisacao desta cuita capital.
    B^cife, 31 de Maio de 1887.
    B. Cnrneiro,
    Io secretario.
    !>';< v Justo icipellar u au londades
    qiiaiui) ettla nao respcliam as leiis
    Pergunta se E lilidade a razo porque
    tendo expirado o praso de urrematacilo dos
    compartimentos da Ribeira da Boa Vista e
    nllo vai novamente a prac,a ?
    Porque tambem deixou-83 de clfoctuar a
    arre nataco conforme editaes publicados
    da nova obra da mesma Ribeira t isto de-
    sejam saber os
    Prejudicados.
    *3Aguas-Bellas,passando por Palmeiraa de Ga-
    ranhuu, Correufes, Bom-C inseth i, de 4 em 4
    das.
    Ouricnr/.-passaodo por Jatob do Brejo, Sal
    .gueiro, Granito. Exu', de 5 em "i diai*.
    As propostas deven ser presentadas at s 3
    horas da tarde do dia marcado, em cartas fecha-
    das, por duplicis, com discrimnt-co dos precos
    o servici de cada Iruka de correio, bastando
    que uma s va sejs sellada, porm ambas as-
    signadas pelos proponentes seus fiadores. NSo
    sero tomadas em considemclo as propatas em
    que fr fixado o preco de mais de uma hnha
    enirlooadainente.
    Tero preferencia as propastas mais ventajo-
    sas, em precos e augrnentia de vragens.
    Admnistra;a de Maio de 1887.
    Affcnso dRego Barros.
    MARTIMOS
    Ao publico
    Nao costumi embatucar com o que nu dizem
    em questocs a que s u obrigado ; sei, com certeza,
    levara vantagem ua replica : mas, motivos im-
    periosos me tazein calar, e dar lempo ao tempo
    .... entretanto ficam assestadas as boeottl dt fa-
    go, para o que dr ". vier.
    Kecife, 3t de Maio de 1887.
    hstevao Jos. Ferraz.
    capitahsa-
    e Dezem
    Aviso
    O London & Brasilian Banck, limited,
    recebe dinheiro em corita corrente simples
    com os juros de 2,0 p,o anno,
    dos de 6 em mezes Juoho
    bro.
    Receba tambem dinheiro em deposito.
    Com aviso previo de 30 diaa, ou fixo a pra-
    zo de 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as taxas de
    juros, que forcm convencionadas entre as
    partes.
    As c ntas j existentes, vencendo juros
    por differentes taxas, ficain sem alterac3o.
    Recife, 24 de Maio de 1887.
    W. H. Bllton.
    \ grade cimento
    O Monte Pi dos Voluntarios d Patria,
    summamento agradecido ao Corpo Sceni
    co do Congresso Dramtico por seu nobre
    e gratuito concurso no b^n-ficio qu" o
    mesmo Monte Pro realisou a 24 de Maio
    boje fiado, no theatro Santa Isabel, poe
    E' o que o presidente da provincia declarou. i seu diminuto pr-.-stimo disposiySo de tilo
    distinctos cavalheiros, j ao mesmo tempo
    roga lht-s queiram desculpar a publica ma
    nifestaQo de 8U roconhecimento.
    Rocife 31 de Maio de i887.
    Antonio Arthur Moreira do Mendonja.
    Joao Paulo da Rosa C;sse.
    Silverio F. d Araujo Jorge Filbo.
    cao por despacho de 7 de Maio, mas por otcio
    daquella data ao Tbesouro Provincial, respondeu-
    do a outro em que aqu-Hln reparlico particip iva
    que o Sr thesoureiro da graude lotria se reeusa-
    va a entrar pira os cofres puolieos com as qum-
    tias dep isitadas em seu poier proveniente da ven-
    da de bilbetes, 'endose verificado pe a.i cmtas
    que lbe forarn tomadas, ou uelbor qu-i i-He mesmo
    se dignou prestal-as pelo maio que bem quiz, a
    mpusibilidade da extraeijiio por nao estarem ven- Antonio Joaquim Machado
    didns, nem haver esperanza de se vender jimais, "
    a maior parte dos bilh'les.
    O presid-irte da provincia que consentase na
    extraccao commetteria, na nossa linguagem, um crine, pois
    toruar-se-bia cumpliCe de um attentado contra a
    to-'una alheia
    Tal a razo porque S. Exe. o 8r. prc.iidc.nce da
    provincia, em requerimeutj do 8r. Torres pedindo prebenden.lo trabalhos de agulba para o
    novo adumento. prnferio o seguinte dejpacQ', que sexo feminino, os prep.iratirios do novo
    foi puiicado uo Diario: programma para o masculino.
    - tm vista das iutormaco 'a do Thesoaro Pro- '
    Hearique Cecilio Barreto de Almcida.
    .ulu particular
    Curso completo de priineiras lettras para
    ambos os sexos (em salas s!paradas) com
    Taes aecusacoes portanto nao passa u de jyjj
    ridicul >s baiiiilidia i s.
    E' fiualmonte inuxa t a accusaico que
    faz o articulista, de oue os ; 'cultores te-
    nhao ido pagnr aos eorrrsp.m lentas com
    Isttros ypo.h'Carias, e que estes se te-
    nbam recusado a rec bel as, a nao ser com
    oito 'tez pur Cont, e corno favor, para
    assim justificar os caloteiros.
    Si u auno passado e:u principio do taes
    opnra->dcs s'; deu alguai tacto a tal respe!
    to, deixaii lo se o correspandecte guiar pela
    cotayao d.is letras para reccb 1-as, confor-
    me se cotava na pray., visto ter de reven-
    del-as para faz- r diun-iro par.i suas trans-
    acyo.-s, hoje em vista do crdito que j
    gosa o banco, da aceitado qus as suas
    letras vo teodo, da faoilidade de descon-
    tal-as, nao bavci correspondente, que nao
    as aceite ero pagamento pelo seu valor no-
    minal.
    Temos respondido aos pontos priucipaes
    do estirado artigo do victima das victi
    mas nao dando-lbe r^sposta a iuterroga-
    ySo que fa si akypotheca importa a per
    da da propriedude porque isto um ver
    dadeiro escarneo atirado aos corresponden-
    tes.
    E abundando as im-sinas id s o arti-
    culista do Jornal do litc'Jc, serVii este
    mesmo artigo de resposia.
    Maio 301487.
    Unta das victimas.
    Ilabeas corpu Torres
    Com esta *pigrapbo o Jornal do Red fe de boa
    tem traz na sec^o das Pubiiecij s solicitadas
    drus artigo, sendo um firmado pelo S teueute-
    coronal Torres, aos quaes passamoi a tazer algu-
    nas pouderacoes.
    Em nada desfizeram esses artigos a simples
    contc.-taco que em Communicaios publicau o
    Diario a pr^p^situ de uui dos fundamentos que,
    segundo a t rocincta, servio para a K laco pro-
    ferir o sea notabrlissimo Accordo de 27 de Maio,
    em que estabeleeeu as dcutriois juidicas de que
    a Provincia uos deu noticia e que -o articulista
    anonymo do Jornal se encarregou de reproduzir,
    fazeudo eum iss.'. diztmoi o com sineeridade,
    grande beneficio ao direito.
    Certos julgados uao devem ficir no esqueci-
    meuto; aaolicoes 4t jurisprudei.cia que -a v--
    Ihos julgaJtVes do aos inoco3 que querem apren-
    der.
    E nauito folgamos de sabsr que tambem ple-
    se contar como veto em favor da doutriua da tle-
    laco. o de mais um desembargador 8r. Uuilher-
    me Cintra, que nao cunbecemos, porui qu<-, de
    certo, jurisconsulto celebre, o qual nao to-
    mou parte no Accordi co^no ju:z, n.as de
    passagpm por esta provincia, foi assistir ao jul-
    "ameuio e manifestou o mais completo eouh-ci-
    mento dos tactos e das queslocs de drrcko relati-
    vas ao assumpto.
    Feliz Ciutr que asaiin teve opportuiiidade de
    mostrar sua sapiencia !
    E, antes ^e coutiuuar, urna eb-ervuQao, com
    liceoC do Sr- Torres.
    Sj cumpri hendemos porque S. 8. diz que nao
    M pode ter a ousadia ds suppor qu- o Sr. Queiroz
    Barres, nao tivesse examnao atteotameute a ma
    ter a do habeos corpus, a proposito do que toi
    dito a respeitJ de ter o Tribunal, talvez, andado
    um pouco as pressas em um negocio que requera
    znolhor exame.
    Este modo de entender todo nosso, com per-
    d i dol venerandos juizes.
    Para que, porm, induidualsar o Sr. Queiros
    Barros ?
    Ser por quo este Sr desembargidor examina
    inelh ir que os outros as questoes jurdicas ? ou o
    Sr. Torres suppoc que somos algum confidente do
    8r. Barros, eu, quem sabe, se correligionario po-
    ltico leste desembasgador e por iss convicto de
    qoc elle devia julgar contra o Sr. Torres, que di-
    zem ser liberal ?
    Ora, pelo amor de Deus, se este o caso da ou-
    tadia, o Sr. Torres fas a ojustica de suppor o au-
    tor do Communicado om bem pouco juizo.
    Onde foi encontrar, o pensamente de que a jus-
    tic* negocio de partidos polticos, e que os jul
    meatos sao votos de adbes -s dadis a candidatu-
    ras de quaiqtter causa partidaiia de partes que
    se oecultam entre as folhas e poeira dos pro
    cessos ?
    Nao atoa qae o Sr. Torres tem a coragem de
    dizer qne pelo seu alcance como depositario pu
    biiet, titulade, joramentado e at vitalicio, de quan-
    tias pertencentes aos cemprado.-es de seus bilbe-
    tes de lotera, c tem que dar satrsfaces ao The-
    eouro nem pessoa alguma : e qae se o preten-
    dern! prender e sequestrtr os seus bens nSo foi
    a i.nuortaiici i
    Ra Visconde de Alouqu^rque, n. 26.
    \ nacahuiu peltoral
    99
    Urna simples tosse pode chegar a ser mortal se
    nao se atalhar a tempo; por.n evitar se-ha C3m-
    Xs'bihres''"vendids7e*dos i PJetameoe o pergo tazen io se uso immediato da
    viueial, nao ha que deferir. Consta do despacho
    de 14 de Oezeinbro do anuo piscado, qne o adia-
    nenio eato coicedido f-i defiiitivameme ultimo
    e nico, obrigaudo-se o supplicantu a depositar
    no Tbesouro ou no Banco do B azil. na conformi-
    lade do art. 7o -lo reculamiento de 27 de Abril de
    que 3' fossem v-ndendo a- a ca li extraecio,
    prestando iiomediatam:nt-- em segu' la cuntas do
    estado da lotera.
    - O supplicante uo tendo prestado essas con-
    las e api-uas entrado por intermedio de sua agen
    cu naerte. at SO de Abril, Com a quautia de
    58:8510O para o Bsnco do Brasil, o Tbesouro
    fez tmalas por ein.ori-gado co-ouiissionad i pa-
    ra esse fim, o qual, examinando seus iivros, pe-
    las proprins d-elaraco.'S di supplicant", verit
    cou, como consta do offieio a. 60, de 4 do mez
    corrente, que dos bilhetes qus o supplicaute tem
    Anacahuita Peitoral, a qual m-diante a sua benc-
    tiei mflj -ncia faz ceder rpidamente a irritac^o
    dos pulm -8 e garganta, e restabelece sua ace >
    vigorosa, regular saudavel. Us qun dizem que a
    asthma iueurav>-l muito se en^anatn.
    Esta fortificante composicao vegetal suoju^a
    essa sfli ctiva m I -stia, anda mesmo quandi de-
    baixo das formas as mais obtiuadas e aggravan-
    tes. As anginas nunca terminarn em brouchitcs
    tOse em tysicaera a rouquido em asthma,
    se desde logo em s-'US principios forem ata'hados i r\ j '.
    vegetal suavisador e sedativo : Graade fr8ta artstica Prolongamento da estrada de fer-
    ro de Pernambucoe estrada de
    ferro Jo Recife aaruaii).
    De ordem do Illm. Sr. director eng nheiro chefe
    se faz publico que, a comecar ^e 15 de Juoho pr-
    ximo futuro vigorar nesta estrada de ferro a se-
    gu nte disposifo :
    Os passageir.-s que viajarem sera bilhete, os que
    exeederem o trajete, a que tiverem direito, e os
    que viajarein em classe superior indicada em
    seus bilhetes*. psgaro a passagem ou a differenca
    devidas, com um augrn-nto de 30 / s.ibie os res
    peetvos precis da tabella, lecebendo do conductor
    do trem um b.lhete supplemen ar com indica^ao
    da importancia paga Esse bilbete fisar em po-
    der do passageiro at ser restituido na estacao de
    seu destino.
    Secretaria do prolougamento da estrada de
    ferro do Itecife a 8. Frincisco e estrada de Ga-
    ruar.
    O secretario.
    Man -A Juvcncio de Sabova.
    THEATRO
    United Slales 4 Brasil i. S.S. C
    o TV. Amanea
    E' esperado dos portos de
    sul at o dia 11 de Junho
    depois da demora necessara
    seguir para
    tlai'auho. Para. Barbados, W
    Thomaz e Xew-Vork
    Para carga, passagens.eac.m nenaas jdinhem
    frete, tracta-se com os
    O vapor Advance
    Espera-se de 1-' > .r .
    News, at odia 14 te Junho
    o qual egoir aepots da
    demoraneesssarii pira
    Babia e Rio de Janeiro
    Para carga, passagens, e encommendas tracta-
    e com os
    AGENTES
    Henrv hntar k C.
    M. 8 RA \M COMMERCIO
    /. anda)
    l'aciflcSieaffl t\avigaTionCompanj
    STRAITS OF AIAGELLAN LINE
    Paquete Aconcagua
    E' esperado da Euro-
    pa at o dia 5 de
    Junho, e seguir de-
    ipois da demorado eos
    ^?^r7tilit~'y'^!S3Bsytumc para Valparai o
    com escala por
    Baha. Rio de Janeiro e Monte
    video
    Para carga, passagens, encommendas e din-
    heiro a frete tracta--ecom os
    AGENTES
    Wilson Mons A C, Limited
    N. 14_RA DO COMMERCIO N 14
    Companhia Bablana de navega-
    cao a Vapor
    Macei, Villa Nova, henedo, Aracaj,
    Estancia e Bahia
    0 vapor Sergipe
    Ccmmandanie Pedro Vigna
    Segu impreterivel -
    mente para os pc-rtos
    cima no dia 1 de
    Junho, as 4 horas da
    tarde. Recebe carga
    nicamente at ao 1|2
    CilARf.Fi RS REUNS
    Companhla Franceza de -Vavega-
    voa Vapor
    Linha quinzenal entre o H.vre, Lis-
    boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
    Santos
    0 vapor Ville de Baha
    Comioandante Sebire
    E' esperado da Europa
    at o da 6 de Junho, se-
    goindo depois da indiepen-
    savel demora para a Bat-
    s iu. Rio :>- Janeiro
    e Haotoit.
    Koga-se aos Srs. importa dores de carga pelos
    vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
    dias a contar do da descarga das alvareng;.. jual-
    quer reclamacao concernente a volumes, que po-
    V' ntu. a tenham seguido pura os portos do sul,afim
    de se poderem dar a tempo as providencias neces-
    iarias.
    Expirado o referido praoo u companhica n se
    'esponsabilisa por extravos.
    Para carga, pasiigens, cncouitntudas e dinfaeirl
    a frete: trata-se com o
    0
    Co:tirnandanti Panchvre
    Espei'ijse dos portos do sal
    at odia 2 de Junho segain-
    do depois de indspensavel
    d-moia olltVRG, tocando
    em liltRH.t havendo nu-
    mero Buffieicnte de passa6ei
    r03 de 1 class?.
    O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
    PORTO
    Conduz medico a bordo, de marcha rpida e
    oflerece excellcntes'cummodos e ptimo passado.
    As passagens pdenlo ser tomadas do anteinao.
    Recebe carga, encrmmeudas e passagerres p sra
    os qaaes tem excelleutes aecommodac6e8.
    Para carga, paisagens, encommendas e dinheiro
    a frete : trata se com o
    AGENTE
    Aligaste Labilie
    9- RA DO COMMERCIO -9
    (onmMiii: ii?* nkmma;p
    KIEfe n^BITIHFfe
    LINHA MENSAL
    0 paquete Gironde
    Cornmandante Minier
    da do dia 1.
    Para carga, passagens, encommendas e dinhei
    ro a frete, trata-se na
    ^ AGENCIA
    7tina do Vigario'
    Domingos Alvos Slatheus
    co.n este balsamo vege
    em se poier, excluid., oi'queeitio ca-o de i *eua **wAcq* etfe.tos sao prompiamente exeeuta-
    s exi t-m 0 2750IKJ d'- naa eutermiaades dos pulmoes,dos vasos bron-
    sua agencia na corte
    vendo existir 785:694j( (XI de onde deauzida
    aquel! i ijiian'ia eoi billetes, e anda outras que. o
    Kupplicante declara que se achara na ageueia do
    Rio-Grande do Soi, (50:OIJO000) e mesmo em nu-
    tras que noo declara, e anda 156:5765000 que
    diz ter em ordens e lettras a receber, deduziJo em-
    fira, tudo quanto tst por explicar, o producto em
    dinheiro na Thesouraria de 23'2:6879O0 e o
    supplicante oio t uo eu'r >u para o Th. souro
    Provincial com esi>8, com cora i"antia alguma,
    proveniente da venda de bilhetes f'cita na taesoa-
    raria
    Sestas endiees. confirmo o citado despacho
    de 14 o- Dezimbro, e porque uao possivel a ex-
    triicco da lotera, o supplicante de-xa de auferir
    porecntagem que s teria no caso Uo extraccao,
    sendo obrigado a restituir aos i-.ortadoref de bi-
    lhetes vendidos os resp-cnvos v llores, liquidndo-
    se a lotera, coui toi exaresso no mencionado des-
    pacho Ce 14 de Uezeinbro, de sccordo com os
    arts. 15 a 17 do regulamento de 4 de Novembro
    de 1886. .
    Por ult ni), leelamou o Sr. Torres rastrndo-
    se ze oao pelas entradas do seu ng<-u'e da lrte,
    sen m estas nao de 536:851 640 segu do as contas
    do Banco do Brasil at 31 de Marco, mas de.. .
    710;85164'1 at a data d > seu e:ti., pelo que o
    telicitauos por ter um atente ao menos que nao
    quiz seguir o extmplo de 8. S. de nao dar contas
    a ninguem do producto dnj bilhete vendidos.
    A quantia do 536:851 iCIO a conh-cida, notan-
    do-oe que as Coutas do 9r. Tone- a q:ie appare-
    e ;ob essa rubrica, aquella muf>maquanti.t e nao
    ehios e da pleura.
    Como oabantia contra as falsincaco-s. obsrve-
    se bera que os no.nes de Lanman & Kemp veuham
    estampados em lettras transpireutes n > papel do
    livrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
    Ene utra se venda em fodi.i as pharraacias k
    drogaras.
    Agentes em Pernambuco, flenry Forster ic C,
    ra uo Commercio n. 8.
    Externa!
    Franeais Anglais
    1.9 Ra do Hospicio 19
    L'enseignement comprend :
    Le portugais, la lecture, la calligraphie,
    i'aritbmctique, l'bistoire S.iinte, la geogra-
    phie, l'histoire, tous les travaux d'aiguille,
    le fraudis et Tangais theoriijue ct prati-
    que.
    Lejon3 particuliires de franyais et d'an-
    glai. Ou recoit dos ]|2 penaionniires.
    DLARACOES
    EMPREZA.
    E DIRECCO DO ARTISTA
    SARES DE MEDEIROS
    Sabbado, 4 do Junho
    ide festa artistici (i a 1" actriz
    brasileira
    B. Isoiina Mondar
    fBMMfiMuulSek,
    anipfschinTahrls-GeselJschan
    0 vapor Campias
    E' esperado dos po
    tos d i sul at o dia 2
    de Junho e seguir d
    pois da demora nece
    jaria para
    Lisboa e ilamburgo
    e uutB...6.
    Para pasagens. traeta-se com os
    Represe.itar-se ha o importante drama marti-
    mo do rep rt-rio da ACTKIZ BENEFICIADA :
    PBOBDAM
    O programma desta festa ser circumstaocia-
    (lamente aniiuiiciado nos jornacs dn,da
    Aceitam-se encorara- ndas para et- espectculo,
    no es< riptorio do th atro.
    A empreza tem a honra de prevenir ao respei-
    tavel publico, que em consequencia de grandes pe-
    didos re3olveu fazer representar aqni. antes de
    sua partida para o Cear o melodrama phantasti-
    co de grande espectculo :
    Imperial sociedade
    DOS
    est i uf.va. ncliiind i eutral rs postcior-s nossiveis 4 A* A. al
    mas anda nao Conh cuas effi.-ia.ineot.uite pe,o AfUSlaS 3'lCCll l II ICO S 6
    Thesvuro. _
    Em todo casi, a qu ntia qu S. ;. sgora c- I I I || ||,,l kW
    crescenti, diminuiJa da 2.91l:9'20(X) e.n oi- i 1IWC/I Cll^O
    Ihetes por vender que asscverou ectarem em poder De ordem do irmo direct ir, convido a todos os
    d- seu agente da corte, e^a nada me h,randa o es- j rmais que se acham no goso de seus direitos, a
    tadu de suas propnas contas. | ge reunirem era nossa sede sexla-teirs 3 do cor-
    Sao estas as observacoesque no3 parecen conve- i rente, pelas 6 horas da tarde, afiui de ter lugar a
    uente fazer no utetesse da verdade. | ssemba geral do mez prximo passado, que
    Nao pense o Sr. Torres, que quera escreve es!as j deixou de fuueconar por falta de numero, deven-
    l.i.lias seu mimign.
    Se nao taz votos por suas ielicidades tambem
    nao !he deseja mal. O que no quer, por amor
    desta patria coramum, qu- se falle, se proceda e
    al se jugue, tai desembarazadamente nestas
    cousas de tkesonrarias como se o extraviar a g-ute
    em um dia o dinheiro que, o proxim > levou a gauhar
    unos tosse acto nSo de vituperio, mas de louvo-
    res ; ou, pjr outra, historias polticas qui ninguem
    deve tomar ao serio, sob oeaa de p.ssar por tolo .
    A Rvdm. Sr. vigario KranciMco|Ry-
    nuodo da CunlUu !*< irusu
    Ainda pela tercera e iiitima vez, viemos a ira-
    prensa responder o desafi.provocado por V. Uvma.
    e as saii.-as jogadas pela llastre '. commissao
    dos tesiejos mariauuosaos Alguna Parochinnos
    ou lufelizes (como f'ioos baptisadoe naocoris-
    mad ) :
    A' V. Rvma. declaramos ter respondido em nao
    acatar.
    A' Ilustre e bondosa commissao, t temos
    para dar> silencio, n.io uos merece importan-
    cia alguma e eremos que ser baixeza em respon-
    dermos a ella, porque estantes rente de que, quem
    figura um da cjmmisso, o responsavel pelo ar-
    tigo publicado, este nao passa de umaailytbo ou
    leigo que quer bem representar o seu papel de
    bom christo !
    Para elle ou elia commissao temos o cuiladj de
    rezarmos um Cr tiva que tomou por V Hvma.
    Ao Amigo da Verdade apenas dizer-lhe duas
    palavras : qual foi a mancha ao carcter do Sr.
    vigario, que uoduauus? en dizer a verdade, que
    forana repellidas diversas pessoas c nceituadas das
    arcadas ? isto nao acto de pena e compaixo.
    Oompaixo temos de nao ter pleno cenn. cimen-
    to deste articulista ; uao nos parece ser do proprio.
    Pena temos dMe arvorar-se de um dstico que
    tem a taverna sita no iqui, para se assigoar.
    Finalmente a este d*mo o despteso.
    Piquera aclentes do que os nossos actos, quer
    civil e quer moral sao bem patentes ; nao temos
    o fim de discutir e aira provar a verdade, e nao
    deixar passar desaperceb jo este acto da eava-
    Iheirisuio de V. vma. ou executor desta nova
    ordematounca vista, aos ieus parochanes.
    Nao voltareraas.
    Atogados, 3U de Maio de 1887.
    Alguns parochians.
    do esta ter lugar com o numero qne comparecer.
    Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
    Mechanicos e Liberaes do Pernambuco, em l do
    Junho de 1S87. 01 secretario,
    Paterniano Barroso.
    Comi &$rai
    Arrematar dos transportes de
    malas terrestres
    O administrador cumprindo as circulares di di-
    rectora geral des correios o"e 17 de Pevereiro 7
    de Margo ultimo, faz publico que fiea marcado o
    dia 27 de Junbo proxim i futuro para o reeebimen-
    to de propstas de particulares qu durante o pr-
    ximo semestre jo t-sercicio de 1887 18S8. quai-
    B'ufizor Dor contracto o servir; i de condcelo
    de malas terrstres, para o uterior da provincia
    partiudo desta rApartioio, para :
    Nossa Senhora, do O de Goyanna,paseando
    p r Iguarassu', Qoyanna, d" 3 un 3 das.
    S. Bento, passanis pjrCh Grande, Gravat,
    Bez- rros, Caruaru' Kiacho-Doce, S. Caetano da
    Kaposa, Bello Jardim, de 4 ein 4 dias.
    S. JoB da fJo:6* Grande,-passaudc por Ipo-
    juca, Seriuhaera, Rio Farmoso, Tamandar, Uua,
    Barreiros, de 4 em 4 dias.
    Jatob em Tacaratu',passando por Pes^neira,
    Alaeinhas, Peora de Buiqne, Tacaratu', de 4
    em 4 dias.
    Alagoa de Baixo,passando por Bonito, Bebe-
    dsuro, A'tiuho, Pesqueira, Cimbres, Olho 'Agua
    dos Bredos. de 4 em 4 lias.
    Leopoldinapassando por S. Jos do Egypto,
    Inggaeira, Afogados de Ingaztira, Flores, Trium
    pho, Villa Bella, S. Josdo Bello Monte, de 5 em 5
    dias.
    S. Vicente,passando por Alags Secsa, Al-
    l;anci, Viceucia, Gruangy, Timbauba, d-a 4 em 4
    dias.
    Bieja,passando p ir P dim, Vertentes, Taqunretrnga, Santa Cruz, de 4
    em 4 das.
    Petrolina,passando por Santo Antonio do Ta-
    ra, Fio. esta, Cabrob, Boa Vista, de 5 em diis.
    Sertaosinho, passando por Palmares, Villa,
    Azua Preta, Campos-Fros, de 4 em i dias.
    I Garanhun ,passan lo par Belm de Mara, La-
    (ja dos Gatos, Panellas, Jurem, de 4 em 4 dias.
    Tamb,passando por Iguarassu', Goyanna,
    de 3 em 3 dias,
    Remorso Vivo
    izer uvir mais uma vez a
    i prantoado maestro brasil-1
    Libanio Colas
    para assim fazer uvir mais uma vez a elevada
    composicSo do prantoado maestro brasil- tro
    Brevemente o drama historio era 4 actos
    Domingo, 5 de Junho
    Espetlo Biraorim
    organisado pelo aetor LVR1
    com o concurso
    da companhi dramtica Su ares do Meieros
    Recita dedicada Ilustre
    Sil IWII1IM
    O actor LYRA tem a sithif .cao de comraunicar
    ao Ilustrad i ublico d'esta capital que contractou
    o Ibeatro Sania Antonio para nelle etlVc-
    tuar uma serie de repretenlac-'s, e que faz pie
    parar desde j.a pn;a oratoria :
    MiiajjresdeSiiloAiiloiii
    para dar com ella dous espe -taculos, que terSo lu-
    gar a 12 e 13 do corrente mez.
    Theatro Santa Isabel
    <3?
    S3
    H^^ O
    z; _^
    -<
    ce -* t*
    o ^aUT 3
    .8
    w t5*
    H O
    (**^*> o XI
    CJ *ft
    S 1
    CONSIGNATARIOS
    Borstelmann & .
    RA DO COMMERCIO X. i
    1' atuLir
    Cnpa??a 2>ra> Ileira de XaTC
    S&coa'Vaper
    PORTOS DO SUL
    0 vapor Para
    Cornmandante Antonio Ferreira da Silva
    E' esperado dos ,. ^rtos do
    norte at o dia 3 de Junho
    e depois da demora inds-
    pensavel, seguir para os
    p'-t/ig do sul.
    Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
    r harina. Pelotas, Port i Alegre e Rio Grande d
    Sul, frete mdico.
    Para carga, passgens, encommendas e valores
    ! trata-se na agencia
    PRACA DO CORPO SANTN 9.
    PORTOS DO NORTE
    O vapor Pernambuco
    Cornmandante o capitaode fragata Pedio
    Hyppolito Duarte
    E' esperado dos portos do sul
    at o da 6 de Jun'io, e
    ^ seguir depois da demora in
    '-y dispensavel, para os portot
    . do norte at Slanos.
    Para carga, passagens cncoiomenda e valore
    tracta-se na agencia
    PRACA DO CORPO SANTO N. 9
    COHPA^nri ~PBBXATCij*
    DE
    vivti.teSo Costeira oor Va>-.r
    PORTOS DO NORTE
    Parakyba, Natal, Macu, Mossor, Ara
    caly e Cear
    0 vapor Ipojua
    Cornmandante Costa
    Segu no dia b' do
    Junho, s 5 horas
    da tarde. Recebe
    carga at odia 4
    Encommendas passagens e dinheiros a frete at
    s 3 huras da taide do dia da sabida.
    ESCR1TTORIO
    Caes da Companhi Periambwma
    n. 12
    Royal.Mal t'i"PiiJci'
    Vapor extraordinario
    O vapor Nile
    Espera-se da Eu
    ropa at o dia 3 de
    Junbo, segtiin
    do depois da de
    mora do costume
    para Buenos-Ay-
    res, tocando na
    iiahia. Rio de Janeiro e Mente
    video
    Lembrn-se :.o3 senhores passageir.is de tudas
    as classes que ba lugares reservados para esta
    agencia, que podrm tomar em qnalqner tempo.
    Previne se aos senhores recebedores de merca
    dorias que s se attender as reclamncdes por fal-
    tas nos volumes que forera reconhecidas na occa
    siao'da descarga, nssim como devirao dentro de
    48 hiras a contar do dia da descarga das al varen-
    gas fazerem qualquer recliunacao concernente a
    volumes que pivernturu tenh m seguido para os
    portos do sul, afim de poder-sc dar a lempa as
    providencias necessaras.
    Para carga, passagens, encommendas e diobeir-r.
    afrete: tracta-se com o
    AGENTE
    angoste Labiii'
    i RA DO COMMERCIO 8
    U
    0 vapor Arlindo
    Espera-se at o
    dia 8 e seguir depois
    da di mora do cos-
    ume para os por-
    tes cima indica-
    dos,
    Recebe carga, enccmmendas e passageiros para
    os mesaos portos : a tratar coso
    PERE1RA CARNEIRO & C,
    N. 6.-RA DO COMMERCION. 6
    1- andar
    Qunta-feira, 2 deve ter lugar oleilo de mo-
    vis, 1ouch8 e vidres da casa em que morou o Sr.
    Dr. Francisco Correia Lima Sobrinho, a ra do
    Visconde de Albuquerque n. 7.
    De
    Lcilo
    movis e 1 oitanie
    endo
    Uma moblia de amnrcllo, cama frnecra, mar-
    quezoes, marquezas, eabices de columnas, 1 lava-
    torio, candieiros de gaz, relogia de parede, jar-
    ros, mesa de juntar, elstica, cadeiras avulsas,
    aparadores, bancas, 1 oitante, espada-para offi-
    c.al de marinba, 3 sanefas dcuradus e outros
    inultos movis de uma familia que se retiiou desta
    cidade.
    Quarta-feira 1 de Junho
    A's li horas
    Na casa n. 131 da la Augusta
    Osg-nts Martins fari lelo dos movis exis-
    tentes un icferda casa, ao correr (io raartello.
    De 3,039 fondadas de registro
    Bilhetes.

    i
    9
    5*000
    -es

    r.
    acbam-se
    Pluym & C.
    venda as cusm do J. Kranse e Cb.
    Rio
    1 de
    Sahir do porto do
    de Janeiro no dia
    Junbo prximo com es-
    cala para Bahia e Per-
    nambuco, seguiodo depois de pouca demo
    ra com malas passageiros para
    LISBOA E SOUTHAMPTON
    Desde j recebe-so encommendas par
    camarotes na
    AGENCIA
    Ra do i ommereio n. 3
    o andar
    Adamson Howie & C.
    ao
    Quartafeira 1 de Junho
    A's 11 11 hora-j
    Na ra Estreita do Rosario n. -1
    Da casa tenca n. 8 da ra do Rosario da
    Bun-Vista,
    O sgente Modesto Baptista, por mandado do
    E.-.m. Sr. Dr. juiz da provedrria e a requerimento
    do inventariaute des b-nada finada D. Josepha
    de Faiia Rap-so, fura leilo da casa cima, o dar
    as mf .rinacos precisas.
    Em continua^ao
    Vendi-r tambem as metales das casas n. l Ja
    ru* do Camarao c u. 2 aa ra da Alegra, freg'ie-
    ih da Ion Vista.
    Agente Pestaa
    Leilo
    De urna impirtante e encllente casa terrea,
    com setio, portao de ferro, j .rdoi a lado, gran-
    de quintal arb:risauo, sita estrada do Giqui
    n. 81, dita mesma estrada n. 87, pertencente ao
    inventario de Francisca Romana Moreira da
    Costa.
    4|uarta feira, 1 de fanho
    A's 11 horas
    \'o armazem ra do Vigario lenorio
    n. 12
    O agente P.-stana, autorisado peb Eim. Sr.
    Dr. juiz do orphios, com assstencia do mesmo,
    e a rrquenmeato do inventariante Bento Mancel
    Carlos de Mello, vender a escolente casa sem
    EOta, tendo 3 portas de frente, portao de ferro
    no lado, jirdim, 3 salas, 2 quartes, cosinha, gran-
    de quintal arborizado, tendo tambem uo pavi-
    menta tuperior 2 salas e-1 quarto.
    Uma dita sita mesma estrada n. 87, com pe-
    queos cemmodos. ___^__
    A SHber:
    Leilo
    DE
    r
    hi Ja
    i


    *;: -
    tt
    Diario c PeimaiHl>uci>" ^uarta-ieira i
    Urna mobiiia de janeo preto com tampos de pe-
    dra, 2 cadeiras de bataneo, l pian forte de H.
    Herty, 1 cadeira de piano, 1 mobiiia oom 1 sof, 2
    consolos, 2 cadeiras de bracos e 12 de guarnico,
    castieaes e manga*. 1 ta. ete de ota e 6 de porta,
    1 espelho oval dourado, 4 jarros para flores, e es-
    earradeiras.
    Urna mobiiia de amarello.
    Uma cama franceza, 1 commoda, l cabide tor-
    neado, 1 lavatorio, 1 guarnicSu, t cadeiras de
    junco, 1 estante para, livros, 1 marquesa.), 1 naca
    elstica, 1 guarda-louca, 2 aparadores, 12 ca-
    deiras de guaro cao, loucas, vidros, 1 mesa com
    ps torneados, 1 sof, 1 relogio e muitos outros
    movis.
    4)iiinta foira. 9 de Junim
    Ra do Visconde de Albuquerque n. 7
    O Dr. Francisco Correa Lima Sobriuho, tendo
    de seguir para o Para, com sua familia, far leilo,
    por intervenco do agente Pinte, dos movis e
    mais objectos existentes em casa de sua residencia
    ruado Visconde de Albuquerque n. 7 (outr'ora
    ra da Matriz da Boa-Vista).
    PRINCIPIARA' A'S 10 1/2 HORAS
    Grande lei
    De bons movis, piano, porcelana, crys-
    taes, um esqueleto articular, completo
    para estudo de anatoma, livros de me-
    dicina, direito e litteratura, plantas c
    uma vacca tourina.
    Quinta feira, 9 de Inulto
    A'8 iO |2 hora
    No sobrado de ra da Aurora n. 81, onde
    reside o Exm. Sr, conselheiro Freitas
    Henriques
    A saber:
    Sala de entrada
    Uma mebilia de junco completa com tampo de
    pedra, 2 cadeiras de junco com assento de panno,
    1 mesa de eharao, 1 dita quadrada forrada, 1
    mesa tosca, 2 grandes estantea Je amarello envi-
    dracada, 2 cortinados de estopa bordados, 1 re-
    posteiro, 3 lancas, 4 quadros grandes, 2 ditos
    ovis douradjs, 4 jarros, 1 porta cartoes, 2 escar-
    raaeiras de vidro, 1 botica aloptica com vidros
    com remedios, 1 estante com tubos de experimeo-
    tacao, 3 copos, ciliudros quadrados, 1 pulverisr-
    dor de Reehadsur, 2 dicionarios de Chernoviz, me-
    dicina e cirurgia, 2 ditos de Niemeyer patlulogia,
    3 ditos dicionarios de medicina popular por Laug
    govcl, "2 ditos de cirurgia em nglez, 2 ditos Fau-
    ners tratado de medicina ingleza, 1 pharmacopea
    ingleza, dita britanniea, vocabulario medico e eirur-
    gicc. pbisiologia de Kuss & Duval e muitos outros
    livros de medicina, direito e litteratura e 1 espin-
    garda surda.
    Primeiro quarto
    Urna grande mesa f-rrada, 1 fitpiro com um es-
    queleto articular, 1 cabeca pbenologica, t cadei-
    ras de junco, 2 cadeiras dj bracio com rosca (junco)
    1 relogio cem termmetro e barmetro, 2 quadros,
    1 campa eletrica e 1 tinteiro.
    Segundo quarto
    lima mesa para operacao, 4 cadeiras de junco,
    I cabide e 1 mocho.
    2a salla
    L tta meza grande de amarell.', 1 aparador, 1
    sola de Jacaranda, 1 jarro vidra'io, 1 machina de
    espremer fructas. 1 machina para capsular garra-
    fas, 1 deposito de cubre e estauho gradalo para
    750 litros, "2 tachos de cobre, 1 Spilo de ac coin
    mae, 1 baca par banbo, i batanea grande com
    pezos, 1 dita pequenH, regadores, 2 venezianas, 1
    escada. thesoura e ferramenta para jardim, trem
    sinha, elin, perutiras, pertences e 1 curro de
    mac.
    Primeiro aniir
    fcalla de visita
    Uma importante mobiiia de mrgno massic}j es
    tulada, com 12 cadeiras de guarmcao 4 ditas de
    bracos, 1 so:, i duukerques com ctpelboe, 1 jar-
    dineira, 1 espelbogrande oval, 3 san fas di madas,
    3 cortinados dedamasc, 1 importante pauj de
    Gareau, 1 par de vasos grandes de Bacarat, 1
    grande relc gio de pareJe, paies de quadros
    grandes, 2 pares de jarros, 1 par de amforas de
    vidro, 2 esearradeiras, 2 candelabros com ps de
    metal, 1 forro de esteiras, tape.es para sof. e
    por te-
    lo quarto
    Uma c ma francesa, 1 colxo, 1 guarda-vestides
    de carvalho, 1 toilet, 1 mesa de eabeceirade cama,
    1 cabide de junco, 2 quadros e 1 tapete para
    cama.
    2o quarto
    Uma importante comanda de Jacaranda cem
    rico santuario, 1 cadena para oracao. 3 cadeiras
    deuradas, 3 lindos tagers bordadas em alto reV-
    vo, 2 jarruB, 1 vestimenta complot-, para padre e
    um livro para missa.
    3 quarto
    Uma cama. 1 guarda-n upa, 1 meia-comraods, 1
    marqueso estreito, 1 lavatorio e commoda, 1
    guarnicao de porcelana doorada, 1 candieiro para
    gaz carbnico (uovidadi).
    4o quarto
    Um divn de junco, 1 toilet e junco com pedra
    e espelho, 2 quadros, 2 jarros, 1 machina de cos-
    tura, nova, de Singer, para mao.
    Sala de jauta!
    Um guarda-louc, 1 importante mesa de ama-
    rello com (j taboas, 2 aparadores de nogueira, 1
    mobiiia de junco, 4 rjuadn s, 2 vasos com plantas,
    3 sanefas de Jacaranda, 1 refugio de bronze deu-
    rado, apparclhos para alabeo e jautar, copos, gar
    rafas, clices, heoreiro, galheteiroj 1 faqueiro de
    electro-plate de Christifle, eolheres, facas, machi
    na de caf, urna de electro pate para agua, bu
    les e muitos outros objectos de electro pate.
    Corredor
    Diversos barrs com crotcns, vases com b go-
    nias, 2 ps de cedros e outras plantas, 1 reparti-
    Oato de amarello para escriptorio, 1 mesa de
    ferro com 1 jarra com torneira.
    O agente Gusmao, autorisao por urna Ilustre
    familia, que retira se para o Rio de Janeiro, farj
    leilo de todos os objectos cima mencionados, os
    quaes esto em perfeito estado de conservacao.
    Agente Burlaiuaqui
    Prtcisa-se de ansa ama para coainhar e la >
    var ; na ra da Matriz da Boa Vista n. 3
    = ArfA Preeisa-se de uma ama; na roa do
    Cabngn. 3, 3- andar. _______
    = Theodomiro Thomaa Cavalcante Pessoap ee
    de ao Sr. Jos Mendea Becerra Cavalcante, qu
    venha reeeber o sea dinheire que sou devedor, em
    minba residencia, em 8. Louren^j da Matta.
    AMTDE leite "
    Precisa-se de uma que tenha bem e
    abundante leite ; tractar na ra Duque
    de Caxias n. 42, 3. andar. _____
    AMA
    Precisa-se de uma ama para lavar e en-
    gommar em casa de familia : na ra do
    Riachuelo n. 13 se dir.________^_
    "Costureiras
    Precisa-se de boas costureiras, com urgencia ;
    na ra da Aurora n. 39, 1' andur.
    Phar. acia central
    Roa do imperador n. 38
    Jos Francisco Bittenconrt, antigo pharmaceu
    tico da pharmacia fraacesa ra do Baro da
    Victoria u. 25, avisa a seus amigos e freguezes,
    que se acha na pharmacia cima, onde espera
    continuar a merecer a confianca que felizmente
    depositaram em seus trabalhos protessionaes.
    AVISO "
    Os fogos do artificios preparados na an-
    tiga fabrica da viuva Rufino proprios para
    as noites de Santo Antonio e S. Jo3o, ven-
    dem-se nicamente no caes Vinto Dous d
    Novembro, armazem da Bola Amarella
    n. 36, pelos preces da fabrica ; neste ar-
    mazem baver venda lindos craveiros,
    pistolas de todas cores e tamanbos, rodas
    simples e singelas, foguetinhos, estreli-
    nhas, etc., etc. _________
    Fio de alfolian
    Em saceos de 25 kilos : veudem Baltar lrmos
    & C, ra da Cruz n. 32, 1 andar.
    Ama
    O Vig-or
    do
    Cabello
    do
    Dr. Ayer.
    Preparado Sob
    Bases Scientiflcas
    E Physiologicas,
    para o
    Toucador.
    0 Vigor do Cabello
    Do Dr. Ayer.
    Derolve, com < brilho e frescura da juvenlude, ao
    cabfllu grUalIio "ii braneo um.L rica cor natu-
    ral, castanho ou preto, como se deseja. Pelo seu
    uso, ao cnsoo c!;in> u rAxo jKMle dar^e una cor
    escura, e grossura ao cabello Uno, emquanto que
    fireqnentementecaraacalvicie. porem .m sempre.
    Impede a queda ilo cabello, esomolando o dbil e
    enfermo a crescer rigorosamente. Reprime o pro-
    Suia :t liiih.i e crtspn. curando piasi todas as
    oencas peculiares do perlcraneo. Como Cosmti-
    co para aformosrar *> cabello das Senhoras o
    Vigor niotem rival; nao conten aseite oa tinta al-
    puma. (orna o cabello suave, brilhante o sedoso na
    apparencia, e agraiiwi'i permaneiite.
    PhEPARADO PELO
    DR. J. C. AYER e CA.,
    Lowell, Mass., E. U. A.
    A* venda as principos pbarmacias e drogaras.
    Attenco
    Precisa-se arrendar uma propriedade de trras,
    com casa de vivenda, estribara, casa de farinha,
    ditas para moradores e mais bemfeitorias, com
    acude ou abundancia d'agua crrente, com cercado
    para vaccas de leite e auimaes, ou proporces para
    isto, e para t ida agricultura de mandioca, milbo,
    fejao e algedo, e que nao diste de um povoado
    com feira, quando muito de uma legoa, tendo al
    gnma cstacao de caminbo de ferro uesta mesma
    distancia, nao importando ser o lugar acatingado,
    com tanto que esteja as condicoesa cima exigidas,
    e que as bemfeitorias estejam em perfeito estado
    de conservacao e liuipesa ; quem tiver annuncie
    para ser procurado eexaminar-se. Nao se escolbe
    cemarea ; preferindo.se a da Victoria.
    Prec:sa-se de urna ama para cosinbar ; na ra
    do Rangel n. 44, 2- andar._________________
    PEDIDO
    \. 2.V:lftO is
    Jos Antonio de Albuquerque Pedroza pede ao
    Sr. Jos Barreto Paes de Mell i, o favor de pagar
    a importancia de sua letra j vencida ; Vmc. sa-
    be que tambem devo e quero pagar aos meus ere-
    dores. A nossa casa muito perto da do Sr.
    sen sogro Jos Ignacio Avila, raarco-lhe o prazo
    de 8 dias Dar este pagamento.
    Recife, 24 de Maio de 1887.
    Jos Antonio de Albuquerque Pedroza.
    Jalroph
    Manipocira
    Esse medicaoiento de uma eflieacia rcccmhecida
    no beriberi e outras molestias em que predomina a
    hydropesia, eba-se modificado em sua prepara-
    cao, iracas a uma nova formula de um distincto
    medico desta cidade, sendo que somente o abaixo
    assignado est habilitado para preparal-o de modo
    a melhorar lbe o gosto e cheiro, sem todava alte
    rar-lhe as propriedades medicamentosas,^ que se
    conservara ci m a mesma actividade, se nao maior
    em vista do modo por que elle tolerado pe i
    estomago.
    Caico depoNito
    Na pharmacia Coeoao, a ra do Mrquez de
    Olinda n. 61.
    He/erra de Mello
    Caio
    Precisa-se de um rapaz ; na travessi do Corpo
    Santo n. 27.
    ^M
    y
    o ty
    Aluga-se o 1 andar do sobrado n. 27 ra do
    Imperador, pintada de novo e com aguu : a tratar
    na ra do Duque de Caxias n. 47.
    Vinho Collares
    O que ba de melhor, em quintos v decimos ;
    vendem Baltar Irmaoa Se. C ra da Cruz n.
    32, 1- andar.
    Pharmacia
    Precisa-se de um pr. tico ; a tratar na ra lar-
    ga do Rosario n. 34. _______
    Juan OowNley Jnior
    Emilia Dowley e suas filhas, tendo de mandar
    celebrar uma missa na matriz da Boa-Vista, s 8
    horas da mauha do dia 4 de Juuho, trigsimo do
    passamento de su iranteade esposo o pui, Joao
    Dowsley Jnior, convidan a seus pareles e ami-
    gos a assistirem a este acto, pelo que se coofes-
    8im gratos.
    Antonio Perelra da Cunta
    Maria Amelia da Cuuha, viuva de Antonio Pe- !
    re.ira da Cunha, manda resar missas pj.- alma do i
    seu semjrc lembrnio maridj 4 do correte, tri-
    gsimo da do eeu fallecimento, na matriz do Cor \
    po Santo, s 8 horas da manha, e convida a seus
    parentes e amigos para assistirera a esse acto de
    religio e candado.
    Agencia dcleihks
    O agente de leiloes P. J. Pinto mudcu seu es-
    cripteno para o armazem da ra do Mrquez de
    Olinda n. 52, ond pie ser procurado.
    Ama
    Precsa-se de uma ama para cosinhir ; na na
    do Progresso n. 4.
    para cosinbar, precisa se dj ama : ra de Joa-
    quim Nabuco n. '). Caponera.
    Alfaialaria
    Ferreira & C. Successores avisam aos seus fre-
    guezes e amigos, que transferirn! a sua loja c
    officina de alfaiate da predi > ai'o ra do Bar:io
    da Victoria n. 24, para uu:ro ua inesuii ra n. '6,
    onde esperara continuar a merecer a confianga que
    sempre Ibes dispensaram.
    Attenditc
    Jos Samuel Botelho, o bem conhecido fabri-
    cante de bouqaets para casamentos e outros actos,
    e capillas raortuariaB de pe.petuas, tanto de do-
    res naturaes cateo articiaes. cfferece-se ao_res-
    pi itavel publico para ser procurado na ra Nova,
    leja de miudeaas n. 20, e > ma da Cadeia do
    Recife, loja de selleiro n. 43, prometiendo todo o
    asseio e proroptieriio no seu trabnlhc.
    j caroco de agoflao
    a 400 rs. a arroba
    lis
    Sexta feira, 3 do corren te
    AS 11 HORAS
    No armazem ra do Imperador n. 30
    O agente cima levar a leilo divereas obras
    impreseas, 35 pranchoes de pinho. 1 mesa elstica,
    1 cama francesa de Jacaranda, 1 carteira e outros
    objectos.
    Le'lo
    Ue oom mobiiia de Jacaranda com 1 sof 2 cen-
    slos com pedrs, 1 jardineira, 2 cadeiras de bra-
    cos e \ de guarnicao, 2 cadeiras de bataneo, 1 ar-
    mario grande p*ra ferros, 1 secretaria, 1 mesa
    para eserever, 1 lavatorio de o.nto com pedra, 1
    relogio, 2 mesas, 2 machinas elctricas, 2 caixus
    com ferros cirurgics.
    Sexta feira 3 de ./un/to
    % s f 1 horas
    No Io andtr do sobrado da ra do Imperador
    n. 14, em que teve escriptorio o Sr. Dr. Cosme de
    S Perera.
    Em continuadlo
    vender o mesmo agente muitos e diversos livros
    eirnrgicos, antores antigos.
    AVISOS DIVERSOS
    Aluga-se casas a 8#0bO no becco dos Coe
    Ibos, junto de S. Goncslto : a tratar na ra d>
    (mperatriz n. 5S.
    Pr-cisH-ae de ama cosrnbeira pt ra casa de
    familia, que seja de boa conducta ; na roa do
    Imperador n. 78, 3- andar.
    Traspasas se a taverua da roa do Apollo n.
    13 ; a tratar na mesma.
    = Altfga-se diias cass e sirio no povoado d*
    Torre, kmbas por 2Jc(K) mensa, j. Vende-se
    larangeiras cravo, ditas da chin, sapotiseiros e
    roseiras a preco de i meiro de Marco o. 14, ou caes 22 de Novembro
    numero 42.
    = Na nica taveroe, do povoado Arrombados,
    precisase de um menino para caixeiro, com prati-
    ca oa sem ella.________^__^___
    __ Preeisa-se de uma atrr de lettt ; tratar
    roa do Mrquez de Chinda n. 41, armazem ,
    Chegv.u a primeira remessa do precioso fsrello
    de carcho de algodio, o mais barato de todos os
    limentts para aaimats de raca cavallar, vac^um
    suino, etc. O carolo de algtdao depois de ex-
    trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali -
    ment que se pode dar aos anim es para os forta-
    lecer e engordar cem adaiiravl rapidez.
    Nos Estados L'qJos da Anv rica do Norte e na
    Inglaterra elle emotegade (com o mais feliz re-
    sultado) de preferencia ao milbo e cutros farellos
    que bao mui'o Tifcio oaro e nio sao de tanta sus-
    tancia.
    * tratar no Beclfe6 Largo do Cor-
    po san to. andar
    Tinta prela
    INALTERAVEL

    COMUl.MCATIV*
    PHARMACIA CENTRAL
    3& Ra do Imperador 38
    (ernambnco
    Serve para escripturaco mercantil e d tres ou
    quatro copias de tima vrz
    Fardas
    Tibnrrio de Oliveira *\ C.
    tra panno azul especial e proprio para fardamen-
    to militar, e disp de artistas habilitados para
    este fim
    Em sua casa de alfaiate
    A' roa -M.irqnez de Olinda n. 61.
    iimimendadiir jo- Pedro dan
    IVevea
    A mesa regedora da veneravel ordem terceira
    di N. 8. do Carino, grata memoria do seo falle-
    cido irmao, comaeadador Jos Pedro das Neves,
    pelos relevantes servicos que prestou a bem dos
    interesses desa ordem, mandara ctlebrar micsa e
    memento por alma do mesmo, qoarta-feira 1 de
    Juuho, trigsimo dia de seu fallecimento ; para
    cujo acto convida a todos os iranios, bi ui como
    ais patentes e amigos co mesmo finado a compa-
    rrcerem na igieja da nossa ordem, s S horas da
    inanh do reterido dia.
    ni nns un mancaag-i
    Cemmendador J
    Xeves
    Pedro da
    Trigsimo dia
    Antonio Pedro das Neves convida os seos pa-
    rentes e amigos para assistirem as missas que por
    a ma de sen finado pai, commendador Jos Pedro
    das Neves, manda celebrar oa igrrja da Madre de
    Dos, s 8 horas da manha de qaiota-teira 2 de
    Jonho.
    \ovo porto do carvlo
    Hun dti Mrquez di Henal n. *S
    Em lirtude da grande quautid.-i le de car va j
    que tcm cliegauo para cote pjrto, o proprietari i
    d-'Stt, n'solveu baixar para 6u rs. a barrica, e o
    frete sera o renos pjssivel ; o conductor do car-
    vo que nao tntregai o t lao .u acempanha cada
    barrica, d direito ao consumidor nj pa^ar o
    frete. O p.O|irierano do mesiru apressa-se em
    declarar que nao quem fornece cirvo pela for-
    ma conveniente, e nem se eutende com elle as mu-
    danzas para dentro o fra desta cidade, e sem
    com uma intitulada empreza do Sr. Joao Goncal-
    ves, pois quem deve ser procurado para tal fim,
    porque este capaz de maiores emprebendi-
    mentos"
    PHOSiHOROS
    Deutsche Quodlibel
    Sao os melhores
    que tecm vindo a
    este mercado, que
    tornam-se recommen-
    daveis tanto pela boa
    qualidade, como por
    virem colorados, em
    caixinhas de phanta-
    sia e com cromos 7a-
    riados.
    Vende-se por pro-
    cos mdicos. nicos
    depositarios Fran is-
    co Lauria & C. ra
    eo Bom Jess n. 16
    Lauria & C. ra da
    Imperatrizn. 82, Cos-
    ta Lima & C. ra d >
    Amorim n. 3S.
    SGieoios une cuno!
    Sem dicta esem modifi-
    ca(dcs de costumes
    La'oratorio central, ma do Vicoode d
    Rio-Branco n. 14
    Esqi-inu da ra do Rjente .Rio de
    Janeiro
    Especiflcos preparados pelo phar
    maeeueo Eugenio Marques
    de llolianda
    Appruvudos pelas juntas de hygiene da Corte.
    Repblicas do Prata e academia de industria di
    Pariz.
    Elixir de imbiribina
    Re8tabelece os dyspepticos, facilita as digee-
    toes e promove as ejeccSes difficies.
    Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
    Para os chluro-ancraico.-', debella a hj poemu
    intertropical, n censtitue os hydropicos e beribe-
    ric"8.
    Xarope de flor de arueira e autamba
    Muito ri-.'oinmi ndiido na branchite, na heoMp
    tyse e as toases agudas nu or-.r.micas.
    leo de testudsta ferrugtiobo s casi.-aa d
    lamojas airmrgas
    K' o primeiro aparador ni;..1,1, i.a tysica.
    Piluias aiite-pori pererina, quina ejaljoranny
    Cura radieulmeate as febses iotermittentes, re
    mittentes e pernicioeas,
    Vinho de jurubeba simpres e tambem fer
    ruginoso, preparados em vinho de caj
    EfBcazes as iaflammacoes do figado e bac
    agudas ou chronleas.
    Vicho tnico de capilaria e quina
    Appiieado as onvaleseencas daa parturiente
    retico aatafebril.
    Francisco Manoel da Silva i .
    Joao noim I Jnior
    O pessoal da companhia Kecife Drainase, anda
    sentido pelo fallecimento do seu sempre lembn do
    gerente Joao Dowsley Jnior, de saudosa memo-
    ria, manda celebrar algumas mirsas pelo descanco
    de sua alma, na sexti-feira 3 do corrento, s 8
    horas da manha, na matriz da Boa-Vista, trigsi-
    mo dia do seu passamento, e para este acto de
    religi-io e caridade, convidara a familia, parentes
    e amieos do finad >.
    CASA rnti
    Aos 3:0008000
    HII.HITIN %M l> ilUOS
    rra(ja da independen
    cia ns. 37 e 39
    Acham-ae venda os felizes bilhete
    garantidos da (ja toteria beneficio da
    Santa Casa ci Misericordia do Recife que
    se eztrahir na dia 7 do correntc
    PRECOS
    Em porjSo
    Inteiro 20700
    A retalho
    Inteiro 3<$000
    Antonio Augusto dn:; a*ito* Pon-..
    ASTFFlTN
    Aos 5:000|00(>
    Bi hetes garantidos
    23- RIJA PRIMKIRO DK MARgO-23
    Da 5a lotera da provincia e 4a parte daa
    conced las ato beneficio da matriz de
    Itarub venderam Marlins Fiuza & C. 03
    seguintes premioo garantidos :
    3641 f):000i5
    3124 2000
    4820 f)l).S
    ^245 30a
    6015 30,5
    17G7 30
    Aoham-se vf nda os afortunados b:
    lhetes garantidos da 6a oteria da ; roviu-
    Precisase de um criado cscravo, para uma casa
    ', de pequea familia ; a tratar no caes da ('orapa-
    j uhia n. 7, escriptorio.
    Cosinheiro cscravo
    Precisa-se de uw cosinheiro eacrav-, para uma
    casa de pequea familia ; a tratar no Caes da
    Companhia n. 7, escriptorio.
    I]
    Precisa-Si de uma eng mmadeira escrava, para
    uma casa de pequea familia ; a tratar i > eaes
    da Companhia n. 7, escriptorio.
    Antonio Amerlro <>iune daKilia
    J.aquiui Manoel da Meira Wanderley, Ai i ni
    Perera de G'es e Manoel Gomes da Silv-, mha-
    de, co:i mes da Silva, eonvidim polo pn ente a seus
    par. ntes c amigos, e bem assim il fina i para
    assistirem a musa que mauuam resar i ui a lu i do
    ( mesmo finade, no da 2 de Junlu i indi.uro, \ 7
    horas da maoba, na ordem terceira de S. Francis-
    co, mauifest'iidn a todos lutetipadam.- seus
    I agradeoim n' '
    Juaquim Uemetrlw de Alsnelda
    Ciavalcnnte.
    Hdie mihi crastibe.
    Josephina Kosa de Almeida Cavalcante, Maria
    i Josephina de Aimcila Cavalcante e Joao Dome
    trio de Almeida Cavalcante, esposa, filha e irmao,
    convidara nos seus amigos o parentes ;i.ira assis-
    I tirem a missa, que por SUa alma, aera celebrada
    na matriz da Boa-Vista, 8 bnras da inanh 1>
    i dia 2 do corrente, 1- anniversano do seu falle-
    ' c'nento
    cia e 19a parte das concedidas em boae-
    ticio da Santa Cusa do JlisericMrdia do Re-
    cite, que se extrahir terca feira 7 do
    corre nte,
    PRECOS
    1 inteiro .'5S1 00
    1 teryo 1 ->000
    i:a porvo de loo*: para
    cima
    1 inteiro 2:>700
    1 terco WO
    : 4
    Mis ;im 2 l.onrearii iIon aillos
    Autoni J.:-di Cunha, Jos A'itoni i de Alinea
    da Cuaba, Manoel Augusto da Cunha e Manoei
    Jos '.'a Cunha P.i'to, cordialmentc ngraJecem s
    jiessoas que so dignaran] acompanhar ao comite-
    rio o restos moraos de seu cunhado o sobriuho,
    Manoel Lourenco ios Sant d*. a v i Ihi i pe-
    Jera, bem como aos amigis do fallecido e seus, o
    obsequio de assistirera as mi-sas do s timo dis,
    quo sero celeb adis sexta taira, '> de Juuho,
    pelas 8 hora; di manha, na igreja do, S. Kran-
    e [ssa&i ^ctsei.':. ,-^;-_jp
    LOTERA 5.a
    4.' part$ das loteras m beuefido ta marix de Itamb
    EXTRAHIDA EM 51 DE MAIO DE 1887
    PREMIOS
    3641 5:0 O 0^000
    m \m
    3124
    851
    4164
    5959
    6310
    351
    95H
    1272
    2438
    3921
    4820
    2001 1162
    100| 1192
    100a 1767
    iooi; 2482
    100K 2924
    .)() 3014
    50| 3507
    50| 5245
    50| 6015
    50$ 6383
    50^1 7009
    30|
    30$
    30$
    30$
    30$
    30$
    30$
    30$
    30$
    30$
    3640 102$000 3642 102$000
    Os nmeros de 3001 a 3700 (excepto o da sorte grande) esta
    premiados com 15$000.
    Todos os nmeros acabados em 41 estao jiremiados com
    6$000.
    Todos os nmeros terminados em 1 esto premiados com
    3^000.
    N. B. A extracto da 6.* lotera, em beneficio da Santa Casa
    de Misericordia do Recife sera' no dia 7 do mez vindouro.
    0 Thesoureir,.*W Candido de Mora**.

    \ afflVH 1


    Diario de Pernainlmc*--Quarta-lcira 1 de Jmiho de 1887
    i

    .
    i
    \
    <>
    Aluga-se barato
    Boa Visconde de Itaparica n. 43, anaazem.
    ^ua Coronel Soaasuna n. 141, quarto.
    Ba de Sapto Amaro n 14, leja
    Ra do C-rredor lo Biapo n. 18,
    Trata-" na a do omnwrci. 5, 1* andar
    iptorio de Silva (Jui maraes & C.
    A luir se
    AMA
    Preciaa-ae de ama ama para coaiobar em casa
    de ponca familia ; na roa Augusta n. 274.
    Ama
    ama casa com sotao, edificada a moderna, eos
    accommodaco para familia, sitio pequeo, entre
    as duas estacoes Jaqueara e Tamarineira.
    OITR4
    Urna casa nova em freute do Sr. Thom, propua
    para pequea familia, entre Jaqueira e Tamari-
    neira ; a tratar na ra Primeiro de Marco n. 25,
    toja de joiag._______________________^
    Preciaa-ae de ama ama para coeinbar e mais
    servicos deu. esticos de urna casa de pequea fa-
    milia ; a tratar na estrada do Rosarinho, sitio n.
    5, casa amarella.____________^_______
    Alura-sc
    Na Pra-ja do Conde
    d'Eu n. 7 2o andar,
    preeisa-se de urna co-
    % i n lie ira para easa de
    pequea familia.
    Ama
    __- Preeisa-se de uma ama ; na praca do Ctnde
    Xarope de cambar guaco e bal- cdi8E8u u 5 loja de sapate,r9'8e d,r qnem pre_
    a casa terrea a ra do Hospicio n. 70 ; a tratar
    aa mesma ra n. 81.
    Aluga-se
    u i andar do predio a. 21 ra do Barao da
    Victoria, e a loja do predio n. 11 ra de Mar-
    cilio Dias ; a tratar na ra do Vigario n. 31, pri-
    meiro andar.
    samo de Tol
    reparado pelo pharmaceutico Jos Francisco
    Bitteneonrt
    E' um poderoso preparado para todas ss affec-
    coes dos orgSos reepiatorios, como catarrho pul-
    monar, astbma, coqueluche, bronebite, paeumo
    nia, tisiea, etc., etc.
    Cada frasco 1 000
    Deposito na Pharmacia Centra!, ra do Impera-
    dor a. 38 PtrnamOuco.
    Ama
    Semenes Compra-sc grandes c pequeas quantidades :
    na drogara de Pn neisco M. da Silva & C, ra
    do Mrquez de liuia n 23.
    i nado
    Precisa su de um criado
    Paysand n. 19. Passagrin
    : a atar na ra d
    da Magdalena.
    Caixeiro
    Precisa-se de um eaiseiro a m pratica de seceos-
    e molhados, de 12 a 14 anuos, e d>' conducta afian-
    zada ; na ra de Bt-mfica n. 4, junto i, ponte
    grande.
    Preeisa-se de uma ama para easa de pouca fa-
    milia, que compre, saiba cosinhar e durma em
    capa ; na ra do Mrquez de O.inda n. 48, se-
    gundo andar.
    i Ama para cosinhar
    Precisa-se de uma ama : na ra da Imperatriz
    n. 23, 1 andar.
    Engenbo para arren-
    dar
    O Ooiabeira, d'agua, nioente e corrate, meia
    legoa d-stante de Jaboato, com trras para sa-
    frejar 2.000 pes do assuc-ar, e boa casa de vi-
    venda ; a tratar na ra da Imperatriz n. 49, se-
    gundo Andar.
    Sortes para S. Antonio,
    S. Joio e S. Pedro
    Esplendido eortimeiito, vindo de Rerliu,
    Prego- sem comp t> ncia, s na faoiica
    Vendme ra do Barar da Victoria n. 39.
    Venham ver para acreditar.
    Tricofero de Barry
    Garante-se qnefaz as
    cer eoreacer o cabello anda
    ios ruis calvos, enra a
    inha e a caspa e remove
    todas as impurezas do cas-
    co da cabeca. Positiva-
    mente impede o cabello
    de canir on de embranquo-
    rer, e infallivelmente o
    Varna espeaso, macio, lus-
    troso e abundante.
    Agua Florida de Barry
    Preparada segunda a formula
    original usada pelo inventor em
    1829. E' o nico perfume no mun-
    do que tem a approvacao officia'. de
    um Governo. Tem duas vezes
    raais fragrancia que qualquer outra
    ednraodobrodotempo. E'mnito
    iurb rica, suave e deliciosa. E'
    Biuito maig fina e delicada. E'
    milis permanente e agradavel no
    lenco. ?.' Haas vezas mais refres-
    cante no banho e no cuarta do
    doente. E' especifico contra a
    frouxidio e debilidade. Cura as
    dores de cabeca, os cansaros e os
    desnudos.
    Xarope Se Vicia ie Reater No.
    n.iniii
    De todas as fazendas existentes na antiga casa de
    Os se^nintes ariigos comprovan a realidade em vista dos seos presos
    Cortes de fustao pra coletee, -.i 16000, 15200 e l$-*00!
    dem de easeinira Casemiras pretas e flanellas, a BU0 rs., l0O0 e 1&200 o covado, urna largura
    dem diagones, a 2 dito du-as larguras.
    Brino de puro linho, de (ores, a 800 rs. e 1000 -metro I
    dem idem, braneo n. 6, a 1#.~)00 o dito I
    Liis de todas as qualidades para vestidos, a 200 e 240 rs. o aovado em reta-
    iho para acabar.
    Cachemiras dora, a 400 e (X) r?., o dito !
    Setins de i or- s, a 600 e 800 n. o dito !
    FustSes bratico e de (ores, a 250 e .'520 rs. o dito I
    Meias alvis p ra lueninas, a 25000 a duzia !
    Camisas nglezas, tin .s, a 35U90 a dita!
    dem fram-ez.is, branca e de cores, a 245000 a dita'
    Guardanapos grandes e de linho, a 35500 a dita I
    Ceroulas borda las, le 200030 tpara acabar) a 125000 e 155000 a dita I
    Espartilhos, -ie 8500:J e 105000 (vende-se: a 45000 e 55000 I
    Madapolao americano, a 65000, pc;as de 20 jardas I
    Esguioes para casacos, a 4;JoOO a dita de ditas I
    Cambraias bra leas bordadas, a 55000 e 55500 a peca !
    Grande sortimonto de chapeos para senh'ra, a 45000 e 55000 I para liquidar.
    Fichs e capas lie la, a 25000, 45000 uta !
    Bramantes de linho puro, de 35000 (para acabar) a 25000 o metro !
    Setinetas, a 2*0 rs de todas as cores.
    Pannos para m i-as, f-toalhafios bran< 03, algudSes, e finalmente liquidam-se
    odas as fazendas por menos 40 s/o dd stu valor as que tstiverem abertas as pegas.
    Antiga casa
    DE
    CA MEDRO DA CNHA
    59Ra Duque de Caxias50
    ANTES D SAIr-O. SSFOIS DE USiX-tt.
    Cura positiva e radical de todas as formas de
    scrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
    AffecfSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
    ludo com perdado Cabello, e do todas aa do-
    eneas do S\ngue, Figado, e Kins. Garante-a*
    que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
    restaura e reno va o systema inteiro. *> ,
    Sabao Curativo de Re!ter
    Para o Banho, Toilette, Crtan.
    8as e para a cura das moles-
    as da pella de todas as especie*
    em todos os periodos.
    Approvados e autorisados pela inspecto-
    ra geral de hygienne i!o Rio de Janeiro.
    Deposito cm Pernarobucc casa de
    Francisco M;:ooel da Silva & C.
    Por 22$
    Aluga-se H
    bons comino i
    Lotera da Provincia
    Ter^a fcira do corrente se extrahir
    a 6.a lotera em beneficio da Santa Casa da Mi-
    sericordia 210 consistorio da igrcja.de N. S. da
    Concctyo dos Militares, onde se aeharo ex-
    postas as urnas e as espheras arrumadas en?
    ordem numrica apreciayao do publico.
    casa u. 2G da ra de S. JoSo, com
    os, bom quintal e est limps ; a tra-
    tar na ru* Duque de Cxxias n. S.i, loja.
    I filma novidade de rogos
    e sones
    Offerece-se aos amadores, para os festejos daB
    uoites de Santo Antonio, t). Jco c S. Pedro, um
    completo sortimento deates artigos, que vende-se
    por precos muito razoaveis, e faz-se grande diffe-
    rencH oji porco ; na ra do Kangel n. i. e ra
    estreita do Rosario n. 23.
    Tonturas de cabrea on eocha-
    quecas
    Esse terrivel scffrimento cura se fazendo-se
    USO diariamente, ao deitar-s". (io uma a duas pi-
    lulas anti dydpepticas e reguladoras do vtntre,
    preparadas por
    Hai IIioIoiik-ii A C. *>u <*..irc-i
    34 Kua larga dj Rosario 34
    Pernambneo
    hracoes
    WHISKY
    KOYAL BLEND marca V1ADO
    Este encllente Whisky Escosses #r ^errv
    o cognac on agustden^e de canna, para rortific
    > torpo.
    Vende-te a retalho non ihereB armacen*
    molhados.
    Pede BOYAL BLEND marca VIADO cujo nv
    ine e emblema sao registrados para todo- o BracL
    _________BROWNS U. C, agentes
    Cabriolets
    Vende-se dona cabriolets, sendo nm deseobert,
    e ontro coberto, em perteito estado, para nm ou
    dona ca val I os; a tratar roa Duque de Caxiat
    ' A' FIori&T
    Roa Duque de CaxJas n tok
    Chamase a attencao das Ezmas. familias'par
    os procos seguintes :
    Ciatos a U000.
    Luvas de pellica por 2/500.
    Lavas de seda cor granada a 2, 2/500 e 3
    o par.
    Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 r. e
    metro.
    Albuns de 1/500, 21, 3/, ate 8/.
    Ramos de flores finas a 1/500.
    Luvas de Escossia p&ra menina, lisas e borda
    das, a 800 e 1/ o par.
    Porta-retrato a 500 n., 1/, 1/500 e 2/.
    Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
    Anquinhas de 2/, 2/500 e 3/ uma
    Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
    Espartilho Boa Figura a 4/500.
    dem La Figurine a 5/000.
    Pentes para coco com inscripeo.
    Enchovaea para batizados a 8, 9, e 12/000
    1 caira de papel e 100 envelopes por 800 ri
    Capilla e veus para noivas
    Suspensorios americanos a 2/500
    La para bordar a 2/800 a libra
    M2o de papel de cores a 200 rie
    Eslojos para crochet a .$000 rs
    Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
    de largura a 3/000, 4/090 e 5/000 o peca
    Leques transparentes a 3/000
    dem preto a 2/000
    Lindos Broxes a 3/000 1/000 e 500 ris
    Leques para menina a 200 ris.
    Linha para machina a 800 ris a duzia, (CBK)
    Bordados com dois dedos de largura 60<> ris,
    3 dedos 800 ris, 4 dedos l/00.
    Garrafa d'agua Florida 800 ra.
    Leques com borlota a 800 rs.
    Bicoa brue s pura a "tincia, cretone e chita pa-
    ra correr babados a 1/000, a l/50i) a peca com
    10 varas, barato.!
    Albuns de chagrem, veludo e verbotina para
    50 e 60 retratos a t/, 7/ e 8*000.
    Meias de Escossia para senhoras, a 3/500 o par.
    Lencos de linho em lindas caizas,
    Bico das libas muito fino proprio para toalhas
    e saias.
    dem japonez proprio para alvas e roqueta e
    toalhas de altar.
    dem braneos com 5 dedos de largura, a 3/000
    a peca com 10 varas.
    Caizas com sortes de jogo de mgica proprios
    para salik/, a 5/000.
    Sabonetes de deversas qualioades.
    Bolsas de courc para menina de escola.
    Collarinho de linho a ii'O ris um.
    firande pprhincba cm cwparlilboM
    de linbo a 34OOO. um.
    BARBA & HAOSTS
    Tanque
    tanque de pedra |
    ada de Joo de B;
    Grande sortimento
    A REVOLUCAO
    0 48 a Ra Duque de Caxias
    Tendo recebido directamente nm completo sortimento de fazendas
    que venden, por presos qne admiran,
    Lindas cachemiras bordadas a seda, a 700 rs., cavado.
    Linn com selpicos, fazeuda n.uito larga, a 600 rs., covado.
    L3s com listrinhas, novidade, a 560 rs., eovado.
    Ditas com quadrnbos, a 400 ra., e-ovado.
    Lindas alpacas de cores, a 320 rs., covado.
    Ricas pecw de etamine, modernissimj, a 10)5000, pecla.
    Cambraia bordada, a 50500 e 60500, pea. S
    Ricas guarnijSes da viludilbo, bordadas a vedrilbo, a 60500, uma.
    Lindos dama^s, 320 rs., covado.
    Gorgorinas de listrinhas, a 320 rs., covado.
    FustBes de edres. a 320 e 400 rs covado.
    Dito braneo, a 400, 440, 500 e 640 is., colado.
    Linhos escocezes, a 200 e 240 rs., covado.
    Las escocezas, a 120 rs., covado.
    Setinetas finas, s 320 rs., covado.
    Veludilhos, lisos e lavrados, a 10000 e 10200, covado.
    Ditos bordados a retroz de seda, a 10800, covado.
    Cortes de cachemira para vestido, gosto escocez, a 200000.
    Toilets para baptisados, a 90000 e 120000, um.
    Renda do Japao, novidade, a 200 rs., covado.
    Cortes de fustao para collete, a 10000, um.
    Camisas para senhora, a 300000 e 4S0OOO, duzia.
    Cortinados bordados, a 60500, 70000 e 9500(1, par.
    Espartilhos de couraca, finos, a 40000, 50000, 60000 e 70500,' um.
    Colchas de c6res, a 20000, 40800, 50500 e 60000, uma.
    Lencos de eaguiao, a 20000, 20400, 20800 e 40000, duzia.
    Fichs de retroz com palmas de seda, a 10000 e 10500, um.
    Meias para senhora, a 30000, 400 10, 50500, 60000 at 150000, a duzia.
    Ditas para hom?m, a 20400, 20=00, 30000, 45000, 5:5500 e 70000, duzia.
    Grande sortimento de madapoloes e algodoes, brins de cores e branoos, case-
    miras pretas e de cores, cheyiote e muitos outros artigo* de phantasia.
    S NA REVOLUCAO
    48RUA DUQUE DE CAXIAS48
    Henrique da Silva Noreira
    PHARMACIA CENTRAL
    38"'Ru do Imperador38
    Tendo passado por uma completa reforma acha-se montada a satisfazer
    promptidao as indioagoVs medicas, tendo para ess"- fim medicamentos de primeira
    lidade e especialidades pharmaceuticas dos primeiros fabri antes.
    com
    qua-
    Vende-Be um tanque de pedra (eautria portu-
    gueza) ; na estrada de Joao DE
    Fogos e sortes
    Sinto Antonio, S.
    PHARMACIA FAISACEZA
    BB.
    8:C.
    para os festejos das noites de
    Jco e S. Pedro.
    Ultima normado
    faz se
    Vende-se por pn 508 muito rasoaveis e
    grande difierenca em por^ao.
    Ol.Kuado Barau da Victoria Cl
    Loja do Souza
    CiiiK-iiio paienie Purtland, marra
    Itoltins Liundon S \<>i-tlifeeld
    Keal
    Vendem Livramento C, no cae? d? Apollo
    numero 45.
    Para evitar falsificagoes com referencia ao co
    ohecido PEITORAL DE CAMBARA, deve exi
    gir-se este preparado eom a firma do au^torAr-
    vares de S. Soares em rotulo circulando aro-
    Iba do frasco e a n-arca da fabrica nos involtorios,
    irulada pelo n.mr dos agentes e dep zitarios
    geraes em Pernatrbuco Francisco Manoel da
    Silva & C' ra do Mirqu--z d" linda n. 23
    lian lifim
    PARA TINGIR A
    barba e os cabellos
    P4RIS
    15 O i 1'EchiqaUr.
    Foriiocedor
    privilegiado da Casa Real d> Espanha
    e de D. --I. a Rainha de Italia.
    Oze& P.
    Ozea Sachet.
    Ozea Essencia.
    Ozea Agua de toilette.
    Ozea Vinagre de toilette.
    Ozea Agua para os dente.
    Ozea Pasta para os denles.
    Ozea Oleo.
    Ozea Sabo.
    Ozea Pomada.
    Ozea Fixativo g
    Ozea Cosmtico.
    Ozea Brilhanlina.
    Ozea Cold Cream
    Batas exquisitas preparaces a&o naito apre
    ciadas ua mais distincla aociedade pela deli
    cadeza do sen perfume.
    W M R E C E FVS
    TRANSPARENT CRYSTALS0AP
    (Sabf. > transparente cristalino)
    reeonhecidD como mais perfeito d" todos 03 sabaos de toilette pelas suas
    propi ice lo oej aror..- o pelr. sua larga dvracSo.
    j.-noi^. Ferfaau.riaa, FaraucU, Esta tintura tinge a barba e os cabellos ins-
    tantneamente, dando Ibes uma bonita cor
    e natural, inofensivo o scu uso simples e
    rpido.
    Vendc-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
    GARA de Rouqucyrol Freces, suc-eessores de A
    CAORS, ra do Rjm-Jesus (antiga da Crut
    a. 2?
    Caneil"
    Compra-se em grande ou pequea por^ao ; na
    ra larga do Rosario n i.
    ne assucar
    Apparelbos e ta e cura. Proprio para engenhn* peque-
    os, sendo mdico em preco e ef-
    fectlTO em peraco
    t'ode se ajimt 1 aos etigenhoa existentes
    do systema veltio, melh'irxndo muito a
    qualidade do assui'ar e aug neniando a
    quantidade.
    OPERAgO MUITO SIMPLES
    Uzinas graii ma :h 1 n 1.- n 1 aperfeicoa l<>, .-ystema moder-
    no. Plantas completas ou machinismo
    separado.
    Especificac3es e iriformaoS-s com
    Bi-owns .
    5-RA DO CO.V1MERCIO-5
    Vinlio da ^fourisca
    A delicia da paca
    Acaba de cbigir nova r.emessa deste ezcellcnte
    vinho de mesa, que se torna rtcorame idavel por
    ser com sante a vide o deu ; vendem Justo Tei-
    zeira & C. Successores, ra da Penba n. 8.
    Livramento & C.
    vendem cimento port'and, marca Robins, de Ia
    qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
    FERREIRA IRMAO
    25-EDA DI BAtld DA ICIIiA-
    N'este estabelecimento bem conhecido,
    encontrar o respeitavel publico, um com-
    pleto sortimento de medicamen os, drogas,
    productos chimicos, especialidades pharma-
    ceuticas nacionaes e estrangeiras, oleost ver-
    pinceis, artigos proprios para photo-
    nizes,
    M
    coinniercio
    Vende-se na pb-rmacia do Dr. Sabino, ra do
    Baro da Victoria n. 43.
    Cofres de fe ro
    Carlos Sinden re-
    cebeu, em consigna-
    do, cofres de ferro
    provadefogo. Assim
    como cha preto de su-
    perior qualidade, e
    vende por presos mais
    barato que outro qual-
    quer.
    48- Ra do Baro da \ctora48
    Sobrado a vender-se
    Vende-se o cobrado n. 87 ra da Aurora, em
    fn nte a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
    pode entender-se eom o orreetor Pedro Jos Pin-
    to, na praca do Couimercio.
    graphia, pyrotechnia, etc., etc., tudo recebido
    directamente dos mais acreditados fabrican-
    tes da Europa e ^America.
    Garante-se a qualidade de tudo que fr
    comprado n'este estabelecimento, quer em
    grosso, quer em retalho, afim de bem ser-
    vir aos que lhe dispensarem sua confianza.
    ra do Sarao da Victoria\
    iMPHIA
    O abiixo tend vendido o n-u t>t belecimonto
    de molbadn sito ra do S. I n 24 da eidade de
    Olinda, o Sr Aiunn> R eir.gu' Tavares, lvre
    e desi mhi racado de qu Iquer me, convida a
    qui m 8 julgar cr< dor a HprrnentHr i-uas c utas,
    no praz" de ire d as a contar da data presente,
    fienndo u comprad* r setii m t-punoaln idade algu-
    nm, depon d findn a pi. z .
    Oiinda, 7 d. Man de 1887.
    ,1 h,|iiui Moreir Coelho.
    VENDAD
    Vende-se
    Terreno
    Vende-se nm terreno confronte a estacao do
    Principe, estrada de Joo de Batros, com 90 pal-
    mos de frente e bastantes fundos, e com alicerces
    para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri
    0 ro andar
    Man higa iogha
    Tem para vender em latas com meio kil* cada
    uma a 7< 0 rs. Ante nio Duarte, ra da Unio
    n 54 e Anbur O ncalves Macaes, roa da Au-
    rora n 85, ct/nfruntando-se com a estacao de
    Oiinda.
    orna armacio de amarell envidracada ; a tratar
    na roa do Marques de Oiinda n. 30.
    IllBVEl
    inico de imilaiiilia
    ompoato eom quina e glyce
    tea
    CONTRA AS CASPAS
    22 Ra Lar ga do Rosario 22
    ALBERTO HENSCHEL & C.
    :-2-IIiih da Barao da Viclaria-32
    Este acreditado estabelecimento pbotographico participa ao respeitavel publico,
    que coDtina a executar os mais aperfeicoados trabalhos pelo systema mais moderno
    mais apreciado. Acba se babirlitado a aatisfaser as mais difficeis exigencias, quer em
    trabalhos photogropbicos, quer em pintura a oleo.
    Aleen de seus trabalhos photographicos que sSo por temis conhecidoB encarre-
    ga-se tanibem de retratos a oleo para o que j se acba entre nos de volta de sua ria-
    gem a Vienna d'Austria, onde visitou aa principaes galeras, o eximio pintor^Ferdinand
    l'iere. k, bastante coobecido pela perfeigao de seas trabalhos, desde 1877, quando aqu
    estere em nossa casa e ltimamente o anno pastado.
    Para satisfazer em geral a todos que honrarem o nosao. estabelecimento com
    euas encommendaa participa qne alm dos retratos, aeja qual fr o systema, tambera
    recebe encornmendas para qaalqxjer vista ou payaagem, quer photographicas, quer pa-
    tadas a oleo, sendo o encarregado destas ultimas o mui conhecido paysagista o ir.
    Telles Janior.
    Roga se s Exroas, familias e mais pessoas o obsequio de honrarem com suas
    visitas nosso estabel-cimento, onde sempre existe uma magnifica expoaicio dos trabalhos
    que executamos e onde tambem os senhores visitantes enooatrarSo lhanea no tracto^,
    perfeicSo nos trabalhos e modicidade nos precos.
    C, Barza,
    GERENTE.

    "1


    8
    ASSEMBLEA GEBAL
    I
    SES30 EM 18 DE MATO DE 1887
    PEESIDKNCIA DO SR. CANSANSAO DE 81-
    NIMB"
    {CondmcLo)
    A advertencia ao teaente-coroasi Ma-
    durara, foi coosequencia da publicagao
    pela impresa, em que file atacava um
    ex-ministro da guerra que so entilo nao
    era Afectivamente sau superiar, era-o
    quando praticou o acto censurado por
    aquella clfi:ial.
    Este oficial, que deu origem ultima
    pbase da qu.'stlo, tinha siio alvertido e
    reprehen ido pelo nobre ministro da guerra
    daquslla poca, palo molo por que respon-
    dera a urna orden do ajudante general.
    E3te foi o faeto.
    As disposigBcs dos avisos ctalos regiam
    quando foram applicados. O conselho su-
    premo militar toi porventura consultado se
    o "overno devia ou nao retirar os navios 7
    Acba o nobre senador que isto era conse-
    quencia; mas aquellas disposigSa embora
    hoie tasadas de illegaea e que naquella
    poca nao eram consideradas taes, e sim
    na verdade legaes, nXo podem ter effeito
    retroactivo.
    O governo podia mandar levantar essas
    notas, exoffido ; mas as demonstragoaa
    que apparecerara immediatamento depois
    da consulta do conselho supremo militar,
    com a qual os militares se mostram satis
    teito, c as novas reclamares declarando
    que elles continuaran! na mesma attitudo
    emquanto nao fossem retiradas as notas,
    collocaram o governo em posigao (aa phra-
    se do nobre senador) de submetter se ou
    esperar que os officiaes viessem requerer
    conforme era de estylo, e de que dcviam
    usar.
    O Sr. Visconde de Pelotas nao apoiado.
    O Sr. Barao de Cotegipe isto capri-
    cho que V. Exc nao dev8 autorisar.
    -jg.Disse-me quo o governo devia fazer o
    que Ihe cumpria, independente do requer
    ment porque quem tem diroito nao pede.
    Eeta affirmativa absolutamente errnea.
    Quera te o direito nao pede favor, pede
    justica. Onde est o desar de requerer ao
    superior paraque reconsidere o seu acto e
    o revogue aa assim o entender ? Nao v.
    Capricho do governo O governo nao
    tem outro capricho senao manter a sua
    torga moral.
    J dase que observou-se a legislaglo e
    a disposigao que regulavam, quando fo-
    ram applicados os avisos. Depois da rese-
    lugao de consulta, o govcruo nao podia
    mais applicar aquella pena senao nos casos
    mencionados no parecer do conselho supre-
    mo ; mas uera por isso ficaria ipso fado re-
    yogado e nullo o que foi praticado anterior
    mente. Talvez o governo tivesse resolv
    do a revogago, se nao fosse immedia-
    ta a presso que pretenderam exercer
    sobr o seu cimo. E isto o que se
    chama capricho 1
    A questao en si parece, senSo occulta
    outros tos, urna questao de forma. Mas
    concordando mesmo que baja deneg-icito
    io ustiga a este ou aquello oficial, na re-
    cusa de nao trancar as notas dos dous offi-
    ciaes, o caso (se pode haver caso quo auto-
    rise taes pronunciamentos) para ser qua-
    lificado de bro do exercito, ou questao
    individual ?
    Os regulamentos militares o que dizora 7
    que a ordem illegal dada por um coronal a
    uin official c cumprida, depois represente
    contra ella. Ora urna ordem do governo
    dada em virtude de lei, bam ou mal enten-
    da, estar as raesmas circumstancias ?
    Nao. Em que affecta os bros do exerci
    to umo injustiga fcita a um dos seus raem-
    oroa ? Se isso fosse exacto, nao haveria
    acto injusto praticado contra qualquer mi-
    litar, a respaito do qual o exercito nao dj-
    vesse pronunciar-se.
    Mas, na opinio dos nobres senadores, is-
    to uid> perseguido. Le van te-se o exer-
    cito, reuna-ia, exija que seja revogada a
    transferencia, porque foi um acto injusto.
    Pode isto ser cabivel ?
    O governo faz urna promocab por mere-
    cimento dentro dos termos legaes; mas
    que, na opini > geral, como ha rauitas, toi
    injusto, segu-se que est ferido o brio do
    o facial preterido. Loga de va o exercito
    tomar parte em favor desse official. Pois
    possivel que, assim, baja governo T
    O Sr. Avila : O acto do governo ex-
    clue o exercito da coramunhio nacional.
    O Sr. Birao de Cotegipe pondera que
    para tudo ha argumento. O nobre sena-
    dor pode argumentar desta forma, mas ha
    de achar poucos da sua opiniio. O nobre
    senador que acaba de fallar nao de cer-
    to, dessa opinio.
    Por ultimo, estranbou o nobre senador
    que o orador rctribuisse desafio com desa-
    fio ao manifest dos generaos, ^ao retribuio
    desafio algum, nem ao orador cabe desa-
    fiar. O governo est em posigao de nao
    desafiar, nem receber desafios. As pala-
    vras que tem proferido nilo tem outra sig-
    nificago. O govorno eatava no seu pos-
    to : se exstia ameagis, como roconhece o
    nobre senador, as expresaos do mani-
    fest, o orador disse que nao as tema.
    O Sr. Candido de Oliveira:Mas a
    culpa dos dous generaes punivel.
    O Sr. Bario de Cotegipe:Em que ar-
    tigo do cdigo criminal ? Ser no que se
    {refere liberdade de imprensa '?
    O Sr. Candido de Oliveira : -E' dos ar-
    tigos de guerra.
    Os Srs. Affonso Celso e Henrique d'vi-
    la do apartes.
    O Sr. Baro de Cotegipe (presidente do
    conselho):Entao V. Exs. entende que o
    nobre general, senador do Rio-Grande do
    Sul deve ser submettido a conselho de
    guerra ?
    O Sr. Henrique d'Avila : -E' a fatali-
    dade do direito de legitima defeza em que
    o governo o collocou.
    O Sr. Visconde de Pelotas : -Devo,
    nao ha du /ida.
    O Sr. Affonso Celso : -Todos nos te-
    os temos dito isto...
    O Sr. Henrique d'Avila: O geverno
    demitta-se ou sujeite o nobre general a
    conselho.
    O Sr. Barao de Cotegipe (presidente do
    conselho) : Pois nao me demitto, nem
    mando sujeital-o a conseno.
    O Sr. Virlato de Mcdelros diz
    que bem ou mal, o governo sujeitou a
    queBtao ao supremo conselho militar. O
    conselho opinou de manera com o qual se
    conforraou o governo. Entretanto, este,
    acei'.ando a dnutrna, nao quer comtudo
    adroit'-ir as conseqtiencias.
    Repetidas vezes tem o governo procu-
    rado basear os seus actos no decreto regu
    lamentar de 8 de Marco de 1875; mas
    nesto mesmo, se com attencSo fosse lido
    o art. 4o S 3, ver-sa-hia que considera-
    da justificativa das transgressoes da disci-
    plina militar o teram si io commettidas por
    occasio da praticar o transgaessor qual-
    quer accSo meritoria em defeza de sua
    honra ou da de algues.
    Pelo art. G5 do mesmo regulamento
    Diario de Pernambuco(tuarla-ieira 1 de Junho d 1887
    95*
    >uco
    Tao poco V onde estejam prahibidas as
    reunioes aijlitores, porque as da officialida-
    de e dessMlMda evidentemente nao consti-
    tuem fofga armada de que falla a consti-
    tuicio. ^
    Tudo que se tem pratieodo s >b pretexto
    de zelar a disciplina, um exceaso dos go-
    veroo, nos quaes, por via de regn, >>3
    pastas militares slo confiadas a udados
    quo nunia vestiram farda. O resultado
    o qua se bata vendo, a gravissima situa-
    dlo a que se ebegou, e que, entretanto, o
    nobre presidente do conselho pretendo sol-
    ver com um discurso, que terminou provo-
    cando hilarilade.
    Faz varias considerares sobre a admi-
    niatraelo militar em outros pjizes, nos
    quaes o ministro da guerra tem antes func-
    eSo parlamentar, sem que jamis v at
    punir officues; e termina pedindo ao go-
    verno que, de acord com a justica e a
    boa r.iziio, mande trancar as notas dos
    officiaes,-que nSo delinquirn! e que ape-
    nas exerceram o seu direito.
    O Sr. visconde de Pelvtas diz
    que o entristeceu o riso do nobre presiden-
    te do conselho. Ou S Exc. ou o orador
    est engaado ; ban desojara o orador
    ser aquella que se engaa !
    O exercito nao est disciplinado, diz se
    Onde est a injustica na
    de um iniliur de um ponto

    art
    tarobem se estabeleje que -ss a autori-
    dada suoerior conocer que houve exces-
    so ou injustga na applicajlo do castigo
    disciplinar, dever proceder contra o au-
    tor do excesso ou iujusticae pelo art.
    6G a deoiragio motivada da injustica dis-
    ciplinar, isenta o punido dos effeitos da no-
    ta do 3i.;mo castiga, e nao ser essa nota
    lan9aio, em seus assentamento3 do livro
    mestre c em outras relaces. Assim, no
    mesmo ragulamenta ia 1375, est funda-
    da reciamacSo a que o governo no
    querfattinder.
    No v nao s era aossa legislado como
    era qualquer outra do mundo, nenhuraa
    transferencia i disposigao que prohiba ao militar vir ta-
    para outro
    prousa, ".xcepto
    seus superiores.
    mas assim no nao obstante as tentati-
    vas do governo para tornal-o indisciplina
    do. Citar um fcto que o demonstra. O
    ministro di guerra, sem nenhuraa eoramu-
    nicayo previa ao commandanto das armas
    da provincia do Rio-Grande do Sul, man-
    dou que o substituase o commandanto da
    guarnicao da^cidade do Rio-Grande, briga-
    deiro Valporto. Quando este se apresen-
    tou em Porto Alegre, grande foi a sorpre-
    za do commandante das armas. E' isto
    ou nao contra todos os preceitos da disci-
    plina militar ?
    Relativamente s rcuoiojs militares,
    tambera pensa que nao sao ellas prohibi-
    das pela letra constitucional, que falla era
    torga armada. Reunidos andam sempre
    os officiaes em todos os paizes do mundo,
    nos theatros e outras diversoes ; e nunca
    ninguem vio nisto araeaga da ordem publi-
    ca. Quando o nobre ex-ministro da guer
    ra fez a visita do eatylo aos corpos da
    guarnido desta i6rte, os officiaes do Io
    regiment de cavallaria receberam insinua-
    5^0 para pagal-a.
    Foram, e o nobre ex-ministro recebeu os
    em sius salSes, onde se dancou e recitou-
    se ao piano. Entretanto, a officialidade
    estava armada, como de estylo.
    O manifest, ltimamente publicado tem
    valido ao orador varias censuras ; mas
    preciso ponderar que foi um meio de que
    se langou mo, quando todos os recursos
    istavam exhaustos.
    O Sr. Ribeiro da Luz (ministro da guer-
    ra) : Todos os recursos legae3, nao se-
    nhor.
    O Sr. Visconde de Pelotas declara que
    se delinqui, declina das suas immunida-
    doa como senaior e pede que o subraet-
    tam aos :ribunae3 militaros.
    O Sr. Ribeiro da Luz (ministro da guer-
    ra) : -O nico tribunal competente para
    julgar V. Exc. o senado.
    O Sr. Visconde de Pelotas diz que nada
    obsta que se pega ao senado lieenga para
    processal-o. Em todo caso, o raarechal
    Deoioro nao tem inmunidades parlamen-
    tares, e entretanto o governo nao o procea
    8a. A verdade que ato revela traqueza
    por parte do governo e os governos fracoa
    sao um grande mal para qualquer nagao.
    Por amor do paiz, pelo interesse da or-
    dem publica, pelo das instituigoes, talvez,
    pede ao nobre presidente do conselho que
    pondera a gravidade da situajao, dando-
    he urna solucao digna e justa, Ao con-
    trario de S. Exc, o orador nao se sent
    desassombrado, e comtudo mais mogo
    que o honrado presidente do conselho.
    O r. Baro de Cotegipe (pre-
    sidente do conselho) uao esteva presente
    ao comecar o nobre
    Grande do Sul o seu novo discurso; mas
    uuio a que basta para julgar-se no rigo-
    roso dever de offerecer prompta respoata. j
    Pole o nobre senador com a sua auto-
    ridade censurar todos os aotos do gover-
    no, taxal os de injustos, demonstrar a sua
    fraqueza, e empregar toda a aorta de epi
    thtos que tenham lugar no caso ; desde
    que, porra, S. Exc. declaroa renunciar
    aos seua privilegios senatoriaes, e pedio ao
    governo que o manda8se responaabilisar,
    deixou de repreaentar o cargo "de senador,
    passando a representar somante um militar
    de alta categora...
    O Sr. Silveira Martins : Nao apobdo.
    O Sr. Visconde de Pelotas: Nao que
    ro as inmunidades de senador.
    O Sr. Bario de Cotegipe amente pre-
    tenda, com o que a dizendo, significar
    que o honrado Visconde do Pelotas fallou
    antes como militar que como senador, e
    tanto assim que faz renuncia do que nao
    poda fazer, pois que 03 privilegios eena-
    toriaes sao dados antes por interesaos p-
    blicos do que pelo pessoal. (Apoiados.)
    Sem ventilar a questao de poder o Se-
    nado dar permissilo precisa para ser pro
    cessado um do seus membros, perguntar
    o orador ; sujeito que fosse o honrado se-
    nador a um processo, ficaria terminada a
    questSo ? Dal a-hia S. Exc. por finda ?
    Se o nobre senador entende que sim, urna
    vez lavado ao tribunal militar, que tanto
    pode absolvel-o como condemnal-o, quei-
    ra declralo... (Pausa) J v que o seu
    modo de encarar a questao nada tem defi-
    nitivo.
    Ignora o orador porque ha de ser o
    nico responsavel pelaa fataes consoquen-
    cias que se affiguram ao nobre senador,
    attribuindo ao governo urna especie de tei-
    ma em nao resolver do modo que S. Exc.
    tem pelo mais conveniente. Pde-ae re-
    plicar ao nobre aenador dizendo-Ihe qne o
    orador est no seu posto, e que o mesmo
    nao acontece a S Exc, o que se evideu
    cia de haver o honrado general reconhe-
    do que, pelo facto de assignar o mani-
    fest, corametteu urna falta militar.
    Se o governo, que nenhuma falta cora-
    metteu, e apenas exige a observancia de
    urna formalidade legal para fazer juatiga a
    quem a tem, o responsavel, por todas as
    cousequencias de sua denominada obsti-
    nagao queu ser mais responsavel do quo
    aquelle que confes3a nao estar no caminho
    da lei ? Portanto, s?, o que Deus nao per-
    mita, esta desgranada questao chegar ao
    ponto que proohetisou o honrado seoader,
    o responsavel principal, com dor o diz o
    orador, ser o nobre Visconde de Pelotas.
    A sua alta patente, a influencia que tem
    sobre o exercito, o seu reconhecido patrio-
    tismo, pareciam aconselhar-lbe que erapre
    gasse o seu prestigio contra a irapacien a
    e os excesaoa dos que inaistem pala retira-
    da do acto do governo.
    O honrado senador alludio s palavras
    do orador relativamente a falta de raedo.
    Ha medo e medo. Quem diz ao honrado
    senador que o orador nenhuma appreben-
    aiio tenba ? O que pretendeu izer, quan
    do uaou da expressao a que allud* o nobre
    senador, foi que todo receto seria sobre-
    pujado pelo dever de honra que ao rainis
    tro assiate na manuteogao da dignidade do
    governo. Nos campos de batalha nem to-
    dos entrara com inteiro sangue fro. O no-
    bre senador, lido na historia, ha de saber
    que quando Henrique IV entrou no com-
    bate de Ivry, tremia como varas verdes :
    m"8 referindo se ao seu proprio corpo, di-
    zia : Carcassa, hei de dominar-te Recea
    o orador tristes coo8equencas, maa tam-
    bera domina o receio e sente-se animado a
    cumprir o seu dever.
    senador pelo Rio- Mas que fazer? Fugir, legando triatisai-
    mo exemplo aos seus succesaores V Nao;
    preferivel morrer no posto a praticar acto
    tao ignomino80. Deus dar ao orador, se
    nSo a coragem, a resignacao neceasara
    para preceder correctamente !
    O hunrado senador diz que desta quea-
    tao pode provir a transtorno da ordem pu-
    blica, que d'ahi no ser impossivel origi-
    nar-ae o descalabro das instituigoes, che-
    gando S. Exc. mesmo a alludir ao movi-
    raento que terminou o priraeiro reinado :
    e comtudo nao metta a roo na sua con-
    sciencia, que Ihe dira: Visconde do Pe
    de padil-a a
    grande v*-
    F0LHET1M
    JOSLAROiNZA
    POR
    MOQUES DI" FLOT E PEDRO MAEL
    TERCEIRi PARTE
    O ABYKHO
    (Gontinuago do n. 123)
    X
    Naquelle momento, aa vistas do Juliano
    nao 3; pudiara despregar daquelia lamina
    na, delgada o acintillantc.
    Seus olhos para ella voltavam-se de con-
    tinuo, como se obedecessem a urna foscina-
    Sao.
    Por momentos tove a iia
    Roa val.
    Aquella faca nito podia ter
    lor.
    Depois, quasi ma''hio.lment, reflecti.
    Talvez aquelle pe lido deepertasse ausp-i-
    taa ; e, se b-vn qu as suas preven',
    contra o banqueiro, no caso soffressera real
    queda, Darmailly, intelligente e prudente,
    nao quiz inteiraraente repudia!-..6.
    Afastou se, poi-', daquelle sitio, e, >m
    '.iJi'.i hab:lidade, por u:ua aria de pro-
    gressivos passos p*ra tras, fi collocar-se
    por t;s de RouvhI, fra do alcance do 9 1
    olhar.
    EntSo pie contemplar vontade 3 ar-
    ma que, sem razio, acabava de pro/oaar-
    ihe a atteujo. Fez della objecto da mi-
    nucioso exame.
    A faca estava ao al anca di iua->. Ap..
    pou-s, e, como a lamina estiva adaiiravel
    mente polids, puda IT o" mu da fabrjc.i
    ', marcada oa parte da 'ima. Lia-
    e Re and .Sons-S'doey. No cabo, as
    tniciaes L. J., gravadas no chifre, a U'n
    canto. ;
    Nlo ei por q v: Juliano tr(i'iz!o aqi-.-
    luBeiaes pira os nones Ltrouza Jos.
    qnorava que podan tambara ser .,
    vs.s Jubb.
    Renata acababa Je cantar. Aquelle can-
    to a abalara.
    A sala, aquocida palo gaz e p?lo
    fero, tazia-lhc o effeito de estuf.

    Stephan correu para junto dalla.
    Minia senhora, disso elle obsequio-
    sameut-*, os raeus elogios talvez sejam um
    tanto s:u valor ; pennitta-me, porm, dar
    lu'oa uj laais intimo d'alina. A senhora
    cantan divinamente .ase trecho.
    Jbrigada, Sr. Rouval. 3info-me fe-
    liz por ter conseguido agradar-lhe, res-
    ponda apenas Ranta.
    E, como dssa mostras da sentir calor, o
    banqueiro offjreaeu-Hia o braco.
    Quer darme icenga para leval a at
    estufa ? perguntou elle.
    A :uoti aceitou.
    Ella tiuha urna intengo, como elle tinha
    outra.
    On-gados estufa, refrescada palos ven-
    tila uros, achaudo-se a S'is, ambos con8er-
    vavam ae silenciosos.
    Rouval foi o primeirj a romper o silen-
    cio.
    Minha sanhora, dase ede, sinto-me
    feliz por eata evectualilade, que me per-
    mute iallar-lbe com o coraco as raaos.
    Ha alguns mezes, por conselho do meu ve
    lho aroigo Clanos, totnai a liberdade de
    eacrever-he urna arta.
    Com tffeito, respondeu Ranata; e
    essa carta, nao Iba quero ocultar, pare
    ceu-me um tanto a :ibigua. Tinha certa
    reticencias. .
    Da que reticencias quer fallar *
    O aan'ior dizia qua do raim denen-
    dia evitar oerigos a mea pi.
    E' verdale.^jConhceia e seu amor
    de lbi_. a sua grande prudencia, a justifi-
    cada influencia a:? exerce sobra o animo
    do Sr. d'Isaac. A senhora comprehende
    pi-rleitamente que r-me-hia sido panoso
    faa:- 00.00 cradir ..';- 'io que como ami-
    E boje, (i:s33 Renata com alguna
    irona, fafismen'-". :.a auenas como ami-
    go ?
    Prouvera t Deas que a senhora dis-
    aease a venlado.
    EntSo, esto,, .-ganada. Anda cre-
    dor !
    Estou eoc raederas de tornar a sl-o.
    Eiia olboi para .a do modo altivo, sus-
    tentaods c.m o sea olhar de moiher ho-
    oesta o lasir daqualiea olhos de fra.
    Nao compral.-icd j. Ou esses peri-
    goa quo amacav-itn ,neu pa dependiaiu
    da factj de sai- -i si devedor, ou en-
    :.o...
    D^peadiaoc i^nrrompau Rouval.
    Ne8t9 caso, por quo razSo presta se
    - instancias .- joim fazel-as re-
    nascr ?
    Stepnan, por momcc:os cnbarajado, re-
    cuperoj o sangu' r.-^o.
    Porque de mim nao dependeu des
    viar as circu instancias.
    Os olhos de Renata exprimiram clara-
    mente que ella se apercebia do ataque.
    Teve medo, mas disfar^ou-o.
    Que perigoa b3o esses '? perguntou
    ella.
    O banqueiro tornou se impudente.
    A seuhora conhece-os tao bem como
    eu. Custar-me-bia manifestal-oa, nao s o
    seu carcter como a sua gravidade.
    Intimidada, Renata baixou os olhos, e
    cam voz ura pouco trmula bilbuciou :
    E em que dependo de mim conjurar
    o perigo ? Que posso eu fazer para salvar
    meu pai ? Muito obrigada Ihe tcarei se fi
    zor-me o obsequio de me explicar.
    Rouval, por mais impudente qua fosse,
    naquelle momento nao teve audacia bas-
    tante.
    i innocencia e a virtude tem magosta-
    de que irapem aos mais criminosos. Aquel-
    le homem que, tanto tempo antes, promet-
    iera a ai mesmo vencer os obstculos sem
    hesitar, que tanto tempo lavara a formar o
    seu plano, que do tantos ardis e tramas j
    se s-rvira, u % repente achou sa preso pela
    uecesaidade de ser totalmente covarde.
    Enverganhou-se naquelle supremo momen-
    to, reconhecau que a oeeasio nao era pro
    picia ; que, alm disso, estando em sua
    casa, augmantava o olioso da sua situa-
    gao, inflingido pura e altiva donzella que
    recebera no aeu lar e sua mesa o insul
    to gratuita de urna daclaragao inconfessa-
    vel.
    Talvez pela primeira vez na sua vida o
    homem forte sentio-se Iraco e desarmado.
    Recuou diante da prova decisiva que a si
    mesmo impusera.
    Minha senhora, disse elle, evitando a
    dificuldade, quera appellar para esse es-
    pirito tao lucido, paaa esse julio tao recto
    qua anda ha poueo, crea-o, com sinceri
    dfcde louvava. Permitta-me qua por hoja
    nuda mais diga sobre este asaumpto. S-
    mante depois de tonga conversa podere-
    idos francamente nos coti-nder." Assim,
    poia, muito raapaitoaamenta peco-lha para
    Uaqui a trea diaa, oBde e quando Ihe coa-
    fiar, urna entreviata coupiementar^ desta,
    qua in lspenaavel.
    Renat* respondeu lha com altivez :
    Urna entrevista, poa bem. O aa
    nhor pJe ir caaa de meu pai quando
    quizer. Nao posso marcar-lho ootro pooto
    sen.Xo aquelle em que meu pai possa asis
    tir nossa conversarlo.
    Rouval sentio se a um tempo traludo e
    ferido.
    Mmha senhora, replicou elle, oppon-
    do altivea ltivez, se ihe fallei com esta
    is a posig^o do orador. Jamis quiz
    inculcar que eativesse em leto de rosas.
    Quantas noitos nSo ter perdido a cogitar
    no estado da sua patria, quando tantas
    causas concorrem para abalar a socidade ?
    Iotas, ests no ultimo quartel da vida ? que
    encheste de servigos patria; s urna das
    garantas da ordem ; pois bem reprime os
    impacientes, porque, se persistirs neste ca-
    minho, taras da chorar lagrimas de san-
    gue sobro as consequencias, so ellas se rea-
    lizaren] como receias 1
    Anda que S. Exc. tivesse de ceder do
    que impropriamente considera questao de
    melindre, o momento em que o fizesse se-
    ria aquelle em que maior servigo teria
    prestado aos seus- concidadaos, e anda
    mais elevara S. Exc. as paginas da his-
    toria patria. A desistencia do orador, po-
    rm, 8eria a deshonra do governo ; o ora-
    dor no pode consummal-a.
    Nao sabe se se engaa na confianza que
    deposita na forga militar. Diz o honrado
    senador quo sim. Tetra razo para assim
    pensar ? O orador contina a affirmar
    que tem confianga no exercito. Se esta
    confianga fr illudila, nao ser o presiden-
    te do conselho digno de censura senao pela
    sua boa f; aquellos que houverem sido
    desleaes, arriscar-se-hao a outro jm'zo, que
    de certc nSo lhes ha de ser favoravel
    Nao aceita, portanto, a responsabilidade
    da situagao. Tem, as circunstancias
    actuaes, procedido com toda a prudencia,
    at taxada de fraqu^za para que os aui-
    raos se applaquem, afim de que volte a
    calma. Ha pocaa em que diversas classes
    sociaes soffrem urna especie de contagio, e
    preciao que eafrie a forga do mal pai a
    que devidamente se applique o remedio.
    Se a enfermdado prosegue e ameaca, n$o
    s os doentes, mas 03 eniermeiroa, a culpa
    nao do orador. Espera aiada que dei-
    xcm de ser ouvidos certos interesaadoa, que
    de ordinario cercam oa que se achara as
    alturas e muitas vezes os levam a mos
    extremos.
    O general Moreau era urna das primei-
    ras glorias da Franga, mas os lisongeiros
    que o rodeavam tanto zerara, que o in-
    clyto militar morreu, as fileiras dos ini-
    raigos da Franga, terido por urna bala
    franceza. Traz este exemplo smente para
    mostrar at que ponto podem os lisongeiros
    prejudicar os generaes.
    Cerr, pois, os ouvidos o Sr. senador a
    esses lisongeiros; consulte os amigos cal-
    mos e desinteressados, adversario3 embora
    do governo, e elles que patriticamente
    aconselham a S. Exc. Entao o nobre se-
    nador vira ao Senado dizer : Estilo os ni-
    mos absolutamente tranquillos; tratera os
    legisladores dos reaea intereasea do paiz ;
    tractem tarabem doa interesses do exercito
    e, emfim, d'aquillo que inaia importa ao
    progresso da patria !
    O Sr. Saralva diz quo obrigado
    pelo patriotiarao vai infringir a regra que
    se impuzera de na > discutir a questo mi-
    litar; mas os dous ltimos discursos do a
    medida da gravidade da situagao.
    Nao se tracta mais de saber quem tem
    razio ; a questao achase enllocada no pon-
    to de honra, por parta do governo e pela
    dos militares. Nao haver meio de solvar
    pacifica e honrosamente o conflicto '? Seria
    realmente desgragado que depois do have-
    rera sido superadas tantas difficuldades po-
    lticas assigualadaa em nossa historia, ti-
    vesse o Brasil de dar ao mundo o trate
    exemplo, ou da preaaao de forca armada
    para derrubar um governo ou da cooaer-
    vagao de um ministerio creando entre mi-
    litares urna Iuta sangrenta, que a todos
    deve repugnar.
    Por isso, pede ao nobre presidente da
    conselho, pede ao nobre Visconde de Pe-
    lotas qne, meditando na ponderosa respon-
    sabilidade que sobre S3. Exea, pesa, pro-
    curem, ou por si ou aeua amigos chegar a
    um resultado final sem quebra da forga
    moral da dignidade do governo, que o par-
    lamento deve zelar e da honra e disciplina
    do exercito, que os legialadores tamben
    desejam manter intactas.
    Nao havendo quem pega a palavra, en-
    cerra-se a dismssao.
    Posto a votos o art. 1. com os seus po-
    ragraphos, e approvado.
    Entra em discusso o art. 2.a com seus
    paragraphos, salva a emanda da Cmara
    doa Deputadoa.
    No havendo quem pega a palavra, en-
    cerra-8e a discusso.
    Posta a votos approvada, e bem assim
    a emenda da Cmara doa Deputados.
    Eotra em discusso o art. 3. com seus
    paragraphos salvas as emendas da Cma-
    ra dos Deputados e da commisso de ma-
    rinha e guerra, e do Sr. Escragnollo Tau-
    nay.
    Nao havendo quem peca a palavra, nem
    numero pira votar-se encerra-se a discus-
    so.

    L1TTERATM
    OSEGREDODEDANIEL
    POK
    JULES DEGASTYJNE
    Segiiada parte
    {Continua$ao)
    XX
    O contracto devia assignar-se s 10 ho-
    ras, em grande ceremonia, entre ntimos.
    Um jantar de vinte talheres precedera
    aquella formalidade. Pela primeira vez, o
    palacio illuminou se brilhantamente iogo ao
    anotecer. -O gradil estavava todo Ilumi-
    nado a gaz. Todas as janellas appareciam
    resplandecentes, crivadas de pontos lumi-
    nosos. Eram os lustres que se accendiam.
    Apesar d'aquella apparencia de festa, a
    habitago eslava silenciosa e pareca pro-
    fundamente triste. Clara, refugiada no
    seu quarto, ouvia fazer todos os preparati-
    vos, com as mesraas disposigoes de espirito
    com que o condemnado morte ouve le-
    vantar se a forca. Estava profundamente
    triste, mais paluda qua o vestido branco
    que a criada acabava de Ihe passxr pelos
    hombros, mais paluda que as flores que
    Ihe guarneciam a cabera. A sua alma pa-
    reca despedrada, deixava andarem em
    torno de si, parecendo nao comprehender
    nem ver o que se fazia: quando a criada
    Ihe fallava, ella nao responda, com o es-
    pirito em outro lugar.
    Oh I que triste noite se preparava 1
    Que terrivel existencia se levantar para
    ella ? Pensava o que seria aquelle fim de
    nia, se estivesse vestiodo aquelle vestido
    para Jorge de Fresnires, em vez de o en-
    vergar para Roustan. Estara tao alegre,
    tao satisfeita !
    Contra sua vontade, o nome de Jorge
    soava-lhe aos ouvidos, revolva todo o seu
    ser. E entretanto era elle que devia to-
    das as suas desgragas ; mas persista em
    nao o julgar culpado Defenda o anda
    no seu intimo. Oh 1 so pudesse, com o
    auxilio de urna fada berafazeja, transfor-
    mar Roustan em Jorge de Fresnires.
    liberdade, foi que acredita va que a tran-
    quilad *de e a honra de seu pai sobrepuja-
    vara outro qualquer senmento no seu co-
    rago. Lamento haver-me engaado a es-
    se respeito e peco-lhe desculpa.
    Renata apenas ouvira duas palavras.
    - A tranquillidade e a honra de meu
    pai, diz o senhor ?
    Sim, minha tenhora. Eu disse : A
    tranquillidade. e a honra.
    Renata quasi chorou. "
    Nesse caso, o senhor quem mo de-
    ve perdoar. Marque o senhor o dia o a
    hora dessa entrevista. Nada terei a op-
    por.
    Felizmente disse de si para si o
    banqueiro, que se deixava poaauir outra
    vez de seus mos pensaTmentos. Urna vez
    que me d lieenga, e como quanto mais
    cdo melhor, se quizer, ser araanhS, em
    sua casa, a sos, e hora em que o senhor
    seu pai nao possa ouvir-nos.
    Neste caso, amanhil, s duas horas.
    Meu pai deve ir ao ministerio.
    Renata disse estas pp.lavras eos desani-
    mo, comprehendendo que, d'ora era diante,
    havia um segredo entre ella e aquelle ho-
    mem.
    Entao, elle dffereceu Ihe de novo o bra-
    co e reconduzo a para a sala.
    A Sra. Francs comegava a inquietar-se
    cora aquella ausencia, por mais curta que
    houvesse sido.
    Juliano lera aquella solicitude no rosto
    de sua tia.
    Mas o joven advogado no pooia suspei-
    Ur as dolorosas contiieocias que a provo
    cavara. Admrou-o smplesmente, e para
    dar a si mesmo urna explicagao proviso
    ra, invocou a lembranga daa joias erape-
    nhadas era casa de Ja ,ob, recordndose
    de quo o termo do pagamento apenas da-
    tava de quatro mezes.
    Fizcram-se os preparativos da partida.
    Aps 08 comprimentos do costurae, todos
    os convivas se retiraram daquelle palacio
    do flibusteiro financeiro.
    m caminho para casa, a Sra. Francs
    intTrogou rpidamente Renata, cujos olbos
    tinhara fallado havia pouco, tris'e e elo-
    quenco lioguagem.
    Ento ? perguntou ella, que ha de
    novo ?
    Ora I respondeu furtivamente Rena-
    ta ; rialisaram-se todos os meus psesenti-
    raantoa
    - Oh! minha pobre filha I que me
    diz ?
    A verdade. Aqualle homem que aca-
    bamos de ver m todo o eaplendor da sua
    iusoUnte opulencia ; aquelle homem. no
    intimo, um ais:ravel. Aquello palacio
    um covil de lobo. All mercadeja se o cri-
    ma ; all deaeonta-se a honra. Por agora,
    diase ella com amargo aorrso, a minba
    honra que se quer marcar preg.
    A Sra. Francs, de tao angustiada nao
    poda dar p*lavra.
    E emquanto o carro rodava, levando (s
    convidados para os seus respectivos domi-
    cilios, a viuva puia var didiilo d* ai, ao
    lado da Darmailly, pensativo, o Br.rSo de
    Isaac, cujo semblante muito calmo, no
    descobria nenhum dos terfiveis tormentos
    que naquelle momento senta a alma de sua
    filha.
    Era penoso o contraste.
    A Sra. Frnc8 sentase indignada.
    Que tinha em mente e no corago aquelle
    homem, a cuja filha tornava se d algu na
    sorte parada de urna terrivel partida em
    que ella mesmo tinha empenhado a sua
    honra de hornera e de erapregado publi-
    co I
    Ah o Sr. d'Isaac nao era nem mais
    nem menos culpado do que tantos outros
    aquem o jogo faz perder, com o senti-
    mento da responsabilidade protissional ou
    social, at a consaeucia do perigo prova-
    vel, at o santimeuto do perigo immediato
    e certo.
    O Sr. d'Isaac dizia de si para si que, se
    Rouval nao Ihe havia dado, naquella tar-
    de, resposta favftravel, ora porque, habi-
    tuado aos usos mundanos,tinha guarda-
    do para araanhaos negocios serios.
    Ora, amanb era j hoje.
    xa
    No dia segrate, s duas horas da tarde,
    Renata U'Isaac recebia, sos, o banquei-
    ro Stephan Rouval.
    Durante as poueas horas que vo da
    meia noite ao ro.uper da aurora, Renata
    nao puiera conciliar o aomno. Seu peo-
    samento, constantemente xo era um ob-
    jecto, afinal tomara as proporyoes de um
    pesadelo, da quo houvesse despertado.
    Suas faces estavam paludas da cor de
    cera. Seua labios, decorados, estavara
    trmulos. Seua grandes olbos pretos, cora
    grandes olheiras roxa?, tinhara a exprsenlo
    pungente do desespero sera limites.
    Sua garganta o2o polia proferir ura
    sora.
    Nao tinha confidente sobre quan desear
    regar raetade do seu triste fardo. A' mesa
    nao comer. Naquelle dia, a morte 1 ia pa-
    reca suave.
    Sziiiha, era seu quarto le moga soltei-
    ra, (iiass-ra eomsgj tuesma, estiraendo as
    mos :
    Oh ereio que rae entregara em cor-
    contina.)
    po e alma a quem me livrasse deste sup-
    plicio.
    E' que ella senta a vergonha encami-
    nhar-se para ella e envolvel-a lentamente
    as suas viscos: s sombras. Recordava-se
    do ardente olhar de Rouval, cobigando-lhe
    a belleza. Nao era legitimo amor o que o
    banqueiro senta.
    Renata nao igoonva a desgraga de sen
    pai. Sabia que o seu mais valioso dote
    anda era essa belleza soberba, quo fazia
    agora a sua desgraga. E nao dssimulava
    que se Rouval se atrever a fallar assim,
    com aupplica8 que encerravam ordena,
    que eatava bem certo, de anteroao, de na
    Ihe fugir a preza, de nSo deixar escapar a
    miaeria do Bario d Isaac.
    Ento, por natural contraste, teve uma
    lembranga, com indizivel forga, a lembran-
    ga deMaxirailiano.
    E naquelle momento de ar-gustia tal in-
    fluencia essa lembranca teve sobre apuelle
    espirito atormentado, qua deu-lhe algum
    repouso, um momento de calma, para logo
    seguido de um raio de louca esperanga, a
    qual, uio grado todas as apparencias em
    contrario, o coragao da Riuata confiou nes-
    sa lembranga.
    nJle elle murniureu ella incon-
    s.-ientemente. Oh 1 se elle estivesse aqui !
    Se ella quizesae salvar-me E havia de
    querer 1 E ainto que amal-o-hia ento, que
    havia de araal o at a morte I
    Ao mesmo tempo, qual meloda ineffa
    vel, veram-lhe memoria as palavras de
    mancebo, essas palavras ardentes, cheias,
    porm, de altivez, que elle Ihe dirigir a
    ultima vez que se encontrara^ Succeda
    o que succeaer, ronha senhora, nao se es-
    quega de que na neste mundo um homem
    cuja vida inteira, cuja alma, cuja vontade,
    Ihe pertencem, em qualquer lugar que se-
    ja.
    e seja, re-
    tornava a ca-
    que poder
    rehaver con-
    a Em qualquer lugar qu
    petio lentamente Renata, quo
    hir em um desanimo. Ah !
    elle agora fazer por mim ? Estou em Fran
    ga, e elle est na Australia I
    Depois, accresentou para
    tianga :
    Sua volta est proxina. Elle an-
    uunciot/. Quem sabe t T'vaz i...
    l>areceu Ihe que o proprio Deus, beir
    do abysmo, enviava-lbe aquella Mea.
    [Continuarse .a)
    Typ do Viario ra Duque ae Cxies a. 42.
    1 MIHAII

    ,)


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