Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17895


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Full Text

JlSN*IXXII
Quaria-feir 11 de Xovt nibro de k &9
VL1IERO 51




PaOPBJBBABB BB U&ItOSL fiG^BIftOA BB PARA & FILH8S
1
PARA A CAPITAL E LUGARES
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adianto dos.
Por nove mezes adiantados
Por um anno adiantado
REDACTORES ANTONIO WITRITVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONGEIAOS
ONDE NAO SE PAGA PORTE
8S000
(5*000
22S500
301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS E PBLICACOES NA
FRANCA E INGLAT^
Os Sr8. Maytnce Favre & C\ residen!
La Grange Bat
[em Paris18 ru de
MAXOEL ARAO
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16J500
Por nm anno adiantado .
Por trimestre vencido .
Numero avulso de dias anteriores.
331000
91000
$200
TELEGRAMMAS
\
\
<

I

.-
.i
:::t.;: mvmi:: szasio
Rio de Janeiro, lOde Novembro,
s 3 horas e 3o minutos da tarde, recei-
ra estaco s 4 horas e 3o minutos e en-
tregue as 4 horas e 35 minutos.
Houve hoje logar urna conferencia
sobre o estado do Sr. presidente da
Repblica, entre os seus assistentes e
os Drs. Rocha Faria e Barbosa Romeo.
Em suas observarles reconheceram
a existencia de uma auto-entoxycar;o,
rd,e orgem ^astro-ntestina! hepath-ica
Reco ihecoram tambem que nao ha
uremia, infiltrafo ou absorpco de
oun'na.
E concluiram que a cura desse esta-
do ser demorada, aconselhando o Ba-
ro de l'edro Affonso, que o Ilustre
enfermo deixe o exercicio da presi-
dencia da Repblica, com o que se ac-
corda a familia.
Consta que por isso fra chamado
O Sr. Dr. Manoel Victorino, vice-pe-
sidente da Repblica.
Rio de Janeiro, 10 de Novembro, s
4 horas e 20 minutos da tarde, receoido
na Estago as horas e 3-j minutos e
entregue as 6 horas e 56 minutos.
O Senado approvou a prorogafo ia
sesso at o dia 30 do corrente, e em
2.a discusso o ornamento do ministe-
rio da just ca.
Foi regeitado na Cmara o im-
posto sobre gado.
O Sr. Rothschild acaba de tele-
graphar ao *r. Dr. Rodrigues Alves,
ministro da fazenda, indagando a res-
peito da satde do pres dente da Re-
publica.
Sob e a passagem do povern-,
est assentado ouvir o Sr. Dr. Pruden-
te de Moraes .10 ministerio e aos Srs
Dr. Manoel Victorino e general Gly-
cerio.
At agora, porm, nenhuma soluco
houve a>nda.
Deu-se alteraco na medicaco
do 3r. Dr Prudente de Moraes.
Junto aos mdicos assistentes do en-
fermo ficaro tambem os Drs. Rocha
Furia e Bai bosa Romeo
O marechal Vasques, ministro da
guerra, foi hoje cumprimentado por
toda a guarnigo.
A taxa cambial fechou 7 718
Rio^de Janeiro, lo de Novembro,
as 5 horas e 5 minutos da tarde, re-
cebado na estaco s 6 horas e 40 minu-
tos s entregue as 6 horas e 56 minutos.
A pedido do deputado Cupertino
Cintra, o Sr. ministro da fazenda tran-
sferio o pagamento do imposto sobre
bebidas alcoolicas n'esse Estado.
O estado de sa le do presidente
da Repblica melhora, tendo o mesmo
s-mhor, porm, chamado o viee-piesi-
dente Dr. Manoel Victorino, a quem
hoje 1 hora da tarde passou o exer
c:cio do governo
A cidade est calma.
Commenta-se o facto com boatos, que
nSo tem fundamento algum.
O cambio mantem-se.
DIARIO DE KilHCt


RECIPE, 11 DE NOVEMBRO DE
. 1896
Proiecto sobre as Facilidades
Dependa aiuda de soluco da Conjresso
o projecto que transiere aos Estados as
Facilidades de Direito e Medicina.
J uma rez nio esoa.oaram-nos as refle-
xdcs sobr^ os inconvenientes1 que results-
riara desta resolucSo. S. Paulo de3eja que
seja-llie transferida a Faculdade de Di-
reito que possue, e esta tendencia coeere-
tisa-se am todos os factos em que a admi-
nistra;ao federal restring a sus esphera
ampliando a dos Estado*, tirando se assiM
a* ultimas onsoqueaclaa do rgimen fado-
ratjvo.
N'um paii novo, em que todas as expe-
riencias do rgimen no foram tirada, o
coaflicto antro a arapliacAo a redueco
do peder nacional, persista cra-> um facto
ujasolucao uma dependencia do futuro.
Mal e multo mal entendan tem sido a
comprehousao do que significa a forma fe-
derativa, qua sa firma na tendencia para
unir estados separados, fundindvos no
principio da uniJade nacional.
A forma federativa nao fui urna croacio
da vontade do legislador, urna e.oncepgiJ
que se pr.">curasse raalisar. Foi am produ-
cto espontaneo, urna resultante de eondi-
{des histricas am qua achavara eircum-
oripcoos polticas que deviam formar as
partes componentes do uro 6 estado. Nio
foi um invanto.
A necessidado de uniram-aa paqueaos
Estados que ja tinham urna organisao
partioulsr, um poder local constituido se-
gundo os seus precedentes histricos, craou
o lago palo qual suoordinaram-sa a um
poder central, consorvaudo para com alie
um certo grao do dependencia, sem sa
crificarem coratudo os roeios de regular
os seus intoressas poculi.ires.
Mas, como as dependencias que se ex-
primiam no lago fodoratlvo erara insu.fi-
cientos para manter esta undade para a
qual tendiam, tivoram os Estados Federados
da ir cedendo terreno ao principio oiern-
tiro, isto ao vinculo quo os devia iden-
tificar n'uma existencia c.oinmum, modfi*
ando a diversidade dos sous costuraos, da
sua legislagSo, e das suas institu;")j. civis,
polticas e soeiaes.
As ditficuldades encontradas para a rea-
lisacSo do principio federativo em Estados
primitivamente soparados, do-se quaudo
ha differenca da ra ;as o de e.ostumes, quan-
ha diffsren ;a de ragas o de e.ostumes, quan
to maior o isolaraento nir j al:os exis-
tente, e as raras comiuu.ii.-.. >* ,-"> a q.ie'Mda
commercial dotermini, de mido quo a
influencia que urna inosma :\i x'.i >.;h p idi 1
excreer, nao se fa entre ellos eeaitr.
E mesmo assiai, .0 lago federativo {
>o esisljolacido, teudo a lig il os par urna
coiuraunh'n do ntere>ses, r*stabolocando
cada vez mais as condiges precisas para
que osles interosses dasanvolvam-sa, e for-
tifijuom-se.
O lago federativo a raa'.isafSo pratica
do principio unitario, so be:u qua dentro
de dotormiuados limites.
A forma federativa foi, poftanto, un pKe-
nomeno sooiologico, que tinha por causa
a tond >ncia unitaria, urna evolugao histri-
ca, em que o movimento ons3tio ora sahir
d > um estada da separagio, ou independan-
ca, para o de unio, aonvartendo os pe-
quonos Estados em um s Estada ; foi o p-- m
riodo doMransigao, nos limites do qual
tendiam para uma constituiglo definitiva.
A faria unitaria era relago a estes pai
zes representa um pro.^resso, un alvo para
o qual lentamente tendem. E estes pro-
gresss tem sido realisados sem finalmente
desvirtuar 33 a forma federativa.
E" o qua acontece nos Estados-Unidos,
que lm mod-ficado singularmenta as suas
instituiges, e han de modifical-as anda, do
moda a ser difficil distinguir no futuro dif
(arenca substancial entre a forma fedorati
va existente, e a que so chama propraraerr-
te unitaria.
Os pavos unitarios que querem raalisar
a forma federativa, t.'-n inevitavelmeute
d'ella U!na"idoia falsa, e tandera a raalisar
o contrario do que fizeram 03 que desda a
fundagao ae sua nacionalidade adoptaram
a organisago federal.
E nsso que est o grande mal, o esc o
lho onde o interesse publico ou o*paiz
pode resvalar.
Tsforgando-se par quebrantar os la-
gas que prendera-nos ao poder central, vio
enfraquecendo a acgo deste, cerceando a
sua esphera administrativa, retrahindo se,
soguindo a impulsfio de uma maraha re-
trograda.
Nestas condigdes, a evolug'10 prosegue
um curso opposto ao que lhe deveria ser
natural, manifasta-se uma tendencia desor-
ganisadara, e, partanto, prenhe de pertur*
bagdes.
Em falta de uma grande forga nacional
que ligue a? partes ao toda, que produza o
equilibrio, o determine os limites do poder
federal, e do local, as duas tendencias cho-
cara se e o conflicto estabeleco-seo ; es-
farjo da poder central tem de tornar-ae
tanto mais forte, as suas evasivas algumas
vees uecessitaaa, quanto maior a resis-
tencia que lhe offerecida, eraquanto que
os Estadoa serio mais privados das suas
prerogativas, quanto mais forte for a im-
pulsa o da poder aentral era estabeleeer a
sua omnipotjnsia, prnaipalmonto quando
para a forma de governo adoptada, ou a
concretisagSi das institu ;8s polticas, ral-
tara no paiz as condigdes indispensaveis.
E "sle o caso das reacgdes perniciosas
em que um estada de cousas extra-legal
vera abater tuda quanto se suppoz ser un
producto da progre3so poltica de un po-
vo, ou da desenvolviraento da sua civilisa*
Quando um paiz atravesaa idntico ye
iodo, nao pode evitar o ciroulo'destas al-
eraativaa ; ora o peder exalta-so na ana
scgSo segundo aeha se forte eom os ele-
mentes de que dispde em um momento dado,
ora enfraquece-se, torna-ae inerte e impo-
tente, quanifo parece-lhe faltarem os re-
cursos para agir era aentido coatrario.
EntSo a prevengSa doa Estados federados
creada pela expjrienci, leva-os a toma-
r-m-so quanto passivel livres da influenoia
do pador federal, e alargaron o crculo das
suas prerogativas, e a tndividualisarem-se
mais; e d'alii o reclamo de coaverter re*
jartiges fadarnes em oatadiaofla:'-
Nestas condijdes o Estado tendo a dos-
nacionalisar-se, o biirrsino oa provluia
lisrao a aceusar cora insistencia as suas as-
pirages, e n5o tard-m a docahir institutos
ou ordem de ser vigas dos quaes seriara se
a administragio federal.
E' na harmona do interesse local com o
interesse geral, que pode um paiz encon
trar c andigues de prasperidade, consolidar
as suas iaatituigoes sem mutila! as.
PARTE OFFtlJIAL
Ministerio da Guerra
F rae- cUseiii.-ados nos corp a aba>x >
mencionados os >pnanta altunaments
promovidos e i.s alfereS tamb.-m ul'ima-
mente transferidus do arma :
Arm-i de ravaliariaf). regiment,
alleres Jos Peraira de Vnsconcellos.
1.' rejimen:oTenente Felinto ot
da fincha.
Arma de infantera9.- batlhSo,
alferea Urbano Varella.
2 batulhio T.-nente Antonio da
R->sa P-reira.
F i declarad* ser por convetiit',c'B do
serv co a ir-nsfe.-enci* do aiffres Licinio
Jan-n Ta*res, do 24 batalhao, pata o
5. da mesma arjja, por po taria de 15
1 -orrente.
Foram fanaferidos :
'\ra urina de cavailana dn 9 pn *
Piros de Almeida^e do 10 para o 9.- r-
g'in iuo alf-r-s Julio Guimarae-; e
u arma de infantera :
Oa ten-nt*s Syrophmnio Paes Brre-
to, J 2o Simo--, dos Knia Manot-1 N.t >
Vsrgue re, o pr m i:e do 40 para o 83
batolba o se^-nn lo dn 'Ai ^ar o 26 e
ol 'ni do 26 para o 40.
> M* -.lfeiei! Ntwi-o HaUttLn Jleaauart,
do 31 para ^ 14 fcataihSn, Joaqnim Fr-m-
cisco de Souza Andrade, do 7.- pura <>
9.-, Saeri-no d Silva Daltro, do 19
pBra o 8 Pedro Basilio dn Silva ChvbI-
cnte de Albuqnerque, do 32 pra o 17,
F-liot da Silveira Santos, do 37 para o
27, Licio Mag-co Pimental, do 32 par-
0 16 Al<-xandre Araiaud Desterro, do 39
para o 24, Rosemiro Francisca Guerrei-
ro, do 23 para o 28, Benedicto Chriat -
lino de Carra h >. do 31 para o 38, e Pin
Peraira de Paulia Das, do 3i para o 16
confo m pedi.-am :
Foi mandado averbar anos asontamen
toa do capit&o do 10 batalhan de infan-
tera, Joqum Jos ?aeira Jnnior, con-
form" pedio, os elogios ennatantes do
> ffici que ae re uette ao chefe de polica
do Etado do Espirito Santo, que lhe
fui dirigido por occae-.So de sua exone-
rac&o do commando do corpo de polici
do referido Eataio :
Ctovern* 4o Estado de Per
naiiihiicn
Expediente da 1.a ssego da I. directo
ra da secretaria da jrsTicA, negocios
INTERIORES E INSTRUCgO PUBLICA, DO
DIA 5 DE NOVEMBRO DE 1896.
Expediente do Exm. Sr. Conselhttro
Govtrnador do Estado
Acto
O Gobernador do Estado resolve conceder ao
bacharel M*noel Num Corroa, a exoneracau
qoe ohcitou do cargo de 1 p-om t r po-
ltico do Municipio da capital.Fizer.m-fe a*
otreisarias comniDDicacOor..
Offlcios:
Ao Sr. Or. ProMileote doSaparior Tribonal
ito JosiiC'.-CommoDico-Tot qoe leodo en
ronsideracao as trovas na habililacao exhib
las em con orto pelos hachareis J. aqolm da
' osta Riheiro Pi rio, Kduardo Corroa da Silva,
Francisco Xavier de Lima Borges, Aoguslo
Emilio ola Fooseca Oalvao, Prxedes Breaero
des de Mendooca Vacoocello8, Ulvmpio Bo-
nald da Conha Hedrosa Antonio .'da Silva
Guioa aep, retolvi por acto a* hitem no-
menl-o para os rargoa de jo es de diraito
dua Vooiopiog de Tnompho, Villa Bella, Sal
Roei-o, Ouricry. (ir,nto, Leopoldina e Bel
m.nte. na ordem em qoe estao col ocador,
senno-lhea marcado o praxo de 60 das rara
a-fumirem o exercicio dot refri-io< cargos.
Igual 10 Dr. c'rocorador G-ral do Egiado
<- Dr. Director Geral da Secretarla da Fazenda.
AO Sr. Dr. Flelo Piras Farreira, Presi-
dente do Estado do Amatooat.Teva o coa-
veaieot) destino a gaia do teoteociado Joao
Gomes d* Carvajo, que te a'ba oo Presidio
de Frroeodo do Noronha, rlctoiio asiim lalii-
feita a r-quiicao coostaote do vosso cflicio n.
582 d- 2Z de Ou ubo ultimo.
Auradego e relriboo c idealmente os pro-
testo* de estima e consideracao que tivettas a
bondada de apreerotar me no citado oincio.
Ao Sr Juii de Dlrelto interino dn Mu n
clpio oe Tacart.Providencial para qoe me
leja rvmetiidn, com urgencia, a gota de sen-
teoca do criminlo Jos Elias Coelho da Silva,
actuaimeoto recolbido Casa da Detencao
desta capital como sentenciado vlodo deite
Municipio, segundo informoo o Dr. Quest r em
oficio n. 367 de 30 de Outabro prximo flodo
EXPEDIENTE DA 2" SBCCO DA 1.a DIRECTO
RA DA SECRETARIA DA /DSTICA, NBQO JIOS
INTERIORES E INSTRUCCO POBUCA, DO DIA
5 DE NOVEMBRO DE 1886.
Expedient do Exm. Sr. Comeheiro Go-
vernador do Estado
Oflictos :
r. Dr. Sagena 1ro Cb( do dlttn e
te-rphled dt-stH Estado. -Tendo o delegado
ir polica f Hoa-Vist< representado co> tr o
Neto de tater o agente d ** ai.ao telegra-
phici daganfln Municipio recusada receber om
ifiezramnwofflciai, solicito vjs qoe provt-
ileDCiett m sentido de sor aoceita a corras
pondaociaoe por vin teleiiraphica f6r apre-
senlada p*jM delegado- dos Municipios do id
tenor, deaUe qua verse ella sobre objecto de
ervico pahlico e ae destine ao Govomo do
Estado oo to Dr. Questor, subigtiodo asiim a
aotoriaacln conti'a m ufflcio qu* vos fo din-
ido eiu.'f dts Frveretro de 1835. Coramum
coo-'a io t*r.,dele;ado de polica do M^oici
po d- B .,*isia.
*n^|r *Joral comman'lsnte do 2. dt-
tric:o ,n qtif, H^zSlo informiram (i delegado il poli
ca de DaSiro o juiz d direito de Bizarros,
foi em 7 dVOuiybro p'sxitio fiado, rapterado
u'aqoelie Runicinio, a val sr eobmettido a
julgimiot. oeste ol imo, por estar pranun-
c ado no art. 194 do antigo .00120 Criminal, o
indivi >oo JoSo Ferreira >io Naiicimento, tam-
bem condecido pelo nome .le JaSo Viceut, o
quil declarno, depats d- preso, ser deter or
do 2. huta ha) de infantera do exordio.
Ao ** I>r. Director Eng-nhi-i^o Chefe da
Estrada de Ferr> >ul de Hr >ojt>o o. -Em
resposta le vos > oficio n. 647, le 16 no n ez
flodo, em qual representest-s cuoira o facto
de terem pregas de polica pr-tendido embar-
car na wacao de (a notii'h.i sem os compe-
i-nt-8 pHas, tranmitlo-vo4 copia -)a infor.
rpaedo prestada pelo delegado de po tCia da-
qoeila localidad, em 28 do referid mez.
Ao 8r. Dr. Qu"-ior policial inte tno.
Tranaojittiodo vos copia do otticio de 16 de
Qo'ubro prximo flodo, era que o proinoior
publico do Monicipt oe S. Jo* do Egypto,
comioonica echar g preso a dupo-igan dJ juiz
municipal do termo da Taixeira do Estado da
Paranyba, o cnoiloono Jos Alves Liitao, ro-
nheciio por Manifoba, recomtnendo voii qu
requisiteit do < hete de polica daqu?l'e Estado
o referido criminoso, que tem de ser subme -
tido a jo'gumento na prxima sesso do jur.v
daqoelie Jluoi'"'i>i>>, conforme dn lara o mesmo
promotor #0 flnl do citado oficio. unmu
nicoo cipio de S. J-< do Ezvpto.
Expediente do Dr. Director
Offlc os t
Ao .Sr. pnente coronel commandante inte-
rno do % balalhio de intant-na esiadoal.
t) Exm. 'Jonaelheiro Governador do Ksm-
do muud* communicar'vos que o> requer-
meato do loi aao do bataiho sob vofso com-
mando, Ji.So arqoes de Oliveira, exarca o'
e o oute despacho :
Remwdo a junta raed ca do corp. poli,
cial atim p ser inspeccionado.
Ao S. Dr. juiz de direito do moa ci-
pio de Ana Preta.0 Em. Sr. -00 em ->ro
O y. r ajor do E la 10 manda communic.r-
vos qui Jalla de prvido 'Ciar sobre a lran><
lerenda paj-u a Casa de Dateo(&o dos presos
de qu- tetaste era oficio de *5 de Ou'u-
nro prximo Un 10, por ser exces'ivo o oum^-
ro ds qatjpniualo/'ent exmem eaqueile e ta-
in-leciu.c l e hm assim que o Dr. uu'-t r
jo pr.nJs^ciou a si olido de ser nogaieota-
.10 o distiainMito d-sse muuicipio.
-
* 2.a DIRECTORA
Expediente do Exm. Sr. Dr. Conselhei-
ro Governador do Estado do dia 5
de Nsvembro de lig
Acto :
0 Gov*rna!or do Estado resulva exonerar a
pedido o hachar I Sao. el Nones corris do
cargo de delegado de enstno de S. Jos do
moaici;io do Recite. Corarn micou-8e ao lo-
pector Gern da Iirtruc^ao Publica.
Oflicms :
AoSr. Minis ro das Re ac s Exteriores.
Em respos a ao Aviso desse mini-leno de 14
de Outohro Ando ao qoal acompaonoo om
ota da L gac&o Portogoeza relativa a rr-ca-
dcao do etpuiio do sobdno portugus Benitr-
dioo Lopes Alheiro, pas^o s vossas maos a
mformacao qoe sobre o a^sumpto prestoo-mu
o juiz de direito de Ausentes deste Capital.
aproveiio o.eo-pjo pra reiterar.vos meus
protos os de estima e consideracao. -
Ao presidente do Estado do CeiraTe
oho a satifacao de agradecer a remes-a do
exempiar que vos oigoaste de offerecer-njf
rom ofli<-:io n. 13 de 29 do mes Ando, da men-
sajera b r-latirios que o vosso antecessor co
ronel Dr. Jo* Freir Beaerril Footeoelle di.
ngto a .A(-inbla Legislativa desse Estad
por oc asiao oe soa ultima :euniao 00 i- de
Jonbo deste anno.
Ao Dr 1- Secretario da Cmara doa De-
puiados.-Remetio'vos 40 exem lares da m-o
sagem que apreteotei 10 Coogreaso Legisla -
tivo em sesso extra rdtoaria de 27 de Ou*
tobro ti do, aflu de seren distribuidos pelos
Sra. Deputados.
Muiatis, mDlaodB ao 1- Secretaria ?up-
peme ao Senado, reaetteodo 20 ezemp a-
res.
Ao Director Geral da Secretarla da Fa-
zeoda. conforme sol citoo-me o Director oa
Bibllottiera Pobl ca em oficio o. 73 de nov
tem datado recommeudo que, pela verba do
art. 2 S l' da 'el d0 ornamento vigao1
teman^.ts pagar ao respeetho conservidor
Joao Francirco EvaogelisU de A meuia
coota juota oa importancia de 365'0 p ove-
nieote de ci-pezas fe;tas com o asseio u> ai-
lodida Bei stiico durante o mez de Outubro
flodo.Lorr.mooicoo-se ao Director da B b ;o-
tbeca Publica do Estado.
Expediente do Director
Oficio:
Ao O.rector G ral da Secretaria da Fazeo-
da. !>* ordem do Exm. Sr. Cootelbeiro Go
vernador do R1 ado lolormai si o cidad&o Ma-
noel Var aooo Fet sa eierce aiuda o cargo
de collector do municipio de Tacarato'.
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do Sr. Dr. Governador do
Estado, do dia y de hovembro de
1896.
Offlcioa :
Ao Dr. director geral da*Secretarla d* Pa-
teada.Aalorise vos a mandar entregar ao
tnes oreiro da 3 directora dt Secretarla da
Mdustri.-, mjor Antonio Pareg Ido C*va cante
de Albuquerque, a quantla i.e 2-5080400 aflm
deoccirretao pagamente do petsoal emp e
gado em Oatabro ultimo, no 1 dtstricto das
Obras Publica*, de en o correr a detpesa pe-
las aegointet verbas :
Lei oretmentana vigente art, 2.-
JJ 2.* o. 34 Jardim de Palacio 5.*
semana). 738000
Qaartel de Cavallarla 5. semaoa 132*000
(juartel do 2. corpo de infante-
ra Sitadoal (5.- a mana) HOgOOO
N. 27 Apontadores 750|0o0
Fiscalisscfto da Draioage e (lio-
minelo 4401000
Art. 2. g 1.- o. 16 rieparos oa
ooberta de Palacio (5 temaoa) 380000
Cred to eztraordtoario de 13 do
mez prximo fiado, foroos de lo-
ctnera.BO (8. temaos) 260000
ommonicoo-se ao Dr. director geral di 3..
.directora.
Ae megmo. -Aotoriso-vos a man lar en-
tregar ao coronel Mnnoel Bezerra dos Sanies
Ju-ior a quantia de 7250738,que depositoo no
t esoore do E'todo orno u*acao, para garno
ti do co.otracto que (imou para a constroc-
c6 1 00 editicio que se desuna a escola publi-
ca de Bezurros, orna vez que, segoodo
l'formao Dr. director geral da3-- dir-
ctoria da Secretaria da liiu-tna em oficio
jn 531 d 4 lo correte, a contrac.Unte essg-
1 non o termo de recebiment deflnliivo daquel-
la c >ri3trnri'&a Comraohicoo se ao director
geral da 3 directjria.
- Ao prefeite Jo municipio do Cabo.Dh-
claro-os fl'-ar scie'-te das infirmabas cons-
tantes do oficio de 3 do corrente. a relativas
a epidemii da varila *hi reinante.
Acr-dtto qoe si contlnoarem a ser ob-
servadas as melias indicadas pelo Dr. com-
missarii de bvgieoe, no UiQic.il conseguir se
que em breve lempo essa epidemia se acn
complet meo e exttncta.
Expediente do Dr. Director Geral da /.a
Dtrectoria
Oficias :
Ao Dr. director gera1 da Secretaria- da Fe-
zenda.-O Sr. Dr. governad r do Estado
manda remoller v. s o meloso oficio, de 3 do
correte, -lo eogenheiro fiscal de usinas e hem
asira os demais papis que o acompanhara,
atim le qoe vo* dignis de informar sobre as-
sumpto a qoe se r-fere o mesmo oficio, de
volven lo-o oppar'-unarn .-ni.
Ao mesmo O Sr. Dr. governador do
Estado manda communicar para vosto co he
cimento e devidos flaa, qoe o Dr Manoel Car-
los de Goovea, ajada le da inspectora geral
de hjgieoe, assomio hoolem interioameute o
exeri icio do ca go de iosp ctor d qoella R
pariigo.
Ao Dr. director geral da 3.- directora.
OSr. Dr. governator do Estado monda re
c mruendar-v-a que proviieociets no sentid
de sereio pedidas p'esialas as informacOes no
oficio junto, em ongioal sob o. 85 le h lOiem
daiaio, do Dr. 1.* Secretario da Cama-a d .-
D-puiafo?, devolvendoo opportonamime, bem
como os demais papis qoe ao raesrao acompa-
iiliam
Ao ge ente da Companhia Pernambocan*
-O Sr. Dr. governaior do Etado maoda ac-
eaaur recebdo vesso oficio de 5 do rorrenti
em o qual communic cuhvpe seguir no d>a 11 do carrale pe 3
horas da tarie para o* portos do norte at o
Vara e que o Jabom&o p.orllr < mesmas
ho as de igual da pan Feruaido de Noronha.
Ac Supsrinteoden'.a fa Estrada de Ferro
de S. Francisco. O Sr. Dr. governador do
Bst-do manda ac:os r o recebimeoto de vosso
oficio d 2 do co-rente, e agradecer ot exem#
piares qoe ao mesmo acompanha-ara do rea
tono oassa i Ompetihia apreseutado na reoni&o
ger^i dos accionist s eflecioada, em Landre-,
13 de Outabro dnlo.
Expediente da I.'secqao da 1* directora
da secretaria da jdstiga, negocios in
IIBtOKtS IXSTIll-CCO PLBUCA, DO DIA
6 DE JOVEMBRO DE 1896.
Expediente do Exm. Sr. Qonsclheiro
Governador do Estado
Actos ;
U governador do Catado resolve remov- r o
lacna-ei Victoriano l- gu-ra rite de Souza
la 3. para a 1.- promolorie publica do mu
nicipio da c*pi al, nevendo assumir u exercicio
dentro do prazo de 15 -lias. Fizeram*e as
necersa'ias commonicacOes.
O governador do Estado resolve remover
os promotores pobll'os hachareis Fiancisc
Marttniano de Oliveira e Jcao Manas de An-
drade. este do municipio de Paneilas para o de
de Correte-' e aquello do de < orreotes para i
Panellsr, deveodo ambos assumir o respectivo
exercicio dentro do prazo de 15 dias.F ze-
ram-se as evidas commontca(0es.
O Governado- do Est-do considerando qu-
se achara vagos os cargos de joizes de di- -it
dos municipios de Ceb'ob goas Bellas,
vi lo i So ler magistrado elgem requerido re-
mocao para < s meamos municipios ao pp z
inarcaau por editaes de 5 de Jonbo e 17 d>
Ju bo ultime, resolve det-rmlnar que de con
lormidade com o art. 24 do regulam^nto dr
23 de Janeiro de 1893, acto e instrucv' s i -
12 de Agosto do ui-nuio anno, 83 proceda a
concorso para preeochime'to das referida-
vagas, devendo ter logar o ac no edificio en.
que fuocclona o Superior Tnbun I de Jostic
peraote a commissao examinadora, presidid-
pelo Desembargador Joaquim da i osta Rihei-
ro, dos leutes da Fa oldade de Direito Drs
Judo Vletra de Araujo e Francisco Gomes Pa-
'ente e dos advogados Drs. Antonio Francis-
co Pereira de Carvalho e Manoel da Trindade
fereni. Fizeram*se as devidas commonica*
{J8.
EXPEDIENTE DO DR. DIRECTOR
Bdital:
De ordem do Exm. Sr. ronselbeiro Gover-
nador do Estado se fx publico de roofori i
dade com as aisposigOes em vigor, qoe estan-
do vagos os logares de janes de direito do-
montcipios de Cabrub e Aguas Bellas, se
acha aberto o concurso e marrado o praxo ce
90 das, a contar de hoje para a ioscrt can,
nesta Secretaria, dos caodidatos sos referido-
cargos.
O c ocurso leri logar no edificio em que
'unce ona o Superior Tribunal de Jostica, |ve-
raote a c mmis8o examinadora presidida pelo
tesrOibargedor Joaqum da Costa Ribelro,
ui do mesmo T .buo.i. dos Untes da Facul-
dade de Direito Drs Jo&o Vieira de Aranjo e
Fraocisco Gomes Prente e dos advogados
Dr. Antonio Kraocisco Pereira de Carvalho e
Manoel da Triudade Perecttl.
O Irector,
^^nto F. de Medeiroi.
Expediente 'da 2.-* seccao da 1.a directo-
ra DA SECRETARIA DA JUSTICA, NEGOCIOS
INTERIORES E INSTRUC9Q PUBLICA, DO DA
6 DE NOVEMBRO DE 1 9->.
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro
Governador do Estado
Offlcios:
Ao Se. D^ promotor publico do municipio
de Buque. vis aj do que infor ra-tes, em
offlcio d- 23 de Outubro flodo, com refer-ncia
ao c nfltclo que se n no logar Santa Rosa,
4essc municipio, em que toma rain parte pra-
ees de polica e paisanos, algn- d s quaes re*
cooliecjdamente criminoso Ua.x a un- r-vos
qoe deveis denunciar ,i iodos qu lorem cul-
pedo- e oSo som-nte dos ind giados pelo juiz
do 2- dist-lclo como respoonaveis uu man-
daates.
__ e s.-. D*. Questor Peli Veriflcaado-se da infurmacio prestada pelo
promotor publico da Buiqu', com ref-reoea ao
conflicto ba-tdo no-lugar .Saut Rosa entre
prcas de po ida apaisana, qoe as mesmas
pracaa ae desttoatam a ama diligencia e na
por o-dem do juiz supplente do 3 districto
acomp.aladas da al.;uos do? mesaios paisa*
nof, reconhecidamente criminoso?, rec mraen-
do-vos qoe ao delegado daqoelle mooicipio
eipecaes ordena ao seolido ue nio (prestar
forga algama ao mesmo juiz sempre que este
preien ir effectmr dil gencias cem auxilio de
tcdivido* crimiao8>s.
Ao Sr. juiz de direito do municipio de
Alagoa de Baxo. Approvo a deliberecao
qoe tom sts o sentido de fazer segalr pera
o lugir Serababai, do 2- di*tr|cto desse ma*
n|Cipm o altirea commandaHte do destac-men*
to e 1- sopplent.do delegado aflm de tomar
conhe.itnentodos factos criminosos de que tra-
tasus em oficio de 25 daOuiubro fiadi.
Ao Sr. Or. promotor publico do rxiool-
opio a* Alagoa de Baixo. Constando, de
offlcio de 23 Outubro flod.', do joii de i-
reito dsse mooicipio, haverom sido assassi-
oa tos em 6 :o mesmo me7, .otonio do Qoei
e Mello, n 1 logar tnroaabaia por Pedro Paolo
e outros. eem 9, Miooel Flix e J aquim Ce-
meatioo, coohecido por Honorio de tal, e pa-
rentes do mesmo G's, a pretexto de viogaa-
ca pela, m rte deste, rec numen iovo3 qoe Ini-
ciis s diligencias legies par -punico dos
Culpados.
Motats mo'andis ao Sr. Alleres com-
mandante do destacara m!o el- supplente do
delegado.
ao Sr. teoeoie-corooel commandante
interino do 2.a batalhao de infinteria Esta-
leal. Providencial no seulido ae serira ex*
eiuilos do estado efectivo do hatalho soS
vosso oromaodo o 2 sargeo'o Menoel Ao*
gasto Cbrispiniano da Silva e o m-stre de
ota-tea Francelino Augusto do Couto fruoo,
visto heverem sido em ins-peccSo de sede
considerados incapizes para o sarvigo.
Ao Sr. Dr. director geral da Secretarla
da Fazenda.MaBdal pagar pela ve-ba do
a 1. 2. 2. n. 50 d lei lo ore meoto vi-
gente, a importancia de 1:000*000, de que
treta a coota junta, pioveniente dos veoci-
menlos do pessoal occapa lo no servico da ila
lumioacSo elctrica da Casa de Detencao, cor-
respondente o mez de Outub'o Ande. ijom-
municou se ao Sr. eogenbeiro encangado
do servigo de lllumioacao elctrica da Casa
de Detei cao.
2.a DIRECTORA
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro
Governador do Estado, do dia 6 de
Novembro de i8g6
Ofcios :
Ao Ministro da Justino e Negocios Ia'erio*
res. Teoho a honra a oVrecer-vos doas
exemulares impressos da Mensagem que diri-
g ao Congresso Legislativo den- Estado em
-oa ses>ao ex'raor iioa-ia de 27 de Outubro
Ando.
Mutat s mutandis aos Ministros das Re'
laces E tenor 9, Fatenla, Industria, Viego
Obras PobUcas, e Marinba.
Ao pr-sidente do Estado da Parihvba.
Offi efio-v.s um ez-tmplar nnpr-3-0 da MO
sagem qua dirig ao ongresso Legislativo
dest Esta i o em sua sesso extraordinaria
de 27 de Otub-o (indo
Igoal aos deruais presidentes e gover-
nador;- de Estado.
Ao presidente e raembms da Cmara
dos S>8. Deputados. Nos termos da disposi-
C8*do art. 1 da lei n. 125 de 3 de Julbo da
189o, remetto vos o requenmento le proprie-
tirios e exploradores de eoge' nos situados
ao municipio de Barreiros, ac impanhado das
indi 111 n,6js, em original, da 24 de Ootubro
fi.'do e de hontem prestadas pelo Prefeito
daquelle municipio e pelo Dr. procurador ge*
ral do Estado, aflm de que vos dignis de
submeller ueetsao dessa eorporacao.
Ao director geral da Secretna da Fa*
zmJa.Attendeodo ao que requerirme Vic-
toria Fleodovioa do Reg e Ataojo, inspecto-
ra dealumnas da Escola Normal, declaro vos
para os tins conveoienies que fleam jostiflea*
das as faltes d- exert ico qo< por molt>o de
moiesMa dea a peticiuoaria de 1 a 17 de Oalo-
bro rioio.
EXTERIOR




I
;->
' '"' -^.
OCEANIA
Philipioas
Telegrammas offi iae-, diiom qce s b -am de
Cav.le iropes ae o-ueos do ge -eral Rio", as
quaes occti. a-am sem resistencia o istomo de
vele;, fie-n 10 en 1 oder dos | s. aoboes de.
tin tivamtote as pov. sjeNa deCardateSia
Koqoe, as qo es. se estao toauo em e tido de
deteza, con o flm de sh lisil.is cono base de
(atoas uperic.oes.
M-mor oota-elmeoe o estado da 1 povoaroei
molas das quaes resiste-n aos rebeldes jan.
taodo.se as iropas para oomb tel.as, augmen-
tando da a ota a confiese*, no governo, e os
seotimeotos de adbesao a patria.
Os indniJoos presos em nons-queocia dos
> ov m-ntos abortados em Camanoes e La
L'nmn, estio \i em Manilla eatregoes a jara-
dirclo de guerra.
Do que disem as noticias officiaes, dedoz-se
que em dmanoea e Li Uoion existiram mo.
vtsNMM qoe afjortir.im, pelo q^oe se demoos.
ira qoe a rebel o era mais exteoa e grave
do que se .flirmava. '
O governo brspanbol receben telegrammas
es PbtliniBas, oas qoars a aotoridade militar
qoe iastaora o proces^o 1- vanta-to coctra os re.
bailes presos icclama a de'eocl do Dr. Rizal
e a soa presenta em Man lia, aflm de respoo.
der as iccasacoaa qoe resal am das caaeas qae
se lostraem.
Prete qoe 008 p luelros aiomtn'Oie a'es
le ser Gec a ado o estido t.- gna ra, 18 rlbJ.
oaes principiaran) a iost acci de diligeictas,
e durantee las embarcoa R ul pin a P nn
sota, por nio existir cenn 01 oais do f 0
Hes sospeitas, seo -" qoe em sega a, ae ser
ocaTegada doi pr.ceasos a jo Isdi 5S0 mili.
tr, ariqairlo.te a certn. de que ujj, e tilfet o
n-n mal ebefe da :n-u.-reic o, eri aqoelle
doltor.
o rebeldes preses teecn tilo especial cada.
do em encubr os nortes desses cuetes, mas
lelos documentes eo oanains e po- a'gemas
declaracOe- prestad-, eedarece-am-e pontos
de roo.-- i:n lortaa -i p -1 o flm qo- se qa -rii
coosegpir; e aslm qoe o go-erao o-rttooa
qae Q Dr. R sal 8 ja tran-f ri >o do algia da
paeav cara o wn.r Goioa, u qoal o ba da
cooiuiir part t Pht iptoat.
Ketre as maltas cario, recabidas em Mad-ld
das Pollipiaas, diz."- qo 'eem espeilal lote-
reate as recebldas pr|o cuete do geveroo, pe-
receado q piolirn ie uu/ x-r-s.ta-
Afli.-ai4.se oo3 n r( riia cartai se tape.
ciflc* o nuratro do* q ie aoparecea mais oa
menos como*>",Ml''na no ajv.meoie separa,
lista ; faila.se que u'.lgjjias p o ocias oao ee
auuouio ao grito lnsorrecto, como os rebeldes
e peravam ; qoe se Uou loirodoxiJo do car-
aegataaolo de armas mOQ'Cdes pala costa de
Civae cabio safutsm gece os aercantls, o
%ti alo peade air compro vado, poli N
-f~


Otario 19
icaairou minio algjai u-n
csranaraiaoteB, a aa Urs8.
*tltflB.S* SltilS.W SICl* H' !!.*"
iiidi enaa laa/ja ti a* ti esovaacia
dos ajia a pna-lplo->a ijii'o is inii-ii
?rilar araroluda* Pilini', |i JifliBi
ttep>' "fe-ieral 8iaa:a iii u o ;j
a teue os* nj n riroioauai li.
ijeatdi t -i OHU >a ha-a C"tl-U MrtS t** S>1
dosi-io re a bn;> con dan aa erras oivii, a i aa \ a.
<<"d.' i I 18
6 d -o >* :


i -
%\
risa o f* i 0*'iii, a uDii
pir aai iai;>
a. :i- a oi-ia .u'11i :9iri li m st* m -
liirosa-, *a agitasi.i los eie-aantn r-pi-m.
cta>, lutie amrcnpia atufe mus ci:o re
par d.fi.u'-u' a u e'> d) rtifs* > .
Qja-iu orna parle 4* ujasU^li iattgeui le
Mi-iiiha, excilidi oeU irn a "'CAi **i*< t e p-la* .eseonaoles 1-o ',.' m n-'j i n l lp.
antou o pai^o da revol: \ n fc'ja loi
de d:s a i :'a d* aia da k '' 'n '' >H 'U) J
e fite a aat!J aor.is p i i que >.
auos nbires de msa.-gi r -. n eiu
a.* troaai regulares, 1 vj a i ;: C u
qae janlo naa era am si ia "a M
an mavimeat-a serio, i*epaa Paali la
pan a conquista da ial i < i
O exem.. 0 I >s p I '
ioag?, i sooleraca.i a i > ir 'i le-nauta i o
nao aas p-ofaain qi < ura o-to*. a u
fi-/st*cna a'aaintst-at ra > avara) ba pi.
nnol.
No luido da carr.paoha o marcenal Blaaao,
me lls, um miU.r exye-iuiea-ado eu-r-
gtco. CoM 3.00 bonen* de trapas regalaras *
aaa 10.00) milxuaa indigan.a conmauddoa
por offlciass bpanbd-s ; com *"> olimos
aao era licito coaur dem liada, ota obstante
o. modo correcto porque Hles n* /-am D-ocellao
receatemeote oa paciBaacSo da Miadaoas.
O 3r. Canoras, qne presnteme ate eat a
l'rent; do loferoo da melropoK pereeoeudo a
iraidadrt do eso, tratoa de exped- reforjo*
40 marecal Blancc, coovencido ds qo? ana iao
raes emergenclaa a regra saltadora a do
coonecido aporUmo : priaelpas ibata Par-
liram Immediatamaate de Heao^oaa l.UOU >.o
aae-H ? logo lepoia se apr>s'oo segonda le?*
ae 4.0W, alx de dona cra(ad^re< qae lora a
rero-car a eaqoadrlba legii.
Nao o pain-ttiamo qae falta ao gloMoso poo
beapaoool, e d'isso elle den p-ons anda a a a
occasiao : as Cortes otaran sa^aidios para l-
ser dee s despesaa extraordinarias; as oppo
slefies Uberaes eaqoecenio dlssen.Oes intestina*
pre*ta'am generoeo conca'ao ao Cbete dos coo-
ser?, io-cs; a tmprenaa sen) i atiocco de e
res polticas acC'mpanboa este movioaeato os-
iriotico ; era nata palsfra, n seotimeoto nacio-
nal oa Haspaaba most-ou-re, ciaio aaaapre e
em todis as grandes crises. digoo da aitna-
Lataaal
P is bem ; apeiar de todo ItM a reolts das
Pnilippiaas, em es de ser laga^da camioia,
o al cert qae nao ootee por einioa to a-"
signados triicnoboa, tambeo iacooiestave
qaa oao abalea a oerfls, alastra, laaca anio de
toda as armas do desespero, como oa glorio-
eos Caanos, ameag nofameata **,!*,
Maa':l:ia,~e ja ee dlr qae sao precisoa O.OO
tiomeos para domioala.
Os e-ros admlnlstrati'oa con-lnieai as n'COas
a eses desastres.
as noticiaa officisea de Maoilba eoo-e os
re*eiea experlaaer.tados pelaa tropas legaes
beacaniiolas commofea tifamente o pnbco.
HattM joroaes sao de eplnil* qaa deten) se-
fetea notos sacrificios de bomens, armas *
xon'cOea para aaltar a lotegrid le nacional.
Nos clrcoloa polticos d-se como ce-to qae o
coterno tai rp miar notoa reforcos aa general
Blanco y Arenas, alai de nm tea ao' todas
aba'ar lesa relego nos pootos onde existe.
Oma scfiSo prompta e enrgica c^otr o-
bandos insn'-o-.los sconselbada ao go'eruo
pela maiorii da lopreasa.
Segando ama ca-'a recebtd* pelo goter-
no, nara o ingreeso as s'80cUc6s separe latas
de MB lia, era p eclso ajararoentarem-se e se
aneacjfa c m a morte es associadoa qa-* vei
des em o sea seg-edo oa fossem de qaa'qi-r
ootra msaeira iraidorea; pagatam oa me m?
qaoUB praporciooadaa sos seas recarsos e
tas erara recesadas, pasaaodo recib >, am agente
09 >>e entenda com ootro eap-rior, ao qo'
entrega a a-t qoaotUa errecadaoaa, lento por
ta dos referidos tgeois oa eimple* ftlladoa.
oolicia s da hreba dos trau4bos retolociooa
ros.
Parece qae aleas d'iato eeUtara ditldi os en
eeceo's e dacaoneciam oa oe-leocoies a nma
os filiados as oatra, reteilaado lado ama orgi-
niaata i ain.lo pensada complicadsima, m
qb esiats preisto o esso de ama dnane aBm de qut Bcas^e)- lim'tado o deaconrimea'.o a
an peqoeao amara da Mtaateo*, po'a
simples iniciados ato coabecism avt do qa
oa aeaB ebefes, e saslna saccess!imeate. de
maaeira que, fallando am s a->8 e'oa -sia
cadda, fet.-e, como realmente ,' "'" 'fuM
ebegar aos qae formsm a soa cao-c*
,vOtracaru de Maoilba, escn->t poi es >
respeitatiiliulma, ais qae o coefe dos reoel je
filippioos cbama'ee Agedo del Roaario.
Aa oottclaa Mcabsaas pelo gotern, po-am,
si f^iaa constar qoem eran os cn- : d- ?
bellio Blipolos, mas nao aa;x q cabeca principal da rabellia -iui qae ;-
espooiha com fondaaerjto qaeaeja ttxal.
Um dViles era D. Pedro Rjjas, qae se res-
gloa em Singapoore, e caja Oagagero coegon a
Barcelona no Isla de Pan*y.
Oatro era D. PedfO Alajaod'o Pstrno, gil
rec or da bioliotbeca Manilla, nao lenbrado o
indltldao qae facilita atas natlca re esta
preso oa ao fagla ; e am antro D. F-aoclsco
Roas, coosalbelrn, qae esta dettdo.
Tambem esta Implicado o celebre pintar Lo-
na Noticie, aoctor da ..oliarhm o qoal ao
eaber qae as aatsiiaard*- tlabam des^berta. a
conspi ac4 tiabi.aanao ps's lapas.
As impressOss asa Raspinba aio butasia
pessirxistas sobra s attitade de goteroo s rss-
peuo da geteraadorgeral daa Pbliippma-, S-
tenlo se, po-o, qoe es car:as recebldaa Ba-
lo oraros S'tsraa feaaUBta oa aoia deite
para coa>pr>-baad r qae a eoodocta da general
Blanco noa prlmalroa masseotos foi bastaste
ceoBa-arel.
A ceipabilt-iade doi lnlitilnos detiloi
na imprenta do Durio de Manilla por deu-
dos de rebelltao e aasoctacSo affliota de qn^is
claKSln:a-n os lastoa oa soto da formavaa d
eaosa. eati plenamente proteda tamntm paia
flauta qae todas piles, como aliados aa so ie
dide lacrets a aPatnaa, trabaibttam par* o le
taoumeato qae detis ter lagar o'am da ide
Seirmoro, ao qaal se conti a se aggrega-ism
algasias comaanbiaa de tropas laaigea>s. >sa
qaaes se aairuaa a 1,500 namens que deide
deas mesas ssperataoi oos moatea da S. Ma
leo e a qoem se Habana dada O'piogardaf, em
numero do 70, tratidas oor am bareo 3p-'B?i
daaommado Congo, e qoe forana desembar-
cadas ees Jolio iiimo o- P'aia de B os ido
srrabalSe Se Tond coodaatdaa em earroa
para os refarldos montas.
Denasa paaetrar 8,500 aomsns de oolte em
Ma :111a, apodersram-se ds satda alfil, dlrtgi-
ram-se depoia aos qaartela de Metal o de Kcr-
si de Santiago, en qae existe tropa oespaoOo.
a, e lomaiai A tira ferca, maleado todo os
oda los dapois do qae matarlam tambara o
otemador o todos os 0eaaaabO88.
Nitlcias re?ea4ds pelo rapar Villa .Co-
a em Port-aaid, dliem qns em 15 de Setem
oo ardUaelsgo era de 13 a 1..030 dosqosaa
aos 1 700 teem esplnga-da de eyitemsaaoti-
gas, e nem tedas em bom estado de cense-ra-
fio, faltando Iba alada monicOea
Ae primtiras disaosicas do general Blanco
foram formar dnas coloma it, orna de 1.500 bo>
esa e oatra de 1,000, oa'a ae dlrlgirem ao
principal foco da reboillij fin de isoUr aargeatsse conler-iae a msreha, dlnglodo-se
a priaaatra destas oelamnaa para occapar os li-
mites ds prortaeta ds Lagaa, a a oatra a
Batasgas.
O Bm desta opsraeao ars desalojar oa rebol
dos dsa potoacOf qaa oceapitam a arrojal-o<
atea costa, otra qaa deata maeelra se aocoo-
traiaen aotre o fogo des dais colamnss e o
ama canboneira coiteaieotemenie eolio-
cada
Usa partida numerosa entrn as porsacia
4a Siisag. aoade os nata-aea a eableraram
UirtMio, coamatisodo sigan diatnrbioa.
Urna eolemos de tropas atacaa Sllang eom
tsats acarts a atiesis, qaa o lalmig* oglo
sMfcaaatji
4Mto, iftaar a dan llfila, oa fi
diaiciilis do desaloja- os in t mu la ia. pnga, aoade -a -e(n aram os qaa tluoam aje-
la to. ar ou. \ esfot** iura :o >; lirada S
lata i-xi i' o i-, :| ,i eia l na ) -n S I iig.
O a-'B toa ala existe aaaOim! Uda eatre
os iaiu--e:.>i aa m -rsa ta *o re-.aob c*
uei j '* abafaurB sapr-ua'. da so-te q Brgi'lo g stss aaoQi:tM eoire ellas por ei*
neo fii is i^o 4as !'00', eada a o
da* |aas ose a a cirfs di>ta*to.
Bitis U -aniO'is aaegarsm -o efaa de
am i is g-ioas d^ rbelda* sa apaierar de
Toa se 4U-, gran la pi-ia atas iaiigsass e avistig
qi 'rji i oa grsftMa rrib^ldes, estia d< ral
tontada as-jiu render-se. (Jaicmeata
oo i*.osan a it a os insurre t:s, yarmalada
seeuviotiii' d> nal'Cxil'.H -.
A* irooi* latig a m ta^m-sa p r* la oj a
graa'd a i ii lada.
Di jr aoJie* o ; un a^ pir i
,> ae Si: itlra, capital da pro a ia ds
Naara B
De--- r- tis iue lata sm eBulDgar*
1a ; os -:-cus tiatum armas braicas n
jIh. I .
'- ii em Sia hiiro po- sarp-esa
loaidi uj aitoi'-s ofto inban noticia al-
eaos ai r !\*'. M" 8 K'js'dis ias?a>*
oa tio'-im p sieds. para defeaderem-se e
a-ai r as iOtO'l ladsa
O j .< fai 1ss~ralrerm est's
i ri.- -..ii, .i;j ,ji 'Mbiuea a poder
i a* S| .'. i':U!f-s, qoa coas'gil-
-n i :-:''/.i j ; -a jm sarVswa as-
a aa- '.ii (Oaa i- dalas, va a mieraaram-
se u Qiem js o i ^ '.,i c n muladas p-ilo
:soiij, e iiiiranU fiase boras caamcotif^B
iswiss'S o os ati i-a i i ilsaig .
Ni r^frega ma-rea o cptiao, ta aaada pas-
as a eauma i lian sarajeMlo aespian I.
U a cana ladlgen taatoa saalnrar oa gair-
das citls, if. ida-ljs qns o ;\ ) a .' > era
geral e motil toda a r.>siatei;i<. O *argea p-eadea o. e, depaia da amaral-o. sicarraa o
o'a ni casa.
Oapois (aaa ae siba em qaa lia} ciegas a
Sau U d'.i ana caianaa de tateat u > da la
Travan-sa u e-am 6^)0 reaeiles e fjraoi taitas pr:sloa-i os
8i. Po-ajoane aaselno da ajajarra i.i.im
rlssima ao caos iosarrecto, o qaal f i paasai >
p '\s% armas.
Cbegaram a Maoiha m 1 solidas peiin*
- l'-ei qu- (o-am das.ialoa para cp ar em
C its, parucipsida telegrammas offi aes a
s.n di do general Blanco parj assistir ) ope*
racaa..
No combolo coreio de buam oiteota i qoatro soldados da Sicilia t
Vsieocia. destinados para ai P.npiaaa.
Pai-lb-s feita ama eiiibas a- i -.i despalda
pala .otoacao. aa!o idadee a baaios maatc
pie militar ; e o general Msnllagai fes-mas a
despedida em nona da raiaba.
-= Asaegorafa-se qae en tirlode das iofor-
m^coes t'aiilas p la alilma crrelo em brete
a goteroo adontiria aaa resalnfio.
Para o da (4 de Oatoaro e>ts anaaaMado o
aertelo de oa e meixos des>iaadns para as
Pbillopbas ; no casa de haterem^tolaotarios,
sarao estes os preferidos.
No dia 6 de Oa abra fonlaoa o Moa-
*errat > -onlatia-io a -ea bordo o primeira
oatalnao de cagaio-e, aa qaal aa peparoa
ama entbasia*iica ecepcaa.
> Oa reosldi ataciram no da ios posto*
atsaftaa sobre o Isttimo Na'-'ieti seado re-
pelhaoi pelas tropas beipaabahs, soffeali
aqaeiles sele baixas, o Beoda nore fendo?.
As noticias offic^es de 7 'ilsem qoe o
resto das partldaa irir-a- -?-sl- foram batidas
oas oronaciaa de Molla e Naeta Bcija. ra*
faiaada-se no Mo de San Mateo.
Na manba de 8 am gano de 303 bomaos
desee dos di.os montea, meando Mario, re
Jo re e lldoa pela farc da giar'a clri', fisi*
abo Isasa, da xmdo osjrebeides tres martos e
airaos (endo-.
=> Os dols '.n -i -.'s p-eoaralos para m
era- r para o s'dl pelago Pbilippmo, eraba ca-
raaq em Rsrcatbns n lia 16.
O oatalbaa i e > -ion-io n. 5 estar em
Bareaajpaa '> du id
O na aloao exa-d Bisaario n, 5 esiar en
Ba'Celaoa no da II o n. 6 ao dia 13 em
Gaalalajara
A calaba offeracea nm jaatar aos expedida*
rtoa e am doro aos cauos e aoa soldados.
A dsoataclo e a vertaci deram aaa p'
ia a cada aoldado ; daaa a cada caba e qa .iro
* cada sarge to.
Os exred.cioaa'io* -egoem multa cantentes.
vj co-r^-ia ie M laga'Oeg iu l) sol*
da'os dos egimentos da Bxiremadara Ba-
DT', Cordoaa Af.ica qae segatram para as
Pbvlippiuai, m defuta aa misgridad* a pa-
t i .
Por -erem ma'.tos d'elles d'sbi eran es pa-
ra ios na esticSe por numerosas familias, pra-
imuda-a- sceots trlstisslmai.
Bm d.ta ds 11 saoiram p^ra Barcelona oa-
ae mba caram, iodo com elle; 3 i inditiaaos
e i-n-:eote a> baialoio de cagadoras de Caos,
l .l --i cAj d'eala cp tal.
Vao todas mnlto aai oalos.
n O general Biaaco comnaaica to mmii-
\t u *-jarra :
atacarlo .;elo< r^beldea o destacamento 4
T^i^ay, aa-aMto a ma-atato o teooBte coronel
Bioedicio oom iOO nanea* dos m^im-ntas as.
70 e 7*, conocidas para este Bm em Colamba
a Taoao n, mas nao ponda trancar pelas tor-
tas pasicOea e forjas sape'lsres incorrectas.
narren jo dois ofBciaes, 18 aoldidos a nm ebe*
fe, e fleaado fondos nm offic al e SI solanos.
Logo qoe reesbi noticia tonel na natalbAa
do 74, ta ordena o teaents co-oaei Ortis e en
egaida am oatro camnsalsio palo ro-onel
(-aao*, mas o dastacameoto sabia de Talisay e
t'otoa abrir eaminbo at-avea do Inimlgo, asa
o ter podido conseguir antes da cnegaia a'a-
qoellaa forcaa.
Ba proprio me tra-hiei egoalmaaia a este
wooto, o qaal eausidero prefer imp-d;r a todo o caito a entrada em Baiansaa
aa Ioimiga.
Mals dis o general Blanco :
O neo prop'iito ao vir dirigir aa operaefes
o'eata prorioela de Lagaa, coaflaants com- as
de Ja tile a Batanga?, foi o de me apodera de
algaas ponto* seore a dlriBons qne inapolis-
sem em amba* as latasSea dos reboldes, pa
rlgosas an iif tade da grande por jaca a.
Troaxe com effeits om oatalnao do 74, qsa-
tro eompaobias da artiibe-ia a pe-a rema oate
na de atoatanbi.
A occopaca > de Til isa y pelos rabeldoi ime
fes mar bar sobre a miaba esqne-da para im-
pedir Kieaa-paisa em Lma e Ba.aaga->, sem
aaageari Cjr a Imba ae Tananan, Sao Jos e
Cal.moa, qne permitir* fortlBcar a entrada
por esta lato.
Doro ouKEiiolcar a
to para coo-ir a prorlacia de Bataugai p ees
pelo manos da aou agmantoi.
Dare a V. Exc. canta daa operacoes, nao o
faaeodo diariamente dea paqueaos eacoolros
qae todos ss disa coo-rem esa diBerenies
pontos, qoaoda oa ln Importancia
Bm Manilla Bcaram aaa dos eorpoa espe
cues, o 1.a bstalbio de eaeadores expedalo.
os rio e ao ba alOao do 71, que miodarai para
sqoi logo qae; ebegae aqaalU capital o 1 de
marioba.
Bm Catite est o 1.* ds marloha, com 'oreas
de artiloeria e engenbarla.
Bm cooseqaeocii de grave doeaca do gene-
ral Eebalaoe, qae o Impeda-de daspacaa-, tire
qoe regnssar a eata capital Manilba), deixao-
de-das torfias qoe operam as protiacias de
Ligaos e Bataogis, so chafe do astada malor
geoeral Agotrre, com as opportoaas loalrac
coa
O) t legramas oflzWes dlxam :
A IsgOa ie Bar e-ta rigiada pelo rebocador
das obras do parto ernaador Otolora, da mar.-
oba de >aer-a e Dotes com meiralbsdoras.
A. lagos Tial oercorrlda por nareoa.
Est seado estudada a collocacto de peque-
as laaehts a rapor, qae rigiom e comooai-
qnsm com o pottos ensbeleoidoi.
A LsgOa de Bay A ama das mals Importaatei
daa Pilippmis e banba, eAo a oa terrenos d <
proriacia de Manilla, sanio parta do< de Cati-
te e Morong.
Al anas margena aitio atinadas as espitase
de Santa Cras a da Morong, ai soas aguas n4e
entram no mar, maa angmeotam a correte do
Paaig, qn sm legalds penetra no Occaano pela
parta sal ds Tsaao.
E' sbaadante em peixa, eipeeialmenle am
corrlnsB.
fapares de qsllba efeitaa e baiairaa ds
1 "i
reates figeos daraaie o da Mi I capital San-
ta Crasa
A IkOi de Tai1, eiamata 'soban de im-
b) i, qaasi i4o o rio Paii'p", p-oxima 1a cr4Mosira ds B*-
tang i*; asta ro esda d raoatss a qoaii aaa
fo-n cao 4aa ligar a deaaniuac4o tigala da
Banbi ('istan-i la-ga a aitrsua ; ) as soas
gusa sa aaUadas. e to profaali*, qae em
ntV>i ia l're Gnaar da Hiato Agowlobi dia, ao deser-
tar eata Ugd<, qus ter* maia s irl ta legoa
ae cir ansf-reT-.u.
0 vapoi Trand talle, qaa sanje da no da 10 pala mama, pirtalo: ij aegan
tes nitrm:
Sn Mmmi cootiaaa a ;n^iitai > aag*
m- .ta a d -^uegia das a*n aridi'lss.
Um camnU'So le aa9->aabo.s tisitaa n ca
ouao-g-soeal oars psll'-lbaqus atote mol-
das qa* -i-rim de garaoua a s-- peolasaiire1, campronettidos graramn'im e a
naita* periaffias da InadaLaiai. Prm
ta a pa'ie a'eaia omn:ss4) algu is< 'ralaj, >*
loma empregarso os ui coa'e-aacis con
geieral B m noa hn coma patritica. .
Bxistem partidas de rebeldes prximo de
Lips. N'e-ta pii-;.1a qae coasti d 4U:000
Oib'is itss existem n 'los na -.eo s^i-jihim.
". n'nr tu '-ujra daminuilo ua mnorii
d<* pataicAes da Catite.
Re:e i-se qae os rebsllss se inNrosm na
ptrts u jatiaoisi. aa qaal serta diffid pe-as-
gail-o.
Os lelagranroa* offi "i-es entiados de
gran ia A'cbipela sega'ata :
a C pitlo.;eaeral, ao ministro da gae n.
Aa litar P-na tema i ean ciasi rebelnSo ;
de ooQform 'ad dioume, aeri -uadirili -o a
ujsj3 oars facilitar seguimeota, e apresaa- le*-
ioo pra e il n- i o ,
Pqair.o comaate do-38 em Booaiern, sen-
da deurajsdjj es reOeldea, que deixiro 14
p-isia iei-o<.
Anretio qaan'.o posso nrgailsscao cac1o-e
os. 2 e 3, eiegaloa baniem, a^radacaadj ea>io
os oatroj 3, cajo concurso sari de g-tnde
u'i'i 11 i-i para la'nmar camoanba.
Hm-o aa apoderoa o gaoersl Jinmllla d.
povoco da Nasagba, oa qaal se liaban eo-
tridMeirado os rebeldes.
A oaeracao reallsou-*e com forcas da en rda
Cirii. d is regimeat >a 70 e 73 n d > te cairo ba-
t.l4.' da a;>'o-as. a'accor la-on os ra i
do'a*- Leytt* BUicn ius auxilianm poia-o*
.smea.e o ataque can a >ua artllberia e msri-
nba te lei-maarqae.
A fletara fu completa, apoleraada 83 as
trooa* dan 3 eiifl:ioa fortiri -aios.
O iaimlgo fn'io al Loor p*'*eg3ldo neli-
oisai <:olumo<8, deixaado oa camao "- daatro
dos seas tntrm-Qiranenlos 114 morse ma1
tas a-mas monicOea. Do aassa I <(Jo luata 2
natos e 23'lridas. O ganaral iaramlo re-
'o.fmei :i-ms o examplsr campo-t'meato das
tro as o'aita loroala, a en fsco-o con ve-1 <-
deira n'iifacio.
Um carta das Fillnpioai da qaa o ee-
oeral Bmalace se senlin incommodado no da
em qoe desfllon an f-eota do galerno niu
da Manilla o batalblo da tolantarioa orgaaiiado
para debellar a rebelliSo.
O general emacioaon-ss tanto ao p-eseo.ea-
tadas os beapanboea resideatoa em Maoma
re80ltil>i a deteodir a pU- %, qae tete qa
retlrsr-se or acbr-se loduposm.
gras complicadas, tal o carcter da
msica polyphonica at Palestrina.
A reforma protestante creou na Al-
loman ha as harmonas simples, os can-
tos largos, a msica fcil. Desde en-
to, no que diz respeito ao estylo, as
duas naces, tem seguido mais ou me-
nos o mesmo caminho.
A Italia, porm, tomou a dianteira
e os progressos foram rpidos.
Viadana escreveu as primeiras me-
lodas. Cimarosa e Scarlatti podem
ser considerados como os inventores
do recitativo. A este ultimo compo-
nista, verdadeiro genio musical, se
deve a invencSo da aria.
as tentativas que fez na opera, in-
troduzio o recitativo obrigado e co-
-?aaaac=:
coa. Triste,
borroro80,
rerdadeiramente triatleslmo e
foi o espectculo que deparon-ie
sos olboi de todos qoanto l ealaram.
Os religiosos do mosteiro de S. Beato e as
irmiiei da caridade do contento de Santa Toe* i
reza, ao teram icieocia do occorrido, dirig*
'im-se a o local da catastropha a ab*, auxilia-
dos pela Exilia. Sra U. Mtria, Ramos r- si- ,
dente na localidade, e pelos Ilustres dioicos i
Drs Francisco Leopoldina e Lopes Pesada,'
prastaram reletaatisaimo8 serrinos, j appli-
cando curativos urgeates, | accammo'ao'o-
os conteoientemaat', ja administrando aos
maribundos os ltimos sac amautos e cens*
laudo os ferldos.
Segando affirmam pessaas qae assstiram a
mecou por este modo a transigi do remotSo de ca tarares, etc., o numere de mor
VARIEDADES
O haptiinao
Triate casal aqnelle guantas noites
de vigilia, quantos das d temores 1
Andavam erraatoa, (rora oa monta-
nha, poaca depoia no ralle, psasaedo o
diaanas carernaseaminhan'o noit
e todo ist> porqu' os cors^Saa pecca-
rain amando se, e tud isto po q >e illa
era, fidalga e ella apenas oavalleiro an-
dante.
Peraegaidoa e asaeteados de morte,
reeolreram fugir para bem Ion ge, pra
nm impar deserto ende podessem amar
em liberdada.
O qoe anda os oanaolava as h^ras
de na ior tr>stexa era e aarrieo da crean-
q que, ora a mli lavara ao colla, junto
ao seia, era.o paa letava maito aporta-
da junto do e rac&o.
Virum como barba osontriade se
de fructos mecos a creaacinua para
ees-* h-i*ia a-^mpre <> lere.
Urna qji e, ujoi> atr-*res-a sem um-
floresta ommaranbadH, uegr, medona
como ii m d nto de s*b*-, a mae no ou
qaa o filho estreme -i-lhe aos bracos.
Nao se conteve ; adrnbndo coa mi- adrioham arritan para o amante :
Depres.a, Airando--, agua agaa !
mea -mor, o peqaeao m >rre.
Agu* !exclamou o pobre mogo...
agua 1
S m.. para baptiaal o.
Nao rea qaa o peqaeao morro ?!
E com affeito a creanc agonisara.
Alcinl.ir, rpida, metten-ss pela^ flo-
rate escara atrs de foate ca rio de
onda troaxesie am poacookinho d'agua.
Pobre Alcindot !
Nao havia na flaresta nm vaioam
toda a re endeze, nem aignal de arroio.
Eatarilidade 1 Ester.hdade !
Maia hora depois o caralh--iro andan-
te volt >u com uoaa folha verde, vagaro-
ao, paaao a passo, para nao perder o
precioso aohado.
Edwiges, aqai teas...
Toda agua qae encentrei na selva ;
duas gottas de orralho o'uma folha.
ET urde, Aloindor o peqaeno foi-
se 1
Sem baptsmt 1 Pag&o ?!...
Descanga -baptiaei-o.
Tu nao aohaate fante na florate, en
aohei-a bem parto. VSi ? motBe'-e
V. Exc. qoe anicamsn-i 4.j-
,.. Mm a.... -,. toao...
O .de descobrist a fante mor ?
No coraeio, Alciodar... baptisei-o
com lagrima*.
Coelho Netto.
primeiro ao segundo estylo italiano,
transicao que Leo, Durante e Greco
imitaram.
Devido a seus esforcos, a msica
perdeu seu carcter de grande seve-
ridade e bem assirn as rgidas regras
da harmona e do contra-ponto-
Juntamente cora Monteverde ella
tomou um desenvolvimento instru-
mental mais consideravel, com cantos
raas largamente desenvolvidos, acom-
panhamentos mais simples
Este movimento continuou at o
XVIII seculo.
Ao lado da msica de igreja, a ope-
ra muito se desenvolveu, e historia
d'este movimento se prendem os no-
mes de Piccin, Jomelli, Cimarosa e
Paisiello.
Esta actividade creadora communi-
cou a Allemanha, onde tomou urna
nova forma e novo desenvolvimento
Msicos como Bach, Haydn e Mo-
zart, deram a msica urna largueza de
ideas maravlhosas. A excepeo de
Ghck, elles devem ser considerados
como fecundos os continuadores do
movimento italiano.
Para melhor conviccSo da pequea
distancia que separa va estas duas es-
colas, basta comparar o Matrimonio
Secreto de Cimarosa e Le Nozze de
Fgaro de Mozart.
A separacSo entre a msica italiana
e a msica alterna, accentua-se nos
trabalhos de Gluck e nos de Rossini
A msica italiana tomou caminho
diferente A italia tem apresentado
grande numero de cantores e um me
thodo seri > e seguro que tena feito
grande nomeada.
Os cantores comecaram a percorrer
a Europa e por toda parte admirados.
Comer;aram a se considerar entSo,
como um elemento necessario, prin-
cipal e como a pedra angular onde re-
pousava a grandeza da msica italiana.
Para elles o trecho por mais sim-
ples offerecia-lhes occas&o para bri-
lhar.
A's melodas simples, intercalavam
trinados efiorituri de todo genero, a
ponto dos coraponistas julgarem-se
incapazes de evitar esses enxertos.
(Continua).
to- uttiogs a 10, alerando-ae
cerca de 40.
o de faridos a
KEVIST4 UIARIA
MUS o I ANA
Msica Ustllmna e Ilema
Muito se tem discutido sobre a
grande e substancial differenca entre
a msica italiana e a msica allem.
A primeira diz se que simples, in-
telligtvel, melodiosa ; a segunda, corar
plicada e transcendental.
Tem sido este o traco caractersti-
co da difierenca entre as duas esco-
las.
Verdade que no ultimo seculo e
mesmo no actual, a msica italiana
cultivou de preferencia a meloda e
o canto.
Nao se conheciam ainda, as aperas
de Boito e Ponchielli. A muaica al-
eme entregava-se mais ao estado da
harmonja, aos coros e aos instrumen-
tos.
Na idade media, era justamente o
contrario. Os primeiros secuios -da
msica polyphonica fizeram poca na
Italia.
pwiaaiMB t taii"Bcaas re-
Horroroso desastre -Teos boje a
registrar nm facta, desses que palos horrores
qoe s rerestem, conitarasm ama popalacSo
inieira .sm toda parte commentado por lo-
dos, debaixo do maior poaglmeoto.
Antsboatem ama poroaco denominada
Doarta Ceelbo, pertMceate a valia cidada de
Olio.ia, da qaal diala cerca de malo kilme-
tro, fot theatro do mais trate e Borroneo es*
peetscalo qae se pote apresentar aos oossos
l'ioa.
i oceurrancia lameataral dea-aa s 5 12
tioraa da tarde.. O tram axprasso que parti
na esixi'ao da roa da Aurora a 8 oras, com
n>uno 4 Olinds, ao ebegar am (renta ao pro-
no dj familia do Dr. Arres Gama, p-oximo
aesac&e da Encrniilhida, danorou se baa.
ta te tempo, derlde em parte a passagem do
trem da Estrada de Ferro de Llmoeiro.
Quandoo trem pouda legair, estara aofri'
ramente atrasado e o maebiniata quereodo
tirar a diff^raaca dea grande velocidade a lo*
comotira, qae dentro em pouco ma chara rer*
Uginieamente de modo qae ai rodas ao paa*
aarem aajaolsa dos trftbos pnlaram, come
dizem pe'soai qae scnaram*ae ou proximi
dadea da linba.
Quando o comblo passou a poste Daarte
Coelbo a relocidade era a3sustadora p, enlfio,
o macboista tentn diminuir a mareba, adi-
rinbando a immiaeote desgrasa, mas, foi-lne
mposilrel; a locomotiva j aao obedeca-Ibe,
mesmo porque estara elle, naturalmente,
transtornado por eoabacer o psrigo.
A mes na coasa foi tentada palo foguista e
pelo contra-mostr das oficinas, qae tambem
adiara* je jauto a alia, mu o resultado foi o
mesmo,
Nesta sitoacto difflcillima e parigosissims,
resalreram sllej abandonar a machina a, as*
sim, passarsso para o carro immediato de se-
gnnda;dasse donde saltsram e fugiram, se*
guindo pela utrada daTacaruoa.
Um minuto dspoii,. ono oa des metrri
dtstsate da sstacas de Daarle Coelho descar-
rila s machina a cabo pira a margena es*
querda da.linba, eapVodiodo a cal deira nessa
occaslaa*
O wagons, cajo sogate qae os prradism a
machina qaebron'se, descarrilados tambem,
com a relocidade qoe lersrsm tomaram. di*
receto 4 eilacto.
O qae ta oa frente sabio a plataforma da ei*
lacao s foi de encontr ai paredes do qurto
de bagagem, qaa, em parta eabiram Sn vir*
tade do ctioqae, abaten teda a srmsca do wa-
gn, morrendasjaasi a .Utalidade das pessoas
qae nelle eataram. Nesss occasito tambem
cbocou'se com as paredes s com os deitrocoi
do prlppeiro wasjoa am oatro qae igualmente
flcouem pedacaa.
Ao mesBM tamos ajos laccadia lata na esta*
c4o am tersaara carro dasabsra aas proximi*
dsdes, riciimaaao ostras taatas pessoas. '
B' tQdesawlpUwl ose psssoa-se aessa oc-
eaaifto ; de lodosos kadaaajrUoi dolorosos, ata*
sea; aqsi am ferido srrastsndo'se e implo*
laaso Bnaaraa^ alb _asirs>os aldmos arras
Os que falleceram na mameato do desasir
foram : Horacio la til, cautiuu) da Algan le-
ga ; Hanoel da Barro?, rtista pintar, casado
e com 6 Albos ; Aniceto de tal.cigarrero;
Eleuterio da tal, ferreiro Gemino de tal,
irabalbadar em -elia iglio.
Os pa?sageiros dos wagons da 1' claisa qoe
acha^am-ae no ti u do comboio nada ,-offre-
ram, a naaasr o susio e quedas eem ontras
cooaaquanciar
Grande numera da populares logo ao anoi-
tac-T atentaran) incendiar os wagons que
acharam-ae em bom estado, mas, disto dis-
fu diram-03 os Rvdms. fndea benetlictioos.
A.B 9 horas da ooule, porm, leraram a e-
feio a mesma idea, mas nao in totum ; qu*i*
maram os destrogas e mais um wagan perfeito.
O Sr. Benlo Magalhiaa, gerante da Compv
nli! i T ilhos Urbanos do R-cif-s a Olila a Be*
birib, nao pouie antehontem comparecer ao
local do desutre, porque l achara se am
grup) armado, que atiran lo-liie a culpabilida-
e do incidente, preteuiia matal-o,
Nada mais podemos adiaota* boje.
Coneellao de Salabridade -Rst
orporagS', a pedido lo D-. Inspector interi-
no de rlygi>-ne a convocada pelo xm. Gorer-
nador do Estado, ruoio*se bontem em sesso
ex raor i una 1 hora da tarde, para assen-
tar medidas contra a epidemia de va.-iala rei-
nante.
Gumpareceram oa seguintes marabros : Drs.
Pitaog-, Emirio Oootnno, Maruns Casta, Ma-
nuel i^a-loP, Garaeiro da Cunta, ommeoda'
dor Albino da S Iva e Dr. B'ooet.
Repartoslo de Hy^iene -Esta Re-
pa-uc>), emqut'ito aurar a vp demia r-inan-
ti*, estar aborta tambem aos das santifica-
dos e f' i.i ios.
Fallecimiento-Fallecen no Rio Graoda
do Sul a 9 do p uxnn i pas3ado o alferes do
exercilo Antonio Madeira da Freitas Barbosa,
aatural de Pernaabuco.
Era um offlcial intelligante e- que presin
relerantes serrlQos a sua patria.
11 -cehtiaento.de propastasHoje s
11 horas da manti em una das salas da Se*
jeretana la IospeccSo do Arseaal de Mariraha,
iBerao racebidis propostaa, em carta fechada,
I para a (ornecim-nto de expediente ao mesmo
Arsenal e enaa 'i*,piodpnctas, laragem e en-
gammads de raspa da eaNrmaria de Han.
,. '-...idas, turante o futuro exercicio de
1S97
A.s ili^Oas das propostas constarao do
edlia: n 8-':cao competente publ'cado.
Jury Federal-Deixon de barer ses-ao
houtom per so oarer comparecido 25 ja*
radoi:
Foram mala sorteados os seguales :
Recif*
Affonso Jos de Olr/eira.
los Isidoro Perera dos Res.
Amonio Aire d Saaza Fradique.
Jos Antonio horeir*.
Jos Balbioo de Seona Das.
Santo AntoQio
Clementioo Ferreira Lima.
Jos Pedro d Si ra.
S. Jos
Salust aoo de Albuquerque Maranbao.
Jo&3 Affaoso Borgee d> Silra.
Boa-Vista
Joaquim Peraira de Frailas.
Demetrio bracio de raujo Barros.
Joaquim Ignacio P. vao da Siqaeira.
Francisco a-Ios da Silva Fragoso.
Jos R y mundo de Araujo Ssldanha.
Dr. Lmz JosParelra.
Eduardo da Costa Olireirs.
Afogados
Aotonio Farreira da Costa.
Ur. Joaquina Pereira da Silra Gui maraes.
Graca
Louranco Rodrigues dos Passos.
Jaciatbo da Hora Pires.
Dr. Tertuliano Francisca do Nasclmaoto
Panosa.
Dr. Alberto de Olireira Coelbo.
Vanea
Miguel de Abren Macado.
oesedade doa Artistas Mechan!-
eos e Iilberaea-No da SI so correte ce-
l-nra olemanmeoie essa patritica sociedide,
i-om seaBao magas s II boras do da, o sea
58* aaairersario e 15* do Lf ca de Artes e ON
cios.
Precedir 4 allndlda sesatto urna misss ns
canela do proprto enfl:io, em honra 4 soa p.
dmei a, oeai 10 oras.
Somos gratoe ao coorite qae aos fot derigtdo
para a a88i<>t*oria liivraria ContemporneaOs S-s.
Ramiru M. Cosa & C, prupristarlos desss Li-
rrarla, ttrerau s boodsde de enriar-nos gra
cnsamente os exemplares da Folhinha Laem-
mert uara o fa'u-o aono e do Memorial'Fltml-
nenie aa o mesmo periodo.
A p-in*-ira obra am almanak carioso e
cajas tradic(6es a4o conbeeida--, palas rariadas
o>aieria8 qae ibesloaadlcioaadas de ioteresse
eommerciai. A segaoda qoe Iba nm comple-
mento, por asaim diser, intereasa por ana ap-
plicagao dlrectameo'.e 4 negoclaotes, banqaei-
ros, capitalista-, medicas, adragados, odas-
iriaes, proprieiarios, etc. londo-lbe sido acres-
cantados maltas noticias de eooaalta, e 'rasan-
do ama taraella de cambio calclalo de 6 4 18.
A'*>a.
t irmasinhs ds pobres Pela Llr-a.
ria Leopoteo Sureira lomos obseqoiaaoa eom
o fascculo 4.* do importante romance de Eml-
la RiebeDoarg, >A I mistaba doa Pobres, lin-
dlsslma obra qoe laato em Portugal como no
Brasil a edicto pertagaew, tem merecido gran-
de acceiiacae.
Esta re. ommendare! obra do ral ote roman-
cista francs f*t parte da apreciada ColleccSo
popalar.
Agradecidos.
L Illustraelon Espaola -A Llrrr.-
rla L. Silrer ofle eceo-ooa o o. 39, anoo 40,
de La Illosiracioo Espaola r Americana, es-
plendida rerl-t llloitrada madrilea de pnbll-
cagao aemanal.
Oo'tawatraa.
Phrnix Dramtica Beaefleente
Hoje, em aeseao de asnembia geral exiraordi-
narla, reaae-se esas assoeiaca oa irareesa da
ras Dnqne de Caxias a. 10 1.* andar, aflm de
a em tratado* negocio nrgeotes.
as fes tas do Csar, en Pars-A
Pars naria ebegado, arim de assistir as lastaa,
am honra do ciar, am mancebo de 20 aonea'
nalnral de Lilla.
A' noite foi paualir para o boulevard dea
Italianos, admirando as ornamentacOes.
Ja lepla das 11 boras e qoasl m frente ao
edificio do Crdi Lreanais, litio relstlramen-
te pouco deserto aquella bera, aentlo algaem
agarral-o com forja, ae merme lempe qne Ibe
morrn ram ao oaride :
Mam ama palarra l Kst preso sm noms
da 1*1.
Estupefacto, o pabre proriaciane rolta-
m a M rs4a oam am Sornas rabaato, da-
grandes bigode?, am casaco abotoado at ao
pescojo, fliiohi ao pallo, sigaal de condecora*
ce, a um respeitarei bengalao oa mao, qae,
impeiltodo-o para deotro de am flacr-, orde-
na ao coebei o :
Prefaitnra da polica, depressa !
Pelo caminno lira do bolso ama fo ba de pa-
pel e finge eatudar as felcfies da preso, di-
teodo :
O boa asnea, bnco, nsrla... E' isso mes-
mo, nao me eoganel. Apaohei-te, meo man*
no. Derla r*rlaiar-le ; mas teohamos anda
a'gumaa attangOes. Toca a tirar o qne tens
nos bolsos.
0 provinciano, jnlgando barer equivoco e
esperaido deslindar tio singular aventura da
prefeitnra, tirou'o bolso a carteira qoe con-
tlnba 300 francos, em uotas, outro lauto em
ooro, o -elogio, etc. O mal sim atou tndo
o'om lenco, dizendo :
Tuda isto ficar depositado, orno manda
a lei.
Quando ebegou o carro em frente do edifi-
cio dos rorreiaa, disse ao coebeira que paraste
e em se(nidn accr-scentju :
Son commissario da polica juruciara e
acabo de prenier nal individuo, assignalads
pela polica russa.
Von j enriar um telegrsmraa para anteci-
par a noticia.
Nao delxe sahir o preso ; se elle qnizer eva*
dir-ee, d Ibe para baixo sem remo s .
0 miserarel quena asaismar o czar ;
O cochelro oSo fez repetir duas razas o re-
cado Saltn da boleis, emponhou o chicote ,
coliocou-se diaote da portiobola e camegon a
invectivar o desgranado com ovoc.bulario
propno dos coenoiros parisiena :a
E' escasado diter que o falso commisaarlo
nao apparecen mais. Depois da ama hora do
espera e, eomecando a impacientar-se, o co-
chelro confiou o prisioneiro a um guarda da
paz e en'rou a seu torno no edificio dos cor*
reioB e teegrapbr8.
poz aigumas explicacoea com os emprea-
dos, o coctieiro rjltou desengaado e ao mes-
mo lempo 'arioso por ter s do illndido pelo
tudaz gatuno.
Deixanlo relirar-se o pobra provinciano,
-ate apreseotou a sua quena em um corra-
missariado e pedio para ser repatriado, risto
ter ficado sem ceilil.
K.ste pedido foi-lbe satisfei'o, mallogrando-
Be as-irn o seu prejecto de rer as festas em
0 -nri do Czar.
Monte Po Popular Pernanab.
eano-.va ionlngo Oitimi', raaiz u.? a a
n a 40* auaiver8*uo desta pa e ctilisslms
,io*titnic4o.
' A'' to iui-1-, reanido todo o coaaelba da
nema assaclnco, diversas seoboras e conri.
tad.is, na Orden 3* da Carmo, tere lazar a
..<"- solemne, grande orcaeslr;, dirigida
aelo maestro CmJido Fi ba, fiada a qaal dtrl.
iram.sa todos para a ede social toa Dr.
Tamas Barrete n. 5 em dirarsos caro, tendo
a trente o re-p -.-: vo director, commendadar
Jo ; Ferreira Billar.'
Ao meto dia tara c im-co a sesso magna e
lepas de urna bem desenvolvida al ocofiSo
orofe-ida pelo Sr. director, segutram.e rom a
pjlarra os S--. Silva Caralcaote, orador officlal,
o qaal tataib lmante demansiroa o de-envol.
.'. neo o 3j '.l dorante oaano; Cardlo dos
Res, pala aiao Econontca de A'oeados ; Dr.
Joa-- oriBs.o, pal Goucalvas Uias ; S ,-ia.io
de Alboqaa'^of, pelo Oao M'Orka ; La z de
Franca, pelo Uoote Pi Bom Saceeeso ; Isaas
da SIivp, p'la Unan dos E tlvadores ; Cirra
Ibo Jnior, pelo Club Central da Gara Na _
clonai ; Ferreira de Castro, pelo C ub So- cal"
A-tiene ; Antonio Mande.', pela a.-sj iaci o
dos EnaregiidoB no Cjmmrcio ; Jo5 ie Deus,
p la Caixa Pa Ppala-; Mamede do; 'es, pe-
los Artistas MechaaicoB e Libanes ; Angosto
S Ira, oela Lagiao de Saccorro* Molaos Dr -
Laz Gomes, pie Ci calo Flortano Plxo o ;
ocios benemrito Antn.o Ignacio Ba.-ooaa e
effaM'.ro AffoO'0 Jaaqaim da Silva, Jos? Coelbo,
Ss'fS-- to Llii e a'fe-as Pr^z-res, cono re-
presentante d.: enera. Artbar Os->r e Silra
Ciral-ante que agraiecendo ao aaditano sea
campa eciaaenio, termlaou fazsodo eai-^^a om
norn do tn-s-a-ei'o do Monte Pi, Ge-ancn
Sarmeoto, i deas neos booqaets aos S-s. comt
mandador B liar a Adoloh Bank'.
Termloaia a ses 4o, foi u > i- aodar servido
om peqieno luncn as oessoaa prevales da.
ra lie o qoal foram e-, Tido- diversos briodas,
sahe'itaado.-e dente elles dos Srs. V.cti-iaao
Sola aos amigos Banks, Coala Rato e Paliar;
de Sr. Costa Wo a loteg-idade de Uo ne.P.o ;
do Sr. Otympio Galr4o nam > represntame da
Sociedade P-opagadcra ao 'late Po, sendo o
de o ara erguido pala Sr. Costa Reg ao con.
meodader A A's 7 oras da noits, repleeto o sala a de se-
oboras e earalbiiros, tere logar a ladaioba,
terminada a qaal, foi lamben servido um ma.
desto loacb.
A red acbara.se interna e extern, anta
decorada, sehresablodo a elegante llumin r,5o
da faena ia do palacete em qae Inaccin.'
S. Bx -. o Sr goveroador io Es'adu f .sa
representar na seseio msgoa pelo seu aja -ante
de ornens, tenante Entilo de Mallo e o Exm.
general, pelo sao secretario.
Dnraoia os actos realizados, locaram a< ban-
das marciaes do Club Mos.cal A--:--- .2.
corpo policial.
Declarares de Biaiaar k -Ha
pon :o cnegoo a Friednubsrobe ama delaga&o
de professoreB e de es adietes da Uolrersida-
de de Halle, qne fot conprimentar Ssmarck.
0 chancelle-, refer ido-ae a varios harneas do
sea tempo, exprimio-se issim :
O historiador de Srhel era nm hornero
muito amarel. Delxaram-lhe toda a latiiude
para revistar os mats secretos archivos para a
soa graods obra. O maa relbo mestre, o im-
perador gnllherme I tmha Qa conaciencia nti-
da e nto poda esconder soasa alguna.
Vogel de Fal-ceosteln am.poucu maltrata*
de na obra de Sybal, mas, te en escrevesse t
historia, anda serla mais serero para com
elle, porque foi a cansa da derrota da Lan*
gensala. G-aade amador de ritraes, rooser-
vou-ie Iuactlro dorante dous das emMar-
boarg, para satisfaser a soa paixo. E' o
qoe dis a ros poblica ; nao Ibe quero pesojol*
ia- a aatbeoticidada, mas o facta qoe elle
n4o obedeca as ordena formase do qosrtel ge-
oeral.
A Vogel de Palksostsio iegnia-ie de Gce-
beo, am jogador ds proflsaao, mas taires o
noaso general de malores dotes. Mais forte do
qae elle so se poda eocontrar sm aoliRe.
Mas se Molike tlresse faltado, eo tena pro*
posto a sua magest&de, Ooebea. Era o mea
cnefe de estado-maior predestinado.
Mantenffal era nm bomem do manto, mu
om pooco posear ; tlana a caneca cela de
Walien8teis de Scblllar.
Qaao to anlroa m 1866 em Francfort usara
a baroa caria a 4 Tilli. A aas pose consis-
ta na maoelra 4a tratar o aluciados e, ds*
rante a guerra, oa Iraoceies.
Toda a aen'a sabe qae, na gaerra, o solda-
do deve ter de comer safficleotemeute e qas
aonca leve gelar por falta d lame.
Maaleuffel desojara qaa o soUedo, Intelrlca*
de eom fri, dtssesse ao francs, diado 0 ulti-
mo saaulro :
- Toma, aqal tens o teas tareco'; esta*
i aladas I Toma 14 os teas moris; morrsmos
de frl >. ma* o4o ei queimana < 1
layeea de. Artes 4>ie4os-aesnlta-
do aes ex dldo8aBtt 'bontem '
Alfredo Crrela de Qaeirox, ipprerado pl*
nameate.
Jo4o BiptiiU Perrera da Las, dem.
Jos Pedro Celeiuno Mello, slmplesmeata.
Baje faqcctonar a aula de francs, ama-
nhi, de arithinetlca, a denoii, de desenno.
laaateram Maa;lt3-Estt publicado o
o. SU ds-.s-e espi-itaoso sertedico humorliti-
co. qae rem palpitante di acioilldadei.
Gratoa rtstta.
tertsia illastrda Temos asara
mesa o a. 713 is*a cousaitaada resista da ca-
pital federal.
Ma aaa 1* pagiaa, estampa os retratos dss
doai nihas de mal logada Carloi Gomes, o na
sua aloma pagiaa, aam ama bonita lilagorli
so immortal autor do Soarinr.
O texto est4 escomido e desopllaats.'
A exportaeao de opla-Do Commer-
cio do Porto axtrahimos os segaintes iuterei*
Bintea dados sabr a rarodSogao de opto a la*
dia sobre o lacra osa alia di os ingleses*.
N4 quero terminar estes apontamsotas
lam apreieatar alguna algarismos qae dOrs a
ida ds tscro sss o esta oa s^tagleqes.
M

V
sP '
L



Diarfo de Pemamboro Quarta-felra 11 de Wovembro de I8ti


A,
M
r
-
o raaiimaoto total da toda as crimen qoe tefe occtsiao ds rer
o dewda e qaakiu.r detp-ts, fnl coosolta 4o bospital Santa 0lg<
medio annaal m cda um
aoDos fot de 59.829.729 ru
(moeda torta.)
O reodimetito
iosullunos 10
P,H 80 aooos a esta part?, o da maior reo-
dtaanfo liQ^o "nVe 188 1881' qUe
rf.n 84 511.850 rnpua ; o de menor rn ?n< msamo p.ri"do, foi o de 1839 a 1840
Se dea 3.376.770 rupias.
Ja cima diste qoe eale rendimeoto pr li
vre de todas as despezas e representa, por
jago om lacro seguro, d'oode aada ba a dada*
sir.
O op o da india exportado para a Chin,
irov.rn> dos Estreitos (S raits Se llesmentv,
Afric, (L- e), Mauncia, Natal, Reuoio, Aden,
Cejiao, ochincnina) Java, Philippinas, Aos-
tral'-i e out as rei>i&68.
a China, o governo dos Estrellos. Cejlao e
si Cfi' ni. tuna, s&o os panes para onde, em
v.v quautidade, o opi > exportado.
N cuno e 1894 a 1895 o lor total do opio
expo'ia .o atliogo fira d 90.646 652 rupias,
dequR s para a Cbina foraui 68.190.739 ru
fias (! 19.301-675 para o goveroo dos Estrei-
tos
O vslsr das expor'ac'o, nos oltlmos 10 an-
uos, orea pela atedia.anuoal do 97.668.150 ru-
pia* .
Nos ltimos 40 a^nn, o de maior exporta-
do, foi o de 1879, 1880, .em que o pi expor-
tado atingi o fator de 143.233.143 rupias;
aquelie om qoe o valor da exportago foi m-i-
or foi o de 1855 a 1856 em que, ainda assim,
Chegou .. 62.008.710 rupias.
Osalgansmos que aposento explicam bem
a rute porque os logleies se couBr>aaa sur-
dea m.s clamores dos pbilanlropos. que cno-
rtm sobre o t>ofraquecimeoto do< povos dados
ao uso do opio, a ae indignara c ntra aqueiles
que Ibes explorara o vicie que os aniquilla.
Po 20.000 contos moeda forie de rendioieoto
liqui :0i por auno nao c usa que qu lqu-!r
nacao, por raais rica que seja possa despin-
tar, por mero amor a bumanidad- que soffr^.
E ca idade dos ingle/.es para com es antros
povot, e a sua custa, scnejamenle conbeci-
da.
Demais disso s despeas do o India aodam aooualmenle por 9,518 lacks de
rupias, isto porto de 324.000 coitos de
ris!.
A alllanca franco russa lwni
joroaea alienaos, ea >. refe eoum a lulurttacOn
que i'.liaro completamro.p fi;ejuoas, ie--n
tam j i a ponta do veo a que s- r fe e a sitial
(a fraoco-rossa.
Dtxi-m qoe em 1894 se fe ux tr.t-do ex L>-
BlMaunte, militar e ma itimo para o ca^o <
que oxa ou ootra n gao ae vs.-e atacada p r
allomas d a g ande* potencias.
Trocaram-se al-m o'isto manoranioos* qu*
Be Me em qo-le tratado, mas qoe nao -
nnam carcter preceptivo it d|'igiao ooi a-
mmie a facilitar a accao diplomtica
D r.ti- a permanencia do 1 Jipe aior da Rus-
ta em Pars, moiicaam-8-- aqaellea memo
randoas. damc-fe-lbes ma;or aic-oce, o qual
xpiica i-s d'ilVren'e- i onf-.rrn im potierlur-s
o asrotatra Sr. Cmcckine.
M'eae protocollo nada se J.i acerca da Al a
ela-Lureca.
A Rossla nao prometteu influir para que a*
ditas p ov:DCiaa sejam revolvidas a Frama
oem i-e-io a esta nafo o ccounectcnento do
trat.d de Francfort. O as-ux.-.'o nao u-e e
13QLI a n chuma das potencias, as qotfs lof
(am que, a tutciUr-se oovatoeote a queatc,
pu lena ser reaulvida dlplomaticameote.
Ni) ixitte, po!s. ve-dadeirs aiiiaoca afleo-
Biva e defensiva. Se tivesse e*le carcter da
inte .'-cria franco-rossa, sugina mmadlala-
iceo'e a perjjonia:
O qoe se ten* fetto para manta- o catata
quo ?
A -a-a alloma addoz. em apoio '-a so
o-.iii.-.., que a paiavra eallianca* oao foi cu.
vida nos actos ofnc:aes, nos qoaea t se falla-
va dra incolo8> eot-e o imperio moicoviia e
a repcii 'Ca frDr*xa.
Exequias do arcebtspo de Can.
Irrbury LeitD a a .-se, coiu graoda pom
pa, aj taeaalss do arcebispo fie Caoterbury;
e pela p incira vea, deptis Reforma, foraai
iobouaco^ na c ypta da calbedral de Caoter-
6ory os deipijos j.i rtaea de om ar.-tbi-po.
;.i i > c poasam os retios de Aneelmo e de
Tbomaz B' ket.
u-nsi.ii e ta cereironta orna p'o'oofla tm-
pres;.j nos que a ella aasialiram. Vi>m-sp
o Dique ae York, representando a raloba Vl-
cu> ia, cb tfficiaea delegados do priocipe de
GaUe o Doqua de CooneoKbt e o Duque a
Cauibrioge, um secretario da f ata x o.. .a Al-
ienar; na, enviado por ordetr- do imperador Gui-
lberme o poe.a laureado Alfred Auttin, o reve-
rendo S. Gladstooe, quasl todo os lio> di-
gnitari< s da eer.-]a angllcana. reprasenUotes
do goverco, funccionarloa, borneo.-, polticos,
etc.
A' meema ho-a em qoe se celebraba em Caa-
te-bu-v o foneral do primal da logia:erra, ve-
rificava-se om aervico fan ore em roa memo-
ria na abbadia de Wes mDster, am Loodres, e
cutro na egreja de 8. Jorge da roa AogO:tu
Vacquerie, em Parla.
Vaecina ou a vida E Tex>", ios
EUo ia-Um -o*, uecU:oa-s- ba pouco 03-< er
demia vinoloaa e as autoridades o-deoaram a
lado o cidadio qoe se vacsioaste sem perda de
(m s ala.
Ma-, os babitantas da Texas te mostaram
refractarlos a vaceioacio, a o gove-o nao con
segaio ver as seas ordene compridas, ven Jose
ao mjmo tempo abrigado a eBVlar aos povos
rebeldes erdadeina destcame otes formados
per om meoico e varias agentes de polica reto
Dttucces severas de eecaodar os medico*
vacci'.adores oo oesempeobo do tea beneficie-
to e p-ener.dlmento.
Veja bp como camprl'm o eocago este' de
legscos da (alernal telondade.
Os agentes da polica agarravam pelo perco-
(;o os rebeldes, emparravao-oa contra orna pe-
rada, e apontavam-lbes ao peito o cano do re-
volver do regolamento, e oesti bem ponco com-
BBida pOBico, permanecaos, guanta e babliat.*
:e._emqosnto o medico applicava a laacetu ao
.d-co do paciente.
Assim o refere a revista francea Progresso
Medical, e aprcveita a noticia para recommeo-
dar este proceaso exerativo a roooieipahdade
de Ma seiba, qoe pelos modos tao-bam 6 reir-
otarla i vaecioa.
I-to o que verdadelraaent? se chamaon a
vacclna oo vina.
O aleoollaamo aas crianzas Da
Tnruua Menea extrablmoB o tegoiuie etcrl
pto:
Sabe-see n6s oes esrorcamoa pesaoal e
parlicolarmente em taxel-a eonbecerem toda a
sea realiaade, a parte qoe cabe no alcocliamo
moderno e em anas cooseqoenctas i participaco
correte, por assim aner, da creaoca, mesmo
de o-eoor idade, oo b>bito fooetto; e qoe na*
levoa a considerar como remedio efficax ae
ioai invasor todas ai me idas de edocacia e os
.conteibos directoa cnaocr, a fonle mesmo do
mal qoe trala-e de ae atacar pela rali.
Todos os eneldos a este reapeito sao b ms e
rtete de recclber, a os qoe nos vem do estran-
geiro rce'eeem iambm a oosfa attencao.
Aloda qoe em reeomo, damoi por isso as m-
teretsactes oMrvaco*B qo o Dr Goristcbktne
apre?entoo. obra eita materia, a Sociedade
de pediatra, de Moscou, e forana publcelas
no Wratacb o. i5.1896.
O 8r. jrlatctikioe observoa nomerosos ca-
aee de etbyi aoiu., nao s o claise pobre e
operario que iofellsaeote o exempio e
dado el j pae de familia e peloa ctmarsdas de
traba bo, mas tambem oas familias das elanaes
raperto'^a.
gil? cita, entre ostras, a historia d'otna me-
nina de eioi'O ann i, qoe bebe moitas vexoi
cognac, maliga e aorto ; eate oo de espirituo-
sos comecoa des te qoe ella fet doos aooos por
conseibo d mlico que a trata va; poaco a
penco a crtaoca tomoo goato a cate traiamento
e, boje, beoe todoa os das doon ca'ices de
Porto e ama colber pequea ds cognac A
crlanca anmica, tam a sommn azitada, coto
terrores i noite, o tigade a e baco estao hy
pertrepbiadot.
Em ooirot casos, a intoxcelo mais tecen*
toada maolfestava-se pelos sigoaet ordinarios
da aletjoltamo chroolce.
Para expllcar-se a frequencla do slcoollsmo
ns orlaocas e as caavaa qoe padeasamexpi*
tai-o, o Sr. Oortatcbklne literrogoa os pses
Em qaatro maxet, poude r-oolQe- informa.
c6?s .onr 1.67i.criaoc
lioo 830 meno-), lando d'idada om a dota ao-
ons ; oeste somero, 506 c iaocas (i82 mealoos
e 224 uieioas), lato cerca d'um terco, toma
v-im ai oe', oo por causa do mel em qoe vi-
viam io ( a reatada doa caros) pela iniciativa
ic medico; este aboso comeaude mo:tas vexas
d-sdeo primeiro ana".
0 aotur e-la Cunvencidi e qoe' te ba taotot
alcoelcaa ente s crlaocas. em grand-j parte
a fulpa e ri s meneos que l d o habito de pre-
acrever amito freineolemente o alcot-l sob dlf
ferentes formas, ja para excitar o appetite. ji
a-a oe rs Un; mu tas vezes tambem ds-sa <
ertaneat dlverasa prepa-acoes vermfugas, aate-
diarru- tlcae. etc ),em inlu&o alcoollca.
Eatretanto, na grande maioria dos caso', o
alcool ru in Bpeesavri, pode aersobstitoidr
por oolras sota aacias. E u ted 8 os canos,
'ora i-as i y exias agcda8,.a oilidade do alcool
est> longe ne 8-r d-'ati. trado,em qa*ntoqoe.
P'escrevendv-o, cr*a-se o ratno a noi"s-ldade
o'um excl ante, e naa cranlas preipo8t8,
6lb<8 de pas alcooil-os, 'epera-se mDtts
esas a n iDegK -i -Ottda, creada neto alcoohs-
m d -s pas e qne al Jeartao exiatU no estado
lalpnte.
S g-iodo n J-, G' latcbktne, os on cns ca'os
em qne IS dev- prascever o alcool, sSo oa de
molestias agodan. iot f-aqaexa do coracao ;
maa mesmo assim pre iso nao ter pressa de
preacr v '-o, e separar o mals possive e e re.
co-rfr a eile "ji u.Uxo logar : desde qoe a as-
ii'idal' cardiaca voiu- a iormal, p-esito
cesaar o eroprego de-te medl^acreiita.
A adminixt ^ao do alcool as deso'dena
cir juicas da nuc gao, pira dar forjis a rreao.
Ca, pa'ece nao 6 luotu. mas pe-lg^aa mesmo,
por cao a da cecessUade qoe ella crea ; de oo.
tro lado, nao se coobece observacao aleoma
ao n-'fltica eco qne o al -ool pre.-taase servicoa
m, O qu- prava atada maiK quaoto s= pude
dist>uG-:al.o e:o medicina, que desde seis an.
nos elle So empegado oo hospital Stota O
e ;i Mjv'.vr, tena i em caaoj le extreua
irgsM a e todava os resaltado nao sao me
oo* Doos de que a ites.
O au'or teoosataa por Uso vivamente, de ac-
c- o com Strampell e Sm tb, evitar o oii
pos-ivel de prescreve,- o alcool eoppor.ee com
todas as Jorgas a qus os pies 'acato lomal o,
sob qaalquer oretaxt. aos lilaos.
Como se v. segando ata a mlysa, a loter.
vncan Intempestua doraencj nao infehs-
ment; exl ann* a eei** .e:.lu .veis resalta,
doa ; e f-mpo de por um t<-r;no as tr d co-
oa-s e empricas ire*cnpc6es que, soo o pre.
t i; rt lo-i fk-.ac/io do organismo r-inau"
eolrem ama ver^adeira int xlciga alcoolica,
qoe pas a ner um habito. Trata.s, como
do- a muitj oem bo irado collega u-so, de
tpaobar e explicar, com a competencia septo
o-lada, as verdadeiras l.idi -agOes tberapeoticas
da rr.eiti-acft't leseflos.
Proclamas de casamentas Foram
lidas, os m t ii da coa Vct-, oo uia 8 ds Nj-
veo.bro ;s segantes.
1.* der.unciaco
Alber o Bernays Toymao, cem Amelia Sta-
res.
J'.quix Francisco Maclel Filhc, caro. Mara
Amalia de Sooxa.
Ba i...'e L ure-fi Cavalcaote de Alboquer-
qoe, com E ira C-.r'-a'bo la Avivada*
JraaVigilio aa C: s a, co-jj El-ira Balbina
di Concefac.
Rapb'l Arcfianjn Rodrigues da Carjcelc3o,
com CaetiQj Ctharina dos Santcs.
2.a deouDCiar;ao
Francisco Perna""o da Sil-a Cavalcante,
com Francisca das (naga- R b-i o.
''aiintl Tbeopn-lo da Silva Gunures, cem
Vreinii da Silva Goimares.
Jet R urigaes -e Oliveira, com Anna Mara
de Socxa.
Fr.nico -le Asis Cavalcaote M-lio, com
Atice Ma'la Ferre'ra.
Antoaio S queira de Paula, com Virginia Ma-
ra H-'-bvsa.
Alexandre Aogusio de '" ftr i Slbm. core
Mw-'a Magd>'eoa de Sonta.
Ulvsses Beuiamin Rosj LlB a, com Lina Cor-
dita de Carvalbo.
3* denunciado
Tenente Ba'tbolomeo Sopnocie WallaceCoe-
Ibo Meira de Vaacoocellos, com Deollnla Cla-
ra -ie AIj e i-i Lint.
Caootj Loix do Nucimentr, com Sopbia da
Costa.
Caoitlo Se-ipbtm Vctor de Miranda, com
Candida Asgaata Cesar de Olive ra.
Antonio de Miranda Mello, com Amrlia Tel-
xei-a Barbeta.
T--eote coronel Manoel Rodrigoes Porto,
com Mana Erneatioa Colcmoier.
Casamento eiallO escrivSo dos casa-
mentos qoe funeciona nos districtes do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogados, affixon na
repartico do registro dos casamenloa ra
de Imperador n. 75,1* andar, editaea de precia
a? de caaaments das segninles coatrabe-
tes :
1 PublXeaso
Albino Lopes de Axevedo, natuml de Por-
togal, negociante, residente em S. Paulo, com
Emilia i destina de Arroda Vasconcelos, resi-
dente na fregnexia de S. Jo.-, natural deste
Estado, solteiroe.
O respectivo eflerivao do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Poco e Vanea
afflxou na repartlgio do registro rna de Im-
perador s. 41, 1.- andar editaes de proclama*
dos se guio tes contra hen tes :
Ia PubUcao
Jos Domingos de Moraes com Albina J
de Deas, aolteiros e residentes na f.-egaexia da
B. Vista.
Jos Augusto Basto da Conba Figueiredo
com Lucln ia ilxabel Persea de lbuquerqu,^
soiteiros a residentes oa fregonxia da Boa
Uista.
Joaquim da Rocha Santos, residente no Es-
tado de Amaiooas, com Miria Jos de Moraes
Perrelr da Silva, residentes 'na fregnexia da
B. Vala.
Cosme Manoel de Britto, toltefro, alteres -io
1- corpo de polica, residente na freguexia de
S. Jos, com Isabel Carteilao de Sooxa, v ova,
residente na fregoexia da Boa Vista e oatu-
raes deste Eetado.
institutoVaeelnosjenlco Estatdoal
Soo a oireccao do Dr. Octavio t t-itas rea.
li.< o.se bootem na sie dest- Instituto, a sea.
sao <" vaecinaco aolmal directa, sendo vacel
o 'da* 61 pessoat e preparados 138 tobos eom
polaa vacciniea glycannada pa-a sarem d stn.
0n' nelaa pefota qua a* a-d fli -'taram.
Cnmaaaawtao ae melboramento do
Parto do Reeira Becife. 9 da Novan-
broti<- 1X95.
nspeiorla Geral de Hyajlene da Estado de rernambuco
Retumo quinzenal de aUtitUoa dtncgrapho tatritert da cidade do Ricife
MORTALIDADB DA 2.a QDINZENA DO MEJ DE OUTUBRO DE 1896
CAUSAS DE MORTE
Vanla...........
Sarampc...... ....
Coqueluche.......
Pebre typhoide....
Malaria...........
Tuberculosa........
Cancro............
Syptiiii"...........
O. mol. g Convulsas........
Apopl. eam>l.cereb.
O. di il. dosytt. nerv.
M. cardio vascularea
Broochite..........
Pneum., bron. puea.
O. m. do app. rap.
Mol. do estomago...
Darrh. entente..
infantil, athrep.
Mol. uo ligado.....
O. m. do app. diirest.
M"l.' das vas armar.
gioeco ogicas ..
poerparae*....
da pe le........
de creanga.....
VelhiCe......,.....
Suicidio.........
Homicidio.........
Amiente.........
Outraj causas......
IDADE
18
17, 2
13 1
76 74
Total.........
Nascidc.-i taorio-
Pomma total inc'usive nascidot morlo
U
13
s

7
ti
81
1
2
l
2
20
153
S
ESTADO CIVIL
co
10
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5
II.
13
1 ..
U
2
19
H.
NACIONAUD.
2
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H.
10
3
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13
10
1
1
2
13
3
5
2
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7
1
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2

2
3
1
4
9
2
177
1
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5
TOTAL
s
z -
M H
8 S
o -
= 0
90
2
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I
8
15
1
2
12
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4
5
4
5
1
1
10
5
2
1
4
72
2
1
13
10
1
1
2
13
3
5
2
7
7
1
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2
3
2
3
1
4
*
2
204

177
7
162
4
I
t
21
25
2
3
2
25
7
9
7
11
12
2
1
16
7
5
3
7
1
4
19
2
3
13
381
13
3U1
Mxima diaria da mort.lidade........ 3*0
Jedia dina da roortaltdade......... *4,b
Mnima diana da mortaliaade......... 15,0
Foi mnor a mortalidade *es!a quinxena, baixa-do a sue media diaria de 2S ni quirxe
passana a 24 osia, sen lo o seo total 'qoell- 449, e nesu 391. nimiDUio a vari (|k 213
par 162, teodosfbo a saa media diaria ne<-ta sjttaaaas de lOco.ina 14 nal.'qumxeoado nn-i
Nao te est evidenciao4o nesta baiaa, us effe.uos benfica da v cemagao que agora,devid a
pr masan la do iorna imo n'este Estado, t-m si o procurada ?m multo mais larga escala pela
populav5o. As nutras molestias xjmoticas apresentam .s coefflcientes seguimes comparados
com .s da qoioieza pataca : febre amareHa 0:0 ; lebre tjphoe 0:1, sarampo 8:4 ; roqu-
luche 9-7; malaria 27:21; tubrculos- 28 25. Qats. ^glaciooaria conservam i s mole-tas
agud'8 do apparelho respiratorio (24 25), eiev.nu.-te a mortalidade infantil Je 0 a i an o d
65 a 89. 0 demegra: hista, l>r. Oclacio de Freitai. ________________________________
BnLETIM METEOROl-OGICO
oras. Term. eentt. Barmetro Tento do Humi
6 m.
9 >
12 >
S t.
i
nrao
25,6
27* ,2
J8,'6
27,'4
27,'l
0-)
753,-00
758,-75
758 ,00
757,-00
766,-75
vap^r dad.
19.0-19
21, -16
21,-90
22,-67
21.-81
78
78
75
84
82
Tbermometres desabrigados so mel da
gonegrecido 58,'8. Prate.do 43*0
Temperatura mxima 29*75
Temperatura minian 23,a25.
Evaporagae em 24 norat ao aol 4-,4, atoio
ora 3--3.
Cbuva 22
Direcgao do vento
ESE com loterropgoe* da E SB "le meia
noite at 1 h. 23 m. 'a manas ; ESE at 4
b. 37 m.: E at 5 b. 24 m ESE at 5 b. 48
m.,SWat6h. 38 m.,ESE j SE aitema -
at 7 o. 21 m.; SE at 7 h. 35 m.; ESE al
meia noite _
Velocidade media de vento 3 -85 oor se-
gando-
Nebulosidady media 0,83.
relegramuas retidosacopio re-
tido na estagao do Telegrapho Nacional o se-
gointes telegrammaa :
Da Bbia pan Jt Pasees
D. Parstiyoe, paa H^rrive Pe nambu ana.
UbbM fuoccionando regularmente para or-
e, Sol Caa'ro.
omp nlia de BombelrosO s -
i o des a compaubia pra ooje o segnio
te :
Ett 'c-h lor 0 Sr. alferes aim xarife ia.
tenn.i Manuel Jo q im le A baqorqae.
Da coinpaobii o 2- Brlenlo coate do ser.
vigo -n'p.-iii;" dao iel ila-i] .- de M -. -na
i. (i., ao qaaitel a praga bina*,
Umfo'rrp n. 3.
f assacrelros ^Chegadct do Sol :;o pa-
quete lufoa Nue>.
Do Ri>-: ,
E-ige'ibfiro Pairo Telteira ^e Araojo, D .
Ganeala s U -ia. Dr. Artnor Ori-ono, ana Sra.
e 1 .ruda, ie-0-vl lcav-v* P. Baila', Aoionio
L. Aipi-nm S. SaU Jases Fies oa. Pililo-
mena Vareab > 3 tilboa.
Da Beoia:
ti. -<>.!, H-jDr>to M.ricbo PaliSi, Ie Mo-
rela, Jonqom 6. Casfo, Altaro C.bral e Pr.
E- ev..o Fe-ro.
Cnegadoa oo Sol oo paqoe e nacional Ala-
gasa.
DoRo:
Coo. e> Serra M 'tira, Major Jnaqoim A.
Giarfr., Taoente R-ol A. Pe-nan-ie-, Alferes
J ao M. Ri i, Dr. Casta Maia, Jas A. Cana-
Ihc, Candido C. tlO'ba, A. Slivei-a. AogoMo
Suato M '0-, Jctioim A. Vianne, Jnaqnim Ca-
valran'e, Piro Marinbu, Graciano A'aojo, Dr.
fosa Mila, Praoleco M. Aod'ane, Amono
Peona, frano.aca J. Araojo, Fassl.. F-aoco,
J i quim S Alves. Antonio Silva, Felto'o oe
Moraea, Jonqoim M Araojo. Luix M. Almeida,
R. Matn, C Tjqse e 1 priga ao exerote.
D B ti a :
Jor R. Perr ira. A bino Azevedo, W. Ve-
gel, Cypriino C. Ribeiro e 1 praca do exer
cito.
Pe Mace 6 :
Helcua t^- Res. Mana P. da Pat e l fimos
Loix da Silvei-a, B. G. Laihaa, Caroei o Tin-
re, Sj'genio Tobas Cardoto, toa molner, toa
me e 1 rJioa.
Sainaos para a Eoropa oo'.Ioclez Ni!e*.
Para Lisboa :
Pi-aoc>KCo M. Domingoes, P'dro A. Lola, A.
A. T nld e I criado. Jos C Vas.
Pa'a Su oamo'oin :
J. Emilio, J. Mo'cr.ve. P. Brarflj, G. H-c-
dso II. a. Roben, H. Coles s J. yrt.
A8800ACOES
BOLBTIM DO PORTO
Dia 9 de Novemhro
Instituto Archeolosico e t*eo-
-lapliico Pernaualmcano
3ESSAO ORDINARIA DB 17 DE OUTBRO
DE 1896
Presidencia do Exm. Sr. Dtsem-
bardor Luna Freir
A' 1 hora da tarde presentes os
Srs. desembargador Correta de An-
drade, eonselheiro Pinto, L)r. Sebas-
tio Galvo, major Codeceira, substi-
tuindo o.* secretario -que nao com-
parecen e Augusto Cezar, oceupando
a cadeira do 2." secretario, abrio-se
a sesso.
Lida a acta da antecedente foi ap-
provada.
O Sr. i.* secretario mencionou o
seguinte expediente :
Um officio da Commisso do Cen-
tro Catharinense, communicando a
sua installa^o na capital de S. Pau-
lo em 17 de Nevembro ultimo, e pe-
dindo as publicares do Instituto.
Mandn--e agradecer a communica-
(2o e satistazer o pedido.
Um convite da commissao do di-
rectorio do Partido Republicano;
convidando o Instituto a assistir os
funeraes e sesso funubre, que ser
realizada em honra do marechal Flo-
rianno Peixoto, em 30 de Junho.
Tiveram conhecimento do convite
todos os senhores socios que compa-
recers na sede do instituto.
Um dito da directora geral de Es-
tatistica, pedindo resposta a um ques-
tionario que remetteu, para com-
pletar o trabalho es atistico relativo
iao estado e movimento das bibliothe-
manba;cas existentes na Repblica.an-
l
0 baixa-mar foi a 7 h. 30 m. da
regMtrsBdo .?"Ai.8n^'40 m#(U Ufdei re.;dou-s satisfazer o pedjdo
O pra-mar foi 1
gistraodo a escala 0 "85.
Um dito do Club Central Bene-
cente dos Officiaes da Guarda Nacio-
nal, de 31 de Julho, convidando o
Instituto a se fazer representar na
festa anniversaria de sua installafo
em 7 de Setembro.
Tiveram conhecimento do convite
todos os consocios que compareceratn
na sede do Instituto.
Offertas :
Pela sociedade de Geographta de
Finlandia, a volumes, Vetenskpliga
Meddelanden af Geografisca Forenin-
, gen Finland.
! Pela sociedade de Geographia de
Lima, um numero do seu bolecim.
Pela Facnldade de Direito do Re-
cife. umn amero da Revista Acadmica.
Pelo Dr. Samuel da Gama e Costa
Mac-Dowel, um folheto das Disserta-
foes e Proposig5es que apresentou
Faculdade de Direito do Recife, no
concurso para proviment do lugar
de lente .substituto da primera sec-
eso. JulbO de 1896.
Pela repartrc5o de Deposito Repar-
to y Can^e de Montevideo, dous fo-
IhetosCommercio Exterior e Mov
ment de Navegacin de la Repbli-
ca Oriental del Uruguay e um bole-
tim mensal.
Pela redaccSo da Revista Archivo
do D'Stricto Federal, tres nmeros
da mesrna Revista.
Pelo Sr. E. Dufoss, um catalo-
go de livros de sua livraria.
Pelo Sr. Manoel Landata Rosal-
ves, por intermedio do Exm. Sr.
desembargador Luna Freir, as se-
guintes obras :
La Gran Recopilacin Geographi-
ca, Estadstica e Historia de Vene-
suela (dous tomos.)
Hoja de Servicios del Gran Maris-
cal de Ayacucho, inserta en una
obra de la Academia de la Historia
que os r en utos.
Hoja de servicios del Gran Manuel
Gonzalos Gil, um folheto.
Hoja de servicios del Gran Joaqui 3
Crsspo, um folheto.
Hoja de servicios del Gran Jos
Antonio Anjoategius, um folheto.
Documentos relativos la vida pu-
blica del Gran Joaquim Crespo um
volume.
La Batulla de Ayacucho, um fo-
lheto.
El Arco de la Federacin, um fo-
lheto.
Em defensa de la Masoren Vene-
solana, Trabajo inserto en un folhe
to del Gr. Oriente Nacional.
Hoja de servicios del Grl Len
Cohina, Diario de Caraas n. 553.
Hoja de servicios del Gral Anto-
nio Valero (El Republicano.)
Servicios acephas in defensa per-
sonal.
Pelo 8r. Geroncio dos Santos Tei-
xeira, urna cdula antiga de dez mrl
ris, 7.a serie.
Pela Commissao|Geographica e Geo-
lgica de Minas Geraes, duas cartas
geographicas de S. Joo del Re e
Barbacena,
Pelo consocio Dr. Sebastio Gal-
vio, um fascculo-do-sen diccionario
Chorographico, Histrico e Estatisti-
co de Pernambuco, e um exemplar
do Regiment interno das escolas
municipaes do Recife.
Pela Secretaria da Justica, Nego-
cios Interiores e InstruccSo Publica,
um exemplar. das Leis do Estado de
Pernambnco do anno de 1896.
Pelo Exm. Sr. desembargador Joa-
quim Ferreira Chaves Filho, presi-
dente do Estado do Rio Grande do
Norte, a Mensagem que dirigi ao
Congnesso Legislativo do mesmo Es
tado em 14 de Julho de' 1896.
Pela'sociedade de Geographia de
Lisboa, um exemplar dos estatutos
adoptados pelas assembla geral de
13 de Junho.
Pelo lostituto do Cear, um nume- clamado e cuidadosamente guard
ro de .sua Revista trimensal. do n-uma caixa de folha como se Ios-
Pelo Instituto Geographtco Argn- 8e sagrada reliquia.
tino um volume do sen boletim. 1 proximo a morrer, Flix de tal, que
Pelas respectivas redaccoes diver- a9sim 8e chamava aqoelle honrado ci-
sos jornaes destee de outros Estados. dadaor pedira com instancia a quem o
Mandou-se archivar e agradecer as substitua no servido da igteja durao-
offertas. tea sua enfermidade, que se viesse
Foi lido e rernettido a commissao afinalasuccumbir, tomasse cuidado &
de contas para dar parecer, o balan- venerasse aquellos ossos.que haviam
cete da receita e despeza do Institu-
to no trimestre de Ab^l a Junho.
O Exm. Conselheiro Pinto commu-
nica que a commissao de que fez par-
te, incumbida de pedir ao Ex n. Sr.
Conselheiro Governador do Estado o
obsequio d mandar concertar a co
berta do proprio estadoal em que
funeciona o Instituto, desemp'nh>m- Landelinu,
se de sua incumbencia e que S
Exc. prometiera mandar fazei' o Ser-
vico pedido.
O Sr. major Codeceira propoz e
foi approvado. qu o Instituto su
dirigisse ao Congresso Nacional, pe-j
dinde lhe que se digne de approvar o
projecto apresentado pe.o Exm. Senador Joo Barbilho Uchi Caval-
cante, relativo reivindicaco para
Pernambuco de sua antiga comarca
do Rio S. Francisco.
O mesmo Sr. major Codeceira,
obtendo a paiavra, diz que com o
maior constrangimento que se v for-
jado a trazer ao conhecimento do In-
stituto, um facto quH se vrjnde
historia patria, na revolugo de omi-
nada Praeira e qui tevo pr ncipio em
Novembro de 1848
E' facto conhecido de3U historia
de que elle orador contemporneo
e pode dar testemunho de muitos quo
presenciou.
No dia 2 de Fevereiro de 1849.
por occasiao da entrada das forgas
rebeldes nesta cidade, no lugar Sol
dade cahio fulminado por urna bala o
chele do movimento, o distincto 6
preclaro pernambucano desembarga-
dor Joaquim Nunes Machado, victi-
ma de sua dedicago ao partido que
pertencia.
Commandando esse ponto naquella
occasiao por parte dos rebeldes, o Sr
Leodegario Antonio de Oliveira, ac-
tual ajudante do porteiro do Mercado
Publico de S. Jos, foi testemunha
oceular dessa morte e quem conduzio
o cadver ao quartel-general daquel-
la forca, estacionado na Estrada do
Rosarinho, apresentando-o aos che-
fes da revolta que all se achavam e
conduzindo-o posteriormente capel-
la de Belm, onde depois lora en-
contrado pelo desembargador Jero-
nymo Martiniano Figueira de Mel-
lo, ento Chefe de olida, que o
transportou n'uma rede para esta ca-
pital ao Convento de S Francisco,
onde teve sepultura em urna das ca-
tacumbas pertencentes. aos religiosos
daquelle Convento, cedida pelo guar-
diao Fre Antonio de .Santa Rita.
O mesmo Sr. Leodegario, homem
serio e criterioso, que, como j dis-
se, foi testemunha presencial da mor-
te do grande patriota, conhecen'io
e apontando o lugar em quQ exacta
mente elle cahira, obriga o orador
a propr ao Instituto, que dirigindo-
se ao Concelho Municipal desta ci-
dade, rogue-lhe o obsequio de man-
dar vir presenca deste mesmo Ins-
tituto essa testemunha para seren
aqui tomadas por termo as suas
declaracoes a esse respeito, afim de
que fique registrada nos annaes da
historia a verdade do local onde fin-
dou seus das aquelle distincto pa-
triota, visto destoar a afirmativa do
referido Sr. Leodegario com o que
acerca do lugar onde se verificou
essa morte tem escripto alguns con-
temporneos desse movimento.
Passada a mpresso que essa re-
voluto produzira no animo do go-
verno e tendo cessado persoguicSo
aos rebeldes, procuraTam os secta-
rios dessa mesma revolugao comme
morar esse facto promovendo urna
subscripcio para com o seu producto
ser construido no cemiterio publico
um tmulo onde deveriam ser en-
cerrados os restos mortaes do nota
vel pernambucano.
Aconselhava porm o bom senso
que, antes de tudo, se tratasse da
ereccSo do tmulo para depois cui-
dar-se da inhumaco dos restos mor-
taes, mas ao contrario disso oceupa-
ram-se primeramente em violar-lhes
o repouso, encerrando-os n'uma urna
de Jacaranda, que d=positaram na
egreja Matriz de Santo Antonio, e
quando unidos diversos desses parti-
darios urna fraccSo do partido con
servador que intitulou-se Partido
Progressistadeterminaran que to-
dos os annos no dia da commemo-
racSo de finados fosse aquella urna
exposta ao publico, o qual com os
correligionarios do finado e seus pro-
prios adversarios, lhes rendiam culto
e homenagem, bem como aquelles que
contra elle se haviam batido!
Esta exposif5o, se bem se lembra
o orador, foi effectuada durante dous
ou tres annos apenas, cahindo afinal
no esqueciiuento.
O orador, porm, quo-como todos
os que conheceram o desembargador
Nunes Machado, era seu am'go e ad-
mirador, estava bem persuadido de
que os seus preciosos restos conti-
nuaran! guardados naquella urna.
Entretanto com a maior dr foi ha
pouco informado pelo digno Sr. Gra-
ciliano slartins, que para esse fim o
procurara, que sendo aquella urna de
propriedade do fallecido Jos da Fon-;
seca e Silva os seos herdeiros a ha-
viam reclamado, o que deu lugar a
serem retirados della os ossos de Nu-
nes- Machado, sem que alguem se
incumbisse de os guardar ou mesmo
com isso se preocoupasse, nem-ao
menos os, que naquella urna os ha-
viam encerrado e.desse modo teriam
cortamente ido parar valla com-
mum, se o guarda da matriz, homem
do povo em quem felizmente ainda
se nao extingttiram os nobres sent
mentas de amor s gloriosas
pertencido ao immortal .Nunes,-Ma-
chado.
Este substituto que mais tarde,.
quando morto Flix, fra noraeado
guarda da matriz, cumprindo a-pro-
messa que fiz.era, zelava pelos precio-
sos restos que por sua vez, as ves-
peras da morte, recommendara:. a
que tinha motivos para
suppor seria, como foi, o que deve-
ria oceupar o seu lugar de guarda.
. Por sua vez Landelino as proximi-
dades do seu fallec ment, rogou< ao
Sr. GraciHano Martins que cuidadosa-
l mente velasse por eiles, e aquiecendo
este, de accordo com alguns amigos
1 mandaram fabricar urna tosca urna
em que fizerara depositar os mencio-
nados restos e na qual anda se achaxn,
mas sem in>cripgo alguma e comple-
tamente abandonados e esquecido \
a nao ser o cuidado do informante*
que por sua vez recetando morrer,. pro-
curara dar-lhes destino conveniente,
para o que lhe pedia o seu parecer.
O orador ouvindo do Sr Martins
estas inform.icoes, por si, e em nome
do Instituto Archeologico e > Geogra-
phco Pernambucano, cujos sentimen-
tos de elevado patriotismo reconhece,
comprometteu-se a providenciar no
sentido de s-rem religiosamente guar-
dados em lugar distincto e reservado
os reslos do grande patriota, cuja per-
da Pernambuco ainda hoje deplora.
E como exista no regulamento do
cemiterio., urna disposico que auto-
risa a Intendencia Municipal a levan-
tar custa do munic pi monumentos
para nelles terem sepultura aquelle
cdados a quem a patria deva rele-
vantes servicos, espera que o Instituto
ao qual se promptifica a auxiliar, nao
poupar esforcos para conseguir do
Conselho Municipal ou do digno Dr.
Prefeito a const' ucr;o de uro tmulo
onde sejam encerrados os restos do
preclaro Desembargador, de quera
mencionara alguns servicos entre os
muitos que prestou trra que lhe
foi berQO-
Quando ainda estudante do curso
de Direito em Olinda, foi o Desembar-
gado Nunes Machado um dos que,
unido a diversos collegas seus, aju-
dou a defender esta capital, em 1831,
contra a furia de urna tropa desenfrea-
da que a saqueara, por occasiao da re-
volta conhecida pelo nome de S brisada.
Nesse dia, em Frdjde Portas ao pe-
netrarem no arco do Bom Jess, teve
Nunes Machado o desgosto de ver ca-
hir a seu lado o amigo e collega do 3*
anno Galdino Agostinho de Barros.
No anno seguinte tomou parte e
prestou importantes servicos na revo-
luQo denominada AbrilaHa, viado ain-
da de Olinda com outros companhe-
ros entre os quaes o lente Dr. Loa-
reiro, em defesa do Reeife.
Mss tarde como chefe de polica
deste Estado, ento Provincia, muito
fez para abafar a sedigao que se cha-
mou Carneirada.
Quando em 184748 o peridico
intitulado Voz do Brasil, que aqui se
publicava indispoz, o espirito nacional
contra os portuguezes, aconselhando
que os levassem gpedras, que cba-
mavam pombos sem azas, dando assim
lugar que por occasiao da festa do
arco da Conceico, onde se achavan
arvo-adas as bandeiras brazileira e
portugueza, o povo desenfreado pre-
tendeu arriar a segunda, foi ainda o
Desembargador Nunes Machado qoe,
com o seu grande prestigio e empu-
nhando a sua espada que os adversa-
rios appellidaram da rabo de gallo, acal-
mou esse motim.
Achando-se como, deputado geral
no Rio de Janeiro, em Novembro de
1848, quando reba-ntou aqui a revolu-
co denominada Praeira, parti .para
esta cidade com o intuito de faaer
abortar aquella ievoluc3o.
Chegando, j se havia dado o ata-
que de Mussupinho, em que as forfas
da guarda nacional, commandadas
pelo tenente-coronel Joio Paulo, se
bateram com as do 4* batalho de ar-
tilheria de lnha ao commando do co-
ronel Amorirn Beterra, sem que fosse?
declarada a victoria a favor de nenho-
ma das duas.
Procurou o Desembargador Nunes-
Machado por termo a esse conflicto,
mas estimulado pela calumnia que lhe
fra levantada n'um pamphleto de qne
se vender aos portuguezes, declaro
aos seus correligionarios que os acom-
panharia em defesa do seu partido do
qual por fim foi martyr.
Na qualidade de magistrado era o
Desembagador Nunes Machado que
dispunha de grande illustracSo, o pro
totypo da justica.
Na assembla geral,-onde em diver-
sas legislaturas oceupou urna cadeira,
a sua voz sempre se fez ouvir em de-
fesa dos interesses da patria ; tribuno-
popular, fallava- constantemente en*
favor da ordem e da liberdade.
J se v pos, que nenhum" fllho des-
ta trra lne merece mais do que o De-
sembargador Joaquim Nunes-Machado
e que portanto, dando-lhe nm tmu-
lo decente, onde rep'usem os seus
restos mortaes, Pernambuco lhe r
justica e nao favor-
Mas, se como nao de crer assim O- ,
no entender o governo municipal^
confia o orador que o Instituto A~-
cheologico a que se desvanece id
pertencer e tem a honrosa missO'd
zeUr, proteger e guardar as gloria*,
de sua patria conservando testeam
rthos para a saa historia, nio cons
tira que os despojos do emnente-
.semhargador, eontinuem abandonado
e entregues ao esqoeciroeoto, dando
tradie- assim attestado que j no existe nes-
BJ
I
i
^
c5esv da patria, os n5o houvera re
/ ta trra o menor sentimentode >a-


Diarlo de Pernambuco ln arla-fe ira 11 de ToTmbro de l*iM
l>"
P
i!
triotismo, que merc de Deus, tantas
vezes provea possuir era alta escala.
Nao deve concluir sera eommunicar
ao Instituto que teve noticiade que
0 cidadao portugus Antonio Pr8a, ft
ZCra urna urna de fino marraore e a
offertara ao Club Popular, hoie extm-
cto, com a condicao de nelia serena
depositados e conservados os ossos do
distincto Pernambucano, que essa
urna, que o orador chegou a ver na
offlcina do onecante, fora affectiva-
monte entegue 4 aquella Sociedade
mas j as vesperas da sua extincgao,
e que tendo procurado saber agora o
destino que teve essa valiosa offerta
do cidadao Proa, nada conseguir, ape-
sar dos esforcos empregados, so que
da sede d'aquella Associaco desappa-
recera, bem como nao pequea som-
ma, producto, subscripcao tirada pelo
Club para esse fim, subscripcao de
que j faUou I
A' Vista dessa triste solucao, que so
provaquanto se acha degenerada a
raca pernambucana, grabas a urna po-
ltica ferrenha e mesquinha, eonclue
propondo que o Instituto se dirija of-
ficialrnente ao Conselho Municipal des-
ta cidade, que tantas provas tem dado
de seu pratriotismo e peca lhe, a bem
da verdade histrica, o seu apoto para
que tenham conveniente e conhecido
iazigo no Cemiterio Publico os despo-
jos mortaes do Desembargador oa-
quim Nunes Machado,
Finalmente o orador confia nos no-
bres sentimentos que animam a todos
e a cada um dos membras do Conse-
lho Municipal, como confia neste Ins-
tituto, que, est certo, de commum
accordo hao de trabalhar no sentido
de darem seguro azylo aos despojos
mortaes do grande hornera, que nunca
desapparecer da historia de Pernam-
buco. E como se desvanecer de con-
correr pessoalmente para a execucao
01HEW30
de tSo patritica idea o orador, decla-
ra-se prompto, se tanto fbr preciso,
para esmolar de porta em porta, afim
de vel-a em breve realisada !...
O orador, que durante o seu discur-
so, foi muitas vezes interrompido por
enthusiasticos apartes, ao concluil-o,
ecebeu muitos applausos e felicitares
de todos os consocios, declarando o
Exm. Sr. Conselheiro Francisco Luiz
Correia de'Andrade, que duplamente
agradecido ao orador, como pernam-
bucano e goyanense, acompanhava a
sua proposta
Nada mais havendo a tratar-se foi
levantada a sessa.

PERNAIBUCO
Marca registrada sob n. &1
O Gonaeo Jilo Francisco Farond*Mi.
e*tbe 1-c d i ru da I-aperatria n. 42,
2.* vnda-, de oidade do Reuife, oom
pequen fabrica para a coofeoclo do
Peitoral da Cinco Especies outros
prparadui do tua otkdc&o, em sp-e-
seotar i. Exoia. JunU Commercial do
Sitado de Pornamboco ai marcas supra-
es^mpadas, que tana da ui*r em ditos
pro-ja-adoa, para aeram registradas na
reapeotiva Sicrrtsria, ssi'stiodo-lhe o di-
reito de an>plial-* deotro da detmr.-
cSo por lei ootorgadt ; aa quaea mareta
team a aeguinte destriplo :
A marca litbngraphada dom tiot
preta aobre fondo i Sao-lirio.
Caita da ama ancor*, em cojo sete
perpisaa ama argola ; em caai ama daa
extremidades doa braooe da orus da an-
cora aa'S'j c-m> qi duas ciroumierencias
rodeiiid-;-a pa-allalame :te, e, circum-
acreendo o ototru da croa, est deacripto
um rectngulo, ouj.a bases a^roaentam
asa pequuoa eoivat ir* e doa aeua que
tro angoloe partem linhia em dire^cao k
Bolsa Commerelal de Per-
nambuoo
COTAgOES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, io de Novembro de
1896
Nao hooTe cotaco.
U presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues
0 secretarlo,
JoSo Leopoldo do Reg Villar.
CAMBIO
Oa baoco anr''u com a laxa de 7 !3/i6
aon.e Lioir<- a 90 dUaiftaos naeocoB a 7 7/8. tecbaodo o mer-
ca Ltras pamcaUres 0S0 cooloa negocios.
4lgdo
Vead do a 1?*VW0 oa 15 k loa.
ilcaal
Por Pipa de 180 HffM 193* a SI5J.
Agurdente
Pe pipa de 80 Hiroa 115* cal.*as.
Cemro*
Se KM salanos ""8" de 11 Kiloa 1*195...
ri Trocla refago 796 o kilo.
Verdee 650 ria, Teuda.
Borracha
D mangabe^ra oa 15 kiloa de ttOOO 3.....
16J030 Qoa.inal.
Carnauba
C3ia-ee de 10* 30*000 par 15 kiloa.
le
p.r I05S000 oltirco pr-(0.
1 '
ae onrergir-m ao centro,
, onde enoon de 1898. Qooeg-o Jlo Fraaoisao Fer- MONTE DE S0CCBB0
tram um outro rectngulo moito u o,jo. lado. aSo p.r*l!eloa .0 priVqira., A presente marca foi .preaeotaJa ne.taf E restilloa ^ ^0Ki
Conataaao ainaa a ancora de baate, Secretina, pelas 11 noria da maohl d- Movis
bracos, patas, uohaa e cepo neste eaU hoje.
inscripta om losaago, oojoa ladoa s>o li- j Secretaria da Janta Cunmeraial do
nbaa ourvaa concva, sendo as dual R-jcif, 18 de Oaubro de 1S95. 0 Ss-
8 Pelo lado eaqueido posterior do centro! Aballar,
da orns desee urna marra tslia aaaora; forma ama curva ao pasa ir pelojfci regiatrada aob n. 51 em vir:uie d-
lado anterior da hasta e acias do mei,'despacho du Junta C e no lado direito ama oalra corva, maior
t oppo'ta, a desear a dita amarra pe <>
lado posterior do eepo, a s.h; ao lado
e*qaerdo da osai da anoora, oirculaado
os'a bise por meio de nm saTiioircaio.
Da uohs esqaorda direita est e<
cripta a palavra Brzilem lettraa d-
ty o Lata) Qrsa, abertaa : a Ierra 5
eot colocada sobre a ooba esqoerda e a
lettra L aobre a ur-b.- dimita; oa ladnx
rronteiroa od is-a-is da* lettras A Z
Oitllo por trz da b>ste da aooor*, a a
lettra Re oes aeua logares respectivo-
para formar aobred'ta pnlavra, forman-
do as ditas lettras por saas baaee aupe -
riorea e inferiores liabas corva. 000-
exas.
bp m ama faixa em forma de ellipae
iotrolaca as lettras B e L, p.saaodo p-r
cima daa demaia ledras e anda por oim
d haata da anoora, taaeodo o reouamen-
t.i do aeua lados oppoatoa ao auppoato
eix'> grande da ellipse com referencia s
bases superiores e inferiores daa lettras
aobreditaa, qne formam a palavra
Brasil.
Na fao* viaivel do 1-do superior da
faixa 't a inscripclo Urbis et orbia
e na inferior a firma Padre Joaa P.
Fernandas ambas em lettras de typo
Hittorioo.
Acha-se sellado com um aello eatadoal
^o valido tteaentoa ris, le^a mei.te |
.nuiiliado, com a data e aaaigneturc da T
rm aegainta :Roif, 8 de utuoro : Depsitos em conta corren te
de 29 do mea prox'mo fiado.
Pagoa da sello Gatadoal a qa^utia de
aete mil e qaiahentoa reia, como coniza
do 1.* exampiar.
Secretaria da Juita Crame cal do
Recite, 3 -e Novembro 1896. O S-
oretario, Joaqiim Thaot oio S i*rs di
Avellar.
N. 93. Pauoa 300 rs. Pagoa ma
trez.Qt'S >is de sello.
R-oebedoru 161096, A. Aibu-
qaerqoe.PranoisC Litia
N. 11. Pagoa seta mil e qainhnnto"
ris de r*g.tru nontorma outro et-caolr
Recabedori- 41196 A. A'bu-
qae. J fial, Ui'tano Mamade.
E.'av* impreaeo o graode sallo d-
uot. Commercial.
Apolices ^" B'tado
Despeas geraes
.1 nH-.tos
Caixa econmica c/ le deposites
Caixa
178:181*710
6:780*777
l:MJ0*i"'i'0
Slogan"
7:iiiiii*(|('0
55i*770
8:Hi5*8VO
325:ii'*i9l
Patsivo
Capital
Fundo de reserva da Guita Eco-
nomi a
C'i Econmica r/ de 'aaein
Saldos de penhores vendidos em
leilao
Lucros e perdas
Juros
IfO: 000*0'JO
50 634*801
90:t>23*840
1:S78<-72
i* 9 0*'HH)
tt: 3i3:<0<393
Caixa Econmica e Monte de Sor,-
coito de Pernambuco
Batanete em 31 de Ouiub -o
de 18fltt
CAIXA ECONMICA
Activo
S. E. 1 0.
Pernambuco. l ~e on'oh" 4* 1896.
O gerente,
Felino I). KerreiraCoelbo.
ISilCACOES W
lediesm
DR. JOAQUIM LOUREIRO medico
parteiro, consultorio ra do Cabug
n. 14, i. anclar, de 12 s 2 da tarde ;
residencia em Sant'Anna.
r. 'a fanetre.rtia na liuper.iirtz n.
da cousuitas ui;fco-oirurg,ici> todoi
* das da* 8 njeio dia, Hanoi qo-
KfBUmi* i* ai* Riuii libarlos.
Or. Pruacisco L.epoldiar<
h'specialidttdes : Pebres, molestias de
1 eriaunaa* syphihtioas e da pelle.
Alfandega de Peroamouco ..556-.73fi*060 Consultas de as 3 horas da tarde a
Moate de Socoorro el l passagem 90^2i*h0 raa do Mrquez de Ohnda n. 55, l.
Caixa 50e*00 ,ndar
Oeenlistas
DR. BARRETTO SAMPAIOOo-
lista ~ Ex-ehefe de clnica do Dr. We-
cker, d consaltas de 1 as 4 horas na
ruado Barao da Victoria n. 51, 1. an-
dar excepto nos Domingos e dia? santifi
cados.
RehideBcia rna ds Saudade o. 25.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
mica do professor Wecker, de volta
de sua viageme Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova a- 18, 1. andar,
Residencia em S. Jos do ManguinHo
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
larde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Fereira da Silva com pratca as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
imperador n.* 63 1/ andar. Rozide em
Camin,o Novo.
Telephone n/ 588.
Advogado
O bacharel Antonio Toleotiuo Rodri-
gues Campos, procurador da Feitoa-d
F^Z'natt ao Estado, da ser procurad
em eu pacripforo h roa 15 de Nv.to"
bro n 75. das 10 hura da man; a
a tarde.
atrofian
bwnares Braga C. Depsitos
ja DrofuM o productos rihiiuicos. espe^
cialidaies PhannaetMtiea<, roedf'.,aaiet'2
mu etc.. ele. fiua do ttarqatii de Olio
df.u, bu.
i.ii'iSt: i 1*900
*.6i9 i2l*P00
Residencia-pateo da Santa Cruz n. 72.
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
RonriKues liima & Cqu aendia ae ilcodao.
V*nrel Coilaco & C uas aixa com rcl a
i'.ii.i- de a'o iao.
J. Rufino Pnnaera & Corns cita com col-
UMnboa. paotior e camiias te I o 1.
Feratodes nees & Gajoa caixa om alCi-
tifa de *ieciao
Antooio Pinto da Silva & C= ote T.loxe-
com ferragena.
Roarigo Carvalno & Cdesoll calas com
fatanduk de al^utao.
Haoorl Culi-co & C qoa'ro Caixis coa
bandeja*, obras de cobra e de (ero.
Cottta a R --i a t- 'o1 unes com castas dr
canalla e cravos da lidia.
Brandao & Casa csixasecm obras de
ferro.
Gotmaraee P:ibo & C-dea barricas com sa-
litre.
Gaioaries Braga CTinte volumes cam
T n<-.,ic-ra *aiM.
Guimaraea B st;s & Ctres cains com (a-
teodas de aieodft-j.
Pieoel edo Cosa & C->seta Toliat-s com cha
da Iodia.
Gomes de Manos I-maos & Cseis calzas
cju Doaecas e cb.-aa de ferro.
F. F. Leal & Cqnarenia e olo Telme*
com medicamentos a timas para pinta.- ca-
8-lH.
AdAlpbo de Cast'v e Siiv. omi caixa com
ros paos palbi Gornaanoin l> ostnal -oTe Tolamas co"j la
o'dkda < bjeoioa para tiatura-ia.
Antonio Rjirigoes de Santa -quinrientoa
>! ti e alto Tolame* de ferragena em Sa-
ra?.
Lope- AHei-o & C 'es caixas eam macae-
e viu'.k narn corn nvas.
Miranda & Siusx-ulienla e "loas lomet
le barras de ftrro a ferrgaa.
tiae-teti se Araojo Pilbc rista volomea eom
tapioca, legomea seceos e dive-sat mercad -
ras.
Pe-elra Caroeirs & Cnovelelos e salseo
ta '' e faran con xi'Qa*-
t .ce lino Pintes & Cnove v. lumes com
ni-cou'ose divf'fa- rcercaierus.
Pieotlredo Cona vb com leuc e ratina de puto.
Jos Harones Ferreiradoos ta-ns com vi
9110.
L-ioreiro Mu & Cdoas fardos com faien-
1> '* lg "So
Afftn^o Hala & Cseis calzas com (azendas
de algo'le.
Aiva'o anbor doa Saatoaama csu cow
f^r-oias oa iiKoiSa.
Amonm IaS('S & Cseteceoios e elncieotj
fardos com xaraoe.
Samarcus & Cdoas ca ia om chapees d-
palua dearroi.
Airundvg d Pr*Babaca
IMPORTA5X0
Mercadorias despachadas em g de No-
vtmbro de l896, para consum* -^^ & G_nmil Cllxa com m
M,noel H Conh. Lo.o-t-s Ixs. cam h- **
ztdis "e lnbo o oe algodao.
Joao Das Morelra & Curna cam com va-
sos ie loofi rara Aj'-s.
C. Baria__loas caixas com obas de vidro e
brinaue08.
Das Fernandes & C-det caixas com vi-
udo. ,
Albino Silva & C-qninxe volnmes com re--
rageoB, pomma laca e baianc*.
Sania Ca de M:sericordia=am bsrr 1 con
oleo de liubaca.
AlvareB ae Carvalho C. Soccefl9-es-o;-
lenta e oito volomea co a foibas de flaodres e
diversas ferragena.
ngaro Goiifi-lvas Feroandasoms caixa
com troclas aeccas.
Goanno de Sooxa Pe-xa-ama caixa coas
Chitas.
Amori-n Fenaodes & Ctrexeotos e dex vo
la e com unlele* de cc.
Aoton a Sjares & 0I es caixas rom qo*-i
jos e iri ta e t as Tolatces com w.'rmoois,
f-u'-Bi s-cca* a diversas mrcalo Us.
Amorim, Faroaodts C;eotj e aTeoU
Tointuee com vlnbo.
Herj Forter 4 C loas mil oitoc^nios >
i enia pranefies de plnbo a daas pecas de
Lfe ro.
Domingos Coelbo & Soares=-doas caixat
cooa fas-od^a de sln*'i4c.
Albino Campas & Irulotoas ci'.xs com
cacoimoo at ondatra e oen e de r.bif e.
GoncaiTs Rosa & Dumi igoe->l'ex^l0
fardos cm papel para mbralbo.
F-ancirco Laori & Caeta caixss com tn-
taa e madapoln.
Omodohi Fer-o Carrll-OS barricas c> m
on a de IVrro.
P de.-ico & C-uma caira com P'Hes W-
Antonio Pntoda Silva & G-fera t. lomas
rom frcaa.loraa de lati e diversas ferrageus.
li ir ornea
Raclfe, 10 de rtoveiibro de 1896
Para o exterior
_ s> fapor leles Mi h pars Boenos-
\-es carrega-am:
P. Caeiro C, 40 aaccas com 3,0.6 Kilo*-
de algodao. .
_ No va or allemao Oicda, para Lisia,
T.ib'ito ^-. W eco'8 com 15.000 kiio-
de asserar msseavado.
__pja 'senoa norapoeose Hex, para es
gstatos-Uoiaos. carreg ran :
Joiio & C, .080 saceos com 2>6,2-0 kilos da
s?socar mascavado.
Joao Joaqom de Mello 9iJ saceos com -0/W
kilos de aseocar maecavado.
Para o loierior
No vapor uaclooal luana, para Po-x
^sstmiis* &**>83t mccc8 cm 47'w
kilos de *aucar brasco.
Pa-- o Rio de J-.ae.ro, "',n' ..
N. tb & C, 456 aci-os com 17,300 kilo
le semriii Paa fiama, cardaran) : i
Sanios & Pir^-s, W faccoa com 3 7*0 Wi-
le asncar branco.
No apor allemao Salermo, para Babia
"J'aVli'eira vala, 600 sacos com 36,0)6
kiloa de asacar bra <. -
o vapor loglX M.abo.,* pt-a aulof.
C%lffa9Bam.rae8 C 100 ^arr com 8.7i
lit-08 de agoardeow e 61 actos com 3.7
Mira de aesacar b^.oco.
Para o Ra de Janei-, ca'regaram :
A. Fernanaea & C, 10 Dama con. 6 876 litro
de aleo 'I.
No apor naciooal S. 8alvalor., pa a c
Rio d Janeiro, crreg'am :
P. Carn-i'O C, lOOsaCcas com 15.31 kilos
Se algod-i.
No vapor nscional aAlagsas, Pra .
o*oa, carregaram : llUll
E. Caraoxo fc C. 40 aarnca com 2.8W kilae
de a;socar braoco.
A. Oros A C, I talxa com calcados.
Para o rari, ca reioum :
P. Caroairo & C, 110 barrica com 5,354
Kilos asdocar branco.
A. do* Res A C, 3 caixa. com calcados.
Joae V. a*os. 1 caixa com calcados.
Pra o M-raobo. carregaram :
Borel & C. Suscessores, 1 esla eom 51 kilos
de r*v.
op V Ra oos, 1 ai xa com clcalos.
No vapor nacional Jacobue, para Ma'
>:o, catreea-a :
Uaocel F. fc Irmlo, S caixas com 30 kiloa de
vallas de erra.
fa-a o Coar*. carresaram :
Maooel A. ds Seon A C, 6 harneas eom 360
S io- de assocsr rettoada e 30 ditas com 1,500
Olios de assocar brsnco. .
Jos S a'Amaral C, 34 oloroe'com 1.7J0
litros de vinera. 68 narria com 148 to* df
vinho e 5 saceos eom OO kilos de f-relio.
C. PiniO li, 106 caixas com 1 000 Hlros de
seoeDra 150 fardo* com 18,15'J kilos de resi-
las 'e al|od>. .
Nj mate Deas Grasde, para MossorO.
0arrfgj am :
L. Alneiro & C., 3 meos cm 170 kilos di>|
asrcar b-aoco, I aix-s com 8. "Uio #!
r1.-r.r0, I oi>a eom 9 d u>s er. i tas c co
35 dii.is ne sabio. 5 "a-ria com 70J litros re
Tioho 1 '"ta con 60 ditoa-de aiiiogra.
Na barcaca N-ioo pa-a M.cao, c.r-
Joaqo m Salgoeiral & C, i barricas com 2 'o
knoa oe aasocar brtoco e 1 diu con 9D Oltui.
oe asso ar 'prjuaao.
J^aqoim Onveira Mia, I ana com calca'i
G. de Mallos Imaos A C 1 caixa rom 15
Kilos de cera de veilaa e 6 anas cooi 19 d u
de sahao
Na bir ac D. Jl a. PJ'a MaceiO, car-
rvcava* : _.. ,
A Piuio Lipa. 6 barra cjm 516 1 tros de
ai-, ol.
F. Machado, 4 500 saceos com x.ftO kilos de
estopa. ,
na bsreaca Flor de alaria. aN Mamao-
,a<'', iarrerfrin :
Barbota & C, 1 furris c m l^O litros de vi-
nno de l>rtB, 38 csias <-on 80 dilos ae ge'
nebrs S RarrafO-s i-o l "'t8 d* dita.
P. Pbivier Facto'y. 10 Darrls com lio kilos
d- (.olvoia.
Heudinieuio publico
ALFANDEGA
Mex da Novembro de 1896
Horras gersl :
Oo dia 3 A 9 pV*-:8M#M3
dem de 10 78:l20a377
i < arvaa com inname 45o
1 ivk'- rea.' tasa-a* 45 .
2 caras com melaocia a 450 rs.
1 ra*a-a* com Ujalfa a 4SO s.
3 cargas i o i. bananas a 4-r<0 rs.
6 riinB cd'.u dier*i8 a 45 r
<0 cargas coa farinr.a a 3J t.
5 .-argM com uiilbu sanca 30 nt
5 cargos com feuao a 3<0 ra.
10 Suiroa 1 's.
IIl locares a 300 rs.
12 comp. com aatoetraa i*5-'0
( comp. com ser.; 8 comp. com fresaorna 8.
56 comp. com faxendas a *i r*.
26 comp. com comidas a JA05) rs.
49 comn. com verduras a 45r.< r*
1 7 comp. com farlooa a 6'W rg
64 comp. com lalhoa a 3A00U
*i50
3*0 O
1*:""
iW)
22S1)
6JU'i!i
(AMH1
1-500
lOill.10
331 0
msmo
6**11)
7ii.ui
UiiflMI
't BLKJifjo:^ 4 irmu*
K VI IV Ilt'.A
Todos os meaicos recoi^fi^ o FeoraC
Catkarinente como o unicoTedicamento
contra Tosaea e Bronchites
DROia^II ISlliGl
Randioca'Jto oo da 1 a 8
4.7-*3-'
S.l5l#7o>
Heods do Estada:
Jo da 3 A 9 58:769*S7.
dem as 10 3.-1-1U3
586:9C6A510
61 916J37
Total 648:89i908
|a seccao da Allan.iega de Paruaumuo, 10
de Novambra d- 1886.
O cnefe da aecco
L. F. Oodecetra. .
O tbesoareiro
Lata Manoel ft. Varetea.
lovmeato lo parco
Navios sabidos oo da 10
S otos e escalaVau-r io*lei Minbo. pav
mundsute W. Gopp ; car^a trios geoe-
ros. _
Barbados Barca n^rnegoeose nor. com
maod-i-ite J. Eliaien ; em lantro.
Sa'.to JohnsBarra logleaa H"ifn Itahel,
commandasle i Vine : 'm iaal-o.
Observa jo
Nao bjove entrada.
tlercado Mtu!n>n de
no dia 9
O moTimenlo daste mercado
OuioDro rol o seguioie.
Eatraram :
flfl bola pesando .I81 kiloa
205 kilos da peixa a 30 rs.
6 com par, com mariscos a 150
4 ditos com eamaroes a 150 is
38 columnas a SOO rs.
i cargas com garuabas a 75 rs.
11 caesnses com gallinhas a 750 --
l cargas com uiilbo Tarde 450 rs.
I carga com ameadoim a 450 :s.
10 largas com tlalas a 450 rs.
1 carga com macactielras a 45u rs.
t cargas com cebohnbu a 450 rs.
10 cargas cota 6enmas s 450 rs.
18 cargas com verduras a 450 rs.
i carga com canoa a 450 ra.
1 cargas com Uranias a 450 ra.
ir
r'rcoa do da :
irne verde rl* 630 liMO ra. o no
Soleos de U00O a l dem,
Cameiro de MMO a U600 ideox.
Fancba dp 600 a 1*000 ra. co'a
MIIq de 400 a 1*006 rs. a coi
Peiiao n iaKW aSOO sn
\uviiis esperados
Dp Ha i.urgo
Ligar al'eaao Elis-beih.
D- Poro
Logar p. nogue Hcacin.
D- L-.u:es
Laaar ioglex Biaucbe.
Oa Cari.irJ
Barc8 noroegoenae Auriga
Barca noroeiiueose' Daea.
Barca norofgocnse John [rges.
H.rca norueioeoBH J"nf-an(i
9arca noroeu-oee P.r'ameii.
tarca ntroe|.tte!iie Elly.
VAPORE** A EHTB.IB
MEZ DE NOVEMBRO
Sao Fancisco do nurie, a 12.
Ijdi- da Llorupa, 11
Sao 8iaiu' do nortf, s 12^
.Pa-a.u-"" Eo-", a 5
Ligoii. do sal, a 15.
L.- P-luaao uu soi, 17.
. ern Oo'HooaO d* (Joropa, 18.
L w- i borg "a Ed'ona, a 10.
Pianet o norte, a 59.
UiriUO. Ba-opa, a 39
Portugal* do soi, a 39.
VAPORES A S4HIR
6. 55
*7o"
i6'u
34*100
1*500
A* 950
*450
445"
4. 500
4 500
900
4*500
MEZ DE NOVEMBRO
Manios e esc. A-agoas. a II -5 h,
ua-ioe. Ajrea e e" Cly 'e. a l as 13 0.
Hii e "bc. Sao SH|v*s.-r a 13, 5 n.
wiym'O n e e"*. i>ituna> a 15, as 11 b.
Saolos e esr. p.ro.u 17 =8 4 h
;noa e ese. L-" Piimat a 17. as 4 b.
Man >s e es-. Perasmaoj> a 18, as 5 b.
Santos e <-sc. Pa'.byhs. a 19. a- 4 h.
aitn f :. '"'di u*n a 30 a- 4 r.
Sa tos Rio L W"ooo--e a Sil. as 4 u.
8*10), R o e psc Planeta, a 31. -s 4 ti.
*90o| Ba deox e i>iiriol 19, aa 13 b.
*.01 Sanios s es:. Guniiba a 30, a 4 n.
Pede-se au Sealio-
res con s a ai ai ido re
pie queirain fasse*
qualquer comniUQica-
!m?S cao ou reclamaco,se-
juB0l ra esta teita no eserip-
1 torio desta erupreza
ra do Imperador ti.
55,onde tarubeui se re-
ceber qualquer eonta
<^ue queiraui pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Sr.
Ytanoei Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
e AntomoJoaquin de
Freir CastroNunes,-
Todos os recibos
i esta empreza deve^
rao ser passados em
clao carimbado e fir-
mado pelo g-erente
*em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente,
: eo?o (oelra Fogo
%oya! Insarance Gorpaoy
de Liverpool
CAPITAL, 1,000,1100 O, O"*
ruedos accamuladoa Jt 8,572,386,19*.0fl.
FLHMANN & C
Mappa demostrativo de gneros de expoilaco durante o mez de Outubro d? I8,tf6
Aracaty..........
Babia...........
Bar no- A.rer.-.
Camocim.......
Cear...........
Estadas unios .
Espl lio Sanio ..
Havre...........
Ha -oatira........
LiTerpool........
Liabda ..........
Mbdos........
Maranhao.......
Macao ..........
Maiei.. .......
M ssor .........
WI............
vr-Yo'k......
.iotas.........
Pono Al*grf.....
Para............
Panedo .........
Pono..........
Par.inagc.......
Rio 'le Janeiro..
Rio G ante do Sol
Santos.........
8- Paulo.....
Urognayana -----
Victoria .........
VilU da PUba .-
ASSC CAR BRANCO
66
4.395
70
"' i
""O
49
"24
"*'m
3
7
Velo
435
7.117
100
8.731
.....50
520
8
33.472
4.313
337.465
6 373

750
.'800
"9913
"Vo8
' 12.379
285
"2 500
" 64^309
ASSLCAR
MASCAVADO
ASSSCCAR
REFINADO
5
5
2.3>8
5-012
850
.257
10
26-100 1.050
427 020 11.303
6 000 .. .
523 980 5.033
3.750
31.200
838
2.181-523
25
27-371
179 850
375.903
63-750
'96 425
1.100
63.003
678.330
i
25
10
295
8
18
'40
77
50
17
N
1.640
600
18.550
301.980
"255
1.735865
50
30
10
630
400
1.786
4 889
3.000
1.020
3.750
1.800
916
41.074
ALGODAO

150
3585
644
323
4-816
100
9-621
5

12.275
351 313
62.427
AGURDENTE
5"
.
. .
25.412
356.191
16.160
823 778
18
"l
62
315
25
35
8.655
'"480
32.358
155.877
12.145
16 691
456 226 206
15
'
982
5
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50
25
300
890
2.327
1 200
' 440
79 445
"39d
"900
.
4 250
2.150
26 100
43.230
165.071
ALCOOL
i
1
51
210
4
264
40
1.610
2.630
>31
10
3
597 .'!.'
26.510
45
.(.

101.525
2156
132 364
U 213
569 282.136
25
85
I
2
3.990
87
863
270
-
90
2-442
h
e
c
i
'<
17 861
1.120
& m
S-
(0 -~
a
CAROCOS
DE
ALGOD.
.... 32.537
7.739 18-981
32.567
6 500
32.200
15.410
51-110
B 3
2
ts

o
COVROS SAL COL'ROS SAL
GADOS GADOS
SECCOS VERDES
3.166
2 673
1.404

...... O.OOO
16-848
125
80
5 839
1.500
560
o
105 000
1.609 18908
I
5.000
MEL
13
400
<
a
a
<
u
m
3
-
44.070
350
1 500
105 000 26
Tabella das entrada de asnuear
rante o mez le Outubro de a**9G.
du-
ASSUCAR
Animaes....................
8arcQa8..................
Eeirata de Ferrn Central. ...
Bsirada de F. le S. Francisco-
EslraJa da Frrro de L moeiro.
Vapore?....................
Toial..................
.4.....
Sacccs
836
17.124
1.273
49.680
35 400
101.318
-Mi*.. d*. y:;lV.*,SS? *n
rante o mea de 0tnr "
ALCODO
----------------------- ^
Animaes.....................
Bai cajas....................
Estrada de Ferro Central...-------
Ej rada da F. ie S Francisco. -
SsiraJ-a da Ferro de Liraoeiro
Vaporas......................
Total......................
Sacas
1.185
t.Vi
2 613
174
5 269
2.705
14.317
U



.
.v
1
liarlo de Peraamboeo Qoarta-feira 1 i le Xove
Dr. Jou Paulo
Dr Arthur Cavalcante pre-
vine a seus clientes e amigos .
que mudou sua residencia e M
seu consultorio para ra do
Barfio da Victoria n. 58, :.
andar,'onde attende chamados
qualquer hora e d consul-
tas de 1 s 3 horas da tarde.
TELEPHONE 43O
Livra.ia Fraoceza
1
Os abaixo assignados, socios compo-
nentes da firma commercial Medeiros,
Layme & C declarara que a 10 de Ou-
tubro de 1S96, dissolveram amigavel-
mente a sociedade que tinham na Li-
vraria Franceza sita ra I." de Mar-
eo n. 9, retirando se pagos e satisfei-
tos de seus capiaes e lucros os socios
Eduardo Layme e Cleofas de Medeiros;
ficando o activo e passivo da mesma
sociedade cargo do socio Joo Wal-
fredo de Medeiros, e isentos os que
se retiram de toda o qualquer respon-
sabilidade.
Recife, 5 de Novembro.
Joao rt'alfredo de Medeiros.
Eduardo Layme.
Cleofas de Medeiros.
Raulivena
J'" da S'iv* Pufti Ferreira Dr. em H-
n cia pea Fsculdade do Riu de Jacelro, eu-.,
ec.
AttQl'e in fine gradus, Qo* inil'o triplicad-
oPeitoa! Cn.rnirnn de ffAl'LIVFIFU.
relenle prepararlo dus S-'. rUul'00 Hora a
Olivrirs', .% Siuu Ca ni-i.i, octendo norpre
nt-ndent- rcuj'iaoos a' rr.fron no* iaso* >
loneiC" ose cojo perlado de actopnagia elav
idiMifttf.
Hio Grille ro NiN-, ci'a-a do Principe, i
Ce Janeiro 3e 1890. Dr. Jos da Silva -Pirtr
P^rrer*.
Mais de ?0 0i' M>f0M rost-ien't** em fijar-
los h-iai* ? do tt'Stil sttetttsi a til u dease
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
Especialista em partos, moles-
tias de sflntioraa e de creancse
coui looga pratica dos hspttaes
dePariz e de Vicua d'Austria, I
d consultas das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo u 19, g
1 andar e reside 1 roa de a
Uenrique Das n. 2. Estancia. %
Telepbi nea ns. lyO na resi- JJ
ciencia. ft
5 (t
O Rauliveira
L'od no a1 ma's rfc-r, Bflla hwra'o d*
(jo!o mals aa-adaniii-gijio : 0 [)' g.r:Brj-
ga e 1 va 10.ua asp harria-ia*.
o
Dr. Constancio Pontual
I-Tofessor de Medicina Publicn d- Facul-
dade de Dreito do Recife
Consultorio. Ra 15 da Novembrc
fao'iga do Imperador) n. 79, |. an-
dar, lado di mar. Con-ultas todos os
das utrisde 1 s da tarde.
Telephone d. 403.
R?ai E tii,"o, esquina da eai bd o Euciia-
BMOtO.
Telephone n. 27.
Os chamados podem st>r dirigidi-t
para o Consultorio u para ma residencia
e o d-vrin indicar com precis&o o lugai
onde se acha o doente.
M*
Itetfcoto 19 de Abril
DIRECTORA
:;:;s"2a poetouimi:
(JUr'O DErERlAS
De raathen-aticas, scncias priysiess
e natura, s. g^osrrapbis, H'Stoiia Uni-
versal e do B-zi!, aba dire'56,0
tacharel-Luiz Porto Carkeiro.
Ra do H .picio n. 53
do
CONSTIPACOES <&3~ Peitsral Catharioense
DE RAULIVEIRA
unmaiiU BR4G4
Dr. Virgiai* Marque*
LENTE DA FACULDA.DE
tem b riptorio de PRA?A 17-N. 77, 1. nadar.
Dr. Carneiro Lcao
Medico, partero e operador.
Residencia. Ra Formorea n. 9, A
Con&ultorio 6. raa Duque de CaxiaS.
D. 7l, 1." andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tarde
Especialidade: Febres. partos e mo
estias de enancas.
Telepbooe n. 325.
ADVOG\D0 5
s

O Bacharel Esperidiao
Ferreira Monteiro tem es-
criptorio Da ra 15 de No-
vembro (anliga do Impera-
dor) n. 79 1.' andar.
Telephone 11. 544.
fi&?S:S3aK&&?iS&&fc?(a? *&
ISseriptorio de engenliaria
Antonio Pereira Simes, engenhei-
ro civil, empreiteiro de obras publi-
cas, encontrado para os misteres n.
sua profissao a ra de Riachuelo de
3 (entrada pela ra Sete de Setem-
bro) das 10 horas ao meio dia, e tem
aberto o seu escriptorio das 10 hora
dsaS tarde.
9 o
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I S -. 3
tri-S.
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9
3
a
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Dr. 'Nuaes Coimbra
Clinka Medico Cirurgica.
Consultorio, ra Mrquez de
Otinda n. 64, 1" andar, onde d con-
nsltas das 12 s 2 horas da tarde.
Especialidades : Febres, partos,
molestias de senhoras 9 enancas,
Chamados a qualquer hora na sua
residencia, na ra da Soledade n.
4, esquina da ra do Atalho ou
no consultorio.
Telephone n. 387
?:
a
a \ 1
a O
S?5'SLg-
S-l-a.2
V" ?
^a
FeriJas autigas
Ooroi orna tnJ da n 01 qne era um verda fot klgocn ti
p< do Elixir u<-, Mj Mcrato
prepar.d- p< r 1). Cario*. Dj" 40 re-
campese ifiu Itl a aihaati. Use ooa>t.
co-vt*-.
Sao Peal 1 r! Arralo de 1806 -
W>- o Vjueuie Vf iru
Uio. D-^osi o <"n r'erQ.moi'CO A
D.i-fcuria Bc d Ijiiiroare bV-^a & C
---------------->_--------------
Pocosle O al da i
V Poyos da Calcas, oada fui 5
blUub ti.'-ce kivut p*ti. tratar do uic.
enorme empii;eui ^n^ la m is t-i po en
contumnibia a ii>n i-, bolea e a va.
Surcando r Elixir de M. Mor ato ^^*
pugd'j (.0. D. j*1o*. s-re ooup^i*-
mecie e depresKi-, kcb-eraodo oa der-
toriu*.
Kekaeota enorme o auocengo be,.>--
fico qae e obt^m coa uhu rf^-te ptoJ
gio uoo, o Elixr de M. Morato.
Pevo a aiii.cayau, que ae u>rua u.n
v:rtud<.
8. P-00 9 de Ae s-o de 1839. -A-j
tliur da Qunto e Silva.
i ran
ifa 1 m
Cheguei a ficar quasi assim
Soffria horrivelmenie dos pulmse
mas gragas ao xarope de alcatraoe
jatahy, preparado pelo pharmaceu-
lico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asihma e rouquido
consegu f car ar>slm !!
Cempleamente curado e bonito
Fabricado na phannacia e droga-
ra HONORIO DO PFiADO, 115 ra
o Lavradio.
DepositoDrogaria]Pacheco & C
Andradas 59.
Vidro 1S5(K)- ,
Deposito Geral Pharmacia nps
P bres. do Sr. J Maia e A. Silva.
Bronchite ;s slniiatica ;mo uwiumnex.
OUhiLriU Urilli, Olinica oe ,eP:in, noriirn ae diuao mdicos 6 anreseoia
O DR-
justa nomeada na cidade do Kecfo.
attesta que o
Xarope 00
PHARMACTICO
ILDbFflNSII U AZBYEiO
E'excellente ao trt.taroento da BRON
i;H1TE ASTHMATICA
DepaiU:
Ra Bario da Victoria 37, 1." anda ,
Plmrmaia CoDCeic&o
Pharmacia Alfredo Ferreira e em toda
i.s bi>H pharmacias.
t'ernambu^o
8 ::nm nim:: chaves a
(B MEDICO HOMOZOPATHA
Consultorio rita Bardo da Victo-
fg ria J7, /. andar a
erio Je oorr.oro de digoo utedicos 6 aprsenla-
1 omn as>vitt*T os ijffcrerjies lQcouiiaodea
\ti n to i* cnrc 1 d r*\10iio te 3,1 tivecn n uBmsiao de *i*er 10
j eplicai.ao aas teo:->* erysipellosaj e coa la
1 no: resultado of} adamados de toal-
UM etousa.
Pola Braiie cegaios a coaoecer ^oe -
aUiiaes orno Totgameoie se un eoecessario u uso ot>
10 da do Elixir.
Nes Sranen locoaimoaos das senhoras cofas-
aDadcSo vide*. e no* casas de patio caro fg
ooriii. om resoltado naBimee-to e geeorofo-
> soa co.upomc!'!' t5o ^i uiJtesqtw "-' <.,H-r*
'"ifpoce deappiicaro rjtiir ncui rjesaio er.
Ped1mo3 o 'fiRiKsiraos medico toe aenei-
rere faxer oso deste Elixir ea na emnea na.
e suieiiareic a cossa (ireaericcao. mis sim ta
ter a aoplica^uo ffl b*me'ie "ora os casos
dlcsmetilo !a r.cnifiosjo innocente yara o or.
eanismo mw r*t*il ene neia.
do de asar
A's cnanc') a'. um atino 0 otas de em
D consultas das 11 horas da
Ida larde
manha
Dr. Alfredo Gaspar
Opernnor e part iro, trata com espe-
cialidade molestias de senhoraa e crian-
Consultorio e residencia ra da Im-
pen.tr z n. 18, 1* andsr.
Consultas de 8 s 10 da manha.
Chamados (por escripto) a qualquer
dora.
Telephone 11. 226.
:s:::sal r:s Visco ssr:::::
escoberlo c composto
PELO
PADRaJOAOF.PEUNANDES
A s crianc) a'.e um auoo iw oas un em -------- r--- ---------
Dorase tma coiCor da3de opa cne.a d'iHi dora ureaidiaa p^lo ^aerobargador Joa-
---
fili
De nra a tres todos 15 Rollas.
De 2 a 3 aonos em lauta u uoitas etc.
Estas doseidevem empre serapplicadas eoi
ROS
Vepoalto
ompaDDia de ronas 8 Productos Ghimicof
Hfciff. roa do Marques de Olinda a. 23.
Nacional i'har naca, roa Lara do Rosario o
15'
Poarmacia Oriental, rea Kstroa de BHSOnc
0.3
PDnrroacia Alfredo Ferreira. roa do Barac di
Vli.teria o. i4.
Pnarmacia Martina, raa Duque de Jasia* b.
C0.
Pharmacia Ribetro, a praca Maclel Pinaeln
n.
Pcarmacia Victoriense d Laix Ibsco d
Andrade Lima, cidade da Vlcioria.
Para qualqoe; iiturmar^o aera eacont^ado t
autor na raa Estrjita de Rosario d. 47.
Os nogfcos frascos sao anadraao? e coma g -
ns. N'arn lado teem gravado Eliy'.r aute-fe
Dril e noeeiroUaare Cardosov-err--abuc
s lo-it os proepi'Ctos sao awi naiios por Ma-
jnsel C-'d"so Ja-or. 8eoo falsos o? qat nao
o em ; ti?gnado-.
Elixir II. Morato
Dp.11 00 n" ex,erienciao
curarle *stud"o ftr o seu grande se
nedi > o Kli r M. Miruto, cuj en'-e
ou. i.tn.do n a h sc.t es e em mion*
oicmk p.rtiouUr, raaolvi, d aojordu
aun OS w-ui il'aW!S ClUg*s, O Or.
*ie.eros, Dr. L^vrr, e D.. S Me..-
"*m,applio*l-opeIa ogu'"t fortni., e6r.do
o*so de syphilia inveterada, ri-matiema
tiaa chrof ico e boubaa...
Tenr>" tido o melbor auccesso com o
Elixir Morato, 0 alguna dos mena oolle-
gas vi amara he com raafio de a'*a vidas
0 sea re>edio om progidioe tico
como fceti Bypbitico anti-rheimuMcu.
Dr. J Pitia de Buiyen.
Rio de Jao-ir.
Uoioo deposito Drosaiia Braga de
GBAHBF SUCCESSO OA EPOGA
Para a therapeutica brasilheira de-
pois de urna experenca de dbannos
de prodigiosos resultadm em emprego
particular. t
Como verfladeiro tirocinio
para a cura das affecces das vas res-
piratorias.
CONTRA FACTOS
NAO HA ARGUMENTO
NICOS DEPSITOS BU PERNAMBUCO :
Companhia de Drogas e Proauctos C Ai-
micos ra Mrquez de Olinda n. 24
e Pharmacia Faria ra do Bom Jess
u. 35-
f DR. MELLO GOMES I
MEDICO J
& Pwrteiro-operador
4 Consultorio e Rksidencia t
57 Ra Bardo da Victoria57 l
a) All ita roa Nova 0V
Oni d ronulias. fax BfaraiOa "" i
g> cebe rham ios a qualquer hora .1c da e H>
\ d nrnte e para qnaiqn t dilncia ,
I Tem compartimentos destinados a
(6 rtmi< e 0pfay0V, me os doei.Ua po- \
i deui se conservar l coixpletr o seu J
T iri-tnroentn. i
9 Especialidad : Febrr-s, parlo; mol- fi>
\ lia- de senhoras, de reaogas e do* pul ,
2 mfies ; cyphiit *m sri.l ; cura rpida
T de inQainui'CO'1 e corriscenios d oe- V ihra e radical e* e-ir*itament"s do mes- f
! mo ani. com <>U s-m perales. |
f? Est'S -'> f-i'- sem oor. IP
{ TELEPHONE193 4
"^ e^ny^rc)e^i^atvgaV^ ^
Dr. Amero Wanderley
Participa aos seus amigos e clien-
tes que contina dar consultas na
ra do Bom lesna, n 24, 1.* andar.
(Consultorio do Dr. Carneiro da Cu-
Ea.marSea Braga 4 C. Kua Marque, .o.nha) de 12 as 3 horas OiCida L.60.
Salvaco
Salsei-me d a b< rrivea humeree ay-
pibtioos que m presegotram ten>t
toujpo com o uso do Ehxir M. Mtra'io
prop gido por Dr. Ca'los.
M Uoioa depo'l Di-pr-ri-* Brat *
GoimarSes Braga & C. Ra Maiqez de
Oleda d. 6.
---------------- ^---------------------------
SSo Paulo
Coobe 00 Estado de Sao Paulo, osa
mg8tr*as mslUs qn circ^mdam Bt
cat, achar-ae a n.aior descoberta desu-
e:ulo.
O trabalbo. o estado o a exporieuoia
djrm em raioltado deacoberta da um
vegetal mara'lhoso c m fll fe-se um
preparada que c^ir rpidamente toda
syphilia, todoa os humores, Cira oom
asa f.o'lidade eapantoea o rhumatismo,
por carOD-oo qne seja, e cara a morphal
para o que tftu bavia remedio I
Teve o Estado de Sao Panlo a d.la e
reside em Afogados (Ra Direita
n. 54 onde recebe chamados.
S J. Hys"o de Mimnda g
CIRURGlIO DENHSTA
6
Consultas e operaces das 10
da manh as 4 da tarde
S Ra Nova 10=y "'"*<""
r. Frcltaa GuIaaarfleB
Av.-a a seos olientes amigo, que
n,od..u o se conaulio io p*r fO Du-
que de Caxiaa d. 55, junto a Pharmaci-
Americana, onde cout n* a dar cnsul.
us da. 1 1 da tarde, e residente
no Entrocamento n. 1
Telepbooe n. 29
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de ngel DO Jote
dosSanto8 4ndrade
APPROVaDO PELA INSPECTORA GEB*l, DE
HYGIB.NK P0KLICA DO. RIO DE JANEIRO,
EM it) DE JULHO DE i>S7.
Esif d"poraiio P de (raurie tfficacia dsp
Fcmlestl j.'hiiHJCS de inirorpia do sanjcO-:
af8m comu em todas as molett .s das eenbo
raa.
Te m ro alo raiicalroente n;ni'.>'8 peffoa
con iBstli-'M da U'fnel inulfti' b^iber'. es
1; hiieoicaliuio tyori'iittco oo goi-oto, f6- (i
tica, empees de pe'l UtWtO, e"rancrs es
oe e"S, fles braocS, Pvier">r;l., frooxidao
de nerviis, rlte e outras i-fl.D'n-c.Oes dos
oihoa. molestias do Oyado, escro.ibnUs, nrw
^Oto, ITrimentrs da erli-mago, nlri-rae. 003-
ita8, I toliS, eipineeos, >.a I'ps. p-mnes e
cancbas da r-elle. bfl^as c boo6-s esa-nas, ca.
larrbos e qnaesqoer moleiias aa bsxia, eni'a
eo'ras albnminnria, corlias doces e faouuino
Isniar, acfm a, paraiyju, eiyjipeias e ii.Q'Ht.
magOesdaa penas e ts. berticrib..idaf, aglnroa
hj'rocellfs, lorcorfg, nevraladaa, e el^uban
a-f, t mcri'ha, as irrecolari ea da mt-na-
rotacac.
Prova-se cnio aqoelle romero de aitFtado
ja paMi"i"i08 e os qoe fxis'ex em oos-o to-
der a ffi-acu desie elixir uas eestiM iodi-
iataC
ENC0STRA-3K A VBND\ N\ B0"I=:A DO
ROSARIO N. 35
A' Baro a Vic'o-ia n. 7 dar toda
e qoalqoer explaacau que fo- pr-eso acerca
Cuidado com as fais>flcafes
Modo de osar
Os adolios toearfa qoatro colbe'es das de
oa pfla manha qaatro a noiie
as crUucas ii"li4 aoc<'* trma^ao owa co-
mer opU oant a e ooira t nolle e as de 5 a il
nn s tomaio coaacoir-ees pela marjba e doas
'"NFLUENZrV
A bronchite que sobreven* a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaeco febril, broncko-pneumo- d ns dia i l do crr*t'*ei
na, catkarro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, astAma,
laran^ite, molestias de r^rganta, insom-
nirs tosses sufocantes ce iem immedia-
ame ite ao uso do
Xa ope de Lobelia Jn-
I fala
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
. o _
oroecjr, oa na ubrrima vtgeucao, I fo?i ..
vard^deira Ielioid.de da hnmanidde. Khxir Antl-T eOril L>ataSO
C-ama-se a deao>berta'alixir de M.
Morato, propagado por D. C ros, e vec>
de-se em Peroamboce ~a
Uoioo deposito Drogria Bue de
Guimarace draga & O Ra Marqrga ce
O.inJa r. tK)
8EQNDO AFORMUL
de
Manoel Cardoso Junioi
alheisniMtS*m*
Declaro qne curei me | completamente
do iheamat amo qaa stffria ba X aunoa S
poctj de u>i iau''a'jr ^t, tomando
Eliair ds M. Morato, que garant ser
nm prodigioso *nti-rbeamatioo e aoti-sj-
.biltt co. Publiquo a bem cs que aot-
rem.
S.Panlo, 12 de Agosto de 0I88O
Affo o J. Bormaon.
IJoss deposito Drogara Br*ga de
Qaimsrles Barga ft C Rui Merques da
Olindo n- GO.
Elixir M. iVIorato
. .. teobo empresa lo com te a resal-
tad em tWa te kec;f5-8 lyphi'itieas o
E ixir M M'irato, exceileote preparad-
do 8r. D. C rio, o qae ffimii cm o
jareaeato se I6r preciso. Dr. Eduardo
r*. QuimarSat.Rio de Janeiro.
Ucico Deposito eia Pcrnambaco A
Drogara Brag de G.nmarea Bragi & C
Elixir M. Uorato
Certifico em f de meo grao que tanbc
empregadu em t oloti>.a sypbiliticas e
rbeumaticas o Elixir M. Morato, propa-
gado por D. Carlos, oolbendo sempre os
melbores resaltados. Dr. J0B0 Alberto
de Mzdiisos e Cnnhv. (Sao Paule).
Un00 deposito Drogara Braga de
Guicaraes Braga & v'. Rui Mardue de
Olinda o. 6-
Secretaria da Justlea, liego-
cios Interiores e Bnatruccfto
Publica do Estado de Per
nambucoEni 8 de Navenv
bro de i Primeir
Seoetto Primeira Dire-
ctora.
Ed tal
De ordem do Exm. Sr. Oonaslheiro
Guvrcador co Estado, se fas pnb ico,
e coeformidade c>m as dupO8).0a em
*iKrj quj, eataodo vagos os logares da
j;n*i ie d'.reito dos uosioipios de Ca-
r>X"b e Agun BtlUs, aoha aberto o
cuooorao e murcado o praao de 90 das,
coutnr de boje, vara a ioscripcj&o, sej'a
Fec e.aria, dos oand.da'.os aos ref'eridov
caraos.
O <; nj-irMi tari logar no edifico em
q ib ruoouiuoa o Superior Tribunal de
justica, peraate a commisaS ex mina-
quim da Costa ,Ribe;ro. ja Z do mesmo
Tribunal, dos lentes da Fsculdade de
Oir-ito rs. J080 V.eira de Araujo e
Franc seo Gomes Prente e dos advoga-
dc-8 Drs. Antonio Fraocisoo Pr.reira de
Jarvalho e Maooel da Triodade Pretti.
O director
Affonso V. de Medeiros
Secretaria da Justiea, Nego-
cios Interiores e Intrue-
cto Publica do Estado de
Pernasnbuco prisneira
1 i rectora prisneira secefto
39 de Ontubro de 1898.
Ettal
0 Ex. Sr. Cocselheiro Governaor
do Estado manda fazer publica, para
os devidos effeitjg e em observancia o
artigo 2) do Reg 'lamento expedido em
23 de Janeir ae 1893, para execucSo
da Lei d. 15, de 14 de Novembro d
1891, qae se achu vago o cargo de Jjis
de Direito do municipio de Ingazeirsr
em eocsequencia da remocSo do ma-
(ristra o qoB otcipava o b charel Serg o
Nu- po de MagalbSes para o de Tasa-
rain.
A vaga da qae so IrtU ser preenebi-
du pelu Jais ae D rito mais aotigo den-
(re ns qoe reqaererem remoj5o no praso
de 60 das, a contar da cata da pabies-
cao do presente edit 1; se nenbum a .c-
qostsr, o provimento seta feito pela for-
ma aetermioada no artigo 24 do Rpga-
Urrento ci'-do e da accordo com o acto
e icstruc(;3c8 de 12 de Agosto do mes-
mo anuo.
O direetor,
Affonso V. de Medeiros.
E d11a 1
Novas ruiLneracoes de car-
ro bcixos e carrosas
Da r,rdam do Dr. Sab Freleito em
esera co, se i-z publico qoe, nos dias
otis, de 9 a 3<> de correte, se fara ns
Preteituri Muaicioal do Recife das 10 da
maohg >s2da. Urde, a numeracBo de
carne;'s e carros baix s por meio de
chupa mai*lic8, ^da accordo com a ledo
orettmeoto vigente, e pr. ifso sao oon-
vidados tedos es proprietarioB de taea
vehculo* >u seus prepj&tos a compare-
ciera ua Direct r* de Contabilidade e
Keudk", oxibindo a qaita lo do ultimo
imposto pgo e a reap'Ctiva matricula ao
, carrowiro, bfioi de receber a cbapa da
s so acerca nov- n'imeracSo, pagando a taxa do 34
e o feitio da sesma chapo, sob as peonas
esube!ec;db8 na lei onjameotaria vi-
gente.
S c ef.ria da Prefeitcra Municipal do
Recife, 7 de Novembro de 1896.
O secretario.
Francisco C. Nobre de Lacerda.
De ordem da Sr- CapitSo de Mar e
(jrse*r Fracoiaoe Forj.z da Lacerda,
inspector deste Arsenal, fco pablio
ae recebe-s^ prop> 8as em c-rtas fecha-
s >1 ho -a
a m-.oH. m urna cas a. las da Secr.-
taria de-ta I-np-ccSo, par* o forceoimac-
to de expedienta este Araent-1, e saas
depecder.cias, lavsg.j e e< gnmmada de
roupa da enfermara do marmha e faieo-
des durante o tutnro exd ccio de 1897 ;
observarles dispositjSos d>s arte. 176 e
178 a seas du B^oBmento qae bi
soa com o siret o. 745 do 12 de Se-
tembso de 1893.
Art. 176 SSo d^vetes ees propo-
nentes :
1.Eooher oom precos por extensos
e em slgarismos. as proposus mpressaa
qne lbe forera fora*c da* pelo Secretario
tm SB^BB BBsssBSssi ^- --------------- UU lJO rvioa*a av*- w -z- r-------
Formula de alto valor therapeutico |rfu A-8-ial, as quaes da'ar e ass.gn.r4
i_ _.i. :v...r.*-~a menorroria dr ___. .....,. r approvada pela Ilustre inspectora dr
Hygiene do Estado, com o parecer de
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pele
Xarope do Lobelia nflala, no trata
ment da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maor
excepto, residentes n'esta celade.
Pernambco
ID1T&ES
apnrovario ftD de Marco de 18 pela Isepe-
ctoria Grral oaaigca Jouta de ujieoe do
Rija*- Janeiro. .
Esie Elixr de d opesicao 'oda vegetal e pre-
parado ^egondo ss rearas pharmaceoticas,
srooeelbadas pelos aatore modernos e de re
ccobecidacao-cldide scienlica uoic no pal
c< ro on extrangelro. ." _^J
tiste Elixir e o prodnrto nao s6 do grande
eiuoo das accO s pbvsioloicse das >
cirs romo wmbem p.'oiogtess. como ismttem
o reiml.aoe as imaeoaas spplicacbes no*
ajveros caso oe Tebres de fondo pamsire,
A apphcacao de Esie Elis os grande epide
mis de benga. de 890 a 1891 '*"
deu-costron a sos efficscis; poia no PC,P10
1 S-S enroeiros svmpioma a h
m caaos mais adlsriiadea
ser cn:s Istfltf Wb, vulgar spreseniando v
qoeuas toa.ff.cOe. qoe ce o a co.,lin-scSo ro
e.ixir deeiosrpcem sem todava apreseoter
recetes de perico -.,.,.
Os melles siuMiaoos pnblicados 110 D.ario
de Pernamooco e-Gaietada Tarde, provam
Nqoe dizemos. .... ,
oos castw de tebre amsrells o ebeito e soi
aveLapreseatando nenonseoM leo a''"*'
J0 qoe uwta citade do Becife e no do Ro1 ds
Janeiro por rece.10 cansa a febre '
mfsiBO esiando o doente com 'omito, preio
sargolneo-neetes olUmos periodos eotio ne.
Edital
Alfandega de Pernam
buco
Guias de sssereadoriaa de so-
l os Estados
De ordem do Sr. De. Iospeator desia
A!f>ndega 1&0 convidados os p-ssuidrres
de guias oinecidas por esta RspartigJo
, e relativas a mercedoms de outroa s-
beiiga abona, e tados depositadas em armsiens pai.icn-
a bexlg pasas a!|sr?s m apreseotarem ntsta seccao. st o
' dia 15 do correte, imo-eie i/elmente,
essaa gaiar, afim de proceder-^ a ce
oeaaana oonfrutaiao com a tee^a va
escriptoraco; e se declara qne taes
guisa sertto ocnsidersdaa sem valur, si
nlo fj em exnbdasat sqoelln dis.
Primeira Seclo da A'fandega de
Perqsmbooo, 7 de Novembro de 1898.
O ohefe interieo,
J0S0 Bapczj Pinto.
p^r ser'"' aireseotadaB ao Oonselho.
2 __Eatregar peaaoalmeote ou por
sea legitimo rwpresentaite, direotaimente
ao Conoelbo Esooomitso, no lugar^dia e
B*ra aoaucciados, nSe s as saas pro-
oostsB como as amostras correspon-
dente :
e jl __Exl ioir oett'alo de contracto
arci- qsaedo nlo 13r firma individual,
o c docomentoa o,ae p'overo ser neg
ciaote matriculad) e haver p*go 0 im-
posto de casa tommemal relativo ao
ultimo semestre.
8 4.-Slo dispensados da apresents-
clu de matricula na jant* commercial as
fabricas e estaoe'eo-; e tos indostmeB
ds Repuhlioe, tendo estes e sqnel -s
a preferen:ia s< h-e os ootros oanoarrsn-
tes em igasldade de eondi<.oes e cir-
cumotaociae devidamente provadas.
Art. 178 : ,
5 oioo.-Alem do praao estipulado,
os 'loreecedoras continuarlo a sopprir por
mais 60 diss as mesmss coadic5es so
-.sito Ifir ntc.Bsano e sem qoe isio
c.ostito direito para prorogaolo rio
contracto.
Os pr.po eatrs deveilo apresent.ros
d-.o me.its ue babilitsclo et ^a vepersi
rio Jon.eiho, afim de ser ver.ficado pelo
Secretario da Isspec?lo se as formalida-
des exigidas for?m satisfeiUs.
Seoretaria da Inspecclo do Arsenal *
Marioba de Ptrnambuco 6 de Norembro
de 1896.
O secretario interino
Joo Alonso de Sooia Pareizo.
J
"i




e
Diarto de Pernambuco Quarta-feira 11 de Movembro de 1596

t
A
Recebedoria o Estado
de Pernambuco
EJital n. 41
Tendo sido reformado o mappa do
imposto de classe n. 29 (Lojas de
joias e relogios) por despacho do
Tribuual do Thesouro e decisao do
Exm. Sr.Dr Governador do Estado,
o administrador faz publico a quem
interessar possa que. de conformida-
decom o art. 49 das Inatrucc5es, lhes
fioa marcado o prazo de 8 dias impr-
rogaveis, contados da data da publi-
caco do presente edital, para reco-
lherem bocea do cofre o imposto
cima declarado, relativo ao 1.- se-
mestre de 1896 a 1897 e conforme a
relaro abaixo.
Recebedori o Estado, ero 9 do N>
terebro de 1896.
O administrador
Affonso di Albuquerque Mello Jnior.
RKLACAO A QUE SE REF3RS O SDITAL
SUPRA
Cta'B9 c- 29. Leja de i0'** B Ionios
30*00*000
Distriboicao '" vt\o Tbesouro *o Fs'ado :
CcntriPOintea Qaoua<
Rodolpbo Gustavo Dotoya, 1." di-
lsSo
jcio a'ArcOjs Cmr Sobriobo,
dem
Viov* Santo', 'dem
Victo- G-andi-, 3.* divisao
Bar'cs Scbule-, uem
Ande Dotra. 'dem
Aov-inro & Irmac. 6.* diviaSo
K-pn-o Son t. bo, idem
David Ribeiro, tdam
Aotonio Jos da Con* Araojo &
C, lO.'divsao
Bam- & Irroao, 13.* divisan
Kogeclo Goetscbel C, 15. di-
>i*ao
Coaci-o & IrmSo, 17.' divisao
loseph Krsose & C, 26 divieao
o para baoho e o do apparelho ; o pri-
meiro andar 3 porta da frente oom va-
randa da farro corrida, 7 janellaa na
oitlo, 2 aalas, 5 quartos, coainha exter-
na, 1 quarto para banksiro e o do appa-
relko ; o segundo andar con 3 janellaa
da frente, 7 ditaa no otSo, 2 salas, 5
quartos, cotioha externa e 2 qusrtoa para
banhos e o apparalh ; o aotSo com 1 ja
nella no uitSo, 2 ala, 5 quartos, coainha
i terrnco, mede de trente 6 metoe e 10
aantimet-'t a e de fondo 20 metros e 80
coat me.tr', avadado om 20.0000000.
Pertecce a F.'a C"oo Jet Pereir.
A arree'0 Balla, 8 to Ibeiros de ci-
g*rre, 900 charutos fi-oe, 3 fileiros,
i relox>u de r> rede, l cv dieiro de
satpns5> e 2 oadeiraa de palliaha, tu lo
XWteete n> e->bolecim ruada 0 d i va, i>vl. job em 250 Pertencem a Aqi ili a & ,.
A xrr-. co da m .deia de i marello en-
i ifidrefada ex atenta ne es-
t bel iia 25 4 raa do Bario da
Vi loria, luja em 8000000. Per-
te-co a Perreira &, lrna>.
A eaaa t rra* n. 7 > raa da Lomsa
Vleati ia, com porta e ja nella do tren-
300*0^0
MJNM
300*000
6 "11*000
600*00')
600400
r.SOOJi'OO
ltS00*00<
i:500#UU)
5-70^000
3:600*000
4:!00*000
4:80H0ai
7:500*000
de Per-
Gaa- iifilo Federal
na ni buco
EDITAL
14 Batalho de Infantera
O CoBcelho para fornecimento de ge
eros as prac&s e forregeoa aos cavallos,
recebe propostas no dia 17 do corrente
pelas 11 horas da macha" no qoartel do
referido batalhSo, ondo funecionara para
contractar o forneciment de taes g-
neros, constantes da relac&o infre, du-
rnt o 1.* semestre do anno vindonro,
devendo os proponentes babilitarem-se
de accordo com o re xou cem o Decreto n. 2213 de 9 de Ja-
aeiro ultimo.
Agurdente de canoa, litro.
Arroz pilado, kilo.
Assucar reftasdo de 2.* quaiidade, kilo.
Alfata, kilo.
Aieite daos, litro.
Batttns injflpzas, kilo.
Bacalh&o, kilo.
Carne v/erde om oseo, kilo.
Carne do Rio Grande, kilo.
Cerr de porco, kilo.
Caf em grao. kilo.
Capini feixe de 3 kilos, um.
Feijao mulatinho, litro.
Farioh^ fi^a, litro.
Fructas (2 bananas ou 2 laranja; r. s&o.
Farello, kilo.
Gcaba em lata, kilo.
Lenha da m&tta Ij4 de acha de metro,
urna.
Manteiga ineleza, kilo.
Mi carra' kilo.
Milho miudo, kilo.
Pao, k lo.
Queijos de minas, ura.
Sal, litro.
Toucinbo de Minas, kilo.
Temperos e verduras.
Batata doce, aimpim, abobora, ecuve,
repolho, cebolioho, salsa, pimenta, to-
mate (fructa cu massa), coentro, kilo.
Vingre tin'o de Lisboa, litro.
Vioho figueira, litro.
Observa^Oea
Spode. ooncorrer ao fornecimento,
annunciado qaem habilitar-se previa-
mento exibindo em requerimento dirigi-
do at o dia 16 do corrente ao Preei-
dente do Conselho, documentos que pro-
vem :
1.' Haver satisfeiio em twu nome ou
no da firma social, de que fizer parte,
o imposto da respectiva casa|ou escripto-
rio hommercial, relativo ao ultimo se-
ei es're vaaafjrt
2.* Pos dombens de ria moveia oo se-
moventes, vercadorias, dinbeiro ou t-
tulos de malort'S, que importem em
somm nui ca meoor de que o valor do
fomecima to preteodido, salvo so apre-
aentar fiador idneo, que se responaabi-
lise pelo v gamento das multas em que
possa inc rrer, do caso que se"8 beua,
nl 6ejam bastante para tornal-o effec-
tiv.
CfMfKaj
O concurrentes ao forneoimen'0 po-
derfto dirigir-sa & Secretaria da mencio-
nado batalho, onde lhes serio presta-
dos oa necessarios e ca ecimentoa sobre
as con 'icoes do referido contracto.
Secretaria do Commando do 14 Bata
Iba de Itfanteri- em Pernambuco 7 d^
Novambro de 1896.
A r sent Borget.
Alf' res secretario.
O Dr. Al'ro Rogaea Viacoa, jua
de iistrictu e substituto de dreito da
Faaenda Estadoal de Pernambaeo.
Fa b.T pelo presecte que no dia 20
de Novem*" do corrente anno, se 1.2o
deair. r p r c der em pra^a pablica deito jaiio or
beis sequo-a, penborsdos por 6x0009X0
da F.za
EVggufi do Recife
Uto fitco gra de apbre ana mes, e
ama mes. de de I35f<*00 por tat a segunda praca
astec. 'etabHc-'meato n. 47
raa d> ion Jema. Pertencem a B;l-
larmio ds S'vp Pinto e ae acham aob
goard de D.otaa Basto.
Da ara>i de algodSoaioho existentes
wx ettbel i eoto n 30 a roa do Boas
Jasan, avallados em 6005000. Pertenoaai
a C&x.dido 'erreira Caacao, em cojo pa-
W su achara depositados.
Fr ?n-zi de Snto Antonio
O sobrud de % andar e sotlo a. 16
a Pr9 do B.So de Lacen, too no
paviimiio terreo 3 portea |le frente, 6
ditas 00 fitlo, 2 sa Cea, oosoba, 1 ajaar-j
te, 2 salas, 3 -^u rtus, oosiiha, tppare-
lro e qamt I morado com portSo de ma-
iM para a ra de Hanrique Dias, mede
de IreMe 3 metro e 30 centimetroe e
de t'duao 14 rostros, avallada em 1.200(5.
P-;rterc-.a a Aotani Pcreira de Caivaiho.
Vn t- i.t-ve* de madeira, existentes i
r a .de Pidro Ivo n. 21, avaliadaa em
4006' 00. Pertencem a Francisco Avila
de MfBrfonca.
Vi i te e q.tutro reu-gio americanos de
de ptrede, existentes no est ibelecimento
n. 14 a raA do Cabaga, avaliadoa em
5O0SUO0. Pertencem a David Gomea
B beiro.
Urna machina de impressSo existente
na luja do 6'>br-dj n. 28 a raa de Santa
} Tbereza, a?t liada em 300O9O. Per-
tence a Epatninondaa M. S. Guveia.
Fr guei da Boa Viata
A casa n. 48 a raa do Vuconde de
Goyanoa com porta e 2 jaoellas de fren-
te, corredor ao lado, 2 salas, 4 quartos,
cosinha externa, quintal morado, oot> 3
qaartos para banho, criados e appare-
lho, mede de treote 6 metros e 45 oea-
timetros e de fundo 15 metros e 50 cen-
tmetros, avaliada em 5.000(5090. Per-
tence a Alfredo Alvea da Silva,
Um balc&o de madeira de amarelh di-
vidido em 3 partes, que se acbam a ra
da ConceicS n. 6, avaldoem 1208000
Pertence a Affunso D. da Silva.
Quarenta caicas com chapaos para se*
choras, ivaliados em 1.0008000, evis
tem no estabelecimeoto n 49 ra da
Imperatris e pertencem a Coelho & Fe-
uandes.
E psra oonstar pssiou-ae edital, 1
forma da lei.
Dado e passado nesta cidade do Reci-
fe, aos 10 de Novembro da 1896.
Eu, Alfredo Diamaotino de Torrea
B*nd'ira.
Alvaro Rodrigues Vianna.
Secretaria da Justiea. Vego-
eios Interiores e Initrucco
I*u Iica do Estado de Per-
naiulmoo em 9 de Novena
bro de 1S.
DIREC'ORIA DO INTERIOR- PRI-
MEIBA seccAo
Edital
De ordem do Exm. Sr. Conaelheiro
Governador do Balado, ^90 publico que
dentro do proa de 30 dias, a contar do
datado presente, se acha aborto neata
Secretara o coccano para o provimeoto
da 5 cadeira (Mecbanica e Astronoma)
da Escola Normal, vaga pela transferen-
cia de P.acharel Joa Forreira Mnnia
para a de Mathematioa Elementar da ci-
tada Escola.
O candidatos deverao, na fraa das
InstrucoSes approvadaa por Decreto de
3 de Margo do correte anno, dirigir os
seos 'equerimeDtoB, pedindo a inscripclo
para o referido concursa o mesmo Exm.
Sr. O'onselheiro Governador, instruidos
dos seguiotos docamentoi: .
1.* oertdlo de idade, titulo on diploma
que prove maioridade legal;
2.a folha corrida ;
3. attestado de moralidade, paseado
pelas autoridades do municipio em que
residir o candidato.
O director
A. Gomes Leal.
O Dr. Luiz Sal.zar da Veiga PessO
jais de direito do civel do municipio
de SHo Loarengo da Matta, Estado
de Pamamboco, em virtnde da lei etc.
Fago saber a qaem interessar possa,
qne, no dia 11 do Novembro pioximo
vindiuro, depois da audienoia deste
juizo, s 10 horas da manhS, o porteiro
interino dos auditorios trar a preglo de
oras* pablica para arrendamento e por
lempo de 3 ancos o bem segainte :
O engenbo de faxer aasuear denomi
nado tollegio, na freguezia de Nosta
Senhora da Lu, moente e corrente,
oom todas a suaa obras e bemfeitorias
serviodo de base par a arrematacBo, o
pr 90 de 2.0O ?500 annaaes em quanto
fei avallado e mediante ss ooodigoes ae-
quiotes para e arrendamento :
Primeira -dar fiador idneo que ga-
danU o calamento cUs rendsa o qual
oeve ser feito annualmeote no tempo do
catme;
Sego-d*nSo poder o arrematante
faaer derrubxd da- muta e sostente
dpoer ti Ir madeiras necessarias para-
0 CUStelO Ou Ot-'U&u ;
Terceiranlo pode/ o rende ro faSer
obra aigum, conieonmento de ti dos o
consenbores, aob peoa de perder o di-
rsafu a inaemnis,ao;
Qoartaconservar as obras exiateotes;
Quinta reatitar indo o arre dame-to
1 semer te que recebar.
K par* que ebegae ao conheciment
de todo mode* psssr o presente qne
ser atusado na porto da al daaau-
dinooiaa desta villa e oatro de igual theor
para ser publicado pela imprensa.
D.do e paado nesta Villa de Sio
Louren9o da Matta Estado de Pernam-
baeo aos 21 dias do aes de Oatabro de
1896.
Eb Jle Benigno Pereira do Lago, es-
crvae aobeorevi.
Luiz Salaiar da Veiga Peseta.
BECLAhAGOES
PRACA TIMDENTES
QvANDh.
CIBCO AUSTRALIANO
Propriedade dos Srg.
VBBI HUS
Hoje H je!
11 de Novemb o de 1596
Grande esped alo
Honrado com a presenca do
Illm. e Exm. Sr. De
Joaquim Correa d
Araujo, mui veriador deste Estado.
Novldade* ovilla .es
DIl nos epeccoles
Func^oes todas as loUes
DOMISG )S E DIAS 8 NTIF0AD03
DOUS GdPKCTA UL03
II a ver trens esjteeiaes pela
liaba priaelpal e para Ca-
\f n;;.
Venham ver
Hugh Williams,
t~rente da Gompaohia.
Companhia do Beberibe
Pede se ios coneesstoosr os ds penoss
a'aena de roannarem psear at o 0 do corren.
ve mes o qoe dnsem a esls C mpaabls, pois ella
iem comp-omisscs lcppilot>os a satlsfazer em
qoalqoer qoe neja sunacao do pas, oesndo
ssttns de qe ser tnterrom nido o rorta-iiaeo*
tu ii'. oieutu.
wFoITIteSS
'rince Lineof St^amers
James Knott Hew-CaslIe-*a-
Tyae
LINHA BEGULAR ENTRE OS
Hstdos- Unidos e o Snzil e Rio da
Prata
E' esperado Yorl a'. o dia 19 de No-
vemnrr p eabirS aepois ds
demora uecessaria para
Rio de Janeiro e Santos
O vapor inglez
Eastern Prince
Para carcas e passagena trata se com o
AGENTE
T. ti. Fenton
Rau do Comraercio n. 15
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadaoUnente-coronel director
leste Arsenal, dlstrttcem te costuras nos das
9, 10 e 11 do corrente mes, com ae costureirag
posenidoras das euias ae os. 401 530, de con-
lormidade com ai orcena ea vigor.
Secco das costaras do Arseoal de Guerra de
Pernambuco, 7 de No'eiDro de 1896.
Peliz Aot '.o de Alcaatar,
Cap-aj adjunto
Soeiedade
PHBNIX DRAMA. I ;A BBNEPICETTE
Assemoia (reral
De ordem do Sr. director aegta soeiedade,
convido a todos os ooaso-i sssociado^ para com-
parecerem boje, oelas 7 oras da ooite, na csss
sita roa de Horlas n. 45, aflir. de alagar a
0088a directora, e ao mesmo tempo declaro
qoe os noss s eitatol" ja se acham spprova-
dos pelo Exm. Sr. Dr. Qienor Policial.
O secretario,
Luis Campos.
Aviso
S0C EDADE fHEN1X DR MTICA BESE-
nCaUTI
De ordem do Sr. director desta soeiedade,
orevtoo a todos os rseos sssrciados que o
bilbetes que eslao sendo distribuidos em porre
desta soeiedade, sao falsos, ro quanto ella nSo
cogita preseoiemente dar esoesiacolo algoi:.
puis os bilbetes qoe e.-tao se. do nasas es e por
< eia dora de iod coladores.
Recite, 11 de Nof?too-o te 1896.
O secretario,
Luu Campos.
Monte-pio Popular Per-
Dambucano
A-SEMBLK'A 8EBAL
De ordem do irmao director, convido a todos
?< "Ossos '.t'lo3, de acord com o art. 45 no
aos** Eslaiii.u., a reuoi'em'se domiogo, t5 do
correte, pelas 10 boras da m'Oha, em Dosa
ale social, raa Dr. Tocias Barrstio o. 26,
para proce er-se a eleicao da directora para o
auno socinl de '96 a 1897.
Seerctiria do Honte-Plo Porolsr Pernambu
cano, em i* de ovembro de 896.
O secretario,
Suun Sales.
Companhia
DE
Servaos Martimos de
Pernambuco
Teodo o S-. Aotcoio Alvea da Silva Acrioly
accionista desta Compsobta allegado a perda
de J ltalos os. 423 e 309 representando 36
aecoes desta Companhia, temo publico qoe al
30 da, a collar de boje, nao baveado recia
mscao em contrario, loe serio entregues dovos
titolos, Dcauno aqoeiles sem neahnm effetio.
Convem notar qoe o pnmelro do< meociocaa
des ttulos foi tirado em nome de Aotoao Al-
vos da Silva, isto e, tem de menos e nltimo
cognopie de sea possaidor.
Raclfe, 16 de Ootabro ce 1896.
Prsnrisco d Assis Cardoso,
I)irector-8ece tano.
Compai.t.ia
Industria) Pemambu-
cana
A administrac&o desti omsanbfa de accor-
do com o art. 147 do decreto 434 de 4 de Juibo
de 1891, aoouocla que se sebam ea seo es*
cripturio & roa do Commerclo n. 61* aodar, a
disposicio dos Srs. accionistas os seguales
docacoeoto* para setem examinados.
<* Copia dos balances.
3* Re-cao Bomioal dos accin latas.
3* Listas das transferencias de acgOes du-
rante o anno.
Recite, 5 de Novembro de1896.__________
Compaohia Usina Canean-
cao de Sinimb
Sio convidados os Srs. sccioolstas reuni-
rem-se em assembla feral orqina'la, no da
34 de Novembro crreme, i t hora da tarde no
alio di Assocla9ao Coa me-Cisi BeceOcertte,
attm de toma re m coobeetmeotu do tv- lncete,
relatarlo e comas do aooo flsdo em 30 de Jn-
ebo paoasdo e parecer oa c mmis^ao O.csl.
Recite, 7 de Novembro de 1896.
C. Galla.
Secutarle.
Gompaaha de Seguros
cuntra Fogo
?ioivi:iiaK
De Londres e Aberdeen
Poaicao financeira
Capital subscripto t 1.000.000
Fundos accumulados 8.780.000
Receita annnal t
De premios costra logo 626
De premios sobre vidas 2C8.0i
Dejnros 155.000
Agento em Pernambaeo
Boxwel William &t C.
hcifie aleara Savigalion Co
piny
STRAIT8 OF MAGELHAN LDE
O paquete Liguria
Esper-se do sal at o da
15 Novembro e senoir de-
pois <>a demora do costme
_ipa*a Liverpool, rom escala por
V. Virante, Luba, Corona, La Palllce e Pij-
I out.
Para carga, prsssgeos, eneommendas s di-
nbeiro a irete trata- a* com os
AGENTES
Wilson Sons & O. Limited.
10Ra do Commercio10
l.8 andar
iHaOB lanos
LINHA MENSAL
OVAPOR
Companhia P. de Navegar:So
Ferjando deNoronha
O paquete Jaboato
Coaaandante Alfredo GaimarBea
Segu no di 11 do
rorrete, as 4 horas da
larde.
Recebe carga, sncommendss, passagensedl-
nh*lro (rete, al is 11 horas da maona do da
da partida.
Cbma-se a attencio dos Srs. carregadores
para a clausula 10.* dos conbecimentos qne a
segointe :
No caso de bsver alguma reclamacao con-
tra a CompanDla, por avara ro perda, aeve ser
(ella por eacripto ao agente respectivo no pono
da descarga, dentro de t-es dias depois de Boa-
Usada.
Nao preceden o esta formslldade, a Compa-
Jbla lica isanta de toda a responsabilidad.*
ESJBIPIOBIO
Ao Caes da Gompaohia Pornambncata
n. 12
Matapan
E' esperado..
d o portes da
Europa o vapor
'ranees Mata-
pana no dia SO
do correte, o qoal depois da demora oeces-
saria seguir* para Buenos-Aires com escala
por
Bahia, Bio de Janeiro, Santos e Mon-
tevideo
Para Irete e carga f-ata-se com os
AENNTES
Delmiro Gooveia & C.
Ling!>eta 16, andar, parte da trente
Bamburg Suedamerikams-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschat.
o VAPOB
Paraguass
E' osoerado da Europa ate e
da IS do correte e segnir
vpois da demora necessaria
Rio de Janeiro e Santos
Entrar no porto
para o
O vapor
Olinda
s^r^^
*'
E'esperado des
portos do f o no
da 14 do cor-
rete, e seguir
depois da demora necessaria para
Lisboa e Hamburgo
ssfi^ra&fe
Entrar oo porto
Este vapor Iluminado las electri
o e offerece ptimas accommodar6es aos
Srs. passageires.
N. BNSo se attender mats s nenboma
reclamsc&o per taitas qoe nao lorem commo
oleadas por escripto agaocia at 3 das depois
da entrada dos gneros AlIaDdega.
No caso em aae os volomes sejam descarrs-
gados com termo de avarta, necessaria a pre-
senca da agencia no acto da abertura, para
poder verificar o prejoito e faltas se as non-
ver.
Para pasngeos, carga, Irete etc., trata-se
com oa
Consignatariso
Borstelmann &C.
18fino do Commercio18
1' andar
Boril Masi StB-:B P. CtB UDUHII
O paquete Clyde
Com mandante F. Messervy
Espera-se da Europa em 1
,do correte, seguir depois ds
demora necessaria para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo
e Buenos-Ayres
ttedoocao nos procos das paasagena
Ida Idatvott
4 tiisDv* 1* ;iasst '10 A 30
A' SoattiamptOiJ' ciase 38 52
'a"narota* rarv'K)S o^r* oa pataagelro*
Peraarabnco.
r>ara carga, jasiuKOp, tocommendaa di-
iiOMroa fre,trau >ecornos
atiKfiTES
4tuoriui rnio & C.
GRANIDK I YAHIADO
lo
Leili
De rocbli.s de Jacaranda, ditas de junco, ca
deirss ae balanjo^norop, 3 vereiiaoaB, es-
pelhos, telletes, lavatorios com pedr, 1 espeibo
80b columnas, camas Iisoteiss, rrarquetoes,
Ruga pa'B t-na e jamar, lanfas prra (ortioa*
do, camas para ineDinnp, ber6:, cadeirss l'
las para menlfioa, filtre1, relogios, 1 lino la*
pete centro ne sala e con tos ontres movis de
cosa de familia.
Quinta-feira, 12 do crrante
A'8 11 HORAS
Agente fite
No sobrado & ra do Bom Jess
u. 45
Urna eobilla de Jacaranda por iCOf'.CO, <
lavatorio para tarteiro ja r tOJC 1 eo*
moda anllga rom tao pa de peora por COOO,
i secretara autiga por 20^000 e 1 cantarlo
por 64000.
Leiio
Norddeutscher Lloyd
O vapor
Loewenburg
E' esperado da
Em-opa at o dis
SO do corrente,
e segolra depois
4a demora necesaria para
Rio de Janeiro e Santos
Entrar no porto
Para carga, (rete, etc., trata-se com o
AGENTE
V. Neesea
Caes do Ramos n. 4
CmiT1-
rtn
POBTOS DO NORTE
Parabyba, Natal, Maco, Moaaoro', Ars-
caty e Caard
O paquete
Jacuhype
Commandante Marianno de Andrade
Segoe no dia 11 do cor
rente, Ss 4 horas da tarde
Recebe carga, eneommendas, passageoae di
abeiro frete at as 11 horas da maDba do oi
da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carregadom
jara a clausula 10* dos conbecimentos qne a
i agu n te:
No caso de baver alguma reclamacao con
tra a Companbia, por avaria ou perda, deve ser
teita por escripto ?o agente respectivo do porto
da deecarfci, dentro de tres das depois de tina
Usada.
NSo precedeodo esta formalidade a Comp-
obia flea isenta de toda a rasDoosabiiidade.
ESCRIPTOBIO
Ne Oes da Companhia Parnambacans
^.12
Conpaahia Lloyd Brazilelro
O vapor S. Salvador
Commandante J. M. Pessoa
E' esperado dos
portos do norte
bo da 11 do
ovembro, e se
gira para os
portos-o sal ao meemo dis.
AOS Srs. carregadores pedimos a sos attencao
,ura a ciaosola 10* dos coobecimeotos qoe a
saguiuia:
Me caso de baver alguma reclamado contra a
-,ompanbia por aranas oo pardas, dsve ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
laacarga. dentro de tres dias depois ia final 1-
sada.
Nao precedecdo esta formaudade compa-
,h' Sea isenia de toda a resp' oaablllriad.
as passsgeos sao tiradas oo mesmo escripto
rio, ai as 21/1 horas da tarda do da da sabida
do rapar.
Attencao
As paasagena pagas a bordo custam
tai 15/.
Para carga, pasngeos, encommenda va-
loras trata-sa coa os
A6BKTKS
Pereira Garneiro & C.
6BA DO COMMERCIO-6
t.# andar
Compania P. oe Navegado
PORTOS DO NOBTE
Macei, Penedo e Aracaj
O paquete
S. Francisco
Commandante Graga
Segu do dia 14 do corran-
rente, s 4 huras aa larde.
Recebe carga, oeommecdas, pawagens e di
obeiro frete, at as 11 horas da manba do dia
da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carregadores
para a claasola 10* dos coobecimeotos que 4
seguinte:
fto caso de baver alguma reclamacao con-
tra a Companhia, por avaria oa perda, deve ser
feita por escripto ao ageote respectivo no porU
d descarga, dentro de tres dias depois de na-
lisada:
Nao precedendo esta formalidade, a Compa-
ohia fica Isenta de toda a reapoeeabilidaae. *
E8CRIPTJRIO
Ao Cae da Comoanhia Pemambucana
a. 12
.EILOES
K. U
om **neN.3
Para oP rio
O LUGAR
Temerario
A sabir n'estes pocos das, recebe desde ji
carga (rete.
A' tratar com
Amorim Irmaos & C.
3Boa do Boa Josas3
Quiuu-tnra lt, ueve ter logar o leiiao u
'mubinas, oem como cofres de (erro icgleies
rsneese, oacMoaS rara differeetes misteres
reosa-de copiar cana e oairos artlgos, 1 car'
'ceas e 3 bola.
Leiio
De i carrocas de 4 rodas e 3 bois para a
meimss.
Quinta-feira, 12 do corrente
Aa sacia ala
Agente Pinto ''
Eu frente ao arnasem da raa/do Boa lesos
o. 45 por occasllo do lelUo lie cofas, ma-
chinas e movis*
De 2 Cofres. 1 france e ootrn inglez p ova
de fogo, 1 crrtelr, 1 prema de copiar carta
com mes, 2 borona-, caoos de (erre, mscnioa
para lavar roop, 2 dita para serrsr espire, 2
ditas [ara tirar pilos, 1 filtro inglt, I ia-
cuma para engoma a-, 1 di para fszer man-
teiga, 3 venesianas, 1 secretarla amiga, I com-
muda amiga, 1 reiogic para igreja, camas de
ferro, 1 balanga, pesos, 1 lavatorio para bar-
beiro, 2 botrbas grandes e moltos ootres artl-
gos que eei&o vendaos
Ae correr do martello
Quiuta-feira 12 do correte
Agente Pinto
Urna mobilia de Jacaranda p Agente Oliveira
Leiio
Da armacSc. pe?cs, medidas, balasgs', gran*
de sortimeuto de get.eros e ao'eis, todo exia-
lentes no esiabeietirx.eoio ecb n... a es ra :a da
Ponte de Ucnda. juoto a estagao da Jaqoelra.
Quinta-feira 12 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No estabeleciment cima, na Ponte
de Ucha
0 agerte OMveirr, ccmpe'entemeDte aoteri*
saco por coma e risco de quem periencr, le-
vara a leilao es g;re-c% ariuteao e mais uten*
cilios, existedtes do es'a.elecimeoto acitra, em
om cu mais lotes a voetade doi Sr?. preten-
dt-otes, e carante-se a cha e do mesmo esta*
belecimeoio.
AVISOS DIVERSOS ~
Alega .e t,20uDdar do largo oo Corpo
3ao>o d. 17, Uaiar no 3* do mesmo.________
Vende-se seas vacc 'elteiras, randas de
dcuco8 das ; roa i- S. Goncalo n. 29.
fretit te pe sata n gimu.'iei a para
rcapa de seoboia, tratar no Cat-s de C--Pbi*
ribe n. 30, Serr na Perru mocean,__________
N'A Noima
Ras da Imperairiz n. 65, vende-ieflta virdt
c. 30, pronna i ara o Coliegio de S. Vlceale de
Psnla = 2^500 o me re
aser o
Pecisa-sa de om ctxeiro de 12 a <4 unos,
com ortica ce ccistlezas, na ra co ttangel
". 58.
Sola para bomba
VeDde-se na toja de calad08, ruado Bom
esos n. 21, Re fe _______ _
Ao commercio
Um rapas om basticta rratica de molbadoi
offerece os seos fericB a quem precisar, para
lora oo dentro da r.u.d-, teodo quem ateste a
soa roo ocla, deize caria nesta Redacgao com
s Inictse P. A._____ .
Aluga-se
Uma esas rom pequeuo sitio, bastante arbO'
rlsado, ce-te da esiacao do Principe. A' tratar
ua roa 24 de Maio, autiga Prais do Cal* re ro
o. 48.____________________________________
Corrprase
Urna roe-csaria em ii locali-ale. Qaem
quiz-r veoder. deise caria n-.^t- Reuaccao com
a ioiciae O. T^_________________________
Aluga-se
A grande caea 'errea i roa Vlscoode rie Al*
baqoe-que o. 1. Para inf>. macoe-, na loja de
Jotqaim Preilas, roa da Imperains. A chave
para correr. Da mesma.______________
Uzinas e engenhos
Cal nova de Lisboa
Artlgos os-a lobrificsc&o
Prscoi (em competeort, vendem ;
Gnimares- & vales-te
Cu UPO a AMO N. 6
Fi m de anno
Na ra i." de Marfo n. 19, venda-
se sedas furtu-cres muito finas a
2$ooo o covado, para nao entrar em
bolanfo | aprove tem. __
Demareaqoes de trras
Fe'o eogeobeiro C. C. Carlini, escrfptorio DS
cidade da Ecatts na raa do Rio n. 12
Typographia a vende
Par )orn-i oe formato regular, ra de S.
Francisco n2. C
Ama de Jeite
Preclss-se de ora no Camiobo N ivi n. 153,
paga-'e r.m.
Vende-se
Doas barcacas, doas lanch- s e urna canoa, i
l-alar n -oa "o Rsngel w. 53.
cal Hraoca e Vir-
srem
de olaaroaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
H;xp.c,rad*.ra deca bran-
ca e virgeni, avisa aos
:*.onsumd.res que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do
Caes do Apollo n. 75

-


\
11



3
.

*,

Vtarlo de P^-Minc Ctaarta-felr* 1 do Miembro de 18S
joanna Coastanca Corre da
Silva
0 denembargador Jos Antonio Cortea da
Silva, pos fllho, geo o e or, sgr&decex ac
prente* e a o.''ge? qoe tlveram a ooodade de
ecu raiba- a cemutrio o corpo de ma p-esa-
ca irn.r e >ia Janna CucatcBC Con da Si1*
a, e e novo os coovidam par. a muas que,
por i I a a o a tiniia, mand^oa cehlvar na ma-
tris oa Boa-Vlaia, as 8 horas d* nsnbi de
quarta-feira, 11 do crreme, 7 dia tto aea fal-
lec en io.
Desde ja protestaos o seo recooheclroento
Joanna Coamaeaca Correa da
silva
F-ancinco Antonio e S Brrelo. eoa molber
e tilbos, Ildefonso Etfjdio Corl* a Silva, aoa
inolbtr a fllnoi. coov dam aoa seo prente r
amigos para assi? tirem i n i.
brala na roai'iz da B-a-Viata, pelaa 8 horas
da machi no da 11 no correte, pela alma de
goa roo! ada, irmae ii3, D- Jaona Coottanca
Cor.i da Silv, aendo gratos a lodos aqoeliee
qoe fe digDa'Pf' roTP"tre' a es acto.
Gosinhelra
Precisa-ee de orna boa coslooeira, do Caai-
obo N< vo o. ItO.
Compram-s6
Duai casa* que sejam sitia
las no Camioho .lavo OB
ataedlacdes, contguaes le
acamodaodes regulares, cena
quintal extenso.
A entender.se na redaedo
dea te Diario, das *i laoras
do di*Pp liante. _________
Maicineiros ecarp;nas
Preclsa-eo de marcineirce a cerpioas qoe se-
m perttua, tratar na fab'ica Silf fer
pn Atten^o
Vende-ae oa roa do Creapo o. 19, car.hemi
ras da cores para vestidos, 4 1#>,0 o covaao.
Tem doas largura?.__________________________
Madeira de construccao e
aateriaes para edificacao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende am seo armaxem no caes do Apel-
lo o. 73:
Madeirae para conauaccao.
Cal branca de Jagoariba.
Cal preU.
Cal virgen para ansocar.
T jnlloR de ladrtlfio e cemrxo s.
Tl'lloa refractarios.
Pedras de carta-ia para soliera, etc.
Em liquid&cao
PeiUlbce para BeotaWM, com e sem avsvataB,
braocos e toe 1* om, ra roa de Mar-
C'P __________________________________
Menina
Precisa-se de orna pra ser 'co leves (
casa de lamilla, oa praca Maoel yinheiro n. 8>
Ao commercio
Vende -se om peqoeno negocio de aeccos,
pem locallsado, proorlo p*ra princlplanf, w
Afogadoa. largo da Pai n. 7, A tratar Demorosa.
RITA SELVA LACERDA
Manoel Carneiro de Sema Lacerda, Javeoti-
no dos Santos Selva, Aneeltca Candida Ferrel-
ra Selva, i mos, tica, avo e eog'o de Rita Sel-
va de Lacerda, convidan aea seos parantes e
amigo* i ara a*aistirem as mUsaa oa mandam
reaar ro dia II do correte, pelas 7 horas da
maofca, na igreja do Terco, no 7 da do p-e-
maturo fslltcimenio de sna nonca requerida
capota. Giba, irm, Eob'ioba, neta e ora, Rita
8 va de Lacerda, e derde ja confe aam se pe-
Dboratfoi. I 1
t
ANTONIO DE ARACJO PERBEIRA JACOBIHA
I Blpilio de Araojo Perrelra Jacobioa a fami*
lia, Amelia Jae btoa Romaguera e familia, eoo-
vidam os seos prenles e amigos para assls'
tirtm a mi* jot- maoi*atr" reiar relo reoc-
8o tte-oo ae sea ornado lrmo e >ie A. A F.
J.. na era iris da Boa- Vista, 8a 8 horas da asa
n! a do di < 17 du cor'eBtp, c nfessaodo-se eter#
natrfn'e grato ? t"n oe "PTta'e'e'O'n.
t
Uh IZAB'L DA SILVEIBA
Jrs Virieaimo da S'lvelra, Francisca Iubal
da Silveir. He meoegildo R. Carvalho, Ale
ruano Harqne* Orvaino. Antonio Aaertco
de Carvaina P aonse Sttea agradecen o iatimo d'alm* a fodoa os sos
potamos amigo qo" ee ooa ana coodosir a
sea oltima n.oraa os reato mo^taes de aos
femii e lembraaa esposa mil, Btba e Irnt.
Karia I'abel da Stleira, e do bovo coovds-os
a asBilrem as musas que pe oa alma serio
resadas na matrixde S. Jo ft- 8 horas d*
manbS. no da 13 do correte, T da do sao
fallecimeoto, hypotnocaodo desde ja a todos a
goa g -tidao.________^__^_^^^^^^^
Bom negocio
Vende ee om importante negocio o de gran-
de fotoro : qoem o preteooer dinja-ae roa
Nava de Saota Rl'a o. 83, osa 7 horas da na-
nba i S da tarde. O motivo da veoda o pro-
priatario ter cnlroa oegocloa a traur.
Preclaa-ee de ama caaiobeira no largo do
Corpo Santo o. 17, 3* andar._________________
Ama
Precisa *>e de ona ama de costurar, paca-sa
em. A tratar roa da Matrii n. 18
Tereno
Vende-se om terrece com proporiO* o na
melbores coadicoei* para om eetabflecimeoto
on fabrica, oa roa *igtonrte d* 6oT*DDB' 00'
ir'.ra Cotovello d. 97. Tem lambem orna cass
qoe, eom alg na repa-or, se pretar* a ditos
Boa. A' traur na roa da Palma p. 108
Feior
Parolaa-aede om felor para sitia, prefer
a estraogelro: i toratar na roa imperial o. 17
Grande sortimento
Da calcados eBtrangelros de diferses fabrl*
sotes da Eoropa, acaba ie receb-r o Lioo, os
roa ds Imperatri 0.1.________________________
Ama de leite
Precisa-se com urgencia de ama
ama de leite, se^ filbo, qoe seja sa-
da; era Oiinda Ladeira da Ribei-
ra o. 28:
ALFAlATiBIA
Silva Ferreira
Previne aos seus fregoeaes e ami-
gos que acaba de receber directamen-
te da Europa um chic e esplendido
sortimento de cazemiras finas pretas o
de cores para costumes, lindos cor-
tea de calcas, o que ha de mais novida-
de. Assim como tem cazacas, collete,
e clacks.
46 Ra Barao da Victoria40
Cesa
Aloga-tea casa o. 14 roa llotoeolembo.
Iregoexla de Alogadoa. propria para ama do-
nerosa familia, visto dita can ter bailante
cotfltnodos. Tem tambem grande quinal a
multas froctelraa e bem a atm om grsnde par-
relral: a tratar ao Basar de Afogados.
Taverna
Vende se a taverna a roa Psdre Uoolt o. 61
i tratar na mesma uo a roa Marquei do Herval
11. 141.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
poredes, applica-se ventosas seccas
sarj ardas. an
Ra das Laranjeiras a -16.
Fortonatri Ptrto i C.
3 e 5-PRACA. DA INDBPEBDBlCLi3 e 3
Bllhetcs de lotera na
K
Salampilbaa estadoaes de todos oa
Soscoaia-so biIbetes rremiados.
valoras
oe yende melaa preU para m. AJ1 ti
aoala T E' a loja do Povo roa da -Croaoa a. lia
Fim de scalo
Mortm para HOlfaa.a 800 teta a peca, con
d'o BTss Poto. *roa i' dsHv n,M
r
UAUDB
PARA TODOS.
1
PILULAS HOLLOWAY
As Pulas purificao o Sangue, conlgem todas as desordems do
Estomago c dos Intestinos.
* ortakeem a saude das constmi9oes ddloadas, e sfto d'um valor incrivel para todas as ^^^^S
\ lww^iio em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para is pesioas de .dade avancaaa
a sua efcacia e incontestovel. >
a sua eficacia e incontestavel.
Su didnM 1*0 preparadas smente no 2ableeiineilo do Profeisor Holiowat,
78 NEW OXTOBD STREET (antea 533. Oxford Street), LONDRES,
vndanse em todos as pharmacias do universo.
r rw ~._a ao convidados rropejiosamcnie a examinar os rotlos de cad caixa e Pote se nlo teem a dirseao,
r oe coatnaox s^ 0jiford ^^^ ^ ^1^
J
Sellara Iogleza
BOA BaBAO DA VICTOBIA 5
ReceDeram e veodem barato:
VacrOD'sa amar canas.
Camas de fcr.o.
D.ws de campanba.
Bolsa para caca.
bitas sola e de fio (novidade).
7apacbea
^ementes novas de horta-
lizas
Coove msntelga.
Lonve nablc8
Coove soiga.
nxaquecas!
nxaquecas!
evralgias!
evralgias!
a- PEROLAS ESSS V CLERTAH ffSKK
SndaT-a. aos doentes que soHrem d'essas cruel, aflecfoes. Para actuar bem
a Esaencia de Terebenthina deve ser perfeitamente rectificada.
Exija-* rma de OtXaiiH sobre o rotlo dos Tidros de Pirlas d. toDW it ItrOaitaUa.
i. PAtHZ rsi Sea CA L. FREBE a. CHUMHGIT a fT, S~ 19. ru. Jaca., ara puu
X -'. BM "'" TODA IB FHiRMiCIAS DE TODOS OS PArZI
FA^flLHA
o ^eUu.r'^iSaS para s, crianoaa de tenra ida^
% % SiWrlto V^ia omleo n& precKiajido senAo apa.
o nico alimeplo reoommondtlo por lodoa oa medico*
o nnmr. NFSTI.E nmhra toda as cAixmhU.
GONDENSADO
Kt^airo nino ae "B,K!"~|, rio, i 5 fine da ParcBoyal.
Coove bombarda
Coove troacboda.
Coova penca.
Coove murciana.
Coove mscS.
Repolbo p alto.
Repolho p corto.
Rabaoetes.
peploos-
Abobora.
Brlogelas.
Tomates.
Cbicorl.a
Aledas.
Nabos.
Be!-rapeas.
Ma8iroco.
Alface liza e repolboda.
Ceentro de toceira.
Mostarda branca e praU
Cenoliobo.
Salsa e agrto.
Cnoora?.
Atpc.
Espioapes.
Espargos.
PtmeniOea doces
fVrmazem de Potjas MeD-
des 4*
RA ESTRETTA DO ROSARIO N 6
A GompaDhiaManufactora
de Pbosphoros
PERNAMUDCO
Vende qoalqoer qnantidade de pbosphoros, a
roa do Vlga.o n. 17.________________
Aluga-se
rjji rot?e cem baMao't-a accommoda(atsa
para familia e tma l< ja tambem grande, tor-
ne e- e ac para aabns. co Caes do Gazons*
t'o o. 1. etrtt*je no armaxem de m.ieraeada
Praga lo Herval o. i______________________
Aos meus devedores
Peco qoe venbm saldar os sens debltoaat
o fim este mes, rtbre pena de verem es sest
onies poblirados nesie Diarlo.
Afocaocs, 7 de Novfmbro de 1896.
Urbano i s Carneiro.
"CAL BBAN04
DO ALTO DA SERBA
Superior de Jaguaribe
Manoel Ciernen tino Crrela
de Mello proprietario das grandes
pedreiras da Russinlia no Sol do Estado,
tem sempre & venda i al branca aoperiot
a de qnalqner mtra procedenc a, nio
s pela qn.lidade oomo pela grande eco-
noma que o sen emprego se liga,
eamo foi attestado p-la Secretaria ds
Estrada de Ferro Ce tral di Pernambu-
co, pelo distincto engenbeiro civil Dr.
Antoni' Joaqnim de Oveira Campoa,
chefe daa Obr> a do Melhoramento ds
Posto da Recife, e innmeros ontros en-
genheiros e profiesionaea, proprietarioa,
mestres de tbraa, pedreiroa etc. e as-
bretudo a mais propiia que existe para
o fabrico do sssucar.
Todoa que teem experimentado o pro-
ducto attestam que ella nao ten simi-
lar no meroado, e bem assim que a por-
550 a empregar em qnalqner obra que
demande aolidez. sempre muito inferior
a porcSo exigida do mesmo producto
quando de outra procedencia.
Vendas em grosso no armazem a.
Praja da Concordia n. 3.
E' lempo
de comDrar-se tonoa para banhos saleados
para bemem, 4 14*000 e para senhoras, a 16*.
E' lazenaa fina.
CASA ss miv$n
DE
c.
EXCEUEHTES PRODUCTOS
DA
pm
)
ORIZA-OIL
ESS-OR/ZA
ORIZA-POWDEB
Apresenlam-se aos consumidor sob
um aspecto novo. Esta modificaco se
fez para permittir aos amadores e apre-
ciadores da ^
PERFUMARA oriza
de reconhecer os productos fiHUlM.
OXroa woucioi n'mt$ aitrto ato o he
$lmU* tu aera* ctnlnhu a trtsoet.
L. LEGRAND
i 1, plmce de 1& Madeleiae
PABIS
^tasT,)attBn^lttlfr aattaa^
200:000#000
Graede lotera
GAPITAL*FEDERAL
Extraccle em 14 do correte
Os pedidos acompsooadoa ^ ImporUocU
dos mesmos. sao promp ament attendidos e
da-se lnfo.nacoes.
O Sonho de Ovo
1 a 8-P ac i* lod pe^deocla8 a I
Taverna
Yenda oa ama no Eaplphel'o, logar Mal ti"
aba, aailo boa local aada. qoe raialna toen-
salmele mala de fclMOjsOO, etc. Vandesa
tambem a casa onde asta a mesase callocada.
O nativo da venas o dono acnar-se desol e
precisar retirar se para tora da capital. A'
tratar aa nstma. os sa roa da Atrora a. M,
casi 01 8rs. Josa de Malo & C, osds so poda-
r verlflear ae .a valas sao oa sao anaortoraa
as a.i strssa lea dita.
Dentes
Tarainaa borriveldor de dostoa aam
de osacollaata praoarado de Mano*
Cardos) Jnior.
Aa cartas qoe loo tan aido dirig*
pelos jonaasB do naior dreulsscao, sttw
tama eficacia.
Depsitos
Drogara de Francia. Manoel ds i
rs kC., amaso Isarques ds Oirof
n
** P,armacia Martina, ras Duque d<
Oaxiaa a. 88.
Pharmacia Orioatal, 4 rus Eotrwt*-i
Rosarte n. 8.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 rea d'
rio da Victoria n. 14.
Pbaraiois Virgilio Lopes, i malar
sT* do Senario H
Sem competidor
Llqolda-ae M'ielifi L"l?t!
ris o covsdo e Daassxa de tres para veasaoB,
i IW rota.
mttaraM.
SAUE PAS SEKHORAS
lltU-OlNIlUT
(Differente do Apio!)
A APIOLIHA o mais poderos
evaanenagore ooahecido, e o mato
apreeiado poleo medicoa. Ella pro-
rooa o regularic o fluxo meo sal. tas
doaapparecer a interrupelo e a sup-
proosln d'ello, bem como aa dona
de cabeca, a lrrit*vao nervosa, aa
criapaosea, aa dores e clica* que
>oenaobam m apodaos anaatraoM,
ODsattaodo tao frequeateaneaCe
I PJlUFM. 9. naw Vlrimum.
ttTfen
CADET
CURA
[CERTA eINFALLIVEL]
em TRtS DAS
[PlB!Denaiii7]
pars
JkpositOM as principies PharmaciaS-
CHLOROSIS, ANEMIA,]
HEMOGLOBINURIA,
Anemia aps de
HeJiorrhagias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
A a aaaaaaaaatats per einaUtnria rara ao _
nm *. oaiASZ. 1a aavari a u Oaaaa
.MHIIIIIIIIIIIUU...I
Maravilha do Seculo!!!
EI1XJI* (sIOTl TE JAPBCANGAdc
e'aaoe deporalvo do saoeoe, spprovde
p-la lo'pecltr. te Hyalece des Estado.a
P^rnamboco e Aiadoas.
Cora a pb' 'f, gomatlame, can:ros. botoa a,
mpUjeos, darl^eea'ropbolaB e toaa ai m 0-
est Pr"PAlSolo AGUTO AMORIM
Pharmacia Populai
Praca do Mercado n. 44
T 1': .L^S^BS
BELL%RHI\0 PI\TO rt
8 Travessa das Cruzes8
Espcciahdade em vinho de diversas .
qualidades
CARTA
VARIEDADES
Segunda-feira, aferventado.
Ter?a-feira, dobradinha com feijSO
branco.
Quarta-feira, Carur.
Quinta-feira, Feijoada.
Sexta-feira, Vatap.
Sabbado, Pucheiro.
Domingo, MSo de vacca.
Sopa portugueza todos os das
Vinhos especiaos, caf, cha, fetoa
capricho. __
8-TRAVESSA DAS CRUZESI
Ao commercio
O abaixo ssslgosdo, empregado dos Srs. Mo-
reir ck C, Fabrica Ufavette declara qoe nada
devaa peasoa algama neele Hatada, por onde
tem traneaccOes: e M ae jolgar eredor
aprsenle eoaa cootaa I ruado Bangelo.19,
P,Racife, 4 da Novembro de 1896.
Franciaco CorrelaMelle Wevaa.
DestiHa^o Central
VIVEIRO DO MS1Z
Veode-ee esta bem montada cestillafio es
alcools liaos: lafOTM oa mesma.
Droas a icnels de 5 a 80 pipas, em sarWKf
esiado. vendem-se no Rio da Janeiro. Iafor*:
ma'se na DeatillacSo Central.
ALAMBIQUE EGRAT
Vende se om, n 5. 1 o Blo de Janeiro, la-
forma ae oa Deatillacie Central.

le8.

LLMLWIL CAZIa.
DE
Campos & G
N. MROA DUQUE DE CAXIASN. 31
Em freote do Dii.no
Oa propristarioe deste bem moalado estaao
ecimeoto previnem ao respeilaval poblico qso
aara bem servir aos seos tregoe7.es teem 00JS-
rido eaUbelecimeoto nm eapleodiao e vana-
0 8ortimeoto de eaaeniraa preUa e de corsa
qoe ha de melbor em I*. I'bb d e poro linas
b todos os padroea, o por prenoB raaoavan.
Poesoem bons srtistas, p6k que se jolgan
ablllttdos a aatiafaier com lodr goato, esmere
eperteicio ao fregoes miae exigeate.
Na mesma alalatarla alngam-se casacas
2.

at2-S
* ea a 9"5
- gj -<5-
MKDAM.HAS de OVRO
tas Erponitrn Vniverm** de
Par 187H-1HS9
rajos. DIPLOMA DE BOSBi na EUKBfc*) 8 lili
n
100
[DISTILLACAO CONTINUA
APEMFCIQOADA
NOVOS APPARELHOS OEROY
OISTILLAN~
HECTIFICAHDO
a toda* aa
6R>DU*gJES
rsiccfiii
aVAPMom
FoaopiaECTQ
INFOIMACOES
sDeaoteeTarilas
- 'AISOO
DEROY FILS AINE
1 CONSTRUCTOR
[7 / 7 7, ru tu Thtre, PARS
,VCcpp leit^irao
*M&
Bordaoi (Fraaca)
Detejasa V. V. M. M. patsar bem comei Tostad
dia Deliciosas Ameiaaa J- FAU
WMmilllllHllM'fWIIIIIIHIIIIII'IIIIIHI
;Veo 0(
Jlo do B
id, naatlca,
roa n. 31.
a tn.ta oa estrada
Boa*icca8ao
Veode-Ee orna 06a faaeoda de criar, i llegas
de tasela do flor^scenle Bello Jardim,da er
trada de ferro de Careara, coja estrada asta
aborta ao poblico at Malo do]aono vlodeoro, con
gr: ndes cacados, caea de vlvenda, de lijoso
oolras para moradores, cortada pelo rio pois-
ea, e cem 100 vaccaa, a malor parta paridas,
todo oaa melnores coodlcCes ; tratar na ras
ao Imperador o. 39, das 10 s 6 horas da Urdo.
Vende se tambem no meemo povosdo sna
excellnte casa de residencia, perfeitamoDto
acabada, moderoa e trades commodos para
faBllt* ; aaaia como ama taienda de eaie con
8 000 pea. Qoem pretender aproveite a ocea*
siao de faaer nm bom negocio, em vista de SM
dono ter De ee retirar do logar. _
Chalet no rraial
.Aloga-ae nm pe to ^a eetajo da eaaa Asta
relia edirado de novo, com conmodoa san
familia grande, tratar com Joaqom Alasida,
oo mesmo l0Br -
Relogio de ourc, fartado
Pede-se aos Srs. relojoelros. a qoem or offe
recldo om ralogio de opro, solsse. Ja baataete
frvido con o mostrador de vldro o a lampa
de baixo frooxa qoe nao (alona bem, o appre-
heoder, pola, fartaram do abaixo "agnosto, no
marte deAisoclscIo ConmercUUdo bolos do
listo, so !* d corralo. Pronalle ra*
compensar. ^^^ Alcoleradf.
CopfiTO
Prec'aa-ae de om criado cepeiro, para serv'
co interno e externo, coalsnadov servir ota
asa de familia, a trat|r t roa Marqnex da OUn-
da n. 54.
Paraioiyas
Acaba de receber om lindo sortimeolo do
sspatinbo de aetlm branro, proprio san
o al vas
O Lino
A' 11UA DA IMPBRATBIJ1 W. i ^
Go8)nheira e criado
Pieclaa'se na roa da Palma n, 40.
Casa (Di Oiinda
Aloga se a caBa n. 14 4 roa da Saota Crss
dondairsa, con t aiaa, 4 qaartos coso, eo*
alaba a qoartos aara crtados, 4 tratar n roa
da Aurora n. 5,3* asear.


i Hi

i





Diario de Pernambnco 3$uar*a-fc*ra 31 de PVovembro d< I&MI
Ex.soco
3PA.TP-XS 1889
Meilalhu de uro:
MEDALHAS DE UUHO K PRATA
em:
PARS 1878
Colonia Fianeo forte, Budn^sth,
Vtenna, Amslredam, Sidtiey.
cognac CAGNION
Thibois'Freres e Cagnion
CO r I*. A- ^
nico agrcnte em P^rnambueo s I-icopold Peal le.
___________________________ Huj Vjferquz le Od N. 3(>______________________________________
Casa estabelecda em 1849.
no listrieto que prudUis os
nielhores cognac*.

MELISSIDYA-LIQUEUR
LICOR DE MESA DIGESTIVO
XJ3NTXCO J^G-KISrTOe OSXWC 3PDF.rsrjK.3(VXDBrCJGO; r.3SODPX3X,330 XKEUGAJ^XJB
' _______________________ Ra d( Mrquez de Oliuda N. 30
Ultimas ovidades
salames de L YON _.AMA GLOBO
SURTIDO VARIADO EM
ORTAMil^A PORTCGI EZAS
Broculos,
Vagens,
Repolho,
Cenouras,
Nabos,
Aboboras,
Couve flor
Grellos,
ESPECIAES
A BOI BES SOSEMET!
SJB>
ARUAKilli DO LIMA
t-RU\ B\ft\0 x\ YlGIORl\-3
Telephone n. 323
PSBPABAO DE ALCATKO
FORMULAS DO PHARMACEUTICO
JFAUINYaIO ROSADO
LICOR DE ALCATRO ( fuccedaneo de Al-
catro de GuyOt)
LICOR DE ALCATRO TERPINADO
1,'cor de- a'culrito c jatafay
Indicados : as tosses, defluxos, anginas, bron-
chites. laryngites, pharyngites, tysica, go-
norrhas, leucorrhas, catharros intestinaes,
molestias da pello, dos rhins e da bexiga.
-
JV
44--RUA DI) 6ARA0 P0 THlU3iPH0-44
Mchicas a vapor.
Me eadat.
Taix^.s ua iiuas ebatidas.
TY
iM NVllllOE
Em marcas da charutos especiaep, feitosa
mo e forma
Salvadoura em meias cajxas.
Londres em ca;xas de cento.
Abundancia em meias.
Ministros em meias.
Carola em meias.
Reinitas em meias.
Romeu em meias.
La Flor em meia.
Conchitos em 500 charutos.
Cecilia em 100 charuto.
Romea cm lOO clmrntos
nicos fabricantes d'estas marcasDominan & C. e Fernando de Oli-
veira S. Flix.
nicos recebedores
xyxoR.DexDR.A.& coiyxDp.
Una Mrquez be Olinda n, 1
$Ttyfrt0\ Pheu/watismo,
FOLSETIM
06
OS ME DA INNOCENTE
ros
MONTFRMEL
entSo diga!... diga de-
Eatretanto,
TEKCEMA PARTE
IX
N4 PlSTA
.(Centinuacao)
-
Era m i" natural attribuir todo ao n-
mor-do de Gi*el a, ao homem que, *inda
n raspara, dera etpectacnlo, colloc n-
do-se entr ella e sea futura raposo, a
Otivief Prente!.
Qu*odo m convencen da inutilid-de
das invetig cOsj, Sorandul approxiinou-
do Si. d'Orgeur.
Preciso f.llar- bu, disse elle.
O bonvdo homem, desapoat-d >, ro n
a cabeca no er, dirigio-se ao gabinete,
cuja portinSraBdal te ve o cuidado d>-
f.cbsr.
Vamos l'i : o seohor ni s.b* a
qi*ni attribu r o rapto de o filtia ?
O Sr. d'O K,,r meneion a cnbefa,
os hofflbroi hbrindj o bragas,
ptrgonl i S*
_. Saj^^^Baroa cstisa
Apparentemente, rcponden Sorao-|
al n'aa ton tecco.
Oh!
presta !...
NSo adivinha?...
fcil...
Poi, se abe, diga logo !
Ora quena havia de aer ?...
Quem ?
O Sr Fromento! ? exclamou o Sr.
d'Orgeur, recuando um ps;o.
S randa! baixou a cabec afBrmativa-
mente.
Impiesivel !...
Por que T
Por que I... Porque o Sr. Fro-
mento! um r paz serio... incap-z de
tal 805=10...
Acba que im T
Eaton orto 1... Jaro !.. .
Oh nlo jurel... Hontem & noi-
t*| aproTeitando-se da nossa ausencia,
Fr-jmentel, o rapaz serio, tentn raptar
Giseha...
Que me dia ? interrompeu o va-
lute, coofaao.
Digo-lbe a verdad. A coas' n3o
ee reali^ou grajas ch-gada de Voti-
ria.... Qaer ver, Dergunte a Ribeprey
e a Galabrua. Fromeatei toIiou aoai-
ga, tomando suas precaucSes, e conse-
gu ) o que desejava. -Para mim nao ba
nucida que alguem do catell< o fav. re-
ou... Qaem qoer que a-ja miataroa
narctico ai yinho de Vic.ona...
Na verdade casta a erar! balbu-
ciou o S^ d'Orgenr.
Q'iecn, a nio ser o Sr. F.-omentel,
tinha i;iteress- ra raptar Giselia?..
E Hote-se, muito prov-vtsl que II
propria abrissa janella ao* r'ptorei...
Pmnada-ae disto : a menina o'0-geur a
>r<(a bur- esa rm pader do Sr. Dlivier
moni Bulo vdlbo,
cab-ndo :. -i-ra ; o aauh r me p .
t
O
!-
I
m
e
u
a
VXX)3B.a 4OQO
RECIFE Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos.
NATAL l'harmacia Duarte.
MOS CRO' Guilherme & C.
CEARA.' Guilherme Rocha & C. e
Eduardo Studart & C.


Laboratorio pharmacologico de Rosado
rt .4lmei 'a
-
MOSSORO' ESTADO DO RIO O. LO NORTE
GttANDE
f!
K&o Itn indureto. '
Kiu (em mercurio
Ko ten salicylntos.
!\ tem morphina.
Van it-iii opoio.
t'vrnila ims prnelpa>4>s D<-sn>is e i-iinnunoas e ao Escriptor
dos Agoutes nestes t n^s Estados do Norto.
Glaciliano Martins. Hua Duque de Caxias n.88
MORAES DE OLIVEIRAiC.
53-Travpa R do Carpo Sanlo-tS
Agentes K'raefBOBH.L.AB;, UaA.4&. c.(RIO)
Emfira, nada de
dqidojl... 0 seohor me... FromeuUl j Promet, sm... pronsetto...
um bomem qu ea reoebi com tBtoj Bem, v pondo em ex-cncao s
prszer... qnasi como a meu filho... mi-e paiavra*... Esa esoad nlo
Lembre-'e de qoe o ndva^ti ; nS! pode continnar sbi
me quiz acreditar... Agor- n5o per-
der tempo.
Que espera faz-r ?
O pl-no de Fromant 1
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
408 da cidade do Reeife.
AecommodaQoes magnificas, todas com janella para a ra.
Esplendiaa sala de refeicfies, a mai<-r e maie arejada nesta capital
A cosinha acha-ee a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo nm franee*
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
ce culinaria
Os propietarios d'eate grande e luxnoso estabelecimento tendo a certeza
le que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satiefazer aoa
onaia difficeia dos appetitea e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jautarea etc., dentro ou fra do meemo estabelecimento.
PRESOS RAS0AVE1S
simples :
rapta Giselia, deshonra-a, tornando aa-
sim impossivel o casamento com outro...
O techor comprehende, urna quest&o
de milhSxa.
Oh !
Os milboVs do duqae de A'nfre-
ville... Seis milbOes Olbe que s*o a*is
milbes !
Mas... mas ent5o esse Fromen'el
um miierarel ?. .
Prace, respon^du friameute So-
randal. Vejamos: quer ou ufto ouer
que esse plano infame vingne t... M<>s-
Sorandal alo .Oda abaf.r um grito de
ind gn cao.
C->mo ? inquiri o Sr. Lirdenneau,
estupefacto.
lacrimas, nada de chamar attencaj a jus-i Naia, responden o Sr. d'Orgenr ;
tic... e todo o silencio todo o silen* 'apenas o seohor foi muito apressado na
as coubi.s nos mes- Iseu zel...
Com apressade, meu Deus ? Pois
se eo auppunha...
Nao sabes que eu taes circamstan-
/
col... Facimos
moa...
Sim I...
Quanto a mim, se nSo teouxr-r
Giselia -o castello dentro de vinte eqoa-
tro bor-s... a culpa nao minha... E
qaanto a F.cmentel. .
Sun, quanto a elle?., s-ltou o
Sr. d'Orgeur com um grito de colera.
Eneja deic-ntado, homem 1 dia Sorandsl com um 8)rrid> pin stro.. Eu
a re;ompeo3Br,i conforma elle merece...
Vamos I...
Qiand- sahiram do g-b'ne'e do Sr.
d'Orgeur, todos os habitantes do castello
tre que e homem I trata-se de ena flba, j anda est-.vim reunidos diante da jan el la
que di abo \
Ah eu ser'a capaz de estrangular
esse p^tifa com as minhis proprias
mos !...
Eo me enc-r-go di-so .. Masan-
tes de tudo... Onca-me l.
Eitou ouviodo.
i* senbor ca aqni empreg>ndo to-
dos os meios par. abfar o etcandnlo...
J baata... trate de noaer h bicca a,s
criados e peca ao mairc, ao Sr.L">rdon-
oeau, que n&o di.' nada. Urge sal-
vnguardar a reputcSo de Gisjia, o c-
nbor b >m sab...
S m, s*i... Ah S .raudal, n*u
amigo, meu fllho !. S dve-ui- !... Ei
perio a cibey* eu fioo doi ', S>rnd.l !
E o digno homem, oom s oliiu* ro<-
rejad'is, o rosto contfes'.ionado, aoertava
oax naas as mi* de S>r>u:el.
E>tou ..erto de ju' mhi de r(fa-
decer, dis*fl este. Ac-lme-ge... Prc-
raelt-j fazar o que u dig / ?
por onde se realizara a e?uao.
Tmham ehegado mesmo uutraa pea
soas, entre as qtiaes o Sr. L rdoineau, o
exctente maire de Pierr-fite.
Tida ens* K'-ut", n'nma grand in-
quiet cV> falla va ao meamo tempo, ia,
viriha, corra.
Nj muio do tumulto, F'ick observa va,
escutava.
Vendo appareoer o Sr. d'Orgeur r
Soradal, o Sr. Lordcnoeau pecipituo
se a 'lleg.
Ab m-iu di^ao amigo !... dissa
apartitido n mo ai velho marinh-iro...
Crrtia que parti'ho !... O Sr d = Soran
dal... Ma perdi !... est"U to eom-
moi'i ... tao...
Flick Q simado d-llea.
O ^- L >rd >nnaii mntmi>.va :
O aeobot' be n s b-i qtie polo con-
tar O'Mumig-i para o que quizar... J
dei as miobas providencias...
cias o ailacio euro ? disse-lhe Soran-
dal ao ouvdo, agarranlo-o pelo braco.
Ah... Nao sabia!... murmu-
ren consternado o Sr. Lordonneaa.
J o Sr. d'Orgeur gritava aoa cria-
dos :
Eot&o. at qaaodo qmr.m ficar
ahi T Ra com esaa escada 1
OS. Lordooneau peostv.1 :
N* verdade, fiz asasira...
Fi^ue-sn com esses imbecis, disse
rapi lamente S -randa!, ioilinaad i-e par.
o Sr. d'Ogeur. Tumou suas providen-
cias I... E' boa I... Se viarern solda-
dos, deapache-oa... Vou eatenda "-me
com Fromeatel..
Flick, p^r mais prozims que estivesse,
aSo pode ouvir nada.
Sorandal, qqe se tinha af sUdo, vol-
tou :
Como anda esta eabeca Lembra-
se do numera da oaaa T
O numero?... responden Sr.
d'Orireur em tos alta, o. 11... sim...
ra Toorlaqae, a. 11...
Flick estremece* da eab 'ea aos ps.
Obrigado, disse S^rand!.
Ah I mu'murou FH k, muta pal-
udo, vais ra Tourlaque o. II... rai
osa de Olie/, bia?... Pois en la
estar! aat-s dp ti
FAZ-SE A. LUZ
Emqaaato Soraudal veltru ao castelli
para tomar o sobretudo e o chapeo, elle,
Flick, largou-se por all, correndo, u
direcgfto de Pierreite.
Para conservar a dUnteira sobre So-
randal, s havia um meio : ch'gar et-
t yao no momento de partir o trem.
Arqaejaate, s'-m folego, saltou para
dentro de nm vagSo de p imeira cUsae e
vio, com alegra, que o conductor fecha-
va as portinholas.
S irandal eraobrig-do a esperar cousa
de meia hor*.
Trtva-se da bem em pregar eesa meia
hor*.
O angue fri de SrndHl aiada urna
ve* desconcertar* o iaspe< tor.
Com efifeito, Fiick auppunha que O
desapparocimeato de Gtse provocassa
urna exploslo de colera, mas, ao coev
trario, Sorandal mastnra se calmo e se-
nlnr de si; e agora, contra a espectati.5
va de Flick, tomava rpida* precaugSas
ptra que se nao zessa ruilo em torno
do rapte de Giselia.
F sa a aventura acabe ase por um sioi
pies choque entre < s dous, Sjrandal
Oliver?...
Nao, rao era possivel!... Tanto traJ
balho inutilisado? Nao, nao e nao!...
E' que Oliverno fnndo Fli-k jal-
gava o pintor muito ingenuo pedia
tT-te condozido honradammte para con
Gisatia...
(tontitm*)* .
ograpbia tria



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