Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17882


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Full Text
-mm
ANN0LXVII1
SBXTA-FEIRA 25 DE NOVEMBRO DE 1892
NUMERO 268
l
y

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X-
/

DIARIO DE PERNAMBM
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses adiantados. 6$000
Por es ditos vencidos ,? 7&000
Por um anno a lian lado .... 24$000
dem idem vencido...... 28$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLCACES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
O Srs Amede, Prince & C, residentes em Pars34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. i3$500
Por seis ditos vencidos. i5|500
Por um anno adiantado. 27O00
dem idem vencido. 311000
TELEGRAHHS
5EBVIC0 rAETICULAS 10 SUBID
RIO DE JANEIRO, 24 de Novembro
;a 3 horas e 15 minutos da tarde.
Hontem realisaram-se os festejos com-
memorativos do 1. anniversario do resta
bileci ment da legalidade.
O marechal vice presidente da Rr^ib-
f i foi maito comprimentado.
Representantes do exercito, armada,
guirda nacional, corpos de polica da Ca
pital Federal e do Estado do Rio de J \
miro, e do corpo de bombeiros dirigiram
lhe discursos de felicitacSo e comprimen
ton.
Tambem foi grandemente fericitaio o
Contra-almirante Castodio Jas de Mello
coso denodado factor da legalidade.
A brigada polici 1 ofiereceu ao toare
chai Fioriano um grande cartSo de ouro
eom inscripcjlo e tendo ama das pontas
brilhante de sabido valor.
A noite houve bailes em palacio e nos
quarteis do 10. batalhSo de infantera do
exercito e do 2," da guarda nacional da
capital.
Illuminaram os edificios pblicos, aa re-
dactes da imprensa e diversas osas par-
ticulares.
Osteatou-se decorada a ra do Oavidor
"ira crcos e coretos.
Fallecen o conhecido cIbco BarSo
do Lavradio.
PARTE OFFICUL
tc(os do Poder 'veeuliv
Decreto n. 121 de 11 de Novembro de
1892
Declara que a lei o. 21 de 24 de Outu
bro de 1891, comprehende quauto a accSo
publica, o furto de gado de qualquer es-
pecie, e que compete aos Estados deter-
minar e forma prcc:s8ual e julgamento.
O vicepresidente da Repblica dos
Estados.Unidos do Brasil:
Fajo saber que o Con gres so Nacional
decretou e eu eancciorto a l?i aeguinte :
Art. 1. A lei n. 21 de 24 de Ootubro
de T891 comprehende, quinto accSo
publici, o furto de gado de qualquer es
pecie, competindo aos Estados a determi-
najo da forma dos respectivos processos
e julgamentos.
Art. 2.' Nos crimeB a que se refere o
mesme le, a accSo publica ser iniciada
sobre representadlo do offendido, e peri-
me pela desistencia deste, pags, neste
C330, por eile as custas.
Art. 3 O furto de gado vaccum, ca-
vallar e muar ser punido com a penalli-
dade do art 330 4* do cdigo penal,
sendo a multa em relacSo ao valor di ob
jecto furtado.
Art. 4 Revogam se as ispoaicSas em
contrario
O ministro de estado dos negocios da
justica assim o faca executar.
Capital Federal, 11 de Novembro de
1892, 4- da Repablica.
Fioriano Peixoto.
Fernando Lobo.
Coverno do Estado de Pemam
buco
DK8PACH0U DO DA 23 DK NOVEMBBO
DE 1892
Antonio Pe'eira de Oliveira Coelho. Informe
o inspector geral da inatrucgao poblica.
Bacbarel Francisco lavares Netto, promotor
publico de Nazareth, pedindo reatitoigo de emo-
lumentos.Deferido com oBcio u'esta data ao
Tbesouro do Estado.
Bacbarel Joo Angosto de Albuquerque Mara-
nho, pedindo certidOes.Como reqoer-
Josepbina Amalia de Albuquerque Mchalo,
pediodo entrega de documentos.S;m, mediante
recibo.
Leocaii > Liodolpho de Moar.Deferido.
Mvri Tjeodolinda de Macedo, pediodo entre
ea de do:omeoion.Sim, cedante recibo.
Dr. Tbomaz Ferreira de Carvalbo Sobrinho e
pharmaceu'ico Jos de Azevedo Maia e Silva, pe-
dido prorogagSo de prazo para execcgo de seo
contracto.Injefendo, visto ter o contracto a que
ge referem os peticionarios sido feito mediante
concurrencia publica, aiim de que pudesse ser
celebrado com qnem mais vantagens oferecesse
e nao baver sido justificado devidamente os mo-
tivos allegados em favor da pretencSo.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 24 de Novembro de 1892-
O porteiro,
Hemeterio Maciel da Silva.
Mace el Joaquim do Nascimento e Amaro
Francisco Ramos, como desordeiro.
A' ordem do subdelegado do 1 da
tricto da Gh-aga, Jos Felismino de Soaia,
por embriagues.
Fallecen hontem, aa 10 boras da
manhS, na enfermara da Casa de Deten-
Slo, victima de hepatite chronica, o de-
tento Lourenco Joaquim de Sant'Anna,
que all se achava recolhido a disposic&o
do Dr. jais de direito de IguarasB como
indiciado em crime de estupro
Pelo subdelegado da fresuezia de
Santo Antonio foi mandado por em liber-
tada o carrooeiro de nome JoB Alves
Correia, vbo ter se verificado qu9 ra
casual o encontr da carrosa que diriga
com um bond da Companhia Ferro
C.rril.
Informa o commandante do corpo de
polica regional que foram devidamente
punidos as pracas do destacamento do
P090 da Panella que insultaran o acade
mieo Antonio Gitirana e tomadas outras
providencias para que nao se reproduza
lemelhante facto.
O mesmo commandante acaba de
me informar que sciente do procedimento
irregular das prajas destinadas ao sorvico
do Mercado Publico de S. Jos, conforme
trouxe ae conhecimento deata Q estu^a o
Dr. prefeito do municipio, providenciara
no sentido de prohibir que as mesmas
pracas continaem a proceder irregular-
mente.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
iu digno governador do Estado
O Questor,
Julio de Mello Filho.
rhesouro do Estado de Per
namhuco
despachos do da i 3 dr novembro
de 1892
Braga & S, bacharel Miguel des Anjo3 Bar-
ros, bacbarel L'ndolpbo Oiympio dos Rei3 Cam-
pello Jos Firmioo IUbeiro, Jos da Silva Nunes,
Anaa Mara Reguelra Costa, Jos Guilberme da
Silva Duarte, Joona Lins d'Albnquerque, Euge-
nio Rodrigues Sette, Jos Leopoldo Buurgard (2),
Miranda < Souza.--Informe o Sr. Dr. contador.
Hermelino Elyseo da Silva Caneca.Hijo, visto
o Sr. Dr. procurador fiscal.
Banco .Industrial Mercantil do Rio de Janeiro.
Informe a Sergo do Contencioso.
Companbia de Servicos Martimos de Pe mam
buco.Remettido a aecebedoria para sitlsfazar
a exigencia do Sr. Dr contador.
Francisco Manoel da Silva.Inf.rme o Sr. Dr.
administrador da Recebedoria.
Paulo Jos Alves.-Ao Sr. porteiro para entre-
gar ao interessado.
EXTERIOR
>
CoBiMdo superior
Q artel do commando superior da guarda
nacional do municipio de Oiinda, em 22
de Novembro de 1892.
Ordem do dia n. 1
Fco publico e don conhecimento guarda na
ciotal d'este municipio que n'esta data assumo
o sommadno superior para o qual fui nomeado
por decreto de 25 de Julho clt mo.
Luiz de Paula Lopes,
coronel commandante superior.
tuestara policial
Scelo 2. -N. 266 Secreten da
Qneetura policial do Estado de Pernam-
buco, 24 de Novembro de 1892.
CidadSo. Participo-vos que foram
hontem recolbidos Caa de Detengao os
Kguintes individuos :
A' minha ordem Cndido
e Josepha Maa, alienados,
ao Asylo da Tamarineira
A' ordem do subdelegado da freguezia
de Santo Antonio, Bita Mara da Coneei-
cSo, alienada, com destine a Asylo da
Tamarineira, Antonio Jos dos santos,
Jos
com
Ramea
destino
Heapanba
A abertura da seslio ordinaria das cortes bes-
pan De las foi fixada para o dia o de Djzembro
prximo.
O ministerio acha se em seria divergencia, no
tocante a questfies de poltica interna.
Assegura-se que orna crise inevitavel, espe-
rando- se meamo a retirada de todo o gabinete,
visto que o presidente do conseibo tornou-se
impopular. .
O ntimos do paco asseveram qae a rainha
regento esta profundamente desgostoaa com o
Sr. C oovas del Castillo.
O Sr. Cinovas del Castillo eat, com effeito,
fazendo um verdadeiro sacrificio em manter se
no poder, para nao abrir urna laboriosa crise
poiitica em occasiao em que necesaario con-
servar tudo o mais regularmente possivel, nao
80 por causa da commemoraco colombina, mas
tambem pela visita de SS. MM- os reis de Por
tueal corte de Madrid.
No entretanto a lingoagem da imprensa da
oppoeicao muito vehemente e o governo e3ta
sendo, individual e collectivameate, alvo dos
mals violentos ataquues a qae corresponde a
ma'a completa impopularidade do3 ministros.
Comprebende-se como n'estas circunstancias
se torna difficil a miasao do Sr. Caaovas del Cas-
tillo.
Em conseqoencia de coiitinuarem 03 elemen
tos avancado3 a manter a agitajao, declaroa se
no dia 4 o estado de guerra, reatabelecendo se
u'um momento a tranquilidade.
N1 entretanto, os partidos republicano e
Carhsti agito se mais difficuliando a situacSo.
O carlismo se reorganiza completamente e nao
existe boje um centro de algoma importancia na
H-spanha que nSo tenba ageotes de aego.
D. Carlos, recen temente e sem pronunciar-3e
por una acgSo immediata, fez entretanto a um
dos aeus partidarios a seguiote de:laraco :
Nida quero emprehender directamente con
Ira a regencia, mas se o partido republicano sa
hir da reserva em que e^teve ai aqu, nao me
oceultarei por mais tempo. Nao escaaseam
svmptomaa que deixam crer que o partido re-
publicano nao ficari por muito tempo mais em
espectativa.
Governiatas e opposicioEistas preoecupam ae
em conqoiatar o apo o ou pelo menos a neufa
lidade benvola do papado. A iotervencao de
LeSo XHI em favor do governo actual da Franca,
suscitar o deaejo de urna intervengo semelhan-
te na Hespanha.
Foi muito notado que nos seus ltimos dis-
cursos ou manifest!, o Sr. Salmern e o pro
prio Sr. Zorrilla, Uve^am o cuidado de protestar
que dSo eram inimigos da religiao catbolica.
E' urna vlsivel captatio benevolent'ce dos
chefos do partido republicano com ende teco ao
Vaticat.0. Ata,ora somente o Sr. Caslella*
usar d'esta ltnguagem.
Por out a lado os amigos da regencia quero.
rio levar o Papa a urna declarao formal contra
ob republicanos e, principalmente contra o car-
lismo.
At heje Le3o XIII tem se esquivado, e soa fir-
me resolucio de se nao pronunciar.
O carlismo manifest da forte maioria do cle-
ro hespanhol, de antemo paralysa a interven-
gao do Papa Leao XIII. que recofda-ae das d f
acuidades que qoasi teve com o clero irlandel,
quando lhe imputaram a alteacSo de condem-
nar o movimento nacionalista.
N;o qoerer, pois, comprometter-se e recuaa
ri pronunciar se.
Em coneequencia da noticia de que a rainb'
regente nao ira a Granada, a populacho d'aquella
cida amotincu-se noite de 3 do corrente, quei
mando o arco triumpbal pr parado para Sua Ma-
gestade, e apedreando urna casa.
Os republicanos, qo sao numerosos n'aquella
cidade, approvtiando a occasiao, cornea am a
gritar: Vi t a Repblica; o que obrigou a ca
vallara da guarda cvica a dar algumas cargas,
dispersando os amotinados
A ordem flcou inteiratneo.e restabelecida esta
madrugada ; m>8 foram feridas algumas pessoas,
e effectaaram-se varias priaes
.Chegou a Sevilba, onde tenciona passar o
.nverao, .-na alteza a Sra. duquesa de Mootpen
sier, av de sua magestade a rainha de Portugal
D. Amelp.
Sua alteza era esperada na gare pela rainha de
Heapanha, a infanta D. Mara Tereza, altos di-
gnatarios da corte e as principaes autoridades
civis e militares.
Os ministros reunidos sob a presidencia da
rainba re/ente oceuparam-se dos festejos por oc-
casiao da vinda dos reis de Portugal.
Entre outros festejos resolveram-se os segan-
tes : a familia real, os ministros e as autorida-
des ir > e8tacao do caminbo de ferro receber
os soberanos de Portugal; as tropas da guarn ;
gao formarao alas as roas do transito, e desfila-'
rao depoia em frente do palacio real.
Desistte-8e do grande simulacro militar no
acampamento de Carabancbel, pela inseguranca
do tempo.
A rainba regente dar no sabbado 12 em hon-
ra dos reis de Portugal um grande banquete e
gala, e depoia um concert, no qual tomaro
parte os principaes artistas do tneatro da Opera;
no domingo um grande baile, e oa segunda-feira
ama recepeo solemne para qu; serao convida
dos os seca lores e os deputados, todas as corpo-
racGes, a nobreza, o exercito, a armada e o cor-
po diplomtico.
H1 ver tambe m retreta milita .
Suas magestades visitarao as exposicOes.
E' provavel que a muo'cipalidade orgacise tam-
bem alguma festa em honra dos soberanos por-
togu(ze3.
Esta, efectivamente all ebegaram a 10 do
corrente.
A cG te bespanbola e o povo madrileo, fize-
ram i he a mais enthusiastica recepeo.
Em toda a liaba frrea os soberanos de Portu
gal receberam durante a viagem provas de sym
pathia e respeito.
El re i D. Carlos de Portugal e sua augusta es-
posa 't* n sido at hoje alvo de espontaneas e en-
tbuaiasticas maoifesta^O-s populare .
Suas magestades acham ce alojados no palacio
real, oceupando os aposentos denominados de
Carlos III.
O squito dos soberanos portuguezes, alm de
ontros "eraonagens da corte, compOem-Ee do
presidente do conselho e dos ministros de eetran
geiros e da colonias.
Em sua honra prepara se imponente revista
militar, formando toda a guarnigo, e baver ton
radas e esplendidas cavalgatas.
Diversos espectculos de gala acham se igual-
mente proyectados.
A rainha e a alta aristocracia hespanhola effe-
ctuaro em todos estes dias, ?t 16 do correte,
banquetea e bailes em honra aos regios viajantes.
Dizia se que SS. MM. se demorariam na corte
bespanbola at o dia 17.
Corre com insisteucia que a visita dos so-
berano? portuguezes ser aasignalada uo so
por urna conveoco commercal, mas taaab :m
por um tratado de alliaoca; e at dizia se que o
ministro da fazenda de Hespaoba e o ministro
de Portugal diacutiam as clau'ulas de um trata-
do de commercio entre os dona paizes.
Mas foi desmentida a noticia de ter sido cele
brado om tratado de alliaog offeosiva e defensi-
va da Hespanbae Portugal, estando feito, porm,
o tratado de commercio entre os dous paizes.
as negociages terminavam no dia 17 ej5 pro-
vavel que por estes tres dias sejam aasignados
os textos autbenticos, que in de subir i, ralifi-
cago d03 respec'.ivos corpos legislativos.
Voltando a recepgo, todas as noticias as-
slgoalam-n'a como a mais pomposa possivel.
Efectivamente, durante lodos estes dias, a ci-
dade tem estado embandeirada, bavendo noite
illom!nac.0?3 geraes.
Suaa Magestades !m honrado com a soa pre
8eoga diversos banquetes e bailes realiaados
para featejal-os. .
No dia 12, e!-rei D. Carlos pissou revista a
uarnigo, que fo-mou em prlmeiro uaiforme, e
elogiou o porte das tropas.
A' noite houve bellissima retreta veneziana,
com assistencia dos soberanos e grande concurso
populir.
No dia seguinte teve lugar a tourada portu
gueza, havendo noite banquete de gala no pa-
lacio real.
A 16 houve banquete em pa'acio e espectculo
de gala, tornando-se esta ultima solemnidade no
lavel pela preseBga de toda a corte bespanbola.
Todas estas homenageos ten tido ocuoho mais
expansivo e sincero, coincidindo com innmeras
distiocgea fellaa a portuguezea illustres como
Pinheiro Cbagas e Ramalho Orgao, que all se
acham.
Pinheiro Cbagas em umi daa sesaoes do
congresso dos americanistas, a que co npareceo
como representante de Poringal, leu um resumo
do seu livro sobre Colombo, no qual sffirma ter
sido perfeitamente iuternacional a des:oberla do
Brazil, e que tanto Pedro Alvares Cabral ao sul,
como Gnpar COrte Real ao norte, procu'iram
encontrar a Asia, que Colombo debalde procura-
ra pelo centro, sendo por isso muito saudado,
riocipblmenle pelo distinctissimo geographo
Marcel.
derna, como Isabel personaliaava a Hespanba
antlga, brindava o orador com entrusiasmo.
porque, aim de tudo, a rainha soubera dourar
a sua coii com os dous esplendores maissa
grados que podem irradiar de urna alma de
mulher : a de esposa e a de mi
No presidio de Tarrigosa honve hontem
conflicto entre os eeatenciados e a polica.
Aqnelles foram batidos, havendo nlgums mor-
ios e muitoe ferido.'.
e
Em outras muilas occaeiOes lhe foram pre3ta
das grandes bomenagens.
Em um almogo, a qae esteve preaente, depoia
de ouroa notaveis oradores, lomou a palavra e
desculpaodo-se de fallar em portugus, dase :
t Coloaibj, foram portuguezas os aeus primei-
ro3 amores, em Portugal-nasceu oseusonho dou
r do, e ae nao foi com marioheiros portuguezes
que elle reaaou o seu deacobrimento, foi por-
que a P-Ovidencia, to prodiga comnosco, quiz
em justa partilba reservar para a Hespanba easa
gloria.
Estas palavra3 levantaram grandes applausoa ;
comegou a jnntar-ae povo, e foi no meio de urna
ovago que Pinheiro Cbagas disse :
Foram as nossas duas linguas as qce pri-
meiro repeliram 03 echos das florestas virgens
e do virgem Octano *
S i em liogoagem articulada se podessem Ira
duzir 03 murmu ios das vagas, urnas fallariam
em portugoez e out'os responderiam em he>pa
nbol; porque a voz que prlmeiro Ihes dominou
aa forgas, o grito que primei o annuocion tr-
ras desconhecidas, o cauto qae primeiro trium
pbalmente resiou nos longtnqulos mares, se nao
parti do Algarve, parti da Aodaiozia ; ee n"
parti do Minho, parti das Vascongadas; se
nao foi Colombo que o soltou, foi Vasco da Ga
ma ; ae nao foi Bartbomeu Dias, foi Pinzn ; se
nao foi Magalbes, foi El Cano; e em todo o
caso parti sem pre desta pennsula heroica ode
se retemperam nos mesmos ros as mesma3 co
ragens, onde o mesmo co accende os meemos
pensamentos, onde at parece que o mesmo
olhar Deg o e ardente da mulher iollimmi do
corago do hornero, o patriotismo e o amor.
Eoto, flzeram lbe urna ovagao enorme, que
augmentou anda, quando fallando da influencia
da muln -r no destino oe Colombo, se evantou
de novo, dizendo que aproveitava o ens?jo para
protesia- contra a ioju3tiga secular que acensa
Portugal de ter repellido Colombo
Nao foi Portugal que o repeino, foi a Earopa
inteira, porque a prosa, que invada osenlo,
tinba necesarriameme de repellir a poesa, o
calculo, a aveotora.
Por issi, Colombo e poda ser comprehendi
do oor umi alm de mulber, e qas mulher 1
Isabel a Catbolica I
Assim, urna rainha lhe abrir a immorlalida
de. out a rainba agora Ih'o sanccioiava : e a
e si rainha que personaliaava a Hespanba mo-
A cmara dos depotados approvou com sensi
vel maioria de votos o prejeclo de lei relativo
suppresso dos impestoa actualmente em vigor
sobre oa vahos, ciJraa e cervejas, augme taado
por outro lado o imposto sobre oa alcools.
A meama casara comegou a discuasSo do pro
jecto de lei apresentado pelo governo francs,
tendo por Qm reforgar por diversos artigos o
projecto de lei sobre a imprensa, principalmen-
te no que diz respeito as excilagoes ao homici-
dio.
A discusso tem se mantido acalorada e tu-
multuosa mesmo; e do dia 17 o deputado Cas
sagnac, um dos oradores da opposigo, comba
tendo a proposla, avangou que o governo que-
ra legalisar a dictadura disfargada.
Por parte do governo, defeoderam a proposta
o presidente do conselbc e o ministro de estran
geiros
Duranle lodo o debate, trocaram-se asmis
vilenos apoatrophes, sendo chamados ordem
muitos debutados.
Accentuaram-se as probabilidades de crise
ministerial e assegurr-se que toJo o ministerio
dar demUso, indigitaodo-se para futuro orga-
nisador do gabinete Mr. Freycinet.
Diz-se que isto determinado por questSes
de poltica interna.
O ministerio foi inlerpellado na cmara dos
deputados, a proposito da greve de Carmaux e
8nbafquente inlervengo do presidente do con-
selho.
A discusaOo termioou, sendo apprsvada urna
mogo de confiaoga ao gbine;e.
Mr. Loubet, presiiente do conselho de mi-
ni-tros, foi eleto coiselaeiro municipal de Rou
baix.
Etienne, sub secretario de estado das Colonias
foi eleilo \i:o-pre-idente da cmara dos deputa-
dos.
O presidente da Bepub'ico receben urna
carta do re Humberto agradecendo loe o con-
curso da esquadra franceza s festas de Genova.
Pelo que corre e sommentado nos circu-
ios poli'ics de Paris as recepgOes officiaes te-
riu este anno urna novidade senaalion.
Diz-se que oSr. Carnot, presidente da Rep-
blica usar eote invern as recepgss officiaes
o collar de grto-mestre da Legio de Legio de
Honra, para o que tem havido j negociares
entre o Eizseu e a chancellara,
Mr. Carnot vai-ss divinisando se consagran
do a pouco e pooco.
Agora j lbe nao serve o simples rnban roa
ge da gr cruz, laogado a tiracollo sobre o pei-
ti ho eapeihado da camisa e por baixo do seo
bel o collete as3etinado; que o grande colar
como Nipoleo I e como Napoleo ill.
O colla da LgiSo de Honra tem urna bis'oria.
Em 14 < nando a f, Legio de Honra, creou para o grao mestre da
ordem um collar, de que elle mesmo fez o de
senho e a composigo: Era de ouro e prata,
composto de medalbes, alternando com aguias,
Meadas por urna dupla cadeia; e alguna das
antes da sagragj, o imperador accrescentou lhe
a cruz da ordem, encimada pela corea ituperi&l.
Nao sem difficuldade, este collar, de um gran-
de valor artstico, chegou at Napoleo III. Em
1855 foi perdido por um camarista que o leva a
a limpar e achad" por um operario, que o levou
s Tulherias. Deram lhe 1.000 francos e... um
estanco.
Qie fim levou esse collar? Dizem uns que foi
levado pela imperatriz para a Inglaterra, aftir-
mam outros que foi roubado pelos communislas
Ha quem afirme, porem, que foi enviado para a
chancellara da ordem e fci destruido pelo in
cendio de 1871, apparecendo apenas nos escom-
bro* um pequeo fragmento, que em 1873 foi
offerecido ao Sr. Thiers para mandar recons
truir o co'lar do grSo-mestre.
Ora, nesta reconstituic/o as aguias foram sub
stituidas por florfies, 03 NN dos medalbOes por
motivos decorativos e as cadeias por feixes de
lictores do mais bello effeito ; e rustou uns
10:000 francos.
Os Sra. Taiers e marechal de Mac Mihon usa
ram-no urna ou outra vez, mas. o Sr. Grevy. .
guardn o no seu cofre a prova de fogo e nunca
o poz.
Depoil de abandonar a presidencia entregou c
ao general Faidherb, que n paasou ao Sr. Carnot,
que nunca o poz em publico, dizendose que ex-
perimentndolo diante de om espelbo reconhe-
cera qae lbe nao ia bc-m.
Agora mudou de ooioio.
Porque seria ou porque ser ?
Foi assifinado tratado de commercio entre
a Russia e a Franca, abraogendo as colonias da
Repblica.
Eocooira serias difficuldids o novo em-
presllmo ruaso langado nesta praga.
Attribue-se este facto aos rumorea da prxima
campanba 'o Afghanistan.
O acordo commarcial entre o ministro dt
Franca e o 8UltSo de Marroccs com porta multas
reducgdea nos dire'los aduaneiros sobre os pro-
ductos fraocezes imputados no imperio, e auto-
risa a sabida de diferentes productos marroqu
nos, caja exportagao era at aora prohibida.
O accordo entrar em vigor no dia 31 de De-
zembro prximo.
As diligencias judiciaria? referentes ao con
selho de adminialrag&o da amiga companbia do
Canal Ocenico do Panam a hontem tlveram o
seu desfecho final, sendo decidido que se prosi
ga judicialmente contra os promotores e encor-
poradores da mesma companbia.
Consta que os p incipaes inculpados sao o
Conde de Lesseps, o seu Gibo Charles dcLesseps.
M. E fiel, bem conhecido coaslructor da torre de
seu nome e outros collegas da direcgo da com
oanhia; e j foi instaurado prucesso contra Mrj.
L^sseps, Fontaines, Cottu e EiffeL
As tres vagas existentes na A'ademia Fran-
ceza depoia dos consecutivos fallecimentos de
Renn, Marmier e Rousset, fazem, como eos
turne, audar numa dobadoura o exercito da pre
tendentes quelles ambicionados logares dest-
nalos a satisfazer a vaidade dos sabios e escrip
torea.
Parece qae nenham d'e3tes em Fraoga conse
gue morrer de3cangado eraquanto nu im-
mortal. ..
Os candidatos provaveis s tres cadelras su-
oradilas sao 03 Sra. Brunet:e. Ferdinaud Fa-
bre. Emile Zola, Berthelot, ThureauDangln,
Andr Taeuriet, Eogne Manuel, etc. etc.
O Fgaro* indica, como sendo os que maio
res probabilidades teem de ter eleitos ; o Sr.
Berthelot, para acadeira de Renn ; O Sr. Tbu
reau-Daogin, para a de Rousset; e o Sr. Z ila,
par a de Maruiier.
O mesmo jornal dia qae doi- oa tres outros
immortaes se acham gravemente doeates, dan-
do a entender que os candidaos mostram pela
sauda ci'e les o mesmo penhorante inurasse qae
os cangalbero8 usam ter pela daspessoas impor-
tantes que residem prox mo de seus estabelcci
nentos.
*/ ni'.as vanitatum 1
Um engeaho iafernal acaba de faier expo
'io oa avenida da Opera, causando grandes es-
tragos e algumas motes.
Apezar das averiguages que proceden, ter a
polica elementos de prov s contra os mlaeiros
de Carmaux, com tudo por emquinto teem sido
infructferas as diligencias empregadas por par-
te da polica pariiiense para descoberta do cri-
minoso ou criminosos do eogenho explosivo en-
contrado na sede principal das minas de carvo
1e Carmaux, estabelecida nesta capital.
Acredita-se geralmente que se acham implica-
dos os aoarcbslaj, nicos auctores dease de-
licio.
. A polica tem no entretanto, effectuado nume-
rosas prises de individuos suspeitos as expo
86e3 de dynamite, ltimamente bavidas naquella
regiSo mineira, tendo apprehendido no dia 13
lo crreme muitaa bombas explosivas crimino-
samente co'locadas em varias pracas da capital.
Ao mesmo tempo oa agentes da seguranga pu-
blica prenderam diversos individuos que affixa
vam cartazea exaltando Ravachol e a obra do
anarchismo.
Est averiguado que estes individuos sao anar-
chistas procedentes de Chicago e julgi se que
oto sao estraaos tentativa criminosa de que
mais cima nos oceupamos.
{Contada).
INTERIOR
Rio Grande de Sal
(DA FOLHA NOVA)
Conjurau (enebro
Grandes revelagOes. Numerosos assassinios
projectados. Malangas: vinlicta sem limites.
Mutago de institulgOes.
Prdromos
l
Desde muo abandonado pela parte valida e
s do Rio Grande do Sul. o grupo multicolor de
individuos recrutados no sedimento de todo3 os
gremios polticos e que ae denominapartido
federal, appellou agora para o mais negro ni-
hilismo, ao ver se apeado do poder qae deshon-
rara, e naimpoasibilidade de reconquistal-o, seja
por meio do apoio da opinio, seja pelo presti-
gio das armas.
Estavam em nossas mos ha algom tempo ja
os fios da trama infernal e iamos com paciente
e patritico esforgo desentelando os, quando um
completo successo vsio coroar os nossos traba
Ihos.
Mas... narremos com methodo e Bel micucio-
aidade a historia do grande crime projectado.
Emigrados para o Estado Oriental, depois de
fugirem vergonbosamente da frente da3 hosies
republicanas, comprebenderam os colligados
que era preciso dispr elementos para a lacla
sob pena de firmarse para sempre a siluago
actual, annullando completamente e fazendo
desap parecer a fracg&o poltica que acaricia ain
da em segrede a idea monarchica e qae repre
senta entre nos a velha e gasta gente que vivia
s topas do imperio. Perceberam sem demora
que, si deixassem em paz o Estado, o progresso
deste, sombra do governo republicano, conso-
lara definitivamente o dominio da nosea ag
gremiago partidaria, impedioio os de tornar
aos po3tos cobigados, onde delapidavam as ren-
das publicas ; postos que anhelavam para po."
ea pratica o que lhes reclamava o coracSo re-
pas-ado de odio, conturbado pelas violencias de
sanguinario rancor, ab f um rancor sem medi-
da e sem fundamento, um od o e um rancor ca
pazes das maiores crueld:des e da fereza mais
deshumanaComegaram, ento, a conspirar.
Urna das armas que desde logo puzeram em
jogo foi a intriga e a diffuso das mais escanda
losas falsidades.
Na intuito de malquistarnos com a opinio e
' oaseguirem adhereutes, forjaram calumnias de
toda sorte ; ouvit-os seria admittir que o gene
roso partido repblica o um bando de fras e
malfeitores!. Espalbavam contos terrives em
que a imaginaga pintava quadros de horror e
bceoas de caaibalismo assoalhavam phintasias
sanguinolentas como facise tristes realidades,
atteDtados commettidoB por o3; publicavam
urbe et orbe que o saque e toda a casta de vanda-
lismos acompanhava os nossos passos ; 4 forga
ae deprimir-nos, chega am at a agigantar-nos
as proporgOes, pretendendo fazer acreditar que
os pacatos republcsnos eram ans verdadeiros
Atilas I
(Mas, que eram estes ataques ao lado dos que
projectaram depois ?).
Consumiam o tempo nesta campanba diffama-
dora, parallelamente aprestando os meios para
perturbar a trra uital quando um espirito ende
moninhado lhes suggerio um alvitre efficaz e
Ibes apontou um proceeso terrivel, mas que nao
podia falhar. Era urna cousa perveraa, horrenda :
qie importava laso aos que ae tizeram proaaio-
naes na arte sacrilega de explorar a patria em
beneficio proprio ?
Plano infernal
II
Eatavam os foragido3 na visinha repblica, di-
ziamo3, preoecupados com a idea dedeixarcom
pleto o nosso descrdito perante todo o munlo e
com o de obterem o que Ins falUva para urna
lucia decisiva, quando ao principal foco da con-
8piragSc cnega urna carta de personagem, que,
pelo que se vai 1er, era importante as rodas
emigra Jas.
At hoje nao conseguimos aaber de quem era
a asignatura da epstola diablica, era datada
de Montevideo, cumprindo notar que a nica
pessoa con8ideravcl dos emigrados que l eatava
nesaa 'iccaaio era o Dr. J0S0 de Barros Cas
sal. ,.
Receida a c-rta, o sea destioata 10. Paulino
Vares, coogregou todos os emigrados da Rivera,
n'uraa das salas do'hotel Garagorri, e abi proce
deu a leilura da mi.-si -a em quesiao.
Fazendo largas con3derag5e3 sobre a projec
tada revolia, o autor da carta demonstrava ser
impossivel o triumpho qae almejavam, emquan
to no Rio Grande do Sul existisaem certos cho-
tea republicanos, diante de cojo prestigio for-
ja 8eriam impotentes 03 caurtilhos federaes e que
esteiavam a situago de modo inabalavel.
Esses caefes deviam ser previamente elimina-
dos, armando-se pessoal adequado para dar ca-
bo delle8, um a um: esta operagSo preliminar
era, na dizer do missivista, indispeasavel, sob
pena de abortar o movlmento revolucionario, qae
seria fatalmente victorioso depois de desappare-
cerem 03 cidadSos referidos.
O nomo dos que deviam ser immoiados pelo
bacamarte dos aasassinos viqba consignado na
carta, cujo autor serenamente uesignava-os, co-
mo s isto fosse a mai3 natnral e meritoria das
acg'ea f k quanto chega a perverso dos sent-
mentos humanos I
A lisia nao era pequea. Deviam ser feridas
as irevas e traigoeiramente os generaos Hyop-
polilo Ribeiro e Izidoro de Oliveira, os Dra. Je-
ito de Castilbos, Fernando Abott, TrtBtao Torres
e Carlos Barbosa, sendo que tambem teriam de
ser eliminados outros desde que bouvesse op-
portunidaae mas amorte dos enumerados
que era mais necesearia e que nSo poliam dis-
pensar.
Os desalmados presentes reuniSo applandi-
ram a lembraoga, que Lies parecen admlravel
urna pessoa houve, ioJavia, que declarou ser
aquilio umi infamia, urna covardia miaeravel,
orna feloDi' atroz-
Essa pessoa foi o Sr. Riphael Cabeda, qse se
oppoz vi -ament aopgo de praticas to fero
es, chegando a dizer que se acceitassem o vio-
lento alvitre qae ihes era proposto, iria 1 im-
prensa varrer em tempo a soa testada.
To generosas disposigds foram mudadas, no
entretanto, pelo espirito endemoninhado que te-
nia a'tenebrosa macbinaga.No dia immediato
foi chamado, pelo telegrapbo, a Montevideo o
9r. Cabeda e l a tentago viagou ; ao regressar
elle declarava qae concordava com tudo, pois
assim era preciso.
Picoa assentado, portanlo, que deviam ser a3-
sassinados uns quantos patricios, aguns, verda-
deiras glorias nacionaes, ontro*, servidores im-
maculados ou esperaogas da Patria !
E tudo para que 7 Pelo desejo de conseguir
outra vez um governo que tiveiam em mos du-
rante sete mezes e que nao illostraram por ne-
nbum acto notavel nem sooberam sustentar I...
A tanto arrastas, ambigo do imperio !
Nao lardoa muito a comegar-se a por em pra-
tica o plano sin'atro.
Fez-se urna tentativa coa'ta o Dr. Julio de Cas-
tilb.es. em sua passagem por Pelotas, e em se-
guida, frustrada a tempo, urna outra contra o
Dr. Carlos Barboza e coronel Elias Amaro, que
tiveram denuncia do facto e poderam evital o.
Nao ha muitos das succambiram o coronel
Evaristo e Hilpebrando Padilha, que era o adver-
sario mais temido pelos federaes de S.Fran-
cisca de Paula de Cima da Serra, e tiveaoa de-
nuncia de que se preparavam outros crlmes, de-
vendo ser atacados ao assistirem s corridas
que se deviam realisar no domingo ultimo (dia
das prises), diversos republicanos.
Felizmente, captaron se um emissario dos
conspiradores daqui, em cujo poder se acbaram
papis que proporcionaram ao governo os ele-
mentos para per em exercicio a sua autoridade
contra os que p-e i editavam asaassinos em mas-
sa e a perlurbaco da ordem.
Os documeotos a que nos referimos sao de
lettra e punbo do Sr. Jos Facucdo da Silva Ta
vares e revelara por completo, a veracidade das
informagoes j por nos obtidas e de qae faze-
mos cima larga e minucioso exposigSc.
Plano de MNHflf
III
Depois de de.-lio.-aJo o partido republicano e
morios os cidadoa mais prestrnosos da nosaa
trra, proceder-se-ia iovaao.
Para combinar o plano que devia eer obser
vado ao operal-o, reuoiram se em Mello, capital
do departamento de Serr Largo (Repblica do
Uruguay), os principaes ebefes colligados.
Segtnlo as olas coluidas pelo informante
qae tiobamos entre os proprios conspiradores,
as decitv-s tomadas foram as seguales:
A invasSo so faria simultneamente por toda
a fronteira do sul, indo a maior forga, dirigida
pelo general Joca Tavares, em marcha batida
com rumo geral do Rio Grande, para onde mar-
chara tambem. entrando por Santa Victoria, a
a forga do celebre bandido e feroz assaseioo.
Gomercindo Saraiva, o mesmo que atravessou
em Novembro o municipio de Jagnaro, prati-
caudo rail depredages, e cujos apaniguados tra-
ziam no chapeo o lemmaLoa desfen3oras de
la patria. Tom ida aquella cidade trancariam a
barra, impedindo toda e qualquer communka-
go do Estado com a capital da Repobl ca.
Ao mesmo tempo que isso se farla oa frontei-
ra, rebeotava a revolugo no centro e norte do
Rio Grande do Sul, capitaneada por Facundo
Tavares e oatros, cajos nomes serSo depois co-
nhecidoa pelos nossos leitores.
Em tres cousas fundoa se o bom xito da ia
vaso: na morte previa dos mais importantes
ebefes republicanos, como j dissemos na ce-
leridade das marchas e mcvimentos ; bo estra-
tagema adoptado de fardar 03 invasores, de ma-
neira 1 capacitar s forgas do exeretto que os
fjssem encontrar, que iam bater a coaopaobeiros
da classe armada, o qae prodaziria notavel be-
sitagao e completa coafusao talvez illudindo
lamDem s forgos populares republicanos, de
forma a intimdalas, fazendo lhes crer qae se
iam baver com elementos disciplinados do pro-
prio exercito federal.
Assentando se assim o plano de acglo revolu-
cionaria, discutio se qual o modo de proceder e
quaea deviam ser aa medidas tomadas em pri-
meiro lugar nos pontos que foasem cahindo em
seu poder. Decidiriam, e .to, que em primeiro
I lugar devia abater-se a cabega de um ceno nu-
mero de pesso s qae seriam designadas pelos
ebefes, para assim assegurar-se para sempre o
tranquillo dominio do partido, pois que os re-
publicanos, obstinados como ao, prlncipiaiiam
a conspirar no dia seguate a derra'.a ; decidi-
ram mais que, como satisfago aos correligiona-
rios, nao impediram as vingaagas de ninguem,
desforrando-se cada am tegundo os aggravos
que tiaha ou julgasse ter, o que tambem coope-
rara para o completo abatimento dos adversa-
rios.
Levaotou se, finalmente, a questo da saber
se deveria ser levantada a bandeira monarchica
desie logo, no comego do movimento. Opina-
ram muitos por esta idea, ooservando que as-
sim se prodaziria n logo demonstrages das pes-
soas com que o Dr. Gaspar Martina est cooluia-
do ees outros EsfaJos; mas viagou a de que
era mais pratico o Rio-Grande na guerra c vil e,
depois de victor03O3 em Porto Alegre decidirem
definitivamente, visto qae assim nao per Jeriam
o concurso dos republicanos di83identes.
Mais tarde, em outra reunio, e desesperando
de conseguirem no Rio de Janeiro as sommas
com que coolavam para assoldadar gente, resol-
vern] empregar o capital obtido em sabscri-
pc3 s, e que nao monta va a muito, na compra
de armamento, prometindose livre saque aos
que os a ompaohassem, como um reaarcimen o
do que fra por cada um perdido na revolugo
de Jonho, e como um meio de alistar gente en-
tre o pessoal desoecupado da visinha rep-
blica. .
S n'ama coasa errou o noaso informante e
foi garantir-nos que o commandante em ebefe
do projectado movimento serla o coronel Victo
rio Guerreiro, pois dizia estar desprestigiado de
todo o general Tavares, quando no emtaato a
correspondencia apprehendida declara qoe este,
e nao aqie'le, commandar a Invaso. No mais
tudo tem sido confirmado, e o plano que elle dos
commuuicou vem edbocado n s cartas referidas
do coronel Facundo.Outro facto de que nos
mstruio, foi que o Dr. Barro3 Cassal nao estava
as boas gragas dos colligados, fleando esse ci-
dadSo completamente margem depois da con>
ferencia bavida entre elle e o Dr. Gaspar Mar-
lins, ao voltar este do Rio de Janeiro. Ora, isto
confirmado pelas cartas de Facundo Tavare3,
em que vem o seguinte tpico: Cassal nao
conferenciou aqu com nenhnm companbeiro.
S lhe fallou por eapago de urna hora o Werces-
lo Escobar e nada disse a elle I
Concluso
IV
Conclue-se, portanto, da -exposigo que faze-
mos, qoe o partido federal projectava urna re-
volugo que seria nica em nossos anaes, pela
ferocidade do plano : urna esppcie de hecatom-
be em Sant-Bartbfemy ou de Veceras Sicilia-
n s : eram, primeiro, os assasainioa de lista na
mo ; segundo, a degolla dos principaes reru-
blicanos, acompaohada das malangas em des-
atl onta ; a viogaaga sem peas em toda a fie-
nituJe do rancor entregue a si mesmo ; tercai-
ro, o saque, a entrada violenta nos domicilios,
o atropello s familias, o devastamento daa pro-
priedadea ; urna lrrupgao de vndalos ; qoarto,
o reeothronisamento da mon.rcbia, proclamada
aqu e repercatindo o grito res'aurddor em S.



1
i
,
;

1



Diario de Pemamimeo -Sexta-feira 25 e-Novembro de 189
^i.

fet .combina
,,*- o ex
Paulo e ootros ugares, em que
(Oes o mentor dos revolasieaarlos
eonselhel o Silve ra Martiau
Eia este pavoroso fudraqu**fl3
naeriam deseorolar em aoanMrra :
O banditismo em plana Saatbaa.l satwe-wm
lago de sangos, illffifeiadmpelo incensio
guerra civil : que painel pBSSBtico !
Que horror 1
AGRICBITRA
anneitr arenttno o ua extop
r Sobra a producoSo do assuoar a-g*ati-
no escreveu o Staidart, de Buenos-
Ayres.
c S slo exactas as estatiaticas publica-
das, o assucar produsido este aaao attin-
gir a> algirisao de 63,003 toneladas,
eado 40,000 tonelada) da Ticumaa.....
10,000 de Sai.tiago e o reato di Chaca,
Comentes, ete.
O Diario accraacenta quo o valor
d'eile ser da oerca de 2b milhoaa em
aoeda correte, ou 1.500,000 ib, isto ,
21 Iba. por tonelada, qae um valor exa
gerado, notando-ja que o assuoar oSo re-
finado ore* por um prego de pouoo mais
de metade a'aqaelle.
Ser interesBante compirar-aa a impor-
iaclo e a produccao avaliada durante al
guos annos:
TONELADAS
Aiw3 Imp>rtiCio Produjca-o Consumo
1886 18,200 40 013 58.200
1887 22.9>3 30.0DT 57.900
1888 lJ.40O 40 000 59.4 JO
1889 34.500 30.0J0 64 500
1890 29.500 35.000 64,500
1891 12.800 &0.000 62.800
1892 63.CO0
Nao estamos de modo algura ceroB de
que a producgao orear este auno pela
avaliagli j taita ; em tolo caso, porem,
o progresso das planta oas de canoa nao
corresponde aos sacrificio*, que a najao
faz por esta industria.
Sjgundo o Diario, o valor no merca-
do da 24 Iba. por tonelada nao refinada
de assuoar de Tucaman, ou justammte o
dobro de seu valor na Inglaterra. Si
dermos, porm, o descont da vi do para a
refiaajao, fretes, embarque, eto. muito
de aoppor que o mesmo assucar deseara
av 16 lbs. por tonelada.
O exceaso para o publico po'13 da 8
ib. por t.ae'ada, e como o ;oa3jai> nos 6
anos pastados verifioou se ser de 62.003
toneladas, se*ue-so >qno o augmonto tem
sido da 530.0 0 Ib por auno.
Da oaminao deve se diaer que isto real-
mente nao urna perda, desde qae as
ditas 500.000 Ib. por anno tm sido ab
servidas pelos amigos e capitalistas embar-
cados na industria argentina.
' n ecessario, comtudo lembrar que...
4 000,00D de pessoas alo tazadas oom
500,010 Iba... isto 8.000:0004 de moeda
corrente, e que o numero dos beneficiados
na verdade muito pequeo, um simples
pan hado de fabri a.tes de a sanear.
qual o res-dudo ?
E' que provavelmente acbamo-noa ha
bilrtados a produair mais 20.000 tonela
das de assucar do qae nos seis annos
piaaadoa. Decididamente nSo se devia
auxiliar esse jogo.
Si nao se pagasse aos fabricantes de as-
sucar para augmentar o seu fabrico, com
am imposto da 70 dallara de ouro por to
nelada (ou por 100 0|Q ad valorem) o
negocio di.'ia st urna perla para a rep-
blica
a 7.
e
-' do que se cha-
-.0 nev em de
03, CU
De 40
REVISTA DIARIA
Circular.S. Exc. o Sr. governador ex-
peli aos presidentes dos coocelbos munici
paes :
4. Secgo-Em 22 d; Novemnro de 1891
CircolarSr. presidente do conceibo (ou iolen-
deocia Manicipal de.........
Tendo, por portara de boje, determinado qne
ao eieieo para preeoebimento da vaga de am
d(potado, designada pira o dia 17 de Derembio
viodooro, em eubstituico do Dr. Joo de Cli
veira, qae renar.ciou o m.adato, tejam observa
das as ostrucces de 21 de Agosto ultimo quan-
to ao numero de eleilores que deve conter cada
secjo e nomeaco das mezas pelos presiden
tes dos concelbcs monicipaes ou das intenden-
cias ; aseim vos declaro para oeso coubecimea
to e dtvidos tffanos.8aude e Fraternidade
A>eiaodre Jos Barbo a Lima.
Delegada IliterariaPor acto de 23
e sobre proposta do Sr. inspector eral da las-
irucco Puolica foi nomeado o bacbarel Fran-
ci -o lo !t-k'cBapts'a para exercer o cargo de
df legado do 3.' aistrlcto Iliterario de S. Jos do
Recife, em sobstituicSo do actual que foi exo-
nerado por ter mudado de residencia.
Vacnldade de Direito Eis o resultado
dos ac os du bontem :
I." serie
Carlos Augusto de Araujo Cosa, plenamente.
Loii Gonzaga Gomes da Silva, dem.
Adolpbo Cyriaco da Cruz Ribeiro, dem.
Luiz Correu de Siqueira S, dem.
Eoclides D;ocleciaoo Carvalbo, simplesmente.
Benjamn Verbosa Jac:bina Filbo, dem.
4.* anno
Francisco de Paula Pinbeiro. plenamente.
Heraclo Pmbelro, d-m.
Joaquim Correia de Olveira Andrade Lyra,
mpleemente em civil.
Hemeterio Fe: o.ndes Raposo de Helio, sim-
plesmente.
Ignacio X vier de Carvalbo, simplesmente em
civil.
Jos H .'i vicio de Soaza, simplesmente.
2 reprovados em martimo.
3.* anno
Jos Gue les Correia Gondim, plenamente.
Angosto Tavarea de Lyra, dem.
Pedro Baodeira Cavalcanle, dem em economa
processo e simplesmente as oatras caderas.
Alvaro G. de Albuqaerque Maranho, plena
mete em economa e simplesmente as ontras
Vital Sonano de Sooza, simplesmeo'e.
Resultado dos actos do dia 23 do corrate:
1.* serie
H-.nrique Cavaicanti Los, distinecao.
Jos Carneiro da Gama Malcoer, idem.
Eneas Lobo Nogu ira, plenamente.
A'lbar Fausto Botelbo, idem.
Manoel Carpinteirj Peres Jonior, idem em
constitucional e simplesmente em pbilosophia
historia do Direito.
Manoel Lacerda, simplesmente.
2.a serie jo.idica
Augusto Leone, sim lesmente.
Paulino Augusto Vell. so Freir, idem.
Aubuato Bezerra Cavaicanti, idem.
Manoel Babia Sosiabo, idem em civil e cri
minal.
Joao Tavares de Carvalbo, idem, idem.
Tres reprovados em romano e tommercial e
ata em civil e criminal.
2.a anno
Jos Pe eir Cbermont Raioi, distinecao.
Qucdvolt Dos G mes Vinbas, simplesmente.
Balduino Jos Metra Ha- dman, dem.
Manoel Crrela Gi-cia, idem em constitu-
cional.
O Mnniclpio Foi bjntemdi3tnbuido n.
29, cojo exemplar recebemos agradecidos ao
collega pela visita-
Paranyha-Do vsinbo Estado temos noti-
cia de que na respectiva capital haviam cabido
boas cbavas por alguna das.
O collega do Estado da Parabyba* acaba de
dar.to snrjJkiaaspaee-sasa s*2sssimas*s*ilitado a
(adtBaea- jetomtx.a ss^itost^taaQtwssri.aaSnfnDsa a
auetteVitaA.
O ytoiiawi1 l A uMastSSai ucieati^
da .8ca fnefoi ao ttsu aator o fotarMU Mate
commonicoa liastesi er
destaeaaos as egainles:
Marte powae duasifiadeisakiessHat
to aotnu pos sul.
Eatreellas ba
retida.
Na cadeia eqna'o-'"'
mou a regifto einze
Agosto, que derroten
Jonto ao Sola Lacus exijtem oote la,
jas dimeosoes sao de 80 miibas por 1
por 40.
Sao ligados, por urna llnba e-cu-1 a urna su -
pe llcie muito vas a, igualmente escara, que
narece ser um mar, posto qae a cor nao seja
atnl.
. Desde qn a nev (u:d o as observ cOas, tor-
naram se difBeeia po* causa das nuvens amare!
iad->s que se formaram, am certot pontos (rana
par. n ea e que depois gradualmente se dlstipa
ram;Tltrrgtnd:ose pira o sol.
Pbj og-aphiram orna grande mancha verde,
quappa ( j sobre superHcie, do planeta a
qaal nao se sabem bem o que seja.
tjnnailo Peraambneano -Eis o re
soltado dos exames de algebra, geometra e
trigooometria bavidos n'esae instituto, nos ter
mos d decreto n. 1389 de 21 de Fevereiro de
1891.
A banca foi constituida do conego Dr. rege-
dor, presidente ; Drs. Cicero Odn Pe-e-rio
da Silva e Joaqun Antonio de Castro Lonrei-o,
examinadores ; Dr. Olintbo Vctor, fiscal fe-
deral.
Algebra
Jos Manoel do Re^o Barros, plenamente.
Hinrique Baadei a de Limi Coatiobo, idem.
Ezeqaiel Lopes de Barros. dem.
Jo; Judo Los da N brega, idem.
Jess Ferreira, simplesm.-nte.
Arirnr Doarte, dem.
Jos Pinto Medes, idem.
Amerlco Vespuco Carneiro La), idem.
Inhabilitado para a prova oral 1.
Geometra
Jos Julio Lins da Nobreg*, plenamente.
Mario de Almeida, Custo, dem.
Ezeqaiel Lop-s de Bario;, simpl smente.
Jos Pinto Mendes, dem.
Iababililados para a prova oral 2. __
Trigonometra
Mario de Almeida Castro, plenamente.
Americo Vespaelo Carneiro Leo, simples-
mente.
Jos Manoel do Reg Barros, idem.
Heraclyto se Andrade Vas de Oirr.-ira, idem.
Antonio Ribeiro de Brito, dem.
varriaa^o Tlrecta animalNo las-
ti uto Vaccnico Municipal teve b?ntem logar
ama sessao de vacciaaca > publica com lympba
extrabida directamente de am vitello de 7 mezes
de idade.
A- pustalas vaccinieas acbavam se em perfei-
'.0 desenvol'imento e fomeceram lympba pura
psra a vacciaac&o de 20 cianea?.
O servijo foi praticado pelos Srs. Drs. Bas'os
de Olive ra e Vieira da Caoba.
.-' negadaA bordo do vapor Maranho
ebegou bontem da Capital Federal o Sr. Dr.
Albino M'ira, sendo receido na praca do com-
mercio por amigos e correligionarios que lbe
aguar lavao o esembarque.
*3 de Xsvembro Em solemoisaco do
aaniversario desse dia etveram illamioados o
palacio da goveraaco e todos os ootros edifi-
cios pblicos, ios-indo as msicas marciaes.
Escola Normal -Eis o resaltado dos ex
ames dos alomaos das escolas praticas annexas
esse estabelecimenlo.
Sexo mascolino
logreo
Fraucisco Carlos da Silva Fragoso Filbo, muito
adiantado.
Bal Flix de Mello, idem
Eolaho da Miranda Franco de S, idem.
Francisco Gervasio da C. Peru, adiantado.
Alpbeu L Cesar Ferreira, idem.
Joo Procopio de Almeida, idem.
Miguel Arcbanjo de Albuquerque, idem.
Jos Elia de Souza, idem.
Aureiiano de MoaraGjn.im, idem.
Faltn 1.
2 grao
Branbo da Silva Fraga, muito adiantado.
A*ibnr Hermillo de AlDuquerqoe, idem.
Alvaro Benicio de Vercosa, idem.
An o do de Sooza Rangel, dem.
Demetrio Marliobo da Costa, adiantado.
Ovidio Ferreira de Araujo, dem.
Antonio O.ntas, idem
Ernesto Ucboa Cavalcaote, muito adiantado.
11 meliano Cordeiro, adiantado.
Faltn 1.
3 grao
Francisco Gentil de A. Meilo, distioccao.
Humberto Machado Das, idem.
Arceliao Pontes, idem.
Cnsey do Re^o Freir, idem.
Joo Eugenio Ferreira N'eves, idem.
Hearique Soares das Me c, idem.
Aaoisio Villa Bella, idem.
Sexo femenino
l'gro
Olivia Marcelina C. de Azevedo, muito ad...uta-
da.
Candida Joaquina Medeiro3 Araujo, dem.
Amalia A. da Silva Freir, idem.
Adalgisa Drummoad, idem.
L^ara Regueira de Paula, idem.
2gro
l-abel Francisca da Co-ta, poaco aiiaatada.
A neli.> So.res da S: va, adiantada.
Olympi". C de Vasconcellos, idem.
Aula GjineB dos Passos. idem
Fellabella Quinteiro de Barros, idem.
Rosa Adolpbioa Hartmann, muito adiantada.
Mara P. de Albuquerque Vasconcellos, idem.
Mana da Conceigao de A. Vasconcellos, adian
tada.
3- grao
Lacilla das Neves M Falcio, distincco.
Francisca Uves da Co-ta, plenamente.
Tneresa Maria de Jess Cruz, dem.
Francelina Gomes dos Passos, idem.
Os exames foram presididos pelo Dr. directer
da Escola e pelo Dr. inspector geral da instrac-
gSo, que, ao terminar, dirigi aos professoreg das
re pectivaa escolas anas congratulac6s pelo des-
envolvimento qne veridcou terem os alomos,
confiados as suas direcedes, declarando estar
plenamente satisfeito pelo modo por que era all
distribuida a iostrnecao-
Annlversarlo natalicio-Por ter com-
pletado bontem o sea 32 aniversario o Dr. Mar-
ina Jnior, os seas amiges e correligionarios
festejaram este aconecim nto, presentiando-o
com cuitosos mimos e sabindo a tarde em pas
eeata a comprlmeDtal o em casa de saa residen-
cia no pateo da Santa Crat.
A noa'.e no ibeatro Santo Antonio bouve Bes
sao litteraria.
Pacto escandaloso -Os moradores do
pateo da Santa Cruz preseaciaram na terca felra
i tarde, desta semana, am facto que merece o
qu liflativo de escandaloso.
Um individuo, cujo n.me nao nos sooberam
informar, tendo ama spera troca de palavras
com o 8acbristao da matriz da Boa-Vista, com
este travoo lacta em qae, levando amacacetada,
correa a refugiarse em sua c. sa no pateo da
da Santa Cruz, onde mora em companbia de
urna ta e urna prima com quem est para ca-
sar, a qaal vendo-o entrar precipitadamente
perseguido pelo referido sacbristao, traoca-se
com elle dent-o de um quarto no intuito de li-
vral-o da perseguido do sea iaimigo.
A polica comparecen e, o qne mais notavel,
prenden ao ofendido qae depois foi posto em
liberdade, sem levar em conta o offeasor, por-
ventora anda mais culpado uo facto.
E o qae sobretodo digno de nota qae a
p-op-ia polica, segando nos inforxam, nao ees-
son de proferir pa'ovras obscenas ao commentar
o facto, com erande escndalo para as familias.
Pacada*. -\nteh ntem, as proximidades
do becco do Dique, om individuo dea a'am po
bre velbo diversas tacadas por orna pequea
qu'atio.
Ctnsta-nos qae o referido velbo foi recolbido
ao hospital, j tendo polica capturado o mal-
vado criminoso, autor de tao hediondo crime.
Bantfuelro Fin de ScaloL se no
Jornal do Commorcio :
Em data de 2 de Ootobio, es re ve-nos o nosso
correspond ote de Pars :
Hontem annonciaram os jomaos, qne o Sr.
Tony, commissario de polica, mandn pren d
O ajsntasjSBdo pbarmaceatooe&'MB s-o 1/4
ti .raa da mauha e sabio s SMioraa da tarte.
Joaersav 1X0 Estado Sao 1 >
eria.Xeste audo cem o mator *>ihd de......
50:fllt#000^ ser txtrabida mpretariveiBUBte,
no diario deuD.-zembro.
liOtereaadu Estado So* aamafeas-
A 9' serie* 8a lotera deste estamv, sendo o
premio grande de 600:000*000, sera mprnteri
velmeate extrhida no da 29 de Novembro (terga-
feira).
Lotera do Balado do Ceara 4a
serie da Ia le te ra *n estado do Cear, com o
premio gr&td6 de 16:000*000, ser extrabida
no da 1 de D zembro-
fiOterta do Basado do rao Para
A 5.a sene da fio lotera, deste Estado cojo
premio eraaae de 240:009*000. ser extrahid*
no da 26 de Novembro (sabbado).
Todos os bilbetes dessi lotera acbam se
venda na Casa do Ouro, pertencente a Joo Joa-
qaim da Costa Leite, rna Bario da Vicwia
n. 40.
SPORT
a um baaqueiro, ceitj Dagaerre, que se tinba O pharmaceotico enton is 8 3/4 da manb e
aatabelecidoaa isa d-.Lindres,< em Parts, o era. ahio-at 2 Uaaarde.
sector do ferie Geral Iadaatrial.
Mu Disar.- -am los'typos mais cariosos
doJfcn;aceieo^ isa terscula, paa.qd;m os se
rtSo o drob*nroBllie*a.
E* tiltiode ^sjsaa mobre TOina^rae tiaha urna
i, eatraiaB quaa -kja-aie beleatriim-misero-qu.irtuirij a cipitil
as teartoatruSto tguai;. -M-.s entrn a
s joao trujana cavaloer > o, como o bibiio faz o mon-
ga sasa mosto papaleo, foi domado un algurnaa
casas marqirez d'Agaerre, e casoa com ama brazl-
leira.
Pascado poaco tempo, fandou ambmeona
Avenida da Op ra, algaba rcagos brazileiros o
commanditaram, e, em certo da, em 1880, o
banqaeiro foi preso como este'lionatario, des
mbrindo-ae enlSo qae no era oem marques
oem bomem de bem. Foi prosessado e coa-
demnado.
Ao sabir da cadeia abri outro banco, e os
tolos iiliiram, xt qae em 1889, o ex marqnez,
coja malberj tioba obtido divorcio, foi de novo
preso, procesaado e coodemaado como estelho
natario a o annos de prlsao e a cinco aonoa de
dimortaco fra da capital.
Mas Dague-re, que, de; : spojado do
titulo que usurpara, impingia-se como deseen
dente do antor do daKaerreo!y,)o, obleve perdo
da Pena ao cabo de um anno de cadeia. e ao
sabir da prisio de Mazas, fandoa na roa Lainte,
defroote da casa doa Rotbschilds, o Banco Plan-
ees de E'ooomia e de Crdito. Coutava taire
os seas fregueses maitas actrizes.
Certo dia foi preso como estellionatario, pela
terceira vez. Consegaio, porm, qae os credo-
res retirassem a queixa dada contra elle, e sabio
da cadeia para fuada*- o novo banco, de onde
satdo agora para o banco dos roa. Esse ul'.i-
mo banco faoccionra no mesmo predio em que,
outr'ora, o famigeradoPbilippart opera va.
Ho de ver qae ainda fundar algam naneo...
ao Brasil I
Tribunal do Jury-Mo fancioQon hon
tem este tribunal falta de jurados em numero
legal.
As 11 turas da manha verificadas as cdulas
e feita a chamada, compareceram apenas 21 jui-
zes de fac'o-
0 Dr. Fraucisco Altino Correia de Araujo
presidente do tribunal, multou em 5*000 s ju
ralos que deixaram de Companhecer, tocando
addiada a seceso para boje as horas do costa
me.
Tem de ser jalgado o reo Jos Antonio de
Lya.
Notas Sanearla' a alumino -O Ban-
co de Inglaterra maadou estudar a fabricacao
de notas em folba muito linas de aluminio, me
tal, que, como todos sabem, a urna grande resis-
tincia e diffi uidade de oxidaco, rene a leveza
extrema.
Casamento civilFoi allixado no dia 24
do corrente edital de proclama de casamento do
seguiute contrahente no 4* districto :
Segundo
Jo= Ramos de Oliveira Costa, com D. Marian-
na Oliva da Costa, moradores na fr.-gaezia da
G ag-i.
Foi igaalmente apregoado o segainte casa
ment no 3." districto :
Primeiro
Jos Rodrigues Teixeira, com D. Ermelin
da Peroira Peixoto, solteiros, residentes fregu
zia de S. Jos.
Club dos PatriotasEm sua sede reane
se boj-: esse cluo carnavalesco s 7 horas da noi-
ttem sesso extraordinaria, para tratar de as
sompios de urgencia social.
A sessao faaccionar com o numero de socios
que comparecer.
Serwlco policialHoje fas a ronda de
visita o ir. alferts Prudencio.
O corpo de polica dar as guardas d,e Palacio,
Deteacao e Tnesoaro do Estado.
Uaiforme n. 9.
Passageiros -Cnegados do sul no vapor
nacional Maranho:
Dr. Albino Meira e sua senbora, "ustodio J.
Jnior, capito-tenente JosF. Macnado Portella
D -. Joaquim D.as da Caoba, Manoel M. Gomei>,
Jos Mana dos Santos e sua senbora, Anna E.
de S. Sette. Jos Francisco Santos Miranda. Dr
F.-ancisco de P. M. Wanderley. Taereza F. Cor
deiro. alteres Arcbmedes Ruoim padre Lu z de
Moura, 1 praca, Epaminondas V. da Cuaha,.Rita
Maria -a Concetgo, Bilbina Maria dos Prazeres.
Jo&o Alves da Rocha, Luisa Fernandos, J0S0 Sil
veira dos Re a, Maria Silve.ia, Jos Ribeiro Cos-
ta, Jos Ribeiro Santos, Cicero Seabra. Esteva o
Stepbanio, Manoel Ribeiro..Alfredo B -ady, F.-ao '
cisco Oliveira, Maria Luiza, Tbe.-eza, Maria
Eduardo. Julio Souza e sua senhora, Jos Fer-
reira Nobre, Manoel Gomes de Freitas, J. Was-
sei, Francisco R. Luiz, Manoel Constantino, An-
tonio Fernandos Silva, Gurgel do Amaral, Mili
tao dos Aojos, Maria Roza, Frnc<8Co Andrade.
Leudes Effecttiar-se-ao os segantes .
Hoje :
Pelo agente Barlamaqni, s 11 horas, roa do
Bom Jess n. 43, de azulejos.
Pelo agente Brido, s 11 horas, ru? da In-
tendencia o. 19, de movis e materiaes.
sjisaao fnneatresSero celebradas :
Amanb :
A's 7 horas, na igreja do Paraizo. pela alma
de Domingos Soriano Cardim.
Inspectora do dlatrlcto mar I
tlsnoRecife, 23 de Novembro de 1892.
Boletim meteorolgico
Horas Term. centi- Barmetro Tenslo do
grado
6 m. 26,1
9 27,4
12 27,9
3 t. 28,2
6 > 27,'e
Rum\
dadt
74
68
70
68
66
(a 0) vapor
738-24 18,58
759" 37 18 27
758-,38 19,39
7K7',02 19,24
757-58 18,43
Temperatura mnima 23*,25.
Temperatura mxima 29,C0.
Evaporaco em 34 horas ao sol 6,"4, som
ora4,cu3.
Chova nnlla.
Direcco do vento E e ESE alternados de
meia noite at* h. e 06 m. da manb ; SE com
imerrapcoes de ESE ut 5 b. e 47 m.; ESE com
interruptor de SE e E at meia noite.
Velocidade media do vento 4",82 por segundo.
Sebtflosidade media 0,46.
Boletim do porto
Dtas
Horas Alturo
Novemb
0-18 da t.
6-29 da t
0-56 da m
7-04 da m.
0-67
2a Oi
0-54
1*87
Crea mar ou
baixa-mti-
B. M. 23 ae
P. M. 23 de
B. M. 24 de
P. M. 24 de
Casa de DeteneaoMovimento dos pre
sos da Casa de Deteoco do Recife, em 23 de
Novembro de 1892.
Existiam 390, entraram 7, sehiram 8,exis-
tem 389.
A sabor:
Nacionaes 359, mulhares 13, estrangeiros 17
Total 389.
Arracoados 35S.
Bons 331.
Doentea 17.
Loncos 4.
Lcuca 3-
Total 355.
'"Movimento do enferndarii
Falltceo:
Lourenco Joaquim de Sant'Anna.
Hosaitci Pedro 11 -O movimento desse
,:. ab lecimento de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recife, do dia 23 de
Novembro, foi o segainte:
Existiam 635
Entraram 16
-----651
A Semaaa Sportiva
A jueteza do editorial do collega da
Semana Sportiva, exarado em aen n. 116,
e o inteiro accordo em que estamos com
as suas ideas, tas nos o dever de repro-
duzir integralmente nesta columna o mes
mo editorial.
As directoras das nossas sociedades
sportivas recommendamos a sua laitura ;
e sem dnvida terao em consideracSo a sua
doutrioa que nolle se accentaa-
E' preciso n&o cogitar se somonte do
Inoro, quando geme a moralidade ; e esta
a forga de todas as instituicSes.
As sociedades sportivas vivem e age .2
a sombra da confianza j e eata, urna vea
desapparecida ou quebrada em sua inter.-
aidade, produz os effei'os sentidos actual
mente no turf peraambucano.
A ANNLLAgiO
Os appluusos que de toda a parte sS do
mundo sportivo recebau domingo paseado
a directora do Jockey-Club por ter ar.-
nullado a c:.rreira escandalosa em que
Boe Keeper deixou propositalmente ga-
nhar a egua Patyguara, a excollente im
pressSo deisada por esse acto do honea-
tidade e de justiga, deveria.m servir de
estimulo as demaia directoras para prc-
cederem de igual maneira quando eoi
seus pr dos se raproduzissem semelhantcs
sernas vergonhosaB.
Temos insistentemente sustentado nestas
columnas o principio de que devem ayste-
maticamente ser nullas todas as carroiras
em que houver vicio patente, porque essa
a verdadeir.* tbeoria honesta, digna e
louvavel para quem pretender ver na
corridas de cavallos um divertimeoto Be-
rio, e nao urna tavohagem em que todos os
meioa serven para a conae.ujao do fm
almejadoganhar dinheiro.
Pouco importe ao publico que as direc-
toras punam depois os jo.keys, se oom a
decisao considerando valida para o jogo a
carreira viciada elle foi consciente e scien-
temente roubado, iludido na sua boa f,
emprean -o o seu dinheiro no animal que
em s. epiniao maiores probabilidades
reuna de gacho de causa.
Pouco inflae tambem como correctivo
eos culpados a punic.a'o ulterior, se esses
culpados recebe m os lucros do conchavo,
isto o resultado do roubo planejado
contra a boa f de publico inoauto.
Temos dito e repetimos : muito es-
druzula essa tbeoria criminal, em voga
nos noasoa prados, de punir os autores
dos furtos, deizando em seu poder o objecto
furtado. /
Neste ultimo caso, os juizes tornaram se
evidentemente cumplios dos ros.
Assim. pois, niognem pode honestamen
te comprehender que perdure semelhante
praxe, no meio civiiisado em que vi-
vemos.
As directoras de todos os prados, aob
pena de attentarem oontra os saos prin-
cipios, devem adoptar sygtjmaticame te a
annullacSo como primeira puoieSo contra
a fraude visivel, embora sacrifiquem nesse
holocausto a jas ti ja e a moralidade a mi-
sera porcentagem da casa da poule.
horas da manba 1 da tarde. Achando-,
a fra do servieo publico offerece-se par*
acudir a qualquar chamado oom prompti
alo para fora a ciae. Bapecialzdades,
paeraySes, partes e asolestiaa de senhora*
de meninos.
Dr. Joaquim Lomrmro medico parted
o, consultorio roa lo Cabugi n 14,
na Casa Forte n. 5, casa de azulejo, de-
fronte da igreja da Campia.
GotuuUorio medico. O Or. Manoel
Argollo, com pratica nos hospitaes de
Paris e Berlim, tem seu consultorio ra
-'-Sarao da Victoria n. 1.
Especialidades.Moios*ia dos appare
Ihos respiratorios, circulatorio e digestivo,
consultas das 12 s 3 da tarde. Chama
dos no esoriptorio.
Telephone n. 658.
Clnica de molestias de of hos
ooTldos e naris.
O Dr. Pedro Pontual, ex-ohefe de clni-
ca do protessor Wecker, de volta de sua
viagem a Europa tem seu consultorio
ra Nova n. 18, 1. andar.
Consultas de 1 as 4 da tarde.
Telephone n. 539
Oecullsiit
Dr. Fcn-eira, com ortica nos princi-
paes hospitaes o dliatBf ii Paris 1 Lon-
dres, d consaltas todos os dias das 9
'loras ao meio-dia. Coisiltorio e res.
dencia rna Larga do Rosario n. 20.
Dr. Barreto Sampaio oceulista, d con
a Utas de 1 s 4 horas ao 1. andar da
.asa roa BarSo da Victoria n. 51. Resi-
ienena a ra Sete de Setembro n. 34,
errada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Pereira da Silva chegado de Paris,
oom pratica as clinicas de Wecker e
Landolt, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde ra do Imperador n. 63, 1.a andar.
Telephone n. 588.
RESIDENCIA CAXANGA
Ad Togado
Dr. Miltt, lenta cathedratico do direito
oivil da Facold 1 de Direito, tem seu
eccripiorio de advo-i cia e ru 15 de No
vembro (outr'ora Imper. dor^ n L'4 Te-
lephone n. 499.
Orogarias
Faria Bobrinho fc (7., droguistas por ata
.do, raa de Marques de Olinda n. 41.
Francisco Manad da Suva A C, depsi-
tos de toda9 as especinlidade? pharrea-
; itic-.i, tintas, drogas, producto chinacos
ourtos m-::Mcametos nome&p&tioos, rur
de Olmda n. 23.
Escrivao Siqueira Cavalcante
drtrquez
PUBLiClCOES 4 PEDIDO
Aggravo civel
Aggravanta Albioo Gongilves de Aze-
vedo ; aggravado Manoel Luiz dos
Sanios.
MEMORIAL

Sem con'esta^o
Cbapelaria Raphael
O aggravo cima nao pode ser prvido, por-
qoe carece de base legal. O art. 338 do Reg.
n. 737 eslabelece qne. Be os bens embargados
fo.em de fcil de'.eriorago, devem ser vendidos
em leilao e o respectivo producto depositado.
Na especie: loram embargadosfumos, papel
para cartas e outros bens, qae, [altento soa qna-
lidade, fcilmente se deterioraran]; e, nestas
condices, o juiz, mandando proceder a venda
dos bens arrestados, procedeu mu legalcenle,
de accordo com a disposicSo expressa e sua de
cisao nenbum grvame proJuzio ao aggravado.
E' tambem dispositivo expresao do art. 526 do
Reg. citado qae o dinbeiro embargado seja de-
positado 00 deposito publico.
Fez se embargo em dinheiro ; e este nao pode
ficar em mo do cggravante, qne alias recnsou-se
assignar o termo de deposito, pelo que foi o
mesmo termo assignado por doas testemnnbas
na forma da lei.
Nao pode, portanto, baver a minima preceden
cia, no recurso interposlo, que apenas tem po-
fim cbicanar.
0 aggravo, na especie, alm de nao ter a mi
nima procedencia, inteiramente fra dos casos
previstos na lei.
A venda em leilo e o deposito requerido, nao
prodozem o mnimo damno ao aggravante, qne
apenas quer demorar um feito liquido.
A vista do exposto, aguarda qne se negus o
aggravo interpolo, como de justic/.
Manoel Luz do Santos.
Recife, 25 ie Novembro de 1892
que maior e mais moderno sortlmento tem de :
CHAPEOS de todas as quali ladea.
CAPOTAS de seda, patria e flores.
TOUCAS e cbapos pbanasia para enancas.
GRAVATAS, flores, Diurnas e passaros.
A1GRETES pbantasia para penteados.
GASES e veos de toda* as cores,
etc. etc. etc.
2Ra do Baao da Victoria2
Sahiram 17
Fallecern! %
Existem 631
681
Foram vuitadas as enermarias p*l>; .aguln-
tesD:3. :
Barros Sobrinbo entrn s 7 1/i da manbi e
sabio >ibio s8 1/4.
Ualaq 's entrenas 93/4 damanbae sabio s
11 3/4 joras.
Sim6es Barbosa entrn s 9 3/4 da manb1 e
sabio s 11 3/4.
Berardo entrn s 10 3/4 da manbi e sabio s
11 3/4 horas.
Arnobio ka' ues entrn s 10 .da manbS
^ sabio is 11 3/4
Lopes Pessoa entrn s 8 1/2 horas da manhi
a sabio s 101/2.
Vi tira daCunna entronas 9 1/2 da manh e
sabio ae 11 3/4.
Andrade Lima entrn s 9 1/2 da manila e sa-
bio s 10 1/i.
Carlos Gouveia entrou s 9 3/4 horas da manb
e sabio s 10 1/2.
INDICARES OTIS
Mdicos
Dr. Joao Rangel avisa aos seos clientes
e amigos que mudou a sua residencia para
a ra de Gervasio Pires n. 83 A. conti
nuando com o consultorio ao Largo do
Jorpo Santo n. 9 Io andar, onde d cons
sul tas todos os dias uteis de 1 as 3 hora-
da tarde.
Dr. Arlhur Cavaicanti d consultas
ra do Marques de Olinda n. 3 das 10
s 2 da tarde.
Resid .cia Ba da Imperatrizi n 34.
Telephone (no consultorio) n. 58.
O Dr. Simplicio Mavignier tem o seo
consultorio rna Marques de Olinda n.
27, 1. andar.
Especialidades Molestias do apparelho
respiratorio, febre e da pelle.
Consultas das 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Terco e em seu con
sultorio das 12 s 3.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a ququer hora e por es
olfato.
TELEPHONE N. 566.
Medico operador e parteiro. Dr. Ma-
noel Carlos.
Consultorio rna Marques de Olinda
n. 64.
Residencia roa .Princesa Isabel n. 8.
Telephone n. 341.
Dr. S Partir, rna da Impera tris n. 6
d consultas medico-oirurgicaa todos os dias
das 8 ao meio dia, menos no* domingos e
lias santificados.
O Dr. Lobo Motean d consulta em
sua casa roa da Gloria n. 39, das 10
Patrimonio Birgos
A oommissSo abaixo assignada, publi-
cando a lista dos qne concorreram para a
forma cao do patrimonio Burgos, agradece
a todos que a auxiliaram em tao justo en-
cargo, o Bcientifica-lhes que a importan-
cia arrecadada de Rs. 2:2500 (dous con
tos, duzentos e cincoenta mil ris) foi en-
tregue, neste data, ao Eam. desembarga
der Joaquim da Costa Ribeiro.
Reoife, 23 de Novembro de 1592.
Dr. ferrar.
TabelliSo Carneiro da Cunha.
Olavo Antonio Ferreira.
Patrimonio Burgos
Lista dos contribuinte
Alvaro Jorge de Mello 1000
Machado & Pereira 100$
Empresa do Qas do Recife 1000
Recife Drainage Company Nimited 50)5
Dr. Antonio Jos da Costa Li eiro 500
Gratuliano dos Santos Vital 50$
Jeseph Erause 500
Francisco Pereira da Silva 500
D. Margarida Julia F. Machado 50.>
Dr. Vicente Ferrar 200
TabelliSo Carneiro da Cunha 200
Escrivao Olavo Ferreira 20$
Dr. Jos Hugo 20$
Dr. Marcos Tulio 200
Alexandre A. C. Padlaa 200
Escrivao Reg Lima 200
Escrivao Torres Bandeira 200
Joao Teixeira da Costa 200
Dr. Augusto Vas 200
Dr. Ad !pho Cirne 20$
Dr Jos Bernardo G. Alcoforado 200
Banco Popular 250
Dr. Telesphoro Fragoso 209
Dr. Antonio Estevao de Oliveira 200
BarSo de Guriah 200
Or, Sigismundo Antonio Gongalves 200
Dr. Fereira Leite (Jos Joaqnia
Coelho) 200.
Dr. Sophrnio Portella 200
Dr. Jacobina 20$
Dr, Gomes Prente 200
Coroael Joao Rodrigues de Mosra
Albino Cruz & C.
Jos Mara de Andrade
Lopes A Araujo
Escrivao Ceoiliano Accioly
Escrivao Henrique Cecilio de Al-
meida
Alvin & Chance
Dr. Clementino de Mosquita Wan-
derley
Manoel Joaquim Pereira
Manoel Moreira Res
Escrivao Machado
Escrivao Ferreira Braga
Diogo Augusto dos Res
Joao Presciliano da Costa
V uva Guilherme 4 C.
Manoel Gomea da Silva
Guerra Fernandos & C.
Pereira Bastos
Manoel Lopes Machado Ramos
A. M, Veras 4 C.
Ferreira Guimaraes & C.
Nunes Fonaeca & C.
Jos Antonio de Costa Fernandes
Augusto Fernando do Reg
Eugae Gce'chal & C.
Sonsa Aooiar
Sabino O. L. Pinho
Jos Joaquim Alves & C.
Commendadar Cupertino Bastos
Francisco Ramos da Silva
Vicente Claudino Alves
Paulo Jos Alves & C.
Julio Falcao
Dr. Altino C. de Araujo
Dr. Jeronymo Materno
Antonio de Aibuquerqne
Dr. Henrique Milet
Dr. Jos Eugenio cia Silva Ramos
Dr. Jos Vicente Meira de Vas-
concellos
Sebastiao M. do Bego Barros
Angelo Tavares
Coronel Cicero Braga de S. Leao
Dr. Pereira de Carvalbo
Ramiro M. Costa & C.
Or. Clcdoaldo de Souza
Capitao Moura & C-
Dr. Antonio Domingos Pinto
R. A. Oianna
Oesembargador Francisco Luis
Correia
Jovino E. da Cunha
Dr. Barros Reg
Coronel Fraucisco Faustino de
Britto
Dr. Villar
Dr. L'ilis de Souza Pontes
)r. Julio de Lona Freir
Adriaao Maia & Rodrigues
r. Ceciliano Mamede
Ecrivao Veiga Pessoa
Dr. J. J. Oliveira Fons6ca
Or. Bsojamim Bandeira
Escrivao FaloSo
Tob.lao MergolhSo
Antoaio P. das No?es
Joaquim Agostinbo
Joronel Manoel Martirs Finsa
Dr. Jos Lopes Pessoa da Costa
Dr. Eudoxio de Britto
Faustino Jos da Fonsaca
Usemb .rgador Manoel C. C. da 0.
Dr. Cosme do S Pdreira
Oesembargador Hermogenes
Dr. Benilde Romero
Olegario S. C. Neiva
Diogo Baptiata Fernandes
Dr. Julio Pires Ferreira
Albino Gon$alves Fernandes
Pereira, Ferreira & C
Frederido Chaves
Moreira & Azevedo
Dr. Moraes e Silva
Antonio Leonardo de M. Amorim
Florencio R. M. Franco
Beojamim Fonaeca
Manoel Ignacio T. Bandeira
J. Fuerstenberg A C
Gustavo Antunes
Albino Narciso Maia
Demetrio Coelho
Dr. Luis E. Rodrigues Vianna
Botelbo
Desembarga lor Gervasio C. P. F.
Desembargador Pires Goncalves
ChriBtiani (Ra Nova)
Dr. Pedro Francisco de P. Bap-
tiata
Philomeno Correia de Araujo
Antonio Carneiro R Campello
J. Melicharek
Lessa (Companhia Beberibe).
Graoilianw Martina.
Luiz Cruz Mesquita.
Vicente P.;!iuca.
Vicente Licinio Campello.
Guilherme Uarneiro da Cuaba.
Or. Alfredo Celso.
J. W. de Medeiros,
Coronal Pereira Lima (Ernesto Gon-
calves) '
Severino de Andrade. 50
Francisco Gurgel 50
Pilrao & Maia. 50
Joao R ai os & Salgado. 50
Oliveira Campos 5*
Dr. Luis Porto Ctarreiro 50
Pedro Pereira 50
Jos Augusto Dias 50
Rodolpbu Antunes 50
J-uo Fernando da S Iva Pinto 50
Souza Nogueira 50
Maia Silva & C. 50
Ne to Campos & C. 50
Papoula IrmSos 50
Manoel Vieira Neves 5$
Vianna, Castro & C. t
SimSes de Andrade <& C. 50
tfartins 50
Albino Goncalves de Asevedo 50
Le i tao & CoBta 50
Ferreira Barbosa & C. 50
\lbioo Amorim & C 5>0
Paiva, Oiiveira Se, C. 50
Leite Bastos & C 50
Manoel Dias 50
Jos Dias 50
Andrade, Maa d C. 50
Joo Correia de Vasconcellos 50
Cae tan o da Silva Presado 50
1'-.aguato Fernandos C. 50
eoo,s Mandes & O. 5$
Veiga de Araujo 50
Art'm." & Desiderio 50
Beato Machado 5$
Flix V. de Cantalioe 5|
Pralle & G. 50
Carvalbo Jonior c% Leite 50
Silva & Ferreira 50
Dr. Luis Maranho 70
Adolpho & Ferro 50
Jos Fernandes Lima 50
200
200
200
200
200
100
100
10$
100
100
100
100
100
10$
100
100
10$
ioi
100
164
100
10$
100
100
100
100
20$
100
100
100
100
10$
100
100
100
103
105
100
10$
100
110
100
100
100
100
100
100
10J
100
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100
100
100
100
100
100
10$
10$
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100
100
100
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100
100
100
50
50
50
50
50
50
50
50
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50
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50
50
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,.. .......,.-



Diario de Pernambuco ~ Sextanfeica 2!> de Novembro de 1892
/
I
\
tf
- V
i
Manoel Joaqun da Andrade b
Rapbael &
Thomaa Carvahe 50
Bernardina do Aaevedo 5#
Um monarchista (Jorrea) 50
Paul Jalliea 54
Aatonio Domingaes Lima 5 Coronel Miguel A. F. GalvSo 40
Gonsaga de Araujo 20
Julio Aaevedo 24
Cesar Lopes 20
A. B. Silva Carvalho 20
Joaquim ChristovSo 2ji
Candido Res 20
Antonio da Silva Castro 20
Emilio Pereira de Abrea 20
Antonio Ramos 2j
Jos Vieira 20
BrandSo 20
Franeisco Alves 20
Jaoiotho Aaevedo 20
Firmino Costa 20
Costa Campos 20
Francisco de Saltea 20
Bernaidino Maia 20
Maooel de Barros Cavalcante 20
F. A. Fernandos Vianna 20
Jobo ferreira 9
Leopoldo Santiago 20
Azevcdo 20
Mano3l Martina 20
Silveira Pinto 20
Aquilino Ribelro 20
Aristheu Bulamaqui 2$
V.llela 20
Maooel Ribeiro 2>
Jos Soares teves 20
N'Canor de Araujo 1$
F. ConceicSo 10
Q-uimarles 18
Couceiro l&
Santos O.'iveira 10
Jos Freir 10

1\tal rrrrecalado 2:2*~t
(L)ous contos, dus9ntos e c'neoenta mi!
r:s)
Palmares
Horrivel espectculo preseneioa esta
cidade, em plena tai do dia 12 do cor
rente !
Riso facto :
Tres indi7duos, um delles conhecido
por Bileu, e cunhado do proprietario da
usina Pirangy Ass, depois de terem en-
vido & missa do stimo dia, por alma do
portugus Raymundo Fialho, cujo cadver
foi retirado do rio Pirangy, S'hiram em
procura de Francisco de tal, conhecido
por Chico Grosso, e nao o encontrando,
oram sua casa e dhseram-lhe rjue o
Sr. Francisco Casado o mandara chamar ;
aahindo Chico Gro.so em conpanhia do
de um seu lho do cinco annos da idade,
foi mais adianto, ra da Concei$3o,
agarrado pelos tres individuas, que o f:-
racu chamar e assassinado com 12 faca-
das !
Esses assassinos, depois de tere ai sacia
do seus instinctos de fera sedenta de san-
gao e deixaio na orphandade oito fi hi-
nhos, dirigiram se cocheira, onde ha-
viam "uardado os cav-llos e reoommea-
dado que nao os amf.rra=s;m, mortaram
e seguiram para a referida usina.
A causa de tao brbaro assaesinato, foi
ter Chico Grosso dito que seu compadre
Raymundo Fialho, que era empregado d >
Dr. Coimbra, nSo tinha morrido afogado e
sim essapsinado.
Sibre este fa to, que tanta indignarse
causou oesta cidade, nem um jornal disse
urna palavra a respeito !
Nem ao modos urna communicaco of-
cial Mais isto se explica : a pobre vi-
ctima era nm homem do povo, um mis j-
rave, e es assassinos silo pareotes de nm
potentado A victima do puabal dos si-
carios conhecende que poucos minutos ti
cha de vida, pedio que o transportasse
sua casa, onde despedio se dos seus filhi-
nhos abengoanio-os pela ultima vez.
Entretanto, si se tratasse do dar pu
blicidade a exdruxulas manifestacSas, en*
deosar ou calumniar alguem, nao faltara
quem viesse a imprensa prestar esse ser
?'o.
Um indignado-
Um directorio a c\pucha
No pequeo salao do Dr. Sigismundo Goncal-
ves e sean que tvesse precedido pela iaiprensa,
coavocacao geral do partido repoblicsno oa dos
coagressistas, seos representantes legtimos, en'
gendron-se nm directorio, acclamaJo qaasi que
someoto pelos propno3 individuos qoe o com-
p6e 1
E pretende se impor tai estraoha direccio a
um.partido forte ebeio de vida e coberto de
enormes sacrificios !
O elemento regional, sempre resaeitado em
combinares polticas, foi iateiramente esqoeci
do e posto a margem para dar lagar, a figura-
ren) como ir.fluencias polticas, a individuos s?m
valor e at sospeitar ao partido republicano-
E' lastimavel semelbante desastre. Tanto
mais quaoto q je les que representam os gran-
des elementos da forja no centro do Estado ;
que sacriBcam as anas commodldades, a paz
das nas familias, para defender os principios
republicano?, quasi qne abandonados pela cap
tal; ;ao postos margem para dar lugar aos
tilbos da fortuna, aos que gosavam as comino
dida es da vida qnando a cansa pnblica peri
gava.
Nao I Nao possivel tama- ha iogratidio.
A zona serteoaja deve ser atendida nos di-
rectorios politicos; nao pode ser esquecida.
Em nome desse partido republicano to es
peslnbado, tao persignido, conjuramos aos clubs
republicanos e aos concelbos monicipaes para
nao sanecionarem um directorio, que t.-az o ger-
men) da desconanca e da discordia
Esposa do Sr. Laoriano Rodrgaos da Costa.
Protectores
Os Illms. Sra.:
Jovino Epipbanio da Conba.
Teoenle Joao Carlos Pereira da Suva.
Maooel Alipio Pereira.
Profeasor Loix Felippe de Carvalho.
Cipitao Julio Cesar Falcao.
Luiz de Franca Marques.
Antoaio Pedro d Abantara.
Jos Angosto Das.
Antonio Angosto da Fonseca.
Claudico Rodrigues Campello.
Capitao Ignacio Alves Moateiro.
Maooel Alves Lessa.
Protectoral
As Exmas. Sras.:
Esposa do Sr. Emilio Pereira d'Abrea.
Esposa do Sr. Joao da Cruz Hayedo.
Esposa do Sr. professor francisco Abren Ma
cedo.
Esposa do Sr. Joaquim da Gama.
Esposa do Sr. JoSo Astero de Medeiros.
D. Mara do Carmo, filba do Sr. major Quin-
tero
D. Bernardina Francisca de Moora Abren.
D. Mara Toecdolina de M.ce lo.
Esposa do Sr. Joao Rod'igues Baracbo.
D. Mara Adelaida Crrela Oliveira.
D Francisca Plessimemor.
Mme. Milaoi.
"** Procaradores
Os Iilms. Srs.:
Antonio Pinto Pereira di Motta.
F.-an.-.isco Maooel Gorreia de Araujo.
Joo F'ancijco Ribelro.
Consistorio da matriz da Vanea, 13 de Jo
vembro de 1892
O vigar o.
Joao do Reg Maura.
Directorio Repblica lo
Coo-ta que estando fora da capital muitos con
greaelstas, nao foram elles cuvidos na tal crga
oicao do Directorio.
Sem convite previo, ama burla a tal orgaoi-
8ic5o fi'.tio. da mi f e da deslealdade.
Um congresista.
Directorio RepublicaDO
Pi.!--8> s poblicaco da acta da reonlao em
que sonancia ter-ue eleito o directorio do parti
do rfpublicano.
E' bom saber se quem cempareceu e quem
combaten a proposta.
Mu t s republicanos.
Agradecimento
Pedro Ignacj Preira a'Oliveira e -a familia
Padtlba, nao podem deixar de cumprir o dever
de recorrer imp:en?a para testemunhar pob'i
camente ana immessa gratidao ao D-. Nones
Coimbra pelo feliz curativo falto na pessoa de
sna mnlber e irm Myia Fernandina Padilba de
Oliveira, prostrada no laito por urna gravissima
motro-peritonite puerperal.
Os servigos prestados pelo illaatre facultativo
e aos resultados levaram a alegra ao seio de
una familia intelra, sao um atlestado vivo de
sua dedic.cio, do seu mrito e da sua sciencia
de qoc s fez um distincto cultivador.
Estas pubiicices vao mu.tas veses offender a
modestia daquelles aquem sao dirigidas, no caso
presente, ella apenas a expressao justa da gra-
tlo da urna familia inteira que v voltar ao lar
a alegra de todos os seus membros.
Acceite o o D \ Nones Coimora.
Recif: 22 de Novembro de 1892.
Ptdru Ign.iCio P.rei a da Oliveira.
Alexandre Amerirod- Caldas Padilba.
Jote R .d lio Padilba
Leodegaric Rabello Padilba
Cornelio Rabello Padilba.
Candida a'Assumrcao Padilba.
Josepba P. Rabello Padilba.
Rosa Fernandina Padilba.
CVPRIMIDOShVICHY.iFEDIT
Peitoral de Cambar
O coronal Sr. Arthur Osear, c>mmr,.n-
dante de 30 batalhSo de infantaria, ou
rou-:e rpidamente com o Poitoral de
Cambar, de S. Soares, de urna consti
pacEo com tosso desesperadora, som ter
bct:s colhido melhoras com outros medi-
camentos receitado3.
Vende-se na3 pharmicias e drogaras
2|500 o frasco o 2*i$000 a duaia.
E' ageuta a Companhia de Drogas.
micos.
Peitoral de Cambar
O Sr. Vasco Jos Pereira de Aviila, an-
tigo mondar em Saata Victoria, Rio
Grande do Sol, pabliooa ha longos annos
no ]ornal O Povo, orna importante cura
pelo Peitoral de Cambar de S. Soares,
de ama toase com eaaarros de sangne que
o atormentava havia dea tonos.
Vende-se das pharmaeias e drogaras a
25O0 o frasco e 240000 a duaia.
E' agente a Companhia de Drogas.
E* o g-ande depurativo
des coberto dos indgenas
cajo, tem a propriedade de
curar a svphilis rpidamen-
te, curar o rheuniatismo
como por encanto, e curar a
morpha cerno por mila-
gre.
C* apreciamento do gran-
de remedio o Elixir M.
Moratopropagado por D.
Carlos, o facto mais ex-
traordinario d'este seculo,
taes sao as curas que dia-
riamente se effectuam.
Agentes em Pernambuco
Companhia de Drogas e
Productos Chin-i eos: ra
Mrquez de Olinda d. 3
Peitoral de Cambar
O Sr. Delfim Feliz de Vasconcellos,
p&rente do tenente coronel JoSo Manoel
Barbosa, morador no 3- districto de Pelo-
Iotas, Rio Grande do Sul, tendo sua filha
D. Honorina soffrendo de urna tnberculo-
se pulmonar e laryagea em estado deses-
perador, foi sa'.va da a orte pelo Peitoral
ne Cambar, de S. Soares, que se vende
das pharmaeias e drogarios a 20500 o
frasco e 24$000 a duzia.
&' agente a Companhia de Drogas
Hegulador da Mariofca
Coccerta se relogios de algibeira, pen
dulas de torre de igreja ebronometros de
marinha, caizas de msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de al-
carce, joias e todo qualquer, objecto ten
dentea a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
P.

Elel?o dos Jalzes e ma's prole
ctores da testa da TIrgcm San-
tlsslma do Rosarlo, orago da
matriz 3 a Varzea, para o ao
no de i 893
|Jolzes
Os Illms. Srs. Drs.:
Carlos Alberto de Menezes.
Joaquim Crrela de Araujo.
Joao do Reg Rarros. ^j
Major Joao Silveira Carne ro daJCouha.
Jui as
As Exmas. Sras.:
Esposa do Sr. Antonio Jos da Silva Rraga.
Esposa do Sr. Joaquim Francisco Ribeiro.
Esposa do Sr. D^. Francisco Att'no Correia de
Araujo. SJBB
D. Antonia Lins Correia de Araujo.
Escrivaes
Os Illms. -Srs.:
Dr. Horacio Walfredo Perelia da Silva.
Dr. Horteocio Peregrino da Silva.
Tbeodoro Bentiem.
Capitao Leopoldino Cesar de Morae?.
(Escrivas
Aa Exmas. Sras.:
Esposa do Dr. Manoel da Trindade Peretti.
Esposa do Dr. Ignacio de Barros Barrete
Esposa do Sr. Lot* de Franca da Silveira.
Estupendo
E curar em tre das gonorrhaa chro-
nicas oa recentes, como acontece com o
remedio vegetal que se chama Injec$5es
/vnti-blenorrhagicas de M. Morato. Cura
garantida em tres das, seja qual fdr ana-
tureaa do paciente.
A IojeccSo Anti-blenorrhagica de M.
Morato, vende-se em Pernamboco, na
Companhia de Drogas e Productos Ch-
as.
Boa Marqaez d'O inda, 11
Prisao deYentre, P6 Laxativa uVichy
Peitoral de Cambar
D )s neti "ihc s da respeitavel matrona
Ezma. Sra. D Mara Jos R. Barcelloi
residente em Pelotas, Rio Grande do Sul,
atacados de coqueluche e sem terem obti-
do melhoras com o tratamento de sea il-
lustre medico, curaram-se perfeitamente
com o Peitoral de Cambar, de S. Soares
que se vende aas pharmaeias e drogaras
Pre?os : frasco 20500 ; duzia 24*000.
E' agente a Compachia de Drogas.
A CmuJso de Linmaau ^
Memp preparada
Com o oleo de gado de bacalho mais
puro que produz a Noroga e nSo somon-
te um poderoso recoastitnitivo das consti
tu$oes oebeis e nm remedio seguro e in-
fallivel contra todas c-s molestias do peito,
a garganta e os pulmSes, e outras em que
se prescreve o uso do oleo de figado de
bacalho puro, secSo que tambem em si
o agente digestivo por excellencia para oa
estmagos dos eos.
------- ^
Peitoral de Cambar
O Sr. commendador Francisco Benicio
das Chagas, distincto lavrador e industria
lista neste Estado declarou qne o Sr. ca-
pitao Antonio Dyonisio dos Santos soffria
havia annos, de urna tosse bronchial muito
encommoda, acompanhada de rheumatis-
mo, da qual ficcu curado gracas ao Pei-
toral de Cambar, de S. Soares, que se
vende as pharmaeias e drogaras a 20500
o frasco e 24S000 a duaia.
' agente a Companhia de Drogas.
Vacuna animal
O Dr. Battos de Oliveira recebe cha-
mados para vaccinacio com lympha ani-
mal em casos particulares.
Consultorio Ra Marques de Olinda
n. 18, l,4 andar. g
Residencia Ra do Dr. Joaquim Na
buco, n. 2 A, Capucga. -
Telephone 365.
Peitoral de Cambar
O distincto militar Sr. Ral Cezar Fer
reir da Cruz, resiliente* no Para, que cb-
teve baiza do servico por soffrer de mo-
lestia incuravel (tuberculoso pulmonar)
apresentou-se algum te po depois de ter
usado do maravilhoso Peitoral de Camba-
r, de S. Soares, perfeitamente restabe-
ecido, com grando pasmo de todos os co-
nhecides !
Vende-se as pharmaeias e drogaras, a
20500 o frasco e 240000 a duzia.
agente a Companhia do Drogat .
' *
Mathematicas elementare? e
escripturacao mercantil
Venancio Labatut dedica se a preparar
qualquer pessoa em escripturacZo mercan-
til, com 30 a 35 licSes, conforme contra
cto; continua a leccionar as materias ci-
ma ra Duque de Cazias n. 72, 1' ar
dar.
'Medico e oculista
Dr. Berardo oculista do hospital
[Pedro II, tem' consultorio ra do
[Bom Jeaua n. 9, l.* andar.
Residencia na Magdalena.
Telephone n. 366
Peitoral de Cambar
O Sr. JoSo Jos Zebendo, importante
lavrador de Cantagallo, Rio de Janeiro,
declarou que achando se soffrendo horri-
velmente do peito havendo dias de deiiar
mais de meia garrafa de sangue, foi salvo
da inerte pelo Peitoral de Cambar, de S
Soares, que o curou radicalmente.
Vende-se as pharmaeias e drogaras a
21500 o frasco e 240000 a duaia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Dr. Freltas M. Guimares
DEO
Tem o seu onsultorio na ra Duque
de Casias n, 61, 1. andar, onde aera
encontrado de 11 1 hora da tarde e
reside no Cajueiro n. 4.
Telephone a. 292.
m
Peitoral de Cambar
Urna interessante filha do Sr. Firmino
F. Machado, fazendeiro em Ibicuhv, Rio
Gran.de do Sul, achando-se sSffrendo de
tubcrculoae pulmonar e desengaada por
dona diatinctos mdicos, que julgaram o
caso perdido e inuteis todos oa reourios
quiz afinal experimentar o grande remedio
o Peitoral de Cambar, de S. Soares qne
o salvou de urna morte certa, restabeleoen
do lhe a saude perdida !
Vende se as pharmaeias c drogaras, e
20500 o frasco e 24*000 a daaia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Minha Esperanca
Felicito mea especial aro'go Antonio
Francisco da Orna, pola ptima'acceitacSo
de sena bona cigarros, denominados
Mi,-ha Esperanca, bem acceitos e procu-
rados at em Londres, d'on:.e tem vindo
er>commendas por seus apreciadores.
Meo especial amigo deve estar satisfei-
tissimo com o resaltado dos seos esforoos
em acreditar seas bons cigarros e tornar
assim conhecido no estrangeiro um pro-
duoto da nossa patria.
Varabena pelo resultado cbtid .
Manoel Francisco de Barro* iego.
kiti Burity
Declaro que fui mordido de urna oasea
vel, e curei-me sem cessar dorante mais
de 4 annos, cando-me ana buracos ohago-
soe noa ^a qoe se sarava um abra outro
immediatamonte ; ficando ainda com para-
lysia em ama mao d'esde qne fui mordido.
_ Aconselhado a faser oso do novo reme
dio o=Elixir M. Moratopropagado por
D. Carlos, tomei-o bastante tempo e fi-
quei completamente bom. A quem ainda
nao conhece o -Elizir M. Morato,eu de
claro que este remedio santo, porrae
faz milagrea.
Porto Feliz.
Andr Burity
Deposito em Pernambuco : Companhia
de DrogaB e Productos Cnimicos.
Boa Lrqnez d'Olinda, 23
Escriptorie Gooimercial
Ra Duque de Cadas n. 72
VEMCIO LBII l C-
Sendo de difTerente na natureza os sarvicos
deste escripto-io, a commissao retribu'.iva vana
r segando o trabalho responsabilidade e impor-
tancia, dependendo na m>ior parte dos casos de
previo ajaste.
A.-sim licar dependente das
cima a seguinte laoella.
Por t:aiar Je hjpolbecas sobre
bens immovds.....
Rececebimento de juros e oivi-
dendos .......
dem de pensSes neste Estado .
dem idem na capital federal. .
dem de alaguis de predios. .
Cobraoga e liqaldacao de fcypo-
tbecas, beraocase dividas ami-
gaves ........
dem idem idem judialmente. .
Lom ra de cambiaes e remessas
dem e venda de propriedadea
immoveis.......
Pagum'n'o de impostos Recaes .
Por faier o Eeguro,;de predios e
pagar o respectivo p.emio. .
Por venda de gneros do naiz. .
Por compra de mercaduras e fa-
zer remessa para o interior .
Por venda de mercaduras naci-
naes ou estrsngeir s em coc-
gignaco.......
Por trjbaibos de escripta de ca-
sas commerr'iaes ou liquida-
cao. ......
-----------^saeeo-
circunstancia;
Porcentagem
3 a 5 0,o
Ok)
Oio
OJO
IOOiq
Convencional
id o10
2 a o Oo
BOo
2R10
3 0,o
3 0|0
3 0io
Conan
oras em urna colher das de sopa chela d'aptr
ris.
De nm anno a tres 45 gettas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 gol tas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas en
(gua fra.
Depoaltoa
Companhia de Drogas e Productos Cnuau^/
ileeire, raa do Marqaes de Olinda n. 53.
Nacional Pbarmacia, roa Larga do Rosan<
\. 38.
Pharmacia Orienta!, ma Estrella do Rosv
Pharmacia Alfredo ^Ferreira, roa do Bario >
/ictoria n. 14.
Pbarmacia Mar ti as, roa Dnqn de Caxiaa c
18.
Para qnalqner informacSo ser encontrado t
autor na roa do Rosario Estrena n. 17.
Os nostos frascos sao qoadrados e conta go
tas. N'um lado teem grava JoElizir ante febr
a no ostroManoel GardosoPernambuco, e to
dos os prospectos Bao aseignados por Manoei
Gardoso Jnior, sendo falsos os qoe nao torear,
issignados.
N. 15
Amigo Sr. Manoel Gardoso.
Recife. 7 de Agosto de 1891.
Estimo a sna presada sade.
Faltara com nm dos maiores deveres se nao
viesse por meto desta carta agradecer lbe o be-
neficio que acaba de fazer me. livrando d-s
garras da morte o meo filbo Florismundo, de 12
annos de idade, o qual acbaodo se prostr do no
leito da cama, com orna grande febre qoe d'elle
nao se separava ba mais de qnatro dias, ja lendo
esgotado o qoe poda faser em remedios, tnde
me era bldalo, aguardando nicamente a hora
prxima da morte ; ento hmbrei me do ;eo
conceilnado anti febril, que (em salvado innn
meras pessoas, e immediatamente lbe escrevi
pedindo que a e mandasBe urna dse, a qual
veio, e tratei de applicar conforme marca o seu
receituario. Na segunda de elle j nao va-
riava, na quarta a febr~ j diminnira, e a c-
com qae elle se a.bav, quasi roxa.apresentava
se como indo para nma clara. Na sexta dse
desapparecen, apresentando-se nesse mesmo dia
s 8 Inoras ; endo-se tir.dado o remedio mande
novamente buscar e coniiouei a applicar-lbe, e
boje acba-Bb n Albo restabelecido, devido
nicamente ao stu ^oefico elixir.
Pego lbe que aceitb e mim e dos meus tilbos
os meus sinceros protestos de estima e conside-
aco, pelo beneficio qne acaba de fazer me core
o sen elixir, salvando o dito meu filho.
No mais son
De Vmc. .migo e criado,
Joaquim Juvencio de Almeida.
Denfes artiflelaes
Sob pressSo elstica e preeESo pneu-
mtica tystemas novisbimos neste estado,
pelo cirirgiSo dentista Numa Pompilio,
ra Barao da Victoria n. 54, 1. andar,
das 8 horas da raanhS s 3 da tarde.
0 Di. Barros Sarneiro e a fa-
brica a vapor Minha Espe-
ranza.
0 De. Manoel Clementino de Barros Cu-
neiro, formado em sciencias medicas e
cirurgicas pela faca Idade do Rio de Ja
neiro, medico adjunte da clnica do
hospital de Santa gueda etc.
\ 'testo que tenho f lito uso dos cigarros
denominadosMinha Esperancae bem
assim do fumoHygienico Nacionalda
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Crus
reconhecendo pela acalyse chimica a que
proced, que o referido fumo e cigarros
aSo enesrram principio algum nocivo s
funccSes gstricas, sendo perfeitamente
toleraveis aos disppticos.
In ti de medici.
Recife, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barro Cameiro.
Cabo
O Dr.Joaqaim Felippe tixou a sna reaidenci;
aesta cidade e d consaltas na pharmacia
Coarte.
Presta-chamados a qualquer bcra
Curso
DE
NOVEMBRO A FEVEREIRO
Geographia e Historia
PELO
Hachare! Julio Pires Ferrelra
NO
Edificio do Instituto 19 de
Abril
EDITAES
Recebedoriado Esta-
do de Pernambu-
co.
Edital n. IS
O admin strador da Recebedoria do Es
tado fs publico que, alem das ds 250,
25J0C0 e 620500, acham-se mais expos-
tes venda n'esta repsrticao estampilhas
dos valorea de 125, 500, 1)5250, 20500 e
60250, que poderSo ser solicitades peles
interessades durante as horas do respecti-
vo expediente.
Recebedoria do Estado de Pernambuoo,
18 de No vembro de 1892.
Jo&o Ferreira de Almeida Quimar&ei.
Secretaria da IuBirucc>o Publica de
Pernambuco, 22 de No vembro de 1892.
EDITAL N. 64
Praso de 30 dias marcado a professora
publica Henriqueta imelia de Meneaos
Lyra.
De ordem do Dr. inspector gerpl faco
saber a professora publica Henriqueta
Anoelia de Menezes Lyra, que teno o
Exmo. Sr. Dr. Governador do Estado, em
19 do corrente transferido por coavenien
cia o servico publico, sem prejuiao da
mesma professora a cade ir a de ensino
mixto dos Milagrea no municipio de
Olinda para Pauhsta do mesmo municipio,
fica-lhe marcado o praso-de 30 dias para
apostillar o titulo e asumir o exercicio da
cadeira.
O secretaria,
Pergentino Saraiva de Araujo GalvOo.
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
ipprovado em 21 de Marco de 1890 pela inspe
doria geral da digna junta de hygieoe do Re
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre
oarado segando as regras pbarmacenticas, acn
lelbadas pelos autores modernos e do recouhe-
Mda capacidade scientifica tanto no paii come
no estrangeiro.
Este Elixir producto n&o so do grande es
do das acefies pnysiologicas das substancias
orno tambem patbologicas.como tambem o re
soltado das iiimensas applicacoes nos diversos
sos de febies de fundo palustre.
A applicaco deste Elixir na grande epidemia
Je bexigas de 1890 a 1891 mais urna vez de-
monstren a sna eficacia ; pois no principio dot
primeiros symptomas a bexiga aborta, e em ca-
sos mais adiantados a bexiga passa a ser ama
Joenca febril vulgar apresentando pequeas to
metacOes qne com a contlnuaco do Elxir de-
sapparecem sem todava apresentar receios dt
perlgo.
Os muito ittesiados publicados no Diario di
Pernambuco* e Gaieta da Tarde* provam o fu<
i liemos.
Nos casos de febre amarella o efleito admi-
ra vel, apresentando pbenomenos tao mara7i!bo-
sos qne nesta cidade do Recife do Rio de
Janeiro pooco receto causa a febre amarella,
mesmo estando o doente com vomito preto t
sanguneooestes ltimos periodos ent&o ne
t -ario a applicaco em alta dose, des
i tabella aneexa.
Este Elixir j conhecido do pub.:"o e de cm
grande numero de digno mdicos "asenta
lo para comba ter os differentes iccommob.? to-
dos elles de carcter febril.
Por muito tempo tivemos occasiao de faxer a
ipplicacao as febreB enrsipellosas e com tac
bom resultado qne licamos admirados de tao ai-
os effeitos.
Pela pratica chegaroos a conhecer que noe
itaqoes ne febre erysipellosa os erjs'.pella come
valgamente se diz neceasarir o uso de 10 dias
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senboras, mens-
truacao, gravidez euoacaeos de parto con fe
bre e de um resultado muito certo e seguro e
i sua co.ddobc&o Uto simples qne nlo offerece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em dosee
superiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos que desejv
rem faxer uso deste Elixir em sua clauca nao m
mjeitarem nossa precripeo. mas sim ftaer i
ipplicacao. em barmoaia coa os casos que dse
jaren conrbater, certos de que o medicamento t
de comnosic|o innocente para o organismo por
mais frgil que seja.
Modo de uaar
A's crlancas at um anuo 10 gotas de S sra V
Edital
Arsenal de Msrinha
De ordem do Sr. entra almirante JoSo
flencalves Duarte, inspector deste arse-
nal e capitao do porto deste estado, f9o
constar a quem interessar possa que na
secretaria desta inppeccao contracta-se li-
madores, torneiroe, caldereiros de cobre,
caldereiros de ferro, modeladores, fundi-
dores, ferreiros, calafates, gravadores,
carpinteiros, carapicas, torneires e opera-
rios de apparelhos e vellas.
Secretaria da inipecc&o do Arsenal de
Marinha em Pernambuco, 24 de Outubro
de 1892.
O secretario.
Antonio da S. Azevedo.
Recebedoria do Estado de Ter-
nambeco
Edital n. 17
O administrador da Recebedoria do
Estado fas publico para conhecimento dos
respectivos contribuintes, que, dentro de
30 das uteis improrogaveis contados de
21 do corrente, seio arrecadados, a bocea
do cofre, os impostos constantes de rola
5&0 abaixo relativos do 2. semestre do
exercicio corrente de 1892.
Recebedoria do Estado de Pernambuco
18 deNovembro de 1892.
J. Ferreira de Almeida Ouimar&es.
Relajo
a qae se refere o
jI sepra
Bancos, agencias filiaos ou representan-
tes das mesmaa e casas bancarias.
Companhiaa, agencias cu casas de s- guro,
ou qualquer pesada que no carcter de
agente de companhia de Bagares, fiter o
contracto desta natureza.
Empresas anonymaa ou igenoias deatas.
Lojaa de joias.
FandicAo a vapor.
Fabrica de saolo.
Fabrica de cerveja, limonada, ganosas,
genabraae vinagia.
estabelecimentos oommerciaes ou agentes
que enderem,cereaesv caf, fumo em.
tolha e em oorda, p, picado edeafiado,
transformado em charutos oa cigarro
n&o produsido no astado.
dem, idem, charetos e cigarros.
Esorpierio.o armaaeaB da commisaSas ou
consignaoSo e oommiuao e-conaigQaeao.
Armaaoas.de asaaoar.
Armaaena alian degados e.de- r;aolher.
Armaaans da. laasndas, fesrsgena e miu
daaaaam grosso.
Enohimeato ds agualdante.
Lojaa de (asanaaa.
Lojaa de forr*eci.
Loras de Hvros e objoctow pan exped-----
de repartisoaa, typographiaa e .rute*
naa.de. imprimir.
Lejas do-louca.
Iaenc cera,
dem cacados,
dem pianos
dem mitsames.
dem chapeos,
dem chapeos de sol.
Arm aens de drogas.
Prensas, armasen e inspecoao dealgodlc
Esttbeleoimento de estiva em groseo.
Armaaens de charque.
T vernas.
Fabricas de picar fumo.
Depsitos ou casas de vender rap.
Serraras e armazena de vender madei-
ras.
KefinacSes.
Armaz os ou depsitos de k^rosoae i
Fabricas de charutos e cigarros, inclusive
as mercearias qae fabrioam cigarros a
charutos.
Padarias.
Pharmaoias.
Agentes ou consignatarios de vapores.
Hoteis, hospedaras, botequios, casas de
pasto e couteitarias.
Rebocadores.
Aoougues.
2(J500 por toneladas de alvarecgas.
120 rs. por litro de sguardei.tr;.
Companhia de Bombeiros.
DECLARARES
Paculdade de Dlrelto do Recife
Por esta secretaria se faz publica.*, em.com-
pnmento ao art. 302 do regulmiento de 1 de Ja-
neiro de 1891, os prrgrammas de ensinu para c
anno lectivo ue 1893, approvados em sessao da
Gongregacao de 4 do corrente.
Secretaria da Facoldade db Direito do Recife,
17 de Novembro de 892. O secretarioB. Ara-
go Furia Rjcba.
(Con luso)
1 ROGRA.MMA DE ENSLNO DA
2.' ca'etra da 3 serie
S.i-.r.cias das (joancas e coniabilidade do Estadc
Anno de isi3
(Art. 299 doa Estatuto)
1
Objecto e di RnigSo da sciencia e das tioancae
Despezas publicas.
2
Recursos nrcessarios para o desempentno do
lim social. Domio do Estado, suas especies e
seos elementos.
3
D minio industrial e dominio tinanceiro do
Estado.
4
0 imposto. As pnneipaes deSnijes qoe tem
sido apreBentadas. Soa verdadeira nosao.
5
Classificagao geral dos impostos, taxaaoucen-
trlboicoee.
6
Imncslo fixo, imposto proporcional e imposta
progressivo.
7
Unidade e multiplicidade do imposto.
8
' Imposto sobre o capital e imposto sobre e
reada.
9
Imposto directa e imposto indirecto.
10
Imposto pessoal oa capilacao. Imposto de in-
dustrias e profissoes.
11
Imposto sobre os bens. Analyje de suas prn-
cipaes esptcie?.
12
Impostes sobre a transmiaso da propriedade;
registro e sello ; taxas sobre as correspondencias
e sobre os transportes.
13
Impostos sobre a exportaco, a importacaoe e
con samo
14
Rsgitnen. aduaaeiro. TariU geral e .caasaa-
ci. nal.Direitos protectores, compensadores e pro-
bibitiroB.
15
Systema tributario no rgimen federativo.
Coaipeteucia privativa oa cumolativa da UaiSo,
dos Estados Federados e dos municipios na de
cretagao de Carlos impostos.
10
Crdito publico. Empre-iimos pblicos, soae
divisoese auh-divisoes.
17
Comparacio do imposto com o empreatimo.
18
Apolices da divida publica, euaemisso.amor-
tisacao e conversao.
19
Papel moeda. Emiasao pelo Estadoe emissc
bancaria. Corso (oreado e corso legal.
20
Divida pobica, fondada e lactuante.
21
InsUtuicoes flseaes, da Uuiao, dos Estados Fer
derados e dos monic pos.
22
0 gamento. Como se prepara e se decreta, es-
pecialmente no Brasil.
23
Crditos ordinarios, sopplementares e extraor-
dinarios. Transporte de verbas. Sapplementoe
de fundos.
H
Exercicio finsneeiro. Peridoaddicicnal. Exer-
cicio Ando.
25
Liqnidacao: do txercicio. Balanco do Tbe-
souro.
26
Fiscaliaafo legislativa e administrativa quan-
to e.xecucao di lei do orea ment. Tribunal de
coalas.
27
Recursos administrativos.
Recife, 15 de Outubro de 1892.
O lente catbedratico,
Jos Joaquim de Oliveira Fon:eca.
'pprovado pela Congregaco, em seesSo de i
de Novembro de 1892.
O secretario,
Bonifacio Arago Faria Rocha.
PROGRAMMA DE EN 1N0 DA
3.' cadeira da 3.a serie
Legislado comparada sobre o direito privade
(noeoes)
innoe 1*03
(Art. 299 doa Estatutos)
PROGRAJeMA DA
3. cadeira da 3.* serie
Do Corso de Scienciaa Sociaes
(Jlocoes de legislacao comparada sobre o direito
privado)
1893
1
Otjecto da cadeira : legislacao comparada.
ReetriccOes impostas pelos estatutos: l.\ no*
c6es: i.*, direito privado. Nocao do direito
privado e sna distinegao do pubKeo. Divrsoe-
do direito privado.
Aupiiattcaa do mticodo comparativo ao estado
do direito. Comparajao no espaco e no tempo.
Da psyibologia experimental e da sociologa ba-
eeada Da antbropologia geral, como bases indis-
pensaveis ao estado do direitc- Triplico vinta-
gem do*0ido do direito comparado para a scien-
f pare teeistador e para o juiz.
Ai leis la imitaco no dominio do direito. 9
iWJiacto fe imtncoe saa ioataeia sobre a
rovaiaco'> direito- Condwoe deTaade: a}
ifOMto a'va*octo de direito familiar para ob-
iciona;.f>l qetato a propagacSo dos co:igos e
daleis; aunante a imitacio dos custami en-
Higo e dos contemporaoeoi. E* preciso coarpw-
1

Wf. V
'.'^v.V
r*-



Diario de Pernambuco Sexta-fera 25 de Novembro de 189J

I
15
Do casamento dos braiileiros no estrangeiro
e dos i straogeiros do B'atil. Provas do casai
mooto, oollidade e anoullagio, segando a le-
brasileira. ComparacSo com a de cairos po-
ros.
15
EfTetos do casamento. Evo ugo das r.-lagOis
jurdicas entre conjuges, aireos especiaos a
cada um, e lncapacidade da mulber casada se-
gando o direito patrio cm c mparagao como
portuguez, o hespanool, o francei, o Italiano, o
allemao, o austraco, o soisso, ingles, o norte-
americano e o argentino.
17
Do rgimen dos bens no calamento. Liber-
dade de nosso direito em relagao s onvenges
satenupciaes. Concordancia com outras legis
Iag6es. Systema restrictivo adoptado por a'guos
cdigos. Se os Tactos anteaapclaes se podeao
alterar. Algumas legislagOes a respailo. Or-
gem e evologao da commonbao de bens entre
conjuges. CommanbSo legal palo direito patrio,
pcrtuguz, aikmo e roollandez. Qje bens se
commanicam. Como termina a communh&o.
Commucbo legal pelo direito francez, italiano e
hespanbol. Qje bens comprebende e como ter-
mina. Systema do cdigo argeatiao. Limites
que Ibe oppoe o direito italiano. Outras moda-
lidades da corumuabao. A qacm compete a ad-
roioistracSo dos bens cooornuos.
18
Rgimen dotal, sua origem e sna actualidad?,
segundo o direito patriojcomparado com o dos
povos cultos. Se o do cdigo argentino corres-
ponde nago romana. Em qoe'caso o dote
rgimen legai por nosso direito; em que casos
pelo direito alreaaSo. Esta intiiu.co perante o
direito inglez e norte americano. Arrbas. Se
paragao de bens segundo o direito patrio, o por
tuguez. o francez a o norte americano: Regi-
mens do direito inglez e eaisso.
19
Divorcio eotre os povos selvagens e prim ti
vos. O cdigo de Manon, os direitos be.leo,
mosaico, romano e germnico. Reacio do ebria
tioiaoismo. Direito cannico. Primeira pbase
do.D.reito patrio. O divorcio regando a I si de
ijue Janeiro de 1890 Seos effeitos. Direitos
portoguez, bespanbol, argentino, italiano, fran
ce, inglez, allemo, suisso e norte-americano.
A declarago do divorcio e seus effeios perante
o Direito internacional privado.
90
Patrio poder. NogOes bistoricas. D.reito pa
trio. A quem compete. Sobre quem recabe.
Direitos sobre a pessoa do rimo. Direitos sobre
os bens. Extincco do pairio poder. Cotejo de
nosso Direito com o de outros povos.
21
Tutela e cratela. Noges bistoricas. Direito
romano. Direito patrio. Fundamento jurdico
de ambos estes institutos. Quem incide sob a
tuiella. Q .antas especies ha de tutellas por nos
so Direito. Qasm pode ser tutor. Escusas.
Termo. Carcter familiar deste institu'o no Di-
reito francez, italiaoo, portuguez e nes.anhol.
Carcter social no Direito allemao. Nogao da
tulel'a por essas legislagOes. Especies de cu-
ratella T.rdencia das legislac.0:s a eliminar a
cratela dos prdigos
21
Nogao de piase. EvolugSo. Seus presoppos-
103. Acquifigio e perda segando o Direito pa-
trio. Algumas legislagSes a respeito. Interdi-
ctos possessorios por Direit? romano e patrio.
Comparado com o Direito vigente em outras
nacOes.
23
N.gSo de rropriedade. Evotugao. Formas,
modo de adqairil-as, limita: oes e extiraeco. Di
reno patrio comparado com o estraogero. Pro
priedade real e pessoal segundo o Direito anglo
americano. D.versas modalidades da proprie-
dade territorial na Inglaterra. O Direito miso-
24
Ootros Direitos reaes; detinigo, enumeragao,
e nogo do que seja cada um d'elles. Da bypo-
tbeca em particular. Cim paragao com o Direi-
io eetraugeiro. De ilgons institutos homlogos
ou que exercem as fun;gei do bypotbecario em
alguna paizes.
25
ObrigagSes. Fundamento pb;losophico. Evo
logao dos Direitos obrigatonos. Causas gerado-
ras das obrigagOs. Suas especies. Se as obri
N .gao de casamento. Bosquejo histrico: po kgzgGes civis e commerciaes se regulam por
vos da antignidade, direito romano e cannico, ("principios idnticos. O cdigo telera! soisso
Direito germnico e portuguez anterior scod- das oorigagoes. As obrtg-goes no D.reito in-
5cag6es affonsina e mamvelina.
tar essas conclo'oea com oot.as. A imitagao
divide os povos em duas categoras: a dos crea
dores e a dos imitadores. O direito romano
eonio fonte de imitagao jurdica e sua conse
quente importancia em um eatndo de legislarlo
comparada. Valor sobre o mesmo ponto de
vista, do direito cannico e de algumas legisla-
es vigente?. Iiionomia e aliotriooomia. Com
binagao terciaria de todo o direito moderno.
Analoga e homologa.
No direito privado se observa com accentua-
cae maior a verdade de que o direito moderno
ntuaco mbinagao terciaria. Demonstragao dessa
affirmacao. Analyse do direito privado brazileiro
sob esse ponto de vista. Apezar, porm, dessa com
binagao do direito nacional com o extranho, per-
manecem anda dissimilhangas entre as legisla-
c&es dos diversos povos mesmo occidentaes. O
direito internacional privado iotervem para di-
lu'-as de certo modo e encaminba 03 povos para
urna commuohao jurdica.
Nocao e objecto do direito internacional pri-
vado. Razio jurdica da applicago da lei ex-
irangeira. Modos dessa applicagao. Prova da
lei extrangeira. Exrosigao summaria de algu-
nas legislagOes sobre este assompto.
6
Da lei pessoal. Capacidade e incapacidade.
Qual deve ser a lei pessoal: a da nacionalidade
oa a do domicilio t Divergencia entre os escri-
pteres e as legislages. Nogao de nacionalidado
e domicilio. Sologo da controversia. Derroga-
c6es do principio da lei pessoal. Da forma dos
acto" A razo da regra-locu* regti aelwm A
qoe formalidades se applica, segundo os auctores
e as legilages. Da lei da situagao da cousa.
Si deve ser t-xclusivamente applicada aos immo-
veis. Opinies de Waecbter e Savigny. Con-
troversia. Como se pronunciam as leeislagoes
respeito ?
[ Filiafio juridica.s^Do direito privado moderno
como transformacSo doEromano e brbaro. lo-
fluigoes do canouco. Classiflcagao sob esse
ponto de vista, do direito civil moderno. Expo
sicao 8UCCinta da evologao do direito civil moder-
no da Europa e da America em uslificago dessa
e'assiflcaco.
O
Golpe de vista sobre o direito privado brazi-
leiro tal como existe actualmente. A unifleagao
do direito substitutivo ea disparidade do direito
adjectivo (Coast. Federal art. 34 % 23). Refe-
rencias a outras federages (E. U. da America
do Norte-, A gemina, Allemanha e Suissa).
DistribuigOes dos materiaes do direitc civil.
Tbeoria das pessoas segando a philoao;hla ju-
rdica. Diviso das pessoas em phyMcas ou de
existencia vsivel e jurdica ou de existencia
ideal. Comego e fim da existencia das pesaeas
pbysicas eeguado o direito romano e algumas le-
gislagCes actuaes.
Diveraas clasaes de pessoas e especialmente
dos extrangeiroB, segundo o d-reito primitivo,
o romano, e o dos germanos. Doutrina de re*i-
procidade: o Landrecht prussiano, o direito fran
cez e o austraco. Doutriaa de igualdade res
tricta: lei bollandeza, o cdigo civil portuguez,
o bespanbol. Doutrina da completa igualdade:
cdigo italiano, o argentino, a constitaigao fede-
ral brasileira.
11
Do direito autoral. Express So prefervel. Vis
t perfunctoria sobre a bistona deste instituto.
Momento actual. Vanos Eystemad seguidos pe-
las Iegi8lag5;s qoanto a proteegao do direito auc-
toral e qoanto a sua durago. Que lea proela
mam a sua perpetuidade. Prazos longos, prazos
cortos para a sua duragao. Taxioomia do direi
toaoctual.
12
Pessoas jurdicas. Nogo, divsao, condigO.s
de sua existencia, dnragao e capacidade. Como
tm as legielagoes tractado este assumplo ?
13
Nogao de esponeaes. Origem e evologao. Di
reito romano. Direito patrio. Decadencia do
instituto. Os cdigos francez, portuguez, hea-
panbol, italiano, builsndez, argentino e direito
inglez. Sua persistencia no direito allemao e
ralssa. Os Brauknder.
14
Pbases diver-
sas do direito patrio. Legislaglo vigente. Ce
lebrago do casamento e impedimeot s, srguc-
do a lei de 24 de Janeiro da 1890. Dito porto
guez, hespanbol, francez, italiano, allemao, aos
trlaco, soisso, ingles, argentino e americano do
Norte a respeito.
COMKERCIG
teroacional privado.
26
Direito hereditario. SacceBsao legitima ; su i
origem e evologao. Olreito romano, germnico
e feudal. Actoalidade. Ordem da succesaSo
segando o Direito patrio, o portugu z, o bespa-
nbol, o frar cez, o italiano, o allemao, o aastria
jfls CooiHierclal de Pernam
OOTaqGbs officubb da junta dos cok
BBTOBE8
Praga do Rtcife, 24 de Novmbro Nao houve cotagao.
O presidente,
Eduardo Dubeox.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PBAQA DO KIC FE -
Os bancos abriram com a taza 13 1. i sobre
Londres baixando depoii para 13 3/8 e fechando
a 13 1/4.
Em papel particular bouveram negocios
5/8 e 13 1/2.
PBAQA DO RIO DE JANKIKO
Os bancos adoptaram de manh a taxa de 13
3/8 e 131/2 e da tarde a 131/4.
Cotaces de genero*
Para o grieuUor
ASSCAR
Cristalisado......4J600 a 4800
Usinas por 15 kilos. 5*2.0 a 5.i400
B.-ancodem dem .... i*800 a 54b0>
Somenos, idem idem. .. iiOOO 44100
Mascavado dem dem 34000 a 34100
Broto idem dem.....24700 a 24903
druto melado......24500 a 24600
turne idem idem 24100 a 24203
Algodo
Vendas por 1(4600.
Aleool
Por pipa de 480 litros 2304COO.
Agurdente
Por pipa de 480 litros a 1304 -00.
Coaros
Se:cos salgados na base de 12 kilos a 540 re i
ve idas.
Verdes a 300 ris nominal.
Hel
Por pipa de 480litros 854000 nominal.
Borracha
Cota-de a 204000 por 15 kilos
Carnauba
Cota-se de 54500 a 114000 por lo kilos nomi-
aal.
fBILLA DAS ENTRADAS Db ASBDCAJt 1 AL-
GODO
Mez de Novembro
Entradas
Barcacaa ,
Vaporea.....,
Animaos ...".,
Estrada de Ferro Central
dem de S. Francisco ,
Mu do Limoeiro. ,
Assu- Algo-
car dio
Das Saceos Saccaa
1 a 23 72355 1422
1 a 24 1231
1 a 23 6150 1746
1 a 22 3842 688
1 a 23 60382 227
1 a 22 61597 9542
204326
14856
Importacao
Patacho noroeguease A'zira entrado de
Pelotas em 21 e consignado a M. Maia e
comp, manieatoa o seguinte :
Xar-jue 12.000 arrobas a ordem.
Lugar inglez Immogene entrado de
Terra Nova em 21 e consignado a Bla-
ckbarn Needbam e comp., maoifestoa o
seguinte :
Baeaiho 2.030 barricas e 1.735 meiaa
ditas a ordem.
Barca noruegaense Condoner entrada
de Cardiff em 21 e consignada a Wilson
Sons e comp, n.aniestou o seguinte :
GarvSo de pedra 593 toneladas a or-
dem.
Barca norueguense Bravo entrada de
Cardiff em 21 e consignada a Wilson
Sons e comp, manirestoa o seguinte :
CarvSo de pedra 700 toneladas or-
dem.
Vapor allemSo Valparaso entrado de
Hora burgo pela IJha Grande, em 19 e
co, o sulsso e o argentino. Justifica ;ao do syste-
ma deste ultimo. 0 D reito inglez e americano.
D.reito de represectego.
27
Succes ao tatameotaria. oa origem e evolo-
gSo. Forana dos testamentos. Validade dos
testamentos. Cipacidade testamentarla activa e
paesiva D sberdagao. Legados. Fileicommis-
sos. Inventario e partilha Qua lei regula ap
succes^ois em direito internacional privado ?
28
Commercio. Direito commercial. Syatemas di-
versos adopialoa pelas legislagOea para deter-
minar a qualidade de commerciante. ObrigagOes
dos commerciantea segundo o nosso Cdigo, o
portugus, o francez, o italiaoo e o allemao. A
qualidade de commerciante, no conflicto de leis
de paizes diversos deve ser determinada pela le
do logar onde exercido o commercio. Porque?
0 que dispOa nosaa lei a respeito ?
29
Actos de commercio. Enumeragao d'elles se-
gando o Reg. a. 737. Confronto com outras le-
giahges. Que lei determina a commercialidade
d i acto em direito internacional privado ? Que
16! a competencia e as formas de proceder n'e.-ta
materia ?
30
Saciedades ra 'rcait'.s. Suas especies segundo
o nosso direito. Comparago com o de outros po-
vos. Sero penas jurdicas? Divergencia dos
escriptores e das legislagOea. SolagSo da ques
to.
31
Lettra de cambio. Requisitos segando o nosso
Cdigo que adoptoa o sjatean fraacez. Cdigos
que Igualmente o adoptaram. Systema allemao.
Legisiages que o acce.taram. Q lal o mais con
scaate com os principios reguladores da materia?
ndosao. A lettra de cambio em face do direito
internacional privado.
32
Falleacia segundo a lei brazileirs. Cisos em
que ella tem logar. Seus effoitos. Especies de
fallencia. Processo. Pecas. R :habilitagao do fal
lido. Comparago do direito patrio com o es-
trange'ro, nomeadamente com a lei ingleza.
33
A fallencia deve ler um eflilto extraterrito
rUI? Djutrina do Cdigo allemao das fallencias.
Oiutrina adve-sa admittida pelo congreaso jur-
dico italiano. A lei brazileira. Qia! o jaiz com
ptente em materia de fallencia, em face do di
reito internacional privado. Doutrina da lei pa-
tria. A .fallencia declarada no estraugeiro.
34
EmbarcagOes. Sua nacionalidade. Prerogativas
6 favores concedidos as embarcagOes nacionaes.
Modos de iransmit'ir sua p.-opriedade. Compara-
gao do direito patrio com o estrangeiro.
35
Avarias. Naufragio. Salvados. Seguro. C.m-
parar/ao do direito patrio com o estrangeiro.
36
Jsrisdicgao e competencia. Divsao da compe-
tencia. A materia perante o direito internacional
privado. Ordem do processo civel. Direito patrio
e estrangeiro.
37
Sentenga. suas especies e requisitos. Causa
julgada. Execugo da sentenga. Sentengas dos
iribuoaes estrangeiroa. iystemas diversos ado-
ptados pelas legialagoes. As leis brazileiras a
respeito (Dec. de 27 de Julo de 1878 e de 24 de
Outubro de!8'.0j.
38
Recu'sos. Suas especies segundo a nos3a lei.
Explicacao anecila de cada om d'elles. Compa-
rago do direito patrio com o estrangeiro.
Reclfe, 15 de Ootobro de 1892.
O lente caibedratioo,
Clovis Bevilaqua.
Approvado pela Congregag&o em sessao de
4 de Njvembro de 1892.
O secretarlo,
B. AragSo Paria Rocha.
PROGR4HHA DE E%*lAO
DA
l'CADEIRA! SERIE
DO
Curso do Notariado
(BxplicacSo succinta do Direito P.trio
Cjnatituciootl e administractivo)
Para o anno de 1893
Direito Patrio CimetltuclonsU
1
O que urna constituigo. Governo constitu-
cional. Origem e historia da constituigo pol-
tica dos Estados Uaidoa do Brazil.
2
Van ag.ns do eytema republicano adoptado
pela constituigo Brasileira como forma de go-
verno eda federaga.
i
DistribuigSo do .ttrritorro da Repblica. A
a A.
12 a
Dro-
comp, mam
consignado a Bo/stelmann e
festou o seguinte :
Amostras 32 volamos a diversos.
Bataneas 1 volme a W. Halliday e
comp.
Bitter ocaizas a ordem.
Cerveja 57 caixas a Manoel Coll.yo e
comp, 30 a Ramos Geppert e comp, 40 a
Sulser Kaufmnn e comp, 11 a J. F. Lu-
na, 60 a JoSo Fernandos de Almeida.
Couros 1 caiza a C- Wachsmann.
Canella 10 caizas a Soares de Amaral
Irmaos, 20 a Figueiredo Costa e comp.,
10 a ordem.
Cominhos 5 saceos a ordem.
Couro 1 oaiza a Bcowas e comp, 2 a
Frederico e comp
Cravo da india 10 saceos a Figueiredo
Costa e comp, 2 a ordem.
ChapoB 3 saizSes a Augaato Fernandos
e comp., 1 Raphael Das e comp, 1 a L.
Marques e comp, 1 a A. D. C. Vian-
na.
Drogas 19 volumes Companhia de Dro-
gas,
Encencio 10 caizas a Costa Lima e
comp.
Ferragem 6 volumes a BrandSo, 11 a
W. Halliday e comp, 7 a Pohlman e
comp, 4 a ordem, 2 a C. Waschsmann,
6 a A. Pinto da Silva comp., 1 & Ferreira
GaimarSes e comp. 30 a Miranda e Soasa
1 a G. de Mattos IrmSos.
Janeo 1 fardo a A. Pinto da Silva e
comp.
Loaga 50 grades a Joaquim Ferreira
de Carralho e comp.
Msrcadorias 16 volamos a ordem, 11 a
Oliveira Bastos e comp., 4 a Manoel Col-
laco e comp., 2 a Wachsmann, 3 *
Ramos Geppert e comp., 3 a Vi)lela e
comp., 3 a GaimarJhs Cardoso e comp.,
1 a A. D O. Vianna, 1 a F. R o a Silva
e comp., 1 a Netto Campos e comp., 3 a
C. Bansa, 7 a Gomes de Mattos Irmlos,
3 a L. A. Salazar Jnior, 2 a E. G. Cas
cao, 2 a Maz Dreohator, 5 a Prente
Vianna e comp.
Machinas de costaras 18 volamos
Pinto da Silva e comp., 4 a ordem,
Ferreira GaimarSes e comp.
Monilia 1 caiza a Companhia de
gas.
Obieotos para chapeo de sol 7 caizas a
Leit 3 BastoB e comp., 2 a J. M. S. Mello
e comp.
Papel 1 fardo a Oliveira Bastos e comp,
6 a T. ;ast, 30 a Companhia de Drogas,
15 a Manoel Collaco e comp., 71 e 6 cai-
zas a Costa Lima e comp., 14 e 2 a or
dem, 5 a Browas e comp., 1 a M. Das
da Silva GuimarSee,
na.
Dito de mpreseav) 22 fardos ao cJornal
do Recite
Pregos 100 caizas a G. da Mattos Ir
mos.
Phosphoros 50 caizSas a Domingos Fer-
reira da S Iva e comp.
Piano 1 caiza a Ordem.
Porcelana 6 caizas a Companhia de
Drogas.
Pimenta 20 saceos a F.gjeireio Costa
e comp.
Pdneiras 1 caiza a Companhia de Dro
gfis, 10 a ordem.
Tecidos 1 volume a Oliveira Bastos e
comp., 8 a A. Lopes e comp., 15 a or-
dem, 1 a Cramer Frey e comp., 6 a Ro-
drigues Lima e comp., 6 a Al ves de Bri'-
to e comp., 2 a Guerra & Fmandes 2 a
Albino Amorim e comp., 4 a Fran
cisco d'Azevedo, 11 a Oiinto Jardim e
comp 1 a A Maia e comp., la A San-
tos e comp., 3 a Domingos Coelho & Soa-
res, 5 a J ,aqu m Gongalves o comp., 1 a
M. Lopes M. Ramos, 2 a J. F. da Silva
P.nto, 1 a Manoel D. da Silva GuimarSes
2 a Joaquim Agostinho e comp., 2 a A.
Vieira e comp., 3 a Machado e Pereira/
15 a L. Maia e comp.
Tinta de impresiSo 24 volumes a Ma-
noel Figaerda de Fa.ia e Filhos.
Vidros 1 caiza a GaimarSes Cardoso e
comp., 1 a Ferreira GaimarSes e comp.
Bxporitic&o
BKcnri, 21 ot hoaembro Da 1892
tara o exterior
inglez Scholar, para Liverpool,
4 C, 18S kilos de borracha de
disposigo do art. i* sob o ponto de vista do in-
teresse dos Esta los daUaiio.
4
Autonoma dos Estados ; casos de lotervengao
do governo federal nos Estados.
8
Competencia dos Estados e competencia da
Uaiao.

O i poderes polticos reconhecidos pela cons-
tituigo, sua devisao, independencia e harmona.
7
O poder legislativo. Ssas orgaos e fun:g>s.
O congresso. Suas altrlbuigoes privativas. Elei-
g6s para deputados e sead res.
8
A cmara dos deputados: sua organ sago,
competencia e iniciativa. O senado. Sua for-
mago. AttriDnigOes que Ihe cabera privativa-
mente.
9
Critica da proporcionalidade entre o numero
de deputados e dos Uabiantes de cada Estado.
Deffeitos dessa dstribuigao. Prepoderaocia de
zonas. O numero ignal de seaadores para cada
Estido e divisa o que consulta os intereases da
unio nacional.
10
CoodigOes de elegibilidade para o congesso
nacional. Darago do mandato legislativo. Ra
novago trieonal do sen ido pelo tergo de seus
memoros, perda do mandato legislativo.
Modo porque se fazem as leis. A sanego.
A oromuleago.
12
O poder executivo. Sua organisagao. OPre
Bidente e o Vice-Presidente da Repblica: Du-
ragSo de suas foncg033. ConiigS;s essenciaes
de elegiollidade, processo de eleicii incompati
bildade.
13
AttrbuigOes do pre3ideute e do vice presiden
te da Repblica, limitago de sua autoridade.
Responsabilidad'.- do presileute da Repblica.
Actos que a determinan e tornam effectivas.
4
Dos ministros de Estado. Seus dev res. Sua
Irresponsabilidad pernme o congresso.
lo
O poder judiciario. Modo de.formagSo. Plu-
ralidade da magistratura.
16
A m gis'.ratura federal, sua organisagao, com
pe'.eneia e vitalieiedad ; tribunal federal, sua
importancia.
17
A magistratura federal peraate a magistratu-
ra dos Estados. Espbera de aegao de cada urna,
pluveridade e unidade de legilagSo.
18
Organisagao autnoma do municipio. Vanta-
gens da auionomia municipal.
19 '
C'.dados brazileiro1. Seas direitos politices
e civis. Eieitores. Os que nao podem sel-o.
Perdas e suspensao de direitos dos cidados.
20
laviolabilidade- do? direitos. Igualdade so
cial, Iberdade individual. Extincgao dos lta-
los nobiliarebicos, dos privilegios de nascimen-
tos, dos foros de nobreza e das ordeos honorfi-
cas.
21
0 casamento civil. A secularisagSo dos ce
rniterios. O ensno leigo. Sepa'agio da igreja
e do EJlado.
22
Direito de ass^cigo. Sua limitago. Direi
to de repre8eota3o. Liberdade de pensamento
aa imprensa e na tribuna. Seas limi'es. 0
aaonvmato.
23
Direito de propriedade. Direito au'.oral
M
D:spo3igoes da constituig'.o, eferentes a ma-
teria judicial.
23
Ezercito e armada. Poro especial para os de-
iic'os militares. Supremo tribunal mi ar. O
servigo militar. Coostoigo do exercito fede-
ral. A initroccao milar. O recrotamento.
26
0 tribunal de contas. Sua organisigao.
27
Sy-t-^ma c*e eleigao, subTragio directo e indi-
recto.
Pro/rafM:! de direito patr'.o adnimetrativo
I troducgio
29
Direito administrativo. Sea objecto. In
po tr.-cia do sea estado. Sciencia de adtnitils-
trego, periodo de formagao. Governo e almi-
nisirjgo federal e local. Uoio, Balados e mu-
nicipio?.
30
CjQsideagoeg bistoricas sobre o rgimen po-
ltico e administrativo no Brasil at a proclama-
gao da repblica.
31
Administrados: cathegorlas : brasileiros na-
tos e naiuralis.dos estraogeiros. Direito e de*
veres pblicos.
Aiministracao federal
O presidente da repblica como poder execu-
tivo. Temporariedade de sea mandato. Sin
responsabilidade-
33
Os ministros de Estado. Nomeagao e demis-
s&o dos ministros. Modo porque se communi-
cam com o engresso, sua organisagao, denomi-
nages e competencias.
34
Gjvernadores nos Estados at a constituigo
des tes agentes do poder federal.
35
i Acgao e competencia da admlnistragas federal
com relag) ao dominio nacional; aos org
mn os ; impostas ; divida ; contabiiidade pa-
blica e a deft-za nacional. Tribunal de contas.
36
Acgao e competencia da administrago fede-
ral relativamente admiois.ragaj da justiga:
o'g-misagao judiciaria; nomeagao, remegSo,
promogio e apoaenladoria dos magitt aJos-
Acgao e competencia da admia strago federal
relativamente a instruegao publica, as sciencias,
asarles, e ao prouressoeconmico.
Administrago local
38
Diviiao administrativa territoial. Oj Esta-
dos. ConslituigOds dos Estados. Gove-nadore*
actuaes.
39 .
0 municipio. Sua autonoma coniigo de
grandeza para os Estados. O municipio duran
te o rgimen mooarchicQ.
Recit, 15 de Outubro de 1892.
Pelo lente cathedratico Dr. JSpitacio da Silva
Pessoa.
O late substituto,
Antonio Gomes Pereira Jnior.
Approvado em sessao da cosgregago de 4 de
Novembro de 1892.
0 secretario,
Booifa:io de Arago Furia Rocha.
PROGRAMMA DE ENSINO ?A
2,* cadeira da 1.' serie
DO
Curso notariado
[Direito Cr.mitua, Civil e Commercial)
Anno de 1893
Programan
1
DiQuigo do D. Criminal. Conceito do crime
e da pena. Seus presuntos.
2
Divides tbeorics e praticas doscrime3, e uti-
1 dade. d lias.
3
Divsao das penas. Gao de penal'dade e
causas que o justifican).
4
Da lei crim aal, sua exteusao e applicacao.
6
Diviso dos criminosos. Cla^slficagao a 11,
e moderna.
6
Da tentativa. Das derlmeucias e justificativas
da esposabiiidade.
Dos rrimes poli icos e da sua punigSo
Do bomicuio.
9
No vapor
carregaram :
S. Nogueira
mangabeira.
Para o interior
No vapor nacional JfaranAo, para o Pra,
carregaram :
M F. Martina, 160 barricas com 12,094 kilos
de assncar branco.
C Pares 4 C, 330 barricas com 20,850 kilos
de asaacar branco.
A. B. Pereira, 2 pipas com 960 litros de al-
cool.
J. Souza, 3,(0) caitas com 39,000 kilos de
sanio.
Amorim Irmaos 4C, 300 barricas com 19,000
kilos de assucar branco.
i., da Si va Caroeiro & C. 750 barricas com
t8,687 kilos de assncar branco.
C L. Gomes fe Fonsecn, 200 barricas com
13,680 kilos de assucar branco.
F. Bacellar, 150 barricas com 9,750 kilos de
assucar branco.
P. Alves & C, 100 barricas com 4,156 kilos
de assncar refinado e 600 ditas cotu 39,565 kilos-
de assucar branco.
Para Manos, carregaram:
M F. Martins, 35 barricas com 2,623 kilos de
aasucar branco.
Para Cear, carregaram :
P. Carneiro & C, 72 barricas com 7,562 kilos
de assucar branco.
Nj vapor frase-z Concordia, para Rio de
Janeiro, carregaram:
P. Pinte & C, 50 pipas com 23,500 litros de
agurdente e 35 ditas com 16,150 ditos de alcool.
S. Gaimaraes < G., 10 pipas com 4,600 litros
de alcool.
L. A. da Costa, 2,000 abtcaxis.
J. Baplisia Portado, 550 saceos com 33,000
kiios de assucar branco e 250 ditos com 15,(100
ditos de dito masca va lo.
Para Santos, carregaram :
P. Carneiro & C, 600 saceos com 36,000 kilos
de assncar branco.
J Bailar < C, 600 saceos com 36 000 kilos
de assucar mascavado e 1,150 ditos com 12,000
ditos de dito branco.
A. Labille, 400 saceos com 24,000 kilos de
milbo e 50 ditos com 3,000 litros de feljio.
No vapor portuguez Eliza, para Babia, car-
reijou :
C mpanhia de Estiva, 100 saceos com 7,500
kos ii assucar branco.
Pa-a Rio de Janeiro, carregaram :
H. Chaves, 00 saceos com 36,000 kilos de
aosaear branco.
P. Alves & C, 350 saceos com il.O'.O kilos de
milbo.
No vapor nacional Upinema, para Rio de
Janeiro, carregaram :'
Julio & C, 400 saceos com 30,030 kilos de
assucar r--.-::o.
P. Alves & C, 1.000 saceos com 60,600 kilos
de assucar mascavado, 20 pipas e 100 barra
com 19,200 li'.ros de agurdente.
No vapor americano Alltanca, para o Para,
carregaram :
C. Gaimaraes Jnior, 430 barricas com 27,048
kilos de assncar branco.
P. Caroeiro & C, 300 barricas com 17,550
kilos de assucar branco.
No patacho norueguense Elim, para Rio
Grande do Sul. carregaram :
J. Loyo, 1,200 pceos com 90,000 kilos de
assucar branco.
V. A. Molta, 303 saceos com 22,500 kilos de
assucar branco.
No hiate nacional Deus te Guarde, para
Natal, carreeou :
J. Raposo, 19 prancoes de pao carga.
Para Mes so caregou :
J T Carrero, 400 saceos com farinha de
m ndioca.
Na barcaga Correto Parahybano, para Pa-
rabyba, carregaram :
F. Pa va, 5 barricas com 450 kilos de car rao
animal.
J. Sonza, f01) ca;xas com 2,300 kilos de sa-
fa o.
Dos crimes contra a proprlelade.
10
Das offensas phvsicas.
11
Des enmes de imprensa.
12
Dos crime3 costra os bons eos tem s e a boa or-
dem de familia.
13
Dos crimes contra a f publica.
14
Dos crimes contra a buraca boa fama.
15
Jjs cimes contra o direito autora.
DIRE1LO CIVIL
16
D (inicuo e dvlo do Direito civi. Sen ob
jeito
17
Noci das pessoa; e das couea*.
Bagas de mamonas (kiio)
dorracha de leite de mangab.
Cachaca
(kiio)
Patata da
mana oa 21 a 26
Alcool (litro .
Algodao em rama (kilo) .
Arroz com casca iao) .
Assncar refinado (kilo) .
Aasucar branco (kilo) .
Assucar mascavado (kilo)
Alfaudec*
01 NOVEStBBO Dg 1892
. 520
. 613
. 90
. 500
. 326
. 180
onros seceos espichados (kilo) .
Coaros seceos salgados (kilo)
Coaros verdes (kilo).....
UarocoB de algodao (kilo) .
Garrapateira (semenies) (kilo) .
;acao (kilo).......
Jal bom (kilo)......
ijaf restolho (kilo).....
Gaf moido (kilo)......
Carnauba (cera vegetal) (kilo) .
Cera em velas (kilo).....
Canna (aguarden e) (litro) .
Cal (litro)........
Farinba de mandioca (k lo) r
ienebra (litro)......
Graxa (sebo em rama oa coado) ikilo)
Foltias medicinaes de qualqaer qua-
lidade (kilo)......
Mel di anque (litro) ....
tfilno (kilo........
Sement de carnauba (kilo) .
sola, (meio).......
Stearina em velas (kilo) ....
Tataiaba (kilo)......
Tahuas de amarello empranchoes
(dnzia)........
100
11100
250
560
470
315
32
109
too
H200
11000
MOOb
400
640
343
10
50
300
600
200
196
90
45
41400
1*000
40
1004
Acadlaseuoa publicas
un Da hovembto DI 1892
Renda geral
o da 1 a 23
idam de 2 i
AtfaMtia
1,201:71218*2
73:33*1879
-----------------I,275.0i5*:01
Readu do Estado
Do da 1 a 23
dem de 2 i
30i:7816/6
12:810j4l5
314591499'.
Baman total
1,589.6374692
H
Seguida secgo da Alaudega do Pernambuco.
de Novembro de 1892.
O chefe da secgSo,
Maooel Antonino de C. Aranba.
O tbesoureiro,
Florencio Domingues da Silva.
RECEBEDO.UA DO ESTADO
Do da 1 a 23 131:8954652
dem de 24 3:14*4678
a pes-
que pode o casa-
Da communbao de
18
Exteosao e applicab ldade da lei civil.
19
D.reito das pessoas. Das pessoas naturaes con-
sideradas no lempo.
20
Classitiagao das peEsoaa naturaes consideradas
no eapago.
21
Natureza, classiijagao e capacidade das pes-
soas jurdicas.
22
Do casamento ; sea conceito. Effeitos que delle
reeultam.
23
Condignos da capacidade para contrahir o casa-
mento. Impedimentos.
24
Do poder marital ; sua extensSo sobre
soa e os bens ua mulber.
2o
Do poder pater.-o ; como se adquire e se per-
de o poder paterno-
26
Dos direitos comprebendiJos no poder pater-
no.
27
Dos diversos regimeus sob
ment ser contrahido.
bens.
28
Do rgimen do'al e de simples separego de
bons.
29
Da tutela e da cratela.
0
Direito das cousa?. Diviso das cousas em
geral.
31
Do dominio e da posee.
32
Dos modos de adquirir.
33
N.gao da herang; nego e diviso das pes
soas qu suocedem nos bens de outrem.
34
Da distribuigao dos bens hereditarios.
35
Do testamento. Sua diviso e formalade
essenciaes. Codlcillo.
36
Do inventarioe das partilhas.
37
Da servido, do uso, do usufructo e da empby.
tense
38
Do peahor e da bypotbe;a.
39
Das obrigagOs; a?u3 elementos e especies.
Direito Commercial
40
Nogao do direitocrmmercial. Seu cbjjcto.
41
Do commercio, dos comen reanles e actos de
commercio.
42
Das obrigagOs commerciaes da compra e
venda.
43
Das sociedades commerciaes. Sociedadc em
oome conectivo.
44
Sociedade em commandita e anoovnas.
45
Da leUra de cambio. Sua natureza e requisitos.
46
Do mndalo c comm:8*ao mercantil.
47
Da fallencia. Saas especese til itos.
48
Do commercio martimo e das pessoas que
nelle tornam parte. DasembarcagOea.
49
Do contracto de fretamen o, da carta partida e
do coobecimeoto.
(0
Do cambio maritim?.
51
Do segaro martimo-
52
Das avarias.
'-'s reatos cima sao formulados com vastaex-
:-usa: porque pertearem urna cadeira de me-
ras D' .os soore as materias que faiem objecto
de seu ".aludo.
Aprsenlo para p-ozramna d* ensino da 2
cadeira da 1* se ie do Curso de Notariado opre
sent .rgamiua.
ftecfe, 15 de Oatubro Je 8)2.
O lf-..le ca'liedral co,
Dr. Adelino A. de Loca Freir Filho.
A provr. '.o pela cong-rgago em sessao de 4
Novembro de 1892-
0 secretaria,
B. Aragao Far'.a Rocha.

*y
li
s
f.
- '
i
". T



Navios sahidot no ntesm dia
Manos e esoalaVapor nacional Mara-
nhSo com mandan te G a i, herma de Cas-
tro, carga varios gneros.
Parahyba Vapor ingles cActor com man-
dante Hewv Chaw, carga varios g-
neros.
Mercado Municipal de S. Jut
O uj'jv:mtn'.o deste m -rcado no da 23 de
Outubro foi o seguinte : fentraram.
36 bois pesando 5,301 kilos.
468 kHos de pelxe a 20 ris 94360
7 compart. com mariscos a 109 rs. 4700
3 ditas com camares a 100 rs. 430o
50 lugares a 200 rs. 104000
8 sainos a 200 rs. 14600
3 ditas com feijao a200 rs. 4600
40 cargas de farinba a 20U rs. 840C0
5 cargas de milbo se eco a 200 rs. 14010
1 ditas com fructas diversa.- 1300 rs. 4300


ditas de amendoim a 300 rs.
2 cassuas com gallinhas a 300 rs.
12 ditas com gerim a 300 rs.
ditas com louga a 300 rs.
ditas com milbo verde a 300 rs.
47 ditos com verduras a 300 rs.
di'.as de melaocia a 300 rs.
ditas de canna a 300 re.
9 dita de batata a 300 rs.
1 ditas de laranjas a 300 rs
2 ditas de banana a 300 rs.
72 ditos com farinba a 4 )0
5 cargai com gallinhas a 500 rs,
32 columnas a 600 rs.
7 cor^artimentos com rttaWal
a 601 i
46 ditos com fazendas etc. a 600 rs.
28 ditos de comidas a 700 rs.
II ditos de smneiroj a 14
8 ditos a 7 0 ra.
43 talhos a 24000
4
4600
34600
4
4
144100
4
4
2470C
4S0O
4600
284800
24500
194500
44-20,
2746C0
194600
114000
54600
86*5000
V
l
Rendimento do dia 1 a 22
238456:
5 707466b

Do dia 1 a 23
dem de 24
KECIFE DRA1NAGE
135:0394330
2.20241^8
1044616
2:3,64774
Mov ment do Porto
Nav'.oi entrados no dia 24
Liverpool e eacala18 dias, vapor ingle*
Bessell de 1165 toneladas, comman-
dante Charle Alleat, equipagem 29,
carga varios gneros, a Blackburn
N.edham & C.
Rio de Janeiro e escala7 dias, vapor
nacional cMaranbSc de 1999 toneladas,
commandante Guilherme de Castro,
equipagem 60, carga varios gneros, a
Pereira Cerneiro 4 C.
Rio de Janeiro 6 dias, vapor ingle
cCraiglee de 1232 toneladas, comman-
dante D. Marray, eqaipagem 25, em
lastro, a W'lliam Boxwjll & C.
Preces do dia:
Carne verde de 240 a 649 ra i O ko.
Sainos do 640 a 800 ris idem.
Carneiro de800 a !S ris idem.
Farinha de 400 u 480 ris idem.
Millio de 380 a 400 ru idem.
Feiiio de 800 a 14400 idm
^tporos ti flnf sp
Mez de Norembro
Europa....... Szechenye.........
Europa....... Montevideo........
Europa....... Colonia...........
Sul.......... Pernambuco.......
Norte....... laboato...........
Norte........ Espirito Santo.....
Sul.......... Aconcagua........
5.9664220
Sul
Norte ..
sal....
Hu___
Europa
'Jna.
Hondo
25
25
25
2o
26
26
26
27
29
Aguamar......... 29
S. Salvador........
Amasonense........
Mez de Dezembro
Europa....... Cijde.........
Sal.......... Thames........
30
39
SEGftOS
MARTIMOS COSTRA F066
eonpautiia Phealx Per-
nanbacana
QA DO COMMBRCIN.O- w
t

; -----i -t'. '.-


IHMHHffHHiVHMBHMBH
Diario de Peroanibueo Sexta-feira 25 de Novembro de 1892
**
v
JT
, V
i
m
Pro|rmm
DE
ENSINO DA i' CADEIR* DA 2' SERIE
Da Curto do Notariado
Atino de 1893
Explicado succinla do direito patrio
processual
Parte geral
i
Di ic;ao e da excepjSo, consideradas tbeori-
camente.
I
Partes litigantes: autor, reo, defensor, acensa-
dor, asistente e oppoeate.
3
Auxiliare, das paries Migantes: advogado,
procaradcr, solicitador.
Do pracesso. Fiasje;condicOos. inherentes a
todo processo.
5
Da civisao do processo quanto ao nm, a causa
e a forma.
6
Jurisdicco e competencia.
F'0 competenteregrageralmitacSes.
8
Niiades do processoa) noguo geral.
b) dmao.
9
Da organisacao judiciaria eoajgeral.Da di-
visao em Fe Je- I e dos Estados.
10
O .-'-.QisagdD da jasca federal -
a) Sopnor Tribunal Federal organisagao,
jurisdicg&o e competencia em 1* e Ia instancia.
b) Juizes i'e sargjSauatuos d)s jaizes de
seccio comeac&o, requisitos legaes para ella,
teuipo de duracSo das fuacges, substituya?, ju-
risdic^iu e competencia.
c) P.ocurador geral da Repblica no Supremo
Federal e as sec;6es da jusiici federalfu no
meagio, por que lempo, suas attribu'cOes, e
como sao tubstituidos-
13
d) Empregados e serven'.uarioB ia justira fe
(eral :
No Supremo Tbucal Federal:
Secretario \
Oificiaes I .requisitos le-
Ama uen3es } \gaesparaaso-
Coniinuos l i meagOes-fluem
Port'iro (os nomi, per
Ni secc6esdajU3lica federal, que lempo e
EfcrivSo ) Icomo sao sub
Porteiro f 1-mudos- Das
Cootiauo / 'aitibuigOes de
Officiaes de just'ea cada um.
PROCESaO FEEELAL _
Procesto civil e commercial
14
Da diviso do processo f< d ram em ordinario,
lUDiLsrio e executivo.
15
Da cita.So, sua ne:essldaae e m dos porque
pote ser feia, a saber:
ap '- desp.iho.
bpor precatoria.
cpor tditaes.
dcom bora cerla.
16
Do processo ordinario.
a)da proposiiura das accCes.
tlas excepcOes fea processo
18
cla contestacao da accSo.
19
dda reconvert
SO
e-da autora. u
ObaervaoSo.
as explicg;s sobre o processo federal indi-
care! as dlfferencas xietenles entre elle e o que
ainua fe ooserva as causas sitis commerciaes
e criminaea inleatadas peraute as instigas nao
federaes.
Faculdade de Direito do Recite, 15 de Oatnbro
de 1891.
O lente catbedratico da 1* cadeira da 2"1 serie
do curso do notariado,
D.-. Minoal do Nascimento M. Portella Jnior.
Apresento o programma supra.
Faculdade de Direito do Recite, em 3 de Na-
vembro de 1891.
O lente substito'o,
Dr. Francisco Pbaelaote da Cmara Lima.
Approvado pela caogregaco em sesso de 4
de Navembro de 1892.
O secretario,
B. de Ara gao Paria Rocba.
THEATRO
Domingo 27
Graade espectculo de bai-
lado
Beneficio da primeira bailarina
MARA FOJ&MZAM
e sua irmS
Hermiaa Foraazari
Programma exhibido e variado.
Bilhotea em m2o
amanhS no theatro.
Prugramma no c ia
d s beneficiadas
A's 8 horas.
Estrada de Ferr Sal
oambuco
'Horario para trena de cargas
De ordem do Sr. Director Eogeoheiroem Che
fo fago publico que, do da 1 de Desembro
prximo futuro em diaote vigorar n'esta estra
d:, para os trens de carga, o horario segointe :
C. 1
ESTAgOES
21
f da opposifSo e da intervencS) do assistenle.
gdas dacOes probatorias.
23
bdas provas em geralda testemanhal a da
docomeltal.
24
iallegacOes ou raioes fioaes.
25
ida^sentenca.
"26
Dj proceseo Bummariola que causas se app'i
27 lea como se iniciara.
Do processo execu-iqaal a marcha. Con-
vo. lira quem procede o
23 lexecativo fiscal.
Do exeeuvo scal.
29 .
Dos procseos preparatorios e preventivos,
a)do embargo ou arresto.
Una .
Boa Sorte .
Catende .
Jaqueira .
Colonia
Marayal
Barra .
Pery-pery .
S. Benedicto .
2uipap .
gua Branca .
Gltcerio. .
Canbotinho (*).
Angelim .
S Joao. .
Gara.ihuns.
30
b)-da exbibigao.
31
c)dos prokstor.
32
d)dos depsitos.
quaodotem logar-*por
quem pede ser reque
rido e contra quem
qual a marcha. Cerfdi-
.O.'s de validado de
ala um.
33
Dos cursos, em geral.
embargos a sent: .a.
-appeliaco.
Da cousa jalgada-scu= limites e tffeitci.
35
Da execugca quem compete, e centra quem
Qaal o julio competen'e.
36
Da "xecucaoa) das sentengas liquidas,
bl dis eentencas (liquidas.
37
Da carta de senterga seos requisitos. Quando
icdispeosavel.
38
39
40
d.s bens.
1
TARDE

o M
te o
V E
a p
O
1.35
2.25
3 20
3-33
3.52
4-30
4.45
5.05
5.45
130
2.00
2.40
3.25
3.38
4.00
4.36
4.50
5.10
C. 1
MANHA

a
u
7.05
7.24
8.05
9.10
9.50
10.45
6.30
7.10
7 30
8.30
9.15
9.K
ESTAgOES
i-
Garanhuns.
S.Joo.
Angelim-
Canhotinho.
Glicerio. .
Agua Jranca
tuip'ap .
S. Benedicto
Pery pery .
Barr .
Mar., val
Colonia
laqueira .
Catende .
Boi.Sorte .
C i
TABDE
QO
6.21
6.40
6.56
7.30
7.49
8.00
8.41
9.20
9.50
ce
13
CB
CU
5.45
6.26
6.45
7.00
7.35
7.53
8.05
8.56
9.2511
C. 2
MANHA
es
a
es
MI
1.45
223
3.10
4.00
4.20
o.00
O
J3
a.
i.oe
1 50
2.28
3.25
4.05
4.23
() Cruza com o P 2.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul de Per
nambuco. Palmares, 21 de Nmmbro de 1892.
O Secretario.
Vitaliano P. Ribeiro de Souza
Da pecbora.
Da brremaUgc.
Da adjudicagios)
D) dos rendimento
Da adjudicaco as exe:sg523 fhcaes.
42
Das embargosa) do executado.
Kb) de terceiro.
* 43
Das preferencias e concurso de crelores.
Daa cu3'.as do processo.
45
Das audicic'.:s.
Pt-cce. so crim'nal
46
T)J proccsio criminal em gpral. Da organtsa-
^S; jjeiciaria criminal em geral.
47
Do3 fooccionarios criminaes, segundo a orga-
i;.g"ao da justida Isderal.
48
Do babeas-corpos.
49
Da acg&o cr min 1Sua divisao.
OU
Da laidaffo do processo criminal.
a) Quc-'xa.
b) D uuncia.
51
Do proseseo criminal ordinario.
n\_->rmacaj da culpa em todoi os seus actos.
1 52
bi1o despacho de pronuncia, edo de impro-
cedencia de queixa e denunc a.
53
c)do processo peraute o jury at sentenga
final. .
M
d)dos recarsos.
o5
e)da execugao dasseleDgas.
Di a:cus3go e Drocesso dos empregacks p-
blicos em crime d responsabilidade.
Prcceaso militar criminal
57
Crines militares, penalidades, nfracgOes
dissiolnares, em geral.
5o
Do processo caminal em geral.
Do conceibo de inve9tigagao e do de discipli-
60
Do conceibo de guerraDo julganeoto em 2-
instancia.
61
Recursos e execugao de sentengas militares.
Secretaria da Initruccao Pu-
blica do Estado de P r-
nambucj, 23 de Novem-
bro de 1892.
EDITAL N 65
Prazo de 30 dias marcados as alumaas-mes
tras tituladas pela Escola Normal, Engracia Fre-
dovinda Coelbo d'Almeida. e Maria das Dores
Borges 9 a professora publica Amelia Josephina
N-y da Forueca.
De ordem do Dr. inspector geral, faco saber
as alutrnas mestras tituladas pela Escola Normal
B'ig actaFredoviolaCoelhod'Almeidae Marii das
D >res Birges, nomeadas em 2 do correi.t; pelo
Exm. Sr Dr. governador do Estado, profe sora*
publias, a primelra da cadeira do sexo feminino
deSanl'Ann na freguezia do Pgo]i Panella, e a
segunda para a de ensino mixto em Alagoi do
Carro, e a professora publica Amelia Josephioa
Nery da Fonseca, removida na meama data para
a 6 radeira do sexo femioino da freguezia de S
F'ei Pedro Gong?lvcs de Recite, que lb>s tica
marcado o prazo e trila dias, as primeiras
para tirarem os ttulos e assumirem o exerclcio
das respectivas cideiras, a ulma para aposlil
lar e asiuonr o exercicio da nova cadeira.
O secretario,
Pe'gentino Sa-aiva d'A^ojo Galvao
PSADO
PERMMBIJCANO
HIPPODROMO
DO
CAMPO GKANDE
QUE SE REALIZARA* NO
Dia27deNovembrodel892
Vomei
i
Pello
Xatari
na.
O
m
4
Cor da vesti-
menta
Proprietarlo*
1.' pareo Conmoiaro 800 metros. Animaos de Pernambuco que nao tenham
ganho premios nos prados do flecife. Premios: 200/000 ao 1.- 40*000 ao 2/ e
20*000 ao terceiro.
Slorpim ...
Cumberland..
.'uscomtigo
Gatuno......
M.'tapan.....
Tejo........
Dinamarca...
holover.....
.\lazao......
Castanbo-----
Rodado .....
Rosilho......
fedrez......
Rodado......
Cajtaobo
Pemamb.. ; 5i
54
54
54
54
c ai
c oi
54 |
Branco e encarnado-
Preto e encarnado...
Snc. e braneo.....
A-riarell) e roxo
Greoat e azul.......
Soc. branco preto...
Branco
A. J. Guimaraes.
B. Lur5s
Costa & Irmao.
H. Lemos.
J. Pereira.
Coud. Portuense.
M. Silva.
54 I Preto e ouro.........'F. S. Campos.
.* PareoInicio800 metros Animaes de Pernambuco que nao tenham ganbo em maior
distancia em 1892. Premios: 2002000 ao 1. 40*000 ao 2.' e 20*000 ao 3.-
Flautista...
Limeira...
Arebivoa .
Pbariseu..
Confcrme.
Triumpho.
Hungnot ..
Vingador..
Bocacio II.
Castanbo....
Rudado .....
Castanbo ...
Rudado......
Mellado......
Prco.......
Rudado .....
R. Vermelho.
Pemamb.. 54
. 56
C 56
c 56
1 54
c 54 >
c 54 1
c 54
c 54 1
Aul, branco e ene.
Encarnado, booet br.
Greoat azul........
Azul e eucarnado....
Preto e encarnado___
i Encarnado e preto...
Roxo e amarello
Encarnado e bonet pr
Ene. e azal.........
X. Baha.
G. Oliveira. .
tfanoel Pereira.
R.Costa.
I. J. Valen te.
Coud. Arrayal.
J. N. da Silva
Coud. 1* de Junho.
J. de Mello.
J.* PareoLiberdade1.200 metrosAnimaes de Pernambuco. Premios: 400*000 ao
1.* 80*000 ao 2.* e 40*000 ao terceiro.
ficta.
2
3
i
5
6
Talissier. ...
Berlim......
Pigmea.....
Dublim......
Mouro.......
Rudado.....
Baio........
Cachito.....
Zimo........
Rudado......
Alazao......
Pernamb..

c


5 i
51
52
52
o
bi
Azul e amarello...
Amarello e roxo...
Rixo e ouro.......
Azul e amarello...
Verdee amarello.-
Ouro eazul........
Coud. Cruzeiro.
J. N da Silva.
P. GuimarSes.
M. S. Maia.
Azevedo 4 C.
oud Mouriscana.
4.*tPareoPrado pernamfencano1800metrosAnimaes de qoalquer paiz. Pre
mos : 500*000 ao 1.- 100*000 ao 2 e 50*000 ao tercero.
Seabreasea..
Napolitano. .
Sciroco.....
Veloz.......
Zaina.......
Alazao......
Gastanho
Ioglater-a. 59
S. Paulo.. 58
Rio Janeiro 56
< 56
Escarate e ouro...
Azul e encarnado.
Asul e ouro.......
Azul e preto......
F. Allood.
F. C. R. Reg.
Coud. Internacional
Coud. Nacional.
5.* PareoAnimiro-1200 metros. Animaes de Pernambuco que nao tenham ganbo
em maior distancia de 800 metros de 1892 nos Prados do Recife. Premios :
300*000 ao 1.a, 60*000 ao 2* e 30*000 ao 3.
. PROJEOTO DE INSCREPCAO
Para a 29.a corrida a realisar-se no dia 4
de Dezembro de 1892
4.* amiiversario
i.
PAREOAO TURF FLUMINENSE1.000 metros. Animaes de Perna.
buco que nao tenham ganho em distancia saperior a 800 metros
em 1892. premios : 30O|J0O0 ao primeiro, 6JO00 ao segundo a
300000 ao terceiro.
t. PAREO-AO PRADO PERNAMBUCANO-1.200 metros. Animaes de
Pernambuco que nSo tenham ganho em distancia superior a 950 me-
tros, podendo entrar os animaes de Pernambuco que nSo tenham ga-
nho de 1 de Janeiro a 6 de Agosto de 192. premios : 3000000 ae
primeiro, 60<$OO0 ao segundo e 30$000 ao terceiro.
8. PAREOAO DERBY-CLUB DE PERNAMBUCO1.000metros. Animaes
nacionaes. premios : 4000000 ao primeiro, 800000 ao segando
400000 ao terceiro.
A. PAREO-erande Premio \ IMPRENSA PERNAMBU7ANA
Eandcap 1.70J metros. Animaes fie Pernambuco. premios:
6000000 ao primeiro, 1200000 ao segundo e 60SOCO ao terceiro.
*. PAREO-HIPPODROMO UO CAMPO QRANDE-flanca^1 609 metros.
Animaes de qualquer paiz. premios : 1:0000000 ao primeiro,2000009
ao segundo e 1000000 ao terceiro.
.* PAREOA INTENDENCIA MUNICIPAL
Animaes de Pernambnco. PREMIOS :
ao segundo e 300000 ao terceiro.
f." PAREOTRILHOS URBANOS1 200 metros. Cavallos de Pernambuce
que nSo tenham ganho de 14 de Margo a 20 de Nov, rubro de 1892.
premios : 3008000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao
terceiro.
.c PAREOAO TURF PERNAMBUCANO1.400 metros. Animaes de Per-
nambuco. PREMIOS: 5000000 ao primeiro, 1000000 ao segando e
500000 ao terceiro.
DO RECIFE1.100 metros
3000000 ao primeiro, 6O0COO
Observac,es
Pirata......
Colosso......
Hdgr ot.....
Vermouth..
Preto....
Rjdado..
Pritj....
Turdilbo.
Pernamb.. 52
c 52
c 52
c 52
acamado...........
Azul ene. c braoco..
Amarello e rooxo
Azul e encarnado
I C. G de Alboquerq.
Coud. Cruzeiro.
J. N. Silva.
S. de Flgueredo.
PareoHarmona1150 metros animaes de Pernarbaco e pangas.
250*000 ao !. 50*000 ao 2 v 25*400 ao terceiro.
Premios:
Moema.....
Bertbolesa
Piramn.. ..
Douradilbo..
Ziina.......iPernanib-.i 54
Rudado. ...I oi
Alazao......I I 5i
Castanho. .1 < I 51
Branco ncar.......
Branco, tncarnado .
\ma-Uo e banco..
Ene. e azal.........
Oliveira & C
\. GoimarSee.
Cono, del '.i Vista-
A. de Mella.*
7. Pareoanppleaaenar800 metros.A limaes de
ganbo premio em 1892. Premios : 260*000 ao *
ao terceiro.
Pernaoiiaco que nao tenham
40*000 ao segura e 20*000
De accordo com o art. 5." do cdigo de corridas, nSo poderSo ser
inscriptos nos pareos: Ao Turf Fluminense os animaes Madrity, Pigmea, Dablim,
Colosso e Campones ; ao Prado Pernambacano os animaos Dablim, Pigmeo, Maurity,
Sana Souci Colosso; eTa'icier, Derby Club de Pernambuco os animaes Veloz, Niniche,
Napolitano, Sirooo e Attlante ; A ImprenBa Pernambacana os animaes Piramon, Mau-
rity, Marangoape, Sans Souci, Pyrilampo e Plutao; a Intendencia Municipal os ani-
maes Pyrilampo e Piramon ; Trilbos Urbanos os animaes Mau-ity, Mouro, Pgmea e
Platlo.
O pareo Impreusa Pernambueana s ser considerado realisado correndo C
animaos e os oatros 5, de tres proprietario:.
Nenhuma proposta ser aceita senSo estiver acompanhada da respectiva m-
poriancia.
Os pareos ao Turf Fluminense ao Prado Pernambacano a Imprensa Per*
nambaoa, Trilbos Urbanos e Intendencia Municipal nSo contarSo notoria.
A tabella de pesos dos pareos Hippodromo do Campo Grraade e Imprensa
Pernambacana aoha-se na secretaria a disposicSo dos Srs. proprietarios.
A inscrpcSo encerrar-se-ha terca-feira 29 do oorrente as 6 horas da Mr
de na secretaria do Hippodromo a roa 15 de Ni vembro n. bb, 1 andar.
Previac-se aos Srs. proprietarios de animaes que s serSo permittidos os
ensaios at 30 de Novembro.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 23 de Novembro de 1892.
O SECRETARIO,
Augusto Silva.
Gatuno
Conforme
Pleiade.. .
Phariseu..
Petropolis
Vingador.
Colosso. .
i"
Rusilbo
Rodado.
Castanho
Rodado ..
Pernamb.- 54
c 54
54
56
54
54
58
^
R)uxj e amarello. ..
Encara, e preto......
Eicar. preto e ouro.
Soc. e asal.........
Verde eonro........
Ene. e bonet preto...
Oaroe azul...........
IJ. Lemos.
J. J. Valen te.
Goud. Palma.-ense.
R. Costa.
Coud. 10 de Malo.
Coud. 1.* de Junho.
Boud. Cruseiro.
Observaces
Os animaes inscriptos para o 1.' pareo deverSo aahar-se no ensilhamento s
9 1|2 horaa da manhS.
Os forfaitt serSo recebidos at Sabbado 26 de Novembro s 3 horas da
tarde na secretaria do prado.
Os jockeys que nao N apresentarem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no programma por seas patio es, n3o serSo admittidos pesagem e
serlo multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos senhores accionistas de procuraren* os seas ingressos na se-
cretaria do prado roa da Imperatris n. 26 1. andar.
A venda de poales ser annanciada ao publico por urna sineta eletrica col
locada na casa das apostas, logo que tenham sido pesados os }eck.eys, am signal
prolongado avisar que se vai principiar a venda de poales.
Cinco minutos antes do encerramento da mesma venda um signal menos pro-
longado ser dado.
O terceiro signal, prolongado como o primeiro, indicar o encerramento da
mesma venda, que ser irrevogavel qualqoer que sejSo as reclamasSes.
O horario que for marcado ra pedra ser rigorosamente camprido.
Secretaria do Prado 24 de Novembro d < 1892.
Pelo secretario,
Jos Somes Sachas.
O guarda-mr da Alfandega de erdem
do cidadao Dr. inspector, e de accordo
com as attribuic3es que lhe confere o 2-
do artigo 342 da couaoldajao das leis das
Alfundegao e Mesas de Rendas, determi-
na, para a boa regularidado do servij'),
que todo navio que demrndar com xarqus
este porto, fundear no lugr que lhe :
designado no acto da visita pela Aifaodt-
ga, incorrendo na multa de que trata o oi
tado paragrapho todo e qualquer capitSo
que descrepar da rigorosa observancia
desta ordem.
O guarda-mr,
Gana Malcher.
hociedade Unio Familiar
Sarao em 26 de Novembro de 1892
Direcgao do consocio Gailberma
Pinto Meirelles
Ingresto ao3 socios o recibo do correte, e
convites em poder do sec-etario, todas as n JUtes
de 7 as 9 boras, na sede social.
Sscretaria da sociedade (JniSo Familiar, ti .e
Novembro de 1892.
O S'crelaro.
1 Alfredo P L'pe.? de Castro.
Veaeraval
(Jonfraria do Snior 3jm Jess da Via
Sacra da igreja d Santa Crus
De ordem do nosao irraao provedoi, ronvi lo
os nos ios cariesimos irmaos a compariCcrecu
em nossa 'greja no domingo 27 do corrate, s
2 horas da larde, aSm de incorporados, irmos
aeompannar a procissao daa imagein qua lem
de sabir de S. Jos de Riba mar para a igreja
de Santa Rita de Caasia, da qiil lvemos con
vite.
Consistorio da veneravM contraria do Senhor
Bom Jess da Viasacra, 2i de evembro de 1892
O escrivio,
Alherto Jos de Paiva.
Moate de Soceorro de
Pernambuco
Cautelas perdidas
Teodo-se extraviado as cautelas deste eslabe-
lecimento de ns. 23,030 e 25 487, fax se publuo
atiui de serem cxtrabidas as segundas vas.
Recife, z4 de Novembro de 1892.__________
Santa Casa
Casas para alagar
Na secret ira da Santa Casa alugam se as se
gnintes casas :
Roa Barao de S. Borja n. 3, casa terrea.
dem do Burgos o. 27, idem.
dem do Amorim n. 64, idem.
dem do Vigano n 22. 2- andar.
dem do Burgos n. 2, casa terrea.
dem do Dr. Ivo Mequelino n. 9, pre lio de 1-
andar.
Becco do Abren 0. 2, 4a andar.
Iimandade de N. S. do
Te co
De ordem do irmao juiz, pelo prsenle sao
convida op os nossos irmaos para iocorporados
acompanharmos a trasladado em procissao so-
lemne das imageos qun se acham na igreja de
S. Jos de Riba mar para a igreja de Santa Rita,
domin/o 27, s 2 ho-as da tarde.
Recife, 24 de Novemcro de 1892.
o secretario,
Padre Jo de Oliveira Lope3.
Matriz de Sanio Antonio
Veneravel Irmandade do SS. Sa-
cramento
Pelo presente convido aou irmf.o desta vene-
rvel irmandade, a corupirecerem em naseo
c3sis.orio, t.s 11 horas da marina Jo dia 27 do
orrente. para o fin le proceder te a sleicao de
ua irmao que preencba urna vaga de definidor
exi tente na mesa rogedla rio presente anno
comprcmssal na 1892 1893.
Consistorio, J4 de Nov obro de 1892
O es-rivo,
Neiva Juoior.
Fabrica dj papel Barao de
Lucena
Fax-se publico que, resollido em reuoi) dos
senhores subscriptores deEsa companbia a 22
do correte, levantar asedradas depositadas no
Banco Enissor de Pernambuco, enjo recibo ex*
travion se, flea ma-cado o praso do trinta dias
para a dita entrega, raso nSo appareca reclama
gao em contrario.
Sanco Emisor de Pernambuco, 28 de Novem-
bro de 1891.
J. M da Rcsa e Silvs,
Director secretarlo.
Emprestimo emittido pela
Companha Prtmotora de ndastras e Helhoraaientos
O 4o Sortelo
Ter lagar a 31 de Desembro de 1892, sendo o maior premio de .25:000)9000,
-lem dos de reis 2:0000000,1:0000000, 5000000, 2000000,1000000, 500000, 400000,
e 250000.
Pre$o de cada obrigacao 20#000
Roga ge aos Srs. possuidores de obrigacoea a virem recebar os premios do ter-
ceiro sorteio effe-ctuado a 30 de Setembro ultimo, bem como os jaros dos trimestres
vencidos no escriptorio da Companhia a ra do Torre n. 42, l. andar.
Estas obrigacSes aobam-se a vanda nos segaintes estabeleoimentoa : Banco
Popu'ar a roa do Imperador n. 22, em casa dos Srs. Martina Fiasa & O, a roa do
Crespo n. 23
Dita branca, idem.
EncaderntcSo do Diario Oficial por tri-
mestre, velamos.
Dita de ordena do dia por anno idem.
Enterro por cavallo, am.
Eaveloppes, para calcios, cento.
Ditos para ditos c m 0,'22a0,m09, idem*
Ditos para ditos oo a 0,35,m5,m24, idem.
Di'os para ditos, com 0,m34x0,m12, idem.
Ditos para ditos, com 0,40mx0,m15, idem.
Farinha de superior qualidade, litro.
Dita fina de Ia qualidade, idem.
Feij" j preto ou mulatinbo, idem.
Frango, am.
Fractas (duas laranjas ou duas banna-
nas), duas.
Figoi passados kilo.
Ferradura, urna.
Qoiabada em lata, kilo.
Grampos de m9tal ns. 1, 2, 3, 4 e 5,
cento.
Galucha, ama.
Qomma lacea, kilo.
Lerha da matta em achas de metro,
acha.
Lapes Faber n. 2, duaia.
Ditos dito n. 3, idem.
Ditos de duas cores, idem.
Livrancas impressas, cento.
Leite, litro.
Limao doce, um.
Lisa de differentes qualidades, olhas.
Lavagem e concert de roupa, pega.
Livros pautades para pharmacia com 230
folhaa, um.
Ditos para recetaario com 200 folhaa
idem-
Ditos para almoxarifado coa 200
dem.
papel carra
Th ;souraria de Fa-
zenda
O Conselho para fornecimento de ge-
nero s. pracas, forragens a cavalhadas,
dietos ao hospital militar, recebe propos-
tas, no dia 29 do oorrente s 11 boras da
manbS no Quartel General do commando
do 2 districto militar, onde fanocionar
para contratar o fornecimento de taes g-
neros e mais artigos, constantes, da rea-
$3o infra, dorante o 1 semestre do anno
vindouro.
Arrea pilado, kilo.
Am*car refinado de saperior qualidade,
idem.
Dito dito de Ia qualidade, idem.
Dito dito de 2a qualidade, idem.
Dito dito de 3a dita, idem.
Alfafa, idem.
Araruta, idem.
Ame xas pasaadaa, idem.
Aletria, ideo*.
Agurdente de canoa, litro.
Alvaiade, kilo.
Altas impressas, cento.
Azeite do:e de Lisboa, litro.
Bacalhau de Ia qualidade, k !o.
Batatas inglesas,' idem.
Bolachas, idem.
Biscoutas, idem.
Bolachinhae, idem
B imchos., um.
Baixas impressas, cento.
Banha de porco, kilo.
"V em grSo, idem.
ito moido de superior qualidade, idem.
Cha verde Hyson, idem.
Dito preto dito, idem.
Cognac fine Chfcmpagne, litro.
Carne secca do Rio iraode, kilo.
Dit* verde de vacca com csso, dem.
D ta dita dito sem osso, idem.
Dita dita de carneiro, idem.
Dita dita de porco. idem.
Capim em eixs, de 3 'k'Iogrammas,
kilo.
Cravos, cento.
Cannetas finas, duzia.
Cestaneiras para officos, ama.
Certificados de bitos, cento.
CarvSo vegetal, barrica.
Dito cckt, kilo,
Coite de cabello, am.
Ca'jpreta, kilo.
com
200
dito coronne com 200
o has,
foihas.
olhat,
loQias,
Ditos de
idem.
Ditos de
idem.
D.'tos de diti alasso com 100
idem.
Macarr'o, kilo.
M nteiga inglesa do primeira qualidade,
idem.
Miiho miado, idem.
iladicamontos para cavalhadi. numero.
Mata-borrSo, olha.
Marmellada, kilo.
Maisena, idem.
Mappa geral de dietas, cento.
Dito parcial de ditas idm.
Dito de movimento diario, id?m.
*
i

r -
v
*
p

T^

-,.*.- *.}* -"


Diario de Perps^bmo Sexta-feira 25 de Novembro de 1892
^----------------------------------------------'.......
folha.
Dito oe pbarmacia,
Dito mesologioo, icm.
Ovos, um.
Oleo de linhaca, caad.
Pei.se, ide.
P5o, kilo.
Papal aoseo timbrado para officios, reama.
Dito fcima#ao pautado de primairaa qua-
lidade, idem.
Dito Hbo, idem.
Pennas Perry, caixa.
Papel de 50 linha* para mappas, tlha.
Dito de 50 ditas para ditos, dem.
Dito pardo de linho, mao
Dito de 45 liohas para mappas,
Passas, kilo.
Peixe, idem.
Phosphoros de segurares, maco
pinol de caiar, um.
Papeletas impressas, cento.
Pasta com lombo e ponto a couro para
archivo com 0,oo25XO,m36XO,ml4,
urna.
Dita, dita, dita cm-O,m24XO,m32X0,m
12, dem.
Dita dito dito com 0,'"25X0,m36X0)n'09
idem.
Dita dita dita com O,m18X0,"B24XO,06
dem
Dita dito dita com 0,36X0;25X(V04
idem.
Qaaijoa de Minaa idem.
jal idem.
SabSo amarello kilo.
Sapolio um.
Sanguesugaa applicadas aos deentes do
hospital e aos externes ama.
Seocante kilo-.
Tinto sardinba garrafa
Dita escarate Stephens frasco.
Toucinho de Minas kilo.
Tinta Blue Black boiSo.
Dito carmn f-^ac
Talar- m k lo
Tijollo para .
Vinagre tinto
Vales impressoB aiarios c:nto.
Vinagre branco litro.
Vinho do Porto de superior qualid .de
idem.
Dito dito de 1.a qualid .de idem.
Dito Figueira idem.
Vassouras de piassava duzia.
Ditos de cara kilo.
ZarcSo idem.
Velas etoile mago.
Abobora amarella
Batata doce, aipim ou cara
AgriSo oa outra especie
Couve ou repo'ho
pAlho secco e lo uro
nbula de cabera
Temperas/ Cebolinho e salsa
JPimenta verde
(.Tomate, fructooa massa
CondicSes
1.a Todos es gneros serSo'.de primeira
Sualidade e os fornecedores deverSo satis-
aser os pedidos dentro dos presos marca-
dos nos respectivos contractos, entregando
os gneros nos quartais e hospital, e de-
posita, do na Thesouraria de Fazenda urna
quantia como caucao, que s r arbitrada
pelo conse'ho de fornecimento.
2.a As propostas deverSo conter a de
claracao expreasa de sujeitar-se o propo-
nente malta de 5 q|0 da importancia
que montaren! os nmeros dos artigo? que
forem aceitos. se deixarem de comparecer
para aasignar o respectivo contracta den-
tro do praso que lhe for morcado pelos
jornaes.
3.a So poderao concorrer ao forneci-
mento os candidato; que se hbilitarom na
forma de art. 18 do decreto n. 7685 de
6 de Maio de 1880.
4.a Os fornecedores perao obrigados a
fornecer gneros aos cfficiaes dos corpos
arregimentados pelos procos de sea con-
tracto, mediante valea por elles assignados
e rubricados pelo fiscal, devendo porm o
fornecimento menaal nao exceder a im-
portancia da respectiva etapa.
5.a Da falto de fiel cumprimento de
qualquer das obrigacSes ontrahidas, os
fornecedores, ficarSo sujeitos a pagar a
malta de 25 r0 do valor dos gneros e
artigos regeitades por m qualidade ou
nao recebidos em tempo, obrigando-ae
alm disso a substituirem-no ou a pagar
incontinente os que forem comprados
Selos corpos, sob pena de malta de 10 [
o respectivo valor.
6 Os concurrentes sao obrigados a
apresentar as amostras d:s gneros ou
artigos que forem julgados precisos pelo
conselho.
7.a As propostas serio apresentadas
em duplioata at as 11 horas do referido
dia, em que alli serao abortas e apura-
das em presenta dos proponentes.
8.a Os fornecedores que requererem a
rescisao do contracto e forem attendidoa,
ficarSo sujeitos a malta de 10 r. obre
total do fornecimento do
Verduras
kilo.
Coiupannia Exportadora de
AIcool e Agurdente
legnada chimada
Por deliberaco da directora desta companhia
sao coa?idados os senbores accionistas a reali-
sarem a sega: da entrada do capital i raaao de
5 0/n ou #000 por arelo, at o dia 30 de No-
veoibro correle, das 10 eras da manb s 3
da tarde, na roa nova de Santa Rita n. 57, de
vendo os meamos senbores apresentarem os pri-
mitivos recibos para ser devidas cautelas.
Recite. 1 de Novembro de 1892.
Jos Jjaqoim da Cosa Maia,
Presidente.
Companhia de Tecidos de
Mal ha
De ordfm da directora, convido os senbores
accionistas desta companbia a realisarem a 3
entrada de 10 C/rj do capital subscripto ou 20/
por accao, ate o dia 10 de Deembro proxime
vindooro, no escriptorio do tbesoureiro da mes-
ma, rua 1 de Marco (antiga Crespo) o. 7.
Recite, 10 de Novembro de 1892
Alfredo A. P. Fragoso,
____________________Director secretario.
Derby Club de Pernam-
buco
Cnvida-se aos senbores possuidores das ac
ces preferenciaes desta sociedade a virem re
ceber os joros correspondentes ao quinto coa-
pon.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, 15
de Novembro de 1892.
O tbesoureiro,
________________Joaquina Luii Teixeira.
Basto h Praami-
fcac
Pelo presente sao convidados os Srs.
ac .ionistas deste Banco a reunirem-se em
assembla geral extraordinaria no edificio
da associacSo commercial Beneflcente. ao
meio dia de 5 de De sembr prximo, afim
tratar-so da reforma dos Estatutos e pro-
ceder se a eleicao da nova directora.
tecife, 22 de Novembro de 1892.
Jos A. Rodrigues Lima.
Director secretario.
MARTIMOS
Pacific
Slll MlliO!
w
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Aconcagua
E' esperado dos
portos do buI at c
dia S6 de No-
de-
vemiro seguindo depois da indispensavei
mo-a para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordean e PIymontfc
Para carga, passageiros, encommendas e d-
naeiro a frew- trata-secom os
Wilsoi, Sons i C, Limited
10-RA DO COMMERCIO10
por eseripto ao agente respectivo do porto di
de .-carga, dentro de tres diaa' depois d final
sala.
Nao procedendo esta formalidadavi-castpaatoJ
tija iscta de toda a responrabilidade.
?ara passagdns, frates e eneommendaa tr>
ta-st com o
AGENTES
Pereira Garneirok C.
6*^Rum do Commrcioi'
\* andar
ftreHtw-V'ork
O VAPORINGLEZ
Amazonense
E' esperado dos
portos cima at
o da ao de No-
ven; bro e sahir
depois de peuca
demora para os nn-smo?.
Recebe c>rga a fre'.e madico tratar com os
Consignatarios
Jolinsln Pateri C.
Ra do Commercio n. 15
amala Pernaii* u Da-
PORTOS DO NORTE
Parabyba, Natal, Moco Mossor, Aracaty
Cear e C.mussim
O paquete Jacuhype
Commandante Monteiro
Segu no da 29 de No-
vembro as 4 boras da tar-
de para os portos ae.mi.
iaicadeo.
Recebe car^a, encommendas passagense di
oheiro a frete t t 1 bora da tarde do diaoa
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Comvanhia Pertaab. ucar.n
'_______________n. 12______________
The United Stares and Bra
zilM. B. S. G.
3 vapor ingle zHondo
E' esperaao boj
portos do norte
nodi^ te di Na
vembreseguinde
depois da demo-
ra recessaria para
Baha, RJo delanero eHr.n os
. Para carga, passagens, encommendase di
ibeiro a frete trata-se oom os AGENTES.
Vapor inglez Regina
E' esp^r.idodos portes do Su!
atoda 30ae Noembrose-
guiudo di poi da demora indis-
_'(!easavf rara
New York
Para carga, passagens encommendas e di
atliro a frete : trata-se com os AGENTES.
itsducgdo de pauagens
Aa lili oU
t' Lisboa Ia claase 4 20 a JO
.a.'Sonmampionl'cU s J3 e ki
Camarotes reservados para os asaageiros a
jrcambnco.
ara psosagens, frotas, opcommendas, trata-
-.osa o
AGENTES
imorim rmaoct &. C.
N.3Roa di oa JasasH. 3
lEILES
Leilo
De movis e materiaes
Hoje
Ru da Iutendencia n. 19
Urna mobilia e cama de Jacaranda, 1 toilette'
jiarquesSo. cama para menino looca. virtroB
guarda lc-oc^, travetas, r pos, cal, rtulos, fera-
meos ecofes muilos objeitos.
Sexta-feira, 86 do correte
A's 11 horas
Agente Brito
Vapor
PORTOS DO SUL
Sacei, Penedo, Aracaju' e Babia
O paquete ^
S. Francisco
Commandante Estoves
Seguir para os
portn cima in
cados no dia ao
de Novembro s
4 boras da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens ejdi-
nbei.-os a frete at 1 bora da tarde do da
30 de Novembro
ESCRDPTORIO
Ao ca da Companhia Pernamvbucau
n. 12
Murcia
E' esperado de
N; w York at o
diu 30 de No-
vemb'O seguindo
depois da iadispensavel demora
Para o Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e ti-
abeiro a frete trata-se com os AGENTES.
O vapor Seguranza
E' esperado dos portos do sul at
o dia l de Dezembro fegumdj
dtpois da demora necesearia
para o
jLeao
Sexta feirf, 2S do correte
Agente Burlamaqui
D movis ncvo3 e usados
(em limites)
ao correr do martillo
1 piano quasi novo. 2 passaros de metal, 1
mcbllia mtalbada, 1/2 dita usada de amarello, 1
c fre francs, 1 commod;-, t8 cadeiras de junco,
1 cama franceza. 4 marquezOes, 1 qnartiobeira
Cilomns, 1 cabide. 8 qmdrop, 2 laoterns, pren
sa para Inicias, 1 alca fa de coco para sala, 1
lavatorio de f rrool dito com petra, 1 relogio, 1
candieiro belga, 2 r;deira*de balaoca, i sof
de Jacaranda, t machina para papateiro, 2 cen
sollos com pedr.i, 1 cama para menino, 12 ta
Itieres 4 cantinniras emuitos outros objectos.
Ra da Gamboa do Carmo ti. 28
A'S 11 HORAS
Taverna
Vndese orna taverna bem afregueuda, a
Praga Maciel Pinheiro n. 4._________________
Aguas de Bem Sande-
Villa Flor
Foat Satis
Alcolinas, ganosas, ferruginosas e
lithioas
Contra a des, epsia e ou'ras enferen d dea do*
estomago e intestinos, especiaes no tratamento
dos engorgi'amentos e canculos do flgadj
VENDEH
Cuimaraes 8r Valente
nicos recebedores
4 e 6-Lar(it do Corpo Santo4 e 6
Bombeiro, attengaj!
51:600
Venba, sargento, pagar os gneros alimenti-
cios para seu sustento, rua da Concordia n.
29. ao contrario esplicarei v.vb&l o sen proced!-
men o commiso riscal.
200 rs.!
\otlda4e
Recabemos grande porc&o de tijolos de doce
le goiaba, que vendemos um por 200 rs. ; : a
. ua estreita do Rosario n. 9,
Pocas Meades 4 C.
- ; !*" '' '
Farinha barata
Vndese no largo
rs. a cola, em saceos
kilos.
do mercado n. 12, a 400
braceos a 54200 com 4!
*'TS? a^
"[, sonre o
semestre ante-
rior.
9.a Finalmente, nSo serlo aceitas as
propostas que contiverem artigos nao
mencionados neste edital, nem tambero
aquellas cujos presos estiverem sujeitos a
abatimento oa descosto, por isso que os
mesmoB procos devem ser invariaveis.
Thesouraria de Fazenda do Estado de
Pernambuco, 16 de Novembro de 1892.
O inspector,
Alexandre de Soasa Pereira do "armo.
Veneravel
Confiara de Santa Rita de
Gassia
O ronaelho administrativo desta contraria con-
vida a seus irmaos a comparecerem revestidos
..de seus hbitos, no domingo 27 do corrente,
pelas 2 boras da ta'de, em sua igreja, afim de
iacorporados, irem a igreja de S. Jos de Riba-
mar para trazerem em procisso solemne as anas
imagens qne se acbam raqueila igreja desde a
noute de 17 de Oa labro de 18S9.
Secretaria da contraria de Santa Rila de Cas
sia, 24 de Novembro de 1892.
O secretario,
M J Baptfata.
Rio de Janeiro. Rio Gtmde do Sul, Pelo-
tas e Porto Alegre
O paquete Athayde
Seguir no dia 30 do cor-
rete para os portos aci
ma indicados reeebendo
desde j carga para os
mesmos.
Para passageiros, carga, encommendas e va-
lores trata-se com os
AQE1TES
Amorim Irmaos $f C.
Ra do Bom Jess n, 3
firasiieiro
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidado major director destt
arsenal, distribne se costuras nos das 24, 25 e
cPm aB cosirreiras possuidoras das guas t
ns. col a 600, de confortnidade com as ordens
em vigor.
Secfio das costaras do Arsenal de Guerra de
Estada de Pernambuco. 23 de No?embro de 1892.
Flix Antonio de Alcntara,
Teneote adjunto*
Lloyd
Sec$So de naTegaeSo
DA
BMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NC
BRAZIL
PORTOS DO SOL
O poquete
Pernambuco
Commandante rJoberto Ripper
E' esperado do Rio 'de Ja
neiro at o dia ?5 de No
vemb'0 seguir/do depois da
demora neessaria para
Par&hyba, Natal, Cear, AmaracSo, Ma-
ranbSo, Para, Obidos e Manaes
As encommendas serio recebidas at 1 hora
ia tarde do da da sahida, no trapicho Barbos
o largo do Corpo Santo n 11.
Para carga, pa332:ra. encommendas e dj
iheiro frete: trata-se com os AGENTES.
> PORTOS DO NORTB
O paquete
Espirito-Santo
Commandante Florindo F. Dias
E' esperado dos portos de
nortate o dia te de No-
vembro seguindo depois da
indispensavei demora para
Uacei, Baha, Espirito-Santo e RJo de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Santos, Canana, Igoape, Paranagaa, Anto
aina, S. Francisco, Itajahy, Santa Catbarina, Rio
Grande do Sul, Pelotas e Porto-Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 hon
(o tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
io larga do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attenc o
tara a clausula 10* dos conhecimentos, que ':
No caso de haver alguma reclamacao contra a
companhia, por avaria oa perda, deve ser felt
Haranhao, ir ara, Barbados, .
Thomaz e Kew-York
Para carga, passagens, encommendas e di
nbeiro a frete : trata se rom os
AGENTES
Henry Porster & C.
8Ra do Commercio8
Io andar
agente P.nto
Leilo
De diversas pecas de brim de linho e algodSo
avaria las, da caixa marca triangulo Me contra
marca N. C. v.S descarregada de borlo do
vapor sllemo Uruguay procedente d..- Ham
burgo e entri o em 27 de Outubro prximo
pastado.
Sexla-fera, 25 do corrale
No armazem da roa do Bom-Jesus n. 4o.
A?s \ \ horas
Leilo
Da importante merce&ria sita ra do
Cofoveilo n. 45
Agente Britto
Constando de urna armaco de amarello en-
e-nisada e envidracada moderna, um cofre
rande prova de fogu Millners, carleira, prensa
de copiar, pipas e barris vasios, candieiros bel-
gas paru keroBe:.e, 1 lustre de vidro para eaz
carbcnico, e grande ormcnto de gneros es-
trangei ob e cacicnaes. 1 factura de azulejos
para frente de casas, 1 factura de girrafrs va
ioe. e porc'o de copos finos, cotos objeclos se
rao Vf-ndidos ao corre- do martello; garantindo-
se a casa.
Tcr*?a-felra, 8 do corrente
A's 101(2 horas em ponto por serem ami-
tos es lotes
Olinda
A!na-se urna casa; na ra de S. Bento n. 8
reedificada de novo, com commodospara grande
familia, perlo dos banhoe salgados, as ehaves na
mesma ma n. 19; a tratar na Praca da Iodepen
denria n. 21, toja.
Ffearmacoutico
Precisase ae nm pharmaceatico; no Pharma-
cia Francea.
Cosinheiro
Piecisa se de om cosioheiro a tratar na ra
do Apollo n, 8, 1- andar, das II le a da tarde.
t
Domingos oriaao Cardlm
0 abaixo assigoado vem por meio
do presente convidar a familia e os
amigos do inditoso cardlm a assis-
tirem a urna missa que ser celebrada
no die 26 do corrente stimo dia de
sea passamento a qual ser celebrada
na Igreja do Paraizo as 7 horas da
manha desde j agradece as pessoas
que assistirem a este acto de caridade.
Um amigo,_______
t
Je3uino Alver Fern.indes, sua mulher e fi
lbos (presentes) Antonio Barroso Fernandes,
Maooel Alves Fernandes e suas irmas a sentes)
eoovidam a seus pareles e amigos para assis-
tiren as missas no dia 28 do cor ente, ca ordem
3 de S. Francisco, s 8boras da mam, por
alma de ra mui prezada mi, sogra e av. fal-
lecida na cipital feder I, no da 21 do cr-
rante._______________
Si
Ama
Precisa-se de urna ama
para cosinhar e engomar
pa*a casa de famil a quem
quizer dirija-se a ra da
Imperatriz n, 24, Io andar.
Padaria da ra D Mara
Cesar n. 30
Continua lod03 os dias uleis a fabricar as sa-
borosas Dolachas denominad.s Pedro 2-, Urano
impe.-ntriz e Imperiaes, para as qose chama a
atteuco de seu numerosos fregoezes e do pu
blico em geral, que tenbam lodo cuidado com
oulras do mes:D0 forauto, as quaes se vo espa
lbando em gr-inde quanlidade ; -> que sao fa-
bricadas neste estabelccimi-nio vo marcadas
com J. A. C, e pera evitar engaos manda se
levar qualquer pedido, quer em ca^as particula-
res, quer em cstabelecimentos.
Te'ephone :23
Mereearia
Ama
Precisa-se cutra oara sala ; a tratar na :ca Biro da Vic-
toria o. 44, 3 a andar.
Ama
Preoisa se de urna ama que seja di boa con-
dona ; na rta Baro de S Borja c. 33.
att
Precisa-se de urna orna para todo sevijo de
casa de duas pessoas h que durma em casa dos
palila; na ra 7 de Setembro n. 18.
.\raa e criado
Precisa-se de orna ams para cosinhar e com-
prar e de um menino de 10 12 asnos paca
mandados ; a tratar.na ra de P dru Afifonso n.
22, porcada Ponte Vciba n. 117.
Ama de leite
ama de leite oara ir para
Hospicio n. 0.
Preci;a-se de urna
Limoeiro : na ra do
ama
Ra larga do Rosario n. 36, 2- ndar.
Leilao
CHARGEURS REUNS
(ompanhi Francesa
DB
NavecacSo vapor
Linna quinzenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos.
O vapor Colonia
Commandante Lenormand
W esperado da Europa at o
dia S5 do Novembro, seguindo
depois da demora necessaria
De movf i?, espe.'hos, quidrog, leucss, vidros, 1
cavallo para sel-a, plantas e diversos livros.
Terca fera 28 do corrente
A's II horas
Na casa sita a ra da Gloria n. 100
Constando :
De 1 linda mobilia de jonco cem encost de
palba, com 12cadeirss de guareico, 2 ditas de
braco, 2 ditas de ba4anco, 1 eof e 2 consolos
com pedra. 3 quadros, 1 espelho, 2 pares de jar-
ros, 1 candieiro belga de suspen.-So, 1 arandella,
I escarradeiras, 2 etageres, 1 billetcom pedna,
1 tapete tarro de sala, 1 cama de Jacaranda para
casal, 2 espelhos, 1 cabide, i guarda vestidos.
1 cama, 1 mesi par? jantar, 2 aparadores, 12
cadeiras de junco, 4 quadros-, 1 relogio de pa-
rede, 1 candieiro e jarro, 4 bollas de vidro. ton-
cas para almoco e antar, copos, clices, garrafas,
talberes, diversos livros, vazos com crotons,
palmeiras, craveiros, 1 cavallo para sella e ou-
tros objectoB.
O agente Gusmo, auturisado por orna fami-
lia qoe modon se, fara leilo dos objeclos cima
mencionados.
Vende se a bem localisada mereearia da ra
do Riacbuello, esquina do Socego n. "0; tem
agua e grandes commodos para familia, a tra-
tar na mesma.
AVISOS DIVERSOS
J 1/1 i es "0
a es v& z* a = es -S s
1J Qr o M
a> s es o ^<
* S 0r& T3 o
S-S-g SE s s g & p 00
o.-S-^ CS
* G ~H >
S o fi-
ol*0 es
!- 00 0
ce
e%
Ama
Prpcisas3 de urna ama pera andar com urna
crianca e fazer servias damesticas ; a tratar na
roa da Uniao n. 5.
Ama
4
4U>
Urgente
Precisase de um caixeiro com bastante pra-
tica de balco de padaria, qne d Gador'de ana
conducta : a tratar na padaria de Mello e Biset,
roa larga do Rosario n. 40.
Papel para im-
presso
Vende-se algum do for-
mato do cDiario de Per-
para
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Vate vapor entrar no porto
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
raporee desta linha. queiram apresentar dentro
le 6 das, a contar do da descarga das alvarec-
as qualquer reclamacao concernente a volumes
Iue porventura tenham seguido para os porto.-
o sol, afim de se poderem dar a tempo as pre-
videncias necesarias.
Expirado o referido prazo a companhia no
le respoosabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageirot,
para os quaea tem encllenles accommodacO^s
i tratar com o
AGENTE
AugTiste Lbil]e
9RA DO COMMERCIO8
CAlXEino Precisa se de um, com pratica
de taverna, prefe.indose brazileiro, e que d
fiador de sua conducta : na roa Imperial n. 110
Na padaria da ra Visconde de Giyauna
n. 97, precisa-se de deus caiieiros de 12 16
anuos.
Vende se um bom terreno com 64 palmos
de frente e mais dr 10C0 de fundo, muito perti
ribo da eslaco do cbapeu de sol, estrada de
Beberibe com fundo para a da boiada, a tratar
na travesea do Ai seal de Guerra n. 5.
Lavase e engomma se com perfeicao, tan-
to roupa de hornern como de stnhora. por preco
commodo ; na ra da Santa C cz n. Si.
namuuco,
do
no esciiptono
mesiro cDiario.
Frlo
n
M la-
Soyal Hall uieai
m
O paquete Clyde
oara a
E'esperado da Europa no da
de Dezembro seguindo de-
pois da indispensavei demora
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
nos-Ayres
Para carga, encommendas, e passagens a di-
oheiro a frete trata-sa com os AGENTES
O vapor Thames
E' esperado dos portos do sul
at o dia 8 Dezembro se-
guindo depois da qecessaric
____.demora para
^Vicente, Lisboa. Tlgo e
t iaij>"on
-xames do 1* c 2
grao em bom papel,
diminutos ; encon-
CerliflcadiM de
graos e Titulo para 3'
ntida impresso e preces
tram-se venda na
L1VRARIA FRANCFZA
Ra Primeiro-de Margo n 9
Precisa se de urna criada estrangeira, de
meia idade, p-eferindo se pertugoeza ou alie
ma, de bjns cestomes qce sirva espaialmente
para coi dar de enancas e de arrmar quartos ; a
tratar ca tua do Commercio o. 5, armazem.
Vende se por mdico prego am prlo manual,
fabricantes Capiomont & Doreao, em perfeito es-
tado e cem lodos os pertences, tirando formato
Jeeu a Colombier. na livraria Econmica, ra
do Imperador n. 73.
Vacca turina
Vende se orna das memores vaccas, parida ha
seis dias; a tratar ca roa da Imperatriz n. 41.
RamaJhete Potico
Collecco de escolh das poesas de notaveis
poetas brasileiros e portuguezes, acompanhada
do lindo poema de CastlhoOs Ciomes do Bar
do.
Um volme ntidamente impresso, venda na
lvraria editora, a roa do Imperador n. 73 e as
prfnclpaes Imanas des'a cidade.
Prrcisa-se de urna ama que cosinhe bfm. pa-
ga se bom salario ; ta ra da Aurora n 109 H,
prximo ra do Lima.
Fabrica Ca-
xias
Precisa de cigarreiros.
Attenco
Aluga-se ama boa casa na Torre, roa do Bom
Gosto o. 13, banbo perto e muito salobre; a tra
lar com o proprietario ma mesma casa. O ala-
gu>l de 15 mecsaes.
Criado
Precisase de rm criado copeiro, para serv'co
interno e externo, qne d info maco de sua
habilttacSo; a tratar oo armazem ra Marauez
de Olinda n. 54.
Boa Via geni
Aluga-fe orna casa com Distantes commodos
roa do Seubal; a tratar oa rae do Commercio
n. 48, andar terreo.
Cosinheira
Precisa se ds ama cosinheira : na casa n. 17
da roa 27 de Janeiro, em Olinda.
Attenco
Ol
Criado
Previne se aos Srs ntertasados, que por est
paquete a agencia f recebe r as encommendas
qve tirarem o respectivo conhecfmento at e Precisa se de um criado
vespera da chegada do -Thames.. J pafa comps e msndados
y/ecrm n. 22.
Aluga sa urna bea cusa criada e pintada
de oevo, muri fresca, com agoa, eaz e meitos
ccmmodjs, nos Coelbos ; a tratar al com /. M.
Reis, das 8 s 12 da manh.
r-recisa se de duas amas para cosinha e
para andar com ama crianca ; Ea ra Direita n.
i31, 1- andar.
Aluga se urna casa terrea em Santo
Amaro das SlIiis, ra da Fundigao n.
25. .aiadfi e pintada cero sala ce vsita
e de jantar, 2 quartcs, 1 saleta, cosinha
e quintal por 18)5000, a chave est no
poier do negociante Sr. Mancel Joaquim
da Costa Ramos com armazem de mol ha
dos na r eama ra n, 32 ; a propietaria
mora na liba do Rstiro em casa da pro-
tessora publica Paseagem da Magdale-
na. Quem pretndela dirija se ao Sr.
Ramos que est autorisado a alugal-a
mediante boa fiaeja.
que s'ja menino,
a tratar na ra do
Vend-se a taverca sita na casa ra de 89
antiga Imperial), n. 68, b;m afreguezada.
O motivo da venda se dir ao comprador:
tratar na mesma.
Ao commercio e ao publico
O abaixo assienado scieolifica ao publico e
com especialidade ao corpo commercial. que
cesta data tem jasto econt-atado com o Sr. Ma
noel Pereira Bernardino, a cempra de sea esta-
belecimento de mereearia, sito ra do Viscon-
de Je Rio Branco o. 113, livre e desemb rajado
le qualquer mus. Se alguem. se julgar preju
dicado queira reclamar n praso de tres diai, a
contar da presente data rna do CapitSo Lima
nuirero32.
Recite, i2 de Noveabro de 1892.
Manoel Joaqoim da Costa Ramos.
Criado
Precisa-se de um criado oa ajudsnte de cosi-
nha ; a tra'ar na roa da Madre de Deas n 3
hotel. '
Cosinheiro
Precisa-se de um cosinheiro
ota n. 33, hotel.
no largo da Pe-
Cosinheiro
Precis i se de am cosinheiro ; a tratar na roa
do Cabog n. 14, de meio dia at 2 boraa.
Odorico da Cmara & C, avisam ao
commercio que tem a venda em seu ar-
maaem a ra do Bom Jess n. 61 as se-
guintes mercadorias, que vendem por pre-
gue muito reduzidos, a saber :
Cb verde e preto, o qne ha de melor
no mercado, vinho di Porto Adriano
(qualidade especial) cervejas Nctar,
LeSo do Norte e Feldschloss de excel*
lentes qoalidades, bem cenhecidas no
mercado, conservas a lemas e fraccezaa
dos melbores fabricantes eurepeus, o o que
ha de mais fino no mercado; copos de
vidro e outros objectos de fabricacao ame-
ricana para nao domestico, candieiros ni-
ckelados de eystema magnifico e muito
elegantes,pndulas americanas com e sem
despertador, rolhas para garrafas e meias
garrafas, baldes para agua, ps de ferro
para traccSo, cimento aemio de qualida-
de superior, igual ao de Portand, phospho-
ros da Suecia iguaes na qualidade aos da
Jonkopings fabricados expressamente pra
seu estabelecimento, sendo exclusivos im-
portadores da marca **, e que vendem
por prejo mdico, ojeos pe; a lubrificaco
de machinismos porpreyo sem competen-
cia, estopa de boa qualidade por preco
commodo, e mais cutres artigos proprioa
deste mercado.
Tambem tcnam encommendas sobre as
pracas de Inglaterra, Franca, Allemanha,
Suecia e Estados Un dos da America.
Sabo russo
Aprovado pe^a Exma. junta de hvgient
publica da Capital Federal
MOSQUITOS-Exitar ser mMido friccionan
do antes de deitar se.
PAR t CASPA e ootras molestias de cabeca.
PARA BANHOSUrna friega j geral antee da
entrat na banheira, oa a qoarta parte de am vi-
dro dentro do banbo, refrigeran :e qne tonifica
o rystema nervoso e conforta como por incauto.
Encentra se venda oa pharraacia 6. Mirtina
a C, rna Duque de Caxias o. 88.
I

j.


' ------------^


Diario de Pernambuco Sexta-ioira 25 de Nov-eiabro de 1892

/
7
4
v-
,'j
i
i
i
> i
L na ruado Creso n. 21
LOJA DO CAMPOS
Fazendas baratis simas, isto para acabar
Sargem de corea tambem preto e braceo a 320 o covado.
Pesas de Mosa!ne da India com 12 jardas por 80000 a peca.
8rrm pardo liso para casaooa e vestidos de 400, 500 e 600 o covado.
Fiacollaa de c8rea lisas, listas e flores de 500 e 600 o covado.
Voilea de algodSo com rtcagem a 280 o covado.
Chitas americana* petipn 400 ra. o covado
Etamiaes de corea com ramagang a 500 o oovaJo.
B amaate de algodSo 4 largaras 1200 o metro.
Dito dito com 4 palmos de largnra a 1600 o metro.
Scrtiiaento completo em chitas brancas, "< cores e escuras 320 400
Madapol2o americno lavado de 100 e 11$ a p^ja com 24 jarata.
Chitas tinas meio lucto a 300 o covado.
Organd de cores a l!20 o covado.
Li.ii: uso todas es core3 & 500 o covado.
Setinta lisa pret branca e de corea a 600 o covado.
M< ri s de eores por metade do sea prego.
Tudo isto para acabar
NA
CauHERMI-IACHAPELU, J. BOULCT
i 9, Batoy*. FAJU1
APPARELHOS CONTINUOS
S/PHES fmmm1 %>
;.^^
,oi>r-e os
PRECOS
Manual do Fabricante de Bebidas Gazosm. PMCO :
Grande BAiXA DE PREC
!'.FRANCO DOS PROSPECTOS DETALHADOS
Siphfiei
FB.
F*
Cura cer
Loja do
KIFICI1 CE
J
73 atJTDaas DFXrsTS
DE
LIDGERWOOD
Machinas a vaper
Portatis e fix-s)
Lavadores
Despojadores
Desct-f cade m
Ventiladores
Alambiques
Rodea d'agoa
Turbinas
Engenho de Serr;
Moendas de Carina
Moiaho3 de Fab
Debaihadorea
Separadorea
Bruidores, Conductores, Catadores, vaporado-^ a vapo-, defasa
de triple effeito, Vacuos, e todos os machinismos pe.r^^^^Pd ao fabrico t
caldcira Mdtitubular pars qneimar bagaco ou cases j^p^lte. Prensas Hydranlicas e
bombas de todos os amanhos, Carneiros Hydraulicos para levantar agua, Arados de
plantar anio, etc. etc.
para beneficiar arroz.
Correia3 de sola e de borracha de qualidade aaperior,
machinas, Pertences ou pecas avalisas para as machinas.
ESCRIPTOMO
95Uua do Ouvid~r
PAKIS 7, Boulevard ienain, 7 PARS
Depsitos em t,odr as princiuaes I ta. maclas e Dtoserlwp.
^#^W#<# PREVINAM-SE COM AS IMITACOES /^WANWWWM
ESS-ORIZA
Perfumes Suaves e Concentrados
SURTIDOS EM QUAESQUER CHEIROS
"UMARIA ORIZA
de L. LEGBAND
* inventor fe Producto VERDADEIROe accreditado ORIZA-OIL
1 1 > Place d la Madeleine, Paria
ACHA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANCA
PILHLAS DIGESTIVAS DE PANGBEATINAI
de
fharmaceutico de ia Classe, Fomecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso ]
l digestivo, que se eonheca, visto como tem .a propriedade de digerir el
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, masl
I tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, ou I
I ausencia de eucco gstrico, inflammacao. ou ulceracOes do estomago, oul
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancroatina de Deresne depois da co-i
[mida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso proscriptas]
Ipelos mdicos contra as seguintes affeccOes:
Engenho completo de fabricar farinha e engenho complete
Oleo especial para
[Falta de appetit. Anemia.
'Ms digestees. Diarrhea.
Vmitos. Dysenteria.
Flatulencia estomacal. Gastrites.
i Somnolencia depois de comer, e vmitos q
(PANCRE ATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4colhe-l
raaazinhas depois da comida.
|Sm h de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e im todas ai Pharmacias]
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
acompanham a gravidezf
95
DEPOSITO
134 e 136 Ra da Saude13A e 136
Lidg-erwood Mlg C. Limited
NOVO E^TABSLECIMENTO
Recebad am menta de
CAPOTAS
de rendas de cores e pretas para senhoras.
de rendas 9 de palna para senhoras e meoiqas.
SOBBOS
de p a >le seda para cr ancas.
GUAPEO* DE FILTM
par. homens rapaics, dos salmeantes t'RANCEZEo, 1M(jtjEZ8 E ALLEMAES
CHAPEOS
para hornera.
FORMAS
de palha pan chapea de senhoras e meninas.
3e3NrG3S3a ajo as
GRAVATAS DE SEDA
protos e de adres.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Pausaros, Tlore?
Plumas, Aigrette* eGrampos
para chapeos e ontros artigo iz f&atasis.
Ra io Baro da Victoria n: 42
M. LICIO MARQUES
TelephotJ n. 560
SABAO GinHATIVO DE RETE x
Tumores cravo, pelle vermelba, aspara e oleosa impidido ou carado
Sur o mais grande de todos os aformosesdores d& pelle. o Sabo Curativo de
entor.
Prodtua a pelle 'ormoea, branca e clara e mos brandas; absoluta
mate puro, delicadamente medicinado, extrem.mente in^omparavel como
sabSo para a pelle bem como do toucador, do ban v e do qnarto das criaacas.
CAlTELt Nao genuino aem cadr envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay <5r Co, New-xork.
MEDICIVt
TP1M
T0ZUT2
XAROPE DE aETER H. 2
Como reme'o daEstacSo Calmosa, Pnrif.iador dosangne, diurtico,
ardiente, nenbun- outro app^didado depurativo ou saisaparrilba se appro
eLi sequer aoXar.-vpe de Rcnier n. J. Combim. Hoatro grandes proprieda-
xes em um so remeiiio, operando a un> tempo store os orgaos digestivos, o
dangb., os rtns e os intestinos.
Abpolctamente neutralisa zpulsa pelo canaes intestinaes. ring e
{oros Ha pe'!e, os germens nocivos, qr"5 flutuan; no eangue, na urina e na
ranspi ..gao
O MBLBOl
PURinCADOB
PABA O
SAMOS
JEQUJSfAS PILLAS DE EEUTEB
Figado entorpecido curase posili ament com estas^ilulae. Ellas
PARA
FI1400
sao um remedio purgativo liv.e de perigo para o homem mais fraco, ts
como bastante activo para o homem mais forte, e nao constipa
deco geral agrada a todos que as nsam. Bao as pilulas e'stand.i
" ii"
dep'
fissao medica dos Estados-Unidos.
Quarentaem a
8&o as menores e mais face-.
bem
pela
da pro
ornar.

TRIGOFERO DE BA^RY
Dma preparacio elegante, extremamente perfumada, remove todas as im
rezas do crneo, preservativo contra calvicie e cabello ciniento; fax o cabel-
o crescer espesso, brando e-hernoso. Infelllvel para curar erupc&es, doencas
j5* '. 8,t;du,>* msculos, e cora rpidamente c rtaduras, queimaduras,
eridas, terceduras, etc.
_ CAITILANao
Barclay & C,New-York.
genuino sem cada frasco ter a marca registrada
PARAO
CBELO
4 PELLE
depositamos DSSTBs PBoDCTOS.A oompaahia oo Drogas daotot ohimioos
Roa Marque, de Olinda n. 88.
/ Preparado \
(emfrio;
RABAO-IODADO
J. Buc
XAROPE de
o IODO, combinado com os suecos das plantas anttscorbuUcM.
presta s Cranca doantos 08 mais rclovanter. serrlcos. para com-
bater Glndula do peaeoco Roehittamo Fallid**-
% Engorgltatnr.nto mtrofalmao Boleatia da
pelle ~ Croata lctea, etc.
E' prefer vel aos leos de
gado de bacalhao, alem do s
um fluidiflcante, tambea
depurativo enrgico.
fkMi,U 11. RIS DROIOT YPEU1
3*J*Btn laW l~11'1 Jl WDefluxos.BronchItes
^ g?U IU t^^Jfe* r-etacnun. ^ N F L U E N Z A
APPROVAQAO DA ACADEMIA Ok. MEDICINA OC PARS
Contra as AFFEICES dos BOFES e dos BRONCHIOS, acalma a TOSSE
e supprime a INSOMNIA. _________
F. COMAB A FILHO, 28, Rae B.lnt-Claue, PARS EM TODAS AS PHARMACIAS.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os raalc; de pemas e do peito ; tambem para as feridas
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumalismo e para todas as enfermidades de peito nao
t se reeonhecc egual i
Para os males de garganta, bronchites rsfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahidos e
juncturas recias, obra como por encanto.
Essas medicinas sao preparadas smente uo Estabelecimento do Professor Holloway,
J8, NEW OXFORD STREET (antes 533, Oxford Stret), LONDRES,
E vendemse em todas as. pharmadas do universo.
fT Os compradores sJo convidados respeitosaraente a examinar os rotulo! de cada caixa e Pote ?s nao teem a direccac.
.r33. Oxford Sfeet, sfto falsihcaCoes

Haatoiga fura
queris ter em voss mesa mmtoiga in
suspeita de teido brico ou de njrgr.rinn,
ueai nicamente da manteiga Bretel WtO
res, latra encarnades en verdes, qne pela
sua Buperior quahdi.ds corta usa tuccesso
de 16 : nnos, e qu" sendo a preferida em
todos os mercados, s no Rio de Janeiro
o cors!?mo 'esta acreditada manteiga at-
tinge cnonalmente a dois milbSca trezea
tos mil kilo?.
Vende-sa em todos armaaenB de estivas
e chb88 de retalho, desde 1876
M.me-Vil
Ex-prmire de arte
Vestidos para senhoras e creanecs pelos
ltimos figurines.
Garante elegancia de corto, pcrfeir;."io e
modicidade de preces.
Ra Baraoda Victor?4)n. 18,
2o andar
ATKINSQN'S
WHITE 0S1
encanta pela anadeara nave o ((cucara.
Icapregar s a original
e nica esencia verilrvkira.
ATKINSQN'S
OPOPANAX I HEUOTROPE
WOOD VIOLET I TREVOL
d outros perfumes oeti ^'riorea
aos mais pela nua forca o |bcdiu natural
Vendeni-ae em lodaVi^*'*
J. i. E. ATKIIffEOW.
24, Od Bond Street, tiondre3.
kAV'S0 Lejriliinis poBMalc com o rotalo-
" leudo azul e arcar? 1 e a marca da
fabrica un-a ''Rosa trincV c< rr
o completo en
DE
curada com o
Verdadeiro
VEHTBE

\%
ve
pfii Lazante
ffo"' certo, agra-
ff davel ao Pala-
* dar, fcil de se tomar
PJMIt, AVINUC victo I, AS PHM
Pora a cura tfficat e prampta das
Molestias provenientes de im
pureza do Santrue.
E* rana loncura andar a fazer exp
riencias to- misturas Inferiores cora
postas de'li. ordinariast>u de plantas
india-in.ts cuja v-iilcacia nio confirmad;
pe. sci' .'i, emqnanto que a molestia
cad" .< rniihando terreno.
..... m raao, sem demora, de un. re
g rantido cuja efficacia seja (hete
asateutlado e inriuestionavel!
O Extracto Composto Coxcektrai>
db SALSAPAniuiiiA DE Ayer conlicciclc
e recommeudado peloa mdicos mais :n
telligentes dos paizes adiantados, -f
urante 40 annos,
Centenas de milhares de doentc?
tm colindo beneficios do seu empreg ;
sao outras tantas testemunhas da sas
eflicacia positiva e incomparavel.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA ,
Loweft, Mass., Esk-Unidos.
onpasrra .-..l.t.
Utor depnralvo veget I ioda
do dkr medico in i ote Ha
Esto rotabilissimo depurativo quo vea
precedido de tSo grande fama infalvo
a oura de todas as doenfas syphiiitioas,
escrofnlosas, rbeumaticas e de pelle,
jomo tumores, ulceras, dores rbeumaticas,
esteocopss e nevralgcas, blenorragias
agudas e chronicas, canosos syphiliticos,
icflammacSes vioeraes, d'olhos, oavidos,
rargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples diatheitcas,
assim como an alopecia ou queda de
cabello, e as doencas determinadas por
saturacSo mercurial.
D3o-se gratis folhetos onde se enoon-
tram numerosas experiencias faites coa
-sto especifico nos bospitaes pblicos, e
muitos attestados de mdicos e docum-
tos particulares
Faz se descont em casa de
PARIA SOBRINHO 4 C
na Marque de Pilada n. M
Patacoes
Compra-se de todas as nafiOeS ; na raa do Ca-
DU:;a n. 9, loja de Augnsto do Reg.
Loja 4 Caboclo
O maior estabelecimeri-
to de ferragen* e tintas do
norte da Repblica, oceupa
vastos arumens com os
seus formidaveis depsitos
cujo valor permanente at-
tinge a .400 000#000, tem
pessoa.]^numeroso hbilit i-
do, solicito e delicado sob a
direcejio do autigo socio
Alvares de Carvalho e de-:
sempenha garbosamente as
orden de seus numerosos
Treguezes.
Fer reir Guimares & G.
86Roa Duque de Caxias86
aniiiiniiiiiiiifiiifiiiisC
li
LUZ
DIAMANTE, i
LONGMAN & MARTNEZ, S
NEW YORK. ,
am Livre de Explosao, Fumafi : J.Io Cheiro b
A venda em toe /s os
w armazems de seceos c molhados. m
aiciiiiiji inLiui i ii ii ilC
Para acabar
largo a 2,5000 o
co-
o c^-
Merino preto fino
vado.
dem, idem a 1(5500 o covado.
Cheviot preto e azul a 3S60O
vado.
Camisas de ctmbraia para senhora i
4 000 urna.
Ozfords azulSo cor fina para senhoras
4 0 res o covado.
Zephiros de core ; duas largaras a 4
e 500 reis o covado.
Brins de cores para homem a 700 < '
o covado.
Cambraia suissa a 3f$0(~0 a peca.
Setins de cores para forro a 240 i
o-covado.
Casemiras de cores para hornera
160000 o costme.
Casemiras preta para homem a :<<5>ft'""'
o covado.
Lana de quadros a 600 res o cow .
Como tambem vende perfumaras do
melbor fabricante Labio .
LOJA DO POVO
liBoa l\ de Iar$e-II

>
4
a
<
INOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADOR
SLSAPARRILHA
DE
BR1STOL
CURA TODAS AS IMPUREZAS BO
SANQUE E HUMORES
EFFICAZ
*
H
>
H
<
M
L J
^

>**Hj**^#l
REMEDIOS
LE ROY
Populares em FRANCA, na AMRICA,
HBSPANHA, no BRAZIL,
onde to autorisadot p*la Junli de Hygene
Utedicnco Hepurativa e Se.
constitulnte liando toda a facilldade
para so trat.r s. por preoo barato, e
so rurar cni punco tumpo.'
Bssa mcdlcaoSo expulsa rpidamente
os humores, bilis. Uninores viscosos vi-
i iados que occasionam oconservam as
molestias: lurlllca o saujjuc c mpede
na rccabldas.
SiPtirgaHtesLeRoy
*' lquidos
4 6r.^0S, iio.-aitos segundo aldade. con- '*<
i especialmente as Molestias 4
Chi'isoo.
I
Extracto concentrado dos tem- ?,
dios lquidos nodondo sul)St.tull-os. I*
para as pessdas que tlverem repu-
gnancia para os purgantes lquidos.
SSo Inlalliv.ls contra : tutlima.
i'atarrho, Gota, liheifiiiatimito,
Tuinofrs, Ulcera, Fci-da do
apprtitr.Febren, < vh(/c.s.".p.s. JIo-
lestia di> Figailo, Impigens,
I ri%i:it'lltiil 'NAQ SE DEVE ACEITAR
qualquer producto que Dio livor o endoreco da 3
Phcia COTTIN, gearo do sr. Le Hoy
Ra do Seinc, 51, PARS
DEPOSITO Eli TODAS 18 PBAIUACUS
Attenzao!
O ab ixo assigDado pro*
cuTador des herdeiros de
Antonio Correia de Vafeo l-
eon cellos, pede a todos qu*
contrahiram deb tos com o
mesmo finado o favor de
saldal-os ateo dia 31 de
Dezembro prximo depois
do qual serao cobrados ju-
dicialmente de accofdo com
as instruccoes que tem para
tal fira.
Recifet 15 de Novembro
de 1892.
M. J Andrade,
Ra 1\ de Mar^o n. 13.
ESPECFICOS
DO CEtSBRS
Or. Kumphreys de Nova York.
Em uso mais do SO annos, elmple*. spfrnros, effj
aaese barntos. A venda as erogarlas e rhar
aacias prlncJpae* e mal-! garantidas do Xundo.
5a Cl'BA
I. Fobro, Connestao. Inflamr.iac5es........
;. I'>bre e Clica causadas por Lomhrlgaa.
b. C'nlicH Choro o Iiisomua ilos Crlaiicai...
4. I>inrrhea ele crianzas e Adultos..........
5. Drsfiilrrfn, !>*rcs ite BarrlR.i, ColicabUlcaa
c. Colernr., Colera-Morbo, Vmitos........
7 Tos^p, ronstlj>acdo. Kouquklilo, Br. mchll*1
1 Dente Dentei'edeOara,eNevralirta...
i. D.ir de ('abeco, Lnuhutiuccu, Vertiera...
(0. Ilis|>ep..iii. ludlgcsWo. l'rlsodo Ventre.
11. >ii|ii>reH da Kogrrt. Escassa ou ueni
rada.........................................
12. l.cnc orrhea. Floros 'Ironcas, ei-a profusa
13. i-imn, Tosse Ronca. Dlnlculda' -ile Kesplrar
14. llprweis EruicoeN Erysipcla..............
15. fatbciiuiaismot l>">rcs rbeun 'Icaa..........
.ti. tlPsSonj Maldita, Kebre tntcrmwi^nte.........
17. Hcniorrho'das Alniorr<*!ms, luternaa or
extemas, simples ou sangrentas..........
R Opblhithnln. 19. Catarro SSudoon enronico, Hruxo
59. Coqnela''hPi'-'ase %. Aumt!. !* triracSodifBcanssG........-----
22. Supoutuv-ho oh O:' *I3. Ecrotula*. Ia,'hacoi's e Ulcera.-........
K-edn.
nft Bexlca...............'..................
2 lmi>otr>nein, Oehllidaile nervosa tnlnal
^9. CliacRiiibns uil ltoeca. ou Apht:i.........
C0. Incontinencia de Ourina.Ourliiarser-
Cama .....................a... ...........
31. IrleiiMti'Uuiuu doloro-sa, I'nir-ra .. .
SI .oleMin.:. do Corntr.o. I'alelm:'
83. EpyiepMia.Nalcaauoo, Gottat...... aed
s.vito................................
84. Diplilheria, Ma! maligno .le Jarranta..
X. 'oiisesti- CmvmmietUh DordcCabeca
O Manual do Dr. Hum.ihreys, 141 .ngas so'-v
as EnermWaii'.'se o modo .1 e oural as, si da gr^:'.
pede-se ao sen boticario ou & .
HIMPHEKYS' IEOICINE CO..
100 Falten Street. NEW YOiXl.
ONI0O8 AGENTES
r.'ara Tenda* em grosso en P*-
naMhoeo
gana SobfiBh^ fe .
Esgrima
Um ci !adSo fr. ncei, ex-professor de i grima"
Da escola le Joinville, propOe-se a dar i efles i
moci aie pemambDcans, seja .n coligiuE ot
canas particulares : os pretenden tes podem di-
ripr ce ra da Ioiperatr n. 31, loj._______
Pff.ru $1 canaria
A Corapanhia Explora-
lora de Productos Calc-
reos est preparada para
fornecer hombreiras, solei-
-as, cepos e agedos de c. ih-
taria p: ra edificaepes e
"*alcamer:f bem como
sidra britdda e ulvinada
em qn iquer quantidac5 e.
Amostras e pr?0P no ar-
mazem da Companiua.
Caes do Apollo n. 73
'
i i -*

* \
mam \
' I III lili > ^ _


8

Osario de Pernambuco Sexta-feira 25 deNovembro de 1892
AOS FUMANTES
Esteiras da India
Branca e de fantasa de no vos desecho o
para forros de soalho, completo sortimente
oo LOUVRE
Francisco (argel l Irmao
Boa 1 de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
Uesejaes nao ter azia quando fumaes? ^^^^^"""""""""IM"'"'^
c^n^n^-fiT ?Pa8 ciarro.8T d^>mados MINHA ESPERABA, qaer picados, qaer desfiados.
wborosc ramo> desfiado intitulado Bjgxenxco Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
epow ai88o dir-vos-hei se foi ou nao ntil o conselho.
Compre notar que os Hygienicet sao fraqainhos e os ESPERANCAS to fortes
A fabnca MINHA ESPERANZA sitoada na rna Larga doRosario f2! A -
______________________Um apreciador.
Usa; tambem o aromati
MISIII 1RTISTICI MUCMi
cortes de J,linho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebida al
ament
LOUVRB
Grinalilas, Ieqoes e chapeos
De phantasias acabam de chegar para i
LOVRK
TECIDOS DE PHAN-
TASIA
Sendo impoasivel de se deicrever
rete vanedade de tecidoa de dive'rsai
inalidades proprios para a estacSo actual
*oga-se ao publico em geral e principal
Sent a Exmas. familias a fineza de vi
itarem o
LOUVRE
Ra ].* de Marco n. 20 A
Francisco Gnrgel & Irmo
TELEPHONE N. 158
Sec as brancas, pretas e de
cores
Noves padrSes e para grande eseolha,
lendo despachadas uestes ltimos dias
LOUVRE
Costumes para cranlas
De todas as idades encontra-se grande
ortimente no
Louvre
------------------------------._________________
Qbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande eseolha no
LOUVRE
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Paiis receben o
Loovre

Retratos de Familia
Pintado.; oleo e a craion de tamanho natural com
lindas molduras e cordaoccmborlas de la ese da por 35$
emais precos
Qualquer peasda pde fazer encommenda remetendo um pegueno retrato em car-
tlo de visita, nSo importa que aeja antigo, basta dizer a cor das olhos e do cabello
para chegar um retrato muito perfeito e a contento de quem ser a encommenda.
QUIIRlO YER A EXPSITO BE RETRATOS
Na Ra Duque de Caxias n. 61
LOJA DAS LISTAS ZOES
Aonde so recebe as encommenda para todos os vaporeB americanos.
Jos Augusto Dias
Agente Geral.
ID FARiM ES DIMES
38Ra Sarao da Victoria38
JNeste sumptuoso emporio commercial encontraro as
Exmas. Familias um maravilhoso sortimento de tudo qanto a imagi-
nacao pode conceber de bom, elegante e luxuoso.
' inquestionavelmente Au Paradis des Dames a great
attraction do high life pernambucano que nelle achara sempre
osmaisexplendidose phantasiosos srtigos da moda, escolhidos
cuidad' smente em Paris pelo chefe da casa recentemente che-
gado daquella prac,a.
Au Paradis des Dames tem exposto venda, recebido
pelos ltimos paquetes, um explendido sortimento em sedas
brancas, pretas e de cores, lindos cortes de cachemiras ricamente bordados,
capas, visitas e pelerinas de sedapreta e de renda (liante nouveaut) blusas]
matines, camisas e saias de seda o que ha de mois chich ; riquissimos
oortinados (ainda nao vistos em Peruambuco) parajanellas e cama, col-
chas de seda e de renda, almofades bordados a ouro e velludo, elegantes
espartilhos de seda e de brim, fronhas de cambraia de linho bordadas, ca-
pellas e flores de cera e pellica o que ha de mais fino, guarda-ps de
seda, toncas de cachemiras e cambraia bordadas para enancas,
etc, etc, etc.
Na impossibilidade de enumerar tudo o que possue o
Au Paradis des Dames pede-se as Exmas Familias a honra de urna
visita.
Oapas, jersey s e visitas
Qostos iateiramente novos acaba de re
?eber
x,aTc_r-vDR.3e
BOTICA DO ROSABIO
DE
Virgilio Lopes Sf C
35 Boa Lsr?a do Rosario 3S
RECIFfi
Completo sortimento de drogas, tintas,
pinceis, fundas, utencilios para pharma
cas, photographias, pinturas, vernizes,
tinturas homceopathicas, machinas elctri-
cas, ligas, meias elsticas, etc.,etc.
Telephone 374.
Fabrica dfl livao
DE
3P3E50L,a_,XC,A
Roa Baro da Victoria i. 61
Loja de quadros
Madame Gerard avisa aos seus c_b
rostimos fregueses, que receben de Paria,
um grande e variado sortimento de pelli
oas de chevreanx, de primeira jualidade
dea castor etc. ets
FOLHETIM
33
TEEO. JUST.
Casa de commisses e repre-
sentaces
EXPOSICAO
DE ni COMPLETO S0BT1MENT0 DE
U4JCMXaST3B._\.S
G_V.XJUL.OO-aS 3S
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa
das duas A meneas, de toda especie de mercadorias, machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor dee-
infectante conhecido.
Deposito da bem conhecida tODONTINA d
Dr. H. Rirdet.
Livros do
Historia Unive e
Lacerda a I $000.
Grammatica franceza de
Halbout.
Thesourodj Christao.
Lvraria Escola do
Povo, ra do Impe-
rador n. 81.
Tfinmpho em revolado
Loiz M. Ribeiro GuimarSes, succeasor
de Alheiro, Fernandos & C, convida aos
seus amigos e fregueses visitarem o
I seu armazem de molhados, o qual acaba
de passar por urna completa reforma e
acha-se surtido dos melhores gneros de
primeira qualidade, tanto nacionaes como
estrangeiros.
Vende sem competencia :
Vinhos de Pasto, Porto, Figueira, Col-
lares, MoncSo etc.
Licores, cognac e cervejas das mais
acreditadas marcas.
Conservas, manteigs, queijos e outros
artigos do seu commercio.
E' tambera especialista em cha.
Ra da Imperatriz n. 42
Yomle-st
A verdadeira Cal Virgem
de Cotumguba para fabrico
de assucar no armazem da
ra do Duque de Caxias
n. 6.
Fabrica de gelo
tgaas e limonadas gasosis i
todas as qualidades
Soda water, ginger, ale, limao, laranja, can
Qil aoacaxis, granadina, grosell frauboii
D, o,ihenortel-pimenta etc., etc.
Jl-A CAES DO CiPIBARIBEJA
JULIO MARY
AMOE J ODI
SEGUNDA PARTE
VI
A CASA DE LUTO
(Gontinuaqao)
Lourenco trema e foi obrigado a en
costar-se parede... KSo podia Iludir-
so. N'esses dous entes que tornava a ver,
em aua mli, no irmSo, que tanto o ha-
7iam amad), j nSo restava AffeigSo por
elle... Nenhum outro aentimento alm de
um mortal djspreso!... E mais do
despreso, horror 1...
Titabeoa, anniquiilado por esse acoihi
ment:
Meu irmao... Minha mai... Aisim
que me recebem ?
NSo responderam. E como Miguel nSo
Iba acenava qne se calasse, comprehendeo
que a marquesa estava a par da sua con-
duela, seta duvida, que no fasviam podi-
do occultar-'.he mais tempo as suas levian-
dades, a suas fraquezaa cnlposas, mas
que talves nao Ihe tivessem informado do
seu remorso e arrepeodimento.
Juntou entSc as mSos. *
PerdJo I disse elle. Perdi 1
Estavnm mudos. Lourenco commovi-
dissimo, procurava fallar :
Perdao por ter vindo. Fia mal...
Devia ter me lembrao... Mea lugar ji
nlo aqui... Porm quando soube que
que
meu irmSo coffria... quando soube que a
desgrasa ferira-o peosei commigo que na
sua tristeza esqueceria o mal que lhe nz
para b se lembrar da immensa affei^So
que ssmpre dedique!-!he.. E qne isao
o consolara e fortalecera... Fiz mal,
sim fiz mal... Pe$c-!he desculpa, meu
irmao, perdSo minha mai... Vejo per-
feitamente que est tudo acabado... Sou
agora nm eztranho... Nanea mais...
nunoa...
E r-tiravr-sc, cabiabaizo, com o cora
980 oppresso.
O miseravel 1 disia tfiguel em vos
alta... Tambera, j que vieste/ neces-
sito desabafar.,. Minha mai disia-me
ainda ha pouco que nunca se devia hesitar
ante o dever, por mais cruel e doloroso
que fosee... Ainda me record...
E dirigindo-ae bruscamente ao irmSo :
Desgranado como o usas compare-
cer diante de m m, diante da nossa po-
bre mSi! Onde foste buscar, em que
melo de ignominias, a corsgem de re-
presentar a comedia odiosa de teu amor
filial, quando as tuas mSos estSo tintas de
sangue ?... E porque levas a irona ao
ponto de vires aqui contemplar as ruinas
que sSo obra tna, ladrSo I...
Lourenco, attonito, encarava Miguel com
terror.
O que disia elle ? Porque o vilipen-
dia va com esse epitheto de ladrao ?
Meu irmSo, perguntou, devras a
i mim que fallas ?
LadrSo, assassino e falsario, a toa
pressnea urna vergonha .. Olha, v
tua mai... Compadece-te d'ella... Re-
tira-te ... Sim... Retira-te I...
A marquesa, n'uma immobilidade sin
guiar, pareca morta.
Somonte na sua fronte de marfim,
amarellecido pelas fadigaa e horriveis sof
frimentos des ltimos dias, corriam gros-
sas bagas de suor.
Gilberta de joelhoB junto d'ella, enxu-
gava-lbe o rosto com o lenco e tambem
horrorisada, beijava as mSo9 da cga mur-
murando :
Minha av, amo-te, minha a" !...
Mas Lourenco com a terrivel acensa-
pSo do irm7.o ergnera a cabeep.
Miguel, nSo sahirei d'aqui antes de
ter urna explicag^o que ordeno te me
des...
Ordenas, m-'seravel I
Sim 1 Chamaste me de ladrSo, as-
saasino e fa'sario Ters enlouquecido ?
A desgrana que ferio-te teria transviado a
tuarazSo... Falla, meu irmao, implo-
ro-te I
A t'ja compaizSo para na'a me ser-
porque sicto que vais atirar-me urna odio-
sa, urna abominavel accusacSo e tenho
pressa de oonhecel a, para mais depressa
livrar me d'ella.
Miguel lancon ao irmao um olhar de so-
berano despreso.
Que mentiras inventara ?
Nossa mSi, disse Miguel, saber
mais tarde como, porque degros succes-
sivos descoste at o crime. Passaste pelo
jogo e pelos expedientes. Antes de ser
a de um criminoso, a tua existencia foi a
de um aventureiro. NosBa mSi nada mais
ignorar. As mentiras gragas s quaes
defendi-te at aqui pesam-me no coracSo.
At w afina]!
Recebemos grande sortimento de obraa
de vimes, como sejam :
Cestos de diversos tamanhes propria
para campras.
ROPEIROS.
PAPELEIROS.
LINDAS CADEIRAS.
Roa Fsreia do os?n'o n. 9
Pc^as Mndez k (i.
Vinho Maduro ,
Proprio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos urna im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que tem vindo
a este mercado.
S neste estabelecimento se encontra.
tierosene lnexplosi 7el
Yondem
Foits$a Irsaio
Imaginaste perfeita-
e teu raciocinio era
es-
_ ii *
ve !... NSo, a minha rasSo nSo enfra-jEst acabado. NSo mentirei mais.
queceuse... E cortamente foi-me pre-' Falla 1 Falla, digo te... Esse pas-
is o animo e muita for$a na alma para aado a que alludes, j m'o ezprobaram
nSo enlouquecer de vergonha... um dia, todos, aqui... E tu mesmo
Pois bem, desde qne raciocinas, quando desejei morrer disseste me que eu
desde que nSo tallo a um insensato, res- podia resgatar as minhas culpas da moci-
ponde-me... Perante Gilberta e minh
mSi, ezplicar-me-has os tres epithetos in
famante.B e dir me-has ainda diante d'ellas,
j que diante de ambas me aecusas, que
documentos falsifique!, qne roubo e assas-
sinato Commstti...
Fallava sem colera, sem indigoacSo.
H .via antes as suas palavras profun-
da compaizSo por Miguel, porque apesar
de tudo elle julgava que a enormidade da
ca'aatrophe que attingia o irmSo, havia lhe
por instantes transviado a rasSo.
Queres ?
Quero.
Seja.
E voltando-se para a marquesa :
Tudo adivinhou, nSo minha mSi ?
dade com a vida do dia seguinto... Ti
nha, pois, o direito de esperar da vossa
pare senSo paciencia... ao menos com-
paizSo... Em todo o caso, desde esse
dia nSo tenho teito nada que mereja cen-
sura, posso mostrar, a lus do sol, as ho-
ras que vivi... Falla, meu irmSo, illu-
diram te sobre minha pessda, o que
temo, tenho quasi cortesa... Falla, an
ceio em responder-te.
Tenho tres accusacSes contra t...
Avia-te, diz quaes sSo, meu ir-
mSo. .. De que me acoua8 ?
E's falsario...
Ainda ha pouco ouvi ease termo
mas nSo o comprehendo.
Para pagares os oem mil francos da
Sim, meu filho, disse ella muito divida de jogo que provjcou a tua ezpul-
fraca. JbSo do club, imitaste a minha assignatu-
irmSo s gales...
mente, misera vil,
justo...
Lourengo olhava para o irmao com
panto.
Aquellas palavras tinham-Ihe soado cla-
ramente ao ouvido, mas dir se hia que o
sentido d'ellas escapava-Ihe.
Que historia essa que ests con-
tando ?
ti A verdade.
EntSo, as letras que pagaste, essas
letras que faeilitaram-me o pagamento dos
cem mil francos perdidos...
Confessas 1
- Confesso que tua generosiit.de e
affeigSo, devo a minha snlvacSo, ver-
dade ... Eoto, digo, essas letras pre-
tendes que sSo falsas e aoousasme...
Miguel teve um sorriso insultuoso.
Lourenco oontinuava a olhal-o sem com-
prehender.
Vamos, meu irmSo, disse ella, ou-
L9
Po^as Hiendes db
SEMESTIS B07AS
Hortali^ s e Flores
Roa sfrei(a do Rosario n. 9
Pocas Mendes i C.
P a dara
Vende se ou tu se qualqoer negocio com a
bem montada padaria (antiga) e bem afreguea-
da, no Caminbo Novo ; a tratar na mesma. O
motivo da venda o dono retirar se.
Carrosa
Ven de-se urna car roca para ca vallo, com ar-
reios, completamente nova ; a ver e tratsr no
Encarmenlo, sitio que foi do Dr. Mua.
O que vou diser nSo pode causar-
lhe novo horror T...
Ai de' mim I ba dous das meu co-
ra_o Boffre tanto que nSo poderia acffrer
mais... Sinto que a morte apossa-ae de
mim. .
' Falla, mea irmSo, falla sem reoeio
ra em des letras, passadas, em tea favor,
de des mil francos cada jrna e lanjaste-aa
na praca 1... Aohaste fcilmente ban -
queiroB, porque meu nomo nSo tem man-
chas... E no dia do vencimento eu pa-
guei, para salvar a noisa honra... Mi-
guel de Soulaimes nSo podia entregar o
A evidencia ah est. Quem negociou as
lettras em questSo ?
Eu.
Quem aproveitou-3e dellas ?
Ea.
Bem vs. Prefiro mil veses a tua
cynica confssSo toa bypocrisia.
Mas o que nSo confesso o crime
de que me acensas...
Ainda I
Juro-o, por tola a affeicSo que
ainda nSo ceasei de dedicar-te, por minha
mSil... Juro-o 1 Juro-o I
Miguel voltou o rosto com nojo.
Juro-n, repito... Estava em casa
quando se apresentou um iadividuo que
ia a teu mandado. Mandei-o entrar. En-
tregou-me as lettras, as quaes, devo re-
conhecel-o, nSo eram acompanbadas de
neahuma carta tua... Pensei que queras
salvar me apesar de tudo, e bastante com-
movido fiquei, at chorar. O individuo.
disse-ma que seria intil ir eu agradecer-
vi-me. Ha engao. No dia seguinte'te. Prohibas isso. NSo me receberiara,
aquello em que a teu chamado vim a No- ai de mim 1 Queras ser rigoroso, ainda
gent, e onde encontr;-13 todos reunidos, que me salvasses, sacrificando em mea
me mandaste entregar por um hometn de favor a tua fortuna, comprometiendo adi-
confianga as des letras assignadas por teu' vinho-oa tua fabrica. Porm, eu nao
punho e passadas a meu favor... | podia entretanto aceitar sem urna palavra
Miguel saecudio os hombros e nSo se a tua generosa e fraternal intervencSo.
dignou responde!. Entreguei a esse homem urna carta. Oh I
Lourenco interdicto calou-se e reflectio, ella nao era eztensa... Deves lembrar-
procurando ooordenar um pouco as idis. te. .. s continha urna phrase, : c Se
O que queres ? algum dia precisares da minha vida, da-
EntSo nao quiseate salvar-me ha! p8e della 1 > E eaaa ;phrase, meu irmSo,
dous meses ? eu vinha repetirte hoja que s infeliz.
NSo me era possivel...
EntSo nSo puseste minha disposi
980 eisas des letras de des mil francos de
que fallas ?
Nunca.
Tambem nSo mandaste ningnem
Eia o motivo da minha presenca aqu.
Tentou segurar a mSo do marques.
- Meu irmao, se minha ezisteaoia po-
de servir-te em alguma coasa, dispSe
d'ella !
Porm Miguel retirara a mSo Sua
minha casa lvala ? fronte conservara sa enrugada.
NSo sei por que asistes nessa men-1 /_.__.
tira ; menos do que qualquer outro, ta' *(Cmtim nSo igooras o qup, se pasaoo. Poupa-ne, .n -----------
pois, e tea pasmo. NSo me oonvenoer*.' 1'P- ao Curie, raa Duque de Caxias a. i*
~w


(
N.


-
&


Full Text
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