Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17880


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Full Text


ANNOLXVIII
QARTA-FERA 23 DE NOVEMBRO DE 1892
NUMERO 266
DIARIO
PERMITO
PROPRIEDADE DE MANOEL FGUEIROA DE FARA | FILHOS
PARA A CAPITAL E" LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres rae?'3? adiaotados.
Por Ues ditos vencidos .
Por nm anoo a liantado .
dem idem vencido.
6000
7&000
241000
28^000
SAO NOSSOS AGENTAS EXCLUSIVOS DE PUBLJ 0ACES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
O Srs Amede'e, Prince & C, resi lentes em Paris34 roe Je
Provence.
PARA OS LOGARES UNDb SE PAGA PORTE
Por seis mezes adianta 'os.
Por seis ditos vencidos.
Por om anno adiaotido.
dem idem vencido.
TELEGRAII
135300
151500
27|000
31*000
nmg mmvw ao sza&zo
RIO r)E JAN3IRO; 21 do Novembro.
F-.i nonaeado 1/ eBcripturario da Alfan*
3c a de Penado, no Estado do Alagoas,
A"aniaa Azevedo.
Forana .declarados ezn disponibilida
de os juizes de direito Drs. Miranda Hen-
riques e Ribehro Pessoa, i So aproveitados
na msgia'r tura do Estado de Paroam1.
buco.
Preparam se aqui grandes fetejoa
para con)iaemor&r o da de amanbS, anni
aersiiio da contrarovolucao de 23 de Nc-
vcmb.-o ;7e 1891.
farte ornciu
Actos o poder execulvo
DECRETO N. 423, DE II DE NOVEMBRO
DE 1892
Regula a navegacao da cabotagem
O Tice-presidente da Repblica dos
EetdcB Uoidos do Brasil:
Faga eaber que o Congresso Nacional
decreto a e ea sancjiono a lei segainte :
Art. 1. A navegacao de cabotagem e
pode ser feita por navios nacionaes.
Art. 2. Entende- e por navegacSo de
cibotagem a que teni por fim a cmmuni-
cagao e o commercio directo entro os por-
tos da Repblica, dentro das aguas dea tes
o dos rios q ie pereorram o sea territorio.
Art, 3. Pa-a nm navio ser considera-
do nacional exige-so :
i) que seja propriedade dd cidadlo bra-
zileiro, ou de aociedade ou eraprezi com
sie no Brazil, gerida exclusivamente par
tidados brazileiro;
2) que seja navegado por capitSa ou
mostr brazileiro ;
3) que pelo menos dons tercos da eqai-
pagem sejam brazileiroa.
Art. 4." As navios estrangeiros pro
bibido o commercio de cabaagem, sob as
penas de contrabando, sendo lhes entro-
tanto permittido :
1) carregar ou descarregar mercad iras
o objaotoa pertencentes administracSo
publica;
2) entrar em um porto por franqua e
seguir com s;ia carga para o outro dentro
do praso regulamentar ;
3) entrar por inteiro em um porto e se-
quir para out-o com a mssmi carga, no
todo ou em parte, despachada para cooau
mo ou reexportadlo ;
4) transportar de una paaa outros portos
da Repblica passageiros de qualquer classe
e procedencia, saas bagagens, animaes e
tambera volumes classificadoa como e_-
commend^s, ou productos agrcolas e fr-
bria de fcil detinoraos e valores amoe-
dados.
5) receber em maia de um porto gene
roa manufacturados cu produaidos no paiz
ftn de expoita los para tora da R pu-
blica;
6) levar scccorrog a qualquer Estado ou
ponto da Repblica, nos casos de fome,
peste ou outra calamidade.
7) tracspoitar quaeaquer cargas de uns
nortos para outros, nos cases de guerra
externa, commogSo interna, vexames e
prejuisos causados a navegacSo e commer-
cio nacional por cruzeiros ou torcas es
traogeiraa, emhora nSo baja deciar,c2o de
guerra.
Art. 5 As merendonas oonduzidas por
navios estrangeiros de um porto da Re
pablioa polem ser vendidas em outros nos
casos de arribada forjada, varago ou
forca maior.
Art. 6.-' Aos navios das nacSes limi-
tropbes o permittda a navegacSo dos
vio-: e t>guas interiores, nos termos das
conva'-cSes o tratados.
Art. 7. Sobre matricula dos navios e
de tripolaoSo pilotagem e vistoria, se ob-
servar o que for determinado nos regu-
lamentos qun o Podar Ejecutivo expedir
para execuySo desta !ei.
rt. 8.* Durante cinco annos contados
da publicacSo desta lei, gratuita a me-
rinba mercante, salvo o sello do requeri-
mento.
Art. 9. Os navios nacionaes sSo obri-
gades vistoria de casco e machina, de
seis em seis mezes, sendo para este fim
obrigados a ter os porosa varridos e fs
caldeiras sujaitai preaaao de agua, e
urna vez por anno essa mesma vistoria em
secco ou no dique,
Paragrapho nico. Estas vistoriaa se-
rio gratuitas e deverSo sor requeridas
reparticSo competente, polos respectivos
proprietarios, com antecedencia do oio
ias, podendo ser feitas em qualquer
doE portos da Repblica, determinado em
rcgolamento, opportunamente expedido.
Art. 10. As dispo8c,5ee desta lei entrf-
rao em vigor da data de sua publicarlo a
dous annes
Art. 11. Revogam-se a3 dBposigoe
em contrario.
O ministro do estado dos negocios da
fazenda assim o faa executar.
Capital Federal, 11 de Novembro de
1892,4. da Repblica.
Flobiano Peixoto.
erzedelto Correia.
Minia!rio da Agricultura
Foi exonerado, a pedido, do cargo de
medico 4a hospedara de immigrantes em
Pinheiro o Dr. Manoel dos Santos Mar-
ques, sendo rjoaieado para o mesmo lugar
o Dr. Caetaao da Rocha iqueira.
Foi prorogada por tres mezes a 1:-
ceoca concedida ao engenheiro Alfredo
Americo da S.uza Riogel, ajudante se-
cretario da fiecalisacSo das estradas de
de ferro.
Foi nomesdo o sogeoheiro Affonso
MoDteiro de Birros para o Jugar do en-
genheiro de 2.a clacse da inspeccSo geral
das obres publicas desta capital.
InUItrlo da Jualira
Por decreto da 12 do corrente foi pr -
vado do respectivo posto, nos termos do
art. 65 I. da lei n. 602 de 19 da Sc-
cembro de 1850, o c ron el reformado da
guarda nacional do Estado e Pernambc-
co Francisco Goncalves Torres, por nSo
ter solicitado a patento no praso legal.
Governo do Estado de Pernam
buco
DESPACHOS DO DA 21 DE NCVEMBBO DE
1892
Abaixo assignadoa, paisde familia, hiDitantes
na villa de Verientes de TaquaretiDga.Deferi-
do por portara de boje.
B iijamim Ismael Alvares dos Sintcs Ro-
que ira em termos.
Companbia la lustrial e Coomerjo de E-tiva
recorreado ia decisSo proferida pela junta ea
pecia do Ttiesouro referente a colleca de im
postos.Neg provimanto ao recurso. A recur-
rente nao tem razo quando allega que as di-
virOes para cobraoca de imposto ae repartirlo
mflae a imporlaacia dos lacros e nSo a qua r.i
dado dos eatabelecimeoloa, pois o art. 21, cit.Jo
no prsenle recurso, diz: A-rolados todos os
coolribuintes de una classe. se far orna trpli-
ce divisao dOB meamos. Comprebendar se bao
na primeira todos aqoellea que pelas proporc0e3
e extensa} da industria manos vaotag -oj aofd
rirem do sen negocio. Ora, tnsontestavel
que a exteoso d^i indo3tria est de accordo
com a quaotidade de es'abelecimentos em que
exerce essa irdustiia.
Cdilon Horadito Peixoto e Silva, pedindo res-
tiinicao de impostos indevidameois pagos.-Ao
commindaote do corpo de polica regional.
J}4j Baptisla Waoderly.Inform) o jutz de
direito lo municipio de Palmares.
Bacbarel Joaquim Agripioo de Maodonca Si-
mde3,;juiz municipal de Barreiros, pedindo tres
mezes de licengi. Concedo doua mezea de II*
cenca.
Jos Firmino Rbeiro, profeasor publico. -Ij*
forme o inspector do Taesouro do Estado.
Josa Franc:sco Cardoso Mirim, profeaa:r pu
blico avu'so, p'diilo para sar-lbe designada
uxa cadeira. -Iaforme o inspector geral da.
i08traccao publica.
J 's Marcelino da Cosa, pedindo entrega d
documentos.Sin, mediante re-ibo.
J 'ao Jjs Bjrbcsa, sentenciado.Informa o
Dr. procurado: geral do Estado.
Joo Bezerra de Araujo, sentenciado. fritar-
me o Dr. prUUDrador geral do Estado.
Bacbarel Leopoldo Cesar Ue Guamao, promo-
tor publico de Rio Formoao. pedindo tres mezes
de licenca.Sinc.
Bacha-el L^odtlpbo Olyaapio dos Rais Cam-
pello, offi;ial da secretaba do Thesouro do Eita-
>, peJialo tres mezes de licenca.-Informe o
inspector do Taesoc-o do Estado.
Manoel Lopes Macbado, sentenciado. Ao
Dr: juu de direi'.o do S- diatricto criminal do
Recita pira providenciar, devolvendo esta peti-
cao.
Mara Tneodolinda de Macedo, professora pu
blica, pediido para ser-lbe coaceiida a gratn"
cacao de bons ser vicos.Concedo.
Bacbarel MigQfal doj Aojos Barros, juiz muni-
cipal de Carua pedindo ajada de casto.Ia-
forme o inspector do Thesmro.
Alteres Orales Siraivade Carvalho Neiva,
pedindo para ser prvido nos officio i de tabe.-
lij e escrivo do civel, co >merco, orpb&os e
ausentes do municipio de G'melleira. Indefe-
n Jo, vista da prova de manifesta incompe-
tencia para o cargo.
Pedro Ivo de Hollaoda Chacn.Iaforme o
Dr. jaiz de direilo do nuiicipio de Palmares.
Toeopbilo Xavier Cavalcaote de Albuquerque.
Inf .roie o r juiz de direito > municipio de
Palmares.
Virginio Horacio de Freitas.-Io'orme o juiz
de direito do mnnicipio de lambe.
Secretaria do Qoverno do Estado de
Parnambuco, 22 de Novembro de 1892-
O porteiro,
Hemeterio Maciel da Silva.
cuestura policial
Sec^'o 2a. N. 264 Secretaria da
Queatura policial do Estado de Pernam-
buco, 22 de Novembro de 1892.
UidadSo. Participo vos que foram
hontem resolbidos Cia de Detengo os
seguinte8 individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recite, Euzebio Manoel da Costa, por
crime de furt", e Jos Peccy, como ga
tuno.
A' ordem do subdelegada do districto
de Afogados, Jlo Pedro Carlos Tarares,
como desordeiro e por offansaR moral
publica.
A' ordem do subdelegado do districto
do Peres, Dionisio Geremias Cezar, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado do districto
da Torre, Tiburcio Valeriano Baptista,
por embriaguez e disturbios.
Commnicou-me o subdelegado de afo-
gadr que no da 20 do corrate, por oc-
c&si&o da testa de S. Miguel d'aquelle
districto, nSo se dera incidente algum,
nSo obstante a grand agglomeracSo de
povo que all compareceu.
No da 19 do corrente no lugar Alagoa
Grande do municipio da Gloria do Goit,
Porfirio Tavares de Arruda, assassinou
com 2 tacadas a Aureliar.o Antonio de
Sant'Anna Ranga', logrando evadir-se.
A autoridade competer te preceden
diligencias legues e continua providencian-
do no sentido deier preso o criminoso.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
mi digno governador do Estado
O Questor,
Julio de Mello Filho.
Rccebedoria do Halado de
Feroanbuco
DESPACHOS DO DA 22 )E NOVEMBRO
DE 1892
Cacdido Alves da Fonseca e outros e
Franciscj Nogueira da Silva.Informa
a 1- scccSo.
Jjaina Erjngelista dos Praaeres.
Certifique se.
Oliveira Castro e comp. e Jo3j d- Sil-
va MoreiraDeferido em vista d infor
macSo.
Menezea e M-.cedo. Deferido em vista
da nformajuo.
O Dorteiro,
Jos L. Macedo C. Filho
tOMESSO Yl I0UI
Commlssa de Ofora Coloolsaco
N. 238-1692
Autoriza o governo a co ceder a Liia Go-
mes Pereira ou compaihia que estaba-
lecer a c^ns rucgSo, uso e gozo de urna
eBtrada de ferro de Nytheroy o Recfe,
sob ai bases que estipula.
Foi-me dist-ibui-lo, em s-'ssSo da c:mmhsao
do obras e coloaiscclo, para estudar e emittir
parecer, o requ;pimento em que o cidado Lniz
Gomes Pereira pede ao Congreseo Niional que
com elle contrete a ronstruccaj de urna estrada
de ferro, qae parlindo da cidade de Nitheroy,
capital do Btalo ajo Ro de Janeiro, acompa-
ohaoda a Serra do Mar, eprocuraado aproximar-
se sempre da costa do Oce2no, atr vesae o mea
mo Estado do Rio segoiodo para o norte, o do
Espirito-Santo, da Babia, Sergipe, Alagdas, e va
terminar na cidade do Recfe, capital de Pernam
buco.
Pede qae do contracto qae se celebrar lhe 33-
jam concedidos os seguales favores :
i. Uso e gozo da estrada de ferro pelo prazo
di sessenia an-ios;
2." Qae a Uoio Ibe aianta, por 30 amos os
jaros de 50|0 sobre o capital, que pelos estudo3
defioitivo3 for determioado, o qnal nao poderi
exceder de 10 milnes s'.erlmos;
V Privilegio de zona de 15 kilmetros para
cada um dos;eixos da linba;
4. Direito de desapropriacao nos termos da
legislaco en vigor;
5. Cestao das trras devoialas comprebendi-
das nesses termos;
6. Direito de n;ar na constroccao dos mata
teriaes qae nesses terrenos encontrar;
7.* Iseacao de todos os diraitos de importaco
para os materiae3 entrados do eslraogeiro epara
o carv) de pedra de qae necessitar pelo prazo
de 20 annos.
Origa-83:
1. A construir a estrada com todos os moder-
nos aperfeicoament:8 as estradas qae se des'.i-
Bam a luogo percarso; sendo abtalalm.60, entre
t.-ilho-, rampas qae nao excedamde 10|o, corvas
de 250 no mnimo, podendo desenvolver velo
cidade de 80 kiloTet os por hora ;
2. A faaer a primoira entrada de capitaes no3
se;s mezes mezes qae se seguirem aseignatara
do coulracto, depasitando na agencia do ibeaou
ro da Uoio em Londres, sendo dessa data qce
comecar a garanta de jaros. A deliberacSo
do governo flear a designacao da.' qoaotias qae
saccessivameote devam ser depositadas, bem
como as pocas ;
3. A conservar em Londres, na mesma agen-
cia tbesouro, e disaosicao do eoverno a parte
do capital realizado, qu>; deve ser empregado na
coastrueco da estrada, ou despendido no inte-
rior da nifio, do qual o mesmo governo poder*
atilisar-se para suas despeza3 na Eargpa, res-
titain1o-o, sem jaros, em monda do paiz, pro-
po-ca} qae se for fazen o preciso o seu emp-ego,
calculado ao cambio do da.
3.# A eatregar ao governo, rindo o prazo da
commissao, a estrada com todas aa soa depen-
dencias, material fixo e rodante, eem direito a
indemoizagao.
Tomando na devida co:i34sraco o traba.'bo
'e qae fui encarregado, e depois de serio e me
ditado estado das .nosaas coodicOes polticas,
e econmicas, me parece de maior vaotagem a
proposia.
Sei que po<* ama Indicacao do illuatre presi-
dente da commis-a > de obras e colooisacao
Cmara do; Srs. Diputados, foi nomeada nma
comnissao especial, para, no intervallo des tra
bilbos legislativos, estudar e dar parecer sobre
am plano geral de estradas de ferro, e qae por-
Jaoto dtver se bia aguardar o resoltado desse
eslado.
Mas, alm de que as vantagens da presenta
p-opos a sao de ord m a autorizar o sen estado
e approvaco, como foram aa de ooiras estradas,
sobre ai quae?, m^smo depois da indicacS; a
qae me refer & commissao de obras ja emitti
parecer, creio eu qae d3o foi o pensamento da
Cmara inutilisar a commisslo permanente re
g'mental. No estudo de que a incumbi a Ca
mar, pJe a commissao lomar em coDSiderac&o
0 prsenle proje:to, tanto mais qae o tracado
me parece tal qoe fcilmente se peder acomo-
dar a qualquer plano qae a commissao deliberar.
As vautagen* de ordem econmica offerecidas
anturizam a adopcSo do projecto, aio-.la quando
oos estuics definitivos qualquer moditicacio.qoe
nao altere o pensamento primordial, possa ser
imposta ao concessionario oa a companbia qae o
succeder.
Por esjas raz6es entendo que. sem oden 1er o
melindre da llu-Ue commissao nomeada, e
motto meno3 crear-lhe embara'. deve ser
apre-eita lo o parecer da commissa} regimea-
tal.
Estadao lo os vantagens da proposta, tomarei
em consideracio o pon>o de vista poltico.
Como se v na proposta, a estrada projectada
uop, estreita em seas bracos de ferro seis grao
des Esiados da Uoio, e facilita as relaedes de
ouiros, notavelmeate os de S. Paulo e Miaa?.
Neutioma neceasidade se imp6e com mais for-
a oa qaadra difficl qas a ravessamos, qoadra
de organia igao ebeia de perigos resuitaatea da
ineip Mu:ia, do poaco conbeclmento. qae ain-
da temos, do systema poltico qoe adoptamos,
do qae a de estrellar 01 lagos qae aaem os difTe-
rentes Estados da Felerago O peasamento de
ama v. Ja autnoma, mas sem o verdadei o co-
obecimento do systema federativo, leva os espi
ritos apaixooados a approximagao da Eepara-
gao, p t-j-idica o rgimen e tra ao todoa
Uoioaquella cobesao qae constitae aforga.
E-iabelecer as verJadeiraa relaedes entre os
Estados de forma a tornal os, sem prejuizo de
sua 111 Jivi luali lade, um todo poderoso e forte,
a crear a verdadeira ailado na moltiplicidade,
tarefi qoe exige a mxima sabedoria, a coa-
cihacao de todos os interesses.
Nao conseguiremos manter o legado de frater-
nidades qae reoebemos do temoj, senao pela
renmao dos interesses de cada Estado no 'ule-
rease de ledo? senao pela troca coastante dos
pensamentos, que so poderemos conseguir fa-
zpndo desapparecer as distancias qae nos se-
1 aram.
Es soe serio os ooicos lagos que podero
perpiaar a uoiao dos Es'ados. N m os ca
nhO s, nem as baionetas ter&o forga ue dominar
nunca^ impor umauio, que seria urna des
bonra quando nao concedida, mas imposta.
O peas.ment, 08 esforgos dos que nos din
;em devem voltar-se para este pomo. Estaba-
ecer. estrellar 03 lagos d6 uniao, unificando o
inleresses.
E' o trabUha asa estradas de ferro e d-i3 lele.
.ra!.h};.
Oa oo Estai03 reunidos, ligados poi-esta
forma, constitolrao "o elemeoto conservador da
Repblica, d'ollee oartirj oaSrauxos beneKooa,
a3 grandes idaa-ae civdl'sacaov de concordata e
hl nia.
qu ai,. por. urna ttmii :nfolicidade3 que
muiUjs vezoa 8ff-:c!am c p'eriarbam a traaquil'i-
dadrdas BagOe?, a sua marcha para o aperfei-
goamento, aos vemo3 ameag.do3 em nosea hon-
ra, em nossa existencia poltica, a estrada pro-
jectada ser^ pnmeiro e mais po.Ierosj ele-
mnto de defeza, que o nosso poderoso patrio-
ti3mo poderia oppor.
2." Nao seria diflicil demonstrar as vantagens
para o comrxe.vio nter estadoil, e para o inier
nacional que resultariam da ligagao dos oito
Estados da U ii5o. O tempo e dinheiro, como
dizm o ingleze8, pois, o tempo que val des
dobrar-3e, alargar se, desde qae copsigamos
redoilr. aquella qae despendido as viagens,
as commonicagOes. Sobre eate ponto nao me
i steoderei.
Mas, na or^-anisago propramento dila da
conce8s5o, dacabro ot-lra vaotagem de subido
alcance.
O proponente offe.ece reunir o proiacto da?
entradas, qua Qzera companbia que elle orga-
nisar, na ageicia do thesouro em Londres, -
caodo sob a scslisagao immediata do governo,
e ao mesmo lempo aotorlsado o governo a dis
por da parte dessas entradas destinada a s r
gasta no territorio da U1 o, pa~a pagal-a sem
jaros, em mee a do paiz, e na proporgao do
qae for sendo necessario para as despezas da
construegao.
Q;er is'to dizer que o governo, por es'.a f:
rxa crear em Lindres um deposito ouro,
sem qa8 o commercio soff.a diminaico as
suas reservas, qae serSo app'iads s suas
tran-a"f(3'3 ordinarias, sem grandes sacriQcios
para o thesouro, promovendo um melboramenlo
interno da maior importancia
A queslo que, com justa razao, prende boje a
attengo des estadistas brazileiros, a da con-
versao do nosso meio circulante, da valorisagao
da oossa moeda.
Sem pretendermos a honra de estadista e
mailo menos de Lcanceiro, com o maior ac-
0'1-mento tratando de tao importante assompto,
dire que, no meo fraeo entender, a cansa nnica
das perlarbagOes econmicas que entre nos se
fazem sentir que, embera a nossa exportago
seja soperior. cu mesmo igual importagao dos
productos, para o consamo, temos necessidades
1 qoe nos obrigam a despezas na Europa, as
quaes cream om desequilibrio fatal, desde qae o
exceaso da exportacao e insufficiente para
abril-as. D'abi a drainagem, o esgoto do ouro
para pre^n mimer.to desse dfflcit. E eotfio,
perdendo o ouro a sua quahd^ae de moeda, de
signal determinativo do valor, restringido se
de mercadoria, tica euj-e lei econmica da
procara e da offerta. Poderiamos dizer, em tal
caso, que nao a m*oeda brazileira que perde o
sea valor, mas a mercadoriaooroqae, pelo
excesso da procara, aogmerlao sen.
Aliiviar pi comm^rciu desse concurroate so
deposito oa.-o faier desapparecer essa
seo
oecesjldade, essa procura de ouro, que periur
ba aa relagOes do comme.'o inter.iacioaal, foi a
preoccapago constante dos governos da manar
cbia, e contici :011o preoccupjg o do patrio
tico governo da Reooblica.
Nj antieo rgimen, o governo, no peusamen-
to de fagir concurren :ia 00 mercado interno,
e diminuir os effeitos dessa pertarbagao as re-
lagOes ioternacionaes, recorra aos emprestimos
externos que cavam, qaasi qae em sua tvtali-
dade, as maos dos meamos prestadores ]>ara
pagamento dos juro3 e amordzag&o dos empre
e rnos anteriores. Contentavam-se os governos
com a elevagao mementanea do cambio.
Foi assim qoe em 1889 cosegoia se ver o
cambio cima do pa-, aps mecessivos emp-e3-
timos, qae vieram aogmenia- as nossas respon-
aabilidade?. O trabaiho do governo assemelha-
va se ao daiaelle que pretendesse enmer o va-
zio de om buraco com a trra do me^mo buraco.
O governo da Repblica por algom tempo re-
padiou o py-tema dos emprestimos. Para obier
ouro necessario as suas traGsacgOes, determioou
acobranga, em metal, des direitos aduaneiros.
E' certo qae por este meio. sem recorrer aos
emprestimos, alcangoa o atmeudo lira de pos-
suir o ouro qae Ibe era preciso para seas paga-
meoias.
Mas esse meio ariicial nada mais foi do qae
fazer-^e fobstitoir o -.overno no mercado do o-
ro pelo proprio commercio, creando para elle
orna necessldade de maior somma em ooro, d,
somma qae anteriormente Ibe-era precisa, emais
daquella de que precisava o governo. A procu
ra, portanto, do ooro, causa real do seu alto e
excessivo valor nao dimiminue.
O governo trauqoillisoo-se, teve com qae pa-
gar suas dividas, p -asando ao commercio aa pe-
nas r sacrificios.
Nao consegua o governo por tal meio bri-
sar nossa moeda.
Uitiinameute o Sr. ministro.da fazenda, preoc-
cupaodo-se dos resudados da coucurrencia qae
(ara no mercado para compra de cambiaes, con-
ceben novo plano, qoe altera os termos da qaes-
le, mas nS> modifica es efTeitos
Prop)8e a receber em Lmdres o produelo
los impostos qae aos Estados exportadores deve
pagar o caf. E' certo que com tal eystema e
governo nao mandar ouro, mas tanto importa
desde qua o ouro mercadoria qie nos nao pro-
duzimos e com o sea systema priva a entrad-, da
parte correspondente aos impostos. O governo,
recbenlo na Europa os direitos do caf, qae
deviam ser pagos aqui em moeda correte, faz
diminuir aa Europa os recursos do commercio,
que ver-se ha aa aecessilade, para saldar suae
coat s, de mandar ooro. Por i-so disemoso
syst ma altera os termos mas nao modifica es
effeitos.
Peg) desculpa de ter me alongado sobreest
materia; mas tinha neceasidade de provarque,
sendo a uni ;a causa do desequilibrio as rea
ges do commercio internacional, a presenga do
governo, a presente proposta nao e concorre
para a sologo do problema, como indica med
da qoe deve ser adoptada pelo governo as con
cessOes que por ventara ae tenham de f. z .
A proposta crea em Londres un deposito
ouro disposigao do governo, deposito qae nSo
provm do producto da nossa exportago. e que
provavelmente influe na balanga do commercio
E' orna compensago que ter o governo do .--a-
'..-.li.io da soa garanta.
As vantagens qae deesa facnldade, com qae
fica o governo, de langar mi) do producto das
entradas qoe devam ser emprega.'as na con-1, u-
pgo, alliviam o commercio da parte correspon-
dene que lhe pede o governo, e porque a pro-
cura do ouro.se rest'inge necessanamente o seo
valor, diminuir estabelecendo ama taxa cam
bio favoravel.
Das demais favores solicitados:} p.ide o
con^resso conceder as ierras devolotas, porqoe,
pela constitaicao, pertencem ao Estado. A re-
levagao do impoe'.o sobre o carvo para combus
tivel pode e leve dcar dependente de accordo
posterior. Os cutros (avore3 o razoaveis o
de uso conceder-se.
j t-a'ei da parte pclili.a, sicial- e nanceira
dopojecto; oceupar ma-hei agora de suas fa-
ces tecbica e econmica, e aioda sob easespoq-
to3 de vista eoieodo merecer o projecto nteira
appravago do coogreeso.
A estrada de Ierro projectada, destinada ao
grande trafego internacional, devendo offerecer,
como 'oQdices capitaes, grande capacidade,
grande rapidez e muila co nmodidade, sai, oe-
cessariameoie, fra dos mo des das que j ro -
suim }s; deve ser ama estrada de ferro aperfei-
goada, rivalisanio na franqua deseo tragado, oa
sua execogo e na qtialiJade e conforto de seo
material, com as meluoree da Europa e da Ame
rica do N r;.e; seos treos destinados a rodagem
da e 00.te ininterraotameote e com grande ve-
locidade, de cerca de 80 kilmetros por bora.ca
recem de encontrar urna linha slidamente con
struiia, em rampas fortes e com curvas de
grande raio, atravesando terrenos que por soa
forrnaco e diaposico assegurem a maior faci-
dade de conservacao.
A directriz geral indicada no projecto satisfaz
plensmenie eseas condiggs, porquanlo, fleaodo
toda entre a costa e a Serra do Mar, se desenvol
ve em urna faixa ie terreno poaco aceileatado,
salvo em am ou outro ponto, como na Victoria,
em que, pela g-aode proxtmidade da trra, a
faixa entre esta e a costa aprsenla se mais es-
treita.
Por om lado o projecto bem aprovfita es3as
coadiges topjgraphi as, Imitando as rampas e
curvas do tragado, aqaella3 ao mximo de 1 %
e estas ao raio mnimo de 250 metros e plaaa-
jando a estrada com bito'a larga, 1=50 entre tr-
Ihos, o qae permitte material rodante de grande
capacidade e mximo cmforto.
Obedecende ainda a3 mrsons consideragOes,
pens qae, salvo os pontos de partida e de cli.--
gada, 03 demais mencionados no rfqaerimeoto
devem ser entendidos como indicago geral e nao
como pontos absola'ameate forgado?, convin-
do que, tanto no ioteres3e do eucartamen-
io da linba c mo no da faciiidade de sua coras
truego e melboria de seo tr, gado, se enteada
nao foigadamente esses pontos intermediarios e
s m as sua- visinhangas, podendo mesmo o ira-
gado definitivo afasiar-se coas'.deravelmeate de
qualquer delles, quando disso resalta sensive
vautagem para o encurtamento da distancia e
melboria Jas condigOas tecbdcas da linha, oque
s o trasido definitivo e a inapecgo do governo
podero decidir.
Nameadamente, ao Estado do Rio de Janeiro,
Macab deve ser deixada muila a dircita, encoa-
taado se a linba de preferencia as tradas da ser-
ra do Quimbira em irecgo mais recta para
Campos 5 no Estado da Baha, Santa Clara deve
ser deixada moito a esqaerda, procurando a li-
nha antes da Colonia Leopoldina qae tica mais
prxima coala, menos elevada e mais Da dire-
ceo geral; anda na Babia, Timb deve ser en-
tendido uoicamente como iodicagoda passagem
do vale do Iabambape para o do Itapicor, nao
trepando, porm, a linha as altaras em qae se
acna localisado propriamente o arraial do Tim-
b.
A estrada ter cerca de 2,100 k lometros de
percurso e construida com solidez e as condi-
ces te^bnicas cima Indicadas noder ser trate-
gada com velocidade de 80 kilometrss por ora,
gaslando-3e, pois, do Rio de Janeiro ao Recfe
nicamente cerca de 30 horas.
Essa estrada para ser foita as condiges que
deve preencher, de grande capacidade, grande
velocidade e grande conforto, importar, iodo
si ve todas a* despezas em cerca de t i730 a
5000 ,)jr kilomelr.'.
Assim pois a garanta ped di sobre nm cap!
tal de 10 000000 nao me parece exagerada,
sem contar que essa garanta de 5 /-, quando
oa no33os typos sao de 6 e 7 /., qae as sommas
depositadas podem ser ulilisadas, ao lotet-iom.
para outris urgencias do Estado, e qoe ao Esta
do cab; bxar as pocas e o quantom dos eocces-
sivos depsitos e assim regalar os seos encar-
gos pe. garanta durante a coastruego da es
trata.
O praza mximo de olio anooa pedido para a
coDCaso de todas as obras nao exagera lo, at
lenta a grande extenso da estrada; entretanto
mantida a facoldade pedida ae poder aprsenla-
por secies interrompidae os estados e projecto
deliai'.ivj, poder a estrada entrar eimaKanea-
meaie em constrocgo em muitos pontos, o que
por cirio faro os conceBsionarios em seo pro-
p io iotere3e e assim abreviar se de tacto e mu
to o praso da abertura de tola a linha ao tra-
fego.
Considerada sob o ponto de vista industrial e
econmico, essa estrada ser em moito pouco
tempo om verdadeiro saccesao. Nao e ella
ser a arteria para todo o trafego internacional
do Brazil com a Europa, e vice versa, e do tra-
fego inter esta ioal no Braz go, ji pelas estradas de ferro que vai crozar
em to los essps Esladoe, mas aioda, estabeleci-
da a rapidez de commool:age8 entre o Recfe e
a Europa, a execogo da grandiosa via frrea
transcontinental 3 loraar orna realldade, tra
zendo directamente para a Dossa costa os pro-
du:t03 do Pacifico e cortando o Brazil de E'ate
a Oeste, poodo assim em fcil e rpida commo
nieago com os nossos portos a3 regios at bo-
je incultas do nosso serto desde suas m is re-
molas paragens. Finalmente, ligado assim o
Norte ao Rio de Janeiro e ligado, como ja est
cogitado o Rio de Janeiro ao extremo Sol, o
trafego para as repblicas do Prata ae far for-
gosatneote pela liaba frrea brazileira, desde a
tronleira Sal da Repblica al o Recite, que as
sim se tomar 1 grande entreposto do commer
co en re a Europa e a America do Sul, o gran
de porto de contacto no Mundo Novo para a na
vegagS) transalla.ili a.
& realizago, pois, desse plano ser o mais
alevaotido commeiimeoto que pode pmprrden-
der a joven Repoblica Brazileira, commetimento
esse que nao e Ibe dar grande gloria, mas
aioda enorme proveito.
Sao estas as onsideracoes qae vob posso onV
recer, parece--dj-me qoe a commissao se digna-
r de aceitar e subscrever as seguintes concia-
ees.
A commissao de obras publicas e colonisago
da Cmara rios Deputados depois de haver es-
tojado convenientemente o reqaerimento do ci-
dado Ljz Gomes Pereira;
Considerando que a estrada por elle projecta
da e coja concesso solicita ao coogresso nacio-
nal, satisfaz os mais altos inleresses aa Uoio,
quer politicameate, reuaindo oito graodos Bala-
dos, encartando as distancias entre elles, quer
ecoaomicamente encortaado distancias entre os
Es'alos e entre estes e a Europa, de maior
vaotagem commercial;
Coosidtraodo qne em soa propoeta o peticio
nario offerece idea nova, ce paz de auxiliar os
poderes pblicos da diffij I tarefa de dar flxida-
de ao cambio internacional;
E' Je parecer que a Cmara dos Srs. Deputa-
dos dopte o segainte:
PROJECTO
O congresso nacioaal decreta :
Art. 1 Pica o governo autorisado a conceder
ao'cdado Luis Gomes Pereira, ou companbia
qoe elle estabelecer, a coastruego, aso e gozo
de orna eatrala de ferro qae, partiado da cila
de de Nitberoy, no Estado do Rio de Janeiro, v
term-oar na cidade do R cife, capital de Per
namboco, aob as segoin'.es bases:
a) A estrada ser trtfada e cons'ruida, ntilha-
J? e trafegada em condiges de dar rpido e
aboedante transo?, le a passageiros e a merca-
dorias, qne se destinaren ao trafegj internacio-
nal, para itso ser de bitola larga de |m60 ram-
pas u lo excedentes de 1 O/o e curvas de raio
anac inferior a ioO n sea material de transpor-
te e de traegao eer dos typos os mais modernos
e aprop ialos a ama velocidade de80 kilmetros
por bo;a;
EXTERIOR
AMERICA DO SUL
ta l le
O ministerio, accedeado a? instancias do pre-
sidente da R 'publica resolveu retirar o pedido
de demiaeo.
Repblica Argentina
O overuo peeee resolvido a concentrar em
Buenos Ayes os regimentos de artilbaria, no
otaito de proceder s experiencias .do arma-
mento novo qae vai ser foroecido aquella parte
do exercito-
Desse armamento acaba de r ceber-se 14000
espingardas Mauser e 2 1/2 milnes de cartu-
chos.
O Sr. Abso'on Rojis, ex Governador da
provincia de Santiago del Estero, e qae chegon
a Buenos Ayes, acco a o Sr. Dr. Eduardo Cos-
ta, interventor nacional, pelo sea procedimeoto
nos acontecimentos que ltimamente se dero
naquella provincia.
Receiam se graves aconteetmeatos r essa, pro-
vincia apezar da presenga do laterven'o* Coso.
0 espiritas polticos parecem cada vez mais
sobrexcitados.
En Corrientes,coaitas familias nao sahem
s roas por falta de seguranga.
Falla se em revolugo e j tentaras matara
tre3 deputados oDposicionistas -
O general Gelly y Obes, om dos amigos
offieues superiores durante a gaerra do Para-
guay, acha-se gravemente doente.
O seu estado inspira serios cuidados a sua
familia e amigos.
Foram aomeados bispoa de A .k-, '.0 e Mi
letepolo os padres Ulasdilau Castiliaoos e Ro-
zeodo Lastra.
Augmenta a grve dos sapateiros, que
qae consta receberam auxilios do territorio ori
eotal.
Ca patis reeistem s exigencias.
El Diario, foi o nico j iroal esta cidade
que f -'ejau o3. anniv.-rsano da Repblica no
Brasil.
Pela madrugada de 14 fjram destruidas por
violento incendio as fabricas de sabos do Sr.
Temistocles Caotarella ; de saboneles, do Sr. Pe-
dro Ziiiibraoo; e de porfomarias, do Sr. Flix
Pereira. n
E maaifestoo se no meemo dia incendio no na-
vio argentino Antonio Cozolletto, causando va-
rias importantes.
;) 0 seu tracalo procu'ar as linha; mais
cortas, segoiodo tanto quaito possivel a costa, e
cortando oos ponto3 mais tonveaientes as diver-
sas estradas j construidas ou concedidas, qoe
partem dos diversos pontos da costa entre o Re
de Janeiro e o Recfe, e se dirigam ao iaterior
do Br-zil.
A concesso ser pelo prazo de 60 annos, con-
tados da data m qae forem approvados os esta-
dos e projecto da ultima secgo daestrad:, e
essa cooceseo ser feita Cim os segointes Tav-j
res :
c) Garaatia de jaros de 5 0/n M aaoo sobre
om capital mximo de Ib. 10000 000, qoe for
despendido nos trabamos preliminares estulos,
projecto, coastruego, edificios e seas accesso
rios, via parmanene, telegrapbo, material, ro-
dante e de tra *co tffl iiias, trapiches, e mais
installages da estrada, para complela execocao
de seus rios. O c?pital definitivo garantido ser
flxado vista doe eetodcs defioitivoa approva
d.'s, vigorando at l o mximo garantido e a
elle se appl caodo a garanta, a medida qoe for
sendo realizado e recomido agencia fiaanceira
ou delegacia do Thesouro Nacional em Londres,
donle s poder ir sendo retirado medida das
necesidades e em vista de aa'.orizigo do go
veino f deral, reservaodo se o mesmo goveroo a
faculdade de langar mo da parte daqatlles ca-
pitaes deposiiados, co respndeme s obras a
executar no B az I, resituindo a no Brazil ao
conceasiooario ou comp obia que o succeder, em
moeda nacional ao cambio do dia da restitu'g&o,
a medida que for sendo necesearia para paga-
mento das referidas obras.
..d) A relerida garanta de jaros se contari
pelo prazo de 30 .ntios, contados da data do de
psito da primeira fraego do capital e comanlo
Soe este principio a 3er feito dentro do prazo de
mezes da data da assignatura do contracto, in
dicando o governo fedralas qoaotias que suc-
cessivameote devem ir seado depositadas e as
pocas dos successivos depsitos. O pagamen-
to da garanta de oros se fura effectiva por se-
mestres vencidos em de Janeiro- e de Jnlbo
de cada aoni, seodo, porn, a garaatia consi
derada annual e prtanlo o pagamento do 1* se-
mestre cona derado onirameote como pagamen-
o por coota da me ma garanta annual.
e) Privilegio de zona de 10 kilmetros para
cada lado da estrada, respeitando esse privilegio
direitos preceden emente adqairidos.
f) A estrada sei construida por secges, em
numero igaal ao dos E ta 03 qae atravessa, e
oa trabalbos iniciados e realisados simultanea
mente em cada om dos mesmos Estados.
g) Beneficio da lei vigente, oa suas melhoriaj
talara> sobre desapropriago para os terreos e
propriedade do domioio particular ou publico
qae forem precisos para passagem da estrada,
suas obras, e logradonros.
b) Iseogo de direitos de imporlago e da taxa
de expeliente para todo material, qoe o conces
sionario oa companbia qae org.v.iisar 00 .-ucee
der importar do estrangeiro para coos'rucgo da
estrada o seu completo apparelhameato para o
trafego, e mais para o combostivel pelo prazo
que o goveroo acco- lar.
1) Os trabalbos de coustrorgo devero ser en-
cetados deatro do prazo de tres mezes, contados
la da'a da approvago dos primeiros eetalos
apresen'ados, e ticar coocloidos para toda a li
nha e esta totalmente franquea la ao trafego den-
tro oito amos, co lados da referida mesme
dat'.
I) No contracto que celebrar o governo deter-
minar o prazo dentro do qoal devero ser ex
ecatados os diversos trabalhas, as mollas, e pe-
nalidades para os casos de falta de cumprimea-
to das obrigages.
in) Findo o p-aza da coocess}, reverter ao
Estido Fdderal, sem indemnifagSo alguma a es-
traa, seos*ed;fi;ios, material rixo*, rodante e de
traego, ofUcioas e mais instalago e dependen
cas.
n) Fica 11 /re ao Estado desapropiar a estiada
em qualquer tempo, depo:s de passadoe 03 pri-
meiros 20 annos ssgaiates a data da abertura ar<
trafego de soa primeira secgo e n'esse caso pa-
gar em moeda corrate am capital C}rrespon-
denle renda liquida annual do ultimo Irleonio
que preceder ao anno do resgate, mais 10 '/. do
mesmo capital para todemoisago de lacros ces-
sant->i, todo dedcelo feita das quautias com qae
j houver contribuido para garanta de jaros.
F.ca ainda livre ao estado resgatar a estrada
antes de decorrido o prazo cima, mas n'esse. ca-
so pagar todo o capital despendido, mais 10 %
por indemnisago de lacro* cessantese restituir
o sildo do capital aioda em deposito.
A-t. 2.* Revogam se as disposiges em con-
trarios.
S.la das commisses, 28 ie Oulobrn de 1892.
Antonio O yntho, presidente. Garca Pires,
relator,Ivo do Prado.Josquim P^rnamboco.
Prisco ParaizoJo. Bevilaqoa.
I i
I
-*
-'.
I
I
''i:
I
\',f ''i .
. .
.--^



.12
Diario de (Pevnambueo Quartarfeira-^3 e Novfembrp de 1892

*-\
sopaallc* Oriental 1 000 langas e 500 espingardas
O boato qu; circulana captol^is^acao, seaace eailn.myirtiM
.-j-i- o ministro
brazilaimvMello e *m -traba si
o o otacio coo-
cradiloaWraortH
oo chamado pelo setpgonttuo
nado pelos jornaes oneaiaea,
em fundamento aigum.
Igualmente cauBou iaintesa
gresao orazileiro,OOxedB*io
nario oara trmameoto. ^^ ^^^
Tdegraramaasl Aricas data que nao i
occorrido acoutecruwato incide ola na Tr,
""I? Em "agna 120 tornees em armas.
Francisco da Silva Tavares, publicoa M jornal
am artigo explicando a conferencia de Montevi-
deo que bouve entre os generaos Tavares e Tai-
ln
esse artigo accusa os governos do Estado do
R o-Grande do Sal federal.
Consta que o governo Oriental, a pedido ao
do Brazil, ordenoa aos chefaa doa departanentos
da fronleira qie diso'.vam os -grupos armados
feJeraes, internando os cberes.
Oj rep'Ultcanos do Rio Grande do sul ac-
casam o cbefe de Rivera, de ser indiferente ao3
manejos federaes.
O dia 15 por ser aoniversano da proclama
ie da Repblica do Brazil, aslegagas, coosula-
3s e palacio do governo embandairaram.
IW-publieA da Hoii via
.Noticias da cidade de Sorata informam qae
bouve all pavoroso Incendio que dastruio por
tjompleto o edificio da caueia pablica, nm tem
po e os palacios do tribunal, do ios i'.uto e da
municipalidade.
Os prejuizos causados sao colossaes.
itepubltca de Venezuela
O general Crespo, que foi p-oclamado dicta-
dor da Repblica, logo que eatroa ea Caracas,
publican urna proel imago nomeaolo um miis
torio proviaori \ cmaoslo dos Srs. ministro das
relacfies estenioir?, Pedro .Eteqoiel Rajas ; do
Interior, Leoa Colma; da Paseada, Pietri; da
fincara, general Gazmaa Alvares; da- Ooras
Publrais, Muoax Tenar; di liulruco Publica,
Sil aG.ndolpby.
Em urna reumao previa, no edificio do Ujo
gresso, dos ohefes milita-es e polticas, o pro-
prio general Crespo bavia sido eleito presidente
previsorio, al que os novos coagressista* e3Co-
Ibam am saccessor coasUtacioaal do Dr. Pala-
cio?.
A revolngao capitaneada por elle adqatio
Jorga logo que elle se pz tetta da causa lega
Ikia.
0 general Crespo foi presidenta de i4 a
1886, e homem da grande coragem e talento
militar pro vado. E' sem duvida algama, o oo
mam mais popular na Veoezuala actual neote.
1 leai.ficoo.se sempre com todas as obras pu
bticaa que concorriam para desenvolver as in-
dustrias da Venezuela; e a ana pnosperidade e
interesaos externos merecer- loe nao sem ore o
maior auxilio.
O sea Ministerio forte e papular, com posto
do borneas todos dlatinctos e de babilidade.
0 triumpbo do partido legalista veio justa-
mente em urna poca f >v.ravel, porque o tem
po da colbeita do caf, que se a guerra eoati-
nuasse, ficaria qui.si toda perdida.
A lata consuucioual pode se coasiderar como
compie menle, terminada, vi3lo que o general
Crespo nao tmente possua a populTidade e o
poder, mas tamoem a habilidad a pessoal necea
saria para pacificar o paz e administra lo com
O auxilio da vontade naciDca'.
O general Crespo, demais, um dos maiores
prop.-ieiarios ruraes da Venezuela.
AMRICA CEffTRL
Uondur
Nesse Rapublica o general Visques, comman-
dante do exercito legal, depois de derrotar os
revoltoso?, rompen contra o governo.
.AMERICA DO NORTE
Estados Unidos
O aovo presi ente da repuolica americana,
Crover Cleveland, logo que tomar possa do go-
bern, convocar oogresso para tratar da re-
visao das tarifas.
Novo aspecto asiatnio a graada pdrede
opera*ia da celebre fabrica de ac do Sr. Car-
aegie, em Horaestead, na Peonsylvaoia.
Os proprietarios, na defesa de saa fabrica, de
pois de terem recorrido eleciricidade, que des-
carrega a sobre os fies da cerca de rame far
pado >1e que circumdario sea estab-ie cimento,
e depois de empregarem os agentes armados do
batalbo particular de detectives (e'piis) Piu-
kertoa, foram buscar o *ux lio de negros arma-
dos.
Bja ferise um coafT :to seno eatre estse'
os paredistas, resultauda muitos fendos desse
choque.
pelas torga 8 le- qutrtel oCorpo de Boa. b -dos, que est
aaubios. ro icaa ojumu-nosio e em aluiaraado; tteo-
ilii LWiiMiliflilii 1 aafaujaa.do-carama (ido alltiuvids. baiiw posea; es, arrend alo
deas brweeioiejanljizMljrgaogejaeia que attmr mi meliaroraam.
gen* 30sDaajBM- E^a^iauMiuiimfeitaJtos os.-ni a Ble is da Bri
- m aaau rawo piitiC (ftixiada eai*paia PotiaK1, os dos diferentes orpodoBx-
goarto, o Bc.v: dio opa'-iio Taaajtoliaaov- sena* Jaitas aa-aa tatei Ferr* guiate3 eaoolbas: ,nro3 aataneieiM'nen 09.
Pica anjdeate do fttadaol) .iulio Brat-ie .as fonga* d Guarda aelonal, Armada e Ex-
i enlato focinarain a pragaguiase do Novembro,
oade p neral da divisiio Eoas Galvo, -judante-general
Ja,astiliaH.
'Aaaa asuygzajarapapajaBRBk'aaiaoaaajKrawa ti-
4 nondas Piratioino de A'maida, Aoreliano Pmto
Barbua e geneni Ao B. da Silva Telles.
Para a assembla dos rep-asentantes: coro-
nel JjIj Pinto da Foascci Guimar-s, tenmte-
coronel Antonio Soares de Barcelios, Dr. Prota-
do exercito, que as dava commandar, e que
depois de pus i: revista, recebendo as devidas
continencias, mandou dar signal de marcha-
Cerca de meio dia passou pela ra do Oavi-
dor o Claj Tira lentas
sio An'cnio ALvea, ien ante-coronel Miaoe! Py, i Procedia-o ama bjn la de msica e acompa-
Dr. Luiz Eagie-t. leneote-coronel Jicob K-aeff; nhavao un oarro em qae ia com tres meninas.
INTERIOR

-----_-----------------------s----------
SUL DO BRAZIL
Estado do (lio Grande do Sal
Ao presiden i de.se Estado dirigi S. Exc. o
3r. prtaidente da Repblica os seguintes tele-
gammas :
Palacio presidente Rio, 3 de Novembro de
1892. Dr. Abbott, presdeme. (Urgentissimo)
Secute vosso tele^ramma em aditamento, e aqu
3empre acautelado para fazer castigar conspira-
dores sebastiamstas, ioimigo3 desta cara pa-
tria.
O ministro do exterior vai h je conferenciar
com o ministro oriental, aqu acreditado, para
pedir providencias a respeiio de emigrados que
tentara invadir -ase Estado.
A coQSl 'cao republicana ha de ser feita
pelo eaforgo dos boas e nobres republicanos.
Floriano.
rlefe-e o Patriota de Rio ParJo:
< Os lli :iaes da guarnigio farao convidados a
reun.rem-se em casa da Sr. tenante co;onelPaa-
toja, commandante do 28 bataltio.
E ubi lh?s foi lido extenso telegramma, que
aquello duuo militar receoera do Sr. general
commandante do di3tricto e no qual dizia, se-
gundo ouvimos:
Que os militares oSo deviam iatervir em re
volugio que se poiesse dar oo Estado ;
Qu2 do tUo Gran le do Sul dependa a seguran
ga da integndade da patria, pois de urna con-
valsao em que o exercito tomasse parle po !ia
re-alta- a desntegrago dos Ead03;
Q\ respeitava as ideas polticas de todos,
oas, aconselbava a seas camaradas que absolu-
tamente eritasssem entrar em luca interna es-
.aioal;
E que elle general nanea fra, nao era e es-
pera va em Deus nunca ser poltico.
Ao vice-preeidente do Estado dirigi o ge-
neral Silva Telles a -egniate carta :
Dr. Fernando Abbott. Palacio. \utorno
vos a declarar pelo orgo ofcial que nao renun-
ciei a candidatura qae me foi offerecida pelo
partido republicano e que estou disposto a ta
balhar, com todo o empenbo, para sustentar a
Repblica.
Fui ujd dos qae mais se esforgaram para que
ella fosse proclamada, e, como militar qae son,
nao pos30, de accordo com o marechil Fioriaoo
Peix.'to, deixar de empregar todos os meios
para que ella se firme, de ama vez para sem-
pre. Entendo uiesmo qae, tendo o exercito si-
do am dos maiores factores para que se zesse
a Repblica, perteaceodo a elle, de mea de
ver sutental a em lodo orterreao.G8n?.:u. Joao
Baptuta da Silva T.es.
Sobre o sabimento do commendador Frc-
derico Haentel, lomos em ama das folhas a se
quinte noticia:
O foretro foi conduzido mo da casa mor-
cara ao Campo da Redenpgao e acompa :nadj
orum extraorffinario, concurso de povo.. Po-
;am depositadas 58 cordas fnebres sobre o
caixo que guarda va os restos mortaea do in-
fortunado cidado.
A' hora do sabimento fecharam suas portas
diversas casas commerciaes.
Em bomeoagem memoria do Uado, o Club
Commerctal e os vapores da Companhia Fluvial
conservaran: hont. m a meio pao as respectivas
kandelras
A Folha Sul, de Bag, traz a segaiute aot
cia, poblicada no dia 4 do corrate :
Acbam-se acampadas jauto a esta cidade as
torgas republicanas commaudadas pelos nossos
Titeaos companheiros polticos cidados tenen-
tee-coroneis Candido Garca de Vasconcellos e
Antonio Candido de Azambuja.
De boje t amauba o partido republicano te-
ri em abaras, cesta cidade, 800 borneas.
Accresceula o Qumze de Novembro
Filbo, maj- Jja Carlos Pinto, Dr. Arthur H ,-
mem de Carvaiao, "apito Antonio Alolpbo de
Al'iQCBStro, Evaristo Te x ira do Am.ral Jnior,
Ismael SimO.'s Lopes, Dr. aa'iqud Martlns
Claves, Lurz Carlos Massot, Dr. Magal P.^re.ra
d Escobar, Dr. Maaoei Toeophilu Barrito Vian-
n i, Dr. Pedro Goncalus Moicy.% D:. Albur Pm-
to da Rocha, Dr. Aboctt, i-aenle Aleacastro
Carneiro da Fontoora, Dr. Frederico Bastos,
Dartagnan Bipusta Tubino, tenante Jjaquim
Tbomaz dos Santos Silva Filbo, eoron .1 Firmioo
de Paula e Silva, coronel Francisco de Oliveira
Naves, -Jos Beoto Porto, D.. Vasco Pinto Bao-
deira, caput Jos Connives de Ame,da. Dr.
Jos Romaguera da Cunta Co. re i, L >.uro Do-
mingos Prates, tenante Domingos Virgilio do
Nascimento, Anbar Lira Dirich e cjroaol Ger-
vasio Lucas Annes.
Balado de Mina* deraes
No dia 15 do oorreate, terceiro anoivarsario
da proclamago da R piblica, o Sr D,\ aUjujo
Peana, presidente do Estado, 101 comorimea'.ado
em pala ;io por enadores, deputa los, secreta
no3 de Estado, befe de polica, commaoiante
geral da pjlicia, officialidade do 1 corpo, che-
les de reparto e diversas p ssoas gradas.
Foram prestadas nouras militares pelo 1.
corpo le polica, tocando a respectiva banda no
aaguo do edificio, dorante 03 cumprimeotos.
As repariigoes publicas, consulados e alguas
estibetecimeatoi oommerctaes embandeiraram
A' noite houve esoeotacalo le gala, ao qual
comparecen o presi lente do Sstado.
Para comm 'inorar o da, o pre-idejle do Es
dado pardoja a sete reos dos corpos miai'as
de polica, commataado a peda de um reo de
crime commnra
No di- 13 no,te, a proposito da arruaga
de d raosigo da cmara municipal, grande mas
aa popular, depois de dir.gir saudigdc-s a ci-
mar municipal, fez entbusias'.ica manifestago
ao Dr. Alfonso Penna
O presidente de Estado, agradecendo as s >u
dagdee, applaudio o procedimento da populago
ouropretaaa, demons raudo respeita le repre-
sentada pelas autoridades coastituidas, nico
meio de consolidar as iustituigdas republicanas.
de bar ele phygio o S\ seoidor Saldanha Ma
rindo; ne.'sa carro de^fraldava-se am estndar
te com a seguinte iascripgo : Libertas q ;u
sera tamem*.
Um jollegio di meaino3, com baaJeiriahas.
segua esse carro.
Em outros carros vlntia urna commisso da
militares com a bandeira nacional, o Centro Re-
publicano Portugaez e a Facaldade Livre de D -
re to com os saus respectivos estindart83.
Una bmoa fardada preceda o batalna T.n-
dea'es, commanlado pelo coroa.d Sampaio Fsr-
raz.
Oj offiriaes do bttalbao levaram em sua- '
padas e a' pcagas as suas espingardas ra n -
1 netej d : ll j.-t.
Passou am seguida a forg de Guarda Naci
Bal, Ma i li e Sxerto qie formou na parada.
Na frente vinha o commandante em chele,
ajudante-general do exordio, Baro do Rio Apa.
com o sea esta lo-maior compoato do coronel
assistente Glherme de Barros Vasconcellos,
cbefe do estado maior, e aja Jante d campo Io
tlente Veiga Oabral alferes Agrcola Belbem e
aj.udaute de passoa alfere. Fraacisco Cavalcaa.
" Com o gsroo do cos'.ame desdlram p ocedi-
dos de suas bandas de msica oi-e9 regiojea
(o ue cjv .llana.
A e3ses co po3 succeiia ama diviso.cmpra-
la do co'pos da Gjarda Ntciooal, sob o com-
maulo do geoerai Este-dio Ferraz.
D -filar..ra os 12 ba:ain03s da b-iosa e sempre
! prospera milicia, de 1 a 13 exceptaanl o bata
IMo 11*; cada um desses ba'albs com mai.).-
'ou meaor n miro de p aga, era precedido de
3ua biada de masio, fardada cada ana de um
nodo divjr i; algamasde d -s vana3 davam
bello aspecto a marcha militar.
O Sr. commandante superior levava luzido e
nameroso estado-maior. A divisio compan se
e qaatro brig.das, a priraeira sob o commando
do coronel Mal vino Res, a segunda commandada
pelo coronel Fernando Meudes de Aimeida, a
terceira pilo coronel Augusto Coelbo de Oliveira
e a qaarta pelo coronel Castilho Maia.
Sao dignos de louvores oe coramandantes de
' brigada, os dos batalh6as e seus officiaes pelo
Entretanto S. Exc. acao-elbau ao povo que zelo e boos esforgos que empregaram,co.uegan-
puzesie termo a essas reumOss, cujo resultado
at agora tem sido desviar a populago do cura
awlfiamln tranquilo 'ia3 obrig^ges diarlas e tra-
zer craagllago cidade.
O povo ouvio as palavras do ilustra p-esi-
ieate com o uno: acatameato e disper-aa em
boa ordem, -iesie que foi terminado o criterio?o
e pa.rio.ico discurso.
ileina completa trar.qailidade, parecen m que
definitivamente cessar^m as tentativas de par-
to rbal a.
Os t-legrammas dos deparados federaes ao
Dr. Affon-o Penna, coidemaando as a*ruagas.
foram publicados na fotba ufficial e produzram
excelente impressao, coatribaiado para mauter
a ordem.
as reuoide3 eSectuadas estes altimos das
nao compare ;eu urna s praga.
O c .efe de polica foi esirupaloso.ao pinto
de a38istir de-acompanliado de ordeoaogas.
O comm3ndador Brant foi eleito eaponta-
neamcate vereador pelo districto de Gou'a,
senda derrotado o can lidato Augusto Caldeira,
to do deputado Malta Machado.
No da 15 que fo-a maivado-para a elaigao
de ara depatado federal, reunio-se era Ojro
Preto para esse n smeote ama das secg&es.
Dis oatras nem os mesa ros compareceram e
muito menos os eleitores.
Em Juiz de Fo.-a foi absoluta a abstengao.
Era Pitanguy sobre o elaitorado de 389 cida
daos, ob'.eve o Sr. Fortes Juaqueira 9 votos.
Est aonunciada para o dia 2 da Janeiro
prximo fataro a abertura das mairicolae na fa-
caldade livre de direilo fondada na ct;ade de
Ooro Preto.
Estado de U. Paulo
Assamio interinamente o cargo de sec-etario
da agricultura o Dr. Siqaeira Campos, secretario
da jusliga.
No entretanto, nSo foi anda publicada a de
miesao do Dr. Alfredo M>la.
No dia 15 devia realizarse a paralados
coros de cavallaria e 1 e 3o de nfantaria de
polica, sob o commaudo do coronel Lisboa,
os qaaes ro comprimeatar o presidente do Ki
tado.
Formaro armados com metralhaloras e em
grande aaiforme.
Os acadmicos de direito resolveram effe-
ctuar no dia do 3. anai7ersario da Ripuoli:a a
sesso litteraria qae inaugurar as placas de
b.onze em bora<-nagem memoria de Alvares
de Ateveao, Castro Alves e Pagande* Varella.
Tomaram parte ta sesso varios lente?
Varios advogados e outros empregados do
foro, reunidos no saldo da academia, resulveram
representar co governo ufln de pedir a entrega
do edificio do foro com urgencia ; moslratdo
a nece88idade de votarem todos os ministros,
guando se tratar de embargos e a cjrdSo ; pe-
dilo qae 03 es:r: .-di polich sejam en-
carregados dos sommarios de calpa e tambem
que sejam c:e .dos 'ogare3 de escrves e uffi
ciaes de justiga privativos do crime, e se con-
leccine o regiment de cusas do Estado.
O Dr. Domingos de Maraes, deputado fe-
deral, foi vi ;tima la uraa queda de am cavallo,
'40 nio p'isseiava na alameda do Ani.adas.
Ficoo ferdo no rosto, as pe as e nos p^s.
Est de cama, parm o sea estado nao inspira
receios.
Em Campos foi o da 15 maito festejado.
Por toda parte viam-ie bandeiras, bandas de
msica e iliaminagdes : a praga da Repablica
eslava e^antemante cercad i de pavilbOes.
as roas o sempre grande a massa popa
lar.
Na mesraa cid i Io e no leferido dia pela
manh, o expresso da Nictheroy a Campas sof-
freu nm obofH do arito que descia, mesmo na
esUgo ie Jato n iiyoi.
Respontabilisam o macbiaista do trem mixto
pslo desastre.
O choque foi extraordiaar o, causando terror
ao3 passageiros; o de aom' Quinao Malta te/e
forte co i Uio ao tuo.-ax, iican.lo com a coxa
direlta esmigada ; e outra* receberam diversas
cootaaaes.
As machinas fl;a:\ m damnificadas, nao po-
dando proseguir, e os carros de passageiros e
os outros mu t> arruinados.
Foi am quad.-o lctivo.
Al s 11 horas nem urna providencia de oc-
cor.-o, apesar de tej se telegraphalo.
S a meio dia oaia machina c^aduzio em
carro do lastro os passageiros.
Qrino Motta foi transportado para Macah,
em cojo hospital de misericordia i ou.
Pre toa o Dr. Navaes de Mello >os servigos
mdicos que naoccasioos recorsos permiitiam.
Um observador mparcia! verificoo o estado
: oiaoso do maierial rodante e irregolaridade em
todo o servigo, nao offerecendo garanta algama
s idas dos jassageiros.
Ijs'.aliou-se na cidade de S. Paulo as&sso
do jury, sota a presidencia Uo Dr. Moreira Costa,
compare:endo i barra do tribunal a r Isabel
Rubio, cumplice no aasastinato do commer:iaa-
te Francisco Pauliata.
Foi condemnada a 8 aaaos de prisa.
Capital Federal
O terceiro mniversario da Repblica foi maito
festejado.
Alera de outros maitos aclos qae esmera, em
seguida dea o Jornal do Commercio* esta no-
ticia :
Tiveram admago as festas de bontem para
conmemorar o terceiro auoiversar.o da data no-
ta vel de 15 de Novembro de 1889, em qae foi
proclamada a Repblica do Brasil
os edificios pblicos, as redaegoes dos jor-
do dar a diviso apreseolada um luzimento ex
traordinario. attento o pouco lempo que im ti lo
algans batalhoes para deliuitivamenie se cans'i
luirem.
Em seguda i guarda nacional vinha o Sr. ge-
oerai de divisao Bernardo Vasques. com o seu
bello estado-maior. A forga que commandava
compuaba se de quatro brigadas: a pnmeira j
citada, conposta dos Io e 9 regimentos de ca -
vallara so.) o commaado do general Lima e Sil
va ; a segaada sob o commando do capnao de
mar e guerra Gaspir Silva Rodrigues, romoa
nba-se de d as bitalhOes do carpo de mannli .-
ros naeio.'i-..es e do batalbo naval.
Precedidos de sais bandas de msica, os dous
corpos de mar prodoziam.com s-us bons e cas-
cos brancos, o liado effdito do costume ; a lerceL
ra brigada sob o commando do Sr. general H n
nque de Oliveira Ewoa.k, compuoha-se do 2"
regiment de animara de campaoha, dos Io, 7'
e 10' bilalQ5es de nfantaria; a qaarta, sebo
commaado do coronel Cmara, commandante do
do 1 batalbo de nfantaria, compunha-se dos
22*. 23 t 24 bataihes.
Havia boa ordem em todos os batalbdes de li-
aba, precedido cada um de s ,?i banda de m-
sica.
O grande prestito militar lev u cerca de 75
rainotos a desfilar. Elevou-se a 21 o nomero de
bandas de msica, que desfilaran) cada ama com
seu respectivo batalbo.
Calculamos de 4 a 5000 horneas o numero de
pragas e ifficiaes que tomaram parte na parada
de bontem.
Da ra do Ouvidvr ent'ou a ferga pela ru-i dos
Aidradas, praga do general Osorio, ras de S.
Pedro, Imperat fl e Lirga de S. Joaqu m, pas
sando ah em continencia ao Sr. marecbal vice
presidente da Repblica que, com o ministerio e
grande romero de cavalbelros e senhoras, assis-
-tio da jaaella do palbcio passagi-m das tropas.
Era palacio compareceram a comprimeatar o
Sr. marecbal Floriano Peixoto, senadores depu-
tados, di ro do estado-maior da armada ajudao-
(e general do exercito. officiaes generaes eaue-
riores e subalternos da armada, do exercito e
guarda nacional, commandante e tfficiaes do cor-
po de polica e de bombeiros, da escola superior
de guerra e militar, directore e ebefes de diver-
sas repjrt.gOes civis e militares, ama comoiissac
da assemoia legislativa do Rio de Janeiro, o pre
sidente do mesmo Estado e seas secretarios, ama
commws&o da guarda nacional da Juiz de Fra,
composta dos tenenies-corooeis Cicero de Poples
e Candido Datra de Maraes, majores Drs Laiz de
il-lio Brando, Joo Pereira de Assis Fonsect,
capito Aoniba de Leoa, teoenies Moateiro de
Lemo3 e Alvares Peona, e alferes CaDdido Pon-
tes, Moateiro da Silva e Machado da Coala, ama
commisso do Club Tiradenies, representares
de todas as classes sociaes e crescido numero da
senheras.
A guarda do pa'acio foi feita por ama fo gi do
ba'.-i'ha acadmico.
Era extraordinaria a agglomerago de povo em
frente ao palacio do goveraa c suas immediagoes,
e foi grande a concurrencia as ras, pelas quaes
desfilaran) as torgas.
Os navlcs de cae-ra embandeiraram era
arce e c:m as fortalezas deram as salvas do es-
iy'o.
A' noite illomiaaram-3e todos 03 edificios pu
bli;os e muito3 part.uiares. Satre as illuml-
nagOas sobresabia a elctrica da palacio do go-
vernoque interna e externamente aprsenla va
deslambraate aspecto, estando tambem muito
bem il laminada a chcara o mesmo palacio.
Todo o trabalho desta illaminaco foi diri
filio pdo Sr. Alvares a Fonseca, engenheiro
s Ministerio do Interior, qae dea prova de apa-
rado gosto.
liu.e espectculo de gala em lodos os tbea-
tro3, que est.veram muito concorridos.
O Sr. marecbal Fioriaoo Peixoto foi ao Tbea-
tro Lyrico, d'onle s >bio s 10 horas, e dirigi se
ao Corpa de Bombeiros, onde es'-tve algum tem
po, senlo ahi maito victoriado.
Em seguida visitou 03 quarteis do Campo, qae
estavam em festas.
Na palacio do governo h.-via granie numero
de familias e dangou se com grande animagio.
Num -resus indultos e perdOes foram con-
cedidos pelo mcrecbal vi:e prejidsjKd da Rep-
blica em commemorago do dia.
A fonta de jaizes pretores terminoa bou
tem os seas trabamos de aporagao de votos, sen-
do aclamados intendentes geraes:
.- D Jas Paulo Nabaco de Freitas, com 318
votos e 1 em separado.
3 Maaseahor Jo5o O:ofre de Souza Breves,
co i 281 votos e 1 em separado.
3.' D:. Jas Amsrico de Mattos, cam 246 vo
tos. '
4.- Dr. Joo Baptis'.a Capelli, com 200 votos.
5.- Dr. Joc Baptista Maia Laceria, com 200
votos.
6.- Dr. Lina Romualdo Teixeira, com 180 vo-
tos.
Form comeados director do diario do go
verno o bacbaiel Ral d'Avila Pompis, e dire-
ctor da Biblioth.c Nacional, o3r. Fraccisco Mea-
des da Racha.
A borlo do paquete Rio Pardo ebega-
garam a 14, do Rio Grande do Sal os geier es
Viscoade de Pelotas e Joaquim Antocio Xavier
do Valle.
Na casa da moeda foi inaugurada mais
urna machina de cuahagem a que o Dr. Ea-vs
dea o nome de Marecbal Deodoro. >
Ficam assim em exercicio sete machinas, que
tambem agora receberam as seguate? desigaa-
ges: < Aseredo Coatiabo, Soaza Franco, Tbeo-
teutar am ultimo appello ao Sr. Vice- Presi
deate da Ropublica e, seaio Jor,atteadido. re-
sajava auargo de preaKtomaaoB ac da Re-
pMIco.
. tdasaua dzer que estilavjao decreto pao
do era idoponibilidade o juianle direito -nacaarei;
Anuto iael Peixoto do Miranda.Henwque5, p"r
tersHlo lanuullado o acto p-ilo qual foi -ootn- ^do
para a ooaiar'. a de Vilii-Bella, em Peroambuco.
ApptMoer boje (I5> o 1.* aumero de am no I
vo jornal ala lard-a O Imparcial, de que redac-
tor cbefe o Sr. Laiz Q lirias.
Coacedero-se as hocras doa posto? do
exercito abaixo mencionados, em atteagaa aos
eervigos prestados ca campanba do P-ra.zr. y,
aos segaiates ifflaaes reformaJoie honorarios
do mesmo exercito e bam a3Sim aos da Guarda
Nacional.
De coronel, ao tecente co-onel honorario Jos
Bonifacio Machado e aa ex-an r em commisso
e auditor de guerra bacb.rel Antonio Gongalves
d^ Cirvaibo.
De teaente coronel sos majares reformados
Maoo-1 da Silva Baeno Filiio e Amelio Ganberme
do Carmo, aos majo es h.inorari.^3 Joo Paulino
Lupes dt saixae, M'.ximiaua Jas do Moote, Her
ulano '! ias 1. Rocha e ao cadi'Ao tambera
hooorar.^ ViCeate Lopes M'deiroa Chaves.
De major aos eaptiftea boaoirioa Jwqaim Sil
verio de AzeVodo Pimental, Antoa aues de
Manases, Frau rso da Paula Lma, Aatofiio Ga-
doy Moreira, Au usto Antn.o Vi.naa e ao al
fares honorario Pulciana Jos Amunes.
Da eaptiio os leoTitis bono a ios F-ancisco
Lzaro do Nascimeato Joto Baptista Carnlha e
.o alferes reformada Laiz Firmino da 3-uza Cal -
das e aos alferes bonorario--, Ljeopoldiao Antonio
do Rogo e Mmoel Gome3 Faibo e ao lente da
Guarda Nacional, Prudcccio Rodrigues dos San
tos.
Da coronel ao ex-capo do corpo de enge-
nbeiros Dr. Antoaio Paulino Campo le Abren.
Da capita medioo de 4. classe. ao ex 2 P
cirorgo do exercito D'. aturaic Taoraaz de
Aquioo e ao ex-2.'teueata ue artUhiria Vctor
llago de Paulo.
De alferes ao ex sollado d 44. o tiiho de
voluntarios da Patria, Jo3o da Deus Alves e aos
cidados Jos Mana de Jess e Joaquim Xo Lo
pes da Silva.
Estad da Bau-a
A'.- 4 nafas da madrugada de lo do corrate,
aa bandas militares tocaram a alvorada no quar
te<-general junto ao palacio do governalar.
Nj arsenal de mariuba, nos quarteis, fa .;
zas e paque a -ir,linaria den as salvas do aetylo.
Da manb, na praga do Tarreiro, forraaram
era parada o? bataihes 9.- e 16 da iafao:e:ia
o 5.* de artilbaria, .sob o corara .-ralo do coroa 1
SaturcaO Costa.
O commandante das armas p ..-siu revista, as-
sisiindo em seguida ao desfilar d,s tropas.
No arsenal de goerra desta capital, qoe es a
va elegantemente oraado interna e externamen-
te, foi abena 1 hora da tarde urna explecdiaa
exposigo de artigos manufatura-ras pelo esta-
belecimento, orgaoisada pela director ianeatc-
coronel Hermes da Fous-'ca.
Acbavam-ee peseales ce'eraooia represen-
tantes da imprensa, .autoridades civis c milita-
ras e nessoas gradas.
A'- 7 b..ras da tarde as bandas de msica to-
caram nos meamos !oa-es que de aatdtugada,
recolbeado-se era sequila ao-. r-spe tvj quar
teia, que esi&o liadameata eafeitaos, consor
vando se abertos ao publico a a meia noite.
liluminaram os edificios pblicos e ulgumas
casas particulares.
A municipalidade e o commercio fecha am.
O cepo policial fez o aeririeo da guaruigo.
A concurrencia de povo foi diminuta.
Tioha chegado a capilal o senado: Dr.
Maooel Victorino.
O Jornal de Not cas sob o titulo de Es-
cola Agrcola*, uoticiou :
Vae realisar se na prxima quinta feira a
eolemnidade da collocagSo do gc0 aos estojan-
te de eogenharia agrooomae, que termiaaram o
cano
O acto ser revestido da gracjezi do costme,
no edificio da escola agrcola, na villa Ue S-
Francisco.
Vo ser reconbecidos eugenheiros os esludan-
tes abaixo, aos quaes enderegamas nossos para
beca por verem realisadas as suas aspir-gOe--.
Jos Biroo-a de Souza, Rodrigo de Araojo,
Eduardo U.pia, AogU3to Franca Liraa, Fiancisco
de Azezedo, Actonic Lobo, Mattos Moreira, Oca
vio Gomes da Silva, Pima de Oliveira, Jos Al
ves de Abren, Jos Antonio Rodrigues Telx^eira,
Odilon Pereira de Soaza e Maaoei Accioli da
Silva.
Em bomenagem ao qaanto tem feito pelo Ias-
tltuto Bahiaao de Agricultura, ser col loca do oo
da d'aqualla fasta co sala cobre do mesmo
edificio, o retrato do Sr. Baro de S. Francisco
sea digao presidente-.
0 Sr. i tecente da armada Aa ionio de Barres
Brrelo.
locaasavel como tem sido no deampeobad'
sea commistfco, flue por certo uo ponera ter
am aanliar aaaia opacaao, iuvo :a aoasa coope-
rgo no trabattio a qae oraareade-sea sus s-
si va.
Ora, sem faltar com.o noeao concurso, mes
mo ioslgnifioaato cono elle o seotomo-nos do
entretanto queot do que aa defeza da causa ex-
1 o illustre Sr. Barros Brralo.
E os seus eloqueotes coaoailos se dingindo
espiriios illust'ados, corages patriotas, pode
dzer se desde ja qae a cusa est gacha, sem
carecer de ampficagOes qae aiduzssemos s
cjnside'ages qae profici ntemeate troca co in-
te eese do eccimiobamacto das nossos produc-
tos exposigio da Rio de Janeiro.
Superada a impossib lila iematerial pelo pro
11 .gamento do prazo, .- falta agora am esforgo,
oraa maaif stagSo de boa vontade 'e parte da
illustra commisso da Exposicio Peroambu
caca.
E easa esforga ao ser omulido, nem se de-
morar a maaifestaga al'adida, mas urna vez
da o to a commisso copla de sea patriotismo e
^demonstrando o tacto que a boa sement nao foi
laogada em terrtao iagrato-
REVISTA DIARIA
caes e em moitas casas particalares foram has- doro d Oliveira, Beojamin Cocstaal, Repablica
teadas baadelras. e 15 de Novembro. >
Um dos pontos para oade, desde ante hontem L-se na Joraal do Commercio
Eleico eatadoal 3. Exc. o Sr. gover-
cador do Estad:- determicoo o segoiate :
4.a Secga Palacio do Governo do Esiado de
Peroambuco, em 22 de Navembro de 1892 O
govercador do E lado determina qae aa eieigao
para preeacbimeato da vaga de um deputado,
designada para o dto 17 de Dazerabro viadaoro,
em subBtituigo do Dr. Joao ce Oliveira qae re-
nancioa o mandato, sejam observadas as ias-
troegoes de 22 de Agosto altimo, qaaato ao nu
mero de eleitores que deve coater cada s ccSo
e oomeago das mezas pelos presidentes dos
cooselhos maaicipaes ou das intendenciasAle-
xaadre Jos Barbosa Limi.
\umear6ea no profeasiorato.Par
actos de 22 do correte :
Fai removida, por conveniencia do servigo pu
buco, aprefessora D. Anca de Souza albaqnr-
que, da 6.a cadeira do sexo ferainino da S. Fre
Pedro Googalvas do Racfe, para a do easino
mixto de Afogados de logazaira.
Foi removido a professora D. Amelia Jose-
phiaa Ney da Fooseca para a 6." cadeira de en
amo primario de S. Fre P dro Gancalves do Re
cife.
\omeacOe de profesaoreai Foram
nomeados professores pblicos os sego'ates
alumnos mestres timados :
D. Engracia Fredomicda Coelbo d'Almei-
da, de c deira de ensino primario do sexo
feminino de San.'Aana, ca fregaa3ia da Poco da
Pandla, com vaccimeato de 1.' eat ancia, fican
do sem effeito a sua i-xoae-. gao para Afogados
de lazazeira ;
D. Mina das Dores Boges, da deensiaa mix-
o de Alagoa do Carro.
Para publicar Da sicretarta do gover
no rerae i te rao nos :
Delegacia de polica do termo de Salgaeiro
27 de Outubro ue 1392-Cidado.Recebi ante
hontem co.oia do telegramma dirigid) par V-
Exc. ao Dr. juiz da direito do municipio da Ja
toba, no qual telegramma V. Exc. m:nla\a
prevenir me deque devia juatar-me aos amigos
de Villa Baila e segatr coa urgencia em dirac-
go de Bi;xa Verde para o fim de perseguir
"n.rgicameate aos rebeldes.
Comecei logo a preparar gente armada para
execatar promptamacte a citada ordem de V.
Exc. e j estara em camiebo, se bontem a lar
de nao tivesse tido certesi de que 03 rebeldes
de Baixa Verde j deepersasam, tanto que os
amigos que para all foram de Villa B lia j re
gressaram.
Cabe me someate dar pirbaos a V. Exc.
por mais esta victoria, e afumar lhe que aqni
fleo sempre p ora?o a cumpr.r as o-d ns, que
V- Exc. digaarset^ausmittil Saude e Fratar-
nidade Ao cida.aj Alaxaadre Jos Barbosa
Lima. M. D. G.varcalor este Estado de Per
oambnco. O delegado de polica, Ramio Pe-
reira Flgueira Sampaio.
Paco do Gonce'ho Municipal da Granito 5
de Novembro de 1882. Exm. Sr. Os abaixo
a38ignados presidentes e coaceiheiros deste mu-
aioiaio comraaaicara a V. Exc. qaa boj toma
ram posse dos referidos cargos para os quaes
foram eleitas ca eleica d 20 de Outubro pr-
ximo fiado. Apr veiumos a occasSo para .sig-
ficar os nossos p otalos de dbeso patnot
ca e ralatar almioistrag4o de V. Exc. -Saude e
Frateroidale.Ao Exc. Sr. Dr. Alexandre
J Barbosa Lima, M. D. Governadar deste
Estado.
Roidino Jos Peixoto e Silva, Presidente.
Andr Carlos Augusto Peixoto de Alea :ar, Octa-
viaoo Fr-ncisco Jos Peixoto, Raymoado Cassia-
no da Cruz.
Bspreaeatacaa do Brasil na Eipo-
eu de CblcagoDamos ao cochecimeo
Foram distribuidas, segando nos iaforaum, i noite, tem convergido graa'de masa de povo1 Corre .qae o 3r. Visconde de Guahy alada I to do publico a seguate carta, qae aos dirigi
Recife, 22 de Novembro ds 1832.-lllms Sr.
iedactor do Diario de Parnambueo :
Em todas os meus otficios, em toda a corres
pondencia qae tenbo tilo comvosco e com os
diversos membro3 das commis:-6es estadoaes,
tenho pro. u alo saiieotar a necessidade da ida
(as diversas ExposigOas Estadoaes ao Rio de
Janeiro e l comoarecerem na Exposigo Prepa-
ratoria de Chicago.
A exteuso dos meas encarges nao ra-' d
lempo pa a de oraa s vez, em urna s commu
uicago, vosapootar todas as vaotageas qae pro-
viro para os Estados a i-xhibigo de suas expo-
BigOas, na Exposigo Preparatoria da de Chica-
go no Rio de Janeiro-
Por isso tenbo vos dinilo urna serie ce offi
cios soD-e o mesmo assump-o, ao mesmo empo
cora esta methodo procuto, em ; crear um
raovioaeato de opimo favoravel aos meus inten
tos, como ta bem trazer qaotidianaronie no
espirito da odo3 os vosso3 loitores a lembrarga
de se toro'em expositores, o compreciraemo
d'elles ao G-aade Jertamea da Maio de 93 e a
Ex jtiaigau Preparatoria da de Chicago no Rio de
Janeiro-
AExposigS) do Rio daJa;ei:o oa corao
algucs peasam, urna beraoga que temos* da
ceotralisgo que havia oo Brazil em oatras
epocbas. a qual tolos os brazilelros em uraa s
voz se oppuabam.
Permita que vos f.ga as segu les coasidera-
ges :
Pois os brazileiro3 acceitaram o coa vite do
Goverao Americaao para camparecerem a Ex-
psito de Chicago e ao acceitam o do Governo
Federal para irora a Preparatoria d'esta co Ro
de Janeito ? i
Qialaraio que taraos de sermos miiscor
e:.es cora o guve no Esirangeiro do qua com o
nos o Gavarao ?f
X i Exposig-io Preparatoria do Ria de Janeiro
tamo mnasero iuryj para o expositor, de sorte
que o expsito! j v.i do Brazil com am pre-
mio, uum urna recommeadago do Governo 4e
seo paz. f
S lata urna razao baataotr para despertar
nosex03itora urna certa emiiago muito bem
comprehaaaida e irem ao Rio de Jacei o com
os seus pro cuetos.
O Gaverao para isto todo faciliti, inclusive
prorogago do prazo de recebimeoto co Rio at
31 de Janeiro.
Vos reg, Pr. Redactor, de palo vos30 joraal
fazer um apoello a iodos os membros da cora
misso do Estado de Peroambuco a iecidirem-se
da urna s vez a trabalharem de modo qua Per-
oambuco aceeite tambem o coavile do Governo
Foderal efaga a exhibigo de suj Exposigo
primeiro uo Rio dt J.oeiro e depois emChi
cago.
A Inprecsa, a regeaeradora da sociedade, a
propagadora das grandes ideas, o brago mais
forte qua i- m tido a anta causa da regeaeraco
da bumanidade as conquistas qae ella tem fei-
to, cump e tomar a si e de um modo serio o de
eidido, traDalhar em favor destefacto to til de
am resaltado lopapavel e mmediato, o resol-
verera-se os digaissimos membroa da commi.so
do Estado de Pernamba.o a maadarem fazer a
exbibico de sua Exposigo Preparatoria deChi
cago no Rio de Janeiro.
E' isla a vontade do Governo da Repablica
este o dever que o patriotismo mais puro nos
impe.
A3slm pois, Sr. Redactor, agradecer do o inte
resse qae (endes sempra mostrado pela corarais
do de que estou investido, publicando as mi-
abas communica.js mostrando as im o quacto
sois patriota e inieressado pelas coisas do oosso
paz, de aniemo agradego o iateresse qae com
ceri- za iris tomar, de fazer com que os mera
bros da commisso do Estado de Peroambuco,
exhibam na Exposigo Preparatoria da de Cbi
cago oo R o de Jaoeiro, a Exposigo que orga-
clsam com tanta intelligeccia ao Estado de Per
nambuco.
Sode e fratercidade. Acocio de Barres
Brrelo.
tiii nica tbeatralRemellen eos o coa
0 Cllaborador desta secgo :
Deu-cos bontem a Companhia FJomenagem a
Carlos Gomes a opera Gioconda em beneficio
do Lycea de A'tes e oficios.
Oatra opera melbor aa poda ser escolhlda,
e apez.r de ter sido a sua 4* representago oes-
ta apoca, o iheatro achava-se qaasi que replecto.
Tudas as ar istas achavam-se bem dispostas e
mesmo a Sig Vettoria que eslava um pouco in-
comrodida exibio se como sempre maravillo-
samente, da companbi i cora a Sig. Corina que
a ube expressar se com pr.ci a, cantando bem.
Dous facto3, porm. vieram destoar do coneer-
io ger.-l da opera: ara, de smenos importancia
que foi a falta da pancada dos pra'os acompa-
nhan o o grito qae a Laura d ao lbe ser apre-
aeatado o catafalco; oatro, de grave importac-
cia, o facto de a Sig. Faltori nao ter querido dei-
xar o Verdin agarral a no fim do 3* acto.
Este final da scana de muito tffeito dramti-
co, pois qae se veo geolo perverso de Baroaba,
e a rapidez e cocteatamecto com qae elle se
apossa da Ciega, foi completamecte brlalo, se
gondo oos coasta por questes particalares.
Fados como este, de sumraa importancia, pre-
cisara de um severo osrrecttvo, porque o publi-
co ao pode estar sujeito irascibilidades e
gresBerias de ar istas mal edcalos.
Faouiiia Je de DireitoResultado dos
actos de hjetem :
2" serie jurdica
R.ymoodo Fortes Casteilo Braceo, plenamen-
te.
Ambrosio Machado da Cacha Cavaleac Juaior
dem.
Lup'.cico Amyathas da Costa Ba.ros, simples
mente.
Pedro Paulo da Silva Moura, dem.
Alfrelo Ercesto Vaz de Oliveira, idem.
3 auno
Ricardo Breomacl Maateiro, plaaameate em
c-i einal e smplesmeate cas oatras cadeiras.
Do dia 21:
3a serie social
Laiz hurtado de Meadocga, plecamecta em
admiaixtratlvo e simples nent; as outras eadei
ras.
Antonio Lueeua da Molla Silveira, simples-
mete.
Maaoei Jos Pareira da Albuqu rque, idem em
almraistrativo e legislugo comparada.
Um reprovado em fiaaagas e oatro em tolas
as cadeiras.
Camegam boje os exames oraes da 1* serie
e 4* anno; os primeiros s 10 horas e :s segn
dos s 12 hars.
Coa'inuara os examas oraas da 2* serie Jun
dica e 2* acoo, havecdo segaada chamada para
a 'ova do 5 aoao.
A baocaexamiaalora da 2-anco contiaoar
a faocciooar ao meio dia.
. II % tado uro de OlladaMoradoras da
praia de S. Francisco pedemnos qae chamemos
a atteogo do Coacelho Maaicipal d'aquella ci-
dade sobre o estado em que se acba o maladouro
que exala nm fedito iasapportavel e prejudicial
a saude os habitantes das cir:amvisiabaacas.
Abi oca a reolamagao qae achamos no caso de
ser atte-.dida.
Colleglo de Xosna enhora da Ple-
dade Foi o segalate o resaltado dos exames
proce lidos c'esse collegio situado em Olioda,
sob a direcgo da Exma. 3ra. D. Margarida Al-
ves Vacca:
ForlugOz
Angela, Francisco Cavalcante e Arthur
Baptiata, distinecao.
OHga.lias, Am Calany, Oaoar Bailar, Aroal-
doBaltir e Jo- Lucio, plenaawnte.
Marro Figueira, simpleemeale.
Anihawtlca
.Mara Angela, Olga Los, Jos Lacio e Arlhar
Baptista, distiaegio.
Aaaa Calany, Pracaisco Cavaleacte, Osear
Bailar e Anuido Bailar, plecamacte.
Mario Figoeira, etmpleimeate.
Geometra
Mara Angela, Olg Lias, Aaaa Calaoye Osear
Bailar, dieticcgo.
Francisco Cavalcaate, Mario Figoeira, Amal-
lo Bailar, Jos J^cio e Arlbar Baptista, plena-
mente, i
Formulara -Era scieucias sociae3 formn-
se aatehootem, oSr. Antoaio Olympio Rodrigues
Vieira. natu-al do Estado do Cear.
Principe o. Ped.o Augusto Na Jor-
nal do Commercio l se o seguate :
O estado mental do principe Pedro de ^o-
borgo, diz una folba fraoceza, est looge de ha-
ver memorado. O principe que se aba em
ama casa de Sciie dos arredores de Vienua. j
ao recouhece mais a uinguem de su i familia.
Suppe-se qae a molestia incaravel.
Escola formal-Sis o resaltado des exa-
mes oraes -xt. aorduarios ha/idos hoctem aasse
estabelecimento:
1- anno
P cadeira
Maria Barbosa da Paixo, plecameote,
Aaaa Cao ida Villarim, idem.
Oiympia de S) Monteoegro, simplesmeate.
4 reprovadas aa prova escripia e 8 levanta-
ram se da banca.
2* cadeira
Manoel Beato de Oliveira. plecamente.
Mana Taereza da Silveira Rodrigues, sim-
plesmeate.
Aaaa Caodida Villarim, dem.
Maria das Dores Gomes de Araujo. i ion.
3 reprovadoB aa prova escripia e 1 levaatau-
se da banca.
3' cadeira
Maria Bassone de Mello, dlsticego.
Maria Taereza da Silveira Rodrigues, pleca-
mete.
Maria Clotilde de Medeiro3 Araojo, simples-
mate.
Iaaoceaea A. da Silva ^aal'agoj idem.
Severioa Cbral de Araojo, idem.
Guilberme Rodrigues Brekeafeld, idem.
13 forom reprovados na prova escripia.
6* cadeira
Aaaa Cbristiaa da Costa Cardoso. plecamen-
te..
Mara A. de Freitas Piuheiro, idem.
Amelia Mara B-zer-a, siraolesmente.
Maria Tbereza la Silveira Rodrigues, idem.
Anaa Caodida Villarim, dem.
Severina Cabral da Araojo, idem.
1 reprevada na prova osal.
8 cadei a
Gailoe.me Rod igo B.ikeufeld, siaplesreaa
te.
uliadiua Iiida A. de Ar-nj idem.
Mine vraa da Monte P. da Cruz, ilem.
Mana I!-, ba-i da Paixo, idem.
Mana Th-reza Anaa Candida Villarim, idem.
Joauua il itiulptia de Magalbe3, idem.
Oympia de Sa Monteoeg-o. idem.
Joiquiaa Eudrak >'a P, e Silva, idem.
4 reprovados na prova escripia.
Clligrapbia
Aaaa Ra Pereira de Araujo, plenamente.
Anca Candida Villarim, idem.
Virginia Lopes T- da Silva, simplesmeate.
Bemvind Telles de Licerda, dem.
Uan Barbosa da Paixo, id m.
Oiympia da S Monecegro, idem.
4 reprovados ca prova oral.
Msica
Oiiadioa Izidia A. de Araujo, simplesmeate.
Miaerviaa do M. P. da Crnz, idem.
Bemviada Talles de Lacerda, idem,
Anna Rila P. de Araujp, idem.
Maria Barbosa da P,ixo, idem.
Maria T. da S. Rodrigues, idem.
Anaa Candida Villarim, idem.
Olvmpia de S Montenegro, idem-
5 reorovados.
Concluidos os i xames extraordinarios em
todos os aonos tero logar buje os exames es*
eriptos das eacolas praticas e sabbado s 10 ho-
ras da canh haver congregago.
Con el lio de nveatlgacao Hantem,
s 11 oras do dia, leve logar na Capitaoia do
Porto e presente o Exm- Sr. io.it-a-almirante
Daarte, o cocselbo de investigago instaurado
ao praiicaote da barra Ildefonso Cmara, por
ter na manhS do dia 18, na occasio em que fa-
zia a praticagem do patacho oacional Almiaa,
batido coa o cavo em ama pedra ao sal da
Barra Gracde.
Depozeram coma testemuahas alguas tripo-
laGtes do navio, e serviram de vogaes, como
preceitua o regalamealo da praticagem, os S.-s.
praticos Livio de Soaza e Machado Soares, para
laso designados.
Os referidos vogaes foram de opioio qae o
patacho batra em coasequeccia de forga maior.
ervico policialHoje faz a ronda de
visita o t>r. alferes Joo dos Santos.
O corpo de polica dar as guardas de Palacio,
Deteogo e Tnesouro do Estado.
Uniforme o. 7.
Vacclnaco animal Amanea, de 11
horas ao meio di?., haver co instnuta vaccinieo
municipal, sendo a lympha extrabida directa-
mate do animal para as pessoas que se apo-
sentaren para esse fim.
Gymnaalo Peraambocano-Eis o re*
saltado dos exames de pbysica e chimica havi-
dos cesse iostituto, nos termos do decreto n.
i 389 de 21 de Fevereiro de 1891.
A bacra foi constituida do Dr. Joaquim Anto-
nio de Castro Laureiro, presidente; Dr?. Jos
berardo Carneiro da Cocha e Maaoei Bastos de
Oliveira, examinadores; Dr. Olintbo Vctor, fis-
cal federal.
Joaquim Freir Barbosa da Silva, Jos da Sil-
va Naves Manta e Aoisio Rlbeiro ce Brito, ap-
provados plecameote.
Heraclyto de Ancrade Vaz de Oliveira, sppro*
vado simDlesment'.
Reprovdos3.
Historia catoral
Herac'ylo de Andrade Vaz de Oliveira, appro-
vado plecamente.
Americo Vespocio Carneiro Leo e Joo Jos
Ramoc da Costa, approvado3 simplesmeate.
Paquete MaranhaoTecdo deixado ao
meio da o porto da Babia, aqai esperado co
dia 24.
Paquete Peraambuco Deixou bontem
i. S horas da tarde o porto da Babia, devendo
aqu ebegar no dia 25.
Carne ai ruinada Em noticia bontem
dada sob este titulo, na referencia feita ao Sr. Dr.
Lopes Pessoa, attriboio se lhe o exercicio interi-
no do inspector de hygiece, por inadvertencia do
00330 reprter.
O Sr. Dr. Lopes Pessoa, ajudante d'aquella in-
spectora, ao acba-se com effeito co exercicio
interino la mesma in-p-ctoria, e isto pelo sim-
ples facto de qae o respectivo taaccloaario, o Sr.
Dr. Rodolpbo Galvo, desde qae assumio o exerci-
cio d'esse cargo em 22 do mez passado, cao teve
anda occasio de ieixal o qualquer ltalo.
ca monto civil Foi ffixado co dia 22
do correte edital de proclama de casamento dos
saguiates coatrabeates ao 4- districto:
Prirr.eiro
Do capito Austricliao Paes Barrete, morador
aa fregaezia da Boa Vista com Isabel Bezerra
ie Daus e Mello, moradora na freguexia da ci-
dade da Victoria.
Dr. iVoguelra da CostaPublicamos
em seguida o telegramma que, em resposta a
am oatro qae lhe foi dirigido por diversos col-
lejas e amigos do inditoso mogo Dr. Joaquim
Nogue'ra da Costa, passoa ao nosso amigo Dr.
Bellisario Feroaodes Tavora, o respeitavel sa-
cerdote Moasechor Hypolito, vigario geral da
Fortaleza.
Cear, 22 de Novembro de 892.
Em come da familia, parentes e amigos do t-
alo Dr. J laquim Nogueira da Costa agradego
commovidissimo, por sea iatermedio, todas as
raaclfestacas le pozar, qae por parte dos colle-
gas e amigos do mes no foram tributadas sua
memoria.Mocseobor Hypolito Gomes Brazil. *
Mavlos carrejados de [xarotue -Os
navios que demaodarem este porto, carregados
de xarqae, fandearo co poeto qae ibes fr des-
ignado no acto da visita da Alfaodega. sob a
commiaago estabelecida no t, art. 342 da con-
solidag&o das lela das Alfandegas.
-t




Diario de Pernambuco Quarta-fetaa 3 Je Novembro de 189

<


Objecto. apprekeadl do L'inteiro oram apprensniidos em poder de
Tn.ieza Mara de Jess, promettida de Manuel
Ravramdo da Sil", a quem qaal'.Sca a polica
de ga'-uno, sem davida com josio fundamento,
difT-reotes aitigos de roupa e mercaderas di-
versas.
' Q>iem tivcr sido vi.tuca de gaunagem, bom
s-r lr o edital da polica, que val na secgao
propria, e menciona os artigos, para ver sien
tre os especificados descobre alguna dos que
lbe foram sobtrabiioa
Amaiilaato-Em Liga GranJe do moni
cipio da Gloria de Goiu, loi morto do da 19 Au-
rellano Antonio de Samamos Bangel, por Por-
firio Tirares de Arroda, que den lbe duas faca
das, e retirou se depois a sen salvo.
Salguelro Dabi escrevem nos em 11 do
corrate:
Cbegou a eita villa no dia 13 de Outnbro
proii no flodo, o Dr. Berna-dino Maranbao, jais
de direito deste municipio ; e no da 7 o corrente
retirou-ae o Dr. Joaquim Maucicio Wanderley,
carcter distiacto, e qaa para sentir que fosse
poUo a margem I
D-t inte os 8 metes que aqut exerceu o cargo
de juiz de dreit >, o fez de modo a merecer a
gprai confianza dos seos mnoicipes e sabio dei
xa'idj numerosas saudades pelo seu amenisaimo
trato: fot acooipaobado em saa sabida por eres
cido um ro de cavaibeiros amigos at urna le-
gua da villa.
Tamb?m pasaaram por aqu um dia ante? o
Dr. Jos Tavarea, tx-juiz da Leopoldina, e o Dr.
Ay es, actual ju;s de direito do G-anito. o qoil
tomara posse de sen cargo poneos das antes.
Oms and j terem viodo os ttulos de eleitores
desie municipn, dirigiram se os presidentes
das respectivas mesis o padre Manoel Aulonio,
etitao'presidente da loteadencia, para lb'os ea
tremar, ain de serem distribuidos; mas este
nao acqu^sceu a isto, os conserva em seu po
de-. O alistamento que fra concluido de ac-
cordo com a le, apenas deixou de ser iranszri
pto no livro de notas do (abeltio, que eafetao-
to ora convidado a transcrevel-o opporluna
monte.
Se o Sr. governaior nc tomar serias pro vi-
deacia', t;remo3 da pres?ncnr muitas immora-
lidades por est^s sertoe?.
Aqu tico por boje.
Tribunal do Jury do BecifeHontem
foi submeitido a jui.iament- ne.-te tribunal oreo
Franisco Aoion o Tavares^ pronunciado como
incurro uas penas de ari. 36 do cdigo penal
por ;er em das do mez de Dez:?mbro de 1891,
su t'ahido para si contri a voutade de seu dono,
me liante violencias, diversos objeciospertencen
tes a Ludgero Rodrigues Nogueira Lima, resl
dei te ra Mrquez do Herval n. 19i
A> 11 horas da manba, estando prsenles 27
jo 'le de fado, fo; abena a sesao sob a p-esi
deacia do D'. Francisco Aliioo C >rreia de Aran
jo, ju z de direo do 5* districto criminal, sendo
sortead.) para compor o jury de sentenca os se-
guais jurados :
Francisco Mauricio deAbreu.
BiL,nor de Oliveira.
Je-ur.o soireue3 Cardoso.
Venceslao de Garvalbo Paes AjJrade.
Joaqu'm dos Res L ibea
Pelro Francisco de Paula Baptista
Joaqo m D.nnc'O Lpepoldino Ferreira.
Joto Cnrueifo Luiz Soriano
Be etc. M iQOfll c:e Castro Araaral.
Prodozo a aecusaso o Dr. Jo o Diniz R betra
da Confia 2- promotor publico.
De iuzo a deffsa o Dr. Luis Emigdio Rodri-
gue V'anna, avogaio dos preso? pibres.
O juiy ng)u por se'e votos, a auioria do de-
licio e ae accordo cote psta'decuao o Dr. juiz de
\rev.o absolveu o aecusado.
Teraainou o julgameuto as horas da tarde.
Foram mul'ados eco 5 o-i seguintes jurados
que deira'-am de comparecer.
Antonio da Silva Az'vedo.
Auonio de Carvalbo Pa-s Andrade.
Francisco de Assis Gonfialves Penna.
Francisco Gbri tiano Gomes.
Josa Lop s Braga.
Jos Alves da Silva Maia.
Joaquim Villela de. Castro Mariz.
Joo Liiz dos Snios.
Maco-.i F.ancieo Alves Teixei.a.
Alipio J >s Flix dos Ssu'.os.
Domingos Joaqui o S?ve.
Eioidio Jos da Silva Azcwdo.
Commendador Bogoberto Barbota Silva.
Antonio da Suva Santos de Maraes.
Ten^nie Coronel Manoe! Gooc-dves Ferreira Cos-
ta.
PeJro de Alcntara Borja de Castro.
Agnello Honorio Bezerra de Menezes.
Dr Jos da Silva Ramos.
H.je !em de ser julgado 03 reos Z ferino J :a
quim J)3 de Sam'Anna e Francisco Manoe! Fer-
reira do Carmo.
Tbealro da Cipunta A compaobia
dramaii'.-a pn,ij:omi6osqut trabalha nesse ttea
tro, dar no sabbado prximo, uoi variado es
pectaculo no qual jrcam parte os inlellge es
amadores Olympio Birreio, Joaqrim Leal, Pe-
dro R3?a8. E. Saot03, Peixo'.o e ontros.
Oii-racm elrargica* -Foram d-tica
das no hospital Ped-o U, no dia zl do corrente-
as seguintes:
Pelo Dr. Arnobio M-rqoes :
Deso.rticol3ao dos dedos mialmo, anon.ar e
mdo, reclanjda por esmagameoto da r/i) es-
querda.
Pe. D'. Vieira da Cunha:
Exiracc&o de grande k's'o seroso da regiao
tempero parietral direita.
HMM|ir -Caegadoa da Europa do va
por portuguez Malange :
Joaquim da Silva Salgueiral e sua senbora,
Jos de Souza Cimpos, Antonio B Soares, Jos
Joaquim Samaroos, Domingos Coelbo, Sophia
Martins P. de Azevedo. Joo Abrantes Gouvea,
Jos Joaquim Dias, Jos Rodrigues Fragoso,
Amalia Cicdida da Silva. Antonio Mara Ferrei-
ra Biptista, sua suannera e 1 filbo, Augusto Do
m ngos, Antonio* F. Lopes, Manoel dos Santos B
Roda.lAntoaio ua Silva Campos Jnior e 1 irm,
Manoel Joaquim Birbza, Jos Antonio Bamos,
Manoel Jo.quim dsCarvalho, AntonioDiaB e An-
t.oio F ranles Los
SahUoa para o 'ul nomesmo vapor :
Joaq rm Peroafldes de FreitaB, J.ao Yaleote e
Primo Medina deFreitas.
Cbegados do su! ni vapor inglez Trent :
Manoel Franc8:o do Nasclmento, Jof Buflao,
Dr. F. Prea Ferreira, An'o Leite aos Sa itos
Atftonio Francisco dos Passos, Augusto Go^s,
M-. Leonce P. Sueydan.
Sabidos para a Europa no mesmo va?or :
Manoel Jos Vellozo, C. F. Gorriogton, Jayme
A. Pereira, Joseph Mortlmer, F. O. Dounell.
napeetorla do dlalrleio m.l
limoBecife, 21 de Nov moro de 1892.
Boletim meteorolgico
Horas Term centt- Barmetro f
(a O)
756-.70
757-94
757-,83
7K6',58
757-,58
Temoertitura mnima 25*,.50
Temperatura mxima 28",50.
Evaporacio en 14 hora- ao sol 8,*0
b:a3.m3.
Chova nulla.
Dirccj&o do vento E e ESE alternados de
raeia noit-i at 6 h. e 40 m da manr- ; E com
i ierrups5'8 de ESE o ENE at meia noite.
Vohtci .ade media do vento 5-,94 or segundo
sbu!osidade rcdia 0,48
Bo'etim do porto
Nicioote 370 mulberes 12 estrangeins 17
Total 299.
Arracoados 356.
Bous 3 6
Doentes 10.
Loucoa 3.
Louca 1.
Total 356.
NSo bou ve movimento ni eufermaria.
oabUcl Pedro II O movimento dessa
e8tabelecimenlo de caridade a cargo da Santa
Casa de Misericordia do Becife, do dia SI de
Novembro, foi o segu ote :
Existiam 635
Entraran) 25
-----660
Sabiram 10
Fallece ram 5
Existem 645
----- 660
Foram viiitadaa au enermarlaa pelos segain-
tesDrs. :
Barrea Sobrlnho entrn as 7 1/4 la manba e
sabio *.ih:o as 8 1/4.
Halan >s emrou as 9 1/4 da manba e sabio s
11 3/4 no ras.
Sim 5 Barbosa eotrou slO 1/4 da manba e
sabio s 12.
Berardo entrou s 11 1/2 da manba e sabio s
12 horas.
Arnobio toa ues entrn s 10 da manhS
a sanio as 11 1/4
Lopes Pessoa .votrou s 9 1/4 horas da mano'
sahio ue 10 1/2.
Vi> ira da Cuaba entrou s 9 3/4 a manh e
sab-oi- 11 1/2.
Andrade Lioa entrou s 9 74 ia manhS e sa-
li s 10 3/4.
Carlos Gouveia'entrous 9 1/2 horas da manba
e sabio s 10 1/2.
O pharmaceutico ent.ou s 8 1/2 da manba e
sahio s 3 da tarde.
O ajodante do pharmaneutico entrou s 6
horas da maubS e sahio s 5 1/ horas da larde.
Lotera dO Balado do Maranbao
A 8" sene da 8' loiena deste estafiu, sendo o
premio grande de 600:000*000, ser impreter!
velmente extrbida no da 23 le Novembro (quar
ta-feira}.
Lotera do Eatado do Crao-Par-
A 2 sene da 57.' lotera, deste Estado cujt
premio graoae d 600:000*000. ser extrahi-
no dia 26 te Novembro (satibado).
Lotera do Balado do Ceara 4*
serie da i* Iclfria *n estado do Cear, com o
premio erakd-- de 16:000*000 3er extrabida
no dia 24 de Novembro.
Kioterla do Ealado de Ulna* Se-
raeaA 5' parte da 12* lo eria, deste estado
com o maior premio de 36:000*000, ser extra
bida Imprtteriveiment?, no da 29 :'e Novembro
terca feira.
Toos es bilheles de3sa loleria arham se
venda na Casa do Ouro, p?rteocenie Jiu Joa-
quim da Costa Leite, roa Baro da Victoria
n. 40.
Cemlterlo publico Obiloaric de dia 19
de Ncvemb o de 1892.
Ber.viadi Mana dos Praze-es. Pernambuco, 54
annos, solteira. Boa-V sta, f Honorata Maria da Conceic/o, Per ambuco, 89
8nuop. viovs, S loe, rachexii senil.
J-aquim F.rmo Marqner, Pernambuco, 22 an-
r.oo^ solteiro. Boa Viita, broncho pneumnia.
E-lephani L-aiza da Costa, Pia-by, 30 aanis,
Sa ilo Antonio, tobercuiose.
L u-a, Pernambuco, 10 dias, S. Jos, icteri-
cia.
Raymi-'do F rreira Je Lima, Parnnmbn'o. 50
annos, viavo. Boa Vista, anazarca.
J aquitri L'ZB, Pern cboco, 35 annes, sol'ei-
ro, Bot-Visia, tubrculos pulmooares.
Antonio dos Saotos N'cimento, Pernsttbcco,
50 aGnos, solteiro. Boa-Vista, bronchite.
Anionio ov da S.lva, Parabyoa, fcOaOMfl
solteiro, Ba Vista, lefio cardiaca.
Anton:o L ii5o da Cunba, Bio Gande do N ir-
te, 24 annos, solteiro, Boa-V:ata, brotxho pneu-
mona.
Fran:isco Jos M rins, Pernambuco, 60 au
nos, carcimonia da faca.
Cosme Damiao da Silva, Pexnambcco, 60 an-
nos, solteiro, G igs pneumouia.
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, Gra-
ga, as -eu morto.
Cenedicta Correia, Pernambuco, 75 annos,
sol'.tira. Boa-Vista, lesBo cardiaca.
20 -
Antonio Tpeodoro Alve?, Percambuco, 27 an
dos, Boa Vista, bronrhiU.
Jo Lnacio de Lima, p. oambuco, 40 annos,
aolttro, Boa Vista, dysenteria.
J.ao Francisco Pereira, Pernambuco, 24 an
nos, solteiro, Graca, tubrculo? polmonare?.
Jo- ib i Maia de Aquino, Peinambuco, 38 an-
nes, Tiara, Boa Vista, tubrculos pulmonares.
Jacintos Avelina do Cirmo, Parahyba. 60 co-
dos, solteira. Afugados. pulmona caucerosa.
Jo. de G-i Amona-, Pernambuco, 56 annos,
ca-ado, Grari, testa cartiac.
Salustia, Pernambuco, 1 anoo
psia.
Gullnero.ina da Coila, frica,
teira, S. Jos, coag-- t5o cerebra
Bernardina [ti '.ora de Senna Xivisr, Pernam
buco, 92 annos, viuva, A Togados, marasmo se-
nil.
Joaquina Eulalia Alves Duarie, Pernambuco,
22 anno3, casado, Poco, tisica pulmonar.
Appellaco civel
Do Recih-^Appellaote Anni. Veancia DJs
Mirtiaa, appellado Francisca Jos Begalo Braga..
D j juiz Costa R beiro ao juii Teixeira de S :
AppeltacOes crimes
Do ReoifeAppetlante Antonio Barbosa Dias
do Na'"ment, aopeliada ajustiga.
Do Rio FormosoAppellaate a juatica, appel-
lado Mi'.ioel Baptista Je Parias.
DDlagAppellaate Ignacio deS.uza Barbo
sa, appellada a justiga.
Do PilarAppellaate Manoel Evaristo Pereira,
appaliada a jas'ca
j Iaa Appil'in'.e Joo do Nasrlmento
Craz, appellada a jusica.
Do juiz Teixe ra de SA ao juiz Caldas Birreto:
AppellagJo crime
De CanhotinhaAppelUuM Jos Miguel Villa-
Nova, appellada a JMea.
Do juiz Caldas B.rreio ao juiz Bibeiro Vi: nna:
Appellaco crime
De aeriubSeraAppellaate Tcajano Pernanies
da Sochi, appellada a justica.
Do juiz Djmiogo3 Pinto ao- ]uiz GilvSo.:
ApppIlacOes crtmes
De Palmares Appetlante Clementino da Si va,
appetUna a jastica.
De Agua PraiaAppellacte Francisco Aatooio
da Silva, appellada a juanea
DISTRIBU", Ol 3
Becurso crime
Ao juiz Costa Bibeiro :
De AreaRecorreute o juzo, recorrido Jos
Valerio.
Aggravo de pecSo
Ao juiz Costa Bibeiro :
Do ttecifeAggravante Albino Giocalvos de
Azevido, aggravado Manoel Lu z doa Sanos.
Aggravos de instrumento
Ao juiz Galvo:
De IpojucaA^sravaote Jos GoBcalve3 N lio,
aggravii ;o o juize.
Encerrou-se a sc-sso s 2 botas da tarde.
SPORT
S. Jos, eclam
58 anuos, sel
grado
6 ra. 26*4
9 27,* l
12 > 8-6
3 t. 27/9
6 * 27,6
nsao do Bumi
vapor (indi
18,27 71
1750 66
17,65 65
17,96 65
17,65 65
son>
Pra mirau
batxa-mc-
B M
S.
O* 31 >
P. M.
Diat
> Hora Attwrj
Novemb 11-13 da m. 0-63
. 5-28 da L 2" 17
11-28 da t. 0-48
8-44 da m. 207
:o o* aezajutes
21 Q
21 *t
21 de
22 de
t*ett*>* iffac,.na--se-
Boje :
p.-i a ageo'.e Pestaa, ao meio dia A travessi
d) Coroo Saato n. 27. de casa a t rreas e sitio ;
s M horaa, raa das C'iolaB n. 12 E, de ao-
ven, piiao, louca, porcelana, etc.
*!a*aa faa?ftre -Serio celebrad.s:
U.je:
A'a 8 horas, na o-dem 3' de S. Francisco, pela
ata) de Jo. da Silva Loyo Sobrloao.
Amaah :
, A'a 7 e 1/2 horas, oa Mulr da Boa-Viata, pela
alma de liguil Miscareth."
Caaa de eiem-ao -ovimenlo doa ore
sos da Caaa de Deteu'caS do Becife, - Noven de 1892
Kxlstiam 410, entraitm 5, ?ebiram 16,sxb-
HM
. A -oer:
CHROHICA INDICIARA
Superior Tribunal de Iustlcs
SESSAO OBD1NAB1A EM 22 DE NOVEMBBO
PF. 1S92
PRESIDENCIA DO SR DB. FE4NCI8CO LIZ
Secretario Dr. Virgilio Coeho
A'a heras do coatuooe presentes oa Sra. joizes
em numero legal, foi aberta a sessao depois de
lida e aporovad a acta da aotecedeole.
Distribuidos e passado3 os felos deram-sa os
seguintes
JLGAMESTOS
Habeas-rorpu?
Pacientes:
Joo Ser Baotisia-Prejudicado.
Jos R;d igues au Costa.Negoa se a ordem
de soltura, unnimemente.
Joao Augusto-Mandou se ouvir o juiz de di-
reito do 3- districto crtmiml,
Jo;Cypriaoo da Silva. Mindou 3e soltar,
unnimemente.
Proviaao de solicitador
Pedro Jos do Carmo e Souza. Concedeu ae
a : enovacao de ana proviso.
Re:oro crime
De TimbabaRecorrente Norberto Pereira
de Lyra Andrade, recorrido o juizo. Reater o
juiz Domingos Pinto. Nao se tomou conbeci
ment, unnimemente.
Carta testemunhavel
Do Recife-Aggravante Carlo3 AOiusto de
Lima Pinto, aggravado o juizo. H-iaoc o juiz
Domingos Pinto Adjuntos oajaizes Galvo e Cal
das Brrelo.Em, diligencia.
Appellacoes civeis
De CimbresAppellante Jos B ierra Caval
cante de Albuquerqna. appeliad i Ano- io de
Brito. Rela'oro juiz Galvo. Revisores os juizes
Costa Ribeiro e Teixeira de S.C.nrmou se
a senteoca, unnimemente.
D' Campia Grmie-ApoelLn'.e Jos Gonfi^'
ves de Arroda, appellado Alexandrino Cavalcao-
t: de Abuquerque. Relato-o joiz Galvo. Revi-
sores os juizes Costa ftbeirc e Teixeira de Si.
Deu se provimeato Confa o voto doS-. joiz
Tt:ix-ira de S.
Dd RecifeAppellanle Johas'.oo Putar C,
appellada a viuva de M. F. Ma'ques & Filbo.
Relator o joiz Galvo. Revisores os joizes Co-ta
Ribeiro e Teixeira de S.F^ram despresad03
03 embargos contra o voto d relator.
Do RecifeAppellaate Jos Joaqom Caval-
cante Lius, appellaJj Jco Carceiro LeitSo de
Mello. Rlator ojuiiGilvo Rev ores osjoizfS
Costa Ribei-o e Teixeira de SNegou-se pro-
^iment) contra o voto do relator, em pane.
Do RecifeAppellante a Compauba Ti? Ce.
tral Sogar Pociones of Bftsll, app 'Hado Dniel
Lu -gate Fiak. Reiato- o jui Galvo. Revisores
l8 juizes Costa R b ico T-ixeira de S.Fu
ram deapreaadoi oa emr/irgo3, unnimemente.
PAySAOKl-iS
Do juit Galvo ao jniz Costa Ribe ro :
Appeilacfies crimes
Do PombalAppeliante Virgolino A ves de
Pana, appelladiajue itja.
D fflo FbruiuaoAppellanle Dionisio Jos dos
Santos, appella"a a justiga.
Prado Peraaaibuciino
Eocerrou fe bcolem a inscripco para a 8 ,
corrida que ter logar no dia 27 ao torrente.
1. p^reoConsolacSoGaleno, Slxtover, Di
o .marca, Matapan, Tejo, Dous contigo, Cumber
land e Morpim.
2 pareeInicioFlautista, Hu.not, Archi-
vou, Cunlotni, Tiicmcho, B ccacic, Viogador,
Pbartsen e L- o: eir.
3 pare3Liberdade Ha. Mouro, Berlim,
T-iisaier, Dublim e P'gmtu.
4. pareoPrado Per;aabucanoNapolitano,
V.i.z. S Iroeo e Seabi>sa.
5. pareoAnimacoClosso, Hugoot, Ver-
loeutu, P rata.
TUR PELOTEN3S
No domingo prximo realisar-^e-ha em
Tnbiada urna importante corrida entre o
Civallo Pangar, do Sr Jos Correa, o
Sr. Ju .o Perder, residente na colonia S
Mano-I (ri tiro).
Os contendores 'acbam-se desde j em
rigorosa compostura.
O Pacgor, d ao Sr. Perger <^uas qua-
dvas de van agem em quatro ce diatan
cia.
O Sr. Perger 6 cgalcpeado i tarde :
pbsseca de cucha apertada meia barri-
ga, ao envez de seu competidor, qjae
come milho e a tufa, tratase a vinlao do
Porto e a ovo batido.
0 Pangar vai, pois, encontrar se com
um competidor preparado para faeel-o
correr serio.
A parada de 2CC
Por fra ha j muitas apostas, jogando
una no caralio e nices no Sr. Perger.
THE DUK3 OF YORK STARES
Et handicap de 5.UOO soberanos, para
animaes de tres ancoV.e maior dietancia
de urna mha foi corrido em Eempton
Park. Inglaterra, no dia 9 do mea passa-
do, dando o seguinte resultado :
Io, Mas Dollar, per Elzevir e Misa
Nayrelle, 4 annos, do Sr J. W. Smitb,
jockey, R. Ohaloner; 2, Sabr, lord
Eilesmere ; 3, Piince Hampton, de Sir
J. Bland.lt Maple ; e 4-, WinJgi.Il, do
Bu So Hirsch.
G-ach o por corpo e mel, em 106 2[5
segundos.
Correram 22 animaes.
PRIX 3'OCTOBRE
Premio 20,000 francos Distancia
2,500 metros Fo. corrido em Longchana-
pe, em 10 de Outubro ultimo.
1 Programme, por Eacogriff^ e Pre-
ez-Gardo, 4 anoo-, do BerSo D. d'Ai-
mery, jockey Cbeaterman ; 2 Andis II
do Conde de Berteux ; 3-, Gil Peres, do
Sr. D. G estier.
Ganho por cabega.
Tempo 165 2[5 segundos.
FLICA^ 4 ?m\M
I*; Pernambuco, 17 deNavembrc de 1892.
IHm. Sr. M.x D-ecbsler.dignocorre3pindeot
de N> w Yo k Ltfe I 4C. ne:ta ra da Cruz
na. 16 e 18.
I'm. Sr.
Ten Jo liquidado com a N w Yo k Life Insu
ranee C* a apolice de seguro n. 194853 de
50'30ouro americano que rizera o finado cida-
do Jos oares d'Axaral Juoior, Uve o ensejo
de verificar qcanto ( ngoroaamente observadora
dos sei<8 com ro niesos esta compaobia que to
dignamente V. S. representa aqu.
' cem sincero prazer que offereco a V. S. o
testemunbo de muitb eatiafacao poracomaN.v?
Yo k Life Insn atce C, que merece cada vez
mais a confianga do publico.
Peaborado pela gentileza que V. S. me tem
dispensado, apreceuto-lbe 03 meus agradec
iiicntos pedindo ao mesmo texpo de transmit
ti! os ao digno gerente da compaobia em o Ro
de Janeiro, o I in. Se R. J. K nsman Benjamn.
Com toda esuma e coosiJerago, bou
De V. S
Amigo obri^ado e criado
As^ignado : Joo da Cuaba V.sconcellos
Inventar ante.
(*) Er. conrequ ncia de baver sido feita
a presente pnblicaco com a omisso da palavra
Juoior, de novo publicamos boje com a de-
vida alterscic.
Os Redactores
Agradecimento
Pedro Igna'io Pereira de Olivalr-i e a familia
Padilha, nao podem deixa- de coiiprir- o dever
de recorrer a imprenaa para teslemunhar publi-
camente sua im aeo8a gra ido ao Dr. NtT.es
Combra pelo fel! cura'lc feto na pesaoa de
ao i mulber e irm T'.c Feraandina Pafilba de
01 v, ira, prostrad no etc por urna M-tro-peri
tonite puerperal.
Oa servicot prestados pelo illotre facultativo
e cujo3 r33ul'ao? levaram a aleg'la ao aeio de
urna familia nteira, sao om attestaao vivo de
aoa dedicaQSo, do seo nrerito e da aua ac encia
de que se fez um distinto cul'ivador.
Estas publicae?: vo multas vezes off r.dsr
a modestia daqirte a querc fo dirigida*, no
caso presente, ella da grattdio de atoa famfHa inteira que T voltar
ao lar a alegra de todos o< seos membrOs.
Ace te o D*. Nones otttbra:
B cb.tj deN>vembro de 1892.
PdrO'Ishacio Pereira deOUvelC-
Academia de Di.eo
l Aa conmiBsSes encarregadas do bene-
ficio da Sra. Oorins Ceseati, coDvidam a
todoa os seus collegaa para urna reunilo
boje ao meio dia em ama das aalaa da
Foeuldade, afim de tratar-;e de assumpto*
relativos ao mesmo beneficio.
Pelieito ao talentoso amigo Arlhu
D.jarte, pelo bom xito que obteve
nos exames prestados ltimamente e
aaguro lbe um futuro bnlnaote em
aeus eatudos.
,
tt-li-9].
/. P.
Be efieio Corina Cescat
Previne-ae ac publico quo o reato doa
bilhetes para e3ta beneficio acba se a ven-
da na ra do Imperador n. 45 Io andar,
rndaejao d'eO Combate, at amanbl s
_' lorot da tarde.
-------------------------^---------------------------
Cara de feridas, mordeduras,
picaduras.Os bitos depois de Jeri-
eU8 or^aram-se na guerra iraraco-allema a
60 OjO.
Foram a de 10 OrO no Tock'm e For-
mosn, gracia ao methodo antisptico.
NSu ha que duvidar que resultados tSo
inauditos sejum obtidos na hygiene pelo
ueo do Chlorol-MBrye i
Com effeito nSo j 5e este desinfectante,
pela primeira vez, entre as rca-s do pu-
blico o antisptico que fr.z parte do abar-
tecimento sr.mtf.rio de guerra da todas es
DOfBea europeas o qual 6 exclusivamente
empregado hoja nca hospitaes acnie o
acido pirn ico serve uoic mente para a
desinfecto dos instrumentos o d&3 espon-
jas? (Revue medcale de Perit).
Dialogo entre duas mam de familia :
E-tou inquiete ao ver ebegar a epo
cha da pubcrdi de de minha fiba que por
sua naturexn delicada est enjeita a peri-
goaas rriees.
Faya o que fiz com a minha. De-
ihe a tomar o vinbo de quinium de A. La-
barr&que o tnico mais suave que
achei para a sua natureza dbil e que
lbe produzio effeitcs verdadeiramente aor-
prehendentes.
-------------o
A EmnlsSo ile Linman .'_
Memp preparada
Com o oleo de ligado de bacalbo mais
puro que produe a Ncroga e nlo semen-
te urn poderoso recoatituitivo da a consti
tuigSes ebeis e nm remedio seguro e in-
falhvc' contra todas s molestias do peito,
a gargaota e os pulmSoa, e outras em que
se preacreve o uso do oleo de togado de
bacalbo puro, serSo qve tambem em si
o agente digestivo por excellencia para os
eatomagoa dos eos.
Curso
NOVEMBRO
Geographia
DE
A FEVEREIRO
e Historia
PELO
Peligre. Jalo Pires Ferreira
NO
Edificio do Instituto 1S de
Abril
Minha Esperanza
Felicito meu especial amigo Antonio
Francisco da Croe, pola ptima acceitacSo
de sena bona cigarros, denominados
Minha Esperance, bem acceitoa e procu-
rados at em Londres, d\ n e tem vindo
ejcommendas por seus apreciadores.
Meo especial amigo deve estar satisfei-
tiasimo com o resoltado dos seus eaforcoa
em acreditar seus bons cigarros e tornar
assim conbeci do no estisngeiro um pro-
ducto da noasa patria.
Parabena celo resaltado cbtid .
2|anoeZ Francisco de Barro liego.
Cabo
O Dr.Joaquim Felippe fixou a
aesta cidade e d consultas
Ouarte.
Presta-chamados a quolqner bora
ana reaidencli
na pbarmacia
Yaccina animal
O Dr. Bastos de Oliveira recebe cha
mados para vaccinacSo com Iympha ani-
mal em casos particulares.
Consultorio Ra Marques da Olinda
a. 18, 1, andar.
Residencia Rus do Dr. Josqaim Na
buce, n. 2 A, Oaponga.
Telephoce 365.
Regalador da Marinba
Concerta ae relogios do algibeira, pen
dulas de torre de igreja chronometroa de
marinha, oaizas d6 masic, apparelboa
lectrcos, oculos, binculos, oeulos de al-
cance, joias e todo qualquer, objecto teu
lentes a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
m--------
Matheraaticas eiemer< tares e
escripturacao mercantil
Venancio Labatut dedica se a preparar
qualquer pesBoa em escripturaoSo mercan-
til, oom 30 a 35 lijSes, oonforme contra
eto: continua a leccionsr as matehaa ci-
ma ra Duque de Casias o. 72,
dar.
1
ar
Medico e oculistal
Dr. Berardo oculista do hospital
Pedro II, tem consultorio ra do
Rom Jeaua n. 9, 1. andar.
Residencia na Magdalena-
Telephone n. 366
E'* o gande depurativo
descoberto dos indigenas
cujo, tem a propriedade de
curar a syplulis rpidamen-
te, curar o rheumatismo
como por encanto, e curar a
morpha cerno por mila
gre.
C- apreciamento do gr.in
de remedio o Elixir M.
Moratopropgalo por D.
Carlos, o facto mais ex-
traordinario deste seculo,
taes sao as caras qae dia-
riamente se effectuam.
Agentes em Pernambuco
Companhia de Drogas e
Productos Chin i:os: ra
Mrquez de Olinda d. 3
Dfoten artlflelaes
S. b preaso elstica e cpreaaix pnaa-
nratica Eyatemaanoviaumoi neate et do,
pelo cir*.rgi?o dentista Numa Pampilio,.
ra Bario da Victoria n. 54, 1. andar,
das 8 horas da.maD.bSas 3 V a quem toca
Betamcs soffrendo gravea pwjin:a.*e
mora dos noasoa aasucaras ea valo* para, o
Recife pela estrada de ferro do Bonito a Ri
beirio.
Nao haver remidi para isto T ?
Cremos qne ha, pois nao pode continuar M*
na elbante aboso;
Os preju licados.
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
Vppro7ado em Si de Marco de 1890 pela inspe
Vitoria peral da digna junta de hvgiene do Rir
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre
aarado segundo as regrae pbarmaceodcas, acn
ainadas peles autores modernos e de recouhe
ida ca pac i Ce. Je ecientifica tanto no paiz come
io estrangeiro.
Este Elixir o producto n&o s do grande es
udo das tagOM pbysiologicas das substanciat
como tambem patbologicas.como tambem o re
T.l'ado das immensas app!icc.cOc nos diverso;
:2808 de febres de fundo palustre.
A applicagao deste Elixir na grande epidemia
le bex'.gaa de 1890 a 1891 mais urna vti de-
xonstroo a sua efhcacia ; pois no principio do-
-ji-imeiroa sympiomas a bexiga tb^ita, e em ca-
ma mais adiantados a bexiga prosa a ser hoj-
loenca febril volgar apreseniandu peqoenas to
jjptaioeoque coma contiocnciio doEiixirde
r;parecem sem todava apresentar receios d;
oerlgc.
Oa muito ^'.estados publicalcs no Diario dt
?ernambuco e Gazeta da Tarde pro7am o quf
alemos.
Nos casoe de febre amarella o efleito admi
ravel.apresentando phenomenos to maravilho
sos que nesta cidade do Recife do Rio d<
aneiro pooco roce o causa a febre amarella
aiesmo estando o doente com vomito preto
aogulneoneates ltimos periodos ento ne
s ~ario a applicacSo em alta dose, des
i tabella annexa.
Este Elixir j conhecido do pak'^o t de un.
erande numero de dignos mdicos e. -ementa
do para combater os duTerenies iiacomrcou. to
des elles de carcter febril.
Por muito tempo tivemos occasio de fazer
.j.plicaQo as febre? eryeipellosas e com tai
jom resultado que licamos admirados de lio al-
os effeitcs.
Pela pratica chegarros a conhecer qae noi
taque8 ae febre erysipellc?a os er-sipella come
vulgamente se diz necessarir o uso de 10 da?
do Elixir.
Nos grande; incommodos das sed -ras, mens
;ruao, gravidez e dos casos de parto com fe-
bre de um resultado muito certo e seguro e
i na co cpoeitao to simples- qne n8 flereer
receio de applicar o Elixir nem mesmo em dose.-
superiores as indicadas na tabella nfra.
Pedimos aoa dignisocoe mdicos que desej;
.era fazer uso deste Elixir em sua clnica nao st
iujeitarem i.ossa prescripeo. mas sim fazer i
ipplicacio em harmona com os casos qne dse
jarem combater, certos de que o medicamento e
de composigo innocente para organismo po
nais frgil que aeja.
Koda de asar
A's crianzas at nm anno 10 gotas de a em i
joras em urna colher uas de sopa ebeia d'agc
'ra.
De om anno a tres #5 golfas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 ollas etc.
Estas doses devem sempre serapplicadas en
tgna fra.
Iepoltoti
Companbia de Drogas e Productos Cbiaiiu \
itecie, rea do Mrquez da Olinda n. 33.
Nacional Pharmacia, raa Larga do Rosarla
i. 35.
Pbarmacia O'iental, raa Estrella do Rosar
i. 3
Pbarmacia Alfredo,Ferreira, ra do fiarlo di
/ictoria n. li.
Pbarmacia Martins, ra Duque de Casias r
V.
Para qualquer informaclo. ser encontrado c
autor na roa do Rosario Estreita o. 17.
Os nostos frascos sao quadrados e conta go-
tas. N'um lado teem gravadoElixir ante febril
e no ootroManoel CardosoPernambuco, e te
doa os prospectos sao assignades por Manoe
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forea
asignados.
N. 159
Amigo Sr. Manoel Cardoso.
Recife. 7 de Agosto de 1891.
Eatimo a eua presada aade.
Faltara com um dos maiores devere? se nao
viesse por meio desta carta agradecer lbe o be-
neficio que acaba de fazer me livrando di s
garras da morte o meu filbo Fiorismundo, de 12
annos de idade, o qual acbaodo se prostr do no
leito da cama, cont orna grande febre que d'elie
nao se separava ba mais de quatro dias, j tendo
esgotado o que poda fazer em remedios, tudo
me era baldado, aguardando nicamente a bora
prxima da morte ; entSo lt mbrei me do eu
conceltusdo anti febril, que tem salvado iunu
meras peesoas, e immediatamente lbe escrevi
pedindo que n e mandasae urna dae, a qual
veio, e tratei de applicar conforme marca o eeu
receltcario. Na segunda die elle ] nao va-
riava, oa quarta a febr~ j diminuir, e a edr
com qoe elle seacbava, quaBi ro&a, apresentava
se como indo para urna clara. Na sexta dse
desaparecen, apreseoiando-se nesse mesmo dia
as 8 horas ; tendo-e Be dado o remedio mande
novameote buacar e conliou-.i a applicar-lhe, t
boje acba-sb o fliho reetabelecido, devido
nicamente ao atu Vnenco elixir.
Pego lbe qoe aceite de mim e doa meus timos
M mena sinceros protestos de estima e conside
ago, pelo beneficio que acaba de fazer me com
o seu elixir, salvando o dito jneu Olbo.
No mais son
De Vmc. amigo e criado,
JoaqUim Juvencio de Almeida.
Aidr Burity
Declaro que fui mordido de urna case*
vel, e curei-me sem cesaar durante mais
de 4 annos, fcando-me uns buracos chago-
bos nos jjs que se sara/a um abra outro
inmediatamente ; ficando anda com para-
lysia em urna mSo d'esde que fui mordido.
Aconselhado a faaer nao do novo reme
dio o=EIixir M. Morato propagado por
O. Carlos, tomei o bastante tempo e fi-
quei completamente bom. A quem ainda
d2o conhece o ElixirM. Moratoeu de
claro que este remedio santo, porgue
faz milsgres.
Porto Feliz.
Andr Burity
Deposito em Pernambuco: Companbia
de Drogas e Productos Chimicos.
Hoa Marque d'Olind, ti
Escriptorie Coramerria
Ra Duque de Ca ;ias n 72
VEHAUCia L;.SW. Si C-.
Sendo de diffeiente na natureza os eervieaa
: ;.e escriptorio, a commissorelribui'ivo varia.
r segundo o trabalho reeponsat/ilidadee impor-
ancla, dependendo na mbior parte dea caaos 4c
previo ajuste.
Ai-sim ricar dependen'-e das
cima a seguinte laoella.
Por t?aar de hjpolhecas sobre
bens inamoveis.....
Rececebimento de juros e civi
dendoe .......
Ilem de penses neate Estado .
dem dem na capital federal. .
I i.-m de alngueis de predios. .
Cobranga e liquldaco de hypo-
tbeca, berancase dividas ami-
gavea ........
dem idem dem judialu.er.t-. .
Com ra de camb'ces e remessas
dem e venda de propriedades
immove8.......
Png;;m-n'o de ii po; i-a- s .
Por fazer o rejuro. de predios e
pagar o re&pecuvo pu m o. .
Por venda de gneros do Mi .
Por compra de mercado: i;e e fa-
zer remessa para o io erior .
'or venda de mercadon; s nacio-
raes ou estrangeir. s cm con-
8igoa;o .......
Por trabalbos de escripta de ca-
sas commerciaes oa liquida-
gao.
circunatan-ac
Porcenfagem.
3 a 5 0[o
OfO
0|0
OlO
o
10 0(0
Convencional
i".2 C-c
2 a 5 0|0)
5 0,c
3 00
30(0
3 0l0
a o,
Conan
W Di. Barros arneiro e a &
brica a vapor Imk tape*
J Dr. Manoel Clementino de Barros Cur-
ueiro, formado em sciencias medicas e
cirurgicas pela faculdade do Bio de Ja-
neiro, medico adjunte da clnica "iRT
hospital ae Santa gueda ets.
i ".esto que tenho futo uso dos cigarros
denominadosMinha Esperanza e bem
assim do fumoHygienico Nacional da
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Cru>
reconhecendo pela analyse chimica a ci:s
procedi, que o referido fumo e cigarros
oSo encerram principio algum nociva ka
funceSes gstricas, sendo perfectamente
toleraveia aos dyspepticos.
In fide medici.
Recite, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barro Carneiro.
EDITAES
Edital n. 62
i
Dr
Freitus M. ulmaries
DEJD
Tem o bou onsuitono na ro Duque
de Casias n, 61, 1. andar, onde ser
snoontrado de 11 1 hora da tard, e
reside do-Ckjueiro a. 4.
Tefephone ft. 292.
E curar em tres dias gonoribas ohro-
aicas oa recentes, como acontece com o
remedio vegetal que se chama InjeccSes
Anti-blenorrbagiccs de M. Morato. Cora
grautda em tres das, aeja qual fr ana
torosa do paciente.
A> I ojee ;! o Aali-blenorrhagica de M
Morato, veade-se em. Pernambacp, a
Companbia de Drogas e Productos Ci-
mios
M M*r^4'#}Ma? 2i
Chamo a atu-nco de todas os Sra delegados
litterarios do Estado, de ordem do D\ mape-
ctor geral, para a portara infra por elle expe-
dida n'eata data.
Secretaria da Inatrucco Publica de Pernam-
buco, 19 de Novembro de 1892.
O secretario,
Pergentlno Sarair de A-aojo Galvo.
PORTARAN 53
O inspector feal da Iasirucfo Publi a, tea-
do coeaecimento de que alguna delegados lute-
ranos, acceden do aos pedidos de professores
centra a disposr$io eipreaaa do art. 75 do Reg'
mente das Escola?, designara pa-a inicio dos
exames primarios das lectivos do met de No-
vembro, chama muito particularmente a alten-
cao dos meamos delegados para o cum primea to
exacto do citado a ligo, cuja iofraccao dar lo>
gar innullaco dos ectoa .que le fonem Cia-
trarios.
Cumpra-se.
0 iuspeclor,
______Felippe^de Fignelri FariaSubrinho.
Recebedoriado Esta-
do de Pernambu-
co.
Edital n 18
O admira 6ti ador da Recebedcria do Es-
tado fas publico que, alem das d; 250,
251000 e 62^500, acbam-se mais expos-
tts venda n'esta repflrtieao estampilhai
doa valores de 125, 500, 10250, 2,550.' e
6425C, que poderSo ser solicitad- s peles
interessades durante as horas do respecti-
vo expediente.
Recebedoria do Estado de Pernambuco,
:8 de Novembro de 1892.
JoSo Ferreira de Akneida Quimares.
O Dr. Sigismundo Antonio Googalves
jais de direito do coxmercio da cidade
do Recife, capital do Estado de Per-
nambuco etc. etc.
Faoo saber aos qae o presente edital
virem, ou delle noticia tiverem, que no
da quiese-de Desembro prozimo vindou-
ro, d poia da reapectira audiencia, se hvda
arrematas esa huta publica deste jui&a,.
oa bens segain'es, existente! co eettb-
laciawnto a ra do Viseonde de Goy.aa
numero quarenta e cinco :
Urna armacSo de amarell.94 .envidraos -ii
e ea#erTisada com ps oms^etentea,fiteirQa,
balcSes com bal anca de', beago & p^os,
bem.como oe canteiros do ^eptabdi>cimen-
to, contendo cinco pipas archiadaB-- de
i
-,-, .
*


Diario de Peambuco Qua. U*-feira 23 de Novembro de 1892

ferro e pintadas de verde oom certas be-
bidas, avaliado por um cont de reia. e
maia duas pipas simples, todas c?m cer-
tas bebidas, avaliado por ddd cont de
res.
Urna burra de ferro oom sea competen-
te moxo, em bom estado, por duaentoe
e cincoenta mil res.
Urna carteira grande do marello com
o competente moxo, por quarenta mil
reis. ... ,,
Urna mesa redonda de Jacaranda, oom
tampo de pedra, por trinta mil reis.
Urna dita da mesma madeira com abas,
por quinse mil reis.
Urna prensa de copiador de cartas, por
vinte mil reia.
Nove caixas oontendo cada ama doie
g rrafas de cognac, por canto e oitenta
mil reis.
Dasentas garrafas e meias garrafas com
erveja AllemS, por sessenta e seis mil
re's.
Cento e des garrafa com vinbo do Por-
to, por cento e dea mil reis.
Nove saceos com farello, por trinta e
seis mil reis.
Seis jaoaes com farinha do MaranbSo,
por seasenta mil reis.
Quatro garralBas vasios por qaatro mil
Vinte e quatro bacas brancas, por vin-
te mil reis.
Dea duzias de pratos, lonja branca por
vinte mil reis.
Seis pequeas caixas com charutos,
por dose mil reis.
Vinte e cinco pacotes de maisena, por
dois mil e quiohentos reis.
Vinte e cinco massos de vallas naci
oses, por oito mil reis.
Ditos bens vSc praca por excacSo
e Fernandos de Mosquita & C, contra
utonio Rodrigues da Costa, e para pe-
gamento do que este deve quelles.
E ro havendo licitantes que cabram
os precos das avaliacBei, irSo ditos baos
i segunda praea com o intervallo de oito
dias e abatimento de des por cento sobre
os precos das avaliado" as, nos termos da
lei. .
E para que chegne ao conhecimento
de todos, maodei passar o presente edi-
tal, que ser publicado pela imprensa e
affizado no lngar do costme.
Dado e passado nesta cidade do Reci-
fe, capital do Estado de Pernambnco,
ace 21 de Novembro de 1892.
En, Antonio Augusto da Frota Mene-
ses, escrivSo interino, o escrevi.
Sigismundo Antonio Goncalves.
Secretaria da Instrucc/o Publica de
Pernambnco, 22 de Novembro de 1892.
EDITAL N. 64
Praao de 30 dias marcado a professora
pab'iua Henriqneta a&melia de Meneaos
Lyra.
De ordem do D.\ inspector gerrl fago
saber a professora publica Henriqneta
Amelia de Meneaos Lyra, que tendo o
Exmo. Sr. Dr. Qovernador do Estado, em
19 do corrente transferido por convenan
ia o servico publico, sera prejuiso da
mesma professora a cadeira de ensino
mixto dos Milagrea ne municipio de
Olinda para Panlista do mesmo municipio,
fica-lhe marcado o praao de 30 dias para
~~ COMERCIO
Salsa Jontmerclal de Pernam-
tam
aOTAjOU OFFICUB8 DA JUNTA DO COK
RKTOBES
Prosa do Reoife, 21 de Novembro di 1892.
Sao bonve cotacSo.
0 presidente,
Eduardo Onbenx.
O secretario.
Angosto Pinto de Lemos.
Cambio
PKAgA DO Bl C F*
Os bancos abriram com a taza de 13 i/4 sobre
Londres, o mercado firme e de tarde oflereciam
saccar a 13 i/3 sem acharen) tomadores,
Em papel particular nao consten negocio al-
gSUJ.
PBAgA DO RIO DB JANEIRO
Os Bateos adoptaram a taxa de 13 13, sobre
Londres.
Cotacdea de gneros
Para o gricuUor
aSSGAR
Cristalisado......MdOO a 4*800
Dslnas por 15 kilos. 3*3(0 a 5400
Brinco dem dem .... 5*000 a 5*60
lmenos, dem idem. 4*000 4*100
Mascavado dem dem 3*000 a 3*100
Broto dem dem.....2*700 a 3*903
Bmto melado......2*300 a 2*6(10
Rtame dem dem 1*100 a 2*203
algodo
Secunda feira a ultima hora realisaram-seven-
das por 10*500 e 10*600, boje fe; non frcqxo
por 10*500 por 15 kilos de boas procedencia?.
AlI
Par PbM de 480 litros 245*C(K>
.gnardent-
9ot pipa de MO litros a 1451 .
Coaros
Se:cos aaigados na base de 12 a a 540 i
ve idas.
Verdes a 300 ris nominal.
Sel
Por pipa de 4801tro.= 85*000 nominal.
Borracha
Cota se a 20*000 por 15 kilos
Carnauba
Cota-se de 5*500 a (1*000 por 15 kilos nomi-
nal.
?a3flla das entradas db assocab v>
qodIo
Mez de Novembro
Entradas Assu-car Saceos 59985 5770 3226 516*9 53684 Algo-dio
Bircacas .... Bitrada de Ferro Central Mam de S. Francisco Tditn do Limoeiro. Dias 1 j 21 1 a 21 1 a 22 1 a 21 1 a 21 1,19 Saccas 12 1231 1746 513 87 7592
17436i 12491
Importadlo
Vapor francs Parahyba entrado do Ha-
vre e Lisboa pela liba Grande, em 16 e
onsignado a Augusto Labille, m-.nifestou
seguinte :
apostillar o titulo e ,sjumir o exercicio da
cadeita.
O secretaria,
Pergentino araiva de Araujo Olvao.
EJital
Arsenal de Marinha
De ordem do Sr. entra almirante JoSo
Qoncalves Daarte, inspector deste arse-
nal e capiSo do porto deste estado, fago
constar a quem interessar possa que u
secretaria desta inspecc&o contracta-se li-
madores, torneiros, caldereiros de cobre,
caldereiros de ferro, modeladores, fundi-
dores, ferreiros. calafates, gravadorea,
carpiuteiroB, carapinas, torneiros e opera-
rios de apparelhos e vellas.
Secretaria da :nspecc3o do Arsenal de
Marioba em Pernambnco, 24 de Outubro
de 1892.
O secretario.
Antonio da S. Azevedo.
Secretaria da Instruccio Publica do
Estado de Pernambuco, 19 de Novembro
lo i892.
EDITAL N. 63
Exames as escolas primarias
Fago saber a todos os professores do
Estado, de ordem do cidadao Dr, inspector
geral que continua a vigorar para os exa-
mes do corrente anuo, que devem ter
logar em Dezembro futuro a .comecar no
dia Io e terminar a 10, o seguinte prc-
gramma :
Palacio da Presidencia de Per
anbneo, en t de Outubro
del 94.
4* SeccSo
O Presdante da Provincia, de accordo
com o parecer do (Jonselho Litterario e a
informacao o. 337, de bontem datada, do
inspector geral da inatraccSo publica, re-
s( lvs approvur o programmtt provisorio.
constante da copia annexa a presente
portara, organisado pelo Gremio dob
Professores Primar La, para os exames dos
alumnos das escolas pablicas de ensino do
Io, 2o e 3o graos.
8. de Barros Pimentel.
Programma provisorio para os exames das
escelas primarias da provincia de
Pernambuco.
Io G.*AO
Prova escripta
1* Copia de um ou mais trechos extra
bidos do compendio pelo qaal se estudar
na claase e que mais se prestir a exerci-
cios orthograpbicos.
2a Daas ou tres pergantas extrahidas
do compendio de gramraatis* pe!o qaal se
estudar na classe.
3a Daas ou tres pergantas sobre gene
ralidadea do deeenho geomtrico, trucando
o alumno aa linbas sobre que verearem as
p erg untas.
Prova oral
1* Leitora oob livros sobre os quaea
versar o eoaino da classe-
2a ArguicSo e calculo at divisSo em
ioteiros a decimaes. Medidas lineares de
capacidade e de peso.
3a ArguicSo sobre preliminares de geo
graphia, oom indicaeSo naa carUs-
Prova escripta
Ia Es3rif'. dictada, extrahida do com-
Girga do Havre
Aceite 20 caixas a Lopes Alheiro e
comp.
Amostras 10 volames a diversos.
Botos 1 caixa a Pinto o Silva comp.
Capsulas 4 cairas a Companhia de Dre
gas.
Camisas 1 caiza a Francisco Manoel
da Silva a oomp.
Conservas 3 caixas a Diaa Fernandos e
comp 10 a Cavalho e comp., 10 a Gm
calves e Bastos.
Cachimbos 2 caixas a Manoel "olhco e
comp 1 a Francisco Launa e comp., 1 a
Asevedo e comp.
Chapeos 1 saixlo a A. Fernandos e
comp., d a Cirvalho IrmSos, 3 a Ra-
phaei Dias e comp.
Drogaa 2 caixas a A. M. V
oomp., 12 a Cimpanhia de Drogas, 1
Francisco Manoel da S.lva e c
F. P. Bplitreaa.
Ferragem 1 caixa a A. Pinto ca Silva
e comp, 11 a A. D. C Viaona.
Espelhos 3 caixaa aos meamos.
Licores 5 caixas a Carvalho e comp.
Lonetas 1 caiza a Olivei-a Bastos e
cimp.
Manteiga 100 barra e 120 meios ditos
a JoSo Fernandos de Almeida, 80 e 120
a Companhia de Estiva, 55 e 63 a Do-
mingos Ferreira da Silva e comp, 20 e
30 ao consignatario, 20 e 3C a S jares de
Amaral IrmSos, 13 caizas a J. J. Alves
e comp, 17 JoSo Fercandes de Almei
da, 48 a ordem, 10 a Goncalves Rosa e
Fern&ndes. 13 a Domingos Ferreira da
Silva e comp., 7 a Gaedes de Araujo e
Filhos, 8 a Figaeiredo Costa e comp., 6
a Lopes Alheiro e comp, 15 ; Ferreira
Rodrigues e comp, 11 a Joaquim Ferrei-
ra de Carvalho e comp, 6 a Panlino de
Ol.veira Maia, 30 a Soares de Amaral Ir
maos.
Mere dorias 3 volornes a Nanes Fon*
seca e comp, 4 a GuimarEes Lima e
cimp., 5 a G. de Mattos IrmSos, 2 a
Francisco Gurgel & IrmSoa, 2 a M. V.
Naves, 1 a Ferreir e comp I a ordem,
3 a A D. C. Vianna, 1 a Reis & Santos,
4 a J. Goncalves Joimbra, 1 a Compa-
nhia de DrogaB, 8 a Alves de Britto o
comp., 1 a Manoel Coliseo e comp 4 a
Francisco Laoria e comp 6 a Prente
Vianna e oomp., 5 a Oliveira Bastos e
comp., 7 a GuinirScs Bastos e comp 3
a H. Rouqu; yrol.
Materiaes para engenho 4 vo'umes a
3. Dol, 149 a E. Billion.
Oojectos para chapeos de sol 4 caizaB a
J. de 'ouza Mello, 2 a Leite Bastos e
oomp.
Papel 1 caiza a A. D. C Vianca
Perfumaras 1 c.z a Manoel da Cu-
nha Lobo, 1 a Companhia da Drogas.
Qaeijoe 10 oaixis e 1 fardo a J. J. al-
ves e comp.
Relogios 1 caixa a Csaceiros IrmSos e
comp.
Ti t tas 6 volames a Companhia de Dro-
gfcg, 1 a H. Rouquayrol.
Teoidos 1 caixa a Muller e comp., 2 a
Olinto Jardim e comp 1 a Braga 2 a Alves de Britto e oomp., 5 a Macha-
do & Pereira, 1 a Francisco Gurgel &
pendi pelo qaal se estudar, e que mais
ee prestar a exeroicios orthographieos.
l Anatyse efymologioa de um trecho
estrahido d > l.v.o que Ljuver servido
para o ecbi.u Ueasa materia.
3a Doas ou tres pergontas, envolvendo
prob'omaB simples, sobro edesenho geo-
mtrico, uujas figuras serSo desenhadas.
Prova oral
Ia Leitara os livros sobre os quaes
versar o ensino dessa materia na classe.
2a ArguicSo e calculo sobre fracefos
ordinarias e decimaes. Medidas de super-
ficie e de solidez.
3a ArguicSo sobre noclas geraes de
geograpbia do Brasil. Principaes faotos
da historia de Pernambaco. aa corogra-
phia.
3o GRAO
Prova eteripta
Ia Didas algamas palavras e indicado
o aasumpto, compor e redigir com ellas
urna carta, um iffhio, urna nairacSo,
descripc'So, etc., ornando a escripta com
caracteres de phantasia nos ttulos e na
primeira palavra de cada periodo.
2a Analyse syntazica de um trecho es-
trahido do livi'o que houver servido para
o ensino deas materia.
3a Duaa ou tres perguntas sobre dse-
nho geomtrico, relativamente aos solidos,
e eeu eabogo.
Prova orl
Ia Leitura de prova e verso em qualquer
livro que for apresentado, urna vez que
tenha sido adoptado na escola.
2* ArguicSo sobre razSes, properoo s e
juros. Todo o systema mtrico. Cal-
culos
3a ArguicSo sobre nojS.'S geraes de
geographia univeraal e da historia e corc-
graphia do Briz.
Observabas
O presidente do acto dar o ponto para
a primeira prova escripta e oral ; o pro
fessor da cadeira o das segundas provas ;
o examinador (torneado escolhor o ponto
das terceiras provas.
O tempo preciso para cada prova escripta
ser marcado pelo presidente do acto.
A arguijSo na prova oral nSo poder
ezceder de dez minutos para -.ada alumno
em cada urna das materias.
Secretaria da InatrucgSo Publica de
Pernambuco, 15 de Oitubro de 1881.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araujo Galv&o.
1. SeccSoSecretaria do Governo do Es-
tado de Pernambnco, em 16 de Novem-
bro de 1892. 0
EDITAL
O Sr. Governador do Estado manda
faser publico para os devidos effeito, o
edital abaizo transcripto, pondo em con-
curso os oficios de 1'. tabelUSo do publi-
co escrivSo de orphSos e annezo do mu
nicipio de amelleira vago pelo fallec
ment do serveotuaro major JoSo Bap-
tista da Iiieha Baiza Lina.
O secretario,
Jbs Augusto Ferreira Lima.
O Dr. Jo Francis:o de Moraea e Silaa,
juia municipal e de orphaoB do muni-
cipio de Gamelleira do E&4ado de Per-
nambuco em virtude da lei e etc.
Faz saber aos que o presente edital
virem e delle noticia tivem e aos que in-
teressar poasa que se acbam vagos os of
, ficics de 1- tabelliSo do publico judicial e
\ notas, escrivSo de orphloa e annezos des
i ta municipio de Gamelleira creado em
I virtude do decreto de 30 de Janeiro de
| 1834,cuja vaga ae deu por fallecimento do
respectivo serventuario m. jor J-_2o Bap
tista da Rocha Baisa Lins, convido aos
pretendentes aos respetivos officios apre-
sentarem seas r-querimentos dentro do
praso de trinta dias a contar da data do
presente edital e de conformidade com os
decretos n. 817 de 30 de Agosto de 1851
e n. 9344 de 16 de Deiembro de
1884.
Outro sim faco m&3 saber aos preten-
dentes que seus reqaerimentos devem
vir instruidos com o exime de sufficion-
cia de que trata o decre'.o n. 8276 de 5
de Outubro de 1881.
E para que chegae ao conhecimento
de todos, mandei passar o presente que
ser aluzado no lugar mais publico e do
osiume, e delle extrahir copia para ser
remettida ao Exm Governador do Essado,
para o que fica indicado no artigo 157 do
decreto n. 8420 de 28 de Abril de 1885,
com a declaracSo do dia da affixacSo e
publicacSo do presente edital ene ser
certificado pelo porteiro dos auditorios
como determina o artigo 153 do citado
decreto n. 9420.
Dado e paseado nesta villa de Gamel
leira aos 4 de Noaembro de 1892.
Eu Hercalano Theotonio [da Silva Gui
marSes escrivSo o escrevi, Jos Francisco
de Moraes e Silva.
E nada roais se continha em dito edital
cima copiado do proprio original, ao qual
me reporto e dou t.
Escrevo e assigno. Eu Herculano Theo-
tonio da Silva GaimarSes, escrivSo o es-
crevi.
Certifico que pelo porteiro dos audi-
torios me foi e trege a certidSo da affisa
c3o do edital tetro, o qual do theor
seguate :
Theotonio de Ar.uj j Lima, porteiro dos
au-i'torios de Gamelleira em virtude da
lei etc.
Certifico que tffixei iv je na porta da
Intendencia Municipal desta villa, o edital
convid~ndo os pretendentea acs ifficioa de
juatica vpgo pelo fallecimento do respecta
vo aerventuario major JoSo Baptista da
Rocha Baixa Lins.
O referido verdade, dou .
Villa de Gamelleira, 4 de Novambro
de 1892.
O porteiro dos auditorios Theotonio de
Araujo Lima.
E nada mais se continha d > dita certi-
dSo cima copiada do proprio original que
me reporto e don f.
Escrevo e aasigno. Eu Herculauo Theo-
tocia da Silva GuimarSes escrivSo o es-
crevi.
Faculdade de :a!relto do Recite
Por es la secretar: s^ f-x publicar, eni cora-
primelo ao ari. 302 do reguUmento de 2 ile Ja
ueiro de 1891, os n^rgrammua de eneim para c
aono lectivo ae 189), ipprovados em se.sao da
Congregacao de 4 do correte.
Secretaria da Facn!da<1e de Di."?ito do Recite,
17 de Novembro de *892. O secretarioB. Ara-
hgao Paria Rjcba.
IrmSos, 4 a GuimarSes Bastos e comp.,
2 r R de Drusina e comp., la A. Lo
oes e comp.. 4 a L Maia e omp., 1 a
ordem, 1 a J. G Coimbra, 3 a Manoel
da Caoba Lobo, 1 a AUes le Brittj e
comp., 1 a N. Maia e oonp., 3 a A. Lo
pea e comp., 3 a Fred*r oo e comp.
Tapetes 1 caixa a J. F. Lima e comp.
Vidros 2 caixas a O. Torres e comp ,
2 a Companhia da Drogas.
Velias 9 fardos a Carvalho e oomp., 7
a Goncalves e Bistos.
Casga do vapor fracoez P-ranagu, viu-
da pelo vapor Parahyba.
Carga do Havre
Amostras 3 vulumes a diversos.
Batatas 200 caixas a Ferreira Barbosa
A C, 3 a Albino Crus & C.
Calcados 1 caixSo a F. de Carvalho &
C, 2 a C. Lopes & C.
Chapees 1 caixSo a Raphael Dias & C,
l a M. L. Marques, 1 a A Fernandas, 1
M. F. Dinie, 1 a Simarsos & C.
Coroas morturias 3 caixas ordem.
Chocolate 2 caixas ordem.
Cachimbos 1 caixa a Manoel Collaco
C.
Drogas 34 caixas a Companhia de Dro-
gas, 1 a Manoel Barbosa Suciessores, 2
a Rouquayrol, 1 a Francisco Manoel da
Silva, 1 a F. F. Leal.
Ferragens 1 c.-iixa a Miranda & Soasa,
1 ordam, 1 a O.iveira Bastos K C, 3 a
J, Uias Moreira & C.
Feltro 1 caixa a C. Lope, & C.
Loaca 1 caixa a J. D.aa Moreira & C
Manteiga 15 barris e 20 meios ditos a
Domingos Ferreira d Silva & G, 40 e
69 ordem, 20 e 30 ao conaigaatario, 40
o 40 a JoSo Fdruandes de lmeida, 130
e 170 a Compaahia do Estiva, 20 e 30 a
Joaquim Ferreira de Carvalho & C.
Mercadorias 5 c.ixn a N. Campos &
C, 3 a Fr.iiciso L.uria & C, 2 a Da
miugoB Coelbo & Soares, 1 a Antonio de
Azevedo & C, 1 Prente Vianaa A C 7
a Guimaraes Lima (J 4 ordem, 2 a
Silva Antones, 3 a GuimarSes Barros &
G, la Francisco Gurgel & I. mo. 1 a
C. L pea A C. 5 a L. A. Salazar Jnior,
1 a Oliveira Bastos d C, la GuimarSea
Cardoso & C, 11 a R. do Druzina, 2 a
N. Fonaeca A 0. f
Movis 1 caixa a J. L. Grego.
Porcelana 1 barrica a R. de Drczina
& C.
Psp 1 caixa a Pkto o Silva, 1 a Al
vim A Ohanse.
Pellca 1 caiza a A D. C. Vianna.
Queijos 1 tina a ordem.
Relogios 1 caixa a Ocussiros IrmSos.
J Tecidos 1 caixa a A Lopes A C, 4 a
Alves de Britto A C, 3 a Bernet & C, 8
a ordem, 1 a C. Sindem, 1 a Machado &
Pereira, 3 a L. Maia & C, 2 a Francisco
de Azevedo & C, 2 a A. Lopes & C.
Vidros 4 volames a H. Rouquayrol, 3 a
J. D. Moreira A C.
Carga de Lialda
Azeite 50 caixas a Companhia de Es-
tiva,
i j Bagas 3 caixas a Manoel Collaco A C.
Ceblas 50 caixas a Ferreira Rodrigues
A 0, 10 a Suva Guimares A C.
DECLARACOES
Cognac 10 caixas a E. B. Cocper & C.
Cal 25 barrica* a 8/.j & Santos, 25 -
Miranda A Ssusa.
Drogs 2 caixas a Companhia de Dragas
6 a Faria Sobrinbo & C.
Mercadorias 1 caixa a C. Fernandos
AC.
Roopa branca 1 caixa a JoSo Fernandos
de Almeida.
Rolhas 1 sacco a J. G. de Amorim A C.
Toacnho 20 barris a francisco R. Pinto
GuimaiSes A C.
Vinho 3 pipas e 50 barra a Samaroos
A C, 6 e 25 a A. M. da Silva, 11 e 70 a
Compadra de Eativa, 20 a JoSo Fernan-
dos de Almeida, 16 a ordem, 3 a M D.
da Silva GuimarSes A C, 5 a Lopes Ma-
galhSes A C, 5 a J. J. Alves, 8 a Rodri
Lima A C, 2 a J. G. de Amorim, 5 a
Guerra Fernandos A C.
Bxportaeao
aacira, 21 db noaembro d tsil
vara o extarn.r
No vapor ingles Starliglet, para Liverpool,
carregaram
B Williams ft C. 1.C00 fardos com 176,700
kilos de algodo.
NO vapor ingles Sckolar, pa-a Liverpool,
carregou :
J. ;uaty, 33a saceos com 20 010 kilos de ta-
roc33 de a godSo.
N: vapor allemao Valparaizo, para Bremen,
carregou :
V. Neesen, 2,0Dcju,-O3 verdespesaudo 50,*00
kilos.
Para Hamburpo, ca regaram :
B. de DrmiDa tt C, 2 saceos com 110 kilos
de cacao.
Nj vapor americano Allianga, para New
Yti:k. carregon :
R. Bro'.bers, 2. fardos de coaros seceos espi-
chado pesando 168 kilos.
Na barca noroegueose Jafnhar, psra Liver-
pool, carregaram :
Jalio & 2,033 s ecos com 130,000 kilos de
assacar mascavado.
?ara o interior
rt. vapo- portogu i Eliza par Bio de Ja-
neirj, carregou :
Cjmp.nbia de Estiva, 60 pipas com 28,200
litros de agurdeme.
Para Santas, carreaoa :
Companhia de Estiva, 25 pipas com ti i'.O li
troa de aleool, 100 taceos com 6,000 litr s de
fejo, 100 dnos com farinha demandio a, 2,000
dito com UO.tOO kilos de a-suca mascavaclo e
2,400 dit03 com 144,000 di'oa de rfito franco.
o vapor oaciona! Upinema, para Saatoi,
carrr-Taram :
U M. de OhVkira. 55 barris com 4.950 litros
de aguard-:n'e.
1. da Si va Garneiro 4 C, 200 saceos com...
12,000 kilos ce aseocar maacavaJo e 300 ditos
coin 18,000 ditos de dito raneo.
S. Craaraes C, 1.4C0 saceos com 64.C00
ktbs de aSsucar braaco e 1,600 ditos com 96,0.'0
dit03 de dito na cava ;o.
No vapor oaciona' Santelmo, para Pelotas,
carregaram :
J da 3 la Carceiro & C, 225 saceos com..
16.875 kilos de assucar braaco.
Paru Porto Alegre, carregon :
r.ompauhia de Es.iva, 600 volames com 53 150
kilos de assacar branco.
Para Rio Grande do Sol carregaram :
J. da Silva arociro 4C, 110 saceos com
8,250 kilOB de assucar braaco.
Compaobia de Estiva, 100 saceos com 7,500
kiios de assucar branco.
No vapor frascez Concordia, para Santos,
carregaram :
D. F. Porto Bailar, 10 pipas com 4.700 litros
de alcool. ___m
B. Williams & G., 1,000 saceos com 60,000
I kilos de assacar msseavado.
ROGRAMMA DE ENSLNO DA
2.* ca.'etra da 3. serie
Direito civil, contionaco da 2* cadeira da 2*
serie
Anno de isa*
(Art. 299 dos Estatutos)
Progamma da 2* cadeira da 3* serie do carao de
scicncias jurdicas
1
Noc6es de consa. Classiflcacao das coasas.
Das differentes especies de conaas considera-
das qnanio a sna natoreta e especialmente das
censas movis e immoveis e snas sabdivisOes.
3
Ccu-as priocipaes e accessorias. Fractos e
prodactos. Divues dos fractos. Bemfetorias e
de'erioragOes.
4
DlvisSo e sobdivisSo das cousas consideradas
qaanto aos seos proprietarios. Ncces sobre ca-
da especie.
5
Tbeoria dos direos reaea e pessoas e respec-
tiva tegislacao.
6
No2c da posse, sua natoreza e seas elemea-
tos.
7
Di vi. Oes da posse, noco de cada urna de suas
espe iea. Effeitos da posse.
8
Ioterdictos poeaesserios.
9
ACiiaisicSo, conservacSo e psrda da pofse.
Com posee e qoasi posse.
10
Daminio, sua origem, foodamento e caracte-
res.
11
Direito autoral. C mprebenso do dominio.
Re8tricc,{as da propriedade. Desapropriajo.
CondomiDio.
12
Modos de adquirir o dorxiaio. Occopicio e es-
pecies.
13
Accessao, esp cies e sob-especies.
14
Tradico e euas especies. Qr.si traditio.
t5
TranscrlpcS), seu fandamento, neceasidade 3
eff'jits. Pessoas que a podtm reqoerer.
16
Soeces:5o, especifs e abertura da rneama. H;-
ranca ja&n'.e e vacant'. Prcsuojptes d^ vida e
ojorte da8 pessoas cbam-'daa i successSr.
17
Iosapicidade successonal a.llva e passifa. la-
digoidade. Pessoas incapazes e iadignas de suc
ceder. Epocba em que t-xiglda a capacHude
successorial. TransmlssSo da su:ce3sSo.
18
Acceitacoe reaaoeia.da snecessao. Direitoa
e obrigacOes doa berdtiroa, legatarios c credo
rea. Beneficio de inventario. Direito de delibe-
rar.
19
Sc:c-o legitima e seu faldamento. Capad
dade de succeder. Ordem de uccesaSo.
20
Beneficio de representado. SoccessSo ia ca
pita e in stirpes.
21
Successo dos descendentes e doa ascenden-
tes, do bnubo dos collateraea, do conjnge su-
perstite, do religioso egreseo e da fazenda pu
blica.
22
Saccessao testamentarle. Testamento, sualhis*
loria e divisao.
23
Solemnidades inteross doa testamentos. Res-
triccoea da liherdade do teator. Legitima ; dis-
POS033 Ooffi'.iOSaS. .i~s -AUi
24
Formas dos testamentoa. Testamentos ordi-
narios e seos requisitos essenciaea.
25
Te (amentos extraordinarios e seus requisitos
esseuciaes.
26
Desberdao, condcao da validade. Cansas
de detherdacao e sua prova.
27
Da inrititaicSo dos uerdeiros. Dispos<0es
tesUinen'.ariss a termo e :oadiciocies.
28
Ccaicillo, clausula cndicillar. SubsluicOes.
19
Lega Jo e Qdeicommisso. Especies e objectos.
Extenso do poder le legar.
30
Modalidade dos legados e Jeicommisaos ;
na revogacao e caducid id;.
31
Dirato de accrescar as herancas e lega*
dos.
32
Execocio doa testamentos. Iaveotario e par-
tilbas. Pelicao de beranca.
33
Gollecco e licitago. Pesaoas e bens obriga-
dcs collaco.
34
ServidOes, suas e;p:eies e causas de que se
origioam.
35
Acquisico e conservacSo das servidles. Di-
renos e obriga^Oaa que dellas resoltam. Ex-
tinccao das servidOes.
36
Usufructo, seu objecto e constitoico. Di-
roitos e obrigacOos respectivas. Extmccao do
usufructo. Qaasi usufructo.
3
Uuso e sua distincc&o do usuf ato; direitos e
ooriga^Ois do osoarie. Habaco.
8
Penbor, suas especie?, cbjecto e como se cona
titue e se prova.
39
Effeitos do peohor. ArjOes que nascem do
peobor. Extincco do pecbor.
40
Aotictarese, objecto, coo3titaic&o e extioc-
cao. Direitos e obrigacoes oriandaa da ail*
ebrese.
41
Hypjtheca, sai orig&m. cojecto e espe.ies.
42
Effeitos da hypjihaca, direi'.os e obrigagOes
que della resoltam. Iad.vidualidade. Extoc-
gada hypoiheca.
43
Publidade da bypoiheca ; preaotago, esf'e-
cialisfs'io e inacripcao. .
44
Emphy'.nse, seu objecto e divisao. Coaio
se consume e se prova. D:r itos e onrlgajes
do enpbyieota e do senttor directo. Exunccto
da empnytense.
44
^rescripcSo, seo funlaaeoto, eapeciea e re-
quisitos. Effeitos jaridicos da prescripclo.
46
Ia'.errupgao e renun ia da prescripcao. Pres-
erip(0es extraordioarias e anmalas.
47
Obrie;c0ea, suas causas e especLs.
48
Objecto e til itos dss obrigagOes. Obrigago
de dar, faze: e nao fazer.
49
Das madahdadea sol) as quaes se contrahem
as oor ;,.i,5es. OorigsgOes puras, coodieionaes,
a termo ecom clausala penal. Distin 'gao entre a
condigao e o termo.
50
Obrigagao nna e mltipla ; (..cnlia'iva, prin-
cipal e accessoria; caojaacta ou cumulativa,
disjuncttva e alternativa, primitiva e secundaria,
liquida e Ilquida, divisivel e iadivisivel.
51
Das obrigagOes solidarias.
52
Contractos, soaa especies e requesitos esseu-
ciaes para soa validade. Effeitos das coatractos.
53
Caobas qae inva'iam os contractos. Carador
da nullidaue em cala um dos casos.
54
Quasi contractos, suas especies. Delicio; e
qaasi delictos.
55
Con metas beoecos e onerosos; empeciese'
principios geraea que os regem.
56
LocacSo. eapeeie e suo-eepacies. Direitos e
ObngaiOaa do locaior e do locatario.
57
Sociedade. Parearla agrcola e pecuaria. Prin-
cipii s qu: Mgem taca oniracto?. Dos cootracics
ionominados.
No vapor nacional Irene, para Rio de Jaoei
ro, carregaram :
Amorim IrmSos & C, 65 pceos com 3,900
kiloa oe as ocar mascavado e 335 ditos com ..
20,100 ditos de dito oranco.
A e Stein & C, 488 meios de sola.
Nj vapor oacionalJfaranAoo, para Hanos,
carregon :
T. F de Mello, 10 barris com 920 litros de
agurdenle e 30 volames com 2,248 kilos de
assucar branco.
No vapor americano AUianca, para o Para,
car egou :
E Kinthacs, 80 barris com 4,500 litros de
agurdenle.
No patacho noraegnaose ELm, para Rio
Grande do Sal. carreaoa :
F. da Silva Lins. 300 saceos com 22,500 kilos
de aesnear braaco.
Na barcaga Correto Parahvbano, para Pa
rabyba, carregon :
J. Sooza, 2-0 caixas com 4.600 kilos de sa
bao.
Pauta da Alfaadeca
BSJfANA DB 21 A 26 DB N0VKMBS0 DB 1892
Alcool (litro)....... 520
Algodao em rama ikilo) .... 613
Arroz com casca a.-:, o) ... 90
Assucar retinado (silo) 500
assacar branco (kilo) .... 326
Assacar mascavado (kilo) ... 180
iagas de mamonas (kiic) 100
dorrachade leite de maagab. fko) K100
Cachaca..... .
Ionro3 seceos espichados (kilo) 560
Couros seceos salgados (kilo) .- 470
Couros verdes (kilo) .... 315
jarosos de algodio (kilo) ... 32
jarrapateira (sementes) (kilo) 100
:ac4o (kilo)...... W0
:af bom (kilo)...... 4*200
Jal re3tolfao (silo)..... 000
>6 moido (kilo)..... U00&
larnanba (cera vegeta1) (kilo) 400
Cara em ralas (ftllo). 640
Canoa (aguardes e) (li'ro) 343
Cal (litro) .... 10
'anana de mandioca ik b) r w>
lenebra futro)..... 300
raxa (sebo eaa rama ou coao) \kilo, 600
Fo'haa medicinaes de qoalqaer qaa
lidade (kilo)...... 200
Mcldj manque (Ilo) .... 166
ilho (kilo- 90
iemente de csrsanba (kilo) ... 45
sola (nieio) ...... 4 Stearina em velas (kilo) .... '|W?r
ratemba (ko)...... *0
raboas d amareUo em pr.inchOss
. lOOj
(dnua)
3?.i3adirasa53 pbi!aa
Htm H OVBlIBTO Jt i^.'S
lia 1 a 21
''..-. de 22
ATaMcsa
1 078:6434534
59:273*299
----------------* l,137:919r;833
Renda do Estado
9o dia 1 a 21
)-, e H
27 :.9553
14:318^891
i I0'.i;
285:71Ui44
1,423:633*977
Do da 1 a 21
lOBtB de 22
BEGIFE DfAIN-iGE
1.877MN
144*814
~2:02*714
l ida secgc da Al'andega de Pernambuco.
21 da Novembro de 1892.
O ebefe da seccao,
Manoel Antonino de C. Araaba
O tbeaooreiro,
Florencio Borain"r da Silva.
BSCEBEDO.UA DO ESTADO
Do dia 1 a 21 10':1W*065
dem de 22
18:389*01)2
11.53M067
movlmento do Porto
Navioi entrados no dia 22
Buenos Ayres [e escala13 dias, vapor
inglea Trent, de 1,699 toneladas, com-
mandante W. H, Milner, ejuipagem
103, car^a varios gneros; a Amorim
Irmlos A C.
East London (Af.ica),32 das, lagar no-
raegaense taroo, de 344 toneladas ca-
pitSo N. Ohen, eqaipagem 10, em las-
tro ; ordem.
Navios tahidos no metm? dia
Estados-UoidoaBarca norueguena: Ze-
mack, capitSo H. O. Rib, osrga assu-
car.
New.YorkVapor ingles Manuki, com*
mandante H. S. Bovey, carga assucar
e algodSo.
Rio-Grande do Norte Hiate nacional Au-
rora 2, mostr Manael Jos do tasci.
ment, carga varios gneros-
Soutbampton Le esoala Vapor in^lez
Trent, commandante Milner, carga va-
rios gneros
Mercado Municipal de S. Jos
O :!_ .-.mt-nto deste mercado no da 21 de
Outubro foi o seguinte : Entraran);
39 bois pesando 6 001 k;!oe.
332 kUos de peixe a 0 ris 6640
2 comparl. com marisco* a 100 rs. *200
3 ditas com camarOes a 100 rs. 30o
49 lugares a 2G0 rs. 9*800
8 amaoa a 200 rs. I*00
5 (lilas com feijo a 200 rs. 1*000
40 cargas de farinha a 20u rs. 80.0
15 cargas de milho spcjo a 200 rs. 3*0,0
cillas com froctas diversa 1300 r3. *
dus3 de arlendcim a 300 rs.
casacas com gailinhaa a 301 re. i
15 ditas com gerlm a 300 ra. 4foJ0
10 ditas com loaca & 300 rs. 3*000
uitas com milho verde a 300 rs. *
2 lites de canna a 300 rs. *600
9 dita le batata a 300 rs. 2*70
dits de laranjas a 300 r.i *
49 ditos com verduras a 300 re 14*700
ditas de banaua a 300 rs. *
74 ditoa com terinas Ir 29*b00
7 carga,; com galiiniaa a 500 rs. 3a0u
32 columnas a 600 n. 19*500
7 compartimentos com resseres
a 601 r. i*200
48 ditos com tesen las ce. a 600 re. 288C0
28 ditos de comidas a 700 r*. 19^600
11 dUoi '' BQtneifoa a 1* 11*000
8 ditos a 7 0 rs. 5*60
43 talhos a 2*000 8S*^
863*840
Rendimealo do dia 1 a 20 5 194*360
5.45S*2(#-
Precoadodia:
Game verde de 240 i tti rew o kilo.
SuC de- 640 a 800 -; i.Jem.
Careoiro da 800 a I i s dem.
c 400 a 480 ,;.a dem.
Milho da 380 a 400 res dem*
Falla i 800 a 1*400 I > "p
Vapores i isai?>s'
Mea de Novembro
Sul.......... AUtanca.......... 23
Europa....... Szechenye......... 23
Europa....... Montevideo........ 23
Sol......... Marahao.......... 2i
Europa....... Colonia........... 25
Sol.......... Pernambuco....... 25
Norte........ Jo6oo/oo........... 26
Norte........ Espirtto Santo..... 26
Sol.......... Aconcagua........ 26
(
.


I


>


Diario de Pernanibaeo Quarta-eira 23 Jo Novembro de .89J
mtm
58
Cntraclos accessorfcn. Fiaoca, was especies
e effoitf. Co fiadores. Solidanedaae. BeneHcio
de visSo e excussao.
59
Modos de exiiacfiSo das obri esluJj d: cada um d'elles.
Recife, 15 de Oulubro de 1892.
O lente ca'bedratico,
Dr. Aiolpbo Ticio da Costa Cirae.
ApprjTi o p-.'la CiogregacSo em sessSo de
4dtNjvembro do 1892.
O secretario,
B. A-agSo Paria Rocha.
PB06RAMMA
DA
3* cadeira da 4* serie
oo
Carao Jurdico
(S.^Ocs de ecoaomia poltica e direito anrnis
tralivo)
Cursa de Economa Poltica
(Nocea)
PROGRAMMAS
Introduc^ao
1.*
D.-Unico e objectoda Ecoaomia poltica. Suas
rei; c.5es com as demais setnelas.
2.
Da niaez?. Falsas necesidades e falsas ri
MP1H
3.
Das grandes divWees da e^ooomu poltica.
PRODUYgO
4.
Da pr.ducc.ao e seus factores.
5-
Dos agentes iutomes.
6.'
Do trabaiho e tua diviso.
7.
Das vantagens da diviso do trabalbo.
8.
Das cansas qoe pode influir na prodactividade
do tnbilho.
9.
Do producto bruto e do producto liquido.
10
Do capital:sua formacSo ; differentes espe-
cies de capital.
11
Do capital Uso s capital circulante. Machinas
sua influencia na produego.
12
Dj i Ju'.riae suas diversas especies.
13
D: influencia econmica d-s leis de succea
s.>.
14
Di _:;ociago para reoniao de capitaes.
DistribnicSo e circulacSo
15
Da distribuico e principios que a determi
nam. Renda, salario e juros.
(6
Da renda e theorias a r. speito.
17
Do salario e meios de rxelhorar Ihe as condi-
ces.
18
Das grves e eeus effeitcs econmicos.
19
Dos juros ; sua legiiiuaidadeLeis restrictiva,
da laxa dos juros.
20
Da troca. Da compra e venda. Do valor e
preco.
21
Di roe da e sua funeco econmica. Syste-
ma? monetarios. Moeda papel e papel moeda.
22
Do crdito ; sua natureza e influencia.
Das enees monetarias, commarciaes e indus-
iriac. Sua nalureza, causas e meios de as con-
jurar.
2i
Da livre troca. Tiuo eo a respeito.
Consnmmo
25
Do consumi e suas especies. Comommo
privado, consammo publico.
26
Do equilibrio entre a producn e o coosummo.
Fseuliiade de Dir dio do Recife, (5 de Outu
are dts 1891.(Asbignado).O lente catedrti-
co, D:. A. Ciodoalo ue Soaza.
Carao de direito administrativo
l.
SjC&o do Estado. Idea humana do Estado.
Esiaio oniverul.
2.
Historia do desenvolvimeato da idea do Esta-
do ;no mundo amigo, na idade media e nos
lempos modernos.
3.
Fim do Estado :falsa concepcio. concepcio
incompleta ou exaggerada, verdadsira concepgao
do nm do Estado.
4*
Noci de soberatiia. D; visto do3 poderes
antigo e moderno principio da divisao dos po
dere3.
8.
Sciencia administrativa e da admiohiraco.
Direito administrativo.
6.
Noticia histrica do direito administrativo,,
como ramo disuado aa sciencia do direito*
Sciencias auxiliares.
7.
Differengus e relacOes entre o poder adminis
trativo e os demais poderes. Governo e admi-
r.i'.r.Co.
8.
Inconvenientes das promiscuidades e accu-
mu ges de atlriDuicOes administrativas e judi-
cial.
9.o
Con lines essenciaes um boa orgsnisacSo
adninisirativa.
10
Cr.nUalieacao e rgimen que se lheopp6e.
Tute la admioislrativa. e em que difiere de cen-
tralisccao. Sdf governement.
11
Di cenUalisago sob o pinto de vita politico
tt J JllUl.-tiiUVO.
12
F nles de direto aJm nis ratvo brazileiro.
Organisacao almiolatraUva no rgimen monar-
cni: Uracio.o e contencioso administrativo.
Orgnisacio actual.
13
S.: ;j publico funecao publica. Funccio-
naros e empregados pblicos. Hierarchia
JojinlitratlVS.
14
P.iriiola dos aclos administrativos, suas deno-
mi -, s e caractersticos, desde es lempos co-
lon:;.:.
18
CoiiH otos. Suaj e.jpeci s. A' qcem com-
pet.: e a quem compete tuscital-is edecidil os.
vaotagens einconvenientes d'ua tribunal ce
KmF!ktc8.
16
Polica; sea divisao; carcter css&ccial e
fon-,5.3 principaes. Polica administra iva.
17
Asi's'.encia publica: principios e iffeit03; ai
reiics e deberes do Estado eoi materia de a?, la-
leoc a puolica.
18
D ii administrado* : -Nacionacs e estrangei-
ro3. Thorias a respeo. Direilos e deveres
de ti ;is eoutros. D03 ciadacs prop iamen e
dito
Administragaj Fedtral
19
Do 'i fideule da repblica, suas ul;ribu:des
adm -.rativas eresponsabilidades. T.ibnues
le o jolgMB.
20
Dos cuiaistros de Estado; suas attribui6es e
respoosacilidades no anterior e actual rrgimen.
Tribuoaes que os julgam. Dos outros auxilia
res da aiministre^o.
Da ac30 e cospeten ia da admicistrafiao fede-
ral com relacSo
21
Ao dominio e defeza nacional.
As sciencias e artes.
23
24
Ao pro^resso econmico.
Adminlsiracao estadal e manir, pal
25
OrcranisacSo admiaistrativa do Estados e suas
relacCes com a adminislrago federal e muuici-
pal.
M
A:tos facul'.aios e defezos aos E;tidos
27
Do municipio. Noticia histrica. O moni
cipio na America do Norte e em alguos outros
paizes.
28
Da organisagao municipal no antigo rgimen
e no rgimen actual. Servicos moniclpaes.
Faculdade de Direito doRec.fa, 15 de Ootubro
de 1891.
O lente cathedratico,
Dr. A. Clodcaldo ae Soaza-
Offeteso os mesmos programmas para o acno
de 1893.
Faculdade de Direito do Recife, 15 de Ootubro
de 1892.
O lente cathedratico,
Dr. A. Clodoaldo de Souza.
Approvsdo pela congr, gaco em sessSo de 4
No\embro de 1892.
O secretario,
B. Arago Far.a Rocha.
PROGRAMMA DE ENSINO L'A
4* cadeira da 4.' serie
DO
Curso Jurdico
rara 189 3
1
P.ocesso. Especies de processo em relami
a sua forma. Ordem natural e civil do pro
cesso.
commerciaes.
commerciaes
moda3 da t-
Procseos preparatorios civis e
3
Processcs preventios civis e
Gitagao, suas especies diversas
tagao. Requintos da citago.
5
Uel* de defesa. Conteslagao e suas espe-
cies Modos ci contestar Lliscontestac&o.
6
Excepgao, saas especies. ExcepgOes ?dmis-
8ivei8 no processo. Tempo e ordem em que
devem str propostas.
Processos das excep;6es em eral.
8
i Processo especial da excepgao de suspei'cao.
Suspegao opposta pelo Auto.'.
9
Ditagao probatoria, suas especies. Praticu
das dilacOes.
10
l'.-ova, suas especies. Tempo em que a pro-
va deve ter prodasida. Meios de prova.
11
Instrumentos suas especies. Extens&o da
prova resultante das diversas especies de ios-
trumectos.
12
Conti83ao, seos requisitos. Modos de confis-
so.
13
Juramento, suas especiesCaeos em que sao
admissiveis os juramentos. Requisitos delles.
TestimuDbas, so&s especies. Processo da
nijuirigao das testemanhasPresumpgOes.
15
VistoriaArbitramento. SeUB processos.
16
Allegares finis. Sen tengaSuas especies
e requisitos
Processo ordinario, sea corso. Addijio
emenua, mudacca e excesao do pedido.
18
Processo sammirio em geral.
19
Processo sommarissimo no juizo de Paz
20
Prcceescs especiaos, commuos ao fo/o civil e
commercial.
1.' AseihOac&o de dez das.
21
2.- Deposito.
3.* Remissao do penbor.
4.' ExcdssSo do peobor.
22
Processos especiaos no foro civil.
1.- Interdictos possessorios.
23
2.- Numerac&o da obra nova e seos nadantes.
24
i: Despejo de predios urbanos.
4 Deaproprlac&o.
25
i: Demarcaclo.
56
Eiecucao criminal e eus incidentes.
57
Processo do perdi e da prescrlpgao.
No desenvolviveuto dos programmas deve se
fazera comparago com o processo federal e a
respectiva prova pratica.
Reci'e, 15 de Oulabro de 1891.
u lente cathedratico,
Dr. Augusto Carlos Yaz deOliveira.
Approvado pela Congregago em sessao de 4
de Novembro de 1892
O secretario,
Balitado Aragao de Faria Rocba.
Devo^jao de Nossa Senhora
da Concei^ao, a cargo dos
artistas, erecta no conven-
to do 3armo.
2. CON vocAgio
De ordem do nosao irm2o juiz coevido
a todos os nosBoa irmSos ama reuniao de
assembla geral, no dia 23 do, corrente,
as 5 horas da Urde, afim de tratar-:e de
negooios de interessa da nossa devoyao.
Secretoria da devocSo, 21 de Novem-
qro de 1892.
O secretario,
Alfredo Lucio de Castro.
Banco Po-
P
mar
Mudou se para ra do
Bom Jess n. 64, bairro
do Recife.
26
6.
4 jostica federal.'
22
Inventario parlilba e seas incidsn'.es.
27
7,' Abertura do testamento.
8.- Reduccao a ptblica forma.
28
Processo especial no foro commercial.
Fallencia eseus incidentes.
29
Processo executivo em geral e final.
30
Processo arbitral.
31
Incidentes do processo:
!. Reconvenci.
2* Autora.
32
3.o Cpposigo-
4.* Assistencia.
33
5 Renovacio da instancia.
6." Habilitaco.
34
7. Caugao.
8. Fiaoca e custas.
35
9.* Artigos de falsidad>>.
10. Alicatado.
36
Eieotgao da sentenga.
Acics preliminares da execucSo.
37
NoraeacSo de bens. Penhora.
38
Avuiiago. ArrematagJo. AdjudicagSo.
39
Embargos do executado.
40
Incidentes da exe-ngao :
1." Embargos de terceno.
41
2.' Preferencia.
3. RtUO.
Co ipanhia Exportadora de
Alcool e Agurdente
Segunda chamada
Por eliber ,gjo da directora desta compaobia
sao convidados os seobores accionistas a reili-
aarem a segu da entrada t. capital razSo de
5 0/n oo 4000 por argao. at o dia 30 de Nx>-
venb-o correte, das 10 horas da manha s 3
da larde, na roa nova de Santa Ria n. 57, de
vendo os mesmos senbores apresentarem os pri-
mitivos recibos para serem substituidos pelas
devidas camelas.
Recife, 1 de Novembro de 1892.
Jos Joaquim da Costa Mala,
Presidente.
O coronel Jos Joaquina Antunes, vice pre
siden'e do conceibo municipal de Olinda, man-
da fazer publico a quem possa interasser, que o
mesmo conceibo resolven em cumprimento do
art. 26 da lei n. 52 de 3 de Agosto do correte
auno, proceder a eleig&o de doai juizes de dis-
tricto e seus supplentes, oo dia 5 de Dezemhro
deste anno, em sessSo extraordinaria, que lera
lugar s 10 horas do dia do pago municipal,
tendo o mesmo concelho resol vido dividir o mu-
nicipio em dous distnc os.
Sala das sess '8 do concelho municipal de
Olala, 16 de Novembro de 1892
Cicero de Vasconceilos Cesar,
! secretario.
Livranr;as impresaaa, canto.
Leite, litro.
Limilo doce, um.
Liza de differentes qualidades, folhas.
Lavugem e concert de roupa, pe^a.
Livroa pautades para pharraacia com 200
folbaa. um.
Oitoa para reca.tuano oom 200
idem-
Ditos para almozarifado com 200
dem.
Oitoa de papel carro com 200
idem.
Ditos de dito oorone com 200
idem.
Ditos de diti almasso com 100
' idem.
MacarrSo, kilo.
Manteiga iugleaa de primeira qualidade,
idem,
Milbo miado, idem.
Medicamentos para .avaluada, camero.
Mata-borr5o, folba.
Marmellada, kilo.
Maiaena, idem.
Mappa geral de dietas, cento.
Dito parcial de ditas idm.
Dito de movimeato diario, idem.
Dito de pharmacia, idem.
Dito mesologico, idem.
ulbas,
folhas,
folhas,
folhaa,
tolhas,
Empt estimo emitlido pela
lompanhia Promotora de fndostrfas e Melhoramentos
O 4o Sorteo
Ter lugar a 31 de Desembro de 1892, sendo o maior premio de 25.-O00(50O*
o'LJZ8 ri8 2:000i000' *:OO0OOO, 50O.J000, aOO,^)^, OO^OOO, 50.5COO, 400000!
Pre^o de cada obrjga^a 20^000
Roga se ao 8rs. possaidorea de obrigacSea a virem recebar os premios do tat-
oeiro sorteio effoctuado a 30 de Setembro ultimo, bem como os jaros dos trimestres
vencidos no escriptorio r?B Companhia a ra do Torre n. 42, 1." andar.
Estas obrigacCes acham-se a Tanda nos seguintos estabelecimentoa : Banca
Popu'ar a raa do Imperador n. 22, em casa dos Srs. Martiaa Fiaia & C a roa da
Crespo n. c
23
Ovos, um.
Recursos :
1. Emoargcs.
2.a Appell-ao.
3.' gravo.
4* Rev ata.
Acgao res noria.
43
43
44
4$
Nuldadea do processo.
46
Ferias. Cusas.
47
Inquerito policial.
48
FormacSoda culpa noacir.o- communs.
49
Fo mago da culpa aos crlmes de responsabi
lidade uos emregados pblicos nSo privegi-
dos.
50
ForojagaoTa culpa nos crimes communs e de
respoosabilldade dos funecionarios pblicos pri-
vilegiados.
51
Prceaeos especiaes :
!. Termo de bem viver.
2. Termo de segoranga.
52
3 o Flanea.
4. Habeas cor pus.
33
Preparativo da aecusagaoe seus incidamos.
54
Juramentos defloiiivos
Recursos crimes.
55
Tli-isouraria ie Fa-
zenda
0 Conselho para fornecimente de g-
neros s pracaa, forragens a cavalhadas,
dietea ao hospital militar, recebe propos-
tas, nc dia 2,9 do corrente s 11 horas da
manhS na Qaartel General do commasdo
do 2 dutrioto militar, onde funeciocar
pura contratar o foraecimeato de taea g-
neros e nuis artgos, oocstantes, da rea-
co infra, durante o 1 semestre do anno
vindeoro.
Arros pilado, kilo.
A'sucar refinado de superior qualidade,
idem.
Dito dito de Ia qualidade, idem.
Dito dito de 2* qualidade, idem.
Dito dito de 3* dita, idem.
Alfafa, idem.
Araruta, idem.
Amaizas pasudas, idem.
Ale tria, idem.
Agurdente de canna, litro.
Alvaiade, kilo.
Altas impressas, cento.
Aceite dooe de Lisboa, litro.
Bacalhaa de Ia qualidade, kilo.
Batatas inglesas, idem.
Bolachas, idem.
Bisooutos, idem.
Bolachinhes, idem-
Borrachos, um.
Baizas impressas, cento.
Banha de porco, kilo.
M em grSo, idem.
Dito moido de superior qualidade, idem.
Cha verde Hyaon, idem.
Dito preto dito, idem.
Cognac fine Champagne, litro.
Carne secca do Rio- tirando, kilo.
Dita verde de vacca com osso, idea-.
Dita dita dito acra osso, idem.
Dita dita de carceiro, idem.
Dita dita de porco idem.
Capim 'em feists, de 3 kilo^ra-naia?,
kilo.
Cravos, cento.
Cannetas finas, duzi*.
Ceatsneiraa pr (ffic.oa, urna.
Certificados de obitd c-jat".
Carv3o vegeta), barrica.
Dito cuk>, kilo,
Cort3 da cabello, um.
Csl preta, kilo. .
Dita bianca, idem.
Encadern: ci. do Diario Official por tri-
mestre, v. I ames.
Dita da ordena do dia por anno idem.
Enterro por cavalio, um.
Eivcfcppes, para cffic03, cento.
Ditos para ditos com C,,,,22x0,m09, idem-
Ditos para ditos com 0.35,m5,m24, idem.
Di'cs pera ditos, com 0,m34x0,m12, idem.
Ditos para ditoB, com 0,4CmxO,m15, idem.
Farkha de si-pcrior qualidade, litro.
iJita fina de Ia qualidade, idem.
Feija i preto ou raalatinho, idem.
Frango, um.
Fruct.s (duas lamajas ou duas bannr-
nas), duas.
Figoj paseados kilo.
Ferradura, urna.
Qoib'da em lata. kilo.
Grampo3 de m9tl ne. 1, 2, 3, 4 e 5,
cento.
Galliuha, urna.
Gomursa Ucea, kilo.
Lerha da matta em achas de metro;
auha.
Lapes Faber n. 2, dnsia.
Ditos dito n. 3, idem.
Ditos de daas cores, idem.
I
kilo.
Oieo de linhaca, caada.
Peize, idem.
Pao, kilo.
Papel roseo timbrado para officios, resma
Dito almasao pautado de primeiras qua-
lidade, idem.
Dito liso, idem.
Peonas Perry, caiza.
Papel de 50 liaha> para mappas, tolha.
Dito de 50 ditas para ditos, idem.
Dito pardo de iinho, mSo
Di'3 de 45 linhas para mappas fol -a.
Passas, kilo.
Peize, idem.
Phosphoroa de segurarla, mago.
Pincel de caiar, um.
Papeletas impressas, cento.
Pasta com lombo e ponto a couro para
archivo com 0,m25X0,m36X0,ml4,
ame.
Dita, dita, dita com 0,ni24XO,m32XO,m
12, idem.
Dita dita dita com 0,">25X0,,n36X0,m09
idem.
Dita dita dita com O,m18X0,'24XO,"06
idem.
Dita dita dita com 0,"36X0,m25X0,m4
idem.
Queijos de Minas idem.
Sal idem.
SabSo a mar el lo kilo.
Sapolio um.
Sanguesugas applicadas aos doentos do
hospital e aos ezternos urna.
Seocante kilo-
Tinta sardinha garrafa
Dita escarate iStephenst frasco.
Toucioho de Minas kilo.
Tinta Blue Black boiSo.
Dita carmn fr ssc
Talar m k lo
ijollo para .
ioagre tinto .
Vales imprcaos uarios cento.
Vinagre branco litro.
Vinho do Porto de superior qu al id ..de
idem.
Dito dito 'e 1.a ouai dsda idem.
Dito Ftgueira idem.
Va8soaras de pia.sava duzia.
Ditas de cera kilo.
Zar-cao idem.
Velas etoile maco.
Abobora amarella
Batata doce, aipim ou cara
AeriSo ou outra especie
^Couveourepoho
Albo secco e louro
Cebla de cabera
Temperos/ Cebolinho e salsa
iPimenta ve-de
'Tomate, fructoou massa
CondicSes
1.* Todos os gneros serSo de primeira
qualidade e os fornecederes deverSo satis-
faeer os pedidos dentro doa prasos mirca-
dos nos respectivos contractos, entregando
os gneros nos qaarteis e hospital, e de-
positardo na Thesouraria de Fasenda urna
quantia como caugao, que s r arbitrada
pelo conse.'ho de fornecimento.
2.a As propoetas deverSo contar a de
claraySo ezpiessa de sujeitar-se o propo-
nente multa de 5 q|0 da importancia
que montarem os nmeros dos artigos que
forem aceitas, Be deizarem de compareeer
para assignar o respectivo cont.net) den-
tro do praso que Ihe for marcado pelos
jornaes.
3.a S poderSo concorrer ao forneci-
mento os candidato: que se habilitarom na
forma do art. 18 do decreto n. 7685 de
6 de Man t> 1880.
" 4 a Oa foraeuedorcis -er8o abrigados a
fornecer goneros nos i fficiaes dos carpos
arregimentados p?!oi pryos de sea con-
traeta, meiiftri veles por ellea assignados
e rabnoadoa pelo fiscal, devendo perm o
foraeoimeota mensa! nao ezceder a im-
portancia da respectiva etapa.
5J Da falta de fiel cumprimento de
qulquer das obriga$3es c^ntraLidas, os
iornecedores, ficarKo snje-tos a pagar a
multa de 25 [0 do vi or dos fonerr artigos regoitodcs por m qualidade ou
nSo recebid.os era tempo, obrigando-se
alm disso a substituiem-no ou a pagar
incontinente os quo ferem comprados
pelea corpea, sob peta de multa de 10 (e
do respectivo valor.
6a Os c:>Lurrentes eSo obrigados a
a^jreseritir a amostras d:s gneros ou
artigos que forem julgados precisos pelo
conselho.
7.a As propoetas serSo apresentadas
;om duplicHta at s 11 horas do referido
da, das em presanca dos propooentes.
8.a Os fornecedores que requererem a
reBoiso do contracto e forem attendidos,
fioar2o 8bjeitoB a malta de 10 fa sobre o
total do foraecimeruo d) e -mestre ante-
rior.
9.a Finalmente, nao sarao aceites as
propo8t*s qae contiverem trtigos nSo
mencionados neste edital, com titnbem
aquellas cujos precos estiverem sujeitos a
abatimento ou descosto, por isso qae os
mesmos precos devem ser invariaveie.
Ti?e8ourana do Fazenda do Estado de
Pernambmo, 16 de Novembro de 1892.
O inspector,
Alezandre de Sonta Pereira do Oarmo.
Santa Casa
Casas para alagar
Na secretaria da Santa Casa alugam se as se
guinles casas :
Raa BarSo de S. Borja n. 3, casa Ierres.
dem do Borgos n. 27, idem.
dem do Amorim n. 64, idem.
dem do Vigario o 22. 2- andar.
dem do Burgos n. 2, casa terrea.
dem do Dr. Ivo Mequelino n. 9, pre lio de 1-
indar.
Becco do Abren n. 2, 4- andar.
Companhia de Tecidos de
Mal ha
De ordem da directora, convido os eenbore?
accionistas desta companhia a realisarem a 3*
entrada de 10 V/q do capital eubscripto oa 204
por aeco, ste o dia 10 de Derembro prximo
vindouro, no escriptorio do thesoureiro da mes-
ma, ra 1* de Marco (amiga Crespo) o. 7.
Recife, 10 de Novembro de 1892
Alfredo A. P. Fragoso,
Director secretario.
Thesouraria de Fa-
zenda
Recolhiento de olas
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector,
fago publico o edital abaizo transcripto, da
Inspectora da Caiza de AmortisacSo.
CalXA DE AMORTISACO
Fea Be publico, para oonhecimento de
todos, que a junta administrativa desta
reparticSo, em sessSo de 4 do corrente. re-
solveu prerogar at 30 de Junho de 1893
o praao marcado para o recolhiroento das
notas do Theai uro de 1005 e do 5000,
da 5.a estampa em cireulacSo e bem assim
a requonmento do Banco da Republico
dos Estados Unidos do Brasil, prorogar .
recolhimento das notas que foram empres
tadas ao ex ti neto Banco dos Estados Un i
dos do Brasil e ao Banco Emissor do Sul
que para elle passarsm e dos bilhees que
foram emit'idos sobre base metalliea pelo
Banco do Brasil e coja substituicSo fcou
a cargo do da R-pubcs, todos os quaes
ficarSo sem valor ri nSo forem apresenta-
dcs ao troco no praso ora prorogado.
Caiza de Amortisaclo do Rio de Janei-
ro, 5 de Novembro de 1892M. A. Gal
vSo.
Em 18 de Novembro de 1892.
O 2. fsc pt.i5tiio.
J. Hermogenes de Oliveira Amaral.
THEATRO
umjsiM.
Companhia lynca iial'ena
Empresa Sansone & C.
AMANHAN
Quarta-feira 23
Recita extraordinaria
Aviso
Os Srs. assignantes te rao preferencia
aos seus lagares para eBse espectculo at
boje aa 2 horas da tarde.
Presos alterados,
Estrada de Ferro
Conde d'Eu
A Superintendencia d'esta eBtrada re-
cebe, em seu escriptorio, propoatas em
cartas fechadla a o dia 30 do corrente e
centractar com quem nielhorea vaota-
gecs offerecer.o fornecimento denSo menos
de vinte mii (20;?000) dormentes das ma-
deiras, aroeira, baraja. getahy, pao d'ar-
co, pao ferro, pao santo, s uruagy, coraglo
do negro, juca, jatob, oiticica o peroba
6 "m as dimeniSes seguintes :
Cumplimento am metro e o;'cnta e cio-
(lm85) centimetros, largura vinte (20)
ntimetros e grcasun doa i 12) centi-
etro
Os dorr.jates deverao ser todos d'nma-
1 era quinaviva e postos em qual jner das
ta^Sas da au.n estrada.
gfCenvida por tanto, a qaem ijlsreasar
possa a enviar san proposta at o referida
hya.
Escriptorio da Saporintendffn.-ia, Para-
d ba, 17 de Novembro de 189.'.
J. P. H. Drummond.
Superintendente.
Real Consulado
THEA1RO
^"nta Isabel
..
Comp .nhia lyiica italiana
H0MENA9EM A C GOMES
Empresa 6- Sansone
Quinta-feira 2 4
Beneficio da Sra.
C CB8CATI
CBMEN
Os Srs. assignantes tem preferencia at
hoje ao meio dia.
___________________A's 8 1,2 horas.
Aviso
Sao convidados os Srs. possaidores de
caucSes que por mea inteemedio recolhe-
rem joias no Banco Popular a virem pro-
rogar ou resgatar as cauches vencidas
at o dia 5 de Dezembro do corrente
anno sob pena de serem vendidas confor-
me determina o artigo 2- das condeces
do dito Banco.
Recife, 2 de Novembro de 1892,
Luis Vernet.
THE GR EAT WESTERN OF BRAZI
R. Co L
Aviso
Pelo presente sSo convidados os Srs*
accionistas a virem receber no escriptorio
central, a vigessima stima distribuico
das cautellas de jaros correspondentes ao
semestre fiado em 30 de Janho de 1892.
Recife, 21 de Novembro de 1892.
J. H. Cmwtty.
Superintendente
Derby Club de Pernam-
baco
C.nvida-se toa seobores possuldo-es das ac-
jbes preferencai's desia sociedade a viren re-
cebar os juros correspondentes ao quin'.o coa-
pon.
Secre'aria do Derby Club de Pernambuco, 1S
de Novembro de 1892.
O thesoureiro,
Joaqcim luiz Teixeira.
Estrada de Ferro M de Per-
namboco
Hn rarlo para trena de carga*
De ordem 'o Sr. Director Eogeobelro em Che-
fo fsco publico qae, do dia 1 de Desembro
prximo futuro em dlante vigorar n'esta estra-
da, para os trena de carga, o horario fegnlnte :
da Dina-
marca em t'ernambuco
O abaixo isBigoaoo, pr ordem do mmibiro
da* negocios eatrjngeiros da Dinamarca, convi-
da quelles que quize.em ap*>>Sentsr se como
:-iGdidat08 dete consulado, ora mandar suas
Oes ao meyno ministro em lempo cue
pesas cbfgar f-m Ccperhsgen an'ea do dia 15
le Dezembro prximo.
O consol nomeado t< m de Mtceitsr quae^quer
modiScaces que o governo de S. M. o Re jul
?ar conveniente fazer, quer dos direitos consu-
lares ou do do dislricto ao consolado.
Pernambuco, 19 de Novembro de 189J.
Gibson Reilles,
Cnsul interino.
BBtSXtfSBS G. C. 1
T ARDB 11ANHA
i ESTAgOES
co O es 10 co a ni 3
-s3Hsl leo BO s m
U O. 8 &
Una .... 130
Boa Sorte . 1.55 2.C0
Calende 2 25 2.40
laaueira Colonia 3.20 3.25
3.33 3.38
Uarayal 3.52 4.00
Barra . 4.30 4.35
Pery-pery S. Benedicto . 4.45 4.50
5.05 5.10
Juipap Agua Branca . 5.45 6.30
7.05 7.10
jiicerio. . 7.24 7 30
Canhotinho (*). 8.1'S 8.30
Angelim - 9.1C 915
S Joao. 9.5C 9.55
Garanhuns. 10 45
C 2 C 2
ESTAgOES MAN- HA MANHA
CO o a a etj -3 S
00 3 fefl
a ( E
.a u (0 U &
Garanhuns. 1.01
S. Joao. 1.45 ! n
Angelim . 223 2.28
Canhotinho. 3-10 328
Gliceno. . 1 00 4.05
Agua Branca . 4.20 4.21
Quipap . 5.45 8 00
S. Benedicto . 621 6.2t>
Pery peiy . 6.10 6 45
Barra .... 6.56 7.00
Marayal 7.30 7.35
Colonia 7.49 7.53(
jaqueira . 8.00 8.05
Catende . 8.41 8.56
Boa'.Sorte . 9.20 9.25
' . 9.50 .....1
() Craza.com o P 2.
Secretaria da Estrada de SFirro Sul de Pe--
nanbuco, Palmans, 21 de Njv.mbro de 1892.
O Secretario.
Fi(a/iano P. Ribeiro de Souza.
Costuras do Arsenal
n de Guerra
De ordem do cidaSo major director frsie
arsenal, distribae se costuras nos das 2fc, 25 e
26 som s cosirreiras posnidoras das guias de
na. 851 600, de conformida;e com as rrdens
em vigor.
Secjao das costuras do Arsenal efe Guerra do
Estado de Pernambuco, 23 de No rembro de 1892.
Flix Antonio de Alcntara,
i Tenente adjunto.
I
1
-
. '


-' '



Diario de Pern^bueo Quarta-feira 23 de Novembro de 1895
MNMMlIMMMMHMKn*^-i-1M-HMMHHHHWH
PUADO
L
EILOES
Agente Pestaa
Leilao
de exaraes l* V1
graos e Titulo* para 3" grao em bom pip l.
nitida Impressao e pregoa dimiontoe ; encoa-
tram-se renda oa
LIVRARIA FBANCEZV
Riia Primeir o d- Margo q 9
Nao tend realisndo o 4' o 6
ccrrente, ficam abertos os^seguintes :
Harmona1250 metros
250'00 D*ra o 1 5
pareos da oorrida que ter lugar no dia 27 do
Premio
3
-Animaea de Perotmbaco e punja
p*ra o 1 BUfMO* para e 2' e 25(5000 para o 3
SlippTemeat re-------800 metrosAnimaos de Pernambaco quenco
Irtafm ganh> premios em 1892. Premios 200)5000 ao primeiro, 40(5000 ao Beguo-
do e 205000 ao terceiro. j
OKERVACUES
De accordo- com o art. 5. do eodiga de
admittidcB i -serio$9 3 aaimw; Attlante, Petropoh's,
pareo BupDWmentaVe* o animal Maranguape.
A neeripeo encerrar-a:-ha boje 23 do corrate a 3 horas oa secretaria do
Prado Pernambwiipo, a ra da I nperatrie a. 26, 1'andar.
So-cLaria do Prado Pemambucano, i de Novambro de ly.
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes Ganches
corridas oto' podarlo aer
Despota 2 e Bonina, e no
Ds cabs terrera e sitio abaizo declara-
dos, livre e desembarazaos, todas de
pedra e cal.
Qmrta leir?, 23 docorrente
a- 19 horas em ponto
No armvm a Iravessa do Corpo Sano
n. 27
Urna ttw lerwea'sita a liba o'oReliro oa Pas
sagem da Mag'aK-na n. 10 C cera 30 palmos.de
(rente e 70>ue fon os lereno propric, com 8
qoaric, quintal murado com portao ao fundo,
nodo o segundo quintal com excedente vivelro
e diversos ps de coqueiros, aga* encanada di
CoarpaobU de Beb-m>e, em-boaa estado de con-
arrvnga.), oceupada jel Sr. capitn Izidoro de
Halias.
Urna dita n. 10 B con'ig'-a a casa cima, com
30 palmos de frente e 7 de fondos, com 8 qnar-
tos, quintal murado, portao ao fundo, tendo o
o segundo quital diversos pea de coqueiros,
com agua eoc?oada
Um grande sitio cem daas caas ns. 103 elO,
a rea de S. Miguel em AfogadoB com diver.a-
arvo es fru tif- ras, muitos coqueiros dando fru
cto, divi ;-ndo pelo poente com o sitio e olaria
qoe foi do finado L'sbna.
A pg? ole Pestaa vender sera reserva de pre-
go e a quem ma;a der as casas e sitio a inia
mencin idos
Precisa se de atea criada estrsngejra, de
meia idede, p*eferindo ee p ring- eza ou alie
ia, de b ns costumes o que sirva especialmente
para coi Jar de criangao '!e arrmar quartos ; a
tratar na -oa do C >ramorco n. armaxem.
'i be
Mana Candida Leal Lovovseua fi bus e ora, o
Viseando da Silva Lo jo e soa familia, agrade-
cer a todos os seos prenles e amigos que asis-
liraui ds mss38 do 7* dia rio pastamento de sen
presado esposo, pai, so_'ro, genro e prenle
Jos da Silva Loyo S b-mbo e de novo osconv.-
dam a assisr as que or alma do mesmo fina
do mandam rezar na V reavel Ordem 3* de S.
Francisco pel.s 8naraaasa macha de 23 do cor-
rele, trigsimo da do sea passamento, pelo
que desd< j ap-eseniam oa seu sinceros agra-
decimentos.
O guarda-mr da Alfandega de erdem
do cidadao Dr. inspector, e de accordo
com as attrbuicoes que Iba coafere o 2-
do artigo 342 da oousolidaeSo das leis das
Alfandegas e Mezas de Rendas, determi-
na, para a boa regalaridada do servic^,
que todo navio que demandar com xarque
es'e porto, fondear no logar qne Ib f-
designado no aeto da visita pela A'faade-
ga. incorrendo na multa de que trata o ci
tado paragrapho todo e qualqoer capillo
3ue discrepar da rigorosa observancia
est. crdenf.
O guaida-mr,
Oarr.a Malcher.
P.r esta repartido se faa publico de
ordem do Sr. Qestor Policial, qae foram
app-ehendi'os no Limoeiro, em poder de
Thoreza Mara de J^-sus, noiva do gatuno
M. Raymundo da Silva, oslsegointes ob-
jectes: um bab, um chapeo, urna manta,
dous parea de meias para menino, dous
costme de casemira, dous coletea, um
frasco de ebeiro, duas cobertas, urna col-
cha de seda, um len;o e daas fronhas.
Qaem so julgar com direit-j a tae ob
jectos, apr^sento-se re clamando-?, me-
diante documentos probatoritB de i&giti
m> dominio.
Secretaria da Queatura Policial, em 22
de Novembro ce 1892.
O s-cretJrio,
Ahora Jefierson Quedes Fereira.
Thesouraria t Fa-
zenda
Snbslltoi0-- de spliC2s
De crdem do Sr. Dr. inspector e de
conformidade com o art. 108 do regnl?-
msnto de 14 de Fevereiro do 1885, faco
publico para o* fios conren!e"teB que o
Sr. Francisco OoUviano de Arruda Cma-
ra, tendo se extraviado ou perdido soa
apolice da divide publica n. 181.6 6 do
valor nominal de 1.000*000 de jaro de
5 -i., emittida em 1869, requer ao g-
verno a substituido da moama apolice.
Em 22 de Novembro de 1892.
O secretario,
J. Gomes da Silva>
Este vapor entrara no porte
r\o aporee desta linha, qoeiram apresentar dent-p
ie 6 das, a contar do da descarga da? alvaren-
^as qaalqner reclamago cooceroente a volme;
]ae porvemora tenbam seguido para os porto
io sol, afim de se poderem dar a lempo as pro-
cidencias necesarias.
Expirado o referido praao a companbia B*r.
9 respdcsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passagsiros.
aura os qnaee tem ezcellentes accommodacOes
i trntar com o
AGENTE
Augnsle Labille
9RA DO COMMERCIO9
The (Jaittd States and Bra-
zil M. S. S. C.
3 vaporinglez Hondo
E' esperoao nos
porlos do norte
no dia do Nj
,vembro,segoiodc
depots da demo-
ra "e;essaria para
Baha, Rio de Janeiro c n os
Para carga, passagens, eocommendase di-
eiro a frete trata-se com os AGENTES.
O vapor JUlianca
E' eaperad dos portos do Sul
ateo da S re No-emb-ose-
BTrn-fo a pow da demora indis-
_ >eu3avt>
Para, darbdos, S T^omaz e New York
Pira carga, passagens, encomiaul-j-j di
nb ;-o a frete : trata se coDi 8
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do (7ofn"Wrc,'o8
1 andar
buco
Pelo presente sao convidados os Srs.
ac-ionistas deat Baucj a reanirem-se em
sssembla geral extraordinaria ao meio
dia de 5 de Detembro prximo, afim de
tratar-se da reforma dos Estatutos e pro-
ceder se a eleicao da nova directora.
Hecile. 22 do Novembro de 1892.
Jos A. Rodrigues Lima.
Director secretario.
Thesouro do Estado
Periaiubaco
De ordem do Sr. Dr. inspector desta repart:
cao, fago publico qa encerram se deQaitivsmiQte os pagamen o-. vencimentos dos fuaocioijarios es aiuaes, relati-
vos ao? mez de '"'utu-ro prximo findo, devendo
portanto, aquelea que deixarjm de receber nos
das desgnalos na tabell.i, comparecerem
tbeaonraria desta rep^rtigao, das JO oras da
manha as 2 da tarde, afim d serem p'gos.
Pagadoria do Tbesoaro do Estado de Per na m
buco, 22 de Novembro de 1892.
Servinlo de escrivo,
Eoaminondis de Vaacoocellos.
MARTIMOS
MC 8tNl 1SHI!S3 m-
STRAITSOFMAGELLLN LTNE
O paquete A concagna
E' esperado dos
porlos do sol al c
i'iA SO o'e No-
de
vemero aeguiocio depoU da moa para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaos e SPlymouife
Para carga, padaageiros, encera.?^.- e d-
noeiro a freie trata-su con: os
Wlsoft,.&m IC LmM
10-RA DO OMMERCI)JO
fCBAROERS REUNS
Campanbla. Frasnei
DS
^favegaeo por
Linha quinsenal eotre o Huvra, Lisboa,
Perobmbuco, Babia, itiv d? Janeiro
Santo.
O vapor Colonia
Commaudan e Lenormand
E; esperado da Europa at o
'dia a do Novembro, seguindo
(depois da demora aecesaaria
para a
Baha, Rio de Janeiro e Bantoi
I k I K V

ftieccSo de naregaei4
DA
CPREZA DF. OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O paquete Maranho
Com mandanta Guilherme de Castro
E' esperado do;
portos do sul att
ia 4 -ds Mo
'vembro sfuindo
depoia da demo
'a necessrna para
Parahyba, Natal, Cear, AmarracSo, Ma
ranhao, Para, Qbados, SanUrm e Ma
naos.
As encommendas sarao recebidas at 1 hora
ia tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
?o largo do Corpo Santo n. 11.
Para passagens, carga, encommendas e va
lores trata-se com os AGENTES.
PORTOS DO SUL
O poquete
Pemambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado do Rio de Ja
neiro at o dia S de No
vemL o segoindo aepois da
demora nec* asara para
Par&hyba, Natal, Cear, Ama-racao, Ma
ranhao, Para, Obidos e Manos
As encommendas serao recebidas at 1 hora
la tarde do da da aahida, no trapiche Barbos.-
io iarj-o do.Corpo Santo n 11.
Para carga, pzzszgzzz. encommendas e i
neiro frete : trata-se cornos AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paque.e
Espirito-Santo
Commandante Florindo F. Dias
E' esperado dos portos do
nortate o dia *a de No
vembro segu r-Ou .epois ds

ttaoeio, Bahin, Espirito-Santo e Rio de Ja-
neiro
Becebe carga a baldear no Rio de Janeirc
para Santos. Canana. Igape, Paraoago. Anto
aina, S. francisco, Ilajahy. Santa Catharina, Bio
Sranle io Sul, telotaoe Pono Alegre.
As encommendas serae recebidas at 1 non
w tarde to da a sabida, no trapiche Barbosi
a -it i do Corpo Saalo a. i.
K AO'. fc?. c>rregadores pelajos a soa attenc?o
. :a >; claoBla 0 dos coahecimentos, qoe :
No caso de ba-a,- aiguaia reciamego conir: a
coupancia, por evaria on perds. deve sor feu
por -jjcfipto ao agente respective do pari o
de .carga, rteut/o ae tres das decois d final'.
sala.
Nao procedendo esta formalidade s companbU
fi -a isenta de toda a responsabilidade.
irara possagenc, fretes encommendas tr -
ta-g com os
AGENTES
jPereira Caineiro& G
6'mmRuc do Commereio^e
1' andar
Leilao
De importantes movis, um excellente pie-
no de Henry Herz, quadros, jarros, r>
cos cortinados para janellas, louca de
porcelana, cristaes, diversas palmeiras e
crotons
Constando d erra importante mobilia de no-
goeira, encono de palhinba, com 18 cadeiras de
goarni8o, 4 ditas de brajo, 1 sofd e 2 durquer-
qoes, 1 excellecte piano com pouco o?o, ao fa
brlcante Henry H -z, 2 bonitos espelbos para
cocsolos, 1 cadeira para piano, 1 estante para
nrosica, 4 isoladcres para pianno, 2 qu~dros com
passsgens, i etapers de cbarao com figorss, 10
pares de cortinados para janellas. 1 grande ta-
pete avelodado pora s; f, 2 pares de escarradei
ras, diversos cufeites para sala e esleir para
forro de .ala.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 tcilet'.e, 1
lavatorio com pedra, jarro e baca de porcelana,
diversos enfeites de toi'etle, 1 espelbo oval, 1
guarda vestidos. 2 bancas de Jacaranda, etage-
res, quadros 1 forro de esteira para quarto e 1
cama de ferro.
Um goarda tonga do -marello. 2-bonitos apa
raderes com (ara: o de pedra. 1 dito singelo, 1
mesa elstica de amarello. 12 cadeiras de junco,
2 ditas le balango de : maro lo, 1 quartiobeiro,
1 reiogio de parede, 1 mesa redonda cm pedra,
1 guarda loug para cosinha. 1 veloc^pede, 1 ap-
parelbo de porcelana para jantar. 1 dito para al
rooge, copos tinos, clices, gar afas. compoieiras
talheres de meial fino, trem de cosinbae meitos
ociros movis.
D versos p^ de palmeira? para salao, crctons.
ferramenta para jardim e quairo paspares espe
ciaes.
"narla-fera. 83 do cor ente
A's 11 horas
Ni roa das Crealas (C ipo ga) erqiina da ra
das Pernambncanas n. 12 C
O agente Martn?, uiorisado p ia Exma. Sra.
D Mari Eug nia que se relirou para Eoropa,
far& lilo d-;3 impor'anies movea cima des
criptos, os quaes se loroam reccmmendaveis pelo
gosto e bom i atado de constrvgao.
O bem da lica de Fernandes Vi'ira que par
te ua estago do Brom as 10 bora> e 14 minutos
dar passegem gratuita ?os concurrentes ao lei
lao.
Odorico da Cmara & C, aviiam ao
commeroio qoe tem a venda em sea ar-
maxem a -ra do Bom Jess n. 61 as se
guiotes meroadorias, qoe vendm por pre-
gi s muito reduaidos, a saber :
Cb 7erde e preto, o qne ha de meloor
no mercado, vinbo do Porto Adriano
(qu-lidadi; especial) cervejas Nctar,
Lea i do Norte e Fcldechloss de excel-
lentes qualidades, j bem conhecidas no
mercado, conservas alternas e frarcenas
dos melhores fabricantes europeos, e o qoe
ha de roais finu no mercado; copos de
vidro e ootros obj ctos de fabrioaclo ame-
ci'na para oso domestico, candieiros ni-
ckelados de syBtema magnifico e muito
elegantes,pndulas americanas com e sem
despertador, rolhas para garrafas e meias
garrafas, baldes para agua, ps de ferro
para traccaa, c ment allemao de qoalida-
de superior, igual uo de Portland, phospho
ros da Sneoia igoaes na qualidade aos de
Jonkopings fabricados expressamente para
seu estabelecimento, sendo exclusivos im-
portadores da marca **, e qoe vendem
por preco mdico, leos para lobrifieacao
d<> machinismoB porpreco sem competen-
cia, estopa de bdu qualidada por preco
commodo, e mais outres artiges proprios
deste mercado.
Tambem tomam encommendas sobre sb
pracas de Inglaterra, Franca, Allemanha,
Suecia e Estados Un dos da America.
ifael Hutcarelii
2* aoniverssiio
Pbilomeca Destefaoo Moscarelli, CaetanoMos-
carelli e Mara do Carmo Moscarelli, do intimo
d'alma conv.dam os amigos, parf n es e a Socie-
dade Itiliann para assistirem as micsas qne
mandam celtb'ar pelo seu sempre lembrado es
poso e pai, Mlgael Moacarelii, 2 anniversario de
seo passameato. s 7 i/2 horas da manb, na
matriz da Boa Vista, no dta 21 ds crreme, an
teclpando-lbesoseoi agradeca en tos pelo nrn
reso arto de regiao e caridade.
ssaaaaaaaaaaaasMBssnsssnBnBaasesBassBnaaa
Precls 83 da
[moer tal o. 17.
Feitor
um feitor nara so ; na 2
Caixeiro
Precisa se de om caixeird qa icnha pralic
de (averna, de 14 16aonos ; no paleo do Pa-
r; izo n 18.
Lei la
De azulejos
Constand : de am variado- sortiTiento recente
mente ebegado, com-lindas corea evariadissl-
naos deneonoa, proprios para frente de casas
corredores, estabas e banbeiros.
Ao cor.er do martello
Em lotes, & vontade dos compradores.
Quara-fi ira, 23 do corrale
A's 11 horas
No
Agente
Jrmto
rmaaem da roa
--------i-
do Bom Jess n. 4o
Leiio
Sexta fera, 25 do corrate
Agente Burlamaqui
De movis novos e asados
(sem limites)
ao correr do martello
1 piano qoasi novo, 2 passaros de metal, 1
mobilia entaibada, 1/2 dita osada de amarello, i
ctfre francs, 1 cotnmoda, 18 cadeiras de janeo,
1 cama franceza. i marqaezOes, 1 qaarliobeira
columna, 1 cabide, 8 quidros, 2 lanternas, pren
8 para frudas, 1 alcatifa de coco para sala, 1
lavatorio de f.rro. 1 dito com pedra, 1 reiogio, 1
caDdieiro belga, 2 c;d -iras de batanea, I sof
de Jacaranda, I machina para sapateiro, 2 con
8SI08 com pedra. 1 cama para menino, 12 ta
Hieres 4 cantcneiras e muitos ootros objectos.
Ru da Camboa do Carmo n. 28
A'S 11 HORAS
Ama
Criado
Precisa-se de um criado oa ajurt.-nte de cosi-
nba ; atra'a- na roa da Madre d Das n 3,
botel.
Flora Fern->mlineana
FABRICA
DS
Vinhos detresa e medicinses,
Beh'das espnmosas,
Licores, ccenacs e agurdenles
De froctas, doce.-, conservas,
Farinhas, etc. etc.
Formulas approvadas pela Junta de
Hygieoe
Sabino, Moora & C.
LI1.0HBO
28-RUA DO BSMFICA28
Passagem da Magdalena
DEPOSITO PROVISORIO
2 rtua da Imperalriz 2
1.* andar
D?Hcno:o vaniajoso
PEKNAMBUCO
Preciss-e de urna ama
para cosinhar e engomT
ps-a csa de famil a quem
quizer dirija-se a ra da
Imperatriz n. 24, Io andar.
ama
Precisa se de rima ama para criaagas ; na roa
da Imperatriz n 2i, 1- anlar.______________
Ama de leite"
Precisa se de orna ama de leite para ir para
Limoeiro ; na roa do Hospicio n. 30
Asea
Roa larga di Rosario n. 36, 2- andar.
Fabrica Ca-
xias
Pr'cisa de cigarreros.
Prlo
Vende se por mdico prego om prlo manoal,
fabricantes :aptomoni & Dureao. em perfeito e?
tado e cem ledos os pertences, tirando formato
Je.-u a Colombier. na livraria Econmica, a ra
do I iip?rador n. 73.______________________
Attenco
Alnga-se cmi boa asa na Torre, roa "o Bom
Gosto n. 13, baobo perlo e moito salubre; a tra
tar com o proprietario dj mfama ca?a. 0 clo-
. u I de 15 mensae8.

4 00
CS M OD
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3| a
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--S oo

o
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O
Tanoeiros
Precisa se de i.inoeiro.- : na roa da Aurora n.
111 ou Madre de Deus n. 5. Paga-se de 60*000
120*000 meosal:
200
rs.l
Kovldsde
Recebemos grande por.;8o de lijlos de doce
e gotaba, qoe vendemos om por 200 rs. ; La
oa e8treita do Rosario n. 8,
Pegas M;-n'des & C.
Farinha barata
Vende se no largo do mercado o. 12, a 400
rs. a cula, em sar.cos brancoa a 5*200 com 42
kilos.
Olinda
Aloga-se urna casa: na ra de S. Bento n. 8
reedificada de novo, com commodospara grande
familia, perto dos bach ,s salgados, as chaves na
mt sma rna n. 19 ; a tratar na Praga da I dejen
dencia n. 21, loja.
Pharmaceatico
Precisa se de om pbarmacentito; na Pharma-
c a Franceza.
Criado
Precisa-se de um criado copeiro, para servigo
mierno e externo, que d info macSo de sua
habilitagao ; a tratar no armazem i ra Mrquez
de Olinda n. 54.
B?a Viageni
Aluga-se nm-i cesa enm Ds3tante3 commodos
ra do Setdoaj; a tratar na ru: do Commercio
n. 48, andar terreo
Para prodne^o
Vendem se tres asaes de porcos de riga in-
gleza ; a tratar na ma da Ma'Ire de Deas nume-
ro (0
Vende-se
a tra-
Vm botel nj pate^ do Merca-io n. 27
tar na raema casa.
Hoel de Pars
Nos abaixj a?s'gnndasdecl; r. mos ter vendido
s SrS. Amalia Bina s a Sal Knmpl o hotel
acim, e pcoino- a qufrm-se jo'gar nossoa c^e
dores qoe queiram apresenlar soas cenias at o
-a 24 do co-reate mez, ao meio dir, no car o
rio do tab- IHIj Ciroelro da Conba, a roa do
'mperador n. 4.
Iak M'odzanfky.
Iiizabeila Jubereo.
Cosinheiro
AVISOS DIVERSOS
CA1XSIBOPrecisa se de um com pratica
de uveroa, prefe iodo se brazileiro, e que d
fiador de sua condeca : na roa taperjai n. 110.
Veeoe se o re.-tauraot uelho Branco, stio
ao largo da P nha n. 8 ; a tratar na praga da
Conortia n. 13. aoode se dar a razao oessa
v^ud-.
Vende se um boro terreno com f4 palmos
de frente e mais dt- 10U0 de fondo, muito perti
nlio da i.stago do chapeo de sol, estrada de
Beberibe com fondo pa-a a da boiada, a tratar
na travessa do A. seal de Guerra u. 5.
Liva?e e engomma se coro perfeigSo, tan
to loupa de bomem como de senbora. por prego
commodo ; na roa da Santa C oz n. 52.
Aluga se nmi casa terrea em Santo
Amar das Salicss, ra dn FundipSo n.
2>. aiada e pintada com sala ci vsita
e de jantar, 2 quartcs, 1 saleta, cosinha
e quintal por 180000, a chave est no
poler do negociante Sr. Mane el Joaquina
da Costa Ramos com armazem de molba
dos na esma ra n, 32 ; a proprietaria
mora na Iba do R-tiro em casa da pro
fessort publica i assagem da Magdale-
na. Qocm pre'.endel a dirjase ao Sr.
Ramos que eBt aotorisado a alugal-a
mediante boa fir.nga.
Vendem-e os buhares e
utensilios do conhec'do es-
tabeleciuiento denominado
.ihar dos Arcos, tuda ea
muito bom estado de con-
serva^ao, a tratar com
Oouceiro Irmaos ra do
Cabug o. 5 A.
Casa em Olinda
Alaga se a de n. 29 roa de Bomflm, com
bone commodos para grande familia; a tratar na
mesma. oo na ra do Apollo n. 8,1* andar
Compra m
Guimares & Valen te comprara os seguln'es
gneros :
Milho.
Farioba de mandioca.
Feijao mnlatmio.
Ditc preto.
Carogo de algodSo.
Sement de mamona.
4 e 6Lareo do Corp Santo4 e 6.
Caixeiro
Precisa-se d? om c ix?tro com ortica de mo>
ibad s. qne d abono de soa conjunta ; m ra
de S. Jorge a. 139.
Sabo russo
Aprovado pe^a Exma junta da hygierif
publica da Capital Federal
MOSQUITOS Exitar sar mordido friccionar
do ante* de deitar se.
PAR t CASPA e ootros molestiaa de cabeca.
PABA BANHOS-Uma friegao geral antes di
enlrai na banbeira, cu a qoarta-psrte da nm vi
dro dentro do baoho, refrigeran e qne tonic.
o fyptema nerveso e conforta como por locante
.ncontrz se ve*r:da na phsrraacia G. Martin
& C, ra Doqne re Caxias n. 88.
Pre^isa-se de um cosinheiro ; bo largo da P--
nba n. 33, hotel.________________________
Cosinheiro
Precls -se de om cosinheiro ; a tratar na roa
do Cabuga n. 14. ae << eioxtia at 2 horas.
Cosinheira
Preciaa as d3 orna cos da roa 27 de Janeiro, em Olinda.
CHEGOU!!!
Est na ponta
O Torrador, faz publico, as Ernas, fa-
milias e a todos os seos fregueze:- que re-
ceb-.-u om completa sor time ni o do fazen-
da finas o quo ha de mais chic e moder-
no e vende por menos 50 [0 do que
Oitra qualqoer casa
A SABER
S das de todas as cd.es a 1S00, 20000
e 202GO, covrdo
Lindos cortes de cachemira re mente
hordades a t'a.
Cachemiras com brlus e todas as cores
e qualidades r/hd-oes li dos. .
Etacines diversos p^droes.
Mritos de odrea moiio baratos.
Voiles de 1S de todas as cores.
Lisos e av---.dos Damacs.
Fbzendas de phantasia d.- 240 a 800
res o covado.
ChitaB escoras a 320 c 400 rea o
fado.
Zafiros de qur.dros a 500 res o
vado.
Vestuarios para meninos de ti'
taannhos.
Mantilnas pretes e de cSres.
NOVIDADE SEM COMPETENCIA
MadapolSo lavado de 155000 a 10)5.
Dito a 81000.
Dito de 180O0 a 12^000 e 145000 a
peca com 20 vsr s
Algodat sinhos moito largos a 80000 e
100000 a peca.
Bramnnta de linho com 2 metros de
largo a 20800.
Dito de. algodao a 10500 e 20OCO o
metro e mn.tas outras fazendps qoe
snpossive! rronnncior-?e.
S ao Terrador
43-RA DUQUE DE CAXIAS48
Lima Coutioho & C
co-
cc-
Moedas brasileiras
Compra-se de 500 rs., 1*000, 2*000 no cent
la moeda na roa do Cabog n. 9, loja daAa-
gasto do Reg.
Cosinheiro
Pieclsa se de om cesioheiro a tratar na roa
do Apollo n. 8 t amar, das 11 s 4 da tarde.
Padaria da ra D Mara
Cesar u. 30
Contin; i o Jos os das otis a fabricar as sa-
brosas oobehas deaoBinad a Pedro 2-, Uraoo
i iferatris c Imperi es, oara at quae- chama a
auengao de sen* nomerosos fregnezes e do pu
blico em gersl, qoe tenbam todo cuid do com
ootras do mesao forro >to, as qoaes se vao esi>a
Inando em gnue quantidude ; aa qoe sao fa
brica.las oeste e'ateircimfnto vo ma'cadas
com J. A. C, e pa*a evitar engaos manda pe
levar quulquer pedido, quer em mwaa particula-
res, qner em esub'-leciQentos.
Teepbone123
Fad
ana
Vende se on faz se qualqoer negocio co a
b?m montada padaria (antigs e bem afrer-c
da, no Cammbo Novo; a irattr na mesma >
motivo da venda o dono retirar se.
Libras sternas
Veode-ie na loja dejla' Je Augusto r'oR
ae C. roa do Cabog a. 9.
Ke?taurant Paris
Nos abaixo assignada^ declaramra ao com-
mercio quenes a daia compramos por escripia
ra pnblica aos Srp. haai Mlodzansky Isabelia
Snberka o Rv.-t.urun Pars, sito a rna Bispo
Sacdiaha n. I, livre e desemb;regado ae lodo e
qaatqoer onos, ficando os vendedores rawansa-
vtis pelo activo e passivo at o dia ds boje, de
vendo aqoelles qae forem credees do mesmo
estabe'ecimenio apresentar suas cantas at o da
24 do crreme mez ao meio dia, no cartorio do
tabellio Csrneir.) da Conba, ra do I apera
dor n. 42.
Recife, 21 de Nov miiro de (892
Amalia Blum.
_____________________Sal'K-impl.______
Esgrima
Um ci dae fr ex-professor de e.-g-ima
'a escoi; i: J auvnle, pro?6s-se a dar ligoVs
mori ale pe-nambucana. seja m collegios oo
a^as panicolares : os pretenderles podem di
g r se roi da 11 pera'riz n 3i, loja._______'
R > id a J he te Potico
Coliecgo de cas brasiiei'os e portugoez>s, acompanhada
t lindo poema de CastlhoOs Ciomes do Bar
'iO.
Um volme ntidamente impresso, venda na
ivraria editora, a roa do Imperador n. 73 e as
:>rinclpaes livrarias desa cidade.
Merced ra
V ode se a bem braliada msrcea-ia da roa
o Riacbuello, esquina do Socpgo n. ""0; tero
ua e grandes commodos para feaUU, a tra
tar na mesma.
A.ma e ciado *
Preclai-se de ana ama pa.-a tosinbar e cora-
pr r e de om menino de te ;. (2a:Dos para
m ndados ; a tratar na roa de P dro ffnnso n
2:. oa rea da i oo e Vi-Ib* u. 117.
Compr
a se cannas
Na ra o Commercio n 34. das 9 bcras s 4
1 arde ou na fabrica daCaponga, ccniioua se
a comprar cannas a pregoa vaatajosos.
Joao Fernandes Lopes,
Gerente.
Pifia E11S
(bsires & V.JcBle
Participsm aos seos fregaezes, e bem
asaim aos Sre. agricn!tores_. qne conti-
ouam a ter grande deposito dos artiges
abaixo mencionados, gi.runth.do tado de
l.1 qualidade e sem competencia em pre-
goa, visto como recebem os meemos arti-
gos directamente e terem constantemente
avultados depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portland He
moor.
Oleo de mocot.
Dito mineral ( para ma-
chinas).
D.to de linhaca.
Dito de riemo.
Dito de peixe.
Dito de coco.
Pixe em latas.
4zeite de carrapato.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Qotassa da Russia (em cai-
cas, barricas e latas).
G a z inexplosivel i*ia*
mante.
Trisulphito de cal (aove
preparado para clarifica!
o assucar)
Pormicid* Capanema (o re-
medio mais efficaz para
a ompleta extinc^ao da
formigs sauva)
6 orpo- Santr- 6
Mu
fioyal Biend marca V'lAJLiO
Eate excellente Whisky Escocea pre-
rivei ao cognac on aguarde- te a car"
ara ortifioar o corpo.
Vende Be a reta!h< nos m ores ans
oa de molhados.
Pede Roya! Bleald crea Vlatt
:ujo nome e emblema aSo regia trasloe p ^
oro do Braail.
BROWNS A C.
L0MBR1GA
SOLITARIA
CURA CERTA
m MOMAS, com 01
ILOBULOB DE 8ICRET N
Phtrmaeeutfco, Fnmitdo rom mtMih
CHICO REMEDIO iMFALtlVKL
ADOPTADO PELOS HOSPIT4ES DE PARS
|9t^oaiUrios en hrUttw:niUK H. da SU.TA A P5



i
>
" *
*-*-**+**


! iario de Pernambuco Quarta-leira 23 de Novenibro de 4893
-7

(Aviso aos (greguezes
Os PRODtrOTOS a
perfumara oriza l legrahd
".
XOace do Xa* jvi&deleine ? PARS
antiflaiaac % 07, rus da Saiat-Hbnor.
!*-m ORIZA 0?L ^SSS.OmZA- OBiZA -L/SCT ^RtM|WIA
ZA-VELOUT 08SZA-T0NICA* ORiZUN SAI AO-OHZA
DEVEM O SEU GRANDE XITO BEM COMO O FAVOR B0 PUBLICO; .
1* Ao ouidado perfeito com que astSo sendo abricados.
2' A' Ba (jualidade inaltera'vel e a suavidade do eeu perfume-
f&8,CCMBO SEF-I CCNTRAFACQ^SOESTESPRtfDUOTOSORIZA
com intuito Ca Wttcr ess/oi a M efe fama de ut gozat,
pomos de sobreavisc os treguases no fim que se nao deixeo engaar.
03 VERDUD.'Sr.S PEOOitCTOS E VEIDEM EM TOOAS AS COAS CAZAS OE PERFOMARIi E DROGARA
Ivlanda-eaii Paris iCk^dogo illu.stia.do francoinorte.
A F.CCALVPruL ABSOLUTO IpOFOHBO-CRIOSOTADO
mEOICAHIENTO SEM RIVAL PARA A
CUA DAS
TOSSES PERSiSTANTES BRONCHITES CATARRHOS
LARYNGITES DOENQAS DO PEITO
Exigir as MMWUtrM CAPSULAS COGNET levando na etiqueta assiijnalura do Inventor
Pars, 4. Ru de Charonne. En Peroambnco: C"de Drogase productoschimicose todas phirm1**. i
io<.......iiiiiiimiiiiiiiiiiHiiniiiinm'!
GRAGEAS DeIAZIRE
Jkjp]?x-o-veuis>a oeift Iapcrto'ift d* 3a.y0lex^e do
ODSETO-FEi^O <
O czaie v.'.tivc dos Z?cr~vgin0*y
JSuo prodaxindo a *riae da Vactro.
"i! r'.r "*ry* f. nri'.TiRP 7 iuoih-u rfp VMiw Parta nejen
BASCARA SAGRADA
Ver -ojira e ^ricto c!s T/tetra liafca.
.--~.-<<
i
mminMoi
mv
CAPSULAS AZYMAS E. GORLiN
OBREIAS
A.CVC
TOTAS PRSTA8
.'i DS CUBE 4
l?33!VIX,2'G:XA.DO S. Gr. X>. 9-.
: '
rfieaTs!:*ea!.UiMsit->osSi;:;E5atcs.3!i!05 leilas.
'bo: Cleo di r iano s Ei'calhao, Oleo d Ricino,
iaisar-a da Copahlba, Opiatos, Alcatro, etc.
TOOS 03 MEDICAMENTOS EM P
;. SOXJaDT afc TUb, S4, r;i is 1 : t-..ocfa>aigaio iejano' 'wooawecoeaqoao
HOSTIAS
Pite A*ymom
prr* Pbarmaium
HOSTIAS
UraCaailtirUi
ia.asttTA*e ,
eoooaoa fsiiOK VIOLET AIN
* C miras asare le VIOLET FRRE8
Stax THUIR (3Psn-unca-OxlJ.ta)l TalATg^A
(asa loica para
O BYRRH
ci Tinle h Hei
O BTRRH ama ebida cujas virtudes tnica tonioa te
escasado assignalar.
Compsto com vinhos velhos de Hespanha excepoionalmente
renerosos, pstos em contacto com substancias amargas judaciosa-
mente escollidas, este Vinbo contem todos os principios das mesmas
e nio tm no estomago aquella aeco corrosiva do alcool que cons-
titue a base da maior parte das especialidades offerecidaa ao publico.
E', ao misino tempo, muito saboroso e absolutamente irrepre-
bensivel ao ponto de vista hvgiecico.
O 3YEEII pode ser tomad *. qualquer hora, seittc sen "
dose da um cauce de Vinho do Porto, como tnico; mfaWfdg
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
- EXPOSICAO UNIVERSAL DE PARS ISSS -----------------
?.:r.OAIiHA de ODRO (o mu atltai reoompenaa oonoacUda)
Tasisass ta Fmrnambueo m esa de Mil- X. de SiLTi l> r e aae ariaclpeM
r'*'to^nT^^B|-iiirawe'aMaawaaae^eeeaBiBe^eaeBaeewaeei^ii^Mi^weeei) mm^m iiMnea ieiM i
i
*$
ANTISPTICO ANTIEPIDEMIOO
ABO B. BAI
TXaevdo aos Hospitaei
1 ir. d'eitt SABAO eau/nfe t B" SO de ACIDO HENICO
Multo apreciado pelo coreo medico, este sabio de toilette, cuja base 6 oSfeiphtaJ Oeleade,etndls-
pensaire contra os perigosdasmolestlas contagiosas ouopiQeniicas,te/o;(/a/ fSrantlurertd'eilii. Cura
rapidameme as Impa eus, Rubores, VermelhdSes, Eczemas, etc. asslm como as comixSes da cabeca.
E'of Mino para os cuidado s ntimos da toiieite, contra as Flures brancas e osFlixoide qualquer natureza.
PARS ? 34, rae i'.-.Lctian, BAX1T 8c FOtJP.NiEP., 34, rae d'Amsierdam pars
Dspoeitoi cm Permrr tuco : Prail" M. ds Silva &. O** e usa principa* ph^nasaiai.
GOTTA
RHEUMATISMOS
Especifico provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as dores as
mai fortes. Accao prompta e certa em todos os periodos do accesso.
L.
,,-.,- _____ F- UOMAR a rilho. 28. Ru Seint-Cleude. PARS.
VENDA POR MIUDO. EM TODAS AS PHARUACIAS E DROGARAS
?
SAUDE PARA TODOS.
Pl LULAS HOLLOWAY
As Pilulas pui'icao o Sangue, corrigem todas as desordenas da
Estomago e dos Intestinos.
Fortalec.m a iaude das constitU9oes delicadas, e sao d'um valor ncrivel para todas as enfermidades peculiares
ao sexo ituiinino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para as pessoas de idade avancada I
a sua efficaciaeieeontestaTel.
E.>sas medicinas t-io preparadas smente no Rstabelecimento do P.ofessor Hollowav.
78, NEW OXFORD STfiEET (antes 8SS, Oxford Street), LONDRES,
veodemse em todas as pbarmacias do universo.
4S" Cs compradores sfo convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote te no teem a direcao,
533, Oxford Street, sao falsincasoes.
aiacoes
Coaif rr.-ec de toda r.a noces; na ra do &
-;ide .'.ugcslo do llego.
1- I
;!ebres Remedios Le Hoy
jmii de u itqieii lolut et Ha luii
AS VERD/lEiRAS
Pilulas le roy
Popularesem FRANCA, na HESPANHA, nt AMERICA,
no BRAZIL onde lio
iutorliadat pela Junta de Hfgiene.
rBABCoa ................ 1/4 raaecos
Smbs Pilulas dio toda a acidade de se tratar so, por
preco barato, e de se errar em pouco tempo.HUas expulsam
rpidamente os humores, bilis, humores viscosos viciadas
que conservara as molestias; ellas purifican! o saague
e impedem as recahidas.
- Bmpregaua-ae <
contra a Frixr de t'cntre, Ciitharrho,
Gota, llliriiiiiiiti-iini. Falta tle
apitftite, Tumorea.Cleeras,Febrem,
Molentlando Fiaatlo, Implaena,
UorOullKis, VennelHidoea,
Hampa luo, etc.
E PRECISO RECUSAR
aiityiir Fusta aae liatiitraatnaia
Pli"* Oottla
*. Seire aaS. U RT K
EM TODAS AS PHjUUIACIAS
USPENSORIO MIUERETI
;iTJX*13A. PASA SUEBRADUBAl
Elstico, seas Ugsiuras, para valicoceles. hydrocees, etc. I
Exija-se o ^ikktk do inventor Imprtso en cada auap ntono, I
Dpos
Fabricante t4 (a
Hu f/i/e-Afj/-v6
n' 13. em
TINTURAiPOiMADA
NICA TNICA
DSTAjTTaiMA
a Barba-Bastt ura sO
rldro seo preparacao e
laTAgem.
Osada
para ,dar aue,
ua efir prlmlUTl,
> AUGMENTA >r
4 H r> ni m TNICO ORIENTAL CURA A CASPA 1MPEDE A CAHIDA DO CABELLO
* PERFUMA i
UCHHS PIRA BiEFICHR
DE
LIDGERWO OD
LE QUINA RA60UCY
DA excedientes resultados M
todos os casos da ANEMIA t DBEUDIIVE ft
o QUINA RAGOUCY?
Amtma rapiomtni tu borqjlb ^
M Miar sWnTff.gio ti SURES > EITMftaK^
)WS Ral 8UCtUI,H, mistase > Isjes, eAtBfA m,
aTraui- a*, da BD.TA O. B
Machiai a vaper
Porteia e fix^s)
Lavadores
Oedpolpadorea
Deacascadores
Ventiladores
Alambiques
Redas d'sgua
Turbinas
Engatillo de Serrs
Meensias de Cannt
Moinhoa de Fub
Debu.haiores
Separadores
Ll or depurativo Tegetr 1 lo~d&
do dv medico uinclla
Este cotabissinio depurativo que va.
precedido de tac grande fama infailm
ca cura de tedas as doeagas Lypliiliticac
escrofnlosaS; rbeumuticas e de palle,
3omo tumores, ulceras, dores rbeumaticas,
esteocopas e tcvralgicas, blenorragia.':
agudaB e ebrouicas, cancros syphiliticos
nfl.mma5e3 veceraes, d'olhoa, ouvidos>
gargantas, intestinos, etc., e em todas u
molestias de pelle, simples diatbeitcae.
assim como nt alopecia cu queda d-
cabello, e as doencas determinadas pe
saturacSo mercurial,
DSo-se gratis folhetos onde se enoot
tram numerosas experiencias eitas oo&
este especifico nos bospitaes pblicos, c
amitos atteBtados e medios e docusv
tos particulares
Faz se descont em casa de
FAR1A SOBRINHO d O
ua Mrquez de Oaiuda a, ti
ESPECFICOS
do ca: ^iins
Dr. Humnhreys Je Hoy?. York.
Em uso mais ele SO ounos, simples, t?pgiiro5, cfTV
'asese bariii.ip. A viji'Ia i-'fn 1>rogarlos o l'hax-
nacias princfpaes e mais garautidas do Mundo.
So. CURA
:. PvtTC99 Conccsiao, Iuflarar.iacG'.-s......... ,.
C. V?lre e . (inlicut Choro el t>.somuUa i- DiarThca de Crianzas c Adu.os............
5. Ity-ciircria Drc* de Barrica, Colicablilosa
6. Culerin*\e Colera-Morbo, Vmitos............
7 Toh-p, Confitlpa^o. Kouquido, Br>mclte.
8. p,#r de Dootc-- e de Cara, c Kcvrakra......
i lli.r de Cubecn. Kni'ha'jaev^, Verti^em.....
W. Di. jip.psin. I:i'':tt:.o, {rV:.taode vutre..
i:. .*!Sup:)vcs.mi>o da lleuru. EscasaouDeiuo-
rada...........................................
12. lA-urorriea* noresBrAncas, Eestaprol'nsa
.;. i ron, TnimcQlJadoaeH4plrar
- Iseri-en, fcrupcti*. lirysipeXa..................
13. Kbcmma.ismn, Doresrneumatcis..........
'.i SezoC!, Mai*ifi, l't'hiv Uitermitiente.......
'.' klt-nwri'Uou'**' ^lniorrclaias. Ateruaso:
externas, 8linp*n ou s.'in^rr!it;:s..........
1". Jp'u ln J-i.in lio' rao un iiitlar.'c*a4o
O. Cutitrru, a<;utiov'! Uuzo........
'O- Coaut'AiiiUe?Tu*.-- a............
U. Arttjin. .' ^rtrayfiolifiri.ltia................
22. Stippnruerno lo* *"Ho, Borde*, -..........
't. si-roniiH lorlwOvs o Ulceras............
U. Dbil idade cem.. .. Iiy'lroitctviu At:ouiuJj^oefluidas...........
2b. Knjoo de *(nr, ii'aus^a. Vmitos..........
17. .>l<.Ic? na Bexlca....................................
2P IiiiiM>l*;iicn L\iiilaU.de nervosa, emimd..
29. C'busnaubah >ia Uoren, ouilphta..........
J>. Incoutincucn do CurlaeOuriiiar senu
Cana .........................................
'1. MenstruacHu Rlolestin ilo Ccraclo, I'alp'tn<;.vs, etc .
33. pylopr>ia, ?alcu*.it"o, Uottavural, Baile d^
S.\lto.....................................
81. Dlphtberia, Mal mullpno .le JarRanta
35. Coutrestrea Cbroulcun* DOr de Cabera....
C Manual do Dr. Huniobreys, 14-1 paginas sobn
as nfennlJa<'^s e o mudo de .'oral-as, seda gratis,
r-ede-se ao seu boticario ou a
H^lXPHREYJfi, xVIKPICINE CO.v
100 'uil ttweeu NEW VO.H.
NICOS AGENTES
v* ra Yendas ai grosso ca
oaM neo
f arla Sobrinho 1G.
P$dra i cantara
A Corapanhia Explora-
Jora de Productos Calca
reos est preparada para
fornecer hombreirat3, se le-
das, cepos e Jagedos de can-
tara pira edifica c,oes e
calc^ameritos, bem como
pedra britacla e alvtnadfl
em qua-lgner qnatidac e.
Amofctras e pr rjos no ar-
m zem da Comp&nhia.
Caes do Apollo n. 73
l 1-lia.IOI., pee Lafayalta. IW, >
Ave* Trmmr M. Um ULTA S
EmprestinKjs
Levanta-se emprestimos
de qualquer qant a sob
cau<;3c de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Mon-
te de Soccorro, na ra do
Barac da Victoria v. 53, re-
1< joaria.
Hait$iga pura
queris ter em OBsa mesa manteiga in
suspeita de .cido brico ou de margarina,
ueai nicamente da manteiga Bretel Frc
res, latrs encamadla ou verdes, qne pela
sua superior qualidcde cocta um Euccesso
de 26 annos, e que sendo a preferida em
todos os mercados, s no Rio de Janeiro
o consumo d'esta screditada manteiga at-
tioge annualmente a dois milhSes treien
tos mil kilos.
Vende-sa em todos armasens de estivas
e casas de retalho, desde 1876.
M7^Vla~
Ex-prmire de 'aris
Vestidos para senhoras e creaocas peln
ltimos figurinos.
Garante elegancia de corte, perfeicSo e
modicidade de oreos.
Ba Barao da Vietoria n. 18,
2o andar
Bruidores, Conductores, C Udores, -aperadores a vapo-, defecadora8
de triple effeito, Vacuiosf e todos is laaoniciamoa per enoectes ao fabrico ll aasucsr,
caldeira Multitubular pare queimar bagaco ou casca de caf. Prensas HydraulicaB e
bombas de todos os amanhoa, Oarneirca Hjdrauhcos para levantar Bgua, Arados de
plantar milho, etc. etc. Enganho completo de fabricar farinha e engenbo complete
para beneficiar arroz.
Correias de sola e de borracha de qualid^de superior, Oleo especial para
machinas, Ptjrtecces ou pecas avaleas para as machinas.
BSCMPIORIO
95Ba do Ouvic.br95
BEP8SIT8
13i e 136- Ra da Saude134 e 136
Lide^erwood .Mig G. iLimited
VIGOR DO CABELLO
DE AYER
Preparado se o bases scientiflcaa
e pIiy8ioloK-ca.H-para o fim de
oeiieficiar os cabellos, restaurar
a cor, iiupedir a queda, e premo*
ver seu vico e abundante oresci-
niento.
sta apnrada e excellente preparacao,
sem duviila o melhor remedio at hoje
oonhecido para os dlfferentes defeitos da
-abtlladura, merece a intima attenco de
iodos as pessoas que tm tido a infelici-
iade de- perder em parte este mais rico
arnimarto natural da physionomia.
Com o seu emprego intelligente tem-se
unsomiiilo resultados realmente sorpren-
ientes. Em muitos casos, porm aaa
empre, a propria calvicie tem sido curada
oermanentemente.
Serupre se consegue fazer parar a queda
dos cabellos; emquanto qne para optiuea
10 das senhoras, e o objecto mais utU a
iaais agradarel que se pte empregar.
PREPARADO PELO
DR. J. a AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
.' venda as lejas de annarinho e pe-
^Juanas
DKPOSITO OataUa
NOVO PLANO
O J^s X,OTatR,XaA.
DO
ESTADO DO MARANAO
600:0001000
Chama se a attencSo do respeitaval publico para este imp rt nte plano.
Li epois da grande reforma porque paeaou o.plano d'esta lotera, pode-ae com
orgulho dizer, que .a que est na ponta! !
Quem duvidar, veja no verso dos bilhetes a grande vantagem que offerece ao
publico.
Esfa acreditadsima lotera torna se a mais recommendasla aos Srs. jogadores,
porque alm da sorte de 600:000)9000, tem outras muitas de grande valor como
sejam : 5O:OC0fJ0OO, 25:00041000, 10:C00f)0C0, e 5:OU|5000 !! 1 Premiando mais as
duas lettraa finaes do primeiro e aegundo premio.
Este plano est na pontissima
Esta lotera ter extraeco todas as quarta-feira
Bilhetes venda em todas as casas lotricas.
^L D -r P o I Y o m
5 HTJAPA HADBgDgDEUg 5
N? ^EABRICA'i N?
RUADOVISCONDE DORIO
! ^ BRANCO
ANTIGA DA AURORA
111
III
Novo Premio
Premio...... 600:COO(50CO
Dito...... 50:000^000
Dito...... 25:OO0f$0CC
Dito...... 10:00Co000
Dito...... 10:0 0.J0L0
Dito...... 5:000)000
Dito...... 5:000pC00
Dito...... 5:000r00
Dito...... 5:OCfJ0OOO
Dito...... f> :000,500o
Dito...... 2:500^000
Dito...... 2:500*5000
Dito...... 2:50050C0
Dito...... 2:500000
Dito...... i:5T00C0
Dito...... 2:500t5000
Dito...... 2:500f)C00
Dito...... 2:500,5000
Dit....... 2:500o000
Dito...... 2 500,5000
Dito...... 2:5000000
1 Dito......
9 Ditos para a desenado 1.
premio a.....
9 Di os para a decena do 2.
premio a .
9 Ditos para a decena do 3.
premio a.....
119 Ditos pasa ob 2 finaes
do l.8 premio a .
119 Ditos para os 2 finaes
do 2.a
premio i
1019 Ditos para a termina-
gao do 1. premio .
1019 Ditos para a termina-
cao do 2* premio a .
2 ApproximaoSes para o
1 primeiro premio a .
2 Ditas para o 2 premio
a......
2 Bitas paia o 3. premio
a......
2:500,5000
750,5000
5001000
2500000
500,5000
5C0$000
2500000
2500000
6:000$000
2:5000000
1:5000
MOSQUITEIROS MEMWf
COM ARMgAO E CORDAO
nicosiiimlnatipsi m^
Loja $ Armsi$iiA in Estrellad
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e
Telephone n. 210
0 proprietario des.e estabelecimeoto, desejan-
do tornar bem coobecido do publico os pro-
ductos de sua fabrica extrabidos do caj, geni-
papo, abacaxi e outras ir oclas nacionaes, cujaa
formulas e modo de preparacao foram approva-
dos pela Inspectora da Hygiene deste Estado,
vem apreseutbr a lista dos ditos productos, que
cada da vao sendo confeccionados com mais
perfeic&o c aceio gracas aos seus esforgos e da
habis fabricantes europeos.
Alm das virtudes medicinaes dos preparados
da marca supra. que tem por base o caj e ge-
oipapo, como sejam os vinbos, aperitaes e cog-
nac, que sao perfeitamente conbecidos por todo
o mondo, &ob esse anda c uso qootidiano que
delles se faz lembrar por occasiio das refeicoes
liaras, como bebidas de cheiro e sabor agra-
' re a qualquer paladar, provocando ao mes-
d tempo b&m appetite, principalmente as pes-
soas que soffrem do estomago, anemia, sypniles,
molestias de pelle, etc., etc.
rer"ri ae mujeito m alteraciea
do mercado i-Para expon ario
franco a bordo e i o de descont
em ronao
VINHO DE CAJ,
em caix-. de 1 duzia de 10* 12*00
em ancoreta de iit 28*00
em barril de 40* a 50*000
COGNAC DE CAJ'
em caixa de 1 duzia 90*00
APERITAL DK CAJ'
em jia de i duzia de rotu-
lo encarnado 12*000
de ro'ulo amarello 9*000
VINAGRE DE CAJ' tinto e branco
em caixa de i dnzia 6*000
em barril de 20* 25*00
em ancoreta .'e 12* & *00
VJNH0 DE GENIPAi 0
em caixa de i duzia 12*000
APERITAL DE GEN1PAP0
em caixa de 1 duzia 10*006
COGNAC DE GENIPAPO
em caixa de 1 duzia 20*000
DITO DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 18*00
APERITAL DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 10*000
GENEBRA DE LARANJA
em caixa de 1 dnzia 7*000
LICOR DE MANGA
em caixa le 1 duzia 12*00
VINHO DE ABACAXI
em caixa da 1 duzia 12*000
CAJ' EM CALDA em frascos e barrilinhos de
louca ricamente pintado proprios pan
prezente, etc.
CAJ' CRYSTALIZADO, castanba de cajo con-
feitadas, chocolate dr lannas de caja
composto, laranj uv taiizada, octras
fructas e n tos em latas ornadas, ete.
Alguns destes productos qne n '.< Uiim
ontrados as cass de varejo desta cidade, po-
dero ser aviados na fabrica rj no deposito
vontade dos conjuradores.
s&arr. fas vazias
&e nesta fabrica garrafasvasias de
strveja ate de 60 a iOO :s cada
Atteno!
o
O ab ixo asn'gnado pro-
curador des herdeiros de
Antonia Correia de Vacoa-
concellos, pede a todos que
contrahi.am J.eb tos com o
mesmo fioado o fzvor Ce
saldal-os leo da 31 de
Dezembro prximo depois,
dj qual serao cobrados ju-
Iic'r Imente de accofdo com
as instr crois que tt'm para
tal fim. y-
Recife 15 de Novembro
de 1892.'
M. J Andrade,
Ra I*. deMa/coD. 13.
Caixeiro
Precisa se d? um caixeiro com. prstica de me-
Ih dos e que d fiador de sua conducta: traclar
na roa do Lima n. 71.
Attencjo
Vende-se a taverna sita na casa roa de 89,
ntlga Imperial), n. 58, bim afreguezad.
r 0 motivo da venda se dir o comprador: a
a la r na mesma.

TT
-B~*.


j
Diarlo fie Pernambuco Quarla-feira 23 deNovembro de 1892
________________________________________________________------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------^---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------_^_----------------------------------------------------------------------------------------------_...
AOS FUMANTES
Desejas nao ter azia qu.uuo tcmaes?
Usae por algam tempo os apreciaveis (agarres denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, quer desfiados.
caborosc lamo desfiado intitulado Hygiemco Naeional e os cigarros do mesmo famo.
Depois i so dir-vos-hei se foi ou nao ntil o conselbo.
Compre notar qoe os Hygienicos sao fraqrj'mhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANZA situada na ra Larga do Rosario n. ?! .
Um apreciador.
Usa tambftn o aromati
IIPABMIS DES DIMES
u
NOVO ESTABMCIMENTO
38-Kua Bao da Victoria RecebeuBm mentode
Neste sumptuoso emporio commercial encontrarao as |fc f^ fc ^ a p^ ^ CAPOTAS
Exmas. Familias um msravilhoso sortiinento de tudo quanto a imag- GX3CAJPOSOS
naco pode conceber de bom, elegante e. luxuoso. |de rendM8de*" ^^ggl^g
E' inquestionavelmente Au Paradis des Dames a greatdep a desea para cranS8
attraction do high life pernambucano que nelle achara sempre CHAPEOS DE FILTBO
os maisexplendidose phantasiosoe artigos da moda, escolhidos
cuidad smente em Pars pelo chefe da casa recentemente che-
gado da que! la pra^i.
Au Paradis des Dames tem exposto venda, recebido
pilos ltimos paquetes, um expandido sortimento em sedas
brancas, pretas e de cores Jindos cortes de cachemiras ricamente bordados,
capas, visitas e pelerinas de seda preta e de renda (haute nouveaut) blusas,
matines, camisas esaiasdeseda o que ha domis chich ; riquissimos
oortinados (ainda nao vistos em Peruambuco) parajanellas e cama, col-
chas de seda e de renda, almofades bordados a ouro e velludo, elegantes
espartilhos de seda e debrim, fronhas de cambraia de linho bordadas, ca-
pellas e flores de cera e pellica o que ha de mais fino, guarda-ps de
seda, toncas de cachemiras e cambraia bordadas para criancas,
etc, etc, etc.
Na impossibilidade de enumerar tudo o que possue o
Au Paradis des Dames pede-se as Exmas Familias a honra de urna
risita.
par faomena rapases, dos (fabricantes 'RANCEZEfci, UttijtiZiiiS E ALLEMAEfc,
CHAPEOS
para hornea.
FORMAS
de pnlh para chaos de senhoras e meninas.
3S3NTG3e3a-Ajaas
GKAVATAS DE SEDA
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Pasamos,
Plumas, Aigretter e Graspos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n.
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
florea
Esteiras da India
Branca e de fantasa de novos desenbo*
>ara forros de enalbo, comple'.o sortimento
o LODVx^E
Francisco fiarte! i Irmlo
Roa 1 de Margo d. 20A
_________TELEPHONE 158__________
cortes de la,linho, seda
e algoio
Ricamente enfeitados, tem recebido al
aamente e
LUVKj
Gnnaldas, leqnes e chapees
ae sel
Os phastasiss acabam de chegar para c
LOUYRK
SABAO CURATIVO DE &ETS
Tumores, cravo, pelle vermelha, asp-ra e oleosa impldido ou curado
por o mais grande de todos os formoseadores da pelle, o Sabso Curativo de
lieuier. Produza a pelle 'ormosa, branca e clara e oaos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabio para a pr lie bem como do toucador, do banbo e do qnarto das criancas.
cautela. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay & Co, New-Yurk.________
MEDICINAL
Y PAH
TOZLETS
Li vros do
a
F

H8loria
Lacerda a
Unive
I000.
Grammatica franceza de
Halbout.
Thesouro d j Christao.
Livraria Escola do
Povo, ra do Impe-
rador n. 81.________
A verdadeira Cal Virgem
de Cotumguba para fabrico
de assucar no armazem da
ra do Duque de Caxias
n. 6.
Trnmpho em revollo
Luiz M. Ribeiro GaimarSes, successor
de Alheiro, Fernandes & C convida aos
eeus amigos e freguezes visitaren! o
sea armasen! de molhados, o qual acaba
de passar por urna completa reforma e
acha-se sortido dos melhores gneros de
primeira qualidade, tanto nocionaes como
estraugeiros.
Vende sem competencia :
Vinhos de Pasto, Porto, Figueira, Col
lares, MoncSo etc.
Licores, cognac e cervejas das mais
acreditadas marcas.
Conservas, manteig.s, queijos e outros
artigos do seu commercio.
E' tambem especialieta em cha.
Ra da Imperatriz n. 42
at p afial!
obras

Fahrica de gelo
Igias t limonadas gasos*s
todas as qaalidades
Soda water, ginger, ale, limao, iannjt, esi'c
uil abacaxis, granadina, grosell franbc!*:
o, o.iheoortela-pimenta etc, etc
i-ACAES DO CPIBARTEJ>
FOLHETIM
31
Recebemos grande sortimento de
de vimes, como se jaro. :
Cestos de diversos tamanhes propria
para campras.
ROUPEIROS.
PAPELEIR03.
LINDAS CADEIRAS.
Boa Fstreita do sri n. 9
Pocas Mer.de i ...
Vinho Maduro
Pniprio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos ama
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que t< m vmdo
a este mercado.
S neste est&belecimento &e encontra.
XAROPE DE RETER T. 2
Como remedio daEstaco Calmosa, Punricador dosangoe, diurtico,
g aperiente, nenbnm outro appellidado depurativo ou sasaparrilfca se appro-
eima sequer aoXarope-de Renter a. i. Combina quatro grandes proprieda-
xes em um s remedio, operando a um tempo sobre os orgaos digestivos, o
dangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutralisa xpnlsa pelos canaes intestinaes, rins e
poros da pelle, os germens nocivos. i(ue fluluam no eangue, na urina e na
transpirac&o
O MKLHOK
PURIFICADOR
PABA O
AMCJIJB-
PEQUE AS PILULAS DE REJ7TER
Figad.j entorpecido curase positivamente com esta* punas. Ellas
PARA
mm
So um remedio purgativo livre de perigo para o bomem mais fraco, to bem
como bastante activo para o bomem mais forte, e nio constipan depois; pela
dccSo geral agrada a todos que as osara. Sao as pilulas estandarte da pro
(sao medica dos Etados-Unidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Quarentaem a
.
1.9
Focas Vlendes dbC
SEMBNTPS NOTAS
Hortali^c s e Flores
Boa Esfreita do Rosario n. 9
Po^as Mendes C.
Kerosene luexplosi/el
ifUi
FoifcS$a Irmlo
JULIO MARY
AM0R=E ODIO
SEGUNDA PARTE
VI
A CASA DE LUTO
(Continuado)
Sr. de Soulaimes, disse Lzaro,
ser-'.he-hemoB tito'dedicados como outr'ora.
Nada reclamamos Disponha de nos I
Eu 8gradeu-!hes, disse Miguel e
ornare* a empregal-os todos quando me-
lhores tempos vierem, mas por agora a
preciso de dous de entre vos para ajuda-
rem-me. E' justo que escolba os mais an-
tigos. Os outros esto livres. Em poacos
das, espero firmemente, poderei cha-
mal-os ie novo e restituir-Ibes os lugares.
La*aro Beermann foi levar a noticia ao
cscriptorio. Todos com as lagrimas nos
oihos vieram apertar a mSo do marques.
__ Cont comnosco, Sr. de Soulaimes,
nos muito o estimamos I
aahiram.
Mas as reclamacSes. que foram-lhe cer-
teiris ao coracjlo e maior mal Jhe fiseram,
foram as dos operarios.
Tinham invadido o escriptorio espera
do pagamento... e em vSo.
O marques 16 a fabrica, reunira*os
e quz pedir-lhes, como aos outros, como
4 todos, um pouco de paciencia, um pouco
de bda vontade.
Meus amigos, sabem como lhes que-
ro bem... Nunca tiveram que se quei-
xar de mim... Hoje cahio-me o deBgra-
9a em casa... O que mais me de nao
o perigo da fallencia ao qual talvea nSo
escapo, a impoBsibilidade coi que estou
de poder pagar-Ihes. .
Entre os operarios houve um murmurio
sordo.
Um d'elles grite u :
Precisamos do nosso dinheiro para
comer. Nao possivel que Ihe tenhaoi ti-
rado o ultimo vintem E' ero na, em
noBsas mulheres, em nossos fi'hcs. que o
: enhor deve pensar em primeiro lugar,
antes de tudo.
Disse a verdade. NSo me resta um
vintem. D'aqni a alguna diaa...
Exolai&acSjs violentas o interromperam
De promessas estamos tartos 1. ..
Queremos o pagamento i
O marques contemplava aquelles ho-
.V> os reconhecia.
Vendem
GuimarSes Valente teem para vender em
pequea ou grande quantidade:
Cimento Portland.
Alfafa flor.
Farello.
Far nba de mandioca,
Feijao mulatinho.
M'lbo.
Arroz de cafca.
4 e 6Largo do Corno Santo4 e 6
TRI OFERO DE BARRT
Dma preparacaoelegante, extremamente perfumada, remove todas as im-
purezas do crneo, preservativo contra calvicie e cabello cinzento; faz o cabel-
lo crescer espesso, brando e bernoso Infellivel para corar erupges, doeocas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rpidamente cortaduras, qoeimaduras,
eridas, terceduras, etc.
CAUTBliA. NSo 6 genuino sem cada frasco ter a marca registrada
Barclay & C.New York ____
PARA O
CABE LO

A
depositamos D1S8TE8 PBODDCT08.A companbi- e Drngas ductos chimicos
Ra Marques de Olinda d. 3

rUNDICAD B6RA
LLANPAT&BSOlf
44RA BARO DO TRMPHO-
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas aem cravacao
Arados.
mees com sorpresa. Pareciam novos para elle. Dr-se hia que alguna de cueiros, implorar o
um vento de colera e de revolta tinha pas- e reclamar d'elle o pagamento
sado por ellos I Quera seria que tanto o
prejudicra no espinto d'elles ?...
E em voz alta el les trooavam oommen-
tarios que chegavam aos seua ouvidos
e pnnham lhe o ooraco em desespero.
__ Eis ahi um roubo qua veio muito a
proposito! Se o encommendassem nao
viria to a talho de foioe 1
O que pensara o commissario de poli-
ca Sarrasin, pensava igualmente aquello
povo.
__Tudo nSo deve estar perdido. Ha
dinheiro que gruda-se nos dedos.
Di sem que ha dous tu tres dias
havia cerca de cem mil francos en caixa
e que o marques tirou-os para si...
E Miguel ouvia assim o primeiro passo; por Gilberta, do a,sassinato de Jaotel e
da calumnia, que fasia d'elle quasi ooom- dojoubo do oofre^.,
plice ou iniciador do orime.
confianza no patrSo, esse fermento de
odio?
E estes detalhes do inqueritc, que j
eram pblicos I
Quiz faser frente tempestado, a essa
onda que suba.
Meus filhof), disse elle, nao podem
dr. vi dar da minha probidade... nSo teem
esse direito... NSo o consentirei...
Urna catastrophe imprevista arruina a
minha casa... NSo podem responsabi-
sar-me por isso... Mas onoam-me, den-
tro de cinco ou seis dias no mximo, re-
pito, todas serao pagos... Arrepender-
se-hSo entSo de busb desconfianzas... e
das palavras amargas que alguns dentro
ves, mal inspirados, soltaram contra mim...
A emocSo de Miguel parecen faser im-
pressSo n'elles.
NSo retorquiram e retiraram-se com o
rosto sombro. Mas noite mandaram
as mulheres que vieram eom os filhos,
marques
dos ma-
ridos.
Ellas chora varo. Em casa nSo ha-
via mais nada NSo sabiam o que faser...
O marques n8o quiz recbelas... Eram
de ama s ves muitas torturas para
sua pobre alma... Sentia-39 desvairado,
verg-tva de c&ngago, e s veses, paseando
a mSo pela .testa, pareca querer reunir
as ids que fogiam-lhe no tumulto do
s*u espirito.
Durante todo esse dia tSo cruel, nio
tornon a ver a mSi.
A marquesa aceommettida de febre
deitara-30.
Mara Ros^ e rilberta cuidavam dalla.
Mara Rosa soubera durante a noite,
cer!
i \ f llencia ix.-
milia 'i> run'u
mnente.
Disia-lhe : .
Venha, Loureoso. A desgrana con-
grega Seo irmSo nSo ter coragem de
recusar recebe!-o. Soffre de mais hoje
para fase!-*) soffrer anda... Elle tem
necessidade de amigos e o seu perdSo
est-!he nos labios 1... *
Ella julgava com o ooragSo, ignorando
a tarrivel aocusajao que o marques e a
marquesa cga irrogavam contra seu ama-
do Lourenco.
A' noite o marques fora pa-a perto da
filha procurar um poaou de reponso e
tranquillidade.
Qilberta dirigia-!he palavras meigas,
animande-o, apontando lhe dias mais cal-
mos, fasendo-lhe santir quanto ella o es-
timava e como mesmo na miseria ellos
podiam ainda ser felizes ambos.
A marquesa dormiajjo seu qnarto. Ma-
ris Roa trabalhava junto dalla interrom-
pendo-:e muitas veses para lsvantar-se,
approximar-se da cama e contemplar a
cga.
Como ella nSo podia adiviohar o drama
horroroso d'aquella noite, o segredo oc-
culto no amago d'aquelle alma fechada, a
moca compadecida admirava-sa do estrago
que se operara na cga.
Pobre senbora 1 murmurou ella.
la sentarle de novo, tornar a costu-
rar, quando a marquesa sem abrir as pal-
pebras pronunoiou algumas palavras con-
tusas.
Mara Rosa julgou que estava chaman-
do-a :
__ Precisa de mim, minha senhora ?
Desoja algoma cousa ?
A marquesa, porm, nSo responden.
iemexeu-se smente na cama, eos as
Quem os aculara contra elle ?
Qaem inoculara n'elles, tito pacficos
ainda bontem, to laboriosos e oom tanta
roaos para fra do eagol, esticadas para
Sahira depois do meo-3ia e pusera no j a fronte, e parecendo querer agarrar al-
correio urna carta feita s pressaa e a gue-n.
lapis para Loitrenco. 1 E era isso mesmo que fasia um soiho,
Avisava-o da desgraoa que feria a fa-"porque de repente as m&os esUoionaram,
o b/p.co direito esteodido. Ja u.-dos con-
trahiram-se como se agarrassem algnma
cousa, as unhaa enterravam-se quasi na
carne, tito desesperado era o aperto.
E claramente, sempre dormindo, ella
disia:
Assassino Assassino 1
Ella quiz acordar a velha.
Minha senhora 1 Acorde, minha se-
nhora peco-lhi I !
E tomou-lhe docemente a mSo ; mas os
proprios dedos d'ella foram envolvidos no
aperto e a marquesa puxou-a :
Assassino! Quemes?... Misera
vel I... Lourenco Lourenco 1
Mara Rosa empalheceu.
O qua isto, meu Deus ? O que
v e o que dia' ella ?
Fes esforco para retirar-se, mas a mSo
que esmagava-!be o pulso segurou-3 ainda.
A ceg'i n'uma sobrexcita co extraor-
dinaria, prosegua :
De quem falla ella? murmurava Ma-
ra Rosa. NSo pode ser de Lourenco !
Lour-ngo, meu filho, ladrSo e assas-
sino!. Meu Deus Mu Dana!...
Que pesadello horriveT! disia a moga
aterroriseda.
Mas a m>rqnesa agora calava-sa ; os de-
dos que apertavam os pulsos' doloridos de
Mara Rosa afrouxaram pouco a pouco, o
braco tornoa a sabir sobre a ooberta.
Minha senhora, disia documente Ma-
ra. .. acorde-se...
A marquesa oom effeito despertava e
ergua se penosamente.
Urna vermelhidSo ardente coloria-lhe as
faces, trabindo febre alta. Seus dentes
rangiam. Longos arrepios percorriam lhe
o corpo e sacudiam a miseravelmente.
NSo eta niagaem junto de mim ?
pergunt .'U ella ?
Estou aqui fui eu que a desper-
t i.
Porque, minha filha ?,
A senhora estava muita agitad"
Sonhava e paieoia soffrer muito...
TECDOS >M ?Mk-
TASIA
Sendo mpossivel de se daecrever a
l 'te variedade de tecidos de diversas
n&lidades proprios para a estacSo actual,
rga-se ao publico em genJ. e principal-
lente s Exmas. familias a ficezn de vi
:-.iem o
LOUVRE
iua 1.* de Marcn n. 20 A
Francisco Gargel i \wh
TELEPHONE N. 158
Sei as brancas, pretas e e
cores
Novos padrSes e para grande escolba,
tendo despachadas nestes nltimos dias.
LOUVRE
Coetumes para creaucas
De todas as idades encontra- se grande
Drtiroento no
Louvre______
Jbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolba no
LOUVRE
. Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Pars receben o
______Louvre_______
Capas, jersey s e visitas
Qostos ioteiramente novos acaba do re-
saber
BOTICA DO ROSARO
DE
Virgli Lopes Sf C.
3S Boa Lar?a do Rosario 33
RECIFE
Completo sortimento de drogas, tintas,
piuceis, fundas, utencilios para pbarma
cias, photographias, pinturas, vemizes,
tinturas bomas.pathicas, machinas elctri-
cas, ligas, meiaa elsticas, etc.,etc.
Telephone 374
Fabrica de levas
DE
Roa Raro da Victoria i. 6S
Loja de quadros
Madama Oerard avisa aos seus ude>
rossimos fregueses, que receben de Pars,
om grande e variado sortimento de pelli-
cas de ohevreaux, de primeira qualidade
dea, castor etc., ete__________________
Um sonho mo 1...
E continuando :
Failei entSo ? Pronuncie!.. .
Falln... poucas palavras ..
Ouvo ? O que comprehendeu ?
Oh minha senhora os sonboa sSo
sempre insensatos...
Diga, minha filha, diga !...
Tentou aorrir, mas nos seus pobres
oihos sem vista surgiram duas lagrimas
que rolanm pelo rosto e cahiram no leito.
E muito commovida, Mara Rosa per-
cebia que um mysterio agitava-3e em tor.
no d'ella, a cem leguas, portante, de sup-
por que seu Lonrencc pudesse ser acen-
sado de um crme.
N'csbo momento Miguel entrn com
Gilberta.
As meigas palavras da filha, tinham no
animado um pouco. Sentia-se, nao mais
calmo, nem sobretudo consolado, porm
mais forte, vendse cercado de tanto
amor, de tanta ternura.
Skbendo que sua mSi estava enferma,
vinha visital-a
A cga nSo o ouvio entrar, absorta no
seu pensamento intimo, na unioa e borri
vel ida de que seu filho era criminoso.
Como est ?lla ? perguntou o mar-
ques a Mara.
Acaba de ter um pesadello medo-
nho. Revivea a scena do assassinato d'es-
ta noite e via o assassino, reconheoia-o no
seu horrivel sonho, era seu irmSo...
Elle estremeceu e enoarou Mana Rosa
oom assombro :
Mas nSo o aoreditou, nSo assim ?
Ella fhou muito paluda com a pergun-
ta. O que haveria entSo ? Porque mo-
tivo Gilberta e Miguel unstravam se to
aterrorisados oom um sonho ? E que ne-
cessidade tinham de reoomm?ndar-lhe que
nSo acreditasse ?
^_ *
"i p. do Dwno, ra Dnque de Caxias n. i i

i

i
-1


Full Text
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