Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17878


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Full Text
ANNOLXVIII
DOMINGO 20 DI NOv*MBRO DE 1892
NUMERO 264
I

<
I
i

DIARIO
PERNAMBUCO
PROPRIEMDE DE HANOEL FIGCEiHOA. DE FARA FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO S PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por Ues ditos vencidos.....
Por um anno aiiantado ....
dem ideui vencido......

7$000
241000
281000
. SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DR PfJBLI.JAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
O Srs Amede, Prince & C, residentes em Pars34 rae le
Provence.
PARA OS LOGARES UNDii SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 13&500
Por seis ditos vencidos. i5$500
Por um anno adiantido. 27J000
dem dem vencido. 311000
MME 6MCI4L
nlnlsierio da Justina
Concedeu se d:8ponsa do hpso de tempo de-
carrido parw solicitar as ivBnestivas paten-
tes :
Do coronel da gc?rJa nacional da comarca de
Cintra, no Estado do Tara, a o cidala: Anizio
Antonio Das;
De capito ajacUijte do 2. regiment de ca-
vlflaria la guarda nacional, ao cilado Augusto
Ferrein de Oliveira Atnorim ;
D> teaente do referido regiment, ?o ci adSo
An'emr Pompilio da Silveira.
O recurso interpos'o por Hnupt & Bicho
do despacho da Junta Commercial de 5 de Se-
tembro ultimo, que r.e?ou o archivamento do
seu contracto social, teve o tegaiote despa-
cho :
0 arcbivammo do contacto de sociedade
commercial ni depende da existencia je ttr
mi regularmente formada, nos termos do de
c*eto n. 916 de 24 de Outubro ee 1893, par a
in3cripgo no registro, creado por ese de
creto.
S para o tff ito de tal ioscripgo obrigam as
disposicfies do mesmo decreto referentes ao
modo como ho de ser formadas as firmas com-
merciaes. O archivamento do contracto social
obrigatorio (art, 301 do Cdigo Commercial),
ao passo que o registro da firma facultativo
Sari. II do decreto de 1890), ainda que seja con-
igi e3sencial para o oo de certas garantas
so concedidas a casa commercial que regist'a a
u.i firma (art. do mesmo decreto, arl. 11,
paragrapho nico do decreto n. 917 de 24 de
Outubro de 1890, etc )
Nao podia, pois, a junta recusar o archiva-
mento do contracto social dos recorrentes, pela
raso de nao estar afirma dessa sosiedade de
accordo com o art. 3- 2- do decreto n. 916
de 1890 ; efectivamente, tal dispo3igio nao foi
observada, pois, tratando se da urna sociedade
em coramaodita, a firma apenas contem abrevia-
dos os nomes dos socios solllarios, sem o addi
tameDto e companbla, que devia indicar a exis-
ten :ii da 3o:la com man luana ; sso, porm,
nao importa pira o archivamento requerido,mas
smeote para o registro da firma.
Quaado a queiram registrar, ou b) de os re-
corren ie regularisal-a, ou'correctamente Ibes
negara a junta e ioscripgo, dependente, esta, de
ser a firma conceb la nos termos do decreto que
ceou o registro das firmas commerciaes.f
Assim' don prov.menio ao recurso decidindo
que a Junta Commercial admita a archivamento
o cootracto de sociedade dos recorrentes.
Auiorisou se o ooronel comman'.ante inte-
rino da brigada policial, em resposta ao officio
n. 526 de 30 de Setembro ultimo, a abonar o
respectivo sold ao medico de 3* classe da mes-
ma brigada, tenente-coronel bono-ario Dr. Fran-
cisco Corroa Datra,' actuilmeote no exercicio
do cargo de delegado auxiliar do chefe de poli-
ca desta Capital, a exemplo do que se pratica
com os ofliciaes do exe/cito em circumstancias
anlogas
ministerio daFazeada
Foram nomeados :
1 ispector da al'andega do Cear o chefe de
secgo da de Santos, Pedro Caetano Martins Cos-
ta e chefe de secgo desto alfaodega o inspector
daquella Lopoldo Leonel de Alencar.
Fol nomeado 3- escripturario da Recebedo
ra do Rio de Janeiro j official de descarga ex
tincto da alfandega desta Capital Henrique Jo3
dr Carmo.
O Diario Official de hoja publicar os de
creios : que aolorisa o governo a indemnisar o
Estado do Maranbo da "quanlia d 439:i96o32
para occorrer s despezas com as obras do Fuso
ou canal do Arapapoby e o que abri crditos de
503:000 para cada um dos Eotadoa da Parabyba,
Goyaz e Piauby para occorrer s despezas com
diversos servicosa seu cargo.
overuo do Estado de Peruam-
buco
DESPACHOS DO DA 18 DK NOVEMBRO DE
1892
Companhia :Great WeBtern of Brasil
Railw.y pedindo pagamento da quantia
de 322$470.Doferido com offiio desta
data ao inspector do Thesouro do Estado.
Ernesto da Oiiveira Cavalcanti,Di-
rijs-is ao Concelho Municipal nltimamonte
eleito e empoBsado.
Francisca Ludovina Ribeiro Bacallar
pedindo entrega de documantos.Sim,
madiante recibo.
Qraciliano e Leonida, orphaos menores,
filhos de Joo da Cruz Estanislao.De-
ferido nos termos do offioio desta data
dirigido ao inspector do Thesouro.
Henriqne Florentino da Silva Santiago
N5o tem tugar o que requer em vista
do contracto celebrado com Delphino Mi-
guel da Costa.
Bacharel Jos Al ves Lima, amanuense
4a secretaria da Junta Commercial, pe-
dindo 3 mezes de licen9a.Sim, com os
vencimentos a que tiver direito, na forma
da lei.
Joanna Evangelista Barbosa.-Informe
o promotor pnblico do municipio de
Olinda.
Manoel FigueirS* de Faria d FilhoB
pedindo pagamento da quantia de 4000000
proveniente da impressao de mil e seis
ceios exemplares da lei n. 52.Informe
o inspector do Thesouro do Estado.
Manoel Targino Leopoldino do Santos.
Informe o inspector geral da InstrnccSo
Publica.
South American Cable Company pe-
dindo permisaSo para embarcar gneros
para Fernando.Sim.
Salvador'Barbalho UchSo, Cavalcanti.
Nesta data' xne dirijo ao governador do
Cear afim de mandar inspeccionar o pe-
ticionario.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 19 de Novembro de 1892-
O porteiro,
Hemeterio Maciel da Silva.
%
Commando superior
Quartel do commando superior da guarda
nacional da municipio do Reoife, 19 de
Novembro de 1892. 3I
Ordemdo dia n. 159
Havendo sido convidado por edital ho-
je publicado no 2>'arJ de Pernambuco,
para receber na Secretaria do Governo
desto Estado a minha patente de reforma
no mesmo posto, embora seja violento e
arbitrario o acto pelo qnal fui reformado,
deixo o exercicio do commando superior,
pasaando-o ao Illm. Sr. ooronel
dantj dx brigada da arthsria Francisco
Antonio de S Barreto, por Iba competir
em virtude da lai, do que don conheci
manto guarda nacional deste municipio.
Agradeco a todos os Srs, ofihiaas da
brinsa gaarda nacional a franca e laal co
adJTvajSo que mo preataram daranti o cur-
to periorl? em que exaroi o mesmo com
mando.
Aguardo, para reclamar o mau diraita,
a poca em que a lei seji neste pas urna
realidade.
Coronel Jote Mara de Albuquerque
Mello.
aestara polica!
Secjo 2*. -N. 262 Secretaria da
Que tura policial do Estado de Pernam-
buco, 19 de Novembro de 1892.
Cidado. Participo-vos que foram
hontem recolhidos Casa de Deten;o os
seguintes individuos :
A' minba ordem, Francisco Mauricio
dos Santos, como desordeiro.
A' ordem do subdelegado do Recite
Jos Francolino Gil, por embriagues e
disturbio ; Manoel Ludgero da Silva, cc-
nhacido por S Ida Jo, JoSo Antonio de
Oliveira, conbeoido por Sombrinha e Jo-
vina Mara da ';onceGKo, como pronun-
ciados a disposiclo do Dr. delegado d
1. di a trie o da capital.
A' ordem do subdelegado de Santo An-
tonio, Jos Antonio de Asevedo e Sergio
Joaquim de Sant'Auna, como gatunos.
A' ordem do subdelegado do 2. die-
ricto de S Jos, JoSo Francisco dos
Santos, Boailio da Costa como vagabundo
e gitano.
A' ordem do subdelegado do 3.' distric
to da Graca, Antonia Pac tica da Concei-
cSo por infracjSo do art. 134 do antigo
cdigo e Minervina da Rocha, como tur-
bulenta.
No dia 12 do corrente, em trras do
engenho Racreio, do municipio de Mari-
beca, Manoel Jos do Nascimento, conbev
cido por Cayana, disparou urna pistola
em Luiz de tal, indo o projectil cravar-se
em urna irmS deste de nome Mara Fran-
cisca dos Prazeres, que fcou gravemente
ferida e em Eleutheria Mara da Concei-
cao, cujo farimento foi leve.
Tambe a, na mesma data e em trras
do engenho S. Salvador do mesmo muni-
cipio, Manoel de Oliveira Lina, disparou
urna pistola em Miguel Carlos Teixeira,
feriado o levemente.
Os criminosos evadiram-se e a autori-
dade respectiva prosegne nos termos da
lei.
Em trras do engenho Conserrador do
municipio de Gamelleira, no dia 12 do
correnta travando renhida luta os indivi-
duos Autero Perera Marinho, Jos Vicen-
te,Manoel Vicente'e Jos Bento da Fonseca
Pita, conbecido por Jos MourSo, aconte-
ceucahir mertoj>or nm tiro de bacamarte o
de nome Antero Pereira Maiinho, evadin-
do-sa os criminosos.
A autoridade respectiva remetten ao
juiz competente o exame e mais diligen-
cias procedidas.
O subdelegado do 1* districto de S. Jo-
s, communicou-me que hontem as duas
horas da tarde, apprehandeu em poder de
Antonio Francisco conhecido por chalei
ra, urna caixa contando ferros da cirurgia,
a qnal se acba depositida na mesma sub-
delegada, afim de ser reclamada po-
quem f"< seu dono.
Antonio Francisco foi recolhido pri-
sSo, e declarou que havia subtrahido a
referida caixa de dentro de um carro de
med co, que esta va parado alen da Ponte
de U.-hoi.
No lugar Gravat Ass, do municipio
de Panellas, travando luta entra si o in-
dividuos Joaquina Thomas de Aquino e
Jos Pinto, resultou ser este morto po
aquello com tres iacadas
minoso.
O delegado respectivo
ment do faetc, e remetteu ao Dr. pro-
motor publico as deligencias procedidas so-
bre o mesmo.
Tendo recebido do Dr. prefeito nm offi
co representando contra as pracas desta
cadas ao servico do Morcado Publico de
S. Jos, pelo modo irregular po.- que se
portom; nesta data me dirijo ao comman-
dante do Gorpo de Polica no sentido de
obrigar as ditas pracas a all se apresen-
tarem s seis horas d% manhS e desem
penharem o policiamento conforme lhes
f8r distri juido pelo respectivo administra-
dor.
A proposito da noticia inserta na Pro-
vincia de hoje denunciando a morte de
Fortunato Jos de Oliveira, na Casa ds
DetencSo, onde se achava recolhido, at-
tribuindo.se a fallecimento do mesmo a
falta de ar na sel lu a em que se achava,
nest -. data solicito do administrador da-
qnee estabelecimento informac8e3 sabr
o facto das quaea tago que me sejam for-
necidas, levarei ao vosso conhecimanto.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
>ui digno governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filbo.
Baharel Pedro Wanierley Jacques, Francisco
Manoel da Silva,. Dr. Antonio Domingos Pinto e
outro, Celso Duperrou, I launa Mara da Concei-
gao Lima e Jos de Macedo.Haj i vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.-
Cundida Alves da Fonseca e oatros.--Volle
Recebedoria para declarar qnal o empregado
que fez a liquidaco de que ce trata na nforma-
co i afra da seceo do contencioso.
Josc Augusto de Barros.Informa o Sr. col-
lec'.or de Gamelleira^_____
Recebedorla do Estado de
Pernambuco
despachos do dia 19 ds novembro
dk 1892
Candida Lopes L^rco:, Eufrosina Francisca
Ferreira, II reulana Mara da Conceigao, Jos
Ignacio Silveira Lobo, Jos Ignacio Gomes, Ma-
ra Tn-;rezi de .1 su Machado. Silva 4 C, e Ve
neravel Ordem Terceira de S. Francisco. la-
forme a 1." 8erca\
Anna Joaquina Tbeotonia do Sacramento.A'
I. seccSo, para cumplir o despacho supra.
Benjamim Francisco B/andSo Jnior.litar-
me a t.* seccSo.
Francisco Salgado Braz.Deferido, em vista
os documentos apresentados.
O porteiro,
Jos L. Macedo C. Filho
EXTERIOR
AMERICA DO SUL
Ctalll
evadio-se o cri-
tomou conheci -
Thesouro do Estado de Per-
nambaco
DESPACHOS DO DIA 19 DI NOVEMBRO
pE 1892
Bacharel Angosto Coelbo de Moraes, Augusto
Cerqu'nho, Benemrito Jos da Costa Diaa Le
mos Se C, Dr. EstevSo Cavalcaute de Albuquer-
que, Francisco de Almeida Pedroso, Isabel Fran
cisca da C )ta Lobo, Manoel Caetano Vieira da
P.z, Marta G. de Miranda, Salnsliaoo Lope,
Associaco Commercial B2oe5;ent3, Companhia
de Servicos Martimos de Pernambuco. Mor-
comman me 0 s. rjr. contador.
O ministerio acaba de pedir demissoconecti-
va ao presidente da Repblica.
Nao podeado comba.er nem resolver certas
qoestOes polticos de fumma iooportancia por
falta de apoio dos cmaras, deliberou se o mes-
mo ministerio a eese passo.
0 chffe da oac&o ainda nao se raanifs.O'j a
respeito dessa solicitacao.
Tem havido consideravel tens&o as ela-
cOes deste paiz com o Per, por causa de nm
protocollo a3signado recentemente pelo govarno
chileno e o ministro rancez em Santiago.
Pelas clausulas do tratado de paz que poz ter-
mo a guerra entre o Chili e o Pern em 1883, o
Cnili devia temar posse durante (0 annos das
duas provincias do Pero, productoras de guano,
Tacna e Arica ; no ta desse praso, a posse fi-
nal desse territorio seria determinada pela vola-
ao dos seus habitantes a o paiz que a obtivesse
leria de pag r ao entro 10000.000.
Nessemeio tempo o Cnili tena de tomar conla
da esportacao do guano, reservando para si me-
Ltade dos lucros resultantese depositando o resto
no Basco da Iiglaterra, para beneficie dos ere-
dores do Per, principalmente os francezes, co-
jos emprestimos baviam sido realisados sob ga-
randa da producto de guano.
Em virtude uesse accordo depositon-se no
Banco de Inglaterra cerca de l 700000, ao pas-
so qce a quota do Chill foi empregada em ti'u-
los naclonaes de 4 1/2 por cento.
Agora o protocollo accordado entre o ministro
f.-ancez e o Chili estabelece urna distri ooigo
pro rata entre os credores, desses 2,700,000
e prev mais que 80 % da quantia recebida pelo
guano pelo Ccili e empregada em ttulos nacio-
naes seja igualmente entregue aos portadores
francezes de ttulos peruanos.
E?se pagamento deve ser considerado pelos
credores francezes como liquidac&o completa de
todas as suas reclamares ao Chili resultantes
da guerra do Per, e dlz-se tambem, que por um
artiguscelo a Franca demais se obriga a man-
ter a preponderancia do Cbili no Pacifico.
E' incontestavel que essa ultima cliusula a
principal cansa da irritacao do Pern porque nul
lirjearia a sua pretendida allianga com o Brazil e
com a Repblica Argentina.
Mas, mesmo contra as clausulas francas do
protocollo, lavrou elle protesto rigoroso, susten-
tando que mnitajdas reclamado francezas nel-
le admittidas eram fraudulentas eque, em quil-
quer caso, a validado dalias deveria ser re:o-
nhecida por um tribunal peruanoi
O ministro do Per em Santiago receben
ios rueces para scieotificar ao governo do Cbili
que o Per reserva todos os sena direitos na
questSo.
Tola a cont-oversla que ameaca azedar-se,
tanto mais infeliz por occorrer nm anno antes da
poca em que se tem de tancar mao do plebi-
cisto para resolver a posse de Tacna e 'de
Arica.
Paraguay
En urna revista militar de A-sumpcio foi
dado estampa um artigo que mamfesta pro-
nunciada ma voritade contra o Brasil.
E essa m vontade se revela no ministerio da
guerra.
E veja-se :
O Sr. Mame le, ministro do Brasil junto ao
governo do Paraguay, ao ebegar Assumpglo
visitn aos ministros da repblica, e lodos tbe
retribuiram a visita, m:aos o ministro da guer-
ra.
A 7 de Setembro o diplmala brasileiro den
urna testa a qua coovidon todos os ministros
paraguayos, menos o ministro da guerra.
Dia* depols appareceu em um bebdomadar o
El EjercitotParaguayo um artigo altamente
lleasuo ao Brasil e assignado por um official.
O Sr. Mamade pedio a prisao desse official e
o ministro da guerra sem oppor-se anteriormen-
te a satisfagan, fez todo o posslvel para evi-
tal-a.
Sao nuvens que to'.dam a atmospbera.
Nio sarao a tempestado, mas por ventura se
rao prenuncios que se nao devem despresar.
Repblica Argentina
No senado a opposco combata a mensagem
do poder ezeeotivo sobre a nomeacao da direc-
tora do Banco da NigSo-
O ministro da fazenda, conhecedor de3sa re-
sistencia, far questao de gabinete, sustentadlo
a iutegridade da lista dos candidatos.
As eleicas mualcipaes realisar-se-h^o no
da 27 do corrente; apresentom se numeros
candidato? aos lugares de intendentes em todos
os district03 em que se divide esta capital.
A' vista disto torna-sa de todo impossivel au-
gurar se desie ja o resultado que tero as mes-
mas eleicOes.
O U Victorino de la Plaza, agente Cuan-
cairo da Bepablica A-gentioa em Londres, foi
dispnsalo das funcgOes que exercia, por deler
minas'o do ministerio da fazenda.
O Dr. Eluardo Costa, interventor "o go-
zeroo federal na provincia de Santiago del Este-
ro, decreton a dissolugao da legislatura daquella
provincia, por julgar tarem sido fe-itaa de um
modo iitegal as eleig5e3 a que all as proceden
oliimamenle.
O governo pretende modificar as passageos
para as cordilbeiras, introduzin lo urna ou outra
aiteragao, no interesse gera'.
Pelo qua se diz, parece provavel urna sci-
sao no partido modernista, recentemante creado,
a no qual tlguram como socios persouSgeus n-
fllentes na polilica da Repblica. .
O ministro f.-ancez Waguer, acreditado
junto ao governo cbinez, sabe-se ofBclalmente
que ser transferido para Baenos-Ayres.
Discobriram se minas de prata na provin-
cia de Jojoy.
Poi adiada por causa do mo tempo a inau
guragSo dfl corso das fl res na avenida de Pa
termos. ,
Os a-pzteitos das fabricas dosta capital
reallsaram um meetiog e resolveram pedir ao s
patr-s dicr.iauigao as horas de Irabalh? e aug -
ment de alario.
Postefo-mente declararam-se em greve em
iotas as fasricas de colgados, que por este mo-
t.vo fecharan:.
E -.'.".tur nenia j con'.am so 3,000 operarios
desse :arx:^ da industria quo abandonaram os
seus frc .%<: f>or insnfdcleixia de salarios.
. A all >' ios gravisias pacifica.
Receia-se tambem urna greve geral dos bar
beiros em Buenos-Ayres.
Alm disso dous mil operarios approxima-
mente, pertencentes a diferentes ramos de in
industria, declararam se em parede : a sua atti-
lude todo pacifica e manifestam simplesmente
o dasejo de eer^m coate Tapiados com um aceres-
simo nos seus salarios.
U n accordo entre os grevistas e os pat-Oes
presumivel.
ODr. Gi3par Silveira Morlins desmentio
qun tivesse qualquer ligago com os conspirado-
res do Rio Grande do bul.
As ultimas noticias desse Estado assegnram
que a revolugao se far, pela iovaso dos fede-
raes concentrados na fronteira e ram o intuito
de derrocar a-siluag&o all dominante.
Fallava se em provavel revolugao breve-
mente em corrientes.
A'<) ? ro-ras da manb do dia 30 do mez
passado, as forj s revolzcionarias de Santiago
del Estero avistaram-se com as do deputado
Ruis.
Estas ultimas estavam entrinebeiradas no edi
cio da estagao Trindade, propriedade do gover-
nador deposlo.
Os revolucionarios atacaram a parle principal
do edificio, tomando a e obrigando os defenso-
res e refugiarem se em nma adega.
Nesse momento chegaram torgas do governa
nacional, impedindo que continuassem as hos-
tilidades.
Houve apenas alguns feridos.
Hepubiira Oriental
Taoto na impreaaa como na Cacara dos De-
putados tratava-se escrupulosamente da questo
do emprestimo de cinco iciilboos de pesos com
um syndicato de banqueiros francezes e cujas
negociaces mallograram-se.
Em consequencia deste fatal resultado, mani-
festam seu profundo desgosio, levantando saas
queixas contra o governo actual, recriminando o
po nao ter tido a capacidade suffi cente para dar
bom andamento e fel'z desenlace a essa impor-
tante operaglo fioanceira. nica esperanca da na
gao, para evitar a crise financeira e commercial
que atravessa o paiz.
O /overno deliberou supprimir as quaren-
tenas impostas pela Junta da Sanidade s proce-
dencias europeas, por occasio dalli grassar a^
epidemia do cholera morbus.
03 navios tero d'ora em diante livre pratica
depois de urna simples desifecco que se proce-
der entrada do porto.
as antigs difll -uldades existentes entre as
Juntas de Sanidade de Montevideo e de Buenos-
Ayres ameacam agora degenerar se, no que diz
respeito & applicago de quarantenas s proce-
dencias infestadas pelas epidemias.
O diario oriental La Tribuna Popular, que
se pablica em Montevideo manitesta se em ter-
mos iguaes ao do sen cnllega Li Razn, com
'elac^o aos ul'imos acontecimentos polticos da
Repblica e excita igualmente o Sr. Dr. Julio
Herrera y Obes, presidente da repblica, a resig-
nar o seu mandato, na qualidade de chefe da
naco.
Esses commentario3 por parte da Imprensa
ten sido a ordem do dia tanto nos circuios po-
lticos como nos nance ros e commerciaes.
O presidente da repblica ainda nao respon-
den aos citados artigos, que segundo, dizem cau-
saran! 'toe viva irapre.-sao.
Foi recebido em Montevideo nm telegrammi
do Rio d' Janeiro dizendo que descobrira-se no
Rio Grande urna conspi.-agao, cojo chefe e o Dr.
Silveira Martina.
O redactor do jornal El Dia allega tar con-
versado com aquelle dontor, que. segundo eUe
dissera :
Estes horneas do actual governo do Brasil, as-
sustam se a' com a propna sombra.
O general Tavares nao acceitou o convite do
general Telles pura voltar ao B-azil.
Ni fronteira continuava se a fallar de immi
oeste convulsao.
Silveira Martius disse por ultimo que se tbe
tem proposto a venda de armas, por parte de
argentinos, o que elle repellio in Im'ne.
A commisso de legislago da Cmara dos
Diputados deu parecer favcravel ao projecto de
tratado de commercio e navegago com a Alie
manha, dizendo, entre outras cousas, o seguiu
te : sobre o prazo do tratado, proceden c Po
aer Execotivo com prudencia, fazendo coincilir
com o que anda fica para cumprimento dos tra
tados vigentes com a Inglaterra e a Italia, por
quanto, como diz a mensagem, Meamos em con-
digOea de absoluta liberdade para dar s fu uras
convengo :s as aovas formas, qua boje comegao
a empregar-se reduzindo esta especie de trata
dos a meros actos de paulas da alfandega.
Hepubiira do Pera
Tinha-se encerrado com as devidas formalida-
des a sessao ordinaria do ongresso.
II. publica da Bollvia
Em La Paz e em varias ou ras p-ovincias da
repblica est grassando a cholerioa.
Tem o typo epidmico.
AMERICA DO NORTE
Estados-Unido*
Os eleitres presidenciaes acabis de reunir-
se em toda a repblica.
Os resultados parciaes conhecidos aaseguram
a Grover Cneveland a investidura do poder exe-
cntivo da Uoio.
A sua eleigo, depoi3 do intervallo de quatro
anuos significa, o triumpho das ideas pelas
quaessebat/m os elementos mais puros e pa-
triticos da poltica americana desde o nm da
gu rra civil.
Quanda em 1872, antes da segunda eleicio do
general G-ant, os Srs. Gaorga William Curts e
Edw'.d C. Godkin, nos seus jornaes Harper's
Week'y e Nition apoolavam j para eesas
reformas com as mais vitaes para a felicidade
do paiz, os polillcos os trataro de impert
nuiles, iheoricos, puristas e mugwjmps. Hoje
venceram elle, e pena qne George William
CurUs, este atheniense do Novo Mundo, tivesse
morrido antes de ver o triumpho das suas Idea?,
porquanto Cleveland faz o que promette, e
prometteu observar fielmente as ideas do civil
service reform e pugnar pela reviso das tarifas.
__ Poi eleito vice-presidente o Sr. Adlai E.
Stervenson, advogado do districto de Blooming,
no Illiner. .
Na prlmeira presidencia de Cleveland, exerceu
o espinboso cargo de director da primelra dir
coria geral dos correios,que se oceupa do pea-
soal,e n'esse logar presten relevantes servaos,
adherindo nemore lettra e ao espirito da legs
lac&o do civil service reform, e d'uste modo
purificando e moraliaando a administraco pos
tal, que, pelo seu enorme pessoal de 70 000 agen
tes priocipaes, toroa-se, em mos pouco escru-
pulosas, peior a enca de corrupgo poltica
que se coobece nos Estados Uuidos.
Tel -gramma de New Orleans noticiam ter-
se generalisado abi a grve dos operarios.
A silo: gao assumia nm certo carcter de gra-
vjdade.
A colonia portuguesa da California prepa-
ra va se com grande afn para fazer se rep~e;en
lar em San Diego pelas festas i-aniversarias da
descoberta d'esse Estado pelo navegador portu-
guez Joo Rodrleoes Cabrilho.
N'esse sentido houve convite para urna reunio
que effectuou se em mel de enorme* concurso,
sendo nomeado para levar a effeito o seu pro-
gramma. urna commisso executiva composta
dos Srs. : Dr. Jos S*. Bittencourt. caplto Anto-
nio Vieira, Antonio Fo.iln, Jos Baptista, Bernar-
do Fernandes, padre Manoel Francisco Fernn
de3 e Jos P. Bernardo.
EUROPA
Portugal
S. M. o rei D. Carlos I acompaohado de S. M.
a raioba D. Mara Amelia, deixou a capital do dia
9 pela, manh, dirigindo-se a Madrid, onde vai
assislir s festas em homenagem a Christovo
Colombo, que all se vo realisar.
Dizia se que dorante essa ausencia (icaria
na regencia do reino a rainba D. Mara Pa. I
Foi assignado o tratado de extradiego en
tre Portugal e Inglaterra.
Un dia d'estes deparou se-nos urna boa
eurpreza no alelier do illustre pintor Colum-
baoo, quaodo sua irm, a Sra. D. Mara Angus
la Bordallo Pinbeiroqne sonbe tambem crear
um nome distincto com os seas trato idos de pin-
taranos mostron amavelmente os modelos de
urnas lindas ren tas artsticas, com quedeseja in-
stituir entre nos urna das mais interessantes e
das mais delicadas industrias de luxo.
Fetas pacientemente agulba, isto.por meio
da laboriosa combinago de bilros que usam as
rend.eiraa das nossas praias, estas rendas repro-
duzetn na sua ligeira trama a phant sia de bellos
dezenhos originaos, que as enriquecem com um
estylo proprlo. Sao verdadeiros productosd'arte,
em que a m&o de obra se atina caprichosamente
e brinca na braga dos lavores. E a novidade dos
motivos escolhidos para a ornamentago, apro
veitando de preferencia os monstrosiohos do
mar, molluscos deliciosamente exquisitos, mol-
durados em cercaduras elegantes que obdecem
forma das conchas ou 89 recortam com reqain
tes de gosto, sabiamente archaico por vezes, m
prime aos bordados compostos pela Sra. D. Ma-
ra Augosta Bordallo todo o carcter de urna
creago rara e feliz.
Daveria adoptarse a estes artefactos, realga-
dos por sogges ivas singularidades de deleixo, o
ltalo de Rendas de Lisboa, para assignalar ty-
picamente a sua o rige no, para enraizar bem na
te ra portngueza a especialidade do sen fabrico,
e para localisar n'um grande centro de commer-
cio e de alta vida um ramo precioso de industria
artstica, que se recommenda ao mais brilbaote
xito, em vista da larga applicago que tem s
galanteras do vestuario feminino.
A Sra. D. Mara Augusta Bordallo vai empfe-
gando esforgos, at boje obscuros, para alargar
a produegao das suas rendas eslysadas. Ten-
ciooa expol as trevem'nteao publico de Lisboa ;
e, como conla tambem, sensatamente, com o mer-
cado do Brazil, j envin amo collecco de amos
tras para om estabelecimento do Rio de Janeiro,
secundo nos disse.
Heapanha
O sub-secrelario de estado no interior, ceden
do as instancias feitas pelo governo bespanhol,
consenlio em retirar a sua demissio que apre
sentara a 5 do corrente mez.
P:epara-se brilbaote recepjSo a SS. MM. o rei
e a rainba de Portugal.
S. M. a rainba regente de Hespanha, em com-
panhia de seu augusto filho D. A Sonso 13, as-
sim como alguns membroB do ministerio bespa-
nhol iro ao encontr daquelles soberanos, que
ao desembarcarem sero onduzidos ao palacio
real de Madrid, ondo fie rao hospedados duran-
te o periodo de sua estada nesta capital.
Franca
O Sr. Ciarles Rouvier, mioistro plenipotencia
rio da Repblica Fraoceza junto Conlederaco
Argentina, acaba de ser nomeado residente ge-
ral da Franca em Tanis, em substituigo do Sr.
Massicault, fallecido a S do correte.
As ultimas coramuoicogOeo telegrapuicas,
recebidas aqui de Dahomey, annunciam duvob
triumpbos conquistados pelas tropas francezas
sob o commando do coronel Dodds, qua acaba
de apoderar-se do forte Muaki, sito as proxi-
midades de Abomey, capital de Dahomey, aps
vivo combate entre as tropas do rei Banandn,
que abandonaram as suas posigOes desprezando
armas e munigOes em grande quantidade.
Em ataques ulteriores tomada daquelle for-
te, os francezes que destrniram completamente
os dabomeyanos, perderam 7 bomens. ficando
feridas ornas 60 pracas.
A mar ha dos francezes em direcgeaAbo
mey contina e a disposigo da tropa para a lu-
cia excellente.
Noticias ainda do Dahomey aonunciam que
as tropas francezas do coronel Dodda tomaram
de asalio Cana, a cidade santa.
Os dahomeyanos fizeram ama resistencia des-
esperada, mas nao poderatn resistir disciplina
e ao armamento superior do exercito francez.
O coronel Dodds teve oaze soldados morios e
42 feridos.
Empregadoj da Companhia das Minas de Car-
maux encostraran] no escriptorio oceupado nes-
sa cidade pela mes na companhia urna marmita
de ferro com dynamite.
A autoridade policial que f-a chamada para
conbecer da te nativa criminosa, mandn tran-
sportar a marmita para o posto dos Boi3 En-
fants.
Ahi chegando, porm, a marmita fez explosao
matando cinco pessoas e feriodo nma.
O posto dos Bona Enfants ficou em ruinas.
Esse ttentado esta causando grande impres-
eSo na opioio, que denuncia que os anarebistas
nao do de mo a seus planos de vingaega e de
destruigo.
Igaalmente foi descoberto um engenho explo-
sivo em Paris, confronte rie principal da-
quelas minas.
Esse acontecimenlo espalhou-se rpidamente
na capital, que receia no7os attentados iguaes
aos que ltimamente se prodnziram e qae foram
os autores os anarchistas.
Alm disso, a 8 do corrente, ouvio se no com-
missariado nm formidavel estampido qne alar-
mou a populago ; urna bomba explosiva, alli
collocada por mo criminosa, expledio occasio-
nindo alm de importantes estragos materiaes,
a morte de dous agentes de polica e fenmentos
graves em nm tercelro cujo estado melindro-
so.
A polica emprega todas as diligancias para a
captura dos criminosos.
Blgica
Com as solemn'dades do estylo, effecluou- e
a abertura do parlamento belga
Compareceram a este acto o ministerio, o cor
po diplomtico e altos funecionarios civis e mi-
litares.
Suamaeestade o rei Leopoldo II em sua men
sagena, que foi lila ca occ?siao, menciona as
boas relagSss com as potencias estrangeiras, an-
nuncia novos projectos referentes reviso da
co ;8tituigao ; trata sobre a exteaso do direito
do suffragio e de leis operarlas concedendo me
ihores vantagens a esses para as suas reclama-
goes e defesa de seus ulereases.
A mensagem conclue pedindo aos Ilustres re
presentantes na nago a dispensa do sen patrio-
tismo e o concorso de sena esforcos em prol da
prosperidade da Blgica.
O povo agglomeralo as ras por onde passo i
o cortejo e s portas do parlamento, den vivas
ao anfiragio universal.
A agitago por essa reforma acceotua-se com
certa importancia em toda a Blgica.
Italia
Os resultados quasi que comple'os das elei-
(des legislativas que acabam de ter lugar, sao
os seguintes:
351 ministeriaes.
120 oppos.cion.it,!.
O numero de empates eleva-be a 30.
Falta ainda conbecer-se os resultados de 7 lu-
gares mais distanciados, para o resoltado defi-
nitivo destas importantes e significativas elei-
COee.
O partido radical da C mar dos Deputados
se 11" eu nesta eleigo seria derrota.
E i tre os persooagens conhecidos daopposi-
gao que nao foram reeleitos estSo os Srs. : ge-
neral Canzes ; Cavalotti, intransigente; Tajaui,
liberal; Lagi Ferrari, radical, bem como Nathau,
Saotini, C ista, Mazziai e Imbrani.
A imprensa governamental registra com
salisfago a victoria abangada pelo ministerio
italiano, presidido pelo Sr. Gioletti, cojos mem-
bros foram reeleitas com grande maloria.
A derrota-do Sr. Cavalotti, assim como do Sr.
Imbriani, que nao foram reeleitos, est sendo
commentada de differentes maneiras.
Fala se n'uma prxima visita de S. M. o im
perador Gailoer ce da Allemanba corte de Ro-
ma.
O geueraiLanza embaixador da Italia em Ber-
ln, veio expressamente a R orna afim de combi-
nar a poca em que a visita se deve realizar.
Parece que ser por occasio das bodas de
prata de SS. MM. os res de Italia e que alm do
imperador da Allemanba sero hospedes da fa-
milia real italiana os imperadores da Austria e
os res de Portugal.
Inglaterra
Calebron-se no dia 8 a procisso tradicional do
Lord-maior.
Km toda o trajecto o Sr. Stuart Kniff recebeu
manifeslacOss de desagrado do3 anti-papistas.
numerosos grupos ;e desempregados ata-
caram 0 prestito, sea Jo preciso a iuterv?ocao de
forja policial para dispersal os.
Do conflicto resultaram muitas conloes e
alguns fenmentos.
Dissemos ha pouco qae a minora liberal
do conceibo municipal de Liverpool novia pro
posto a concesso M. Glodstone do diploma de
cidadSo honorario, e que se espera qne a maio-
ria conservadora rejeitasse a proposta.
Pois nao succedeu assim :a proposta conce-
dendo ao venerando ebefe do partido liberal o
diploma de cidado honorario de Llverppool foi
votada por Hnanimidrde.
Os obrigacioni8tas da Companhia Paulista de
Aguas e Esgoto3 Canlareira, concordaram ce-
der e transferir a empreza para o governo Esta-
dual de Sao Paulo.
Os obrigacionistas da Cear Harbour Cor-
poration permiltiram a directora crear mais i
115,000 em debentures de 6 /. de jaro, afim de
se poderem completar as obras.
O presidente da Companhia na assembla ge-
ral de boje fez caloroso elogio ao governo brazi-
leiro pela escrupulosa integridade com que tem
respeitado seus compromissos e]pela liberalidad?
justa que dispenson ao representanl e da Compa-
nbla no Rio de Janeiro, -ir Vicenl Barrigton.
Allemanba
Realizon-se a abertura do landtag do reino
da Prussia.
A falla do tbrono alinde a um dficit orga-
mentarlo de 52.500 000 marcos.
Indica varias medidas para preenchel-o, in-
clusive reformas importantes na legislago fis-
cal e na distribuigao dos impostos.
O principe Frederico Leopoldo da Prussia
foi o primeiro official de cavallaria allenoa que
completou a marcha de resistencia de Berln a
Vienna e o tenente de Mikos o primeiro aus-
traco que ebegou a Berln.
O principe Frederico percorreu a distancia
entre as duas capitaes em 85 e meia horas e o
tenenle de Mikios em 74 horas e 24 minutos.
Os dous intrpidos cavalleiros foram mnito
vico na los na sua chegada ao termo do per-
corso.
A distancia entre as duas capitaes 435 mi-
Ibas.
O principe Frederico foi acompanbado na
marcha pelo seo ajudante o tenente Heyl.
A marcha do principe foi demorada porque o
seu cavallo Taurus cancou e foi necessario re
vigoral-o com urna injoceo de morphlua.
Austria Hungra
O gabinete hngaro acaba de pedir demisso,
que foi aceita pelo imperador.
Tendo o Sr. Conde de Szapary, presidente do
conseibo de ministros, em consequencia de dis-
seatimentos que se originaram no ministerio
sob sua presidencia, insistido no seu pedido de
demisso d'aqoelle cargo, apesar das instancias
feitas pelos seus numerosos amigos, S. M. o
imperador Francisco Jos da Austria Hangria
resolveu por fim aceital-a, chamando a sea pa-
lacio varios persooagens infidentes na poltica
hngara pt>ra conferenciar sobre a situagao ac-
tual do paiz e tratar da reorganisago do novo
gabinete na Hangria.
CUROMCi THEiTUL
De noite
As grandes difficaldades que apparece-
antes daprimeira representa gao do Bai-
le de Mascaras! em 1859, cujo primeiro
titulo foi tGustavoi 3-, o segando tL
Vendeto in domino, foram tantas como
oa applausos, ovagSes, flores, bravos e
presentes da noite de quarta feira em que
fea beneficio o tenor Vilalta.
Ripetindo se a mesma opera na noite
de 17 oa applausos continnaram notada-
mente ao Verdini e a aquelle tenor.
Ultima opera esenpta para a ana patria
pelo esommo Verdi, alcaocou, como
sempre alcancar um dos mais brilhante,
succeasos que assignalam sua carreira.
N2o nos compete faaer a critica, da
opera deizamc-'.a aos competentes, hmi-
temo-noa a expender a nossa opiniSo so-
bre o desempenho dado pelos artistas o
que j nao pouoo.
Ohere dafesta artstica e da opera,
o Vilalta, jamis ;oi visto to felia e cor-
recto como naquellas noites.
Parecia que elle quera por urna rea,
definitivamente obrigir a que se firmasse
um conceto justo e certo de sen talento e
o qne foi de estudo, elle os empregou
para nos dar uno verdadeiro R crdo.
Desde que pisou no palco na cromania
do 1' acto.
La rivedro neU'estaai, mostrou a dis-
EobcSo em que estava de obrigar o pu-
lico a deiisar-se de enthusiasmo, a ap-
plandil o frenticamente.
"



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__,__a..__


Diario de Peraambuco Domingo 20 de Novembro de 89H
oto etn qaa com dou-se no velho pedes oa
(wifiner sujaafeasnda-npBT \
e-e ptrtata.
j
*,
E* B5
O fooDoertsto no 2
tanta exprselo di :
Scherzz: od e folia
Siafatla la prqfezia
Depois qao a feitioaira laclara mal faejjeuoips5i snfaawm
elle havia de ser traUdouperios amiggsvifoii ovas* endino
eeplendidamente cantado.
Finalmente o lamo aoto, a morte :
Ella e pura ia bmmceio amo** respran-
ds dafei-
sitao so-
creto n. 121, de 23 de Qutabro de 1850, a tomar
n nmpnmiaafl da cid.,dos que furem.aooua
Moa paraes Boatos de coronis commanJaotaB
^furio-ewda rosam gutnia, leudo em vista o
i copas* *!,Usar urnas a* f ii jto. toorrt da.-6da.AJril de 1834 e
dido pal c'arineto e flauta, nao poda
ter melhor interpretado quer na parte
cantante qner na dramtica, do que a que
foi empregada pelo Vilajta que especial-
mente na noute do aau beneficio eateve
correctissimo.
A par, e na mesma altara deste li-
bree-:::! o Vordini, aguia postante e que
tornou ainda mais celebre, a celebre aria
do 4o *oto, conseguir!o do pablico em
peso, que alias con-.ervou se fri na 2a rc-
presentH^So da opera, unisonas e tortea
palmas dadas sem.excepglu p >r todos que
oconpavan cadeiras e pinteas, camarotes
e paraso.
A taria do 48 acto :
tEri tu che m'aochiavi foi bisada, e
si toda a opera se resumase no adagio:
Quando Amelia si bella, si candida,
cntalo como toi pelo Verdini, csrto todo
o publico retirar se-ia plenamente satis
feito.
Pela Ia 7ez ouvmos rusentar se as no
tas de oabega tambem, e as subsequen
tes transicSos soube dallas tirar grande
vantagem ese artista, oonseencioso e
perfeito como so asmara em ser.
T-mbem quem tam recibido to ine-
qui7>c>d proras de apreso, deve julgar-se
pago do esforco qu^ tam empregado para
cumprir o san papi na altura devida.
A Sig Rapisardi coutinii* a nao nos
agradar, anda ma>s quando encarrega-33
oa p*Diia superiores sua torc a nao se
d ao trabalho de olhar para a batata do
regi'.te da orebestra.
Francamente, deve a Rapisardi cantar
operas Ugairas e alegres, da .Doniaetti ou
B 'm, que por certo sahir-sc-4 muito
besa e coberta da appLusos
Tornos sido cruel p ra com esta artista
e justamente parque reconbecemos nella
algum talento, esforcaodo-nos em ser fran-
co, com o fim onico de enveredal-a por
i>m caminho que a coaduaa gloria.
Oan'.e -lia por exemplo a Valsas da
sD,aorh, a Polonaise -o Hamleto,
ai tVariaeSis 3obre o Oarnavat da Va-
nesa por Julo Bina'-iat qui nSo Iba de-
ven ?er desoonhecidaa.
Estas tres musiuas, por exemplo, prcr-
tam-se ao seu genero de voa, que na
verdade tem grande extenaSo ; bem nos
mos'roa no quintello da Lucia como se
sabe sustentar um r bemol na ultima
tessetura.
A Sign. Cerne se foi um boni'o pagem,
nao foi verdaderamente um pagem na
gecuius expresado di palavra.
O seu pb&ico nao consenta que ella
seja ligeira e viva, e a sua voz e muito
fiaca, que ainda mais se torna ecboaodo
n'um theatro g ando como o n-.-sso Santa
Isabel.
Far meihor figura, por certo cantando
su salSes, e a prova tivemos na noute do
beneficio do Randaccio pois que a sua yol
agradavel e barmoniosa.
A Sig. Fattori, por Deus, porque nSo
3empre a Ciega da Gioconda, se esta
co npletamente cga em tudo ?
Ah! quanta falta de luz pela ausencia
da Vittoria e a Corita ?
O maestro Sui vai afinal empregaido
todo o seu talento afim de bem regar o
orchestra a seu cargo.
Tambem como .pode elle salientar-'.a,
si, como no 4o acto desconcertaran! hor-
rorosamente os pri neiros trombone e
pistn ?
O demai3 artistas, o Rotoli, o Remoc-
dim cumpriram a sua obri^aclo e fizeram
com que o beneficio do Vilalta fosse anda
mais esplendido.
J. P. F.
Bspo toa, qiia ocj
a aanaaaaMSSo, na sua. etjjsressai
isaia:parfei e qnsB aasapr*.. .* oj fawsao esa qsw
miamaa ssats iisespota>.. e>- .abasar? o i*-.
kad!am i si liasfis iwiiV [isaqui n sm
narebia o erro eu jamado, a idaia retro-
grada oriunda dos tempos barbaros, do
despotismo desenfraiado dos C -tare de
Roma,ideia que infelizmaate anda pai-
ra com suai azis negras, como as aves
agoretras em faca da luz, sobra o sculo
XIX ; porque a monarchia o aaorra^ua
de todas as liberdades, o pUibab oada
morrem as ideias santas e nobres, e a
Repblica, .aiaspiraoSo mais elevada do
seoulo, o piucaro altsimo d'onia se aISo
os maia in^iimn dflsigiiM, porqua a.
nica f-ma da governo compativel oom
as asp'racSas do seclo de luzes.
O Brasil quiz a Rapublioa e veasoa ;
vanceu porque persevorou, e pnrseverou
porque graadiosa era a obra qua tinha em
mente realisar e porque, para dser como
S.mael Ssniles, n'uma cauta justa o he-
me n tem em sua coragam um apoio de
grahite, e, qual outro David vai da en
oontro a um Goliath, da' animo severo,
embora ten'na ou exe-cito sua frente.
Pena que e,t; auno, samilbante aani-
vsriario corresse framente, como foi no-
torio nesta cil-ade. Qusramos, porm,
c:erque causas extranbas concorreram
para iato, e que n'alma o povo ainda nSo
se extingui 4 esparaaca de possuir urna
repblica realisada em sua planituda, e
que os erros que se h3o commettido sir-
vi de benafici liijSo pira o futuro, em
que nao devem >s alimentar a esperanza
de urna moaarchia, que bantda da patria
por seus proprios erro3. nSo poda mais ab-
solutamente darnos a felicidade.
Um acontecimanto qae abalou inteira-
mente a alta sociedade, foi o beneficio do
Sr. Vilalta no theatro da Santa Isabel,
offerecido. como se sabe, impsansa per-
nambucena.
Eu estive, e sou de asordo com a
opioio geral, isto qua foi um* fasta ex-
plendida aquella em que nao faltara u ap
plausos, floras e phreneticas acclama(5es
le enthusiasmo.
Ddixando de lado os pequeos senSas
que bouvo no desempenho da peca, j
sabejamentc apostados pelos jornias, e
mesan a repreaentaolo em geral, pir
mittam-me que aqu o- eote os dous pon-
tos, em que, na mi ih. nao auctoriada
opiniSo, os artistas deram o mais cabal
desempenho. Primeiro, foi quando a es-
de oois de
CH80MCA Di SElUii
Quando nm dia, para servirmo-nos da
expressao de um pensador, as geracSes
Tniouras se debugarem sobre o cemite
rio do passado, quando os posteros con*
templaren do pin-culo di sua e/a es tem-
pos que sa evoluiram e se esconderam
as ampias dobras do passado, quando
apeaas para atteaUr os feitos dos nossos
sotsuiporaneos, restarem. algumas paginas
despersas da historia, quando as nossas
ossadas jazam abandoaadas em solitarias
necrdpolesos postaros, aqualies que fa
taimante serlo nossos successores na eter-
na perigrinacao da vida, nossos continua-
dores as conquistas em prol do direito
e da verdad*, na defoaa dos grandes in-
teresaos patrios, no caminho brilhante na
verdadera luz, no vasto caminho do pro-
gresso, na conse lucilo dos grandes ideiaes,
os postaros, diaemoa cs, procurarSo
saber o que foi aquella sublime e clarivi-
dente epopa que se chamou-evolujao
de 15 de Novembro, e verSo n'ella o
triumpbo da liberdade sobre a oppresso,
do direito sobre a tyramnia !
A revlucSo de 15 de Novembro, cujo
anniversario foi n'um dia d'esta semana,
nSo teve simplesmente a significaoSo de
nm povo que, humilhado pela sanha avil-
tante do poder, jungido ao poste ignomi-
nioso onde os tyramnas amarram as victi-
mas da tyrannia, levanta se para deapir
a paluda tnica dos condemaados, e faien
do d'ella um pendSo libertador, ergue-se
para sacnd prassSo : nSo I ella tem urna significacSo
mais elevada e por isso mesmo mais su-
blima, mais grandiosa e mais nobre, por-
que concretisa eloquentemente em ai o
iuicio soberbo da la no cerebro da a-Ao
brazileira e do progreaeo n'alma do povo
descortinando aos qcatro horisontes da
patria, ama era nova de esperanzas, na
nossa conscienciaum mais nobre de ver
a enroprir, na nossa ideianm mis bello
desidertum a realisar.
E fas agora tres a nos que
flores e sorrisos, por entre as
povo, ao som inspirado da marsalhesa,
erguendo se sobre os fragmentos destro
gados de urna monarchia, sobre o cadver
de um throno,surgi bella, futurosa,
aorridente a ideia republicana, como a
oliveira qne brotara da trra ao contacto
do bastSo de Jupter; tres aanos qae afun.
por entre
festas do
nao de Sale H?ttBBro 3nu !' e feuflttitda "psideote^lo Gafado Be._ .
uiofeaao nim ia r-.ta^i-'Jdo -o edificio da eipo
sicaov-aoi biih:!' que preoisameo'e procu-
taraooa swSfch-ite d- ioiC'nswsuo Ly-;eo de
*rweOIB,io. atlm di e-tcolberem o local para
os seus productos e tratarem da sua decorac&o
e dd ouiro quilquerassumpio qoe julgarem con
veniente.
Os artis'.aa, odas'.naes, agricultores e ou.ras
q acsquer pessoaa que tiv.-ren e remetter ain-
au productos para a esposigo, nodam se en-
tender a reapeito :o a a commisso exeea'-iva.
O edificio cootinna f^aiiqu^ado aos exposito-
res ate o dia da abennra ot:lal di exposico,
diariaoier.te i.'as 10 s S horas da Urde.
far ultlade de Dlreilu -Amuah come-
Crao as provas oraes d.i 2' rie jurdica, 2* e
3' anno3, e coo'iouaro as da 3* serie social.
Continaaro tambem as provas escripias da
1* serie, 49 a 5" aanos, sen Jo que ser&o chama-
dos pila segaeda e ultima ves os etudrites Jo
s Francisco deBi.TosAlmeida, da l* serle, Bene-
dicto Marines da Costa Ribeiro e JooquiaM
reir deL'ma Jnior,do 4o anuo.
Evs o resultado dos actos da bou tem :
S* Serie sociul
Antonio Carlos ftjuniz Salaiar, simpleameale,
Antonio Vicente Pereira de Andrade laalc,
idem.
Jos Gongilves Gaerra, Plenamente en hyie-
ue e simolesmeate as outras cadeiras
Joaqun Sampo C:-doso, 8implesi.e^ter
Benedicto Ascendino Corre, de Mo.aes, dem-
3* Serie jurdica
Sumad Gama Costa Mi'D.wl, plenamente
em meiiciaa legal e smple^meate as outras
cadeiras.
Luiz E--libelista de Oliveira. idem
- Tito dos Paseos de Almeida Rosas Filbos. dls-
tineco.
Rod it>o Octavio Teixeia, plenamente em me-
dicina legal e direito martimo e simple8me.ite
em direitc civil.
4* Serie jnridica
Joa Gj.-des Corri Goadim, simplesmente.
3* Serie Social
Antooio F"liQto de Sun Bastos rulnimei
em Admiaistratifo e L'^islaQio comparada e
simplesmenta em F.r: inga
Heanjue Jos de Qj> iroz approvado plena-
mente am Aimioistraccivo; e simplesmente cm
Ligislac-o comparada e Fioaaga.
Joo Baptista de Barros e Silva, approvado
simpl3smente em Di<-elto Adminisiraciivo Legis-
lacao comparad.! a Fiaanca.
Antonio Oijcnpio Rodrigos V.eira ; approva-
do simpleirneute em Adm n strativo, Legislac/io
comparada e F,nanea.
ECanipiIban eatadaes Alm das de
250 25uO b fiJ5230, achuru se mais expoatas
venda aa Recebedoria do Kstado estampilbas do3
valorea de 128, 50\ 1250. 25O0 e 6250, das
quaes os qae d'eilas carecem poderSo manirse
doran'e as horas do expeliente.
Ha estampilbas estadaes do todos os vale-
res no estibelecimeoto Cectro do- Fumantes dos
Sra. Alfredo Pumo e C, que vierom eatisfazer
assim orna urgente oecessidade os habitantes
do districto de Santo Antonio e S. Jos.
Pesia de nato hrlato-Xi > se po-
dendo-ealisr' a fesiividade religioea o'esle mez.
como estava determinado, foi transferida para o
m-.'Z de Janeiro proxino.
Sociedade liniau Familiar-A banda
musical desta socidude deixa boje de fazer o
seu p:is*eio naraS. Lonrenco da Mtia por mo-
tivos justoa, segundooos n commnnicado.
dando os seus dev res da esposa fiel, de
clara entretanto que idolatra com a ar-
denta de um verdadeiro amor. O segun-
do ponto foi o final da pe; no momento
em que o Governador cahindo assassinc-
do pelo punhal traicoeiro do sea rhral., j
agonizando, na suprema traosigSo desta
para outra vida expresaa aquello seu
adeus que parte d'alma, porque pronun-
ciado nos derradeiros atentos da vida,
quando apercepcao das oousas vai desap-
parecendo n ama sombra lenta.
Qianto aos mais... cousas sem impor-
taucia. Apenas a Oazeta da larde que
sa mostra tao rigorosa em matoria de
poesa, publioou ama, di qual extracto a
seguinte quadra como amostra :
c Vivao Dr. Martins Jnior
c Um hroe po-nambacano
c E muito distiocto cfaefe
c Do todos os republicano! >
Agora digaaume : sabem a historia do
macaco ? AppHquem n'a Oazeta.
Manoel Ardo.
posa do Governidir da Boston
orar em suppse attitude, ao calher umas
hervas qae Ihe indicara a feiticeira Ulri-!
C8, para curar a ardente paixSo de que se Keunlo *> clarrelros-Esse3 ope-
acLa'va possuida-encon rou aa iaespera-1 S^jS ttS2*S eSla
damenta com o amante a quem, recor> [,e goa soc.adade.
Santa CeciliaTerca feira 2! h ver mis
?a cantada pelas 8 horas da manba e ladainha
nte, na mitriz deS. Jos, em loovor da Virgem
Cecilia.
Eacola \ormnl E'a o resujtado dos ex-
nes do Io aaao buvido hontem ne3te estabele
cimento.
8* Cadeira
Mirgarida A. de Moraes e Silva,.B.ernardinu
do Res Spindola, plenamente.
Jos Rodrigues de Lima, Elpi-lio da C'uz R-
beiro, Amonio Argemiro da Cruz Ribeiro, Jos-
cha Hyypolita de Castro e Mara da ConceicSo
M. MendODCi, simplesmente.
6 :a:ro reprovados,
Amanba continuari as provas oraes do 1* an-
co, e comecarSo os dos ouvintes do 2 e 3* an-
00
Costurarla de Santa Bita de Casj-
laRoja, s 10 doras da macha, ter lugar a
benc5o solemne de ana igreja e s 4 horas da
tarie a das suasimagens qoe baviam sido dam-
niGcida3 n'auj incendio.
E' da esperar, pos, qae aos referidos actos
comparecam os Sr. paranympbos vigarios das
freguesias, corporages religiosas e irmaos da
mesma coi.f aria.
Teata de S. Miguel em 4(Togado*
Hoje, dia da festa de S. Miguel, em Affogados,
de 3 horas da tarde em diante os carros da com
panfila Ferro Carril de Pernambuco fardo a via-
gem de ida pela ra do Mrquez de Herval e a
de volta pela do Duque de Caxias
ir Ib -nal do Jury do BeclfeAinda
bontem nao poude ser ijstallada a 5* sessao or-
dinaria a falta de jurados em numero legal.
Comparecern: 22 jurados.
Foram sorteados mais os seguintes supplentes:
Santo Antonio
Msnoel Pergentiuo de Souzi LeSo.
Jos Joaquim da Costa Pinto.
Joaqu m Mauricio Goocalves Rosas.
Custodio Portado de Mendonfia.
Antonio Tavares Nogueira.
Jos Lourenco Gomes.
Jos Flix dos Santos.
Joaquim Pires de Castro.
Manoel Fer.eira Gimes da Silva.
Dr. Eduardo Rodrigues Tavares de Mello.
S. Jos
Francisco Birrete de Gu3m5o.
Boa Vista
Alfredo da Silva Guimaraes.
Major Joaquim Cindido e Oliveira Marqaes.
G-sca
Jos Be'Dardino Rosas.
Francisco Campelio Pires Ferreira.
Francisco Mauricio de Abren.
O Dr. Francisco Altino Corroa de Araojo, pre-
sideale do tribunal, multou em 5f os seguintes
jurados, qoe teodo sido notificados deixaramde
comparecer:
Alcib:ades de Moura Rolim.
Antoio Tavares Nog-"ira.
Antonio Hirmino de -
Antonio da Silva Atevedo.
Antonio de Carvallo Paes de Aadrade.
Candido Theotonio ios Rsis.
Eduardo Guilherme da SilvaT vares.
Francisco Correia da Silva.
Francisco X.ver dos Santoa.
Francisco de Assis Goncalvea Penaa.
Francisco Ch-iatia o Gomes. y
FeliDpe Bezerra Cavalcunte de Albaquerque.
Julio Falcao.
Joo Baptlsta Ribeiro ''a Cunha Gaimaraes.
Joaqum Ferreira de Soasa.
Joo Lopes Braga.
Jos Al ves da Silva Maia.
Joo da Silv Farias.
Joaquim Vilella de Castro Maris.
Joo Luiz dos Santos.
Luis Paulino Civalcante de Albuquerque.
Nanoel Severino de Amorim L'ma.
MunoM la .Costa Morena.
Manoel Francisco AIvb Teixeira.
Antonio Se ferino Jardim.
Antonio Martina Pacheco.
A'ipio Jo- Flix dos Santoa.
Candido Francisco SimOes.
Domingos Joaquim Seve.
Dominios Joiquim Ferreira Soares.
Elpidio Jo da Silva Azevedo.
Dr. Francisco de Barros Lins.
Fulgencio Jos J aquim Cavalcante.
Julio Jos Rodrigues.
Jos da Silva Guimaraes.
D-. Jos Izidoro Mirtina Jnior.
Jos de Piano Rorges.
Joo Au'onio de Almeida.
Manoel Pereira da Cunha.
Manoel de Medeiros Barbosa.
Manoel Joaquim Ferreira da Cruz.
Commendador Rugoberto Barbosa da Silva.
Ramiro Firmino de Ai'vedo.
pr. Fellppe de FIsjnelrAaComo ha-
viamoa noticiado, tivemos bontem o indizivel
prarer de estreitar em nossos brajoa onosao
preclaro chefe e prezadiaslmo ami^o Dr. Felippe
de FtgueirAa Paria, que ora acha se entre nos de
volta.de Hamburgo. onde esleve por espaco de
anao e meio como agente de emigrac&o para o
Briail.
Nao precisamos aqu traduzir que de satisfa-
ctorio vai pelo amago de nossa alma ao vermos
ao nosso lado aquello que tem sido o nosso guia
na espinbosa trilba joroalislica e que com as suas
luzes e inquebrantibilidade do aen carcter tem
sabido s*=mpre macter na devida altura a digo:-
dade da imprensa pernambucana.
Agradecemos cordialmeote a todos aquel!
dos nossos coliga-- de itnpreaaa que boadosa-
mente saudaram o nosso amigo e chefe ao vol-
ve' ierra que Uta den o berco aps lo, para
nos, dilatada ausencia, as iisongeiras exprs
aea que a seu resp^ito emittiram.
Passelo Publico IS de Halo-S.
Exc. Sr. governador do Estado no intuito de
continuar a cuidar noa melhorameotoa pblicos
da cidale, assim aperfeicoando-a e tornando a
cada ves maia digna de ser a n.sja capitilfoi
bontem pela mnnb examinar o servico execu-
tado al agora as obras d'aquelle pasaeio pa-
blico e para ta' fim foi acompanbado por alguna
dos membros da comms39o encarregada d'essa
servico.
S. Exc. acompanhon todo o espago aterrado
do referido terreno e de visa > observoa qoe
6 de urgente necesaHade proseguirem os tra-
badlos de nm meiho-ameoto to importante
para a cidade do Recite e que de to perto vem
interessal-o.
Depois de examinar todo o servico, ao retirar-
se p'ometten S Exc. tomar em conaideracn o
andamento da3 Ohras do Pasaeio Pablico 13 de
Mato e garanti que todo envida ia para qoe
fosse realissd j semelh .nte intuito.
E' digna pois dos maiores applausos a attitu 'e
de S. Ex;. que assim propio -se a tomar em
conslderaco es melboramenlco materiaea d'esta
cidade, digna de certo apreco por parte dos po
deres pblicos.
uarda nacional SuscitauJo-at duvi-
das a reapeito de juramento e poase de officiaea
da guarda nacional e tambem sobre as formali-
dades legaes de se acto e competencia da auto
ridade qoe deve deferil o, joigamos opportuoa a
pubiieucao do seguate aviso do Ministerio dos
Nbgocios da Justica:
< Ministerio dos Negocios da Justlca. 3* sec-
eso. Hio de Janeiro, 23 de Maio de 1892.
Circular-Eanquanto o gQverno federal nao
der nova organ3acao aguardanacioaalda Uao,
Qcaes autorisado, oos termos do art. 81 do de-
S
U'bano Nanea Macbado Antunea.
tArthafisBaasHEspiaca.
AojaatJotSe Mendonca.
Aninnw dattlva Santos Monea.
D-. BMnardo Augusto de Oliveira.
J io -Hernia Barros da Silva.
Jo s Furo antes de Souza Velho.
Jds de Sonu Mello.
.Jos Joaqasfcde Aguiar.
Jos EmilUHsDarneiro de Albuqu >rqae,
Pedro de-sano Barreto.
Dr. Svioo Cavalcante de Albuquerqae.
Dr. Joo Ferreira da Silva.
A sessao ficoo adiada para aruanh aa horas
cosame.
fr-iiculdade de DireitoDa S3rtiria do
curso annexo Pacaldade de Direito peden-oos
a pubiieaco do seguinte :
O fundamento e a jost.tti;acSo do acto da
Directora da FkuI ale, quanio ultima orga-
nisa^o das bancas Dura ex 10133 de preparato-
rios, estao ao art. 454 dos vigentes Estatutos,
que, combinado com 01 arta. 4J1 e 432 o que
rege explcitamente a ma'eria.
0 giilamen 10 do Gy.noano Nacional nSo tem
appli'.aco a esoecie, p\ir omisso no R gaUseoto do Curso, qoe nsceasi-
taaae de ser regulado por qualqaer disposigio
subsidiaria.
O a't. 470 dos Estatales vigente refere-ae
a~sim ao regu!a;r,e)!o do Gymoasio Nacional :
Combinadam-nie com o que ae ocha de;er
minado por este Ae^ulamen o, serao applicadoa
aos cursos annexoa, matatis mutunlls*. as dis-
posiQas que regem o Gymnaaio Nacional.
V se que tal R-gulama'o aio tena valor na
hypMheie, pois o citado artigo 474 doa Estatu-
ios di Facullade ecurso ann.'xo expresaamente
oispO o seguinte :
9 exame Soal de cada miteriaser preatado
hsnte ama coiumisso composta palo leat; da
respectiva cadeira e mais dois m.mbros, qae o
director aomeara de preferencia deutre os
lentes das Faculdades, os quaes ao serio ob
gados a eaae servico, mas, quando q>i>;iram pres
'.al o, devera > fazeloem hora qae nao compli-
que com o servigo da Faculdade
Dos dois membros noaeado: pelo director,
um ser o p-^ai lente da commisso e o ostro
examinar juntamente com o lente da cadeira ;
caJa um deiles perceber a gratifio gao diaria
de 10*000.
Feta de rVo*a Sentaorada Concel-
ctto em Beberlbe Communica-nos o al
minuirador da Igreja de Njssa Senbora da 3od-
ceico que por justo motivo deixam de celebrar
este annoa respectiva festa, fijando livre entre-
i.nio a qualqaer devoto fazel a, promettendo o
mesmo admini ru.lor auxilalo n'aqulo que
Ibe for possivel.
Arlon Recebemos o o. 7 deBte p-rriodico
qu se publica nesta cidade.
O presente numero traz o retrata do Rotoli Do-
nato.
Agradecidos.
Re vi* (a Ii lustrada -Recebamos o n. 651
do anuo 17 deste peridico ilustrado que se pu
blica na capital federal.
Or-ferido numrro trazo retrato do nota vel
acior Guilherme de Aguiar, fallecido receote-
mente.
Agradecemos o exsmplar que noa rem^tte-
ram.
Propagadora da Imlrufro Publi-
caRemetiem-nos a aeguiute noticia :
Ni Esco a Normal a cargo deasa benemrita
.-seociago proced u-so na forma do regulamea-
to vigente, a exame das referidas alamoas e o
resultado foi o seguate :
Curso preparatorio
Portuguez
lascreveram se 38.
Iaiaoiiadas para prova oral 12.
Approvada plenamente, H.rmina Texoira de
Lyra
Approvadas :
Antonia Honoria Cavalcante da Albuque.qu?,
Vi-gin a Siansn, Mara Candida de Oliveira Fon-
seca, Aanu Joaquina de Fre as Pereira, Angeli-
na A't-xm fran de Almeida Reis, l alia de A.
Lobo. E vira Cbristina das Chagas Mugalhes,
Ho-aiioia Hygna de Mello Ribeiro, Jovina Eudo-
xia -la Mello Braga, Elisa Stnhorinha de Mello
Rib iro. Anua Rodrigues dos Santos, Thereza
Nevelini, Mari. doa Santos Oliveira Santa Rosa,
Mara Rosallna dos Prazeres Alcntara, Lydia
Ma'SOes, Francisca das Chaga3 Ribeiro, Elysa
Mana Aaderick, Joaepbina Mara Montejro, Frau
cisca Maeslraile, Virginia Maestraile, Adelaide
de Algooez Cabral, Julieta Geo'gelle Vercosa,
Luiza Maria Brnno Alcoforado, Francisca de S.
Ferreira e Maria da Piedade Tavares de Oli-
veira.
Galligrapbia
Iaacreveram ae 35 alumnas.
Faitaram 2 a prova eacripta.
Approvadas com di-tiaogo :
Hercuiuia Toixeira de Ly a, Maria dos Santoa
OUveira Sauta Rosa, Jovina Eudoxla de Mello
Braga e Maria Rosallna dos Prazeres Alean-
tara.
Approvadas plenamente:
Maria da Piedade Tavares de Oliveira, Acna
Rodrigues dos Santo1, Elvira briatina das Cha
gas Magalh&es, Angelina Alexandrina de A'm-i
da Reis, Maria da AnnunciacSo Silva Mello, Ly-
dia Marque.-, Julieta Georgelle deVerco3a. Pran
cisca de Souza Ferreira, Herminia Hygira de
Mello Ribeiro, Anrja Joaquina de Freilas Pereira,
Miria Candida de Oliveira Fonseca, idelaide de
Algonez Cabral, Virginia Maestraile, Francisca
Maestraile, Virginia Liansu e Joaephma Mara
Mooteiro.
App'ovadas simplesmente .
TnerezaNivelini, Sopbia Ayres de Franca, Lo
poldiua Severina de Olivel-a, Julia Aucusia Per
nai.d ; Dintas, Leopoldina Anglica de Aseve
do, Malina de Araojo Lobo, Elisa Maria Aoderi-
ck, Luiza Maria Bruno Alcoforado, Elisa de M.
Ribeiro, Antonia Leopoldina de Mello, Antonia
Houoria Cavalcante de Albuqierque, Maria Hen-
riqueta de Alcntara Barros e Cecilia Erothides
Soares.
Deseuho linear
Iascreveram-se 34.
Paltaram 2.
Foram inhabilitadas 3.
Approvados com distiaccSo:
Antonia Hoooria Cavalcante de Albuquerque,
Herminia Teixeira de Lyra, Anua Joaquina de
Frenas Pereira, Francisca Maestraile.
Approvadas plenamente:
Virgin a Liauser, Maria Candida de Oliv ira
Fouseca, Angelina Alexandrina 6a A. Rwis, Ida
lina de Araajo Lobo, Elvira Christina das Cha
gas Magalhes, Hermin.- Hygina de Mello Ribei-
ro, Juvma Eudoxia de Mello Braga, Anna Ro-
drigues dos Santoa. Ma:ia d03 Santos Oliveira
Sania Roa, Mara Roaalina do3 Prazeres Alcn-
tara, Lydia Marques, Franci3"" das Chagas R-
beiro. Jalla Angosta Pernm Dantas, Le.ipol-
dina Severina de Oliveira, Ehsu Maria Aiierick,
Josephina Mana Mooteiro, Virginia Maestraile,
Adelaide de Algonez Cabral.
Aoprovadas simplesmente :
Elisa Seohorinba de Mello R beiro, Antonia
Leopoldina de Mello, Cecilia Erothides Soares,
Luiza Maria Bruna Alcoforado.
2 reproradas. p,
Aritbraetica
lascreveram se 19
Faita'-am ao exame escripto 2.
Levantou-se do escripto i.
Approvadas plenamente:
Antonia Hoooria Cavalcante de Albuquerque,
Vi ginia Lamer, Maria Candida de Oliveira Fon-
seca, H minia Teixeira de Lyra, Lydia Marques,
Angelina Alexandrina de Almeida Reis, Adelai-
de de Algones Cabral, Anna Joaquina de Freitas
Pereira.
Approvadas simDleamente
Anna Rodrgaos dos Santos, Josephina Maria
Monteiro. Francisca Maestraile, Virginia Mass-
traile, Julie:a Gargellc Vercosa.
Repro7adas em escripto 2.
dem em oral 1.
Msica
loscrevaram-ee 33.
Levantaram se da prova escripia 2.
Approvadas pleoamente:
Virginia Liauser, Maria Candida de Oliveira
Fonseca. Herminia Toixeiaa de Lyra, Anna Joa-
3nina de Freitas Pereira; Angelina Alexandrina
e A- R is, Juviaa Eudoxia de Mello Braga, Ly-
dia Marques, Adelaide de Algonez Cabral, Julie-
ta Gsorgelle de Vercosa.
Approvadas simplesmente:
Antonia Honoria Cavalcante de Albuquerque,
I alia de Araojo Lobo, Elvira Christina das
Cbagas Magalhea, Hermina Hygina de Mello
Ribeiro, Eliaa Senhorinhu de Mello Ribeiro, An-
na Rodrigues doa Santos, Antonia Leopoldina de
Mello, Tuereza Nivelini, Maria dos Santos Oli-
veira Sa -fa Rosa. Cecilia Erothides Soares, Pau-
la Francolina de L'ma e Silva, Julia Augusta
<-..
Fernandas Dantas, Leopoldina Severina ae O um cuan .rotulo.
veira Elisa Mana anderick, Joaephina Marta
Monteiro, Fraocisn Masn-aile. Virginia fats
traile, Maria da Cruz e Suma, Praoeisci de
Souza Ferreira, Mana da Aiounciacao Silva
Mfllo. Maria du Piedade T..vares de Oliveira-
Snflrraa-toSer celebrada amanni s 8
toras, um misas, na Matriz de Santo Antonio,
por alma do inditoso lypographo Gutlinraue Pa
Sacio Btz-r-a Cavalcante Pilbo.
uarda Cadaal-O conseibo direoior
do Club Central Benefi:ente dos Officiaes de
Guarda Nuional. reuni se bontem 18 do cor-
rente.
Presente numero legal de socios foi pelo Sr.
Siresidente aberta a sessao aa 8 horas da noute,
oi lida e approvado a acia da sessao passada.
I>0 Sr. secretario deelarou que conforme a deli-
b-roco do conselho derigira ao governador de
Estodo a seguinte petloao :
Illm. e Exm. Sr. Dr. governador do Estado
de Pruombac.
O Ciut Central Benerlcente do Offioiaes da
Guarda Nacional prec.sa bem dos iateresses
a'esta corpora^o que V. Ex:, se digne.mandar
pas" porcerud. se o Sr. Tenente Coronel
Fran iscu G.malves Torres pagou na Secretaria
-Veste Estado, em Palacio os emolumentes da
patente de coronel reformado da m 'sma Guarda
Nacional, que Ibe fot conferida pelo .Governo
F.vieral.
Neitea termosPede a V. Exc. deferim.ento
-E. R. M Reclfe 12 de Novembro de 92-
0 1.- secretario, Tenente Aif.-cdo Soaros a'Aze-
vedo.
Qheteve o aeguinte deapacho. Como requer.
Palacio Jo Governo de Pemambuio. 12 de No
vemb.o do 92, Birboaa.Lima.
Certido.Em cumprimento ao de3puho re
tro eertifl -o qne doa Livroa de Registr- a de Pa
lenUa deOIBoiaea relormados da Guarda Naci
nal existentes no archivo da Secretaria nao cons-
ta registro algum do cidado Francisco Goncal-
vea Torrea.
Secco do archivo da Secretaria do Governo
io Estado de Pemambnco, em 14 de Novembro
de 92.O chnf-i. J ao Pereira R-go.
N. 14. Rs. 1272. Pg- mil dusento e ssten-
ta e do: i reis de emola n-otoa e addicionaea.
Secretaria do Goveroo do Eatado le Pe; aun-
buco, li JeNjmbro de 1892To Meudou-
ca.
0 ;033elo censideran !o que, nao tendo so-
licitado o cidado Praoeisu &>bcabrea Torres
referida patente, emface da le neabum val-
mente tem :
Goaaidorao o qae, oMiaiatro du Justiga tendo
Ibe cassado a patale -.le TeGente-Coronel dei-
san o r- ferido eidadlo de ser orB>:ial.
Cocsideraodo qae o cidado Faociaco Goa-
galvea Torres ot Beja 30:10 dVate Club, o con-
seltio director r-~ ,-!veu nao olervir ni priso
do referidocidadj msndi.do archivar o men-
cin ido requerimen o.
Toraaram ae ou'.ras ieliberaOo- do ;nt!resae3
sociaes, st-atto levuntuda a sessao as 10 horas da
noi:, e marcado sexti fcira prxima para ter
lugar nov reonio -onaelbo.
Furto -Ds aote-hontem para hontem foi vic
ima do am fu:ti o Sr. Pr-mo Feliciano Pereira
da Silva, com ofljiaa de alfaiate a travissa do
Marques do Re.ife.
Os -a-apios poder3.mabrir a ofli:iaa, qus bon
tem pela u anba elle achou a ala ra e simples
meaie cocos'.aa a porta e da meami sublratii
rj-ltie 13 eca de obra- ja feitas, de maia ou
menos valor conforme a fazeada empregada.
Alm da suotraco. nenaam oatro vestigio de
sua ra;;gem deix-ro os Iarapi03.
L'ma eclaraco -O Sr. elegido de po
licia do 2 districto dirigi nos a seguinte carta:
Rtc fe, 19 e Novembro de 189.
S?. redactores'^eperando hoje na Provin-
cia tt 17, coa ana das varias onde
relajada esplndidamente urna seaaa que
teve lugar no jardim daPracada Repblica pelas
8 I [2 horas da noite d'aquelle dia, peco-vos que
vos digneis inserir em vosso concei'uado Da
rio as seguintes linhas ; pelo que desde j
flear vos tit-i agradecido
E' di3titaido da menor veracidade e sem fun-
d ment aigum, que ea tivesse passado n'aquel
le lugar, porque lora em que se falla achava-
me de ha muito no tUeatro S Devo dizer-vos ainda mais, que a minba juris-
diego policial nao se estende ao l.- districto
onde delegado o Sr. Affonso de Albuquerque,
e eu algumaa veses tenbo prestado meua serv
coa aquelle districto tao somente por ordem
ae aatboridades superiores, unicaa a que tenho
de servir.
De V. amigo respeitador cralo .Luiz Fran-
jara d'Amaral.
O gato mestre em hyglene antes
de Hurlen -Onde por circamstancias locaes,
e sobretodo por InsnfBcieacia d'agua, nSo se
posaa adoptar o systema de 'ndo ao cano de
despejo, recommenda-se instantemente o aso
das cloacas movis, mis deesas onde os ex^re
mentos sejam recebidoa na twa ou no p, das
estradas.
A trra, afsim como soberana de paradora
das agaas dos canos de esgoto, tambem um
desinfectante e solador das fezes na'.araes.
E por sabel-o os homens, nao teem tido ne
cestidade de ebegar at a descoberta dos bacte
ros.
Abre a Biblia e ah lrs toda a bygiene
privada da defecago:
, Compre que tenbas igaa'mente am logar
f-a do campo, ao qual salas para as tuas pre-
ciaes.
c E que tenhas entre os teus movis un cava-
dor, com o qual, quando te apertar a necesai-
iia-ie, Jacas um buraco na trra, e depois cubras
o ten excremento.
Para que o tea Senhor Dos caminhe no
meio do tea campo para salvarte e para por no
tea poder os teus inimigos: por isso seja o teu
campo santo ; e facas que elle nSo veja alguma
fealdade em ti, que o obrigue a darte as eos
tas. Deuterenomic, Cap. XXH, ver. 12, 13
e 14.
Mas tambem Moyss o grande hygi-mista do
povo bebren, teve um percursor, que talvez en
inasse primeiro aos boxeas as virtudes desin-
fectantes da trra.
E este foi o gato.
O gato, que ama bestinha muito egosta e
pouco sincera, comtudo muito limpa ; e assim
como tem a desgrasa de riepr um capul mor-
tuum muito ftido e qae deve oflen Jer-lbe as de
Meadas narinas, proco'a, como pode, trra on
areia e nella depOe aquelle caput mortuum, e as-
sim esconde o ultimo producto das anas crias e
dos seus furtos.
Os pedr -iros cujo mister obriga-os a trabalha
rem com monlea de arela, e os dilectantes de
bo (cultura que tem neceasidade de preparar a
ierra, podero dizer por qua e qaantas sur-
prezas teem passado no iiesp io encontr de
aoiograpbos felinos, authentL .8 e lnteiramente
inodoros. WkmW'
O meo bom amigo, Dr. Hutchinson, qoe foi
por tantos aanos cnsul inglez no Per e na
Costa Occidfrrtal da frica, e passon os uliimos
annoa de ana vida em Florenca, onde morreu,
tinha se occopado da desinfeceo das latrioas,
reapeito fez muitaa experiencias e por isso
defenda o sys'ema das coloacas movis com as-
sento das materias no p das estradas qne nao
outra cousa, senao trra flnissima.
Os amigos que o viailavam, tinbam terror de
suas explicaces, porqae depois de lhes ter de-
monstrado o fado na propria ras:, os conduzia
ama pequea caixa mysteriosa perguntando
lhes com ar entre benvolo e suggestivo :
Sents algum mo ebeiro f
E v3. depois de ter des aspirado o ar atravez
das narinas, para serdes sincero, devieis respon-
der:
Nao, nao sinto nada.
Ento o sorriso do Dr. Hutchinson, peto resul-
tado do interrogatorio, tomava-se trumpbante ;
e elle intrnzia ento ama Jaa mos na caixinba
ebeia de trra das estradas e della sacava urna
cou-a, qae pela forma despertava em vos lerri-
vei3 saapeitas.
Aquella alguma cousa tinba comecado na ter
ra flnissima e (razia am rotlo com urna data.
O medico inglez punha (n'a 90b o nariz, tor-
nando a interrogal-o:
Sents vos mo cheiro ?
, E vos, para guardardes a sincendade, devieis
responder:
NSc, n3 sint Dada.
O sorriso de Hutchinson tornara-se ento nm
riso franco, rumoroso, de beatltnde completa:
Pois bem, isto data de tres mezes f
E depois de orna outra pesca na trra, orna
ontra qualqaer cousa sahia les do dia, com
Bem v qae esta
E* esta outra data de am auno 11
Vm^ jTPogrtkmmittm Pernambuea
- henemerita associacao reene-se hoje
. """1116. *0 horas do dia, em sua
sedea roa Marcuio Das n. 88 i.'andar, em ees-
aotojiaBembla geral extraordinaria, oara tra-
larde wgennssimoB asaumptoa gociees
alawteelaaL a estatua de Lhristovao Co-
oamo.
Que malher aquella qoe parece ampa-
ral-o? A Gloria sem duvida.
Nao senhor, a America,
meia oa.
Mas porque ?
Para moitrar com certeza que foi elle quem a
eacobriu 1
O capito botelbo, pasaando revista i'suacom-
panbia:
Voe j vio, seu peliotra um soldado usar
ocalos ?
Mus, mea capilo, ea sou myope.
Mo I Mo f Como que me diaseram qna
voc era bahiaoo? !..
Um cortezo dise Gezar Augusto;
Seohor, corre o boato qoe vos pretendis
fazer-me am preeote ?
NSo creas uisso ; oato falso.
Em um baile em Sacra Familia doTingo:
Vane.nao porca ?
^ Nao senaor, eu a oaro.
Pois entiL varsemos.
E ao looge ouvia se a voz esganicuda d'o mees
tre-saia :
alncete com a parea da frente 1 I
Servico policialHoje faz a ronda de
visi'a o Sr. alteres Jos Gomes.
0 corpo de polica dar as guardas de Palacio,
Oetenco e Tneaoaro do Eaiado.
Uoiforme n. 3.
Amanb far a ronda de visita o Sr. alfa-
res Augaite de Moraes.
0 carpo de polica dar as guardas de Pala
ci, Detenco e Tbeaoro do Estado^
Duiforme n.6.
Paaaagelroa-Sabidos para o su! no vapor
nacional =Brazil :
Maa da Cunta Lima, N.riza do Espirito
Santo Vianna s 2 tubos, Jos Francisco B. Janior,
pad'es Maihias A. de Mello, Tneotonio Ribeiro,
Mmoel R. Vieira, Manoel Firmino e Fcraaado
Raogel, J :sioo Ferreira, Luiz A. d)3 Santos,
Muliateur Jean, Antonio da Costa O ieira M ia,
Jo rovaes, a-feres Antonio Odorlco Hnriqnes
e sua sentios, Manuel C. Roque, Mancel G. Frei-
r, Antonio M. Costa, Marcipnillo M. '03ta, Se-
ba3tio, Manuel Pereira Barros, Hearique Cha-
ves, A'exander Goutier, Manoel Patrelo, Eduar-
do Tejar.
juila na MNWm se II111 03 seg ates :
Amanb :
Pelo agente Oliveira, s 11 horas, ra de S.
Jerge, de um estabeleeimento de molhaacs.
Tercafeira :
Pelo agente Gd3mo, s 11 horas, ruado
Hosnico n. 34, ae novis, puno, crvataes, por-
celanas, etc., etc.
Amatih :
A'a 8 noras, na mitriz de Santo Antonio, pela
alaa de. I0S0 de Oliveira Leite e Souza.
Ter;a feira :
A's 7 e i/i horas, na ordem 3 de S. Francis-
co, e s 8 horas, na matriz de Santo Antonio,
pela alma de Belmiro Pachego Dias Torres s 7
c 1/2 oras, no cemiterio publico, pela alma de
de D. Maria Joaquina Ferreira Gomes.
Inspectora do *. dlstrlcc mar-
timo Recife, 18 de Novcmo-o de 1892.
Boletim meteorolgico
doras Term. centi- Barmetro 1
(a 0)
756-.70
737- 86
75t",38
S6,38
7i56'",60
Temperatura mnima 25*.73.
Temperatura mxima 28,00.
Evaporajo em J4 horasaao sol 6,"O, a som-
Dra4,ml.
Chava nulU.
Direcco do vento ENE de meia noite al 6
h. da maoh ; E com nlerrapcbes de ESE at
meia noite.
Velocidade media do vento 3",40 por segando.
Sebnlosidade media 0,54.
Boletim do porto
Pra-marou Dtat Horas Altura
oaixa-nue
B. M. 18 oe Novemb 956 da m. 0-40
P. M. 18 to 3-48 da t. 2'23
B. M. 18 de 10-06 da t. 0-42
P. M. 19 de 4-06 da m. M8
iiuapiiui PortugusEntrn de semana
oeste esiabelecimeato o mordomo Agostinho
Jos da Costa.
Hosaltcl Pedro 11 -O movrmento desse
estabelecimento de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recife, do dia 18 de
Novembro, foi o seguinte :
Exuliam 625
Eitraram 18
grado
6 m 26 ,-5
9 27,*2
12 27,6
3 t. 27,'6
6 27,0
sao do ffJM-
vapor dade
20.0! 77
2018 75
20.36 73
20,02 73
19,83 75
Sabiram
Fallecern
Existena
10
2
631
643
643
Foram viaitadas as eoermanas pelos segua-
les Dra. :.
Barros Sobrinbo entrn a 7 1/4 da manb
aahio sabio as 8 1/4.
Mal,, t = enirou a 91/4 da manb e sabio s
11 dora-.
SimOes Barbosa entrn s 9 3/4 da manh e
sabio s 11.
Arnobio Ma oes eotroa s 10 da manbi
sabio as U 1/4 *~~-
Lopes Pessoa entrou s 8 1/2 horas da manba
i aahio s 10 1/4.
VitiradaCanha entrn a 9 3/4 da manh e
sabio s 12 1/2.
Andrade Lima entrn s 10 !/2 da manb e sa-
nio as 11 1/4.
Carlos Gouveia.'entrou s 9 3/4 horas da manba
e sahio s 12 1/&.
O pharmacenti.'o ent.ou s 8 3/4 da manb e
sahio s 3 da larde.
O ajodanle do pharmaceotico entrou s 0
horas da maub e sabio s 5 oras dala-de.
Lotera do Botado de Ulnaa Ce
raeA 4* parte da 12* lotera, deste estado
com o maior premio de 36:000*000, ser extra-
bida impreterivemente, no dia 22 de Novembro
tergta feira.
botera dO Eatado do Muranho
A 8" serie da 8' lotera d -ate estado, sendo o
oremio grande de 600:000*000, ser impretert-
velmente exlrbida 00 da 23 de Novembro (qoar-
la-feira).
Lotera do Estado ao Ceara
serle da 2* lotera *n estado do Cear, com
tremi grande de 16:000*000, se:_ -.'-ahi
no dia 24 de Novembro.
Lotera do Estado do rfto-Para
A 2.' sene da 57." lotera, deste Es'uc'o cojo
premio graaOB de 600:000*000, aera sxtrsAMl
no dia 26 de Novembro (sabbado).
Tu '.os ss bilhetes destas loteras acham-ae
venda na Casa do Ouro, pertencente Joc Joao
qoim da Coata Leite, & ra Baro da Victoria
n. 40.
SPORT
Uipp i romo do campo
Grande
A reata hippica que boje d esae prado ao pu-
.dico, convida a roncorreocia.
Dispondo de am progrmala perfeilamente
combnalo, coodico relevada.aina pelainscrip-
ci que poude ser realisada, a 23* corrida do
Hippodromo ser am successo.
O grande premio que em om dossens pareos
dispu'ado, torna o mesmo pareo de granio in-
te- es8e tanto maier quanto os pareleiros, que
o dispotam, sao conhecidos em sua forca e assim
deixam margem preferencia dos apostadores.
remoe que a dlgoa directora envidar todos
oa esforcoa nao omittir a aos energa no pro-
posito de ana festa nao ser empannada no bri-
lho que prometi ter em sua execucao.
Sabemos mesmo, qoe por occaslao da inscrip-
Cao, j annunciava a digna directora qne nao
tolerarla qualquer irregularidade, provo:.ndo a
qoe nao concorresse qoslle que eslivease de
animo a promovel a.
k
1 -


.
I
i
BBBBBl
'' ''-..

''
]


I
E'uma garantia easa naaoifea.a^l-5, que coa-
liamos sera macada na jusiica.
Su cas aostrario, aejam puaidoi mesmo se-
teruKDte nao os instrumentos qne executam,
mas os que penaam e ordenam os escndalos 1-
ttmamente prea nciades.
Podemos, pois. ir aoja ao Hippodromo certos
de que todo correr nem.
MEMORIAJL
Sem contesta^o
a
Chapelaria Raphael
que maior e mais moderno sortimento tem de :
CHAPEOS de tolas as qualiiades.
CAPOTAS de seda, palha e flores
TOUGAS e cnapoa pbanasia para criancas.
GRAVATAS, flores, plumas e passaros.
A16RETES pbantaaia para penteados.
GASES e veos de toda* as cores,
etc. etc. etc.
2Ra do Baro da Victoria2
INDICARES OTIS
edleos
Dr. Joio Rangel avisa aoa seus clientes
e amigos que mudou a sua residencia para
a ra de Gervasio Pires n. 83 A. conti
cuando com o consultorio ao Largo do
Corpo Santo n. 9 1 andar, onde d cena
sultas todos os das uteis de 1 as 3 hora
da tardo.
Dr. Arlhur Cavalcanti consultas
ra do Marques de Olicda n. 3 das 10
s 2 da tarde.
Reaid cia Ra da Imperatriz n 34.
Telephone (no consultorio) n. 58.
O Dr. Simplicio Mavignier tem o sen
consultorio ra Mrquez de Olinda n.
27, 1. andar.
especialidadesMolestias do apparelho
respiratorio, febre e da pelle.
Consultas (Ka 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo do Tarjo u om sea con
aultorio das 12 s 3.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qu&lquer bora e por es
cripta.
TELEPHONE N. 568.
Medico operador e parteirc. Dr. Ma-
noel Cr-rloB.
Consuit 'rio ra Mrquez de Olinda
n. 64
Residencia ra Princesa Isabel n. 8.
Telephone n. 341.
Dr. S Pereira, roa da Iinpe,. ira i. 6
d consultas das 8 ^.o mei da. menos B-M domingos e
lias cantineados.
O Dr. Lobo Mosco$o d coosait- m
buj asa ra da Gtturia n. 39, da. 0
borR^r -la anha 1 da tarde. Acha i
eo lr.i do ervigo publico otfsrcee-eo p&-.
aadir a qualquer chamado com prompii
tau para tora ca ciisde. Especialidades
operaySos, partes e raoieetias de snior^
e ce meninos.
Dr. Joaguim Loureiro medico p tei
ro, consultorio ra do Cabng n. 14,
na Casa Forte n. 5, casa de azulejo, de-
fronte da igreja da Oampiua.
Consultorio medico. O Dr. Manoel
.ugoiio, c.nu pri-tica nos hospitaes de
Pars e Berlim, tem seu consultorio ra
BarSo da Victoria c. 1.
Especialidades.Molestias dos appare
lhos respiratorios, circulatorio e digestivo,
onsultas das 12 s 3 da tarde. Chama
d >3 do escriptorio.
Telephone n. 658.
I i alca de molestias de o Hilos
ouvidos e nariz.
O Dr. Podr> Pontual, ex-chefe de clni-
ca d j proesaur Wecker, Je volta de sua
viagem a Europa tem seu consultorio
ra Nova a. 18, 1." andar.
Consultas de 1 as 4 da tarde.
Telephone n. 539
&*efl!lILL-
Dr. "'Ti-eira, com pratica nos princi-
paea hospitaea a cliaic 1 Paria Lon-
dres, di consultas todos os diaa das 9
horas au meio-dia. QotuuUotm a resi
dencia na Larga do Rosario n. 20.
Dr. Brrelo Sampaio occalista, d con-
litas de 1 s 4 horas no 1. andar da
oasa ra Baro da Victoria n. 51. Resi-
dencia a roa Seto de Setembro n. 34.
entrada pela roa da Saudade n. 25.
Dr. Pereira da Suva chegado de Paria,
com pratica naa clnicas de Wecker e
Landolt, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde ruado Imperador n. 63, 1.a andar.
Telephone n. 588.
RESIDENCIA CAXANGA
Advogado
De. MFtt, lente cathedratico de direito
oivil da Faculd de Direito, tem seu
escriptorio de advjv ni* e ra* ^e No
vembro (ontr'ora Imperdor% n ?4 Te-
lephone n. 499.
irrogarlas
Furia Sobrinho fc C, droguistas por ate
\sdo. raa o Mrquez de Olinda n. 41.
Franeco Manoel da Suva db C, dopc-ai-
arios de ttdaa na especialidada pheraja-
outic.u, tintas, arogas, producto chin icos
e ourtos medicamentos homeopticos, rus
Mrquez de Olinda c. 23.
PIBLICMJOES k PEDIDO
O caso Torres
O que Bob a epigraphe cima escreveu
a fGazeta da Tarde, em sua ediccSo de
bontem nm acervo de iaverdades.
. O Dr Julio de Mello, questor policial
do Estado, oamprio o sea dever as dili-
gencias polioiaes a que prooedeu sobre o
caso-Torres e na formaco da culpa, que
alias anda nSo fui iaioiada, por ter sido
designado o da 22 para a inquirilo das
testamunhas, S. ". sabara haver se com a
imparoialidade e jastica com que 'e7e pro-
ceder qu?m se acha investido de to im-
portante cargo.
O Dr. questor, logo que teve conbeci-
meato do crime oommettido por Torres,
dirigise so esUbeleoimento de Deodato
Torres, oade se dora o tacto e all colheu
as probas precisas para ulterior proced-
ment sendo acompanhado nosaa diligencia
polo Dr. Manoel do Siqueira pelo faoto
de ter este vindo do Recife com o coronel
Cintra, e haver presenciado o que se pas-
tara entre Torres e aqueile coronel.
Voltando de tal diligencia, fes logo la
vrar o auto de informacao do crime, que
no caso substitue o anto de flagrancia e,
recoltrido Torrea ".Detcngo, proieguio
nasdimais diligencias, cenciuindo-as todas
no mesmo dia.
0 jnr8coniultm da tGtoaeta devem sa-
ber que. estando abolid os inqueritos, o
Dr. Julio de Mello poderia ter se limitado
a faaer lavrar o auto de informaoSo do
crime e a proceder ao corpo de deheto,
remetendo estas pecas ao Dr. ptonsotor
pablicj.
Mas julgou a convenio ate i mais adian-
to com as deligencias polioiaes e alem das
tea teman has j aradas que depaieram no
auto de informacSo do crime, tomn autos
de porgue ts 8 ao Dr. Manoel Siqueira a
um caixeiro de Decdate Torrea e ao ne
gooiante Tiburcio de Oliveira, testemu-
uhaa que Be pondo de momento arrolar
na ana vi>ita ao estabeleciment de Deo-
dato Torres.
Remettido no da seguinte essas deli-
genciis ao Dr. 1* promotor publico, este
offereceu a denuncia por tentativa de
morte e a inquiriejb daa teetomunas po
elle offerecidas ter lngar no dia 12
do corrente como ficou d-to cima ou o
mesmo promotor, alias insuapeito a gente
Diario de Pernambaco Dominga 3Q Je Wovembro de 1891
Joaqulm Francisco Torres Galllndo.
Joan Angosto Torres Gallindo.
Antonio U. Torres Galdido.
Francisco de Ass'g Becerra.
Ftaaciseo Fernandes Torres Galllado.
Salvador Antonio Torres Gallindo.
Jos Nones de Ohveira.
Augusto Rodrlgoe8 Torres.Gallindo.
Honorato Tnomaz de C. Cavaleante.
Pranolaco Tenorio de AlDuquerque Cavaleante.
Eduardo Paulino Cbalegre.
(Bstavam recondecldas as Hrmas).
V a quem toca
Estarc s eoffrendo graves prejnizos com a do-
mora dos no88os assocares enviados para o
Recite pela estrada de (erro do Bonito a Ri
beiro.
Nao haver remedio para ietu ? ?
Creruos qne ha, pois nao pode continuar se-
melbante aboso.
Os prejndlcados.
Peroambcco, 17 de Njvembro de 1S92.
Illm, Sr. Max Drerbsle: digno corresponte de
N w Yok Life 4 G. nesta ra da C'UJ n. 16 e
18.
ma. s-.
Tetido 1 qmlado coji a N w Yj k L'fe Iqbo-
ranee C. a apolice de seguro n. 194338 de
5000ouroamericano que Hiera o finado ella
Jao Jos Soar.-a u'Amaral que Uve o eneejo de
verificar qoanto rigorosamente observadora dos
seos compromissos esta conpaubia que 5.0 dig-
namente V. S. representa aqoi.
E' com sincero praser que offereco V- S. o
iPBtemonbo de rumba satisfaco para com a N w
Yo k Life Insu'aoce C. que merece cada vez
ruis a contianca do poblico.
Penborado pela geoiilesa qoe V; S. me tem
dispensado aprsenlo lbe os meos agradecimen-
to3 pediodo ao mesmo lempo d transmitil os
ao digno gerente da companbia em Rio de Ja
oeiro o Illm. Sr. R. J. Knsman Benjamn.
Com toda estima e consideracSo, son
De V. S.
Amigo obrlgado e criado
Assigaado : Jj da Cuba Vascon:e!los.
iQveniariante.
da 'iazet, poderiamoB appellar, por-
3ae S. S. testemanha ojeular do mo
o porque tem prooadid) o Dr. Julio de
Mello no procisso Torres^como nos outros
summaris de culpa, que correm pela
Questura.
No tfaranhao e na Capital Foderal o
Dr, Julio de Mello :;ua?a foi aecusado de
inepto ou de ignorante e aiuguem dir
que naquelia capital onde os delegfdus
de pohc a tem muito mais qu9 fazer do
que qualquer chefe de pol'c a de estado
de primeiro ordem paasa inclume de ac-
cusacao por parte da imprensa e de uo-
taveis dvogados, qua defendem causas
percute as delegacias, urna utoridade' Ppata A(\ (~f\(iV\f\ igno:ane e inepta.
A) contrario da ou- si toda a imprensa
flumioensa teve o Dr. Julio os maiores
elogios, aomeadamente do jornal tO
Tempo^ redigiuo entSo por Bellarmino
Carne ro, amigo in pecto dos aroxas da
Gszeta.
Quem examinar o processo Torres ver
que o Dr. Julio de Mello andou correcta-
mente, e se assim nSo fojse e c3o esti
vase Torres preso le'galmente, o Dr.
promotor ao dar a denuncia teria reque
rido a prisSo preventiva para lf galsai b.
Foram, poB,;mal informados es escrevi-
haderes da Qazcta maia urna voz per-
dertm o seu tempo e o seu latim os ami
g03 da baixa intriga.
Justus.
S.
V S. Exc. Revma. o Sr. bis-
po diocesano
Os abaixoaaa gnados rasidentes povesga) de
Alagoinbas. da freguezia de Santa gueda de
Pesqueira, moi respeilosamente vrn perante V.
E'.c. Rivma. representar o faci aote Cdtbolico,
nefando e avarento praticado pelo Revm. Sr.
vigario desia freguezia padre J ao Eaas, pela
ferraa e madeira fejuinie:
N Ex:i. e Revm. Sr., nasciJos e educa-
dos na soblimo r, Iv'fio de Njss Senhor Je-'is
CbristO; Aqueile que tudo dava de graca insti
tuinio asaio a iDCjmparav virio le o = carida-
de, por Isso mesmo qoe BJtros amantes da igre
ja Ctholica o do sanio sacrittci da cn-ea, i a
qual procuramos o conforto de nossa ireaja pela
imagem fiel da paixo do Redemp'or.
N 'Ste intuito que tivemoa de nresurar com
antecedeacia ntcessaria ao nosso pastor espvi-
toal o Sr. vigario desta freguezia padre JoSo
Enea:, para delie sclicitarmos, a caridadn
de, em o prximo da do Na? -imeoto do Salva-
dor, celebrar na empella desle pjvoajo u Misa
di Nata!o que accedendo o Sr, vicario a nos
sa fuppllca, impunba-no3, eotreanlo, a condi^j
gao de ibe darnos a quda precisa d2 80OOO
p^lo s:u trbalho, clausura que sem ob ec.o
obedecemos me garantindo a alludida quantia*
nao pela convirco de que a mis;a tenba valor
pecuniario, como o mesmo 8*. vigario nos en-
3ina, mas gmente pelo direito que o sacerdote
deve ter a urna esmola para a sua manoteogao
Neale i iterira Buc:eJe qne o indicado Sr. vi-
gario houve de celebrar oeste lugar em om do-
mingo do mez de Ago4o fiado e por esta occa-
sio, do palpito sag/ado, teve de repetir, nos
assega*ando, que jodiamos contar com a mi8?a
do Natal,visto tel-acontrretadopor 80*000.
cirenmstancia esta que mais nos tranqoillisoo e
assim aguardavamoa convictos o enmprimento
da palavra honrada e religiosa do referido Sr.
vicario, ja proferida em particular ,e j em po
o.cj em logar respeitavel.
Has, Exm e Revm. Sr., qua! nao foi a nossa
surpreza,a nossa dor, o nosso deseagano qnan
do agora nos declara terminantemente o Sr. vi,
gario JoSo Ensas qne a missa que connosro hi
via contmelado por 8OOO0 iria celebrar em Si
lobro, por isso que la lbe off-reciam maior qoan
ta, isto 1004 llt
Ob 1 Exm. Revm. Sr como nm ministro de
Jess Chrisio as foncedes de seo santo minis-
terio, laquea a boa 'l de seas ingenuos paro
cbianos, praticando urna aegao deste jaez por
dioheiro? e anda mais pela ridicula qoaotia
de 20*000? III
Nesta emergencia, Exm. e Revdm. Sr., dos
borrorisadon com semelbante procelmenlo da
parte daqoelle Sr. vigario, qoer como sacerdote,
(descup V. Exc. Revdm1 a phrase) pondo em
leilao a quem mais der, o acto por ventora mais
sublime de nossa religtoo santo sacrificio da
missa ; quer aorno hornera faltando flagrante
mente a om dever social qual o de nao comprir
sua palavra comprometiida em publico, e pelo
moi'.o respeito e aca'ameoto que tribuamos
crenc que recebemos de nossos maio.-es, prefe-
rindo tudo a nao ccacorner para o seo descredi
to, actoalmen'e j bem adiantado, deixamos por
isso, para sermos atteadidos pelo indicado Sr
vigario, de mandar cobrir o lance de 20*000 qoe
elle preferio dos habitantes de Salebro, a toma-
mos o alvitre de levar ao conbecimento de V.
Exc Revdm.*, que certo tomara na devida con
sideraco o facto ignom nioso e perverso, plati-
cado comnesco em offeosa nossa religiao, pelo
nosso infez vigario, qoe, coitado I sedozido
por Sataoaz, eugolpha-se cas riquezas deate
mondo, j nao se embra qne Jesos Cbrislo dis
se : < Mais fcil eer passar nm camello pelo
fondo de orna agoiha do que oro rico avarento
88 salvar. *
Anda, Exm. e Revdm. Sr., temos nm ootro
fado nao m no grave, coja antora o referido
Sr. vigario cbama a ai mesmo cora osteot.co e
: negar se peremptoriamenie a qoalqoer cen
lis < aioia em artigo de morte qoe por nos se-
ja reclamado, deixando, entretanto, de relatar
eate facto minuci smente com indicacSo dos
OQraes proprics, atim de evitar prolixidade da
presente, qoe ja vai extensa, mas nos compro-
mettemos desde j a todo tornar patente se V.
Exc. Revdm.' o jalear necessari:.
Alagoinbas. 14 de Ncvexbro de 1892.
Manoel Rodrigues d'Almeida.
Theodoro Alves Bazerra.
A-ioJpho SimCe.3 Ctiabgre.
Amonio Fernandas Torres Gallindo.
Manoel Leal Monteiro da Rocbi,
Francisco Tbenorio avalcante.
Manoel Faostioo de Nojosa.
Hennqoe Gomes a'Almeida.
Manoel A fredo d'Almeids.
Valdevioo Pernandes Torres Galvao.
Leonilo Tbenorio Cavaleante.
Antonio Elov Leal.
Jos Castor da Silva.
Jjo Menino da Silva. ^
Cator Bezerra da Silva.
Joo Feroandes da Cunba Sobriabo.
Antonio Bento Gomes d Almelda.
Manoel Honorato Torrea.
Manoel Rcsa de Lima.
PanlaleSo de Siqueira Cavaleante.
Jos Bezerra Torres Gallindo.
Apollnario Pereira a> Silva.
Miguel
Em soa c^peila de Afogados no
dis 20 do corrente
Hoje as 7 horas da tarde ter lugar a
vespera, tocaodo antes e depoia a diBtincta
banda marcial 8 de Dezembro.
im&nha 4 1|2 horas da manha haver
missa em teayao dos devotos que concor-
reram com seus e-bulos. As horas su-
bir urna salva de 21 tiros acompanhada
de diversas girndolas de foguetea annao-
ciando ao pevo Alogadeose que chegado
u dia de render ee preito ao seu celeste
advgado-
Ai 11 horas depois das tercias entrar
a missa solemne, sendo celebrante o ami-
go Rvdm. Marinbo, snbindo a tribuna sa-
grada no Eviigclho o exhimio padre JoSo
Machado d-. Mello-
A o.-chestra sendo quasi de mogos ama
dores ser seu regente o sympathico Ma-
noel de Britto Nov-.es, levando a grande
e mimosa missa do celebre maestro Santos
Pinto ; tocando no final aquella dist.ncfa
b-nda 8 de Dezembro.
As 5 horas da tarde ser arriada com
tod.. a pompa a bandeira onde se v o
re rato do batalhador e vencedor de Sata
naz, a qual ir aer depo3tsda na casa
da juiza D. Heunqueu Lima.
A 7 horas depois que occapar a tri
buna o Ilustre preg-idor padre Pedro da
Purificado ; o Te D.nm do maestro Co-
las.
Durante a tarde tocar num bello co-
reto a 8 de Dezembro exhibindo as me-
Ihores pecas do sen vasto repertorio.
Findo o acto ser quimado um lindo
fogo de artificio sendo urna das pegas o
incendio do Santa F e a Companbia de
Bombeircs.
A commisaao pede aos moradores d'a-
quella ra e as adjacentes que illuminem
aa frentes de suaa casas, para mais sym-
bolisar o verdadeiro amor que tem o povo
para o juiz
das almas.
muito agradecem a todos
ram com seus obulos.
Afogados 15 de No vembro de
como tambem
que concorre-
1892.
O sedlitz Ch. Chan
teaud
E' inconteotavelmente o Purgativo Sa-
lino refrescante o mais puro, mais agr
davel a tomar, e o mais efficaa sob pe-
queo volume. Substitue com vantagem
as aguas purgativas allemSs e todoa oa
drsticos.
O xito do Sedlits Ch. Cbanteaud, en-
tre os mdicos de todos os pases, smc-
tou orna quantidade de imitadores.
Um d'elles acaba de ser condemaado
por concorrencia desleal a 8,000 francos
de perda e damnoB, a mndar a forma de
sena frascos e nSo envolvel-os de papel
amarello visto qoe a dita cor caracters-
tica do Sedlitz Ch. Chanteand, prepara
dor do a Granulos dop me trieos do Dr.
Burgarve cuja acceitacjlo igualmente
universal.
O COLAR DEBRILHANTES DO
AVARESTO.
No amo de mil setecentos e qnarenta
viva no bairro Latino em Paria om
famoso avarento chamado JoSo Aver.
A fortuna escondida na obscura choya,
oode elle resida, parecia ser fabulosa, e
nao ha duvida tlguma de qne ella era
mui grande. Entre seus thesouros havia
um celebre "colar de diamantea de um
immenso valor.
Este logrou elle esconder tSo cuidado-
samente que por ultimo elle mesmo se
esqueceu do logar do escondrijo.
Deitou-se a procara, delle com atan por
multas semanas, e nSo conseguindo achal o,
quasi que endoudecea.
Isto o tornoa anda mais incapaz de
reminescencia alguma, cahindo por isso
doente de cama prostrado, tanto de corpo
como de espirito.
Algumas semanas depoia disto acha-
vam-se junto do leito do enfermo, tauto
o medico como nma velhas qne s veies
tinha sido par elle encarrogada de certos
trabalhos insignificantes no interior da
casa, vendo aproximar-so a ultima bora
do enfermo.
Qoando o relogio da viz'uha igreja da-
va nma hora cessoa elle o seu murmurio
baixo, seotou-Be e gritn.
t Agora me lembro onde elle est.
Eu posso lancar mSo do colar.
Pelo amor de Deus deixem-me ir bus-
cal o antes qne en me eaqneca outra
ves Neste momauto a sua traquesa e
elcta^So. se apoderaran dalle e elle cabio
de costas sobre ob aeus farrapos, comple-
tamente morto.
Tanto medios oomo estndantee oonhe
cem familiarmente os rasg,>s repentinos
de memoria que se dSo as grandes crises
da existencia; humana.
Que o leitor aprecie iato em quanto
nos relatamos nm episodio na humilde
carreira de nm signaleiro que pode ser
visto todoa oj das no exe.cicio do sea
po&to em a oa pequea eatacSo de cami
nho de ferro no norte de Inglaterra.
Elle entra de servico quasi todos os
das, e obrigado a alimentarle sem dei-
xar o seu posto.
Uma tal prisSo e trbalho mental fa-
sem com que o systema se resinta disso,
qualquer homem por mais torte qne seja,
nSo lhe pode resistir sem q-ie sinta o-i
seus effeitos.;
Fas lembrar a excIamacSo apaixonada
do poeta inglez Tom Hood :
f Deus meu I Que coste tanto o pSo
e tSo nouco a carne humana*
O posso amigo iem estado ha muitos
annos na mesma GccupaySo, embora elle
tive.-s? apaas trinta e cinco annos qoan-
do estas linhas se es:reveram.
Em mil oitocentos e outenta e quatro
elle aentio que aomeeava decahir.
Eu nSo sei o que me faz sc-ffrer, di-
zia elle, mas nao posso comer. 0 que
engulia a for$a nSo lbe dava satisfacSo
nem forja algnma.
Algumas vezes elle se assuBiava por
ver que mal podiA andar em consequec-
cia de ton turas. Dizia elle c msigo.
O que farei eu se me sentir atacado
disto a qu .lquer momento em que se der
qualquer trbalho ra linha e que eu mais
carega de me sentir senhor de mim ?
Uma outra feicSo do seu soffrimento
consista em dores no peito e ilhargas,
prisSo de ventre, pelle e olhos amarella
los, mo gosto de bo.ci, g^zes nocivos
expedidos do estomago, &.
O medico difse qae lhe cumpria deixar
o trbalho que assim o conservava recluso
oa alias arriscarle hia a inhabilitar-Be
ccmpletam nte.
Nao o pedia elle fazer, pois que a isso
se opp&oha a existencia de mulber e filb.es.
Por isto cotitinuou elle no seu posto e
peiorou.
Mas o sea trbalho foi sempre regalar,
qualquer telegrama a era propriamente
recibido e expedido, e nenhum trem o
comprometea em conseqaencia de negli-
gencia ou falta da sua parte.
A raa enfermidads incige.tSo e dys-
pepsia deu um pasao mais, trazendo
comaigo doen^a dos ria e da bexiga.
O medico dase V. est envenenado
com a mat ra ptrida cor.tida no seu es-
tomago e Bangue
Pareceu assim lavrada a sua sentenca.
Fdra como uma intimacSo de morte.
Pasaram-se seis mezes mais.
Acbando-se elle de sarviyo nma ma-
nhS sentio-se por tal forma atacado de ta-
manha e tSo aguda ora que nem poda
sentar ;e nem estar de p
Exclaojou elle. chaveta o ah permanec toda a manha t
Poder-se hiSo ter dado signaes, bem
poderia ter o telegrapho chamado, mas eu
cao o teria seutido mais do que um ho-
mem sepultado teria ouvido o bater da
chuva de encontr a lapide que o cobrisse.
Ao principio estava elle a sos, mas
chegou soccorro e o pobre signaleiro foi
conduzido para casa.
Acudiram mdicos em seu auxilio, mas
sem proveito 'algum.
Em redor do seu leito estavSo oa seus
firbinhos achando-se a mSi ausente em tra
tamentc de una doenga grave em um in-
stituto.
Ahi perman cen elle pelo espaco de
semanas, parte do tempo sem dar acord
de si.
NSo havia mais nada a taier seaSo oa
perar por sen fim.
EntSo as faculdades entorpecidas como
que te irdaram por um momento.
Acudiu-lhe memoria e elle recordou o
facto de que um medicamento de que elle
tinha usado vantajotamente havia annos,
e entelo posto de parte ou esquecido, estava
escondido em uma parte secreta da estcelo
de signaes.
Mandou busial-o e tomoa ama dose
delle, sem demora o sea ventre obroa, ob
ria funecionaram, cessou a ddr, e elle
se aentio melhor
. Animado de esperanca lisongeira man
dou buscar mais.
Chegou o remedio.
Tomou-o e dentro de poucos diaa ob
mdicos fic^vam admirados de ver o sea
enfermo a pa8sear fra da casa e em ca
minho de convalescecea.
Reatauroa elle a. ana saude completa
mente, e alludindo a sua experiencia na
materia disse elle a quem esta escreve,
que milagro nao foi, que no mea preco-
nizado leito de morte, eu me lembrasse
repentinamente do sitio onde havia posto
aquella garrafa do Xarope Carativo do
M?e Seigel, j meia gasta.
Fe i provavelmente aqueile rasgu a
minha memoria que me salvou da morta.
qjMPRIlviiDOsJyiCHYsiFEDIT
A cas se dos mer-
cieii'os
A commisso abaixo as3ignada, incombida de
reclamar perante os poderes do Estado contra
a ioclosao das mercearits no imposto da classe
n. 8, vem scientiOcar n jvamente aos seos colle
gas (m garal, qne anda esta pendente da deci
tas de S. Eic o Sr. Governador do Estado o
recurso qoe ella interpoi, nem eomo qoe. es-
tando tambem ; fl'jcta ao poder legislativo a re-
ferida reclam; gao, jolga conveniente os senbo-
res contruuintes aeoardarem a soloc&o deli-
nitiva, qne Ibes ser opportuoamente commoni-
cada pela imprensa.
Recife, 16 de Novembro de <89s,
Manoel Joaaoim da Costa Ramos.
Joao Al es de Frailas.
Paulo Jos. Al vea.
EDITAES
VINHO
/I VI EN
Mais efficaz anda do
que o oleo cr de
flgado de bacalhau.
De gosto to agradaosl
que as crianzas
tomam-no com prazer.
O Dr. Jos Gomes Villar, joiz substituto
do seguodo distiieto criminal em exer-
ccio do juiso de paz da fregnesia de
Santo Antonio, da oidade do Recife, no
Estado darPernamboeo, em virtude da
lei, etc.
Fa9o saber aos qoe virem o presente
edital de dea diaa de preglo a tres pra
9as, que por este juiso tem de ser arrcl
matadora qaem mais der no dia 8 de De.
bro do corrente anno, as dore horas
do dia, na sala da audiencias publicas
os bena penhorados a J. Oliveira & Com
panhia ou JoSj Flix de Oliveira, em ex
ecucao que lhe move Ernesto & Leopol-
do, cojos bens slo os segables :
Urna grande mesa nova de amarello
em peifeito estado, mediado 16 palmos
de comprimento e cinco de largnra, a va
lUda em 70)}.
Uma dita tambem de amarello, nova o
em perfeito estado, medindo cito pal-
moB de comprime! to e cinco de largura,
avaliada em 300.
Seis bancas noval do snurello em per-
feito estado, avaliadas todas em 360.
Dous grandes cabidea de amarello ne-
vos, avahados em 800.
Um grande fiteiro de amarello, novo,
com frente de vidro, avahado em 2000
Uma carteira de amarello, nova, a valia
da em 150.
Uma machina de costura do autor Sin
ger, avahada em 250.
Os quaes todos podem eer vistos em
poder do executado JoSo Feliz de Olivei-
ra, a ra 15 de Novembro n 52, loja.
E para que chegue a noticia a todos,
mando ao porteiro de *jttM0 ffixar o pre
sent, no >ugar do eostume, paseando a
respectiva certiuSo.
Dado e passado cesta freguezia de San
to Antonio, em 17 de Novembro de 189 .
E eu, Antonio Horacio da Silv, escri-
vao interino escrevi.
Jos Oomes Villar.
Recebedoria do Esta-
do de Perna albu-
co.
Participado
O Dr. Joaqaim loureiro, participa ss
olientes e amigos, ter mudado ana resi-
de nci i para Casa Forte n* 5, ^(asa, de
amalajo deironte da igreja da Caspia*)
Edital n 18
O .d nin Btrador da Recebedoria do es
tado fz publico que, alem das de 250,
251C00 e 620500, acbain-se mais expoB-
tas venda n'esta rep< rticao estampilba
daa valos de 125, 500, 10250, 2j5i0 e
60250, que poderSo ser solicitadas pelos
interessades durante as horas do reepecti
vo ixpediente.
Recisbedori do Estado de Pernambueo,
18 de Novembro do 1892.
JoSo Ferreira de A'meida Quima raes
Kecebedoria do Estado de Per-
naia Imco
Edital n. 16
O admir istr&dor da R eebedoris do Es-
tado tendo em vista o 44 art. 2 da lei
n 33 de 10 de Dezembro do anno pr-
ximo paseado, faz publico i quem inte-
ressar pessa que nesta repartidlo acham se
expostas a venda eatampilbas dos seguin-
tea valores : 250, 25)500, e 62?5C0; cea-
sando, portanto, o servido que era feito
na sala das audiencias e no edificio da
AssociacSo Crmmercial r-lativo a cobran
oa do imposto da. sallo por meio de sor has
qae, nesta data, passa a conta do expe
diente interno.
Recebedoria do Estado de Pernambueo
9 de Novembro de 1892.
J. Ferreira de Almeida OuimarSes.
Edital
Arsenal de lariuha
De ordem do Sr. entra almirante JoSo
G oncalves Duarte, inspector deste arse-
nal e capitfio do porto deste estado, fago
constar a quem interessar possa qne na
secretaria desta inspecgSo contracta se li-
madores, torneiros, caldereiros de cobre,
caldereiros de ferro, modeladores, fundi-
dores, ferr i ros, calafates, gravadores,
carpinteiros, carapioas, torneires e opeo-a-
rios de apparelhes e vellas.
Secretara da inspec^Bo do Arsenal de
Marinha em Pernambueo, 24 de Outubro
de 1892.
O secretario.
Antonio da 8. Azevedo.
Secretaria da Icstrucc o Publica de
Pernambueo, 18 de Novembro de '892.
EDITAL N. 61
Apurado da eleiySo para om membro
do Couselho Litterario
De ordem do Dr. inspector gorai fago
saber a quem interessar possa qne foi
deaigneno o dia' 26 do corrente, ao meio
dia, para na sala em que fnneoiona o Con-
seiho Litterario, proeeder-se a aporacao
dos votos para a eleicSo de um profeasor
que no mesmo Conselho Litterato repr-
senle a olaase.
Outrs sim podem asaiatir a eate acto,
mas sem uelle nter virem qua es quer pro-
feasores pblicos que preeentaa se acharem.
O secretaria,
P erg entino Saraiva de Araujo Galvao.
Ia seceSo.Saoretaria do Governo do
Estado da Pernambueo em 18 de Novem-
bro de 1892.
EDITAL
Pelo presente edital fajo pnbco qne
se acha nesta secretaria, sfim de ser en
trege ao intereasado, a patento do go-
verno federal pela qual reformado no
mesmo pisto, o cooce! chefe do estado
maior do oommando su per r da guarda
nacional desta capital, Dr. Jos Mara de
Albuquerque Mello.
Osecrettrio,
JoSo Augusto Ferreira Lima
Recebedoria do Estado de l'er-
MUBblCO
fidital n. 17
O administrador da Recebedoria do
Estado fas publico para conbecimento dos
respectivos contribuintes, qae, dentro de
3Q disB atis improrogaveis contados de
2t do corrente, serio arrecadados, bocea.
do cofre, oa impostos constantes de rea
9D abaixo relativos do 2. semestre do
icio corrente de 1892.
. /r-er>
Recebedoria da-Estado de Pernamb
18 de Novembro d 1892.
J. Ferreira- de Ahmidp' 9uimat#es.
Helado a qie *t refere o (#
iai sapra
Bancos, ageaoias filiaos oa representas*
tes das mes mas e oaaaa ban&irias.
i Jempaiihiad, ageaoias oaosas -\i gano,
oa qualquer pesaba qae no c >ractor de
agente de companhia de segures, fiaw
contracto desta natiiraaa.
Empresas auonyoias ou agencias distas.
Lojas de joias. ^
FundicSo a vapor.
Fabrica de aaoSo.
Fabrica de cervejs, limonada, gazosai,
genebras e vinagra.
Estabelecimentos eanrmeroiaes ou gaftfss
qae venderem cereaes, cafe, iuav> .-m
folha e em corda, p, picadaedat&td),
transformada em charutos ou cigarros
nSo produsido no estado.
dem dem, charutos e cigarros.
Escriptorio e ar ntsen Vi oo naiissSis c-tt
consigoaoSo e commisso o oonsigaaolo.
Armaieus de assucar.
Armazens altan legados e de rccolhar.
Armazens de taaendas, ferrag-'ns e miu
desas em grosso.
Enchimento da agurdente.
Lojas de ia^endas.
L jas de ferragenB.
Lojas de l'.vros e objectos para expetija'-e
de repartieses, typogr phias e masbi-
naa de imprimir.
Lojas de louga.
laca cera.
dem calcados,
dem pianos
dem missames.
dem chapeos,
dem chapeos de sol.
Arm zens de drogas.
Prensas, armazens e inspec(So de algodSo
Estabeleci ment de estiva em grosso.
Armavens de xarque.
Tavernas.
Fabricas de picar fumo.
Depsitos ou casas de vender rap.
Serrariai e armazens de vende/ madei-
ras.
Refinados.
Armazens ou depsitos de ksrosene.
Fabricas de charutos e cigarros, inclusive
as mercearias que fabricam cigarros e
charutos.
Padarias.
PharmaciaB.
Agentes ou consignatarios de vapores.
Hoteis, hospedaras, botequias, casa? de
pasto o coofeitarias.
Rebocadores.
Agougues.
20500 por toneladaa de alvareogai.
120 ra. por litco de agnardent).
Companhia ae Bombeiros.
Edital n. 62
Cbamo a ait r.cao de todos os Srs. delegados
litterar!08 do Estado, de ordem de Dr. inspe-
ctor geral, para a porr a infra por elle f ipe-
dida n'esta dat.
Secretaria da Inatrarcao Publica de Pernam-
bueo, 19 de Novembro de 189.
O secretario,
Pergentino Ssreivs de A'sojo Galvia
PORTARAN f3
O inspector geral da lostrocjo Pdblii a, tea-
do conbe-'imen'.o de qoe alguGS delegados litte-
arios, accedendo aos pedidos de professores
contra a disposijao ey pressa do art. 73 do Regi-
ment daa Escolas, designam para inicio dos
exam--s primarios diaa lectivos do met de No-
vembro, cbama muito particularmente a atien-
cao eos meamos delegados para o cusspriateetc
exacto de citado a ligo, cuja infraeco dar lo-
gar aonullaco dos retos qne lbe foiem cen-
tra ros.
Compra-se.
O inspector,
Felippe.de Fgoeh. Faria Sobrio be.
DECLARARES
Faeuldade de Direito do Recife
Por esta secretarla se fax publicar, em com-
primento ao art. 302 do regulamento de 2 de Ja-
neiro de 1891, os prcgramm8 de ensioo para o
anno lectivo de 1B93, approvados em sessao da
ongregasao de 4 do corrente.
Secretaria da Facolda 17 de Novembro de 1892. O secretarioB.. Ani-
gao; Faria Rjcba.
ROGRAMMA DE ENSINO DA
2 ca letra da 2 serie
Direito Civil
Anno de 1899
(Art. 299 dos Estatutos)
Programma da 2.* cadeira da 2. serie do Curse
Jurdico
1
Da lei em geral, e da lei civil em particular.
Leis preceptivas, prohibitivas e facul'ativis.
S
Effeit03 da lei no tempo e no e-pago.
3
Conflicto das leis novas com as a n ti cae
Principio da nao rctroactividade das leis.
4
Da pphc.c3o das leis. ,
o
Conflicto da lele patrias com as estrangelras.
Leis ,de pohcia e segoranca. Leis pessoaes e
reaes. Lea reguladoras dos actos juridioos.
6
Da ignorancia e erro de dirtito e facto, seos
effeitos.
7
In'erpretacSo das leis. Especies e regras de
ioterpretaco- Se cabe ou nao interpretaos?
em lodas as leis.
8
Revogacao das leis.
9
Daa differentes sentidos da expressao dineitc
civil, no sentido restricto. Objecto do direite
civil. Classiflcacoes dos direnoe vis.
10
Fontes do direito civil patrio.
11
Systema de Gaio sobre o objecto do direits
civil. Peseas, co.sas e acc.oea. Orlgem e de-
nio da palavrapessda. DivisSo das pes-
eas quanto a sua naturexa. Importancia dz
divisao.
12
Da pesta physiea ou natural. ESectividade
pratica nos dominios do direito da rearanat-
ctturus pro jam nato habetur. Viabilidade. Bi-
reilos dos Dascitoros.
13
Peseas moraes ou joridicas. Diflereocas en-
tre ellas e as-pesaoas- nasaraes. ClaBSiflCsfiio
capacdade das pes;as jurdicas.
14
Theoria doa Ee'alos por Direito Romano e
por direi.o patrio actual. Divisao das pes
taa, Q?nU) ao pa.eatesco, ao sexo, idade, i
,sude, i /si/giao, profiesao, fama e ao. domi-
me u
Coactaos e eslfDgroa, diieito^de.. S e ou-
^- 16
Domicilio, ana deHnlcao. Divisao e ubdivi
>a*i do)4aeipilio. Como se adqoire e se par s
o daaieilio.
1 A
1
i
*
*


"
M



Diario de Pernnibuco Domingo 20 de Novembro de 18931
-
-
17
Dos eaponBaes e acgo esponsalicia. Noticia
histrica familia e o casamento.
18
Def alelo, os e requisitos do casamento. Ca-
samento religioso. Legislaco brasileira sobre
casamento anterior ao decreto de 34 de Janeiro
de 1890. Diversas formas de casamentes no de-
minio da referida legislago. Registro civil eseus
effeitos.
19
Noticias histrica sobre o casamento civil. Es-
do critico do decreto de|24 de Janeiro de 1890.
10
Formidades preliminares dos casamento*.
Dos impedimentos. Pestoas que os podem op.
por; temi e modo pelo qual podem ser oppos-
Celebragaoao casamento. Casamento dos bra-
Bileiros no estrangeiro e dos trangeiros no Bra-
sil. Des pro vas dos casamento?.
22
Effeitos civjs do casamento. Dos effeitos da ca-
samento rallo e annallavel.
Do casamento putativo, sna deSnigo, requisi-
to eesencial e cffeitoe.
24
Noticia histrica sobre o divorcio. Casos e ef-
feitoa do divorcio.
25
Poder marital, seo fundamento a effeitos. Da
ncapacidade civil da mulher casada. Modos de
supprir essa ncapacidade. Limites do poder
marital.
26
Pactos ante-nupciaes. Clausulas permittidas e
prohibidas.
* 27
Da communbo de bens. Activo e passivo da
commuobSo. Dissologo da communbo.
28
Dj separacao de bens.
29
Do reg met dolal. Elementos e tina do dote.
Dote eslimado e inestimado. Dtreitos do marido
e da mulber sebre os bens dotaes em um e ou
tro caso.
30
Pactos permitti Jos no contracto dotal. Das di-
versas classe? de bens no casamento dotal. Divi-
das passivas. Da icalienabilidade dotal.
31
Restilaislo do dote. Casos de restituicSo e ob-
jectos que se res ti tuem. Garanta que a lei con-
cede a mulher para a resftuigao do dote.
32
Nogo de arrha?. Cocstituigo e tradiego das
arrhas Das arrhas na constancia do matrimonio
e depois que elle se dissolve. Dotalicio, apaa-
gicsealfinetes.
33
Nogo de doacao. Doago entre marido e mu-
laer, Casos e modos pelos qnaes sao permittidas
as docc5b. entre marido e mulher.
34
Da paternidade, maternidade e liago. Da ti
liaco legitima.
Modos de pro val s. Da legislago dos Albos
por subsequente matrimonio.
38
Patrio Poder. Direitos que comprebende,
tbeoria dos peculios. Modos pelos quaes se dis
solve o patrio poder.
36
Dos filhos Ilegtimos, suas especies. Reco-
nbecimento da paternidade dos ilhos ilegti-
mos.
37
Adopgao e arrogago por Dlreito Romano e por
direito patrio.
38
Alimentos ; quaodo e por quero sao devidos.
Natoreza da divida de alimentos e soa Uansmis-
Bibilidade. Acgo de alimentos. Alimentos pro
visionaes.
Da tutela.
39
40
Da cratela; especialmente da dos loncos e
prdigos.
41
Curadarla dos bens de ausentes.
42
Da restituicSo integrums.
Recite, 15 de Outubro de 1891.
Dr. Hinque A. de A. Milet,
Lente ca'.hedratico.
Aaprovado pela CongregagSo em sesso de 4
de No ve bro de 1892.
O secref/rio,
B. Magda tfata Rocha.
a
Programma de ensino da 3a cadeira da 2* s-
COHMERCIO
Isa Commerclal de Pcraanr-
bneo
ooTAcBas officiabb da junta dos coa
BKTOBE8
Praca do Reeife, 19 de Novembro de 1892.
Nao houvecotagao.
O presidente,
Eduardo Dubeox.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PBAA DO Bl C FE
Os bancos abriram com a taxa de 13 d sobre
Londres, elevando-se a taxa pouco depois para
13 1/8 bailando mais tarde para 13 tornando o
Banco de Pernamnuco ao fechar c Merecer 13 1,8.
Em papel particular tizeram se limitadas trans-
aegoes a 13 1,4.
PBAQA DO BIO DB JANEIRO
Os Bancos abertoa com t ffertas de 13 1/8.
Cotaeoe de gneros
Para o agricultor
ASSUCAR
CrisUlisado...... 4*500 a 4*600
Usinas por 15 kilos. o* ICO a 3*f00
Brinco dem idem .... 4*600 a 5*500
Somenos, idem idem. 4*000 4*100
Mascavado idem idem 3*000 a 3*100
Broto idem idem..... 2*700 a 2*803
Bruto melado...... 3*400 a 2*600
Retamo idem idem 2*100 a 2*203
Algodo
Sexta feira ultima de tarde, realisaram-se ven-
das deste producto de 10*303 e 10*400, hontem
foi vendido a 10*300 por 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 245*000.
Agoardeol
Por pipa de 480 litros a 145* .DO.
Coaros
Seceos salgados na base de 12 kilos a 120 HU
nominal.
Verdee a 300 ris nominal.
Hel
Par pipa de 48> litros 85*000 nominal.
Borracha
Jota se a 20*000 por 15 kil s
Carnauba
.jta-se de 54500 a 11*000 por 15 kilos noml-
aal.
UnajUJ DAS ENTBADA8 Dl ASSOOAB B AT -
godIo
Mez do Novembro
Entradas
dareacas ....
Vapores.....
ioimaes ....
Estrada de Ferro Central
Idsm da S. Francisco
Mam do Limoeiro. ,
gotnma ....
Dias
17
17
19
i
a
a
a 16
a 16
a 17
A8SU-
car
Saceos
46207
5215
2677
43771
49566
Algo-
dao
Saccas
862
893
1746
147
147
6692
147436 10758
rip. Direito Commercia. Auno de 1893. (Art.
199 doi> Estatutos).
Programma
1
Noci do Direito Commercial. Caracteres.
Stiencias auxiliares.
2
Legislago commercial. Direito subsidiario.
U;03 ou rostumes; casos em qae preferem as
Leis civis.
3
Actos de commercio. Classitigago. Como
se diatinguemldob actos civis. Objecto de com-
mercio.
4 9
Dos commerciantes ; requesitos e condiges.
que determinam a qualidade de commerciantes
5
Capacidale para ser commerciante. Restric-
cies a liberdade de ser commerciante. Prolis
ses incompativeis com a de commerciante.
6
Da habilitago dos incapares para commer-
ciar. Effeitos joiidicos da autoriaago concedi-
da a mulher casada e ao menor para commerciar
RevogagSo da autor; sacao.
7
Das obrieages e prerogativas dos commer-
ciantes. Effeitos jurdicos do nao cumprimento
das obrigages.
8
Agentes auxiliares do coxmercic. Correc-
tores, Agentes de leilSo.
9
Continuagao. Feitores, guarda-livros e cal
xeiros. Trapicheiros e aamiaistradores de ar
mazens de deposito. Commissarios de trans-
porte.
10
Contractos commerciaes : diviso, requisitos
6 effeitos.
11
Provas dos contractos. Sua obrigatoriedale.
12
Vicios que affectam o consentimento anniqui-
lavel os contractos. Sa os contractos nuiles prc-
duzem effeito.
13
ExtinccSo das obrigages. Pagamentos mer-
cantes. Njvacao.
14
Continuagao. Compensago e prescrirgo.
Mandato e commissao.
16
Sompra e venda. Troca.
17
Penhor e deposito.
18
Finangas e cartas de crdito.
19
Seguro terrestre. Defioigao. Objecto. Pessoas
que podem segurar.
20
Continuagao. Avaliagao do damao. ladem
nisagSo. Resolugo do contracto.
21
Continuagao. Seguro sebre a vida e contra o
incendio.
22
Sociedades commerciaes. Nog\ Condiges es-
senciaes. Distinccao das sociedades commer-
ciaes das sociedades civis.
23
Direitos e deveres dos socios entre si e para
com a sociedade.
24
Domicilio social. Admise&o de novo socio.
Direito dos credores do socio.
25
Sociedade em neme coll -ctwo.
26
Da sociedade em coamandta.
27
Da sociedade em commaodila por aceOes.
28
Scciedade de capital e industria. Semelban
gas e differengas dessa sociedade zom a socie
dade em nome collectivo.
29
Sociedade em conta de pariicipagao.v
30
Sociedade aaonyma. Utilidade e Drincipaes
caractersticos. Cendigoes para sea funeciona-
mento.
N
Da adminie'ragao das sociedades annimas.
Poderes dos administradores. Sua respooaabili-
dade e eitincgo desta.
32
Assemblas geraes.
23
Accea. Soas especies. Transferencia. Di-
reitos e obrigagOes 'os accionistas. Esissao
de obrigages.
Riportac&e
BJSClrB, 18 di koaembbo oa 1892
rara o exterior ---|
No vapor ingles Starlight, para Liverpool,
carregaram :
P. Ctrneiro & C, 300 saceos com 22,500 kilos
de assucar mascavado.
M. J. Vianoa, 560 saceos com 4,200 kilos de
assucar mascavado.
N) vapor allemSo Valparaizo, para Ham-
burfo. carregaram :
V. Neeaen, 25 saceos com 1,819 kilos de ce-
rnete de carrapa'o.
L. A. da Costa. 9 barricas com fructac.
fara o interior
No vapor nacional Brazil, para Rio de Ja-
neiro, carregaram :
C. Guimaraes Jnior, 70 saceos com 4,200
kilos di assucar branen.
L. A. da Costa, 2,000 abacaxis.
No vapor raacez Concordia, para Santos,
carregaram :
S. Goimaraea &C, 290 saceos com 17,400
kilos de assucar branco e 150 ditos com 9,000
ditos de dito mascavado.
Amorim Irmaos & C 50 saceos com 3,000
kilos de assucar branco.
Para Rio de Janeiro, carregou :
A. F. don ciro 6. Paiva, 120 saccas com....
11,286 kilos de algodo.
No vapor nacional Irene, para Rio de Janei-
ro, carregaram :
H. Chaves, 3C0 saceos com 18,00) kilos de
assucar branco.
C. Peres & C, 1,800 saceos com 108,000 kilos
de assucar mascavado.
Para Rio Grande do Sui,:arr?garam :
Amorim Irmaos C, 200 saceos com 15.0D0
kilos de assucar branco.
No vapor nacional Upanema, para Santos,
car esaram :
S. Guimaraes & C, 639 saceos com 38,340
kilosde milbo.
J. de SIc-ce .'o, 34 caixas com vinho de caj, 5
barris de dit:, 9 caixas com cognac de frucias
e 1 barril com vinho de abacaxi.
Para 3io de Janei o, carregaram :
P. Fe,reir de milbo.
Costa Fer reir & C, 5 pipas com 2,250 litros
de aleool.
No hiaie nacional .Vepfi.no, para Maco,
car.egaram :
E. C. Beltro & Irmo, 2 barricas com 120
kilos de assucar retinado.
A. D. SiaOes & C, 6 caixas com 48 litns de
geoebra.
No niate nacional Aurora, para Natal, car-
regaram :
E. C Beltrao & Irmao, 2 barricas com 120
kilos de assucar refinado.
Na barcaga Amelia Alagoana pira Villa da
Peona, carregaram :
M. A. Sena & C, 3 barricas com 231 kilos de
assucar branco e 2 ditas com 120 ditos de dito
refinado.
No cter OUveira, para Mossor, carrega-
ram :
E. C. Beltrao & Irmao, 30 barricas com 1,351
kilos de atsucar branco.
Pasta da Alfandeca
IMANA Da 21 A 26 DI .fOVBMBBO Di 1892
Aleool (litro)....... 520
Algodaa em rama ikiloi-. ... 613
4rroi com casca tu.o) .... 90
Assucar retinado (kilo) 500
Assucar branco (kil?) .... 326
Assucar mascavado (kilo) ... 180
Bagas de mamonas (kiio) ... 100
borracha de leite de maugab. (kilo) 1*100
Cachaca........ 250
Couros seceos espichados (kilo) 560
Sooros seceos salgados (kilo) .. < 470
34
Diesolocao e liqoidagao das sociedades com-
merclaes.
35
Letra de cambio. Soa origem. CoodigOes es
senciaes para sua existencia. Dasignagao das
pes.oas que oelia podem intervir.
36
Do endosso. Suaa especies. Saks formas e
effeitos.
37
Do portador. Seas direitos e deveres.
38
Do sacador. Rasponsabilidade e obrigagOee.
Quando ees a a responsabilidade do sacador.
Do sacado e aceitante. Forma do aceite.
Aceite por interveogao,
40
Dos protestos de letras, Em que uasjs tem
iogtr. Seas requisitos. Nallidade do protesto.
41
Do recambio. Como se effectaa. Negociabi-
lidade da letra de recambio. Qaem pode resa
car e contra quem.
42
Da letra de trra e notas promissorias. Com-
mercialldade,
Faculdide De direito do Reeife, em 15 de Ou-
tubro de t892.
O lente catbedratico, .
Dr, Francisco Gomes Prente,
Apnrovado pela congregagao em sesso de 4
de Novembro de 1892,
O secretario,
B. Ara gao Far.as Rocha.
Carao de ciencia Jurdica
4'CADEIRA2* SERIE
Prog'amma
C'ireo Seral (Direito Criminal)
1. Denominago do cdigo. 2. Suas divisSes.
3. A lei de accordo com o direito deve ser o
fundamento do crime e da pena. 4. Se o cos-
tume pode substituir, ou supprir no caso de la-
cuna, a lei oriminal. (Cdigo Penal, (art. 1.)
5. O principio da nao retreactividad2 da lei
em relago ao crime e pena ; exemp'os hist-
ricos em cootrario. 3. Distincgoes a fazerna
tbeoria da o&o-retreactividade. Excepgdss tran-
sitorias e limitadas, (arts. 1. e 3 )
III
8. ObjecgOes e rasposas. 9. Penas homoge
nease heterogneas; aKeragSo nos graos da pe-
nalidade 10. Bj ll.cto de.mais de duas leis ; lea
processuaes. ll. Lei interpretativa. Direito Bra
sileiro (arts. l.'e 3.')
17
12. Extensao do principio da territorialidade,
no sentido poltico e i5o geograpbico : a le se
applica a todos quantos se acbam sobre o terri
torio nacional, (ar'. 4 ; 13. ltraterritorialidade
da lei penal : cdigos estraogiros ; le brasi-
leira. art. 5.#) 14 A extradigao em relagao aos
crimes pralicados, aos individuos reclamados e
ao poder que os requer ou entrega, (art. o.)
15. Principio geral da obrigatoriedade da lei
penal, commam ou especial.
Excepges ao or ncipio. 16. Leicommum eleis
especiaes (arts. 6' e 410.)
VI
17. Vocabulos que exprimem a ideia do cri-
me 18. Cdigos estraogeiros; opini&es sobre a
que.-lio. 19. A uoidade de expresso para de
signar o crime preferivel synoaimia e s dis
tincg5e8. Outros cdigos e autores (arts. 2,7- e 8.)
VII
20. Cooceito legal oa formal do crime. Con
ceno philosopbico oa' material "o crime. Actos
normaes e actos anormaes do individuo na lula
pela existencia. FancgOes sociaes de ccacgSo e
de rep-esso 21. O crime considralo antbropo-
logicamente. Dinigao do delicio natural ou
: ocial (art. 2.i
VIII
22. Cooceito thajrico jurdico do crime. Divi-
?oes e subdivisOds do crime qqanlo sua mate-
ria, modos e formas de manitoslacao. 53. Outros
elemento do cone ito do crime. Crimes commis-
eivos e omissitos. Oalras que3l6es. (art. 2.).
IX
24. DBaigSo legal da tentativa. Tbeoria aob-
jectiva e tbeoria objsctlva. Criterios de distinc-
gSo entre os actos preparatorios e os de &xeco-
go quaoto punibidade. Cocceito juridico da
tentativa puotvel. Os criterios positivos compa-
rados com os raataptiyjlcoi- Direito romano.
Exemplos (arts. 9 a 16L
25. lopossibUidade 4o meio e do fim oa ob
jecto aa tentativa. rcalos. 26 A-repen limv.ito
00 inefficacla do acto Crif|no0 por Darte do
agente em relago a tentativa e ao crime frusta
Coaros verdes (kilo) ..... 31o
Garosos de algodfio (kilo) 5 .' I 32
Garrapateira (sementes) (kilo) : 100
Jacao (kilo) ...... 460
Caf bom (tilo)....., 1*200
Uaf restolho (ko) > 1*000
Caf moido (kilo) ... i*OOu
Carnauba (cera vegetal) (kilo) 400
Cera em velas (kilo).... 640
Canoa (aguarden e) (litro) 343
Cal (litro)........ 10
Parinna de mandioca (k bl r .
Senebra (litro) 300
iraxa (sebo em rama oa coado) (.kilo) 600
Folhas medicinaes de qualquer qua
lidade (kilo)...... 200
del d: :anqae (litro) .... 16o
Milno (ko....... 90
Sement de carnauba (kilo) ... 45
sola (meio)...... 4*400
Stearina em velas (kilo) .... 1 *000
Tataiuba (tuo)...... 40
Tabuas do amarello em pranchOes
(duxii)........ '-00/
Stendlacntoa publico*
xas di aovBMBTO )* 1892
Renda geral
Do da 1 a 17
dem de 18
Renda do E3tado
Oo lia 1 a 17
dem do 18
Aijanatga
917:509*438
76:846*277
994:355*715
227:143*315
20:637*995
-.-------------247:981*310
Sonata toui
1,242:137*02.')
Seguada secgao da Alandega dcPernambuco.
18 le Novembro de 1892.
O ohefo da secgao,
Manoel Antonino de C. Aranba.
O thesoureiro,
Florencio Domuigues da Silva.
RECEBEDO IA DO ESTADO
Do da 1 a 17 76.8i?*474
dem de 18 9:370*261
do. 27. Crimes qae admittem e crimes qae nao
admittem a tentativa (arts. 9 a 16).
XI
28. O cdigo parece confundir o dolo com a
culpa, n&o discriminando sufficientemeate os res-
pectivos eoDceitos nos arts. 7. e 8., cojas deli
nigoes nao comprebendem nem todo definidlo
nem e o definido. 29. O cdigo aaterior defina,
o dolo, mas nao a culpa, embora con'.umplasse
factos culposos, como depois fez a lei n. 2033 a
respeito do homicidio e offeosas phjsica?. 30.
Conceito jurdico do criminoso e tambem do cri
me nos arts. 7., 8. e 24. Theorias absolutas e
relativas. Escola positiva. Harmonia do cooceito
juridico do crime com o eeu conceito legal e pki-
losophico. 31. L'.vre arbitrio iilimilado e limitado.
Nao admisivei teorica nem pratlcamente.
XII
32. Muso do livre arbitrio ; poderla caracte
risar at es loucos e n&o e os criminosos. Abjs
mo que separa a escola positiva. A questo pi-
rante o cdigo. 33. Negar o livre arbitrio, nao
negar a impatabilidade ou cminalidade. A res-
ponsabilidade criminal antes social do que 10
dividual. O conceito da imputabilidade para o
nosso legislador, (arts. 7. 8. o 26).
XIII
34. Cooceito geral do dolo, suas divisos e sub
divi.-es quanto forgaou e .ergia dadeliberagao;
dolo.de proposito e de impelo; premeditado e sim-
ples ; repentino e affjctivo ou delibera Jo. Dolo
quanto ao momento oa existencia da deliberagao
antecedente, concomitante e subsequente. 35
Dolo quanto a natureza do mal del:barado : dolo
especifico, geral, directo no mal, indirecto'as
consequencias, dolo indirecto (aberratio), dolo
genrico ou mixto de dolo e cuipj. Dolo possive!
e real; real e pessoal; verdadeiro e presum lo;
mximo, medio e mnimo, (arts. 7.. 8., 38. 39.
e 42 8 1.').
./ XIV
36. Conceito de premediagao como crcum-
stancia aggravante geral e simples em face do
nosso cdigo. Premedilago, paixo e movis
cii uoso?.
37. O criterio do mjtivo em relagao ao i&
premeditagao. Esta am principio, um crite-
rio secundario de aggravago, inferior aqu.11-,
ambos devem ser coordenados.com o do modo
de execugao. Coosequencias Jesta theoria.
38. O designio e o ia'ervalto entre este e a
acg&o como condiges da premeditagio, actos es-
tranhos. (Arts. 7 e S, 38 e 39 % 2 e 42 1).
A.V
39. A theoria chamada da n)va causa mostra
como um crime que parece premeditado real
mente nao o .
40. S hi premeditagao condicional quaodo o
agente va; ao encontr da condigo e nao quao-
do projura evitara sua realisago. Cmdeni-
gao do e.- tado d'animo, do motivo e do mido le
execogo.
41. Os arligos 7 e 8, 24 e 26 consagrara orne
formula abstracta positiva de crimmalidade; os
artigos 27 a 30 formulas concretas negativas da
criminalHade, E'mpossivel separar njs art
gos 7,8 e24a questade facto ia de direito.
N5o se deve formular que3ito sobre os mea-
mos arligos. Jurisprudencia sobre a fonte del-
les. (Arts. 7 e 8, 38, 39 2 e 42 1).
XVI
42. Tbeoria geral da culpa; esta pode ser
comm83va ou ojiissiva : especies de culpa;
seos limites com o dolo e cousequeacias. Con
ceito legal e restricto da colp3. Classes de en
mes culposos.
43. A p8j:hologia da culpa; esta e o dolo nao
sao absolutamente heterogneos. Os coligo*
ac.uaes.no tm prvido eficazmente aibre a
colpa.
44 Direito comparado. Jurisprudencia. (Ar-
ligos 7, 8 e 24).
Do dia 1 a 17
dem de 18
RECIFE DHAINAGE
86:313*735
8io*o(0
60*030
905*610
ifovimento do Porto
Navios entrados no dia 19
Rio de Janeiro e escala19 dias, vapor ioglez
Starlight, de 926 toneladas, commandante J.
A. Hirale, oqulpagem 21, carga varios gene-
ros ; a Boxwell C.
Pelotas34 dias, patacho nacional Almina, de
168 toneladas, capitao Vicente Floret, equipa-
gem 8, carga xarqoe; a Amorim IrniSos
tC.
Santos51 dias, patacho inglez Nelson Ric, de
351 toneladas, capitao A. Davidson, eqnipa-
Sem 8, em lastro; ordtm.
acel1 dia, vapor inglez actor, de 1,034
toneladas, commandante H. Sruw, equipagem
27, carga varios gneros ; a BlacKburn Nee-
dbam & C.
Natal5 dias, hiate nacional Deus te Salve, de
68 toneladas, mestre Heleodoro Jos de OUvei-
ra, equipagem 5, carga varios gneros; a Bar-
ttaolomea Lourengo.
Santos e escala10 dias, vapor allemo Valpa-
raso, commandante uma, de 1,445 tonel
XVII
llfuencia, autora e compli-
45. Nogao da codel
cinade; techaologia.
46. Theoria classica da codeliqueocia. A
doutrina do nexo de casualidade. Critica de
ambas. Theoria sobjectiva positiva.
47. A theoria 1 lassica da codelioquencia faz
distincgao entre autores e cmplices; a do nexo
de casualidade os confunde. Criterios subjec
poaitivos; exemplos e concequencias ou resol
tado?. A distin gao classica entre an'o. es e
cmplices e puramente nominal. Theoria posi-
tiva baaeada sobre o criterio da temibilidade.
(Arts. 18 a 21 88 1 e 2 e arte. 2o. 28 e 39 13).
XVIII
48. O carcter de temibilidade esta Incluido
na elassifleagao typica dos delinquemos. So-
cialismo e criminalidad:. Differentes claesiQca
ges ; criterios de dis.iacgo.
49. Caracteres dos loucos mofaes (que nao
eo os ilieaado:); e dos ilelioquentes habitaaes
por paixSo e de occasiao. ProporcSo nuicenca
entre eliea. A diversidade de deliaquenles ia
das, equipagem 49, carga varios genero-; a
Borstelman & C.
Lisboa e escala12 dias, vapor portugoez Mi-
lanee, de 3,500 toneladas, commandante Joo
Nones da Silva, equipagem 117. carga varios
gneros; a Pereira Carneiro & C.
Houthampton o escala18 diasVapor inglez
Tbagus, de 1.975 toneladas, commandante W.
Smilb, equipagem 95, carga varios gneros; a
Amorim Irmaos & C.
Navio sahidos no m-smo dia
Rio-Grande do NorteBarca norueguense Joham
Irgens, capitao I. Ivensen; em lastro.
BarbadosBarca russa Storfurster. capitao K.
Faogreo; em lastro.
Rio Grande do NorteL[ar norueguense Lom,
capitao B. Samnelsea, em lastro.
Santos e escalaVapor portugoez Malange. com
mandante Joo Nunes da Silva carga varios
gneros.
Mercado Municipal de 8. Jos
O u'ov:mtnto deste mtreado no dia 18 de
Outubro foi oseguinte :KEntraram.
31 bois pesando 4.819 kiloi>.
843 kilos de peixe a 20 ris 16*860
15 compart. com mariscos a 100 rs. 1*500
4 ditas com camares a 100 rs. *40o
45 lugares a 2C0 rs. 9*000
9 ainos a 200 rs. 1*800
3 ditas com feijo a200 rs. *600
43 cargas de farinha a 200 rs. 9*60J
5 cargas de milho secco a 200 rs. 1*0.0
6 ditas com ructas diversa- a 300 rs. 1*800
ditas de amendoim a 300 rs. *
1 cassuas com gallinhas a 300 rs. *300
ditas com gerim a 300 rs. *
ditas com louga a 300 rs. *
9 dita de batata a 300 rs. 2*700
3 di'.as de melancia a 300 re. *90O
dita de macacheira a 300 rs. *
dita de cubolinhos a 30 1 rs. *
6 ditas de laranjas a 300 rs 1*803
48 ditos com verduras a 300 rs. 14*400
ditas de banaua a 3C0 rs. *
80 ditos com fariofca a 4 W 32*000
6 carga.? com gallinhas a 500 rs. 3*010
32 columnas a 600 rs. 19*200
7 cc-Tpsrtimentcs com ressares
a 601 rs. 4*200
47 ditos com fazeoas etc. a 600 rs. 28*200
30 ditos de comida? a 700 rs. 114000
11 ditos de suineiros a 1* 11*000
7 ditosa 7 Ora. 4*900
41 Ulhoaa2*000 82*000
RendUnento do dial a 17
267*760
4.364*520
4 632*280
Precosdo dia:
Carne verde de 240 a 640 rola O kilo.
Sainos de 640 a 800 ris idem.
Carneiro de 800 a ris idem.
Farinha de 400 a 480 ris idem.
Milho ds 380 a 403 ris idem.
rafiao d 800 a 1*400 idem
Yaparas a entra?
Mea de Novembro
Sul...... Athayde..........
Europa..... Tagus...........
Europa....... Campana.........
Europa....... Szechenye........
Europa....... Montevideo.......
Sul.......... Maraado.........
Europa...... Elisa.........;
Sul.......... Trent............
Sul.......... Pernambuco......
Norte........ laboato..........
Sul.......... Una.............
20
2J
20
21
21
21
1
21
24
26
27
Vapore a aafilir
Mez de Novembro
Europa......Parahyba.......... 20 as li h.
pos a diversidade de tratamento: o antagonis-
mo entre a sciencia e as l<-is deve dasapparecer
adaptando se a defesa offensa.
50 Sd ha teautiva da parte do mandante
quaodo o mandatario por si e desiste da exe-
cugao do crime. Se c arrependimeuto do man-
dante o exime da pena, dstiacc93 e conse-
queacias.
51. Seo ajuste como circomstancia aggravan-
te incompativel com o maniato. O ajuste ia-
dependente da premeditagSo. O cdigo de 1830
aggravava pela circamstaucia do aja-ta o cto
da piuralidade de delinquepies : excepgo ni-
ca. Extensao e limites do mandato. (Arts. 10,
20. 37 e 39 g 2 3 13 )
52. A culpa punida como facto sui gene-
r3; podem nave,- autores simultneos, mas
nao codelioquentea da factos culposos. O man-
dato apparvnte e as stituem excepgOes ao pocipio.
53. Crimea commissivos praticalos por omis
sao e especialmente realisaveis qu'.ndo ha plu-
ralidade de agentes. Se es faetjs cu p.'sos sao
pa idos com maioria de razio devem sel o taes
crimes.
54. Cooceito legal e praiico da complicilade.
(Arts. 2.-, 7., 8.0, 18 e 21.)
XXI
55. Os faatoa de receptagao se ligam theoria
dos crimes continuos ou successivos. Disposi-
;-'s plirias : eslr.n^'iras
5". As duas frma9 pnneipaes de receptagao ;
o asylo e a reseptagao d cooaa?. Ambcs &
formas de complicidadd. Cntsno positivo. (Art.
31 | 3- e 4.-)
XXII
57. Conceito geral e cenceitoa especiaes dos
crimes da imprensa. A i atoria do3 meamos cri-
mes em geral perante o nosso cdigo compara
do com cutros.
58. Systemas de responsabilidade solidaria*,
de responsabilidade successiva* e de penas
de negligencia ; o direito brasileiro comparado
com o estrangeiro, inclusive o allemo e espe-
cialmente o raacez. (Arts. 22 e 23.
XXIII
59. A legislaco fraocesi comparada com a
0038a em relagao autora e complicidade dos
crimes da iraprensa.
60. Segando a lei frareta o aco;ymit
um dir ito. Responsabilidade dos laipressores
e dos vendedores, distribuidores e affixad..es
0 nosso direito a resoeito. (Arts. 22 e 2))
XXIV
61. 0 nosso direito ejurisprudencia sobre a
autora dos crimes. Co tc e pee al e reqa si
tos da sua autora nos arta. 22 e 23.
62. Rgimen excepcional e restricto contra a
imprensa para evitara diliuso da crimioalidade
pelo contagio e mitag--.
63. Outras queats. [Col. arts. 22e 23.)
XXV
64. N3 crimes de imprensa o coligo L) ni-
mi"--- complicidade.
63. Iuterpretagao d imp-essa3 e manasci-
p'os; ella incumbe ao ju z que julzar o aecuaa
do. (Ar!. 23.)
66. Nao coastitae e.-i-u a pubcaco dos dia*
cursos dos membros da Ciagresso N.cional.
67. N.-Ji a analyse d. s principios e uso rali
atoaos.
68. Nem tambem a das Constituiges e das
leisfeleraes ca doi Ei..d s
69. E nem iin-lmente a censura dos actos do
gotemo e da adminisirag-10 p 1 -> ica. '-loas-rii: -
gao re. 18 e 72 !. 8., 9. e 12 e art. 78.)
XXVI
70. Os fados compretienddos nos artizo* in-
dicados ora excluem, ora attenuam a criminali
dade.
71. A menoridade cansa, orado excluso,
ora de attenuago da criminaiidade. As leis ro-
manas e o direito inglez comparados com o co-
dig) 1 'iTv ?., fonte do nosso. (irts. 27, 30 42
3 7", 8', 10 e 11 s a't 65).
XXVII
72. Se a idade da imputabilidade pode e deve
ser di aatemao lixada pela lei. A qaestao do
reglocaiismo e da anilcagac na Italia. A
maior dade criminal nao deve coTesponder a
civil. 73. O mesmo assumpto com relagao ao
oorso coa'go.
74. A questaa da menoridade perante a esco
la positiva. 75. A n )-ss junsprulencii sobre
"a mesma queslfio, (arts. 27, 30, 42 11 e art.
63).
XXVIII
76. O nesso cdigo nao considera criminosos
os loucos. Rigorosamente impossivel achar
uxa formula que traduza o estado de loacura e
eei* congenias.
77. Os tiosDicios penses representara para
os loados a mfsma Tuncgao qne para os saos re-
presentam o patbulo e o uar3r. isto un
meio de aeguranga social, (arts. 27, 29. 42 10
e 68).
XXIX
78. Qiaea 03 individuos que deveru ser en-
cerrados nos hospicios peuaes. Rgimen e
insneccao dos hospicios peuaes. (arta. 27, 29,
42 10 e 68).
XXX
79. Somnambulismo espontaneo. Somaam
bulismo provocado; ssu alcance na responsa-
bilidade penal. O bypootisao em relagao ao
mandatoei premeditagao. 80. O nosso bodigo
affastando se do f-anc- z e do bollaodez, nao dei-
xou a responsabilidade do sardo mado sob o m
perio do direito commum. LegislagSo con pa-
rada ; opiaiao dos autores, /arts. 18, 27 e 39
2.')
XXXI
81. Conceito philosopbico e legal dos violen-
tados por fo gi e medo irresistiveis. Os irres-
Sonsaveis qua psse coaceito pode incluir, (arts.
7, 28 e 42 II 6 a 8.
XXXII
82. Caso fortuito. Critica e reJicglo do art.
27 6." 83 Sua inteligencia e justilicagao.
84. Absurdos ca iuterpretagao do 4* do art.
10 do col. anterior. 85. Arestos e estados s>
bre os casos do art. 27. 85. Julgados applica-
veis ao art. 31. (arts. 24 e 27 6 )
XXXIII
86. A Oa ignorancia 01 erro quanto sua'cau
sa ou origem e objecto ; superavel ou iampera-
vel; de facto ou de direito, de lei criminal (e
nao criminal; efficiente ou essencial e conco
mitante ou acciden'al. 86. B. Regras e excep -
ges sobre a ignorancia de diralto e de facto.
86. C. O consentimento do offendido nao exclue
a criminaiidade do offensor: excepges. Cpi
ol8o de Enrico Ferri na obra Omcidio
suicidio. (art. 26.)
XXXI?
87. Differeoga3 e rehgps entre a forg e me-
do irresistiveis (r* 27 5. ) e o estado de
necessidade e os casos de de-.zi legitima (arts.
32 a 35.)
XXXV
88 A geneso da defssa legitima. 89. O di-
rei'o romano comparado com o nosso (arts. 32
a 33.)
XXXVI
90. A evolugiojurdica da defesa legitima. O
Direito cannico. Defesa individual e defesa
BoetaL Divers-.s thorias. O estado de neces-
sidade e o direito de defesa (arts. 32 a 35.)
XXXVII
91. O direito de defesa urna funego socnl
exercida pelo individuo, ondiges ae sui le-
gitimidade on requisitos para seu exercicio.
Varias questes. 92. Materia do 2.- do art.
35; que*.oes que suscita, (art. 32 c 33 e 42
3." a 6.)
XXXVIII
93. Os factj3 e qaalidades que constituera s
circunstancia? e tem um valor variavel e relati-
vo podem ser, ora um elemento principal,
ora acce'sorio, do crime. 94. A escola meta-
pbysica vis a vis da positiva no cal'nlo das pe-
nas por meio das rircnmstancias. 95. As ideias
de Bentban que o nosso legislador spguio re
novodas pela eccola positiva, (arts. 36 a 38 e
61 e 62).
XXXIX
96. Circumstancias aggravantes e attenuantes
em gerai; subjectivas e objectivas ; geraes e
commuos; proprias ou particulares, simples ou
3un ligativas ; excusas ; outras divises. 97.
nosso direito compirajo com franges e o al-
le 15,o. 98. O co italiano e outros. Jurispru
dencia e referencia aos arts. 36 a 42, 61 e 62)
XL
99. A noitee'o lugar ermo : seo valor e com
paragap. Macsdo Soares e outros autores nos
sos e estraogr-iros. Aestoa. 100. O veneno,
incendio, ioundagao etc. Cdigos escriptores
pata-ios e estraogeiros. Questos correlatas.
Arestoa. (arts. 39 i e 3.a)
XU
101. Oa reincidencia. A nossa intelligencia
dada ao cod. de 1830, art. 16 3. ( art. 39 8.
19 e arti 40)
XLII
102. A rein. idencia no direito francez. Asaig
nalamenlos antbropomeirlcos. Rol de cilpadni
O novo cdigo penal.
XLIII
103. A escola positiva, o cdigo italiano e a
reincidencia especin:a e geaerca ; a relegagao.
XLIV
104. Motivo reprovaao oa frivolo; sua impor-
tancia actual. ArestoB e exemplos 103. Supe-
rioridade da idade do offaadilo sobre a do of-
fensor, etc... 106. Supsno idade em sexo torca
ou armas, (ar:. 39 4. 5- e 15.) C"
XUV
107. Qialidade too offjnlido ou offaosor de
ascendente, superior, mestre etc... Soa impor-
tancia para a escola eositiva : 108. Oa premedi-
ugao. Referencia Questao correlata, (art. 39. 8
2- e 9.-) M
XLVI
109. Oa fruudtf romo circumstancla. Soa iatel-
ligencia. 110. Abaso de ccnUanga. til. Paga oa
esperaega de alguna recompeasa. Seu valor
para os criminalistas modernos. 112. Da em-
boscada. D.rdito francez conforme Garraud. (art.
39, g 6, 8- e 10.
XLV1I
113. Doarrombameato et'*... 114. B-itrada na
casa albeia. 115. Da surpreza. Exemplos. 116.
Disfaree. 117. Plu-alidale de delnquenos Re-
ferencia (art. 39, | 7 11. 12 e 13)
zuna
117 A. Lugar do crima. 117 B. Dasrespeiu a
autoridade publica 117 G. Emprego de diversos
meios. 117 D. Oocasiao excepcional do crime.
118. Mal consequenciai do crime. 119. Aceres-
cimo de d: pbysica. Saa importancia para a
ora escola. l]p. Ignjmima como consequen ca
do crime. 121. N tu reza i reparnvel de damco.
122. Augmento de iQlcgij ao afflioto. Referencia
(art. 39 14 e 16 a 18 e art. 41 e seos .)
XLIX
123. Menos pleno coohecimanto po mal e in-
directa inteoguo de o praticar. Referencia. 124.
Estado de necessidade. Referencia. 125. Exce-
so de oppo.-ig&o a ordeas llegaes. 128. Aggres-
s) da Darte do otleadido. 129 Preasii de araea
gas. 130. P.ovagio (art. 42 l- a T)
L
131. Embriaguez, 132 -I leas de Ki'auvEbiog.
133 O direito alternio e o f.-ancez con'ormj Bar-
ner eGarraud. (art. 42 10 )
Ll
134. A escola positiva. 135. E. Ferri e a ques-
to na cmara italiaua. 1 6. Soluges de Ali-
mena e Garofalo (art. 42 8 10.)
Lll
137. A menoridade. Referencia. Arestos. 137
A. Obediencia hierarcbci. 137 B. Comporta-
mento exemplar auierior etc.. 138. A seosibi
lidale do cifendido, ora aggravando, ora atte-
nuando o crime, conforme j cdigo anter.or.
Theoria. Exemplos. (art. 42 8, 9- e 11.)
LU
139. N.go sobre provae circumstancias 140
Se no caso de duvida se dore seguir o voto icais
favoravel ao acensado. Oiscordiacia dos tribn-
naes. Minha opiuio. 141. Referencia das cir-
cumstancias aos crimes culposos (arts. 36 e 67.)
LIV
142. Da pena era geral ; coGcaito dos classico3
143. Genese da papa.
LV
144. A pena segundos es.^o'a authrepobgica.
145. A prepj-gao penal. Escola iranceza e
italiana.
LVI
146. O impulso criminoso e a pena como con-
tra impulso. 117. A'pana em vez de propor-
cional deve ser idnea.
LVII
148. Os noasos anctores. A conoexo da
sentenga penal e da execacao. Penas perpe-
tuas e indeterminadas. 149. Caracteres ou
requisitos da pena.
LVIII
150. Enumeragao das penas. Da prisSo celia-
lar, sua commutagai e effeitos. (arts. 43 a 4,
30,51 55 i 409j.
L1X
131. Do livramento condicin.I, seus requisi-
tos, competencia, vigilancia da polica, ravoga-
g5o. (arts. 50 a 32).
LX
152. Das penas de banimento (revogada), re-
clusao, pris&o com trabalho' e prisao discipli-
nar ; modo da applicago e effcjtos especiaas.
133. Coadiges e effeitos communs s de p;4
sao. 154. Das penas do suspensao e da peda
de emprego e da de multa e sua convorsao. A
suspeasao administrativi e ad'tencaoprevintiw
nao sao penas (arts. 46 a 49, 53 a 5 g um.. e
55 a 60, 68 e 69.)
LXl
135. Da gradaago das penas. Arbitrio do
juiz. 156. Concurso de penas, systemas simples
e mutua ; se preferivel o do cdigo (irts. 61,
62 e66).
LXII
157. Effeitos da condemoago do criminoso.
158. Oomodo em geral de graduar a pena da
tentativa : excepgo ; impuoidade excepcional
da tentativa. 159. Controversia entre os aac-
torea sobre a puoigao d'ella. 160. Da puoigSo
da complicidade e da complicidade de tentativa.
Riferencia aoart. 65 (arts. 16 63 a 65 e 69).
LXIII
161. Extiogao e enspenaao da accSo psnal e
da condemnagio. Suas causas. Dos effaitos
ligados a essas causas. (ar:s. 71 a 77.)
LXIV
162. Da prescripgo da aegao e dacondemns-
ggo ; suas condigOas ; questes connexas. 163.
Da rebabilitagSo (arts. 78 a 86).
Parte complementar (Direito criminal militar)
LXV
164. Esbogo histrico do direito criminal mi-
li'.-. r. 165. Leis romanas. 166. Cdigos es-
t-arg iros. 167. Direito nacional e pojectos de
'odigo militar brazileiro. 168. A d.lliculJade
do assumpto deva necesa.dade de conhe-
cimeutos tecbnicoa e jurdicos.
LXVI
169. A lei militar um caso especial ou par-
ticular da lei criminal em geral, considerada sob
um dos trea aapectos, de sua efcacia, isto o
da condlcSo das pessoas. Nogao do direito mi-
litar. Co.ceito do crime militar. 0 direito ro-
mano comparado com os cdigos actores. 170.
Criterios de differenciagao entre crimes propia-
mente militares e impropriamente militares 171.
Consideragao do tempo de paz e do da guerra,
cousequeacias. 172. O cdigo francez torna mi
litares pela jurialigo crimen commuos. 173.
En cjotrara o coa. italiano e outros c opicies
dosauetores. 174. O oosj direito na egisla-
gao sotiga e modero 1 3 nos alladido3 projscto?.
173. Sa a lei marcial pode ser applicada trg
paizaoo3. (Gonstituigao, al. 78 t e ari. 77-
cdigo penal, art. 6.")
LXVII
176. Enumeragao d03 crimes proor acanta
militares. l"7. Nogao de cala um delles.
LXVIIl
178. Referencia aos c imes impropriamea e
militares e as razes de saa compreheosSo nos
codi&oi militares.
LXIX
179. A considerago do lempo de guerra.
Qiaes os crimes militares em lempo de guerra.
LXX
180. Anomalas !,o direilo militar cm relago
ao commum : obediencia bierar..hlca ; paDigSo
da tentativa ; reiaoidenc.a e outras aggrav.o?
tes injurias, aaieagas. etc...
(Satisfagan do damio x-delic'.o).
LXXI
181. Inferioridale do syUena do novo coli-
go penal em relago aos de 1830 o 1832 quanto
S aasfago do daran) ?x delicio. Referenc a
no meu Aot Projecto contra Lafayette, Ben
thao, Spencer e os pjitivittis actuaes. Coi-
gressos crimines. 182. Evidugio juridicj do
instituto da aatisfago. i83. Girofalo e Fiorrtt!:
(arts. 69 e 70).
LXXII
184- Nao sao s os delioquentes osobrigalos
reparago do damno. Erro de Laffayetle. O
problema em geral entre nos e no estrangeiro.
185. Os agraciados mesmo amnistiados esli
sujeites a satisfagao la'N. 31 e 76.)
LXXIII
186. A satisfagao em caso de duvida d ve ser
a favor do offendido. 187. Satiafago restitutoria.
188. Urna conaequeacia da satiafago restituo-
ria. 189. Factores que entram no calculo do
equivalente. Direito romano. 190. Des jai os
simples e compostos. Intelligencia nica do
art 26 do cdigo de 1830. (art. 69, lettra a).
LXXIV
191. olidariedade dos delinqueutes na repa-
rago e questes connexas. 192. A hypotheca
legal a favor do offendido. A escola positiva.
193. Da satisfagao substitutiva. 194, Satisfagao
sabsidiaiia.
'


m
mmm
Diario de Peroamboco Domingo 80" de Novembro de 1892
*
193. Traosmissio dos dir.t.8 da victima e das
nbricaces do ofleosor aos berdeiros de um e
coto (arts. 69 e 70.)
LXXV
196. Preferencia da satisfago sobre as maltas
onfonne o cdigo anterior. CompatiDilHade
entre o rgimen domesmo cdigo eo bvoolbeca
to cootra a oploiao de Lafayette 197. O a*'.
31 do cod. de 1810 era pretemel ao art. 70 di
novo cj penal.
As diapoiigOt'S dos nossos coJigos peaaes an-
terior constituiain aspir^es da escola positiva.
Arestos 198 O art. 32 do cdigo anterior nao
eslava revogado. Minina opiaies alinnde.
8?03 raiao de Teixera de Freitas e outrcB.
Erros da jurisprudencia (arts. 69 e 70)
LXXVI
199 Rigor justiticavel o art. 32 do cdigo de
1830 Legislacao comparada. Opiniio dos auc
lares. 200. Referencia o art. 86 do novo
cjdigo penal. Indemnisacao ao condemnado re-
habilita lo.
Faculdade de Diraito do Recife, i de Abril de
1891.
O lente catbedratico.
Dr. Joai Vieira de Araoj'.
presento o presenta programan de ensino
para o anno de 1893.
Faculdade de Direito do Recife 15 de Ontubr o
de 1892.
O lente substituto.
Dr. ifaooel Netlo Jarneiro Campellc.
Ar provado pela congregado em f.e3So de 4
de Novembro de 1892.
O secretario,
Bonifacio de Arago Faria Rocba.
THEATRO
Fasta artistiea em beneficio do baryto-
ALBINO VERDINI.
Ats 1 mpregados do commercio de Pernambuco.
do
O beneficiad) cantar a cava tic a
Figaro do Barbeiro de Sevilha.
omitido 21
ngo
Trena para Olinda e Api pucos, e bondB
para todas as linhas._______________^^^
idem.
Thesouraria de Fa-
zenda
O Conselho para fornecimento de ge-
neroa s pravas, forragens a cavalhadas,
dietos ao hospital militar, recebe propos-
tas, no dia 29 do corrente s 11 horas da
manlia no Quartel General do com mando
do 2o districto militar, onde fanocionar
para contratar o fornecimento de taes ge-
neres e m .is artigos, constantes, da rela-
ja o infra, durante o 1 semestre do anno
Tndouro.
Arroz piado, kilo.
A si'car refinado de superior qualidade,
idem.
Dito dito de l1 qualidade, idem.
Dito dito de 2* qualidade, idem.
Dito dito de 3a dita, idem.
Ali'afa, idem.
Araruta, idem.
Ame xas pastadas, idem.
Aletris, idem.
Agurdente de canna, litro.
Alvaiade, kilo.
Altas impressas, cento.
zeite do se de Lisboa, litro.
Bacalhaa de Ia qualidade, kilo.
Batatas*inglesas, idem.
B. laches, idem.
Biscoutos, idem.
Bolasaicbas, idear
Borrachos, am.
Baixas impresaas, cento*
Banha de porco, kilo.
"Jsf em grao, idem.
Jito moido de superior qualidade,
Cha verde Hyson, idem.
Dito preto dito, idem.
Cognac fine Champ-gn", litro.
Ca ne secca do Rio brande, kilo.'
Dit verde de vacca com osso, idea.
Dta dita dito sem osao, idem.
Dita dita de caroeiro, idem.
Dita dita de porco, idem.
Capim em teixts, de 3 Jcilogrammas,
kilo.
Cravos, cento.
CannetBB finas, duz'a.
Ca3taneiras para offices, ima.
Certificados de obit< s, cento.
C*rvao vegetal, banija.
Dito cckM kilo,
Corte de cabello, am.
Cal preta, kilo.
Dita branca, idem.
Encade rnf co do Diarto Oficial
meatre, volames.
Dita de ordena do dia por anno idem.
Enterro por cavallo, am.
Eaveloppes, para officios, cento.
Ditos para ditos com O.'22x0,m09, idem-
Ditos para ditos com 0.35,m5,m24, idem.
Di\>8 para ditos, com 0,m34x0,m12, idem.
DitB para ditca, com 0,4G,BxO,16, idem.
Farinha de saperu; quslidade, litro.
Dita fiua de Ia qualidade, idem,
FeijSo pretc oh mulaticho, idem.
Frango, am.
Finetas (duas Ur.njas
i.b), duas.
Figo] paB5adoBf k'o.
Ferradora, cma.
Goiabada em lata, kilo.
Gnmpos de metal ne. 1, 2, 3, 4 e 5,
cento.
Galucha, urna.
G.mma lacea, kilo.
Lecha da matta em achas
acha.
Lapes Faber n. 2, duzi >.
Ditos dito n. 3, idem.
Divos-de duas cores, idem.
Li^rancas impresaas, cento.
Ljite, litro.
Limiio doce, am.
Lix de differentes cualidades, folhas.
La4gem e concert do roapa, pega.
Livros pautados para pharmacia com
tenas, nm.
Di-os para receituario com. 200
idem-
Ditos para almoxarifado coai 200
dem.
Ditos da papel carro com 200
.. idem.
Ditos de dito coronne com 200
idem.
DitoB de dt almaBBO com 100
idem.
MacarrSo, kilo.
Manteiga inglea de primeira qualidade
idem.
Milho miado, idem.
Medicamentos para cavalbada, numero.
Mata-borr5o, tolha.
Marmellada, kilo.
Maizeca, idem.
Mappa geral de dietas, cento.
Dito parcial de ditas idm.
Dito de movimento diario, idem
Dito ce pharmacia, idem.
Dito mesologico, idem.
Ovos, am.
Oleo de linhaca, caada.
Peixe, idem.
Po, kilo.
Papel roseo timbrado para officios, resma.
Dito almasso pautado de primeiras qua-
lidade, idem.
Dito liso, idem.
Pennas Perry, caixa.
Papel de 50 linhae para mappas, tclha.
Dito de 50 ditas para ditos, idem.
Dito p-rdo de linho, mSo.
Dito de 45 linhas para mappai, folha.
Pass&s, kilo.
Peixe, idem;
Phosphoros de seguraoca, mago.
Pincel de caiar, -un.
Papeletas^ impresaas, cento.
Pasta com lombo e ponto a couro para
archivo com 0,m25X0,m36X0,ml4,
ama.
Dita, dita, dita com O,m24XO,m32X0,m
12, idem.
Dita dita dita com 0,m25X0,m36X0,m09
idem.
Dita dita dita oom O,m18X0,m24XO,C6
idem.
Dita dita dita com 0,"36XO,m25XO,m04
\izva.
Qacijcs de Minas idem.
bal idem.
SabSo a mar ello kilo.
Sapolio um.
Sanguesugaa applicadas aos doentes do
hospital e aos externos ama.
Seccante kilo.
Tinta Bardinha garrafa
Dita escarate tStephens frasco.
Toucinho de Minas kilo.
Tinta Blae Black boiSo.
Dita carmn f"sc
Talar m k lo
Tijolio para .
Vinagre tinto
Vales impressos alarios cento.
Vinagre bronco litro.
Vinho do Porto de superior qualidade
idem.
Dito dito de 1.a qualidade idem.
Dito Figneira idem.
Vassonras de piassava* duzia.
Ditas de cera kilo.
ZarcSo idem.
Velas etoile maco.
Abobora amarella
Batata doce, aipim ou cara
Verduras f -8"80 oa oatra e8Pecie
PRADO
PERNAMBUCANO
PROJECTO DE INSCiXPfiAO
Para a 8a corrida a realizar se domingo 27
de Novembro de 1892
qae nSo
200,5000
kilo.
1. PAREO Consola?5o 800 metros. Animaes de Pernambuco
tenham ganho premios nos prados do Recife. premios
ao primeiro, 400000 ao segundo e 205000 ao terceiro.
2." PAREOInicio 800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo tenham
ganho em maior distancia em 1892. premios : 2005000 ao primeiro,
40|J000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
3.o PAREOLlberdade .200 metros. Animaes de Pernambuco. premios:
4005000 ao primeiro, 805000 ao segando e 405000 ao terceiro.
4." PAREO- Ferro Carril 1350 metros Animaes pungas e pelludos. pre-
mios : 2505000 ao primeiro, 505.00 ao segando e 255000 ao ter-
ceiro.
5. PAREOPrado Pernambucano 1.8JO metros. Animaes de qual
quer paiz. pbemios : 5005000 ao primeiro, ICO.'OOG ao segundo e
, 505000 ao terceiro.
6,o PAREO Anlmaco 1.200 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenham ganho em maior distancia de 8C0 metros em 1892 nos prados
do Recife. premios : 3005000 ao primeiro, c05000 ao segundo e
305000 ao terceiro.
7. PAREO Estimulo900 metros. Animaes de Pernambuco que nao tenham
ganho em distancia superior a 1.000 metrcB premios : 2005000 ao
primeiro, 405000 ao segundo e 205000 ao terceiro.
OBSERVARES
De accordo com o art. 5. do cdigo de corridas nao poderSo ser
inscriptos no pareo Inicio os animaes G liet, Dnblin MaraDguape, Colosso e Tupy,
nopareo Liberdaie os animaes Pirylampo, Man r i (y, Pi ramn, Maranguape, Sans-Souci
Taspher e Plutao, no pareo Ferro Carril os animaos Veloz Atlante e Petropolis, no
pareo Prado Pernambucaoo Gipsy, Pandego e Eiffel.
Os pareos Libeidade e AnimacSo nao contarSo victoria.
As propestas que nao viereui acompanhadas da importancia das inscripcSeB
n2o serSo lidas. -
A inscrip52o encerrar-se-ha terca-feira 22 do corrente as 6 horas da tarde
na secretaria do Prado Pernambucaoo, a ra da 1 aperatriz n. 26, Io andar.
Seoretaria do Prado Pernambucano, 17 de Novembro de 1892.
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes Ganches.
HIPPODROMO
flIrlTlilil
S32 S-
QUE SE REALIZARA' NO
Dia 20del\ovembrode 1892
SOBlf
e
5
Pello*
Natura
lid.
3
m
5
Cor da vesti-
menta
Proprtetarloa
l.' pareo-0 de Xovembro-800 metros-Animaes de Perna-nbuco oae no tenUam nho
em distancia superior. Premios: 203*000 ao I, 40/000 ao 2 e 2O0O0 a2 I? *
Clyd........
Pliade.......
SolimOts___
Triumpbo...
Nyctheroy..
Arcnivou___
Gatuno.......
Yambo......
Rodado..
Alazao......
Mellado.....
Castanho....
Pe-namb..

53
53
53
53
55
53
51
55
por tri-
ou duas banna-
de metro,
Couve ou repo'ho
Alho secco e looro
Cebla de cabera
Cebolinho e salsa
Pimenta verde
Tomate, fructoou massaj
Condi(8es
1.* Tactos os generoB serlo de primeira
qualidade es fornecedores de/rerSo satis-
faaer os pedidos dentro dos prsffdB mtrea-
doe ios respectivos contracios, entregando
oa gaeres nos qoarteis e hospital, e de-
poaiGardo na Taesourarra de Faiena ama
r^awiti como ocucBo, que b. r arbikrada
pto coosjplho de faraecim.ealfe-.
3 .A* propostaa leverSo couter a de
'cbfc^ expresSa de sojeRar-se o prop>>
nente multa de 5 q\Q da importancia
que montarem os nmeros dos artiges que
forem aceitos, se deizarem de comparecer
para assignar o respectivo contracto den-
tro do praso qne Ihe for marcado pelos
jornaes.
3.a S podero conoorrer ao forneci-
mento os candidato; qne se habilitarom na
ioraaa do art. 18 do decreto n. 7685 de
6 de Maio de 1880.
4 a Os fornecedores erSo obrigados a
forneoer gneros aos officiaes dos corpos
anegimentados pelos prefos de seu con-
tracto, mediante vales por elles assignados
e rubricados pelo fiscal, devendo porm o
fornecimento mensal nSo exceder a im-
portancia da respectiva etapa.
5a Da falta de rL 1 cumprimento de
qual}uer das obrigac^Ses contrahidas, os
fornecedores, ficarSo sujeitoB a pagar a
multa de 25 r0 do valor dos gneros e
artigos regeitades por m qualidade ou
nSo recebidos em tempo, obrigando-se
alm disso a substituirem-no ou a pagar
incontinente os que forem comprados
pelos corpos, sob pena de multa de 10 [
do respectivo valor.
6 a Os concurrentes sao obrigados a
apreseit.-r as amostras des gneros ou
artigos que forem julgadcs precisos pelo
conselho.
7.a As propDstas serSo apresentadas
em duplicata at s 11 horas do referido
dia, em que all serSo abertas e apura-
das em presenca doB proponentes.
8.* Oa fornecedores que requererem a
resciaao do contracto e forem at'endidos,
ficarSo sujeitos a multa de 10 [a sobre o
total do fornecimento d? semestre ante-
rior.
9.a Finalmente, nSo serSo aceitEB as
propostaa qne contiverem ertigos n3o
mencionados neste edital, nem tambem
aquellas cujos presos estivercm sujeitos a
a batimento ou descosto, por ssd que es
meamos prceoa devem ser invariaveii?.
Tbesouraria de Fazenda do Estado de
Pernambuco, 16 de Novembro de 1892.
O inspector,
Alexandre de Souza Pereira do G'armo.
CAMPO.GBANDE
4/ amiiyersario
PROJEOTO DE N8CRIPC0 ,
Para o pareo giande premio
Hippdromo 4o Campo Grando
Que se realisar na corrida que ter logar
no dia 4 de Dezembro de 1892
2500 metrosHandcap Animaes de tjualquer paiz
Premios 3;o00$000 ao Io, 1:000#000 ao 2o
e 300#000| a 3o
nscripcSo 240^000
Observaijes
S se realisar este pareo inscrevecdo-se e eorrerdo pelo menos cinco ani-
maes ae tres proprietaros differentes.
A inscripto encerrar se ha na terca-feira 22 de Novembro de 1892 as 6 horas
da tarde.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 19 de Julbo de 1892.
O SECRETARIO,
1
2
K3
i1
3.'
augusto Silva*
II
200
folhas,
folhas,
folhas,
folha,
folhas,
Emprestimo emittido pela
Companhia Trimotora de Indostras e Helhoramentos
O 4o Sorteo
Ter lugar a 31 de Dezembro de 1892, sendo o maior premio de 25:000 alem dos de reis 2:000^000,1:000*000, 500000, 200,5000, OC^OOO, 50(JC0O, 40^000,
e 25,JO0O.
Pre^o de cada Cbrigacao 20^000
Roga se aos Srs. possuidores de obrigayoes a virem receber os premios do ter-
ceiro sorteio effectuado a 30 de Setembro ultimo, bem como os juros dos trimestres
vencidos no escriptorio da Companhia a ra do Torre n. 42, 1. andar.
Estas obrigacSes acham-se a vanda nos seguinteB estabelecimentos : Banco
Popu'ar a ra do Imperador n. 22, em casa dos Srs. Martina Fiussa & C, a rna do
Crespo n. 23
a requorimento do Banco da Republica
dos Estados Unidos do Brasil, prcrogar
recolbimetito das notas que foram empres-
' d- s ao extincto Banco dos Estados Uni
dos do Brsil e ao Bineo laiissor do Sul
que para el-.i pnssaram e des bhefes que
ioram en:t idos 3obre base metallica pelo
Banco do i'.azi! e cuja substituido ficou
a cargo do da R^pnbcD, todos es quaes
fijarao sem valor ei nao forem apresenta-
d.8 ao troco no praso ora prorogado.
Caixa de" AruortisBC/o do Rio de Janei-
ro, y de Novembro de i892 M. A. Gal
vao.
Em 8 de Novembro de 1892.
O i.9 escripturaiio.
J. Hermogenes de Oliveira Amoral.
Veneravel Conf-ara deSau-
ta Rita i!e Cassia
O ccnselho administrativo desta Contraria con-
cluindo as obras de tua igreja e mondanio en-
carnar as anas imagens qne foram destruidas
pelo incendio da noi'.e de 17 de Oofnbro de i 89
vera identificar to publico'desta cidade que no
Domingo 20 do corrente pelas 10 borasdamanba
ter logar a teojao solemne de soa igreja e as
4 bor3 da tarde a de snas imagens que desde
aquella sit istra noite se achara na ig'eja de S.
Jos de Riba Ma'; pelo que convida para assislir
aos referidos actos os Exmos e Bxmas. paraain-
rha?, aos vigarios das freuuesias, a todas as cor-
pora. 6;s religiosas, ao publico e pede ats seca
charos irmos que comparecam revestidos de
seos hbitos. .
Secretaria da Veneravel Confraria de S?nta Rita
de Cassia 17 de Novembro de 1892.
O secretario
* M. J. Boptista.
Santa Casa
Casas para alagar
Na secretaria da Sania Casa alugam fe a$ s?
gnintes casas :
Roa liarSo Ce S. Borja n. 3. Ca -rta
dem do Burgos n. 27, Wem.
dem do Araorim n. "4. iiien.
dem do Vua.io n 23. i snuar.
dem dp Burgo; n- 2. wsa era.
dem ero Dr. Ivo Mequtiiau n. 9, pre'io de 1-
andar.
Becco do Abren n. i, andar.
Secretaria da irmandade -len. S. do Ro-
sa-io da fregutzia da i oa-Vista.
De ordem do irtno juir, convido a lodos os
irmos qne ?e achaii no ?oso 'e feus direltos n
ccmparctr--m domingo 20 do corrente. s 8
horas do da, .lira d.- incorporadas assis irem a
misra votiva ao Espirito S-nto, e m seguida!
proceder se a eleico dos novos iuncciooirios
que teem efe administrar esta irmandade no
anno compromissal te 1892 93, como preceitua
o nos30 compro misso.
Consistorio em mesa, 1(> de Novembro de
5892.
Firm'nj C. P iva,
Secretario.
Thesouraria de Fa-
zenda
Recolliimento de aotas
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector,
faco publico o c-diti! a-baixo transcripto, da
Inspectora da C.ixade Amortis:cSo.
CaIXA DE AMORTISAyAO
Fea se publico, para conhocimeno de
todos, que a junta administrativa deata
repartisSo, em sessSo de 4 do corrente. re-
solveu prorogar at 30 de Jucho de 1893
o praso marcado para o reco'hiioet to das
notas do Thesouro de 1000 e de 5000,
da 5.a estampa em ciroulacSo e bem assim
Rodado----
Castanho .
2. PareoVeloeldade-800 metros-Animaes de Pernambuco.
40* ao 2. e 20*000 ao 3.
Verde e amarello.....
Ene, pretoeouro....
Branco e azul........
Encarnado e preto...
Verde, e ouro........
Grenat e azul........
Amarello e roxo....
Encarn. e bonet preto.
Jos J. de Agoiar.
Coud. Palmronse.
F. D. C. Pessoa.
Coud. Arrayal.
Taques.
Uanoel P. da Silva.
Coud. Fra'ernidade.
Coud. l.de Junho.
Premios: 200*000 ao !.,
Gallet........
Pirylampo....
Taltcier......
Sana Souci.
Rodado.....
Tordilbo.....
Baio........

Pernamb..
53
Si
57
53
Encamado e verde...
Grenat e azul........
Amarello e roxo......
Ouro e branco.......
Cood. Pombal.
E. Ferrelra.
J. N. da Silva.
D. A. L. de Matto;.
pareo-Truno. *rianoa^/MA7)CAP-GRANDE PREMIO -i.300 metros-Animaes de
Pernambnco. Premios: 400/000 ao l.o, 80*000 ao 2. e 40*000 ao 3.
Ida.........
Collosso......
Pigmeu.....
Mouro.......
Oublin......
Rodada......
Rodado......
Zaino.......
Alazo......
Rodado.....
Pernamb.. 50
50
53
< 30
c 56
Azul e onro.
Azul e amarello....
Azul e ouro.........
Verde e amarello...
Coud. Cruzeiro.
M. S. M.
Coud. Houriscana.
Azevedo C.
4. Pareo-Compenaacfto-GRANDE PREMIO-i.200 metros. Animaes de Pernambuco que
nao tenham ganoo em distancia superior a 80 metros em 1892. Premios : 300/000
ao 1, 604U00 ao i e 30*000 ao 3.*.
Camponez....
Malango ....
Sceplicic mo.
Frontn.......
Triumpho...
Hugool.....
Pensamenlo..
Baio.......
RU8S0.......
Castanho----
Russo.......
Mellado......
Pre'o........
Alazao......
Pernamb..

50
50
50
50
50
30
50
Rosa e verde........
Preto e encarnado....
Azul e amarello.....
Roxo e ouro.........
Preto e encarnado... Coud.|Arr;.ya!.
Amarello e rxo.....J. N. da Silva
Encar. preto e ouro. i. N. F. Gomes.
Cond. Vital.
Cood. 2i do Maio
A. M. A.
P. G.
5. Parco-Alraac 900 metros. Animaes de Pernambuco. Premios: 200*000 ao i\
40*000 ao 2.- e 20*000 ao terceiro
Flautista.
Regente .
Pigmeu .
Gallet ...
Mouro...
Vivaz....
Todo-..
8lTurco 2.
Castanho ...
Alazao......
Zaino.......
Rodado......
Alazao......
Castanho
Baio........
Alazao.....,
Pernamb..
51
53
SI
54
51
54
56
33
i Grenat e ojoto.
\tiiI a
Azul e amarello.....

erde eencarnado...
zul e onro.........
Preta e encarnado___
Verde e amarello
Grenat e azul........

X.B.
A. M. A.
M. S. M.
Coud. Pombal.
o'oud Mouriscana.
Dr. J. C. do R. Ba*roa.
J. Moraes.
1. F. de Maura.

pareordem800 metrosAnimaea
Janeiro a 6 de Agosto de 189.
terceiro.
Colosso...... 5 Rodado...... Pern.
Scepticismo. 5 Castanho___
Blackstooe... 5 Rodado.....
Clyd........ 5 c
Petropolis 2.' 5
Vingador.... 5
de Pernambuco
Premios: 200*
uej'.nSo tenham ganho do l.cre
ao i.', 40*000 ao 2.* e 29*000 ao
51
51
51
53
51
53
Ouro e aaql.....,___
Azul e amarello.'....
Encar. preto e ouro.
Verde e amarello___
Verde e ouro........
Encarnado e bonet pr
Coud. Cruseiro.
A. M. A.
J. F. Maciel.
Coud. Salgado.
Cood. 1. de Maio.
Cood. 1.a de Junbo.
Pareo Condumio 800 metros. Animaes
1. e 2. premios nos prados do Recife.
20*000 ao 3.'.
de Pernambuco que nao tenham ganho
Premios: 200*000 ao i., 40*000 ao 2. e
Sbotover
Pengo......
Mouriscano..
Gransdeiro...
Bavolet......
Cumberland .
Batinga.....
Torim......
Regedor .....
i Castanho....
|Preto......
!Rudado......
Zaino.......
Castanho. ..
Rodado......
Pampa.....>.
Castaobo....
Pernamb..
51
51
51
51
51
51
51
51
51
Preto e ouro.........
Ouroe azul...........

Azul e preto.........
Escarate e ouro.....
Encarnado e prelc...
AuI e preto.........
Encarn. e preto..
F. S. Campos.
Coud. Cruzeiro.
J. C. Coelbo.
S S.
f. Allood.
B. L.
Cood. Nacional.
M. J. M.
1. F.
Gbservacoes
Os cart3ei de criado s darSo ingresso pelo portSo do ensilhamento.
Os jockeys s terSo ingresso pelo portSo do ensilhamento.
O horario ser restrictamente observado.
Os animaea iascriptos no primeiro pareo deverao achar se no ensilhamento,
s 9 1|2 horas da manhS.
A Directora chama a attencSo dos Sra. proprietaros e jockeys para o c-
digo de corridas que ser cumprido sem comtemplacSo alguma.
Os forfaitt serSo recebidoa at sabbado 19 do corrente s 3 horas da tarde,
na Secretara do Hippodromo.
Secretara do Hippodromo do Campo Grande, 17 de Novembro de 1892.
O secretario,
Augusto Silva.
DerbyClubde Per-
nambuco
A directora ins'.a sr>cieda bjntem, resolveu aullar em 100* o jockey Bal-
bino Benjtmin par falgs commeliidas no pri-
meiro pareo da ultima corrida quando montava
o animal Vi'age.
Secretaria do Derby Club de Pernambnco, 18
de Novembro de 1892.O secretario,
Reg Medclros.
A' GJ.\ do vjrr.*. Arch.'
Un.-.
Benem.-. Loj
do
. Cap. Centiliaco, ao Val da
F,ua do Cubug
Ses.\ Magn.-. de inic.\
De ordem Fuperior, convido a todos os RRes. .
Hr. -. desta Benem. .Cu*.-., para aasiBlirem a
Sfss Mago.-, de inte.-., que ter lugar ler
ta-feira 22 do correte, s 7 horas da noute, m
sede social. I
Recife. 18 de Nivembro de 1891.
V. Costa 18.--
Secret.--
Monte Pi Popular Coaipatihia Exportadora de
Pernambucano Alc8l eAgurdente
Ne anuda cuimada
Teado de preceder se a eleicao para o conse Por ieliberacao da directora de-!a companhia
Ibo administrativo e commisso examinadora de {sao convidados os senbores accionistas a reili-
contas que 'em de dirigir esta sociedad* no anno
social de 1892 a 1893, ciando a todos os socios
no goso de seu9 direites c:mparecerem sa
sede social, no dia 20 do corrente. pelas 11 horas
da manba, para o referido x, de accordo com
o estatutos.
Secretaria da Sociedade Monte Pi Popula
Pernambucano, 16 de Novembro de 1892.
O 1" secretario,
Costa ftfgo.
Companhia de Teci'ios de
Maiha
Dsordem da directora, convido os enbore
accionistas desta companhia i realisarem a 3
entrada de 10 C/o do capi'al subscripto ou 204
por accio, ate o dia 10 de De*em.'>;o prximo
vindouro, no escriptorio do tbesou.iro da ms-
mn, ra 1 de Margo-(amiga Crespo) n. 7.
Recife, 10 de Novembrj de 1892
Alfredo A. P. Fragoso, .
Director secreuri".
Atso
SSo convidados os Sra. possuidores de
cauches que por meu intermedio recolhe-
rera joias no Banco Popular a virem pro
rogsr ou resgatar as cau*ei vencidas
at o dia 5 de Dezembro do corrente
anno sob pena de seren vendidas confor-
me determina n artigo 2- das condi^Ses
do dito Banco.
Recife, 2 de Novembro de 1892,
Luis Vernet.
sarem a segur da entrada de capital a razo de
5 O/o ou E/000 por arco. at o dia 30 de No-
reabro corrate, das 10 horas da marina s 3
da tardo, na roa nova de Santa Rilan. 57, de
vendo os meamos spnhcres apresentarem 03 pri-
mitivos recibos para cerera substituidos pe?
devidas cautelas.
R-.cife, 1 de Novembro de 1892.
Jos Joaqnim da Cos a Maia,
Presidente.
A. M.P.
Alheen Musical Pernambucano
De ordem do conselho administrativo, partici
po aos senbores socios, que o sarao que devia
resiar-ee lio dia 22 do orrente, tica transfer
do para quaado for annonciado. em viriqtfa da
falta de tempo para os ensaios musaes.
Secretaria doAtheneu Uuslcaj PernaaymcaaD.
em'16 de Novembro de 1&9.
O 1." SECRETARIO,
P. A. de S. Brazil
Conselho parochial da sociedade Propaga
dora da Instrucgo Publica n?. Boa
Veta
Os o-dem do Sr. Dr. director, convido o-
membros deste conselho e eos demais sccios
para se reuoiram em assemb'.a geral, na sede
s cal, no aia 20 do corrente, pelas II horas do
d:a.
Secietaria do conselho parochial da Boa-Vist,
17 de Novembro de 1892.
O secretario interino,
Luis Porto Corris.
:
I

\

.

-r^r


".

'%
I
I
Diario de Pern^bueo Domingo 20 de Novembro de 1893
1A.1 RO
^inta Isabel
Companhia lynca italana '
Empresa Sansone & C.
AMANHAN
Segunda feira 21
Recita em favor do Lyceu do Altes e
Officios.
, r
Em ensaios brevemente.
lillllllll
Trena e bonds para tidas as Iinhas
A's 8 1(2 horas.
Junta Gommercial
Pda secretaria da jonta commercial do Recife
se faz constar que nc psriodo de i a 15 do cor-
rete foram devidarnente archivados os docu-
mentos seguiotes :
Contrato de sociedade do largo Cavalcante de
Albujuerqoe Chaves e Joaquim Gongalves da
Silva, para o commercio de molhados, ferragens,
miudezas, drogas, padaiia, etc., na villa de Ala
goa Griode, Esta-to da Parahyba, com o capital
de 2:1000v0, sob a rirma de Jorge Chaves & C
Prorogacio de contrato de sociedade commer
cial de AfTonso Augusto d Brito Taborda e om
commanditario, sob a rma de Affonso Taborta
& Comanhia.
D;slrato : Foi dissolvt^t a ofiiedade que gy
rava nesta praca sob a firma de Cast tonal. Das
& Ct-mpai.uia.
Secretaria da Junta Ccmmercial do Recite,
16 de Novea.bro de 1892.
O secreario,
Joaquim Theotonio S. de Avellar.
O coronel Jos Joaquim Antones, vice pre
sidente do conceibo municipal de Olinda. man-
da faier publico a quem possa inlerosstr, que o
mesmo concelho resolveu em cumprimento do
art_26 da lei n 52 de 3 de Agosto do correte
atno. proceder a eleige de ooui juizes de dis-
tricto e seus supplentes, do dia 5 de Dezembro
deete anno, em sessao extraordiaaria, que ter
logar s 10 horas do dia no paco municipal,
tendo o mesmo conceibo reao.'vido dividir o mu-
nicipio sm done distric os.
Sala das ees;?8 do conceibo municipal de
Clin a, 16 de Novembro de 1892.
C'cera de Vasconcelos Cesar,
1- secreiario._________
1 hesourodoEstado
Pernambuco
De ordem do Illn?. Sr. Dr. inspector desta
:epartic5o, fago publico que seguoda-feira il do
correte, serao pagos 03 vencimentos das p'o-
fessoras de 1* enlrancia, relativos ao mez de
Outubro Droximo findo.
Outrosim, declaro, que 03 referidos pagamen
tos cotnecarSo as 10 horas da manha e termina-
rao impretenvclmeote as 2 da tarje.
Pagadoria do Tbeaouro do Estado de Pernam-
buco, i9 de Novembro de 1892.
Servindodeescrivo,
EnamincndE do Vasconcellos.
Real Consulado da Dina-
marca em Pernambuco
O abaixo asignado, p?r ordem do ministro
uo3 negccios estruDgeiroB da Dinamarca, convi-
da qoeles que qoizerem apresenur se como
candidatos deste consolado, para mandar suas
petij5e3 ao mesmo ministro em tempo que
possa chegar em Ccpenhagen antes do da 15
de Dezembro prximo.
O cnsul nomeado tem de acceitar qoaesouer
modificacCes que o governo de S. M. o Rei jul
gar conveniente fazer, quer dos direitos conso-
lares ou do do d'strcto do consulado.
"Pernambuco, 19 de Novembro de 1892.
Gibson Reilles,
Cnsul Interino.
Sociedade Unio Fa-
miliar
Assembla geral em do
corrate
Sao convidedoB todos os Sr. socios a
comparecerem em dosbp sede social, pelas
tinotro e meia horas da tarde ofim e em
assen bla geral tratsr-se de aseoaptos de
gamma importancia.
Outro-sim, reslisBr-ae-ha dita aasembla
com o numero de socios que comparecer.
Sala das sessSes da UniSo Familiar, 19
de Novembro de 1892.
O secretario interino,
Alfredo Procopio L. de Castro.
Irmandade
DE
S.S. do Rom Parto erecta em S.
Jo: de Riba-mar
Aseembla geral
De ordem do irmo joiz, convido a todos os
nos sos irmaos que se acharem no goso de seus
direitos a compareceren em nosso consistorio
domingo 20 do crreme, s 10 hons da manha.
am de em assembla g-r-.l e!<-gerem os mem-
bros que devem reger esta irmandaae no acno
comproinissal de 1892 1893.
Consistorio da irmandade de N. S. do Bom
Parto em S. Jos de R.ba mar, 16 de Novembro
de 1892.
0 secretario interino.
Geraldo Antrnio dos Sacies.
Qo m panla Ferro-Car
ril de Pernambuco
Aviso
No domingo, 20 do correte, dia da festa de
S. Miguel, em Atogados, de 3 horas da tarde em
diante os carros desta companhia (ario a vis-
gem de ida pea roa do Mrquez do Herval e a
de volta pela do Duqae de Caxias.
Recffe, 18 de Novembro ce 1892.
Felippe Aratjb Sampaio,
Gerente.
Facilidad*? de Direito
De ordem do Sr. Dr. director, (ac publico que
a contar desta data at o lim do correte mez,
recebe se propostas nesta secretaria para a im-
pressao'dos programmas de eosino adoptados
pela congregado para os cursos da Facoldade,
no futuro anno de 1893.
A impresaao dever ser feita em bom papel,
e o progrmala de cada cadeira broch do em 8'
francez.
As propestas serao feilas em cartas fechadas,
devidamente selladas com estampilhas federaes,
e abrir se ho s 2 bcras da tarde do da 30 do
correrte, na preeenca dos concurrent s
Nesta eecre a-ia se dar mais ainoclosas in-
formaces
Secretaria da Facoldade de Direito do Recife,
J7 de Novemoro de 1892.
0 secretario,
B Aragao Faria Bocha.
Juizo dos Feitos da
Fazenda de Estado
Escrhro Rgo Lima
No dia 6 de Dezembro prximo futuro
depois da audiencia do juio subttituto
serSo arrematados em praya publica por
quem mais de: os bens seguiotes. penli -
radta por execugSee da i'aienda do E-
tado.
A casa terrea meia agua n. 62 a ra
do Pharol, fregu ia do Recife, com porta
e janella de trente urna sala, om quarto
e cosinba intoros, mediado de largara 3
metros e victe e cinco centmetros a de
fundo 5 metros e 10 centmetros, porto
ao lado que d entrada p.-ra duas meir-
aguas tambem de pedra e cal, com os
meamos commodos, oslando tudu em es-
tado de ruinas, pela quantia de 540(5000
feito o aba imento legal e esta a 2a prc-
c>. Pertence a Bernardo da Silva.
A casa terrea n. 119 a roa de Felippe
Carnario, fregoeaia de S. Jor, com 2
portas de frente, existindo somonte o
caixSo da mesma casa 'e quintal morado,
em censequencia de haver desabado a
coberta do repartimento, modindo 17 me-
tros e 30 centmetros de comprimento,
4 metros e 95 centmetros de largura,
avahada em 300)9000. Pertence aos f>
lhos de Joaquim Luiz Vie!. a.
Recife, 14 de Novemb o de 1892.
O 2o solicitador da Fazenda,
Tranquilino dos Sant s Castello Branco.
Derby Club de Pernam-
buco
C nvida-se aos senbores possuidores das ac
(Oes preferencia; ? d".-ta sociedade a virem re-
ceber os joros correspondentes ao qointo coa-
pon.
Secretaria do Derby Clob de Percamboco, 18
de Novembro de 1892.
O thesooreiro,
Joaqoim Luiz Teixeira.
MARTIMOS
The United States and Bra-
zal M. S. S. O.
3 yaporinglez Hondo
E' esperaoo cus
portos do norte
no dia de No
vembro.segoindc
depols da demo-
ra : cctssai ia para
Baha, Rio le Janeiro cNrn os
Para carga, passagens, encoromen.Jas e di
nbeiro a trete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
3Rhc do Conunercio8
Io andar
nal Mal stin Faclet i;n
O vapor Trent
E' esperado dos portos do sol
at o dia da Si Novembro se-
guinde depois da necessaria
demora para
La Palmas, Lisboa, Vigo e Southampton
3'wt$3o e pauagon*
'L3i>oa i* olant 20 1 ?o
i' Soathampton 1' clas8t> c 58 t II
Camarotes reservados para 03 p&ssageiros u
Pernambcco.
Para pa3sagena, -etes. orcomaicnd i, irata-w
:on os
AGENTES
\morim. Irmoo & C.
N.3Ra do Boa JessN. 3
nata Real Portigeeza
O paquete Malang-e
E' esperado de
Lisboa at odia
do corrente,
este bem cor.be-
cido pcete qoe seguir depois da indispensa-
vei demora para
Baha, Rio de Janeiro e Santo
Para carga, passagens encommendas e valo-
res trata se com os
AGENTES
Perera Carneiro k C.
6-RA DO COMMERCIO6
Pandar
m
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete AcoQcagua
E' esperado dos
portos do enl at o
dia de No-
vemoro seguindo depois da indispeosavei de-
mo-a para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaax e Plynzoub
Para carga, passageiro3, encoiamcndas e d'-
nbeiro a freu*: trata-se com os
Wilson, Sons k (L, Limited
10-RA DO COMMERCIO10
Companhia de Paquetes
Brazil Oriental-e Diques
Fluctu antes.
O paquete Athajde
E' esperado dos portos do
salate o dia SO de Novem-
' bro seguindo depois da de-
mora indispensavel directa-
Para o Rio de Janeiro
para onde recebe carga
Este paquete Iluminado luz elc-
trica e tem ptimas accommodacSes para
passageiros de primeira de classe e ez-
celente passadio.
Para passageiros, carga, ncommecd
lores trata-se com os ____
AGENTES
Amorim l>maos ^ C.
Ra do Bom Jess n 3
Linha Benchinol & Sobrinho
O VAPOR PORTIWUICZ
^'ifea
E' ecperaAj di
re ctameate do
Porio al o da
I do corrate,
sesuiasto ttafw.s
da in cessaria de-
mora para
Sahfia, K!o de Janeiro e laatoa
ESTE VAPOR ENTRARA' NO PORTO
Rii-ommendas e di-
Par-- cafgi, P'Sagens,
obeiro a frei< '''> e m >
CONSIGNATARIA
Compauhia Indostrlal e
merolo de Estiva
58 Ru do Amirim 58
Com-
USILOFJ
Leilo
Agente Oliveira
Do estabelecimento de molb.dos sito rua
de S. Jorge constando da arma}", ba'-
c3o e mais objectos existentes no mesmo
estabelecimento.
Seganda-eira, 2i do corrente
A's 11 horas
N 1 ebtbbel'jcimento cima
Ua^-i.Li- Olivara por mandario do Exm. Sr.
Dr. juiz de direito especial de commercio a re-
quenmento de Goncalves Rosas e Fernandes, le-
var a lei.ao a armacao, balco e mau objeclos
existentes no estaba lecimei:to de molhados ci-
ma dtto perUncente ao arrestado Florencio Bes
sa e C para pagamento dos crprfore?.
nuelca, & isoludores paru pianno. S quadros com
passager, Wrs de ot). t5o com fio-as, 10
pare* se coNiuiHos p.ra jauelias. i grande la-
pete vehinado p-ra a. f, 2 pares de escarradei
ras, diversos eufeites par sala e esleir para
forro de sala.
..Uaiacama fraoceza de jacnrsnd 4 toilefe, i
lavateno com ncdra, arre e back dBfareeUa,
diverB s enfeitsa Je tai ette, 1 epelho oval, I
4aBrdu vestidas i b.aca jieuran J4, tu-e-
rrs, qustJros f Torro m rsteira para qnarlo 1
cama de ferro.
Um gCSfta Innc H'> mi'vl'o honilM -,p-
raao.-ea (ouj tuin.o tu pL-u. i mw ^ t^ciu, i
mesa elstica e ama.-ello. tz cadeiraa de junco,
2 das le bal3nco de :mare lo, 1 quartnheiro,
i reiogio de parede, 1 mesa redonda om pedra,
i guarda Icuga rtara cosinha, i velocipede, 1 ap-
parelbo de porcelana para juntar, I ailo para ai
moco, copos unos, clices, gar afas. compoteiras.
talheres de metal hoo, trem de cosinha e moitos
oulros moieis.
Dvercos p.-de palmi-uas-para salSo, cretona,
ferfamcu* para jardtm o quairo passaroa espe-
ciaes.
tilafa-fera, ISdo cor.-ente
A's 11 horas
Na roa das Creoulas (Cipnrg?) e>q'iina da roa
das Pemaoibnanas n. 12 C
O agente Martin?, autorifa-lo pila Sama. Sra.
D. Maris Eogcnia que se retirou para Eoropa,
fara I :lao do3 importantes movis cima des-
criptos, os quaes se tornam recommendaves pelo
gosto e bom ettoos da aanerv^io.
O bond da luoa de Fernandas Vieirs que par-
te da tstncio do Brum as 10 hora e ti minutos
dar passbgem gratuita eos cencurrentes ao lei-
190.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de urna rapariga para andar com
menino?; 1 n;a Direila n. 78. i andar.
Agente Pestaa
Leilo
Da quantia de 68:50S$424 em letras que
pertercersm a extincta casa commer-
cial de Silva, Al ves & C.
Segenda-feira 21 do corrente
Ao meio dia em ponto-
No armazem a travessa do Corp) Santo
n. 27
O agente Pestaa vende por corita e risco
de quem pertencer e a quem mais der as letras
cima m-ncirnadas.
Leilo
De movis, pianc, espeihos, quadros lustre
deerystal, electro-pate, crystaes, porce
laes, lonjas, vidros, 1 cavnllo andador
e 2 carueiros sellados e eofreiad- s.
Terca feira, 22 do corrente
A's 11 horas
Na casa sita ra do Hospicio n. 54
Constando
Sai-devisita8
De urna mobia de Jacaranda a Luiz XV com
12 rao.-iras de guarmeo, 4 ditas de uracos, 1
sof e 2 consolos com oedra, 1 es-peino oval vi-
dro bijolet, 2 uitos para cima de consolos. 9
quadros, 3 lindos etajeres, 4 nerta flores de
crystal de cArt, 9 jarros para flores, 2 almoa
das para sof, 2 escarradeira?, 12 tapetea para
portas e 1 lustre de cry^tal rom 2 bieo.
Corredores
Dnas cadeiras de j'un--o com balango, 1 mesa
de eclumea 2 qnadros 2 etageres e 8 cadeiras
de mogno entufadas.
Primeiro quarto
r. Urna cama de Jacaranda para ca?al, i copula,
1 lavatorio com pedra. 1 banca cabeceira de ca-
ma, 3 quadros, 1 passaro, garrafa e coso e 1 ca-
bide de c luana.
""rundo quarto
Urna estante tnvidracida para livros,l.goarda-
vestidoB, 1 toHet de Jacaranda 2 lindos etageres
com figuras, diversos enfeites, 1 mala e 2 jarros
Tercciro qnarlo
Um marqoezo, t cama de ferro para criaoca,
i berco de faia, i espregoicadeira, i lavatorio
com pedra, 1 banca de cama, i cama de lona
para casal e i qnadro.
Sala de jantar
Duas lindas pecas, sendo 1 eoarda-louca e 1
aparado/ de a-marjo com ma-more e em ntidos
de erabio, 1 mesa .lasca d<- 4 laboas, 1 guarda
louca, i guarda fornidas, 12 cadeiras, 1 quarti-
nheira de columna, 2 aparadores to-neados, i
reiogio de parede, 11 quadros,4 cadeira c carro
para criaoca. 1 mesa de ferro, 2 machinas de
costura para p e mo, i jarra canloueira. 1
candieiro belga de u pensao, 8 etageres, i la-
vatorio com baca 2 frocleiras de alabastro, pa-
lileiros, salvas e colher-'s de prata, colheres, fa
cas e garios de cryslifle, 1 apparelbo de electro
pate para cha, porcelanas, loucas para jantar e
alm co, copos e callees de crystal de cores e
brancos de diver.'oa formatos, garrafas, compo-
teira, jarros de corea, lamparinas, licreiros, 1
lindo galheteiro de electro-pate, 1 bomba. 1
chnvisco e muitos oulros objectos de casa de fa-
milia.
O agente Gusmao. ao'orieado por orna familia
qoe modoo de residencia, far leilo dos impor-
tantes movis e mais objectes cima menciona
dos, os qoais se to-nam recommendaveis por se-
ren de gosto e terem pooco uso.
Agente Pestaa
Leilo
Das casas terreas e sitio abaixo declara*
dos, livre e desembaracados, todas de
peara e cal.
Quarta feirr, 23 do corrente
ponto
Corpo San'o
A's 1
No armasem a
horas em
Jravessa do
27
Aloga ee u.i.a boa cata, caiada e pintada
de novo, mot o fresca, com agoa, gaz e mui'os
commodos. nes Ccilbos : a tratar all com J. M.
das 8 sl da roanh.
- Vende e o restauran. Cceibo rauco, stio
ao largo da P^nha r. 8 ; a tratar na praca da
Concordia D. 13, aonde ee dar a razao desss
v.^ndi. ________^______________________
Vende-se um bom terreno com ti palmos
de frente e mais de liO de fun lo, omito perti
oho da stegao do chapeo de sol, estrada de
Beberibe com fuudo para a da boiada, a tratar
na travesea do Arsenal de Guf rra d. 5.
Alaga se um& ca terrea em Sar.to
Amaro das Salinas, ra da FundcSo n.
25. aiada e pintada com sitia de vsita
e de jantar, 2 quartcs, 1 saieta, cosinha
e quintal jor 18(JOOO, a cbave fsta no
pocer do negociante Sr. Mancel Joaquim
da Costa Raices com armazem de molha
dos na esma ra n, 32 ; a proprietarin
mora ca liba do Retiro em casa da pro-
feBsora publica Fassagem da Magdale-
na. Qnem pretendel a dirja se ao Sr.
Ramos que es-t autorisad.o a alugal-a
medante bos Sansa.
Vendem-^e os buhares e
utensilios do conhecdo es-
tabelecimento denominado
Bilhar dos Arcos, tudo em
muito bom estado de con-
a tratar com
Irmaos ra do
5 A.
Odorco da Cmara & C, avisam ao
commercio que tem a venda em sea ar-
maaem a roa do Bom Jess n. 61 as se
guiutes mercadorias, que vendem por pre-
sos muito reducidos, a saber :
Cb verde e preto, o que ha de mel'nor
no mercado, vinho do Porto Adriano
(qualidade especial), cervejas Nctar,
LeSo do Norte e Feldschloss de excel-
entes qoalidades, j bem conhecidas no
mercado, conservas alternas e francesas
dos melhores fabricantes europeas, e o qae
ha de mais fino no mercado; oopos de
vidro e ontros objectos de fabricaejo ame*
iicana para aso domestico, candieiros ni-
c-kelados de systema magnifico e muito
elegantes,penduiaa americanas com e sem
despertador, rol has para garrafas e meias
garrafas, baldes para agua, pas de ferr
para trac$So, cimento allemao de qualida-
de superior, igual ao de Portland, phospho
ros da Snecia iguaes na qualidade aos de
Jonkopings fabricados expressamente p; ra
sea estabelecimento, sendo exclusivos im-
portadores da marca **, e qae vendem
por prego mdico, leos pera lubrificacSo
de machinismos por prego sem competen-
cia, estopa de boa qualidade por prego
commodo, e mais catres artigas proprios
des te mercado.
Tambem tomam encommendas sobre as
pracas de Inglaterra, Franga, Allemanha,
Suecia e Estados-Un dos da America.
Flora Pernambncana
FABRICA
DE
elmlro Pacheco Dia Tarrea
Trigsimo dia
Antonio Bal-basar Alves de Frc-itas e Joto
Alves de Preltas, tendo recebido a infausta noti-
cia do fallecimeoto em Portugal ce seo ex-em-
pregado e amigo Belmiro Pacheco Das Torrea,
convidam os seus prenles e amit'os, bem como
os do finado, para aseislirem s nesgas qoe por.
soa alma serao celebradas ia Igrt-ja da Venera-
vel Ordem 3* de S. Francisco, terca f ira 22 do
corrente, s 7 1/2 horas da maoba, trigsimo dia
da seo passamento, bypotecando o seo mu sin-
cero reconbecimento aquelles qoo se dignarcm
attender o preapnte convite. ______
servacao,
Couceiro
Cabug
n.
Cosinheira
Precisa se de orna cos'nheira ;
da ra 27 de aueiro, em Olinda.
Da casa n. 17
Caixeiro
PrMJse-se da um caixeiro com pra.ica d3 ta
verca ; na rea <;> Bjm n. 3o.
BuOdii celemlno lie Soma
Firmino Crlestino de Sonza e soa mniher,
Mara Allelna Gomes de Sonza, Mara Celestina
e Seoza e Amelia Eogen'a de Souza, traspalea-
dos de acerba agradecer do intimo a'a ma
a todas as corporaces religiosas e aos amigos
do finado Rufino Geleslino de Sooza, peas pro-
vas de coLsideracao que Ibes dispensaram na
fflicta situcao em que os coliocoo o inf -nonio.
A' irmandide de. S. do Bom cro lhes
testtmonbam sua eterna g'aiid&o pelo proced-
ment nao cc'mnnm que tiveram com o mesmo
finado durante a sua mo'esJ.
J (' ila ii.va Luyo obrlnbo
Mana Candida Leal Loyo, seus B hos e aora, o
Visconde da Silva Loyo e soa familia, agrade-
cem a todos os seos prenles e amigos qoe assis-
l i rain s missas do 7* dia do passamento de sea
prepado espopo, pai, 80*ro. penro e prente,
Jos da silva Loyo Sobrinho e de novo os convi-
dam a assistir s qoe por alma do mesmo fina-
do mandam rezar na Veneravel Ordem 3 de S.
Francisco pelas 8 bcras da manb de 23 do cor-
rente, trigsimo da do sen passaneoto, pelo
que desdi j apresentam es seus sinceros agr-
deciment08.
i
1}
u
Vinbo8 de mesa e medicinaos,
Beb'das espumosas,
Licores, cognacs e agurdenlas
De froctas, doces, conservas,
Farinhas, etc., etc.
Formulas ap;-rovadaj pela Junta de
Hygiee
Sabino, Mocra & C.
Lli.OEIl
28-RUA DO BEMFICA.28
Passagem da Magdalena
DEPOSITO PROVISORIO
2 Ra da Imperatnz 2
i.* andar
Descono van'ajoso
PERNAMBUCO
(1
Tanoeiros
Precisa se de tanoeiros : na ruada taren n.
111 on Madre de Dos o. 5. Pga-se d': 60*000
120*000 mensal:
Taverna
Vende se a taverna da Praca
. 6 : a tratar na mesma.
Maciel Pinheiro
200 rs.!
>'ovlil.tle
Recebemos gruode porgo de tijolos de doce
:e goiaba. qoe vendemos om por 200 rs. ; ia
ua estreita do Rosario n. 9,
Pocas Mendes 4 C.
Arma^o
propna
na ra
Cosinheiro
P.-ecls -se d um cesinheiro ; a tratar na ra
do Cabog n. li, de rceio dia at 2 horas.
Vende se urna armacSo envidracada,
para miodezas co fabrica de cigarros
da Imperatriz n. 78. loja.______________..
Farinha barata
Vende-se do largo flo mercado n. 12, a M)0
rs. a cola, em saceos brancos a 3*200 com 42
kilos.
C avallo furtado
Da estribara d) e^.-onho S. Matbeos fortaram
om cavallo rodado, novo, castrado, crinas p-etas,
um pooco pequeo, tendo um T no qut-ixo es-
querdo, anda baixo e m -io com facilidade ; re-
commenda se s autoridades a paga se bem no
mesmo engrupo oo na estago de Olinifa.
Ao commercio
Os abaixo assiguados declarara qoe nesta data
compraran) aos senhores Valongoelro 4C. o seo
estabt-leciraento de merceana sito roa de Ger-
vasio Pires n. 40, livre e desembarazado de todo
e qi alqner ooos.
Recife, 16 de Novembro de (892.
Manoel Al ve.- 4 C.
Cosinheiro
Piecisa se de om cosioheiro a tratar na ra
do Apollo n, 8,1- andar, das 11 e 4 da tarde.
Capnoga
Alnga se a casa n. 30 a ra da amisade, com
poneos commodos a tratar na ra direila o. 40
sobrado.
Olinda
Aloga-ce urna cae na roa de S. Bento n. 8
reedificada de novo, com commodos para grande
familia, perto dos banhss salgados, as ehaves na
mesma ra n. 19; a tratar na Praca da Iodepen
dencia n. 21, loja.
Atteticao
Aluga se o sillo na Torre, roa co Rio n. 38,
20*000 measae8, com flanea boa, boa casa, frac
teiras, baobo no rio e muito salubre ; a tratar
com o lente Carneiro, em Afogados n. 19, so
brado.
Pharaae*itico
Precisa se ae om pbarmaceutico; na Pharma-
cia Francesa.
Precisa se cem
UniSo n. 54.
Caixeiro
bastante pratica
na roa da
n.
Urna casa lerrea sita a Ifba de Reiiro Da Pas
sagem da Magdalena n. 10 C. com 30 palmos de
frente e 70 de fondos terreno proprio, com 8
quarto?, quintal mralo com porto ao fundo,
tendo o segundo quintal com excelleote viveiro
e diversos pes de coqueiros, agaa encanada da
Companhia de Beberibe, em bom estado de con-
servagao, occopada pelo Sr.-cap.io Izidoro de
Mattos.
Uina-dita n. 10 B conugt-a- a casa cima, com
30 palmos Je frente e 70 de fondos, com 5 qoar-
tos, quintal morado, porto ao fundo, tendo o
o segundo qolatal t.verses ps de coqueiros,
com agoa encanada
Um grande tilio cem duas casas ns. 103 e!05,
a roa de S. Mignel em Afogados com diverjas
arvo es fructferas, moitos coqoeiros daudo fru-
cto, divdindo pelo poeuie com o sitio e olaria
que foi do tinado L-sboa.
A agente Pestaa vender sem reserva de pre-
co e a quem mais der as casas e sitio acioia
mencionados
t
Leilao
De importantes movis, om excellente pir-
no de Henry Hers, quadros, jarros, r-
cos cortinados para janellas, louca de
porcelana, cristaes, diversas palmeiras e
crotons.
Constando de orna importante mobilla de no-
goeira, encoso de palfjmha. com 18 cadeiras de
goaroic.', 4 ditas de br^o, 1 toti e 2 durquer
qnes, 1 excelle: te piano com pooco aso, ao fa
bricante Henry Her, 9 bonitos espelbcs para
consolos, 1 cadeira para piano, 1 estante para
Apipucos
Aluga se urna xcellente casa no largo de
Apipncos n. 6 ; a tratar do mesmo quarteiro,
ca caca n. 12.
Moedas brasileiras
Compra-se de 800 rs., 1*000, 2*000 no cemr?
s ioeda na roa do Cabug n. 9, loja ds An-
gosto do Reg.
Padaria da ra D. Mara
Cesar n. 30
Continua lodos os dias otis a fabricar as aa-
borosa3 bolachas denominadas Pedro 2- Urano
Imperatriz e Imperites, para as quaes chama a
atteocao de seas numerosos fregaezes e do pu
blico em geral, que tenbam todo cuidado com
ootras do mesoio formato, as quaes se vo espa
Ibando em gnnde qoantidade ; a3 qoe sao fa-
bnca'as neste estabelecimento vo marcadas
com i. A. C, e para evitar engaos manda-se
levar qnalqoer pedido, qoer em casas particula-
res, qoer em estabelecimento.
Te'epbone123
Ao commercio e ao publico
Luiz da Gam:. Band-ira de Mello passa a as-
signar-se desta data em dianteLoiz da Garra
Raodeira de Mello e Biaet.
Recife, 18 de Novembro de 1892.
Loiz daGama Bandeira de Mello e Biaet.
Casa em Olinda
Alaga se a de n. 29 roa de Bomfim, com
bone commodos para grande familia; a tratar na
mesma, on na roa do Apollo n 8,1 andar
ompram
Guimares 4 Valente compram os segolntes
gneros :
Miiho.
Farioba de mandioca.
FeijSo moltiho.
Di te preto.
Carcco de algodo.
Sement de mamona.
4 e 6Largo do Corpo Santo-4 e 6.
Cosinheira
Precisa-se de orna qoe saiba cosiobar com
perfeic&o ; na roa Velha o. 28, 1 andar.
Patacoes
Compra-se de todas as nacoes ; na roa do Ca-
bog n. 9, loja de Aucms'o do Reg.
Ramalhete Potico
Collecco de escoladas poesas de notaveis
roelas hrasileircs e portugnezes, acompanhada
oo lindo poema de CastilhoOs Ciumes do Bar
do.
Um volme ntidamente impresso, venda na
livraria editora, a roa do Imperador n. 73 e as
pricipaes livrarias des'a cldade.
Libras sterlinas
Aogusl
Vende-se na loja de jolas
03 roa do Cabog n. 9.
ae
Ruge
Ao commercio
Os abaixo assienados declaram qoe nesta data
venderam o sen estabelecimento de mercearia,
pito a roa de Gervasio Pires u. 40, ao Sr. Manoel
Jos Alves, livre e desemiarecado de qoalqner
onu-, e que corjtinuam a reetber as ordene de (
seus amigos t fregueses
imento i mesma roa n
Aluga-se
Recife, 6 de Novembro de 1891.
Valoogaetro fc C.
Urna casa a algoma pessoa que for do matto e
queira pasear dos oo seis meses, com mobilia
oo sem ell" ; a tratar na roa Imperial o. 267.
Cosinheira
Precisa se de orna cosinheira ; ro i* andar
o. 17, roa do Imperador.
Exames de preparatorios
Arithmetica de Trajano. llvros e grammaticn
de JoSo Ribeiro, grammatica allem, francesa,
etc., encontrase na
PAPELARIA AMERICANA
Qoe tem om completo sortimento de livros d>
no eeu aotigo estele- j inatruccio primaria e secundaria, livros em
54. branco para significados, notas, etc.
Ra do Imperador a. 79
Belsniro
flM-Iitrco UiaM .iric
True-imo da
Antonio Alves da Cocha e Manoel
Correia Mar.ios de Almeda, amigos de
Belmiro Pacheco Das Tor'es, fallecido
no reino de Portugal c-m 22 (!<; :rei pr-
ximo passado, convidam aes seos ami-
gos e prenles, assim como os do ti n d o para
assi8t 22 deste mez, trigsimo do sen p.tsamen;o, na
matriz de Santo Anto-i -, s 8 horas >a manha.
e ante.ipam seos sinceros agradeeirota'.03 por
esse acto de cn-idarfe e rel'cao.
t
t
Tin oi oro de Souza Lento*
A familia do finaoo Tbeodoro de Sooza Lemos
manda rezar urna mi83a por alma i'o o;esmo. no
dia 21 do corrente, anniversario tfe re fallec-
meDto. pelas 8 boras da mana, na ;i-:em 3' de
S. Francisco. Para esse acto convida :?s pessoas
de tuaamizadea assiaium, pelo qi--- anticipa
Boa gratido.___________________
t
arla Paulina de tlmcida alan
Melchiades A:itone3 de Almeida rogaa
fct.us i renles e arx-igos oc.ri-iOfO oii-
qu-.o de aes.stirem a missa que por alma
de sua finaba b'lba, Mara Paulina d Al-
meida Ca'.o, manda celenrar no ho. p.cio de N.
S. da Penha, pelas 7 horas da ma-b do dia 21
do correDte, trigsimo do seo tallscimento, con-
fessandu se eral a todos cquellesqee c< rc are-
cerem o a to. _______
t
Joao de Oliveira Lelte Souza
A familia do finado momia rezar urna mise
no Jia 21 do correte, as e horas ;la msnli, na
matriz de Santo Antonio, trigsimo dia de 6eu
fall c ment, para cojo ac-o convida eos pren-
les e migos, antecipaedo tes siut fgradeci-
mnt08. _____________
Fraucisio Jooe Gouics e seus niuu a^raacLem
a todas as pessoas que sedignaram a;oo;panhar
ao Cemiterio Publico os restos mora' s de sua
presada esposa e roai Mana Joaquina Ferreira
Gomes ; de novo as convidam. e bem assim aos
prenles e aicos para is.-is.ireui as il..-..- que
pjr sua alma '.eeo i'e ctli-orar-se. na orat.iz da
Boa Vista terca feira 22 do correte, 3e 7 1/2
horas, 7o do sen passamento._____ ______
Ama
Frccsa-:e de urna ama
para cosinhar e egomar
pa ra casa de famil a quem
quizer dirija-se a roa ca
Imperatriz n. 24, Io andar.
Precisa se de urna ama qoe saiba bem cosi-
nhar ; na roa da Intendencia n. 19 (antiga roa
do Alalho)._____________________________
Ama de leite
Precisa-Be de orna ama de leite para ir para
Limoeiro ; na roa do Hospicio d. SO.
Ana
Boa larga do Rosario n. 36, 2- andar.
Ama
Precisa se de orna ama para cas
familia ; a tratar na roa Doqoe da
mero 63.
Amas
P.-tciaa-se de duas seudo urna para ergem-
mar e ootra para cosinhar, na roa Nova D. 52,
2- andar.
Ama
Precisa-se de urna Da roa
para cosiphar para caiieTQS.
do Rangel n. 19
Precisa-sj de nma ma para
do Ataibo n. 5.
cosinhar : roa
Ao commercio
O abaixo assignado faz sciente ao publico que
nao tem letras assignadas com sea acceite oo
endosse, pelo que qaalquer qne neste sentido
possa aparecer nao sua assigoatora.
Recife, 16 de Novembro de 1892.
Francisco Jos dos Passos Guimaree.
Attemjo
Vende-se a taverca site na casa roa de 89,
(antiga Imperial), d. 58. bem .fregoezada.
O motivo da venda se dir ao comprador:
tratar na mesma.
Caixeiro
Precisa se de om caixeiro com pratica de mo-
Ih dos e qoe d fiador de soa conducta : traclar
na roa do lima o. 72.
Precisa Be de om
ses o. 43.
Caixeiro
menioo roa dos Pescado-
i laiio
Compra-se om piano bom
Travessa do Peixoto n. 39.
lractar-Ee na
Fabrica Ca-
xias
Prcisa de cigsrreirot.
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oso nao ba dlMrbei cem vomiten e ana digea tao acii e completa. <
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.aoa qui.es ella aasegura n lelta agradavei, amtlavel e natural. '
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lixiix* de Vinlio HLola-Bli.lVattoi.
Extraetos-Iluidoi, Pailhs, Pilolai, Eaiancia da tola tonada
Pala productos experimentados com o malor xito nos hospitae daJCris, desde 1M4 pelos
Ooatorea DojAUDm-BaAOMarz, Huchahd, durian, Hllez, monxst, etc., na Anala, Oblrosla,
MTalHittclai taNritan aUilaa, rabras (tiji.f Mil. UtiraltUitN, talaaaw), SlarrLaas partlaasea,
I y faABMAClAdo BAatOB FHAWUC. ai. rl>iallui .. F,irU.-Eafrn>iiM! rRAMM. asSILTAkO.
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m
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Chamo d?:-s a quaiquer hora da noite
pela campa elctrica.
abo cum*iiro de Mirra
rumoree, tmvo, pela vermelba, spera e oleosa mpidido ou corado
Bjr o mala graide de t.dos oo aformoseBdores da pel'.e, o Sabio Corativode
ea'. Ibh a pelle formosa, branca e clara e mass brandas; ablla-
meate puro, delicadamenti medicinado, extremarcente inromparave! cobo
sabio pa/a i. p-ile beai como do toncador, do bantu e dc(rTiartodascriacfa3.
C'AUTEIiaV. No fionulno sc-m cada envoltorio (er a marca ro-
8is'.raia de Barclay & Co, New-York.______
MEDICIIVaVI.
Y PAMA
TOILSTS
de FIGADO FRESCO de BACALHAU, NATURAL e MEDICINAL
O melhor qui ex/ia, poli qut obteve a maia aite racompanam, mu
EXCOH5I0 UNIVlUAb DE PARIX DI <1 8BB
Recettado desde 4o annob, em Franca, los
i uas Repabllcas Hispano-Amerlcanas, p"T<
laterra, He^oauaa, Portugal, no Brasil
. os prlmelM inedlea do muta
lntelro s Crlaaoas rachlttcas, Peaasas ruca*, contra as naolaattaa do
Felto, Toase, Tumores, XrrapaBes da Pella, etc.
muitomAiamctirroquei, EmulateLque conttm metit c'iilNifii uOlmom____
da tforuoga tot aaas a dapra;o fu ptrdtr urna trtnd* otrlt du tus* *f*arMts*a MrtUrat.
Tudd m looaiU ta fc-ataH TRMIfltlAltU. Exlgtr do emitir kI Ualon das Fabrtoanta.
nuco PRontiETAKiO : BOGO. 2, Rae Gaatiglione, Parla,t KM TODAS AS pkarmacia
oiqestoes
DIFFICEIS
Dyspepsia
Parda
DOENCAS do ESTOMAGO
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Dlarrha
de AppBUt8Y^^H^~ | chronica
TNICO" DIGESTIVO cora QUINA, COCA e PEPSINA
ADOPTAi'O EM TODOS OS HOSPITAKS Afcdal/389 de Ouro c Diolomaa de Honra 1
1 PABIS COIdJS o C*. rao do laubenge, 49, o ca as ParnuclJS I
ELIXIR GREZ
XAROPE DE REUTER M. 2
Como remedio da Estaco Calmosa, Poriticador dosangne, diurtico,
8apnenle, nenbum ouiro appuiiidado depurativo ou sa.saparnlba se appro-
eima sequer ooXarcpe de Renter n. 2. Combina quatro grandes proprieda-
xe- em um remedio, operando a urc tempo sobre os orgaos digestivos, o
dacguf, o? rioa e os intestinos.
Absolutamente neutralisa xpulsa pelos c-.nae? intcstinaes, rlns e
poros ta pelle, os germens nocivos, ^ue fluluam do eangue, na orina e na
traaoiracSc
O HKLHOB
PURIPICADOR
PABA O
PEQUERAS PILULAS DE REUTER
Figad; entorpecido cura pe positivamente com esta tflolae. Ellas
ao u.r> remedio purgativo livre de perigo para o bomem mais-fraco, to bem PARA
como bastante activo para o bomem mais forte, e nao constipa d depoi -i; pela ^
decao pera; agrada a todos que a? naam. Sao as yilulas estandarte da pab w
fiusa^ medica des E.Uados-nidos. Sao as menores e mais facis a tomar I?!' 4 OA
Q: trpntaem a w I fliafi
TRIOOFERO DE RARRT
Urna .-eparagaoelegante, extremamente perfumada, remove todas as im-
purezas de caceo, preaeivativo contra calvicie e cabello oioiento; faz o cabel-
lo crescer e;pesso, brando e bernoso Infellivel para curar erup0es, doencas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rpidamente cortadoras, queioiadoras,
eridas, tercedura?, etc
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e Barclay & C.New Tork
PARA O
CBELO
APELLE
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Ra Marques de Olinda a, 23
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ta na ra do Creso n. 21
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Pegas de Moasuline da India com 12 jardas por 8000 a peca.
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Fianellas de edres lisas, listas e flores de 500 e 600 o covado.
Voiles de algodSo com ramagem a 280 o covado.
Chitas americanas petipu 400 rs. o covado
Etamines de cores com ramagens a 500 o covado.
B amante de algodao 4 larguras 1200 o metro.
Dito dito com 4 palmos de largara a 1600 o metro.
S jrtimeno completo em chitas brancas, cores e escuras 320 a 400
MadapoISo americano lavado de 10$ e llf a peca oom 24 jardas.
Chitas unas meio lucto a 300 o covado.
Organd de cores a 320 o covado.
Lin un liso todas as cores a 500 o covado.
Seticeta lisa, preta branca e de cores a 600 o covado.
Merinos de cores por metade do sea prego.
Tudo isto para acabar
NA
Loja do Campos
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XABOPE DE J. BlTOI
o IOD6, combinado com os suecos das plantas antiscorbutlcas.
presta s Craancaa doentea os mala relovantee. serrlcos, para com-
bater Glndula da pesclo liachitismo Pal I de-
Enyorgitatnrntoi tsaerofuloma Moleatiaa dm
pelle Crottaa lctea*, etc.
E preerlvel aos olees de O-
gado de bacalhao; alm de ser-
um fluidificante, tamben 6
depurativo enrgico.
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Hcntp'ia. myi-hllia, chalera-marbu)
dipMuria, ai,itian, febre depois
do parto, inflatmnacSea 'fe''^'


das chayas, pica-
das, i/uei ; i
liaras.
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feor do bafo, barbullas,
fe-pon da ttaralhri. furtuirtilofi,
icliictilap. floren brttmtm*
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doVisconde de Itaparica ns. 2?
DF* 3S 13 X DcJ* 3S
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MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes
yALDKIRAS multitabalares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDS as mais solidas e melhores do mercado.
, AIXAS de ferro batido cravadae caldeadas, fundido de-todos oe tmanbos
*Y.)DAS D'AGTJA p>ra cabos de maaeiia e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CR11 OflS duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronse.
JHu-'dACEIRAS par^fuaos e o mais que se opsa desej. pira ogeahoi, stra
de ferro e O abhcas.
FAZBM E IERTAM toda e qaalqaer peca de tn .chinismo tanto de ter
>o como ba..
".N 'ARREQAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medite um. -
joic LaissSo rasoavel, quaiquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para s
aaa, para fabricar Je 100 a 300 sacos de aasuoar em 24 horas,
Obrigam-se a montagem dos me, -os e responsabilisam^se pelo bom trabalb'
O que tem um hbil engeuheiro :ngie auito pratio<, alm de dos um dos sooi^
ba e boBipheiro.
M

ATKINSON'S
HITE ROSE
0 ms sdTe de todos os perfumes suaves
A original e nica ensnela Terdadcira
a de Atuixsov. Evitar as contrafaeces.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
bem preparada um dos perfume dos
mais refrescantes. A de Atkivsoh, de
fabricacao inglesa reoonhecida oomo
a mais fina.
Vendem-ee em toda a parte.
y. a. avsnrsoa-,
24, Od Bond Street, Londrea.
^VISO 1-egitimM foneote com o rotle-.
escodo azul 9 am&rallo e a marca 4e
(abnes ama "Hosa branca" com
e oomplete enderece
Fzei em csiza
e oom grande oconomia
AVOSSA AGUA MINERAL
anloga s aguas naturaes
com os
COMF I!MID0SdeV!CI
I^ciltl
V ESCOLIDOS
CO
O

co
UJ
ce
ti.
00
O
O
<
' OLEO PURO
DE FIGADO
DE BACALHAO
DE
UNAN e kemp
RECOMENQADO
por disiinctos DoiUeves que
he dio a preferencia, o re-
CJS mi cae1.? din prra tod.-.s
as doencas Pulmgnaics, Es-
crfulas, etc., e o conaideraai
o mais puro e rico em
POKK MEDICINAL
OOE SE 4FRSSEHTA
AO PUBLICO

E MAIORES
O
>
O
O
^
A
Kedalbas di Ouro m ExposicSes UniversSes O*
1 i&j&rtthL<% i
PE1T0RAL de GEBEJ
Do Dr. Ayer-
- ylssSsa mais dolorosas da garganta
aos pulmot-, ordinurituuenle difsenvolvem-se,
tendo porprinciplo bases pequeas, cujos resulta
aos nao o dEcels do curar se promptamente m
tratio com o remedio conveniente. Os Kesfri.
dos e a- Toases dio reciprocamente o resultadc
de fearingitis, Astlnua, Brouchltls, Affeo-
cao Polmoaar e u Tislca.
Todas as familiar que tem criancas derem ter o
PeitoraJ de Ceieja do Dr. Aje/
*oi oas para o usa' eru caso de 'necesidad
i perda de um s<5 dia, pde em multo; oaaos
'.'carretr-serlas con.>-inenclas. Por tanto no,
t deve perder tempo precioso, 'xperlmentand:
r.naedio- de eiheacia duvldosa, emquanto qu
j. enfermidade se apodera do systema e se arraiei
;>rofundament->, enlSo que se necessita toma'
aesse instante, o remedio mais certo e activo err
aen eflelto, e este remedio sem duvida algom.
aamssMs sa crcja do db. ates.
PKEPABADO PELO
DR. J. C. AYER & CA
Loweli, Masa., Est.-Uuioa.
vsE-ssrro qxbai.
e-
*Bj BRDEOS (FRANCA)
# Dtpoiltoi em todas as vendas de Comestivels. SV
tfttttfttttftttWfftttf
Hn $ eantara
A Corapauhia Explora-
dora de Productos Calca
reos est preparada para
fornecer hombreiras, solei-
ras, cepos e iagedos de can-
tara pra edifica^es e
calcameutos, bem como
pedra britada e alvenada
em quaiquer quantidac e.
Amostras e pr t^o no ar-
m'zem da Companhia.
Caes do Apollo n. 73
E m prestimos
Levaata-se emprestimos
de quaiquer quant a sob
caucac de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Mon-
te de Soccorro, na ra do
Barao da Victoria D. 53, re-
lojoaria.
Attenjao!
O ab ixo assignado pro-
curador dos herdeiros de
Antonio Correia de Va?coa-
concellos, pede a todos que
contrahiram deb'tos com o
mesmo finado o favor de
saldal-os ateo dia 31 de
Dezembro prximo depois
do qual serao cobrados ju-
dicialmente de accof do com
as instruccoes que tem para
tal fim.
Recifej 15 de Novembro
de 192.
M. J Andrade,
Ra l*. de Marco n. 13.
Criado
Pre-ba-se de em criado copeiro, para servico
inte;na e externo, que d informarlo de sua
babilltagao; a tratar oo armazem roa Marques
de Olinda o. 54.
Boa Via geni
Aloga pe i ni i casa com bastantes commodos
ru.' do Setoba ; a tratar na rot* do Commercio
n. 48. andar terreo.
aursaturados com agua dae fontaa
G" Grille, CCestini, Hpital
Hauterive, S'-Yorrs, etc.
PARIZ 11, Avonue Victoria PARS
i m Perntmbueo : C al IBMAS raOBDCIOS CalftWt
Para produc Venden: se tres sssaaj de porcos de raca ln
gleza ; a tratar na ra da Malre de Dos ame-
ro 10_____________________
Yende-se
rn hotel no pate? do Mercado n. 17 ; a tra-
tar na mesma casa.
Banco Po-
pular
Mudou se para ra d >
Bom Jess n. 64, bairro
do Recife.
' RA DOVISCONDE DORIO
I* ^BRANCO
ANTIQA DA AURORA
O propiietario dse estabelecimento, desejan-
do tornar bem corjhecido do publico os pro-
ductos de sua fabrica extrabidos do caj, geni-
papo, abacaxi e outras fructas nacionaes, cujas
formulas e modo de preparacSo foram approva-
dos pela Inspectora da Hygiene deste Esialo,
vem apresentar a lista dos ditos productos, que
ada dia vo sendo confeccionados com mais
perfeigao e aceio grajas aos seos esforecs e de
babeis fabricantes europeus.
Alm das virtudes mediciones aos preparados
da marca supra, que tem por base o caj e ge-
ai papo, como sejam os vinhos, aperilaes e cog-
nac, que sSo perfeitam^nte coDhecidos por todo
o mundo, ob esae anda- o oso quotidiarc que
delles se faz lembrar por eccasiao das refeigoes
diarias, como bebidas de ebeiro e sabor agr-
re a qnalqc-r palcdar, provocando ?.o mes-
jio tempo boai appetite, crincipalmente a.- pes
soas que snffrem do estomago, anemia, fcypbiles
molestias de pelle, etc., etc.
Pref aftai' ujelto a alieraroea
do mercado iPara exportacis
franco a bordo e l o de econt
em gruaio
VINHO DE CA,
em cuix- de 1 duzia de 10/ 12*00
em ancoreta de til 28/00
em barril de 40* a 50*000
COGNAC DE CAJ'
em caixa de 1 duzia 90*00
APERITAL DR CW
em aixa de i duzia de rotu
lo encarnado 12*000
de rotulo amarello 9*000
VINAGRE DE CAJ' tinto e branco
em caixa de 1 duzia 5*000
em barril de 20* 25*00
em ancoreta de 12* *o)
VJNH0 DE GENIPAF0
em caixa de 1 duzia 12*000
APERITAL DE GENIPAPO
em caixa de 1 duzia 10*000
COGNAC DE GENPAPO
em caixa de 1 duzia 20*000
DITO DE LARANJA
em caixa del duzia 18*00
APERITAL DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 10*000
GENEBRA DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 7*000
LICOR DE MANGA
em caixa de 1 duzia 12*00
VINHO DE ABACAXI
em caixa da 1 duzia 12*000
CAJ' EM CALDA em frascos e barrannos da
louca ricamente pintado proprios para
presente, etc.
CAJ' CRYSTALIZADO, castanba de caj con-
feitadas, chocolate dr tan has de caj
com pealo, lara:.; cr y'tai izada, outras
(rucias e er los em latas ornadas, etc.
Alguns destes productos que n '-< Hicm
contrados as casas de varejo desta cidade, po-
derao ser aviados na fabrica ou no deposito
vontade dos compradores.
arralas razias
se nesta fabrica ga rrafa s vasias de
ser veja ate de 60 a 100 rs cada
Vaccas tourinas
Qualidade superior
Vendem se tres vaccas fonnaas com crias,
orna da trra e garrotes, etc., etc.; para ver e
traar na ra remandes Vieira n. 7.
Mercearia
Sabo russo
Aprovado pe^a Exma. junta da hygiene
publica da Capital Federal
MOSQUITOS -Exitar sar mordido friccionan
de antes de deitsr se.
PAR CASPA e outras molestias de cabeca.
PARA BANHOS-Uma friccao geral antes <
entrar na banbeira, oo a qoarta parte de em '
dro dentro do banbo, refrigerante que toniu.
o fyfiema nervoso e conforta como por incanto.
Kncontrx se venda na pbarmacia G. Martini
* C, roa Duque de Caxias n. 88.
Vende se a bem localizada mercearia da roa
do Riacbuello, esquina do Socego n. 70. lem
agua e grandes commodos para familia ; a tra-
tar na mesma.
Physica, Chinica e Histo-
ria Natural
Na Pbarmacia Pinbo indicar se ha qurm expli-
ca e prepara escudantes para o examedestas ma-
lcras.
Prlo
Vender se por mdico prego um prlo manual,
fabricantes Oapiomont & Dureau, em perfeito es-
taco e cem todos os pertences, tirando formato
Je;u a Colombier, na livraria Econmica, roa
do Imperador n. 73__________^_^_____
Joia de valor
N: ra do Roario Larga n. 42 na muito acre-
c -da relojoaria do Sr. Rodolpho Dutoy acha-
f( exposta urna riquisslma jo a cravada com 11
'..lates de buhantes fab-icada na acreditada
< flicioa do Sr. Antonio da Conceigao e Souza, i
r i Eetreita do Rosario n. 23,1- aadar.
Pede-se as pessoas de hom gosto para visitar
es e estabelecimento p.ra apreciar este bonito
trabalbo artistico qoe se vende por proco bara-
li'imo. ,
Attencao
Af.' -.- uro; boa casa na Torre, roa do Bom
Gosto u. L>. caubo perto e muito salobre; tra
tar com o propietario na mesma casa. 0 sin-
gue 1 de 181 meoeaes.
.

t,
f
-.
r-----~r
*m r.


----------------
8
Diario de Pernanibaco Eomingo 20 eNovembro de 1892
4


'.'-:
AOS FUMANTES
Uesejaes nao ter azia qtzaodo umaes
Ueae por algam tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, qaer desfiados.
caborbsc amo desfiado intitulado Eygienico Nacional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois diso dir-vos-hei se foi on nao ntil o conselho.
Compre notar qae os Bvgienicos sSo fraqnlnhos e os'ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPRANCA sitnada na'na Larga do Bosario n. V. A.
usa i tambera o aromatiet
Um apreciador.
0 FAMDIS M DIMES
-Hua Barao da Victoria
FRANCISCO 6UR8EL 4 IRMAI
as
38-
Neste sumptuoso emporio commercial encontraro
Exmas. Familias um maravilhoso sortimento de tudo quanto a imagi-
naco pode coneeber de bom, elegante e luxuoso.
E' inqnestionavelmente Au Paradis des Domes a great^
attraction do high life pernambucano que nelle achara sempre-
os mais explendidos e phantasiosos artigos da moda, escolhidos
cuidad smente em Paris pelo chefe da casa recentemente che-
gado daquella pra$a.
Au Paradis des Dames tem expostu venda, recebido
pelos ltimos paquetes, um expleadido sortimento em sedas
brancas, pretas e de cores, lindos cortes de cachemiras ricamente bordados,
capas, visitas e pelerinas de sedapreta e de renda (liante nouveaut) blusas,
maiines, camisas e saias de seda o que ha de mais chich ; riquissimos
oortinados (anda nao vistos em Peruambuco) parajanellas e cama, col-
chas de seda e de renda, almofades bordados a ouro e velludo, elegantes
espartilhos de seda e de brim, fronhas de cambraia de linho bordadas, ca-
pellas e flores de cera e pellica o que ha de mais fino, guarda-ps de
seda, toucas de cachemiras e cambraia bordadas para criancas,
etc, etc, etc.
Na impossibilidade de enumerar tudo o que possue o
Au Paradis des Dames pede-se as Exmas Familias a honra de urna
yisita.
Livros do
um w
Historia Universal de
Lacerda a 1$000.
Grammatica franceza de
Halbout.
Thesourod > Christao.
Livraria Escola do
Povo, ra do Impe-
rador n. 81.
I-8
A verdadeira Cal Virgem
de Cotumguba para fabrico
de assucar no armazem da
ra do Duque de Caxias
n. 6.
Fabrica de gelo
lenas t limonadas gasosis i
tedas as tonalidades
Soda water, ginger, ale, limao, laranja, cara
ni! abacaxis, granadina, grosell franbolses
o,hBQortel-pimenta etc., etc
Jl-ACAES DO C*PIBAR PEJ*
Triomphu em revoluto
Loiz M. Ribeiro GuimarSes, euccesaor
de Alheiro, Fornandes & O, convida aos
eeus amigos e fregueses viaitarem o
sea armacem de molhados, o qual acaba
de passar por ama completa reforma e
acha-se surtido dos Imelbores gneros de
primeira qual idade/tanto nacionaes como
estrangeiros.
Vende sem competencia :
Vinhos de Pasto, Porto, Figaeira, Col-
lares, MoncSo etc.
Licores, cognac e cervejas das mais
acreditadas marcas.
Conservas, manteigas, qaeijos e oatros
artigos do sea commercio.
E' tambera especialista em cha.
Ra da Imperatriz n. 42
o
FOLHETIM
*
julio ;mary
amor"e odio
SEGUNDA PARTE
O IRMAO MAIS VELHO
(Continuadlo)
Este aasaaainato e roubo impossibili
tam-o de honral-o ?
Sim... boje, pelo menos... pois
minba mSi sacrifica a saa fortuna para
salvar a minba firma.
Nlo tinha reserva algama T
Todos os meus capitaes estSo empe-
nbados na fabrica, qnal qais dar ultima-
mente maior desenvolvimento... Indivi-
dei-me at... com algaos amigos ..
Isto singular, dase- o oommissa-
rio, qae continaava a examinar os livros...
e inclioando-se como qaem verifica alga-
riamos.
Essa attitude irritftva e amsdrontaya o
marques-
Continha-rse a oasto. Acabou p:r diser:
Haver neafissistade de diser-lhe que
est aqui para vrificacSo de um orime e
nao da minha eacripta commercial...
Todas as miabas observabas con-
correm para o metmo fim, disse tranquil-
lamente o commiawio que, vendo Miguel
maito nervoso, continuava a obaerval-o de
esguelha. E nSo lhe occaltarei a minha
sorpresa. H* qaatro das o senhor retirou
di caixa urna quantia bastante avultada...
at P IH!
Recebemos grande sortimento de obras
de vimes, como sejam :
Cestos de diversos tamanhcs propria
para campras.
ROUPEIROS.
PAPELEIROS.
LINDAS CADEIRAS.
Bna Estrella do Rosario n. 9
Pocas Mendes & C.
Vinbo Maduro
Proprio para mesa
Pelo ultimo vapor recebemos urna im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melbor que t m vindo
a este mercado.
S neste estabelecimento se encontra.
M Estrena fio Bosario 19
Focas Mendes dte G
SEHBHTBS SOYAS .
Hortaliza s e Flores
Roa Es'reila do Rosario n. 9
Pocas Mendes & C.
C4SA DE C01TOCA
No intuito de bem servir a quem
nos der preferencia em suas compras,
temos collocaclo o nosso estabelecimento
o LOVRE, a par dos de igua nature-
za as principaes pravas da Europa,
maniendo sempre o mais importante e
bem ecolhido sortimento de superiores
fazendas e artigos da ultima moda re-
cbidos mensalmente de Paris e Lon-
dres.
'- .'*


ba i;
DEMARCO fiUQ
(Antiga do Crespo)
A
TELEPHONE 158

lUBREDEl
ESPL
Kerosene lnexplosi/el
Yendem
Foseea Iraie
Oh 1 senhor, ainda disse o marques
muito iccommodado.
Ser injurial-o occupar-me da sua
honra ? disse Lment com absoluta calma.
Os livros do Sr. Jactel, muito bem eacri*
pturados, attestam que o caiza entregou-
lhe ha quatro dias a quantia da oitenta
mil francos...
E' exacto.
Ora, como os mesmca livros nSo
mencionam nenhum venoimento no mesmo
da, acil concluir que empregon essa
somma para suas neceasidades pessoaes.
NSo acho aqui nenhum vestigio desse em-
prego...
E de fado, intil procurar...
Sua sitaacSo industrial nSo est,
pois, felizmente, tSo em perigo como diz...
E deve felioitar-se de ter retirado essa
quantia... O ladrSo sem duvida j alga va
encontral-a... Mas nesle caso' o sea
compromisso nSo est compromettido e
pode deixar intacta' a fortuna de saa
mSi... Esses oitenta mil francos sSo
mais que suffirentes, vejo-o com praser,
para faser face aos pagamentos mensaes...
NSo se desfei d'elles ?...
O marques comprehenda vagamente que
estava n'um plano inclinado muito escor-
regado. Urna suspeita surgir no espi-
rito do commissario. Este fixra-se n'ella.
O iostincto do policial apoatava-lhe um
enigma. E elle procarava penetral-o.
Urna mentira tirara o marques do em
barago. Se elle dissesse qae a quantia
retirada quatro dias antes estava em sen
poder, todo estara alabado, as suspeitas,
os mos pegamentos, tudo desappareceria.
Mas essa mentira tornra-se impossivel
desde que elle confiara, havia pouco, a
Lment que teria de tancar mSo da for-
tuna de toa m&i para salvar a sua honra
de negociante.
Esses oitenta mil francos tinham, pois,
de aap parecido.
E como demorasse a reapoata, ouvio de
Vendem
Guimares & Valente teem para vender em
pequea on grande quantidade :
Cimento Portlan.
Alfafa flor.
Farello.
Farinha de mandioca.
Feijao mulaliho.
Milbo.
Arroz de casca.
4 e 6Largo do Corpo Sanio4 e 6
O que fes deaae
repente, junto d'elle, a vos trmula de
Bua mSi que pedfa :
Responda, Miguel,
dinheiro ?
Ella levantra-se vagarosamente, e ap-
proximra-se dos dous horneas.
Minha mai! disse elle supplicando.
EntSo, hesita ?
J nSo a possuo...
Que fim deu-lhe?jperguntoa o com.
missario depolioia.
Gaatei-a...
Oitenta mil francos em tres dias ?
E em que ?
NSo posso disel-o.
O que pode impedil-o ?
Motivos que peco para nSo rev*
lar...
SSo esseB motivos justamente qae
eu quera conhecer.
Sinto ser obligado a calar-me.
- Ha de confessar, Sr. de S julaimea,
qae bastante estranho iato.
Miguel calou-se, aoffrendo inexprimivel
tortura.
E emquanto a autoridade scismando
morda os labios, a marquesa, de p, pa-
reca ouvir, oom toda a sua attenco em
alerta, seguindo, no intimo de sua alma,
o nico pensamento de qae ha muito,tem-
po Miguel oooultava-lhe um sgredo e
qaerendo a todo transe saber qual era.
Lment cootinaou :
O senhor colioca-ae, no ponto de
vista commercial, n'uma posicSo muito
melindrosa. Cimo eu, o senhor j a per-
ceben ?
Bem sei.
Pode dar-se que tenha credores
exigentes, que se neguem a esperar qae
realise a fortuna que tSo nobremente sa-
crifica lhe sua mSi. Pode acontecer .que
lhe abram a fallenoia...
Estou prompto para tudo.
Sim, e estar igualmente para o caso
dessa fallencia ser julgada fraudulenta ?
Um negociante rehabilita se de urna al
Costumes para creancas
De todas as idades encontra-se grande
ortimento no
______Louvre______
JJbjectos de gosto par
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVRE
Chapeos e capotas
Ultimas navidades de Paris receben o
Louvre
Capas, jersey s e visitas
Gostos inteiramente novos acaba de re-
aeber
lencia, mas de urna banca-rota nunca. A
primeira urna grande desgraca. a segun-
da um crime. Entretanto este futuro
que est prepara ndo. Ser forgado a dar
expIicagSes do desapparecimento d'esta
quantia e se nSo o explicar, affirmo-lhe,
est perdido, completamente perdido I...
Sei, sei, repeta Burdamente Miguel,
estou prompto para tudo.
E' preciso qae o motivo se ja muito
grave para obrigal o a oalar-se...
Tal vez. NSo pode snppor muita
coosa, em todo o caso ?
O que, faja favcr de dizer-me ?
Um prejaiso no jogj, por exmplo...
E qae foi preciso pagar sem demo-
ra?... disse o commissario com ironia...
Oh! oonheco esae pretexto... Em pri-
meiro lugar o senhor nSo jogador. .
Como sabe ?
V se logo, pela physionomia...
Demais, saa mSi me informar, teaho cor-
tesa ...
E dirigindo-se marquesa :
Seu filho gosta do jogo ?
Ella sacudi a cabec?, sem responder,
com as palabras expirando-lbe nos labios.
Est vendo, Sr. da Soulaimes ?
Mas poda jogar por acaso, ver-me
envolvido n'uma partida...
Urna divida de jogo, nSo deshonra.
Si dis a verdade, onde jogou e a favor
de quem perdea ?...
Ea disse que poda suppor muita
oousa e fallei em joo. NSo poda acon-
tecer que foss9 obrigado ajsalvar um
amigo r
E' possivel, maitq possivel, diga-me
o nome d'elle eotSo T
Se nSo pudor ? NSo podem dar-se
circumstancas que me obriguem a ca-
lar-me ?
Para a justga estras circumstancas
nSo podem existir. Nos sabemos guardar
admiravelmente os segredos que p8em em
jogo a honra das familias. Pie fallar, e
nutM
esteja tranquillo.
TICIDOSDEPHAN-
TASIA
Sondo impossivel de se deicrever a
{TBiiic vanedade de tecidoa de diversas
cualidades proprios para a estacSo actual,
oga-se ao publico em geral e principal
tiente as Exmas. familias a finesa de vi-
tarem o
LOUVRE
ftua 1/ de Marco n. 20 A
Francisco Gorgel IrieSo
TELEPHONE N. 158
Secas brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande escolha,
sendo despachadas oestes nltimos dias.
LOUVRE
NSo...
Assim, Sr. de Soulaimes, d o di-
reito de tudo suppor-se...
Tem toda liberdade, Sr. commis-
sario.
NSo lhe ocoultarei que o men rea-
torio mencionar minuciosamente toda eata
parte do inqnerito.
Est no seu direito.
NSo, senhor, disse o commissario
oom aimplicidade, smenta meu dever
e sinto que nSo tenha aproveitado os meios
que Iho fornec para Bihir de um mo
passo...
NSo lhe fico menos obrigado por
isso.
Deve esperar ser intimado a com-
parecer presenta do jais qae se enoar-
regar da causa... Intrrogal-o-b2o de
novo...
Darei as meamaa respostas...
Estimarei que ellas satisfacam ao
jais, mas em todo caso s dever qaei-
xar-se de si, se lhe acontecer algama des-
grasa.
Pouco depois o Sr. Lment deixava o
escriptorio, tendo mandado transportar o
cadver de Jactel, qae foi depositado na
maire.
Miguel reoondusio a mSi para seu
quarto.
Em seguida qais daixal-a.
Urna phraae proferida oom muita do-
gura, deteve o.
Mea filho t
Elle approximou ae.
Minha mSi ? Deseja algama eoasa ?
Sim, meu filho. NSo adivinha o qae
vou pergantar lhe ?
Na verdade, nSo, minha mSi.
O que nSo quis revelar ao commis-
sario de polica, ainda ha ponco, preciso
qae o revele a miro, mea filho...
Oh 1 minha mXi...
Diga... o que fes desse dinheiro?...
Eu nSo duvido da si... Mas interrgalo-
Esteiras da India
Branca e de fantasa de novos desc-hos
para forros de soalho, completo sortimento
ao LOUVRE
Francisco Gorgel i Irmo
Roa 1* de Margo n. 20 A
________TELEPHONE 158
cortes de ljinho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebido ni-
amente e
LOUVRE
(rinaldas, Ieqnes e chapeos
de sol
De phantaaias acabam de chegar par c
LOYRK
hSo, o Sr. Lment tem rat&o, e a sua hon-
ra vai depender do qae disser...
NSo direi nada, minha mSi.
Nada?
NSo. Nanea !
E' entSo tSo horrivel, o qae me oo-
culta?...
Trata-ae de um amigo, jure i guar-
dar segredo...
Mas a mim, mea filho, a mim ? disse
ella supplicando.
A' senhora tambem, minha mSi, nao
devo diser...
Ella calou se... Depois, de repente,
com vos indistinota:
NSo se trata ]de alguem de nossa
familia ?...
NSo, minha mSi...
NSo ser Lourenco, meu filho ?
NSo, disse elle com a mSo no cora-
cSo para reprimir a emocSo.
Bem V meu filho, nSo o dte-
nho maia I...
Elle retirou-se. Logo que ficou s, a
cga fes o signal da crus e disse a meio
vos:
Mea Deas, tende compaixSo por
meas fi hos... Tende compaixSo por Mi-
guel Tend oompaixSo por Lourenco !
E com a oabeca derreada para tras no
espaldar da sua cadeira de brac,os, perdeu
os sentidos...
Ella todo compreheudera I !
VI
A CASA DE LUTO
Esa Paris o inquerto prosegua rapi la-
mente, dirigido pelo commiasario de po-
lica. Os esclarecimentos obtidoa sobre
Mirador, da saa probidade, eram expel-
ientes, mas as oolhidas sobre saa vida pri-
vado deixavam maito a desejar. Mira
dor, era o qae se chama um homem de
festas.
Trp. ao Dtorio, ra Duque de Caziaa n \i
1

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Full Text
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