Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17874


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Full Text
ANNOLXVIII
QCAETA-FEffiA 16 DE NO-VEKBRO DE 1892
NUMERO CSO
PERNAMBUGO
PRPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FAMA ft FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tras mezes achantados.
v Por ti es ditos vencidos .
Por un armo a liautado .
dem idem vencido.' .
G$000
7#000
241000
28000
SAO NOSSOS AGENT'3 EXCLUSIVOS DE PUBLI^AQuES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Sr Amede, Prince & C, residentes em Pars34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes acuantaios.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
135500
151500
27*000
31*000
EXTERIOR
AMERICA DO SUL
*?

M>nt
Chile
O prendaste la Repblica, almirante
regressou d: viagem Valparaso.
O coronel Renard foi aomeaio secretario
,!u estado maior chileno.
AppUule a ,uipr osa a proposla da le re-
primi Jo de3ordens por occaslio de grave*.
Foi jalgado do telo ftopjaalve', f-zer su-
bir tooa da agua o oavio de guerra chileno
Blanco Encalado, que foi poat a pique par
occasio da revolugo do Gbile pe!a mariaha do
jjoverno de Balmaceda.
Deacobriu-se D3sla cidade uuu glande (al-
s ticago de b leles do Banco do Paraguay. 9s
canosos es'.o preso;.
Eu Santi.-go luram destruidos porinc=n-
dio differen'.es predios ; e na mesma cidade lal-
l'seu o capitalista ingle S.wihers.
Ojoraal Novidade qu se publica en
Buenos Ayre3 iaserio em sua secgo lele^ta^til-
ca um despacbo da Repblica do Calle aa .un-
ciando ter aili arrebatado urna revolugo de
certa gravidade.
Essa noticia, ao espaihar-s-? naquel a capia',
produzio viva sensagao e ao inesmo lempo gran
de duvida sobre a veracidade daquelle fado o
grave, que foi depois verificado ser falso; pois
reina no Cbile absoluta tranquil ida Je, nem ba
pronuncias de conluios revolucionarios.
Bepudbllca Ir.cnilD
Entre as qnesioes importantes a tratar se as
3e3;es d* prorogagao do Congreaso acba-se um
projucio qoe coasisie em avori3ar o desenvolv-
memo da agricultura concedeodo os mais mere-
cedoros premios para a cultura da beterr j deu importantes resultados em rendimenios e
pela boa qualidade do sueco aaccbariao que pro-
duz esse precioso tubrculo.
O Sr. Adolpbo Raz, aeputado, que ha dus
ausentara se de Buenos-Ayres, a.-.gindo-so a
provincia de Saatiago del Estero para combater
os revolucionarios daquella p-o iicia, acba-se
de vol'a nesta capital, eua chegala foi acolbida
pelo povo com provas de sympatbla.
Os senadores peucncentes ao partido mo-
dernista de recente creago, preparam urna op-
posico vilenla ao partido roqoiata.
O Dr. Elaudo Gcs'.a, Da qualidade de re-
preseauute do governo na provincia de Saotia
go del Estero, dissolveu o con^resao respeciivo;
diciJindo porem manter as respectivas funeges
todas as autoridades civia e militares antigs e
novas.
O director geral das rendas do Eslado ac
ba de enderecar un requerimeoto aj juizes re-
clam.ndo da parle dos meamos o emprego de
toda a actividade 2cs julgamentoa dos processos
de contrabando queeni grande numero se acbam
desprezados no loro desta capital.
O Minia erio da Mirinba acaba de ter sci
encia telegrapbicamente da Ioglaterra que o no-
vo navio de guerra argeuliao L'brtad fez
com feliz saccesso experiencias officiaes da for-
Ca de sua& macbinas e veiocidade de suama'tba
com vento a favor e contra.
O navio ;.peicorren folgadamete 14 1/2 tos
poor bors>.
O ebefe do estada maicr do exercio preoc
upa-s- vivamente com a reorganisago do exer-
'io e da guarda nacional, que quer pdr em ef-
iectvidade no mais curto prazo possivel, provi-
3ando-o de moderno armamento e de mauigoja
bellictsas das oltlmae rectid0.
Desappureceo de Arme-sgton o gerente do
Sonb America Cleariog House, de nome Eduar-
do Galles, rouoaodo o producto avultado dos ii
tulos que recebera em deposito.
O prejuizo que soffre o estabelecimeoto co
loasal.
O inquerUo.instaurado, in ja aigum tempo, j
sobre 03 abusos praticados pela succursal do
Banco Nacional, na provi cia de Corneole3, de
manstrou a ve.acidade dos mesmos delictos pra-
ticacs e qaaes sero sojeilos as leis judiciirlaj
do paiz. ,
Por Hilivo3 polticos, o intendente do no-
sano apreseniou boje a eua demiseao que aioda
nao foi aceita.
} viscoade de Caste lo Alvo (Carlos Al
kaiaei, residente nesta ciJade, foi roubado em
60O0O pe;o.
Rcalisa ee na dia 6 o cur.-o i
avenida de Palermo.
Na provincia ce laja] acaba de ser deco-
coberla urna importante mina de prata.
Falla-se na organisaga de urna companbia
para a sua explcraco.
O Dr. Domingos Freir deixou Bue:oa Ay-
res regresando para o R.o de Janeiro.
Embarcaram para aliada os restos mor
taes do inditoso G^nazziai.
Termiooo a gr-e dos telt-grapbistas ii re-
par tcao do Estado.
GbuTas abundantes qu- aiiim, nzeram
com que o Riachuelo tranmo-dasse, indo suas
agui-j inundar e .tensas planicies, a Coca acha-
te coa:.ie'ament coberta d'agoa.
Os cit'ago? j se fazem lemi.'.
O Jorra! Militar. do Paraguay,
artigo co tei.do violemos n:uiics
l.
Bepublicn Oriental
O Sr. D Barrera v Obes, presidf-nte da Re
publica Gneatal do Urauu>>i acaba de dar
publiciJade a certos joroaesuesta capital, a car-
la-manifesto declarando ser de todo contrario
candia'ura olficial oas elefies senatorises, as
quaes se vao proceder co correte m.t.
O prfsi'ieate Herrera y Obes, entretanto, elo-
gia e grupo colorado, recommeodaudo a todos
os membras de qne 3 comp6e esse par ido a
constrvarem-se no terreno da concordia e da
uniao afim de assignalar a victoria deste parti-
do.
E' de summa iaiporiaocia o artigo edito-
rial publicado na da 7 p'I > j iroal oiental La
hazon, que commenta resumidamente 03 lti-
mos acontecimen.os polticos que se descortina-
ram na Repblica Oriental, formanlo o seu jul-
io obre os meamos factoa e ctecdo a sua franra
apre-.i-ico qu roocluio extanda o Sr Dr.
Uerrer- y Ob-js, presidente da repblica do v:''
guay em apresentar a sua demisaao na qualida-
de de en-'- do e?tado ao .ongresso Oriental.
Esse artigo prodciio vivo rumor e quatifica-
flo coiO grave e em certos pontos vexalono e
DJ. a j^niadesaud redaiio a tres dias aa
-uarent"ari j proceaencias iof:cciooadaa pelo
cholera e declar que js navioa procelenwa de
Santoa oerum admiltidoa a iivre pratica, desde
aue viesiem com cartas limpas.
Por deefeto de 3, po'^, o goveroo suppnmio
i qnar6r.teaa para as .roccdenclas de Santos.
Peio que se dii, parece que o Sr. Wagner,
antiuo cnsul geral da repblica francea em
lootevi :o. s r aota ado m.niatro de Franca
innto ao goveruo aa confederaco Argentina.
'^_: So paquete ingle Sorala seguio para o
Rio d Janeiro o mioistro cbileno Mximo Lyra.
No me: l) apor va am tres tenentes, quatro
guardas mai.-ha e neventi soldados mannbei-
ros qne ^o bn?C3r o navio cbileno Gapitao
Pratt a N< w Yo k.
Aguaraigao e onde ai gu.ra pata os Estados-Unidos.
Em Cerros Blancos e Carpinteria, ha grao-
i des grupos de individuos auapeltoa.
O gove'no onc tal, attm de prevenir qaalqner
invasao do t ntorio rio grandenae, mandn dis- /
solver eaaes groooB e cap'.urar alguns officiaes
cacionaes u1)iteros que os estao capit>.
neando.
Hepublica do Per*
O prefijante do senado offerecen nodia 1 do
correte lauto banquete aos memoros do c:n
gresso nacional.
Bepnfclica da Bolivla
Nao sao am nadaras as nj\c...; de d.versos
pontos da Boiivia.
A prolonga ia secca lera nao prejudicado
bastante a lavoura como tambeni contribuido
pjra a iruifj de bosques e reoa b >s.
1 : .adiou-sa no da 3 o palacio A beta,
oes a cidade.
Bepalillca de Veneiaela
D'.::a Repblica as nauci^s transmiitidas
para a Europa, va N.w York, e.-am pouco sa
t'.sfac'.o iis.
Coasignam que depois in expalso d? Pala
clos. teve o me3mo flu o--eu succes:-Ville
gas.
O pau eoUva. pois, eoi pleoa an>rchia.
Os salvadores da pat.ii saquavam os ceg
ciaotea nxc ona.-s o estrang?iro3, preodaoi aos
cojsuIcs e tratavan de ajuntar urna fortunasi-
nba para, depois de exilados, irem viver em Pa-
rs, como j l e-tao vivendo, com escandaloso
fausto. Guzmaa Blanco e Andueza Patadoa.
Un teipgratnma recebido a 9 de Outub-o
pelo N.w Yo k Herald confirma iue o exarci
to lo general Crespo entrou em L Ga yri, a
populaco saqueou a cidade ; o miislro de
Hespanba foi insultado ; reina completa anar
cbia, e os navios de guerra extrangeiros desem-
barcram a marinbagem para proteger os seus
uaciooaes.
Outro telogramma expedio para o meamo
jornal no da seguate, diz que os ebefes mili-
tares e polticos reanido3 escolheram o general
Crespo para presidente provisorio di Repbli-
ca ; o general Crespo nomeou um gabinete pro-
visorio ; os amigos min.stro3 e o general Pulido
embarcaran] a bordo d'om na/io que vae para
a Martinica, suppondo-se qn- ir8o reno r se em
F'aoja com o Dr. Palacio.
AMERICA DO NORTE
publxou um
contra o Bra-
EatadON luido
O correspondente, em Washington, do N w-
York Times fez um inquerito dos resultados
orticos dos trata-ioB de reciprocidade e colleg o
factoa e algaliamos tendentes a mostrar que a
experiencia da admi istrago Harrison com os
paizes sul-amaricanos foi dispendiosa.
Segundo o president Harrison, depois do 15
mezes de reciprocidade, a exportarlo de gene-
-os americano* para ot< paizea com que sa Um*
ram ajustes de reciprocidade aumentaram de
cerca de 24 %
A exportao americana para Cuba augmen
tou de cerca de 55 %
Comparando, porm com o Reiao Unido, com
o qual os Estados Unidos nao tem tratado de
reciprocidade, 03 algarismos sao sorprendentes.
Diz o correspondente do N.w-Yok Times :
Augmentamos a nossa exportacSo de trigo
de mais 12,125.867, ou mais de 66 % ; ao
mesmo tempo augmentamos os nossos carrega-
mentos de trigo de 41,423,903, ou de cerca
de 66 %
Hoove om augmento de i3 469,563 em fa
rlnba de trigo.
Em todos eetes anigos, coja exporlagSo lc
impo.tante para a agricultores deste paiz. bou-
ve urna perda na expor'aco para a America do
Sal,
Ao passo que o presdeme mostra-se satisfet-
to, para effeitos da campanba eleitoral, em mos-
trar o Immenso ganbo de ,800,000 na expor-
tacSo para Porto Rico com o t-atado de reclpr:-
cidade, elle esquece-ee de notar algoos oolro3
algarismosque apparecem as mesmas colum-
nas.
Eutre os gaobM do commercio da America lo
Sul na rece, que toda easa parte d? America
comproa nos mais 1.398.075 em prsductos de
carne, do que em 189o 91.
S o augmento do nosso toucinbo exportado
para o Reino Unido importou em 1.011,859.
Hcuve urna qoda na exportacSo de presuntos
de cerca de um milbSo de dola'?, e ae banba,
de mais de 800 000, e ao paseo que tinbamos
um augmento d t,2O0,000 na America do Sul,
perdamos 2,720.814 com nossos anteriores
fregaazs' da Europa, que se sentiram ovos
propensos a no3 comprarem, do que ante3 que a
lei Mac Kinley veio tomar difficil o commorcia
r< m comnosco.
O presidente nao prestou atlenco a alguns
algariimos concerneotes s transacjOes com a
China, que haverlam proiuzido sensajo se elle
os bouveese publicado na sni carta. Eu menos
de quinze mezes, durante 03 qaaes audou elle
atraz de om augmento de lran3aec5es commer
ciae? em toda a America do Sul, de 23,78 /i
pp-demos i 1,447,128 na exporta(;o de fizen-
das de algodSo para Cbioa, comparadas com os
doze mezes precedentes, isto ama perda 37 /.. Por um molivo qaalqner, nao declarado
co r;latorio, a China recusou-se a cb:-r 03
nossos leos mineraea, e fs periemoa, compa-
rando com o anuo anterior, 1 340,635, oa cer-
ca de 51 /.. Isto motra o qoe tantos por cento
sigoincam quaodo se mostram as porcentagens
relativamente.
O presidente nao se deu ao trabalbo de dizer,
quando pretenda mostrar o que era o nosso
commercio de exportacSo, que a nossa exporta-
55o de assucar refinado para o Reino Unidora-
bio em dote mezes de cerca de 4 000,000 a
cerca de 46,000, emquacto estavamos tratan-
do de angariar um commercio reciproco que
monta a 23 78 /., com grandes despezas e lu
ero duvidoso. Poderla ter dito que, emquanlo
augmenta vamos a nossa importagSo de macbi
as a vapor, que nao precisava de auxilio al-
gum dos tratados de reciprocidade, o resto do
mundo nao apreciou isso devidamente, porque
a exportac/ao das macbinas a vapor montou a
396 741 menos do que no anno precedente.
O presidente nao se deu ao traba'ho de dlzer
que a nossa exportacSopara o Reino Unido,
cot o qual nSo eatramos em rMacoes recipro-
casde fruclaa e nozes augmen'oo de cerca de
0 38/. ao anno que termlaou em 30 de Jo-
abo.
E ao paaso que vaogloriava-ae de om augmen-
to, en virtude da reciprocidade, de nSo menos
da l 2 030,000 no commercio com o Brazil em
15 lei'es, elle podia dizer aoa seus amlgos-^Jo
partido, que, em um anno augmentamos a
ctualmente dominante na V azuela, julgou
occasiao propicia para tentar de novo a sua do-
lit ca ajtiga de empolgar tudo que estiveaae
vista. Isto fez ella procurando alargar os sena
limites da Guy::.-:, de modo a domina' a embo-
ca Jura do rio O'eoo:o, e assim ter sua merc
;iSo i rnenle Venezuela, mas tambem o Brazil e
quaai todas as Repblicas da \merica do Sul.
E:ta disputa j velba, e tem sido assampto
de tanta correspondencia diplomtica que a ma-
teria toda j tornou se fatigante, lias o acto re
cents da Inglafarra levou as cousas a am ponto
critico, e a esquadra americana que receoeu or-
dem e partir para a America do Sol, servir
'.UM'vez para recordar Ioglaterra que os Es-
tados Uuidos e-'io promptos a mais ama vez
rmarem a doulrina de Monroa e a tomarem
as cousas pouco agiadaveis a qualquer potencia
europea disposta a seguir urna poltica aggres-
siva n-s'.e lado do Atlntico.
O intuito da Inglaterra 6 alcancar o dominio
da liba de Barima, ca bocea do Orinoco, qaal
Venezuela possue os mais evidentes direitoa.
Se ella lograsse i so, dominarla todo o rio
Orinoco e os seus numerosos; fHueatej.
Por esa arteria ella penetrarla a' o Rio da
Prata.
Nao pois Venezuela a anica repblica ame-
ricana que licar mer. da poteccia naval que
dominar o rio Orinoco.
A Colombia, o Per a Bolivia, o Brazil, a Re
publica Argentina e o Uruguay, Bear Ihe-bao
igualmente mer..
NSo es3e um perieo que ameaca Vene-
zuela ; ele ameaca toda a America, e talvez
mais serio do que a posan do canal do Panam
por urna potencia europea, visto que torna inef-
beazea os eaforcos que por iniciativa do govomo
do- Estados Unidos, estSo fazendo as nages da
Averia para estreitar os seus lagos de familia,
unificar os seus ioteresses e terem todas um uni
co e mesmo destioo no futuro.
Todas essas aspiraces poderiam Qcar infruct-
feras com a presenc* e predominio no Orinoco
de urna potencia naval tao formidavel como a In
glatera.
Os seus navios enlranam pela bocea d'esse rio
e levanam aos granJes centros de populscj as
sus producces.as saas ideas e 03 seus inters
ses exclusivos.
O Sv Perazza, em nome do governo da Vene-
zuela, solicitou presurosameoie ao gjverno dos
Estados UnUos a que iotervies8e para que evi-
tasse a essa repblica um desmembramen'.o ti nal,
e conseguase a sujeicao ao arbitramento das
qoestdes pendentes com a Inglaterra.
Este arbitramebto a Ioglaterra, peraisteate e
arrogantemente, recusou-se conceder.
Havendo ralbado os meioa diplomticos, o go-
verno americano r aolveo rxparimentar qual a
influencia exercida por ama demonslracSo naval.
Para esse Um, d spactiou para o logar do con-
flicto orna armada sob o commaolo do almirante
Walker.
As iostruecas do almirante foram selladas,
mas ha razo para acreditar-se que sao de car
c'ter altamente importante, mais Importante de
fado do que as que se tm dado coa annoa mais
recente a qualqa r officiai da marinba ameri-
cana.
Outro, na meama data :
c A cidade contina em plena paz.
Chegou do 3o Pardo ama ala do 28
bataihSo de infantera, que seguir para
Pelotas.
O:nata qne foram detidos a bordo do
Santelmo, n* cidade do Rio Grande, o
Dr. Wenceslao Escobar, redactor da Re-
forma e o Dr. Canoa 3ittencoart, mem-
bro do directorio do partido federal.
O delegado de polLia deu hontem bus
ca as fficin?.a da Reforma e na livrari.
Americana.
Cbegarain p.esoa da Margara e do
Triampho alguna ebefes federalistas.
Entro outros cidsdSos qualificadoa que
foram detidos, notaram-se oa Sra Dr.
Vistor de Brito e Gaspar Rec'astoner, te
aentc- coronel Masaon, Landehno Barcelios
e padre La, Todos foraai interrogados
e, excepto o prueiro, restituidos a Tiber
dade.
Dos jornaea desta capital, apenas a
Reforma olerrompea publicajo.
Outro, ainda na mesma data :
Foi exonerado do cargo de secretario
o Sr. Jo3o Perera
de oarvSo do Arroio dos Ratos, atiraram
sobre a foi 51. a
Outro, em 6.
c O general Telles roltoo capital,
aps a conferencia com o general Tava-
res, declarando este que invaderia o Rio
Grande iofallivelmeote. Segundo diese,
qoerem desforra.
Um gr.ipo de 50 federalistas e pcSaa
do commendador Francisco Ribas, embos-
cados, assaltartm o teoente-coronel Jos
Fernandes Barbosa, tio do Dr. Fernando
Abott, na estancia mesmo do commenda-
dor, quando Farnandes jantava.
Prenderam o,indo depo's tacar a sa-
deia do Roaaiio. Repeilidos, abandona
ram o preao e os peSea deste, morreado
afogado um dellea no acto da prisSo por
*er-se atirado no Ibiouby.
A f .i{, federal qoe assassinoa o coro
nol Evaristo, eogrosaou, invadindo Cruz
Alta em numero de duzentoa. Hoje foi
retomada a cidade, dispersando federaos,
segando commanicam. >
Oatro, em 7 ;
c O marechal Visconde de Pelotas foi
INTERIOR
S. JoSo
Gabriel,
sa exportacSo de gado para o odiado Reino Un- gada, e no alteres Margl acundo
5.452.571, um .ngmoalo de 13 /., ou
do de 5 452,571, um
3 /. mais em nm o artigo, do que o augmento
em lodoa os artigoa que mandamos para o Bra-
iil.
Parece de3se artigo, diz o Jornal do Commer-
cio, que a America do Sal que se aproveita
dos t'atados de reciprocidade.
Depois des?e8 tratados, os Estados-Unidos
compraram America >io Sal mais 68.030 000
de genec3 do que no acno anterior, ao passo
que o segmento liqudo das compras realizadas
por ella nos Estada Uaido: foi apenaa de
i 8 2i 903.
O Brazil pngou mais 2,000,000, mas veodeu
mai~ i 56,0^0 000 do que no aoao anterior.
A'm desee ladu do governo de HamsoD,
temes a contempii !-o por mais outro modo me-
nos importante.
Cora effeito, a resolccao enrgica tomada pelo
governo de Washington para obstar a aggressao
ingleza na America do Sul conslitue flerSo bri-
Ihaote da admtnistrsco Harrison.
A logtaterra, aproveitaudo-ae da revolucao
SUL DO BRAZIL
Balado dd Rio Grande do Sal
Sobre as oocurrencias e situacSo
Estado demos hontem noticia publica o
que hara; mas ramos agora estampar
aaui telegrammaB a -respeito recibidos
pelos jornaea da Capital Federal.
Dirigidos de Porto Alegre ao tPais*
em data de 2 :
c PaBsamos a daseovolrer nossos pri-
mearos telegrammas, vista das informa-
0*38 que rio chegaodo de rarios pontos
do Estado.
Diz o orgao official qoe o gorerno aca-
ba de apprehender, por intermedio das
autoridades de Santa Mara, em poder do
capitSo Felisberto Barcellos, nomerosa e
gravissima correspondencis, entre os che-
fea federalistas desta cidade e da campa-
nha.
Estes documentos eabocam o plano re-
volucionario, que determinara o extermi-
nio dos chafes republicanos e declarara
que o Estado seria inradido pela frontei-
ra do Uruguay, com elementos estrangei-
ros.
O gorerno accrescenta que eat habili-
tado a aasegurar que a reroluco abor-
tn.
Alm do morimanto armaio da Cruz
Alta, que determinoo a morie do coronel
Eraristo Amara!, frente de 4 ompa-
nheiros, contra 60 adrersarios, temos a
registrar os pronunciamentos de
do Camaquan, S. Loronlo, S
Algrete e Soledade.
Ha muitoa dias, conforme communic-
moB, alguns chefea federalistas ausenta-
ram Be inopinadamente deata cidade.
lato despertou auspeitaa e aogmentou a
rigilancia que de alguma aorta contribu
ram para a deaooberta do plano de cona-
piragao.
De posse de cocumentos irrefatareis,
der&m-se aa precisas ordena. Na madru-
gada de hontem, ama forja da brigada
militar ceroou a residencia do Sr. Jos
Facundo da Silra Tarares, afim de pren-
de 1 o.
Traroa se ontSo tiroteio, resaltando a
morte de dos filhos daquelle odad&o e
ferimentoa no major Joaquim Pantalelo
Tell a de Qaeiros, com mandan te da bri
, j no alteres Margal Faenado Tara
res, ierido n'am brago, foi condoaido
cadeia oiril. Acha-se tambem graremeo-
te farido o cmmoadador Frederico Hen<
sel, que, segundo da a tFederAcSo, re-
siatiu ordem de priso.
Multas pesBoas, algumas qaalifioadas,
;em sido presas, por suspeitas de compar-
tcipa^So directa no plano reroluciona-
rio.
Como natural, a populaySo aoha-se
sobresaltada ; a oidem, porm, contina
inalterada.
As forcas federaes tem se mantido em
posigao correcta, afastadas em absoluto
doa acontacime .tos.
O general Pego Jnior mantm a ne-
cesaria rigilancia e igualmente o gorer-
nador.
da chefatara de polica
Machado Filho.
* O general Telles aotorizou a Fede
raq&o a declarar qoe aceita a candidatura
ao cargo de deputado ao congresso na-
cional.
Oatro em 3 :
Escoltado por 20 pracas, chegou hon-
tem a noute de Santa Maria o capitSo
Felisberto Barcelloa, que uli foi preso por
conspirador e em cujo poder encontrou-se
o plano da rerolugap abortada.
Segundo informa a Federaco, o general
Silva Tavares est acampado, a frente, de
1.000 homens, na Rirerst, poroacjto uru
guaya da ronteira de Sant'Anna.
O Sr. Facundo Tavares j foi interro-
gado e seu depoimento, ao que consta,
de grande aleance para o procedimento
do governo.
O general Izidoro Fernandes, presti-
gioso chefe republicaaa,"' ]i se acha nesta
cidade.
Aos proprietarios da Reforma prometteu
o Dr. Fernando Abbott gerantir suas offi-
cinaa de qaalquer ettentad
Outro, na mesma data :
Seguiram para essa capital os Drs.
Campos Castier e Sererino Prestes.
O general Pego Jnior dealigou da
escola milita.-, a bem da moralidade pu
blica, o alumno Julio Canarim, por ser
accuBAdo de tentatira de assassinato ni
pessoa do Dr. Tiburcio, qie at pouco
tempo desempenboa cargo policial r.e>ta
oidade.
Esta aecusacao afirmada por dirersas
testemunhas. O alumno desligado hon-
tem meBmo embaroou com escolta no ra-
por Mercedes.
Ao que dizem 03 jomaes, desde que
ae deram as primeiras prbSes, por motive
da conspiracSo, maitos cidadSos da parcia-
lidade federalista acham-se occal'os
am atajue, perdendo cinco
__A cidade contina em paz, confiando
os habitantes na forja e energa das auto
ridadea.
Outro em 6 :
Seguem hoia para ahi os geoeraes
riscondede Patotas e Xarier do Valle.
A cidade se acha em completa paz.
Nada absolutamente tem ^transpirado
sobra o inquerito iniciado contra aa pea-
soas implicadas no plano da rerolucJto.
Dirigidos ao eTempo da meama loca-
Iidade em 4 do corrente :
. O partido republicano deata cidade
est mu to Batiaieito com a continuafio do
Sr. Dr. Serzedello Correa na pasta da
fazenda.
Desde hontem que as forjas federaes
attingiram 8 linha divisoria, ficando
vista da* autoridades orientaos. Tele-
grammas dizem que estes proteg;m es
caudalosamente os gasparistaa.
Informan que a inraso dar se-ha ama
nh3.
__O coronel Nemenoio Escobar, chefe
polti3o do departamento ^de Rirera,
apontado como principal protector da re-
rolujao.
Prximo das de minas Arroio dos Ra-
tos fizeram fogo e atiraram bombas de
dynamite sobre os republicanos, mas foram
repellidoB .
Oatro, em 6 :
O coronel J0S0 Fernandos Barbosa,
tio do presidente Abbott, foi atacado por
uns cincoenta homons.
O commendador Francisco Ribas, cha-
fe do partido gasparista, que se aohara
emigrado, foi preso. Em caminho quize-
ram tmalo da escolta. Rechassados,
fugiram oa qae assim queriam prooeder.
No acto de ser preso morreu o essu-
deiro Feroandea que atirara-se ao rio, para
fagr- a ,
O general Telles como amigo particular
do geueral Tarares, proouroa demorel-o
dos seus intentos. Este declaroa que es-
tar compromeitidos com rarios amigos
que pediam ringanca.
O grapa que assassinou ErariBto do
Amaral, augmentando de cerca de duzen
tos homens, apossou se de Cruz Alta, que
foi hoje retomada pela tropa de linha .
- Dirigidos a cGazeta de Noticias em
data de 4:
As forjas federaes ha dous dias que
eatlo acampadas na frontera de Rirra.
IorasBo dos rerolaoionarios aanunciada
para amanhS.
Os republicanos estSo indignados com o
general Escobar, chefe do departamento
Oriental da Rivera, o qual auxilia moito
'os rerolaoionarios. Aute-hontem, da mina
chemado pelo gorerno a capital federal.
S. Exc. embarcou em compauhia do ga-
era! Valle.
Os revolucionarios foram hontem re-
chas"ados em Cruz Alta e surprendidoa
perto de Juhy pelo coronel Firminc de
Paula, que, frente de cem homens, der
rotou os em
homens.
As forjas federaes em ViamSo, per-
seguidas, sustenta: am resistencia e, de-
pois de am tiroteio mataram o chefe dos
revoltosos, dispersando os outros.
E' grande o numero dos indigitados
cumplios oa ultima conspirajSo. Maitos
dos rerulacionarios tm fug do,
Ante-hontem os federaes resolreram
em grande reuna o retirar; e para S. Pau
lo e Rio de Janeiro, aconselho de alguns
amigos residentes na capital federal.
Capital Federal
Em reunio de negociantes realiaada com o
in'uito de represeoiar-ae contra n servijo da es-
trada de ferro Central do Brasil, foi lida na
represeotacao dirizida ao marechal Ploriano
Peixo'o e na qual a ae nao qaalihca deSanta
iquella estrada.
A repreaentaco agradeu mus ou meos a to-
d08. No entretai 10. o Sr. commendador Manoel
Joi Soares, qae preaidia a reonio, lembrou, e
foi approvado, que a mesan foase revista por
ama commi3so, para qae em linguagem mode-
rada ae aflirmaaae ainda mais ama vez o espirito
conservador e de ordem do commercio, que
conftando no governo, delle espera inteira jas
tiga.
O Tempo biatonando essa renni&o, aceres
centn assim como um B.:
Esquela nos de dizer qua, lendo compare-
cido reaaio o.Sf. lente Jos Augusto Vi-
obaes, deputado pelo districto federal, antes de
comecarem oa trabalboa, a camnisso pedio-!be
qoe ae retlrasse, visto como, ae.auodo declarou,
di8pensava a ana presenja por intil, nao ae tra-
tando de qoea'o qne nteressasse ao partido
operario de que S Ex-, cefe.
S. Exc, om taoto coofandido, pois eaperava
"sem duvida ter occa?i5o de prestir relevantes
8ervjcos, retirou-ae immedlalamente, obedecen-
do aasim ao conseibo qoe Ibe fra dado pelo S-.
Ayrosa de Oliveira, que declarou na ter aquella
reunio o menor Sra poltico.
Neats N. B. respondeu o Sr. Viuhaes :
Muito antes de comegar a reuoio subi,
quando era caminbo para a cmara, ao aaiao da
prac* em procara de um amigo. Gomo este ain
da nao tivesse cnegato, eaperava-o, coaveraan-
do com o Sr. Dr. Honorio Ribti-o.
N'este interim, o mesajo Dr. foi cbamado por
alguns cavdlheiros e, passados alguns instantes,
approximou-se novameute de .^im e pedic me
para apreaeaur um Sr. negociante de noma Ay-
rosa.
Este Sr. em termos delicadissimos,
ver qoe, tratando ae de urna reaoio
cial, a qual pe procurava tirar iodo
poltico e podeudo a minoa preseaca
feico, pedia me que me retinase
tar qualquer pretexto
fes-me
commer
o carcter
dar-lhe tal
atim de evi-
aos intensos a resoloco
pacifica da cris.} de transportes.
Declareiihe uue a minba presenta alli era
toda casua1, que aa auaa reclamgOsa me eram
por dsmaia aympaihicas e que por isso mc3mo
me retirara, pota nlo deseja7aque a minba pre-
senca contranasse de molo algum suas joslissi-
mas aspirages.
Eia o que se dea. .
AseccSo de Bella3 Arte?, da exposicao
preparatoria que ori?aui3a a commisso brasilei-
ra da exposico colombiano de Gnicago, vai ser
inatallada no edificio da eacola nacional de Bel-
las Artes.
Fallava-se que em orna das memores oori-
vesana da capital val ser feita a eocommeoda de
um lbum riquissimo, do valar de cerca de,
50:000, com capa de ou o e folbas de perga-
miobo.
O va'ioao objecto deve aer offereclio 50 Sr.
Dr* Sezerdclh Correa, mioi8tro da fazenda, por
urna commisso composta de republicanos, como
peonor de admiraco peloi bons servicoa qae S.
Exc. tem prestado Repblica.
O albom aera collaborado pelos amigos e ad
miradores do illostre mioistro.
O mioistro da mari.ha recjmmealoo ao
qoartel eoeral a expedicao de ordem para que
a 'ja rigoro-'ameote executado o plano de un
formea, visto baver offi;iaea hoaarinos que dei-
xam de obaerval-o.
Receben o,-dem de aprealar-8e com urgen-
cia, atim de segar para o R;o Grande o Sul, a
canboneira Ginana.
Poi designado o bichare! Antonio Jansjn
do Paco para servir nieriaamente no cargo de
directir da bioliotbeca nacional.
Consta-Dos, diz o Tempo que foi preso
em Santos, requisico do invernador do Rio
Grande do Sul, o Sr Jos 1 Aidrade Neves Mei-
relies, acensado de aer emiasario da recente
coospiragao contra o governo daqu.lle EaUdo.
No da 8 dena rdalisar ae, na escola na
cional de B-lias Artes, a inaugurado do buso
de Benjamin Constant, o fondado* da Repblica
Brasileeira.
A ceremonia effectuar-se ba ao meio da.
Pelo suppremo tribunal federal fo jalgado
do dia 5 do corrate o cooflicto de juriadieclo n.
10, entre o procurador da Repblica ao Estado
ao Peraambu'0 e o juiz do direito da eomarca
de Jaboato. Votoo-se a competeocia do juiz sec-
seccional.
O Cacgr^sao Litlerario G)ncalves Das ce-
lebrou 00 da 3 a sesao solemne cammemora-
liva do 28 anniversano da morte do grande
poeta mor-unense. no sali de bonra do Lyceu
de Artes e officios, em coja parede do fooao es-
ta .a, envolto em cepe, o retrato do cantor das
Tjmbi'as, e da qual peidia orna cori t!e lonro,
O concarso sesso foi grandemente nume-
ro??.
O Instituto da Ordem doa Advogados Bra-
sileiros celebrar o seo 58- aoniversario da fua-
dajo em 7 da Agos o de 1893 co n con exposl-
j&o de trabalbos joridicos, a qual pole.-o coa-
correr todos os iaacriplos b-asileiros.
Hiver oa mesma exposico orna seccSo ad-
diciooal para trabalboa jurdicos de eacriptareg
de qoaesquer outros paizes.
O Ministerio da Guerra, em portara de 7
do corrente, mandou reprehender severamente
em ordem do dia do exercito o tenente do esta-
do maior de Ia clasae Anuibal Eloy Crdoao, por
ter publicado no mesmo dia no Jornal do Com-
mercio om artigo com a aoa assignatara, no
qual tazia relerenciaa em termos do^reapeitosos
ao chefe da najo.
NORTE DO BRAZIL
Filado do Part
Datas a' 9 do corrente.
A iicprensa republlcaua felicita o Estado e a
Repblica, por continuar o D:. Inaoceacu 8er-
zede'lo na pasta da fazenda.
Fazem se grandes preparativo3 para aa
festas qa" ae celebraro a 15 e 16 do corrate.
0 ommercio to.a pacte, aQm de aolemnisar
a paz e o progresso do Estaio do Para.
O acto do mini8tro do interior, equiparan-
di o Lyceu Paraeose so Gymoaaio Nacional,
prodazio LOtbU3iaamo no co po docente e estu-
danies, que vo fazer manifestaco aos Drs.
Lauro So Ir, Ionoceucio Serzedello e Fernando
Lobo.
Na madrugada de 5 do corrate lerminoa
a festa de Nazarctb, sendo o fogo dea:tfl:io
qoeim do s 4.
Durante toda a solemnidad ?, esteve sempre
presente eiorm-> concurrencia de peaaoas, nun-
ca inferior a 9,500, s?m que houvesse o menor
incidente desagradavel.
Balado do CearH
Datas at 9 do corrente.
Foi publicada a lei investindo o Estado desde
j no domin'o das trras e minas devolutaa, vis-
to o art. 64 da Constituico Federal, e pdenlo o
governo, quando precise, dado o art. 72, consi-
derar os proprietarios do solo investidos no do-
minio pleno das minas subjaceu.es, sendo obri-
gados smente fiscalifoco.
A mesma lei autorlsa o presidente do E-tido
a prover oa processos pendentes sobre privile-
gios, visto estar extlncta a competencia do go-
verno, desde a promulgigao da Constituico.
G jornal Repobli.'a publicoa a este respeito
o seguiate commentano referida lei:
Lei o. 32-Con8t. Federal
Ar*. 1.0 Preaideote do Estalo, em obser-
vancia do ar'. 64 da Coos'.i uifiSio Federal (1),
que confe-io ao3 Estados o dominio daa minas
e terraa devoluta3 nella existentea, rica aotori-
sado a expedir Regolamentc (2) determinando :
1. Modo de verificar o direito a ditas trras e
a sua vacancia e incorporago aos proprios es-
tadnaes ;
2. Os casos, em que o Estado aa deva trans-
ferir por venda, aforamento ou arrendamento a
praso.
(1) Perteocemaos Eatad03 33 minas e ter-
raa devalotas situadas nos aeoa respectivos
territorios, cabendo Uaio sement a por-
Co do territorio que for iodispeosavel para
a defesa das fronteiras, fortificacoea coos-
truccOes militares e estradas de ferro fe-
deraes.
(Art. 64 da Gooat federal).
(2j A' proporco qoe os Estado? se fo-
rem orgaoisaudo, o Governo federal entre-
gar Ibes ba a administraco doa serijos,
qoe pela Constituico Ibes compet rem.
(Art. .3 das Dlap. iransitoriaa).
Pelo artigo 34 19 da Conat. fed., ao
corpo legislativo federal s ca e legialar
Bobre minas qoe sejo de prpriedade da
Unio.
Sobre minas, pois, dos Estados ncou re-
glalo que legialassem estes.
Art. 2. o mesmo Regulamento se estabele-
r o modo de conceder :
1.- Privilegios para a explorado de minas em
Ierras do dominio esladaal;
2.- Licengaa para faaerem no, em trras de
soa prpriedade, os qoe estiverem as condic-
joes do ar'. 72 17 d mesma C-natitoico ,3).
(3) A minas pertencem ao proprietarlo
do solo, salvas aa limitacOes qoe forem es-
tabelecidas por lei a bem da explorado
deste ramo de industria.
(Art. 72 17 da Couet. fed.)
Eateoda ee... a bem aomeote da explora-
Co da industria.
Art. 3." -Na bypotbese do artigo predito da
Coostitoigo federal, as questoes sobre domioio
do solo, qoe importa o ao sobsolo. sero da
competencia exclusiva do poder jadiciano do
Estado, mantida a independencia resoltaate da
soa deiegaco (4) oos assumptos da sua jors-
diego, sem ooiros viocolos, qoe nao os des
1 e 2 do art. 61 da mesma Constituico, e ex-
cluida, visto e art. 62 (5), toda proroeaco por
prevenco ou connexo.
(4) A justlca federal, poder potinco, de-
iegaco da aoberania nacional, diz o artigo
15 da Constituico Federal; logo, a ]us ifia
esladoal delegao do Estado, e por tanto
autnoma, como es.e.
5) As deciaOsa dos joizes e triboaaes dos
Eatados, as materias de Boa competencia,
poro termo aos processos e s qoestss
salvo qoanto :
'1 Hibea8-corpus ou
2. E8poli08 de estrangeiro3, quando a
especie nao estiver prevista em convenci
00 tratado. ,
(Art. 61daCooft. fed.)
As jusigas do Estado nao podem intervir
em qnestOes sabmettidas (pela Constituico)
aos iribunaes federaea etc. E reciproca-
mente a juBtiga federal nao pode intervir
em questOea sebmettidas aos tribooaes dos
Estados etc. ,
(Art. 61 daCooat. fed.)
Art. 4 Aa liceogas para minorar te.lo por
objecto (6) garantir a aegoranca do8 mineiroB e
do publico, e prover Bscalisago das taxaa de-
vidas ao Estado.
(6) As limitages qua se fez ao direito
dos proprietarios do solo, nSo fe referem
absolutamente prpriedade, mas sao esta-
belecdasem bem somonte da exploraco
da indastria. ....
(Art. 72 17 da Gooslitu'.go
federal, ootu3.)
Art. 5.No caso de serem expedidas as li-
cengas eobreditas, oa concedidos os privilegios,
de que trata o art. 2 1., sero approvados os
planos das abras necessarias para a mnerago
bem como oa procesaos que ee tenbam de em-
pregar. ,
Art. 6 O presidente do Estado, no regulamen-
to indicado,' guarda qaaoto for possivel, as
leis e cos'ume3, qoe vigoravam no paiz, e as
boas praticaa do eatrangeiro:
! Maoteodo na posae e dminio da8 minas us
proprietarios do respectivo solo, salva a desa-
proprrgo por otilidade federal, estadal ca mu-
nicipal com indemnisaco previa.
2* Revendo os privilegios concedidos, no ao-
ligo rgimen, para mioerar no Estado em trras
devolutas ou nao, afim de no mesmo acto, decla-
rar caducos aqoeltes cujas clausaa nao tenbam
sido pre en Adas, e mandar registrar, aQm de
serem guardados, os qae estiverem em vigor
pala observancia dellas (7).

I


\
US
i vsm 1
y**> 1 ti n '*"i.......i ,*^

-.




o
Diario de Pernambuco- Quarta-feira 16 de N*mmbrD de 1898
"JTfVo aroTneatn. ear \k irproprreiadeTfi
miaas em (erras devolutas aassou p*t- a*
Estados, e, en tora paasaidas, para
possutdores. canoa** cperajah, par.

o governo federal paaaur sBre
:1o Imitar se fajiuapifle,roasaa>an
uu ju i estojan ao swcim o fettaat
todos os proeea-os eta aaiaulssjlM aaor:
privilegios paraffl erar aatiaoa^aer traos
firidos para anr'BovH* tos ttcias$ai> ostae
tenio a secretaria oKasriaaMura.
Anda uaaisaae, <*> art. 24 2r a UdiSo
legisla sorjrs-mtMi do anoanadad) dalla,
e o governa fa toral s pode prjver sobre
miau era virtade de lei federal; como fa-
zel-a em relago 3 qu3 sa de propriedade
dos Estados, sujei'.is, prtanlo, s leis que
estes fuerera?
Art. 7.Todas aaqaeates relativas a privilegios
deontr'ora para amwr em trras do Estado ou
nao, ou liceagas do art. 2* g 2a para fazel-o
em trras propnas, eera* 4a aonbeoimento ex-
clusivo do presidente do Estado (8), havendo
recarsa para' a Ai -mbla Legislativa somente
naquellas. qne ja nao acareai-exprs smente re-
solvidas no prediio regulameoto.
(8> Ai leis sobre p- -cessos sao daoaa
MMenp.t* x.;lasiva too Basodaa.
(Joast. federal art. 31 23;.
Art. 8 A presente" lei tera execaco desde j,
tLia io revogadas as diaposiges em comrano.
18 i parante jt. segn
JUbbbi qciaaaW*w
' yaWtatt, *
i- sares.
LITTERATUBA
ILLUSAO!
Filiado urna illusao I. Talo qa'esi'alma
rdea lo em ehamraa.; de febril paixSo...
Tolo (que fado !i qae gozou na vida
Foi ludo orna iliuse !
Ab 1 nome dlgam a ""' 'ida
E' a febre ardeote a :ue- Nem qne nao fere dentro a'alma, inuuo,
O acardamento do sonbar destello I
D'bal 'e ea.tent amortara no olvido,
T.' M es-a rrstoria do passado inteira...
Sepultar na minb'alma esta existencia
Errante e forastera 1
Ka sin'o 0. corago vasio erma,
Fro aete o.qae outr'ora tdolatrei,
Tentando espadaar uo esqueoimeato
Tuio que snesorno, Uido que amei !
E bo.e solido: libado, pre?o
Pedalo urna esperaoga aos cos, em vo,
aito que meu passado, minbas crelas
Foi tuio ama illuso !
Manuel Amo
VARIEDADES
parante A segundas, amando ambas,
ae eatvaabreaa em case
jianto al
a.
~ sasaa Vres, anaak m fu res caja
avia serraaaiado *a>10 -dN->vea>*ro,.
data saat dit*a nas-asoffevel are uoa re-
ooaa a wg 0*9*0 pavaauaawaaa* corAwalda
aaisaam p- Gustar taos M: sejatas a
t/m nopanaai o ebronis*, a asada,
na ordem chronologica, das agitacS-'s em
prol da autonoma brazileira.
E... au revoir.
A. F.
mmk DIARIA
Anal versarlo da RepblicaS fes-
tiva cnmuemareijao dess* anoivers \ 1 qae e o
terceiroda fundaga* di R^rblica do3 Estados
Unidos do Brazil, esteve bontem esta el ia le na9
oapanaia aaa a fae? dmperta na alma do que
se confessam republ caaos e sentiam que a idea
tnampbante transcenda ma3 am ma-co de con-
solidaco.
As repartijSes publicas coa-ervaram-se (echa-,
das e frente dos respectivos edificios Iremulava
o pavilbo do Cruzeiro do Sul, ao paso que na3
casas consulares es'avam basteadas rs bandeiras
das nag&es amigas, que asMm sa as-ociavam a
commemoragao do 15 de N-veinb o brazileiro.
A As-oc!ago Commercial e 08 Ban::s fecba
ram tambera, e a foMalexa do Brum s oras do
'cosame dea as Balvas do esty'o.
Os eJiticios esiivci'dm iluminados, bem como
os de associacOes diversas exi.tentes n'osta el
dade.
No quartel do li.- batalbo de iofaotaria os
inferiores e cadetes do mesmo corpo tiveram n'o
decorado e iluminado bellamente e de accesso &
visita publica, tocando a respectiva mueica d-
ala oesp:go das 6 s 10 bcras da noite, em
que se deram as visitas a qae ha ia a convidado
aqneiles enthusiastas militares, qae tiveram a
satisfacoo de se verem evtdamente considera-
dos ao apreso que merecao a saa festa patrio-
tic .
Noltem snbatltutco -Foi prorogado
a< 30 de Junbo to froximo anno de 1893 o pra-
so marcado para o recolbimento das notas do
Tnesouro de 100X e 300 da 3* estampa em cir
culago.
A reqoerimento de Banco da Repblica foi
tambem proroeado o recolbimento das notas das
emisies do exiincto Banco dos Estados Unidos,
Binco Emissor d 1 Sul e do Brinco do Brazil qae
passaram qaelie banco.
lflpo(o de fumo -Esse imposte, nomez
Hado de Oatab'O, rendeu na Recebedoria do div-
nelo federal apenas a quantia de lo.i09.
Se cakularmos no tupio a mesma verba ar-
recadada nos estados teremos para o oovo im-
posto ama receita media mensal de 66 3605 ou
a renda anaual de 7a6 3!0
Esta receita est maito louge de 6.000:000/
calculada peta le do o '{amento coma producto
I. e 1 secretario;.Adelioo Cabral e Uaurl-
cio Beaerra.
T 3pgaaTotra>naTten Bittiatbafaia' Fraapcoxteeiaa.
Foraai aarffm encarradoataa traaalttos-aaae
d'esteataaa.
Temp*. d capia* Faant, awx nossasseafcoaas
a Regatla o' fll'.a*...rebado.
AinOa aein dJM o Ofcreneat corran por cima.
.Uaaarda.oah)9alJa vataendo aiiaraalila-
f*, oifem no tcrd03 e"c6s lambem.
E todo o esforgo qae vemos no sentido de
apromptar-se, o ma.s breve possivel, o maior nu-
mero de batalefies, approvamol-o sem reservas,
abertamente, porque consideramos a milicia ct-
dada como urna aecessidade imperiosa em am
paiz dr-moc-atico, regido por ama cons.i.uigao
librrima como a oossa.
At ahi, poi8, maito bem.
O qae nao pjdemos admittir, porm, que,
para o brilbantismo da futura parada de 1S de
Novembro corrate, se preteada dar baixa de
nosto em um officiaf, cojos galops, qae Ibe ea-
feitam o puobo, foram ganbos pelo merecimeu-
lo e pelo estado.
E' 0 caso que o tenente E luardo Jos Barbo-
sa, disocto ofBMal do uoaso exercito, que exer-
ce o honroso loar de ajudaate ae ordeos do ma-
recbal Fioriano, vic.-preiidtole da repuMioa,
recebea hoatem um aviio aasiga?do po" am
coramaadant-5 de compaahla do 9* bita!h) da
gaarda n cional, e visado pelo respectivo Bacal
intimando o a qaeao praso improrogavel de ti'
ora-, se apreseaiasse no quartel daquelle bata-
Ibo, aQm d ser incluido como gaarda.
O tenente Barbosa fez o que faria qaalqaer
coega ?eu la nao foi, mesmo porque nao de-
via ir.
E nos3e nos fosse permittidore;ommenda-
riamos aos Srs. coa man (antes de corpos mais
cuidado, para nao dizer criterio, ao alisiamento
do pessoal de seus batalbOes, porque continan
do a8rim nao est longe o dia cm qae ver :.es
ai o proprio ch'fe do estado receber intimago
Dar pegar em armas.
Isto que nao espantara a oinguemporque j
temos vis'.o serem cbamados ao servigo, invli-
dos, creangas e at representantes do sexo fraco
nao deixana, entretanto, de ser urna boa pi-
iberia.
Operac6es elrargleaa-Foram Dratica
daa no bospital Pedro 11, no dia 15 do correte,
as aegaiote8:
Pelo Dr. J.'.u Rangel:
Extirpagao de epltbeiioma da dorso do dedo
indicador da na > direita.
Amputagao de doas dedos do p d-rilo, re-
clamada por esmagamento.
Pelu Dr. Arnobio Marques:
Abertura de abeesso com extraegao do OS30
pisiforme.
Pelo Dr. alaquias:
Oscbeotomia, reclamada por elephantiaais.
Extirpagao de epitbelioma do ngulo interno
do olbo esqoardo, inv diodo aa duas palpebras
e a raiz do nariz com autoplastia a costa de re-
ta loo da f.ice.
JDR1SFRUDEHCIA
Rojcnrio par or **pr<9to Tribunal Federal
AO TROTrOIR
A obxoaaa muiU vea simplesmente I provavel de tal fon te de'renda.
am trecha da biogrraphia do
que as palavras iigeiramento escriptas
deixa ir peJayoa da sua alma, sendo Iba
completamente indiffirsnte o leitor, de
quem elle t deseja ter a grata recorda-
9ao de que oSo gaarda oomsigo aeabuma
record.cSo, era para estimar aera para
odiar i aasim que em nada interessa
ao leitor a amrmacao, por mim feita na
ebronica pas3\da, da existencia de am fi-
cto todo intimo que s pode ezercer bu
i.fluencia sobre mea ser.
Na realidade poaco importa a quem
osar que seja o (aetD de ter ea visto por
taaia de ama vez n'am do camarote de
primeva ordem do theatro de Santa Isa-
bel urna menina qae vale maia qae am
posma, porque ella a mais pura mani-
reatacSo da Forma, da Forma a que am
chronista adora, n'um fanatismo vardadei-
ramente sincero e sinceramente profundo.

Urna fraftti"*. m-is qae is o, a person:-
cagao do Eterno Fauiniao, na pbraae
elegante e germnicamente coufwa de Goe
the. E o Eterno Femioino um tuentoa primarios de ted-; a ep>pa, do
toda a mythoiogi, o me. .' d t:-da rcli-
giao. E o Eterno Femioino a Helena
grega admirada pelos anciaoa Sita ra
ptada palo Bavana a reconquistada pela
Roma, Rachel consolando Ahaaverus
oerseguido pelo edio do mando, Lacre-
c>a tazando baquear a realeza na antiga
Rjma, Veturia salvando ana patria,
Jith com sua aadaci, Debora com
sou patriotismo, Esther com sua dedi-
cagao.
E' ama mulher qae vale mais que urna
mnlher, porque a perfeigao, porque
a syctbese de todas as perfeigo* a a
deidade qne o ebroaista costuma a
dmirar atravez do fino christal de sea
seu monculo qaasi todas aa noites no
theatro de Santa Isabel, sob r. loa :.a do
%&z.
oosoladora, arminoBamente "consolado
ra a sua preBenga me coaveacau, o brign
do a micha inBabmissSo a aceitar o asser-
to 'e Dcuascnel, de que a mulher su-
perior ao bomem nSe s physica mas in
tellectaahnente, tanto pela alma como
pela belleza.
Um encanto, sem davida, a diva qae
de um dos camarotes de primeira ordem
ooBtuma assistir s primeiraa das operas
ltimamente cantadas em nosso theatro e
a quem dedico obscuramente, sem qae
ninguem sai >a, nem ella mesmo, o mais
cordial affecto, o mais puro amor,

O mais puro amor o que eu dedico a
beldado de meus sonhos, mas nao infe-
lizmente o mais puro amor o assampto das
operas qae a ompreza Homenagem a Oar*
los Gomes nos tem dado.
Nao ; as operas da escola italiana nao
ha lagar para tanto, ahi nao Be podo en
contrar to nobre sen ti ment, qae nSo
filho da carne, mais da idea, e a escola
italiana s canta a.carne. E por isso
que as plateias, mais Ilustradas vSo pou
00 a pouco dando de mSo a essa msica
mrbida, langorosa de qae e resalta,
oomo dase alguem, alguna duottos que as
donaellas beliiacam ao piano E' por
igflo qae ocm muita razio affirmou Eca de
Queiroz, que cada opera da escola italia-
na am lupanar, cada duetto, cada alegro,
ama excitaban critica.
Fel-smente, porm j estamos em um
periodo de transiccSo, a Ilustrada plateia
da adiantada oapital de S. Paulo acaba
de appiandir o Lh'engrin, a capital Fe-
deral ouvio ha poneos das a Tamhauser,
opera da moderna es cola idealista, de
que como que o decalago e Lettre tur
la mutique de Wa-gner.
Se a e=cola ideahata tem algum dec-
logo a qae seas adeptos devano obedecer
mais ou menos fielmente, a ebronica nao o
tem porque conserva para si a maia plan
liberdada de ser vana, doidivanas e irri
Suieta, para borboletear por entre as
orea dos jardins a das salas, beijando as
primeires e curvndose _respeitoBameote
chronista ocletiade Musical Otlndenue 1S
'' de SoiemHro-Fe3tejoo na segunda feira es-
sa sociedade, de cede em Olinda, l 3- aniver-
sario de sua fundago por u ce de am sarao,qui
teve lugar no pago da Iatendencia municipal
daqaella cidade.
A festa esteve brllbante, e a sociedade coeva
da ttepublicacommerou a saa fundago igaa-
mente.
FeatiTldade religiosa Reallaouse do-
mingo a festa de Nossa Senbora do Rosario, em
saa igreja na fregoesia da Boa-Vista.
No Evangelbo e noite, pregn o misionario
lazarista padre Jos de Mana, que discurren lo
eioquentemente sobre o objecto da festa. patea
teoa ai grandes virtudes 10 Rosario, e como,
semelbanca de Domingos de GusmSo, era esta
arma pacifica, forte e temivel contra os inimigos
da Religio Christ.
Te-miDou fazeado am his'o-i:o do Catbolicis-
mo, animando a irmaadade da igreja do Rosario
a proseguir na senda brilbante at al trh .da,
daado d'est'arte orna prova de recoobecimeato a
Virgem po' cuja honra se celebrava aoella fesla.
Kealisou se lamoeui na igreja Uo Livrameo-
lo, a fen'a de Nossa Senhor as So elide.
A ajti-3 aisoa.u a i.ibjja sagrada, o
eximio areg'idor pa re Macaad, que ebeio de
verdadeira uncgfto e eloquencia, fallou darant-.
meia hora sobre o objecto da testa, perorando
I brbaotemente, appellaodo para os senmentos
I re!g'oo3 ''os circumstaotes, para que nao se
dcixissem levar por esta onda devastadora que
pretende anaiquilar o piedoso sentimeato cbns-
lo.
A' aoite bou ve Te Oeum, coma fra annan-
I cu.to.
Em todos es actos tocou a msica do 14. bata-
lbo de iofantatia.
Or. ii>> Marlanno Eoibarcca ante-
bontem cam destino a Capital Federal, o Exm.
Ir. Dr. Jo- Marlanno Carneiro da Cuoba, digao
ch'-fe do partido autonomista de Percambnco.
Os feus c migos em crescido numero; foram
aeompachal-o at o c^s da Liugueta.
Desejamos Ibe feliz viagem.
O lempo -Deixou de fazer pa'e da redac-
go d'ecse orgo da imprensa fluoiineose 0 alus-
trado Sr. Luiz Quirino.
Motivos de ordem particular levar^m n'o a essa
sv.-gregaao, segundo o deciara em cjrtu de des-
pedida ao D.-. Rangel Pestaa.
Fm aoiTrasioAmanba pelas 7 1/2 boras
do dia rezam se mi asas na igreja matriz da Roa
Vista em coinmemoracao do primero aaniversa-
rio da morte da Sra. D. Marianna Rita Accioli de
Vascoosellos.
E' urna bomenagem piedosa dos Albos aquella,
cuja lembrargi nao fallece em seus peitos.
Baiaeo Popular -Reanem-M boje ao meio
dia os accionistas d'esse Banco em asae.rbla
geral extraordinaria.
A reaniao celebrada no palacete da Associa
gao Commerclal, e tem por tim resolver sobre a
transferencia da sede do estabelecimento d'este
bairro para o do Recite.
Errata -No nosso edictorial de bontem de-
ram-se os seguintes engaos typograpbicos :
Na 23. linha da i.* columna onde se lludo
pronuueiava deveer-se ha ler tudo prenun
ciava.
Na 32., liaba, onde se la campanha rep-
blica der-se a lera campanha republi-
cana.
Deram-se mais oatros pequeos engaos, qae
deixamos de corrgir, p^rqus o bom soaso do
leitor snppnl-os ha certameate.
Carlota BlbelroPreslou exame as ma-
terias do 3.' anno da Escola Normal, esta intel-
igente e applicada seubora, que em todos os
t-ximes que foi submettida sempre obteve dis-
liocgo
Cbeia de gasto como pelas lettras, nos augu-
ramos lne um bello futuro.
Conferencia rellglona -Tem lagar boje
s S horas da tarde a 9.a das conferencias ao
Revm. padre missionano las de Maria na igreja
do Convento de Nossa Senhora do Carmo.
A' essas conferencias tem assistido sempre
grande numero Ce deis, qae silenciosamente ou-
vem a sagrada palavra expresssda pelo digno
missionario, que tem se esforgado bastante para
que guardada nos coragbes de lodos os deis, abi
produza 03 seus fructos, e estes se manifestem
na pratica, ongidos do espirito christao.
Fr.iieciment-No dia 8 do corrente, no
Estado do Para saccambio a ama uremia o hon-
rado presidente do Tribunal da RelagSo d'aquelle
Estado o desembargado,- Romualdo de Souza
Paes de Andrade.
O finado qae pelo sea espirito cultivado e recto
era am dos ornamentos da saa ciaste gosava de
gera! estima e t aba grande aflu.-ncia poltica
entre seos conterrneos.
, Ao seo digno fliho Dr. Geraldo de S Paes de
Andrade, jaiz de di-eito da vara civel da capital
d'aqnelie-Es ado, nossos psames.
Dom Pedro de A'cantara -E u reuaiao
j'ess.; Gremio Litterario effectuada na quinta fei
ra altima, enlroa em jarj, sendo absolvido un-
nimemente, o persooagem Pe ro II.
Foram acceitos socios efiectivos os Srs. Paulino
Freir, Adelioo Cabral e Evaristo Ramos; e bo
norrios os D.s. Albino Meira, Jos Mariano e
Barros Sobrinbo, sendo igualmente resolvido que
se laocasse na acta um voto de gratido s re
daeges do D.ano de Pernambaco* c Jornal
do Recite.
Em coB?eqoencia de vagas existentes na dlre
ctorla, procedida a eleigo, sabiram eleitos:
PresidenteHenriqae Almeida.
Vice presidenteAlberto Ferrere.
PaaaaseiroaCheados do sul no vapor
italiano Rio de Janeiro*:
Glovanni Vleme. R. Sterliog Falkland, afaria
do Na cimento, Augusto Alferi, RipbaelDeive
cbio, Hangs Cocvan, Adolphe Ryw.'ier, H.
Slanley. Gerard Emm-li..g.
Satn ios para a Europa no mesmo vapor :
Aonlbale Sango. Pietro Giosaunine, Agosliobo
Borghese, Elvira Cj'.tiila, Francisco Moliterna,
Lmgi de Angelo.
Sabidos para o eal no vppor americano Se-
goranga :
E. Novaes. Epaminoodas de Barros, Julio Es
ciada, Jallo de Souza, saa senbora, 1 filbo e 1
crUda, Dr. Jos Mariaano Carneiro da Caoba,
Polidoro Barlamaqui. Autonio Vicente Villas-
BJ3, G. K. 3>wart.
Cbegados do sal no vapor nacional San-
telmo* :
Joaqaim YellozaFreire, Eugenio Cascao, Fran
cisco M. ae Aorea.
Sahidos para o sal no vapor nacional Ve-
nus :
Jos Alfredo, Thomaz Cusma?, Joao Roubado.
.eiiaca EtTeciuar-se-nao os segaintes :
Hoje:
Pelo agente Martias, s 11 horas, I ra do
Imperador n. 39 de predios.
Pelo ageate Gusmlo. s li turas, roa Mr-
quez de OUuda n. 48, de cspo'as, chapeos e mui-
tos oatros objectos proprio-, para senhoras.
Amanha :
Pelo agente Pestaaa, travessa do Corpo San-
to n. 27, armazem, do cavallo Roulanger, ao
meio dia ; e de am sitio com casa de pedra e
cal e omitas f.u:ieiras, s mesmas boras e ao
.mesmo logar.
Pelo ageute Oliveira s 11 boras, ra do
Bom Jess 0. 17, de diversos objectos de es-
criptorio.
ias foeM>-Serio celebrad -s :
Hoje :
A's 8 boras, na matriz da Boa-Vista, pela alma
de 0. Amelia Candila Pessoa ; s 8 horas, na
matriz de Santo Antonio, pela alma de D. Maria
Joaquiaa da Rocba Cavalcaote ; s 8 boras, na
igrej de S. Fraocisso de Paula, em axaog,
pela alma de Joo Firmlno Correira de Araujo.
Amanb :
A's 8 horas, na igreja do Carmo, pela alma do
Joaquim Floro da Silva ; s 8 horas, na matriz
de S. Lourenco da Malta, pela alma de D. Catba-
rina Ricci de Miranda Curio.
Casa de DetencaoMovimento dos pre-
sos da Casa de Dctengao do Recite, em 14 de
Novembro de 1892.
Existiain 383, eatraram 8, sabiram 2,exis-
ten) 391.
A saber:
Nicionae 372, mulheres 6, estrangeirca 13.
Total 391.
Arragoados 363.
Bons 338
Doentesl6
Laucos 8.
Loaca i.
Total 363.
Movimento do enferman 1
Tiveram alta :
Marcos Ralis da Silva Carvaiho.-
Olvmpio Porfirio da Silva.
Crispim Jos ae Franca.
Hoaailel Pedro O -O movimento desse
estabelecimenlo de caridade cargo da Santa
Casa d Misericordia do Recite, do dia 14 de
Novembro, foi o seguate :
Exstiam 643
Entraram 2
-----645
Sabiram 28
Fallecern; i
Exlstem 630
----- 659
Foram viiadas as eaermarias pelos seguin-
tes Drs. :
Moacoso entrn s 8 horas da manba e sa-
oio s 9.
Barros Sobrinbo eatrou s 7 i/4 da manh e
sahio 'uhio as 8.
Malaauias eniron s 10 da maana e s<,oio
li 3/4 auras.
SimOes Barbosa entrn s 10 da manh e
sabio s 11 3/4.
Be-ardo entrou s il da manh e sahio s
11 3/4 horas.
Arnobio Ma ues entrn s 10 da manh
e sahio 4.- 11 3/4
Lopes Pessoa entrn s 8 1/2 horas da manh
e sahio s 101/4.
Vi> ira da Cuaba entrou s 9 3/4 da manh e
sahio as 11.
Andrade Lima eatrou s 9 1/2 la manh e sa-
bio s 11.
O pharmaceutico ent.ou s 8 1/2 da manhi e
sahio s 3 da tarde.
0 ajudante do pharmaceutico entrn s 6
boras da maub t sabio as 5 hora; da larde.
Cemlterio publicoObituario do lia 14
de Novembro de 1891.
Bigardo, Pernambaco, 7 meses, Graga ; ac-
cesso pernlsioso.
Perpetua Maria Vianna, Pernambuco, 50 an-
uos vluva, Graga ; cyrrbose do ligado.
N berto, Pernambuco, 10 mezes, Santo An-
tcuio ; dentigSo.
Alice, Pernambuco 1 das, S. Jos ; catarrho
Buffocante.
Martinha Ferreira Lopes, Pernambuco, 60 an-
uos, solteira, Boa Vista ; rheumatismo.
Josephs Maria da Couceico, Pernambuco, 75
annos, viava, Boa-Vista ; inaoigo.
Jos, Pernambaco, 2 das, S. Jos ; broncho-
pneumonia.
Ml&S DA RECORRERTE, A 00MPAOR1A FERRO CARRIL DE
tIBNACC0
CoBmdo Tribunal
ACompaohia Parro Qirril d-r Paroanaaicj pelo presente e-
corao pele vos a revisaj fot accor o de flj. 102 e 143. proferi-
dos coatra o sea direito expressineote garantido pala CoTstitui-
go Federal.
Antea de demonstrar a uecessidale de ser reparada a lajas-
tiga felta & R>carrente por aquellas accordos, cumore provar a
legitimidade des te recurso.
A Reeorreote intentoa a aego ds i. 2 chaira a Recorrida a
CompanQia de T-ilboi Urbanos 1o R;clfe a Caxangi, para impe-
dir qae esta rlzesse parar os seus trens no arrabaile deno-ninado
TORRE, para ab' receoe p detxar passageiro3, par ser isto offen-
sivo do privilegio qu-> lie foi concedido p^to art. 25 do contrac-
to celebrado com a provu:ia, hoja Estado, en 17 de Fevereiro
de 1873
O nferido artigo acaa-sa re ligilo em termas claros e p-eci-
sos ae modo a evitar quilquer duvida ; diz elle:
A eoaeessao feia a Coajpsnbia Fa-ra Carril de P rnariitni^o
gosar lo privil g o exclusive por tempode quarenta e oito ao-
n 8, coala ios da l.ta do presente contracto, daraate os quae3 a
ninguem se- psrastudo, sob qualquer Dratexto que 3eji tran3-
portar nassag.'iros sobre trilhos oa ca-ris de ferro ou de madeira,
quer aa cidade. quemas 3atarbios servido; rea Compaabia,
sem prevo accorda com :!la, salvos os direitos ja adqae-ilos em
virtude de lei.
Sendo a Torre suburbio servido pela Companhia, preteog&o
de receber e deixar ani passageiros off-sadi o privilegio da !le
correte, garantido espressamante pelo 17 do art. 72 da Cons-
titdigo Federal o direita de prop'iedade maatem-se em toda a
saa pleuitude, salva a desaarop'iago oor cecessidade ou uttlida-
de publica, mediante indenisaeo previa *.
Contestando a aegAo, a Recorrtate ailegoa que a'su pret^ngo
fundava-ae no contracto celebrado em29 le Outubro de 1890, aa
torisao pelo ac do Goveroado- do Estado de 18 io mesmo
mez, de accordo com a tal n. 2044 a 5 de Agosto de 1889.
E' pois maaitesto que para justificar a premeditis otleasi
ao direitn da Reco rente, invoca-so urna dispisigao de lei e um
acto do Gavernador do Estado.
Ora, eanameranlo as attribaigOes Jp3te Venerando T.ibuual,
a ConstUnigAo disnOa no art. 59, que Ibe compete rever 03 pro
cessos Huios (111 1 b) quaodo se contestar a validad de leis ou
de actos dos gove-nos dos Estados em face da Constituiga ou
das leis fede-aes. e a deciso do triouaa' do Estado considerar
validos esses actos ou essus leis impugnadas ; logo nao p le
restar duvida alguma sobre a legitimidade do presente re.urso
Entretanto, a Recorreate teve noticia de que a Recorrida re
clamou por petigao contra o des.iacbo de fl 147, pe'o qual o il-
lustrado jaiz 'elator mandou que o esenva tomasse por termo o
mesmo recurso, reclamago que deixou de ser a -'. n r 11 o que
dea lagar a que ella se dirigas* ao T ibunal, pedia o qae relor-
masse o despacho do juiz relator ou que pro vid sacias 3e no senti-
do de nao 8T expedido o recurso, apezar de ter sida lavraJoccm
as formalidades legaes o esp-o.ivo termo a fls. 148
A Recorreate, nao conbecen io os argumentos ir. vacados para
contestar a legitimidade do recurso, limita se a aponderar : i-
que sao prevalece a considerago de que hoje nao existe mais o
recurso de revista para as cansas civeis ; porqaano no caso pre -
sent e era outros semeibimes foi elle expresamente conesdido
pela CoaetituIgSo Fe eral ; 2- que tambem nao n-^ceie a caafi-
derago dedozida do valor dado a esta causa (1:0004) porquanto,
nos c-sos en que o legislador cooeedeu o reerso de revista, po
de elle ser icierposto qualquer que sejo valor di demaada. O
recurso foi oatorgado em favor do di-eito garantido pela Cjosli-
i.uico ; sempre, pois, que elle for violado, qualquer que s ja o
seu valor, pode o ofiendida asar do dito recurso.
Isto posto, a Re:orreote passa a ana'ysar os fundamentos dos
accordos recorridos para patentear a ioiquidale de qu> pLa
foi victima, conculcaodo se o seu direito expressamento garantido
pa Coostilaico Federal.
O accordo a Qs 102 v. coafirraou a senteaga de fl1. 55 por
seus fundamen'oi; mas allegando a Reorrente que a fundamentos da mesma seoteng eram to fateis que nt-m ante3
nem depois d'-la baviam sido adoptados pela Recorrida, o acco*-
do de fl. 143. cotfi-mando a deciso contida no anterior, diz que
ella funda-se: Io em que o,contracto de 17 de Fevereiro de 1875,
pretensa base 10 direito da embargante, fsta revogado pela de 20
de Agosto de 1869 na pa-te em que nao foi reproluzido oa man-
dado observar por este ultimo ; 8. qae (copiamos lateralmente)
ainda quando o contracto .e 17 de Fevereiro de 1875 nao estive3-
se revogado, como est p lo de 20 de Agotto de 1879, na se po-
da boje, em face da clausula 4 do contracto da embargada, ce-
lebrado em vlrue de lei inspirada em razoes da mais instante
utilidade publica, dar-se execugao a clausula 25 qua foi implcita-
mente revoeada pela clausula 4*; 3.a que se no dominio do con-
tracto de 17 de Fevereiro a embargante tinna o direito, por torga
da clausula 25 de exigir previo accordo com a embargada, para
que esta podesse transportar passageiros sobre trilbos oa carrls
de ferro ou madeira (textual) por ella servid, s, esse direito nao
pode subsistir depois da inoovacio do contracto da embargada
d 19 de Ontabro de 1890, em execugSo de ama lei, com disposi-
gao expressa e contra a qual o poder judiciario nao pode, em
cas. algum, oppor embaracos, deixando de execatal-a, Bra en nao
aquella disposigo o privilegio pelo aual pugna a embargante
e sem atieago a ac ordos possiveis, previos oa aSo, com qae
nada tenr qu^ ver o mesmo poder judiciario, sendo que, na hypo-
tbese dda, se ara (a se considera a embrgame com direito de
oso e goso do referido privilegio, deve allegal o perante o poder
competente.
Sao estes os aicos fundamentos invocados pelo accordo
recorrido para colorir a rj'usta deciso qae elle consagra.
Apocar de estar demonstrada a improcedencia de todos elles
no luminoso voto vencido que se l de fl-. 144 a fl 145, n Re-
crreme passa a aoalyaal-as, para mai ama vez pateotear a ia-
jastiga com que o Superior Tribunal julgou im-rocedeatea acgo
intentada em delesa de sea direito, saa propriedade, garantida
pela Constimigo.
O contracto de 17 de Fev. re.ro de 1875. coja clausula 35 con
sagra nos termos j transcriptos o privilegio da Recorreate, nao
foi revogado pelo de 20 de Agosto de 1879.
Afurm<>ndo, como offirma exactamente o contrario, o accor-
do recorrido ataca a aaoridade da cousa julgada, colloca-se em
diametral opposigo 3 iatelfigeacia que o Governo e a Re.orreote
sempre deram aos meamos contractos e finalmente consagra um
principio iosastentavel ueraute o proprio contracta da 1879 qae
em qoasi todas as suas clausulas suppOe a coatiouago do coa-
tracto de 1875
Tendo a Recorrida em 1883, contractado com o Giverno aban-
donar a linha de Dous Imos Caxang para construir am ramal
que, partindo do Eatroncamento, passass? pela Cipunga, atraves-
sasse o rio no porto Lissere, segoisse pela Torre, Estrada Nova
e Caxang at a Vanea, a Recorreate procuren resal.- r o seo di-
reito e n'esse intuito foram adoptadas no contracto celebrado com
a Recorrida as el salas 17.*. 18.* e 1.a, constantes do iocumento
a fls. 6.
Nao obstante essas clausulas garantidoras de privilegio con-
tido 00 contracto de 1875, a Recorrida pretenden collocar um
desvio aa Torre, qaando a'sentou ahi a saa oba; a Recorreate
ictentou a acgo de embargos de obra nova, jaleada procedente
pela sentenga de fls. 37 proferida em 11 de Jaiba do 1885 ; oppos-
tos embargos a essa sente..ga foram despresados em 8 de Agosto
do mesmo anno, docameuto a fls. 39 ; interp so o recurso de
appellago, d'elle desisti a Recorrida, documento a fls 40.
Pelas referidas sentengas, qae assim passaram emjulgadc,
foi deciduo em 1883 ju: o privilegio concedido pelo contracto
de 1875 licou em intelro vigor apszar'do contracto de 1879 e para
garanta do mesmo privilegio prohibise a censtruego do desvio
que a Recsrrida projectava para iludir nao s o contracto da Re-
crreme, como o sea proprio contracto onde se encontravam
clausulas garantidoras d'aquelle.
Ainda convem acrescentar qae, construida a liaba sem o des-
v'o, a Recorrida, desejande re;eaer e rteixar passageiros oa To.--e
ecommenlou aos conductores de seas trens qae, quando passas-
sem no referida lugar d miouissem a mar 'ha de modo que 03 pas
sageiros podessem sabir e deseer dos carros sem difllc'ldade al-
guma ; obedecida fielmente essa ordem, acontecen o qae a Recor-
rida espera va, a saber: os passageiros comecaram a sabir e deseer
dos carros na Torre.
Vendo entao a Recorreate que o seu privilegio estava aeado
desrespeitado, intentou ama acgJo sommaria para ser mante-
ni !a no goso d'elle, acgo qne foi julgada procedente pela seo-
tenga de fls. 8, proferida em 24 de Abril de 1886. D'esaa sen-
tenga interpoz a Recorrida o recurso de appellago ao qual at
baje nSo dea andamento sem davida par estar couveucida ue que
nenbuma vaotagem poda auterir.
Do exposto v-se q e, quer em 1885, quer em 1886, o poder
judiciario coasiderou subsistente o privilegio concedido a Recor
rent6 pelo art. 25 do contracto de 17 de Fevereiro de 1875. apezar
do contracto de 20 de Agosto de 1879 nao reproducir oa nao
mandar observar o mesmo art. 25, o qae nao era preciso, como
adiaste demonstraremos.
O accordo recorrido afirmando que o contracto de 1879 re-
vogou o ce 1875, contraria, ata :a sentengas que passaram em jal-
galo e qne Ibe cumpria respeitar fazer reapeitar.
Nao foi smente o poder ju ciar'o quem conaiderou subsistente
o contracto de 1875 depois de celebrado o de 1879; qoer o Go-
verno, quer a Reeorreote, isto as pactes 'cootractantes, sempre
y nsavam assim
Ainda ltimamente, em o de Maio .do anno prximo passado,
o G verno exigi qae a Recrreme camprisse a clausula 6.* do
contracto de 17 de Fevereiro de 1875, na parte referente ao pro-
longamento da linha da ra do Baro do Triumpho at a estago
ds estrada de ferro do Recite ao Limoeiso, no bairro do Recite
(documentos a fls. 90 e 91); ora se o Governo con.iderasse o
contracto de 1875 revogado pelo de 1879 nao exig ria o campri
ment de ama clausula d'aquelle, nSo reproduzida n'este.
Por sua vez a Rocorrente proceden sempre de modo a aso
poder saspeitar se qoe ella acreditava em tSo pbanastica revoga
cao; para nao repetir orna serie de setoa praticadosWiareamente
de accordo com o contracto de 1875, bstanos lembrar que ahi
estipulou-ae a obrigag; de pagar a Recorreate 2:400*000 por
anno ao Engenbeiro Fiscal nomeado pelo Governo ; e, apezar
d'cssa clausla nao ter sido reproduzida 00 contracto de 1879, a
Reeorreote effectuou sempre com a mxima poatoaJidade o rete"
rido pagaaaaoto.
A Heejrrente poli acrescentar anda qne a Recorrida tam-
bii paasoa ppio mesmo modo, pott qae ato s aa* causas jal-
fi?" *? i885.^'886 B*J lnvocoa revogaeo do contracto de
1875 dIo de 1879. como na presente cauta deixou de a-ticular
semelbant rsvogago nos embargos de fls. 15 ; e as razos fl-
Bies a fls. 48 v. apenas dase que ra tnuUo uvtoto que anda
eiticesse em vigor o privilegio ae qae trata a clavuula 25 do contracto
da Reorrente depois damnovafio do mamo contracto feita com a
mesma Reorrente emi879.
81 a Recorrida aao estivesse coiveacida de qa? nao exisia
semelbaate ravoitagao rio se limitarla somante a considerar muito
duvidoso que '.inda estivesse em vigor o privilegio..... ella sem da
vida alguma se attatetarla con a revogago e por este mado fica.
ra dispensada de sustentar a perigosa doutrina que sastentou
(fli. 41) 90 torga da qual tem o Governo o direito de revogar ad
Itbttun os privilegios concedidos em contractos e o poder jud'.ctario
apena tem a altribuicao de manter ou garantir os privilegios reco
nliecidos pelo Governo! I
Pasa cjaveacer da qaa o coatracto de 1879 ao revogou o
de 187J, a Recurrente pode dispensar perieitaneate o jaizo da Re-
corrida ; basta attauder para as clausu' 3 da um e de outro coa-
tracto.
O do umeaio da fl 78 1 fls. 81 conten urna cartiia do theor
do coatracto de 1875 cam 42 ntigas e do contracto da 1879 ape-
nas cam 13 ; es3e dacumeata fo. juato aos ; uto- para demonstrar
a m f com que a Rorridi requerea a ci-ild) de fli 22 v.
Pas bam, com alie demonstraremos que o contracto de 1879
nao revogou o de 1875 e antes suppoa que eilfl continua em vigor
as clausulas nao modificadas.
As tres p-imairas clausulas do contracto de I87 obgam a
compaahia a prolongar alguna3 das 1 nbas existentes ; a 4* deter-
mina que o p-eco da passagem, apesar da prolan^ameata. na
exceder a 200 is ; a 5* estabelece aovo poata de parada para
os carros que fazem o servigo de 100 r3; a 6' leclaraado ficul-
tativo o servigo da diligencias, accresceata qa* lieim sen effeito os
arte 32 a 37 do contracto de 11 de Fevereiro de 875, continuando
a vigorar pira os pontos aetailnentaperco-ridos peas diligencias
os pregas estabeleeidos ao coatracto e sendo para quaeiqner ao-
vas Inbas cobrados os pregos das passageos na proporgo kilo-
mtrica d.is ac'.uaes.
Esta ciausala. declarando sen sfTeito os arts. 32 a 37 do can
tracto do 1875, supp que odn os outros artigas do mesmo con-
tracto u5o r vogados oa nao moiUcado3 expressameate por este
contiauam em vigor.
jt clausu! >s 7* e 8" d contracta de 1879 marcara prasos para
a caa3t:ucgao dos proloaganeatos da liabas a qae a Recrreme S8
obriga.
A clausula 9* a:hi-se assim religida : o art. 15 do ontrac o
vigente rica sub; ituiio pelo seguiaie : A Compiaata dar passa-
gem gratuita em seus carros etc. etc. Ora si esta contracto im-
portassa a revogago do de 1873 aa -:e. dira abi que o art. 16 do
contracto vigente Icava ubs'.ituido pelo seguiaie etc.
Qiem quer qae examine im parcialmente essa clausula re.o-
nhecer que o caatraota da 1379 declarando vigente o ceatracto de
1875 a substitualo um de seus artigas por outro, supps ex res-
sameate qae este contina a vigora-.
A clausula 10" dxa o sentido do 3 da srt. 1 do contracto de
1875, ridigindo-o de m la a evitar 4uv;das qae se iiaviam susci-
tado acerca da obrigigSo que a Compub.ii conranio de conser-
var o calgameoto das :u-s e pontos.
A clausula 11* di.-peasa a Companhia de pagar & provincii a
prestagode qae trata o rt. 42 do contracto de 17 de Feverpiro
de 1875, logo que livor concluido o rama! da -'apuoga.
A clausula 12 refe.-e-se aos carris que devera ser empega-
dos nSo s nos proloa?ameatos que a Recrreme obrigou sa a
coastruir, couo em suostaigo dos qne se achavam eata as
liabas. .
A el tasla 13', finalmente dispe o seguate : Os proloaga-
m^ntos que se execntarem pa- e3tp accoroa, na forma do dito con-
tracta, flearo pe-tencenjo ao G>veroo uo fim do praso do privi-
legio concedido a Companbia.
Ora. ser possivel qae alguem de bi f acredite que o con-
tracto de 4879, referiado se oestes termos ao privilegio concedido
pelo art. 2j do contracto d; 1873, revogou o m-'amo privilegio 1
Nao por ceno. Essa imaginaria revogago um verdadeiro
sopbisma com o qual a Recorrida pretender, bem provavel, con-
vencer de que n 6 almissivel o presente recursoe
Mas, estamos tambem convenc d)s de que os illustrados Jui
zes, a cujo juigamento vai ella ser sabmett'do, re:oobecero qae
o pretilegio longe de te- sido implcito ou explcitamente revoga-
do, foi explcitamente confirmado pelo contracto de 1879 e que
portacto o direito que d'elle resulta, propriedade da Recorren'e,
garantida pela Constltuigo Federal, foi atacado iniquamente pelo
accordo recorrido.
NSo confiando na revogago do contracto de 1875 pelo de
1879, celebrados ambos entre o Governo e a R corrale, o accor-
do recarrido diz que o privilegio concedido pelo art. 23 d'aquelle
contracto foi implicitampnte revogado pela clausa 4.a do coatracto
de 29 de Oatabro de 1890, celebrado entre o Governo e a Recor-
rida.
Este segundo fundamento do accordo deve sorpreheader a
qaem qoer que o lea, por mais limitadas que .-j-.ai as GogCes de
direito que tenba adquerilo com a simples pratica do foro e sem
que tenba frequentalo qualquer curso jurdico.
Com effeiio, se nao esvesse escripto no accordo a fls. 143 v.
que o contracto celebrado entre a Recor.-.da e o Go?erno, revogou
implicitameute o cootraeto celebrado eotre a Reeorreote e o Go-
verno. quem ousaria acreditar que dous Juizes de um Trionnal
superior subscreveram com es seus uomes semelbante diaparate?!
Pois um contracto celebrado entre A e B pode revogar expl-
cita ou implcitamente o contracto celebr.do entre A e C? Qae
direito, que jurisprudencia 11
A Recrreme faltara com a conslderago qae deve ano dou'.os
Juizes ti se demorasse na reputago d'esse segundo fun lamento
de accordo.
O terceiro e ultimo fuodamemato do accordo recorrido nada
adianta, pois repatigo do segando cam alguas desenvolvimien-
tos qae someote tem um merecimemoo de pateotear a impro:e'
deucia do jul ado e a coragem dos julga lores.
Com effei'.o, diz o accordo em terceiro lugar qae, si ao do-
minio do contracto de 17 de Fe ve-airo a Recurrente tiuh 1 o direi-
to, por torga da clausula 23 de exigir previo accordo com a Recor-
rida para que psta podesse transportar passageiros para os subor
otos servidos por ella, esse direito nao pode subsistir, depois da
innovago do contracto da Recorrida de 29 de Outubro de 1890.
Ora, dizer isto o mesmo que dizer qae nao pos; i ve: exe-
cutur a clausula 25 do contracto de 17 de Fevereiro de 1875, por-
qaa foi implcitamente revogada pela clausula 4.* do contacto
celebrado com a R corrida, logo o terceiro fundamento repetigo
do mesma paradoxo comido no segando ; quer em am qaer em
outro os votos vencedores do accordo recorrido firmaram como
principio., cono dinlrioa juridcaque o direito resaltante de am
coatracto pode deixar de existir em consequencia de outro con-
tracto cel brado catre outras partes.
Si esse principio, se essa doutrina absurda nao estivesse es-
cripia na accordo a fl. 143, repelimos, ninguem cortamente acre-
ditara que dous dos Juizes do Supero- Tribunal d'aste E-' lo a
aatorisaram com os seas nomes, ai ida aepuis do appeo foi'.a a
fls. 137 v. boora do mesmo Tribunal.
Deixando a margem semelbante disparate, pois :n!oiraxAn-
te excusado repital-o, passamo a apreciar os desenvolv lentos
adduzi los no accordo recorrido em sua justiQcagSo.
Iovoca-ae abi a coasiderago to que o contracto de 0 vtobro
de 1890, celebrado com a R corrida foi feito em execaga de urna
lei com disposigo expressa.
Sempre pa-eceu Recorrente que a itaia lei devia ser en-
x endida em termos babeis, isto devia ser executada sem 1 ffensa
de direitos adquiridas, garantidos pela ConstituicSo Federal e por
todos os governos, mesmo os mais revolucionarios.
O Gavernador do Estado, usando da aatorisaco, da facul lade
qae a lei ihe concedeu, celebrcu com a Recorrida o contracto de
29 de Outubro de 1890. no qual limilou-se a repetir as palavras
transcriptas.
Temos, pois, urna lei Ja Estado e am contracto celebrado
com o seu Governador; essa lei e esse contracto autorisam o ata-
que propriedade albeu garantida pela Constituicao T
Parece-nos qae nao. Peasaalo assim, dissemos que a Re-
corrida para cumprir a obrigaca centrahida devia promover o
accordo necessario para construir a estago entre a? do Lassere
e do Zumby, na estrada do povoado da Torre oa desapropriar o
privilegio de que gosa a Reeorreote por torga do sea coatracto de
17 de Fevereiro de 1875, autorisado expressameate pela Lei n.
1141 de 8 de Junbo de 1874 art. 56 e approvado pela Lei n. 1214
de 21 Junbo de 1875.
Dissemos ainda que nem a Lei nem o Governador do Estado
podio querer o ataque, a offensa do direito adquirido, do privile-
gio que constitua urna propriedade da Reccorrente, da qual ella
aa padia ser privada sem accordo oa desapropriagao com previa
iaJemnisago, nos tormos do preceito constitucional, consagrado
no 17 do art. 72
A Recorrida allegeu ento que o privilegio nao era urna p 0-
priedade e que era exdruxula a tbeoria da desapropriagao de pri-
vilegio.
A Reccorrente demonstroa as rases de fls. 123 a fl;. 138,
para as quaes pede a illaetrada alteucSo do Venerando Tribu-
nal, com autoridade dos mais notaveis advogados da Capital Fe-
deral que os privilegios d'esta naturesa teto um valor monetario,
entro naclasse aos bens; toril as, diese Ribas, seria atacar o di-
reito de propriedade que deve ser respeltado em toda a sua pie
ni'.ude, salvo o caso de desapropriagao por utilidade publica e
mediante previa indemnisago.
Alm de ser crreme essa deutrsa, qualificada pela Recor-
rida de exdruula, porque pretende violentamente apossar-se de
direito alheio, acha se expressameate coas grada peto Dec. n.
8820 de 30 de Outubro de 1882 que no art. 20 regala a desapro-
priagao de privilegios.
O accordo recorride esquecendo intoiramente a discusso
jurdica,'uao contando urna s palavra a respeito, funda se na le
n. 2044 de 5 da Agosto de 1889 e no acto do Governador de 18
Oatubro de 190, por torga do qual foi lavado o Coatracto de 29
do mesmo mea e anno.
Nem a citada Lei, nem o referido acto podem ser execotado
com offensa do direito adquerido pela Recorrente, direito resul-
tante de um contracto sob cuja garanta foram empregados eapitaes
avultados na empresa perteocente a Recrreme.
Para demonstrar esta verdade sufbciente recorrer a doutri-
na qoe a propria Recorrida aisteott o uestes meamos autos ; dts
ells a fls. 18 : guando urna le qualquer autotita um contratto m


Diario de Pernambaco ^~ Quartare 16 de IVoyembro de 189i
V
-
qne ievero ser conferidos ao contractante tetes oh toes vantagens.
ca tur essi I*. mestno contrastarte con wm s tnples espsetat va
deirmto. Drpo':s,porm,qiuMr4aor sejaospnftr.dat aswutmms vwttgm$,im entio o contrastante un.
d.rt.tttaiqu rio. Fmmsnts qwcmoetMas vanlegens tdoAradus ios
em actos quando as prestaodes ou clausulas do contracto sao exe
culadas toma-se todo um {acto consummado, cuja nnlb/icacao phy-
s.ca e jnr d comente mposs.tel.
Ora, d&o se trata de aatorisacao par um cootracio j lana-
do, approvao por lei e exe :utiJo por ambos os cout.-actantes ;
como pois pretende-que elle pojsa ser rerogaio por ama le ou
por uta galra coaUac-o celebrado entra ontras partea ?
Sumbante preleocSo pode ter em sen favor os votos con-
scientes on incoascieates de alguna joixes ; mas, nao podera ser
sustentada peranta o direito, parante a raio, perante o simples
bom senso. ,
O Ilustre patrono da Recorrida, no juriduo parecer que
emittro sobre a questao dos dotes das ex p.-incezai, enslnoa a
mesma douirina, afi ma.do que irat indo-se de direitos que nao
se origimm simplesmente de lea, m do contractos celebrados
em virtnde delUs, nao pjlam elles ser destruidos por le posia-
rior ; o dispositivo dassas tais, orna vei ex-^dtao, torna-se om
fado consammada que nenbuma ou'.ra lei posterio-, aiaia que re-
v)tue expresament. pode nallitioar; foram leis que proluti-
ram todo o sen effeitoautorisar 03 co.iractha que poriauto
apenas existem como simples le. t;mu ; os b sioricos dos tactos a
que 3e referem.
Perante esta doutrioa, defendida tae brilhantementeno pare-
cer a que nos referimos, quera poder sus^enia-que a le n. 3,041
de S de Agosto de 1889 revogou o privilegio concedido a R-eor-
raate pelo art. 25 do contracto de 17 de Fevereiro de 1875? I
. ? *..<
. Prosegoindo nos desenvolvalos que o ccordSo julgou
conveniente dar ao su terceiro argumento, diz elle que o Podar
Judiciario nao pode, em cuso algn, oppor embarazos a Lei, doi
xanJo de executal a, tira ou nao ella o privilegio palo qual pugna
a Recorrente.
E-la doutrina falsa perante a Con>titoico Federal que do
citado art. 59 positivamente prescreve que ao Superno Tribunal
Federal compele rever os processo-quando se contestar a vali-
dada de leis ou de actos dos Goveroos dos Estados rm 'a:e da
ConstituicJ ou das leis federaos e a deciso do Tribunal do Es-
tado considerar validos eses acto? e essas leis impugnadas.
Ao poder judlcoo^JoTi^oicriaanupoQH
Poica* de oto considerar validas, de de xar de secutar as leis
dos Sv.alos que focem coatrarias a Gonstuicao ou as leis fede-
raos.,
Ora, a Li n. 1.041, eQteod.Ua como a eoteodea a Recorrida e
o accordao de fh. 143 fere o privilegio da Recorrerte, direilo ad-
quirido por ella, sua propriedade garantida pelo 17 do art. 51
da Coostitaico Federal; logo o Poder Judiciario nao devia consi-
derar valida a mesma Lei. oo poda execotal-a, ama ve que
d'ahl resnltava off nsa direito da Recorrente.
Esta attribuicao conferida ao Poler Judiciario de accordo
com a GoQstituiQo dos Estados-Uaidos, sbi considerada como a
principal garanta da liberaade, dodireiio individual.
Finalmente dii o accordao recorrido : se a embargante (boje
Recorrente) ainda se considera com direto denso e goso do referido
privilegio deve allegal o perante o poder competente.
Se o Poder Jadi.-uno nao o compleme para eonbaccr dessa
qiesi&o, o accordao recorrido nao poda julgal-a, como julgou a,
declarando o privilegio revogado pelo contracto celebrado, com a
Recorrida, seo que nelle interviesse por qoalqaer modo a Recor
rente abyssus abyssum invocat.
Qjal o poder competente pira julgar qoestOos entre duas
companbias, quando ellas discuten o seu direito resaltante de
con ractos celebrados pelo Governo, auionsados e approvados por
Lei: ?
Seo Poder Judiciario oao o competente, o accordao recorri-
do devia limitar se a jalear iosomptente e so poder, absteado se
de apreciar o decidir a quest o; entreunto as-iu nao acontecen e
somente depois do julgamento ue-.laruu o accordao que a Recor-
rente devia allegar o sea dire.to perante o poder competente.
Tudo isto est .escrip o no aecordao de fl*. 143 e somente por
esse motivo nSo licito duidar de que seja esta a verdade.
A Reeorreote. confiada Da MustraeSo e Imparcialidade que
caracterisam os julga Denlos proferidos por ese Collendo Tribu-
ta), espera que sern reformados os accordaos recorridos para
julgar-se procedente a accio de IK 2, condemna-la a Recorrida
as costas.
JSTigA.
C.
Pelln! de Cambar
A'Exm*. ospoja do 8r. Joaquina Alvos
Cavalcaali, do Cear, foi eorada, pelo
Peitoralde Cambar, de S. Soaree, de
ama torrivel tome que resistir a mnitos
ootros remedios.
Vende-oe as pharmacias o drogaras a
20500 o fresco o 24*' 00 a dosia.
E' gente a Oompsmbia de Drogas.
Yaccina animal
O Dr. Bastos de Olmtira recebe cha
mados para raeoinaco com lympha ani-
mal em casos particulares.
Consultorio Ra Marque da Olind
n. 18, 1, andar.
eaidencia- Ba do Dr. Joaquina Na
bnco, n. 2 A, 'apurgs.
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SPORT
Derhy- 'lab dePeraambaco
Pelc6ea da Bala
Dta vez eslivefam man compostas: as pai
xOj d;sjidenilas Qo desflguraram n'as de
todo.
Foi po3Sival descobrir visivelment? pronuncia
dos os traeos do Ouolin a lo Pirata, principal
mente oa deste que de loage dita oingaem po-
da distinguir.
Mas, na rbstaule a ennaboaJela* do Prado
Pemambucano, e?Su8 feijO-'s uo caram bem
limpa3; anda nellas viram-se laivos de snjo v.
sujo b.m repugnante.
Q i m conaecea ua c-rr:.:a do 8* pareo o cele-
brado Piramen ?
Eile e Uo nu. Moema e ele ; lioite tnihi eras
Ubi : cada nm .-. on tour.
Niaguem ocoubeceu, sendo moDtadopor Ama
ro, depois le pesado para 330 Jos Marcelino,
que, ji de jogo aberto a prximo a eaoerrar-ae,
renun.'ion a raoataria.'.emerso de ser acommet-
t do dos effe'uos da icombioacionile que reina
va, ponJo-se de qaareniena, faendo o seu for
bUU assim iaia do Pyguea, mas com intuitos
diversos, isto um po- querer tocar, e ouiro
por hlo qu>rarem qne elle tocas;e.
Obrigiamo Piramon um feio papel, que
nao Jeve ser encampado por esnndaioso.
La NiDctie teaaer no4- Bar jaodisiauciado.
nao qoer dizer nada ; va. Tres dis'icctos e om I
80 dao cerdadeiro. usou se do direito de esco-1
Iba, e Mroplesmen^c in7erteu-se a co!bc3gao
do pro^ramoja.
O mesmo querem algoos que se desse no 2
Da-ro onde ama caudelaru represeniava se com
4 animac. Qx: o fosse, ma3 a victoria foi ob-
tida por ucn qui nao por. prder; o qw pp le
avisinbava, ter a sua vez, e por ventara bem
proxim?. Oiuem aMocua, que a:mdq,mais
fez up/a re cero Douradllbo, que demaucbuu-se
em pernas pan nm .-rsultado uegavo por can-
sa do menuic.
Nao b-'-n que quem se mete c. -j moDicos
sabe.. .. remore mal.
As Felcoes la Rai;, p.'i?, Do ettiveram lim
pas, correctas, brbe-vas a ioglen ; mas live
ra-n sempre u a lavagt-m qne toraoa-as um pon
eo meaos paiibalares.
O Hi ipodromo oo domingo niio se engae.
Aler / t cobriaba prepai'-se para o bote :
pancada de ceg.
Hipdromo do Campo Grande
Eis a iascrips&a da cor-id,; u r^jzar-se no
preximo domingo :
Primeirt) pareo-20 de N.vembrc800 me-
tros Clyd, Pleiade, ola^s, Triumpbo, Nic-
theroy, Arcbivou, Gatuno e Yambo.
Segundo preo Velodidade 800 metros
G-:, Py.:..af o, Talici-^r e Sims-Souci.
Terceiro pareoGompensasac1,200 metros
Camponez, Malange, Scepticismo Frontn, Tri-
ompbo, Hugoot e Pensamento.
Qjirto pareoOrden800 metrosColosso,
Scept;c:-smo, Blakstoa, Clyi, Petropoles 2.o e
Vingador.
Qjinto pareo Trunos Urbanos -1.500 metros
Ida, Co!o3so, Pygmeu, Mouro e Dublim.
SHimo pareo;nimacao-9CO netrosFlac
tisia, Regente, Pigmeo, Gaot, Mouro, Vivan
Todo e Turco i.'.
Oavo pareoCoocloso800 metrosSh>
tover, Perigo, Mouri3Cano, Granadeiro, Barol,
Cumbarland, Batioga, Tury e Regedor.
Bepctlco
Nao gostamos de ser realejo.
Mas o que fazer quando nos oongam a sel o i
Pre i?amos corriga as FeigOes da Raa oontem
mal pbc'.oir:>p^ itid" e peior reparadas pelos no~-
sas amigos composor e revisor; e para isso eii-
as de novo lellora publica.
Sabemos que aquelles no3sos amigos deram
um iegrao aos iQirngos das Feicoes da Raia.
Mas o ihes deixames esse doce enlevo po;
ma de 24 horaB.
Abi vo as FeicOes da Raia, b aitinhas, coqjo
sao, risoanas para a verdade do turf, um poaco
severos simplesnente para os deturpadores de
mesmo terf.
Consultas rita 9 as 11 na pbarmaom
Minerva, largo do Tere/) e em seo con
saltorio das 12 s 3.
ResidenciaRa do Hospicio o. 41.
Chamados a quklquer hora e por es
cripto.
TELEPHONE N. 566.
Medico operado- e parteirc. Dr. Mu-
noel Cirios.
Cossuttjrio i ra Marques d-> Ojiad
n. 64.
Residencia raa P.itceaa Is&bal u. 8. ~~
Telephone n. 341.
Dr. ta Pert'.ti, raa da Imperatria C 6
consultas medico-cirurgicas todos oa
da 8 a<-i Beto ir. mfc:ioa a-M do&iingo o
iiaa santificado.
O Dr. Lobu Moecoao d coasuit8 tm
bu* oaaa roa da Gloria n. 39, da 0
horas a manh? 1 da tarda. Acaacd.
se ra do servido publico oiferec3-s6 par
oadv a quaiquer chamado com p"oaipt!-
tle pan tora da cidade. Especialidades,
operayHas, prtcr <* molestia de aiihor*
s ue mtinos.
Dr. cacpsim Loureiro medico partei
ro, oonsaitoria ra do Cabng n. l->,
c-
i 2 da tarde: residencia
no
Consultorio medico. O Dr. Manoel
.rgolio, c-om ptica nos hospitaes de
Puris e Berlina, tem seu consultorio ra
i Sarao da Victoria n. 1.
ispcialidadtis.Moles'ias dos uppare
nos respiratorios, circulatorio e digestivo,
consultas das 18 as 3 da tarde. Chama j
d rs no escriptorio.
Telephone n. 653
tiiaicade molestias de olhos
ouvldos e nariz.
O Dr. Pedr. Pontual, es-chafe de clini
o do professor Weaker, Je volta de sua
v3gem a Europa tem seu consultorio
ra Nova n. 18, 1. andar.
Ctfnaaha de 1 as 4 da tarde.
Telephone n. 539
. ;. HMl
'.'r, .^cTotVa. com praboa ob princi-
paea hospitaes > o ;3i i Paria Lon-
raa, i jonyj't's todo* oa das daa 9
,s a-! laeo-dia. -JaiW.">:j s es
dencia raa Larga do Rosario n. 20.
Dr. Barreto Sampaio oeculial ooo-
i itai da i a 4 horas no 1." andar da
oa^ raa Sarao da iTictoria n. 51. Resi-
d-: afija a na Seta de Scexubro n. 34.
e- ada pela raa da Saudade n. 25.
Dr. Pereira da Silva chegado de Paria,
oom pratica as clnicas de Wecker e
Landolt, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde ra do Imperador n. 63, 1. andar.
Telephone n. 588.
RESIDENCIA CAXANGA
Advocado ^
Dr. MiUt, lento cathedratioo de direito
civil da Facald de Direito, tem sen
eicriptorio de advoe; cia e ru \b de No
vembro (outr'ora Imper dorN n 4." Te-
lephone n. 499.
fregarlas
Faria Sobrinho di C, droguistas por ai
v-'.o, roa do Msrrjnes e Olind r.. 41.
Francisco Manotl a Silva A C, deprsi
rioa do toaa aa .?pecialidae pbarira-
n.tioaa, ti.^taa^ irogis, produto chicicos
j ourton raodicameito bomeepatiooa,- i-s
. ...ju':.* de Olinda a. 23.
MEMORIA
l
Sem con^e^ts^ao

empelara Raphael
que rc-ior e m ns moderno sori-mento tem de :
CHAPEOS de lo .as as auatiia^es.
GAf OTAS de seda, paiba 8 flores
TODCAS e CDapOs phaasia para cianeas.
GR'.VATAS, flo-es, Jumas e pasearos.
AI6RETE3 phaotula para penteados.
GASES e voB de tafias as cores.
te. etc. etc.
2Roa do Baro da Victoria2
INDICARES QTEIS
Mr.'feoa
Dr. Joao Rangel avisa 30S aeus cuentea
e bmig-'s que mud.ou a sea residencia para
a ra de Gorvasio P;res n. 83 A, conti
onsndo com o consultorio ao L~.rgo do
Corpo Santo n. 9 aud,r, cade d cana
saltas todoB ts das uteis de. 1 as 3 hora
da tsrde.
Dr. Arthur Cavalcanti i consultas
roa do Mfirqnez de Olida n. 3 daa 10
s 2 da tarde.
Resid cia Raa da lT.peratriz n 34,
Telephone (no consultorio) n. 58.
O Dr. Simplicio Mavignier tem o sen
consultorio ra Merques de Olinda n.
27, I.0 andar.
EspecialidadesMolestias do apparelho
respiratorio, febre e da pello.
exclusivo de por este indecente meio poderetc
afastal-o do eoverno.
Ora, quem se atrever a eitar escndalos,
prccedioeitos vandlicos no curto espaco da
admini8tracao de nm governo moralisado como
o do Sr. Dr. Alexandre Jos Babasa Lima ?
-Niogu-m 1 1 1
O governo do Exm. Sr. D Alexandre Jos?
Barbosa Lima, tem sido at boje, o mais ampio,
o mais correcto, o mais verdadeiro e fiaalmente
r'igno de todos os ej'comios, pela inJiscutive!
Erea lie cea denodado herosmo e iocontesta-
vel illas'ra3o ; pois 6 e ser elle o nico que
pode collocar-se a frente dos i st nos d'esto
grandiosa trra, e arcar desassombradamente
cootra estes infrenes anarebisadores e terminar
a tai missao com o corsco ebeio de alegra
por ter conseguido a paz e a tranquilidade paro
os o-jso-i espMtos, a tanto tempo roubada pelos
intolerante! velipendialores das decantadas si-
lu 0-s ; e, se entretanto existe alguma cousa
de desagradavel no s< io da nosea populaco,
somente devido esta degenerada gente de am-
bos os lados que a fortiori querern ser b-
nhores absoiufs das re leas do governo.
E* um quero por que narro 1 1
Vem a^ui a proposito temara? a fbula da ra-
pousa e das uvas : estSo verde3, e caes as po-
dem tragar.
Ma~ quem taba se o erro, a falta e o delicio,
nao trara am dia a punico severa para estes
ipadas ? i!
ao posso e nem devo consentir que estes
eOes esfamiados e sdenlos ae san ;ae, atirem-
se centra o dignissimo ebefe do Estado, levac
lando-Ibes as rcais negras falsd 'des, sem com-
penetrarem-se de que a espinbosa mis?o que o
governo actual est desempenbando, a ma:
nobre e ao mesmo tempo a msis ardua e difiuo
e no seu generoso e patritico coragao ? se v
os bons sentirrentos e a idectifJcasao para ce:
0 povo ; donde tem conquistado armis puras
sympa'bias, ao sea talento, illustraco e criterio,
por ser um defensor tenaz dos direitos do infe
1 z povo, que a tanto tempo viva epp- Pergonlo, que hoceUiJade tem esta gente, os
que nao trostan dos actos do illU3tre governa-
dor, quando eslao vi3iado3 por urna mesquiaba
e torpe politicagem, quando j falla-lbe a con-
lianga para cem os que ainda nao se corromp -
ram, qualidade esta indispensavel e precisas para
tornar um cidado respeitavel e apio para cor
responder aos principios veriadeiramente de
mocraticos ?
Logo sao incompetentes para maleinarem os
actos de pura responsabilidade do denodado
campeSo da democracia brasiteira o Exm. Sr.
Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima.
Milton.
D. caltaarlna de HJrcl Miranda
Cario
0 Dr. Jis de Miranda Curio e Padre FraG
? :o de Miranda Cario agrsdecem do intim
', m a todos qne Dcomp^ntiai-am, a n-.
iunca asss chorada me D. :atbarina dt
ticei Miranda Cario dorante a ?ua molestia e
ra a sua ultima morada, scieoticando i
,..:os a sua eterna gratido pela caridade n;-
rosada a finada, e a elles participam qu
io sen fallecim?nto s 8 horas da DI
iba tro resadas missas por aira", na igrt-j
s Orritm Teroeira Je S. Francisco desla ci
Atienda !!!
Physica, Chimica e Historia Natural.
Na Pharmacia Normal se dir quem
explica estas sciencias.
PUBLICAS 4 rBMOO
Verltas
E' chet'ada occasio de demonstrar ao actual
chefe do Estado, a grande ambigo qae reina no
coraco de3tes aotoaes polticos, verdadeiros
mercador63 que Dio ceasam de praticar as mai3
negras scenas de perversidade.
Se o homem poltico moderEO nao urna ves-
tal pela saa pureza de sentimentos, o que sena
um platonismo ridiculo, entendo que deve ao
menos guardar um meio termo de um lado
entre a corrupeo denegrida e vergonhosa dos
Marct e RoKaptana, adanaao
zo e fazendo gihotioar Lavoosier e de onto
entre o bra'al aecutismo cathoheo dos Tor
quema las e a poltica legendaria e feudal dos
egostas patricios e Glaistone.
Entre nos predomina tebretudo o inltresso
vil e rcesquico, a ambico de poder e s.de de
I ornar. A escrientaQSo nos pblicos naga-
es o caracie slico essencial dos movimentos
da historia da BCtasiioada to nosso paiz.
Realmente, cstamoa em urna poca, em qoe i
preciso fcaotelarmo eos destas infames crea!a
ras, verdadeiros ejpecolacoreB das situares,
que t pOem em pratica o exagero nefando de
suas paixSrs, pora assim conse^uirem o pode; o
exercerem es maiores desatinos, pois nao pre-
ciso disto dar ..ro?as quando todos os das ve
moa o tripudiar ferocissimo de seus negros
procedimentos; eis, portanto, o motivo da gran
de anarchia qoe qootidianamente levanta-se
nerta trra, e conjuntamente ao illoetradc e res
peilabilistime ebefe do EsUdo, visando somente
irasarem o Estado alarmado Xarope de R gaauld ama preparaco de
go.uo suave e de urna eficacia patente contra as
moles: as doB broncPios e do peito. Seas prin-
cipios aclivos ao tirados das plantas medicinae?
qoe teem propriedades proprias para alliviar e
corar a tosse.
Bastam duas a tres colheres de Xirope de Re
gnaotd para acalmar a tosse de irritacSo, das
constipcOes, do cifluxo epidmico, do catarrbo
da bronchite, da astbma, etc., sem occasionar
perda do apptt ta.
Preparase este producto em casa de L. Fre-
re, aa Jacob, n. 19, em Pariz A. Cbamp.,;ny &
C, Buccessores.
A' venda em todas as pharmacias de prim-ira
ordem. Com u na in;trucco sobre c medica
ment.
Carla dentarla, anginas, caop, in
fluenia-Experiencias exactsimas feitas na
Escola de Medicina de Pa'iz ce: 1888 rrovam
que os microbios que si> a cansa real da cana
dentaria s&o radicalmente des;roidus pelo Cbo
rol M.ry. Esie aotiseptico pois a melhor
Sa dectifncia. Hoje podemos ajonUr, cor-
forme a importante coraraunicaco do a>. Val
lio, secretado da commisso consaltativa de
gygiene de Franca, que o Cblorol-Marye, como
Ha" desinfi ctante da bocea, o neihor dos preserva-
tivos das argas, pneumona, erep e mfloeosa.
(Revo: medcale de Pars.)
Dr.
o Gomes
Medico cirorgio-paf!e!fO
5 7 Ra do BarSo da Victoria 57
.( Defronte da ra de Santo Amero)
ESPECIALIDADES- Partos, iebres,
molestias de se-,horas, dos pulrco?a e de
n'-reancas; syphilis em gara!, cora radical-
mente e opera estreitame tos s mais bo-
trimentos da uretra.
Acorle de prompto A charpa da, qa^l-
qner hora, e para q'.a!quer uistancia.
Telephone 193.
2>r. Preltas M. tvnilmres
EDLO
Tem o seo onsultorio na raa Duque
de Casias n, 61, 1. andar, onde ser
encontrado de 11 1 hora da tard? o
reside no Cajueiro n. 4.
Telephone b. 292,
Peilorai de ilambar
O illnstre Cvalhciro Sr. Silvino Ribeir
digno director do Coilegio Santa Cruz, c -
SerrA Nag a (Minas Geraes) declarou qne
oSrendo, ha quatro ancos de ama grave
toase- btroootnai, foi carado radicalmente
pilo Peitoral de Cambar, de S. Soaret,
que aa vendo as pharmacias e drogaras
2(5500 o frasco e 240000 a dazia.
E' agente a Coinpanhia de Drogas.
0 Di*. Barros tarneiro e a fa-
brica a \apor linlua
HN
i Di*. Manoel Clem entino da Berros Uu
r iro, formado em MsMMHIl medicas -
cirurgicas pela faculdade do Rio de Je
'.eiro, medico adjunte da clnica de
hosoit.d oe Santa Agneda etc.
.sato qne tenho f ato uso dos eigarr.?
ienominadoB,Mmha Esperanzae bem
.ssim do fumoHygi^nico Nacional ds
iiibrica do'Sr. Antonio FranoiBeo da Cru*
:?a -nhecendo pela a'julyse chimica z, que
rooedi, qua o referido fumo e ciganot
iSo eucerram principio alguna nocivo e
lUnccSes gstricas, sendo perfeitamente
'oieraveis aos dyspepticoB.
Ic fie medici.
Berif'e, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barros Carveiro.
------------ *lS Dente artlflelaes
Sob presso clstica e preur pneu-
matica systomas noviasimos reate cet-.do,
pelo oir rgi5o dentista Numa Pompio,
ra BarSo da Victoria n. 54, 1. andar,
das 8 horas da manhS a 3 da tarde.
I eitoral de Can>bar
O honrado estanciero Sr. Belisario Pe-
reira de Attayde, de It:|uy. Rio Grande
do Sul, commanicoa que sua esposa, que
sotri:- de asthma havia muitos arnos, foi
carada pelo Peitoral de Cambar, de S.
Soares, qne se vende as pharmacias e
drogaras, a 25G0 o fraaco e 244000 a
dusia
E' agente a Com aohia de Drogas.
Regulador da Marioia
Concerta se relogios de algiheira, peo
dulas de torre de 'greia chronometros de
marinha, caixas de msica, apparelhos
elctricos, ocuios, binculos, oculos de al-
cance, joias e todo quaiquer, objecto tea
dentes a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
Cabo
O Dr.Joaqoim Felippe lis u a coa residencia
aesta cidade e d consultas na pbarmacis
Otarte.
Presta-chamados a qoalqaer hora
Peitoral de Cambar
O hbil medico Sf. Dr. Alfredo Mendes
Ribeiro, atteatou ter curado com o Peito-
ral de Cambar, de S. Soares, a Exma.
Sra. D. Virginia Maris Mendes, residente
na Babia rua'S. Miguel n. 46, que sof-
fria de urna tuberculoso incipiente.
Vesdf-st as {harmacias e drogaras a
24500 o frasco e 24)5000 a dnzia.
E' 8gente a companhia de Drogas.
Mathematicas elementare* e
escripturacao mercantil
Venancio L<-batut dedica se a preparar
qoalqaer pessoa em eBcripturaroSo mercal
til, com 30 a 35 ii$oes, conforme coatra
cto; continua a leccin, as materias ci-
ma ra Duque do ? .sus a. 72, Io ar
dar.
f Medico e Gculistt
Dr. Derardo oculista do hospi
.Pedro II, tem OGOsattoria ra <
Bom Jess n. 9, !. andar.
RpBideccir. na Magdalena.
Telephone n 366
Peitoral de Cambar
Urna filhinha doSr. Jobo CarlosCoimbra
de Gouveia, do Rio de Janeiro, ficou ca-
rada de urna forte coqueluche pelo Peito-
ral de Cambar, de 8. Soares depois de
ter perdido muito tempo com o oso de
outrea remedios.
Vende-so as pharmacias drogaras a
2^500 o fraaco o 244000 a dusia.
E'agento a Companhia do Drogas.
Escriptofa 'owtiercial
Ra Duque de Ca.-ias n. 72
7NASH0 L8AIUI i l
Secdo ue ifferente na natureza os servicoe
leste escriptono, a commisso retributiva varia
r segando o t'abalho responsabilidade e impor
.ancia, depeadendo na mi>ior parte dos casos de
previo ajaste.
Assim flear dependente daa circunstancia*
cima a seguinte tanella.
Porcentagem
Por t.-aiar de bypotbecas sobre
bens immoveis..... 3 a 5 Oo
Rececebimeoto de juros e divi-
dendos ....... Ojo
I Jem de peusOes neste EsUdo 0|0
Idrm dem na capital federal. Ojo
dem de aleguis de predios. 0|o
Cobra na e liquldacao de bypo-
thecas, he-ancas e dividas ami-
ga ves ........ 10 0|
dem idem ideo) jodialmente. Convencional
Com ra de camblaes eri--.-ssas 1| ,(i
dem e venda de propriedades
immoveis....... 2 a 5 On,
Pagamen.'o ae impostas fiscaes 5 Ojo
Por f8ier o regoro^de predios e
pagar o respectivo p;emio. 3 0|o
Por venda de gneros do pas. 3 Ojo
Por compro de aercadorias e fa-
zer remessa para o interior 3 O.o
or venda de mercadonas naeio-
naes oo estraogeirjs em con-
eignacfio....... 3 0(
Par trabalbo* de escripta de ca-
sas commerr-laes on lqoia
ao. ......Cooo
Aa cartas qua Iho tem sido ili igiaa
felos jomaos da maiar circuk^ao, attasv.
Um a erBcaoia.
Depsitos-
Drogara de Fraaaisoe Manoel a Sil-
va a. 23.
I Phrmacis Martina, raa Duque de Oa
as n. 88.
Pharmacia Orient?l, a roa Er.trtdta do
Rosara n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra da
BarSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, rea Larga
do Rosario n. 3J.

Peitoral de Cambar
O Sr. Dr. Telasco de Gomensoro, res-
peitavel medico residente no Rio de Janei-
ro, *ttestoa ter curado pelo Peitaral de
Cambar, de S. Soares, orna pessoa de soa
familia, qoe soffria, h&via alguna meses de
urna laryngite acompanhada de tosso.
Vende-se as pharmacias e drogaras
24500 o frasco e 244000 a dazia.
E' agente a Companhia de Drogas
A Emulso de I/iamaun a
Memp preparada
Com o oleo de ligado de bacalho mais
poro qoe produe a Ncroga e nM Borna-
te um poderoso reoo stituitivo di-s consti-
tuierjes debis e um remedio seguro e in-
fallive! contra tod,s %s molestias do peito,
a garganta e es pul rSes, e outras em que
so preecreve o ose do oleo da figado da
bacalho puro, se. So que 'ambem em si
o agente digestivo por excellencia para os
str-rarg-s dos eos.
Peitoral e
Camb
ara
O pharm&ceatic-. Sr. FrDCi8Co Jos de
Barcenos, prineir mpregado da Pharma-
cia Delgado, do Kio ae Janeiro, foi pelo
Peitoral de Cambar, de S. Soares, cura
do de urna tosse pulmonar aguda, depois
de ter atado diversos remedios Bem pro
veito,
Vende se ;as phcrmaoias a drogaras r
24500 o frasco a 240OOC a dusia.
E' agente a Companhia de Drogas.
-------------1 s>
Minha Esperaba
Felicito mea especial amigo Antonio
Francisco da '-rus, pola ptima cceitacao
de sens bci)3 ciparroB, denominadee
Mi..ha Espranos, bem acechos e procu-
rados at em Londres, d'on e tem vindo
e.'commendas por seus aprecia Joros.
Men especial amigo deve estar satisfei
tiBsimo com o resoltado dos seus esforos
em acreditar seus bons cigarrc-B e tornar
assim conheci o no estrangeiro um pro
ducto da Dossa patria.
^arabens relo resultado t btirl .
Manuel Francisco de Barros ttego.
Peitoral de Cambar
Urna criaecs da casa do Sr. M. Viris-
simo da Costa, cunhado do Sr. JoSo Pa-
cifico Coeho, negociante do Ibicuhy, Rio
Granda do Su! que ee aohava gravemente
doente de urna bronebite capillar, foi sal-
va da morte pelo Peitoral de Cambar,
de S. Soares. que se vende as pharma-
sias e drogaras, a 24500 o frasco e 24$0C0
a dazia. >
E' agente a Companhia de Drogas.
COMPRIMIDOSkVICHYsiFEDIT
Malina
Minha filha Idalina Prospera de Souza.
esteve muito te u\>o completamente entre-
vada, pelo reumatismo, tendo sido impo-
tente toda a medicina de que lancei mao.
Foram seis mezet de oso sem intermi-
tencias do novo remedioElixir M. Mu-
ruto- -propagado por D. Carlos, que po-
zeram minha filba completamente resta-
blecida.
f.ieconh(*yo como verdadeir>i prodigio
este medicamento iodigena.
Rio de Janeiro
Tourcio Prospero de Soma.
Est a firma reconhecida polo tabelliao
Deposito em Pernaabucoj Compachi
d Propia e Productos Chimicos.
Ru Marques de Olinda 23.
OLFSTIAS do ESTOMAGO.; Yinto Cliassamii
t arso
' DS
OVEMBRO A FEVEREIRO
Geographia e Hstorra
PELO
B charel JI Fres Ferreira
NO
Edificio do insCiito 19 de
bri!
Dr. Ai fredo ( hispar
Operador, part iro traUi cua aspeis.^
l;.e de moleetia ie leahoraa e creangi
Consultorio e resietusa roa da imp?
agrian. 18, Io as
Conaultas da 8 s a rnaaLB
Chamados (por .cripto) qualquar bit*
niispaosi n. 226
^^SB"^~^^"^-.
Dentes
Termina a horivel dor de dentes usar.
do o exoellente preparado de Manoel Car
doso Jnior.
Elixir depura
ti vo vegetal
Formula de Angelino Josr
dos Santos ndrade
Approvado pela Inspectora Gera! de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande eficacia as mo-
lestias sypbiiiticas pe imoreza do sangre : assirc
como em todas as molestias das senboras.
Tem curado radicalmente moitai peesoab ac-
commettidas da lerrivel molestia beriberi.
Rbeumatiemo sypbilltieo oo gotozo, dO- ucia-
ja ericupsoea de pile, eancres, e cancros ve-
nreos, ores brancas, bysterismo, trouxiilo ds
uerves, irites e outras inflamma^Oes dos olnos
molest.aa do ligado, escronbulas, escorbuto.
ioffrimentL8 de estomago, oleeras, gommuo, ns-
tulas, c-mpingens, darhros, pannos e mat-cbas,
a peile, bobas e bebe?, sarnas, catarrrio a
qaaesqner moldstias da bexiga, entre outrass
albuminuria, ourinas doces e sanguinolentas,
anemia, paralysia, erysipelas, e inflamm&c6e,
das pernas e p&, bemorrboidas, astbma, hydro-
eelles, tumor nevralgias, e elephantiaze:. oo
mo'rpba, as irregularidades da menatruacSo
Prova-se com aquello numero de sttesUdcs j
panucados e os qoe existem em neseo poder a
eicaci? deste elixir as molestias indicausp
Nacional Pharmacia
S&, Roa larga do Rosarlo,
A'rua Baro da victoria o. 37 se dar i.da e
qoalqoLT expli:ucao que for preciso acere* deste
preparado.
Calado rom as falalfiFo^dee
^lodo de usar
Os adultos tomaro quatro colheres da de
sopa pela manb e qoaf-o noite.
As criaucas de 1 a 4 annos tomaro DOS co-
lber pela manb e outra a noite e as de 6 a 11
< a noite.
mce s
Dr. Nune-s Coimbra
ClnicaMedico -Cirnrgica
Especialidades : febres. partos,
tiaa de senhoras c de crean cas.
Chamados a quaiquer hora na su? re-
didenciv, roa da Soledade N. 31 esquina
da ra do ta bu.
Dr. Bastos de Olive ra
Mtdico operador e parteiro
Tem o seu consultorio rna do Marques
de Olinda n. 18, 1. andar, onde pode ser
procurado todos os das utfjia de 1 2
horas da tarde.
Chamados quaiquer hora, roa
Dr. Joaquim Nabuco n. 2 A. Capunga.
Telephone n. 365. a
de
Qciilieta
Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ex--chafe da clnica do Dr. d
Wscker, de- volta de sua vis-
gem Europa, d consultes de
1 s 4 horas da tarde, no I3
andar da casa n. 51 i ta* 3a
Barao da Victoria, excepto noa,
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia roa Seta de Sstaiu-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
jp ^ssw-w^^aiBfc-' j '*".* ~ ySi
Dr. Silva Leal
nedloo oeeallsta
Reeentementc chegado da Europa e
;cm pratica nos principaes hospitaes e cl-
nicas de molestias de olhos deParia. d con-
sultas todos o dias uteis das 11 s 3 ho-
ras da tarde em seu consultorio, roa
Duque de Casias n 73 Io andar, entrada
pela Praca de 17, n. 73, (antigo Largo do
Coilegio).
Residencia a ra Barac de S, Borja a.
16. Telephone n. 507.
Chamados por escripto, em seu consol-
ri, residencia, e na pharmacia Martin
Padre Jacintho
O meu vizinho Roberto Dias de Aadra-
de, esteve enfermo cerca de um anuo, a,
tanto eu como r-quolles que o trataram,
jolgaram-o perdido por morpbetico.
Desilludido por ulguns, tomou com par*
cimonia oElixir M. Mor.topropagado
por D. Carlos, e sar u.
De s me per-iSe em diser que se cSo
fosse eo testemenha occular deste ictc
poi-. i: em durida.
O Elixir M, Moratocura a Horpha
Bemdito ceja o Seuhor.
Padre Jacintho E. Jbrres.
S. Paulo.
Deposito em Pernamboco : Companhia
de DrogB e Producto Chimicos.
Ra Marqu'z de Olinda 23.
Elixir ante-febril Cardo^
SEGUJ1PO A FORMLA
Vfanoe'l Cardoso Jnior
Ll srodo atn 11 de Marco de 1890 pe'3 inspe
-'orki ajara! da diges ;'.n'.-i de bygeoe do Rk-
' reiro.
Bste E!-,:' i? ^omposfeao '-dt- vege!:! pre-
parado segurr!- as -ppras pbarmaceptica-,secn
aih^ds"? re'08 autores moaeroos e co ,co-;.t--
capacldade seteokfica tanto no paii ecac
ao estrangeiro.
E--"< El ail arodiicto uo s6 do^ranie es-
qdo das BCfioes nbysiologicas das substancias
jamo tamnem i.atiiOlogicas,como tambera o re-
-*.tado das ImmeBsas applicacoes.nos diversos
rasos de febrr-s de faado palustre.
A applicaco deste Elixir na grande epidemia
ie bexigas de 1890. a 18gl mais .pci :" d-
aona^roo a soa eficacia ; pois no principia dos
primaros symptoaias a bexiga aborta, e era ca
'

-
*-*
'^"J1. i1-1;."1*'; i"; '.'', ""


4
Diario de PeniaBibaco Quarta-ieira 16 de Novembro de 1838



i
i
os mais adiantados a bexiga pasea a ser um:
doenga febril vulgar presentando pequeas to
mefaces que com a continuago do Elixir de
sapparecem sem todava apresentar receios d
penga
Os multo tttesiados publicados no Diario dt
Pernambuco* e Gaieta da Tarde* proum o %w
diiemos.
Nos caaos de febre amarella o edeito admi
nvel.apreseatando pnenome-uos to maravilbo
os que tiesta cidade do Recite do Rio de
Janeiro pouco receto cansa a febre amarella,
mesmo estando o doente com vomito preto t
guineonestes ltimos periodos ento ne
islario a applicagao em alta dose, des
tabella annexa.
Este Elixir j conhecido do pobv"'*) e de um
grande numero de dignos mdicos -aenta
do para combater os diflerentes mcommou.? to
ios elles de carcter febril.
Por multo tempo tivemos occasiio de faier a
tpplicagao as febres etysipellosas e com to
kom resultado que licamos admirados de to al
los effeuos.
Pela pratica chegamos a conbecer que no
ataque3 jie febre erysipellosa os erjsipella eomc
tulgamute se diz necessarir o uso de 10 dias
do Elixir.
Nos grandes incommodosdas senboras, mens
truacao, gravidez e uos casos de parto com fe
ree de um resaltado muio certo e seguro e i
sos co nposigao tifo simples que nio offerecc
receio de applicar o Elixir nem mesmo em dose?
superiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos que desej_-
rem fazer uso deste Elixir em sua clnica nao se
ujeitarem a cossa prescripcSo. mas eim fazer;
pplicagao em barmoaia com os casos qne dse
larem combater, certos de que o medicamento <
Be ooinpos'sJo innocente para n oigunisrao po.
mais frgil que seja.
Modo de asar
a'b criaagas at um anno 10 gotas de 1 em 1
fiaras em urna colber das de sopa cheia d'agu
Bl
De um anno a tres 15 gottas.
Da 3 a 10 anaoa em dlante, 40 gottas etc.
Estas doscs devem sempre ser applicadas em
agua fria.
Depsitos
Gompanbia de Drogas e Productos ChUmu;.-
RecKe, ra oo Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosarte
n. 35.
Pbarmicia Orieatal, ra Estrella do Rosar
a. S
Pharmacia Alfredo > Ferreira, ra do Barto d
Victoria n. 14.
Pharmacia Martias, roa Duque de Canas i
18.
Para qualquer informagSo ser encontrado o
autor na ra do Rosario Estreita n. 17.
Os nosfcos frascos sao quadrados e conta go-
tas. N'um lado teem gravadoElixir ante febril
e no outroManoel CardosoPernambuco, e to
dos os prospectos sao assignados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forero
SBignauos.
N. 15
Amigo Sr. Manoel Cardoso.
Recife, 7 de Agosto de 1891.
Estimo a sua prezada sabde.
Faltara com um dos maiores devores se nao
ti es se por meio desta carta agradecer lhe o be-
neficio que acaba de fazer me. livrando das
garras da morte o meu filbo Florismundo, de 12
aonos de idade, o qual acbando-se prostr do no
leito da cama, com urna grande febre que d'elle
nij se separava ba mais de quatro das, j tendo
esgotado o que podia fazer em remedios, tudo
ve era baldado, aguardando nicamente a bora
prxima da morte ; ento lembrei me do seo
eonceituado anti febril, qne (em salvado innu
meras pessoas, e immediatamente lbe escrevi
pediudo que n e mandasse urna dse, a qual
veio, e tratei de applicar conforme marca o seu
receituario. Na segunda dse elle j nao va-
riava, Da quarta a febr- j diminuir, e a cO:
com que elle se achavu, quasi roxa, apresentava
se como indo para urna clara. a sexta dse
desappareceo, apreseotando-se nesse mesmo dia
s 8 horas ; tendo-se Sedado o remedio mande
aovamente buscar e continuei a applicar-lbe, e
boje acba-se u filbo restabelecido, devido
tnicamente a o seu Noefico elixir.
Peco lbe que aceite de mim e dos mens filos
os meos sincero* protestos de estima e cooside-
rsgo, pelo btntfkio que acaba de fazer me com
seo elixir, salvando o dito meu filbo.
NO B B 30U
De Vine amigo e criado,
Joaquim Juvencio de Almeida.
Pojos de Caldas
Tenho ido nos pochos 6 tonos segu
os, pelo rheuma tierno e a pro va do pouco
proveito, a necessidadti annual que ali
m< tem levado.
Tomei agora oElixir M. Morato pro-
pagado por D. Carlos, e don por fiada a
fiaita a aguas, porque oElixir M. Mo
ratocurou-me radicalmente.
E' tal a minha satisfacjto qne offereco
de motu proprio eate attestado recojhecido
pelo tabellito.
COIIERCIG
Cotace de generoe
Para o agricultor
ASSCAR
Cristalisado......
Ssinas por 15 kilos. .
raneo dem dem ....
8--cnos, idem idem. .
S! -"avado idem idem .
Broto idem idem.....
B---'.-) melado......
Rtame dem idem ....
I a
41800 a
41500 a
3*900
21900 a
24700 a
2*400 a
21100 a
41500
5*000
5140<>
4*000
34000
24803
2*600
2*200
Algodo
NSo coBstoo negocio.
AlI
Por cipa de 480 litr-.s 250JC0O
Agurdente
Por pipa de 4sO litros a 5* nominal
Coaros
Se co.' salgados na base de 12 kilos a SCO -'ii
nominal.
Ve-des a 290 res nominal.
a el
Por pipa de 480litros 85*000 nominal.
Borracha
Cola se a 20*000 por 15 kilos.
Carnauba
Col?.-se de 5*500 a 11*000 por 15 kilos nomi-
nal
!?AC-~ OA8 KNTRADAS Db A88DCAB I AL
sodZo
Mez de Novembro
Entradas
B. 'cajls.....
Vapores......
Arimaes .
Errada de Ferro Central
dem de S. Francisco .
Id---n doLimoeiro. .
taan
AS8U-
car
Dias Saceos
1 a 12 31773
1 a 12
1 a 11 i578
1 a 10 1146
i a 11 21786
1 a 11 19951
S7244
Algo-
do
Saccas
62
893
318
147
55
3073
5248
importadlo
Barca norueguense Mida, entrada de
Cardiff em 8 e consignada a A. B. Dal-
ias.
C-.rv&o de pedra 618 toneladas a or-
lem.
Vapor nacional Irene, entrado doa
portes do sol em 13, e consignado a Pe-
reir Carneiro e oomp.
Campias.
Alf edo Nebias da Sveira.
Depotito eso Pernambuco : Companria
de Drogas e Product> Pbimicoa.
Ba Marques de Oloda 23.
EDITAES
O Dr. Antonia HenriqueB d'Almeida,
Jais de Direit) do Commercio do Muni-
cipio de Olinda em virtude da lei eto.
Fas saber aos que o presente edital v-
rem, ou delle noticia tirerem, qne ae-ha
de arrematar em 2.a praca depois da res-
pecta autncia deste juizo, no dia 16
ao correnta, o bem segunte :
O sitio de trras proprias denominado
Campo Grande, contiguo ao povoado
de Beberibe, fregueaia rW S. Pedro Martyr
deste munic'pio de O inda, com casa de
vivenda d: tipa, coberta dse'ha*, tendo
3 jaielias de frente, portas e j .uelias nos
oitSes, medindo 7,mO da largura e 12m de
fundo, dividida em daas salas, tres quar-
tos, coainha externa e estribara.
Um armazem construido de pilares de
alvenaria, coberto de tainas, ladiilhado
de cimento, fechado por grades do tabi
que, medindo de largura 6/"6C a de functo
10-20.
Um oatro armasam oocstruido parte de
tijoilo o parte do taipa, ladrilhad^a de ci-
mento, coberto de tenas, medindo de lar-
gura 7-80 e de fundo 14n.
Um ostro ermaz m na mesma contormi-
dade medindo de largura |2,m20 e de
fundo 8,m5; e aiada um outro dito me-
dindo de largura 12,B50 e de fundo
7,m50.
Um no encesto de dous armaeens, fe-
chado em duas _ces de p) apique, me
dindo de largura 12,^30 e 4,^30 de
fundo
Tre casas do taipa, contiguas, coberta
da telhas e ladrilladas; medindo tocLs
4,m40 de largur? e 8m,80 de fundo, tendo
duas salas e um quarto.
Em um dos armazn3 ha tres grandes
tanques construidos de alvenaria com ar-
gamassa do cimento, em outro armazem
ha des tanques.
Ha no sitio 2,000 ps de cacaueiros no-
ves, em vasas de cerca out>-as tantas e
diversas f.-uteiras.
A* trras constara de algumas varzeas,
montes e ch2s algumes bSo arenosas, ou.
traa ailica arg losas. Mananciaes que fer
tilisam as trras do sitio sSo o riacho Agaa
Frrea e um affl lente do Beberibe que
chama se Momo.
Ha algumas mattas as chSs, e coutem
o sitio tambem plantacSes com seus limi
tes demarcados, conforme os respectivos
ttulos no valor estimativo de 12:00. 000
e com o abate de 10 0,q de accordo com
o art. 24 do Reguiamento de 23 de Ja-
neiro de 1886.
Dita propriedade vai a praca para pa-
gamento da execuc,2o que move o Banco
do Brasil contra Manoel Mondes da Silva.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mai.de i pasa ir o presente edital
3ue ser publicado pola i en prensa e affixa-
o no lugar do costme.
Dado e passado nesta cidade de Olinda
aos i5 de Outubro de 1892.
Eu, J0S0 Theodomiro da Uosta Mon-
teiro escrivSo, o escrevi.
Paga eate de sello 503 rs. e emolu-
mentos 500 ra. pela assignatura.
Antonio Henrique de Almeida.
Uecebedorta do Estado de Per-
namboco
Edital n. 16
O admiristrador da R.cebedoris do Es-
tado tendo em viata o 44 art. 2o da le
n 33 de 10 de Deiembro do anno pr-
ximo passado, faz publico a quem inte-
ressar possa que nesta reparticSo acham-se
expostas a venda estampilhas dos seguin-
tes valores : 250, 254001 e 620500; cea
Banha 20 caixai a Companhia de Es
tiva.
Caf 100 sacaos a ordem.
Tecidos 25 fardos a Rodrgaos Lima e
comp-, 34 a Albino Amorim e comp 50
a Machado & Pereira, 12 a A. Lopes e
comp., 20 a Al ves de Britto e comp.
Hiate nacional Aurora 2., entrado
de Macen em 11 e consignado a Manoel
oaquim Peseoa.
Sal 400 alqueros a ordem.
Vapor nacional Santelmo, entrado
d ,3 por tos do Sul em 12 e consignado a
Pereira Carneiro e eomp.
Alfata 6 fardas a Affjnso Taborda.
Aniohag?m 5 fardos a J. A. de C.
Vianna.
Barricas 120 a ordem.
Barris 100 a A. M. .da Silva, 150 a
Preira Pinto e comp.
Canhamaco 14 fardos a Rodrigues Li-
ma e comp.
Fumo 50 fardos a S. Ematy e Bank.
O eo de mocot 50 caixas a ordem.
Peixe 40 quartolas a M. Maia e comp.
Pipas 300 a ordem, 70 a Pereira Pinto
e comp.
Tecidos 193 fardos a ordem, 110 a
Rodrigues Lima e comp., 26 a Al ves de
Britto e comp.
X. -que 88 fardos a Jos Baltar e comp
Paia&.da Allastgc
SEMANA M li A 19 DE NOVBMBBO DE 1892
alcoc! (litro) .....
Algodao em rsrrii (kilo) ...
Arroz com casca K!-o)
Assnear retinado (Silo) -
sanear branco (kX .
Asucar mascavado (kilo)
iagos de mamonas (ko; .
erracbade leitemangab.;. ue) .
Jachaca ........
kraros seceos espichados (kilo) .
loaros seceos salgados Otilo) .
'coros verdes (liio) ....
JourinbDS (um)......
^arocoa de algodao (kllc)
^arrapateira (kilo) ....
ac4o !'"'o) ....
Jaf bom (ko) .
Jai4 restolbo (kilo) ....
laf moido (kilo) .
Carnauba (kilo) .
Cera em velas (kilo)....
Jera vegetal (kilo) ....
Cera em bruto ou preparada (kilo)
Janna (litro)......
Jal (litro).......
JarvSo de Cardiff (toa.)
?annba de mandioca (lito) r .
enebra (litro) > \ \
530
520
90
500
320
173
160
iiOO
260
810
450
260
i*870
32
120
400
1*200
1*000
U400
600
640
600
10
4000
50
300
sando, portante, o servico que era feito
na sala das audiencias e no edificio da
A^sociacBo Commercial relativo a cobran-
oa do imposto de sello por meio de verbas
que, nesta data, passa a conta do expe
diente interno.
Reoebedona do Estado de Pernambuco
9 de Novcmbro de 1892.
J. Ferreira de Almeida Chttmarae*.
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
Edital n. 15
O administrador da Recebedoria do Es-
tado de Pernambuco fas publico a qnem
interesssr possa qne dentro de 30 dias
uteis imprarogave contados de 22 do
"orrento, aerSo arrecadaios bocea do
... ;re os impostos sobre industrias e pro-
fissSes coDRta tes da rt'aglo abaixo e re-
lativos ao 2 semestre do exercicio cor-
rente de 1892.
Recebedoria do Estado de Per ambuco,
19 de Outubro de 1892.
J. Ferreira de Almeida OuimarSes.
ielacao a qne se refere o edi-
tal sopra
TAXAS FIXAS
5.000 000 Fabrica de gts carbnico.
300,5000 dem de gelo.
1801000 dem de leos.
45O0CO3 dem de rap.
8O0S0OO Prensas de algodSo a vapor.
18040C0 D.ntistas.
5C0OGO Advcgados.
505000 Mdicos.
35)5000 Solicitador.
35,5000 Contador e distribuidor.
S 5^000 Partidor e aveliador.
503000 Agrimensor.
500000 Engenheiro civil.
C5J50OO Despachante.
25$ .00 Ajudante de despachante.
265^030 Leiloeiro.
20^000 EscrivSo de qualquer juizo ou
tribunal.
300000 Tabelliao.
2000000 Corrector. ,
1500000 Agente de fretamento de na-
vios.
2500000 Agente commissario de com
pra e venda de mercadorias
e cambiaee.
25000 j por guarda livros.
250000 por interprete.
2000000 por director, agente, gerente
de companhia ou socedade
anonyma quando remunera-
do, pagando o presidente
mais 25 Ojo se tiver venc
mentes superiores.
3OO0COO por pessoa que empregar ca-
pitftM e a des.'onto de le-
tras.
55009 0 por joalheiro que mascatear
no Eitado, tenh oa nao
estabelecimento.
6000000 p:r casa que vesder mader-.
de precedencia estrangeira.
1.8000000 por casa que vender carvSo
de pedra em grosso.
1008000 por caxeiro viajante.
lOOfOOO por buhar, pagando somonte
490000 c?da urna que ex*
oder a unidade.
1.OOO0OCO por cada casa que vender
bilhetes de loteri-e.
100$009 por casa que garantir bilhetes
de loteras do Estado tlm
do imposto antecedente.
Imposto de 30 -y eobre o valor locativo doi
respectivos predios na cidade
Cisas
Modas, cabelleireiros, funerarias e bar-
beiros.
Lojas
Machinas de costura, roupa eita e tic-
turaras.
Fabricas
Lnvas, vinhos e licores
Oficinas
Pianos, violas, alfaiafe, aapatos, taman-
oos, ourveis, babas, carros, oarrocas, fu
niloiros, fogueteiros, tartarugueiros, latoei
ros, barriqueiros, oautoiros, torneins, fer-
reros, empalhador, gravador, cirgaeiros e
maroineiros.
rmaseos
Movis, louoas de barro, oal, cimento
materiaes para edifiea^ao, agencia de lei.
18es, carvBo vegetal, algodSo, conro e sal.
Depsitos de qualquer natureza
Estabelecimentos diversos
Collegios, lytographia, photographias,
cecheiras, oavallarias e otarias.
Imposto de 30 sobre o valor locativo
sobre os respectivos predios fra da
cidade
Tavernas, aoougnes, padarias, pharma
cas, hoteis, otarias e ranchos
Todos os estabelecimentos nSo compre-
hendidos no 17 do art. 2- da Lei or
camentaria estSo snjeitos ao imposto de
30 V
Ai assistentes estao sujeitaB ao imposto
do 18 do art. 2* d* mesma Lei.
Edital
Arsenal de Harinea
De ordem do Sr. c. ntra almirante JoJo
Goncalves Duarte, inspector deste arse
nal e capilao do porto d.:st<; estado, faco
constar a qnem interessa? possa que na
secretaria desfa inppecf^o contracta Be li-
madores, torneiros, calderai^s de cobre,
caldereiros de ferro, modeladores, fundi-
dora, errei-os. calafates, gravadores,
oarpiuleiros, carapinas, torneires e opera-
rios de appare!h?s e vellas.
Secretaria da nspeef3o do Arsenal de
Marinha em Pernambuco, 24 de Outubro
de 1892.
O secretario.
Antonio da S. Azevedo.
DECLARARES
Junta Commercial do
Recife
Por esta secretaria se fas publico que
em 8 de Outubro ultimo foi competente-
mente registrada a escrptura ante-nupcial
e dote que celebraran: Joaquim Luis
Teixeira e D Amelia da Cuuha Meudes,
na qual se estipularam as seguintes clau-
sulas :
O noivo dota a noiva com a qusntia de
20:009$000, que u2o se communicarSo
com os seus bens quer havidos quer ve-
nha ad fvturum a poesur.
Os readimentos dellus serSo applicados
aos encargos matrimoniaes
Os bens que a conjugo possue ou por
qualquer titulo venha a possuir ficaui con-
siderados dotaes, sendo os rendimentos
delics igualmente applicados aos encf.rgo
matrimoniaes.
Falliendo o conj:ige,, a conjuga s ter
direito aos heos dotaos e aos qu houver
adquirido na constancia do matrimonio,
passando causa mortis o bens dt-lle para
os filhos tidos do primeiro matrimonio e
os do segundo, se os houver.
Falieccndo a conjugo ',o sem 8ic?e.-b* .
reverter a doto ao oonjuge, no cas.
por<;m, de eix. 1-a sur parti'hado entre
ello e es filhos que alU deixtr
Finalmeate, fieja*salvo aos conjuges fa
i-rem doacyoes Kbe'.alicLdes faeoltad. e
por le.
Secretaria da Juma Commercial do Re
oife, 11 de Novembro ib 1892.
O secretario,
Joaquim Iheo'ionio Soares de Avellar.
Bishop Stirling
U Home
WEDNESDAY EVFNING EXT AT 8. 30. P.M.
Estancia (Mrs. Latham's)
Graxa (sebo) ... ... 633
laborandj (sm folha) tilo 200
Leite de mangabeira (kilo) 1*466
Mel Oitro)....... 166
*Uio (kilo ... 85
"hospnato de ca da llE2 tana (tone.
lada).......... il*MQ
Pelle de cabra (cenlc)..... 187*000
Pelle do carneiro (cento) .... 145*000
emente de canasba (kib; ... 45
sola (meio)....... 4400
Sement ds carrapateira (kilo) 100
Sebo (kilo)........ 600
Stearina em velas (kilo) .... 1*000
Sembnte de algodo (kilo) 040
Tataicca (Xi'.o)..... 40
aboas de amarella .apranenfles
(duiss)..... 103*
ovlntento do Vorto
Navios entrados no dia Ib
Havre pela Ilha Grande45 dias, vapor
francs dueodia de 1615 toneladas,
commandante A. Thebaut, equipagem
4 carga vanos gneros, a Augusto
Labille.
Cap Tow (frica) 22 dias, barca no-
rueguense cSibal de 5c2 toneladas,
capito C. Chisteasen, equipigem 12,
em lastro, a ordem.
Terra Nova31 das, lugar ng'ez Peg-
gy de 247 toneladas, capitSo L. Nas-
ciorth, equipagem 9, carga bacalho a
Jobaston Pater & C.
Terra Nova34 da--, paihabo.to in>lea
fNew Daq de 188 toneladas, .captao
J. B. Slomb, equipagem 7 carga ba-
calho, a Johnston Patcr C.
Santos 24 dias, ligar norueguense
cLom de 533 toneladas, capitSo 13.
Samnelses, equipagem 10, em lastro, a
ordem.
Terra Njva 38 dias, lugar ingles
Miy Corj de 163 toneladas, capitSo
Josjph Gross, eqnipagem 8, carga ba-
calho, a Johnston P..ter & C.
Montevideo17 das, barca ingleza An
gara* de 630 toneladas, capitSo W. F.
Acker, eqnipagem 10, em lastro, a
ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
BarbadosBarca norueguense cStanley
capito G. Pederson, em latro.
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional
cVenus commandante Joao Pereira da
Cunha, carga varios gneros.
Baha e escala Vapor nacional Una
commandante Carvalho, carga varios
gneros.
Rio Grande do Narto Hiate nacional
Bom Jess mes tre Manoel F. de
Mello, carga varios generes.
Rio Grande do Norte Lugar ingles
Albalross capitSo A. halmes, em
lestro.
Rio Grande do Norte Hiate nacional
Victoria mestre Manoel T. da Silva,
carga varios gneros.
Rio de JaneiroBarca americana Anto
nia Sala capitSo Thomaz Sutter, carga
varios gneros.
Cercado Municipal de ti.
O ''js':mtnto deste mercado no
Ou'ubrofoi oseguinle : Entraram.
36 bois pesando 5,971 bilos.
212 kilos de pelxe a 20 res
3 ditas com camares a 100 rs.
44 logares a 200 rs.
7 sainos a 200 rs.
2 ditas com feijo a200 rs.
26 cargas de fannba a 2C0 rs.
3 cargas de milbo secco a 200 rs.
3 ditas com fractas diverso, a 300
1 dita de cebolin'aos a 300 rs.
14 dita de batata a 300 rs.
6 ditas com gerim a 300 rs.
48 ditos com verduras a 300 rs
3 cassas com galliabas a 30') rs.
64 dit03 ccmfaricfta 4 K)
2 cargan com (calimbas a 500 rs
31 columjis a 600 rs.
7 coTpsrtiaieatos com iicsur..s
a 60 > r.;.
46 :!:Lu com laxen ': etc. a 606 re
30 ditos comidas a 70i rs.
11 dit" soiaeir,' ; 1*
8 ditos a 7 0 rs.
45 tainos a 2*000
ffes
di. 14 de
4*240
*3'K
8/800
1*400
*i00
52C0
rs.
/900
*300
42 0
1*800
liJiOO
*900
2560C
1*(00
18*900
420C
27*6'.'C
21O0O
11*000
um
9OO0
Rendimesto do da 1 a 13
248*6 iO
3.350^280
3 59892G
Precos d.i dia:
Carne verde de 240 a 6'^ r o kilo.
Suidos ds 640 a 800 ris idem.
Carneiro Farib.- ie 40;) a 480 r idea.
Mil he e 380 a 40.) ris dem.
F ij5o d? 800 : 1/400 irfem
Vaporas a en&ra?
Mez de Novembro
Sol.......... Waiter............
Europa....... Corsica............
3u......... Parahyba.........
Sul.......... S. Francuco.......
Eorana....... Eiictor............
Sul........ Valparaso........
Sul.......... taranhao..........
Europa .... .. Taaus............
Sul ......... Atnayde...........
or e........ Braz............
Europa....... Malange...........
Europa...... Elua.............
gal.......... Trent.............
Sul.......... Pernambuco.......
Sul.......... iaboato...........
Norte........ Espirito Santo.....
Sul.......... Aguamar.........
16
1
16
16
16
17
19
19
20
17
SI
-1
21
24
26
INDICADA COMMERCIAL
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Bancos
Banco EmissorDirectores,Dr. J. E. Ferreira
Jacobina, Manoel Jos da Silva Guimares
e Dr. Jos Marcelino Rosa e Silva. Ra do Commercio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tones.......,......Ra 15 de Novembro n. 22.
BaftcQ de Pernambuco-Gerente WnBsjp M.
wfcbater..........Ra do Commercio n. 40.
Banco (Hteolsa -Gerente Pedro Jos Pinto. Psacado Corpo Santo n. 1
Companhlas de Xavegaclo
Liverpool Brasil River Piale Sieam Sfiip Com-
pany Limited-BlachburnNeedbam fe C,. Ra do Commer io n. 13. .,
CariocaAgentes Pereira Carneiro C Ra do Commercio n. 6,1." andar.
Chargeurs Reunis (FrancezaiAgente Augusto
LabiHe......: Ra do Commercio n. 9.
Companhia Pernambucana de Navegac,oj avapor
Gerente Coronel lisses A de Carvalho Caes da Companhia Pernambucana n. 12
Companhia Messageries Mariiimcs Agentes H.
Burlp A C...........Ra do Commercio n. 42.
Hamburg udamerikanische Dampfschifffahrt?
GescllsohaftAgentes Borstelinan & C. Ra do Commercio n. 18 2. andar.
Liverpool Undernziteii Association Agentes
Blachburn Needham & C......Ra do Commercio n. 13.
La Veloce Navegazione Italiana -Agentes Bla-
chburn Needham 4 C. ...,-. Ra do Commercio n. 13
Lloyd Braiileiro -Agentes Pereira Carnetro & C Ra do Commercio n. 6, 1 andar.
Norte e SulAgentes os mesmos .... Ra do Commercio n. 6.
Pacific Steam Navigation Company-Agentes
Wilson Sons & C. Limited......Ruado Commercio n. 10, Io andar.
Red C oss Line ol Steamers. Agentes Johston
Pater C.....e..... Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Seomans Line of Steamers. Agentes Johnston
Pater 4 C............Rna do Commercio n.' 13. I- andar,
The Charent Steam Ship Company Limited
Agentes Blachburn Needham 4 C Ra do Commercio n. 13
companhias de Seguros
Companhia AmphitriteDirector Commendador
"Antonio Margues de Amorim.....Ra do Commercio n. 48,
Fidelidade da LisboaAgente Miguel Jos Alves Rui do Bom Jess n. 7, 1. andar.
Indemnisadora-Gerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............Ra do Commercio n. 44
Liverpool, 4 London, Globe Insurance Company
^Agentes Blachburn Needham 4 C. Ra do Commercio n: 13
North Bntish Mercantile-Insurance Company
Agente Wilson, Sons &C Limited Ra do Commercio n. 10.
Phenix PernamDucana=-Administrador Gerente
Luiz Duprat..........Ra do Commercio n. 46.
Con:panilla* diversas
Companhia Adiia.Agentes Jo nston Pater 4 C. Ra do Commercio n. lo' L" andar.
Companhia de i'roductos Calcreos.Gerente
Caetano da Cosa Moreira......Caes do Apollo n. 73.
Companhia de Drogas c Productos Chinacos.
Gerente, Francisco Manoel da Silva. Ra Mrquez de Olindan. 23.
Companhia Nacional de Sallinas do Norte-
Agente Joo Mara de Albuquerque Oliveira. Ra do Commercio n. 14, r andar.
The North Brazilian Sugar Factores Limited
Gerente Henrique Swales......Ra de Torres n. 34. 2-andar.
Corpo Consular estrangelro
M. A. Le Brum-Cnsul da Repblica Fran-
ceza............Ruado 'ommercion. 10, 1-andar.
Consfgnaces e cofnmisses
Augusto Labille.Casa de Commisses e Con-
signagOes..........Ra do fommercio n. 9, r andar.
Beatty Altgeldt 4 CCasa de Commisses. Ra do Mrquez de Olinda n. 52, i- andar.
Borstelman4 CEscriptono de Commisses e
consignares..........Ra do Commercio n. 18, 2- andar.
Carlos Rabell 4 C. Casa de commisses. Ra do Vigario n. 31. I." andar.
Joao de Meira Lins.. Casa de Commisses Ra do Bom Jess n. 44, 1/ andor
Johnston Pater 4 C.-Casa de commisses e .....
consi^naces.........Ra do Commercio n. 15, i. andai.
Machado Pinto 4 C- Importadores, esportado-
res e commissarios...... Ra do v gana n.
M. Maia k CSuccessores de Maia 4 Rezende
Escriptorio de couimissOes.....Ra do Commercio n. 7, r andar.
Manoel Ferreira Bartliolo C.-Escriptorio de
commisses e assucar.......Ra do Bom Jess n. 4.
Pereira Carueho 4 .Casa de commisses. Ra do commercio n. 6, r andar.
Silva Guiiaraes & C.-Eseripwrio de ommis-
ses e consignaces...... Ra do Commercio n. 3 1- andar.
Souzi Pinheiro &Escnptoriode comT-'ises. Ra do Bom Jess n. 7.
lavares dcMe'lo. Gen.-o & C(asa de corumis-
soes ... .....Largo do Corpo Santo n. 15 r andar.
Tlieod Just'=>Casa de commisses e represen-
tacGes ... .....Rua Rm leiai n- 62>
Wson Sons '.. i.imi'ed -Cas mporbidon de
carvao de podra de i-das, oa quaiidades Roa do '.ommerc n. 10 Io and?'
Armu2a e kJ* oe fax ndus
Audrade Loucs a C. Armazem de lazend.is em ,_.-
grosso e a retulho.........Ra Duque de Caxas n. 52.
Andrade Maia & CArmazfm de fazendas em
grosso e a retalho........Pateo do Livramento n.- 22.
Francisco Gurgel & Irmo.Loja de fuzonda
m0(las...... .....Ra de Margo n. 20 A
Guerra, Fernandes 4 C Armazem de tazendas
em grosso e a retalho.......Ra Duque de Caxias n. 47
Goncalves, Cunha 4'.-Armazem de fazendas rtl.
em grosso. ........Ra do Mrquez de Olmda
Loja do Coelho Sortimento de Fazendas e
Modas..............Ra da Imperatnz n. 06
Olyntho, Jardn: 4 C. Armazem de fazendas
em grosso,...........Ra Marquezep Olinda ns. 15
Rodrigues Lima 4 CArmazem de fazendas em .,..
gros80............Ra do Mrquez de Ondan. 20.
Armazens e lojas de ferragens
Ccnrad Wachsmann Successor de Otto Bohres
Armazem importador de ferragens e miu-
dezas .......... Ra Mrquez de Olmda n..o2.
Oliveira Basto & CArmazem de miudezas,
quinquilharias e ferragens em grosso Ra Mrquez de Olinda n. 17.
Vianna Castro 4 C .-Loja de ferragens Ra Duque de Casias n. 114.
Hassames
Joaquim Alves da Silva SantosArmazem de
macames........... Ra do Vigano n. 13.
Litographla
LE. I>urceU.Lythographia eTypographia a
vdpor .. .... ... Ra do Mrquez de Olmda n. 8
Farinha de trigo
Machado 4 Lopes.Armazem de farinha de .
trigo. Importador.......* Caos do Apollo n. 47.
Armazem de bacalho -_,
Seixas Irmaos-Iportadores de bacalhao Lar^o dAIfandegan. 3
Leilcelros
Thomaz Jos de Gusmo Agei.it de leiles- Ra Mrquez de Olinda n. 48
Fundlccs
Alian Paterson 4 C.Fundicao geral- RUa do BarSo do Trimi.ibo n. 44.
Cardozo 4 Irmo Grande fundicao de ferro e
bronze............dem n. 104.
Luiz di Cruz Mesquita.Caldeiraria e fundi-
go de ferro e bronze.......dem n. 06.
Diversos negocios
Abe Stein 4 C. -Negociantes de couros em ge-
ral e borracha.........Ra do Bom Jess n. 62 .
Rosbacli Broters.-Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de cxportagSo .... Ra do Bom Jess n. 5, 1- andar.
Fabrica c lojas de calcados
Albino Cruz 4 CBotina Maravilhosa -Loja de
calcados estrangeiros e nacionaes Rnal* de Marco n. 18.
Braga S <6 C Fabrica de calcados Ra djLivramento n. 24.
Fabrica de Caapeos.
Chapelaria VictoriaVariado sortimento de
Chapeos, para homens e senhoras. Praca da Independencia h. 36
Serrarla vapor
os Ruino Climaco da Silv.Serrana a vapor. Caes d 1 ilegeneraco n. 24.
Armazem de fumo
Almeida Machado 4 CArmazem de fumos,
papel e outros gneros.......Ra da Madre Deus n, 16.
Fabrica de cigarros
EstevSo de Gusmo Fabrica Auxilio a Lavoura. Padre Floriano n. 5.
Tabacaria Duas Americas, -nico deposito dos
fumos marea Viado ...... Ra do Bom Jasus n. 44.
Armazens de cativa
Domingos Ferreira da Silva 4 O Armazem de
gneros de estiva em grosso.....Travessada Madre Deus n. 3.
Fraga Rocha 4 CArmazem em grosso de ge- '
eros de e?tva.........Ra da Madre Deus n. 18.
Ferreira, Rodn 'mportadores e ex-
portadores de geni,. estiva. Ra da Madre Deus ns. 21
Joo Fernandes Almeida Armazem de gene-
ros de estiva em grosso...... Tavessa da Madre de Deus h. 21.
Joaquim Ferreira de CarvalhoArmazem de g-
neros de estiva em grosso......Ra do Amorim n. 41
Armazem de Hadelras
Jos Rufino Ciimaco da SilvaArmazem de ma-
deiras........., Caes da Regeneragao u. 21.
.i
'^ *
. .


Diario de Perambaco Quarta-feira 16 Je Novembro de 1892

V
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Eochlniento de agurdente
Dourado A CEnchimento de agurdente, al-
coolemel..........Ra do Amorim n. 18.
Fabrica de vinhos, agurdeme e alcool. Pinto
Ferreira&C.......... Afogados.
Enchimento de alcool, agurdente e mel. Pin-
te Ferreira Pereira Pinto & C.........Caes da Companhia Pernambucana n. 8.
Mercearlas
Costa Caieiro & CMercearia......Ra do Bom Jess n. 13.
Heves Pedrosa & C. Mercearia......Ra da Penha n. 33.
Typographia e IJthocraphla
fyp. Atener MirandaTypograpbia e uthographia
a vapor, pautagao e encadernagao Ra Duque de Caxias ns. 29 e 31.
CAMPO GRANDE
4/ anuiversario
PKOJECTO DE INSCSPCO .
Para o pareo grande premio
Hijpedromo do Campo Grande
Que se realisar na corrida que ter logar
no dia 4 -de Dezembro de 1892
2500 metrosHandcap Aoimaes de qualquer paiz
Premios 3:o<>0$000 ao Io, 1:000#000 ao 2o
e 300$000# a 3o
Inscripeao 2&0#000
Observacoes
S se realisar este pareo inscrevecdo-se e eorrardo pelo menos cinco ani-
maes ae tres proprietarios differentea.
A inscripcSo encerrar ee ha na tarja feira 22 de Novembro de 1892 as 6 horas
da tarde.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 19 de Julho de 1892.
O SECRETARIO,
Augusto Silva.
THEATRO
Ernpiestimo emitlido pela
Companhia Promotora de industrias e Helboramentos
O 4o Borle o
Ter lagar a 31 de Dezembro de 1892, sendo o maior premio de 25:000COO,
alem dos de res 2:0000000,1:0000000, 5OO5OO0, 200,9000,100*000, hO0CGO, 40*000,
25,5000.
Preco de cada obrigacao 20#000
Roga so aos Srs. possuidores de obrigac^ea a virem rccebcr os premios do tar
eeir> aortaio effoctaado a 30 de Setembro ultimo, bem como os jaros dos trimestres
vencidos no escriptorio da Companhia a ra do Torre n. 42, 1. andar.
Estas obrgacSes acham-se a vaoda nos segaintes estabelecimentos : Banco
Popu ar a raa do Imperador n. 22, em casa dos Srs. Martus Fiuza & C, a ra do
Crespo n. 23
nheiro e Mosqaeiro, saa capc:dde e ve-
locidade.
Observacoes
Os estados definitivos ccnsistirao em :
Planta geral de linha concedida e o perfil
ngitadinal com icdicayao dos pontos
abrigados o de paasagem, *s distaBcir.s
kilomtricas concadas a par ir da rigem
da estrada, a extenslo e in.i'ja<;8o das
rar.p-.s, ooni, .-rampas e pataVaarea, 8
eztonBao dos aiinbamentos rectos a j des
env 'lvimento a raos das curvas.
O perfil l>>nptuoicai aer.l oc-imparJiadi
por am certo numero de perfil tr&nsver-
saes na escala de 1 por 10C.
Os projsctos das ooraa d'arte cocapor-
ee-hao de projeccSes horisontaes e ver-
ticaes e de cortea transversaes e longita-
diiK'-s as essshs de 1 por 100 ou 1
por O.
RelacBo das pontea, pontilhoes e boei-
ros, com as principaes dimensSes, posicSo
na linha, aystema de conBtraccSo e qaan-
tidade de obras.
Tabella da quantidado de escavanes
necessarias para executar-se o projecto
com indicscSo da classificacSo approxima-
da das materias e das distancias medias
de transporte.
Tabella dos alinhamentos, raioB de car-
vas, c as de declividades e sua extensao,
as cadernetas authenticadas das Dotas das
operares topcgraphicas. geodsicas e as
tronomicas feiUs no terreno.
Deaenhos dos trilhos e accessorios em
grandeza de execuc&o.
CondijSes technicas
As obras devem sujeitar seas coodicSes
technicas exigidas no decreto n. 6995, de
10 de Agosto de 1878, do ministro da
agricultura, nao podecdo, entretanto, o
raio minimo das corvas ir abaixo do com-
pative! coa u bitola, nem a rampa mxi-
ma ser superior a 2 1|2 por (0.
As propcetas ser&o apresentadas em
car'as fechadas e leconhecidas as fir-
mas dos proponentes, acompanhando o
taiSo do deposito feito ; nao sendo accei-
tas as propostas que torera da encontr
as obrigacSts marcabas no art. 2* da lei
u. 69, de 5 de Seteaibro do corrente
anco.
A' 12 horas do dia 13 de Dezembro
vindouro, ter logar a arrematacao na
sala das aesso.s do conselho de obras pu-
blicas.
Companhia Refinadora Mer
cantil Assucareira
Quinta chamada
De accordo com o que dispon o art S dos es-
atotos desta companhia, sao convidados os se
abares accionistas a relisarem a sexta entrada
sobre o capital, razo de 10 0/p, ou 10* poi
accio, at o dia 15 do prximo Novembro, das
10 boras da manhi. e 3 a tarde, no caes 'te Ca
olbaribe, ca-as ns. 54 e 50.
Recite, li de Oaiubro de 1892.
Francisco Faustino de Brito,
______________Presidente._________
Sociedaie Carnavalesca Os
Phiiomomos, em 14 de
Novembro de 1892
Chegande ao meo conhecimento que etU de
volta da Capital Federal o oosan presiimoso so
ci e cbariasimo presidente efectivo Antonio
Selle Jonior, devendo aqui chegar palas 7 boras
da manda do domingo prximo vindonro, a Dor
do do vapor Maranbo, convido aos socios
fundadores e effectivod a comparecer ao seo des
embarque; a encareco muito especialmente a
ledos os memores da directora, que encerpora-
dos, se achem no lugar, bora o dia indicados,
afirn de comprimental o em norce da socledade,
e apreseotar-lhe os seos protestos de estima e
consideracap a qoe tem elle dire)(o pelos seos
mritos pessoaes e poeico social.
O vice presidente em exercicio,
M. J. dos Santo?.
Estrada de Ferro de
Pernambuco do Re*
eife ao S. Francisco
Aviso
Pelo presente sao convidados os Srs.
accionistas desta companhia a vir rece-
ber na estacSo de Ginco Pontas o 58 di
videndo, concernonte ao semestre findo
em 30 de Junbo do corrente anno.
Escriptorio da Superintendencia, 14 de
Novembro de 1892.
Wells Hood.
S j perin tendente
Companhia
Senaria Pernaabncana
Sao convidados os senhores accionistas a rea-
Ilearem a qoarta entrada, a razo de 10 0/0 ou
20COO por carta aeco, at o dia 15 de Novem-
bro. roa c'o Vigario n. 7.
Recife, J9 de Outubro de 1892.
Alvaro Pinto Alves,
Director secretario.
Pernambuco Powdre
Factory
Cbamada de capital
De ordem da directora, convido ossenbores
accionistas desta coapanbia a fazerem ate o dia
15 de Novembro prximo, roa do Commercio
n. 4, a qoart; entrada de capital, na razao d^ 20
0/0 oo 401 p.. aeco, li:ando asslm completos
os 75 0,0 a qoe se referem os nossos estatutos.
Recife, !0 de Outubro de 1892.
A. J. Barbosa Vianna,
Secretario.
Festa ertistca en beneacio do baryto-
ALBINO VERJINI.
AC3 empegados do cimm-rf.o de Pe nambuco.
O benetaoiado aov&ra a cavtica do
Figaro do Barteiro de Sevilha.
Domingo 21
Os Srs. assignantes terSo proferencia
at quinta feira (18)
T .ns para Ulinda e Apipacos, e bonds
para t idas as linhas.
Companhia de Tecidos de
Maiha
Da ordem da directora, convido os senboree
accionistas desta companhia i realisarem a 3>
entrada de 10 0/q do capital subscripto ou 20*
por a--gao, at o dia 10 de De*embro prximo
vindjuro, no escriptorio do tbesooreiro da mes-
na, roa 1- de Marco (anliga Crespo) n. 7.
Rtcie, 10 de Novembro de 1892
Alfredo A. P. Fragoso,
Director secretario.
tapanMa Exploradora de Pro-
doctos calcreos
Os Srs accionistas sSo convidados a rpalisarem
quima entr-oa do capital social na razao de
10 O/o Mi 26* por ac o, no escriptorio da Com-
paobi, sito ao caes do Apollo n. 73, dentro do
nraso de 30 das, ceudos desta data.
Recife, 20 de Ootubro de 1892.
J. Cardozo Ayres,
servindo de secretario.
col
BANGO POPULAR
Assembla geral extraor-
dinari*
Saj convidados os accio-
nistas deste banco a se re-
uoirem em assembla geral
extraordinaria quaita-feira
16 do corrente ao meio di il
no palacio da Associa^ao
Comaaercial Beneficente
para tomaiem conhecime/i-
Amorim n. 13.
Dita n. 23.
Moeda n. 19.
Domingos Jos Martina n. 68.
Travesea do Campello n. 2.
T i'vessa de Domingos Jos
Maitiua n. 2.
Beoco Largo n. 1.
B'.stauracao n. 62.
D:ta n. 1.
Dita d, 51.
Dita n. 57.
D. Maria Cesar n. 16.
Dita ns. 3 e 5.
Vieconde de Itaparica n 4.
D ta n. 13.
Dita n. 55.
Pharol n. 16.
Dita n. 74.'
Areial n. 6.
Praca do Chaco n. 18.
S. Jorge n. 120.
Dita a. 85.
Dita n. 101.
Dita n. (13.
Vital di Qliveira n.
BarSo de Triumphc
Santo>
Imperador n. 14.
Imperado* n. 16
Dita.n. 52
DiU n. 45
Dita n 55
Dita n. 73
Praca de Pedro II a. 1
Io de Marco n. 6
Duque de Casias n. 12
D.ta n. 18
Dita n. 34
Dita n. 50
Dita n. 56
Dita n. 70
Dita a. 8 '
D ta n. 84
Dita n. 13
Dita n. 27
Dita n. 35
Dita n. 97
Cabug n. 12
Dita n. 16
Ditan. 11
Bario da Victoria n. 48
Dita n. 9
Dita o. 19
Dita u. 37
Trie che iras n. 46
Dita n. 39
Dita n. 43
Larangeiras n. 12
Dita n. 13
Travessa das Cruzes n. 13
Largo do Paraso n. 20
Larga do Rosario n. 24
Dita n. 42
Dita n. 31
Dita n. 37
Eatreita do Rosario n. 36
Dita n. 25
Dita n. 31
S. Francisco n. 34
Dita n. 40
Dita n. 43
liba do Carvalho n. 36
Sant) Amaro n. 20
Travessa da Matriz n. 1
Mathias di Albaqaerqae n. 28
Paz n. 38
Travessa das Flores n. 23
Largo do C&rmo n. 39
T.8v<.ssa do Carmo n. 2
Oita n. 4
Trsveesu da Bomba n. 5
Fofo n. 19
Dita n. 41
Livramento n. 33
Penha a. 2
Ditt n. 6
i ,
Obras pnblleas, torras e
n'zfo do Iv*ad
Em conformidade da deliberacio do Sr.
Dr. Governador do Es;ado e de urdan o
Sr. Dr. director, fago publico que se acha
em concurrencia per espayo de 60 das
contados desta data, urna estrada de fer-
ro q.-.o ligue esta capital com a povo&cSo
do Pirheiro, e a navegaeao fluvial em va
por''? rntre esta povo&sao e a de Mof-
quein, cjaform' auorisa a lei n. 69 de
5 de Setembro do corrente anco, debaixo
das oorigaoBoa adiucte declaradus.
R--puitiyao df-s obras publicas, trras e
olorisapSd do Para, 13 de Outubro de
182 secr-:'.ario, Olympio G. Bocha.
Obrigfls5e8
O prrp-nente obrigado a depositar no
Thesjuro do Estado 5:0000, para a con-
enrrencip, e em sua propasta de ver :
1. Declarar o praso em qu9 de ve cpre-
sent: os estados defiaitivos.
2. O prazo em que deve comejar a
obra, depois de approvadoa ob estudos re-
feridos
3. O prazo em que a mesma obra ser
concluida, estabele^endo o trafego e o
ervi<;? da navegaeao.
4. Q;al o esp&co de tempo porque pede
e garanta de juros a qu tem direito so
bre o capital maxim: at 1,200 centos..
5. Q e de volta catre a capital e o Pinheiro e
entre o Pinheiro e Mosquciro.
6 Q'ial o numero de viagens dierin
entre a capital e o Pinheiro e entre o Pi-
nheiro e o Mosqueiro.
7. Qaal o typo dos vapores que pre-
tende empregar em a navegaeao entre Pi-
to de um requer/mento dos,L
diversos Srs. accionistas
pedindo a convocado de
urna assembla geral ex-
traordinaria afim de tratar-
se da alteracao do artigo
!. dos Esttutos, mudando
a sede do Banco para o bair-
ro de S. Frei Pedro Gon-
^alves.
Recife, 9 de Novembro
de 1892.
Albino Narciso Maia
Director-secretario
fhesouro do Estado
reroamboco
De ordtm do Illa. Sr. Dr. inspector deata
epartic'o, fago pi:b!ico que quarta feira 16 do
co-;ente, serao pagos o; vencimentos dos profes
ora de 1* ealrtaea, releti >oa ao mez de Outa
bro oroxim' lindo.
Outrosim, declaro, que os referidos pagamen
ios comecrSo as 10 bcras da manba e termiaa-
:5o impreterivelmente as 2 da tar^e
Pagadoria do Thefooro do Ec?ado de Pernam
duco, ti de Novembro de 1892.
Servindo de escrvo,
Eaaminondae do Vascencellos.
Coiopanhia Exportadora de
Alcool e Agurdente
Segunda chamada
Po- rteliheracao da directora desta companhia
sao convidados os s-nhores accioaistas a reili-
sarem a seg: da entrada 6c capital razo dt
5 O/o ou 5*000 por sego. at o dia 30 de No
vemb-o corrente, das 10 horas da manbi As 3
da tarde, na ra nova de Santa Rila n B7. ('
vendo os mesmos senhores praaentareo 03 pri-
mitivos recibos para sert tn Bobsti'oidos peles
devidas cautelas.
R?cife, 1 de Nov rr.'.ro de !89J.
J:-:e Jjaq'Jim d" Cos a Ma'.o,
Presideoif.
lecife airaynage
RelacSc do3 concertcs ieitos nos appa
relhos oo mez do Outubro prximo passa
do de corrormidade com a ultima parte
do art. O do contracto e 2 do art. 15
do regu'anjento de Vi de Janeiro da
S72.
Recife
Ai fandog.
Marques de Oiinda n. 12.
Dita r.. 18.
Bom Jess n. 31.
Dit-, n. 42
Banco de Pernambuco
Tendo se enraviado as cautelh3 ns. 34 e 32
este Banco referentes a primeira a 25 acjOes
aertencentes ao Sr. A J. de Souza Dilton, e s
iegunda a 5 perteccentea ao Si. A. J. de Soma
Dilton Jnoior, ambas com Vi /. realizados, faz-
m a presente declaraSo para os effeitos leg.es.
nclosive par? soa substituido, se depois de 30
lias a contar desta data nao bonver reclaoiacac
ilgoma dirigida a este Banco.
Recife, 16 de Outubro de 1892
T. Comber.Presidente
Viscondc de Inhauma n. 20
Dita d. 36
Dita n. 52
Dita n. 41
Dita 53
Podro Affonso n. 31
Pedro Affoncu n. 59
Ia travessa da Praia n. 9
Dita n. 11
Travessa do ^arcereiro n. 3
Marcio Dias n. 30
Dita n. 40
Ditan 54
Dita n. 64
ViracSo n. 37
Lommas Valentina n. 4
Dita n. 8
Dita n. 3
Coronel Saassnna n. 48
Dita n. 9
Becco do Falcao n. 6
24 de Maio n. 12
Dita n'. 17
Travessa da Concordia n. 38
Dita n. 31
Dita n. 49
Palma n. 2
Dita n. 23
Dtr n. 27
Mrquez jlo Herval n. 23
Dita n. 9
it n. 39
Dita n. 71
D:ta c. 85
Dita c. 93
Qaartol da Guarda Local
2o becco da Cadeu Nova n. 4
Dita n.
S. Jo
Marc.lio Dias n. 82
Dita n. 108
Dita n. 97
Dita u. 137
Dita n. 141
Lommas Va!ent;aa n; 74
C;roue! Sasnuona 81
Diti !. 119
Dita a. 16
D,:,-. n. 189
Dita n. 52.
Dita n. 56.
Dita n. 13.
Dita n. 17.
Dita n. c7.
Commercio a. 74.
Dita n. 46. 11020
Largo do Corpo S-^to n. 17. 307,20
Dita n. 19. 7^660
Bispo Sardinha n. 16- 3,5720
Tbom do Soasa n. 4. 90930
Vigario Thenorio n. 25. 502:0
Ditan. 19. 50220
Dita n. 27. 60540
Dita n. 29. 10600
Travessa da Madre de Deus
n. 2. 50
5320
100620
30600
40600
30720 Mfxrqnez do Herval n. 64
306001 D.ta n. 215
30720,24 do Maion. 45
50700, Dias C.rdoto n. 2
4030Jj Dita n. 72
30600 j Padre N^brcga n. 66
110520.Dita a. 70
Dita n, 35
Travessa do Caldereiro n. 4
Vidal de Negreiros n. 16
Dita o. 174
TraveBsa do Forte n. 1
Travesa do Singado n. 13
Chrstovlo Colombo n 23
Sata Cecilia n. 19
Santa R ta n. 7
Largo do Mercado n. 17
20' S. Jos n. 20
50220
502-0
50220
9$720
30600
30720
30720
50220
100780
31600
50220
30720
3 720
5022)
30720
50520
30600
30600
30600
306CO
30600
31720
30600
30600
4V980
306JO
70310
306QO
51 i 00
35720
101620
20660
3S6.0
90360
110520
200100
100600
30600
60220
80180
220540
30600
9f60O
60040
30600
306CO
290100
90080
40060
120120
30600
50680
316'DO
40180
310420
49fd20
30600
38600
20600
110700
56S0
30600
90560
306(0
15042)
30600
5*380
60540
30600
30600
39300
30600
20500
120220
88280
70680
30600
30600
180900
11*120
310300
310120
30*00!
50100
90260
30600
30600
70200
306CO
88 HO
90600
140100
190200
110520
88100
50800
70000
230260
80660
60000
210520
30600
50683
30600
30600
3^600
30600
190630
50840
110860
30600
306OJ
320600
210600
50840
6J0!X)
30600
C.-J9U0
50440
190600
3600
110600
30600
30720
306OO
200100
30600
38600
18^920
L'68'00
30600
50100
20TOO
80460
501CO
,30600
35600
80 ICO
30600
60160
1136)
290700
35600
306-00
30600
30600
306CO
50680
230100
50440
68000
60160
Oita n.
Dita n.
Dita n.
Dita o.
Dita n.
Dita n.
Dita n.
Dita n.
Travessa de ?. Jos n. 19
Pescadores n. 33
Fortaleaa das Cinco Pontas
Travessa do Peizoto n. 30
Dita n. 35
Imperial n. 33
Travessa do Lima n. 4
Boa Vista
Imperatriz n. 2
Dita n. 4
26
28
30
48
88
1
45
63
Praca do Conde d'u n. 28
Conceic?o n 33
Visconde de Pelotas n. 2
Dita n. 45
Tambin. 17
Visconde de Albuquerque n. 22
Dita o. 26
Dita n. 28
Dita n. 148
Dita n. 162
Aurora n. 1
Ditan. 45
Ponte Velha n. 75
Conde da Boa Vista n 11
Dita n. 21
UniSo n. 9
Hospicio n. 34
D.ta n. 69
Ditan 71
CamarSo n. 9
Gervasio Pir.:s n. 75
Travessa do Palacio do Bispo
n. 5
Ditan. 21
Socego n. 7 B
Dita n. 23
Santa Cruz n. 34
Coelhos n. 3
Hospital Pedro II n. 4
Travessa do Quiabo n. 5
Travesea do JoSo Francisco n. 8
Leao Coroado n. 7
BarSo de S. Borja n. 50
Dita n. 53
Soledade n. 37
Travessa d > Capibaribe n 2
Recife, 11 de Novembro de
30600
30600
78500
80330
30600
70580
30600
100210
30500
260100
50100
81360
31603
50200
30600
501CO
50100
30160
70760
30900
58100
50400
50100
5000
80100
50:oo
280980
110200
306 ;o
30600
60700
50400
110100
50400
80700
3i603
60600
8.300
50700
290920
8J 360
520700
50100
30600
420520
30600
8 50100
50100
100740
410480
58100
30600
1892
Campanea Ze Seguro*
CHIBA F0&0
Northern
de Londres e Aberdeen
'osico imanceira
Capital subscripto 3.780,000
Fondos accumolados 3.000,000
4eeelta anoual :
De premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidas 208,000
De uros 155,000
Agente em Pernambuco,
Boxuell Willians C.
J. F.
Mackintosh,
Gerente.
Santa Casa
Casas para alagar
Na secretaria da Santa Casa alugam se as se
ruintei casas :
Ra BarSo de S. Borja n. 3. casa terrea.
dem do Burgos n. 27, dem.
1 !-m do Amorim n. 64, irtem.
Mew do Vigario n 21, 2- andar.
dem do Burgos n. i, casa terrea.
dem do Dr. Ivo Meqoelino n. 9, preiio de 1-
anciar.
Becco do Abren n. 2, i- andar.__________
Compa hiaIndustrialeCom-
* mercio de Estiva
ARREMBLEA GEUL
Convido os Srs. accionistas a reooirem se em
suelto de assembla g^ral ordinaria as 11 da
manba do dia 18 do corrente na s-'-de da Compa-
nhia a roa do Amorim n 58 pa-d assistirema
leitora do relatorio, parecer fiscal e prestuco de
-oDtas.
Por essa oc^asiSo se procier tambem elei
cj de novo cooseibo riscal.
Recife 4 de Novembro de 1892.
A Fernandes,
Dire.tor sfcratari.
YSO
Sao convidados os Sru. possuidores e
cauco '8 qoe por mea intermedio recclhe-
rem joias no Banco Popular a virem pro
rogar ou re3gatar as cauc,5e3 vencidas
at o dia 5 de Dezembro do corrente
anno sob pena de serem vendidas confor-
me determina o artigo 2 das condicSes
do dito Banco.
Recife, 2 de Novembro de 1892,
Luis Vernet.
Hecife Drainage
A companhia faz publico para connecimento
dosinteressados, que collocoo no mez de Oato-
Dro proxiu:o udo, os apparelhos abaixo declara
tos:
Recife
Roa Domingos Jos Mirtins n. 76, apparelbo
n. 8,109, toja.
Ra da Restau-'a;So a. 13, apparelho n. 8,110,
casa te*rea.
Ra Compannia Pernambucana n. 24, appare-
lho n. 8,111, loia.
Recife, 4 de novembro de 189
J F. Mackintosh,
Gerente.
tatiliH Archeologico e Geogra-
phico Pern!*mbncano
Quinta feira 17 docorrente, ahora do costme,
tiave-a sesso ordinaria.
S-cretaria do lostitulo, lo de Novembro de
1S92.
O 2- secretario,
J. D. Codeceira.
London & Brasilian Bank
Limited
Ba do Commercio n. 32
3acca por todos os vaporas sobre as ai
xas do mesmo banco em Portugal_ ea
em Lisboa ra dos Capeiiisias n. 75.
Porto, raa dos ictrlezea.
AMPH1TRITE
Companhia de Segaros Harilimog
TERRESTRES
Capital..... 1.000:000^000
48 Roa do Cotmerclo 48
SEGURO
Royal Insurance Companj
de Liverpool
ctpical t ao.ooo
AGENTES.
Pohlman $ O.
Largo da Companhia n. 6
GONTKA FOfiO
Tiie Liverpool London i 6I0N
INStIRANGE aDMPANY
blachs-sh, mmx & c.
Ra do Commercio n. 3
Companhia Jtorli British i
Mercantil e Insurance
Capital subscripto t 3.000,000 0* 0*
Fundos accomulado3 9.752,443 18 5
RKCEITA ANNAL
De premios contra
fogo.......1.495,818 S 10
De premios sobre di-
vidas ..... 992.379 6 1
l i 488,197 12* li'
N. B.A reparticac de fundos accumola-
dos sobre seguros contra fogo, nao se res-
ponsabilisa pelas transaeces feitas pela a
de seguro sobre vidas.
Wilson, So is& C, Limited.
SEGUROS
MARTIMOS COMBA Ott
eoapaadila Phenlx Par-
nanbaeina
___________UA DO COMMERCIN.C" ^
Indemnisadora
Companhia d f-egnros
MARTIMOS E T^iiRESTRES
aat3eleeda r: j, 186K
lutado ftnanceiro em si de Da
zembro de 18 .
Canital 1,000:000|OOC
Fuodo ae reserva 110:376*000
Sinistros pagos 1,776:683*000
MARTIMOS
THE IMPERIAL 1NSDRANCE COMPANY LIMITED
Estabelecida cm 1803
CAPITAL i,OO,O0O
(Iti. *4,000j000*000)
SSGORA EDIFICIOS E MERCADORIAS
Centra o fog
TAXAS BAIXAS
Prompto pagament iS- prcjalao
SSM DESCONT
AGENTES
oinpanliia se segaros
giMito&t i fi*M>
Miguel Jos kes
ft, |-Boa do Bom ietni-T. *
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestea cltimos seguros a nica compaa
d 3ta praca que concede aos Srs. segurados sein
pjao de pagamento de. premio em cada setunt
amo. que equivale ao descont annual de reres
de 15 por ceuio em favor dos sobrara
Linha Benchiaol & Sobrinho
O VAPOR PORTGUEZ
Elisa
E' esperado di-
re c t a m ente de
Porto al o dia
do corrente,
?eguindo depois
da necessaria de-
cora para
ttabla, Rio de f aDelro e santos
ESTE VAPOR ENTRARA' NO PORTO
Pan carga, passagoas, eucommendas e di-
nheiro a frete trata-ee com a
CONSIGNATARIA
Companhia Industrial e Com-
mercio de Estira
58Ra do Amorim58
Lioj Brasilelro
eceo de navega?o
OA
Mi'REZA DE .OBRAS PUBLICAS NO
BRAZLL
PORTOS DO SUL
O paquete Maranho
Commandante Quilherme de Castro
E' esporade dos.
pertos do sul at
dia I de No-
vembro se^aindo
depois da demo-
-a Ufcesrria pare
?arahyba, Natal, Cear, Amarraglo, Ma
ranhSo, Para, Obidos, Santarm e Ma-
caos.
as encemsoendj sero recebidas at 1 ora
Mi tarde do dia da si trapiche Barbosa
.o 'Alt3 do Jorpo S-iEo a. ti.
Para pa3sagens, carf.^,,encommendas e va
lores tratase com os AGENTES.
PORTOS 00 NOuT
O paquete Brazil
.'omdandante o capito de fragata Pedr;
Hyppolyto Duarte
E' esp; rado dos portos lo
orleai o dia 1 de No- "
vembro segoiodo deppis da
ndispensavei demora para
tfaceij Babia, Espirito-Santo e R:o de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeirs
para Santos, Camines, Ignpe, Paranago, Auto
Dina, S. Francisco, P.ajahy, Santa Catbarina, Ris
Qrande JoScl, .'elotsse Porto-Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
la '.arde do dia da sabida, no trapiche Barbos
oo largo do Ccrpo Sanio n. 11.
Aos Srs. carregad moa a sna attenciJ
jj?a a clausula 10 dos cahecneutos, qw
I

i
i .


i

-
io de Pe
Quarta-feira 16 de Novembro de 1895
Er=-
Iguma reclamacSo contri
companhia. por averia ou perda, deye ser felU
por esttipto ao agente respectivo 4o porto t*
desear,--! e-ctro ae tres aias de}> n da final:-
ate.
N'*o p^oeedendo esta formalidad* compaira.1
U a iseau de toda a responsablidade.
?axa passagess, frete* encommendas tr
la !J
AGENTES
jreira Carneiro & C.
: -Rva do Com**reio*~8
Companln* de Paquetes
Brazil Oriental e Diques
Fluctuantes.
O paquete Athayd
le
A's ll horas
No irnuem da ras do Imperador o. 39
O asente Martias, competentemsote aatorisa-
do pelos propietarios, far leilio dos predios
cima, podeodo o p-etendeotes desde j exsmi
nal os, pois \ende-se livre e deeembaracados
d qeslquer ooos.
Lei
o
Du capolas e chapeos para spnhcras, esparti-
Ibos, aroMicOi's tinas pata capeos Je sol. eslei-
rs para (orro, papel para i mbrulho, massas
branca3.e amare!la$ para opa, manteiga em la-
tas, caixaB com cb, ditas com batata?, botoes
de madwperola e outrss mercadorlas qu' serao
vendidas para feicbamento de coma.
Qearia-feira, 16 do rorrete, s 11 turas
No armazem da roa Mrquez de Olinda n. 48
Por iotervenco 'o agente Gosmao.
E' esperado dos portas do
-ul ..t o da de Novem
' oro seguira depois da de-
(inrra indispensavel directa-
' mente
Para o Rio de Janeiro
para onde recebe carga.
- Este paquete illumini.o las elc-
trica e tem ptimas acconuoodacoes para
pf ssag iros de primeirs de claase e cx-
cel lente pass di...
Para passagtJri.3, carga, encommeo. as
lores trata-se com os
AGEITES
Amorim Irmaos Sf C.
Ra do Bom Jess n. 3
i ala Real Portogaeza
O paquete Malange
E' esperado de
Lisboa at odia
I ti do corrate,
"este bem co? be-
cido paquete que seguir depois da indispensa-
vel demora para
Bhia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens encommendas e valo-
res trata se com os
AGENTES
Pereira Caroeiro & C.
6-RA DO COMMERCIO6
1 andar
Royai Mal Sien ?M l
m
O vapor Tagus
para a
E'esperado da Europa oo d!a
i de' Novembro seguindo de-
i indispensavel demora
B. bH, Rio de Janeiro e Santos
O vapor Trent
1?' esperado dos oertos do sui
at o'diu d Si Novembro se-
goiadt depoie da necessana
ora para
mas, Lisboa, Vigo e Soathsmpton
2*a s
I'Lisias l til 80 :'.)
'SorbatnptoBf'cias* i-JB i'
Camarotes; para o passageirM fit
Parnamijuco.
Psnpsssc a.e omsteBdas,trata**
50": 03
AGENTER
%morim ir & C.
8.3-^Bbs do Bca josas2i. 3
CHARGRfJRS REUNS
CompaublK Francesa
DE
Xavegavo vapor
Liana qainzensl entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro .
Sastos.
O vapor Campana
CmmnandanteHen ry
f? esperado da Europa at o
'.' 19 a Novembro, aeguinde
Jdepois Q demora neeessaria
para a
Bhia, Rio de
Aviso
Antonio Helio & C. particjpam a seos atnipor
e fregueies qoe modaram o sea estahelecimento
de molbadcs denomia :do Torre E.ffetlda roa
Marques de Olinda n. 27, para a meama ra n.
30, onde esperam continuar a merecer eseu
respeitaveis ordens, as quaes serao fieltntan
executadas.
Agente Pestaaa
Idilio
Do eayallo Soulaoger
QainU-eira, (7 de Novembro
"" No armaxem travessa do Corpo Santo d. J7
AO MEIO DA
O agente Pestaa, autorisado pelo Sr. Sera-
pbim B. dos Aojos, vender a quem mais der, o
cavallo cima mencionado._________________
Agente Oliveira
Leilo
De diversos cbjectos proprios para escriptorto,
sendo 3 cofres de Milners, prenga, carteira, es-
pelbos, relog-: e outros objectos.
Quinta feira, 17 do correte
A's f i horas
No escriptotio rea do Bem Josas n. 17, out'ro
ra Lruz do Recite
O agente Olivera, por mandado do Exm. Sr.
Dr. juiz substituto da provedoria, e a requer
ment da inveotariante do finado commerciantc
deata praca Tucod. Cbristianfen, levar a leilo
urna armado gradeada e eoveroiaada com bal
cao 2 taponantes cofres ingleies do fabricante
MilnereiTdito, 5 carteiras de amarello sendo 1
para & pessoas, 6 tamboretes pan as mesmas
bancos, cadeiras de bracos, talantes, jardineira
de ferr, dita de aadeira, 1 prenca com mesa, 1
espelbo, 1 lote de diversos ltvros de escriplara
cao mercantil qcartinhas, ferram^Dtas, etc.
Agente Pestaa
L lo deSaivo
Do grarde e importante stio com cerca de
4S0 palmos de frente e 800 de fundos, com urna
excellente cafa de pedra e cal para nomercea fa-
milia, 1 de taipa para erados, (aiada e pintada
de novo em bom estado de conservago bem ar-
borieada commuitoscaffeires, jaqueiras, laran-
geiras e muitas cairas arvores frectiferes, ja
dando fructos, eaixa para capim per ende paesa
0 rio Capibatibe, ctTerecendo excellente banho,
seado o seuiflima o mM .hycieaioca doa arre
baldes, sitas ao coiredor oe S. Joo da Varzta
sob n. 18, havendo diversos pretendentes para
alugar, o que r.o se tem feito por ter de ser
vendido, acosada se o mesmo urna pes?oacom
plente para mostrar a cualquer comprador que
queira examinar o que pode fazer desde j.
OlioaferaIIde correte
Ao meio dia em ponto
No armazem a travessa do Corpo Santo
n. 27
O agente Pestaa vender por corta e risco de
quem pertencer o sitio e casas cima mancio" a
das, tendo o mesmo proporgOes para ter diver-
sas vaccas de leite.______________________^
Leilo
D movis noves e usados
(Jai piano e urna m china pera apa'asEj
6 apa. toa
Sexta letra, 1S do eorreue
Urna meia mobilia de junco torneada' 1 pian
em bom estado, 1 cama franerza ce Jacaranda, 1
sof de dito. 2 coosio3 de dito, 1 lavatorio de
dito, l importante aparador guarda-comidas, 2
aparadores lisos, 1 cofre grande, 1 dito menor
francez, 1 marquezo, 1 due ,-estrelto, 2 cadeiras
de balanco novas, 11 de janeo. 1 cama de ferro
2 commodas, 2 quartiubeiras d3 columna 2 .-
bids, 1 relogio, 10 quadros, 2 lanternas, 1 toilet-
te para menino, 1 macbina para sapateio, 4eta
teres. & cantouefras, 1 armario graode, 1 jarro e
bacia de porcellaaa cbinesa, 2 frasea de metal,
1 porta-pao, 1 prtamelo, 2 cabidei. i porta-bes
galas, 1 espelho, 1 prenca para [dietas, 1 estante,
1 cadeira para fabrica de bebidas, 1 nitro e mu-
tosBtroces.
Gambda do Ca.-rco n. 23
A's II horas
Janeim e Stmtm
Este vapor entrara ao porto
Roga-8e aos Srs. Importadores de carga peles
vapores desta linha, queiram apresentar dentro
de 6 das, a contar do da descarga das alvareu
gas qualquer reclamaco concernente a volumea
que porventora tenham seguido para os porto;
do sul, afim -.'e se poderam dar a tempo as pro-
videncias necesaarias.
Expirado o referido prazo a compannia nr
te responsa^'sa por extravios.
Recebe crga, enconacendas i pasaageiros,
j^ra os quaes tem encllenles accommodacOee
tratar com o
AGENTE
Auguste Lbil]e
9RA DO COM?,IWOIO9
I
fcrnaido de So. nha
O paquete
S.Francisco
Ccmmandacte Estoves
Segu do Yc. 18 >'eNo-
vembre s 4 borai ta tar-
de para o porto cima
Recebe car a encoemeodas possagense di-
nheiro a frete t ;' i t a da tarde do die da
partida.
ESCBIPTORIO
A 'Jaet da (Jomnanhia Perutab ucanft
n 12
*i
Agente Burlamaqui
Leilo
Sexta-feira, 18 do eorrente
A'$ 11 hora$
Na rus do Commercio c. 16 (Lingueta)
De utensilios e armagao
O agente cima, autorisado por Aq'.oqo Sam
palo do Nascimeoto, para pagamento aos seos
credores, vender em ieilo os referidos nteosi
los, n se garantindo as cIuv.s do esUbeleci
ment.
AVISOS DIVERSOS
Precisa se do ama ama pora cosinhar.boe-
rendo ir para Oliuda ; a tratar na loja das Es-
trellas, ra Deque ce Csxi ifl n. c6.
Prejisa se de urna rapariga para andar com
menino?; roaDireite n. 78 i. andar.
Na roa ae Sania Isabel o. 13 luva-sc e en-
goman se cem perfeico roupa de secbora e de
botsem.
Vende te cuas pr^n-a! proprias 1e infar
dar algodo : a irtla"- ji-i pr-.ca do Tir^ Denles
numero 2.______________
Alua s'j u : a bea casa, caala e ptutada
de novo, mei o fresca, com agua, paz e mui'os
cemmodos. nos Oelbos : a tratar al com J. M.
das 8 s 12 da maDb.
1 recisae d um criuau que ei:ieooa de
copeiro ; a tratar na ra da Cadeia n. 35.
Precisa se de um cai*>ira com piaiica tic
padi.ria que d fr,Q. de -:y to^ri'jc'.a : na ra
imperial, padana Victoria.
Pircisa te je
roopa de senbora ;
numero 33.
lena (''
a t atar na ru da Cadeia
Leil
DE
V
Ssodii : | parle do soiTado de 2 andar es e
da ra Direits r, i27, correspondente
:897*932.
i siiio em Bebente, b ugar Porto da Madei
estrada dt Fe roo da Cal, com 330 palmos de
frente e 350-de rondo, baixr re capim e 30 ps
de coqoein? ro qusl existe orna casa ter-
rea com 4 jauellas de frente.
Oflara-fdra, 10 do correle
Pereira Fdr;a C.fazem pciente qae i
data deixou de sar ten empregado o Sr. Luz
dos Santos Aguar.
AMA pa>-n enapbar em rasa
familia ; na roa Duqu; i..
Veade se o reitau:
no Iigo da P.-nfsa n. 8 ;
Concordia d. 13 sonde ae
T Dd .
r'e pequen?
s, 16.
Gcelbo Branco, sil;
ar na ptacaca
dar a razo desso
Olinda
Alnga-se nos Milagros mj opima casa para
quem precisa de ban-bos ligados por terminar
o quintal para o mar ; a tratar na ladelra do
Varadooro n. 8.
C=
r:CX^
) Flora 'Pemambueana
FABRICA
DK
Viobos de mesa e medicinaes,
Beb'das espumosas,
Licores, cognacs e agnardenlbs
De fructas, doces, conservas,
Fariphas, etc., etc.
Formulas approvadas pela Junta de
Hygieoe
Sabino, Moura & C.
Ll OEIRO
28-RUA DO ^BEMFICA28
Passagem da Magdalena
DEPOSITO PROVISORIO
2 Ra da Ioiperatriz 2
i.' andar
Dcon'o van'ajoso
t'ERNAMBCO
Gosinheira
Precisase de orna cosinhira ; no 2- andar
n. 17, roa do Imperador.
Tanoeiros
Precisa se de tanoeiro> : na roa da Aunra n.
111 ou Madre de Deus n. 5. Paga-se de 60*000
120*000 mensal:
11 ni
Odorico da Ctmsv & O., avisam ao
commercio que tem a venda em sea ar-
mazem a ra do Bom Jess n. 61 as se
gaiDtoB nsercadoriaa, qae vender per pre-
cos maito redueidos, a sabor :
Cb erda e preto, o que ba de melnor
r,o mercado, vinbo do Porto Adriano
(qualidado especial) cervejas Nctar,
Le8o do Norte e Feldschloss de ezcel*
lentes qualidades, j bem conhecidaa no
mercado, conservas allemia e fraticesaa
dos rnelhore fabricantes europeos, e o qae
ha de mais fino no ulereado ; copos de
vidro e outroa objectos de fabricacSo ame-
iicna para aso domestico, candieiros ni-
ckelados de ytt-ma magnifico e muito
tlegantes,psndni;iB americanas com e sem
despertador, rolhas para garrafas e meias
garrafas, baldes para agua, ps de ferro
para traccSo, c asento a!iom3o de qualida
de superior, igual -o de Portland, pboapbo
res da Suecia iguaea na qualidade aos de
J.-ickopings fabricados expressamente pra
seu estabeleoimento, sendo exclusivos im-
portadores da muren ##, e que vendem
por preco mdico, leos pera lubrificacao
.' machinismoB por preyo sem competen-
cia, estopa de bou qualidade por prego
commodo, e rrais outros artigea proprios
deste mercado.
Tambem tcmam encommendas sobre as
pracas de Iglaterra, Franca, Allemanh
Suecia e Estados Un dos da America.
Atten^ao!
G ab ix assigoado pro-
ura lor des herdeiros Je
Autonio Corre a de Va*co 1-
concellos, p a a todos que
contrahiram <:eb tos om o
mesmo finado o fkyor e
saldal-03 ateo dia 31 de
Dezembro prximo depois
d) qu I erao cobrados ju^
dieiaimcaie %e accof Jo coro
as instr; c^oe* q9 tem para
tal fim.
Rec'ife, 15 de Novembro
de 1F92.
M. J Aadrade.
Ra 1*. de Marco n. 13.
Bwky lnb $ ?$r~
mmbvto
A. peesoa que na
corrida de domingo
no Prado da Estancia,
dentro da casa dns
aposta?, por occasio
da veada das p.ules
do 8 pare ficou em
seu poder com a quan-
t?a de eincoenta mil
res (um cheque) faca
favor mandar le val-os
no escrptoji ; do Der*
by, ao con u-ario ser
publicado s bu nome
por ette Diario ,
de ficar conhe
sua gatunice
Forlimalo Torquato de Araujo
KaLdantaa
MISSAS PELA SUV ALMA
Jos Ra?;uun o da Nalivi lade Saldanha, spa
molber, tiibos, riibaa. gearo. oras e netos agr
decem a todas as pessoas que se dignaran) de
acompanbar ate ao Cemiterio Pablieo o cadver
do sea idolatrado e seropre lembradolilbo.irmo
cuchado e to Fortunato T>rqui-o de Arai'jo
Saldanha. e de n vi rogam Ibes o obsequia de
assistir s missas que pjr sua alma maodam.re
sar r>u dia 18 do corante pelas 8 horas da ma-
rra na Cao";;a -do Ce ''erio Publica da Sauto
Amaro, pelo qn aoiscipam csseusagradeclmen
tos.
hm
Precisa se de urna boa cosinnei-a r*" csst
deipouca amilia, p3ga-se bem : a tratar ~a roa
da Moeda a. 24.
ima
Precisase de ama ama para c a de MM
familia ; a tratar na ra Duque de axiss na i
mero 63.
Gaixeiro
Precisase de om caueiro cem pra.ica d; ta-
verna ; na roa do Brum n. 38.
Joia de valor
Na rna do Rosarlo Larga n. 42. na muito acre-
ditada relojoaria do Sr. Hodoipno Doicy echa-
se exposta urna rionissimB jo a cravada com 11
quilates de brilbantes fabricada na acreditada
efficia do Sr. Antonio da Gonceigo e Souza,
ra Bttreita do Rosario n. 23, 1* andar.
Pede-se as pessoas de bom gosta para visitar
este eatabelecimenlo par apreciar este bacilo
traba loo artstico qoe se vende por prreo bara-
tissimo.________________________________
Gosinheiro
Precisa-se de om cosinbeiro ; a tratar na roa
do Cabug n. 14, de meio dia at 2 horas.
Multa alten cao
No neceo dos Ferrelrcf o. 6, recorta-se bata-
dos de todas as qualidades e dosfjm:i lndo3
modellos, por preco3 mdicos.
loaqulm Floro da Silva
- J ao Ago.= t: ho de Gjuvei i, Joo E-p.ndo'a da
Costa. Jo^ Lino Poce, Mano 1 Jjrge de Sansa,
parete, amigo e coilega do rt ado Jjaquim Flo-
ro da Silva convidtn os pareo tes e amigos do
meama a assistirem urna missa qoe mandam ce-
lebrar na igreja do Carmo, na quiota-feira, 17
do rorrenle, s 8 horas da raunh, 7- dia do seu
ra ramalo. Dwlo j antwiparo spae arrale
ClUfOFOS. ______________
Cosinheira
Precisa se de urna co3nheira ; na casa n. 17
da rna 27 de Jaueiro, em Olinda.____________
Aluga-se
Urna casa a alguma pessea que for do matto e
queira pasear dous ou seis meses, com moba
ou sem ell ; a tratar na ra Imperial d. 267.
Cavallo furtado
Da estribara di ea^enho S.Matheus furtaram
um cavallo rodado, novo, castrado, crinas p-etas,
um ponco pequeo, tendo um T no queixo es-
querdo, anda baixi e anio com facilidade ; re-
commenda se s autoridades n paga se bem no
mesmo engpuho ou na'estacao de Olinda.
Taverna
Vende se a taverna da Praca Maeiel Pinhelro
c. 6 ; a tralar na rresma,
afim
ci
Recife, 15 de No-
vembro de 1892.
Padana da na D Mana
Cesar n. 30
Continua iodos os das uteis a fabricar as sa-
li :r ,-t!.; bolacbaa derjomii^d>s Pedro 2- Uraao
Imf^ratris e Imperi;es. ;; ra u quie chama ;
auenco de seu no/nerosos fregu.rze e o pa
blicoem ge ral, que terham lado cuidado com
ouras>do mesiuo formato, as quae.- se vo esta
Ihaodo'em gnode quanti i; de ; as qoe sao f
b-caia neste estabelecimento vo marcaoas
com J. A. C, t para evitar engaos manda si
levar qualquer pedido, qcer em casas p?rlicu!a
res, quer em estabelec;menio?.
Te'ephone123
Attene,o
Alnga se o fitio na Torre, roa t o Rio D- 38,
20* 00 measaes, com flanea boa, boa casa, fruc
teiras, banho ao rio e muito salubre ; a tratar
com o tenette Carneiro, em AfogadOd n. 19, so
brado.
Pfearmneeatco
Precisa .e de im pbarmaiej iio; n- Pharma-
cia Franceza.
Libras sterlinas
Vende-se na loja rt,e jolas de Aognsl
oa roa do Caoua n. i.
Re*-
Botijo
Compra-ce betijoes de genehra Fokink : na
abrica de vinagre de Jo3o Ferreira da Cosa, 3
rna da Ma'i.-e de Den? o. 10, a 500 ra. cada
urna.
200
rs.
I
>->*.'tln'Je
Recebemos graoe porgfio de lijlos de doce
legoiaba. que vendemos um per 2fJtTrs. ; ra
.ua esireila do Rosario n. 9,
Pocas Mendes C.
Sitio em Olinda
Vende se om pequeo sitio de coqneiros na
ra dos Mi'agres n. 21, frecteiro ara bachos ce
mar, com casa e cacimba, e junto so posto de
parada os trens ; a tratar na me?ma roa nu
mero 20.
Criada
Precisa-se de urna criada
para o seivic/; de urna fa
milia estrangeira de tres
pessoas, preferindo-se que
falle allemaoo'i iuglez.
Trata-se no armazem do
Cae? do Apollo n. 73,
Frec!sa-se
Ds em raixeiro que t nha platica de taverna.
de 14 b t6 joos; no paieodi Pajalzo c. 18.
caplio Frnncure jCarnelro R.
rumpero
Primeiro aunivfrsario
Fran;isca Carneiro Canpeiio, seu lbo,
BlbdS e gesKis, covldam os seus amiges
e prenles para assisrem as missas que
maniam celebrar ua igreja da Pebba, s
6 horas, e na do Espirito Sa '-:, ; 8 noria, por
alma do sempre lecobrado asauao, pai e sogro,
F'ancise rneiro R. 'arrpe'h. do pnnbado 19
do-corrente, 1 aaayurwana '.o su fsl riuian-
to, palo que se confessicn desde j etreamente
?eradecilos.
f
lirartlu Jone (ornea da Luz
t Mara Felicia ua Lcnha Gomes, seas
fillio, gnroi 3 irmaa, peden a todos
os seue h rentes e amgos o cariioso
obsQflio de c.-sie'i-em J missas que
por alma desru rempae lemhrado ei
pose. oai. ogro a cuohalo, R cardo J= Gamr-s
da Lns, man-iam Cf'ob in isf-ejf. de N. S da
Prpn, :< 7 1/.' tu' :> uaM do i>3do
carrete, irigt;imo do seo pajsamtnio. e desae
ji 8f coafessam agrsdi.Jidos qaellas pesroie
oue a tilas comparece -m.
loao fnminu vrrela ue Ara jo
1. aoraversario
Oj tubos do J-o Firmtoo Crrreia de
A'auja, faeddo a 16 de Novembro do
anuo passado, ccnvi'Jam s-us prenles e
surges asna ti rom as missas que pea
a'ra^ d^ seo sernpr* Ismbrado pa. maamm ce
lejfrai qo dta LSato ;>.or-(i;.-. a 8 la rs da ma
i :.-eja de S. Ffaoclsoo ae Pauta, em Ca
ja, e na mafariada Roa-Vista tiesta cidade,
e,.ji como na ds Gamellc-i-a.
t
Arma gao
Vende se urna srmaco eovidracada,
para miudezas ou fabrica de cigarros
da Imperairiz n. 78, loja.
prepria
na ra
u.
tAluns BDUtoa i
alira-ita Cario e de
de M-..-aada Corl >.
Caibarj Hecii de Wr. ma
Corlo
do majer Dr Jo3dt
o padie Dr Froncisco
maodrm -'.-zar urna
ID\e j ra wn>n ele S L-iureojo da Malta, po-
\:c:a da fio.da D. Camarina oe Reci Miranda
'-urio, as 8 horas da munb do d,a 17 ce correa
' esBe acto te reli, o, convidKj aosaaijgos e
parantes ('aqeellfs doulores.
"*. Hurla Jimqiilna Ma ocha
Cuva-t'ante
Adclptu C-ar na ia eraa molber, tend
recebioo a triste Bllela do (allecimeclo de el
pozada lia, D. Mara Joaquina da Rocha Cava:-
caute, convidara aos s es pareutes e amigos
para assistireuj as missas que por Boa alma
manaam rezar da m.t.-iz ta.- Saoto fmip,
qu^rta feira 16 do eorrente, a 8 borae, selia'o
dk ,(o eeu patsa'oei.to, pelo que e confes'sm
guatos.
t
Afflella iandtda i,t->no..
Manoel } ...m P.seoa e suas lilhas
Elvira, Eli-^ J....eia agradecem a3 tes
8ia? que acompaiic ram 03 restos mor
taes c'e ua espo.-a e m\, Amea Candi
da pessoa, e patfKlaam aaa a miesa de 7- dia
ter lugar qaaila-ftira 16 do eorrente, pelas 8
hotcS da maoi.a. na matriz da foa-Vi.-la.
JOA^ARNEIHi^SiTvaE^^
tAuguj i Cs.'sno convida as pesoas de
fu amizade para .-ssistirem a orna missa
que manda diier .-obbudo 19 do eorrente,
as 8 horas, 30* dia do falltcimento do seu
idolatrado esposo, JcDo Carcelro da Silva Reg,
e desde j se confes.-< sgradeci a atodoaque
an.-islirem a ffse acio de relieio ecaridade.
Taverna
Vende-se a taverna Praga de Maejel Pinheiro
n. 6 ; a tratar u
CHlGO!!!
Est na porta
O Torrador, faa pablieo,-as Ernas, fa-
milias e a todos os seus fregueses que re-
cebsu ara completo sortimento de fazen-
das finas o qae ha de mais chic e moder-
no e vende por menos 50 [0 do qae
outra qualquer casa
A SABER
?6das de todas as cores a 10-OO, 20OO
e 2fJ200, covado.
Lindos cortes de cachemira r camenta
bordados a seda.
Cachemiras com bolL.s e todas as odres
e qualidades pfd.Bes lindos.
Etamines diversos padrScs.
Merics de cores mui o baratos.
Voie8 de 12 de todas as corea.
Lisos e avrados Damscs.
Fazendas de phantasia & 240 a 800
reis o covado.
Chitas escaras a 320 e 400 reis o co-
vado.
Zefiros de quadros a 500 reis o cc-
vado.
Vestuarios par* meninos de todos
tatr -nhos.
Mantillas prcts a de coras.
NOVIDADE SEM COMPETENCIA
MadaDolIo lavado de 15r5OO0 a 100.
Dito h 81000.
Dito de 185000 a 12C00 e 140000 a
pe$a com 20 vart.s.
AlgodSosinbos muito largos a 8JO0O e
IOJOOO a peca.
Bramante de linho cnm 2 metros da
lnrgo a 20800.
Dito de algodao a 10500 e 20OCO o
metro e ma tas outra. fazeudas que
imposaivel pronunciar-3e.
S6 ao Torrador
43-RA DUQUE DE CAXIAS-41
Lima Couth'ho Se C.
PABA I
fiokuTes
tAU^Ubio Aoues oa suva, Joce Luz ua
Veiga e Silva e Joel Annes da Silva con
vidam aos prenles e amigos de sea ir
no. ioaqoim F oro < ~. Silva, para assis-
lirem a missa de 7- dia c passamento que
mandam reiar na igreja do Carmo, pelas 8 bo
ras da manb do oa 17 do eorrente, e desde j
fe confei'ssm agradecidos.
Fabrica Ca-
p
r.cisa
xias
3 cigorreiros.
Cozinheiro e criado
Preci'P-se de nm m'ado P"ra tratar de um ?i
lio, e de orna ama para eosiobar e m:>is Berv'cos
o"? para raj- de do a neberibe
>ompraca
& Vleute compram os segolnter.
Guimaraes
gneros :
Milho.
Farioba de m dc .
Fejad molatrebo.
Dilc prelo.
Caroco 'e algodo.
Sement de mamona.
4 e 6Largo do Corp Santo 4 e 6.
Caixeiro
Precisa e de om csixeiro ce tenha pr tica de
molhado*: na rea de Pedro Affocse n. 5.
C aixeiro
Precisa se de om ecfxeko c. m bastante pra
tica de moihadoa ; na ra de S. Prsncisco cu
mero 78. *
Apipucos
Aluga ee urna 'xcelleotn caea do largo di
Apipucos o. 6 ; a tratar np mesmo quarteirao,
oa casa n. ti.
ar na roa
dar.
d: Olio u. 51, Io an-
Ao commercio
0: ab^ixo assignados representantes nniecs
da fl^ma rcmmrrcial d Mcl'o Blaet, declarara
ao respeitavel corpo do commercio desta praca
que desde 31 de Ouiubro prximo passado dis
folveram a sociedade qne tinham sob aquella
inma; retirando se o aoaixo ass gnado Manoel
Bizet Pereira dos Reis pago e sati.'eito do que
na mesmu Ihe tocara em pai tilha, e desobrigado
do pi-Sivo, bem como de udo quauto eo re
tira aquella sociedade.
Recife 14 d Novembro de 189J.
Manoel BizetPerer- dos Reis,
Luis da Gama B. de Mello.
ira
Precisa-se oe ama que 3iha cosinh?.r rom
perfeicSojparua Ve'ha n. 18, 1 an' '.
Criados
'03; s tralar na praca
P- '. bs Be de dons c-ia
d? I j ia p. i.
Precisa se do uit-
n 33, hotel.
criado ; no largo ic Pe; ha
lila lriuoio.de Hlraada
LeopoiOina ijmos de Miranda convida
a totCB os pareutes e amigos de seo err-
pre chorado maro, Lino Antonio de Mi
raeda, p-ra iSflBtfrem a missa que pelo
vp'U3) eterno de toa alma, manda celebrar
smanba, 7 horaf. op iereja do Terco.
t
Ama
rtcis; -e a'.
ama
cosinhar e
c a de f ?mil a
engom
ama
r
pora
p. a casa de t ?mil a quem
quizer dirija-se a ra'd
Imperarriz a. 24, Io andar
Ama
Precisa te de nma ?ma para co,-inhar ; c .:ua
MErqocz ce Olinda o. 56. loja de (erragece.
a bem cosi
i9 (antiga rea
Precia h bi ama qur-
bar; na eneiai
ilbo).
Airas
Prprisa se de c!u?s amas, oa.a p-^ra engom
ms- f outra per? "osiba'; na ru:: Nova o. 7,
sejMii.o ar.
atacoes
.-s Je toas as nacfieB i i <: Ca-
tmgfi n. 9. loja de AogusFo do Reg.
Criado
Precisa-Be de um criado para compar e para
outros servicos domsticos, e que durma em
casa de ceu patro. e oue d riaoco 'e sua con-
ducta ; a tratar na Fortaleza do Buraco, na resi-
dencia do capito commandante Car-Jim.
Prect-fR de rraa amt rara eemprar e eeet.
obtri iia roa Imperatria ., t- andar.
Ama de 1-ite
Precwa-ae c'e urna ama ce leite oara ir pera
Limoeiro ; na ra do Hospicio n. 0.
Ama
Pa larga do Rosario d. 36, J- andar.
VJente
Participara aos seus fregaezes, e bem
assim acs Srs. agricultores, qae conti-
naam a ter grande deposito dos artigoi
abaizo mencionados, garantindo tudo da
1.a qnalidade e sem competencia em pro-
cos, visto como recebem os mesmos arti-
gos directamente e torem constantemente
avultados depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Porlland Me
moor.
Oleo de mocoto.
Dito RjHeral ( para ma-
chinas).
Dito de Jinhaca-
E)ito de ricino.
Dito de peixe
Dito de coco.
Pixe em latas.
Azeite de carrapato,
Crraxa em bexigas.
Uaxeta de linho.
Qotassa da Russia (em cai-
xas. barricas e latas).
6 a z inexplosivel JDlia-
aiaote.
Trsu'phito de cal (dovc
preparado pare clarifica!
o assucar)
Formicid Capanc-ma (o re-
medio mais eftcaz para
a ompleta extinc^ao da
formife ^pva)
6 I orpo Sbo*" 6
HIT
aoyal Blend marca VIAiJ'O
Este excellente Wh-'sky l.acooez pra-
rrivel ao oegcao ou aguarontc de ;.'arna
;ara ortifioar o corpo.
Vende se a retaihe nos m ores arma<
seas de moihados.
Pede Roya? Blead arca Tfad,
sajo nome e emblema sao regia trsdoa par
oro do Brasil.
BROWNS & O.
\
-
Y

^



^"r
Erario de Pernaurbuco QuaHa-feira 16 de Novembro de 1898

V
* INOFFENSIVO *
H < H 0 O GRANDE PURIFICADOS .ILSIPiInlLI.-DE BRISTOL CURA T ODAS AS IMPUREZAS 0 SANGUE E HUMORES l H i>! ir1 < i & J M
EFFICAZ *l
f*IS I VIOLET AM & C-* ** VIOLaTT PflftMS
Camitica pan Q gYRRH a't*la*1
O BTRRH un ebid cojsu virtude tnica* tornev-ee
escuiudo assignalar. .
Compftrto com vinhoa velhos de Hespanha excepcionalmente
renerosos. pSstos em contocto com substancias amargas .Indiciosa-
mente escolladas, este Vinbo contera todos os principios das mermas
e nao tm no estomago aquella acco corrosiva do r.lcool que cocs-
titue a base da maior parte das especialidades ofrecidas ao publico.
E\ ao bsjm tempo, muito saboroso e absolutanwnve rrepre-
hensivel ao ponto de vista hygiecico.
0 SYBBH pode ser tomado <\ quslquer hora, aei.nr. oe~
dose de um clice de Vinho do Porto, como tnico irmi">ii
com agua, n'um cop grande, cerno bebida refrigerante.
EXsKMMGAo UNIVntSAL. N pars isa----------------
TT^-T- tV"***. d OTTjRO (o mam ftltii racamstnaa en.os-:ii*J
fe
mlM a ren-nambue* M ua d. ful- !"-5 t rri"H-
ora certa em 3 iae sea cutre medicamento
FARIS ^ HotilevartT Aienaiu, 7 FAR1H
Danosilos em tod3 as princinae" Fhavmacias c Drofleri"
PREVINAM-SE COM AS IMITAQOES M++
<++++*++++*++<
bBXJA MMADRiTDEDBlJS >
111
'^EMBICA'*
.'JADD VISCONDE DORIO
P5 BRANCO
ANTIGA DA AURORA
111

0 proprie'irio dse eetabelecimento, desejr.n
do tornar tvm cor.hecido do publico os p'<
doctos de -: a fabrica extrabic.-: do caj, (m
tapo, abacaxl e outras frac'.aa nocienaes, < ;
oranlas e modo de preparaco foram spf
dos pela laspectoria da Hygiene oeste K- .
veas apre : r a lista dos ditos produces, qc<
caa da vio sendo confeccionados com mar.
perfeigSo e aceio gracas aos seos esforcos e <
habis bbrlcantea europeus.
Alm Jrs virtudes medicin;ec uos preparador
da marca fo ra. que tem por base o cajo e ge
nipapc, eos Befam os viobos, aperitaes e cog
nac, que :-f. perieitaiwntfl conbecidos por todc
o mondo, ii ene aioaa c aso qoolidiano qnc
delles se taz Icmbrar por occasiao das refeicr;
diarias, como bebidas de cheiro e sabor agr
f te a qualqn" paladar, provocando ao mes-
mo tempo b^-ni appetile, rincii>a!iienle as pe.s
eoas qne s< ff em do estomago, anemia, sypbes
molestia dr pelle, etc., etc.
reri* aclaae anjelto a altere cOnt
do mercado irara eiporlacio
franco n bordo e O */o de descont
em (ruKSo.
V1NH0 DE CAJ,
e) caixt de 1 duzia de 10/ 12*00
eoi unco'cta de iii 28500
em barril de 40/ 50*000
COGNAC DE CAJ'
em caixa de i duzia 20*00
APERITAL D=- CAJ'
e:u As de i duzia de rot-
lo encarnado 12*000
de rotulo amarello 9*000
VINAGRE DE CAJ' Unto e branco
em caixa de 1 duzia 5*000
eoi r-r-l de JO* 25*00
ere anroreta de 12* *03
VJNH0 DE GEMPAPO
em caixa de 1 duzia 1UOO0
APERITAL DE GENIPAPO
em aix;i de 1 dozl) 10*0 COGNAC DE GENIPArO
* caixa ta l duzia 20*00('
DITO DE LARANJA
ei aixa de 1 duzia 18*00
APERITAL DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 10*00C
GENEBRA DE LARANJA
em i aixa de l duzia 7*00^
LICOR bE MANGA
em caixa Je 1 duzia 12*00
/\'H'> DE BACAXI
i x-i -'a 1 duia 12*0'.'
GAjL" i CrtLDA em irascos e uarritiuboB t
lotea ricamente pintado proprios pars
prezente. etc.
CAJIj" CRYSTALIZAD0, castanha de caj con-
tediadas, chocolate lanbas de caj
cocipcto, lar'., .;ry taiizada, octras
froctac e er ..toscui 'atasornadas, etc
Alguns destes productos que u < Ukc
contr:' '" "as casas deyarejo desla cidade, po
derS^ viadi.s na fabrica B no deposito
TOnla.c ;k;3 coBii.radore6.
ari:. m2 vaiSss
,;sla fabrica garrafaBvaaias de
.: u.-60 a tOO --.i.;:i
CREME-ORIZA
BRANQUEA a CUTIS, DANDO-LHE a TRANSPARENCIA
e AVELUDADO da JUVENTUDE.
Tira as Ru&as
perfumara oriza
ds L. LEGEAND
IrW Inventor do Producto VERDADEIROe accreditado ORIZA-OIL.
X X Place de la Madeleine, Paria
ACHA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANZA
1r***h9*&*!*m
INJECQAO
Hye'enlett s Preservtdora
sern causar
a-cidento ilgum.
de Copahlba, Cubebs.
Rattnhia e Ferro, isrr.utho |
Ucatrio, Terebenthina, **
As OfJAQEAS FCBTiW, forao as prin-.ciras qu3obtiveram a approvacSo da Academia
de mediana (1830) o que adopt.^ram-se nos Hospaes. Curam aa nioloaa secretas,
maia rebeldes aem fatigar os estomago maia delicados.
A 9NJECQAO FORTN aempre recommandad como o complemento da medicae&o.
ID0T>O3t<*rloa ero Pernambuoo FKAN" 2^. da SIL"' A. A) O-
r%l
/ Preparado \
lEMFRlO/
RABA0-I0DAD0
XAROPB de U J3 \ j
o IODO combinado com os suecos das plantas anttscorbutlca*.
presta s Cranca doente os mals rclevanter. serreos, para com-
bater Glndula* do perneo* BaehitUmo Fallido*-
Bnaorgitatnento Btrofulooo SlolenUam dm
pelle Croata laetean, ele
E" prefcrtvel aos olees de li-
gado de Dacalhao; alm de s
um flaldlflcante, tamben
depurativo enrgico.
riUi.UllO.RlICROLTVPBiR1
1AS %Mm^*m%SL
i
RAGL.
AvsroTds sala iBjpoctoria CASCARA SAGftOrl :9DRET0FE.k^CASCAIU
VtrdudBtro fommallo '- bibux cjvo aot fmrratlini-asa
Prmmo de Vontn iuibizxn:;.[ Nio prodamiado o PriA^p da Veairo.
D?snslt5 WfkV, PHaBIAGA 6. DEVASCBL '. ^! WBwu.PrA
* i'*rrtic!f i... ;. "O !."&
o-
CAPSULAS AZYEHAS E. i@RUN
OBREIAS
Xioere
TIKTAS PRETA8
in ooan
C.-j um i Prio
.':.3tv.HtHi,
StHJ"^TL.T'GH-A.I30 S. G-. 3D. Q>-
hnuTolT an >'. h-bi toies os HtiMtBMtM MSM n'dM,
- ueiMEO:Olooi:FI({a(SodeBaca!hao,0!eiBiolno.
I tii:r o r f Copahlba. Opiatos, Alcatrao, etc.
j TODOS OS MEDICAMENTOS EM PO
M, ra ds tttml*. IB marte- ta Parnsrnfiacc rRAuM. SkX^A *C
HOSTIAS
JPAsa ljtl
HOBTIAG
tra toalUtarlu
o^wiaeoo'H>aMMt
<'
Casa em Olinda
Aloga N a de n. 29 ra de Bosotim, com
bou? co: :'i odcs para grande familia; a tratar ns
mesma, ou na roa do Apollo n. 8, andar
Vende-se a pre$o
sem cmpetencia:
Alfaa fresca e eu-
perior (pequeos far
diohos)
QI branca da Ba
hia (nova e em saceos)
Phosphorcs Joko
piigs (em ca,xrhas
pequeas pro prio
para fumantes).
A tratar io largo
do Corpo Santo n.
23, I* anlar.
m S cantara
A Corapanhia Explora-
dora de Productxjs Calca
reos est preparada para
fuiiecer ht mbreiras, s^lei-
ras, cepus e lagedos de can-
taia p ra edificaces e
caleamentoiB, em como
pedra bul a e alv na 'a
en ualquer quantida^e.
Amostras e pr qor no ar-
m: zem da Companhia.
Caes do Apollo n, 73
G0TTA
? V o v <&& REUMATISMOS
Especifico provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as dores as
! mais fortes. Acc&o prompta e certa em todos os periodos do accesso.
X VENDA I
Xas>*isHAB*
F. COMAR Filho. 2, Rae Salnt-CUude, PARS.
POR MILI DO. EM TODAS AS PHARMACIAS
E DROGARAS
?
?
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems de
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a 3aude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel pava todas as enfermidades peculiares
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como lambcm par.; as pestoas c'e idade avancada
, a sua efficacia e incontestavel.
Essas medicinal; s&o preparada* smente no Kstabelecimento do P -ofessor Hot.i.w.vv
78, NEW OXFORD BTltEET (antea 533, Oxford Strest), L0.L".'.'.:
E vndense em todas as pharmacias do universo.
tmT Os compradores sao convidados respetuosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a decao,
533, Oxford Street, sao falsicacoes.
Pa ihha barata
Vt-iwe ti do larji
rs. a 11 fa u
lutos.
do mercado D. 12, a 40
brancos a 3*200 com 4?
ATKINSON'S
WHITE ROSE
O mais delicado dos perfumes. Sudre I
| como a proprla rosa. Imitado em todas i \
parte sem poder ser igualado.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
Tiiversalmente preu s "'le-
, mftef. Empregar gmeme a U An: :.-u*
por ser mala fina, mala suave, mais peria-
i tente e multo mal refrescante de todas.
Vendem-se em toda a parte.
J. A. E. ATJtINSOIV,
34. Od Bond Street, Londres.
.AVISO! Legitima! lmente com o rotu
oseado azul e amarello e a marca de
fabrica una 'Rosa branca" com
o completo enderezo.
.V.i
Mi xc-llenwB rasxtadoa
l.m todo. o. caw d. MEMA OaBJOMC.
h QUINA RACOUCY
W Awm* rtpttmmU OHgm >Q
{f m mmr 80KIIf*CO 1 BOKS CtTafMlb
1- ,.....! rn*-u.*mLT*.,*9
'Celebres Remedios Le Boy
dtktiu d II pqiii; 'oliM fl MI UMf
AS VERflUtlRUS
PILULAS LE ROY
Popultmem FfANf, na HESPANHA, nt AMERICA.
no BffAZiL onde sso
lutorliadai pila Junta de Hygiene.
raascoi ...........'.. 1/4 raaiooa
Essas Pilulas dao toda a facllidade de se tratar o, por
pre^o bara*.1, flese r "rar em pouco tenpo.Ellai expulsara.
rpidamente os humores, bilis, humores viscosos viciadla
que conservera as molestias; ellas purifleam o aaa^iM
e lmpedum as recahldas.
-* Empream-e .
contra a Prindc de rentre, futhnrrho.
Gota, Ithvunmtistitti, Falta de
apnetite, Tumores,riceraB,Pebres,
Molestia* do Flqado, fHimorna,
Borbuihas. I. rmelhidoem,
Menopauaa, etc
E PRECiSO RECUSAR
q&lqar fratee %it lio tier ttiiTwpi
Ph- Oottla
% (MNMSil.UllT^^
^doBe;
Bal TODiS as adtaUOUa
SUSPENSORIO EMILLERET
Elstico, sem ligaduras, para vartcoceles, hydrocaloa. ele
Exijs-se o Sinetk de inventor impreaso em cada tuapintorio.
.^^^X.ESOiflDEC /M^ZS^,
^M ^m BUCCEsaou f'v*^^ ^^fttm
^P ^^ Fabricante de f ondas | nennt*
BU CC ES OH
Fabricante de fondas
RJa Etienne-Miree;
n* 13. *m
PARS .
NOVO PLANO
DO
ESTADO DO MARANHAO
PREMIO MAIOR
600:000$000
oom
Chama se a attencSo do respeitaval publico para este imp rt nte placo,
epois da grande reforma porque paesor. o plano d'es'.a lotera, pode-se
orgulho dizer, que a que estaca pona! !
Quem duvidfcr, veja no vereo dos bilbetes & graude vactagem que offerece ao
^mblco.
Safa acreditadsima loteria terna se a mais recommendada aos Srs. jegacores,
porque alm da sorte de 60O:0O0(JOC0, tea outras muitaB de grande valor como
sejan : 50.-0C O^'.OO, 25:0G0^C01 10:C00,>C0, e 5:0000000 !!! Premiando mais as
dua lettras fintea do primsiro e segundo premio.
Este plano est na pontissima
Esta loteria ter extraccao todas as quarta-feira
* Bilhetes venda em todas as casas lotricas.
Novo Premio
1 Premio.....
1 Dito...... 50:000^000
1 Dito...... 25:COO,50CC
1 Dito...... 10:COGf$000
1 Dito...... 10:0v,0,$0,0
1 Dito ...... 5:000^000
1 Dito...... 5:0000000
1 Dito...... 5:0000000
1 D.to...... 5:0000000
1 Dito...... 5:0000000
1 Dito...... 2:5000000
1 Dito...... 2:5OO0OCO
I Dito...... 2:5000000
1 Dito...... 2:5^00000
1 Dito...... ?:5CO0OCO
1 Dito...... 2:5000000
1 Dito...... 2:5000000
1 Dito...... 2:5000000
1 Dit....... 2:5000000
1 Dilc ."..... 25000000
1 Dito...... 2:5000000
6OO:COO0OCO 11 Dito......
,9 Ditos para a dezenado 1.
premio a.....
9 Di os para a dezenado 2.
premio a.....
9 Ditos para a deseca do 3.
premio a.....
119 Ditos pasa os 2 fiaaes
do 1. premio a .
119 Ditos p'r.t os 2 .aes
do 2." premio a .
1019 Ditos pra a termina-
do dj 1. premio .
1019 Ditos para a termDa-
cSo do 2. premio a .
2 App>oximc3e8 para o
1. primeiro premia a
2 Ditas psra o 2o premio
a ... .
2 Ditas paia o 3 premio
8
2:5000000
7500000
500*000
2500000
5000000
5001000
2500000
2500000
6:0001000
2:5000000
1:5000
VIGOR DO CABELLO.
DE AYER
Preparado sob bases soicntiiiea-
f pliysioloficas para o fin de
'eneficiar os cabellos, restaurar
: cor, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abuudaute cresci-
nento.
Esta apurada e excellente preparaco
icm duvida o melhor remedio at hoje
-onbecido para os differentes defeitos da
-abolladura, merece a intima aKoncao de
odas as pessoas que tero, tido a iafeUc]
lade de perder em parte este mais rico
>rnamciito natural da pbysionomia.
Cora o scu emprego intelligente tera-st
oneegiddo resultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porem aky
iempre. g propria calvicie tem sido curad
. Serapre se consegue fazer parar a queij
>X'S cabellos; emquauto que para o pintea
dafl senheras, 5 o objeeto mais ut:' i
uais agradavel que se pode empregar.
PREPAKADO TELO
3R J. C AYER & CA,
Lovrell, Mass., EsU-Cnidos.
A' renda as lejas de armarinho e pe.--
"maas
DEPOSITO GEi\A-
PRSAO VEHTRE
*tf&
carada com o
Verdadeiro
jt<0^ Laiante
certo, agra-
davel ao Pala-
dar, fcil de se tomar
MBIS. AVENUC VICTO-I, B, K NSS .MU
CIRA
DAS
Tribu reto Granulado le Mannet
Efte o parecer que a corea deste producto apresenton o distincto cl-
nico Dr. O vo de Lacerda, especialista em molestias nervosas e que acompanhou de
perto as clin;cas de notaveia prfessores do Finja :
A essociaejo da trea bromuretcg (ix.t-tssio, sodio ammomo) foi considerado
p la e-cola da S-ilpetiere como de mai-* ffijt.c:.. Das oevroses, que adroinstraySo de
qualquer dos bromaret-b isoladameote.
Quando, purm, se deve prolongAr por muito tempo a acciio dos bromuretos
as gastrites cdtarrhaus por acco irritante destes Baca, os aer.es, t-utc-jntccicac8es
etc emfim as deploraveis manifest (Sea do bromismo, tornam frequentemente o
clnico manietado para c-.nseguir resultado definitivo no tratamento de differentes
itolest'.-3 do Eviterna nervoso.
Salvam-nos, porm, os ltimos estndos de B ucliard, que nos autoriaam o
emprego de agentes correctivos e preventivas desses, accidentes como o napbtol e
salixilato de bismutho.
Es como justifica o'grande numero de resultados oolhidos pelo tribureto
granulado de M^> net, que na mesma clnica conta evidentes e completos triumphos.
Reconbeyo entretauto, ser diminuta a dose de napbtol e salixilato de bismu-
tho ne8se preparado, e por isso aconaelho que de par com o tribureto se prescreva
capsulas com essas duas substancias ; syBtema que tem determinado em meas doentes
nao s o desapparecraento de manifesta^Ses geraes nevroticas, como a isencSo dos
eploraveis accidentes do bromismo.
Julgo pois o tribureto granulado de M na pertenecate ao pimeiro plano
as medicacSes que especialmente se preudem s differentes mo'eitis do systema
nervoso.
Rio de Jane-'ro, 2 de Julho de 1892.
Dr. Alvaro de Lacerda,
Encontra-se esses preparados
NA
PHlttliJ 1KTBIH0M
34 A la larga do Kmtm M
TBL. JOST.
^asa de commisses e repre-
sentaces
EXPOSICO
DF M COMPLETA KUBTIIHNTOII
CATLOGOS 36
DesoejNraco
de innmeras fabricas de todos os paizes da Euro?,.
Jas duas Americas, de toda especie de merca loria?
oachinas e materia prima.
Deposito do afamado tCREOLIM o melhor de*
i afectante conhecido.
Deposito da bem conhecida t ODN TIN Ai
, H. Riruet.
62Ra do Boat ESS--6
TINTURA POMADA
NICA TNICA
para dar aos
branooa sua c6r prlmitlT
wsTAJtTinria
Barba.Basta um s
dro seo preparaco e
em livagem.
PlUa F1T.IJOL, pu Ufayett, OS, Pm
te fs-n.^-. i JTram* ML da H1LVA f>
Emprestimos
Levaata-se emprestimos
de qualquer quant'a so^
caucac de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
compra-se cautellas do Mon-
te de Soccorro, na ra do
Barao da Victoria n. 53, re-
lojoaria.
MARAVILHA CURATIVA
DO CE^ETRB
Dr. Humphreys de Nova Yorr
A Ve.dadeira W.aruvaha do BtK "i.
APPEOV^A E LICENCUDA
?eir. Iubpc:c--1;: (.'i'rn de H>^uo ic
Imperio el Itni7.'.
A ?n?*vIbreCi;: tt'.ra 0 rmllopronii.ft
rda. Plsaduiiui, ilac-l.ucadurns..<.mus^;s,'ioi
zeduras, Cona psunca o :mu--. raz parar a tbtiamma^&o. redu
*. '-.L-haco. (ljui>dc-^coromento, cfazsar.-r uCerld
cvmo por tucano.
A lUaraTilua ( ninllva e alllvlo rrompto
cura rpida para Cpi:clniaduras, E^caliladurf^. c
oueinia(ura 'iu -. i.. fi sui>erk>r a^ualc^ueroutn
remedio.
A Mnrn villir. Carntlva Impagavel pal.
iodos as Her.^rrhnKlis f^ja do Xarlz, das Genplvat
Almorrelmasciir.'t.-t-mjireo nuheafalha.
.1 MarnTiShn r'arnlivriimallivloprompt.
par.. l>''r de Uonf.^. 'le Ouvld ^. ra Face. uiBfesQBif
.a l~c? g wvnuBia
A Maravllha Curativa 6 o recurso i
e i*recloao par* Dores rhemuatlcaa, Aleljt
l'.lgldez as Juntas ou Ptrnas.
A Mai-Kvihn Curativa 6o grande rernedle
para Esqulm-ncln, Angina, Ainygdelas Icchadaao-
hiflammadassempr? seguro, 6empre emcaa.
A Maruvllfea Curativa de multo va*
como Injeccao para o Catarro, a LeucorrrH'a ou ar
Flores Brtncas, e outros corrimentos debilitantes.
A Maravllhr. Curativa Impagavel pal
curta Ulceras, i'hagas antucas, Apoatetnaa, Pauar'
US, Callos, Frelray JoaneteseTuniorea,
A Maravho Cnrnllva* remedio pron-pu
>ara Ularrhe sipjples, e de DlarrbeaclironJca.
A Maravilha Curativa ixcrnentena.
rs-trpariap e Cavallor!cas. para rorceduras, Djrc.
Pl.-aduracc Ksruladuras. Contu oos, Laceracoe. t.
Sspe?.lidades do Er. HumpreTs,
HcmedioB ExpeciUcos,
.'ugnento Maravilboso,
Hemadlos SyphlHtlcoM,
Remedios Veterinario.
t Manval do Dr. Humphrejrs 144 paginas sobre ai
En-'ermldadesemodoUecural-assctlgratis. pede
fce ao scu boticario ou
UUMPHREYS' MECfCINE CO
108 fult.u Street, NEW YOHt;.,
DNICOS AGENTES
S'd vendas em groo em P-
naaabaeo
f aria Sobriiho IC.
Para acabar
Merino preto fino largo a 25000 o co-
rado.
dem, idem a 1 ;500 o covado.
Cheviot preto e azul a 38600 o co-
vado.
Camisas de c-mbreia para senhora a
4" 000 urna.
Oxforda azuli o cor fina para senho
4 !0 res o covado.
Zephiros de core duas larguras a 400
e 500 res o covado.
Brins de cotes para hom^m a 700
o covado.
Cambraia suissa a $$... U a peca
Setins de cores para forro a 240 reis
o covado.
Casemiras de cores para homem a
16)J00O o ce afume.
C' twaVrai prefa ppra homsm a 3^800
o covado.
Laos de .adros a 50! rois .o covado.
Como tambem vende perfumarais do
melhor fabricacto Lubin,
L0JA DO POVO
41Boa I*, de lar^oH
M.me Via
Ex-prmire de *aris
Vestidos para senhoras e cranla pelo
iltimos figorinoa.
Garante e'egan.ia de corte, perfeicSo e
modicdade de presos.
Ra Barao da Victoria jj. 18,
2o andar
'
I
..-



mtwi i
TJ-----i~-fW





j
8
OS FUMANTES
Diario ce Pernambuco Quar(a-fe^ 16 fe.\ avembro de 1898
i hm .*b-_* !)p.3fifl-'S tln tnr 37l.1 mi.nrln fnmino 9
esejaes nao ter azia qu:mdo famaes?
Usae por algam lempo os apreciareis cigarros, denominado* MINHA ESPERABA, qoer picados, qa*r desfiadoj.
saboroso /amo desfiado intitulado Hygienico Naeioml e os cigarros do mesmo fumo.
Depois disso dir-vos-hei se foi oa Usa lambem c aromatff
Compre notar que os Hvgjeniws sao fraquinhos e os ESPERANCES sao fortes.
SHA ESPERANGA sitaada.na ra Larga do Rosario n. 21 A.
A fabrica MIN
Um apreciador.
O PARABIS ES BAHES
38Hua Baro da Victoria38
Ncste sumptuoso emporio ccmmercial encontraro #as
Exmas. t amiias um maravilhoso sortimento de ludo quauto a imagi-
nacao pode conceber de bom, elegante eluxuoso.
E' inquestioua\elmente Au Paradis des Dames a great
ttraction do high life pernambucano que nelle achara serapre
os maisexplendidos e phaiitasioso^ ^rtigos da moda, escolhidos
cuidad smente em Paris pelo che fe da casa recenlemente alle-
gado daqueila prac,a.
Au Paradis des Dames tem exposto venda, recebido
pelos ltimos paquetes, um expleadido sortimento em sedas
brancas, pretas e de cores, lindos cortes de cachemiras ricamente bordados,
capas, visitas e pelerinas de sedapreta e de renda (haute nouveaut) blusas,
matines, camisas e saias de seda o que ha de mois chich ; riquissimos
jortinados (anda nao vistos em Peruambuco) parajanellas e cama, col-
chas de seda e de renda, almofades bordados a ouro e velludo, elegantes
espartilhos de seda e de brim, fronhas de cambraia de linho bordadas, ca-
mellas e flores de cera e pellica o que ha de mais fino, guarda-ps de
seda, toncas de cachemiras e cambraia bordadas para crianzas,
etc, etc, etc.
Na impossibilidade de enumerar tu do o que possue o
Au Paradis des Dames pede-se as Exmas Familias a honra de urna
visita.
Coetumes para creijas
Da todas as idades cncontra-6e grane-
jrtimento no
Louvre
jbjectos de gosto pan
presentes
9s neste artigo grande eacolha no
LOUVRE
Livros do
i3l
F
B
Historia Universal de
Lacerda a 1$000.
Gramoia tica raaceza de
Halbou.
Thesouro d > Christao.
Livraria Escola do
Povo, ra do Impe-
rador n. 81.
A verdadeira Cal Virgem
de Cotumguba para fabrico
de as su car no armazem da
ra do Duque de Caxias
n. 6.
Triumpho m revolado
Luis M. Ribeiro QaimarSes, succesBor
de Alheiro, Fernandes & O, convida aos
eena amigos e freguezes visitaren! o
sea armaisem de moldados, o qaa! acaba
de pasaar por orna completa reforma e
acha-ae sortido dos melhores gneros de
primeira qualidaJe, tanto racionaos como
estraugeiros.
Vende sem competencia :
Vinhos de Pasto, Porto, Figueira, Jol
lar< 8, MoncSo etc.
Licores, cognac e cervejas das mais
acreditadas marcas.
Conservas, manteig-s, queijos e outros
artigoB do seu commercio.
' tambem especialista em cha.
Ra da Imperaiz n. 42
at p atol!
obras
Fabrica de gs
ktm e li^iODadds gasosts (
tedas as palidades
Soda water, glnger, ale, limao, larm, es
nil abacaxls. paladina, grosell fra&Mik.
n o.hBiortel-|)imenta etc., et:
M-4-CAES !>0 C-PIBAR' E-Sp
4P*4*
GRAOOS
FOLHETIM
5
JULIO V1ARY
AMOk"e ODO
SEGUNDA PARTE
a.erosene lnexplosi vel
Vendern
Recebemos grande sortimento de
de vimes, como sejam :
Cestos de diversos tamanbes propria
pa-a can: p ras.
ROUPEIROS.
PAPELEIR03.
LINDAS CADEIRA.
Koa Fstreita do rosario n. 9
Pecas Mendes & C.
Vinho Maduro
PiMprio para mesa
Pelo nltimo vapor recebemos ama im-
portante remessa do delicioso vinho Ma-
duro puro da uva o melhor que tem vindo
a este mercado.
S teste estibelecimenfo fce enero Ira,
Esa Estreita do Rosario 19
Focas Hiendes efe C
S6MBMTBS DOTAS
Hortalizas e Flores
Ra Es'reita do Hosario n. 9
Pocas Mendes i C.
Vendem
Goim;raes 4 Valente teem para vender em
pequea ou grande quantidade :
Cimento Portlana.
Alfaa flor.
Farello.
i'ur nha de mandioca.
Fejao mulatinbo.
Milbo.
Arroz de carca.
4 e 6Largo do Corpo Santo4 e 6
hapoa e capotas
Ultimas novidades de Pa>is receben
lomre
v/apas, jersey se visitas
Bustos iateiramente novos acaba de r-
>aber
KL.OXT'VT.De
TECTOOS UE PRAN-
TASIA
Sendo impossivel de se deocreve' a
{Tacto variedade de^tecidos de di ver, s
laxidades proprica para a estacSo acta .
oga-se ao publico em gsrt! e principal
Seate s Exmas. familias a finesa de vi
tarem o
LOUVRE
Ra ).* de
Marc,o
Fra cisco Gnrgel
TSLEPHONE N.
. 20
Iraio
158
Set. as brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e
isndo despachadas
para grande escolha,
oestes
Receben om indo sortimerto de
CAPOTAS
de rondas de corea e pretas para senhorbd.
L3Jc^U mtt* JSr JC* DI O
de rendas e da pJnt para seuboraB e meninas.
SOBAOS
de p a de seda para cr ancas.
CHAPEO* DE riLffiO
par hooens rspazes, dos sabricantes L'RANCEZEc, 1S'uZS E ALL SA&
CHAPEOS
para hornees.
FORMAS
de palha para cb.ps de senhoras e meninas.
GRAVATAS DE SEDA
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flore*
Plumas, Aigrette? eGrampos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Ra 4o Baro da Victoria o >
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
SABAO CURATIVO DETeEUTiT
LOUVRE
Esteiras da India
Branca e de fantasa de novos desenhos
para forros de soalho, completo sortimento
ao LOUVttE
Francisco Gorgel i Irmlo
Rna 1 de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
Tumores, cravo, pelle vernielha, a?p-ra e oleosa Impldido ou enrado
ltimos dias ,^0T ma'8 Krande de todos os ofornoseEdo-c-3 da pelle, o SabSo CuratiTode
' Reuter. Produza a pelle 'ormosa, braDca e ciara e maos brandas; absoluta-
i mente poro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
! sabSo para a p"lle bem como do toncador, do banho e do qnarto das criancas.
j CAUTELA.-Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay & Co, New-York.
MEDICIKAI.
TPABA
T0ZIST2
cortes de l,linho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebidj ni-
amente e
LOUVRE
(rlnaldas, Ieqaes e chapeos
de sol
Oe phantasias acabam de chegar para c
BOTCA DO BOSABIO
DE
Virgilio Lopes 4* C.
U Roa Lar?a do Rosario 35
RECIFE
Completo sortimento de drogas, tintas,
piuceis, fundas, utencilios para pharma
cias, photographias, pinturas, vernizes,
tinturas honrosopathicas, machinas electro-
cas, ligas, meias elsticas, etc.,etc.
Telephone 374.
Vaccas tourinas
Qualidade superior
Vendem se tres vaccas tounaas com crias,
orna da trra e garrotes, et., etc.; para ver a
tratar na roa Pernaades Vieira n. 7.
REUTER 31. 2
Como remedio daEstaco Calmosa, Pnrificador dosangue, diurtico,
I aperiente, nenhum outro appellidado depurativo ou saisaparrilba se appro-
eima sequer aoXarope de Reuter c. 2. Combina qnatro grandes propneda-
i xes em om s remedio, operando a uia tempo sobre os oreaos digestivos o
dangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutralisa xpalsa pelos canaea intestinaes, rlns e
poros da pelle, os gerttens nocivos, que Outuam no eangue, na urina e na
tranapiracao
O MKLHOB
PURIFICADOR
PARA O
PEQUJEr AS PILULAS DE RE7TER
Figado entorpecido cora-se positivamente com esta t-pillas. Ellas
PARA
F1SAD O
aSo um remedio porgaiivo livre de perigo para o bomem mais fraco, to bem
como bastante activo para o homem mais forte, e nao constipan depois; pela
decao geni agrada a todos que as nsam. 85o as pilulas estandarte da pro
ssao medica dos E3t2dos-Unidos. Sao as menores e mais faceia a tomar
Quarentaem a
TRICOFERO DE BARRY
Urna preparacSoelegante, extremamente perfumada, remove todas as im
purezas do crneo, preservativo contra calvicie e cabello cinzenlo ; faz o tabel-
lo crescer espesso, brando e bernoso. Infellivel para curar erupOes, doeoca3
da pelle, glaedolas e msculos, e cura rpidamente coriaduns, queimaduras,
eridas, torced oras, etc.
CA1WBI,A. Nao
e Barcia y 4 C, New York-
genuino sem cada frasco ter a marca registrada
PARA O
CBELO
A PELE
depositamos DK8TBS PBoDCTOS.A companhia de Urogas ductos cbimicoi.
Ra Marque de Olinda n- 23
fe^BaHfan^
Me
rceana
m
fNDICA mU
ummmm
Vende se a bem localisada mercearia da ra
do Riacbuello, esqoioa do Socego n. 70. tem
agna e grandes commodos para familia ; a tra-1
' tar na mesma.
Soube
IV
M A M
A I
(Continuado)
Parecera-lhe muitaa veses qse Miguel
perturbava-se as explica;5es que da va a
su mSi, quando esta pedia Ihe noticias de
Loure^o.
Quantas veses ella rotara contradice/Sea
no qne cnntava-lhe Miguel!... Ella nada
dissera, mas a duvida ficra e germinara
no fondo do seu caracho.. Muitas cou-
as eram singu'. res na c^ducti de Lou-
renco!._.. Uomo vvia ele? Haviam-
Ihe contado mil mentiras... A principio
acreditara, mas voltavm agora em tro-
pel ao seu espirito... e ella descobria
quanto o que lhe haviam dito era invero-
smil 1...
Oscolteni-me alguma cousa 1
Era o qne repeta muitas vezes.
E no dia em que o familia se reunir
em Nogent, para jnlgar Lourenco de Sju-
laimes, n'esse dia quasi adivinha, qaasi
apanha a rasZo da emoc&o dos que all es-
tavam junto d'ella condemnando o filho. .
Ella ouvira solucos a cueto reprimidos...
Percebera febre e angustia em todos... e
apesar da mentira de Migoel, quando sa-
hira diaaera :
.Tenho me do I
S.m, occultavam-lhe alguma cousa e de-
va ser bem grve 1 Era preciso que
fosse, tal vez, um segredo de morte !
Quero saber tudo, disa ella.
Estendeu a mao para o cordSo de urna
campa inha que corresponda com a cozi-
nha. Apesa^ da hora adiantada, Virgi-
nia nSo se deitra ainda Subi logo.
Onde est mea filhj ? perguntoa a
cga.
O Sr. marquez ainda est oo es-
criptori".
V dizer lhe que desej > fallar-lhe.
Virginia deseen.
Alguns minuto i decorreram e ouviram
um pas3o pesado de homem que o cao3390
prosta. Era Miguel que acuda ao cha-
mado.
Se a marquesa pudesse v6l-o, luz sua-
ve da lampada que illuminava-lhe o qusrto
se impressionaria penosamente da brusca
mudanza que se operara 00 filho.
As suas feijSas parociam desfeitas, dir-
se-hia qaa tinhu emm^greoido, que os que desejava saber,
olhos esUvam'eocjvados, quena sua testa Depois, minha mSi, j estou deven-
em pouc^s hiras se havim" cavada ragas do a,os meus amigos...
profuadas ; que a boaca m rch.'.r aob um Nao tinha me dito nida.
Do repente a mSt disae :
Est ahi, meu filho ?
Estou minha mSi.
O que houve l em baixo ?
de alguma cousa ?
De nada. To depressa o que po-
deriamos saber?... Temos o que espe
rar...
O dinheiro do cofre ?
Roubado I
O seu pagamento de hoje est com-
prometido ?...
N3o smeote est comprometido,
minha mSi, como nSo posao faier face a
elle...
Sus amigos ?
i.' tarde para dirigir-me a ellas...
E depois...
oterrompea se. Bem quise calar-se,
mas seu corceo traoaberdava.
E depois ? perguntoa a mSi, quasi
com dogura, mas segaindo n'essas ques-
tSes urna linha recta qua devia leval-a ao
zea de Soulaimes... O capital de fcil
realisacjlo... Teme conta d'elle.
Recuso, mihha mSi...
Torneo, meu filho, ordeno lhe...
E' preciso salvar a honra...
Mas se eu um dia lhe faltar, b lbe
restar a miseria, e completa, horrivel e
irremediavel...
Ella retorquio gravemente, com singu-
lar digoidade :
Repito : preciso salvar a honra,
pois s isso nos ameaca, nSo verdade
meo filho?... Afastado esse perigo nSo
existe outro ?
Nao, miaba mSi, didse elle com voz
fracs.
Disse ainda ha pouco que poderia
fallar me... Acaso ter pensado no sui-
cidio ?.. .
NSo.
44RA BARAO DO TRR7MPH0-4
achinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravacao
Arados.
Nao.
Qual e motivo de seu silencio?
NSo sai.
Ella caloc-ie e meditou. Em seguida
de sbito, tomoa as mSos de Miguel. Era
o seu modo de saber o qua se pasBava
n'aquelle coracSo de homem, pois o rosto
devia ser-lhe eternamente invisivel. O fi-
lho atemoriBou-se e quiz' retiral-as. E la
reteve as e disse :
Abandone-me suas mSos.
Minha mSi, nSo posso de morar-me ..
O dia vai romper... E' possivel que l
em baixo neoessitem de mim... A justi-
9a j comecon o inqaen'to.
Ntu sabem onde acha!-o, se precisa-
rem ?
Precia* de mim para alguma couaa ?
Tal vez. fique.. eu quero...
E como tamia entnstecel-o, apresso.-se
Acredito. Para mim, preciso que em ajuntar, tataaodc-u
intenso desespero. E a sua attitude ta-n Nao quera aborrcela.
bem indioava que apaas tinha forja para tanto, minha mai. .
resistir ao choque imprevisto de seme- i Sim, meu filho, sei isso e outro tan-
luante catastfophe. Como hom^m ener- to estimo-o...
gico que era, teria feito frente ruina, j Esteudea ambos os bracos na direccSo
mas com esse crime o opprobio entrava em que vinha a sua falla. Elle nSo re-
por muitas portas ao mesmo tempo. sistio. Deixou se cahir nos joelhos da
Estava desarmado, sem defesa. Nom'mSi e oollocou a cabaoa as mSos aber-
mesmo tinha, n'aquelle momento, a cora- tas da cga. E esta sentio, entre os de-
gem de odiar ou amaldiooar. Deixava-sejdos, correram lagrimas ardentes que a!
levar pela torrente que o arrebatava. queimavam.
E ficra all, diante da sua mSi, espe- EutSo, Miguel, tado est perdido ?*via ser oocultada
rando que ella lhe dirigase a palavia, ca-; Todo... sem remedio... oumbiria !
bisbaixo, bracos cabidos, dobrando.se ao j Tanho, como sabe, meu filho, qaatro
peso da carga, nSo se aguenteudo mais. ou cinco mil franooi de renda.
viva... j qie s posso contar comsgo,
meo bom Miguel, meu fiho amado...
Elie estt-ameoeu, pois comprchendia
que ella quera fallar-lhe de Loureoca I
I Porque lembrava-se do outro ti ho n'a-
qualle momento ?... Que saspeitava ella
Amo-a! com o seu subtil iastiacto de cga ?
NSo levantou a alluslo na esparanga de
que nSo voltaria ao assumpto.
Porm ella oontinaou e a voz trema'
Iba, aquella vos tSo suave, t8o harmoniosa
que paresia soltar se de uns labios de
vinte annoB :
E s posso contar comsgo...
rengo esqueoeu-nos
A
o
pobre senhora.
Fij>, meu filho, en te peco. Quera
tallarte em Lourenco... NSo sei por-
que, ha alguns dias, pensei u'ella muito
mais do que antes... E pensamentos
bem tristes... As mSs nSo se engaara
nos seus pensamentos... Acaso alguma
iofelicidade o ameaga?
Pens que nao.
NSo est doente ?
NSo minha mSi, traaqaLlizs-se.
Depois de ama pausa que fe i um sup-
plioio para o marques :
Vou dizer-lhe todo, Miguel... N'ee-
Apesar de tudo, era preoso defeadalo,
infeliz 1 A todo o transe a verdade de-
Sac
E essas duas creatnras si'snoicsas,. mSi
Minha mSi, disse elle com um dolc-
Lou- 'tes ltimos dias sioo um desassocego sis-
guiar, o de nSo eatar mais em commu-
nhSo de ideas comsigo.,. Pens que j
nSo nos entendemos, que me oooalta al-
guma cousa... Entre nos ha nSo sai o
; qne nos afasta om do outro... O que ?
Loaren90 ha de voltar, minha mSi. NSo sei, minha mSi...
Os meies passam-se... Loorenco E se eu lbe disser, eu mea filho ?
conservfc-se long*- de nos... O que fas Ella sentio que as mSos jde
. Miguel es-
e nlho, pareciam estar a cem leguas orna roso protest oontra a sua idea. elle ? tremeoiam as suas.
da outra, engolfada n'uma meditacSo lu-; Deixe-me acabar... Esses quatro Elle j Iba disse outro dia. j Treme!
gubre, esquacendo onde eatavam e porque ou cinco mil ranoos sao tudo o qne resta Sim... disse que trabalhava... Es- NSo.
s- ach^vam juntas alli n'aqaela coite. da antiga e enormf. fortuna dos marque ore?ea-lhe ?... { Tremou. A mim isso nao ei'apa.
O que receia ? Tam medo que eu na'
tenha adivinhado ? Tremen ainda.
De facto cada urna das palavras da
cga faziam-no estremecer.
O que assim o afasta que sem
duvida ve-se obngado a mentir, quando
eu interrogo-o sobre seu irmSo. E como
a mentira repugna ao seu carcter leal,
foga de mim... Meu filho, pe$c-lhe que
me diga tudo qne me oceultou sobre Loa-
renco.
Nada posso contar-lhe que j nSo
saiba, minha mai...
Para qua mentir mais ?
Lourenon contrahio dividas. E
moco, imprudente, deisou-se levar pelo
seu ardor. Atirou-se uum meio de gosa-
dores riquisaimos e quiz- rivalizar com
ellas, no dispendio...
Esaaa dividas, pagou-as... e d'ahi
provm a sua ruina ?
Sim, minha mSi. As dividas, pa-
gaei-as todas !
Continu, Migoel, pois nSo s
isto. Em tal dadiva oahe-se depressa...
Lourenco frac.).... Adiviobo certas
c >asas, agora... Pal'e I... Lourengo fo-
gn, nSo ?... E perdea ? E de novo,
Miguel, teve que pagar ainda ?
E' exacto.
Mea pobre Migael! Mas ha outra
cousa... Essas perdas de dinheiro nao
o oommoveram... Tem o ooracSo muito
bem formado para arrepender se de gene-
roaidade dos seus actos... Mas snto a
sua mao caja febre qaeima a miaba...
O que ha alm disso ?
Nada, minha mSi.
Jura isso, Migael ?
Sim, minha mSi, jaro lhe, disse elle
e com os olhos fechados.
Porque motivo reanima se os mem-
bros da familia de Soulaimes ha dous me-
ses?...
(Cmtm&at
Typ. ao uuvK), ra Duque de Caxias u. %i.


)

i
w


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