Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17864


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Full Text
-"*
ANNOLXVin
SEXTA-FEfLA 4 DE HOVBMBBO DE 1892
NUMERO 250
DIARIO
PERNAMBUCO
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses adiantados. 6$000
-

i
t
$
Por bes ditos vencidos .
Por um anno allantado
dem idem vencido. .
7&000
241000
281000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLIOAgOES NA FRAN-
g E INGLATERiiA
O Srs Amede, Prince & C, resi lentes em Paris34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDlli SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantaios.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantido.
dem idem vencido.
13$500
151500
271000
311000
TELEGRAMMAS
ssm;f mmiii so diabio
RIO DE JANEIRO, 3 de Novembro, s
ho- ns da tarde!
A Cmara -des Deputados npproon a
radaccSo do prej'-cto de reforma banoaria*
Este projecj vae sei ramettido para o Se-
cado.
O marechal Floriaoo Peixoto confe-
ranciou hontem com o ministro da fazendu
Dr. Serzeie lo Oor. o pradio-lhe que re-
tifUM o pedido de dearsaSo, por que con.
tinuavi elle a merecer a sua nteira con-
fian ca.
O Dr. Serzedello Confia acceden ao
pedido, retirando a sollicitacao de demis-
sao.
-eee@&-
::::;:: souis anebigah :::::
(Via Tenerife)
MADRID, 2 de Novembro.
Por noticias telegraphicas procedentes
de Constantinopla consta que o embaixador
russo pedir a sultSo permissao para pas-
sgem de navios da mesma nacionalidade,
que couduzem material de guerra.
O couracado inglez Howe encalhou
em Ferrol.
Trata-se de slvalo.
ESTADOS-UNIDOS, 2 de Novembro.
^rescem as probadilidades em favor do
triuiepho de Mr. Cleveland na eleicao pre-
sidencial da Repblica.
PARTE MKIil
Governo do Estado de Pernam
buco
EXPEDIENTE DO DA 22 DE AGOSTO DE 1892
Actos : ,
O governador do Estado, resolve nomear o
desembargidor Jos Mira Moscoao da Veiga
Pd33oa, Dr. Tobas Cesar de Andrade e commer
came Flix Pereira de Souza para exercerem
os cargos de membros da Iatendencia municipal
'o R5eife, em substituicSo do Aotonio Francisco
Pereira de Carvalbo, Ignacio Barros Brrelo e
Dr Joo Carlos Balibazar da Silveira que nao
aceitarom a incumbencia.Coxmun-cou-ao ao
presidente da Iatendencia Municipal do Recito.
_ o governador do Esiado resolve nomear
para o lugar de jaiz municipal do municipio de
'anbunj ao qml annexo o de correntes o
bacbarel Luiz Alfonso de Oliveira Jardim que
servir dito cargo at que assumam o exercicio
s juizes districtae3 que forem eleitos pelos
vos conce'-bos muuicipaes na forma '
do 14 de Novembro de 1891.
Ao referido bacbarel hca mardo o p-azo de lo
dias para assumir o exercicio de uas funcge3.
__O governador do Eslalo re30lve demittir,
a bem do servigo [publico Jucundino Tavares de
Gouveia Barreteo e Joaquim Gougalves Gusmao
dos postes de commissario e sub commissario do
muniipio de Goyanna.
__O governador do Estado resoolveremte-
o cidado Sergio Cerergiato Ferreira Ma-
no
da le n. 15
grar
doEs-
lado oo municipio de Amaragy.
__O governador do Estaao resolve conside-
rar B'm effeito a portara de 21 de Julho tindo
na parte em que nomeou Manoel : Albuquerque
Cavalcante para o cargo de delegado Iliterario
de Buque e exonerou o cidado que exerce o re-
ferido cargo.
__O governador do Estado, tendo em vista o
officio de 21 de Julbo fiado do iaspector geral
da lostrucgo Publica resolve nomear Manoel de
Albuquerque Cavalcante para exercer o cargo
de delegado do districto Iliterario de Santo An
- tonio de Buique.Commumcou-se ao inspector
geral da Instrocgao Publica.
__O governador do Estado resolve nomear o
tenante do corpa policial Joaquim Flix Bezerra
Cavalcante para o cargo d- delegado de polica
da i* delegacia do municipio de Goyanna, em
substituico do actual que Baca exonerado.
__O governador do Estado resolve nomear
para os cargos de delegado e i sopplente do
municipio de Amaragy, na ordem em qae vo
collocados. o tenente Antonio Coelbo de Araujo
Manoel Xavier L. Andrade Lima, em substi-
tuico dos actuaos que cam exonerados.
~o governador do Estado resolva nomear
para o lugar de subdelegado do diatrcto de Cor-
tes do municipio de Amaragy, o cidado Jos
Medeiroa Pontes Filho. em substituido do actual
que tica exonerado.
'__O governador do Estado resol va demittir o
lente Jos Ferreira Dutra e Jos Segismundo
de Albuquerque Maranbo dos postos de com
miBsaro e sub-cemmissario da guarda local de
Bom Conselbo.
O governador do Estado de accordo com a
nreposta do Dr. questor policial, em officio
n 1032 de 12 do corrente, resolve exoneral, a
nedido, Francisco Tavares da Rocha do cargo de
U cuppleote do delegado do I- distrito do mu
nicipio de Goyanna.-Commumce u se ao Dr.
estor policial. _
_ O govemardor do Estado, attendendo ao
uereiuereu o bacbarel Antonio d Silva Gui:
maraes prorogar por 30 dias o prazo que lbe foi
marcado para assumir o exercicio do cargo de
promotor publico do municipio de Granito, para
onde foi removido da de Iguarass, por portarla
de 30 de Maio do corrente.Commnniccu-se ao
Dr. juiz de direito de Granito.
Ao inspector da Thesourarla de Fazeuda-Peco
ue informis sobre o pagamento constante do
officio junto do Dr. questor policial de 20 do
coneaie, n. 1079 relativo a alimentagSo de sen
tenciado8 viudos do presidio de Femando de
Korcnna.
Ao inspector do Thesouro do EstadoNos
tormos da vossa iQf>rmaco o 801 de 19 do cor-
lente Jitiro o requerimento em que Moora Braga
C. pedem a restituico da quantia de 5:000
fue se acba recolbida a esaa Tbesouro erma
ucao para concurrencia da illuminacSo a gaz
dezta c d3de.
Ao mesmoNos termo* da vessa informa-
go n. 809 de 20 do co rente mandae pagar ao
commissario da guarda local do municipio de
Bom Jardim H;sbello Sures Cordeiro os venc-
meatos qae essecompeti'em relativos aosdias
24 a 31 de Margo ultimo.
Ao mesmeIaformae com urgencia si o
collector do municipio de Bom Coaselbo Nico
lau Florentino de Fi ,-ueire 'o Lian est no ex-
ercicio do cargo sem baver prestado a devida
flanea.
Ao mesmoPara resolver sobr^ o assump-
to da representaco coastante do cilicio de 7 de
Julho Ando do delegado do diatrcto Iliterario le
Bom Jirdim, recommsniovos que me remettaes
os atistalos dd exercicio dds proessares Lin-
do'pbo Canolano Bezerra Cabral e Miriaono Re-
zerra de Aguiar, relativo3 aos mam de Abril a
Jnabo ultimo.
Ao mesaooDidaro-vos pora os devidos
ns que os emolunoantos a que e.-to sujeitos os
juizes substitutos e muni:ipaes petas suas no-
meagOes provisorias devem ser pagos mensa! -
mente na razo da do lesin parte d03 respec-
tivos ordenados.
Ao mesmoInformae se o continuo da se-
cretaria deste governo Liberato Merenciano de
Souzatem direito a gratQcago da terga parte
dos seus vencimentss restabelecida pelo art. 1*
da lein. 1522 de 11 de Abril de 1881.
Essa icformago dever ser a cinpanhaJa da
ceriilo de exercicio do referido continuo.
Ao director geral de Obras PublicasRe
com meado-vos que inteireis o gerente da cono
panbia de Trilbos Utbanos do Recife a Caxang
para retirar da circulagao a emisso de valles
emittidos, autorizando a emittir series de bilbe-
tes para facilitar trocos sem a de larago de
ris (moeda brazileira).
Ao commandante do corpo policialRe-
commendo vos que, com a mxima urgencia, fa
cais seguir para o municipio de Goyanna, com
25 pragas devidamente muaiciadas o tenente do
corno da vosso commando Joaqu!m Flix Bezer-
ra Cavalcanti aquem acabo de nomear delegado
de polica do 1 districto daquae municipio.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Officios:
Ao questor policialO Sr. governador do
Estado manda communicar-vos que o-denou bo-
je ao commissario gerai interino das guardas lo
caes, que mandasse substituir todas as pragas de
que se compOem as guardas locaes de Bom Con
ceibo e Goyanna.
Ao inspector do Tbesouro do Estado -De
ordem do governador do Estado envi-vos para
vosso coobecimento e denlos flos copia da por
taha de .0 do corrente pelo qual foi rescindido
o contracto celebrado com Pedro Jos Pinto e
Torquato Jos da Silva Gnimaraes ou empresa
que por estes bouver sido organisada para a oc-
cup gao do tbeatro Santa Isabel, por espago de
10 annos.
Igual ao Dr. questor policial;
Aos u,embros da inspectora do Thea'ro Santa
Isabel; e
Director de obras publicas.
Ao Dr. juiz !e direito de GaraabunsO Sr.
governador do Estado manda commanicar-vos
que nomeou boje o bacbarel Luiz Affonso de
Oliveira Jardim para o lugar de juiz municipal
de Garanbuns que servir dito cargo at que as
sumam o ese-cicio os juizes districtaes que fo-
rem eleitos pelos uovos concelbos municipaes,
na forma da lei n. 15 de 14 de Novembro de
1891.
Ao referido bacharel foi marcado o praso de
15 dias para as-um r o exercicio.
Ao commiseario geral das guardas locaes
O governador do Estado manda commuoicar-vos
que. por portara de boje, demittio o tenente Jo-
s Ferreira Dutra e Jos Segismundo de Albu-
querque Maranbo dos postos de commissario e
suo-commi8sario da guarda local do municipio
de Bom Conselbo.
Ao Sr. Augusto Cunba, commertfante em
CatendeO Sr. governador do Estado man da de-
cla'ar-vos que deferio o requerimento que lhe
dirigales com outros commerciaates dessa loca-
lidade acerca da emisso de .bilbetes de peque-
no valor como troco em vossas traneaeces e
que recommendou ao Dr. questor policial que fl-
zesse sciente ao delegado dessa localidade que
pede consentir na emisso de taes bilbetes com
tanto que dos mesmos nao conste valor em moe
da mas eim e uniramente em mercadorias.
Portaras:
Ao gerente da Companbia Pernambucana
O Sr. gerente da Companbia Pernambucana man-
de dar passagem de r por conta das gratuitas a
que o governo tem direito at Tamandar. na
pnmeira opportunidade, a Manoel Francisco Xa-
vier Paes Birreto, branco, olhos verde, cabellos
castanbos e de estatura elevada.
O Sr. engenbeiro cnefe da estrada de ferro
Sul de Pernambuco d passagem cem direito a
bagagem por conta do Estado da estago de Qui-
pjpa a de Palmares, em carro de 1* classe ao
alteres Augusto de Moraes e Silva e em carro de
2* classe a urna praga que o acompanha, confor-
me solicita o Dr. questor policial em officio o.
1092 desta data.
Mutatis mutandis de Una a Cinco Pontas.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife a S. Francisco d passagem dn ida e
volta, por conta dG Estado eai carro de 1* classe
da eslagSo de Cinco Pontas a de Una ao commis-
sario da guarda local do municipio de Palmares,
conforme solicita o Dr. questor policial em offi-
cio n. 1080 de boje datado.
DESPACHOS DO DA 31 DE OTDBEO DE
1892
Constantino Alves da Silva, capito do 36." ba-
talbo da guarda nacional, pedindo para ser re-
gistrada a sua patente.Entregue se depois de
registrada.
Illumioata Hercilla Alvos de Lyra, replicando
do despacbo de 26 de Outubro.Concedo.
Jos Francisco da Silva.Ao commandante do
corpo de polica regional para tomar na conside-
raco que ntender.
Justino Aosberto de Souza, conferente aposen-
tado do extiocto Cocsulado Provincial, pedindo
para ser reformado o calculo de sua aposentado-
ra, de ac:ordo com a lei n. 1,180.Informe o
iaspector do Tbesouro do Estado.
Luiz Pereira de Oliveira Faria. Deferido com
a copia do crdito abarlo n'esta data e remettido
ao Tbesouro do Estado.
Manoel Vicente Monteiro.Aguarde requisigo
da autor.dade competente para ser submettiio a
julgameoto.
Manoel Clementino da Costa Sampaio. Sim,
de accordo com o parecer do conselbo Ilitera-
rio.
Secretaria da Governo do Eatado de
Pernambuco, 3 de Novembro de 1892.
O porteiro,
Hemeterio Maoiel da Silva.
da
Pernam-
de Ipojuca, como criminoso?, afim d aguarda-
rem julgameoto ; Jos Joajuim de Sanl'Aana,
conbecido por Jos atoque e Jos Martina Pe-
reira, conb cido por Gigante, remettidos pelo
juiz municipal de Goyonaa como sentenciados.
A' ordem do sobie.egddo da freguezia de San
to Antonio, Jos Gui!bera:e Francisco de Saa-
i'Aaoa, por embriaguez ; Francisca Ignacia Fer-
naades, Joo Lias Jooquim e Joao Aleixo da Sil-
va, como desordeiros.
A' ordem do subdelegado do districto de Afo
gados, tta Mara Joaquina da uonceigo, por
ofier:sas moral publica.
A' ordem do eubdelegado do Io districto do
Ptgo da Paoelia, .- ff >b-o Jos de tal, por distur-
bios e ofensas moral publica.
No da 2 :
A' minha ordem, Antonio Alves da Silva, Ma-
noel Francisco tos Santos e Francisco Alves da
Silva, viados do municipio de Cmara como crl
minjsos pronunciados.
A' orem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Manoel Luiz Pereira da Silva, como gatuno.
A' ordem do eubdelegado d.o districto da Mag-
dalena, Paulino Esperiflio da Silva e Adelio Go-
mes da Costa, por embriaguez e disturbios.
Hoje, 1 bora da- madrugada, manifestou-
se conego de incendio oa taverua sita ra do
Visconde de Goyanna n 45, de propriedade de
Antonio Rodrigues da Costa.
O incendio manifestou-se em um telbeiro, on-
de bavia grande quantidade de caixOes vasios
A companbia de Bombairos comparecen com
a pro'Tptido do costeme e coseguio extinguir
o fogo em menos de meia bora.
O prejuizo limitoa-se a ligeiros estragos no
referido talbeiro
Avisado pelo leleprone, all comparec, ten
do es', dj tambem presentes o Dr. delegado do
i.* districto da capital e os subdelegados do 1
districto da Boa-Vista e de Santo Antonio.
Ao primeiro dos referidos subdelegados, re-
commendei que procedease s diligencias legaes
para vinricar se o incendio foi ou nao casual.
Anle-bontem, s 5 boras da tarde, na ru R)al
do districto da Torra, o individuo de nome Jer-
nimo dos Rei3 ferio com urna facada a Florenti-
no Gomes da Silv?.
O delnqueme que logrn evadir-se aps o
crima, fui noite do mesmo da capturado, se-
gundo me ioformou pessoalmente o subdelega-
do daquelle districto
A lA respeito procede-se nos termos da lei.
Na da 21 do mez lindo, s 9 boras da noite,
na Fabrica da Companbia de Panilicagio, cita
ra Oitenia e Nove, no 2. districto de S. Jos,
o menor Antonio Caetano, de 12 annos de idade,
Albo de Francisco Antonio de Souza e emprega-
do na mesma fabrica, estando a langar impru-
dentemente, por distraegao, retragar de massa
em um cy indro que movia-se com velocidade,
acontecer ser por este apaobado e ficar com as
mos fracturadas.
O subdelegado resp2ctivo tomoa conhecimen
to do facto e deu as providencias que o caso
exiga.
Anda antehootem, ao meio da, tendo o
individuo de nome Manoel Felippe de Souza, to-
mado um trem que condnzia canoas para o en-
gecho central de Tiuma, sem consenttmeato do
macninista que o diriga, succedeu cabir e ficar
ferido gravemente.
Foram feitas as diligencias da lei sobre o fa
do, sendo o offendido transportado para o hos-
pital Pedro II, onde se a No dia 30 do mez fiado, s 6 boras da ma-
aba, em urna das ras domuni.ipio de Ja ra',
o individuo Miguel Nunes Pereira ferio com
urna facada a Jos Bapt:sta dos Santos, que velo
a morrer momentos depois.
Contra o delnqueme, que foi'preso em fla-
graute, procede &e de accordo com a lei.
Tendo o cidado Jos Borges de Souza, ins
pector de qoarteiro do districto de Maneota,
pertencette ao municipio de Iguarass.me repre-
sentado sobre o facto de terem sido soltos pelo
subdelegado daquelle districo uns individuos que
haviam sido presos na occasio em que aggre
diam e que continuavam a ameagar assassig-
nal-o, peai tal respeito informagOas ao delega-
do do municipio, que acaba de oficiar me di-
zendo que verdade terem sido presos pelo dito
Jos Borges dous individuos como suspeitos de
ladroes de cavallos, mas que nao havendo indi-
cios que autorisassem taes su3peitas, foram el-
les postos em liberdade, accrescealando anda
o mesmo delegado que Jos Borges, quando se
deu o fado das prisO?s, j havia sido demlttido
do lugar de inspector ds quarteiro, nao f por
ser analphabeto, como por dar-se ao vicio da
embriague!.
No dia 25 do mea ultimo, em trras do enge-
nbo Lages do municipio de Pao d'Alho, tendo
ido o criminoso de nome Manoel Cabral aggre-
dir a Jos Joaquim de Sant'Anna, por causa de
un3 cavallos que bavia roubado a este, foi pelo
mesmo MMatUo com um tiro de pistolla e
um facada.
Contra o delinqaente, que evadi se, procede-
se as deligencia8 da lei, tendo n'esta data me di
rgido autoridade policial do districto para que
empregasse toio3 os esforges no intuito de captu
Ni noite te 24 para 25 do mez fiado, s 9 bo-
ras, e na ra 15 de Novembro do referido muoi
cipio de Pao d'Albo o individuo de nome Manoel
de Araujo ferio com quatro facadas ao subdito
portuguez Joo Antonio Lope3, com quem viva
inimisado ba muito lempo.
O criminoso evadi se, e n'esta data recom-
mendo cutoridade local que premova com acti-
vidade a captura do mesmo criminoso.
Pelo subdelegado do districto do Brejao da
Santa Cruz do municipio de Garanbuns foi captu-
rado o reo de nome Antonio Bezerra Cyriaco, um
dos autores do assassinato de Justino Ferreira da
Silva, occarrido no dia 9 do mez passado.
Tendo o Dr. Jos de S Cavalcante de Al-
buquerque, residente em Timbaba, vindo pes-
soalmente a esia capital reclamar de v3 e de
mim providencial qne poze3sem termo s vio-
lencias e arbitrariedades que, segundo declaroo,
eram pratisadas pelo cidado Paulo Cavalcante,
actual subdelegado do i.* districlo o'aqueile mu-
nicipio, dirig me por lelegramma ao respectivo
delegado rec?mmendands me informasse com
urgencia o que ba (eitas pelo.Dr. Jos.de Siao referido subdelegado,
e teve em resposta o seguinte telegramma :
Timbaba, S de Novembro de 1882.
Dr. questor.Respondendo vosso telegramma
urgente, boje recebtdo, posso garaotir-vos que
inteiramente inexacta a nformaco que sobre o
subdelega lo Paulo Cavalcante vos deu o Dr. Jos
de S. Neubum espancamento nem priso arbi-
traria tem praticado aquella autoridade contra
trabajadores do referi-io loutor.
Por officio vos prestarei mais detalbadas infor-
macOss.O delegado, Luiz Maranbo Filuo.
Idntico telegramma tamb.-m vos foi transmit-
tido pelo promotor publico daquelle municipio,
o qual traascrevo com vossa permisso, nesta
mieba parte. Eil-o:
Timbaba, 2 de Novembro d? 1892.Exm.
governador.O subdelegado Paulo Albuquer-
que tem tido procedimewo correcto, prendendo
desordeiros e obrando com energa contra vio-
lencias praticadas por trabalbadores da estrada
de ferro.
SauL-vos.O promotor publico. Domingos
de Abren.
Em data de 26 do mez fiado o Dr. promotor
publico dos municipios de Buique e Pedra,
acompanhado do delegado e escrivo, visitn a
lorjra encontrados dous presos, sendo n a sen-
teoriado* o outro processado.
Eutftram em esercicio as seguiates ailo-
dades policiaes:
No dia 30 do mez ultimo, TbeodoGairo Soares
de Ol'teira, delegado de Laga do; Gatos, do
municipio de Panellas, na qaalidade de 2 sup
pente.
No dia 31, os cidados Joo Valentim de Sou
ze P o Joaqun Mendea Carneiro Leo, este
dtt,J0 do municipio de Jaboato e aquelle sub-
delegado, na qualidade de 1 supplente, do dis-
trito de Prtguigas do municipio de Palma
re3.
Tambem assumlo nesta data o exercicio do
cargo d. sundelegado do districto de Boa Via-
gem, o cidado Ildefonso Fenelon de Albuquer-
que Mello.
Nesta data transmiti ao D-. promotor publi-
co do municipio da Gloria de Goit, para os fina
convenientes, as dil'gencias por mim procedi-
das sobre os ferimentos graves praticados na
pessoa de Antonjp Borges da Hora, por Joo di
Rocha e Joo Nicacio de tal.
Ainda nesta mesma data remelto ao Dr. pro-
moler publico do municio do Rio Fermoso as
diligencias procedidas contra Fuo Bastos, por
na ver tentado contra o pudor de urna menor.
Nesta data me dirijo ao commandante do cor-
po de polxia regional no senado de serem eo
viadas para o municipio de Seriobein as pra-
gas de que se compoa o respectivo destaca-
mento.
Tendo o subelegado do 3' districto da Gra-
ga, por officio de boje datado, me communicado
terem se dado disturbios em um pastoril que
funeciona no tbeatro de Campo Alegre, em bem
da ordem recommendo ao mesmo subdelegado
que faga cassar a liceega concedida para 03 di-
t.s pastora, at ulterior deliberago.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
mai digno governador do Estado.
O Questor,
Julio de Mello Filho.
Thesouro do Estado de Per>
nambuco
despachos do dia 3 de novembro
de 1892
Dr. Thomas Ferreira de Carvalho So-
brinho e outros, Bacharel Joao Francisco
Teiseira, Joao Marcelino da Costa, Joan-
na Lins de AUuquerque, Coriolno de
Paiva Mello, bacharel Augusto Vas de
Oliveira, Antonio Joaquim dos Santos,
Manoel Bernardo Vieira Cavalcante.In
form9 o Sr. Dr, contador.
Joaquim Angelo Alves do Nasoimento
Informe o Sr. collector de Jaboato.
R^ymundo Nonato dos Prazeres.Pro-
ve o peticionario ter residido na casa n.
4 durante o ex-rcicio de 1839.
Bacharel Segismundo Antonio Goncal-
ves, bacharel Joo Baptista Getirana Cos-
ta e Jop Luiz dn Macedo Cavalcante.
Registre-se o facam-ae as notas.
Recebedorla do Estado de
Pernambuco
DESPACHOS DO DIA 3 DE NDVEMBRO DE
1892
Boa Anglica Castro Amaral.Infor-
me a 1* seccSo.
Antonio Soatei Roposo, Joao da Silva
Moreira, Joaquim Nicolau Ferreira e Li-
berato Jos GomestDeferido um vista
das informal,'*as.
Josepha Maria da ConceicSo.Iadete-
rido em vista das informales.
Antonio Mello e comp,.A seccao
para os devidos effeitos.
Manoel da Silva Rjs,Informe
seccSo.
O oorteiro,
Jos L. Macedo C. Filho.
a 1.
COSGKESSO WCIOWL
Qoestora policial
SecsSo 2*. N. 251 Secretaria
Queatura policial do Estado de
buco, 3 de Novembro de 1892.
Cidadlo. Participo-vos qne foram
recolbidos Cata de Detenc&o oa seguiates
individuos :
No dia i :
A' miaba ordem, Joo Ricardo de Sant'Anna,
Antonio Joaaoim dos Santos Estevo Anastacio .
di Silva Co.na, remrMU peU juiz muai ipa! i cadea 'xi'ten'e do CftlW) municipio, no quo
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSAO DE
13 DE OUTUBRO DE 1891
O Sr Badar, com os seus collegas cano-
Iico3 da Cmara, remetteMesa nm requerimen-
to da maior importancia.
Nio querem os debutados catholico3 alarmar
o pai; sao bomens da paz e patriotas, e o que]
desejam ver restabelecida a ordem daB rea
gOes da familia braiileira.
O casamento para os fleta catbchco3 qoe e
celebra na conformidade do concilio de Trento
Apesar disso, porm, o orador e seus correligio
uarios da Cmara, signatarios do requerimento,
reconbecem como anglico Dr. S.Tbomaz, que o
casamealo officio da natureae oflioio da com-
muoidade. sendo alm disso um sacramento.
Como offiio da naturea o casameolo rege-se
pelo direito natural; cono offi.u da commu-
oidade rege se pelo direito civil, e como sacra-
mento eit sujeito ao direito divino.
Comprehende se, portanto, queem vlrtude de
qualquer destas leis o homem pode tornar-se in-
capaz para a matrimonio.
E per isso, dia o orador, que todos os ne-
logos concedemao poder civil odirei'o de im-
por ao contrabente matrimonial algumas solem
nidades, sem as quaes o contrato poasa cocs:-
derar-se nullo. Feitas estas coasideragoes, para
demonstrar que a igreja catbolica temdoutrinas
muito claramente firmadaB sbreos seas diret-
tos e os do estado, passa a expo: o que a mes
ma igreja ordena aos sacerdotes catbolicos nos
paizea onde o casamento acna-se tambem regu-
lado pelo d raito civil, como se d no Brasil.
O que a igreja quer que o matrimonio surta
todos os seus eolitos, em tudo e por todo, de
modo a que oa filbos nao soffram uenbum pre-
juizo.
Estas foram as proprias expressOes d9 S. S.
Leo XIII na sua formidavel Eocyclica de 1880.
O orador mostra que neceasano daixar bem
patente a doutrioa catbolica e por iaso Ifi a Ios-
truego da S. Penitenciarii acerca do casamea
to civil eacripto em 1866, e destaca principal
mente estes tpicos : Posto que o verdaleiro
matrimonio dos fiis s se contraa, quando o
esposo e a eiposa, livres de impedimentos, ma-
nifestam o seu mutuo consentimento parante o
paroeno e aa testemunbas, segundo a forma do
Coocilio Tridentino, e assim contrabido tenba
todo o valor, sem carecer de ser ralifleado ou
confirmado pelo poder civil ; todavia, para
evitar vexames e penas e no iuteres3e da
prole, que de outro modo nao seria tida
como legitima no poder civil, assim como pa-a
evitar o perigo da polygamia, parece opportuuo
e conveniente que os fiis, depois de terem con
trabido iegitimamente o seu matrimonio em face
da igreja. se apreseotem para cumprirem o que
a lei civil determina com a inteogo apenas de
satisfazerem a urna ceremonia civil.
Pro8egoindo, dis queem attengo a essas cau
sas que os parocbos nao de/em admitllr com
f^ciiaJe cee".-3:'od? xV.r2"!:" :*
'ue, repellldos pela lei civil, oopoa am ser por
ella con si erados como conjuges legtimos.
O grande ibeologo Scavtoi pergunta si devem
os pansbos exbirtar o liis, am de celebra
rem tamb;m o matrimonio civil e responde p;la
affi-mativa, fasendo ver que coavm muito qoe
os parocbos, para admittirem os c-posos a cele
brago do verdadeiro casamento, fagam prome'
ter seriamente que ho de oaservar a lei ci'll,
para nao ticarem privados dos seus tditos.
Considerando todas ai coasequen^ias de tica-
rem os nubentes sem as ceremonias :ivis, o mes-
mo escriptor aponta a prole legitima daquelle
matrimonio ecclesia3tico como i.legitima para
a lei civil e, portanto, nao goaanda da beraoga
que a lei dispOa em favor da prole legitima ;
cita o caso de mortede um dos conjuges em que
nem a mulber tem parle nos bem do marido
nem o mirido tem beos da mulhar, ainda que
fa.am testamento ; e fiaalmente, considera, que,
si desgotarem do casamento, como grande es-
cndalo separa-se e celebrar casamento civil,
dispensando o sacramento.
Attendendo a estes principios, eotende que
de dever de consciencia acoaselbar-se a pratica
de dous actos distinctoi e iodapendentes um do
outro, o ec^e-iastico e o civil ; aquelle em face
da igreja e esta em f ice do poder civil J
Impio ser o que se contentar com o acto ci-
vil ; imprudente o que se contentar apenas com
o matrimonio ecclesiasiico.
A3 consequencias disso podem ser to funes-
tas, diz o orador, que o canonista citado consi-
dera loucos os que praticam um s acto nos
paises como o nosso, cuja legislagoimpoe pre
ceitos terminantes a respeito.
O orador aconselbaria, si tivesse autoridade
para f izel-o, a todos os parocbos, que se babili-
tassem no estudo da le civil para facilitar aos
nubentes e seguranga de seos direitos.
A questo dos impe limemos, da idade, etc.,
nao a mesma no direito cannico e na lei vi-
gente.
Conviria que os papis fossem preparados con-
juactamente, afim de que nenbum mal viesse i
sociedade.
Tendo manifestado com toda a franqueza a
sua opinio, espera que a Cmara approve o re-
querimento dos depu'.a los catholicos, pois nin-
guem ignora que o decreto de 24 da Janeiro de
1890 muito defeituoso, accrescendo que, em
face do preceito consti ucional, qne coacedeu aos
estados a facold.de ce legislarem sobre o direi-
to adjectivo ou processual, a lei precisa ficar
diaposta em termos que se amoldem a diversas
formas indiciaras qae as novas entidades polti-
ca? tenbam creado.
O ceremonial civil complicado, difficil o pro
cesso, e confuso o preceito jurdico.
Pela Constttuigo a celebrago do casamento
civil 8-r gratuita, mas em toda a parte esto
cobrando custas exaggeradas, porque dizem que
todos os demais actos eslo excluidos da cele-
brago.
O que se est passando fm alguns estados de
norte, como o Cear, por exemplo, reclama urna
medida do Coogresso.
Para demonstrar as exlorae3 praticadas 14
trechos de varios jornaea que esto pedindo pro-
videncias aos coogresaos provinciaes.
Em artigo de fundo a folba c(final do Cear,
A Repblica, diz:
A Assemblea legislativa do Cear ha de ho -
mologar a opinio vencedora, regulando o as
sumpto de modo a facilitar o casamento no Cea-
r, e restaurar as facilidades de oot'rora .
As facilidades de ontr'ora e encontrara os que
se casam pelas leis da igreja, porque no interior
os padres viajam, percorremos pequeos povoa-
dos distantes muitas leguas dos logares onde re-
sidem as autoridades, e vo fazendo os casamen
tos, os baptisados, as dts.urigab e as testas dos
diversos oragos.
Sem ordenado es juizes de paz e seus esci
ves nao trabalbarao ; mesmo certo, que sero
os pnmelros a furtar-se ao trabalbo dos casa-
meotos.
Castas queninguem pode recebar por actos
de casamento, porque o legislador constitucio-
nal teve em vista f-zir da nova instituigo um
orgauismo imple3, fcil e gratuito.
Pensa o orador que a lei precisa ser modifica-
da e adaptada orgaoicago judiciaria dos Esta
dos.
O orador nao votara o casamento civil abriga-
toriJ para o sea palz ; acredita que o facultativo
attenderia aos reclamos dos acatlicos e livres
pensadores ; mas senio artigo constitucional,
appella para a futura reviso, e emquanto ella
nao se faz, preciso que a lei ordinaria corres-
ponda ao mel a que se destina, de modo a pou-
par dinhairo, tempo e cuidados papulago.
No e tado do orador o casamento civil facul-
tativo seria muito bem acceito. All at as fa
milias ultramontanos pensam qae pre:iso ha-
ver no paiz ioati uicOes que facilitem a vioda dos
immigrantes ; assim que explica a existencia
o casamento civil no cdigo do senador loa-
qu m Felicio dos Santos.
O orador nao tem s:no desejo3 de ver seu
paiz prosperar no seio da paz moral > material,
e das saas palavras nao se pode deprebender
outra cousa.
Pensa ter cumprido o seu dever formulando
este requerimento, que vai assi?nado por aquel-
les q-ie ainda nao ti vern um instante de desfal
lecimento na defesa d03 interesaos da familia
brazileira.
O orador diz que anda deagoato30 da poltica,
oa qoai entrn menos por vocago do que para
obedecer a amigos. Viudo do partido conserva
dor aoonarchico, acoeitou a repblica cheic de
espe<-angas, e diz lbe a consciencia que a ella
tem dado o meibor de seus es'orgos na eaphera
de sua actividade.
Com o que acaba de dizer em relago ao re-
querimento, *em prestar Repblica mais un
ensejo da vencer difficuldades.
Sente-se to indispoato para os irabalboa ag
tados das asssmblas po.icas, tem o espirito
to voltado para o Jardim das Oliveiras e para
ontros scenarios, que porventura a ultima vez
que oceupa a tribuna da Cmara.
Com patriotismo sem paixOea, tendo sempre
deante dos olhos o bem estar e a felicidade do
seu paiz, o orador ha de collaborar, em qualquer
parte, com os que trabalharem para o restabele
cimento da barra.na no seic da familia brazi-
leira.
Termioando, o orador dis que a bandeira que
tem carregado em toda a sua vida e pode Inspi-
rar sympalbia e reaaeito, porque symboliaa o
que ha de maia alevaalado na trrao culto
sincero a Deu3, Patria e Liberdade. (Apoia
d03. Muito bem. O orador arito comprimen-
tado).
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
A viagem de Suas MagesUdes a Madrid foi
ariida, ea virtude da molestia do re de Has-
panha.
=> Acaba de sor asignado o tratado de ex
Iradigo entre Portugal e a Inglaterra.
Realiaaram 8e no da 23, com certo enthu8ias
mo, em todo o re no de Portugal, as eleiges ge-
raes para deputados,
O pleito eieitoral foi renbidissimo, altenta a
concurrencia de votantes, que foi enorme.
K p "V.^rsos pontos, cimo 8*-j em Cintra e
outros, deram-.'e manifestages bostis, resultan-
do conflictos mais oa menos graves. A ordem,
porm, foi pouco depois restabelecida pela in-
torvengo das autoridades policiaes.
Como se esperava. a victoria coub? aos part-
dos regenerador e i baral, qne veaceram por
grande maioria. Apoiaram, segando suas ma-
nifestagss, o actual ministerio e a poltica tra-
gada pelo mesmo.
As listas forrm divididas, pela colligago mo-
narcbca, os miguelistas, o partido republicano
moderado e os socialistas independentes. as
provincias do norte bouve lucta reohida entre
governistas, regeneradores e progressista?.
O resaltado definitivo dis eleiges legislati-
vas, pcia, pouco mais ou menos coohecido,
faltando apenas aaber-se a apursgio de urna
ou outra circumscnpgo eieitoral mais distan-
ciada.
A representago da minora por Luboa consta
dos Srs. Dr. Eduardo Abren e Jacintbo Nunes,
pertencentes ao partido republicano, e pela ci-
dade do Porto ao Sr. Dr. Rodrigues Freitas, mem-
bros do mesmo partido, que venceu as eleiges
com maioria.
De um telegramma consta que o Dr. Dias Fer-
rei-a, presidente do conseibo de ministros, per-
dea a eleigo.
A mor parte 'da imprensa portuguesa acolhe
favoravelmsnte o re-ultado final destas eleiges
e a victoria alcaogada pelos partidos regenera-
dor e liberal, decididos a apoiarem francamente
o governo, dando impulso e esforgando se para
solugo honrosa de importantes e urgentes quas-
tes polticas do reino, dependentes de provas
de verdadeiro patriotismo.
Pela manb do dia da eleigo publicavam
oa jornaea de Liaboa:
Pelo succedido at boje, pelo que presen-
ciamos actualmente, dizia o Diario de Noticias
v-se qua no cerebro do povo portuguez ainda
nao entrou a nogo do aystema parlamentar.
Onde esteja a raz do mal, se na viciago do
systema, se na ndole da raga, nao o sabemos
dizer ao carto; mas, qualquer que aeja a causa,
a sua existencia ( inconteatavel.
Nao se comprehendeu ainda, e ba de ser diffi-
cil comprebender-se, que to grave o dever do
cidado que eacolbi lo pelo povo.
Para o geral das massas o ideal do meibor de-
puta lo aquelle que d mais, isto aquelle
que proporciona mais beneficios e faz mais fa-
vores, emboraa esses beneficios e favores sejam
em detrimento da commonidade. Ora, eo fa-
cis de prever as consequencias a que nos ievam
estes principios. Os no.sos desastres financel-
roa, a noasa derorgaoisago administrativa sao
o X fataliasimo da equago eieitoral.
a* #
Nao nos dado calcular porque prego ficaro
as eleiges. Em todo o eso, venha de onde
vier o dinheiro, o que nos parece infallivel
que quem pagar finalmente o despeza total ha
de ser o pas.
Fasemos votos para qua essa conta aeja o me-
nos dispendiosa pos.-ivel.
Para quem appellar, pois? interrogava o
Seculo.
Para o pas, para os bomens independetes,
sem compromissos de ceoboma especie com
aquelles que nos trouxeram a ruina; esses ho-
mens independentes que votem, que escoloam
dentre os representantes digaos e honestas para
irem ao parlamento diser a verdade ao povo e to-
marem as mos as redeas do governo, que to
mal paralas tecm andado desde longos annos-
E' preciso que todos os eleilores se compene-
irem dos seus deveres, que reconbegam depen-
der em grande parte do voto dado com cons-
ciencia, o bem estar da sociedade.
Contra as tricas, contra os mane]os, contra 08
arranjoa, contra oa accordos da presente poca
eieitoral, urgente que os eleitores se revoltem,
indo pacificamente urna volar nos canlidatos
escoibidos pelo povo, nos candidatos recomneu-
dados pelo partido republicano.
A victoria dos candidato.-populares rao sig-
nifica o triumpbo;immediato da repblica, mas re-
preenta a existencia de urna grande forga reor-
ganizadora no seio da sociedade portugueza.
No parlamento os deputados republicanos con-
tiouaro a ser, como tee n sido at aqu, um ele-
meato de protesto contra os esbaojameotos e
desvarios poltico?, e de resistencia contra a
anarebia mansa que se estende de cima para
balxo.
Teem urna grande missSo a cumprir.
Pensem bem os eleitores accentuava o Dia-
rio Popular, no que a lista republicana signifi-
ca, nos perigos que ella encobro, no abysmo
que ros abre e em que todos nos podemos pre-
cipitar, irremediav'lm'nte perdidos para sem-
pre e vero que um dever cvico votar na lista
monarchica, oppoDdo assim urna barreira e fa-
sendo coater em respeito essa onda revolucio
naria, sequiosa lo poder, e que. para o alcaogar,
at eaquece que p3 em risco a existencia da
patria. *
Qae os eleitores serios, cordatos e honrados
cumpram r1*'" o seu dever, e tero feito boa po-
lticasi, curadoura e patritica.
Nao precis irnos d zer mais para que cada
um compreheoda e faga o seu dever, concluiu a
Folba do Povo.
No acto eieitoral, preferimos a absleogo, mas
os eleitores que resolveram ir s urnas nao po-
dem hesitar entre os promotores da ruina e des-
gragas do paiz, que sao os monarebicos e os que
trabalbam pela regeueragSo e salvago de Por-
tugal, que eo os republicanos.
Eslea devemser os prefendoa por todos quan-
tos sentem vibrar ao peito a grande alma portu-
gueza.
Nastes exoerptos temos synthetisado o diapa-
sao em que ia correr o pleito eieitoral, cujo re-
sultado cima noticiamos.
Sua magestade a raioba tomou sob a sua
protecgo a esposa e o filhinbo do alferes de in-
famara n. 1, S'. Francisco Jos do Reg, falla
cido repentinamente em *k de Setembro ultimo e
deixando viuva e orpbo urna situago precaria.
O Instituto Ultramerino, de que sua magesta-
de a raioba e presidente, vae contemplar a viu-
va com urna paDso mensal; do orpbosinho,
qce nasrera pouoo antes da marte de sea pae, e
que vae ser baptisado um dia d'estes, madri-
nba a illustre e bondosa princesa que tem pro
digalizado pequea familia do finado officlal o
mais consolador e prestante carinbo.
A situago econmica do paiz descreve o
Economista assim :
Sem embargo das largas soturnas que do Bra-
sil teem entrado ltimamente em Portugal pela
melbo.ia do cambio, a eapeculago por um lado,
a comp-a de cereaes por oo'ro, fizeram outra
ves su br o prego do ouroo que alias nos ao
causa ueohuma sorpresa' porque a confirma-
gao de que ltimamente temes eacripto.
A situago econmica tem. no entinto, me-
Inorado incontestavelmente entre nos, mas nao e
menos verdade qne se encontra aluda em perio-
do muito difficil, do qual se nao sabir com a
presteza que a muitos se i ffljurava, tanto mais
que os grandes mercados do mundo comegam
tambem a ter provas de que, ahi. nao desalo-
gada a situago, e que o mundo commercial est
a ser victima da orieutago nova que, nos lti-
mos mezes, os diversos govemos teem tomado
relativamente s suas relages commerciaes ex-
ternas
O absoluto livre cambio que, ba am quarto de
seculo pelo menos, pairava sobre o mundo, e
que aproveitou principalmente Inglaterra, so-
bretodo em asaomptos de navegago mercante,
f que f-a causa se n'o de mina, pelo menos


.





* "W'.' 'II *"
-H------r-


MflHflfl
Diario de Pernambuco Sexta-feira 4 de Novembro de 1892
"-* hh BAS



.


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de estaciooameo econmico de mnttoa pqvoa,
dando nwtw' "vkt-3 dan wiauaa flniBiiutcn^
transi.-raou-se ago*a n'um proteccionismo fer-
renbo, que ser de cerlo modificad, ma que
emqoanto nao o ( praaa^issYapalassmfaiBaio-'
tes, e principalmeute naqaalsav* pa'sas qusMssals
tinbam lacrado com o abaolna ii namu
Celebraram-se exequias aoienwes aa
patriarchal em son* agio recerdago da ana
rrajestade el rei o Sr. D. Lirzl.
O templo -a decorad paca a ctsoaraisaaoia
com sombra e elegante-opulencia.
Cercado o cenotapntoaia lomas na poetaa e
consoladora symboisagia -a*e ar uo aa da
gloria celeste a alma que ae evocava-arn.
Assistirara suas magestales el re e a raioha
aSra D MiriaPiaesna alteza o Sr. infante
D- Afloo-o.
Soa mage.tade a rainba nao poade compare-
cer oor o l'geiro incommodo de saude qne, des-
de das, Ibe aconseltaalgaraas precanges.
Estiveram : o ministerio completo, o corpo
diplomtico completo, varios* ministros de esta-
do honorarios, autoridades, oficialidades de tr-
ra e mar, etc.
Causn a melhor impressao, como sigoal de
cortesa e de afervramelo de relages entre os
governos de Portugal e Brasil, a assislencia da
ofli u lidade do coa agado A mirant. Barroso.
Como cima notamos, o publico, spezar do
tempo. cooco-reo grandemente s exequiaa.
Oieou o Sr cardeal patriarcba, compaoha-
do ae todo o cvb'da.
Su i -nagesUde a raioha e sen Qlbo o Sr. in
fante D Affaneo vlsitaram depois o necroterio
de S. Vicente, depondo aSra. D. Mara Pia
urna co'di de flaes sobre o atale de sen cho
rada mando e estando all ajoelbada por algum
terrpa em orago.
A guarda de honra foi efectivamente feila
por infamara 5. asim como tambem no Ter
reiro do Paco non batera den as salvas do es
tyto.
Em trra e mar, sem excepgfjo de legages e
consolados, boove as costumadas dem. nslrages
de luto.
N'.ote coro de preces tomaram parte as mil e
duzentas criaugas dos asylos da Infancia Desva-
lida de Lisboa. .
Na capella das Neceasidado e igreja de S. Vi-
cente resaram se misen por alma do san 'oso
mooarcba. .
Soa nngestade a rainha vinva encobria o ros
to com om espesso veo de escomilba e permane
ceo de joelbos durante toda a cerimonia, em at
tilude de exbortages e supplicas ao Al issimo
pelo eterno-descanco de sen esposo.
Tambem no Porto bouve igual solemnm-
de.
Os sufragios celebrados nos templos da Trin
da e Lipa, Misericordia e Serra do Pilar estive
ram numerosameote concorridos pelas autorida-
des civis e militares, vendse tamb.-m bastantes
senboras.
Tan o a guarda municipal como as oulras tro
pan da suaroiao assistiram tamnem.
Vi ira da Silva desembarcou e teve n'esta
cidade recepcao triumphal.
Seos amigos tffereceram Ibe banquete no hotel
Braganga, achando se entre os convivas os cffi
ciaes do cruzador Almirante Barroso.
Ni Loariceira, prximo da Villa de Torres
Vedras existe urna muraer com 106 toos de
idade, na pos*e plena de todas as suas faculda
des
Hi lias teve um incommodo gstrico e a lam
lia chou a ta mal, que ao mesmo tempo que
chamara o medico fra prevenir o parocro. am
de que moribuoda foasem minist-ados os Sa-
cramentos.
O medico ao chegar junto da doeo'e exami
nou a e dbpanba se a receitar quando ella I
disse:
Ah o Sr. D: J! Pois e.cosa de me re-
ceitar nada, qo- en nunca tomei nem tomo reme
dios, lsto f. i urna mcigesto mas j estou boa.
Vi u me levantar.
Effectivamente, mal se reti"OU o medico, t
dosel; levanteu se e re'.omou a sua lida babi
tual, que aao peasnoa.
DVapanna
D pois de urna recabiJa que teve 8. M. o rei
Affjnso XIII. meihoroo conslderavelmente, en
trardo em convaieacenga franca, que faz prever
nao ser tardo o sec restabelecimento.
Com e enfermidade do rei a porpaganda
carlista tem se desenvolvido em todo o reino.
O governo tem communicacOes a Londres e
Pa-'z, notician 'o qoe os partidarics do p-eten-
d?nte movern sj, como se a -uocesso eslivesse
garantida.
N.s froBlei.-aa de Catataba e Aragao faz se
gracde ci ncent : ga de tropa.
Parece que c ministerio da guerra tencin* fa
zer f xercici08 ge-aes com as novas espingardas
de repetigo, cujas primeiras experiencias foram
excellentes.
O Sr. Cnovas del Castillio, presidente do
conseibo de ministros, pronunciou em um ban-
quete que Ibe foi offerecdo, um importante dis-
curso poltico, no palacio da Albambra, em Gra-
nada.
En re entra? causa?, ociaron que a poltica
comaaarcial proteccionista era a nica efficaz e
capaz de desenvolver a producgSo naciocal da
H ?'-arhi.
O eminente bomem de estado, ao terminar o
sea dicurso, foi frenticamente appbudido.
O conseibo superior de marioha j appro-
vco o novo projecto de remodelagao dos serv eos
geraes de marioha, elaborado peio Ilustre minls
tro general Berange".
E' urca reforma a serio, tendente a dar o maior
prestigio e luitre corporaco da armada e a sa
tisfazer Ibe. com a mais escrupulosa equidade e
ju.-t ga, as soas mais legitimas aBpiragOes.
O anigo i." da reforma declira o re chefe na-
to da esquadra, podendo assumir o commando
'ella quando assim o julgue conveniente, c-iso
em que o almirante exercer as funeges de che-
fe di. estado-maior general, cando responsavel
pela forma por que se executem as determina-
g6!s do mooarcha. .
O artigo 2- prohibe que os rhefes e officiaes
da armada assistam a reunies polticas nem a
Denbuma reunto em qne se v discutir e deli-
berar sobre qualquer acto.
Nenbum ebefe ou official poder desempennar
ootro cargo sem licenga.
A's carreiras civis s poderao dedicar-se es
que estejam na situago de excedentes, devendo,
porT, optar, no r. de dois annos, por urna ou
por outra carreira.
Os corpos da armada dividem se em militares
e polili:os militares, comptndo a primeira des-
tas divir -s do corpo geral da armada, e^ge-
nheiros, artilheria e infantera de marioha ; e a
segunda do corpo administrativo, de saude, ju-
ridi.'o, ecclesi: stico, machioistas, fguarda de ar-
mazen3 e archivista do mini terio.
Os corpos suballemos tambem se dividem da
mesma forma.
Estabeleceram se 2 escolas para o servigo do
corpo geral da armada, urna de mar outra de
Ierra.
As promogCes serSo pela rigorosa antiguidade
e mritos Je guerra, e nao se poder obter ne
nbum accesso sem biver servido dois annos no
posto immediatamente inferior, fasendo-se para
as promoges urna class iicagao geral, salvo no
caso do generalato ou sub almirante, cuja selec
gao deferida ao conseibo superior de marioha.
Em tempo de paz sao prohibidas as recom-
pensas de carcter conectivo.
As promoges por mritos de guerra serio
compativeis com a cruz de San Fernando; e os
promovidos nesta coodigao flguram como supra
numerarios na escala do seo novo posto, com
direilo a preeneber a primeira vaga de numero
occorrida.
Abre-se a escala da reserva qual passarao
os vice-almirantes aos 72 annos de idade com
12 600 pesetas; os contra almirantesaos68.com
12.000 e os sub-almiraotes aos 66, com 8.000.
As negociagoes sobre o commercio as
An'.''haJ, entre os Estados Unidos e a Hespanha
da ram em resoltado um arranjo amigavel, qne
concilla os interesses das duas nacoes.
__Dev;a por todo o mez de Ootubro ser inau
curada em Granada a estatua de Isabel a Carb-
lica com toda a solermidade.
No da 20 reasoo se no Casino dos Cen-
tralistas urna grande rennio poltica, presidida
por Salmern, que pronunciou um brilbantissl-
mo discurso, declarando que a independencia de
Portugal um facto histrico, que nmguem po
dera destruir.
Affirmou que as ideas nao sao meras repre
Bentavoes, mas forcas que podem mover a opi
nio publica, e disse que se considerara hon-
rado dando a Portugal a hegemona, se Portugal
fosse o iniciador da federsco.
O orador foi estrepitosamente applaudido.
Os brspos {do Coogres-o Catbolico que se
reuni em Sevilba visitaram Sua Hagenade
Yntma TegeuU'W.'WiTTa'tJBUa'lTira
Neasa cidade expiodie na igreja de Santo II-
defaiaa ana t*aaaa. dB df aaaia. causando
^puns>a4lBB t ratjav ab> tan fta
As aaNB'idMMa, pnc daaaVan ai iartajgngOis,
pacndanaB vaaaa iaaanduoa-#p^aaaMe.
As eomnaaO a oes i aaaal man aaaangei-4
ras e pulessoua, aaBBaoanaaaacs- aksad e d
Ud ii, Joraoanaa dttdB muaMili atijidoacm Sa^
Umaoca-
IiaafuaDUB'9 t lie mssmo dovelo minia-
tre 1n aaatlinatia fiaSr i trmiotmma-m a ea>
iiMinimial da- IbtkaarAMBS.' q aareB '.aaa
quadros ootaveis de artistas estrangeiros e bes
paobes.
As ia3tallag0j3 estrangul a nj se abrem ao
publico emqoanto nao regressem suas magesta-
des.
H muitos p didos de bilheles para a corrida
de toaros bupano-portuguesa,e acorrida rea-
lisar se-ba de tarde, senlo lidados dea touros.
O congtesjo geograpbico discuti o tbema
da emigrace dos europeus para o Brasil e Es-
tados bisaaoo-americanos.
A discussao correo muo aoiBada.
O ainisiro do Brasil declarou 6e a favor da
emigrago dweudo qoe o Brasil acolhe fraternal-
"~ oa mjHHgcadjs, proporciQOando-lbfis
meios de vida.
Os ora-'ores r'iriiram phrases de elogio aos
representantes de Portugal e da America
Nesse mesmo congresso o Sr. Piuheiro Cha-
gas proferto um eloquenta discurso, declarando
se a favor da emigragao dos europeos para o
Brasil e para as republkad hispaoo-amerlca-
as.
Poi muito applaudido.
No resto da sessao di-cu'io-se o tbema do
commercio entre Portugal eH;spanha e as re
publicas sul americanas, fallando muitos orado-
res.
A rainha Chrialioa ordeoou que emquanto
os res de Portugal esliverem em Hespanba -
quem s suas ordens, como altos .servicaes,os
duques do infantado e os grandes de Hespanha
de primeira classe.
T?l"grapban de Havana que tem tido raro
esplendor e brilho naquella cidade as estas com
memorativas do 4 centenario da desoberta aa
America.
S ;m, nao se c > cabe am Amoaaaro, am
D. Affjnso, am Barnaba, pequeos, boja-
daa oa doheadoa.
Dejejaan>9s ver mas ansa vez u Sr.
1< n'uaa pasase c da Altaai da
nda.
(j^eriaiaaiaiiiiii-O' n'uaa a-seaa quo Iba
Vsoa largaa^aw.i eaiendac aqa*lla aaa voa.
raaaaai.isa, afaMriaaaaa aaa ca.-tiaar ae
aquaHa auartaza l!ioadural, oa ai elle
J wndaaiio tare '.ocai3a de lian da aca-
nhamento oa tmidos, desenvolver oa aeoa
dotes de artista
Si assim formariamo um j tizo justo e
acertado aobre este artista, a quena o pu-
blico nio tem querido apslaadir, porque
nio o pode anda apreciado devidamento.
O coro e oa demais artistas.........
E para terminar com nma aatoridade
em critica musical :
Para oaraoterisar p.r ami vea a no-
breza do carcter de Uooisetti e a ternu-
ra de aaa tlente, basta eacrever embaixo
de seu retrato estas palavras da a-ia final
de Lucia :
O beU'alma innamoraba
J P.F
CBMMCi THE1TUL
De noite
Na terja feira passada tivemos nova oc<
caaiio de ouvir a Sgnora Fernanda Rip
sardi, como protogonista na opsra do fi
lho da oeleore cidade da B.rgamo, na
obra prima de Doniaetti :
c Lacia di Lammermoor.
J sobre esta artista tivemos occasiSo
de expender n^saa opiniSo na sua eatra,
no papel de Elvira, no cErnani.*
A mesma impressao que entio nos cau
aara, nio augmentou siquer um ponto;
ao contrario maia accentuo i se.
A ra Rapsardi diremos novsmente,
tem urna vos traca, ; embora ss suas
notas agudas tsejam applaudidaa pelo pu-
blico, causa nos des grado, porque sio
dad.is sem urna Certa grag-i, e sem pai-
x5o.
Releve-nos esta noBsa, talvez rigorosa
critica.
A artista nao maia para o publico
peroambucano urna eatreiante para qaem
se tem todas aa considerables : DevemoB
concordar, pois, que de pois de ae ter ou-
vido a Vittoria na que a Rap sardi diapozesae de muito ta-
lento artiatiso para poder hombrear-ae
com esta, e avivar mais a ptima imprea-
sao que infelizmente apagou se am pouco
na noute de terca feira.
O proprio Vilalta nio foi o meaaao Vi
lalta do Ernn;, e ainda menos o do
Trovador Foi muito melhor Manrico
do que Edgard.
Entretanto a Lucia de Lammermoor,
cujo libretto foi tirad; de Walter Scott
tem scanas fortes e maravilhosas, como a
da loucura, do contracto e dos tmulos.
Na scena da lcacura, talvez a mais
bada qoe ae conhece no theatro e que
tem a dupla vantagem de faier sobresa
hir a cantora aem mortificar a actriz, fui
regularmente dita a sua aria pela Sigao-
ra Ripsardi, a na verdade nesta parte
exhib u-s 3 -nelhor do que a Rasteli da
Companhia Parodi, de tristes recorda
cSes.
A dor, que segando diz Aubryet, em
Mozarr. urna melancola, em Bellini ama
resignacSo suave e em Dooizetti urna
dupla revolta do corpo e do corago, se
poude pela voz da S.gaora Rapsardi ser
talvez expressa, nao o foi pela situado
dramtica, que exije cortos e poucos
gestos rispidos e ligeiros, contrastando
muitaa vezes com urna calma apparente-
mente melanclica.
. altou tambem nesta artista certa ex-
pressSo no olhar.
Porm, o estudo, o tempo podem cer
tameite trazar noutes maito feliies para
eisa cantera, que proo irou e mesmo ea
forcoa se em agradar o publico, que ge-
neroso e ^delicado como applaudio-a,
encorajando a na aaa eapinhoaa o diffiel
carreira.
Vilalta no papel de Edgard, cumprio
aimplesmente sua obrigacSo, como tatn
bem o fez Verdini,
Aquolle eaqueceu-se da soberba nter-
preta$So que s ~ube dar o
c Colate Ada, forma divina,
Miatico certo de lace e or.
Este no segundo acto esquecealo se da
esplendida figura qae fez no :
c Non sel mia figl a
... Tu aoi la achiava.
O 3r. Vilalta nio
com a Lucia:
quiz no sobarbo do
loteado Di mia atirpe
A:cor pago no: i
dar certo mtrain de paixio am certo aa
aome de raiva, da firmeza o de dor.
A aria final que canta Edgard expiran-
do, grito de amor, e de desesperanza foi
o treobo melhor interpretado pelo Vilalta
que coeseguio fazer acreditar qae era
aquillo ama meloda do Piatao cantada
por ama alma christan.
Verdini em qaem-o publico reconhece
am verdadeiro artista, e que aabe muitaa
vosea sapprir a fraqueza da vos pela so-
berba gesticulacSo oom que sabe adornar
o seu papel, conseguio juntamente com oa
demaia artistas recebar palmas, de que o
publico agora eat excesaivsm nte pro-
digo.
A nosso var foi qaem maia as moreoeu.
E' que elle tem a folicidade de juntar
a aquellos dotes, soa elegante a imponen-
te figura, qae sempre condis oom o papel
que vai interpretar. "
resaltada da ktredarudadt. camo pretende Ha>
ckcl. assenia tambem no mesmj principio enun-
ciado, e o resultado das sympatnias e aotipa
tttas daaeBprrrJos, e muitas veoea nasa re:om-
pensa oa caattfo para oj pau.
Tooaa os espiritos c*evem neoes< prognaMr e.atogredir para _s pjcaiares e pn
sar patea easoanages terrestres.
AqaakVpam urna encarnagi. ater ,r aa -
to prejadicoaa seu semelbaae, e arecisu qi o
indeuiniseakaanil qae itie causn, i aasim dave
procurar osnaios de o fazer; tem a liberdaie,
procura-a eencoutra-a na reencarn.,gj: co'iio
pai oa comofitac paga maltas vszes essai divi
das antigs qae as leis divinas nio lena p-u
scripcio.
Alm disso os espiritos nao encaram a vida
terrestre pelo mesmoSprisma que nos a encara
mos, por 830 aoparcem as diversas aptidOes
divididas por todas as carnadas sociaes.
E nao de estranbar q^ os mais adiantados
procurem oa meios m.is atrazados, e estes os
mais adiantados, pirque nos aqui mesmo nota
mos todos os das esses mesmoj factos; vemos
horneas de talento sab r ; da ultima carnada e
gulndarem-se at a* mais distiacta3 posigoe; so
ciaes, e Qlnas da thte da socielade descerem ao
Ultimo de.;r.,o da escala; e de mais os melho-
res dontrmadores do-Osa geral vi7em com o pa-
vo e pelo povo.
(Contina).
FH1L0S0 H14
A Phyaiologia de Hwckel
i
O Spirit iiio
IIEREDITifUEDADE
(Gontinuafio)
O Spiritismo Do urna crendice de bruxas
nem urna creagao da pnantasia. como dizem os
seus aoiag^nistas, urna verdeira Puitooph.a
fundada em principios i amulareis, e urna
8Cencia exacta e positiva po. que explica todos
os pbenomenos de que se occopa, com pleno co-
nbecimento das causas, e o resltalo da expe-
riencia e da observagao.
Por isso qae manos borneas de se enca a
teem abracado, elevado as suus vistas crentes
aos paramr'3 da luz, e de-presado o m-terialis-
rxo faliaz, desconsolador e tatal. qne Ibes trazia
o desconsol u'alma e a desc ecca em 'udo que
os cercavn.
Sem a mediunidade o Spiritismo seria sempre
desconhecdo dos horneas, e todos essis 'actos
couiinuariam envo tos no vj mraenoso com
qae os revesta a ignorancia; mas a mediamni
dade nos \.6 em commancacao di'acta com os
espiritos que todo elUiidaram, tuda xp!ra-aa:
conveniente e convincentemente.
Nao a credulidade de urna betico incon-
sciente uu om orguibo fofa que los leva a acei
tar e propagar as verdadee do Siiritismo, o re-
sultado da experiencia e da observagao minucio-
sa, da comparagao deuda e escrupulosa 'eitanos
dictados oblidos dos espiritos sobre o mesmo as-
cumpto, em diversos meios, por diversus ar-
daos, em diversas liDguaseemcoadigOes diver
sai. sem se commnnicarem.
Que os espiritos existem, aao ha coates ul-os,
poique nioguem negar a forca inlelligente da
Naiurea.
E qae ellos se possam por em commonicaga-'
directa comnosco tamoem s p le ser contesta
do por aqu lies sys'hematicos que precisara ver
para crer, que se oppdem-a ludo que contrariar
as suas ideas exclusivas, ou que escapar s sua?
pruprias per.epgc3: aos ceg.; do E"aage!ho
que teem olbos para ver e nada veem.
o os espiritos que nos dizem po- miliiares
de bocea ao mesmu tempo em todas as liogoas e
em todo3 os meios, qa os planetas sSo maodos
habitados, que em lodos ha o se- raciona! sem
pre progre lindo, e que as reeocarnag s, cerno
os muados, sao todas olidarias.
SO C3 qU3 H03 1::.-0l JO .' 08 e ,) >.go i tfO
povoados, coma os man tos. qu; a^sistem a to
dos os pneaomenjs da naiuezi, que est) em
contacto dir to comaosco em tuda no3 auxi-
lian o como amigos e como irmos
8o elles aiada qae nos dizem que os esp:ri-
ios sao as almas dos bomens Uvre3 das cadeias
do corpo ; que a;?. intuam a respaasabilidade
moral de oosjos setos, que nos fazam coahecar
as diSereotes coad g -.* de vida ao maulo espi-
ritual, a cegueira dos espiritos qae quando en-
carnados, s sj p-ealc;am aos gozo3 mate
riaas...
Sao elles, lioalmete, que nos tfazem o conhe-
ciment da oerisptrilo, e3se corpo vaporoso flai-
dico que os indivi-lualisa, do qua: nunca se
apartam, e qu) 3erve de lago de uaio entre ai e
o corp i, eo1 que encarnam, essa chava que abre
a pona do mysterio dos corpos cele3tiaes, de
que ftiiou S. faulo... e que nos faieaa conbe-
cer no3 llvros sagrados a reen arnaga, easa le
natural, prova immediata do amor do Creador
pela creatura, velada a lettra sob o ame de re-
surreigo da carne.
Sao elles que nos dizem todas essas cousas e
muitas outras que nio podamos aqu enumerar,
e qoe se acnam todas codificadas nos livros do
Spiritismo do inspirado e sempre laureado Al
lan K irde;, os quaes factos s podem ser expli
cados pela Sciencia Espiritusta e pelo Spiri-
tiara).
Como p le tudo iseo, todos esses factos, esca-
par ao espirito pergpiaaz e investigador de Hm
(k-l, ou si os vio como pode-cs elle despreza
como nonadas t
E que elle acbou mais fcil cortar a qaesta
pela raz e assim negou a alma, o ser persisten-
te e reduzio todas as soas faculdades a proprie
dades corpreas, todos os seas phenomenos or-
gnico prolazilos pela hereditariedade ou selec
cao artificial!
Isso com effeito mais fcil, mas, sejamos
fra eos. pouco decente para bomens da esta
tora de II;e k ;1.
A preexisteacla d> espirito, o psrisplrito, a
meliumaidade e a raencaroag] sao, pois, as
leis oode assentam todos esses phenamenos.
A mediumnldade um facto natural que nao
pode ser contestado. E' a faculdaie que tem o
mdium de se por em commuaicaco com o es
pirito.
Em toda parte ha espiritos e em toda pa-te
mediuns com quem possam communicar.
Milbares de fac os a ju3tiAcam, na tribuaa ou
na imprensa, em todos os paizes civilisados.
Ella nao privilegio de ninguem porque se
acha generalisada, o que orna prova de sua
naturalidade e verdade de sua existencia, e to-
dos i podem observam onde se rennirem tres
pessoas, ou mesmo na solido de um gabinete.
Nao portanto, urna propriecade corporal
produzida pelas partculas aperfeicoadas do ce-
rebro, una facullade da alma que a 'dentica
com os seres espirtales, e que nao pode ser co
nbecida e nem attingida pelas leis paysiologicas
a H;e e!, a sua causa mais transcendente, o
espirito preexistente aeguindo a sua perfectibi
lidade.
Nao tambem urna propriedade corporal
traa?mis8ivel de pas a tiraos o carcter do indi
viduo, parque essa qualidade nao entra no ger
meo creador de sua personalidade corprea, da
mesma maneira que os accidentes pbysicose
muas molestias, porque o c racter a somma
das forcas da vontade do individuo, e essa von-
tade nao trazida pelo corpo, mas pelo espirito
que encarna, e constltue tambem a sua vocagao
natural.
E' verdade que essa vocago natural que ira-
zem os individuos e que os caracterisa pude ser
para o bem ou para o mal.
Mas esse pbenomeno assenta anda no mesmo
pnne pi da preexistencia da alma, desde que
se note que ha espiritos humildes, obedientes e
trabalbadores, e espiritos altivos, ambiciosos,
preguigo^us e mos.
O cararterdos primeiros vem da idea de Deas,
principio de todo bem, e os goia a perfeigo
pelas leis naturaes; o dos segundos vem dos
do v.os, dos erros e dos vicios dos espirito* pec-
camiDOsos e retardatarios; e, embora sejam am-
bos n tu "es; um obra do Creador, o ootro da
creatura; am ser eterno paseando apenas pelas
modificages relativas ao progresso. o ootro ter-
minar com o erro dos infractores: e aqui
que est a origen dos bons e dos mos caracte-
res.
Assentam ainda na preexistencia dos espiritos
todos os phenomenos da intelligencia, os afli-
ctos, as vutades e os vicios, etc., podendo es-
ses sentimentos ser modificados pelo mel.
A igoaldado e desigualdade de carcter e de
inclinage! entre irmos germanos, nao sao o
AEVISTA USARA
Fara publicarRemetiera nos da secreta
ra do governo :
Pagoda Intendencia Municipal de Triurapao,
17 deOatubro de 18.
IilUtre cidadoTcObo a honra de coraran
nicar-vos que o'esta daa tomarnos po33e da In-
tendencia d'este man;cipio de Tnuraah) -Tre os
mais joviaes applausos da raaioria da poaulago.
Remellemos a copia junta da acta de pos3e, e da
qual podereis ver o estado era qae foi encontra-
da es a monicip Esperamos as vo-sas o deas para proceier se
eleigo muaicipal qae por crcumstancias
alneias nossa voutade deixou de effectaa-se
no da marcado.
S ule e fraternidadeAo i lastre cidad&o Ale
xaadre Jase Barbosa Lima, muito digno goberna-
dor do Estado.Oiympio Eiysio do NJSciaieQto
Wajlerley, Maao-I de Souza Man'eiro, Joaquira
Duarte Pinto e Silva F.aocisco Simes Ja Stlva
a' a e Geiwio Urqoiza de Siqueira Campos.
Cungralulaedm-Foram eaderegaias a
S. Exc. o Sr. Govemador as aegaiaten :
Intendencia Muaicipal de Olala, 28 de Oj-
tub. a u.j 1892.
Exm. Sr.A Intendencia Municipal de Olinda
felicita a V. Exc. pelo moi'i enrgico e correcto
por que e boave no da 25 do correte procu-
rando manter a ordem e Qrmanio a est-b lidade
do goverao.
Salee frate'nidade.
Mm. Exc. S'. D-. Al^xani-e J.- BarBosa
Lima, M. D. goveraador do Estado. Luiz de
Paula Lape-", pr.sideate,-J. Rabilo Pessoa
N t), Jos Nones de Oliv-ira Jos Joaqu tunesAmaro de B-trros Crrela.
Pago da Intendencia Munij oal da villa de
Qi uapa, 29 de Outobro de 182.
Btm. Sr.Esta Iateadencri, representando a
ai iiona dos habitantes des'e municipio, em ses-
siio d aoje, votou urna moco e coagra'.u'a-
ges a S Exo. pelj esplendido triampho alon-
gado nos acontecimentos do da 2S la corrate,
sobre os inimigos da patria De'nambucana, ho-
rneas ante-patriotas, qae qaerem a todo transe
anarchis ir esto Estado, em boa hora canea lo a
aduiioistrag) de V Exc. para assim po-tarem
8Hi'i?.r os parv.-.rsos intento-.
Na acia foi inserido um voto de ineiraadhj-
so a iodos os actos do goverda de V. Exc.
Sal-.' e fraturnidale.
Ao Exm. Sr. Dt. Alexaod-eJos BarDosa Lima
M. D Go-rnador do Estado de Pernambuco
Silvestre Peretra daSilvaCeiar, presidenteAo
"oio Arcaliao de MirandaTito L'vj Bartoldo
Gal vto.
Grvalo, 3 de Nov-jmbro
Illai. Exc. Sr. Dr. Aldxandre Jos Barbosa
Lima, digao gover ador da Estado.A loteo
dencia Municipal desta cidade reunida era ses-
'o ex.raordiaaria coagratj se cora V. Exc.
pelo energa e patriotismo coma se hou?e V.
Exc. nos acoatacimentos da da 25 io pausado
mez.
A populago deste municipio em sua maioria
adplauda os meios enrgicos empregados para
extinguir o principio de anarchu que tentou le
vanlar se para entorpecer a marcha patritica e
josliccira da admiuistrago de V. Exc.
Sade e fraternidade.
Ap Illm. Exm. Sr. Dr. Alexandre Jos Ba^bo
sa Lima, dignissirao goveroaor do Estado.
Antonio A felino do Reg Barros, presidenteJo-
8ino Bezerra de Vasccacellcs Torres-Manael
Honorato Floro Ra Jaaquim Poriirlo de Mi-
randa.
Carnar.
Ao Exm. Sr. Governador Dr. Barbosa Lima,
Salvador da patria peroambucana saude e fel
dade municipio Altiabo -gradeado. Padre Ma-
noel de Zacharias de Souza Lyra, presidente da
lotendenca.
Expoiico de Cblcago-Reune-se boje
no Lyceu de Arte3 e Olli ;ios, s 6 1/2 hars da
tarde, a commisso executiva da expasigo de
Pernambuco preparatoria de Qncago.
Approximanlo-se o dia da inaogurago da ex
posigo, e tendo de tratar se de assumptos de
Importancia, o Sr. presidente da conmisso, se-
nador Or. Ermirio Cootinha, coa vi la a todos os
seas membros para tomarem parte nos traba
Ihos, eespera o compareciraeao da todo3.
A commisso compe-se dos seguintes Srs.:
Conselheiro Joaquim Correia de Araujo, Dr.
Francisco Apaligorlo Leal, Dr. Antonio Llodoal-
do de Souza, commeodador Jos Adolpho Rodri
gue3 Lima, Dr. Jos Marcelliao Rosa e Sil 7a. Je-
ronjmo Jos Telles Juaior, ceroael Luiz Jos* da
Silva Gainara3, Joaquim Jos Gangalves Bel-
tro, Dr. Manoel do ascimento Machado Por-
tella Juaior, commeniador Albino os da Silva,
Dr. Francisco Augusto Pereira da Costa, Joaa
Walfrido de Madeiros, commendador Joaquim
Lapes Machado, Dr. Jos Joaquira de Oliveira
Fonseca, Dr. Artbur Orlando da Silva, Jos Faus-
tino Porto, Dr. Jos Izidoro Mirtins Jnior, Dr.
Antonio Pereira Simfies, Dr. Joa Ribeiro de
Brito, coronel Luiz Augusto Coelho Cintra, con-
selheiro Joa Jas Pinto Jnior, Dr. Segismundo
Antonio Gangalves, desembargador Jaaquim da
Cosa Ribeiro, contra almirante Joo Gangalves
Daarte, commendadar Joo Jos de Amorim, An
tonio Carlos Ferreira da Silva, commendadur Aj
ionio Gomes de Miranda Lial, major Julia Fer-
naades de llmeida e Graciliano Octavio da Cruz
Martina.
Oleolonarlo de I^egl ilacvo C o m
mcrclal BraatlolraE a Li'sooa onde se
acna, emprabendeu o Sr. Dr. A. de Souzi Pisto
dar estampa esse trabalho devido ao seu es-
tudo, sendo do mesmo, editores Tavares Cado
zo & Irmos. com ofihina naquella cidade.
O nome exclusivo do autor, cuja competencia
nos conhecida, garanta da proBciencia da
obra, que alem da reprodugo textual ou analy-
tlca e em muitos poat'is aaaotada, de todos os
anigos na revogados do respectivo cdigo e das
leis, decretos e outras disposiges legaes em vi
gor, concernentea ao commerc.o terrestre e ma-
rtimo, s sociedades anonymas e ao processo
no jnito federal, seguida de um appendice
era que se achara alpbabeticamente ordenados
diferentes disposij533 regulamentares, exce-
dentes da esphera do dire-.'.o oramercial, mas
com esta materia relacionadas, bemeomoaacom
paoba om qnadro de legislaco concordada.
Destes liniamentos do Diccionario da Legis-
lado C mmercial Brazileira se reconhece, que
um trabalbo de relevancia jurilico-scienufia ;
e como tal interesal directa e pronun i.idaraea
te ao jurista e ao commerciante, ao poltico fi-
nan ceiro.
Os edielores da obra, cuja valgarlsacio ser
aberta no comego do mez prximo pela sabida
dos primeiros fascculos e ter Qra por todj o
mez de Margo viudouro, accenfuam era seu pro
logo que a utilldade della evidente le si mes-
mo e de accordo com esse asserto, assigaalam :
A compilago demorada, paciente e em ex-
tremo cuidadosa de lodos os textos legaes at
boje em vigar, relativos ae commercio terrestre
e martimo do Brasil, o presente Diccionario
vem satisfazer nma necessidade palpitante, e
ser consultado com o mximo proveito por
todos quaatos tenham interesse em conhecor,
de modo cmatelo, o direlto mercantil braaileiro
na sua expresso actual.
Com esptcialidade os juizes, es advogadaa e
maia pessoas do f-o, os ccmmerciaijlese em
pregados no commercio, nem como os eomaaan-
dantes de embareaooes, encoatraro n'esta obra
tita valioso auxiliar, um guia sempre prompto e
s sa, ne i-ao de ordinario rauitisaaore qualquer ponto
da leg lago commercial da Rspublica.
Tornavam lndiapeasavel u na pnblicaga d'as-
taoaturezaas profaalas moUhcagoes por qne
c-sa legialago tem pjasado dorante os 42 anlos
d-co ri-ios depjis da promalgaga do Coligo
Commercial, e, sobre.udo, oestes ultimus lem-
pas, como era inevitavel ante a madanga das
lustiaises polticas e o to recente quaato ex-
traordinario deseivolviraento da riqueza econo-
miresceute nacionalidade.
Na qae respeita a sociedades anonymas, a di
reito martimo, a fallencias e ao processo no
Juiza Federal, materias de suman importancia,
esta rm,.i gao a mais exactae completa pos
sivel, o qoe altas se da, sem excepgo aleoma,
com rehcaa a todas as outras dispaiig;a epro
dozi as n ebra.
As ooUs que acompaaham muito3 dos artigas
do Dicoijaan.', avallado numero das quaes
revelara det do e cooseieocioso estudo de legis-
lago comparada, elevam o mereeimento deste
trabalao, cuja publicago nos parece costituir
um bam servigo presiadc a grande parte dapo
pulag) brazileira.
Ora, no que dizem os editores, est consob-
stanciado o valar da obra, a sna ntilidade e a
atisfago que ella vem trazer s multiplicadas
relages com qae enteale a mesma obra por seo
assumpto.
O Sr. Dr. i. de Souza Pinto preda um bom
servigo a patria que adoptou ; e nos o felicita-
mos
O Diccionario da Legislago Commercial Bra-
zilei'a se cempor de doui 'olumes, de cerca
de 603 pagiaas cada um, sendo publicado em
grandes faciculos, dos quaes o primeiro, com-
prehendendo as lettras A e B. se acba no prelo
e s*r hr-veraen'.e exposto venda.
Das modifi-iages qae porventura gufFrer a le-
gislago constante do Diccionario no correr da
publicago deste, ou depois deila concluida, se
dar noticia em appendices rectificativos dos ar
tigos modificados.
Prego do Diccionario, por assignatnra ou ven-
da avolsa, 2/009, moeda brazileira; e o de ca-
da fascculo ser determioado pela materia qae
este cootivar, sendo agentes dos editores nesta
cidade os Srs. Ramiro Costa & C-, Livraru
Contempornea ra 1 de Margo n. 2.
lente Barro* Brrelo Este lis-
:.",c\) official da armada brasileira, commissio-
nado pelo governo federal para canvenciouar
entre os diversos Eliados da U o Brasilaira
sjbre o m-'laor malo de se fazarem cateare
p-esent ir na grande certamen Colombiano, acba
se ent'e n3 chjgaJo dos portos do norte, on te,
gragas a sua UeJicago ao maadato que l'be foi
comm-tttda, caneinio despertar o sentimeito
','itriotico om p' rie urna causa que nos propor-
cionar o ensejo de auferirmos um lisongeira
coaaeUo los nosso' irmSos norte americanas.
Activo e Ilustrado o illu-tre coramissarfo, 1*
lente Barros Brrelo, ce-to conseguir, do oor-
>e ao sol, inocular no espirito brasileiro o lou-
vavol intuito do orna repre-entaco digna de
cossa patr a na exposigo uoiversal de Chicago.
Agradeendo in-; a gentileza da visita que se
digaau fazermas alaapj.n i-.-lho prsperos lou-
los na bnlli nte senda que ora trilba.
CbeaadaDe volta da Europa onde lora em
viagera de recreio, chegou hontem a esta cidade
o Sr Ur- Joo Eustaquio Pereira em companbia
de sua Exraa. familia.
O referido Dr natural do Estado do Para, e
q ue casara se at. ta cidade, gnro do nosso
atnigo tenenle-coronel Aodr Mara Pinheiro,
com o qu-1 acba se residindo o mesmo Dr.
Noasoe camprimenios.
Faca > -Jeronyrao dos Reis. na terga-feira
ferio cora urna faca a Flor no novoa o da Torre.
Tendo !a;ra lato evair-ea, no entratantu fci aoiie do mes-
mo dia presa
Fe'immio e ainK1 -i i Caroara* DO
da 30 Jo pausado, feriado Miguel Nun-* Ptreirt
com orna facada a Jos Baplista dos Saotas, veio
este a tallecer momentos depois.
O delinquente foi preso em flagrante.
MagdalenaEsse vapor da Mala Real, se
gaoJo telegramraa dirigida a reapecitva agencia
nesla c dada, deve ter dei&adj o porto da Babia
buntem ao meio dia.
Feeta de a. Migues -Essa festividade re-
ligiosa que deveria ter logar na dia 12, oa ca-
pella de igaal denommago na Ireguezia de Ato-
gados, fai transferida para 20 do carrate.
Ex.ara.eM -Cjmegaram hontem os exames
uo Gymaasio Pernarau;ano.
Principie Ce Incendio -Foi o que hon-
tem, pela madrugada, raanifesmu se na t ivern.
roa do Viseando de Goyanaa n. 45, de pro
priedade do Sr. Antonio Roargues da Costa.
Cora a ebegada prompta da companbia de
bombelros, fo abafado eqaelle comego de in-
cendio, qae se dera em um telbeiro onde depo
sitavam-se caixes vastos.
Os prejuizos faram Quilos-
Conferencia de grao Depois do com-
petente exame as materias do auno, em que fo-
ram pl mente approvados, receberam hontem
o grao de cachareis em scien:ias jurdicas e so-
ciaes os estimaveis magas e irmos Elysiario
Fernandos da Silva Tavora e Belisarlo Fernn
des lia Silva Tavora, chegando assim meta de
saas louvaveis aspirages, e em cojo percursose
distioguiram pela ntelligencia e applicago.
Os novos oachartis sao naturaes do Estado do
Cear, e este nelles ter por certo (ilhas que Ibe
relevaro o brilho que sustenta na communbo
brasileira.
Bel sario Te vara era redactor do Combale,
orgo da Club Autonomista acadmico, do qual
foi oralor na representagao do mesmo, por oc
sio da pas-a^eaa do Dr. Seabra por esta cidade
em regresso do exilia. O discurso que enta
pr .ferio, foi aceito em applausos geraes, consa-
graco espontanea do tlenlo do oven entbu-
siasta.
Felicitando aos novos bichareis, associamo-
nos ao seu contentamento e Ihes desejamos to-
das as prosperidades na vida pratica que ora se
Ibes abre, brilhaate e auspiciosa.
Cdigo Penal Braaileiro Da3 oficinas
da Provincia sabio publicidade esse cdigo,
editado pela prapr a empresa, ecujos ejempla-
res acham-se a disposico do publico na casa
editora e na Papelaria Anencana rnadolm
pera or n. 79.
Essa publicago s:m contestago um grande
servigo prestado a todos; pois sendo elle urgido
des le que fo publicado o decreto que promul-
gou o cdigo penal, at o presente senta se a
sua ausencia, qae de certo muitas difficuldades
trazia ao foro, escola superior e geralmente a
todos, aos quaes interessa o conhecimenta da le
e mxime a penal.
Alm disso, a imoartancia da publicaga a que
nos referimos nao est s na estampa da lei a que
ella se prende, e que satisfaz a alludida falta,
est tambem em valiosas notas sobre as altera-
ces fetas no cdigo porde:relos posteriores, oa
incluso de avisos explicativos da texto, e um
appenso a orden alpbabetica dos crimas catalo-
gados no cdigo, com a indicaga do artigo ou
artigos respectivos.
Ainda se notabelisa o trabalbo por consignar
o calculo das penas de accordo com os arts. 43
e 409, ultima parte, e cara as modilicages dos
a-ts. 63 e 64 do mesmo cdigo, sendo a tudois*
to addiciooada a le n. 15 promulgada pelo con-
gresso deste Estado, dando organisago a ma-
gistratura proan e e-tibeleceado a? funeges
dos juizes, do jury, das juntas de districto. do
ministerio publico e dos serventuanos de jas-
liga.
Deste apanhado v se a importancia da publi-
cacao, e ao mesmo tempo que abalagaado-se a
ella, a respectiva empresa, dea-lbe cabal de-
sempenbo, ainda no qoe se preade a arte, poi"
o trabalbo typographico felto com esmero e a
edico execntada com toda correegao.
Pagamento de iaapoatoa Na constan-
cia deste mes efiectua a Recebedoria do Es ado
a cobranga dos impostos de 30 "/ sobre divar-
aos estabelecimentoa eommerclaes, livre de mul-
ta, quer na cidade ou f a della, relativo ao 1*
semestre do correte exercicio de 1892, confor-
me o edital da mesma repartigo publicado em
entra secgo deste Diario.
Os interessados que se acautelen!, arim de nao
iDcorrerem em malta, qae como tal nao deixa
de effectuar a bolsa.
Faculdade de Direlto-Foi este o re-
sultado dos acos do dia 31 de Ootubro ul-
timo :
! serie
Jos de Hollanda Cavalcaotl, simpiesmeate.
Leopoldino Gitaby, idem em Constitucional.
Um reprovado em philosophia e historia do
Direilo.
S. aooo
Deoclecio Marinbo de Campos, plenamente.
Samuel Ramo3 de Parias, idem em c jsti'ucio-
nal e aimplesmenta em internacional.
Virgilio Ba.-.eilar Caoeca, aimplesmente.
5- auno
Carlos Moreira Res, plenamente.
Guilberme Coutinbo Cintra, idem.
Belisario Feraaodes da Silva Tavora, idem em
administrativo e processo e simplesmente as ou-
tras.
Elysiario Fernandes da Silva Tavora, idem
idea. '
Antonio Jas Pinto, pleaamente em adminis-
trativ > e aimplrsmenie as outras.
Joo Baplista Gongaives, simplo.-me:^ te.
Caiamenio civil F.ram affixdo3 han-
tem, editaes de proclamas doe seguintes contra-
bentes no 1- e 3- districto :
Segundos
De Antonio Gomes de AMjrjqueaqoe com D.
Alexandrina Apoloaia de Alencar, gclteiros,
residentes em Afagados.
Primeiros
De Jos Ladislat) da Fonseca com Auna Evan-
glica Ferreira d,s Sanies, solteiros, el:s resi
dente em Saraelleira, ella residente neeta cida-
de, a fregnesia de Saota Antoaio.
Espertes de ana gafan'Dam a seguinte noticia :
O matulo Jos Carlos dos Santos, venden a
ux individuo, no hotel de Francisco Mora s Ac-
cioly, no bceo Lirgo da freguezia do Recite, 10
papagaios (passaros) po; 25/000, guardando o
nesmo individuo os papagaios;no batel, e con-
vilou o matulo para ir com elle receber a im-
portancia na ra do Imperador e ahi chegande
desappareceu; nao estando o matulo por isso,
proenrou o Sr. tenente Santos Neves, subdeiega-
do.da freguezia e narrou-Ibe o accedido, fazen-
do aquella aatoridade vir a sua presenga Fraa-
ci8co Aacioly, dono do .hotel, confessou ter sido
exacto dar-se em sua casa aquella transargo e
que o individuo que tinha deixado os papagaias
guardados era sua casa ja os tinba conduz do e
qae era seu conbecido, mas que nao sabia de
seu nome.
A vista do qua o tenente Santos N ve3, ebri-
eoo o a : i ,: t;r mai'- em seu etabelecimenlo transaeges se-
m(lhaue3, dcaade- o matu'o agradecido Aquella
autorizado e diado que nao se tinha engaado
qcanio a proenrou pois qoe Ihe t'nhara dito
que o eublrie-,ado era ume autondalo enrgica
e nao jactoava com ;gatuaagem em saa fregu-
sja<
i.'-in.- n ads de 5lcaa tlenliira He
doa flomen -Na eleigo que proceden esfa
mesma no di- 30 do mez prximo passada para
soa mesa regedora, fo esta constituida do se-
cttiata modo :
J i .'. -Commendador Joaquim Alvcs da Fon-
seca.
Escrivaa -Antonio Carlos B. dos Santos.
Tnesou'eiroHeoriqae de A. Bastos.
Procuralcr Geral Je; 0. dos Pajsos Bastos.
ProcuradoresManoel Pereira da Costa e Joa-
quim Luiz Babello.
Me'.ariosPolicronio H. de Figueiredo, Jos
Joaquita Dias Fernaade3, Joo Alves Pimentel,
Mauael Aivvs de S una, Manoel Bruno do Espi-
rito Sanio, Adelioo Pereira do Miranda. Pa K ino
H. do Arcaral Gusmo, Sebastio Jo S. .res de
Alhuquerque e Jos Ceroardo da Silva.
Jais?D Roa Senhorinha Garneiro Gnma-
r^s.
Bacriva -D. Joacna Mara de Almeida
ervlco pi t':.i-
?ara hoje a roada ci
risita lfare Joo dos Santos.
O enrpo de poltcia Jara as gaardas de Pala-
cio, Octeoe&o f T,iesoaro do Estado.
Unifarrue u. 9.
Pa<54gesraiCnegadcs da Europa no va-
por ioRlez Tames :
W. Webster, UoWjrd Carr Waife Edith Lyne
Wbif, Mabel Staart Wolfe, P-ulino J. Barrozo,
j i "fc ata Gmataraas, Fi'aock Bur-
ridge F.y, snu s tora e l i!uo, Vctor N-.esen,
saa senhera c i \tij e i "riada, Osear Falbein-
flt-o, A. Mi ldrura, MaJame A.thur Thoaapsoo e l
Qlbo. Johu. M^lgray. J. S Serra, M. Ferreira, J.
M. Moris, ebastiSo Marques, U. A. Gcncalves,
Baio 1e Araribe Viscondessa de Mecejana,
Pauline Louiz Bre.-sm, Adalgiza da S. Naguei-
ra. Ameri a P. L la Silva, coronel SebastiSo
Watide.iey e sua ser.bora, Jos Mara C. da Ca-
nha e sua seabora, Adelina Beltro e Francisco
Ribeiro, Albert Br^w i Gaewy, Dr. Joao E. Perei-
ra e soa sennora.
Sahidos para o sul no mesmo vanor :
T. W. P. Cran-ge, Dr. Manoel A. Rodrigues,
Isaae Robson, Dr. Emilio N. Ribiiro, Guilherme
Foase.'s, Augusto A. Portella Filho e su< senho-
ra, Artbur L. G. William, Dr. Alcebiades de A.
Faria, Dr. Alfredo M. Castello Branco, Jote da R.
e Silva, Dr. Antonio P.nto.
Inapeetorla do dlatrlcto mar-
timo Recife, 1 de Novembro de 189J.
Bole.im meteorolgico
fforoi Tirrm. cnit- Barmetro Tenso do
grado
5 m. J5/6
9 26,'8
12 S7,'l
3 t. S7,0
6 S6.06
flumi-
dade
78
70
73
71
71
(a 0) vapor
757-,83 19,19
759-66 1812
7S8-.63 19,38
757-,39 18,57
757-.70 18,12
Temperatura mnima 25*,25.
Temperatura mxima 28,C0.
Evaporago em 24 horas ao sol 7,"0, som-
ora 4,m0.
Chuva nulla.
Direcgo do vento ESE com inlerrnpges de
E e SE de meia noile at 2 b. da manh ; E com
interrupges de ESE at meia noite.
Velocidade media do vento 4",64 por seguado.
Nebulosidade media 0,35
Boletim do porto
Pramar ou Dxat Horas Altura
baixa-mar
P. M. 1 ae Novemb 200 da t. 2-45
B. M. 1 de 812 da L 68
P. M. 2 de 2-12 da m. >67
B. M. 2 de 841 da m. 0*54
Lea Effectuar-se-nao os seguintes :
Hoje:
Pelo agente Burlamaqui, s 11 horas, ra do
Bom Jesu3 n-10, da oficina de funlaria e um
terreno em Jaboato.
Pelo agente Martins, s 11 horas, ra Fer-
nandes Vieira n. 14, de movis diversos.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Bom
Jesns n. 38, de movis de Jacaranda e junco, etc.
AmaahS :
Pelo -'gente Martins, s 11 horas, ra do Ca-
bug n. 18, da armago e fizenda.
Caaa de DetencaoMovimento dos pre-
sos da Caea de Detengo do Recife, em 2 de
Novembro de 1892.
Existiam 392, eatraram 6, ?ahiram 9,eiis-
tem 389.
A saber:
Nacionaes 371, mulheres 5, estrangeires 13.
Total 389.
Arragoados 348.
Bons 331.
Doentes 11.
Loncos 6.
-Total 348.
Movimento do enfermara
Tiveram baixa:
Joaquim Jos dos Santos.
Joao Amaro da Silva.
Teve alta:
Jos Antonio de Lyra.
uo* a ta i Pedro ti -O movimento desse
estabelecimento de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recife, do dia 2 de
Novembro, foi o segainte:
Existiam 682
Entraram 19
-----701
Sabiram 9
Fallece ram 2
Existem 690
701
Foram viiitadas as enfermarlas pelos segnin-
tesDrs. :
Moscoao entrn s8 i/4 horas da manb esa-
li s 9.
Barros Sobrinho entrou s 9 da manb.5 e
sabio sahio s 10 1/3.
Malaquias entrn s 10 da manas e sabio s
10 1/2 aoras.
Simes Barbosa entrn s9 1/4 da manbS e
sabio s 101/1.
Arnobio (aa- ues entrou s 9 1/4 da manai
e sabio 10 3/4
.
;
i

'

."
A
J

i. "liii^irili

!>'.*>


Diario de Periiambuco SftTta-nfft^a & XwemLco Je &l
I
"Lepes Pesaos eotrou 4s 9 i/4 horas da man na
sabio s 10 3/4.
Andrade Lima eatroo 9 l/J da manna e sa-
bio s 10 1/J.
O ajodaote do pharmacentico entrou s 8
horas da mauhS e sabio as S horas da tarde.
Lotera do Halado do Grao Para-
A 6.a sene da 25.' lotera, deste Estado cajo
premio raoae de 120:000*000, sera extrahid
do dia5 de Novembro (sabbado).
Lotera do Balado do Ceara A i*
serie da 1* letfria *n estado do Gear, com o
premio gr&Ldo de 16:0004000, sera e&trabida
Lotera do Basado de Mina* e-
raeaA i parte da 12 lotera, deste estado
com o maior premio de 36:0004000, era extra
bida impreterive mente, do dia 8 le Novembro
tercia feira.
Lotera dO Botado do Maraanao
A 6a serie da 8a lotera deste estadu, sendo o
premio grande de 600:0004000, ser impreteri
velmeote extrbida oo da 9 de Novembro (qaar
ta-feira).
To Jos os bilbetes destas loteras arham se
venda na Casa do Ou'o, perteoceote Joao Joa
qolra da Cos'.a Leite, raa Baro da Victoria
d. 40.
Cemlterio publicoObituario do dia i
de Novembro de 1892.
Capilo Jos Julio de S:nzi Martios, Pernam
buco 27 annos, solteiro, Santo Aatonio ; conges-
tfto cerebral.
Carlota .'Albnquerqne Miranda, Pernambaco,
36 annos, casada. Recite ; beriberi.
Basiiides Demetrio da Paixao, Pernambuco, 31
ruaos, solte.'ro, Boa Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Francisco Siqueira de P.. Cbina, 41 annos,
solteiro, Santo Antonio; tubrculos pulmona-
res.
Marianna Bernariada Corceigao, Pernambuco,
54 annos, solteira, Boa Vista; cyrrbose do (i
gado.
Carmelita, Pernambuco. 1 anno, S. Jos; en-
tente.
Uaria Joaquina Candida, Pernambuco, 28an
nos, solteira, Bi Vista; dtarrna.
Cos'JQf Antonio Damio, Cear, 35 annos, sol-
teiro, Boa-Vista; bypoemia.
Sebasiiana, Pernambuco, 60 annos, 3o!teira,
G'aja; febre paluslre.
Sopbia Hara da Conceico, Pernambuco, 50
annos solieira, Grac; parto.
2
Juhla d'Almcida Cnaves, Pernambuco 25 an
nos, casada, Bi-Vi-ti ; lafecco puerperal
aguda.
Deoiato Pereira da Silva, Pernambuco, 26 an
solteo" Bi-VisU; vanlas.
Joao L:i7. do Naomento, Perambuco. 45 an
nos casao, S. Jos; coog<>*t5o cerebral.
Joanoa, Peraaibuco, 2 horas, S. Joe es
pasmo.
Maximiano, Pernambu".c) o mezes, Bi-Viste ;
entente.
Mara Jo;. P^rnap-bu^o, 21 annos, solteira,
B6i Vista ; tubrculo? pulmonares.
Joaona Haymunda a Co.i'eico. Pernambuco,
40 anno, solteira, Bi-Visia; sypliiles.
COMMUNICADOS
O iVC
00 dolim
Lima
VI
**r. Jarfoosa
DS-
Ao combar o nosso ultimo artigo
blevio hontom, daseos, pouco unis ou
menoa, que rotas as re*e5> entre o acual
gov3raidor e o paludo partido republica-
no, e3te na'a rwpeitoQ, nem mesmo os
oais serios, os mais sagrados, os mais res
peitaveis interesaca du patria pernarnbu-
cana, cuj norae (rilo q repsii! ) cheios o n-brea tradicSet do
pais-do, ellea nao tsu deis.do de veli-
pendiar, da arraaar pela dsimorai eSo
pablici, entra a san gargilhad sombetei-
ra e earcabtica-
A prova do que vimos do afirmar, abi
se i;nfo3 aos olhua do publid desta cida-
c"; oalpitante, nua, viaivol aos olhes i de
todos.
Desde aquella celebre dia do celebre e
escandaloso rompimento, da que ,'aioda
boje indevdamente se glori, se ufana, o
pseudo partido republicano de Pernambaco
todos tem visto a forma injusta, atrabi-
liaria, mesmo indecente por que nos do us
orgSos d'essa gente, te ai sido atas-da a
reota adminiatraeSo do gobernador do Es-
tado, que, entretanto contina a gosar da
confianca, a mais absoluta da parte do
povo pernainbucano, que contina a gosar
merecidamente da mais perfeita confianga
da parte de aeus concidadSos, ,que n'esta
qoestSo, tem posto de lado os inteieaaea
do partido, para s terem em vista a idea
a idea que S. Exc. encarna, represen-
ta e synthetisa tSo bri Iban teniente.
E' que felizmente o povo, a maioria da
populisyo deste Estado invictoinvicto
pelas luctas que ba travado em pro! da
santa caus da liberdade patria, invicto
pelo sea nnrc desmentido patriotismo, de
que ba j dado tao robusta,"quSo aobejas
pro vas, que fallamente o pivo, iamos
di/ejdo, j vai comprehendendo a alta
misaao, a que est destinado, e, prestando
apoiofranco, siniero e espontaneo a quem
come o actual governador de Pernambuco
tem em msnte a realisacSo de urna idea
nobrementa sublime, vai entregando ao
debpresu esaes especuladores da poltica,
que, lyopss d'a'ma, nada veem, nada
compreh -ndem, nada aspiram cima dee
reas egoisticos interesaos pesseaes.
Vos, oh povo pernambacano, vistes que
quando na celebre queatSo dos impestos
quando i ra? I oro re 6 urna providencia para
minorar a miseria que bia transpor es
hnrobraea de vossas portasessa gente
qu'j fch vive continuamente a fallar em
vo o come, que fi-.gf) pugnar pelos vos-
eos intereeaesvistea que essa gente, Un-
ge de attender vos, quera mais esmagar-
voj, s pphntar-vos e abafar <> echo de
voesa voz 1 Vi vistes, povo pernambu-
cano, que muitas veces, u vo so direito
de reuniSo, qoe vos garante a vogaa Carta
Constitucional, foi burlado, foi combado,
foi vilmente escarnecido, foi pisado a pa-
tas de cavados I No entanto agora, que
aqui ueste Est do, foi pelo actual gover-
nador, defraldada a bandeira branca da
pac, quando o direito de eidadlo- e reoo-
nhecido, quando a le nao ama corla
mas urna verdade, quando amanifestacSo
do vosso peaiamento livre, quando a
(.renga poltica alo um crimeagora que
tado isto ama verdade,para honra vossa
e do actual govemo, vos preaeaciaes o es
pectacalo constante das duas foi has opposi-
cionistasrepresentantedo pseudo partido
republicanofazendo ama opposicSo onde
tudo quanto nobrecoherencia, digni-
dada, pat iotiamo,todo ha sido sacrifi-
cado na ara desees intiresses mesqainhcs
qae os levam, que os arrastam ao abys
mo da desmoralisaclo poltica, de inco-
herencias injaatificaveis.
E'les condemnam com todas as forjas a
actual administraeSo, mas quand > aqui
campeava o crime impvido pelas roas da
cidade, quando a metralhadora impsrava,
esses meamos homena applaadiam esees
despot8mos,|endeusavam aos hroes deseas
campanhas em prol da cansa da liberda-
de Quando,o governo delles desrespei
toa a ordem de habis-eorpus, emanada
do Superior Tribanal de Justica, os seas
orgSos batoram palmas, applaudiram ease
escarne o de s> grado direito, attribuindo
ao mesmo governo poderes extraordina-
rios fora de todas as rbitas impostas aos
que governam, quando ease mesmo gc:
verno h-.via promettido 'solemnemente
proceder de accordo com a Cmstituieao
Eatadual que nSo ae pejoa faaar m pe-
('.ay !
Mas que queris, oh povo ? Elles,
almas nSo Iluminadas pelas v.r udea c-
7i jas, nao comprehend.m o que um dia
desase NapoleSo Bonaparte, o celebie
agitador francs :
< La premiare des vertus civiques, est
le devouement la patrie >.
(Continaaramoe).
Ns. tos
annos de maioridade c aasim proceder, bhooc, a caja prestajSo me dedique i des-
logo ao transpor o perenrso da villa pu
blica e labjrioaa, tr*oei a- ninha norma da
ojndaota pela via etorapaloaa do devar,
e, portado, era bem de esperar que na
proporcSo ajustada dos meas annos de
ervigos, sem cota m, estiveste bitolada
a medida do mea direito, e por isto mea-
da os meua verdes annos.
B3m ou mal suoceddo qae anda eeja,
em todo caso ato- perd o meu tempo com
esta xpoaioSo poia ao menos deixo nella
onaignados devassa publica os doia docu
mentos cima, os quaea raanidos a moitoa
outros qae me afano em poaeu r atteata-
mo jimuB me foase necesaario penetrar ( rilo aatheatioamonte qu>- tenho relevantes
constrangido nos eatreitos e escaros ves-
tbulos do proteccionismo inconfea.avel e
des airoso para asaim evitar que a fra
indifferonca me collocasse, oomo por fim
e fatalmente me collocoa, na mais desas-
trada e embarazosa sitoagao para man-
ter me.
servigoc militares e civia prestados no
ianooionalismo publico desde 1865.
A todos rS'j ser dado pronnaoiar-se
por este modo, poi bem difficil, diffi.
cilimo mesmo entrar se para a vida activa
pela porta larga do mereoimento, e neila
percorrer se urna tonga travesta sem
escolhido, importado expressamente da
Noruega por ndt meemos, e dot hypophot-
phitos de cal, toda e potaata da maior pa-
reas ; todo combinado segundo a formla
chimioa maia crrete, bateada na celebre
combinacSo do Dr. L'hurchill.Lamann
Krop.
m tnea condi^o.-s, e querendo fugir-. quadaa ou siquer escorregos qae a moral
me a certas e determinadas resenas tra-
ductoras de humilhagSo, a qual nunca de-
clinei a minha cerviz, loo que tive seien-
cia official da suppressSo do oargo qae
occapava,'inser nm artigo no Diario de
Pernambuco de 8 de Janeiro deste an-
no, no qual, e entre outras consideradora
conceruentes ao caso em quastSo, decla-
rei com a responsabilidade de meu nome
qae ir i a em peticSo devidamente documen-
tada appellar a justiga do Exm. S
conaelheiro Anta o de Faria, Ministro
Agricu tara, o qual por oerto attenderia
as ainhas justas pondaragSes, tanto mais
porque eu j estava da ante-mSo condem-
nado a ser o nico empregado da Delega
ca de Terraa ao qual a citada raaolugSo
Corgressista deveria forgoaamente attin-
repelle e a scciadade repudia.
Recife, 2 de Novembro de 1892.
A. G. de Gusmao Lobo.
Maro;
g?r e victimar ; e foi isto realmente o
qae saccedea, poia com relacSo %> ofilcial,
que era entSo o Sr. Dr. Joa Salazar da
Veiga Peasoa, hoj chefe de secgao na
Secretaria do Guverno, j se
com tod3 a probibilidade que
para a mesma repartiglo, o qne
a registrada n. 7
Meretissima Junta Commercial.-Os abaixoas-
agnado* raqnerem o registro da presente marca
industrial denominada Os Namorados que des
tina-se a asaignalar os cigarros fabricado8 com
tabacos Borba e Pica, manipulados por Viuva Lo-
rega & Oliveira, estabjlecidos com fabrica e loja
, de cigarros e charuto i roa Larga do Ros > rio o.
ft 8 e constituida por um parallalogrammo rectao-
gun impresso com tinta preta em papel amarel
lo escu'O Cbamoy.
No centro do parallelogrammo ba urna elipse
tarjada de preto. contendo na tarja as palavras :
Fabrica, Amor, Trade Mrele e na centro um Ca
pido sobre nuvens armado de arco, flexa e alja-
va : a direita da elypse acba-8e a Lgura de um
mancebo e a esquerda a de urna moga, ambjs
vestidos a carcter.
Sobre a elypse estio as palavras: Oa Namcra
dos e por baixo della as palavras : Oe ViuvaLo
rppa & Oliveira, filial a fabrica Tigre.
A esquerda do parallelogrammo em sentido
propalava perpendicular a base, estilo as palavras : ra Lar-
reentraria | ga do Rosario n 8e a direita, no mesmo sent
, i Co a palavra : Pernambaco. Em cada ngulo su-
} p rir.r do parallelogrammo ba orna medalha de
SPORT
EM TtMFO
O Hugiole coLt-.nua ni pr):se do seu
dono,
O Pygmsu que foi vendido om con-
8equencia da erriia que fea o enthusias
meu ao eeu actual possuidor.
BOULaNER
Este notavel pequira F.en^o aubmettido
aos azares da serte, por meio de rifa,
- quella favcrcccu ao Sr. dos Arjos, que
h j o neo propnetao,
NSo podando informar 83 continuar no
turf, c^ve !i"i ffiji! pares de p- quiraa
DER :Y PTROP JL.ITANQ
Segundo o projacto para coastruccjSo da
arebibancada do nippodroiao deesa socie
dae sportiva, tod i ceOBstrceoSo t^r 111
metroa de trente o 8 de largura.
O i>mphitheatro ser disposo em 8 dc-
graoa do 1 metro cada um.
O pavilbSo central tem 8 metros de
largara sobre 22 metros do fundo, aendu
o pavimento superior destinado a receber
o presicente do E-fado do Rio de Janeiro
o o terreo para sal-t de t-inch, toilemes e
outras depeodencHS.
A casa das poules s^r cs*?a*o8a e are-
jado, canatruida de paredes de pedra e
ca!, tendo 4 metroa de largura sobre 36
miitros de comprimento.
A altura do pavimento terreo de 3
mtros e a do superior de 4.
A urchibancada tem 12 lamo de esea4
daa, com 17 degrasa de 1 metro, 50 de
largura, dando toda commodidade pos-
sivel.
O projecto feito para madejra cem
grades de ferro.
A ornamentagSo ser a ainoo, em re
burs, da fabrica, Conteler de Paais.
A lotagSo da archibancada clcalon-ae
coi 16CO pesaoaa.
MEMORIAL
Sem con'e*ta$o
IX
Chapelara Raphaei

que maior e mais moderno sort'nento tem de :
CHAPEOS de todas 03 qu.ii lades.
CAMOTAS de seda, palba e lloren
TOUCAS e cbapos pbaasia para criangas.
GRAVATAS, flores, lumas e pas'a.-oi.
A1GRETES pbantasla pira pen'.eaJos.
GASES e veos de toda i as cores.
etc. etc. etc.
2Roa do Baro da Victoria2
Ecriptorio de comnrssoes
Hugo k Vasconcelos
RA DO IMPERADOR N. 77
PULl
4 PKS100
O Capltfio hoaor rio do exercl
to Autopio '' rae iodo de Citas
ni o L.oho
Continuo margem do funccionalismo
publico aesde i d; Janeiro do corrente
anuo, por haver sido aapprimida pelo
cCoogresso Naci,, n' o oargo de ajudan-
te da Delegaci. da.Iaspeitori-. Oeral dus
Torran e ColonisagSe deste Estado, c-
jes funcgSes excrc apenas durante o curto
lapao de ttmpo que decorreo entre 15 de
Setembro a 31 de Deaembro do t>nno ex-
pirado1 mea o 16 diat smente I
Releva logo ponderar que nessa repar-
t gSo serv un : nno e onae nezes no
ezercicio succeesivo dos cargos de secre-
tario, ofoial e ajudante.
S rvindo ao meu paia a contar de
1865, e j ha vendo exerc.do mu toa car-
gos pblicos, sendo, alias, alguna delies
de superiores categora e responsabilida-
de, d amo a conseienoa e provam os
respectivos archivos que em todas essas
collocai,5ea me conduai correcta e honr-
se verificou pouco tempo depois, embora i. xpusigao com os re?peelivos reversos e diieroa
c>m uros p-quena diffjrenga de categora |e.fora do parallelogrammo, em dirpcgo perpea-
e de vencimentos.
Aquelle meu alvitre, aconselhado por
minha propiia experiencia, diapertou em
S. Ese. o Sr. Ministro da Agri u!tur.; a
ex u y2o immediata do aegoiote Aviso
dirig o ao Exm. Sr. Iospe tor Ger^l de
Trras, na Capital Federal, e q i< foi
publicado no Diario Official e 29 de
Margo do anco que orre;
t Ministerio da Agricultura
Recomniendn.i este min sterio a
Inspectora Qeral de Trras e
ColoniaacSo que indicasse os
meios de serem ap oveitados oa
sorvgos do ex-offi;ial (houve
diedar a ba=e esiSo as palavras Telepbon'e n.
607.
Recife, 49 de Setembro de I89
Vuvj Lcregu & Oliveira.
CertiQ:o qui a presente marca foi apresenlada
na Secretaria da Junt.-, Commercial do Recife, s
It boras da maiih do d:a de boje, 29 de Setem-
bro Je 1892.
Bscrevl e afsieno ero f de verdade.
O secretario Joiquim T.ieotonio Soares de
Avellar.
Certifico qne a presente mgna foi registrada
aob o. 7, em virinde do despacho da Junta Com-
mercial em 8es?ao de 13 do corvte mez. Pagou
14 de um parecer e de sello estadoal com o ad-
dicional na importancia de 74500, conforme cons
ti do primeiro exemplar.
Escrevi e assigoo Secretaria da Junta Com-
Estva sellado com o Bello de verba e com o
grande sello da Meretissima Junta Commer-
cial.
equivoco da < ffioisl para njuian- mercial do Recife, 22 de. Ou'-obro de 1891 Em f
te ) da Dalegacia das Terraa am verdade o aecretaricJoaquim Tbtotomo Soaree
Pernambuco, m-jor Antonio Qra- 3r-
ciado de Gu.-mSo Lobo, eco via-
t3 das r z5ja por est-- vpre.en-
td::s em requerim?nto, e -itten-
dendo os bens servigos de oam-
p- ha 83rvigo8 que o Mini->ta
rio reputa suficientes para re-
c mmonda qualquer cidadSo ca
por. e h me to
Ooverno e do Paiz. i>
Ao publico
Agricio R. de Araojo L-ns, tendo a sea pedido
sido exenerado de cargo de ebefe do trafego da
3 i e.-trada de ferro do Recife ao Sao Francisco, v^m
o. r esle meio despedirse de todas as pessoas
coa quem entreteve relag?s no ejercicio lo
mesmo seu careo, agradecer Ibes as attengOes
cem qu foi aempre tratado e cfferecer-lbes seos
fracs prest'm03 na cidade do Cabo, onde cou
tioua a residr.
Tilo h->nr*8asimo j 'o do 8. Exc,
com rcfrcicia a pag na de minha vida
publica, civil o multar, se por am lado
me fea estremecer de jubilo, pelo ooitro Stano calmo er igagSo da dor,
me tornea o iaveioi3^ que So tarda*IClctta a divBa do xaropo de Follat qu e
ser eu ovamette cnilocodo. Itrumpha da somnia
se
Extremamente
liB'-ngeado
COm CE8>
o somno que o repouso calmo do corpo
e dj espirito.
Em um vidro de xarope de Follet se
acfaa cinco ou seis noites de um repouso
completo, natural e restaurad >r ; e este
producto de fabricacSo francesa, l9, ru
Jacob, Paris, acha se em todas as phar-
m acias.
saja qual tor a aua
Ci.naa, febra, molestia trabalho, agitan So
cumeoNhfficiul, que tanto me p-Dh-.rr.u|nerV08apre0CDa50 moral| 0 caior do
geaerondade de ee-j iilastre aigoatono, e ci,, a toase da aatima, da broochite,
do qual ae verifica com a maior authenti- \ da ^rippe, eto, etc.
cidade que tenho urna longa serie de ae-- j q xarope de Follet produa o acmno
vicos reconmend ueti ao Governo e ao verdadero, ato o aOmno natural, sem
Pwz -, caajardei am r-zoavel noroda IpertarbagSo, sem mo estar, Be- perigo :
de o eumpnmer.to da lettrs do referido
Av'se.
Retardando sua solugSo, que e me po
deria ser favora?el, dingi-me ao Sr Dr.
Manoel Barata Qea, actual delegido de
;erras, e com mxima fr nqueaa manifea-
tei-lhe o deaejo que autra de saber a.
palo Ekm. Sr. inspector geral tinha vin-
ds algaco orium a mea reapit), a que
S. 3 fr.-iac.-ai;;te me responden pela af
frmaMva, digoando ae at mestrar-me no
IfRvro de registro da correspondencia o
of&cie n. 21 de 31 de Margo deate anno
era que havia respondido ao mesmo Exm.
Sr. iespsctor, e no qual declarava nSo
ha ver na delega 4 cargo algum que eu
Sodesse rxercer, sobretudo, pela exigui-
ade de teas ordenados, mas qae sendo
ea apto para ser empregado em qual
quer repartigSo > fcil sera ao governo
collocar-me na Estrada de Fsrro Central
deate Estado.
Poaterrarmonte a eaoa minea conferen-
cia com o Sr. Dr. Barata Ges, a qual ae
prolongan precisamente, e j entSo quando
as minbas caperangas de reoollooacSo co-
mecaram a converter se em deaanimado-
raa doaillusS-s, endereuei com a miior
corteeania um segundo requer monto ao
Sr. ministro, que era j o Exm. Sr. con-
gamente.
Acostumado desde os meas primeiro I tar me para o desempenho de servigoa pu
selheiro Seraedello Corris, e relie fiz
idnticas consideraos as qae havia feito
a sea digao e illastnido antecessor.
De orrido o tempo mais qae necesaario
para o seu respectivo despacho, e mesmo
j receloso do longo silencio que se estava
antepondo pr-ra a esperada solugSo, a qual
desde a publicagSo do predito Avsj ea
suppunha de immediato effeito, dirig um
terceiro requerimento a S. Exc. qae, in
felizmente, anda nao mereceu decaSo, e
por isto j boje roe predonika a deacren-
g a de s j& nroficuidade.
A natural impaciencia que me praoceu-
pa o espirito e nelle me produi es maia
instantes apprehei.-co-'s, oriundas da ma-
nutengao quotidiana que duvo a oneroaa
fami i i que tacho de 24 pesfias, bo pe-
der directamente Rttribir a impertinente
tripl cidade depeti^Ses que encaminhai ao
Exm. Sr. ministro sem outra recommen-
dagSo nlm da do meu direito, (ffl;ialmen-
to ju'gado pelo fixm. ir. cjnaelheiro An-
o d Paria.
De entSo para c, ha um mea decorri-
do, aguarlo re8goao e calmo no meu re-
tiro o que aiada me poasa ud^ir de tSo
justas t"?ntHtivas que fia, e cujo nico
resultado conhecido ut esta data foi ape-
nas o juigsmento olficial do Exm. Sr.
Ministro da Agricultor-, de queot
maus servigos sao resommendaveis ao go
verno e ao p&ia ,a e o do Sr. Dr. dele
gado de Trras que bouapto para ser
empregado em qualquer repartijSo-
T3o uongeiros cooceitos de autori-adea
de toda competencia me desvaneoem em
extr;mo, e posaam elles ao menos por toa
origem de exponianeidade anda aprovei-
Uniao Typograph'ca
Termina no da 15 do corrate o
praio improrogavel de 60 diaa, morcado
na sessSo de 15 de Setembro prximo
pasaado, para todos ca associados desta
corporacSo em atraso de su as semanalda*
dea, saldarem seas dbitos sociaes, de
conformidade com o art 12, letra D, de
sua le fundamental, que ress essim:
c Perde o direito de socio todo aquelle
que ficir a de ver pordesidia quinze
aemanalidadee, e depois de chamado ao
pagamento nSo vier satiatazel-o.
Aos Srs. delegados de officinas que an-
da nSo p estaram auas contas, estende-se
tambem o praao, aob pena de inoorrerem
na disposicSo do citado artigo.
Nestas condigSas justo qae todo
aquelle qae se interessam pelo progresso
Bocial da sua olasse, trate de quitar se para
com os correa da referida associagSo.
Recite, 2 de Novembro de 1892.
Ser.-fim Vctor de Miranda retirando-te
boje temporariamente para o Rio de Ja-
neiro, dispede-se de todos os aeus amigos
e agradece a todos que o auxiliaram.
Recife. 2 de Novembro de 1892.
PEITOBAL DE CAMBABA'
Urna peasoa da familia do Sr. Joa Car-
neiro da Silva Reg, da Babia, soffria ha
muito tempo de ama incommoda toase
asthmatica qae retittia a todo tratacnento
medico ; tomando porm o Pe toral de
Cambar, de S. Soares, ficou curada em
pouco tempo.
Vende-se a 24500 o frasco e 24100 o
duaia as pharmacaa e drogaras.
E' agente a C'ompanhia de Drogas.
Estupendo
E corar em trea diaa gonorrhas ihro-
oicas oa recentes, como acontece com o
remedio vegetal qae se chama InjecgSes
Anti-blenorrbagic&s de M. Morato. Cara
garantida em tres diaa, saja qual fr ana
tureaa do paciente.
A IojecgSo Anti-blenorrhagica de M
Morato, veede-se em Percambuc, na
Companhia de Drogas e Productos Chi-
mcot.
Roa Mrquez .'0 inda, 11
Floral de CM
O respeitavel ancSo Sr. Ignacio Tei-
xeira Machado, criador no Povo Novo,
Rio Grande do Su!, soffria ha 17 annos
de aathma, com acoessoa terriveis em to-
dos os qcarto8 de la, e sem nanea obter
melhoraa com muitos tratamentos que
usou curou-se radicalmente com o Peito-
lal de Cambar, de S. Soares, que se
vende naa pharmacaa e drogaras a....
2500 o frasr> e 24^0 0 a duaia.
E' agente a Companhia de Drogas.
kaxk Burity
Declaro que fui mordido de urna casca
vel, e curel-me pem cessar durante mais
de 4 annos, fcande-me uns buracos chago
sos nos .ja que se sarava um abra outro
immediatamonte ; tacando anda com para-
lysia em urna m3o d'esde que fui mordido.
Aconselhado a faaer uso do novo reme
dio o=E! xir M. Morato propagado por
D. Carlos, tomei-o bastante tempo e fi-
quei completamente bom. A quem aiDaV.
r/Bo conbece o-EUxirM. Moratoeu de
claro que eBte remedio santo, por pe
fs'z milagrea.
Porto Feliz.
Andr Burity
Deposito em Pernambuco: Companhia
de Drogas e Productos Chimicos-
Roa M qiii-z d'Oliada, 23
Peitoral de Cambar
O honrado vice-consul portugus ero
Pararagu, estado do Paran, Sr. Joa
quim Soarea Gomes, vio aua digna esposa
cur:.r te pelo Peitoral de Cambar, da S.
Soares, de naa grave tosse bronchial,
qae havia resistido a innmeros medica-
mentos rece it..di 8.
Vende-ae as pharmacias e rogaras a
2)J500 o frasco e 24$0OO a duaia.
E' agente a Companhia de Drogas.
Yaccina -animal
O Dr Batios de Qlmra lenebe xiha-
mados para vaoea^io osan Jyaapiu ni-
mal em, casos paaaieoiarea.
Coosoltcrio Roa Marqnaad* Oamda
o. 18. 1. andar.
Ra do Dr. Javun .Na-
^ 1 c
Beaoieticii
buco, n. 2 A, Oapoogi.
Telephone 365.
Escriplorie Commercial
Ra Duque de Ca.iias n. 72
temcio l .3rrrr i c-
Sendo de uilTereote na naiureza os servigos
deste escriptorio, a commssio retribu .iva varia
r segando u t'aOalho respoosaollidade e impor
tancia, dependendo na m..ior parte dos casos de
previo ajuste.
A>sim car der*ndeaie das
cima a seguiote taoella.
Por traar de hypotnecas sobre
bens immoveis.....
Rececebimento dejaros e r.ivi-
dendos .......
dem de pensOes neate Estado .
dem dem na capital federal. .
dem de alugueis de predios. .
Cobranga e liquldagao de bypo-
thecas, berangase dividas aml-
gaves ........
dem dem idem mdialmente. .
bom ra de camblaes e remesaas
dem e venda de propriedades
immoveis.......
Pagamento de impoatos Qscaes .
Por fazer o ee?nro de predios e
pagar o respectivo premio.
Por venda de gneros do naiz. .
Por compra de mercadorus e fa-
zer remessa para o interior .-
Por venda de mercadonas nacio-
naes oa estraogeir s em con-
eigoagao.......
Por tra balboa de escript de ca-
sas commerciaes ca liqua-
gao. ......
circuQslanuac
Porcentagem
3 a o 0,o
Matiiematicas elemerttare:- e
escripturaijao mercvntil
Venancio Labatut dedica se a preparar
qualquer peasoa em escriptaragSO mercan-
til, com 30 a 35 UgSes, conforme contra-
cto ; continua a leocionar aa materias ci-
ma roa Duque de Caxias n. 72, Io ap
dar.
PlTBAL GAMBATi
A Ex roa. Sra. D. Joanna Ferreira
Cerdoso, moradora em Pelotas, Rio Gran-
de do Sul, tinha ama sobrinha que sofireo-
do bastante de dores no peito e costas
com toase desesperadora, ficou curada
pelo Peitoral de Cambar, de S. Soarea,
que se vende as pbarmaci s e drogaras
a 2.91500 o frasco e 24,50 .0 a doxa.
E' agente a Companhe de Drogaa.
0 \)t. Barros f:arociro e a fa-
brica a vapor Minha Espe-
HBI.
0 Dr. Manoel Clementino de B.rros (Jar-
neiro, formado em sciencias medicas e
cirargicas pula faculdade do Rio de Ja-
neiro, medico adjunte da clnica do
hosotJ at Santa gueda ate.
A ".esto que tenho f:ito uso dos cigarros
denominadosMinha Eaperanga e bem
issim do fumoHygienico Naciouai da
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Croa
reconhecendo pela analyse c'i'm'ca a que
proced, que o referido fumo e cigarros
nSo enc-rram principio algum noa.v.. as
funcg3es gstricas, sendo perfeitsmecte
tolera veis aos dyspep ticos.
In fide medici.
Recife, 12 de Feverero de 18&.
Dr. Parres Carneiro.
Peitoral J Camb :r
O Sr. Bernardo Jos dos Santos impor-
tante fazeedeiro, no Cerrit>, Rio Grande
do Sul, achando se ha s.eis annos s<.ffrendo
de urna gravissima toss? com i.b mdar.tes
e8carros de ar-ngue, conseguio curar se
com o Peitoral de Cambar, de S. Soa-
res, que se vende as pharmacias c dro-
garas a 25500 o frasco e 240000 a du-
aia.
E' agente a 'ompanh'a de Drogas.
'Medico e oulist i
Dr. Berardo oculista do h:;sp '
LPedro II, tem conaultorio ra du'
i Bom Jess n. 9, i.* andar.
Residencia na Magdalena.
Telephone n. 366
Peitoral de Cambara
O respeitavel ancSo Sr Jo So Coelho
de Queiroa, morador no Rio Bonito, es-
tado do Rio de Janeiro, ha 30 annos que
soffria dia e noite de umr> toase tSo rebel-
de qae nSo be dava o menor all vio, e
usando o Peitoral de Cambar, da 8.
Soares, o soffrimento deaappa recen com
pletamente.
Vende-Be as pharmaciaa e dragaras a
20500 o frasco e 245000 a daaia.
E' agente a Companhia de Dogas.
Cabo
O Dr.Joaquim Felippe fixon a aua reaidencii
aesta cidade e d consultas na pbarmacia
uarte.
Presta chamados a qualquer bora
0i0
10 0(0
Gcnvencional
i|2 0(0
2 a 5 Oto
5 0,o
3 O|o
3 0|0
3 0|0
3 0(0
.Gjaan
fimvls a dos niimeroses dese-
joa manifestados por muitos de nossos com
eoffssetm de differentes mercados de que
cteieerntsemos ao publico ama emulsSo de
inoontestavel ezcellencia, ieita do oleo de
ligado de bacalho mais fino e paro qae
exista, nos temoa a final decidido a aoedere
aos desejes dos nosaoa amigoa, e para isto
hemos preparado, e temot hoje o praaer
ae offerecer ao publico, a emulaSo maia
perfeita qae pode producir a aciencia, feita
do oleo de ligado de bacalho mais poro e
O Sr. ThooiHz Lencina, fiibo adptivo
do Sr. Vicente Sniha Filho, estanoeiro
em Sarandy, Rio Grande do Sul, princi-
pion a 8offrer de urna tosse impert rente
que nanea poie ser combatida, declarando
se depes urna terrivel tuberculose pul roo
nar. Tecdo sido tratado pelo illustre
uiedco militar Dr. Medeiros, Eem resul-
tado algum, foi depois consultado em
Sant'Anna do Livramento, o baoil med
co Dr. Fialho q e lhe re:eitou o Peit.ral
op Cambar, de S. Soarer, que curou o
radicalmente, lvrando-o aasim de urna
morte certa.
Vende-se as pharm.ciaa e drogaras a
20500 o frasco e 240000 a duzia.
Ee a Companhia de Drogas.
Minha Espera.^a
Felicito meu especial am go Aitonio
Francisco da Cruz, pola ptima aczaitacSo
de sena bons cigarros, denominados
Mi ..ha Eaperanga, bem acceitoa e procu-
rados at em Londres, d'on e tem viudo
e.'commendaa por aeus aprecia-ores.
Meo especial amigo deve estar satisfei-
tiasimo com o resaltado dos aeus esfarcos
em acreditar seu* bans cigarros e tornar
aasim conhecido no estiangeiro um pro
duoto da aoaaa patria.
^arabent pelo resaltado obtido.
Manoel Francisco de Barro liego.
E' o gtanJe depurativo
dessoberto dos indgenas
cujo, tem a propriedade de
curar a svphilis rapidamtn*
te, curar o rheunibtismo
cerno por encanto, e curar a
morpha c mo por mila-
gre.
C* apreciamento do gran-
de remedio o Elixir M.
Moratopropagado per D.
Carlos, o facto mais ex-
traordinario d'este seculo,
taes sao as curas que dia-
riamente se effectuam.
Agentes em Pernambuco
Companhia de Drogas e
Productos Chin i:os: roa
Mrquez de Olinda t.3
Protesto
Thereza de Jess Luna, sobrinha de
J'-Sj Evangelista de Almeda, previne ao
Illm. Sr. Commendador Adolpho Ridri-
g'es Lima, que, Cosma Damianna d'Ai
sumpcSo nSo a nica herdeira do dito
JoSo Evangelista.
Recife, 31 de Outubro de 1892.
Dentaduras arJciaes
Sob preseSo elstica, e r ss&o pneo<
aatica? eystemas novissimoa n. A Estado
-pelo eirurgiSo dentista Numa l mpilio,
ra de BarSo di Victoria n. 51 1 c-
da2s 8 horas da manhS s arde
ao tommercij e ao pu-
blico
Declaramos a .odos os nossos fregu-
zea, a: commeroio e ao publico em geral
que deata data em diante deiza de ser
noaso empregado e cobrador o Sr. Anto-
nio Pereir. Lep^s, e ato por irregularida-
des cjinmettidas pelo mesmo Sr. no ezer-
ctoio de taes cargos ; pelo que .he retira'
moa os poderos que lhe frram conferida
na procarAcSo, mesmo havames pasaado
Recite, 27 de Agosto de 1892.
Botelho<& C.
Dr. citas Gnimaraes
MEDICO
Tem o seu onaultoro na roa Duqoe
de Casias n, 61, 1 andar, onde aera
encontrado de i'i 1 hora da tarde.e
reside no Cajueiro n. 4.
Telephone a. 292.
:
I
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jt.
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W


i
irio de Pernambuco Sexla-eira 4 de Novembro de 1892
eitoral de Car bar
Urna fillu do Sr. Delfiae Jos Rodri-
gue*,faendeiro em Santa Victoria, Rio
Orando do Sol soffrendo, ha qaatro annos
horrivelmente da aathma foi perfeitamen-
e oiaemp olo Pitoral de Cambr ,de
Soardasu,0 ea vende naa pharmacus
drogaras, a e50g o frasco e 24)9000 ra-
duaia. -
E' agente a Companhia de Drogas.
Regalador da lanilla
Concertase relogios de algibeira, pen
dalas de torre de groja chronometros de
marinha, caixas de msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de al-
cance, joias e todo qaalqaer, objecto ten-
dentes a arte mechanica.
9Roa Larga do Rosario9
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
? pprovado em Si de Margo de 1890 pela inspe
doria geral da digna junta de bjgiene do liir
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre
parado segando as regras pbarmaceuticas, acn
gelbadas pelos autores modernos e do recouhe-
cida capacidade scientica tanto no paii come
no estrangeiro.
Esle Elixir o producto n5o s do grande es
todo das accoes pnysiologicas das substancia*
como tamnem patbologicas.como tambem o re
saltado das immensas applicac0e3 nos diversos
casos de febres de fuado palustre.
A applicaco deste Elixir na grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais orna vez de-
monatrou a sna efficacia ; pois no principio dos
primeiros symptomaa a bexiga aborta, e em ca
sos mais adiantadus a bexiga passa a ser ama
doenca febril vulgar apresentando pequeas to
mefacCes que com a continuaco do Elixir de
sapparecem sem todava apresentar receios df
perlgo.
Os multo ittesiados publicados no Diario de
Pernambuco e Gazeta da Tarde provam o %at
dizemos.
Nos casos de febre amarel la o efleito admi-
ra vel, apresenlando pbenomenos tao maravilbo-
sos que nesta cidade do Recife do Rio de
Janeiro pouco rece.o causa a febre amarella,
mesmo estando o doente com vomito preto c
sanguneouestes ltimos periodos ento ne
s 'ario a applicaco em alia dose, des
a tabella anaexa.
Este Elixir j conbecido do put>, >o e de un,
grande numero de dignos mdicos e.. -asenta
do para combater os differentes icccnmov..? to-
dos elles de carcter febril.
Por muito lempo tivemos occasio de fazer a
applicaco as febre? erysipellosas e com tac
bom resultado que lcamos admirados de tao al-
tos effeitos.
Pela pratica cbega^ios a conbecer que nos
taques de febre erysipellosa os erjeipella come
valgamente se diz necessarir o uso de 10 das
do Elixir.
Nos grandes incommodo3 das sen horas, mens-
truacao, gravidez e uos casos de parto coa fe
bre de um resultado muio certo e seguro e
l ana co/nposico tao simples ana nio offerece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em doaee
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos que deseja-
rem fazer uso deste Elixir em sua clnica nao se
sojeitarem r.ossa prescripeo, mas sim fazer a
applicaco em barmonia com os casos que dse
jarem combater, certos de que o medicamento t
de composico innocente para <> organismo por
mais frgil que seja.
Modo de asar
A's criancas at um anno 10 gotas de I em I
no/as em urna comer das de sopa ebeia 'age
fria.
De um anno a tres 15 gottas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas em
agua fria.
Deposito*
Companhia de Drogas e Productos CnimiMi.
Recife, roa do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pbarmacia, ra Larga de Rosarle
n. 36.
Phar macla Orienta!, ra Estrella do Rosar
i. S
Pharmacia Alfredo k Ferreira, ra do Harto di
rictoria n. 14.
Pharmacia Marti as, ra Duque de Caxias e
tt.
Para qaalqaer ioformacSo sera encontrado c
tutor na ra do Rosario Estrella a. 17.
Os nostos frascos sao quadrados e conta go-
.as. N'um lado teem grvaloElixir ante febril
a no outroManoel CardosoPernambuco. e to
dos os prospectos sao assignados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forero
asignados.
N. 159
Amigo Sr. Manoel Cardoso.
Recife, 7 de Agosto de 1891.
Estimo a sua prezada sade.
Pallara com um dos maiorea deveres 86 Dio
viesse por mel desta carta agradecer lbe o be-
neficio que acaba de fazer me. livrando d.s
garras da morte o meu filbo Fiorismundo, de 12
aonos de idade, o qual achaodo se prostr do do
leito da cama, com ama grande febre que d'elle
nao se separava ba mais de quatro das, j lendo
esgotado o que poda fazer em rexedtos, todo
me era bldalo, aguardando-nicamente a hora
prxima da morte; entSo kmbrei me do eo
conceltoado aot febril, que lem salvado inno
meras pessoas, e immediatamente lbe eacrevi
pedindo qae n e mandasse urna dse, a qual
veio, e tratei de applicar conforme marca o seu
receiluario. Na segunda dOie elle j nao va-
rlava, na quarta a feb j diminuir, e a edr
coa que elle se a hav-, quasi roxa, apresentava-
3e como indo para urna clara. Na sexta dse
desappareceu, apreseoiando-se nesse mesmo dia
as 8 horas ; lendo-se fkdado o remedio mande
novameote buscar e contiou.i a applicar-ltie, t
boje acba-b cu filbo reslabelecido, devido
nicamente ao 3tu N.aefico elixir.
Peco lbe que aceite de mim e dos meus rilhos
os meus sinceros protestos de estima e cooside-
laco, pelo beneficio que acaba de fazer me com
o seu elxir, salvando o dito meu filbo.
No mais sou
De Vmc. amigo e criado,
Joaquim Juvencio de Alrneida.
EDITAES
O doutor Sigismundo Antonio Goncalvcs,
juiz de direito do commercio desta c
dado do R:cife, capital do Estado de
Pernambuco etc.
Fago saber a virem, ou delle noticia tiverem, que por
parte do capitSo Francisco Feliz Goncal-
ves, foi dirigida ao Dr. Antonio Domin-
gos P.nto, juiz de direito do commercio a
petico do theor seguinte :
PeticSo. I m. e Exm. Sr. D:. juiz de di
reito do commercio,diz o capitSo Francisco
Feliz Goncalves, proprietar.o e residente
Desta cidade, que Florindo de Carvalho
coostituio te seu devedor da quantia dj
bbtyOQO, como a v das letras juntas, e
como cSo <,enh.. querido at hoje pagar-
lhe e estejatn ellas vencidas desde 1 87,
vem o supplicante pedir V. Esc. que se
digne mandar tomar por termo o protesto
q ie faz de baver o sea pagamento e con-
tra a prejcripcSo que est eminente, as
sim como que admita o supplicante a jus
tificar que o supplicado est em lugar c-
certo e cSo sabido, o que feito, que seja
citado por editos. Nebes termos pede a
V. Ex, que Ib.; seja deferido e receber
merc K c fe 6 de Setembro de 1892.
O advegado Benjamn Aristides Ferreira
Bandeira.
Etava seliads com o silo do estado.
Na qusl pti$5ova se o despacho do theor
seguuie :
D apacho. Sim, justificando no dia
que o escrivSo designar. Recife, 24 de
Setemb.o de 1892 Dominga Pinto.
pacho e dietribaicSo sqai oopido>, depois
do que lavrou o competente eicriv&o o
termo de protesto do theor seguicte :
Termo de protestoAos 26 de Setem-
bro de 189.', nesta oidade do R jcife em
meu cartorio veio 0 Dr. Benjamn Aristi-
des Ferreira Bandeira, advogalo de Fran-
cisco Feliz Goncalves e perante s teste
munhas abaizo, disae que reduzia a termo
o seu protesto constante da peti^So retro,
que fca facendo parte deste. E le como
aBsim o disBe asaigna o presente com as
mesmas testemunbas
En Franceline da Silveira Mi.hado,
escrivSo interino, o escrevi.Benjamn
Aristides Ferreira Bandeira, Joi Teizei-
ra da Costa, Jos Joaquim Das do Reg
Jnior.
E mais se nio continha em disto termo
de p otesto bqui copiado, depois do que
va se que tende o justificante prodnzido
suss testemuchas que deposeram conve-
nientemente acerca do allegado em ana
peticSo,o respectivo escrivSo depois de ter
feico sellare prepararos autos os fez u-
clusos ao d.to Dr. juiz do comnierc o
qual nelles proferio a sentencia do tbeor
seguinte:
Se.-.t'ny.iHei por justificada a aneen
cia m lugar incerto e nSo sabido do jus
tincado, e ao mesmo intime ae por editaes
do prot-'s'.o de fls, para interropjSo c a
prescrip^So dos tituloa de folbas. Custaz
ptl> justificado ez causa.
Recife 26 de Setembro de 1892 -An
tonio Domingos Pinto.
E maia se c3o continha em dita seaten
ca aqui cepiada, por forca da qual o res-
pectivo esjrivao fez passsr o presente
edital pelo qual e seu theor chamo, cito e
hei por intimado e justificado ausente Flo-
rindo ds3 Carvalho, para que dentro do
prazo de 30 diaB compare$a ante este
ju zo allegando e provando o que for a
bem de seu direit e justicia.
E para que chegue ao conhecimsnto de
todos mandai pasear o presente edital que
ser publicado pela imprensa e outro de
igual theor irisado no legar do costume.
Dado e paasado nesta cidado do Recite,
capital do estado de Pernambuco, ao pri
meiro da do mea de Outnbro de 1992.
Paga este de sello l&bQ de emolumen.
tes pela assignatara.
hu, Francolino da Silveira Machado,
escrivSo interino, o sobscrevi.
Sigamunj Antonio Qonqalvea.
O Dr. Francisco Al tino Correia de Arau
jo, juiz de orphSoa, do municipio do
Kecif-, Estado de Pernambuco .em vir*
tude da ei.
Fago saber ais que o presente edital
/irem ou delle noticia tiverem, que peio
inventariaute da propriedado em commum
Apipucos, me loi dirigida a petizo do
theor seguinte ;
lilm. e Exm. Sr. Dr. juiz de orphSos
Paulo J s de Oliveira, inventariante
la propriedade em commum Apipucos, que
lando de pruaeguir-se nos termos do inventa
io da referida propriedade, ha muitoempo
parausada, rcaqer a V. Ezc. que ae digne
le orden r nova publicado de editar;
por espayo d; 90 das, notificando a tqdos
os interessados na referida propiiedade,
para por si ou por seus procuradores tuto-
res e curadores, a virem dar no reapo'.i-
Etn cumpriaiento deste aeapacho fora ro cartorio, escrivSo Dr. Pontea, fls.aoos
COMSERCl
! Commorclal de Pernam-
buco
sotaqOkb officlaes da JCNTA dos cor
RETOBES
jProjfa do Recife, 3 le Novembro de 1892.
Nao b uvecoiago.
O presidente,
Eduardo Dubeox.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PRACA DO RECIFE
Os bancos abriram com a laza de 13 3,8 sobre
L'ondres a 90 das d/v, baixando depois para 13
1/4 d e 13 1/8 d.
Em papel particular fiseram s; IransacOes re-
gulares 13 5/8 e depois a 13 1/1 d e 13 1/4.
feita a d.atribuicSo do theor seguinte :
DeatribuicSo. A' Machado Oliveira- E
mais senSo cont-nbm em dita peti^Sn, des-
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
Os bancos aloptaram aa taxss de 13 1/S
13 1/4.
da
Cotacde de gneros
Para o agricultor
ASSC'R
U.-.aas por 1S Kilos. 44200 a 41400
B.-anco dem idem .... 4*500 a 5160>
Somenos, idem idem. 31800 41010
M.--cavado idem idem 21800 a 31000
Bruto idem idem.....2*500 a 16J0
Broto melado......21300 a 21400
Rtame idem idem .... 11800 a 21C0J
Algodo
Vendas de 81500 e 811.00.
Alcool
. Por pipa de 480 litros 2501C00.
Agurdente
Por pira de 480 litro* a 155/.'0 nominal
Couros
Se coi salgados na baae de 12 toe a 500 r; i :
somfiaL
Verdes a 290 :is nominal.
Hei
Por pipa de 480 litros 1001000 nominal.
Borracha
Co;a-se a 151000 por 15 kilos.
Carnauba
Colase de 54500 a 114060 por 15 kilos l
val,
?ab*ua dar entradas dr assdcar al.
godIo
Me de Outnbro
Entradas
iiarcacas ....
Vaporea.....
Animaos ....
Eitrada de Perro Central
?data do S. Francisco .
-tan do Limoeiro. .
somma.....
Assa-
car
Das Saceos
1 a 31 29719
i a 31
1 a 29 3817
1 a 29 854
1 a 28 29382
1 a 27 44830
10760
Algo-
do
Saccas
1372
1797
1092
562
(87
6353
11363
Importaco
Vapor nacional Curytibs, entrado do
do anl, em 30 do passado o con-
signado a Amorim Ir mos o comp.
Barris 103 a ordem.
Caf 34 MCO- a Jos Joaquina Alves
e comp., 350 a ordem, 191 a Pigasiredo
da Costa o comp ,721 a Companhia de
Estiva, 50 a Castro Lemos e comp.
Charutos 2 caizas a Azevedo e comp.,
L a Sulsar K mHinann e comp.
Cordas 500 volumes a J. Alves.
Cobertores 2 fardos a R idrigaes Lima
e comp.
Doces 2 caizas a ordem.
Fumo 34 volumes a Azeredo e comp.
Kerosene 3.000 caizas a Compinhia
de Estiva.
Panno da algodo 1 volume a A. Lo
pea e comp., 36 a Rodrigues Lima e
comp., I a A. Santos e comp., 3 a Alves
de Bnto e comp., 8 a Machado & Perei
ra, 32 a Pinto Alves e comp.
Vicho 2 barris a Pereira e comp.
Xarque 430 fardos a ordem.
Vapo.' ingles Li-bonenae, entrado de
Ntw-Yk pela Ilha Grande, em 2 e con-
signado a J Pater e comp.
Banha 300 oarris a Companhia de Es
ti va, 50 a Silva Marques e comp., 50 a
Ferreira Rodrigues o comp.
Breu 150 barricas a J. Soares da
Silva.
Farinha de trigo 10O0 barricas a Ma-
chado & Lopes, 2575 a Companhia e
PanicacSo, 1200 a Lemos Seizas e
comp.
Craza 6 barricas a Prente Vianna e
comp.
K-rosece 10.200 caizas a ordem.
Machinas para deBcarogar algodSo 4
caizas a R;is Santos.
Ma zena 200 caizas a Companhia de
Estiva, 50 a Silva Maques e C3mp.
Meroadorias 1 volme a ord-:m.
Toucinho 90 barricas a Companhia de
Estiva, 30 a Silva Marques e comp., 15
a Ferreira Rodrigues e comp.
Ksportaeao
BBCIFB, 31 DIOUTUBR0 CB iS3X
rara o exterior
Nj vapor americono Vigilancia, para New-
Y-j-k carregou :
E. C. Ramoden. 11 fardos com pelles de cabra
pesando 1,676 kilos.
a barca aniegense Zemack, para Ntw
York, carregaram :
Julio & C, 200 saceos com 15.000 kilos de
assucar masca vado.
P. Carneiro 4 O, 550 saceos com 41,250 kilos
de aesucar mascavado.
Para o interior
No vapor nacional Espirito Santo, para o
Cear, carreearam :
P. Carneiro & C, 11 barris com 990 litros de
alcool.
Para o Para, carreearam :
C. Peres & C, 9S0 volumes com 6,335 kilos de
assucar brauco.
J. Bailar & C, 30 saccas com 1,800 kilos de
feij&o.
F. X vier Silva Guinmaes, 15 barricas com
1,115 kiloa de assucar branco.
C. L. Gomes & Fonseca, 150 barricas com
10,507 kilos de assucar branco.
p. Alves & a, 200 barricas com 13,596 kilos
de asnear branco.
comes para Ssrem descriptos no inventa
rio, e bam aasim ezhibirem os Utnlos q-'e
aomprovem os seus direitos a sarita ciu-
M. Minnda Li na, 150 sacaos com 9,C09 IJos
de assucar branco.
J. Bulla- < C 250 barricas com f6,8itf ijfv
de assucar branco.
Ainorsm Irm^s 4 C 130 barrios com 9.50)
kiloi le assucar branc9.
Virgtdj A. M j:t 1.100 barricas com 8 823 kilos
de assucar oran-io.
C Gi;m:raes Jnior, 300 barricas com 20,704
ki.o; de aseu;ar branco
Par* Mani?, carregaram :
J. Bailar & ''.., S barris com 425 litros de
a gurdente.
Borste'man & C, 30 barricas com 1,8'9 kilos
de assucir braaco.
P. Pinto & C, ?5 birria com 3,010 litros de
aguardecte.
P. Alvea & C, 23 saceos com 1,875 kilos de
assucar branco-.
C. Gaimaraes Jnior, 0 barricas com 3,722
kiles de assucar branco.
J. T. Pinto Lspa, 20 barris com 800 litro3 de
vinagre.
Atcorim Irmao3 & C, 45 barricas com 2,830
kilos de assucar branco, 1 barril e 1 pipa com
1,030 litros de agurdente.
P. Rodrigues & C, 1 barril com 80 litros de
ulao de ri;ino.
Para M.iranh), carreeou :
J. M. Diis, 1 caixa co n 50 kilos le rap.
No vapor nacional Pernambuco, para Babia,
earregariim :
P .ViDiiC, 130 caixas com oleo vegetal
j ) valor da 5:0001.
No vapor nacional Bebertbe, para Babij,
cirregou :
A. P. Caraeiro da Silva, 2 pipas com 950 iilroa
de alcool
Para Villa Njva, carreeou:
J. de S Leiao, 407 saceos com 23,400 kilo,
le caraos de algolao.
No biate nacional Deus te Gnie, para Ara
caty. carregou:
M. Viega3, 12 barris com 460 litro do vi-
nagre.
Para Mossor, carregeu :
M- Viegas, 20 caixis com 149 litros de gene
bra e 5 barris com 400d:toJ d1 vinag e.
So biate nac jaal Correio de Natal, para
i Nctal, carregaram :
S. C Btlirao & 1 nio, 8 barricas com 450
kilos de ssucar refinado.
Para Macab ba, carregeu :
M. G. Pires, 5 s ecos com 375 kilos dea3su
car branco e 5 barricas com 300 ditos de dito
refinado
Ni barcaca Itajahy, para Parabyba, carre-
garam :
Coelbo Pinto & C, 60 caixas cem 4S0 h'.ro:,
de geLebra.
Pauta da Ala^dof,.
S MAN A Da 31 DI
ideradoB como herdeiros ou consenhore
da meima propriedade.
Espera reoeber merc.Recife, 9 de
Agosto de 18920 advogado Dr. Adol
pho Cirne.
Estava sellado.
Nado mais se continha em dita peca,
aa qaal profeii o despacho seguinte
as autos, oomo requer. Reeife, de
Agosto de 1892.Altino de Araojo.
Em virtude deste meu despacho o es
orivSo passou o presente, em virtude do
qual cito a todos es interessadoa na pro
priedade em commum Apipucos, para
no referido prazo de 90 dia, virem por
si ou por seas procuradares, dar seos no
oomes no respectivo car*-9rio (escrivSo Dr.
Poetes), para serem descriptos no inven-
tario, bem assim ezhibirem os tituloa que
comprovem os sous direitos a serem con-
siderados como herdeiros ou consenhore
da mesma propriedade.
E para que chegue ao conhecimentO de
todos, maodei paasar o presente edital,
que ser afHzado no logar do costume e
publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta oidade do Recife,
aos 10 de Agosto de 1892.
Ea, Manoel do Naacimento Pontea, es-
rivSo o sabscrevi.
Francitco Altino Correia de Araujo
Edital
Arsenal ii arinha
Oe crdem do Sr. entra almirante Jo3o
ftcngalves Duarto, inspector deste arse-
nal e capiiSo do porto d ste estado, L90
constar a qcem ititereasar poesa que na
secretaria des'a in'pocySo contracta se 1 -
madores, tomeiros, calderoiroa de cobre,
caldereiros de ferro, modeladores, fundi-
dores, ferreiros, calafates, gravadores,
carpinleiros, carspinas, torceires e opera-
rios de apparelhca o vellas.
S.usetana da "nspec9o do Arsenal de
Marioba em Pernambuco, 24 de Outubro
de 189^.^
O secretario.
Antonio.da S. Azevedo.
Edital n. 36
Eleiclo de um proessor publico para
membro do Conselho Licterario
De ordem do Dr inspector geral, de-
claro aos profeBBores pblicos primarios
effjctivoi, de ambj os sexos, decto Esta-
do, que tendo de proceder se a eleicSo de
um profeEsor publico quo os represante
no Conselho Litter&rio, devem na forma
do art. 242 do regulamento vigente, re-
metter esta secretaria, : t o dia 14 de
Novembro futuro, os seus votos (que s
podem recabir na forma do art. 43 em
a'guns dos profeasor-.s do relteSo iofra)
em tfficio que conformo o dupoato uo at.
245 do mesmo r enderejo : Para : c cir;ao de uai mem-
bro do Cocselh-j Litteraro; fim de
alo ser individs-aiente aberto.
Secretaria da Ios'iuc;3o Publica do Es-
tado de Pernambuco, Io de Agosto ds
1892,
O secretario,
p.rgetiuo Saraiva de Araojo G.Ivo.
R.laco nominal dos professares pabliooi
existentes Las fregiczias ds S. F.ai
Pedro Gjaga'.ves, Santo Adlono, S,
Jos, Boa-Vista e N. S. a Graja, d>
muoioipio do Recite :
1 Betjamm Ernest) Pereira da S Iva.
2 Domingos Nine 3 Mmele Justiniano dos Reis.
4 Vindimial Ribeiro Soares.
5 Augusto Jos Mauricio Wanderley.
6 Arthor Ojtaviano da Silva Ramos.
7 Alberto da Silva Miranda.
8 Cyrillo Angosto da Silva Santiago.
9 Franoisoo Amancio da Silva.
10 Francisco Marques da Trindade.
11 Jlo Landelino Dornellas Cmara.
12 Lais Marques Vieira.
13 Sebaati&o A.tonio de Albuquerque
Mello.
14 Lourenco Gonsslves Aleizo.
15 Benjamn Constad da Canha Salles.
16 Floriano Baptista de Oveira.
17 Rhilomeno Raymundo Nanea de Lima.
18 J0S0 Ferreira de Vilella da Araujo.
19 Manoel Marinho Cvale inte de Albu-
querque.
20 Ianoceocio Mendes Lopes de Men-
doea.
21 SebaatiSo BrandSo.
22 Antonia Eu'.himio Vianna.
23 Feliz de Valois Correia.
24 Franciscu de Paula Lina de Carvalbo.
25 Gaspar do Naacimento Regueira Costa.
26 Marcolino de L:ma Botelho.
27 Izidoro Marinho Cesar.
28 Jos Marcelino da Costa.
29 J0S0 Jos Ribeiro.
30 Jos Firmiuo Ribeiro.
31 Romualdo Augusto de Sjasa Navarro.
32 Clodoaldo Arislhzo da Rocha Pe-
reira.
33 Antonio Vieira de Barros.
34 Jos Maria de Hollanda Cavaicanta
35 Jos Joequim Borges UeLO 1.
36 Jos fecio da Cunha.
37 Adolpho Silvino Biudel.
38 Deocleclano Ferreira dos Santos.
39 Miguel A. jlucjo da Silva Braga.
40 Virgi'io Graciliano da Cunha Cava!-
cante.
41 Jlo Ribeiro P^ssoa de Oliveira.
42 Mi.noel Jos dos Simios Teizeira.
43 Manoel Pereira da Silva.
Secretaria da lnstruccao Publica do
Kstado do Pernambuco. Io de Agosto de
1892.
O secretario,
Pergentino Saraiva de\Araujo Oahao.
Screiaria da I^arruccao Publica do Es-
cado do Perna aibu;o, 28 do Outnbro do
1892.
Eiital n. 54
Prszo de 60 d'fcs marcaao aos profdasorea
pblicos J<. A!ves de Souza Baadaira
e Angelo Vieira e Sampai'i.
D.- o-dem do Dr. ioepocior g> ral da Iislrav
;So Publica, faco saber aos prjfssore3 pblicos,
los Aive de Souzi Bandeira. removido da ca-
deira de ea.-i :o primario do s-xo masculino de
('abrob, para a de igual sexo ta villa da B.a
Vista, e Angelo Vieira de Samoaio, desta pa.a a
rte CabroD p>r acto do Exm. Sr. governador do
Estado, de 25 Jo correte, q-ie liies flea marcado
o prazi de 60 dis, par apo tiliarpm seus liiu-
los O secretario,
Pergentino Sar iva de Araujo Galva).
venta vitalicia do tfficio de 1. eierivSo
do crifne desta capital.
Para eaje fm fca-lbes marcado o praso
de quinao das, fiado o qaal o mesmo Sr.
governador nSo tomar couhecmento do
objecto da refeiidas petijoja, si nSo fo-
rem estas rejolhidas Secretaria do Go-
verno, d?pos de preenohida aquella for-
malidade legal.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 27 de Outnbro de 1892.
O secretario.
Joao Augutto Virreira. Lima.
DECLARARES
Esola de ensino secundario e normal a cargo
da Sociedade Propagadora da Instrucjo Pu-
blica na Boa-Visla.
De ordem do Sr. Dr. director e te accordo
com o regtlamen'.o e ra-is deliberares tomadas
em congregacSc de SO de Ou:ub o prximo pas
sado, devero comecar 00 da 3 de Novembro do
correle nno ps txam^a ordinarios desta e:-co-
la. Previne se aoj iileressados que impreter-
velmente o servigo se fara de accordo com as
tabellas Bftixadn3 no logar compelate e que os
exames comecain s 6 horas da tarde.
Secretaria di escola da ensino secundario e
normal a cargo da So^iedaie Propagadora di
lnstruccao Pu.:lica, na Boa Vista.
0 secrt-tario,
Ljz -fa Cf sla F. Po:to Csrreiro
EATRO
Edital
De ordem do S.* govrdador do Es'a-
do, ta<) contttr aos Srs. Francisco Ri-
beiro Costa Vaaoonatlloa, Manoel Seve
Pi'ho, ter.inti Jos Victonauno de Vaa-
concalloa Pereira, Igaacio Vieira de Mel-
lo, Germano ilcUa Jos Joaquim D.as do
Reg Jnior e J-.se de Barros Lins Wap-
darify qVie devem Biliar os documentos,
conforue si determiaou por despachos de
hoat m datidos, .oom q e instruiram suas
pe'iySes re.-]iier-3.do privim-cto mu se-
S8
to
IS-SCQ
400
633
too
14466
196
75
Gera eu bruto oa preparada (kilo)
:anna (litroj ......
l (litro).......
o <.*j Cs-lT iou.) ...
?ariiitia de luaaiosa :.o) r .
enebra (litro) .....
Graxa (sebo) ... .
Jaborandj (em folhaJ feo ,
Leite de mangabeira (kilo) ,
el (litro).......
Kilho (kilo......
Phoapnato de cal da lina Ra (tone
lada).........1U0D0
Pelle de cabra (cento).....8740O0
Pelle de carneiro (ceuto) .... 45*000
emente de carnauba (kiloj ... 4
jola (oieio).......44410
Sement de carrapateira (kilo). 100
Sebo (kilo)........ 600
Stearina em velas (kilo) .... 140u>
S -milite ds algodo (kilo) 040
Tataioca (kilo) ...... 40
taboas da amareo em pranchGes
(duxa) <..... 1004
&ea MU DI NOVKMJ'.j J 1832
Renda geral
(a 1
i.ai> de 3
Aljmatji
8:81U900
65:7il834
Renda do Estado :
Do dia 1
dem de 3
649o0
14:2134448
Somsi
74:S33.73I,
148034008
83 3954742
OCTOBBO A O OK NOVEMBBO
DS 1892
Alcool (litro).....
Algodo em rao* -kilo) .
arroi com casca ti.o) .
Assucar retinado (kilo)
Assucar brauco (gil) -
Aasucar mascavado (kilo) .
Bagos de mamonas (kilo) .
Borracha de leite mangab.(kilo)
Cacbaga .......
'".ouros seceos espichados (kilo)
Jonros seceos salgados (kilo)
Jouroa verdes (kilo) .
Cowinhaa (am).....
lArocos de algodSo {.z) .
Carrapateira (kilo) ....
.Jacio flulo) .....
Caf Oom (kilo) ....
ualrestolho (kilo) .
Cal moido (kilo) ....
Carnauba (kilo) ....
Cera em vela (kilo). ,
Cera vegetal (kilo) .
540
485
W
450
320
160
160
O100
270
500
450
260
i 4870
16
120
400
14200
14000
1440b
600
640
600
ida scelo da Alfandega de Pernambuco
de Sovembrj de 1892.
O chote da aeoeo,
Mano:! Aatonina de C. Araaha.
tisaoareiro,
Flo.eniO Doaungce* da Silva.
Do dia 1
loca de
RB'IEBEDO HA DO ESTAD3
854388
1:1724217
1:2374603
Hovimeato do Porto
Navios entrados no dia 3
Soathampton e escaa 14 dias, vapor
ingles fTham? d 3369 tonelada),
oommandante (i. M Hik?, equipsgem
160, carga varios gneros, a Auu'riai
Irm3os & O
Terra Nova36 das, bar.a ingle3 La-
viiiif de 251 tocelarJ&s, capito Jam'-s
Mitbichel, eqiipagem iO, carga bac-
lhau, a Blackburn Needham & C.
Terra Nova25 dias, lugar ingles Sum
beac de 19) t neadas, capitSo Wool
gar, equipagem 9, carga baoalhau, a
Blackbara Needhem & C.
Terra Nova 3'3 das, lugar ingles
cNellv* de 183 toneladas, CapitSo Ro-
bert Wakk o, equipagen 8, oarga ba
oalhau a Jjhnstoa Pa-.er & O.
Navio a\idos no mewmo da
Bueno Ayrea e escalaVapor ingle
Thames commandante G. M. Hihs,
carga vario genero.
Alto MarVapor ingles Norseman oom-
mandante L.cy. carga '^-fios tdlagra-
phiooa.
Rio Gr- nde do Norte P&tacho nacional
iji/ea Correia cv.iiiu Manoel Gj
mes Pielade, em lastro.
Observacd.o
Procedente de Buenos Ayres e escala
fuodeou no LamarSo as 7 Loras da noute
o vapor francs tBqoateara e nSo teve
communicajSo com a cerra.
SSercado lHua O mov:mt.nto ueste mercado no da 2 de
Oatubrofoi osegninte : Entraram.
34 bo8 peaando 5 321 ko;.
629 kos de pella a 20 res 124580
4 dilis com camarOes a 100 rs. 44%
7 compact. com mariscos a 109 rs. 4700
42 logares a 2C0 rs. 844C0
7 somos a 200 rs. 14400
40 cargas de farinha a 2C0 rs. 84100
3 cargas de milbo *ec o a 200 rs. 460.
2 ditas com feijao a200 rs. 4400
10 dita de batata a 300 rs. 340-.0
ditas com fructas diversa; s 300 rs. 4
dita de ctbolinbos a 300 ra.
2 dtf s de canna a 300 rs.
ditas de banana a 3O rs.
ditas com lonja a 300 rs.
5 ditas com gerim a 300 rs.
47 dit03 com verduras a 300 rs
1 ons.-us com gallinhas a 30) rs.
diL.s de laranjas a 300 rs
71 ditos comfariGi.i a4<-
5 carga.i com gallinhaa a 500 ra.
32 columnas a 609 rs.
8 "?rrrtimentos cem ressar
a 601 r-
47 'uos com faieo4as etc. t 600 re,
29 ditos d2Cu'ta=a 70 s r .
II dUoa d^ sornerji a 14
8 diMsa7 0 rs.
39 (albos a 24000
Rendimeoto do dia 1
Vesos d dia:
Caree verde de 240 a 640 rN O ti'o
SftiBOE ci 640 a 800 ria idem.
CaroeifO de 800 a (4 rlsidem.
Parios e 40.; a 480 rala dem.
Miiiiode 380 a 440 ria idem
F io da 800 14400 dem
Vapor.-^ a caira*
Mez de Novembro
Sul.......... vetropolis.........
Europa...... Scholar...........
Europa....... Congo............
Sul.......... Magdalena.........
Sul.......... Actor.............
Mnl.......... Concordia.........
Sul.......... Equateur....'......
Sul.......... Vigilancia.........
Sul .......... laboatao
4
4600
4
4
145C0
144100
43O0
4
284400
24300
194500
44800
2842-. C
20300
114000
54GUi;
784000
25042-:o
2454200
493480
Sol..........
Sul..........
Norle.......
Norte.......
Sul..........
Sul..........
Norte........
Europa.......
Sul..........
Europa.......
Noi J)........ Braz
Sul.......... Pernambuco
Norte........
Sol. .....1
4
4
4
5
6
6
6
6
7
8
8
il
12
Olinda...........
Rei de Portugal....
Seguranca.........
tauoas............
S. Francuco....... 13
Ro de ianetro...... 14
Una.............. 15
Malangc........... 15
Maran.mo.......... 13
Eitclor............ lo
... 20
_____ 24
Esptrtto Santo..... 18
S. Salvador........ 30
Hoje, Sexta
Sdgunlo divertimeato mimc-> dancane
Estra do tenor GO BELTINI
Pela segunda e ultima vez o bsilaio
cmico esr. 3 actoi de Ernesto Liaati :
0 seiet burlado
No intercilio do 1- par3 o 2- acto pelo
cnor BELTN'I ssr cntala a remansa
de
I ONE
e do 2 pai a o 3 a da cpsra
Duo Forcari
Terminar c:m o grande
PA880 A i/B
pelas duas pn^eiras bailarinas.
O espectculo terminar antes da par-
tida dos u!t:mos trena e v'-n-s.
A's 8 horas.
Faculdad3 ce Direito
Per esta secretaria ee Etl publico que,
de amh rmiaiie com o art. 231 dos esta-
tutos, s- farSo nacripvieB para .-same do
^a 1 .?. i4 de Novembro prozim viudou-
ro, l.prorogavelm-aal'-. Para uscnpgSo
tm aljama ou em toda as oaaeira da ia
serie das cursos de sciencias jurdicas e
ociaes, o candidato dever satisfaser as
seguintes ccndigSes :
1.a Apresentsr certificado de approva-
.5- des eximes de pertugaea, rrtnoes, in-
gles ou alIemSo (* voatsde do caoaidato),
'oathematica eleiB6i'Ar (anthemetca, ge.-
metris, a'gjbra e trigoaametria), geogra-
pbia, historia universal e especialmente
do B.E).
2.a Provar deotidade de pesaos.
3 a Apr.-sonar atteat.du d3 vaccina.
Pra o carao de gotariado, devar a
pesa oa q je desojar intcrever-.3) e"b:bir :
cortida d- baver tlo approvado es; por-
tugier, arithunfem.p, istria1 e geogra-
phia do Brasil ; satisfacer as s'giada e
teroeira ooedsos sjpra ueaoionadas.
Para a inscripcao dr.s eadairas dus ae-
res ceguintea o ulumo devar juutar
sua petifao a certid2o de approvago da
sene anterior.
Todas as pessoss qae quizerem inscre
ver-se, devero di.igir um requerimento
ao director e pagar a importancia na taza
que ser de 400, por materia, cadeire.
anno ou serie, para os que tiverem pago
a de matrcula e do 80 para es que nSo
se houverem matriculado.
O pagamento da tasa para inscrpeje
de exame s d direito a esta na poca
em que tiver s:do requerido (art3 291 dos
estatutos).
As provzs de identidaie far-se-ha por
meio de attes'.aca > escripta de algum dos
lentes da Faculdade, ou de duas pessoas
conceituadas do lugar.
A falsidade de atteatacto da identidade
sujeita aquelle que asaign >u assim como o
individuo que com ela se tiver apresen-
t*do a exame as panas do Cod. Crim.
O candidato- em nomo de queni e com cu-
jo consentimento algum outro individuo
bouvtr obtido ioacripcSo ou feito exame,
peder esse e todos oa examas prestados
at aquella data. (Art. 232 Io, 2*
e 3 o)
A inscripcao ;er t'ota pela ordem cm
que forem reoebidos 03 reque imentos e se
doua i u mais ouudantes, 83 epresentarem
s ctor, para se insarevci'om aa .acsina ca-
jira, no mesmo auno ou ca mesmj serie,
guardar c-o baade procedencia deter=2 Lada
pela ordem alphabetica da a.us comes.
Ari* 273 da Bagimpnte.
Secretaria da Faeoldale de D.raito cia
Recife, 3lda Oaabro d 1392.
O secretario.
B. Aragao Farii Rocha
CoQpaQhia Industrial Per
nambicana
Issembla geral
Sao coavidadoj os senbo.es accionis!s3 a roca
uirem-se em asamblea geral ordinaria, no dia
i de Navembro. a i tio'a da tarde, no salSo da
.isaociasao Commercial fleneceaie, alin de tc
aiarem 10 jbc'ciaieato do relaio.'io, parece; da
cc^miaSo fSs:al e balaoco, f chado em 30 da
Junho prximo pajaado, e bem is'.\m tlegerem
i nova commusao liica, de accordo coa o arti-
go 17 dos estatuios.
Recife, 18 ae Outubro de 1892.
Presidente
Dr. Joaquim Correia de Araujo. '3
Ooiipanhia Industrial
e Commercio de
Estiva
A dlreccao desta companhia faz publico, da
accordo com a lei quo regola as sociedades ano-
oymas, qne a copia dos balaucos e lista nomi-
nal dos seabores accionistas, se acbam a dispo-
sico destes, no seu escriptorio ra do Amo-
rta n. 58.
Recife, 18 de Outubro de 1891.
f .
1
I

1


1


Diario de Pernainbueiv Sexla-ieira i de jYovembro lhi?2
...
-
PRADO
PERMMBUCANO
~^.~xZ*ZZ

QUE SE REALJSA12.V NO
Dia 0 de Novembro de 1892

*4 ornea
O
B
a
Pellos
Xa tu ra-
ncie
Cor da vesti-
menta
Proprletarloa
i.* pareo-6 de Xovemtoro800 metros.Aaima^s de Pernambuco que nao tenhaa
ganbo premio3 Dos prados do ecife- Premios: 200*000 ao i.- 40*000 ao i.- e
20*000 ao terceiro.
f "i; ks'one..
2 G anadeiro..
3 M apio.....
4 uscorntigo
Haibiala.....
6 X w-Yoik...
WT.jJ.........
Rodado .
Zaino....
Pedrea..
Rodalo.
Tordilho.
Alazo..
Padrea..
Pernamb.
5i
5
5i
54
51
54
54
Preto encarnado eouro
Eicarnsd.i...........
Branco encar........
Listra e mangas ene
Preto e ouro........
Preto, branco, ene...
J. F. Haciel.
B C.
J. Pereira.
'osla & Irmao.
Azevedo & C.
E Costa.
Joud. Porluense.
-.* ?areoExperiencia850 metros Animaes de Pernambuco qo? nao tenbam ganbo
premios em dis'.anr-ia enperior a 80J metros em 1892. Premios: 2004000 ao 1.
40*000 ai 2.- e 20/000 ao 3.-
Sepecismo..
CoilosM......
onf.rm...
Pa .risec....
Castanbo.
Rodado..
Castanbo
Pernamb.
54 Azul e amarello..... A. M. A'meiJa.
5i a m Cond. Cruzeiro.
54 Preto e encarnado J J. (Tlente.
55 R. Cosa.
3. PareoVelocldade830 metros. Animaes de Pernambuco que nao tenham fanbo
em maior distancia u'es'.ts 8 mezes. Premios : 300/000 ac i., 60/000 ao 2* e
30/000 ao 3,
Tulisie-. ...
Dublim.....
Maranguape.
Gillet.......
Baio
Rodado.
AUzao..
Rodado.
Pernamb.
54
54
54
54
Roxo e amarello....
I o
Encar. preto e ooro.
Verde e encarnado...
J. N. da Silva.
Azevedo & C.
Dr. B. B. da F. Filho.
Coud. Pombal.
4. Pareo Orden950 metros.Animaes de Pemambaco qu nao tenbam ganho pre
mo em maior distancia. Premios : 200/000 ao i* 40*000 ao 2* e 20/000 ao
terceiro.
I
3
4|Tu:co 2."
Pigmeo....
Tudo ------
Berlim.....
Zaino ..
B io
Cachito.
Alazo..
Pernamb..! 54
I 54
I 56
I 56
Azul e amarello.....
Verde e amarello...
Roxo e curo........
I'.xo e pardo.......
U.S. da S.lva.
J. Moraes.
P. Guima aes.
J. C. Feneira.
3. PareoFerro Carril -1400 metros animaes nciocaes e egoa estraogeira que n)
tenb-.m ganbo premio?. Premios: 400/000 ao 1. 80/000 ao 2o e4O/C00
ao tercelro.
Seabresa
Uoo.,.
Cl'OCO.....
i Veloz.......
Zuo.....
Alazo...
Cas'.sn'jo
Inglatera.
S. Paolo..
R o Janeiro
59
56
58
56
Ouro e escaratefF. Alloed.
V. C Resende.
Azuiecfo....... I Joud. loteroaciooal.
Azul e preie-,:....'Cond. Nacional.
S.' F&reoSupalemena ilOO metrosAnimaes d-i Pergamneo.
ao i. 50/C00 ao 2.- e 25K0 o erceuo.
Premios: 250J000
Talisfer.
Marangiape
a PlaSo ....
\ SaGS-Soocj.
Rodado....
AisSO. .i.
R:dao ..,
Baio.......
Pern?mb.. 56
5! .
c 54
< 54
Korarn. e rcate I!o-
Encar. preo ouro
d.eto eoC. e br.ir.co.
' tato a biaoca......
Coad. Oiveira.
B. B. F Filo.
'iood. Neruodio.
D. A. h de Mattos.
7." Parrj-*-('enpcna>-ao--1100 metros nimaw l PpjrbbuJJ e pungas. Premios:
2/qp0 a^'ier^iro.
v aia
ii mes...
F'rcmon...
Beittiohna .
#0*000
B IZaino
ao 1.- 50/009 SO 2
Pernamb..
o lAlazO-----
5 ,lo..-J j- ..
36
48
se
54
Encarnado 3 branco.
Verd e ouro bou. bi-J
Amarello
UTC| D
u ora
fihveir* & C.
Iood. Brazileira.
Encarnado e branco.
anco... Coud. KellaVista.
A. Goimares.
O&SWVa'CSeS
Os animaes inscriptos para o l.c pareo deverSo achar-se na enilhamnto s
9 1\2 horas da manhS.
Os forfaits sero recebidos at Sabbaio 5 de Novombro s 3 horas da
te:e na secretaria do prado.
Oj jock -ys que nao se apresentarem convenientemente trajdos com as
, .--es adoptadas no programla por seas patio s, c3o serSo adeittidos pesagem e
atrio multados e accordo com o art. 51 do cdigo de corridos.
Previne-se aos senhores accionistas de procuraren) os seus ingresaos na se-
tret ..-a do prado ra da Imperatrizn. 2Q J.. andar.
A venda de pou'es ser acnucciala ao publico por urna aineta eletrca co'g
locada na casa das apostas, logo que tenbam sido pesados os jockey?), uta signa)
prolongado avisar que so vai priacip;. r a venda de poules.
Cinco minutos antes do encerrar ente da mesma venda um signal mecos pro-
losgada ser dado.
O tereciro sigoal, prolongado como o pnmeiro. indicar o encerramentj da
es-a venda, que ser irrcvogavel qualquer que aajo as rea\zrs& O horario que for marcado ra pedra ser rigorosamente cusiprido.
Scretaria do Prado 3 de Noveaibro d' 1892.
Pelo secretario,
im fiomsB (biches.
Ccmpanbia Exportadora (ie
A'coo'. e Agurdente
Srguatfa ckaaiada
Po 'eliberaeia iu directora eta companhia
Ai u.rwiiado- n or.tas a reili-
. a 2figo d^i EClrada do capital razao t
. i.- S/OOO ;;.' rtto, it ia ?0 de Ni-
*e.ib j correte, das 10 oras 4a naabS (UJ
*a ta-de, na roa nova de Santa Rita n 57, de
vendo os mesmos :i nii.res apresentarptn o-; r>r-
itivo recibos para erem sobititoidos pelas
eviJaa caalelas.
R cife. 1 de Nvmbro de 1893.
hi Jjaqoim da Cos a Maia,
Presidente.
l3anco de Pernambuc
d
Ti : o ge ex raviado as caotellas ns. 34 e 35
de ico p f i.i.'s a primeira a 25 accOe*
pert i. entes j Sr. A J. de Sonta Dilion, ea
ieg : i> perieaente; ao S.a. J eScnia
|ji:cn Jur.ior. afBboa coa 20'/. realizados, faz-
; e=en:e declsrijo para o* ttstiot Irg-es,
iBClnsife par- ?oa BaOitaitao, se denois de 30
a con ar dst* data dSo bonvi-r reclamacao
3li,D-.: a dirigida a rste Banco.
Recifi, 16 de Outobro e 1892
T. Comber.Presiden !e
Exp s ?o k Perns&ibaco prepa-
ratoria de Ct!ic3go
Aproximando fe o dia da expasico, qoe ser
a lu do mez prximo a commissao execativa
vem scientiflearaos S.-s indnstriaes, agricoltoreo
artisias e mais p-sseas qoe tem de concorrerem
i exp'siso, qne podero desde ja remetter os
-ns prepucios ao Lvceo de Artes e Offictos, da
xaote o dia oo mesmo a nolte oo mandar dizer
para serem transportados.
O objectos devem coiter orna nota explicativa
de valor, arplicacao. materia prima do fabrico, e
atrs qaaesqaer isfornacoes de utilidade cam-
erclal.
i DjHiiauaeto scieatiaca yue os tbjectes qu-
-Meru to intericr orlos OL'aminSos de (erro so
-o gratoitamente t'anapnndos, cu virtud^ da
lutor aeaotxpr688 do xaso. Sr. governdo'
c E-.i.!..o, as'.'0;io oa rcxet:ei!tts a coaastaalo
i; a: f. r ;CiK!lZl'.
A commiseio coona de que o potriod^o con
u lo de todos que e iotereesao pilo progresfe
eraodeta e Esia'o daro realce a soa e.pr-si
;5' no aVettS, a a sui representiOio do H^ndc
; ncarae cnlveraal de Cbicaav.
Beclfe, 15 d Octabro ce 1892.
Presidente
> .E-rr.r:o C dotiabo
V.c- presidente
f Jj; de Am^nm.
Sccr-tarc
r'r-ncisco Angosto Preua da Co3
T.irsoureiro
to G re: ade Miranda L-il.
Ir. .o--qaim Co-reia de Aranjo.
M-jcr Jallo Fern^nes de Almelda.
_________F j.nci-1'.o Apolignrin Leal.
ItiAS ifA DE
D >
Divino Espirito Santo
do Reeife
Mesa geral
Eruenla do compromiso
De ordem na mpfa coojnacla, coovilj a tolos
os vemos ra asimos Irmfioa em ge-al i compa-
r-CFrtm oeste consistorio, domingo 6 do correo-
v, s 1S bor-j? do da, afim de em meja geral,
r.isCjtiremas emendas que se vio /aier a diver-
-03 artigos e paragrapbos do ootso compromis
so. Stno assompto este de grande impor an-
cla e qne diz respeito nao s a estabilidad? des
ta corperacao, como tambem aos direitos e de
veres dos i maos em geral, por isso espera se o
oomparecimento de todos.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
aato do Reeife, S de Novembro de 189S.
O eecrlvao,
Manoel Mor ira Res.
DERBY CLUB
Dl>
PER IVAMBUCO
Paia
PK0JB0T0 DE NSfiRPCAO
a 16a corrida a realizar-se em 13 de
Novembrp de 1892
1. PAREO Consolarlo 800 mefjros. Animaes de Pernam'jnco qao nSo
tenham ganho premios etfc 1892 nos prados do Rjc'.u. pbemios :
200 ceiro.
2.' PAREOPrado Perjambocano 1.20O metros. Animaes puDgos e
de Pernamlxico. P&EMI08 t 200#Q0 ao prime ro; 40. OOC ao segando
e 20(9000 ao terceiro. .
3." PAREO Experiencia 850 metros. Animaes de Per,ambuco que nao
techam ganho em 900 metros no Derby nem em distancia su
perbr a 1050 metros no%'pradcs do Reci'e. PREMIOS : 2005000 ao
primeiro, 400000 ao segando e 20(5000 ao terceiro.
4 PAREOUberdade 1.200 cetros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho em distancie superior a 8C0 metros nos prades do Re-
eife. premios: 25O(JO0O ao primeiro, 590000 ao segando e 250000 ao
terceiro.
5." PAREO -Animac) 950 metros. Animaes da Pernambuco qne nao
tenham gi ho em distancia superior a 1050 metros oos prados do
Reeife. pbemios : LO0OOO ao primeiro, 400'JOO i.o segando e
200000 ao terceiro.
PAREO Derby Ciab 1 6.9 merro. Animaes naeonaca c pungaa,
PREMIOS : 4OC0OOO ao primeiro, 800000 ao segando e 400000 ao
terceiro.
PAREO Veloc'dadd 800 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho no Prado e Hippodromo. premios : 200000J ao pri
meiro, 400000 ao segando e 200000 ao torceiro.
PAREO- -Pros:cridadc 800 metros. Animaea de Pernambuco qu-
nao ;e.>ham ganho nesta distaocia no Derby e Hippolromo e nSo
tenham victoria no Prado, premios : 2000000 ao primeiro, 400000
ao segundo e 200000 ao terceiro.
Observacoes
A inscripgSo encerrar ae-ha t'rca-feira 8 do corra.ite, as 6 horas da tarde,
na secretaria do Derby.
Nenh-ima proposta ser acceka sem o valor da inscripSo
Do accordo c.m o ait. 5. do cdigo de corridas, nao poderSo se inscreve
nos pareos Prado Feruamboeo Atlante, Petropoles Bonina e Despota, Experiencia
Talicier, Taroo '', Bogente c Tupir, Liberdade Dublin e Talicier, e D^rby Club
Siroco.
Secretaria do Derby-Olub 3 de Novembro de 1892.
O SECRETARIO,
Medeiros.
s.
7.
ft,
Reg
Emprestirao emittido pela
Companhia Promotora de Industrias e lelhoraienios
O 4o Sorte o
Tcr lugar a 31 de Dezombro de 1892, sendo o nmor premio de 25:0000(00,
em dos de res 2:0000000. lOf^^OOO, 6000000, 2000000, 1OC0OOO, hO0(CO, t^GOO^
i 250000.
Pie^o de cada obrigacao 20j?000
Roga se 809 Srs. poasuidores de obrigacSes a virem recebe? os prsmios do tar-
ceiro sorte.o eflfectuaclo a 30 de Setembro ultimo, bem como os juros dos trimestres
vencidos no eacriptorio da CompanhiA a ra do Torre n. 42, !. andar.
Estas obr gacSes ac-ham-te a v&nda no? 83,-;aintes cstabcieoimAutos : Binco
Popu'ar a ru.i do Imperador n. 22, eni casa dos Srs. Martina Piusa & O, a r ia do
Crespo o 23
____.. .,________..........__________________.____--------------.-----------------i-----------------------,-----------------------
pavimento superior 2 janellas da frente,
l sala, 2 qaartos o 1 pequeo espaco que
s.re de cosinha,, em pessimo estado ava-
llado em oitocentca mil ris (80. $. OOj
para pagamento do que deve a mesma
Faaenda o Bario de oa.
O aobrado de 2 andares n. 24 sito a
roa da Companhia Pernambucana, media-
do de frente 4 metros e de fundo 16,
tendo o pavimento terreo urna pirte sem
Aviso
Jhnston Pater & comp.,
agentes da Red CrossLiae
o Steamers, partic.pam
aos recebeio-es da carga
que de New York e Balti-
more conduzia para este
porto o vapor Lisbonense
o qual por ordem superior
teve .ie seguir para a Iiha
Crande a fazer quaren'tena,
que le accordo com ins-
truc^oes recebidas d quella
companhia pr) e 1 rao a
co^ran^a de 50 .y sobre o
frete mencionado nos co-
nbeciraento, para fazer face
as des pez as da qu i rentera
em conformidade c m a-
clausulan dos memo o
ubeerre filos.
Julz') d>s Us 4a
Fazend .
Escrivao Costa Rochu
N-j di:i lldeNjvemb"j do correte oo
no e di-pois d aadeDOtv do S'- Dr. Ju?.
substitu) da Fazccda do Estado ser)
ovados a praya oa bees si'guintes :
A casa tarrea u. 4 sita a ra d >> Pea-
cdores e em terrero foreiio, msdiedo de
reate 5 metros e 10 ceotimetroa e da
modo 13 metros o 20 cvn'.ujetros g ;m
porta e jaelU io frente, 2 salas, ^3 qi^r
tos, Cuaba ( .-, peque: o qatnt.l aanio,
g; i ;ha propria o r.ifio intuir em s 1 <
bvaado em 8'. 00000 pata pagamento qoe deve a Faaenda do E-talo o B.ro de
Un a.
A casa t rre quarteis ( uyt Agcstinho B ztrra) modiu
do de freot 4 metros o 60 centmetros c
do fundo 12 metros e 39 centmetros, con;
porta e janella de frente, 2 s las, 2 cuar
tos, cosinha fra, pequeo quintal murado
com portao para o becs'o doa Patos e oa-
o'mba meieira, bvaliado em 1:2000000
para pagamento do que deve a meama fa-
aenda ao BarSo de Una.
O aobrado n. 16 sitv a travessa do Li-
vramento, me lindo de frente 3 metro e
50 centmetros e de fondo 9 metros e 85
centmetros, tendo o pavimento terreo
ama porta de frente tem repartimento, no
repartimento, o 1 andar 2 portaa de
frente com varanda de ferro, 2 salas, 2
quaitos ; o 2* andar 2 portas tambem de
frenta, 2 salas e 2 qaartos o por se acbar
arru.nado avaliado em l.CO $000 para
pagamento do qaa deve mesma Fazcnda
0 BarSo de Una.
A casa n. 11 tita a ra i Santa Rita
medindo de frente 2 metroa e 70 cent-
metros c de fundo 8 metros e 2 ceati-
metros c>m porta e janella de frente, 2
sal'-B, l qnarto, cosicha fora, 1 pequeo
espco ue serve de quintal ea rco es-
tado avaliado em 7CO0OOO para pagamen-
to do que dsvo mesma Faaenda Domin
gos Ait .ees Vll&5a.
A casa n. 40 sita a ra de S. Jos
medii'do da frente 3 metras e 55 cict'm-
trosn de tundo 10 metros e 5o ceatime
tros, com porta o janella de frenta, 2
sala, 2 qiiajt.os pequeos e cosinha forc,
avaj en !.0Oj00J para pagamento
(n n'-' "'* A rosenr. F.z-t\d. llodoel
,'. .; a :-.. > '
I :.-,.. indo
3 metros c bJ cci.ti. etrta <; de
i iros o 26 caotmetrs, t.;..do
o j-ti. lh. ds (renta, 2 uslaa, 2 a tar-
oovoImi o quintal jer^enos era mo
-:s 'Jo rvvaliadi em 5000000 p^.ra piga-
ieutj do que de va n ;;u;3 F-z nd: os
menores Paulino e A >nio frioi de Jo
Joaquira A. Quedes.
A casa n. le ru* :. Camirao fregoe-
ziadaB-a Vista indo d-j frente 3
metros e 10 Cu* ootros o de fondo <
metros e 6 e^iti- j -s, com 2-- port.a de
frente ivid; I .^ ea 2 c-.-mpartimeutos,
sendo l para cad* pprta, tecdo no I*do
bsqn^-rdo 1 purta pred-oa da. iaa da Iaperatriz em ni ci
t Ij em 1O0OOJ p-r.i p guien-o do q ic
i a meama (senda Luis da Silva Fer-
r i-a.
A c -Sida taipa n. 8 5, sit< na estrada
Roa! i-. Torre, ccidrdj 0 '-etros e 70
centmetros de oompricaeoto 5 metros e
40 centmetro b de largara, i janella de frente, 3 salas, 3 quartos,
cosinha interna e quintal em aberto ava-
1 ada em cent) e oitenta mil rea (1800)
para pagamento do que deve a mesma
tazeada H reulano Jo.- de Alieluia.
Cio meia aguas sU a travessa do
Payssand medindo de frente, 3 netroa e
15 centmetros da fundo, 5 metros 58
ceotimetroa cada urna, com 1 porta de
frente, 1 sala e 1 qua-to, sendo que a
primeira est oom a parede de fundo de-
molida, avahada! por 2500 para pagamen.
to do qne deve a mesma faaenda Joi
Firmo Xavier.
2 meia aguas ns. 5 e sitas no becco
da Cacimba aos Praseres, f regueaia d
Boa Vista as qnaes ato de tijolloa medindo
cada ama 2 metros e 90 centmetros de
frente o de fondo 5 metros, tendo de
frente 1 porta, 1 sal. e 1 qnarto avahadas
por 2201000 para pagamento do que deve
a mesma faaenda Carolina Maria da Gon-
ce i cao.
A moa agua asm num ro sita a roa do
pedre Munii, medindo de frente 3 metros
e 11 centmetros e de fundo 10 metros e
5 centmetros, oom 1 porta de (rente, 1
quarto e 1 salla em mo eatado avahada
em 3000000 para pagamento do que devo
a meama faieuda a irmandade de Santa
Rita.
Urna armacao de amarello, balcSo da
misma madeira, 1 torno de peso, 1 baUn-
c- de conchas de metal, tudo em mo es-
ta ;o, existente a rus. do Mutocolomb
a. ol sin fogados avahados por 3CO0
para pagamento do qao deve a meama (a
zenda Antonio Francisco da Cost .
Reeife, 20 de Oatubro de 1892.
O solicitador da faaenda.
Tranquilino dos Santos Castalio Branco.
Pernambuco Powdre
Factory
Cnamada de capital
De ordem da directora, convido os senhores
j -c-onisias desia companbia a fazerem at o dia
15 de Novembro prximo, na do Comnfercio
o. 4 a qoartu entrada de capital, na razo de 20
0/0 oo 40 poi accao, ianJo asslm completos
?s 73 0/0 a ace sr referem 03 nossos estatutos.
Becife, 20 le Ootbro de 189
A. J. BarDOt-a Vianna,
__________________Secretario._____
C< mpanhia F^bricrs de Es-
topa
Os a-ciooistas sa.- convidados a fazerem at o
lia lo de Sovembro a 6* ntrala na razao de 10
JjO sobra o capital oa 200C0 por accao do B; n
:o c Pernambuco.
Recite. 15 de Outobro de 1892.
TbomazC. Griflb,
Director secretario
GoepaaMa Exp orado a de Pro-
dados calcados
Os Srs accionistas sao convidados a realisarem
i quilla entr-aa do capal social na razo de
10 0,'o cu 20/ por ac o, no escriptorio da Com
panbia, sito aocaes do Apello n. 73, dentro do
iraso de 30 das, contados desta data.
Recite, SO de Oatubro de 1892.
J. Cardoso Ayres,
servindo de secretario.
Companhia
Serrara Fernasibicaih
8fto conv ado o? senbor-'.s accioni-tas a rea-
Iisarpai o q: .-ta entrada, a razj de 10 0 ou
20/COO por carta ar-gao, at o rti3 15 de Njv;m-
D'O. ~ua de Vi-rio o 7.
Recite, 29 de Outabro de 1892.
Alvaro P:nto Alvos,
Director secretario.
Jos Elidi Domingues Caruiro, Ia, 2',
3, 6*, 8, calligraphia e msica.
Affjnao dos Rjia Martina Ribeiro, 1*, 2a,
3, (.*, 8, calligraphia e musi.
Jos Caesiano da Silva, l, 2', 3, 6*
calligraphia.
Jos Rodrigues de Lima, 1, 2, 3, 8*,
calligraphia e msica.
Olavo Joaqaim de Saut'Anna, calligrap&ia
e muaioa.
Elpidio da Crua Ribeiro, 1, 2, 3, 9,
8a, calligraphia e mosioa.
Flaviano Martina Vianna, 1, 2, 3*, %
calligraphia e muaioa.
Pedro de Alcntara da Costa Lima, t,
e 6.
Elysio Ferreira Martina Ribeiro, 3 e 6.
Autonio R bebo de Araoio, 2* e 3*.
Antonio Argemiro da Cruz Ribeiro, l\
2a, 3a, 6a, 6a, calligraphia e msica.
Blysa Roza Pereira da Cuaha,
8a, calligraphia e marica.
Tertuliaa de Oliveira, Ia, 2a,
calligraphia e msica.
C cilla, Leocadia de MenJonca Siqneira,
Ia, 2a, 3a,
3-, 6, 8a.
das Merci Macdo ce Oliveira,
a, Sa, 6a, 8a, calligraphia e mu-
Sjuto Maior, Ia, 2a
Mara
sica.
Adelaida da Cunha
3a, 6a, 8', calligrapha e msica.
Claudia* Persra de Mello, 1, 2a, 3a, 6a,
8a, calligraphia e msica.
Ztlmira Ln.odegiria de Soasa Cavban-
te, 2a.
Anna Virtuosa de Hollanda Martina, 1,
2a, 3a, 6a, 8', calligraphia e mgica.
Antonia Jophelina orreia de Albuquer-
que, Ia, 2a, 3a e 6*.
Auna Digna Pereira Machado, l, 2a, 3a,
6a, 8a, calligraphia e msica.
Maria das Neves Libania de Sonza, Ia,
2, 3*. 6a e 8*.
Adela ide Ismenia Nunes da Silva, 2a, 3a
6a, 8a, calligraphia e musea.
Julia Germana Ribeiro, Ia, 6", 8a, calli-
graphia.
Maria Francisca Spencer Netto, 2a, 3
e6a.
Lup cia Candida Regu ira Duarte, 2a, 3*,
6a, 8a, calligraphia e msica.
Maria Amalia de Azevedo Coatnho, 2*
e 6.
Qabriella dara das Neves, 2, 3a a 8*.
Alexandrina Maria da ConceicSo, Ia, 0j
8a, calligraphia e msica.
Clotilde M ih de Lacerda Cavalcante, Ia,
2a, 3a, 6a, 8, calligraphia e msica.
Elvira Marques G n,alvee di Fonseca, Ia,
3a, 8a, calligraph a e msica.
Rosalina Maria da ConceicSo, Ia, -, 3a,
6a, 8a, calligraphia e masica.
Maria Jos da Costa Carvalho, 2a, 3a, 6a,
8a a masica.
aria Isabel Ferreira Leite, 1*
M
6a, 8a, calligraphia e masica.
2>, 3a,
Comj anhia
[ ^dustriitl e Commercio de
Estiva
N fscriplorio e;' companhia. a roa de
Amo -i::; p. 58, psga se o primeiro dividendo i
dzro de 2 or accao, oo si j m (0 O/o na pro
porcao d> valor r3alisaJo.
Recirt;. 18 de Outobro de 189i __
Companb a Refinadora Mer \
'caatil aa-sisucareia
Quinta chamada
De accordo com o que dispO.: O art. 5 do? es
atatas (testa companhia, sao cor vidados os 3e
jr.r3 accionistas c reilisaren a aexSa utraiti
lobre o capital, razao de 10 O/o ou tOJ pot
jccSj, al o da 15 do pnximo Noveabro, daf
10 oras da maubi k 3 a tarde, no caes te Ca.
Mbaribe, casas ns. 54 e 56.
Recite, II de Ou.ubro de 1892.
Francisco Faustino de Brito,
__________ Presidente.
Faculdade de Direito
De boj 3 at 14 do corrente, achm-se
abortas na secretaria da Faculdade, as
inscripcSej para os exames doa cursos de
sciencias sociaes, juridicis e notariado.
\rseQal de Guerra
COSTURAS
De ordem do Illm. Sr. major director,
dec!->ra-33 s pessoas que quizerem rece
ber costuras no anno de 1893 que devem
redir, directora par* serem matrcula
das, em requerment) acompanh-ido de
caita de fianca, firmada por pessia id-
nea e apresent.ida at 15 de Dezembro
prximo futuro, secretaria dsste Ar
seal.
Previne se que as actaass matriculas
tmente vlgoraro ^t 31 de Dezembro
desto anno
Seeretsm do Arenal d-i Guerra de
PsrasHcba 31 da Ouiubr..
Jj. Fraoc-iatto Ribeifj Machada,
S:j.-.-t<.r o.
COMPANHIA-
cfenst d. Paoifica^ao
I;- :; ico:'-;'U -3 :vi sai u':.. i .- uompra d (ari;:;a para sal un
ea a fO das, pena d i sl.vid
ccloaa^os pul rete'va atgrrn*
e;re,3 de Outcfcro .;e 1S92
O >e re^ri.T,
I. li G. Frsn
focla Mii de fera^altei
Eximes airatiaes
D: cvii--. dj Sr Dr. direct.r !o3t*
Es.- '-. u QiMiforme a daberacao i. Co>
gr.;i5lo de luje, scoutificJ a qo-im in-
teossar, que os csa-uvi em to.s >.i ca-
doiras dos ttei aonoa do c-?q cf*o *>
de na breo c>m o u-io ae a ha e>tr.;.i;do
ros ares. "9 i 4S d-i re^u amiat> e 27
de O.a'urj de 1887 co r.egand no d!a
3 de N;V)>nb.-j s 10 tor* f. maahS,
re!ss pr.vas ecripta3.
Sj c'.i-nadoi a prest .1 os es elaro'ioa
mestrea ab.iixo mouoioaad< s :
1* ANNO
Se astiSo FabiSo do Amaral e S Iva, Ia,
2a, 3a, 6a, 8, calligraphia e masica.
Jos Felicio do O.ivoira, 1', 2a, 3a, 6a,
8a, ca'graphia e msica.
Manoel Estanialau Pires de Soua \, Ia, 2*,
3, 6a, 8a, calligraphia e muca.
Arthur Augusto do Amaral, Ia e 3'
Franeiaco de Paula Pinto, 1*, 2a e 6*.
Francisco Augusto Alves, 1*, 2>, 3a, 8a,
calligraphia e masica.
Antonio Gui herme Baptista Fundado/,
Ia, 2*, 3, 8a, c*lligrphi e ansio*.
Estirar Alioe dos Santos, Ia, 2a, 3a, 6a,
8a, calligraphia e musicr.
Zulmira Pautilla do Nascimento Lyr i,mu-
sica.
Guilhermina Felicissima Alvares dos Pra-
zeres, Ia, 2a e 6a.
H )oorina Porto Machado, 8a e cal'igr-
phia.
Ieabel Candida de Figueiredo Pesada, -Ia,
3', calligraphia e msica.
Ameba Cegarra de Almeida, 2a e 3a.
Maria P.urfn'a Crreia, Ia, 2a, 3a, fia, 8a,
calligraphia e masica.
Anta Coutinho de Oliveira GaimarSes, Ia,
2a, 2a, 6a, 8*. calligraphia e masica.
inja WtJdetruiea Alves de Carvalho, Ia,
'a, 8.a, cfcigrapbia e mnsica.
Emi O hil>?. Pereira Bastas, 2a e 6a.
Me na Amo):?. Peeira da Mctta, Ia, 8a,
calligrepbia e muaioa.
Maria Olindina LeSo Cordeiro de Freitas,
2a, 3a a 6".
Ia, 2a, 3a,
Thereza Eadoza da Silva,
calligraphia e masica.
Possidonia R za Machado, 2", 3a e 6a.
Margarida Amelia de Moraes e Silva, Ia,
2a, 3-, 8*, calligraphia e msica.
Joanna Leopoldina da Cunha, calligraphia.
Josepha Hypolita de Castro, 1", 2a, 3',
6a, 8a, calligraphia e msica.
Maria Ursulina Pereira, mnsica.
Elysa urea Mouteiro, 8*.
M-.ria Emilia da Silva, 2a, 6a e 8a.
Bernardina dos Reis Spindola, Ia, 2a, 3a,
8a, calligraphia e masica.
Joaqono Claudina de Almeida, Ia, i*, 6a,
t ,8a, calligraphia e msica.
Laura d'Assumpc?o Quaresma, Ia, cilli-
graphia e mu8cs.
tlaria da Conceigaj Machado de Mea-
don$s, 8a.
fvfuria das Dores Quaresma, calligr.ph.;
e msica.
Joanna Njpomucena de H.dlanda, calli-
graphia e masica.
Maria Augusta do Cavmo, 3a, e Ca.
M \ria do Carmo Ferreira Brito, 2a, 3a
^ 6a
Melania do B.rro3 "errjra. 6.
Mana G.imes da Aoorim, 6a.
J aq iri-- de Me'.'o ordeiro, clgraphia
e msica.
2o ANNO
Jut .'sUnis bu da Cnohi, 3'-, 6a e 7a.
Loia M.xmj Pereiru da Araujo, 2a 5",
6a a 7a
Jo3> de Barros C r.cii de Araajo, 2a, 3
5a, 6a, e 7 a.
Jos Antonio de Miranda,
desecho.
Fanos o Oaraoiolo d;3 S.safos, 2a, 5a, 6a,
e 73.
J,ao B.-esan', Netto, 1% ;>, 3*. 5a fia a
7a. doso ;bo.
Miguel A-g-nairo Fritos* Bekeafe'd, Ia,
2a 3a, 55, 6a e 7, de^cubo
Hy.'ino Spioaola Cjsta Bello, Ia, 2*, 3,
5a, C o 7a, derer.h)
Aotjr.o N -.os di Barrj3 Correa, Ia, 2*,
:>
Ia, 2a, 6a e 7%
3a. 5a, C1 o 7a.
I, 2a 3a,
5a, 6a 9
Jos X.ver Ooelho
7*. deaeiiho
JoSo Kpitffsaaio do Almeida Cavaloaite,
Ia, a, 3% 5^ 6a e 7a, daaenho.
Maria Eutrop a d.i Mendog Siqueira,
1, 2a, 3a, 5 a 7 a.
Mam Amelia de Mondonga F .rtado, Ia,
2a, 3a, 5a, 6a a V.
Julia Silvina Jo39pha de Souzai Ia, 2a/
", Ca a 6a.
Ms-ria Amelia de Oliveira, Ia, 2a, 5a, 5
e 6a, desenho.
M*ra Jos da Costa, Ia, 2 3, 6a, 6
e 7a.
Eutbalia Maria das MercSs Cras, Ia, 2>,
3a, 5a, 6a e 7.
Maria do Carmo da S.lv* S.ntiago, Ia, 2*
3a, 5, 6a e 7a, desenho.
f

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s


Diario de Perna-^bueo Sexta-reira 4 Ro, Alexandrio Cwc, 1*, 2, 3"* 5''
6a 7a, desenho.
Alexandrina Mendei Lopes do Mondonga,
1, 2a, 3*, 5a e 7*, deaenh.
Adriana Mara Ptreir do Souro, !a, 2,
3, 5, 6 o 7a, deaeoho.
Elvira Mara da CmceicSo. i*. 2a, 3a, 5a,
6a o 7a, deaenho.
Philomona Alvos de 8ooa, -1, 2a, 3a, 5a,
6a o 7.
3o ANNO
Jlo Valente da Crea Jnior, 2a, 4a, 5a,
7a e 8a, muBica.
Jwianoo da Mallo Vioira, 2a, 4a, 5a, 7a
e 8a. msica.
Olavo Simplicio do Fonseoa Almeida, 2*,
4a. 5a, 7a e 8a, msica.
Carlota da Crua R beiro, 2a, 4a, 5a. 7a, e
8a, msica.
Alce Poreira da Caoba, La, 4a, 5a, 7a, e
6a, msica.
L lia de D.-ummond, 2a, 4a, a, 7a e a,
msica.
Qetrades Aires Ferreira, 2a. 4a, 5a, 7a,
e 8a, msica.
Mathildo de Aaevado Villarouco, 2a, 4a,
5a 7a e 8a, msica,
Luisa do Azevedo Villarouco, 2a, 4a, 5a,
7a e 8a, msica.
Capitulina Tercila Dcia, 2a, Ia, 5, 7 e
8a, msica.
Zalmra Cibral, 2a, 4\ 5a, 7a e 8a, m-
sica. ,
Olindina Maria Lo5o Cordeiro do Freitas,
2a, 4a, 5a, 7a o 8a, msica.
Donata da Conceiclo o Silva, 2a, 4, 5a,
7a o 8a, msica.
Emilia Ferreira da Cuaba, 2a, 4', 5*, 7a
e 8a, msica.
Anua Placida Pessoa do Paai, 2a, 4' '*,
7a e 8', msica.
Julia Soaros Ferreira, 2". 4a, 6-, 7a e oa,
msica.
Beliza Ferreira da Silva Araujo, 2a, 4a,
5a, 7a e 8*, msica.
Neomisa RoBa Rodrigues BeirSo, 2', 4a,
5a, 7a e 8a, msica.
Maria Rodrigues Barbosa, 2a, 4a, 5, 7a
o 8a, msica.
Adelina Adalgiaa Alves da Guarda, 2a, 4a
CHARGERS REUNS
CoMpaahl* Fra
Navegado vapor
Liona quinsenal entre o Havre, Lisboa,
Pornambuco. Baha, Rio de Janeiro o
Santos.
O vapor Colombia
Commandante Viel
E' esperado da Europa at o
dia .5 do Nooembro, seguindo
idepois da demora necessaria
para a
Bahia, Rio de Janeiro o Santo
Este vapor entrar oo porto
Koga-se ato srs. importadores ae carga pelee
raporee desta linba. qaeiram ^presentar dentro
le 6 das, a contar do da descarga das slvaren
,i3 qualqoer reclamacao coaceraente a volumea
]ue porventura teniam seguido para os porto:
lo sul, afim de se poderem dar a- te Jipo as pro-
cidencias necessarias.
Expirado o referido praxo a companbia n*r
jo responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageiros,
para os quae? tem escellentes accommodacoes
t tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9RA DO COMMERCIO9
"a, 7a e 8a. msica.
Maria Serapbina de Moli, 2a, S'a, Ea, 7a
e 8a, ausica.
Secretaria da Escola Normal do Reci-
fe, 31 de Outubro de 1822.
O secretario,
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
S- M.
lio
Bi?m Suc-
cesso
De ordem do nm irmo director, convido a
todos o seDhoref asocia io3. paia no doaiing
6 do corrente, as !0 boras da manb, reunirem
te em se:s5o de assembli eral, em nossa bde
ra Duque de Caxias n. 37, 1- andar, afim de
proceder fe a i leigao para a nova adminis ra-
j*ao do anco vindooro.
O 1- secre'ario.
Joa di Silva Saralva.
Monte Po ^or?D?n;z
Scif rtifica se co~ fenbores socics, que o Ilim.
Sr. Dr Erxiedio Montenegro o dioicocon'ra
ladj para o servjco medico. Ccn ullcrio ra
Bario da Victoria.
MARTIMOS
AVISO
H.nrv Forster & C. agentes da U. S. & B. M
S. S C. participam bob recebedores da carga que
de N w York cooduzir para ette porto o vapoi
americano Vigilancia o qual por ordem supe
rior leve de seguir para a liba Grande a fazer
quarenteca, que de accordo com instrucc.oes re
cebidas dsquella companbia procedero a co
Branca de 50 /, sob'e o frete mencionado nof
coobecimeatos para faze" face as despezas da
quarantena, em conformidade com as clausulan
des mtsmos conbecimentop.
lala Real Portugoeza
O paquete
Rei de Portugal
Commandaote Augusto Das Cura
E' esperado dos
pcrlos do sol at
o dia 8 de No
ivembro seguindo
'depois de indis
pen saV I demora p ra
S. Vicente, liba da Madeira e Lisboa
Para carga, passagens, encommendase di
aheiro a frete trata-se com os AGENTES.
O paquete Malange
E' esperado de
Lisboa at o da
191 do corrente,
este bem co'be-
cido paquete que seguir depois da iudispeosa-
vel demora para
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens encommendas e vilo
res trata se com os
AGENTES
Pereira Caroeiro i t
6RA DO COMMERCIO6
Io andar
;
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Li.rtig'.c
E' esparado des porto? do
enlat o dia
3 de XcTmbro de ISO
seguindo depois da demora tecesfcaria part
Bordean, com esc?la por
Dakar e Lisboa
te vapor lllumfn>do a lus
electrlen.
Previne-s alada aos -'rs. recebedores de mer-
caduras que i ae prender a rec laraacoes por
fal as, que forera reconliecida" na occasiPo a
descarga dos voiumes; e qce dealra ta 48 ho-
ras a 'ontar do dia da descarga daf a vareagae,
teverao fazer qualquer reclamacao coDc^raeij
tes a voiumes que porventura tealiam segnltio
d ra os portos do sul, alim de serem dadas <.
lempo as providerjcias necessarias.
Roga-se aos Srs. passngeiros de se aprsenla
rem na vespera da ebrgada do vapor para toma
rem as anas passagens.
Para carga, pasiagens, encommendas d?
auuiro a rete: trata-sn com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commoruo42
Roya] Mal Steai M 001-
m
O VAPOR
Magdalena
E' esperado dos portos do sul
at o dia d: Novembro se-
guindo depois da necessaria
.demora para
8. Tcente, Lisboa, vigo e Son
t iamp Rsducca de pat$agen$
14a '<-** o--
e.'L3boa 1 classo t 30 SO
1'Soathampton Ia clas?6 t S8 t u
Camarotes roservados para o passageiroa t
Pfnambuco.
Para passagens, freas, epcominendas, trata-F-
:oa os
A&ENTES
imorimlrraao4* & C
S.3R^a do Boa JessK. 8
No caso de baver alguma reclamacao contra
co apanina, por avaria ou perda. Uere ser telt<
por scripto ao agente-respectivo to porto o>
descarga, rtetteo de tr diassdepitis da final-
sala.
Nao procedendo esta formalidade a compinb:
a isenta de toda a responsabilidade.
?ara paasagisns. frates e oncummendu t?-
ta-ss com os ______
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
6mRua do Commarcia<~i6
' andar
Companbia Nacional de Salinas de
M ssor-As.sn
O vapor nacional
Ypanema
E' esperado do Rio de Ja
ueiro al o dia 8 deNovera-
L o segoindd depois da de-
mora nec-ssaria para
Rio de Janeiro ou Santos
Para carga e encommendas trata-se com o
AGENTE
jroSo Maria de Albuquerqne
OIlTelra
Ra do Commercio n. 14
Io andar ^
Ou com o corrector
A. B, Dallas
Na meama ra n. 8
The United States and Bra
zM, S. S. C.
O vapor Vigilancia
E' esuerado dos portos do Sul
alio dio 6 de Noerx,bro seguin-
, oi'j ('. Jemora indispensa
f para
Para, arbados, S Thomaz e New York
Para carga, passagens, encommendas c di
nhejro a frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster &. C.
8Rtia do Commercio8
Io aidar
Viagem
wm PiJiiiicaEi H Hi-
mti
direcia autos
O paquete Beberibe
Commandante 1 tenente Fabio Rio
Seguir para ob
portos cima in
cades no dia 1
le Novembro s
5 boras da tarde.
Recebe carga, encomwenda?, passagens e d-
nneiros a frete at i hora da tarde do da
7 de Novembro
ESCRIPT0RI0
Ao cae* da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia de Navegado Norte e
m
Vapor Irene
E' esperado dos
portos do sul im-
prete rivel ment e
no dia lOdo cor-
renle eregresssa-
r depois de pequea demora para o
Rio de Janeiro. Rio Gr nae do Sul, Pelo-
tas e Porto Alegre
Para carga, passagens, encommendas e di
nbeiro a frete trata se com 03
AGEN7E3
Pereira Carneiro & C.
6 RA DO COMMERCIO 6
1* andar
eecSo de navegacao
DA
SMP8EZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O paquete Olinda
Commandante o capitao de fragata Gui
lherme Waddington
E' esperado do
portos do sulrtf
dir 8 deNovem
bro guindode-
depois da demo
ra necejErrii", para
?~.r_hyba, Natal, Cear, AroarracSo, Ma
ranhlo, Para, Obidos, e Manos
As encommendas sero recebidas at i hon
ia larde do dia da sabida, ao trapiche Barbo?.
} do Corpa Santo o. i!.
Para passagens, carpa, encommendas e va
lores trata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete k lagoas
Comuird: uto A. F. da Silva
E* espirado de? portos do
nortate o dia i* de No
vembro seguido depois a
iodispenfavbl demora para
Haceio, Babia, Espirito-Santo e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Santo?. Canana, Igu. pe, Paranagu, Anto
nina, S. Francisco, ItajJiy. Santa Catbarina, Rio
Grande do Sel, .'dotase Porto-Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
no largo do Corpo Santo B. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a soa attenc&
ara a clausula 10* dos conhecimentos, que
cEILOES
Agente Burlainaqui
Leilao
Sexh-feira, \ de novembro
A's 11 horas
Na cfficioa de funilara a ra do Bom Je-
ss n. 10 e bem assim de um terreno na
ciibde de JaboatSo
Espolio do finado Marcolino Bento Jos
de Sonsa
O agente cima, por mandado e assistencia do
IUm. Sr. Dr juz sobstltuto da provedoria, vende
r em leilSo em um ou mais lotes os objecto fa
bricados na cesmi t fficina, machinas, diversas
ferramenta8 completas e muito-- ou'.r >s objectos
e um terreno com 60 palmos de frente e 90 de
fundo em Jaboa'.So do lado da estrada de ferro.
Garante re as chaves a quem comprar osuten
cilios da (fli ira. __________________^
Leilao
De bons movis de Jacaranda, de junco e ama-
r-I o e i nocas de eat> iras de c Constaadc de una solida oiabJia de Jacaranda
com epeiras de balance, tonclos e jardineira
com pedra' 1 espr'h) oval, escarradeirag, guar
da-vesildos de .mareilo, cama francesa de no-
gDeira. 1 marquesSo largo, 1 cama de ferro com
lastro de palioba a 1 cama para Guanea.
Urna mesa elstica de amare.lo de 3 taboas, 2
aparadores de cMnmna, 18 cadeiras de junco
com braembos, 6 citas -in>elias, I sof de jan
co. 1 cadei^a para n emno, 1 jU3rtlnbetra ce
am.relio, 10 ps de babas 1 copla, o talheres,
1 t-inchsntp, rc'be-esde metal, 1 bidet, 1 coma
dre de losea ( 2 pegas de esteirai de cor pa a
forro de salla.
fexa fera 4 do correle
A's 11 huras
Em Fernandea Vieira, casa terrea n. 14
O agente sriloa fara leilao por coma de urna
farr-iquASP retiren para fjra do Estado, d s
mcvej? e mais objecto existentes em dita cata.
Ao cor.er do marteJlo
O bonde da liaba de Feroaodes Vieira qae
partir dae.-ta;8o do Brum e 10,i4m. dar dub-
sagem grates ao concurrentes do leilao.
LetMo
De e^pelbos cranie3 ovae3 e quadrados, mobi
Has de janeo e de jcara rt, candieiros a gaz
carbnico e kerosene, va.os para Aires, qua-
dros e pl-o'as, e tapetes para forro de sala
e quartos.
A saber :
Urna mobilia de junco com 1 sof. 2 consolos,
2 cadeirasde br>cos e 12 de gnarnico, 1 espe
Iho oval doarado grande, 2 ditos menores, 4 di-
tos para consolos, vidro, bisante, i lastre a gaz,
3 venesiaBas 4 jarro de alabastro, 4 dhos para
flores, castices e mangas, 3 langas psra corti
nados, 6 pares de cortinados, cadeiras, espre
oicadeiras, 2 cadeiras de baianco.
Urna mobiiia de Jacaranda, mesa redonda
com pedra, 1 dita oval, tapetes de coco jarro de
sal.-'S, 8 cadeiras de jonco preto.
Urna cama francesa, 2 marquezGes 3 commo
das, 2 mesas de cama, 1 goarda-roupa com es
peino, 1 goarda-vestido duplo, 2 toilettes, 2 la-
vatorio s 2 cabides, 2 camas de ferro, 4 es >f lhoB,
4 cabides, 1 baobeiro grande e 24 cadeiras de
junco e pbantasia.
Urna mesa elistica, 1 aparador grande, 1
qua tinheira. 12 cadeiras de jonco branco, 2
mesas Cum podras, 1 lastre a gaz, 1 gaiola de
ferro para garrafas, frocteiras de a!abastro, lou-
ca, vidros, copos, clices, garrafas, compoteiras
e mais accessorios de casa de familia.
Sfcxta-feira, 4 de Novembro
tte Pinto
A geni
No segundo e terceiro anda.es do sobrado da
ra do Bom Jesos ti. 38
Em continuado
vende-a o mesmo agente :
Urna machina para lavar, i prensa e guarda
rcapa, 1 niibar, 1 selim, 1 silho, bacatelas, co-
bertores escuros inglezes bovcb, cognac em gar-
rafas, envelopes e papel, grades para escriptorio,
bancos e tahuas novas e seccas. ____________
Leilao
Da importante armacSo de amarello en
idr9ada e mercaderas da toja da ra
do Cabug o. 18.
Qrante-se a csi ao comprador da arma-
95o.
Sabbado, S do corrente
A's 11 hora
O agente Marlins vender em leilao a impr-
tame armacaode amarello, toda envidragada da
toja cima, bem como todas as mercaderas ex
istenie em dita loja para liquidar definitiva-
mente
AO CORRER DO MARTELLO
Leilao
De chapeos e capotas para
senhoras
Segundafeira 7 do corrente as 11 horas
Ne trmazem ra Marques de Olinda n.
48
0 agente Gusrrao aatonsado por um com
merciante desta pr?ca, tendo recebido de Pars,
um caixo com chpeos e capotas para Senhoras
sem qae tives3e pedido, resolveo vender em
leilao por coma e risco do remetentente deParis,
-cao modernos e estSo a disposico dos preten
denles e serSo vendidos om por um ou todos a
vontade dos compradores.
Em continua^o
94 Eepartilhos para senhoras.
iLeo
Dj ca-a de laipa raoJ rae sem construida co
berta e teib^BaUa w> brgo doSaoto Ama'o
das Salinas, frente para a estrada de ferro do
Limoelro n. 4 B. lenrto 34 palmo? de frente e
jgO ditos dt- fun lo, e i.ttcad, eai terreno pro-
prio ; e mais tai t^rrenoao lalo com 27 pal-
ibob de fren b t 250 ditos d^ fanlo. tt-ndo ana
cochia c.berta de teihas a-a bo s e esvul
los.
iegoodfa fe!'a 9 do corrente
As 1 1 horas
No a' maganta ra do Marguez de
Olinda n 48
O agente Gosm&o, aotorisado far leilao di
casa e terreno cima meociooados, podendo os
corrpradorea irem,exao)in.l os.
Leilao
De movis piano, eapelho, quadros, !ou-
cas o vidros.
Terca-f ira, 8 do corrale
A's 11 horas
Na casa sita *a ra da OniSo n 41
CONBrANDO:
De 1 mobilia de Jacaranda com 12 cadeiras
de guarnico, 4 diU9 de braco, 1 sof. 2cc.no
los coji pedra. 1 piano do fabrican e G Spel.
1 espelbo oval, 4 quadros. 2 can-eiras para k
rozene, 4 e'ag-ns 4 j rros, 2 escarradriras 1
tapete, 1 cama pan casal-. 1 lavatorio, 1 marque
zao largo, 4 ba:rai com gave as. 2 catides de
p", 1 cama para menino. 1 dita para cas.-1,1
cabide de columna. 1 mesa elstica de 4 tabeas.
1 guarda looc->, 1 app=r<:dor com pedra, t guar
da comida, 1 quaninhei'a de columna, 2 appa-
radores tornea ios, 12 caderas de junco, 1 reto
gio de pan-de, I Ua? para almeco e jamar, co
po, garrafas, calic*8, compoteiras gjleteiro.
talhtres, 1 sorveteira roT-ira, 1 m?nv-nera de
borracha, nwa de \i. e niuit03 cut'O?
cbjccto de cu'3 ii' fojilia.
O agente Gatt auiori.-ado pelo Illm. Sr.
coronel Serra Mlrtirs, qu^ reguo par i a capital
federal com fui Ex'i-. f.oi ha, f.rD leillo J.
objectos cima aencicna^os.
LeQo
Da importa, tej lvros da medicina
Terc.a-feia 8 do correte
A's II loras
Na casa k> ra d^ Ur.!*iO B. 41
Por occasiio do leilao de tcovf">, pianes e leu-
gas na residencia 'lo lllm. Sr corone. Serra Mar
POR INTERVENg\U DO AGSNTE
Gusrcao
Os abaixo assignados agentes da
Companhia Thd Jas Harrison de ac-
cordo com instruccOes recebidas da
mesma companhia participam aos re-
cebedores de carga pelo vapor inglez
Actoresperado da liba Grande que
lendo o dito vapor seguido para aquel-
lo Lazareto, em consequencia da inti-
macao que recebeu por occasiao de sua
chegada neste porlo em 26 do mez
passado procedero a cobranca de mais
50 .1- sobre o frete exarado nos respec-
tivos conhecimentos, afim de occorrer
as despezas de quarenteoa de accordo
com as clausulas dos conhecimentos.
Recite, 3 de Novembro de 1892.
Blackburn Needham & C.
t
Carlota de Albnqnerqne
Miranda
Geminiaoo Augusto de Miraoea, sns Albas,
mai, lrmios e demais parantes, ,-gradeeem de
corsco a todos aquelles que lb^ foram obse-
quiosos dorinte a molest.a da su querida eppo-
sa, Carlota de Alnqoerqne Miraada, .Qi, lilba,
era, canhada e parenta, e ao- que a acompa-
nbaram ultima morada ; e & novo os convi-
dara para ae missaa de saffrsgi-> que mandam
rezar no dia 7, s 8 boras da minh, na malrii
do Cepo Santo do Recife.
Ama
AVISOS DIVERSOS
AMA. Precisa fe tierna b'ia coslontirao
a tratar oo pa'. o di Ccrpo Santo n. 17, tercelre
andar.
Aiugi-se j2 andar ;.j cebrado da ra
BanfiCu n 7- cnu i ,3, Ij-nior.'Or
terreo,h limpo, p-oi..r;o pira peqsena faaiila ou
m.">co? soltei'i q i idir neste atae-
oo arr..bilde; a tratar def otile o. 6.
Vende-se cu aamiue te utn focio rom ra
pital, o e8'.ubele;imeii'.o de molnados, sito rui
do Hangel n. 33 ; a r :. nu awasM. _____
Pri cisa-se t:e deis criadas ; nj pat-o do
Terco n 10, 1 andar._______________
Vende > a laqsrca fila nj becco do Sl-
risco o. 0; qo-?:> prel n e- dirija te i me;ma.
rattchdes de srua-
rello
Compra-s ca roa rtj Bom Jeus n. 42, ri
metro ander, pree bes esinwello de boa qua-
lir'idc
Arm-i^o
%nde se atn armario envidracada, prepria
pr.ra D'Odesas 'U flirica de cierros ; m ru:
da fmp'Tv.iriz r. 78. Ir>ja.
libo e'ormiar pira cafe
Vende sv um em trom estado ; na ra *o Pa-
dre Moniz n. 61. __________^^__
Yende-se
O hotel do largo do Mercado n. 27 ; a tratar
no mesmo.
Aluga-se
A casa com ih ;i*a, sitio, na roa do commen
dador Joaquim Pelippe n. 2, em Fernuidtts Viei
ra ; a tratar no s.ijn eontiego n. 7.
Criado
Piv. iia-se de om aria do ; na nh3rma2ia Fer
ret'a, Praca Maciel Pinbeiro n. 19 (Boa Vista
Escr. vente
Preci8a-6 d tiaia pesvoa rom boa leHra e
pratica de escjripxuraso, para fnzer os aoiilia
res de amu can t* grosso se?ta c:dsde, corres
pondencia, tc.: a talar na ia,. da Aurora 1M,
pela mjfih.
Quem ach u
Um aiBaete de onro pic gravata, tendo am
coral circulado da pequeos d amstrtM. perdido
na nunte de i do corie. te, eos Daos lamaos
roa Formosa, quira ler o etpefial obsqoio de
o levar ra ra Flo.en'iaa n. 20 uu roa da Ami
zade d. 26 (Gapuoga) que svr gratificado ecm o
valor do me?mo.
AVISO
Henry "orster e C. agen-
res da Austrian Lloyds Stean
Navigation Company par-
ticipam aos recebedores de
carga ^ue de Trieste con-
cjizia para este porto n
vapor austrisco Polluci o
qual por ordem superior
te ve de seguir para a liba
Grande afzer qmrentena
que de accordo com in-
sruc la companhia procedero
a tobr nga (!e 50 fo so-
bre o frete mencionado nos
co- hecimentos para fazer
face as despezas da qua-
rentena, em conf) midade
com as clausulas dos mes-
mos conhecimentos.
Papis para forzar
Sala-1, qu raes e corredores, franrezes, ingle-
zes e naconaes, a p e;' s f ;d competeo:la. "
GRANUli ORPOSrfO
L v.-.ria Contempcram roa l- de Marco
cunto 2.
Precisa se de ama ama idosa pan cosinbar,
comprar e fazer mais algam servico para casa
de duss p ssoas ; na ra da Imserainz n. 24,
primeiro andar.
Ama
Precisa-ee de urna ama ; na Camba do Gar-
mo n. 28, i- andar.
Amas
Precisa-se de doas amas, urna para coeinhar
e ootra para sala ; a tratar na toa Burao da
Victoria n. 4i, 3- andar.
Ama
CoBinbeira, precisa-se de ama : na ras Daqae
de Caxias n. 13, loja,
Olioda
AlrR-(-.-': nos Mi' e-i? ::ig'- epim: casa para
qu m p-c.-a de I anos % 'ios por trrm;nar
o quintal pala o .."" ; u (ritar na adelra do
Vi.-.-'.'UO n. 9.
Caixeiro
Aluga-se
A casi d. 16, com soa, ra roa Capilo Lime,
a tratar i a raa Mrquez de Olinda o 8, Ir.hogra-
pbia.
Para buhares
o
Pannos no^r* por prego baralt-fimo: 32, ra
do Amarim, Io andar.
Com urgencia
No becco dos F costurer; sbabili'a-- itaras deEcnbora.
Babador bordados
Mo-bados do vapor Santa F, estreitos e
mu'.to largos
Vende-se
a 200, 300, 400 e 00 r?. a pega ca loja das
Ltsi-aa Aj.u-s, ru Doqoe da G=xias o. 61.
~SOlFreT-"
>'ovida^c
Recitemos grande porgan de tijolo-i de do~e
de goiba. que venJf moa ora por 00 rs. ; a
ra ostrt-ita oo Bpssrio n. 9,
P'H s G.
Casa em Olinda
Alaga se a de n. 29 ra de Boam, con
bon? commodcs para grande faioiiia; a traar d-
teima. oo n : ma > Apilo n. 8. t an |ar
Precisa re te um ca.x'-iro com bastante pra
tiea de gr~sso e ret/Jio, e pga se bom crdena
do : qjj-m M juuar baoifitPo dirija se re-
Mrquez do Horv-1 d. 29, otfreceadu fiador a
sua cantujta.__________________
Ao commercio
O abaixo issiiroado, licuidatario da Arma Car
valbo* Alvim, do estabelecimento denominado
Progreseo N jvo (Capung), julga nada dever da
extiocta firma i pcrtaDto, quem se jolgar credor
qoeira apre^miar 8 > co praso de tres das, na
roa larga do Ne-sar.o n. *S
BcMfe. 31 de Ootubra de 1892
Jo.s Joaqnim de Carvalbo.
Co-inheira
Precisa se de urna coMnhe;ra : cm Ferasodes
Vie.ra n. 7 sitio, '-asi de azuleo amarello.
Taverna
Vende-se a la vena i Praga de Maciel Pinbeiro
o. 6 ; a tratar na n.e Acucar refinado
Em tace dos prego* do genero em rama vigo-
ram as segniotee cogO-s de boje em diante :
Especial 7*600 e 560 o k'lo.
! so-te -r 7*000 e 820 o kilo.
2' son 5*800 t 440 o k o.
31 .0-p i^joo e 320 o kilo.
Rscife, 1- de Novembro de 1892.
Attencjo
Os predios do BarSo de una, qoe vo prsga
sao lluviosos por tiypotbeoa e sequestro regis-
trados em 1869, qoe nes termos do decreto n
848, de 18P0, prefere por ser anterior a divida
fiscal.
Aluga-se
A exceente c si c:m afjua e gsz, perlo des
banhs, cm Olibdi, na ra Sete de Setembro,
aito iie S. Prdro Novo o 4. acabaCa agora
aicsmo de recoatfHrir se, de novo pintada,
prorspa para passar a f^st* ; quem pretender,
apirijase tratar na ua do Commercio n. 26.
Fa inha barata
Vende se no U rgo do mercado n. 12, a 40C
rs. a caa, em saceos brancos a 5*200 com 42
kilos.______ ; '______
Inexgotavel e sorpreiiendcnte
Gceccso cc^mbraias brancas e de cores o
CUHOKJrJSSO DaS DAMAS
8 c 10Ra do Cabng-8 e 10
Declaraco
Teodo-se destncaiai;,hjdo a apolice da divida
"oblca son o n. 181666 ao valor nominal de
1:000* de joros de 5 O/o emiltida em 1869, fago
:en:e declaraco d:? confirmid.de com o
irtigo 108 do re^ulamento da caixa de amorti-
jgc, puraque pela epartigc competente me
^eja eovi-ida nova apolice.
Recife, l ce Outubro ce 1891.Francisco Oc-
liviano de Arroda Cmara.
Criado
Precia-ee de cm criado qos eotenda de co-
peiro ; na ra do Bom Jcus n. 4, escriptorio.
Al
uga-se
Na Paixa Verde n. 7 (Gsponga), um sitio com
vivei.-a de peixes, grande urque de cimento
para baubo e lavageuj de roupa, cacimba de boa
Bgea, aTv, re3 de fructo. cma boa ca a toda cir-
cnl; da de po taa e janellis, na ioete, atlas,
quartos. co:.nb, externa c quartos para criados,
,'ou po'tfies, iardim. etc ; a tratar na Pbarma
ci.i F.-Hn(: n 25. Barao da Victoria.________
Prev n Os senbres l-gi.tJ8 neo devem comprar pa-
pel te embrulbo, liso e de cores sem visiiar a
Papelera Americana
DE
Hugo le Yas(on 79R".a do imperador79
Ama
Precisa-re de ama ama para lavar e eogom-
mar ; na roa da Dlengo n. 17.
Ama
Precisa se de ama ama para co i: ha'; na roa
do Apollo n. 21.
Ama
Precisase de cma ama para co ieber; na raa
Mrquez de Olinda n. 56. loja de ferrapens.
Amas
Precisa se de dnas amfs. umo pnr- tratar de
criangas e ootra para cosinbar, prefere se de
meia idade, paga-se bem ; a tra'ar ca ra do
Livramento n 1, sobrado.
Ama
Precisare de orna ama p ra la-ar e engom-
mar j na ra de Pedro Affcn-o n. 5'J, seg.ndo
andar.
&
Precisa se de am: ama qoe Faiba bem cosi-
nbar ; na ras da Intendencia r. 19 (aofga rea
do Aialbc).
Ama de eosiitha
Precisa se de urna aue cosmbe bem enao saia
a roa, para csaa 'le familia ca Casa Forte ; -.
tratar na ra do Cabug n. 14, de meio dia at
2 hora?.____________________________________
ama
Precisa se de oa ama ; ca ru? da Crc'eia n.
10, 1 andar.

Prec'sa-se de DJM ama qoe saiba i-oc,nhar e
comprar ; ua roa da Imperairiz n 83. s-gjndo
andar.
All
as
Precisa se de drrs auias, frn.'o um" para co
sinhar e outra para engGmmar, ene ormam em
casa 003 pair:8 ; ni rus. ISovx n. 52, segundo
andar.
Ama
Precisa-se de urna ama oa-aandar com cian-
eas ; a tratar na rea da Imperatriz d. 23, pri-
meiro andar. ______
Amas
Precisa se de daas amas,
msr e outra para cosinbar;
segn.o andar.
orna para engom-
na roa Nova n. 7,
I ompram
GuimarSes Vleme comprara os seguintes
gneros :
Mtlho.
Farioba de ovndioca.
Feij&o molatlnho.
Diiu preto.
Carogo de algodao.
Sement de mamona.
4 e 6Largo do Corpo Santo- 4 e 6.
Botija
o
Compra-fe bclijOes de genebra Fokink : na
abnca de vinagre de Joo Ferreira da Costa,
roa da Madre de Deus n. 10, a 503 rs. cada
orna.
Aviso
Antonio MeUo & C. participam a seos amigos
e fregu:es que modaram o seo estabelecimento
de molbadcs denominado- Torre E Be::da roa
Mrquez de Olinda n. 27, para a mesma rea a.
30, onde esperam contincar a merecer cerj
respeitaveis ordens, as qaaes sero fielmtan
execntadns.___________^________
Congresso das Damas
8 e 10 Raa do Cabug8 e 10
CARVALHO A ALMEIDA
Modas e cenfecces
_____Tdephoae-496_______
Exames de prepararoris
Arithmetica de Trajano, livres e grammatics
de J0S0 Ribeiro. grammaca alema, francesa,
etc. encontra se na
PAPELARIA AMERICANA
Que tem um completo sortimeoto de livros de
instroccSo primaria e secundaria, livros em
braoco para significado?,' notas, etc.
Ra do Impeadr n. 79
Todos os artigos
mensemenios
Escontram se no
CONGRESSO DAS DAMAS
__________10-Roa do Cibat-8e 10
Visita?, leques e rendas
Gaa.nigSes de vidrliho?, ga'Ots abmares de
seda e com tidrllbos, tlumas navidades,
Reeeb u o
C0NQREB6O DAS DAMAS
8 e 10 Roa Jo Cabn^-d8 e 10____
Cortes de l bord-tns aseda
Vende-se
25*000, 30000, 35*000 cao a um, no
Congresso das Damas
8 e 10-Rua do Caboga8 e 10_____
Moedas brasileiras
Compra-se de 500 rs., 1*000, 200o uu centra
da moeda na roa do Cabug n. 9, loja de Al
gasto de Reg.
para
ho-
I
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gJWi.!.-.1
-*??
M
Pari He PwtianilHlc
-*---------------------------
Sexta-ffeira 4 de Novembro de 1898
1? AUGMENTA d
< H i> * PERFUMA *
- Casa HERIABI-UCHAPELLE. J- BOULET CfS"
4 31 99, Ru BtlMd, P1WI ^ -.
4 ICt&alaaa Ollt, xpoi. Univ. 1899, Oral d* Lsffiio U MM, UN
APPARELHOS CONTINUOS
SIPHES
con Br1 j Pequea
Alataao*.
Vende se a presos
sem competencia:
Alfa la fresea e su-
perior (pequeos far
din los),
(al brinca da Ba-
hia (nova eem saceos)
Phosphoros Joko-
pii!g" (em caixiahas
p quenas proprio
p:sra famantes).
A tratar no largo
do Corpo Santo n.
23, anlar.
ESPECFICOS
id i i: mb
Or. HuffljAffifS de Nova York.
' \ ida PM Drogsi ia- c l'hur-
ui pri tclpaesc uu gtmoufdM tijuno.
iiUA
t ;! :-i-*:, Concr^ro, Ii.ilainr.iacSes............
i i'olicu causa lis por Li-iititr.'^as...
I .!*!;;:<. Choro e i>.sfminiada.sCrianc*4... ..
:. IJi. < ,<> do CrlnQ^1^ eAnaltos...........,
"- '-. ?rODi*r 9 to Barriga, CoUcatilloia
. :.w,-nr\9 CoJera-Morbo, Vmitos...........
i>ni-, CoiiBipai;iio, KouquuMo, lin mchite..
0 !..: .'. Ilwr r i-: ,m t-siiif bidljjgatdo, IniBBOdo Ventre.....
r-;,nti-"Mtwo de Krtrrr EscassaouDObO-
fa,i;t............................................
\ .< u< -n.'i*u*Ai Kio.-es ranoas, Rpeiapniaaa
;*<> (i Tosse loiica. IMAlcuMadeae Respirar
.. i-ii-s ErapcOes, Eryalpeu..................
. Uheui : -si'j. iv.rtsrooanwtiGaa.........
": ir" i. rfcbre iiit*'i*:iilc<'nto.........
l ;;:. Alraoireimaa, internas ovt
r\:- rm>. si;..' : i .* ii_'rciitas............
alta iiwaOUiMfr&ocaou Inflara erados.
. i fimo
'.. ::.', .i.............
i. '..-.;*: vlrcSutUiicnlCosa................
) ;;... ;n Oh4* ', le............
... '-.*, i-i.-,' iIiih '' eulcerae............
. ';';'..''ndr scitii ou physlca.............
i. :.; ..-. pesia.. A* ouuulacoi iiuklu-t....... .
.. rTnjno feMs? xiawa. Vmicos. .....
rlaaaq naaruuh ciU-uios ou Fein.
- i>, la, ai rvo a. -.entlnul..
.jRhai.uii tora. < :... cu a di- Ouriaa. OurJiar-e q
;;(!: -rt. Prurito.........
n -t .; t,\ t o. PalTtacOe,eto.
'. Kp: i. ; .i.. \;ii .un; H:!.tu< ^rai, Bailetc
! II ...........................
i ?>'.;,.. r*;:- :'i-----
- *- -. ;i*"r Clit-oai'-aetf DOrdeCabesa .
'do i'r. Ifii;::-.;...''. MI |MHlllfl M -
a-'.. !.!'i.. jrsJat.if dfcffrn.
i u boctearto ou &
UPIPaREYS' IEmCIKE co.,
169 Vultim Sircet. OV YOICK.
UNIOS AOENTES
naMbaeo
Grande BAIXA BE PRECOS sobre o SipheB
JtfacuaJ do Fabj-jCBD* d Btbidaai Onzavas. PBBCO I es FH.
CMViO fMSCO DOS PROSfCTOS,DTiLHiDQS .
Chlorose, Anemia Catharro pulmonar, Bronchlte chr cuica,
Catharro da Bexiga, Phtisica, Tosse conoulsa, Dispepsia, Palidez,
Peras seminaes, Catharros antigos e complicados, etc.
Bculerard Pcna!cv ota gA37X, e cas priuoi^aoa Pharmaclao.
EMaMatal
Apa k Helissa ^ Carmelitas
"CTnico Successox dos Ca.rin.elit as
14, S* de VAbbaye, 14 PARS
CONTRA:
Apoplexia Flatos
Cholera Gplicas
Enjo do marj Indigestos
Febre ama.ella, etc.
fRANSFEREE
;oei
PAI
Ler o prospecto no qutl ra envoltiti*
cada vitro.
Deve-se exigir o letreiro branoo
o preto. em todos os vi lios,
sela qual fr o tamaiio.
DEPSITOS EM TODAS iB II1B1LCI4
do Universo
ID esconiiar
JfalaiFirarfB
c exigir a Assignaf ira
de
IPILULAS DIGESTIVAS BE PANCREATINAI
de
Pharmaceutico de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso ]
I digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir el
I tornar assim lavis nao somonte a carne e os corpo s gordurosos, mas I
I tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracSo, oul
'ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracoes do estomago, oul
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-i
Imida, 6empre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescriptas|
[pelos mdicos contra as seguintes affeccOes:
Falta de appetite
"Ms digestees.
1 Vmitos.
Flatulenoia estomacal.
Anemia.
Diarrhea.
Dysenteria.
Gastrites.
> Somnolencia depois da comer, s vmitos q
] PANCREATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 come-j
raaazinhas depois da comida,
|Sm :m ie DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todu at Pharmacias^
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do figado.
Emmagrecimento.
aoompanham a gravidezC
*W
Aviso
v ast a
Defluxos,Bronchltes
INFLUENZA
APPROVAQAO d> ACADEMIA o^ MEDICINA DI PARS
Contra as AFFEICES dos BOFES e dos BRONCHIOS, acalma a TOSSE
e supprime a INSOMNIA. ________
F. COMAR & FILHO, 28, Ras Salnt-Claads, PARS. EM TODAS AS PHARMACIAS.
Para a cura tffica i ptompta dat
Molestias provenientes de m
O pureza do Sanpue.
E' rime loncnra andar a fazer expe-
riencias con misturas inferiores com-
postas de dr, : ordinarias on de plantas
indgenas enja cJlcacla nio con:mads
pela scienci, tmquanto que a molestia
cada vez val;anliando terreno.
Lanccm Dio, sem demora, de nm re-
medio garantido cuja eficacia seja facto
asslgnalado e inquestlonavel 1
O Extracto Composto Coscejttrai>c
de Salsapamiiliia db Ayer conhecldo
recommendado pelos mdicos mais in-
telligentcs dos paizes adiantados, ja
urante 40 annos,
Centenas do mil liares de doentee
tora colhido beneficios do seu emprego
sao outras tantas testemunhas da sut,
eflincia positiva e incomparaveL
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
LowelL, Mass., Est.-Unidos.
Noticia
Cbegoo grande reuiessa das importantes agua i
da9 Pedras salgadaPirtogala mais medici-
nal de todas as agnas coobecidas, mnito agr
avel no paladar e propra r ara eer osada em
qualquer occasiao, simplex cu com ontra qnal
quel bebida, especialmente c-.m vlpho.
Devem ser preferidas a ostras de qne actual-
mente faiem isso e que em feral o fahuiica<1a8
e prdjudkiaes eaud*:.
Estas verdadeiras e toa ?.: Liosas agnas acom
panham livros das aoal'aes medicas e completa
explicacao de eoas rras propriedades e podem
ser pedidos gratoiWmente aas caeas que vendes
ditas aguas e qne sao 8 seguales:
Recife
Das Pernanoei &CTravcssa da Uaira d
Dens.
Antonio Mello da.
Pestaa dos Santos h CRea Jo Dom Jess jun-
to ao C. 6.
S; nto Actonio
Adriano aia & Rodrigues.Ra do Imperador
d. 28.
Gasa de RefeiQes.Roa Larga do Rosario.
Joa Fernaod8 Lima, & CRoa do Barao da
Victoria.
Lopes Magalbes.Roa da Penha n. 8.
Boa Vista
Vaeconcellos Sobrinbo & CJodIo a eetacSo de
Olinda.
GRANDE
IMPORTADORES E EXPORTADORES
DE
D ogas,ppcducltschmicos, eespecialidadespharmaeeticas
Agentes de todos os preparados estran-
geiro e nacionaes.
Machinas ele tricas, ditas para agua ga-
zoz-s, tintas, oeos, vernizes amigos para
photigraphis, etc, etc
YENDAS EM GHOSSO E A YiREJO
IM \M 00 ROM 134
TELEPBONi H 50
Bndereco telegrphico -Bl^^
PERNAMBUCO
I
?
\

i
1
Borstelmann &C*., agen-
tes da Ehmbuig Sud-ame-
rikanisehen Dampfschifffa-
lirts \0r sellschafs participam
aos recebedores da carga que
deHamburgo conduzia para
estep >! o,o vapo- Fetropolis
o quaJ por ordem superior
te ve de seguir para a Jlha
Grande a fazer quarentena,
que de accordo com istruc-
^oes recebidas daquellacom
panhi i procederao a cobrxi-
^a de 50 \ sobre o frete
mencionado nos conbeci
men tos para fazer fdee as
despezas da quarenten*?, em
conformidade com ao clau-
sulas dos mesmos conheci-
mectop.
Bazar Pernambucano
Fabrca M-le os
Os abaixo asaignados proprietarios da
acreditada, e c nhecida FABRICA ME
TEOKOS, om attenco ao respeitave! pu
blieo o e&paeialmeote aoa 8CUB innmera
veis fregueses, vm prticipar-lhe3 qne,
em co^seqaencia do augmento que fiseram
no salario dos operarios do sea estcele
cimento fabril, resolveram elevar (lfJOOO),
em milheiro de cigarros de todas as
marca* manufacturadas no seuestabeleci-
mento.
Assim deiiberaram por verificaren! qne,
pap. conservar Ileso o crdito dos seas
cigarros, seria preciso harmoniur a as.
cencSo do preco, com a superioridade da
manifestado, pelo que, preferiram man-
ter o credit" dos meemos, manufacturan-
do os com matera PRIMA SUPERIOR,
a ter de empregal-a otenor sem elevar o
prego doB seos productos, sement com o
ntoito de msiores lacros.
Procedendo d'est'aite, esper-m qne seas
bops fregueses oonttnuar&o a dispensar a
honrosa confianza, com que sempre dis-
tinguiram, FABRICA METEOROS.
Ra Larga do Rosario n. 30
22-7-92.
Joaquim B. dos Reis & O., Saacessores
SATJDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os male > de pemas e do peito tambem para as feridas
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumalismo e para todas as enfermidades de peito nao
se reeonhece egual *
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahidos e
juncturas recias, obra como por encanto.
ssas medicinas sfto preparadas smente no Estabelecimcnto do Professor Holloway,
78, NEW OSFOED STKEET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
vendemsc em todas as pharmacias do universo.
0T Os corr.pcatores sia convidados respeiiosa/nente a examinar os rtulos de cada caxa 2 Pole Sf nao teem a dr*c$ao,
33, Oxford Sfeet, sao falsificr/;ocs.
Yarj-s$
A verdadeira Cal Virgem
de Cotumsjuba prira fabrico
'e assucnr no armazem ua
ra do Duque d- Caxas*
n. 6.
ATKINSON'S
WHITE ROSE
De aroma tao delicado como a propria
rusa. O sea perfume encantador st>mpa
fresco e suave e nunca canea.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
superior as oatraa marcas pela fineza do
seu aroma, fovea e qualidadea extrema-
mente refreacantea.
A marca Atkinhun a mc-lhor.
Vendem-ae em toda a parte,
J. V E. ATUVBOV,
24, Od Bond Street, Londres.
AVISO! Legitimas somente co o rc-tuio-
cscudo azul e amardlo e a marra de
fabrica una "Rota branca" com
o completo enderece.
4
TINTURA P0MAD
NICA TNICA
"^ASTHMA
Oppreasdo, Catarro, com O
Ofcee ss mais alias recompentai.
Deposito em todas as PUarmaclas.
SSrSTAJTTAJraA
fn a Barba.BasU um 80
fWro sec? preparagao e
em lavagom.
FILI.:OL, rao Urtyttfc
( anamt-~ Wraaf Mi oa UM.VA O
mnt\nm
para dar os
bruos sua cor prlmitltk
REMEDIOS
LE ROY
PODU.'are! em FRAHQA, na AMERICA,
HSHUHA, no BRAZH,
onde sao autorizado* r'la Junta di Hygient
Tedicaco aeuurativa e Re-
consttuinte dando toda a facllidfle
para 93 tit.r B, por pri>;o oarato, e
so rurar em piico t^moo.
E;*i medieai-o expulsa rapidaineuto
us humores, bilis, umuares ylseast vi-
ijito occasiouam ccoBSOrvam as
purisca o saiigue o Lmjnde
a.~ rc.'iilitdas.
.rtii" gante s L e R o yfi
Licor depurativo vegetal toda
do dw medico lalatella
Este r.otabiliasimo depurativo que vei
precedido de tSo grntu'e faca infallive
na cura de tedas as do escrofulosas, rbeumatioas e de pei'.e..
jomo tumores, ulceras, dores rhenmatiou,
esteocopas e nevraigiccs, blenorragias
agudas e chrouioas, cancros syphiliricor
;cflmmac8?3 \ cernes, d'olhos, ouvidoe,
gargantas, i ti rt nos etc., e em '''das ai
molestiis o pel!a, 99ftt9 rV.v.beitoaa,
issim cerno na alopecia ou queda do
cabello, e uas doen^as determinadas por
iatarac&o mercurial.
Dlo-se gretis folhetos vade se enoon-
trsm numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes publioee, e
caaitoa attestados de mdicos e docunK
tos particulares
Faz se descont em casa de
FAR1A SOBR1NHO d C
ua Mrquez de Olinda n, 1
Madeira de pinH
Em ripas e barrotes, pre-
sos sem competencia ven-
(e-se na ra Duque de Ca
Ki'as n. 68
Eid prestmos
Levaata-se emprestimos
de qualquer quant a sob
cau^ao de ouro, prata e
pedras preciosas e tambem
I comprarse cautellas do Mon-
| te de Soccorro, na ra do
Barao da Victoria n. 53, re-
lojoaria.
M.me Vla
Ex-prmire de laris
Vestidos para senhoras e creancas pelos
ltimos figarinos.
Garante elegancia de corte, perfeicSo e
modicidade de presos.
Ra Barao da Victoria n. 18,
2o andar
Belleza do Carao
D
Esta delicada prepa-
racao, que nao oilo-
rx!e perigo aluin, eon-
ser\a a mocida le e a
belleza
Uuas applicac6.es dia-
rias conser*:ao a pelle
o seu avludado e fres-
cura.
Cura completa e rpidamente
VieiroH.Rachailiira, Sania,
liii/i//ciiK, KHpinlian, Slanaes
Ae i.ravi'e*, OtC.
DeojsitJ sirai: tlu m" Ingltu de Ch. DELACRE
Brutellas Blgica).
Deposito em PrHfliitbMPO .*_________
COMPANH1A da DUOOA8 a PRODUCTOS CH.MICOS.
i
DR0S. aojados segundo a idade.coD- 1
voUi is^ociilmvii'.e as iviolcLtiu
Cbrnlnaa.
Extracto concentrado dos Reme- |
dios lquidos ]XXleDd>i subsMilil os, I
para as pessas iue Uvereai repu-
gnancia para os-pur^aatns lquidos.
Sao lnraUivuls contra : Athma,\
CattiarrHo, 4'ta, t?ichmutismo,
Tumores, Uleeras, J*wia Um]
apjM>tit<.av''hyes, <^>i:gesliies, .lio- ]
tentias Un figado, imjtigens,
Vi rmrlhliles, MmumpaSmu, etc.
qual.;ti-T pi o lulo qne nao tier o en tereco cU :
Pfcci" COTTIN, genra do sr. Le Roy
Ra do Seine, SI, PARI[
DKPOHITO Bal TODAS A0 PHARMACIAS
t*SS
Cento por cento
Camellas do Monte de
Soccorro compra-se co z
lOO ]# cima da avaliacao
oa relojoaria Vernet
Ra do Barao da Victori*
u. 53.
FaitMbs baratas
Na ra do Crespo n. 21
Sortimeuto completo de todas as faien-
das para liquidar na ra do Crespo n. 21.
_MA_D0CAMP08_
Pecbincb.3
A SjSOOO a peca
Pecas d caita chinea padrees lindos
ooui 12, 14 e 15 jardas por 80000 a
peca.
NA L0JA 0 CAMPOS
Ra do Crespo n.21
CARDOSO 8-IBMAOS
Sua Barao do Triurapho ns. 100 a 104 e ru
doVisconde de Itapanca ds. ?
js~>* Jcl> G X Je? Je
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes
CALDEIRAS multitubulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIX AS de ferr *>atido cravadas caldeadas, fundido de todos os tmanhos.
RODAS D'AGUA pera cubos de macen a e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tam&nhos.
CRIVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentes.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronae.
CHMACEIRAS parefusose o mais que se opsa desojar para ongenhos, stra-
. de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer peca de machinismo tanto de fon
adido como batido-
EN .'ARREQAM SE de mandar vir da Europa por enoommenda, medinte omi
jc-mmissSo rasoavcl, qualquer machinismo e CONTRACTAII apparelhos para Dss
, para fabricar .le 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos mesmos e responsabilisamse polo bom trabalh-
C que tem um hbil engenheiro :.ngle mnito praticc, alm de dos um dos socios
ub bemnhoiro.
NOVO ESTAB'LECIMENTO
Receben um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas de cores e pretas para senhoras.
de rendas e de palba para senhoras e meninas.
SOBROS
de p a de seda para cr angas.
GUAPEO* DE FELIBO
par. homens rapaacs, dos sabricactes fRANCEZES, iMbtL,c:ZS E ALLEMAES.
CHAPEOS
para homens.
FORMAS
de palha para chapes de senhoras e meninas.
GKAVATAS DE SEDA
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flores.
Plumas, Aigretteh eGrampos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Ra do Barao da Victoria n, 42
M. LICIO MARQUES
Telephoue n. 560
-
Centenario de Colon
"mn
MtTS IODOS OS MIS!
HOTEL ORIENTAL!
RA BISPO S RDiWHA IW. 5
Esse esplendido estabelecimento m-ntado com todo he corfertco
qual j contacom urna immensafrregaeaia do que ha melhor no ccmmero o; convido
ao respeitavel publico de visita o estabelecimento onde aohar comida, asseio e em
esmerado servigo, se est preparando sa'.Ses particulares no primeiro andar para tami
ias e banquetee, a casa conta com dois cosinheiroB brasileires de 1/ ordem e um
obele franoes.
Apartamentos e quartos mobiliados para familias e viajantes.
A casa se encarrega de banquetes scires em casa e fdra.
Acceio, promotsds>, esmere no servico e precia rasoave s.
Se falla ingless francs, allemSo. italiano e hespanhol.
Proprietario, ADOLFO H1LEMAN
srvete Ms is n mrete toaos oslas
Ver para cpp
N. 5 Ra Bispo Sardlnha N 5
l

- --_______________________

. i. i n r -
CHHD
>.^.^j........
J**X.


8
Diario e Peramhaco Sexta-felra 4 de Novembro de i 892
I

S
,1
-.1
AOS FUMANTES
Desejaes nao ter azia qmodo fumaes?
Usae por algam tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPSRNCA, qaer picados, qaer desfiados.
saborow ramo desliado intitulado Hygienico Nacional e os cigarros do- mesmo fnmo.
Depois di-so dir-tos-hei se foi on nao ntil o conselho.
Compre notar que os Hvgienicos sao fraqninhos e os ESPERANZAS 83o fortes.
A fabrica MINHA ESPERIS CA situada na rna Larga do Rosario n. 21 A.
Osa i tambera o aromatice
Um apreciador.
C'OStumeS Para creD?as
De todas m idades enoontra-se grande
ortimento no
Louvro_____
jectos de gesto paro
presentes
Hs oeste artigo grande escolha no
LOVRE
jh apeos e capotas
ultimas novidades de Paiis receben e
______LoBvre_______
Gapas, jersey s e visitas
Srostos ioteiramente novoi acaba de re-
beber
Esteiras da India
Branca e de fantasa de no vos desenhos
ara forros de soalho, completo sortimento
no LOUVKE
Francisco (argel Irmio
Rna 1 de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
TBCIDOSDEPHAN-
TASIA
Sendo impossivel de se deicrever i
{raLtu vanedade de tecidos de diversa
calidades proprios para a estacSo actual,
-oga-se ao publico em geral e principal
Sent s Exmas. familias a fineza de vi
tarem o
LOVRE
Ra 1.* de Marco n. 20 A
Francisco Gargel Irmo
TELEPHONE N. 158
Secas brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande escolha,
tendo despachadas oestes ltimos dias.
LOVRE
AU FRADIS DES DAMES
38Ra Baxo da Victoria38
Neste sumptuoso emporio ccmmeraal encontrara as
Exmas. Familias um maravilhoso sortimento de tudo quanto a imagi-
na^o pode conceber de bom, elegante eluxuoso.
E' inquestionavelmente Au Paradis des Dames a great
attraction do high life pernambucano que nelle achara sempre
os maisexplendidos e phantasiosos artgos da moda, escomidos
cuidad' smente em Pars pelo chefe da casa recentemente che-
gado daquella prac,a.
Au Paradis des Dames tem exposto k venda, r^aebido
pelos ltimos paquetes, um explendido sortimento em sedas
brancas, pretas e de cores, lindos cortes de cachemiras ritamente bordados,
capas, visitas e pelerinas de sedapreta e de renda (haute nouveaut) blusas,
matines, camisas esaiasdeseda o que ha demais chich ; riquissimos
oortinados (ainda nao vistos em Peruambuco) para janellas e cama, col'
chas de seda e de renda, almofades bordados a ouro e velludo, elegantes
espartilhos de seda e de brim, fronhas de cambraia de linho bordadas, ca-
pellas e flores de cera e pellica o que ha de mais fino, guarda-ps de
seda, toncas de cachemiras e cambraia bordadas para criancas,
etc, etc, etc.
Na impossribilidade de enumerar tudo o que possue o
Au Paradis des Dames pede-se s Exmas Familias a honra de urna
visita.
mus nu
ItB Ctft
3 axjx3,os iFxotNrs
DE
LIDGERWOOD
Machinas a vapor
Portateis e fixss)
Lavadores
Despolpadorea
Descascadores
Ventiladores
Alambiques
Rodas d'agua
Turbinas
Engenho de Serra
Moendas de Canoa
Moinhos de Fub
Debulhadores
Separadores
cortes de la,linho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebieb at-
eamente
LOVRE
Grinaldas, leqoes e chapeos
de sol
Os phantasias acabam de chegar para c
LOYRK
Fabrica de gelo
ipas e tenadas gasows i
todas as calidades
Soda water, groger, ale, limo, laranja, ce. .
so, abacaxis, granadina, grosell rranbolss
aoilha, hortela-pimenta etc., etc
Ji-ACAES DO C*PIBAR' Prevencao
Os senhores iogistas nlo uvem comprar a pe
de smbrolho, liso e de cores, eem visitar a
PAPELERA AMER.CANA
Onde encontraro om completo sortimento de
papis e enveloppes commerciaes.
Pregos baratissimo3
Ra do Imperador n. 79
Ultima expresso da
moda
Sedas, eetins, las, veiles, linons, nansous,
percalinas, fichus e meias, encontrarlo um com-
pleto Bortlmen'o nc
CONGRESSO DAS DAMAS
8 e 10 Roa do Cabog 8 e 10
FOLHETIM
15
JULIO MARY
AMOS J ODO
PRIMEIRA PARTE
I* cabeca, porm bom corado
Grande Novidade
Nao ha mais chapeos velhos.
Para o que ide na officina de ch-a
pos a pracu da Independencia n. 27 e
29 de Manoel Alves & G levai cha-
peos velhos de hornera cu de Sr\, que
por pouco dinheiro tem um chapeo
novo e da moda, seja qual for o modelo
e tambem tera chapeos novos para ven-
der o mai barato que em outra qual-
quer parle.
Garante-se o bom trabalho e econo-
ma familiar de chapeos de pello e de
todas as qualidades.
Pr $a da independencia n. 27
e 29
Triumpho em revoluto
Luis M. Ribeiro Guimarles, successor
de Alheiro, Fernacdes & O, convida sos
seus amigos e freguezes visitarem o
seo armasem de molhados, o qual acaba
de passar por urna completa reforma e
acha-89 sortido dos melhores gneros de
primeira qualidade, tanto nacionaes como
eetrangeiros.
Vende sem competencia :
Vinhos de Pasto, Porto, Figaeira, Col
lares, MoncSo etc.
Licores, cognac e cervejas das mais
acreditadas marcas.
Conservas, manteigis, qaeijos e outros
artigos do sen commercio.
E' tambem especialista em cha.
Ra da Imperatriz n. 42
Livros do
Historia Uaiverfal de
Lacerda a 1$000.
Grammatica franceza de
Halbout.
Thesourodo Christao.
Livraria Escola do
Povo, ra do Impe-
rador n. 81.
SEGUNDO ELO DA INTRIGA
(Continuado)
Como asaim, minha senhoraT
A distancia que nos separa...
Minha senhora... interrompen elle
enleiado.
Son franca, Sr. de Soulaimes. O
que pens sempre digo. N2o me ense-
nara m a constranger me e educada no
isolamento, tambem nSo estou habituada
aoa requintos de sua civilisacio. Son
um pouco selvagem e assim fallo. NSo
te sorprehenda, nem me queira mal por
aso.
Estava encantado, os olhos hmidos
imploravam e sorriam ao mesmo tempo.
E alm disao era to bonita, t&o seductora,
to perigosa...
Sim, a distancia, proaeguio ella. O
ten nome Ilustre afasta o de mim. E
como e pobre, mas mnito altivo, a nossa
fortuna obriga-o a aer reservado. No en
tanto, quando conhecer melhor meu pai e J roga er t0 bella,
a mim propria, o Sr. de Soulaimes, com- amor... Estou a
prthender entlo que ligamos pouco apre- jara g0gar a vda..
yo a fortuna. Conheci a miseria na minha j mentara.
infancia,; ama miseria de esfaimada, como Apanhou Afir,
alo se e-contra na ana Europa, e ella nlo* E quando Jenoy
me espanta. Goso, certo, da fortuna de
meu pai, porm elle sabe que tenho gostos
pimples e que despresaria a riqoeaa se
ella nSo me permittisse levantar os des-
granado: e os vencidos tantas vez es quan-
tas os encontr. Acreditc-me ?
Certamente. Sei ha muito tenepo o
que merece pela bondade, docara, encan-
to e todos os dons que a nataresa prodi-
galisou Ihe sem contar. A sua caridade
inesgotavel fas esquecer que por demais
rica. E sua simplicidade fas perdoar a
sua excessi va e completa belleza...
Ella baizou os olhos e estremecen lis
geiramente.
Ah dase ella docemente, acha que
son bonita ?
Bertignolles sentado sua secretaria,
acompanhava aquella scena em silencio,
como um pai feliz pela felicidade da filha.
Jenny tinha algasoas rosas presas na
abertura do oorpiobo.
Havia instantes que destacara urna e
segura va-a na mo.
Olhou para Lo aren 50 com um certo re>
Coio, enrnbecendo ao pensar que o que ia
faer desvendara o sen ooraclo.
Deixou cahir a flor aos ps do conde.
Em seguida, muito pallida, de olhos fe-
chados, espern.
Infinitamente commovido com a encan-
tadora comsalo, asaim feita por essa
moca diante de sea pai, sem que entre-
tanto urna e palavra se tivesse proferido
entre elles, o conde ficou um instante in-
terdito.
A rosa all estava a seus ps e parecia
diser-lne :
* Nlata illudae. J nlo sou urna flor.
Sou a propria alma desaa orianca to amc-
Kerosene lnexplos7el
Vendem
Foiis$a Irmio
toda perfumada pelo
tena ps porque dse-
. na pai da minha
reabri os olhos, vio
que cem a mo estendida elle a restitua.
Ella repellio brandamente a mo e a
flor.
E mnito baixinho, quasi desfallecida.
Faco-lhe presente, jaque apaohoa a. .
E o que don... nunca mais tomo...
E confusa, afasts-se...
Loarenco rica de novo s com Ber-
tignolles. Esto diversamente impresio-
nados pela audacia de Jenny e nem um
nem outro pensa em fallar.
O conde esta descontente oomsigo como
se acauasse de commetter urna m acclo.
Quanto a Bertignolles, o que presen-
ciou agitada a sua temara paternaa ni-
ca que vibra va no sen coracloe o aven-
tureiro sem escrnpulos, que nlo oonhecia
outras leis senlo as da sua voatado, se>
guio com olhar hmido de lagrimas a fiiha
que aoabava por esse modo de escravisar-
se a esse homem.
Foi Bertignolles quem rompen o silen-
cio.
Sr. de Soulaimes, duia-lbe ainda ha
pouco, antes da ohegada da minha filha,
que depois do escndalo do club e quari
resolvido a separar-me do senhor, ama
id. me de ti vera... E' que aoabava de
reconhecer no fondo do coraclo de Jenny
o que ella deixou-lhe ver agora to inge-
nuamente ... Depois do que ouvio nlo
preciso diser-lhe mais nada... Minha fi-
lha ama-o... Atna-o desde os primeiros
dias em que o vio... Ama-o apaixona-
damente... Pois o senhor mesmo, Loa-
renco, nlo o desoonfiou ?
Sabie-o, disse Loarenco com tris>
tesa.
E' essa a causa da sua friesa, re-
serva e afastamento ?
Elle baixou a cabeca.
Bem. Comprehendo-o seu pensa
ment. E' de um espirito nobre e gene
roso. Agradeco-lhe, Lourcnco.
E Bertignolles oom gesto caloroso es-
tendeu a mo.
At m afioal!
Recebemos grande sortimento de obras
de vimes, como sejam :
Cestes de diversos tamanhos propria
para campras.
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PAPELEIROS.
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Pelo ultimo vapor recebemos nma im-
portante remeasa do delicioso vinho Ma-
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a este mercado.
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Hilbo.
Arroz de caeca.
4 e 6Largo do Corpo Santo4 e 6
Lourenco apertou-a, BertignoMes con
tinuou :
Desde entSo e a vista da descoberta
nlo poda main proceder comaigo com a
severidade que mereca. Adoro por de-
mais minha filha para nlo relatar-lhe o
que o interssa. A amisade que lhe con-
sagro em parte baseada no amor que
ella dedica lhe, Nlo poda, mid causar-
lhe pesar, sem faae'-a chorar, castigaNo da
sua fraquea condemnavel. Julguei-me na
obrigaclo de tratal-o como se fosse seu
pai, ralbando-o mais perdendo-o...
Quanta bondade, Sr. Bertignolles, e
q'jando lhe son grato...
Nlo fallemos em gratidlo, eu lhe
pego. Empenho me em tiral-o em om
mo passo e s.
O conde estsva embaracado. Pareca
querer interrogar e oontinha-se na occa-
silo de proferir a primeira palavra.
Fes sobre si mesmo violento esforco e
decidi se.
Sr. Bertignolles, devo diser-lhe an-
tes de mais n-da, o quanto me penhoram
aa suas boas intencSes e como me deiva-
neco de ter sido distinguido pela senhora
sua filha Jenny. Entretanto nlo posso
ocoultar lhe que, etabora admire a sua
bailesa e faca justica s suas grandes e
raras qualidades de coraclo nlo a amo...
Nlo se cffenda com bso, peco-lhe...
Bertignolles soltou orna boa risada, sa-
tisfeito.
Nlo a ama... posaivel... mas
aupponho que ella nSo o desagrada 1
Com cortesa 1 Nlo lhe disse j...
Pois bem I d'ahi ao amor om
passo I
O rosto de Loarenco conservoa Be serio
e at um pouco triste.
Vejo com pesar que o senhor nlo
me comprehende.
Como assim ?
Eu nlo ama sua filha e nunca a
amarei.
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Como pode afirmar ? salvo se ama
a entra...
Amo outra.
Ah alguma pbantasia ? algam ca-
pricho?...
Amo seriamente e para toda a vida
urna moga que desoja tomar como espesa...
Bertignolles brinca va com a mo sobre
a secretaria oom urna faca de marfim oujo
cabo estava cheio do figuras esculpidas de
um trabalho finsrimo, minucioso e deli-
cado.
Quebrou a em dous bedacos com os
seus dedos de colosso.
Foi o nico signal de colera que deixou
transpareoer.
Bem, Sr. de Soulaimes, bem, avisa-
rei Jeuny antes que esse amor faga muito
estrago no coraglo da minha pobre filha...
Nlo fallemos mais nisso I... Adeus!
Adeus, Sr. Bertignolles...
Lourengo bem desejava voltar ao as-
sumpto da sua visita.
Devo continuar sua disposiglo ?
Esorever-lhe-hei.
E reoondasio Loarenco at a porta.
Afastou o reposteiro. E ambos nlo pu
deram oonter um grito.
Jenny estava alli sem sentidos, como
morta.
Ah 1 pobre filha pobre filha 1 disse
Bertignolles.
O que foi isto ?
E' que quis saber, veio espiar-nos
e tudo ouvio 1
Urna profunda compaizlo desenhou-se
na pbysisnomia de Louranco.
Como me ama! murmurou.
Mas quando quis auxiliar Bertignolles a
prestar-lhe soocorro, este repellio-o com
rudeza e odio no olhar.
Retire se... a oalpa sua... ella
nlo deve vel-o.
Elle obedecen, depois de laucar vm ul-
timo olhar para a bella mofa, paluda ioas
nimada.
Para acabar
Marico preto fino largo a 25O00 o co-
vado.
dem, idem a 15500 o covado.
Cheviot preto e azul a 38600 o ca-
vado.
Camisas de c- mbraia para senhora a
4 000 urna.
Ozfords asulSo cor fina para senhora a
4 O reis o covado.
Zephiros de core, duas largaras a 400
e 500 res o covado.
Brins de cores para homem a 700 reis
o covado.
Cambraia suissa a 350(0 a pega.
Setins de cores para forro a 240 reia
o covado.
CasemiraB de cores para homem a
165000 o cestume.
Ca3emiras preta para homem a 35800
o covado.
Lana de quadros a 500 res o covado*
Como tambem vende perfumaras de
melhor fabricante Lubin..
LOJA DO POVO
IIlu I-, de arjoII
Hanfeiga pura
queris ter em vossa mesa manteiga ia-
suspeita de acido brico ou de margarina,
uaai nicamente da manteiga Bretel Fro-
res, lates encarnadas ou verdes, qne pela
soa superior qualidade conta um successo
de 16 annos, e que sendo a preferida em
todos os mercados, s no Rio de Janeiro
o consumo d'esta acreditada manteiga at-
tinge annualmente a dois milhrJes tre: -ri-
tos mil kilos.
Vends-se em todos armazens de estivas
e casas de retalho, desde 1876.
Libras sterlinas
Vende-se na toja de joias de Angnst Ragt
na ra do Cabog n. 9.
O dono da casa a tomara nos bragos,
ninava a, chama va a com meiguice.
Minha Jenny, minha querida Jenny.
Afinal ella abri os olhos e reoonheesn-
do o pai, estreitou se a elle e oooultou o
rosto no sen hombro.
M'u pai, meu pai elle nunca me
amar !
E desatou a chorar.
Porm elle abragando a ainda, aportan-
do-a como um thesooro que lhe quisesient
roubar, disia:
Pois eu, minha Jenny, juro-te, qne
te amar 1
Ella s ouvio es palavras, que eram
doces como so fossem urna caricia.
Nlo vio o te-rivel lampejo que transfi-
gurou a physionomia de seu pai.
SEGUNDA PARTE
S i
O VENCIMENTO
Lonrengo nlo reapparecea em Nogent.
Sea irmo exigir e elle mnito devia ao
irmio, estimava-o e respeitava o muito
para que nlo obedeoesse. Disia comaigo
que era o para da familia at o da em
que pudesse apagar as faltas da sua moc'-
dade.
Pcrm no abandono ornel de todos, elle
nSo podia viver asaim longo dos que amr
va, sem ligarse a elles por um elo myste-
rioso que conservara junto dos seos a ana
lembranea.
E pensara em Mara Rosa, desoonheoida
em Nogent.
Mara, disaera-lhe, vou pedir-lhe nm
sacrificio.
(Contdal
Typ.lto Dtcrio ra Duque de Caxias a. i*



Full Text
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