Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17861


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Full Text
ANKO L. MIMOO 249
FIRt A CAPITAL K LUG t SEM OIOR Vf O MB P4G.4 POHTK.
For tres mezes adiantados.....".....1$..... 69000
Por seis ditos idem................... I2#000
For urn anno idem.................- 84*000
Cada namero avulso.................. 9330
fi--/'-.-
<--/
SABBADO 31 DE OUTIBRO DE K%U
__ i ra in i i i j -J-- '-...... I-----------------------------**
PARA OlvY I KO B WUA OA PBOVINCIA.
Por tree mezos adiaaUdos.............. 4#7M
For seis ditos idem.............* 1So0*
Por note ditos idem................ tOfJMO
Por am anno idem, ...... BTBOM
PROPMEDADE DE MAN0EL NGUEIROA DE FARIA FILHOS.
f n
. Gerardo Antonio Alvs A Pilhoa, no Fa*4; donate* d Itato, no Maranbto ; Joaquim 4oe. de Olireira d Filho, no Ceara"; Antonio de Lenii.a Braga, no Aracatj ; Jolo Maria Julio Chr <*, no Atari; Antonio Marquee da SilYa. Natal ; Joed Jnetiae
Pitraira d'Almeida. em Mamanguape ; Carlos Auzencio Mopteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Joed Gomes, na Villa da Penha; Be'armino doa Santos Bulcio, em Santo Ant1 ; Domiagoe Josd da Costa Braga, em tlasaratn j
Antonio Ferreira de Aguiar. em Goyanna : Jolo Antonio Hanhaeo, no Pilar das Apftoas : AlTes d C.na Bahia A. Xavier Leite d C. d Rio Janeiro
PARTE emciAi.
dioverao d provincia.
KXPKDIKNTE DO DIA 19 DE JUSHO DC I97i.
1.' seccac.
Acto :
0 presidente da provincia, attend jalo ao qae
i-.-quercu J>se Pi ill-> da Caaba, resolve conceder-
ll'8 licenca para embarcar era destino a> presidio
ili Peruaudo de Noronha, no primeiro viper one
para alii seguir, os generos CuD-tintes da rels^Hu
junta, assign i la pelo secretario da pr->a:deucia,
i-a quaes na<< p.'dera o ser desjnibarcadjs sen qua
por parte do cummaadauta laqualle presidio se
proeeda a exaine, aliin da se veriticar s-: h.i entre
^le* guardaute ououira qualiocr bebila espiri-
tnosa.
Offlcios :
A Exm. brigadciro cemmandauta das ar-
mas. -Sirva-se V. Exc. d* maudar per eru liber-
iido o recrula Manoel da Hora Pereira, qua pro-
voo isencio legal.
2.' se^ac.
Actns :
0 presiAVnla da provincia, atteadendo ao
na rejuerou o bacharel Francisco Caraclolo de
Freitas, promoter publico da comarca do Gara-
iiauns, resolve prorogar par viola dias a licence
om cujo goio se acha, afial de tralar de >ua saide
..ada Ihe aprouver.
Ao Ur. chefe de polieia. Respindendo ao
o-fieio do V. S, n. 743, de boatetn datadi, leabo
d^ter-llie que presenleine&ie nao pode aer aajmen-
lado o desiaeamen'.o do termo di GamelKsira, cou-
forme snlieita o rejpertivo job municipal suppled'
t-, por intermedio de V. S.
3' se:gil:.
Officios :
Ao inspector da lhe?oararia de faionda. -Al-
t'-odenlo a ?ua informajao dauda do 17 do cor-
r -dip, sob n. 773, serie aulriso-o a ipaQdar
uagar ao brigaieiro iospector do quarlel-general
, Joao Gai
Iberme Bruc-?, a ajula do cn-.lo de 300<, ae^d
IjJO* de .me carece a respectiva verba, sob a res-
poasabilidade desla pre^den-ia, nos lermos du de-
r.relo do I de fevereiro tie 1852.
Ao mesmo. Comranoieo a V. S. para sou
c/CheriaiKMo e devida execo*ao, que por aviso
do ministerio da lazenda, de do errcate, foi con-
codida ao 2. conf-renie da alfanlega da*ta pro-
vincia, Alloo'o de I'au a de Aihuquerqae Mira-
naio, permis-ao para au.'enlar-sa de sua reparti-
(So, fi'n de ir tomar as-ento na assembles legis-
Uttva da p:oviuciado Rio GraaJa do Norto, de que
< oiombro.
Ao mesmo.Xa eonforanJade do iocluso ac
l->sUdo e da sua ioformaQao de 17 do corrente,
o, 776, serie G, auloriso o a maodar pagar ao
l/id.-e Herculaoo ilarjues da Silvi, vigario encom
msndado da freguer.ia da 3. i'ehx de Bu!qu.\ a
ivng'ua corre?ponlente aos mezes d:corridis
liawv
Ao mesmo.Declaro a V. -. para sea cor.ae-
i-tuien'.o e devidos effei;:..', quo nsta diia relevo
.1 :-.nna Bvaogelista dos Prazeres Oanta; da rr.u'.ti
n qne se refere o offioio dessa thesoaraiia, d.iiado
j; 17 dororrente, s^b n. 772, serie G, dsvealo a
.supoiicaaio saiis'azf-r prloieirameute a-exigencia
cootida no mesmo offloio.
Ao me.-mo. Commnni a V. S. para *
eonhetimento, qae n-.?ia data soKeitei do mini
rio respectivo am ere lit? n> imporumcia de l:li<0/
neceasario ao a-;u e enpra da mobilia pira a
easa em Q-ia fuocciona o tribunal da rolacao
H'ii se refe o o o(11:p dassa thes urarii, dJtado
de 17 do corrente, -"b n. 778, ?erie G.
Ao inesm 'fransnitn a V. S. para f.:- Gns
. L.'iiibntes, nao so as ootis docamealadasda
receiia e despeza Jo hospital militar no m".z de
maio ultimo, eorao o mappa de carga e de>carga
it- s inedieamentos, drogas e utensis relativos ao
i feridn ii.i'Z. [ncla-io romelio tambem -> pareccr
..l duplicate da junta que exarainoa ditas contas,
ua furma das disposicoea em vigor.
Ao mesmo. Pata o^ fi:is cjn\vnieQte> crc-
roaoioo a V S qua em 41 do corrente as-arr.ii) o1
r -rc.icio interino do cargo de jau dedireit)da
itarca do Bonilo o |. supplente do respective
iuia municipal, Joio Bfaulio Correia e Silva.
Ao mesmo.Para v-s flos cmveaieoles com-
n uaico a V. S., que e:n !3 do corrento deixoa o
exereicio interino do cargo de jui. dediraito da
c circa do BoaiS), Jiajuim Pantal-.i) Xavier de
t ..a. pas->&nd) a exercer o de juiz maaicipal e de
( ptiaos do termo do Bezerros, como i. sap
|460te.
ao mesmo. Para sou eoattecimeoto e aos
t cvenientes eommaaico a V. S. quo, leganlo
ufficio ile 10 do corrente, do cidadio Tbomaz Ar-
gdiniro Ferreira Chaves, promotor publico icteri-
u da comarca do Bom Jardim, e do Kspectivo
i ii: dc direito, naiuella data deixou o exercicic
djdilo cargo o- referiJo oiiadao, e assuaiio, de-
p.is de pre.-tar o jarameato do estylo, o bacharel
lliQiel Teftaliaao rrava^sos de Arrnda, n -meado
j-.r portaria do !0 de fevereiro do corrente aono.
Ao mesmc -Para o f.as eoovenientes com
u:utiico a V. S., qae em SOdemaio ultimo dei:;ou
o exercicio do cargo de juiz municipal c de or-
pbaos do t-rmo do Boaito o bacharel Francisco
Santiago Acci !i Lins, e na mes na data cntrou
em eTercicio o respecUvoI.* supplente, maj.-r An-
lon'iO do Nascimento Pereira, conf o jdz de direito em igua) data.
Ao inspec'.or Ja thesonraria provincial. Em
DJpcate a consulta qne Vote, submetteu a delibe-
i.-iV-ao desta presideneir., em offiiio n. 2-j1 de 12
do corrente, Iho declar;- que o feriados de que
nata o regiraentiintTni das ;sc 30 de junho de l!;o9, devom rer reguladcs de ac-
cordo co n o disDosto no art 73 da lei n. 363 de
ii de raaio de 1S.j, ate qoe so expeca o regula-
mwjto preciso para execocjw da lei provincial
n i anno, quo da nova orgaoisa;lo a '.'..-'.r- :>. ic
publiaa.
Ao mesmo. Ghnim aatteocAo de Vice, para
< (Xposlo na icc:us3 co;i'r\ d) olBcio do delegado
da polieia do termo de Tacaratd, relalivamente
ao< gimens desta proviacia que vao ser levados
lira a das Alag'ss, e rocommendo-lhe qua indi-
que as providences mats convenientes a tomar-se
em ordera a hkj serem subtrahidas as rendas
prcvinciaes.
Ao raesrno Transmiito a Vrac. o orjamento
e etausula3 especiaes, por copia, relativas aos re-
pwos e empedramenios nrgenles da estrada da
Victoria, entre omarcos lx 18 mil fcraca" na
itaportaucia de c.l'*5&, aii.n da que scjam po-tw
d,tc3 reparos e e:ipedramen'. s em pra;a, aa frrma
ib Tegulamentc ii) obra- pnbiicas.
d. uegSx
Acto :
Ppresideste !a pr^viacn, attendenai ac qce
i-c,ueren o Dr. ijao Maria Save, medico do Gym-
casio ProviniaJ, resolve ooneeder-llie um mez de
licenca sem ordenado, e nrnear para substituilo
c Or. Silvio Tarquinlo Vill-s-Boos, percebendo os
v*o.ciraentos que por bi Ihe competirem.
Offlcios:
Ao proved j: iaterino da Santa Casa de Mi-
swicordia.Tecdo FraoMsca Maria Barbasa sali3-
feito ao >|iie reqnlsitoa Vmc. em sea offl-i' de 10
de abril ultimo, sob n. 8l8, aesta data deferi o
nqaerimpnt-i em qae ella pei-a enlrada dasuas
daas irmas, T-er.-z-, n Yari.r a i c .".eg'o ia.i or-
rW Urn -.c
livo inadro, para tcrem enlrada logo que houverj
vagx. AO'inpauWam as ceiliJoes de idadc das re
fendas men.iras.
' Jo ri-gnJor interino do Gymnasio Proviti
cial. Autoruo o a adimtlir como alumnu gratuiln
mteroo le-s o>MUto, na vaga a que allade Vmc.
ein seu *4Hciu de 13 d > corrente, o manor Epi-
tli.isio Lindulpho da Silva Pesv.a, tllho do faileciJo
U'ueoio-coronei Jose da Silva Pe?soa.
5.' secqao.
Acto :
- 0 presidente da provinc.ii, nsando da auto-
risajao c-ufenda pola lei provincial n. 1,142, de 8
do correntf, res. he fazer a si-gumte ionovaeafl na
portaria de 9 de fevereiro ultimo, quo estabelece
as bases do omtral'i do mal.i louro public i e ac-
Suisipao de terrenos para logradouro- dus gados
eslmados ao eonsumo da cidade do municipio do
Becife, com os contratautes Augusto Cesar Fer-
nandus Eiras e Evaristo Juliano de Sa.
Art. 1.* 0 2." sera sub tituido pelo se-
guinte :
f A construir no lugar I'eixinho um vasto edi-
lioio com as necessarian accoium'idiSOes pa a o
matadonio pabliao, ulficina* e accessorios. tad
de coof^rmidade com o tarmo ussignado com os
coDtralaates em 13 d-j maio proximo pa>sado pe
rante a reparlicio das obras publicas, devendo
levautar as plantar respectivaa, que serao subnet'
Udas aapprovacio da prsidencia.
c 0 8. lica assim substitai lo :
a A comecar as obras do matadouro e acquisi
cao de terrenes qara logradouro no prazo da qua-
tro mezes, contali-i da presente innova^ao. e con-
ciui las no de ires anaos, conlados do comeco
deilas.
a Art 2 0 % I.* fica sutxiituido por este :
Fica pertencendo aos contratautes o gozo exclusi-
ve do matadouro por viate aonos, contad-js da
data em que comecar o servico d matadouro.
0 %i. seraVilierado pela seguiute forma :
Fica expressameote pronibido abater-se uadd de
i\v. ii-|uor especie para o con->umo da cidade do
Ki.cite e de seus suburbius em ontro o-tabeleci-
mento que nao seja o matadouro publico. a cargo
das Cunlratantes.
i 0 | 5.*, onde diz-l900, diga-se-2*000.
Na pane em qua marca qmaze dias para a estada
graluita da rez no logradouro, fica alt-rado quan-
to ao prazo, qua sera de uito dias.
o Resolve ainda accresceutar a ref-*ida porta
ha as segumtcs disposicoes, qae Serio inscriptas
no tern: i de innovarao do contrato :
c As plantas que houverem de apresentar os
coutratanles a approvacao da pres dencia, com
prehendorao casa do mataaca para gado ovelhurn,
cabrura e sutno.
A camara municipal do Recife estabelacera
mullas para as iufraecoesdas disposigoas do con-
iracto, quer por parte dos contractanle*, 'iuer dc
quiesquer outras possoas contra os inlereses e di
reitos d8stes.
t E manda que se de conhecimento da presente
portaria a thesouraria provincial para lavrar o
compftBOte termo.
OiGcios:
Ao engenheiro Victor Fournie, fiscal das
obras da nova poute da Boa-Vist-. Remetto a
Vmc um origiQil do coulracto celebrado em Lon
dres Delo engenheiro Francisco fereira Passos,
com Watson & Smith oan a construccdo da nova
pmla da Boa Vista sobre o rio Capibanbe, afi.-n
de que por elle possam ser fi-calisadas as respec-
tivas obras ; devolvendo 0 Vine, a secretaria desla
presidencia, logoq ie nio for mai< preciso.
Fica desta modo resp.indido o seu olB;io, sob n.
I, de 17 do corrente, em que pede Ihe seja envia-
do nma copia do mesmo coulracto.
Ao eogenhio-o Ciiryslito Ferreira de Cas
troChaves. Dcsignc Vine oum a possivel brei*
dade ao gerenta da Western and Brasilian T-l:-
grap Company, o lo-'.al no islhmo entre a cidade de
Oiiada e o Fo te do Snraco para o edilicio do la
t itatorio pyrotechnieo, que a rnesma cosnpanhia
obrigoO'Se a construir em sub;ituijao do que In;
foi cedido ; devi-n-to gu-irdar-se a distancia devi
da a seguraaea do merino forte.
EXlr.mtXTE DO SECRSTAniO
2* tedgBo.
OCQcio?:
Ao juiz de direito da comarca de Curicury.
-0 Exm. Sr. presidente da proviucia manda ac-
cusar o recebimeoto d> ofBiio de V. S., a. 83, de
-27 de maio ultimo, sem assigaatura, communican
do haver encerrcdo no dia 23 do re'erido mez
2* seecao orJiuaria do jury dessa termo
Ao juiz de direito da comarca de Boa-Vista.
0 Exm Sr. presidente da provincia manda ac:u
sar o recebimeuto lo olBcio do V. S, do 30 de
maio ultimo, commuui undo ter sido na inesma
dalu pronuueiad > o juiz municipal desse termo,
bacharel Franciace Sautiago Accioli Lins, e ter as
sunido o exercicio de seu cargo o respective 1
supplente, major Antonio do Nascimenlo Pereira
e 11.-,; .
Ao juiz de direito interino da comarca do
Bonilo.0 Exm. Sr. presidente da pr vincia man
da accusar o r>cebimento do oflieio de V. S. de il
do corrente, com nunican lo haver na mosma data
assumido o exercicio interino do cargo de juiz de
direito dessa comarca, na qualidade de supplen
te do juiz municipal.
Ao 1 supplente do juiz munic:pal do tarmo
da Boa-Vista. 0 Exm. Sr. presidente da provin-
cia manda accusar o re ebimanta do otUcio de V.
S., do 1 do corraate, commumcaado liavvr eulra-
do no exercicio da jurisdicoao plena de seu cargo
cm 3C de maio ultimo.
Ao | supplente do juiz municipal do lermo
de Beicrros. 0 Exm Sr. presidente da proviucia
manda accusar u recebimento do oflieio de V. S,
de 13 do corrente, communicando haver na mes
ma data deixado o exercicio interiao do cargo do
juiz de direito da comarca do Bonito, passaudo
a exercer o de juiz municipal c dc orphaos desse
termo, como I* supplente.
4' sec^ao.
Offleio :
Ao 1* socretario da assemblea legislativa pro-
vincial. -N. 121. -De ordem da S Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, 9olicito da V. S. a devolaca-i
dos papeis qae acompaanaram ao meu olli ao de
6 deabril ultimo, relatives a proposta do Dr. lg-
nacio de Barros Barreto, afim de que o mesmo
Exm. Sr possa ro3olver na confonnidade do art.
30 da lei n. 11 i I de 8 de junno corNale.
S.' secfSo.
Oflieio :
Ao engenheiro chefe da rcparttcio das obras
publicas. S. Exc o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. para seu conhecimento e
devi dos f:ns, qne Desta data autorison a ihesonra
ria provincial a lovar a praca os reparos o e npe-
drammtos urgentes da estrada da Victoria, a que
se refere o eu ollici) de It do corrente, sob n.
170.
N dia 20 daste mei foi recdhido a eadeia do
termo do Lirnowru, Jareinia* Otmascano a H ell i
oioouuciado alii coiuo incurso aas penas do art.
192 a's 8 l|2 huras da ifoite de honlem, a rua da
Regenaiacao, do disiri to da Bebenbe, do t-nno
de OIida, Tueodoro Cavalcante de L>ma, coohe-i-
do por Farro, ferjo loyaaaato com uma faeada a
Francisco Ferreira da Silva, por aulonr>m i Vermalho. Contra o criminoso que foi preso em
flagrante. procv.de o subdel-ga lo na forma da '
a's S boras da noiie do dia. 23 do c-.rreuie,
te ras do engfuho Aranad, do lermo da Victoria,
Dinnicio, tilno do major Joaqaim Pessoa Cesar da
Cuniia, acompauhado de Luiz de tal, moradoroo
referido engenho, as-asiaaram com liros e faea-
das a Jose Pereira da Silva e feriram leveiaente ao
irmao deste, Mariinho Pereira da Silva. Os delin-
quentes evadiram-se, e contra ellos procedeu se
n- termos da UL
Oeus guarde a V. Exc Dim. e Exm. Sr. com-
nendador Henri qua Pereira de Lucena, digno pre-
odeute da provincia O chefe de polieia. Auto
i'o Francisco C-rreia de Araujo
.mMmmAm$&
iw-Y rk 29. Cfe bom <\o Rio >le Ja-
neiro, primeira qualuiade, 18 l[i. Algmlao
niediino 14 5(8, frouxissuno. Assucar mas
oavado8 l[2. Oir^lU 1(4.
Liverpool 29. Algodao : calmo ; von-
dss 1,410 fordee ; prec, s 7 314, 7 3|8 e 8
tp.
Antuerpia 29. Alg ida j : frouvo ; ven
la Ni. Idjkda b >|0 1.100 far.ias'do Santos ao pre-
. e 'r^e 87.
Havre ^9."Cafe : vondoram-se 8'.'0 sac-
cos, B*D lo 490 le proc idanci brasileira ;
o Id Rio a 97 e 98, o do Santos a 102 e
103. Algilao : cnl n> ; o de Peruainbuoo
94 e o de SortCabi 90.
Rio de Janeiro :?J as 4 li tarde. Carabio sobro L-mdros 26 1|2, 2*
9jt6 e 20 5|8! Vm cntr.m lo dos portos
do ni..rte o pacuete ingua DOUHO.
,Rio Gran le do Sul 29.Sabto b ij para
Perosmbuco aescuna portuKtieza GAL Li
him.
(AGEXCIA TELEGRAPHICA HWAS REUTER.)
ni-iiim S! de outubro. leiehrou
se hoje : ubertura do parUuenl*
(iieichstag) alli>ina M. o l.iiin-rn.Ior Guilheriue ? dlu-
rnrso do eatylo. Mess^ docuinenco
die H. M. I qiie mio ml;'iivi'i hs re
laiiit'H do si-u Kiiverno eon* US P<
teiieiw* inlrangi'lran i e |ue a cor-
dialldade am que vlve eom m ru-
des potenclxai suo a melhor saraa
Ciu da durn^'un da pas.
BiTlira -ComecOU ojillltamen
to de kuimaiui, accusado de ter
teatado itsaasatn r u prluciae de
ilium iik. O aeouaado couresiiou
ser culpadu.
i COHMEHCIO.em arllgo de redaccaa,
boje vritica o servlpo da ageacia
teles**aphlca Ainerieaua. accusan-
do a de innumeros erros.
Bahta :iO -Cheaou hoje pela ma
alia o p>qui'ie auierteano ONTAHIU
e sattio a tarde para Peraambu-
co.
\TiciaJ coaaKKtiiEt.
Londres 99. Consnltdados de
3 O/O. jor ar.corsT. a 8/4. Fundos
braaileiros de & O/O. d* ni. de
Isiir,, a 99 t dltos do Uruguay de
O O/O. do anno de ls>i, a OS t ditos
aryentinos de 6 O/O. da anno de
S3 i, a HH. Mercado de cafe quieto.
e os preci) firmest %-enderainse
ires mil ceuto e dezenute saccos do
lavadu do Rio de too a I OS por
cwr. Mercado de ussurar desaniuia
do.
Kew-York t9. Canabio sobre Lon-
dres 4 95. Oani ilei I. Cafe do
Rio lain a tS 1/4. e good a I t/ CBSTS
por libra. \iv{i>iia: mediano uplands
a 14 HIH CBNTS por libra < elevaram-
sea dezenove rail fardos as cliega
ilas de boje aos portos aincrica-
nos.
Liverpool 99. Mercado de aigo-
diio firnie t venderam-se hoje disc
nail fardos. sendo mil e quatroceu-
los procedeutes da America do Mul t
o fair de Pernamhuuo e de Ylaceio
a 9 1 s e O de Santos a "5 .1 I l por
libra, .tlert-ndo de assucar desani-
mtdo.
Antuerpia SO. -Os precos de cafe
in uli'm -se.
namburgo H9. ~ Mi-rcido dc cafe
quieto. e os prepos inalterados.
Iliivre 99. Ten havido boa pro
cura ao mercado de cafe ; mas. por
eausa da alca dos precos pedlda
pelos possudores do genero. teem
estudo quletas as transacc5es.
Marseiha '. O mercado de cafe
esta (Irme. e ha boa procura do ge-
nero; o do Rio bom ordinario a 105
francos.
nio de Janeiro 30. Cambio sobre
Londres inalterado. Soberauos (li-
bra* sterllnas) a 9l8l> cada uma.
Baliia SO. \aila se (em leilo em
caiublos sobre Londres.
EXTERIOR.
a- leis votadas sobre portos, camiohos de ferro e
Megrapbos ; promovei a sanccao de obras de ca-
racter politico, doli rosamtute protrahidos, e, B-
aalmente, affruutai com animo' resoluto nossa>
que.-i.ji-s internacionaes, inspirando-vos no palrio
lisiiio sensato e prudente.
Sr. presidente da republica :
Inter pp laudo os senlimenpjs do congresso ar-
genlmo, termino aqui, e per^o a Deus que vos illu-
mine, que a consliluicao seja salva, que a opiniao
publics vos acompanha a que a c- mciencia nao
reprove as ac*s quo praticardcs como magis-
irdo.
Iteparll^tlo da polieia.
I.' seecao__Secretaria de polieia de Pernambuco,
30 de outubro de 1874.
N. 1327.lllm. e Exm. Sr. -Participo a_V.Exc.
3ue foi bcntcm recoluido a casa de detencao, a or
em do subielegado do Recife, George Mackle, a
rcqnisicao do consul Inglez.
Na Doite do dia 24 do corrente, em terras do en-
fenno Mameluco, do termo da Escada, Ant mio
irmino da Fonseca, sassassinou com nm tiro a
Antonio Vicente Ferreira, conhacido por Antonio
M Mino. Contra o criminoso, quo foi pr*so, pro-
. w-j
Madrid 29 de outubro. 0 almiranto
Topete vai melbor.ini). Jd so nulrem es-
poraugas sobre o seu rostabelocimonto. Cor-
re quo o general carlisla Marco Bello re
lornara o commando das tropes do Ar.iga>,
Berlim 29.--Abrio so o reichtsag. 0
discurio do i'nporador Guilberme diz : que
as boas relacoasde amizalc que existe en
tro tolos os sob'jraoos, 6 uma garantia
crta da pnz ; que as forcas etTectivas do
que recisa o imperio e a quo for sulOciente
para a deieza do paiz ; o que espera que o
parlamento mostrard pela Alsacia e Loro-
na o mesrno interesse, que Ihe merece o
restante da A lemanha
Bauia 3i) as 9 u da mauha Cuegou
dns port s do sul o paquete ainericano ON-
TARIO, quo segue hoje & tarde para Per-
uambuco.
Bahia 30 as 2 b. da tirde. Sabiram
para Pi-rnambuco EDUWIGES eFELlZ.
Entraram procedentes ile Id as escunas in-
gletas MAm LIZZIE e GRATZ.
Londres 20.-C'irisoli M'ios 93. Fundos
brAsileiros a 99 1/2 ; ditos argonlinos a
91 ; ditos do Uruguay a 64 1/2. Ofd :
mercado calmo; o bom di Rio do Jan-iro,
primeira qualidade, 92 a 93. segunda 84 a
87 ; dH Santos, primei-a qualidade 87 a
89, segunda de 84 a 86 ; vendas de hoje
15,ls3 tone'adas, sendo 1,432 do Bra-
ill, vindas pelos navios EL VIRA e CON-
TINENTE do Rio da Janeiro. Assu-
car : calmo; vendas de hoje 83,435
tonoladas, sondo 3,9 v6 do Brasil; precos
20 a 22, 22 1/2 a 24, 16 a 17 ij2 ; ocar-
reicamentc do A IS LA GRAIG, vindo dp
Pj.ri'1 :r.r.Jn.M T ?4 ||5
Uepublica Argentina.
DISCURSO DO DR. ALS'NA, NA 0CCASIA0 KM QUE 0 DB.
AVKIXAN8DA TOM U PJSSK DJ C *RGO DB PHKSI-
DBRTN OA REPLULICA.
Sr. presidente. A vontsde do povo argentine,
livremenle maairestada bos comicios de abril,
cumpre-se e cobsagra se nesle momento : so faila
t-x-ciUar-se nma form alidade ; a entrega, peul ci-
dadao que oo> precedeu na cadeira presidencial,
d3s BMsestaa insignias que competem ao magis-
tra.l j >e um povo republicano.
Cumprindo um preceito da lei fundamental aca-
bais de prometter, toraando Deus por juiz e testa
munha, que ob-ervareis e fareis observar a cons-
tituirao e as leis.
Xesta formula concisa, mas sublime, de um ju-
raraento, encerra-se um programma inteiro de go
veruo. Tende o patriotismo preciso para obser-
var rigorosainenle as leis, tile inflexive', exigindo
que os gov rnados as cumpram, e esperai irao-
qnillo o jaizo dos contemporaneos o o da historia,
aquelle errooeo as vezes, porque 6 emittido sob o
iutloxo das paixous, este, trio e sereoo, porque a
reflcxao o purifies e o dlctj.
Km epocas normaes, qaaado a paz impera e
ningaem pretende mbtrahir se ao dever de acatar
as leis, e na verdade solemne o momeotc cm qae
se reaiisa a transmissao do poder ; pode mesmo
dizer-se que es.-a soferanidade e uma prova nos
paizes que, como o nosso, teem a felicidade de
viver s -b o reRimeo dos governor electivos.
Quando. porem.as paixoes eslio desencadeada ;
quando o facno da discordia illumina o horisonle ;
quando a guerra civil, expressao roaldita, so nos
flL *-'.',c-tie amnniio result do pratico a ruina,*6
lua e-pera'nea abrigao triumpho pelo fogo e
pelo sangue : em ties condicoes, a iransmissao do
poder veriftca-ie sob a iulluencia de penosas im
prestoes aue acabrunham aqoelles que le*jam
de cr-c/o a felicidade da palria, seu progresso,
seu eredito e esbbihdade de sins instiluir-oes
fuudamentaes.
Kutretanto a situacao em quo se acha a repu-
blica, guaacio oascida da luta presidencial, nao
deve nem Iwen ente abalar a conlianca do povo
argentine na exeellencia do principio electivo.
IDstas uuvi'us se esvaeceiao, estas sombras hao
de desapparecer, e, passada a borrasea, po leremos
de novo cont-mplar o nosso coo azul e braneo que
aflanea a paz e a fratHrmdade en'.re os argentinus.
As gucrrai dynast cas, pon'm, sao, ci mo nos
ensina a historia, urna ameaca perpetua para as
nagee-, torque prolnugam-se ou aprazam-se em
quanto ha descendenu-s quo se dizem reprcsen-
taules do direito, embora tenlia este c'ireito sido
vencido uiiia e mais vezes nas barricadas das
rua", uu nos campos de batalha.
Sr. presidente, a revolta que acaba de reuentar
e que tendes o dever de reprimir com a maior
promptidao para ecooomisar sangue e dinneiro.
apre cordias de que reza a nossa histqria. Nao e obra
de caudilhos vulgaros a quern acumpanhein as
maasai ignorantes da nossa campanha, vizin"a e
compaulieira do deserto. E' um motim miiitar,
auxiliado pelas ho das de indios, fomentado e le-
vado a execuijao pelo< chefes de um partido que
se denomiuava constitutional e que foi vencido na
eleicao para presidente.
Nao e um levantam- nto de povo contra um go
verso tvrannico que por ventura supprimisse todas
as liberdades, usurpasse todos os direitos, com-
proraettesso a honra national ou integridale do
jaiz em snas relacdes com os povos estrauge.iros,
unicos casos om que os povos podem e-devem
appellar para a revolacao. -E' uma explesso in-
deceute dc ambicoe9 mallogradas, com o fim de
derribar um presidente e um congressr de facto.
A revolucao, contra um regimen de tyrainia,
pode dar-no- um regimen de liberdade.
A revolucao contra um poder, porqoe o da
facto, so nos daria um poder tambem de facto,
porque, sendo vencedora, a revolucao nao ema-
naria da vuotade dos argentioos livrcmente ma-
nifestada, mas sim do capricho orgulhoso de quern
Boavesse podido reunir maior numero de soldadoa
ou sido mais habil ou mais feliz nas estrategias da
gaerra.
Assim, pois, aos poderes dc facto creados pela
fraude que allegam, succ-deriam falalmente ou-
tros poderes de facto imposlos pela espada do
caudilho victorioso.
Sr. presidente, a situacao em que encontrais o
paiz impoe vos serios deveres : reslabelecer a or-
lem pu lica, suffocar a anarchia e dar a esta na-
cao tio duramente flageilada pela guerra os ina-
preciaveis beneflcios da paz.
Para conseguir este resultado procurai na cons-
liluicao, e s6 nella, o meios itidispensaveis. Ella
pSe a disposigio do presidente da republica tudo
quanto e preciso para a salvacao do Estado. i-'er
o>r ei a colleccao das leis penaes, consultai a ex-
periencia c sabereis como sa castigam os traido-
res, como se dominant os rebeldes.
Para veneer a revolucio podeis contar com o
congresso argentino, que, em circumstancias ana
logas, jarnais negou ao presidente da republica os
recursos precisos para reslabelecer o imperio das
ci--
Gowrnando eotp a con>tltaiclo nas maos, apoia-
do pelo congresso, soatentado pela opiQiSo pnliliea
o guiado pelo dedo invisivel da I'rondencia, nao
deveis (eater quo a republica se conflagre, nem
que a autoridado pcrigue, nem que seja abala lo o
ediGcio national.
Tudo isso ficara salvo: para tanto tendes os
meios precisos. Desde este momento peza a res
ponsab Iidade de salvar a constitaicao, que 6 nossa
gloria, e o futuro, que e a no-sa esperanfa.
Quaado volverem os dias risonhos, quando to-
das as forcas vivas do paiz sc appbearem ao de.-
envolvimento do seu progrcsso e de sua r.qu za
v.issa tarefa sera Uj facil como agradavel : repa-
rar os males da guerra, mostrai-vos
gent ser fr mxo, coll
pi'
cleirieut^-
DISCt'BSO DO Sr.. jABMIENTO, DiniGIDO AO PRESIDENTE
DH AVKLLANEDA.
Euij i'c hcQ'iei- a rude tarefa de dirigir o povo
argentiao, que vos clevou ao poder supremo, em
eircum.-Uneias au.-.piciosas, para aquelles que teem
a consciencia dos deveres que pezam sobre quern
aceita esta responsabilidade.
Depui.- da espaolosa iempe?tade do tantos dias,
o sol de maio, que illumina oosaas armas ua:io-
nat-s, rasga o veo de uuvens que o cobria, para
auimar, com sua presen;a vivificadora, o acto de
trasmissio do pessoal administra'.ivo da repu-
blica
Esperaveis encontrar o camiubo desembaracado
e bed. Oavi-vos dizer uma vez, coin mais cor-
lezia do que i xacti lao, que a administrate tran-
sacta deixara realisadas as melhores e mais ne-
ces>aiias reformas para o progresso e o desenvul
vimento do pair. Porem cada dia tern sua tarefa,
e compete vos a da bora presente e a de aiL .-
aba.
Os atrazados elemeuU-s d'anarchia, as aubi;5es
-em alvo e sem priucipios dos que governaram a
sociedade .-eguudo suas uecessidades de entao, re
clamam o poder cumo seu e em n)me de urn povo
imaginario, com o calor de phrases convenciouaes,
convidam a rebelliao, e ate em paiz eslraogeiro a
pruclamam salvadura, cum que cjuiproniritem a
neutralidade d'ese paiz.
Eucarregado pela lei de manter a tranquillidadt-
publi'a, posso assegurar-vos qua nao existe re-
volucao, e que nao ba povo revolucionado. 0
despachos recebidos pelo mimstro da guerra nos
inforinaram uma vez, que uma canhoneira du
Estado ha-ia mudado de fundeadouro, sem or-
dem ; e que am general, hceociado como doente,
havia assassinalo o chefe que Ihe dea hospiuli-
dadc Mais tarde soube-se que a canhoneira an
dava em pi.rios estrangeiros, e esse chefe nos ca-
minhos pubiicos em busca de povuacocs que sup-
punha em tevolucao.
Um general da nacio qua nao apresenlou-se
preso no quartel do Retire, por ordem superior,
eis em que se cifra loda a revolucao.
Nao set se am pasquim impresso em Montevideo
por am profugo ou deserter, e am acontecimento
de que o mmistro da guerra vos deva dar conta.
Mas eslas forcas desgariadas e perdidas denaa-
ciam os preparativos de uma reaccao por parte
Jos chefus do exercito, o qual, pela rapidez dos
accessos, teem genaraes politicos qae aspiram ser
caudilhos di rccrutas e conservam todos os ha
bitos de cadeles, nao obstante trazerem nos horn
brus as dragonas de ganeraes, dragonas que, coin
x veloeidade coin one mtftiuntnt, a governo da
aos qae mo^tram valor na-hora do perigo Po-
rcm o valor, alem de ser am predicado natural
em lodes us homens, e rasgo hislorico, qualidade
inn^ta to povo argentino. Vossa elevacao ao po-
der supremo devia su-citar esta manifeslacao hot-
til dos peqn-mos caudilhos com dragonas.
Sois o primeiro presidente que nao sabe dispa-
rar uma pistola, por isso incurrestes no desprezo
sohcrano dus que teem man?jado armas para cle-
varera-se c constituirem se arbitros dos desttovs
de sua patria.
Sois um pr--sidente quo nio trsz comsigc um
partido pessoal organisalo nos lougos annos do
poder e adqucrido a cu-ta dos empreges quo o
seu governo di-tribuio com liberalidade
Como Lincoln, sois o primeiro presidente que
aao Um uma biographia accenluada coin factos
hem cvidfntcs; como Thiers sois o primeiro pre-
sidente de cstatura pequena, que abandona o es-
tudo de gabinete para eovernar povoac^oes arre
me-ssda? era sentidos diversos pela desordem de
ideas que ihes legaram os seus antecessores.
E os homens que viram impcrar a violencia, e
foram Instrnmentos d'ella, desejam que suba a >
poder ou um attileta que imp. uha a sua vonlade
pela forta physica, ou uma casaca bordada que
diga a todos: sei malar, e csse o men offleio.
Puit bem, Sr. presidente, sois felizmente o re
presentame da ultima revoluqlo operada pelo
povo argentino, que foi sollado para conquistar a
sua independencia, que dividkvse cm grupos e
provincial para formar governos de conformidade
com as tendencias, educicao e ideas de cada um,
que combateu durante raeio secul), qua creou
generae3 para aniquilar caudilhos, e que, obten
do Qualmeole uma constituicao e uma lei com
mum obiiga'.oria para lodos, descaneou quando
lindaram as lutas, congrando se ao trabalho
que e pai das virtudes e da riqueza.
Eis o espirito quo anima o povo argentino.
Ouvia-se por vezes, nos ponies mais ala9tado, o
rumor ievantado por alguns retrogrades, quo pro
curavam na sedicao alimento para os seus maos
habitos; mas o governo soube contel os ou expel-
lil os do territorio da republica.
Hoje, no acto de mudar-se u pessoal do governo,
tomando como pretexto certas irregularidades, que
nao foram praticadas se nao pelos mesm.is que
protestam, orguo-se um general, que pensa ter
pre-tigio no exercito, sd por que durante a sua ad-
ininistrafAo os seus coroneis e ganeraes casliga-
vara os soldados com rail e dous mil acoites e apus-
saram-ie de fortunas colossaes, mantendo com o
dmheiro do thesouro nacional exercitos sem ad-
rainislracao.
Acudio ao seu appello om comuiandante de agua-
doce, que, por isso mesmo que o 6, nao tem ad
quirido os habitos de ordem.
Mas acudiram tambem arredondo. Rival, Vidal,
Calveti e outros, que n3o tern cora^ao argentino e
cojas ideas nio se modificam ao pas-o qae se mo-
dificam as do povo que os vio nascor.
T.-ra se c nsemdo em nossa* fronteiras alguns
blancos da Baoda Oriental e alguns colorados e
discipalos de D. Fructos ou apaniguados de Onbe,
passando de ama republics para a outra em bos
ca de nm chefe que os dirija e a qnem sirvam.
Sr. presidente, muito tendes qae tazer na trilha
do bem, e para isso dispondes do lilulo, do direi -
to, do poder e da dedicacao do povo.
Nao rre refiro ao povo ossa abstraccao me-
taphysica que se enc.mtra nos escriptos dos dema
gogus e revolucionarios.
Lan^ai vossa vista por essa jaaella fora.
Chamo povo esses veleraoos cheios de ser
vico', qne esperam, de anna em panho, as ordens
du poder civil, qae durante seis annos exerci sem
dragonas, sen lo sempre obedecid- por qaanlos co-
nbecem osspus deveres, e puniudo os que preten-
deram des-onhecel-os.
Chamo povo esses batalhiks da guanla no
cioual, e nas local, qae vos esper ra para saudar-
vos presidente ca gloriosa republica, e apresentar
vos as armas.
Em Entre Rios, Em Santa Fc, em S. Nieolao, em
Salladillo, em cada parochia da cilado de Buen is
\yres ha um balalhao, e virao outros cem se an
costardes o dedo no milagroso botao do telegrapho
iue encoutrareis ao lad) do miaislerM do governo.
das por am ignorante malrado, e Ira tar para
o porto o navio 'Hie sa acha s+m commaodaste,
deixo vos renoido, em dous granles corpos, a tro-
pa <1e llnha, nanvrosa, discipiinad* e v .lente.
I'm desnes corpos serve de auofo aos cidadio;
de Bue os Ayns t a se le do governo ; o ouiro ja
aoda era persegui^o do as-assioo, qae de S. Lalz
ciminna para Santa Fe, retrnced-ndo ate Cordova,
de onde, si-guodo consta s-giii'il-amtnhu de Cayo,
afnn de proper ami candidatura qae e a sua eo-
fermidade putitica e am viciu ad juirido quando
era tenente.
Este bastai e esta facha bem dizem o qae dsveis
fazer. E' a autohdade e o conmando. Ordcoai
e sereis obedecido.
cai ". macliioa destrilbada eis o quo chamo povo.
RESI'OSTA AO MAS11ESTO DO SR.
SARHtf.NT .
Publicou-se um mani-'e-t" do Sr. presidente Sar-
mienlo.
Sem 161-0, qnalquer sabera o quo diz.
0 Sr. Sarmienio nao irata um Hk ponto em qne
nao f.ica rcalcai a -ua p rsonalidade.
Tudo esta subordinado a ell?.
0 governo, o progre-so, as institnicoxs, qae nio
digain re?peito de a gum mo to ao sou now, por
que nao sejam obra sua ou por pie nao tenham re-
cebidn o sea alento oa a. sua iust-iracao. Bio *io
cousas que a preoceupera, nem Ihe chamem a mi-
nima atien'.-i '.
Se a revlu;ao Argentina tivesse e>-aUdocoOi e
seu cuncurso, elle abea.al-a ia. pela rnesma ra
zio pela qual a rualdiz hoje qne a ve brotar em to
d: o solo da republica a quo vai eszalando os ma-
ros da grande cida le-
O Sr. Sarmienui faz o seu retrato em cada lioha
que escreve, em cada palavra que profere.
Assim se explica a ratao e o proposito d > sen
manifesto, qne e a ultima palavra do sea governo
segundo o ahlrmi.
Sem verdada, sem altara e sem criterio, e nma
peca lute aria do Sr. SarmienD, mas nio e a pa
lavra digna honrada e circ jrnspecta do primtiro
magi>trado de uma republica c mo a nossa, qne
sen sua interven.-ao tinba alcaocado no nuado o
aito crediiu de achar-se na vangoaxda das demais
republica* Sul-Americanas.
0 Sr. Sarinieniu nao lament a as de-gracas da
patria (telo que ellas p .dem affcetar o .eu eredito
o brilho de seu ame, oa os grandes inleresses de
sea porvir ; d-ndemna a revolacao, Ihe atUigem
us desastres qua peaam sobre a sua conseienctj,
porque oparoa-SH e.-ie grande movimento social
nos dias do sea governo, porqoe zomharam da sna
conlianca, porque nao Ine deixaram tr.insniiturern
paz o poder qne recebea, porque comn ettxram o
delicto de iraicto a sua pesaua.
Nao importa qua os Ivanow-kn e o Echangties
tenbam subjugado os povos da Rioja e Entre Rios,
Sue a* rovolocdes de Curnentea e Jujay tenham
epo.-to governos com proposito cniessalo de ser-
viri c and i dam ras ofttciaei ; qae tenham internn-
io provincias com as forcas da nacao, quaulo a
paz e a ordem reinav.m em todas ellas e qaando
as suas aatondades cooslitaidas nio reqneriam e,
pelo coairario reclamavam pacientemente o sea
r-tiro ; que haja um presidente one nio oavio as
exigencias da cpiaii s qua baja um cuogrewo qae
ad nilie em *u tem o* repre-eotantes d- nma gran-
de falMlicacao cunfessada por sens pnprins ao o-
ree e complices ; qae %s barbas de am povo mais
important da Republica, se ahram legi^ataras qne
sao o fructo illegmmo dos comnt'ti de muniripa-
lidades e governo, que apoiam com repugnant- va-
lentia a ace. io e os designios de um do? partido*
da luta ; nao importa eroflin, que o con-havo ilos
go>eruadores da provincia ventia a fechar o qua-
dro de etcandaloa e corrupcao com qne tem que-
rido por ;e a prova a virilidade de B.iias itftMui-
\-6es; tudo ltu e legilimo, e constitnci-nal e pro-
vavelmente se (at nos E^lados l"uidi Sr. Saruiiento juem o adopta com o seu m me.
com o seu poder e sobretudo com a sua von-
tada.
Ninguem tcm o dircilo de levantar a vox contra
todos estes im- indal >a : o povo tem o dever de
soflrel-oi, porqoe o poder os acata : sao retddes
os que pretendem sequer censural os, ainda qae
iraporiem a violacao da c nstituicio e das let*, o
escarneo das livres inslituicoes que temos alcanna*
do, a transgressao da moral e da virtudc social, o
enthronisamento da ignorancia a do vieio ; a morte
da liberdade e dos direitos do bomem ara gover-
nar se s->b o regimen regular que preside a f.-rma-
e.io e a s pr gressus das sociedades ; em uma pa-
lavra, a >uppresio da republica.
l-s quer, isso pensa e i*so disseso sea manifes-
to o Sr. presidente da Republica dirigindo-se aos
povos argentmos.
Isso quer, isso pensa e isso diz < Sr. Sarmienio
que fez sempre alarde de ter gasto a sua vida
combatendo contra os tyrannos e c< ntra os caa-
oilhos.
E o qae e ainda peior, isso ja por beranca ao
p?iz, o bomem que ha seis anno o recebeu orca-
nisado e livre, sem que tenba querido fallar nos
no sea testamenlo politico de um legado precln o
qne pode poupal-o ; ao deix-r-nos inirmeal. >
pleitos com o Peru, com o Chile, com a Bolivia,
com o Paraguay, com o kVtadn Oriental e com o
lirasil, fora da divida immensa com que acabru-
uhou a nacio, e do esbanjamenlo que fez do em-
prestimo de obras publicas, do qual ja nao existe
am unico peso, e com o qual s6 se con-irmo p. u-
cas mill as de ama estrada de ferro, q e lera de
reconstruir sc mais tarde.
A admiaistracio do Sr. Sarmiealo sa doixoa, co-
mo uma licao uara o futuro, aigaraa vanlagem ao
paiz, foi o juizo severo com o qual ja c.la julgada
por amigos e por in migos.
Todos convem em que o homem qne offereeeu
republica cem chivilcous, nao deixoa uma onica
ibra que seja rreacio sua.
Nem pode eslranhar se qae assim seja.
Entre os seas mtimos, que sao mai poacos, re-
pete se sempre com enisle esta phrase : ha qcatbo
ANNOS QUE NAO PASSA POR MI.M1A C\BPC* VMA Itfc'
SBRIA.
E o paiz, apezar dislo, supporlou-o seis annos '
Tio grande tem sido o desejo de pas! !
Um povo, porem, qae as condicoes a qae deixn
reduzilo o nosso o Sr. Sarmiento. ao qual a* le
coam delibaradamente todos os trilbos lepaes, pe-
los quaes se possa procurar uma existencia deco-
rosa, exerce um direito, cumpre um dever e pre
enche uma neeessidade, armando se contra o po
der para restaurar as suas liberdades.
A rcvulucao argentina torn este grande propo
sito, e respondem pela sua sinccridade, a honra le;
e os antccedentes dos homens qae a tem dirifido.
e a opiniao unanime dos povos qae a applaodem
Ella nao se in-pira em ama ambicio, nem em
um interesse pessoal. que nunca a dosculpana
nem no presente, nam perante a bistona : t <
concurso das vontades de uma maior ia indi'poU
vel, cujos votos foram abafados peU pressao d<
poder official, e cujos direitos politicos ratio entre-
gues ao|caprichi dos proconsclcs do presideole
e ao punha assassioo de hurdas organisadas.
0 Sr. Sarmiento, tjuerendo amesqninbar a aua
origem e as suas cansas, auribae-lbe o de ignio *
rectificar a eleicau, mvocaodo para draaulorisal-.
u poder do congresso que a proclanwu.
Mas ama eleicao que nao exislio, no seuoJ.
lechnico da palavra. nio 6 susceptivel de r/di
ficacio, nem o congresso, um poder 'Mafal^am
poder refractario, por sua actual organisacao, p**-
Jar villa a uma traasgressAo de lei.
0 congresso do Parana, e ntcessario eeadesakl-o
, Bi
t.
-----------:-----



}
-----------i-^-ti
*

-*--
**
Diario de Pernambuco
4Ls__________:______._____
u/oado 31 de Outubro de//l874
1

Cong
resso ae-
gm em seu* axcessos am aaateria
lerreno em que sa eolloc u o
tual.
Elle repeaKe d^pulados por Bumns-Ayres,
porque a sua eUicao nao. foi feita jcgundo a lei da
oonfederaeao..; e am .la qae razoes pehticas oa de
lei, mais <;u meaoa di-cuiivei*. ori&iaassem aqdet-
(a sanecao.Tray hbuve -nelle1 o vseandaro date
pela camara actual, com a immnralidale de so-
brepdr a mentira a vetdade, declarando vencido'
o povo de Buenos Ayt$Ti^Le!ei>|j de fcverelrod
quando a victoria coroara 06 aft >rpns da sua uiaio-
na, demoiistra Ja.'noaje m.iales e admittindo, noaeu
s.'io, a deputados qae haviaaadrclarad) oosoirtu-
los so.-iaes que os sens diplomas eram o fraeio de
ama Maritaaeio.
So oSr. Sirmr-oto'fez gaerra ao c ngresso do
Parana, qual e a logtca que oos ontn^fczeowg ?
0 governo doFPari^l for* reco^tecido*por Bae-
oos-Ayres, rjne se lacofporou as suas irmas,
depois de reformar a constituicao quo hoje aos re-
ge 0 congress do Parana fegishxva para a repu-
Wicainteira na pleuitale de sua* facul Jades cons-
ul ucionaes.
O congresso-do-Parana, juiz da eleic*o 4* tew
membros, annullou a eieicao do* deputados por
Bnenis-Ayres.-O congresso do Parana fez talo
isto, nsando de saas faculjades constitucionaea.
Porque razao, uo enlrelanto, protesta e se arma
Buenos-Ayres contra esse governo, pandora abaixo
cm poucos dias ?
Nio queremos mais autorido.de senao a do Sr.
Sarmiento.
lilledisie.: Quando urn cougresso, quando
ura joir.-qnaarto nra poler quiljuer, abusaado de
suas facutlades, cimni'tio uiui iniquidade que
..caba com a* iasi;tuir "> -. ,ue supprime a li
berdade, fechando a* p'.rias da lei a toda a rapa
raeao, o poder desappaivce, couverteuJo se em
urn u-urpador ou em u u :yraano, que deve Revol-
ver ao povo, pela area i .11 f .res, o deposito da so
herania qua nio soul)- ou nio uuiz conservar deo-
tr'o^da esphera de suas faeuldadas.
Compare o Sr. 5ar,nisnjj as uas doutrinaa d
hoje corao presidente, com as suas doutrinaa de
d> eWcees, aa a7aa fete deanterio com qua dirifie a palw* -p*<*dft sempm
Ou an povo e, in litfa-enu qua o vo:j se.ia #tw-
modaravulupu daanaroli:iaia4iM4'em- m wiwliferl... e .>atio eluquem ,i pw'mIu
obivel aenMt:ia dessai potore* sob o imaBCk) pithiea *Bts de uma coastitu.^ao que os dciaorrhece. tB, o At o#tW **, erer que este paiz tsai-nfna
0* povos icataram a 1aU do anns 10, assirn existencia real, coofrssemis que elle nao Bsddjai-
como ao g iverno provisone ds seoeral Mitre; pir- xar de prezar urn direiw que, pelo nsso rerf^o
que, nasados ambos da revolucio, tinhira que eoastftusioaal, decorre daqualidade de ridadao e
p-rseguir as resolusdes aesta, danio ao paiz am do qual, se nio tern usado, node vir a mar dde
govern regular. ue 0 aueira.
Porern o presiJeote ^ue ssejeder ao Sr. Sar-. Precmiso-M coma sa quiier* eleiftio directa,
miente, se naotiver l;;a origetn sa lei f.inlamaMfcpnr suas virlades, por tuts exaellencTas, por sou
in, ear a an polar e racld qua a con-'tituicia immediato apoderoso iafluxo aa vida. Dolitfca
nao cr*ou e foe a repnblici oao pode. nem deva Mas dizer qua" phiz a qmr, 6 (aier urn epigram-
r'!nl!*r' ma ao bora senso de-se mesmo paiz it que vos di
r urjaiza, depois de Casaeros, fii nm piler de zeis o exelotivo ofgio.
rado.oamo 6 ioi Rosas duraoie vio annos; e o 0 pan oao quor a ele:aVj direct*. Nao a pole
Sr. Sarmiento que acansTlha a respeHo aos pode- '^uerer.' Purque, so a qaer, nio sabe o que qoar;
res.da facto, applaudia a queda tanto de urn cpmo' a sna voligao e contra a natureza ; pensa veacr
de^fiutro. 'quando vai ser vencido; a intensiJade do voto de
um poder ae facto nao 6 ura poder constilu-Lpoucos teria corao corollario obrigado a restriccao
cicnal. do voto de nuitos. t -
E'uma dictadura, ura despotigtao ou amaty-i .Nao pode ier um a&>aniplo da preoccupacio para
ranma. o paiz que os tyrannetea caricatos das grandes ci
Sem Aer portanto, ama blasphemia, ao ao pr^sidente de nma republica constituWa, com ( propria oora, ja acbam aamasiado penivel da^eui
hjtitem CO.no aulitir mil Puvna.
Elle era o coajelheiro intioi do gonsral Mitre
para derrih^r congiej^n e governs ; fji alguma
cousa peiorijueuisab: ? o periido mentor que
Soaeiloa oi povo- a gaerra, por tuas rixas de
San 1 ia, a cajo govern i aipirava e escaloo, de-
pois da victoria de Pavpn.
O Sr. SSrmiento, ceg) p.T .suajiroverbial vaida-
de, aunuocia a republica quo tama o segrelo da
revolu;ao e qae estivj prepemdd para resistir a
ella e sulTi.-;il-a.
A revolucio nao fui um segredo para oioguem ;
era-i parj o governo Jo Sr. Sarmiento e seus
aJeptjs. .
A rtvola;ia t.m e^tado aioda ua bocca dos me-
ain^s, porque era o povo que a fazia eque a di-
sejava
Sit h.mve um naioo traidor que a deuuncias
se, o queprova a sua popalariJade e justi<;a de
MM causa.
0 Sr. Sarmiento e os seus alliados, igaoravam a
pela sua ditfauicia das massas bonestas do povo
que a prrparavam, e nao a acredilavaai po ptrque sujipunliaui naquelle hastante serviiismo,
par i supportar as liumiibacoes sem conta que lbu
impozeraiQ,
da piesidente elei'.j, o Sr. Sarmiento dissa a tudos
o.s qua quizeram uuvil os cntre os seus complices,
acouipanbaudo as auas palavras con um acceno
indecente : ,
ESTOU vi.\.;vno O.s SiTOISTAS MB rid.'i:ui.arisa-
iiam ;: i.NuriLi-AiuM dksoe qos scoi ao podkr. To-
KJ1 AUORA 0 QUE LEWS DESEJ) 1. li >, )M SK0DXD0
BO.
Sao palavras da Adolplio A'sina'eslas outisis
quo repcliam,1 sera ceremonia, 03 seus amigis.
SS UK VISSK NO CAS J DUSMEl :s IXIMIrt >., A RKVOLir-
gl') JA E TAVA FEITA. ElLESXAOA FAKA.l, P0RQ1K
!IO_SAO C1P.VZBS DE AI'.iiOSrRAH \i.\HUM PKillfi).
Nai Citanoa estas duas autondades para justifi
car a resoliii.ao que recoalioce cusas e origans
-ii.ii- elevadas.
Q lere.noa consign il as, para que se veja, de am
h*l)o d-sp:ezo com qua o Sr. Sar/aicatJ encara
serapre para tudo-juanto nao e elle e os indigoo
raotores que o guiavain uesta luta, a do outro o
facto verosirail, seoaa real, da qua AIJina, que nau
ae resigua as oerrotas, teria faito a revolueao e en
'iwrueuudo 0 pan, para taster a lalsiiicacao e 0
crime com que elle e 0 seu circulo ficaram eter-
nniiente manc.lados.
0 pensarexaliaio do Sr. Sarmiento, nailheper-
:tle distinguir 0 homem politico do horaem pri-
vado, nem v.-r a tttaraafjai que ha enlre o povo e
0 poder, quando esse homsm ou ease poler nao
seja a sua propria personalidado, on do algum mo
do se ache vjueulado a ella.
Em seu celeore manifesto, 0 Sr. Sarmiento en-
che de improperios oa names da Arredondos, Hi-
vas e Obli^ado.
Bales ei ladaos nao podem ser eriterio r ablico,
para lavaatar as suas annas contra 0 poder legal
que pOI as e:n suas oSas, quaado esse poder se
tornar retractario.
Bataado as ordena do Sr. praaidaata Sarmien-
to, devoin eunverter-se em nucbinaa e licar priva-
doados direitoa decidadio ados dovercs de pa-
triotisrao.
Guarfas das liberdadei pablicas, si.dosdo po-
vo e da lei, cidad.ios armados p:ira snstentar a
ordem easin titui..oas, devern vollar >uaa armas
contra 0 povo, serapre qua haja urapresideote que
queira cjiiculcalas e lavaatar-sa contra eila*,abn-
sando da posicao do poder que a c mstituicaoo
ieoha roai eado.
Tudo isto disse o Sr. Sarmir-nto.
A 11 do de setembro de 1832, diziam, apecar dis-
so, o coulrario, os generaes Piran e Sladjnaga, os
eoraneia Tegerico, Conesa e tatitos aotroa qua vol-
t .r.iio a-> suis armas contra o general Ur |uiza, a
cujas orJeos Servian] e que aljancaran fama de
vida, sem duvida, a penna do Sr. "Sarmiento que
se exaliava dasde o Cnile.
;n
instituicoos Irrres, como a nusa, aconselhar aos
povoa, que se submettam a violacao de seus pro-
prios pnncipios de governo, aceitando nra dictador
em vex de ura presideote.
Por aeaso, para justifioar es^e conselho, o Sr.
S'rmiento deixou caiiir estas palavras :
Vamos, como''vamos, sem guenasnern recola-
ries.
Um de Sen* amigos diasera ja outro tanto :
0 poco augmeMa sem direitos p lilicos.
0 Sr. Sarmiento, que nunca fez ca verdade nm
culto, afflrmou contar. deaJe o primeiro aanuncio
da revolueao, com 7l>,00f> homans em armas para
sufloca-la.
Nao temos a mSo nera o censo uera o crcamento,
para verificar cifras; mas lembra'mos qae o presi-
dents, eacerrado na cidade de Bneooa-Ayre9, nao
se atreve a destacar am s6 homem dos que o io-_
deiam, para apagar o incendio que por todos 03 la-
dos o ameafa, que lac: escaparam todo o norte e
todo o cnyo, dommado hoje pelasjpfccas vencedoraa
doa generaes Tahoada e Arredondo, e que amanha,
talvez, despedaprr-lheha as portas da Cash Rosti-
da o bravo geueral Kivaa, que avanca do sul, em
marcha forgada, com o seu exercito de 8,000
horaens.
0 Sr. Sarmiento con;lae o seu manifesto, como
devia eonelui Id, com uma pejueniee.
Pede ao povo que apoie o Dr. Avellaneda,
porque nSo 6 ura caracter, porera 6 um homem
fraco I! I
Em um banqnete a qtie presidio o Sr. Sarmien
to, elogiarara inuito os louros que, como Gal leo,
Colombo e S.irmient tinham empretieadido gran-
dea emprezaa. OSr. Sarmiento fechon os brindes
recordando ; t'Que em cisade enforcado nao
se f:iltu em corda.
0 Dr. Avellaneda nnnca ha de agradecer
aqu lie rasgo de piedade do Sr. Sarmiento,
como o paiz n*o hi de perdoar a eate que Ihe
leixm no governo nra caracter como o do Dr.
Avellaneda.
O Sr. Sarmiento ha de .soffrer, noa sens ultimos
annos, o remorso de tar perdilo as insMnicoes do
paiz e de ter collocato a parte mais sensata, mas
intelligeale, e mais rica de sua populacao, na no-
cessidade do reparar com sangue os desvarios a
que o levaram as suas paixdes.
A RKVOtCgAO HA DE TRtl'MPHAR I I
E SANTA, B JUSTA, K 1NVENCIVEI. I I
N.i'se conta tin vao com a opiniao dos povos
nem sao coasa alguma contra estas os elemenlos
do poder por jnaia coasideraveis qne sejaai.
A revolucao ha dk TRiuMPiiAR I e a revolu-
cio triumphante ha de pedir eslraitas contas ao Sr.
Sarmiento e aos sens, por todos os desmandos e
por todos os escandalos qne acabaram com o sya-
tema le governo que noa rege ; ha de reconstruir
da uma raaneira perduravtl o eofflSio que ca-tou
sessenta annoa de sacrilicios e de lagriinaa, e qae
elles derribaram ; ha de restabelecer a liberdaJe e
a orJera sobre a larga base da constituieao, tor
nando impoasivel, para sempie, o predemonio dos
verdadeiros energununos poliiicos qae, nao po-
dendo veneer as maiorias do paiz, no campo paci-
Ihjo da luta eleiloral e do trabalho, qnerem domi-
na-laa com o regi.-tro falso, com os elementos offl-
ciaes e com a subversao de toda a moral, de toda
a verdade, e de toda a lei.
Buenos-Ayres, it de outubro de I87i.
se ao iraballn de bnscar na 'mass* da
popula;io
ura mantato de canfian^a qae os habilite a (azer
depntaaos e senador-s.
0 paiz nao pade ver se.nao com a mais in9ia
aesconlianca mie se tente fundar, a sombra de
uma coQstjtuieao,eminenteraente liberal, uma vr-
dadeira burguezii qae anteponha a sua a vontade
nacioual, a_vontade do major numqro.
0 paiz nao pode querer que, a pretexto de uma
iiMidiosa interpretaQao constilucianal, maia preoc
cupada de desfigurar do.qae de reconstruir o pen
samento da ge/aeao que fundou.o iraoerio, se ele-
ve nestas odientas palavras-censo eleitoral-oma
medida de capacidade enrque o priraeiro Ingar
nao ha de caber ao cidadio'lwnejio, U'loriosn, pai
de Jamilia, mas a aquella que^4elii n'uma espew
lacao atrevi.la, n'uma aventura de commercioqai
qualquer outro ramo da aplividade social, honver
adqairido cum nma renda superior o inquestiona-
vel diraito d eleitdrado. Ea qaant > este esc^-
ria as mais severas exigenciaa do* rpgiraen cerfsro-
rio, o artista, o agricuitor, o opep%rtf, o grande
numero doa que podem hoje concorrer para a vida
politica, assim o queiam e Ih'o nao' impeca a ty-
ranaia de partides e governos, seatir se-hi m a
mered de quem Ihea lixasae o salario para serem
cida-laos dignos de.-te nome.
Pode uraa tal idea ser sinceramente popular?
On i? que os panido#politicos devem ter o m'e-
no. posaivel do commum como pai*, on dene-
nhum delles podo jer u,ma bandeira a eleijivo di-
recta.
E-ta 6 a verdade qae.nao cessarcmos de repetir
com m grande esladiata : o Sr.TZaeharias.
{XacOo.)
REVISTA DIARIA.
Passeiata,-T*ve lugar hontero, como an-
nu iciainos, a passeiata era carrot da companhia
Ferro Carril, iqdo sels dessee carros, chamadoa
bonds, de Afogados ate a Passagem da Magialena,
conduzindo iubiiantes de diversas parochias do
munioipio do Kecife, que forara enmprimentar o
Sr. eonselheiro Joao Ab'redo Corre*a de Oliveira,
nacasa do sna residencia.
A!6m dos carros com as pesscas da passeiata, ia
um c un uma Landa de masica maroial, e todos
-lies levavam bandeirase paviihoas, e caminhavam
aca sons de vivas, e.aec>lampidovJe foguetea, ata-
csdos dos me-m.is carro*.
Amanha direraos o jus se pasaou ao chegar a
passeiata a Passagem da Maglalena.
Km tempo. Na descripcao que hontem fize-
mos do desembarque do Sr. eonselheiro Jin Al-
fredo, escapeu n mencionar que, quinlo se
aproximava o pres'ito. do Campo d3s Princezas,
sahio-lhe ao encootro nra grapo de meninas traja-
das da bran -o, que oifereceram a S. Exc. um lindo
ramalhate de li urea naturae*.
Outro sim, ao tratar da illnmraacSo, e?capcu
nos tambem mencianar que a naite foi illuminada
RIO DE JANEIRO
A fraude na eleica>, <; o pretexto da revolueao
dim v9r. -Sarmieat.).-Ella vicia o tolo dt'ade
185i.-E aescola do eotao eoroaal Vlitre.
Esta vulgaridade nao noa parcce estranha na
penna do Sr. Sarmiento.
E' a argda qua saapra tern era raao para atirar
a face do antigo amigo, ainda quo seja em paga
de tcl-o livrado de suas penurias em San Juan
para dar-lhe a sua suspirada emliaixada nos Es-
tados-Unrdos.
Porem o Sr. Sarmiento esqaese que esse e o
cargo eterno que a mazhorca tera estado a fazer ao
partido de Buenos-Ay res.
Que o Sr. Sarmiento formava cas iileiras desae
parti lo, repreaentando nelle um papal conspieuo e
aproveitando se dos seus trinmphos.
Que na imprensa eomo nas cainarc*, como nos
mini-tenossusteve serapre a legalidade dos actoa
eleitoraea que o elevaram as posiCoes rfficiaea
em que se. achou durante toda a sea vida, por
falta do outro offlcio ou benelicio, que nunca
teve.
M3 suppendo qu
a rua do Imperador por meio de (ioboi de papel de
visU'sas cOres & aspeits, forraando nm espectacu
lo moito lindo e curioao.
Faecildadc de Direito. 0 resultado
dos exames de hontem foi o seguinte :
i anno.
Manoel Freire de Carvalho. simplesraente.
Pedro Franeeiino Guimaraes, idem.
Pedro Muniz Leao Velloso. idem.
Espiridiao Teuorio de Albuquerque, plenaraenta.
Cesario "
o aperfsi-
partido liberal inventasse
ossa forrra de ganhar eleicSea, para reeiAir ao po-
der daa armas que em 1832 qusria disputar Ih'as
o^uppondo qae o primeiro que lembrou se de
empregala Mra o rae-ra-j Sr. Sarmiento, antea de
partir para o Cfeile, porque para elle, todos os
meios eram licitcs, contra o ousado general que
so o eccontrou bom para redactor de bolelir.s do
granJe exercito, parece-nos pouco prudente erigir
em systema de governo, o governo da fraude
a altnra a que chegou o ensaio de nossas icgtl-
tnicoea.
E nao sera tambem o 3r. SarmieuM
;.oador deste systema v
Nao nos atreveriamos a airirma-U.
Consignemos, aolMnie, qae sob a seu "overno
pel* primeira vez na Aiueriea, bonve um eonerea-
so aac.onai qae o proclaim, levando os seus
metobrus e a saa imprensa a facer alarde de la-
niaado es;andalo. Consignemos tambem oue, du-
rante os dias sereaos, de sua admioistraeio ren-
niosoa convencao provincial de UieoosAyrw.
composta dos priacipaes homens de todos os par-
tidos, com o santo proposito, reveJado por todo*
da acabar com a fraude eleitoral ; e que depois
de ires annos de trabalho "onstante, nodia segain-
te ao de ter jurado a suaobra, os proprios amigos
do Sr. Sarraieuto qae hoje o acorapanham no seu
governo, deram em nada, como elle dizia, com aa
suas idea* na reform a, para prodazir inobidavel
sortaio da munieipalidade e o regisiro falso que
tarn aenu-los nos baocos do congress?.
0 Sr. prasidente falloa aos povos ijmpregaado
ama heresia politica.
Seja oa nao um poder de ,'ac/j o quo tem de
Sf" =t- Avellaneda, d.aielhes, e vsoso dever
S,',,^*" bme,ter vos, como acatastea a junta
revolucionana no anno 10, coaio vo-- tubraette-te-
Hespanha o pr.ncipe Amsdeu, qaV atraal todos
f?r^Pjd8res *AW 'sue a' ninguem oecorreu
Jesconbecer.
Prescindindo do erro historlco sobre a
OUEU liUER E QUEM NAQ QUER A ELElguO DIRECT A.
A eieicao direeta nenhum par-
tido a quer. nem pode ser a
bandeira de um homem pru
dente.
Ella presnppde a retama de
uns poucos de artigos da consti-
tuieao.
0 primeiro doa seua effeitos e
dar injusta influencia aa summi-
dadea conlia a inassa geral dos
votantes.
(Conseheiro Zachariis, ISO!)
A elpicao directa e a repre-
sentaQJo da burguezia, excluindo
todo o povo ue eleger. Foi obra
saa a revolueao franceza de
1848.
. (Conselhciro Nabmco, 18S4.)
Facil e o proeeaso para sabel-o, dix un robuslo
campeao da Idea, o Mumcipio, de Vasaouras.
Quem quer a eieicao directa 6 o partido liberal,
B a dissidencia conservad ira, sao vullos imp irtan
tes dentre oa proprios amigoa do ministerio, carav
ras raunicipaes, assembleaa provinciaes, ajoota
meatos popularea, a imprensa de grande circula
cao, a imprensa local, tudo i>lo que se tem movi
do e agnado pela graode idea era magestosa con-
sonancia.
Que forma mais bnlhante, accrescenta o Muni-
cipio, pode uma ilca revastir ?
Acaitamos o method; que ao contemporaneo pa-
reco decisivo. E respouderaos-lhe :-Quem nao
quer a eieicao directa, e o partido conservador,
com raras txcepcoas, e a maioria da camara tem-
porana, a do senado, e a quasi unanimidade das
earaaras mun eipaes, e a granie maioria da nacio,
e a imprensa de -rande circulagao, e a imprensa
local, e em uma palavra e paiz real, que e preciso
aao confundir com um pnnhado do ioeonscien'os
agitadores das eidades populosas que, do voto di-
reoto, esperam um accresceataraento de influencia
a custa da do raaior numero, o paiz real que nio
se cifra em algumas classes privilagialaa pela ren-
da esse a quern os nossos pa>tidos, com todos os
defettosdo regimen eleitoral, devem a elevaca) de
eu3 che.'ea, bons parlamentos e honeatos governos
Eis quem nao quer a eieicao directa.
Podo uma id6a revi-tir forma mais grave, maia
sena e mats augusta ?
Nao nos illadamos nns aos outros. Mao venha
a sueder, a noa partidos como aos aruspiees de
Roma, que nos qao possaraos eucodlrar aem rir ura
para o oatro. Sejamos antes de tudo Verdadeiros,
justos, razoaveis, tolerantea. Nao lerflemos por
uma falsa agitaeao simular uma anci -dade que
pode exislir nos circulos activos dc,mundo plitico
eslender se uraa ou oaira classe, maa de certo n5o
exprime a vontade real do paiz. Este quer obre-
tudo camiabar, desiobrir, rasgar, explorar, nro-
duzir, aceumular, sergraaie, feliz, pacific), indos
trioao, mas seate que, para gel o, nma das coali
roea a evltar as transigdes brnscos, os salt )s moT-
laesdaacrobaciapoiitica.-osperigos do desconbe-
cido e as desi!lu*3es sem remedio.
Oa este paiz, de que n6s partidos temos o habi-
le de fallar am Unto, 6 uma va abstraceao nma
cousa que se deva repular inutd ao raechanismo
social, uma para ereacao de nossa phantasia ro-
maaesco politica, e entao cumpre restituir as nos-
sai eogitajoes uma eerla simplicidade, eliminaodo
dellassta cifra importuna, ou elle viva, quer, sea
te, raeioeina, 6 capaz de mover ae, de agitar so de
fazer-ae oavir, de reclamar por sens direitos' da
impora.sua vontade, e ao menos rc-onhecamo5
que elle deve raciocinar, sentir e querer como o
commum do boraens sensatos. Fayamos Ihe por
nimio favor, esta juslica.
Porque quereria o paiz a eieicao directa ? Tem
elle alguraa cousa a ganhar em que se faei pro-
blematico am direito de que es'a no gozo ha meio
seculo i Pois e n.-.tural que, quara tem um direito
eujo exercicio pode aer pacifico, regular, re- do e verdadeiro, o abdiqae volantariamenle l Acre-
itaml'i.T1* m*"sa da Dossa PPulafa. m se'sao de hontem, ir hoje em'corporacaTcum-'
^!ldiPIira..,mJ,fle^a.exteQii0 territorial jprimentar aoBxm. Sr. couselheir0PJofo Alfredo
Cesario Antonio Cardoso Ayre's, simplesmente.''^ttvaPor.inlei BoVue '
Edelberto Licinio da Costa Campello, pleoamenW ,os"'oaquim da Costa Macjiado, Joaqulm Bap
3' anno.
Eduardo Gomes Fartvira Velloso, plenamenle.
Ju.io Joaquira da Praitaa Henriques, idem.
Bernardo Antonic de Mendooca, idem.
Adalberto EVjidio de Albuquerque, idem.
Ilerculaoc Matcos Inglez de Souza, idem.
Fabio Cabral de Oliveira, item.
4. anno.
Jose de Castro Sa Barreto, simplesmento.
Antonio Francisco Pereira de Carvalho, nlena-
meote.
Joao Bapiista Jo Castro Rtbello Junior, simples
mento,
Salustiano Jose da Oliveira, plenamenle.
Frederico Augusto Borges, idem.
AssHssinaio. -E.-ii terras do engenho Ma-
meluco, do termo da Escada, Antonio Firmino da
Fonceca assassinou com um tiro a Antonio Vicn
te Ferreira, conhecido por Antonio Men i no, sen do
o criminoso yreso em Hsgranle.
Outro. -As 8 boras la noite de 25do eorren-
te, em terras do engenho Aranau' do termo da
Victoria, Domicio, lilho do major Joaquira Pessoa
Cesar da Cuoba, acompanhado de Luiz de tal, mo-
rador nesse engenho, a-sas*inaram com um tiro e
diversas facadas a Jose Pereira da Silva, e feriram
leveraente ao i-mao deste, Martioho Pereira da
Silva, pondo-se ambos em fuga. ,
Prisuu de criminoso. No dia 20 do
corrente, foi recolhido a cadeia do termo do Li-
raoeiro, Jose Damasceno de Mello, pronunciado
como incurso nas penas do art. 192 do codigo cri-
minal.
Ferimcala leve No dia 19 do corrsote,
as 8 horas e meia da noite, na rua da Regenera
cao, do distrito de Beberibe, do lermo de Olinda,
Tneodoro ^avalcante de Lima, conhecido por Ferro-
fario leveraente c^m uma facada a Francisco Fer
reira da Silva, por antonomasia Chica Vermelho,
sendo preso em flagrante.
Jury do Recife.Tendo compareciio hon-
tem 38 juizes de fact., foi submettido a julgamen-
to o r6o Jose Martiniano da Silva, pronunciado no
art. 193 do codigo criminal, como autor do assaasi-
nato da Alfredo Gas3ier, em 17 de marco do anno
passado, no hotel Univefso, na rua do Commercio
de ta cidade.
0 conselho da julgamento compoz se dos Srs.
Dr. Alexandre Jos6 da Csta Valente, Antonio B.u-
fino de Andrade Luna, Antonio Jose Silva do Bra
sil, Jose Alve< Barboza Junior, Dr. Antero Manoei
de Medeiros Furtado, Januaria Constancio Montei
ro de Aalrade, J s6 Felippe Nery da Silva, Jose
iendea Vieira, Rodrigo Jaeome.Martins Pereira
LandeJino de Luna Freire, Jose Thomaz Cavalcan-
te Pessoa e Emiliano Ernesto de MeJlo Taraborim.
A defeza do reo foi produzida pelo Sr. Romualdo
Alves de Oliveira.
Era vista das respostas aos quesitos, foi o reo |
condemnado a 14 annos de prisao simples.
Vsioriaiuu Commercial Beneli-
ente. O Exra. Sr. coaselheiro Joio Alfredo
Correa de Oliveira, visitou hontem, ao meio dia,
d ediueio dessa enrporajao, a praca do Commercio,
cando ahi recebido pelo presidente da directoria o
sr. J.aquira Lopes Macoado, que se achava pre-
sente ua occasiao.
Conduzido ao salao de honra, forapresentado a
b. Exc. o album dos vieitaniea IMustres, no qual
se acha inscripto o nome de S. M. o Imperador.
S. Exc. demarou>se cerca de l|2 hora, mostran-
do so attencioso para cam diversos merabro3 da
directoria que appareceram depois.
Ao reUrar se, declarou S. Exc. que era aasa a
primeira visita qne fazia em Pernaraboco deoois
de sua chegada. ^
Acompanharam ao Exra. Sr. ministro nessa vi-
sita e como elle foram rogados a escrever seus
noraes no mos.no atbum, os Exras. Srs. eonselheiro
Rocha e Dr. Teixeira de Sa.
ta de -apreee aos servicos qae fem prestalo i
pr Nao se pcestando a casa de saa sede para um
semeihante acto, obtave a Associacao Commercial
Agu'eoU da sua irm.i, a' AssoeiacSo Comnerciat
Banertcene, os espaco-03 e aeeiados saloaa deaa
orpera^io, a praca do Commercio, para nelles
e realuaf essa sumptuosa fesla.
Conata-nos que o baile tera lugar no sabbado,
7 de novembro.
, Aurilworsario. -Coaiplela 36 aanos de idi-
de S. M. o rq| de Portupil.
Anno nauiii<-ii>*i Terminou hoje o an-
no municipal de 1873 1874.
Diarlo de Pernaaiaaea. Se chegar
hoje o vapor americano Ontario, diatribuiremos
amanha o noaso numero da seguMa-feira.
Ferro Curril.-a, gerencia'.dessa empreza
nao podeado-cbter.'moedkde nicketem abundancia
para sa isfiaar aos tr^*, resolveu vender, de
amanha era diante, as pessoas que v'iajarera nos
seuacar.-os, bilhetcs do valor de cinco pss-agen3
quesoserJo recebidqs ms carros. Cada bilhete
e d.vidido era cinco partes, cada nm dos quaes
vala uma passagem, e sera entregue pelo passagei-
ro aq conductor do carro, qae Jmaoediatamente
devera nititilisa io com o alicate.
inHtiiuto Uedfco Pernambuco.
No dia 28 do corrente, as horas do costume, es
tando presentes os 3rs. socios Drs. Casme, Cha-
con, Santos Mello Seve, Saota Rosa, Pereira de
Bnto, Tristio, Malaquias", ErnTIVio Continho, Cnrio,
Ramos, Velloso, Pereira da Silva, Estevao Caval-
cante, Cysnelro e Pilanga ,abrio-se a seasao.
E, logo em seguida, o Sj. D-. Seve pedio a pa-
lavra e requereu que se encerrasse a sessao da-
qualle dia, como prova de pezar e de sentiraento
da pane do instituto pelp falleciraento do Sr. Dr.
Alexandre de Souza Pereira do Carmo, membro
do mesmo instituto j e, sendo unanimemtfnte ap-
provado esse requerimeuto, o Sr. presidente en-
cerrou-a e deu para a or Jem do dia a mesma ja
annu'nclada.
Companhia Haliana. Nao podendo
esta companhia retirar se para -a provincia do
Para no vapor americano, por circumstancias ex-
traordinarias, ffca transferido para quando se an
nanciar o beneficio-da artista a Sra. Cafharina
Bella. x
.Via-rerrea do CaxangiV Pessoas
qua desejam habitar a povoacao do Caxanga, du
rante a presente estafio calraosa, pedem-nos para
lembrar ao Sr. gereute dessa via-ferrea a c nva-
niencia da transferir de 2 horas e meia da tarde
para as 3 e meia a partidi do trem que vai ate" o
terraiao da linha, afl-n de qae nelle possara seguir
os e npregados publicos.
V tiuein eumpetir. Algnns visiahos da
nova fabrica de gela do caea do C3pibaribe-quei-
xam se, com razao, de nio poderem parar com a
fumaga negra e naoseabunda que so deaprende
pela chaiuind do motor dessa fabrica.
Essa chamine, por ora, nio tem a altura r'-gu
lameaur estatuida n is pqsturaa municipae-.
Quem tiver competencia deas provideucias para
[.que cpsse o mal apontado.
E'rotestOM de letraa. As letras qne ti-
verera venciraento nos dias t e 2 de novembro
vindouro, deveiiio ser tr.aidas a proteslo hoja, em
virlude de ser aquelle santiQcado e este dia da
commem.ofa.ao doa defuutoa, onaeguiutemonte
fcnaJ i para a f.'.ro.
Uelaracuo nedada.0 Sr. coairaenda-
dor. Antonio-Valcutim da Silva Bar.roca, digno con-
sul da repufclica oriental do Uruguay, aos pede
para declarar: que haateou a bau;eira, da nacan
qua repreaenta, de sua liv.e e espoutauea vonta-
de, para applaudir, como e de sua obrijacao, as
fe.-tas do imperioouda provincia; e que'gnora ti-
vesse havido convita as casas ^onsulares para se-
melbaute fiei. *
Encouracado.Acaba de sahir a laz o n.
3 do jornal salyrico dessa denomina^ao, qae aqoi
se publica. *
lioterla.A iua se acha a venda e a 123*,
f. nt. Appcllacao civel.
iM.OIialaAppr-ilaataojaizo, arpellados Ar
chanja e Irancisca, escravas.
_ Appellacsj commercial.
Do Raw e.-AppellinteGrosm.-n Nesiui & C.
appeliado Estsvao Jo^6 da Motta.
Ao Sr. deserabargadur Accioli :
Appellacao commercial.
Do Ceara.AppelUnte Joa^uim Francisco da
Costa, -appellados herdei ros de Jacob Cauh & C.
Do Sr. desembarga I .r Accioli ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva :
ApoellacSes crimes.
De Pao d'dJho. -Appellante o juizo, appeliado
Paula Francisco BarDoza.
De Camaragibe Appellante o juizo, appeliado
Antonio Joaquini Cobra Verde.
Do Sr. dasembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. Jesembarfador Accioli :
Appellcao civel.
Do Recife.-Appellante Manoel Joaquim do Re-
go Albuquarqae, appellados Ernesto Jjse Felippe
Santiago e outro.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Souza Leao :
Appellacao civel.
Dolnga.Appellante Bernardo Gome3 de Mou-
ra Coutioho, appeliado iose Pereira Kilgu^iras.
Do Recife.Appellante Jose Joaquim Gomes de
Abreu, appeliado Dr. Antero Manoel de Medeiros
Furtado.
' Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
Da Fmperatriz. Appellante Antonio Silvestre
Barros, appellaJa a justiea; appellante Emigdio
Ferreira Lima, appellada a justica.
Ao Dr. curador geral :
Do Jilar.Appellante o juizo, appeliado Fran-
cisco, escravo
Assignou-se dia para o julgaraeato dos satura-
tes feitos :
Appellaijao crime".
Appellante o juizo, appeliado Irii.O) Ferreira de
Mello ; appelIat'te,o juizo, apptllaJo Manoel Her-
culano da Silva.
AppellacSes civeis.
Appellante Manoel Kernandea Ja Cosla, appella
da a fazen :a ; appellante lose da Costa Bispo, ap-
uellado Braziliaoo II. da C. Cavalcante Albuquer-
que.
Eacerrou se a sessao as 2 horas.
DK
Tribunal tie comtnercJo.
ACT A DA SESSAO DE 20 DE OUTL'BRO
1874.
PRESID8NCIA DO EXM. SR. C0NSEI.IIE1R0 ANSKLM.
FRANCISCO PBRETTI.
A's 10 horas da manha, presentes os Srs. de-
putados secretario Olinto Bastos. Lopes Macliado,
Alves Guerra; e o Sr. supplente 8a Leitao, S. Exc.
o Sr. eonselheiro presidente abrio a 'sessao.
Lid*, foi depois approvada a acta da sessao pre-
cedente.
.. EXPED1ENTE.
Foi di-tribuido o livro copiador de Julio de Mai
lo Salgado.
Jornaea offleiaes de ns. 254 a 259. -Para o
cbivo.
ar
jua se ncna a venda o a
a benelicio da matriz do JaboataOj qae corte no
dia 5 de novembro.
Casa le detencao do dia 29 de outubro do 1874 :
Existiam 332s entrou 1, sahb;am 12, existem
321-
a saber : naiooae3 254, mu herea 7, eatran
geiros 28, e^cravos 32.-Total 321.
Alimenladoa a custa dos cofres publicos 273.
A saber Saos 260eenfermos 13. Total 273.
Movimento da enlermaria do dia 29 do outubro
de 1874 :
Teveram baixa:
Seyerino los6 da Silva, syphilis.
Joao Joso Joaquira de Santa Anna, idem.
Tiveram alta :
Faliricio Jos6 Ferreira.
Manoel Pereira Lins de Araujo.
Passagetroa.Sahi Jos para a Europa r
tista Nogueira, sua senhora e 2 filbos, "H. Keller,
sua senhora, uma meoina e uraa criada, Rezzo
Vitofa, Antonio Jose Malheiro e Joaquira de Oli-
veira Pinto.
Uonro?a manircMacao. A direecao
ciacao Comraercial Benefleente reaolveu,
sua residencia a
miturnos q Sr. Sarmiento que lam'enteraos d'
onde a cbndieao da renda 6 extremaraente varia-! Correa de Oliveira, na casa da
vel de provincia a provincia, de cidade a cidade, de Passagem da Magdalena
mumcipioi a municio, de villa a villa, onde a uraa Associuyao Commercial aKricola
natnreza de mil formas accidentada correspondent E-ta corporacL. em sessao de hontem da S'
Hespa-ldesigualdadesdavida social creadas pelo habito,' blea geral, reso{veu offerecer aEimV Sr coos"
AlfreloCorr'j do Oliveira um baile,
In .", At, ------" J- ____
eaia& "** e-,ege:.aa?..a Araa^'_ha fc I NoTrabTlho; KUMSS; pom ver com ent^rne-! Iheiro" Joao .,
de'eida sympalhia que, oosia tyrannies medida da ca-' como manifestacao de r"sijo de sua vl'nda e pro
HuoMi a jiammL
SESSAO EM 30 BE OUTUBRO ')E i87i.
PRES1QNG1A DO KX.M. SR. CONSELHF.IRO
CAETANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
A's 10 horas da manhS, presentes os Srs. dei-
embargadores Silva Guimaraes, Lourenco Santia-
go, Reis e Silva, Almeida Albuqaerque, Motta,
pr-icurador la coroa, Accioli, Domingues Silva
e Souza Leao, abrio-se a sessao.
Em seguida o Dr. secretario procedeu aosorteio
dos adjuatus para os aggravos de petii^ao :
N. 78Aggravante Adolpho Mar-iues dos San
tos, aggravado o juizo do commercio. Foram sor
teados os Srs. desembargadores Almeida Albu-
querque e Motta.
N. 79. Aggravante o barao de Nazareth, ag-
gravado o juizo da fazenia. Foram sorteados os
Srs. desembargadores Souza Leao e Reis e Silva.
JULOAMENTOS.
Recursos crimes.
De Nazareth. Reaorrente a juizo, recorrido
Cheintovao Jos6 de Almeida. Relator o Sr. desem-
bargador Silva Guimaraes. Sorteados os Srs. dei-
embargadores Almeida Albuqaerque e Souza
Leao.Improcedente.
De FtambeRecorraate Manoel da Freilas Bar
boza Cordeiro, re:orrido Pedro Ferreira Nobre.
Relator o Sr. desembargador Aocioli. Sorteados
os Srs. desembargadores Almeida Albuquerque
e Reis e Silva.-Improcedente
De Maceio.Recorrente o juizo, recorrido Fran-
cisco Joaquim dos Reis. Relator o Sr. desembar-
gador Souza Leao. Sorteados os Srs. desembar-
gadores Reis e Silva e Lourenco Santiago.Im
procedente.
Appellacoes crimes.
De Pao d'Alho.Appellante o juizo, appeliado
Manoel Jose de Sanl'Anua A novo jury.
De Campina.Appellante o juizo, appeliado Alei
xo, escravo.A novo jury.
Da Escada. Appellante o juizo, appeliado Joaj
Rayraundo de Oliveira.A novo jury.
De Ouricury. Appellante Firmino Apjlinario
da Silva Barros, appellada a justica.Nullo o pro
cesso por incorapetencia do juizo forraador da
culpa.
Oe Ouricury. Appellante o juizo, appeliado
Joaquira Pereira Macambira. Nullo o processo
por incorapetencia de foro
Appellacoes coraraerciaes. '
Do Recife. -Embargaote D. Olympia Carneiro
de Miranda Henrique-., erabirgado Mauoel lijlri-
gues Teixeira. Desprezados os erabargos.
Do Recife.Appellante Jos6 Monteiro da Si-
queira, appellados Rodrigues Irmlos i.S[Guimara3s
-Reformala a seotenca.
Appel!a;5es civeis.
Do Recife.Appellante Antonio Baptista No-
gueira, appeliado Manoel Joaquim do Rego Albn-
querquo. Despre^adoa os erabargos.
Do Hecife.-rAppellante a fazenda, appollado Ni-
colao Eugenio de Albuquerque Sarmento.Refor-
raadaa sentenga na primeira parte.
- De Atalaia. Appellante Antonio' Jose Telies,
appeliado Manoel Joaquim Maia.Receberam os
erabargos.
PASSAGBNS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Lourenjo Santiago:
Appellacio crime.
De Santo e Silva, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. des
embargador Almeida Albuquerque :
Apellacdes crimes.
De Santa Lutia.-Appellante o juizo, appeliado
Joao Gomes de Barros.
De P va, appellada a justica.
De Atalaia.Appellaale Manoel Joao Balao, ap-
pellada a justica.
De Pao d'AIno.Appollaule o juizo, appeliado
Raymando, escravo,
dkspa.:hos.
Requerimentos :
De Jose Antonio de Araujo, pedindo tran.-feren-
cia dos livros copiador e diano da Aranio Carva
lho & tDeferido.
De Francisco Jote de Olivtira Rodrigues, car re
lor geral, apresentando o c-ouhecimento do seu iui-
posto, alim de ser regislrado.Enpregua-seao sup-
plicaate o coaheciraento junio, depois de regis-
lrado.
De Bernardino da \ asconeell-.is, corrptor geral,
raostraado ter p^go' o imposto do sua prr.flssao.
Regi3tre se o conheciraento aunexo e depoia en-
tregue-se ao sapplicaale.
De Pedro Jose Pinto, corretor geraJ, oifcrecendo
a regia^rft. o couheciraento do sau imposto.-De-
pois de regiatrado o conheciraento junto, seja en
iregue ao lupplkante.
Do corretor geral Miguel Jose da Holla, tambem
pedindo que se registre o conhecimeuto junto do
sau imposto:. Seja regislrado o conheciraento
junto, quo depois sera entregue ao supplicante.
De Augusto Pinto de Lemo-, trazendo a regisir.-
o conhecimeuto do seu imposto. Ragistre se o
conhecimento annexo, que depois sera entregue ao
supplicante.
De Candido Casimiro Guedes Alcjforado, sub-
raettendo a registro o conheciraento do sau im
posto relative ao primeiro semestre do exercicio
de 1874 a 1873.-S ja registrado o couheoimeulo
junto e depois entreguese ao supplicante.
Da Francisco Jose Silveira, impetrando o re-
gistro do conheciraento annexo do seu imposto.
Procedase ao registro do onheciraeulo aprasen-
tado, que depoia sera levolvido ao supplicante.
Da Manoel Insd AiTonjo, corretor geral, reqne
rendo o registro do conhecimento annexo do sen
imposto. Feitio o registro do conhecira- nto anne-
xo, seja entregue ao supplicante.
De Joaquim Dias dos Santos, agente de leiloes,
sujeitando a registro o conheciraento do seu im-
posto.-Regis Ire se o conhecimento e depois ;eja
entregue ao supplicante.
De Jose Cupertino dos Santos Oz'.rio, soii:ilando
o registro da procura;ao que Ihe passou a finna
social Co?ta Moreira 4CRegistre-se.
Da Souza Junqueija & C, declarando que de
-ua sociadade retirou-se o socio Bernardino Fran-
cisco Juuqueira, eque coutiniia a gyrar a raesma
lirma. Nao tera lugar.
De Aprigio Fortona e um coramanditario, pe-
dindo que se registre o seu contrato social annexo.
itegistre-se o contrato junto, noa termos do de-
creto n. 4,394.
De Aprigio Fortuna, cidadao brasilei.' o, de 27
annoa de idada, natural do Ceara e-alli estabeleci-
do com negocio de importacao e exportagio, impe
iraado matricula de cuminerciante.Vi>ta ao Sr.
deaeiibargador fiscal.
Inforraacao da secret..ria, cobrindo a pelijao de
Manoel Jose Ferreira Junior, afira de ser declar.'.do
o geuero de negocio a qne o supp i:ante se dedi-
ca. -Pro:ede_ a duvida ate que ella seja reaolvida
por declarauai do supplicants, quanta a s;r por
groaso ou a retalho j genero de commercio que
exerce.
Da mesma, tamlem sobre a pelicao de Joaqaim
Carneiro da Cista Filho, para que seja declarado
o genero d^ aegocio que "exerce.Declare o sup-
plicante se 6 por grosso ou a retalbo qae exerce o
commercio de que trala o sau contrato social.
COM 0 PARECER FISCAL.
Da Bant) Augusto da Silva, pedindo c ngisiro
da procuracao que lbe passou a Grma social Pe-
reira Bastos Si C. -Nao tem lugar.
Nao havcnlo mais n da a deapachir, S. E;-.:. o
Sr. eonselheiro presidente eucerrou a sass^o as It
horas e 1|2 da manha.
allio, sahe -o com bngalho. Ora o que leaaifc"1-
tados de b"pi, .le arcefoispfis, oe frades, de ju-
las, .aim a .adeira da ioglcz f
A jegopda o.uessa eueata oa tte*Udos, qur,
Como alg'j::i !a primeiraos cuucodidos por > .-
nos reged<.rea a primeira visia, e para oa e-piri-
k)3 que se deixam levar daa primeiras imprca-0 >,
parece n ter a .'gum valor para a queslao, e de al-
gum modo Jf fender o professor de ingli-z ; mas n
bem attenier se para o poutoda que se iraia, para
o que esta em discu-sao, vesa tofo quu elles nada
provam contra as verdadej (Juras, e certo, e que
talvez so as dlssesse a Iran juexa 1o caracter il.
Sr. Dr. Cumeiro Monteiro, qua aao sabe recuar em
axpol-asi, iontidas nas teformafdes, que o smi
chefe o Sr. Ur. Carneiro Monleko, leve di 'lar a
presidency ubro petioles e preten-'o .- desarra-
zoadas do mesmo profesaor ; e 90 alguma cousa
provam e contra o proprio profe^. r de ingler,
como havernos de ver.
Tenha pacioncia o Sr. professor de ioglez, nao
fuja da queslao, vamos ao pouto principal delta,
reuiontem. -nos a sua origem, ja que assiia o quer,
eobriga Bos.
Vejamos c que coniwn as informagoea do Sr. Dr.
Carueiro Moct-iro, e coao respondcu a ata <>
professor d raglez.
Em 2 d- ui,nl do corrente anno dizia o Sr. Dr.
Carneiro Moineiro, regedor do gymnatio, inform, i.-
do peticao do professor de ioglez do mmi watitato
Dr. Collapi a prtsideocia da proviiuia aoHeiuada
justificnciii de fjlttU, e dons mezr.i *t hemtfa
< Ex u. ir... Tendo esta repaduria reaaivid^
fazcr deaapparecer o abuso de aiguns pr ifessjres
entrart :n para a aula vinie iniuutos h pirn da l. ra
e delta satiirem aules de Guda a iik-iim bora I
caado assim op*azo diarta do ea-iuo reiuziJ a
trinta miuui ; e aleio disto v. n8caudo serar-
genle, determiaon qae t> dos os profe.-scres de lin-
gua* te uccjpasaem no enamo de aacMakaaMt) d--
ciplina pel tempo de duas horas diarias.
Semelhau..' delibeia^ao, que, era da tfperar,
fosse appl.i'jiiida p.r qualquer professor zi-iosu
pelo adiaolamen o de seus diacipuios. imfetitmtml*
o niio (6ra pet) professor de inglez (Ur. Col a.; )
que sem rtbucg declarar a que a il'a ado se sufa
lava.
No dia cjuintc aquelle professor officiu ao crtt'irio iutt c.'Ui'clc'.'imeuto, dnnh-.e pur it ca-
fe;epoTque ttte Ihe eacrevera uma caru par
licular the fazendo sentir que devia co.iiinon:-
car llicialiiiei.t; a regeduna a sna lolt-tia, n,
dia subseqwnle enviou elle um oflkio a esta irgc
doria commun.:cando arhnr-se [unccionnndo como
juiz de (acto na sessio do jury de OiiuJa.
A 17 do mesmo mez re etteu elle uiu notfli of
licio (> tin que cipctosimente rommuni a.a o
encerramen'.o Jojary), que vatjuuto por eufi.a, aj
qual aiBrma acAar-M doente de bixncktte .o- torn
e dor nos peit -, mnlestia s brerinda d; mm.-, chu
viscos que tin-.nhara, e nao tem comparer' I- n
exercicio de s- cadeira, que ficara a ni'^j di
n
IBUGAGOES A PEDVDB."
O regedor do ^yuinasio provin-
cial o o professor de In^Bez
do iucsiuo Instituto.
Ja sabiamos que o professor de ing! : Dr. Fo-
lippe Nery Collaco, nao podendo jtutificar-se dos
pontos de accuaacao infundada, diz elle, cooti-
dos nas laminosas informagees do sea chefe o il-
lastre Sr. Dr. Carneiro Monteiro, e capitulados no
artigo publi-ado neste Diario era oseu n. 235, lon-
ge de recolher se ao sileocio, sahir-se-ia com al-
guma coasa para embair o publico. Acompanha-
remos e Em Ires partes se dividem oa artigos do profes
sor de inglaz Dr. Collaco: mentiras e ciilvmnias,
imultose desaf>ro$,e altestados A primeira par-
te ja foi completaraenta respondida, a insultos e
icsaforos nao se responde; qnanto aos altestados
vejaraos que valor tera ellea para a onestao ver-
tente.
Duas foram as suas remessas : uma co-,stituio
a retaguarda de sua defeza ; cutri a vanguarda
da mesma; os fiances foram sempre defendidos
por continoados reforcoa de mentiras t insultos,
Achava-se, pois, bem entrinoheirado o v*=ta cam-
po da ignoraocia (?), ineptidlo (?) ou relaxamento
do professor de ioglez.
A primeira ramessa consla em quasi sua tctali-
dade de atteslados de arcebispos, de bispos, de \s-
sociacao Commercial, Gabinete Portugacz de l.ei-
tura, etc., que pela muita relacao que tem com a
cadeira de inglez do gymmsio. proiam que o pro-
fessor de inglez desse institute. Dr. Felippe Nery Col-
laco, e um perito mestre de inglez, conheudor pi o-
fundo desta lingua, tem tuna pronuncia, que turn
um Lord o desbanca que e de uma exaccao
no cumpiimento de seus deveres que nem um
Catao; de nm zelo, dedicy^do e inter esse pelo
qproveitumento de seus discipulos inexcedireis, em-
jlmqne i um professor modclo.
I.-io faz nos lembrar uina.anecdota que se conla
algurea
Pergnntan lose a cert) personagera quem era sen
pai, resooudera t men aid e o Darfiode.......
Assim faz o professor de inglez; falla se-lhe em
professor da irancez auxiiudo por ura re.ti-
dor.
Agora o p-ofessar de inglez, para motirar f ulat
que dera ao corrw do mez findo e o pedilo de torn
mesa de lictnea, jnnia um attestado, em qae seu
in .1 i: deaoi.oi ado pelo facultative pela exprus-a >
vaga inemm-jdot liemnnhoid-ies com eolicns he-
patinas e mf.uindo nos nnlros circnlitorios. a
Nate tempo ainda niio era conheciia a jacfil*
accidental, a que mais tarde reduzio o prop, io pro-
feaaor de inglez, elle propno, a lodoa otstvm in-
commodos.
Al6 aqui nao ha uraa so palavra injuriosa aa
professor de inglez, s.lvo se para esif saLfc r a
ver lade constilue injuria.
Esse tr cho da iutormacao do Sr. Dr. Cam; ro
Monteiro prova evideolemenie o que allinn:m <
em o primeiro artigo, is to e, que o prufeasar de. -
glez Dr Collajo, vneu vida milagro'n, muito htm.
e sutisfeilo emqunnto pode'reduzir o prazo dr evr-
cio diario d- sua cadeira, que comprehrnde doui
annos, a trinta minutes, e a menos tempo ainda ;
enqit into podia, seguudo dizem, paseiar por ti-
moeirodaqui a umos vmte e tantas leguas. It
demora r se sem Iicenca do pi esidentc'Ja prov i net: *
entretantj qu hoje, contra expressi disposicdo di
lei, pretende a.'c que seja o presidente du protincia
quem justiftqae-Ihe as fultas III
De modo que para abandonar I cadeira, para
ausenlar-se da capital para nma coraarea di-tan'*.
nao precisa o pr.;fessorda inglez do gyranasio, Dr.
Felippe Nery Collaco de licence do g.verno pro-
vincial, foge, vai escondidamenle ; mas para ju-ti-
Gcar suas faitas -6 este, so o presidente da prova-
cia o pode II!
Prova ainda mais que leado o regedor do |jrai-
nasio, Dr. Carneiro M nleiro, afim de acabar am
o abuso do professor de inglez Dr. Coll if/o so entrar
para a aula JO 3>J minulos d- pois da h-.ra, edel-
la retirar sc v.tes de fiuda a mesma hora, e em
bun do adiauiamento dos aluranos ord os professores de linguas se occupassem no ensino
de semclhanta di-cipliaa pelo tempo de visto haver dous annoa em cada caleira, ftira estx
deliberncao unanimemente applaudida por tid-<
os professores comexcrpedo so e unirimen'e do
professor de ir.qtez Dr. Collaco, que / dojui
loin zelo, todo J-:dic"i\lo e amor pelo servico pu-
blico, declarara MM rebneo niio sujritar se aquetti
disposicdo de c:nveniencla e vital int>resse pv i
os educandos, e rrrdtto do instituto.'
Prova mais que aa passo que o digno r g 11 i
do gymnasio, o Sr Dr. Carn iro M .nleiro. aalafffa-
se por elovar e fazer prosperar esse in>niut\ .
profesaor de inglez, Dr. Collaco, tnvida todos
meioa para desacredital-o.
Certaraente q:ie M esse zelo. que sempre te-e '
professor de ingUz idi sua cadeira, que obrigou
o seu chefe, o Sr. Dr. Carueiro Miniairo a in.'luir
na inf.rma ;,i a que nos refenmos. iratando la
licanca pedida por esse professor, o seguinle tra-
cho.
.Vuo obstnnte, cabe in fur mar a V. Exc que em-
bora hr.ja air pello para o trabalho lertiro cot* a
fait a tie pnfetsoret, menor damno soffieni oest-
belecimento, conc-'dali stnd) ao professor deinglr..
a ttuncM impe'rada, qae obrigal o a exercer o mo -
gisterio sem cquella dedicacao e zelo que e de &
srjar ; Mil que i de esperar que maior vantage-it
se obtenha qur o ensino activo seja feito por outre.x
aihda que awu-J habititado, poiein mais iotere.-
sado no adian'amento dos dscipulos.
A cases trechos da inforraacao do Sr. Dr. Car-
neiro Monteiro nada repeuleu o professor de io-
glez ; calou-se; cmbuchou.
E' ponanto o profesaor de inglez reo, confes- <,
como disseui'. i; reconheceu e reconhece que o
que disse o seu chefe o Sr. Dr. Cwoeiro Mouleir >
em sua informacao, sio radadm paras; e tan! >
assim que nao podendo jusuticar-se, refugia-se oa
segunda inforcacao do Sr. Dr. Carneiro Mooieir.',
a enjos pontos tambem nao podendo respond-1,
toccorrt-se (que miseria!) a analyse de pulam.-;
questot's Je mcninos decscolu, afim de distrahir
altrnrao publica do seu r-l xamento, do seu dele
xo, da otuadut com que por meio de uma redact*
capcios",de alUgirjes infieis, pretend-ra indu-zr
0 governo provincial a saltar por cima da leipv x
satisfazer seu .elicnlo 'rgnlho.
E tanto e verdade o que levamos dit >, que ae
professor de inglez do gymnasia Dr. Felippe Nai y
Collaco oodesse jnsiiflcar o sea relaxamento o
exercicio da sua cadeira, a sua incommensuro: I
vaidade nio cocientiria nunca que sobre este pan-
to elle s' caltm,' para occupar-se de emprego o>s-
ta ou daqnella palavra.
Nao podendo, pirem, o professor de inglez p^;-
duzir nada de si pan defender-se, rceorreo aos
auestados, que no sen engender onsiftuem a aia-
vanca de sua defeza. Tiremos o professor da .a-
glez do sea do'te cnleio.
Vejamos ainda uma vez qual foi a origem J.
queslao.
0 professor de inglaz no exericio de sua cadei-
ra nao cumpria os sens deveres ; send* os alu:ii-
nos de sua aula diatribuidoa segunda o parag:.
plio do artigo ... do regiraento interno do gymna-
sio em d ras anno.3, achava se redu/ido o praro .>
exercicio diario da mesma a nma hora, qae o me-
mo professor pelo 3eu relaxamento reduzia aicd*
a 30, a 2J minulos de um ensino sem gosto, sero
interesse, deleixado emfim.
0 ?eu chefe o Sr. Dr. Carneiro Monteiro nao j.-
dendo, nem devendo consenlir nesie esiado de cou-
sas, ordeaou em geral qae os professores de bn-
guas live3sem de exercicio diario 2 horas ; erta
raodiia approvada por todos os professores, sd eo-
controu desapprova^io da parte do professor de
inglez, que foi o uxi.'.o, qua na semataria do iasti-
tuto esbravejou q a ella nao aa smjettarial
Eis o motivo, eia a razao do desespero do pi -
fessor de inglez, da guerra que fax ao sen chefe,
e aq gymnasio; ura facto todo presente. Naa suas
infermacoes o Sr. Dr. Carneiro Monteiro ni.-lQria ;>
procedimenlo deste professor, e outros acto* de ana
relaxagao, mas tudo aeoutecido presenlemente, tu
sua regedoria ; nio se refere a nem um kU> da
relaxacao do professor de inglez em epoca passa-
da. Portanto este proMaor racorrend a altesta-
dos de regedorias transaclas prra contest or an*
facto actual, prova coot isto exuberanteraente cu
que esta soffrendo de n loilectmento cerebr.it, on o
que t> a verdade, qae a sna causa 6 aem defeza.
Aqaelles atteatados s rveriam, ae o regedor la
gymrasio livjsio d.t-? qu3 o professor de ing'ea
uwn*\

n l. 'IIS'I


{
V
>

BitiM AvVmiMfoioO'-- Satttedo 31 der (Mtftififo Qe 1&T*-
''~
nw c%n|tfGito3#oft &?*%rii a (-;;;>. "!i quo o
rt4ttie>cJi.# > dlrliJj felus a..te=iadurc
ma) oPBrf UK UarAi* Bmlciro
ma) oKcf UK iSarAife Irateta) nil diste UM,
nem vem ao cast saber se sb o relaxaraento do
professor de ingle* data de hoje, ou ja vem muitoJ
de atrnf i-
Dissemo3 em prineipio que o? attestados, se a
guma cousa provavam na questao wrteale, prova-
vam c ntra o professor de inglez Mostremos.
Sendu aqnelUs attesiados, lodos os |iiaes ba-
seam-se talradicca-i, no trndilur, a expressiio fle1
da Tercladei concedeodo-se mesmo que estivessem
, aquemdnt altos mintot do professor de ingles, pro-
' variara so uoicamente que este seohor, rfua era ou-
tros tempos cimpria ma is oa menos seas deveres,
actualiueute, abusando i* ura conceito, quo imme
recidamenle e a custa alheia cliegoa a obter, tor
na-se negligent: retapso, rifraetario ds ordens de
seus supeviores; qae tenio habilitagues, sabendo
profundamente o inglez, nfto ensina a seus disci-
pulos, indo a aula inais para preencher f ormalida
do e f.izer jus ao ordenado !
E' so q que provam os attestados, e cada mais ;
aggravariam ainda raiis a posicao do professor de
inglez tornaado miis cnminjso o seu relaxa-
mento.
Alem de quj o altestado do Sr. deio Dr. Farias,
c-.mo regedor do gymnasio, nenhara valor temj
pelo pouco tempo -3 raezes e poucos diasqae es-
leve nosse estabele;imento, nao Undo tido occasiao
da visitar e assi^iir nem uusmo a aula de inglez ;
e tanto e assim qua o Sr.- deao nae deu atiestado
sea, e apenas snbsereveu o do Sr. Dr. Anne*, por
isso que do tempo de sua regedoria nada podia
dizer.
Nao 6 portanto verdade que e Sr. professor de
inglez tenha attestados de todos os regedores des
de a fundaQlo do gymnasio ate a ii imeatao do Sr.
Dr. Carneiro M uleiro. Autes da regedoria do
d^ao Dr. Farias, houve uma regedoria do 2 annos
e tantos mezes. Neste tempo que Ui o professor
da inglez ? Ja que estamos na mare dos attesta-
dos, f.>rne;a nos mais urn ; mas fique logo sabendo
que elles nib provam nada para o caso vertente;
par i o qual so havia urn atiestado. e era ser o
professor de inglez cumpridor de sfiis deveres.
Ciritas.
P. S. -Ja se amava concluido este arUgo, quan-
do vem-nos as maos a Provincia u. 42i, em que o
professor de inglei da uma nova exhibicao de seu
ciractcr.
Temos visto mantir se, mas em toda a parte a
meulira sempre i'oi aeonjpanhada de uma certa ti-
midez e receio, nen'.ir se, porem, coin a impuden-
cia, com o drsptinle e an-ogancia, com que mente
o professor de inglez, e cousa que nunci vim >s.
Mas o culpado di-to 6 o Sr. Dr. Carneiro Mon-
t;iro ; pois fe nao se tivessa limilalo no seu rela-
t -rio ao inspector da iustruccao puLlica a dizer na
part.', em qae traU dos exames, qaa fizeram
examc de inglez oilo alumn.s e destes saliiram
a^provadoa m itr i ( at6 ela scganda parle occul-
tm a bo i fe do professor de tngltz '.), e se livesse
aecrescealado dos 4 approcidos 2 cst*daram
com o reptlid r A* ingles, um e.vlusi: unmte com
elle, nunca frequent iu a aula &>professor Collt-
co ; o outro tendo se milriculado nesta aula, delta
rrtirou se por nao collier resullndo, com licenca
rfi i'iiICio regediir o Sr. deao Dr. Farias para estu-
dar tamhein com o r?p*tn r ; irrignlarimdes estas
a que, lomindo coMa da regedoria ja em meio
ttnno,emestno porqueeslwi convencido de qae
0 nieu yiastrado antecessor decia ter tido razoes
mftila p 4erosa$ para onsenlilas, fechei hs vistas
n i tsper iu-i de com vagar /. circumspeccao por as
("Mis lut'is nos sens eicos ; e do que nao acre
p-:adi-m>, pelo autrarh [elicito me, porque si:
lire/St obrigado o alumno a vollir para a auli
ii'< professor Cullaco, certa nao leria etli feito exa
vw, e sahido approcado.
ilesmo para que esses alumnos so podessem
i "sent ir a ex >/ no coller/io annexo a Faculda-
de de Direitn, me foi prrriso mandir que o repe
hi-.r nos diia que decorreratn do ence/rtunento
d s trubillioS keticos deste inslttulo ate primcipia-
i ;,. os ejomnts ni Facald -de oxupue-s so e
i Insivtunenli' root elles. e quo J i proprio punho
1 is pasHsse eu os attestados, p rque a isto se re-
rj sava o professor de inglez.
Si o trtesse feito talvez n\o livesse o professor
r. ingief a o is i lia, a petal tnci i Je vir men'ir,
' r mtundalosanunte e.npublico, avanrando
q'te oaoi<amos a verdade; qae no capilulo 6.*
i n ^-j p-iu):ii' i irtigo e-t.iii is era contradicgao
c ir. o qaa 'u o S. Or Carneiro Moateiro era seu
r-iatjriijj quaaio nao ha contradifio, e o qae
I uve fdl s i:neute eonde>eeadeosia d) Sr. Dr.
Ciraeird Moa'.eiro para e^m o professor de inglez
; nao a merecia.
Para assin o i:r feito, porra, Bra preciso, que
'.. Dr. Qaraeiro Monteiro ttvea b a alraa pique-
c negro, do professor de inglez. E' raelhor
i.;r,n i que es'.e professor cave par suas proprias
ios a sua run: i.
Para naj ser v-rdaie o quo dissernos era o
J' trio de 13 do a UTeote, i.-to e : a qae o professor
'I :'jh'z ha antos a es$a parte nao di alumnos
bit-t-ul-ts p /"i o' e.cime no ollegto annexo a
i ddndede Dereito, etc., seria pre:iso qae esie
-S3r Uos apresentaise um s6 alumno, um so
at i. q'te se livesse apresentado a exame com
'id'sea; m>s e.nbora nao canhegamos um
s ilurnno de ingiez do professor Coflaco, que
t.nlta feito e\ame con a'tesiado desle professor,
o^n'.enlamo-n-'S todavia com poaco.
PRQV'OCAUO^ SO'.EMMiMESTE o professor
iogiex do gymnasio, DK Fefippe Nery Collaco,
para ;;- ao roenos nes3e- Qkimos tre3 aanos,
H7I, I872le 1873, indiqae quints os alumnjs
te 'i-n attesudo sea prestasscra exarae na Fa-
dade.
a Facdllade 6 pert) ; manle
nao reeu-aremos pagar a des-
A c.u*a i
lirar pir cert do,
j. ;a qaa Bier.
E' nitural qae, p r mdito iiooesto qle sum o
fessot dc inglez Or CoUmo, apontodenao
\r que a gloria di appr-ic iciio de seus alumnos
hisse sobre si, nunea se >ecu$asse a dar os
(ados indhpias-weis pirn que se pidessem
tl'es aprtsent a exame, quaad i todos os outros
i fessores aeaham i dnvi 11 faziara em con^edel-os
-cus dbcipulos Itibilitadis. Port into o pro
de inglez, rtcus udo dir ntttstaiat a um so
is dscipal.s, prova com isto que lem cons-
a ..(>! de que nado ensiii m durante o anni e que
' xado e nenkum interci.se toma pelo aprorei-
m r'o de seus disc:pulos.
E.-o9m fiquo o pablioo sabendo quo dos 8 alum-
1 j inglez q :e firerara evarne o- anno passado
tcaMnde, so i foram approvados, que de.-te' 4
- hibilitar.:n estudando com o repetidor exclu-
T^en'.e, e qae a nenkum dellsi oprofessor de
: cowetdeu atiestado.
Caritas.
, TRANSJRI CJAO.
Heos A MONSENUOR PINTO DF. CAMPO-.
, mjas, illastrado peregrlno,
. a iiiisn vies'.e -das braailau plagas'
FS'-a baja a pura fe com qu; te pegas
b. -aero ardor que inllues ca ?abia penna,
Inspir.id i em ohsos restos
Ofctra o herege ferino
i as liijoes do Kcdempt:r Divino.
ii < vidn ;i~ lobre^as nina-.
Bacript .* qaa illamioas
-i ra^ad) as sombra*. RaJa scena
. em tai'livro sublime i <;ij:'S ;;os create
r oa m vi-j salanicos protesles
mk iinpicw off-demente'
negafl Chnsta e mwmwe <1> Knag I'n.
Hielissimo fespemo
: me o tea livrm Af f nelle me contemnlom
r:andei p .vos-qae-a vaidade agiti,
Xecta vida flriit*.
Se ha nTotlatU'.s qnc cs.'fnpJem
.' caiia e soberba mige.-t.de,
A^renda a huraanilade-
A \.'speitafc leis do Oranipotente..
> castigolMB aueslam meus deslrons.

Q.uH^reduzi.la a ossos,
X I imba urgdittos vaos despa a beldade,
Assim nil, esQaeleto de cilade,
Cidade deliirifaflDto,
I.:=piro- compaixai nosmeus caksios
Aoatid*por Dens eteraamfnte.
if is to, em call pedra, em cada combro
cin e po, com qae me denuaeio
A scaloj e secalos qae asiombro,
Cravasto olhfer Uo fun lo
U den ro do meu tumulo sornbrio,
x poPtnaanto recocopor-se am raupdo
- De nfl^^MTWWairios.!
\ \ ti, saerd-->te brasifeiro,
Preclaro viajeiro,
(j r-, di paixlu dwina entre \-: '. gios,
] encher de c^Ucos la tsoaros
0 y?.-\i pensaroeoo,
E co:n*lle forfcar para os viooisuros
N'ura livro um raonuratnlo I
Jerusalem Jaraealem I Meu nome
Rernemora aos chriitaes eterna^f/eosa,
Martyr sou que da todo se nlo lome, -
Por mais qae julgae o nada -rccompen3a.
Ludurio de tyrannos.
Be Assyrios, I'ersai, Greg os e Romanos,
Amargurei a guerra, a pesle, a foma
E as lutas da politica nefandi.
Que bistoria miseranda I
Orgulho e paraizo dos jadeus,
Riinlia doOriente .jp
Tornei me de repeote,
Centro de inenarraveis morticinios,
Nem me vale ram torres e muralha<
Contra assaltos de Titos e Pompous !
Passei feros dominios
Depois da rail'terrifleas batarbas f...
Mas, sobre usarpacftes, sobre exterminios
lafamaram-me Escribas, Phariseus I
Se em tao negro passado
Nioguem por tantas dores -me lamenia,
A deicida esqaecam no sepnlenro
De Deus humaoisado.
Bern hajis, filno das brasileas plagas I
Ante a luz d) sol pulcro
A expandir-se tao sofrego aas vagas
Do mar que b .nha a Ameriea opulenta,
Leve te a imprensa esta obla^ao tao vera
Corao o teu livro, em que o men nome impera.
Salve., tres veze3 salve I
Pernambaco, orgalha-te.
Tens em tea seio ura de teas ama los Blhos a
quem a Providencia assellau a (ronte com o inde-
level eunho da sabedoria.
Acha se entre nos o Exm. Sr. conselheiro Dr.
Joio Alfredo Corr6a de Oliveira, pernambucano
distincto por innameros factos que bonram a sua
patria e ao Brasil.
Pernambaco ante-hontera deu eopia de seus sen-
tiraentos ds justira e gratidao, recebei-do enthnsias
ticaraente o Sr. conselheiro Joao Alfredo, e victo-
riaado-o Innameras vezes pelas ruis por onde pa?-
sava.
Nobreza e povo, pibres e ri:o>, nacionaes e es-
trangeiros coTeram a receber o illu-lre hospede.
Nos semblantes de lodos debuxavase a alegria
que I tie- ia n'alina.
A-recep^ao de ante-honiern foi averdadeira ege-
nuiaa expressao que o povo pernambucano nos mo-
mentos solemues sabe dar desejs.geaerosos e II-
beraes sentunentjs.
Erabora dias antes, e meiuu no instanto do des-
erabarque tentassem zoilos arrefecer o ani.no pa-
pular, hoava uma ovacao espbudida ao distincto
estadista, qae nuuca tera se esju^cido da seu her-
50 natai, e di seas patricios, sera distinccao de
cronc^l politicas.
Z >ilos, qae em raomeutos taes tentam duslruir
as obras que produz a justigi e a eq lidade, sao
menos que Liliputi a dernbar Hercules, sao ver-
mes que vivem a rustijar, e qae pur qualqaer ta-
cao. esraagados morrem.
Zjilos armai vos de outras fundas e de pedras
de outro peso. A injuria que arrpui3S3ais gravi-
ta e vai buscar Je novo 0 chargo immunio d'onie
sahio.
Do Caes Pedro II a palacio, deste a Maglalena,
e desti a palacio, em sua.volta, f>i 0 illustre esia-
dista festejado com iuequivowas deraonstracoes da
araizade e sympathia que 0 povo pernambucano
tribata a este seu lilho tao nobre e tao g-mcroso.
0 povo que a noite afllaio ao largo das Prince-
zas, e aquelle que voluntariarn-ni-j subio as esca-
das de palacio a ir render homonagem aoSr. con-
selheiro Joio Alfred), deu ura ile?menlido solera-
ne aos Cains que de tudo zombam e de 10 lo eons-
parcam, c 111 Unto qae possara dar expansao ao
sea esqntnlado geui., e lani;ar a atrabiles da ca-
lumnia, que em catadupas \hi sahtm das sianles
fauces.
Ante-home ri Pernambaco elevoa-se honrando 0
seu Glho illastrado e distinct', qae com honra e
dgnidale lenl sempre feiio- re3peitar 0 ilome d s
pernambucano?.
Sirvam estas poacas palavras de mais urn voto
de respeit0 e consideracao a tao illustre pernam-
bucano.
Um pernambucano.
Theatro Santo Antonio.
Corre c.mo certo que pel) desejo manifest ado
pelo eelebra artists uominici de ver nm e-pecta
ca!o nacfonal em que tome parte o pri neiro ar-
lista Flavi0 \Vand2ck, prepara-se caprijhosameatc
0 granle drama
Cain Sinio
para sublr a ?ceaa qaarla-feira i de mvembro.
^mbio -^soWeo to de Janeiro a 8 off. ao pir.11
Deseotato de letrts 010 ao anno, bonletn.
8. e Vasodncetlw
* 9. de Lenws,
Secretano
Ent e4mpabMaWrnito|rarosniai1tii>3 e ter-YN. 35. Aatlf JJe CMdioi^e S* i|.
restres, daSdo nestes 0 sepHra? anno gratis aos se- Qaeira, lerre* poj 390J.0O
gtarados.
Run do Vi^arlo H. 1ft. .
Cunsp inlila Kilisoa
Srs. redtctores: Tendo a seahoca d.) cximio
artist 1 Sr.Eirico Dim niei dado a luz fslizmea-
te uma ciian;t, e nao podendo por issa a compa-
nhia fa^er a viagara qua e.-t iva aaaaneiada para
0 dia t. de novonbro, tenbo a honra de parti-
cipar ao publtco desta cidade qae resjlvi su-pea-
der a r-artida ate 0 dia 7 do mesma mez.
Assim, darei as recitas a qae me havia compro-
mettiJ.) para completar a 2.1 assignatnra, poden
do as pessoas qae a tinhara aceito, mandar de.
novo abri-la.
Ao mesuio tempo faz pnblico qie a iastaaeias
geraes, doming) levara a scena, pela te ceira e
ultima vez 0 drama Galllea Galilei qae tem
mereiido, tantos applauses.
Recife, 31 de outubro de 1874.
0 emprezario,
P. BolJrini.
A ((iieui iuici*ssar.
0 att.'rtado que hontem dei ao Sr. Pereira de
Mello.-fiii do iheor abaixo, 0 aao com) foi publi-
eadp :
t AUestO qae no dia 19 do corrente me fui apre-
senlada pela manba, uma parvala parda, de ida-
de de 2) mezes, poaco mais ou menos, de nome
Prisca, pir ialermedio do Sr. Einilio de Abreu (*),
a qual jul^uei inleiraraeute perdila, facto que se
veriticou poucos dias depois; 0 dito c a verdade
e con;t.i de minhas nctas.
a Recife, 29 de outubro de 187i.
Dr. Gysneirode Albuquerque.*
LT PIVFR Parfumeur 4 Paris.
I riltU Savon au iuc de laitue.
Doctor in Aiwnlia
Os profes ores em arles, letras e sciencias, mem-
bros do clero e magistiados ; todo 0 medico, ci-
rorgiao, dentista e artist 1, que deiejara obter 0
lilulo e diploma do d)utor, ou baeharel hraorario
podera dirigir se a Medicos, rua do Rei, 46, em
Jersey (loglaterra) 0 qaal Hies dart gratuitamen-
to todas e quaesquer_ informacoes sobre a Uni-
varsidade.
H. ;n;-t!n> hc urruina c dem
lr raize* do eabello continaara?ute satarados com
oleos, 3 a calvice. pole se esperar.como resaltado
seenro e inevitavel,
Una relaxacao geral da membrana em que as
libras nascem, as farc afrookar cahir. Porera
por outro ladri, pel-) contrario os tegumentos eva
sos superftciaes da cabeca se fortaleceme forliQ-
cam com aqaeile fiao e sdmravel vig.rador vege-
tal 0 linieo oriental, o qual se altera e se adhere
Qrmemento as raizes do cabcilo, dando cor e nu-
trfiien! 1 emabunlaneia aos tubos.assegurando por
este modi dma magniGoa cabeliadura, evitando ao
mesmo. tempo a apparencia prerrfatara das cans.
u-'
m
aeaaimenio do dia I a 29. 73J:200ac05
dim do dia 30 34:737*178
786937*683
Descarfegam boja 31 de outubro de 1874.
Patacho americano Snzan Bergen farinha ja
despachada para 0 caes do Apollo."
Lngar ingles -TVram'abacalhao ja despachado
para 0 traplctre Concelclo.
Patacho allemioPrimuscarvao e coke ja de-
pichados para 0 caes do Apollo.
Barca ingleia Imperador -farinha ja oespachada
para 0 caes do Apollo.
Escnna Ingleza Sarah bacalhao ja despachado
para 0 trapiche Concci.ao.
SuiportHCalo.
: Sarah, eatrada de Terra Nova
em 29 do corrente) e consignada a Ballar, Oliveira
& C, manifestoa :
Bacalhao 2 400 barTicas aos consigqatarios.
Hiate nacional Jouo Valle, entrado de Macao em
20 do corrente e eohiignado a Joao toss da Cuaha
Lages, manifestoa.
PaLha de carnauba 400 molhos.
Sal 250 alqaeires ao consignaurlo.
0B4PAGHOS DE EXPOHTACAO NO DIA 29 l)l>
OUTUBRO DE 1874.
f*swa os portos do exterior.
No vap ingles Pride of the Channel, para
03 Esladot Unidos, carregou : S. Brothers & C.
4,3*) saccoi com 324,000 kilos de assucar masca
vado.
Na barca portugueza P<;mra Borges, para
Lisboa, carregou : S. Guimaracs 4 C. 100 barn's
com 12,200 litros de rael e 34 couros salgado3 com
408 kilos.
No patacho portugaoz Jose, para a Villa do
Crade, carregoa : J. J. G. Beltrio & Filho 3 linhas
de sicupira e 6 pranchoes de amarello.
Para os portos dfr interiir.
Para Maclft, na barcaca HaydS, carregou :
C. J. B. de Arruda 2 cascos com 576 litros de
aguardente : para a Parahyba, Bailholoraeu & C.
1 barril com 93 ditos de aleaol : oara Mossoro,
Macedo Bastos & C. 10 barrlcas com 620 k los.
CATATAZ1A DA ALFANDEUA
\endimento do dia 1 a 29. 13 856,5944
d.jj do dii 30 719J991
14:576*935
VOLUMES SAHlOS
Hi; dia 30. -
'rinceira ports ....
sganda ports.....
fsTteifa porta .
rivpicba Ccnc*iao -.
31,082
215
81
103
2,357
33,858
SKRV1CO MARIT1MO
:. -:'jfr.s descarregadas no trapicbe da
alfandega.
So dia 1 a 29..... 62
10 dia 30. ... 3
te trapieb Cone*ieto 1
66

I BBEDORU S RENDAS INThRNASGK
RAES DE PERNAMBUD
;#sdim8n'o do dia 1 a 29 69:6'.Hlol6
lam do dia 30 ... 4:451*735
74:14 a S3.it
iX)NSULADO PROVINCIAL.
tanaimeato do dia 1 a 29 69:6131923
fo'dis 30 ... 1:117*40)
70:73U081
RECIFE DRAINAGE
Rendimento do dia I a 29. 15:038i097
Idem do dia 30...... 1:348*866
16:400,5660
AGENCIAS I'ROVINCIAES
Liqaidos espiritnosos.
lendimento de 1 a 28 4:828*847
Ideta do dia 29 *
Bacalhao, etc.
dendimeuto de 1 a 28 4:997*616
Idem do dia 29 448*800
Generos de estiva,
aendiraento de 1 a 28 5:619*370
Idem do dia 29 -209*300
Farinha de trigo, etc.
Aendimento de 1 a 28 7:493*621
Idem do dia 29 *
4:828*8i7
5:446*416
5:828*670
JUNTA DOS :0RRET9RES
Praca do Hocife, 3 de outubrc
de 1894.
AS 3 HORAS OA TARDE.
COTACOES 0(*I2AES
AlgodV) de Macao 1" sorte 7*100 por 15 kilos,
hontem.
Algodao de sorto 7-* 100 oor 15 kilos.
Dito de dita froaxa 6*800 por 15 kilos.
Dito de dita flbra forte 7*300 por 15 kilos,
hole
Dito de dita libra troap 7*000 por. 15 kilos,
AJgou.10. mediano 6*300, por 15 kilos, hoje.
Algodio -^ de a".sorta 5*180 por 15 kilos, hoje.
Qooro^ seecoe satgados 566 rs. 0 kilo.
Cambi: sobre Londres a 90 d|v. 26 1(2 d. por
11, do barfw.
() E' a pessoa a enjo deposito ^esta c'onqada a
escra^a mai.
-------------7:493*623
Fumo, etc.
leodimento de 1 a 28 3 208*391
idem do dia 29 532*380
Vinagre, etc.
aendimento de 1 a 28 774*564
dam do dia 29 *
3:770*773
774*564
28:142*693
Banco do Minho.
Joaquim Jos6 Gnnealves Beltrao & Filho sacarr
por todos os vapores sobre
Anadia.
Agulda.
Aveiro.
'Jeja.
Shaves.
Elvas.
Amarante.
5aimaraes.
Covilha.
Uelgaco.
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Viangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Evora. Monsao.
Fafe. Ovar.
Faro. Porto.
Guarda. Tavira.
Leiria. Regoa.
Lisboa. Vizeo.
Bartellos. Figueira.
Goirabra. Lamego.
Mirandella. Estarreja
Penafiel Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras do Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Nova de Portimao. Vflla Nova de Fa.nalicao
Villa do Grade.
Was illias.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terce ra.
SEGUROS
Maritimo c conlra-logo
GOMPANHIA
Phenix Pernambrieana.-
RUA DO COMMERCIO H. 34.
, _^
Seguro contra-fogo
fHE LIVERPOOL A LONDON & GLOl
INSURANCE COMPANY
Ageates
SAUNDERS BROTHERS A C.
IIforpo SantoIf
Oompankia Ittdemaisadora
dp Porto.
CAPITAL 2, Thomaz de Aquino fonoeea & 0., successes
1 "" agentes.
flWAffllA ALLIARCA
seguros maritimos e terr^B-
tres estafedeoida.na Bahis
em 15 de Janeiro era 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadoriane dinheiro
itco maritime em navio de vela e vaporet
>ara dentro e fdra do imperio, assim comt
jontra fogo sobre predios, generos o ft
ondas.
Agente : Joaquim Jose Gongalves Beltrie
ua do Commarcio n. 5, 1 andar.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRa'o FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidt
lesta praga, toma seguros maritimos sobrt
lavios e seus carregamentos o contra fogc
n edificios, mercadorias e mobilias: ni
ua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Navios er.lrad\s no 30 din .
Rio de Janeiro-13 dias, patacho hespanhol Salas,
de 269 toneladas, capitao Francisco Femencia,
equipagem lo, em lastro; a Johnston Pater
A C.
Oberoacao.
Nao houve sahidas.
Suspended do lamarao para Parahvba a barca
ingleza Mathilda Uclavie, capitao Peiliteer, com
p mesmo lastro que trouxe de Buenos-Ay-
res.
m
Oonsulad > provincial.
Para s^iencia do< contribuintes do imposto de
decima urbaha e os eifeitos legaes, em segaida
publicam se as al'.era^oes venlicadas no lanca
raento do mesmo imposto no corrente anno fi-
nanceiro de 187i a 1873, ucando aberto o pra-
zo de 30 dias, nos termos do art. 38 do reguU-
in en to da 6 de bril do corrente anno, as recla-
maQoes que por ventura possam ter a fazer os in-
leressados.
Alteragoes verificaJas no lancamento da cfScima
urbaua Ja freguezia Oe S. Jo>e, no exercicio de
187i a 1875, pelo lancador Izidoro Tiieodulo de
Mattos Ferreira.
ViJal de Negreiros.
\. 89. Ddsentbargador Francisco de
Assis Oliveira Maciel, uma casa ter-
rea arrendada por
N. 91. Os menores Manoel e. Francisco
2|3, e Vicente Mon-ira 1|3, 1 sobra-
do de 1 andar e Ioja e mais 1 te-
Iheiro, no fando, tudo arreodado por
X. 107. Beruardo Jose da R >cha, tor-
rea arrendada por
N. 109. Antonio Lniz Pereira Bastos,
terrea com sotao arrendada pir
N. 111. 0 mesmo, terrea arrenJada
p>r
X. 115. Dr. Syihironio Cesar Cou'.inh",
1 sobrado de 2 andares, soli i n I; ja
e mais 1 casa em caixao no f.i:i 1 .
tudo arrenJadu por
.V 107. Manuel de Souza Santos, terrea
arrend.la par
N. 123. Maria Amelia do Rego e ou-
tros, Uiiia casa Uirea arrendada
por
X. f 31. Joaquim Luiz Vieira, terrea ar-
reudaila por
X. 133. Luiz J'i-rt da C>sta e Silva,
terrea arrendada por
X. US. Manoel da Silva Santos, terrea
arrendada por
N. 147. O inesm), terrea arrendada
por
N. I't'J. J ise Furnandes Lima, 1 sobra-
do de I audar e loja, tudo arrendado
por
Frei Henriquo-
N. iO. Maria Francisca d. S. Vicente
t-rrea por
X. 21 Francisca de Paala Tavares de
Hello, terrea por
?J. 24. Roza Candida GonoaWes Fer-
reira, terrea por
X. 30. Manoel Fernandes Mascarenhas,
1 casa terrea arrendada por
N. 36. Maria Aulonia da Pariflcacao,
uma casa terrea arreudada por
N. 7. Luiz Gomes Silveira, uma casa
terrea arrendada por
Rua do Diqae.
X. 12. Joaquim Antonio da Silva Se-
nhor, terrea arren lada por
X. Ii. Maria Alexandria de Carva-
lho, terrea arrendada por
X. 42. Antonio Nobre de Almeida, ter-
rea mei'agua por
X. 3. Manoel Dias da Silva Santos, ter-
rea por
X. 23. Joao lose de Carvalho, uma
casa terrea arrendada per
X. 27. Manoel Franeisco de Medeiros.
terrea arrendada por
TraXessa do Praia.
N. 2. Tiburcio Valeriano Baptisla, ter-
rea por
N. 4. 0 mesmo, uma casa terrea ar-
renJada por
N. 12. Antbuio Jose de Faria Lino,
terrea por
X. 7. Autonio Joaquiai de Souza Hi-
beiro, 1 sobrado de 2 andares e loja,
dividido em 3 panes, crrendado tudo
por
Rua "da Assumpgao.
N. 26. Luiz Am vel Dubourcq, terrea
por
N. 28. irmandade do Santis-imo Sacra-
mento de Santo Antonio, uma casa
terrea arrendada por
N- 38. Mosteiro de S. Bento, uma casa
terrea por
X, 44. Wetos de Raphael Fernanda
Abrantes, I sobrado de 2 andares,
sotao e loja, tudo arrandado par
X. 51 Salvador Coetbo Drumm ml Ca-
valcanu, terrea por
X. 56. Jose Francisco do Paula Ramos,
terrea arrendada p r
X. 58. Joaquim de Souza Maia, terrea
arrendada por
X. 60. Z;ferino da Silva PaVao e outro,
uma casa terrea arrendada por
X. 61 Joaquim Lopes da Costa Maia
& C, terrea arrendada por
Rua de Damingos Theotonio.
N. 10. Jose Lopes Rosa, I sobrado da
2 andares e loja, tudo arrendado por
N. 16. JJfe da Silva Fran:o I'imentel,
terrea por
X. 20. Floriana Maria da Conceicao
Muniz, terrea put
X. 22. Jua) Pedro* da R)cba, terroa
por
X 24. Antonio Piot) Buzerra d'Aze-
vedo, terrea por
X. 26. Marcolino Pfcdro de' Skjueira
Braga, uma casa terrea. arrendada
por
N. zi. Joao Pedro da Rocha, uma casa
terrea por
X. 51. Geraldo dos Santos Meodon-aa.
teniea-por
N. 88, Jeao>Pedro da Roeha, lerrea ar-
rendada por
X. 7. Irmandade do Seobor Bbm Jesus
Hth Amiclos, terrea por
N..9t Wguel Franc.seo de Soaz)l(e;i,
terrea por
N. 23. Jeronymo Jos^ Ferreira* terrea
ppr
NJ 31. Antonio Martins QmipOThSe'.-,
mm pot r
1 r, : .r
OllfnjjSr. inspector ifo thesouro- provincial
1# fatetnpivlico, qi
liandl fateinptvlico, qua em #umpf imento da of
dem do Earn. Sr. presidente da provincia, de 23
do corrente, tcm do ser arremalada no dia 2o do
nbvembro proximo vjadouro, perante a junta du
fazeuda do mesmo toesouro, a obra dos reparos do
empedrair.euto do t* e 2*-iaaeoi da estrada !
Pal mares, on;ada em 11:8805, e debalxo das con-
diroes abaixo transcripUf.
As pessoas que sc propozerem a esta arremata-
5I0, compartcain aasara das sessoes da rtferida
junta, no dia acima indicado, pelo meio dia.
E para constar a quem interessar possa, se man-
dou faze pub.ico pelo presents Diano.
Secretaria do tbesouro provincial de Pernamba-
co, 30 de ontnbro de 1874.
0 seeretarin,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematajio
das obras.
!.
As obras de reparos e empedramento do 1 e V
i.mos da eslrada de Palmares a Pimenteiras, na
im;iortancia de 11:8803, serao exeeutadas de con
fdrmidade com 0 respec.iva orjamenio e desenbos
juntos, approvados pelo Kxm. Sr. presidente da
provincia, e instru-^oes do engenheiro encarrega-
do da fiscalisagao dos trabathos.
2."
0'arreinatante dara comeco aos trabalhos no
prazo de 15 dias, e os coaciuira no de 5 mezes,
este ultimo prazo contado depois de find) 0 pri
meiro.
3.*
Os pagamenlos serao feitos era qnalro prettacSes
iguaes, a pr-porgio dos trabalhos executadoi.
4.'
Fioalmente, em tudo mais qae aqui uao vai.es-
peciQcad0, segoir-se-ba 0 qae a respeit) dispde 0
regulamentode 2V de fevereiro de 1b74.
Cabo, 16 dV outubro de 1874. Assignado, 0
engeuheiro Joaquim G Coeloo.
Conforme.0 oudcial Joao Joaquim de Siquaira
Varejae.
ConformeMiguel Affonso Ferreira.
t^ot
360,000
J564.OO0
400,000
483,000
480,004
1:800,000
420,000
20 i.000
300,000
300,000
1:200,000
C00.000
800,000
144,000
204,000
144,000
108,(00
180,' 00
240,00)
168,000
144,000
108,000
240,000
312,000
240,000
240,000
240,000
264,0.>0
1:161:000
102,000
264,000
240,000
1.060,00)
492,000
240,000
204,000
420,000
240,000
720,000
192,000
300,000
300,000
192,000
300,000
3O0.OC0
2iO,000
288,000
308,000
264,000
120,000
H4;OO0
mmm m mm
Convoca^ao de credores
AVISO
Os credores do finado Ed. Turpin, sao eonvida-
dis a reunirem-se segunda-feira, 2 de nivembro,
a II horas, afim de reedber cominunicacao do
estado da siluaoSo e deliberar sobre as medidas
a tomar.
Pernambuco, 30 de outubro de 1874.
0 gerente do cou^ulado.
^_____________fe' Dumix.
ASS0C1 *CAO COMMERCIAL OBNEFJCEXTE
De ordem da direccao desta associa^ao, convido
aos Srs. soci s a s; reuairam em assemblea geral
no dia 3 de novembro, a 1 t.ora da t rde, no lugnr
do costume.
Recife, 30 de outubro de 1874.
0 secretario,
______M Gomes d,- Matt"?.________
Arrematacao.
No dia 6 de novembro do corrente anno, ira a
praca para ser arremetado peranle oDr. jniz mu-
nicipal da Victoria, 0 engenho Tem.>rante, avalia-
do. na primeira avaliagio por 20:000 a agora por
6:4003; moente c corrente d'^gua e safreja mil
e quinbentos paes, proximo a estaga- de Frechei-
ras dua< leguas, perteacente ao espolie* de 1 -i
Ignacio de Mello.___________________
Praqa,
Terca-feira al bora da larde, nasaladasaii-
diencias, vai a praca a armacao e maisobjectos
HXislentes na fahrica de cigarros n. 4 da rna da
I'enha, enjes bens van a praga por execu:S) deD.
Maria da Cooceieio Carvalao e Sou?a contra Jovi
Alves de Oliveira.____________________________
C3onfrnria de S. Crispim S.
Cfispiuinau, no < an-mo da Re-
cife.
Em cumpnmenlo ao disposto no art. 88 do nosoo
conopromisso, convido a t nlos os nossos irmaos
que se acham cornprehendi los no art. 12 do mes
mo compromlsso a se reunirecn em 0 nosso consis
torio, dominco, 1" de novembro proximo, as 9 ho-
ras da mantis, para em rat-sa geral se pruceder a
eleifa. dos novos fun .cionarios que teem de reger
a nossa confraria no futaro anno da 1874 a
1875.
Consistorio, 29 de outubro do 1874.
0 secretario,
J >a > (J liat'i) Lope?.
Luso Brasileira.
Ir. Alexandre do Muz:% Pereira
do Carmo.
A directoria querend)
ciiuiprir com o dever di
religtae, imposto pelos esla-
tut).s, uianda rezar no dia
4 de novembro, as 7 bora?
da manha, no cunvento do
C^rmo, uma missa por al-
ma do consocio Dr. Alexandre de Sobm Pereira
do Carmo. A directoria cmvida atodisos Srs.
associados, a Exma. familia e aos parentes e ami-
go do fatleeido a assistirem a este acto de reli-
gia e i-arilade.
Moute-Pio Portugiiez.
W secretaria desta sociedade, maoda Dovaaaa-
te a directoria -convidar aos socios a se reaair -hi
em assembles geral. dominco I* de novembro at tt
horas dv dia no edincto do Gabioete Portugutz.
para se proceder a cleicio anaua, coma determi
na 0 artig > 28 dot estatutos. e por er este e se
gundo cbnviSB, seri constitoida a assemblea com
0 nurnero de soci preseotes, de conf.irmid. t<
com a ultima parte do artigo 21 dos refj:
estatutos.
Secretaria, 1& de outubro de 1874.
0 I.* secretary,
________________ -" I. X. Virifa Lian.
Pela mesa do coosalado provincial m iaz
publicu que no dia 30 do coireato tout, sut Bill
dia, a porta desta rettarticao, se ua dearrematar
20 barricas KOia cerveja nacioaal, apprehend! la*
a Joao do Naseinento Moraes, pCkt cooferei: .
Francisco Borges Leal, msdindo 310 htros, n ava-
liadas, segundo a paota seinanal, na aaanlia do
113*260.
Consulad'i provincial de Pfcrnambnco, 24 de -
tubro de 1874.
0 adtMsiakradur,
Antonio Carneiro Mac had 0 Bios.
Ite ordem do lUd. Sr. iattpctu* da OeeneT
raria de fazenda desta provincia ae declara qae om
sessao da junta do ti de novembro prosino lau-
ro ira novara ntea pra^a 0 arrendamenlo do pro-
prio naaonal -Barracaoque servio de qnarb-l
de cavaflaria, em Santo Arnaro das Saimv, pre-
ferindo-se a quem mais vantageus off-ri-c.;r a fa-
zenda : os pretendeolet que prerfsareaj, de alga-
mas*explicates, dirijam se a esta rapartifau.
Sacretariada tbesouiaria <\a taieudtde I'ermm-
buco, 27 de outubro de i-*74.
Jueondiano Rodngn- t\>: Wivfcira,
Secrtat:.i da juni?.
dos
la.njli)
Priafei?
COMPAM1IA
trillios airlsauwsi do Recife
a Olindrt e 5Ieberile.
De 'irdiiii do presidente
da :- u I ej peral da cuaa-
panhi 1 aruiia. sio eoavi 1*-
dos os arm nistas para rea-
lili in mi 101 iugar.do costu-
me) < i' sessao ordinaria do
dia .11 (11 o rr-'nte, ao m>
dia, adm de assistirem a apweaUfae do reialorio
e cuntas rtos u go'ios Ji >" n,iii m no anno a
expirar, e sobre uma e uulra e u-.i dciilaurar.
Recife, 22 de ontubro dc 1874
0 secietaria,
Luiz Lopes Cast. Ii. Bianco.
Imperial Secwdada dos Artistas Mecbaciu c
e Liberaes.
Tendo se ja efTectnad-i a mudan^a da sede taata
s icied de p. ra 0 2* andar do sobrad n 6J da
mesma rns da Imoeratris. conlinnam as auias de
Lyccu d'ora em diante a fuaeetonarem aos dies e
boras ja designados.
Secretaria do lyceu, 20 de oatntwa de 1S74.
() secretario,
'______P. P. dos Sachs.______
SANTA CASA DA MlSEKlCOKDLi DO
RECIFE.
A lllraa. junta adniioistrativa da Santa Casa da
VI sericordiado Recite, manda faier pnblico que
afsalad-i suas sessSes, 0 dia 22 lie outubro, pe-
as 3 horas da tarde, tem de ser arrenaatadas a
Taero mnis vaalafeas offerecer, pel" tempo de am
i >r i aunos, aa rendas dc? preaioa em ssga :
leclaraifca
ESTAIiKLECIMENTO DE CA**rT3AOE.
Rua das Calcadas
Idem n. 36........UM
*|dal da N'.'gniros.
Casa terrea a. Ill......361/W
Idem a. M.........MM
Rua larg* do it f and-.r e l"ia n 24 A. .
Ciipii|>aiiliit fcrrj-llarril du tr-
nainbnco.
BILHtTBS DK PASSAGEM.
Esta comoanhia, nao podendo erontrar moeda
de nickel em abundanci.1 para satisfater aos tro-
cos, resolveu vender do dia 1." do proximo mez
em diante, aos Srs. pa*sageiros, bilheles que va-
lem cinco passagens, e que serao nnicamenle re
cebidos nos carros.
Cada bilhete e dividido era cinco paries, cada
ama das quaes val uma passagem, e sera entre-
gue pelo passageiri) ao conductor do carro, qce
immediatamente devera inulilisa la com 0 a!icate
Recife, 30 de outubro de 1374.
__________G. A. Schnvdi. g'Tente.
IrmanJade das almas da matriz da Boa-
Vista.
De ordem do irmao juiz convilo a todos os nos-
sos irmaos para omparecerem as 6 horas da tar-
de do dia 1." de novembro proximo futuro, alim
da cm m sa geral se proceder a eleigao da mesa
regedora que tem de funcconar n; anno do 1871
a 1875. *
Consistorio da irmandade em 27 de outubrc dc
1874.
O escrivao,
Manoel llygino de Carvalho Couio.
AssociacAo
Portugueza dc BeneQcencia dos t'oipregados
no Commercio e IoJustria em i'eniam-
buco.
Nao tendo concorrido numero legal de socios a
assemblea geral do aia 23 do corrente, convido,
novamenle, de ordem do Sr. presidente, a todos os
Srs. as>ociados para que no proximo domingo, 1
le nova i.bro.pelas 3 l|2 hoias da tarde, se dignem
comparecer na sede desta associacao, a rua do
Imperador n. 35, 1 andar, alim do cumpri em 0
disposto no art. 37 dos estatutos quo a reg.'ra.
Secretaria da assemblea geral da AsSOCi(ao
Portugueza de Beneficencia dos Empregados no
Gsmmercio e Iadustria, 28 de outubro de 1874.
0 secretario,
Leonardo Antonio da Silva.
Sociedade Recreativa Nova
Uniao.
Sao c nvidados a reunirem-sc os Srs. socios
desta sociedade na sala da saas sessoes, domin*.
go l. de novembre, pelas 4 horas da tarde aflra
da proceder se a eleicao do conselho e directores
qae teem de fuaocionar da 74 a 7g.
Secretaria da sociedade Recraativa Nova Uniao,
28 do oulubro de 1874.
J. da Silva Carvalho,
______V secreturiQj_______
Carvalho ANogueira
saccam qaalquer ^uantia, a vis^a ou a prazo, por
lodos cs psq'ietes, sobre Lisboa, Port) e todas as
mais ojdBles e villas do Portagal ? assim como,
para Galiza e ^bas dos AjdreS:
!. andar n 2* a.......
1.- andar n. 44 A. *f *
Rua de Antoni'.: Henrique*.
'.asa terrea n. 26......
LaffO da Carapina.
dem n 11 (fecliada).....
Rua do Coroael Snassuna
1* andar do s brado numero 9i ..
PATRIMOMU DOS <>. 1MAO-
Rua da Moida.
Casa terrea n. 21 (echada).. .
Becco da> boia.
Qasa t-rrea 0. 18.......
Rna da Lapa.
iasi terrea n. 11.......
Rua do Ainonm.
Sobr.id') de 2 andares a. 23 .
;asa terrea n. 34......
liuar do Bugos.
Casa terrea n. 2!.......
Rua do Vigari".
I' and.ir do setmdo n. 27 .
I* andar do mesmo.....
Loja da mesm .......
Rua do Bneanlaaw.1 >.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fechada).
Rua da Senzal-a velh.
Idem n. 16.......
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25
Idem n. 2a......
Rna da Qrw.
ibbrado Ac 2 andaraaa. '.2 (heaada).
idem n. 14.........
Rua de 8. Jorf
Tasa te rea n. 100 (feehada) .
(dem c. 103 ...
Rua do Ampare JOlinda)
Ca;a tercea n. 18 (feehada)
Os p
arrema
aeon .pa
pagar al
me for Be
memo com
peza e prej
Secrataii..
cife,
3IO#-o-
40'ti'l''
2-il*i
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400*d^
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153*0"(.
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JlJu>Ollt
1.400*U'
509*10.
tmtm
on^ii-
2il!TO
imtrnx
2401'WO
no aito da
lentes dever'o apres Btai
as suas Bancas, ou eompareeareaa
d m res] m tiadores. devtnd<
reuda, 0 premio da quantia em
> predi q 1 ttrver eitaki
-J, assim eonw 0 service da lim
appai elhos.
!ta Ca C rdia do ?.#
17 de ssiiiubro ds ;?;74.
0 escrivao.
Pedro Rodriaa.-s de Suuzu.
l\\mi
ik
sa:cam por
prar^as :
Lts&oa.
Porto.
Braga
Vianna.
Viseu.
Guarda.
lioimbra.
Guimaracs
Ri) ic
Na rua do Vigario n.
Aqui!) \ F nieia i L
Suceessores
todos os vapores, sobre as segi^
Janeiro.
19.
Regoa.
Chaves.
Villa Flor.
M.r.'i.dclla.
Alijo.
Favaios.
Bragan^a.
Lamego.
DMIMSTRACAO I>OS CORREIOS DS PEi;-
NAMBOCO, 31 DE OUTl'BRO EE 1874
Halan n rt|ioilir-ae
Pelo vapor nacional Mandahu, esla administra-
pSo expede malas para Maceio e escalas, Penal 1 a
Aracaju, li^je 31.
Recebem-se jornaus, impresso- dn qaalaaer m
tar'eza, ecartas a registrar, ale 2 horas da lard,
cams ordinarias ati 3 horas, e estas ate 3 1^
com porte dopio.
0 administrador,
Aflanso do Rego f a-ro*.
W
Rela^ao das car las que deixaraoi de s^guir
a seus destinos per falta de franquia
Aana Calorini, D. Antonia Joaqnina Atves d^
Brito, Antonia Maria da Cunha, Arlliur Iflsler fo.
qaine, A J. G Knes Netu, Antonio Fraaeieoo Fer-
reira, Autonio Fraacisco de Oliveira, Antonio Jca
qaim Dias Medranho, Antonio J)*e da Crot Aon
nio Correia, Autonio Maateiro d)s SanW (I). Aa-
tonio Radrigues Martins Laoier.i, Aoinaio llioeiro.
Barbara Jacint ia d i Medeiros, Bernarde da Farm
Soares, Costa & C Domiogn
Francsco Fernaudes Crn*.
FriDCisca da Silva

.

Luna Junior, Fraacisco Salles Mendonca da Sila
Carvalho, Francisco Xavier (err ira, Joanna Du-
de Oliveira, Oovano Tenure, UnMetaa Re la
Cunha. Joslina Rosa de Sonn Peixeto, Joaqn.r;.
ntonio de Vasjonielloj, Joaquim Antonio leira
da Silva, Joaquim Jose Gomes da Sdva, Joaqo.m
Lniz Vieira, Joao Antonio Furtado, Joio Jote Pi
xao de Vasconcellos, Jo&j Correia Marti is, 1-.--
qoira Montelro da Gra, Joaquim da Silta Man.
Joan Cerill) Olavarria, Joao de Mella, Jose" da Pi
Saeiredo, Jo6 Goooalves Martina, Joae Joaqnmi
Orreia, Jose loaquwi da Silva, Jose Pf*ra de
Lima, 1x6 Marques de Freita*. Jos* Jki**ft*>
J,f 6 Rodrigues Terroso, Jose da Silva Mat os. bui-
za Diegnn, tuix Thome Goniaga Juntos
rt-h Pemba, Msria Castodla Gotae, *!


Jiano ae jVernambuoo Sabbado bl tie Gutubro ae 1874
it Paleiras, Mar a Ferreira, Miria Gutierres, la-
ria Ricarda. Mam Rosa .la Jesu-, M*ria Kesa 4a
Nattvidada Gnn- L>ue, Maria daSilva Rnoilho,
Maria Theresa, llanoet Azxaray, Manoel Alvei da
Costs, Mao.id G>elho (), Manael da Cerqaeira
Pinto, Maaoel Fernandes- Monteiro, Mansel Ferrei-
ra de Moraes (i), Manoel JosA dos Santos, Manoel
Fernandes, Sertedeto di C, Theodonnba, Tharesa
Bain Martina, Thereza de Jesus Mi havo, There-
za Martins Torres, Tnemoteo Capello (2), Tno-
max Jose de i iliveira, Trajano Lait de Frauca,
Viclorino do Almeida KaMlo, Vicente Panlino Si1
veira.
Corrok) de Pernambuoo, 30 de outubro
de 187 i. 0 official,
A. 11. de Araujo Pemambuco.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
rQMPAHHIA ITALIANA
EMYtTCZA-BOlAMUW.
Sabbado 31 do corrente
BLTHIi REPRESENT*^
de cliM|ifili(i;i
da conipauhi'* dratualica Ita-
lian* ..e ii Boldriul.
Btmefivio iia actriz
Catharina Bella
Com o drama em tret act'* de Daviddi Chios-
sane :
0 b&robta c o iiiiilalo
A beueficiada depois do drama recitara uma
poesia, iutitalada :
.tileiiM tt IVriiu hibneo.
N. B. Em mn dos interval! >s ira a benefi-
ciada agradecer us famihas que a noorarem eum
as seas preseDcas aoenpt-ctaculo, coroo tambemre-
eeber o imporie respertivo, visto ter do retirar
se no dia seguinle para o Hara.
Doming) I. de invembro
3.* e ultima represi-ntacSo
do bom applaudul" drama em i paries :
Galileo Galilei
ou
A TREMEN0& JNQUISfCAQ OE ROMA
a's8 boras.
TIAETM
ENCRUZILHADA
Mocieiliidc Pai lirulxr
RECKEIO DltAMATICO-
Sabbado 3 do cor rente.
Snbira a s^ena u magnified drama mi i acto
e traduzidc expressameote para o Recrcio Ora;
matico :
AMUR E \BEZl
Daoilo tin ao epectaculo a iuteresente come
dla em I actu :
I ma Iravesxara.
Prineipiar* as 8 boras.
Harera trem dep.is rt.. e-nnctaculo.
AVISO
Os Srs sneios fin ivg.d.is de mandar bu-car
os sous bilbeles no ins-mi Ineatro aas 6 as 8 ho
ras da noito de noje e.n duute.
So ale < fiin ksk mez.
% xignniit frn S. 1 RUA DA IMPERATRIZ N. 1.
MADAMONKLLE HOE tew i ..nra de an-
Dunciar an respeitavH public que ella t-.ru do r
tlrar se de-ta proviucia no tim de-to mez, o e-pe
ra que oinguem deixara d* ir visitar Ihe. visto ser
nm phenomena nun a visto neta ci lade ( como
altnri)
BFicara aherta a exposicao todos os dias, das \ a-
horas da Qjitc.
4VISTO Con;paiihia americaaa e hrasileii'.->
de paqueles a vap w.
Ate o dia 31 deootn
bee esin-rado do sol
o vap.ir Ontario, com
mandanle Weir, n
qn -I iit-pi* da domo-
ra do costume, segui
Ti para New York c m eca!a pelo Para e S.
Tb--niaz
Para pas-^agerH, trata s-: com os apencs Henrx
Forster & C, rua d Con.inTi-io n. 8.
CTompanliiM le navet a va-
por bahiana, limitada
Macei6, Petiedu, Aracnja h Bahis.
E' espnrado dos ponor
d.' -ul aie ii dia 6 Oeoti-
wmbro o vapiir G- n{alws
Martina, o qual si-^uira
para f porlos acima ii"
dia -t'uuiiik' ao de sa
chegada.
h e car8a> encoiumendas passa^eiros e di
Ageute
AntO'iio Luiz df Oliveira Azevedo.
57 Rna do B .m Jesus -57
hn\K >len iVwgalMi tiiiupaiy
ROYAL M^IL STEAMER
1BERIi
mm:
E-prra-s da Enropa ate o
^fesC&-^ dia 8 de novmibro e ceguin
para Rabia, R.o de J neiro.
M..ulevi eo, Ruen Vaiparaizo, Arica, Islay o Cal
lao, para nde reci-be a pas-
afpiros, encimmendas e dkihnra a frete.
K. B. Nao sahira an ten das ires hora3 da
tardo do dia da sua >begad*
AGE.NTES
Wilssui Rnwf AC.
ItPRAgA DO COM.MERCIO1
COMPAAHlA Pr.KlNAMHLCAlNA
DE
iVavpcacAo comtt-irii a vapor.
PAKABYBA,NATAL, MACAO. MnSSUKO AKAC*
TT. CRABA, ACARACO'.GRANJA E AHABRA^AO
NO PIAUHY.
0 vapor Pirapama, commaD-
dante Silva, segui ra part os
porto acima no dia 7 ae
novembro as 5 hurasda tarde
Recebe carga ate o dia 6, en
commendan, passageiros e di
nheiro a frete ate as 3 boras da urd- do dia da
jafcili : Hscnptorm do F Ki tirande du Sol
A bar<-a hraaHeira Mimota reeebs carga a frete
r o R'O Grande do Sul: a tratar do e-cnptorio
Baltar. Oiivetra & C, a roa do vigario D. 1, pri-
noiro aodar.________________
Para o Para.
Preteade negnir com muita brevidade o palha
rx* tovtn Arthur, tern parte de sou carregameo-
40 Migajado, para o restn qu- Hm falta irata se
eon o seu coa-igaaUrio Ant >nio Lois de Oliveira
itievedo, a ma do Bom Jesns d, R7.
}\l\ 0 PIIRTII.
6 ferigne portoguez Triumpho, pretende seguir
om muita brevidade : para carga e passageiro*
trata-se com os eonsignatanos Thomaz de Aquino
goneeca A C. socoessores, roa do Vigario n. 19
Para Lisboa
Seguira com breTidadeobrigue portoguez Bella
Figueirense, capitao Hilario Rodrhjues : para car-
ga e pamgeiros, trata-se com E. R. R bello A C,
rua do Corume cio n. J7, entrada pelo largo do
Pelourinbo.
Ilha de S. Miguel
>egne com brevidade para S. Miguel e palba*
bote portuguez Now S. Lourengo, pai a onde rece
be carga e passageiros : trata se com <*s couig
oatarios Thomaz de Aquino Fonceca & C. Succes-
sores, rua do Vigario n. 19, I* an Jar.
Libra esterliuas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. M. *
COMPANHIA PERNAMBUCANA
BE
XavegafSo cuwteira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor MundaliH,
commaodaate M ri-
nho, seguira para os
porlos acima,ae dia 31
do corrente as 5 ho-
ras da tar.t*.
Recebo carga ate o dia 30, enco mmendas, pas
sageiros e dmheiro a frete ate as 3 h>4* da tr
de do dia de sua sabida : escriptorio do Forte do
Mntio? a. il_______________________________
Barca Santa Maria ao Para
Jatem eogajada a maior parte da carg^meto sr
para o dito porto ; e para o resto traU-s.eo cf e.i
sens coDsignatarios Amorim Irmaos & u
IEIL0IS. .
Terceiro o ultimo
leilao
Di
armac5o, fazendase pertenjas da loja de fa-
znndas da rua Duque <1e Caxias n 44
Massa fallida de Francisi-o Gaimaraes & C.
Hoje
0 agente Martins lev^ra novampnie a leilao, pela
terceira e ultima vez. a arm^ca<, fazeodas e per
ii-ni;is da loji da rua Duqu" de Jaiiaa n. ii
parte da massa fallida de ECaneisco tiuiinarae- &
:, emforme o despscbo do Illm. Sr Dr. juiz es
pecial do coinmercio.
A's 11 horas do dia arirt.a
Agente Pestana
Leilao
DE
di versos ohj-ctos que abaixo sedeclara, pa-
f^i-bar ditersas cuntas
S guti'lafi-ira 2 de novenihro
as II liuran em panto.
No arm"Ze:n do Vigario Theiiorin n i).
0 preposlo d i agt-nt" P-^'.ana fara leilao pur
coita e n>co du qui-m perieneer dos objectos
abaixo nil ncionjiles, os quacs s- rao veudidos em
nm ou mats lutes, a voaUdc dos Srs. comprado-
res
A saber:
oOcaixas de50ebaratos cada uma, do superior
qualldade.
40 re-mas grandc3 de papol He cores para cigar-
reiros.
10 dnas peiloraes de dito do core? para ditos.
90 caixa* e 1,000 mortalhis de papel de fuT.o
para eigarr>a,
lO milheiros de cigarros do iio de Janeiro,
DE
mnvfis, lotiya e crjstaes
( iinst.-iido (Ir :
Um piano ft.rte oo hem couhecido fabricante
Hertz, t mohilia de jacaranda. I mesa de su'a, ca
deiras debalan^o, 18 quadros com (inas giavn-is,
canlieiros a gaz, jarros, t esteira, form de sal*.
t mesas para jego, I dita para xadrez, cadeir s
espregni(ade!ra<, 6 eadeiran de guarnicao, t mag-
oilira secretaria de rung no, 2 candieiros patenle.
Uma cama grande, 3 colchoes, 1 guarda-r-'Upa
com esoelh'i, nva, de toilette, i es elh i p>r-
ta u>alha., t^pete, I bacatella e pertenca*, 1 e-
tante para livros, I cabide para chapeos, 6 cadei
ras, I mesa da jacaranda, 1 maquina de Centura e
I himmetro.
Uma me-a elastica. 1 guarda-louga, t guarda
coinida, i jarr* dn dltraragua (filtrador) 2 mesas,
I armario, luaca para cha e janiar, e-ipos ealuea,
garrafas, lou(a para lavatno, \ apparelbo de
electro-plate para cha I escada americaaa e oa
trus muitos bjectos de casa de famiiia
Ter^a feira 3 de oovembro ,
No Mooleiro, caa aita d pois da casa quo foi da
famiiia de H-nrique Jorge.
A. C. Cong in. tendi de fa;er uma viagem a
Eu'opa, fara b-ilai, por iuterveucao do agente Pin-
to, dos moveis e mate objectos de casa de sua re
sidi-nria no MouP-iro, uma casa alta a eesquerda
da entrada da p*voa<;ao do Mooteiro.
A's I boras em pon'o partira da estaQlo do ir-
co de Saoto Antonio u u trem, servindo de con-
ducfio gratis ao concurrente* ao leilao.
O leilao prncipiara as Ii ||2 hi-ran.
LEILAO
DE
lazendas, costumes de brim e cambraia pa-
ra meiiiuos, e miudi>zas
Terca feira 3 de nuvemhro
A's 11 horas da mnha
Em a rua do > 0 agente Dias, levara a leilao, por couta e risco
de quern pei'encer, no dia e bura acima indica-
dns, as fazeodas e miudczas, quo abaixo se men-
cionain
A saber :
32 costumes de brim para crianca?, 90 dltrs de
fnstao, 15 ditos de alpaca, 33 ditos de cambraia,
8 luzias de punhos e yollinhas para senhnra, 9
basquioas para seahora, 10 babadorc." de brim pa-
ra criauca, 7 ditos de cambraia, 78 dazia* de gra
vatas de chita, 30 ditas de ditas de seda pi eta, 3
litas de dita de seda braoca, St pecas de tilo >eda e de algdio de rdres, 8 pecas de tarlatana
de cores, 4 ditas de chaly, 2 ditas de granadine,
9 vestaarios para baptitados, 5 cb^pelinas de fel
tro, para seahora, 100 balOes para sen hoi as e me-
mnas, 147 pecas de fita de vehudo preto, cum bico
de crochet, 14V ditas d fraoja de reda, 179 ditas
de tranca de seda, <29 ditas do franja de seda,
com vidnlhos 20 ditas de velludo, sortidas em co-
res e larguras, e outros muitos artigos que e.-ta-
rao patentes ao exame dos Srs. compradores no
dia do leilao.
arrnacio, mHidas, balan^as, candieiro a
gaz, carteira, escada, uteiisiiios egene-
ros oiihteutes na taverna sita & rua da
Senzalla Velba n. 402
T*r$a-feira 3 df novembro
as 1 I horah da n^anha.
Por mandadi *i lihn Sr. d^serabargad.^r juiz
deorpbaos eaoseutes delta cldade, o agente Pi
nbo Borges levarafa leilao o que acima se declara,
perteoceates ao espolio do falleci'k) Joaquim Gon-
calvesde Aodade. #
0 mesmo ageate garante a casa ao arramatante
que Dear com a armicio e atensllios da referida
taverna.
Acha-se em poler do agante o inventario ; os
pretendentat pod-m desda ja examina lo.________
LEILAO
DE
um terreoo devoluto na freguezia do Afo-
gados, rua de S. Miguel
Terra feira 3 do corrente
0 ageute Martiu* fara lei ta > por uianlado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do coinmercio, de um
terreno a rua de S. Miguel, onde existio uma casa
com o n. I, pertencente a massa fallida de Siquei-
ra & Pereira.
A's I I horaa d;i tinuh't
Ho arntaxoiaa da rua lr n 49
Ultimo leilao
DOS
bens do espolio do I'm ado Eduardo Turpin
Segunda feira S de nuvembr*
Ao uioia dia.
AfeABtll:
Duas olxas com poosphoros, 2 ditas com sabao,
4 diUs com garrafas, exiracto de absinlbo, 35
garrafas com biUer, e 3 caixas, gurrafas de agua
de Viehy.
A 1 bora da tarde.
E depois da reuniao dos credores do mesmo fl-
nado, ennvocada palo gereote do consulado de
Franga para as li horas dodu, vendera o mesmo
ageute Pinto, o direito de arrendamento da mesma
casa da rua do Coinmercio a. 21, pelo tempo que
falta, 2 anoos e 2 mezes.
Grandee variado leilao
DE
moveis, loura, crystaes, objeatos do electro-plate,
figuras, espelhos, bancos para carpioa, madei-
ras, portas, carr.nhos de mao (novo-), prao-
cboes de faia, telnas de tinco e mo t-u outros
otijectos, a saber:
Uma mobilia da jacaranda, 4 ospelhos dourados,
1 relogio de pedra com mustca, candieiros a gaz,
10 liguras, tnfeites de mesa, i jarros, 1 consolo
com "spelho, e escarradetras.
Uma ui'ilnlia ite faia, oadeiras de balanco, 2 ei-
peiho? grandes. tlguras, tapeles, mesas e cadeiras.
Uma ciina iranceia, 2 cabides, 2 eama ro, 2 guarda roupas, I coramola, 1 e>tante, 2 U-
vatorios, I mesa de faia, 2 camas para s duas para menino, biJ.-t-, lavatories para menino,
2 cabides e porla-toalhas.
I'ma ine?a elastica, i guarda loura, 2 aparad >-
re.' de armario-, i relogio de pareJe, cadeiras de
guarnicao, facas e garfos do electro-plate, 1 appa-
relho de electro plate para cha, I vasu para agui
gelada I g.iheteira, I faqueiro do ebctro-plate,
ewupleto, garrafas, coiyputeiras cop'S, colheres
de electro-plate, chicaras e ires, calices, 2 appa-
relhos de, porce!..na para cha. i utos parajautar,
qiiarlinua-, I iiiarlinheira. OanJres, poles. Ultra-
dei as, e muitos outros "bjecto- de casa de famiiia.
Tlioas, portas, pranchdes, telhis de zinco, car-
rmhos lo mio, ferramenta pa>a jardun, e,muitos
iiDtroa uhjecto3 exioteutea na casa e sitio da Pon-
te d'Uchoa, juuto a poute dj Sr. J.itino Pereira
de Parias.
Quarta-feira 4 de novembro.
Antouio Augusto Pereira da >ilva, invent-riante
dos heus do llnado FraDM.-CO S. are- r. S'iva He-
tumba, faia leilao, poriespa- ho do Him. Sr. das-
embargador juiz de orphaos, e por interveucao do
ag-nte Pioto, "Ids uii.vris e mais objectos acima
descriplns^exislrnies na casa da Ponte d'Ucbda, em
que inorou A's 10 i|2 horas em punto partira da eatacio do
are de Santo An! nio u.n trem expresso qua ser
rlia de codue^Ao gratis a'S concurreutes ao lei-
lao, parandn em lodas as estaijoes.
0 leilao riaeipiara as II horas, por serem mui
tos e ditTeiente* ns I le*.
""LEILAO
DO
sobrado d 2 andar^s e sotao edificado em
solo pri prni, em a rua do Fngu n. 18, e
a 5a parte do sobradu de 3 andar- s edi-
ficado nn solo proprio, um a rua do
Amorim n. 31
Quarta-feira 4 de novembro
as 1-0 1| horns
No sobrado da rua do .Marjuez ue Olinda a 37.
prinieiro aud r.
0 avente Dias, coiupeteuteiiieiite autorisado,
levara a tedao, no dia e hora acima designados,
o sobrado de 2 andare- e sotao, eddicado em ehao
proprio, em a roa do loigo o. 18 o qual rende
a'lnualinente l.oOi S0"0, e da !i> parte oosi'b'ado
de 3 andares, eduicado em solo proprio em a rua
do Amorim- n. 31, o qual rende annualmente...
liOoOpX).
Paraqualquer informacao a rua do Marq ez de
Olinda n. 37, pmnei o andar, escriptorio do
agente.
Ultimo leilao
DE
urn prande sitio com casa de vivenda, tendo 2 sa
las forradas I gabineie forrado. 4 quartos, co
zinha toda eoyidiaeada, graode terreno, cacim-
ba, e muitas arvores fructiferas, junto da osla-
cao do Sahjadioho, em Olmda.
Quarta-leira 4 de novembro
as I I h ra> da nianl.S
No escriptorio da rua do Bom Jesus Du 53,
1." andar.
Servinlo de base a olTerta de 3:40000.
0 agente Piano Borges endera o reiendo sitio
em leilao, por euDta e risco do quern pertencer.
Os Srs. pret-ii denies p< idem desde ja examina
lo, e para qualquer informac.ao com o mesma
agente.
LEILAO
Di)
sobrado de 2 andares e sotao, da travessa do Car-
mo n. 16, ediiicado em Chios pr pries.
QU1.NTA-FEIRA 5 DE NOVEMBKO
A' 1 bora da tarde.
Por interveucao do agnte Pinto
No armajem da rua do Bom Jesus n. 63.
Por occasiao do leilao de fazendas limpas e ava
riadas que deve alli ter lugar.
Aye?Ue Pestana
leilao
DE
50 fiirdosdc a'godao vindos do Araciju do
vapor Dantas, man a S
Quinta-feua 5 de ntvembro
A'S 11 BORAS EM PONTO.
No trapii-he Guripanhia, largo do C. rpo Santo.
O preposto do agenie Pestana fara leilao por
con la o ri-co de queiu p>rtencar, de 50 fardos cum
algoJa vindos do racajii no vapor D-ntas.
Em um uu mais lutes, a vontado dos &n com-
pradores._____________________^^^
FAZElNDAS
CON>TAND0 DE :
20 pec^s He Ii 6 prmo, 2 ditas de setim
branco, 9 pecas de seda lavrada, 35 pas de seda, 3 pe^as de damasco de la,
120 v^iispan* nmvas, 63 ppgs de sarge-
lim preto e de cdres, 9b cbales de case-
mira,.')4 duzias d*-lenco de s-da, 100 di-
tasdf lenc/t decassae20O livros, copia
doreS de i-artas
QUINTA FV:iRA 5 DE NOVEMBRO
No armaz m a rua do Bun Jesus n. 63
Os adminis ndores da massa fadida de Pereira,
de M-llo Si C farlo leilio, pot iotervencao do
agente Pinto, e de onaforaiidaee cum a autorisaoie
que tern d Him. Sr. Dr. jaiz especial do enmroer-
Qjo, do resto daa lazendas perteuen.es a dita mas-
sa, e exirtentes no armazem da rua do Bom Jesus
a 63.
DE
fazeodas ava riadas
CONSTANDO DE :
madapoldn. ehuas e tacc< vasios
QU NTA-KEIRA 5 DE NOVEMBRO
Por interve.it(-.ao do agente Pinto
No armazem da rua do Bora Jesu n. 63.
^^^ Comecara as 10 l|2 hora*.
aMSnsnv ^SQS
Sociedade Uniao Commer-
cial.
Sr. prewdente, nao queira crear diffijuldados a
nova direct irta, eiurugue logo a pa.-u e d ixe da
historias, cHhe que ja e te'inj-. do enntrario to-
mara mail imn pit a da de caca de Giranhuns que
e bom efpirrador. (Cu*'lado com elle).
Um socio.
10051)00.
GratiRca se com a quaotia snppra a quern ap-
prehender o escravo Jiao, ce cor preta, crioulo,
qua fugio d poder do abaixo as-igoado, seu de-
positario. Presume se aodar pelo norte aa Pa
rahyba, Bananeiras, de onde e natural ; levnu
cilca e camisa escura, ebape de Manilba e nmo
rede, altura regular, 4" annos d>uco mais ou
menus de idade, rosto reJonlo e s-in barba, iem
ma marea de ferida em uma das pernas, e falla
descancado, mas -Mm a n ueineno sutaq go: quem o apprehender leveo o, ou a rua do Vis-
conde de Goy.noa n. 89, ou a rua Hireita n. 71.
- Terreno.
Vende-se urn terreno da equiaa, na rua do
Principe, na Boa-Vista, tendo 4 easioba* de pe-
dra a cal, com as meihores pmporcoes para um
bom estabelecimeuto : trata se ua rua do Desl no
n. 22, sobrado.
Trasp
assa-se
o estabeleeimento denominsdo --CTUaLIDaDE
a rua da Imperatriz n. 49, com nm bonito sorti-
mento da fazeodas e roupas teitas (oa sem elias).
A armaeao 6 complt-tatneote nuva e de bom g Sto.
Traspassa-se por sens projrieiarios qneierem re-
tirar se para fora : trata se no mesmo estabeleci
menlo, a qualquer hi la.
Emfommadeira.
Presisa se de nma para lavar e emgommar para
casa de famiiia: a traiar na rua do Marqnez deOdn-
da n. 43, i andar. das id da manha as 4 da
tarde.
KUNDIGAO- DL FEHUO
m
i' roa do Rarao du Triumpho (roa doRroin) is. 100a U)\
CARDOSO ik [RMAO
AV1S\M aos senhores de etigenh' s e outn-a agricult' r.-5 e ao publicd" em geral qo
wntinuam a ^receber de Inglaterra, France e America, todas as ferragens e machina a n-
essarias aos dstabelecimentos agricolas. as mais mode nas e melbor obra qee torn vindo
o mercado
IS
v apore8 de forc/i de 4, 6, b e 10 oavallos, os meihores que tern vindo ao mexado
.alGeiraS de sobresaleme para vapores
VloeilQaS inteiraS meias moeudas, obra como uanca sqai vki
TaiXaS fundidaS e oatidas, dos melbores fabricante*
itOuaS O agUa com cubajede ferro, fortes e bem ac*h*'1.
K^xlas dentadaS de u>dos os tmanbo* e qualidadn
Relogios e apitos ,,ra pun.
tSomDaS de ferro, de repueho.
A.raQ08 de diversas qualidades.
^'oniias para assuear^ran.iespeqim**.
v;arandas de ferro fundido, trance** de .iiversos b immim om*%
PogOeS francezeS p3ra lenha e carvao. bni sur-Tior.
Ditos ditos p,,r, 2.
larros de ferro fundido psrB >riim.
res oe ierro para mesa H banco.
\liiChina para gelar *gua.
V aiVUlaS pflrs homba -i banb'iro.
C'orreia> iuglezas para machmismo.
bailCOS e SOiaS COni tins de madeira, para jardio..
(JoncertiOS cou--ertam com promptidao qualquer obra oo tActfUiM oar qur I*'-*
sua fabrica bem montada. com graiide e bem {ussoal.
inCOIIinieudaS ma,,t'ain v'r P"r encomrniuda da Baropa, qualquer RwaGaMMBMi
para oque.se iHjrrespondi:rii com uma resprtitavel cas^ de l.oudrea
son Hm dos melbores engeDbeiroe de Inglaterra ; incumberc Se de truuidar ass^rttr
itas macbiiias. e se resp.uisabilisam pelo bom trabslh.; das lais.iir.s.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brurn) ns. lftO a 104
F U N l> I C A 0 D E C A V D 0 f 0 rt I R 1 A n.
'
1 321) HS.
Alnga-se um moleque de 19, anoos.
acti
bom
ensinheir e copeiro, intelligente e activo, podeodo
ser -mprrgado em qualquer nutro servjgn de casa:
a t.atar no 3 a> dar do sobradu n. tO da rua da
Imperatriz__________________________________
Aluga se dous bauheiros de pedra e cal, na
Praia de S Franjis;o : a tratar na rna Djque
de Caxias n. 9i.

Lindas popelinas de linho com salpteos ede'.istras
assetin.tdas pelobaratissimoprecede320 ra. ocovalo: n-i
rua Pri'neiro de Marco n. 13, loja das column is, de
Antonio orre a de Vasconcellos.
As preciozas propriedades de enionai. tem vivamente
captivndo a attencSo das pessoas scientificas e dos medi-
cos, quo nao ccssam de utilisar sua virtude nos cazos
difliceis contra os quaes se nao conhecia athe esta dala
nenhtnn meio de accao efficaa.
0 snr Dumas ha pouco tempo se expriiiiiu nos seguintes
termos. na Academia d;'s sciencias : Duas substancias
ii approxirnutivas, o chloroformio e o chloral, que na
epoca de sua descobcrta foram o assumpto de muito
i profundos e series estudos, no puro inleresse da scien-
cia abslracta c das tlieorias chimic;is, tomaram em
seguida parte enlre os preciozos agentes da therapeu-
t tica : o chloroformio para a ebimrgia, o o chloral para
a medecina. i
0 Snr Follet tendo montado uma fabrics para a prepa-
raeao tao delicada de chloral, garante a pureza absoluta
do seu producto, e para facilitar o emprego d'este mara-
vilhoso, nicdicainento, piepaiau una \ a rope de chloral,
que content:
uma gramma de chloral em nma collier dc sopa.
0 XAROPE DE CHLORAL DE E'OL* ET, na
dose ordinaria de uma a duas colheres de sopa procura
o facilita aos doentes um somno Iranquillo e restuurador
que Ihc fazexpeiimentar um grande allivio, reatiUie-lbe as
fon;as c o aniino perdido c ajuda enormemente a reac-
cSo, sem iiiinca provocnr ncnlmm d esses accideiites lanlas
c tao repetidas vezes produzidos pelo emprego dos opios.
K'em couscqueiicia d'estas propriedades emiiienlcmente
sedativas que o XAROPE DC CHLORAL. DE
FOLLET, e seinpre empregado com grande successo
nos cazos d'nuomntas, nevral,ias diversas, yotta, riieu-
malisnws, enchaquecas, asthma, bronchites, phtisica,
colicashei>diicasououtras,canser. eclampsia, tela/tos, etc.,
c em gcral, em todos os cazos em que uma ddr aguda
accjirreta a falta de somno.
iMumote o cerco de Paris, o Snr douctor Beranger-
Feraud, chefe do servico dos feridos no Val-de-GrSce,
publicou,no/io/e sobre os resultados obtidos com o chloral que o Snr
Follet, tinha postoadisposicao do dito hospital; os feridos
reclamavam o seu emprego com instancia.
0 Snr douctor Lecacheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de chloral) em therapeu-
lica, publicou sobre estc assumpto um Irabalho nolavel
do qual passamos a dar um extracto:
f 0. somno e um dos primeiros e icais constantes cffeitos, produii-
i dos pelo hydrate chloral; principia seinpre em geral um >|uarto da
t bora ou ineii bora depois de se Ur adiuinistrado o medicaiuenio.
< 0 somno 6 pmluudo e aiialogo ao somno normal; nio e pertur-
c bado por sonbos, e nio e acompanhado oem de eicilacao psychic!
neni Uu pouco de agitavio museuiares... 0 despertar se opera sem
a accidente* desagradaveis. Gei-aliuente os doentes, nio se queixain
- de dOres de estuiuago, nem de pelo de cabeca, nem de cephalgia
. como aoonlece a maior part* das vezes com o emprego dos opios,
AlMi do quo com o opiotoroa-M indiauensavel elevar progres-
< sivamente aa dozen pars que seu* nueuoos efleito* se contiuuem a
c produzir e ji o mesmo nio acuruece torn o hydrate de chloral. *
Para a gotta, o emprego e accao do chloral ao torna ex-
l*a>ra tciia por aMtacado < tremamente-precfoza, assim como o senoi Bergerct de
Sainl-Leger o demonstra pola observa^do segunite :
I'm doente estatode cama havia jS um mcz, reltido por on alta-
que de golta, e durante oiio dias nio podc doniiir, ainda que ex-
f tcnuado pela ddr, insomnias e rigoroza dit'.a; tudo lazia prticr
t mutes Icrriveis : adiniiiistrou-se-llie de uma so vcz duas graiunias
de chloral dissolvido cm agua com assucar; e dez minutos depais
o doente adortneceu, e o somno durou trei boras; i mcia nnite des-
t piTioii-se sem dares de cabeca e em um estado de conU'ntaiiiento
t indescrtptivel, depois adormeceu dc novo para todo o resto da
t noite.
Desde entio continua com o uio do chloral, e as ancias atrozese
c dolorozas bem como as conlracclu's Am ROSi ol 4 irain. i
0 chloral tem tambcm uma aG(3o c bra a losse
que canea tanto os doentes atacadoa de CfustipoSenoa
de bronchites.
0 sciior Jouctor Offret, depois de ter citado en suas
memorias algums enzos de euras rapidas i-elo chloral,
accrescenta :
Poderia citar ai.ida varias outriB ubservafS > I itas coin indivi-
t duos attacados de tuborculos paiuvmares, cm difTorentcs graus,
< dc broncliites clironicas c agodas. '
t Estes doentes eitonwdni pela lozsf, privados 3 utaior parte das
a WOes de um somno iranquillo, one intraiam no mo do chloral um
c grande allivio quando MBM a mcrphma n i.i l-rha produzido o
t munor clleito, Os snores abondontes qua Cf.;-.imerr. tod* os phlhi-
f sicus me p3receram diminuirsob a intJuencia dints medicamonin;
t a tosse se tem constanlcmente apazigaado por mm Matin muito
t sensivel. ;
Os joniQes de medecina e resumos scii ntificos Iem
publicado, os resultados obtidos pelo emprego de chloral
pelos Snr' doucloros : Richardson Bergeret de Saint-
Leger Brodbury Richard Berangor Feraud
Liebreich Westphal Meyer Bafdetebea l.an-
genbeck Virchow Dieulafoy Krisliabcr Demar-
quay Gubler Jastrowitz Liegeois Mauriac
Marjolin Mandl Bouchut Giraldes Verneuil
Simpson Laml>ert Tarnier, etc., etc.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar serviyos importantes todas as
vezes que se trata de calmar uma ddr dando ao doente
um somno reparador.
AVI 0. jl/im de evitar as falsificaftks ou imilacoes
que podem ser preparadas com um pro-
ducto, pouco puro, deve-se exigir sobre /j,
cado frasco a etiquetta de qoatro cSrcs *"-
tendo a asrignatura.
Uma insti-uccao minucioza acompanha cada frasco.
Profo do frasco : 3 francos

CAPSDLAS iVnTHoROLn DE CHLORAL BE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerraiu uma dissolucao de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administrado a* pessoas mais
difliceis, o savor do medicainento e complectamente uullo.
Cada capsule content approxunadaroentelScentigranuaas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devem engollir repidamente com algumas colheres de
agua pure.
Proo d frasco t 3 francos
da Saur I. I'BEBF, i, rtMB Jncob, em Paris
GARGANTAVOZ.BOCCA
AS PASTILHtS DE DETHAN
Curt* as moleMias oa KOntani, rou|ulddt>ts, frup t;i rriiti>C"H sneim
e InOn mnf6*m f hncen. Punfici. >>ailito, ilwtroeai a IrclWf'a prai
effeiio- prrairiuaos no mei'Ctirio -obr o d**nic>>. Sao irecin.-a pars es Sis. prega rosatoron, po?qe lacituli. riiilonao Purit. mb casa us A DETHAR pbarmaceuio 90. faubourg Si-Dis, e nas priucipaa* pamnsctas aragsrias de Brazil.
uiuiniix. iseoi-buio, ilgfrsx-oosv
aj prai'ueMla pela fcnato cwi as
precious para as Sis. |resli*c*. praiiensjosreis, oraatorca 6


8
jiano de Peruauiouou Sabbado 31 do Outubro ae lei4
-r~
MM PRIVIDITI
PARA 0
Natal-folia
Da f sta todos desejam
Ver o dia re-plendenie,
Dia que dm leva a rueale
Do intluiio a* alturas :
Oade oa aoj.s o amor beijam
E a car idade festejam.
Toem a* al nas sepulturas
Nas estrellas one flammejam I
ft n-ssH dia cm qae tPtB
Do iubilo rasgar o selo,
Saiodo Ibe hem do meio
A caii-ra da alegria :
E' preciso que us amantes
Da pura gastronomia,
\ enham ja e quanlo antes
Do Campos ao arinaxero,
Porque so assim lerio
A ,-cieucia do praxer :
Comer bem, melbur beber
Seta receio da maldade
Nenj da vil -uper.-ticao,
Q ie jamais cunseguirao
Supplant r a liberdade
Nos earceres dain uisirao I
Run ii iiiipwador n. 28
Do pr zer viva o requinte
Al'gre cun o o trovao,
E da mesa a deserip'.So
Reparem : e a ae gain to :
Mesa giganta.
Presumo?, flambres, pai.s, chourica,salchichas
e Iw.goica- ; limbos de poroos e Je carneinw ;
aves em con-erva*, ie ixes e loucioho ; camarde?,,
ostras, tagostas e coe nos com hrvilhas; conserva
fegames e champignons ; queijos II imengos, pra
tus e funJnutis ; doces em caida e de goiaba ;
fructss em couservas, passas, amendoas, Boxes e
aromas ; al-tria, ulharim e inacarrio ; araruta,
topi"Ca e cinci'iitH qualidades de massas t'mas e
nntrii-ntes ; eita, mat*, cafe e eh colate franeez,
hespanfcol, p.rtuyu.-z e national ; bolachinhas,
boliutw* e couieiuis, raanteiga iuglez- e franceza ;
banna, arrot, batatas cebolias, albos, cominbos,
pni.eata, m.i-i.rda e niolno inglez ; cervejas, ci-
dra, champion-, cognac, geoebra, hesparedina,
bitters, lucres e ajtuaident^ de canna ; vrohos
de Lislxs, 'Figueira, Carcavelios, Collares, Hair-
rada, ftasios, Porto, Bornunha e Roideux ; ci-
garros, charutos e uma grande ( giganta ?) qnan-
tidade de victualhas raras e exciiantes, nao fal
landu a< rsperiatidades dos preparado* francczes,
alleraaes, ingl. zes, tur-os, chine/es, hollandcze*,
lialiaaes, prussianos, hamburguezes e 3meiica-
nos I
Arem do que:
Enomtra >e urn immenso deposito de no ida-
des, Cniuo sejam : velas turada-, (!) orcirtas (I) e
de erores, billns, quariiulias, e nmr.-; mui-
tOS objectos d>- grande- phautasias ; a>> m n mo o
maravilhoso uleo de mrn-niona preparado expres-
-amjote para combatera gigao'oiiauia e appla-
car o systema nerv.i-o I V*r para Cier.
Dibtr c^oes:
0* amantes das palesiras e boa pinga, encon-
trara> no fan lo do eub"fo<-imt-nlo, -Mm de mui-
if fresco e agu.-i f> ia, bancos BMloa e mesas *s
sen da-, des loadaf ao ervico dos lunchs, que os
mtsmos amanies pudeMo saborearcH) an "m ma-
vioso de nma elegante musica -ompo-.la dos me.
h. res coi res e q e io coadjuvados
por oma bkharia dumcmita e inieressante.
Muralidadri dacousa.
E' jiiiou-uso o sor'.imento
E se veude pelo custo,
Pe|o qu- t ntuito |UstO
So ao Campos coroprar ;
Viio que e urn porteato
Uo- gi'neros u paladar I
Aluga se arraaxem de reeolher, do sobra-
do da ma dos Burgos n. il, por deir t da rua do
Vigario : a IraUr com Jose Feliciano Naaaretb,
rua da Praia n. 20.
Massa fallida de Azevedo
db C.
0 arrcmiUnto das dividaa activas deda mas
sa, convida as pessoas que Qcaram devendo a
mesma, a comparecercm a rua das Trincheiras
n. 48, primeiro i*dar, artnine saldaretc seus d
bitos, certos de que 0 na > fazeado em dez dias
da data deste, se cmpregarSo os meios judiciaes.
P.ecife, 24 de outubru-dc IS7t._____________
Tendo-se de-encamlnhado os t.ilocs ns. 7,618
e8,9ft4, pert-neentes ao seg ro de vida no ban-
8o OniXn, da cidadedo Porto, em Pormgal. a favor
do padre Jo-e Lopes Dias ae Carvalho, lallecido em
21 de nov.-mbro de iH/O, na fregucia ie Santo
Antonio, de Garanhuns, nesta provincia de Per-
nambuco, seu pai e herdejro J >ao Kodrigues Dias,
resid-nte no Ingar de Saroadella, freguezia do
Pumbei'o. jalgado de Arganil, no d.to remo de
Portugal, assim o faz publico, rhamando qnalquei;
intresado aos ditos laldes para que no pr&zo de
30 dias, cnntadus da data d-sta publicacaOj o ve
nham reclamar na mesma cidde do Po to, e nao
ofdiendo ficara o dilo > erdeir<> habihUdo para re
ceber do dim banco o que so liquidar desde oanno
de 1670 em que tinMisnu n seguro
- Aluga >e o t* t^andares ia casa u. 19 da
rua do Nogueira, juntos ou separados : a tratar
pa rua do Livramento n. it, i* andar.
Alliiivii".
Veadese ca'do de canaa todos os dias : no caes
do Capibaribe n. 50.
Alugi--e l andar -In 8'ihrado n. 12, sito a
roa de Xaroilhi Dias, n-jir'"r rua Dr>ila : qu>-m
'jnizer, dirija se a i 2* andar do me.*mo sobrado.
Urn preto e uiuaama
Preci3as de urn pret> para t>do serviQo de uma
casa de'famiiia, aaiin como de uma ama para eu
gomm^rto, p<- frr->e escravos : a tratar na con-
'eitaria do Campos.
AOS -1:000^000.
BILHETES HAKAiXTIUOS.
A' rua Prtmetro de flar^o {ov.tr ora rua <0
Crespoi IX. ts e casas do COttwnt.
0 abaixo as>ignado, tendo veudido nos seus fe
iizes hdh' te.- it'ii in :;o n. 584 eow i:000i000, urn
inteiro n |u)6c.in 7- Oil'iO, duos mums n 337
com 20W<10 u ii nej n. :i8i0 com liJO^OuO. urn
meio n. 2667 com US$100, e outras surtes ue
'Mi e Hy Ja loteria que seacat;uu de extra
hir (122*), coovida aoa possnidores a virem rc-
ceber na conformidade do costume sem descon-
to alguux
Ai:naui-s8 a venda os fellies biinews garantia>>
da 9 parte das lolenas a beuettcio da matriz
de Jabo ta i (it'i'), iue so extrabira na quin
'a-feira, 5 do mez \iodouro.
HHE^S,
Ui in.ii inteiro 4< Keiohilhete 2jn00
But por.-iio de t4X>4 para rima
diiUele inleiro 3^500
Me!., bilbete i*750
Wnnoe.l Martins Fiuza.
~~M iSS4 FAI.LIDA DK AZEVEDO & C.
0- a'l-oxn as-lflMlo-, .-id'i'iuis'.ra lores da massa
fallida de Ate vein & c., r .gam aos credores da
me.-ma queiraiu \ir aure-e tir seus crediios a rua
do Mar.ue.z de olnida p. 36 aflm de proceder -?e
a re-prtiva clasMticacau, d-endo ap'esenta los
dentro de mln lias, a Coiiur iia-u data.
Recife, 30 de oulubr i de 1874.
__________________fronhard aiettler&C.
Compra-se uma casa terrea ou so'rado de
am andar, preferiudo se no bairro de Santo Anto
mo : quem tiver e quizer vender, annaucie para
ser procur^do.
Aotonio da Cunha Snares (iuimaiaes, pelo
presente doclara que tendo seu tilho Gustavo dos
Sants Cunha, as-entado praca contra sua vnntade
e'de t ida farailia, oao se respunsabiJisa pur di ioas
que o mesm possa ntrahir, q er nes a provincia
quer em ontra qualquer para unde lenba de se
gair.
Graude desroberla
Curative das molestias do
peitx) pelo
Xarape dV sulphic- de sa
DE
a. j;ei\ft
Este importante medieameoUi que acaba de ser
reconhecido pelt is distinctly Dirs Zallnni e P.-'ras
:hevas como em verd;ideiro espe itico c, n'.ra a
^htysiea, segotido provaram no- grandes nume
ros de casos pur mm exuennieiiiados, conm'se vf
M sessao da arkfttmua de Paris de 44 de marco
to corrente anno, encoutra-se unicanieote no
Deposito da baruiacia e droKkria
de
Itartliolomeii A .
N. 34 Rua laiga do Rosano N. 3*
Para a boa conservacao
VOSSOCA BELLO
9m
Alto la! !L.
0 CAMPOS OJ COirElTUH
W se.w hiwl,
No seu genero nenhum
e8tabelecimento o pode
igualhar. "~^
E sen an v^jnii :
Rftet'be encx rn^ndfl'.
Para a rece ca0(lo Exrn. conselbeiro mi"
nistru do iuiperjo.
E *sta com a sua c-nWt^ria do Campos
mil to bfin provjdn de ta1o quanto 6 [>re-
ciso para que a uinguem fahe coasa tl-
guraa.
ACEFIPES DELICIDSOS
K lull quitnli.
iile e um preventive) seguro e certo contn
a calvice.
tile tla e restattrn firga e sanidade a pjllf &
cabego.
Kile de prompto faz cessar a queda preioe
tura dos cab^lles.
File rid grantle riqueza dc lustre aos en
belli IS.
Kile donna e faz prese.rvar os caDnllos, ei;
qualquer forma on posigao que se des
je, ti'um Mtado foni'osii, liso e mai'.io.
Kile faz crescer os i-abellos bastos e compr;
OS. II
Kile eonserva a pello e n casno da cabetji
liuipo e livre de tmln oaspacie de caspe
Kile previneoscabellns de se tornarem brat
COS.
Clle eonserva a cabe<;8 n'turs estario de fre
cura refrigHfanto e ajiradavel.
Kile nao e demasiatlamente oleoso, gordu
rent i ou pegailu;o.
KHe nao deixa o tneiior choiro dosagradt
vel
Kile e o melhor artigo para os cabellos dr.
cnangas.
Kile e o mellior e o mats aprasivel artig
para a lioa consei vai;3o e arranjo tlos c>.
I .'.'Il os das Sfiilmras.
Kile 6 o UOMO artigo prnprio para o pente>
do tlos cabfllos e barbas tlos simhures.
NENHUM TOUCAhOH DE SENHOKA S
PODECONSiDERAK COMO COM-
PLETO SKM 0
TONIOO (JHIKNTAL
o quid preserva, limpa, fortitit^a eaformosei?
OGABKIXO.
Acha-se 6 venda nos estaliHlwimentos <1
H. Forster <$ C, ag.'iites. E em lodas a
prinnipaes loja dn (lerfiimarias bntinan
CKIADO.
Na rua Nova n 7. segando andar, precisa ee de
ikp qne seja egcravo_________________________
AO COMMERQO
Josa Perr.'ir.i Brga, .-oeki da 8rma Manoel
Jose Tknoi-o de Sanaa, eeiara fie tendo > ntrad .
am Ii (Qidaeao a diu Arma, acka-ae Pile eoearre
gado da mesma ln|uiiacao.
\luga-se
o grfrun* andar do > bra-ln *Im ft roa de Pedro
Aff.Dso a. .19, r.,m a^oa de Btberibe : a Irataf a
rua do Vigario a. 31. :
VELOUTINE
tl UMA ESPECIE DI
POS oc FLOR oc ARROZ
Bapeeialmente preparados oom bismuth
por oonaeguinte d'nina ac^ao aaadavel
Boom m pelle.
K' ADHERENTS e totftlmente INV1-
SIVEL, dando pelle oma freaenra e
aveludado natnrsea.
PVeeo da Caixinha oom borla & fr., em
caaa deCh. FAY. 9,raedelaPaix, pariz.
Defioaitoem Pernamhue: A. REGORD
Verdadeiros
*V GR AOS D ESAU DE
do douior frarck.

j raelbor o mais
alii 'ion purganles cob-
he.'d"*. \iimer-
. toblucatiM
nlftora a'imSe wr-
di ni'-nlo Kxiiiir,
alem da a-ci)fi.aliira em tinla VEEMEi-HA
de A rodviere, o ietreiro, aqui junto,
Mto em 4 COKES.
Pitrn, pliarmacia i rrr, 13, rua d Anlin.
'***!***
em4- Cores
Deposiio pm /'
A. 'f'GOSD.
VINdeQUINQUINA
FERRUGINEUXdeMOITIER
_**_""'- a>yM^M-p*Mit w
!*. Bste tio. t,j rrmifaisi por Ma
'>"" "**} Mssa.soodoo mi> podorotm
taaiM ** para ritar a CaLoaosis.
A.vmi* Eiktco so i.kcdc
Dsfssas crral m Paais. u. roa 6* Uai-
btrds. Uarrarrl, PkaraiaraMw*.
/Vm**o. A. R"G0HD. ou priori
p paanamem.
Escrava fugiila.
J.isepha Tiasentoa se da caa de sna senbora
no dia 5 de outubro e tern os signaes segaintes :
crioula, c6r prela, reprasenta ler 25 anno* nouco
niaia ou uienns, tem os d-djs da roao direita
cortados, tevoa o tab"leim em que andava ven-
dendo cangica e coutioiia a andar r.om o dito ta-
boleiro com toda louca para nao jer agarrada,
levou !-aia de chita touura babado estreito em
baixo, traja camisa com labiryntho no talbo e Ie-.
vou chile- preto : roga se as aut-riJades poll
dais ou capitaes t- carapo, a ^piTehenio da
dtta e-crava e leva-la ao Caminho Novo, sitio h.
IiO, a ?ua senhora, eu na rua da Cachrba, pri-
meiro andar. a entrpgar ao Sr. Joan Francisco
Lei(e, que sera generosamente recouipensado.
1
Cmisullorio medico
Dr.
DO
Hurilli
/ RUA UO VIGARIO N. 1,1- ANDAR. M
M Recem-chegado da Europa, onde fre- '*
^ nni.nt.Lii f%* h<\^>lit40 Ha Paric a I imiiIpm r_
m
quentou os hofpitaes de Paris e Londres,
aV podera ser procaradb a qualquer hora do C
g dia ou da noite para objecto de sua pro- -
*j fiasao. t
5 Consultas das 6 as 8 horas da raanha e 'r_
m. do meio dia as duas horas da tarde.
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t GRATIS AOS POBBBS. 'g
0 Especialidadtt: MoiesUas de senhoras, \g
0 da pelle e de crianca. rg
% MEDICIKIRIIRGICO I

Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ^
PARI'BI-0 E OPEKADOR
lilua do Vtscosade de Albsiqu^r-H
Sk que U. 89. 4SX
E>PhClALIDADE
9. HiRUas de senhoras e
&L menlnos. )6t
''onsultas das 7 Is 10 boras da ma- J
W nha, todos os dias.
a Das as 8 da noite, nas segundas, quar- A
_ tas e sextas-feiras.
3 Os doente.-que rnandarem os seus cha- w
tk mados por csr.ripto at 16 1 oras da ma- m
nha serin visilados era saas casas.
aj ^ **- $
ADVOGADO I
IBXCBAREL JnAQLIH GGEKKS DA I
m\ HELLO.
23 Run cti--iin do Kosniio S3
[iriiui'iro andar.
Aluga-se
ins aTmuens ns. 63 e 69 na praca do ehafariz em
P6ra de Portas, um onde teve teula de ferreiro
o fallecld. E. Mahult 0 onlro que esteve occo
pado torn venda de molnados, para 0 que 6 op
limo pela localidade e ser de esquina. ambus livres
e de.-emharacados de impostos: a iratar com o com
mendador Tanso.
Jose Antonio Donnngues de
Figueiredo
para 0 fim de evitar.incommodos aos sens fiegne
te,s de virem ta-> longe cmnprar cigarrus, rerolven
abrir um depo:ito no bairro de S.nto Antonio, a
rua estreiu do R.isario n 16, esqnina da rua das
Lar ngeiras, ahi enconlrarao os coo?umidores de
todos os cigarros maoufacturado*. em sna fabrica,
tanto em grosso como a relalho, uelos mesjnos
pre^os da fahrica.
Vinho superior
Na rua da Inpera'riz n. 67 acabase de receber
excellenle viuho do P.-rM, em barn.- de 30, 75 e 150
garrafas, e 'ende-se muito barato, garantiado se a
qualidade.
t'ozinheira.
Preci'ase denma ama para cmnprar e cozinhar:
a tratar na rua do Uarquez de Olmda n. 43, 1'
andar, la* lu da manha as 4 Ja tarde,
PaMPis, 36, Ru Vlvleiine7~l>,
[HlM.iM HrDICII. SPE(l\t
as nir.iMn.| txs nxoass, as arracfosa
Protesto.
0 abaixo assignado, III ho lepitimo da flnada D.
Marirf Gomes Counirho do.Amaral, sabendo que
os hen deixado por *ua mai, dos qnaes 0 n nnro
e legiumo herdeiro, esiao Justus para >erem ven-
ndos pelo nnllo testamenteiro van el LtJii da
Silva GuimaraeK, previoe que nintiuem laca ne
gi.eio coin t> sitio e casa- da Varaea nem eon nulro
oualquer bem, vito como nao auturisou a nin
guem para veude Us.
Recife, 14 de outubro de 1874.
Thomax de Aquino Cutinho do Amaral.
3.S
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OS
Aluga-se a hija du s>brado a. 1 da rua do
Aragau : tr^:a se com >ieu proprietario, a rua do
H -|iirio n :t:t.
Na Praga da Independence ns. 14 e 16 pre-
cisa-se de uma ama para Cozinhar.
Boa casa com bitio murado.
Aluga-se a casa e snio de Dr. Castello Branco,
juuto a povoagao du Beberibe : qaeiu a prrtenoer,
flinja se ao segundo andar, por cima d loja do
Sr. Rtlim._________________________________
Precisi-se da quan ia de quatrocentos mil
reis a jur.u, dando-re p >r garanlia uma e-crava
n.i>_.., hi.nila fiiiur-, perfeita engoiumadeira, boa
ci'iiiiheira e coze : a pessoa que qoixer fazer este
negncio dirija-se a rua do Coronet Suassunan
187, 3.* apdar.________________^_^_______
Qi n ive:i8ir de uma ama para cozinhar,
procure no pateo de S. Pedro n 4_____________
* Lava->e e riigoiDina-se coin perfe/icao, pres
teza e por comnodo jT''~ 1 : a rua da Pra.a du
Caldtireiro n. 35._________________________
OL1NDA
Aloga-se a ca>a de >ulea exi.-teute na praia de
S. Frauci>co, muiio fre ca. com bnnita vista para
0 mar, com couimodo para graode familia, alem
da casa tem 3 quarioeipara escravos. e>iribaria,
cacimba e alguni alvoredus de fi icctos : a tratar
na mesma ca-a n In.
Miii to a pn posito.
Cbegaram Im.ias caiuiak bordadas proprias
par cssamentos, baile e ctos dos 6rs acade-
DHG> s : a loja de Arrnda Ii rnao, rua do Uarao
da Victoria n. 41.
Aluga-se 0 t* e z* andare> n ii, a rua d
Imper atnz : a tratar na rua de Hortas 11. 106.
Precisa-e de uma escrava para 0 >ervico da
v nder na rua : no pateo do Paraizo tamero 27
agoagae.
Para a festa
Aloga-se nma exrellenle casa na povoacao do
Monteito (irave>sa do Xi>in), cum bastantes aceom
mo iac5e- para familia, a qual se acba em p- rfeito
estado de lit, peza. e al< ga->e por cornmodo preco :
a tratar na rua J0 de Marco u. 20 A, loja de Gur-
gel uo Amaial & C
Aln^a-8
a sitio da eslrada dns Afflictos n. 30, caiado e pin-
lad de iiovo, tem doas grandes salas, 7 qnartos,
yabinrte, coiuha, lanqoe para banbo, cacimba,
el.-., etc, junto a primeira estacao na esba ia du-
fflicios e perto dos bonds de Pernaodes Vieira :
itbi ,-e na rua do ApMlo d. 30, armazem de as*
socar._____________________
Ho,e, 31 dt, ctrreute, p i. u horas a- ma
nha, tt-ia logar, em prerenca do Sr. Dr. jniz de
ireito da gunda vara, a arremata^an da arma
ao p. mais objecios eiistettes na loja do sobrado
n. 93, sita a rua de Mannlio Dias, a qual arrema
iara.1 t-ra Ingar na me>ma loja, garantindo 0 pro-.
pnetario o arrendameoto da mesma.
- Aluga-se pela fe>la n sr bra do n. 18 da nu
ie S. Ptdrn Mariyr cm Oinda, fre-cn, lui.po e
proMoio an banbo: a tratar no Recife, rua do
Cabuga n. 7, primeiro andar.
OEPURATIF
an SANG
r<. t Mtc
*tT*a*cors 00 sssaot.
~~ to.OOOcurisdassmirtli.
/ciu.pus/MfiM. he 1 pel,
I -irna, conuxoet, aeru
I nonia. e allerfOtt. vt-
Iciojoi do langnu, ct-
<4ngut. .'Xa rope ejetal
sem mercunoV Drpin 11 tofalael
! MiiEBtts toroaa-sr dous por
semaua. sefamdo tractameoio Depurati' 0 : i
emnr'r,'n "'* '"'sruas molestias
I Este Xarope Citracto da
I Terra de CH A BLE, cura
mmedisUineaie qual-
I |iier purgui ao, rclo-
I rafao, dthiltdade,
t isuAiuieutr w j.n-.u. e floret braneai das
multieres. Esta iuieccao benigna empregass*
so m 11 Xarope d Citracto dt ftrro.
raaarraiaaa, Pomnda que as cura ami dial.
POUUDA ANTIHERPETICA
Cooira oas ajfrctoet ru'anrai t romirotl.
PI/.UL^S VEGfTAES DEPURATIVAS
de >. Chakie, c*<] frasco vrai accompabada
da ua foloeto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
PLUS DE
COPAHU
ODILON DUAKTE k IRMAO
oABLLUIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
RUA
DA .
IdPERATRTZ
l. ANDAR.j
RUA
M
IMrERATRIZ
X 81
1/ ANDAR.
At-auam de reformar o su estaboU'cimento, ollotando-o nas melhores eon-
lic^dcs possiveis de bem sorvir ao pub!i:o desta illustro capiUl, e is Eirces. Sras. o'a-%
millo que Wr teddente a arte de crhelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para bomens como para senboras, tupcte, chignon,
xiques modernissimos, tran^as, cflcbepeign, tecidos. doseiibiis em cabellos, quadros ti-
uulares, flores, bouquets e Uido e qualquer trabalho imaginavol cm cabedo.
0 estabe.lecimTito acha-se provido do que La de rLilhor nos merrados estran-
/eiros, recebe directameDte por tod< '.s mpurwa da Eumpa, as?uas eneorr.mendas e figu-
-inos de modas, e p..r isso pnde vender 20 / oietMM que ontro quaJqunr, garat.tinro
oerfei^io no trabalho, agrado, sinceridade e preco raroavel.
Penteam senboras, tanto no estabelisciraonto como fora ; vende-se cabellos era
porcAo e a retalho todns os utensilios pert nrentes a arte, de cabelleirpiro.
ESSENC1A CONCENTRADA
C>%IIOB;%
AWRn UNS1
Sirop du
D^FORGET
| ''.lira caian-Kai,
^oqutluchti, irniufOaa
icnojiu tat dot sraa>>
ciioj t loiat at deenfat
-----1 lo pcilo; baita so dooaXS
ZB COlhr rrhilea ttwlr larope IV rOBflKT.
Vr. MUll us Parts, ru titttaat,
D | o-.Ui L'otica t-rniu-ezn
22 Hiih da Qruz 22
EZH31
Admlul.ir.vlo: FakIZ, XV. boulevard llootraartre.
CSSNM-SSILlt. Afecvo... lymphatlaaa, doencas
das viu aigettlras. etatrnctOri dn Sg^do a do ba?o,
obstrnrvOe. tUi act. concr. > da bile
HOf IT1L. Afftc ;or dai Tla. digritl<-ai, Incom-
inoda. do eitomaico, dlfattlo dlfflcll, luip; etcncla,
gaBtraiKl*. dy-pepaia.
CCLf STIMS. Affer;o>a doa rlna, da bnlga, arelai,
concrrv6 a das onrhiaa, gota, dl.betea. a bumlouiU.
H1UTERIVE Aff'-eeOra doa rlna, da bexlga, aralas,
eoocreoooa das osrinaa, go-a. d abetea, albamlnoru.
EZIGA-SE
o ROME da FUERTE ha CAPSULA
At Pootea da Vichy, aenn. notnaa.laa, ach|o-afl I
to P,nnmlH, HlNiniNOI s UIIILE, S, ma
do Commndo. I
RETALHA>E
Na bntiiri friiiza n. 22
If i; do IN.Ill aI<-S>IIM
I
I.ASA 1)11 UtlKU
Bilhetes garantidos
ttua do liurdx) da Victuria (outr'ora Aew.
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender no- sun.
Buitu (elizey bilhetes a aorta de lOO*100 e.m
men hilhete de n. SMil p um mnio de n. 26fi7 com
asonedelUO aleui de outran suite? ment.re>
de aUatHKi e 9'JOOO da loteria que se acabou
de extrahir (12^') ; Convida aoc |io?suido res a
virem receber, ujue promptamente ^terai i 0 mestuo atiaixo asigiiado convida ao respeiu
'el publico para vir ao sen estabtdoeimento com
jrar os mono felizes bilhetes.qn^ nao deixarao d
ir*r qualquer .remio, como prova pelos me.roi >
aaoQDCioa
Acbam se a venda os muito fell? as bilbetes ga
'autidur da 9* parte da loteria a b^ueticio df
ifire|a matrix deJab.-a'an, dm *e extrahira oj di>
quiuta fcira, 5 de novembro vindouro.
Preyoa
luteiro 4*000
Mio ZatlMIO
Be 1009000 pitru ciui .
inieiro 3*500
Mem U730
Raetfe. 29 de onjubro de 1874
loot- JnaoHiin dn Cntta Isii*
Signaes de Rayiuunda
Conlintia fngida a parda Ra\munda, de cor
rlara, approxiiianduse a branca, de 16 anoos dp
idade, ^r> .--a d rurpo. cabellos corndi.s, & rta-
dts enrtos, naiiz e UttCOa pequenos, desdentada
na ir.nt-, bem fallante repre>enian.ii> peto yen
todo ter riiais idade. Foi e-ciava de Henrique
Pereira de Mrllo. du municipio d.. Boiiit", vendi
A depnis a Ji.ao Correia d^ Qneirns "'-nteiro, do
engenho Mmtucas, comarca de Santo AnUo
Pro esta se u-ar 'letoto o rigor da lei contra
quem a tiver occuliada, e gratifi a se com a
luaolia arima a qnem a lvar no der noticia
<*erta da mesma, na rua Uiga do Rosario n. 28
Ma.
Eogenho 8antos Mendes
i-09 'ElRaTIFICAQAO.
Coniinua fngida dp-de id de de^eiui.ro do 1873,
do engeuho Sant'-s Hende comarca de N-xareih,
deguezia de Tracunhaem, esc ava Maria, creou-
la, com 50 annos de idale pooco mais ou men..s,
baixa, gms-a cor oreta, rosto alquehraii, pt>
seecos e e^pauados, tem cabellos branco*, caneia-
fina-, duus signae* rahelludos no queixo, e e bem
lad ma ; g ia de beber aguardente e assisiir a
sambas. Ha tda a probabili'.ade de qne esie-
ja occulta p.r aiguem, e desde ja pmtesta se en
tra qnem a tiver acoitada. A pessna nue entiegar
o>ta esi-rava a -eu dut>>, que 6 o senb.-r do eige
nho acinu, LanreiHiuo Gomes da Conna Pereira
Heltrao. ou no Recife, largo do Corpo Santo n 19,
primeiro andar, sera recempen ado cmi a quanlia
de cem mil reic.
Precii-a-se fallar ao Sr Joaquim Feliciano de
Aievedo, a negm-io da sea interesse, dentro de
nito dias, a ft.ntar da data de-la pui htacao : na
padaria da rua do Co onel Sna.-suia antiga rua
de Hortas n. 5.
CRIADO"
Para tratar de niu cavallo e mms algom servi^o,
co, precisa >e de nmtte Ii aono : no Mangni
nho, sitio n 2, p..nao de feno
- Preci.-a-se alugai um e;ravo de idade de it)
annos para >ervic< maneiro e recd. s, oaga se
bem na rua Duque de Caitiaf, loja da Veniade,
n.97. _________. __________
- Aluga-se pr anno ou esla o antuhdu de dou>
andarea nosQuatro Cantos, e Onui.i, com com
niodos para grande familia, agna eiicana isada e
cano para despejo, mnit. frei;a, perto do banho <
las e>t.ic5es: a tratar 11a rua da Uniao (Hha dos
Ratos) n. 53 tietrax do Gymnasio.
Alnga se 2 ca*a mint., frest-**,. na 'iopn ga
{com cuiuiiH>di para fanuha : a tratar no mesmo
par rua. uas Crioulas a. 5,
Premlada nas expo-
si^des de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
M EDA I.I 1A DE PRAT A.
Premiada r.a expo
sieSo de V'Tina d'Ans
tria.
iiiUALHA LE MC11T0
Pharmaceutico
Pela esctiln le I'aiix
Successor de
AH1STIDE SA1SSET E. J. SOUM
Tratamentn pnramente vegetal verdadeuo narlfioador do saugne. sera mercuno.
A EnBencla cle Curoba 6 um remedio hoje reconhecido como um poderoso dcj.nra-
livo e especial para cura de u-dus as molestias tjue teem a sua origem na impurcza do -jugiie.
como sejam : as nu lestias Syphiliticas, Bocbaticas k EgCTOWaoaaa, Riikisatismo, Emiotcss, Da^
TBOS, UlCBRAS, ErCPCSES, ETC BiC. .
Oa pfodigiosos effeilos que tem produzi 0 a Ewsencia tie Caroba, cor toda par.:
onde ella tem siao apropriadamente expcriu.entada, a tem (etta a.l.qtar como um dos medH-aro.-ti-
tos mais seguros e mais energicos para a cura dt todas as nmkwtiM de Mlurill syphilitic?
boubatiea. .
A cada frasco acompanha uma inslruccao para a maneira de u.-ar.
Pinnailn anli-ilarlrosa
Contra as affeccoea cutaneas, dartliros, cucaiebSea, etc., etc.
tifgui'iilo ih% lanta
Para cura das boubas, nlceras, chacas nntisas, etc.. etc.
UNIC.AMENTK PM PARADO POR
R0UQ0AYH0L IBMAUS, SUGCES OSES
Ii lira Pratma
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
E.WI l^i a ^a as %J CMB.
.-r-w. r.-vr>l ta"Vfl f*"Vv^ hVl t*J?*>l i,1p" "4 f*",T"'j IV'VM f "^'^ft 8*^Pd

mmmm i.\ nvsnu
DO
Bacharel Manuel dc Siqiirira Cavabnli
Remedio efllcaz. nao f6 para cm3r qu;Jq> cr ataque de erysipcb, om-j
para impeoir o seo reapparecimento.
Approvado pelo Govcruu Imp ri'l, acha-?a a di-posicao do Pabheo
.comas repei:tivas in-iruc.;Oijs, aitestaduada peaaaaa nuliveia, e ds Medicos
do grande repotacao.
Depositor unices.
1 ecife: rua do baiao da Vid na (rua Nova) n. U), r.-r. > Sr.
Ri;cha Sioueira.
Rio dc Janeiro : Corte, rua do Ouvidor, n. "S.
Gratis aos Pobrcs.
dm
55
. .,13 I*
Ciinslmclor c alinaoT de pianos
Hua do Imper dor
55
Ex-afmador das ar.tigas e ifamiadas caas I'leyel & Herz, e antigo dirc t< fficiua da casa Alpbonse Bluutiel.
Tem a boora de declarer ao respmlaY 1 publico desta ida iurfcasa de concertos e afinaeoes de pianor-, qualquer qu seia o e tado t!o ln-'.ni'i entc
A' mesma casa aeabn >!e rtceber nm gr>n'le virtimeDto de piano; d.s mlhv
res fabrlcautes os pianos sabidos da casa Dbibaut sao garantidos
Compra se a recebe se em troca os pianos usados.
'UN.DICA0 DO BOWMAN
RUA DO BRDM I. 52
(Passando o ehafariz)
PEDEM AOS senhores de engenho e 01 tros agrieult-ires, e compradores de oi
hinismo o favor du fazer uma visitn a seu estabelecimento, para ve'em o novo sortimen
to comp et>> que abi tem ; son lo tudo superior em qualitlade e fortidao ; o que com a in-
trucjSo pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMER0 E LUt.AI DE SUv FUNDIfJ.AO
V aporeS e rOCiaS U a^Ua dos mais mndrtam qMNMl e em tamanbos cotv
venientes para as diversas circumstancias dos senbores pruprietarios e para descaroc*r
alg dio.
MoeD'laS de Canua de todos os tamanhos, as melhores que aqui eziatem.
1x0(188 flentaQaS pnrn nnimaes. agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MacnUUSDlOS pnra mandinca e algndao, e para serrar madeira.|ser movido* a ism'
DOIHDaS de pteiite, gar-nttlas........
lodaS as niachinas B ,,P5flg do que se costuma precisar.
FaZ qualquer Concerto de machimsmo, a pre^o mui resuraido.
h Orm.'VS de terrO t^m as melhores e mais baratas existentes no mercado.
rjIlCommerKlriS. Incumhe-se de mandar vir qualquer machinismo i vooUde doe
cli.-ntes, lemb'findo-lhfts a vdnta^Hin de fazemm as* compras por mtermedio de peaaoa
ent uiii.ia, h que en> qualquer neiwsidatle p6d- Ihes prestof auxiUo.
Arados americanos 0 iostrumeatos tgric is.
por agua, vapa*.
ou animacx.










Dijirifc de Pemainoueo Sabbado SI ia OuUdifft & 1824
. Urn imo rival!
-
^sra nwa phliid i5o popuTosa conio a nossa, 6
pur ewto in*uffl un o a e>rsU't*ia de um unico
Utaetfcirri :i to no genero daqoel e qne se den.r-
gua& Cunftilaria do Cairrpos.-r
IT t'jie o niotiv porqoo aeaba "de 'brir-se a
mmLU;efeia puhNta no bairro do Recife a rua
*> CwaHiercio n. 22, uma casa commoda e de-
sat, sob o Mnlo de Assemble* do Commercio
r3e o respeinvel publico eneontnra sempre
Cjwecisar, o necessario para :
wnumftti
Uma soiree
L'ii baptisade e
Urn lanche.
lb taonbem"
taraane variedade le bi-bidas Unas.
KstapWii) sortimento do doces para embarques.
b^ahns BsrHdJos e fructas do delicado sabor.
a**-]?.*.', caprich.samente pieparadas.
Riabrrs e lanche a qnaljuer h ora.
IWft&iHi esroeraio aceio, pr&teza e precos equt-
awos.
22 Ru i do Comraercio 22
Meira & Lima
_________Assemblea do Commercio.
Aal W) de Azevedo Villaruueo.
TtK pnj'nt? sao convidados os afilbados e afi-
* 'in Aniuniu de Azevedo Villaronco, falle-
"im Portugal no mez de outubro de 1873, a
fWH Ulaiem denlro do prazo de 60 dia-, a con
tar Liv-iH i'-.1-1. a certidflo dri sea nascimento, em
eats do thaixn assignado, testamenteiro instbuido
at dito fai|i i'hIo, alim de que sejam devidamente
Sptadtdos n.. paililha a que lem de procodcr-se
arm a precisa igualdade, do accordo com a d'spo
' -ininiaria. Isectfe, |u de setembro de
*:-i Man el Ateteda de Audrade.
Exams, noivas.
0">ii;ia" os a vossa aid ncao para o novo esta-
is&cMnento i|ue acaba de atirir-se a rua do Com
k. n. 22, denominadu ASSEMBLEA DO
#' vfKRi'iii onde >e prei-atam rica- bandejas
en. grande variedade de bulinhcs caprichosa
afs;:' enfeilados, tambem so apromptaui bou-
mmto
\s.-emt>Iea do Commercio
Meira & Lima
22 Roa do Cummercio 22
Escravo fugido
Seieria ansenh a seda rasa de seu srnhor no
&* 19 i si 'i -'iiilirn. e lem os signaes seguintes :
i -la. represent tor 35 annos de idade,
prnt*. wais ii menos, tem algumas sardao iu
MKfeas no roti, pel prarides e calcanhares f
tftir. > ..s;! dun ei.c illiidus, t?mbem lem uma r-i
ei?i?nas 'i-r.'il.s proveniente denoaaqneimadu-
it'ii;:! i;n u'na in pernas : roga-fe a*
!-a (hi iciai ii aos Srs. capita*! de campo
i.- n > retne te lo a rua do B n
*-* a. it>, lar.dar, qwe serio generosamenle
,-:' '
*__________*
ittbarina t'agio.
agoslo ppoxiuio pafjado, ;-;:-(n
rav.., a o -I lem o? ia a guin-
:'. i i>: i ; redondo,erjr prela, pes
. t rlamava vender teiie, anda sempre
li i;u<> Ihn ferve d-'. .irnino p.ir of-
.iiii.o. ja ( iii.-a e de naijio Cam-
i in ii trar, peguc a e leve-a so stlio
o, i.-ii.ii!.. d Joao de llarrO'. quo sera
:.
b
ri
1
A- I
r
1
1
is casas
'. panel
o
do capo, ca Cruz das Almes e
la ; a iraiar com o c-.mmendador
ileoue fuirido
i
-
i
.
i

.'
ile |n le Ul a i i apm de i lade,
d c irp ro^lo redondo, bmi-
1 r; .11 il fresco ; aosentoa-
>ie iO do e rrente, coin cami a do ma-
a de brhn de Bflr, detbouda, chapeo
m I Kind i am serrole grand e
de !r/- I ibica?, ?>.i)re o beigo supc
:om umas fendiobis.
|ueui leva lo a raa da Aurora nn
. ga so H S" ;w: wr e sota flangi'l h. 73, todo recQnstroido e
... Ii nn lijs, escada
. : do I." andar, e bem assim o
*jn : u in niuho fresco e com excel-
. : pspa n nova prac.a do mercado :
rii v Q5lau no esldbelecimeo-
: pn dio, e para
lu hhi loti'iias ' Kodrij Si u [sou pro-
i. lui c zii ha e en-
n, pi i:o> p ira
rili laiidn =ei -. i om a
,U : : i r: ;. a | { lijon-
i i... n paipo .-i S Pi'dro n. 20,
n 2 v. .-. c itinbam
sc
nda
n

I
-
. -

cm l.al.'ili! .ciii's, d.>;; ; d i :,:i. :a
' i -. propOe ;. faz i aisnm
- iam ; | ai as d' b adas oui -
(i n offectivida le on n e>mo ler ;
'b -v mniJa pralica adquirida noase
!/.. a pi rfeicao d.' son irajslho, e a
de, -'in dnvida, ;i:i-f;: ;. qm m Ibe
-i!'' ; : i(U".'n pre.M ar n ilisar-se
1'. node deiiar ncta na loja do Passo,
in e o lupar para s r proenndo.
I
Prancisro 'e P.';!a I C aleaule
i -e f l!;..r com n i ei i. : na iu.
Marco n. 16, I* an !.- r
isaparrilha de Ayer
PARA PUBU-ICAB O SASGIE.
0 renomc elc que piza estc ex-
ccUente remedio 6 devido a milha-
res de curns que teni opecado, rau-
iins daa quacs sSo verdadeirameute
maravilho^a?. Innumeros sao 03
casos em que 0 systhema, parecen-
do saturado da podridao de enfci*
midades escromlosas, torn sido
promjilKtnente restituido a saude.
As anecc6e8 c desordeiis, apemva-
das pela contimmacao escroful'isa,
*- 8 -Trtii-'^^' at# produzirem dores mortificantes,
. 1 radical e tam geralmentc curadas por elle, em
do Impcrio, que o publico mal precisa de ser
dan Buae virtudes e do modo de usal-o.
--lo e rrofuloso 0 ran dos mail destniidores inimigc?
imana. Ora, senhort-a-se occultu e traicoeiramente
1 ganismo e deixa-o fraco e inerme centra molestiaH
", patenteia a infec5ao de quo corronipeu 0 corpo
n:omento opportuno, lavra rapidamcute sob algu-
- Hondas forma?, ja na outis ja nos orgams
inio caso deposita,iin.itii3 vezes, tuberculo^
> 1 figado, no coracao, etc., quaudo nao se mau-
9, tumores, etc.
[H;rigoso e tam perficlo nuuca se deve dar
of .'cmprc mclhor do que combattcl-o.
cerem os proprios tytnpthom'is aclicos,
';.' .SlLUA DE AlJCll podcra evitar
1.
11 que eh!,. >:> do Frysipelaa, logo de S. An-
" 1. ... 1 1 i/ii-jens, Xheuinatismo, Tumorci,
t. e scn-ibilidade ilolorosa nos ouvidos, olhos, &c;
0- it; l>nnprpnin ou Indigealocs; ITydropesIa,
rtf Coracao e do Figado, J?pylep8inf JV'cr-
varias outras affocooes do systhema muscular a
1 uruo seguro allivio usaodo d'esta BAXSAJfAS-
T'-: 1 .'./; AYER.
I 1 'till* on UTolrili'it Venereal sao curadas com o
. 4uo sej^ necessario rnais dilitado ecpa90 de
ubjogar torn impertinentes eofermida^es.
'/a, ou Flora Ilrantae, as ulcerates utori-
molestias das mulheres siio tambem allivia-
* tfiti rionnenta curadas por seu effeito purificador e
"-
Hsmo e a Gotta, qnando causados por accu-
lar.terigs ex;ranha* aa sar.gue, cedem-Ihe facil-
modo o Mal de Figado, Oongettao ou
*m,i<-t,r, u'uos no sangua.
M. S .'- -.;. niiUa p um excellent. re-nurador da
rorca c %;gor do systhema.
M quo soflVarem languor, Phtegma, He>-
..mia c que sao incommodados com Anpre-
" oret Kenotoe ou qualquer outra arftc:5o
pHVBXHatc nc Debilidade, acharao do sou poder renovaior
.ao sv^ui 1. cxpedieut de prompt* cura.
PBI.FA5HDA POB
*.< Aver & Ca., Lowell, Mass^ E, V.
' nieos Practices e Analytical,
VENICE SE POR
*
Hestawwit de Bordeaux.
Aberto tuda a noite, nos dias de especta-
cnlo da cntip/itihin italiana.
y .
' Cajielias mortuarias.
Porto k Bastos, a prara da Independencia n.
i9. aeabam de reeeber pelo ul imo vapor, liudis-
simas caawllas mortuarias com. diversas inscrip-
cdos prop lias para tumulus e catacumbas, as
quaes vendem por precos rnuito modico.
Atlfiicao
Para dia de iinatluM.
Na roa estreita do Ro-ario n. 35,
pnmeiro andar, tern a vender-se
lindas capellas para anjo-, donzel-
las e defnntos, de rosai>, 9audades.
cravos, perpetuas roxa9, brancas e
pretas, com letreiros lembranga
de miuha mai, do meu pai, men
minha esposa, irmao, irma, avd, avo, fllbo
tambem quern qnizer mandar as per-
para se armar capellas, node mandar tres
dias anles: vonde-se tndo por rnuito barato preco.
espoio,
e tilba
peluas
Para o dia t de uovembro
No estabele&mento da empreza
funebre a rua do Imperador ns. 9
e II, tern pessott babilitadas qae
se encarregam de preparar para
este dia tnmnlos, Jazigos e catacnm
bas, tanto nas igrejas como no ce-
miterio, fornecendo todo o necessa-
rio. com asseio e promptidao.
I'ara o dia dc finados
(hegru pelo paqnete ultimo, pa-
ra o estabelecimento de Agra & C,
uma remessa de capellas funebres
de diffcrer.tes tamanhos, quahdades
e precos : quern precigar, pode di-
r.gir se ao dito estabelecimento, na
rua do Imperador ns. 9 e II, senio
seu q*to cinais barato do qu em qualquer outra
prif, ) < r t** vindo de conti propna
Capellas funebres
Arnaral, Xabuco & C. acabam de reeeber ca-
pellas funebres de vidrilbo bran;os e pretos com
as seguiute? inseripoo-s :
A men pai.
A' mitilia mai.
A meu av.i.
A' inioba avo.
A rreu lillio.
A lllillha bllia.
A meu araigo.
Saudailos.
Lembranca.
Amisado.
Uma lagrima.
Vondo so no Bazar Victoria, a rua do Barao
da Victoi ia n. 2.
WS. fitis i 'vi
Franei*c:t iVdehiiUo 3.ins Slunteiro
JoAu Anti.nio M nioiro, Jcao Car-
noiro Lias Soriano, FraatsUeo Her-
mogem'S Lios Soiian Maria Ca-
rolina da Silva, Candida Amalia
Lins GuuraUes, Maria do Carn.o
Lin- Snriano, Julia Isabel Lins So-

riano. lesuino Foiroirada Silva, Fraucisco de Pau-
la e Silva, Ilorminio Forreira da Silva, Ovidio Per-
reirada Silva, Olympio da Silva, Manoel do Nasci-
mentn o Silva, Vicente Silva, J is6 Therezo da Sil
va o Francisco d Pat la GoncaJves da Silva, mari
do, pai, mai. irmao-, lios e cunbado da Gnada
Franeisca Adelaide Una Mooteiro, convidam as
pessoas parental e amigis para assislirem as mis
.-as do .-otim) dia, que se celebrarao no convento
do Carmo, no sabbano 31 do corrente mez, pelas
8 boras da manha.
America Wandi-r'.ey eJacques,
0 capilao Juse Candido de Barios e Eugenio.Lnu-
ro M iciel M mloiro, mandam re>ar missas no con-
v. nio do Carmo, no dia 31 do corrente, pelas 7
boras da manha 30 dia do fallocimento de seu
aio.igi Amerieo Wanderley lac |ues, para o' que
can id.-m a i ilos os parenles, amigos e compa-
nheiros do Qoado.
- '' *77>\:.M
Mi:>-.:trji,T.is K-'erroira Slaia.
Algu:;.- amigos do falleeido Damingos F.'rrei-
ra Maia, mandam dlzer por sun rlma missas cs
dia SO do corrente, si-timo dia, in igreja de S.
Prancisc as 7 boras da manha, convidam aos
amigos do falle ido, para a ellas assislirem.

Joao Jos6M;moel.
Franeisco Mae.-trali, tendo reeebido a infausta
noticia do pa-samento de seu amigo Joao Jos6 Ma-
tt lei, em Fian^a, conviJa aos seus e amigos desto
para assiair oi a uu.a ii,issade requiem, que sera
resada no convento do Carmo, as 6 hora? da ma-
nba do do c> rrt-nte
r. Alexandre le Souj:i Pereira do
Carmo
D. Anna L'ns Accioli do Carm \
sous QIBos, nora e mano (.luscnte),
agr.decem cordi?.lmen'e a todas as
pessoas e a corporaoao medica os
eoidados que tiveram para com o
seu fioado marido, pai, sogro e ma-
no, as=im como as que acompanha-
ram ao ultimo Jazigo o? restos monaes do mesmo
lina-lo ; e d, novo rogam o caridoso ohsequ o de
is i-tirem a missa que pelo repouso eterno do
mesmo finado, m-mdam ro-ar na lerca foira, 3 de
novembro, as 8 boras da manha, "na capel'a do
ccn terio, 7- dia do sou pa-^amento, pelo que
do-di- ja cnfi'ssam ei.-rna gratidaj.
II artinbi da S'lva Costa .lunior
Joao Vicente da Silva
Co.'ta Junior msnda resnr
uma missa no dia \ de no-
vembro, pelas 7 hcas da
manha, no convento do Car-
mo desa cidade, por alma
de sen primu Marlioho da Silva Costa Junior, tri-
t simo dj de seu fallesimento; e convila seus
pareules i amifos e cs do finado, para assistirem
. u arto do roligiao e caridade ; pelo que desde
/d se confess* ete: namente grato.
Or, Alfxamirc de Souaa Perelra
do Carmo.
0 eoronel Intoiio I'.dro db Sa Barreto con
vida as pessoas que qnizerem as;islir ao missas que
manda rezar n i ca^ella da Torre, pelas 7 horas
da manha do dia 3 do novembro, 7. dia do
passamento do iliu-tre l)r. Alexandre de Sonza
Peieira do Carmo, e dc de ja, como amigo e gra-
to quo sempre foi ao mesmo floado, agradeca eg-
te acto de religiao e carilade.
m^mamkwmMmmmmmWiimwmmKmam
Ernesto Arciiino do Barros Franco, leodo de
rrandar dizer uma missa por alma de sua irma
D. Maria da Barros Wandorl^y Santos, na igreja
Je S. Francisco, as 7 e l\i horas da manha do
din 2 do novembro, selimo dia do seu passamento,
couvida pai a a amigos.
Aalonio l.nli de Araujo Maetel
Mobrtno.
Teri.a-feira 3 de novembro setlmo dia do falle-
oimento do estudante Antonio Luiz de Araojo1
Micioi Sobrinho, sera celetir>ada tutia mitsa por
*ua alma, pelo director dor collegjo de Santo
Amaro, padrd August* AJolplto- Sovwa d%" A'nsser-
relb r, o qual convida a todot oe amigos do fi-
nado para ss dirigirem no referido dia a igreja
de N. S. do Bosario da Boa-Vista," pelas 7 horas
da manha.
Natravessa da raa
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
M0F1NA
Esta encouracado I! I
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate qua a tara.
Roga-se ao llim. Sr. Ignacio Vieira de atoll
sacrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con
duir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
roalisaj, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depots para Janeiro,
passon a.fevereiro e abril de 1872, e nada enmprio;
por este motivo e -de novo chamado para d
um, pois S. S. se deve lembrar que este-negoai
le rnais de oito annos, e qnando o Sr. sea Who
zchava nesta cidade.
uroa grande casa tefrea com bastantes commodos
sita na evtradil do Lucas : a tra.tar na raa do Vi-
gario n. 31.
AM A
Para comprar e c-zinhar :
a tratar a rua Nova n. 12.
loja.
* mm a I'recisa se de uma ami para en-
J*" i gorfimar, para casa de familia : a
tratar na rua do Hospiei n. 46, casa lerrea de
bolas amarellas.
A ma Prdcisa-se da uma mulher uorigerada
o-iiiai para lralar de Juas raeDjn33 orphjs de
mai : narna Duque de Caxias n. $%, bja.
^^%
k v
E. A. BEtOLICHE
24--Rua do fcqnez de Olhida-2'i
Esquiua do beeo fi.ar^o
Participa a sens frrguezes e amigos qne modou
o seu estabelecimento de relojoeiro para a memia
rua n. ii, onde encontrarao um grande aortimento
do rolugins de parede, aBtericanos, e cima do me-
sa, dos melhores gostos e qrjalidades, relogi'*di.
algibeira, de tedas as qnalida les, patente suiaso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, desenrrerto, dos melhares
fabricantes, cadeia de onro, plaquet e prata, lurMtas
detod?s as qualidades, tudopor precos muitoiba-
ratos.
Garros de luxo.
-" E' inquestionavel que a cocheira da roa do Bom
Jesus n. 15, do Joaquim Paea Pereira da Silva, 6
a que tem as melhores herlindas, caleches, meias
caleches e Victorias de luxo, proprias para qual-
quer noivado, visita do etiqueta, bailes, e actos
da acadomia, sendo os mesmo-* ajaczados de ex-
cellentes parolhas do animaes, arroios luxosos e
bolieiros com far! mentos do ultimo gosto, para
o que se convida ao publico a vir por si mesmo
scieutilicarse da vurdade do que deixamos dito,
cert, s de que nao encontrarao pomada e siin rea-
lidade, e commolos preg^a
Desej :-se fallar com o Sr. J iao Leito Torres
Gallindo, a negocio do um amlpi qne quer ser in-
formado : a tratar no armazem do Campos, rua do
Imperador b. ^8.
Boa moradia.
Vende-sc um sxcellente sobrado, com uma
casa pequenn contgun, sitas no Poro da Pa-
nella, rua Real n. 30, com bons commoJos
para um; familia grande, .tendo diversas sa-
las grarides c muitis quartos, todos com
janellas; quartos para criado?, cocheira,
eMribaria, grande copir, casa de banho
e jardim de cada lado. A casa esta" em
perfeito estado, e esituafao e a mais fresca
a sauiavel possivel :a tratar com a propne-
taria D. Maria Purcell Kaulinsjn, na mesraa
casa.
O Monte Lima
tem um comploto sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras dooradns para nllloiaos, canutilhos e
enfoites para bordada Tambem se encanvga de
todo e qualqu r fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, es^adas, dra;onas, cbarlateiras, bab-
das, abotoaduras lisas edouiadas, para criado
etc.; assim como urn completo sortimento de
ranjas, galao falso para ornamonto, cordao de la
com borla para qnadros e espelhos (conforme o
gosto da enci mmenda) tudo por muito menos
proco que em outra qualquer parte : na praca da
Indeiicndencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
- Aluga-se o primoiro an.iar da casa da rua
do Torres n. 8, propria para escriptorio, ou pouca
familia: a tratar no segnndo andar da rua do Mar-
quez de Olinda.
Toda attencao
Rtti.Iha-96, com frente para a rua da Amizade,
sobre 194 palm^s de fundo, uma porcaode opti-DO
terreno para edifieacSo, tirada do sitio ontiguo
a igreja de S. Jo-6 do Manguinho, dj preca de
oQ* por palmo. Aquella (rente i toda murada
bem como a parte posterior e a lateral extrema :
os pretjndentes podem enten !er se com o Sr Dr.
Witruvio.
Precisa-se de uma ama que saiba
zinhar: na fabrica a vapor de cig
ros, a rua larga do Roaarirj n.-tl.
\ ^1 \ c0l'Dnar; Da fabrica a vapor de cigar-
Offea-ece-a naia mother part east de-Jo-
mera solteiro, qae lazAxlos os 6erviens de coziuh
com perfoigao : na rua Ja Senzaila Verb am i
Vr:NM$,
Vende sea tavefna da rua da Ponte Velha
n. 1, propna para prrncipianlo por ter poucos fuu-
dos : a tratar na mesma.
Camisas/
Camisas francezas brancas de algodao fino com
frizo de cflr a 2*000 uma, em duzia a 23*000 ,
& pecbineha : na rua do Creepo n. 20 loja do Gui
Iherme 4 C
Ama
Precisa-m- de uma ama livre ou ss-
crava : na rua da Uuiao n. 47.
AMA
frecisa-se de uma ama :
na rua estreita do Bosario n.
38, 2. andar.
Precisa-se de uma ama
largo de S. Pedro n. l\
Ama de leite
de leite :
a tratar no
Precisa-se de uma am> livre ou. escrava,
para cozinhar em casa de pouca familia : na raa
do Imperador n. 27, 2* andar.
Ama de leite.
Precisa se de uma ama de leite
Bom Jesus das Crioulas n 40.
na rua de S.
vLeia
Bods pianos.
Chegados de novo.
Vende-Re.
Trooa-dc
K aliin-*e.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBILI AS
de \iffle e de faia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de bracos e do dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, cpiala e p&g den
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, : motesj
crosmeticos, muitos artigo delicados em i rfnma-
ria para presentes em frasccs do extract.!.:, raixi-
nhas sortidas e garrafas de difforentes tamaobos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricanles Pjver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
'Quinquilharias.
Artlgos de ditTercntos gNiog> r
plaantnzias.
Espelhos, leques, luvas, joiasd'ouro, tenourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
iita de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinoz, ponteiras para
charutose cigarros,esr,ovas, pentes. cartiirinha de
madreperola, tapete para lauternas, mains, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de llamas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacoes, macbinas de
fazer cafe, espanadoros de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, e
outras muitas quiuquilharias.
Brinquedos para, meninos.
A maior variedade qm- se podo desejar de to-
dos os brinquedos fabricad^s em differnte? parte^
da Europa, para entrotimentos das criancas, tudo
a precos mais resuiuidos que e possivel : no ar-
raazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chetrar grandos jacturas de botina:
de bezrro, de cordavao, de pelica. de duraqut
com biquoira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9)JiOO0 (a escolher) por ter vindo grande
qnantidade por conta e ordem dos fabricante3;
ao armazem do Vapor Franc*, a rua do Barao dv
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS ptetas, brancas e de cores, diflerentei
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com sal'.o, brancos,
pretos e de cores difforentes, bordados,
SAPATOS de tapotes, chariot, ca3tor e do tranqa
Para naeuinas.
BOTINAS pretas, hi aneas e de cores differentes.
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranea portuguezes.
Para ineninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
BOTINADOS e sapatdes, do bezerro, de deversa?
qualidades.
SAPATOS de trao^a.
Botas de moutaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perutir
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
' No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Wilson Rowe.& C. vendem no seu armax.
a rua do Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul ameneano
Excellente fio de vela.
Cognac de 1* qnalidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todai aa qualidadu
Chegiiem a grande pechin-
cha
0 Deiengano esta vendendo pelo baralissimo
preco de 500 rs. o covado alpacas de la e seda,
fazenda muito tina e de lindos padroos, fazenda
que muitos vendem a 1*200 o covado ; e grande
pechincba ; cheguem a ellas antes que se acabem :
na rua do Crespo n. 25, jugt i a loja da esquina.
Vende-SQP
uma casa na villa de Barroiros, na rnandf
memo, per preco modico : a tratar com wk
Irmaos & C.
0 Desengano esta quei-
mando
0 proprietario deste estabelecirxento tem resol-
vido vender as fazendas-existentes em seu estabe-
lecimento, por menos do que em outra qualmer
parte.
Bretanha a 20$ a peca
0 Desengano esta vendendo pelo diminuto prego
de 20 a pee,a, bretanha muito tina e com 25 varas
cada peca ; e grande pechincba.
Alpacao a 800 rs.
0 Desengano esta vendendo pelo diminuto prec
de 800 rs o covado ; e ta -fazen la de lindas core
e p^dr5es, e fazenda que muitos vendem a lxsOQ
o covado; aproveitem.
Cortes bordados a 5$
0 Desengano esta vendendo pelo barato preco
de 5, um cone de cambraia bordada, branca e de
cores, e pechincba ; e fazenda que muito* vendem
a 10/000.
Madapolfles
0 Desengano esta vendendo madapolao francez
com 20 varas cada peca, pelo barato preco de ii,
6 grande pechiacha; ditos inglezes 9 francezes,
linos, a o^, 5<5D0 e 6 a peca ; aproveitem.
Organdy a 32o rs.
Organdy branco, de listras, fazenda muito fioa,
pelo diminuto prepo de 320 rs. o covado ; e gran
de pechincba.
Cambraia anjo da meia noite
Vende-se esta linda cambraia teo diminuto pre-
co de Zi'M o corte ; aproveitem que o Desengano
est aqueimando.
Alteiifao.
Vende-se a taverna e a casa pmpria junto a es
la^ao do Caxanga : a tratar na mesma.
Organdy
Organdy de assento branco com (lores de la e de
seda, fazenda inleirameute nova, pelo baralissimo
prefo de 400 rs. So na rua dj Crespfl n. 20, bja
de Guilherme & C.
9,000 covados
DE
Alpacas de cores lisa, do flore', de listras e com
barras, a 320, 360,400, 440, 300 e 600 rs. o cova
do. K' fazenda fina e de pad roes lindos; a mais
barata vale l000 o cavado. E' grandepechmcha,
so a rua do Crespo n. 20 loja de Guilherme 4 C.
CORTES DE C0LLETE
Cortes de colletos de gorgorao do seda preta a
2000, o corte; e pechincba, na rua do Crespo n.
20, loja do Guilherme & C.
Mndapolao
Madapolao francez larg i a 4300 a peca de 2i
jardas, 6 fazenda d- 6|S90 : na rua do Crespo
n. 20, loja do Guilherme & C
Atiencao
Fugio no dii 7 de setembro o escravo do abai
xo assiguado, com o> signaes seguiutes: Egidio,
cabra, idade de 20 aunos, cabellos carapnhos,
olhos aboticados, altura regular, r&sto um tanto
cbupado, beifp* grossos, bocca regular e um
tanto bicudo, cabega pequena, orelhas regulares,
bi agos, a mesma cousa, pernas regulares, tendo
a esqnerda e o p^ incha.lo, por Ihe dar erysipela,
nariz regular, e bim trabalhadar de olaria. e
tambem e boleeiro, e natural desta cidade do Re-
cife, e foi comprado ao ex-capitao do pirto desta
provincia, Jose Joaqim.da Silva Jacqoes : roga o
abaixo as-ignado as autoridade.^ policiaes e ca-
pltaes do campo e de navios, a sua captura e le-
va rem-no a puvcaQio dos Afogados, qne serao ge-
nerosamenle recompensados.
Jose" Baarque LCisboa.
David fu>>;io
No dia 27 de setembro passado ansenlou-se esto
escrav!, o qual tem os signaes seguintes : crioulo,
de idade 36 a 40 annos, nstatura baixa, cor preta
roslo redondo, nariz um tanto chatorse/n dentes na
bocca, tem um pequeno bigode e pouca barba no
queixo, pes apalheHados e tortos, com signaes de
f-ridas, tem as maos calejadas, quando an la e todo
truncho, e muito fallador, e das paries de Una, e
foi escravo de um engenho do Sr. Paulo de Amo-
rim Salgado : roga-se as autoridades policiaes e
capitaes de campo a apprehensao do dito escravo,
e leva lo a rua de Maroibo Dias n. 129, que serao
graiillcados.______________
Merino
Merino azul fino de duas larguras a I600 Q e
vado e fazenda do 4000, na rua do Crespo n. 20,
loja do Guilherme & C.
Aos Srs. deengenhos
Chila com 4 palmos de largara, fazenda muito
superior, a 200 rs. o covado, proprias para escra
vos: so a run do Crespo n. 20, loja de Gui-
Iherme A C._______________________________
A \ctualidade
Emliquidacao
Os proprietarios deste estabeleciment>, a rua da
Imperatriz n 49, teem resoh'ido retirar-se oesta
provin;ia, e por isso liquidamas morcalorias exis
tentes em seu estabelecimento, por muito barato
preco Charaam, portaolo, a attencao do resp ital
publico, e pedem que aproveitem a ocoasiao de
sortir-se de roupa? fellas outros artigos, por
muito commodo preco, pois que querem liquidar
al6 o 1 do proximo novembro. Pedem ignalmen-
te a seus dovedo-es para qne saldem suas contas
ale o referido dia, para nao serem cobradas judi-
cialmente.
Chapeos pechincha para se
nhora
Vende sc chapeos molernos para senhora, gos-
to de praca, pr 3j ; ir^andis de listras, covado
a 320 rs. : na rua do Passeio n. 60
LIQUIDACAO
Lojade fazendas
DA
Rua do Grespo n. 20.
Las de cores roiudas mnito boa* para roupa a.
meninas a 160 o 200 rs. o covado.
La pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores fina a 320 e 360 rs. o covado
So se vendo.
Ditas com listras aberlas, fazenda fina, a 600 rs. t
covado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Melins de cores miudas a 280 rs. o covado.
Cretones, o melhor que lem vindo ao mercado i
400 e 440 rs. o covado.
Cambraias brancas, bordadas e aberUa, fozenda
mais fina que tem vindo ao mercado, e tazendi
de 2x000 o metro, por 1*000 a van ; e pe
chincha.
Ditas pretas com flores miudas a 200 rs. o covado
Cambraia trausparente, flna, a 3/ a peca.
Dita Victoria, fina, a 4X000 a pe<;a.
Organdy de assento branco e de cores, com fl
res miudas de seda e de la, a 400 rs. o covado
E' pechincha.
Cortes de casern ira de cores modernas a 5 corte ; e fazenda de 8x. E' pechincba.
Camisas de linho finas; lisas, a 3oX a duzia, 6 fa
zenda de 55x.
Brim branco de linho a U100 a vara.
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 6x
7X a peca.
Algodao T, largo e superior, a 5X a peca.
Gorgorao prelo de seda para vestido e para collet*
a 3x o covado
Toalbas alcochoadas a 4x300 a duzia.
Colchas grandes a 3x500 uma.
Cobertas de ganga, forradas, a 3/.
Lencues de bramante a 2x un .
Lencos de linho, abaiuhados e em caixmba i
3X500 a duzia.
Ditos de caca de cores abainhados a 3X500 a du
zia.
E outros muitos artigos qne se vende por me
n s do que outra qualquer parte e para se de
Sii na lorem queiram mandar ver as amostras.
eoganaja de
GuillieriBe k C.________
Para o fabrieo de chapeo>
A NOVA ESPEitAXCA rccebeu o arame propr
para armapSo de chapeos.
BAZAR
DAS
FAMILIAS
Rua Duqne de Caxias n. 00 A
Grande queima.
Corram a pechincha I...
Biquissimas sa' idas de baile, de 15, para sen'.
ra. Verdadeira novidade no mundo elegante I
Capinbas do lii e seda para senhora. Con-
inleirairenle nova !
Excellentes cachinets dc fa c se'ds para scnti.
ras, por 5x>o0.
Casaquinhos do gorg>rao preto de seJ.i. r
miiite bordados, polo diminuto preco de !(.'.
E:icellonte a&|uisicaoo I
Chales de seda a I2X. Baralissimo '
Grosdenaple prelo a lx?00 o covado.
Popelinas de seda a 2x o covado.
Faia de soda, fazenda modernissi ria, pelo c :i
mDdo preco de 2^200 o Covado.
Popeliaas de seda, cbjocto da ultima moda, ;
i; o covado I
Ditas do linho com listras e agradaveis pa
droos, a 4iO rs o covado.
Cambraias ira spareofs, fazenda mui fina e a<
g-ande procura, a 6^5500 e 7x a pe^a.
Alpacas de seda i Ijo covado. Grande p."!.
eha !
Granadinas de ci-res com lis'ra? a-setinada-
8d0 rs. o covado. \ ellas emqnanto rest) i I
Cambrai.is bordda< a 181! 0 o nulro.
B cas (olinaies, bordadas com esmero, a 3-,
c^ria uma.
Ta petes para s:fa, grande? I BBQMM, Pair"
especiaos I
Ditos pan porUs.
Ditos para cama.
E outros artigos para homens, nhw
ci.ancas, os qua. s artig.s nao se moncion .m pa
nao massar so a benevola attencao dos leitercs
leitoras, amantes do bom e do barato, e enthu
siaaas da grande virtude domeslica a ecoc-
mia I
C-rram quant* antes a |rao lo pechincha,
freguezos I
Vinde ver, comprar e admirar I
Para concertar meias
A NOVA ESPERAXgA, a Tua Drq ie de CM i
n. 63, receben desta nocossaria linda
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de l:nb
pr"prio para cigarros, de diversas brgura*.
Aluga-se uma escrava para todo o servico
na rua da Gloria n. 118.
Em uma grande casa que tem grande qni .tal e
muita agua do Beberibe, cede-so o quarto da fren-
te : quem quizor, va a rua da Palma n. 34.
Almnsda Boa-Vista.
R ga-se ao nosso dislincto juiz que antes de
'principiar a eleicao e correr o escrulino, mando
ler o artigo 50 do nosso c mproraisso, que nos
rege.
Um Irmao qne nao quer levar carlo.
Halres espe-ies de Santos, bons slo oiqne eslao
no ceo ; nem bons nem maos sao os que estio no
altar, e os qne nao sao-hotel, sJ<5: Jose" dos San
toseTit' dos Santos, etfc. .., ^ t
. Aluga-se ou vende se-uma pequena- armacao
de tavFO.eom as-s&as pertemjas, sita na cidade
de Olinda, em uma das prftWipaes rnas para ne
oold : qnem a pretender, dlrija e ao oirao aa S6
15.
CASA
para um bom estabelecimento.
'v{Aluga-se a casa terrea junto ao quartel de poli-
cia qae, faz qu>na para o paleo do Paraizo, onde
foi agongue de mafmore, a qual tem'ex:ellente's
porporcoes para um bom estabelecimento de mo
Ibados ou outra qualquer ousa, nao so pela boa
loeali_dade, comO' peloS commodos qne ofTerece
para'esse Om, torn quatro porlas para a lado do
Paraizo e ouWas quatro para a rua do* QuaTteis -
a traft-ar na lofa, do Patae*,- a rua- do Crespo jun:
lo ao arco de Saoto Antonie
^mmmmttmtmm^mttm^immmmmtmmmmmmm
ATTbNQAO
Vende-se ulensilio' para padaria, tido em bom
c.-tado, por pre;os c mmodos, a saber :
lmachina ingl-za para cjrtar bolacha do toda?
as qualidades.
1 eaixai grsnde e 1 pequeno.
1 balcao e 1 cylindro amerioano.
I caroci do molas para pao e bolacha.
1 hurra para a mesma, g^rda e mansa.
1 balaocs grande e I pequena, romana, e sens
pesos.
1 masseira, t lendodoira, 1 earroca para car-
neiro : quem preteoder, pole dirigir-se a rua lm
perial n. 204. para tratar.
Las
A 1G0 reis o covado
Bua do Q leimado n. 43, junto a loja d.i Sag-
nolia.
Lizinhas a chineza, padroes modernos, pelo
modico preco de 160 reis o covado.
Sdo-43.
Alpacas a 400 rs.
0 Desengano esti vend.'ndo .polo dim'nnto pr*
co de 400 r- o covado, alpacas de la e seda, d
lindos padrSes, faenda moitolna e larga, ^ti
sempre so vjnleram pit IS2O0 o -ovado, e |
acabar; a ellis antes que se acab-m : na rn
Pnmeii do M.ir;o n. 2\ junto a loja da esqnin.
Asunicas verdadeiras
c it
Bichas ha:nburguezas me mm
id; do Marcuez da vi;n1> .
ijal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpc
Santo n. 17, andar. escriptorio de Joaquim Ro
drig?e3 favares de Hello.________.^__^^_
Compra-se um balcSd um caixSo de pada-
ria : na rua Imperial n. 1V7.
Vende-se um pequeno sitio a estrada de Joao
de Barros, on se vende pequenos terreios no mes-
mo sitio, conforme se entender mais conveniente e
vantajoso : quem pretender, pode-se dirigir ao
seu proprietario Aotonio Feliciano Rodrifues Serle,
a dita estrada-.de Joao de Barros, casa n. 9.
Cm>fts.
Guomio A Leal tem.gjaode qaaotidide de cv-
misaSde linho par#h*mW, evendm pof^*800,
3X500 e 4*000 ; aproveitem a pechinelwp antes
que m aenbe1. ...........____
j Veiide.se uma oasa-e abrto, na laiMra da
ica de S. Pedro, n* cidade d# Olinda,
com 33 palmos de fronts e grande qtrtnta*1
e se vende por barato preco: a tmiff rn rrja.
Duque de Caxtat n. 9\.
Farinha demandi(ca supe-
rior.
Teai para v-.-nder, Joaquim Jose Goofa!
ves B'jltrt.) d Who, a botto do palhabo:
llosita, funJcado ao (.id do caes doCjl'rp;
e para- tratar a birJn ou no sou (Bcript >ri
d rua do Commercio n. 5.
Chocolate hes^anhol
muito fino, tem para vender na Assemble. 6
Commercio, Me;r" A Lima, rua do Commercio nn
moro 22. _____________________
A 120 rs. o covadc.
Na rua da Imperatriz n. 60, vende se para tea-
bar uma grande o/ranlidado de las, rostos dc d
versos s.rtiraet!os, desde 120 rs. ab* 300 rs ; r.
tando-se que, quando havia sortinentos en
tos, se vendiam a 1*280 e U6(X) o covado, t..
grande vari dade em padro -, os que prim
chegarem melhor pechacha farao, a ella a rua de"
Imperatriz n. 60. _________
Cal de Lisboa novissima
Vende se em grandes e piqnenas parcdes : c
rua Diroita n. ii< -_________
Agora sim, boa ocf-asiao
Gama A; S.lva Brito, com armateoi de molhadc?
no largo da Santa Cruz ns. 2 e 4, vendem fat
(Devoes) liquido a 240 rs.a garra'a, vinbe musca-
tel do D.uiro a 1*200 a |srr*h, c-M do Rio, de !
sorte, a 320 rs eada 450 grammar cha aljr>far.
superior, a 3x cada 450 grammas, mantetga foglo
za em barrh a *6&ts., U e U100 por cada 4;h
grarofflas, vmhos do Porto, lini-. por precos bsa
tissimos, vinho Figwira a 31600, e muitos osrlrcf
artigos qn se terna enfadonhi mencknar. Os
generos comp*alo em nosms wmazens sertocon-
duzldos S e'asa do comprador, gratis; arroveltem
no largo da Santa Cruz n* 2 o 4, armazens d
Gama & Silva Britotl
*'-------------- i i
Sedinhas a* 1)8500 o covado.
Venham antes qrle se" acabem : |i loja (KJ r
raa 1. de Marc/) n. 7 A,


' '" ;IW"
Diario de Pemambuco -- Sabbado 31 de Outnbro d6 1874.

*
Fazendas e artigos de alta
novidade
LOJA DO PASSO
RHa Primeiro de Mar^o d. 7 A.
fiCordeiro slmdes a c, proprietaries
ieste iraportante estabelecimento, no louvavel pro-
arosito de nio desmentirem o concetto qae os
seas aumerosos freguezes lhes tem dispensado
icabam de receber de sua conta o mais nco sor-
.imento de sedas, popelinas, 15s e artigos de ul-
;ima moda em Pans, e cbntinuarao a receber
por todos os paquetes daqoefta procedencia : por
sso Chamam a attencio de seus freguezes e os
-xravidam a dartjm ura passeio ao sea estabeleci-
niento, garantmdo-lhes que encontrarao a reali-
lade do qae Dcadito, e para pn-va dao am pe
jueno resumo, cujo iofaliivetmente despertara a
uteocio dos pre! e:identes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
imostras mrdiante penhor.
Artigos de alta novidade e
tilti;na moda.
Cortes de ve.-tido de linbo gaarnecidos de bico
la mesma fazenda e cor, trazendo fivella, nolca,
into, etc etc.
Riquissimos chapeos para senhora, de cores e
jretos.
Cortes de can>braia brancos com /indos bor-
lados.
n; de corss com enfeites da mesma fazenda,
"rino, etc. etc.
Capas de li para meninas e senhoras, guarne-
idas de armiuho.
Vestnarios para baptisado.
Riqui?simas camisas b-rdadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colchas de seda, para casameato.
Cortes de seda, linJas cores.
Gorgorao de seda branca e dito prcto.
Sedinhas de delicados pairSes.
Setim Macao de 'adaa as cores.
Grosdeuaplcs prntos e de cores.
VellQitq preto e damasco de seda.
Granadine prela e de cores.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, li, etc.
Mantas brasiieiras.
CapvIIas e mantas para noiva.
Cawbraia de cores, ditas mariposas brancas, de
tores, lisas e bordadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas de quadros, listras, etc.
3rins de liuho para veslidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas pira senhora.
Grande sortimento de camisas de linbo lisas e
oordadas. para bomem.
Meias de cores para homem, senbora, meninos
t meninas.
Snrtiir^nto de chapeos de sol para homens e
Dkra.
Merioas de cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verao, bombazina, can-
So, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas, e dito
jardo.
Damasco de la.
Brim de linho branco e de cores.
Satins de lindas cores com listras.
Chales de merin.j de cores e pretos
Ditos de touquiin e ditos de casemira
Camisas de chita para homTr n ("'las de fla-
aella.
Ceroalas de linho e ditas de algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de lahyrintho.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana, bordados,
.>ara bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de la", e ditas de crochet,
fispartilhoj lisos e bordados.
Foulard.de seda, liadas cores,
lfeias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Popelinas.
Neste artigo temoi urn variadissimo sortimento,
lao so em gosto coino em qualidade.
Las
-.om listras de seda, ditas com pal nas bordadas,
Istas transparentes e de outras muitas qualidades.
Luvas
te pellica brancas e de c6res, do verdadeiro fa-
iricante Jouvin.
Finalmente :
apetes para sofa, cadeiras, cama, entrada, etc..
-.atnbraias brancas, chitas de todas as qual'dades,
oadapoloes, esguia.i, t^retanbas, bramantes, aJgo-
iSes, collarinhos, punhi's, meias para homem e
-otiura. punhos e collarinhos brancos e de co-
es para senhoras, gravatas para homem e senho-
i, peitos bordados, lencos de linho brancos e de
-ores, ditos de cambraia de linho, toalhas, guar-
tanapos, panne lino, etc., etc.
Loja do Passo
Raa Primeiro de Marco n. 7 A
antiga do Crespo.
Grande liquidacao de fazendas
NO
BAZAR NAOONAL
N. 7 2.Rua d
a
Imperat riz N. 72
DE
Mendes Guimaraes & lrmaos.
f,rS,STYeLEroSadee1rrr:Card9e60ernSC,ar?idOe ^cSvado^5 fFw,e- 5 ^ a 110'28 32
1*200 rs o covado. Qaem 6 que nao comprara? fiz;nhaH a l"n roi
POPELISAS.de linho, de quadros e listras, bo- Vendese lazing pa"vestidos a
Aproveitem. 40o rejS 0 covado.
Chitas
, ., chitas para cobcrlaa a 280 e 360 r&s o
listras largas asseiiaadas, o mais covado.
nltos go i. *SSK?S linh e Sed"' E5t0S inteiramen-.' Chitas para cobertas a 280 reis.
DITAS 'om ".r i,rM. ,.lWi^,. ^..,: Vende ?9 chita. para .coberla* a 280 e 360 rei*
Ao barafeiro
A' rua 1 de Mar^o n. 1
Con Ironic ao arco de Santo
Antonio.
Os proprietaries deste esubelecimento, tendo
gande deposilo de faxendas de la; linho, sbda e
algodao, e achandse proxima a oecasiao do ba-
lanfo, resolveram fazer grande reduccio era pre-
c/'s, ailra de que naquelle tempo nio teuham gran-
de trabalhu em balan?os ; a saber :
GORGORAO de seda preto, para collete, nm t,_j. -!..-., ....
corte por 2*. E' fazenda que sempre custou 75 a os ProP"ttr">s deste estabelecimento resolvido diminuir o grande doposito de fa-
AMAZO.NAS, linda fazenda para vestidos de zendas. enle0llerara fazer csta grande liquidagio, cjmo se v dos pregos abaixo mencionados :
0 rs. o covado. Chilas |>rcag mMOe 280 T(Si,. Brira de cores a 400 reis.
Vende se brim pardo e de cfires para calcas ?
400 reis o covado.
Toalhas para rosto a 700 r6is.
Veode-e toalhas de linho para rosto a 700 e 800
reis cada uma.
Cbales de li a 640 reis.
Vende^se chales de la de quadros a 640 r6is, cha-
esde metiro a 1*160 re"is, chales de merino
9SsJt 2*' e chle9 de merino estampados, a
3*600, 4* e 5*. F
Aberluras a 2oX)09.
Vende-se aberturas de linho bordadas, para ca-
misas, a 2* e 3*500. Ditas de algodao a 200 e
400 reis.
Cortes de casemira a 5*000.
Vende-se corl's de casemiras finas para calcas a
5*, 5*500 e 6*
Cortes de brira a 1*100.
Vende se cones de brim de cores a UiOO. Ditos
de brim de .Angola a t*?00 e 2*500.
Cobertas a 2*000
Vende se cobertas de chitas de cores a 2*.
Colchas a 2*.T00.
Vende-se colchas de-fustao para cama a 2*, 3* e
- 4*.
Paletots a 3,000 rs.
Vende se paletots de alpaca preta a 3, 3,60
3,000 rs. ;"calcas de casemira preta^e de eore
leies de casemira preta e de cores,"e outraa
tas roupas feitas baratas e fazendas aae est
quidando no Bazar Naclonal, a rua da Im
Iriz n. 72.
Alpacas de cores a 640 reis.
moderno que tem vindo ao mercad", a 2*.
CRETONE francez com listras e de quadrinhos
de c6rcs e pretos a 400 e 440 rs. o covado. Isto Vende-se alpacas de cores, finas, para vestidos de
so no baratei o I | senhoras, a 640 rolis o covado.
DITO francez de listras, proprio para camisas Metim de cores a 320 reis.
e ve-tidos a 300 n. ; pois so se wndo se pode Vende-se metim de cdres para vestidos de senho-
"er. ras, a 320 reis o covado.
ES }U AO de linho algodao, proprio para ca- Cassas finas a 280 reis.
misas, fronhas, etc., etc., com 7jardas, a 3*200, e _____.. nnt.
com 10 jardas a 4*o00 a peca j Vene se ca'5a9 francezas: finas a 280, 380 e 360
MUSSUL1NA branca, com listra., para vestido, a' r^is covado
400 rs. o covado. R" pecbincha Cambraia Victoria a 3*000
MADAPOLAO france. c(m 20 varas, por 4*LO0.,VePdS;le c,am,braia Victoria para veslidos a 3*,
R" barato. 3*500 e 4*000 a pecv
CASE1IIRAS d cores, para costumes (roupa de ., Cambraia transparente a 2 e 3*000.1
homem) a 3* o covado. Ver para crer I j Vende-se pecas de cambraia transparente a 3*,
LAS escocezas, estamos acabanJo aos precos de I 3^500> ** e 5*.
120, 180 e 200 rs. Apressem sel Cortinados a 14*000.
TAS esenras e clan*, fazenda fina a 240. irJa.-J-i.^ bordado9 para camai a 14,.
a 240,
oO e 280 rs. ; id a rua Primeiro de Marco n. 1.
CHAPEOS de alpaca, para sol, para senhora, a
2*000. E' admiravel !
BIUM branco n. 5, exposiijao superior, a 2* a
vara.
CAMISAS de cretone francez de cores, a 2*5C0
uma.
CAMISAS brancas, inglezas e francezas, gran-
de sortimento por precos baratissimus.
BRIM pard trancado, para 280 rs. e 400 rs. o
covado.
BRIM Angola, su.erior, a oOO rs. o covado; isto
so na loja do Barateiro 1
CHAI*EOS de sol de seda para homem, fazenda'
superior, a 8*500, 9*000 e 10*000.
BAPTISTAS matlsada
r3. e 360 rs. o covado
Santo Antonio 1
LENCOS de linho snperiores, abanhados
4*500 e 5*000Ja 'duzia.
TOALHAS felpudas superiores a 6io00
zia. Em uuira parte vendem por 9* I
MEIAS cruas, suprores, para horcem,
4*300 e o*. E' pechincha.
BOTIXAS superiores para senhora, a 4*500 o
par.
ATOALHADO aleoehoado, fazenda superior, pa-
ra me?, a.l*,ri00 a vara.
ALGODAOZl.NHO Lranco, com pequeno toque,
a 3w500, 4* e 4*500, e marca T, a 5* a pe<;a.
A[em das fazendas acima mencionadas, encon-
trarao muitas outias que ?gradarao em qualida-
de e precos, e que para nao massarmos a paciencia.
de nossos freguezes, a3 deixam s de enomerar,
So no Barateiro
A' rua Primeiro de Marco n. 1.
Loja de Agostioho Ferreira da Silva Leal & C.
Nao se enjancm
Pois sao os verdadeiros barateiros I
Vende se cwtinados
16* e 18*.
Ganga amarella a 400 reis.
Vende-se ganga amarella para vestidos de senho-
ras e roufa parameninos. a 400 reis o covado.
Lustres, candieiros-e
a 33,;
a du-1
a 4*,'
E com as senhoras.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
lcipa a" bello sexo que acaba de receber da Eu-
opa, ura completo sortimento de artigos de ulti-
ma moda, e como acba desnecessario fazer um
nfadonbo anuuncio, por ja ser bastante eonhe-
ida, e capricbar sempre em ter bons correspon-
lentes, sendo a pnmeira que apresenta o que ba
ie mais moderno e por precos mat razoaveis, por
sso limita-se a descrever somente o seguinte :
iettag donradas.
8icos de cores, tanto de seda como de guipure.
Leques dourados, de madreperola, raarfim, tar-
taruga, osso, etc.
abiclag de baile.
Presentes. diversos artigos proprios para pre-
sentes.
Golinhas e punhos.
Manual para missa, com caba de madreperola,
tartaruga, marfim, velludo, elc.
SapntinlioM de selim para baptisado.
Camieaa bordadas para senhoras.
MgaM de seda.
Prunjan mosaicas. ,
(iiri'i-i-os de tartaruga.
Voltas de madreperola.
PulseiraS de madreperola.
Linda* flores para cabeca.
Bolsaa de veiludo.
Perrmuai-ias dos melhores e mais afamados
fabricantes.
Cbapeoa de sol para senhoras.
man de velludo de todas as cores e largnras.
Moscas.
(Juereis livrar vos destes malditos insectos? com-
jrai uma machina de inatar moscas por 3*000
ia Magnolia, a rua Du^ue de Caxias n. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, ren-
te o verdadeiro V gor de Ayer, qne impede a
ahida dos cabellos.
Sardas e panos.
So tem sardas e panos quera quer; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, tem para
render a verdadeira Cutieuleria, que fax desappa-
ecer estas manehas em poncos dias.
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melboros e mais aperfeicoadas das ate hoje co-
nbecidas.
Vende-se
na
Pbarmaela e Drogaria
de
Barlolomeo A C.
A"
34. Rua larga do Rcsario 34
Vaccina. Vaccina.
Tendo o Sr. Dr. Jos6 Lourenco de MagalhSes,
montado na corte am completo servlco deste ar-
tigo, tem aqui aberto um deposito da melhor e
mais recente, cujes tubos se encontram na
Pharmacia e drogaria
A'
_______34-roa larga do Rosario 34._______
E' BOM SARER-SE
Que a NOVA ESPERANQA, a rua Duque de
Caxias n. 63, bem conhecida pela snperioridade de
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece
ber diversas encommendas de raeradorias de saa
reparti^ao, que pela eleganci bem mostra aptidao
e bom go to de seus antigos correspondentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANQA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a saa boa
e constants freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, a fun de apreciarem ate
onde toea o primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao quer eDtrar no na-
mero dos massantes (verdadeiros azucrins) com
extensos annuncios e nem pretende descrever a
immensidade de objectos qae tem expostos a ven-
da, o que seria quasi impossivel, mas limitar se-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidadt
e toma a liberdade de aconselhar ao bello sexo,
que a visitem cunstanteraente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte nio se arre-
penderem, a vista do bom e e-colhido sortimento
que ha em dito estabelecimento, esta razao tarn-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de sea toilet
sem quedeumjiasseioa NOVA ESPERANCA, a
ma Duque de Caxias n. 63, a qua! acaba de rece-
ber os seguint s artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes para senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes facbas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracha
(gosto novo).
de noiva a 10 e 12,000 reis-e pechincha: a
rua da Iraperatriz n. 60, de Felix Pereira da
Silva.
E' miiilo baralo
E'
so
A' rua do Cahnga n. I A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito d*
eonservar o born coneeito que teem inerecido dc ,
> eostos mi'udiuhos a 300 rpeiUvel publico, dL-tiuguiudo o seu estabeieci-1 A empreia do gaz, tendo recebido ultimamente
": fl^kmeT^ode ment0 dos mais 1ue npPociam no mesmo generc araa quantidadede lustres cand;iros, arandellas,
3 veem scientificar aos seus bous freguezes que pre- 8lob.?! etc etc tudo obra de gosto e d- pnmeira
veniram aos seus correspondentes nas diversas par- r;as d'Europa para lhes enviarem por todos ospa- rreK',z,'s. I'nr P^Qos men quetes os objectos de luxo e bora gosto, que se- !e- Para ver(i,m as ma8""as dinjam se a rua dc
jam mais bem aceitos pelas seciedades elegantes IrnPerador n. 81.
daquelles paizes visto aproximar se o tempo de I Dnrtinndna r\nr* namoc
festa, emque o bello sexo desu linda Venera VUrLIIldUOS para CamaS
mais osunta a riqueza de suas toillettes ; e eo- I Na loja do Pavao vende se um grande sortimen-
mo ja recebessem pela paquete francez diverso to de cortinados bordados proprias para camas e
artigos da ultima moda, veem patentear alguns janellas, pelo barato preco de 8, 9 e 10,000 rs. o
d'entre elles que se tornam raais recomraendaveis, par, assim eomo colchas de damasco para camas
esperando do respeitavel publico a coslumada '
concarrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e dt
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Aderecos completos de borracha proprios para
Into, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
Bilot,
Botoes de setim preto e de -cores para ornato ds
pestidos de senhora ; tambem tem para collete
alitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc, por
barato preco.
Bonecas de tcdos os tamanhos, tanto de lone*
como de cera, dc borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornara-se as crian^as um .pouco im-
pertinentes por falta de um obiecto que as en-
tretenham.
Caracas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai de linho e de algodae, de diversos pre-
os.
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo, I
com disticos nas tampas e proprios para presen-
ts
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senbora, como para
meninas.
Cauellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeio3 estampados e bordados, de lindos
4<;senhos.
Escovas electricas para deutes, tem a propri-
lade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe am
grande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fitas de saria. da gcrgurao, de sctim e de cha-
alo*e, de divers4S larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
FL te artificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um beHo e grande sortimento des-
tas flores, nao so para enfeite dos cbellos, como'
ambem para ornato de vestido de noivas.
fialoe-s de algodao, de li e de seda, brancos, pr-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para senbora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para 3 A D A TTV-!
Livros para ouvir missa, com capas de madre- Vende-e chita* tefam nrpta mm
oero.a, marfim, 6s,o e velludo, tudo que ha d. JJRg J5MJB5SBB SJSL
',, j ,., ._ como com pintas de 320 rs. para cima : cantao
Pentesde tartaruga e marfim para altsar os ca- preto a m %_ e rauiIO lino \m
teem tambem para tirar caspas, Su*. nrin,** e alpacas de todos os
Aproveitem
0 PAIS N'AMERICA, a ma Duque de Caxias
a. 59, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
>egnint>-s precos:
Botinas de' dnraque para senhora a 3.500 reis,
Diits Ob dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com botdes ao Jado, a 4,000 reis.
Ditas gaspeadas, eano alto, para senbora, a
5,000 re s.
Ditas de peHlea, ingteia, a 4.000 rets.
Ditas de duraqne bordado, para senhora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
km qnanto e tempo
aproveitem.
Grosdenaples
. SLSe.8rjsdet'a,ple Preto' bn^ maito fina,
Z ?'!nTlld8n ?r ^soe covado-a
SfitaU?'.' IS ZTm'^ 0JD^Dgano, a rua 1
Ct Marc/) d. 35, junto a loja da ewiaiua.
Aos legitimos fogoes econo-
micos.
Acaba m de chegar a es{a cidade os ver-
dadeiros fogpeseconomicos, jd muito conhe
cidos nas provincias do Rio de Janeiro,
Minas, S. Paulo, Sergipe, Rio Grande, Ba-
hia e Alagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a maior aceitaQao possivel, e sfio ji
preferidos aos de qualquer outro systems,
cotihecido pela sua muita solidez, especia-
lidade ua colluco^ao, moderno systema,
e sobretudo grande economia no combnsti-
vel ; trabalbam com lenha, coke, carvio de
madeira, etc., etc. Ha de diversos tama-
nh'.s, proprio^ para casas de pouca, regu-
lar, e de muita familia, collegios, hotels,
casas pi8S, hospitaes, etc. Acbam-se ex-
postos ao publico, aonde se darao todas as
explicates necessarias : na rua da Cruz
n. 6.
com as noivas
NO
BAZAR DAS FAMILIAS
A' RL'A DO DUQUE DE CAXIAS N. 60 A.
Riquissimos veos de blond b-jrdados a seda com
capelia, proprios para noiva, o mais moderno que
tem vindo ao mercado I
Riquissimas cacellas de flores de laraojeira, pelo
dimiauto preco de 3 >l 00 uma.
Lindlssimos lacinhos ccm fivella?, proprios para
senhoras, a 2:500 nm."
Lindissimas gravatinhas de seda com blonds
proprias para senhoras, a 31000 uma.
Riquissimos allinetes com uma flor, proprios para
o peito de senhoras ou para a cabeca, pelo dimi-
nnto pTeco de 2 000 um.
tf e"WMvm *k Giiimarges.
Vende-se
No escritorio d"e Thomaz de Aquino Fonceca 4
C. Successors, i rua de Vigario n. 19, primeiro
andar:
Cimento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Li.boa.
Vinho Sherry.
Vinho d> Porto em caixas, finissimo.
Idem em barris de quinto e decimo, lino.
Retroz.
Fio._______________________________
Para senhoras
Como sao lindas e modernas as gravatinhas qne
a Magnolia, a rua Dpque de Caxias n. 45, acaba
de receber I
Extractodecama de Liebe.-jjs 3 v'nihi de Arfiiit le'qni-
nium, ferroeextracto de came deLebegs, prepiradat
com vinho do Porto.
O'Illinium que e um extracto dequinaobtido pela cal. piMpjrciona ma Sra, a
dicos um producto de uma dosabilidadeinvjriavel, contendo tod>s os priurri|ii>)s urttvac
da quina, plauta sem igual como medicametito tonico, nevroslbcnnico e re ni^tiltumte.
e como tal applicado no tratamento das debibiiaJes orgjuicas, cacaeaia, ed> kkn* 4s.
qualquer caracter. -^
Para se obter o quiniuni naoso pode rouliar A quina a quiniaa c a i liimho
niua, seus principios activos, como geralmeute o fazem os que pn-param MMpa
tos de quina, que nos sao bem conhecidos ; e 4 grammas e 50 ceir.igramma- d tij
niiiiu representam exactameate 1 gramma dt! quinina e 50 ceiitigraminas -Ie (-laa*
chonina, o que serve de norma para ser admmistrado aquello poderoso tfnte t>ie-
rapeutico, conforrae reclamam os diversos padecimuutos, com quasi certcw o resaltado desejado, principalmente se se.tralar uma febre inlermitieute, de qu..' a q i-
nina e o antidoto.
Devendo no maior numero de casos o (|iiiuiii:n ser emprega !o comi l wi re
constituinte, procuramos fornecer aos Srs. medicos um composli, quesiti-f.-z i. \At
namente suas vistas por aquellle lado, tivesse alem disso proprtelidoi aa.il.ipi.iai. e es
colbemos o analepti o por exci-lleneiaa aruc.ali n^nlo o mais acoitav i ptottm-
gaos digestivos e o mais reparador quese conbece.
Nao sendo possivel obter toios os principios nutrilivus da carne em pmara4a
lbor, do quo o mui conceitu*do extracto da carne de Liebegs, adoptamos i-t -. u>
para preparar o nossoVinho de quiniuiu e extracto le carat* -, f
recommenda como o melhor composto para nutrir, Eartiiear e raparar MoratW, mmm-
do a economia se acha exbausta em consequenci.i do qualquer grave padcdra-nlo. >-
reraedio int'allivel ou antidoto para a cura dasiVbns de qualquer caracter, pirn
e as endemicas dos lugares paludosos.
Associamos em outro composto Vinbo !e qnininnt, ferro e -x!rrt*
le cameeste mttalque sendo uma das partis const tutivas do sai gif, i ,j-\
casos a sua applicacao e urgentemente reilamada, quando por u:ua wiusa q :
eb-men to da vida perdf sua riqueza, faztndo ; pptneer, prjutipalmrnti uaa
essas graves molestias denominadaschlornzp. pallidnMcdrcM. unrmin, Mo
res hiiiucas, ineufctriiaeScs diiUeeiN, etc. Escolhi-mos o m|i i r ginozospyro|liosphato de fcrro-para o nosso preparado com .-sf'
empregamos optimo vinho do Porlo, que nnstif tim cido diitctainoni j, .. ,a
panh:a do alto Douro, em amb s os nosos compnst>>s.
Nao temosduvida de a>segurar, sem receio de conlestt v'.o, que os nosS"S vie
ven>9er prefiridos e continusrao o gran-le stcocsso btido nos hc-spitaes de Pans, a fc>
Allematiha, onle os prescrevem os ciinicos mais noUveis. Kss dosede 30 grammas 5 '.;pntigrarnnas-do e 30 grammas de carne.
A r!ose dos viuhos de quiniuiu e extracto do earn de Liebi gs, simpl. t ou
ginoso e: como touico Lira cupo & Iic6r antes de qualquer refeirao, < na
dose no tratamento de anemia, cblorose, menstruacors dilliceis, etc. d>auo lebrl-
fugoDe 2 a 4 pequenosci pos (d vinho dc Bordemu} de i em 4 horas.
Como preservativoNos paizes onde grossam ft-bres, e mesmo p..ra \r t
nir oapparpcimento ds molestias hereditarias, e util tomar pela mauli:i h.. .
copo de vinho & Bordeaux, do vinho de quiniuzu c extracto dccii'tfr
begs.
Exigir nossa assignatura na tarja^posta sobre a rolba.
Unico deposito na pharmacia e dr.-garia do Bartboloo.cn & C.
N. 34.RUA LARGA DO ROSARtN 34.0.
Chapeos para senhora.
A loja da Passo, a rua Primeiro de Marco n.
7 A, iecebeu um rico sortimento de cbapeos
aesna boras, pretos e de cores.
Cortes decasimira a 4$,
e 6#000.
Na loja do PavSo, vende-se cortes de ca-
semira para calca a 4#, 5J e 6fJ0C0, ditos
muito ftnosde uma s6 c6r com listras r.o la-
do, fazenda que sempre se vendeu a 9jJ e
105000, liquida-se a 6^000 para acabar :
i rua da Imperatriz n, GO, de Felix Pereira
da Silva.
Salame de \;m
A ltfSOO a libra
So na Assemblea do C*.mraercio n. 22, rna dc
Commercio, aleira & Lima,____________
W mid % MJc*"^}| ositio junto a igre-
ja de S. Jose do Mangu nho, com casa de vivenda
assobradada e ontras acommodar;5es, tudo mura-
do, eom duas frentes'erviias por portao de ferro,
dando para a rua dt Amizade e para a do Man-
guinbo. Tem de terreno proprio 194 palmos de
hrgura e 354 de fundo ; e a casa m de 52 palmos
de frente e 84 de fundo. A situacao 6 a melhor
possivel para morada, e qnem qui er edificar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tem a gumas plantacoes do gozo e re-
creio, havendo bastante agua fornecida por duas
caeirobas, nma das quaes e nova. A entender-se
com o Sr. Dr. Witruvio qnem o pretender.
Aos mmm
.A XOVA ESPERANCA, a rua Duq. e dt Caap
n. 63, acaba de receber um bom awilti d- f-
nas bonecas qae fallam, qne rieai n a
tambem as tem mudas e sardas ou surd*.. -
veahara ver se nao a terdade.
j
-\i
bh
Vende-se
na rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, em barris e em
ancoretas.
Cera em velas, dc Lisboa, superior qualidade.
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legitimo
bellos
Port bouquet.
ucm \'<-.: Um bello sortimento de madre- liTinhi. >. i
^perola,ma"rSm,8sso e dourados pof'bar^o preco. SSJ"maeta!' '
AHMN DO TiM
A' praija circiriar do Apollo
vende-se:
TIJoIos de marmore, de differentes ta-
manhos e qualidades.
Tijolos francezes, sextuplos.
Cimento Portland verdadeiro.
A zulejow grandes muito proprios
para rodspes.
AculeJs vcrdes o amarellos, tamanho
regular
Haquiuas de desc&rocar algodo.
Cadeiras de ferro, assento de palhi-
nha, proprias para campo.
bomba
precos,
de 400 ate 500 rs. ; assim
nroPvl^nNe8Ul "** 'a ^'^ *. &fl*m E% VVtJSffi
provida, nao so em extractos como em oleos t Dreco> baratissimos tamhem nma n-aote nnrr3r
banhas dos melhores odores, fos mais afamados de chales nret,.^ li fljOOfl r? SfK
fabricantes, Loubin, Piver, 'Sociedade Hy^ienica, Ma^rK?- a raid? ImnSraU^nWSS
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensavets para fix Pereira^istlva imperainz n. 60, de Fe-
a testa.
Saias
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
lisados.
Tapetes. Recebea a Predilecta am bonito sorti-
mento de diversos tamaimos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
V'estimentas para, baptisado o qae ha de melhor
gosto e os mais moderno recebeu a Predilecta
de or arao preco, para dear ao alcanee
qualquer bolsa.
bordadas para senbora,. por commodo
Ceroulas e camisas.
Na loja do. PavSo, vendeise ceroulas frap-
cezas de todos os tamanbos para homem a SemT
1600, e ditas de linho a $00, 2p500.e
35000.
Camisas brancas com peitos de algodao,
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para senbora, ( ultima
moda): a Magnolia a rua Duque de Cax'aa n. 45
e so qaem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera qae cha-
Eam papai, mamSi, choram, andam, etc. So na
agnolia a.raa Duqae.de Caxias n. 48.
Gaiolas, gaiolap.
A Magnolia, a rua Dnqne de Caxias n. 46*, re-
eabea gaiolas de arame de lindissimos modelos,
proprias para passaros ; a ell u antes que seaoa-
Salsa parrilha
Muito nova e grossa..
Vende-3e por barato preco, em purcao ou a re-
talho : na ma farga do Rosario n. 34.
Espartilhos.
Na loja do Pavao, vende-se espartilhos
dos mais modernos a 3&500 e 45000 cada
um ; assim coma bonitos cintos com lagos
de setim a 55000, e sedinhas lavradas com
toque de mofo a lfOOO o covado : & rua
da Imperatriz n. 60, de Felix pereira da
Silva.___________
Casemiras
Na loja do ParSo vende-se um grande sortimen-
to de casemiras de cores e mescladas, tanto claras
eomo escuras, proprias para calca; paletots e co-
letes por prejos muitj baratos, assim como no
mesmo estabelecimentos se raanda fazer qnalqner
obra tendente a alfaiate, com a maior prsstoza s
por precos. mnito razoaveis : a rua da Impera-
tria n. 60, de Felix Pereira da Silva.
A 500rs.O'Covado
Na loja do Pavao vende-se laziohas japoneaas
lazonda Una e por estareoj um ,ppuco en- de core* muXo modernas pelo baratissiao preco
xovalhadas a 20^000 a duzia> ou a 49800 *|e 5 rs- wvado.^ara acabar ; notando-se qae
cada uma, ditas com pejto deesguiaode lK*LJLae iamais M vendeu por raeuosde
linhr. 'i-nnn a linnet .j. j;,. dois ernzados ia ha poucas : a raa da'Iroperatni
linho 8 39000 e 39500 c*d uma, dttas 0. 60y,J>J8.to Pavao, de Felix Pereira da Sftva.
com peitos e punhos de c6r a 29000 e '
29500: & rua da Imperatriz u. 60, de Fe-
lix Pereira da Silva.
So
e casa
Vende-se um siUo com uma casa nova, tendo o
sitio 800 palmos de frente e 1,115 de fundo, a casa
ediOcada com bons commodos e boa cacruba, na
estrada nova de Beberibe, perto da eneraalbaaaj-
o-que se toma commodo por ser 260 rs. para ir
na I'.ordem, no trem. da via-frrea; achaie dw-
occupado : quem pretender, dirijaae a rna larga
do Rosario n. 20. *
Aos nervosos
A NOVA ESPERANgA acaba de reoeber aqnel-
tes milagrosos anneis electricos, cura infallivel dot
nervosos.
ARTIGOS DEG08T0
. Acabam de chegar a raa i de Marco n. 13,
loja da3 collidini, de Antonio Corrsia de Vas-
cioncellos, o seguinie :
Modarnat cbapeliuas e chopoos para senbora.
Lindas grenadines de cores para vestidos.
Superiores las assetinadas, gostos modernos.
RoapSes de cambraia branca, bordados, para
seakora.
Grande variedade de penteadores muito bem
enfeitados, para senhora.
Ricos vestidos feitos de alpaca, enfeitados com
seda readas de guipure.
Verdadeiras lavas de Jouvin, brancas, pretas e
de cores.
E ontras muitas fazendas on artigos de moda.
E'
com as noivas
A NOVA ESPERAXCA, rua Buque de Caxias n.
36, acaba de receber boa- meias de seda proprias
de tarangeira
Rendas da terra
Rendas, bicos e grades de todas as largnras :,
vende-se no pateo do Terco V 52. \ Pra olvat, e osapreciaveis ramos
Fumo exporte best Sirds Eije
Amaral, Nabnco & C vendem fumo ingle* para
cachimbo : no Bazar
Victoria n. 2.
t biinito
As almofadas bordadas de li matlsadas que re-
victoria, rua do Barao da ceben a Nova Espcranca, a rna Daqaa di
Caxias a 6\
Liquida^ao de roupa feita
Na loja do PavSo liquida-se uma grande por-
cao de roupa para homens e meninos,como sejam:
calcas de casemiras pretas e de cores, para todos
os precos e qnalidades; ditas de brim de An-
gola para differentes precos; ditas de brim de
cores, pardos e brancos ; paletots saccos, casacos
e fraks de panno preto e de casemiras de cores
coletes da todas as qnabdas, por precos btra-
tissimos, assim como grande porcao de camisas t
ceroulas por menos 3 O[o do sen valor s6 pars
acabar : a rua da Imperatriz n. 60, de Felix Pe-
eirati* gMva. _____________________
E' economico.
Graxa glycerjna propria para a conservacao do
cordovio; vende a NOVA ESPERANQA, a rua Du-
que de Caxias n. 63.
Na rna do Vigario n 1., vende-se u'
Cimento de Portland, era primeira
Vinho do Porto, engarrafado, (iai.-sii tai-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho Sherry, inglez era ciixas de dm
Vinho Collares em ancrctas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.
Vende-st: em surtes de 34 aahnept
os terrenos silo- na estrada d Lameira -. ...r
gem do no Cap'barihe, |MMte i viartraoa
Henrique Jorge : qntm pretender, imdi- >
ao engenheiro .Aulonio Feliciano Bwdriyn. Iiaa.
a estrada de Joio ae Rarros, caaa u. 9J. i>u Sr.
Vicente Ferreira da Porciuntula, em nm r.ik* im
rua d<> Imperador n. 83.
Cortes de camhraiH
Na loja do Pavao vende se cortes it t aa, a
transparente com babads largo*, ta-r
como de cores, por baratos pre;os, i r I al-
gum pequeno di-feito : a run da lmp>rat'; p k\\
de Felix Pereira da Silva.
Colchas para comas
Naloja do Pavao vende se colct :. ;^
brancos, para cama a 2,500, ditis di dil it rx
a 4,000, cobertas de chita e de eMor, de ..*)
para cma e ditas de metim escarlate forradas otaa
maJapolao a 5,000 : a rua da Iinpwcw.i O,
de Felix Pereira de Silva._________
Engenhos em Mam*am-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
Preguiya,
e Patrica*.
A tratar com sens proprietarios ne-ta cidaav.
e para informacoes com Joaauim Pinto u *:
relies Fiiho na mesma adade de MamvHfca*-
sso lrmaos i".
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Lniz de Oiiv-^ %a
vedo, no sea escriptorio, a rua do Bora J
mero 57.
Vende se nm piano de mesa, cura ,
que serve para qualquer menina i.
aprender : na raa do Garcia> n. 3
a Uverna siu a rna
muito afreguezada :
Rosario n. 40.
VENDE-SE
do Barao da Victoria n. 61
a tratar na rua estreita do
Cora dos estreilaiuenlo d'orelra
pela' facil applica^fio das
SONDAS OLIVAES
DE
. GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeicoadas de todas
as conbecidas
V*Bdein-se
NA
PHARMAQA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & 0.
34 Rua larga do Rosario 34
niuyn
Pra^a da Iatdc|colciicia aaat
iosj la e 15
Botinas de duraqne, de cores e preu.cano a*-.
a 44 e 5*000.
Botinas de duraqne de c6r gaspea 'Ie ve/wi *
44000.
Botinas de gaspea de veroiz pretas, a fa.
Botinas de pellica cur de cafe, cano alta, a 6f
Botinas de setim de cor, canoo alto, a S*.
Sapatos de setim de cor, com salto e Uco, a Lw
XV, a 5*0(0.
Botiaaa de duraque, de cores e preta*, para -
ninas, a 34000.
Loja do Araotes.
Chocolate do Maranhao
Unico deposito nesta cidade, em casa de J...
Tavares Carreiro A C, raa Din-ita n. 14, oade
vende pelos pre;os e vantagens da fabrica.
MJlIIIPOIOkk
Na loja do Pavao vende-te madapuloV* irtmc*
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6 000 rtir,
dito mnito fino com 11 jardas a 3,000 -. 3,500 aa-
sim como nm grande sortimento de oiada:wld>*
inglezes de 4,800 ate 8,000 e 9,000 : a rn da \m-
peratrii n.OO, de felia Pereira da Silv-^______
Grande novidade em \ juei
Jose Ferrwra "da Silva, successor de '..... X*.
ves, 4 rua Primeiro de Mar^o n. 19, ac... o re-
ceber um bonito sortimento de leqnes, o qu ha 4r
mais gosto em Paris._____________
Grande liquida^ao.
de miudezas e chapeos: ao novo Bazar,
Marquei de 01>nda a S3.
Aos 5,000 covados da lil
A lttO rs.
Na loja do Pavao vende-se lamb-- '- bonitos eostos e delicados padroes, f ** *
_ [no mercado, pelo diminuto preco de '"O *a
'um.ovado; qaem deixara de fazei -w-< *
li tlo bonitos e por tio poaco diao'-.i r Po-sw-
rua doicem se as amostras: na raa da lmper.i '. aeaa-
rJ63.


8
riaroft de Pemamtmoo ~ Saboaao 31 de.Outubro de 1874

_____
JURiSPRODEWCU
Regimento de eustas.
I
O novo regimento de custas, quo ba com o decreto n. 5,737 de 2 de seteo.bro
ultimo, tem lev.antad > rodimagoes, qu"ixas
e representagdes do tribunal da rvlagdo do
Rio de Janeiro, dos escrivdes. dos juizes in
paz do raunicipio neutro e dM solicitadores
d* causas dos auditories rl^sta corte.
Este regimento. publicado p-ra execugdo
d> art. 296" daleidsnovi reform* jn-
di iaria, que autorisou o poder exeeutivo a
revrtr o regimento de custas >U 3 lo margo
de 1855, 6 obra do tempo decorrido d^sde
Set^mbro de 1871, que interessa a todas as
classes sociaes.
E' um aconlecinunto irapnrtaute, e que
annnncia-se ftdado conio o regimento de
1^55. fructo tambem de tres annos de es-
tudose trabnlbos, e qu>', ndo pbstaiite, s6
vigorou por BSpaCO de nove annos.
0 exame e .tpreciagdo conscienciosa do
U'ivo regimento do custas, quo temos do-
morado e ainda demoranamospara m is tar-
de, esperand) de sua execugao o melhor
conhecimento dos males e bttOA&ckis quo
pro diz, faz se urgente, porque ja ndo sao
pnucas as manifestagdes do descoutentamen-
to punlico.
Nao se conhece com fixidez o seu pens*-
mento capital.
No sep seu grande fim.
Satte-Sb que os praxistas dizem que as
despezas feiias no seguimento d- um pleito,
e que pela parte vencida, nellas con lemna-
da, deveti ser pagas, seguudo a taxa legal,
A parte vencodora, se charaarn custas.
Sao tod is accordes em que o pagamento
das custas nao e considera lo uma pena.
S"U (in e diverso, directo e in dt recto :
aquelle, quanto A indemnisavao que o ven-
ri'lo deve dr ro vencedor : indirecto como
un meio do evitar ss de.nandas.
H' quem, do do e illusira do, pease que
6 tempo de res dver a dillicil e grave
quest'm da conservac-io das custas ;
ppinando com autoridade de bons argumen-
ts que essa taxa, que regula as cusas 6i-
rensea on judiciaes, profana e avilta a jus-
tice do paiz.
Seja a idea principal do novo regimento
de r.ustas preen sher o Bra directo: a in lera-
nisagd i do vencedor e a retribu oao rega'ar
e necessaria de to los os funcci inarins da
justiga; seja satisfazer o fi m indirecto,
niora', humanitario e de lnt'-resse social,
pouco attendido nos regulamentos anterio-
r-s. dt-sdo o a'vard de 10 do outubro Am
l75i : meio de evitar ou diminuir as de-
CDandas, pondo diques us paixfies e aos ca
prichos dos que vein a juizo, muitas vez*s
fazendoasua e a desgraga alnoia ; cumpre
to- se a nova revisio da tabetla das custas
attitigio a qualquer desses fins, ou todos el-
les. sem vesame pra o povo, e na juta
prnpnrgdode trabalho de cada um dosfunc-
cionarios da justiga, sem irritar o rico quo
litiga com razao, e sem diflicultar ou imp js-
sibilitar a defeza d) dieito do pobre.
E' mesmo indispencavel indagar-se pcran-
te as circumstancias actuaes do paiz ; essas
al era.oes na tabella das custas foram dic-
tadas pela prudencia, e reclamadas palas
necnssidades la fu-o e dos particulars.
0 p ivo, jd onerado de tapo-tos e tribu
to*, estuda, no novo regimento do custas, o
preco potque mais lhe tica a jus ifa, ,para
evitar o vicioea especula^ao da chicana,
ou nque parece mais perigoso e fuuesto,
se deve abandonar cada um a defeza judi-
cial do que e seu, eviianJo assim, c mo
expediente m'is prudente, os gastos enor-
m>*s de uma lide judiciaria.
Ha muito tempo que o regimento de 1855
exige alteracoos nao exigeradas, quo salvem
a dig ddade do magistrado, o qual nao dnve
r"ceber da m5o dos litigantes uma esportu-
la m'sqninba, como paga de seu trabalho ;
de modo que na procura e defeza dos direi
tos s-'jam respeitadas e mantidas as tradi-
f^oes de orlem e deest'bilidade, e nao S'ja
repellido do templo da juitica aquello que
nSo e rico. para se porpetuar o fatal p de-
ri'' to mais forte, peniendo assim a justiQa
o sea caracter principal, de proteger o mais
ppqueno e o mais fraco contra as illegaos
exigencias e as depredacdes do mats pode-
roso ; e, finalmenie, para que os serventes
da deusa vendada, por melhor p'gos, reu-
nara rnais eondijoes efflcazes de indepen- que sera* precio que o parlamento vote um
dottcta e de integndade. ere- dit i extra or Imano para ptgal as. OTt-
Ha muito tem K> esperase com anciedade mes, ree oliece que as dividas eiistm, po-
o novo regimento, e as aspirates geraes rein alflnna que nfto slo tS- cnisi luravuis
eram que nao tivessemos uma justiga muito como se julg.i. ji t entanto o memno pe1*'
cara ; que desapparecesse para os que oao no lico acrrescenta qu-* os rendimeutos do
tem f rtuna, e fosse ostentacSo para os n- prioeipe nSo btatarto para as pagar. Estas
cos, e que nJo dfese aos rixo.os o didos is escabrosas discus<6 nAo abatem em nada
do (Oro metos mais faceis para inqutetar a o prestigio da manarchia, porjue todos os
burnatiidade Co* deman las e rixts judi- ingle.s >ao conformes emaceital-a.
ciaes. I Descobrio-se na Servia umaconspira-
Lido o novo regimento, que devia a seu c3o cuuUa a dynastta, resultando disso se
tumo resolver um pruhlema economico e ren presas muitas pessoas e tornado un
social, er flectidas tnuita-. de suas disposi- grande nnnerote ar nas D z se que esta-
?6es, r^couhece-se qui houve um novo im- va afrente d lla o ex-principe Karageorge
pulso, um granle passo dado para 0 meltu- Witch. Kn B-lgrado roinava completo so-
r>-ia.H|)tij judicialrio, ja" modeiado pelas th-io- cego.
rias e exemplo da Eur.pa illustrada, e pelas F>i condemnado a morte o assas
teulencias doprogresso eda civilisacSo, co- sino do aWKitl allemao em Hakodadi
mo polos c mselhos dos homens pensadores (Japao), o Sr. Harber. 0 mikado manifes-
ts expt:rimentados. tou o se i seniimeuto p ir este crime, e o
Assim, som iuvestigarmos ja questa) de ministro alhmao pelio para que se por libi
competHOcia, ea legabdade ou cons ituci"- usar-se ie .spds ll s proximidades dos es-
naliladeda medid-, mcontramos no novo labeleeim'iltos europeus.
E siste o proJMCto de crear e n Berlim
um banco uar.iooal. cujas uotas seja u acei
regdnento que ninguem mais p61e ser preso
por faltade paga nuiito de custas.
Nadae mais crue do quo o autorque de tas em todi a .\il-maiiha. Alem disso a-
cahede um pleito justo. em que defeude chase redigida uma lei quo serd iprjjsenta
ua boura, sua pr iprtedalo, e o b^m-es- da brevemente ao Reichstag, d.ctando re-
tar e futuro de sens filhos, ser sujeito a gras restrieiivas para os oaiicos do emissao.
prisao por nao po lor pagar as custas. Esses projctos causaram gran to sensagao
Porom, tambem na la e mais contrario no gran lucad > de Luxennurgo. Htalli
ao direitoe i boa razao do que ser alguem incominoiado injusta e aciutosame iifl, e admitti las e n puzes da autigo Z i'lerein.
|.flaprichosameiite pers-guido com os m-ios 0 encarr^gado de u.-g.(cio$ do Luxemburgo
jmiiciaes e ardilosoi, p >r qualquir astuto junto do governo alle nSo dirigi > aestereS
jue pr.icura usurpar parte ou toda fortuna peito certas reclamaedis que. segun lo pa-
ilaquelle, ou mancQar ama reputagio no-.rece, nSo foram alien lilas. Respon leram-
bremeute a Iqueri la, ou conprometter um 'be que n gran-dueado e uma eswpfto na
futuro que se mostrava Iisongeiro ; e afinal, | umao ado m-ira da AUe uauha e que deve
vence lor, naj tor u.eios para compellir .:ser tratalo c i no paiz e.trng-iro, perfeila
seu conton lor, muitas vezes idverari.- de mente livre para obrar como lhe parecV
xit fe. a indemnisal-o dos gastos a que foilporem incapaz de fazer volver osseus iota
arrastalo.
B* Rerta quo o novo regimento abolio a
prisao por custas. e a uumanidade lucrou ;
niugue n mais irA k eadeia, viole.aado no
sagrado direito >ie sua hherdaije, expiar a
falta du nao pagar do prompt j as custas.
Uutra idea inclui la pelo novo regimento
ie custas, e que os presi lentes dos tribunaes
e os juizesnao poderao receber quaesqu r
emolumnntos directamente das paries, mas
so por inturinedio dos escrivSes.
Esta m-dida, certaraente, e boa ; roas
traz s6 nente o beneticio da formula ; me-
lhor seria que os presidentes dos tribunaes
e os juizes, q gorirt e juris iicc.ao, nao recebessem absolu-
tomente emoluments.
Fos>em augmentados os seus ordenados e
as suas grrttiticagd^s, mas tiiassem abolidos
os_ emofomentos, recobiilos estes pelos pro
prios juizes, ou por intermedio dos s us
escrivaes, teromos semjre o juiz recebend'
emolumenlos, tendo inte.-esse em em du
mentos; e isto sera a continuacao desse
mdo systemii que f iz da justica uma mer-
cancia in !e:ent, repelbda pela dig i dado
e elevaQdodo c-.rgo.
11,84 i lib'as, o quo dd uma media de 24*5 amigt para tolas as phaotasias, e.-se cob-
libras o u n quarto para cada sosio.
U'estes ii m ms gordo, que so cbama
Pike, p-sa 210 libras, e o mais gordo se
chama Lewis, pesa 532. Que lhe fa$a mui-
to bom proveito I
FOLHETIM
JOANNA
m JOS0 DE PAIXDES.
,POR
George Sand.
'.TRADUCr.S0 DE X. S. X.)
PARTE QCI.NTA
1
(ContinuacSo do n. 248).
No dia seguinte, em vez de descer para
a cidadn, passei pelo arrabalde, sem perder
de fiata nossa habitagdo.
Ninguem alii foi, e ou ouvi quasi sem
iut< rrupu&o o piano de Joanna.
Tmha quasi inteiramente "squecido aquel-
la i. -I'tura, que consi lerei como insigoiQ-
cante, quando, oito dias depois, estando a
iral.-i lnr no meu quario, pareceu-me que
algu>m caminbava furtivamente em casa.
Era quasi meia noite e todos costumavam
rctirtr-se dsll boras.
R :eei que fosse mint.a mai que estivesse
doeote, visto como as vezes ella soffria de
soffocaroes nervosas, e que quizesse occul-
tar o seu soffrimento para ndo nos inquie
tar. Quiz sorprende-Ia para evitar que
ella se trancasse no quarto sem responder,
e, p'lis, desci sem ruido ao sea quarto.
De'rrido-rae no caminho, ouvi um rui-
do de passes leves e percebi palavras ditas
d meia voz como que vindas do salfio.
Dingi me psra alii sem fazer estalar os
degrdos da essada. A porta do saUoestava
apenis cerrada, e, pela fenda quedeixava,
vi Joanna nos bracos de ura homern que
distingui mnl, masque, tanto quanto m'o
permittio ver o frouxo clardo do uma vela
posta de lade, pareceu-mo ser o Sr. Brud-
nel.
Repugnando-me espionar os actos'de mi-
nba irmia, subi precipitadamente para o
j; >-.i de m>Qba mSi.
Ilavia loz no aposento. Bati; a porta
abrin se, e "O encontrei roinha mai a vcc-
|jr v> p ri;,<;p.ihp em torn con ride
YARIEDADE
MISCELLANEA Os Irabalhos de re
construccfio do Pantechnicon, em Londres,
destruido em fevereiro ultimo por umincen
dio, estao quasi terminados. Foram toma-
das todas as precaucoes para preverjir um
desastre identico dquolle, empregan lo-se
por toda parte o ferro, atd mesmo nas por-
tas. Pol collocado alem disso, nos baixos
do oditicio um deposito de agu3, que pode-
rd conter 500 galloes.
Um industrial de B urge, o Sr. Bastie,
que estudava ha muitos annos o meio de
dar ao vidro uma force de resist-incia que
o colloque d prova do calor, do graniso, e
dos outros nccidentes ordinaries, acaba de
fazer experifneias sobre o novo processn
quedescobno para conseguirum tal resul-
t.ido. As experien'ias pr oduziram os effii
tos mais sat sfactorios, e por esso rnntivo
acaba de constituir se em B mrge uma so
siedade para a fabricicdo do novo vidro,
estando jd muito adiantados os" trabalhos
das officinas. 0 inventor jd requoreu tam-
bem os respectiv >s privilegins de invencao
em franca e no estrangeiro.
0 Times, trata resolutamente em um
artig i de fuodo, de uma questao delicad ,
isto v, das dividas do principe do Gales.
Ha muito tempo se diz que o herd-iro da
eoroa de Inglalsrra estdchtio de dividas e
r sses como se lizossem parte iutegrante dos
da AUemanna.
No cab i de Finisterra perdou-se o
vapor frauCKZ Lemi, que ia para o H vre.
A carga ticou completamente perdida, sal-
van'io-se a trip dacdo.
Celebrou-s- em Habersleben um mee-
ting popular para dis<;utir aque-taj, ainda
pendente da execugdo do trata lo de Praga.
A reuniio f.u ,ir nnovida pe'os ch-fes to
partido dina narquez. porem tolos osalle-
maesda locali lade -ecu liram aolugtr de
sigaado, eu cons quencia do que o presi-
dente enenrr.iu a -se-sdo sem se ehtrar em
debate algum. Aproveilaudo entd<> >s al-
lemdes a ciri uinstancia de se achareni alii
reu.iiI'S em grande numoro, constituiram
o meeting, que resolveu mandar uma men-
sagein ao onperador Guilberme, agradoo-n-
do lhe a sua euergica attitude contra os per-
turbadores dinamarquezes.
MotuU ha dias, na idadede96 annos.
o Sr. George Throne, o marinbeiro mais
antigo da armada britannica.
Acaba de descobrir-se no territorio
los cossacos do Don, minas de uma riqueza
r-arbatnifera, qae parecera competir com o
rock ingb-z. Quando as difficul ades do
sou tansporte pelo mar de Azoff tiverem di-
minuido por meio das grandes linhasdeca
minhos de ferroqo.e a Russia estd cmstruin-
do, urns grande parte do combustivel que
a India e o Japdo tomam hoje de Iuglater-
ra, adquiril-o-hdo da Russia.
QUE FA RE I DA I D Carlos instituio
uma medalha commemorativa docercode
Bdbdo. E' um modo singular de solemni-
sar derrotas.
GltfNDE VERDADE.-Pediam ao celebre
Palrnwir.in que explicasse a questdo de
Schle-wig-Holstein.
S6 respon leu elle, lord... e eu. Lord... mor-
rea, e eu esqueci-a. S6 Deus a entende.
ESTATISTICA MARITIMA A marioha
mercante de lodo omuni i consta de56,281
navios do vela e 5,418 de vapir ; total:
01,699.
Durante os ultimos annos perderam-se
12,378, haven to de mais a mais a lamen-
tar em 1873 sobre 1872 um augmentn de
62 % nonumero das \ictimas d'aquelles
sinistros.
Sabes que estd alguem Id em baixo,
no salao ?
Sei sira que 'sld abi alguem que ndo
Hsperavamos esta noite e que sera duvida
tem pressa em coramunicar-nos 8lguma
cousa.
Alguem que estd s6 com Joanna no
saluo, sabias d'isso ?
De certo, r.-spondeu minha mdi sem
se perturnar. Ella apromptou-se em pri-
meiro lugar. Anda Id, acalma-te. tudoisso
e natural. Saberds de que se trata. Sobe
para o U*u quarto para nao nos erabaracar.
Entdo tem s^gredos para rnim ?
Bern ve< que sim !
Suppuz que nd houvesse mats ne-
nbum. 0 Sr. Brudnel...
E entdo I o Sr. Brudnel ?
E' elle que estd aqui ?
E quando fosse elle. Ndo quero que
o vejas ainda ; faze o que te peco, sobe
para ot--u quarto e dorme, a menos que
ndo tenhas ainda ciume de Manoela Perez e
que ndo queiras te oppor ao seu casamento I
Bern sabes que tenho ideas inteira-
raeute differentes ; mas acbo exquisito, e,
permitte mesmo que diga, acho revoltante
que o Sr Brudnel venba d nossa casa mvs-
teriosamente como um amante bespaohol...
Erafi n acbo inadmissivel e intoleravei q e
elle beije Joanna como se ella fosse sua Q-
Iba ou irmda. Que signiGcacdo tem essa
subita intimidade ? Elle vem muitas vezes?
Poi elle sem duvida que jd vi...
Deixa-me tranquilia ; poupa-rae as1
manifestoes de tuas suspeitas I disse mi-
nha mai sorrindo ; isso ndo e usado n'esta
casa. Vai-te em bora ; obedeca d ma mai,
senhor I
Ella abragou-me temamente e desceu,
deixando-me estupefacto.
Fiquei onde estava, no quarto de minha
mai, com os cntovellos apoiado* na janella,
que abri bruscamente para nio fii-ar suffo-
cado. o com a cabeca peudida cntreas nados,
entregue a uma agitacdu inconcobivel.
0 quee que se passava cm mim '.' Por
que razao essa especie de niva coterica ?
Eu odiava air Richard com todas as veras
de minha alma. Nunca tivera tantos cin-
~-= r\~ Hanofli quant's sentin per Cswsa
' OS G0R00S. R-alisnu-se ha dias em
Gregory'a-Point o oitavo bacquete animal
da celebre sociedade dos homens gordos
0 peso total dos 84 a:sociados e de
OS BONDS.
Vai de dia para dia crescendo a larga
pirteque o bond toraou em aos8< vida.
Tanto peior? Tanto melhor! 0 bond ia-
vale-nos. 0 bond e o noo salao de vi-
sitas, e o que dd para eutnsiecer I acibju
coin a varan la, que era o templo oa fami
lia, a sede da commumdade.
Quem ndo se recorda da varanda da casa
paterna, desse aconcheg.i quente como um
uiiibo, desse collo milerno onde impluma-
nos para os voos da vi la ?
P us jd ndo existe a va an la. Pois a fa-
milia jd ndo estd mais etn casa. 0 lar esta
deserto.
A inanhd aou lo estd ? Pergunta-se ao pe-
queno que briuca no canto 'lava ran la as6s,
udo, ap:;;ias do co npanhia com um raio de
s il que eutra pela janella e briuca-lhe nos
cabellos.
Oade esla a mamd T
A raamd sahio.
E onde foi a mania, se nao e indis-
crigdo?
Foi de bond responde o perjltiuha,
sem saudades da mamd.
Deram ate cabo disso : das saudades pela
mama I
Peuelr.i a gente e-pavorido por um cor-
redor, puxa o corddo da carapainba, cnxu-
ga o rost emquaiito abi vem a triad a ou
criado.
0 Sr. doutor estd ?
Nao,senhor.
Quando voltard t ndo sabe onde foi ?
Foi de bond.
E dizendos dd de contas.
Enc iir.ra-se na estagdo, na charularia, 6
leuses domestioos 1 com a esposa d homom
com quem ostamos travalos do negocios.
Oh I minha seuhora I Que feliz en-
coutio ..
Agradecida...
Vai dizer me, uao e assi n. aonde po-
derei topar com o Sr. sou ruaride, o meu
aimgo..
Com muito prazer...
Aonde ? Aonde, minha senhora ? V.
Exc. vai melhor dos Seus achaqu -s '.' mas
aoude, am ie, se me faz favor f Aonde po-
derei encoutrar esse introuvuble ?
No bond
No bond ? Nesse que vai partir ?
uesse bond fechado, aonde de certo foi < ol
locar as encommendas de V. Exc. ? Sam-
firo cortez e cortezao I Ha de permittir que
be offerega o brago ate alii, antes que en-
chain trar o nossti h .mem I...
Qual I para onde vai, jd caminha...
Como assim ?
Co uo assim ?
Partio no outro bond I
Estupefdcgdo I E diz isto a sorrir d boa
senbo a I A sorrir I A sorrir I
E o que e c.iracteristico, o quo dd a cor
ao quadra ecujo coram-mlario nao daremos,
ai 1 ndo 1 livre-nos o Deus de Israel, e que
o raarido partio afinal de contas u'ura bond
fechado e a senhora n'um bond aberto 1
Natural mente por causa do futno!
0 bond invadio-nos, o bond carregou-nos
a familia, mudou-nos, espedagou os uossos
babitus. 0 bond e jd a anle-sala > Carrega-se de loctricida le a almospbe-
ra ; o meio-dia estd a qieimar.
A smbora olba da janella a cbacara, o
pateo, 0 jardim. Como arvores, (lores, ar-
bustos succumbem aos raios do sol! Como
a terra abraza e affana-so ajs beijos do
igneo amante I
Com olhos meio cerrados contempla a -e-
nhorao quadro : vem, peusando em que?
porque muudos a viajar?... ate o piano.
Mai perpassa os dodos sobre 0 teclado e jd o
deixa. Divide um meio oibar entre o ca-
aario, o seu querido canario I e a filuinha,
a lilua dos seus ol aos e do seu coracao 1
A senhora e-ld aborrecida, a senhora o>td
core o seu norvoso a senhora divaga.
A semiora chega mesmo a abrir a boca...
boceja. Quasi que espreguiga 1
0 que fazer? D'antes bavia a costura, e
liorda io ; era a occasiao dos beijos no filho,
era o caso de faze-lo dormir no collo ; de dar
ordvnsa os -riados, d cnada principalmente.
Havia o piano 1 Ab 1 sim, o piano, esse
versator harrrionioso, paci.-ule e emballa-
dor. Pensava so em man lar fazer u-fl do-
Ce, sim, um doce, para o marido quando
v -ltasse I 0 doce symb ilisava a pal, a cor
dura, a felicidado da familia I
Hoj-jd ndo ha doces senao nas coufei-
tarias I
Havia em ultimo lugar um livro, un li-
vrinho, uma brochu-a de capa lilaz -.u viole-
ta e o somno, o somuo o s >muo reoarador da
calma. ii somuo desonhos. eraquantoasman
guciras sussurravam na ihxcara e as rosas
desfaztam se em p rfumes p--los padecimen-
tos que i sol Ihes dava e i un os sussu ros,
a aragem, e biam os perfumes perpassan-
do, acannhan cida da gentil pregingosa I
Hoje. a senhora que estd aborrecida, que
estd com o seu uervnso, passa pelo espelho
e tembra so do bond.
Eureka gritadhe o coragdo o dahi a mi-
nutos, ei la no bond, e como todos os bonds
v j i dar d rua do Ouvidor, como todo o ca-
minho levava d'antes d Romi, eis a senbo
ra tia rua do Ouvi lor.
Ora, a rua do Ouvidor e 0 pesadello dos
pobr-s pais dc fa:niln%
Diz n ueiie ao almogo, ne dia seguinte ;
a nene, uma m.ilhrzinha da quatro an-
nos :
Papai, eu vi hontem com a mamai
(unta cnaucinha de viutu e nose annos 1)
aquella boiieca que .bora.
Ah 1 ira, in nha filba; mas so chor.i
deve de ser muito incom nod.i.
Ndo papai; ella n tambem. .
l'ambein tu ris. Ndo queres biscou-
to para o teu cafe?
Eu quero a boneca.
Ora, minha tilha; deve ser muito
caro.
Qusl! papai, e quasi de graga.
Entdo quanto ?
Triuta mil rcis.
Trinta mil reis I !
Em ou'.ra casa :
a sf-nuoiu e o marido e a seu tempo
UMA PRIM*.
Nao e isso simples natural ? perguntei
a mini mesmo ; J anna e minha irmda, isto
e, minha i ropria boura ; e, ndo contente
do ter-me rehavido sua amante, elle vem
tirar me, em minha pr pria casa, vfcn
roubar-me o ideal de pureza que tenho o
direito e o dever de defender !
Elle, um bomem casto I Minha indie
uma veriadetra cnanga n'este assumpto.
Uma mulher pode, pois, ser muito bo-
nesta e peccar por exce*so de virtude I
..Pode ella crerque esse velho experiente
beije Joanna paternalraente, quando ella
mesma confessa que elle teve uma moci-
dade muito ardente ? 0 que vem a ser
tudo isso ?
Porque razao, Joanna, tdo reservada co
mo e, langa os bragos ao pescogo de um es -
tranbo, ao passo que, quaado muito, da a
mdo aos amigos velbos da familia, e ou
mesmo ndo ouso pOr os labios na sua
fronte ?
E este mysterio I para que vir a noite e
por caminbus occultos ?
Joanna esteve s6 com elle no jardim n'a
quella noite I E esta noite levantou-se em
primeiro lugar. e beijou-o sem testemu
nhas 1 Ama lo ha por v-ntura ? Serd ella
a quem elledesposa? Euganar-me bdo ?
de.xar-me-bdo por consolagdo a problema-
tica fidelidade da Manoela ?
Mas, nada disso pode ser decidido sem
mim, o entretanto minha mat exige ama
paciencia cega I
Ndo quero que Joanna, victima da frieza
dos sentidos ou das elhereas bizarrias da
sua imaginagdo, venha a ser, na Qor da
idade, a companheira, a enfermeira de am
velho 1 ndo, ndo quero, nio consomirei
n'isso I... a menos entretanto que... am
relampago passou me pelos olhos... a me-
nos que ella ndo seja sua filba I
Mil vagas recordagoes acudiram-me ao
espirito'.
Joanna dizia outr'ora quo nem era filba
do minha mai, nem de meu pai. Entre-
tanto vi os assoutos de nascimentp, alias ir-
rccusaveis ; o d'ella dizia Cecilii Joanna, fi-
lba legittma de raeus pais ..
Demais, porque razdo me occultariam
esse segredo de fan lia ?
-
' j >
se elle ndo existe, so Joanna e minha ir-
mda, ndo cousentirei que disponha de si
sem consultar-me ; e, deixando a janella, ia
descer para o salao em risco de offender
minba mai, quando percebi que se abria
uma porta. Dingi-me para o patamar da
escada e ouvi Joanna dizer d meia voz. no
vestibulo :
-Sim, sim, meu pai, iromos sem falta ;
espere-nos. Beije-a por n6s
Minha mdi e J ianna acompanharam sir
Kicbardate o jardim.
Subi para o meu quarto, e atirei-me na
cama.
Visto que dissimulavam coraigo, eu podia
igualmente dissimular e fingir ignorar o se-
gredo que nao se dignavam revelar-me.
Mas, em vez de dormir, puz as mdos d
cabeca, e t-iroei a ser presa de perplexi
dades esmagadoras.
Joanna, nascida do legitimo casaraento
de meus pais e entretanto filba de sir Ri-
chard, ndo podia deixar deser filba de mi-
nha mdi, isto e, conslituia a prova de um
crime aceito por seu marido, um srime
d'essa santa mulher, objecto de uma vene-
r jgd sem li mites I
Nio, exclamei levantando-me do leito e
extorcendo os bragos ; nao I ndo 6 possivel,
ndo pode ser I
E. entretanto quantas probabilidades ac-
cumuladas para que assim seja 1 0 amor
immenso de minha mdi por Joanna, sua
emocdo quando eu lbe disse que sir Richard
era meu cliente, a inti uidade que de novo
reioava entra ambos, sua correspondencia
cuja leitura me era interdicta, ossas entro-
vistas mysteriosas...
Ndo pude conter-me, tornei a descer para
o quarto do minba mdi, que j;. se tmha
deitado de novo, mas que nio dormia
ainda.
Cahi de joelhos junto do sen leito, que
banbei com as minuas lagrimas, por entre
as quaes pude dizor-lh > :
Estou louco. Estou dospyrado ; per-
doa-me, mas, dize-me que Joanna ndo e
tua filba 1
Ah I disse-me ella sogurando-me pelos
cabellos, con um sorriso terno ; emfi-.n
aiivinhxst -o. ?
0bi'Oua^, uoi'njuio ivs^f.-.ij.-ui. t--~
Ella. Win hoje da rui muito abor-
rocida.
Elle. Porque razao'
Ella. Ora. para quo queres S3ber, se
nao dards remedio.
Elle. QueO sabe ? A's vezes sou me-
dico.
Etta. Ora, foi uma cousa...
Elle. Di Ella. {Oflerec-e-ido-lhe uma aza de
gallinha coin mail), muito molho. f Foi
um vestido...
Elle. Igual dquolle que te comprei
na somana passada ?
Ella. ( Servindo lhe o vinho) Ndo
Oil Cousa melhor, oh I mas muito rau
laor I Nem ha corapa^agdo! Um vestido
perola.com umas franjas .. uraas fraujas...
Nao jueres hoje a tua agua do Vicby?
Elle. Ndo. fcntao, muito melhor ?
Sem comparagdo ?
Ella. Muito ; pergunta d prima.
.4 prima. Meu Deus I indizivel !
Mas se fosse eu, c<>mprava os dous.
Elle. Logo dous, da mesma cor ?
.4 senhora. Ndo, o outro ejazul. Bern
sabes o quanto morro pelo azul. Foi o pri
meiro vestido com quo me riste. I.em
bras to ?
Elle. Bern, quando passar por Id,
trataroi de ver, e o provavel que compre o
azul.
Etta. Como es sovina I
.1 prima. Ndo ha segundo.
EUe. ( Sorprcso ) E .tao porque ?
Etta. Ora, porque ?iComo quero sera-
pre quo fagas boa figura, como quero ee-
var teu credito, pois assim procedem as
boas esposas, man lei p6r do parte os dous.
E agora [amuada] protondes que eu fijue
s6 com ura. E' uma vergonha Meus pes e
que n nca pisarao mais a rua do Ouvidor I
( Pausa longa, sd interrompida pelos
garfos )
Elln [ulhando pela janella a monla-
nha em frenle), Mandi buscar os dous
vestidos.
.Is duas. (ollinndo-se) B-;m nos o
diziamos I Bon como elle !
Ella. Luiza,' corre ao quarto, traze
as duas ;aixas do> papelao que Id ostao em
cima do divan.
Elle. ( pisoando os ollws.) Ab I jd
tiubam vindo ?... Este jantar estd detesta
vel I Ease cozinheiro de<:i ir c .zinhM para sol i a dos.
Levaota-i
E como o iielpe f precisa a gente distrahir-se du desfrafas
grandes mi pequeoas : o sohor, BIU,*
o marido, mai bebe o c(e e tone o
chapoo e entra no primeiro bond... fecha-
do... o sem qu nr vai dar corns g > no tbea-
tro, e como teve no dia exiraordinario de
dous vestidos, e co no jantou mai, p^ssima
raont*. e obrigado a H" ciear... ate d Ires
lior sdi madrugid.a.
E durante iss>, os deuses iiospittleiros
cobrurn a face choran to. em^uanto os gril
los cantam tristezas junto do lar abundo-
na lo I
Vira ain la moralista que escreva um tra-
ta lo sobro o bond.
0 aiit.-s a polilica fazia-se nas sales das
camaras ou nos jorna^s. Hoje e n estra-
nho carro que se ptAitica. Ahi se (wm e
se desfazem minislen is Ah: se tram do
discurso que ainda esU pron iin-iando 0
orador do parlam-iito. Ahi faz^m a rnvista
dos jornaes, abi entrt-lagain se as eurdis
para us voiicedoros, e abatem d coup* dr
mots os v:iici los Gazeta monstruosa mul-
ipla, ince saute, oe tn^fdigdes p >r minuto.
coin re dart .r.-s dn 1'-i-ae-, e com
todas as e*pec.ies de m lactors.
E' o Figure, k o Punch, e o Mosquito j
K' mais do que todos nlie-. porque con
tem to los elles e mSis algum
Ndo se iguala, nem p<-r swii bia, a propria
gazo a qo junto das fonlns redigem as U-
vadeicM.
Nem a gazett dos cafes ; n n naesmo
jun as as gnzetas redigidas nas l>oiicas, nar
chan.t.-irias e cabelleiremts. Jd se otorre
nos bonds : breve bdo de nasc-r peque
nus denlro delles. E corren lo p^ngo a vida
do recem nascido ha da alii n.esmo bapli-
zar-se.
E sem que pare o l>ond.
E o bond a trote I To<:a, cocbeiro I
Mais tard daqui a annos, n'um bail*',
encostados d sacada ou no uiar, debrufados
tia amurada do navio. ha de ouvir so :
Aonde uasceu V. Exc. t No Cairn,
om Maha, em Jerusalem uo Egvpio ?
Ndo, seiibor I Nasci u'um bond 'las
Laratigeiras, ao dobrar o largo da roil dj
bispo.
E o senhor ?
Eu ao descer do um bond de fu Man-
tes, no S.ii-co do Alf>-.r-S.
E irdo longe os dous hlhos de bonds.
HojHJd e o bond u certiticado, a prova
maior, a fonte, a garautia, o teslemuuh i
ie to lo e qualquer ncoiilecim^uto, e oon-
de bebeu-se, o onde ouvio se, o por onde
prova se.
Assim chega o pai de familia i casa, e
dirigiiidn-se d filha :
Nao te esquegas de resar hoje um pa-
dre nosso pelo leu padnnho
0 que ? Pois raurreu ?
Disst-rara-me no bond.
PassQdos dks :
Papai I
0 que?
Entdo, o padriuho ndo deixoo mes-
mo nada ?
Set la I Ouvi dizer hontem, n > bond,
qu se ndo apparecer dioboiro, e qua f i
roubaio.
Na esquina de uma rua :
Que terrivel assasinato, esse da rua
de... m.-is o assassinoja foi descoberto.
Qual descoberto I
Como ndo ? Diz-m os joruaos.
Estao enganados.
Co^no assim ?
Ora, aiuda hontem, no bond provou-se
que nao bavia assstsino.
E assim por diaute, e assim era tudo,
uis audieucias judiciarias. nas esUcdes Mr-
banas, na anle-sala do jury, nos corredwes
das casas dos miuistros e ale nas sacris-
tias.
Ainda ha de ver-se o acompanhameato
do cousorcio em bond. A noiva l-vard para
alii o brauco veo e as braucas flores de la-
rauja.
Jd os que suppO'im amar se. udo escre-
vem pelo- jornaes : Hoje it 4 l/i nc
bond do Jardim ? ? t>
Quanta 11 orzinba ndo deixam por abi ca
hir uo bond, dislrabi lameule 1
E di-pois quero.u ixplicar por desaso do*
cocbeiros todas as peruas quebra las e todos
os bragos, o todas as VllaS acalladaas.
(Cantinuar-seha,
brindo-lhe as maos de beijos. Se soubes
ses que hem mecausas 1
Receiava causar-te pezar 1 De que
procede tua alegria.
Ainda m'o perguntas I
E" preciso euta i adivinhsr ? Sabias
alguma cousa, e ndo amavas Joanna como
lua irmda ?
Sim, minha mdi, jurote que sim.
Nada sabia, ndo adivinhei : amava Joanna
tdo santamente como te amava.
Pois, entdol... nao comprebendo maisl
disse minba mai com ingenuidade.
Ella nao podia admittir que ea tivesse
suspeiudo d'ella.
Uei-me pressa em fazer desnortear e iliu-
dir sua pirspicacia. Fallei-Ihe acerca das
minhas loucas supposigdes de um casamen-
to projectado eotre Joanna e o Sr.' Brudnel,
e confessei-lhe ]ue tinba sorprendido o se-
gredo do lago que os ligava.
N'esse caso sabes que acquiescemos
ao seu pedido. Vamos assistir amanhda o
seu casamento com Manoela. Vencerei e
sab'Tei callar algumas prevengdes que me
restam ; mas Joanna, que nada sabe, e que
nada deve saber da lua aventura, esta in
teiramente disposta a amar a mulher do teu
pai.
E sua mai morreu ?
Morreu em Bordeaux poucos dias de-
pois de te-la dado d luz.
Ndo era... T
Tauny Ellingston.
Marqueza do Mauville ; lembro-me o
tumulo juulo ao qual oraste com Joanna.
N'aquella occasido julguei ter comprebeo-
dido, e Joanna de certo comprehendeo.
Porque razdo nos eogauaste depois e por
tanto tempo ? Eu tinha a idade precisa para
sabe" guardar um segredo.
Eu devia, porem, afastar do teu es-
pirito qualquer suspeita da verdade.
Porque razdo ?
Pela r^zdo do que terias araado Joan-
na, epor quo oseu futuro nao meporten-
cia.
Dizes que eu to-la-hia araado ? Sim.
e possivel ; qupm pode sabe-lo ? Ha pouco
eu tinha tanto ciume d'ella I... Mas coc-
. ides dizer-me qual a sua varJjideira
....., ... iu+. o^.. li.-JuJiW .Oi i-.0C*
la, a lopta-la, dedarar-s: s^u pai Foi
ella rea mente inscripti nos regisl os do es-
ta lo civil como tua tilha e de meu pai '
Tem elle algum direito sobre ella, ou ficard
Joanna como minha irmaa, one perantea
lei?
Seja ella, pois. tua irmda, respondeu
minha mai. Quaulo a sir Richard, iguar
demos o resultado das suas r-fl. io ;.
Que reflexoes ? Elle nada pode dc-
clararsera acarretar para ti graves perigos.
Nao e permitlito a nmg em substituir uma
'-rianga por outra,visto como meus comraen-
tarii.s levam-m-4 a suppor que ramha ver-
dadeira irmaa morreu ao oas^er, que Joan
na tomou o seu lugar, e que meu pobre
pai, que alias iaoro inscrever um acto de nascimento urn vez de
umassentamento de morte. Se assim acon-
teceu, ndo quero que figures como complice
de semelbante irregiaiaridade, f n'este (caso
interdigo a sir Richard a pratica de actoa de
autondade paterna em minba fami! a.
Pobre sir Richard I disse minha mai ;
jd vejo que serd bem didicil reconciliares-
te com elle I Qualquer que seja oseotido
em que elle obre. aempre acbas uma causa
de hoslilidade I Espero entretanto que oao
se abrird luta, e, ate" nova ordem, conferen-
ciarei com ella em separado.
Como quizeret I mas dize-lhe de mi-
nba parte que probibo-ine que te expooha
a qualquer suspeita, ou a um negocio des-
agradabilissimo. Elle ndo poderd jimais
recouhecer Joanm, e eu pruhibo-lbe que
o tente. Conheco e iovoco a lei : Joanna
pertence-nos. Serei seu irmdo e seu pro-
tector contra todo muudo OppooboHoa a
que ella assista ao caaameoto da Manoela,
porque no quero que Manoela sja confi-
dente de tdo Krve ftegredo. MaiKwU nio
comprebeoderia isso, mas fl na a tel rea
p.ito a Dolores, que ocommuniearia a todo
mundo. Aa mulberes pouco se important
com a autoridade legal, o to mesmo nao
me pareces ter comprebeniido em tempo
tun hum teu sublime devotamento 4 mat-
qoeza do Mauville.
(jGntftMian-aa-AftJ
ill LV l..'l.a.,-;.V.. I IV- Cl- V-- J


I


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