Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17854


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Full Text
I' *
i>
I
X
\
i
ANNO L. MiMERO 242
PARA A CAPITAL B LU6ABES O^DE N&O SB PAG A POBTB.
Por tres Inezes adiautados................ 69000
Por seis ditos idem...................1SIW00
Por am anno idem..................84800
ala numero avulso................. ARIODEP
SEXTA FEIRA 23 DE OLTIBRO DE 1874
PAB A DG1TRO B FOB A DA PBOVL1CI A.
Por tres meies adianudos.................
Por seis ditos idem.................
Por nove ditos idem.............. .
Por urn anno idem..................tTHOH

PR0PRIED1DE DE IAN0EL FICUEIROA DE FARIA FILHOS.
Si
tn.
Gerardo Antonio Ahead Klhoe.ao Para; oneivet Pinto, no MaranhAo; Joaqnim Joe* de Ohnin d Pflho, no Ceari;
Pereira d'Almeida, am Mamanguape ; Carlos Auzencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Josd Gomes, M
Antonio Ferreira de Aguiar. em Goyanna t Joio Antonio Machaeo, no Pilar dee

PARTE OFFICIAL
Govern* da provincia.
exi'Epie.NTE do ma 6 it ::vio de 1871.
wseecAj.
Offlcios : .
Ao director do arsenal de guerra. Maude
Vac. satisfazer o iuduso pedido e.u d up lie .Ha. qoe
litzo commandante do deposito de reeruta*, deb
cideiras de palfuulia sends 2 de bracks, lendo se,
boretn, em aitencio o que reunimeida o ultimo
ttuga da* observacoes da labella de 23 de julbo do
;>ano proximo flul>.
_ ao con^elho de comprat Jj arsenal de guor-
ra__promova o cjnsrlho de mnpras do arsenal
de guerra o fomecimento dos abjectos conslanles
do udido junto que far o re*pectivo almoxar.fe, os
sao precisus a wee*) de sapadores boin-
P
quaes
' Ao commandante do pre?tdio de Fernando
dj Noronha. Defenndo a rejuenmento do sea
lonciado Jose Francisco Xafc^r, conbecido por Jo-
so Dionisio, sobre quo versa a *ua mformacao de
1* de maio ultimo, exarada M mesmo rei|uen
inento, tenao resolvido, da aeordn com o parecer
do inspector da thesouraria de lazenda, coustante
do seu olDeiO de honlem JataJo, sob n. G90, serie
G aue ao dilo senttnciado seja abonada, na forma
do art 36 do regula enlo de tide fevereiro-de
t$63 a graiiti:ac>> de 500 Teis diarios. visto estar
pnstanou servn;-> de barbeiro na enfcrmaria des-
se presidio.
I.' seccut
0 presidente da provin:ia, a vista da infor-
macao do commandante superior interino da guar-
.ia cucioual dos muuicvpios de Olinda e Iguarassu,
,-m offlcios de 1 e 5 do corrente e de conformida-
de com o avi-o de (2 de julho de 1838, resolve
uomear o capita.. Joao Ferreira Vilella, do bata
lhao n. 7 de reserva, para eoramandar o de n. 9
tambem de re>erva, e ambos da guards national
.'iaqueiles rauoicipi'-s, em quanto no refendo bata-
loao nao houver uffioiaes qoe o possam fozer na
forma da lei. .
0 presidente da proviQiia, atlendendo ao que
reauereu o bacharel Jose Climaeo do E to juii municipal e de orphan do termo de Bora
Conselho, resolve cooceder-lbe 30 dias de lieenca
com ordenado, para tralar de sua saude onde Ihe
oonvier.
_ 0 presidente da provic^.a, atlendendo ao que
requereu Autonio Severiano de Mello FarcaJ, ta-
r/eUiao do publico judicial e notas, e escrivao de
nrphins do lerrao de Gmbres, resolve conder-l&e
30 dias de lieenca para tra'.ar ao sua saude n
capit I.
Offlcios : .
Ao Dr. chefe de p!k,i. Tendo nesta data
uutorisado o empreiteiro da p nte que vai ser
onstruida em substituicao a veins que liga o bair-
ro de Santo Antonio ai da iWa Vista, a pronibir o
iransito pela mesraa ponle, a!;!! de poder dar co-
medo aos respeclivos irabaiius, assim o commuui-
Ao mesmo. ReraeU- i V. S. a inclusa co-
i>ia da mformacao do inspee:or J thesouraria pro
vincial aflra de'que sejam observadas as medida*
lembradas. relativas as guias djs productos desta
irovincia levados para a de Alagoas, pelas auto
ridaies das locali lades mencionadas era meu offl
cio de 24 de fevereiro do corrente anuo.
Ao Dr juiz de direito da t' vara desta cida-
j,. \0 Or. Juiz de direilo da i' vara, nomeado
in sub>titui;ao de V. S. para fazer oarte da junu
da iutica aue tern do julgir o prueesso instaura-
do routra o sulda-lo da 21 -::;)pauliia do corpo de
j.olieia, Rufiio Aires da Silrs, qaeira V. S. remet-
t^r os referi los autos.
Ao command nte superior da guarda oacio-
zial de Olinda. Respondccio ao fflcio de V. S.
il> 5 desle mez, tenho a ilii-a Ihe que designei
cesla data o capitao Joao Ferreira Vilella, do ba-
ta'bao de reserta n. 7, parr, interinamenle com
n.an Jar o de n. D tambera i: reserva, e ambos da
' jarda nacional desse manicipio, em quanto no
r^'srido batalhao na.i bouvr jfiiciaes que o pos-
flm fazer na f rma da lei.
Ao c mman lanle superior -de Caruiru
Jransmilto osinclus.s papeis iue serlio devolvidos
i-'ferentes ao toldado di 9 Li'.alhao de infantana
\iaaeeMoaquim da Silva, o iual alltgandi Ut
Hfwc-toado para a campanha d) Paragiay em 18o7
como guarJa aaciooal desse inunicipio, pede biixa
do servico, afim de que V. 8. em satisfaijao ao que
esige o aviso do ministerio da guerra, de o de
maio ultimo, informe si o pet^ionario lez sua apre
>-.-ntacao voluuiariamente, on si foi a isso com-
i.elbdo pela aiiluridade competente.
_ Ao c unmandante superior dos municipins de
r.ibrobo e Exii. Em resposta ao offlcio de V. S.
ile 15 de maio proximo passaJo. consultando como
deve fazer a qualifkacao da guaria nacional e so-
Jicitando a remessa de objectos necessarios ao ex-
i>ediente desse commando, tenho a dizer-lhe que
A'qualiacacao deve ser feita por paroehias, na
1 >rma da lei e que em faced) aviso circular de
..1 de inarco proximo findo, transmittido a V. S.
e;o 23 de abril seguinto, nSo pode ser autorisada
a despeza que or* solicita.
Nao tendo, porem sido ei'eiiuada a uieama qua-
Ufieaeio na euoca legal, designa a 1' dominga do
roez de agosto proximo vindoora
Ao commandante do corpo de policia.Trans-
Mittindo a Vine, copia d3 offlcio do brigadeiro
commandante das armas, de hontem datado, sob n.
452, inclumdo o que Hie dirigira o coronel com-
mandante do 2* bataibao de infanlaria, aoompa-
nhad" do auto de vistoria procedido uo ferimeoto
f-ilo as 9 boras da nokc do dia 1 do corrente, n
pessaa do soldado do mesmo batalhao Jorge Ave-
iiao da Silva, pela praca -io :orpo sob seu com-
mando, ordenanc.a do delegado desta capital, re-
commendo Ihe que proceda a respeito com for do
" lei.
a.* se&jio.
Offlcios : .
Ao inspector da thssouraria de fazenaa.
'iaado nest* data resolvido de acordo com a sua
infermacao de hontem datada, sob n. 69, serie G.
e nos termos do art. 36 do regularaento d6 11 de
fevereiro de 1865, que ao sentenciado .osc Fran-
cisco Xavier, conbecido por Jose Dionisio emcum-
primento de pena no presidio de Fernando de Ko-
reans, seja abonada a gradlicacio diaria de 500
reis visto estar elle prestaodo sorvico de barbeiro
mnnico a 7. 8. qua hoje, reassarala o exercicio do
cargo de juiz sutwlilaio da provadoria o iacharel
Joaqnim Correia ds Oliveira Andrad*,.as4jforme
partieipou nesta data. ,
Ao mesmo. Para os fins conveniefltet com-
muaico a V. S. que nesta data assumio mercici'i
do cargo de 2 proinotor publico desta comarca,
o bacharel Francisco Gomes Parenle, segundo par
licipou era seu offlcio de boje.
Ao mesmo. Ao tenenti do 2* batalhao de
infanlaria Jusd Caetano de Suuza Coaseiro, que
segue para a Parahiba a reunir se a forca do mes-
ii.o batalhao que se acha em diligencia no centro
daqm-lla provincia, mande V. S. ajustar contas e
passar guia de soccorriraento.
Ao mesmo. -Mande V. S. abonar, a vista da
sua informacao dalada de 1 d i corrente, ao inspec-
tor do arsenal da marioha a gratiQcatao a que
tem direito como remuneracao do trabalho da tls
calisacao e superintendent^ das obrasdo melhora-
meuto do porlo.
Ao inspector da thesouraria provincial.In
teira>lo do que e n sessao da junta dessa tbesoura-
rias de 3 do corrente, arrematou o bacharel Joa-
quim Jose Ferreira da RoCtU Junior o fornecimen
to dos presos pobres da casa de detencao no tri-
mestre de juuho a setembro com o abate de 2
'. sobre o valor das respectivas tabellas, dando
por llador o proprietary Luiz Bernardo Gastello
Brauco da Rocha, cabe-me declarar a Vmc em
resposta ao sea offlcio de hontem datado, sob n.
212, que approvo a alludida arrematacao.
Ao mesmo.Conformando me com a sua
informaQio ministra la em offl;io datado de 23 de
maio, sob n. 226, acerca da representacao dirigida
poralguns negociantes estabelecido* na villa do
Brejo, as5im o communico a Vmc. para os devidos
efteitos.
Ao Dr. procurador fiscal da thesouraria pro-
vincial. Remetto a Vine, a inclusa copia da in-
formacao do Dr. juiz de direito da comarca de Pal-
mires sotre o provimento por elie dado ao aggra-
vo interposto por Manoel Jose d'Avieira Viaana, a
que se retere o seu offlcio de 12 de maio proximo
passado, e reeommendo-lhe que intente a respeito
os recursos tacullados por lei.
4' tecrao.
Acto:
be enfermaria do referido presidio ; assim o com
nuoico a V. S. para sea ;onaecimento e direc-
3 _1 Ao mesmo. A' visn do inclaso pedido que
faz 0 aluioxanfe do hospi.ai luiliiar, mande *. S.
abonar Ibe a quantia de 2;*0O.- para occorrer as
aesoani no correnle mez, :om as dietas dos doen
us e racfies dos empregados do mesmos hospital.
Ao mesmc Tendo aaton-ado o conselh
de compras do arsenal de guerra a proraover a
a-qoisicao dos obieclos coastantes do pedido jonto
para serem forneciios a sergaci de sapadores bom
beiros; assim o communico a V. S. para seu co-
nhecimento e direccao. ... A
Ao mesmo. Tsndo nesta data de acordo
cam a sua informacao de hontem datada sob n.
602 serie G, autorisado o director do arsenal de
Suerra a satisfacer o pedido que faz o coraman-
ante do depos to de recrntas de 6 cadeiras com
assento de paltmhajnclusive t de bracos, com des-
tiao a secretara do mosmo deposito; assim o com-
munico a V. S. para seo, conhecimento.
Ao mesmo. Para y. fin? ^nvenientes com-
O presidente da provincia, atlendendo ao que re
queren o professor de ingles do collegio das artec,
Carlos Adolpho de Aveilar Alchorne, resolve conce-
der Ihe 3 mezes de licenga com ordenado, para
tratar de sua saude onde Ihe convier.
Offlcios :
Ao provedor interino da Santa Casa de Mi-e-
ricordia. -Tendo deferido, em vista da informacao
de Vmc, de 5 do corrente, ob n. 929, o requeri-
raento de Francelina Pereira de Oliveira, autoriso-o
a entregar-lhe seu filho Alfredo, educando do colle-
gio dos orphaoe.
Ao mesmo.l'ode ser entregne a Monnda
Maria da Conceicao. seguudo resolveu a junta ad
rami-traiiva, sua lilna Valeriaua Maria da 1'aixao,
Santos, quo compielou a educacau no collegio das
orphas ; ficando assim respoudido o offlcio de
Vmc, de 5 do eomole, sob a 93 J.
Ao juiz de pai da fregnesia da Granito.Re-
mclto a Vmc, era additamento ao meu offlcio de
2't de fevereiro do corrente anno, a inclusa copia
do offlcio do inspector da thesouraria provincial
para que sejam observadas as medidas em o mes
mo offlcio lembradas relativamente as guias dos
produclos desta provincia que forara levadas para
a das Alaguas. Igual aos juizes de pal de Ouri-
curv, Tacar td, Flresta, Boa-Vista, Aguas Bellas,
Buique, Garanhus, Bom-Conselno, Palmares e
Quipapa.
Ao juiz de paz da freguezia de Canhotinho
Resqoudo acon^ulta de Vmc, datda de 6 de
marco protimo pas alo, com a informacao por co-
pia, do mspeclor da thesouraria provincial.
Portarias :
A' caraara municipal da cidade da bs-
cada. Informe a caraara municipal da cida-
de da Escada si ja dcu cumprimento ao despacho
desta presidencia, de il de fevereiro deste anno
exorado em um abaixo assiguad. doi proprieta
riosm >radores nessa cidade, solicitando oronden
cias acerca da cobran^a aos foros do> terrenos da
extmcta aldeia, procedila por essa mesma sa-
mara.
Circular : .
A's camaras municipaes da provincia.
Em viriude da resolucao da a tiva provincial, conslante do offlcio n. ii, de 5 lo
correnle, recoumeudo a camara municipal de.......
a fiel observaoeja da lei provincial n. 79 de 4 de
maio de 18-19, de acordo com a geral ue de ou-
mbro de 1828, na parte em que obriga as cama-
ras municipaes a presiarein coutas aunualmente a
mesma assemblea, sob pena de mulla no caso de
tran>gressao.
5.' seccao.
Actos :
0 presidenle da provincia resolve nomear o
eogenheiro Chryssolito Ferreira de Castro Chafes
para exercer o lugar de fiscal das obras da capata-
zia di aRandega durante o impediment do effec-
tivo.
0 presidente da provincia resolve nomear o
engenheiro ajudante da reparticao das obras pu
blicas, Francisco Apolinano Leal, para exercer o
lugar de fiscal da companhia Recife Drainage
durante o impediment do effeciivo.
Offlcios :
Ao engenheiro eue'e da reparticao das o'>ras
pubheas.Respoodendo ,o offlcio de Vmc, de 30
do mez proximo passado sob n. !59,{com referen-
da a responsabilidade qu- cabe a companhia Lo-
comotora Pernambucana pelos paral elipipedo
que souraram da reposicao do calcamento levantas
do para o assentamento do3 respectivos trilhos,
declaro-lhe que essa reparlicao deve proceder nos
termos do citado offlcio, fazendo aquella empresa
responsavel pelos extravios dos carallelipipedo-,
ate que sejam cstes enlregues 4 companhia Ferro
Carril, ou essa reparticiio delles tome conta.
Ao engenheiro Victor Fournie, fiscal das
obras da nova ponte da Boa Vista.Communique
Vmc. ao en preiteiro da ponte que lem de ser
construiia em substituicao a velba, que liga o
bairro de Santo Antonio ao da Boa Vista, que po-
de prohlbir o transito pela velha ponte. conforme
solicitou a esla presidencia ; e que nesta data se
officia ao Dr. chefe de policia para dar as provi-
dencias que forem reclamadas.
Ao engenheiro fiscal da companhia Locorno-
tor a Pernambucann.Em resposta ao offlcio de
Vmc, de 21 do mez proximo passado, sob n. 16,
relativamente a responsabilidade que cabe a essa
ernpreza pelos parallelipipedus quo sobraram da
reposicao do calcamento levtatado para a collo-
cacao dos respectivos irilhos tenho, a declarar-lhe
que essa emprezati responsavel pelos ditos paralle
lipipedos, ate que estes sejam entregues a compa-
nhia Ferro Carril mediante o processo q.e a re-
particlodas obras publicas adoptar, ou delles to-
me conta a mesma reparticao.
Mantenba Vmc. a ordem expedida por esta pre-
sidencia em 19 do cilado mez, e fazendo sentir ao
gerente dessa empreza que a sua re ponsabilida-
de e resultante dos principios de direito, ptlos
quae- 6 reponsavel aquelle que concorre para o
extravio de majeriaes que constituera proprieda-
de da provincia.
Portaria :
Os Srs. agentes da companhia brasileira de
navegaQio a vapor raandem dar passagora para a
corte nor conta do ministerio da guerra ao ex sol-
dado fiavmuado Fran::aco Cardozo.qae tendo sido
escnso do 2* batalhao de infanlaria, a que perten-
cia, vai aili Uxar o sea doioicilio.
EXPEDIENTS DO SECRKTARIu.
/.* seccao.
Ufflcios:
Ao Exm. brigadeh-o commandante das armas.
S. Exc o Sr. presideoie da provincia manda
communicar a V. Exc. que nesta data se antori-
soa o fomecimento de seis cadeiras com assetitos
de palhmba, inclusive duas de bracos, para a se
cretana do deposito da recrutas, conforme o pe-
dido que veio aanexo ao seu offlcio de 12 de maio
ultimo, sob n. 3x9.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidenle da
provincia, tendo providen iado para quo ao almo
xarifado do hospital militar seja abonada a qaantia
de z: 200IOU0 para occorrer as despezas no Cor-
rente mez, com dietas e racoes para os doentes e
empregaddS do mesmo hospital ; assim o manda
declarar a V. Exe. em resposta ao seu offlcio de
hontem datado, sob n. 440.
Aoins.ecUT do arsenal de marinha.Sua
Exc. o Sr. presidenle da provincia manda declarar
a V. S., em resposta ao seu offlcio datado de 12
de maio proximo fiado, que maodou abonar- Ihea
gratiftcacio a que lem direito, como remuneracao
da fiscahsa;ao das obras do melhorameato do por-
to, de couforinidade com a ioformacao do inspe-
ctor da thesouraria de fazenda, datada do 1* do
corrente
Ao capitao do porto.S. Exc o Sr. presi-
dente da provincia, tendo por despacho desta data
concedido ao recruta Manoel Leonardo dos Santos,
o praso de 8 dias para provar isencjio legal; as-
sim o manda declarar a V. S. para sea conheci-
mento.
2' seccao.
Offlcios:
Ao Dr. chefe de policia.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda communicar a V. S.
para os devidos effeitos que nesta data appro
vou a arrematacao do fomecimento dos preso* po-
bres da ca*a de detencao no triineslre de julho a
setembro, feita pela junta da thesouraria provin-
cial, em sessao de 3 do corrente, com o bacharel
Joaquim Jose Ferreira Rocha Junior.
Ao mesmo. -0 Exm Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S., em resposta ac
offlcio n. 693, de hontem datado, que, nao havendo
presenterartnte pus vaccinico, deixa de ser satis-
feita a reqotsicio do- subdeiegado do 1* districlo
da cidade de Nazareth ; devendo elle enlender se a
este respeito com o juiz de direito da comarca, a
quern opportunameote serao enviados alguns tubos
e laminas do mesmo pus.
Ao juiz substitute da provedoria, bacharel
Joaquim Correia de Oliveira Andrade. O Exm.
Sr. presidenle da provincia manda accusar o re-
cebimento do offlcio de V. S., do hoje, comrauni-
cando haver nesta data assumido o exercicio de
seu cargo.
Ao 2 promoter publico desta comarca.0
Exm. Sr. presidente da provincia manda accusar o
recebimento di offlcio de V. S., desta data, com
mnnicando ter hoje reassuwido o exercieio de seu
cargo.
a.' tecqSo.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial.-De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
communico a V. S. para os devidos fins que
nesta data reassumio o exercicio da directorla da
ia>truccao publics, seguudo caba de parlicipar, o
bacharel Joao Barbalno Uchda Cavalcante, visto
terem-se encerrado os trabal ios da assemblea pro
vincial, onde se achava com assento.
0.' seccao.
Offlcio:
- Por est% secretaria se communica ao Sr.
engenheiro Chrissoiito Ferreira de Castro Chavea
que por portaria desta data foi S. S. nomeado para
exercer inlerinaraente o Ingar de fiscal das obras
da capatazia da aifandega durante o nnpedimeulo
do effective ; pelo que coovem que solicite o res
pectivo titulo.
Lmal ao Sr. engenheiro Francisco Apoligo-
rio Leal, quanto a sua nomeacao para o lugar de
fiscal da companhia Recite Drainage durante o
impedimenlo do effectivo.
EXPED1EMTE DO DIA 8 DE Jl'MlO DE 1874.
1.' seccao.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar
mas.Sirva-se V. Exc de fazer chegar as maos
do an tinho Fructuoso da Franca, a inclusa copia do of-
ticio do Exm. presidente da llama, inclumdo as
informacoes por elle prestadas era satisfacao ao que
pedm a referida praca no requerimento que junto
devolvo para ser Ibe tarabem entregue.
Ao inspector do arsenal de marinha. -ao
navendo credito na verba competente, a conia
da qual deve correr a despeza coin a compra dos
objectos de que carece a enfermaria, e a quo al-
ludem os seus offlcios de 27 e 29 de maio, sob ns.
27 e 29, solicilo nesta data do Exm. ministro da
marinha providencias no sentido de ser a thesou-
raria de fazenda habilitada com a cifra necessa
ria para occorrer ao pagamento de semelhanie
despeza.
2.' seccao.
Actos :
0 presidenle da provincia, atlendendo ao que
requereu o alferes do corpo de policia e subdeie-
gado do district de Vicencia, do termo de Naza-
reth, Marcolino la Costa Raposo, resolve conceder-
Ihe dez dias de lieenca para vir a esta cidade con-
duzir sua familia.
0 presidente da provincia, de conformidade
com o offlcio do Dr. chefe de policia, n. 700, de 6
do corrente, resolve desfazer o engano que se deu
era a nomeacao de subdeiegado de policia do 1
districlo do termo de S. Bento, que se chama Jose
Maximiaao Cordeiro Lima e nio Jose Maximiano
Cordeiro de Mello, para o que se expedira novo u-
tulo.
Offlcios: '
Ao juiz de direito da comarca do Rio tor-
moso.Sendo insufflcientes as informacoes por
Vmc. ministradas em sea offlcio de 2 do cofreme,
reeommendo-lhe que com a possivel brevidade
satisfaca o qne na ioclasa peticio pede o senlen
ciado Jose Candido Ferreira da Silva, conderana-
do a 14 annos de prisao simples pela jury c
cidade.
Ao primeiro promotor publico desta capital.
Charao a attencao de Vmc para o facto de ha-
ver o sargento do 2 batalhao de linha, de nome I
Mania, ferido gravemenle a Silverio Thome de
Santa Engracia, no dia 5 do corrente as 8 horas
da noite, no oitao da mstriz de Ssnto Antonio,
conforme participa o Dr. chefe de policia em offl-
cio n. 69i, de 6 lambem do correnle.
8' seccao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Para os nnveonvenientes communico a V. S. que
em 5 do corrente commumcou a secretaria dosta
presidencia que acceitava o lugar de jaiz do direito
da comarca do Bonilo nesta provincia, para onde
fora removido da de Jaicos em Piauhy, o bacharel
Miguel Arcbanjo Monteiro de Andrade.
- Ao mesmo. Declaro a V. S. para seu conha-
cimento e devidos fins que, segundo ^communica
cao feita a esta presidencia em 6 do corrente, sob
n. 79, o engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife ao Sao Francisco reassumio na
mesma data o respectivo exercicio, visto ter ces-
sado seu impedimento com o encerramento da as-
semblea provincial.
Ao mesmoPara os fins convenientes com
o de Leibus Braga, no Aracatj ; Joio Maria Julio Chr af, no Asri; Antonio Marques da Silva, Natal: Joed Justine
Penha; Be'armino dos Santos BnlcAo, em Santo Ant* ; Domingos Joad da Costa JJraga, em Baxareth t
Alves d C.,ua Bahia; e A. Xavier Leite d C. d Rio Janeire'
muosIM V. S. que em 6 do corrente reassumio o jrido com offlcio desla data, dirigido a thesouraria
exeresste das funccoes de seu cargo o juiz snbsli-^de fazenda.
iota'sjg jrara de orphaos desla ci lade, bacharel^ Joao Egydio Castro de Jesus. Informe com ur-
Jose WfcSiao Tolentino de C irvalh <, conforme par- gencia o Sr. inspector da tbes mraria de fazenda.
licipoe ein offleio da mesma data.
Ao' inspector da thesouraria provincial,
Auttflsa-Vmc. a pagar ao fornecedor Jose \ntonio
da 3K Galvao gu a seu procurador a quantia de
4l6 tftO, conslante da relacao b onla junta, des-
pendida com o sustenlo do.- presos pobres da ca-
deia do fcrmo d Buique nos mezes de marco e
abril deste anno ; conforme solicita o Dr. chefe de
policia eoi offlcio de 6 do correnle, sob n. 696.
Aolnesmo. Mande Vmc. abonar por adian
tamentrao alferes do corpo de policia Felix Anto
nio de Alcantara os seus vencimentos correspon-
dents ao corrente mez, e mais 35uO0 de ajuda
de cusio de ida e volta a Cruangy, para onde deve
seguir e >mo subdeleg do; segundo solicita o
respeclifo commandante em offlcio de 6 do cor
rente, sob 246.
4' seccao.
Offlcies :
Ao director geral interino da instruc^ao pu
blica fara a boa ordem e regularidade das nulas
do archrvo da secretaria desta presidencia faz-se
necessafto que essa directoria communique a data
do exerckio dos professores, a proporg4o que fo-
tem tonasudo posse de suas respectivas cadeiras ;
o que dsvera fazer tambem depois de qualquer in-
lerrupcio.
Ao provedor da Santa Casa de Miserieordia.
Queira Vine aulorisar a que seja passada a
certidSo de que trata o offlcio de 6 do corrente,
junto per copia, do I* promotor publico desla ca-
pital.
5." seccao.
Portaria :
Os Srs. agentes da companhia bra*ileira de
navegacJo a vapor mandem dar passagem para a
Parahyba por conia do ministerio da gueira, no
vapor esperado ao sul, ao teuente do 2 batalhao
de infanlaria Jose Caetano de Souza Cousseiro e a
duas praeas que o acompanham, e bem assim con-
dnzir para alii ires volumes conjendo fardamento
destinado as' pra^as do sobredito batalhao, que
se acham cm diligencia no sentro daquella pro
vincia.
EXPEDIENTK 00 SECRETAHIO.
1.' seccao.
Offlcio :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. S. Exc. o Sr. presidente da provincia, ten-
do provtdenciado oio so sobre a oassagera para
a Parahyba do tenenie Jose Caetaao de Souza
Cousseiro e de duas pracas, mas lambem acerca
do iransporle para alii de tres volumes contendo
fardamenti; a;sim o manda declarar a V. Exc.
em resposta ac seu offlcio desta data, sob n.
447.
2.' seccao.
Offlcios : .
ao Exm. desembargador presidenle do jury.
Rogo a V. Exc, qne se digne de dispensar da
presente sessao do jury o porteiro 6esta secretaria
AntoaMi.Pf*aciJCo das Neves, cuja (alia e por de-
mais senavel, aifeatas as variadas e permanentes
attributes do luganrae exerce; sendo qne por
esta tazSo fa I to a a cbamada do dia 6 nesse iri-
bnnal.
Ao Dr. chefe de policia.-De ordem de S.
Exc. o Sr. presidenle da provincia, ccramuaico a
V. S. para seu conh-cimento que nesia data se
mandou pagar pela thesouraria prov ncial a J se
Antonio da Silva Galvao, de .conformidado eom o
seu offlcio de 6 do corrente, sob n, 6"6.
Ao mesmoDe ordem de S. Exc. o Sr. pre
sidente da provincia, incluso remetto a V. S. o
titulo de nomeacao do subdeiegado do 1* districto
do termo de S. Bento, devidamente eorrigido, de
conformidade com o offlcio de V. S., n. 700, de
6 do correnie.
A) juiz sub=liluto da vara Ai orphans desla
cidade.-0 Exm. Sr. presidente da provincia man
da accusar o recebimento do offlcio de V. S.,
de 6 do correnle, cotmnunicando haver na mes
ma data reassumido as funccoes de seu cargo.
Ao presidente do consdho de qualifieacao do
municipio de Floresta.-O Exm. Sr. presidente da
provincia manda accusar o recebimento do offlcio
de V. S., de 26 de abril proximo findo, remettendo
as listas dos guardas nacionaes qualilicados nesse
municipio, de conformidade com a nova reforma
da mesma guarda.
Ao juiz de direito Miguel Archanjo Montei-
ro de Aodrade.-Em resposla ao offlcio de V. S.,
de 2ii do correnle, communicando acceitar o lugar
de juiz de direito da comarca do B-miti, para onde
fora removido da de Jaicos, em Piauhy, tenho a
dizer-lhe que levei ao c mhecimento de S. axe a
dila participacao; e aquella man ton fazer nesta data
a necessarias c nnraunicacoes. Aproveito o eniejo
para significar a V. S. os protestos de minha esti
ma e consideracao.
Ao commandante do corpo de policia.D*
ordem de S. Exc. o Sr. presidente d provincia
communico a V. S., para sen conhecimento que
ne-ta data autorisou-e a thesouraria prov ncial a
pagar ao alferes desse corpo, Felix Antonio de Al
cantara, o abono de 33*, conforme solicita \. S.
em seu offlcio de 6 do corrente, sob n. 246.
3." seccao.
OfJlcio: .....
Ao inspector da thesouraria provincial.-De
ordem de S. Exc o Sr. presidente da provincia
communico a V. S. para os devidos finsj que o di
rector da escola normal, bacharel Alvaro Icho.
Cavalcante, reasuraio no dia 6 do corrente o res
pectivo exercicio, segundo partieipou na mesma
data.
4.' seccao.
Offlcio : .. .... .
Ao coadjuctor da freguezia de Bom Jaroira.-
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
declaro a V. Rvma. para seu conhecimento que a
sua peticio dirigida ao governo imperial, para s--r
isenlo da revalidac&o dos livros destiuados aos as-
senlos de aaicimentos e de obitos dos filhos livres
de mulher escrava, deixa de ser encaminhada, a
visu da circular do ministerio da fazenda. n. b do
1 de abril de 1874, que concede o praso de 30 dias
para serem sellados sem revalidacao taes livros.
5.' seccao.
Ao enzenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife ao S. Francisco. De ordem de v
Exc o Sr. presidente da provincia' accuso recebido
o offlcio de6 do corrente, sob n. 79, em que V. s.
communica hover reassumido o exercicio do car-
go de eogenheiro fiscal interino dessa estrada de
ferro.
OKSPACHOS DA PaESlDBNCIA, DO DIA 21 DE 0UTUBB0
DK 1874.
Abaixo assiguados moradores no Bom-Jardim
Nesta data provilencio no sentido em quo reque-
rem.
Autonio Ferreira de Almeida.Sim.
Andre de Sa Barretto.Deferido com offlcio des
ta data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Antonio Jo*6 Baptista. Deferido com offlcio
desta data, dirigido a thesouraria de fasenda.
Tenenie cor met Antonio Goncalves Ferreira -
Defeddo com offlcio dirigido nesla data a thesoura-
ria de fazenda. .. ^ ...
Alexandre Xavier de Andrade Lima.-Deferido
oom offlcio desta daia, dirigido a thesouraria de
fazenda. ,-
Francisco de Pinho Borges.-Junte o supplicau-
te certiflcado respectivo.
Firmino Tuectonio da Caraara Santiago. -Dofe-
Major Miguel Joaquim do Rego Barros.Enca
m nhe-se.
Manoel Rodrigues da Silva.ludeferido, a vista
da uifuriuaeao do Sr. inspector da thesouraria de
fazeuda.
Manoel da Silva Moreira. Informe e Sr. ins-
pector da thesouraria de lazenda.
Manoel Martins Vianna e Jose Maria Barbosa.
(ndeferido.
Maria Lins d'ArauJo.-ludeferido.
Panlosippo M*rinho Pereira dos Santos. Passe
portaria, concedendo somente dous mezes de li-
eenca com vencimentos.
Thoraaz de Figueiredo.Cerlifijue.
Reparti$Ao da policia.
I.' seccao__Secretaria de policia de Pernambuco,
22 de oulubro de 1874.
N. 1302.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolnidos a casa de detencao
os segnintes individuos:
A' minha ord hi, Joao Antonio da Silva, conbe-
cido por Joao Patricio, vindo de Palmares, como
ladrio de cavallos e criminoso de morte na pro
vincia de Alagoas; Casimiro, escravo do Dr. Ig
nacio Joaquim de Souza Leao. Leandro, Salvador,
Juliao e Floriano, e^ravos de Francisco Ribeiro
Pinto Guimaraes, a requerimento dos senbo-
res.
A' or Jem do subdeiegado de Santo Antonio, Ma-
uoel Joao da Crnz e Joaquim Antonio do Paraizo,
por embriaguez e desordem, Florencia_ Maria do
Saul Anna e Florinda Maria da Conceicao, por of-
fensas a moral publica.
A' ordem do do Peres, Manoel Julio de Sant'An-
na, Jose Severo de Figueiredo, Maria Joaquina
das Dor33 e Maria Luiza Martyr, por desor
dem.
\' ordem do de Muribeca, Theraoleo Gomes de
Andrada, de quem tratei na parte diaria de hon-
tem, como criminoso de tres mortes.
A's cinco horas da tarde do dia 10 do corrente,
no silio Frexeiras do 3.* districto do termo de
Santo Antao, Severina Maria de Jesus, assassiiou
com um tiro de espingarda a seu marido Antao
Ferreira dos Santos, sendo presa en flagrante.
Na noite de 7 para o dia 8, tambem deste mez,
no engenho Arandii de Baixo, Leoncio Antonio
dos Santos e outros espancarara barbaramento a
Maria Joaquina de Mello, sendo preso Leoncio, e
conseguin 'o evad rem-se os demais.
Sobre semlhantes factos es respectivos subdele
gados fuerara os inquentos p liciaes, qae foram
remettidos ao Dr. juiz municipal. .
do I* districlo da freguezia de
lodoa o portos daAsarrira dm
if. eleva ae a vintee ssels sail
cos. nao huvendii nrnltum dr
torn. \m on das da tieiua nn. la a So
du Rio rmno de Santuo, rsi .\e
York, elevarasu a Srinla e aaa
nail sartin.
Havre SI. -O depoalt* total de to
das aa tfualidadea e de rrnto eia
coenta e doua mil saccoa.
(AGENCIA AMERICANA.)
Buenos-Ayreis 21. Acaba de chegar a
noticia de ter desembarcado o ganeral Mi-
tre pertu desta capital. 0 coronel fronza-
lez, com o seu batalhao composto do 500
pracas adherio a revolucao, passando-se
para o Iado dos insurgenles. Continu'e a
set grande a anciedade jublica e oV novo
correm boatos que esui eminente um gran-
de combate. No trem da estrida d ferro
do sul vieram hontem os feridos nos pe
quenos combates que j.i teem bavido pare
aquelles Lidos. Foram presos e posios in
communicaveis Daniel Cazon e Coronel.
Montevideo 21.Acaba de entrar aca-
nhoneira argentina PARANA', que adherio
a causa dos revoltosos. Veio do Rio-Gran-
de do Sul. Xarquo : o mercado nao sof-
freu nlteragao.
Para 22 a 1 h e 5 ra. da tsrde.O
MARIO DE tELEM noticia hoje qoe
em Cuarapucii, termo de Anijuz, diversos
individuals, (ingindose agentes da aotnri-
dade, invadiram a car se portuguez alii residente, que, parecev
n5o encontraram, pois a noticia ?6 diz qae
llio maltrbtarara a espos-t e commetteram
diversas outras arbitrariedades. Tendo a-
cudido os moradores vizinbos, pdde a gen-
te de casa com este auxilio repellir os ag-
gress ores. A mesma guzeta diz que o con-
sul de Portugal na cidade de Belea recebe-
ra uma carta daquella localldade narran-
do-lhe todo o succ-dido, e coueloe
pedindo ao presidente da provincia provi-
dencias cnergicas, visto que o interior do
paiz parece estar sobre um vulcio.
Paris 21.0 consulho supremo da me-
(onarii fri>nceza acaba de convoear am
reuniao dos conselhos supremos da maco-
Pelo subdeiegado _
S. Jose\ foi remetUdo no dia SO do correnle ao Dr. .
juiz de direito do respecuvo districto criminal o narja j,, to,jos os pajzes p,ra 0 prjnie.ro j9
^^SS^^J^&^^SSoTZ setembro do anno proximo vindouro de
J.seLeo^d.0. por crime defenmentoa ^^ 0 ^.^ do ro^niio 6 a ddadrt ^
Lauzanne na Suissa, e o assumpto a tratar
6 a guerra pr unovida contra ella pel* je-
suitismo.
Madrid 21.Acaba de receber-se a no-
ticia de que os carlistas estao se fortifican-
do e entrincbeirando uas immediani.'s da
cidade de Pamplona.
Lisboa 22-0 guarda cabo, que tentiu
esbofetear o seu capitao, foi condomnado &
morte.
Londres 21.Consolidados 92 5/8. Fun-
dos brasiUir. s de cinco por cento, do an-
no do I860, 99 ; ditos argentinos de 6/,,
do anno de 1871, 91 ; ditos do Uruguay
na
pps-o de Fortunato Jose Ribeiro.
Em data.de h nlem 0 subddegado do Poco da
Panella, remelteu ao Dr. juiz de direito do o. du-
tricto criminal 0 ioqnerito policial qae fe* contra
Manoel Ramos da Silva, por crime de mor-
te.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
nendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre
iidente da provincia 0 chefe de policia, Anto
nio F>ancisco C-rreia de Araujo.
( AGENC1A TELEGRAPHIC*. UAVAS REUTER.)
^n=^%^ ^S IMIMIMn
New Tok *8 de outubro. Em vis-
ta du acto do governo ulletnao em
relaeuo aos celonos dessa nacao
existeiites lias Unas d Gisvertiador
(nwigvtor islands), o Roverno dos Ksla-
dos LInidos fes para alii seguir utna
rraguta da marinha de goerra.
K.lsbna O governo portuguez
acaba de annunciar aue todos os
navlos procedeutes de Corricntes,
Paraguay e Bio da Praia, serao de
iu-ura eiu diante adniittidos a llvre
pi-atica neste porto. Htxliio hoje
para o Para a corvela portuguesa
SAGRES.
soiiiampton *l. O vapor Ingles
QASSENDl ctaegou hontem aqul pro-
cedeute do Brasil.
Marselha *1. Chesou lioje aqul
<> paquete ffrancez S.4 VOIE, proceden-
te do Brasil. ___
Bahia *. Wahlo hoje parao Bio
de Janeiro o vapor ingle* LhlbMlf..
COMMGRCIABS.
de 6''
10 anno de 1 71, 66. C*16
frouxo ; ver.-
Assucar : fir-
precos. Cacao:
.1
Londres *l. Consolidados de 3
O/O. for account, a .' FundoH1 bra-
silciros de 5 O/O. do annu de !*..
a 9 ; ditos do Uruguay de O O/O. do
mo de IS*I, a 5 t ditos ar
zentinos de 6O/O. do anno de 1MB.
a 88. Mercado de cafe animado ;
venderam se selscentose clncoenia
saccos do lavado do Rio de 101/ a
10s/ por cwtf. Mercado de assucar
Imilterado.
New-York l. -Cambio sobre Lon-
dres t -5 1/*. Ouro BIO. Cafe do
Rio FAIR a It /. e good a t i/d cknts
por libra. Algodao mediano uplands
a IS l/S crnts por libra 1 aa chega-
daa de hoje aos portos amerlca-
nos elevaram-ae a vinte e um mil
rardos.
Liverpool 91. Mercado de algo-
dao desanimado t venderam se ho
le dose mil rardos. aendo doua
mil e noveeenloa de procedencla
da America do Sul o S*AI1 de Per
nambueo e de Maceio a 8 d.. e o
de Mantos a / d. por "hra.
Mercado de asaucar inalterado.
Havre I. -Mercado de care quie-
to e os precos inalteradoa. Aigo-
dao ordlnarlo de Sorocaba de l a
a 3. e de pernambuco 91 rrancoa.
ttlo de Janeiro -Cambio sobre
Londres *8 /* u* aiica-
rloVe *8 3/4 d. particular, nominal
Cambio sobr.' Paris *5 36* reis
Dorrranco. Soheranos () a eMO
cadaum Ac^ftes do Banco Nnclo.
nal 4'*SOO. Bltaa do Banco Com
merclal de Pernambuco II4SOO a
dlnheiro.
Bahia tt.-Cambio aobre Londres
.1/8 d. bancario, e CO 3,8 a to
I d. particular.
KMTATI8TICA tOHHIHtltl..
Londres l.-0 deposito total do
care de procedencla brnsilelra. em
mercado firme, sem altera^ao em precos.
New-York 21.CaK do Rio de Janeiro
IT 5,'8. Algodao mediano IS 1,8. Assu-
car 8 1,2. Ouro 110 l/S.
Liverpool 21.Algodao :
das 2,100 fan! is do Bras 1.
me; sem alternr^ao em
calmo ; cota-se a 4.
Aniuerpia 21.Cafe bom orlinario do
Rio *1 12; vendas 500 saccos. Coiiros:
do Rio-C.rande do Sul 89, do Uruguay 98 ;
vendas de boje 2,400. L8s : d- im-rinds,
primeira qualilad^l95, vendas 205 fardos.
Sebo : firme.
Havre 21Cafe : vendas de boje 1,100
sacci s ; 0 do Rm de 95 a 96 e o de Santos
a 101. Algodao : v-mderam-se' 1,30 far-
dos ; 0 mercado esta frouso. Sebo : de boi
a 52 e 52 e 50. decrneiro a 51 e 51 e
50. Couros e las firme.
Bahia 22 as 3 h. e 40 m. da tarde.
Cambio sobre Londres 26 3/8 bancari., 26
3/8 e 26 1/2 particular. Sahio para rVr-
nambuco abaroa portugueza GRATID.iO.
DIARIOL) PEttNAMttOlX)
RECIFE, 23 DE OLTUBRO DE 1874.
O Braail perante a revolarao mr~
gentlaa
Sob esta epigraphe, e respoodendo ao Diario i
Rio, que, cm bem pooco escrupuk) e bera m>-
goado p-itriotismo, c >mo que procarou em certo
modo fomenur as velhas qoeixas dos nossos vii-
qIiqs irrequielosda Repobtica Argentma, |ubheoa
a Nicai, aa corte, as liohas que abaixo transcrevt-
inus, e que fazemos nossas, por isso que tradutan
um pea^amento que nio pode deiiar de ter 0 et
mainria dos brasileiros.
Perante a croeiante guerra que da presente -
sangueuti os nossos desconfiados vuiohos, separaa-
do argentioos de argentioos, nio pose ser, nio 6
a politica do Brasil seoio a da mais franca e coa-
plela neatralidade. tem neohuns vises de interferes)
cia por este ou aquelle dos coatendores, qne alias
valem ambos 0 que pesam na balanca em qoe te
medem as simpatias e antipatias qae a uos e an-
tros in piramos o> outros -os brastteiros.
Se em tempos normaes nao temos cesaaatee
clamar e acooselhar a praUca de uma pouwa nto
iaterventora nos interesses inlimot e por **
ter privados da irrequieh R^pubMca, snbiriaaaia
ponto os nossos clamores e eonselho- nste nasasa
to, em que se digladiam os partidos argentine*, te
nao tivessemus plena conviccio de que, de annos
a esta parte, tem ido a po'itica brasileira no PraU
aquella que unica nos pole aogtriar sympasMSL
ou pelo menos accalraar odios e desfaier estnoidc
preconceitos de que alii temos da eontinno stew
viciimas.
Fiel intcrprqlc dos sentimenlos naaonaes, a an-
verno imperial sabera maoter-se no ?'U P0"0*
honra em face da lula tratecida qne e.ihcrta
Republica Argentina, e de certo nio **jMr*5'
se perc.m nesaa luta as pootas da means aaa
que tao pacieote quao iutelligeotomeale iaa sa
le-cmharacadas d > novt-lj qua nos *8"ca'JEj*
ra do Paraguay aote as ambifoes 4c<>mei*9 o.
governo de Buenos-Ayres.
V
*-



warn
H8H 1(1 OK Ml :,. w/Pfyy de I'ernambuco Sexta (eira 23 de Outubro mm*

-
A ialerfcreacia d-oSrasW em ijrol diqualjuer
dos cont-oadores, ainda qiwc-ssa faaeileteueia nio
s fizesse M$renio coma alraejbj de. vic^ris,
para am rtfAgiipT''1 an) erro gravisstmo, pur isso
quj faria peticii'.ar os nossos raais caros ihtaresses"
' do Praia, em'oortar qde cofliritiriiiis para aindr
mais deseiM4a Is odiw immerseido* d que se
dos fax carga.
Felizmeots, e dasvanecemo-nos cm d to lo, Ion-
ge vlo ja esses tempes'era que a politica interven
tora bob creava embara^os de toda a ordem >o,
gramas a uma mdhor c >:nprehens?.j dos nosios in-
teresses, a puliiica.de h.Je sabe ser cnteriosa e in-
ma a imciio, tal cmbo a compreheude e praties o
gabiuele de sete 'le aiarcp.
Eis as linlias da Saeao, que fazen:.is nossas :
Nas seus telc-esse's acluaes como nos do futu-
ro, ttro o Brasil as Belhores rasaes para raanter
so, nao como espcctaSor indiff>rente que um povo
nao pode ser ante cs males qua a oulros alllgem,
mas como lesteinuaha fraocaiii'-iitu e sinceramente
neutral na guerra civil que neste itcmeato se fe-
re na Republica argentiua.
i Nao teriamos aada a gaahar mas tudo a per-
der, ja com uma politics de rranca iKervencao, ja
cam nma neutralidade Beta, como dii o Diario, es
condendo sob as apparencias desoooros protestos
.\mpaihias por um e aotipattiias por outro dos
contendoree que pleteiam o iucerto triumpho.
Os nossos interessas no Praia nao estao de
qualquer sorte cm causa. Gun Avellanoda, com
Mitre, com um qualquer tertius gaudet, licam os
niesmos os nossos direitos, iguaknenle garantidos.
Eites mtere>ses u direitos nao offeniera alias m-
teresses e direit.es J>p v,, ar^eatiuo para qua se-
ism vistosOra de cotis! .nea.
Neutralidade .-inc. ra, real e cobvencida de
_ seas diiveres:-tal e a attitiila que o direito das
tentesfaCon-elha, e us iuteresses du Brasil dictam
sou governo. Dir.-nij e depjis da luta, qual-
"rr-Jer que seja b soil IcseaUcej tal c a invariavel
politica iju-; o fjveru > A j Brail se impora.
A raais cuida l -a vfgiiaacu por sens direitos
fiao'euvrilve a a vi i ijga >, ain'Ja a mencs aparenle,
das regras e'pri.i.-.;;;..s qua da neutralidade de-
correm. /
Sabemos -er e t-' o conselho que iaspira o go-
veroo imperial. .\ .-! aszordo, o mais siDcero e
o mais leal, todas as iiistru-.'gojs e providencias
tem sido dadas.
Creia uu ii'd na sincen'Jade deste pir-graram.t
nma rerta pane da imprensa argentina, afoita a
fomentar e esplorar cm proveito de seus pianos
paliticos, oiios B?tnptdo9 c Iiiquos precon:eitos
contca o BraMl, ouu Uata imparciali !ale prc^en-
ciambs o eursu do- acontecimeotos curao presen-
teiaremos a deHralivaMecisio da fortam pur qual-
qaer dos coii'eudores.
Esteja dtslo trei|uillo o Dinio. Ao leme do
governo o^tao cidadios radeiados da conlian^a na-
cional que, perdendu de vista os legitlmos e sagra-
dbs interesies do paiz, eomprehendem a elevada
responsabilidads qua t 'msriam, n.io ja perante
partidus arge;itinoi>. ma* perante a America e o
ituudo civilisaJo, se por nma lingida a'UtraliJado
fizessi-inos cau^a can mam, ostensjva oa occulta
meat*, c.-m qual raer dos com etidoreB a suprema
magi>tra ura da Kpnbli*a Argentina.
0 governo do t rasil e taosensato para evitar
que sous actos possi m prcstar-se a revelar ioteo
ijoes que nao aaricia. cano & forte p>ra saber
ie.-i.tir asaggestao de Incoofessaveis interesses
que na politica de intervene*) possam ver a fonte
provavel de lucros.
Nao tamos de:i;!idaraanteque ver cum a revo-
luca.) argentma. Tal c o programmn ioflexivel do
governo iupen.il.
pra^as d.i pret e um eadsle, Thimazia PacpBco de
Ni, sealrmia e nma lilha, Mai r Joajui Gai-
tnerwe Sou** Cai.'as.

187 i.
EXH. SR. CUNSEtHEttlO
o ammuenv Joiqnim Mo-
Jesms dos Passos e das A!ma<, da wratriz de S. Frei
il'udro (^aealwsla fiMfc, k>*i* y*r* se TfowiJer
8cJeicSo,dv novas niezijs regeiloras para o aoBS
de 1874-i 375.
lnapi-iis pH*la6s.-Ti\'eram o cob-
venienT'destino os-qae-se effectuaram pehs'sUb-
delegaoias :- de S. load, contra Domingo* Jose Leo-.
cadio, por crime de ferimenlos; do Po^o da Pa- SESSAO ESPECIAL EVI_ M DE OUT&BRO DE
fell*, coutra Maaoel Ramos di Silva, por crime i
de inorte. PRESlDEIfCIA DO
Homirldlo No sitio Brtckeirat, do 3. di-' Sertie de sesrttmfo
tnct > do termo de Santo Antao, Severina Maria mra de Alendonca.
da Jesus raatou com ura tiro de spiDgarda sea A's 10 boras da rnanhs, preserves os Srs. des
marido Aotio Frretra dos Saatos, as S horas da embargaiores Reis e Silva, Almeida e Aibuquer-
tarde de 10 de corrente. A criminosa foi presm que, Motta, Accioli, Suuza Leao e Domiagnes Si
'"prante. va, abrieae a sessao.
K*P*meJainonto. Na norte de 7 do cor-; Em coShiuacao o Bxm. Sr. deseflb3rgador
rente, Leoacio Antonio dos Santos eoutros e-pan- passou ardlauros saguintes azgravoa, cujos ad
cararo barbaramente a Maria Joaqoina da Mello, juntos foram sorteados em sessae anterior,
uo engenha Arandu' de bairn. AggMwoa de instramento.
Apenas conseguiram a prisao do Sr. Leoncio,' N. 8.-Aggravates Corga 4 Irmao, aggravado
os oulros evadirara se. Daste e do facto acima, Francisco Joso de Campos Pamplona. Sorteados
tiveram ja o conveniante destiao os respectivos|os Srs. desembargadores Almeida Alouquerqae e
inijuentos poljciaes. Domingnes Silva. ??egaram pmviniento.
Cempanhia I'ciro Carril.-Na barca ', N. 9.Aggravante Joaquim Rodrigues Tavares
lpgleza Hermione, chegada a 20 do correnti de de Mello, aggravado Antonio Correia de Araujo.
New-York, vieram mais sets carros para essa com-, Sorteados os Srs. deserabargadores Reis e Silva e
panbia (bonds) dos abertos, e graude quantidade Souza Leao. Negaram provimento.
de mate lal rodante ; e na barca ingleza Clementi-
nn, esperada a todo o moment* de Lirerpi il, de
veaj cbegar os trilhos necei-sarios a nova linha da
Torre.
Aggravosde peticao.
N. 73.Aggravante bacbarel Maaoel Jose Pe-
reira de Mello, aggravado Joao Fernandas da Cruz.
Juizes os Srs. deserabargadores Accioli a Almeiia
ninlieiro. 0 vapor Pirap'ima trouse para :! Albuqaerqae.Negaram provimento.
PIST

REVISTA DIARIA.
A:i(t>ri{lades palicin^s. P >r portarla
da prestdencia da jrovincia, de 20 do corrente, fo-
r;.m nomeados : dsbgado do ler.i.o de Panellas, b
capitao Maaoel Acciili de Moura Gondim ; 1. 2"
e 3" soppleates dosubdelegado do districto de Qai-
papa, do raesmo terlno, Joss Manfieiu de Araujo,
alferes Fraucisco Alves Leite e Nicclao Tolentin
(reira.
* *nMtiios- Damos em seguida mais
etroioa o-}it&do3 p^ra as obras do novo hospicio
te alieoadbs :
e film, e Exm. Sr. commendador Henrique Pe-
reira de Lucena.Alleicuado a generosa e buma
nitaria idea da edilkacao de um adiflcin des'.inado
ao asjlo de alienado', tenh> a honra de reraetler a
V. Exc a quautia de l:200/t, para ser applicada
as cbras'^ue estao ein coustrucfao. Sou som todo
o respeite e consiirrajao De V. Exc. attencioso
amiso e criado. -Evaritto Jutkino de .-a. Recife,
20 de outubro do ti'^i.
a (libinete da pn'sideniia' de Pernambuco, em
22 de oiitubrtf 'de 1874.- H'm. Sr. Evaristo Juliano
de Sa. .A^radeeendc a V. S. o generoso donativo
de l:i00. (jne .-e diin io de ramefer em carta de
2J do curreme para as obras do bospieio de aliena-
dos, aproJ^i-.o a ocUislao para maaifestar-lbe o-
loavores, de quo e cred ir, pir es-e acto de carl-
dade/e reilecar as'expresrSes'de aprejj e cunsi-
deracao coin ipic sou De V. S. maito attencioso
servo e i-brigado. Beiuiquq Pereira de Lucena.
t Cemiteno publicu du Recife. 2?) le outubro de
1874.Kx-ra. Sr. eonifimal :dr>r ll-juriqua Pereira
de Ltie&ia. tuclalo apbara V. Esc. a qnantia de
80|, predAtsto de um> fnbscripcAo promovila por
mim eh-tre os enipregaJos de minha reparti^ao,
para ser app!_fcada a construcgao do a-\!o de alie
uados. Sinto'nao peder remelter nuaritia maior,
attendenlo ao fim tao ut:l e hnmanitar.o a que ella
c de.-tinada e sos nobres esf-irgos eropregados por
V. Exe.^a realisacao de uma uhr.i qae d-ixara o
nome de V. Exc. gravado nc livro da bi^toria pa-
tria.-De V. Exc. amigo sttencioso e criado obri
gadissimo. Anymto Xiciet Garneiro da C'tuha.
Augusto Xavier Garneiro da Gunha 30000
Gervasio Pires Perreira lojOOO
Padre Vicente Maria Perrer de Albu-
querque 8^000
Francisco Antonio de Menezes o^OOO
Domingas Marques >'ieira ofQQQ
Perpentino Rodrigus de Miranda ."ijOOO
Francisco Laiz do Carma Ribeiro {2f00>>
t Gabinete da presidtnjia de Pernambuco, em
22 de outubro de 1W1.- Illm. Sr. Angaslo Xavier
Carneiro da Canha.- Fico de posse dos 80j subs-
criptos por V. S. e os deraais empregadis dessa
reparticao em favor do hospicio de alieiados L"a
vaudo tao meritoria espontaueidade, coraprazo-me
em conlessar o men reconhecimento por es-e ge-
neroso concarso a uma emprea de manifesto al-
cance para os infelizes. Queira V. S., fazer c ns-
tar aos oalr.vs coatribaintes cs votos de minha gra-
lidao, e aciitar a seguran;a do apreoo e c:nside
racao com que souDe V. S. amigo attencioso, ve-
nerador e criado. Henrique Pereira de Lucena
Jury da Recire.-Presentes bontem 39
Srs. juizes de facto, foi sorieiado oconselho de
sentenca, que flcoa assim compost): Dr. Juao
Baptjsta Pinbeiro COtte Real, Dr. Henri jue de
Athayde Lobo Mosco-o, Francisei Geraldo da S Iva
Barroso, Antonio Rulino de Acdrade Luna, Ma-
noel dos Santos do Araujo .Mello, Jose Meudes
Vieira, Christiano da Gama Lobo, Jose Alves Bar-
bosa Junior, Jose Thomaz Cavaleaate Pessoa, Ja-
Buario C-mstan io Manteiro de AuJraJe, Landeli
no de Luna Freire, Rodrigo JaconiL' Martins-Pe-
reira.
Foi submettido a julgamento o reo Jjio Luis
Nepomu:eao, que foi aftsolvido era vinMde da de
cisio do jury ; continuando, poT&m. pre?o, por
ter de responder neta raesma sccea% em julga-
mento de outro proci;sso.
AanlveraarJo.Amanha 6 o dia anniver-
sario d. adbesao a independencia do Brasil, pela
provincia de Sergipe.
Hatadouro jiu'i!;*'. Cmsta-aca qne
amanba deve ser collocada a primwra pedra do
matadoaro publico, ^ue vai ser c;:i.-truidc pj'os
Srs. Evaristo Juliano de Si e Augu-'.o Fjrnjndes
Eiras, no sitio do Peixinh \
Expoalfao de. Piiiladelpliin. Ffije,
pelas 6 horas da tarde, devem reunir se no pri-
meiro andar do predio n 83 da rua do laiperador,
-os membros da comniiscao incumbi Ja d., agencia-
mento de proiactos e espeeimens da industria des-
ta provincia para a expoiicJo naciond que deve
ter Ingar era setembro do anao vindoaro, prece-
dendo a exposicio iiternacijaal do Philadelphia,
em 1870.
Beuntao sacfiti. -Domingo {i'?; deve rea-
mr-se em assemblea i;eral a ass .;: i--:o p'jrtugue-
za de beneflcencia dos erapregados no comtnercio
e industria, afim de se dar cumprimeoto ao que
dispSi o art. 37 dos r,?spectivos estaluti*.
Trilhos urbanos fio necifo a OHn
"-.iSo d,a f o ec-rrente deve reuuir-se a as-
aemblea geral dos accionistas dena eompanhia,
afim de ouvirem a letsara do relatorio e contas do
anno a expirar.
JBennlde* de eonfrariaa. No domia-
go (25) devem haver as seguiates reun!3as:
Das irmandades: 3e Mossa Sechora Mai dos lb-
jnens, da igreja da Madre de Deu*, do Ssnbor Bom
tomes de Mattos & Irmao 5:2il000
A. Alberto de Sonza Aguiar 4 C 3:8111080
Goncalves Irmao & C. 3:0Gt)000
S>ares Leite & C. i:000*"00
Alheiro, Oliveira A G- 7l5l"01
Dr. Candido Jose Lisboa 300^000
Joao Ramos & Machado 215^000
Pinto Alves 4 c. 203i6i0
Gosrae Jose dos S. Callado 200*000
0 vapor Giquid levou para :
Parai.yba 2:727*400
Natal 34:00040(10
Mossoro 25:9015290
Aracaty 4:858ii80
Vapor PIrapama.-Procedeute do Mara-
nbao, pelas escalas do costame, cbegou li-nt-m
es-e vapor da companhia pernambucana, trazendo
datas: do Geara 15, do Rio Grande 20 e da Para-
hyba 21 do corrente.
Falleceram, no Geara: o subdilo portugaet
Antonio Joaqaim de Barros j Manoel Ribeiro do
Mello e Maaot-I Nogueira Rabeilo, membros do par-
tido cooservador no fed.
0 vapor Ipojuca seguira do porto da Fort leza
para os do Acaraeii e Maranhaj, a 13 do corrente.
Na capital do Rio Grande do Norte falleceu
o negocionte Francisco Jose Gome?.
Na Parahyba aada occorreu digno de men-
eio.
C'orrcrrtio neccssnrin. Pedem-nos
para deelarar que o nome do engenho onde se dt-
ram <>s actos de loucura, que h intern noticiamos,
e Rico e nao Riacho, como nos foi foroecido pela
repartig.1) da policii.
Saniii Antao-Recebemos hontem o Vit'o-
riense, de 17 do corrente.
As esmolas arrocada.las ate essa data, para
as obras da matriz nova, elcvam-se a 9:90lj500.
Lemos nesse j )roal:
Em Frexeiras desta eomarca, por volta das 5
horas da tarde do dia 10 do corrente, Senhorinha
Maria de Jesus itulou com um tiro de espingarda
a sea marido Antao Ferreira dos Santos.
Narrem >s o facto"circuiistanciadaraente :
t Do in (uerito p ilicial cwsta que enk-e o casaj
houvera uma peqaena desavenra, e que esta mo-
tivara a perpet ae^n do horreodo crime.
A testemunha Vicente Ferreira de Oliveira,
depondo perante o subdelegado do respectivo dis
tricto disse, que :estando em sua casa ouira o
eeh) de um tiro em ca-a de sail iofeliz visjaho
Antao Ferreira dos Saatos, e que dirigiodo-se para
ella eocon.rara em camiuho sua filha de nome
Maria, qae r.pressalimeuie viaba implor.r pelo
amor de Deus o seu auxilio, aam de botar a v.-la
na ma) de seu pai, pois, que e lava a raorrer do
am tiro qui Ihe disparara sua mai.
Disse mais, quo effectivaiuente chegaudo a
casa le seu desgraeado visinho,;o encoutrara es-
tendido no lerreiro, arquej.indo, e junto a elle sua
assassina mulher que o ajudava a inorrer com um
ticao de f .go, e que pergunt indo a Seohorinha
por seis ou oito vezes quem bavia alirado om sen
raariJi, e;ta nao lbs respoadera per estar sera
falla
Pelo que disse Vicente e as outras testerau-
nhas do inquerito esta sufllcienteraente provado
que Seohoriniia roabara a vi Ja de sea infoliz ma >
rido, apezar Je innocentar-se dizendo que elle se
matara com suas proprias maos.
Acha-se Senbormha recolhida a cadeia e con-
tra ella prosegue nos termos do'proeesso a justi;a
publiea. p
Gimo haviaraos noticiado, terminaram effec
tivamente as mi:s53s n*> dia 4 do corrente, tenlo
lugar antes da ultima predica do R.ym. frei Ve -
nancio uma linda procissao, que percorreu a* prin
cipaes ruas da cidade.
t 0 dia 4 de outubro de 1874, e nas paginas da
historia da religiaa do povo viitoriense un dia de
suave recordacao; porqae marca em carajteres
iudeleveis, o fervor de suas crencas religiosas.
Tanta obediencia e veuera^io tnbutada a
um apostolo de Jesas Christ), que p'ega a sna di
vina palavra, aiuJa nao preseaciamos e,n parte al-
guma; e, cremos, que nao foi o fanatismo qaem
conluzio uma multila) de mais de oito rail pes
soas a vir despedif-se das ultimas palavras de Fr.
Venancio, mas a luz quem gerou, o a (e quem ira
psllio !
Liudo e priraoroso foi o rspectacalo quo so des
dobrou ante uosjos olhos na noite da ultima mis
sao I
t O povo tomava tolas as avenidas do largo da
malriz; o silencio era pr.funio ; e quando ao con
cluir o seu disuurso, di-so Fr. Venancio ao povo
que acendesse as velas, nessa oecasiao a magesta.
ile do acto subio de ponto, causando a mais seria
admiraoao, e desjcriaado ids coragoe3 um senti-
raento inexplicavel.
t E incoutestavel o poler quo teem para o povo
os missionaries capucliinhos.
Sao ooderosos, e merecera de facto ajusta
jeui ac^fo que Ihes prod:r-'"a n novo.
N. 70. -AggravanteJohnston Pater &C, aggra-
1 vado Dr. Francisco Ferreira Martins ftibetro. Sor
j teados os Srs. desembrgadores Reis Silva e Ac-
: cioli.Negaram provimento.
| N. 74.Aggravjnte D. Maria Aogusta Lins Ba
hia, aggravado Joao Ribeiro Jlontarroyos. Sor-
teados os Srs. desemhargadores Souza Leao e Ac-
cicli.Derara provimento.
Encerr use a sessao a 1 hora da trda. .
RESUMO DO BALANCETE DA RECEITA &DES-
PEZA DA CAMARA MUNICIPAL DO RECIFE,
NO MEZ DE AGOSTO DE 1874.
EXERCICI) Di4 1873 a 1874.
Receita
Saldo do mez do juuho proximo
flodo.........
Importaucia arrecadada no mez de
Jolho.........
18.852*416
8:743*829
27:596*245
Krta.dispoiipso esta em harmonia con o ?rt.
"2iJi (,U;' nSu Pdrmi"u qae%j,i nova*ie-
te aoCTttaJo pelo inesmo crimea-njelh quo fai ab-
solvidoi; mas e a lmissivel s?guad* queixa centra
deterajJnada p-soa, ainda mosmb jior crime
paruealar,^e o primeiro procesw foi .nmullado ou
se por falta de prova foi a queixa julgada impro-
ceo-'ote, como bam o dacidio o aviso de 9 de fe-
vereiro de 1838, baseando-se nao so na disposicio
do art. 149, como na dos arts. 144, lio e 329 do
codigo do proeesso.
Neste ponto nao po le haver ddas opini5es : fa-
zeraos um appello aos jaristas e n5o rsceiaraos a
solncao.
Em variade e a primeira vez que vernos ?usten-
tar a thaoria de que a aullidade de um proeesso
importa absolvicao do reo ; tadavia nao estranha
mos tal heresia iundica ; ainla aos rec-.rdamos
da doulrlaa sustentada ao orgio opposictonisu de
que, contra a faztnda publiea nito pode haver tri-
me de estellionato.
Ainda bam que o venerando tribunal de ralacao
oao reconheceu a procedeocia donon bis in idem;
6 certo qae annalou o processo^-mas por di verso
fundamento, que, sera analysado em outro artigo.
Fica entretanto dasde ja assenlado que o honra-
rado sr. Dr. juii de direito Dias Lima procedeu
regularmente e de conformidade com o art. 149 do
codigo do proeesso recebendo a segunda queixa
dada contra o Dr. Austerliano que, publicamente,
estando no exercicio do cargo de jniz de direito de
Limoeiro, quando Bom Jardim fazia parts desta
eomarca, espancou ao cidad.io qae routra ello se
queixou,conservandoo na prisao, sera cansa oa
motivo slgnm, por 23 dlas.
Na Gazeta Juridica n. 50 veu: pablicado um
accordilo do tribunal da relacao do Rio de Janeiro
annullando o proeesso, crime ds Anna Berllarmi-
na de Vasconcellos por ter sido instaurada a for-
macit) deculpa ex-officio, nao se ten-do dado ne
nharaa das hypo;heses exceptuadas no art. 15 da
lei de 20 de setembro de 1871. e orJonando se
que fosse renovado o summario com a denuncia
do promotor.
Logo a nullidade nao e absolvicao : logo podia
ser instaurado novo proeesso ao Dr. Auster-
liano.
Coutinuarexos.
EXERCICfO DE 1873 A 1874
Despeza.
Importancia de-pandida no mez de
julao. ........
Saldo qua passa para o mez de
agosto.......
9:033*128
18:562*817
27:596*245
Gamara municipal do Recife, 22 de outubro de
1874.
0 procurador,
Jose Simplicio de Sa Esli vet.
POLITICA
IiOteriado Rio. Por telegramma recebido
do Rio, sabe-se que a loteria 513 corre hoje.
Loteria.A jua se acha a vanla & a 122' a
benefkio da igreja de S. GonQalo, que 'corre no
dia 29 do corrente.
I.eilao. II ije 23, effectua o agents Pinto, o
teilao de moveis, louca, cryst&es, livros e musicas,
assim como 1 magoiQco piano, no 2 andar do so-
brado ila rua do <'respo n. 4.
Segunda-feira veudera o mesraoagente o res-
to dos vinhos, moveis e mais objectos do ara azem
do linado Eduardo Turpln, a raa do Coramercio
n. 24.
Hoje, as II hora3, effectiia o agente Martins
o leilaa da loja de fazenias a rua Duque de Gaxias
n. 44, massa failida de Francisco Guimaraes
v\ G.
Ao raeio dia, effectda o mesrao agente o de
moveis, no arraazem da raa d) lmperador n. 48.
Hoje, effectua o agente Dias o leilao dos ge
neros de estiva existeotes em o armazem n. 12 da
travessa da raa da Madre de Deus, pertencentes a
massa failida do Joao Tavares Gordeiro & C, as 11
horas em ponto.
Casa de detencao.-Movlmento da casa
de detengao do dia 21 de outubro da 1871 :
Existiam 320, entraram 15, sahiram 8, existem
A saber : naeionaes 253, mu'aerfi3 9, e->tran-
geiros 26, escravos 38, escrava 1. Total 327.
Alimentados a custa dos ofres publicos 269.
A saber Saos 238eenfermos 11. Total 269
Mivimento da enfermaria do dia 21 de outubro
de 1874 :
Tiveram baixa :
Manoel Gomes de Mendonca, uheras.
Francisco Alves'da Silva, syphiles.
Tiveram aita:
Joao Capistrano Ventura.
Antonio Ferreira de Lima.
Paesageires.Cbegados dos porlos do nor-
te no vapor oaciunal Pirapama:
Joaqaim Rodrigues dos Reis, Joaqaim Bezerra
da Costa Mendes, Jose de Hello Albuquerque M ra-
te Negro, Felippe Maximo da Rooha Bezerra, Dr.
Antonio Jose Lopes Filho, Dr. Affoaso de Albn-
querque Mello, Caspar Estopo, Jacob Audro, e um
esc.-avo, Braz Furiati, 'Andre Rosa Lima, Manoel
Alves Fernandes, Joaqaim .^ntonio de Uma, Ma-
noel Jose Martins, Antonio Feriado, Anthioeo A. de
Almeida e um criado, Julio Cezar, D. Birretto. A-
maro Barretto, Dr. Joaqaim Francisco de Vascon-
cellos, Juvencio Ferreira Marinho, Antonio Vilella
de Moraes, Luiz da Silva Brags, Joapjira Ruflno
dos Santos, Eugenio Pereira de Vasconcellos e sua
senbora, Raphael Francisco Ferreira, Antonio Fer-
nandes Torres Marinho, Victorino Francisco do
Rego Barros, Maximioa liberia, piloto F. A. Wa
cbsmitb, Javino da Silveira Borges e ura eseravn,
An'.oaio Jose Ribeiro, Joao L Velho de Mello, seis
RECIFE, 23 DE OUTUBRO DE 1874.
A Provincia de hontem ataca o honrado e digno
Sr. Dr. juiz de direito do Bom Jardim como um rai-
gistrado vtolento e pwsrgnidor por ter instaurado
um segando pro^-'sso ao juii municipal da mesma
enmarca, tendo sido absolvide no primeiro que Ihe
foi instaurado pelo tribunal da relacao.
Os eu'.eidilos em jurisprulencia, que tirerem
lido o artigo alludido, pela trans?ripc.1o das deci-
sdes profendas conhecerao I go as a-gucias com
que se defendea o juiz municipal e consegumte-
niente a improcedencia de tao sophvstica e capcio-
sa defeza.
T-'inos nos abstilo de disuutir essa questiio por
amor e respeito a magistratura do paiz; nao qui-
zeramos ;atentear os defmandos de um juiz a->-
vel qne pode ainda corrigir-se das suas graves
fattas.
Nala temos a lacrar com a inutiiisaeao do um
raoco, que tal vez tenha-se arrtpendido de sua lo-
viandade e insencat?z.
A nossa li ngauimidade, porem, naop)de chegar
a ponto de deixarmos passar sera protesto a injus
tissima accusacio qne o orgao opposicimiista nao
duvidou fazer ao caracter iirobid^-so do Dr. juiz de
direito do Bora Jardim, soraente por espirfl parti-
dario.
Antes da tratarmos do ponto principal da accu-
sacao, seja-nos permitlido direr que, do certo tem-
po a esta pane, alguns dos redact ores da JVow'/tcia
tem entendido qne e de boa politica fazertlien'.ella
por meio de discussao pelos j rn.i >s.
Com a mesma sem ceremonia c im qne no3 autos
se aiticulara os mais extravagant>-s paradoxos ju-
ridfeos, sssiai tambera nas columnas d>jornal des
tinado a sustentar e 'efender as doatrinas de seu
parti lo, se sophysma a lei como a?io de defender
as causas perdidas.
Perante o tribunal da rela;.'.o f i dada uma ouei-
xa contra o juiz municipal do Bom Jardim por ter
feito ferimenlos na pessoa Ai Joaquim Pereira de
Mendonca eo ter coaservad) na prisao por vinte
e doas dias por mero oapricho; inquer das as te3-
temunhas foi julgada procedenle a queixa e pro-
aunciado o juiz corao inenrso nos artigos 201 e 145
do codigo criminal.
Depois da pronuncia seguio-se o julgamento e o
tribunal da relacao annullou o^processo por nao ter
o juiz municipal foro privilegialo.
Annuliado assira o primeiro proeesso, nova qoei
xa foi dada perante. o Jr. juiz de direito, e cste e o
acto qne a Provincia q'nlilica de violento.
Diz elle:
t Nao obstante esta iulgado superior e deflnitivo,
em proeesso ordinario com larga discussSo e co-
nhecimento de cau>a, no mesmo ilia em qSe o juiz
Austerliano cbegoa a Bora Jardim e entron no
exercicio do seu cargo, segunda denuncia ja estava
despachada, e por elia era citado para responder a
scgundo proeesso I
A defeza do accusado, nesta segunda via sr.-
era e martyrisadora, con:istio em mostrar que es
tava extincia a accAo criminal, na hypothese.sujei-
ta ; 1." pela prescripejfo do direito do queixoso,
visto ja ter passado o anno e diaque Ihe concede
o art. 134 do codigo do proeesso criminal; 2.* pela
excepcio juridica rvi indicate, on hob bis in idem.
maxina adoptada pelo art. 327 do mesio codigo
do proeesso criminal, e explicada e reconhecida
por muit03 avisos, principalmente os de n. 396 de
27 de dezembro de 1835 e 362 de 4 de agosto de
1862.
Consistio, portanto, a perseguieao era ter o Dr.
jniz de direito aceito a spgnnda queixa dada pelo
lilTendido, tendo siJo annuliado o (primeiro pro-
eesso.
0 advogado do Sr. Dr. Aaterlianno confunde
tudo ; chama proeesso /Sado aquelle que nAo o e;
e partindo dessa base falsa nao pode baver verda-
de em sua argamentacao.
0 proeesso iindo, de qne falla o art. 327 do codi-
go do proeesso criminal, e o que esta soberana
mente julgado, qae nAo depende mais de dis-
cussao.
Diz o citado artigo :
t 0 que for nma vez absoloido por um crime,
nAo tornara e ser accusado pelo mesmo crime.
OSr. Dr. Austerliano Li absolvido ?
Nao; submettido seu proeesso a julgamsnto, foi
annuliado, e a nul idade de um proeesso nunca im-
portou absolvicao.
Xaliidade e aftsolvlcSo sao cousas distinctas, que
nao se podem coufundir ; portanto o Dr. juiz de
direito nAo podia deixar de receber a segunda qnei-
xa por que nAo havia, como diz o advegado do Sr
Austerliano, sentenga deflnitiva passada legitima-
mente em jolgado.
Para que torne-se bem salipnte a mystiflcacao e
o sophysma da doutriua sastentada ex-adverso,
basta ver que se transereveu o aviso n. 36! de 4
de agosto de 1862, qae, alias, confirma perfeita-
mente e harmonisa-secom o disposto no art. 327
do cod'go do proeesso criminal, isto e, nito ka pro-
eesso findo quando nao ka absolvicao.
E' certaruente dolorosa e critics a posicao de um
accusado que preeisa para saa defeza iancar mao
de nullidades que nao pode altaear de fre'nto sea
aecusador.
Iafelizmente o Sr. Dr. Austerliano se vio nestas
circurnstancias em am bos os processos qua Ihe
feram inslaurados; e nAo aggravariaraos sua sor-
te se sen offensor uao viesse a imprensa fazer ac-
cusocde8 iufundadas a amigos nossos a proposito
desJes processoi, qae tiveram por ongem moiivos
que o Sr. Austerliano deve esfjrcar-se para fa-
zer es^neeer. 0 art. i49 da codigo do^procasso
diz :
0 juiz de paz ainda one pelas primeiras infer-
raacoes nao obten^ connecimento de qaenrseja o
delinquente, nao deixara de proceder contra ello
em qualquer tempo qae seja descoberto, em qaaa-
to nio prescreVflr o del.'rto.
Da Xacuo, do Rio de Janeiro, tran-crevemos o
seguinte :
A Reforma destinoa um lugar de honra a
um irtigo editorial da Provincia, orgAo do par-
tido liberal em Pernambuco, em que, referindo se
a um protesto alii dirigido a adraini.-tracao por
commerciantes de generos de estiva, se escreveu :
Um unico defeito aos oloos das leis e da cons-
tituicAo, achames no solemne proiesto dos nogo-
ciantes de grosso trato ; 6 nao observarem rigo-
tosamente cs preceitos da logica.
Se os impostos aliira de iaiquos e iniustos
sao inconslitucionaes a consequencia era
dizurem no final do protesto km |S pag.miemos
os IMPOSTOS.
ao que e inconstitucional, nao se obedece.
Praticar, neste caso, ainda que indirectamente,
actcs que conGrmem a infraccao da lei funda-
mental do estado, ti tornar-se complice e respon-
savel por tao grave vi ilacao da mais veneravel e
sagrada das leis.
Estas poucas linhas encerram a ma perigosa
douti ioa, uma doutrins subversiva, que a ganbar
corpo pode ser a origem dos raais funestos resul-
tadus.
0 qne e verdade para commerciantes de
grosso trato, deve sel-o para os de Dequeno
trutj e para cada um dos contribuintes. Sa
para aquclles nao somente e licit), no con:eito
da Provmcii, mas chega a ser um dever o pro-
testar pela recusa do pagamento do imposto con-
tra a omplicidade em uma offeasa a ousti ui.ao,
tainbem o e para os contribuintes de qualquer
cathegoria. Tenta se tirmar assim a doutrina
de caber a cada um o direito de julgar da cons-
titucionalidade ou iuconstitucioualidadc de actos
einanados do poder legislativo para prestar-lhas
ou nao obediencia.
or No caso de Pernambuco, a resistencia a mi)
arm., ia ou a fome publiea seriara as consequcn-
cias de tal doutrina.
a E-te supposto direito nao esta era parte ne-
nbuma deQnido, nj^m ha iegislaQao que o cou-
sagre. i
Dissemos hontem que a Reforma, transcre-
vendo esse artigo e ate recorainoudando-o, fez
sua doutriaa.
Gontavamos qua o orgao raais i.nportante do
partido liberal, aquelle de quo procede a palavra
de ordera para a imprensa das proviocia-, acudi-
ria a cxplicarse, nao recuaodo diaato do respon
sabilidades a que o obriga a sua posicao.
Por desagradavel que seja a Reforma confes-
sar a verdadeiri irreQex'io com que transereveu
essas linhas, e ainda mais o alieuar a responsa-
biliJada de palavras escriptas por um orglo do
partido liberal, como e & Provincia, era de seu
dever fazol o e ainda esperamos que o faca. A
R'forma coraprehendera que, sem ferir a sufc.jp-
tibilidade de seus amigos de Pernambuco, pode
convidal-os a retirarem sera dosar as imprudea-
tj.s palavras que escreveram. Por entre as pre-
caucijes do lingiag:m era que a R-for ma e fertil,
t ido pode ser dito sem offender irriudicaa me-
lindres.
a Nao iigamos demasiado apreoo ao que a ou-
tros pod era nao o meracr.
a Tendo particular interesse era que sejara
mintidos a imprensa os sous legitimos creditos
de tribuna do povo, nao podemos ter por cousa
indilTereote e seal alcance, qae a imprensa de
ura partidocouslilucional de curso a'uma dou-
trina que nao 6 somente falsa, mas sobretudo pe-
rigosa e subversiva de toda a ordem social.
t 0 Jornal e oa deve sere iivro do povo; mas,
por isso mesmo que o 6, deve contar qua cada
uma de suas palavras pode formar uma opiniao
era espiritos mis affeitos a obrar do que a
pensar.
o A Reforma, nao levaodo a mal as nossas ins-
laacias, nAo se demorara, nos o esperamos, a
expli?ar-se.
L1CA
Ao puMico.
Breves considcrncdes aobrc o abag-
tecimento d'agua potav.cl a cida-
de do Recife, seus esgolos e uieios
de sanear a sua atmospnera. pe-
lo Dr. Pedro de Atliayde litibo
Uioscnso, formado cm niedicina
pela Faculdade da Bahin.
(Continaacao)
Era quanto nas cidades' secandarias da Inrla-
terra proenram construir esgotos segundo os prin-
cipios da seieneia raoderna, do que tem rasultad
uma dirainuirio notavel nas diarrheas, na fabre
typhoide, na cholera morbus e na playsica pul-
monar, nas de iguat cathegoria em Fran?a conti-
nua-se no mesmo systema de nao dar csgoto fa-
cil e prempto as aguas servidas e menus de appro-
veiial-as para a agricultura. Era geral as ia
trinas sao da peior qualidade possivel; a maior
parte d'ellas, mesmo era '.idades importautes como
Diepe, Ruao e outras as latrinas conslam de co
vas feitas uo chao sem mais parades que impecam
a filtracao das materias e aguas que licam deposi-
tadas no sdlo e mesrao vao ter aos pecos de cuja
agua se servem.
Alem do cbeiro mao e das pessimas qaalidades
d'agua, ba sempre uma grande baraidade no solo,
que e por si bO uma poderosa causa de iosala-
brilade.
Em Ruao principalraente as aguas tem o cbeiro
e o gosto das aguas servidas, e sao improprias
para beber. Bordeaux mesrao tera a maior parte
dos pocos infeccionados pelas liltraeSes das'cloa-
cas.
Nas peqaeaas cidades ha apenas buraeos onde
se depositam as materias fecaes: em oatros, po-
rem, ninguem o aereditaria, se nao tivesse presea-
ciado o que ainda ba bem pouco tempo se via n'esta
cidade 1 Por toda a parte moaturos, deposit s e
barris de toda a especie..........,...........
As iramun lieias sao amontoadas nos pateos das
cas;s, ou estendidas publicamente nas ruas de
mistura com palhas ou folhas.
Diz o Sr. Freichinet que qaem nao tem visitado
certos department* do centro, nao podo acreditar
no desasseio revoltante qua por abi vai: nao d
raro ver nas ruas camadas de vinte centimetros
de esterco que a populacao deposits, e vai buses-
lo quando tem precisao. 0 Sr. Dumas, secretario
do canselbo de hygiene do llaraul, nos asaegura
qua vio a:e triuta centimetros de a.-terco em al-
gumas localidades dos Baixog Alpes.
Repetiremos o juizo emillido pelo conseiho de
hygiene em Paviily: a A populacao nAo saben-
do de que maneira-ae ha de livrar das iramundicias
e do resto dos animaes e vegetaes, fez monturos
sobre os quaes-mandadeitar todos os dias as oa
rinas e aguas de satao ? Ha alem d'isso einco
mataddros cajos restos e mai dillieil de fazer des-
appareeer.
Te;taina este periodo o Er. Freichine'. dizendo
es-ks palavra*, que re^mRamirerdade : E' com
eflsito nma das caujas.qiie iraie inlnsteco a vista
quando se chpa de lnglaterra em fjne se perde o
habito de ver os monturos a > pe das habitat,5e.i.
Pederiarnos nns potfpar ao rrabalho de ilongar
as nossas reflexoes respeito dos esgotos, e alvi-
tres de grande alcance que tem sido postos em
execncAo na Gran-Bretanha, e mnito espeeialmen-
te em Londres, com beneflcas iniencfies de pnri-
ficar o ar da cidade gigante, e melhorar o estado
sanitario tao gravemeute comprometiido, se nao
fosse a malfazeja companhia Drainage qne nos
veio com a sna desmarcada ambi.io e nunca ex-
cedida ma fe, empestar as nossas casas, todas com
as eraanacdes putridas e raortiferas d s seus de-
masiadaraente exigaos encanamentos a falta
quasi absoluta d'agua, sendo que lalvez ainda te
nhamos de ser viclimas um dia d'esse excesso de
niepbilismo de que tantos exemplos figuram qno-
tidianamente nos relatorios, pareceres, exames,
conselbos de medicos^ engenheiros que tera se
reproduzidt como os gafanbotos do Egypto,
desde qae o viciamento da atraosphera de Lon-
dres tornou se tao assustador que os membros de
ambas as camaras se viram cbrigados a abando
iial-as, e a maior parte da populacao coagida a
immigrar, por que era imp -sdvel respirar o ar
putrido e raortifero dos esgotos cajas aguas e ma
terias refluiara por todas as ruas e casas, quando
a mare estava cbeia.
E' preciso por tanto que se saiba que nao foi
por ignorancia d'esses engenheiros e contraUdo-
res inglezes que temos as nossas casas inhabita-
vais, que temos os elifieios publicos, cemo n pala
cio da presidencia.a camara municipal, as thesou-
ranas, os quarteis, iufeccionados com o ar pe*ti
lento e assassino dos infames apparelhos coll ca
dos pela companhia Recife Drainage, de que
so nos pode hoje livrar a Divina Pr.;videncia, com
seu alto saber e incommensuravel poder.
Em todas as obras de mais moderna data pu-
blicado' em Paris ou na Gra-Bretaaba encontram-
se numerosas descripcoes dos moaumenlaes esgo-
tos de Londres e dos impnrtantcs trabalhos que se
tem emprehendido de 1856 para ca.
Em uma brochura de Mr. Bazalgette le se
qne ate 1836qundo foi defini'.ivatnenle installado
o Aletropolilano Board of Health, Ccmelho He-
tropolitano de Saude, os trabalh is dos eagol >s ana
feiius s*m piano; e pelo contrario havia a maior
irregularidade, em sua con-truccjao.
Esgotos maiores e.-vasiavam-se era outros mui-
to menores, outros de paredes pianos em es-iit03
ovoides, etc., e assim por diante.
Com quanto os e gotos da Paris sejam muito
mais commodos e amplos, todavia os da Londres
nao d--:x; in de ser muito mais economicos, e como
o grande empenho c fornecel os de agua era abun-
dancia, elles preenchem regutarmetite o seu fim
sem o excessivo dispendio dos de Paris.
Tendo elles sido coostruidos era diversas epocas
e pelos cuidados da autoridades locaes iudepen-
dentes urnas das o.tras, nap tem a harmonia in-
d.spensavel e por isso tem sollrido eousUnieinen-
te importantps reformas : mas o seu prestimo nao
deixa do ser de rauita vanlagem, por qae eiles re-
cebem as aguas pluviaes e as do servieo easairo,
as ma:erias recaes, e residuos das ruas sem inter
medio de cloacas nem de resorvatorins. Sao por
tanto o prineipio de execucao da circulacao con
linua de qae se esta tao longe em Paris; e tal 6 a
consiiera^ao que actualmente merere na grande
capital o assumpto de que tratamos que o gover-
no man la guardar em uma casamaia garanlida
dos tffeitos do fogo o mappa d-.is esgotos, alim de
que elle nao corra ri?co de qualidade alguma.
Ha uma differeoca entre os esgotos das duas
grandes cidades, e e qae em lnglaterra nib se
tem julgado indispensavd qne todos os encana
mentos das ruas desse trao-ito livre aos traba-
lhadores: coatentam-se qae haja essa Lcilidade
nos principaes collectores; nos sccunJari.s e n s
encanamentos das casas empregam o systema tu-
bular por ser de muito menor custo. Mas os
pareceres insistem em que o seu e metfcor, apezar
de mais caro, porque faeilita a collocacao dos en-
canamentos d'agua e de gaz, esjuecendo-se algu-
mas explosoes d'este, que tera levadj diante de
si esgu'os, casas e vidas.
Em Londres, portanto, a tcrca parte apenas dos
esgotos e de alvenaria ; cs outros dons tercos sao
de canos vidrados das afamadas fabneas de Lam-
beth, cujo diametro varia entre quinze a quarenta
e cinco centimetros. Os en -anamentos particala-
res raras vezes excedem de uas vinte centimetros
e sao pri -ados de boccas para receberem os outros:
tem uma inclinacao ue um a um e raeio por cento,
atravessara o pateo da ea>a e desembocam no
cano que serve para um certo grapo de casas.
Era seu curso recebem o cano da cozinha e do
water closet. Teta -*ypnoes cheios d'agua parn
prevenir a pasaagaai da qualjuer cbeiro para as
casas. s eaooa diifrraas tem o diametro normal
de trinta centimetros, e o caao principal desemba
ca no esgotta trrata ou quarenta centitaetros
acima do fando.
(Contatu'a)
Sob a epipgraphe 0 professor de inglez do
Gymnasio Provincial e o regedor interino do mes-
mo Gymaasio, etc. acabam de rao.-trar-ma um
artigo, em que seu autor. entre as argni-.uas qae
faz ao ac ual regedor inlcrino do Gymna>io, o Sr.
Dr. Carneiro Mooteiro, allude a nm livro de p :n-
tos, que (segun lo d!z) fora por esto ,'levado para
o Gymnasio no iutuito de proteger um parents do
Sr. conego Rochael, a qaem (refere o mesmo ar-
ticulista) aquelle doutor queria cortejar por ser
cntao regedor daqnelle estabelecimento, sendo pre-
ciso qne o Sr. Dr. Aureliano Augusto Pereira de
Carvalho, que entao era secretario da tmtrnceSe
publiea, o fosse pessoalmente buscar depo $ de a
por ordem do respectivo director geral.
Contra a exaciidAo e piocedencia de tao grave
aecusacao, protestam inteiramente nao so as dis-
posicoes reguladoras dos exames de habilitacao e
coneurso, como tambem o resultado do mesmo
concurso, em que entrara o parente do Sr. eonego
Roehael.
As in-trucr;oes de il de junho de 1S59, euja in
observaocia nao se allegou, nem se poderi pro-
var, dispoem o segainte :
a Art. 5*0 assumpto para as provas d:- exa-
mes sera tirado por sorteio dent e os pontos de
um programma forraulado no prineipio de cada
anno pelo conseiho director,- o qual decerd com
prehender todas os materias de qne se compSe c
ensino da respectiva cadeira
1." Esses pontos serao enumerados e escrip-
tos entum livro que sert; guardado em uma de
tres chares, uma das quaes estar a em poder do di
rector geral, ovtra no do secret trio e eutra no do
regedor do Gymnasio, etc.
0 conseiho director da insirucgao pnbliea e-_o
sessao de 2 de abril de 1870, resolveu o se-
guiote :
1." Qae de cada uma das materias do ensico da
cadeira se formule uma serie de pontos, de sorte
que sejam Uintas series quantas as muter! ;s de en-
sino da mesma cadeira ;
2. Qae cada uma destas series coatenha um
dos pontcf, aotigovnotos-rantes para as coo-vr-
sos, assim c^mc qnalqn#r'pirfcer sobre me(
afTecto a c. rmnis-ao, de qae Hie fazia parte,
etc. .
AISm disto *nw reconliae* o proprio aitKoIis
ta, o pareute do Sr. conego Roetuel apresenton se
a concurso ,uando era regedor do Gymnasio o
dito conego.
0 Sr. Dr. Garneiro Monteiro nao seaio ainda re-
gedor, e nao acbando-se por coascgaiate atareta
do com s d.reccao desse esubelearoeMo, e demo-
rando-se alii apenas uma a doas horas por dia,
em quanto desempenhava as obrigac->s da cadeira
de qne era professor, nio tinba necessidade de le-
var para o G;.rana.-io nem mesmo o livro 4a pos-
tos ja caducos do anno anterior, para em vista del
let poder mais facilmente fazer aovos pontos da
qae por veotura ?e hoavesse encarregado de for-
inular como membro do conselbo director.
E disto tenho tanta conviccAo, qne se hoover
quem senamente conteste essa as-ercao, nao da
vidarei invocar sobre ella o te>t;manho do direc
lor e secretario que entaj serviam na reaartifio
da iuslrucrao publiea.
A estas ctONideraroes, dictadas unieaaef paio
amor a verda le, accresce ainda qae, a ser exacto
o que se escreveu uo artigo a que me tenho refe-
hdo, o parente do Sr. conego Rochael teria tido do
Sr. Dr. Carneiro Mooteiro como membro do eoa-
selho director parecer favoravel as provas pelo
inesmo prodaudas no concurso, entretanto que do
parecer dado pelj mesmo Sr. Dr. Garaeiro M u
teiro, >e most.'a ter elle, apartando se do juuo
emillido peios seus oulros Uous cenjp .nb. iros i-
eosunissio, Dr*. Soares de Azevedo e Aureliano de
Carv.il 0, opioado que wenlotm dot cohcuik i.t' <
se arkava com as hithilUwfics lii exercer o mapslerio, pois que nenhuma Ms pro-
vns podia merecer nem mesmo a qualificutiio '
suffrivel, etc.. r este mesmo p .recer for* pur
suaentado uo conseiho, em que fora vencido, cora'
se podera verilsar oas acus e dj teforMt pareeer
na respectiva reparticao.
Greio terd lo bastante rara que o facto aitribu-
do ao Sr. Dr. Carneiro M. nle.r. e do modo f por
que o fui. nao de lugar a juiZj da-fa voravel sir-1
o procedim-.r.io desae digao n.embro do conselro
e sobre a m.rcba do servieo da instrurc'io pu-
bliea, pelo qual devo me initres?ar.
Recife, 22 de outubro de 1874.
Via membro do cjuscUu director.
X. 39AOleo puro medirlaal de
ii^ado de bacalnao de L.tumaii A
Kemp Nenhum eoiotico tem podido at<; hoje
dizer-njs em que eonsisle os principaes eurati is
do oleo de figaJo de bacal. ao. Porem nao impor-
ta. Li.i-u que se saiba que e um remelo seguro
e elBcaz para os paluioes debeis e as ga'gaatas en-
fermas, para as i,dandulas escrofulosas e os.-j-t:-
mas extenuados. Porem aqui deve se fazer uma
reserva distinctiva. Deve ser puro e legitim ,
pois que do coutrario para oaJa pre-la. Se d -
sejais ter ue.-it j articular uma completa segoran-
;a, coafiai-vos uuieameole o que p deis fazer
com loda a seguranca-do oleo puro mediciaal de
figado do bacalhao, deLanman i Kemp, ; extra-
hido dos ligados frescaes, aaprova contra todas a
mndancas de !i-nas, excellente em todos os res-
peilos. 0 agente baIsami:o pod- ser iode, brom.
ou qualquer nutra coasa. Porem islo Oca send
um segredo da mtureza, abemos coutudo, que o
elemento conservador da vida, seja elle qual for,
nelle existe. Os doentes macilentos e pallidos,
msriyrisados pvia tosse e exlenuadas pelos copto-
sos suores n eturnos, devciao para de-d- ja laoc^r
mao deste especifico approvado, se e que dao <>
menor apreco a^ suos saudes. Porem ^or atner
de vos mesmes, nao percais t;mpo : toda a defno-
ra d fatal.


JUNTA DOS CORKETORES
Praca da Sccife, 2 't de tituhra
de 1894.
AS 3 IIORAS DA TARDE.
COTAC^KS 0FTI2AKS
Algodao -do seriao I" sorts 7*100 por 15 kiios.
Algnaao do Monianguapo sera inspeccao 6*i.y)
Dor to kilos, hontim.
Assocar bruto escolhido 2*110 por 15 Usos.
Assucar <2anal l*iC0 por 15 kilos
Cooros seccos salgados 566 rs. o kilo.
Cambio sobre Londres a 90 d|V. 26 l\i d. por
UCOO, do banco.
Desconto de letras 9 e 10 0|0 ao anno.
a. de Vasconcellos
Presidents.
A P. de Lemos,
Seeretario.
ALFANDKUa.
\eiidimento do cia 1 a 21. .
dtm do i-.i il .
5W):59i6ii
23:927*0i2
56i:l;6S2
todas as
numero tal de pontos, que comprehendam
materias sobre qne versarem ;
3." Que organisados os pontos do mod? lito,
pelos membros do conseiho director para isto no-
meados pelo director geral, sej un aqueltes sub-
mettidos a appropacao do mesmo conseiho. que
netsa oecasiao pode augment al os, diminuilos e
substituil-os por outros ;
4 Qae o assumpto para as provas, quer nos
exames de capacidade, quer nos conenrsos, seja
tirado por sorteio dentre os pontos de todas as se-
ries, etc.
Devendo os pontos do programma que o con-
seiho director tem de fo.-mular no prineipio de
cada anno comprehender todas as materias de qie
se compoe e ensino da respectiva cadeira, e tendo
os mesmo? pontos, depois de organisados, do mo-
do qne flea dito, par uma commissao.compo3t de
membro* do conseiho director, de ser submettidos
a appiovardo do mesmo conseiho, que nessa eoea
siao, pode augmenlat-os, diminuil-os t substituil
os por oulros, e obvio que ale ahi oa em qaanto
isto nao se (her, ninguem pode saber quaes os
pontos approvados e por coasegninte aqueltes s>
bre que tem de*trsar os exames de babiiitacao e
coocurso.
E se pelo 1 do art. 5 das ciladas in-true
c5es, depeis de assim approvados esses pontos,
l5m de esoriptos em um Itvro que sera guardado em
uma de tres chaves, uma das qx ie$ estard em
poder do director geral, outra no d) secretario e
outra no'.do regedor do Gymnasio, e m ani testa ain-
da que, sem accordo cu connive ncia de todos es-
ses funccionarios. aos qua.es certamente o proprio
articulista nao v'ira, nem quer cbegar, e impossi-
vel que se tivesse dado o facto atiribuido ao Sr.
Dr. Carneiro Monteiro, eomo membro do conseiho
director da in-lruccao publiea.
E' publico e uotorio, e podem attestar todos os
membros do conseiho director, que frequentavam
a reparticao da instruccio publiea, que o Sr. Dr.
Carneiro Monteiro como ura dos membros do dito
conseiho, que nuaca se pouparam a trabalh i da
especie alguma a bem do servijo publico do ensi-
no, redigia na propria reparticio, a vista dos .'ivros
Descarregam hoja 23 de outubro de 1871.
Vapor inglez Aba mercadorias para alfan-
dega.
Vapor nacional Pirapama generos naciona*
para o trapiehe da companhia pernam-
bucana.
Vapor francezViilc de Rio de Janeiro^(espers-
do) mercadoilas pan alfandega e trapi-
ehe Cocceicao.
Palhabote ainericano -John Rosekerosene para
o trapiehe Conceicao, para despacbar.
Barea ingleza- Ileimione-kerosene para o trapi-
ehe Coaeiicao, para desiachar.
Brgue anstriaco Girolamo fanoha dc trig)
ja despachada, e cunheles d'aeo para j
caes do npcllo.
Brigue bollandez Jan 4 .^'icoon-farinha ja des-
pachada para o caes do Apollo.
Importaetto.
Vapor nacional Pirapama, entrado dos portjs
do norl9 em 22 do corrente e consignado a eempi-
nhia pernambucana de navegacao costeira por va-
por, manifeston:
Algodao 15 saccas a Cosme Joao dos Santos Cal-
iad i, 133 a Aatonio A. d. Sonza Aguiar, 89 a Son-
calves Irmao &C, 119 a Pedro 0. de Cerqaein,
82 a Andre B. B. da Lima, 150 a Gomes de Mat-
tos Irmao, 50 a Julio C. Paes B irreto, 7 a J. da
Silva Antunas, 539 a Henrique H. Araujo Saraiva,
de Mello, 251 a Rraga & Costa, 92 a Laiz J. D. da
Costa, 51 a A. Jose de Souza, 90 a Cunba Irmao
& G., 12 a Joao Fernandas Lopes & C. Assucar
32 barricas a Julio G. 1'. Barrete.
Couros 66 a Luiz Antonio Sijucira, 237 a Hen-
rique H. Aranio Saraiva de Mello, 301 a Fernan-
des & Irmao, 3ii a Oliveira Filhos ft C. J79 a
Julio C. Paes Barrcto, 116 a Angnsto Mnoiz Ma-
chado. Cafe 100 saccos a Ilarismendv ft Labille.
2 a Angnsto Caors. C.rne 6 garajaos a ordem. Ca-
raarao 5 barricas a Jorge Tasso. Gourinbos I0D
molbos a Sa I.eia. Irmao, 2 a Fernandes ft irmao.
Fazendas 1 eaixa a Goncalves Irmao A C
Gorama 19 saccis a Joao Ramos & Machado,
112 a Gomes de Mattos Ir.naos, 19 a Moraes A
Irmao, i barricas a Garpinteiro, Filho ft S brinh ,
3 a i i jncalves Irmao cv C.
Milbo 22 saccos a ILrarique II. Aranjo Saraiva
de Mello.
Papel I eaixa a Jose Luiz Goncalves Ferreira ft
G. Plantas medieiaaes 20 saccos a ordem, 18 a
Pereira Simoes ft C. 't a Luiz Goncalves da Silva
\ Pinto.
Sola SILmeios a Sa Leilao Irmao, Sit a Luiz
Gonjalves da Silva & Pinto, 2,992 4 ordem, 252 a
Cosme Jose dos Santos Callado. Sebo 1 garajao a
ordem. Sa'cos vasics I volume a Costa & C.
Tapioca 50 paneiros a Jorge Tasso.
OESPA :H0S DE EXPORT A CAO NO DIA 21 DM
OUTUBRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
Na barca franceza Vtridiana, para o Havre,
earregou : E. A. Burle & C. 290 cooros salgados
com 3,480 kilosje 5i saccas com i,357 l|l ditoa
de algodao.
No vapor inglez Gdlileo, para Liverpool, ear-
re^ou : II. & Labille K.-> saccas com 9,290 kilos
de algodao.
No lugar inglez Hei>e, para New-York, ear-
regou : Pbipps Brothers & C. 450 saccos aom
33,750 kilos de assucar mascavado.
Para os portos do interior.
Para Maranhao, no vapor nacional Gimmml,
carregou : Macedo Bastos lO barricas eel
kilos de assucar branco : para Granja, C. J. ^mf-
na Juoior 8 dita3 com;623 ditos de mm, e {Mor-
ris com 4e0 litros de aguardente : para o Geara,
M. A. de Senna 10 barricas com 645 kilos de as-
-ucar refinado ; Carpinteiro, Filho 4 Sobrinbo 40
ditas com 2,400 ditos de dito ; Pinto Alves & C.
13 ditas com 89! ditos da dito e 9'dMas com 577
ditos de dito branco : J. J. da Rosa 30 ditas mm
1.947 1|2 ditos de duo rehuado : para Aearacu.
Carpinteiro, Filho & S.-brinao 13 ditas com 78

^


Dtafc d Bwaflunboeo m Sexta feu* 23 de Qutnteo. de 1874

i.
la, dito ; G. J. B. da Arru'a 5 barris cc
rwfo,
chSes.
PmBoTcSreifoaTT. Vianna
no
brigue
S C.
larris corn .
2. 2? pran-
iihau.
lleBpanfea.
CaEA&ZlA Da ALNWiDEGj
rUadiraaato d-> dia I a 21. 10:663*107
\iaa do dil It ... 381*948
10:415/055
Barce.'Lna.
VOLlKES SAHIDCS
No dia I a 21.....
KfrJb'tt.......
Primaira poru ...
Sigunda port*.....
rrcaira porta.....
TiiBicha Ccaoai^ac .
24,246
la
84
7i'5
1,000
26.086
SlJRVigO MARITIMO
u>irngM descarregadas no trapicha da
aifandega.
.No dia 1 a 21.....
No dia 22. .
Ko trapichs Concaicio
34
3
4
41
HKCEBEDOR1A DS RENDAS LSTERNAS GE
RAKS DE PERNAMBUCl
Stcdimento do dial a 21. 41:933*163
dsm do dis 2:!..... 3:076*222
45:009*385
COKSULADO PROVINCIAL
.taodiSMto do dia I a 21
idea do dia 22
RECIFE DRAINAGE
I'.eadimento do dia 1 a 21. .
Ide.ii do dia 22......
43*03*219
1:469*26 i
44:362*48:1
6:964*466
1:904*488
8:858*931
AGENC1AS PROVWCIAES
Liqaidos espiritnosos.
Rendimento de 1 a 20 3:502*107
U-'Oi do dia 21 f30*631
Bacalhao, etc,
Randimento de. 1 a 20 2:929*901
Idem do dia 21 296*192
Generos de estiva.
Randimento de 1 a 20 3:766*706
Idem do dia 21 203*392
Fariuha de trigo, etc.
Rendimento de 1 a 20 5.403*123
Idem do dia 21 *
3:632*738
3:226*096
3:970*298
-------------5:103*123
Fumo, etc.
Rendimento de 1 a 20 2 302*019
Idem do dia 2i *
Randimento if 1
Idem do dia 21
Vinagre,
a 20
etc.
482*644
81*<81
2:502*019
566*825
19:301*099
Thescuro povincial de
too de 1874.
Pernamaco, ?2 de oatu
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
Banco do Minho.
Beltrao & Filho sacam
Joaquira Jos 5 Gonealves
por todos os vipores sobre
Aaadia.
A^aida.
Aveiro.
Beja.
Craves.
Eivas.
Amarante.
Uuimaraes.
CovBM.
Malgaco.
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Barto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lim;..
Povoa de Lanhosa.
Fayal.
Cadis.
Orense.
Coruna.
Badajiz.
SEGUROS
NANTHTOS
CONTRA "o FOGO.
A companhia Indemiiisadora, estabelecidi
jest a praca, torn a s?guros maritiraos sobr*
aavios e seus carregamentos e contra fog*
;m edificios, meroadorias e mobilias: ni
nu. do Vigario n. 4, pavimento terreo.
companhiTalliamca
seguros maritimos e terres
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
foma seguro de meroadorias e dinheiro
itco maritimo em navio de vela e vaporet
para dentro e f6ra do imperio, assim com(
-ontra fogo sobre predios, generos o fa.
ondas.
Agente i Joaquim Jose Gonealves Beltrao
ua do Commercio n. 5, 1 andar.
Maltos, dita n.
'fftjoa, djla
Navio enlrado no dia 22.
Maranhio e portos intermedio3 14 dias, vapor
nacicnal Piraptma, de 312 toneladas, common-
danle Jose Haarique da Silva, eqoipagem 26.
carga algodao e outros generos; a companbia
pernambucana.
Navios sihulos no mesmo dia.
Bahia-Patacho inglez Nereus, capitio C. D Al-
ias, carga parte da que trouxe de New York.
Rio-Grande do NortaPatacho sneco Magnus, ca-
pitio W. Edstroa, em lastro.
Havre Barca franceza Veridiana, capitio Fretel,
carga coaros e outros geoeros.
Maja^hao e portos intermediosVapor nacional
Giqiuti, commanlante Martins, carga varios ge-
uerus.
m
EBITAI
0 procurador fiscal da thesouraria provincia
de Pernambuco, declara aos conlribointes do im-
posto sobre carro-, omnibus e carrogas, a cargo
do consulado provincial, do exercicio de 1872 a
1873, que Ihes flea marcado o prazo iraproroga
ve! da 30 dias, a contar da publicajflo deste, na
confurmidade da lei d. 891, art. 53, para sclicita-
rera da seccao do contencioso as guias respecti-
vas, aiim de recolherem seus debitos proveniente3
doma.rco i;rpo.-to,cert)S de que nao o fazeodo
dentro deste prazo, se procadera a cobranga ju-
dicialment*, faxendo sa publicar para i:to a rela-
i.'fn d. > devednres ah; ix i transcri ta.
Seccao do cuntencioso provincial de Pernam-
buco, 19 de oulnbro ie 1874.
Cyprian5 Fenelon G. Aicoforado.
Relagao dos devedores do iraposto sobre carros,
omnibus e carrogas, qae deixaram de pa gar
seus debitos, no anno financeiro de 1871 a
1873.
Evora. Monsao.
Fale. Ovar.
Faro. Porto.
Guards. Tavira.
Leiria. Regoa.
Lisboa. Vizeo.
Barcellos. Figueira.
Goimbra. Lamego.
Mirandella. Estarreja.
Penaflel Valenga.
Villa ReaL
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Novade Portiralo. Villa Nova de Famalicao.
Villa do Conde.
Ilias ilkas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
Companhia Indemnisadora
do Porto.
CAPITAL 2,000:000r>000.
'Tnomaz de Aquino Fonceca, & C, successors
agen'es.
Esti compaihia toraa seguros maritimos e ter-
restres, dando nestes o septimo anno gratis aos se-
gurado3.
Run do Vigario n. 19.
SEGUROS
Maritimo e contra-fogo
COMPANHIA
FJienix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro contra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & 6L0I
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS & C.
IllCorpo Santo11
Banco Commercial de Braga
Jorge Tasso.
37Rtia do Amorim37
Saca qualquer qaantia a prazo on a vista so-
bre este Banco on -ua? respectivas agendas nas
seguintes cidades e villas de Portugal, ilbas adja-
centes e Hespanha, a saber:
Portugal
Amarante.
Aaadia.'
Arcos.
A7ro.
Agueda.
Areo de Banllie em ca-
beceiras de Bastos.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Rraganca.
Cnaves.
Coimbra.
Coara.
<:oviIWL
Castello Bran co.
Cam'inba.
E.vas.
Eitremoz.
Emu.
E'pownde.
FtaalMo.
Faro.
Figaeira.
Fafe.
Ttxttnar.
Tivira.
Torres Novas
Valenca.
Vianna.
Villa do Cone a.
Villa Nova d, Cbrwira.
Guarda.
Gaimaraes.
Gooveia.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Louie.
Melgaco.
Mirandella.
Monrao.
Mealhada.
Monta-mor o velho.
Oliveira de Aremeis.
Ovar.
Penafiel.
Pinbel.
Ponte de Lima.
Portimio.
Porto.
Povoa do Varaim.
Port'Alegw.
Povoa de Lanhoso.
Regoa.
Silves.
Santo ThjTio.
Villa Real
Vmbass.
Vizea.
Villa da Ftira.
Villa Poiea de Aguiar.
Villa Real de S. Antonio.
Moiiueao da Beira.
Antonio Raposo Falcao, carro n. 7
0 mesmo, dito n. 8
0 mesmo, dito n. 9
Antonio de Souza Mdlo, dito n. 35
Antonio Bernardo Quioteiro, dito n. 'i'i
0 mesmo. dito n. 15
Antonio Taixbira Pinto, dito n. 74
0 ms.'.ni >, dito n 73
Antonio Pareira dos Santos, dito n. 121
Antonio Jose Coelho Carneiro, omni-
bu- n. 6
0 mesmo, carroqa n. 105
Artstidw Daarte Carneiro da Cunha
Gama, carro n. 7
Lr. Alexandra da Souza Parei^a do
Carmo, dito n. 23
Antonio Goacalves da Silva, dito n.
45
Antoni Fnrtado Quito, carroja n. 9
Agostinho Villar, dita n. 16
Apgu Antonio Jaciolho te Razende, dita
d. 47
Antonio Joaquim de A'raeidj, dita n.
77
Antonio de Medeiro*, dita n. 78
Antonio Franco Alvej, dita n. 80
AuguMo Maciel, dita o. 81
0 mesmo. dita a. 84
Antonio da Silva Lima, dita n. 80
Antonio Rodrigues Vaqueiro, dita n.
112
Antonio Alves da Costa, dita a. 133
0 mesmo, dita n. 89'i ,
Andre Fnrreira deSmza, dita n. 140
Antonio Procopio do Souza Barcellos,
ditan. 180
Antonio Correia da Costa, dita n. 213
Antonio Pinto da Silva, dita n. 214
Antonia Maria da Conceicao, dita n.
216
A mesma, dita n. 217
Antonb Alves Gongalves, dita n. 226
Antonio Francisco Jo.;e da Cunha, di-
ta n 231
A mesma, dita n. 370
Antonio Ignacio Brandio, dita n.
243
Antonio ie Carvalho, dita n. 262
Antonio i so Dias, dita n. 265
Antonio Joaquim d'Almeida Cm', di-
ta n. 276
Antonio Netlo Ferreira, dita n. 277
Ambrozio Ttixeira, dita n. 278
Antono Jose Craveiro, dita n. 285
Anna Maria da Costa Cavalcante, dita
n. 327
Antonio Pedro Cavalcante de Albu-
querque, dita n. 339
Antonio Jos6 Ferreira R-flnador, dita
n. 347
Antonio Juse Pereira. dita n. 3ol
Antonio Henrique de S nna, dita n.
362
Antonio Jose Martins, dita n. 371
Antonio Fereira Ramos de Oliveira,
dita n. 374
Angelica Maria Theodora de Mello,
dila o. 306
Antonio Joaquim Machaio, dita n.
387
0 mesmo, dita n. 388
Antonio da Silva Gnilherme, dita n.
401
Anna Joaquina da Conceicao, dita n.
401
A mesma, dita n. 438
Andre de Abreu Porto, dita n. 404
Abel da Rocha Pereira, dita n. 426
Albino Jose Ferreira da Cunha, dila
n. 447
Antonio Lucas da Costa Wanderley,
dita n. 451 -.
Alexadfina Maria dos Santos Correia,
dita n. 463
Anlonio Gomes da Cunha, dita n. 465
0 mesmo, dita n. 520
Antonio Jose Teixeira, dita n. 470
0 aesme, dita n 689
Angelino Paeheco da Costa, dita n.
Antonio Joie da Motta, dita n. 504
Antonio Luiz da Silva Martins, dita
n. 533
Antonio da Silva Pomes, dila o. 540
Antinio Frederico Serpa, dila n.
Antonio Manoel de Campos, dita n.
t>7*
Artonio Gomes da Bilva Cunha, dita
B. 675
AntoBio Pedro Ferreira, dita n. 889
0 meimo, dita n. 722
AKral Moretra A C, dita n. 604
Aatonio Plnt BatiiU, dita n. 609
Anwoio Bolelho Pinto de Mesqaitaj di-
98,100
32,700
65,400
65,100
32,700
33,790
17,440
17;440
17,440
6,540
6,540
6,5i0
6,540
6,540
6,540
6.540
13,080
6 5iO
6,540
13,080
6,540
6,510
6,540
6,510
13,080
6,510
13,080
6,510
6,510
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6 540
6,540
6,540
6,540
13,080
6,540
13,080
6,5401
6,540
6,540
6,540
6,540
6,510
6,540
13,080
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
13,080
6,540
6,540
Mbttt
Afrodizio Maria de
630
Anna Senhorir.
n. 613
Antonio Jose Tiuoco, dita n. 670
AjioAM .PiflW;tite, djUjU 705
Ablonio da; Paz^Pires, dita n. 69!
&r. Anlonio Joaqnim de Moraes e Si\r
va, dita n 698
Antonio da Cwia Reis, diu o, 7U
Antonio da Souza Poutas, dita n.
715
Antonio Raphael, dila n. 746
Alelandnna Claudiua Lopes, dila D.
749
Antooiq da Sjlva VlleUa, dita, n. 770
Anlonio Jose Correia, dita n. 773
Antonio Francis;o de Souza, dita n.
5 2
Agqstintw Pereira da Silva Junior,
dita n. 837 A
Antonio de Arruda, dita n. 840
Agostinho Bezerra, dita n. 814
Argemiro da Costa Vieira, dila n,
838
Antonio da Silv,a Azevedo Junior, dila
n,870
0 mesmo, dita n. 871
Dr. Arthur Richard, dita n. 877
Alexandre Americo de Caldas Bran-
dao, dita 880
Antonio Nanes Beirao, dita n. 887
Augusto Ferreira da Cosla, dita n.
937.
Benjamin Francisco Duarte, carro-n.
19
0 mesmo, dito n 111
Braga Son & C. dito n. 77
Barao de Bemflca, dito n. 75
Bartholomeu Lourenjo, dito n. 99
liarao de Gaararapes,dito n. 103
Barao de Murineca, n. 115
Bento L., carro^a n. 79
Bernardino de Souza Pinto, dita n.
101
0 mesmo, dita n. 152
0 mesmo, dita n. 600
Benteck W. Doyle, dita d. 157
Bernardino Alves, dita n. 163
0 mesmo, dita n 165 .
Bent i Josd Gomes, dita n.246
Bernardino Pinto Barbosa, dita n.
280
Braz Manoel d'Arruda, dita n. 313
Bento Caldas llespantu 1, diu u. 381
Bento Muniz 'de Suuza, carroga n, 454
Bernardino da Silva Ramos, dita n.
534
Bonifacio Vasqnes, dha n. 608
Benio. Francisco Jo:e dos I'razeres,
dita o. 628
Bartholomon Rodrigues de Mello, dita
n. 923
Boaventura Oiisiano das Chagas, dita
D. 934
C
Christi?no de Almeida Marques, carro
n. 58
Candido Francisco de Mideiros, dito
d. 102
Coriolano VcHoso da Silviira, dito n.
123
Dr. Cosine de Sa Pereira, dito n. 171
Candido ARodso Moreira, carroca
n.66
0 mesmo, carroca n. 762
Clementiuo Lasser, dila n. 114
Candida Mzria de A villa Souza, dita
D. 136
Ccsme Jose da Silva, dita n. 151
Candido Gomes dos Sanlos, dila n.
577
Casimiro Manoel Teixeira Argollo,
dita n. 366
Caaiello Rodrigues, dila n. 24-4
Orncsmo, dila n. 411
Caudida Rosa de Barros Loureiro, dita
i. 393
A mesma, n. 772
Constantino Rodrigues Mtndes, dita
n. 487
0 mesmo, c. 759
0 mesmo, n. A _
0 mesmo, n. 865
Christovao Santiago do Nascimento,
dita n. 677
Ceciliano Paes Rodrigues, dila n. 685
Casimiro Manoel de Freire, dita n.
763
Cypriano Gomes de Souza, dita n.
790
Casimiro F. Hespanhol, dila n. 866
Domingos da Silva Campcs, dita n.
868
Decdato Goncalvea Torres, dita n.
424
Domingos da Co3ta, dita n. 150
Domingos da Silva Ferreira, dita n.
598
Domingos Jose Farnandes, dita n. 603
Domingos Moreira do Valle, dita n. 31
0 mesmo, aita n. 6b2
Diogo larneiro Rodrigues Gampello,
dita n. 800
Dionysio Jose Moreira, i\u n. 689
IB
Elpidio Feliciano Pereira de Lyra,
carro n 105
0 mesmordito n. 108
Euzebio Tasso, carroft n. 588
Elpidio Accioli de Barros, dita n. 553
0 mesmo, dita n. 554
F
Farias & Ne-gueira, carro n. 10
Felix Jose Marques Bacaibao, dita
n. 41
0 mesmo, dita n. 60
0 mesmo, aita n. 40
Francelmo Americo de Souza Mello,
dila n. 42
0 mesmo, dita n. 43
Francisco Rapdso Fal-ao, dita n. 56
Fran-.ifCo Jose da Silva, dita n. 120
Francisco Candido de Medeiros, dita
n. 48
0 mesmo, dila n. 49
0 mesmo, omnibus n. 2.
0 mesmo, dito n. 3
Dr. Francisco Jose da Silva, carro
n. 9
Francisco Manoel de Almeida, dilo
n. 2G
Felippe Naidban, dito n. 67
Francisco Ignacio Thenorio de Sonza,
dito n. 95
Francisco dos Santos Coimbra Guima-
raes, dito o. 114
Francisco Accioli de GouvSa Lins, dito
n. 116
Peliciano Jose Gomes, dito n. 10
Francisco Ferreira Borges, dito n. 97
0 mesmo, earroca n. 8
Francisca Joanna do Rosario Azevedo
dita n. 23
Franeiseo Muniz de Sonza, dita n. 30
0 mesmo, dita n 50
0 mesmo, dita n. 51
Franc'sco Anlonio de Miranda Durao
0 mesmo, dita n. 74
0 mesmo dita n. 646
Felippe Vasques, dila n. 64
Felix Jose Maria, dita n. 117
Francisco Demetrio de Almeida, dita
n.,130
Florentino Jos6 da Silva, dita n. 150
0 mesmo, dita n, 392
O mesmo, dita n. 682
Francisco Braz. e^cravo de Luiz da
Rocha Castello Branco, dita n. 139
Francelmo Americo. de Albuquerque
Metis, dita n. 182
0 mesmo, dila n. 445.
0 mesmo, dita n. 446
0 mesmo, dita n. 428
Francisco Aatonio Moreira de Carva-
lho, dita iv 189
Francisco de Paula Santos, n. 203
Francisco Marines dos Santos, dita
n. 208
Francisco de Barros, dita n. 249
Prancfeeo Vieira de Souza, dita n. 108
0 mesmo, dita a. 269
Francisco de Almeida SMra, dita
n. 302
Francisco Jo6 Li>pee, dHa a. *5
Francisco Manoel d> Fonseca Rosa,
dita-u. 353
Fraga & C, dita n, 365
Franeioo do Rosario Paula, diu n.
Francisco Joa4 de Arruda, dita n. 403
Francisco Augutlo do Aoaaral, dita n.
6,5W
6,540
6,510
6,540
6,540
6,510
6,540
6,510
6,510
6.540.
6,510
6,540
6,540
6,510
6,540
6,540
13,080
6,510
6,540
6,540
6.54Q
65,400
17,410
17,440
17.410
17,440
17,440
6,540
19.620
6,540
13,080
6,510
6,510
6,510
6,5i0
6,510
6,540
6,540
6,510
6,540
6,540
32,700
32,700
17,440
17,140
13,080
6.540
6,540
6,540
6,540
6,540
13,080
13,000
19,620
6,540
6,510
6,540
6.540
0,540
6,540
6,340
6,540
0,540
6,510
13,080
6,5 iO
6,540
65,400
6,540
13,080
32,700
98,100
65,400
32,700
32,700
ica ai*, .4ms saoio,v d^-4-,
F.ancisco Feft| ie Spuza. dita n.1
Francisco JosfW *Ma AnnaT'h. *
0 mesmo dita o^jfa *
Fiweisoo- feeewe da Gerta, ditan. 48*
Francisca. Bemaaa Moreira da Costa,
dita d. {98
Francisco deLiiaaRamalhete, a 512
Faustino Piato Kogueira, n. 524
Francisco de Paula Albaqueroue Lyra,
dilin. 530
Felix Jote do Rosaiio Arantes, dita
n. 542
0 mesmo, dita n. 545
Francisov CamiUo da Silva, dita n. 574
Felippe Santiago Cavalcante de Albu-
querqne, dita n. 680
Francisco Pinto Mureira, dita n. 587
Francisco Maia COrtes, dita n. 593,
Florencio Ernesto, dita n. 596
0 mesmo, dita n. 922
Faustino Pi res, dita n. 603
Francisco Vieira de Arruda, dta n.
6iO
Francisco Duarte das Neves, dita a.
634
Francisco Jose da Fonseca, dita n. 651
0 mesmo, dita n. 652
Francis:o Xavier Affonso de Carvalho,
dila n. 672.
0 mesmo, diu n. 675
Francisco dos Santos, dita a. 686
Francisco Tavares de Lyra, dita n.
694 ''
Francisco de Sauza Menteiro, dita
D, 711
Francisco I-idoro Ribeiro de Garva-
Ibo, dila a. 713
0 mesmo, dita n 714
Franeiseo das Chagas, dita n. 740
Ferreira & C, dila n-. 742
Fruclrt so de Asevedo, dita n. 768
Francisco Paeheco Salles, dita n. 789
Florencio Jose de Azevedo Santos, di-
ta n. 796
Francisco Furtado, dita p. 806
Faustino Valderico da Senna, dita n.
807
Florinda Maria da Encarnacao, dita n.
817
Francisco Odilon Salles Lins, dila o.
819
Francisco Raposo, dila n. 838
Francisco da Costa Tofo, dita n. 898
Francisco Jose Pereira Viann', dita n.
911
D. Gould, carro u. 2
Dr. Gabriel Raposo da Camara, dito u.
51
Dr. Gervasio Rodrigues Campello, dito
n. 98
Gustavo Adolpbo iNormand, carnca
n. 239
1 Jar in an j Muniz da Crux, dila n. 314
Guilharme Jose de Souza, dita n. 701
Gabriel Antonio das Santos, dita n.
810
Graciliano Joaquini Nasarjo, dita n.
8o7
II
H. Astely, carro n. 39
llerdeiros de Henry Gibson, dito n. 16
Os mesmos, carroca n. 238
Ilyppolito, dila n. 234
llyppolito Delsuc, dita n. 127
lldfi.nso Vieira da Cunba, carro n.
147
Ignacio Gorr.es, dito n. 115
Igoacio Jose Cabral, dito o. 47
0 mesmo, dit n. 97
0 mesmo, dito n. Ill
0 mesmo, carrofa n. 384
Isidnro Ribeiro de Carvalho, dita n.
292
[gnada Thereza de Jesus, dita n 316
Isahe! Francisca do Espinto Santo, di-
ta n. 319
A mesma, dila n. 372
Ignacio Clemenie Pereira, dila n. 351
lunacio Ciemente Teixeira, lita'n, 413
0 mesmo, dita u. 80a
0 mosmo, dita u 804
O mesmo, dila n. 805
Innocenclo Tai, dila n. 702
Isidio Carneiro Rodrigues Campello,
dita n. f 13
Ignacio Fraucisco de Paula Rochi, di-
U o. 873
0 mesaao, dita n. 874
O mesmo, dita n. 875
0 mesmo, dita-o. 876
J
Joao de Dens Silveira, carro n. 10
0 mesmo, duo d. 62
0 mesmo, dito n. 63
0 mesmo, dito n. 61
0 mesmo, dito n 109
O mesmo, carroca n 617
Justino Francisco de Assis, carro n.
12
0 mesmo, dito n. 81
0 mesmo, dilo n 1H
0 mesmo, dito n. 123
Juaquun Marques de Souza Mello, di
to n. 26
0 mesmo, dito n. 27
Jose Nogucira, dito n. 21
0 mesmo, uilo*. 22
Jojquim Fernandes da Rosa, dito n. 29
0 mesmo, ditq n. 30
0 mesmo, dilo n. 77
0 mesmo, dilo n. 78
0 mesmo, dito n. 79
0 mesmo, carroca n. 211
load Ignacio Borges & C, carro n. 32
0 mesno, dito n. 33
0 mesmo, dito n. 99
Joao Franciscj dos Santos, dito n. 57
Joaqui.n Jose dos Santos Junior, dito
n. 67
0 mesmo, dito n. 68
0 mesmo, dito n. 69
Jose Ferreira de Brito e Suva, duo n.
119,900
17,140
17,440
17,440
17,440
17,440
17,440
10,91)0
23,980
6,540
19,620
19,620
6,540
6,540
6,510
19,620
6.540
19,620
6,540
6,3 H
6,5i0
6.540
6,540
13,080
6,540
6,540
6,540
6,340
6&10
6,540
73
dito
Jose Z-bedeu Muniz de Almeida,
n. 82
Joao Baptista N-meriano, dito n. 86
0 rae>mo, dito n. 87
0 mesmo, dilo n. 90
Jose Pinto TeHes Junior, omnibus n. /
0 mesmo, dilo n. 8
Josepha Maria dos Prazeres e Silva,
carro n. 25
Joaquim Antonio de Oliveira, dito n.
29
Joao Valen:im Vilella, dito n, 37
Viuva de J ->ao Cardoso Ayres, dito n.
71
Jose da Silva Cardoso, dito n. 108
Dr. Joao Rayraundo Pereira da Silva,
dito n. 185
Jose Francisco Aadr^, earroc* n. 6
Joao Augusto da Costa Garvalho, dita
n. 10
Joao Antoaio Vital, dila n. 15
Jose de Azevedo Maia, dita n. 19
0 mesmo, dita n. 373
0 mesmo, diu n. 444
Joao Francisco da Silva, dita n. 20
0 mesmo, diia Bt 21
JoSq. Baptista do Espirito Santo, dita n.
Jose Elenteriq de Azevedo, diu n. 29
Joao Gomes, diu a. 42
Jose Botelho, dita a. 44
Joaquira Antonio da Silva Azevedo, di-
ta n. 49 -.
Joaqnim Faustino Franco, diU n. 54
Iierdeiros de Joao toe da Coetae Su-
va, dita n. 59
Jos6 Epipbaaio Durao, diu B. 76
Joaquim de Almeida Pinto, carro n. 38
Joaquim Francisco Franco, carroca n.
70
0 mesmo, dita n. 71
Jose Igaaeio de Avila, diu Q. 72
0 mesmo, dita n. 562
Joao Antoai) da Silva Santiago, dita
n.67
0 mesmo, dita n. 88
Joao Paeheco, dita u. 90
O mesmo, dita n. 148
O mesmo, dita n. 192
Jpge Rodrigaas Marcallnp, d,a a. 91
Jao Gnalves Ferreira, dita n, W
Mo Joee da Albuqijerque, diu n. 99
Juie ABtonjp doa Beis. diu n. 100
Jacmtho Rapoao de Awwida, diti n.
0,540
6,510
13,080
6,540
6,540
6.540
6,540
6,510
13.080
6,o40
6,510
6,510
6,540
13,080
6,540
6,510
6,540
13,080
13.080
6,540
6,540
6,540
13,080
6,540
6,540
6,540
6,540
6,510
6,540
6,540
6.310
6,540
6,340
6,540
6.540
17,440
17,440
17,440
6,540
6,510
6,510
6,510
6,510
17,440
17,410
6,510
6,540
6,340
17 140
32,700
101,610
6,510
6,510
13 080
6,510
kO mesmo, diu*. 571
0 mesmo, diu n. 778 39,0
Jo-e Ba>ilio de Farias, dita n. 403 6,510
Jcge da Costa fl., diu n. 100 6,540
Jose AjHopio.de Souza, dita n. 110
0"mesmo, dila n. hi 13,080
{Crntinia.) A
Faculdade de direito.
De ordem do Exm. Sr> director faco pnbBeo quo
a congregaeio em sessao de hoie jul>;ou das habi-
lita^oes dos estudantes, decidindo que estavam
todos no caso de serem admitlidos a ado, mentis
nquelles que por excesso de falta parderam o an-
ao, e Ues sao: no 1 anno -Miguel Borges Leal
Castello Braoco ; ao 2* -Manoel Pereira Teixeira;
no i-Jose I'oppe da Silva bones, Francisco de
Siqueira Cavalcante e Joaqnim Francisco Teixei-
ra ; no 3 -Levino Augusto da Hollanda Chacon;
deste ultimo anno foi riscado lambem o nome de
llulino Pereira do Abreu, qae falleeen.
Na mesma razao flea rcsolvido o seguinle :os
actos comegarao no dia 25 do corrente pela prova
eseripta, a qnal sera feiu en turmas de 15 no 1
anno ; de 16 no 2* ; de 16 do 3; de I8do 4; e
de 12 no 5*.
Depois desU prova seguir se-ha a oral qne se
fara em turmas de seis estudantes em cada um
dos annos.
0 servicp des actos foi distribido pelos senho-
res lentes, do modo sfgninte :
1* anno.
Conselheiro Silveira, Pinto Junior e Coelho Ro-
drigues as 10 horas, na 1* sala.
2 anno.
SDrs. Figueired i, C. Rodrigues e Graciliano, as
9 horas, na i* sala.
3 anno.
Conselheiro Agniar, Drs. Tarquinio e Araujo.
as 9 boras, na 3* sala.
4* anno.
Drs. Portella, Drummond e Graciliano, as 9 ho-
ras, na 4* sala.
5" anno
Conselheiro Baptista, Drs. Rego, Aprigio e Bel-
fort, as 9 horas, na sala das cogregacoes.
Igualmenie faco oublico, que no dia 24 do cor-
rente lermina o prazo para o pagamento e assig-
natura da matricula de encerramanto.
Secretaria da faculdade We direito do Recife, 21
de ouiubro de 1871.
0 secretario,
Josi Honorio Bezerra de Menezes.
Casa lenvea-B. II
R% da Lap*.
99*000
0024000
FACLLDADE DE DIREITO.
Dj ordem do Exm. Sr. conselheireiro director,
visonde da Camaragibe, se faz pnblico, que do
dia 15 ae 24 do correnla, e-ta aberta a segunda
matricula de enccrramento, de conformidade com
0 artigo 65 dos estatutos, podendo desde ja ser
effecluado 0 pagamento da taxa, no lugar compe-
lente.
Secretaria da faculdade de direito do Re-
cife, 12 de outubro de 1874
0 secretario,
Josi Honorio B. de Menczts.
OECUM
Associacao portugueza de beneficemia dos
empri'gados no commercio c industria
em Perna'buco.
De ordem do Sr. presidente da assemblea gefal,
convido a todos os senhores associados, a rcuni-
rem e no proximo domingo, 23 do ciirrente, pelas
1 horas da tardp, nasala das* sessoas, a rna do
imperad'T n. 33, 1 andar, afim de cumprirem
com 0 qne dispoa 0 art. 37 dos estatutos que re-
gem esta associacao.
Secretaria da assemblea geral da associacao
portuguaza de benallcencia dos emprega lo* no
commercio e industria em Pernarabuco, 21 de ou-
tubro Jo 1871.
0 secretario,
Leonardo Ant nio da Silva
H&1-'
1*3*000
240*000
300*000
400*000
2091000
sp
S0O*O0O
207*000
des
26,160
CO.MI'A.IUIA
tr'.hns urbanos do Becifc
(\ Oliuda e Bvbcribo.
Sigagj^ De ordem do presidente
da assfmbiea geral da com
panbia acima, sao convida
dos os accionistas para reu
oirem-se (no lugar do costu-
me) em sessao ordinaria no
dia 31 do corrente, ao men
dia, allm deassistirem a-apresentagao do relaiorio
e contas dos n -go -i >s da companhia no anno a
expirar, e sobre uma e outra cousa deliberar.
Recife, 22 de oulnbro de 1874
0 secretario,
Luiz Lopes Castello Branco.
170,040
130,800
63,4fO
65.100
170,040
98,100
32,700
98,100
32,700
32,700
98,100
51,500
17,440
17,440
17,410
17,440
17,440
17,440
6,540
6,540
6,540
19,620
13.080
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,540
6,340
17,110
13,080
13,080
13,080
19,120
6,340
1.540
Irman.lade de Nossa Senhora Mai dos llo-
mens erecta na igreja da Mad re de
Deus.
De ordem do nosso irmio Juiz e de accordocom
0 nosso compromisso. convido os nossos irraaos a
reunirem-seno domingo 25 do corrente, pelas II
boras da manha, a!im de elegerem os membros
que teem de funccionar no fu:uro anno de 1871
18d5.
Consistorio da irmandedi de Xossa Senhora Mai
dos Homens, aos 21 de outubro de 1874.
Anlonio Annas Jacome,
Escrivio.
Irmaadade das almas do
Recife
Tendo so no dia 1 de novembro de procedcr-se
a eleif.ao dos novos funccionarios que devem re
ger a mesma irmandade no anno compromise! de
1874 a 1875, pelo presente convido a todos 03 cha-
rissimos irmaos a comparacerera no consistorio da
mesma ir uandade, na matriz do Corpo Santo, no
referido dia, as 10 horas da manha, para presta-
rem seu voto.
Consistorio da irmandade das almas, na matriz,
2t de outubro de 1874.
0 escrivae da irmandade,
Joaquim Cavalcante de H- Albuquerque.
O mesmo, diun, 187
Q mesmo, diu a, IM
0 mesmo, diu n 118
Irmandade do Senhor dos
passos, no Corpo Santo
Por nao terem comparecido irmaos em naraero
sufflciente para se proceder na sexta feira pas?a-
da aeleigao para a nova mesa regedora desta ir-
mandade, sao para, este fim convidados de novo
todos os irmaos a reunirem-sa no consistorio da
dita igreja, as 5 horas da tarde de sexta feira 21
do corrente. .
Josf Joao de Amorim Junior,
______________ Escrivao._____________
lnspeecao de saiida do porto de Pernambnca,
5 de outubro de 1874.
Por ordem do Illm. Sr. commendador Dr. Pe-
dro de Athayde Lobo Moscoso, faco sciente que
os navios que tiverem de carregar eouros vcrdes
ou outra qualquer substancia que exhale mao
cheiro, ou descarregarem carvio de pedra, nao 0
poderao fazer sen5o no aacoradouro, perto do
pharol, e que nenhuma reclamaglQ, sera attendi-
da para deixar de ser curaprila esta ordem a
pretexto de ser pquena a carga ou descarga.
0 que se faz pnblico aos senhores dooos on
consignatarioi de navios, para a devida execn^ao.
0 secretario,
Felix de CanUllce da SiWji Lobo
SANTA CASA DA MlSElUCORDlA DO
RECIFE.
A Hlma. junta adrainistrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico qne
na^sala de suas sessSai, 0 dia 22 de outubro, pe-
las 3 boras da tarde, tern de ser arremaudas a
raem mais vanUgens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
laclarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua do S. Goncalo.
Casa terrea n. 21 (fecbada). 260*000
Rua das Calcidas MI,nnn
Idem n. 36 -M l*000
vidal da Negreros.
Casa terrea 0.1U......?XtSXc
Idem d 94.....i't/vJ 31'006
Rna larga do Rosario.
! andar e loja n 24 A. 310*000
i-andar 0. U A.. 408*000
I- andar n. 24 A..... 2*4*000
Rua de Antonio Henriqaes.
Casa terrea n. *6 W*OO0
Largo da Campina.
(damn llCfechada). 6*O0fi
Rua do Coronet Snassuna
I* andar do sonraoo nnmero 94 38t*OO0
PATIUSOWO DOSORPHAOS.
r^aterJ^n.lljelato)1!0^*'. 400*000
Rna do Amorim.
Sobr.do de 2 andares n. 23 .
Casa ler/ea a. li.., .' .
InardoBuws.
Casa terrea n. 11/ .....
Rua doViftrio.
t* andar do sobrado a. 27 .
I* andar do mesmo.....
Loja do metmo ......
Rna do Eiicaatamenio.
Sobrado de 2 andarea n. 13
Rua da Senzal
idem n. 16
Rua da Gnu.
C*ia terrea & 25 .
idem n. 29.......
Rna 4a Cruz.
tofcrado de 2 andares n. IS (fecbada).
Idea n. 14.........
Rua de 3. Jorge
'".asa lerrea n. WO (fecbada) .
[dem b. 103 ...
Rua Ampare )0*uda)
Casa tercea n. 18 (teehada).... 210*000
Os pretendentes deverao apreseatar no aeto da
arremau^ao as suas fiancas, ou compareeareni
acoinpanhados dos reopectivos fladores, deveodo
pagar alam da renda, 0 premio da qnantu a>
queior seguro 0 predi que conthrer estabelec;-
mento commercial, assia como 0 servico da Hb
peza e precoj dos apparelhos.
SecreUria da Santa Cam dapiiserironUa do B
cife, 17 de ssftmbro de 1874.
O serivao,
Pedro Rodriput 4'Mtif.
Companhia hiMtimie
seguros m^ritiuiasi c Cvrrestre*
A agencia desU cempanhia tun.a seguros ma-
rilim s e terreslres, a pretni >s rawaveia, dando
aos ultimos 0 s6lo Urre, e u selinio anno gratuito
ao segnrado.
".na do Visconde de Itapar.ca. anliga do Appolo
n. SI.
Flisiani) J">e Gomes,
_______________________Agente.____________
Monte pio portuguez
De ordem da direcloria siio c< nvidades os Srs.
3ocios qne se acham en\ slr.-no a satisfazerem ta
suas men^alidades, con.o daterniina 0 J 2 do arligo
11 dos eslalulos, para i;ue possa organisar se 0
qoailro dos socios effects os, e mesmo para nio
ser eoagida a dar exeencao ao 2 do artigo 13,
qne e 0 seguinle : perde os dire tos de socio ( rt
13 2) 0 que deixar di satisfazer ai suas men-
salidai.s por mais de dou- annos, sendo Ihes pe-
didas, nao podendo depots ser admit'.ido sem pre-
viamente pagar 0 qne estiver davendo, e nova joia
como se nunca tivessa o rt-mciJu a associacao.
Secretaria do M mte I'io Portugue7, 15 de onta-
bro dc 1874.
0 1* secratario,
J. II. Vieira Ligo.______
fhosiiaz de Aquino luDceea & C.
Suceessores
sa:cam por todos os vaporcs, s.nre as seguin'.es
pracas:
Lisboa. Regoa.
Porto. Coaves.
Riaga Vilh-Flor.
Viauaa. Mirandella.
Vistu. Alijo.
Guards. Favaios.
<>>imbra. Braganc.a.
Guimaraas Lamego.
Rio de J.neiro.
Na rua do Vigario a. 19.
Siiita Casa da Misericordia d> Hecife.
A junu administraliva convida pelo presente as
pessoas que se acham a dever ienda de predios e
mensalidade da pensionista<, para que no prazo
de 15 dia- tra'.em de said if os seus debitos, vist.
que se dentro desse prazo 0 nao faerera, sera ell..
a seu pezar, obrigada a inteular a competante ae-
eao contra cada um delle*, fazendo publicar s*u>
nomes por este Diarlo.
Si-:- taria da Santa Casa da Mi:cricordia d
Recife, 16 de outubro de 1871.
O escrivao,
_______Pedro Rodrlgnes de Sonza.
Carvalho ANogueira
saccam qualquer quant;a, a vista ou a prazo, por
todos os paquetes, sobre Lisboa, Porto e todas as
mais cidades e villas de Portugal ; assim como,
para Galiza e ilhas dos A gores._______________
Construrrao da ponle para a alfan
ioa da pro*incia do Para.
De ordem do Illm. Sr. inspector da Ihesonraria
de fazenda desta provincia, sa faz publico que es-
ta em concurrencia a c^nstruceao da ponia per-
manente desti ad 1 a descarga da mercadurias na
aifaniega desta capital, conforroe a planta e orca
menlo respective, que se acham na secreUria da
junta da musma thesouraria, e poderao ser con
sultados pelos pretendentes ; cajas obras foram
maadidas executar pela ordem do thesouro na-
:ional, n. 73 de 11 de sgosta finio, do IoUI d<*
!99:359*400.
0: pretandentes, quer desta provincia, quer da-
do Rio de Janeiro, Ba'aia. Pernamfeuco, Ceara e
Maran".ao, deverao apresentar suss propos!a^ em
carias fechadas, as quaes serao abertas em ses-
sao da junta da 17 da dezembro do cadtnlt aaoo
Tnesou aria da fazenda da Para, 19 de setem-
bro de 18:1. -Raymundo daSiiva e Cunha, scere-
rio da junU._________________________
Obras militares
A 27 do corrente, ao meio dia, sera aberta .1
concurrencia para a execucao das obras e concer
tos do quartel das Cinco PonUs, na ImporUneia
de 1:311*970 : os preleadentes apresenb m-se nf
reparti^ao das obras publicas, onde se acba 0 or-
camento, munidos de suas propostas em cart:. f-
chala. Recife, 19 de outubro de 1874.
0 ecgenheiro dis obras mtliUres.
Cbrysolilo F. de Castro Chares.
fe
QuarU-feira 28 do corrente mez, vai a prap
perante 0 Illm. Sr. juix de pas da fregqezii *
Santo Autouio, a armacao e mais objects existen
las na fabrica de cigarros n. 4 da rna da Pcnha.
cujos bens vao a praaa por execocio de D. Mari.
da Conceigao C. e Aqniao contra'Jos* Alves da
Oliveira. _________^_______.
Confraria dc S. Chris pirn e S.
Chrispiniano, no convento
do Carmo d) Recife
Nan podendo esta confraria festejar na forma
do costume os seus excelsos padroeiros, faz scien
te aos seu3 devotos que no domingo, J5 do corre
ie, celebrar se tia em seu alur uma missa caau-Ji-
as 9 horas da manha, e cantar se ha as 7 boras da
noite uma ladainha.
Consistorio, 22 de outubro da 1871.
0 secretario,
Joio Quintino Lopes.
Irmandade de N. S do Rosa-
rio da Boa-Vista
De ordem do nosso irmao juiz sao convilad >-
todos os irmaos da irmandade da N. S. do Ro an
da Boa-Vista que estivcrem inscripios na forma d^
art. 3 do compromisso e esiiverem bo gon> dr-
seus direitos, para se reunirem no consistorio da
mesma igreja, no dia 25 do correnft, as 10 boras
da manha, aCm de constituir-e a mesa geral qne
leni de el- ger a mesa regedora para 0 anao ccm
promissal de 1874 a 1875.
Consistorio, 22 de outubro de 1874.
Innocenclo Jose de Sant'Anna,
SecreUrio.
ss
IBMTRv
Santo Antonio
GDMPPl DRftMATlGA 1TALIANA
EMPREZA
gabbado 24 do coireBte.
4.a recita dm latur
Subira a scana o grandioso drama historico,
em 6 aotos de P. Giacometti, inUluUd):
[


Oiftrio de Fewiambuou Sexta feira 23 de Outubro de 1874.

Crisluvao Colorabtt
0 HESCOBIUHENTD DO NOVO MUNDO
0 principal papal a cargo do artista
E. Dominici
A's 8 bora?.
THEATRO
Sabbado 24 do corrente
rane eintUcHlo m henelcio
das ofcrns da igrrja das
Martyrtt.
Represeotar se-aa o drama em 4 actos:
As maia arrepenaidas.
Terminal* o espocuculo com a muito espiri-
toota comedia em I acto :
A MMilIiei' de dous maridoi.
Priucipiara as 8 horas'
BMa espec aculo, cujo lira, josto como
tto relig 1030, e digno de concurreDcia, e a ir-
maadade espera que o publico pernambocano,
sempre solicito em eoncbrrer para o engraodeci-
ajento da religiao, nao deixara do protege-la com
o set "valiojo concurso.
Uma commissao, em am dos iatervallos, ira
agrsdecer aos seas cormdados:
Real coinpanhia de paquetes in-
glezes a vapor.
Ale o dia 26 do cor*
rente espera-se da
Europa o vapor in-
glei Doiiro, comman
dante Thwaite, o qual
depots da demora do
istum seguira para Baenos-Ayres, tocando nos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No da 29 do corrente espera-se dos portos do
ml o vapor inglet Btgne, commandante Reeks,
o qaal depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia,
nm do Commercio n. to.__________
Para Lisboa.
Pretende seguir com brevidade o Idgar porta-
guez Julio. Para carga e passageins, trata-se com
os consigoatarios Thomaz de A iuuio Ponc-ca &
C. Successors, a rna do Vigario n. KJ, primeiro
andar._________________________________
Bio de Janeiro
0 neve patacho brasileiro Meal recebe carga a
frete para aqaelle porto : a tratar no escriptorio
dos censignatarios Balthar, Oliveira 4 C, a rua do
Vigario n. I, 1* andar.
No armazem da raa do Im-Ko* "***'* Mtar5 pten,e9 *
perador n. 48
Ao melt Mm.
AVISOS IVIARITIMOS
Para oPara
JPreieode seguir com muita brevidade o palha-
bote Joven Arthur, tem parte de sen carregamen-
to engajado, para o res to que lhe falta trata se
com o sea con-ignauri; Antonio Lull de Oliveira
Azevedo, a rua do Bom Jesus n. 57.
COMPANIIIA PERNAMBUCANA
DE
Ufa vcaf ilo eosteira a vapor.
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segni-
ra para o porto acima
no dia 3 de novembro, ao
meio dia.
Recebe carga ate o dia
2, encommendas, passa
geiros -e diabeiro ate as 11 horas da manba do
dia da sabida.
Escriptorio no Forte do Mat'os a. 12.
Pacific Steam Navigation Companj
ROYAL MAIL STEAMERS.
Aconcagua
(DE 4106 TONEADAS)
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 25
do corrente, e depois
da demora do costu
me seguira para Li-
terpuol, tocando em
litboa, Bordeos. para onde racHbera passageiros,
ncommendas, e dinheiro a Frete
S. B.Nao sahira antes das tres horas da tar
de do dia da sua chi-gada.
AGENTES
Wilson Ruwe A C.
14PRACA DO COMMERCIO1
Para Lisboa
Seguira com brevidade obrLue portuguez Bella
Figueirense, capita > Hilario Rudrigues : para car-
ga e passageiros, trata-se com E. R. R bello 4 C,
rua do Corame cio n. J7, enirada pelo largo do
Peli-nrinho.___________________________
PRObRESSO MARlTl.nO DO PORTO
Empreia portnenge de navegacao a
vapor enlre Portugal e o Braeil
0 VAPOB
Almeida Garret.
COMMANDANTE T0MASINI,
E' Esperado dos por-
t > do sul em 23 do
correnle, seguindo de
puis de pt'ijucna de-
mora rfentro no porto
. para Lisboa e Liver-
pool, tocando em Santiago.
Recebe passageirts, encommendas e valores ; a
tratar com cs
AGENTES
E. R. Rabcllo tl .
17Rua do Commercio 17
Entrada pelo lar^o do Pelourinho.
Una de S. Miguel
Segue com brevidade para S. Miguel o palha-
bote portuguez Novc S. Lourengo, para ondo rece-
fce carga e pas.ageirus : trata se com ps consig-
natanos Thomaz de Aquino Funceca & C. Succee-
sores, rua do Vigario n. 19, 1* andar.
LEILOES.
LeilOes
POR
imerveiit'iio do a genie Pinto.
A saber :
SEXTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
I11 srmacao, balcao, uura, carle ira, moveis,
vinhos, licores, conservas, peixes em lata, balan-
^as, 1 bote, 1 lancha, e mnis perlenca do arma-
zem da rua do Commercio n. 24, do fallecido
Eduardo Turpin.
LEILAO
Barca Santa Maria ao Para
Jatem engajada a maior parte da carga a frete
para o dito porto ; e para o rt-st > trat--.se com os
sens consignatarios Amnrim lrmaos Para Lisboa.
A barca portugue/a Pereira Bonjes, capitao An-
tonio Alfrp^o Borges, recebe cirga e pa*sageiros:
a tratar-se com Silva GnimariPs & C, praga do
Corpo Santo n. 6, segondu andar.
Mi:\)ii:i(
TILLE DE RIO OE JANEIRO
Comnianilunto A. Eleury
E' esperado da Eu-
ropa ate 23 do cor-
rente, seguindo depois
da indispensavel de
mora para 03 por-
tos do sul de sua e3-
eala acima referidos.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
4iRna do CommercioEntrada pela rn
_ ______do Torres.
COMFAliHIA BRASIL.EIRA
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do miiI
CERVANTES (fretado)
BE
moveis, lou^a, vidros, livros,
musicas e obras de ouro
e prata,
COVIO SEJAM :
Uma boa colleccao de operas, musicas e phatita-
sias.
Uma dila de estudos e exercicios de agilidade,
duetos de Ernani, Fnrza del deslino, el?., etc.
Uma dita de polkas, walsas e quadrilhas moder-
ns-.
Uma dita de operas para santo, romanzas italianas,
duetos, estudos o exercicios.
I'm livro do Sulfejo de Rodoloho e 3 livros enca-
dernados com musicas difflceis e faceis.
Uma colleccao de livros inglezes, comprehendendo
os poemas de C wper, Shakespeare, historia de
Inglaterra e biugr'aphia geral.
Urn diccionario italiino, as prisjies de Silvio Pel-
lico, um dicci' nario fraocez, historia de Portu-
gal, da Grecia e de Itoma, da idade media e an-
tiga, e outros livros.
Um relogio de ouro esmaltado e corrente de bom
go-to, propria para senbora; uma corrente de
ouro (double) e com um medalhao; u n cordao
de ouro do Porto, de 20 quilates ; uma pulsei-
ra, uma medalha para retratcs, um medalhao
com perolas, 4 anneis de ouo, sendo um com
brilhante e muitos outros objectos.
Uma mobilia de jacaranda (massi^a) com um sofa,
2 consolos, 2 cadeiras de braco* e 12 de guar
nicao, uma cadeira d- balanQo e uma conversa-
deira de jacaranda.
Um piano forte de jacaranda.
Uma mobilia de junco, propria para gabinete.
Um guarda-lou^a envidracado, um aparador com
gavetas, cadpira;., mesas, marqueza', marque-
zoes, lavato ios, commodas, lou^a, vidros, 2 ca-
mas de ferro para menino, e muitos outros ob-
jectos proprios para c-isa &< familia.
DOS
generos de estiva como abaixo se mencio-
nam, existentes em o armazem da tra-
vessa da Madre de Deus n. 12, perten-
cot.tes d massa fallida de Joao Tavares
Cordeiro & C
Hoje x
A's 11 horas (i a manha
0 ageute Dias, cumprindo o respeitavel despa-
chodo lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio,
fara leilao no dia e hora acima indicadus, dos gene -
ros que abaixo se meucionam, ns quaes serao ven-
didos em um ou luais lutes, a vuntade' dos Sr?.
pretendeotes, epertencem a massa dos lallidos
acima indicados.
A SABER:
137 frasqueiras de genebra, 18 ditas de dita 01-
ditom, 91 <-aixas com vinho Bordeaux, 11 ditas
com genebra aiomatica, 92 barricas com cerv ja
Leilao
Dos objectos do armazem da fornecimento
de navios, da rua do Commercio n. 24,
do fiaado
Eduardo Turpin.
Em continuacalo
E porllquidarao
CONSTANDO DE :
Uma armacao, balcao, armarios, carteiras, 1
burra, repartimento jde escriptorio, 1 balanca, 1
lavatorio com deposito para agua, com i rneiras,
repartimento de escriptorio, mesas e mochos.
Panel para cigarros, cbarutos, caixas de palitos
de denies, ditas de pbosphoros, ditas de sabao e di-
tas de seho.
Laus com bages, frascos com az^itonas, vinhos,
Bitter. Annisete, vinagre, aguardente, extracto de
absynt o, Hircks, Vermouth, 8 caixas com garra-
fas dagua de Vichi.
Qualroceutas esteiras de perpen, flandrea e pipas
vazias, escadas, taboas, eiuitos outros objectos.
Segunda-lcira lb k outubro
is 10 i|2 boras em ponto.
0 agente Pinto usando da mesma antorisacio
com albos, 14 garrafoes com genebra nacional,
60 latas do 4.* com sardinhas, 3 caixas com cha
verde, 1 dita com dito raiodinho, 6 Irasqaeiras
com genebra Vida Eterna, 2u saccos com erva dd-
ce, em mao estado, 45 latas de conservas, 41 ditas
com fructas em calda, 25 saccos com cominnos.
LEILAO
DE
um sobrado de 3 andares, sito a* rua do Bom
Jesus n. 23, o 2 e 3"
andares proprios
para escriptorio, e
bem localisado e
pa-a familia, e o 1
um grande armazem,
reodoso
A's I I(Vt horas.
No escriptorio, & rua do Bom Jesus n.
is 11 horas da manba
0 agente Pinbo Borges vendera em leilao o re-
ferido sobrado, por conta e riseo de quem perten-
cer.
Os Srs. pretendeotes podem desde ja examinar,
e qnalquer esclarecimento o mesmo agente acba-
se autonsado a dar.
53,
Leilao
10 barris com
.No 2 andar du si.brddo da rua Primeiro de
Margo n. 14 (aotr'ora rua do Crespo).
0 agente Pinto, autorisado por uma familia, que
mud;, de residencia, fara leilao dos moveis e mais
objectos afima descriptns, existentes no 2* andar
do sobrado da rua do Crespo d. 14.
0 leilao principiara as 10 1|2 horas em ponto,
por serem muito* e differetes os lotes.
mora do costume.
E' esperado dos portos do norte
ate o dia 25 do corrente e se-
guira para os do sul, inclu
sive o da Victoria, depois da de-
Portos do norte
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 27 do
corrente e seguira para
os do norte depois da
demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio
7RUA DO VIGARIO7
Pereira Vianna & C.
Agentes
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 4.
nu o Sim
O brifue portuguez Trivmpho, pretende seguir
COO muita brevidade: para carga e passageiroi
trau-ie com os consigoatarios Thomaz de Aquino
f OBceca & C, successcres, rua do Vigario d. 19
Agente Pestana
LEILAO
DE
moveis, louga, vidros, crystaes, ouro, pra-
ta e bnHi -int s
SEXTA-FEIRA 23 DO CORRENTE
a* 11 horas em ponto
No segundo andar do sobrado sito a* rua do
Cabuga" n. 16.
0 preposto do agente Pestana, competentemente
autonsado por uma familia que se retirou para a
kuropa, fara leilao, per conta e risco de quem
pertencer, dos moveis abaixo declarados.
Sala de visita.
Uma rica mobilia de jacaranda, com pouco uso
con>tando de 12 cadeiras du guarnieao, 2 ditas de
bracos, 2 ditas de balan?o, 1 sofa, 1 jardineira com
oedra, 2 consolos tamDera com tampo de pedra, 3
espelhos dourados, 1 tapete, I rico candieiro a
gaz, 2 pares de lanternas, 2 pares de jarros com
pingentes e bouquets de cera, 1 relojiio de cima de
mei-a, 8 quadros com floas gravuras, 1 par de es-
carradeiras, 1 machina para costura e 2 pares de
quarlinhas.
Primeiro quarto.
Uma cama de amarell 1 lavatorio com pedra e
suas pertencas, 1 cabide, 1 bidet, 1 guarda vesti-
do de amarello, I toilette de mogno e 1 espelho.
Segundo quarto.
Um marqaezao para solteiro, 1 meia commoda,
1 santuario com imagens, I lavatorio e 1 cabide.
Sala de jartar.
Uma mesa elastica de 4 taboas, 1 guarda louga,
2 aparadores, e sofa de amarello, 12 cadeiras, 2
m>-sas para j-go, 2 cadeiras de brace, 2 ditas de
balancp, 1 quadro a oleo 1 relogio de partde, 1
quartinheii a, 1 apparelho para jantar, 1 dito para
almaco, pares de garrafas, duzias de copos, ditas
de calices, compoteiras, etc.
Cozinha.
Uma mesa para eogommado e pertencas de co-
zinha necessaries para uma casa de familia.
HOJE
as 1 horai em ponto.
No segundo andar do sobrado sito & rua do
Cabuga- n. 16.
inteiras e meia?, 50 libras de cha preto, 15 caixas que tem do gerente do consulado de Franca, con-
com vinho Madeira, 20 ditas com Iicdr francei, 5, tjnDarj a dispor em leilao no dia 29 do corrante, os
ditas com cognac, 3 saccos cm alfazema, 13 gar- objectos pertencentes ao espolio do finado E Tur-
rafoescora cevdinha e sagii. 1 eaixa com palitos' pin existentes no armazem da raa do Trapiche
para dentes, 31o resmas de papel para oii.brulho, J, >i
Em con tin uaqao
A' 1 bora da tarde.
Vendera o mesmo agente o d re*to de arrenda-
meoto do mesmo armazem pelo tempo que falta de
' 2 annos e 2 mezes, a vencer-se em dezembro de
1876, sob as c indicde* que serao exposlas no acto
do leilao e de conforraidade com as instruc;5es re
cebidas do mesmo consulado.
Agente Pestana
Grande e importante
leilao
DE
moveis, lougas, vidros. crystaes, ouro pra-
ta e brilbanto
TERgA-FEIRA 27 DO 'COKRNETE
4s lO 11 a horas
No primeiro andar do sobrado sito a*'rua
da Aurora n. 61
0 preposto do agente Pestana, competentemen-
te antorisadp por uma familia que se retira para
n Rio de Janeiro, fara leilao, por conta e risco de
quem pertencer, dos moveis abaixo mencionados
Sala da frente.
Uma rica mobilia de jacaranda, composla de 12
cadeiras de guarnieao, 4 de bracos, 1 sofa, 2 con-
solos, 1 rico piano do afamado fabricanle de Pleier
1 secretaria de jacaranda, 2 espelhos dourad is, 1
caudieiro a gaz, 3 pares de jarros, 2 pares de lan-
ternas 5 cestas para flores, 1 banco para piano, 1
tapete, 1 par de escarradeiras, diversos quadros
com Unas gravuras, 4 pares de jarros de porcela
na dourada para fl >res, 1 porla inuMca, 4 tiguras
de pedra, 1 relogio, 1 rica costureira, 1 costureira
de palha.
1* quarto.
Um guarda vestido, 1 cama de jacaranda, 1 toi-
lette de dito com pedra, 1 bidet, 1 cabide, 1 com-
moda inteira, 1 candieiro a gaz, 1 par de quarli-
nhas, I espelho, 1 tapete.
2* quart.!.
Uma cama franceza de amarello, meia commo-
da, 1 cabide, 1 goarda-roupa, 1 bidet, i par de
quartinhas, 1 tapete, 1 par de lanternas, 1 berr;,o,
4 cadeiras.
3* quarto.
Uma cama de amarello, 2 consolos, meia com-
moda do systema de guarda roupa, 1 par de lan-
ternas, 1 cabide, 6 cadeiras, 1 bidet.
4* quarto.
Um marquezao, 1 cabide, I lavatorio com jar-
ro e bacia, 2 mangas de vidro c mi casticae9, 1
cadeira para descanco, 4 ditas e 2 bancas.
5 quarto.
Uma marqueza, 1 par de cons Ios, 1 candieiro
a gaz, 1 cadeira para descanco, i lavatorio.
6" quarto.
Uma marqueza. 1 cama para menino, 1 lavato-
rio, 1- cadeira de balanco, l banquinha e 1 par de
quartinhas.
7 quarto.
Uma commoda nsada, 8 cadeiras, 1 banca, 1 ca-
bid" para pendurar, e i quartinbeira tambem para
pendurar.
8 quarto.
Dous consolos de jacaranda, 6 cadeiras, 2 camas
de ferro, 1 lavatorio, 1 es.tante para livros e 2 ca-
deiras de balanco.
Sola de jantar.
Uma excellent* mesa elastica de 4 taboas, I
guarda louga, 1 par de aparadores, 1 maquina de
costura, nova e de dous pospontos, do fabricante
Singer, 12 eadeiras, 1 sofa, 2 cadeiras de balanco,
1 espreguicadeira, t relogio, 1 quartinheira, I ap-
parelho para jantar, 1 dito para almocr-, 2 pares
de quartiuhas, 16 garralas com v nho Xerez. 1
filtrador de pedra, 1 mesa para calo, 6 quadros,
copos, calices, garrafas, compoteiras, frucieiras, 2
tampas 1e arame.
Sala de engommado.
Doze cadeiras, 2 consolos, 1 mesa para engem-
raado, < armaro. 1 lavatorio, I par de qua.tinbas,
1 cadeira de descanco, trem de cozinha, panellas,
cagarolas, assadeiras, chaleiras, etc.
DE
came de porco e de ya:ca
ao meio rlia
No trapicbe da Companbia.
0 agente Pinho Borges venlera em leilao, no
lugar designado, os barris com came, por conta e
risco de quem pertencer.
0 mean o agente cinvida os Srs. capitals de
navio a concorrerem a este leilao.
ieiiao
D4.
arma^ao, fazendas e perten$ns da loja de fa-
zondas da rua Duque de Caxias n. 44
Massa fallida da Francisco Guimaraes & C.
Hoje
0 agente Martins fara leilao, por mandado do
lllm. Sr Dr juiz especial do commercio, d'arma-
?ao, fazendas e pertengas da massa fallida de
Francisco Guimaraes & C.
A's llhoas dodia acima.
Os preteudeutes podem examinar o mandado em |
poder do agente.
LEILAO
DE
uma casa na rua Azul n.
34
Ediflcada em chat proprio, com 1 sala. 1 quar-
to, cozinha, quintal em aberto, com 12 palmos,
rende mensalmente lujOOO, avaliada em 700/000
HOJE
[('!> agente llaritiis.
Xo ariunzein da rna do Inapera-
dor n 48
Ao meio dia.
perfeito bri-
prestando so
DE
um nnnel com um grande e
lbante de I.' quahdade,
para altinete e botao
Hoje
No segundo andar do sobrado da rua Primeiro
de MarQo u. 14
Por intervenr;ao do 8gonte ninto
LEILAO
DE
Dous cofres, duas carteiras, uma banca, um
armario, dous mochos, duas cadeiras, um
copiado de enrtas, um balcao, um gra-
deamento e f..rro de escriptorio, uma ar
macao de pinho, uma porcao de papel
ma a-borrao, vinto frascos com tinta para
escrever, 30 barris com potassa arrui-
nada. '
Massa fallida de Caodido Alberto Sodreda
Motta & C.
SABBADO 2i DO CORRENTE
O agente Martins fara leilao por mandado do
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, dos ob-
jectos acima existentes no escriptorio dos fallidos
Candido Alberto Sodre da Motta & C, que cons-
ttiuem a referida massa.
A's 11 horas da mnha
EM DITO ESCRIPTORIO.
aifiSuS Osft:8SOS
LEILAO
moveis, elouca
ao correr do marteUo
Hoje
Uma mobilia de jacaranda a Luiz XV, com pou-
co nso, 1 dita de amarello, 1 gnarda vestido de
mogna, 1 dito de amarello, 1 guarda roupa, 1 toi-
lette de mogno, l dito de jacaranda, cadeiras de
amarello e jacaranda, marquezas, consolos, ma-
quinas de costura, 1 mesa elastica, 1 dita inteirica,
espelhos, aparadores, camas de amarello.
Lonca de poreelana para jantar, garrafas, co-
pos, calices, jarros, 1 orna para cha, diveraas fa-
zendas e outros muitos objectos do nso de uma fa-
milia, que se So venJidos ao error do martello.
Pelo agente Martins.
DOS
moveis que abaix SEGUNDA-FEIRA 26 DO CORRENTE
as 11 horas da manha.
Em o segundo andar do sobrado da rua de
Domingos Jose Martins, outr'ora Sen-
zalla Velban. 110.
0 agente Dias, competentemente autorisado por
uma pessoa que muJou de residencia, levara lei-
lao, no dia e hora acima indicados, os moveis exis-
tentes em a mencionada casa, os quaes sio os se
guintes:
A saber:
Uma optima e quasi nova mobilia allema, enver
nisada de preto, e composla de 1 sofa, 1 par de
cons Ios, com tampo de pedra marmore, 2 cadei-
ras de bracos, 12 ditas de guarnieao, 2 ditas d-
balaoco, 3 espelhos, moldura dourada, 6 tapetes,
diversos tamanbos, 2 escarraleiras, 1 toilette de
jacaranda, com tampo de pedra marmore, 1 guar-
da-roupa de amarello, 1 banqueta de dito, 1 quar
tinheira, 1 cabide, 2 aparadores de amarello, <
mesa elastica, de amarello, 12 cadeiras As goar-
I nicio, garrafas para vinho, compoteiras, e outrof
.Fest de S. S.doTercjo.
A irmandade de N S do Terc/> faz celebrar a
festa solemne da sua excelsa padroeira, domiogo
25 do corrente, em sna igreja. A orchestra e di-
rigida pelo maestro professor Rodolpbo.
Sao oradores na festa os Rvds. p'.dres Antonio
de Mello Albuquerque o no Te-Deum oR"d. The-
mistocles G>>ncdlves de Andrade. No sabbado a
ii-.: ito havera uma ladainha sublime com a ^sislencia
da referida irmandade, a qual foi orometiida por
um devoto, a mesma Senhora do Terco. Havera
tambem na madrngada do referido dia da festa uma
missa canlada, tambem promettida por um nosso
irmao, e a 7 horas uma missa resada em alien-
cao ao Exm. e Rvm. Sr. bispo D. Fr. Vital, na qual
se dara a sagrada communhao aquelles fleis
que adesejarem receber, A's 11 boras entrara
a festa solemne, a qual sera annunciada por uma
salvade 21 tiros e diversas girandolasde fogo di
ar, terminando a noite tido o acto, com nm so
erone Te-Deum, em acgao de gracas a m-sma
Virgem Senbora do Terco, e depois de tudo con-
cluido, queimar-se-ha um Undo e variado fogo ar
tificial, tocando em todos os actos uma banda de
musica mareial.
de todos os taroanhos, as melhores que aqui existem.
I
ifOND-IQAO-DO BOWMAN
RUA DO BRDM I. 12
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de engenbo e outros agriculton s, e compradbres da ma-
fhinismo o favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen
to compieto que abi tem ; sendo tudo superior em qualidade e fertid&o ; o que con a ins-
trucrao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENQAO AO NU.MERO E LUCAR DE SU\ FUNDICAO
V aDOreS e rOdaS O. agUa dos mais modernos systemas e em tamanbos eon-
venientes para as diversas circumstancias dos senhores proprietaries e para descarorar
alg-dSo.
Moendas de canna
IvOClaS ClentaOaS para animaes. agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MaClllDlSmOS para mandioca e algodao, e para serrar madeira. Sxr movidos a mao
BombaS de patente, gar.ntidas........ C,&.T,PO^
lOClaS as macninaS e pecas de que se costuma precisar.
FaZ qualquer COncertO de machinismo, Pre;o mui resumido.
r OrmaS Qe ierro tem as melhores e mais baratas existentes no mercado.
linCOmmenaaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo A vontade dot
clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem as compras por intermedio de pease*
enttndida, e que em qualquer necessidade p6de lhcs prestar atuilio.
AradOS ameriCanOS e instruments agric las.
RUA DO BRUM N. 52
lASSA]NDOO CHAFARIZ
DUBARRY.
Antiga loja de ferragens finas do falecido Dubarry.
M .8 Rna da IniperatrlzM. 8
0 propietario desta l ji tendo chega.lo recentemente do I'aris, e sendo obrigado a
voltar muito breie, estd inteiramente resolvido a liquidar, e *ssim vende de hoje em
diante com grande abatimento : a dita loja acha-se uito bem sortida, nao s6de fer*a-
gens finas. iuglezas e fraucczas as que o antecessor Dubarry sempre recebia, sendo,
para carapina, marcineiro, pedreiro, tanoeiro, torneiro, etc., etc., como tambem urn
compieto sortimento de bombas para puxar agua, utensilios de cozinha de ferro batido,
eslanhado e forrado de poreelana, como spjam : bules, cassarolas, frigideiras, etc., el.:.:
sortimento de espelhos para adorno desalas, varas dournds para former quadros, finas
estampas duo so para quadros, como para cosmorama, ricas ostampas, gravuras feilas em
Londres, em ibrmato muit) grande, representand> o principio e fim do mundo: sorti-
mento de vidri'S finos grandes e pequenos para cosmoramas: apparelhos de porcelrana
fina toda branc8, para jan'ar, e grande sortimento de vasos (lores para cima de toilette,
eto., etc. : grande sortimento de briuquedos para criancas, e muitos outros artigos, e
todo e qualquer artigo se vende de hoje em diante com grande abatimento, slim de li-
quidar inteirair cnte, visto o proprietario ter de partir muito breve para a Europa : na-
Boa Vista, rua da Imperatriz n. 8.
PiilliL
ESCRIPTORTO
a rua da Ccmpanbia Pernam-
dia
ESTACAO PRINCIPAL.
a rua Nova de Santa Rita
bucana n. 2. ns. 55 a 59.
Esta empreza de transporte de mercadorias, inaugura o trafego dc suas linhas bo
10 de ag.'Sto do corrente anno.
Servico dn I'Maiilo das Cinco Pontas para o Recife
A empreza encarrega-se da entrega da< earns vindas pela estrada dr ferro aoss^-n-
freguezes, de tirar e entregar-lhrs ate as 8.horas da m8nho, as amostras do asscca?
chegado na vespera, pagar a* vista do conhecimento o respcclivo frete e fazer conduzir
assucar e os outros generos com ainaior prompt..dao para o armazem dos compradoi"-
ou recebedores.
Oprefo do transporte comprehendidos os servi^os acima mencionados, a ca:
descarga, e arrumaguo ho armazem 6 :
Por sacco de assucar................ 120 reis.
Por fordo de algodao.... ........... 100 reis,
Ancoras ou barris a roz3o de......... -ItOt'O reis a pipa.
As carga s destinadas aos engenhos e remettidas pelos /'rcyiiczes da empreza
transportadas graluilamenle para a estaguo das Cinco Pontas, eserao.recebidas nao
onde ixislircm os Irilhos, mas cm qualquer ponto dos bairros do Ilecifc e Santo in-
onio.t
Hev\ ico do Forte do Uatios para as ruas ''o Apollo c Brunt.
A empr ezea nearrega-se de rec-ber com o seu pssoal os assucares e mais gen?"0
dos trapiches ou do caes, com direcc.5o aos armazens das ruas do Appollo e Drum
qoaesquer outras do bairro do Recife na proximidade de suas linhas.
0 preco de transporte comprehendida a cargo- e descarga camimacno no flni
zem 6 :
Por sacco de sssucar................. 80 reis.
Por fardo de algodao................. 100 reis.
Por angoras nu barris d razao de........ IfRM re"is por pipa.
Recife, 1 de agosto de 1874.
Massa fallida de rereira de
Mello^C.
Os credores podem rece-
ber o 2. dividendo de sete
por cento, apresentando os
titulos para se annotarem.
AGUA DE CHINOLINA
PARA TIAGIRIKSTANTANEAHENTE OS CABELLOS
PREPARADA por
BARTHOLOMEO & G.
Pharmaceuticos da Casa Real de S. II. F Fl Rei de Portugal :
preniiados em diversas exposicSes com o primeiro pt-emio de
sua classe
Unico composto, cuja base principal sao principios vegctaes, que p6de por isso s>r
usado por tempo indefinido sem o menor reccid do alteracao do saude. Esta agua adnoi-
ravel a& aos cabellos, am poucos minutos, uma cor e brilho natural, desde o castanbo ,
ate o negro, e ao contrario do todas as tinturas conhecidas, tem um aroma agradabilissi- \
mo, que facilita oseu uso is senhoras, ainda as mais difficeis. A fjiangam-se o$ seus rt-
tultadosc effeitos inoflensivos, quer a applica^So seja limitada a barba, quer comprehnn-
da os cabellos da cabeca.
DFPOSITO GEBAL
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBLCO
C0Z1NHEIK0
Precisa-se de um para casa de pequena
familia. no Caes do Apollo n. 69.
Convem
Na rua do Imperador n. 9, se dira qnem aluga
uma casa no Caldeireiro, perto do banho, com
commodos para familia, com pequeno sitio to to
mnrado, em a rua dp Lameirao, por fe?ta._____
Ao commercio.
0 abaixo auignalo declara pelo presents quo
tem eontratado com o Sr. Manoel Jose dos Santos
Bran vender-lhe sua taverna sita a rna do Rosa-
rio da Boa-Vi.u n. 56, fleando as dividas activas
a ea>go do annnncianf); o qua faz publico para
oi <*evidos effeios. R ioife, ti de outubro de 1874
Jose Joiqnim Marques.
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO k C.
Pharmacentieos da casa real de S. H. F. el-rei de Portugal
Premiados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
0 xarope vegetal americano, garantido pubamrnte vegetal, nao contain em sua conposicao
am so atomo de pio, e sim -omenta succos de plantas mdigenas, cujas prooriedades beaeficas na
cura das molestias que pertencem aos orgaos da resniracao, tem sido observadas por longo taapo pe-
los medicos mais distinctos que o re ^ommendam e prescreve.n todos os dias no tratamento das Wbn-
chites, tanto agudas como chronicas, asihma, tossas rebeldes, escarros de sangne, tbisica no prineiro
grao e contra as irritacoes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 Eua larga do Rosario 34
PERNAMBUlO.


Diario de Peniamouoo Sexta teira 23 de Outubro 06 lb?4
V
t

f
7* -*
Din trie to de.Copoolraa do lermo Ho
onito. -
Deite povoado Dtiroase felizmente para a vil
la ea Panellas o cefebro Felix Villa Nova, conhe
cido por Felix Cambado oa Baea'ao. Consta que
lle qaer compet-r os eandidalo* que pretendem
os lugares de eserivio de orphans daquelle tcrmo.
Nao acredito q.ie e govenio fara nma noma-
cao tao vil e lesairow, pirque, dest-is > ffendeni
a sociedade e desacrediiam o governo: 0 para pr"ya
do qoe ditto basta diier quo sendo 0 Sr. Folix
supplente do subdelegado do distfieto de Capoei-
ras (ora ilmniitid > a beni do str*ic poblico e por
factos provadoscom documents qoe duem exis-
tir na secretaria de policia
DescQlpe me Sr. Felix selbe offendo, antic;pando
meu juizo em considera lo candidate ao cartorio
de Panellas visto com) sel qae 0 Sr. para viver
nao precisa ser e?crivao, basta o sea ramo de
negocio qae e vender pomodas, pabular, e nao
mente: com quatao nao sei se na villa de Pa-
Delia haveia extraccao a esse gencro.
V' lure1, se fallar.
Capoeiras, 20 de outubro de 1874.
________________________Um capoeireme.
Roga-se ao Sr. Eduardo Miguel da Costa,
caixeiro do Sr. barao de Naiaretb, a vir a rua da
Ponte Velha a. 9, para realisar 0 negocio de tea
particular interesse. _________^^
Aluga-se a casa terrea n. 19 da rua do Co-
tovello, na Boa Vista, e tarvet a mais baixa da
qnella rua, porem ao eotrar nio se desce, sobe-se,
acba-se bem tratada, e alegre e arejada, tern duas
janellas e uma poru de (rente, e no interior duas
salas, duas aloovas e eozinha, chaguao com cacim-
ba propna, e alravez do quintal doas juartos am
dos quae.- e oceapado pelo apparelho Drainage,
quintal mnrado, ne centra um pequeno parrei-
ral, sapouseirbs, romanseira, goiabeira, todo dan-
do frnetos : para ver, acha se a cbave na easa
junto, e para tratar sobre o alaguel, queiram en
tendor-se com 0 douo, na rua larga do Rosano n
36, loja.__________________________________
^recisotrse
alugar uma escrava para vender na rua: trata-se
na rua de Hortas n 61.
Alnga-se a casa do Matombo, em Beberibe,
Da estrada do Porto da Madeira, pertencente aos
herdeiros do capitao Martins. A casa achi-se
caiada e pintada de novo : qnem a prelender, en
tenda-se com o Mello, em Beberibe.
AO PUKLICO
0 abaixo as>ignado, vendo annnnciado a leilao
para qainta feira 22 do corrente mez, a armacSo e
!;eneros da taverna sita no pateo da Paz u. II.
reguezia dos Afogaio?, vem declarar ao publico
que so poi ir em praca os generos da mesma, e
nao a arroacao, pois e pertencente ao proprietaries
Afogados, 20 de outubro de 1874.
Francisco Ignaeio de Jesus Mendonca.
AVINO
A casa n. 18 do heceo do Poeinbo acba-se by-
pothecada desde 1873.
Escriptono
Aluga se 0 1* andar do sobrado n. 19, a rua 1*
de Marco, proprio para es-riptorio.
tiaixriro.
Precisa-se de um caixelro de idade de 12 a 14
annos : a tratar d> rua de Santa Rita n. 50.
Criadas
Na rua do Imperador n. 39, 1* andar, preeisa se
da duas criadas livres on esersvas. sendo uma
para enzinhsr e ontra para engnmmar Uvar :
lainbfm ne precisa de u.ii 1:; i 1 lo para ervi ,0 do
roesiien.
Aliijfi so a eata n. S.'i .l-i
de I'.irU*. 1:0,11 |HirL
servo mesmo para
gains por liteu^
or
aluga-se 0 3* andar da casa sita a rua do Livra-
roento n. 6 : a tratar na mesma rua, loja n. 13.
Casa
Aluga-se a loja da casa n. 61 da rua do Apollo :
a chave esta na rua da Cadeia n. 3, para ver.
CAM OA FORTIM.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTID0S.
A' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua ao
Crespo) n. S3 e casas do costume.
O abaixo assigns do, tendo vendido nos sens fe-
lises bilhetes um meio n. 3166 com 700*000. um
meio n 200 coin 2'04000, um inteiro n 2741
com 1OO4OOO. urn nteiro n. 2766 com 100*000, e
outras sortes de 402 e 2(11 da loteria que se
acabou de extrabir (121*), convida aos possui
dores avirem rereber na couformidade do cos-
tume sem desconto algum.
Acham-se a venoa os telues bilhetes garantidu-
da 5" parte das lotenas a beneflcio da igreja
de S. Goocalo (122-), que se extrahira na quin-
ta -feira, 29 do corrente met.
PREgOS,
Bilhete inteiro 4*000
Mwohilhete 2*iHK)
i:m porcao de 1004 para citua
Bifbele mteiro 3*500
Meio bilbete l*7o0
.1/ariot'I Martins Fiuza.
AVISO
D. Leoroldina de S >uza Soares, vinva de Anto-
nio Jose Soares Junior, declara nada dever nesta
praca eu (ora delta, pelo que. quern se jnlgar seu
credor, apresente suas contas a rua Barreto Me-
neies n. 1, no prazo de oito dia-, certo de que,
Undo este prazo, nao se atteadera a itialquer que
appareya.______________________________^^
Carvalbo & Nogueira, a rua do Aoollo n 10,
precisam fallar com > Sr. Eugenio Ferreira, pas
sageiro do vapor Cotopaxi, aqui -hegado em II do
corrente mez.____________
0 commeodador llianqua B. de Oiiveira,
partindo brevemente para Montevideo e Dueno*
Ay res, e nio tendo tempo de despedir-se pessoal
mene de sens nnmerosos amigos, 0 fax por este
meio, e offereeelhes 0 sen diminuto prestimo na-
quellas cidades._____________________________
Jose Antonio Domingues de
Figueiredo
para 0 dm de evitar incommodos aos sens fregue
zes de virem tlo longe comprar cigarros, resolveu
abrir urn depo-ito no bairro de Snlo Antonio, a
rua estreita do R Lar^ngeiras, ahi encontrarao os consnmidores de
todos os cigarros manufacturados em so a fabrica,
tanto em grosso como a retalbo, pelos mesmos
precos da (abrica._________________ _
Boa moradia.
ypnde-se um excellente sobrado, com uma
casa\pe nella, rua Real n. 3>, com bons commodos
[iara uma familia grande, tendo diversas sa-
ns grandes e muitos quartos, todos com
janellas; quartos para criados, cocheira,
esiribaria, grande copitr, casa de banho
e jardim da cada lado. A casa esid em
perfeito estado, e e situacfio e a mais fresca
9 saadavel possivel :a tratar com a proprie-
taria D. Maria Purcell Raulinson, na mesma
casa._______________________________________
- Aluga-se 0 primeiro andar da casa da rua
do Torres n. 8, propria para escriptorio, on pouca
fan ilia: a tratar no segundo andar da rua do Mar-
quez de Qlinda.____________________________
Aluga-se 0 arraazem de recolher, do sobra-
do da rua dos Burgos n. II, por detr z da rua do
Vigario : a tratar com Jose Feliciano Nazareth,
rua da Praia n. 20.________________
Protesto.
0 abaixo assignado, filbo legitimo da (inada D.
Maria Gomes Cuuiinho do Amaral, sabendo que
os ben- deixado por sua_ mai, dos qnaes e 0 uni"o
e legitimo herdeiro, estao jnstos para serem ven-
didos pelo nollo tetamenteiro Man el l.uiz da
Silva Guimaraes, previne que nmguem lira ne
gocio com 0 silio e casa da Varaea nem com oulro
uualquer bem, visto como nao autorisou a nin-
guem para vende las.
Kecife, 14 de outubro de 1874.
Tbomaz de Aquino Coulioho do Amaral.
Aluga-se
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03 armazens ns. 63 e 69 na praca do chafariz em
F6ra de Portas, um onde teve tenla de ferreiro
0 fallecid i E. Mahult. 0 outro que esteve occu-
pado com venda de molhados, para 0 que 6 op
limo pela localidade e ser de esquina. ambos livres
e desembara^adus de impostos: a tratar com 0 com-
mendador Ta-so._____________________________
Escriptas
Uma pesso' com habilitatoes, disp tdo ainda
de algum tempo, se prupoe" a fater algumas es
criptas, 011 sejam por panidas dobrada? ou sim-
ples, ou sejam por effectividade on me>mo tempo-
rariamente. A muita pralica adquinda nesse
exercicio, garante a perfeicao de seu trabalbo, e a
sua assidui'lade, sem dnvida, sali^fara a quern Ihe
confiar sens servicoi: quem precisar uiilisar-se
de seu prestimo, pode deixar note na loja do Passo,
indicando o nome e lugar para ser procundo.
CC~3
ast
^
a ao
Com Francisco de Paula Uchfta Cavalcante,
cobrador, precisa se fallar com urgencia : na rua
Primeiro de Marco n. 16, andar.
Fugio a 15 do corrente o n ulatmho Casemi-
ro.de irtade 14 annos mais ou menos, cor aha
cenla, cabrllos carapinhos, pfs e ruaos grussas,
olho< e orelbas grandes, rosto 1-rgo. e e raahoto ;
snppoe-se ter ido pel*, estrada do Caxanga, em
algum comboy do centro : gratillca se bem na
Passagem, entrada para a fabrica d<- fiacao.
Na rua da Alegria n. 40, precisa se de um
criado que apresrnte attestado de sua condncta
Aluga-^e pur fe.-ta, uma grande casa e silio
na estrada da T.irro, a margem do rio, perto da
linha dos bonds ca rua do Marques de Olinda
n. 66.__________________________________
Escrava fugiila.
Josephs rusentou se da ca>a de sua senhora
no dia 5 de outubro e tern os sigoaes seguiotes :
cnoula, cor preta, representa ter 25' annos ponco
mais ou menos, tem. os dedos da mao direita
cortado's, levou o tableiro em que andava ven-
dendo cangica e coutintia a andar com 0 dito ta-
boleiro com loda louca para nao ser agarrada,
levou saia de chita co u um babado estreito em-
baixo, traja camisa com labiryntbo no talho e le-
vou chales preto : roga se as autoridades poli-
ciaes ou capities de campo, a -prrfhensio da
dita e?crava e leva-la ao Caminho Novo, sitio n.
liO, a sua senhora, ou na rua da Cacimba, pri-
meiro andar. a entregar ao Sr. Jnao Francisco
Leite, que sera generosamente recompensado.
AttenQao
Fugio no dia 7 de setembro 0 esi*ravo~do abai
xo assiguado, com os sigoaes segnintes : Egidio,
cabra, idade de 20 annos, cabellos carapiphos,
olbos aboticados, allura regular, rosto um tanto
cbupado, beicos grosses, bocca regular e um
tanto bicudo, cabsca pequena. orelbas regulares,
braces, a mesma cousa, pernas regulares, tendo
a esquerda e 0 pii Incbado, por Ihe dar erysipela,
nariz regular, e bom trabalbador de olaria. e
tambem I boleeiro, e natural desta cidade do Re-
cife, e foi comprado ao ex-capiUo do perto desta
provincia, Jose Joaqim da Silva Jacques : roga 0
abaixo assignado as autoridades policiaes e ca
pities de campo s de navios, a sua captura e le-
varem-Do a p>.voacao dos Afogados, que serao ge-
nerosamente recempensados.
_______Jose Bnarqne LCisboa._____
Novo Hondo.
Com 0 n. 4", cbegado pelo Merrimack, comple-
te 0 4* anno. 0 preco da asaignatura do 5 anno
sera de 15*. Ate eniao esta folha tiaxia 16 pagi-
Das ; agora trara 24 e capa ; tornando-se muito
mais recommendavel, porqne nem s6 dara supple-
mentos gratis e repetidos ; como tambem publi-
car-se-ha leituras 1 ara familias, e gravuras espe-
ciaes para sen boras ; evitandp assignar-se um
outro tornal pai*a modas.
LIVRaRIA FRACBZA___________
Franciseo Jos6 Coelbe & C tdm justo e con-
tratado com 0 Sr. Ventura Jose Coelho a compra
de sea estebelecimento de molhados, a rua do Vis-
condede Inbiuma n. 48, livra e desemba-acada
de qualquer onus : quem se jolf ar credor de dito
estibelecimento, apresente suas c mtas no prazo de
ire* dias, da data deste. Recife, 22 de outubro de
______________2________
Alnga ae 1. casa terrea n. ft, a rua do Li
na, em Santo .maro : a tratar na raa da Gala |
l>5i, padaria.
Macei6.
Bacharel Lourenco de Albu-
querque
Ailvogado
I
w' Rua do Rulario n. 1.
I
i
Gonsnltorio medico
DO
Dr. Murillo.
RUA DO VIGARIO N. 1, ANDAR. 'M
Recem-chegado da Europa, onde fre- 'g
quentou os hospitaes de Paris e Londres, _
podera ser procurado a qualquer hora do C
dia ou da noite para objecto de sua pro- _
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ConsnHas das 6 as 8 horas da manhl e W.
do meio dia as duas horas da tarde. M
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da polle e de crianca. "g
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GRAHDLOS AHTIIORIAES
dr. PAPILLAUD
Itova sM^icacio eontra as mslesuas do eara-
jio, mstAmm, catarrho, coqveluche, tirica, tc
OS'NULOI INTIMONItCI FERB08I-
NOo etatra aneriia, chlorott, amemor-
rhea. netraigia, ntnoia mol$*tim* tstro-
phulo.
OHNOLO INTIMONIlEt FEBBU8I-
Moaoa M Hsmi>, coMra u moUHUu
ntnrio*at, das visa diiettini,
PbinaaciaE. MOD8HIERm Saajon, (CU-
reaU Wrlwi)^, Praada.
DeowiU > tmbueo: k. RECORD;
EADRtR, fharMeeiUeo.
6U
Pill OS DOEHTES
REMEDIOS ACONSELHADOS
Vma combinafao especial nos permitte de indicar ao publico
ahjums remedios francezes os mais apreciados no mundo inteiro, e
pi'eparados em Pariz debaixo dos olhos dos invenlores. Ninguem
ignora os cuidados mmuciosos com que se prepamm em Franca os
remedios. A merecida fama d'estes productos, desinvolveu a inveja
dos contrafactores os quaes derramam, prineipalmente nos mercados
do Brazil, productos contrafeitos, assemelhando-se muito com os
verdadeiros, vendo-se o envoi to e a tarju dos frascos, mas quasi
sempre, deploravelmcnle preparados, constituent um periijo continuo
para a saude publica. Devem os eompradores diritjir-se us casas
abaixo mencionadas, as quaes tirnm m seas prodtietos direct a mente
dos inventor es.
INSOMNIAS* A insomnia e causada geralmente, $
ou por ddres vivas, como acontece nos casos de gotta, rheu-
matismo, nevralgia, enxaqueca, dores de dentes, colicas, fe-
ridas, etc., ou por preocupacOes moraes, ou por um estado
geral difflcil a relatar, e algumas vezes 0 grande calor. 0
Xarop* de Chloral & FolUt tornado por duas ou tres
colheres de sopa n'um copo d'agua, vence a insomnia e em
poucos minutos da ao doente, o somno natural e reparador.
Ao accordar a cabeca nio se sente pesada, mas um bem eslar
perfeito e 0 resultado d'essa medicaca\>.
Nunca sera sufficiente a altenc3o de todos sobre este ma-
ravilhoso producto que se apreciara em cada familia. Pode-
se dizer sem exageracSo que quem usar uma vez do Xarope
de Chloral de Follet, continuara a ter em casa um fiasco
d'este mesmo xarope para quando for necessario.
INCOMMODOS DO ESTOMAGO. As moiestias
nervosas do estomago, gastralgias, gastro-entcralgias, pyro-
sis, etc., curam-se com 0 Carvao de Belloc tomando-se
uma ou duas colheres de sopa.ou algumas pastilhas na occa-
siao da comida maior numero das vezes sentc-se melhoras
desde as primeiras doses.
N5o se pode insistir baslante sobre as qualidadcs deste
remedio, do qual 0 uso tornou-se popular, pois e exempto de
pcrigo algum. Para as doencas d'intestinos e d'estomago, e 0
remedio 0 mais efficaz. Em 1849, a Acadeinia de medicina
dava-lhe a sua aprovacao e aconselbava aos medicos de 0 re-
ceitar n'essas affeicflcs, as quaes muitas vezes desaniman
tanto os doentcs como os medicos.
NEVRALGIAS. Sendo na cabeca-ou nos membros,
curam-se muito melhor, e muito mais rapidamente tomando
duas ou trez Perolai d'essencia de therebentina de
Cle. tan, do que com qualquer outro rcmcMio. Estas Perolas
do tamanho d'uma ervilha engolem-se com muita facilidade.
Este producto 6 d'uma efficacidade maravilhosa, nove vezes
sobre dez tira em poucos minutos as nevralgias as mais
agudas. Nao se pode deixar de aconselbar aos doenles que
soffrem d'essa molestia de usar este remedio.
Para se obter um bora resultado, 6 necessario que a es-
sencia de therebenthina seja perfeitamente rectificada. De-
ve-se exigir a firma do b" Clertan 11a tarja de cada frasco de
Perolas d'essencia de therebenthina.
SOLITARIO. Fallando no Kousso, 0 D' Boucbardat,
diz, no seu formulario : a E' 0 melhor toenifugo, mas e
precizo conhecer a sua origem ; pois 0 D1 Trousseau, asse-
verou-me que algumas vezest o Kousso de ma qualidade occa-
sionnou envenenamenlos.
Le-sp. 1 mi. In'in no tralado de thereaDciiii dot '" t>uo
seau et Pidoux : Os p6s de Kousso lenda um sabor nausea-
bundo tomam-se difficilmente por essa razSo. Un pharma-
ceutics de Pariz S' Mcntcl teve a idea de os granular mixtu-
rando-os com assucar, preparados d'este modo, e a cousa
a mais simple para se lomar, mesmo para as criancas.
0 Kousso granulado de Mental e garantido de
primeira qualidade.
RHEUMES-TOSSE. Desde 1820 a Pasta Pei-
toral de Regnauld e 0 peitoral mais afamado, na sua
fabricacao nao entra 0 opium.
AFFEIQOES DO PEITO- (broncmtes, nsiu, ommh
modos da ciBCxsTA). 0 alcatrJo de Guyot (Goudron de Guyot),
licor concentrado e graduado, facilita a preparacao immediata
d'uma agua d'alcatrao muito efficaz n'essas doencas. Basta
uma coiner de cha n'um copo d'agua. Poucos remedios em-
pregam-se mais frequentemente do que a agua de alcatrao;
resultado das suas propriedades incontestaveis. 0 grande
consummo deste excellente producto desinvolveu um grande
numero d'imitasSes, peores umas que as outras.
0 Verdadeiro Goudron de Guyot leva na tarja a firma
do inventor.
0 S" Guyot tambem prepara umas capsulas redondas do
tamanho de pillulas, contendo o alcatrao da Noruega, liqnido, <
toman-se estas capsulas na occasiao da comida, e podem
substituir a agua d'alcatrSo.
Nas doencas as que nos referimos, acontece muitas vezes
que o doente soffre d'uma tosse persistente, inipedindo-o de
ilihi11n- duas ou tres colheres de sopa de Xarope de
Chloral de Follet tomadas a noute ao deitar-se Ihe daiao
o somno reparador ajudando a cura.
RACHITISMO TISICA. Deve se lomar todos os
dias algumas colheres de sopa, d'Oleo de figado de Ba-
calhan de Berths. Este oleo preparado com os maiores
cuidados e o uuko que foi approvado pela Academia de medi-
cina de Pariz.
DIARRHEA. 0 remedio melhor para curar estas
affeicOes e o sub nitrato de Bismuth. 0 S' Buucliard.it,
professor na Academia de medicina de Paris, diz o seguinte,
no seu Formulario magistral : & geralmente muito diflicil
de ehgolir de um ate dez grammas d'ums pds tao nesados
como e o sub nitrato de Bismuth. Embrulhados n'uma obreia,
esta muitas vezes rasga-se, em agua assucarada os p6s vao
logo para o fundo.
0 S" Mentel, pharmaceutico em Pariz, resolveu estas pe-
quenas difflculdades misturando, c fazondo em granulos, o
sub nitrato de Bismuth com parte igual de assucar. Estes
granulos vendem-se em frascos, e a tampa d'estes frascos,
mede exactamente dons grammas dc granulos, seja, um
gramma de sub nitrato de Bismuth. Esta substancia prepa-
rada d'este modo e inalteravel. Basta enchcr a medida tautas
vezes quanto se queira toinar de grammas, e engole-?e rapi-
damente, o qne e muito facil bebendo ao mesmo tempo um
pouco d'agua.
0 Bismuth granulado de Mentel & para as criancas
o remedio o mais vantajoso porque o tomam como confeitos.
FEBRES. Querendo-sc cortar rapidamente um acesso
de fibre, o melhor remedio e o sulfato dc Quinina; sendo
para curar fibres antigas, persistentes ou periodicas, convent
dar-se a preferencia ao Qnlnium Labarrrque Em pou-
cos dias a febre desaparece, e o melhor preservative e de
tomar todas as manhaas um copo dc licor, deste vinbo. 0
Quinium Labarraque c um dos productos dc primeira
ordem que tiveram a approvacao da Academia de medicina
de Pariz.
DIGESTOES DIFFICEIS. (Eu-cas, vaatKEsts.) -
Engolir duas o Ires Perolas de Ether de Clertan n'uma
collier d'agua. El'feito quasi immediato.
Bsaondft mjiiino imitdvoes exigir a firma Clertan na tarja
dos frascos.
ANEMIA, POSREZA DO SANGUE. As Pillu-
las de Vallet constituem um poderoso tonico para a refei-
c3o do sangue. 0 Xarope de Rob quet de pyrophosphato
de ferro, serve melhor para as pessoas que ma I supportam os
remedios solidos; este remedio contendo os principios cons-
titutivos do sangue, tem um gosto agradavel, tanto assim
que, os doentcs o toman facilmente.
Estes dous remedios sao dos primeiros que tiveraoa appro-
vacao muito rara da Academia de medicina de Pariz.
Ha numerosas imitacdes das Pillulas de Vallet.
PURGATIVOS. A Limonada purgativa de
Roge com citrate de Magnesia, approvada pela Academia de
Medicina e o typo do purgativo salino. Nao causa nunca infla-
macdes d'intestinos, o que acontece com outros purgativos
mais violentes. Pode ser preparada em casa na occaziao de a
tomar; deita-se n'uma meia garrafa d'agua um frasco de
P6s purgativos de Roge.
Poucos remedios tem sido mais falsificados que os p6s de
Roge. 0 Brazil esta cheio dc productos falsificados, mal pre-
parados e nocivos a saude. Devem exigir que o frasco traga
em cada extremidade um sello imprimido em quatro cdres.
FALTA D'APPETiTE. 0 Rhuibarbo sernpre
gozou de muito cenoetta para regidatisar a-; lanfiei do csto-
inago e fazer recebrtr o appetite. Kto se applica frequentemente
por causa do sen jabor desagradavel. n S" Mentel teve a
excellente idea dc applicar a este remedio o sou sfstsjM de
granulacao. O rhuibarbo em granulos de Mentel,
toma-se um pouco antes da comida. N;i lamps Ao r.ula frasco
acha-se uma pequena medida dandon deae aeastanadt. fates
granulos tssgoleo-se (acilmeate on earn no. \ pasua d'agua ou
n'nina collier coin sopa.
CONVALESCENCA. 0 Quinium L^barraqns
.approvado pela Academia do Medicma t o touiro por ex(.!-
lencia. E'li' vinho incoraparavH i- administrado cam grande
successo as pessoas fracas e dcliilitada-. as iini'ilnres que
acaltam de parir: as meninas quediflicilmente se fminam e
dcsinvolvem-se.
Este remedio combinado con; as rernigino-ms, njii.la muito
e facilita a sua ac^So, qnaivln e-.>s Sa DENTIQAO DAS CRIANCAS Para facilitar a
denlicSo, prevenir as conveJoSes e o radritisuM das criancas.
nao podemos deixar de aconselhar a Osteine Mouries.
qne e uma eonibinacao de phosphato de ca! ^i-laiinoso c d'al-
bumina. Sendo esta preparacao feita cm farinlia grossa, pre-
para-se em sopa com h'ite ou com. caldo. Na tampa de cada
frasco, acha-se uma medida dando a ajnantidade que se di-.e
tomar.
Este medkamento t'-ve a approneiodi >iaVaia da Medi-
cina, ec inventor apivsentou uma moflona a reapeito dVsta
preparacao, a qual foi coroada pelo Insfitutode Franca
RETENQAO D'INTESTINOS. A mtguest. muito
receitada pelos medicos como laxative ligciro. Sendo esta
substancia desagradawl a tomar, acensdhamos a Magnesia
granulada do Mentel. I'm gramma i a capacidade da
medida que se acha na tampa do frasco; a dose acustamada
e uma ou duas medidas.
DENTiFRIClOS. A deaeobeHa do sulfato de Quinino
pelo S" Pelletier, membra da Academia de Medicina dcParii,
fez um grande servieo ;i liumanilade, elli> quiz tambem se
occuuar da byniene da boca, c para ease fim die empi
to Ins os recursos da sciencia.
K alteracSo dos denies, segundo as suns observafsas, c
muitas vezes cansada pdos denlikUaoi isnasUadsa ampre-
gados ate lioje, sendo elles quasi sempre composlosde asides
que sao contraries aos pi-iucipios da sciencia. 0 S" Pelletier
mvenlou entao dous dentifricios, um solido c outro liquido.
ofierecendo lod.is as garantiai que se possa desejar para o
bem estar da boca.
A Odontine de Pelletier o uma massa mole sobre a
qualpassa-sea escova ligeiramente. Da aos denies a brancura
tao procurada sem nunca estragar o csmalte. O Olixirio
Odontalgico de Pelletier fortifica as gengivas, perfuma
a boca, c tira o cheiro do Ramo. Basta deitar ali^imas gottas
desta preparacao n'um copo d'agui para Ihe dar um sabor
suave c especial.
EPIDEMIAS. Durante os tempos d'epideinias, cho-
lera, febre amarella, bexigas etc, c muito necessario tomar
precaui-oes hygienicas. Sem mudarnada no seu modo de vida,
deve-sc evitar todo execsso em tudo, sendo susceptiveis de
enfraquecer mesmo momentaneamente. Lavar-se umas poncas
de vezes por dia e deitar nos quartos, agua fria na qual se
deitara umas colheres de Licor Labarraque. En tempo
d'epidemia, este licor empregado d'este modo 6 o melhor pre-
servative. E tambem muito util nos paizes quentes para
desinfectar os quartos dos doentes.
Para purificar o ar e destruir os miasmas que se produzen.
nas inhumacdes, os quaes sao muito perniciosos, deve-se em-
pregar sobretudo este licOr.
Convem ter muito cautcla com as numerosas falsificjcdes.
AVISO. Vma lnstra?ao detalhada acompanha sempre cada nm dos prodnctos a cima meneionnados.
Unico depositona pharmacia de P. Maurer & C, rua do Barao da Victoria n 25
ESSENCIA CONGENTRADA
UK
ARISTIDE SA1SSET E. J. SGDM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purifkador do sangue. sem mercuric
A Eaaencla de Caroba e um remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as moiestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as moiestias SypmLrricAS, Boubaticas Escrofdlosas, Rheumatismo, Empingbns, Pab-
tros, Ulckras, ErupcSes, etc. sic.
Os prodigiosos effeitos qoe tem produzi'o a Rnnesacla de Caroba, por toda parte
onde ella tem siao apropriadamente experimenuda, a tem (eito adoptar como nm dos medicamen-
tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as moiestias de natureza syphilitica e
boubatica.
A cada frasco acompanha nma instrnccao para a maneira de nsar.
Pomada anli-darlrosa
Contra as affeccoes cutaneas, dartbros, comichdes, etc., etc.
Inguenlo de (aroba
Para enra das boubas, ulceras, cbagas antigas, etc. etc
UNIGAMENTE PREPARADO POR
RODQDATHOL IBHiuS, SUGCESSORES
Botica Fraoceza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANT1GA RUA DA CRUZ )
0D1LUN DUAB'ffi & lUMAO
iJABELLEIBEIKOS
Premiados na exposicao de 1872
RDA
DA
IMPERATRIZ
1/ ANDAR.j
gjfe

RSino
'm
^^

RUA
DA
V, u RATRIZ
N. 82
\.% ANDAR.
Acabam de reformer o seu estabelecimento, collocandc-o r.as melborea .*-
dicr^des possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Eioms. Srat. n'a-
qaillo qae fdr tendente s arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homenscomo para senhoras, tnpete, cbiguon,
coques modernissimos, trances, cachepeign, tecidos. desenhos em cabellos, quadros to-
molares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo iroaginavel em cabello.
O estabelecimento acba-se provido do que ha de melhor nos mercados stnn-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encomnwodas e fijru-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /0 mnw quo outro qualquer, garantiodo
perfeicio do trabalho, agrado, sincehdade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; Tende-$e cabellos m
porcio e a retalho e todos os atensilios pertenceutes a arte de cabelleireiro.
_...... DE SIL
Gnrgel de Amaral & C, a rna Pimeiro de Marcon. 10 A.reeeberam um graade
de chapeoe de sol de seda, lisa e trancada, com bomtos cahos de unicorne, marta
veudem-os a ol e H, sendo este preco metade do sea Talor.



D&Arie - > -......t-
dura instnnlaea
idiosa desoobprtatll
Sovidiivle importantiisima!!!
qaoiidiano BSEJWSO que sn vende no 1 at: Jar do sobrado
,9^ a rua da Crm, tern a proprieJade de subs-
ir ami grande vantagera e extraor'inaria eco-
Vos depurativos tao apregoados e coDhcci
i fW salqd e cirooa, etc. 0 mediramento qae
riamos, na> cnra lodas a-i raolestias corao
as paiwceias que se annunsiam, acompa-
deattestados; todavia. reftabelece iuime-
tfiwenie as f;rea, e purifica o sangue, sem a
wn/rtaffem- de sur nocivo a satide.
Ira movo rival!
faro uma eidade lao popnlosa como a nossa, e
per rtrto racullkicn e a existen ia de ura unico
Btt^ritoimc-nto n > genero daquelle que se deno-
mm*~ Gonftitaria do Campos.
W *te o metivo porque acaba de >brirse a
nrerreQCM pufcliea no bairro do Recife a ma
4b C-:ofsercio o. 12, uma casa commoda e de-
vjif, sob o tilulo de Assembled do Commercio
fe 9 respeftnvel poblrea encontrira sempre
Efreeisar, o ne;essario para:
casamento.
Uma soiree.
Ura baptisade e
Ura laucbe.
Ka tambem :
variedaie le bebidas finas.
sortimento de doces para embarques.
ae sorridos u fructas de delicado sabor.
tejas caprichosamente preparadas.
fcaaftjes e lancho a qualquer bora.
1W& com esmerado aceio, pr&teza e precos eqm
Mtoat,
22 Ru' do Commercio 22
Meira & Lima
Assemble* do Commercio.
Aniiijhio lie itocdo Manm
Pelo present? sao convidadot os afllhados e afi
In-das de Antonio de Azevedo Villarouco, fa!!e
cido em Portugal no mei de outubro de 1873, a
apresentarem dentro do prazo de 60 dia a con
lar de ta data, a eertidao da sea nascimento, era
cat a do abaixo assignado, testamenteiro instituido
pelo dito fallecido, alira de qne sejam devidamente
attendidos na partilha a que tern de proceder-se
com a precisa igoaldade, de aceordo com a d'spo
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874.-Man el Azevedo de Andrade.
Exmas. noivas.
Chamanos a vossa ati< ncao para o novo 6sta
beleclmento que acaba de abrir-se a rua do Com-
mercio n. 22, denominado ASSEMBLEA DO
COMMERCIO onde se preparam nca- bandejas
com grande variedade de boUnhos caprichosa-
mente enfeitados, tambetn se apremptara bou-
quets.
Assemblead) Commercio
Meira & Lima
22 Rua do Commercio 22
Precisa-se
alugar uma escrava para vender na roa : a tratar
na ma do Cabuga n. 3, S* andar.
ESCHAVO FUGIDO.
Jfepo do eagen'oo Alalaya. na freguezia de Se-
MRiiha, no anno de 1865, o eseravo Francisco,
aia]fc&, com 16 a 18 annos de idade, pouco mais
a B2os, altura e corpo regulares, olhosjrasos e
a**=>, cor bem clara, cabellos bons, denies per*
***, oariz aflladc e curio, feicao bonita, sem
*tj^, muito moderado, pes seccos e bem feitos.
*a> eseravo foi do Sr. cemmendador Antonio
sfe3ea.os Pomual. senhor do engenho Cabeca de
Stpa eomprado ao ccrretjr Oliveira, morador
mt Seiife.__________________________
7ogio dV engnnho Ajud.nio, ria fregoezia da
Shewla, :ao anno le 1872, o eacravo Gnilberme,
rates sfgnaes sepuintts :. pardo, com 2*> anno-
dbki.cte, p>ucr> iiiais ou menos, altuia e corpo
"r^e?, cabell. cacheados, olhos grandes, rosto
",, co n a'guns signaes de barba, nariz
aatii;~ '> e urn tai to arquerda, der.tes porfeitos ,
Ss auras sardas p( !o res'.o, e faz movimento no
ur??i 4HM1M anila, e na cccasiao de cumpnmen-
lay a algoma pessoa, le a o cbapto por cima da
eaisp pan a-relJijnard;', e muilo alegre e diver-
tiites: L-e.-cunfia- e que e>teja na cidadt da I'ara-
fcjlo. en era Nazareth. Por tanu>, roga-se as
Mfemdades puHciaes e ans cafitaes de campo a
ap>reaena'.> dos diloa e-cravos c serem entr^gucs
4 *ca senhor, Emilio Pereira de Araujo, co refe-
fo engenho de qnem terao a p; fOf f; il.i urn. N" ii. 0 oscravu Guilherras tem
3^ t'icairiz gobra uma sobrancelba.
Lscravofugido
SmrHmo auseclou se da rasa de sen senbor no
4tt !" de ictembrci> e mm os si?noes seguintes :
ori. : \ cur fula. ripresena ter i3 annos de idade,
3C! r,iai> ou meoos, tem algomas sarda* ou
sb-:.' as no rosto, p.;.' graudts e calcanhares fo-
*'" & os dtjdos eacolhid'is, tambem tern uma ci
Stellas provenienle de nma qucimadu-
ignal cm ama da? pprnas : roga se as
i = po teiaea a ao* Srs capities de campo
* .- bender em p reme le lo a rua do Bon,
a. W, I* andar, qne serio gi-nerosamente
ados
Oatiiariuu. fugio.
' 28 do agoato proximo passado^ auscn-
"i escrava, a qual tem os signaes seguin-
tura balx i, rustu rcduirJa, eftr prcu, pii.-
. c(rsti!;Mi.v;i vender leite, anda sempre
it |U8 Ihe serve de arrimo por sof-
I rbi iimaii-i v\ ja e iJosa e de nacio Cam-
: .!! e onicii-rar, negue a e leve-a ao >itij
r6,estra ;. v.'!').
AUenrdo
se a ama pessoa de pwcedimeBto idoneo
quarto la Y. n(e da paode casa da rua
n. Z\ : qu^:n quiitr, tera a'em de ou
li^ade.-1, m.i'la agua para tudo.
-
HOTEL
Restaurant de Bordeaux
Aberto toda a noite, nos dias de especta-
culo da compaubia italiana.
Escravos fngidos
Contioaam a estar fugidos desde o anno de
1870, os escravos seguintes : Francisco, crioulo,
com 28 annos de idade, pouco mais on menos,
altura e corpo regulares, olhos grandes e brancos,
denies per feitos, cabellos carapinbados, uma ci-
eairiz por cima do olbo esquerdo, barba a Cava-
nhac, muilo conversador e risonho. Antonio, ca-
bra, com 2a annos de idade, pouco mais ou me-
nos, alto, secco, olhos grande3 e vermelhos, ca-
bellos um tanto.sollos, poaca barba, dfntes per-
feitos, p6s compridos e seccos ; ambos foram com-
prados ao barao de Nazareth. Des:onfia-se qne
os altos escravos estJo oecultos na comarca de
Pajeii de F, re, ou do Rio de S. Francisco. Ro-
g -se, portanto, as autaridades policiaes e aos ca-
pitals de campo a captura dos mesmos escravos,
e serem entieguesa seu seu senhcr, ISmilio Perei-
ra do Araujo, no engenho Ajudante, na fregue-
zia da Escada, de quem terao a paga de 300*000
porcadaum.

casas de
la Paoeila ;
-
4lopm-se
campo, na Cruz das Alines e
n tratar com o comraendador
Pri eisa se ali-gar uma escrava que scja boa
-- -ira, para tender ftuctai de um sitio, pa-
r 'i-ensfdHii'oM 300 : qiem i*to lh con
diiija-sa a r:.a DftOtte de Cixia?, It Ja de
- 9 iiora- do dia ;.u' as i da larde.
Aiuga so o2 an '.lar e stAau do sobrado
fj rua d'Rangid n. 78, t ilo rocoustruido e
combdslf.ntes comrnodos, escada
cnte di.> I.0 andar, e bem assim o
: sesds rtiuiio fresco e com excel-
hsai-: vista para a nova praga do mercado :
f*n ver.v. ehaves, e estabekakaeft*
'to de 'nolliados i.'o tn~smo pradio, e para
feabic ; ,i thesouraria das lolerias com Anto-
tef>io Jose Rodiigaes do Seuza (sou pro-
Yigor do Cabello
CO
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituica'o de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
Vigor do Cabello e" uma preparacSo ao
tempo agradavel, saudavel e efficaz para
et-z: o cabello. Por meio do seu uso o
kxm.uu m^o, griaalho, e enfraquecido, dentro de
f^f tjiupo revolve h cor que lhe e natural e
fzrajitiva, e adquire o brilho e a fresenra do
a.ifttio da juventude; o cabello ralo se torna
&~-iio e a calvicie mnitas vezes, posto que niio
n tt>dos os easoe e neutralizada.
Ko ha nada que pode reformar o cabello
ysi& dos folliculjs estarem destruidos, e as
jamtfcs cansadas e idas, mais se ainda restarem
%iiiii podem sei'salvadas e utilizadas pela
fcac3o do Vigor. Libre de essas substancias
Mrterias que tornam mnitas preparacoes de este
gSRO tam nocivae e destmctivas ao cabello, o
MB somente lbe e beneficial. Em vez de
cabello e o fazer pegajoao, o conserva
> e forte, embellizando o, impedindo a queda
temar-se rucp, e por consequinte previne a
thicie.
_ Para uso da toilette nao ha nada mais a dese-
jnr; njr> contendc1 oleo nem tintnra, nao pode
"taehar mesmo'o main alvo lenfo de cambraia;
aaza no cabello, lhe da um lustre luxurioso,
trat perfume muii agradaveL
yaza reformar t. cor da barba, 6 necessarb
i tempo de que com o cabello, porem se pode
essar o efleito, envolvendo a barba de noite
i mm lenco moLiado no Vigor,
ram-auabo for
!. J. C. AYEB & CA^ lweU, MaMn
Estadps TJnidos.
VktmUot l*ruct*cM ^Tiyttou.
VENDB3 SE POR
Capellas morluarias.
Porto & Bastos, a praca da Independencia n.
39. acabam de r> ceber pelo ulimo vapor, lindis-
imas capellas uwrtuarias com diversas inscrip-
roes propHas para tumulos e catacuranas, as
quaes venJom por precos muito modico.
I
I'ara dia de fiaados.
Na rua estreita do Ro-ario n. 35,
primeiro andar, tem a vender-se
lindas capellas para anjoc, donzel-
ias e defuutos, de rosas, sandades,
craves, perpftuas roxa?, brancas e
: retas, com letreh-os lembranca
de miuha mai, de men pai, men
minha espoaa, irma>, irma, avo, wo, ftmo
Uunbeni qaera juizer mandar as per-
para se armar capellas, p6de mandar tres
dia> an:es: vt-nde-se tudo por muito barato preco.
Missa.
Domingo (25) setimo anniversario do fallecimen-
to de Bernardino Jose Monteiro, celebrara e pt-
dio lw6 E. tve Vianna. uma mijSl por sua al-
ma, no convent.) de N. S. do Carmo, as 8 horas,
para a qual convida a todos os seus parentes e
ai.iBos.
PENHOEES
Na travessa da rua
das Crazes n, 2, pri-
meiro andajj da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual'for a quantia.
Na mesma casa
oompra-se oa mes-
mos metaesepedras.
MOFINA
Esta encouracado !!!
Agua mole em pertra dura
Taitto da ate qne a fura.
Roga-se ao Dim. Sr. Ignacio Vieira da Me 11
acrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n: 3y k eon-
cluir aquelle negocio qne S. 8. se comprometteu
realisar, pela tercefra chamada deste jornal, en
Ans de dezembro de 1871, e depoia para Janeiro,
passou a;fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
por este motive 6 de novo chamado para d
dm, pqis S. S. se deve lenibrar que este negoei'
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho
ichava nesta cidade.
ALTOA=SE
urra grande casa terrea com bastanto commodot
siu na eslrada do Lucas : a tratar florua do Vi-
gario n. 31.
AMA
-- Para comprar e c>zinhar :
a tralar a rua Nova n. 12.
loja.
4MA
Precisa--.e de uma ama p;>ra
engommar e ensaboar : a rua da
Concordia n. 43.
r-
espo.'o,
e nma
petuas
I'ara o dia t de novembro
No estabelee-raento da errpreza
fuuebre a rua do Imperador ns. 9
e II, tem pessoas babilitadas qae
se enearregam de preparar para
.esle dia tumulo?, jazigos ecatacam
bas, tinti nas igreja* como no ce-
miterio, firnecendo todj o necessa-
rio. com as- h e promptidao.
I'ara o dia do llnados
Chegou pelo paquete ultimo, pa-
ra o estabelecimento de Agra & C,
uma remeajt de capellas funebres
de differertes tamaphos, qualldades
e precos : quem precisar, pode di-
r.'gir se ao dito estabelecimento, na
rua do Imperador ns. 9 ell, sendo
o seu eusto mais barato do quo em qualquer outra
parte, por ter vindo de cent, propna.
C,:TKBBaSBSKaE5BKSSfrJ;*/iiWrs"^'*
Aluga-se 2 c^sas muito frescas,. na Capu'ga
com coramodos para familia : a tralar no mesmo
:tigar a rua das Crjopjaj n. a._______
Escravofugido
Fugio no dia 6 de maio do corrsnte anno, da
casa de sen senhor, o eseravo Honorato, crioulo,
Ue c6r fula, altura regular, cabelloj carapinhos,
norca barba, pes grossos, sendo gr-sso tambem
do corpo e tendo os peitos empinados para a
fnnte e representa ter 45 annos : roga-se as
autoridades policiaes e aos capitaes de campo a
saa captura e entrega lo a seu senhor Joao Ma-
laquias Soares, na villa -le Barr-eiros, ou na rua
larga do Rosario n. 38, na Recife, loja dos Srs.
Ferrelra Lima Irraaos & C, que sera recom-
pensado. Consta que o mesmo eseravo esta na
idade do Recife, ou nos arrabaldes, em algum
sitio na Capnnga.
David fugio
No dia 27 de setembro passado ausentou se este
eseravo, o qual tem os signaes seguintes: crioulo,
de idade 36 a 40 annos, estalura baixa, cor preta
rosto redonlo, nariz um tanto chato, sea dentes na
boeca, tem um peqneno bignde e pouca barba no
queixp, pes apallietados e lortos, com signaes de
fendas, tem as maos calejadis, quando anda 6 todo
trencho, 6 imito fallador, das partes de Una, e
foi eseravo de um engenho % Sr. Paulo de Amo-
E. A. DELOUCHE
24--Rua doKarqnezkOlinda-24
Esqulna do Iiecco Largo
Participa a sens frcguezes e amigos qne mudou
o sen estabelecimento de relojorro para a mesma
rua n. 24, onde encontrafao um grande sortimento
de relogios de parcde, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostoa e qnalidadts, relogios dc
algibeira, de todas as qualida.es, patente suisso..
de ouro e prata dourada, foleado (plaqnet), relo-
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhoros
fabrieantes, eadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
detodps as qmalidades, tudo por precos muito ba-
ratos. __________
Aluga-se por anno ou testa o sobrado de dous
andares nos Quatro Cantos, eisu Olinda, com com-
modos para grande familia, agua encanalisada e
eano para despejo, muito fresca, perto do banho e
das estagdes : a tratar na rua da Uniao (Ilha dos
Ratos) a. 53, detraz do Gymnasio.
Precisa-se de uma ama para cozi-
nhar : na trave.^sa do Corp > Santi n.
25, arnazem.
Ama
AMA
16.
Precisa-je de uma ama que saiba
cozinhar : na rua do Hospiciu nume-
Precisa e de uraa ama para en
goraraar, para csa de fanu|ia : a
tratar na rna do Hosriicio a. 46, casa te*rea de
bolas amarellas.
iMI
m
Precisa-se de ama ama forra ou
captiva.para casa de familia-: na rua
de llortas n> 131
Pr*cia-6d de tuna ama iara ca?a de rauaz
solteifo .' nas Cinco-Pontas ri. 1K6
Preefsa se ide oma ama para o servico
a-B* de casa de pouca
Queimado n. 70, 1* andar.
familia : na rua do
OMoateLima
tem um completo sortimento de galao e fnnja de
oaro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offfciaes, canonlhos e
enfeites para bordado. Tambem se encartega de
todo e quaiquer fardanante, como seja : bonets,
talins, pastas, eiiwdaa, dragoBas,,charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, part criado
etc.; assim como um completo surii men to d
ranjas, galSo falso para ornamento, cordie de la
com borla para' quadros e espelhos (conbrrae o
gosto da ancommenda) tudo por muito menos
preco qae em outra. qualquer parte : na praca da
Independencia n: 17, junto a loja do Sr. Arantes.
CASA DO OURO
Aos 4:000,7000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Novo
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
nuito felizes bilhetes a sorte de 7001000 em
mei) bilbete de n. 3,166, alum de outras sortes
menores de 10JOO0 e 20/000 da loteria que se
acabou de extrahir (121') ; convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
ft
Fugio do engeoho Ajudante, na freguezia da
Escada, no mez de junho do currents anno, o
eseravo Martioho, decor preta, cum 22 annos
de idade, pnnco mais on mfnis, altura e corpo
regnlares, olhos grander e brihwis. com priocipio
de barba, denies perfeitos, cabellos carai-iDbados,
pfe grosos e compridos ; anda um pn.-o decli
nado para frenle, cm a vista lima.i. para o
chao; 6 muito cantadur e official de cirreiro.
Desconfia-se que o dito eseravo esta oci-trlto em
terras do engenho Para, na freguezia de Ip ijuca,
pelo que, inoorrera nas penas da lei, quem o liver
occuU>. Roga se as autoridadi-s policiwe e aos
capitaes de campo a captura d" dito eseravo, e
ser entregue a seu jenhor, Emilio Pereira de
Aranjo, no referido engenbo, de quem terao a
a paga de 50J00O. __________
Aluga-se
a excellente casa da rua Riachuello n. 9, com bons
e grande3 commodos para familia, c jardira na
/rente a tralar com Joaquim Lopes Machado.
Aff nsn Jose de Oliveira, professor ju-
bilado da cadeira de geographia e his-
toria do ex-liceu de:ta cidade, tem de
novo abertoj seu collegio de instruc^ao
primaria e secunlaria na rua da Impe-
ratriz "n. IS; onle contlntia a receher
alumnos interoos, externos e melo pen-
sionislas.
Carros de luxo.
CE' inquestionavel que a cocheira da rna do'Bom
Jesus n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, e
a que tem as melhoies berllndas, caleches, meias
caleches e Victorias deluxo, proprias-para qual-
quer noivado, visita de etiqueta, bailes, e actos
da academia, sendo o; mesnos ajaezados de ex-
cellentes parelhas de animaes, arreios luxosos e
noHeiros com fardi mentis do ultimo gosto, para
o que se convida ao publico a vir por si mesmo
scientihear-se da verdade do que deixamos dito,
certcs de qae nao encontrarao pomada e sim rea-
lidade, e commodos prej.s
rim Salgado : roga-se as
capitaes de campo a apprehsnsao do dito eseravo,
e leva lo a rua de Marcilio
gratiflcados.
3ias n. 129,
Aluga-se um excel
teiro, perto da estac,ao,
modos, estribaria e g
do Imperador, n. 83, 2
ente sitio no Man
com grandes com-
lz : a tratar na rua
andar.
Os Srs. Joao Paulo Ce
cu seus represeni antes, queiram ter a
Azevedo
bondade
nhia pernambucana,
particular interesse.
de apparecer no
Uma preta de 30 ann is, eue cozinha e en
gomraa bem, precisa da quantia de 480/ para
sua liberdade, crab-aland) seus servicos com a
pessoa qae qneira fazer es e negooio a pagamen-
to da dila quantia, no patio de S. Pedro n. 26,
na mesma casa vende se 2 escravas que cozinhara
e engommam, uma dellas pAr 600/
utoridades policiaes e
que serao
Souza e Jose Maria de
sscriptorio da compa-
no Recife, a negocio do sen
TerrflBB pnprbs
Com 400 e 500 pa-lmoa de
fundo
A O0 e 1$ o palmo
Contintia a reulhar se cs grandes terrenos que
circundaai a estac.au da Boa- Viagem.
A boa posicao e vantagens girmtidas pelo go-
verno e pela companhia da estrada de ferro a
quem ediBcar proximo a esta astafJo, gSo bem,
eonbecidas.
Era todos os domingos e dias santos podem os
pretendentes dirigir se a mesma estacao, que achh
rio pessoa habilitada para tazer as competentes
demarcates.
Para nao [ficarem prejudicadas *&o rogadas to-
das aquellas pessoaa qne encommeniaEam terre-
nos, a virem quanto antes tcmar po:se definitiva
de seas Iote._______________
Bom negocio.
Precisase da quantia de 500/ a juros, sob hy
polheca em bens de raiz : a tratar na travessa da
rua do Princi e n. 9, que se dira quem precisa.
Aluga-se a loja do sobrado a. 1 da rua do
Aragao : trata se sem seu propNetario, a rua do
Hospicio n. 33.
Maria, de idad9 de 50 ;inno., pouco mais on
menos, acha-se ausento de casa de sua sennora,
ha tres mezes, levoa veatidi cor de cafe" com ea-
trellas brancas; foi comprada ba quatro mezes
ao Sr. Lino, de Afogados: njabalha de enxada e ia
servio em eogenho, tem nm grande lubinho em
baixo.de um dos4>racos, -pfy tortos para dentro,
olhos empapneados, cara lirga e lastrosa, mSos
curias e grossas : roga-se aos Srs. capitSes de
campo ou outra qualquer p( ssoa, de apprehende-
rera dita escrava e levaren-na a sua senhora, a
rua Imperial n. i3, casa c o Amaral, que serao
bem recompensadoa.
' .......------1-1- i ...... ''|W
Alugi-se o primeiro fndar da rua estreita
dn Roeario n. 12: a fallar no patoo d Ter?* n. 31
ATTENQAO
0 bacharel Franc'sco Jose de Medeiros declara
qoe pessoa alguraa faoa negocio com omajletra
de seu aceite, de l:f00., vencida bontsm e paTa
ao banco Lond-.n Brasilian Bank limited, onde se
achava descontada, a qnal perdeu-se do bolso do
abaixo assignado, da rna do Commercio ate a do
Crespo : pelo qae roga-se a quem a achou, o fa-
vor de entrega la ao mesmo abaixo assignado, a
rua de Riacboello, oa aos Srs. Leal Irmao, rua do
Marquei de Olinda m. H, 1* andar, qne se nagara
o trabalha Recife, 21 de outabro de 1874.
Precisa-sc
alugar uma escrava para vender doces e bolos
especiaes : na rua de Joae do Rego n. 20, fabrica
de cerveja.
Aluga-se o 1 andar do sobrado n.t% site a
rua de Marcilio Dias, putr'ora ra DtKita-: qnjrm
quizer, dirija se ao *'andar *> raeo wbrado.
Bods pianos.
Cbegados de novo.
Vende-ae.
Troea-se.
E alaga-sc.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, ontr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
dc vinie e dc faia.
Vcndese muito cm conta ; cadeiras avnlsas, de
balanco, de bracos e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Bar5o da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas. oleos, opiata e pds den-
irifice, agua de flor de laranja, agua de toilete
iHvina. florida, luvsuJe, po Oo arroz, sabonctog,
crosmeticos, muitos arligo delicados em perfnma
ria para presentes em frasecs de extractos, caixi-
nhas sortidas c- garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabrieantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, ontr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
ia-tigos de differences gomtos t
pbantazlas.
Espelhos, leques, lavas, joiasd'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
dita.de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charntos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, vonesianas para jaaellas, esterioco-
pos, lanternoAmagica^eosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminagoes, machinas de
fazer caf6, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para, meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to-
dos os brinquedos fabricados em differntes parte.--
da Europaj para entretimentos das criancas, tndo
a precos mais resumidos qoe e possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Cafyaijd francez
i A 9^
Botinas para* homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botina:
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqnt
coo biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9{Ji000 (a escolber) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabrieantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS ptetas, brancas e de cores, diflerentei
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATLNHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para mentnos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS esapatoes, de bezerro,de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Bofas -de montaria.
Botas a Napoleao e a Gailherme, perb
meias perneiraa para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria a. 7. ______
Constando a D. Umbelina da Silva Queiroz,
qne se tem vendido terreno pertencente a seu neto
Elizio Albuquerque Maranhio Q.ieiroz, filbo do
failed do Manual Goncalves da Silva Queiroz e de
sna mnlher p. Candida Peixoto de Albuiuerque
Maranhio, ja falletidos, previns-se que ninguem
faga u-ansacgao alguma com terras dos sitios dos
Atief, JordJo, Batalha e Prazeres, qne fazem par-
te do pairimonio deixado por aquelles finados, por
quanto sen neto, unico herdeiro dt seu pai, possae
por morte deste a ueagao do patrimocio, e por
morte de sua mai possne a qurta parte diBmesmo
pairimonio ; e para que ninguem se cfaame a ig-
orancia, por isso faz-se esta declaracao. Recife,
jl d outubro de 1874.___________________m,
Uma pessoa qne tem a necessaria pratica de
arimvrem de molhaaos, oftetec > se para desempe-
nhar o lugar de primeiro caixeiro, dando fianca a
contento, e tem alguma freguetla: quem precisar
podert annunciar por este jornal. 1
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiU
/el publico para vir ao sen estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquer premio, corao prova pelos mernxs
annnncioi
Acbam-se 4 venda os muito felizes bilhetes ga
-antidos da 5' parte da loteria a beneflcio da
igreja de S. Gongalo, que se extrahira no dia 29
do corrente mez.
Precos
Inteiro 4/000
Meio 2/000
De lOOCOOO para clana.
Inteiro 3/500
Meio 1/750
Recife, 21 de outubro de 1874.
Joao Joaamm da Costa Leitt
Manoel Rodrigues de Almeida e Joao Mar
ques da Silva Mendes, declaram ao pnblico e com
especialidade ao corpo do commercio, que tera jus-
to e contratado o seu estabelecimento sito na po-
voacao de Beberibe, com Alexandre Ferreira da
Crax*; qnem se julgar com direito ou credor dos
mesmos senltores, apresentarao seus tilulos no
prizo de ires dias, e logo que assim nao o fccam,
nao Qcara o comprador re.-poo.-ave!. Recife, 21
de oulubro de 1874.
_____________Alexandre Ferreira da Crnz.
Vinho superior
Na rua da I nperairiz o. G7 acaba-se de receber
excellente vinho do Porto, em barris de 50, 75 e 150
garrafas, e vende-se muito barato, garantiado-se a
qualidade.
Offerece-se uma mulher para casa de ho-
mem solteiro, qae faz todos on servicos de cozinh
com perfeigao : na rua da Senza'la Velha n. 1
Coiipra se um balcao e um caixao de pada-
ria : na rua Imperial n. 117.
Compra-se pianos jfi usados ou novos, da
quantia de 100 a 500/ ; quem liver alguns nestas
condicSes e que queira veudel-os, dirija-se a rna
do Imperador n. 18, loja de marcineiro, que en
contrara cora quem tratar.
ViNDASL
Camisas.
Camisas francezas brancas de algodao flno coo,
frizo de cor a 2/000 uma, era duzia a 23/000,
6 pechincba : na rua do Crespo n. 20 loja do Gni-
Iherrae 4 C
Ohapeos pechincha para se
nhora
Vende se chapdos molernos para senhora, gos-
to de praca, p^r 3/ ; organdis de listras, covado
a 3J0 rs. : na rua do Passeio n. 60.
Perdeu-se hoje, por volta das 9 horas do dia,
duas chaves em nma corrente, cesde as Cinco
Ponlas ate a rua Oireita : quem as achou, que-
rendo restitui-las, leva as Cinco Pontas n. 71, que
sera recompensado.
Vende-s- em surtes de 3i) palraes para cima
os terrenos sitos na estrada do Lameiraj, a mar-
gem do rio Capibaribe, pertencentes a viuva.de
Hentique Jorge : qutm pn tender, podese dirigir
ao engenheiro Antonio Peliciano Rodrigues Sette,
a estrada de Joao ae Rarros, casa n. 92. ou a) Sr.
Vicente Ferreir da Porciuneula, em sua casa da
rua do Imperador n. 81.
Tej^-se
uma casana ruia.de Barreiros, na rna do Gem
mercio, por prac modico : a tratar corn Taste
Irmaos & C.
LIQUIDACAO
NA
Loja de fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores mindas mnito boas para roupa 6*
meninas a 160 e 200 rs. o covado.
La pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores Anas a 320 e 360 rs. o covado
So se vendo.
Dilat com listras abcriai, fazenda Gna, a 600 M. c
covado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Setins de cores miudas a 280 rs. o covado.
oiones, o melhor qae tem vindo ao mercado i
400 e 440 rs. o covado.
Canbraias brancas, bordadas abertas, ausda
mais fina qne tem vindo ao mercado, e faaaaili
de 2/000 o. metro, por 1/000 a vara ; n^
cbJncu.
Ditas pretas com floras miudas a 200 rs. o covada
Cambraia transparente, flna, a 3/ a peca.
Dim Victoria, ana, a 4*000 a peca.
Organdy de asseato braoco e de cores, eca flo
res miudas de seda e de la, a. 400 rs. o covado
E' pechincha.
Cortes de casemira de cores modernas a 5/500 c
corle ; 6 fazenda de 8/. E' pechincha.
Camisas de linho Haas, liau,. a 35/ a duzia, t fa
zenda de 55/.
Brim branco de linho a 1/400 a vara.
Dito Angola, verdadeiro, a 000 rs. o covado.
Madapollo francez verdadeiro, 24 jarias, a 6/
7/a peca.
Algodae T, largo e superior, a 5/ a pe?a.
Gorgnrao preto'de seda para vestido e para eoil*u
a 3/ o covado
Toalbas alcochoadas a 4/500 a duzia.
Colchas grandes a 3/500 oma.
Cobertas de gangs, forradaa, a 3/.
Lencoes de bramante a 2/ am.
Lencos de linho, abainbados e em caixinhas i
3/500 a duzia.
Ditos de caca de cores abainnados a 3/500 a do
zia.
E outros muitos artigos qne se vende por me
nos do que outra qualquer parte e para se dot
So na lorem queiram mandar ver ae amostrae.
enganaja de
(iuilhernie & G.
Para o fabrico de chap6of
A NOVA ESPERANCA reccbea o aranse propric
para armagSo de cbapeos. ________
BAZAR
Aliened
Vende se vaccas tourinas com crias, e3tao bem
gordas : a ver e tratar, ho Caldeireiro, sitio do
Hatnede.
Para vender.
Vende se um cabriolet de duas roda?, era bom
estado, por preco commodo: dirija-se na rua da
Imperatriz n. 55.
Grande liquidacao.
de miudezas e chapeos : no novo Bazar, rua do
Marqne'. de Olinda n. 53.
Vende-se
No escritorio de Thimaz de Aquino Fonceca 4
C. Successors, a rua da Vigario n. 19, primtiro
andar:
Cimento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em grumo, de Lisboa.
Vinho Sher.y.
Vinho d) Porto em caizas, fioissimo.
Idem em barris de quinto e decimo, Cno.
Relroz.
Flo.________^_^
Cal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpc
Santo n. 17, anaar, escriptorio de Joaquim Ro-
drig 'es Tavares de Mello._______
Botinas Suzer
chegadas pelo ultimo vapor da Europa. Ha um
completo sortiTiento de bezerro e cordovan : a rua
do Marquez de Olinda n. 40,1 ja de Julio de Mello
Salgado.
Sitio.
Vende-se no Arraial, perto da estacao, a posse
de um terreno foreiro com 180 1|2 palraos de lar-
gura, 588 de fundo por um lado, e por outro 388,
cora 142 pes de arvoreios de fructo de 28 quali-
dades, e espaco para a continaacito, esta "todo o
terreno pla tado de lavouras que ja dio rendi-
mento, tem mais de 600 palmos de latada com
uvas, abobora e maraenja assu. 0 dono encarre-
ga-se de fazer casa ao gosto do comprador, se
exigir : a tratar no Arraial, segundo sitio do lado
esquerdo, partindo da estacao da Estreita, em di-
reccSo a casa amarella.______________
Aos 5,000 covados dela
A lOO rs.
Na loja do PavSo vende se lazinhas de muito
booitos sostoj e delicados padroes. fazenda nova
no mercado, pelo diminuto preco de 160 rs. cada
um covado ; qnem deixara de fazer vestidos de
li tao bonitos e por tio pouco dinheiro ? Forne-
eem ?e as amostras: na rua da Imperatriz nume-
ro60.
Wilson Rowe & L. vendem no sen arrna**?
a rua do Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azal ameneano.
Excellente flo de vela.
Cognac de i qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as onaiidades.
Sedas de listras
em cores elaras, a W60 o covadi.
Mendes, Lobo & C.
Rua dq-Maiquezde Olifld.a-n.
~=rn
^.*si n (law de armarie, de jaoaraa
da, uaado, por^m em bom estado, proprio para
prinetoiapte : a tratar na rna do Bom Jesus n. 83,
1 MW-
Pinheiro Chagas j
TBMWMOTO
DAS
FAMILIAS
Rua Duque de Caxias n. 60 A.
Grande queima.
C^rram a pechincba I...
Riquissimas sa' idas de baile, de la, para senho-
ra. Verdadeira novidade no mnndo elegante !
Capinhas de la e seda para senhora. Const
inteiranjenle nova !
Excellentes cacliinets de la e seda para senho-
ra?, por 5/5C0.
Casaquinbos de gorgnrao preto de seda, ri:a
mente bordadas, pelo dirainuto prei;o de 10/001
Excellente aci|Uisicaoo 1
Chales de seda a 12/. Baratissimo !
Grosdenaple prato a 1/200 o covado.
Popelinas de seda a 2/ o covado.
Faia de seda. fazenda modernissi na, pelo com
modo preco de 2/200 o covado.
Popelinas de seda, objecto da ultima moda,
l/o covado I
Ditas de linho com listras e agradaveis pa-
droes, a 440 rs o covado.
Cambraias tracsparentes, fazenda mai fina e de
grande proenra, a 6/500 e 7/ a proa.
Alpacas de seda a 1/ o covado. Grande pechin
cha I
Grana-linas de cures com listras assetioadas, i
800 rs. o covado. k ellas emquanto restam I
Cambraias bordadas a 1/K0 o metro.
Ricas polinaises, bordadas com esmero, a 38*
cada uma.
Tapetes para sofa, grandes e pequenos. PadroV
especiaes !
Ditos pan portas.
Ditos para can;a.
E outros artigos para homens, seahoras
criancas, os quaes artigns nao se meBcionam pars
nao massar se abenevola attencao dos leitores e
leitoras, amantes do bom e do barato, e enthu
siastas da grande virtude domestica a ecoo<>
mia I
Corram quanto antes a granJe pechincha,
fregueaes t
Vinde ver, comprar e admirar I .
Para concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rua Duqoe de Caxia
n. 63, receben Jesta neCessaria linha.
Chocolate do Maranhao
Unico deposit) nesta cidade, em casa de Jos*
Tavares Carreiro & C, rua Direita n. 14, onde se
vende pelos precos e vantagens da fabrica.
Fazendas
muito baratas para arabar
E' irem depressa antes que se acabem
Cambraia de cores, organdsy, covado a i40
Algodao azul, idem idem 160
Idem de listra idem idem 24(
Chita preta muito flna, idem a 260 e 320
Meias para mminas, a 2/ a duzia e 2/900
Cbales de merino S/O00
Coltetes de brim e casemira a 1/, 1/500
2/e 2/500
E muitos outros artigos do fazendas e roupa?
feitas por muito menos de seu valor, por se que-
rer mudar de sortimento : a rna do Barao da Vic-
toria n. 14.
Alpacas a 400 rs.
0 Desengano eta vendendo pelo diminuto pre-
co de 400 rs o covado, alpacas de II e seda, de
lindos padrSes, farenda muito fina e larga, que
sempre se venderam per 1*200 o covado, e> para
acabar; a elhs antes que se acabem : na rua
Primeiro de Marco ?. 25, jonto a loja da esqaina
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este marcar. :
na rna do Maroaaz d *Aiada 81____________
Farinha demandioca supe-
rior.
Tr-'ii para vender, Joaquim Joed Goncal-
ves Beltrao 4 Fittw, a borao do palhsbote
Rosita, fundeado ao p^ do caes do Collegio,
e para tratar a bordo ou do seu escriptorio:
a* rua do Commercio n. S.
Chocolate hespanhol
muito flno, tem p&ra vender a* Aseeoablea o
Commercio, Meir? ^ Lima, raa do Commertio N-
mero 22.
reoo-UBOO
UYlUnU PORJUR
Roa Nova n. 59,
A i20 rs. o eovado.
Na ru-4 a, imperatriz n. 60, vende-se para aca-
bar u' Jtl mvto quantidade de lit, reatos ia Ai-
,ver?vos soHlmeetos, aeade Wra. ate 500 ra.;
u' tos. so veodiam. a 1/280 e I /00 entnii, ha
grande vifdde eai padrSee, os qoe |
cheffarem melBOT pechincha lario.a eha I
Imperatrte n. 60. ___________
m io Lisboa n^tfrima"
Vendo se em grandes e peqneniv fNeBes :
rua Direita n. 14. '



Diario de ^eraarabuco 'Sexta feira 23 tie Outabro de 187 4.
\
6*'
I
,'
i
Fazendas e artigos de alta
novidade
NA
LOJA DO PASSO
Rua Priuieiro de Marco n. 7 A.
gCordeiro Sinafiea C, proprietario9
leste importanle estabelecimento, no loavave! pro-
prosito de niD desmentirem o coneeito que os
sens numerous fregueies Ihes tem dispensado
acabam de reciiber de sua conta o mais rico sor-'
;imento de sedas, popelinas, 15s e artigos de ul-
lima moda em Pan?, e continuario a receber
por todos os paquetes daquella procedeccia : nor
;sso chamam a attenfiao de seus freguezes e os
:onvidara a darem um passeio ao seu estabeleci-
aionto, garantindo Ihes qae encontrarao a reali
dade do-que fica dito, e para pruva dlo um pe
queno re^umo, cujo infallivelmente despertara a
alien jao dos preteodenles.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
Muostras mediaute penher.
A.rtigos dc alta novldade e
ultima moda.
Cortes de vcstido de linbo guarnecidos de bico
lamesma fazeada e c5r, trazi:ndo flvella, bolca,
anto, etc etc.
Riqaissimos cuapfios
pretos.
Cortes de c<.mbraia brancos
lados.
n; % de core? com
nno, etc. etc.
Capas de li para meninas e senhoras, guarne-
:idas de arminho.
Vcstuarios para baptisado.
Riquissimas camisas b'-rdadas para senhora.
Leques de madrepenla, para noivas.
Ricas culchas de seda, para casameato.
Cortes de seda, lindas cores.
Sorgorao de seda branca e dito prelo.
Sedinhas do delicados padroes.
Setim Macao de todas as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
Vellulo pretc e damasco de seda.
Granadine pi eta e de cores.
Filo de seda branco o preto.
Hicas basquinas de seda.
Casacos de mcrin6 de cores, la, etc.
Mautas brasileiras.
Capellas e m;.ntas para noiva.
Cambraia do rores, aitas raariposas brancas, de
tores, lisas e bcrladas.
Flor do bosqt e (novidade).
Percalinas de qnadros, listras, etc.
Brins de linho para veslidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas pira senhora.
Grande sortirrcnto de camisas de linho lisas e
oordadas. para hoinem.
Meias de corns para homem, senhora, meninos
meninas.
Sortfmpnto de
enhoivi.
Meriaas de
Grande liquidacao de fazendas
no -
IN AC
a Impera
Mendes Guimaraes & lrmaos.
N. 72.Rua d
- cntiieiros e
aramlelias.
Tendo os proprietaries deste estabelecimento resolvido diminnir o gra-nde depeisito de fa
zeodas, enteoderam fazer esta grande liquidaeio, como sc ve dos preeos abaixo meneiunados :
Chitas largas a 160, 200 e 280 reis.
Vende-se chitas francezas e flnas a 120,280 e 320
o covado.
Laainhas a 120 reis.
Vende-se lazinhas para vestidos a 120, 2i0, 320 e
400 reis o covado.
Chitas para cobertas a 280 reis.
Vende-se chitas para cobertas a 280 e 360 reis o
covado.
Alpacas de cores a 640 reis.
Vende se alpacas de cores, finas, para veslidos de
senhoras, a 640 reis o covado.
Metim de cores a 320 reis.
Vende-se metim de cores para vestidos de senho-
ras, a 320 reis o covado.
Cassas Unas a 280 reis.
4C0 reis.
cores para
car is t
s. finas a 280, 320 e 360
para senhora, de cores e
com Jindos bor*
enfeites da mesma fazenda,
Vende-se cassas francezas
reis o covado.
Cambraia Victoria a 3000
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 3f,
3*500'e 4*000 a pe?*.
Cambraia transparente a 2 e 3*000. ]
Vende-se pecas de cambraia transparente a 3*.
3500,4* e 5*.
Cortinados a 14*000.
Vende se cortinados bordados para camas a 14*'
16* e 18*.
Gaoga amarclla a 400 reis.
Vende ?e ganga amarella para veslidos de senho-
ras e rou;a parameninos. a 400 reis o covado.
Brim de c&res a
Vende se brim pardo e de
400 reis o covado.
Toalhas para rosto a 700 reis.
Vende-se toalhas dt linho para rosto a 700 o 800
reis cada oma.
Chales de la a 610 reis.
Vende se chales de la de quadros a GiO reis, Ma-
les do metim a 1*160 reis, chales de m iir.6
Itsos a 2*, e chales de merino estampadi-s, a
3*600, 4* e S*.
Aberturas a 2J009.
Vende-se aberlnras de linho bordadas, para ca-
misas, a a e 3*500. Ditas de algodao a 200 e
400 reis.
Cortes de casemira a 5*000.
Vende-se cort-s de casemiras finas para calcas a
5*. 5*500 e 6*
Cortes de brim a 1*100.
Vende se cortes do brim de cores a 1*100. Ditos
de brim de Angola a l*?00 e 2*500.
Cobertas a 2*000
Vende se cobertas de chitas de cores a 2*.
Colchas a 2*000.
Vende-se colchas de fustib para cama a 2*, 3* e
4*.
Paletots a 3,000 rs.
^ Vende-se paletots de alpaca preta a 3, 3,60
5,000 rs. ;'cali;as de casemira prelate de core
le'cs de casemira preta e de cores, e ontras
tas roupas feitas baratas e fazendas aue est
qaidando no liazar Nacional, a rua da I in
Irizn. 72.
.A empreaa da gar. Undo reeebidu'alnnramente
uma quautidade de. lustres, eapdieiros, arandeJlas,
globos etc. etc., tuflo pbra de gosto e de primeira
qualidade ; acha seem posieao de i-upprfr a sew
freguezes, por preeos men res do que antigamen
te.; Para vrem as amostras, diriiam se a rn* do
Imperador n. 31.
Cortinados para eamas
1 Na loja do-Patio vende se nm grande softimen-
to de corfnados bordados proprias para eamas e
janellas, pelo barato preeo de 8, 9 e WflOQ rs. o
ar, assim como colchas de damasco para camas
e noiva a (0 e 12,000 reis- pechincha : i
rna da Imperatriz n. 60, de Felix Pereira da
Silra.
Salsa-parrilha do Pard-
Tem para reader Anumio Lniz de Oliveira Aze-
vedo, no sea escriptorio, a rua do Bom Jesus nu-
mero 57.
Vende-se
na rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto eDgarrafado, em barris e em
ancoretas.
Cera em velas, de Listoa, superior qualidade.
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legftirao
E'
econonnoo.
Graxa glycenoa prcprw para a ctrtxemOmi
eordovao ; vende a NOVA ESPERANCA, arat
qne de. Caxias n. 63.
VENOE-SE
a taverna sita a raa
. muito afreguetada :
Ilosario n. 40.
ao Barao da Victoria i
a tralar na rua eM
! A 500 rs,o covado
Na loja do Pavao vende-se lazinhas japonezas
2 wvf* mu" raodernas pelo baratissimo preco
d ooo rs. o covado, para acabar ; notaado-se que
e fazenda qne jaraais se vendeu par menos de
dots crojados ; ja ha poucas : a rua da Imperatrii
n. 60, loja do Pa\ao, de Felix Perei.-a Ja Silva.
Para senhoras
Como sao lindas e modernas as gravatinhas qua
a Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, acaba
de receber t
E' com as noivas
A NOVA ESPERAXCA, rua Duque de Caxias n.
36, acaba de receber boa- meias de seda propriaa
para noivas. p os apreclavels ramoi do laraoRHra
chapeos de sol para hemens e
cores para vestidos.
Dito pieto tranca<{o e de verSo, bombazina, can-
io, alpaca, etc. etc.
Atoamado de linho e algodio para toalhas, e dito
oardo.
Damasco de la.
Brim de linho branco e de cores.
Setins de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos
Dilos de touqum e ditos de casemira
Can.isas de chita para homen- n ("tas de fla-
oella.
Ceroulas de linho e ditas de algodao.
Pannos de cro:het para sofa, cadeiras, etc.
Lenjos bordados o ditos de labyrintho.
Ricos cortes do vestidos de larlatana, bordados,
aara bailes, e tarlalana de todas as cores.
Colchas de damasco de 15, e ditas de crochet.
Espartilt^ lisos e bordados.
Foulard de seia, liadas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Popeltnns.
Neste artigo temos um variadissimo sortimento,
sao so em gosto como em qualidade.
Las
:om listras de seda, dita3 com paluas bordadas,
litas tran-parentes e de ontras muitas qualdadts.
Iiuvas
!e pellica brancss e de cores, do verdadeiro fa-
sricante Jouvin.
riualmcnte :
apetes para sofa, cadeiras, ca:r a, entrada, etc..
:ambraias brands, chitas de todas as qualidades,
nadapoloes, esguiao, t retanhas, bramantes, algo
i5es, collarinhos, pnnh^s, meias para homem e
-enhora, pnn'ios i collarinhos brancos e de co-
-as para senhoras, gravatas para homem e senho-
a, peit'is bordados, lenyos de linho brancos ede
ores, ditos de cambraia de linho, toalhas, guar-
laeapos, panno fino, etc., etc.
Loja do Passo
Rua Priir.eiro de Margo n. 7 A
antiga do Crespo.
E' com as senhoras.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
:cipa a" hello se]:o que acaba de receber da Eu-
-opa, um compleio sortimento de artigos de ulti-
ma moda, e como acha desnecessario fazer um
snfadonho anuuncio, por ja ser bastante eonhe-
;ida, e caprichar sempre em ter bons correspon-
lentes, sendo a primeira que apresenta o que ha
de mais moderno e por preeos mui razoaveis, por
sso limita-se a dtscrever somente o seguinte:
deltas dourad:.s.
Biros de cores, tanto de seda como de guipure.
Leques douraclos, de madreperola, marfim, tar-
tarnga, osso, etc.
Catiidas de baile.
Presentest diversos artigos proprios para pre-
sentes.
coiiniias e ptmhos.
Hnimai para missa, com capa de madreperola,
tartarnga, marlim, velludo, etc.
Sapatinlios desetim para baptisado.
Camisas bordi.das para senhoras.
Ligas de seda.
Franjas mosaicas.
iderecoa de tartarnga.
%'oltas'de madreperola.
PnlseiraS de madreperola.
Ltndas llores para cabeca.
Bolsas de veil ado.
Perfumurias. dos melhores e mais afamados
fabrirantes.
Cbapeos de sc 1 para senhoras.
Pitas de velludo de todas as cores e larguras.
Moscas.
Quereis livrar vos destes malditos insectos? cora-
:rai uma machina de matar moscas por 3*000
3a Magnolia, a rm Duiue de Caxias u. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven-
le o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
uhida dos cabellcs.
Sardas epanos.
So tem sardas e panos quem quer; porque a
Magnolia, a rua Dncuie de Caxias n. 45, tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, que (az desappa-
ecer estas tnanchis em poocos dias.
Aproveitem
0 PARIS N'AMERICA, a rua Daque de Caxias
o. 59, primeiro aniar, esta vendendo calcado pelos
seguint-s pregos:
Botinas de dur.ique para senhora a 3.500 reis.
Ditu de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito cm botoes ao lado, a 4,000 reis.
Ditas gaspeadai, caao alto, para seauora, 4
5,000 r6 s.
Ditas de pellica, ingleza, a S.000 reis.
DiU3 de duraque bordado, para- senhora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Em quanto e tempo
aproveitem.
Grosden&ples
Vende-se graadtnaple preto?fazenda muito Qna,
e que sempre se vondeu nor 3*500 0 covado, a
i*SOO rs.; aproveitem, s6 0 Desengano, a rua !
de Maro u. 25, Junto a loja da esquina.
A.' rua do Cabugra n. 1 A.
Os proprietarios d;. Predilecta, no intuito it
jonservar 0 bom conceite que teem merecido do
respeilavel publico, di^tiuguindo 0 seu estabeleci-
mento dos mais que negotiant no mesmo generc
veem scientificar aos *eus bons freguezes que pre-
veniram aos seus correspondentes nas dlversas par-
cas d'Europa para Ihes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aeeitos pelas sociedades elegante!
iaquelles. paues, visto aproximar se 0 tempo de
festa, em que 0 hello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo ja recebossem pelo paquete francez divers0
trtigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeilavel pnblico a costumada
eoncurrencia.
Aderecos de tartarnga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e rtt
velludo, seudo diverges tamanhos e baratos pre-
os
Aderecos completos de borracha proprios par?
Into, tamoem se vendem meios aderecos muito bo-
oitos.
Botoes de setim preto e de c5res para ornato de
pestidos de sethora; tambem tem para collete
alitot.
Bolsas para senhoras, existe um bdllo sortimen |
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., por
barato pre;o.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louj* |
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
BM a aftencao das Ex mas. Sras. para este artigo, I
pois as vezes tornam-se as crianeas um pouco im-!
pertinentes por falta de um obiecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco comraodo.
Ceroulas de linho e de algodao, de diversos pre-
iCS.
Caixinhaa com mnsica, o que ha de mais Undo,
com disticos nas tampas e proprios para pcaino-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Reeeberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calgas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados,-de lindos
desenhos.
Eacovas electricas para denies, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe utr.
grande sortimento de divercas larguras e baratc
precp.
Fitas de saria. de gcrgorao, do setim e de cha-
malr> Fachas de gorgurao muito lindas.
Fi. re* artificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um beHo e grande sortimento des-
tas flores, nao so para enfeite dos cbellos, come
ambem para ornato de vestido do noivas.
GalSes de algodao, de li e de seda, brancos, pre
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas berdadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
Eerola, marfim, 6so e velludo, tudo que ha d
om.
Peutes de tartarnga e marfim para alisar os ca-
belios ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, osso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nao so em extractos, como em oleos
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimol ; sao indispensaveis par:
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptisado 0 que ha de melhor
gosto e os mais moderno recebeu a Predilecta
de or arc.to prejo, para flcar ao alcance
qualquer bolsa.
Ao barateiro
A'rua
i Chapeos para senhora, leques
e punbos, manguitcs brancos c de cOres,
gravata de, sed8. perfumaria e cmto de
couro.
Vendem Amaral, Naruco & C., no Bazar Victo-
ria n. 2, rua uo BarSo da Victoria.
Fumoexporte best Sirds Eije
Amaral, Nabuco & C. vendem fumo inglez pnra
caehimbo : no Bazar 'ictoria, rua do Bario da
Victoria 0. 2.
E' boQito
As almofadas bordadas de la matisadas que re-
cebeu a Nova Esperan^a, a rua Dnqne di
Caxi3 '"
Chap6os para senhora.
A ioja da Passo, a rua Primeiro de Mar$o n.
7 A, recebeu um rico sortimento de cbapeos
raesna horas, pretos e de cores.
Cortes |decasimira a 4#,
e 6*000.
Na loja do PavJo, vende-se cortes de ca-
semira p3ra cal^a a 4$, 53 e 6^000, ditos
muito fin s de uma so c6r com listras ao la-
do, fazenda que sempre se vendeu a 9$ e
10j?000, liqui.la-se a 6^000 para acabar:
a rua da Imporatriz n, CO, de Felix Pereira
da Sjlva.
Salame de [3 on
A 1&SOO a libra
So na A semblea do Commercio n. 22, rua dc
Commercio, Jleira & Lima,
Aos legitimos fogdes cama-
micos.
Acabam de cbegar a esta ci>ln4 ocwr-
dadeiros fugdes economicjs, jd muitnoMbe-
cidos nas provincias do Rio dc l&rtemm.
Minas, S. Paulo, Sergipw, Rio UntiA*, -
bia e Alsgnas, aonde tem merecido 4* ~pm-
blico a maior aceilajio possivcl, rt#jt
preferidos aos de qualquer outro 'jrtr,
conheeido pcla sua muita solidrz, f.ym
1'dade na colloear^ao, moderno sy' w,
e sobretudo grande economia no coralrasfi-
vel ; tr.bcilliam com lenna, coke, carviv
madeira, etc., etc. Ha de div rs.ts ti
nhis, proprios p:ira casas de pouca, t*f-
lar, e dc muita fauiilia, cullegt casas pias, hospitacs, etc. Acham-se *-
postos ao publico, aonle se darao t*de m
explic3c;oes nec;sssrias : na rua da Gw
n. G.
E' muito barato
E'
so
noiVt s
de Marion. 1
tie Saufo
C'uufV-(>n(e ao nrco
Antonio.
Os proprietarios deste estabelecimento, tendo
gande deposilo de fazendas de la, haho, seda e
algodao, e scliando-se proxmia a occaMao do ba-
lanco, resolveram fazer graude redocfao em pre-
de trahaltio em halancos ; a saber
GORGORAO de seda preto, para colleto, um
corte por t$. E1 faienda que sempre custou li.
AMAZO.VAS, linda fazenda para veslidos de
passeio, a 500 rs. o covado.
GROSDENAI'LKS de cores, verde, encarnado,
Sedinhas a 1^500 o cov;.do.
oja do Passe
Venham antes que se acabem : na
ru a !. de Marco n. 7 A.
E' BOM SARER-SE
Que a NOVA ESPERANg.A, a rua Dnqne. de
Caxias n. 63, bem conhecida pela superioridade de
cos, afira de que naquella tempo nao tenham gran-, seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas encommendas de mer adorias de sua
reparticao, que pela eleganci. tem mostra aptidao
e bom go to de seus antigos corrcsp' ndentes da
Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
hr;.nco, cdr de rosa e cravo, a 900 rs., H e araavel, a visitarem na, afim de apreeiarem ate
1/21X1 rs o covado. Quem e que nao comprara
POPELINAS de linho, de quadros e listras, bo-
nitos tro-tos, a 500 rs o covado. Aproveitem.
POPELI.NAS de linho e seda, gostos icteiramen-
te novos a 900 rs.
DITaS com listras largas assetioadas, o mais
moderno que tem vindo ao mercado, a ~if.
onde toea o primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao quer eilrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiros azucrins) com
extensos annnncios e nem pretende descrever a
immensidade de objectos que tem expostos a veo-
da, o que serfa quasi impos^ivel, mas limitarse-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
VE % HE^E ositiojnntoa igre-
ja de S. Jose do Mangu nho, com rasa de vivenda
assobra-tada e oufas acon.modacoes, todo mura-1
do, c:m duas frentes -ervi as por poriito de ferro, I "P'f l'iP""S |-ara uiva.
dando para a rna d> Air-lzade e para a'do Man- j lei!!.unUo ao m-lcfdu ,
guinho. Tem de terreno proprio l9i paltnos del,. ") lU'^'masca e|Us de II .res de laMoJeira,jflfc
hrgnra e 35i de fundo ; o a ca^a m- de 52 nalmos I dl1!aVt0 f,re^, d? 3, V) nn;?.-
da frente e 8i de fuodo. A silnaelo 6 a melhor! Linil.sjuiins toeiOMs com fivellas, pr#r|
com as
xo
BAZAR DAS FAMiLtAS
A' RUA DO DUQUE DE C.vXIAS .\. fig *.
Rii|Uissiil)i'S v.-. 3 il.' Id.Hid I) r-..!,i
c uimis mirfifa qpa*
possivtl | ara niorala, e quern quuer ediilcar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tern a pumas plantacoes de gozo e re-
creio, havendo bastante vgua furnecida por daas
eaeimbas, un. a das quaes 6 nova. A entender-se
com o Sr. Dr. Witruvio qu-m o pretender.
Rendas da terra
Rendas, bicos e grades de todas a3 larguras :
vende se ni pateo do Terv-o n. 52.
listras, proprio para camisas
; pois to se vendo se pode
CRETONE francez com listras e de quadrinhos: e toma a liber;ade rle aconselhar ao bello sexo,
que a vUitem constantemente, para depois qne
cumprarem em ontra qualquer parte cao se arre-
penderem, a vista uo bom e e.-colhido sortimento
que ha em dito eslabelecioieoto, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completer a .elegpneia de seu toilet
sem que d6 um passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual araba de 'rece-
ber os seguint.a artigos de |>;.\o einteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos.
Primorosos leques de phantasia.
Bouiias sahidas de bailes. pan senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracha
(gosto novo).
PARA LUTO
Vende-se chitas iaglezas pretas com pintas a
200 rs. o^covado, dita franceza muito fina, tanto lisas
como com pintas de 320 rs. para cima ; cantao
preto a 800 rs. e muito lino a 1,0. 0 rs.; bomba-
zinas, princezas e alpacas de todos os preeos;
lazinhas pretas lisas de 400 at6 500 rs. ; assim
como nma grande porcao de retalhos tanto de
chitas pretas como de las, que se vendem por
preeos baratissimos ; tambem uma grande porcao
de chales preto de las a 1,000 rs. por estarem um
ponco russos : a rua da lraperatriz n. 60, de Fe-
lix Pereira di Silva.
de cores e pretos a 400 e 440 rs. o covado. fate
so no barateio I
DITO francez de
e vc>tidos a 300 n.
crer.
ES '.U AO de linho e -AgodUo, proprio para ca-
misas, fronhas, etc., etc., com 7 jardas, a ?200, e
com 10 jardas a 45O0 a pe^a.
MUSSULIXA branca, com listras, para vcstido, a
4C0 rs. o covado. E* pechincha !
MAD A POL AO fracce ccm 20 varas, por i^L'OO.
E' barato.
CASEMIRAS de cores, para costumes (roupa de
homem) a 31 o covado. Ycr para crer I
LA-! escocezas, estamo? acabanJo aos preeos de
120. 180 e 200 is. Apressem set
CHITAS escuras e claras, fazenda fina a 2t0,
260 o 280 rs. ; 6 a rua Primeiro de Marco n. 1,
CHAl'KOS do alpaca, para sol, nara seuhora, a
2^000. E' admiravel I
BRIM branco n. 5, exposigXo superior, a 2/ a
vara.
CAMISAS de crelone francez de cores, a 2/500
uma.
CAMSAS branca?, inglezas e francezas, gran-
de sortimento por preeos baratissimos.
BRIM pardj trancado, para 280 rs. e 400 rs. o
covado.
BRIM Angola, superior, a 500 rs. o covado; i=to
so na loja do Barateiro I
CHAPEOS de sol de seda para homem, fazenda
superior, a 8jj'00, 9^000 e 10^000.
BAKTISTAS matisadas, gostos miudinhos a 300
rs. e 360 rs. o covado ; ;6 confronte ao arco de
Santo Antonio I
LENCOS de linho snperiores, abanhados
43500 e 5,50O0;a duzia.
TOALHAS felpndas superiores a 6*500
zia. Em outra parle vendem por 95 I
MEIAS cruas, superores, para homem,
45^00 e 5*. E' pechincha.
BOTINAS superiores para senhora, a 4*500
par.
ATOALHADO aleochoado, fazenda superior, pa-
ra mesa, a. 1*500 a vara.
ALGODAOZtXHO Iranco, com pequeno toque,
a 35300, 45 e 45500, e marca T, a 55 a peca.
Alera das fazendas acima mencionadas, encon-
trarao muitas out; as que ;gradarao em qualida-
de e preco?, e que para nao massarraos a paciencia.
de nossos freguezes, as dctxam s de enumerar,
So no Barateiro
A' rua Primeiro de Marco n. 1.
Loja de Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
Nao se enganem
Pois sao os verdadeiros barateiros I
Cura des estreilaaieolo d'arelra
pela facil applicagao das
SONDAS OUYAES
DE
. GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeir,oa as conbecidas
Vendem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & 0.
34 Rua larga do Rosario 34
Salsa parrllha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcjio on a re-
talho : na ma larga do Rosario n. 34.
Espartilhos.
Na loja do Pavao, vende-se espartilhos
dos mais modernos a 35500 e 4JJO00 cada
um ; assim com bonitos cintos com la^os
de setim a SaOOO, e sedinhas lavradas com
toque dc mofo a 13000 o covado : a* rua
da Imperatriz n. GO, de Felix pereira da
Silva.
senhora*. a 2 500 um.
Lindis-iuias gravatinhas de seda coo
proprias para senhoras,! 3'000 urns.
Itiquissimo* altinet-s com uma flor, propr:p
o peilo de teuhoras on para a cab -ea. p> la mt
nnlo preco de 2 010 um.
Reis e Olivia A <*uljn^ru>.
ARNAlp D3 'H
A' praea circular doApol*
vende-se:
Tijolos de marmore, de differ, i/s *-
manhos c qualidades.
Tijolos francrzes, sextupl is.
Cimento I'uilland veria'.eiro.
Azulrjos grandes muit-
para rodnpe's.
Azailojos verdes e amareil- s, .
regular.
ilaquiaas de (losesrci;ar ilgodfe.
Cadeiras dc fcrro, Mcmto ii ;;5ii-
nha, proprias para campo.
Aos meninos
a 3*
a da
a 45,
o
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melhoros e mais aperfeicoadas das ate hoje co
nhecidas.
Vendese
na
Pliarmaeia e Drogai-ia
de
Bartolomco ft C-
A'
34. Rua larga do Rosario 34
Vaceina. Vaecina.
Tendo 0 Sr. Dr. Jose Lourenco de Magalhaes,
montado na corte um completo servico deste ar-
tigo, tem aqui aberto um deposito da melhor e
mais recente, cujos tubos| se enconiram na
Pharaacia e drogaria
34-rua larga do Rosario 34.
VENDE-SE
Na rua do Vigario n. 14
Cimento de Portland, eih primeira mao.
Vinho do Porto, engarralado, ftnisslmo, em eaf-
xas de diuia.
Dito dito em barris e
Vinho Sherry, inglez em]
Vinho Collares em anco i
Cera em velas, de Lisbo l
Cera em grume, idem.
incoretas.
caixas de duzia.
etas.
Vende-se um pequen
p sitio a estrada de Joao
de Barros, on se vende pec nenos terrenos no mes-
mo sitio, conforme se enter der mais conveniente e
vantajoso : quem pretent er, pode-se dirigir ao
seu proprietary Antonio FdicianoRodrigues Sette,
I a dita estrada de Joao de Earros, casa n. 9.

vende-se o seguinte :
GRAKDE
LIQUlDAfJAO.
Gama & Silva Brito, com armazeus de molhados
no largo da Santa Cruz B8. 2 e 4, tendo de liqui-
dar a firma social em consequencia de um dos
socios tsr de retirar se, resolveram vender os ge-
neros existentes em seus armazens mais barato 20
0|0 do que em outra qualquer parte, e chamam a
attenca > do respeilavel publico e a dos -Sri. ferne-
cedores das despengas familiares, asf-im como aos
Srs. negociantes em pequena escala, cert is de que
encontrarSo a maior sinceridade e agrado possi-
vel. Deixamos de mencionar e grande numero de
genero3 qne compoe o grande scrtiruento, porque
isto se tornaria enfadento, limiiando-nos apenas a
mencionar manleiga ingleza em barris a 800, 15
e 15100 por cada 450 grammas, dtafraacezaa
800 rs, dita ingleza em bias de meio kilo a 15150;
aproveitem em quanto e tempo : no largo da San-
ta Cruz ns. a e 4, armazens de Gama &SU.ra Bri-
to, em liquidacao.

Ceroulas e camisas.
Na loja do Pavao, vende se ceroulas fran-
cezas de todos os tamanhos para homem a
18600, e ditas de linho a 2500, 20500 e
35C00.
Camisas brancas com peitos de algodao,
fazenda flna e por estarem um pouco en-
xovalhadas a 20(5000 a duzia, ou a 1JJ800
cada uma, ditas com peito de esgUiao de
linho a 3$000 e 3$500 cada nma, ditas
com peitos e punbos de cdr a 28000 e
23J500: a" rua da Imperatriz n. 60, de Fe-
lix Pereirj da Silva.
Grande descoberla
Curativo das molestias do
peito pelo
Xarope de sulphlto de soda
DE
A. BERXET
Este imporlante medicamento qne acaba de ser
reconhecido pelos distinotos Drs Zalloni e Paras-
;heva3 como um verdadeiro espe.-ifico contra a
pbtysica, segundo provaram nos grandes nume
ros de casos por elles experimentados, como se ve
na sessao da academia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, encontra-se unicamente no
Deposito da pbarmacia e drogaria
de
Bartholomen A C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 34
LINBO PARA VFSTIDOS
Vende se linho liso e arrendado, lindos padroes
a 400 rs. o covado, fatenda esta que sempre ven-
det se a 15 ; venham a elles antes que se aca-
bem : na I ja do Passo, rua Primeiro de Marco n.
7 A, antiga do Crespo.
b6 0
Rua do Queimado n. 43, jun-
to a loja da Magnolia
Sao pacbinchas I 1
Cambraias de cores com barm bonitas a 2&0
rs. o covado.
Grgandis bcanco com listras bonHas a 320 rs, o
eovaao.
L2zinhas escojseaas a;ZOO rs-ooevado.
Cambraias Vietorias,finas, a 35 a peca.
Bapti&tas lisas, padroes chiques, a Z40 rs. o co-
vado.
Merin6 aaul, de duas larguras, proprio para
costumes de homen* meninos, a 2g o covado.
Brira pardo Qno a 320 e'40o rs. o cwdo.
Madapolao horn a 35500, 45 e 45800 a peca.
Chales de la- a escosseta a 1% nm.
Jj-eajdes de braroante a Z5 om.
Cbitas de *r*i % MO e *80 r>. o oovado.
Toalhas alcochoadas e felpudasaiOO rs, uma.
,_,_ SO' 0 43
Daose amostras : nap ha -quern nSo compre
41
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxiai
n. 63, acaba de receber um bom sortimente de fi-
nas bonecas quefallam, que riem se e choram j
tambem as tem muJas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao a verdade.
Gorgurao
0 barateiro, a rua Primeiro do Marco n. 1, asli
vendendo c6rtes de gorgurao preto para colletes a
25000, fazenda que sempre custou "5 ; a elles,
antes que se acabe : confronte ao arco de Santo
Antonio.
mm. si as.
h elii gada a ocea.-iao do omprarem pur n
dinbeiro a# bum iiudas fiaeaJaa BCopri .*
vestidos, comi aba xo verao.
Aos 18,000 covados
de phelinethcs alsaciano de la e ^eda, taaaafta m-
te ;amente nova no mercado, e rel> di"..;
qo de300 rs.; vale 15 0 covado !l!
Aos 10,000 covados
de cambraias de cores fixis, e lindissimos ptM8%
a 240 rs 0 covado!!
Aos 5,000 covados
de popelum havanezas.faienda a gosto nun.-* ijc-
to, e pelo iosignificantc p eeo Je 400 r.-. 0 C"T**
vale 15 200111
So na loja das trcs cslrellas, rua
do Livramculo n. 2C.

f:->
At tencao
Vende-se dons sitios peqneno i/*?s
plantalos de fructeiras, com casas 4-
morada, sendo um na Capunga. fn-eu*
zia de N. 5. da Graca, e 0 ontn ce
Fundao, em Deberihe : quem 0* ir-
Casemiras
Na loja do Pavao vende-se um grande sortimen-
to de casemiras de cores e mescladas, tanto claras
como escuras, propria3 para calca; paletots e co-
letes por preeos muit.> baratos, assim como no
mesmo eslabelecimentos se manda fazer qualquer
obra tendente a alfaiate, com a maior presteza e
por preeos muito razcaveis : a rua da Impera-
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.__________
Vende-se dous sitios, jendo um no povoado
do Peres e outro no do Barro, tendo 0 primeiro
uma casa com accommodates para grande fami
Ilia e duas menores, estribaria, cocheira, bastan-
tes arvoredos fructifcros, etc.; e 0 segundo duas
casas grandes, e tambem bastantes arvo.edos : a
tratar no caes do Ramos n. 28, prensa de algodio.
Liquidacao de roupa feita
_Na loja do Pavao liquidase uma grande por-
cao de roupa para homens e meninos,como sejam:
calcas de casemiras pretas e de cores, para todos
os pregos e qualidades ; ditas de brim de An-
gola para differentes preco?; ditas de brim de
cores, pardos e brancos ; paletots saccos. casacos
e fraks de panno preto e de casemiras de cores
coletes de todas as qualidas, por preeos bara-
tissimos, assim como grande porcao de camisas
ceroulas por menos 3 0|n do seu valor so para
acabar : a rua da Imperatriz n. 60, de Felix Pe-
eira da Silva.
*W .lender, dirija-te a rua Jo "Range! a
i|j& que abi achara com ipiem tratar
>&>.
!'!
Sitio e casa
Vento-se m sitio com uma casa nova, tendo -o
sitio 800 palmes de frente e 1,113 de fnndo, a casa
edificada com bons commodos e boa cacixba, na
esu-ada nova de Beberibe, perto da encruzilhaia,
0 que se torna commoio por ser 250 rs. para ir
na i* ordem, no trem da via ferrea ; acha se des-
ocenpado : quem pretender, dirija se a rua largB
do Rosario n. 20.
Aos nervosos
A NOVA ESPERANCA acaba de receber-aquel
tes milagrosos anneiselectrfcos, cura'
nervosos.
Pentes girafe.
Pentesgiiafe, proprios para senhora, ( ultima
moda) a 'Magnolia,*.rua Duque dp Caxias a. 46
6 sd.ijaein lem,
Papavjuamai.
Como sao lindas as bonecas de cera one .eha-
mam papai, mamai, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rua ftuqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Dnqne de Caxias n. W, re-
cebeu gaiolas de.arame de lindissimos joodelos,
proprias para passasos; a ell is antes que se aca-
bem._______
Armacao.
*eBde*ie uma de amarello, -toda envidraeada,
envernisada e diversos caixilhss proprios para. ditomnito nno com 12 jardasa3,000 e 3,500 ;
Bceber aquel- qualquer negocio : .na loja qae (oi de joias.a rua sim como nm grande sortimento de madapo
infalilref doi do .Coronel Suassuna, ahtiga de Hortas n. 15, que inglezes de 4,500 ate 8,000 e 9,000 : da Im
se yende muito em conta. ..-:.
Vende se a taverna da rua do Raogel n. 8,
s ndo a armacao toda invernisada e envidracada,
que rnrtito bem serve para qualquer oatro negocio
por ser em com ponto._____________________
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de linhj
proprio para cjgarros, de diversas larguras.
Cortes de cambraia
Na loja do Pavao vende-se oortes de cambraia
transparente com babadss largos, tanto brancos
como de cores, por. baratos preeos, por ter em al-
gnm pequeno defeito : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira da Silva. ________________
Colchas para camas
Na loja do PavSo vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de cbjta e de cretone, de 2,500
para cima e ditas de metim escarlate forradas com
madapolao a 5,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os leguintec
- Barra,
Pregulfa,
e Patrlcle.
A tratar com seus proprietarios nesta cidada
e nara informacoes com Joaquim Pinto de Mei
relies Filho na mesma cidaue de Mamamguapi
nsso IrmJos A C.
MAlV/tPOLOES
Na loja do Pavao vende-se madapolSe9 trance-
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6.000 rtis,
"0 e 3,500; aa-
demadaj)ol5es
' peBratriz n. 6o7de l^lix PwelnTda'Silva,
mm
3
i
t-Iti m
HURTIIEI.TO
M E I) ICIN A
rropar&dt- \*m
Lanmau & iatd
para taiiiea
toda a qu^ydadn
de doenc*;, ^aar
seja na ga^'jiaa,
peilo ou b-j!i.
escolhidr i-xmir
lboresut.'ai'os4aBi
quaes se ilnja-
o oleo no biana
da Terra 5j*
purifica.do&)iaB-
calnieute," ita
valuavettproyii-
edaties eoostrv*-
das com sal**
cuidado, enlaaB
0 frasco se |
tapurf> -i'aj
te puro.
Este cieii
sido subr.
a um exaattBBoi-
to severo gal
chimico de mm*
talento, 4a
verno -~ 7*! nf
em Cuba in
pronuncia-ia bjbv
elle a eooaar
MAIOR PORQAO DIODINA
do que outro qualquer oleo, quo elk tarn
examinado
IOWNO EUMPODERSALVADOt.
Em todo 0 oleo de figado de bacalbAo, e am-
quelle no qua! contem a maior porce
invaluavel propriedade, & 0 unico mew fO
curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FiaABO.
Phtyaca, Jwoncbistes, asthma, cathacrfci
tosse, resfriamentos, etc.
L'ns po*cos frasco dd carnes mmwit
magro que seja, elaraa a vista, t H rim)
a todo 0 corpo- Nenhum outro art^e n
nheeido na oedkina ou sciencia, di tari
nutunento aosystema e incoramodan in fi
nada 0 esfcwoago.
As pessoas cuja orgaaisagSo tem si4 km
truida pelas aileegocs das
ESCROfULAS OU RHEUMATISM
e todas aquellas, cuja digestao se acha tarn
pletameote desarranjada, devem toaur
0 0LO DEFIGADO DEBACALU*
DE
LAMUAN AUMS


^iario de Pernamouoo Sexta feira 23 de Outubro de 1874.
VARIEDADE
JAZIGOS3la nos dous cemiterios de Lis-
ba 3,"Si Jazigos a saber : no dos Praze-
res t,iH$, e m do Alto de S. Joio 1,186.
Pur urn ca.'culo aproximado, feito por
p-ssoa competemte, o custo dos 3,65i jari-
gos ndo deve ter sido inferior a BPl contos
de reis. Os de maior custi s8o os dosSrj.
\ duqufs de Pal oella, D. loio Iglesias, Ma
1 Duel Nlines Correia, Manuel Pinto 'la 1'on
jseca e Thoma;: Maria Bessone. Os jazigos
e mausoleos entretefii hoje utj cres. ido uu-
mi'ro deoperarios, havendo entre estes al-
gous distinctissimos. Nos jazigos dos Srs.
Iglesias e Manuel Nuues Correia ba notaveis
priiiiores da arl.e.
SANGUE PELO NAKIZ Tera-se tirado
grande vontage n em introduzir em cada
ienta urn suppusitorio de per chlorureto de
fnrro, na d6se de 10 ceutigrammas. L'm
tarapao do lies uiantem-nos n> seu lugr.
A liemorrhagiii pdra iostanteneament
Para coiopletar a cura dao-so internaraonte
23 centigrammes de p6 de "sp >rao do cen-
tfio, de 4 era 4 boras. Diz isto o Correio
Medico de Lisboa, no seu n. 19.
CAMINHO D& FERRO DA ASIA.0 pro-
jeeto do grande caminho de ferro da Asia,
elabnrado pelo illustre engenheiro Lesseps,
e mouientaneamente abandonado pelo go-
verno russo. A este grandioso. mas dis-
ppiidioso projeeto, subsliluir-se-ha o se-
guiule: OAmou-Daria, o rio que Uma
sua urigem na Asia central, serd desviado
*li seu actual curso, canalisado e dirigido
p -rj a sua antigafoz no mar aspio.
GLERRV FRANCO-ALLEMA. Jd se
conheeem as cifras exactas dos sacrificios
irapostos pela ultima guerra a* Kranga e d
Al emanha. Aquella ga9tou 9,275 in li Oes
de francos, aos quaes ba a accresccntar
4.31 5, valor dos departumentos cudidos
ao imperio germanico. A Allemanha gas
tuu 1,175 milhoes. Quando se assignou a
paz, o t< esouro gerraanico ja" estava es^ota-
do, tendo se consumido 150 milhoes do
tbesouro fundado por Frederico o Grande e
oeraprestimo contrahido para a guerra.
ESTATISTICA INTERES6ANTE. Se-
gundo uraa estatstica publicada por M. Ru-
dal, ha em todo o mundo 3,9'JO fabricas
de papel, que ernpregam 90,000 bomens e
180,000 mulheres, ndo comprehendendo
o:itr.-.s 100,000 pessoas que se occupamem
recolher, trausportar e n-goeiar os trapos e
6utras materias de que se (/. o papel.
A producrao total de ca ia anno avalia-se
em 7,2 '0 milboes de libras de papel, das
quaes 3,600 milboes se consomem na im
prensa, 400 milboes na orrespondencia
particular, 96' no commercio, 800 na ins-
truegao publica e 1,140 milboes em outras
; dive-sas applicagoes.
UTTERATURA.
A SolidiSO
Os troncos ermos na planicie vasta
Muito raros ao looge la se avistam.
Os tronnos ermos no deserto longo,
C .mo s^mbras paradas qua meditam,
Sao tristes. Como espectros, que ficaram
Attnotos a" sob luo, deisando os outros
Irem nas mattas altear seu vulto,
Sao fecundos de mais, -elles que sabem
Como o vento galopa nas areias ;
Sin fecundos demais, elles que podem,
La quando. ancicsa a tarde se approxima,
No *go de um aensarnento quasi mudo,
Quasi perdido d'entre as amarguras,
Dar o sentido da ?randeza austera I
Alii T Sim ; o deserto I A terra e niia,
Calado o ar, eo ceo .. o ce > sorabrio.
Os passaros fugiram para as veigas,
E a flo- f >i balougar-se ao som d'aragem
Na bnrda das torrentes. No abandono
Se mostra a natureza desvairada.
Como ecarneo sublime de uma louca
Solta ii aguia voriizo do soberbo,
Escutando aos lcoes ranger os dentes.
E no i -ipftto da oolera guardada,
As areias queimaJas spresent Bo pino o meio dia, a imagem mudo
Da amargura sinistra.
Nada ri-se ;
Todasasgarrulices deleitosas,
Que embriagam, no ar, as almas boas,
Os cocbixos saudosos, nao se escutam.
A s6s, a enormidade do silencio
Hos assalta e nos prende e nostransporta...
' um deliqoio ? Nao ; a realidade
Sabe pezar-nos n'nza, mas deixando
Possivel sempre o devassar da sombra...
FOLHETIM
JOANNA
(IM JOG0 DEPAIXQES.
POR
George Sand.
(TRADUCOaO DE X. X. X.)
PAHTE QUARTA
(CoutinuaQao do n. 242).
II
Tiuhamo-nos embarcado em Genova, e
desembarcamos em Marselba.
Logo que nos accoramodamos no hotel,
o Sr. Brudnel sabio para ir ao correio.
Preparava-se o ]antr.
Eu e Manoela estavamos n'um grande
solao, apenasilluraiaado por algumas ridi-
colas velas.
Foi a primeira vtz que nos achamos a s6s,
dep"is da terrivel entrevista que foi inter-
romp da por sir Richard.
Ella encamindou-se para mim com os
bfUQOS abertos, u disse-me :
Como tu (is timido comigo I nera ao
raenos me deste um beijo sequer, nem mes-
mo uma palarra de amor pronunciaste du-
rante a vingem. Olha I tu nao me amas ;
nuhca me amara's tanto como elk!
Elle T perguntei n"um transporte de
colera que nfio pude dominar. De quem
fa4la a senhora 1 Do official de Pampelune,
do professor do musica, ou do Sr. Brud-
nel ?
Detive-me assiustado pela aiinba prcpria
Enfasliada e soaJnha
A tua vidae rnesquinha ;
Di le o mundo, e eu digo : n5o I
Pois qu tu da amarga sorte,
Ganhaste os premios da morte,
E os lutos da creaclo.
Sim ; comprehetido as grandezas,
Que se nutrem de asperezas ;
E' nobre o abandono teu.
N'essa attitude cborosa,
Tua face pesarosa,
Teu silencio e um tropheo.
E dizes: eu sei que a aurora
Oe riso e gallas se inflora,
De tanta grga 1 mgan...
E que ba nas gotjas do orvalbo,
bas ro>as no tenro galho,
Muito amor, mui a manna I
E di/i's: eu sei que os mares
Escutam la pels ires
As mlndias voarj
Sononsas, desl saotes,
Citmo surnsos de amantes,
Que n8o se cangani de am&r...
Nio importa. Foi diante
Do dusampafyaue n Dante
i) propfndo ceo a brio ;
E Gu^ne. auiculta ido a vida
Da^latureza, a parti da
Para o futuro seutip.
Gerado o deserto njalma,
E' que entao flores 3 a palma
Que os nossos sonh >s produz,
La" d'onde voarri* as sves
Cujos gorgeios suav>s
Failam gloria, canta n Iuz.
E' a divindade dista }te,
Buscando um beijo 1 amanto,
Que nos pede o cor 15S0,
Por um thesouro pe-iido,
Pelo seu sceptro cabido
Nas t-evas da solidao I
RecifeJaneiro de 1871
Silvio Romero.
I 117a nolle.
(fRAGMEHTO DO MEU LIVR I INEDITO DE IM
pressOes aa \
IAGEM )
iagm. Darante
nao havemos de
Agora leiBOS de atravessaros lugares
mais desertos de toda a \
o espago de sete leguas
encuntrar senao arvores, ciapadoes, pedr^s
ecorregos... Nem uma csa : nem um pou-
su 1 Ar livre e campa dedcoberto... 1,'naa
ou outra pessoa, e muito i astro de onga e
de outros bicbos do matto
Os viajantus costumam stravessar de um
folegp^'estas sete leguas, e por isso acho
bt*flf quo arranchemus, e ?ela maahasinha
pxuemos logo para podornios pousar a* noi-
te em parogem commoda, para vossa se-
nboria.
Estas palavras eram profiridas pelo con-
ductor da minha tropa on caravana, que
cavalgava a meu lado, e que se cbavama
Cami lo.
Tinbamos sahido ba pou :as boras da ci-
dade d. Uberava, 0 aproxin avamos do rio
Lberabinba e desse estadii 1 de sete leguas
que represents ou arremw 0 o deserto na
longa estrada que liga &
>z & capital de
S. Paulo, quasi to la povo' da, e semeada
frequentemente de pousos e de pastos fe-
chados.
Estivamos, pois, em pleia provincia de
Minis, a patria do nosso mellifluo Gon-
zaga.
U Sr. Camillo, conducto de minha tro-
pa, era urn homem magro, macilento e de
olbos azues quanto ao phys ico : honrado,
borne corajoso quanto ao noral.
Esquecia mo de dizer qu) era (nesta se-
gunda epigraphe) um vercadeiro contador
de historias, e nao arnicas vezes tive occa-
siae de meditar philosophic imente sobre a
divfrsidade e pr> fundeza dos talentos e ap
ti loes gue a Pnividencia dtrramou por es-
ses nossos sertoe? e centros lo Brasil, ondu
0 trabalho material absorv s e consome na
ignorancia tantas cabegas q le a n8o s>-r 0
medium em que a sorte asiollocou, seriam
dignas do figure a frente
da nossa civili-
sagao.
N'uma viagem longa e |agarosa, como
s5o sempre as viagens cot comboio, na >
fia nada mais preciosoe apieciaVel do que
um nompanheiro fallador e contador de his-
torias I E' um achado inef avel{l
I'm homem, mettido nas
tas decouro de veado, bran"
penas coberto pela sua pala
e fresco, e trazendo sobre
chapeo de palba do Chile,
repotrea-se no elastico se
violencia ; e ella, pallida
suas longas bo-
n.o e raacio, a-
de linho, also
b occiput o seu
Udo e desabado
lin, atapetado
e consternada,
mas sempre sorrindo, disse-me:
Como e"s ciumento 0 Sr Brudnel
nunca fallou do meu tnste passado com ta-
manha acrimonia !
N'esse caso, e elle c ecididamente 0
prrferid, n5o ? '"m todo caso, Manoela,
indispensavel escolhr etjtre mira e elle !
Escolher I Serd preciso abandonar
essa anjo que me permittio umar-te ? Ah !
que injustiga e que cruekbde 1
Fiz vSos esforgos para ccnter-me. C:da
palavra de Manoela exnsp&rava-me ainda
mais. Essa natureza esponjanea nemtinha
tacto nem conhecia opportinidade.
Ella julgou que era chegado 0 momento
de nos explicarmos acercaTdo nosso futuro,
que era preciso nao de ar escapar esse
momento. Por isso provo :ou uma discus-
sao que nenhum de nos poi lia sustentar com
prudencia. Forgais-me a dizer-lheque eu
queria deixar 0 Sr. Brudne para sempre, e
responder:
-- Pois seia assim 1 tu 0 queres, seguir-
te-hei, e minha vontade s:rd a tua, visto
que te pertengo I
I.angou-se nos meus bra ;os, mas eu sen-
ti que ella enfraquecia e esiorrogava ; e de
certo teria cabido, se eu n 10 a tivesse sus-
tido e levado para uma ctdeira de bragos,
onde a sentei fria, immovjl, como seesti-
vesse morta.
Agitei precipitadamenti 1 a campainha.
'Dolores acudio, e auxilio i-me a chama-la
a'si.
Manoela desmaiara son indo, e sorrindo
voltou a si.
Dolores entretanlo fiton-me em or de
censurn, e perrebeu que 111 ainda uma vez
tiuba ralnadocoma suapibrcama.
Manoela beoi depressa achou-se senhora
pelo cocbonilbo, e, entregando as redeas ao
bom instincto de aua besta vaqueana, pres-
ta deliciosamente ouridus a esses contos ra-
riados e interessantes, contados com a ru-
deza e colorido naturaes, mas cuju fim nao
deseja por certo, ver chegar senao a bora
do feijio fi da carne secca reclamados por
quatro ou cinco leguas de caminho, e suit
ou sete boras de jejum I
Eu admin, pois, impagavel a companbia-
que me fazia 0 Sr. Camillo de cujo lado
quasi nunca sabia, e a quem conservava
junto a mim todas as vezes que 0 trabalbo
da minba conducgdo nao reclamava sua pre-
senga em outra parte. .
Tinhs viajado muito, e fora infatigaval
oafador : mais de uma aventura, por tanto,
tinba vindo quebrar a monotouia de sua
material existencia, e scintillar no cofre de
suas embagadas recordago s I
Havia um ponto, sobre tudo, em que
primava a verve narradora do meu guia :
era a historia dos animaes ferozes, que
havia encontrado, ou com que haia lutado:
salvanOu-se a*s vezes por verda leiro miligre
de Santos Cosme e Damiao, dos quaes era
fervoroso crente e devoto.
Deleitava-n,e ouvil-o e vel-o, arregalaido
os olhos, decrev-r-me aspengosas e inorti-
feras asiucias do tamandua" bandeira ; a ter
rivel insaciabilidade da rajada sussuarana,
a traicoeira preguiga da cascavel ; 0 infalli-
vet voueno da urutu, tao mal assigualada
pelo nosso symbolo sagrado, e as tremendas
e indescriptiveis commogoes da cagada das
antas, das capivaras e pnncipalmente dos
veaaos.
Por estas e outras confabulagdes andava-
me a nnaginagao agulada naquella ordem
de ide*as, e eu andava verdademmente so-
frego p.r ver surgir-me do caminho, pitto-
resca, inesperada e cheia de prestigios,
uma dessas aventuras que ate alii sd se me
baviam antolhado dos livros, ou nas nar-
rativas.
Foi nesta disposigao de espirito que re-
pliquei ao Sr. Camillo por esta forma :
E que inconvenient* ha em que pou-
semos no meio do nosso pequcno deserto a
semelhanga dos romeiros de Meca?... Dar-
se-ha 0 caso que o senhor seja raedroso,
Sr. Camillo? accrescentei eu zombeteira-
mente e sorrindo para o meu condactor.
Inconveniente certo... nenhum ha. La*
isso ti verdade. Mis 0 tempo u&o esta1 se
guro, e deve chover muito l& para as cabe-
ceiras do rio.., Este Lberabinba 6 muito
manboso... quando esta vazio e transpa
rente como um vidro e manso como um
cordeiro... mas quando toma agua, ah ..
meu senhor... ninguem pode com elle I...
E' um Heus no accuda, e nao ha riban-
ceiras que o contenbam. Deduas a trtw bra-
gas de mais ou menos, por que inunda os campos,
e transforma-se n'um mar...
E' so isso 1 perguntei.eu ji enthusias-
mado pulo'quadro pintado pel 1 talento do
meu arreeiru, e colorido vigorosamente pela
minba imag ng8o, quasi sempre em eleva-
da temperatura.
Nao e s6 isso... porquo emfim ninguem
pode jurar que 0 rio ba de encber hoje...
mas...
Mas... o que, Sr. Camillo?
Mas vossa senhoria nao tern commodo
algum e... pode ser que nos arrepeadamos
:.. de la Bear.
Porque razSo ?inqoeri cheio- de cu-
riosidade.
nit causa das onjts... di'jsc oHb gra
vemente. Ha muitas por alii, e quando nao
nos possam fazer outro darono, podem apa-
nbar-DOs algum animal da tropa 1
A idea de que podia se me olferecer aza-
do ensejo, aquella noite mesmo, de realisar-
se um do? meus tao nutridos sonhes. sedu-
zio-me completamente, & aferindo- o grio
de perigo pelo inler>-sse ameacado do pro-
prietario, revelado nas ultimas palavras do
conductor, que era ao mesmo tempo dono
dos animaes que compunbam a tropa, res-
pond! jubilosamente ao Sr. Camnlo :
Pois bum, Sr. Camillo... Havemos
de pousar na margem do seu rio traigoeiro,
e no meio das suas sussuaranassalteadoras.
Quero fazer commercio de amizade com 0
primeiro n'um prolongado banuo, e con
Versa* com as seguu las pela buzina dos
dous canos da minha espingarda. Quanto
ao commodo, nao Ibe de cuidado, Sr. Ca-
millo, um homem e um homem, e a vida
sem estes tropegos e outras venturas, sem
umas em cheio e outras em vao, de nada
vale, porque 0 contraste e tudo. Toca
pois a cammhar... e vamospara a raargem
do Lberabinba.
* *
Dito e feito 1
0 sol descambava de todo no horisonte,
illuminando uma das mais f jrmosas paisa
gens do mun to, quando chegamos & mar-
gem do Lberabinba e apea*mo-nos das caval-
gaduras.
0 rio rolava faceiro e placido suas crys-
de si; mas seu pulso tornara-se febril e seu
rosto perraaneceu alterado. Bastara um
instante de conversa a s6s comigo para des-
truir todo 0 bem recobrado durante alguns
dias.
Pedio-nos que nada dissessemos ao Sr.
Brudnel, receiando que este se inquietasse,
e fez um grande esf >rgo afira de que elle
nada percebesse, tingindo comer ; mas, an-
tes de terminar 0 janter foi forgada a reti-
rar-se, pretextando estar morta de som no.
Nao cri n'isso, e Gquei inquieto, bem
como o Sr. Brudnel, a quem disse :
Suppli' o-lhe que n8o deixe esta cida-
de antes de consultar os primeiros medicos.
A responsabilidade, que pesa sobre mim so,
e auito pesada.
Pois bem respondeu elle erguendo-
se ; eu vou & casa do meu amigoC... pe-
dir-lhe que venba amaubaa ; va 0 senhor
& casa dos outros.
Sahi, e depressa desempenhei-me da in-
cumbencia ; e, quando regressava triste e
absorvido nos meus intimos pensamentos,
senti que alguem metocara no bombao.
Era 0 meu amigo vianne. Abracei-o.
Elle fora a Marselba tratar de negocios, e
acabava de cbegar. Deu preferencia ao ho-
tel onde eu estava, e subio para 0 meu
quarto.
Ah t ah 1 disse-me elle vendo-me a
claridade ; tua attitude na rua nao me en-
ganou ; estas mudado, e deves ter soffrido.
Estiveste doente ? Tiveste algum desgosto ?
E' preciso dizer me tudo I NSo convem que
tua mai e irmaa vejam-te esse rosto assim,
pm'quH de certo se inquietariam.
Sim, dir-t-hei tudo ; mas antes d'isso
falla ma d'eilas Ha muito tempo que n9o
me escreves. Yiste-as recentemente f Con-
linuas a escrever & minha irratia ? Esperas
talinas aguas. A nao serein asdoPirap6-
ra da fralJa d serra de Maran-
guapo no Ceari, nao me lembro de ter vis-
to em toda a minha vi.ja aguas tao puras,
tao doces, e tio transparentes.
Em torno arvoredo frondoso e vivente,
alimi-ntado vigorosamente p r aquellas pe-
riudicas inundagd'S, formava graciosissimj
caixdho a Wo delicioso quadro. Uma
gramma macia e intacta matisava do vellu-
do verde as disfargadas margeus do rio.
0 Lberabinba parecia nesse momento
mais U'ii abundante ribeiro (um ribeirao
em linguagem do paiz) do que propriamen-
to um rio. Era impossivel conlemplal-o
sem invenciveis lentagdes de sontil-o euros
car-se no corpo fatigadu pela mafcha, e pe-
lo eicessivo calor do dia.
Pagamos Ihe logo 0 devido tr bulo : em
menos de meia hora todog os companheiros
de viage.n, gu^rdadas as devidas distan-
cias, bracKjavam contra ou a favor da cor-
reute, agiiando em mil senti los differentos
[os purissnnos crystaes da linpha reparado-
ra das nossas forgas.
Que banho I... Imaginem as minhas
leitoras quanto seiitircento, e quanta elo-
quencia vao inseridas nesta brevissima ex-
clamagao :ryue banho! dignanlo-se sa-
ber quo escrevo estas linhts aseutir correi-
me o suor pela testa ; deslumbrado pela pa-
re ie fronteira, sobre a qual cahem ublt-
quamente os vives raio de u.u sol ar lente
de verao, e a experimenter como que in
uumeras picadas de alQnete pur todas as
panes do meu corpo em que toca panno 1
Ah I meu Deus I... nunca meheidees
quecer daquelle banho, que durou ato ca-
hir de todo a noite, e chamar-mo 0 cozi
nheiro a outra tarefa nio menos agradavel
por aquellas boras e alluras 1
Para esta lidelidade- de reioinis cencia
coucorre tambem a poderosa circumstancia
dese bave'sm passado estas scenas na tar-
de do diaP !7 de margo de 1862, anuiversa-
ri> n ltnlicio de meu bom quendo pai
0 jautir, pois, substituio ou succedeu ao
banho, e naquelle foram bem lembrados,
e saudados com enthusiasticos briudes os
dous elites quendos, quo a"quella hora mns
mo tinhain por certo o pensamento no sau
doso filho que os vaivens do destine condu-
ziain entao para tao longe 1
Havia u.11 que de n.manesco e grandioso
n'aquelle grupo de homens de trajo, c6r e
posigao ta. variados, no meio da solidio da
plauicie, d luz das es rellas e dos frouxos
claroes de uma f gueirafiinprovisada.a brin-
darem com hourruhs I... retumbantes, o
amor e a saudade, que a ausencia tanto a-
crysolava I
Deviamos representar aos olbos de quom
cbegas e repentinamente alH0 primeiro
quadro da obra prrma de Verdi, o immor-
tal Ernani I E com que prazer nao eon-
t mjlaria aquella prttoresco quadro 0 inf-
tiganelj romancista, Gustavo Aymard, a
quem nSo eseapa a mais insignificante scena
da terra americana !
0. que v eerto 6* q-ie levamoa ao cabo 0
nosso impru-ViSado festim sem que do ceo
uU da terra nos chegasse o raenor contra-
tempo, ainda mesmo debaixo da forma de
presagio. X brisa sussurrava tepida, agi-
iando brandamente a chamma da fogueira ;
as estrellas sc>ntillavam com desusado bri-
Ibo sobre um ceo sem- nuvens ; 0 rio mur-
murava suas doces cangoes as uamoradas
ribas, e os fatijta los companheiros procu
ravam no so do qu* oamniafll logo ao amasshecer do ou-
tro dia, quando me resolvi a entrar na bar-
raea.
O somno fugira das minhas palpebras: a
contemplagao do firraamento absorvera-mo
longo tempo, e ja" comegava a descambar
uo horisonte oeroaeiru do sal, quando es-
tendi-me na redo e envolvi-me na capa.
U que sobretudo me tiravo o somno era
uma p>-que:ii coutrariedade, que eu chama-
va decepgao !
As nuvens negras que sotinham ate certa
bora accumulado em uma das partes.do ho-
ri-o..te baviam quasi desapparecido, 0 a
profunda quietagao dos arredores nio fdra
uma s6 vez perturbada por algum rumor ou
por algum bahitante das selvas.
Assun os meus sonbos de aventura ro-
manesca tinham-se evaporado...e nem orio
nosameagava 0 acampamento, nem as on>;as
dignavam-se de mostrar-nos os seus olhos
de fogo, segundo aflirmam os que as nunca
virara I...
NSo tendo pois, outro remedio, bocejei
por tres minutos e... adormeci !
*
Sonbava agitadamente que me estrangu-
lavam, quando sentei rne repentioameute
na rede espavorido e corn os cabellos hir
t s...
Acabava de ouvir atravez das ultimas
nevons do somno 0 estridulo echo de um
ronco descommunal e ternfico, verdadeiro
ribombo de um trovfio terrestre I...
No mesmo instante senti grande movi-
a mento om torno da barraca; tr ipel das
mulas e cavall ; vozeria das camaradas
da tropa... e logo en seguida ouvi distinc-
taraeote a voz do senhor Camillo, quo
dizia :
De me a espingarda... Couto os ani-
maes... Acorde 0 doutorl...
Nao precisei do mais aviso e gritando :
Aqui estou 1 dei um pulo da reJe e
atirei-me foa da bar aca...
Era s Jemne e imp^nente 0 espectaculo
que se descortinou aos meus olhos I...
0 eo desapparecera de todo por detraz
de um espessissimo ve 1 de fuligem. Rei-
n-.va completa escuridio no espago. As
arvores em derredor 0 guiam-se ainda mais
negras do que as nuvens, como phantasmas
mudos e tenebrosos .. A fogueira estava
reduzida a um braz-iro meio encoberto por
uma camtda de cinza esbranquigada I...
No espago qie medeiava entre o brazeiru
e a barraca homens. animaes e arreiosagru-
pados, mostr.vam em sua p sigSo relativa
que alguma cousa extra jrdinaria estava se
passand'i. Com effeito os cavallos e as bes-
tas da tropa conchegados, e de orelhas
murchas reuniam as cabegas e voltavam
para 0 exterior as ancas en olhidas, conser-
vando as perms em disposigao de couce.
Esta scena indicava immediatamente, ainda
mesmo a t homem mais iuexperien 0 d'estes
quadras, a existen ia de um perigo eminen
te, revelado aos animaes pelo seu agulis-
sino instincto. Os h xnens preparavam as
armas, e contavam s cavalgaduras e as
cargas, providenciando rapidamente, como
qu-:n. e a p aga sitiada, espera 0 assalto
do inimigo.
No meio d'este bu'icio, 0 senhor Camillo,
como 0 comman laiite da praga, tomava
U na espingarda das ma >s de uma ordenan
ga, e gritava a tu ba :
Com os diabos !... filta um caval-
lol...
Como se 0 espirito das trevas quizesse
responder a* impia imprecagao do meu con-
ductor, novo ronco, ainda mais atroador,
ainda mais sinistro reboou pelos ares.
Fiquei aturdido e correndo para 0 grupo,
exclamei :
0 que quer dizer i:to ? 0 que se pas-
sa ?
Vossa senboria, respondeu-me e
senhor Camillo olhando srgnincativamente
para mini, e sorrindo irouicamente, na>)
esta* sempre a dizer que deseja figurar n'u-
ma aventura perigosa c inesperada ? P >is
eahi -lhu a sopa no mel... Ci temos por
agoraduas oo^as rajadas, que ainda nao
jantaram, como nos, e que estao dispostas,
pelo que parece, a jantarera i nossa cus-
ta...
EntSo interrompi eu exaltando-
me : esse treraendo ronco que ouvi e
berro de um animal ?
Sim, senh ir.. Foi a onija que nos
avisou de que ainda estava longs, e de que
n;lo tardaria rnuito I... Aposto quo jd esta
bem pertiuho. P>eparem as armas, meus
rapazes... accrescsntou 0 senhor Camillo
dirigindo se a s da t<--ipa... Oueu mc en
gano ou temos duu em lugar de u ua e e
peciso que, n'este caso. voltera amb jantar .. Por onde andava aquelle bruto
do meilado quenao appirece... Deus quei-
ra que tenha tornado para outra banda e
fugido...
Terceiro ronco... d'esta vez mais tremen-
do c solemno do quo os outros dous, sacu-
dio 0 ar em torno de mis, e levantou-nos
a todos os cabellos. Parecia 0 estalar de
um cataelysma 1... Era verdadeirarnente
pavoroso '
La estao ellas !... bradou 0 senhor
Camillo, quo pretendia tor visto luzirem nas
trevas, e por entro as arvores os quatro
olbos fivos- das duas onga* auuunciadas.
Ld estSo ellas... e voces tomem cuidado e
oho vivo... so crrarem 0 tiro, coutem que
ellas veera com a fumaca... Duvido que
cheguem ate aqui... e preci o que estejam
muito esfomeadas... mas se 0 lizerem fo-
go n'ellas... porem fogo certo, rapaziada,
fogo que nao falbe... tiro e queda !...
A volubili lade, repas^ada de coragem
com que assim se exprimia o senhor Camil-
lo, encheu-me de prazer 0 corag m ..
Estava em fira n'um deserto, e com dous
t gres em fr-ute, aujeagadores e terriveis.
A minha fantasia fazendo todas estas pro-
mogoes, convertendo as ongas em ligres da
Hircania, e a Lberabinba em deserto. inci-
tava me a heroe de uma bella aventun, e
nao me recordo ?e n'aquelle moment) me
promo >i tambem ao pusto de Carlos Ge-
rard, 0 famoso cacad >r dos ledes da Africa 1
0 quee eerto, porem, e aue, empunban-
doa minba boa anna do dous canos, per-
guntei ao senbor Camillo, quasi com 1 0
general Bourn ao ordenanga da gran duque-
za de Gerolstein :
Onde estd 0 inimigo? ..
Aili... disse-me elie apontando para 0
matto da frente... por detraz deqnellas moi-
resolve la a casar-se ? Se soubesses como
tenbo carencia da sua 0 da tua felicidade
para poder su^portar meu triste c cruel des-
lino 1
Tua irmaa, tua irmaa... respondeu
Vianne olhando para mim com Gxidade e
accentuando as palavras de um modo estra-
ubo ; tua irmaa Joanna...
Sim, e entao, 0 que ba ? perguntei.
0 que aconteceu d minha irmaa ? Falla,
anda ; tu me causas assnmbro I
Nan ba nada, nada de mdo para ella,
gragas a Deus 1 Julguei que sabias. Nao
sabes pois... Ora, bem vejo que nada sa-
bes. Pois bem, tua irmaa nunca me amardl
Ella tinba permittido que eu lhe escrevesse,
entretaoto nao recebeu minha primeira car
ta. Tua mai devolveu-m'a sem abri-Ia, pe-
dindo-me que lhe fosse fallar. Fui receber
as suas ordens, e ella referio-me cousas que
espera dizer-t'as ella mesma.
0 que 6 1 Joanna jior ventura dispoz
do seu loturo T
Joanna 6* um anjo e eu sou 0 teu rae-
Ihor amigo. Eis a explicagdo com que te
deves contentar ate' novas ordens. Ella estd
boa e mais 1 nda do que nunca. Tua mai
tambem e bella, boa e leal; so digoo de
ambas I Receio que tenhas feito alguma
tolice. Dizes te infeliz ? anda, falla depressa.
Convem e 6* mesmo nnportante que nao me
occulteS cousa uenhuma. Queres promet-
tei'-m'o ?
Juro dizerte tudo.
Referi-lhe com todos os raenores detalhes
0 quese tmha passado entre Manoela, oSr.
Brudoel e mim.
Vianne ouvio-me attentamente; e, quan-
do cbeguei d conclusdo de quo a vida do
Man.ela parecia-rae ameagada pelo meu
amor, disse-rae elle :
tas... File a vista e verd as duas lanter-
nas... Olbe...
Antes, porem, que coocluisse a phrase
comegada ouvio-sedo mesmo lado do mat-
to um grande ruido como de auimai avulta-
do que se estorce e esc -cea .. e logo am
seguida um rincho stridente e doloroso,
acompaubado, com rapidos intervallos, de
outros gradualmente mais fracos, porem,
cada vez mais pUngentes, e desespera-
dos I...
Era pungent) de ouvir I
0 senbor Camillo iuterrompeu-se para
bradar aos da tropa :
E' o meilado que gerae. CoitadO...
Vamos, rapazes J... a ella... Hade pagar
caro o cavallo qua nos matou I...
E dizen lo isto o senhor Camillo, seguido
por tres camaradas, avangou em direcgao ao
matto ..
Fazia, como disse, uma escuridio irape-
netravel a cinco passus. e cahia entao abun-
dante garOa, prologo provavel de futur e
proximos aguaceiros> 0 inimigo ou os iui
migos eram para mim ate entao invi5i..-is,
e alem disso eu nunca me havia visto m. tu-
do em taes apertos...
Comprebendem, pois, as leitoras que nao
acompanhei 0 senbor Camillo... e fiquei no
pouso, aguirdandoaucioso u r-sult* lu da
viugadora empraza. Bern sei que p*rrdia
uma bella occasiao de ser her6e em commo-
ventissima aventura, mas faluram-iue na-
quel a occasiao os mais iiisigiuti antes esti-
mulos do g oria, i.iteresse ->u v.11 lad.:, e s )-
bejavam-.ne pelo conlrario as razoes de pru-
deucia, ca it-la e egoisino.
Nao fui... e fiz muito bem, sabem porque,
as leitoras ?
Porquo per ia o meu temp >, h coma
perigo de outra ordem, e muito mais respet-
tavei.
Como ?... estou eu a ouvir que me
perguutam
Da maoeira seguiote :
Logo que 0 senbor Camillo e sous tres"
companheiros deasappareceram por detraz
das pnmeiras moitas, eu e 0 resto da tro-
pr, corro se fora mos movidos p^k) mesmo
pensamento, Gzemos eompleto silencio-. Ne-
nhum ruido, nenhum signal 111- pi,i ser
iuditferente naquella situagao especial am
que nos acbavam >s.
Este silencio, porlm, deu-mo occasiao da
aperceber-me de um outo pbeno>n>no q
ate entao absolulamente rae escayara i
observae^ao.
Para o lado das cabeceiras do rio escuta-
va-se sem grande esforco um rumor eonti-
nuo e prolongado, monotono e tnsie, como
de cachoeira ou cascata longiqua.
Impressionado, como estava, com a* sce-
nes recentes que ainda proaeguiamoio
pude retl-r.tir sobre a natureza ou Sitbro a
novi lade de semelbante. Sea fazer, paia,
a raenor ponderagao aos camaradas a tal
respeito, enlreguei-me de novo ds ongas a
aos seus cagadoies, observaudo com praaer
que os nossos animaes nao s6unhung asora-
mas mais erguid^s, como pareciam msis
dessassoinbrados.
I.embro-ine apenas de que, 00 escutar
pela primeira vez o'ruido longiquo a qpa
me refiro, senti apertar-se-oM o cora^ao
desagradavelraente, como succede a quaoi
recobe uma noticia fatal I Atiribui essa
jensagao dolorosa d tristeza do ceo, t ao
abalo em quo estava a rainna alma. V
antanto... eu podia n como poeta portuguez':
Presago 0 coragao bem rae 0 dizia I
Era com effeito um aviso do ceo f...
Nao eram passados vint- rmnut is qoanio,
ao meio do profundo silencio que reinava
em nosso acampamento, ouvrnos r-sar de
repente angustiosos e expressivos gritos do
senhor Camillo e seus companheiros.
E'-rae impossivel descrever a iiapressao
que nos causaram os drimeiros gritcs Po-
'nos tornados de estupor... mas passada ra-
pidamente a primeira influenm, veio-nos
logo p iderosa 00 pensamento a idea do pe-
rigo que naturalmenle estavam. correndo ;
no.-sos bravos companheiros.
Era para n6< dever e gosto nao dwixa l>
sem auxilio em seme haute conjunctiva :
por tanto, ainda que nao di$tinguisem< a
principio o que diziam os grit*, d > oirn
do pela appreheosao do perigo bradoi aos
quatro companheiros que me cercavam :
Fique um para guaroar as cargas e
os animaes. Os outros avante... comigo
para salvar os nossos companheiros... Ea
vamos I
E proferindo estas palavras arrojei-me pa>
v* a frente, drscendo 0 bgeiro declive quo
formava a circumferencia do nosso pouso.
Basta, jd espera va isto. Acompanhe:
a tua historia como amigo 0 como medico;
e, se 0 medico te declara quo deves romper
para sempre com .Manoela, porque aeffusao
raata la-ha, 0 amigo prescreve-te a mesma
cousa, porque a situacdo e impossivel.
Nao podes disputar rivalidade com o
Sr. Brulnel. Por mais innocente que sua
inti.ni lade com Manoela possa parecer ds
pessoas desinteressa ias, quer como amaate,
quer como marido, ndo ba inlimidade ab
solutamenie innocente entre pessoas que ti-
veram o desejo, iuvoluntario ou voluntario
do se pertencerem uma a outra. 0 Sr.
Bruduel b-m sabe d'isso, e 0 perdao lhe ba
de custar muito ; mas elle ha de ld chegar,
porque ama-a ha muito tempo, jdcontrabio
esse habito, e a velhica vive de habitus.
S6 elle, como perf-itamen.e Ih'o obscr-
vaste, pode tudo perdoar, tanto mais quan-
to estd mais compromettido do que tu, por
isso que, so n'uma hora de vertigem, acei-
taste um futuro inleiro, elle em longos an-
nos de abnegagdo aceitou 0 passado inleiro
Meu rharo Lourengo, tu foste victima
dos sentidos, e ainda mais das tuas theorias
sobre a rehabilitsgao das almas desviadas.
'.<' Lembras-te das nossas discussoes ?
Chegaste d fatal experiencia dos nossos pro-
blemas philosophic s. Pode-se lavar uma
alma da mesma sorte que se lava a roupa ?
Eu dizia que ndo, e ainda 0 digo Por
mais sincero que seja o arrependimento do
passado, a organisagao sempre protests e o
seu primeiro raovimento e iuvencivel.
c Essa hespanbola amou-te sem reflexao
e sem raciocinio, da mesma sorte que. na
idade de dezeseis annos, amou o bonifrate
que robou-a em Pampelune. Depois d'este
facto, seis annos passou ella no retiroe na
Bbslinencia com 0 bem .entendido d>?S"jo de
(Continuar-se-ha.}
chegar pura ao casamento ; entreianto ei-la
que abandona esse projeeto tao leuUmtiUe
amadurecido, e que sacrifica-t'o someote
porque tens vinte e cinco annos e porque
cs bonito rapaz.
c Tu admiras esse sublime sacrificio com
a vaidade inseparavel d mocidade a i inex-
peri-ncia ; e achas que e isso tao meritorio
que lhe sicriGcas a hour a, 0 eixo soberano
de toda vida, em troca de um momento de
exaltacao nervosa ; agora, porem. I'orga e
que mudes de caminho, visto com, aocabo
de tras dias, cbegas ao conhecimento de que
nenhum sacrificio foi feito por ti, por isso
que saude", calma, ternura e alegria, tu lo
estd entre as maos raagoeticas de sir Ri-
chard.
Tu nao fazes senao repartir os transpor-
ter da tua vitalidade com uma doaut--, que
os pede sim, mas que ndo pode partilba-los
sem morrer.
Sabes 0 que te resta a fazer ? Partir
jd, e ir ter com tua m*i e tudo ref. rir lhe.
Ndo podes receiar qua tua mai d. te om
conselho egoista e cobarde. Ella possue
uma alma superior ; de certo cortard o no
gordio, e, qualquer que seja a sua opiniao,
deves submeller-te.
Creio que ella prohibir-te-ba da reierir
alguma cousa d tua irmia, visto qua tua
affeigdo por Manoela nio e ba>tnt-- pura
para que ella a comprebenda. e penso |ue
obrard bem, porque, omo espero que essa
affeigdo se devanecerd, serd poupado a
Joaiina um desgosto inutil.
Vai, pois ; ndo esperes a permissio de
Manoela, porque nio a otderias senao rct-
terando promessas que ndopoderds cumprir.
[Conlimir.j
lli ."lio i/iAiuv...ivh i.LUia Lh A.W*
]


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