Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17846


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Full Text
ANNO L. MJMEBO 234

Ol'ARTA PEIRA 14 DE OLTLBRO DE 1874

Pit! A CAPITAL E LGttABBS OJWB \&0 SB r>AA
for tres mezea adiaatados...........
J?or seis ditos idem.............
For am anno idem.............
Oda namero tvabo ..*.*
MpftM
l4JWs
fo
vimcia.
Por tres mezes adiantados.
For mm ditos idem
For note ditos idem .
For am anno idem. .
DE PEMAMBUCO
PROPRIEDADE DE MANOEL PJGUEIROA DE FARIA FILHOS.
_
g| In. 6ardo Antonio AWea d Filhoa, no Far; Conceives d Pinto, no M&ranhio; Joaquim Jose de Otiveira d Filho, no Ceari* Antonio de Lemua Braga, no Aracaty ; Joio Merit Julio Civ *, no A***; Antonio Marques da Silva, Ratalx Jot*
Fereira d'AJmeida, em Mamangaape j Carlos Auxencio Monteiro da Franca, m Parahjba ; Antonio Jose Gome,nA|!|lda Fenha; Be'armino doa Santoa Bukao, em Santo Ant ; Domingoa Joad da CoaUBrafa, emBaxarethi
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar dad AUgoaa; Alves d C.na Bahia ; a A. Xavier Leite d C P Rio Janeiro'
nrsisncuo popslas
Kleiucntos de pit vira
LIVRO SEGUNDO'
HvrtrotaIi CAPITULO III
SOS ESPF.CIFICOS, ARE0M5TROS.
ptsoh eHpeeSateos*. A experieueia dia-
turni tnostra un* ijae as difTfreetes suBslaneiaa
qae eemos sob o inesn o volume, possuem pesos
inuito desiguaes. Pur exempt) i > Jo mando turn
observado quo o oaro pesa mais do que a prata, o
que a mideirii
No intuHo de comparer as diversas substaocias
ealro si, sob o poiito de -i-u do respectivo peso,
escolheu-so por termo de e jmparacaj, por um'da
de, o peso da agu i, e da-se o d< rua de peso espe-
cikeo de on corpo ao seu peso '.'in reiacao ao da
agua debaixo do raesmo volume Por conseguin
te, opeso cspecitico d agua e represeatado por um
o quan-lo se dix que o peso especifico do ooro c
19,qaeodo rhumbo e II, isto quer dizer que,
Oebaixo de volumes iguaes. o ouro pesa dezeoove
veses mais do qae a agaa e o eliambo once ve-
xes aaais.
Omvera observar quo os numoros que repre-
sentam os pesos espeeiDeos dis differeules subs-
taocias sao os mesmos que representam sua den
m Jade, como vimos no Cap. I do Li >. I, no para-
grapho qua insereve -materia, maisa, corpo, den-
sidade. .
Com efTeito era ambis os cases c a agua que se
comparaoa as outm substancias ; por conseguin
te se a densidade do ouro e dszenove, isto quer
dizer que, debaixo de volumes iguaes, o ouro eou-
*' tern dexenove vezes mais maieria do quo a agua ;
portanto deve pesar dezenove vezes mais.
E' essa a razio oorque as expressoes pexo espe-
cifico e densidade sao de ordinario lomadas uma
mU outra por todos os physios.
CsndiiiiiM a observar na determi-
neao clow pesos eapeclCtcoa. 0 volu-
me, e por consequuncia o peso espacifico dos cor-
pos, varianlo com a temperaiura, como veremos
quando tratarraos do calor, foi mister, p*ra a iudi-
cacio dos pesos especiGcos, ad plar lemperaturas
dotermioadas.
Com effaito, convencionou se umar a agua na
temperature de quatro graos, porjue ne-la tem-
peratura sua densidade 6 maior i. que nas tem-
peraturas superiores ou inferiores a essa. De-
maismudando o seu peso conform2 as substancias
qneeJIatem em dissohQao, e-colheu *e a agua
desWIada, cujo peso a quatro graos, 6 tempre 0
meamc. .
Qsanto aos corpos cujos pesos espeewms se pro
cura, convencionou se toma-lo na temperatura de
zirv ; da sort* que, quando se compara o peso de
um corpo ao da agua destillada, sob igual volume,
it com a condirao do qoe 0 volume do corpo e me-
dido a zero eo da agua a quatro grios.
Esaas condifoes de temperaiura em eral nao
.-io salisfeitas durante as experie.uias, e e por meio
do catculo que, dos resuliados obtidos na tempe-
raiura ambiente, passa-se depoi-: para os volumes
correspondintes respectivamente a.quatro graos e
a zero,.para a agua e para os or,os cujos peos
especifico9 so procura.
Feltas eslas observaeSes, traiaremos do expor os
diversos methodos empregados na indagacTio dos
pesos especificos dos solldos e dos liauidos, e de-
pois iudicaremos os empregain para com os
gazes.
De todos elles, porcm, so dare^is a parte expe-
rimental, que d ja os pesos especiGcos com muita
aproximagao, deixand) depart-, as eorrecfSes de
tpraperatura que se fazem pelo calcolo.
(CotUavia.)
.1
'*
PARTE OFFICIAL.
Govern*) da provEncia
EXPEDIENTE DO DI\ 19 OE HAM BE 1874.
i.' tecc&o.
Offlcios :
Ao Exm. bngadeiro commandaote das ar-
DUS. Transmitto a V. Exe. copia do oflleio que
tao dirigio o Dr. juiz de ilireili da enmarca de Ou-
ricury, na dta de 28 de abril ultimo, alim de que
tea'aa sciencia da captura alii dosoldido deserior
do 1" batalhao de infantana, PirmiDO Apolinario
de Silva Ramos, e da achar-se .*> colhido a cadeia
daquella villa, afnn da ser projebsado pelos crimes
d3 teatativa de morte e de f^rimentos graves,
aquella commettidi na pes^oa do capilao Bento
Jose Lopes Guimaraes, c este z:. lo soldado An-
tonio Rodrigues da Silva, por occaslio de ser
preso.
Ao mesmo.Envio inclasos js papeis relati-
ves a D. Annunciada Maria do Almeida Fortuna,
que pede uma pensio, em vista dos servi;os pres
UdM por seu marido o capital ooramissionado no
posto de major, Tbeotonio Joajuim de Almeida
Fortuna, fallacido na campanha ^o Paraguay, alim
do que, depois de salisfeitas aela pcticionaria as
wcifencias do conselbeiro piocarador da coroa,
coutidos no parecer, que acompanlia os referidos
pspeis, V. Exc. emitta a sua opfoiio acerca de se-
rr.olhanle pretencio, em cumpri::ionto do aviso do
ministerio daguerra, de 6 do c ;rrente.
Ao inspector do arsenal de aiariuha.Cora
muaico a V. 5. para seu conhe:i:nento e fins con
veoienles, que, em aviso de G da correate, decla-
rou o Exm Sr. minislro da fazcada dear approva-
do o acto pelo qual esta presidenela marcou a foz
do riacbo -Parnameirim,como limite e dominio
tuaritimo e fluvial d03 terrenos :1a mariahas, situa
dos a margem do rio Capibaribe, aa forma dos
4 e 5* do decreto n. 4,10o de 22 de fevereiro de
1868.Igual ao capita.) do ports.
Ao engeaheiro das obras mi!itares.-Designe
Vrac. o local, alem do forte doBiira:o, em que pos-
sa ser construido pola Western and Brasilian le
legraph Company, cooforme sa obrigou no cuntia-
cto celebrado perante a thesouraria de fazenda, o
ed^ficio destinado a servir de laboratorio pyrotech-
nico, em sabstituicao do qae ill fol cedido.
2." seccao.
Acto :
0 presidente da provincia, de conformidade
com o art. 6- I; n. 2, do deereto n. 4,821 de 22
de novembro de 18'1, e aviso n. 268 de 23 de ju-
Ibo de 1868, resolve deinitlir do cargo de 1" e 2'
aapplentes do juiz municipal e de orphaos do ter-
mo de Panellas a Cesario Rcnevides Falcao e Joao
Joaqaim Ribolro Campos, aiiibw por ter^m accei-
tadopostos na guardanaciju.-.l, depois de suas no-
roeacoes.
Offleios : .
Ao Dr. chefe de policia. -Expeft V. S. suas
ordens no senliJo de apresonur se nesto palacio,
no dia 21 do corrente, a 1 bora da tarde, o preso
recolbido A casa de detengSo, Francisco Mendes da
Rocba.
Ao commandante superior de Oaranbuns,
Jose de Carvalho de Araujo Cavalcante. Tendo o
aviso circular do ministerio da jastica de 31 de
marco ultimo, mandado ce3sar desde ja qualquer
despeza com a guarda na:bnal, n~io pode ser au-
torisado o pagameoto da quintia da 32JO0O, des-
peodida com os objectos necessarios ao expediente
desso commando, como solicita V. S. cm seu offl-
cio o. V de 23 <5e abril proximo niio, qua assim
flea respondido.
Ao raesmo. Respoadeodo aa offlcio de V.
b., n. *k, de 22 de abril proximo fiodo, solicitau
do D forueoi nento de livros e mais objectos neees
!arirs-ao expedieota desse commaQdo, na imaor-
tancia de 13340 0. teoho a dizer-lbe, que em face
do aviso circular do ministerio da justiea, de 31 de
uarf) ultimo, traosmitlido por copia a V. S., que
nao pole ser autorisada a despeza com esse forne
eitaeMe. .
- Ao juiz de direito da comarca do Ouneury.
Respondendo ao olltoio do Vine, n. 6i, de 24 de
abril proximo fiodo, c msultando sobre a impossi-
bilidade, quasi absoluu, em qua se aeba de prom*
ptaments administrar mstica, devendo ser sellados
os autos crimioaes e nao haven lo entretanto col-
leclores nessa municipio nem ainda nas comarcas
visiubas, teoho a dizer lhe, qua somelbaote obsta-
culo desappare:e ante a disposicao littoral dos
arts. 470 dn rogulamento n. 120 de 31 de Janeiro
de I8i2 e 89 do regularaento n. 4,505 de 29 de
abril ae 1870. Quanto a parte do mesmo offlcio,
em que Vase, cousdlu se os inleressados podem pa-
gar o .elli uesta ou n'outra provincia, cabe ma ii-
nalmente dizer-lhe, que seodo geral esse imposto a
sua arreeadacao pode tor lugar em qualquer pro-
vincia, sera que dahi provenha o manor pre-
juizo.
3 seccao.
Actos:
0 presidente da provincia, attendendo ae que
ro'tuereu Augnslo Pater Cesar, agenle fiscal das
rendas proviociaes na cidade do Penado, resolve
concelsr-lhe 30 dias de licenca, para vir a esti ca-
pital tralar de sua saude.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu i )se Ssbastiio Oasiiio Pyrrho, praticante
da thesouraria de fazenda, e tendo em vista a iu-
forma^ao do respectivo inspector de 18 do corren-
te, sob n. 5t4, serie G, resolve conseder lho 40
dias de licenca com veocimeflto na forma da lei
para tratr de sua saude.
Offleios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda. Ao
ncgociante Manoel de f liveira Junior, mande V.
S. a vista das relacoes e prets juntos era daplica-
ta, pagar os vencimeotos do destacameato da villa
de Fiores, relativos aos mezes de Janeiro, fevereiro
o marco deste anno, conforme selicitou o respecti-
vo commandante superior em officio de 3 de abril
proximo Gndo.
Ao mesmo. Ao conego Marcohno Pacheco
do Amaral, vigario coilado da fieguezia de Jesus,
Maria e Jose da Papacaca, da villa do Bom Conse-
Iho, mande V. S. pagar a congrua concernente aos
mezes decorridos de outubro do anno passado a
fevereiro do corrente, uma vez que prova com o
alt??[ d.. junto haver enmprido com os seus deve
res na respectiva matriz.
Ao mesmo. -A' vista das inclnsas conUs, que
me remelteu o suparintendente da estrada de fer-
ro do Recife a S. Francisco, com oflicio de 15 do
corrente, nunde V. S. ptgar a imporlancia Con-
stanta d is mesmas contas, proveniente de Irans-
portes dados nos trens daquella estrada, durante o
mez de abril ultimo, por eonta do mini9terio da
guerra.Igual mutatis mutandis ao inspector da
thecouraria provincial, por conta da provincia.
A laestnu.Para os fins couveniestes, coin-
munico a V. S. qtw, ero 13 do corrente, foram po-
lo Sr. coaselheiro presidente da rela^ao concedidos
30 dias de licenca com ordenado para tralar de
sua saude, ao bacharel Joaquim Peres Goncalves
da Silva, juiz do direito da comaTca de Pao d'A-
Iho, confermo parli'-'ipou o raesmo conselheiro, era
offieio de hontera da.ado.
Ao mesmo. Tendo nest a data def rido, de
acsordo com o parecer de V. S., de 16 do corren-
te, sob n. 564, serie G, o requerimento do major
Laurentino J -' de Miranda, era que na qualidade
do tutor do D. Maria Anionia Accioli de Miranda,
pede relevacio da multa que foi imposta a sua tu
telada pelo collector de Olinda, por nao ter dado a
matricula no prazo legal a ing>*nua Luiza, tilh.i de
sua escrava Claudini; assim Ih'o communico para
seu conbecimento e devidos Gns.
Ao mesmo.Para os fins convenientes, c m-
muoico a V. S. que, segundo participou o juiz de
direito da comarca de Ouricury, em olDcio n. 06.
de 23 da abril proximo passado, reassumio o exer
cicio da? func^oes de adjunto do promoter publi
co em o tcrmo do Exu, Cesario da Silva Leao.
Ao inspector da thesouraria provincialCom-
munico a Vine, para os Gas convenientes que por
deliberaijao do conselho direclcr da instruccao pu-
blica de 16 do corrente, de accordo com as lets em
vigor, foi condemnaao a 2 mezes de suspensao de
exercicio e vencimentos o professor do Rio Doce,
padre Francisco Verissiruo Bandeira.
4.' seccao.
Acto :
0 presidente da provincia, tendo em vista o
oflicio de 16 do corrente, n. 151, do director geral
da instruccao publi-a, resolve nomear para dele-
gado liltcrario de Santa Agueda o Dr. Francisco
Brandao Cavalcante de Albuquerque, flcando sem
efTeito a nomeajao do bacharel Marco Tulio d:s
Reis Lima, por nao tel-a aceitado.
OCQcios:
Ao Exm. presidente da provincia do Rio Gran-
de do Xorte. Communico a V. Exc. que nesta
data fa.'o seguir para essa provincia em um dos
vapores da compannia Pernambucana e com desti-
no a respectiva thesouraria de fazenda, 4 barris
contendo moeda de cobre, vindos do Rio do Janei-
ro, os quaes desembarcaram nesta provincia por
nao poderem os vapores da compannia Brasileira
dar-lhes desembarque no porto dessa capital, se-
gundo participou a agenda.
Aprjveilo a oportunidade para renovar a V. Exc.
os prcesto? de rainha cstiraa e consideragao.
Ao Dr. inspector da saude publica Remet
ta V. S. a secretaria desta presidencia uma cartei-
ra bomeopalhica apropriada ao tralamento da va-
riola e com endereco ao subdelegado da freguezia
de Muribeca, onde reappareeeu essa raolestia com
intensidade, segnndo communicou o Dr. chefe de
policia em oflicio de 18 do corrente, sob n. 6i6.
Ao director geial da instruccao publica.
Fico sciente pelo seu oflicio de 18 do corrente, sob
n. 154, do haver sido de accordo com as leis em
vigor, suspenso do exercicio e vencimentos por 2
meies o professor do Rio Doce, padre Francisco
Virissimo Bandeira.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Approvo a arrematacao faitaante a junta admi-
nistrative dessa Santa Caa, por Joaquim Fernan
des don Santos, do predio n. 72, hoje 74, a rua da
Soledado pela quantia de 870*. ficanlo assim res-
pondido o seu offlcio de 27 de abril proximo pas-
sado, sob n. 739.
Ao mesmo. Reraetta Vrac. com a brevida-
de possivel uma tabella dos vencimentos dos en-
pregados nos estabclecimentos a cargo de-sa San
ta Casa, notando as alteracoes feilas de 1870 para
ca, e em virtule de que lei cu ordem.
Portaria :
Al.camara municipal da villa de S. Beoto.
Em data de 10 de marco communicaram-me os ex-
camarislas dessa municipalidade que haviam com
prado a Belmiro Guilherme de Azeveuo e sua mu-
Iher uma casa em'.boas condipoes para os trabalhos
da camara e andiencia das autoridades pela quan-
tia de 1:2641, eencaresendo as vantagens desse
acto pedian a competente appro vac .io.
Tendo esta presidencia extgido em offlcio de 27
que remet*ssem copia da escriptura de compra e
uma descripgao clrcumstanciada do predio, eoabe
a resposta aos novos vereadores ultimaraente im-
possados, da qnal se re que nao houve semelhan
te ccrnpra e ?im um simples accordo no sentido do
ser rwebido dito predio, que nlo pa?sa do uma
casa do taipa muko arrainada, em pagameoto do
debito de Kelmiro ao cqfre municipal const-ante de
lettras na importance aeima.referida.
Don, portanto, solu;.io ao offlcio de 10 de marco
e rospoodo ao da nova cam ira municipal da villa
de S. Bento, de 13 do eorreate, dizenio que de
modo nenlium approvo o accordo havido recom
meudaodo a mesasa eausara quo sem perdade teat*
po prumova a eobrn ja judicial contra Belmiro aGto
de obngai o a effestaar o psgsmeuto de sua di
vida.
-- 'B\*MeOfiL--------*^
Offleios :
Ao engenheiro cbefa da reparticio das obras
pablicas. Nao seodo de grande uecessidade a
obra de embarreainento da estrada do oorte, ao
lugar Fontamba, que modo 694 metros correotes,
a que se refero o oflicio de Vmc, de 14 do mez
proximo passado, sob n. 103, Gea adiada ate o ao
vo anno Gnaneeiro
Ao mesmo. Em resposta so oflicio de Vmc.
de 16 do corrente, sob n. 148, relativamsnte aos
accessorios necessarios naobra do pao d assem-
ble pr vincial, approvo o respectivo orcamento
que acorapanha o dito oflicio, e antoriso-o a man
Jar executal-u* pelo mesmo empraiteiro.
Ao mesmo. Pr .videncia Vine sobre os pa-
rallelipipedos que sobraram da reposicao do cal-
Iamenlo da cidade no eslado primitivo, lavantado
pelt companhia Loeomotora Pernambucaoa para
assentar os respecjivos trilhos, e pela lllm. cama-
ra municipal para plantacao dearvoredos nas mas
da cidade, de modo que nao ejam extraviados co-
mo estao sendo, segundo noticia o Jornil do Reci
fe de h< je em sua Gazetilka.
Ao engenheiro fiscal da companhia Ferro
Carril de Peroambuc-o. Observe Vmc. ao gereo-
te dessa empreca que lhe assiste a obrigaclo da,
sempre que sobrarera parallelipipados da reposi-
cao do calcamento da cidade, levantado para as-
sentamento dos respectivos trilhos, recolnol-os a
lugar em que estejam resguardados, e commnni-
car a reparticao da* obras publica?, sob peoa de
ser a empreza respoosavel pelos que se extraviar.
Iguaes aos eoganbeiros flscaes das companhias
Loeomotora Pernambucana, de trilhos urb Recife a Olinda e Beberibe e ao da de Caxanga.
Aos ageotes da companhia Brasileira de Na-
veeacao a vapor. En resposta a> oflicio dessa
agencia, de 18 do corrente, autoriso a a fszer en-
trega dos 4 barris de ferro contendo moeda deeo
bre, vindos do Rio da Janeiro no vapor Pard, com
destine a thesouraria de fazenda do Rio Grande do
Norte, a companhia Pernambucana, a quem nesta
dita expeco ordem para mandar conduzil os em
um dos seus vapores ao respectivo destino.
-Portarias :
0 Sr. gerente da companhia Pernambucana
de suas ordeas para que seja recebido a bordo do
vapor Ipojuca, e conduzido para o Rio Grande do
Norte por conta do ministerio da marinha, com
destino a companhia de aprendizes marinheiros
dessa provincia, um escaler de palamento com os
seus accessorios.
0 Sr. gerente da companhia Peroambncana
receba da agencia da companhia Brasileira de Na-
vegacao a vapor 4 barris de ferro contendo moeda
de cobra, vindos do Rio de Janeiro no vapor Pard,
com direec&o a tltosouraria de fasneda Grande do Norte, e mande conduzil-' s a seu desti-
no por conta do ministerio da fazenda.
EXPEDIENTS IX) SKCilETAHIO.
2.' seccao.
Offleios :
Ao Exm. conselheiro presidente do tribunal
da reiacao desta provineia. 0 Exm, Sr. presi-
dente da provincia manda accusar o recebimanto
do offlcio de V. Exc, de nontem datado craimuQi-
caodo haver concedido, em 13 do co eute, 30 dias
de licenQa com ordenado, para tratar de sua saii-
de, ao Dr. Joaquim Pires Gongalves da Silva, juiz
de direito da comarca de Pao d'Aiho.
Ao juiz de direito da comarca de Caruarii.
0 Exm. Sr. presidente da provincia mauda com-
municar a V. S que por porliria desta data foram
demittidos do cargo de 1* e 2" suppleutes do juiz
municipal e de orphaos do termo de Panellas, Ce-
sario Benevides Falcao e Joao Joaquim Ribeiro
Campos, ambos por terem aceitado postos na
guarda nacional depois de suas nomeajoes. Fize-
ram-se aus demillidos as respectivas com cuni-
canoes.
Ao juiz de direito da comarca de Ouricury.
0 Exm. Sr. presidente da provincia raanl* ac
cusar o rccebimentc do offlcio de V. S., n. 66, de
28 de abril proximo Gado, comraunicando haver
em 23 do citado mez reassumido o exercicio das
funccoes de adjuncto do promotor publico, em o
tenuo do Exu. Cesario de Souza Leao.
Aos juizes substitutes desta cidade, execpto
os da fazenda e de capellas, e os demais da pro-
vincia.' De ordem de S. Exe. o Sr. presidente da
provincia remetto a V. S. um exemplar das leis c
decisoas do governo relativo ao anno de 1872.
3.' seccao.
Offleios:
Ao inspector da thesouraria provincial. De-
claro a V. S. para seu conhecimento e fins con-
venientes, que S. Exc. o Sr. presidente da provin
cia nesta data autorisou a reparticao das obras
pubheas a fazer algom accrescimo necessaMo na
obra do para da assembles provincial, na impor-
tancia de 3:4094, o que lhe communico de ordem
do mesmo Exm. Sr.
4.' seccao.
Offleios :
Ao director geral interino da instruccao pu-
blica. -De ordem de S Exc. o Sr. presidente da
provincia, communico a V. S. para seu conheci-
mento e fins cjnvenientes que o mesmo Exm. Sr.
tendo em vista a sua propo-ta em oflicio de 16 do
corrente, sob n. 151,resolveu por acto de hoje
nomear o Dr. Francisco Brandao Cavalcante de
Albuquerque, delagado litterario do districto da
freguezia de Santa Aguedai cujo titulo remetto-lbe
para ter o convenient destino.
Ao presidente da camaia municipal da cida-
de de Caruarii. 0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. S. que por
portaria desta data, foram demillidos do cargo de
I' e 2 suppleutes do juiz municipal e de orphaos
do termo de Panellas, Cesario Benevides Falcao e
Joao Joaquim Ribeiro Campos, ambos por terem
aceitado postos na guarda nacional depois de sua
nomeacao.
5." seccao.
Offlcio :
Ao suparintendente da estrada de ferro do
Recife a S. Frrocisco. De ordem de S. Exc, o
Sr. presidente da provincia, communico a V. S.
que nesta data se providenciou no sentido de ter
lugar o pagamento da importancia a que se refare
o seu offlcio do 15 do corrente.
6.' seccao.
Offlcio:
Ao engenheiro chefe da repariicio das obras
publicas.-Communico a Vmc, para seu conbeci-
mento e fins convenientes que em aviso de G do
corrente, declarou o Exm. Sr. minislro de fazen-
da Gear appravado o acto pelo qual esta presiden-
cia marcon a foz do riacho Parnameirim como li-
mite enlre o dominio maritimo e fluviil dos terre-
nos de marinha, situados a margem do rio Capiba-
ribe, na forma do- 4 e 5 do decreto n. 4,105,
de 22 de favereir) de 1868.
EXPEDIENTE DO DIA 20 DE MAIO DE 1874.
2." seccao.
Offleios:
Ao Exm. br gadeiro commandante das ar-
raas.A' vista de sua informajao de hontem daia-
&a, sob n. 408, dada sobre o requerimento do ca-
Ste esqnadra do 2* batalhao de iafantana, Fran-
o B irges de Mello, autoriso V. Exc. a conceder-
Hi o mez de licenca, qae pode no refenio reque-
t*t auto, fiara ir a Pao d'Aiho ver sua familia, da
qd I se acha auzonte ha inuito tempo, e mesmo
pa i tratar alii de su? saude.
- Ao engenheiro das obras militares.^Amea-
M to detabar pek) seu eslade de raioa a parade
ea e a coziaha e a latrina do quartel da compa
a i de op'-rarios do arsenal de guerra, conforme
PI reseutou me o respectivo direct r em offlcio de
- Mywsls, *<* n. Git, weoramBodo Vase,
qc organise e apresente o orcamento das obras
de que carece a menciooada paredo.
f seccao.
ictos :
- 0 presidente da provincia resolve conside-
rs sem effeito a portaria de 21 de marco proximo
tin In, nomeando pira o cargo de delegado ae
po icia do termo de Gamelleira o respectivo !
?u plente Maooel Gomes de B*rro> > Silva.
- 0 presidente da provincia, de conformidade
cota a proposta do Dr. chefe do policia, em offlcio
det hoje datado, resolve nomear para o csrg de
eejegado de policia do termn de Gamelleira, o
eidjadi) FructU'WO Dia> Alve* da Silva.
X- 0 president* da provineia resolve demittir do
cargo de 1* supplente do juiz municipal do termo
(I.. Bonito, o major Joio Maooel Pontual, em con-
seaueneia de se verilicar a seu respeito o irapedi-
men to proloogado, por mais de 6 mezes, de que
trala o art 6- g 1* do decreto n 4,824 do 24 de
novembro de 1871.
0 presidente da provincia, a vista da proposta
do Dr. chefe de policia, cm offlcio n. 629, de
heotem datado, resolve demittir do cargo de de-
legado de policia do termo de Floresta o alferes
Manoel Raynero de Barros.
. 0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe da policia, era offlcio
CJ9, do hontem datado, res Ive nomear para
o cargo de delegad) de policia do termo do Flo-
resta o capitio Antonio Jose de Anirade.
0 presidente da provincia, de conformidade
com o art. do decreto n. 5,619, de 2 do corrente,
resolve desiguar o juiz substitute da 1' vara
eivel desta cidade para exercer as fuoccdes de que
tiala o art. 43 do decreto n. 721 de 23 de outubro
de 1830.
Offleios:
Ao coumanlanle superior do Recife.
Respoodcado ao offlcio de V. S. de 15 do corrente,
soli n. 33, tenho a dizer lhe, que por portaria desta
data e de conformidade com o art. 1* do decreto
n. 5,019, da 2 do corrente, designei o Juiz substi-
tute da 1 vara civel desta cidade para ,-emr no
conselho de revista da guarda nacional deste ma-
uicipiu.
3.' seceflo.
Ifflcios :
- Ao inspector da thesouraris de fazenda.
Reeommeodo a V. S. qae, a vista dos prets juntos
em dupplieata, mande pagar aos negociantes Mo-
reira & Braja, os vencimentos do destacamento da
gmrla nacional existente na villa do Bonito, rela-
tivos ao mez de abril proximo Gndo, conforme
selicitou o respectivo commandante superior, em
offlcio da 2 do corrente.
j Ao mosmo. A' vista das relacoes e prets
juntos mande V. S. psgar a.quem se mostrar con-
venic.niemenie babilitado os vencimentos das pra-
;as da guarda nacional dastacadas na villa de
Garanhuns, relativos ao mez de abril ultimo, con-
forme soli itou o respectivo commandente supe-
rior em offlcio de 9 do corrente.
Ao mesmo. V vista da informacio de V.
S., dc 15 do corrente, sob. n. 500, serie G o au-
toriso a contar a licenca da 6 mezes, concedida
pelo governo imperial, ao guarda da ni'peccio da
saude do porto, Jos6 Ribeiro de Vasconcelios, do
dia 23 de fevereiro ultimo, data da portaria que
inclusa devolve.
Ao mesmo. Communico a V. S., para seu
conhecimento e fins convenientes, que em aviso de
6 do eorrente declarou o Exm. Sr. ministro da
fazenda dear approvado o acto pelo qual esta
presidencia marcou a foz do riacho Parnameirim,
como limite entre o doraiui i maritimo e fluvial
dos terrenos de marinha, situados a margem do
rio Capibarihe, na forma dos %% 4" c 5 do decreto
n. 4,103 de 22 de fevereiro de 1868.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Mande Vmc. pagar a quem se mostrar competen-
temente habilitado os vencimentos do destaca-
raento da villa de Serinhaem, conespondentas io
mez de abril ultimo, conforme solliciiou o respe-
ctivo commandante superior, no offlcio de 10 do
corrente, com qne remetteu os inclusos prets.
Ao mesmo. Recommendo a Vmc. que a
vista do pret junto, era duplicata, mande pagar a
Joaquim Luiz Vieira Junior os vencimentos do
deslacamento da guarda nacional, existente na
villa de Barreiros, concernentes ao mez de abril
proximo fiodo, conforme solliciiou o respectivo
commandante superior, em offlcio de 8 do cor-
rente.
4.' seccao.
Actos :
0 presidente da provincia, usando da attri-
buicao que lhe confere o art. 7 da lei de 12 de
agosto de 1834, resolve prorogar ate o dia 26 do
corrente a presente sessao da assemblea legisla-
tive provincial.
0 presidente da provincia, em vista da pro
posta do director gorai. da insrluccao publica, de
16 do corrente, sob n. 152, resolve nomear Leo-
poldina Maria da Cunha para reger interinamente
a cadeira de Tamandare, com 03 vencimentos a
que liver direito e durante o impedimento da
professora effectiva.
Portaria :
A' lllm. camara municipal do Recife. -
Communico a lllm. camara municipal do Recife,
para seu conhecimento e fins convenienies, que
em aviso de 6 do corrente, declarou o Exm. Sr.
ministro da fazenda flcar approvado o acto pelo
qual esta presidencia marcou a foz do riacho
Parnamirim como limite entre o dominio maritimo
e fluvial dos terrenos de mariDhas, situados a
margem do rio Capibaribo, na forma dos 4* e
5" no decreto n. 4,103 de 22 de fevereiro de
1868.
EXPEDIENTE DO SECRETABIO.
2.' sectfio.
OCGcio :
Ao juiz substitute da I* vara civel.0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda communicar a
V. S., que segundo consta do offlcio do "oronel
commandante superior da guarda nacional deste
municipio, n. 33, de 15 do corrente, acha se con-
vocado para o dia 24 deste mez o respeclivo con-
selho de revista.
4.' seccdo.
Offlcio:
Ao secretario da assemblea provincial.N.
113.-Remetto a V. S. para os Gns convenientes,
copia do acto desta data, pelo qual S. Exc. o Sr.
presidente da provincia resolveu pror>gar ad odia
16 do corrente a presente sessao da assemblea pro
vine! tl.
Ao mesmo,N. 114.-De ordem de S. Exc.
o Sr. presidento da provincia, transmitto a V. S.
para o fim solicitado em seu offlcio de 16 do cor-
rente, sob n. 39, a informacio nrestada pelo admi
nistrador do consnlado provincial relativamente a
entrada de cento e cinco saccas de algodao como
procedentes de AlagOas, nlo obstwte a declaracao
do conductor de serein ellas de produccao desta
provincia.
Ao mesmo n. 115.De ordem do S. Exc. o
Sr. presidente da provincia remelW a V. S. para
ser aprcseolado a assemblea provincial o quadro
Junto da divi la pasiva da provincia legalisada atet
o dia 31 de marco ultimo.
Ao mesmo.N. 116.De ordem de S. Exc.
e Sr, presidente da provincia remetto por copia
aflm de V. S. submetter a rooaideracao da as-
semble* provincial, a inforraacao de 4 do corren-
te, em qae o juiz de direito da comarca de Buique
daciara qual a duiiucia daquelU villa ao arraial
de Santa Clara e desta a villa de Agaas Bellas, as
sim como a ineoaveoieucia de traosferir se dito
arraial para Aguas Bellas.
Ao director geral interino da iotrnc;ao pu-
blica.-De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia communico a V. S. para seu conheci
raento, que par act) desta data foi nomeada para
reger interinamente a cadeira de Tamandare, du-
rante o impedimento da respectiva funccionaria.
LaopoMina Maria d-t Cunha, segundo pronoz V. S
em offlcio de 16 do corrente, sob u. 152.
DBSPACH08 DA PBESIDBNOIA. DO DIA 12 DE OUTUBRO
DE 1874.
Tenen e Antonio Joaquim da Fouceca Galvio.
Informe o Sr. capilao do porto.
Avelm? Pereira da Cunha.Sim, meliante re
cibo.
Felix Tranquilino de Moraes.Concede oito
dias.
Falippe de Figueroa Faria.-Infnrme oSr. ins-
pector da thesouraria de fazenda sobre o que pede
0 supplicaote.
Gertrudes Maria da Conceiciio.Seja posto em
1 i be ids lie.
Ignacio Ferreira dos Santos Pimentel. -Sim, nao
havende inconveniente.
Miria Frao.-isca da Conceic^o.-Seja posto em
liberdade.
Porfirio Poppe Gaiao.Informe o Sr. inspector
do thesouro provincial.
Rejaral$Ae> da policia.
!. secgaoSecretaria de policia de Pernambuco,
13 de outubro de 1874.
N. I26t.lllm. e Exm Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de detencao
osseguinles individuos :
A' minha ordem, Alexandre Vieira de Sonza,
como pronunciado no art. 203 do cod. crim., em
Agua Prota
A' ordem do subdelegado do Santo Antonio, An-
selmo Jose dos Santos, Manoel Antonio de Lima,
Manoel Joio da Cruz e Leopoldina Maria da Con-
ceicao, por embriagaez e disturbios.
Honiara, no matadouro oublic\ site no 2.* dis-
tricto de S. Jose, Manoel Tiburcio dos Prazeres fe-
rio levemente a toio Tail js de Albuquerque, e
sendo preso, prestou fianca provisoria.
0 subdelegado respectivo procede a tal re-peito
nos termos da lei.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira do Lucena, digno pre-
sidente da provincia O chefe de policia. An to
nio Francisco Correia de Araujo
( AGENCIA TELEGKAPHICA HAVAS REUTEIt.}
H^MiiVs'tliisM l.inlnm 13. Is (iiiari'iilcuiiH dc
observarao. a que aqui cstasain
ftujcilot* og naviin procedentes de
Pernambuco, foram snspeuMas, e
lodos os navios serao admittidoH a
livre pratica.
Lisboa IS.-O governo portuguei
fez seguir parao Para uma orveta
da sua marinha de guerra.
i.isliou 19. -Aqul < In-..ii lioje o pa-
finete inzrlez da real mala .v/;i',t,
proeedente dc Pernambuco.
Liverpool I*. -Cliegou hoje aqui
o vapor iiislez HYPPARCHUS, proce-
dente da Bahia.
Rio de Janeiro I3.-Sahiram hoje
os vapores portusruex ALMEIDA GAR-
RET e francos V1LLE DE BAHIA. Che
gou o vapor MORENO.
Bahia 13. llu^ou hoje o paquete
inxlez, da linha do PaclOco, COTOPA-
XI, c sahlo para o Bio de Janeiro.
COMMERCIAE*.
Londres It. Ha facilldade de
obler-se dinheiro na praca. t'oii-
solidados de S % l,lli account, a 0%
3/4. Fundos brasileiros de 5 */
do anno de 1805, a 98 ; ditos
do Uruguay de ,, do anno de
is"Sl. a Ol 1/St ditos argentinos de
t; ... do. anno de 1891. a 8* I/*.
> dom a flrinar se. Hcrcado de assu-
car quieto.
\i'>v-Yorii l.Camblo sobre Lon-
dres 48S 1/4. Ouro I IO. Carrega
me nt on de cafe do Rio fair ai* It,
e good a 18 3,1 cents por libra. Algo-
diio media no uplands a IS 3 1 cents
por libra t as cbegadas de hoje
aos portos americanos eievans se
a quinze mil fardos.
i.in-i-pool it.Mercado de algo
diio flrme i venderam se hoje quin-
ze inil fardos, sendo dons mil e
trezentos procedentes da America
do "ul i o fair de Pernambuco. de
Santos e de tlaceio u S il. por II
bra. Men-ado de assucar quieto.
Antuerpia It.-Nada ha de nova a
mencionar no mercado de cafe.
Hamburgo IS. No mercado de
cafe so se tent fcito transacc6es
para consumo I o de de Santos cs-
colhido a 85.
Havre IS. Venderam-no quatro
mil e eem saccos de 91 a 99 fran-
cos.
Rio de Janeiro 13.-Camblo sobre
Londres SO 1/S bancarlo. e SO 3/4
particular. Camblo sobre Paris
358 reis por franco. Apolices ge
raes de 6 / a 1:0 SOSOOO ; dltas do
empreslimo de 1868 a l:o-45.ooo.
Rahla 13.-Camblo sobre Londres
SO 1/S bancarlo. SO 5/8 a SO 8/4
particular.
(AGENCIA AMERICANA.)
Madrid I2as*h.e20m. datardo.A
faccSo do cabecilha Lozano foi divtrogada
pela columna doTruxillo. Acaba de s-.t preso
o director da gaz-ita IGUALDA D, p >r quo
se recusou apresentar as cartes, que disse
haver recebido dos chefes do exercito em
operacoes no norte.
Pans 12 as 3 h. da tarde.Incendiou-
se a importante fabrica de pianos do conhe-
cido pionista Henry Herlz.
Porto 12 As G b. da Urle. EsU
bardceda a aossa barra, lon do os restos do vapor CAMILLA.
Lisbon 13 & lb. da tarde.Sabio para a
provincia dj Para" o vapor inglez AMBRO-
ZE.
B.hia 13 ii 8 b. e IS m. da manhi.
Chfgou o paquete inglez COTOPAXI, pro-
eedente da Europa por I'ematobuco.
Babia 13as3u. e 3(1 na. da Urde.
M n-.fl io iualterado. Vat sabiodo o vapor
COTOPAXI para o sul.
Rio 13 is 4 b. e5 m. da tarde. Veiat-
bir para Portugal p<:la Babia iVrnambuco
o vapor portuguez ALMEIDA GARRET.
Rio Graudo do Sal 13 ii 8 b. da ma-
nhi.0 vapor PARA AM', pertenc-jnte aos
rebeldos argentinos o que eulrara aqui per-
seguido por nnvios da esquadra da republi-
ca, foi inti-nado pelo presidente desta pro-
vincia, para que sahisse sew demon.
Liverpool li is 5 b. e 30 m. da tarde.
Algodio : mercado Grme ; veaderam-M bo-
je 2,30 j f-inios de procedencia brasileira,
a 6 1/2 e 8 1/4. Curos : procurtlo ; coo-
serva os precos.
Londres 12 is 6 b. e 43 m. da tar-le.
Consoli lados 92 3/>. Fundos brasileiros
orit- nlaes G5. Cafe : mercado fir mo : o de
primeira qLalidade do Rio dc Janeiro 76 ;
foi olTerecido um carreganicnto do bom de
segunda sorte, e recusado.
New York 12 as 4 b. da Urie.Ctte do
Rio de Janeiro 17 1/4. Assucar mascava-
do8l/2. Algodao mediano 15 14. Ou-
ro llu 1/8.
Antuerpia 12 is 4 b. e 50 m. da tarde.
Cafe : mercado fjrmo; vendas de hoje
900 saccos,{de Santos a 48 7/8. Las : con-
st! va os prejos; i do merinoi de Buenos-Ay-
res 193. Sebo de boi 24 1/4; de caroeiro
24 1/8.
Havre 12 is 5 b. da tarde.Cafe : ven-
deram-se 11,100 saccos, sendo 2,100 do
Brasil ; o do Rio 91 e 92, o de Sintoa
97 e 93. Algodio : vendas de boje 2,850
fardos, sendo 1,400 de procedencia brasi-
leira ; o de Sorocaba de 91 a 92, o de Per-
nambuco de 94 a 95. Sebo : mercado fir-
me ; o de boi 32 fr. 73 c. e o de caroeiro
33 francos. Couros: procurados ; cota se
a 21. Cbegou o vapor 5. MAR\I\, pro-
eedente do Brasil.
I
* JtUi.

REVISTA DIARIA.
Cirurgia. -Fonni pr.iiJT.d.is |do Sr. Dr.
Luciano de Moraes Saroicato durante o mei proxi-
mo passado :i- so^uiates opera;oe de oIImm :
Has petsoas da Gxma. Sra. D. Maria de Catro
Paes (iarrcto e 0. I.eonor Vai Saiga do a operacao
da catarati era ambjs os olhts. Foi sc^tudo o
(iroce^so da cxtrac.ao linear, rnodiGcadt, de Jae#.
Ambas c.--as senhoras recup rara.n a vista en*
grio o mais sali>f,ctorio.
No Sr. Jose Lull Guaiaco a extraerao dt cata-
racta era um olho, ja tendo -idj anteriurroeete
operado era outro pelo merino doutor com o atais
feIi7. resultado.
Finalmento opsrou de ura estrabitma convergenie
a Sra. Feli*mina Maria da Conceicao, qae sctual-
mente nlo se dira ter sido vesga, tao correcto foi
o resultado da operacao.
Ajudaram por vees ao operador os Srs. Drs.
Adriao, King, Savo, VeUoso e \ ilbs Boas.
Como estas, conta o Sr. Dr. Sarmeoto uaitas
outras series das mais d-.-lii-aJas operacoes de olhos,
entre as quaes sobre*ahe o caso do Sr. Maooel Ro-
drigues Ventura, da Parabyba, bavia longjs aaaos
absolutamente cego, operado era um olho da ra-
taracta en'outro dapupillt amfloial eacuja ope
ra;ao assistio o Sr. Dr. Fsrreira Alves ; seoli
para adrairar uma carta do ref-jrido operado ea
loltra a raals corrida e regular, carta qae exi-le
em poder d i mesmo Dr. Sarmenlo.
Nos mesmos tiveraos occasiao de apreciar pss-
soalraente a cura do Sr. Jose Francisco Piohnro,
operado ultunara-'nte pelo dito donlor a qaea di-
rigimos e recomnead Quizeramos nesta oecasiao renrodotir a reiacao
de tudas as operacoes praticadas pelo Sr. Dr Ln-
i-iano de Moraes Sarmeuto, desde a oolavel estaii-
lica cimrgica da ua pratict no grande hospital
Pedro II e publicada no relatorio do Earn. Sr. eoe-
selheiro Anselmo Francisco Peretli, eotao pro^e
da Santa Casa; mas essa estatistica coraprcb
tao extensos rnsppas, qne nao teriamos espa;o pan
tanto neste jornil.
Mas, para aju zar-se da importancia de seose-
luante trabalbo e d s notas, qae lhe tao snaee-
quentes, passamos a dar um re.-umo das mais im-
piirtantea operates, pratictdas pelo dito donlor,
nests ullimos annos.
Na classe de operacoes d:s vias urinari .s figora
um grupo de 19 operacoes da talka perinea!, Ij4as
seguidas de cura. E' por sem duvida uma 4as
mais imporlantcs colleccuas de cilcmlot rtsicmes a
que possne o Sr. Dr. Sarmeuto e por si extradites,
e dnvidamos que no genero as haja superiores w
nosso paiz : o peso, a forma e dimensoes de caia
pedra vein meucionados no quidro, qne Ihes t re-
lativo, nao se comprehenlendo nesse nnmero os
muitos caos iguaes da clinica particular Ao Mo
donlor.
A par destas operacoes segunm-se as de uretre-
tomia interns jelo processo Maisonneuvc, ea eu-
mero de cento e lantas, segoiJas do restabeleci-
nunto dos duentes'; e bem assim dons casos 4a
diulril uretrotomia externa.
No mappa das operacoes de elephantiases 4c*
orgios genitaes e incluiudo as qne Ibe sao posfc*
riores, c ralam se i\ casos, entre os quaes flgaram
dous, o de um tumor enorme, que cbegsva abaixe
dos joelhos, e pesava mais de 50 libras e on!
caso de elipkantiases em uma molher e limittlo
aos grandes labios. Todos esses operado? cur*
se, e nesse numero nao so acbam compreheBt
os outros casos ds clinica particular do opera-
dor. .
Passando arTai(ueac5e< de algamas das prft-
paes arterias, encontraraos um caso na carotin
vrimitiva, dous na axilla, um na brarhiol, am aa
radial e cubital, um na illiaca externa e oito aa
crural. ....
Sobre a indicagao e resultado doiUs operacotf
traoscrevemos o seguiule trechu das propriasot-
servscJios do operador:
c Tres opcratoes desta> f.rain rnal snceeiiJas
por efTeito de accidentes consecolivos mtJeressas,
determioados em um caso (o da cirot&i prim**-
va, iadicado por auaa-isnia cs;oulaaed) pelap^-
lurbajao da circulajao cerebral, cr. *a




---------------------------------- ------------------ pjario*de Peraambuoo Quarta feira U de Outubro Waco extern*, indicado p.>r one*rtim\ tAMUt'')
pela pentonite) e o ultimo (o da aneurttimitWifp*
fUte>) pelo espniretoda perna: facto* estes que
confirmam a grajudaflf f*1* eqnsequeucias, ulterio-
res da inlerrup^jJ^^aague o'um rasa princi-
pal. .
Das oito laqueVfM de crawl, qtatre foram pra-
tieadas contra a eluphantiases da perna e todos os
doent'S se resiabeleceram ;oro a operacio.
No numero das i:queac$es se nota enire os easos
da clinica part cul.ir do operador, o caeo uiportau-
le da laqoeacio da sub clatra, praticada n < pessoa
do Sr. Antonio daCcstaMello, em easa dn Sr. Joao
d'Aie-edo Pereira, a rua das Cinco Pontas u. 82
e a que assislirain os Srs. Dr.-. Pitaoga e Ferreira
Alves. Este opera^o por enorme aneurUma ?xil-
lar retirou o reslabelecido poueos ntezes depois
para Portugal. .
Meocionaremoa atoda as prineipaes atnputacues
de membros, sender 7 da efixa, dos quae* 6 se res
tabeleceram, 10 daperna, dos jua^s 13 ficaram en-
rados ; 2 larso-tarsiana com bom resultado ; a de
bra go e que foram tambem felizes ; 7 aruputaeoes
do ante bra;), cojos doente- licaram ainda cura-
dos ; i desartieJ* jiu radio cm pinna, seguida de
suecesso favoravel; alem de iunumeras amputa
c5es parciaes da mao e do pe, todas bem succedi-
das.
Finalisaremes cata apreciacao, fazendo sentir
quo nos mappas eirurgieos do Dr. Sarmento ha
muttas outras e diversas operacoes, eotre as quaes
as achame-p-cilicaJas immeusas extirpacoes da
Homeos U6 c.muVfeerqs I3J.
A&wrtencia.
Foram vrsitadas as eofeimarias Resles'diai:
A"s 6- liS; 7. 1(4, 7/ TTpelr Dr. Ramos ; a*
Hego.
I0.' *' ?.'.**,|l*?.'? !A W P'i Ui!**a'A ?.. ... proposes na tereperatura ordinaria. dies podem
Appellawes coraraerciaes ahi permanecer sera se combinarera ; mas se lhes
Appellante TaW* Irmaos, appeHMo Joa quint ehegar.oma dumma haver* am eUtmpiJo d'a-
NogMH ; appellants' tenciaco d gua. Uma correnie electrica iguaiaente produra
omWoacao dos dous eleaieotos.
Enlre os corpoa singles algans )u que tern ac
cio dlrecta sobrp a agua, qaar a frio, qoer a
I e outros analogoa apoderam se
glandula mamaria, exiirpaeoes de polypos uterinos,
turn res diver.sos, keraiutomias, retecipes, ampul 1
rtc.
Hepetimos. Danros ap>nas urn suecioto resumo
d.u tra*aJhos arurgicos do di-tiuot Sr. Dr. Lu-
o.iano de Moraas.'Siirnjenlo, i-eiitiudo h'io poder re-
prod^tuir por e.Veu#a .s >ens ruri.)-Bi iqappa**, e
ao t^qiiHar ipn|l.r.ire'iii n aimla il .us cj.scb de ova-
rioloMiir, priticadcte pelo mesmo *>ator, operates
- tis (< 1 pela primeir.t rei furaa entra nos feiias,
senio unt dellas ono-ida Jo maia sahsfaciorio re-
sultado.
O Sr. Dr. uasjano Je M ir.irs Sarnjaato, que reu-
ne a ami voeacjSo protioaciad^ |i.ira a cirurgia se-
rio* crtuJ). e longa pruica, p )i<, qainii nao
bass 1 a clinica put -jl.ir, dedp |8&l 6 cirur-
giio do granle hospital I'.i.in II, ..mJa em o
anoo passail > eslevo ij.i Korjpa, o.iJe a aco'inpafthou as rnaiores celefen lades cifurgicas
na aa exteusa e import oto c4tmca.
r'elizmento ja o pulii:.'-1 apiecia tldvidamente 0
Sr. Dr. Luciano do Moracs .Sari*iont >, 0 rcconhece
nelle reaes merecimeiil 1*.
Preraurao. 0 Sr. Antonio Francisco das
Neves, subdr-legado de pohoia da freguezia do Re-
cife, pede nis cjuo recominendemos aos que alii
morau) _ou sao coinmercialiaente estabeleciJos, a
precaugao do Tech-irem as portas da rua de seu>
predios, principalmoote assobradalos, de certa ho-
ra da aoite oui diante, aSm do que a- n?gligencia
qua a tal re peito ha, nao seja favoravel aos lara-
pios, de que tsta cneia a cidade, aem seja a policia
rouJante obrigada a urn trabalho q-ie lhe e impos
give! satisfazer eabalmrate, dado mesmo 0 caso de
quedispuzesse ella de recursos mus duplos.
S.'ii I > aquello bairro o inais (re|ueutado pelos
ratoneiros, por isso mesmo que e 0 m:ns rioo, ur-
ge que os interestios na seguran;a de rua pro-
prieda ie venham lease irodo, pelo lueno-, em au-
xiiio do servi Sit f. contain as portas de rua que todas a>
noiWs, ja aa 10 horas, essa autorida Ie obriga a fe-
char, para seguraiica dos respeelivos m.radores ;
is>o, pore n, uao pole continuar : primeim, por-
que ee servir;> de interosse todo particular Jo
morador, nao e da sua cibrigacao ; naaiimh. por-
que 0 tempo despcuiido asmni preiudica a-jut-lle
de que precisa para dasenvolver simaltaaaamen
te ^iu tojjs os pmtos, eada qual mai< imp .rian-
te da freguetia, qie e grandp. a vjgilancia que lhe
esla ineumbiJa por naiurezi Jo cargo quo 0 Sr.
Neves pro.ura desempeuhar de maneira mais sa-
tisfactoria.
fc' de esperar que tal precaucao seja tomada,
vi-u coan e forgoso c.iifassar que ao deleixo da
quell ;s que ddixam essas portas aberta?, deve-se
attribuir muiMs roubos havidos por arrombameuto
de portas iuteriore?, e arranc.imento de degraos,
oleira*. etc.
Faeuttfade Bncerram-se hoje 03 trahallios do anno lecuvo
Jo resp^.tiro r-'gulamento.
Anuivcr^ario. E' amanhK 0 decimo an
niversano do easameuty d' S. \. I. a Sra D. Isa-
btl com S. A. R. o Sr. coade d'En.
Ferimento leve. Uaouel Tibii'cio dos
Prazeres (arui levemeo'.e lnvntem Joito Telles de
Albuquerque no imtadotiro publiiio, sfto no 2." dis-
trict) do S. Jose ; senJo preso, prestou fianca pro-
visoria. .
Dixertnr. Foi carrturado pela policia 0 do 9.*
batilnao Je infantaria, Antonio Gomes Jo Olivtira
tniiiiir.i. -I' 1 tiinhem ureso pela policia
Manoel Antonio de /esus, que declarou ser senten-
ctidj militar, ha tr-s mezes evadido da forlaleza
do Bruin, onde eompria pena por crime de de-
lercao.
S i* lriii*f;au iiultlicji. Ainauha, as Claras da
tardi', dt-ve rennir se, na rua de Pedro Alfonso, n.
i'J, a assemblea geral d^s membros de-iasocieda-
de, para mt discuiida a refurina dos rrspectivos
estaiutus.
H<> 111 --i'i.> Vortmgmam.Domingo (18)
as 10 noras Ja maziba, deverouuir-se a assembiea
geral d.>s membros desta associacao.
VaiiorrN C8perados.-H.je, 0 americano
Ontario, at New Vo.k pelo Para, e o brasileiro
Bahm, dos poilos do norle do imperio ; a t7, 0
brasileiro PoroMd, dos portoa do sul do imperio ;
a iO. o brasile ro Gattuode Orleans, da B,.hia pe
las e^calas ; a 23, 0 franeez Ville da Rio de Ja-
who, da Europa ; a 2'.;, o inglcze> Douro e Acon-
cagua, da Europa ; e a 29, o nglez boyne, do Rio
da Praia peias esealas.
irremuiacao provincial. Perante a
junta do Ihesooru provincial v^i a praca, no dia 22
do c-irrenie. a obra Jos reparoa do quartel do cor-
po de piJicia, oreadaem 897 820.
Recife Drainage. Coin 0 prazo de trinta
dia! Diets, a ceotar de 10 do corrente, deveraoser
pagos, no consulaJo provineial, os debitos resul-
tants da collocacao dos apparelhos, annuidades e
canalisarao da coapaniMa Ri-cifa Drainage, corres-
pondente as freguezias de Saiito Antonio, S. Jon*
Boa-Vista e S. Fr. Pedro Goncalves.
IiitiC:il< Ar<-lieulciKi-o c l.c*^ni-
pliivo. Ucve reun.r se aiuauha, em sessao or-
dinaria, no logar e hora do cutujne.
Caiuara muni.lpul do aecifo.-E-ta
corporaiao annuncia, no lugaicuinpeteute do pre-
sente numero, que termina amauna a licenca por
ella c ncedida aos capahzi-s, talhadores, magare-
fes, ajudantes ou apreodizes, que se empregam no
serviQo do matadouro, em virtuda do art. 231 das
posluras municipaes de 2(> de junho de 1873.
Prmcilnriade la^-llas e i siUiki-
Acha se no exerci io da vara do respeciivo
juizo 0 Exm. Sr. I)r Ma nod Clemeaiinj Car
neiro da Cunha, que dara audiencia as feiras pelo raeio dia.
Cirajnde liqieltlacao,04 propr i-tarios
do aimazem de faz-nl is, da ma Primeiro Je Mar-
con. 11, resolvenm para aeabar coin o variaJosoi-
mento de fatenda.' que ahi tern, render com gran-
deabaiiraenlo, e codviijarn para isso tolas as pessoas
que desejarem preparar so para as fesus do Natal,
com tulo quanto ha de bom por poueo dinheiro.
Recnmiiiendainos ess:- armazem aos Jeiloxes.
LeilaoHoje as II iwras do dia afeatua 0
agente Martin, no segundo andar do s^bratlo da
roa estreita do Ro.-ario n. 23 urn variado leilao de
moveis, urn excelleote piano' Jiversos objectos de
ouro e1 am grande brilhante ao eorrer do marlello.
Huja eff-ctua 0 agente Dias leilao de u.ua
moenda e cerca de mil sacccs novos em 0 cae do
Ramos armaaem n. 16, as li nora* era ponjo.
1|2, 9 t(2, 9 1[2, 9" ii2, 9, 9, 8,pelo Dr. Marille
Vianna.
Fallecidos.
Maria flraw^a dos Prazerea ; caaero no
liermano Francisco Alves ; variobt.
Maria 4 caeero.
Gaspar Claudino de Fran?a ; cawtaoraa do recto.
Cuiz Pinto ; tuberculos pulmoaarea.
Fraaciseo Carlos Pedro ; febre peroiciosa.
Martmha do Naselrnento ; termea.
C<-mKerio pubHeo. -OWleario do dia IS
do corrente :
Frattoisco Eustaqnio da Silwa,- pVardo, Pernam-
buco, 68 annos, casado, Santo Antonio ; conges-
lao cerebral.
Candida, branca, Pemambuco, 4 e meio annos,
Boa-VUta ; var olas confluentes.
Frani'im-a'proi? Bmsj^aaOi 72 mi"', soltaira.
Boa-Vista ; hospital Pedro II; fraqueza senil.
Joaquim Goncaives de Andrade, branco, Portu-
gal, 18 annbs, solteiro, Recife ; phtysica,
Julia, branca, Pemambuco, 5 metes, S. Jose ;
couvolsoes.
ariaao, esoravo, pardo, Psrnambuco, IS aaos,
solt-jiro, S. Jose ; variolas.
______ .
1 KK\K A Jl WWURU,
THI"H\IL l\ IllilV! VO
SESSAO EM 13 BE OUTUBRO ')E 7871.
PRESIDENCIA DO EXM. SK. CONStLIlKlRO
CAETA.NO SANTIAGO.
Sec relaxio Dr. Virgtlia Voeho.
As 10 horas da manlia, presentes os Srs. des-
erabargadores Silva tiuimaraes, Lourenco Santia-
go, Reis e Silva, Almeida Albuquerque, Molta,
pr-eurador da coroa, Accioli, Uoraingmes Silva,
Oiiveira afaciel e 0 juiz da Jireito Qaiaiino de
Mrraoda, [altando com causa 0 Sr. JesembarjaJor
Souza Leao, abrio-se a sessao.
Em .-eguiJa e Dr. secretario procedeu ao sorteio
dos adjuntos para julgamento dos seguintes ag-
gravos de pebcao :
N. 72. -Agggavante a^eompanliia Recife Drai-
nage, aggravaJo Joaqoim Dias da SiPa Guima-
raes. Foram sorteados os Srs. desembarga lores
Acciulie Motta.
N. 73. Ajgravante Manoel Jose Vieira de Mel-
Io, aggravaio 0 juizo do commeroio. Sorteados os
Srs. desembargadores Almeida Albuquerque e
Domiugues Silva.
JULGAMENTOJ
Re^ursos crimes.
Recorrente o juizo de Penedo, recerrido Henri
que da Silva Mira. Reiator 0 Sr. desembargador
RMS- e Silva. Adjunctos os Srs. desembargado-
res Silva Guimaraes e Almeida Albuquerque.
Impro^eJente.
Recorrente 0 juizo de Morici, recorrilo Henri-
que Sergio de Albujuerque. Reiator 0 Sr desem
bargador Almeida Albuquerque. Adjunctos os
Srs desembargadores Reis e Silvae Accioli.-Im-
procedente.
Appellafocs crimes.
Do Saboeiro. -Appellante Raymundo Gomes de
Souza, appsllada a justici.Nullo 0 processo do
jubaniento.
Do Recife. -Appellante a justica, appellado Joa-
quim Antonio Dourado.Improcedente.
Do Recife.-Appellante a justica, appellado Ma-
noel Ant cio da Silva.Improc:^enle.
De Cabrobo. -Appellante o juizo, appellado Li-
ber-toSoaros da SilvaImprocedente.
Do Cabo. Appellante Francisco das Cliagas do
Mont;, appellada a justi;a. Confirmada a sen-
temja.
Appeliapoes civeis.
D) Recife.Appellante 0 juizo, appellados Bal-
thazar e CandiJo, esoavos.Desprezarara os em
basgos.
De Agtta Preta.Appellante Domingo> Martins
de Barros ilmteiro, appellado 0 bario de Palma-
res. -Negou- Do Ceara.Appsllante a fazeuJa, appellado An-
tonio Doo.ingues da Silva. -Coufirmtda a sentenca.
^ Do Recife Appellante Miguel Archaujo da
Ounha, appellados August). Cailos, Lidia e outros,
por seu curador. -Anuullou se 0 processo por fal-
ta de cu ador, visto haver m enures na causa.
D) Recife. Appellante Jo>e Luiz Alves Ferreira,
appellada Rosa, por seu curador. -Manduuse ou
vir 0 Je=embargalor procurador da coroa.
Appellajao commercial.
Do Recife.-Appellante herdeiros de Leopold
Ferreira Marlins Ribeiro, appellado Manoel do
Nisennento Vieira da Cunha.-toufirmada a seno
tenca.
PASSACENS.
Do Sr. desembargador Silv.i Guimaraes ao Sr,
desembargador Hois e Silva ;
Appellacao crime.
Da Escada.Appellante 0 juizo, appellado J0I1
Raymundo d< Oiiveira e outro.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
A pellacaocivel.
Do RecifeAppellante Leonidas Tito Lonreiro
appellado Jose Ricardo Coelho.
DoSr. desembargador LoBrengo Santiago ao Sr.
desembargador Reis e Silva :
Appellacao crime.
Do Re :ife.Appellauie Sebastiao Manoel Lins,
appellada a jnstiga.
Appellacao civel.
Do RecifeAppelante Amaro Joce dos Prazeres,
appellado Manoel Marques da Silva.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Appellado commercial.
Appcllantes J. ao Quirino de Aguilar & G., ap-
pellados Tasso Innao & C.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. des-
etnbargador Almeida Albuquerque :
Appellacoes crimes.
Do Palraares.-Appeilinte Vicente Ferreira Cou-
linho, appellada a jn-tica
De Bom Jardim.Appellante 0 juizo, appellado
Swenano
Alem, appellados Barbo.-a & C
-VrSTRIMJlfSBS.
Becurso crime.
Ao Sr. desemfcargador Acctoh :
Da Victaria.Recorrente 0 juizo, recorrido Ma-
noel Francisco Xavier.
" Ao St. Jesembargador Dmniagues Silva
De BananaiMsttecorrente 0 juizo, recorridi
Antonio C elho Ferreira Ribetro.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do Recifo.Hec irrenle 0 juizo, recorrido M*
noel Joaqoim do Naiciracato.
Ao Sr. desembargador Silva Guimarles :
Do Rom JarJun. Rtjcotieuio \usterliaao Cor-
reia de Crasto, recorrido 0 juizo.
Ao Sr. desembargador Lonrenco Santiago :
De Nazareth Recorrente 0 juizo, recorrido Jose
Marianoo da Costa.
Appellacoes crimes.
Ao Sr. desembargador Domrhgoes Silva:
Di jlecjfe.-Appellante Maria, Joanna da Con-
cai^ae, aapsllada Mala da Coiueicao e D.vid, es-
cravo.
Ao Sr dese nbargalor Sltna L^Sot
- Do Recife. Appellante Philomno'Jos6 4a Sou-
za, apaellado 0 joias.
Revista civel.
Ao Sr. desembargador 1,0 ore in; > Santiago ;
Recorrente Jose Felix da Motta, Racorrido Luiz
Ca-tano de AnJrade.
Encerrou so a sessao a 1 bora da tarde.
soJMCaa-
ajai e que
Awo W*-ooel de Medal-1 atmosphera de principios mephitieos da
s Furudo eouiro, appeUade& Pereira Caraeiro 1 p*\ otganieasem decoaiposicao sob a as
.aoba/a aVaV.-t.aiHlo W'lo Pnreini de Oov^rvaiT-, deprerjdm pela evapiracao d'eHa.
, MtMo Maooel Fvr.uuj 4 Mrflo Lima ; apelian Camp>i&o -e pvapnedddes chinttm faun.
tos Maoexsl Jo;'. |;iim da Sitva Leao, appellada" Be ^^afoa d compost* de luas ptrtas da air rose
Murcio_'da Silr^ e a fazenda ; apek flp>liia)a de oxygeoio. Reuoidas en) u appare
T^i
dentaostrar quanto sera inconvenieate usar de f,i0 ,1,4, -,,. in(W>u ,.-_- w
qWer ^na de pn,o para uso alimen.ar, c \J^gttXTl}
mesmo para oertoa servicos deniestieoa, obo la-
v.agem da "
to hydrogeoio e deixam livre 0 oxygenio:
oderam se do oaygenios a delxara fine 0 hydro-
nlo, taes como 0 carvao e 0 ferro era brasa. 0
lassie, e 0 sodio produzem teual pbwumsno na
peralura ordinaria.
A agua quasi que e indispensavel a todas as
eaoades c imicas, dissolvendo os eorpos e apre-
Keataodo-os na forma, era qae a reaecjko e mais
iaCII.
PARTE POLITICA
boteriado Ria.-Por telegramma recebido
do Hiu, sabe-se que a loteria S32 eorre hoje.
Loteria -A 408 se acba a venda e a 1201 a
benefic.o da maim de Teiacupapo, que corre ho-
je, ii do corrente.
Caaa de uelencao. Moviaiento da casa
de detencao do dia 12 de outubro de 1874 :
Existiam 328, eniraratn 6, uahiram 6, exjstem
A saner : nacionaes 256, ma ceres 7, fwn
geiros 24, e>cravos 38, escraas3.- T. tal 328.
Alm.euiados a curia dos eofres pubJicos 269.
A saber .
Sais 2iie enferraos 15,-ToUl 239
^ .oIia,eul da en'ermaria do dia 12 da tmtubro
de 1874 :
Ti yen in baixa -
Ped.o Perreira Nobre, ferimento.
Barnabe, escravo de Affonso Peres Campello, aie-
IVve alta :
Man(*l Pereira Lfns de Araujo.
tnbro foi 0 seguinte : a"011
io>^ Freire da Silva.
Appellacao commercial.
Appellante Jose Francisco Pinheiro Caze, appel-
lado Antonio Gomes dos Santos C
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Aeetoli :
Appellacao commercial.
Do Recife. -Appellantes herdewos de Leopoldo
Ferreira Martins Riheiro, appellado Mnoei do
Xascimeato Vieira da Cunha.
Appellacao civel.
De Talmares.-Appellante 0 juizo, appellado
Joaquim Calumbim, escravo.
Ao Sr. desembargador Motta :
Appellacao civel.
De Agua Preta. Appellante Jo>e Affonso Ferrei-
ra, ape.lacio Antonio Gomes de M Cedo.
Do Sr. desembargador Aceioli ao Sr. desembar-
gador Dommgues Silva :
Appellacao commercial.
Appellantes Adainsoa Howie & C, appellados
os os curadores da matsa de Manoel Jose Montei-
co Torres.
Appellcao eijrel.
8j Bonito.Appellantes Ismael, Juliao, Nicolao
e oalro, appelii-Jo Jose Bezerra de Vasconcellos
Torres.
Appelli^ao crime.
DePao d'Alho.=Appellante 0 juizo, appellado
Jose Vicente Ferreira Ja Silva.
De lugazeira. -Appellante 0 promoter, appellado
Antrnia Ferreira Luna
Ao .-r. desembargador Souza U'io:
Do Recife.-Appellantes Machado & Brandao,
appellado Francisco Antonio de Albuqaeniut
Mello.
Appellacao crime.
Da Paod'Alho.-Appeilaate 0 juizo, appeliado-
Manoel Uercuiaoo da Silva,
Do Sr. desembargador Dommgues Silva ao Sr.
desembargador Souza Leao:
Appellacao crime.
Da Imparatria.Appellaatr o juizo, appellado
Lucio Suares de Albuquerque Etataquio e outros.
Ao Sr. uasembargador l.oureaco Santiago :
Appilai;ao crime-.
Da Alalaia. AppeHaute Antonio Jase Telles,
appellado Manoel J. aquim Mai..
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promr*tor da justica :
Appellante o juizo. appellado Antonio D>as do
Monte ; appellante Manoel Flrmino de Moara, ap-
pella-ia a ju*tica
Ao Sr. desembargador procuradcr da coroa :
Appellante Bento Joso Ramos de Oiiveira, ap-
pellados herdeiros de Christ.,vao Starr & C
Do Lunueiro. Appellante 0 juizo, ^opellado
U< ineiije Jo=e de Franea.
Assignou se dia para 0 julgamento dos seccintea
feilo*. ^
Appellarao crime.
Appellante Jose Nunes de Pigneirda, appellada a
P.lll CO.\MKUi;llMlH
RECIFE, 9 DE OUTUfiRO fE 1874.
A Provincia esla agora passanJo por uma no-
na phase.
1 espeilada por nao ter produzido elfeito as ex
pbsoes de odij de que se fez echo em epocas di-
versas, atira-se agora com furia, a pessoa inviola-
vel do imperador.
Revivendo a queslao ja fioda de indebitas inter
ferencus do poder moderador nos ados do poder
executive, 0 desleal e rancoro^o orgao opposicio-
ni.-ta nao trepida em insult ir 0 nosso sabio e pa-
Iriota monarclia.
Ainda que nao tenhamos em vista f.z?r uma de-
feza, porque jiao ha necessidadfc de defeuder quan-
do a accusacao uao tern, base, todc via como urn
protesto ahi offerecemos. a consuleragao dos leito-
res 0 que no anno de 18(57 0 chefe actual do par-
tido liberal dizia uo seoalo a proposito da pr.-ten
dida usurpaeao ou interve g.io do poder modera
dor nos acios do poder executivo.
E' para notar que, quando foram proferidas taes
palavras pelo chefe liberal, ^xercia elle 0 cargo de
ministro de eslado e presidenle do conselho.
Ahi mesmo dentre os redactoros da Prnvincia
existe aiguem que entao era lao bem ministro e
n:u> prole.-tou de modo algum contra as pilivras
do presidenle do conselho.
Exhlera outros que, na imprensa e na tribuna,
:e tem encarregado de defender 0 primeiro pa-
triota do Brasil; e entretanto sao estes raesmos
que hoje abracam a causa perdida dos homens des-
peitados.
0 publico que aprecie.
0 Sr. /.a0lianas.Sob a impressao de ideas as-
tronoraieas, S. Exc. dis.-e qui- os minist os eram
eorpos opacos, que recebem a luz sornente do sol
do nosso Cesar ; e, dirigindo-se aessesol, pedlo-lhe
que retirasse os seus raios dos acluaes ministros,
e os vihrasse sobre outras planetas. Sr. preaidente,
os eorpos celestes obedesem a leis invari.veis; 0
sol nao da nem retira a luz a voulade, mas segundo
a- circumstancias de tempo a necessidades do svs-
tem>.
E' singular que um representante da nacao, que
tem rigorosp dever de ser moder?do e rellectido,
peca ao sol do nosso systatDO plauetirio politico,
immutavel como 0 sol de Copernico : < Retirai os
vossos raios destes eorpos opacos para dal-os a
outros I
Ainda dirigindo-se ao sol 0 nobre senador, ao
terminar 0 seu Jis.'.urso, citou as palavras de Cice-
ro a Cesar : Senhor tendes feito muito para
con|uistar a no>sa admiracao, porem ainda nao
basiante para a nossa gratidao. Senhores, que
rbuso de liiteralura I
Em verdade, Cesar oxciiava a admiracao de
eus contemporaoeos como leve a da ?ost-ridade
e tera sempre em quanlo se avaliar 0 homem que
mi" ao maior go-Jo liilerario o genio das annas.
Mas Cesar naotinha direito a gratidao : ille havia
passado 0 rubri.'on e suplantauo a liberdadc de sua
palria. Cicero podia adinirar Cesar, sem ter de
que ser-lhe grato.
Ao inverso, nos os brasileiros, lemos motivos de
sobra para ser gr^to ao chefe do eslado. Sea
gratidao e devida a um monarcha, que uao des-
canca um momeuto, que i-f n;:ise c- ri-iani.-ini-ii
te por attender a tudo quanto inUressa ao paiz e
em cujo coracao pulsa oamor da palria mais do
que no de ciJaJAo algum, oaose podo por em du-
vi la que 0 nosso monarcha tem 0 direito a grati
Ja Io paiz.
Nesse sentido tem tambem direito a nossa admi-
racao, mas nao ao modo de Crero, fallando de
Cesar.
Entende S. Exc, que 0 poder executivo soffre
compressao do poder mod rador, e por sua vez
torna-so omnipotente.
Ja os discursos da opposigao na outra camara
distinguiram se por este topico : influencia inde-
bila de um poder superior.
E' preciso liquidar este ponto.
0 nobre senador nAo pode vir enuociar, sem
prova-, no senado uma propo icAo que ou nao pas-
sa de banalidade inoiscreta ou revela uma falsifi-
:ai;Ao profonda da nossa forma de governo.
Se 5. Exc. entende que o poder moderador exer-
ce nma iulluencia que a cunstiluicao nao lhe assigne
no governo do imperio, devia dizel-o claramente,
Jevia demon^trar com factos semelhante assercao.
Se um poder que 0 ja t'.o importante pela cousli-
tuic&o, sahe da suae>phera para invadir a de ou-
tro e subvertel-o, 6 preciso que quem 0 afflrmar
lenha coiagem de proval o
Mas, 0 nobre senador nao 0 fez, e, pois,
eu 0 emprazo para discutir es-a questao ; liquids
mos esse ponto ; e um repto que S. Exc. nao re-
cusara.
Se a nossa educacao politica fosse mais comple-
ta, >e nossas lulas se circumscrevessem ao assuinp-
to pruprio dos nossos debates, 0 homem que tivesse
sido ministro, e que sabe por conhecimento pro-
prio como procede 0 chefe do estado, nio viria
corroborar a irronea opiniao dos que dizem que
no imperio predomina uma polilica pessoal, a
exemplo de Jorge III!
Senhores, Jorge III sustentava uma camarilha
ou parti Jo da curie com grande intluencia no po-
der ; mas por honra da verdade deve-se dizer que
no Brasil, a corte imperial nio tem n..s negoc.us
publicos a menor intervencao (Apoiados). Inda
gue 0 nobre senador qual e a influencia que as
pessoas da edrte tenham nos negocios publicos, e
vcra que e nenhuma (apoiados) e qne sob este as-
pecto 0 procedimeoto do chefe do estado e irre-
drehensivel.
9
mm
Ao \m\\\k'K
jo HCa : appellante Francisco Jos6 Vieira, appella-
da a justica
Breve* coasideraepea sebre o abas.
(< intenio d'agaaa petawel a -tii;,-
ie de Recfre aeiia eag*u e uieios
de naueur a huh aluiuitpbera, pe-
Ie Dr. Pedro de tlbujde Lobu
liaacoao< rormadu em anedieina
BelA Faealdade da Ualiia.
(i.uutinuacai.)
Agua no eslado de vapor.
A agua ferve na temperatura de cent graos :
priucipia depois a passar rapid* e tumultnosamen
te ao estado de vapor e ocuupar um lugar l,"uo
vezes 111,11 r, que ao estado liquido. A agua (erve
tanto mais dVpressa quauto menor e a pressao;
no ac uo ferve a frio; e quando 0 augmentada a
pressao, pode a ebuliea se reiardar ate 230 graos,
se aquella for de 40 atmespheras. 0 seu poder
di-atiivenie esla em proporrao do grao de tempera-
tura em que ella se acha: asshn pode na alta
teinperatora disaolver substanciaa sobie que ne-
ubuuia arcao tem na de cem graos.
A agua nairpreciaa estar em grao calorifero de
eliulicnn para cvaporar&e; em qualquer tempera-
tura se evapora, e tanto mai< se 0 ar esla s.-cco :
e o quo 4.n-tiine a evaporacao natural im vinude
Appellacoes civeis.
da qual .>e produzean os phenomenos das nuv.-ns
I, huvas e ale de epi t-Vmias pelo despfendimento na'
Agua no eslado natural.
Enconlra-se era tuda parte em mais on menos
abundancia. Na atmospbera ou no estado invisi
vel, ou rormando nuvens, nevoeiros, que impelli-
dos pelos entoa e cnnd3nsados pelo frio redu-
zem se a orvalho, a chuva, a neve, etc. Na su-
parficie da terra forma ella os arrokw, riachoe
acudes, lagos, rios, etc. Tambem se a encontra
debaito da terra em veias, reseraatottoa, d'onde
na.-cein aa ioutes, os regatos, etc.
A agua natural no rig >r da palavra nunca 6
para, tem ere dissolucao gazes, saet e ootros
carpoj em suspeotao. E' da propriedade d'essea
agentes e em maior ou menor quantidade qne
dependem a sua qualidade.
0 gaz que se encontra de ordinario dissolvido
n'agua e a gaz acido carbonico : os saes, 0 carbo-
nate de magnesia a priacipalmente 0 carbonato
Je cal, chloruretos de sodian e de magneiium,
sulfatosde sodae cal, e silicatos alcalmos, alem
da cibcia e materias organioas em diversas pro-
porcoes.
f*tls s d'agua. A agua e a bebida ordinaria do
homem e dos animaes: mas para isso 6 preciso
que ella tenn? as qnalidades que a tornem alimen-
ticia e saudavel. Guerard descrevendo as quali-
dadea d'agua propria pira beber-se, issira se ex-
pressa: A agua deve ser limpida, fresca, ino-
dori, de sabor agradavel, distolvente do sabao sem
fazer grumos, propria para 0 cozimento dos legn
mes seccos, um pouco arejada e eonteado am
pouco de acido carbonico e snbstancias mineraes,
na proporcao de 0.3 gr. por litro: erafira nao
deve conler em dissolucao materias organicas.
Agua dtitillnda. Quando a agua e muito car-
regada de saet.se destilla para desearregal-a da
maior parte delles : pois que os saes que se nao
volatisara que ella contem abandonam na pelo
phenora-rao da evaporisar;ao por que passa a agua
destillada. Entre estes saes se acha 0 carbonato
depoUssa; mas tambem succede que ella flea
ponco arejada.
Qaando a terra foruece agua fresca e pura em
abundancia, nao ha necessidada de se destillar as
que teem mu tos saes; porem nos lugares que nao
foram favorecidos pela naturexa, e preciso faser
essa operacao para se obter agua potavel. HT 0
que esta acontecendo em Suez, Sang-Hai, Ilha da
Reuniao; t 0 que se pratica com tanto proveito a
nordo dos navios destioados a longas viagens,
converlando-se, quando ha necessidade, a agua do
mar em agua bebivel.
A agua destillada nao e boa para bebida porque
logo depois da deslillac^ao tem gosto e cheiro des-
agradaveis, nao e arejada, e nao con em a quan-
tidade indispensavel a sua digestibilidade.
Agua de chuva. Esla e 0 resultado d'agua va-
pora ia na atmosphera, que condensando-se, lende
a cahir: pareeeria que devia ser tao punficida
quaato a ag'ja destillada, mas como ajnella se
concentra na atmosphera, dissolve algous dos eor-
pos existentes no ar ; como sejara 0 oxygenio, 0
asoto, 0 acido carbonico, etc. A agua de chuva,
ao menos quando comeea a cihir, traz 0 po e ou-
tros sublis eorpos que se achein suspensos no ar.
Alguns antores c-m-ideram-na como pesada e
indigesta : entretanto cidades intciras como Cadiz,
Vienna, Conslantinnp'a, uma parte de Hollanda,
Buenos Ayres, Montevideo e outras, so teem agua
de chuva para beber.
1 Para se fazer nso d'eslas agnas deve-se perder
as primeiras que caiiera, ou so aproveital as
para lavar os depositos e outros mitteres que nao
a bebi la; poniue ellas veem carregadas das im
purezas que encoutrara quer na atmosphera quer
sobre os telhados ; as raelhores sao as quo vem
po Qaando se as guarda, deve haver a maior cau-
tela^em que lhes seja facil a renovagao Jo ar, tao
qecessario a combustao da raateria organica que
nellas pos-am existir pois que no caso contrario
esta subslaneia Umariao oxygenio dos sulfatos em
dessolucao n'agua, e os reduziria a sulfuretos,
dando em resultado a infeccSo. Certo e com tudo
qua quaesquer que sejam os cuidados, que se
tomem, a agua de chuva e sempre um meio im
perfeito de supprimento; prineipalmeate para os
usos alimenticios: 6 este 0 motivo por que era
toda parte 0 uso das cislernas cada dia vai sendo
resumido.
A agua de chuva send) mais 3rejada que a
destillada, e sem duvida prtferivel para beber-se
e para todos 01 usos culinarios.
Nos lugares. em que se construirera depositos
para agua de chuva, 6 necessario nao usar do
chiimbo; nem mesmj para os conductos ; porque
a agua de chuva assim como a destillada ataca
forlemente 0 chumbo 30b a influencia do ar.
Agua de neve ou de gelo. E' como ja vimos,
bem pura, quan 0 con eea a congelaijao; 03 saes
licam nas pon.oes que tarda a gelar e os gazes
que n'ella existem se perdem. Para tornar a
agua de gelo agradavel ao palalar e preciso dei
xal-a por muito tempo exposta ao ar; ou fazel-a
cahir era forma de chuva sobre cm vaso que
contem gaz oxygenio p ra dissolver d'elle um
poueo.
Aguas nativot ou de fontes, e de pnens nrtesia-
nos. Todas estas aguas tem qualidades differen-
tes, conforme a dos terrenos, que ellas atravessam.
A's vezes tera todas as convenientes a uma b.a
bebida; outras vezes so servem : ou para a coa-
clodo- aliraentos, raas nao sio mui agradaveis ao
paladar tornadas puras, ja por seu peso, ja p.ir
^eu aspecto, ja por seu sabor; algumas ha que
cozem mal os I >games e mal dissclvem 0 sabao,
nao se preatando pir isto a lavagem da roupa.
Algumas encerr .m principios medicamentosos que
as toruara de proveito a muitas mclestias.
As aguas mais puras sao as que provem dos
terrenos gramticos, porphyritiaos ou quartrosos :
as que vem das pedras, e as tomadas dos olhos
d'agua, e das uascentes, e c : e esta agua a mais
proveitosa pa a a sadde ; e que se deve preferir
para fornecer as cidades, quando for possivel.
Accordair.os com os qua opinam qui as aguas
que contem muita quantidade de saes sao impro
prias nao so para bebida como para os usos Jo-
met ticos.
Agua de rios e dos arroios.
A agua- dos rios e uma mistura de aguas de
chuva, de fontes, do gelo, etc.: e quando passa
perto das cidades e- de ordinario 0 receptaeulo de
substancias excremeoticias do homem, dos ani
maes, dos vegetaes, e de residuos d s estabeleci-
mentoe industriaes; por conseguinte era taes con-
dicoes d'ellas so se podera tirar utilidade, corao
forca mot ira.
De ordinario as aguas de no sao as que contem
maior quantidade de acido carbonico ; por que
atem do que absorvem do ar, na 0 que se desen
vilive pela decouiposicao das substancias organica-.
Este exeesso de acido carbonico favorece a disso-
lucao de alguns saes; e tem uma eeita influencia
sobre a hygieoa.
Agua de pocos.
Enlre nos esta agua varia muito conforme as
localidades; ora e pura e moito propria para a
atiraeotacao, e a saudavel e : ora pesada e nao
serve nem para i*ber-se, nem para a lavagem de
roupas: ora lem muit. rnarezia, ou. cbeiro do
acids sulphydrico. E facil nio e melhoral-a pelos
proce&aoa cnimicos.
Quando a agua contem acido sulphydrico, como
acoutece com as dos pocos proxiuioa ao mar, 0
acido pode volatilisar-se no lim de um ou de 2 dias;
e a agua torna-so potavel ; mas quando predomi-
nant os saes llxos, isto e, us que nao sao suscep-
tiveis de volatilisar-se, so sea podera m^lborarpor
meio da Je-iiifacao. As aguas do po^os alem de
outros defeitos nao sao bem arejadaa.
N'esta ctdada felizmente niuguera e sujeita a
beber agua de caeimba ou poco, porque se tem a
do Bebsnbe; nao ubstante e bom lembrar que os
pocos ou caeuubaa reoebem pus liliracaq todas as
aguas havidas em seus conti-rnus, e astim hoje te
riam as cislernas de fornecer aguas* que pariici
pam d'esias agua pi.dres qua axislrtn em muit s
quiataes, e outras muitas immundicias como Jas
3ue provem dos derramamentoa tao> fre>|uantes
os canos da Recife Drainage, e das que pas-am
em terrenos em o,ue se 0. rrauia 0 gaz de illuini-
nacao. Nao ha por coaseguhtla necessidade de
cata, etc., etc.
Nas cidades, em que abundant estafcelecimentos
industriaes, tera-se observa'do casos de envenena-
mento pela flltraeSo das -raaierias- coloraotes, e
mesmo das preparacfoi de arseoieo, de cobre.
etc., etc.
Afuas de lagos, de oharcos, reyezat e acudei.
A agua tomada no meio de Bra lago JilTere
pouco das aguas dos rios, mas tomada it bordas
3n*9i sempre e pessima por causa da pulrefaccao
aa subsunciaa wgetaea e animaes, qoe Ibe rou-
bam todo 0 oxygenio, por isso e que elias tem tao
mao cheiro e gosto de-agradavel. Estas aguas sao
muito proprias para a -rsproducoao dos insecios;
eos que morrem incessatiieraenta e aprodecem,
CODlnbuem muito para a sua mi qualidade.
Deve-se, porem, notar que, todas as vezes qne
os lagos ou acudes forem fornecidos de aguas
correntes, o sea mal e muito menor, do que
quando sao devidas a reprezas para cooler as
aguas de chuva.
Agua do mar.
Esta agua contem uma grande quantidade de
saes, que a muito mais consileravel no Mediter-
raneo. Como meio medicinal e talvez um dos
mais poderosos agentes therapeuticos principal-
mente para as coonituicdes debeis ou de' ilitadas.
A destillafio d'agua do mar e fadllima e adrai-
ra que por tanto tempo fosse 0 homem obrigado a
supportar 0 pesado encargo de fazer grandes
provisoes para todas a* viagens e ale por falta
d'ella soffrer-se tanto, como se tera soffrido. H Je
eom um dos shaples apparelhos de deslillacao
pode-se dispensar-'a aguada, principalmmte nos
barcos a vapor.
Preienca de metaes venenotos nas oguns.
Quando as aguas sao recolhidas em um appa-
relho da chumbo ou de liga de sua eomposicao,
dissolvem 0 oxydo os saes que se formara as vexes
am quantidadas eonsideraveis a ponto de torna-
rem se ellas venenosas. Deve se conhecer em
que condiooes este phenomeno se realisa.
Quando se introduz uma lamina Je ehumbo
pohda era ora vaso fechado, que contem agua des-
tillada privada de ar, ella nada soffre; a conserva
0 bnlno : mas exposta ao ar, a lamina perde 0 bri-
Ino e formam-.se palhetas delgadas Je hydroear-
bonato de chumbo. A accao do acido carbonico
em quantidade nota vel ajuta a dissoluclo d'este
sal e e mesmo sob a influencia d'este a:ido que 0
metal se oxyda e convene se em carbonato by
drotado.
Deve-se notar que a agua puravde saes, com
tanto que contenha acido carbonico, ii a que
ataca 0 chumbo com mais presteza : como bem
qua a que conlem carbonato de cal, e outros saes
calcareos, taes como as de rios e fontes sio as que
menos reag^m sobre 0 chumbo. Os carbonatos de
sola e de potassa pelo con rario nao privam que 0
chumbo seja atacado.
Tambem se deve evitar que se empregue em
conductor d'agaa para o uso culiaario e alimen
tar conjuncla mente 0 chumbo e 0 ferro, por que
elles post os em contacto formam os elementos de
uma pilha, e facilitam a formacao do carbonato
de chumbo hydrotado.
0 que succede com 0 chumbo da se tambem
Com o zinco ; poia a agua destillada, a de chuva e
a de gelo aiacam no da mesma forma.
Effeitos d'agui sobre 0 organism1).
Os effeitos variam conforme a qualidade d'agua
e a disposii-ao do individao; porim em geral
deve-se attender a qumtiJade ingesta d'ella a a
sua temperatura.
A agua tomada na temperatura ordinaria e em
quantidade sulHcieate favoreee a digestao; mas
senio tomada em quantidade demasiada pode
causar graves perturbacSis nas funccoes do estj-
raago e intestinos, apparecem vomitos, dijeccoes,
cairabras, e outros symptomas, que podera se pa-
recer com os d* cholera -morbus.
A agua fria on gelada e muito tonica: convent
as pessoas, cujas funccoes digo.-tivas sao fracas e
demoradas ; mas quande o corpo esta suado, po-
rem, podem apparecer ineoraraodos mui serios.
Algumas pessoas dao-se melhor com 0 uso d'a-
gua quente para bebida habitual anm de facilitar
a diiestao, p isto que os effeitos a'agua quente nao
sejam tanto para temer como os do gelo, com
tudo 0 prolongamento de tal uso pruduzira grande
mal ao estomago c aos intestinos.
(Conimuo.)
O partiJo couservador do I'm-
raeaa Provincia.
II
Suum Caique decus posteritas rependit.
Compromettemo-nos a vollar perante 0 illustre
tribunal da imprensa sobre 0 execrando assassi-
nate da escrava Henriqueta, e a luz dos sagrados
urincipios do direito, a justica, mostrar aos honra-
Jos publicistas da Provinciacomo an lararn des-
vudos da verdade, n ticiando 0 facto, cercado das
cores polilieas de nefanda perseguir;ao, e vingan-
ea me-quii.ha.
Demos tempo, depois de nosso primeiro artigo, a
que 0 orgao liberal, entao comsenetrado da vera-
cidade do acontejimeuto, e curvado sob 0 peso
tremendo daquellaf.tali lade, que viera prostrar
a um de seus mais elevados amigos, no Ceara, ou
reformasse 0 seu juizo, ou pela natural convenien
cia da politics, se condemnasse ao silencio dos
reos convictos.
Mas, que? I... Acima da consciencia, que ne-
cessariamente por muitos dias conteve a mao do
escnptor da Provincia ate produzir aquella palli-
da defeza do Dr. Joaquim Felicio, no seu n. de 23
do corrente, estava a tri-te solidariedade do parti-
do liberal que impunha 0 sacriflcio, ainda qae
torpe,-de pela audacia da lioguagem desviar da
cabeca do criminoso a espada da justica I
Fiel a esse estratagema despresivel dos fracos,
0orgao liberal pretenleu fazer crr-r a opiniao pu-
b'.ica, que nos ha da julgar,ser a nossa penua
alugadaao servico da honrosa politica eonserva
dora desta provincia...
Como se dlude, porem 0 distin;to publicista da
Provincia I...
0 que cha.na penna alugada, 0 'evero artcu-
lista ? Defender pela possaute vox da imprensa as
ides de um panido politico, cuja bandeira de
conviccao se abraca, e sustentar os actos das au
tondades desse partido, que p >r acaso esteja no
poder ? !...
Julgamosque a esse nobre dever obedecem
tambem todos os publicistas da Provincia.
Se, porem, 0 independente escriptor com aquella
expresao quiz assacar-nosuma injnriaa de mer-
cadejarraos vilmente coin os recursos da nossa
penna, cumpre nos r tribnirrnoa C9ra a mesma de-
licaieza lao feliz amabilidade.
E' realmente muita presumpcao, ou insania de-
masiaJa I
Acaso os escriplire1 da Provincia mnnopolisaram
os principios de dignidade, e de nobre altivez ?.
Porque, estaraos nos alugando os nossos servi-
ces ao actual governo. e gozando de seus proven-
tos, o que 6 uma falsidade, e do mesrao ioodo nao
acontecera com relar;ao aos escriptores da Pro-
vincia f
. Se 0 contigente franco que alguns conscrvadores
prestam a causa de seu partido merece ser quali-
licado pelos escriptores da Provincia de meree
uano ; 0 mesmo nos e liciio afflrmar a respeito
daquelles que e crevein para 0 orgaojliberal.
Se los desJe ja UOKt CoUiaade os fructos de
nosso trabalho, 03 ariigos publicados na Provincia
SoC-lettras, cujos juros exorbitautss seas autores
tem em vista tambem auferir em nm tempo
dado.
Assim respondent -se asiuvojiivas iejuriosas: ul
trara por ultrage.
Nio e esla, porem a no^sa questao, que 0 adve-
gado gratuito do Dr. Felicio calculadameute levou
para o seu preJue ;to terrene dos doesios.
Ahi 0 deixamos, pois, erguendo victorioso a
apotheose da reputacao de sen ini'liz constituinte,
e jogaodo impreperios a carecleres, que nao ea-
recem de defeza.
Mas antes de passarroos adiante, responda-nos
a uma pergunta 0 articulista da Provincia :
Admiltida a hypoihe-e que 0 Dr. Felicio em cos-
tumes fosse tao severo como um Catio, era iotel
ligencia tao nolavel como um Newtou, em for-
tuna tao rico como um Cresus,deque modo viria
tudo isso provar que elle nao foi o autor do cri-
me hedinndo, veriflcado no corpo da escrava Hen-
riqueta ?
0 Sr. desembargador Ponies Visgueiro tamhein
era considerado um magistrado reclissimo, e um
cidadiu de buns costauies ; mas, um Jia, a paixao
cega do crime nada respeitou, e 0 puohaLdo as-
sassmo foi mui"j iue n'outro tempo treraera ante a iJea de um
simples ferimento I
E* frivola, portanto, a allegagio do advogado
gratuito do Dr. Felicio, como futeis tem sido todas
as provas adduzidai para fazer acreditar-se em sua
tonueencia.
Ja que b e^eriptor da Provincia nada adiant >n
joraal prnprestando
-T. baraod* (uiapiba,
presidenle da provincia do Oati, e ao Ud poli-
ticoquo- noeiiiiase er pos prestimoso e honrado.
Conhecido 0 reMigoani drana do sitioDa-
mas -, foi pufilieo e notorio na capital do Cear
0 abandono da prineira auioridade policial, qoe
abertamoote propalava-nao ftiller da mode
algum contra 0 Dr. Feli;ij, sea aatigo collega
e companheiro de cata qualo estadantes em S
Paulo.
Nio exislio, poia, desta atodo garantias para
a justica; 0 crime aroeacava licar impune ere
menoaeabo do grande principio de direito,igual-
dade da lei para todos
In form a do em tempo d seen "In ante proposito da
pane do chefe de policia, 0 Exm. Sr. bario de
Ibiapalta, atlendeod 1 aos justos e.-crupolo-i do mes-
mo, offereceu lhe uma licenca, qne foi rejeitada.
Cominaando entretanto, a mesma inersia d'a-
quella autoridade noandamento dos inqoeritos
demait pecas indispensaveis ao processo, ainJa
uma vez 0 presidenle da provjnoia, por offlcio re-
servado, advertio-o do emnprtmvmo de lens dWB
res, 00 que_ bruscamente seado desattendido, re-
correu en'io a suspensao 1a mesma autondad*
por meio Ja portaria, ja conhecid.i do pubuco das-
ta cidade, e qoe, a par de nm* eoergia loimvef,
revela um rare espirito de irfttica, desde qne foi
dirigida a am amigo politico, ligaj.j a uma farei-
lia importantissima.
E cs nar 0 adversarki respeitavrl e d ga do mais jot-
to acatamento no concaito de uma opposifio, eda-
cada n 9 verdadeiros weceltos da an
sincera, tem tervido de nrigetn a juizos 1
e a aaquerosoa stygmas I
E'ate onde pole chegar 0 iauincto intacwvel
do odio e da rnaledieencia t
Quanto as demissdet do promoter poblico e Jo
delegado da capital, sempre a mesma tenJenria
febril de todo raacular sel....
Mas, era boa (e, diga-nos 0 hmrado esrriplor da
Provincia -que conceito formaria .aa um delegado
quediz recebfa utnt denuncia S dias antes da
escrava tnorrer, nada faz, e dorme le qne 0 inh-
delegado de Arronches, ex-offlcio, remelle 0 cada-
ver da escrava para a capital, anna de ser exami-
nado ft...
E linilmente 0 que lhe raerecia um promoter
qne durante 0 inqusrito tornou-se um auxiliar c-t-
tensivo da parte, e que, patenteanJo crass* igoo-
rancia, defendete, quando aceusado de negligen-
cia, dizendoque nao ha provas para a denun-
cia ?l...
Conscienciosanw nte outra consa nio nos podera
responder 0 severo escriptor tenio com a jasta
denomina^o de ineptos I
Por isso foram derailed os, postoqu j amig is de-
dicados da admiuistracao provincial, como se con-
fessavais, e a ella Ozessem repeudos pr^tustos de
adhesio ...
Resume se n'esse bello conjuncto de actos eoer-
gicos dejustca. que indistmctaneote appiical
lei ao amigo, assim rorao ao adversario, a persi-
guigao que a Provincia inauditamenie aflirma -es-
lar sendo exercida pelo honesto Sr. barao de Itia-
pabal
Fi rue, porem, por uma vez convicta, a Prsvin-
cia, de que essa descoramuaal celeuma de seat
amigos no Ceara, do mesmo modo qua os sens
echos ajui, graudeineate ennobrecem a probidade
a as virludes civicas do muito digoo Sr. bjrio de
Ibiapaba.
I" 1 a e outra cousa sao um docuraeolo incoa-
eusso de que elle nio pactuou com aqueiie tri-te
arranjo de familia, que linha por uni:o lito akm-
eir por todos os meios a impunitade do um re?
provado I
Em c-i n'Jusao por hojea lomar uma parte ac-
tiva n'esta baixa comedia, que estao r.q,;.-. nlau-
do ns seus correligionarios no Ceara, farii um me-
lhor pap^l a Provincia, se deplorasse contricta a
miseranda sorte a qu-: se o>a 1 -mu u 0 seu pan-
Jo d'aquella provincia; hoiitem fazendo cortezias
ao barao de Ibiapaba, como 0 prototype dos presi-
dents moderados e justiceiros ; hoje, apedrejan-
do 0 como uin reacciouario, um algoz, um politi-
co exaltado 111
Ab I se nos fosse liciio appellar de nosso juizo
particular para o pionunciamento g-ral da pro-
vincia oue tem a feliiidade de ser governada por
lao distiocto cldadao, e ao mesmo tempo colber-
mos 0 seu conceito a respeito da U)endeosadi re-
puacio do Dr. Felicio, entao eslamos certos, ao
honrado escriptor da Provincia restaria 0 uni:o
recurso-d.% como C^sar, c.brir 0 roslo cmo
seu manto, para nio uTuscar-lae 0 brilbo de oma
verdade tremenda.
Diante de seraelhante impossibilidade, descsn-
Camos na consciencia inalteravel da opiniao pub.'i-
ca do Ceara, que comnosco repetira a rtspeito do
Exm. Sr bario de Ibiapaba :
Suum cuique decus posterilas rependit.
Krratii.
Na columna das publicaQoesa pediJioderam-
se os si gumles erros :
Na linha 33, onde se Ie, para desembarcar, de-
ve-se ler, para desembaraga.
Na nau 60, onde se ItS, e mais tarde nio -6 ot
Srs Taborda ou Santos, deve ser, e mais 1 ir Je,
nao, os Srs. Taborda ou Santos.
em favor dn son ei>a*tuumte^ e antes aggravou .
auida inns asua cauisa, continueuios a demons- j lasMnamo*, pi-iem, cum toda a sinceti-
liar-como foi inkwamerrte falsa a noticia do j elle leuha sempre emprcgado mal os s
O ndminisirader da casa dc de
tettcato ao publico.
Para que bem se ajuize da lojusiica com que
fui accusado e maltralado pel) Sr. A. Me m, (4
quem nao conheco) na Provincia de hoje a nrapj-
silo da prisio de um seu escravo, de oome Cjsme,
faco publicar os documeotos abaixo.
Casa ded.ii-nc.ao, 15 de outubn de IS71. Pt-
fino d'Almeida.
N. 375. -IHm. Sr. Rogo a V. S se di^nc re-
solver a seguinte duvida :
A lei do orcamento provincial vigente dispoe,
que se cobre 0 imposto de oJUOO, por escravo re-
colhido a esta casa por no lar fugido ou a reqne-
rimento de seu senhor.
Pergunla-se: se os escr^vos mandados reco-
Ihar pelas autoridades policiaes com a deslaracio
de terem sido encontrados fora de horas, on
por suspeitas de anda.'tra fugidos, ou por dis-
tmbios e vudia.oes estao suieitos ao duo im-
posto ? Nio se devendo ampliar a disposicio da lei
nobre maleria odio-a, (como consideram hoje os
imoosto-) iiiclmo-me a nega'.iva; mas, nio me
competindo dicidir esta queslao, levantada por al-
guns senhores de escravos, recorro a V. S. para
me esclarecer a respeito.
Deus guarle a V. S. Casa de detencao, ode
agostodel87i.-lllra.Sr. Dr. Antonio Francisco
Correia d'Araujo, chefe de policia da orovincia.
0 adminislrad. r Ruliao August) de Almeida.
Casa de detencio, 13 de outubro de 1*71.-0
escrivao, Vicente Ferreira Nobre Pelinca.
Secretaria da policia de Pemambuco. Recife, 5
de agosto de 1874.N. 5735. I* seecio.Declare
a V. S. para seu conhecimento e fins c mwnieiiies,
e em resposta ao seu ollicio do hoje d itado sob D.
375, que licam somente isentus do imposto provin-
cial de que trata a lei n 1,141 de 8 de junho do
corrente, os escravos que f rem ahi recolhidos
como criroinosos, ou por praticarera disturbios.
Ceusguarde a V. S. 0 chefo de policia. Ant)-
Fraucisco Correia d'Araujo.Sr. Dr. administra-
dor da casa de detencio.
Casa do detencao, 13 de ontnbro de 1871.0
escrivao, Vicente Ferreira Sobre Pelinca.
Delegacia de policia da capital, 9 de outubro de
1874. 0 Sr. Dr. ^dmimstrador da casa de detea-
cio, sirva se de raandar recolher presos a rainia
ordem, Maooel, Jose, cosmic | Uooono, Matliiat, Se-
bastiao, o-cravos por aodarem fugidos e Amaro
Jose da Silva, Antonio Ferreira da Silva, Mano11
Antonio dos Santos, Francisco Antonio, Caspar de
tal, Joio dos Santos Porto, Samuel Jose Antonio
da Silva, Innoceocio Jose Felippe, Justino Gomes
de Moura, Sebastiao Jose de Sant Anna e Jj?#
Francisco Pereira da Silva, por dislurbios 0 fle-'
Jegado, Democrito Cavalcante de Albuquerque.
Casa de deteneai, 13 de outubro de 1674. Con
forme. 0 escrivao, Vicente Ferreira IXAve Pe
linca.
Ainda o Sr. Zacarias.
Em um artigo de fundo do numero de sabr-aifo,
occupou se a Provincia com 0 artigo que eacrevei
mos a respeito da celebre declaracio do cease*
IhelroZacarias, no sen do.
0 escnptor fallou em honr*, brio, dstnidade,
insult.s e nil oulro pAnomni->s moraes, em tin.
estirado periodo de dilflcil inlerprciacao, que nao
sabemos se nos vinba com endereco ; mas 0 factd
e qne ladeou s quesiao, uivertiu 0 puolico cnni
phrases sonoras, e julgou se vtctork.su.
Nao tivemot em vista offender o iliustrado c n-
selrieiro, e pelo contrario reeonhtcem s qne 0 *f.
7, loarias (ra uoi etadista de mererunei.to, o qne
Jade e que
tea* taivo-
?
r
?

*
I


iWttri^odtif^MttQibuGC Quart* kirn 14 &^**flbr ? S
lose a
P,ra!
lera sffltrQMMPftPado
dlffSfft'P*? i-Prctmcia ito, oefjraws anuillo iilti a evidencia ? Porveji-
as suas assevtra
i^Jt^^^ewesaa tew o valor d provae ivbeita^

r
sjo* leveaHa censMeao mi espiriioc* imparciaes
EatfBlanti), 6 soroenia para estes que fallimos.
Eiamipiado a denlaragao do illuitradoconse-
-c taeirp, disseasos que nao viaroos nella o effeito Je
ausas assu.-tadorafl sobre o futuro de nossas ios-
tiluieSe.-. Bern concordamos com a* piedvsas eon
sideragoes do eccieaiasticos da UniCw. Moslr.v
uu que tra Ha oresuliado de urn deleito de or-
ganisag.to; que o conselheiro Zaearias e natural-
mente vaidoso ; que essa vaidade o tem sacrill
cado ;que estes saeriQei s leem sido prejudiciaes
a si e seu parlido.
Disse 0 Sr. Z icarias que nao sera mi is minis-
in ; que da sna cadeira de senaior defenderd os
direitos do povo. mnntl
Supponhames que esta (leelaragao nao tivesse
sido feita.i supponharnos que o Sr. Zicrias fosse
araado ao mioisterio. o que succederia 1 Qual
poderia 0 Sr. Zaearias deelara-se franeamente u tra-
montane ; agarradjcom o Syllabus pile procura a
Mua salvagao em Roma : defende todas as absur-
das pretengoes da curia romana ; atira-se a todos
os excessos, a que sc costama atirar o clero exa
fieradu o sapersticioso ; na tribuoa, na impren?a,
no scoado e no supremo tribunal de justica cons
Iltui se o advogado intruzot espentanto de bispos
crirnioosos, que offendem abertamente as leis do
sea paiz e declaram guerra de morte a conslitui
, ^Jo do imperiu e a soberania naeional, cliegando
um a confessar que perjurou. Bis as ideas rel -
,-giosas do i luslrado sebador.
E a qneUo religiosa ? Nao sera ella a es-
phinge que peJe urgente 'olacio ? Naooccupa o
no iccupara por mint tempo a attencao dos do?-
sos govewios aciuaes e futnros ? Pois bem, o que
viria fazer no poder o conselbeiro Zaearias ?
No outro dia, sol'.aria os bispos sob pena de
aer incon r.i entrada para o gabinete, principalraeote para
quera pretende que so aos ministros cabe a res-
ponsabilidade pelos sctos do poder moderator.
Soltos os bispos, Zcontinuarira elles na carreira de
sens crimes, e o governo do Sr. Zicarias Ihe
maodariara publicar o Syltabus em todas as dioce
zes, cum minuciosas instruccfles ; no dia seguinte
revogariam a conslituigao, onde Ihes conviesse ;
sujeitariam as suas ordens todo o jesuitico gover-
o ao iliuslrado conselheiro, para o que talver
fosse D. Vital nomeado presidente desta provincia,
para complstar melhor asua obra. Emfim o go-
verno do Sr. Zacarias seria o imperio do fanatis-
mo e da snpersti.ao, o reconhecimenlo das prete-
ngSes exageradas da igreja, o embruteeimento e
a escravisafao moral do nosso poo.
No estado actual das cousas poderia ser outra a
poliliea do gabinete do Sr. Zicarias ? Itespondam
com siueeridadc os escriptores da Previncia.
A igreja n\> cela umpau)n) sj:i terren) ;
0 s^u ultimntuin 6 o Sy la'ms; p>r outro lado ahi
esla a *on*titui;ao do im?urioJ
Oa o Syllabus on a Gomti&teSo : nj ha meio
isrmi. Por qu! |U-?r defies se deciliria o iliuslra-
do conselbeiro ? Sapp >:ili nn >s que elle fosse con
e-ja-iat-% supjonh m>i qie awiiasse o Syllabus,
pjis se o ni) li'.esse seria nada m:no> que un
apisiatt vergonb-iso, qnal seria em.Ao o fuiuro de
nossas in.-t:tuii;o t Ujqii a pouci leriaims a
fogaeira m p.-aca pablica.
t'ora pois a p ilitiea da in la'siiu) e d j S/lla'ius ;
' a e'.li quefazsoiH fmrci, c en ama la felici-
dadj de noisa paatia dirernis b.;in alto qai seria
bastante para de Doacamiis rosse minietro, y\$ aansa mais as re-
deas da administracao sejant oolialas as mijs de
un pilot) qu^ s-.; mostri ta> mil intencionado, ou
pelo meaisiao o-U'.;o coua3ced)r du mares pelos
ifaaes deve aavegir.
Polera a Provinria negir qn o Sr. Zicarias
clivia chegar a ii is esies resaltados no poder, a
menjj que Dig Bbaodiiiassa lodas assuis ideas?
N5 > pn-e pois o or^i) !i ,eral que respondea a
nossai argai;3.>s, somente porqac atirou-nosai
desprezo jublio. Venlia ao campo da discussao
eerta e leal; examine as ideas do iilustrado con-
s"l'i.-iro, compare-as com o e taJo actual d) paiz
[ e-depois diga senaisera a raaior das felicidades
que M illust ado conselheiro runea iniis seja mi-
nistro.
0 povo e mais iatelligmle da que se pensa, di-
T.ia A. Esquiros; nao Ine baslvn oucos palavroes,
elli tanibem raciocina, e nao vota ao desprezo
que:n deaionstra a verlade e a leva a eviden-
cia.
Ao mesmo tempo que o Sr. Zicarias nao era
ininistro, defenderia os direitos do povo, projura-
' rid impelir os abuso. do poder.
Nao seria isio tao bam, attondendo a que, no
go'erno, em vez de d-fenl'-r, elle offendcria os di-
reitos mais sagralos dj cidsdao, as verdades mais
fottdameataea da con-tituicao?
Bis, pois, em ayalhese a's nossas ideas ; a Pro-
tincia deixou de laj a qnestad, dizendo votar-nos
ao desprezo public), a qua vive cond^mnada.
EntreUnto o que dissemos depais da declaracS),
j.i niuito te.np> antes o dissora a Republics, no
BumoirO de (i de janbo do aino passado:
0 que seria deste paiz se amanhi o impe-
rador channsse a direccio do gabineie o Sr. Zaea-
rias?
Sjria naia unnos que o signal de uma con
flagracao religiosa, acendendo o fach) da guerra
fralrieida.
c Se ha -im homm impossivel para o governo,
einjuinto n.i) l'6r abolila a rehgiao do estalo e
este iftostre sonador, caja piedade inabalavel e
intransigent j ameaija perturbar a paz piblica, e o
ben e3tar do paia.
0 que disseiDC-s, pois esta na consciencia pu-
blica, e o escriptor da Provincia perde o seu tem-
po, remaodj contra a rime
Por infelicidads, dissamos nos e repeliremos a
palarra do Sr. Zicarias e ja suspaita para o paiz,
que esta acostuuud) a apreciar as suas incessan-
1 as i ml.-adiooe-. D; mosmn moio que elle adjra
hoje o qiie.|ieiini ainanha, com) por mais de uma
wi o tem feilO, assim tamben aceitara auanhi a
pasti se a fitalilale o pennt'.ir, e eatao pjdero-
in>3 diter qae u-ti perdiao o imperio.
QieoSr. Zicarias, p ,j<, nunca mais seja mi-
nistro, e que defend* os direitos do povo. e o paiz
Ihe Bean ewaJecido. Emiainto, poren, nio
provarpir facias qae e*ta disposto a eumprir a
sui promess-, o paiz tera o direito de dize.--
Iha :
E.r fru:tibus eorum cognossrlis eos.
COLLEGIO 04 S4NTISSIHA MADE
* run -. IB V DlilECi;\0 BS TIIILOME.W MINKRVI.VX DE ALBL-
m :bqu_ 'i'cosskll ibmrt, ooadiuvad\ fob
SJJAS MM\S d landelina de albuqukrqu: o'com-
nk:. j :hsi:v k d.olinmna op. albuqukrque o'con-
%eem todavia, qsalqner wierea 'freqwwmr as
aulas superiores, medistrte attdWMisa^So qbe se
eonveneionar.
I M iAsna>ap^i miw^ivrwi th>etc.,
sao da competenMi-(| pais oa correspondete^,
las alumnas, e bem assim a maleria #nma de
bdfdidos; e'eWes WetuTAdbs, sao propriedade
das mesmae. .
rt. J. as aflhis- bo CrjtwMW ** Santissima
Trimdade, trabajham duas vezes ao dia, de ma-,
nha dos 9 is 12 horas, e de tarde das 2 1|2 is
5 1|2.
CArt. 16. 0 eBXOTal das lolarnas e ao gosto de
seus pais, assim como a roupa lavada e engom-
raada e pTtenges, por elles serio fornecidos.
Art. 17. As petaenas indisposiQdes e moles-
ias das-internas, eao irurts-lit collegio ; oai
graves-, pdrem, a *rlora fix Sviar aos pais oa
tcorrespondentes, para providencilrem sobre o tra
oa no col-
mpx JKRSKV.
I
Artiijo !. O cAllegio dtrigido por Philomena
M:rie-vina de Albuquerque (VC.nn-ll Jersey, de
nomina S3 Om.l'-xio da Saittissima Trindaoe.
AT. 2* Asttiiowas rerebem neile instrucaao
primaria, secuodaria, religiosa, de civilidade, e de
r-^cfeio e preudas.
Art. 3. A in*trac3) primaria e :leitara, es-
cripla. contihilHade fs qnuro np?ra;5!s), no./Jes
il' (rramiiiaiica portogneza, co.'tjra cha e cro-
cbdt
Art a.1 A nstra'CSo scunJaria cornprebende
lingua nation I, fi*ao:ez. ioglez, italuuj, hislo.
na, gei>graphu e aiiiuiuelica.
Art 5.* A m-iriiccai religiosa e dada pelo ttiecis-no; a* alumoas eprendem : aoutnna
cb islii, e td>s os deveres religiusos a cumarii*
para com Dens seas pais e parentea, e em geral
e.,m a s n-ieda-hs.
AW 6"> Ainstruccao de civilidade abrange to-
do,#!i actos da vid.. de ,m,a senliora em relaifc;
c.-.r#oj pessoas de saa famiiia e com a socle
dads.
M 7*A**rticeii idereciWooWlade-de-!
s.'nlip, rrluJiCa. dwbo-b darija.
A .8.0 A instracc^o de prendas reane ji-*
i,ilM'os trabalWP WHUtUi eto8a-a c^eoie*)
borlk-lns, qjie devgsaber uma tenhura da
!>idedacU.
H
irtor
Idenvdo do^J2
aa^Jl^ ***
*
l:70Jj|7J3
*W
2w'83i
23*807
h
I
tamento, que pode ser era saas casas
legio.
Art. 18. Os feriados sio os das aulas puulicas,
salvo as quinlas feiras que, no collegio, ficam des-
tinadas a iosiruccao do recreio.
Art. 19. Todas as material leccionadaa no Col
legio da Santissima Trindadb, sao prfasdasoes
pela directora e suas irmas, oa outras senhora
com a aptidao precisa, e qua a directora jalgar
oecessarias.
Reeife. 30 de dezembro de 1873.-Philomena
Minervina de Albuquerque O'Cmnell Jersey.
A pprovo. Director la gerl da insiruccao pabli-
ca de Pernambaco, 8 de Janeiro de 1874.Joao
qarbalho.
Uoclor in Absentia
Oi profes*ores em artes, letras e sciancias, mem-
bros da clero e magistrados ; todo o medico, ci-
rurgiao, dentista e artist i, que desejam obter o
titulo e diplom de doutor, ou bacharel hinorario
Eodem dirigir se a Medicos, rua do Rei, iG, em
srscy (fnglaterra) o qaal lhes dara gratuitamen-
te todas e quaesqaer informacSes sobre a Uni-
versidade.
L.T.PIVER*Arbardrjci,,e-
dirii
Anaealiuita peltoral.
As curas produzidas pela composicao da ana
eahuita peiloral, sao realmente milagrosas.
D. Clemente Silva, qae reside na rua do Estado,
Santiago do Chile, esc'reve a nossos agentes em dita
cidade, qne haven Jo offrido atrozmente de asthma,
pelo espaco de mais de 7 annis, sem que medico
algum jamaislhe hoave3seproporcionado o-menor
allivio; decidio se lioalmente em totrar d. com-
poscao de anacahuita peiloral, e depois de baver
apenas tornado daus frasco*. descobrio com sorpre-
za, que a grande oppressao do peito havia quasi
completainenle desapparecido. No entanlo foi con-
tinuando a fazer uso delle e no flm de tres mezes
se acbou perfeiUmente curado, com gran Je assom-
bro e sati-faca i de lodos os seas parenles e ami-
gos, os quaes ja haviam perdido. as esperancas de
jamais vel o bom. Disse tambem que desdeentao
a esta parte o tem recommendado a urn grande
numerodo seus onheeidos que solfriam de diffe-
rentes affeccoes pulmonares, tao freqaentes nas
costas do mar PaciQco, na America do Sul, e qne
seus boos resultados tem sido universaes.
[MMERCiC
JUNTA DOS CORKETORES
Pnira do Recife, f 3 de ntubro
de 1874.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACORS OFFICIAES
Djsconto de letras 10 0|0 ao anno
u. oe Vasconceilos
Presidente.
A P. de Leraos,
Secretano
\e jtiimsaio
d^m do dii
ALFANDKtJA
J- au I a 12. .
13
360:381*753
13:286^076
373.667^829
Descarregam hoje H de outubro de 1874.
Barca portugueza Pereira Barges lagedo para
o tr..piche Conceicao, para despachar.
Patacho inglez Ntreus kerosene para o tra-
piche Conceicao, para despachar.
Lugar Inglez//e&e-farinia ja de^pachada para
o caes do Apollo.
Patacho sueco Magnus imagens ja despacha-
das para o caes do Apollo.
ItnportHCJEo.
B igne austriaoGf/'o/d/no, eatrado da Triestre
eai 13 do corrente e consignado a Phippi Brothers
& C, manifestou:
Fannha de trigo 3,036 barricas aos consignala-
rio3.
3E^PA"HOS DE EXPORTA>A0 NO DIA 12 !>!
OUTUBRO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No brigue porluguez Triumpho, para o Por-
to, carregou : T. A. Fonceca & C. Successors 48
saccas c^m 3,531 i\t kilos de algodao.
Na navio portuguez S. Lourenco, para a Ilha
de S. Miguel, carregou : M. B. de Figueiredo 7
saccas com 336 kilos de algodao.
Para os portos do interior.
Para Macao, na bare-5a Silvina, carregou :
C. J. B. de Anlrade 1 pipa eom 480 litros de
aguardente : para Ceara-Merim, II mteiro Junior
& Fernandes 4 barricas com 313 kilos de assucarf
refinaao.
CAPATAZIA
tndiruento do dia i
i(B do dia 13
DA AliFANDBUA
a 12.
6.061*88i
349^238
6-111*119
VOLUMES S*HJD08
Mo dia 1 a 12.....
No dia 13...... .
'r.meira poria.....
-"erceira porta.....
Trvpicha C;nc''"o .
12,462
156
116
545
365
13.604
rten
Idem do dia 12
' ft(Jl9
Tfcanouro povHeial de Pernamueo, 13 de odtu.-.
bro de 4i74.
Oeserrrie,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
Banco do Mmho.
Joaauim Jose Goncalves Bellrao & Filho sacam
por todos os vapora sobre
Anadia. Evora.
Aguida. Fale.
Aveiro. Faro.
Beja. Goarda.
Cbaves. Leiria.
Elva*. Lisboa.
Amarante. Barcelkis.
Guimaraes. Coirabra.
Covilhi. Mirandella.
Melgaco. Penaflel
Portalesre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Baito.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhasa.
Villa-Nova de Portiraao
Monsan.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Viteo.
Figueira.
Lamego.
Estarreja.
Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveirade Azemeis.
Povoi de Varzim.
Viania do Castello.
Villa'Nova de Faoialiciio.
Villa do Conde.
Mats ilhaa.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
=*
Companhia Indemnisadpra
do Porto.
CAPITAL 2,000:000^000.
Thomaz de Aquino Fonceca k C, successores
agen'es.
En 1 companhia toma st'guros maritimos e ter-
restres, dando nestes 0 seplimo anno gratis aos se-
guradoa.
Una do \ i-a. io n. fO.
Os reparqf q\>ti^#tf4U|fb9po de poticia s*rAo
execnlados Vf eMT#(*daf fam 0 orcmento WF
provado pelo Bxm. Sr. presidents- da provinciaj IW
impoTtaocia d,; H97in
*
0 irremtUote dara connco as obras no pmzo
de oito dias, e as cenduira nj de doas mezes.
3."
, 0 pagameuto sera tffeciuado em duas presta-
?oe ij5uas, na prjpor<-ao da servlca execuia lo.
' 4."
Para tndowsts qoe n*> vai especillcado pas
present s elausulas, ohservar-se ha 0 disposto1 no
regdlamenlo de *\ de fetereiro do cttrrente irmo.
Conforme.-^M. A. Parrelra.
O engenheiro aludante,
^^^^ Praoelsco Apolinario
;ontra
ondas.
Agente
c fa
Joaquim Joso Gon^alves Beltrao
8BRV1GO MARITIMU
l>arengis descarregadas no trapi -be da
idiudaca.
So dia 1 a 12 .....
So di* 13.......
to trapicb* Ootcaicnc .
16
1
1
18
IKiIEBEDORiA OS REND Ail LNTERNAS GE-
RAES DE PRRNAMBDC*
<4i>dimK? do dia 1 a 12 18:82'<902
lira do dis 13. 1:139*820
19:983i722
OONSULADO PROVL\CIAi>
^ladirriento do dia I a
de-5 do dia 13
12
30:206*731
2 022*067
31:228*79*
RECIFE DRAINAGE
Rendimento do dia 1 a 12. ,
Idem da dia 13......
476*700
1:140 J8i5
1:617*515
AGENC14S PROVINCTAES
Liquids espirituosos.
^endlmento de la 10 1:125*156
Idem do dia 12
610*840
*1. 9,"oMi|| sdihitte riomnas Irrtertiasj
0 irHif-'nsionislase-tHriias.
It* rO; AiHtguit}P -efaHa no Interior 10 col i Rendimenlo de 1
iKgib'S" a't'lttmtn^'W 4HrjM* as 'a'a-; d" i-ijt'^r e Hem do dia 2
Haljatiii >6'.-.e f.JJaio esta- lingH**..
*ri. fl-. '^aWtt*b*''qn** -"-liMin f:-. /., in- Gen-ros
filexie it ir.-a-ny. tM^Wku -a fn'iv, e-rre-- r c ira-j R't-adimento de I s tO
duzl<^ies;H^rrta!^|faimnaiic.lin'-iit- !em do dia 12
^WPHWiWmWll- par?, .is m: tii, ( i't -
para as-Mtrttet^MnKllM ?(J> << para ^ rtWi^-sj Parnha de lrt... -ic
5*, pi:ro ai*u*W, (unriiir-s'nw, qui 11 ua v-d Aendimanto de 1 a 10 t;Ki 5"g8
eonTPyi^f.^yiiiewMB'^e aeaeul->s. i idem da dia 11 628*712
Art! 13. \ .dsrufe{.>
Bacalhao, etc. ,
a If) l':00Vl8
*
d- estiva.
Ir8i*
67
1:736*296
ua do Commurcio n. C, 1 andar.
Anguslo F. d'OBveira k C.
A casa commercial e bancaria deAufusto
j d'Oliveira ifi C, a" rua do Co nmercio ns
42, encarrega-se de exocuQSo de ordens
para embarque de prodoctos e de todos 0-
mais negocios de commissao, quer commer-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dioheiro a pre-
aiio, compra cambiaes, e saca d vista e a
jazo, a" vontade do tomador, sobre as se-
guintes prac,as estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre 0 union bank or
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fou'lc
AC, MARCUARD ANDRE & C. e A. BLUCQDE,
VIGNAL & C.
Hambnr^o. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & FILQOS.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, 6 SEBA3TIA0 JOSE DI
ABREU.
Porto. Sobre 0 banco uniao do portc
0 Sr. joaquim pinto da fonseca.
Para. Sobre 0 banco commercia-
do para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
Maranhitn. Sobre'o Sr. JOSE fer-
HEIRA DA SILTA JUNIOR.
Bakla. Sobre os Srs. MARINHOS & C.
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
8ANQUE BRASII.IENNEFRANgAISE.
')..... i 1 '
mmmnn uc romr
Navio enlrado no dia 13.
Trieste62 dias, brigue austriaco GirolM1*, de
269 toneladas, capitao Girjlamo Gneizo, eqni-
pageai 10, cargi 3,036 barricas com farinha do
reino e 5t> eaas de acidos; a ordem.
Ntviv sahiio no mermodia.
Parahyba -Brigue inglez James Swart, capita*
James Scoot, com 0 mesmo lastro qae trouxe da
Babia.
ffiltAf.
&
conlra-fogo
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro contra-fogo
TUE LIVERPOOL & LONDON & GLOI
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS* C.
11Corjo Santo11
SEGDHOS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidi
aesta praja, toma seguros maritimos sobn
aavios e seus carregamentos e contra fog<
;m ediP.cios, mercadorias e mobilias: m
ua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
companhiTallianca
seguros maritimos e terror-
tres estabelecida na Bahk
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000^000.
foma seguro de mercadorias e dinheiro
ico maritimo em navio de vela e vaport-
aara dentro e f6ra do imperio, assim comt
fogo sobre -predios, generos
rnronn3r.i.1 seguaao o arti_
dos mUi 3 'e\t tatorua* T
iias alumna -'xiornas^
irtiga aa'-c-leAl vAiaji
' U*IO ilS
iteadiTi"ii-i de a
Fnidi.
10
1.-0.157*3
0 Him. Sr..inspector do liiesinro provincial
manda fazer pnblieb. qae em chrapri'Mento da V
dern do Bxrh. Jtr. presidedie da pftfrfttcfa, tfe o flo
Cor'rehte val a-pr'aia no dia ft. imtAe. a itin'la dd
tiiasmQ nirfsAufo, para ser arretaaiada a dueni pc'.r
rn^ttpjs fftdr a dbra dos' ra'parqi tfo'qujrttjrdb cor-
po^ porl'dra, orcada 6m'89T^50, e debatxb Ait
] cdndicoes-abarw) dehfaraias :
' As pe-soas-qnte 8epr\ipfize'reni; a esta aftc^ita-
f:006jlVB cio, c mparecam ua sala das sesJtpi"& reUstii^
Jo f*. ao'du a'cimn ind^-'aUo, ip'eto'nreiijJdHi,',ebm-;
pileutemente h-wflHtas.
B'paVa'^Mlslar se mah&bu puMllfei*p^WV*sen-!
^^^eWtaTta dfriaWmrn pfovr({cWrjfcl)j'r*erna'mi
baco, 13 de ouitfeo q W74, ,^
^stcretarlo,
2:139$789 Miguel Aft fn lau9ul- ros < qflirwI^o-cbVpo'iJe'p'olftla; "
TribuuMl io couimerciv.
ACTA DA SESSAO DE 12 DE OUTUBBO
1874.
SU)ENCIA DO BX.M. SR. CONSKI.HEIllO AN8BLM(/
KRAMCBCO PBBKTTI.
As 18 boras da manba, presentes os Srs. de-
puudos secreurio Olinto Bastos, Alves Guerra,
e o Sr. tupplenta Sa Leitao, falianlo seta parti-
eipagao v|r. depuiado Lopes Macliado, S. Jkxc.
o Sr. conselheiro presidente a brio a seesao.
Ufa; Ctrl tepols approvada a acts da sessao pre-
cedeute.
. i f' ^XPKDlENtl.
Off! io d# presidflfc e sfteratario da junla dos
corretores, remeltendo o bolhetim das cota^es
ofliciaes, da semana de 3 a 10 do corrente.Man-
douse are.hivar.
Foflisoribnlde'o livr^atarlo de Gon;alves Bas-
tos & C, e assignaram-se os termos de'iransfe-
rencia no diario de Joaqnim Teixeira Bastos.
'm A OI8PACH08.
Bjqunrinttntd* :
fte Si Leilio & C, para dar-se baa em a no-
mea^io de sem ex-'caixeiro Jose Maria Kodrigues
de Alnreida.Goiuo requerem.
Dos mesmos, pedindo qne eerliti jue-so a baixa
deseu ex-eaixeiro Jo-e Maria. Rodrigues de Al-
meida;Passe-sea certtdao requerida.
Dos mesinos, para regislrar-se' o document-.)
junto.-t Begistre-se.
De Benveaulo Buanpae & C, solieitando baixa
em a nomeacaa de Manoel Agripino de Jesus Bu-
arque, e registro da de Antonio Francisco de Sau-
I'Atina.-Diga a secretaria.
De Lebre & Reis, pedindo o registre da nomea-
cao de sen caixeiro despacbaate ioaqnim Pa is Pe-
reira da Silva Junior. -Proceda se ao regisiro pre-
teodidj.
De Silva Bast a & C, reqnerendo o regisiro da
nomeacio de seu caixeiro Modesto Carneiro de
AUinqnerque. Proceda-se ao regisiro pretendido
De Silva & Cascio, pedindo exoneracao de fis-
caes da moratoria de Aulonio Joaquim de Vas-
conceilos, por estarem prestes a dissolver a sua
sociedade. Venba pa proxltna sessao com os au-
los de moratoria, Oe qae se trata.
D.i barao'de S. Jose, Pedro Goncalves Pereira
Cascao e os herdeiros de Joaquim Goa^alres Cas-
cao, apresent3iido a registro o contrato da firraa
de fcse Victorino de Beiende & G. Visia ao Sr.
desembargador fisctl.
Di Manoel EspinJola de'Mendonga e Antonio
Jose Ferreira IteGnador, offerecendo a registro o
contrato de prorogagiode sna sociedale.Vista ao
Sr. desembargad r fiscal.
De Ednardo Jeanreueaud,natural de Allamanba,
de 30 annos de idade, solteiro, residenle e estibe-
leciio na cidade da Fortaleza, pedindo matricula
de coraoierciante. Vista ao Sr. desembargador
Ocal.
Informacao da secretaria, dada em cumprimento
do deqncho do tribunal, de 8 do correnle, e pro
ferido na peticao de Justino Torres, Tosta 4 C.
Torne a secretaria, afim de informar se nao rein
sido deferidi pretenc.io alguma cm caso ilentico
ao do3 snpplicanles.
Nao havtnlo mais n da a despachir, S. Exc. o
Sr. conselheiro presidente enci-rrou a sessao as II
hora~ e meia da Biauba. ______
0 Dr. Joaquim Googaives Lima, juiz dos
feitos da fazeaJa. desta provincia, por
S. M. Imp rial, a que Dcus guar-le,
etc.
FaQo saber aos que o presente edital vi
rem quo, em cumprimento da ordem do"
thesouro de 30 de dezembro de 18G5, e
das instrucgoes que corn a mesraa baixa
ram, findo o prazo de tres mtzes a cootar
'la da'.a da pablicac^n deste, sord vendido e
arrcmatado em ha>ta publica celebrada na
comarca de Itambti, a quern maior prec,o
offerccer, d vista ou a prazo ate" 11 annos
quando muito com j-iros de 6% ao anno
pelo tempo da dcmoia a comprehensao de-
onminada, Buraco doexlincto vinculo
de Itambc, sita naquella comarca a qual se
cha av^liada em cinco contu-s do reis e
contem segundo a medi^ao a quo so proce-
deu e consta dos autos aextensao seguinte :
do lado do lesto 1,110 bracas, do lado do
norte 409 bracas, do lajo do noroestc 632
braQis do lado do poento 411 bragas o do
lado do sul 031 bragas, sendo todo o ter-
reno proprio para a cultura de mandhca e
outros legumes o Gcando certos os interes-
sados de que, tanto por tanto sera* roferido
o lango do posseiro re-pec'.ivo, na coufor-
rnidade da ordem do thesouro, n. 15 de 23
de Janeiro de 1874.
Recife, 15 de setembro de 1874.Eu,
Jos6 Francisco do Rego Barros, escrivao, o
subscrevi.
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda,
juiz de direito especial do commercio nes
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e constitutional o Sr. D
Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber p^lo pceseate que no dia 22 de ou
tubro do corrente anno, se ha de arrematar por
venda a quen mais der, em prac,i publica deste
juizo, os objectcs seguintes :
10 fra=eo3 d'agua de Colonia gr-indes a 2 -,
20i, 77 dilos de dita pejuenoj a^JO rs, 534100,
4 duzias de fras-Oi d'ajua divina a IS, ii. 9
frascos com ex'ractos diversos a 8i)0 rs., 7i2i0,
1 caixa com pcrfumarias por laGJO, 7 f aseos de
essencia de oriza a 8:X) rs., 53(500, 3 portas a
U500, 4*500, 10 frascos Coin banha a 500 rs.,
54010,15 boiojs con dila a 240 rs, 3J560'>, 2
frascos com agua para dentes a 80'J rs., 14600,
196 latas com banha de t.imbo- a 100 rs., 19 6'J),
72sabonetis a 160 rs.. H45iO, 23 duzias d-i dftb
a400rs., ir-llO, 2 dirzlas de dito a 2 ~, 44. r'9
pacotescom pos de arroz a 200 rs.. 134800. I
oanviras (enfeit4s para meSi) a 1 -oOD, 3 4 '00, 1
dnria e meia de eVism,-toque* a 142)0. 1,800, 1 li
br? de ret rot preto po; 1240)0, 9 caitas com Bar-
ritei'de retroz a'3), 27;. 3 ilatias u meia de car-
riteis de ditc a 23, 7?, 142 meiadinhas de dito a 20
rs., 2i8i0, fB7 hbr,-s di lima de navel!) a lio'W,
250 50, 10 meia las de linlia para bordar a SO
rs., 9K) rs., 131 i/loi-s mi?n d) dita a 200 rs.,
264700, 16 ditos de d:ta dita a 14540, 2i 00, 23
caixasde liana par.i m*r-ar a 200 rs., 446)0, 31
caixa delinha de 10 novell-is a 1O0 rs., il 'tOOi
10 meiadasdodita a 100rs., O, 2icsixas tun li
nha do gaz a 500 rs.. U'OO\ 13 dnti.< de c.rn
teis de linha Alexandra q 11. I'. 24 duiasde Iitas
ditasde Hamburg> aS'Ors., 12-, 19 linra-. decor
daj para vestido a 1 50 28 300, 3 pegas dn
trancehm deborraoha a 3J0 rs.. >J6 2 ditas de
dit.'s brands a,640rs| 28". 2 novellos de trin
celim.firetq a 1*400 2.800,.4-duzi-w e tnc'u e tran
cplim para'relogio a l"00d, 4,'pSOO 5 du laseioeia
de collarjobps de'panno a 5U, 27 oO ',3 Iitas dq di
las a \%,lit,l caixa com boracha para punho
por I 2O0, 17'lu'zias e rn 13 ,de grampos paja ca-
becaa 2 rs, 350 rs.. #2 libra* de dito; a 5t0 rs.
41 i, 52 libra* de ditns a 3i0f#,, t8 6i 16 H.con
vaspara uWras'a 360rs. f3J7W.I 0 meia doxiaj
de escov s para d-n? 3 >, 7*500, 10 duzias da,
ditas a 4 .0 000, da is de dita- a 2 500.-
12 500 7e=covas pan nurfas a 30) rs., M Oj
I dita oara fatu por 80^ js., 5 dn'.i .s 4 es^ovasj
(rftiauatjanW X>l"A'u>A* Je 0-rdS-s ara vio-
d?-f 3.^ .(2i diuias :\- orla- jara diU a]
!0 ft, l0,irt>uia, de b(,loJs^e ou Ir-iyer.ilapa-;
ra punho p r 12 ft e'di-'ia diir.ias de boto-s da
oWipW'a'hlahrf : rl., B\ f. W pSK- *> <>-
t<3 para pniibo a 2ij| rs..11,480, %A\ui* e ra la,
de ditos d.Wara^latl'.t b"i' +100,1 do .*-
derltt. ir^i'lv pWUlMefcr"* iBtt r*.\ 1 260, &
bfli>isji Hh ts6>)>llh m-tal p-ira csl;i a 30JV-.'I
t WP'7ir iM de dittn di o rs.j-9ti:'!W*Vos8 d-e duns ditn para ditas a'
I ' j.**tseda par#fl(tbs a^JB&rs^ s.'t' $rtH "a>'W de
oso para dilo a'l, t 217 aboioadtir** dfrersas
fiH 'tllty a *03 r3.. Mfltt>, 6 'ditas para *to por
J},'lT*g>Ja de ffot6ei de seda para Testido a
IJ200, I3s200,17 grosas de bol5e3 d* ljuc,bran-
ca a 60x*, 1 SOW. IS gros-is de dila de louca pin -
ladaa it)0r.,2.j4Q0, 7 duzias da botoi* pra
abertbin a 800 rs., 3 -600, 9 ciiaas com ilhozes a
310 rs, 2--880, 2 railbeiro* de ilhozes a 400 r? ,
1*800, 18 volus de aljofares com cassoletas a 320,
rs., 31730, 4 toltas grades de-conias a .600 rs.,
2J000, 19 ditas de ditas pequenas a 160 n.,
3i0i0, 13 rmtssds de tnlss-sangasde cores a 1:200.
153600, 22 colheres de, forro|a 20 rs., 440 rs.. 9
espartilhos a 4/000, 361000, 2 doi as de molas
para ditos a 1*000 2 000, 14 espelbos pequenos
de columnas a l\2O0, 161800, 74 dites de qnalro,
sortidos a 200 rs., 14;800, 4 duzias de caixas com
ejlclietes a 700 r., 2 800, 3 e meia duzias de col-
ehelesem carieiras a 8uO rs., 2.800, 4 emeio mas-
ses de aliinetes a 1*200, 5"400, 25 duzias de Den-
ies t avessa a 1 ;O00'*530TO, 48 pentes de mar-
Gm para bixos a 41000 frduzia, 16'000, 131'dilos
de inassa para ditos a iOOrs., 13 >400, 3 dilos para
cdeo a 400 rs., li200, "8 dilos com lila para dito a
500 rs., 4 000. 3 e meia duzias de ditos para ali-
saralsSOO. 5J760, 20 ditas da duos a 2 000,
40*000, 8 ditas de ditos a 2,500, 201000, 17 diias
de ditos a 3j00u, 51J600, 11 pares de meias para
comem a 400 rs., 4;40J. 13 voltas de eoral a 800
rs.. 12.00d.
Uma duzia.de ditos para homem p ,r 34500, 6
duziasde dilos para meninns a 24600, 13.600, 17
toncis de' H a 500 rs., 84500, 23 pares de sapati
ahus de la a 300 rs., 7^500, 7 pares de ditos para
baptisados a 1S200, 8-5100, 6 pares de botinas para
seahora a 5.JO0O, 30 rOOO, 7 ditos de ditos para me-
ninos a 3:000, 215000, 10 leques a 14500, 154, 2
caixas de bufalo para rape a 600 rs., 142-iO, 2 du
zias de caixa de cburabo para dito a 14200,24400,
11 duzias de dilas da rail para dilo a 14500,164500,
65 estampds coloridas a 80 rs., 2.-800, 22 duaias
de rsasarlos a MO rs., 8*800, 8 dnziis de fivelUs
para calcas a 800 rs., 64400, 21 duzias de ditas
para ditas a 240 rs., 5*0i0, 3 ooulos de armaeao a
320 rs., 960 rs., 9 baralhos de eartas a 300 rs.,
148OO, 28 duzias de pavios para candioiro a 160
rs., i.-' 180, (9 duzias de caixas com lamparlnas a
14, 104, 6 jogos de-vlsoora a 700 rs., 44200, 14
jogos de doininb i 600 rs., 8.400, 3 redes para ca-
bello a 14, 34, 9 pares de Idva de seda preta a 800
rs., 7|i-0, 12 gravaias preta por 1*500, 3 anus
de gorgorao a 400 rs., 1 *200, 7 adere^os pretos a
800 rs.. 5*600, 16 pares de brincos pretos a 3K>
rs., 5*120, 3 dutias de dito*ditos a800 rs, 2*400,
3 l|2 dutias do ditos ditos a 600 rs., 2*100, 2 1|2
duzias de alfloetes pretos de camafeu a 480 rs.j
1*200,23 duzias de rosetas pretas a 600 rs., 13*800,
3 correntes pretas de borracha a 500 rs., 1*500, 3
bonecas a 200 rs., 600 rs., t caixa com calongas
por 40*, 3.6 pepaa de Bta'de cos a 300 rs.,9i*80),
1 masso de lita da lintio por 4'W rs., 1 pe;a d^ lita
de sarja verd^, larga por 8J, 10 pegas d^ dit s
diu n. 1 a 400 rs, 4*. 7 pecas de Gia de seda a
1 a 300 rs., 24100, 37 dilas de dita n. 2 a 200 r
7*100, 29 ditas de ditas dita n. 4 a 320 rs., 9*280,
i 1 ditas do dila n. 6 a 600 rs, 214600,1 carlao com
pcQas abertas de lita de sarja do: 124, 12 pecas de
lira da seda lavrada n. i a 800 rs., OflOOO, 41 dilas
de dita n. 6 a l*"2 iO, 23*200, 1 cartao com pecas
abertas de lita de seda n. 1 e 1 e i|2 por 2*500, 1
carlao com pecas abertas de lita de seda n. 6 por
">i, 1 can io cum ditas ditas de lila de seda n. 9
por ')). 17 p.cas de Ota de seda azul n. 6 a 800 rs.,
13*600, 5 pecas de fila de velludo catreita e de co-
res a I*, 5*, 12 ditas de ditas a 800 rs., 'J^G.'O, 54
uitas de dila dila a 400 rs., 2IG00,9 ditas di ditas
de velludo preto de diversos numeros a 500 rs.,
4*500, 1 cat tin om pecas abertas de velludo por
15*, 1 dito com lita de velludo em retalhos por 63,
11 pecas di lila elaslica branca a 100 rs., 1*100,11
pecas de fi'.i de algodao a 150 is., 1*630, 8 grosas
de botoes de madreperola para camisas a 1*200,
9*600, 10 pegas graodes do babadinhos cstreilos a
3*, 50*, 19 ditas pequenas de dilos dilos a I*i00
20*600, 53 pejas de entremeios bardados a 1.200'
03*600, 3 pegas de galao de seda a 500 rs., 1*800,
4 pecas d.- gxlao de algodao a 400 rs., i*6<)0, 11
ditns de dito dito a 100 rs., 4 400, 22 macos de
Iranca com blco a 500 rs., II*, 13 ptcas de tranca
"isa a 160 rs., 2.-400, 31 ma50s do dita preta a 2n0
rs., 6 2m0, 60 ma; s de tranca de caracol a 300 rs.,
19.800,25 dilos de dita dito a 500 rs., 12 -500, 18
ditos de dita a 300 rs, 0 76), 10 ditos do dita de
la encarnada a 10 rs., 400 rs., 94 mctros de bico
de seda branca a 300 rs., 28 200, 41 metrus de dito
dita preta a 30 1 rs., 12*300, 530 jirdas de bico
francez a 40 rs., 22 i, 30 ditas de reuda franceza a
60 n., 1:800, 8 pegas de bico de crochet a 1.6O0,
12,800, 60 jardas debico de ditoa 100 rs., 6J, 5
pejjs de dilo dilo preto a 2*, 10 62 covados de
vulante branco a 240 rs., 11 880, 40 ditos de dim
amarello a dito preco 9?6C0, 2n0 varas de galao
para armador a 160 rs., 32}, 12 ram os de flores a
6 0 rs., 7?200, 8 bonecas para p6s de arroz a 16)
rs., IJ280, 7 libras de la para bordar a 4 500 27 -,
3 medidas para alfaiatrt a 300 rs.,900 rs., 33 car-
teiras a 210 rs, 8 400, 2 milheiros de agulhas
francez^s a 1-500, 3 21 duzias de dedaesa 12)
rs., 2.-320, 3 aguleas deosso para la a 160 rs., 480
rs., 1 e 1(2 duzia de lesoura a 3i I duzia 4 500,
17 botijas com tinia roxa a320 rs.,5:400, 3duzias
de boioes com dita a 11600,4 8uO, 2 caniveUs
grandes a 400 rs., 800 rs., 7 duzias de canelas de
II mdres a 100 rs., 700 rs., 3 duzias do canelas de
u-adeira a 120 rs., 360 rs., 3 rt-smas de papel pau-
lado a 4% 12), 20 carlojs de papel amisade a 600
rs., 12'% 63 com en.'ebpes branco a 4:0 rs., 26..
2 dito-com dilo t.rjados a" 600 rs., 1:200, 16 du-
zias de lapis de cores por 14.100, 19 grosas de lapis
prelo a 2 :S40, 7*5 0, 3 grosas de crei5.-s a 2 600
7 ;-800, 6 0 1(2 duzias de lapis para carapina a 3 a
grosa 1-621, 17 duzias de papeis de rebique a 700
rs., 11J9.0, 1 espelho dourado por 6>, 1 balanga
peqnena por 2 ?, 1 armaeao en-ernisada e cnvidra-
gada, ja usada, com balcao, arandellas para gaz por
350?T00; cujos ben= vioa praca por execucao de
U. Anna Cecilia da SiWa Guimaraes e outros, con-
tra Pinheirro Chaves.e acham-se sob a guarda do
depositario geral Manoel Gongalves Ferreira da
Silva.
E na falla de licitantes que cubram 0 prego da
avaliagao, sera a arremalagao feila peb preco da
adjudicacao com 0 abatmentoda lei.
F para que cbegue ao conhecimento de
todos, mandei fazer 0 presente que stra afli-
lado nos lugares do costume e publicado
pelos j >rnaes.
Dado 0 passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco, aos 12 de outubro do
1875.
Eu, Ernesto Macliado Freire Pereira da
Silva, escrivao, escrcvi.
Recife, 12 de outubro de 1874.
Sebastiao do Rego B.irros de Lacerda.
intimadosaos iredofe* Incertoidi execnUda.par*
que cemparecam n'este juizo denlro do prazo V
de 10 dias, a Bin de alleg.real 0 qNio for de justica.
E para qae chegue ao eopbeeimenio de todo*
mandei passar 0 presente, quo sera pnblicado pela
imprensa e afflxado nos lugares do costume.
Cidade do Recif", 10 de uufut.ro de 197%. Bo.
Manoel Maria Rodrfgh?g dn Nascjmento. eserrtie.
0 sdbscrevi. Rscife. 10 de^Wiobro de 187*.
jSebaslido do Rego Rarrm Ue Lacerda.
A camara municioa) dna cidMe fai pnbti-
eo para conhecimento dos mteressado>, qne a li-
eenra, dada aos capataze*, ulliadorw, aufarefes,
ajudantes oa aprendizes, vaferi somente por awn
anno, e a falia della nos printros 18'tat do an
de outubro do anno liuanceiro municipal efliva
lera a perda de empreg contowat deaenaha o
artigo 231 das postoras manidpaes de 26 de in
nbo de 1873,
Pa<;o da camara monicipal do Re:if<\ -(
de setembro de 1874
M. J. do Rego e Aibuquerqu",
President*.
Francisco Aagusto daOjsla,
Fecretario.
FACULDADK DE DIREITO
De ordem do Exm Sr. c mselheiro, director fag
publico, qne do dia 20 do corrent- ate rO > 00-
vembro pr jximo, esta aberia nesta secretaria a
incripgao para os exames de Kngoas, de ooafer
midade com 0 aviso imperial de 27 de setemkro
de 1872.
O que se pretend r in*creer, devera fate lo p>r
meio de requerirni-nio o nlesno Exm. Sr. e*n*e
Iheiro director, declarando nfto ta msteria em
qne se tem de iasrrever, cn tnbem aqne*l on
aque'las em q le ja liver sid 1 ap^rnvado, a Mi iga"
e nalurali lao -. e i-xhilira alteslado do "itTtetor >
collegio ou pr>d >ssor que o hoover eiMnado, eer-
lillcando a sna habffitacao e e a Irtra do req;o-
riraento e assigna'.ura aid i> proprio punh) du
examinaodo.
Dj ordem doDxii: Sr. conselheireiro director,
vi'conde d>^ Carnarayilie. e fit pnhlico, qne du
dia 15 xfi. 21 do r.irr.mi-1, f-ta aberta a segnada
matricnla de en-errampnio, de conformidade eom
0 artigo 65 dos eai^tnt >, podendo desde }i aar
eflectuado 0 pagiineuto da laxa, no lugar compe
tenie.
Secretaria da faculdade de direito do Re-
cife, 12 de outubro de 1874
0 secretario,
Jos6 Ilonorio B. de Meneics.
Kstara ainda em basia pnbhea, nos dias 15
e 22 do corrente, peranle a camara manicipal
desta cidade, para ser arrematalo por tempo d>
um anno, por quern miis off-.recer, 0 alugnel do
-obrado sit0 na praca do Corpo Santo do Recife
n. 9, por 725*000, c us impostos de capita de
planta por 507j2O0. e 320 rs por cargi de pei-
xes exposta a vend) no merea-lo public>, por
12.OOP. afl| *
Os prelendenles devcrfu aprvsenlar se habilila-
dos na forma da lei.
Pago da camara municip.l de Olinla, 8 de
ontabro de 187i.
Barao da Tacarunt.
Presidente.
Marco'in 1 Uias de Araujo.
Secrdarit).
u^CI
MACKS.
Estrada do ferro k Olinti:.
.** 11 I i p a s
i^t3d^>
Esta (T.mp-hli: i con-
pra sulipas do cilicica.
de 9 palmo9 de compri-
mento sobre 9 pollegadas
de largo e 4 de espessura
ou grossura.
G gcrente,
L. J. de Mirandu.
'--
Recife!
parted
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do commer-
cio, nesta cidade do Recite e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco,
por S.* M. I. o Sr. D. Pedro II, a qu-ra
Deus guarde, etc.
Pago sabor aos que 0 present: editat virum t
d'elle noticia liverem q'ie por este joizo esp : i il
do exnmercin, <-orre uni autos de execucao de
sentenca de Arminio Pessoa de Albuquerque, como
cessiunario de Joaquim Silvador Pessoa de Siq 'eil
ra Cavalcante contra a directoria da Caixa Filial
do Banco di Brasil n'esta provincia. E tendo as
f.! 1 a penhora em dintaeiro existente na thesou-
raria provincial pertencente a ejc-scutada, fora
pel 1 -oliciia lor Birnardinj da Sena D.as, pr.icura
dor d) exeqtiente, feilo 0 requerlmedto do seguia
le t"rrao :
Aos 8 de outubro de 1874, na cidale do
em publica audiencia que aos feitos e
div* o Jr. juiz de direito especial do craraerciol
Sebastiao do Rgo Barros de Lacerda, n'el!4
pelo SollCit.id>r ll.-rn.ird n -. de S.-ni Di >-. proeuj
rador di exeqnente A minio Pe-soa de Albuquer*
ue c-iino ressiuo.irio de J0 iqnun Salvador P<-asoaj
e Siqueira ivilc.mto, fdra accusad* apeniora
f-itd em diuleiro exisie-ile na lo-souraria proviu 1
clal pertenceut-a cx^cimda, e raqueMi que fl-j
ca-sein asuigualjs os 6 dias 1,1 lei a peoh ri fei
e 10 dias aos rsre-lore* I'nceVtoV.'piiSTlnaVsfl effi-j
ta-s ; o me ouvidj pelo ink, boute a pfnboraj
pur frtita e acru i 'a, us 6 dias d.i lei p r assigua-!
lo-, e tamhem 0 10 Ji'as" aos cred na- in.-eri s, a
o mais pur d-*fHiid n 1 forma r^-qiurt-U, dHp.iiij
do iinu.l.ir af;r, -j 1 pel p rltiT" In ;ui bi^n.ij
que b'tez ni f < n do y' 'Ware 1- -Ui-
presente .. s -lie t .1 lo, 'Mi^JU de \ln-i la Per-,1
nimooCo, pftenNto' *x. ;ut mala, if -i 1-1 jo t 1 -a ; d>> pu t" > [if*
>nth ettraa::>i |, ;,[,,., 11 qk< mmeneM
jnnt i a e\irti t.-r nj de p nh >r qo
st segu^m J
So.9^cinJ'i> II' Mir.di Cunh., ej.-.r.'u-Mi!,!
JuramtntaI >, .1 Ba/ViuoM Mini R. In-
gilBs'do as ; 1, erfttft, 4 #ufc*lvi.
Pi^fuXa d Ti'-n I -pacli ;o e.-crivio
co'letes'. I 288, 18'tWO. 8 ciix*' de Mt8j-ifc,|a-r 0 pres.r- lo ri.'Yhiin*; nti -
Institnl:) itickailcgein c IJwgra-
piiiei) reraaitihiieano.
Haverii scssuo ordinarin quiuta-feira, I >
do corrente outubro, pelas 11 horjsda tnt-
nha.
OH DEM DO DIA
i. Quesloes adiadas.
2." Parccercs e mais Irablfboi de com-
missoes.
3. Palestra litteraria.
Secrdaria do Instituto, 12 do outubro 4j
1874.
J. ^OAKES b'AzEVEDO,
Secretario perpetuo.
Sociedade propagadora da
iiistrucQao publica
A' requisigl) do cmselho superior ao presiden-
te da assemblea geral, e nova-ncnte eonvocala a
reuniao de todos os socios pra 0 dia ISatoeor-
rente, as 6 horas da tarde, na rua de Pedro Alfon-
so n. 29, aliui de ser discuiida a reforraa dos es-
tatutos.
Secretaria daassemblea g ral, 12 do outubro d-
1874. -0 2* secretario,
_____________________V. de M. MeTlo._________
Obras militares
Convida se as pessoas que se quizerem encarie-
gar da execucao do forro e pintura da eapella d-
ho pit.il mditar, ni imparfaaeia d-869*, a apre-
senlar suas proposlas em c.srta feehada, a 19 do
correnle, ao meio dia, na reparticio das obras pa-
blicas, onde desde ja se acha 0 urgamento.
Pernambuco, 12 de ouiui>ri de lc74.
Chryssolito F. de Cistro Chares,
Engeiihi'iro d obr^a mi!iUr-
Monte Pio Portuguez
Nio se tendo reuniJj cumera legal de senhi r -
socios para constiluir assemblea ger^l, u do.nin-
go 11 do corrente, sao de njvo convidad.ts par.i
domi-igo 18 do correnle, us I horas da dia, par.
a merino Cm, que tera lugar com qualjut-r 1.
mero.
Secretaria do M n:' Pio Portugu<-z, 12 de onto,
bro da 1874.
0 secratarm.
Joaquim Xavicr ieira Liga.
H je 13 do corrente met, di-p os da an 1
cia d) Dr. juiz subsiituto da 1.' vara vai a pra-. 1
de venda a peqnena armicio, em mao pudo. aV
mad.-irade louro, da loja a. 13 da rua d<-. Marr:
ho Dias, avaliada po- 25*, por execa>;ao de Galdt
no Aot-nio Alves Farreira contra R>is d< N
mento 4 C.
Faco sciente aos sehor.*s pos-midores de car-
ros de passeio particulares e de alnguel. c.irn-
ei e mais vehiculos de conduce^ > u-sla cidade e
seus arrabaldes, que de conforuiid.i.1- com o ail.
33 da lei do orcaraeoto vigenle, deverio vir de:
Iro do pruo de 30 dias, a esta repurttclt) par..
procedersea reoova,ao da numeral-mo-mesms*.
sob pena de serein appreheodidos e muliadsK is
resp-ciivos donoa, .
Consalado provincial, 6 de outubro de 1874.
0 contiouo.
Antonio Carlos de Lmku Duart
SATA CASA. OA lU>itRlCUK 1A*0
RECIPK.
A Hlma. junu administrativa da Sana Ca da
.1 sericordia do P.ecife, masda tkutr pnhlico quo
la sala de suas sessoes, 0 dia 13 de ounil ro, ^1
a> 3 horas dp-tarde, teai^Ar artemaudae :
|uem mais vaniagens ofiarecor, pelo tempo de am
i y "s annos, as. rendas flos predips em sefaida
i ^^^p^^gjip,!^ fijLfciDMiB.
Rua do S. GiB0ib.
:asa terrea n. {feehad>. 260*00X1
Rua das CaicaJas
Item n.36 i ii...... 121*000
Vidal de XegreiTM.
!a a terrean.HH......aN5'>'
Idi'inn. 4.........WNDf
Rna larga do Rosarto.
! i-Mit e loie^o llav .
! -.n.Ur n U v.......
I.- in la* n. HA
"tea Antonio Heoriqnda.
TiMi tt 'Sfi -
!*' ..'drtd% Cim.
t> 1;, .
3!0*"<>
40SflMi
5"5l*OHO


a-
Utoo de Fenrafflriuou Quart* feira I4r de (ktaibro de 1S74.
386,1000
00000
do Corooel Suassuoa
! fader do brado nuroero 9i .
PATFiMONIO DOSOKPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea n. Si feehada).. .
Beeco das Bolas.
Cast Ierrea n. 18.......4SM00C
Rua da Lapa.
Caenterreaa. II. ...... Xttuooo
Roa do Araorira.
Sobrado de indares n. S3 -054.000
Casa terrea n. 34......22*000
Ruar do Bugoe.
Casa ierrea d. 34.......IWdOOu
Roa do Vigario.
S* andar do sebrado a 27 .
1* aadar do mesmo......
Loja do toetmo........
Roa do EncanUmento.
Sobrado de S aodares a. 13 (fecbada).
Roa da Somalia velha
(demo, tf.......
Rua da Guia.
Casa Ierrea a. S8 .
Idem n. 19 .... JOlJoOO
Roa da Crux.
Sobrado de 2 andarea n. IS (fechadai.
idem a. 14.........
Roa de S. Jorge
Casa terrea a. 100 (feccada) .
idem a. 103 ...
*ua do Anipare )Olioda)
Casa ieroea o. IS (fechada)....
Os pretendentes deverau apresentar
*rwnuUacao as suas fiancas,
acompanhados dos respect ivos
243*000
340*000
300*000
1:400^000
209*000
509*001
00*000
tiOOiOOO
241*000
207*000
2W*000
do at to da
ou eomparecerem
liadores, devendo
pagar alem darenda. o premio da quanta em
aae far seguro o #redio que contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o servico da lim
peia e precis dos apparelhos.
Seeretana da Santa tiasa daJM-iserieordia do K
eife, 17 de sateinbre de 1874.
0 escrivao,
Pedro hodriauei de .Sous a.
foMiipaBliiii Fidelidade
teguroi aHuritiiuo* e tcrrewtres
A agenda desta companhia totna segnros ma-
ritim s e terrestres, a iiremios razoaveis, dando
oos ultimos o eolo livre, e o setirao aano gratuito
ao segurado.
Roa do Viseoade de Itaparica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
__________________ Agente.
Inspeccio de saude do porto de Pernambuco,
5 de outubro de 1874.
Por ordem do lllm. Sr. eommendador Dr. Pe-
dro de Atbayde Lobo Moscoso, faco sciente que
os navios que tiverem de carregar eouros verdes
ou outra qualquer substancia que exhale mao
cbeiro, ou descarregarern carvao de pedra, nao o
poderao fazer senao no ancoradouro, perto do
pharol, e que nenauma reclamacao sera attendi-
da para deixar de ser cumprida esla ordem a
pretexto de ser p-quena a carga ou descarga.
0 que se faz publico aos senbores donos ou
eonsignatario* de navies, para a devlda execuijao.
0 secretario,
Felix de Cantalice da Silva Lobo
FUHDICAO
DE *
0. Starr & C.
Sao convidaJos os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras e coiitas vencidas ; sendo que nao o fa-
zendoateodia 30 de outubro proximo vin-
douro, serSo vendidas em leilao. Poderao
comparecer ou mandar ao escriptorio da
fundicfo ou do testamenteiro H. J. Cannan,
rua do Corcmercio n. 40.
Conirnt'(\'io da pontc para a alfan-
dcpi De ordem do lllm. Sr. inspector da thesouraria
de fazenda desta provincia, se faz publico que es-
la em concurrencia a construcjao da pome per-
maneote desti *ada a descarga de mercadorias na
alfandega dc.-t.i capital, eonforme a planta c orca-
mento respective, que se acham na secretaria da
junta da meson thesHurana, e poderao ser con-
sultados pelos pretendentes ; cojas obras forara
maad-sdas executar peia ordem do thesouro na-
tional, n. 73 de 11 de igosto findo, no total de
299:3o9^i00.
Os pretendentes, qu do Rio do Janeiro, Baliia, Pernambuco, Ceara e
Maran^ao, deverio apresentar suas propostas em
cams fechadan, as quaes serao abertas em tes-
sao da juuta de 17 de dezembro do cadenlt anno.
Tbesonraiia d* fazenda da Para, 19 de setem-
bro de 187V.-Raymundo daSilva e Cunha, secre-
rio da junta.
CacWra de W fltawe 3S# lira Ml
Ditas de S.* dita 24* 'Mem
N. B.-O pagameoto da priaeka metade se faz
no dia de safebado 17 do eorreaie, e a segunda aa
qointa reoresntacio.
AVISOS JViARlTIMOS.
Pacific Steam Navigation Companj
ROVAL HAIL STEAMERS.
icoftcagua
(66 4106 TONEADAS)
Espera-se dos por-
tos do sul aid o dia 25
do corrente, e depots
da demora doeostu-
rue sefoira para U
Lisboa, Bordeos, para onde rocebera passagetros,
encommeDdat, e dinheiro a frele.
N. R-Nie saftrri ante* das tres boras da ttr
1e do dia da Hia chegada.
AGENIES ?
Wiltwn Bovr C.
tiPRACA DO COMMERCIO-1
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
________Rua do Commexcio a. 41.________
Para Lisboa.
Pretcnde segnir eom brevidade o liigar portu-
guez Julio. Para earga e passageirtf, trata-se com
os consigDatarios Tbomaz de Aqumo Poncrca &
C. Successores, a rua do Vigario n. 19, primeiro
andar.
Aiian
Vai sahir para o Araeaty ate o dia 22 do e r -
rente obem cjnhecido hiate Flor do Jardim, para
u que ja teiii metade do carregamento ; e para o
res to trata-se com seu proprietary Joao Jose da
Cunha Lages, a rua do Vigario n. 33, ou a bordo
ao ne* da guardamoria, armazem de Luiz Roc ha
& Companbia.
0 brigue portuguez Triumpho, pretende seguir
com rauita brevidade: para carga e passagetros
trata-se com os consignatarios Tbomaz de Aquino
Fonceca C, successores, rua do Vigario n. 19
Campanhla de navegacAo a va-
por bahiana, liaaitada
Macei6, Pcnedo, Aracajti o Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 20 do cor-
rente o vapor Gastao de
Orleans, o qual seguira
para os portos acima no
dia seguinte ao de sua
chegada.
ttecebe-se carga, encommendas passageiros e di-
oueiro a trete.
Agente
ntonio Luiz de Oliveira Azevedo.
_________57Rua do Bom Jesus57_______
Ilho de 8. Miguel.
Com muita brevida'e segue para S. Miguel o
conhecido palhabote portuguez JVoro S. Loarenqo
Para o resto da carga e passageiros trata-se com
os consignatarios Tbomaz de Aquino P*uceca &
C. successnres a rua do Vigario n. 19.
leilao
DE
moveis, laocas, vidros, pianos de mesa, di-
tos de armario e diversas miudozas
Hoje
Na armaaem da rua da Horn Je-
umm a. 8 (aatlga Cat).
Ao raeio dia em ponlo
0 agente Bias fara leilao, nor conta e risoo de
quern pertencer, de I mobilia de jaearaoda, com
tampos de pedra, I dita de dita, 1 dita de amacel-
lo, com tamp.'s da madeira, I rica cama de mog-
no para casal, I dita de amarel'o, marquesses,
marqaezas, t par de eadeiras de faia, debaiadco,
1 dito de ditas de jnneo, 1 guarda-roopa, 1 guar-
louca, 1 par de comnios, 2 costureiras de mogno
com esperao, commodas de amarello, 1 dita de ja-
caranda, 1 santnano de jacaranda, com asfsuas
respectivas imageos, di versos qnadros, carteiras
para esoriptorios, 1 secretaria, 1 preasa para co
piar, t dita com mesa, eadeiras avufeao, mesas
elasticas, mesas redondas, 1 mesa de fcrro eotu
pedra, e muitos outros objectos que estarao pa-
tentee ao aeto do leilao.
TlLSF
DE
moveis. louca
urn bom piano
Na
rua
estreita do Rosa no n. 23.
Sendo:
Uma mobilia de Jacaranda a Luiz XV, com 12
eadeiras de guaraicao, 4 ditas de braco, 2 conso-
lose sofa, 1 bom piano, I gnarda-roupa de ama-
rello, I toilette do jacaranda, I cama francezo de
dito, I meia ea de dito, 1 marqueza de dito, 2 apparadores, ca-
de?ras para sala de jantar e bancas para voltarete.
Lonea de porcelaua para jantar, dita de almoco,
garrafas ealices, copos, jarros, e muitos outros
objectos do uso de uma familia que mudou de re-
sidence.
Adereeo de oaro, 2 relogios e 2 anneis com bri-
Ihantes.
0 agente Martins fara leilao, por ordem da uma
familia qne se retirou desta provincia, dos noveis,
vidros e objectos de ooro, qne lorara transportados
para o segundo andar do sobrado da ma estreita
do Rosario n. 23.
_____________Principiari as 11 horas.
leilao
DE
Conselho fiscal do monte pio
portuguez
De ordem do Sr. eommendador, presidente do
conselho, c u mesmo convocado para o dia 16 do
corrente, as ti l|2 horas da tarde, para o disposto
no g 1" do art. 3 J dos estalutos.
Secret iria do conselho fiscal do monte pio por-
tuguez, 12 de outubro do 1874.
Firmino A. Souto-Maior Raposo,
^_______ 1 secret.no.
Irmandade do Senlior Bom
Jesus dos Passos.
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jesus dos Passos, crecta na mstriz do Corpo Santo,
convida a t'idos os irmaos para a sossso de sexta-
laira, 16 do currents, no consisioiio da me^ma
matriz, alim da proceder-se a nova elei^ao, as 5
aoras da ta/de.
Joti J'.ao d'Arnorim e Silvn,
mm
Santo Antonio
\
EHPKKZA
Imiila-f'ira ISdn cwrrcute
l'.a e ultima recita de ?ssignatura.
Sobin a sci-na o ingiiiflco drama de g ande
*Beitii em 5 actos e 1 prolog) de Dennery e Mai
lian, intituladj:
Nnzauiia fmberl
ou
4 punicao de uma mai
Este drama e um dos mats magniflcos do re-
#ertorio e repetido em tixius os principle* thoa
Iros da Europa e da Amenea, unr s^r i enredo
jnoral e pelas diversas e magnifi.-as scenas com-
JBOveptes. qne >empre t-m todtt parle tern side
TMriicamt-nte appundido.
&t parais (irinc paes eslAo a cargo da Sra
laiza Boldrini e do Sr. K. Donvniri.
Principiara as 8 boras.
Una de S. Miguel
>egue com brevidade para S. Miguel o palha-
bote portuguez Novo S. Lourenp, para onde rece-
be carga e passageiros : trata se com a nonsig-
natarios Thomaz de Aquino Fonceca & C. Succes-
sores, rua do Vigario n. 19, 1* andar.
Ciimpaiiliia americaia e hrasileira
de paqueles a vapur.
Ai6o dia 14 do corren-
te e esperado do none
ovaporatnericano On-
tario, commandante
Slocum. o quai depols
da demora do cos-
tume, seguira para o Rto de Janeiro, com esca-
la peia Baaia.
Para passagens trata-se com os agentes
Henry Forster ft C .
8 Rua do Commercio 8
CUARGEURi atBUDMl
COMPOS Hit FMNCEZA DE NA VE-
GA CAO A VAPOR
LINIIA MENSAL EXTRE 0
Havre, Lisb&a, Pernambnco, Bahia, Rio de
Janeiro h Santos.
STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
Commandante A. Floury
E' esperado da Eu-
ropa ate 23 do cor-
rf-ute.seguindodepois
da tndispensavcl de-
mora para 03 por-
tos do 9ul do sna es-
eala acima referilos.
Para (retos, encommendas e passageiros, trata-
se com
Miudezas, botinas para senhoras, gravatas,
banha Una e extractos.
Hoje
A's 11 horas da man hi!
So escriptorio a rua do Bom Jesus n. 53 1* an-
dar, a saber :
8 duzias de botinas para senhoras, 80 caixoes
com linba branca do gaz, 1,000 pecas de fitas de
sarja sortidas em cores e larguras, 10 duzias de
frascos d'agua sablime das virgens, 8 duzias de
pomadafina de Coudray, 20 duzias de ditas de
Kimmelfs, 20 duzia9 de canivetes sortidos, cartdes
com fita de velludo preta com beiras brancas, 3
ditas com tran;a de caracol sortidas, cartilhas ao
abbade Tolomano, bolas de borracha, gravatas
pretas, extractos finos, stereoscopios, meics adere-
50s, collarinhos e ontros muitos artigos.
0 agente Pinho Rorges l-vara a leilao a3 men-
cionailas miudezas, por conta e risco de quern
pertencer.
Agente Pestana
LEILAO
an DE
20 caixas com 'eerveja da melhor qualidade que
tem vindo ao mercado.
QUINTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
As 11 horas em ponto
V armazem do Sr. Aumvs
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quern pertencer, de 20 caixas
com cerveja da melhor qualidade quo tem vindo
ao mercado, em um ou mais lot^s, a vontade dos
Srs. cempradores.
XfBIIflO
DA
armacJo, generos e mais utensilios existe a
tes em o estabelecimento n. 8, na trav
sa da rua Duque do Caxias, e de uma
__. sa torrea em a rua da Roda n, 66
Quinta-feira 15 do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA.
0 agente Dias, csmpnndo o respeitavel despa-
cho do lllm. Sr. desembargador jniz privativo de
orphios, levara a ieilio, no dia e hora acima indi-
cados, a armacao, generos e mais utensilios exis-
ieutes em o estabelecimeato n. 8, na travessa da
rua Duque de Caxias, os quaes vio a leilao a re-
querimento do inventariante dos bens do falleei-
4o Jose" do Rego Pacheco.
Em continua^ao vender-se-ha, pertencente aos
mesmos bens, e a reqnerimento do referido inven-
tariante, un-a casa terrea sob n. 66, sita 4 rua da
Roda, tendo dnas portas de (rente e uma no oi ao
qne delta para o poente, com quintal mnrado e
cacimba meeira. cuja casa 6 oceupada por uma
ollkina de ferreiros.
Os Srs. pretendentes podem desde jit examina-
la, e para qnalquer esclarecimento, do escript rio
do agente, a rn* do Marquez de Olinda n. 37, !.
andar.
faiao leilao par idtervencao do mesmo agente
i Pinto, do retto das fazendas pertencentes 4 dita
I raassa e existentes ao armazem do sobrado da rua
: do Bom Jesus n. 63.
O leilao principiara as I fl|t
aaraa.
(Por serem muitos e differentes loles).
Q ande e importante
LEILAO
DE
predios
A saber:
Um sobrado de 3 andares ediflctdo em chaos
proprios. a roa do Bom Jesu* n. 63.
Urn dito de I andar lambent em chaos proprios
na mesma rua n. 61.
Uma casa terrea na rua da Imperatriz n. 60,
em cbios fureiros.
Dezeseis meus-agnas da rua do CamarSo n. 9,
tarobem em chaos foreiro*.
Um grande sitio na ma do Riachuelo (outr'ora
Corredor do Bispr), n. 61, chlos prnpri'js, com
grande casa de sobraJo. o qual flea perto das li-
nhas da estrada de ferro, assim como da dos
bonds.
Quinta-feira 22 do corrente
A's 11 horas em ponto
No escriptorio do agente Pinto
RUA DO BOM JESUS N. 43.
Os administradores da massa failida de Pereira
de Mello & C. levarJo a leilao, de conformidade
mejas, ceroulas, pann.s, alpacas, atoa-'com o alvara de licenca do lllm. Sr. Dr. juiz de
las, tafeta, lencos, brins e ou- Jireito especial do commercio, e por intervencio
do agente Pinto, os predios acima mencionadus,
para pagamento de hypothecs as 11 boras do dia
acima dito.
Os pretendentes p derao desde ja examinar ditot
predios, os quaes tornam se recommendados, ja
por seus rendimentos, ja por serem ediScados em
ruas eomrcerciaes, procunndo obterem qualquer
informaoao dos administradores, ou mesmo do
agente, e concorrerem ao acto do leilao, no dia e
bora acima mencionados.
LEILAO
FAZENDAS
(limpas e avariadasj
CONSTANDO DE :
camisas,
lhado de linho,
tras fazendas
QUINTA-PEIRA 15 DO CORRENTE
Por intervengao do agente Pinto
Em seu escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
Em continuaqao
vendera o mesmo agente differentes qualidades de
cbapeo3 e bonets.
_________ Principiara as 10 1(2 horas.
Novo leilao
DE
Divides na importanria de 5:4229270.
Massa failida de Azevedo i* C.
QUINTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
0 agente Martins levara novamente a Ieilio, por
mandado do lllm. Sr. Dr. jniz especial do com-
mercio, as dividas activas da massa failida de
Azevedo & C, na imporlancia de 5:4224270.
No armazem da rua do Im-
perador n. 48
a 11 horas em panto.
AVISOS Oi/ERSOS
Feira Semanal
(gj ensino J;j
1 PARTIDASDDOBRADAS I
E lis
AKITHMETICA f
dirigido por *i.-.
MANOEL FONCECA DE MEDEIROS P2
tres vezps por semana k.
a tarue ou a noite ^''
Rua d Marquez do Herval ( outr'ora *
Concordia) n. 138 a 140. -;'"
i?
Pianos de armarios, 1 lustre do 4 luzes para
gaz carbonico, mohilias diversas, guarda-loncas,
commodas. camas francezas de jacaranda e araa-
rello, estantes envidracadas, 1 viveiro para passa-1
ros, quartinbeiras, cabides, quadros com flnas
gravnras, louca, relogios de ouro e prata para al-
gibetra, camas de ferro, 1 carrinho para criancas,
objectos de brilhante, ouro e prata, copos, caltces
e mais crystaes, duzias do eadeiras avulsas, mar-
quezoes, mesas com gavetas, 1 toilet de jacaran-
da, grande quantidade de trastes avnlsose immen-
sos arligos do uso domestico, que serao vendidos
a Iroco do barato por conta de diversos.
QUINTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
A's 11 horas.
NA
Feira Semanal
16-Kna do Imperador16
pelo agente Martins.
PARTICllAB
Rua da Ruda u. S. sobrado
Primeiras lettras, portuguez, francez, inglez,
desenho linear e musica.
Sob a ilirecrao do professor Hermino Ro-
drigues de Siqueira, funcionam ditas aulas
todos os dias uteis.
Recebe alumnos internos, meio-pensionis-
tas e externos; fornece t)do o material para
escripta e livros aos principiantes, por pre-
r;os muito razoaveis.
Leilao
DOS
failida
jotas do ouro e anneis do brilhante, 1 uma para
cha, de electroplate, loucas de porcelaoa para
cha e jantar, ealices, garrafas, copos, pratos pa-
ra conservar comida quente, de electn-plate,
Sabbado ) 7 do corrente.
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'tiLIVEIRA 4 C.
URua do CommercioEutrada peia tui
do Torres.
COMPWHI4 BRASILEiRA"
DE
VAVEGACAOA VAPOR
__ Porteg do sal
Commandant A. Isaac
E* esperado Jos portos do norte
ate o dia 14 do corrente e se
guira para os d sul depois
da demura do co.>tume.
Porton do norte
E* esperado dos pnrto-
do sul ate u dia 17 d<>
corrente e sfguira para
os do norte dep-is da
------------- deiBora do oost..me.
Para carga, eucmmendas, vaJores e passagens.
trata se no eacriidorio
7RUA DO VTGARIO-7
Pereira Vinnna & C.
_______^_^^_ Agentea.
f reciia
Cwn u drajia
itetoi:
drt *.' iiiNij^naturn
bistorico em 4 pane.-, de Moo-
GALILEO GALILEI
ou
IMHa WQUISICIO DE ROMA
particular iaha> >?
W. Bominlei.
DIVISAO DaS PaRTB3.
Ado I.* Ainr e *cicn'i
%.' -A fllha de Gableo n-no Or-ntariai.
3.# A tivmanrfa iivmif ^o de Ri.ma. 0
abjiiroi-Ep^ur mi muovo.
' V-G,frtta-^XaM"V^'
Prc^os de asslsjaasara
Com ii abaun>euu> do >i I.
_m*r- le* dn frente 114< v.-!HI|8 7j,
jPto* 6* lado tfOt M-m 60j
#ho de fnsa 9ft| Mem ij
tHLOU.
galiheteira de dito, 1 cadeira de ferro qnes'er-
ve de cama e cadeira, o ontros moveis de gosto
QUINTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
As 1 Ij3 horas.
No sobrado n. 8, A rua do Bom Jesus 1.*
andar.
0 agente Pinho Borgps levara a leilao, em con-
ttnuacao, o que acima se I'eclara, por conta e or-
dem do rnes-no Sr., que ja se aeba nomeado em
ontro annuncio
LEILAO
Em continua^ao
HE
moveis, loofas, ricos espelbos, 1 serofina
nova, 1 piano da HuDdet, l rico faqueiro
de prta, com p fag dobradas
QU1NTA-FEIHA 15 DE OUTUBRO
i* 10 1|2 horns da man ha
No 1. andar do Moraiki n. 8 da rua do Bom Jesus
A SABER:
Um piano de jacaranda, 1 mobilia de jacaranda,
completa, com tampos A- pedra, 1 dita de mogno
completa, I dita de faia br-nca, 1 cama franc-za
de jajaranda. toili'ties, i nlogio deparede.com-
mwdas, raarqaeioVs. cadeira* avalsas, guardaves-
tidos de amarello, I dito de Erable, i guarda-roo-
pa com ep*I ii, i mesa eiastica, S aparadores,
banca-, espelho* ovaese qu cidoa-eda, jarrus pra flor>"S, mesa* de pedra
jardineira de dita e outros muitos objec os novos'
e perf'-itns.
0 agente Pinho Borges levara a leilao os refe
ridos niovel", U'T coit o ofdem do Sr. Jssd Car-
neiro do Uego Funtes, sqoaes sera Iransporta
dos para o >upradit -obra !, em virtnde de para
a sua resileneia nao haver cmduefao facit aos
conenrrenes.
Bens e Jividas pertencentes d massa
de Rostron Roork & C.
)exta-fcira 1G do corrente.
ds 11 horas da manha.
Em o 1" andar do sobrado da rua do Mar-
quez de Olinda n. 37.
0 ageute Dias, cumprindo o respeitavel despa-
cho do lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio,
fara leilao no dia e hora acima indicados, dns bens
edividas pertencentes a raassa failida de Rostron
Roock & C, vendendo depois de obtida a compe-
tento approvacao do mesmo Sr. juiz, a nuem mais
der, os leferidos bens e dividas, os quaes sao os
seguintes :
Os direitos que teem os dltos fallides sobro o Ao-
minio e posse na metade dos terreuos de marinin.
sitos no eaes do Hamos e aforados perpturaeote ao
eonelheiro Felipnp Lopes Netto, te-renos avaliados
todos em 56:62*4600.
0 dir-itjque teem n'uma casa e sitio no largo
da igreja da Torre, tendo a frente para o norte
com 200 palmos e o fundo para o sul, com 800, Ii-
caado enfe o sitio do Sr. Gautier e proprifdndes
da familia d> barao do RioFormoso, avaliados por
3:000 ; as dividas Da importaocia de......
273:427*88*.
0 mandado em o qual so azham descriptos os
deve'ion-s cum a r>*^uectivas quantias e data dos
vencimentos dos litulus todos os mais esclareci-
raentos precis is, adiase "m poder do agente, onde
desde ja pode ser exammalo pelos Srs. prolen-
dentes.
Agente Pestana
. Leilao
>!U:9lFil!
in*
1*11
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vinte
DE
com muito superior
leilao
edo
uma optima moeodti pra engenbo,
cerca de 1.' < sar.is novos
as 11 li ra rt m ha
Efli o ca^s do Ramos, armazem do Sr.
Neeaea.
0 apeete i>ias,conipHiiHMmM>teaiitorisado, leva
ra a leilao no dia e hora acima I'esignadn-, nma
filima inoenda para eefebbo. e cerca de mil sac-
cm, piova d'ag a, pmpnut para ^.-.-ucar, ou qual-
4U- r I'Ulr'i gmero.
0 Srs. pretm >ent!> qne d'vjarem exammar a
efnda moenda, imeiram dn igir-i^ e-i-rintorjo
dii rr/erid.) agei.te que ira odirar o lagar fin que
se cha a mes a d.p- siiada, on lu te uevera
coder ao mvBCionado leilao.
DE
61 sac os de al^'iilao com avaria
QUINTA-FEIRA 15 DO CORRENTE
A's lOlviras em ponto
Nn trapiche nen. mm idn da Compaohia
0 agente Dias, c.miiietHi.teiiiHUte aotrisado, le-
vara a leilao, no dia e h > a acima iudirados, 61
saccos de algndao eom avaria, 03"quaes se acham
deposiudos n ref>rii Agente Ptstana
Leilao
DE
Di*ersa< barrtcas dm cigarros do Rio e Rxposi-
can. ditos de baile, 4 eatia com ea^mpagne
e 2 i|2 iiit as cmn dita. para fee Mar eonla .
Quinta feira 15 do corrente.
as 11 horas em ponto
No armful doSr. Anoes.
0 preposto do agi-nte Fe*taiw f ra Haa, tor
ennta a rMt duqui-m pei tenrer, de diversa*
barncis c rn n'garro* do Ri e Rxpo-iclo e ditos
oo mai* lo-
fardos
fumo dn Brfliit.
Sexta-f'-ira 16 do corrente
is 11 in ras em punto
* No trapicbe do Sr. D'litas,
Ao correr do maffnllo.
0 preposto do agi-nte Pe.stna, rompeten-
ti-mi'iitu Hutor-s-nlci por uma p^ssna da B.^hin,
fard Ir'ilAo de viut f>rdos com muiio supe-
rior fumo em folbas. da safra velba, as
quaes tornam-aH recommnndnveis peia sua
esp< cialid M", t-n-lo vindo pelo ultimo va-
por, as quans s rio wn li mais lutes ao corr-r do mrt llo, e p.ira f-char ronta
Escravo fugido
^-^na-se fugido o escravo (caora) Jose, tendo os
sigoaes segntntes : pernas arqueadas, falta de
dentes na frente, fugio com calca de casemira ds
listra e caansa de algoJao; suppSn-se ter i)o p-.ra
o engenho Carrap.'to, na comarca do Rio Pormoto,
onde ja foi preao uma vex : roga-so as antorida-
des policiae* e capitaes de campo a sua appr-hen
sao. rem'lter a rua D. Maria Cesar, cutr'o-
ra Senzala nova, n. 30.
Aos legiUmos fogoes econo-
micos
Acabara da chegar a esta cidade os verdadeiro.
fogoes economicos, ja muito conhei-idos nas pro '
vinciasdo "to de Janeiro. Minas. S. Panlo, Ser(?i
pe, Rio Grande, Bahia, e Alagoas, aonde tem m--
recido do publico a maior ace tacao possivel, e sau \
j\ preferidos aos do qualquer outro sy.-tema conn^- J
ciio, p-la sua muita >ol'dez, e.-p>cialida1e na rol-j
locacao, moderno system*, e sobre tud 1 grands
economia no cnmbastivsl; trabalham com lenha.
coke, rarvao de madeira, etc., etc. Ha de divursos
Utn^nh' s, pn^prios para casa" de pouca, regular,
muita familia, Collegios. hoieis, casas pfas, hoin-
tae, e c Atham-se i-xpotta- ao publico, aondf s--
dar.'iii todas as explicaco^-s necessarias : na ma da
Cruz u. 6.
4o
Grande e ultimo
LEILAO
DE
Fazendas, chapeos, livros em branco, o
elastic.is. constando de
Merinos pretos azoes, vdos pra casarnentos.
d da linho, nargWun preto e dei-Ares, aU'albado crd,
cambraias, nwi .- de do da Esrossia, para bomens
e senhons, rapas n mani*-k-ies, grava'as, ohales
de la, de ganga, de metim, lencoi de -eda, 1116 pre<
to, organd>s, ciotoe para'senhoras, cbalei de caxe-
mira, gorgo iu preto, sedas 9 setim.
Assim como :
Chapeos a Cavnnr, livros copiadores de
tecid"8 eliistien- e tilas pars eiato.
commercio
Os abaixo a-signado- ocIimh ao publico e com
especialidado aj rsp^itavri corpo do c-inmerei^,
que se aeba aberto a seu fstab-lecimeulo de rmi
lhados desde o dia 10 do corr- him, .-ito A> roa &
Corxiel Suassuna, antiga iIh H utis, n. 15, o iju gyra sot>re a Hrma le Moura & Rios. Recife, 12
de aiubro de 1874.
Mauoel Manins de Mnora.
Man^l Vicente da Silva Hios
Capella deSauto Antonio
A emnims-ao regedora denta caiiella v^m agra
deor a toii.is as p s-oas que se diiinaram enmpa
recer cmn paranimphas, ua hpncin que foi celo
bra ia dnmingi) I, na mesma cap-Ha.
Agua Fria, Oi'eoutubr de 1874.
O 2* se.rreiario
J. An tru^iani. T !- Mil d- Almeida.
Escrava fogida.
Josepha ausenlou m da casa de an
no dia 8 de oatoaro a Ma oa ligaan
crioula, cor preta, rrpreseatt Mr IS aaaoa poaco
mai* on menos, tem oa eVdos da eaio direiia
eortado*, levou o tabiMrn em qne andava ven-
dendo cangica eonUada a andar eoa o dito M-
boleiro' com loda lonca para nao ser agarrada,
levon saia de chita coin um babatfo eatreMa aa-
baixo, traja can-.i-a com Ubiryntbo ao Mlko M-
vou ehaies preto: roga sa is aaMrilada pok-
ciaes oa capitaes de campo, a apprrtMaaaa da
dita escrava e leva-la ao Caminho Novo, tide a.
110, a sua senhora, en aa roa da Cacimba, pri-
roeiro andar. a entregar ao Sr. Jeio Francisco
Leite, qne sera generosamente recompeasado.
Uespedida
Ueliodoro Lnii dot Santw, retiraado te para >
sul no vapor Bo*id, a>pe1-se por ate meio *;
seus amigos, vistn a esireiteu de temoo ; e la offe-
rece seu limiudo prestlmo, pedindo deacalpa desw
falta invulnntaria.
Gusinao & Lea*, esubelecidis com !(">
fazendas a ma Primeiro d* llirco n. 14, taivi
sciente ao oablir> e a seus frejuezns, qae se achirn
na gerencia 11 dito se i esutHleciniMto, aa ad-
mini>tracio de todos os sens bens. *tperaodo oaao
dantes a cnncurrncia de um e de ontro.
Roxa-se ao Sr. Jos6
Haftoo de Soaza Rangel,
it abfclecido na Parabyba, a preseatem ote ami
cidade, o obsequio di appar^er aa lja da nraea
da Iiuepeoi-ncia ns. 4 e 6, pari cooclair aqaailo
negocio que n. ignora.____________
Aluga se nma escrava para eoa;ommar, o
para > servico interno de uma cata le familia : a
tratar na rua Duque de Caxia n. "<3 Ha me ma
casa tamliein aluga xi nm moioqa-^ >\t 16 BBn*,
com mniu pratica do servico dmni-stico.
Feilor
Prcjisa se de um feilor p ra MaMf de um aa-
qneno sitio : no betel do piToat.t de Apipacoa.
Mez doloroso
Esta piednsa e ntili.-sima obra, qne desde *c*
primein pnblicacSo tem empre mcreridn a nr,-
teccij dos Exms. Srs. bispos desta diocese, acati
de sahir em terceira pdicao. augmentada, o aTaaaaa
estampada aapprovaci, doBxro. Rvm. S-. go-
vernador d bispado. Os Rvms. Sr. vjjiari. i a ruais
pess-ias que se dignaram a bondade de mandar proenrar os exemplan-s cons-
tantes das lUtas que reioetteram, no conn.-torio da
igreja dos Milagres, em Olinda. A mesma obra
acht i vonda an casa do Sr. Antonio Raptista da
silva Picird, na rua da Santa Cruz da mesma d-
dade.
Aluga se o aimajem n. .'15, MM a rua da
Flore-, proprio para marcinena aa i.utn qij--.-
qier ;abelecimento : a tratar na rua da (fig i
n. 68.
Aluga-se
us armazens ns. S3 e 6! na pra<-a do c!ifanx e:u
Fera de IVrta, um onle t-ve tenta de ferrir >
o fallecid i E. Maluill 0 ontro qrj'i MM 'C:
pado :om veada da molhados, para o qu-; -j op-
timo ppla loealidade e >--r de esquio.v aaw is livrnsi
e desembaracadus de iaapostos: a tratar com o coa-
mendador Tasso.
I;;.i do s tiralo a. I la
a :n s' rua Ja
rua it
Alnga-se a
Aragao : trata-se
Hospicio n. 33.
Aluga-so a sala in priacaa aadar I roa at
Duquo de Caxias n. ii, propria para r*-ZT-r
torio : a tratar na loja.
HHna
Afmlnbiroiio: P.MUZ, bnuicv^rd Mdtiai.-tr
CRHOI-tRlllI.- Atfcc^J., lymphatta... t-.-^-n
da> via. ulRMlivu, obmnrfOci Jo Bg.d. do bi
obstrn^eei tl:ra, eonrr^Sts nlrnlOMt 4* Wle.
HOPITIL. Affecjfle. du vU, diirettlr... laccrn-
BHan do olomnKo, dlgcallo dlfflcil, laa>"t*ocia
MtralBtm, dy-ptpsi.. *
CtlESTINS. Airertftei doa rina, da bfilja, arelat,
laaraaf da ourinaa. r,ta, ill..beia. all umlnoiU.
num. AfT'x;6<-a.'osrln9,dabiia,rt:>.
coacn-joci dai OBriua*, go:a, d.abclei, altoiLiajiia
EXIGA-SE
o HOME m FDEHTE ka CAPSOLA
I
a Fontes da Vlcty. acima noawadaa, achaW-sc I
Em Pmombwt, H1RIER|T a laHlll, raa
do Commercio. .-,-
rktai.h.v-m:
Na botica franceza n. 22
Hun -lo llom *li'hm
Verdadeii*oc
* GRAOS DE SAUDE
dodouforFFJ&CM.
<|i -j matkfr e o ataia
.i.l do, paic Tlt coa-
L.fi--doa. llanifH I
rUIIiria<;<>ri
\l-l.ni r-ir'aaae
I*-.*! eHctBPialo. K\if:r,
i i'ni di a>-:|Euaiur i em liaU VElilUCl-Xtaa
do A HOUVZtRE a Iclroiro, iqn janlo,
ti'ilo er.i 4 CORES. '
rens, |)h uii.acia I rro>, 13, ruj -i A
L*
Uepnsilo om l'::nan-'-ii n A. REGORO.
ASTHMA
amiv4#. cmiiM, tmu tdSTiniii
i.r r xccois > as ti as k itinuci*
Cura immeriUta pain ir+rr-f o da PaVPEL c
dos QGARROS d TJ#ry**>e#, pharaw-
ceulieo da I class* da Eacba4a da I'ARIs.
Enconlra-sa em todai a* anaoaae* afcar-
macii*.
I'fpnsitos em PernemUttco : A. REGORO:
BOTICA CEHTRAL DI PHARMACIA.
VINDEQUINguiNA
FERRUCINEUXdeMOITIER
Can, Mail.
I*n*. Eai* Tiabo Id pranalaiii mt lada a
ayia ateairal caaaa -
loaiea aHaarafada para
A.Mai* a EiaaiciTACA* M
Dapaaita r'ral an raata. I.
avirda, aUaaaa-raacaM, akanaaraa
Pe'Tuiini.u.-v, A. REGORD. a aaa anao
pae paarmacian.
Ni rua ia- Fmre* /, < r-U'd Mu^arin'
n. 38, loja, ha um* p>-sso que se enrarresa ov
ornar iuniuk a caUcmnbas no OHtnNeno putdleo.
p^ra o dia i de uovembro, cumuieranracao oor
fieis dwfuutu-.
, ro- de bail*4, p" fai-har cud as, m nm
Ms, a vontade dos Sr*. coicpradorea.
Oatharins* fugio.
No dia 28 de agnato proximo pa-sado ausen
(ton se esta escrav^, a md tern os -ignai*s s^guiu
tes : e>tatnra baixa, rosio redondo, cor preta, p*-
cartas, pcquem-s, cn-iumava vender leite, aoda sempie
com om caceie qu ine servi* de ammo por oi-
frer de rhenmati-mo, ja d ilo-a e d> najao Cam
bio a : qnem e encoutrar, pegue a e leva ao siti.
do Ofuu i6. estrada de Juan de Barrus. qne seia
gratiflcado.
I
Tert/aafeira 90 d corrente
No armazem da rua do Bom
J68U8 D. DO. A,U(ia fe armaM(l, Ae lec,.iUrTt ao Rl,iMra
Os admic stradires da massa failida de Pereira do da ma d Rmg.is u. II, no' deir l da rua a.
de Mello v C, nsaodo da anl<-ri>acioi|ne tem do Viaariu.'a traiar oim Jo.-e' Felioiaav iNas*rtu,
Him. Sr. Dr. Jala de direito espeouil do coam.ercio, rua da Praia n. 20,
VELOUTINE
a uma Espiactk oa
P08 dc FLOR m ARROZ
Especial mnUs pcaaVaataM
dot conaegninte oSuaa ao|
sobre a pelle-
K ADHERENTS e liiCalWa*ai 1KV1-1
S1VEL, daodo A peB*
avtdudado oalwoa.
Pr.*o da Caiiinha eom bawta d Hi-Ch. FAT.9,rau-dUPalx,aAlIZ.
i-D /Vrav. A-axJteOmD I
DeplllitOf
FUNDA ELECTRO-MEDICAL
iatM,A* aMmuiaaruaaaaa .
riaWcal . anaWaaa Mil ait ana
44. rue He I'ArBte-Miy-. Pa lit*. Tal arfyaanaiav-
kavia da nma m-tieaa.
tkaj>adtuiam/>n-r.an>iMH-.(MJaO(UMcl

-
/
.
I
\



V
Oiario de Pernambuoo Quarta feira 44 de Outubro de 1&74.
.
Companhia
jedilicadora dm pro-
vincia
de Pern as*bue.
r Tenho o sentiuwnto tie lvar, pel' i-retenlf, ar>
conheciment > da b>dci os acluaes e fu'nros Mt'us-
Ciii-tores ile aorSei da rdirpanhia tdifieaJcva Ja
provincu deP.rnarnhuco, qif ria* liiiha chegnio
ao poderdo Exm. Sr piesiJeUe da r.r\.vintn ate
a do commie a ^oititfo da pelcao dirigida an go
verno imperial, cni 2l de-ig- to de lt-73, sub n.
77, rdaiifa a approvacau do.' e>lalu!o3 da com
panUia eJificadora da pruviuoia de I'trtMkn.buio,
da qual P. M. Duprat e ineorporadi-f.
A vista desta inesperada demora o da organ te
necessidade qua esta praca tern de yer funcciooar
o mais breve possivel a grandiosa e ulililana em
prera de edifioacoes da provinda de Pernambuco,
a qnal empoaco tempo laraaugmentar de quiohen-
tos a dom md centos de rs. o uiovimeolo lloancei-
ro e commercial desta praca, e contribuui rela-
tivameate a tazer desapparecer a erise iiaaoceira
actual que ha mews desoia esU praca, bein digoa
demelhor sorle.
Tive a oceasiao de saber na secretaria da pre-
sideneia, em 7 de outubro corrente, que S. Exc.
o Sr. oommeadador Henrique Pereira de Lueena,
com o rim de outer prompta soiucao, agora que
os irabalbos das camaras estao concloidos, diri-
gio em i do corrente urn offleio a S. Exc. o Sr.
ministro da agricul'ura, renovaodo-lhe o pedido
que lho Gzera em (5 de juaho proximo passado,
da soiucao da ptticio ja ciuda e remettida em 21
de agosto de 1873, sob n. 77. acabando assim de
dar uma nova prova do interface qne toma e do
desejo qae tem de ver dita empreza asseotar a
primeira pedra da pr meira ediOeacio que tizer,
e enja acu desejo que seja assigaada pe'o actual
presideoto 4a provincia, datando desse dia os iO
annos das dispensas de do:ima noncedidag pela
lei provincial n. 535 de 20 de junho de 1862.
Recife, 9 de outubro de 1874.]
________________________F, M. Duprat.
Na rua da Aurora n. 63, 2* andar, precisa-
se de urn calxeiro para o Brejo da Mad re de Deos,
qne tenha bastante pratica in taverna.__________
Precisase de am caixeiro de li a 16 annos,
com pratica de taverna, e qae de liador a saa con-
duvsu : na rua Imperial n. 167.
CRIA no
TVecisa-et} do ura criVliubj ]< 1-2 aunts,
jp.ira servico de casa c algiias mmladus: i-ttj
S. Jos6 do Maiigoinh >, passaolo a rcuqp-
Icao do priraeifo sitio b la! j .lia.it >, it. 2.
Boa moradia.
Vctide-sc urn ixu'lIeuU.' >ub:vdo. turn 'ilia
ca?a pequena cpiii'gua, sitasnu t'^-o du IV
nella, rua Heel n. 30, com bons commodos
para uma familia grande, tendo divcrsas sa-
jas grandes e muitos quattus, lodos coin
janellas; quartos para criados cocheira,
eiiribaria, grande copir, ca.a de banbo
ejardim de cada lado. A qasa osid em
peifcito e&tado, e e situayao 6 a mais fresca
9 saadavel possivel :a tratar com a proprie-
taria D. Maria Purcell Rauliuson, na mesma
casa.
Precisa-se raa : a tratar na rua do Jardim n. 40.________
Attengdo
Previne-se as pessoaj qae llcaram com bilhetes
de uma accio entre amigos, data la de 23 de se-
tembro flndo, qae so exlrahia com a loleria da
provincia, de 14 do c rrente, que nor nao se ter
passado am numero salflciente de bilhetes, e mes-
ma serecebido a importancia de algaas, fiut trans-
ferida para se oxlrahir com a primeira lotaria do
taet vindonro. Recif?, 13 de outubro de 1874.
_________________________C_k.__________
Moleque fugido
Fortunato, moleque de 13 a 14 annos, preto,
baixo, cheio do cirpo, rosto redoido, bonilos den-
ies e cabillo cortado de fresco, ansentoa-se na
tarde de 10 do corrente, com camisa de madapo-
lao, calca de brim de cor, desbctada, chapeo de
massa preto, conduzindo am serrote grande e am
amarrado de tres tabteas ; sobre o beico superior
andava ultimamente com uraa3 feridinhas. Grati-
5ca-se e quem leva-lo a raa da Aurora n. 165.
Estrada de ferro do Recife
ao S. Francisco.
Pergunta se a certos taverneiros, na villa do
Gabon. 106.560, qnem paga 20 arrobas e 21 li-
bras de assucar e 60 libras de Cafe moido, qae
com o norae de M. F. compraram na refinnacao :
se e este on o celebre capitao, pois se deseja
fazer um pequeno abate de 50 y_______________
Casa
Na raa Direita n. 36, alnga-se a loja com ar ma-
cao, pintada e caiala da novo, propria para tave r-
aa, por ter ti lo \h ee e guezada e bom {,-,:; a cnave para ver, esta de-
'ronte n. 29, loja do taniucos.
Triumpho da
m$m\ MEDIC \!



Em tem pos modornos nenhum deccutn-
mento opo uromaior revolucao no modo dt
curar anteriormente em voga do que o
wmlui de mmski
TANTO NO TR.4TAMENTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquidao, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Conv-ulsa,
Dotes de Peito,
Expecturagao do Sangue.
Gomo em toda a grande serie de enfeiim
dades da GSar^ania, do Peito e do
Orgft da rewpiracao, que tan.
atorinentain e fazein sotfrer a humanidade
A maneira antiga de curar consistia geraJ
mente na applicafSo de veskatohos, saD
grias sarjar ou applicar exteriormente uij
guentos fortissimus compostos de subsUn
cias ve9iraiitns, alim de priHluzirempolbas .
cujos dinVrentes imnlos <\r rurr, nao fazian
senao enfraqu^cer e pobre doente, euDtribuimla por-esta form?
d'uma maneira mais facii h curta para a en-
fermidade a destruirao inivitavel de su.
yictima I Quatn differente e pois o effeiU
admiravel do
FSIIOSAL DE mCABUITAl
Em vez de irritar, mortilicar cauzar inau-
ditos soflritnentos ao doente,
Calma, mrxlitica e suavisa a dor,
Alliviaa lrrita^o,
Desenvolvo e nterdimento,
Kortilica o corpo
e faz com que o sjslema
desaloje d'uma maneira prompta e rapid?
ate o ultimo vestigio da enfermidade. 0?
melhores votos em mediciua da Europa, (or
ents dos colhgius le me teetili;i'ictas e ver
relin;des analoguas, e alem disso a exp^
riencia de milbares tie p^ssoes da Amehc
Ueapanbola, as qunes foram curadas con
PEITORAL DE ANACAUUITA 1
' Deve-se notar que este rnmedio se acb
inteiramente isento de veiwiwts, tanto min/*
raes, couid vegetans, emquanto que alguu-
d8Stes ultimo*, e partii'ularmmite aquellt*
que sa dados sob a forma de upio, e aci-
do hydrwianiro, formoin a base da maic
partu ds X a ropes, com os quaes tao fa
cilmeate se engana a cru blico. A ctuiiposi^'ao de aawabuita pnito-
ral acba-se lin*la e vuriosameate engarrafailt
em francos da m^lida de oerca de mei<
qpoartilbo cada 'uin, e cumn a dose qoe s>
toma 6 so d'uma <:>lher pejuena, basu
geraliiwutH a**iipplii-ii^an d'lim ou dous fras
COS para a etfecniacio de qiwkjuer oura.
Arhn-sw a vn H, Frusters 4 C, ageutea.
ODILON DUARTE & IRMAO
^BELLLIREIROS .
cxposioao de IS72
Preruiados
na
?UND1CA0 DO BOWMAN
Aluga-se
o andar do sobrado nos Quatro Cantos, na cidade
de Olinda, para qaem qui ter passar a Testa e to -
mar banbos salgados, com commodos p iia, com boas vistas ; e fresco : a tratar na rua
Duque de Caxias n. 62. Astim como te alugam
mais duas casas terreas edifidadas de novo, aa fre
guezia de S. Jose, situs a rna de S. Joao, com bons
commodos para familia : a tratar na mesma rna
e ns. acima ditos.
Dese'a-se alugar uma sala no bairro ja Boa-
Vista, on no de Santo Antonio : qnem liver alga-
ma neetas condi(5es, deixe indi(acio na Phar-
macia do Mm Sr. Manoel Alves Barbosa, na raa
da Cadeia n. 61.
Leite puro.
Vende-se leite puro de vacca tonrina qne
pode ser tirado na presenca do comprador, das 6
as 7 boras da manba : uarua de Hospicio n. 33.
Aluga-se o primeiro andar da casa da rua
do Torres n. 8, propria para escriptorio, on pouca
familia: a tratar no segundo andar da rua do Mar-
quer de Olinda. m_____________________
RUA
DA
MPERATRTZ
I.* ANDAR.J

8S
fell
*^s
IUA
*
IMPERATRIZ
S. 8i .
!. ANDAR.
rua no
i?z^
iauuo
Acabam de reformar o seu eaUbelecitnento, collocando-o nas melhores con*
lic^des possiveis de bem servir ao pubUco desta iilustre capital, e as Exmas. Sras. o'a-
luilio que f6r tendente A arte de cabellelKiro.
Fazem-se cabelleiras Unto para bemens como para senboras, tupete, chignon,
coques modernissimos, tranjas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imatinavel em cabelio.
0 estabelecitnento acba-se provido do que ha de melbor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os tapores da Europa, as suas encommendes e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /. menos que outro qualquer, garantindo
perfeicio no trabalho, agrade, sinceridade e prec/) razoavel.
Penteam senboras, tanto no estabelecimento como fora ; tende-se cabellos em
porclo e a retalbo e todos os utensilios pertencentes 4 arte de csbelleireiro.
Constructor e afinaor de pianos
55Rua do lmperador-
55
Ex-afinador das antigas e sfamadas casas Pleyel <& Herz, e antigo direc tordar
ofliciua da casa Alphonse Blondel.
Tem a bonra de declarer ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto
sua casa de concertos e afinagdes de pianos, qualquer que seja o ostado do instrumento.
A' mesma casa acaba d receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabricantes de Paris, como Erard Pleyel, Henri ffarie. Alphonse Blondel) todos
0 abaixo assignado declara pelo presente,
que nioguem faca Begocio algum com as terras de
Lagoa de Moes, na comarca de Santo Xntao, cujas
terras pertenceram ao tinado Custodio Jose da
Costa Braga e Joaqaloa Maria do Espirito Santo
Braga, ja fallecidos, av do, que taoje e o verdadeiro herdeiro das ditas
(erras ; e protesta cont'a toda e qualquer pessoa i
que esteja de posge das referidas terras. 0 abaixo os P^nos sahidos da casa Dhibant 1*0 garantidos.
ao
assignado e morador
r.iero 24.
Manoel
argo da Santa Cruz na
Bento da Pairto.
Silio.
Para tratar de um pequeno sitio em S.
Jose do Manguinho, ainda se precisa d'um
homem que tambem entenda de jardim :
passando a reflnagSo, o primeiro sitio do
lado direito, com portfio de ferro.
S2I-Bna de Pauiino samara21 &
DR. MANOEL ENEt'INO R. VALENCA 2
Medico 9
Q Consnllas das 7.as 9 1)2 horas da ma- A
B nhaa.
^ Chamados a qoalquer hora do dia oa 9
m da noite. 1AC
22 Especialidadesmolestias dos pnlm5es S
SPB e do eoracao. Qr
ilugam-se
Boas casas de campo, na Cruz das Almes e
Poco da Panella ; a tratar com o commendador
Tasso.__________________________________________
Aos tallies
Jose Antonio Domingnes de Figueiredo, proprie-
tary da fabrica de cigarros do becco Largo (Re
cife), previne aos apreciad res do seus cigarros,
que ar>rio um deposiio a rua estreita do Iiosario
ii 16 (Santo Antonio), esquina da rua das Laran
ge:ras : ahi encontrarao os senhores Tumantes nm
grande e bem escolhido sortimento de ponteiras
para charctcs e cigarrjs. cachlmbos de muitissi-
mas qu-.liddes, bol^as, etc., etc., charutoa de Ha-
vana e da Bahia, de todas as qualidades, e tambem
dos rranufacturados na wovineia, e eigarroB de
mnitas qualidades, tanto dos raanufacturados em
sua fabrica, Cumo v. < Rio do Janeiro, e Manilha,
tanto em gro?so como a retalbo, garantindo-se sin-
ceridade, promptidao e agrado.
Urgencia
Precifa-se fallar com o> Srs. Francisco Correia
Lobe e Antonio Ezoupo de Lin a, a negocio de seu
particular interesse, no pateo doVnroo n 23, ar
mazem Conservallvo
Faz-se todo negocio
com ama arir.ai.ao de amarello, bem c<>nstmida e
feita com toda perfeicao, contendo pe>os e balan-
ca decimal : para ver, na rua Imperial n. 2l7.
"HaIa mnm.
AOS 4:000#000.
8ILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Margo (outr'ora rua c o
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos sens f?
'/. bilhftesnm meion. t Si7 com 1:000*000, um
iiitt-iro n 3429 c U)i v 204 da loteria qne se acabon de extra
tni' (lib*), convida aos postsnidores avirem rere
ln-r na confer no da de do eostnme sem de*eunto
algum.
Ai'ham-se a venda os felizes bilhetes garaniido-
d- 2- parte dai> lotenas a beneficio da matrix
de Tijucupapo (tiO ), |ue se extrabira na qnar-
U feira, ii do corrente mez.
PHECOS,
Bilbele inteiro 44000
Meio bilhete 2000
(M FO&Clo ob 1009000 PARA C1HA.
Bilhete inteiro 3BO0
Meio bilhete U7K0
Manoel Martins Fiuxa.
V i
i (]onss!tri ifiedico-ciriirgico 5
5 DE %
*J 1 R rl fiilxra \Iq!u *
ompra-se e recebe-se em troca os pianos usados.
CONCENTRAOA
DE
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOUM
Tratamento paramente vegetal verdadeiro puriQcador do sangue. sem mercorio.
A Emttent-ia de Caroba 6 am remedio hoje reconhecido como nm poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias qne teem a saa origem na impureza do sangue,
como sejam : as molestias SypmLrriCAS, Bocbaticas e Escrofclosas, Rheumatismo, Empingens, Dab-
TROS, ULcERAS, EnUF^OES, ETC. ETC.
Os prodigiosos effeitos que tem prodnztfo a Esseacla do Carol**, por toda parte
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como nm doa medicamen-
tos mais segnros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natnreza syphilitica e
boubatica.
A cada frasco acompanha ama insiruccao para a maneira de usar.
Pomada anli-darlrosa
Contra as afieceoes cutaneas, darthros, comichSes, etc., etc.
liiguenlo de Caroba
Para cura das bonbas, ulceras, chagas antigas, etc. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
R0UQDATR0L IRMAUS, SUGGESSORES
Botica Fraaceza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
N.5 A.Rua do Barao da Victoria.N. 45 A.
LOJA DE JOIAS
DE
JOSE JOAQUIH DI\S DO REGO.
late sitn ja nao 6 liquida$ito 6 queiiua !
0 proprietaric deste nnv., estabeJecimento aturdido com o inesperado eslridv dos gritos qae
surgemde todos os anguios desta grande cidad-, annunriando a liquidacSo dos estabelecimentos le joia ;
e, receioso de near -OSINHO, apezar de b--m avaliar as grandes vantagens qae neste caso deveria au-
ferir; tomoa a inabalavel tesolucao de QUEIMAR todas as saas joias, com o uuico fim de encorporar-
se a grande caravana^e, eom ella, seguir em romaria para.......e segredo I
A pyra esta ardente as victimas aguardam brilhantes o momento do sacrifieios6 fa/
os sacrificadores..
I-to posto, espera-se.com justa rnzao, uma grande concurrence dos amaotes da ecou
qne nao devtm perder o enseju de se omverera de objectos taes; e deveron'o ainda assim fazer,
qne deprva de todas essa* liquidates, com o novo anno, acabam se as JOIAS desta cidade, e nao
tera publiso aonde dellaa so possa prover.
Aellas! A ellss !
52
fIIH
A. B. da Silva Maia.
//, Meltco partniro h np^rarlnr. f
/ Rum do Maa*ol a. Cl /
y Consuitas <1hs 8 a< 10 boras* M
y Chamados a qnalqaer bora. fm
J Gratis aoi pi>bres. Q
S
ft) Maceid.v
**. Bacbarel L.ur. 115.. de Alba-
Jjy qu>-rqiM<
v' Rua a.- Ii...-ari 1 o. I.
PRESERVATIVE DA ERYSIPELA
DO
\ Baeharel flannel de Siqueira Cavalranli
Remedio efficaz, nao s6 para curar qualqi er ataque de r>sipela, como
para impeoir o seu reapparKcinvnto.
Approvado pelo G-.verno Imperial, acha-se 4 di^posicJo do Publico
,com aa napadiua in-.ruccoes, attestadosde pessoas nutaveis, e de Medicos 1
de grande reputacao.
Depositos unicos.
Recife: rua do Barao da Viet na (rua Jlova) n. 40, casa do Sr.
Rocha Siiitieira,
Rio de Janeiro : Cflrte. rna do Oavidor, n. 78.
Gratis aos Robres.
Lindas popelinas de linh) com salpicos edelistras
assetinadas pelobaratissimoprecjo de 320 rs. o covado: na
raa Primeiro de Marco n, 13, loja das columnas, de
Antonio Correia de Vasconcellos.
^^^ ------- ------------- I || II JJ _m II !!! II I II IM--------1
CMPfrt OE m
GorgeJ da ^ACVaJ & R.. rua P iraeiro dn Marja q. 3r> A, rrc^twram um grande lllMwiiiili
de ctupeos da aol Se j*da, lisa e uainaia, c^a nrmit-.s c.Inm da uowarDe, mairiiu e madeira, t
vtudem-oj a $ 1 a 7#, aendo J?.?'pre?o metado do eu valor.
PJ.bKM A()S M!.h-i> ili etynhoe n ; a agriniit : i, con.p.r-i r-s 4en-
chinismo o favur-de faj5r uma visits a sou rstabulcuiiDrut'*, p.-ra v1 cm sortinu-a-
to comp-eto que alii tem ; sciHoluoo saji-.rior cm fpu'ila-loc fmli '*u i V& *n* n**
trucr;ao pessoal pixlu-se vctificar.
LH'ECIAL AlItNCAO AO NL'MGRO E LU'.AR DE SU\ Kli^DKAO
V apOreS e rOuaS U agua dos m.^is modernos mMW h cm tamaobos coo-
venientes para as diversas circumstaticias dos senhorrs proprietarios -j psr deaearo^sr
algr dao.
MOendaS Oe Canna de todos os tamanhos, as mtlboros rpie aq; .liilen.
IvOuaS QentaOaS para aoimacs, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques. (
Machinismos
rJOinDaS de palente, garantidas........
lOflaS as macmnaS e pec,as do que se costuma prccisar.
raZ qualquer COnCertX) de niochinUrao, a pre;o mui rcsumido.
rOrmaS He IGrrO tem as melhores o mais baratas existentes no mer ado.
JinCOmmenaaS. Incurabe-se de mandar vir qualquer machinismo u vonta !< dia
clientes, lembrando-lhes a vantagem da fazerem as compras por intermedio de prsv a
entendida, e que em qualquer necessidade pdde lhes prestar auxilio.
Arados americanos e instruments agric \s.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O GIIAFAREZ
, I Vvimto to*
para rnandtoca e algodao, e para serrar Miaioira.ljer lnovi** a m*o
Jpor agna, vapor,
\ TINDICAO DI FERRO
I' ma do Barao do Trioin[;iio (ma d Henni) ns. I.H)a iOf
CARDOSO A VISA M aos senhores de engenh-s e outn s agricult res e an publico :Ta geral qc
iontinuam a receber de Inglaterra, Franca e America. lodM as femfrM a rr.robinas ne
jessarias aos estabelecimentos agricolas, as mais modo nas o naelhur ftbra -is tcin \ind
jo mercado.
VapOreS de forca de 4, 6, 8 10 cavallos, os rr.elhorcs que Mr. nod M W t
uaiOeiraS de sobresalente para vapores.
jaOendaS inteiraS emeias "icL'ks, obra como nunca ao"i m<'
Taixas fundidas e batidaa, d< meihoKs fabnetntes a 300 o!50 rs. a
libra
RodaS d'agUa com cubsje do ferro, fortes e bem Mtfaadav
vOdaS oentauaS de todos os tasian&os e qvakidadaa.
Eelogios e apitos para Btapors.
tJOIUuaS ,ie ferro, de repucho.
rUrauOS de diyersas qualidades.
Pon&as para assucar,8ra? :<.-s e p>.-qooaa*.
Varaudas de ferro fundido, r^ic^s d- iivendb >-
rOg'OeS irancezes p?.ra leohae artio, obrn superior
Ditos ditos para ?n2.
Jarros de ferro fundido para ardim.
ires ue ierro para lIiesa 0 banco.
yjLucnina para geiar ^ua_
V arvUiaS para bomba e banheiro.
Correiaeinglezas para macbiaUmo.
panCOS e SOiaS COm tiras d madeira, para jardim.
(JOncei'tOS COn,;ert'"n,:"m l,r"ml,t"lflu MUi,Jlll"-r oira ou iuai'.h:... pan I \z.t kHam
sua fabrnfi bem-montada, eom raiai a bum p:-..
EnCOmniendas maudoi vir pur unmmim-nda da Eonipa, fuloaer ummiiaaa>;
prtioquese CQrrespHidm c'in ur!:.i map ;: '. ,uts
.:om um dos melhores ttiigiTiheinis de liiglaterra ; unuuiti.-ui *- dn maiiJa/ wat-iiUr
titasmaohinas, e se rtssponsabilisam pelo hum trabaibo das imwuas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Bmiu) ua. 100 a 104
F U N I> I C A 0 D E CARDOSO
LICOR DOS MONGES BENEDiCTINOS DA ABBADIA DE FECAMP
Este cfilcbre licdr tao
appreciado do publico
ao ponto de se encoti-
trar hoje ern todas ns
boas mezas, tanto no
Restauiante como no
jantar dom stico; nos
grandes lioteis como nos SJlff.
snides dos pi in- ipes, por *
isso e elle tamben o ob-
jecto de numerosas imi-
tates, cuja niaior parte
de falsa provenencia.
Como ttrnio final de
garantir aos consomma-
dores ctii(lad<>zo3 um
prodiiclo puro, exquisito
e essencialmente h)gi-';-
nico, contra estas lal-i-
fiencoes detcstaveis de
man gosto e nocivo, A
sautic. damos retro o
modelo da garafia e mais
acima o do* sellos c ie-
treicos que envulvem o
verdadeiro licdr benedic-
tino.
OBSERYACAO IiPORTANTE.
Recommendamos particularmeitfe ao publico em geral, o exi-
gir o letreiro acima, qui 4 setnpre poslo no (undo das garaffas
desde o V de Outubro de 1872 que tem a assignatura de
A. LEGRAND aiue, director serai..
It. B. Em tempo* de epidemla o be oedictino e am prwirntlw
certo; am grande numero da oelebridadea medlcac tem dado
certiflcado bem formal.
Dcpoale> eral i A. LEGRAND aiae,
Deposito geral em Pernambuco, A. REGORD.
V*em*i> (aVWMnamV
C0NST1PAC0ES e MOLESTIAS do PEITO
XAROPE
ANTIPHL06I8TIC0
BE
BRIANT
PARIS, Pharmacia BRIANT, 150, rua de RWoli, PARIS.
As iielcbridades medicas de Paris feeoauaaDdAo ha maia da 80 aaaea e ZaMPt
BIU*IITinioomedicanienlopeUoral(>^toiattayrodoiWoq|fcw^macar/a,
INCORRETA


6
4Y|Di^(v^^iMiitoco C&ftria feira U fibOotobrc tte 1874
&
--------------:------
'

Boamoradin.
A"iuga-se o sift) da estrada dc Agua Bria n.
com boa caaa para numerosa familta e exeellcnle
baolio u-> ri.icno Jacare, pertu da estaefto do ca-
Biioha de ferro: a iratar na ua Primeiio de Har
gi n. 23.__________ __________________
Cura inshiiiiaca
Graudiosa descubertall!
Novidade iioportantissima III
Ooso qaotidiano de urn calix do superior vinho
GENEROSO que se vende no 1" andar do sobrado
n. 56, a rua da Cruz, tern a proprieJade de subs-
tituir con. grande vantagem e extraorlinaria eco-
nomia, os depurativo9 tao apregoados e conheci
dos per salca e caroba, elc. 0 raedicainento que
annunciamos, na> cura lodas as raolestias como
succede as panaceias que se aununciam, acompa-
nhadas de attestados ; lodavia. restabelece imme-
diatamente as f> rc,a, e purilka o sangue, sem a
desvantagem de ser nocivo a saiido.
Antonio tie Azewdo Villaiwo.
Pelo presents sao convidados os afilhadn3 e all
ln.das de Antonio do Azevedo Villarouco, falle
cido em Portugal do mez de outubro de 1873, a
apresentarem denlro do prazo de 60 dla a con
lar de.-ta data, a certidio d j seu nascimento, era
casa do alaixo assignado, testamenteiro ioiiimido
pelo dito fallecido, afira de qne sejam devidamente
attendidoj na partilha a qne tern de proeederse
com a precisa ignaldade, de apcordo com a d!spo
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874.-Man el Azevedo de Andrade.
N. 21, le2 andares, Catnbda
do Carmo.
llanoel Hnediuo Rego
Vallenca
Banhos e dormida fresca no
Monteiro.
Aluga-se alii duas casas pequenas, lendo cada
otna, duas salas, tres quartos e cozinba : a tra-
tar na rua Nova, loja n. 7.___________________
tin novo rival!
Para uma cidade tao populosa como a nossa, 6
por certo insuffkien e a existen ia de utn unico
estabelecini"iito no genero daquel.e que se deno-
mina Conftitaria do Campos.
E' isle o motivo porque acaba do ;-brir-se a
eonourrencia publiea no bairro do Recife a rua
do Coramercio n. 22, uma casa commoda e de-
Ct-nle, sob o titulo de Assemblea do Commercio
ende o reepeltivel publico encontnra sempre
que precisar, u uecessario para :
Utn '"asamerto.
Uma soiree.
Um b.sptisade e
I'm lanche.
Ha tambem :
Grande variedade de bebidas Unas.
Completo srrtimento de d. ces para embarques.
Bolinhos sorlidos e fructas de delicado sabor:
Bandejas caprichsamente preparadas.
Fiambres e lanche a qualqner hjra.
Tudo com esmerado iceto, preiteaa e prev-os equi-
tativos.
22 Ru i do Commercio 22
Meira & Lima
________A-^erpbltM do Commercio._________
ESCRAVO FUG1D0
Fogio do eagenho Atalaya, na freguezia deife-
riohaero, no anno de 1865, o escravo Francisco,
zaulstn, com 16 a 18 annos de idade, pouco mais
on men .-. sliora e eorpo regulares, olhos.rasos e
asues, cor bem :lara, cabellos bons, denies per-
feiios, nariz aliUdo a curb) (eicao bonila, se.n
oarb.i, OiUt'ii moderado, ,{.< sccros.o bem feitos.
0 dito escra-(i fni da .-'r. 6 mm^ndador Antonio
dos San'-o* l' ataal, senbor do en/eoho Cabeca de
' :r : c pradu so"cvrretiT Oliveira, ir.otador
BoEecife.________________________________
FG Escadi, no anno de 1872, o escravo Guilberaie,
com os -,. seguintrs : pardu, com 23 anno.-
de idade, p)ac<> mat-t on meuos, altura e corpu
-... icll fcachtados, olhos grandes, rosto
co:i"i( io -1 Mguns signaes de barba, narii
con,; r;.' ii 'i (.into a'.p!T..:;, dn.tes porfeilitt ;
tr::. sardaa pelo rcstu, e f:iz movimento no
eorpc quando anda, e na occasiio de cumpnmen-
tar a nt- x >i pessoa, le a > chapdo por qima da
cabeca i ra retaguard?, e tnnilo alepro e diver
tido. Desc mfla- e (pie eslrja na cidadt da Para-
kyba, iu ft:i Nazareth. Por tanto, roga-ae as
lutoridades policiae8 e aos eapitaea do campo a
apprjbeosao dos ditos e.-cravos e serem entregues
' : r, Emilio Peroira de-Araojo, iorrfe-
i de ipiem :-:r:i ; paga d i 3GO/000
pore :. N If. 0 escravo Gut I her me tern
im '. sbre cma aohrancelha.
|
. --
cravo
iigido
- ; -i:i!oii s 'it rasa de sen smh ir no
.. : c '-.iii oa signaea seguintes :
la. rrpi sen a tor 35 aim is de idade,
ui '!-, lent algumas sardaa ou
nisi j;' grandes e calcanbares fo-
li>s encolhidos, tambem tern uma el
-i I is provenienle de uma iiueimadu-
.: ni uma das pernas : ruga seas
ieiaes e aos Srs capitaes de campo
le lerrin e reme te Io
. '. 1 ;.; ; iJ is
a rua do B n.
generosatnenl'.'
Uovernuiite
de uma sen'i ira para govemar e di-
asa
'j
i '-. -se
rigir 11 ncps de uma
nda I m decosturas
ratar na ; r ;i do o r, i
das 9 boras da mant.a .
le C.ixla n. 81, i andar, entrada
d Pedro II, aniigo largo do Coil-gi
de familia, e que
oilar vealidos : :i
Santo n. 17, I" andar,
i da tjrde, u f..i rua
p:-!a
da

MEDICO
Consnltas das 7 horas da manha as
9 l|2.
Chamados por escriuto.
Especialidades. Doeocas dos pal- <
m5es e do coraclo.
Exmas. noivas.
Cbamatros a vossa aUencao para o novo esia-
belecimento que acaba de aorir-se a rua do Com-
mercio n. 22, denominado ASSEMBLEA BO
COMMERCIO onde se preparam ricas bandejas
com grande variedade de buhnhos caprichosa
mente enfeilados, tambem se apromptam bou-
quets.
Assemblea do Commercio
Meira & Lima
22 Rua do Commercio 22
i'recisa-se
alugar uma escrava para vender na ma : a tratar
na rua do Cabuga n. 3, 2 andar.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux.
Aberto toda a noite, dos dias de especta-
culo da companhia it.ili.ma.
Escravos fugidos
Coniinnam a esiar fugidos desde o anno de-
1870, os escravos seguintes : Francisco, crioulo,
com 28 annos de idade, pouco mats ou menos,
altura e corpo regulares, olhos grandes e brancos,
denies perfeitos, cabellos carapinbados, uma ci-
sairix por cima do olho esquerdo, barba a Cava-
nliac, muilo conversador e risonho. Antonio, ca-
bra, com 23 annos de idade, pouco mais ou me-
nos, alto, secco, olhos grandes e verraelhos, ca-
belli-s um tanto solto<, pouca barba, dtntes per-
ftitos, pes comoridos e seccos ; ambosforamcom-
prados ao barao de Nazareth. Ii.s'onfia-se que
os ditos escravos estao oecultos nav comarca de
Pajeu de F.res, ou no Rio de S. Francisco. Ro-
g -se, portauto, as autaridades policies e aos ca-
pitaes de campo a captura dos mesmos escravos,
e serem entteguesa seu seu senhcr, Emilio Perei-
ra de Araujo, no engenho Ajudanle, na fregue-
zia da Escada de quem lerao a paga de 300*000
por cadi mi'. ___________________^^^
S
Porto & Bastos, a pra>;a da Independencia n.
39. acabam de r>-ceber pelo ul imo vapor, lindis-
simas capelias menuarias com diversas inscrip-
cdea propias para tumulos e cataenmoas, as
quafs vendem por precos inuito modico.
Anicrieu jXiiik-m Correin.
D. Candida Mnria das NeveS Cor-
reia, manda celebrar missas- as 7
horas da .manha de sabbddo, 17 do
jorrente, na igreja da Madre de
Dens, por alma de seu presado es
poso, Americo Nunes Correil. fal-
i i'ni. i em Liabda n) dia 23 de setembro. e para
esc acto de caridade e religia", convila a lodos os
parentes e amigo*, seus e do finad)t; pel i qne fi-
car-lhes-ha summamente grata. j
tntinio Lutz Ribetro
Manoel Joe Luiz Ribeiro e Jos6 Maria Ribeiro.l
lendo recebido a infausta nolicia do faliecimento
de seu pai Antonio Luiz Ribeiro, era Portugal,
man lam diz.-r uma misa em sua tencao, no dla
14 do corrente, as 7 horas da manha, no conven-
to de N. S do Carmo.
il a at a- 8 boras, on >l is 3 da tatde ;i.- 7 da
E
Alufft-sc
.-. priroeiro a idar c im .
d bra Io sit) na rua dn
-. i : a tr.it.ir r,. tin
> commodos .-
ispici) n. 65, Junta-
il i Vjgario u. 31.
Attencao.
>
l.-v.i-..-. o tng mraa-se com prrf-ieSo, per me-
: i raa do t'ajti n. li
Inai^v-diirtdOipiltrikf
A'ngase a eaa rtimminada d.i Can.1 fistula,
f i do X'-tc) no logar do Monteiro, freguezia
do 1'oe > da Pao'Mia. optima para se passara festa
pela conim di.iade d i- banhi s, a oaal se aei a c ii -
o:-. e pin'.a la : a It a tar na rua do lmrerador n. 57,
Pillulas Cathartic as
de Ayei
Para todos os effeitoa A\
um remedio lazsoU.
Nao ha scguramente, ur
romedio tarn univerfalmcnta
procurado como am cuthar-
tico ou purgante, c nenhum
outro tern sido tao u-uilo em I
todos of sizet e por toda? as classes, como estas p/lip. j
I. is. i :v- ma.i efficazes. A raziio cvldente, fonnio j
m mmei ii) mnito mais certo e efficaz que nenhum outro.
Aqu Hi qne os teem ensaiado sabem que se teem curado
... i.; n."io os ensaiarao sabem que seus amigos i
ISA DO OURO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Novo
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
nuito felizes bilhetes a sorte de 4:000*000 em
bilhete inlelro de n 1,547, e a sorte de 700i em
men bilhete de n. 3,725, alem de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da loteria que se
acabou de exlrahir (119*); convida aos possuido-
res a virem roseber, que promptamente serSo
pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixario de
iirir qualqner premio, como prova palos me^mes
inuuncios
Acham-se a venda os muito folizes bilhetes ga
antidos da 2- parte da loteria a beneflcio da
igreja matriz de Tejucupapo, que se extrabira na
dia 14 do corrente inez.
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De fiOOjfOOO para cim^
Inteiro 3*300
Meio 1*750
Recife. 5 de 3eternbro de 1874.
Joao Joaautm da Costa Leilt
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
gual for a quantia.
^Na mesma oasa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ALUGA=SE
nrra grande casa terrpa com bastantes commodoi
sita na estrada do Lucas : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31._______
AMA
segundoTandar.
Precisase de uma ama para
cazinhar: na fabri^a a vapor
de cigarros, a rua larga do Ro-
sario n. 21.
Precisa e a., gar ama e-' jfS*i.
crava para anda? ua .a.. : a "f"?J*"!LflR
tratar na rua do Cabuga n. 3,
Offerece e um hmeiivpra caixeiro da en-
genho, fora ou dentro da proMnco, o qual enlen
dendo de diversas artos, obriga-aje afazertod>a
qualqner eoncerto que o rctsmo possa precisar, a
excepcao do que for de fundicao ; comer la taxas,
lorneia moendas. e faz maneiros os engenbos qde
mal collocagao forem peados, e outras
se dira ao pretendente : a tra-
lar na rua das Cino Ponias n. 144.
Esta encouragado 1! !
Aijna mole em pedra dura
lanto da ate qne a fura
Roga-ae ao 'Illm. ^r. Igoa'cio Vieira de' Mall
?scrivao na cidade deI "Nazareth desta provineia,
favor de vir a rua Duqne de Caxias n. 36, i con-
cluir aquelle aegocio gue S. S.se oompromerteu
realisar, pelatterceira ehamada deste jornal, am
flns de dezembro de 1871, e dejois -para Janeiro,
passou fejrewifD b abril de 1872, emda cumprio;
por stjmotivo.e de novo cnamado para d
flm, poi 8.*B.j's deve lembrar qne eete negoci
de mais de oito annos, e qnando o Sr. seu filho
ichava nesta cidade. _____________
Ama
AMA
Para comprar e cozinhar :
a tratar a rua Nova n. 12.
loja.
Ama de leite
eite sera lillio
Precisa-se de uma aim de
raa Duque de Caxias n. 84.
na
AMA
n. 2, primeiro andar.
Precisa-ae de uma ama
que saiba cozinhar : no lar-
da matriz de Santo Antonio
4MA
Precisa-se de uma ama para
t-ng. mmir e ensaboar : a rua da
Concordia n. 43.
* mm M Precisa-se de uma ami para en-
3klWrn c3k gommar em casa de pouca familia:
a rua do Imperador n. 69.
Ama
COMPRAS.
e vlfioliah (a i-'-in curado, o todos conhecem que o resultido
i viv, tirara todas asveze,e que as riLLU-
JiAS u 5 por conscqucncia de crro ou ncgligeucia
ti ran cooipteicao,
Tem m lliare ;obre milhares de ccrtificadoa rcferentcs u
tistmc j- canu qae hao effectuado estas pillulas, nas moles-
ti:is qn.. <-m Fcguida mencionamo*, porera &cudo taes curaa
conbei i !:.s em twla a parte aondo teem penetrado, des necet- .
i jo.- aqui. Adaptadas a todas as idades e a
I > !8, em todas as climas, nio contendo calom-
elitno n untra '.ualquer droga deleteria, ellas podem ser
i por qualqner pessoa com toda seguranca. Sua
eapa il':..:. r ;:o cjrisen-a sempre frescas, e as torna_gosto- .
as ao Io tambem puramente vegataca, r.ao po- j
dem n prejudiciaes se por acaso forem tcmadas [
m q-j/ I i -i. o papel que serve de coberta para |
aadti vi.lro leva liirictoesjninuciosaa com rela^ao aa secuio-
tes m.i..... \ PIZZTTLABCATBATtTJCAS rapl-
daOMate cura >. Para a nys/icptia oil Indigestno, Bit-
pUrrncin, l.;n(ii>tile*, Falta de Apflitr, devout ser i
tooMdns i m doec nioderada a fim de estimular o estomago e
fcstalili'i-r suas fuuc<^08 saadavcis.
Par:i us /M.nrn.i do Figado e suas diversas symptoraaa
J'HX'^i'im'M /tilioHtM, Dor de Cabeca, Icterlcia, Col-
ten htilemn. o fvftfwt BtHota*, devcm se tomar tambem
modei-iilr. ii' n.? (m cido caso, para correger a accao viciad*
u rein r.i.i-o nbatMtlk*) que a causfio.
ran > i..i-.u:-.i-t ou Diarrhea, c geralmente bastante
"' oi.....|u ua.
Vxr.v ui...,, fmn, (lotto., Arrelai, PalpUmei* do
Corn. -'..., n/,r.H ,m ilharga' ou cotta*, devem ser
.'muai.uuiente, ate alterar a aocaii dot orgicn
' w! .1c so-te que a molest ia d i.-appareci*.
i'n- j <:-Mr-i,H,in-Ineh'i<-8e Hiidroplea*,* preelso
tomn ->&,.;>, iHwite e empowoes aasaa wanctes
prodn/r h.f.nnM, am (fafmilvci drtitn. l&no J)Hr+
><>' -^ o'J.,)ni- tt*
proni
adai
davci
Q*
u di
n.eut.
app
Dividas da maissa fallida de
Thomaz Fernandes da Cu-
nha^O
Jos6 dos Sanlos Oliveira, arrematante das me3
; mas, previne aos devedoies da dita massa fallida,
| que os que nao pagar ra ate" 15 do corrente, se-
rao puhlicados seus nomes, e entregue a seu pro-
enrador para serein eobradas judicial: pagar a
rua Duque de Caxias n. 70.
E. A. DELOUCIIE
2.-Rua do Marquez de Olinda-24
Eqiilua do beeco Largo
Participa a seus freguezes e amigos que mudou
o sen estabelecimento de relojocro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, amerieanos, e cima de me
sa, dos nieHiores gostos e qnalidades, relogios di
algibeira, detodasasquaiida.es, patente suisso,
de ouro e praia dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de ouro, inglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de onto, plaquet e prata, lanetas
de todi"s as qualidades, tudo por preeos maito ba-
ratos.
bin
Aluga-se ou vende.-se uma grande casa terrea,
em Olinda, propria para granae familia ; tern gaz
e agua encanada, sita a rua do Aljube n. 31 :
tratar na rua da Imperatriz n. 86, 1." andar.
Aloga-se por anno ou festa o sobrado de dous
andares nos Quatro Cantos, cm Olinda, com com
modos para grande familia, agua encana'isada e
cano para despejo, muilo fresca, perto do banho e
das estacoes : a (ratar na rua da Uniao (ilha dos
Ratos) n. 53, detraa do Gymnasio. _________
AInga-se a casa n. 3i, ua Capunga, rua da
Ventura ; o 2 andar da casa n. 3, roa da Penha
o pavimento lerreo da casa n. 41, rua do Rangel
a tratar com o proprietario, no 2 andar desta ul
lima casa.
(
Aff nso Jose de Oliveira, professor ju-
bilado da cadeira de geographia e his-
toria do ex-liceu detta cidade, tern de
novo aherto, seu collegio de jastruccao
primaria e secunlaria na rua da Impe-
ratriz n. 18, onle coutiuiia a receber
alumnos internos, externos c meio pen-
sionislas.
I iixlJPJiJg! I
S^
Casa para alugar, em Olinda.
Aluga se uma casa terrea,
S. Pedro n. 8 : a iratar no
Corpo Santo n. 27, armazem
na rua da Bica de
Recife travessa do
de fazendas.
^recisa-se
de um socio que cnlre co.ti um conto de reis ou
mais, para um negucio de muito interesse, que.
saiba ler e contar, para fora da pr?a : a tratar
na villa do Cabo, rua do Conde d'Eu n. 18
Garros de luxo.
r E' inqnestionavel que a cocheira da rua do Bom
Jesus n. 15, de Joaquim Pans Pereira da Silva, 6
a que tem as melhores berlindas, caleches, meias
caleches e Victorias de luxo, proprias para qual-
quer nui.'ado, visiti de etiqneta, bailes, e actos
.da academia, sendo o. mesmos ajaczados de ex-
client.'s parelhas de aniraaes, arreios luxosos e
bolieiros com f.-irdement .s do ultimo gosto; para
o que se convida ao publico a vir por si mesmo
scientilicarse da verdade do que deixamog dj|o,
certt'S de que nao encontrarao pomada e sim rea-
lidade, e cumuiodos prec-s ____
Precisa se de uma ama forra ou escra-
va para oasa de familia : a tratar na rua
de Hortas n. 15________________________
Precisa-se de uma ama para engom-
mar : na rna do Barao da Victoria n 22.
Ama
Precisa-se de uma
mbar : .na travessa do
25, arnr.axem.
Ama.
ama para cozi-
Corp i Sana n.
AMA
ft or
Precisa-se de uma ama que saiba
cozinhar : na rua do Ho-picio nnrae-
AMA
Precisa-se de uma, livre ou capliva ;
a tratar na rna da Uniao n ~ 47.
Ao commercio.
Os abaixo assignado*, membros da lirma Frade-
rico Pinto C, amigavelmente dissolveram em 17
de agostu ultimo, a soeiedade commercial que ti-
nham na loja de fazendas, sita a rua d > Marquez
de Olinda n. 40 ; fieanJo lodo o activo e passivo
do dito estabelecim-nto a cargo c resporisalnlidarJe
do ex-socio Julio deMillo Siilgado eo ex-socio
Krederico Alves Pereira Pinto livre e dcsombaM-
cado de toda e qualquer respon^atnlidadc teodente
a mesma flrma. Recife, 10 de outnbro d 1874
Julio de Meio SaJgado.
Frederico nlves Pereira ('into.
Nos abaixo assignados, uni:os meoiliros da
firma D. P. Wild St C. deelaramos que a rtatar dt
15 de setembro dc 1874, se acha dissolviJa -rm\
gavelmente a soiiedada que entre noi existia, II-
cando lode o activo c passivo da dita firma a cargo
e respoosabilidadrt unica e exclusiva do socio Da-
niel Pancraz Wild.
I). P. Wild.
Albert Kienzlor.
ATTENQAO
Precisa-se comprar 4
portas de louro de 10 pal-
mos de altura: nesta typo-
graphia se dira.
Precisa-se comprar um escravo de meia
idade, que entenda de borta: ao largo do Corpo
Santo n. 4, armazem._______________^^^^^
Apolices da companhia de Beberibe
Compra-se apolices da companhia de Beberibe:
na rua Primeiro de Marco n 49.
'Vnde*se
uma casa ca villa-da Barrnros, -_a rat do Cam
mercio, por pre^o a_adico : a tratar cam Taa*
Irrnaos & C ^^
Offerece-se nma mulher para casa de ho-
mem solteiro, qae faz todos os senricos de cozinh
com perfeicao : na rna da Senza'la Velha n. 1
Vr;NDAS.
O Monte Lima
tem nm completo sortimento do galao e franja de
(.uro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
ab>toadura8 dourndas para ofBciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se eccarrega de
todo e qualquer fardamento, como scja : bouels,
talins, pastas, espadas, dra^onas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado
etc. ; assim como um complete sortimento do
ranjas, galao fai-o para oroamento, cordio de la
com borla para quadros e espelhos (confonne o
goslo da encommenda) tudo por muito menos
preco que em outra qualquer parte : na praea da
Indeoendemia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Ainga-se o armazom d> sobrado da raa D-
Maria Cesar n. 37, proprio para reeolhbr fazendas
por ser muito espacoso e reedift'jdo, on p-.ra
qualquer est-ftelecimen'o : a tratar'na made Do
mingos Jnse M rtins n.48, antiga Senzala-Velha.
Escravo fugido.
Fugio do eogetiho Ajudante, na freguezia da
E-oada, no mez de junho do corrente anno, o
escravo Marliuho, de cor preta, com 22 annos
de idade, pouco mais ou menos, altura e corpo
regulares, 0II103 grandes e brinnos, com principle
de barba, denies perfeiloa, cabellos carapinhados,
pes grosos e compridos ; anda um pouco decli-
nado para freote, com a vista Itrmada para 0
chao; e muito canudor e offii-ial de carreiro.
DesconQa-se que 0 dito escravo esla occullo em
terras do engenho Para, na freguezia de Ipojnea,
pelo que, incorrera nas penas da lei, quem 0 liver
occullo. Roga se as autoridades policiaes e aos
capiiaes de campo a captura do dito escravo, e
ser entregue a seu senhor, Emilio Pereira de
Araujo, no refcrido engenho, de quem terao a
a paga de 50,3000-.____________________
Aluga-se 02 anlar e solao do sobrado
da rua do Rangel n. 73, todo reconstruido e
asseiado, com bastantes coraro )dos, escada
indepeniente do 1. andar, e bem assim 0
quintal ; sendo muito fresco e com excel-
lente vista paFa nova prar;a do mercado :
para ver'as chaves, estao ao estabelecimen-
to de molliados do mesmo predio, e para
tratar na tbesouraria das loterias com Anto-
tonio Jose ltodrigues de Souza (seu pro-
pri-tario.)
LEIS PRQVINCIAES.
Vende-se no 1. andar desta typographia,
em mSo do administrado, Colleeccoes de
Leis Provinciaes a 500 rs. 0 exemplar de
cada anno.
A Verdade
Vende-se duas collercSes deste periodiro, enca-
dernadas em dons volumes, de 1872 e 1873 ; a tra-
tar no 1 andar desla jtypographla.____________
A 120 rs. 0 covado.
Na rua da Imperatriz n. 60, vende se para aca-
bar nma grande quaatidade de las, restos de di-
versos sortimeetos, desde 120 rs. ate 500 rs.; no-
tando-se qne, qnando havia sortimentos comple-
tes, se vendiam a 1*280 e 14600 o covado, ha
grande vari-dade em padroes, os qne primeiro
ihegarem melbor pechmcha farao, a ella a roa de
Imperatriz n. 60. _________________
Grande liquidacao.
de miudezas e chapeos : no novo Bazar, rua do
Marque', de Olinda n. 53.
LIQUIDACAO
NA
Loja de fazendas
DA
Rua do Grespo n. 20.
Las de cores mindas mnito boa* para ronpa 4
meninas a 160 e 200 rs. o covado.
LI pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores finas a 320 e MO rs. o eovadc
So se vendo.
Ditas com listras abertas, fatenda Una, a 6C0 ra. c
covado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Metins de cores mmdas a 280 rs. o covado.
Creloncs, o melbor qne tem'vmdo ao mercado a
400 e 440 rs. o covado
Cambraiu braneas, bordadas e abertas, totafe
mais flna qne tem vindo ao mercado, e fscead*
de 2|000 0 metro, por 14*600 a van; -
ehutcba.
Ditas pretas com (lores mindas a 200 rs. 0 eovado
Cambraia transparente. flna, a 3* a peca.
Dita Victoria, flna, a 4l00ti a peca.
Organdy'de assento brano e de cores, ecu Ai-
res-middas de seda e de S, a 100 rs. 0 eovad-,
E' pechincha.
Cortes de casemira de cores moderaas a 54900 1
corte ; e fazenda de 84. E' perhlncha
Camisas de linho finas, lisas, a 354 a daxia, e fa
zenda de 534-
Drlm branco de linho a 14400 a van.
Dito Angola, verdadeiro, a flOO rs. o eov4o.
Madapolio francex verdadeiro, 24 jardas, a (4
74 a peca.
Algodae T, largo e superior, a 54 a peca.
Gorgorio preto de seda para vestido e para eoU?u
a 34 0 eovado
Toalhas alcocboidas a 44500 a dozia
Colchas grandes a 34500 nma.
Cobertas de ganga, forradae, a 34-
Lencoes de bramante a 24 nm.
Lencos de linho, abainhados e era caixrahas
34500 a duzia.
Ditos de caca de cures abainnados a 34500 a do
zia.
E outros muitos irligos qne se vende por me
not do qae oatra qual |oer parte e para se d-*
So na lorem queiram mandar ver as aolra;
eoganaja de
Guillierine k C.
Vende-se
No escritorio de Thomaz de Aquino Fonceca &
C. Successores, a rna de Vigario n. 19, primeiro
andar:
Cimento Poltland verdadeiro.
Cera em velas e em grnmo.de Li-bia.
Vinho Sber-y.
Vinho d 1 Porto era caixas, finissimo.
[Jem em barris de quinto e decimo, fioo.
Retroz.
F10. .________________________
Alpacas a 400 rs.
0 Desengano e-la vendendo pelo diminuto pre-
fo de 400 r< o covado, alpacas de la e 5eda, de
lindos padroes, fatenda mui'.o fin a e larga, rme
sempre se venderam p:r i?00 o iovado, e" para
acabar; a ells antes que se scab-tn : na rua
Primeiro de Marco o. 25. junto a loja da esquina.
Para o fabrico de chapeos
A NOVA ESPERANQA receben o arame propri-
para annacao de chapVos.
Vende-se duas casas n*. I e 1, sitas a tra
vessa do c-.es da l)eten;So, acabadas de pr> I
contendo cada nma 2 sala, 2 quartos, ozich.
fora, quintal e cacimba : a tratar na rua da Praia
n. 23
BAZAR
(jhapeos para senhora, leques
e puobos, manguitts brancos e de rOres,
gravata de, seda. perfumaria e cinto de
couro.
Vendem Amaral, Nabuco & C, no Bazar
ria n. 2, rua do Barao da Vi.-toria.
Fumoexporte best Cirds Eije
Amaral, Nabuco & C. vendem
cachimbo : no Bazar Victoria,
Victoria a. 2.
Victo
fumn inglez para
rua do Barao da
Vende se uma boa armacao por preQO muito
!.:.- iii -: :. i : na rua da I iv. -rat- i'. n. 19.
Oal de Lisboa novissima
por^oes :
Vende se em grandes e p'quenas
rua Direitu n. 14.
M
Vende-se.
Trcs paries de um sitio com casa de moradia,
silo na estrada de Joao de Barros: a tratar na
rua da Senzalla Velha n. 11,
Na estrada de Joao de Barros confrontea
capellinha, aluga-se o grande sitio n. 21, com mil
palmos de frenle e 2 e tanlo de fun i > ; uma ex-
c. lien!.' casa con 4 grandes salas, 8 quartos, co
zint>a fora o quarto separado para despensa, um
gtande t.-rr.ico sobre columoas e gradeamenlo de
ferro, estribaria para 4 cavallos, casas par^ cria-
ds e escravos, 2 cicimbas com excellenle agua
para beber e lava* r^upa, boa c-sa de campo,
grande numerode arvoredos de diversas qualida
des de fruclas: qnem pretender, dirija se. ao mes-
mo sitio, das 6 as 8 da manna ou das 3 1(2 da lar-
de em diante.
Alugi-se por pre^o razoavel uma casa na
povoaeao do Caxanga : a tratar na rua do rape-
rador, livraria Universal, n. 54.
iio comiita, ttitna-se tuna on uu.i-.para
(iigesA-. iijadHttt&aoiijugo. l/iua uu. -Uin U>-
' J.
^TMI i*?tBO*w WpAfcmwnte bom, 'ornan.lo.wwia
.iVj-iMn r )II ;Hg a aciuua, muitas veze^, ilrci-lida-
iii.ai., .-'I- u--jiaq_aa iirifio_B % raMfcaraow.
-:ivi,.
'
ra-p-ttama poa
:. Xycr St Ca^ Lowell, mfas.. E.u.
.VXIfi SE BOB
AInga-se 2 casas muito fracas, na Capunga,
cim commodos para familia : a tratar no ma-mo
iugar a rua das Cii.ulas n. 5.
Boa aquisicao
Vende-ss a casa terrea sita a rua do Padre Fie-
riano n. 59 : a tratar na rua do Marquez do Her-
v.il n H 8.______________________________"
Aluga-se
na T tre, 2 essis, com commodos para familia
ii-Uilo frescas para sepassar a festa: uo portoiLa-
ene n. 32.
AOS FIE1S.
A abaixo assignada, lendo m.aadado vir da Eu-
ropa nm narmonfco para ser c;>lto>"idOtno obdrc*
^ igreja da N. S da. Graca, na ifraapref do naes-
-tib wnw, ito-ciB) o pmdack> MMnpas fjue
adquirio, aiorueca-yue- wra.pa^r, os dfcitos: da
t!r.-.n>!e,a Ibe faUwn nsi*aor..t por iss^,vmiro-
j--r a t-id*9V)s fiVts .pr *b Ww um,esmota,-
rffim dn ser api-l cada a taf nm.
Km.* imt viaT^ ^recisa-e de n.n> penn "a de idi|e, para
MiiarcYiin dx ttnrx i^W'W41^^*) vi^vo,
mm d' ue mbis : 'a T--i=r nj> leutmlm <8amo|.n.
. ime de algodao, -i-s 9 h'toAte |k>Qba. s.
Alnga-f-' a eaa n. 10 A, da Una da- Bern-
fica, na Passagoin da Magdalena, com commodos
para familia e banho na fVente :' a tratar na rua
estreita do Rcsario n. 17, com Luiz Manoel R.
Valenca, que .tluga haratn.____________________
Terrenos proprlos t
Com 400 e 500 palmos de
fundo
Jk SOU e It o pnlino
Contintia a reulbar se os grandes terreno3 que
circundam a estaca da Boa Viagem.
A boa plicae e vaotagens girtntidas pelo go-
verno e pela companhia da estrada de ferro a
unem editiear proximo a esta estac.ij, gio bem
conhecidas.
Em U-dos is domingos o dias santos podem os
pretendentes dirigir se ameama <*tafao, que ach;.
rao peoa habilitada para tazer as competenles
demarcates. i
Para nao ficarem prejudicadas,. sao rogadas [#
das aqut-llas pessoas que tnconimenlaram terre-
nos, a virem quanto antes tomar posse rjr-fipttiva
dt4tas.lqtr.
BEBBBIBG.
Aluga.sa. iiib* hiw eaaa. earn commo ja para
familia, tend" o sitio diverts arvoredos de frpc-
to, estando a casa pin ada p reparada d*.iJ0tei^
a tratar a ru da Cad-i.i n. 36.
Direito contra o direito, ou o
estado sobre tudo
Refutacao da theoria dos 'politicos na questao
rejigiasa, seguida da resuosta ao supremo tribunal
d jiisti^a, pelo bi-po lo i'ara.: a venda ra livra-
ria Universal, rua do Imperador n. 64, a 24. Na
mesma loja se vende um f'lheto ultimamente cbe-
cado Voc do Povono mmisterio de 7 de marco,
a 200 rs.
Aluga-se
tres boas casas em Santo
Amart> das Salinas, sendo
uma n* rua do Lima n. 16 e
duas na rua di Fundicao
ds. 8 e 10, estao toda* caia-
das e pintadab de novo, teem
sot6as eom janellas na freu-
te-e no &wdo, sao mui frek-
cas e contem tod^s ellas
grandes corrmi<)di)Sp ra lV
mWia : a tr&tar na rua do
'Liman. ^0.
AlugH'ii-sH o in'-l-tr'-l" ->'.o...i.l> n. 1 G.
% 1 UNfl
a lodos aquelles que ficaram vor da festa do Rosari da JJaore de Deo,, e que> y^ j)r#f><|ulquer faun
aid esu data ind nao pruati-rmn snas c ntas, ro' cj,am.sfl n ciir-siiMi r n
M>iPiMNi4iH **ifiW'*9i.W wsTrki'. d,. ootMi-ao v-;;, eu- a^mes.pprex?*:
tenso neste jornal. Recife, 14 Jo ouiubro de 1OT4.
>'
ft osjluus n--rlrps dn u. IDS. a ru" rntngos J->s4 Mart n, t i-los i-.ifu-cit. los
caiados piutrdos e def'-nt- iri'iiii- prHpaiwj
i.- : hs .eU rfeap-
U '-, |r.iliru.
Preei-a seilutAc qaoa im eta
be a oarua r|Q Xamtiiiu v5o*Q-j I-" h->
ii iiw'e.
!-adrn
Qual e a loja que vende ba-
rato ?
E' na rua do Livrament n. 4.
0 que vende ?
Queira ler para saber.
Fazendas. chApeos e renpas feitas.
Perfeito sortimenu para lodas as classes.
Pannos iiuos e casemiras, brins de linho branco,
pardo e de cdr, ditos de Angola, ditos de algodao
brando e de ccr, gangas de linbo e de algodio,
de cor e amareNo, madapolao de diversas quali-
dades e preeos, algodao branco de listras e azul,
de varias raarcaa e preeos, chitas, metias e per-
cales, b-ptistas braneas e de cores, brilhantioas,
alp cas de lindos desenhos, ditas com palmas de
seda e listras de -eh, ditas pretas e braneas,
chapeos de sol para homem e senhora, meninos e
meninas, ditos para cabeca de homem, senhora,
meninos e meniuas, ba grande variedade aonde
se vr- os de cjstor a 14 e 25, camisas de todas
as qualidades e preeos, para homem e menino,
duas de me as, eeroulas de preeos de um a tres
mil reis, caleas, colletes e paletots, bavendo gran
de quantidade pira esolher a vontade ; tambera
ha cambraias branca e de cures ; assim como,
muitos outos artigos que deixamos de pubhear :
cheguem ao araigo do bom e barato, a rua do
Livramenlo n. 4.__________^____________
Vende se a taverna da travessa da rua do
Principe (denominada Forle Principal) n. 9, com
puueos funlos, propria para um pnncipiante ; ar-
macao nova, tem de aberta urn. anno; o motivo da
venda sedira ao comprador : a tratar na ca?s-
ma. ________
Veude-se um terreno no Caminbo Novo,
hoje rua do eonde da Boa- Vlsia, tendo cem pal:nos
de frente e quatrocentos de fuulo, proprio para se
edificar uma bua caa, por ser twrto do Recife : a
tratar no mes.no lugar n. 120, ou na rua da
Cruz n. II.________________
DAS
FAMILIAS
Rna Diiqac dc Caxias n. N \
Grande queima.
Cerram a pechincha I...
Riqnisima sanidas de baile, de 15, p^r.-> -er;l
ra. Verdadeira novidade no mundo rtepantr '.
Capinhas do la e seda para aenh.ra C,u-.
inteiramente nova I
Excellenles cachinets de Ii e seda para senito
raf, por 543)0.
Casaquinhos de g-rg ra> preto de eda. ri-a-
raeute bordados, pelo dMninut) preco de 105'*"
Excellente acqursicaoo I
(half? de seda a 124- Baratissirro '
Grosdenaple preto a 14200 <> uatita.
Popelinas de seda a 24 o Uada.
Faia de seda, fazenda modernise na. |>?!o C-m-
modo preco de 24200 o eovado.
Popelinas de seda, object j da ultima isoJa, a
14 o covado t
Ditas de linho com listras e agradav.s i t
drues, a 4S0 rs o covado.
Cambraias transparent*.*, f.iz-nSa mui Qaa e d
grande proenra, a 6>.">00 e 74 a pf c.a.
. Alpacas de seda a 14 o covaJo. Grande peekia
cba !
Granalinas de ceres corn bslras a-setinadas.
800 rs. o covadn. K alias emquant' restau !
Cambraias bordadas a 151'' o n: tr -.
Ricas polinaises, bordadas com etmero, a 3**
cada uma.
Tapetes para sofa, grandes e peqnencs. Padr'
especiaes !
Ditos para portas.
Ditcs para cama.
E ontros artigo* para homens, 2aara
criancas, os qnaes artigis nao ?e meneior*m pars
nao massar se abenevola attencao d-s S^itore- -
leitoras, araantes do bom e do barat-i, 3 entbu
tiastas da grande virtude domestica a ec .
mia I
C rram quanto antes a gran le pechincha.
fregnezes I
Vinde ver, eomprar e admirar I ______
Para concertar
meias
de.;--..
A NOVA ESPERAXCA, a rua Duque
n. 63, recehen Cesta nece^sana linlia.
Chocolate do Maranhao
Uaic) aeposit^ nesta cidad", em casa de J--
Tavares Carreiro & C, rua Direita n. IV, onJe $
vende pelos preeos e vantagens da fabrica.
Cal de Lisboa
Vende-se cal de L!sboa : r.i p"1'-1
Santo n. 17,1* awar. eacriptori) de
drigies Favares de Meo.
4o OffK
Bo-
P-ira
. i 1V
B.HIST4S
A 40 o soil re's o covado
SO- Ni UUv DO QUOMUION. 43
Junto a loja da Magnolia.
Bapli.-tas pad: oes in i lernos a 4l>0 reis o covado,
Ditas le dito bordadas com booitos desenhos a
500 rdiso covado; foi fazenda de 14500 o eo-
vado
Aproveitem. so o 43 c que tem. Dao-se amos
tras-com ptnhor.
200 rt o covado. i
Sao lasinhas!
E' fasieuda de 400jeis
Iluado qiielmaUu n. i:t,
Lasiohas de q u innh-- si escosaeaa com padrdei
chiqnes a 20;) reis c-ivado.
S6 o U.
S3 tfin pfriiicba.
- Venle-e u-u I'-iiW-'nn nti bem lortide v
b-m a.-re-l t --11. \ .u\ y ra m to'os como para,
us fregunv* do wear, a ru. I up-rial n.?> : a
trur iu.iue-.poa cm, -. ]
duas part !- o ia rom lerrd com mnito bnn
jc--iri'i'i "0" i' a' -r na rua4
da Cm-pi-r .. no.
) i

Allin^o
dio de AtMidMi.
Na rua estreita do R > ario n. 35,
anmeiro andar, tem a vendT-se
tradas cape'las para anjos donac!
las e defurit>, de r-sa, saudadts,
cravos, pirpetuas roxas, briae-- t
creta?, com letrlNua lembna^
de minlia mat, de nvu pai, m-.u
esp-so, minbaesposa, irraa.). inna, avo, avo, Mt
e filha umbm quen qii..er man lar as p--
petuas para aa armir cape'las, roin mandar tres
dia* antes: ven1e-se todo por mait > barat pr
Vende se por cosmodo prec/i, nm sobral.
meia agua, de dous aidares e sr-lao, sita a raa do
Fogo n. 18, em ternm proprio o de rouito b?a
eonstruifSo : a fallar na rna da Conceicio n. It,
das 6 as 9 e dat> 3 as 6 da tarde.
Casa em Apipuros.
Vend.' se ama, com 2 qn fora, quintal muito granle, cercaioe reedificad.
2 iratar na rna do Marquez do 11-rval n., 180 :
uatr'ora Concordia.
azendas
, E' vrem depre*a ant qne it aeab
Cambraia de cflres, oa>4y, wvado a
Algolao anil, idem idem
Idem dtt-trtlra idem idem
f.hiu pwua-Mr'flna idema-t6ft
&iP^ 240
160
M
320
2#-
M
98
e casemira a 14, IfSM
artigeade iaae-M(M oroaoaa
r*i mu^iar def*;riVuet') : a rna do Italia davic-
t -r-'a n. i*.
0 i;i:-*:"Sri |H-..fe
mm n. i-'> ni-i-i(J <*'lHe ST.fterkfea, a^t'era
a r" t P-mbi i 9*.
t.


Oiario de femambuob- Quarta feira 14 de Outnbro de iM4
Fifcdada& e aUgos de alta
novidade"
NA
LWABOPASSO
M* Primeiro de Mar^o ir. 7 A.
BCOrdelro HlmOen A C, proprietaries
deste vmportante estabelecimento, do liuvavel pro-
prosilo de nSo desmentirem o concelto que os
seus aumerosos freguezes Ihes tem dispensado,
acabam de receber de sua eoota o raais noo sor-
timento desedas, popefirias, 153 e artigos de ul-
tima raoda em Paris, e coutinuarao a receber
por todo* os paquetes daquella procedeccia ; por
sso cbamam a aUenc&o de seus freguezes e os
wnvidam a darem um passeio ao seu estabeleci-
mento, garaniindo Ihea qne encontrario a reali
dade do qae lica dito, e para pr< va dao um pe
queno resumo, cujo iofallivelmente despertara a
atteifio dug pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
amostras ra-fliaote penhor.
-Vrtiifc.siIo.aHa novidade r
ultima muila.
Cortea de veslido de linho guarneoidos de bieo
da me*tna fazeuda e cor, trazendo flvella, bolca,
:into, etc etc.
Rrqalssimos ohapeoj para senhora, de cores e
prejes.
Cortes de cambraia brancos com liudos bor-
dados.
n: de cores com enfeites da mestta fazenda
"rino, etc. etc.
Capas de la para meninas e senhoras, guarne-
idas de armioho.
Vestuarios para bajvtisado.
Riqoissimas camisas bordadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colchas de seda, para casaraeuto.
Cortes de seda, limlas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
sedinhas de delicadsfs padroes.
Setim Macao de todas as cores.
Grosdeoiples pretos e de cores.
Vellulo preto e damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merin6 de cores, IS, etc.
Mantas brasileiras.
Cap. Has e manias para noiva.
Ganniraia de cores, aitas mariposas brancas, de
wres, lisas e bor jadas.
Flor do basque (novidade).
Pen-almas de quadros, lisiras, etc.
Brios de linho para vestidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas para senhora.
Grande sorlimento de camisas de linho lisas e
nordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senhora, meninos
meninas.
Sorlimento de chapeos de sol para homens e
'enhora.
Merioas de
Grande liquidacao de fazendas
NO
N.72 Ru
Imp era
DE
z-f.'f2'"
Mendes Guimaraes & lrmaos.
Tehdo os pro'prietarios deste estabelecimento resolvido diminUi* o grande deposito de fa-
zendas, ootenderam fazer esta grande liquidacio, orhosc ve dos precos abaixo menciwiados :
Chltas
. largas a 160, 800 e 280 rej"s.
Vende-se chitas francezas e flnas a 110.280 e 320
o covado.
Lazinhas a 120 reis.
Vende-se lazinhas para vestidos a 120, 240, 320 e
400 r6ls o covado.
Chitas para cobertas a 280 rcls.
Vende-se chitas para cobertas a 280 e 360 reis o
covado.
Alpacas de cores a GiO reis.
Vends se alpacas de cores, Gnas, para vestidos de
senhoras, a 640 reis o covado.
Mrtim de cores a 320 reis.
Vende-se melim de cSres para vestidos de senho-
ras; a 320 rtis o covado.
Cassas flnat a 280 reis.
360
Vende se cassas franceras. flnas a 280, 320 e
rfis o covado.
Cambraia Victoria a 3*000
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 31.
3*500 e 4*000 a peg*.
Cambraia transparente a 2 e 3*000.^
Vende-se pecas de cambraia transparente a 3*,
3^300, 4* e S*.
Cortinados-a 14*000.
bnrdados para camas a 14*'
Vende se cortinados
16* e 18*.
Ganga amarella a 400 reis.
Vende-se ganga amarella para vestidos de senho-
ras e roupa parameninos. a 400 reis o covado.
Rrim de cores a 400 reis
Vende se brim pardo e de cores para ea'cis t
400 reis o covado.
Toalhas para rosto a "OOreis.
Vende-se toallias de linho para rosto a 700 e 800,
reis cada uma.
Chales de li a 610 reis.
Vende 9e chales de li de quadros a 640 reis, cha-
les de melim a 1*160 reis, chales de merino
. lisos a 2*, e chales de merino esUmnados. a
3*600, 4* e 5*. H i
Aber.luras a 2^009.
Vende-se aberturas de linho bordadas, para, ca-!
"l^as, a 2* e 3*oOO. Dilas de algodao a 200 e!
400 re.
Cortes de casemira a 5*000.
\ende se cort-s de casemiras finas para calcas a
5*, 5*500 e 6*
Cortes de brim a 1*400.
Vende se cortes de brim de cores a 1 *400. Ditos
de brim de Angola a l*?G0 e 2*500.
Cobertas a 2*000
Vende se cobertas de chitas de cores a 2*.
Colchas a 2*000.
Vende-se colchas de fustic para cama a 2*, 3* e
4*.
Paletots a 3,000 rs.
^ Vende-se paletots de alpaca preta a 3, 3,60
5,000 rs. jcaljas de easemira preta'e de core
leies de casemira preta e de cores, e ontras
tas ronpas feitas baratas e fazendas qne est
quidando no Bazar Nacional, a rua da Ira
Iriz d. 72.
Na rua do VIgafio n. 11, vemie se o seiuinte;
OirilelW dVrW4riA Vrn 'prtmeira mio^^W
Vinh* d Porto, eBglfrfcftOo, Inissimo, em eal-
DUo dko cm b^rris. e ahcoieiai.
Vihho sherry, Jftgtei em'caixas de duzla.
Vlnho Gelfar'es'em an^M-'etar1.
Cera em velas.de Lirtxia.
Cera em grume, idem.
YlllUMMOEN
I Na loja do Pavao vende-se madapotdes fraoce
zes rauito incorpados, com 20 jardas a 6,000 r6is
' dito mnit > flno com 12 Jardas a 3,000 e 3,500 ; as
shn eomo nm grande- sbrtimento de madapolOe?
inglezes de 4,500 ale 8,000 e 9,080,1 a rua da Im
peratru n.60, de Felix Pereira da SHva.
Colchas
E' com a& noivas
y A aOVA ESPHRAXCAi rua Blqoe deCaxias n.
a_L."*^ reber boa meias de
nvra noiyas, t> og apreciaveis ramo
seda propriai
de larangeira
O barateiro!
PREDILECIA
cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verio, bombaziaa, can-
to, alpaca, etc. etc.
Atoalhado de liuho e algod5o para toalhas, e dito
oardo.
Damasco de 13.
Brim de linho branco e de cores.
Setins de lindas cores com IistraS.
Chales de merino de cores e pretos
Ditos de touqnim e ditos de easemira
Caitisai de chita para hompm a Mas de fla-
aella.
Ceroulas de linho e dilas de algoda'o.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lenjos bordados e ditos de labyrintno.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana, bordados,
aara bailes, e tarlatana de todas as Cores.
Colchas de damasco de 13, e ditas de crochet
Gspartilnos li>os e bordados.
Foilard de seda, lindas cores.
Me|as de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Popelinas.
-Neste artigo temo-> um varialissimo sortimento,
oao s6 em gnsto como em qualidade.
Lat
jom hstras de seda, ditas com palnas bordadas,
litas tramparentes e de outras muitas qualidades.
LUTA*
le pellica brancas e de cores, do verdadeiro fa-
aricante Jouvin.
Finalmente :
apetes para sofa, cadeiras, cama, entrada, etc..
:ambr?ias brancas, chitas de todas as qnal'dades,
nadapoioes, esguiaj, t.retanhas, bramantes, algo-
ioes, collarinhos, punhps, meias para homem e
enhora, punlos e collarinhos brancos e de c6-
cs para senhoras, gravatas para homem e senho-
a, peitos b..rdados, lencos de linho brancos e de
ores, ditos de cambraia de linho, toalhas, guar-
lanapos, panno flno, etc., etc.
Loja do Passo
Rua Primeiro de Marjo n. 7 A
_______ antifra do Crespo.
Wilson Rowe & C. vendem no sen armato
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amencano.
Excellente flo de \ela.
Cognac de 1" qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvlo de Pedra de todas as qualidades.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, qo seu escriptorio, a rua do Bom Jesus nu-
mero 57.
Aos
A' rua de Cabu^a n. I A.
Os proprieUrios da Predflecta, no intuito d
conservar o bom conceit que teem merecido do
respeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci-
mento do*' mais qae negociam no mesmo genero
veem scientificar aos seus bons freguezes que pra-
veniram aos seus correspoudentes nas diversas par-
cas d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de lnxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paiaes, visto aproximar se o tempo de
festa, em -que o bello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo, ja recebcssem pela paqnete francez divers o
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre elles que se tornara mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Adere^os de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado. _-------------------------------------
Albuns com ricas capas de madreperola e da LUStreS e arandelaS de vidrO
velludo, sendo diversos tamanbos e baratos pre-
os.
para camas
Naloja dp PavSo wnde se colchas de fustao
brancos, pah cama i 2,500, ditas de dito de cotj
a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de 2,900
para craa e ditas de metim escarlate forradas com
madapolio a 5,000 : a rua da Imperalria n. 60,
de Felix Pereira de Silva.
~. i i
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANfjA vende! papel de linho
proprio para cigarros, de diversas largnras;
Ceroiilas e camisas.
Na loja do Pavao, vende-se cornulas fran-
cezas de todos os tamanbos para homem a
1JP60O, e ditas de linho a 2K>0, 24600 e
3W10O.
Camisas brancas com peitoa de algodao,
fazonda fina e ppr estarem um poueo en-
xovalbadas a 204000 a duzia, ou a 19800
cada uma, dilas com peito de tsguiao de
linho a 3500O e 3^500 cada urea, drtas
com peitos e punhos de cOr a 29000- e
25J500: a rua da Imptratriz n. 60, de Fe-
lix Pereira da Silva.
A'rualde Marco n. 1
vxrOSuefl' DleS conlitnia vendendo sna* Tazendas com iO i'/O meoos
Vended* grosdenaple preto, fazenda muito ftria, i fl.s'roProse vendeu por 3*500 o covado, a'u A^<^at> recebemi.g eMa nov faz.nda, corn
1*800 rs.; aproveitem, so o Desengano, a rua I*
de Margo u. 25, junto a loja da esquina.
!taa do Amorira n. 37.
Presunlos inglezes para fiambre.
Queijos londrines.
Osrras em lat;o.
Ovas de bacatbao em latas.
Lagostas em latas.
Azei onas bespanholas em francos.
Az'eitoKas francezas em frascos.
Saneiwas de Oxford em latas.
Velas de cera branca de Lisboa.
bonltos riesenhos e cores flxa*. propii, pari ,^.
les, passeio, etc., ete., e vendemos a vado.
Baptistas, temos bom sorlimento d.-u fa>eodk.
, com bons gostos, para 300 e 3C0 rs. o covado, setn-
pre custararo 400 rs.
Panama, desta fazenda terocs grar.de porcie,
por qoerermos dispor del'a com pre-teza, veedf-
mos por 440 rs. o covado.
Cretones francezes, escnros e claros, cm booi-
tos desenhos a 300, 360, 400 e 440 ; ><) a'|ui.
Popelinas, temos grande sorlimento desta fazen-
da, mnito lindos gostos, e vendemos a (* o eova-
do, sempre cutou 1*600 ; quem dtixaia de co-
prar? por certo ninguem.
Chitas Claras e escoras a 240, 260, 280 e 300 n.
o covado ; i barato, aproveitem.
Cambraia Victoria com 8 1|2 varas a 3*600
peca.
Dita transparente, muilo fina, para 4*0f 0, 5*
6*000
Madapoloes para diversas pecas a 4*.'i00 e 5* *
dito francez a t.
Bramante de linho, duas largnras, a I* a vara :
s6 6 barato ; a elle, a eUe.
Brins de Angola, com bons gostos e cores Bias,
Cora dos eslreilamoolo i'ta|83? **-** -
Brim pardo [ran ad >. flno, a 400 n. o c.vado.
Cmilia lrmdos & C.
j^ Verde superior em qnintos.
tzi Figueira superior em quintos e decimos
-^ Porio fino em qointos, decimos e caixas
.5 Porto flno. Gravatinba ami.
i^ Porto, para pasio, era decimos.
as
34Rua da Madre de Deus34
zsz
pela facil applicagao das
SONDAS OLIVAES
Fentes girafe.
nervosos
A NOVA ESPERANgA acaba de receber aqnel-
les milagrosos anneis eleclricos, cura infallivel doi
nervosos.
Chapeos para senhora.
A loja da Pa9so,
7 A, recebeu um
r aesna horas, prelos e de cores.
Pentes girafe, prop-ios para senhora, ( ultima
moda) : a Magnolia a rua Duque de Caxas n. 45
6 so quem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera que cha-
mam papai, raamii, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rna Dnqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a fua DUque de Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de arame de fradis?i"nJr.s modelos,
proprias para pwsaros ; a- MM antes que se aca-
bero.
As
DE
GOMMA ELAST1GA
mais modernas e aperfeicoadas de todas
as conhecidas
Vendem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
jardas a
S'.mprs
a ma Primeiro de Marco n.
rico sortimento de chapeos
Aderecos completos de borracha proprios" para
Into, tambem se vendem meio3 aderecos muito bo-
Qitos.
Botdes de setim preto e de cores para ornato d
pestidos de senhora; tambem tem para collete
valitot.
Bolsas para senhoras, existe nm bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., por
barato preco.
para gaz
Na grande exposigao da rna do Imperador n.
35, junto ao escriptorio da companhia do gaz, ven-
dem se os mais bonitos e modernos lustres e aran-
delas de vidro para gar, a-sim como todo o mais
que se tornanecessario para esse fim, sendo tudo
dos melhores fabrieantes que ha na Inglaterra. Os
pre?os sao mais baratos do que em outra qualquer
parte, e com a vantagem que e o dono do estabe-
lecimento mandar assentar os
Para senhoras
Corao sao lindas e modernas as gravatinhas que
a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
de receber f
Bonecas "de todos os tamanhos, tanto de louc* I! 22H raanaar assentar, os "wtrcs ou arande-
mo de cra, de borracha e de floss* chami- fe*J*S" jj,u,e comprador qmzer, sera que para
isso pague alguma cousa. Tambem se compra ou
troca se lustres e arandelas ja usadas, mas que
estej^im em estado de poder servir.
E coin as senhoras.
A Magnolia, a rua Doque de Caxias n. 45, par-
icipa a bello sexo que acaba de receber da Eu-
'opa, um completo sortimento de artigos de ulti-
na mola, e como acha desnecessario fazer um
enfadonho anuuncio, por ja ser bastante eonhe-
:ida, e caprichar sempre em ter boos correspon-
ientes, ie mais moderno e por precos raui razoaveis, por
?so limila-se a descrever somente o segninte :
Setlas douradas.
Bicom de cores, unto de seda eomo de gnipure.
bequeg dourados, de madreperola, marSm, tar-
taruga, os.-o, etc.
Sabidag de bai'e.
Preaenteg, diversos artigos proprios para pre-
sentes.
Golinbas e punbos.
Manual para missa, eom capa de madreperola,
tartaruga, marrlm, velludo, etc.
Sapaiinhosde setim para baptisado.
"*i l sa a bordadas para senhoras.
" de seda.
nosaicas.
i de tartaruga.
madreperola.
de madreperola.
oara cabe^a.
to.
'q melhores e mais afamados
como de cera, de borracha e de massa ; chama
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as crian^as um pouco im-
pertinentes por falta de um obiecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de algodao, de diversos pre-
08.
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo,
com' disticos nas tampas e proprios para presen-
ts
Coqxtes os mats modernos e de diversos forma-
tes.
0 DESENGA^O
Rna Primeiro do llarco n.
S5,
junto a loja da esquina.
0 propr etarlo deste estabelecimento tem re-
solvido vender suas fazendas por p-e^os mnito
resuniiJos, (como abaixo verao) para
dinheiro :
Sedinhas a I#500 o eov do.
Venham awes qne seacabem Bta loja do Passr
rna l. de Marco n. 7 A.
Cortinados pftra camas
Na loja do Pavao vende se nm grande sortimen-
to de corhnados bordados proprias r>ara camas e
janellas, pelo barato preco de 8, 9 e 10,000 rs. o
par, assim eomo colc'ias de damasco para camas
de noiva a 10 e 12,000 rilis-6 peerdncha : a
rua da Imperatrtz n. 60, de Felix Peteira'da
Silva.
E'BOM SABEK-SE'-SK
Esguiio de linho e algodao, vim
3*5CiO a peca ; sempre ru-tou 4*o00.
Toalhas felpndas a 6* e 6*500 a duzia
enstaram 8*.
Chapeos de sol de alpaca para senhora a 1* t
barato I
Chapeos de sol de seda para senhora, cabos de
osso, a 3*300.
Ditos para homem (paragon) 8*o(0, de doaa
cores a 9*.
Ditos de alpaca a o*i>00.
Ditos de merino a 4*500.
Bolinas para senhora a 4*5CO e o*>'Xlr)
' chincha I
Casemiras de cores a 3*400 o covad <,
custou iio'O; a e.lis, a elUs I
! (^imisas de cret.ne, francezas, superio-e,
1*800 ; qne lindos gostos I
linho, abanbados, em caixinhas, a
epe-
sempre
. ito mnito linos a 4*500 a dnzia ; (, a
Que a NOVA ESPERANgA, a rua Duque de barateiro. Sio linos.
Caxias n. 63, bem conhecida pela superioridade de I Meias para hoi em a 3*500, d tas Ian a ."* a
seus artigos de moda e phantasia, acaba de reco- duzia III
ber diversas encoromendas de mer adorias de sua I CoIcbm alct choadas a 3*.
repartigao, que pela eleganci i bem mostra aptidao I Grosdenaples de cure* v ide, cor aa rva, (c-
e bom go-to de seus antigos correspondentes da carnado e cAr do cravo a 910 rs., 1* e l>200 c
Enropa, e por esta razao a NOVA ESPERANGA, covado ; so aqui.
a rna Dnque de Caxias n. 63, convida a sua boa I Selecia a 30* a peca com S3 varas, porem fina.
e constants freguezia e com especialidade ao sexo j Atoalhado para toalhas de mesa a 1^440 a
araavel, a visitarem na, a6m de apreciarem ate, vara.
apurar
Metlne
Chapeospara senh, Receberarn um sortimento lEtBT^SSiiSSl JelST*
da ultima moda, tanto para senhora, como para Cambraia* Peunw-
menmas- Vende-se cambraias
Capellas simples e com veo para noivas.
Cai(as bordadas para meninas.
Enu-emeios estampados e bordados, de lindos
desenhos.
Escovas electricas para dentes, tem a propris-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe um
grande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Pitas de saria. de gcrgprao. de setim e de cba-
<*?\rt% de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao mnito lindas.
Fi. r* artificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre nm bello e grande sortimento des-
tas floies, nao so para enfeite dos cbellos, como
ambem para ornato do vestido de noivas.
Galoes de algodao, de li e de seda, brancos, pre-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marflm, 6so e velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marflm, dsso e dourados por barato prsco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nae sd em extractos, como em oleos
&& "ESS? dorf'0do? ,m?i8 afamados zisinhasTom"punhos Vco1l2r1nbos,"^7a Mnhwai
Srtv rtZbln&lZeT' -Soc,eHdade Hy(?'e'ca, pe|0 diminuto preco de 2* cada umrA Meias para
Uudray, Gosnel e Rimel ; sao radispensaveis para senhora, fazenda muito flna e um ricas caixinhas,
Saias bordadas par. senhora, por m^^^tSXFS^^aSS^
transparentes, de 2*500,
3i000 e 3*300 a pega, e a Victoiia a 3*300, 4*,
4*500 e 5*600 a peca.
Alpacas pretas
Vende-se alpacas pretas e muito finas de 300 a
600 reis o covado. E' grande pechincha.
Sladapnloes
Com pequeno defeito a 44000 a peca, dito lira-
po, francez, e inglez a 4*500, 5*500, 6*000 e
6*500. E' baratissimo. AUodaosinho marca T,
largo efim de 4*000 a 4*500 a peca. E' para
acabar. Chitas claras e escuras, a 260, 280 300 e
320 reis o covado, ditas roxas mofa.ias, a 200 rSis
o covado. Cretones escuros e de bonitos padroes a
360 r6is o covado. Lanzinhas de lindos padr5es,
a 200 reis o covado Camtoraias de cores a 240 e
280 reis o covado. Aprovei em antes one se
acabem.
Irlanda
Vende-se esta fazenda muilo propria para vesti-
dos de senhoras pelo diminuto preco de 600 rs.
o covado.
Brim branco
Vende-se brim braaco de algodao, a 320 rs. o
covaio. E' grande pechincha.
Case de seda
Vende-se esta fazenda de lindos padrSes, a
1*200 o covad.>, fa enda que sempre se vendeu
a 2*300 o covado. Aproveitem.
Sobrccasacas a 186 e l.Viooo
Vende-se sobrecasacos de panno lino pelo bara-
tissimo preco de 12* o 15* ca-a um ; e grande
pechincha : a elles antes que se acabem Cami-
iVras.
i)res
e larguras.
o
aho*.
ditos insectosf com-
raoscas por 3*000
de Caxias n. 45.
/iee.
j Duqne de Caxias n. 43; ven-
Vigor de Ayer, qne impede a
Sardas e panos.
So tem sardas e panos quem quer; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem para
vender a verdaderfra Cuiiculerfa, que faa desappa
ecer eUs manchas em poucos dias;
M '
Aproveitem
0 PARIS N'AMERICA, a rua Duque de Caxias
o. 59, primeir.. andar, esta vendendo calcado pelos
segnint s precos:
Botmas de duraqoe'para senhora' a 3.300 reis
Dit s de dito preto a 4,000 reis.
Dilas de dito corn botoesaolado, a 4,000 reis.
Ditas ga^peadas, cano alto, para anb.ora,>a
3,00ii r6 g
Dhas de pethr*, ingleea, 4.000 WU.'-
DKas de dnraque bordaoty, pini seohoTa, a
5,000 reis. H K
Ditas de dnraque, de cores, para meninas, a 3*.
Em quanta 6 tempo
aproveitem.
Sardinhas
.JiS,68^11 n B,U*-' de cona'Pr"ria, uma grande
porgao de sr^inha.>, as qnaes vende por f*noo o
barni, cntendu i moo sardinhas. A e^Us antes
que se acabem 11
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptisado o qne ha de melhor
gosto e os mais moderno recebeu a Predilecta
de or arrto preco, para Bear ao alcance
una'quer bolsa.
Grande descoberta
Curativo das. molestias do
peito pelo
Xarope de sulphtto de seda
DE
A. i*i:r\i;t
Este importante medicamento que acaba de ser
reconhecido pelos distinctos Drs Zalloni e Paraa-
cbe%'as como jxta verdadeiro espe.ifico contra a
pbtysica, segundo nrovaram nos grandes nume-
ros de casos por elles experimentados, corao se"v4
na sessao da academia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, eneontra-se nnicamente no
Deposito da (barmacla e drogaria
de
llariholomra A C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 34
I Vende se colchas adamascalas brancas ecom
barra de cores, muito grandes, pelo baratiss'rao
' preco da 4* cada uma, fazenda que sempre se
vendon por 7* uma. A ellas antes que'acabem.
| E outras muitas fazendas que se torna enfadonho
mencional-as, e qne so o fregnez vendo, poder*
certifiear-se, e por isso os proprietaries convidam
RUA PRIMEIRO DE MARCO Ni 26.
Sab parrillra
Muito novae grossa.
Vende-se por barato preco, em norcao1 on a. re-
talho : na rua larga do R..sario n. 34.
12 Rua doCabuga 12
liquidacao
de joias de ouro, prata e" pedras preciosas.
Ohio de let.
CorreDtes do ultimo gfosto, a oitava 5*500
AIGnetes para retrato, circulado de
peroUs 55*000
Idem Idem idem esmearladas 60*(i00
Idem idem idem robins 63*0 0
Relogios de prata bem dourados, de f5* a 30*000
Relogios para senhora, de onro, de 40* a 80*000
Ricos aderecos com pedras Unas com
50 0)0 de abate.
Bonitas pulseiras do ultimo gosto com
50 0(0 de abate.
Brincos de phautasia dos mais bonitos
que tem vindo ao mercado, de 15* a 60*000
Voltas com um bonito laco, por menos
do qne se vende em ontra parte.
Bonitas cacoletas, tanto para senhora
tout* para horaero.
Anneis de diversos feitios, de 2* a 20*000
Pulseiras de cobra de coral por 50 OiO
de abate.
Tendo o proprietario deste estabelecimento rece-
bido nma grande porcao de joias dos nltiraos gos-
tos de Paris, e por pa-ecus ja resumidos, participa
a todos o.< seas freguezes, bem como ao respeita-
vel publico, que se acha sMrtre prompto a servir
com toda a exactidao como costuma; certos de
que passant um recibo, pelo qual fiea responsabi-
lisado pela tran?acgio.
Er economico.
Graxa glycerina propria para a conservacao do
cordovao j vende a NOVA ESPERANCA, a rua Du-
que de Caxias n. 63.
oade toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERA1NCA nSo quer entrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiros azucrins) com
extensos annuncios e nera prelende descrever a
immensidade de objectos que tem expostos a ven-
da, o iir.e seria quasi impossivel, mas limitar se-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
e loma a liberaade de aconselhar ao bello sexo,
que a visitem constanlemente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte rio se arre-
penderero, a vista do bom e escolhido sorlimento
que ba era dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demon.-ti a que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de seu toilet
sem que dSum passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber os seguintes artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sabidas de bailes para senhoras e meni-
nas.
Inferessantes gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracha'
(gosto novo). i
exposirao n. 5, a 2* a vara, que
Brim brnc
boa fazenda.
Grande sorlimento de lazioh3, e de toaM uo-
vos, a 140, 160 e 200 u.!!!! sd na harMHro.
Brilhantina branca a 400 rs. ocuvad.. ? e s.m.
Ao barateiro, ao barateiro 11
Alem destes, ootros roni'os arigr,', m nio
mencionamos, mas que vendemos pot laaaaaM
precos. Confronte ao arco de Santa ArLuio av
contrareis sorlimento.
Agoutinho Fcrreira \vul A C
mo para \mm
Vende se linho liso e arrendado, iind. s pi.ii
a 400 rs. o covado, fatenda esta qne n nj re t.-?-
dei se a 1* ; venham a iII.s sole- bbm atm-
bem : na I ja do Passo, rua Primeiro Je Haffl l.
7 A, antiga do Crespo._________
Liquidacao deroupa feita
_Na loja do Pavia limida se nma prande p>r-
[ cao de roopa para homens e menin.scomo 'ejam.
calcas de casemiras pretas e de ante*, para t laa
os precos e qualidades ; ditas de Irirn
gola para differentes precos ; ditas di> Lrinn m
r>lira, daR flP.mmH tvliuairin- cores, pardos e brancos ; paletots at*ooa,eaMtM
vuitt uda iieruid-a, peidb lun- e fraks de panno pre<0 cdfl ca5en,ir;i! umm
daS de borracha jcoletes de todas as qualldas, por pie^ns bva-
As melhoros e mais aperfeicoadas das ate hoje co-
nnecidas.
Vende-se
na
Pbarmaeia e Drogaria
de
Bartolomeo ft C.
A'
34. Rua larga do Rosario 3 4
Vaccina. Vaccina.
Tendo o Sr. Dr. Jos6 Lourenco de Magalhaes,
montado na corte urn completo servlco deste ar-
tigo, tem aqui aberto nm deposito da melhor e
mais recente, cuj.s to bos se encontram na
Pharmacia e drogaria
A"
34rua larga do Rosario 34.
. tissimos, assim como grande porcao de cai> isai
ceroulas por menos !0|0 do sen valor '6 p*ra
j acabar : a rua da Imperatriz n. 60, de Felix Pe-
eira da Silva.
Allcncao.
nma
:o pe
Fi
0 Baliza tem nma grande norcao de nnil.. qae
vende cada sacco pelo diminuto preco de .: 500.
Vende-se
e em
Cortes de casimira a 4$, 5$
e 6#000.
N 'loja do Pavao, vende-se cortes de ca-, venham vsr se nio, e verdade.
Mtffm paracalca a 4f; 5 e 6^000, ditos
muitO'fih-'Sde uma sO'cOr com Hstras ao It-
'do, fdlenda q^e semp'-e'se vendeu a 99 e
iOjJOOO, liquida-se- a 6 a rua da Imperatriz n, 60, de Felix Pereira
da Silva.
Vsode-se uma escrava moca e de bonita ]
flgura, sane cozinhar e engommar com perfeicao j
e s?T) defit..s: a tratar na rna do Marqoez de
Olinla n. ^7, ouf'..ra rua da Cadeia, no oscrip-
toric dos Srs. Par.nie Vianna & C, corn J...(
Anb-nio (fa Silva Guimaraes, ou na villa do Ca-
bo, rua dp General Victorino n. 21.
na rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, em barris
ancoretas.
i.era em velas, de Lisboa, superior qualidade.
Retroz do Porto.
Ciraento Portland, legitimo
Bramante para leng6es
a 1#800 2#000 e 2#500
Na loja do Pavao vende-se superior bramants
para Ienc6es, com 10 palmos de lurgura, que ape-
nas precisa de 1 vara 1/4 para um lenpol, sendo
de algodao a 1,800 rs. a vara, dito' mais eu-
a todas as pessoas a fazerem uma'visYta VMfeV SSfiJrs S. ISAi^lffi S522 3,5f 6
tabelecimento afira e convencerera-se da verdade. K it^'ZT i nlb adi suPeriore?'tan
to ae nnno como de algodao, porprecos muito em
conb, e peeas de algodaezinho para lencoese toa-
lhas, teado de 4,000 rs. papa cima : a rua da to-
nerjtria_o._60t.dfl Felix Pereira da Silva._______
Salame de lyoo
V 1JSOO a libra
So na Assembiea do Commercio n. 22, rua do
Cordmercio, Meira 4 Lima,
i >' -..... .. .
Laazinhas baratas.
Na- loja doPa^So, para liqurdar, vende-se
uma potcao' df fitlritihw de cdfes para
vestidos, tendo de 320 rs. para cima ; a*
simicomo'ditlfif eotrJlistras- de-seda raarto
tttrtntas a 640 rs. o covado ; alpacas/ deJc0A
res | eotfl' Hstrtt de1- seda' db'WO rs. part
clrrw : 4'rtra dtflmperatrii!' a. 6*0, d* Felix
Pettiwdff SBvay
f VENDE-SE
a taverna siu a rua io Bardo da Victoria a. ti,
mnito afregnezada : a tratar na rua estretta do
Rosario n. 40. ____________ _
PARA LUTO
Vende-se chitas inglezas pretas com pintas a
300 rs. o^covado, dKa franceza mnito flna, tanto lisa s
como com pintas de 320 rs para cima ; cantao
preto a 800 rs. e muito Bno a 1,000 rs ; bomba-
zinas, priocezas e alpacas de todos os precos;
lazinhas preta* lisaa de 400 ate 500 rs. ; assim
come nma grande norcao de retalhos tanto de
chitas preta como de 13s, que se vendem por
. *b \ lift<~Slj* ositiojnnto a igre-
ja de S. Jose do Mangu nho, com casa de vivenda
assobradada e outras acommodatSes, todo mura-
do, com duas frentes ervnas pot- porllo de ferro,
dando para a rna d i Amizade e para a do Man-
guinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
largnra e 354 de fundo ; e a ca>a m< de 52 palmos
de frente e 84 de fundo. A situacao 6 a melhor
Kossivel para morada, e quem qui astahte terreno para isto, pelo lado da rna da
Amizade. Tem a gumas plantaroes de gozo e re-
creio, havendo bastante agna fornecida por duas
caeimbas, uma das quaes 6 nova. A entender-se
com o Sr. Dr. Witruvio qn^ra o pretender.
Chocolate hespanhol
muito fino, tem para vender na Assembiea do
Commercio, Meir" & Lima, rua do Commercio nu-
mero 22;
ogao
Vende se nm grande fogao defc-rro. obra feita,
de encnuimenda, pelo mais habil arti-t i d rid.de
I do Porto, tem todos os melhorament..s ..d.iiukos
I para gastar pouco combustivel, serve ;,ara I. nhz
'oncok ; sahio ha poucos dias da atfaajn, e
, vende se por ter sahiio com propcrcoes n.'iito s-
pericres ajuellas que exige nma oasa it fanrlia.
E' proprio para eMabeleimentos pios, U .-pilses,
internatos ou grande hotel, tem dep. sit > d'agna,
fornos, guardacomidas, etc, etc. : para ver, no
caes do Apollo n. 47, armazem de bmht, e pira
tratar, na rua d i \rrnrim n. 37.
Ve jam e admirem.
A AOO rs. cevniio
barateiro da rua da Imperatriz r. 60,
vende popelinas pretas com lulras aaHli-
nedas pelo baratissimo prero de oO' rs. o
covado. para acabar.
Curios bordados.
bran
0
Luslres, candieirose
arandellas.
Espartilhos.
Na loja do Pavao, vende-se espartilhos
dos mais modernos a 39o00r0 4W00 cada
utn; assim comebonitoscintos.com laos
de setim a 5000, e sedinhas la*radas com
toque de mofo a 18000 o covado: a rua
da : Imperatriz n. 60, de Eelix pereiw da
Silva.

1 T~**---------!-----rr-
Aos meninus
A NOVA ESPERANgA, a rua Dnqoe de Caxiaa
n. 63, acaba de reeeber um bom sortimento de fl>
nasJ>onecas que fallam, que riem se e choram :
tambem as tem mudase snrdas on surdas-mndas
Gorgurao
0 barateiro, i rua Primeira do Marco n. I eta
af.D^?nd" ^'f8 ^ gorgurao pre.to para colletes a
zlOOO, fazenda que sempre custou 7fi a elle
antes que se acabe : confronte ao arco de Santo
Antonio.
Vende-se cortes de cambraia, bordados,
cos s de cores, pelo baratissimo preco de 51 cada
nm, fazenda que muitos vendem a 10a, 6 gran- i globos* etc. etc., tudo obra de gostc
de pechracha ; a elles antes que se acabem : a "
rua do Crespo n. 25, loja do Desengano, junto a
loja da esquina.
K boqilo
As almofadas bordadas de la matisadas que re-
cebeu a Nova Esperanca, a rua Duque dt
Caxias^ r* _________*____________~
Cortes de cambraia
. Na loja do Pavao vende se corte* de cambraia
transparente eom babadas largos, tanto brancos
como de cores, por baratos precos, por lerem al-
gum pequeno defeito : a rua da Iraperatrix n. W,
de Fete Pereira. da Silvat
*tl..... I lH I I I I I I II ________w_l_
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
Pregulca,
e Patricia.
A tratar.. com.sens proprietaries nesta cidadi
e para infofmacoes com Joaquim Pinto de Mai
relies Filbo na mesma cidads de Mamamguap.
so lrmaos A C.
Ca
Pechincha;
Odilon Duarte ^ Irmao receberarn peto nltime
,asemiras
1 N leja ide, Pa vac.; vende-se um grand e sortimen-
to de casemiras de cores e meseladas, unto claras
como escoras, proprias pars calqa; paletots e co-
letei pmr precos mnltj baratos, as-im eomo no
mesme eWabelecimenmi se a.anda Uxsr qnalquer
obra tendento a alfaiale, com a maior prestoa e
por praeos muito razoaveis : a rna da Impera
trig n. 60, 8> Felix Pereira da Silva.___________
Asunicaa verdadeirae
Blchas hambnriruezas qn*- vsm a esttt aratM
na rna do fcriin.ii <* iVni-- x>
tlafltfsas.
iix Pereira di Silva.
Camisas franeezas braocas de algodao flno com
fnzodecdr a2ii>00uma, em duzia a z3i00o.
e pechineha : na rua lhf me 4 C
A empreza do gaz, tendo recebid.. niii rr.tLt*
nma quantidade de lustres, candiein s, ar^ndellaj,
d- pfuiein
qualidade ; acha seem posicao de npprir a seas
freguezes, por precos men res do quo ai.tigamea
te. Para verem as amostras, dirijam m a roa do
Imperador n. 31.
A 500 rs. o covado
Na loja do Pavao vende-se lazinhas j;.p nezas
de cores mnito modernas pelo hataMMaa precc
de 500 rs. o covado, para aeabar ; aaasaslo-ai qae
6 fazenda que jamais se vendeu par rat-ncs de
dois cmzados ; ja ha poucas : a rna da If i.^xatris
n. 60, loja do Pavao, de Felix Perei a Silva.
a 100 e
Bui
Lazinhas
200 rs. o
i do Queimn
covado
de.
Junto A loja da Magnolia.
E' muito barato !
Grande sortimento de lazinhas de listrat
qoadrinhos a cbioeza, proprias para ve
pelo dimlnnta preco de 100 rs e 200 rs. o ccva-
do. S6 o 43. Dao se amostras com poi.hor.
AO N. 9.
No progra-sode pateo de Caraw vrnde-te ma-
tugiga leza flor a 800 rs. a libra. ______.
Vende-se
no estado em qua se acha o sitio no lugar do R*-
roedio n. 18,' freyoMi* des Afogados. rni rhios
priprlos, com 349 palmos de trento t (58 de fua-
do, com eacunba e taaq ie para btabM, -iis*o
a casa em rninas, teudo alguin arvured.is At
frncto, e a frente para o rio ; os i.ie;i .i.^utcs di-
rijara se a sen proprietario na rua de S. Francis*/
deU cidarte n. 10.__________________________
Taverna d venda
V.ndes-a laverna u. 8H da de >. Jofga,
em Fdra de PurUs, bem afrpnu-r ..t i
es fuod.>s, propria pa-a priacipiaute :
na nMama taverna.
:TJB

1


mmmm
8
JDRiSPRUDEWCIA
WREITO EMPHYTEUTIC).
D1VIDAS DO FORF.mO
# 1-* No caso de reada tie-
cessm-ia de am prazo, a falu
de citacin do teohorio direc-
to para a preferencia, annul
la a venda f
S.# Oo o senhorio tera s6-
meute o direito de usar ou
nao de preferencia t
0 codigo civil fazendo distincgio, como
era forgoso que fizesse, entre a venda vo
luntana do prazo, a qun e feita par vunta-
do do foreiro (art. 1678), e a venda ne-
tcssaria, a que so faz por autoridade da
justiga (art. 1C82). impoe aquelle a obriga-
gio, quando queira veuder, ou dar em pa-
gameuto o predio aforado, de avisar o so-
Xihorio dir jot- dcclarando-lhe o prego que
lho 6 offertcido, ou porque pretcndo ahe-
nal-o, isto para o mesmo senhorio poder
denl'O do prazo l--gal, que c do triuta dias,
ussr on nao do direito de preferencia.
E s>6 passado aquelle prazo, nio preferin-
do, en5o pagaodo o senhorio o prego do
clarado, d que ao foreiro d per.nitlido rea
lisar a alienagao.
0 codigo preveuindo, porem, a hypothese
de o foreiro nao ter cumprido o precoito
teal, quanto ao avis) ao senhorio directo
para aquelio Cm. esUbeleco no art. 1681
que, im tal caw, poderd o mesmo senho-
rio usar a todo o tempo do direito de pre.
fcrmtcia, haveado o prcdio do adquirente
peh preco da acquisicdo.
Pen Ord. liv. 4tit. 38 l8, como d
bom sabidc, da falls do foreiro resultava a
nullidade do contrato, e bem assim a pena
de coinmisso, se o senhorio queria usar
.dell a.
Nestaparte foi, pois, como se to, altera-
dapt'li codigo civil a antiga jurisprulcncia.
Tr-itando no cit. art. 1082 da venda ne-
cessaria, precodida da penbora do pro.lio
eraprazo^o, por dividas do foreiro, precei-
tua 0 mesmo cod. que o prazo nao poderd
ser pi&lo em hasla publica sem que seja
citado paru o dia da praca o senhorio di-
recto, isto para quo elle, querendo, possa
usar doseu direito de preferencia, bavend >
0 prcdio pelo maior lango.
Na hypothese, porem, de se nao ter feito
tal citacao, c mstando alids do processo da
execogio que o prcdio vendida era empra-
zndi'. quid juris ?
pederd c senhorio direeto, com funda-
mento na falta da citato, c Grmado no art.
10 do mesmo Col., rcquerer a annullagio
da venda, ou reslar-Ihe-ha tao s6m-nte o
direito de prefarencia, quando queira ussr
dtlle, nos termos do citado art. 1681 ?
Por outra, esto art. 1681 serd sdncnte
applicavel ao caso da venda vnluntaria de
que tratao art. 1678, ou rega elle tambcm
pan a hypothese da vend* necessaria, no
senlido, quando haja aquclla falta, do se
nhorio directo nao ter outro direit) senao
o rf- opcuo ?
0 Cod., dando, sem duvida alguma,
em amtios os casos, ao senhorio directo o
dire'to do preferir, guards profundo silen-
cio pelo que respeita d hypothese sujeita,
pravt-nindo apenas no cit, art. 1681 o caso
de o foreiro, na venda voluntiria, nao ter
cumprido com o disposto no art. 1673.
Do silencio do Cod. a tal respeito, nasce,
portnnto, a questao, que na) s6 nao e sem
funu-imento, mas de bastante importancia,
visto como da annull'gao da venda, quando
o seiiborio directo nao queira usar do di-
reito de preferencia, lhe p6 ie vir intercsse
em razao do augmento do preco, e por con-
sequencia de um maior lauderaio.
A minha opiniao, em face do exposto, e
que da falta do cuinprimento do art. 1682,
quanto & citagio do senhorio directo, resul-
ts pan esto, ou o direito do pedir a annul-
lagio da venda, com fundamento no art.
iu'do Cod., ou ode preferir tao s6mento,
nos l-rmos do art. 1681, qual ello quizer,
ou coino melhor lhe convier.
Pira issofunlo-rae primeiro em que o
art. 1681 legists so para o caso da venda
volunlaria, cirno 6 obvio, em vista das
suas palavras, e da referenda que elle fz
ao bit. 1678, nao podondo ter applieagao
so caso da venaa necessaria, senao pra dar
igu-1 direito (o do preferencia) ao senhorio
directo, visto como peloart. 1682 elle Ihed
tambem concedido; S', era que a iuobser-
vancia d) art. 1682 no p nto em que*Wo,
esti por isso, e vistoo silencio da loi, coin-
preh-ndids na rogra geral do art." 10, se
gundo o qual sdo nullos todos os ado* pra-
ticados contra a disposicdo da lei, nSo po-
dfiido argumentsr-se com a eicep^ao alii
cmsignada nss palavras salvo nos casos,
etc., porque, em vista da rodac^ao do art.
1682, tal excepcao n8o p6le invocar-se; 3,
fiualmento eai que, para ter rigorosa e ex-
clusive spplicacao A espocie sujeita 0 dispos-
to no art. 1681. era precise, ou que a esto
fizesse referenda o art. 1682, como aquele
so refere so art. 1678, tornsndo assim ex-
tensiva a sua disposi^ao ao caso da venda
necessaria, ou que nolle expressamente se
declarosse que no caso de falta da citncio
ao senhorio directo, a este so competiria
procedor nos teriuos do art. 1681, hypo-
theses estns que se ndo d8o.
Sao estas as razoes quo me determinaram
a opinar nj sentido exposto. SerSo ellas
procedentes ? Haverd, em contrario, ou-
tras mais juridicas econolu lenlos ?
Nao comminsndo o codigo civil a pena
de nullidade do contrato. no caso daaliona-
cao vo.'untaria do prazo, sera" isso argumen-
to bastante para, na hypothese da aliena-
cdo forcada, se sustentar que tambem nao
ha luear a imposirio daqueila pena?
Sera" o espirito da lei nova, visto como 6
ohscura a sua letra, que a nullidade do con
trato n8o po>si invocar se, nem pedir-se
em juizo, em qmlquer das duas hypothe-
ses ?
Rio desconheco a forca desta argumenta-
c8o. No entantp, shi flcn consignsds a mi-
nha humilde opiniao, deixando a resposta a
estas interrogates aos que nesta, e em ou-
tras materias sao, sem contestacSo, muito
mais competentes do que eu.
Jo&o Carlos Massa.
PR0CKS80 CRIMINAL.
JL'LGAMENTO DE CO RKOS
!. u juiz presidente do tribunal do
jury deve sujeitar a julgamento os
reos em um processo, seja qual for
o numiTo dos prun .nciados, e devem
todus ser julgados no mesmo dia ?
2. Ou str Ibe-taa permittido, na
direccao dos trabalhos do jury, su-
jtiul os a julgamenlos todos junto?,
ou separada.nente, como melbor lhe
parecer, ou mais conveniente fdr
para o descobrimento da verdade ?
No crime nao ba solidariedadc, e nem
pode haver nexo, ou viuculo que ligue os
criminosos para serem julgatlos juntos slim
de se achar a verdade na investigacao da
culpa dos delinquentes, osquaes respondem
cada um pelas suas proprias acgoes.
Em direito criminal tudo e pessoal; a
prova para a coudemnatjao de Pedro pole
ser a raesma culligida para a condemnacao de
Paulo ; tres teslemunhas. por exemplo, que
juram ter visto Pedro ferir a Paulo, podena
tambem depdr, jurando que viram Francis-
co ministrar ou dar a Pedro o ferro com o
qual Paulo foi ferido ; a circumstancia, po-
rem, de haver Francisco ministrado ou da-
do a Pedro o punhal para ferir a Paulo, e
que qualilka a Francisco de cumplice, nao
imports a necessidade da uniao de Pedro
com Francisco para entrarem juntos em jul-
gamento, nao s-e poaendo de outro modo
provar o crime nem de um e nem de outro
sem ostarem ambos presentes para a accu-
ssqSo e defeza.
Segundo os principios geraes do direito
crimiual e do processo, o juiz, presidente
do jury, prtma facie, nao e obrigado a
trazor a birra do tribunal todos os rdos
pron'mciados em um processo pela raz&3
de serem companbeiros no crime commet-
tido, e nem pelo motivo do se acharem to-
dos prouunciados em um processo.
E muito menos por direito positivo ou
contituido.
Fixando os effeitos da pronuncia, olegis-
lador declara, no art. 165 do codigo do
processo criminal: 1., que o cidadao pro-
nunciado Gca sujeito & acgao criminal ; 2.,
que fica suspeqau do exercicio de todas as
func^d-s public s ; 3., que Gca sujeito a
ser preso ou conservado na prisao; 4.,
quo Gca suspenso de metade dos ordenados
ou soldo que tiver..
Enutnerando os effeitos da pronuncia, se
as eirouinstancias do ser co-reo nos mosmos
autos fosse de slguma importancia psra oifeeod. do proc. crim. e fee hat os olhos a le-
julgamento dos pronunciados, o legislador, \fn t espirito do art. 276 comhiuado com o
' que tao miudamente declarou quaes os ef-
jfeitos da p onuncia, tambem teria deter mi -
] nado qae outro effeito da pronuncia sotia :
5., corror a causa com todos os rdos pro-
nunciades no mesmo processo para serem
julgados tolos jontos ; mas assim ale or-
denou, porque, sem duvida, e imaginario
jo nexo, ou vinculo de uniao entre os co-
rebs, ou co-participantes no crime para se-
rem julgados todos no mesmo dia, nexo i-
maginario, sem duvida, e destituid > qualquer fundamento, que pretextaram para
o julgamento emcommum dos co-re s pro-
nunciados no processo crime pelo homici-
dio de Julio l.anglois.
Se fosse regra, ou e tivesse o juiz, pre-
sidente do jury, obnga^ao de sujeitar o jul-
gamento de todos os reos pronunciados no
mesmo feito ou processo, se este laco do
j unl&o entre os co-participantes no crime im-
ports ise alguma cousa para o descobrimento
da verdade nos julgamentos da justics, nio
-.escaparia, por certo, ao legislador providen-
| ciar sobre os casos de excepr;ao, que Gca-
ram sem declaragao, porque a regra do ne-
xo ou viculo de uniao entre os co-reos para
serem julgados todos, no mesmo dia, nao
foi, e nem devia ser taxada.
Seria impossivel mauter o supposto direi-
! to de uuido entre os co-reos pronunciados
no mesmo processo para serem julgados
juntos, no mesmo dia, se dentre quatro
pronunciados em um proc-sso so acoas
sem dous de prisao recente, bavendo em
processo rliverso, outros re"os de pri-ao mais
antiga, que a lei manda preferir. E nem
| esta hypothese e a unica imprevista e n8o
acautelada pelo legislador.
No caso de fuga de alguns dos co-reos,
por doenga superviuiente de algum, ou a-
diaraento, que pode sar concedido, sempre
forara julgados separadamente os co-reos
pronunciados no mesmo processo.
S6 agora, na sessJo do mez de julho,
que presidi, descobriram o lajo indissolu
vel da uniJo entre os co rdos pronunciados,
a ponto de proto tar o Dr. 2." promottor pu-
blico da cdrte, nos interesses da defeza c ul-
tra a separarao dos accusados, ordenada,
nos interesses legitimos dajustica pelo juiz,
presidente do jury I !
E como, se qualquer violajSo de lei,
quando eu tivesse violado alguma lei, im-
portasse preterijio de formula substancial
do processo para fundamento de appella-
56es !
Lamentando o desvio do meu collega, Dr.
promotor publico, acredito sincerameote
nas suas boas intencoes, e que teria proce-
dido diversamente, se mais de perto me
conbecesse.
Attentem bem todos que me quizerem jul-
gar com inparcialidade.
Para a boa administracSo da justica, e
descobrimento da verdade, se fosse preciso
que os co-reos se defendessem juntos, o le-
gislador nao lb.es permittiria a soparacao
(art. 276 do cod. do proc. criminal) quan-
do dous ou mais sao chamados a barra do
tribunal; e teria providenciado de modo
que nao se quebrasse o nexo ou vinculo en-
tre oso-reos 'os^fdra saluiar por amor da
verdade : o legislador, porem, preferio per-
mittir a separacAo, nao declarando ser um
dos effeitos da pronuncia a uniao dos pro-
nunciados para os julgamentos e preferio
nao ligal-os por forca ou virtude da pro-
nuncia, para que, separados e mais favore-
cidos, pudessem os accusados recusar ate
doze jurados, como dispde o art 275 do
col. do processo.
A permissSo do art. 276 do cod. do proc.
crim. aos accusados para se apartarem,
quando dous, ou mais em julgamento nao
combinam nas recusagdes, e uma conse-
quencia necessaria do direito que cada um
torn para recusar ate* 12 jurados, pelo favor
do art. 275 in fine.
NSosendo possivel a recusa de 24 jurados
ou mais de2i (podeudo achar-se o tribu-
nal compos;o de 36 membros) sa os dous
ou mais accusados recusassem, cada um
ate doze jurados (art. 275 in fine) conce-
deu-lhes, ontao, o legislador a separaclo
em tal caso, a qual separacao por tanto e
a regra nos julgamentos, e meio para cada
um dos accusados recusar ate" doze jurados.
Entender do outra maneira o art. 276 do
FOLHETIM
JOANNA
m j a g o BOmxiES.
POR
Cieorge Sand.
(tradogcIo de x. x. x.)
PARTS TERCBIRA
I
(Continuacao do n. 23i).
0 negro tocava com ardor, e o som agio
doii^irumento as>im manejado e os estalos
fortes das castanholas eram de natureza a
irritar os nervos.
Ao eabo de um instante as duas mulheres
tornarm-se como loucas. Manoela voltea-
va co.no umn pooeba ou retorcia-se como
was < "bra ; o Dolords, ainda mais nervosa,
tra'ii-Sgurou-se. Sus formas angulosas, sua
cintui longa, seus olhos soffrivelmenteras-
gz.'.", tudo n'ella pareceu fundido n'um
novo molde. Parecia ter pernas de ago e
dtvu saltos como uma panthers. Ridicula
a prin -ipio, pnuco a pouco como que se
foi lornando bella ; seus olhos negros des-
pedinra scent'.lhas rubras, c sua energia co-
mo qm fazia realcar o olhar voluptuoso e
os languidos volteios da sua companheira.
Foi realmente uma danca linda, um par
seduetor, e um rylhmo de enlouquecer.
Acabada a danga, o negro desappareceu
como sefdraescamoteado pelas paredes ; Do-
loie- 'ieitou aos hombros um chale ; e Ma-
noela, cubrindo so com os rapidos raovi-
mentos do seu leqrjp, disse-me a sorrir.:
__ K ^ntSo doutor ; n8o acha que isto
o um bom ronoedio para o spleen da pri-
sao 1
Eu (Uva einbaracado e perturbado. Per
gontei se o Sr Brudnel, que tambem era
nm tanto medico, approvava esse exerci-
cio.
?-ao se oppoe, respondeu Manoela.
E elle diverte-se vendo suas lindas at-
titude T
>ao! nao dangamos diante d'elle. 0
Sr. b: u Jnel ( muito inglez ; isto eacaudali-
sa-o um pouco.
Gomprehondi que sir Richard julgAvaessa
art. 275, e faltar i Boa logica concluindo
dos reforidos aatigos, o que delles nao se
pole concluir; da pormissao para se apar-
i acto do julgamento nSo se pode
concluir que devem entrar juntos em julga-
mento.
A defeza nao tern mais direitos do que a
accusacio ; a socieda Ic, a orde.n publica,
quando accusa, d frndo, se pide coovir aos
accusados acbarem-se juntos para serem to-
dos absolyilos, timbem pode convir a jus-
tica scparal-os para punic,ao dos crimino-
sos ; o soria absurdo atteuder aos pianos
de uma das paries sdmente, e tanto mais,
quanto, separados ou juntos, que importa
isso, se forem guardadas no julgamento do
um ou de muitos, todas as formulas suhs-
tauciaes do processo? I I
Ns presiiencia da sessao do jury, deven-
do o magistrado esclarecer os jurados, e
tudo encarainhar para qne sejam as causas
bem julgadas, pode convir separar os julga-
mentos, attendendo-s* a" natureza dos cri-
mes coinmettiios, 6 importancia dos pro-
cesses, ,o estado e capacilade do jury,
e nao pode o magistrado, presidente do tri-
bunal, mauifestar as razoes do onvemen-
cia, que lhe suggerem a separac&o, ou re-
coinmendam lhe a uniao dos co reos pro-
nunciados sujeitos a accusagSo o julgamen-
to; porquanto, o magistraJo, presidente
do jury, deve sempre proceler de modo
tal, que nao transpire o seu pensamento a
respeito dasprovas^ nem indirectamento ; e
na exposicfio das razoes para a separate
ios ac usados, ou para a sua uniao, no
julgamento, poderiam, muitas vezes, acbar
carga a favor, ou contra os accusados,
diante dos quaes principalmente deve o juiz,
presidente do jury, apresenlar-se com intei-
ra imparcialidade, de olhos vendados e ba-
lance na mao, como representa-se a justiga,
ovitando qualquer signal de favor, ou des-
favor.
O legislador nao esqueceu-se do caso u
nico, quando devem audar juntos os co-
reos, e para esse caso providenciou no art.
253 do cod. crim. E de qualquer modo
que entendam o citado art. 252 do cod.
crim., o certo d, que sdmente para o cri-
me de a lulterio o legislador consagrou o
lac > inlissoluvel entre os criminosos co-reos,
que devem ser accusados e condemnados
juntamente.
Os arts. 317 do cod. do proc. crim. e 54
da lei de 3 de dezembro de 1841, que su-
jeitam os rdos pronunciados a accusacdo
e julgamento, nao mandam que entrem
juntos em julgamento.
E na inconteslavel obrigacSo imposts
por lei ao magistrado presidente do jury,
de bem dirigir os trabalhos da sessao, es-
clarecendo os jurados, e tudo encaminhan-
do para o bom julgamento das causas cri-
mes, descobre-se bem cUro o direito do
magistrado presidente do jury para separar
os reos sujeitos ao julgamento, como meio
de bem cumprir os seus deveres, porque,
querendo os Gns, nao podia o legislador
negar-lbe os meios.
Nao ba?ia ler um artigo de lei isolado
para entender as leis.
No intuito de manter o credito do jury,
cujos abusos nao me abalam no conceito,
que formo sobre a instituicdo, e como au-
xdiar dos jurados, tendo de sub.notter a
julgamento um processo de railhares de fo-
lhas com 5 reos defend idos por seis, ou oi-
to advogados notaveis ; e attendendo a que,
tratava-seda sorte de reos incursos em pe-
na capital, foi por amor da justica, e por
amor dos mesmos rdos, que os separei
chamando a julgamento os dous principaes
autores, em primeiro lugar, e deixando para
outro dia oscumplices do homicidio, e era
tenc&o minha julgar por ultimo o rdo Nor-
berto, criado do Dr. Cerveto.
Com a separario dos co reos nao seriam
elles desfavorecides, porque eu havia col-
locado a todos os co-reos em lugar proxi-
mo, d'onde promptamente poderiam sahir,
mesmo por lembranca minha, & presence
dos jurados para qualquer esclareeimento,
se de alguma cousa podesse prostar a pre-
sence dos co-rdos no tribunal.
EntSo appareciam, senao para serem in-
terrogados ou julgados, nao para esclareci-
mentos que deveriam dor, comparacendo,
com qualquer pessoa charaada ao tribunal
para esclare e*r o jury.
E supprida, assim a necessidade do laco
de unido entre os co-rdos para serem julga-
dos todos juntos por amor do defeza, s6 cui-
dei desimpliticar a causa difQcilima, ovi-
tando a complicac&o no julgamento de mui-
tos rdos com muitos advogados, abrindo-se
a sessao quasi sempre muito depois de ouzo
boras e meia do dia : soria nocessario con-
sontir que os jurados jairlassom por raaisde
uma vez, e muito mo costana estar presen-
te sem podcr manter a circumspecgio no
tribunal cheio de povo, sem um palmo dn
espago, e de modo quu nem pude ufferecer
um> lugar deoente ao consul da nagao bes-
panhola, o qual me disseram ter estado
no dia 7 e 8 em pd por detraz da minha
cadeira.
Tudo, portanto, me aconselhava a separa-
gao dos julgamentos no celebre processo
crime LaogTois, para que fossem julgados
os co-rdos, sem pcrturbagSo dos ani-
mos, guardalas to Jab as formulas subslau-
ciaes do processo, parque tudo sera, menos
formula substancial do processo, a reumao
dos co rdos, para serem julgados todos no
mesmo dia uma vez que cada um possi re-
cusar aid doze jurados, e que defen la-so na
fonna oa lei livremente.
0 innocente julgar-se-ha mais seguro, e
garautido, quando tiver de ser jul^ado por
juradjs desembarjgados de qoestd-s diver-
sas, livres do uma mul'ii lao do queiios
nais ou menos complicaios, e quan lo os
seus juizes tiverem de fixar loda attencao
sobre um s6 ponto, podendo aproveitar a
confusao sdmente aos que buscam escapar
po.- entre as trevas.
No processo Langlois, a prova d tola c r-
cumstancial, e de difiicil apreciagdo ; e
cumpria-me nao atormentar a consciencia,
e juizo dos jurados, quando tivessem do
r-sponder aquezitos, ou questoes diversas,
e variaias, tratando-se de cine > rdos, uns
autores, outros cumplices, mandantes espe-
ciaes, e rnandatarios participantes mais ou
menos intencionados no co umettimento de
um crime tanto mais incrivel, quanto nao
podia ter sido mais horriveimente perpe-
trado I
Esforcei-me, finalmente, pars ver se n8o
me collocava em opposigdo com as decisd^s
do jury, com as quaes eu teria por forca
de conformar-mo pelo respeito e amor, que
consagro 4 instituigao, cujos abusos n8o me
abalam no conceito quo formo e faco do tri-
bunal do povo.
Separando o julgamento dos reos pronud-
ciados no processo crimeLangloisfiz o
que me cumpria fazer, sem violar lei algu-
ma, antes em observancia da lei. e fiz o que
devia a mim mesmo peisuadido de que nin-
guem me culparia pilo facto de entender a
lei, comoentendi; edeexecutal-a por mim
mesmo.
Rio, 10 de agostode 1871.
Jose Antonio de Magalhaes Castro.
[Gazeta Juridica.)
i
VARIEDADE
COLHEITA EM OUTROS PAIZES A
produccao cercalifera da Hungria foi de 28
milhdes de hectolitres, haven-Jo um exce-
dente de 10 milhdes para exporter.
Calcula-se que as proviocias do Danubio
recohem tambem uma grande quantidade,
havendo mais oito por cento das colheitas
ordinarias.
A Russia e a Polonia teem um ex;odente
de tO por cento. Em certos pantos as
chuvas prejudicaram a qualidaie.
Na Italia a olheita foi superior a* media,
excellent quar em qualidaie, quer em
quantidade.
Na Hespanha, por effaito d3 guerra civil,
a produccao bastard apenas as necessidades
do consumo. '
Nas Estados-Unidos e na California, hou-
ve colhe.ta abun dante.
A' vista destas noticias, n5o devemos tor
receio de que suba o prego do pao. Deve
antes haver esperanga de que elle baixe.
espectacnlo muito commovente para quem
despreza a embriaguez sensual, e reprovei
a mim mesmo te lo espectado.
Manoela percebeu som duvida a minha
perturbago ; e, vendo que cu attinha-rne
em louvar Do] res coin exageragao dizendo
que a danca era bella, mas que demandava
um vigor de que s6 a aya ora capaz, per-
tfuntou-me :
Quer dizer que Dolords danga melhor
do que eu, nao?
Muito melhor, sou forgado a dize-lo.
Nao d extraordinario isso, nem eu o
ignoro, disse Manoela semnenhum vislum-
bre de di'speito. Demais ella d a mestra e
eu a discipula ; ella executa a danga classi-
ca, verdadeira.
Convem dizer timbem, observou Do-
lores que a senhora nao se influo quando
alguem a observa, e que danga dez vezes
melbor do que acaba de faze-lo, quando
estamns sds.
P<*rcebi que ellas tinham desejos de en-
cetar nova danga. Retirei-me ; mas nao
pude trabalhar, como me aconteceu na n i-
te anterior, n, forgado a convir comigo mes-
mo em como acbava-me trabalhado por
uma forte obsessao, rosolvi trata-la como
uma doenga. cujos symptomas convinha-me
onservar, aldm de ser isso um sdrio dever,
imposto pela minha propria posig3o.
Com effeito ; Manoela nao amava no
muudo senao sir Richard ; e este, embora
votasse affecto A sua Glha adoptiva (eu jd
nSo suppunha ser paixSo), confiara-a & mi-
nna boura e lealdade. Por tanto fdra mis-
ter, para evitar o perigo, que eu podesse
afastar-me n'ella immediatamente ; mas era
isso o que justamente eu n3o devia fazer,
por isso que jurara velar por ella bem de
perto.
Restava-me, pois, como unica sahida
honrosa aceitar os soffrimentos da minha si-
tuagfio, e viver uma vida de desgostos con-
centrados, de ciumes subjugados, e de arre-
bat^mentos domados.
Tudo isso nao podia durar mais de oito
dias ; e dizia eu, deve ser bem fraco e bem
cobarde o home.n que nao sabe soffrer du-
ranto oito dias I E que mo importa que eu
BofiVa, uma vez que nao me train ?
Por esse lado, pois tranquillisei-me, por
que, em falta de virtude, o orgulho serve
de ordinario de coura;a ; o eu nao podia
trabirme sem tornar me oJioso e rid culo.
Ro;-u:;ciei ao parvo despeito quo ma
tornava cap-ichoso, considerando em que o
capricbo e muitas vezes uma garridice do
sexo raasculioo ; e resolvi ser amistoso,
devotado e dosinteressado, sem esforgos ap-
parentes.
Em consequencia d'isso, logo pela ma-
nbaa seguinte mandei perguntar a Dolords
como passsra sua ama. Ella mesraa foi
dar-me noticias, dizendo-me :
A menina nem dorme, nem dormio.
Asseguro-lha, senhor doutor, que ella esta
doento, o tal vez gravemente. Nfio sei por
que, mas, quando o amo nao esta" em casa,
vivo atorraenlada. Acha ceusuravel a mi-
nha inquietagSo ?
Porque razSo o acharia ?
Ah 1 o senhor as vezes apresenta um
aspecto t3o estranho 1
Quem, eu ?
0 senhor, sira ; mas nao se zangue.
Ha occasiOes em que quem o visse diria
que o senhor odia minha pobre ama I
Seria com effeito extravagante que eu
odiasse uma pessoa que apenas conhego e
que d amada pelo Sr. Brudnel 1 .^
Tal vez sej por isso mesmo, disse a
criada com um sorriso perverso.
Hein ? perguntei, franzindo a testa e
fitando-a severamente.
Ella ficou desconcertada, e ojunlou em
torn melifluo :
Perdoe & uma estrangeira, que bem
' pode dizer palavras, cujas consequencias nao
attinge.
Pelo contrario, a senhora falla muito
' bem o francez.
0 senhor doutor d muito indulgente ;
mas disse que nao conhecia minha ama. Isso
'era possivel ha dous dias ; mas agora nSo,
porque o senhor conhece-a bem, visto co-
mo, segundo me referio, ella contou-lhe
toda a sua historia. Censurei-a por causa
d'isso, e porque nao havia mister qae lhe
dissesse tudo quanto disse; mas, como o
senhor jd o sabe, d licito suppor que tenha
comprehendido tio bem como eu a razio
porque ella esta' doente.
- Ignoro absolutamente se ella ela
doente. 0 que sei e que ella come pouco
6danga muito. Cumpre-lhe conseguir qae
haja epuilibrio entre a receita e a des-
peza.
Ella danga muito ? coitadinha I E
em quo pretende o senhor que ella empre-
gue as forgas de seu formoso corpo ? e com
quo quer o senhor quo ella atordflo e squie-
KOSSl'TH.0 c lebro agitador hungaro
dirigio ultimamente um manifesto aos sous
concidadaas, com o fun evidente do laogar
o centro esquerdo da caraara do Pesth
n'uma coalisao com as outra*fraofOM oppt-
sicionistas. O ex-dictador nao seu prop-isitt de s-parar eomplotaiaeote a
Hungria da Austria, aioda mesm>, qua seja
por meio da uma revolugio. Cartat da
Pesth qualificam de loucura a empreza da
Kossutb, de quem diz-ra -6 conhaee a Hun-
gria como a deixou era 1819, e nao como
btjescacba. A Hungria, accrescentam.occa-
p.ida na -ua regeneragao p diuca e econo-
mica, sem in lu-tria, sem diuheiro, vivendo
dos recursas da sua agriculture, nao pile
r> o istituir a p uria sobre as ruioas do pas-
si In por meio da revolugio, rnas pel-i tra-
balho o pela pratica das ideas domioaatos
na nosss epaca.
POBRE IMPRENSV HESPANIIOLA1As
scguint'S linhis qun triis<;rftmo. da Epo-
ca, dso a medida da situagio da imprensa
bespanhola sob o rag men r-*pobltcao-dic-
ta lor de qm gozim os qossos viunbos :
Todas as vezes -diz o ntsvi Collega
que appareco nas nossas ofHcinas um era-
pregado do giverno civil, o qae socoele
muito a miudo, portador da um officio da
nosso particular amigo o Sr. Moreno Be
n tez, dirigimos vista* doiorosas para o nos-
so exhausto cofre, p<>nsajdo de quantts
.mg.is serd a singria que n is receitam ; mas
b >jea no sa dor foi de reflexo, pais os pe-
ri licos mullados furam: 0 Tempo, o Di-
no Hespanhol, 0 Popular e A Cornspon-
dmcia di U-.spanha.
OLE ESPERANCi >. -Foi ratregue a po-
licia de Paris um ban li 1. l)is-.olveu gran le quantidade de phosphoro
na aguaque deu a b-b-sr a sui mii, cau-
sandj-lhe a raorte. Fe lo por o>ta o tar
castigado por uma desjrlem quo tivera com
outro garoto. S->u irmao em -lefexa da mii
acommeil.u-o com uma navalha.
Ante a justiga disse este lunante qne a
morte de sua' rafti nao ora g an le cousa,
responleu que na> era miis de um novo
cadaver para a terra.
i)e certo este ciladao seria dos commu-
nistas que nao ruconhece por mii s>nio a
patria.
Este phenomeno nao deveria ir babitir
uma casa de correcgao, mas sira ua mu-
zu. pais chamaria muita co icurrencia a
admiral' o exemplo da maior falta de cora*
gio.
CASO RVRO. Acaba de su-ceder a ura
dos nossos canci ladaos, diz um jornal bel-
gi, antigo commerciante, uma Micidade
que elle estava lunge do esparar. Hs quio-
ze ou dezeseis annos, qua a maior parte da
sua fortuna lhe foi roubada por umempregido
inGel. Em conseqiencia desta perda, vio-
se obrigado a dimiuuir consideravelmente o
sou coaamercio, vendo-se depois irapossihi-
litado de continuar con os seus negocios.
Pouco a pouco cahio na pobreza.
Estava no ultimo grio de iniseria com
uma familia numerosa, quando ultimamen-
te recebeu de No'a-York uma carts, em
queselbeaununciava a restituigao integral,
nio sd da somma roubada, mas, o que ain-
da e mais, dos juros que dovia produzir du-
rsnte os quinze annos; No dia seguinto,
fai chamado k casa de um das MM prio-
cipaes banqueiros, bn-le tudo lhe foi rasli-
tuido.
Pareco queocaixeiro infiel e a:tulmen-
to um dos raaiores negocianles de uma
grande cidade do sul, nos EsUdos-l'uiJos
da America. Goza em toda a Uniao de
graodes creditos pela sua honradez c pela
sua lealdade nos negocios, assi n cono pe-
las suas immensas riquezas.
CASAMENTO DE UM PADRE,Um pa
dro velho catholico da igreja de Uenebra an-
nunciou nestes termos o seu casamento
com uma sonhora protestante :
Cnsvme, porque quero ser um homem
honrado. Nodecimo sexto seculo, passava co-
mo proverbio dizer-se -.corrompido comoum
padre ; o hoje poJo dizer se ainda a mesma
cousa. Caso-me, porquo quero sahir deste
lodagal ultramontano.
Accrescenta que 6 tempo do restiluir por
meio do casamenta ao clero roraano a boa
reputagAo que tiuha outr'ora, e que o mao
procedimeato de um grande numero dos
seus membros cobno de infamis.
te um coragSo faminto de amor ?
Eisahi bellas phrases, sdnora ; mas
o que c certo e que, nao podendo eu for-
mar opinao sem exame, e recusando se a
isso a Sra. Brudnel, julgo dever esperar a
volta de seu marido para tomar uma reso-
lugSo.
Seu marido I 0 senhor bem sabe
que elle nem d marido nem amante I 0
senhor d medico e nao deve recusar uma
consulta.
" Se nao m'a pedem.
Sim, pedem-n'a. Esta manhaa ella
nab recusa mais.
N'este caso, diga a senhora que aguar-
do as suas ordens.
Dolords percebendo que eu desconfiava
d'ella, sabio, mas pouco depois voltou, tra-
zendo um bilhete de Manoela concebido
n'estes termos : a Rogo ao doutor do vir
ver-me.
Guardei o bilhete para, em caso de no-
cessidade, mostra lo a sir Richard, visto
como nio sei porque arreceiava-rae da cria-
da, esabi.
Encontrei Manoela mais pallida quo de
ordinario, envolta n'um penteador de cacbe-
mira branca, e com os cabellos apenas ata-
dos. Estava realmente encantadora assim,
com esse aspecto quasi morbido, que se re-
velava no abatimento das feigOes e nos olhos
cheios de lauguidez.
Atirei-me resolutamente aos perigos da
auscultagfio. 0 medico salvou o mancebo;
fai attento e lucido, e yeriflqaei um prin-
cipio apparente de hypertrophia do cora-
gSo ; em consequencia do quo prohibi a
danga, prescrevi um tratamento convenien-
te, e retirei-me dizendo que nSo era cousa
de cuidado, mas que era mister obedecer-
me.
Uma bora depois Dolords voltou ao meu
aposento, e perguntou-me :
De veras, senhor doutor, nao d cousa
de cuidado ?
Assim convdrn sempre dizer ao doente ;
mas, uma vez que prohibi a danga, claro d
que alguma cousa ha de sdrio. Torno-a
responsavel pola execugao das minhaspres-
cripfoes.
Oh fique tranquilla, doutor, quo
eu velarei por ella. Demais olla estd re-
signada, e nio mais dangard ; mas o que
havemos de fazer para que ^ella se distraia
umpouquinho o se agite? Sa ao men is
podessemos sahir de carro ?
0 Sr. Brudnel nao lhes deu ordens a
tal respeito ?
Foi ao senhor a quem elle deu todas
as instrucgoes.
As minhas instrucgoes limitam-se ao
pedido do estar ds ordens de sua ama no
que concerno a minha profiss3o, e bem as-
sim d prohibigao do sahir com ella.
0 senhor n5o teve incumbencia de
vedar a sahida d'ella sem o senhor ?
Eu nio teria aceitado o papel de car-
cereiro.
N'esso caso, .. mas nao, ella de cer-
to nio quererd desobedece-lo.
Pois que lhe escreva, visto quo elle
nio est.i muito longe I Tambem escrever-
Ibe-bei para communicar-lhe o resultado do
meu exame. A permissio pode chegar d'a-
qui a dous dias ; mas acho que melbor serd
esperar alguns dias afim de nao causar in-
qoietagoes ao Sr. Brudnel. 0 mal nio so
acha tao adiantadoque anauncie perigo im
minente.
Sim, porque o senhor ere que sir
Brudnel...
E que tem ?
Nio posso dizer nada.
Entao nada diga.
Ella sabio como que despeitada, mas vol-
tou log) depois, dizondo:
Quero referir tudo l E' preciso que
o senhor salvo minha querida ama ; d in-
dispensavel que o senhor faga com que sir
Brudnel lhe diga a verdade.
Que verdade ?
Que elle nio a dosposard nunca l
Realmente, elle nunca prometteu
isso?
Nio, tio de veras como Manoela pensa;
mas, em todo caso, prometteu, a seu pezar
n'um momento do ternura e de piedade,
embora intimamente nunca tenb.3 estado nem
esteja apaixonado por Manoela. No come-
co ds vezes, elle commovia-se quando esta-
va ao seu lado ; e como nio havia de ser
assim, se ella era tio linda e amava-o tanto l
Mas os inglezes tem cabega de ferro I Sal-
vando a das garras do pai, elle jurou nio
ami-la muito ; e temcumprido ojuramon-
to. Todavia oceorreu uma cousa quo ello
nio previra, e fai tornar se ella tio Gel e
tio devotada que elle se habiluou aos seus
carinbos e a seu amavel caracter, ao ponto
de nio mais polcr dispsnsar sua anVzade ;
quanto ao amor, porem, elle ovifc o c
bam quizera poder exlinguir-RYo, hntiflisis.
quanto o casamento obriga-lo-hia a corces-
ponde-lo. Pois bem I para uma moga que.
tem esperado tanto tempo, um homem da
idade do Sr. Brudnel, habituado alem d'isso
a considera-la como Glha... Nao, tile jul-
gara praticar um iocesto, e, aldm disso, ou-
tra razio I se elle conseguir que sua irmaa
aceite o pagamento que o senhor sabe, tal-
vez nio Gque bem ; e com uma raulher a
quem habituou a ser sultana, isto e, a
ser dospeza e nio receita na familia... Bem
ve o senhor que ha razoes. E demais,
quer ello a despose, quer nio, jimais con-
sentird em que Manoela tenda a liberdad"
de proceder como as outras mulheres. '
como nao deposita conGanga n'ell
que sua virtude provdm unicarrr
isolamento em que vive. Ella j
Manoela tem a cabega fraca, o
cil, os sentidos...
E, quem sabe ? t
gane I
Nio se engan?
ulia a ser esposa c.
contrario, engana-.
mais forte e mais dig.
gal
E' possivel ; mas .
isso. Nio tendo o Sr. Bru j>...
conGdente, nao me cabe o dire'-
selho, e a senhora bam podia tor-
do a revelagoas que a delicadeza ra<. .
gard a communicar-lhe, caso elie me in-
terrogue.
Diga lhe tudo I replioou Dolores. Se
eu tivesse ousado, ha muito tempo que lhe
teria fallado como fallo ao senhor, tisto co-
mo bom vejo que d preciso que a sorte de
Manoela raude, pois, do contrario ella mor-
rerd.
Em seguida Dolords fez uma sortida dra-
matica, e eu fiquei embaracadisso com o
meu papel, alids dos mais delicados, o com-
plicado com um certo interesse paaaoal men,
quejd me nio era fscil dissimular.
Dolords, com um cynisrao occulto sob sua
emphase natural, pozera o deio na chaga
do viver domestico dos futuros esp.os, tan-
to mais quanto, se a noiva, tendo esperado
demais, tornava se impossivel an'tar a ex-
plosio, ao naivo era ta.nbem impossivel ad-
quirir a paixio necessaria a uma uniio tao
desproporcionada, par isso que domara em
oxcesso os perigos da int midade.
[Continvar-fr-ha."
nnaafi
w~
1
o

II I


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