Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17841


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Full Text
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AMiVO L. AiUMEBO 229

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fttVftA A CAPITALS LU01BK8 XDE ( WE PAG A P]
Fur treo meaes adiaaUdos.............. 19900
Pot nil ditos idea......*....... 119090
For urn aano idem................... 149000
C*d* fkamero siulso.................
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGDEIROA OE FARIA ft FILHOS.
fj In. Gerardo Antonio Aires ft Fiiho,no Fwi; Goncilvea d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose" de Oliveira 4 Filho, do Ceari"; Aaitonio de Lemoi Braga, no Aracatj ; Joio Maria Julio Civr Pereira a" Almeida, em Mamaiiguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, sa Parahyba ; Antonio Joae" Gomel, M H|ili Fenha; Ba'armino doi Santos Bulcio, em Santo Ant< ; Domingoi ioti da CoitaBrafa, emBaxaretht
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanoa ; Joio Antonio Machaeo, no Piiar das ajtjjks ; Alvea dk C.na Bahia ; e A. Xavior Leite 4 C. p Rio Janeiro-
IHSTITOCCAO P0PU1AS
Elenentoa de pliysica
LIVRO SEUUKDO
Hy(liol;ili CAPITULO 111
MIKSSOKS SDPPOBTADAS PF.I.OS CORPUS SUBMERSOS.
PF.I.OS
pesos BSPE.-.incos, argomktuos.
fSffeito da presoiko dos liquitlos ho-
hre ob corpus iuimergidoo. Quando
urn corpo solido se acha msrgulhado em uiu li
quido, e evldente quo as pressdes exerei las por
esse liquido sot.re as parades do vaso que o cod-
tern taaibem se (azem seotir sobre a superficie do
corpo iuomergido, visio como ja viiuos qua dos li
quidos as pressoe* se transmittem eni lodes os
sentidos. E' facil, pcrem, rcconboeer que as pres-
ses* que Desse ca-o supp Ttam os corpus immer
gidos nao se destroeui todas tuutuamcDte, ioas
sim que teem uma resultante, que actila do baixo
para cima, tendendo, pots, a levantar os mesuios
corpos.
Para verificar isso pela exper.eneia ; supponba
mos am corpo de forma qualquer, urn cubo ou
dado por exemplo, mergulhado ua agua de um va-
so. Se em primeiro lugar tomarmos em conside-
rate as pressdes horisontaes exercidas sobre duas
faces oppostas, veremos que tern a mesma iuten-
sidade por isso que se exercem iu mes:na pro
fuudidade da massa iiquida, e, alem disso, que,
sendo de direcc5e3 comrarias, equilibram se, c.m-
primindo o cube sou: dasloca-lo.
Quanto as pr*sst>cs verticals, exercidas sobre as
faces oppostas do mesmo cubo, e facil reeonhe
ccr que sao desiguaes. Com uiTeito; a face su
perior supports, de cima pira baixo, uma pres-
sio igual ao peso da culnmoa d'agua que tem por
base essa face e por a.'lura a distaocia que vai da
mesma face a superficie do liquido, ao passo que
s face inferior suporta de ba>xo para cima, uma
pressao igual ao peso da columua d'agua que tem
por base essa face e por aliura a distaocia dessa
rcesma face ao referido nivel do li juido.
Por coosequeDcia, sendo a pressao supportada
[tola face inferior maior do que a supportada pela
face superior, e maior j'istaineDte de lodo o peso
d'agua deslonada pulo cabo ou dadn, .' claro pi
o cubo, solicitado par essasduas forcas contrarias
e desiguaes, tendera a seguir a direc$ao da maior,
isto e, sera solicitado a elevar-se na massa d'agua,
0 que da lugar a estabeleeer-sc este pnncipio : 2b
do corpo mergulhado cm um liquido tende a ser
ievaniado por uma pressao igual ao peso do vo-
lume do liquido que ille desloca.
Principio de Archiincdes, bnlan< a
liydrostalica,Pois que lodo corpo mergu-
Uiado em um liquido supporta de baixo para cima
um impnxo igual ao peso do liquido deslocado, e
*\'idente que esse corpo deve perder uma parte
do seu peso; que deve pesar meoos do qae no ar;
q que a diminmgao de peso que elie >offre dev
SU trecisamente igual ao peso do liquido d .-slo-
cado-
Por conseguiute o priucipio acima piide ser
cuunciado por e?ta forma : Todo corpo mergu-
lhado em um liquido perde uma parte do seu peso
t-jual ao peso do liquido que elle desloca.
Por exemplo : um corpo que, no ar, pesa dez-
oilo kilogrammpS; e qae mergalbado n'agua, des-
loca tres littros d'agu:t, isto 6 tres kilogrammos,
nao pe.-a nesse liquido senao deioito menos ires
kilogrammos, isto 6 quinze kilogrammos.
Este principio verilka-se por raeio da balanra
h'jdrostatica, que u:o difLre da balanca corn-
mum senio em que as concbas ou pratos tem na
parte inferior urn pequeno ganclio, a qua -e po-
dera suspender os corpos a p-sar, o em que o fisl
1 ode ser levanUdo ou abaixado a vontade p..r
meio de uma eorredi^a, exisleole na haste ou co-
lumna da balanca,cuja c^rrcdica tem a forma de
crcmalheira, iAo e, e denta.ii, e e movida por um
botaoque lem noe.x'rernj opposto uma pequena
roda dentada, que forma eugrenagem com osden-
la da cremalheira.
Para verilicar o principio citado, procede-se as
sim :
Toma-se uma balanca bydrestatiea, e elevauJo-
se o Gel suflioiuai-.-iiic.it j acima de um vaso d'agua
posto ssbuina das conchas suspende-seaesta, por
ineio do gancho meociohad *, um cylindro oco de
cobre, epreudese abaixo dests um outro cylin
dro tambem de cobr porem, rheio, tendo o mes-
tao volume do antocedeute. Feito isto, collocara-
M pesos na outra concha da balanra ato que o
tquilibrio se estabeleca.
Equiilbrada a ba!anc-a, deita-se agua no cylin-
dro vasads ou oco ate cuche-io, e v6-se logo o
cquilibrio ro'mper-se, ptsando mais a concha a
^ue eslio suspensos os cylindros ; mas se, logo e
logo, se abaixa o fiel por'meio. da corredica, de
forma a mergulhar completamante- o cylindro citeio
no vaso que Hie Gcaembsixo, immediatamente vu-
se o equilibrio reslabelecer-se.
D'abi se conclue, pots, qae, para que isso assim
aoontega, e mister que o cylindro nergnlbado te-
nhaperdidj uma parte de seu peso rigorosameute
igual ao peso da agua deitada no outro cylindro,
e por conseguinte igual ai peso da agua por elle
daslocada, visto como o volume do cylindro im
mergido e precisamente o mesmo que a capaci-
dade do cylindro Om.
0 celebre principio de qae todo corpo mergu-
lhado era am liquido perde uma parte do seu peso
igual ao peso do liquido que elle desloca, 6 conhe-
ctdo pelo nome de principio de Archimedes, illus-
tre geomelra da antiguidade, morto em Syracuaa,
dueentos e doze annos antes de Christo, o qual foi
qacm o descabrio.
Conta-se qae elle fez csta descuberta por occa-
siao de estudar um proMema que Ihe foi dado por
llteron, tyranno de Syr.tcusa.
Este princtpe, querendo offerecer a Jupler uma
corioa de ouro, entfegou a am ourive) dez libra?
daouro destinadas ao fabrico da mesma coroa.
Terminada esta, achou-se que realmente pe3ava
dez libras; mas Hieron, desconGando qae o ou
rives tinha Gcado com uma parte do ouro e que
sabstituira-a por prata, pedio a Archimedes que
lite desse am meio de descubrir a fraude, sera lo-
davia alterar a cor'u por cam.a da bellezado tra-
Lilho.
0 babil geoTetn, sempre preoccupado com a
solacio do problem a que lhe dera Hieron, estando
certo dia n am banho, notou que na agua podia
levantar os membros com mnito mais facilidade
do que no ar. Esta simples observajao foi Ihe am
como raio de luz; e della deduzio o geometrao
principio demonstiado acima, principio que, como
depois veremos, dsu-Ihe o meio de achar quanto
jasavam o ouro, a prata e o cobre, de que era
composta a coroa, em relacao a agua.
Adquirida essa no.;7n, am simples calculo den-
lhe a conbecer quaato continha a oorda em oaro
c prata.
Diz-se que Archimedes teve uma alegria tao
grande em consequencia da sua descuberta que,
.sahiudo do banho, e correndo para casa, grltava
pelas ruas eureka I eureka isto 6 achei I achei 1
Todos no? podemos, como Archimedes, obser-
var quanto os nossos membros parecem leves
qoanao estamos mettidos na agua do banho, e
qaanto elles nos parecem pesados quando os er-
gaemos acima da agua. -
Semelbantemeole todos podemos obserrar que,
qaaudo tendo quasi todo o corpo mett'do n'agua,
caminhamos por sobre os seixos e areia da praia,
csje/rnao ferem nem incemmodam os pes ; no en-
fm<) que, se sahindo da agua, conlinuamos a ca-
minhar por sobre os mesmos seixos e areia da
praia, senlimos dos pes descalcos unu impresslo
dol'iros.'i e nao raro ficamos com os pen feridos pe-
los seixos, i|iie antes dos pareciam inoffeusivos.
A razao di-t.. esta em que, no primeiro caso,
quaodo iemos o corpo mettido n'agua, achamo-
uos Uvaulados pelo Impuxo da agua, no enlaoto
que, no segundo caso, isto 6, qu.inlo temos o cor-
i>) fora d'agua, pesa mos com t ido o omo do cor-
po sobre os s.'ixos, e comprimimo-los de encontro
aos pes.
(Continua.)
?ART OFFICIAL.
Gaverno da provlaoia.
EirEDIEKTE DO DI.V 11 DE MA 10 DE 1874.
1.' lecccio.
OlDcios :
Ao Exm. hrifadeiro commandante das ar-
mas.Sirva-se V. Exc. do mandar por em liber-
dade o recruta Francisco de Paula das Dores, que
provoa isenjao legal.
Ao mesmo. -Deferindo u requerimento de
AlexanJrina Maria dos P.azeres, mai do memr
Jose da Cimara Santiago, qne assentou praca vo-
laatariamente no 2* bataltiio de infantaria, re-
commendo a V. Exc. que raande considerar sem
effeito o alistamemo do mencionado menor, visto
nao haver a supplicaota dado para isso o seu
assentimento, conforme declara no mosmo reque-
rimento.
Ao mesmo. Fica approvada a deliberacao
qae, segundo commanica o director interino do
hospital militar, no olllcio aonexo aode V. Exc,
de 9 do correnle, sob n 378, i >mou elle mo so
de rcj-itir as duas anicas propostas apresenta-
das por Relrrio Oliveira & C. e de Jose Uias Ma-
Ibeiros, para o foraecimento de dietas e racdes ao
mesmo hospital, visto sere u muito elevados os
prepos psdidos, mas tambem de mandar fazer no-
vos aonuncios para o fornecimento em questao ;
o que declaro a V. Exc. para fazer constar ao re-
ferido director.
Ao mesmo.Para cumprimento ao aviso do
ministerio da goerra, de 1 do corrente, sirva-se
V. Exc. de mandar ouvir o commaudante do 9*
batalhao de infantaria acerea dos inelnsos papeii,
Jue me serao devolvidos, cmcernentes a^s alferes
ose Lopes Pereira e Francisco Marquss de Oli-
Vrtira, este do referido DatalhAo e aquelle do 17
da mesma arma. os qaaos pedem trocar de corpos
entre si".
Ao capitio do porto.Expepa V. S. saas
ordoDs, afim de que sojienle pelo arco central da
poote Sete de Setembro passera as alvarengas que
forem a servi^o de carga e descarga n-sto porto,
e deste raodo sejam eviudas as damniQcac/jes qu-
por vezes tem soffrido a mesma ponle.
Ao engeoheiro das okras militares. De
conformidade com o orcaraenlo, na importancia
de 3io#880, que veio aaoexo ao tea offlcio de
20 de aoril ultimo, sob u 88, mande Vme. fazer
com urgencia os concertos de qae carecem as for-
jas e chamines da otihina de ferreiros do arsenal
de guerra.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Noronha.Uecommendo a V. S. que nio remct-
ta sentenciado algurn para esta capital sem requi-
sicao da autoridade competeotc.
2' secciio.
Actos :
0 presidente da provincia, a vista da infor-
maQao da lllma. camara municipal, em offlcio n.
41, deG do corrente, resolve exonerar os 3 su.j-
plentes do juiz sub^tituto da 2' vara civel desU
cidade, bacbarel Francisco Gomes Parente por ter
sido nomeado 2 promotor publico desta capital.
Dr. Graciliano de Paula Baptista por nao ter soli-
tado o titulo nem prestado juramento e Lacharel
Ulysses Machado Pereira Vianna por nao ter sa-
tisfeito esta ultima formalidado.
0 presidente da povincia resolve noraear
para o cargo de suoplentes do juiz substituto da
2' vara civel desta cidade ao bainarel Laiz Deme-
trio Dia? Simoes, bacharel Maooel Pessoa de Si
queira Camp s e bacharel Feliciano Euzebio Dias
dos Prazeres, na ordem em que se acham colloca-
do?.
0 presidente da provincia, attendendo ao que,
requereu o escrivao do crime e civel desta cida
de Fabriciano Napoleao do Rego Barros, e a vista
da informacao do Dr. juiz de direito da 1* vara
civel, de 9 do corrente, resolve prorogar por 6
mezes a licenca, em cujo gozo se acha, ali.n de
tralar de sua saudo onde Ihe cornier.
0 presidente da provincia resolve remover
o promoter publico da conarca de Ouricury, ba-
charel Argemiro Martiniano da Cuoha Galvao
para a de Cabrobo e o desta bacharel Jose Lean-
dro Dantas Serra para Aquclla comarca.
OlDcios :
Ao Dr. chefe de policia.De V. S. suas or-
doas aii.n de serera recolhidos a ca?a de detencao
os criminosos Manoel Leaodno e Ganata, escrava,
vindos do termo de Ouricury, e que Ihe serao
apresentados pelo capita. Antoaio Jose da An-
drade.
Ao juiz de direito de Nazareth.Remetto a
V. S. um involucro contendo 6 tubos capillares
com ympha vaccinict, nara o Gm solicitado em
seu olllcio de 24 de abril proximo Gndo.
Ao juiz de direito do termo de Petrolina.
Havendo o juiz municipal do termo de Petrolina
remetlido, sem guia, para a casa de detenc&o desta
cidade a escrava Canuta, sentenciada a pena de
morte pe o jury desse termo, e com miada em ga-
les perpeluas, queira Vmc. providenciar no senlido
de sanar-se esta omi sao.
Ao commandante do corpo de policia
Pode Vmc dar baixa do corpo sob seu commando
aosoldado da 8' companbia Antonio Francisco
Gaiac, ajustando elle provisoriamen'.e suas eontas,
e assim fica respondido seu ofJGcio n. 204. de 8 do
corrente.
3." scc^ao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmitto a V. S. para os 6ns convenientes a in-
clusa ordem do ministerio da goerra, datada de 20
de abril ultimo.
Ao mesmo.Remetto a V. S. os dous titulos
juntos, pelos quaes foram nomeados officiaes da
ordem da Rosa o bacharel Antonio Herculano de
Soaza Bandeira e Joaquim Felippe da Costa, aOm
de sercm eatregues a quern se mostrar competen-
temente autorisado, depois de pagos os devidos
direitos.
Ao mesmo.Commanicando me o Exm. br.
ministro da murinha em aviso de 2 do corrente
haver na mesma data solicitado do da fazenda a
expedicao de ordem, afim de qae seja es;a thesou-
raria autorisada a pagar mensalmeote o soldo do
1* leneate da 2' classe da armada Joao Egydio de
Castro Jesus, o qual obteve lieeoca para residir
nesta provincia ; assim o declaro a V. S. para os
Gas convenientes.
Ao mesmo.Communico a V. S., para sea
conhecimento e devidos effeitos, qae nesta data
relevei Jose Pereira de Araujo, da mnlta que lhe
foi imposts pelo collector da Escada, por nio ter
dado a malncala no praso legal o liberto Gregorio,
tilho de sua escrava Maria, a qae se refere o offl-
cio dessa thesooraia, de 8 do corrente, sob n. 450,
serie G.
Ao mesmo.Remetto a V. 8. o pret e folha
em duplicata, remettidos pelo commandante su-
perior do manicipio do Brejo, com offlcio de 2 do
corrente, afirn.de mandar pagar a qoem se rpos-
Irar autorisa-io os veucimenlo* das praras da
guard a naciooal destacadas na villa desse nome
durante o mez de abril proximo passado.
Ao mesmo.Para os flns convenientes coin
munico a V.'S. qne, por po-tria dssta data, foi
removido o proraotor publico da comarca de Ou-
ricury bacbarel Argemiro Martiniano da Cnoha
Galvao para a de Cabrobo, e o desU, bacharel
Jo?e Leandro Dantas Serra para aquella.
Ao mesmo. Para os flns convenientes com -
munico a V. S. qae, havendo o juiz de direito da
comarca de Garanhuns, bacharel Joaquim Cordei-
ro Coclho Cintra, Gndado em 6 do cor'ente a li
cenca que obtivera do conselhei.o presidente da
relacao, eutrara na mesma data no gozo da de 3
mezes que Ihe concedeu esta presideoci* ^m 20 de
abril proximo passado, conforme parlicipou era
offlcio daquella data.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com
munico a V. S. que em 23 de abril proximo passa-
do reassumio o exercicio do cargo de adjunto do
promoter publico do Exd, x'-ario de Soata Leao,
por ter Gadado a licenca de 3 mezes que obteve
em 27 de Janeiro ultimo, conforme parlicipou na-
qaella data.
Ao mesmo. Mande V. S. pagar os venci-
mentos a qae teem direito s erapregados da ins
peecao dos corpos da gnarnicao desta provincia,
no mez de abril proximo Gndo, conforme solicitou
o brigadeiro inspector em offlcio de 1 do corrente,
sob n. 96 e a vista de sua informal; to de 9, n. 432,
serie G.
Ao mesmo.Declaro a V. S. para sea conhe-
cimento e tins convenientes que, segundo commu -
nicoa o Exm. ministro da agricultura, commercio
e obras pnblicas em 29 do mez ultimo, sob n. 11,
foi approvada a deliberacao desta presidencia, de
mandar pagar sob sua responsabilidade a qu-.ntia
de 40* a pessoa qae foi encarregada da explora-
cao do caes da rua da Aurora desta capital.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Era resposta a seus offieios de 2 e 6 do corrente,
sob ns. 193 e 202, icerca das requisites do direc-
tor da instruccao publica, para o fornecimento de
cadeiras approvadas a escolas publicas, tenho a
dizer-lhe quo essas requisites serao tomadas na
devida consideracio logo que entrar o novo anno
flnanceirc, ou quando for pnblicada a reforma da
instruct a-, i publica.
Ao mesmo.Remetto a Vmc. o incluso pret
cm duplicata, organisado pelo commaadante supe-
rior d) raunicipio do Rio Formoso, aim de que
mande pagar a qualquer dos guardas nacionaes,
Pedro Avelino Lins e Joio Theotonio Bezerra, os
veocimentos a que tem direito o destacamento da
cidade desse name, relativos ao met de abril pro-
ximo Gndo, conforme solicitou o respectivo com-
mandante superior em offlcio de 4 do corrente.
4." seccao.
Offlcios:
Ao provedor da Saota Casa de Misericordia.
Em vista de sua informacao de 8 do corrente,
sob n. 881, aatoriso-o a entregar a Maria Candida
Barbosa de AlbmjntTque Maranhio, ?ua filha de
igual aorae, odacaoda do eollegio das orptas.
Ao mesmo.-Conformaudo-me com a resolu
cio da junta admiuistrativa dessa Santa Casa, de
qae trata Vmc. en sea offlcio de 8 do correate,
sob n 888, autoriso-o a entregar o educando do
eollegio dos orpbaes, Joao Gunzaga, a sua madras-
ta Jaouaria Tenoria de L>ma.
Ao mesmo. -Approvo a resolugao da junta
administrativa des3a Santa Casa no sentido do
mandar entregar a Guilhermina Custodia Alves
de Assis, segundo redamou, seus dous Qlhos do
nomes Cosine e Tiburcio, educandos do eollegio
dos orphaos. Fica, portanto, Vmc. autorisado a
eff-ictuar essa eutrega, conforme solicitou em seu
offlcio de 8 do corrente, sob n. 886.
Ao presidente da camara municipal da villa
de Ouricury.-Raraetto a Vmc. um involucro con
tendo seis tubos capillares com lympaa vaccinica,
para o Gm solicitado em seu offl"io de abril pro-
ximo passado.
Porlaria3 :
A's camaras municipaes da provincia.Re-
metto a camara municipal de.... um exemplar
impresso da falla com que no dia 1 do marco ul-
timo abri a assembled provincial cm sua ses9ao
ordinaria do corrente anno.
A' lllma. camara municipal do Recife.Au-
toriso a lllma. camara municipal do Recife a abrir
um credito supplementar na importancia de......
4 000* a verba marcada no 4." do art. 2.* da lei
vigenle, para o Gm consume de seu offlcio de 6
do corrente, sob d. 39, que Gca assim respondido.
A' camara municipal da villa de Jaboatao.
Pelo offlcio que me dirigio a camara municipal da
villa de Jaboatao em 15 de abrii proximo paesado,
Gquei certo de achar-se o cidadao Maooel Marti-
niano Leite, nomeado procurador da mesma ca-
mara no exercicio do referido lugar, depois de
prestados a Gaoca e o juraraento exigidos por lei.
A' camara municipal da villa de Floresta.
Respondendo o offlcio que em IS de abril proximo
Undo me dirigio a camara municipal da villa de
Floresta, tenbo a dizer qae, segando informa o
inspector da thesouraria de fazenda, o caixao n.
1,313, a que se refere dit< offlcio, seguira a seu
destino na primeira opportunidade, o que por
equivoco deixou-se de fazer quando seguiram os
oatros. Quanto, porem, as pequenas faltas nota-
das nos outros caixSes, nada pdde aventurar aquel-
le inspector, visto como, segando diz, foram elles
remettidos para essa camara do mesmo modo em
qae chegaram da c6rte.
5.* seccao.
OOlcios :
Ao engeoheiro chefe da reparticao das obras
publicas.Cumpre que Vmc. examine, para man-
dar concertar, um rorabo feito pelas enxorradas
na e.-trada da ponle de Uehoa, defronte do caes,
conforme solicitou a lllma. camara municipal des-
ta cidade em offlcio de 6 do corrente, sob n, 42.
Ao mesmo.-Em resposta ao offlcio de Vmc,
datado de 4 do corrente, sob n. 132, relativamente
a modiGcacoes da planta do matadouro publico
desta cidade, declaro-lbe qae as consumes do seu
citado offlcio Gcam approvadas, por terem sido ac-
ceitas pelos_ respectivos contractanles, como se v6
da declaracao junta por copia, menos a que se re-
fere a conlicio de alargar-se o caminho on dique
existente entre o Varadouro e o Peixinho, visto
como este onus devera correr por conta da em-
preza qae for encarregada do transporle de carne
e outros productos do matadouro. Isto posto,
cumpre qae Vmc. redaza as modiGcac5e> a ter-
mo, alim de ser assignado pelos contractaotes.
Outrosim, o pequeno Iogradouro coraprehendera,
nao s6 o terreno do Peixinho, qae nio for oecapa-
do pelos ediGcios, como tambem o da margera op-
pos'.a, pertencente ao pantano de Olinda Quanto
ao graudu Iogradouro, a sua area sera Gxada de-
pois que se levantar a respective planta.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
1." teccao.
Offlcios:
Ao Exm. brigadeiro inspector das tropas.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. Exc. qae nesta data expedio-seor-
dem ao inspector da thesouraria de fazenda, para
ter lugar o pagamento solicitado era sea offlcio do
1.* do corrente, sob n. 96.
Ao direct >r interino do arsenal de guerra. -
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo provl-
denciado para qae sejam reparadas as forjas e
respectivas chamines da offlcina de ferreiros des-
se arsenal; assim o manda commnnicar a V. S.,
em resposta ao sen offlcio de 11 de abril proximo
flndo, sob n. 607.
2" secciio.
Ottfto: ^
te.coinit>d"^'UilH *ul>,jr'"r do Rio Formoso.
0 Mp.Sr. pfcsiJeiitu da provincia man la coia-
inuoMv a V. S. que uesta data expedio orJeoo ao
iuspedhjr da thesouraria provincial oara inamlar
pagar a importancia do pret, quo acotnpanbou o
sou offlcio de 4 do corrente.
jpTcomiMudaate superior do Brejo.0 Exm.
Sr. presi leute do provincia manda commuoicar a
V. S quo nesta data remetteu ao inspector da
Ihesauriria de fazenda o qret e folha em duoli-
cata. que acomp nhou o seu olllcio de 2 do cor-
rente, aGm de ter lugar o pagamento nelle soli-
citado.
Ao bacharel juiz de direito de Ouricury.
L)e qrdoin de S Exc o Sr. presidente da provin-
cia, communico a V. S. qae por portaria desla
d la foi removido o promoter publico dessa co-
marca, bacharel Argemiro Martiniano da Cunha
Galvao para a de Cabrobo.
Ao juiz de direito de Cabrobo.De ordem
de S. Exc. u Sr. presidente da provincia, co urau
nico a V. S. quo por portaria desta data foi rarao-
vide o promoter publico dessa comarca, bacharel
Jose Leandro Dantas Serra para a de Ouricury.
Aojuiz de direito da 2'vara civel.De or
dem de S. Exc. o Sr. presidente da proviucia, com
munico a V. S que por portaria desta data foram
nomeados supplentes do juiz substituto da 2' vara
civel os bacliareis Luiz Demetrio Dias Simoes,
Manoel lVs-oa de Siqucira Campos e Feliciano
Euzebio Dias dos*Prazeres. na ordem em que se
acham collocados. Aos referidos bachareis 6
zerara-se as devidas commuuica^des, aGm de soli
citarem seus titulos.
Ao juiz municipal supplente do termo de
Ouricury. 0 Esra. Sr. presidente da provincia
manda accusar o recebimento do ollicio de V. S ,
de 4 de abril proximo fiado, ommunicanlo se-
guircui presos para esta cidade a escrava Canuta
e o criminoso Manoel Leandro.
Ao promotor publico da comarca de Ouri-
cury.0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
acensar o recebimento do ofOcio de V. S., de 20
de abril proximo passado, commanicando haver
ioidado o procadi uento official conlra o Rvra.
vigario dessa parochia padre Fraudsco Pedro da
Silva, pelos factos constantus do offlcio dirigido a
V. S., em 13 de fevereiro ultimo, aguardando o
resnllado do respective procisso, e bem assim dos
demais por V. S. inslaurados contra os iudiviiuos
mencionado* em seu citado cflicio.
Ao adjunto do promotor publico no termo
do Exii.O Exu. Sr. presidente da proviucia
raaoda accusar i recebimento do offlcio de V. S.,
de 23 de abril proximo Gndo, communicando ha-
ver n i |-j.-ii.i data reassumido o exercicio do seu
cargo do aljuoto do promotor pablicp desse termo.
Ao promotor public.) d t comarca de Ouri-
cury.0 Exm. Sr. presidente da^ provincia manda
accusar o recebimento do olllcio de V. S., de 26
de abril pioxim) possado, communicando haver
iniciado as av-rigua;ods a respeito dos factos
praiicalts pelo ex juiz municipal desse termo ba
ebarel aiaaool Kolnn do Alancar, como jaiz de di-
reito interino dusa comarca.
Ao bacharel Argemio Martiniano da Cunha
Galvao, promotor publico da comarca de Ouricury.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, cominuuico a V. S. que por portaria desla
data foi removido dessa comarca para a de Ca-
brobo.
Ao bacharel Jose Leandro Dantas Serra, pro-
motorpublico da comarca de Cabrobo.De oidera
deS. Exc. o Sr. presidente da proviucia, communico
a V. S. que por portaria desta data Li removido
dessa comarca para a de Ouricury.
4.' seccao.
OiTicios :
Ao I" secrelario da assembles provincial.
N. 101.De ordem de S. Exc. o Sr. presideule
da provincia, endereco a V. S., alim do ser sub
meltida a coosideracao da asaemblea provincial,
a represenlacaajuuta, qne para esse tin reiuet-
teu ao mesmo Exm. Sr. a lilma. camara muoici-
pal desta cidade acerea de negocios de inleresse
geral e deste municipio.
Ao mesmo. N. 105.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, encuninli) a V. S.,
para o devido flra, a represeutagao junta que a
lllma. camara municipal do Recife faz a assem
blea provincial sobre a necessidalo da conliuuaQao
da estrada publica do Luca em seguimento a do
Bougy, e de uma pequena ponte ua camboa dos
Remedies.
Ao mesmo. N. 103.De ordam de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia e era satisfacao do
que em nome da assemble! provincial reiuisitou
V. S. em seu offlcio de 21 de margo ultimo, sob
n. 18, d-volvo a pelicao docamentada de Joio Jose
da Fonceca, soldado aposentad i do corpo de po-
licia, a qual acompanham as informacoes presta-
das pela thesouraria provincial.
Ao mesmo. -N. 107.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, devolve a V. S.,
com a informacao sobcitada ein^seu offlcio de 27
de abril proximo fiado, n. 34, a pelicao decumen-
tada em que o mordorao do asylo de m-radicidade,
Francisco Alves de Moraes Pires Junior, pede a
assemblea provincial .augmento do seu respecti-
vo ordenado.
Ao me3tno.N. 108. -De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, envio a V. S. para se-
rein apresentados a assemblea provincial, o balan-
ce da receita e despeza da camara municipal da
villa de Panellas, no exercicio de 1872 a 4873 e o
orcamento da receita e despeza para o exercicio
de 1874 a 1875, remettidos pela mesma camara
em olllcio de 29 de abril proximo passado.
Ao bibliothecario provincial.De ordem de
S. Exc. o Sr. presidonie da provincia, remelto a V.
S. para a bibliotheca a seu cargo, um exemplar do
diccienario de Botanica Brasileira, comprebendendo
sobre os manuscriptos do Dr. Arruda Camara.
por Joaquim de Almeida Pinto.
A' Illm. camara municipal do Recife.Da or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, com
munico a Illm, camara municipal do Recife que
por portaria destt data foram nomeados supplen-
tes do juiz substituto da 2" varativ. I desta cidade
na ordem era qae vie inscriplos os bachareis:
Laiz Demetrio Dias Simoes. Manoel Pessoa de Si
queira Campos, Feliciano Euzebio Dias dos Praae-
res, que deverao prestar juramento no praso le-
gal.
EXPEDIENTS DO DIA 12 DE MA10 DE 1874.
/ seccao.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
masAo offlcio de V. Exc. de 9 do correnle, sob
n. 382, a que vieram annexos os inclusos papeis
3ue devolvo, concernentes aos recrutas Joao Jose
Oliveira e Joaquim Jos6 de Olivei.-a, respondo
declaiaudo-lhe|ue nesta data presto ao Exm. Sr.
miniilro da gue--ra os esclarecimentos que com
referenda aos mencionados reemtts solieila a re-
parligao do ajadante general de exercito em offl-
cio de 23 ds abril ultimo, e qae por copia a:otu-
panhou ao de V. Exc, supraciiado.
Ao mesmo.A' vista do que representa o
commandante da companhia de cavallaria no offl-
cio aonexo ao de V. Exc, de hontera datado, sob
n. 386, relativamente a necessidade de cessar o
foraecimento ae pracas moaiadas para o patrulha-
raento de meia noite para o dia, attento o mao es-
tada da cavalhada, teuho a dizer-lhe qae pode esse
servico contiouar a ser feito a pe pelas pracas
d'aquella companbia.
Ao mesmo.Sirva-se V. Exc de mandar por
em Uberdade o recruta Martiniano Jose da Costa,
queprovou Isencao legal.
Ao director interim do arsenal de guerra.
Deferindo o requerimento de Francisco de Paula
Barata, sobre quo versa a sua inforaacao de hoo-
tem datada, sob n. 632, aotoriso Vmc. a permittii
a retirada para a casa do supplicante, aim de
nella serem t.-atados da enfermidade qae eslao
soffrendo, os seus dous Glhos menores educandos
artificer desse arsenal, Antonio Augusto de Paula
llarata e Jose Aagusto de Paula Barata, conforme
o parecer do facultativo encarregado da rsspectiva
enfermaria, annexe a sua eitada miorm icio.
Ao mesmo.Autonso Vm:., como propoe em
seu offlcio de bontemdatado, sob a. fili, a vender
por meio da arremiiacao, os relalhos de sola inu-
tilisados existentes nesse arsenal, servindo de base
a offerta de 8|, feiu por Joaquim Dias Falcao, no
requerimento a que se refere o seu citado offlcio.
2.' seccao
Offlcios :
t Ao juis de direito da comarca de Ouricury.
Com a inclusa opia d > aviso d> miuisterio da jus
tiga, de 16 de abril proximo flud-o, respond i ao
olllcio de Vmc, de 8 do citado mez, consultando
sobre a interpretacao do an. 332 do codig* do pro-
cesso criminal
Ao juiz maoicipil e de orpbiio* do termo do
Cabo.--Respondendo ao offlcio de Vmc. de 9 do cor-
renle commanicando nio ter apparecido concur-
rente, algum ao offlcio de depositario geral d'osse
termo, tenho a dizer-lhe quo deve novamente por
em concurso essc offlcio.
Ao bacharel Alfredo Affins) Ferreira.
Constando d i diarie official n. 103, de 28 de abril
proximo flndo, ter side Vmc. reconduzido, por de -
creto de25 d'aquelle mez, no lugar de juiz muni-
cipal e orplia is d i termo da Escada, recomraen-
do-lhe, que entre em exercicio iudependente de ti-
tulo, que devera solicitar no praso de tres mazes.
Ae delegado supplente em exercicio do ter-
mo de Caruarii, Antonio de Sa Flerencio. -Em res
post a ao sea offNo de 3 do corrente, pedindo um
inodelo do mappa, que pelo decreto n. 3,572 de
30 de dezembro de 1835, lha cumpre raioisirar a
esta presidencia, rclativo aos julgamentos de sua
competencia, efTectnados no anno de 1873, remetto
a Vmc. inclaso um exemplar impresso do referi-
do mappa, reeommendando-lltJ que seja elle con-
servado no archivo d'essa delegacia, alim de que
nio h-.ja motive a outra reclama<;ao identica.
3." seccao.
Offlcios :
Ao iaspector da thesouraria de fazenda.A'
vista das inclusas eontas que me reraelleu o bri-
gadeiro commandante das armas em offlcio de 11
do corrente, sab n. 334, mande V. S. pagar aos era
pregados da illuminacao publica desla cidade a
quantia de 2111500, era que importou o gaz con-
suraido durante os mezes de abril do anno pas-
sado a raarco do corrente, com a illuminacao
do quartel general.
Ao mesmo.-Em quanto nao for resolvide o con-
tract para o fornecimento dos generos destinadoi
as dietas dos doentes do hospital militar a racdes
dos respectivos erapregados, no trimestre de abril
a junlu deste anno, mande V. S. adiantar ao al-
raoxarlfe d'aquella estabelecimento a quantia do
2:2181149, de qae trata o inclaso pedido, sende
2:0001000 para ir occorreado as despezas com a
compra de taes geaeros duraute o correnle mei e
1181149, para satisfazcr o reslo da despeza do mez
de abril fiodo, comose declara no raencionado pedi-
do do qua prestara opportuaamente comas o refe-
rido almoxarife.
Ao mesmo. Conforme solicitou o brigadeiro
commandante das armas em oCQcio de 11 decor-
rente, sob n. 385, mande V. S. pigar ao caixa da
companhia da Beberibe, Corbiniano da Aiuino
Fonseca a quantia de 725, em que importou o
consume d'agua no hospital militar durante os
mezes de Janeiro a raar.;o deste anno, come se vd
da inciusa conta era duplicata.
Ao mesmo.Uma ves qued) incluso attes-
tado se verilica ter o padre Antonio Rufino Sere
riauo da Cunha, vigario collado da freguezia de
Itambe, eumprindo com os seus deveres na respcv
tiva malriz duraute o mez de abril proximo Gndo,
recominendo a V. S. que maade pagar lhe a con-
grua corre;pon leute a essa tempo.
A i nusmo.Para os flns convenientes com
munico a V. S. que, segundo censta do offlcio do
Dr. chefe da policia, n. 615, de hontem datado, foi
reduzido a dez pracas o destacamento de guarda
nacional existente na villa de Garanhuns, no dia
31 de raarco proximo Gndo.
Ao iaspector da thesouraria provincial.
Mande Vmc. luL-mn.sar o tencate quartel mestre
do corpo de policia da quantia de 121, daspendida
em viagem com os criminosos remitlidos ultima-
mente pel)juz municipal de Ouricury para a
casa de deleocao, conforme se vd das inclusas eon-
tas apresentadas pelo Dr. chefe de policia, em offl-
cio de 11 do corrente, sob n. 611.
Ao mesmo.Em vista das relacoes e eontas
juutas, mande Vine, pagar a Antonio Jose da Sil-
va Marques ou ao seu procurador, a quantia de
66,200, em que importou a despeza feita durante
os mezes de marco a abril deste anno, com o sus-
tento dos presos pobres da cadeia do termo de
Agua Preta.
Ao mesmo. Mande Vmc.' pagar ao marci-
neiro Firmino Herculano da Silva a quantia de
3961620, importancia dos moveis que forneceu ul-
timamente para a escola publica do sexo masculi-
ne de Ipolinga, conforme a encommenda feita pela
directoria da instruccao publica, em 6 de jullio
de 1872.
Ao mesmo.Attendendo ao que requereu Fr.
Caelano Maria de Messina, encarregado da obra da
matriz da Escada, autoriso Vmc. a mandar entre-
gar ao Rvd. prefeilo da Peoha, procurador daquele
le missionario, o producto da loloria extrabida em
6 do correnle, a favor das obra3 da referida ma-
triz.
4.' seccao.
Aclo:
0 presidente da provincia, tendo em vista os
ofllcios da directoria getal da instruccao pubiica,
de 2e9 do corrente, sob ns. 141 e 145, d'onde se ve
que Rita Francisca dosAnjos Chacon e Waldotru-
des Primitiva da Fonceca Telles, nomeadas profes-
soras publicas por portaria do 1 de abril proximo
passado, aquella pa-a a cadeira de Santa Maria
da Boa-Vista e esta para a de Cabrobo, nao en-
traram ate o preseate no respectivo exercicio, ape-
zar dos prasos reiterados que para esse Gm Ibes
foram concedidos dasde 8 de marco do mesmo an-
no ; e attendendo a que esses prasos expiraram
para a primeira em novembro, e para a segunda
em Janeiro do corrente anno. Resolve, na confor-
midade da portaria da 6 de junho de 1870, decla-
re! de nenhura elTeilo a do 1 de abril acima allu-
dida na parte em qae nomeou as referidas Rita
Francisca dos Anjos Chacon e Waldetrudes Primi
tiva da Fonceca Telles, para professoras publicas
das menciouadas cadeiras ; e ordena que neste
sen tide se fac.a as devidas commaoicacSss.
Offlcios :
Ao director geral interino da inslroceSao pu-
blica. Autoriso-o a mandar eutregar a junta admi
nistrativa da Santa Casa de Misericordia, os etem-
plares dispensaveis das obras a qae so relere a
informacao de 11 de corrente, sob n. 147, afim de
serera distributes pelo eollegio das orpbas e casa
dos expostos, segundo solicitou o respective pro-
vedor, em offlcio de 8, sob n. 892.
Ao prevedor da Santa Casa de Misericordia.
Nesta data aatoriso o director da inslraccao pa
blica a mandar entregar a junta administrativa
dessa Santa oasa, os livros alii existentas em dispo-
nibilidade, e destinados as escolas publicas, afim
de serein distribuidos pelos collegtes de orphie*
e casa dos expostos, segundo solicitou Vmc, em
nome daqaella junta, por offlcio de 8 do corrente,
sob n. int.
Ao mesmo. Tendo unvido o eugenheire che-
fe da reparticao das obras publicas, acerea do offl-
cio quo Vine, me dirigio em 8 do correnle, sob a.
891, a que respondo, cabe-me dizer-lhe qae pod*
mandar abrir o caoo de esgoto qae pasta pela roa
da Roda, afim de dar escoamento u aguas pin-
viaes do edificie, ora eji couslraccao, para casa
dos expostos, comtanto que as obras sejam execo-
tadas- de acordo com as regras d'arte.
Ao pro presidente da camara municipal da
cidade de .Vazareto. Fi :o certo de haver Vme, no
dia 8 de cerreute, assumido a presidencia da ca-
mara municipal dessa cidade, na qualidado de d*
vereidor, visto haver partido para os serto s da
Parahyba o 3, que se acbava na referida presi-
dencia, e o 4* e 5s se acharam impeJidos, aqaella
per nao estar juramentad), este por exercer artoal-
mente n cargo de juiz de pas. Cumpre, colrelan-
to, qae Vmc convide o 4* vereador para prestar o
de vide jararaeoto o entrar en fuDc;das no carac
ter quo lhe compete. Tenho assim respoolido o
seu offlcio daqaella data.
Ao missionario capuchinho Fr. Caelano Ma-
ria de Messina, na cidade da Escada.Nesla data
expedi ordem a thesouraria provincial para man-
dar entrexar ao Rvd. prefeilo da Penha, segando
solicitou V. Rvma., em sea offlcio de 9 do corrente,
o producto da loteria, qae correa no dia 6 en fa-
vor da obra da malriz dessa cidade, actualmenta
em andaraento sob a direccao de V. Rvma.
Portaria:
A' lllma. camara municipal do RecifeCum-
pre que a lllma. camara municipal do Recife re-
metta com urgencia, para satisfazer-se a nova re-
quisicao da assemblea provincial, as informa;5es
que exigi per despacho da 22 de abril proximo
passado acerea do pagamento de enstas judiciaea.
EXPEDIE.NTK DO SECRETARIO.
!. secciio.
Offlcio :i
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. De ordem de Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, communico a V. Exc qae nesta data se
autorisou a thesouraria de fazenda a sati'fM o
pagamento de quo trata V. Exc em offlcio de It
de correnle, sob ns. 334, 385 e 386.
2.' seccio.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, communico a V. S.,
em resposta ao sea olllcio de 11 do corrente, sob
n. 014, que nesta data se autorisou o inspector da
thesouraria provincial a mandar pagar a Antonio
Jose da Silva Marques ou ao sen procurador, a
quantia de 661000 constanles do citado of-
MO.
Ao mesrao.S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia manda eommuuicar a V. S., em resposta ao
sea offlcio do 11 do correate, sob n. 611, qae nes-
ta data se autorisou o inspector da thesouraria pro-
vincial a mandar pagar ao tanente qaartel-meeira
do corpo de policia a qnailiajde 121000, despeodi-
da em viagem com divarsos criminosos, qae vie-
ram ultimamente de Ouricury.
Ao commandante superior da Escada.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
incluso remelto a V. S. copia do aviso circular de
ministerio da justica, de 4 de outubro proximo pas-
sado ; licando assim respondido o offlcio de V. S,
de 6 do corrente.
4.' secciio.
OlDcios :
Ao 1* secrelario da as-emblea provincial.
X. 109.Da ordem de S. Exc e Sr. presidente da
provincia, transmitto a V. S, para ser apresentado
a assemble! provincial, o requerimento janto da
camara municipal da villa de Garanhuns, pedindo
a essa assemblea um auxilio pecuniari > para concertos de que necessila o respectivo pace mu-
nicipal ; e com es-e destino remetlido ao mesmo
Exm. Sr., em offlcio de 27 do mez proximo fiodo.
Ao director geral interino da iu-trnc^ao pu-
blica. Communico a V S, para os fins convenien-
tes, que por actodrsta data S. Exc. o Sr presiden-
te da provincia declareu de nenhum effeito a por-
taria do 1* de abril do anno passado, na parte em
que nomeou Rita Francisca dos Anj i Chacon e
Waldetrudes Primitiva da Fonceca Telles, profes-
soras, aquclla da cadeira de santa Maria da Boa-
Vista e esia da do Cabrobo.
5.' secciio.
Offlcio:
Aos agentes da companbia babiana de aa-
vegacao a vapor.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda accusar recebido o offlcio de Vv. Ss ,
de hontem datado, no qual communicant qae o va-
por nacional Marque: dc Caxias, chegadona mes-
ma data do porto da Bahia com escala ptlo An-
cajii, Penedo e Maceio, seguira para o mesmo por-
to amanba as 4 horas da tarde.
oespaciios da presidencia, do wa 5 dk nutl hi. >
de 1874.
Antonio Ribeiro de Albuquerque.Deferido com
offlcio desta data ao Sr. commandante superior in-
terino da guarda nacional do manicipio de Olinda
e Igaarassti.
Adriana Felicia Maciel. -Informe o Sr. inspector
da iustruccio publica.
Agripino da Silva Rocba.Iodeferido.
Antonio Jose Baptista. Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Alexandre Xavier de Andrade Uma.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Companhia dos tnllios urbanos do Recife a Olin-
da e Beberibe.Como reqner, obrigaado-se a sop-
plicante por an termo a execular a obra de con-
formidade com as instruccoes dadas pela reparti-
cao das obras pnblicas.
Candida Emilia Valenca. Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Francisco Jos6 Martins da Costa.Informe oSr.
engenheiro chefe da reparticao das obras pu-
blicas.
Padre lgnacio Francisco dos Santos. Sejajobt-
iado na forma. requerida.
Padre Jose Luiz Pereira de (Jueiroz.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Telles Correia da Cuoha.Ao Sr. Dr. che-
fe de policia para attender ao supplicante.
Jose Joaquim da Costa Maia. Iodeferido.
Jose Lopes Bias. Informe o Sr. capitio do
porto.
Joaquim Pedro Cavalcante de Albuquerque.
Passe portaria, couccdeodo 30 dias'de lieeoca, com
venciraentos na forma da lei.
Joanna Prancelina da ConceicaoEnlregue a*.
Joaquim Ramos da Silva Moreira.Passe por-
taria, concedendo 15 dias, da licenca com ordenado
na forma da lei.
Bacharel Luiz de Menezcs VasconceUoa da
Drummend. CeriiGque o.
Luiza Maria Carolina.Informe o Sr. provedor
da Saula Casa.
Loureoco Ribeiro da Cunha Oliveira. -laforme
o Sr. capitao do porto. .
Manoel Jose Vieira.Iodeferido.
Manoel Jose dos Santos.Informe e Sr. menu
commandante das armas se o supplicante foi jahja-
do apto para o exercito.
Manoel Jose de Oliveira.laforme o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Tenente-coronel Manoel Dionisio Gomes 4* fW-
go.Como reqner. K
Sebastiio de Soaza Ribeiro.Afoarde o fofffc-
cante qae haja vaga.
-
r)
.
""

*\


Piano de Peraambueo Quinta feira 8 de Outubro d6 1874
Padre si.na* tla Aww*-Cwpi.-Btr#g**o teiioxirtectHii frmnnyH que sufltrmbio vie-
Mlu.tone.bo. _.6_ Uim4* mmf*m*m: "
* M
Tenenta-urinal Alexandre Magto Peixoto 'de-
Alenear. W-W.
Agripiao Jose da Hocha.-Inlefendo.
ADtonio Lui.i de Oliveira Azevedo. -Satisf*e o
supplicante a mtigencia do thesouro provinciat-
Andre de Atrcu Porto.ladeferido.
Gaetano J e Mendes Sim, oio baenJo ieon
niente e melianie red bo. -
Firmiano BaptHta da Silva. -Informs o Sr. fro
vedor da Sauu Casa
Fraueiseo Augusto Pereira 4a Costa. Xesta da
ta uiaiiilri pagar ao supplicaote a quaatia de du-
zenios mil re is pelas obras topplementares que fo-
rem execnladas oa casa da reeebedoria de rea-
das.
Capilio Jose" Jacoroe de Aranjo.Sim, na forma
da lei, designaado se na portaria o corpo a quo de-
ve ficar aggregsdo
Jos* Francisco Cordeird de Arruda.D6-se.
I. mi iodo Ferreira da Costa.luforme o Sr. Dr.
ehefe de policia
Lourenc* Maria Joaquina Daarte. Iuforme o Sr.
lr. eftefe Manoel Pereira de Almeida Cabi-Verde.Ke-
queira o supplicante ao goverao imperial.
ReparticAo tla policia.
1.' seccaoSecretana de policia de PernambQco,
7 de outubro de 1874.
N. 1231lllm. e Exm. Sr.-Pariicipo a V. Exc.
que foram bontem reolhidos a casa de deien^ao
os seguintes individuos :
A* tuinha ordem U:tnel Iviiz Blanco, Jose Joa-
quim de Sanl'Anna ou Juse Mesiiio, Jose Joaquim
da Silva, Francisco Anlomn de Harrus e Joao Ma*
ibias dos Santos, vindus do Santo Antao como
sentenciados, a disposicao do Dr. juiz de direito
das execUCOes
A' ordem do sobdetogado de Santo Antonio,
Francisco Floriano q Cmeieao, Jose de Miranda
Correia Lima e lost Maria da Silva, por dislur-
blus.
No dia 27 de sptemhrn ultimo foi captorado no
termo de Agua*-lii-iUs a neolbida a cadeia da-
.(iiella villa, Miguel Kndrigues d Sn|iieira, pronun-
ciado como iucurso nas puaaa do art. 192 do co-
oigo criminal
Ueus guardis a V. Exc-Jllm. e Exm. St. cora-
mendador Henri jue Pereira de Luceoa, digno pre-
Mdenle da proviucia 0 chefe de policia, Anlo
mo Francisco Correia de Araujo
Os oa*It&tas detive-
raijj e.carnbnya de Cartbagena, fl'ieim.ira
o trera, a.estaio c as mercadorws, .quu nao
poderam condutir.
CoRxpentingue (J.A* amigaveis relacaes
do ret com o imperader Gutlherme acabsia
de gikangar satisfatoria solugaopara a ques-
ts*) do Scbleswig-Uolsteiu.
erliro 6.Comes* **- Wrzburg, no
dia 19 deste raez, o julgamento de Kol-
maHn, preso e processado por ter attentado
contra a vida do princtpe de Remark.
LtsbOa 7.Noticias recebiJas de Alexan-
dria (no Egypto), dizem que as aguaa do
PMIo augmenUra. eonsideravelmente, e que
se receia uma granie inudaao
Rto de Janeiro 7 4 1 bora ,e 35 minut s
da tarde.Chegou o paquete CEA RA, pro-
cedente dos portos do uorte. Sahio de Mon-
tevideo para Pernambuco a barca CAHlftO-
SA no dia 5 do corrente.
Babia 7 is 3 boras e 15 minutosda tar-
de.Sabiram para Pernambuco a corveta
allema AUGUSTA e o biate nacional HO-
ZITA. Catnbio sobre Lonlres 26 3/3 ban-
cario, 26 l/i a 26 5,8 particular.
Kio 7 ;is 4 boras e 35 miuutos da tar-
de.0 Tribunal da RelaQao absolveu em
grao de appellagio, o Dr. Cervetto de Sto-
ckmann, que foi ulthnamente conderanado
pelo jury da c6rte como implieado no as-
sassinato Langlois.
OCENCIA TELEGRAPHICA UAVAS REUTER )
Moi' <-< 9 deoutubro.-Houve
um peqiieuo enconlro, t d: inmumcntcm <- aa tropas do gover-
n. a qiiaes rctirana se depois de
umpequpiio liruteiu. Diz -. que tin
ii ne(*oeiarocB para oliccarem a um
aceordo. Usotcrno de Uuenus- \> red
pedio a camara flo deputadua um
Njiltaridio para oecorrer aa deapexaa da eucr
ra. i; n consequcncia du estado de
pcrturbarao dopaix teve lugar unaa
ertoe commcrciul i-miti.....n. Ajtch,
pelo que o Banco Argentina eaeer)
rou alias porlaa. .
l.oiidi.-*. B. -Aa noli mm reccltldaa
aqul aeerca da revoiurao de Bue
"" AvroM proiluziraui uma aeria
baixa ntim prema de loiios oa run-
doa da America do fibil.
Ilio tic Janeiro *r.Clie^aram hon
teiu. aqui o vapor porluqucz ALMEI-
DA GARRET i e boje, u paquete braai.
WmtwCEARA'.
COUHERCIAEM.
l.ondrea a.a inxa do deaconto
rcntiiiiiii a ser de trea por cento.
CoitMiiliilados de / for account, a
-*5B 5,8. 1'undos brasileiros de 5
*/o, do anno de I8 toa do Uruguay ie G %, do anno de
l st la li ditos ;vi ..-miii... de O
/.. do anno de is*i, a 85 1/9. Mcr-
cado le cafe lirmc t eleva-sc a
cento c oitenta nail toueladaa o de-
poaito total, aendo vintc e oito mil
aaecoa de prucedencia hraaiteira:
duroute a xcmana foram entreeut a
duas mil toncladns c rlirg-arnm mil
e Itaeeatas. Ilereado de aaaucar
qiiietn : o maacavado liom tie Per
iiambucii i H a 82/ pur cwr; o depo
sito total cm I.oadrea. Liverpool,
Briatol e Clyde elevn-sej a duzeutas
e uma mil toueladaa : duraniease-
maiia foram entrceuea dexasete mil
toueladaa. e clicgarain aeia mil.
Liverpool n. -Uercndo de alsodao
quicto. maa linnet venderam se
diiraute a aemana quinze mil far
tloa. aendo doua mil proeedentea da
Viuerca do Nut ; o fair de Pcrnam
buco e i- SaainH M d.. e o de >ia
eeio "i 1 s d. por libra. Mcreado
de assuear quicto : o bom amcri
eano de Pernambuco n'.'i a, u mas
eavada purgado a -i-i.lt e a media
to de Ji:i'< i. a JB1/9 por i:\vt._
MMv-Tark O.-C'ambio sobre i.on
dres 4SS. Otiro IIO l/t. Carrcsa-
mentoa de eaftt do Rio fair a I? 1/1,
e good a IS l cbnts por libra t o to
tal do depoaito de cafe do Braail
noa portoa amcricanoa eleva ae a
vinte e oito mil toneladaa, nao lia-
vendo nenbum de Sanioi ; durante
a aemana veuderau. se dose mil
aaecoa do Ilio e de Santos ean *ew-
I'orb. Al-ndiin mediane uplands 15
1/8 cents por libra i as cliegadas da
aemana aos portos americanoa,
cievam-se a dezoito mil fardos.
Antuerpla O. ilereado de cafe
liirac. j
Hamburg o 8. Mercado de cafe
muito firm i- : venderam-ae trezen-
saccos a 84 l/S.
Havre 6. Mercado de cafe vai
uelborando i o deposito total cie
axe a cent* e quarenta e dous sail
aaecoa.
Marselba 6. -Assuear de Pernam
mco n. SO a rrancoH.
Rio de Janeiro :.-( iimliio sobre
Condres 'Hi 3/8 d. bancario, e Sd 5/8
d. particular.
Rabia *. Cambio sobre Londres
9tf 3/8 d. bancario, e 16 IS a 5/8
ti. particula r Cambio sobre Paris
358 refs por franco.
DiAKlUDlieEtiNa.MbUuij
(ACENCIA AMERICANA.}
Londres 6 da outubro.Consolidados 92
5/8. Fundos brasileiros 100; dilos argen-
tiaos 89 ; ditos orientals 65. Cafe : bom,
primeira qualidade, do Rio 81); dito Canal
83 ; mercado calmo.
New-York 6.Cafe do Bia i7 l/i. Al
godao mediano 15 1/8.
Havre.Cafe: venderam sen. 2,000 sac-
cos, sendo 1,700-deproceiienciabrasileira ;
o do Rio de 90 a 91, e o de Santos de 96
a 97. Algodao : as cotatjoes de boje foram
para o de Sorocaba 90 e para o de Per
nambuco 94. Ccuros : firnie.
Paris 5.0 resuitado das eleicuas depar-
tament.ies e" jd conhecido ; est^o eleitos 76
Tepublicanijs e 19 monarcbistas ; a maioria
daquelles 6 Aim triurnpho espleudido para o
seu partido.
Madrid 7. Corre como certo que
os carlistu sitiam a pequena republi
ca de Aadarra, nos Peryneus. Dizem que
foi eipulso da B.lgi a sanguirwrio oura
>anta (.rur. e que se passara para Snissa.
Orupos de ufGciaes cail.st.s invattan as
Astunas, a prucur.'im fomeuUr alii a rebelr
Jiap, Cbega Mc almento a noticia da inor-
RECIFE, 8 DE OUTUBRO DE 187i.
O Melboramento do Porto do
Recife.
XI
Parece-nos fora de duvida que um bom e giaode
porto de uma cidade, que aspira as honras de em-
porio commercial, deve necessariamenle ter por
complement uma cidade digna de si, e, a todos
os respeitos, na altura da civilisa^ao de uma popu-
lagao basta e por via de regra inleilieule e
activa.
Tal foi igiialmcDte o modo de ver do Sr. Four-
uie; tal foi sem duvida o principio que o levou a
cogilar dos meios de sanear e deseavolver a cida-
de do Recife, logo que, na sua memoria, concluio
a exposieao das suas ideas acerci do porto exte-
rior e interior.
Ess3 modo de ver acha-se chrameute manifes-
tado iias seguin es liulias com que o illustre en-
genheiro abre o cap. Mi da dita memoria :
a Um piano de tao vaito desenvorvtrnento, da
die, para o porto e armazens, para os caminhos
de ferro e suas dependencias, para o arsenal uia-
ritimo e meios de del'eza, deve ne^cssariamente ter
por contra partidaprever e predispor uma cidade
casquilha e importaute. d
E, nao estando a actual cidade, com seus 63,000
i.abiunites, na altura do papel que o melhoramen-
to do porto Ibe ba de outborgar, c claro que bem
avisado andou o Sr. Fuurnie estudando as causas
|ue como que atropbiam o'a e impedem-n'a de
distender-fe convenicntemente e de se tornarsa-
lubrc, procuraudo ao mesmo tempo remediar a
esses males com providencias ade^uadas e lilbas
da experiencia de outros povos.
PTetsa pane o trabalho do illustre cngenhuiro
tern, como nas demais, o interesse immeuso da
prosperidade, e, mais dj quen'essas outras, o im-
portant interesse que se prende a salubridade
publica, a vida activa do cidadao.
V'ejamjs, pois, esso trabalno, mas vejamtl-o
por narte?; e, como nao poderiamjs aielhor di-
zer do que o Sr. Fournie, doixeraol o expor as
causas pnmordiaes da insalubrilado que, maxima
de certo tempo a esta parte, alTJige a Veneia aic-
ricana.
Falla o Sr. Fournie :
Nao basta, diz elle, que se commercie em
Pernaraba o, nera que os navios se amarrem uos
caes, nera que os volumes se accumulem nos ar-
raazeos ou d'elles saiam na melhor ordem. Estas
operagoes suppoem a exutencia de marinheiros,
de negociautes, de op'rarios, e de babitantes se-
dentarios de toda a origem e em todos os graos de
abastanca. E' preciso, pois, que esses homens se
achem cm condi^Ses de poderem viver trabalhan-
do, e de viverem sem grave alter-cAo de sua sad-
de : non est vivere. sed valere vita.
E' este um ponlo funlamenlal, de que de-
correra estrictos deveres para i|uem quer que, por
su.is proposlas, observacoes, ou decisoe?, tem a
iioura de coocorrer para incdidas que dizem re3-
ptito a salubridade publica.
A cidade do Recife, quo gosa no Rrasil de
uma repotaeio de saluhridade relativa, tem por
venlura feito jus a essa reputao A" medida
que se estende o seu commercio," e que augmen-
tarn as rendas da alfandega e as receiias prjvin
ciaes, tem por venlura duninuido a mortalidado ?
Infelizmente a taes pergnntas oscorrem respostas
negativa.-, segundo rnesmo o confessara as m.iis
competentes autoridades.
A Camara Municipal, contractando, lia tres
annos, o servico de limpeza das casas e ruas, teve
a iufelicissima idea de empregar as matenas fer-
mentcrc.veis, provenientes d'eisa limpeza, para
levantar terrenos no meio de varios bairros da
cidade. Todas as immundicias, por ordem, sao
accumuladas em atterros conslderavei?, em quatro
pontos baixos, existentes no centro da cidade, tres
dos quaes situados perto de lugares em que, dia e
uoile, se acha forgadamenle reunido grand? nu-
mero de pessoas. Junto do Gymnasio Provincial,
onde, sob o regimon do internato, se educa a mo
cidade, esperanca do futuro, o atlerro esta accu
mulado de encontro ao proprio muro do Gymnasio,
e a fermentacao nao permitte que d'alli alguem se
approxime. 0 mesmo aconlece nas vizinhangas
da Casa de Deteu^ao, cujos habitantes nao foram
condemoados a serem envenenados,,e onde o es-
tado sanitario e n'este momento deploravel. 0
mesmo finalmante aiontece perto do Hospital
Pedro II, a despeito dos protesus dos medicos e
da indiguacao qua desperta.
Sem duvida eonvem levautar os ponton bai
xo; mas diariamonte sao lamjadas alem*do an-
coradouro exterior, per barcos a vapor, as aicias
provenientes das dragagens, e estas de certo po
deriam formar um solo apropriado a futurai ha-
bitacoes. Sem d&viia eonvem remover os ciscos
e immundicias domeslicas, e ale e um dever re-
moval as com regularidade ejapidez nos climas
quentes; mas e tambem elemenlar leval as em-
barcadas para fora da cidade e lauyal as em ter-
renes baixos para levantal-os, submettendo porem
esas materias a accao chimica de uma vegelacio
expleudida, que n'ellas se ha de proJuzir, e que,
absorvendo os aiiasmas, purificara o ar. Isto e
tao elementar que fica-se estupefacto ante o es-
pectaculo d'esse envenenamento administrativo,
evidenteraente incon-,ciente.
< E' isso o principal, mas nao 6 ludo. Oresto
e o que se podera melnorar fazendo despezas, e
pode-se objeciar com a falta de dinheiro. Isso
pelo crntrario foi objecto de um traco de penoa,
e outro traco de penna bastara de cerlo para tor-
nar irapowivel a pratica de semelhantes aberra-
'.oes, com a condicao todavja de que as actas das
sessoes sejam publicadas assim como os prineipaes
pareceres.
Ennumeromos, porem, os outros pootos. Ao
sope dos caes o leito dos nos e iatectado pelo lan-
(jamenlo de loda especie de materias, e na baixa-
raar, em certas direccoea do vento, na a' istocraii-
ca rua da Aurora, todas as janellas sao forcadas a
se frcbarem.
Na terra flrrae, na Boa- Vista, o servie) das
latrinas nio e feilo pela enmpanhia inglez'a eha
mada Recife Drainage Company senao em deter-
minada loua, em virtude do tea contra to. Fora
d'essa zona, isto e, na nova cidade que progressi-
vamente se odilica, as materias sao iancadas em
po;os alxurvente- pooc i profuadoee se derramam
por iatiltracio: e a infeccao systemalica do sob-
sol ', completando a iufeecao da superflcie pela
municipalidade.
a Oi esgotos sao executados sem piano geral, e
ao acaso do calpamento das ruas. Elles lancam-se
nM rio3. Nunca sao lavados, e quasi naoca con-
certados e limpadjs; do sorte i^ue um chei o
inf.ieto se exbala peles sens respiradouros. A
limpeza de>Ues esgotos offerece os mm serios
perigos de asp yxia para os operarios, e alffuns ja
tem alii sDceumbido
t Eulim, enlre o Recife e Olinda, ama vasta
exteoa .le terreno existe, conheeida pelo nome
de pantanus do fj.benlm, onde rinam miasmss
palul.es. A hi ^ foram eueetados desieccameutrt
parciae>, qne oao f>rarn compietadas.
a lu. e ao none do Recife. No su
derrw pwtano* cujo de#ecnpntn 6 ardent*-)
mente reclania to pelo* piteii
d'essa regiao. E*s^s panu< fio bem visinbo*
da eida ^e ti ftwtfe, que. durautu nodo-o iavermt,
acha ,-e sob .isvrntns d'esso tad.i. Alii, nada *e
fez, a lew de.petiivies e projects, .jue eHeiU. .
iN'esse ennusciado se aciiani
compFebendidos as primordtaes causas da insalu
liri.ua*! relakva do Recife, e oiaguem de certo
dira que ha -exagero e impertinencia na critici
lem contribtiido para males, que bem podiam ter
sido evitadoa.
Com elleito fica?e pasmo anteo cspectaculo dos
mootufos accumulados dos lados do Gyranatio, da
Ueteaeto -6 do hospital" Pedro U, por ordem da
Camara Municipal; e d'ahi se v nem tem aido sera ratio as gritas qrje se tarn l
vantado flfintra o envenenametUo administrativo
resnltaote d'asses monturos. -
Semelhastemente tem toda procedencia os re-
clanios constantes da impreata e da parte mais
directaaeete projudicada da populicio, contra o
lanpamentode ciscos e immunlicias de toda sorte
nos eaes qtie bordam a cidade.
Que esse lanc.mento de immundicias nao *6
preiudica o porto interior e o ante-porto do Recife,
mai tambem determina a creacio de ffjcoi de
miasmas, so nao o comprehende qnem ignora os
mais comezinhos principios de phy.ica e chimica,
e as rnafs triviaes noc5es de hygiene, e bem assim
quem jamais leu o que se tem esccipto sobre o
porto.
Da mesma arte to pnde desronheccr os males
decorrentes do enierramento das malerias fecaes
e de um mao servico de limpeza das latrinas pu-
blicas e particulares, quem jamais teve noticia
das pestes e em geral da insalnbridade que tem
affligido muito- poos, tendo como origem seme-
lhantes e dete.-taveis meios de procurar aceio e
limpeza.
Ainda identica applicacao tem lugar em refe-
renda aos esgdlos, e bsm assim em relacao aos
pantanos; e aqui cumpre ohservar que, se estes
causam males, ao raen>s pelo facto de serem
obras expontancas da natureza, d'elles decorrem
menos responsabilidades para os zeladores das
cousas e salubridade publicas, do que decorrem
dos esgotos, que, sendo obra dos bomeas, deviara
ter sido feitos de forma a lues nao preiudicar
a saiide.
Ma<, uma vez indicadas as providencias com qne
se pode remediar aos maloi da accumulajio de
ciscos e imundicias para aterros da cidade, piovi-
denci is que alias desde muito tempo sao lembra-
das*; vejamos de que modo procura o Sr. Fournie
tirar-se das outras difficuldade ; e, pois, demoi-lhs
de novo a palavra.
Prosegue elle:
Amparo-me com essa exposicio para conside-
rar agora o futuro de Pernambuco.
Admitto que uma postura municipal prohiba
com rigor o emprego de iaiundicias fermentes-i-
veis na formagao do sub-solo dos futuros bairros
e das praeas na> plantadaa. Admitto tambem que
o sy-terna da Recife Drainage Company ou outro
qnafmer, que tenha por fim desembaracjir a ci-
dade e seus rios das materias fecac, seja eslcasi
vo a toda a cidade nova e severamente executado,
e que o uso de pocos abjorventes seja rigorosa-
mente iuterdicto nos limit's da cidade. Tudo isso
e objectn de simples policia municipal e depende
do simples bom sense Noto ja como bom indicio
as planlacoes que a camara municipal emprehen-
de este anno em muitas vias publicas.
Quanto ao calcamento das ruas, prosegue elle
com uiit.i aclividade quanto permittem os recur-
so i do orcamento.
a Outros pontos sio mail delicados : taes sao a
combinaeao de urrTbom systema de esgotos eo
dussecamento dos pautanos nos arredores da ci
dade.
t Os esgotos dos bairro do Recife e Santo An-
tonio estao muito adiantados. Modifical os e as-
suuipto grave; laval-os c o que sa pode fazer; mas
faltando agua doce, pode se empregar a ag.ua sal-
gada.
t A execucao de uma bacia de expelimento no
Reberibn pode servir para a lavagera dos esgotos
do Recife, fazendo para isso expelimentos, pelos
esgotos, entre essa bacia e o Mosijueiro. Far se-
hia isso antes da baixa-mar, e os productos seriam
levados pela vazante. Era todo o ca$o o> traba-
llus qne indicamos to poie-.n favorecer a lirapagem
dos esgoto-.
t Pa a Santo Antonio, a execucao d s trabalhos
MietthH em nada altura a conlicio do9 esgotos.
Para a Boa Vi.-t. e precizo tomar uma deli-
bera^ao, por muitas razoes : i. porque a iede de
esgol s esta alii menos adiautada c pode ser- com-
o:eiada neionalmeute, p,->r meio de um prano ge
ral; 2." porque e o bairro mais baixo e mais su-
geito a febr-s em certos pontos; 3 porque e alii
somente qnea ciiade proprlamentfl dita se pode
deseavolver, visto cemo os bairros do Recife, San-
to Antonio e S. Jose estao ou serao absorvidos pe
las esbtrdea de caminhos de ferro, pelas ba;ias
maritimas, e pelos armazens e maisediticiosacces-
sorios ; i. porqre, se os esgotos do bairro do Re
ci'e desembosam no port, e os ds Santo Antonio
cm parte tambem no porto, os da Boa-Vista des-
emb ca n no centro mesmo da- cidade, em leitos de
no muito menos profuudos d que o porto e que
deixaiii nab.iixa-mar coroas i-.fectas.
a Penso pois, sob reserva de exame ulierior, qne
para a l!oa-Vi>ta convcm construir um esgoto
mestre ou collector cuberto, partiBdo do Marigui-
nho, seguindo um talweg natural, ligandosea
camboa Tacaruna, me seria separada do mar, e
desembocando, alem da ponte .ta Tacaruna, nos
Arrombados, em uma grande bacia separada do
mar por coroportas, e que, na baixa-mar, podese
ser esgotada por um syphao, que, passando sob a
bacia do Beberibe, fosse desembocar alem do Po-
Co n'um ponto sufu:ieiitemente profundo abaixo da
baixa-mar. Todos os esgotos preseoles e futuros
da Baa-Vista, so communicando com o rio por
sangradouros no ca?o de grandes cbuva*, deve-
riam ter sens declivios para esse collector. Os lei
tos do* nos d'est'arte seriam pnrificados e a Boa
Vista saneada. E' um verdadeiro dessecamento
de pantano, caro sim, mais indispensavel.
O dessecamento dis pantan>* de Beberibe, e
mais tarde os de Mur:be:a e da Boa Viagem, de
verao ser einprehendidos pelo mesmo meio.
a O des-ecamento da Boa Vista por um esgoto
collector cuberto, dos pantanos de Beberibe por
canaes descubertos, com o fexaraento das pontes
do Varadouro e de Arrombado8 por meio de com-
portas e esvasiamento na baixa-mar, permitlir.io a
cidade do Rscife estender-se em loda a vasta re-
giao comprehendidaeotre Ponte de Uchoa, Beberi
be, Olinda, Gampo Grande e Belem, regiio actual-
mente pouco habita -a. A cidade pode para alii
estender-se, e eleva'r-se a sua populacao de 70 a
200 oa 3i'0 mil almas
Taes sao, poN, as ideas do Sr. Fournie.
As que se referem a policia municipal, islo e : ef-
feclividade da prohibicao do lanjamento de imnn
dicias nos caes, prohibi;5o de pogos absorventes
de materias feccaes, e de aterros feitos na cidade
com lixo, e bem assim remocao deste para fora e
seu langamento em terrenos baixos onde pos*a
desenvolver se a vegetacio; sao cousas de facil
consecucao, e ^ue nao dependera se nao da muni-
cipalidade, que, sem duvida, tomara na devida
considera;Soma opiniJo tao autorisada como 6 a
do illustre engenheiro.
Quanto ao desecameolo dos pantanos, quer os
do sul, quer os do norte, e e-ta de certo uma me
dida de muito alcanco, e que nao deixara de ser
executada opportunamente, quando as circunstan
cias linanceira^ o permiltirem, e, mais do que isso,
quando o reclamar o proprio dessnvolvimento da'
cidade corao ja hoje o reolama a salubridade pu
Wica. E parece nos quo o meio indicado pelo br.
Fournie, pto qoe carissimo e de difflcil execucao,
nao deixara de ser o preferido, por isso que nao so
" racional mas tambem radical.
Mas, relativamente
mentn 6 fdeoia-f 1st* sao impede, iporem.a rcnslraocJo do coi-
ns .proprietarw>ctorgeral ; pelo cmtr.irio. exigw-a anais Impe-
tus unenie, mis rentier <|ai elle umhu uma diret-
Vio osaveuient-i e emt.lo caso dtaeudente de
estudo* p istenore* e espa-i.ies
Sfrfessa alteraijio no pkoi de sas-ameuto da
eidaae, altera os resultados a site, chegou o Sr.
Fournie; e, pots, delle ainda sepdde dicer o mesmo
quo d sse o illustre eugeahelro nas seguistes li-
m Nen&am do* projectos eonmeraios aoiau se
oppde a esse saneameato e deteovoiviacnto. Pelo
eontrano o saneamento sera facUiUdo pelos atter-
ros que, aos lugares dos terrenoa iosalubres, deter-
mlnara-o as bacias e caes da Tacaruna, de Santo
Amaro, da Aurora, a regularisacio dos bracos dos
CotJIhos, dja Afogados e dos Passarinhos, e as ba-
cias do OWa, da Cabaoga c das Cmco PonUs.
"o" deenvol7i">enio da cidade sera favorecido
na Do Vista peJo movbaanto da Importaw.ssima
e-tacao da Lncrstilhada de Belem, pelo caminho
de ferro de cintura e pelo movimeoio commercial
das bacias e arraazeosdepositos de Santo Amaro,
da Tacaruna e da Aurora.
. Talvezqueeutao, cmigrando do Recife para a
noa-vista uaa parte do commercio, torne-se mais
tacil prestar ao bairro do Recife o principal servi-
co que elle reclama para o sen saneamento : a exe-
cucao de algumas ruas no sentido transversal, qne
e o da bnza do mar.
Se se conservar um ou mais canaes secunda-
nos existentes na cidade, como o de Ria.-huelo
ser.a mister fechal-os com eclusas e raanter nel-
les a agua na attura da prea mar. D'est'arte dei-
xarao e.les de apresentar os inoonvenientes que
oppoem a salubridade. 0 proprio canal de Ria-
cbnelo, na extensao da rua d"e;te nome, e porco
einutil, e fora melhor atterral-o com as areias
da escavacSo do porto ; far-se hia assim quasi um
boulevard de 22 melros de largura, com quatro
ordens de arvores, e que seria uraa magoifica via
de accesso para o campo de Marie e para o pas-
seio publico, projectados na sua visinhanfa.
Estas ultimas consideracSes tern de cerlo um va-
lor relativo que se comprehende perfeitaraente ;
e se no que se referem a abertura de novas ruas
no bairro do Recife pedem tempo e largos capitaes,
ao menos no que se referem aos canaes, e -com es-
pecialidade ao de Riachuelo, podera era pa|rte ser
attendidas quanto antes, maxirae se for adoptada
a indicacao de atterral-os.
Fora, sem duvida, preferivel conservar ess as
pequenas veias d'agua que cmbellezam a cidade ;
mas entre o aonserval-as immundas como se acham
e o atterral-as nao vacillamos em adoplari a in-
dicacao do Sr. Fournie, por isso que ella favo-
rece grandemente o saneamento da cidade, para
cuja insalubridade concorrem aquelles peq^nenos
C3Q36S.
Attendidas a essas necessidades da saneamento
e desenvelvimento da cidade, volta-se Qaaimente
o Sr. Fournie para a bacia do Capibaribe.
Veremos no seguinie artigo o que diz o illustre
engenheiro a tal respeito.
cedadados homens f.Kdos. Para se avali- !*"?'_5.T" Um!'.ei? dj Prams
peso de toda a juella gent*, basia diter que o
toial dos 8i assocfados e de ll,8ii libras, o qu
avalwr o.
peso
ue da;
um quarto, o Sr. Pike, o aierabro menos gordo da r,dlir
associacao, pesa 210 libras e o Sr. Lewis, qoe e o I a
mais gordo, pesa 532 libras. Depois da pesagem,
os heroes da festa vao para a mesa. O banquete
consistio prmcipalmente de oslras e de peixe dt to-
das as qualidades. Imagine se o que comeriam
aquelles sujeitos. No lira hoove baile, que nio foi
menos divertldo para os curiosos.
Dentrode um anno fara meio seculo qoe se
abrio a circnlacao o primeiro caminho de ferro de
LellaeaHoje, na formt do costowe, ha*
ra leilau dr. moveit, qninqaHliahas e immense* ar-
tigos do iio domeslica. qiw **,, queimadaa a
seiiiaoal, rua do 1
je, na porta da fcira seminal, rua d Ia-
perador, serao veudido* a troeo do barato 2 earat-
ios e arrei.js para carro.
Hoje efTectna o agents Ms era a rua ds
Marquez de Olinda n. 37, I* andar, o de fazraias,
gravatas, bolioa para senhora, e ras-arrlhav
conforme so acba asmnnciado no logar sstv
peienie.
Stockpton a Darlington (.7 de ietombTo'ie'im) PioTrt AnanhLf d* eon"e"te) f1^'0* "*
e ja o globo esta sulcado em lodas as direccoes por & V0^*?,0 If *zule0' riu *?..*
nma rede de caminbos de ferro que augraenta to i?", n *6' iCI'40 <>* mais objaeter
dos os d.as. A longitude total de todos*na cami- S Lte *Siai,,,MC,"i* M M,D" W*"
nbos de ferro eleva se a mais de 32,000 milhas P ?'Ll,sle B,ar'? t
geographicas ; os rails empregados nelles pesara a h"S/ Z,i, q uns 350 raiiboes de quiniaees ; o material motel 2 14 dr r.?rr^?i Te-e :UP-* 1e
comprehende S0,00 locomotoras, 100,000 wagons ril. 2-^SL- w
para viajantes, 1 1|4 milhSes de wagons para mer- ***"*- W.'-. *-*g! <* *
eadorias e calculase em 301,000 milhoes de rea- I "SSS ZZZ ,ta TSS. de.WWi- .
les as despezas de todas n*.is vias ferreas. S^- pre80a 3|6- enlraram 8. sabiram 7.
7, lrtiri>- ,
publicos i'tH.
para os part'-*
exislem 317.
A saber :
Nacionaes ?1i, mulheres
scravos 3iTotal 317.
Aliraentadcs a custa dos eofres
Pas5ia*;clros. Sahidos
do norte na vapor Ipojiica :
Eugenio Pereira de Vasconcelios, Jax> Gala::
feridos'^Gray" mormi'bgo TvS^tTS^SZ.' &****"> """ ^ *" Bap'
tos depois. A origem do duello era uma dissen-1 iJL* lTu^nV ***" *?' ?
cao pohtiea, e ale ahi sempre amigos duranle muitos annos. I !""",1 Ue- M?r' francisca da Goocei^,
_ ,. ', ; Horent de Ugrange, Jose Luiz Pereira Lima.
r.7 dem?nj!rad,. dlz o Noreau Journal tA- Cemlterl? publico.- Obituario do dia I
gncnlture, penodico francez, que uma garrafa de de outubro de 1874.
Em Saint James (Luiziania) teve lugar, pe-
rante uma roultidio consideravel. entra o Dr.
lray, membro da legislatura e o Sr. Richard, de-
puiado shenf, um duello. A arma escolbidaera
o revolver de seis tiros, e devia se disparara dis-
cricao, a distancia de 15 passos. Ambos dispa-
rarara o primeiro e segundo tiro sem resuitado,
porem, ao lerceiro cahii am os dous mortalmente
COJUUOEHQA.
No art. de segunda-feira deu se um erro notavet,
que cumpre corrigir. Foi um sallo de palavras
no periodo que comeca assim .-0 diqne isolator
em questao, etc
As tres priraeiras linhas desse periodo devem
ser lidas assim : 0 diquo isolador em questao
deve esiender-se, pois, em forma de curva regular
entre os caos da Aurora e de Apollo, e, do lado
deste, deve ter comportas, etc.
Leyden cheia de uma quantidade de electricidade
basianle forte para matar um boi se descarrega
immediatamente sem faisca nem explosio por
meio de uma ponta de palha de uns tres centi-
metros de corapriraento. Tendo presente este
principio, e facil coustruir um pararaios univer-
sal e que pode servir ale para as casas dos po-
bres. Para isso bas'a fixar com um lio de latao
urn cordao de palha ao longo de uma verga ou es-
taca de madeira branca, no extrerao da qual se
Maria, parda, Pernambuco, ti roezes, Boa Vr>u
ccnrulsSes.
Eduardo, pardo, Pernambueo, 10 metes, B -
\ ista ; convul-e>s.
Gemano Francisco Alve, pardo, Peroambucn,
45 annos, solleirj, Boa Visu, hospital Pedro II .
variolas.
Maria, preta, Pernambuco, 60 annos, viuvj, Boa
V ista, hospiial Pedro II ; canero.
Scbastiao, escravo, pardo, Pernambuco, 42 ac-
acha uma ponta de cobre. Este apparelho'foi col- nos, solVeiro, Graca"; iTisThUi iTul
louado um por cada 60 fangs de terra, em 18, J..se, brauco, Pernambuco, 30 mezes, Boa-Vnoa
conoelhos dos arredores de Tarbes, tendo sido es-' variolas. '
Estrada de ferro do Recife a Olinda e Beberibe.
MOVIMENTO DA CAIXA EM RKSUMO DA COMPANJUA DOS TKILIIOS UltnANOS DO KECIFE
E BEBERIBE, REt.ATIVAMENTE AO MEZ DE SETEMBRO DE 1874.
A OI.tir>A
Receita.Bilhetes
Assignaturas
Garga e lastro
Expresses
Telegrammas
ENTHADA.
Direitos restiluidos pela alfandega
Muitas impostas a empregados
Maleriaes vendidos, inteiramente inulilisados
8:89/48.00
1:46-1*000
j.i:t*W.".
3-'i*(MK)
MM
iam
1044V 8
369*100
nossa praca
6:736^080
8:901*290
8:441.400
10:530*00o
hon tem a
oode deve
aos esgotos, nao poderaos
partilbar as visas do illustre engenheiro, por isso
que sio ellas de natanaa-a fazerem perder as
grandes sommas que, em materias azotadas, trans-
portam os esgotos para o mar, em ?rjtiizo da pe-
quena lavoura circunvisinba da cidade, que, a im-
imtacao do que se pratica em varias cidades euro
peos, e mesmo as portas d Paris, bsm pode tirar
(fahi valiotiis proventos.
Empregar as aguas dos esgotos aa fertilisacao
de terras esiereis, e d'ahi tirar vantagens, nao so
para a limpeza dos rios, istoe para a salubridade.
mas tambem para o incremento da lavoura, isto e
para augmenlo da riuueza ; Ul foi r problema eco-
aomico-higienico um namente resobido, e qo
4caba de ter sua sancefio pratica na Europa.
i E pursue n*. havemos not) de adoptar a mes-
ma solucao 7 pnrqoe nao havemos d> imiur as
aidades que, desiruimio os perniciosoe effeilos das
aguas de a, utili am-n!as na lavoura, e d'ahi
coihem prvHe*.ecwn micost
J Nao podemos, p is, aceitar a solucAe do Sr.
Hournie sobre este a*snmpt.i, nem quanu ao bair.
ros do Recfe, Santo Antonioe S. Jos>, nem aioda
i e. muito menus quao'.oao da Boa-Vista, que, me-
desde ollhor do uue os .Hiiro*, se pre.*ta a nlilisacao' das
rio JawatSo ate Boa-Viagam, e teudeui-se Consi-laguas de esgeto na fertilisacao das terras!
RBVISTA DIARIA.
Colleetoria proviaoisl. Per portaria
da presideocia da provmcia, de 3 do corrente, foi
nomeado o promoter publico da comarca de Pa-
nellas, bacharel Este vao Garneiro Gavalcante de
Albuquerque Lacer la, fiscal da coliectoria provin-
cial do respeclivo munieipio.
Autoridades nelicincs. Por porUrias
da presideucia da prjvmcia, de a do corrente, fo-
ram uomoados : delegates de policia tenente
Fredenco Velloso da Silveira, do termo da Esca-
da, teuente Manoel Gandido de Albuquerque,
d termo de Garanhuus, e alferes Jose Fran
cisco de Souza Leite, do termo de S. Bento ; e
subdelegado da freguezia da Varzea, capiUo Fran-
ci.-co de Siqueira C.avalcante.
Benciiu de Imogens. No domiDgo (II)
ddve proceder-.-e. na capella de Santo Antonio do
povoadj de Agua Fria, as 4 horas da tarde, a ben-
<;.i i das imagens de Nossa Se >hora Mai dos Ho-
mens e de 3. GougaJo, com todo o esplendor e bri-
Ibanlismo.
Prupngadora da ijistrucctio publi-
ca. Deve reunir se hoje o conselho su erior
desta sociedade, no lugar e hora do costume, para
dar posse a nova directoria.
Captura de ci imiiio-o. So dia 27 de
setambrn foi captorado no termo de Aguas-B-llas,
Miguel Rodrigues de Siqueira, pronunciado como
iocurso nas penas do art. 192 do codigo cri-
minal
Pagadoria de faseuda. Nesta estagao
pagam-se hoje as seguintes folhis: arsenal de
guerra e pensiomstas.
>ivo atbeneu. Sob a presidencia do
Sr. Uriel de Sa, encerraram-se no dia t do corren-
te os respeciivos trabalhos do presente anno lec-
livo.
Dinbeiro. 0 vapor Goncalves Martins
levou de nossa praca para a de Maeeio.....
!:200$000.
0 vapor lpojuca levou de
para :
Natal
Mossoro
Aracaty
(Jeara
Vapor Cervantes. Sabio
noile do porto de Maeeio para o nosso,
chegar hoje.
Miscellanea. 0 novo encouracado alleraao
Deutschland foi Uocado a agua no dia 12, em
Greeuwick. Este navio foi construido pelos mes-
mos Janos do Ktiser e do naTio iu^lez Uerculrs.
E' uma ma^sa negra e de sombrio aspecto (diz la
France) deslinada a receber 9 canhees do peso de
22 toneladas A sua annadura de ferro tem dez
pollegadas de esp^ssura.
Dave ja ter chegado a Paris o coode Lemu
noil, um dos boyardos mais ricos da Ukrania. Por
uma denuncia falsa como conspirador, o nco boy-
ardo te-e toda sua fortuna sob so juestro, e vio-se
reduzido a contrabir emprestimos durante aiguns
mezes. Por fim fizeram-lhe justiga e restituiram-
Ihe a sua fortuna que se eleva a algumas dezenas
de milh5as.
Brave no jardim zoologico de Anvers um lei-
lao de grande numero de animaes perteacentes a
colleccao daquelle jardim e a qual e tida por uma
das mais ricas do mundo. Entre os animaes ven-
didos coutava se uma immensa formiga, de cuja es
pecie nao havia na Europa oatro exemplar viro,
senao aquelle.
O govern) do cantao de Genebra demi'.tio 19
sacerdotss, que nao quiieram prestar o juramento
prescripto pela constituicao. Como nao existiam
mais sacerdotes cathol cos do que aquelles, resul-
tou que todos, sem exeepcao, se negaram a pros-
tiro juramento.
Foi nomeada uma cormhissao composta de
muitos dfflciaes generaes do exercito italiano pa-
ra examinar os projectos das obras de deleza que
o goveroo do rei Victor Manoel tem tencao de
mandar fazer na fronteira nordeste de Italia.
Tem lugar actualmente em Bade nma con-
ferencia intern teional de metereologia maritima.
Os estados que nella se acham representados sao a
Franca, Aliemanha, Austria, Iiungria, Belgica,
Gra-Bretanba, Hespanba, Portugal, Russia, fur-
quia, i'.izos-Biixos, China e Bengali.
Teve lugar nltiraamente nas salas do Gran
de Gymnasio em Bolonba a inaug'iracao de um
congresso pedagogico. A sessao de abertura es-
tevej)rilhante. 0 congresso nomeou por accla-
macao o marquez tiino Capponi, presidents ho-
norario e presidents effectivo o marquez Carlo Po-
poli.
0 governo russo, desejaudo dar mais exten-
sao ao commercio do cha com a China, mandnu
aquelle paiz uma commissio presidida pelo' velho
lenenle-coronel Losmowsky, que deve visitar as
priocipaes plantagoes de cba. A er.pedifao ja che-
gou a Irkutsk.
Aoiaade de Ifeldelberg acaba de Ia;er uso
de uma descobena muito recente, qoe serve para
acoender instantaneamente oa. bicas do saz. Por
am o de um pequeoo apparelho, m"ita fooihde ap
plicar ao bico, o gaz illnmma-se por si proptia lo-
go que a ur-ssao so turns mais forte. A' airu
nolle, quando duuiuue a pressao, uma. parte da
chamnia exiioga-ae, eraquanto que lira u na ou
tra pane a cesa aid pela inanM, no moment? em
jue cesa a a'Strinmcao do ga?. Ttidos os appare
Deposito dos empregados
Saldo do mcz antecedente
SA11IDA.
Ordeaados e leiias. Movimento
Estacdes
Garga e lastro
Conservacio dalinha.
t'-ooserA-aiao dotrem rodante
Administracio : OirectoriaGcicnte, gra:iiica.vao
Tnesoureiro, quebras
l-oro
Escriiitono
Diversas despezasMdteriaes, azeile, seto, impostps, aluguois
de casa, objectos para o escriptorio
tras despezas
Pago por coota dos mezes aalexiores
Pagamento: de depositos a empregados
Saldo que passa para omcz seguinte
MfcMMM
t3vum
I2:79i*3zi
8:533*344
2l:317*C7
=^
1:893*330
1:4I*200
1:031*17.0
GiC*.'iOO
835*200
200*000
300*000 500*000
58*332
280*000 838*332 G.C3t*7.'i7
ois J.U- 2:219*095
l.l'.05#OIHI
Mil* IM 4:G,ii*"%
ll:88MJi
10:0-8 J'-J':
2I:32:*-'H,7
Escriptorio da companhia de trilhos urbanos, 30 dc setembro de 1874.
0 thesoureiro,
Luiz Jose 1'into da Costa.
Estrada de ferro do Recife a Olinda e Beberibe
*.'-*-i,--0 da reeeita da companhia dos trilhos urbanos do Recife a trim
da e Ueberiltc, relativa ao naes de setembro de is* I. eoinpara-
._______ com a de igual mrt ilo anno de isj.i.
ANNOS
1873
1874
TELEGRAM-
MAS
CAROA

*
3*500
492*720
533*695j
ASSIGNA-
TURAS
1:273*000
1:463*000
3*500 40*975
190*000
EXPRES-
SOS
*
355000
BILHETES
35*000
10:465*600
8:892*850
1:572*750
TOTAL
12:2I3*3J0
I0:9:0JMS
l:3034S7.'i
1:572*750
269*475
Diffe.enga a favor de 1871
Idem a favor de 1874.....................
Escriptorio da companhia, em 30 de setembro de 1874.
0 guarda livros. Joao Carlos Auguslo de F-gneiredo.
Estrada de ferro do Recife a Olinda e Beberibe.
Dcspcza da companbia dos trilbos urbanos do Recife a Olinda e Bebe
ribe no mei de setembro de (* i.
Trafego. Movimento
Estar;oes
Carga e lastro
Conservacao da linba permanente
Conserva;ao do trem rodante
AdministraQao. -DirectoriaGerente, grati6eacao
Thesoureiro Por quebras desde ai'ii
ultimo ale 0 presenle .nez
Foro
Escriptorio
Diversas despezas
Escriptoria da eompanbU, 6 de outubro de 1874.
0 gnarda-lirros.
Joao Carlos Augnsio de Fiijneiredo.
9
mm k raw
Theatro Snuto .lutonio.
()
festa de
e parfi.ee que o novo processo
niente
evita eee' mxmve-.
0 mez de setembro findou com u-na
muita singeleza e de mui variada pompa.
A' noile do dia 29 abrio-se com um epecticu-
lo brilhante, correu com a mai or I oucania, em ju-
bilos continuos e no mei a de milhares de demons-
trates do mais vivo e entranhavel euthusiasrao;
grajas a estrea da agradavel, e mui digna compa-
nhia dramatici italianado Sr. Frederico Boldrim.
Que o diga por uma vez o illustre povo pernam-
bucano, que, sem duvida ha de ter apreciado com
subido prazer esses moment os de tao ampla e li-
songeira satisfacJo. Como se encerraria esta
noite ? Com toda a belleza que Ihe scintillava em
quadros Uo arrebatadores, com todas as gracas na-
turaes, com toda a grandeza e sumptuosidade da
a te em sua linguagem fascioaiora.
Houve alguraacousa mais :era o triurnpho in-
questionavel do raerito apreciado e galarloado por
tudo um povo que, nadando em contenumento, e
traosportado nas azas do mais profundo regosijo,
se se poJe dizer assira, applaudia phrenetico a um
artista dtstiacto, e que nessa expausao itvre e ex
pontanea dos mais intirnos allectos rendia a esse
homem -genio, tao respeiuivel e tao digno de sin
cera estima o iributo insuspeito dos mais nobres
sentimeutos. Era uma festividade tao pura e tao
suave corao nio vimos nunca, em o nosso theatro :
o Sunto.Intonio parenia entao um novo templo
d'arle, em que as Iwrnonias da rausica se ennca-
va a natureza formosa, com todas as suas perfei-
t<5es, com todo os seus primorosos attratlvos.
Mas o povo tinha razao de sobra: a noite era
de sobeja in-piracao para todos.
Enrico Ooininki que tem recebido as maiores e
mais expressivas de.nonstraQ5es deapreoo, depar-
licujarissima admiraciq, e de muito distincto aco-
ihime.otiem todos 09 pajzes da Europa, seapre4en
lava uTano e radianle de eiplend >re* no palco per-
nambucano : e isto 'raportava um facto de primeira
ordem para os verdadeiros apreciadores do taJento
arUstico., para todos queseutem u:na.a,loia suscepli-
IM construido. aid hoje eram nwito eoruphwdos, TeJ deemogoes lervida^queautaioobello em suas
iraduccuas lio simples e gracious. Enrico D
ci, era o id lo do povo ncssa noite, como o tem nabs-
do ser sempre nos principaes ibeatros on la tem r--
presenlado ; era o rei uoico dessa festa era a rea*
lisafao completa dessa iJealo transcelents qoe a
phautasia popular sonhara em seu sontios de glo-
ria, em seus devtneios de inefavel goto.
0 povo se apinhava em cardunne no ambilo #-
pagoso d'uma sal a elegante : a claque tamuliaava
anciosa : as galerias referviara de m.viroeat..-
da applausos coutiouos: cjiii.mares daoloos v.-:
dos c intelligenles dilatavam se de quanto em
quando deatre essa main lio compacta de belli.
reaoi; e o conienlaraenlo e a admiracaj que r a
plenliam em lan'.os rostos femnis denuncia va a
um sentimeuto profundo e m> ste.no* j, qua passava
e repassava por taatas almas e por laaijs cr*-
coes impressi mados.
Ao luar que explendia purissirno em ceo dia-
phano e de tao miranihos < esmalte, juntavaaa o
brilho variado e sen igual de mm sceoa arroub.
d>ra, que transparecia e se e timpiv.i com til
os caracteres dearaeailide indis:riptivel n'um e
pectaculo todo novo para os olnos, tod j sigoif cativ)
para o cjracao e para a alma.
Else arti,ta, que aos dotes de gravidads a m > les -
tia, reune em tao alt) ponlo cs dons sobersn >
d'arte, o prestigio i noite-tado ieun-ra*re;tffl;o
lo nai vulgar ; esso artista que um na sceaa aaa
talisman tao polsroio, para captivar a preadar at
encdes; esse artista quo sabe dar as mystarios
ei aos segreios sobrc&uraanos todo o vigor d'oaa
traducQw energies e proliosa, qua eipnma aaU
voze pslos gestos taaias paixdss, tantos santimsu
tos, tautas ileas, na sui imneosa vanolade, era
o objecto de tolas as inspiracdes dessa noiti, era
elle mesmo a inspiracao sublime e feiticeirs de
tantas irapressoes dehciosus.
UntilAva em l >dos-os semblantes ama alegria in
disivel, e oentliusiftsmj maisexpresai o a Mais
Dutaval desenlnvi-se visivelmeote ao todos aa*es
espectadores que uma idea graodiasa a profaada
chamara para o rteialo do Banto Antonio. Uraa
idea graniiosa e pr->fanli dtaauios ads
nao odnraHB.a sagracao do eulto qua se
aos interpretea I'arte, in irioeote quando quem in-
terpret* essas creicoes d- bala\ aa soeaa, t vm
in.ico d! 26 aiiuo; quando mmio, talaalosa
I


i:943*3ii 1:819* 18 1:421*727 5:184*1*:
200*000 . 726*600 2.888*9*4 ,
300*00'l 500*000
i 8*332 280*000 1:216*807 2:035*13-10.85i*iHfl

i
* i
*! """.....-"w.....-t.B-".mmiiiiiu m -"^ m..co d 26 annos quando mmio. UlaoKwa okaa
(^.i I'or fiilta do espaco n^ > salv.o pubiicado na .do a*pirao5es, como aquelle -qua o pabHeo vtaMb
seguuda feira. riava nessa n-. it. ^

1


Dia*ft> ie *mmb\&o -^ ^wflt* fete 8 de Oufru&ro de 18T4.
1
OS*
Repre3emava se o Arafna original franeez : /j-
rWyoi vi a )l ii-i.thtlro it MiHmta.
Dexaraosde parte o'glfcoalatt) do lance dra-
ma tico.
Pode-se dizer que em geral a conipu)bM **/J
tioavu mm bem nessa ivpre*e*l(}a*> a que alludi-
nios: a scana torn ou as proposes que exigia o
drama.
A mui sympalhica e encanladsra .CalUarma
Bella a. par do doles arlisticos com que lue prodi
galisoa a naitureza, ree uraa begeza assas ad-
miravel; e prima peia garridice e elegaocia da
toiliete.
A propria deasa da betieza, a V-eno* tios poetas,
ae envergonliaria de si ao contempjar as delicadas
fbrraas e o rosio jnvcnil e oheio de encantos di
seductora Calharina Bella.
A Sra. Luiaa Botdriai 6 ama artista admiraVel.
0 Sr. Garcfoli e artista sublime, incomparavel.
Tern a arte no fundo do coracao.
Oi Srs. Collonelio, Boldrini e Risoto sao artis-
tas eonscjenciosos ; mas, e hcito pronunciar um
voto de preferencia, entre esles, sausfactoriamente
- Itmrico Domiulci.
Contesu-lo ha alguera seriaraente ? 0 publico
applaudia o sempre, victoriava-o eothusiasta todas
as vezes que elle surgia na sceua.
Ess* horaeiiagem, que se dessnvolvia com Unto
vijor com taota graga, com tao preciosos encantos,
partio do todos; lao certo e que a grandeza d'arto
senhorea a todos, .e em todas as classes irapera o
amor pelo quo e verdadeiraraeote digao de sincera
aprecia^ao e do mais submisso culto.
E para prova, perguntai a Europa, on'ie ha sido
dos sens primeiroa Ueatros festejado e applaudido,
quern e Eurico Uominici.
Perguotai is corles e a todas as capitaes dos
paizes oullos, oode choveram Ihe a porii.i, as
coroas, as (lores, as offertas de sabido valor, os
donatives de preco e os presentes inestimaveis,
quem e esse Eurico Oomioici.
. Perguatai aos jorna-s Independence, Arte Dra-
milica, Sentineila, Hominubus, Impartial, Pro-
aretto, Ferro Carril, Capital, Tribunt. Nicionat,
Seculo, N'ir,ao, Idea, Tribuna, etc., etc., de Bar-
celona, Montevideo, Italia, Madrid, Buenos Ay res,
Rio d'l Prata, etc., etc., quem e Enrico Dominici.
Perguntai ao povo baluano. oade ultimamenle
trabalhou com admiracao e pasmo dos qne sabem
apreaar os segredos d'arte, quem 6 Eurico Domi-
nici.
Perguntai linalmenle, ao iilustrc povo pernam-
bacano que o tern cootemplado ab.-orto e euthii-
siasmado ; c vos responderao: e um homera que
?os tern assombrado, quando apoderando-se das
raaravilbosas inspiracoes consegue desenvolvel-ai
em toda a sua escala, sorprehendendo e fazendo
admirar a todjs que o veem pisar no proscenio
como um arlista soberano !
0 povo pernambucano applau.'e o porque reco-
nhece-o um geuio... e diz-lhe o genio uao tern
patria, e se a tern e no ceo.
Honra e gloria ao fllho da patria de Dante !

L>e mmtii rateres-e s.^na para n6s (qne aprecia-
moso talento e o merito artistico.e que desejamas
estudar os segredos da sublime arte dramatica),
que fosso eontratada com Eurico Dominici urn a
erapreza italiana, parte lyrica e parte dramatica, e
por elle escolhido o pe-soal para a compor (uao
excluindo desse numero a maior pane Jos artista*
que pre.-etitemente se acha entre no-) : talvez que
semellianla id'ii nao seja nova para o raui digno
faturo emprezario do N m' j Izihel o Sr. Jos6 Au-
gustj de Araujo que sa'ie perfeitarnente distinguir
e separar o ban e osoflricel. Se assim-fosse, te-
riamos o grande praser de ver bauida d)thea-
tro p^rnimbucano, quanta palhagada por ahi
existe!
Ao findar o nosso peijueno e ma I elaborado
escripto, abra;arnos cordialmente os Sr. Eurico
Domieioi, Gafaroli, Colonello, Bisot', e Bold ni.
Cumprimentamos as Sra-. Luiza lioidini, e en
viamos us no?sos parabens e utn aperto di mao a
raioha do pilco, a fortnosa, a eacantaiora, a
feittceira, a ingenua Calharina Bella.
Aceitem.
Marquez de M Ijfei
IfcIhuratuontoM tic Pernissi-
buco.
VII
(C.ntintiacao do n. 227.)
Os treus das duas linhas ferreas de Olinda e
Apipujos chegavam apinhados de geote de todas
as classes e ninguem nelles podia vir asseotado :
as plataformas reg->rgi[avam de povo.
Oi canva de tod.is as coclieiras do aluguel, alem
dos particulares, nao chegavam para as proeuras,
e aiguns dalles foratn obrigados a fazer repetidas
viageus. 0 i>eo.ueno largo fronteiro a entraJa da
Totnanneira c as estradas proxiinas estavam litte-
ralmente occupadas pelos coches e calecaes, ai-
guns dos quacs muito notaveis por sua sumptuo-
sidade.
Xa estrada, no largo carapo em que se forraara
i acampameut) do 'J batalliao, na vasta plaaicie
em que se eonstraio o barracao para a ben^ao da
padra, por toda p:irte o povo apinhava-so por for-
ma tal que era dilllcil romper slias ondas.
A's i horas e meia a commissSo encarregada de
dirigir os preparativos da solemnidade dividio-se
em duas. Uma eomposta do Sr. barao do Livra-
mento, Joaqnim Olyntbo Banos, Joio Carlos Bas-
los do Oliveira, Pranciscj Ignacio Pinto e Joaquim
bias dos Santos, licou no barracao pa'ra reccber os
convidados e proporcionar-lhes aca nmdacao. Ou-
tracunpusta dos srs. commend idor Luiz Sancal-
ves da Silv.i, R >dolpho Krukemberg, Gustavo
Adoiplio Smith, Jnviniino fernandes da Silva
Mauta e Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso veio
a eutra la do silio re^ebjr ao Exm. Sr. presidente,
e as pessoas por tile conviladas e que tiveram o
prazer de tomar lugar no trem especial que a com-
panhia da estrada de ferro de Apipueos poz a dis-
posi;ao de S. Exc.
A' entrada da Tamarineira achava se tarabem o
Exm. Sr. brijadeiro commanJante das armas Ma-
nic! da Cunha Wanderley com o seu estado maior
composto de grande numero de oflJciaes, e uraa
commissao dos mesanos da Santa Casa de Miseri-
cordia, e outras psssoas de oistincgao que, ou vie-
ram de proao-ito a recebe lo, ou por alii se demo-
raram para ver o deserabariue da esplendida co-
mitiva que viuha no trera especial.
Qua-i as cinco boras o estri lente sibillo da loco-
raoliva, quo rompia os ares orgulhosa e galharla-
inente oruada de llores e de esundartes aun-ver-
des, annunciava a approximavao de S. Exc.
0 numero de seaboras, que principalmente ex-
cotton muit'iaoque seesperava, fez com que tjdos
os cavalneiros viessem de pe, tal era o numero de
ens e outras.
Enderegaudo-se S. Exc. e sea brilhante acompa-
nliamento para o carainho do sitio, foram a entra-
da curaprimentadis pelas comraisso^s e mais pes-
soas de que se ja lez raen?4o e pelas mus cas mar-
ciaes postadas em diversos pontos do traisito.
Cnegados ao barracao foram recebido3 pela
commissi) que ficara a sua espera, e por rauUas
pessoas de di-tinc;.l > que ja ahi se achavaai, como
fossera 09 Exms. monseahor Francisco Muniz Ta-
vares, coosMllieiro presi lente da relagao Caetano
Jose da Silva Santiago ; da aaserablea provincial
conselbeiro Dr. l.ii J >-i; Perreira de Agular, che-
fe de pol cia Dr. Antonio Fraacisco Correia de
Araujo, cummissSes de s'ociedadet, de seiencias on.
arte's e muitjs outros quo seria enfadoubo descre-
ver, tal era sea numero. 0 Rvta. vig^rio da Ci-
panga que fo a cominissionado pelo governador do
bispado, revestio se con capa da asperges e proce-
dea a bencao da pedra- quo-se achava collocada
em ama mesa cob t;i com uma rica e linda c -
ha de damasto del'ronte deum altar que fora pre-
parado com a decencii nece-saria para nma cere-
raonia ta > elevada.
Durante a cereraonia em que reinon o mais res-
peitoso silencio, cantaram aiguns roenines do
gymnasio, acompanbados por ouiros sens collegas
0 hyrano da candide e terminaJo ocanto, as ban-
das militares reunidas pert > do barracao tooarara
junta* o mesmo by moo que produzio effelto ur-
prendente.
Termina la a ceremonia foiapedra conduzida
pelos Srs. barao doLtvrameot*; canselbeiros presi-
deato da assemblea e da relticao, monsenhor Ma-
niz Tavares, co/nmiada^jt dis armas, Ptc.,,acora-
pauhados pelo Exra. Sr. presKletfte, da. proVlotia,
saa Exma. Sra. e gran Ie turner > de tonhirai e
cavalheiros, parauymptus de aroois os sexos, que
foraiavam ituM luzida cuQorte juo quasi se ajio
podia.mover, tal era a concurso de gente apiahaiia
de todos os tad os.
0 barracao em qae effectacwse a ceremonla tl-
nna ISO paltnos de comprimonto kobre 50 deter-
garat-en toruudo de-traves sobre as qtuas Se
coostruira ama gnule de bambijs ealreJacadoj, de
maijetraa poderem suppjctar'i peso de eacerados
qaeeofiriam 0 tecto e a rarasgam de folhas di6-
rantes com quo foi elle profusameate recamado
pela parte inferior rwra nao ser yisto o eneerado.
Todas as cotaranas esUvva coberU de aroraaticas
folhas a recaraadas de flore .
/rum lado do exteaso barracio esta^a armada
a capeOa de qne foi retiraia a imagem tto Senfior
e o clrtos logo quo terminoa eeremwrta ?w<-
ffMtica. Do outro ladostTa assesfte am eterado
eMradooae a companhia de Camparaotegos eseossezeM qne'com
franqnexa digua da-^ratiiao e filjjgio. se preston a
?ibnlliantar tio boojposa |bs.
Em um do# ladca do barracao capotto a entrada,
fstava i.ssente aj attmacKo iorraid* de lanno encar-
hado que fazia sobresahir as cores varlegidas dos
Innuraeros objectos que'haviam sido offerecidos
por drrersas peBsaas para serein wendidos em W-
lao.
0 immense prestito eagBlo, nlo sem grande dif-
licaldade, acompanhado das harmonias das mosi-
casataoilogareai que clevia ser corlocada a pedra
e ahi precedidas as formalidades do eMyto, ooaba
ae Exm. Sr. president* da provineia deitar sob.-e
ella a primeira colher de argamaca e dar a pri-
meira paneala de martello, o que foi em -seguida
exeentattoipor grande numero dos que presentes
se achavam 1
Nao se pole calcular o numero de pessoas que
presenciaram tio ticante scena : pode-se porem
assegurar que jamais nesta cidade e vio taota
gente reuaida. Calculam aiguns em dace a qain-
ze mil pessoas; quem as poderia contar f I
Todas as arvores em ciminho achavam-se api-
?hadas de gente eubioosa de ver a pxlra e escapar
ao aperto da imraeasa onda que atraz delta em
vasto .oampo se estendia. Era immens* amulti-
dio, era indescriptivel o regosijo. 0 povo de Per-
nambn'co cumprio o sen deter.
Na'da ha a accrescentar a este facto que certa-
mente passara radtoso para nma das pagtnas da
historia desta provincia.
Assentada a pedra, o prestito voltoa para o bar-
racao, onde oradores e poetas recltaram discarsos
e poesias analoga? ao grandio3o objecto qae rece-
bia as sinceras homenagens dos amigos da hama-
nidade.
Logo que terminaram 6s discursos, os merabros
da commissao deram principio a venda dos objec-
tos doados ao fuluro asylo, sentfo apregoada por
um de seu* collegas o mui preetimoso Sr. Fran-
cisco Ignacio Pinto, qae se prestou da melhor von-
lade a este ardao trabalho depois da incessante
faiiza que tiveram durante to*) dia, sendo ajuda-
do pel) Sr. Joaquim Dias dos Santos, qae tambem
foi sempre incansavel como seus companheiros
que Gzeram o que era hamanamente possivel sem
que se p-ssa distinguir qual delles trabalhou com
mais vontaie, para tormr a festa digna do ul
povo.
' Nao e p issivel, sem comraetter a maior das injus-
ticas, deixar de fazer muito especial mencio do hon
roso proceder da companhia do gaz e de sea ge
rente o mui respeitavek Sr. G. Niewbieg qae proce-
deu como um verdadeiro gentleman.
A companhia ou o sea mai digno representan-
mandou fazer uma bri'hante e profusa illurainaa
cao gratuitamente. Em toda exlonsao da estrada
que endereea-so as casas do sitio da Tamarineira,
em toio campo aberto para o acamparaento d) 9*
e Ingar da pedra, em todo barracao, em redor da
praga, se viam estrella-, areos, columnas, profu-
samentj illuminado-', sobresahind) entre tudo urn
grande retabulo roleaao do globos de vidros, em
cujo centre se via a palavra
Ll/CENA
E' grande o prazer qua oxperiraentamos em te-
cer os devidos en.-otnios a companhia do gaz e ao
seu respeitavel gereate, cuja generosidade e con-
descendencia nao podemos encarecer, quando mil
nao temos seniio raui just03 qujixumes de outras
companhias, que vis.i-n somente o seu interesse e
nao cumprindo os sintos deveres dos seus conlra-
tos querem a forga fazer-se respeitar pela insolen-
cia e desaDriraento.
Nossos emboras muito d> coracao ao Sr. G.
Niewbieg e aos empregados da compauhia que un -
to procararam eoadjn*a-lo em seus intentos.
P osegui > o lei IS J ate naze horas da noite, quan-
do ja o cansago e o reeeio da chuva obrigava a
aiguns dos eirenmstaotes a retirar-se.
A commissao resolveo sjspeuier o leilao pira
ter tempo de recolher oa objec os, qae por sen ex-
cessivo numero nao poderm ser arr^matadis, e a
meia noite esses corpos alqaebrados por tantos
dias de afanoso li Jar voltavam as suas casas a
proeurar u n ponco de repouso-
No dia seguing, como quem nanca houvera Ira-
balhadi, a commissao compeoetrada do grande
beneficio que se preparava ao povo pernambucano
e quiga a muitos outros lillios de alh;ias terra-*,
lembrou-se do grande trabalho e dispendio que si
havia feito para um dia somente, e dirigio-se ao
Exm. Sr. presidente da provincia a pedir-lhe con-
sentimento para fazer uma repeligao d) leilao nj
doiniojzo seguioti1.
S. Exc. agradeceu tanlas provas de dedicagio e
aonuio ao pedido da commissao.
No dia 14, com elleito, a populacao parece que
procurava com ardor coucorrer ao sitio da Tama-
riueira ; e bom qae nlo se queira fazer acredilar
qu9 o uumero das pessoas que palpitavam aucio-
lanente por dar um obulo para o graniioso em-
prehendimento faase igual ao do dia 8, comtndo
eram on las de povo que se succediam sem cessar
umas as outras e qu^ litteralmente enchiam as es-
tradas do sitio e as proximas a eile.
A's qaatro horas e meia principiara o leilSo das
prendas em presenga de am numeroso e brilhante
concurs i de povo, que porfiiva em demonstrar seu
jubilo e acquiesceneia a tio philaatropico commit-
limento; mas quiz a fatalilade que as luzes do
gaz communicassam f igo as folhas resimsas que
se achavam muito deseccadas, e em um momento
desapparecesse o barracao o as prendas, tal foi a
intensidaie do fogo qua nao dau temp i a se lirar
senao aiguns dos objectos qua se ashavam mais ao
alcance dos que compunham a commissao.
Como e de costume em taes occasioes reinou
por um momento a confusao entre os assistentes,
pois todos a um tempo tinham receio de morrer
queimados : porem dentro em ciaco minulos con
venceram se, com a ompleta extinccio das laoa-
redas, que nao havia motivo para tanto terror, e
meso am infundad) meio poderia ter causadi
tanta perturbaca).
Serenades os animos, os mais corajosos e inte
ressados pelo bem publico declararam que a in-
sign ficaute perda dos objectos existentes no barra-
cao nao era motivo suUciente para ningaem desa-
nimar; e offereceram-se- com a maior espontanei-
dade para concorrerera com sua coadjuvagao para
uma subscripgao qae ahi 'se abrisse, e aiguns dis-
tinctos cavalleiros comagaram logo por declarar as
quaoiias que dariam para compensar o pre-
juizo.
Outros porem foram de opiniao qae, havendo
ainda grande numero de pessoas presentes e prin-
cipalmente muitas senhoras distinctas, se conti -
nuasse o leilao das prendas restantes, ao que a
commissao annuio, atlendendo a boa vontade dos
assistentes.
Se era digna de louvor a generosidade dos ca-
valleiros, o quese podera dizer da espontaaeidade
com que as respeitavjis senhoras raandarara por
em pregao seus leques, brincos a fbres ?!
Sao pernambucanas. sao brasileiras : e bastante
que se diga : nao p ecisam deVniomio?.
0 leilao continuou ate* II boras da noite, sendo
a maior parte del objectos vendidos por quantias
avultada3 e re-offerecidis muitas vezes.
Nao satisfeita porem ainda com esse resultado
qcre era insafncienle para compensar tanto traba-
Ino e prejuizo a commissao resolvea de novo ap
pellar para a generosidade do publico ;^ e temos
indizivel satisfagSo em raiQifestar, que com quan-
to tudo esp?ras raenti la munificencia dj no- so povo, nossa expec-
tativa ficou. muito a quem dos rasgos de geuerosi-
dides praticados por elle.
De toda parte farmam-se espontaneamente no-
vas comrais.-oes ; todos coneorram com liberalida-
de : ninguem quer ocedpar posigao somenos aos
ontros, e eis um luaide e aaraerosissimo bazar con-
tento muitos objectos do' valor para S9r exposto a
benevolencla do paWreo no dia 27 de setera-
bro.
A's sete hocas da raanha desse brilhante dia,
3ae sera sempre lembraio por qaem t.-e a feliei
4de de otwerrar o espectacnlo encaotador, qae
por raaitas horas affeetou a vista dos qae deram
um ptasseSo aT.iinarineira,a commissao eniarrega-
da dos arraajos do bazar desembarcava do primei-
ro. trem da 4a Ssroea do Caxaoga e para o silio se
dirigia a comegar os seu- trabalho*.
Logo qae os carpinteiros e armadores deram por
prpmpta a armagao, e os encanadores de gaz fiaa-
lisaram z. collocagap dos ianumeros lampeSas, a
commissSo cdnjagod nor arrumar as prendw olvf-
dindo as duas exteosas faces das prateleiras em
sels cpmpart/mentos.
No centre do frente achavam-se arranjados cam
muito goslo aiguns do* objectos de mais sabido
prego, entre os qoae* flguravaM njiraosos artefac-
te$ offerecidos por senhoras qae 6s teoeram ex-
pressameute para tal am com suas debeadas
ojios.
' A commissio entaaAeu qjoe-taas objectos dove-
,'riara sob v ndil is em leilao, r^spejtaado assim a
int^agaJ das senhoras qua os ofFereceram.
Nas out'as cinco divi-oes estavam collocados os
objecms qne djviara fazer parts da rifa, sem bt-
Ihetes brancos, em numero do dous mil e quiuheQ-
'lot.
A's tres horas da lard? comegaram os trans
dssemfiftrcar-baodja-h pow de bdbsias- elasses
sociaes; era'rim praie'r ikh^r a vistt pela'exten-
aa e-trada que se estenda do-sitio da .Tamarineira
4 estrada geral;, uma aujiam de poeira ae levanta-
ta sobre essas ionumeras cabecas que se dirigiam
anciosamonta a prooura do logar en que estava
armadd d barracao.
A maior pane dos l^offiiav.ehegando instavam
Beta venda dot bilhetos, ao qne. por flm 4 com-
missao teve de condeseender apeaar de enfcnder
^oe o bazar devia de ostentar dot algum tempo
tuas galas e fulyores para sereii* aprecladas pelas
pessoas qae chefassem um pouco mais tarde, por-
floe o verao ja diva erios indicios da seu rigoroso
ealor.
Divididos os aiembros da comrmssau, e aiguns
de seus amigo* que se prestarara da raui boa von-
tade a ajuda fos, comegaram uns por vender os
bilbetese entree-pOr se encsmgarem -de enfre-
gar os objactos.
MMo depots de comegado esse trabaUio ouve-se
o sibillar da locomotiva, e ainda nm grupo maior
que os primeiros eocarainha-se para o bazar.
Era o Exm. Sr. presidente da provincia e sua
Immensa comitiva, constaade de grande numero de
senhoras e de cavalleiros, que se dignaram acom-
panha-lo e a sua Exma. Sra., qae vinhara abri-
lhantar com sua present a gratde festa popular.
A's 5 boras, porem, umnovo turbilhao, mais for-
te qae tedos os outros, se levanta as navens que
escureciam a atmosphera que ainda bnjhava ees-
plandecente-codi os vivos taios aolares : uma tju-
irci marcial precedia com suas harmonias mlstu-
radas com calorosos vivas a esaa immensa multi-
dao que parecia correr com medo de nao cbegar a
tempo.
Um espeCaculo novo e commoverlte logo se des-
dobrou a vbta da todos. Dz a doze meninas ves-
tidas de braaco e gentilmenie enfeitadas con Juziam
seis Ilndos a alvos cotdeiros elegantemente enfeita
dos de (it&s verdes e amarellas; e uin delles co
berto com um manto de seda azul, parecia servir
de gala aos outros.
Era a sociedade dos Talhad6res de Cirhes Ver-
des que se havia reunido para dar Uma publics
Uemonstragio de seu a prego ao graade e generoso
commettimento do patripta administrador da pro-
vineia, era o povo queTazia justipa a alta e humi-
nilaria idea do presidente da provincia e rendh-lhe
um preito de respeilosa hometrapm : era o povo
que mostrava que sabia aquilatar os favores e bo-
neficios qua se Ihe faz em compensagao do traba-
lho acttvo quo elle presia is institutes, trabalho
qne so pode ser remuaerado com ot asiiduos cui-
dados que aquellas Ihe retribuem.
As valiosas deaiomtracoes de apreco e ad aesao
que o Exm. Sr. commendidor Ueurique Pereira de
Lucsna tern recebido de toda parte e de todas as
classes soeiaes ; a anouencia uoanirae dos verea-
dores da camara municipal do Beeife em nomea-
rem uraa commissao de sea seio para felicitare.n a
S. Exc. pelos hrportantes esforgoa que ha empre-
gado em beneficio do asylo de alienados, Scariam
mcomptetas se n.io fossem acompauhadas da mais
formal dem mstragab de uma fmmcnsa parte da
populagio di capital formada dos diversos ele-
mentos das classes arlisticas.
Com efTeilo qaem observou o prazor, a alegria,
o coatentamento que se divisava nos semblautes
desse imraenso bando de homens conliecido3 pelo
seu amor ao trabalho e a defeza de seus direitos, que
tanto Ihes tem custado a conquistar, de certo ficaria
commovido em presenga de tanta satisfagao que
era a cada instante patenteada por estrepitosos
vivas que retumbavam unisono3 como se de um sd
peito se escapassem.
Foi bellamente acolhida tio e/plendida demons-
tragao de bons senlimentos que o povo de Per-
nambuco deu em tao propicia occasiio : maior nao
poiia ser o apreco qne todas as pessoas presentes
testemnnharam por lao feliz idea. Koi feita a da-
vida justica a sociedade do3 Talhadores.
Logo que as criangas tomaram folego de lao ex-
tens* e penosa vngem. a masica marcial princt-
piou a executar o hyrano e as meninas com suas
vozes da aojo entoaram o cantico singelo que cons-
la dos segurates versos, que com difllcnldade po-
demos obter, quando elle* foram espalhados em
avulso, tanto era a gana com que eram apanha-
dos :
.que concorreram para
ALPA*r>KUA
iteaowento do dia l a 8 .
am do Oil 7 .
Versos distribtiidns ao povo pernambucano no si-
lio da Tamarineira, e que foram cantados pelas
meninas, a pedido da saciedade Amor a Benoli-
cencia dos Talhadores de Carnes Verdes, por oc-
casiao de offerecerem os mesmos um pejueno
obolo para ser arrematado, e ,-eu produc'o ap-
plicado ao asylo de alienados, em 27 de setetn
bro de 1874.
Por amor dos talluJores
Uns versos vamos cautar,
Trazendo mansos cordeiros,
Para a j asylo uffertar.
A offerta u mui pequena
Que da a sociedade,
Para servir o pruduclo
De signal de caridade.
E' uma graga sem pompa,
Tendo em si simplicidade,
E a recompeu?a esperamos
, De Deus, que e de bondade.
Nao re pare is na offertn,
Pois ella nao tem riqueza ;
Tem apenas a virtuda
De humildade e pjbreza.
Deixemos, pois, os cordeiros
A estes nobres senhores,
Da lembranga desta fes'.a,
A quem daraos mil louvores.
Acabado o canto, os talhadores levantaram diver-
sos vivas ao presidente, ao chefe de policia, a com-
missao do barracao e outros cidadaos distinctos,
que foram freaeticaraente correspondidos por to-
das as pefsoas presentes, que nao cessavam de ap-
plaud ir a feliz lembranca popular, e congratula
rem-se cam a brilhante caravana que tao conve-
aientemente acabava de ostentar-se.
Entao dirigiram-so as ianoceotes meninas a com-
missao e entregaram-lhe os cordeirinhus que de-
ram bom resultado no leilao, sendo repetidas vezes
arrematado* e olferecidos de novo.
Tolo este balicio causado pela chegada inaspe-
rada da sociedade dos Talhadores, nao impedio que
se vendessera 03 bilhetes da rifa, e quando apenas
o sol unba deixado de allumiar o horisonte com
seus vivilicanus raios, uma palavra jue repercu-
tio por todos os circumstantes com profundo pe-
zar annunciava que nao havia mais bilhetes.....
Era justamente na occasiao em que grande parte
dos que se achavam em frente do barracao pe-
diara con instancias: a bilhetes I bilhetes! bilhe-
tes I ..... D
Era ponco tempo todas m prateleiras qua se
achavam litteralmente cobertas de objectos do to-
das as qualidades e da variegadas cores, ficaram
reduzidas ao panno encarnado que as ornava, como
se fdra um effeito de amestrada magica ; tal foi a
ordem com que fez a commissao o servigo, traba-
Ihando durante todo o dia -com seus amigos que
se dignaram de ajuda-la. Seja-lhes feita a devida
jastiga; nao poaparam fadiga3 nem esforgos: o
brilhante resultado que obtiveraai dove lisonjea
las.
Depois de algum descaneo, as senhoras foram
convidadas a tomar assento no interior do barr.-
cao, oade ja nao havia um so oujetlo dos que
pertencsram a rifa.
Comegou entao o Sr. Francisco Ignacio Pinto,
aitent6 de leiloes e membro da distincta commis-
sao, a apregoar osubjectos qne, como acima disse-
raos, foram reserved** para o leilio, e aiguns fo-
rara vendidos por alto prege-e diversas vezes offe-
recidos por aquelles que os arreraatavam.
Faziase tarda ; eamaior.parta do povo recsan-
dp flcaT sem-tfohducgJoousofrVer a3 consequencias
dis grandes agglomeragoes nos trans, fm' se reti
rando,da. forma que a,' cotpmlssap 'as 9 horas-e'
meia, resOiVed sasperider os'seas vtraTri*.fHos pa'a
.* pwSavaB e dbteahir own o jefo ita*eanibio 9tA>re
spue a ae se arrissavarn sometfte pwto prazer de f eob
concorrerera ear* se penveao oboio para tao'
paDde eapreza : todos se enu-elinham em con-
tjmplar o anatysar com iatinja sttisfajao os objec-
lfs Quo a for tun a Ihes destinava.
i Era a santidailo' grandioss" 'ide"a.que inspira-
mJ| todo.o taomor folgasio que por tio diversos
modoa se patonteava: era a mnca desrientida
boadade daaosso. povo que ainda ama vea dava
irro/ragavai* provw de si.
No podenio* deiiar de ainda um vec repetir
aoe.o Sr. Ni vrbieg, gerente da companhia *j gaz,
Pros'ou impoftante servigo ao put Uo com a es-
Ilandida iliamioacao que gratuitamenle prodigali-
iu a essa sempre memoravel fesu.
Nao tinba a ampolhotaannunciadoo ultimo nw-
mento para finalisarero os esforgos da commissao :
os objecloB. restaates deyiam ser aproveitadas para
a acquiw^ao de mais aiguns donativos : resolveu
e!la fazer ama nova rifa ao Jardim do Carapo das
rriocezas, para o quo a commissao annunciou am
concerto instrumental, que foi exlraordinariamon-
te concorrido, por ionumeras familia, conservao-
do se o jardim repleto de immensa quantidade de
povo, qae com a maior satisfacio vinha com sna
presenga dar uma demonstragio publica de adhe-
sao a essa festa.
Honra e gl ria a todos
tamanho brilhantismo.
; Honra e gloria ao Earn. Sr. eommendador Dr.
Henrique Pereira do Lucena, quo foi o alva de tao
justas e merecidas demonstracoes publicas!
VWa o povo pwnambucane 11 I
Recife, 7 de outubro de 1874.
A. de A.
Ju.tto protesto.
Leaiho.Jtrnal io Recife de hoje, 6 do anrrentc,
vi am annuneio.ou protesto que suppbnao ser do
Sr. AJbino Joae Ferreira da Cunha, para que nin-
Suanr faca negocio comigo cam a parte q*e her-
ei no trapiche do Cunha ; porque foi ella embar-
gada pelos herdeiros do flnado Jose da Cunba,
cujo embargo foi concedido pelo Dr. jaiz- de direi-
to da 2' vara ciVel, correndo pelo carlorio do es-
crivi) Cunha.
Contra a con;lusio de semelbante embargo,
que nao live ainda conheciraento delle, nunca fui
iatimaJo, para o que veoho pr. tes ar e vou
pedlr vista para mostrar a sua iraprocedencia ;
porque nada devo a laes herdeiros, e nem e ha-
ver juntado titulo algain da divida, visto nao de-
ver nem baver assi,znado letlra alguma a favor do
meu Gnado irraao.
Nao en-enda o Sr. Albino que reciio diante de
care'las.
Nao vendi, nio tr.ito de negociar o trapich
do certo qne ha quoin queira comprar.
Opportunamenli discuiirei o annuncio.
Recife, 6 de outubro de 1871.
Miguel Archanjo da Cunlia.
BAi t-i'dft.-HOi Oftdb-
* lie Vaseonceiios
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretano
pre-
MeHra^o.
Port%re.
Areo de val do ves.
de BastD:
176:8.78i488
32:807*98(1
209.68>3fi
sen-
0 abaixo assignailo teudo de ir ao Rio
de Janeiro a Iratar de seu3 negocios d'onde
trotter! con brevidade, deixi corno seus
bastantes procuradores, para tralar dos ne-
gocios das lo erias, o seu irmao o Sr. Jose
Rodrigues do Souza. epara outros quaes-
quer nogocios deseu escriptorio ao seu gen-
ro o Sr. Joaquim 1'ires da Silva.
Recife, 6 de oulubro de 1874.
Antonio Jove Rodrigues de Souza.
M Lima, camara municipal.
Constando que alguam pretende montar uma
fabrica de sabio ria casa n. 78 da rua do Barao
do Triampbo, oulr'ora Brum, com lieenca ou,
sem ella, quer se ver qual o proeedimpnto nao
so da camara municipal, como do liscal da frc-
guezia, sobre tal pretencao, atlento ao decrelo n.
8:K de 29 de seteinbro da 1851 art. 49.
0 apreciodor do zelo municipal.
Deacarregam hoja 8de outubro de 1874.
Vapor nacional Cervmt.es (esperado) generos
nacionaes para o trapiche Companhia.
Vapor nacionalPara(esperado) generos nacio
naes para o trapiche Companhia.
Patacho dioamarquez Katie varios generos
para o trapiche Conceicao, para de-pa-
cbar.
Patacho sneco Magnus mercadorias para al
fandega.
Barca porlugueza Pereira Barges vinbo para
deposito no trapiche Barbosa.
DESPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 6 M
OUTUBRO DB 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Student, para Liverpool,
carregou : Goncalves Irmao & C. 226 saccas com
16,575 1|2 kilos de algodao ; M. M. Moatsiro 180
ditas com 13,783 dilos de dito ; J, F. Ballhar 179
eouros espichados eom 1,253 kilos.
Para Bordeaux, ao vapor francez Mendosa.
carregou : A. DruBas & C 1 caixa com 40 kilos
de pennas.
No navio hespanhol Prim, para Marseille,
carregou : J. J. G. Bel trio & Filho 15 saccas com
1,889 kilos de algodao.
Para ot pcrtot do interior.
Para Maceio, no vapor brwileiro Goncaloes
Martins, carregou ; J. A. G. Pires A C. 1 barril
com 96 litros de alcool.
Para o Ceara, no vapor nacional Ipojuca,
carregou : S. Junqueira & C. 2 barris eom 192
lifos de alcool ; H. A. de Sanna 26 barrieas com
1,623 l|2 kilos de ass near retina do ; Costa & C.
30 ditas com 1,795 ditos de dito ; J. F. Saotos
Bastos 30 ditas com 1,769 1(2 ditos de dito : para
Acaracu', J. A. L. Pimenta 10 barris com 960 li
tros de aguardente ; A. M. da Silva 8 barris com
480 ditos de dita.
Para a Parahyba. na barcaga Felix Socieda-
de, carregou : Bartholomeu & C. 1 barril com 85
li'.ros de alcool.
Para Macao, na barcaga Hayie, carregou :
M. P. Lemos 8 cascos com 1,440 litros de aguar-
dente.
Ptoaflel Valenca.
Vjlla Real. ..
Cibecetf as de BUlo*.
CasieUo-Branco.
Espozende.
Mangualde. Oliveira de Azemats.
Ponte do Lima. Povoa de Varnm.
Povoa de Lanhos*. Vfanna do CasteDo.
Villa-Nova de Portimao. Villa Nova darwadJcia
Villa do Conde.
CAPATAZIA DA ALFANDKGA
Aendimento do dia
dam do dia 7
la 6
3 908*333
513*452
4:421*787
a 6.
Ao I!im. 8r. cajiittTo Domingos
do Souza iBarros
Outra recompensa nao posso dar ao Sr. capitao
Barros, pela extratriiinaria cura (jue em mim ope-
rou, senao deixar consignado publicamjoteo facto,
afira de que veja o publico mais u-n casul e,m que
este sennor zomba com seus remedies do deseu-
gano dus medicos.
Eis o facto :
Ha quatro anno3 .-offria de gommas e-nlceras
profundis p.>r todo corpo, e eraljalde havia recor
n lo a medicina, que por seus mais distinctos or*
gios, (-eie dos mais afaraa:os melicos) os Srs.
Drs. Valeoga, C^rio, Velloso, Ferreira Alves, E
tevao Cavalcante, Afl'onso Cysneiro e Pereira de
Britto me davam, ajws longos tratamentos e im
mensos sacnticios, o terrivel desengano. Ja sem
esperac.-as, nem recursos, deparo me com o Sr.
capiao SouzaBarros, que sem altender a minha
falta de metes, escusaado-se de to la a paga, offe-
receme seus remedios, assegurando-me a cura de
raeas males, reputados incuraveis ; effectivamen
te entrei era tratamento e a raelhora nao se fezde-
morar, ate que em 75 dias me vi perfeilaraente
re*tabelecido, teudo por todo c-rpo cicatrizes em
vez de chagas ea Vila, a robustez, a sai'ide emGm
era vez da terrivel molestia.
Dispensa todo commentaii) nio so l diuariacura, como principalraente.a maneira fran-
ca, generosa, do Sr. capitao Barros, sua aboega
gao e caridade que nem ao meuos para as des-
peza3 dos remedios nada tecebeu, como jamais
se enfadavada3 frequentes visitas e asiiduos me-
dicament03 Tendo por unica recompensa meu
perpetuo reconhecimento.
Rua Vidal de N'egreiros n. 180.
Antonio da Silva Braga.
Ivsiumugo debilitatlo, oppro-
silo depois da coniidn, etc.
A indigestao toma innumeraveis lorinas. As ve-
zes o estomago torna-se tio sensitivo, que rejeita
ate mesmo as comidas as mais simples, e outras
vezes a dige.-tio 6 tao penivel qae o doente terae
satisfazer o appetite.
E' justamente era casossemelhantes, que as qua-
lidades t micas das pilulas assucaradas de Bristol,
mais claramente se raanifestam. A Sra. Marga-
ret Mc Elroy, de Troy, Nova-York, assevera que
durante 5 annos, ella nao podia digenrcomida algu-
ma solida nao comendo mais nada do que gelea,
arroz, mingaus, etc.,-e fcsto mesmo causa va Ihe
tanto vexamo que ella se vio obr'gada a reduzir a
quantidade a um par de ongas ires vezes ao dia.
Ella actiavi se n'um estado terrivel de magreza,
e para servirmo nos de suas proprias expressoei:
ja bem pouco se Ihe dava o viver. Depois de
ter experimentado mais de viale raolos de trata
mentos, ella finalmeote principiou a tomar as pi-
lulas assucaradas de Bristol, e o< seus resultados
sao por ella mesraa narrados da maneira seguin-
te : 6 com o maior regosijo de gratidao que Ihes
participo que me acho loa. Como perfeitamente
hem, durmo desoangala, tornei a engordar e nao
Mnto a3 menores dores. Tudo isto devo as pilu-
las assucaradas de Bristol, e por too com o maior
goslo do mundo as recommeado a todos qu pa-
decem do e3lomago fraeo e debllilaoo. Ellas sao da
maior eCDcacia.
Em toda* as m lestias aggravada9 on provenien-
tes de impureza do sangue, a salsaparrilha de
Bristol, deve de ser tornada cenjaaetameate com
as pilulas. Oseu excellente acondioionara-nto tor-
na a suit conservagao Uxa em todos os chmas.
So dia 1
Mo dia 7 -
Pruneira pom .
iegaoda porta .
Tarceira porta .
fivpicha Ccncaigao
VOLUMES SAHIDOS
6.045
269
55
138
662
7,169
SERV1CO MARITIKO
iixrengas descarregp.das no trapi:te da
alfandetra.
No dia 1 a G ....
So dia 7.......
in
li
itECEBECOIUA DE RENDA3 INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCt
^andimento do dia 1 a 6 6.664*737
dam do dia 7..... 2:293*201

8:957*938
itandimento do dia
'dam do dia 7
CONSULADO PROVINCIAL
1 a 6
16:4Il*33G
4:695*852
21:107*208
AGENCIAS PROVINCIAES
Liqaido3 espirituosos.
aendimento de 1 a 5 401*86)
Idem do dia 6 265*584
Rendimento de
Idem do dia 6
Bacalhao, etc.
a 5 i
113*300
680*447
Generos
rtendiraento de 1 a 5
Idem do dia 6
de estiva.
1:025*022
374*780
Farinha de trigo, etc.
aendimento de 1 a 3 1:417*084
113*300
1:399*802
Idem do dia 6
Kendimento de 1
Idem do dia 6
rtendiraento de 1
(dem do dia 6
Fumo,
a 5
193*984
------------1:611*068
etc.
833*476
311*163
Vinagre,
a 5
t?tc
102*062
77*450
Made** S-. Miguel, Faial e Tercaira
Companhia Indenraisstfora
do Porto.
CAPITAL 2,000:000,5600.
Ihomaz ie Aqxtmo Ftmcetm 4 C, tucceutret
agent**.
Esti companhia toma seguros maritiraos e lav-
restres, daado nestes o sepdmo anno gratis ae* ee-
gurados.
a do Vigui-i at. Iff
SEGUROS
Maritimo e conlra-fojo
COMPANHIA
Phenix Pernarabueaaa..
RUA DO COMMEUaO M. *..
Sepro conlra-fago
TBE LIVE11POOL dt LOND0N4 6U*
INSURANCE COMPANY
\fgcnUsm
SAUNDERS BROTHERS* C.
11Corpo Santo11
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemntsadora, estabelecida
aesta prac,a, toma seguros oiaritimos sobr
aavios e seus carregamentos e contra fo0i>
ra edificios, mercadorias e mobilias: na
ua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
COMPANHU~ALUANCA i
ieguros maritimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL V,000:0009000.
Toma spguro do mercadorias e dinbeiro
uco maritinio en.i navib de vela e vaporea
para dentro e fora do imperio, assim como
.ontra fogo sobre predios, generos o lt-
ondas.
Agente : Joaquim Jos^ (iotigalves Beltrao
ua do Coromercio n. 5, 1 nndar.
Dia 7.
Nao honve entradjs.
Navios saludos no mesmo dia.
Maranhao e portos intermedios -Vapor brasilein
Ipojuca, commandanie Moura, carga varios ge-
neros.
Rahia e portos intermediosVapor nacioaal Gon-
calves Martins, coraraandante Nuncs, carg i va-
iios generos.
New YorkLdgar inglez Jane, capitao W. Wil-
liams, carga assucar. L
iOtTAt

COMMERCIfe,
a bofdd a frete
15
de 3^4 e
eecetra-los eonr a-arrrnatidpii*ilda9qRjeoiJ Algodao -sem inspeecao'6*,4MJ por ft kilos,
poderam scraiTomatadao. 'Ugodao da-Farah)ba, 1* syrte 7*300 per
Assim terrtinbo a caeorrida, maaailiea e de-
raonstrattva festa do dia 9P de setembro do 1874^
em beoeneio da asylo de atfaaados.
Para n6s, quo escreroBjog estas njal almhadas
phrases em honra della, e.do novo pmambucano,
fe dos nossos bonddsos oosjjedas quo tanto e por
tab diversos modo? para' efla corithbrflram, a tare-
fat nao esta Gnda.
Nioe pata mis, qpe fqmds testemunhas ocula-,
rep d npnea "rtsfo anlDiislasmb;'cothb aduefle; q>e
fakemos'estas ob.aervstSe*',' (fi'p&ra aqtielles qaa
longe de nos recebem tao fagaeiras inlpreswes, a
para os viadpnroi'ra flaeBempdpwaTfesqi|pida
am uma indestructivel lamina de, oqno que em
ma reunilo oVW a'ft WFpWjbaff;* todas as
b4oes'nao hodve nWdessef tne'Wrts lafcluaft-
tes, qae lantas vezes se dlo, mesmo nos nJIzes'W'i
se cantata por dos; eqne ningtfetd. dMom* senso osestranhaf,
JL'STA DOB (50RRETORES
fraca do Beeife, 9 de outnbro
de IM1.
AB 3 HORAS DA TARDB.
COTACBeS OFrlCIAES
dosertaio 1' sorts 7*800 nor Hi kilos.
Aigodad
kilos posto
A|goda"o fib Kto Grande do Norle em piuma
7*230 por 15. kites posto a bordo- a frete
de t\m es'rjiry
Assucar lik-ato araeri ana .2^130 nor. 15 kites.
Godros see'eos s'aigados 556 rs. o kilo.
Caaibwt sjhre Lpndres a 90 drv. 26 i\% d. ftor
l*tJw, banco
Cam -T^ajmre Hamliorj60.a-.90 djv. 447 as. ppr
K. H., ban' :b, hontera e ho)e.
Gambio sofcre Paris a, 80 divt 363 rs. o fraooo,
do banco.
DUo ~ sq^ie i^ito a 3 djv. 367 tb. o franco, do
BUM,
Canabio sobre Liskoa a, OOtyv: 103 OjO de pre-
* mio, banco.
Ditosobre dito a 3 dp. 106 e 107 0[0 de- premio,
banco.
o comtpn^ *b^ artparecrmeuro mi taes oeca- Garabio -*. aobre o PorU. a, 51 div. 107 0|0 de pre-
a sweu. J mio, banco,
Thesouro povincial de Pernamuco, 7 de ou\u
bro de 4874.
0 escrivao,
Joan Carneiro M. da Silva Santos.
Banco Commercial tic Braga
Jorge Tusso,
37Rua do Amorim37
Saca qualquer quantia a prazo ou a vista so
bre este Banco ou 'uas respectivas agencias nas
seguintes cidades e villas de Portugal, ilhas adja-
centos e Hespanha, a saber:
Portugal
Goarda.
Gniraaraes.
Gouveia.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Loul6.
Melgaco.
Mir.nJella.
Mo 1510.
Mealhada.
Monte-mor o velho.
Oliveira de Aremeis.
Ovar.
PeoaQel.
Pinhel.
Ponte do Lima.
Porlimao.
Porto.
Povoa do Varrito.
Port'Alegre.
Povoa de Lanhoso.
Regoa.
Silves.
Santo ,Thyrso.
Villa Real.
Vinhaes.
Villa da Feira.
Villa Ponca de Aguiar.
Villa Real do S. Antonio.
Amarante.
Anadia.
Arcos.
Aveiro.
Agueda.
Arco de Baulhe em ea-
beceiras de Bastos.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Braganca.
Chaves.
Goimbra.
Coura.
Covilha.
Gastello Branco.
Caminha.
Kl as.
Estremoz.
Eora.
Esposende.
Pamalicao.
l-Paro.
FjBueira.
Fafe.
Thomar.
Tkvira.
Torres Novas.
Valenca.
Via nna.
Villa do lionde
Villa Nova da- Cerveira.
Ilnao.
Fanchal.
Hespanha
MadrhL
Barcellona.
Vigo.
Fayj*.
Cada.
Orense.
Corana.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre
Anaaia. Evora. Monio.
Agnida. Fafe. Ovar.
Aveiro. Faro. Potto.
Beja. Guarda. Tavira.
Ghaves. Leirffl Regoa. Vlzeo.
Elvafc 'isnea.
Amarante. Bixcellos. Pigneira.
Guimaraea. Coirabra. Lamego.
CovittH, Mirandella. Estarreja,
0 desembafgador Francisco de Assis Oliveira Mi-
ciel, official da imperial ordem da Rosa, ejuix Am
direito privative de orphaos da cida p do Reci-
fe de Pernambuco o sen termo, por S. M. o Im
perador.a quera Oeus guarde, etc.
Fa?o saber a quem o conheci nento do present"
ohegar, que por e.-te juizo e a reqaerimeoto de
Francisco Luiz dos Santos se procedeu a justiQca-
cao de prodigalidade contra seu tillio Manoel Luiz
dos Santos, e depois da prova testemunhal, e pa-
recer do Dr. curador geral, snbtran os.autosa'mi-
nha conelusao, nos quacs proferi a sentenca d<>
1:144*639 lheor sogumte :
Vistos os d cumentos de lls. 5, a lls. 11, ei::-
quericao de lls. 13 a fls. 16, que provam estar o
justificado Manoel Luiz dus Santos praticando actxs
179*512 de completa poodigalidade, o liei por incapaz de
administrar sna pessoa e bens, qne flcarao sob a
5:118*768 admlhistracao de seu pai Francisco Lu: dos San-
tos, a quem nomeio curador.
0 escrivao passe edital para ser affixado no lu-
gar do costume e publicado pela imprensa, e en<-
tas. Recife, 14 de seterabro de 1874.Frantisc
de Assis Oliveira Maciel.
E para qne ninguem fa;a negocio algum com a
precitado prodigo Manoel Luiz dos Santos, sena>
por intermedio de seu curador, com previa aalori-
sacao deste juizo, mandei passar o presente qae
sera affixado no Ingar do costume e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
aambuco, aos 16 de setembro de 1874.
En, Manoel do Nascimtnio Ponies, escrivao.
lubscrevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
Recife, 16 de setembro de 1874.0 escrivio.
Mancel do Nascimento Pomes.
Aosello 300 rs.V. S. S. ex-causa.-Oliveira
Maciel.
0 Dr. Joaquim Goncalves Lima, juiz dos
feitos da fazenda desta provincia, ptf
S. M. Imperial, a que tDeus guarde.
etc.
Fa go saber aos que o presetite edital vi-
rem que, em cumprimento da ordem do
thesouro de 30 de dezembro de 1865. er
das instruccoes que com a mesma baixo-
ram, findo o prazo de tres mezes a contar
da data da puulicacSo deste, sera vendido e
arrematado em hasta publica celebrada r.i
comarca de Itambe, a quem maior prr,
offerecer, & vista ou a prazo ate 11 annos
quando muito com juros de 6/. ao anno
pelo tempo da demora a comprebensao de-
ouminada, a Buraco doextincto viuculo
de Itambe, sita naquella comarca a qual se
acha avaliada em cinco contos de rdis e
contem segundo a medicSo a quese proce-
deu e coDsta dos autos a extensao seguinte :
do lado do leste 1,110 bracas, do lado do
norte 400 bracas, do lado do noroeste 0*i
bracks do lado do poente 411 bracas e do
lado do sul 681 bracas, sendo todo o ter-
rene proprio para a culture de maodiooa e
outros legumes e ficando certos os interee-
sados de que, taoto por tanlo sera referido
o lango do posseiro respeclivo, na confor-
midade da ordem do thesouro, n. 15 de 3ft
de Janeiro de 1874.
Recife, IS de setembro de 1814.Ea,
Jose Francisco do Rego Barros, escrivao, o
subscrevi.
6 Dr. Luiz Ferreira Macel Pinheiro, iuiz sabstltn
to da vara commercial 1osta cidade do Retifc
de Pernambuco, por 9.'M. Imperial, quo Deos
guarde etc.
Fdco aaher pelo presente, quo no dia 8 do
,bro do coilrente anno to ha do arrenwurj
da, a quem mais dor em praca publica, depa am


Dam de Pernambaco Quwta teira 8 do Outubro de 1874,


*Odincia respectiva deste Juizo, os objectos se-
Camlet:
Cm tanqoe de farro com torneira de bronze pa-
sa deposito de oleo, avaliado por 20*.
Uma bam de terro, grand*, franceza, avaliada
por 1004 ; cnjos bens pertencentes a Goncalves
rialno 4 C. e peahoradoi por execucao que Ides
awrem Rabe Schmoiettaa & C, acham-se sob a
guarda dot nemos execatados
E na falu de Iic4Ur*es que cubram o preco da
avaliado, sera a arrematacao feita pelo prco da
adjudicacao com o abaiimento da lei.
E para que chegue *e eonbecimento detodos,
mandei fazer o presente, que sera afflxado aos lu-
fane do eostame e pnblicado pelos joraaes.
Dado e pasaado nesta cidade do Recite de Per-
narotraeo, aos 25 de suwmbro de 1871.
Ed, Rraacisco Xavior de Souxa Ramos, escrivao
ielerioo, tubscrevi.
Luiz Unreira Maciel Nnktiro.
Ao seWo 300 rs.V. S. S. ex-causa.Maciel Pi
traoiro.
Itaar-doBogoa.
Casa terrea n. 21. ...,. 43S*000
Re. do Vigario.
r andar do sebradea 37 ... 143*000
l:400#0C0
209*000
109*000
201*000
A eamara municipal desla cidade faz publi-
co para conheciincnto dos interessados, que a II-
cenoa, dada aos aJodates oa aprendkes, valera soroente por am
jume, e a (alia -dell* dos primeiros 15 dias do mez
de outubro do anno financeiro municipal equiva-
4en a perda de emprego, ceDforme deter mi na o
artigo 231 das posturas inunwipaes de 26 de iu-
oho de 1873,
Paco da -eamara municipal do Recife, 23
4e setembro de 1874
M.J.Jo Rego 'O Albuquerque,
Presidente.
Francisco Augusto da Costa,
_____________ Secretario.
O desembargador Francisco de Assis Oliveira lia-
ciel, otScial da imperial ordem da Roza, e juiz
de direito privattvo de orphios da cidade do
Recife e sea termo, per S. M. o Imperador, que
Oeas guarde, etc.
Faco raber a quern o eonbecimento do presente
ehegar, que p r este juizo e a requerimento de
D. Hermilla Lydia Moaleiro de Andrade, se pooce-
Jeu a exame de saoidade oa pessoa de seu ma-
rido, Jose Carlos Manso da Costa Rei, e depois
do parecer do Dr. curador goral interino, subindo
os autos a mioba conclusao, nelles proferi a sen-
tence do tbeor seguinte :
A' vista do exame medico de folhas qaatro, pro-
cedido ua pessoa de Joie Carlos Manso daCosta Heir,
0 bei por iocapaz de administrar sua pessoa e
bens, que fiearao sob a administracao de sua nm-
1 her D. Hermilla-Lydia Monteiro de Andrade, a
quern nomeio sua curadora, e custas. 0 cscnvao
passe edital para ser afflxado no lugar do costume
e pnblicado peia imprensa. Recife, 3 de outubro
de 1874.Francisco de Assis Oliveira Maciel.
E para que ninguem faca negocio algum com o
precitado mlerdicio Jose Carlos Manso da Costa
'Reis, senao por intertnedio de sua curadora, com
previa autorisagfio deste juizo, mandei passar o
presente, que sera afflxado no lugar do costume e
pnblicado pela imprensa.
Dado o passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 6 de outubro de 1874.
Eu, Manoel do Nascimento Pontes, escrivio, o
subscrevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
Ao sello 300 iiiis.Valha sem sello ex-causa.
Oliveira Maciel.
0ECLARAC8ES-
P B 0 administrador interino da reccbedoria de-
clara a quern intercssar possa que a mesma re
cebedoria d'ora em diante funcciona no pa vim en
lo terreo do edificio em que esta a thesouraria
de fazerda.
Recebedorii de Pernambuco, 6 de outubro de
1874.
Francisco de Assis P. Rocha.
Faco sciente aos sebores possuidores de car-
ros de passeio parti :ulares e de aluguel, carro-
cas e mais vehiculos de conduccao uesta cidade e
seus arrabaldes, que de conformidade com o art.
33 da lei do orcameoto vigente, deverao vir den-
tro do prazo de 30 dias, a esta reparlicao para
proceder-sea renova;ao da numeracaodosmesmos,
sob pena da serera apprehendidos e multados os
respectives donos.
Consulado provincial, 3 de outubro de 1871.
0 continuo.
^________Antonio Carlos de Lemos Duarte.
Amanha, 9 do corrente, pelas II horas do
dia, depois da audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz dos
feitos da fazends, serao arrematadas, por divida,
daas casas terreas silas em solo proprio, na cida-
de de Oiinda, a rua da Boa flora, tendo ambas
sotao, 2 portas e uma janella de frente, 2 salas,
2 qiartes, cozinha fora, quintal em aberto, com
cacimba, e mais 2 salr.se 1 quarto no sotao, ava-
liadas pelo diminuto prejo de C005 cada uma.
I* andar do raesmo.......140*000
Loja do mosno....... 300*000
Raa do EncMKamedto.
Sobrado de 2 andares n. U Rwt da SoDialia velha
Idem n. 16 ......
Ro* da Guia.
Casa terrea a. 25.....
Idem o. 29 .... .
Raa da Gnu.
Sobrado de 2 andares n. (2 (fediada).
Idem n. 14.........600*000
ftua de S. Jorge
Casa terrea a. 100 (fecbada! 241*000
Idem o. 103 ... 207*000
Haa do Ampare )01inda)
Ua tercea-a. I(fechada). 240*000
Os pretendinles deverao apresentar no acto da
arraautacio as suas tineas, oa compareoerem
acompanhados dos respediVos Hadores, devsndo
pagar alem da renda, o preraio da quaatm em
qae for segro o predio -qua contiver estabeleci-
Mcato commercial, asska como o servico da lim
peza e precos dos apparclhos.
Secretana da Santa Casa da|Misericordia do R*
cite, 17 de sstembro de 1874.
0 escrivio,
Pedro Rodrioues de Souza,
Piciic Steam NavigMioB Conpaiy
MTAL MAIL STBAMER
(De 4.027 t E-pera-se da Enropa ate o
VffiaT
dia II do corrente e seguira
Sara Bahia, Rio de Jaoeiro,
lontevideo, Buenos A y r e s,
Valparaizo, Arica, Way e Cal-
lae, para onde recebeia pu-
onrxnm' sagebros, encommend o dinbeiro a frete.
>j. B. Nao sahira antes das tres boras
tarde do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe C.
14PRAg\ DO COMMERC1014
da
A's 11 horas damanha
NA
FEIRA SEV1ANAI.
10Rua do Imperador-16
ARMAZEM
pelo agente Martins.
nialmente nm eonto de reis.
Para qoalqaer iafonnacao a rua do Marquez de
Oiinda p. 37, escriptorio do ageute.
Coni|mniiia Fidelidade
taaaw maritlmo* e ierrea4rea
A agencia desta companhia toma segaros ma-
ritim s e terrestres, a premios razoaveis, dando
aos nltimoso soloiivre, e o setimo aneo gratoito
aosegurado.
Raa do Visconde de Itaparica, antiga do Appolo
D. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
FUNDI^AO
C. Starr & a
Sio convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
Iras e contas vencidas; sendo que nao o fa-
zendo at6 o dia 30 de outubro proximo vin-
douro, serao vendidas em leilao. Poderao
compareoer ou mandar ao escriptorio da
fundi^ao ou do testamenteiro H. J. Cannaa,
rua doCommercio n. 40.
Irmandade de N. S. do Ro-
sario.
A mesa regedora da irmandade de Nossa Se-
nbora do Rosario do bairro de Santo Antonio,
nao podendo fazer a festa de sua padroeira, no
dia 4 do corrente, em razao da obra que se esti
fazendo na dita igreja, vem pelo presente preve-
nir as pessoas que I'azem parte da eleicio que
nos tern de coadjuvar para o dito acto, que a
commissao encarregada de distribuir as participa-
cdes da dita eleicao, sera a competent.) de procu-
far as respostas das mesmas.
Consistorio da irmandade, 7 de outubro de
187 i.
Antonio Ferreira da Silva Soares,
Secretario.
Monte Fio Portuguez.
A directoria desta as^eiacao manda convidar
aos Srs. associados, como determina o artigo 22
dos estaiutos, a se reunirem eraassemblea geral,
domingo 11 do corrente, as 10 horas da roanha,
para se cumprir o disposto no I* do art. 24 dos
mesmos estatutos.
Secretaria da directoria do Monle Pio Portu-
guez, 7 de outubro de 1874. 0 secretario,
Joaquim Xavier Vieira Ligos.
Estrada de ferro de Oiinda
s u I i p as
Esta companhia com-
pra sulipas de oiticica,
do 9 palmos de compri-
mento sobre 9 pollegadas
de largo e 4 de espessura
ou grossura.
0 gerente,
L. J. de Miranda.
ADMINISTRACAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
BUCO, '5 DE OUTUBRO DE 1874
Relarao da correspondencia registrada (sem valor)
recebtda de diversas procedencias ate esta data,
e que nao tern sido entregue por ignorar-se as
residencias dos destinatarios.
Augusto Muniz Machado, Amaro de Oliveira
Dutra (2), Antonio F. lippe Santiago, Antonio M.
Gomes da Silva, Bento Jose da Silva, Firmino
Tbeotonio da C. Santiago, Francisco da Costa Maia,
Francisco Cavalcante de Albuquerque Lins, Flo
rencio Izidoro Leal & C, Franci>co Luiz Ozorio,
Francisco Martins de Araujo, Fr^ncijco Manoel de
Araujo, Francisco Pinlo Pessoa, Honorato Caetano
de Abreu, Jeronyma Maria Raimi?, Just no Rodri
gues Silvrira, Jose Gomes R drigues, Joao Baplis-
ta de Oliveira GoimarSes, Joao Cyrillo de Lima,
Joao Fernando da Cruz; Joao Gabriel Baptista,
Joao de Sa e Albuquerque, lose Adolp'io de Oli-
veira Lima, Jose Bonifacio da Silva Camara, Jjm;
Caetano dc Albuquerque (2), Jese Furtado de Mel
lo, Joanna Martha dos Santos, Joaquim Jose Fer-
reira da Rocha Junior, Jo.-e Manoel do Nase'men-
'.o, Luiz Gonzaga Moreira, Lino L. Regalo Braga,
Miguel Augusta A. Barros, Maria Graciana, Ma-
noel Jose dos Santos, Manoel Mgueis, Manosl Pe-
reira da Silva Bambiiha, Romualdo Alves Ferrei-
ra, Ramon Carrera, Salustiano Francisco do Nas-
cimento, Tristao Henriqufs Costa.
0 official encarregado do registro,
Josi Candida de Barros.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
lavegacSo costeira at v
MAMANOUAPE.
0 vapor Cum ripe.
seguira para o por-
to acuaa do dia ?
do corrente mez, as 4
horas da tarde.
Recebe carga ate as dez horas do dia, encom
mendas, dinheiro a frete e passage** ate as 3 ho-
ras da tarde do dia da sahida : sscriptoho
no Forte do Mattos n. 12.
LEILAO
COMPANHIA
MESSAGERIES MAK1TIMES.
I.lnha meBfiml
E' esperado dos por-
tos do sul no dia 10
do corrente, segatndo
depois da demora do
costume para Bcr-
- deaux, tocaBdo em
Dakar (Goree) e Lisbda.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismeml y A I.nhillc.
9 Rua do Commercio 9
Libras eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
\AVEGACAOAVAPOR
Por ton do norte
CERVANTES (fretado)
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 8 do
corrente e seguira para
os do norte no mesmo
dia.
Para carga, encommendas, va!ore3 e passagens,
trata-se no escriptorio
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna Si C.
__________ Agentes.
JEm continuaqao
leiUo de fmEendaM
QUINTA-PCIRA 8 DO CORRENTE
0 agente Dias levara a leilio 25 dazias de gra-
vatas pretas, com toque de avaria, 6 dazias de no-
tins enfeiiadas para senboras, 2 dazias de cintos
de seda, com fivelas de metal, e 12 pecas de cas-
carrilha de gt._________________
LEILAO
DE
bons moveis
CONSTANDO DE :
Um piano forte, uma mobilia de jacaranda a
Luiz XIV com 1 sofa, 2 consolos, 2 cadeiras de
bracos, 12 de gaarni(ao; I cadeira de balaoco, 1 di
ta de recreio tambem de jacaranda, 4 grandes es-
pelhos doarados, jarros e vasos para (lores, enfei-
tes para cima de mesa, porta-jolas, e tapetes.
Uma cama franceza de jacaranda, 1 lavatorio
com pedra, 1 tuilet, 1 gnarda vestido para daas
pessda% 2 magoiflcos caudieiros a gaz, e i camas
de ferro para menino.
Uma mesa elagtica com 4 taboas, 2 guarda Ion-
(as envidra^ados, 2 apparadores com gavetas e
prateleiras, 2 apparadores torneados, 12 cadeiras, e
muitos omros moveis.
SEXTA-FEIRA 9 DE OUTUBRO
No sobrado de Aznlejo da raa do Bom Jesus 26.
POR INTERVENQAO DO AGENTE PINTO
Das io 1/9 a 1 bora da tarde
Em continuacao
De 1 liora em diante
vendera o mesmo agente Pinto uma mobilia de
jacaranda, 1 piano, muitos e differentes moveis exis-
tentes no armazem da rua do Bom Jesus n. 10.
Os referidos objectos poderao ser examinados
na vespera e dia do ieilao.
leilao
DE
14,000 tijolosde marmore branco e de cdr
SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
ao meio dia
Por intervene do agente Pinlo
No armazem da rua do Bom Jesus n. 63.
Ilho de 8. Miguel.
Com rauita brevidaie segue para S. Miguel o
conhecido palhabote porluguez JVoco S. Lonrenco.
Para o resto da carga o passageiros trata-se com
os consignatarios Thomaz de Aquino I*uceca A
C. successores a ma do Vigario n. 19.
Ilha de S. Miguel
Segue com brevidnde para S. Miguel o palha-
bote portuguez Novo S. Lonrenco, para onde rece-
be carga e passageiros: trata-se com es consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonceca & C. Succes-
sores, rua do Vigario n. 19, 1" andar.
Santo Antonio
WANH ITALUHA
EMPREZA
LE1L0E&
LEEAO
Wanta Casa de Misiericordia
do Recife.
Pela secretaria desta santa casa convida se as
amas que se acham encarregadas da crig3o dos
expostos, para que venham receber do lllm. Sr.
thesoureiro as mensaHdades vencidas de julho a
setembro lindo, no salao da casa dos expostos, pe-
las 9 horas da manna do dia 13 do corrente ; dc-
vendo para isso trazerem as crianjas.
Secretaria da Santa Casa da Miserieordia do Re-
cife, 2 de outubro de 1874.
0 e3Criv3o,
Pedro Rodrigues de Souza.
A commissao regedora da capella de Santo
Antonio, em Agua-Fria, faz publico que domingo
11 do corrente, pelas 4 horas da tarde, bavera
nesta capella a bencao de duas imagens : N. S. Mai
aos Homens e S. Goncalo, e de um sino. A com-
sdmissaencarregada do festejo nao tern poupado
esforcos afim de abrilhantar o acto. Agua-Fria,
fi de outubro de 18740 2" secretario,
_______Jose Austrlcliano Tolentino de Almeida.
SANTA CASA DA M1SER1CORD1A DO
RECIFE.
A Hlma. junta admimstrativa da Santa Casa da
Miserieordia do Recife, manda fazer publico que
nasala de suas sessdes, o dia 8 de outubro, pe-
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
dnem mais vantagens offerecer, pelo tempo de am
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELEaMENTO DE CARIDADE
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 63......207*000
Rua das Calcadas
Caia terrea n. 39 (fecbada). 200*000
Idem n. 36........291*000
Vidal de Negreiros.
Caia terrea n. 114......362*000
Idem n. 94.........301*006
Rna larga do Rosario.
2.' andar e loja n. 24 A.....310*000
2.* andar n. 24 A.......408*000
fV aodar n. 24 A. ... 231*000
6.a recita de assignatura.
Quinta-feira 8 de outubro.
;. Sera rapresentado na dita noite o grande dra-
ma historico em 5 actos, de Luiz Tiltoni, iepetido
em todos 03 principaes theatros da Europa e
America, e sempre com grande successo, intitu-
lado :
wn CAIM
ou
Vero Ileus nao paga ao salibado!
A scena passa se em Paris no XV seculo. 0
vestuario de todos oa artistas sera a stricto cos-
tume da epcea.
Prineipiara as 8 horas.
THEATRO
nun DRAIIAT1C0
Sabbado tO do corrente.
Grande e variado espectaculo
em beneflcto do Consellio Paro-
chial da Sociedade Propagadora
da Instruccao Publira da 'fre
guezia da Variea.
Logo que S. Exc. o Sr. presidente da provincia
comparecer na tribuoa, subira a scena o appara-
toso drama em 3 actos :
diversas fazendasinglezas
Hoje
A's 11 horas da manha
No sobrado da rua do Mar juez de Oiinda n. 37,
primeiro andar.
0 agente Dias levara a leilao, no dia e hora
acima designados, por conta e riseo de quern per-
tencer, as fazendas como abaixo semencionam, a
saber:
10 caixas de chitas para cobert.is, 100 fditas de
castores, ditas de riscadinhos, dilas de brim pardo
e de_li3tras, ditas de creguellas de linho, ditas de
castores de a.'godio, duzias dc lances, ditas do chi-
les, ditas de chapeos de sol de seda, pecas de cam-
braia, ditas de cotets, ditas de ganga, cortes de
vestido de la, e outras muit.is que estarao palen-
ees ae exame dos Srs. concurrenles no dia do
tlilao.
leilao
DE
duas burras (cofres), 1 artnacao para arma-
zem, 1 fiteiro, 1 armario envidrarado
e outros objectos de ormazem
SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
Por intervenc,ao do agente Pinto
No armazem da rua do Bom
Jesus n. 26.
Per oeeasiio do leilao de moveis, louca e erys
taes que alii deve ter lugar.
LEILAO
DE
moveis, louca e crystaes
Constando ale t
f-Um piano forte, de H. Herty, 1 mobilia de jaea
e U'la, 1 tapete, 2 candieiros a gaz, 4 jarros, 2
asticaes e mangas.
Uma cama franceza, i lavatorio, 1 toilette, 1
guarda-vestidos, mesa com 2 gavetas, 1 estante e
z albuns.
Um guardalouca envidracado, I mesa elastica,
2 aparadores, 12 cadeiras, I qaartinheira, 1 appa-
relho para cha, 1 dito para janiar, copos, calices,
garrafas, flandres, poles, trem de cozinha e muitos
outros accessorios de casa de familia.
Terca-feira f3 do corrente
Na casa do Corredor do Bispo n. 17.
0 Dr Francisco Rorges, tendo de retirar-se pa
ra a Bahia com sua familia, fara leilao, por mter-
sisocio do agente Pinto, dns moveis e mais objec-
vraacima descriptos, existentes em casa de sua
Snedencia, a rua do Corredor do Bispo n. 17.
0 leilio prineipiara as 10 1|2 horas.
AVISOS DVERSOS
ENSINO
DE
I'AH Till AS DOBRADAS
E
ARITHMETICS
dirigido por
MANOEL FONCECA DE MEDEIROS
tres vezes por semana
a tarde ou a noite
Rua d'i Marquez do Herval (outr"ora
Concordia) n. 138 a 140.
irtliBj-M ^
-milk' '
si I
it fed
3 p
sr 1 r?
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3 5.3-3
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J, J>
v _
3
-I W
s 2. ZS
Leilao
moveis, louca, vidros e di
versas fazendas
Soxta-ffeira do corrente
No armazem da rna do Imperador n. 48.
SENDO:
Uma mobilia de jacarandj a Luiz XV, meJalhao
duplo, 1 dita de nogueira, com encosto de palhi-
nha, 2 guarda-roupas de amarello, 1 gaarda-lou-
ca, 1 mesa elastica de amarello, 1 espelho oval, 1
lustre de crystal, I toilette de jacaranda, 1 cama
franceza de dito, t colcha de seda, 1 par de fro-
nhas b rdadas, sofa, consolos, bancas, cadeiras,
mesa3 redondas e aparadores.
Um apparelho de porcelana para jantar, 1 dito
para almojo, garrafas, facas, calices, porta-queijo,
jarros, casticae* de vidro e de bronze, frascos, an
gelica3, figutas, compoleiras e bolas.
Diversas fazendas.
A'S 11 HORAS DA MANHA.
Pelo ascnte Martins.
HE
dous cavallos de sela euro arraio Je carro
para 1 cavallo
A's II horas.
NA
Feira Setnanal
______16Rua do Imperador16______
Feira Semanal
Rua de Aritonio Henriques.
Caaa terrea n. 26 ,
99^000
964000
386/000
.a ,. w ^* da Campina.
ldemn ll(fechada). .
Rna do Coronel Snassona
1* andar do sobrado nnmero 94
PATBJMONIO DOS ORPHAOS.
Raa da Moeda.
Casa terrea n. 21 fecbada).. 400/000
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421/000
Rua da Lapa.
Casaterrean.il. ...... 202/000
Raa do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 6024000
*ajnnfl'
OU
A COROA DUCAL DE PARMA.
Seguir-se-ha depois a. muito chistosa scena co-
mica pelo actor Penante :
Una concerto de rabeca e
realejo.
Terminara 0 espectaculo com a comedia em um
acto, ornada de musica :
De nolle todos oa gatoa aao
pardon.
0 conselbo parochial espera do pnblico desta
cidade a sua proteccao, visto ser 0 dito seu benefi-
cio para um lim util, como seja a instruccao'gra-
tuita aos desprotegidos da fortuna. Em um dos
intervallos, uma commissao ira aos camarotes re-
ceber os donatlvos.
Findo 0 espectaculo havera trem, gratis, para
Caxaoga, pela linha principal.
Prineipiara as 8 horas.
1VIS0S MARITtMBS.
Casa terrea n. 34
ii v iuiuui
0 brigae portuguez Triumph, pretends seguir j
com muita brevidade: para carga e passageiros j
, trata-se com os consignatarios Thomaz de Aquino '
^2/000 Fonceea & C, successores, raa do Vigario n,. 19 t
mobilias, pianos de armario,
camas fraucezas, guarda
louga, commodas, apara-
dores, cadeiras debalan-
90, mesas para jantar, 1
lustre de 4 bracks para gaz
carbonico, estantes para
livros, liteiros para lojas,
espelhos dourados, qua-
dros diversos, objectos de
brilhante, ouro e prata,
quartinheiras, cabides, ca-
saes de ratos, sabios india-
nos, cadeiras francezas,
brancas e pretas, relogios
de algibeira de ouro e pra-
ta, 1 toilette de mogno,
livros de direito, muitos
trastes avulsos, quinqui-
lharias e immensos artigos
do uso doxnestico que se-
rao vendidos a troco do
barato
Hoje
Agente Pestana
Leilao
4 caixas com superior champagne em gar-
rafas inteiras e 2 ditas era meias garra-
fas, para fdchar contas
SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto.
No armazem doSr. Annes, defronte da al-
fandega
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, e para fechar
contas, de 4 caixas com superior champagne, em
garrafas inteiras, e 2 ditas em meias garrafas.
Em um c u mais lotes, a vontade dos Srs. com-
pradores.
LEILAO
DAS
dividas na iraportancia de 5:4229*270, mas-
sa fallida de Azevedo & C.
Scxta -feira 9 do corrente
0 agente Martins fara leilao, por mandado do
lllm. Sr. Dr jniz especial do commercio, das divi-
das activas da massa fallida de Azevedo & C, na
importancia de o:422/270.
Ho armazem da rna do Impera-
dor n 48
A's 11 horas
Os pretendentes podem examinar a relacao dos
devedores no dito armazem.
LEILAO
DA
armagao, generos e mais pertencas da ta-
verna da rua do Rangel n. 77, esquina
do mercado novo
Sabbado 10 do corrente
0 agente Martins fara; leilio, competentemente
autorisado, em lotes, a vontade dos compradores,
dos generos, armacao e pertencas da taverna da
rua do Rangel n. 77, esquina do mercado novo.
A's 11 hoas do dia acima.
C.\8.\ U , AOS 4:000,8000.
8ILHETES GAIUNTIDOS.
i' rua Primeiro de Mar$o (outr'ora rua do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
lizes bilhetesum meio n. 1517 com 4:000/000, nm
inteiro n. 3429 com 100^000, e outras sortes de
403-e 20/ da loteria que se acafceu de extra
hir (119a), convida aos possuldores a virera rece
ber na conformidade do costume sem desconto
algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 2* parte das loterias a beaefleio da matriz
de Tijucupapo (120'), que se extrabira na qu3r
ta feira, li do corrente mez.
PRECOS,
Bilhete inteiro 4^000
Meiobilhete 2*000
:a PongAODE 1008090 tara cima.
Bilhete inteiro 3j5r00
Meiobilhcie 1^750
Manoel Martina Fiuza.
"CASA DO OURO
.4os l:000-r09
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sen;
muito felizes bilhetes a sorte de 4:000*000 em
meio bilhete ie n. 1,317, e a sorte de 700* era
meio bilhete de n. 3,72-3, alem de outras sotles
menores de 40*000 e 20*000 da loteria qce se
acabou de extrahir (119*); convida aos p:?suido-
re3 a virem receber, que promptnmeate serao
pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabe'.ocimonto coia-
prar os muito felizes bilhetes.qu? n,rvo deixarao de
tirar qualquer cremio, como prova polos mesmts
annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes b.lbetes ga-
antidos da 2* parte da loteria a beneficio da
igreja matriz de Tejucupapo, que se extrahira no
dia 14 do corrente mez.
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De lOO&OOO para cima.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 5 de setembro de 1874.
Joao Joaquim da Co'.ti \AU
Bobs pianos.
Chegados de novo.
?eaato-se.
Troca-se<
alaga-*e.
No armazem do vapor frances, a raa do Baris
da Victoria, ontr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
, de vime e de faia.
Vtnde-se muito em conta ; cadeiras avolsas, d
balancp, de bracos e de dobrar : do armazem do
vapor francez, a rua do Barlo da Victoria, oatr'o-
ra Nova n 7.
Perfiimarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos deo-
trifJce, agna de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presente? em frasecs de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamaaaos
d'agita de Cologne, tudo de primeira qualidade
dus ':in enhecidos fabricantes Piver e Coudrav,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barau
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de difTcrcntes ajostos m
phantazias.
Espelhc s, leques, luvas, jotas d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadrof,
e caixinhas para retratos, bobinbas de vellndo,
dita de eour.t, e cestinhas para bracos de menioas,
chieotes, bi-tigalas, culo, pencinez, ponteiras para
charutoi e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, Upete para lanternas, malas, bolsas
de viageas, venesianas para jaaellas, esterioco-
paa.laateraai magicas.cosmnramas, jogos da gloria,
dc damas, de hagatella, quadras com paisageaa
globos de papel pura illi-.minacoes, machinas dft
faxer cafe, espanadores de palhas, laiaajM de veto,
accordSos, carrinhr.s, e outras muitas qdinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de **
dos os brinquedos fahneados em differntes paries
da Europa, para entretimentos das rriancas, !a a pMOM mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da fie-
toria outr'ora Nova o. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
"Acabam de cheear grandes jacturas de botinas
de ber-:rro, de cordavao, de pelica. de duraqne
com fciqueira, de bezerro com botdes, e com tin-
zes a 9^000 (a escolber) por ter vindo grandi
quau: Jade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Baric it
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para seohara.
BOTl.NAS in etas, brancas e de cores. diCeren'.rs
lisas, enteitadas e bordadas.
SAP\TINHOS de phantasia com salto, branc-s,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de trancw.
Para mealnai.
ROTIifAS pretas, brancas e de cores different**,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
.-Ai'ATiS !<; lr;inca portusuezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordaao,
-' BOTINADOS e sapaidsi, de bezerro, de devarm
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Boia3 a Napoleao e a Guilherme, perbrir
meias perneiras para homens, e meias pernerra
para meninos.
No armazem do Vapor Praoeet, a rua do Barao
Ja Victoria n. 7.
Banhos salgados.
Alaga-se uma casa na raa dos Peseasores,
-ifii 2 ;a!a?, I qur.rlos, cozinha fora, torn quin-
tal cm portai para a praia a tratar na trav- >.\
dc S. Jose n. 22.
Alaga-se a sala do priaiiHro andar a rua d">
Duquis de Caxias n. 32, propria para e=:rr-
torio : a tratar na loja.
Offereeese unn ama l)>a cozinh^Ti pa"4
casa de pmca familia, ou homem solteiro da
llanca de s'.ia eoodaeta, poreai nao eoopr;
quem precisar, dtrtja-se ;i Iraveua de S. T :
n. 8.
Alaga-se a luja d.< (obradaa. 1 da rua t
IragSo : tri:a se coin sea pioprietario, a ma '
Hospicio n. 33.
No l.fgo d-> orpo Saiiti, casa u. 13, prt-
cisa-se de uma ama iivro an escrava, que mirj
bem :ozinhar.
CHI ^SIO
No lar^O da matriz de San'..) Antonio n. 3, l.
an Jar, preeisa sc de um quo seja Del, preft
escravo.
Precisa-se
Leilao
Para evitar duvid. s
Pede-se ao lllm. Sr. major Beliarmino do Rego
Barros o ebsequio de declar?r pir e:le jornal
o nome por extenso de um individuo Caetano
que se trata em seu communicado con data de
hoje; pois ha mais pessoas de igual nome, mora-
dores no mesmo districto. Recife, 7 de ootubro
de 1874.
Mais barato que em outra
parte.
Comida par afora, mandando sejlevar as casas
que nao tiverem portador, com asseio e prompti-
dao : trata-se no primeiro andar da rua Nova
n.21.__________________________________
Offereco-se uma mulher para casa de ho-
mem solteiro, que faz todos os services de cozinha
com perfeicao : na rua da Senzalla Velha n. 10
do um ineaiflo para apicoler a arte de enuuer-
nar : na raa Ouque de Caxias n. 37.
io commercio.
0 abaixo assignado faz sciente a quem eOBffei
que dlssolvea amigavelmeute a sociedade que gy-
rava ne^a praca sob a ra;:ao de Alfredo Barrow
& Ferreira, com armazem de molhados, na pr*-
ca do Corpo Santo, ielirando-se o Sr. Alfred >
Barros, pago e sati.teito de todo o seu capital
interesse, ficando todo o activo e passivo a care i
do ex-socio Thomaz Rodrigues Ferreira, a quem
de.'ta data em diante flea pertencendo o dito m>
tabelecimento.
Recifs, 6 de outahro de 1874.
Thomaz Rodrigues Ferreira.
DA
5." parte do sobrado de tres andares edifi-
cado em solo proprio, em a rua do Amo-
rim n. 31
SABBADO 10 DO CORRENTE
A's IO l| horns.
Em o 1.* andar do sobrado da rua do Marquez
de Oiinda n. 37.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima indicados. a 5."
parte do sobrado acima referido, o qual deita a
seganda frente para a raa da moeda, e ren.de an*
Dividas da massa fallida de
Thomaz Fernandes da Cu-
nha & C
Jose dos Santos Oliveira, arrematante das mes-
mas, previne aos devedores da dita massa fallida,
que os que nao pagarem ate 15 do corrente, se-
rao pubucados seus nomes, e entregue a seu pro-
curador para serem cobradas judicial: pagar a
rna Daque de Caxias n. 70.
Attengdo
Pede-se encarecidamente ao Sr. Antonio Tei-
xeira Lopes, despachante da aifandega desta ci-
de, a comparecer a raa do Barao de S. Borja n.
28, padaria a negocio de seu particular interesse.
Alaga-se o armazem n. 35, sito a rua das
Flores, proprio para marcineria on ontro qu-1-
qier estabelecimsnto : a tratar na rua da Uniao
B. 55. j
Roubaram de 30 de setembro para o am^-
nhecer do dia do corrente, arrombando o acou-
gua Ja rua do Rangel n. 35. e conduziram unn
rae'i quo ccninha duss gavetas e dentro das di-
tas tinha varios livros do mesmo negocio, papeis
de importancia. dinheiro e mais objeetos : rcga-so
a pessoa que deseobrir o autor do dito ronbo, di-
rija-se ao mesmo acougue : ou a rua Imperial r.
139, que sera generosaraente gratiQcada.
A' policia de Saulo An-
tonio.
Pede-ie a quem competir que preste in ra-
ils para uun paudega que reuoe-se das 8 li rs*
ate alta noite, no becco dos Portdes (travessa da
rna Bella) que nem s6 muito incommodam a
quem por alii mora, como muito insultam a quem
passa ; desconGa-se qae e ponto de reunilo da
companhia do olho vive os empregados do re-
crutamento alii farao boa colheita. Ha poucos dii<
deu-se alii um franco espancamento em am de1-
les que no mesmo b ceo mora, e acha-se a
morte.
Boa moradia.
Vende-se um excellente sobrado, com uma
casa pequeoa cont'gua, sitas no Poco da Pa-
nella, rua Real n. 30, com bons commodos
para uma familia grande, tendo diversas sa-
las grandes e muitos quartos, {todos com
janellas; quartos para crtados, cocheira,
eslribaria, grande copier, casa de banho
ejardim de cada lado. A casa esta* em
perfeito estado, e e situacSo e a mais fresca
e saudavel possivel :a tratar com a proprie-
tana D. Maria Purcell Raulinson, na mesma
casa.
Escrava
Precisa-se alugar uma escrava de meia idada
para cozinhar, comprar, e servico donestico da
pouca familia : na raa 1* de Marco n. 8, esqaiaa
i
1


Diario dePemambuog Quinta feira 8 de.Outubro de 1874.
'+;
_T5
<*r
mmm particimr
ih d IIoiImb. 48, sobrnifw
Primeiras lettras, portuguez, frnricex, ingW,
di-senbo linear o music*.
Sob a direceau Jo professor llr rmin-i Ro-
drigues )e SiqreiM, funcidnani 'bias aulss
to Ins os -lias utcis.
Uecnb^ Jumnos intornni, rm-io p&iisi.mis-
tas c extr-ruos ; forneue I b < material para
tscrip a Glivrosaos principiaiitos, por pre-
cos muito razoaveis._____________________
Aluga-se a casa terrea da rna do Fogo n.
50, eontendo 3 quartos e de aluguei meosal de
384000 : a tratar na thesonrana das lulerias.
Offjrece se uiua ruulner de idade p.ira aina
de casa de hom j n solteiro, de portas a dentro :
qaem pret :nier, dirija-se a travessa de Bartholo-
men n. A.
Aluga-se a caw da rua do Corone 1 Seara o.
41: a tratrt na mesma rua n. 39.______________
Aff nso Jose de Oliveira, professor jubilado
da caneira de geographia e hisloria do ex Licea
dc:ta cidade, tern denovo aberto, sea eollegio de
lnstrac^ao primaria e secandaria na rua da Im-
peratriz n. 18, onde contlnua a 'receber alumnos
interno*, eiternos e meio-pensiODistas.
Preciaa se alagar a ma prela, pre to ou mole,
be nmarua de Chrlstovao Colombo n.3, t.* aodaro
Desapparecea pil Uganda vez, da casa de
seus senhure.-, no dia 23 de setembro proximo pas-
sado, a escrava de nome Juliana, com o* signaes
segaintes : mnlata acaboclada, rabellos corridos,
costnma tra*-los amarrados, cara larga e com
bastantea eapinhas, narit chain, com falla de den-
ies na frente, cheia do ccrpo, altura regular, idade
25 annos, pouco man ou menos, k-.vou nas orelbas
uns brineo* de latio com pedras brancas, tern as
pernas acinzentadas, levou am chale de merino
branco esiampado, ja velho, on par de sapatos de
tranca. quatro camuas de madapolio, uma dita de
algodao, qnatro vestidos de chita, sendo dons es-
euros e d jus claros, ires lencoes ; algoma desta
roupa levou a no ccrpo e o resto em uma trouxa.
Suppoe-se que a dita escrava esteja acoutada em
algum collogi ne-ta cidade, *isto ter vindo erabar-
cada, do Rio Grande do None, e nao saber e^trada
nenbuma para o centro : roga-se' portanto, a to-
das as autoridades policiaes e aos Srs. capitaes de
campoque en.ontrara dita escrava, de leva-la a
rua Duque 1e Caxias n. 76, amiga do Qaeimado,
que serto generosameote recompensados.________
Cidade de Olinda
Aluga-se a casa terrea com solao, tendo es com-
modos seguintes : 2 salas, 2 quartos, e 1 pequeno
por baixo da escada, casinha fora e um pequeno
quintal com a (rente para a rua do Bom-tim e oi-
tao para o becco das Cortesias, baslante fresca e
perto dos banhos salgados : a tratar no Recife,
rua do Aragao n. 37.___________________
Escravo fugido
Aasentou-se da casa de sua senhora o escravo
Rufino, o qual tem os signaes seguintes : mulato,
representa ter 19 annos, tem alguns pannos no
rcsto, falta de dentes na frente, cabellos crespos,
tamhem tem uma cicatriz na canella da perna es-
querda, provemente de uma ferida, costuma andar
calcado, e e muito regrista : roga-se as autorida-
des policiaes e aos Srs. capitaes de campo de o
apprehenderem e reme.te-lo a travessa das Bar-
reira3 n. 2, que s-erao generosamente recompen-
sados.
0LI1A
Aluga-se um grande sobrado com quintal mu-
rado, cacimba, agua encanada, gaz, e fmcteiras,
' tudo em bom estado, e bastantes comraodos para
qualquer familia. para o passamento da festa, e
banhos salgados; e perto da estaeao do Carmo, no
melhor local desia cdade, no pateo de S. Pedro
Novo n. 6 : a tratar na mesma cidade. no pateo
de S. Pedro Martjr n. 6, ou na Recife, na travessa
de S. Jose n. ii, taverna._____________________
0 allaiale (llaudio
Que fci mestre na loja da Rosa Branca, parti-
C'pa aos seus fregueies que esta na mesma rua da
Imperatri: n. 18, prompto a bem servir aos seus
fregaez3s e sempre por aquelles precinhos que ja
sabem.
o numero e 18.
Da-se diohheiro a juros sob hypotne*.a em
bens de raia, a juros de um e meio por cento :
quem quizer deixe carta feehada nesta ivpogra-
phia com as iniciaes M. R. P.
Negocio importante.
Na rua do Marquez de Olinda n. B8, loja,
precisa-se fallar com os Srs, Francisco Macbado
da Cunha Pedroza e Raymundo da Cunha
dross.
Pe
Alnga-se
o primeiro andar com graodes commodos e sotao
do sobrado sito na rua do Hospicio n. 63, junta-
mente a loja': a tratar na rua do Vigario a. 31.
Aluga-se o primeiro andar da casa da rua
do Torres n. 8, propria para eseriptorio, ou pouca
familia: a tratar no seguudo andar da rua do Mar-
quez de Olinda.
Aluga-se pur anuo ou festa o sobrado de dons
aadans nosQaatro Cantos, em Olinda, com com-
moJos para grsnde familia, agua encanalisada e
cano para despejo, muito fresca, perto do banho e
das estacoes : a tratar na rua da Cniao (Una dos
Ratos) n. 53, delraz do GymnaMo.
Ciinsultorio medico
DO
r. Mnrillo.
RUA DO VIGARIO N. 1, 2.' ANDAR.
Recem-chegado da Europa, onde fre-
qnenton os bospitaes de Paris e Londres,
Sodera ser proenrado a qnalquer hora do
la on da noite para objecto de sna pro-
fissao.
Consnltas das 6 as 8 horas da manna e
io meio dia as dnas horas da tarde.
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S tas e sextas-feiras.
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m mados por escripto at 10 boras da ma-
S nha serao visitados em snas casas
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DE -
b'azendas e artii;os de alta
tiOvidade
M ii i\sso
Itua Primeiro de Mar^o n. 7 A.
BCordelre Nimoe* A c, proprietaries
leste imponante estabelecimento, no lonvavel pro-
prosito de nao desmentirem o coDcciu- que os
eus Bumerosos freguezes Ihes teoi dispensado,
icaham de receber de sua couta o mats nco sqr-
timento de sodas, popelinas, las e arligos de ul-
tima moda em Paris, e continuario a receber
por todos os paquetes daqnella procedeneia ; por
isso chamam a attencio de seus freguezes e os
:onvidam a darem nm passeio ao sen estabeleci-
mento, garantindo-lbes qne encontrario a reali-
iade do qne fica dito, e para prova dao um pe-
lueno resnmo, enjo infallivelmente despertara a
ittencao dos preteadentes.
Mandam fazendas a casa dos freguezes, e dao
imostras mediante penber.
Artlffos de all* novldade e
ultima moda.
Cortes de vestido de linbo gnarnecidos de bico
la mesma fazenda e cdr, trazendo Qvella, bolca,
cinto, etc etc.
Riqnisumos cbapeos para senhora, de cores e
pretos.
Cortes de carabraia brancos com lindos bor-
lados.
r>< de cores com enfeites da mesma fazenda,
nrino, etc. etc.
Capas da la para meninas e senhoras, gnarne-
;idas de arminho.
Ye.-tuarios para baptisado.
Riqnissimas camisas bordadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
Ricas colchas de seda, para casamento.
Cortes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
Sedinbas de delicados padroes.
Setim Macao de todas as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
Velludo preto e damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, li, etc.
Mantis brasileiras.
Capellas e mantas para noiva.
Cambrala de cores, aitas mariposas brancas, de
-.ores, lisas e bordadas.
Flor do bosqne (novidade).
Percalinas de quadros, listras, etc.
Brins delinbo para vestidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas para senhora.
Grande sortimento de camisas de linho Usas e
oordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senhora, meninos
. meninas.
Sortimento de chapeos de sol para horaens e
senhora.
Merina-3 de cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verao, bombazina, can-
to, alpaca, etc. etc.
Atoalbado de linho e algodao para toalhas, e dito
pardo.
Damasco de IS.
Brim de linho branco e de cores.
Setios de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos
Ditos de touquim e ditos do casemira.
Camisas de chita para bomem e ditas de fla-
aella.
Ceronlas de linho e dilas de algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de labyrintho.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana, bordados,
jara bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de U, e ditas de crochet.
Espartilbos lisos e bordados.
Foulard de seda, lindas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Popelinas.
Neste artigo temos ura variadissimo sortimento,
lao so em gosto como em qoalidade.
Las
:ora listras de seda, ditas com pal "nas bordadas,
litas transparentes e de outras muitas qualidadcs.
Lava a
to pellica brancas e de c6res, do verdadeiro fa-
bricate Jouvin.
I'inuimciiic :
;ape'.es para sofa, cadeiras, caroa, enlrada, etc..
:ambraias brancas, chitas do t^das as qual'dades,
nadapolSes, esguiao, brelanhas, bramantes, algo-
15es, collarinhos, punbos, m^ias para homem e
enhora, punhos e collarinhos brancos e de co-
res para senhoras, gravatas para homem e senho-
a, peitcs bordados, lenc.os de linho brancos e de
:ores, ditos de carabraia de 'inho, loalbas, gnar-
lanapos. panno lino, etc., etc.
Loja do I'asso
Rua Primeiro de Marco n. 7 A
antiga Ho Crespo.
E'
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. io, par-
leipa ao belto sexo que acaba de rececer da Eu-
ropa, 11; i complete sortimento de arligos de ulti-
na moda, e como acha desuecessario fazer um
;nfadonho anuuncio, por ja ser bastan'e cenhe-
:ida. c caprichar sempre em ter bons correspen-
lentes, sendo a prmeira que apresenta o que ha
le mais moderno e por precos mui razoaveis, por
isso limita-se a d.eserever somente o seguinte :
Scttaa douradas.
lti<-oH de cores, tanto de seda como do j;nipnre.
fjeques dourados, de madreperola, marfim, tar-
taruga, osso, etc.
taiiiiiiiN de baile.
Preentes. diversos artigos proprios oara pre-
sentes.
eoiinuas e punhos.
Manual para missa, com capa de madreperola,
tartaruga, marrlm, velludo, etc.
Sapaiinlios de setim para baptisado.
camisas bordadas para senhoras.
Lisa* de seda.
Pranjas mosaicas.
tdereeos de tartarnga.
Voltas'de madreperola.
PulseiraS de madreperola.
Ltndas (lores para cabeca.
Boiaai de velludo.
Perfumarlas dos melhores e mais a/amados
fabricantes.
cnapeos de sol para senhoras.
Pitas de velludo de todas as cores e largoras.
Moscas.
Quereis livrar-vos destes malditos insectos? com-
prai nma machina de matar moscas por 3^000
aa Magnolia, a rna Du^ue de Caxia9 n. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. MS, ven-
ae o verdadeiro Vigor de Ayer, qne impede a
;ahida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem sardas e panos quem quer; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. i5, tem para
vender a verdadeira Cnticnleria, que faz desappa-
recer estas manchas em poucos dias.
ADVOGADO
BACHAREL JOAQUIM GUEK DA
SUVA HELLO.
S3 Rna estrelta do Rosario S3
primeiro andar.
m
Macei6.
Bacharel I.ourenro de Albu-
querque
Arfyogado
LRna do Ri^ario nj.
m
ODILON DUARTE k IRMiO
aBELUIREIROS
I'reiniados na exposicao de 1872
KLA

IdPERATIHZ
I.' ANDAR.]
,^-%^-***;\
ML'A-
DA
IM PERATRIZ
s. sa
!. ANDAR.
Acabam de reformar o sen estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
Jictjoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo qup fdr tendente a arte de cabelleiretro.
Faiem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modern issimos, tran?as, cachepeign, tecidos, desenhoa em cabellos, quadros tu-
-nulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabatbo imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acba-se provido do que ba de melhor nos mercados estran-
aeiros, recebe directamente por todos os ?pores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / neno que outro qualquer, garantindo
perfeicJo no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcio e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.____________
J.
Constructor e afinaor de pianos
Rua do lmper dor
Ex-afinador das antigas e sfamadas casas Pleyel & Herz, e antigo direc tordar
ollicioa da casa Alphonse Blondel.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto
sna casa de concertos e aBnacdes de pianos, qualquer que seja o estado do instrumento.
A' mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabricantes de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herze Alphonse Blondel) todos
os pianos sahidos da casa Dhibaut sao garautidos
Coropra se e recebe-se em troca os pianos usados.
ESSENCIA GONCENTtUDA
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOU
Tratamento puramente vegetal verdadeiro puriflcador do sangue. sem merenrio.
A Essencla de Caroba e um remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as molestias Syphiliticas, Bocbaticas k Escrofulosas, Rheumatismo, Empinoens, Dab-
tbos, Ulceras, EacpgoES, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos qne tem pxoduii 'o a Essencla de Caroba, por toda pane
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar eomo um dos medicamen-
tos mais segnros e mais energicos para a cura de todas as molestias de uatureza syphilitica e
boubatica.
A cada frasco aconpanha uma instruera> para a maneira deusar.
Pomada anli-dartrosa
Contra as affecco'e? cutaneas, dartbros, comichSes, etc., etc.
tngiiento de Caroba
Para cura das boubas, ulceras, chagas antigas, etc.. etc.
CNICAMENTE PREPARADO POR
4YS0L IIIMAUS, SOGsiESiORES
BoUca Franccza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
N.5 A.Rua do Barao da Victoria.N. 45 A.
LOJA DE JOIAS
DE
Jl)S JOAOUHi DIAS DO REGO.
Is to sim jA nHo c I :;ic: 0 proprietario deste novn estah lecimrnto n'nriiidn ncm n ineperado eirid.T dos griloa qne
surgem de todos os angulos desta grande cidade, annnnmndo a liquidaijao dos estabelecimentos de joias;
e, receioso de ficar SOSINHO, apezar de bem avaltar as grandes vantagens que neste caso deveria au-
ferir; tomon-ainabalavel rrsolu^aci de QUEIMAR toJas assuasjoias, com o unico fim de eneorporar-
se a grande caravaua, e, com ella, seguir e;n romaria para ......e ?egredo !
A pyra esta ardecte- as vlenmas agnardsm brilhantes o momento do sacrificroso fa/
os saerificadores.
It to posto, espera-se, com justa razao, uma grande concurrencia dus amantes da econ
que n5o devem perder o ensejo de se proverera de objectos taes ; e devero-n'o ainda assim fazes-,
qne depois de todas es?as liqnidacoes, com o novo anno, acabam se as JOIAS desta cidade, e na >
tera publico aonde deltas se possa prover.
A cllas A ellas !
FUJVDICAO DE FERM
I* rua do Barao d > Triont|iho (ma do Rrum) ns. 100 a (04
CARDOSO & IRMAO
A \ IS .\t .his <4>fihorca ic i-iip*nh } mitr 'gririult n?s *> iwMsrfl rts gral qu
.imiiiiu.iin a rwUer U ii^l.vn-,i, 1 'lain-;-, e Aii:'rn.v, (ndm as f.-rragcis t r.iachiiuis ue
eessarias aos estabelovimentos ngricolas, as mais mode nas e melhor obra qoo tem vitdl
10 mercado
Vap0re8 de for^a de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado
UalueiraS de sobresalente para vapores.
MOenaaS lllteiraS e meias moendas, obra como nunca aqai teio.
TakaS ftindidaS e batidas, dos melhores fabneantes a 300 6 150 TS. a
libra
KOdaS Q agua Com cubaje de ferro, fortes e bem acebadaa.
KOGaS dentadaS de todos os umanhos e qualidades.
ElelogiOS e apitX)S para evapors.
OOmOaS de ferro, de repucho.
AJaflOS de diversas qualiiiades.
Formas para as8ucar,grandespqueuas.
Varandas de ferro fundido, frnceiM d dim e bonito. &**.
UOgOeS irancezes parft lenha carvao, ebra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido para ardim.
ireS Qe ierrO para mesa e banco.
Al&Cllina para gelar sgua.
V aiVUlaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas para machinismo.
oanCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
OoncertOS concertam com promptidSo qualquer obra on machine, para o qoe t
sua fabrics bem montada, com grande e bom pessoal.
BnCOmmendaS man^ara v'r P"r encf)mmpnda da Europa, qualquer rachu.Is'r .
para o que se correspondem com nmn rrsruiitavfil rasa de Lonr-rvw
com um dos melhores engenb^iros de Inglaterra ; incumbrra-se do- maiidar asr-star
(itas machinas, e se responsabilisam pelo bom trahalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (ma do Bruim) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO A I R H \ 0.
mm umuw w jwas ate r-
VfiRfilRO mm FUTl'RO
a'a acabar ate (bw*-
Neste important^ estabelecimenM), vender- p*' acabar ale
eiro proximo futuro todas as j.'ias i!e onru, prats a brillutos
klli
PR0DOCT0S de J.-P. LAROZE
Pharmaceutico, 2, rua des Lions-Saint-Paul, Paris.
s
XAROPE DEPURATIVOx
iuriV::.J0DURET0DEP0TASSI0
Remedio mlallivel contra as affccqSes escrophulosas, luberculosas, can-
croaas, rheumaticas, tumores brancos, glandulas no peito, accidontes
syphilitico8 aecundarios e terciarios.
TONICO, MTI-NERVOSO
XAROPE LAROZE u^~*.
Recommendado por todos os medicos para regularizar as funccoes do
estomago e do intealino,
XAROPE FERRUGINOSO^-H'S-ilODURETO de FERRO
O estado llquldo e o melhor meio de inocular o ferro contra as cdres palli-
das, as flores arancaa, as irregufarwaaes e falta de menstruag&o, a
anemia e o rachitismo.
XAROPE SEDATIVO
< caici de
Lannji amarc*, >
BROMURETOdePOTASSIO
^^ law ar w ^ar mtmm aaaijaa ai |'| "------------- ^m m ^r a_ ^r ^r ^r a> ^a>
Chymlcamente puro. E o calmante mais certo contra as affeccdes de corac&o,
das vias digestivas e respiratorias, nas nevralgias, na epilepsia, no hys-
terismo, naa nevroses em geral, na insomnia das crtancas duranfe
0 periodo de dentig&o.
DEPOSITO 6ERAL
NO BRAZIL
Rio-de-Janeire : T. DDPOHCIBLLB t C*.
**W, >hrmaceo iJde
Ws FIOADOS FIIFX'OS OR PACAT.HAO
EtfsS':o8u,cmlr'1 {""' sl ''"'"'e <'"' i;.%-'; .iotiMtehi), LumtteU
g^jHSeQIde tomnr. ?!tr:.'t-u'> !!Ot:ro:a. *
'^j-'jy Kxi;j'n :nr.:.--a [V fa!.Tir3 mt>ji{xo indic4t7 a '*nt /..*'.,;? n Agpsn^a <1e '
^gC C3-"'! f'riiicO ii-; ,.::i : ;. -.'.:,!.
Depwito ecv htr*ri.".
; {iucipMfl pnarmac-ibg.
^Tr^ac^^ij^pvi'
Rua do Labuga N. 5.
Os proprifttnrios desta inliga loja de jnn?, res ilvcudo-se definiti-
vamente hquidsr o sen ostbelecimento; wndoM para aeabar |Hm
assuasjoias '1'ouro, prata e brilhantes com enonre bbatimento Mi
precos, assim como as pm-ommeinlas j4 l'eit>s. que I'orem tbefaMO da
Europa, pelos precos da factura.
liiMiilc Liquid gift
Do Museo de Joias
Rua do Cabuga n.
vendes
reiro proximo luturo todas as joias de onrv, \
existcntes, por prec/is ate hj desconh- cidos, hem assia as rev.
que forem Chngnntoda Europa. P'l" pre^^ das hclufW,
GUAM)*! liuuioacao
TOLENTINO DE GAKVALHO
Rua r?o Cabuga n. 1 c
Tendo resolvido liquidar o sen eMabecimento do jr.ias, dealfi
que desta data em dia t^ os seus precos serao cxtraorduuriamente
redozido, Cnmn nao poder^l haver comfwteMM.
(Jiaude LiquidaeiV*
0 COLLAR rODIO
Rua do Labugdn. S A.
Os donos dests graridt> loja de j"ins.'resolven Io so a li-joidar 0 SCU
estabelecimento ate" |>ri"cipiu do anno proximo futuro, venilem com
grande abstim nto d precos todas as SU'S jo'as de ouro, pr-ta ebri-
lhante como tambem as que for rccebendo dn Europa, polo pn;o
da tabrica.
Grande Liquidacao
iVanool Antonio Goncalvcs
Rua do Cabuga n. 3.
Tendo rezolvido liquidar no meiior tempo p issivel o seu estabe-
lecimento, vende para acsbar tudas as suas joias de oro prata e bri-
lhantes, com enorn e abitim^nto de precos. I a? remessos que fo-
rem chegando da Europa, pelo proco Jas facturas.
FUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM H. 52
(Passando o chafariz)
trucc,4o pessoal pode-se verifir.ar.
ESPECIAL ATTENQAO AO NUMERO E LUCAR DE SUV FUNDICaO
Vapores e rodas d'agua d((S mais m(Wnos systera88 e era maahM wo.
venientes para as diversas cirtumstancias dos senhores proprietarios e para dscarocar
algcdSo.
MOendaS de Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.-
Rodas dentadas para animaes. agua e V8pof.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de aiambiques.
Machinismos
ijOmoaS de patente, garantid
lOClaS aS macninaS e pe^as de que se costuma precisar.
FaZ qualquer COnCertO do machini^o, a preSo mui resumido."
OrmaS ue ierrO tem as mlhores e mais baratas existentes no mercado.
JinCOninienUa8. Incumhe-se de mandsr vir qualquer machinismo i vontade dot
clientes, lembrando-lhns a vsntagem de fszerem as compras por intermedio de peaaos
entendida, e que om quslquer necessidade pode Ihes prestar auxilio.
Arad0S americanuS e instru.nentos agrio las.
RUA DO BRUM N. 52 afc-
PAISSA^DO O CHAFARIZ
; Padeodo to+x
para mandioca e algudao, e para serrar madeira, fser roovidos a mao
I por ajaa, vapor,
*s........ ton aninaes.
^


I>iatio de Fei-naxriDuco ijuinta feiira 8 dt Outubro & 1854
Boa morn dia.
JBejra-je o sitio da estrada de Agua Fria n. 2,
araaioaea^a para numcrosa fair.iha e excellente
ataafeo o riacho Jacare, perto da estacao do ca-
*> de ferro: a iralar na ma Primeiro de Var
V___________m______________
Cura instantaea
feandiosa descoberta 11!
Novidade importantissiraa III
bbo quotidiano de*um calix do superior vinho
KESEROSO qae se vende no 1 andar do sobrado
a 56, .i rua da Cruz, tem a propriedade de subs-
Miir coni grande vantagem e exlraorJinaria eco-
ascaia, os dopwalivos tao apregoados e conheci
Aj jM>r saiga e caroba, etc. 0 raedicamento que
aiassariamos, na) cura todas as roolestias corao
MFwile as panaceias qae sc annunciam, acompa-
afevbs de altestados ; todavia. restabelece imme-
ataaaeale as fergas, e purifica o sangue, sem a
iouBlagem de ser nocivo a sadde.
Banhos e dormida fresca no
Monteiro.
Afcga-se alii duas casas pequenas, tendo cada
M, dsas salas, tres quartos e coziuha a tra-
Ur aa rua Nova, loja n. 7.
Urn novo rival!
fa/a urna cidade tao populosa como a nossa, e
ar e*Tto ia>uftl';ien:.e a existen ia de um uuico
asiafcslecim iiio no genero daqueile qae se deno-
s^ks Conftitaria do Campos.
ET i>;e o motivo porqae acaba de sbrirse a
csocarreocia publica no bairro do Recife a rua
*i> C*3mereio n. 22, uma casa commoda e de
t, sob o titulo de Assemblia do Commercio
o respeitivel pnblico encontnra sempre
ajot precisar, u necessario para :
Via ca-ainento.
Uma soiree.
Um baptisade e
Um ianche.
& iainbem :
Craads variedaie de bebidas linas.
Goaapleto sortimento de doces para embarques.
Sokahos sortidos e fructas de delicado sabor.
Bae-frjas capricbosamente preparadas.
iiaailirt? e Ianche a qualquer bora.
TbrV> com e.-merado aceio, presteza e precos eqni-
Mtatt.
22 Rm do Commercio 22
M 'ii a A I.i :na
Assemble* do Commercio.
ESCH.WO FUIUDO.
?ogio do eogeeho A'alaya, na frcgut'zia de Se-
lafcSem, no anno de 1865, o eseravo Francisco.
nofelo. eom 16 a 18 annos de idade, pouco mais
*5 menos, tltnra < corpo regulares, olhosirasos e
. cor bsirj Mara, cabt-llos boos, denies per-
:, nariz affladoa curio feicao bonii3, sem
barba, muito moderado, poi seecos e bem feitos.
foi do S.r. eominsndador Antonio
; San us I'.i tu il, gaohor doenfenao Cabeca de
^fcyn, comprado ao eurretor Oliveira, moradcr
ao BeJife. ____
Fugio do eugeuho Ajudnte,,na freguezia da
Eseada, no anno de 1872, o eseravo Guilheroie,
.3 sij'.'!.''-.'.- .-eguintes : pardo, com 25 anno?
Se idade, poaeo mais ou menoa, altura e corpo
ires, cabellos cacheados, olhos grandes, rosto
iii bo n alguns signaes de barba, nariz
prkio e am lanto-arqoerda, dtLtes porfeitos ;
sardas pelo resto, e laz movimenlo no
: ij anila, c na occasiio de cumprimcn-
ga na pessoa, le a o cliapeo por cima da
. ra a retagaardp, 6 mnito alegre e diver-
'.'..'. ilia- e que e&teja na ciiladt da I'ara-
on em Nazareth. Por lanto, rcga-se as
. ladea pjliciaes e aos capitacs de campo a
i i dos ditus eseravos e serem entregaes
. >' i r. gmilio Pereira de Arsnjo, do refe-
do qoem terao a paga d) 300^000
i.m. f> B. -O eseravo Goitherme tem
:::. I....iiiz s bra r.ma sobraocelha.
- 0 abaiso assigaado deelara qa1 por procura-
lalada de 2 de de-.nbro do 1873, acha-se
procorador de sua mai L). Cesaria
Nob e de Gnnnao, com poderes para tra-
lodo-i os negoeios, seodo o 2 procnrador,
to mesmo abii.to assignado, o Sr. Joa-
'-. i Ayros, gi>:iro da outorgaote. Reci-
i Jdu onluoro do 187V.
Uaximiao da Silva Gusinao.
i
cravofueido
~ Alugare uma casa tcrr Da roa do* Pe.-ca-
diires', com Jsala?, 3 quartos, cozinha f6ra e quiu-
tal grande, com cacimba : a tratar na trave.-sa de
S. Jose- n 22.
Alnga-se
uma excellente casa terrea em Olinda, pateo de
S. Pedro Novo, com gaz e agua : a tratar com
Marc lino de Sooza Travassos, no Forte do Mat-
tos. j'

m


Antonio de Azevedo Villarouco..
Pelo presenl9 sao convidados os afilhados o afi-
Ih idas de Antonio de Azevedo Villarouco, /alle
cido em Portugal no mez de outubro de 1873, a
apresentarem dentro do prazo de 60 dla', a con-
tar de-ta dtta, a certidao da sea nascimento, em
casa do abaixo assignado, testamenteiro instiiuido
pelo dito fallecido, aflm de qae sejam devidamente
attendidos na partilha a que tem de procederse
com a precisa igaaldade, de aocordo com a d'spo-
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874.Mane el Azevedo de Andrede.
mm-mmm-mmmr
l N. 21, l'2 andares, Cambda
do Carmo.
Manoel Enedino Rego
%'allenca
MEDICO
Consallas das 7 horas da maoba as
9 1)1
Chamados por escrioto.
Especialidades. Doencas dos pul-
moes e do coracio.
mmm-'i
Exmas. noivas.
Chamarros a vossa atuneao para o novo esta-
belecimento que acaba de abrir-se a rua do Com-
mercio. n. 22, denominado ASSEMBLE A DO
COMMERCIO onde se preparam rieas Jjandejas
com grande variedade de boliohos caprichosa-
mente enfeitados, tambem se apromptam boa-
quets.
Assembled do Commercio
Meira & Lima
22 Rua do Commercio 21
Frecisa-se
alagar uma escrava para vender na rua : a tratar
na rua do Cabuga n. 3, 2* andar.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux.
Aberto toda a noite, nos dias de especta-
culo da companhia italiaua.
b1
- :. riai o ansentoa se da rasa de seu senhor no
.;'.' mbro, e lem os signaes seguiutes :
, cor fula, represema ter -i5 annos de idade,
mais u menos, tem algamas sardas ou
rosto, p.'- grandes e calcauharts fo-
nsdedos eneolliidoe, tambem tem uma ci
i I lias proveniente de uma qaeimadu-
nti;. igual mi uma da3 pernas : roga se as
M ri'ladi-s po'iclaes e aos 9rs capitits de campo
, r henderem e reme te lo a rua do Bom
ii^ii~ :. 'in, 1 andar, que serio gecerosamente
asados.
t gre>80 do pateo do Carmo vende-se man
rga iugleza flv>r-a S00 rs. a libra.
;eii^ao
iote a qacm f:i eonliado levar a imagem
: j juir.rna" no pateo do Carmo n. 7,
delevar oimporte no outro dia, e fa
ja um mez e qnatro dias, queira quanto
ii importe e inntamente a toalha, senao
tea seu d irae por extenso.
Yigor do Cabello
DO
Dr. Ayep.
Para a renovacao do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
f) Vigor no Cabeixo e* nma preparacio ao
wean- I ,...i .igradavel, saudavel e efficaz para
'. '..bello. For meio do seu uso o
cabetv inyi, fzrisalbx), e enfraquecido, dentro de
pro ti mpo revolve & cor que lhe i natural e
pur. o ajquire o brilho e a frescura do
oaftcsRa da j n -ntude; o cabello ralo se torna
(&* :i calvicie muitas vezes, posto que nao
- im .os e ncutralizada.
Kao h.i nada que pode reformar o cabello
flapois dge tolliculos estarem destrukios, e as
fgoki.-. caneadds e idas, mais se ainda restarem
%iui:- [>odem ser salvadas e utilizadas pela
a;- ao-do Vigor. Libre de essas substanciaa
i,i'.. 'umam muitas preparacoes de este
arn-Ti> Cam n'l.ivas e destructivas ao cabello, o
Wgir sdinente lhe e beneficial. Em vez de
WBj?.*- o <"ilcllo o o fazer pegajoso, o canserva
i... 'utc, (>',ibel]izandop, impedindo a queda
loni'ir-se ri(;o, e por consequinte previne a
a3v..:ii.
i" i uso da toilette nao ha nada mais a dese-
coiiteixlo oleo nem tintura, nao pode
Escrayos fugidos
Ci ntinnam a estar fugidos desde o anno de
1870, os escravos seguintes : Francisco, crionlo,
com 28 annos de idade, pouco mais oa menos,
altura e corpo regulares, olhos grandes e brancos,
denies ptrfeitos, cabellos carapinhados, uma ci-
.-atriz por cima do olho esquerdo, barba a Cava-
nhac, muito conversador e risonho. Antonio, ca-
bra, com 25' aunos de idade, pouco mais oa me-
nos, alto, secco, o'.hos grandes e vermelhos, ca-
belles um ttnto solto*, ponca barba, di-ntes per-
feitos, pes cumuridos e seccos ; ambos foram com-
pradus ao barao de Nazareth. D^sconGa-se que
os ditos eseravos estao necnltos na comarca de
Pajni do F res, on no Rio de S. Francisco. Ro-
g -se, portaoto, as autaridados policis.es e acs ca-
pitaes de campo a captura dos mesmos escravos,
e screm entregaes a sen seu seuhcr, Emilio Perei-
ra de Ar.mjo, no engenho Ajudante, na fregue-
zia da E.eada. do quem teiao a paga de 300^000
por cada um._______
Massa fallida de Pereira de
M llo & C.
Os credores podem receber o primeiro dividen-
do de 20 por cento, apresentando os titulos para
sert-m annotados : a rua do Commercio n. 34, 2
aniar.
Paulo Rulina Maria da Conceico io-
nics, Francisco de Paula Gomes
(ausente), Joao Bapiista de Mello
Cones (ausente), Jose Rufioo Cli-
maco da Silva, pedem aos amigos e
pessoas que entretini ao relacoes de
amizade com seu fallecido marido,
pai, padrasto, lio e soeio, Paulo Jose Gomes, o ca-
ridoso obsequio deassistirem as missas que no tri-
gesimo dia do seu passamento, 8 do corrente, man-
dam resar em lencao do descanco eterno do mes-
mo Qnado, na igreja dos religiosos carmehta9, pelas
7 boras da manna do referiJo dia, -que por tao
assignaladas provas de consideracao, ficarSo eter-
namente gratos
" '-''",- -> Tm/aatmmmBszsiS}
Unjor Hnrcelino .lost- Lopes,
D. Altina Poppe da Silva Lopes,
filhos e nora, mandam rezar mis-
sas no dia 9 do corrente, as 7 ho-
ras da manha, no convento da
Gloria, pelo primeiro anniversario
do passamento do seu mui presado
esposo, pai e sogro jnajor Marce-
lioo Jose Lopes; e para assistirem a este acto re-
ligioso. convidam aos seus parentes e amigosr;
ficando Ihes desde ja eternamente gratos.
quin
Luso-brasileira.
Paulo Jose Comes.
A d.rectoria des:a associacao manda na ,
tafeira 8 do corrente, as 7 1|2 haras da manha,
e no convento do Carmo. rezar uma missa de re-
ouiem, por alma do consocio Paulo Jose Gomes,
fallecido era Portugal. Convida a todos os Srs.
socio?, e a familia e mais parentes do fallecido
a assistirem a este acto de religiao e caridade,
pelo que se confessa summaraeute grata.
Rodrigues da Costa,
'." spcretario.

CapeUas morluarias.
Porto & Bastos, a praca da Indepeadescia u.
39. acabam de receber pelo alimo vapor, lindis-
simas capellas morluarias com diversas inscrip-
joes propiias para tumulos e catocuraoas, as
qnaos vndem por precis mnito modipo.
torn.
D. Maria Tranquilina
Cubral.
Jose Luciano Cabral, sua molher e sens fiMrod,
convidam a todos os seus parentes a amigos para
assistirem a missa do settmo dia, qe tem tTese?
celebrada por ajma do, sua mai presada a {a}lef
clda fiiba Maria Tranqailina dos Santos c^braf
qae tera lugar na igi-ja de S, Pe.dro, no dja
do corrente, pelas 7 hora* da manlba, >or gu)o>
obsequio se cenfessam desde jj etefnamente
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ALUGA-SE
uma grande casa terrea com bastantes commodos
siia na cstrada do Lucas : a tratar na na do Vi-
gario'n. 31.____________
a -m m- l Precisa se alugar uma es-
/% II /% crava para andar na raa : a
X^-AT-M. xm. tratar na rua do Cabuga n. 3,
segando'andar.
Precisa-se de uma ama qae saiba cozinhar ;
na rua do Vjgarh n. 19.
.\luga-se
o 3* andar dp sobrado da rua do Vigario n. S> com
grandes e bans commodos para familia, e agua
potavel : a tratar no annazem da travessa do Cor-
po Santo o. 25.
Alnga-se uma taia tm 0*inda, ao mais fcelld
local, no pateo de S. J'edfco-Novo, onde passava a
festa o coronet Vilella : a tratar no Corredor do
Rispon.73. ________^^^
M0FINA
Estd encouracado!!!
Agua mole em itecura dura
Tanto da ate qite a fura.
Roga-se ao Mm. Sr. Ignacio Vieira de Mali
esurivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rna Duque de Caxias n. 36, a con-
jinir aqoelle negociq qpe S. $. se comprogieiteu k
reahsar, pela terceira chamada deste jornal, em
tins dedezambro da 1871, e depois para Janeiro,
passon a;fevereiro e abril fle 1872, e nada cumprio;
por este motivo e de. novo ehamado para d
Am, peis S. S. seideve tercbrar que> esM neg^oei
de mais de oito annos, a qnando o Sr., -seu Qlho
achava nesta cidade.
^fl^.%^
= Precisa-se do uma ama para cuidar em uma
crianca : a rua do Marquez de Oliodi n. 56, 1.
andar.
Precisa-ge de nma ama, para casa de ho-
mem solteiro que queira sujeitar-se ir para fora
da eidade : a tratar na rua do Iraperador, loja de
louca n. 57.
Offerece se um homem para caixeiro de en-
.genho, fora oa dentro da proviacia, o qaal enten-
dendo de diversas arte.-, obrlga-se a faier todo e
qualquer eoneerto que o roesmo peasa precisar, a
excepcao do que for de fundicio ; conserta taxas,
lorneia moendas. e faz maneiros os engenbos que
por sua mai collocacao forem pesados, e oulras
mnitas oliras qae se dira ao pretendente : a* tra-
tar na rua das (^ino Pontas n. 144.
Precisa-se de uma senhora de idade, para
tomar conta de nma casa de um homem viuvo,
com dous filhos : a tratar no caes do Ramos n.
28, prensa de algodao, das 9 h ras da manha as
2 da (arde.
Ama
Precisa-so de uma ama para
cazinhar : na fabrica a vapor
de cigarros, a raa larga do Ro-
saria n. 21.
AMA
Para comprar e cozinhar
a tratar a raa Nova n. 11
loja.
Catharina fugio.
Ho dia 28 de agosto proximo passado, ausen-
toti-se esta escrava, a qual tem os signaes segnin-
tes : estara baixa, rosto redondo, Cor preta, pes
peqnenos, costnmava vendor leite, anda seinpre
com nm cacete que lhe serve de arrimo por sof-
frer de rheamatismo, ja e idosa e de nagao Cam-
bin fa : quem e encontrar, pegue-a e leve-a ao sltio
do Cafundo, estrada de Joao de Barros. que sera
gralifleado.
O Monte Lima
tem us> completo sqrtimento de galSo e franja de
ouro e prata, verdadairo, de todas as largaras,
abotoadaras dooradas para oCQciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e .qualquer lardamento, como seja : bonets,
(alias, pastas, eipadas dragooas, charlateiras, ban-
das, abotoadnras lisas e donradas, para criado
etc.; assim como am completo sortimepto de
raajas, galao falso para ornament i. cordao de U
com borla para qnadros e espelbos (eouforrae o
gosto da encommenda) tudo" pur muito menos
prego que em outra qualquer parte : na prara da
Independencia n. 17, junto a loia do Sr. Arantes.
Alnga-se o armazem di sobradj da raa D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazendas
por ser muito espagoso e reedillrado, ou para
qualquer estibelecimemo : a tratar na ma de Do
mingos Jose M rtins n.48, antipa .-ieuzal- >elha.
E. A. DEL0LCHE )
Urfiu do 83arquez de OliiMla-24
Esquina do beeco Largo
Participa a seus freguezes e amigos qae madon
o soa estabelecimento de relojoeTo para a mesma
raa n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios do
algibeira, de todas as qtfalida ,es, patente snisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
Sos de onro, inglez, descuberto, dos melhores
bricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
detodes as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
C
ft vr**
Aluga-se ou vende-se uma grande casa terrea,
em Olinda, propria para grande familia ; tem gaz
e agua encanada, sita a rua do Aljube n. 31 : a
tratar na rua da Imperatriz n. 86, 1. andar.
Rua do Hospicio n. 28
Aluca-se a casa terrea a rua do Hospicio n. 28 :
rua Duqne de Caxias n. 54 t* andar.
Eseravo fugido.
Fugio do engenho Ajudante, na fregnezia da
E eseravo Martioho, de cor preta, coin 22 annos
de idade, pouco mais ou menos, altura e corpo
regulares, olhos grandes e brinnos, com principio
de barba, dentes prft?itos, cabellos carapinhados,
pes grosos e compridos; anda nm pouco decli
nado para frente, com a vista firaiada para <
ohao; e muito cantador e official de carreiro.
Desconfia-se que o dito eseravo esta occulto em
terras do engenho Para, ua freguezia de Ipojuca,
pelo qne, incorrera nas penas da lei, quem o liver
occulti. Roga se as autoridades policiaes e aos
capitaes de campo a captura do dito eseravo, e
ser entregue a seu tenhor, Emilio Pereira de
Araujo, no referido cngonho, de quem terao
a paga de 503000.___________
Aluga-se o 2 andar e sotao do sobrado
da rua doRangel n. 73, todoreconstruido e
asseiado, com bastantes comm )dos, escada
independente do l. andar, e bem assim o
quintal ; sendo muito fresco e com excel-
leute vista para a nova praca do mercado :
para veras caaves, estao no estabelecimen-
to de molhados do mesmo predio, e para
tratar na tbesouraria das loterias com Anto-
tonio Jose Rodrigues de Souza (seu pro-
prietary.)
Governaute
Precisa>se de nma senhora para governar e di
rigir os servicos de uma casa de familia, e que
entenda bem de costuras e de cortar veatidos : a
tratar na praca do uorpo Santo n. 17, I1 andar
das 9 horas da manha as i da nrde, ou na rua
Daque de Caxias n. 81, 2J andar, entrada pela
praca de Pedro II, anligo largo do Collegio, de
manha ate as 8 horas, ou das 5 da t.arde as 7 da
noite.
Aluga-se o 1 andar do sobrado da rua da
C ncordia n. 34, pint-d), com 6 quartos, 2 boas
salas e cozinha fora : a tratar no 2* andar do
mesmo.
Deciaracao
AttexiQao
Madan a Albuquerque .&
Irma.
Rua 1." de Marco d.,14, 1. andar.
Teem a salisfa^ao de avisar as Exmas. Srs.,
que recebem por todos os vapores, figurinos, oa
quaes estao patentes para todas aquellas que qui-
zerem vestir-se com gosto. Sendo seus trabalhos
perfeitos e mais baratos do que era outra parte.
14 Rua do Crespo 14
Alnga-se o armazem de recolher, do sobra-
do da raa dos Burgos n. 11, por detr z da rua do
Vigario : a tratar com Jose Peliciano Nazareth,
rua da Praia n. 20.
Escrava fugida
Ausentou se no dia 28 de setembro, da casa do
seu senhor, a escrava Veronica, com os signaes
seguintes : crioula, idade 23 an- os, pouco mais
oa menos, baixa e choia do corpo, -oWios vesg>,
cara redohda, dentes limados, orelha direita maior
e ma s gross a do que a esquerda, pescogo curio,
anda ligeirae inelwiada an puaeo para:frept; nao
encarabem as pessoas em quanto fella; 6%MmH
ladina, levon am vestido de eheta lara com floras
pretas, eom dons wafcados, e Bma'tromra com' nu-
tro vestido de chiia r6xa ; foi comprala ao Sr. Ma-
noel Carroll e e bastante conhfdda no Recife. Sup-
poe-se que dita escrava -estapeontada on algnm
callogy: roga se, porratjto. aiddas as autoridades
polici^ea e aos Srs.-'eapltaes d campo qd emwn-
trarem dlta escrava, de leva-la a rua da Impera-
triz n. 1", que serao generdsamente recompen
sados.
Juan Buson declsra para conhecimento do pu-
bli o, que nunca teve negocio com o Sr. Paulo
Fernandcs de Hello Guimaraes e nem autorisoa a
pessoa alguma a comprar fazentas em seu nome,
por conseguiute foi iodevidamente considerado
como devedoradita casa. -A pessoa que lhe com-
prou foi um seu jerapregado, cuja quantia de rs.
32060, que appareceu noJornul do Recife n. 207,
de 14 do mez passado, ja linha sido paga em 6 de
jullio de 187}, corao podera v.-nlicar a pe pessoas que tenhara arremalado dita massa.
Na estrada de Joao do Barros confronte a
capellinha, aluga-se o grande sition. 21, com mil
palmos de frenle e 2 e tanto de fundo ; uma ex-
cellente casa com 4 grandes salas, 8 quartos, co
zinha fora e quarto separado para despensa, um
grande terraco sobre coluranas e gradearaenlo de
ferro, estribaria para 4 cavallos, casas para cria-
d s e eu'ravos, 2 cacimbus com excellente agua
para beber e lavar roupa, boa c^sa de campo,
grande numerode arvoredos de diversas qualida-
des de fructas: quem pretender, dirija-se ao mes-
mo sitio, das 6 as 8 da manha ou das 3 i[2 da tar-
de era diante.
eOMPRAS.
ATTENCAO
Preeisa-se comprar 4
portas de louro de 10 pal-
mos de altura: nesta typo-
graphia se dira.
Vr:WPftS.
LEIS PROVINCIALS.
Veodetse no i. andar desta typographia,
em mao do administrado, Colleecfoes de
Leis Provinciaes a 500 rs. o exemplar de.
cada anno. ____________ .
PARA LUTO
Vende-se chius inglezas pretas com piotas a
200 rs. o.covado, dita franceza moito fina, tanto lisas
como com pinlas de 320 rs. para cima ; cantao
preto a800 rs. e muito tfno a 1,000 rs.; bomba-
zinas, prineezas e alpacas de todos os precos;
lazinbas pretas lisas de 400 ate 500 rs.; assim
como uma grande porcao de reialhos tanto de
chitas pretas como de las, qae se veodem por
precos baratissimos ; tarabem uma graude porcao
le chales preto* de las a 1,000 rs. por estarem nm
pouco russos : a rua da imperatriz n. 0, de Fe-
lix Pereira da Silva.
Para concertar meias
A NOVA ESI'EKAN'CA, a rua Duque de Caxia-
n. 63, recehen desta necessaria linha.
Vende-se
no estado em que se acha o sitio no lugar do Re-
medio n. 18, freguezia dos Afogadosj em chaos
proprios, com 349 palmos de frente e 658 de fun-
do, com caimba e tanqae para banhos, estando
a casa em rnina?, tendo alguns arvoredos de
fructo, e a frente para o rio ; os pretendentes di-
rijara se a seu proprietario na rua de S. Francisco
desta cidade n. 10.
Vende-se um sitio na povoacao de Afogados,
sito a rua do Motocobmbo, com 1 casas na fren-
te e uma no centro, todo murado e plantado,
terrnno proprio : a tratar na travessa da matriz
de Santo Antonio n. 14, sobralo.
Gorgurao
0 barateiro, j rua Prlmeire do Marco n. 1, esta
vendendo cortes de gorgurao preto para colletes a
2$000, fazenda que serapre custou IS ; a elles,
antes que se acabe : confronte ao arco de Santo
Antonio.
W Wa 1 19 B"S Si< o sitio juato a igre-
ja de S. Jos6 do Mangu nho, com casa de vivenda
issobradada e outras acoramodaqdes, t'jdo mura-
do, com duas frentes >ervilas por portao de ferro,
dando para a rua d\ Amizade e para a do Man-
guinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
largnra e 354 de fundo ; e a casa nv.de 52 palmos
de fnmte e 84 de fundo. A situacao e a melbor
possivel para morada, e quem quizer ediGcar, tera
bastante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tem a'gumas planlacSes de gozo e re-
creio, havendo bastante agua fornecida por duas
cacimbas, uma das qcaes c nova. A entender-se
com o Sr. Dr. Witruvio quem o pretender.
Vende-se um bora terreno no Caminho No-
vo, hoje rua do Conde da B >a Vista, com 100 pal-
aios de frenta e 400 de fundo, so fallando mu-
rar um lado, com bastantes arvoredos de fructo
e prepiio para se vdilicar am bom predio : a tra-
tar no me*mo lugar, s lio n. t20, ou na rua da
Cruz n. U.
Cortes bardados.
VeBde-se cortes de cambraia, bordados, bran
cos e de cores, pelo baratissimo prego de 5 nm, fazenda que muitos vendem a lOi, e gran-
de pechincha ; \ elles antes que se aeabem : a
rua do Crespo n. 25, loja doDeseogano, junto a
loja da esquina.
Vende-ee
uma easa na viNa da Barrtirw, aa rua dn Com
mereio, por preco modico : a tratar eom Tauc
Irmios & C
Bazar das Familia?.
ReiseJSilva & Goimaraes, proprietaries desta
mui importante loja, sita a roa do Duque de Ca-
xias n. 60 A, esqnina da estreita do Bosario, oo
intuito do satisfazerem sens fregneies, esiio re-
solvidos a vender por menos 50 por cento do qn*
emontra qualquer parte ; pelo qae poem a ditpo
si;io do respeitavel pnblico, e especialmente do
bello sexo, as seguintes fazendas eom os respacli-
vos precos:
Riqnissimas nalonezas de gorgurao preto, rica
mente enfeiladas, pelo diminute preco de 38#0C(
cada nma.
Lindissimas popelinas, padroes inteiramente no-
vos, que vendemos polo diminato preco de 2^2CC
o covado.
P. pelinas de differente? gostos, inteiramente no
vidade qae vendenjos pelo preco-de J#600 o e-
vadu ; e baratissimo.
Popelinas de liabo com listras, fazeada inteira
mente nova, qne se vende por.480 ct. e covado ;
moito Lara to I
Lindissimas alpacas, gastos oowt, nwke lar
gas, que vendemos pelo preco de. 1*000 o covado
Lindas alpacas pretas com'l istras braocas, mu
to largas, que veadenios pelo dimiaiito preco da
U000 o covado.
Setim branco maeao, ftzenda mnito superior, a
.2*000 o covadp. |
liiquissioas: cajxinhas com e- pel ho, cadaeai-
xinha contenao uma iuzia de lencos, pelos nreec;
segointes : 5*5u0, 64000, 6*500 e 7|000.
Riquissimas caixinhas.de madeira enfeiladas, ca-
da caixinha contendo nma dnzia-de meias para
sen horas, pelo preco de 5*t>00 e 6>000.
Lencos braces, fazenda mnito superior a 2#0C(
a dpz'ia.
Lindissimas eambraias brancas bordadas eom
lisfras de crochet, fazenda inteiramente nova
l| 100 o metro.
Riqnissimas saias bordadas para senhoras, a
64000 ama.
I'm completo sortimento de lazinhas de core-
fazenda muilo bpa a '200 e 360 rs b eovado.
Riquissimos pannos de crochet, tanto para pre-
sentes corao para cadeiras de guarnicao de salas
a 14500 um.
Dra completo sqrtimento de ajpacas de cores
a EOO rs. 0 covado.
Cambraia tapada, Victoria, n. 26 a 74000 a
peca.
Cambraias bordadas com pal mas de cores, a 10'
r3. 0 covado.
Cambraias transparentes mnito finas, a 64 e 74
a peca.
Cambraias transparentes Nanssae, a 44OOO a
peca.
Cm completo sortimento de meias de cores para
homem, a 84OOO a duzia.
Ditas brancas em caixinhas, a 64500.
Ditas ditas de 44C00, 44500, 54000, 54500
64000.
Toaihas felpuJas muito enconadas, a G400 64500 a duzia.
Ditas alcochoadas imitando linho, a 54500 a
duzia.
Graiiadinas com listras assetinadas, a 800 rs
ccvado.
Merino r,reto francez, ^fazenda mnito boa, :i4
0 covado.
Cirtes de casemira, gostos novos, a 44500 i
54000 0 corte.
Bramante de linhD, quatro larguras, a 24300 1
vara.
Dito de algodao com 10 palmos de largura. a
1,5100 a vara
Dito de dito tran?ado, de quatro larger^ 1
15600 a vara.
Madapolao franc??, madraste a 648OO a per--
Dito superior lrahcoz, a 6&80O a peca.
Dito inglez, maravilha, a 54000 idem.
Dito, elephant c, a 44600 idem.
Um completo sortimenso de chitas esenras e Cla-
ras pelos seguintes precos : 280, 300, 3i0, 360
400 rs. 0 c vado.
Um grande sortimento da chales de merino as-
tampados com listras de seda, a 34200, 44500
34500 e 64OOO.
Ditos pretos lisos, a 24000;um.
Urn completo sortimento de algodao, de 34800
44000,4j200 e 54500 a pefa.
Assim como outras fazendas que nao mencio-
namos os precos e qae se vendem muito barat'.
Reis e Silva & Goimaraes,
Cerram quanto anus a grande pechincha I
So no Bazar das Familia-.
Rua Duque de Caxias n. 60 A. ____
' buiio
As almofadas bordadas de la matlsadas que re-
cebea a Nova Eaperanca, a rua Duque dt
Caxia- ""
a taverna sita a rua
muito afreguezada :
Rosa rio 0. 40.
3o Barao da Victoria n. 61.
a tratar na rua estreita do
Aluga-se 0 lerceiro andar do sobrado sito a
rua estreita do iio.-aru a. 31: a tratar no arma-
zem do mesmo.
Grande liquidagao para aca-
i)ar, na rua do Livramen-
ton.iiO.
A03 cinco mil chapeos, sendo de seda, feltro,
merino, alpaca, panno, castor, brjm e palha, de
gostas rauitir roofdehjiis e de hndis imas cores.
Alem dlsto'temos
Popelina de seda. Us 'de todas as qualidades e
por.'bacatisgiroo preco -, e outras fazendas de boas
qualidades e razoavol preco : na loja de fazendas
de Uraa. Coutinho & C.
Mugabe
0 predio da rua do Bario-de 8. Borhvn. 18; antiga
PP
Jo Sebo, com commodos para grande. (a
u-n.1.) agua e gaz enrboariiis, graiide (
*r nu-smo o mais alvo lenyo de cambraia; plantado, com portao que dtita paca a
no cabello, ljie da uui lustre luzurioso, '
.-rfame moito agradavel.
r..foin ir a cor da barba, e^ necessario
>po de qae com o cabello, porem se pod*,
.. i-ffeiro, envolvendo a b,atba de noito,
i.-iK.u mothado no Vigor.
!ai bem-
iho : para var ach*"6- mewaa sal
para tratar em Olinda, ladeira,da, S6 n^ p\ ~*r
CHRPAEADO POB
AYEB CA^ Lowell, Has*,
I^sta^ps TJnidos,
mctico* e Anntyticot,
l>K SB POR
Actioes, eutr amfeo*
Oe om lalrgio de 00*0, de 15 msfenda para a uK tteria doIefSrraS ^2^ Pr0Pr,e,ar,0> no
cite, 7 de outubro da .H. ,T^ F"fr\ yma ca9a"___________________,
Iran
Recife. _
Precisa-sa de ama ama >\ae seja boa cozi-
nbeira 1 na rua do Imperad r, n, 27, V andar.
Prrciaa sede arrMmleirae ra uma negra~aTe
<6 annos. -me sejam eacravus : na raa do Sebo au.
eron. 33. ^
Aluga-se uma casa terrea, erande, com si'tfo,
no Mondego^B.Tts eom agaa dp r>e|5eribe : a tra-
tar na rna da Crat n. 31, 1.* andar.
Por 300$
Traspassa-ae k>ia da rua da Iroperairiz n. i8,
com armacao, tree catadielros-a gaz e DMts%en>-
Xeilorias.para commodo de familia, ou de caixei-
ros ; pe|o prejo serve.
PE!iHEU-SE
nm dedal dapuro com as iniciaes M. F. C. S., na
esqoina da rua da Uniao, opposta a estacio da
linha f-.rrea de Olinda. Conhecendose a pessoa
que 0 achou ou ddle noder dar noticia, garante-
se-lno ama gratiflcacao se 6 re&tituir a quem 0
perdeu, na rua da Flonmlina n. 6.
Aluga se a casa n 34, na Capunga, rua da
Venture ; 0 tf andar da casa n 3, rua da Peoha ;
0 paviraento terreo da casa n. 41, rua do Raogel:
"' 2* andar desta ul
t oga
LIQUIDACAO
NA
Loja de fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miudas mnito boas para ronpa de
meninas a 160 e 200 rs. o covado.
La pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores linas a 320 e 360 rs. o covado
So se vend i.
Ditas com listras abcrlas, fazenda fina, a 6C0 n.
covado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Metins de cores nvudas a 280 rs. o covado.
Cretones, o melhor que tem vindo ao mercado a
400 e 440 rs. o covado.
Cambraias brancas, bordadas abertas, fazend..
mais Una que tem vindo ao mercado, e fazenda
de 24000 o metro, por 14000 a vara ; pe-
chincha.
Di'.as pretas com flores miudas a 200 rs. o covad,.
Cambraia transparente, fina, a 34 a peca.
Dita Victoria, fina, a 42000 a peca.
Organdy de assento branco e de cores, ccm flo
res miudas de seda e de la, a 400 rs. o covado
E' pechincha.
Cortes de casemira de cores modernas a 54500 u
corte ; e fazenda de 84. E' pechincha.
Camisas de linho finas, lisas, a 354 a duzia, e fa
zenda de obi
Vende-se um grande fy*> de ferro, olra fella
de encommenda, peb raals habit artiila da cidade
do, Porto, tem todos-os aieH>oramept"S economiccs
para ga^tar pa*co Ci'mbustivei, nerve para lenba
ou cok ; sahio ha p. vende se por ter sahi4o com prapor;5es muito sn-
pertores a|uellasique ga ama' eaea de Camilla.
K' proprio para e.-tahelenneot-.s piiM, ho*pitaes,
isternatiis ou .graiiiie hotel, tem deposito d'agua,
fornsa, guarda-eemntas, etc., <-tc. t para ver, so
etfes do-Apollo n. 47, armarem deYannha, e para
tratar, na rua de Amerim p. W, _________
Na rua de Marquez de Herval n. 166, pred-
"" sa*e de uma pws-^ ascrava uu forra para com-
pr r e vender na rua.
Cortes de cambraia
Na loia do Pavao vende-se cortes de cambrak.
transparente com babades largos, tanto brancos
como de cores, por baratos precos, por terem al-
gum pequeno defeito : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira da Silva.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra.
Pregnl?a,
e Patricia.
X Fii, ,esma cidade de Maraaragaap. S^AZ^XlS, 24 &SX* .
74 a peca.
Algodao T, largo e superior, a 54 a peca.
Gorgurao preto de seda para vestido e para coUeu
a 34 o covado
Toalnas alcochoadas a 44500 a duzia.
Colcbas grandes a 34500 uma.
Cobertas de ganga, forradaa, a 34.
Lencoes de bramante a 24 um.
Lencos de linho, abainhados e em caixinhas
34500 a duzia.
Ditos de caca de cores abainhados a 34500 a du-
zia
E outros muitos artigos qae se vende por me
nos do qae outra qualquer aarte e para se des
So na lorem queirami mandar ver as amosiras.
enganaja de
Gniiherme k C.
.sso lrraaos 4 C.
Yejam e adinirem.
A 500 ra. o covado.
0 baratniro da rua da Imperatriz n. 60,
vende popelirras pretas com listras asseti-
nadas pelo baratissimo preco de 500 rs. o
covado. para acabar.
Lustres, candieirose
arandelias.
A empreza do gaz, tendo recebido ultimamente
ama qaanlidade de lustres, candieiros, arandelias,
globos etc. etc., todo obra de gosto e de primeira
qaalidade ; acha se em posicio de supprtr a seas
freguezes, por precos men.res do que aotigamen
te. Para verem as amostras, dirijam-se a rua do
Imperador n. 31._______________________
Moradia
Traspassa-se uma boa easa eom bastantes com-
modos para grande familia, e em mnito boa rua, a
quem pagar algumas bemfeitorias : a tratar na
raa de Matbias de Albuquerque n. 15.
Aos estudanws de prepara-
iorios
No collegio de Santo Amaro, a rua do Hospicio
n. 10, comeca a funceionar a aula de rhetorica
para os alumnos externos, do dia 15 de outubro
em diante. O professor in-pira assa< conflanca.
Todos os seus discipulos do anno passado fizeram
exame e foram approvadosi
Atteitito
Tinge-se com a maior perfeigao e polo systema
mais moderno, todas as cores, por precos mode
rados : quem quizer dirija-se ao pateo do Terco
n.17.______________________________________
Aluga-se por prec;o razoavel uraa casa na
povoacao do Caxanga : a tratar na rua do mpe-
rador, livraria Universal, n. 54.
A 500 rs. o covado
Na loja do Pavian Tende-se liztohag japonezas
de cores muilo modernas pelo baratissimo preco
de 800 rs. o covado, pare aeabar; notando-se que
e fatenda qae jsmais se vendeu por menos de
dnis-erurados ; ja haipooeas : a raa da Imperatriz
n. 60, loja do Pav*A, d fwlix Pt-fpire da Silva.
-- 111! I ii
Lazinhas
a 100 e 200
Rua do
o covado
do.
Junto a* ktja da Magnolia.
K' muito barattt I
Grande sortimento de lazinhas de listras e da,
quadrinhos a chineza, proprias para vestidos
pp|o diminato prec/j do 100 rs e 200 rs. o oora-.
do. Sfi o 43. P5o-s amostras com penhor.
Armando
Vende-se uma de amarello envernisada e toda
ebvidracada, e diversos caixithos, propria para
qualquer negocio: na raa do Cofonel Suassuna n.
IS, loja qae foi de ourives, tudo sere vecdido
muito barato : ^^^^
Para o fabrico de ebap^os
A NOVA ESPERANCA recebeao araraa proprio
p.ra armacSo de chapeos. ____________
' Vende-se duas casas $s. 1 e 3,. sitas tra-
vflssa do caes da Detencap. acabadas do, proximo,
contendo cada uma salas 2 quartos, eontma
fora, quintal e caqimba: a tratar narua da Praia
n. 28._____________________________
C6rteft de casemira
0 Desenaanp esja v^odandfl corses de caseojira
" diminato prep)
se aoabem: na
i esqu na.
Gresdenwples
Veode,w grosdaaaple preto, fazenda mojto ina,
e qua sempre se vendea por 34500 o oavado, a
^



gat?o5-


Oiario de Pernambueo Qamta feira 8 V
/

i
O DE8ENOAN0
Ruu Priiueira dc Marco 11. 95,
Junto a loja da (*s Oe propr etarlbs deste estabeleefmento teem re-
wli* venderem suas farcsdas par p-ei;os muito
MWWidop, (como abaixo- verso) para apurarein
dmheiro :
Meting
Vende-e metios de lindos padrSes, a 280 e 300
rets o covado. Dao-se ameslras com penhor.
Ganabraiw *
Vende-se eambraiaa transpareutes, de J*et)0,
3*000 e 3*500 a peja, e a Vietoija a 3*500, i*.
i*300 e 3*00 a paca. *
Alpacas preaaa
Vende-sa alpacas preias e muito Hoes de 500 a
600 rej9. o covado, K' grande pechineha.
MadapnlOw
Com pequeno defeito a 4*000 peca, dito lira.
K'J^SV ,D^ei a tww ***. 6*0
**w &. oaraiiagiaio. AlgodaosiBho marca T
largo e fino de 4*000 a 4*500 a peca. E' par*
* ft s claras e e3curas,) a 260, 280 300 e
320 ras o covado, ditas roxas mbfadas, a 200 reis
o covado. Cretones escuros e de bonitos padrdes a
3oOrei o covado, l.ansjnbaa de lindos padroes,
JrL- eovado Cambraia* de cores a 240 e
280 reis o covado. Aprovej;em antes que se
acabem.
Irlanda
Vende-se esta fazenda muito propria para vesti-
dos de senheras pelo dimmuto preco de 600 rs.
o covado.
Brim branco
Vende-se brioi branco de algodao, a 320 rs. o
covado. E'grande pecbineba.
<-ase de srda
Vende-se esta fazenda de lindos padroes, a
1*906 o covado, faienda one seropre se vendeu
a 2*500 o covado, Aproveitem.
Sobrecasapaa a iS e 15ooo
Vende-se sobrecasacos de panuo fmu pelo bara-
lissimo preco de 12* e 15* caJa um ; 6 grande
pechmcha : a erles antes que se acabem. Caroi-
aisiphas com punhos e conariohos, para senhora
pelo dtminuto preco de 2* cade. ama. Meias para
senhora, fazenda motto liua e um rlcas caixinhas,
pelo fcarato pre?" de 6* a duzia. Aproveitem.
Colchas a el ama m radar i
Vende-se celctta* adamascaias fcraneas ecomj
barra de cores, maito fraodes, pelo toaratiss'moj
preco de 4* cada uroa, fazenda quo seropre se
vendou por 7* uma. A ellas antes ^tje acabem,
E outras muitas fazendas que se torea enfadonhn'
rneacional-as, que se o freguez vendo, podera
certificar-se, e por issoas proprietaries convidam
a todasvas pessoas a faserem uma visita a senes-
tabelecimento afim de convencerem-se da verdade.
RjJA WHMBIRO DE MARCO N. 25.
*
Grande liquidate) de fazendas
-
N. 7 2.Rua da Imp era t riz N. 7 2
DE
Mendes Guimaraes & lrmaos.
Tendo os proprietaries deste estabelecimento resolvido diminuir o grande deposito de fa-
zendas, ontenderam fazer esta grande liquidacio, como se vd dos precos abaixo mencionados :
Brim de cores a 400 rets
Chiias largas a 160, 200 e 280 reis.
Vende-se chiias francezas e Unas a 120,280 e 320
o covado.
Laiiahas a 120 reis. ..
Vende-se lazinhas para vestidos a 120, 240, 320 e
400 reis o covado.
Cbitas para cobertas a 280 reis.
Vendesa cbitas para cobertas a 280e 360 reis o
covado.
Alpacas de cores a 640 reis.
Vende-se alpacas de cores, Qnas, para vestidos de
senhoras, a 640 reis o covado.
Metim de cOres a 320 r6k
Vende-se metim de cdres para vestidos de senho-
ras, a 320 reis o covado.
Cassas flnat a 280 reis.
Vende-se cassas francezas. finas a 280, 320 e 360
reis o covado.
Cambraia Victoria a 3*000
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 3*,
3*500 e 4*000 a peg..
Cambraia transparente a 2 e 3*000."!
Vcnde-se pecas de cambraia transparent a 3*,
3*500,4* e 8*.
Cortinados a 14*000.
bordados para camas a 14*'
Vende-se cortinados
16* e 18*.
Ganga amarella a 400 reis.
Vende-se ganga amarella para vestidus de senho-
ras e roupa parameninos. a 400 r6is o covado.
Vende se brim, pardo e de cores para ca'cas e
400 reis o covado.
Toa.lbas para rosto a 700 reis.
Vende-se toalhas de linho para rosto a 700 e 800
H\a cada uma.
Chales de Ii a 640 reis.
Vende-se cbles de la de quadros a 640 reis, cha-
les do metim a 1*160 reis, cbales de merino
o'VilJ1 /' e cha,e3 de merino estampados, a
J*oOO, 4* e 5*.
_ Aberturas a 2^009.
Vende-se aberturas de linbo bordadas, para ca-
roisas. a 2* e 3*500. Ditas de alsodao a 200 e
400 reis.
Cortes de casemira a 5*000.
N e?.'JeJ2?l"\ de easemiras Unas para ealcas a
5*, o*500 e 6*
Cortes de brim a 1*400.
Vende se cortes de brim de cores a 1*100. Dilos
de brim de Angola a 1*O0 e 2*500.
Cobertas a 2*000
Vende se cobertas de cbitas de cores a 2*.
Colchas a 2*0CO.
Vende-se colchas de fustao para cama a 2*. 3* e
4*.
Paletots a 3,000 rs.
- ^S}Ae'ie Paletn^ d alpaca preu a 3, 3,60
o.OOO rs, ;'calgas de casemira pretaje de cote
leies de casemira preu e de cores, e ontra's
las roupas feitas baratas e fazendas a'ue est
qliidando no Bazar Nacional, a rua da Ira
Irizn. 73,
Safett parritta
Muito novae grossa.
Vende--se por b&rato preco, em porcao ou a re-
talho : na raa larga do R"sario n. 34.
''----------1-!----1----!------a-------------------1 I li
Espartilhos.
Ma ktjncfc) Pevao, vende-se espartilhos
klos mats modernos a 3J>500 e 45000 cada
um ; assim coma bonitos cintos com lac<)s
de settm a 39000, e sedinhas lavradas com
toquft de mofo a 19000 0 covado : a* r.ua
da Impera^rir n. 60, de Felix pereira da
Silva.
E' economjeo.
Graxa glycerioa propria par* a conservacao do
cordovao; vende a NOVA ESPBRANCA, a rua Du-
que de Caxias n. 63.
O baraleiro!
Fustao.
Grande liquida^ao.
de miudezas e chapeos: no novo Bazar, rua do
tUrqam da Olipda n. 53._______
CHEGARAM
as desejadas lazinhas a 200
rs. o covado.
Ba do Queiraado, a, 43.
(Jefronte da loja de chapeos da PracinhaJ
OL'zinbas a imitagio de seda com riquissimos
padroes a 200 rs. o covado. So o 43. Dao-se
amostras. Venham antes que e acabem,
12 Raa do Cabuga 12
LIQUIDAaO
de joias de ouro, prata e* pedras preciosas.
ear* de let.
Lorrentes do afitimo goslo, a oitava
Alfioetes para perolas
Idem idem idem esmearladas
Idem idem idem robins
flelogios de prata bem dourados, de Relogios para senhora, de oaro, de 40* a
Ricos aderecos com pedras finas com
50 0,0 de abate.
Bonitas pulseiras do ultimo gosto coa
50 0(0 de abate.
Brincos de phanlasia dos mats bonitos
que tem vindo ao merca-'o, de 15* a
Voltas com um bonito lajo, por menos
do que se venda em outra parte.
Bonitas cacoletas, taoto para.eenhora
como para bomem.
Anneis de diversoa fellios, de 2* a
Pulseiras de-eobra de coral por500,0
* de abate.
Tendo o proprleiario desteestateJeeimento reee-
bido uma graDde porcao de joias dos ultimos gos-
'.os de Parts, e por precos.ja resumidos, partteipa
a todos os seus fregaezes, bem como ao respeita-
vel publico, que se acia sempre prompto a servir
com toda a exaciidao como costuma; certos de
que paaaara um recibo, pelo qual fica responsabi
luzdo peia transaccio.
5*900
55*00
60*000
65*6 0
30*000
80*080
60*000
10*000
Lustres e arandelas de vidro
para gaz
Na gratide exposicio da rua do Imperador n.
35, junto *o escriptorio da compaotiia do gaz, ven-
dem se os majs bonitos e modernos lustres e aran
delas dp vidro para gaz, a>sim como tudo o mais
que se torna necessano para esse fim, sendo tudo
dos metoores fabricantes que ha na Inglaterra. Os
precos sao mais baratos do que em outra qaalquer
parte, ecimeato mandar assentar os lustres ou arande-
las no lugar que oompradorquizer, sem que para
isso pogue alguma cousa. Tambem se cempra ou
troca-se lustres -e arandelas ja usadas, mas que
estejam em estadp de poder servir.
Asunieas verdadeiras
Bicnas hamburgueEas qne vem a este marcaao
na isia do Maranex de ulinda *'. 51
Gal de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Goipo
Santa n. 17, i* aoaar, esoriptorjo de Joaquim o-
origies Tavares de Mello.
Salauie k [yon
A I*Sa a libra
So na Assemblea do Commercio n. 22, ma do
Coroinercio, Meira k Li ma,
A 120 rs. o covado.
Narua da Imperatriz n.40, vende-se para aca-
bar uma grande qoantidade de las, restos dedt-
versos sortimeetos, desde 120 rs. ate-300 rs..; no-
Undo-se que, queudo havia sortimenios comple-
tes, se vendiam a 1*280 e 1*600 o covado, ha,
grande varitdade em padroes, os que primejro
chegarem melhor pechincha farao, a-eHa a rua de
Imperatriz n. 60.
Aproveitem
0 PARIS N'AMEBICA, a rua Duque de Caxias
n. 59, prtmeiro andar, esta vendendo calcado pelos
seguinu s precos:
Botinas de duraque para senhora a 8.500 reis.
Ditas de dito preto a 4,000 row.
Ditas de dito com botoes ao lado, a 4,000 reis.
Ditas gaspeadas, cauo alto, para senbora, a
5^000 re's.
Ditas de pellica, ingleza, a 4,000 reis.
Ditas de. duraque bordado, para senbora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Em quanto e tempo
aproveitem.
E' muito baralo!
Popelinas do seda, fazenda inteiramente nova
a 1*000 o covado : so no Bazar das Familias, a
rua do utique de Caxias n. 60 A, de Reis e Silva
4 Gaimaraes.
Wilson Rowe 4 L. vendem no seu armaua
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panoo de algodao azul amencan
Excellente fio de vela.
Cognac de i* qqalidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades
Salsa-parrilha do Pard
Tem para vender Antonio Lulz de Olivelra Aze.
vedo, oo seu escriptorio, a rua do Bom Jesus no-
mero57.
Alpacas de cdres.
Alpacas de cores, finas, com listras, largura
de chrta franceza, a 360 rs o covado, e fazenda
de |* .- so na rua, do Crespo o. ?0, loja de Gui-
Inerme 4; C.
Aos nervosos
A NOVA ESPERANgA acaha de receber aquel-
tes mtlagrosos anneis electricos, cura infallivel dot
Dflrvosos._______
Chapeos para senhora.
A loja da Passo, a rua Pritneiro de Marco n.
7 A, lecebeu am rico sortraiento. de chapeos
raesna horas, pretos e de cores.
Fustao branco para roupa de meninos a 600 rs.
o covado; e peehincha : na rua do Crespo n.
20, loja do Guilheerm & C._________
Vende-se uma escrava nwga e de bonita
figura, sabe eozinhar e engomroar com perfeijao
e semdefeitos: a.tfatar na rua do Marqoez de
Olinda n. 57, outr'ora rua da Cadeia, no oserip-
tono dos Srs. Parente Vianna & C, com Jose
Antonio da Silva Guimaraes, ou na villa do Ca-
bo, rua do General Victorino n. 21.
VENDE-SE
-Na.rua dp Vigarie u 19, vende-se o seguinta :
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, eugarrafado, ftnissimo, em cal-
xas de duzia.
Dito dito em, barjis e ancoretas.
Vinho Sherry, jhgiez em.oajxas de duzia.
Vinho Collares em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.
Najoj* do Pavao vende-se madapoloes france
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis,
ditomuin flno com 12 jardas a 3,000 e 3,500 ; as-
sim como um grande so'rtimento de madapoloes
inglezes de 4,500-ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
perairiz p. 60, de Kelix Pereira da Silva.
Colphas para camas
Na loja,do Pavio vende-se colchas de.fustap
j brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de chita e do cretone.de 2,500
para craa e ditas de metim escarlate forradas com
rnadapolao a 5,000 : a rua da Imperatriz. n. 60,
de Fein Pereira de Silva._________
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANQA vende papel de linho
proprio para cigarros. de diversas largoras.
Ceroulas e camieas.
Na loja do Pvao, vende-se ceroulas fran-
.cezas de todos os tamanhos para homem a
1J&600, e ditas de linho a 2JW0, 20500 e
35000.
Camisas-brancas com peitos, de algodao,
fazonda fina e por estarem um poucoen-
xovalhadas a 20,5000 a duzia, ou a 1^800
cada uma, ditas com pejto de esguifio de
linho a39000. e S500 cada uma, dilas
com peitos c punhos de cor a 29000 e
j&SOO: rf rua da Imperatriz n. 60, de Fe-
lts Pereira da Silva.
Vende-se
* rQa Vigarlo n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto eugarrafado, em barris e era
ancoretas.
Can em velas, de Lisboa, superior qualidade.
Retroz do Porto.
Clmento Portland, legitimo
Bramante para lenc6es
a Um 2^000 e 2#500
Na loja do Pavio vende-se superior bramanta
para lencoes, com 10 palmos de Inrgura, que ape-
au precisa de 1 vara 1/4 para ora lencol, sendo
de algydao a 1,00 rs. a vara, dito mais eu-
corpado a 2,000 rs., dito de linbo puro a 2,500 e
2,800 rs.; assim como atoalhados superiores, tan
to de linbo como de algodao, porprecos muito em
eonu, e pecas de algodiozinho para lencoes e toa-
lhas, tendo de 4,000 rs. para cima : a rua da Im-
peratrii n. 60, de Felix Perejra da Silva._______
Camisas.
Camisas francezas brancas de algodao flno com
frtzo de cdr a 2*000 uma, em duzia a 23*000;
6 pecbincha : na rua do Crespo n. 20 loja do Gui-
Inerme & C
i'echincha
Odilon Duarte & Irraao receberam pelo ultimo !
vapor um grande e variado sortimento de coques j
de cabello humano, o que ha de mais moderno, e
vende-se pelo baratissimo preco de 10* cada um ; I
a elles, ant-s que se acabem.
Laazinhas baratas.
Na loja doPavao, para liqoidar, vende-se
uma poicSo de laazinhas de cores para
vestidos, tendo de 320 rs. para cima ; as-
sim como ditas com listras de seda muito
bonitas a 640 rs. o covado ; alpacas de cd-
res com listras de seda de 640 rs. para
cima : a rua da Imperatriz n. 60, de Felix
Pereira da Silva,
E' com as noivas
A NOVA ESPERANQA, rua Duque de Caxias n.
36, acaba de receber boa* meias de seda propriai
pera noivas, e os apreciaveis rages de larangeira
Cartes de casemira.
Corte3 de casemiras finas, gostos modernos, a
5*500 o eorte ; a elles antes que se acabem, e
pechmcha: na rua do Crespo n. 20. loja de
Guilherme & C.
Him do Amoriin n.
Presunlos inglezes para fiambre.
Queijos londrinos.
Ostras em latas.
Ovas de bacalbao em latas.
Lagostas em latas.
Azei'onas hespanholas em frascos.
Azeitonas francezas em frascos.
Saucissas de Oxford em latas.
Velas de cera branca de Lisboa.
37.
Organdy.
Vende-se a taverna.ila rua da Ponte Velha
j a. 1, becrafreguezada e com pequenos fuados : a
I tratar na mesma.
Organdy de acento branco e de cor, com Bo-
res rmartns e listras de seda e de 12 a 400 rs o
covado, e fazenda de 1*, ee pecbincha : so na
rua do Crespo n. 20, loja de Guilherme A C
Cortes decasimira a 4$, 5^
e 6^000.
Na loja do Pavio, vende-se cortes de ca-
semira para calea a 49, o e 64000, ditos
Riuito fin >sde uma s6 c6r com listras ao la-
do, fHzenda que sempre se vendeu a 99 e
102000, liquida-se a 6^000 para acabar:
& rua da Imperatriz n, 60, de Felix. Pereira
da Silva.
Cortinados para camas
Na loja, do Rvo vesde se um grande sortimen-
to de ^ortipados bordados proprias para, camas e
japellas, pelo barato pre^.o de 8, 9 e 10,000 rs. o
par, assim como colchas de damasco para camas
de noiva a 10 e 12,000 reis-e' pecbincha : a
run d> toperatriz r q, ue Felix Pereira da
Silva.
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda) ; a Magnolia..i rua Clique de Caxias n. 45
e so quern tem.
Vacca tourina
Vende-se uma vacca tourina, parida de dias,
com cria femea: a ver e tratar, na cocheira de
Jose Aranha, em Olinda.
Leile puro.
Vende-se leite puro de vacca tourina que
pode ser tirado na presenca do comprador, das 6
as 7 horas da manba : narua de Hospicio n. 33.
Papi
j&\, inamai.
Como. ?o lifldas as Uonecas de cera que eba-
mam papaj, mamii, chorara, andam, etc. So na
Magnolia a rna Duqae de Caxias n. 43.
Gaiolas,, gaiolag.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de ararne de lindissimog modelos,
proprias para paataros ; a ell is anfes que se aca-
bem.
tmilia lrmaos C.
j^j Verde superior em quiotos.
sss Figueira superior em quintos e decimos s,
g Porto fino em quintos, decimos e caixas G3
.S Porto flno. Gravatinba ami. ST
^r Porto, para paslo, em decimos. sr*
as
34Rua da Madre de Deus34
os
Guindaste.
A'mar de Marc.on.1
cmtinua vendendo soas fazendas com *)/*_
do qne em outra qualqnrr parte, a sabet ;
Amazonas, recebemos esta nov^ razesda, rtm
bonitos riesenhos e cores Wxu. propria panfcav-
IbS, passeiq, etc., etc., e venderoos fOO n -
vado.
Baptis'as, (emos bom sortimento d>>sta ft.
com bens gostos. nara 300 e 360 rs. o cicada,
pre enstaram 400 rs.
Panama, desta fazenda teirus graadf porcfa-
por querermos dispor del a com preMeza,
mos por 440 rs. o covado.
Cretones francezes, escnros e claros. ooo
tos desenhos a 300, 360, 400 e 440 ; se aqot
Popelinas, teroos grande sortimento deau
da, maito lindos gostos, e vendem** a I* a
do, sempre cu-ton 1*600 ; quem deixaca de
pr&r T por certo ningucm.
Chitas claras eesenras a 240, 260, 280 e 308 as.
o covado ; e barato, aproveitem.
Cambraia Victoria com 8 l|2 vans i ]JJW
peca.
Dita iransparente, muito fina, para 4*000, If a
6*000
Madapoldes para diversas pecas a 4*509 eSf -
dito francez a ti.
Bramante de linho, duas largnras, a i* a van
so e barato ; a elle, a elle.
Brins de Angola, com bons gostos' e core* *"\
proprios para roupa de meninos, a 50u rt.o-
vado.
Brim pardo trancad >, fino, a 400 r. o c<
Esguiio de linho e algodao, -mm 7 j
3*500 a peca ; sempre cu-tou 4*500.
Toalbas felpudas a fi* e 6*500 a dozia ; tetmn
custaram 8*.
Chapeos de sol de alpaca para senhora a 2*. *
barato I
Chapeos de sol de seda para senhor*, raboa *
osso, a 3*500.
Ditos para homem (paragon) 8*5(0, dedatan
c6res a 9*.
Ditos de alpaca a.-'!*oOO.
Ditos de mi rino a 4*500.
Botinss para senhora a 4*500 e 5*"00 ; p-
chincha I
Casemiras de cores a 3*400 o covado; seaqm
enstou 4*5t.'0; a eilas, a elUs I
Camisas de eretone, francezas, supcric'es.
2*500 ; qne liodfcs gostos !
I.em.'os de linho, abauhados, em caixiofaa, a
3* a duzia.
Ditos de dito muito fin-s a 4*500 a duzia s a
baraleiro. Sio tines.
Meias para hoxem a 3*500, d.tas finas a 5# a
duzia III
Colchas alcochoadas a 3*.
Grosdenapits de cores v^rde, cor a* roa, .-
carnado e edf de cravo a 900 rs., I* e !*20V *
covado ; so aqui.
Selecia a 30* a pe<;a com 25 varas, poreta w
Atoalhado para toalhas de mesa a I AW a
vara.
Brim br-nc\ exposicio n. 5, a 2* a vara, boa fazenda.
Grande sortimento de lazinhas, e de g<*t.~ b-
. vos, a 140, 160 e 200 r. ltd so na tealriN
Brilhantina branca a 400 rs. o coaSuo e sie..
Ao baraleiro, ao baraleiro 1
Alera destes, oalros muitos ar igos, qn >;i;
mencionamjs, mas que vendetnos por lioMMe*
precos. Confronte ao arco de Santo Anton* a
contrareis soriimenio. _____
urn para \miis"
Vende se linho liso e arrendado, lind' ? p1r>-
a 400 rs. o covado, faienda esta qne sempre v.-
de-ise a 1* ; venham a elles antes nu<- ac aca-
bem : na I ja do Passo, rua Primeiro dc Marpt c
7 A, antiga do Crespo.___________
Liquidaojio deroup^i feita
Na loja do Pavao limida se uma grande ^r-
rao de roupa para homens e meninos,corno s^sl
l ealcas de casemiras preias e de cores, para tudoa
, os precos e qualidades ; ditas de brim de X v
; gola para differentes precos ; diUs de briafe
j cores, pardos e brancos; paletots laccos. casaa-t
! e fraks de panno preto a de casemiras de core*
: coleles de todas as quahdas, j-or precos bva-
I tissimos, assim ccmo grande porcao de canjsas a
i ceroulas por menos 3 0|q do seu vatot sj fara
acabar : a rua da Imperatriz n. 60, de teiix IV-
eirada Silva.

Sardinhas
Recebeu o Baliza, de conta prooria, uma grande
porcio de sardinhas, as quaes vende por BjaOfl o
barnl, eontendo 1,300 sardinhas. A ellas ante3
que seae2bem 1 I
Para senhoras
Como sao liodas e raodernas as gravatinhas qne
a Magnolia, a, rna Duque de. Caxias n. 45, acaba
de receber I
Sedinhas & 1^500 o cov.do.
. Venham antes que se acabem : na loja do Passe
a rua !. de Marco n^ 7 A.
\ende se um guindaste a vapor para 5 tonela-
aas, de systema movel, com a carreta para ser
collocado, e 24 jardas de trilhos de ferro de 60
libras por jarda, dos fabricantes Alex Chapelin &
U. de Glasgow : na rua do Vigario n. 19 es-
enptorio de Thomaz de Aquino.
Casemiras
Atteiifilo.
0 Baliza tem uma grande porcao de milho que
vende cada sacco pelo diminuto preco de 3c500.
Chocolate hespanhol
muito fino, tem para vender na Assemblea do
Commercio, Meir? Lima, rua do Commercio nu-
roero 22.
Na loja do Pavao vende-se um grande .< rurua.
to de casemiras de cores c roescladas, taot.i darw
como escaras, proprias para calca ; paletots e de-
letes por precos muiti barato*. aaaiti coaao tc
mesmo estabekcimentos se manda laxer quatajaor
obra tendente a alfaiale, com a maior prest**
por precos muito razoaveis: a rua da lmnn-
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Aos \ icninos
A NOVA ESPERANCA, a rua Daqor- de Caiiac
n. 63, acaba de receber um bom aortnMalB de 5-
nas bonecas que fallam, que riem '1 1 chorac
, tambem as tem mudas e surdas ou ;urdas-randas '
venham ver se nac s terdade.
K-". PREMS. NS. PREMS.
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DOS HBMQg DA H. PARTEMSLOTERUS CONCRDmAS POR I.EI PROVINtIAl N. w. A MWI P. aHBJZ DO Wff) D^ raoJU. EXTRMIDA PM n. 0lTOBRO PE 18,4
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NS.
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}\
83
91



m***
^m
8
Jiario de Peroambuod -~ Quinta feira 8 de Outubro de 1874.
ASSEMBLE* CERAL
SENADO.
PISCORSO PI'.OIERIDO PfcLO Sit. VI9C0NDK DO
KIOBftANOO, PESl'OEyTB DO CONSELHO, NA
S ESS Art DE Si DE JL'LHO DE 1874.
(r.oniitiua^a j. )
0 Sr. Zacarias : Ma* psra qua sdmen-
tc o ensino publico official ?
0 Sn. Visconde dj Rio Branco (presi
dente do conselho) :0 projecto, portan
to, nio impede quo ale aos 18annos se pis
sa estate1 en qualquer escola ou Cl>IIgio
r .:n'ular. Os quo ate esia idade nao to
imam concluido os seus estudos, do duas
uma : ou os ndo complelaram, porque nao
lhcs consagrarsra a applicagao precisa : ou
destinam se 6 instrucgio superior, o pode-
rJo ir completar os sous estudos nos estabe-
lecimentos publics.
0 Sr. Nabcco : Naochpgam para todos.
0 Sr. Zacarias da um aparte.
OSr.Visconde do Rio iJranco (presi-
dent* do conselho) :-Ka jd disse que, s-
podesse aceitar a emeu la do uobre senador
sem annullar -o project?, sem abrir uma
pona a abusos itievitaveis, eu o faria.
0 Sr. Zacarias:Entio risque este fa
vor dado aos est ;belecimcntos officials.
0 Sr Visconde do Rio Braxo (presi-
dent do conselh>) : -Antes isso. 0 uobre
senador pela proviun'a d.i Bihia ainda cei
sileir, a scglilr urn principio, que nio re- enunciou neste sentido a primeira vez que
put* o melhor. fallou ; a elle nio repugnaria adoptar a
0 Sr. Nabuco : Pois a Frauca adoptou a jva base proposta pelos illustres oradores
arligo especial attendendo a isto ; mas a da opposiclo, 83 fosse aceita por todos ; eu,
Fran;a 6 mais valente do que n6s. j porem, nio aceito essa baso, porque nio a
0 Sr. Viscondk do Rio Branco ( presi- julgo exacta.
dente do conselho) :Nioo por sermos 0 Sr. Zacarias : Logo, eslamo* com
mais valentes, nao diga isso, que V. Exc. o Sr. minislro da g lerra.
estd obrigado a defender a coustituigao do' 0 Sr. Viscoxoe do Rio Branco (presi-
Imporio. jdenle do conselho) : Seria adoptar dous
0 Sr. Nauuco: -E'o que eslou fazondo. j principios oppostos.
U Sr Visconde do Rio Braxco (presi-* 0 nobre minislro da guerra talvez tenba
deuh do eonselho): Nio: o remedio que mais modo do que eu. Entendo que o
V. Exc. da, nao evita o conflicto no alista- buso se apparecer, pole ser corrigido de
monto da guarda nacion.il, nio o evita no outro modo, e que nio devemos estabelecer
que sn preleode qu -nto & arrecadacio e li- na lei duas bases que repugnara uma com a
quidacao de beraucas, e em outros casos, outra. A base verJadeira e a do alistamen-
em que se torua effctivo algum dever do to, pela qual votarei.
cidadfi-j brasiloiro ; o supposto conflicto nio' (Continia.J
torn sua causa sdmente uaquelli bypotbese, i
pd ie surgir em outras ; ou havemos de'
abaulonar o principio constitucional, ou to-1
mos de defendel-o apezar desta dilliculla-
lie. Nao nos trsga, pois, o nobre senador.
urn argumento dessa natureza para effoito j DRAMA MARPTIMO.-No 1." de setem-
tao grave como o de alterar o ponto de bro am rebocador ioglez anstou o navi,
part.da do alistamento militar. grego 5ocrafcf em estado de abandono e
Sr. preside creio quo quantc> roe era ,eta peouria# Foi atracado e encon-
possivel j. respond, ao nobre senador pela lrou|^ toda a tripolagao meio mom de ee-
Blb.a,aquemp,gom.ldesculpas,sealgu-!COrbul0- Compunha-se de sete bomens, e
sd dous marinbeiros podiam com grande
custo levantar-se e responder algumas per-
MIEDADE
ODIO E.NTRANUADO.-O Dr. Kobn en-, bengala,
trou em casa.de urn cabelleireiro em Paris
para se barbear.
0 official nas mios de quern elle cabio,
fez-lhe uma pequeni arranbadura, e o dou-
tou censurou o.
0 rapaz enganando-sa com o accento
alsaciano do frrguez, apoJou-o de prus-
siano.
Nio Sju prussiano, sou francez, e a-
qui eslao as provas I exclamou Mr. Kobn
mostrando a flta verraelhi quo I no adornava
o peito.
Uma fita de Legiao de Honra I tu rou-
baste-a entio, prussiano I oxclamou o ra-
paz atirando-se a Mr. Kohu que se dufendeu
couforme p6de, gritando por soccorro.
Um policia, attrabido pelo barulbo, acu-
dio e livrou o doutor das niaos do seu auta-
gonisU. >..,'
0 cabelleireiro, por qaeixa do aggredido,
foi preso a disposigio do coramissario de
policia.
entra a dar d^sapiedadamente foi conduzir o-resto
na mulber. Os visinbos attrahid-js pelos gfM.
gritos da infeliz, correm em seu soccorro, e
tiram-n'a quasi sem vida das mios Jo po-
bre louco, que foi levado para Bicetre, onde
acaba de fillocer depois de cinco aiinos de
tratamento sem resultado.
das coosaa para a sua
ma vi-z fui imperlinente, se combati propo-
siQo?s que nio fossatn as suas, ou so de al-
gum modo faltei a consideraijio que me
surou quo nao sc admittisse a exc^pcS > dos u>loPrazo em tributar-lhe.
casados. Disse S. E\c. : So e pela ra-
zio de que aos 18 annos a maior parte d<
slist.sdos estarao tin condigoes de solteiros,
teams os om tiiiis em um alistamento e
que podcm aer chamados annos depois ;
pcf/j'ie estes nao serio exceptuados, sees
liverjm naquella outra condi^o ?
Sr. presidente, a condicio de casado ni-j
6 fin parte nenbuma motivo bastante para
isengio do recrutamento. Se esta condicio
devesseforcosameute isentar do recrutamen-
to, entio fora preciso adoptar uma disposi
rao prohibiudo que a; pracss de pret sea-
sas?ara ; mas nos vemos quy < lias se cesam,
r,ao nbstante a sua vida militar.
E como adrnitlir que a s 18 annos a re
gra gi-rnl seja quo os individuos eslejam na
con ligSo de casados ? Tor um ou outro
inc'ividuo nao e possivel estabelecer uma
exTepgao, que as proprias prayas do ex^r
cito sio as primeiras a mostrar qve nao e
justificavcl.
Quanto aos oiniltidos ou refractarios, se
esse estado vil naoe razao indeclinavel de
isen';ao, nao deem encoutrar na lei tao po-
rig.'So incentivo.
O Sr. Naboco :Pode haver omittido
quo nio Scja refractario.
0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dents do conselho : 0 projecto, attenden-
do neste ponto ao interesse das familias,
contem alguma isein,des novase muitobene-
ficas.
0 nobre senador fez ainda umi observa-
.80, que nao e exacta, coiibatendo a idea
dos 18 annos. S. Exc. disse-uos : Quern
volta do exertito, voln sem nada ter apren-
dido ; no exercito nao se adquire instrac$lo
util, L' a idade quedomina 0 nobre se
nair; S. Exc julga do exercito brasileiro
polo seu estado actual. Mas 0 projecto t n-
dejustamente a r-genorar 0 exercito brasi
leiro, collocando-o em outras coodigdes ; e
entio, Sr presidente, nao havemos deter
s6mente escol*s regimentaes de primeiras
]cr8S ; poderi haver mais alguma instruc-
c5o. Se me nio engano, em outros tempos,
em alg-ins dos corpos do exercito, ensiua-
va-si mais que ler, escrever 0 t-ontar ; en-
sinava se ate algebra e {,'eometria.
0 Sr. Figceira. DE Mello : Nos corpos
de -Ttilheria, nao em todos.
0 Sr. Visconde doRioBrancj (presi-
dente do conselho } : Organise-se 0 exer-
cito sobre as bases deste projecto, e sua ins-
trncCio, mesmo a regimental, poderd ser
ra.iis '^esenvolvida ; entio tolas as suas pre-
yes terao nao s6 maior cullura intellectual,
mas tambem os habitos do trabalho, de or-
dem e discipline, que sao preciosos na vida
do bomem.
0 iiobro senador observou-nos ainda que
a idade de dezoito annos p6do traz^r o pe-
rigo de conflictos internicionaes ; alludio ao
desaccordo das duas legislates brasileira e
franceza, quanto a nacionalidado dos ftlbos
de eatrangoiros.
Para fngirmos & dilficuldade que 0 nobre
senalor aponta seria preciso adopur a idade
maior de 21 am os.
M is essa diflinuldade ja" a encontr.imos
no nistamtnto da guirda nacional, e nio
ponso que t-lla deva fqrear 0 legislador bra-
S6 me falti enuneisr meu juizo sobre a
in n la que indica como base dos contin-
geutes a populacA 1 nacional Hvre,
Eu, Sr. presidente, nio julgo coavenien-
te essa emeu la. Quando fallei...
0 >r. Figueika de Mello :0 Sr. minis-
lro da guerra dlZ o contrario.
U Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dents do conselho) :Entio V. Exc. o que
quer que eu faci ? Nao quer que ma-
nifesto iwu juizo T Por que ja" me po3 por
haute o Sr. m.nistro da guerra ?
0 Sr. Zacarias :Que esti doante.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :Elle esti do accordo
comigo...
0 Sr. Zacarias da um apirte.
0 Sr. Visconde do Ri j-Branco (presi-
dente do conselho) :N6s precisamos de
algumas dis.josieoes novas no regimento da
caa. Le-se um docuoceuto, interrompe-se
logo a Ieitura ; comeca-se uma ora^io, ata-
Iha se logo.
0 Sr. Nabcco :V. Exc. faz o mesmo.
0 Sr. Visc"Nde do Bio-Branco (presi-
d'-nte do conselho) :Facoo mesmo? Eu,
pelo meuos, espero a occasiio da pausa do
orador para lbe dirigir algum aparte ; nun-
ca Ihe trunco as proposiijois, deixaedo suas
paUvras sem sentido.
0 Sr. Zacarias : Hontem queria por
forca qu-i ou comecasse a Ieitura do aviso
palo fim
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conselho) :Mas vamos & emenda.
Nio julgo coiivi-nimte esta base. Quan-
do fallei durante a 2a discussio, eu a com-
bati.
A base rational e que os contingentes se-
jam proporcionados d popula^ao recrutavel,
e a populacao recrutavel e a que se apura
pelo alistamento Adoptar a base da popu-
lacio livre para a sub livisao pelos distric-
tos de caia provinnia, nio me parece acer-
tado ; fdra adoptar dous principios oppos-
tos. pelo receio de um abuso. Ora, se
abuso pode dar-se no alistamento, entio
procuremos cercar de mais garantias essa
qualifieacSo.
0 Sr. Figueira de Mello : Esta e uma
dellas.
0 Sit. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Se a experiencia nos
de.oonstrar que o alistamento nio offerece
bastaute garantia, se dio houver meio de
torna-lo por outro meio eificaz, entio vote-
mos uma provid-ncia neste sentido ou em
outro quo tenda ao mesmo fim. Mas desde
jd por em duvila o processo do alistanon-
to, que a lei estab lece, e, por mero receio
de abuso, adoptar um principio quo nao 6
juEto e d serepa d outra base, nio creio
que seja 10 bom couselho. Nio e justa,
Sr. presidente, a baso que combato, porque
uma populaeao pole ser mais numerosa do
que outra e ter meuos gente recrutavel.
0 Sr. Figueira de Mello : Isso e pre-
texto.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :Nio e p:etexto, e
uma verdade, que se reconhece a priori e
a posteriori.
0 nobre minislro da guerra tambem se
guutas. Rebocou o navio para Swansea, e
depo.s de conduzidos os enfermos ao hos-
pital, tratou-se de averiguar onde parava o
capitio.
Alguns enfermos accosaram de o haver
assassinado e atirado logo ao mar o uoico
marinheiro que nio tivera neoessidade de
ir para o hospital ; examinados os papeis
vio-se que este era irmao daquelle, e aberto
o summario, resultou que o Socrates tinha
sahido de Liverpool ha um anno, com des-
tino & costa meridional da A fries.
0 capitio foi morto por seu irmao a tiro
de rewolver e atirado & agua para se apode-
rar do navio e carregameuto. Depois o na-
vio vogou sem destino, sem se atrever a to-
carem pane alguma, e ultimamente desam-
parado, foi dar a costa de Ioglatorra sem se
saber como. Estavam ja* consu-nidas as
provisoes ; mas, apezar do abuso que se
havia feito da aguardente, pois que a gente
parecia nao ter sahido do estado deembria-
guez desde o dia do assassinato, ainda ha-
via a bordo alguns barris delta. E' prova-
vel que todos os tripolantes recuperem a
saude para responderem nos tribunaes.
1NCINERACA0 DE CADAVERES.-omo
preparativo para as expeiiencias sobre a in-
cineracio de cadaveres, queimaram-se em
Vienna a 14 de agoslo ires cordeiros ante
um publico numeroso, em que se contavam
algumas notabilidades e muitos medicos
militares.
0 forno estava a mil grios ; collocaram-
se os cordeiros sobre uma taboa que desli-
sou sobre rodas ; as^cbammas invadiram
immediatamente os corpos dos cordeiros,
mas fechou-se o forno tapando as fendas
com terra e introduzio-se uma- corrente de
gaz no forno.
Por uma pequena abertura praticada de
proposito, vio-se enrubrecer as carnes e tor-
nar-se negra a gordura; aos Ires quartos
de hora nio faltava senao queimar o figado
e o coracfto, ereeonhecia-se perfeilamente
o esqueleto : nio tmba havido mio cbeiro.
Aos 73 roinutos (os ossos estavam reduzi-
dos a cinzas. Quando so tirou o corpo do
recipiente, encontrou-se a cinza de uma
alvura admiravel e alguns granulos os-
sos de cdr um tanto mais escura. 0 peso
resultante era de 2,50 kilos, emquauto que
o iutroduzido havia si do de 82 kilos, sendo
a differenga consumida pelas chammas.
TRANSFUSAO DE SANGUE.0 Dr. Sch-
liep, medico de um dos bospitaes de Ber-
lim, praticou ha tempos a transfusao do
sangue de um carneiro a um soldado feri-
do ; e recentemente o Dr. Hasse, de Nor-
dhiussen, publicou unoa interessante mono*
logia, dando conta de dezesseis casos de
transfusao feita com sangue humano des-
fibriuado, e quiuze com sangne extrabido
da arteria carotida de um carneiro.
Destes ultimos obteve onze curas, especial-
mente em phtysica e anemia, e quatro dos
primeiros. 0 Dr. Hasse affirma que o uso
do sangue de carneiro c preferivel ao do
sangue humano desfibrinado, nio s6 por-
que assim se evita o porigo que poderia cor-
rer a pessoa que submimstra o sangue
como tambem o do carneiro sobre a enfer-
midade e mais poderoso e duradouro.
FOLHETIM
JOANNA
m JOG0 DEPtlXDES.
rott
George Sand.
(TRADUCCJU) DE X. X. X.)
PARTE SEGUNDA
III
(tontinuacao do n. 228).
f E fallou lhe de mim, sem dizer-lhe o
meu nome, uem quom eu era, nem deonde
vierrt, porque ignorava-o ; mas encareceu o
nic-u rosto, acendeu a sua curiosidade, e
porqa*- nio dizer a sua lubriciilade 1
urn infame, um miseravel 1
Ktle quiz ver-me..... ella resistio; e
elle, repellindo-a, arrombou a porta com
r.m p .nta-pe,entrou, eachou-medejoelhos,
semi inorta.
Heronhecendo-me logo, entrou & voci-
fsrar e & maltr4ar-me com pancadas, de-
jiois do que mandou buscar um carro, lan-
tnnme nelle, e, sentando-se & meu lado,
levou-me para Madrid.
Ate ahi estava no seu direilo, e talvez o
eenh>r diga que tinha o dever de faze-lo.
Mas o senbor vera, d'aqui a" pouco, o
que acoDtecon I
r.hcgados & Madrid, elle prevenio-me
do q'ie ia metter-me n'um convento bem
seguro, de onde nunca mais eu sahiria.
R-;-ndi-lbe, para apazigua-lo, que tendo
mere, ido isso, submettia-me, e que suppli-
cava-iho o seu perdio, uma vez que ia ex-
piar a culpa.
t Longe de o fazer, elle entrou & censu-
rar-i.:H de um modo estranho, dizendo-me
que ru era miseravel e vil por natureza, vis-
to c -no amara am bomem sem valor, quan-
do p 'dia pertencer & um homem rico e po-
derosj.
PROCESSO DA EVASAO DO EX-MARE
CHAL BAZAINE.Comegou na segnnda-
feira passada o julgamento das pessoas im-
plicadas iiaevasiodo ex-uiarechal.
No ilia 11 cbegou a Grasse o advogado
Lachaud, defensor do coronel Villette, com-
mandante da fortaleza de Santa Margarida,
onde estava encerrado Bazaine.
Calcula-se que o julgamento dura-ret ties
dias, bavendo duas- audiencias por dia, oma
de manhi, outra de noite.
0 chef 3 do gabinete do ministro da'Jua-
tn; deve assistir aojailgamenlo. Ha gran-
de affluencia de estrangeiros e jornalistas.
A este respeito accresceata o jqrnal La
France:
Julgamos saber de boa foute que o re-
latork) da general LewaJ, relativo i evasio
de Bizftine, revela um facto curioso, de que
ninguem fallou ate agora.
a Quando madame Bazame, acompauha-
da por seu primo, Mr. Alvarez de Ku-H, a-
lugou una note no sitio chanoado a Croi.-et-
te, para ir & ilba de Santa Margarida1, as
pessoas que preseueearam o seu embarque,
fiearam espantadasdj a vor reraar vigorosa-
mente pirao Lrga, apezar do- estado do
mar.
Se tivessem assisVido a substituicio que
se operou na occasiio- do embarque, de cer-
to hcariam menus sorprendidas-. Parece
que era Mr. Doineaur vestido de mulher,
que embarcara com Mr. Ruli e que remava
com tanta foF^a, dirigiudo-se para a [irisao,
Quanto a madame Bazaiue que Qcara
em terra, nio tomou- parte na evasio e so-
se juntou ao ruarido- ebordo do vapor Ba-
rane Ricasoli.
Este Mr. Doineau cum ex-capitio do
exercilb francez- que teve uma sentenga de
morte por homicidio, na Argelia, sentenga
qne foi cominulada pelo er-imperador Na-
poleao III.
ES-TRANHA PAIXAO;Goma o Droit,
que ha dias merreu no hospital dos doudos,
em Paris, ura> homem cuja lmicura teve
por origem uma paixiodas-mais estranhas.
Fsso individuo cbamado- Justino, tinha
um estabelecimento de figures de cera em
Montrouge. A sua galena compunba se de
celebridades contemporaneas- e de grandes
criminosos : a marqueza de Brinvilliers, La-
cenaire, mad. Lafarge, e mais Abd-ol kader,
Sharail, a rainha Pomare, etc.
Via-se no centro da ga4eria, e collocada
em evidencia, n'umestrado de velludo/uma
figura de jovoa donzella de grande formosu-
ra e elegancia e muito notavel pelo modu-
lo das formas, e pela perfcicio da physio-
nomia.
Justino tinha-lhe posto o nome de Elisa.
Achava-a '.ao bonita quo passava horas
iateiras em conlemplacao diante da figura
de cera. A' '.brca de olbar para ella pare-
cia-lhe vela animar se, e com os-lindos cw
lhos azues, assombrados por longas pesta-
nas, responder ao seu amor.
Sob o imperio desta illusio, Justino a-
baudonava as suas obrigacoes oprofissio;
e o publico, por^.falta- dos indispensaveis
reclamos i porta, entrou a abaudouar o es-
tabelecimento. Nio tardou, pois, que ao
bem estar da vida domestic^ succedesse a
pobreza ; e, quando a mulher de Justino
se queitava de sua negligencia, elle maltra-
tava-a.
Chagou, porcm, um dia que a coasorte,
farta de injustas sevicias, perdeu a cabeca,
e com um pdo do vassoura fez em,pedagos
o fragil idolo, origem das suas desgragas.
A' vista dos destrocos de Elisa, Justino dd
um rugido de furor, langa raio de uma
0 C0MMFRG10D0S CAVALLOS NA RUS-
SIA.Os principal's mercados de cavallos
na Russia sio os seguintes : Balta, goveroo
de Polodia, grande feira no mez de maio
(chegam a reunir-se alii 10:000 cavallos;)
Lentschna, governo de Lublin, 10:000 ca
begas; Berditchew, grande feira de cavallos
no mez de juu'io, G:000. Mais de 5:000
cavallos sio anuualmente conduzidos
para as feiras de Niueierilsk, governo
de Voronege j Orechow, districto de Zeaa-
liansk, governo de Voronege; Terbonnu,
districto de Elels, goveruo de O'rel ; para a
feira de llludskaia, em Poltava, e para a
de Troitsky, Ts'aritziere, governo de SV
vatow.
Nas feiras de Bietafa Tserkow, governo
de kiew, na povoagiode karpix>k, paiz dos
coss.cos de Don, e en Tzeckanovets, go-
verno de Avgiustow, reunem-se annual-
mente mais de 4:000 cavallos.
Nas cidades de Romny, governo de Pol-
tava ; Soomy, governo de Kharkov ; Voz
oessensk, governo de kbrson j Proussy,
colonia alletna no governo de Tcbernigow ;
nas povoagoeado Bjurnaky, d'Ouvayovo, e
de Poletaevo, governo de 'Femhow, e em
Tehernylar, governo d'Astrakm, reuusm-se
annual.nenie 2:000 cabegas de gado cavHar
em cada um dapuelles pontos.
Gmtam-se 460 feiras de cavalbs na Rus-
sia ; estas feiras teem lugar em 2-V0 loca-
lidades, e evniem-se annualmente nellas
270:000 cavallos, pela som ma oStli-mi-
llMies de rublos de prata, oque faz, term a
medio, ui 45 rublos por cabega.
Os governos de Tambow, Vorenege,. Khar-
kow, Poltava, governo do sul, o paiz dos
cossacos do Don e os districtos de Kirghises
possuem uma riqucza inevgotavel, por isso
que alii a crioyjo cavall.na- esta muito des-
envolvida.
PROGRESSO- DA PHOXOGRAPHIA.
Ha actualmente em Paris duas-graudes pro-
vas, obtidas pela pbotograpbia- desde quesej
descobrio esta arte. As proves a que allu-
dimos represeutam: uma, a fccbida princi-
pal da nova opera-, e a outra, um dos tro-
pheos do arco do triumpbo. Teem um
metro e trinta cenlimetros da largura, e
um metro de altura.
Foram tiradas em-uma so pe^apor meio
dos processos-jd-conhecidos, e com um ap-
parelho de grande forga. A irfio ser al-
guns pontos da perspectiva, que sa nao a
eham muito Gelmente reproduzidos, espe-
eialmente no que diz respeito i capula da
grande opera,, a qual na pbotograpbia pa-
rece coroar a fachada em vez de se ver em
um piano mais afastado, como esti, todas
as linhas sao de uma pureza notavel, e os
vasos, os bustcs, os medalhoes, assim como
as incripgoes, e-ate os mais pequenos deta-
Ibes se acham transporudos na prova defi-
nitiva.
0 artista que obteve este resultado, con-
5a, segundo diz ojon;al de que exlrahi-
mos esta noticta, em que ba de eoBseguir
em breve trabalhos ainda de maiores di-
soensoes.
UMA PESCAWA MIL^GROSA. Um ra-
paz de 15 annos, cbamado de Maaouvriez,
e que reside na rua de Men'dmo&Uut, em
Paris, foi pescar d linlia no canal de St.
Martin, do lado debaixo da rua do Hospi-
tal de S. Luiz.
A agua estava muito clara, e Man on-
vriez, tratando de examinar se havia alii
algum peixe, reconheceu que no fanJo ex-
istia alguma cousa quo brilhava. Langan-
do a sua redo, percorreu com ella suave-
mente, e extrahio uma pequana mostardei-
ra de prata e crystal, com a competeote co-
llier de prata dourada, tudo deuradelica-
dissimo trabalho.
Maravilhado, continuou nas suas inda-
gagoes, e encontrou successivamente um
saleiro de prata, um passador para chd, e
finalmente um grande collar de ouro, prata
e pedras anas, da qual pendia uma cruz da
Legiao de Honra, ornada dc diamantes.
Emquanto durava esta pesca, approsi
mou se delle outro rapaz, veudo com certa
inveja o que se passava. Manonvriez fez-
Ihc geaerosameale prcsente do collar e da
cruz, c emprestou-lhe a sua rede, dizondo-
Ihe que procurasse tambem. Em seguida
Eu de xei de comprehende-lo ou temi
comprehende-lo ; e, pois, cerrei os ouvidos,
puz-me d chorar, e rrcusei comer, pelo que
elle eucarcerou-me n'um quarto da esta-
lagem.
Alii passei o resto do dia. Quando
veio a n ite, file entrou no quarto, levando
em sua companhia um homem horrendo,
uma especie no kalmouk, de bigodes rus-
sos, de olbos de topeira, e tendo botdes de
diamante no peito e uos punhos da camisa,
e fallou-lhe nestes termos :
a Ei-la alii; estd feia agora, oorqueestd
encolerisada por ter-lhe eu impeaido que se
perdesse ; mas o seohor jd vio a em Pampe-
luue, e pois jd sabo o que ella e e o que
vale. Leve-a, que eu nio a quero mais.
E, volvendo-se para mim, accrescen-
tou :
Segue este senbor, que e um grande
e rico estrangeiro, incumbido de arranjar
uma criada grave para sua irraa, para ao
pe da qual vai levar-te. Serds bem tratada
e nio passards pelo dissabor de ir para o
convento An la depressa ; pda a mantilba ;
o carro espera-te na porta.
Eu tinha visto esse russo roudar-me em
Pampalune, o mesmo elle escrevera-me
muito grosseiramente. Comprehendi, pois,
que fora vendida.
a Quiz gritar e nao pude, pjrque a voz
ficou presa na garganta. Entio travou-se
uma luta terrivel para que eu sahisse. do
quarto, couseguindo elles fazerem-me fran-
quear a porta. Mas eu escapei-me de suas
mios, e fugi, correndo ao acaso, e qaeren-
do pedir soccorro, mas completamente mu-
da e quasi louca.
Nessa corrida, vi diante de mim uma
porta aberta. Embarafustei por ella, e pe-
netrei n'um quarto, onde estava am homem
jd idoso e de rosto sympalhico, o qual tinha
nas mios um jornal, que nio lia, porque o
surdo rumor da luta attrabira-lhe a a'ten-
(j8o.
Esse homem, ao ver-me entrar, fitou-
rae, e eu, abraganlc-lhe os joelhos, conse-
gui dizer-he :
a Salve-mo! --
Depois, nada mais vi, porque dos-
maiei.
Quando tornei d mim, achei-me senta-
da n'uma poltrona, tendo d meu lado um
mogo, que fazia-me respirar um cbeiro for-
te, e d quern o outro, o homem idoso, que
me sustentava nos bragos, dizia :
Ella estd menos gelada, parece que
se reanima.
Este homem era sir Richard Brudnel, e
aquell'outro era o seu medico.
Logo que recobrei inteiramente os sen-
tidos, a mhos sabiram, deixando-me por
companhia uma criada, dizendo-me que na-
da receiasse, e recommendando-me que des-
cangasse e proccra-se dormir.
a Eu estava fatigadissima; mas foi tal o
n.edo que live de ver reapparecer meu pa:
que passei toda a noite em claro, no entanto
que a enfermeira dormia.
n Meu pai, porem, nio voltou. Nunca
mais o tornei a ver, e ultimamente sube
que elle morreu, victima da febre amarella,
na America, ba pouco tempo, sem deixar
fortuna alguma; o que alids foi muito bom,
porque eu nada teria aceitado!
0 medico voltou diversas vezes & infor-
mar-se de mim, dizendo-me sempre que
1 nao tivesse medo, porque eu estava em se-
|guranga.
a No correr da manhi, sir Richard man-
dou-me dizer que desejava fallar-me, se eu
podesse apparecer-lhe. Levantei-me, repa-
1 rei o desalinbo em que estava, e recabi-o.
Elle mandou sahir a enfermeira, e pergun-
, tou-me:
c Menina, a senborae realmeate fHua
I do Sr. Perez?
Ai de mim! sim, sou sua filha.
E' verdade que a senhora teve uma
venturazinha em PampeluDoT
E' pura verdade 1
Contei-lhe tudo, e elle vio que eu nio
| mentia.
A senhora esperava desposar esse
joven official ?
i E o senhor pdde duvidar disso ?
Entio, a senhora estava certa de
que elle nio tinha imengap de engana-la ?
Oh I muito corta.
E a senhora ama-o ?
Sim, amo-o.
at Escreva-lhe, o diga-lhe que venha
procura-la aqui. Diga-lhe mais que seu pai
perd6a-lhe a falta, e que quer casa-la sem
perda da tempo ; mas accrescente que so
consente nisso com a condigio de nao dar
nenbuma especie de doto. Tal e a vontade
do Sr. Perez.
Escrevi, e o Sr. Brudnel remetteu a
carta por um portador expresso, com a re-
commendagio de entrega-la em mio pro-
pria ao official, e de trazer a resposta.
0 portador voltou com as mios vasias,
dizendo que o official, logo quo leu a carta,
declarou que responderia depois, porque na
occasiio nio podia faze-lo, por nio ter li-
berdade de escrever.
Em quanto aguardei a solugio do passo
tentado pelo meu bemfeitor, nio o tornei a
ver, embora continuassemos no mesmo ho-
tel, se bem que em aposentos separados.
a Quando elle foi annunciar-me o Irish
resultado da sua tentativa, chorei amarga
mente; e elle, vendo que eu ainda estava
bem doente e que nio supportaria a dura
verdade, procurou alentar-me a esperanga,
dizendo-me:
tt Talvez que esse homem nio possa
livremente tomar tal compromisso sem con-
sultar sua familia. Dirigir-me-hei d seus
pais. Ondemoram elles, e qual e sua pro-
fissio?
a Eu nada sabia absolutamente; nem
mesmo sabia como se esc re via m seus no-
mes.
a Sir Richard franzio de leve as sobran-
celhas, e, com um sorriso de piedade, que
me humilhou prolundamente, disse, ao ver
o meu desespero :
A senhora e ainda mais crianga do
que eu suppunha; mas nio core assim
desesperadamente, porque sua loucara prova
que seu pai nioseenganou quando julgou-a
incapaz de comprehender aquillo d que elle
chamou seus interesses. Tao grande arre
batamento o tamanba impruuoacia nio po-
I'assado uma bora foi o amigo levar o
seu iustrumuoto, dizendo-lhe: rotirasle-t*
tao apressado, mas eu continue! a peaear, e
ainda existe alguma cousa. Mas fui obriga-
do a suspender, porque me cabio a'agoa
um grande vaso.
Contou-lne depois que tinha extrabido
um binoculj, um relogio, com caieia. al-
gumas colheres de prata, etc.
A' noite quando veio para sua casa o pai
de Minonvriez, o>te referio-lbe o que tinha
succedido. 0 pai de Manonvriez e am o-
perario bonrado, e por isso mandou log.
que seu filho fosse depositar tudo no eom-
missariado de policia de Pere-Lachaiae, re-
petindo a crianga alii toda 'a sua bistoria.
0 cotnmissario felicitoo o pai e 0 filho,
e mandou proceder a um inqoerilo a rea-
poilo daquelles objectos, os quaej, aefaodo
parece, foram langados no oanvrf pvr algum
Jadrao. Infelizmente, Manonvriez tinbi a-
peoas uma parte do* objectos encontrados,
o nio se sabia o ooiue do seu co.pejobeiro
pescador, o qual nao euteadeu qwr dvia
praticar igual aeto de boaradez.
0 P0D0METRO.Ha am instramento'
com este nome, que foi luvantndo ua Ingli
terra aoiodiiicado na Fraugc e reduzido a
proporgdes de ser utrHsado. O iDStrumen-
to, c jini) indie j o seu nome, serve para
medir os pessos. V. pois- um aeto pratico
de medir a distancias, qs urn iadivio per-
co-re, sem necessidade de apparalbos c >m -
phcados, demoras, combioagoes, e kulos,
etc. Nio e por isso de ua grande rigor,
mas satisfaz conr sufBciente exoctidao.
Em vez de coular os passo*,. o qae awi-
ta-gtnte usa, na-> sem enfado e expdr-s a
erros, emprega-seo podoraetro, que e eo-
carrega da tarefa. Uasta metts-lo na algi-
beira' ou prende-lo- a- um botio d > caaoco-.
Caminhaodo a peseoa, o instrumento vat
maresndOjBSua desfocagao.
1 magine-se um relogio de prata, com um
unico ponteiro gyrando sobre o mostrador,.
que se divide em doze paries eu 12 kilome-
tros. Interiormeote oontesa um nurtelle
[lequenoprew livremente aa euremidade do
cabo, de maneira tal que se lovaola a abai-
xa ao menor abalo.
Ao mais pequeno movimeat do corpo
abaixa-se o mirtello, que um* delicada mo-
la conduz- d sua primitiva posigao. Es
ftes movimeotos fazem andaa uma peg*
que engreaa- com uma roda deatada. V
rotagio da roda produz no exterior, o gyro
do ponteiro.
Se a pessoa caminha apressadatoMnte, o -
marlello bate tambem apreisadaiaeate. Ca-
da paucada daquelle, fae-passar am dente
da roda e aceusa um passo dado. Por Uso,
o podometro, aceusa antes o uumero de
passos do que a distancia. Mas oole regu-
lar-se o passo, e portanto deluzir adistan-
eia com bastante exactidae.
Ora, para regular o pesse, faz so um eo-
saio com o pedOmetro percorrendo am ki-
loHwtro. Se o pooteiro ma rear o kilome-
trc. eamiobacdo com o nosso passo ordina-
r:c, podemos-coafiar co npletameute no ins-
trument). Mas, se houver differeoga, te-
mos- n'uma rosea o meio de reguLtr o ini-
truaoento, fazeodo-o funceionar am bar mo
cia.com o nosso passo.
CONTRA A HYDROPHOBIA.Dmantigo
jornal traduzio ha tempos do Ctweitr de*
Families, o seguinte arligo :
Tres puuhados de datura stramonium,
fervidos em um litro de agua ate ucar em
metade e dar depois asta hebida tola de
uma vez ao doente.
-- Sobrevom um accosso vi&lento de rai-
va, mas de curta duragao, succedendo-lhe
um suor abundante. No fim de 24 boras
o doente estd completamente eurado:
Este remedio foi communicado pelo mis
sionario Legranl, que nos ultimos annos
evangelisou na Cochinchina e Touking, e
que hoje acompanba a esquadra francoza
nas coslos daquelles paizes.
0 padre Legrand fez a experiencia, e
de 60 doentes a que applicou o remedio
todos licaram curados.
I ma carta escripta de Velarmo a 19
de agosto de 1800, pelo instituidor Gailen,
liz que um cio mordido por outro cao
damnado, seudo applicado o remedio, foi
pres9rvado da hydrophobia, depois de ter
mordido a correute e suado muito.
dem ser obra de uma creatura corrompida,
e eu nao a culpo por isso. Mas...
Mas eu estou aviltada, nao e isso o
que o senbor quer dizer, por ter confiado na
tealdade de um desconbecido ?
A senhora nio estd avillada, mas
de cor to se lo-hia bem depressa, se nio ti-
vesse mudado ainda mais depressa. A se-
nhora recebeu uma detestavel edocagio 1
Nio recobi nenbuma 1
Sim, foi essa a sua desgraga ; mas
esse mal tern remedio. A senhora quer que
eu a ponha em estado de raciocinar, de re-
flectir, e de comprehender?
Sim, quero, supplico-lh'o; mas
consentird nisso meu pai ?.... Se o senhor
soubesse I...
a. Jd sei tudo. Saiba que a senhora
nio tern outro pai que nio eu. Elle ce-
deu-ra'a.
Cedeu-me ?
Sim, vendeu-m'a, e muito caro, e
parlio para a America. Nio lhe diria isso
assim cruamente se a senhora tivesse rece-
bido educagio ; mas, nio sendo assim, de-
via faze-lo brutalmente, afim de despertar-
lhe a alma adormecida e a oonsciencia da
dignidade humana. Eia, pois; compre-
henda que a senhora me p.rience, e avalie,
se eu fosse um libertino, & que degradagio
ter-lhe-hia levado a sua leviandide 1 0 Sr.
Perez, por mais miseravel que fosse, nio te-
ria ousado vende-la tao depressa e facil-
mente se por ventura a falta que a senhora
commetteu nao o tivesse convencido de que
a senhora tinha pressa em perder-se.Ago-
ra, minha pobre menina, que a cousa esta
feita, procure soerguer-se & sua falta, se d
que, como creio, a senhora torn mais mere-
cimento do que inclinagio para o mal. Sou
homem hjnrado, e nio estou apaixonsdo
pela senhora ; comprando-a, quiz apenas
praticar uma boa acgio. Nio soa santo, e
tenbo d expiar alguns peccadinhos da mo-
cidade. Essa expiagio nio me e^ difficil,
porque sou rico. Trata-la-hei, pois, co.no
filha adoptiva, se a senhora mostrar-se digna
disso. Quiz, antes de tudo, casa-la com)
aqueile que a comprorpetk'u, e tinha em;
vista assegurar-lhe meios de vida. Se o nic
communiquei ao seu s?ductor foi porque
quiz experimenta-lo.
t Ah I exclamei, elle c um infame,
um miseravel I
c Talvez que sim, e talvez que nio ;
mas o melh"r e suppo-lo uma crianga irre-
tl-ictida, sem principios, sem consciencia do
bem nem do mal, obedecendo ao instincto,
eseguindo os primeiros movimeotos... como
a senhora, minha cara I Talvez que nao
tonha rocursos, que seja pobre, e por isso
nio tivesse querido partilbar a miseria com
uma mulher tio pobre como elle. Tentou-
se uma experiencia, que bem pode nio ser
decisiva. Quern sabe se elle mesmo quer
vir dar a resposta? Demos-lhe, pois, um
mez ou dous para decidir-se ; mas, depois
desse prazo, e indispensavol ter a coragem
de renunciar d elle sem fraqueza.
Nio nos foi preoiso, porem, esperar
tanto tempo, porque dous dias depois o
Sr. Brudnel recoheu uaaa carta do official,
concebida nestes termos, que me ficaram
gravados na memoria:
Senhor. Tencionava tr d Madrid
para o fim de reparar o mal que por ven-
tura causei d senliorita Manoela. Suppu-
nha ler de encontra-la com seu pai ; mas
soube depois que este partira e que o senhor
o substituia. Ora, como isto parece sus-
peilo aos meus olhos, e por muitos outras
razdes que melhor 6 nao escrever aqui, mas
que o senhor de certo comprehenderd, de-
sisto das minhas insistencias e renuncio ao
dever que esperava cumprir.
Isto, disse o Sr. Brudnel, e" o pre-
texto ultrajaote de um homem qae quer ati-
rar a sua deshonra sobre mim e sobre a se-
nhora. Coragem, minha pobre menina,
estd a senhora disposta a esquecer esse a nor
lio ma! emprcgado ?
c Ohl-saia duvidtt .' respoudi-lhe ;
mas o de que nunca me esquecerei e da
vergonha da in jiha loucura I

I
(Con/tnuar-*e-/ia.)
mr00~DUBJOf-WA OUQUB DS GAXIaT
+.
Al


Full Text
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