Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17837


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Full Text
ft
AiXAO L. KLWERG 225
. :T8I
PAR 1 A CAPITAL B LlICt.lRES O.HDB Vi SB PAGA POBTE.
For tres mezes adiantados. *............. 6JM>00
Por seis ditos idem..................129000
for urn anno idem........ ...........249000
Cada numero avulso......;.......... 9390
SABBAD0 3 DE 01TIBR0 DE 1874
PARA DE Vf RO E FOR A DA PRO VIICI A.
Por tres mezes adiantados.
Por seis dito idea .
Kpor note ditos idem................
Por am anno idem..................379004
.
tro*

PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGtIElROA DE FARIA 4 FILH0S.
r
9t Ira. Gerardo Antonio Ahread Filhoa.no Para; Goncaivea d Pinto, no Maranhao; Joaqaim Josd de OliTeira Pereira d'Almeida, em Mamaiigaape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jots' Gomel, na "
Antonio Ferreira de Aguiar.em Gojanna ; Joio Antonio llachaeo, no Pilar dai
le Lena* Braga, no Aracatj ; Joio M*ria Julio Ch*v Penha; Be'armino do* Santos BoJeio, em Santo Ant* ; Domingos loU da Costa Braga, emSazaretfa;
Altes d C.,na Bahia; e A. Xavier Leite 4 C. r Bio Janeiro-
IHSIEUCCaO P3PUU5
Elenicatos do plavsica
L1VR0 SEGUNDO
HytlroMatira
CAPITULO II _
AWUCAQOBS DO EQIU.IBBIO Do? UQUIDOS
(Conlinuacao j
iicpuobo. -Os repuchos qae oraaineatm e
rabellezam os jardias, yrafis publica*, sitio.<, etc.,
";., nada mais sao do que uma appUcaQaoda tea-
dencia dos liquidos a sc porem do nivel.
Com effeito, a agua qae *e vo e3guichar pelo
ropucho provem seraprrf de am lugar mais eleva-
Jo Jo que aquelle em qua esta o repanhn, e e pa-
le facto de querer alia por-se de nivel uos dous
lugares que esguicha e se eleva.
A theoria nenwaslra que n'um repucho a agua
:ude sempre a elevar-so a mes.ua attura em que
ella se acha m reservat irio de onde duaana ; mas
uunsa iito se da.poriui ella euoiuira ao seu ca-
minho tres eipecies de rasisteacias, que sao : 1"
t alricto da agua no tubo que a cuuduz ; a ro-
sisteacia do ar aa bocca do eiguiclio ; 3" o cho-
qua que as molesulas liquidas que cahem do alto
Jo repucho eiereain sobri as que se elevaui.
Rio. fontes. pocos.K' aiada em vir-
tade da teadeucia que tae'in Os li.juidos para se
p-'irem de nivel verdaieiro, que so produzem os
rio3, tanlo na superlieie do solo, eomo no seio da
terra.
Com effeito, de.de que as aguas nao estao de
nivel, a gravidade, qua as solicita sempre a desce-
rem. arrastaas dos lug ires mais altos pa. a os
mais baixos.
E' dest'arte que as aguas derramadas na terra
peias chuvas e pela fozao das neves vao ter aos
valles, onde dao naseimento a regatos, riaebos e
rios, que correra nos seas respectivos leitos como
em pianos iaclinados, ate se precipitarera nos
mares.
Basta uma pequeaa inclinacao para quo as
agoas sejam correules ; e rios ha enjos leitos torn
uma inclinacao diminutissimi.
Toda a agaa quo cahe do ceo nao se escoa pela
-uperficie da terra, nao ; uma parte penetra no so-
lo, e ahi da nascimento a pequenos rios subterra-
neos, a que se da o norae de fontes; e nao e se-
nao para proeurar a agua dessas fontes que se
cavam os po$os.
P6con arcesianos.^ Quando a fonte qne
uumenta urn poijo provem do urn lugar muito ele-
vado acima do solo onde se acha o poco, podi
acontecer que a agua tenda a elevar-se no poco
muito acima d" solo; 6 justaments o que aconte-
oe nos chamados pogos artesianos, norae que Ihes
t'oi dado em cocsequencia de tere.n sido cavados
}>ela vezprimeiri na provincia de drtois.
Esses pocos sao buracos muito estreitos, perfu-
rados com a sonda. Sua profuudidade e vaf iavel
de uma a outra localidade.
Para bem comprehender sua theoria e preciso
-Liber que a crosta da terra e formada de terrenos
inui diversosuns perraeaveis a agua, taes como
as areias e os cascalhos e saibros outros impef
raeaveis, taes como os terrenos argillosos.
Isto posto, supponliamos um val.e, sob cujo so-
lo se ache uma camvJa imperraeavel, debaixodes-
ta um terreno p-irmeavel, e finalmente sob este
outra camada impermeavel ;'fi supponhamos mais,
o que e coiamarn, que essas camadas segaera as
'jndulatoes do terreno, de sorte que em alguas
pontos altos a camada penrieavel e-teja a descu-
berto.
As aguas da :huva peut-traaio por esses pontos
dacaauda permeavel ioflitratn-'c t;os terreaos
que a compile o vao se aceamolar em certo modo
na? partes baitasdessa camada. gam se poderem
eicoarou inQi:rar irim.ou abaiso, porqua em
conticto com a pernieavel estao daaa camadas im-
isrmeaveis.
Mas. se no ralle, a partlr do solo, abre-se um
faro que vai ter abaixo da primeira camada im-
permeavel, isto e na camada permeavel, onde ?e
acham as aguas depisitadas, estas, teadendo sem-
pre ase pudem de nivel, eievam-se tvo dito furo ou
i.uraco, e tondein a esguichar acima do soloa
uma altura taoto maior quante r.:ai; elevados sa^
OS pontos da veia d'agna que alimentam o depesi-
ta : d'ahi vem '- popoa esgoiehantcs.
As aguas, que alimentam os p-";.; artosiaaos,
. raro vein de muita leuge. As d' poco de Gre-
nelle, ea Paris, vem da Champagne, localidade
rauito mais elevada d) que Paris. A profundida-
de deste poco '; o!8 naetros, Ialo e mais de meio
i;uartode legna. A agua quo deJe sane acba-so,
tiarante todo o anno, na temper&mra de 27 graos,
ibenomeno este de que daremos esplicajao quan-
iio tratarmos do ealer central da terra.
0 poco artesiano de Passv tem uma profundida
a. Nessa prof indidado a temperaiqra eoastaate
da agua e de vinie e cito gracs.
PARTE OFHCIAL
Goveruu la pr*l incia
EXPECTANTS CO DIA 2 DE MAID DE 1871
i.' secrao.
Oflicios:
Ao Exr.1. brigadeiro cjmrcandante das ar-
u^c.Sirva-so V. Exc. dc mandar por em liber-
dade, visto ter provaio isencSo l?gal, o recruta
Tertuliano Pereira da Si'.va.
Ao mesmo.A' vista do lermo de mspeccao
ianexo ao seu offlaio desta data, sob n. 352, do
i.aal se v.' qae o soUado reLrrnado do 2. bata-
laao de infantaria, Cuslodio Exrosic, acha-se im-
possibilitado de agenciar por si os meios necessa-
rios a sna subsiHencia, recomm.'Udo a V. Exc.
que o faca seguir para a edrte no proximo vapor
Mperado do norte, afim de ser recoihidq ao asylo
Ci invalidos da patria, conforme determina o avi-
so do ministerio da guerr3, de 20 de abril ultimo,
certo V. Ex:, de que flea providenciado acerca do
transporte da referida pra^a.
Ao mesmo.Poie V. Exc. cenceder ao cabo
diesquadra do 9." batalhao de infantaria, Anto-
nio Joaqnim Pereira, eomo pede no requerimento
aanexo ao seu offlc'O desta data, n. 353, nermissao
para aguardar em Aguas Bellas a decisao do go-
vrno imperial sobre sua baixa. visto ter sido con-
siderado r :apaz de sontinuar no servico do exer-
to.
Ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. forncc:.- ao coramandan'.e ialeriuo do 2."
batalUo do infantaria, do ccufcrmidade com o
i.^dido jun".-, 90 bragadeiras para caixas de guer-
ra e 5 kHograoOBM de eordas de linho para as
roesmas.
Ao mesmo.Responlo ac .-iu efflcio dehon-
t-.m datauo, sob n. 625, diieudc-Ihe que pode en-
tregar aos ba'.alhSes 2." e 9. de infantaria os cai-
xOaa que se a sham nejse arsenal, vindos da corte,
conteado carabinas e mQnicio. destfnados aos re-
fvidoa balalho3;. ^
Ao ra?5mo.Mande Vmc. fornecer os dous
pedidos juntos, que faa o eommandante da forta-
tea. do Brura, sendo o de o. 1 de objectos neces-
:- irios para as salvas que tem de dar, segundo a
tabella respectiva, e o de n. t de utencilios, a qne
tarn direito, de conforraldade ccm a tabella anne-
xa ao decreto n. 3,352 de 23 de Janeiro do anno
p.ossado.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Noronha. Aflm de qae V.S. fa>a eljegar ao
podur do spfttenciado Sliaje\ Antonio de Aragp,
incluso remettolhe a copia da inforrtiacSo qne
t-m avisi de 23 do mcz proximo findo enviou o
Exra. Sr. miuistro Ja justica, era deferimento a pe-
tijao do mosmo sentenciaJo.
Ao mesmo.No vapor Mandtthu e remettido
para esse presidio pelo director ioterino do arse-
n.il de guerra, um caixao contendo 211 calcas de
brim pardp, constante da inclusa relaQao.xom,
dtfstino aos s'entenciados militares.
Ao mesmo.-Em additamento ao meu officio
de hontem, recommendo a V. S. que expeca as
necessarias ordens, ai'nn de ser considerado desde
ia posto em liberd ide nesse presidio o sentenciado
Lauren-tiuo da Roeha Freire, que, por decrelo de
28 de fevcreiro proximo findo, obteve o perdSo do
resto da pena que l*ie faltava cumprir, conforme
solicitou o juu de direito executor das sentences
criminaes desta cidade, em offlcio de hontem.
Ao mesmo.Inclusa remetto Ihe a guia do
sentenciado Joaqaim Silverio, havendo solicitado
nesta djta do Exm. Sr mioistro da justica as dos
reos Luiz Uoncalves de Moora e Domingos Jose
da Silva Braga, condemns Jos ao minimi, atim de
satisfaser o officio de V. S., de 9 de raarco ul
tirao.
2.' secgao.
Actos :
0 presidente da proviucia resolve demitlir do
cargo de 1. supplente do juiz municipal do termo
do Bonito, o major Jolo Manoel Pontual, em con-
sequent* de achar-se provado a sen respeito o
impedimento prolongado por mais de 6 mezes, de
que trata o art. 6. 1.* do decreto n. 1,821 de 22
de novembro de 1871.
0 presidente da provincia, attendendo ao qae
requereu o promotor publico da comarca de Ga-
ranhun?, bacharel Francisco Caraciolo de Freitas,
resolve conceder-lhe 20 dias de licenca com or
denado na forma da lei, para tratar de sua
satlde.
0 presidente da provin'ia resolve nomear o
bacharel Joao Baptista de Gitirana Costa para o
cargo de promrtor publico da comarca da Boa-
Visia.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o alferes da 3.' corapanhia do 3. bata-
lhao de infantaria da guarda nacional deste ma-
nicipio, Francisco de Paula Gomes, resolve conce-
der lhe um anm de licenca para tratar de sua
satlde onde Ihe apronver.
0 presidente* da prov.n -ia, attendendo ao
que requereu o escrivao da casa de detencao, Vi-
cente Ferreira Nobre Pelinca, e a vista da infer-
macao do Dr. chefe de polieia, em officio n .>66
de hontem datado, resolve conceder-lhe 3 mezes
de licenca com o respectivo ordenado, na forma
da lei, para tratar de soasaude onde lhe eon-
vier.
Offlcios:
Ao E^m. cunsellieiro presidente da rela^lo
desu provincia. Digne-se V. Exc. da emittir o
seu parecer a respeito da consnlta eonstante do
officio junto em original, que V. Exc. devolvera
opportunamente.
Ao juiz municipal supplente do termo do
Bonito. Respondo o officio de Vmc, de 0 de
abril proximo undo, di&oudu-llit? quo Joe prose-
guir nos termos do summario instanrado contra o
autor das offensas phystcas feitas a Jose Luiz Af-
fonso Ferreira, sendo que a raolestia do escrivao
nioe motivo para interroaiper o mesmo summario,
visto como po Je Vmc nomear quern interinamente
exerca o seu cargo.
"Ao prumolor publico da comarca da Escada.
Incius3 remetto por cipia a Vmc. aconta que
ao chefe db trafego da estrada de ferro do Recife
ao S. Fcancisco, enviou Francisco de Paula Cor-
deiro Cintra, relativa a falsificacao de algons bi-
Ihetes da mesma estrada, ficando assim respondi-
do o seu officio de 28 de abril proximo findo, visto
nao constar da secretaria desta presidencia oulro
documento relativo a mesma faUificac.ao, ali-m da
mencionada Cirta, que deve achar-se junta aos
autos do summario, por ter sido remettida era i
de abril de (873 ao jui: municipal de Serinhaem.
Ao promotor publico da comarca de Carua-
rii. Con3tando pelos documentos juntos por co-
pia, que o dpstacamento da guarda nacional exis-
tente na villa de S. Bento achava-se, em novembro
do anno proximo findo, reduzido a 2 pracas, que
deixaram de aquartelar no corrente anno, entre-
tanto que era integralmenle pago opret de 10 pra-
cas, proceda Vmc. sem deraora nos termos da
let contra quem de direito for.
Ao commandante do corpo de polieia.Ex-
peca Vmc. suas ordens, afim de recolher-se ao
corpo sob seu coaimanda o capitao Camillo Au-
gusta Ferreira da Silva, commandante do dosta-
camento da villa do Pao d'Alho.
3.* secrao
Aelo :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Christovao da Rocha Cunha Soulo Maior,
2." escripturario da thesouraria provincial, e tendo a
vista a informa;aoa ministrada era 30 de abril
proximo passado, pelo inspector da mesma thesou-
raria, resolve conceder-lhe 6 mezes de licenca com
ordenado, para tratar de sua satide onde lhe con-
vicr.
0 presidente da provincia, attendendo no que
requereram os Drs. Graciliano de Paula Baptista e
Joaqnim Correia de Araujo, e tendo em vista a
informaclo da thesouraria de fazenda, de 30 de
abril findo, sob n. 379, serie G, resolve abrir sob.
responsabiiidade da mesma presidencia, nos ter-
mos do decreto n. 2,881 do l. de fevereiro de
1802, o credito de 400H a verba -eventuaes,-do
ministerio do imperio, para occorrer aa pagamen-
to das gratilicacoes a que tero d4reh*o os referidos
Drs na qualidade de lentes subsiitutos da Facul-
dade de Direito desta cidade, pela regencia da ca
deira do !. anao da mencionada Fjeuldade.
Offlcios:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Annuindo ao que solicitou o brigadeiro comman-
dante das armas, em officio do l." do corrente, sob
n. 351, autodso V. S. a m-.nd.ir pagar sob respon
sabilidade desta presidencia, nos termos do decre-
to n. 2,881 da 1. de fevereiro de 1862, os venci-
mentas das ctrurgiocs do corpo de sati le do exer-
cito, empregados nesta guarnicao, relativos ao mez
de abril proximo passado, visto nao barer credito
na vcrba respectiva para esse fim.
Ao mesmo.Uande V. S. pagar a Gancalves
(rmaos & C. a importancia constant.: dos prets
juntos, proveniente dos vencimentos do destaca-
mento de Villa-Bella, relativos ao mez de feverei-
ro proximo passado, conforme solicitou o respecti-
vo commandante superior, em officio de 3 de maio
ultimo.
-? Ao mesmo.Tendo, a 25 de fevereiro ulti-
mo, entrado o adjunto do promotor publics da co-
marca de Palmares no antigo termo de Barreiros,
bacharel Jose Bonifacio de Sa Pereira, no exerci
cio pleno da promotoria da mesma comarca, por
ter o respectivo promotor de tomar assento na as-
sembled legislativa provincial, recommendo a V.
S. que providencie no sentido de serem pagos ao
referido bacharel os vencimentos que lhe compe-
tirera, em vista do attestado de exercicio qae elle
exhibir.
Ao mesmo. Transmitto a V. S. para os
devidos fins a copia do acto desta data, pelo qual
resolvi abrir o credito de 100# para pagamento
da gratifieacao a qae teem direito os Drs. Graci-
liano de Paula Baptista e Joaqnim Correia de
Araujo, lentes sabstitutos da Facmdade de Direito,
pela regencia da cadeira do i. anno da mesma
Faculd ade.
Ao mesmo. Mande V. S. ajustar conlas e
passar guia de socoorrimento ao 2.* cirurgiao do
corpo de sdde do exercito, Dr. Francisco Jacin-
tho Pereira da Motta, quo seguo para o presidio
de Fernando de Noronha no dia 5 do corrente,
ailni de render o 2. cirurgiao do mesmo corpo,
Dr. Jose Pereira dos Sant-H Partella.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
raunico a V. S. que hontem assumio o exercicio do
cargo do juiz municipal e de orpbios do termo da
Escada, para o qual fora reconduzido por decreto
de 25 de abril proximo passido, o bacharel Alfre-
do AITonso Ferreira, conforme participou em offi-
cio da mesma data.
. Ao inspector. da thesouraria provincial.
Tendo autorisado a repartigao das obras pablioas
a mandar execotar outras obras na cisa de deten*
Sao, conforme o orcamento junto por copia, alem
a que ja autorisei; assim o commnnico a Vmc.
para seu conbecimento e devidos fins.
4.' secrao.
Acto :
Q presidente da provincia, em vista do officio
da directorta genii da instrucea > publica, de 30 de
abril proximo findo, n. 139, resolve cenceder a
exoneracaa que solicitou o delegado litterario do
districto da Pedra de Buiqne, major Francisco
Vaz Cavalcante de Albuquerque, e nomear para
substitui-lo em dito lugar o cidadao Manoel Ca-
valcante de Albuquerque Bairao-.
Officio :
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Approvo a resolu.;ao da junta administrati va
dessa Santa Casa, annuindo ao pedido de Silveria
de Sao Jose Braga, para ser lhe entregue sea filho
de nome Joao, educando do collegio dos orphans,
e autoriso-o aeffectaar a entrega, ficando assim
rcspondido o officio de Vmc. do i* do corrente.
6." seccllo.
Offlcios:
Ao engenheiro cbefe da rcparticao das obras
publicas.A' vista do exposto em tea officio de
30 do mez ultimo, sob n. 125. relativamente a re-
visao das obras do paco da assemblca provincial,
pode Vmc. passar ao respectivo arrematante o
competente certificado.
Ao mesmo.Conformando me com o que ex
poz Vmc. em seu officio do { do corrente, sob
n. 127, com referenda ao orcameato das obras ne-
cessarias na casa de detencao, alem dos que ja fo-
ram autorisados por esta presidencia, approvo o
dito orcamento a autoriso Vmc. a mandar exocu-
talo.
Portarias :
Os Srs. agentcs da eompanhia brasileira de
navega;ao a vapor maodem dar passagem para o
Ceara, por conta do ministerio da guerra, no vapor
esperado do sul, a um tenente e quinze pracas do
15* batalhao de infantaria,-consumes da inclusa
relarao nominal, os quaes regressam para aqnella
prociocia, donde vier am escoltando sentenciados
com destiao ao presidio de Fernando de Noro-
nha.
Magao a qut se refere a portaria supra.Te-
nente Maurino Getunes Alves Pereira ; cabo Fran-
cisco Pedro Cordeiro; anspecadas Raymundo Fer
reira da Silva e Joaqaim Guill.errae de Soaza
SoIdadOS Vient V*rroir it, Cilr., J^uu
cisoo Felix, Agostinho de Castro Peres, Miguel
Tavares, Felisberto Alves dos Santos, Manoel Joa-
qnim dos Santos, Manoel Felippe do Soaza, Lucia-
no Jose Pinneiro, Lucas Evangelista da Silva, Jose
Vital da Silva, Daniel Francisco da Trindade, e
Manoel Jose Aleixo.
Oj Srs. agentes da eompanhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar passagom para a
corte. por conta do ministerio da guerra, no vapor
esperado do norte, ao soldado retormado do 2' ba-
talhao do infantaria, Custodio Exposto, qae vai re-
colher-se ao asylo de invalidos da patria, de ccn-
farraidade com as ordens imperiaes.
U Sr. gerente da eompanhia pernambucana
mande dar passagem, por conta do ministerio da
gperra, para o presidio de Fernando de Noronha,
onde vai servir, ao 2* cirurgiao do corpo de satide
do exercito. Dr. Francisco Jacintho Pereira da
Motta, e bem assim a familia do mesmo Dr., coin-
posta de sua senbon, D. Maria Barbosa Chichorro
da Motta, e de cinco lilhos menores, de names Ma-
ria Ferreira Chichorro da Motta, Maria do Patro-
cinio Chichorro da Motta, Maria das Merces Chi-
chorro da Motta, Constancy Perpetua Chichorro
da Motta e Francisco Jacintho Chichorro da
Motta.
0 Sr. gerente da eompanhia pernambucana
faca transportar ao presidio de Fernando de Noro-
nha, por conta do ministerio da justica, no vapor
que segue no dia 5 do corrente, a Maria Senhori
nha da Conceicao e as menorcs Felippa, Joanna e
Antonia, mulber e filhas do sentenciado Jaao Cou-
tinho Barbosa.
0 Sr. gerente da companhiS pernambucana
fac.i conduzir para o presidio de Fernando de No-
ronha, no vapor que para alii larga no dia 5 do
corrente, um caixao contendo calcas de brim des
tinadas aos sentenciados militares, o qual sera re-
mettido para bordo pelo director ioterino do arse-
nal de guerra.
EXPEDIENTS DO SECBETARIO.
1.' secg&o.
Offlcios:
Ao Exm. brigadeiro commandaute das ar-
mas.S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da comraunicar a V. Exc. era resposta ao sen
officio de 1 do corrente, sob n. 351, que nesta
data se providenciou no sentido de serem pagos
sob a responsalidade da presinencia os vencimen-
tos das cirurgioes do corpo de satide do exercito
empregados nesta guarniclo, relativos ao mez de
abril proximo findo.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro
vincia roanda declarar a V. Exc. em resposta ao
seu officio desta data, sob n. 350, que fi-am ex-1
pedidas todas as ordens concernentes ao embarque
iiara o presidio de Fernando de Noronha do 2*
cirurgiao do corpo de satide do exercito. Dr. Joio
Jacintho Pereira da Motta e de sua familia.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Etc. qae nesta data
autorisou o fornecimento ao commandante da for-
laleza do Brara dos objectos consumes dos dous
pedido?, que vieram aonexos ao seu officio de
hontem datado, sob n. 318.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, communice a V. Exc. qae nests
data se mandou satisfjzer o pedido feito pelo com-
mandante ioterino do 2* batalhao de infantaria, a
que se refere o seu officio de hontem datado, sob
d. 346.
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia tendo expedido as necessarias ordens, no
sentido de s-r-m traosportadas a provincia do
Ceara, na vapor esperado do sul, as pracas do 15
batalhao de infantaria, m-mcionadas na relaco
que veia annexa ao seu officio de hontem datado,
sob n. 315 j assim o manda declarar a V. Exc.em
resposta ao citado officio.
Ao director do arsenal de guerra. S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, tendo expedido as
necessarias ordens, para ser recebido a bordo do
vapor Manduhu', e conduzidoa o presidio de Fer-
nando de Noronha, am caixao contendo calcas de
brim, desttnadas aos sentenciados militares assim
0' manda declarar a V. S. em resposta ao sea offi-
cio de hontem datado, sob n. 622.
- S'seecao.
Officio:
Ao presidente do tribunal do jury desta ci-
dade.Em additamento ao officio de 27 do mez
proximo findo, e de ordem de S. Exc. o Sr. presi-
l.ia i
, provincia, solicila de V. Exc. que se dign
ir dos trabalhos da presents .essao do
sachareis Manoel de Siqueira Cavalcante
ne d'Athay.le Lobo Moscoso, e Jo.-e Odi-
es Jacome Pires, cujos servicos sao im-
Ipveis ne-la secretaria, marmente os do ul-
|e se aeha exercendo o lugar de chefe de
|a secretaria.
4.' seeguo.
|o :
idirectorgeral da iastruccao publica.
tm de S Exc. o Sr. presidente da provincia
para os devidos fins o titnlo de nomeacao
loel Cavalcante Je Albuquerque Bairao para
o lugar de delegado litterario da districto da Pe-
dra do Buique, seguudo propoz V. S era officio de
30 de abril ultimo, sob n. 139.
5.' srerdu.
Offleio:
Ao engenheiro fiscal interioo da estrada de
ferro da Kecifo ao S. Francisco. -S. Exc. o Sr.
presidente da proviniia manda accusar recebido
o officio de V. S., datado de 27 de abril proximo
findo, sob n. 67, no qual remette copia do relato-
rio qae a 23 do referido mez.foi enviado ao Exm.
Sr. Gsnselheiro minisiro da agricaltura, commer-
cio e obras publicas.
DESPACIIOS DA P3ESIDENCIA, DO DIA 1. DE OUTIURO
DE 1871.
Caetano Jose Mendes.Nao tendo o supplicante
observado antes da construccao de sua casa, as
claosulas constantes do aviso publicado pelo su-
perintendence da estrada de ferro, nao tem lugar o
que reqaer.
Tenente-coronel Frederico Velloso da Silveira.
Forneja-se.
Felix Athanazio do Villa Nova. -Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Bonito.
Henrique Augusta Millet.Informe o Sr. enge-
nheiro fiscal.
Brigadeiro Hygino Jose Gael ha. Forneca-se.
0 raesrao.Ferneca-e.
0 mesmo. Forneca-se.
Major Joao Manoel Pereira de Abrou. Forne-
5-se.
Coronel Jose Maria Ildefonso Jacome da Veiga
Pessca e Mello.Forneca-se.
Luiz de Paula Lopes.-Informe o Sr. provedor
da Santa Casa de Misericordia.
Manoel Ja&e Marlins.-In lor me o Sr. inspector
da ihe-ouraria de fazenda.
Pedra de Mello e Silva.Informe oSr. inspector
da thesourarii de fazenda.
Polycarpo Jose Layme.Informe o Sr. inspector
do arsenal de marinha.
Vlcents de Maraes Mello. Informe o Sr. inspec-
tor do thesonro provincial.
Commando das armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 2 DE OUTTBRO DE
1874.
Ordem do dia n. 851.
0 Exm. brigadeiro commandante das armas, de-
J?14 Clara para os fins conveniente3 :
Jj"_T!i **-tjuo-nuisimio m iiuerr* imratui jnr
aviso de 23 de setembro ultimo, reduzida a 10 dias
a licenca de 2 mezes, concedida pela presidencia
desta provincia ao Sr. major graduado da 18* ba-
talhao de infantaria Joao da Rego Barros, para
tratar da restabelecimeuto de sua saude, o que
canstou do offleio da mesma (.residencia, datado
de hontem;
2." Qne o Sr. tenente hanorario do exercito pre-
derico Velloso da Silveira entregeu hontem ao
seu successor o Sr. capitao, tambem honorario,
Francisco Luiz Viraes, o command a do forte de
Pao Am-rello, e fez nesta data a sua apreientagaa
neete martel general;
3." O'-ie o eogajamealo qua contrahi) no dia 2
do mez proximo passado o soldado da ia eompa-
nhia do 2- bitalhaa de iufantaria, Antania Bodri
gues dos Saates, foi por tempo de tres annos, nio
de seis. como par engano se disse na ordem do
dia de 30 da dito mez, u. 830 ; conseguintexente
tem samente direito ao premie de 200*000.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderlcy
Lins.
Conrorme. 0 major Jose Bonifacio dos Santos
'Jergulli'lo, ajudaute de ordens encarregado do
detalhe.
Hi'particao da polieia.
!.' secgao__Secretaria de polieia de Pernarabuco,
2 de outubro de 1874.
N. 1201.lllm. e Exm Sr.Participo a V. Exc.
que foram hantem reoolhidos a casa de detencao
os saguintes individuos :
A' minha ordem, Izidora, escrava de Francisca
Joaquina Gnimaraes, por andar fugida.
A' ordem do subdelegado do Becifo, Jacintho,
escrava de Eufrazio Lopes de Araujo, a requeri-
mento de Oliveira Filhos & C.
A' ordem do do 1 districto dc S. Jose, Belmira
Josephina Barbosa, Pastora Maria da Conceicao e
Florinda Maria da Conceicao, por disturbios.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia.-0 chefe de polieia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
&mmmmms:
(agesgia telegraphica havas-reuter. )
Berlins 30 de seleinbro.-Bapera-
se a todo o momenta) nnsa alta na ta-
xa do desconto do Banco Allemao.
Madrid 1* de outubro. Xotlcias
recebldas do tjuartel general dos
carlistas referens que reinana 86-
rlas dlscordias entre os cnefes das
tropas qne se acham no norte de
llenpanna.
Roma O Mr. Carlos Onttieres,
um dos minlstros de estado na re-
publlca de Guatemala, acbando-se
de presente a passelo em Roma,
acaba de ser apresentado a sua
santldade Po IX. Apenas termi-
sou essa recepcao, o Sr. ftuttleres
rot
Anto
Roma.
u esKii recepywo. w ar. "^**~
i tambem apresentado ao cardeal
itonelli. ebefc dos cardeaes em
firltft%lk% lsW%WMa*a
Rio de Janeiro de outubro.
Os vapores VALPARAIZO, UGURIA e
BOYNE cbecaram. O paquete iasgles
da real mala BOYNE e o vapor ingles
UGURIA seguiram boje para o sul.
Rabla *.-0 vapor portuauez Ah-
ME1DA GARRET mmMkio boje para o Rio
de Janeiro.
COmtEUCIAES.
Londres de oatabro. -A lava do
desconto, tanto no kasco de ingla
terra comu na praea. continua a
ser de tre* por eeato. Consolida-
dos de 3 %, for account, a 99 5/S. I'un
dos brasileiros de S /> do anno de
1SA5. a too i ditos do Uruguay de
., llo ami., de ISJI, a fit |/S ; di-
to s argent in os de */o, do anno de
l*n. a ttl 1/S. Hercado de cafe
desanimado. Slercado de aasucar
main quiete. uaas os prpros inaiie-
radoa.
New-Yark 1. Cam bio sobre Lon-
dres 4-84 1/*. Ouro no 1/4. Car-
regamentos de care do Rio fair a
19 1,1, e good a IS 3/4 cents por libra.
Algodao mediano uplands a le 1/4
cents por libra i elcvani-.se a O.OOO
fardog as cbegadas de boje aos por-
tos amerleanos.
Liverpool 1.Hercado de algodao
Urine i venderam-se lsoje is.ooo
fardos. sendo ,aoo de procedencla
da America do Sul j o i w.\ de Per-
nnmbuco a d., o de Santos a
9 15/1S i.. e o de MaceiO a 9 9/8 d.
por libra. Mereado de assucar
mais quieto.
Antuerpla 1". Hercado de cafe
desanimado.
Hamburgo 1.Mereado de cafe
desanimado, e poueas veadas se
tem felto.
Havre 1. venderam se S.SOO sac-
cos do bum ordinarlo do Bio de 91
a OS francos.
Harselha 1*.Assucar de Pernam-
buco n. to a 99 rrancos.
Rio de Janeiro a de outubro.
Cansbio sobre Londres SB 3/9 d.
bancario. e 1/9 a 5/ d. parti-
cular. Camblo sobre Paris 3GO rs.
por franco.
Rabla *.Cansbio sobre Londres
SB 1/4 d. bancario e particular.
Cambio sobre Paris 358 a 3 por franco.
(AGENCIA AMERICANA.)
Liverpool 1 de outubro. Algo-
dao : ha ntulta proeura da qualida-
de boa t os precos nao solTreram
alteracao ; as vendas de boje mon-
tarain a 1S.BOO saccas. sendo S.900
de procedencla brasileira. Assu-
car t o mereado esta quieto s as ven-
das foram de 1.500 saccos t o mas-
cavado bons do Haranbao deu 31
l/S no caes.
Londres 1.Cafe t bons do Rio de
Janeiro, primeira qualidade, em
terra. lOS. a chest a r 98 i cotacdes
nonsinaes.
Havre 1 Cafe: venderam-se lso-
je 3.800 saccos i do Rio a 91 e 93.
o de Santos a 96 e 9?' t mereado
flrme. Algodao < vendas de bole
'inn r..i..i- <"" *i,i"" im a va. B o
de Pernambnco a 95. Sebo : nao
houveram vendas ; o de boi cota-se
tie Til francos e 95 cent, a S3 fr. e
S5 c. ; o de carnelro de SO a SI
francos. Couros : mereado Brine e
proeura regular; as vendas de lsoje
in oil I a ram a 3.SOO.
Londres 1. O emprestimo hun-
garo sera aberto no dia 6 deste
me*, e fechndo dous dias depois
lad}. O TIMES diz que a rccelta da
Inglaterra no corrente anno llnan-
ceiroz nao cobre as despezas do or-
camento,
lladi id 3. Cbegarana bontein os
minlstros da Franca e da Ingla-
terra.
Baliia 3 as 8 b. da manlta. Che
gou lsoje pela tuanba o paquete por-
tuguez ALMEIDA GARRET, que sahc
para o sul a* S horas da tarde.
Rio S as 3 h. e 30 m. da tarde.
Cansbio obre Londres 26 3/8 ban-
cario, 3B 1,3 particular.
Rahia 3 aa 4 h. e 30 na. da tarde.
Cambio sobre Londres 36 1/3 d.
por IS, bancario, flrme. Vai sa-
liiudo para o Rio tie Janeiro o va-
por portuguez ALMEIDA GARRET.
RECIFE, 3 DE OUTUBRO DE 1874.
O Helhoramento do Porto do
Recife.
IX
Ellucidado o prkueiro dos tres qaesit03, propos-
tos, pelo Sr. Fournie", como 3endo os que indispen-
javelmente deve estabelecer o eBgenheiro que se
occupa cm am pioblema hydraulico da oatureza
do do porto interior do Recife ; vejamos como sa-
tisfaz elle ao segundo, isto c que trabalhos pro
poe que sejam executados no iatuito de constrair
e maater novos caes com profundidade d'agua suf-
Dciente ao sopi}, sem recorrer a enormes despezas
annuas e permanentes de dragagem.
E' inluitivo que a solucao dada a esta quosUo
deve estar dc accordo com o programma a-que
chegou o Sr. Fournie relativamente ao primeiro
quesito, programma que e iavorecer o jogo das
marcs no 'br.co de mar dos Passannhos, no braco
de Afogados, no braco dos Coelhos, no Capibari-
be fluvio-maritimo, e finalmente na bacia do Be-
beribe, entre Santo Antonio e Olinda.
Entrando em materia, o Sr. Fournie' cita com
elogio os trabalhos hydrographies feitos, em
18oG, pelo ij-iado capitao de fragata Vital de Oli-
veira, no iatuito de regularisar o Capibaribe e fa-
cilltar o jogo das mares; e, tendo afirmado que
trabalha svgundo a mesma ordem de ideas, annun-
cia que, etaminando as questoes em seu complexo
e sem propostas Qnanceiras immediatas, nao se
acha adstricto a aceitar aquella regularisacSo, por
isso que e-lhe permittido maior intrepidez nos
tracados que se propoe fazer.
Com effeito, como veremos depois, as obras pro-
postas pelo Sr. Fournid tem um certo cunho de
grandeza e de intrepidez que denotam um espinto
nimiamenta lusado, mas de uma ousadia seasata
a intelligente, que se accorda perfeitamente com
os dictames da prudeocia e com os conselhos da
sabedoria.
Em face do piano geral do porto, o Sr. Fournie
eomeca por tratar urn dique que, no intuito de
formar o porto dos Passannhos, se estende da
ponta da ilha do Nogoeira, onde termina o dique
d'esta ilha, ate o muro de enc-sto do lado direito
da ponte de Met. .Colombo, affectando a forma de
uma curva continua e regular.
Esse diqu., que delimitara os terrenos apontado3
como os mais convenientes para a furdacio do
bairro industrial, sera formado por atterros tira-
dos ao sopi do mesmo dique no intuito de esta-
belecer um canal curvelineo desde Motoc lombo
ate a ponta da ilha do Nogueira, canal e.-te que
marginara aquella nova riba concava. pela qual
podera passar o caminho de ferro de cintura,
quando opportunamente for prolongado de Moto-
colombo para a estacSo terminus da Una.
A eacsvacjio do canal ininestionaTelmente ha
de contribnir para facilitar o |ajo das marts a.
braco de Afogados, e sem duvida determinar.
elTeilos utilissknos na vasante, maxima scaao
aquelle hraco regularisado, como propoe o Sr.
H'ournii', por uma curva continua ale a ponte da
Magdalena, enrva cujos dons diquus uao so deli
miiarao terreaos aproveitaveis para edineaeao
mas tambem facilitarao a passagem do flaxo e oV
reflaxo do mar, de.sorte a aproveitar-lbes tod* a
pujanca.
Da Magdalena em diante podera ser adopta4o.
seguado as prescripeSes que acontelharem ertsaoi
e trabalhos posteriores, o traco do finado eapnio
de fragata Vital de Oliveira, enjas vistas alias sfc.
dignas de atteocao e de cuidado.
Assim ragularisado ejse, vclta-Se o Sr. Fooraw-
para o oulro braco, para o dos oelbos, e, des-
eeo.lo da Magdalena, propoe qne seja elle rifula-
risado tambdm por uma curva continua formada
por dons dique?, um ligando-se, agua* abaixo, ao
caes do Capibaribe, aqnem do hospital Pedro II,
outro na riba direita ligando-se semelhaaiKfneale.
aguas abaixo, ao caes da Detencio. no bairro d>
Santo Antonio.
Os dous braco.-, assim regnlarisados, compre-
hendem am triangulo cuja base e a ma Inperial
de Afogados a Cinco Pontas e cajo ver lice
tica para os lados da fabrica de gaz.
Este triangulo, diz o Sr. Fournie, actualmea-
te sera valor, por isso que e muito baixo e cortaac
por innumeros bracos ficticioo, insignificante*
para o jogo das mares, mas muito incommodes
para a abertura de mas, sera utilisavel desde aae
as ribas do no estiverem definilivamente fixadas
Os trabalhos de escavacao, de atterros, de diques
e de defeza das ribas, que derem lugar a ease
resultado, serao pois inleiramente fruciuosos para
os terrenos ribeirinhos, independentemente do
interesse maritimo, que e o principal que se tem
em vista. A margem direita do braco. do* Coe-
lhos, formara am dique iasubmersivel por sobre o
qual o caminho de ferro da Victoria costeara o
delta do Capibaribe at} o vertice d'esse delta.
E, tendo assim patenteado as vantagens da re-
gularisa.-ao do braco dos Coelhos, relativamente
ao aproveiUmeoto de terrenos, hoje inutilisados,
bem assim a facilidade d'ahi provinda ao desea-
volviraento da linha ferrea da Victoria; o Sr.
Fournie aiada propoe a construccao de um ontro
drqae entre o caminho de ferro de Sao Francisco
e o mar, do lado opposto da rua Imperial, dique,
que,. sendo de forma eonvexa, est-nder-se-ha da
ponta de Afogados ate a ponta do promontori > da
Cabauga.
Existindo abaixo d'este ultimo ponto uma gran-
de profundidade d'agua, perto da via ferrea, res-
peita o Sr. Fournie essa especie de porto natural,
e, observando que se acha elle a pequeaa distao-
cia do actual braco esquerdo do Capibaribe, pro-
l<5e que, a parlir d'ahi e em direc.ao a frente do
hospital Pedro II, seja rasgado um canal, a qne
chama canal de S. Jose, e que nao se facilitara a
Sassagem do fluxo do mar em direccio a Pusagem
a Magdalena mas tambem podera; servir para
escoamento das aguas do rio em caso de cueia
excepcional.
Afim deempregal o convenieatementenesseda-
aKnUr^%ws*&m,gftviii r'jr-Mwi
actual, o Sr. Fournie adapta a esse canal daas
barrageos moveis, uma destinada a ser Icvan-
tada na estofa da mare, afim de forcar o refluxo
a se encaroinbar todo pelas visa actuae*,outra
em segaida da primera, destinada a impeJir a
passagem do fluxo, no caso dc cheias do Capiba-
ribe, e a dar escoamento as corrente* descen-
dentes.
Com taes obras, isto e, com a r braco de mar dos Pas.-arinhos e dos dous bracos
do Capibaribe, com a abertura do canal de S.Jasc.
com a onstruccAo dos diques e caes proposlos, e
bem .i--.-1i.i com as escavacoes ou dragageos indi-
Oadas, pensa o Sr. Fournie que nao son ji.go das
rr.ares sera mais poderoso, mas tambem que serao
melhor preenchida* e satisfeitat as c.ndic.-.* de
prufundidade permaoente, quer ao sopc dos caes
actuae*, quer ainda em toda a exteosao do aaco
radouro do Mosqueiro
A' uos tambem paroce isso evidente c iocontes-
tavel, nao so porque o fluxo da mare subira com
mais presteza e acceleracao e beni assim se Ura
Qiais abundantemente, mas tambem porque as
correntes do relluxn ua vasante serio mais eoer-
gieas, tanto por causa do maior volume d'agua.
como pela regularisacao das mesma* corrente*.
Por outro lado os dique) e caes p*op.>stos, eom-
pletados, eomo indica o Sr. Fournie, pelo prolon-
garaento do caes 22 de novembro ate a (oruleza
de Cinco Pontas, oflerecem um desenvolvimento,
uma extensio dupla da que actualmente existe ; c
conseqaeotemeate melhor satisfarao as necessida-
des do com mere io maritimo, sem toda via preindi
carem o aproveitamento inteiro dasHorcas bydrau-
licas.
E', pois, manifesto que com as obras iodicadas
o illastre engenheiro solveu cabalmeate os dous
primeiros (juesitos estataido1, por isso que nao so
satisfez as bases hydraulicas racionaes, mas tam-
bem prehencbeu as condicoes decorremes das ne-
cessidades maritimo commerciaes.
Vejamos, agora, de que modo resolveu o Sr.
fournie o terceiro quesito isto e como. sem com-
promelter ojogo das forcas naturae* disciplinadas
em vista do maior effeito, poude elle salisfaier a
necessidade de eslabelecimentos matitimos espe-
ciaes para as companhias da caminbos de ferro
coacedidos e para a do caminho de ferro de da-
tura.
Tendo admittido que a ferro-via de S. Franusco
construa a sua eslacAo terminus para passageiro*
no local do forte de Cincos Pontas, uma pequeaa
estacao de mereadorias destinadas a cidade ao lo-
cal actual, servido pela eompanhia Locomotora ;
e nnalmeale sua estacao geral de mereadorias
( gare de triage ) em Motojolombo ; e, por outro
lado, devendo coustiluir-lue am porto marilino,
susceptive! de desenvulvimenlo o Sr. Foarme
colloca esse estabeiecimeato maritimo precis*-
meate ao ponto acima assignalado como um poilo
natural, perto da estacao, e onde podem ehegar as
liuhas de estaciooamento e de servico entroacando-
sc sem difflculdades na via principal em Afogad -
Se essa eompanhia quizer ter um maior de-
senvolvimento de caes, diz o Sr. Fournie ; se sea
trafego tornar-se tao importanle que seja mister
desenvencilnar-se das contrariedades qae Ibe po-
sam causar a differeaca de nivellamoulo ( de 1*
A 2,50" ) e as correotezas da mare, podera cons-
truir no promontory da Cabanga nma bacia de Uac-
tuacao, mteiramente em desaterro ou escavacao.
e por coasequeucia sem influencia rcductiva aa
superQcie actualmente sajeita ao jogo das mares. >
D'esl'arte ficario satisfeitas as necessidadea raa-
ritimas da ferro-via de S. Francitco, aio so quao-
to ao presente, mas tambem quanto ao futuro, sem
conlar ainda que, p r meto do caminbo de fer.i>
de cmtura, um partc d'essas necessidades pede
ser satisfeita mediaote o porto do Picao e ma:s
remotamento medianie o porto atlautico, com aos
bos os quaes a liana eirculatoria do Recife vira *
pdr em communieaoao a estacao de alolo:o!oml
Quanto a estrada de ferro da Victoria, aaja aa-
tacao terminus admittio o Sr. Fournie que (osse
ou venba a ser collocada nos terrenos de poaco
valor cituados entre o gaxomelro e a de!enc>o, tam-
bem aquelle engenheiro Ihe destiaa nm pos-porto
no braco dos Coelhos Ktiucado, porto que alia*
pode eommuntcar com o mar por meio do caaai
de S. Jos6.
Se a eompanhia d'essa ferro-via quizer ter aaw
bacia de fluctuacSo, podera conslruil-a aoj>refna


i


3=
*
==
Diario de Pernambuco
hbado 3 de Outubro d6 1874
-
' delta do CaplUarila, tem qua d'abi results dinti*
nuirio na superficie sujeita ao jogodaA W^i
Essa bacia, ac:esiivel as liohas'dl reTY^***,'
nao so licaniproiada da rua Imperial, mas tam-
bem, e o que tos arraarenj: 4 ,4|io_-itJ3 quantos a companhia
auizer edificjjjl 1
Kara o caiwrnw'w ferro do t.imeeiro\ cirja es-
tacao terminus deve sercitaada no local da forta
leza do Brum, ainda o. Sr. Fouraie ministra um
p Beberibe, ceuslruii*io*e utt aes tfa esttfcao to
forte do Guraco par servir sos cmbarqus, e dee-
euibarques dos genSfoc de exportfccao e da icn-
portacao.
Pretendc o Sr. FVmrttej qne, Bern perifos, pode
esse porto commuflear com a oolrada do Mee
queiro por meio de *ma aberrera pralicada o
tstbmo, e protajpla eon ectasas, alre o forte do
Brum e as prilp|ka9 casas dobairrtfdo Recife, por
isso qua a passagern dos navies pela edusa sera-
serapie possivel e fecil, e pjrque o peqaeno que
tira-mar do Poco e omolhe do Picao darao calraa
completa ao porto onde deseraboca o canal.
Nae podemds oos, porem, convir nesse rasga
nativa u\*3* pfeadas que 1
elo Jjiit.irii>c)Si qae se digaoo- de-wsebMsr
para aqiielle pieaoso e^tabelecvneaii. .0 (i'nb
Azucrias provou^com esta honresa diversau da
seus'fins sociaes,'que' a rnociaade' divertiaa tjlo'
sacrillea'aos* seers jocose* devaneios'as utohrw
emoroes de aeneflcencia, Hem lha sao iudiflerentes
os comraeiwrnentos de uti:idaie pu'olica. Aceite o
club as expressoVs de men racPnhe justo tpteyx-Henrtiint Parira de tttuna.
Mecrcuria d* yoKcliv. --Eroolumentos
arrecadados na reparHeao da polioia desta provin-
cia durante o raez de setembro ukirao, a saber :
De 239 passaportes 1:295*
Be 24 fterlidoes
De S tilulos de carr.ereiros
De S iicenea* para despachos--a,e arena
mento a poltpra
Ba^ermos de resporisabtlicnHe
De 2 mairiculas de cocheiros de bond
J i >
Somma l:.'lfc*(JUO
Dos 259 pas^aportes, 187 foram concedidos a es
> do-iJlbtBO, a dspefto -d- eclaaa, iod* ei eraTos; cent destwo ao -Hto-^e ianetrtre-pagaram- Tem inTCresse^a corre3porrder"Ccmi os ?Bns loava
dwpeito da calma compkla do aote porto do Po
50 ; e nSo poaVmos coovir Disso, porqae, dada a
oypotbese de desaiantello ua eclusa, cousa nus
nao *iwposMvel aeoateeer, e ^^ocertu com 0 tempe de fane rqssaca. a de vea-
w e aguaceiros de certa qaadiM d>j-a*rio, em ra
jo caso 0 aute porto sio gosara de calma completa,
poder-sehaoverifier, senao Mdos.ao menos uma
HlilU ttitfilAlilfl MMIili'ir '1 Vfi] ili* a 1 n tiiw ^tit ut **iit<.
f'^" may u T7*jiw.,t*jrjii iIdi \J*t?* flln 1U J "T *"""
pufo Sf7"eSgedlieirj Manoei de ttarros Barrefoj
em sua cnti^'a ao projecto dos Sra. Neate e Lane.
Felizmeale nao -c esia uiua oeee-sidade impe
,-ioia e capital 00 pruj^cio do Sr. Fuuroie.; a. apro
vdiuodo a idea espfcialtnuotti 4 companhia da
frrro-vm do Lim ieim mn cif.-u: aoeiaa extraor
dioaria- de desenTolvimeaio do respectwo trafB
go, bHii|6da alia sir po*Ui A; parta, pelo meuos
le i|ue, depois do con-irtii lo e qutbra-inar do
fuco e 0 moliio d I'u'u', uma, tonga axpeheQeia
de muitosannos teuha dcru usirado a saciedado
quee ini|uebraui;iv. i a calma do anle-partD, pro-
tegido por aquelia^ uuas nbna,
Se a ouipauliia I.Kiwen.i -(uizer lor ua)a
bacia de Lluotuao^io, dip mutt* 0 Sr, fonrnte, po-
aera te la sera r.:Jimr .1 sqperficie sognla ao jogo
ii<3 units, ouii.>tiuiiid.>-;i nos vastos ierrenos pan-
laavsos a unit lisados coiaprehaadidrs entre 0 ate
ttipbo-dd ferro dj Lunnairo, a estrada-de Olinda,
e a rahida da e^nibjua laoarona para a bacia do
Bebenbd. Esaa baeia, a que cbamarei baoia Tac?
ruaa, serafacilinentu p^ista em eoimuuuicagio com
a estacao do camiuho de ferro b* Eocruzilhada
de Bejo.u p r meio da lianas que contornem a
caiaboi Tacarnna ; o aeha-se e:n coramuoieacao
facilnua cjiq O.lllla.
Evideutemeole assim sn podera fazer ; roas essa
bacia de fluciucao i a de ficar dppeodfente da
abertura do i-Umio, e para este tiabalho; pelo me-
nos, requeremos uiti a liaiuenio prolungado ale que
se verjfique a irnpossibilidado da reattsacao do*
uja!*s que recbiamos.
Fiaalmente, lendo 0 Sr. Fournte dctirMcd0 0 ca-
minbode ferro de ciolura, ao qual atiribuio um
pwto do cabutageiu na ilfia do Koga^ira, e cum-
phodo-!he tam;ie:a assigaar-ihB iiiu-l >-.:al para ba-
cia do fluctuaoao, annazen?', e;c, aiim iSe poder
essa ferro via desm|ienbar-se do pa pel que Ibe
loi dtilribuido, de>igoiu 0 illuitre eageuheiro. co-
mo main aptos para ease mister, os terrenes, em
pane ionaudados, de Sinlo_ Araaro, entre 0 gyra-
uasio, 0 ci-uuerio, a fundieao Starr e a rua do Li-
jia, terreiio.- asfes cuja occupa^ao em nada prejti-
diisa o jngo djs inaroi.
^culeln..nte obra, porem, pela inesma razao da
da acima, Qea depi-n leata da abertura do i-irt 110
k, poi, segundvi t)en>aiuos uno. podera ser exceu-
tadi scna-) daqui a muilio anoi'S.
I lo, pore.n, uao orrjudijia a idea, nio >6 p.T-
que 0 camiuuo Je frrro de eintura nia sera de
certo ooustiuidj desde j;i, mas tjmbeiii.-porque e
possivel c justruir-se Ihe uica baeia de QtwUiaolo
earmazeus 11a bairro iidu.-trial acima citado ou
na illia do Nogu^ira, onde alias ficara) bem eollo-
cados, ambora um pouco distaute da cidade.
E, lecdo assim attendido as nece3:idades das
vias ferreas, e ouir.i>un, co n 0 deseuvolvimeato
dujcaes, toudo proviso as ue.a>sidaJes deeorren-
les quer_ de DAvegacao de longa curso, qoer da
oivegacio de cabolagem, quer ainda do trans
P^rtesfeitos pelos vthxulos communs
us de ammaes ; 6 claro e evidente
Fuurnie resdveu dei.'arte 0 terceiro
saiisfacloriamente couio resolve, a 03
raeiros.
E' por isso qaediz elle a pag. 52 da sua \
15*600
fi J00(l
itftOd
10 dc lodos e a lodos di-lri
do animaf4o, femo elks, viuh conduzi
uem 0 sou raibro.
Ao wy MMHatrit, -lepoz cada cm 0 t
^4 sats aewinwjtis religiosos, e u vigario.
do a-paJ#^M, |ijide;eu 0 ssrvifn presi
essa.parte;ao powo, mostraudo-se ufaao e
regwrrjo pero goito a satisfacio, como acabava'de
ver, com que todos a porfia presiavantV>s primei-
*os seutjfios 4_fiaia.de Deu~, acubaudo por levan-
.lar viva| a rfln e ao eovo.
Foi umattdla reltgiosa, mH titia folia, qua,
saudo ulniiosa-para os4|oe nelli entraram, servio
da e.-tmwlo para todos os habWaMes cm geral,e,
eta -particular, do vergdnna e coaTusao part os
iudiffereate*.
< N dia feguinle dense priacipio a navai
e os boraeos pari serem etidcados os pri
paos dos andaime4 e aeese meimo dia teve
11 coneco dos devotes axercicios do ilee Dolo
queTimTrao rottfro cotrcorridrj.
Para aiuda-lo na obra da nova matriz, 0 Rvm.
^igario reooweu iafifem aJrmandad* do gaatir
uai)-Sacramtnto, erecta uaat* villa, aqaal,4MBr
mmc
dendo
aos redaraos do Rvm. vjgario, so prestou
vets seutimentos
rar-se por ora
ser ^epipregada, conform* 0
rscao"
N'fw desaoirae 0 Rvm. vjgario, na.uaempre
,
9
n


>
a por cos
que 0 Sr
quasi to tao
dous pri
ra : Eu poderia deter-ma aqui, visto a mo u-
das^as iii;ecs>ida les commerciaes que indiquei li-
Jlas.como ac.i.i quaesie projectp 6 ainda sus-
ceplivel do um outro aperfei^jameoto, aesrescenta
qae vii ejepdr esM nutavel e ultimo aperfeifoa-
tnento, observando todavia que 0 projecio tal como.
foi expo-tj are ahi forma' um to-do cornplcfo, que
p6do sef accito a adxptado em pria.-.ipic, se por-
ventura nao uurecer approvaeaa 0 uue vat aceres-
centar.
Veremos no proximo artigo qual 6 esse aperfei-
1; tarn- nti e que valor tern e mercse.
t EsiUiAlu
RByiSTA DIARIA.
S'l'dliv^siira ixiltiM-n. i'or portaria da
presideocii da ptovineia, de 30 de setembro, M
nomeada Beroardma de Oliveira Cavalcanle Ma-
cbado para reger iuterinaraente a cadeira do sexo
h in .mi 1 de Abreu de Una.
Autoridodex puiioiaca. -Por portarias
da presidencia da provineia, da 29 de setembro,
foi declarado chamar se Edoardo Gomes da Silva
o-3 supplente noraeado para a eubdelegacia do
distti-to de C irreutes, do termo de Garanbuns, e
nao Eluardo GonQalves da Silvs, como foi mencia
nado ua respectiva portaria de oomaacao.
Hals donaMieg.-Damos em seguida mais
obolos enviados a S. Exc. 0 Sr. commendador pre
sidente da provineia para as obra* dj hospiclo de
iltonad.is:
a lllm. e Exm. Sr. commendador Dr. .rUoriaue
I ereira de Lucena.Querendo, como artista araa
dor da photographia, cencorrer com 0 men obolo
para a realifajio da grande idea que V. Exc. tem
tao bem sabido emprtbecder ; resolvi, com 0 meu
irabalho photograpbico.erganisarum qnadro, que,
apresentando diversos pontos importantes das mais
nouveis cidades do Brasil, honrado com a copia
de alguraas de euas mais gratas celebridades, 0
tornatse saliente entre as prendas qae a V. Exc.
tem sido offerecidas, e offarepo-vos tamfeera. Se
nao e a minha offeria digaa., pela mesqainhez do
trabalho, todavia o.e pelo que representa, Aceite,
pois, V. Exc. 0 meu briode, relevando a pouea im-
portancia material, attendeoao apenas a idea. Os
meus respeitos como-De V. Exc, altento venera-
dor e cnado-if. Zaiuzard Schiappe. Reeife, 2i
de setembro de 1874. d
Gabinete da presidencia defernambaeo, em
2b de setembro de 1874. Dim. Sr. M. Zalazard
Schiappe.-Recebi c. m agrado eireconbecimento
J) precioso qnadro, que V. S. teve a bondade de
organisar para 0 bazar do hospieio de alienados-
constando de vistaa photographicas das mais no-
taveis cidades do imperio. SetnelhaBta olTerta vai
ser, entre as demais, uma preoda estimavel, pela
vanedade do todo, e valor -especial de cada uma
das paries. Exteroando Ihe a segaranc* de minha
?raiidao pelo seu generoso donativo, aesigno-me
com apreco-De V. S. multo attencioso vonerador
^cnado-//wnou* PereiradtLucena.
t lllm. e Exm. Sr. Dr. commendador Henrique
-.Fereira de Lucena.- 0 Club dos Azucrins vem la-
diloso trazera V. Exc. os seus mais elevados cum-
finmeolos de respdto, a a realisacli de uma idea
que emprenendera. Sao, .Bxm. Sr., os tins desta
aasociavao os brincos do earnaval; se do pensa-
mento nascem uos dias de anas festas. ideas qae
o pubkeo por bondade applaode, e eleva, chaman-
do-as felixes, a que boje, longe de sens fins reali
sa, pode com mais aoerto ter aquelra appjicacao.
Dos applauses que os associados deste club pre
tam a soberba idea da reaiisaclo do edificio, des-
tini^doaoasylo de alieaados, surjto de sens eo-
rafries a espontaoeidade de prestar um obolo que
v ""nifi;a^ao nos 33 objecftw que offerecem
a v. Exc. para 0 bazar de preodas. ao ins gni.
ncantes, creJo, porem grandes pelos sentimemos.
? rth Vs ab!llx,J assignadjs, representantes
do club, em face de so a lei, rirmar seus
nomas, pelo qne pedem a V Ex<*
* subida con'sideracSo
exporla^io, e 72 concedidos a diversas pessoas
com dettino a Europa, e escravos em companhia
de seus senhores para diversas pcovincias du i ji-
perid. :
CvnscUes interim**. -Durante a ausep^.
1 cia mjs'srs. t. W.Stryker-fc B Vf. Dam; actiam& za '; ella e ard*ai e petiosa
enearregados djs cqn-plados : dos Esta.dos.Otidos-
0 Sr. vice-c Bsal'd L P. Rueck ; e dfllnglaterra,
o/Sr. viee consul G._CorliaM.
fiovo preparada iiiedtriiial. A Gu
zelm dos ihspilrm-, lo mez-de julht, publlcualo
relatarm afesenlado pto 9f> Dutoie.'na- 0cw-
dade de mediciB* o> P*ri. acercaxla Unanw
moria offerecWaa mesu'a soripdade pehi'Sit Joao da Silva ftami'S, srbre 0 emprego d* agua
frla, ein-bairtesf na wbtw afearewi-;- no penodb
denomifiaao de vomK"pr%tfV!iOW(*ai8'f(4 cob'
fiderde^la Seciedaie irrtere8#me-e 4igov "d*
oeeupar S#us sgra;ciinerH<^ ao >newiio Srt D^;, & eoasJ-
deT'lhe o4tttrlo de membro'correspondeote da
sociedade de medicina de Pari9. *hmi
MisHa fMn^ir.Mojo a* 8 horas dtffha-
nbfi sera resada, na igreja do eownto de S. 'Frirt-
Cisco do Recife, nma missa pflo dweatie* ^ImtM
do bs;narel CineinaW Ah'es<^avaleante'C:hnBorfrf',
para a-q lal saoooavidadM'MM'M anrigos d#'ff
ifado e de seu dnrrm- lllostre oi;
fjMMaMtUlllma,-Gun todo o es-
plenJor eelebra-se amanha, nit igre);i da :Madre
Dsns, a festa de N; do ItosariJ,- ocaupando1 a
tribtma sagrada ao Bvangelb o-RVm. Bs*>ws
Vianoa, e ao J>'mno RVm. Leonardo GVego.'
A orohe.stra, ragt(}.i-pelo^ifdfe*snr o Sr. PrwhcaH*-
rio, exeeotara a mis^a o\>no:rrfhada BMMrtHMfl
preudeudo a aiteocao do audictorto, antes fco- *r*
inioda^Ma, com uma 1tda ouvermrat'*
A' nuile sera queimado, em freakr-fr lgrc!jt, um
lindo f go de anitlckj;;
Falicrimeata Deu hwftem a alma bo
Crevtar 0 5. aninsta- Unfino IVreirMdsi-Abmu.
0 fallecldh'era natufMda provineia de>'Gy' 0>
sahimento devera ter lugar hoje as 4 hnr^ da'
tarde", d-7convenio de -*j*j* Senhor.1 do Carmo,
onde se aeha deppsitsdo.
Pagaduria de faieonda.Nest.i c.*t^ao
pajratn-se hoje 6 segtfbrtevMlns: '-
Ju.-ti5a de lJ iastam^o*, eapi( bed iria, correto geral e etnpregados da oslrada
de ferro.
Concert* nm-i< at. De cajiformiaada'
com 0 convite rtacdhimtaBdo encarrg*la da aoqai-
sicao de prendas em favor da asylo-de alienartm,
deve ter Idgar na noitp d> wgunda' feira, H^o
correb'H um CQn;ertomti*cal; nojaidtm *lolC wi-
pe das Princeaas, omle' distribuira ;a'm8?mrt?*n>
tnissfio 0 resto das prendas que foram otferaridwd
Propagadvra do instriicuao publi-
ca.-Amanha havvra seSsao do eonselho paro-
chial de S. Jose, as horas e no lug r do co'tnme.
Bom C(iiik:;1u<>. Eseri-vetnnos ^Jspsa
villa wu 23 do cuiT-uti;:
Eai 183S, uptico mais oa menus, foi, c^noq^
caiueule pioviJaocta [reguezia do Paoapacji, to(lo:
sido nesse tempo eluvada A caluegrfi^ de malrii
uma pe pi na e mal contruida ca^slla, criglda-.
pslos fieis, ([ue aioda boje se conserva.; ni.s, am
um e.-tado pessimo e lastiiuoao.
u Em virtuJe 4o estado da. ^apella, qii* ainda
vaiservinlo de matriz, foi projectada a construe-
Qao de um tetnplo, que devia tonur a piella ea-
thegorfa; mas, que tenJo sido prinupktdo em
t85i, agora li quese acha 0 corpo da igreja quasi
em est.ido de receber madeira, e a capeila-mor,
apezar de se achar coberta, em tal eitado de rajna
que vai ser d raollda.
E' por certo, em geral, 0 povo da fregiiezia
pauperrimo; mas, os bous sentimentos de lodos
que todos us ramos ue negocios se acnirrs ii ir
nancas, n5o se pode somente com as esmnlas.ar-
recadadas entre sens habitantes e effeflas volun
(arias de alguns coneguir-se a cofaclusao da
obra.
i Estamoi rm um paiz, cuja divisa, sendo a
arvore da redempcSo, e por isso mesmo a religiao
do Crucificado a religiao do estado, e per e.-te prih-
cipio esperamos do governo um poderoso auxilio
para tun flmtanto mais justo, quanto religioso,
como e 0 da cotistraccao da casa de Deus-, e a
factura de uma matnz em prol dos bens espiri-
tuaes dos habitantes da hvgnezia.
Consta-nos que na thesouraria provincial se
acha recolhiJo 0 prodacto de uoia parte da loie-
ria, que correu em beneficio das obras da matriz
de Papacaca, e bem assim que 0 Rvm. vigario re-
quereu pa-a que S. Exc. 0 Sr. presidente da pro-
vineia lhi-|eoncedesse autonsacao de fazer 0 adiah
tamento da qnantia- correspondente ao producto
da mesma Ioteria em favor das obras da tuesma
matriz.
a A obra da matriz de Papacaja, ha 20 annos
para!y>adn, chegara desta vez ao sen* termiBO :
assim 0 esperamos.
0 Um echo, reclamando 03 seus direitos, sahido
de=ta freguezia, nSd se ouvia; araa s6 p'alivra
para chegar ao conhecimento do governo, que
taes direitos ign rava, jamais ninguem escreveu
mas, agora que presenciatnos os nobres sentimen
log do actual presidente, que nada tem poupado
para 0 angmento do progres?o material da pro-
vineia ; que se nao tern negado a proteger e aju-
dar, abrindo os cofres publicos a construcgao dos
temp.'os, como fez com a nova matriz da Escada
e continiia a faz.r com a igreja da Penha, tamos
certeza de que, lidas estas breves linhas por S.
Exc. nao fieara em esquecimento a obra da nossa
matriz.
a Podemos, fortanto, afflrmar' ao Rvm. Sr. vi
gario, que 0 seu pedido sera allendido.
c 0 povo, a cujos esforcos deve a. obra da ma-
lm 0 seu adiantamento, acha-se esgotado ; comtuio
nao e negara tambem ajuda-to, ja com os seus
donativos e ja com 0 seu trabalho material.
Confiamos e espera mos-, pois, que S. Exc. 0
Sr. presidente nao desviara as suas vistas pro
tectoras a acudir os reclamos da obra da nossa
matriz, podendo ate mesmo autorisar ao resneclivo
collector desta viUa, de accordo com 0 g lo do
art, 5 do reguiameato de 23 de jaabo desta anno,
para que se eocarregue de pagar as. folhas dos
operarios, segnindose em tudo os termos da lei
ate que 39 complete 0 products da referida Io-
teria.
t 0 povo desta fregisezia Anlia. aos justos 0 re
ligiosos sentimentog de S. Exc, deposita toda a
confisnea na solicitude e desvelo do seu respectivo
parocbo.
a E, de facto, chegando aqui 0 Rvm. Floriaao
la Queiroz Coutiaho, foi 0 sea primeiro euidado
promover a conclusao da obra, crira 0 que acha-
66 0 povo geralmente satisfeito a ammado.
No Deonltimo domtngo de agosto, na estacao
darmssa parochial, depois da costumada expli
cacao do Evangelho, fez 0 Rvm. vigirio ver ao
_Dovoa necessidade que havia de4ratar-so da eon
crasao da obra, rnoslrando ao raesmo tempo as
vantageos e fruotos. que tiram aqaelles, que tra
balham em pr6l da casa de seu Pal celeste, con
cluindo por coovidar a totlos-para no domtngo so-
guinte irem bnscar os caibros, que deviaro servir
nara os anJaimes.
No dia marcado, pelas 3 u:ras da zarde, na
porta da igreja mairiz, dspois do dar 0 sj'gnal con-
vencionadu 0 bronze sagrado, postada a musica e
subludo ao ir girandoias deioguetos, eujoa es-
taoipidos traziam 0 entbusiasmo a todos os "cora-
tal, dacidio-^pa
ntaa-mil rel2|arai
pedido do Rvm. pu-
mas na perse\etanr-a
uo trabalao consiste. 0 seu adiautamento 0 a sua
litmdQsio. '' "
trjrA-nagrada familia, orago desta freguezia, 0
i-rotogera, a 0 povo por sua vez, recooliecido dos
seus justos desejds, n86 deixara- de comoensar-lhe
tao relevant-* services prestadbs i religiao e a
freguezia.-i
iiemiioes Itsar se as seguiotes :
Oa Associar^fio Portngueza de Benelkencla doi
Bmor*gado noCommercio e Iodustria, assemblen
geral para approuacao das contas do anno findo.
Da sociedale recreativa Juventude, assemblea
geral para eleicao do vice-presidente.
Ba sociedade Oniio Commercial BeneficenW, as-
semblea geraj para a eleicSo da nova direetorta.
Da sociedade Rebreto Dramalico da Encrpzi-
lhada, 'assemblea geral para cootinu^ao da dis-
,-ussao dos estatotos.
Immlgraeao. Rara que se flqae conhe-
cendo a fortuna com qua os nossos vismhos do
sul ja conseguiram altrahir para os seus paizes
a corrente de ,immigracJio espontanea, aqai pu
blicamos a e-tatisca ofGcial das entradas des im-
mfgrantes na Republica Argentina; desde 1857
ate 1874.
Eirtraram em 1857......... 4,951 immien.
d 1858......... 4,658
J8TO........i 4,733
I860.'........ 8,691 a
1861......... 6,301.
18ri2......... 6,716 d
1863........ 10,400
1864......... 11,862
1865......... tf,757
iflfco......... 13.696
1867......... 17;04*
1868.....-"..".. 29,234
1869......... 37.934
1870........ 39,667
B 1871......... 20,928
172......... 37,037
1870......i>.'. 76,332
0 total dos immigj-antes entradoa desde 1857
eleva se, pois, a tretentos e trinta e oito mil sete-
centos e quarenta e oilo.
I.t-iiao. Hoje, 3, continnam os Srs. Duarle
Irmaos 0 seu Isilao de fazendas come^ado hontam
por iniervenQao do ageute Pinto,.em seu armazera,
rua' d> Rim Jesus
t a betielieio da matriz do WfO da Panella e que
Torre no dia 7.
a'i i df'.encii).Movimento da casa
la detenoao do dia l. de outubro de 1874,
Existlam presos 307, -entraram 6, sahio I,
existem 312.
a saber :
Nacionaes 246, muuieres (0, ^sirangetr a 2l.
tjcravov 34, escrava I.Total 312.
Ahxentados a custa dos oofres publicos 244.
Movimento Ja enfermaria no dia l. de Otttura
Je 1874.
leva baixa :
Francises Antonio CamfclldL. egaslrieo.
Ceaiitoria publleo.-Obiiaaiio do dia 1.
de outubro de 1874.
Jo;e Ferreira da Alegri3, bran^o, Portugal, 3i
annos, viuvo, Boa Vista ; ohtysica laryugea.
Itaymundo Antonio do E'pirito Santo, pardo,
Rio da Jaueiro, 45 anuos, solteiro, Boa-Vista ; pa-
ralysia.
touio ; diarrhea.
Carlos, pardo, I'ernambuco, 3 mezas, Santo An-
tonio ; convulsoes.
M.inoel, pardo, Pernambuco, 7 dias. Boa- Vista ;
tetauo.
Beuedicto, escravo, prelo, ilio de Janeiro, 47 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; tuberculos pulmonares.
Leopoldina, branca, Pernambuco, 18 dias, Poco ;
convulsoes.
Americo Wanderley Jacques, branco, Pernam-
buo, 19 annos, solleiro, B>a-Vista ; telano trau-
matieo.
Appd'acoes civeTT
D> Recife. Appeilantes Luiz F|qp"HOrdeAl
bi'.quernue MeHo e outroa, auoejhkdas Anna, e
*i.-\i m de Albaqaerque e (iutroVyS5tt)nIirmada a
sentrnffl. no^fbral. Appellante FraeHyvtezerca de
Araujo, appctlado Francisco AW*da Fonceca.
iftndou-se proceder a diligencra requerida a fo"
lha 252.
* irfi- I P*SS4fljHiS^. ..^a ,^-jmw.
DoSr. fcrJmbargadoTSflva Gfltmaraoa ao Sr.
desflBibargaa'or Reis e Sflva :
Appellagies crimes.
?-/ 1 <>/**
appellad
Do Sr.
Sr. dese
BIUMi
ilidalSilta.
of Almeida AJbuqaarque ao
:cH'
TRIBUNAL UA RELACAO
SESSAO EM f BE OUTUBRO OE "l874.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
proprios
0 enibusia^rao a .
fSes, 0 Rvm. Coutiaho, dirigiudd uma breve allo-
j cigao ao povo, animando 0 ao trabalho e mos-
trando o? reclamos da nova obra ha 2Q annos pa-
ralysada, a frente das pessoas mais grjulas do lu-
gar, juizes de direito a'municipal interin'is Pedro
Cavalcante de Albuquerqua e AuguitQ Xlartiniauq
digno-Sia aceflar Soares ViHela, 0 aJvog^o-Lourenco de Carvallio
d Araajo Ypiranga, os quaes^nao se U!m poupado
a proe.urar 03 inleros.-es da confinuacau. da obra,
e iriaW oe-'sojs distincta^e do t-idas as cla3.es Ja
16?aCaa Ui passoas ao lugar da maderia
De yolta admirava.-sa 0 gosto, s.itisfa;ao e en-
H^elmX-da
1H7-*.Presidente, Duque de Ghimeni. s-mii.
spas dtvisas titulares. Doas gu'aVde" a V. xc-
rio, Conde de l.amba^gi de
reiro, Duqut it Fonclturd o
law?..-Sbc-cU
.Vociiiai/fi.-TliesGa-
CAETANO SANTIAGO.
Seaetario Dr. Virgilio Coeiho.
As 10 horas da raanha, presentes os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Lourenjo Santia-
go, Reis e Silva, Almeida Albuquerque, Molta,
pr^curador da coroa, Accioli, Domingues Silva,
c Souza Leao, abrio-se, a sessao.
0 Exm. Sr. oonselheiro presidente declarou
que se acha em execuyao desde hontam 0 decreto
n. 5,737 de 2 de setembro do corrente anno, pu
blicado ao Mario Official a. 337 de 24 do mesmo
raez alterando 0 regulamento das enstas iudicia-
rias.
Em segutda 0 Dr. secretario precedes, ao sorteio
dos adjuntos para julgaraento dos seguinles ag-
gravos :
N. 66. Aggravante Rosa Maria da Conceijao,
aggravada Maria das Neves de Miranda. Foram
sorteados os Srs. desembargadores Domingues
Silva, e Almeida Albuquerque.
N. 67.Aggravante Jose Alves Barbosa, aggra-
vida Eogracia do Ampara Santa Rosa. Foram
sorteados os Srs. desembargadores Almeida Al-
boqnerque, e Domingues a Silva.
JULOAMBNT03
Recursos crimes.
Recorrreateo juizo de direito do Brejo, recorri-
do Olympio Jose da Silva e ontros. Belator 0
Sr. desembargador Silva Guimaraes, adjuoctos os
Srs. desembargadores Souza Leao, e Domingues
Silva.Improcedente.
Recorrente 0 iuizo de direito de Pianco, recor-
rido Antonio Bernardino de Souza. Relator 0 Sr.
desembargador Lourenco Santiago. Sorteados os
Srs. desembargadores Aejioli, e Souza Leao__Im-
procedente.
Appellacoes crimes.
D mello, appellado 0 juizo. Sullo 0 processo de fo-
lhas 20 em diante.
De Fates.AppeHaate 0 juizo, appellado Vicen
te"Ferreira de tiliveira.A novojury.
De Carnartl.Appeflante (iandido Jose" da Sil-
va, appetlada a justiea.Improcedente.
Appel ante 0 juizo appellado Ernesto Jose Fer-
reira.-A novo jury,
Appellaate Francisco Anxonio da Silva, appella'
do Jose Igaacio LovjU.' Maadou-se accresoentar
a senlencu a irrulta correspandente a metade do
tempo.
Da Ateia.Appeilante 0 juizo, appeUado Maaoel
da ilemtoncAf-Uaprocedeate.
De Mamaoguape.AppeJIanle o juizo, appellado
Manoel Jose. Ferreira, Gomes.Improcadeole.
D^ Caaipiaa.^ ippellapte 0 )izo, appellado
Aimy, estiiw.-,ao cuxador. geral.
Da CotlaAupejlaue Heajuque Guides de Soa^
za^jippsilada ajustisa,-A noyo jmy.
Da Assemblea.- Appeiiante 0 juizo, appeUado
Sebastiao Pereira da Cunha.-A flovo jury.
De Petcolua-T Appeiiante 0 ja*), appellado
Manoel Rodngues Lima.-A novo jurv
. J> InHPara,rif-- Appeiiante 0 juizo, appellado
^oSo Hianoisco Baiao.fmproeedenw.
De Santa I/.iria Appellate-- Barnabe Pereira
da Rosa Caltifiros, af/pellaJo PaoHno, escravo.
A novo jr*>
De Iuga."appelUstd Vieefrte Pnnciscb Perei-
ra Barboja.-'Kppellada ajustija'A novo jury.
-. Do. Filar.---appeiiante 0 juizo, appellarJu Ma--
noel Games da S.1va..V nrrro jarv.
Cabo.Appellant!*Manoel Antonio do Moole
appeljadi a justi;a.
Nazankh. -Appellant* 0 promoter pubHeo,
oel Panir '
bargadoi
[ador Ace
Appella^ues crinwi.
De S. fflgael Appeliantli Epaminondas da Ro-
chaVieira, appellado Pedro Joaquitn da Silva Caxa-
erJBiba 0ro.
De Saboaao. ApptftaMe RaymuBdo Gomes de
Souza, appellada a justica.
DerCabrobrj.Appeiiante a jastica, appetladoXt-
Do^r. deseaabaVfiitlor. AcftUli ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva :
App'ellacSes ctveis.
De Porto Calvo. Aopella.nte Jpia-de Oliveira
Lima, appellado" JbSo Ferreira da Cunha e outros.
. AppeUacoes crimes,
Alagfta Grande.Appeiiante Joaquim Gonr;alves
da Costa; appellado Delftno Antonio de Miranda
Henriques.
Ao sr. desembargador Sopza Leao :
Appelfacoes commerciaes.
Do Recife.Appeiiante Antonio Joa^m da Sil-
va Bnto, appellado Jose Cvprfano de ;Araojo.
Db Sr: desembargador ilotta ab St. desembar-
gador Aceioll : *
AppeHacio clvel.
DeAtalaya.-Appeiiante Joio Francfscj Maia e
outros, appellado Aotonio de Moraes Ssrmento e
outros: 1 .1 *
Do Sr. desembargador Doraiogues Silva ao Sr,
desembargador Souza Leae \
Appellacao commercial.
Do Recife.t-Appeliante Jose Monteiro de Siquei-
ra, appellado Rodriguea Irmaos t\ Guimaraes.
AppellacSes etveis.
De Caropina.Appellants Agostinho Pereira de
Olivetra, appellada Perpetda, por seu curador.
Da Parahyba.Appellaate Antonio Gomes da
Silveirae outros, appellada Dr. Dario Gomes da
Silveira e outrds.
Do Recife. Appeiiante Gregorio Taumaturgo Sa
LeitSo, appellado Jos6 Maria Ferreira da Cuoha.
Idem.Appeiiante Joao Alves da Cruz",'appella-
do Manoel por seu curador.
Idem.Appeiiante Manoel da Costa M-tngericSo,
aopellados Dr. Antonio Annes Jacome Pires- e ou-
tros.
Do Sr desembargador Souta Leao 30 Sr. dos-
embargador Silva'Guimartes :
Appellacir> crime.
Appeiiante Francisco dasChagas,do Monte, ap-
pellada a justica.
.. Diligencia crime.
AO Sr. a%embargador promotor da justica :
Appeltanteo joizo, appellado Manool Herculano
da Silva Appeiiante Bruno, Cesar de Mello,. ap-
pellada a justica. Appeiiante Manoel Jose das Ne-
ves, appellada a jnstlca. Appeiiante 0 juizo, ap
.pellado Manoel de Barros Braga. Appellants Jose
Alv&s da Silva, appellada. a justica.
Assigaou-se dia para 0 julgaraento -rJbs seguin-
tes feitos :
Appel laches crimes.
Apptllaate" 0 juizo, appellado Manoel Jose de
Souza App Itante 0 jnizo. appellado Jo.;.6 Vicente
Pereira da Silva. Appeiiante Vicente' Ferreira
Borbcsa, appellada a justica. Appeiiante 0 juizo,
appelladi Jaa,|utm AlVes de Oliveira. Appeiiante
Francisco Ferreira,Xivier, appellado Jose Pelippe
Santiago.
Appelracao civet e commercial.
Appeiiante Francisco Rodrigues de Souza. ap-
pellado Jose Goucalves da Cruz.
DISTBIBUICOES.
AppeUacoes crimes.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
De Goyagni. Appeiiante 0 promotor, appellido
izidoro, estravrr do padre Manoel Marques.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
De Limoeiro. -Appeiiante b juizo, appellado Joao
Francisco da Aranjo.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
De Santa Luzia. -Appeiiante 0 juizo, appellado
Jo3o Gsraas de Barros.
AppeUacoes crveis.
Ao ?r. desembargador Souza Lean:
Dj Recife. -Appeiiante Luiz de Paula Lopes, ap
peitauu (ruu5u reixuiu Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Do Recife.Appeiiante Pinto Barbosa 4 C., ap-
pellada a massa fallida de Peret a de Mello 4 C.
Ao Sr. desembargador Lourenca Santiago :
Do Recife.Appeiiante Grounae Nusen 4 C,
appellado Estevao Jo e da Motta.
Ao Sr. desembargador Beis e Silva :
o Recife.Appeiiante Mills Litham & C, ap-
Uespezas de iaitallacab........
AffPfn-HrB|.^.^tM.^4A.-
Movets.......................
Diversas rjtmtas.............
Caixa...............
&9$mP !*,*/> i ktpir' d-iri
6:P63i8T:
6W:90D,Jl7l
68fl:306i9M
6,708:67W'7Jl
te^
PASSIVO.
Capital......*...............
Fundo de reserva..........,'.'.'
Conlas correntes por dinheiro a
i juros.......'...x,...........
Contas correntes simples...,,..
Depositos da direetorta.........
CaucSes......................
Dividendos....................
Descontos.....................
Diversas contas....,...........
Lucros e perdas...............
S. B. % 0.
Recife, d*e ontdttro* rJe 1871.
____ .0 guarda Jivras,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
?8t!CIC0ES t PEBIDR
6,|(K)0:OOOJOOO
12:6O0>000
i:i'.:t**'-80
'"'70:4JJ7* 5m
2i:000i000
27:139*190
9:087*000
48:213*287
381:574*864
1:478*600
6,708:675*171
Ao pulilici).
pellada D. Maria Ruarda de Souza Rego.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Da Parahyba. -Appeiiante 0 conego Francisco
de Mello Azedo, appellado Francisco Gomes da
Silveira.
Ao Sr desembargador Motla :
Da Victoria.Appeiiante Joao Jose Ferreira,
appellado Candido Francisco de Salles.
Ao Sr. desembargador Accioli:
Do Recife.Appeiiante 0 barao de Nazareth,
appellado Severino Carneiro da Cunha.
Encerrou se a sessao as 2 boras.
Tribunal do coumtereio.
ACTA DA SESSAO DE 1 DE OUTUBRO DE
1874.
PRESIDENCIA DO EXM. SB. CONSELHEIRO ANSELMt-
KRANCISCO PKRKTTI.
A's 10 horas da manM, presentes os Srs. de-
putados secretario Olinto Bastos, Lopes Macba-
do e Alves Guerra, e 0 Sr. supplente Sa Leitao,
S. Exc. 0 Sr. oonselheiro presidente abrio a
sessao.
Lid), foi depois approvada a acta da sessao pre-
cedente.
EXPEDIENT!!.
Distribuiram-se os seguintes livros :
Diario e copiador de Joao Antonio da Sflva Bas-
tos, copiador de Joaquim Jose Goncalves Beltrao
& Filho, a um livro de entradas e sabldas de Soa-
res do Amaral & C.
DESPACHOS.
Requerimenlos :
De Peixoto & C, para dar-se baixa em a aomea-
cao de seu ex caixeiro Augusto Ribeiro da Costa.
Con 0 requerem.'
De Antonio Jose Borges Costa, pedindo que se
lha mande dar por certidio 0 theor da procuracSo
que Ihe passou Antonio Jose Leite Bastos.De-se
a certidao requerida.
De Maria Francelina Jorge de Souza Fernandes,
solicitaado 0 regisiro da nomcacao de seu. caixeiro
Francisco Ferreira das Chagas Yillarim.Regis-
trese.
De Otto Wckel, apresentando a registro a pro-
curacio annexa.Seja registrada.
Da Henrique Xavier de Araujo Saraiva de Mel
lo, requereado 0 registro do seu contract? social
em dupllcata.Vista aoSr. desembargador fiscal.
. De Josii Joaquim Goncaivus Bastos e Antonio
Alves da Sil.'a, pedindo qae se registre 0 distrae
to de sua sociedade que gyrou sob a rirma de Bas
tos & Silva. lantern, os supplicantes am seguodo
exemplar de sea distracto, no qual se cumpra 0
qae dispoe 0 art 2 n. 7 do decreto n. 4505.
Duvida da secretaria ao despacao do tribunal,
de 28 do met proximo passado, proferido na peli-
^ao de Francisco da Chagas de Jesus do Monteiro.
Procede a duvida.
Informacao da mesma, dada. em cumpriraento
rio despacho do tribunal, de 28 do raez proximo
lindo, exarado na peticao de Joao Jose da Cunha
Lages. Vista ao Sr. desembargador fiscal.
COM 0 PARECEB FISCAL.
Peticpes :
De Aotonio Ignaeio do Rego Medeiros, Francis-
co Ignaeio de Oliveira e Jose d'Assumpjao Olivei-
ra, registro do contrato de prorogacao de sna so
ciedade. Registre-se, nos termos do decreto
n. 4,394.
Sando II e meia horas e nao havendo mais nada
a despacbar, S. Ex,c. 0 S. conseUieiro presidente
eneerron. a sessao.
Balttuccle do Banco Conauaerclnl
de Pernauilmo, eiu 30 dc
tc>teiufpo de i9^k
AC.TiTO.
Acrionistas................
Letras descontadas.. ......
Letras caucionadas..........
De. iUraba-TApnellante P^dro, Ferreira -Nobre, Lettras a receber..............
appellada".? jdst^.i .-NHlh 0 julgamonfo. Valores depositados...........
4,200:0005000
1:006:547*490
Ifl:oi5:!B8
Breves consldern^dcs sobre o abas-
trrimentii ti'as'cin potavet :t <-itl-
de do Recife* seus eagoao* e melos
desanear a sua atmosphera. pe-
lo Or. Pedro de Atbayde l.nlio
oscoto, formailo em naedlcina
pela Faculdade da BalUa.
(Continua^ao)
Reportando-nos a antiguidade, flcaremos admi-
rados das maravilhas, que foram executadae para
tfazer agua abuodante e da melbor quaiidado as
pi'puiacoes civicas.
0 aqueducto do Ectabane e uma das primeiras
tf ntativas desse genero. Diodoro de Syracusa di
zia 0 seguinte : < Como a cidade de Ectabane sof-
fria falta d'agua e nao bavja fonle alguma per to,
foi buscar cam muito irabalho e despeza agua
;mra a am abundancia ; e dividio-a por todos os
quarteiroes. a
0 aqueducto de Saraie&s de que falia Her6doto,
(Thule liv. Ill), construido em Samos por um ar-
chitect) de Megare, Eupalino, lilho de Naustro
pho, era uma obra igual. Consislia em um lunel
de 1.029 metros, cavado em uma monianha.
Gelon, tyranno de Syracusa, depois que bateu
Hamilcar, empregou os prision iros carthaginezes
em construir is qaeductos de Agrigenlo.
E n Canhago havia um aqueducto de GO pes
de altura ; a agua era depositada em 16 immen
sas cisternas ou reservatorids.
Foram os romanos, porem, que atiraram-se com
4 maior intrepidez e felicid.ule a esses colossaes
trabalhos de utilidada publica. Appio, Claudio e
C. Plaulo deram principio a elle?, trazenda a Ro
ma uma fonte dastinada a substituir a agua lodo-
sa da Tibre, unici de que se usava ate enlao. Ma-
rio curio, 272 annos antes de Jesus Gin-to man
dou construir dous aqueductos, que conduziam a
agua do Anio a Roma. As ruinas destes aon.--
duct's ainda existem hoje : tinba elle 59 mi
Ihas de compndo e 109 pes de alto. Foi essa obra
feita com os despojos de Pyn bo.
Dessa epoca.era diante se mulliplicaram os aque-.
ductos era Roma. As aguas Ciauoias, cajas obras
principiaram uo tempo de Calligula, a acaharam
no de Claudio, eram tao frescas que Vitellio as
preferia a outra qualquer : a agaa Alexandrioa,
traiida por Alexandre Severe ; a agua Augusta ;
a de Antonino ; a de Julio ; a .Marciaua ; a Petro-
uia ; a Trajana.
A agua Antonina era conduzida por um aque-
ducto, cujos restos ainda se encontram nos cim-
p.is de Roma.
\inte e dous aqueductos forneciam agua a Ro
ma em tal abundancia, que boje, apezar da muitos
delles se acharera desiruiJos, ainda assim cada
individuo tem mats de 1.000 litros d'agua por dia,
quantidade esta que, apezar dos mais calculalos c
esforcalos empenhos, paiz nenhum do mundo tem
podido fornecer aos habitantes das suas cidades.
A agua em Koraa era em lal abundancia que cada
casa tinha um regato, um lago, um repucbo ; e
para ostentar sua magniQcencta e orgulhosa gran
deza immensos lagos se formavara pafa as uau-
macbias. (*) /
.\"j lira da primeira epoca da era clfcista, desses
colossaes monumentos que silenciosas testeraunha?
foram dos immoredouros acontecimenxs de mui-
tos -" -ulos. restavam apenas nove aqueductos,
que tra/.iam suas cry-talioas e abundantes aguas
sobre as sete collinas, que depois de purifi:adas
am pipQnlrt^t-n ry.orv A|..rini? pram Tpp^rtidaS pe
las casas, jardins publicos, theatros, campos e
f on tes.
Os godos cortaram todos esses aqueductos no
anno 537 da era christa ; e Roma lave de tornar
a beber durante ires seculos as aguas lodosas do
Tibre.
Xisto V e Paulo V fizerarase notaveis pel)
restabelecirpentode alguns desses aqueducto*, com
cujas aguas potaveis e puras Romz moderna e
mais abuntemente provida do que cidade alguma
do mundo.
Nao' foi so em Roma que os imperadores fizeram
por deixar seus nomes gravados em coustruccoes
de ordem semelbante. Elles levaram aos paizes
conquistados 0 goslo de taes monumentos. Taes
sao 0 aqueducto de Boussant, perto de Lyao, com
arcos de 40 pes de altura ; 0 de Uetz, com seu
canal subterraneo de pedras talbadas com seis pes
de diametro ; 0 de Segovia, do qual ainda exis-
tem 159 arcadas com 102 pes acima do solo ; 0
de Frejus ; 0 de Luynes, de Saintes ; e alera des-
tes 0 de Gard, que tinba 41 kilometres de compri-
ment'.i, dous andares da grandes arcos, a outro de
pequenos, dando a altura de 48 metros um gran-
de arco debaixo do qual passa 0 Garden, que tem
uma aberta de 24 metns e meio. As ruinas des-
te monumento, ccntemporanSo de Jesus Christo,
ainda causam admiracao e respeito.
Nos nossos tempos arrojado esforco tem feito
nascer obras de nao somenos valor. Muito so-
bresahe 0 aqueducto de Roque Favour, que traz a
Marselha a agua do Durance distaute de 158 kilo
metros, e elevada a 83 metros : tem elle 20 kilo-
metres de extensao, 774 artefactos, em que occu
pou 3,000 trabalbadores durante oito annos. A
agua e tomada a 145 metros acima do mar ; e
chega as mais alias casas, dando a cada habitante,
com as aguas do pocos artesrianose fonles, 425 li-
tros por dia. Fallaremos oulra* vez destas aguas,
quando tratarmos da fiilracao.
Nao se pode esquecor 0 aqueducto de Mo-.tpel-
lier, que tem 14 kilometres de extensao, e arca-
das de 900 metros de compriraento construidas em
dnas ordens.
Convem mencionar tambem 0 aqueducto das
Aguas livres em Lisboa, assim como 0 do Carioca
no Rio de Janeiro, que nao ficam muito aquem de
outras obras importantes de seu genero.
Entre os trabalhos modernos da especie de que
se'falla, nao se pode esquecer a derivacao do rio
Croton, para a alimentaijao de New York. E' um
acude, que contem 2.270.000 metros cubicos d'a
gua, e fornece por dia a cidade 136.00) metros
cubicos. A contribuicao de cada casa 6 de 54
francos annuaes, pouco mais ou menos 20*.
0 aqueducto do Potomayo, para formcimento de
Washington, e tambem um des trabalhos, de que
a sciencia moderna pode ensoberbecer se.
Ha algumas outras obras de igual importancia,
qne deixamos de mencionar para nao tornrmos
este trabalho enfadonho de mais, principalmeote
porque teraos de expor com roinnciosidade 0 que
se projecta fazer em ontros paize*, entre 03 quaes
muito sobresahe a (nglaterra : trabalhos, que tem
por lira fornecer agna era abundancia 0 retira-la
immediatamente depois de saturada das immnndi
cias das cidades para os campos de lavonra ; afim
de prevenir 0 desenvolvimento dos gazes provenien-
tes da decomposicao das materias organicas.
Paris, que era ate ponco lempp servida pelas
aguas da Senna e de Onreq, aguas de ma quali-
dade a qoa-i, iraproprias para os usos alimentieios,
resolven-se a mandar buscar, a 137 kNomeiros de
distancia as aguas polaveis das fontes de Dbnys e
e de Surrnelin ; e ainda alera, as da Vanne ; e
hoje somente o aqneducto de Dbnys, que flcou
prompto em 1865 trara quotidianaraente ao re-
servatorio de Menilmont .rt 40,000 metros cubicos
d'agua ; e espera-se que logo que os outros este-
jam reunidos forneeam por dia mais de 150,000
metros cubicos.
Esta obra tem cosiadj 18 milhoes de francos ;
entretanto cada meiro cubico d'agua em Paris,
dednztdas as despezas com a obra e sua eonser-
vacao, nao costa seis cenlimos, quo corres-
pondem 25 ou 30 reb da nossa moeda.
Pela grandealtura de qne as aguas se despren--
dern vem se di sem t recisar de torres nem *e
!tva#da?n-) qua, corao e
ssbido, ecaauaiiM >e uomeatr Mp%ai. 0 tr ha-
lves da Vanne corrHiro.'.aalera l7o kdometr-x d*
extensao ;' e aaliam -a em trinu inilboVs de
francos. O reservatorio, qur'*e rtta coostruiado
am M-iniraugospoda conur :D,0 metros d'agua
pura, da qua Paris tem necestidaJe quolidiaaa-
mente.
Aioaa ha um outn. recipiente menos imporlante,
0 de Passy, qae recebe as aguas do rio elevadas
pelas machinal do ces de Belly. Estas ultimas,
que sao das destin-das pra os nao* domeslicot e
industries, p>r nao serem puras, fazem am total
de 450 mil metro* cubicos d'agua uara uma po-
pulacao de menos de dous miladaa d'almas ; viodo
a caber a cada nma 200 litros por dia ; quanu-
dade siilllciente para se poder esperar pelos pro-
vimeni"! que venham a fazer w para o fuluro.
A divisio desta immensa qoantidade d'agua se
faz por um methodo admiravel. Cida reserva-
torio supprido por dous eocananu ntos, differen-
tes, alim de eviiar-se os effeitos das interrup-
coes. Ha uma separacAo completa entre as aguas
potaveis.e as do aso industrial e coinmura. Cida
rua tem dous encaoamentos ; um para as rasas
e outro p-.ra 0 servico das ruas ; e como a al-
tura em que esta) siiuados os reservalorio-o sao
de 50 e K!) inairoi acima do aivet do nur, ure-
dita-se facilmenta qae, abstrahinlo da perla de
Itirossa) pelos auri..s aagulos. subdivi-o. -, |s_
possa ser ptilisada a forca d'agua para fazer tra-
balhar diversos maehinismos .principalmeute .os
que servem para a elevagao de frdos. Por cau-
sa de duvida*, deve wear pwUtite q.w .. cais
piKicipaes teem de 5i) centiin tros a um metro
do diametro (de 22 a 44 poliegadas) para qae
ninguem p-tfw qw dam *o cao-s qns eoHocua
nesta cidade a nefanda com aohia iterife li.u-
ntge, se pos laisr algoni fario de algbds.,.-inuo
a um t -r 1'iF'i on quarto andar.
Nao so em FranHa, como nos ontros paizes, ti m
se aproveilaJo as footss ou M de b .a agua pan
dellas p-uverem-se as ndades ; e nao as tem
olhado a di.-lansias nem i* despezis : -in alguns
lugares, porem, tem se tornado estas aguas por
meiu de conslruccoes apropn.1d.1s, qaer para im-
pedireu o sou escnamento, quer para prove iir a
diminuican, que e natural que Imja duraaia 0
verao, quer para ter sempre u ua pres*a* igual.
Gonvertem-se portauto os regains eiu laf, a <|ue
nos chamariKM arudes ; e ainda p r wio deites,
le-viai:dii Mieihu licamente o earso das agua*, sa
pode prevenir 01 desastre*, qae as cheta- costu-
mam pmdnzir.
Uma das mais notaveis dessas obras e a quo
se fez no Enfer, cn-trui la em IV chetaillee a seis
kilometres de Saint-Eueone. E um di pie de
05 metros de coropiido, 50 melrs di altura a
SO matMS de largma na base ; o qual forma 11a
acude i|ue pode c .liter dous mil hoes de rueiro*
rubicis d'agua. qua chega para fornecer a '-Made
duranlo ires mezes. Do mesmo geaero >io os
trabalhos. que teem feilo muitas cidades ingle/as.
e.iiMii h-fiell, Maiich ster e uatras ; sen-io me-
recedor de men.-ao e-pecial o de G)a-.c->w. -iae
traz de uma dis'an ia de 40 kilometnis iio.000
metres d'agua tiradis do lago Katrin.
Poden-se citar muiias outras bras de sorpre-
handed ora gqandeza, que esiao en project < em via de exaeacofo, cooht-cida ciimo esta ta a indorlifiave! naeessidade de prover as cidades de
abnndaocia d'agua, e a mais pura po-sivel para
todos 05 usos.
(Conlmin.)
Ques-ta-3.dc rapto.
Meotez, raenlez toojuiir-
il en restera quelque cWe.
() Saumachias, con bates naVaes >i mulados
3J;l43i452 nos iigos 3riificiae par,t:servircra de dirertLmen-
79:03"3W01toao povo.
SorprehenJeu nos a corr'spoadaneia paHicsfl
00 Jonial de ante hontem pelo acadeimcn I. -vino
Chacon.
Nao i que julgnemos 0 Sr. Levmo incapax da
um acto impensado, nao; mas que SiptSMMM
mais bom senso nos sens consetheiros.
.Nao era n e.so iu:>-nto exponnos a apreeuca 1 da
quantos pasasaa aitenrao a esta quiao a e que
grao da aviltamenlo ten: baixa !o os no.s adver-
saries. Qaeriaraos ter um ponco da caridada noi
a familia Chacon, mas ella nol-o nao conttt*.
Queixem-se, pois, da sua contamaeia, se poracaso
vibrannos demasiadameate doluro-o lateg... sio
snas simhorias qnem a islo n is prov cam.
Nao gastiremo* temp] em apresantiriprov is que
deixem algu.a vi-lumbre de Juvida, pjr menor q M
elle seja.
Poderamis. a exeraplo dos Srs. Chacons, em:, r
as columnas desle Diario com attesladoi de pes-
soas iususpeilas e lidedignas, qae poderiam dizer a
.vid.a que nossa irir.i pa Poderamos enviar os Srs Cvic 1.1- para o I MM-
nli 1 insnspeito do hoarado cidaiao Jose Cam-'I >,
(! quern sui s seuhorias certunenle nao davi Jarao.
Eile dir Ihes-ha 0 que vio. Elle dir Ihes-lu q ia
du.'aute dous ui.s e duas noit;s que com 111 - compadre e comnosco pissou no engenh 1 a'A^t,
nossa irma nada mats fe: do que brmcar. rir e to-
car. Elle dir Ihesba que eocotrou a tao gorda
que adinirou-.-e.
Mas uos nao quereraos para noi aqaiilo que 1 -
garaos aos nossos iuiiiiigo<. RmBsmms crejiio e
importancia a asiUurss de aitestad >s obti Iss por
Joso ''haeou. entre os sous coliegas do co-amerd),
taxando os de susp.-ilos e pirciaes. D-.-d.-oi,-
mos, por coneguinte, reco rer ao .mfrmio ;xpj-
diente, que ceusuramos nos Msasi adversan -.
Quem sao anda da ma fe, a->im procede.
liepellidos tinham sido osChaons por ni-c ir-
InJ, por aquella que, ra-lhor que quilquer outra
pessoa, os podia desilludir. tkimo, porem, essa
protesto delta, solemoementa lavradoe as-ig ado,
flcasse suffocado entre asnumero?as Wha* Jeans'
voluraosos antos, e fosse do pubheo descoah ci to.
tiveram aaudacii de rein:.dir no mesmo repje-
riment), e ontinuar a escrever para IMMM;
que nio coahecia 0 protesto da nossi irma.
Indignada esta por tio i iqailiiicavel impil-i-
ci', publicou por outros termos aquelle pr t- e
que mandara jnotar aos auto*, para qae 0 pah
ticasse sciente.
Mas 0 Sr. Levino, a quera c u-a aigurna e -i ,.i-
rapa, esmagado sob o peso enormo de lao verg >
nhosa derrota, lembou-se logo de am meio expe-
dilo de desembaracir-se, e eis que apparece diten-
do que nossa inoa a correspondencia, e desafia-nos a qae 0 coafuu-Ja-
mos.
0 Sr. Levino provoca nos a qua 0 eonfunJa-
mos I
Pos bem, homem 0 mais aadaz de quantos te-
raos conhecido, nos vamos satisfaier te. Nos va-
mos execctar aquillo que de ria muito poderamos
ter feito, mas de qne quasi por pie lade no absti-
vemos: nos vamos eonfundir-t*. Confonlir ie I
Nao, Levino Chacon nao conhece confasao; aos
vamos arrancar-te de todo a mascara.
Ouve.
Fazemos deixael* do qne escreveu n)ssa ir ua;
concedamos que so foi a vioiencia 0 qae levoa-a a
assignar aquella correspondencia. Ve 0 qua
mais qaeres, e tul)oos te eor.cedemos, coolaato
que nao seja 0 tornar se a lux em trevas.
Attenda bem 0 public), att ralam lodes os qua
amim a verdade, e nao qaercrn viver mystiti:a-
dos.
Levin? (~ha:on apresentou como teMemnuhas
ocnlares de tudo quanto allegava, come pessoas da
quem 0 Dr. juiz de orphaos poJeni, se qaizessa,
saber se era oa nio verdade o qae elle aflirmava,
0 bole liro Man el Pedro de OliveiraJ a o pharma-
ceutieo Jose Francisco Blltenconrt. Eis aqai apre-
sentados pelo Sr. Levino, os dons homens que p.
dera a respeito dizer toda a verdade.
Pois bem, esee3 dous horaens'attrataram sob jura-
men to, qne era falso. qae era ealamnis, qae era
mentira tndo quando Levino Chacon allegava no ja
citado requerimento I
Um delles, 0 boleeiro, exprime se por essas prc-
prias palavras : a tudo isso e mentira, e column im
dn mentnvso que taes cousas diz, quem quer qua
elle seja.' Ob, vergnnha I
Eesse homem nao sentir as faces abrasareross-
Ihe di pfjo f E esse homem ainda tera 0 arrop>
de escrever para 0 publico I
Ontro homem qua nao fosse 0 Sr. Levin", mi-
vindo que Ihe diziam mentis, aquetles rn smos in-
dividuos i!tn quem elle se louvara, aqaelles mes-
mos individnos com cujo testemunho elle aaeria
proyar a veracidade de snas assercoes, ter-saJsia
corrido de vergonha e sena 0 pnmeiro a reskar
da discus.ao 0 seu requerimento. Entretaata 0
Sr. Levin) mostrou-se iasensivel; e ecms essa
facto nio era ainda coubeoide do ub!i, leva
0 despuchT de provocar nos, a ndi qoe de
sabia'mos, a qne 0 ccnfvnrlis$emo$ I
Appellsmos agora para os seers bnos de
mico, Sr. Levino, e diga-nos : esli eoam<
rtldof
De dua.i uma : ou 0 Sr. Levino confessa" qua
uao merecem fe, qne sao uos loentlrosos aqOSliM
m.smosqie elle npresenton c ran pessoas de qo
0 juiz podia saber toda a verdade; on que sas ao-
mens fi Jedigoos, sa 1 boraens verdadsiros. Hdtb ha
fagir.
Se nao ra*re"<>m fe, 0 Sr. Levino e dnas
.

^
./


a&&<&miaMih& 4 Mhm n &mBti&di>M&
culpado : { porqua ase*BPcaU'dB.d>ja>roftAdwlo.
que (illo se iufurmasse de peasoas.que Jle- #al)a
serera mentirosasIjsslJ.fl,>r. ter ;foUe am -raf)Mrf-j
mento contondo alfegacoesinjupiasassem-o maaqri
vislumbre de prova, visto com* sabta- que as daasj
lestemuolus-./qua .Rpti'seutHvaoao WflhiHp copAia-
ciraento daqnelles factos. Sendo que quoin
para corroborar seus dilos a inn menliroso, auJo
risa a ser medido por ell>!; e' reali;.a aouei&im
popular : Perguntea-Matteus qH&tnenU rnf'P'.
doque eu. L- .-
Se, porem, sao dignas de fa as lajtompqhaa.qup
apresenla, entac (enba pacieocia, censiata quo o
pablico saiba que essas tesieirjunlias d.iom. : < tudo
e mentira, tudo e caluunia.
Essas daclaracoes esiao juntos aos autos, puilera
ser lidas.
Eis aqui, Sr, acadeniieo, o molivo porque nos
nao Ihe demos, I030 qando ap^aracey aqunlle seu
audaciosissirao requenmento, a oesuoala que S. S.
m;recia : foi purque julgam is que nos seria
rnuito in.is proveitosa, ainda .que luo seja muito
meaos incommoda, a bofetada .moral, que ibe-aca-
bamos de dar.
E aiuda ousara e*to homom escrever I E am la
ousara pedir que le'vcmos nossa irmi a presanc*
do juiz I
Seeonhece as leis do pundonpr, ou confesse-se
confundido, oa aceft'e o parjido que Ihe vainos
eropor.
Mande uma pessoa impartial ao oogeaho
d'Agua passar o tempo que quizer. Qu-.ado ella
voltar, poMqua o que ella lie disser; e (eointaulo
que nao seja-uin Gornelio et reliqua) not eatare-
mo i salisfeitos.
Quem assim falla, (em direito a ser acroditado.
De-de ja, porem? aOirmamos que o Sr. Levinn
nao aceiti o convite.
Recife, 2 de outubro.
Henrique I'oppe dm Silva Lopes.
MarceUno Jose Lopes.
*i b.-vW !
Art- 4^ijp3|faM *ettuodria oiBp*ide [S
na^geograplna anatameliea-
-AV-Jf iauractf* rewgiosa e .dads pal* n
theasmo ; aferaAumnas i jprnaAem i ^rfoalrjM
e lodos os deverr-
tiw&srs?
m
I nia sandaiie.
I) u a alma houtem ao Craador, Americo Wa"n-
derley Jacques victinia de (elano traumatico, em
consequmcia iceperacjlo de hydroceie, que lize-
ra pelo systcma ioclsorio.
Americo Wauderley Jacques, coutava apenas 19
annos incomplelos de idade, e iniciado pascente-
monte ax vida publica, soulie caplar a subida es-
estima e coosideracao dos mais e^crupulosos, po-
rem respeiiavti?, caracteres, porque o vicio, o cr
ro, o desrfgramento, os dezazamentos e outros in-
convenientes, Blhos um.is vszes da manifesta vo
cacao p iodole do i bomeus, e outras do acaso, da
fatiltdade, di de-tino, e proprias da idade, encon-
traram nelle assen^Io impenetravel.
Com? particular, a urbanidade, a singeleza, a
niodestia, a discriijao, a siuceridade, a honesli-
dade e a virtude caracterisavara setnpre conu na
vida publ ca os -cus mais psqueniaos ados.
Des3ppareceu da sapepfl ie da terra am astro lu-
miuoso. A patria perdeu am dos seas bons fi -
lhos; o paiz um virtuo.-o e honesto cidadao, a
familia um peuhor irresgatavel
Quem fui ?... Americo Wanderley J-icques !!!
Nos*a- saadades, noss is sentimnntos, nassos pexa-
mes emfl n, a familna de tao nobj-e quaato virtuo-
so amign, ciJadaa e mogo.
B'crguuta inipartaaitc e csclarc*
citln.
Sera infraccao, oa do lei regulameatar, que os
asealtres, laachu, mariahageBs as navios da ar-
tuada e rjparii.fi _; publioas, e-upraguem-se em
eervjcoi particulares ; isto e, eiu couduzirein pas-
.^ageii'vS e bagageai dos pa justes qua aportam e
saham de uosso porto, qnando por um docreto do
mnistario da iiianntia I, i creado os regulauientos
das capilaoias dos porto eualle estipulada a for-
ma e or Jem defies- serTJopa, que ;-6 e facultado a
inlividuos e embarcaijoes mereaftlea, havendo
mesmo entre estas e estas curso delalqadu; a
que do ja miuguado trabaloo, sea uuieuprodacto,
essas classes da p-quenos proprietaries o iudivi
duus pagam impustoa a em^iumautosa f ciunal u tiram a sobsisteacia sat e da fauiilia,
que nao e tao fa>:il eiu silaaeSo tao auunual, e
aobreaamgadoa de ouos ue multa:soccorros,
iii'.'- n i..i-, u'aufragiuse que as mais dis vezes nada
percabem, antes c prejudicial a suasaude? I...
Diz o art. 7G do ja referido regu!ainenu> das capi
tauias na pane eorrelativa a essas eaibarcayoes
i'nao podarao)ain laes ^ervigosempregaremse sein:
uma lieeoca por escriptu dada pela eapilaiuj do
porlu); as.-im eomo o art. 6i do mesmo regula-
meoto prubibe previameute a todos os individuos
empregar-se em tal servipo sem a competeute ma
tricula, passada pela mesma capitania.
.\asta eoherencia v.T-se-ba ijue temos uma lei
sadccioaada peJos poderes competeotcs, e a frente
d* Veparlicao delega ia n s portos maritimos, um
offleial superior eomo sea ebefe, para fatei exacu-
tar e puuir os iulractores, o pcdir qaalqaer provi
dencia que os casos exigirem, quaodo alguma
di.-posicao se ache aiiibigaa, que alias e clara.
Neste caso, elogico e comprebeasivel que as
eoabarcaeOes do estado e saas mariahageas, esti-
pendiadas pelos Col'res publicos, so d^vera empre-
gar-se em servicos poblieos a bem do estado, nao
prejudicanlo aos iuteresses mercantis, fazendo fa
"vores a particuleres, de quem a classe do trafico
do poito, percebe por ess servi?is compeasajoes
que appheaffl aos ?eis eompromissos publicos e
particulares qua sau iodiSpeDsaveis.
Poriaat >, uo< abraeados com a maxima da res-
triccao, coraprebendembs queo bom typo de exem-
plar" cumprimento, deve partir da iniciativa dos
agentes e aotoridadea dos poderes do estado, afim
de que as leis e regulaicentos sejam uma verdade,
e produzam virtude, e nao alterando os, que
nos trarao o vicio, e este gerara a c irrupgao. Nos
repelrimos.
0 que nos lava assim a pergunlar e esclarecer,
e condoer-nos do p-.-uco caso que se faz desta
etasse dasprovida (jue alias tao util eao commer-
cio, ao estado), visto qua amiudadameate testemu-
chamo^ em toJosos paqaeles(vapore."), osescalares
das repartiQoes mintnnas e adaaneiras emprega-
rem-?e com seus tripolantes em taes services. E
achando-nos em duvida que os regulamentos des-
tas repart goes e da armadi (aspeialmente neste
tlo infeliz Pernainbaco) facultem ao3 chefes e su-
balteruos a fazer esses favores, que nao sao e pre-
judie aes ao servi^o pubheo, eomo a classa mercan-
til: viremos robu-tecidos da logicada razao, a.par
dos iuteresses desta classe, perante a imprensa
pobli:as, paladio deuuaciante dos abases e usur-
pacoes, perguatar a quem nos possa responder e
aos juizas rectos, se sera digoo e saliente que con-
tioo'.-m assim a-lambarcagoes do,estado f E, se por
lnfeucidade e isolameato daqu< Ha clause desprovi-
da, qusa vista da lei regalamentar das capita-
nias,p )dernos cousilerala tambam eomo uma mili-
c:'a uaval, os regulameutos deltas reparticoes.esse?
faores faeuliartwn, soad) que o reconhecidoe jus-
liceiro governo dos alt03 poderes doe.-tado nao seja
surdo aos interesses o djrekos das cla-ses popu la-
re?, um brado de supplica Ibe dirigimos, alim de
qae se digne derrogar neslos regulamentos a par-
te quee-tes incabiveis favores. f.culta, qae no seu
todo sel-o-ha setnpre prejudicial ; e no caso do
nvia tiaver em ooutrario ao mesrno regalarnenlo,
currpre aos respective* chefes p6r termo a estas
iafracgOes, que mais mererem censura do queelo-
gioa, que as v zes dao lugar ao abuso com detri-
ment do servigo pablico, e precedente coujo ha
poacosedea com rehijio a am escaler de navio
de guerra sarto em nosso porlo.
0 que aqui hemos narrado, prodrorao de nossa
commeilacao seguida, em defoza desta classe des-
proviJa (considerada eomo zero em seas direitos),
Io palavras sincera*. so nascidas de nossa im-
parcialidade e condoimrato. E creates aiada no
prestigio do faaceioaalismo mihtar, Qcamos
oaviotis que estes favores dasapparecerao,
qneavisti da letra dos regulamentos da capi-
tania, e uma < ifracr-.ao diterem os nissos codigos
que lei e igoal para todos.
S6* vo tarelnos a pablicdade, oa para render
oblac*o ao marKo jutticeiro e raconheeido, oa
para commeatar faetos ate qae haja am para-
deiro. Tarn is perseveraura.
Recife, 2 de ouiulirode i87i.
Et imparciass.
COLLEGIA DA SWIM TWOE
80 r* dos CoelhosSO
sob a dirkcijao an philovi.-:.n\ mi.skuvina di; albc-
QuBHQOE .'CO.TISI.L igitSST, COAOJUYAOA FOB
SUASKMAS 0 LANDBLINA Di ALBLQUBHQUS O'CON-
NEL JKRSKT B D. OLINDISA OB ALUliJUESQUE o'CON-
HELL JBB3EY.
I
Artigo 1.* 0 coilagio dirigiio por Philomeaa
Minorviaa de Albuquerque O'Coouail Jersey, de-
nomipa-se Cou.'Jbio ua Saniwsima Trinbads.
Art. 3* As a la mais recebera nelle iastrucijao
primaria, secuojlaria, reiigiosa, de eivilidade, e de
recreio # preudaa. *
Art. 3.* A iojiruecao primaria e :-4eitura, e-
cripu, coatabili Jade (as quitro operafos*)," nacSes
de grammatica porlugueza, costura cua e cro-
uma
e abrange to
senbora em relacio
com a socie-
nsta de de-
prendas reunej :
ch-ist!
iifra1
eom a sociedade.
, Art. 6. A ins!
dos os actos da v
com as pessfa
dade.
Art. 7. Ji*ti
senho, musica, pftno
Art. 8. A instraccab
lodos os trabarb3 de agaUia e toda a es^ecte 4e
bordados, que dere^ber naa senhora da melhor
sociedade. t
Art. '.)." o eoliegip .ajmitte aluuioas internas,
o mipensionjsta^ e externas.
"Tm. lO:A*lidgTiatiae sefina^e Inferior do of-
legio e a frBc#z;v^daraDl9"'w*autes ^iaglez e
iUliano so se faNam-estas linguas.
Art. 11. Asalomoas que estudam fraacez, in-
lez e italiano, aprendem a fciJIar, ascrewr e tra-
duzir estes idiomas framuatioilmaate.
Art. 12. A measalidade para aa internas e 40i,
jura as meio pensionistas iOt e para as exteruas
tit, pagos adiaatados, por trimestres, que uma vez
:amecados, comideram-se veooidos. .
Aft. 13. A iustruecao das alumnas externas,
remunerada segundo o artigo amecedoriie, e a
dos arts. 3 e 5, as internas e mein pensiontstas
leem direito ados *rts. 3, 4,jS5, fl, 7 e 8, podeodo
todavia, qualqnjei alumta extertta frequantar as
aulas superiores, mediaate a iodemnisacao que se
convencionar.
Art. 11. As despezas com livros, papel, etc.,
sao da empeteacia-des pflis on correspondetes,
las alumnas, e bem a*sim amateria pruna de
bordados ; o estes excutado, sao propriedade
das mesmas.
Art. 13. as anlas no CollmtD ft\ Santissima
Tri.ndade, trabalbam diias vezesl ao dia, de raa-
uha dos 9 as 12 boras, e de'tarde das 2 l|2-as
5 1|2.
Art. 16. 0 enxoval das internas e ao gosto de
seus pais, assim eomo a roupa lavada e engom-
mida e p rtenjes, por elles serlo fornecidos.
Art 17. As pojuenas indisposijoes e moles-
ias das internas, s.lo tratadas no collegio ; na;
graves, porem, a directora faz'avisar aos pais ou
icorrespondentes, para providenciarem sobre o tra
tamento, que pode ser em suas casas ou no col-
legio.
Art. 18. 0#ffriados sao os das aulas publicas,
salvo as quintas feiras que, no collegio, ficam des-
liuadas a itfstrucjao do recreio.
Art. 19. Todas as malerias leccionadas no Col
legio oa Santissima Tmndade, sao prfasdasoes
pela directora e suas irmas, ou outras seahora
com a aptiJao precisa, e qae a directora julgar
neeessarias.
Recife, 30 de dezembro de 1873.-Mitomena
Uaurvina de Albuquerque O'Cnnell Jersey.
Approvo.Directoria gerl da instrucfSo publi--
ca de Pernambuco. 8 de Janeiro de 1874. Joao
Uarbilho.
Doctor in Absentia
Os profes ores em artes, letras e sciencias, mem
bros de clero e magistrados ; todo o medico, ci-
rurgiao, deutista e artist i, que de;cjam obter o
litulo e diploma de doutor, ou bacharel honorario,
podeai dirigir se a Medicos, rua do Rei, 46, em
Jersey (Inglatfrra) o qual lhes dara gratuitamen
te todas o quaesquer informicoes sobre a Uni-
versidade.
.i .J. sop
Maranli*i.
_j'.;*r. JOSE -
M*SDA SILVA JflKWR,
" ia. Sabre 6s Srs/jiAHiJUiQS d c.
M
Ic Janeiro. SoDr#-o.-*AMCO
^fSWtc^ '. 32li (NI!.l!STRIAL E "MWUNTIL, BANCO NACIORAL P
EC!TEi:
L.T. PIVER*A
Parfumerie specials.
base de La it d'iris.
lloiivow porque o cabcllo cahe.
Quando a cutis da cabeca chega a encolher por
causa de enfermidade, idade, ou qnalquer um ou-
tro motivo qae seja, eslreita e aperta os tubos dos
cabellos a superlicie e impede a materia colorati
va e nutritiva de passar das raizes as libras.
Para taoar esia diflleuldade torna-sa necessario
applicar oTonico Oriental -tanlopela manhS co-
mo pela noile, fazendo se nso vigoroso com uma
escova penetranie. 0 effeito produzido e o de re-
novar a vitalidade do-craneo e abrandar os tegu-
mentos.
A caticula promptamento se conve'rte n'nm es-
tado suave e llexivel, e a cornmuniracio interrom-
pid i entre os bulbos e as libr-s sa renova, dando
por rerullado uma brilhanto, lustrosa, macia e vas-
ta cabelladura.
'im
m
IS*
JUNTA UOS COHaJBTORES
frncit Jo Rucife, <3 do oiitubro
de 18S-1.
AS 3 H01US DA TARDR
COTAgOKS O+'FICIAES
Assucar bruio ameri.-ano 2j50jO por IS kilos
honlem.
Dito dito dilo 2*100 por lo kilos, hoje.
Assucar-mascavado 2^150 e 2*200 por io kilos,
hoje.
Assucar-mascavado supenoi 2*300 por 15 kilos,
hoje.
Ltouros seccos salgados 506 rs. o kilo, hojf.
Gambio sobre Londres a 90 d|v. 26 S|8 d. por
1*000, bontom.
Cambio sobre o Porto a 90d|v. 104 OjO de pre-
mio, banco.
Desconto de letras 8, 9 e 10 0|0 ao anno.
a. ae Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretano
ALFANDKUA
teiiCiioemo do dia 1 .
aeir do dii 2 ...
23:964*072
40:354*943
64:319/015
Descarregam hoje 3 de outubro de 1874.
Vapor i-i.:Lz Student (atracado) mercadorias
para alfandega
Patacho dinamarquez-li''( chado para o caes do Apollo.
Brigue austriaco Bakar fariaha e aco ja des-
pachados para o caes do Apollo.
Patacho inglez Bonilo farinba ja despachada
para o caes do Apollo.
Brigue portagae ( Bella Figueirence viaho
para deposito no trapiche Caaha.
Patacho sueco Magnus mercadorias para al-
fandega e carvao ja despachado para o
caes do Apollo.
OESPACHOS OE EXPORTAGAO Np DIA I DE
OUTUBRO DE 1874.
( Para os portot do exterior.
ho navio hespaahol Prim, para Marseille,
carreeou : 1, J. G. Beltrao 4 Filho 275 sjecas com
24,958 kilos de algodao,
No navio hospauhol Antonieta, para Mar-
seille, carregou : J J. G. Beltrao & Filho 17 sac-
cas com 1,500 i|2 kilos de algodao.
No navio portagaez N. S. Lourengo, para a
Ilha de S. Miguel, carregou : J. A. Fonceca ttra-
ves de sicupira.
REVDIH*NTO DA EMPREZA DAS OBRAS E
GAPATAZ1A DA ALFANDEGA DE PERNAM-
CUCO, REL.VTIVO AO MEZ FIN'DO DE-SE-
TEMBRO DE 1874, COMPARADO COM 0 DE
SETES4BR0 DE 1873.
V&rbas de receitas

CO
Taxa de embarque
Dita de desembarque
Dita de armazenagem
Dita de embarcacoes
Dita de alvarengas
Dita de bagagens
Dita de diversos
Total
32*262
3:378*063
15:010*359
591*100
717*300
21H*000
1:276*330
35*080
2:768*000
9:490*448
497*900
444*790
68*000
938*830
21:2862434 14:241*028
Thesouraria da empreza das obras e oapaUzia
Ja alfandega de Pernambuco, de outubro de
874.
Antonio Jose Leal Reis Filho
Fiel do thesoureiro.
Conforme.Francisco Jose Galvao
Ageote auxiliar interino.
-1 CAPATAZIA
.iendimento do dia 1
dadi do dia 3 ,
DA ALFANDEGA
.No
Vo di
1. k .i mrtico; masKimo -
alfandMa.
664*012
574*411
1:238*423
\
1
I i__
IJKiEBRDWftJA 0-i ILBHDA8' 1NWKAS GE
RAES DE P-BRNAMBWEi-
ttintfimento do dis t .li*;T8l
drado'dh 2 1:789*440
, ,- in1;
1


_
2:270*021
__
C0N9UUAO0 PROVINCIAL,
nendimento do dia 1 293*233
idem do dia 2 .. ji'j t!IU r 1:644*720
wrr/Mi -s
937*933
dimento do dia 1 a 17. 29:372*879
Rem
Idem do
IfltlJITF IiHJMPUSBe
9
jf,.n2:843*943J

216*8?2
* I ..
AGEPiClAS FB.OVIHCIAES
4_
"' Liqiiidos espirituosos
Rendimento de 1 204*786
Generos de estiva.
RendimentOde 1 262*646
Farinha de trigo, etc.
Rendtiaektode 1 .... ,8*4*184
Ftuno, tr

ftendimento de 1
182*104

1:273*114
Thesouro povmcial de Pernaueo, 2 de outu
bro de 4874.
0 escrivao,
Joao Caraeiro M^da Silva Santos.
Companhia InSeiiiaisadora
do Porte.
CAPITAL 2,000:OeO#000.
Tiiomai de Aquino Foneeca "ft C, su&essores
agentes.
Esli companhia toma seguros maritimos e ter-
restres, dando nestes o septimo anno gratis aos se-
gurados.
Rua do Vi^ario n. 19.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre
Anadia.
Aguida.
Aveiro.
Beja.
Ghaves.
Elva?.
Amarante.
Guimaries
CovilhS.
Melgaco.
Portalegre.
Areos de val de vez
Celorico de Basto.
Gaminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Villa-Nova de Porlimao.
Evora
Fafe.
Paro.
Guarda.
Leiria.
Lisboa.
Barcellos.
Coimbra.
Mirandeika.
Penaliel
Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lamego.
Estarreja.
Valency.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Xova de Fa.nalicao.
Viila do Conde.
Has ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faiat e Terceira
GUBOS
e contra-fogo
COMPANHIA
Pheuix Pernanibucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Seguro contra-fogo
I'HE LIVERPOOL & LONDON & GLO)
INSURAkNCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS* C.
11Corpo Santo11
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO
A companhia Indemnjsadora, estabelecidj
aesta prar^a, toma seguros maritimos sobn
navios e seas carregamentos e contra fogc
am edificios, mercadorias e mobilias: in
ua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
COMPANHIA ALLIANQA
seguros maritimos e terrea-
tres.estabeleoida na Bahis
em 15 de janeito em 1870
CAPTTAt 4,000:000000.
Toma seguro de mercadorias e dinhgiro^
*co maritimo .em navio de vela e vaporei
>nra den tro e fdra do imperio, assim come
xintra fogo sobre predios, generos a fa
-ondas.
Agente : Joaquim iait Goncalves Beltrao
ua do Commercio n.J 5, 1 andar.
Augusto F. d'llliveira iC.
A case commercial e bancaria de Augustc
d d'Oliveira & C, d rua do Commercio ns
i2, encarrega-se de eiocugao de ordens
para embarque da prodoctos e de todos o-
mais negocios de commissao, quer commer'
ciaes, quer bancarios.
Decsnta lettras, e toma dinheiro a pre-
noiu, compra cambiaes, e saca a vista e i
aazo, a voiitade do tomador, sobre a* se-
gnintes -pracas estrabgeiras e nacionaes;
iiondres. Sobre o union bark 9*
LONDON, 0 LONDON AND BANtKATIC BANK,
Limited, e ^varias oasas de 1.* classe.
'Prta.*- Sobre os banqaeiros foulb
& C, MA&CUA|tD AND* & $. e >.*LlCQUB,
VIGNAL & C.
Hambargo. Sobre os Srs. joao
scnu back $; riLflos.
Lisboa. Sobre os Srs. roNSEcas,
SANTOS & V1ANHA. 6 8BBA8TIAO J,OSE DE
1BREU.
Paft*. Sobre o banco unUo o muito
O Sr. JOAQUUtftNTO DA FONSECA.
^'1*. Sobre o banco commkrcia-
06 PARA, 6 06 SfS. FUNCISCO GAUDESaO DA
COSTA & FILHOS.
Mecretaria do gave
Sua Exc. o Sr.'-preudentedflV'ovmci3* em exe-
BU*4o das resolagoes |rovinciae II. t)37 da "de
abril de 187*. art.4,', e*'*78'fe Slide maio des-
*'**. a. i. ffUf, mandJt fazer pnbliooqae fib
prazo de aoveota-'IMls.' cmar data-daia, aceita
propostaa para caastiVJc^o do unw. estrada de
rarraj^ue, partioio desta capital, se dirljtfa: oida-
de do Pilar, e dah*at*oliroit9 ddsta provincia co
sr d* Rsroambuco, passaodo peU9 villa* d'At.iliu,
Asserablea, Palmeira doslndiorfe Quebrangulo ou
por *uas proximidades, e do povoados rnais im-
oortan'e* '|ue se aeneio'siWados ua linha projec-
: destaoando-se um ramal adiante d oiaade
(Wttor. para a dB S. Miguel. I <* a
Oconlrato ser*= ee*brad.>, mediante as eondi-
coesdo'de 3 de ferereiro de 1871, abatxo trans-
enpto, com i|uem memoes e mais vantagens offe-
recer. '
Secretaria do governo das A4ago\s em M4eid,
W de seterabro do 1874. 0 secreurto, Jos& da
Cunha Teixeira.
i
COPIA. Termo do oontrato lirraado entre o
Exm. St. presideote da provincia, Dr.iosA B.mto
da Cunba Figueiredo Juo>or o engenheiro civil
HnrthWilsoa, para o eslabelecMieirto de uma es-
trada de ferro tramway, que partiado dasta capital
e se dirigindo pelo a1a do rio Hundahu, va ter a
villa da Im jeratriz.
Aos IS de novembro At 187 i. nestadidade de
Maceio, capital da pro-ineia das Alagoas, e no pa-
lacio do goverao, preseoto o Exm. Sr. presidente
Dr. Jose Bcnto da Cuaha Figueiredo Juoior, coin-
pareceram o Dr. Miguel Peticio Bastos da Sil^a e
o eagenhftiro Frederick ilery, procovalor do en
genheirj Hagti Wilson, eomo propomlntes as con-
tfato para Coin true?ao da eslrada de lerro desta
capital ate a villa da lai;i>r,iinz, segniodopilo va-
le do MunJabu, na conformidade da lei provin-
cial a. 568 do 2i de unio do mesmo anno. E alii
foi declarado: tn
Qae em virtude da citada lei f ii pobtloado em
12 de junho ultimo, o edital chamando os c >ncur-
rentes para seuielh'jute contra'.o, e quoo mesino
editil fji repr-idnzido pela imprensa nas provin-
cias do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bihii, Bio
Grande do S'ul, Maranhao, Para, Ceara, S. Paul i e
Miuas-Geraes, vogundo o'dQieiu dirigido aos res
pectivos presideniej era data de 20desse mesm)
mez :
Que tend) expirado o prazo desse edital em 9 de
seiembro ultimo, lorara, convidados os coqcuiren-
rentes a comparecerem no dia ii de noVembro,
conforme o edital de 2d d; i>utubro ; e que lendo
elles 'effectivamenle comparecido, foi aiuda adiado
o me-mo contrato para o dilo dia 15 de novem
bro, ern qua eomparecuram os referidos Dr. Miguel
Felicio Bastos da Silva e engenheiro Fredericj Me
eomo proeurad-jr do engcnlieiro Hush Wilson,
o inspecDr d i thesouraria provincial Dr. Possido
nio de Carvalho Moreira, e o engei leiro fiscal da
provincia Ja;intho Paei de Mendonca Jaragua, vc-
rificando-se enlao exijlirem as propjstas em com-
mum dos Drs. Migutl Felici i Bast is da Silva e
Francisco Pluto Pfe.soa, com dita da 10 de seiem-
bro ultimo, do engenheiro Hugh Wilson, de ii de
outubro, e do sobreJilo Dr. Miguel Felicio Bastos
da Silva, por si e eomo procarador do Ur. Pinlj
Pessoa, com data de ii de n>vembro, aieiu de um
o.T3cio dirigidi pelos me.^injs (sen assignalurH)
nesia ultima data : sendo que acerca do asump-
to das propostaa deram InformacSes escriptaso en
genbeiro da provincia e o inspector da thesoura
ria provincial em 3 e l't de novembro.
E send, aceita a propo.-Ia apru-entala pelo cu-
geuheiro Frederic i Merycomi procur?dor do en-
genheiro Hu^'li Wilsuii que teni a preference em
igualdadade couJii;oes, p-la clamula I3.a do con
trato celebrado em 8 de junho de 18159, resolveu o
Exm. Sr. prdsMeMe da proviircia contratar com o
referido Hugh Wilson a construccio da estrala de
ferro ale a villa da lmper ilriz, sob as elaoMlas
seguintes :
1.'0 governo provincial concede ao engenhei-
ro civil Hjgh Wilson ou a companhia por elle or-
ganisada sob a den >:nina:;ao de (Jompauhia da
estrada de ferro central da provincia das Alagiia?
aut'orisagao para con truir uma linha terrea pe-
lo systema tramway, que parlindo de Jaragua no
ponto designado pelo governo, e passando pela ci-
dade de Ma eio e lugares chamados Bebedour.4 e
Ftrna) Veliio, se^'Uira pelo vale do Mundahu alu
a villa da Imperatriz, em c. nfonnidade com os es-
ludos technicos executaJos em virtude de Cjiilra-
to feilo pela presiden:ia, que de acjordo com o
contraiiiite, podera resolver alguma alterafao na
direcc&o da mesma estrada.
2."-A incirporacao da companhia deve se ve-
rili ar dentro do prazo de dous annos conlados da
data do aviso do ininisterio da fazenda, dando por
isentos dos direitos o< matenaes que for necessa-
rio importar do estraugeiro para a empreza, em
conformidade com o mappa que deve ser apresen-
lado pelo centrataute e veriiicado pelo presidente
e engenh"iro fiscal da provincia.
3.* 0 fundo capital da companhia sera de___
3,500.000/000. divididos em 70,000 accoesdo 50*
cada uma.
4.*0 ciBtratanle on companhia tera soa sede
dentro ou fora do paiz, obrigando-se, porem, a con-
servar nesta provincia um rearesentante seu com
plenos poderes p' ra traiar directamente com o go-
verno ; e devendo ser resolvidas ne'-ta provincia,
na conformidade do presente contrato e da legis-
lacao em vigor, quaesquer questoes entre o gover-
no e o cootrataute ou entre este e os particula-
res.
5-1Fica garantido ao contratanleo privilegio de
86 annos (a eontar da data da couclusao das obras)
para uso e exploracio exclusivos da linha projec-
tada, e a ninjruera >era permittido dentro desse
prazo, sem permis-a > d' mesmo cootratante, esia-
lielecer trilhos de fer/o para transporte pnblico de
passageiros ou mercadorias deutro de uma zona de
20 kilometres, exceptuando o ponto de pariida da
capital on porto de Jaragua.
6.*Se o governe provincial on geral entender
conveniente effecluar a copra da empreza, pode-
ra fazel o em qualqucr tempo depois dos primei-
ros 1 i annos da data da cooclu^ao das obras. 0
prefo da comprasera regulado do modoque, redu-
duzido a apolices da divida publica geral, prodnza
uma venda nao excedente de 8 [ de todoocapiul
empregado na empreza. 0 governo, de combina-
cao com a companhia, tUtorminara o modo de ve-
rifier a importancia deste capital.
7.*0 cootratante se obriga no lira do prszo do
privilegio a eatregar a proviooia a via-ferrea em
perfeito eslado, assim eomo o Irem rodanle, offici -
nas, es!acoes, et'-., conforme o eslipulado nas con
dicoes t8>, 20." e 21.*
8.'Fica porem entendido que se depois de fin
do o prazo do privilegio a empreza nao tWer sido
indemnisada, Uto ese nease ospa^o o fundo de re
serva existente nio for equivalents ao capital^ em-
pregado, e nao tiverem havido lucros na raz5o de
7 |0 desse capital, tudo conforme r.s contas que'se-
rao examinadis per quem o pre idente da provin
cia designar, a empreza continuara na posse e uso
complete de'sua propriedade ate qu* tenha embol-
sado todo o referido capital, importancia dos juros
de 7 "io e despeza de renovacSo do material, tudo
pttotivo ao penodo de 86 anaos do privilegio ex-
clusivo, o qual todavia ce>sara no fi n delles, em-
bora continue a posse e uso por pane da empreza
para o llm acima deelarudo.
.* As ciausulas precedentes nao obstam a que,
em vez do recebimenlo das obrns por parta da
firovinci* oas coudic5es ja mencionadas, o poler
'gislativo provincial de accordo com o contratan-
te ou companhia, prelira continuar a ser partici-
pante dos lucros Duma proporcao nio inferior a
tnetade delles pelo temp qae conyier as p lrtes
contratant--*.
10.Organisada a companhia, e approvados os
estatntos pela governo imperial, dara eHa eo i>eoo
is obras no prazo de seis mezes, a-cofttar da aata
da approvajfto das planias definitiVaa.
H.Se nenhuraa modifioacio fdr indicada pelo
loverno dentro do prazo de tres mezes contados
da data da apresentacio, poderta companhia pr-
ieder as obras conforme as mesmas pUatas. A in-
fraccao desta elausola su|eKa o contratante oa
companhia a uma multa de dez contos de rdis du-
raw o t oo, Sndo fqw* p#w*w ruaiiii- capita
do o contrato, fe oontratante oa companhia nao
liver coraecado 03-trabilha*
12 -Dt-ntro do praxo de 4 annos, a coniar da
IBprevajao dos estatutos pelojoverno imperial, fi-
cara a companhia obrigj.da a conoluir aprojectada
linha ferrea ale a Iurperatris, sob oena da^paita
a provincia naa mtta Je des contos d#r por
cada aaao qua decorra dejjois do flado o prazq
MfiOttfv pa apooelsao da linha, salvo o easode
'ejiwaj wdiraiadaclaBsuhi oteeedenle.
13Se o contratante, porem, prorar qae per
aupervfaiaaeia de forca malor exctdeii os prazos
raarcados neste caatrato, podra o presidente da
iprovmcia, te enteader de jastiCA; releval-o 4b nl-
ta em que tivor incorrido ; e que* reieve-da mot-
la, quer nao, podera ainda, aeealender convenien-
te, marcar Ihe novoarazo^ ou entao reseraSiri o
contrato, fazendo o cum outro.
14.Para garantiai^iuwaioSe-ieiconcJasao das
obras, o engenheiro civil Hugh Wilson, no *zo
marcado pelo presidente da proviacSa, depwsiftra
no cofre provincial a quaaiiade qoioze cuaMKde
reia em dinbeirc e viato e cinco contos em aeoBes
da eompaubia bahiana, sendo 2SO aoo5e de W
cadaama, pagas porioteiro. O dep-jsito sera le-
vaniado pelo modo seguinte : aaime contos de reis
logo que se achar encorporaia a companhia;
quinaeeostos, qnandc pfindipiadas as obras e dez
contos de reis quando eonolahlas. .
i*.~Em qnanio durar a aisobvenijao do co-
fre j-rovincial, ;serao dedazidas da importancia
della o valor das inultas eu que imofrer v con
iratante. tfas, desde qua eessar a- drla subvencio,1
servira de garanta a taes mubas a* obras emate-
riaes da empreza.
IA 0 contratanie se obriga a construccao de
uma linba ferrea smgela .entre oporto de Jara
gua e a villa- da lmf>erairiz com Mlbos que- pesem
nao menos de vinte iiilograwam por metro cor-
nte, e que serao cotlocaoas aonre dormentes de
ferro ou madeira-de lei, que nao terio. entre si dis
tancia maior de um metr>: a bitoia (ou gauge)
da linha dos carris nao podera se? meoor de um
metro eseis centiiwtroe. O leito da ostrada deve
ler ao ifjeflos tres metrps de largflra, seja em oor-
tes ou em aterros e as rampas dos cones devem
ter o angnlo que a aaturexa da terra es-eir para
a sua conaervacAo.
17.Os declares da liaha nio poderio exceder
de 3 g|o exceplo em peqaenas distancias precedi-
das e segulda* de decfives meoores de 0.3 |. ; as
curvas nio pode^ao ter am raio inferior a 201 me-
trus, podendo estes limies nas esta ,oes e proxi-
midades dos pontos de partida ileacer de 80 a 100
metrog.
18.As locoraolivas serao das mail aperfeicoa-
das, a untento di governo provincial, e nio pode-
rao eulrar em servic sum ijue sejam esaminadas
por pessoa designada pelo mesmo governo, devsn-
do conter todos os ulensilios de sobreialente no
eeswius para o* caso= do accideote e reparos de
occasiao. A opposicao escripla do lis:al nomeado
pelo gove'no obsta a que as locomotivas examina-
das sejam postas, era seryigo da estrada .ite que
qualqucr duvida suscitada a tal respeito seja resol-
vid.i pelo presidente da provincia.
19.Na parte em que (or applic'avel a clau-nla
anteiedente, regulara tam1)era a abertura de quil
quer seccio da estrada ao traasito pabjico.
20. 0 centratante construira estates nios pon-
tos intermedia? mais conveoientes e nas extremas
Jas linhas, cjmprehendendo cada uma des-as es-
lacoes commodos necessarios para, o service dos
passageiro: e armazeos para cargas, alcm das de-
pendmiia* quo forem neces do material e.ofO.:inas, tudo conforme a necessida-
da for mostrando. As referidas estscoes terao o
espaco sufflciente e linhas de desvio em nuraero
riue'garanlam a seguranca publica na manobra
do's irens. A escolha dos lugfares para as estajSes,
o seu ts"pao e o desenho respectivo dependem da
approvajao do governo provincial.
21. A companhia fornecera tod) o milerial
rodanle, ca.no machinas, carros para passageiros
e conduecaj de generos e animaes a satisfacao do
presidente da provincii c engenheiro fiscal em
i|uanl) a quantidade e solidez, e sem esta appro-
vai-ao nao enlrara em service o dilo material
22. -0 servico ou trafego da linaa projectada =e
iara diariamentecom dous trens pelo menos, e o< de
carga que forem precisos.
23. Para o transporle de passageiros, o contra
tante estabeiecera, desde o comeco do transito da
linha, duas classes de carros pelo menos, atem dos
de carga.
2i. As classes dos carros, o nuraero das via
gens redondas, as escalas, o horario da partida,
preco das pa.ssagens, fretes e armazenagens, assim
eomo quaesquer iflstrucjoes regulamenlares so-
bre os tran'portes e condi^Ses do servico serao
approvados pelo presidente di provincia no pra'.o
que este determiuir depois da abertura da 1' sec-
i;ao da estrada ao trafego pnblico.
25 -A linha podera ser dividiia em BeecSes de
accordo com o presidente da provincia, e entregue
;ada uma dellaa ao transito publico a proporcao
iue forem sealo onstruidas.
26. -Qaando a companhia nao executar qnalquer
obra ou servicu nas coodteoes uecessarias para
segurauca publica, o govern > mandara fizelo a
custa de la.
27. A companhia construira uma linha tele-
graphica na extensai da linha ferrea para o
servico da empreza, e para o publico mediante a
retribuieao, conforme o que regula em outras li-
nhas telegraphicas do imperio.
28.-0 prepo das correspondent s pirticulares
que nuoca sera inferior ao das outras linhas do
imperio, se regulara por uma tabella approvada
pelo governo.
29. -A correr-pondencia ofD;ial telegraphica sera
leita com o aDa.e de qoiuze por cento.
30. -A i.roviicia tera direito de servir-se dis
po>les telegraphicos para co.locar um lio para seu
uso particular. Em quanto isto se nao lizer, o
contratante se obrigara a transinillir os telegram-
ma.- dos'rvico publico na forma da condicao an
lecedeule.
31.As obras da empreza serao consideradas de
Utilidade pnblica para gizarem de todas as garan-
tins coropativeis com a legislacao vigente.
32.-A provincia se obriga a dar a companhia,
duranle o espaco de uuinze annos, uma subvencao
de quatro cont)S de reis annuaes por cada legua
de tres milhas inglezas de estrada de ferro (tram-
way) que se construir a completar as 18 ate a vil-
la da Imperatriz.
33.-Na totalidade, porem, dessa snbvencSo se
fara era favor do cofre provincial no lira dos qua
tro annos rnarcados para a conslruccao das obras
u-.ii abate de viate contos do reis.
34.As obra,-, estalecimenlos e propriedades da
eompaubia serao isentos de todo e qualquer im-
posto provincial e.municipal.
35 A companhia ten o uso dos terrecs pro-
vinciaes que se acbarera na passagem da estrada
ou nos locaes escolhidos e approvados pela presi-
d-ncia para estates e offlzinas e su .s dependen-
cias, sendo os terrenos particulares adqueridos pe
la empreza.
36.-De accordo com o presidente da provincia,
o contratante collodara trilhos nas ruas, estradas e
pontes actnalmente existcntes, com tanto que
deixe Iivre o transito publico, a juizo do presidente
daproviacia, ficando o mesmo coniraiane obriga-
do a reparar, ou fazer de novo a sua custa, quaes-
quer obras que forem por qualquer forma arrui
uadas pelo transito dos trens.
37. -A faculdade concudida na clausula antece-
dente nao comprehende a ponte existente sobre o
riacho Maceio e a do Bebedouro, nem prejudicara as
obras de transito de., Jaragua a esta cidade e ao
Trapicbe' da Barra.
38. -Se durante a'execu(3o da I nha oa em todo
tempo de sea servico for alterdJu a direccAo oa
local das estradas, ruas e pontes oude forem cello
cados os trilhos, fica reeervado no coHtratante o
direito de remover 09 mesmos trilbos para os no-
vos desvios, de accordo com 0 presidente da pro-
vincia, ou de conserva-los eomaantiga direccao,
independentemente de qualquer"indemnisacao, que
todivia percebera no caso de que taes alterac6es
prejndiquera as obras existentes na via lcrrea.
39.E' permiltido iw contratante, salvas as tres
ciausulas antecedentes, rebaixar qualquer das es-
tradas, suas liombas, pontes, ou desviar se dellas,
atravessa-Ias ou segni las paralleianieut", coufor-
me for mais conveniente a direccao da linha pro-
jectada. com tanto qae as obras destrnidas sejam
substiiuilas por outras perfeilamente ideatiuas.
40. 0 governo provincial garanta por sua par-
te, conforme as dispnsicoes vigeutes, a tsoocao do
recruta nento e guarda national aos trabatMainres
empregados da companhia. que entregara triraes-
tralmente uma lisU delles a presidencia.
41. -Fica probibido a compaouia empregar es-
cravos na construccAo das obras e services da li-
oha terrea.
42. A eompanlua setaobrigada a apreseolar
ao presidents todos os relatorios, ioformacSes e da-
dos exuidos aetrea da receita 0 despeza com 0
0 trafego da linha; assim com 1 us esclareciraen-
tos peoidos pelo engenheiro fiscal.
43. -A eompaubia, devera ormar um (undo de
reserva que por meio de quotas dedu'tdas do saas
lacros, calcaiados de modo que reproduzira seu
no fim de 86 anaos de privilegio. A forma-
co deste fundo principiara, 0 ma.s tardar, dez
aunos depois de ser conuluida a linha da Impera-
triz.
44.Desde que os lacros da companhia forem
taes qua, dando o divideado de 7 por cento aos
accioaistas, sobrg.reu) ainda, tera a provincia
participant ua terja parle dos hicros axcedea
iMIW-
'--------- -f'UVf"
4.S.-A companlrfa saitMfa a aft#ur
las gratniumente aos tnw, fieaata'~n*m
pelo prejnizo causado.
**?!*.* rwPw,i**'* er com a eorrespon*icia na qual for dtakeirn
e#Bido, salvo sendo do gavarno, tHtuatb t-con
venienlo doclaracao ao cbefe da estacao
47. O l>resideMa a pmrm-m ie|f d^B^ ^
transaorlefrattriie pelos trens K|bfkres para d
pragas do corpo de poficla-e para mala qwttro nts-
fagetros wr tads iajf*jn. e IflO k^rumtmls de
carga. after de ids nnef dV WiU( sndo M jntsa-
gtnrlimitadas a pessoa* tTtfOTiajaram a serriio 4>
goverao.
48. A comjpanhia sp obriga 1 lripottar tra-
|M, presns e todo o raalerial de ftwrra, bam a<-
ttno< co|i>naa.auas hagsgaos com um abaa
mento da 25 par cento da laJoeJJa ou vigor, okri
gando se 0 governo a reconhecer eomo validas a<
guiaa dadas para este Bin pelas'dirTerSntes antiri
cades, e a pagar o valor delhw no An de cada
mea.
49. AcompanUia m obrig.-* a pur a disauatcav
do.gqverao. quando eile reqpisiiar, todo nseu ma-
terial rodaute para transportcs ds rropas on order -
tos hellions, flcaodo o governo obVigtlo a pigar a
companhia os prejuiz >s sotTridoe.
iftA companhia se oonga a adoptar para 0
Servfco iojerno e policial da esrada o regutaroen
tos qno fbrem estabeleCidos por lei, com direito de
pedir ao goverao imperi il as lsen;3es da mesma
lei que tenharu- sido concedldas a emprezas seme-
Ilia n tea.
51.Cpresid>nte, por mei;> do engenheiro fis-
cal, tera pleno direito :ie Irscalisar 0 m >d> p riue
a com,anlia desempenhe as cbrlgafjoes do centra
lo, executi as disposijij^s dos respaetivos reguU
mentos e prove a segniao;a pu.fftca.
520 presileote p-ilera impor mallas, nil ex.-
cedendo cada uma *? d'DtMos i^ iffis, por qaal-
qaer ibfraccao do cotrtrato on disposi^oes vigaat's
qoanlo a estradas u ferro, desde que nio naiarn
outras penas estiputatti-
53A companhia sera 1 sjimsavel pslai fallas
praticadas por seus e ",>r-gados co exercieio da
suas funecoes, dwde *|ue dellas resulie damno
pablico ou partleolar.
54.A companhia oriiiui-ar.i, da f'-rma da clau-
stila 24, u na t;Ae!!a') > [-.-i;.w d3s passagens e
fren das mercado.-i.-.* qt>.- teni direit) de perceber,
submettendo desdc a atx-rtura da t* ses^ao a me^-
ma tabella a previa ap^riw-a^ii da presidencia, e
nao padendo essa tabellt etceder do maximo dos
fret-s estabelecidos na via-ferrea de Pernambuco.
55. A tabella a que se rufere a clausala autuce
dente deve ser considerala c.mo provisoria pelo
* anno, e depois sera rovLta de 5 em 5 annos pela
pi'aya do commercio e approvada pelo governo,
mas nao podera ser mediGeada de modo a redu'
zir a renda liqoida geral da companhia senao
quando exceder 0 dividendo de iO por cento pago
a is accionislas sobre 0 capital empregado nas cons-
tracfdes e material fixo e roiaotn da empreza.
5(5. -Dependentes de approvacao por lei especial
da asserablea provincial e accordo ulteriK com o
governo da provincia, (Icam as eoodicSes d^ste con-
trato exiensivas a uma liniia rajaal, qos iiartinln
dealguo ponto da linha pnn.'ipil, seguira peio
valle do Parahyba ale oede for delerrninado.
57. 0 presente contrato ficara dependente da
approvacao nao so d 13 estatutos pelo governo g
ral, com) de qualquer ourro qae a e>te competir.
e da isencio dos impostos geraes s ibre a empreta.
suas prop iedades ou materiaes iinportados do es
traugeiro ; e do direito i\: desapropriacio (na
f6"ma d.i deereto n. 1,614 de 27 de outj'bro de
1855) de q-.nesquer terenis particatarei faato-
rem necessaries para consirueea* dos edificios i.a
d) leito da estrada ; Ccindo 9 giver no provmcui
ODTigado a esclarecer 0 govern.) imperial neste
sentilo. Caso 0 governo imperial reense 'vncedtr
esses favores, fieri de nenbum elf.-if els con
trato. e serao restiluidas as ganaHai deposita-
das.
58. A companhia tera 0 direito de soliciiar do
goverjk) imperial quaesquer oums favores tgm
jolgue conveniente, alcm dos estaliel^cid 11 na m
sola ailecelente, sem prejudicar por quilq.er for
ma aata contrato.
59.0 presilente da provincia, se entender con -
veaiente, porfer.a, de accordo com 0 contratante.
alterar, supprimir ou accrescentar algnai das
condicoes ijue nao srjim ralativas a Mibveurio a
uiuiia-. on nio se considerem c>.no inlispen-ivei-
e aranlidoras do contrato.
60. -A rescisao, alem dis ci;js previstos nis
ciausulas 11*, 12* e 13'. so t^ra lugar nos >agiu
tes : 1 quando no prazo que for marcado pelo
govoroo provincial a contratante nao liver feito 0
deposito de que trata clausula li'; 2.", *e o
servico for interrompido por mais la 6 nem
Salvam *e nssla parl>> rw can d,. fori; ma or
provados perante 0 presidente da provincia.
61.Deelarada acadueijadd do cuiitr.it>, o go-
verno fi;a inteirament) Iivre para fatar novo coa- :
trato com oatro, sem que tenhi od \i-r de inJem
nisar a empreza sob qualquer fundamento.
verno ao contratanie a respeito de seuj lireit >-
rjbrigac.oes, e nao pnderem ser resolvidas de
mum accordo, serao deeididas nesta cidade por
maio de arbiiros. Se as paries contralant-s nio
concordarein ids in-smos arbiiros, nomeara cada
unao sen, c esles comecarao os tra bat nos desig-
nand) 3', a 1 qual, no caso de divergencia, cahera
vot0 definitivo. Se nao concordarein s.dire 0 3*. o
presidente 0 escolhera sem mats reenrso algum.
0 contratante Hugn Wilson apresentou a gua n^
qual se achava a verba do 1 agamento do sclio do
theor seguinte : N. LUs. I:060i000.-Pagoti
um conto e sessenta mil riiis de sello. Alfan
do Maceio. i de fevereiro de 1871.0 tbeaoaii ir
Kibeiro Silva.Pagou de emoluraenlos da sec-re-
taria do governo tambera a quaotia de um cont
e sessenu mil reis.
Eslando conforme* a3 partas coalratanles nas
coudigoes do presantc contrato, mandou o Exn*. ?r.
pre*ideute da provincia lavrar eatfl term a, em qm*
assignou coin 0 sobredit 1 Hugh Wilson e as le-te
rauohas presentes, hoje 3 de fevereiro de 1871.
Eu, Ii leLu-o Cantidiano da Silva, 2- official d >
.-0 ret ua 1, o escrevi. Eu, Joaquim do Bgo li.u r.-.
secrftario do govern^, 0 snbscrevi. -Jose Benin da
Cunha Figueired<) Junior. Hugh Wilson. -Te-ir-
rauuha, Joao Pedro X-wier.Dita, Antonio rf -
Santos Car ias.
0 Dr. Sebastiao do Kego Barrus de Lacer
da, juiz de direito especial do commer-
cio, nesta cidade do Recife 0 sou termo,
capital da provincia de Pernambuco.
por S. M. I. 0 Sr. D. Pedro II, ,1 qunn.
Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente edital, qae Mauoe! A i
Silva Sampaio, administrador da massa fallida di
Jose Bernardo da Mutta, me dirigio a pelican d.
theor seguinte :
III-n. Sr. Dr. juiz de direito especial doom
mercio. Diz Manoel da Silva Sampaio, a li.
nistrador da massa fallida de Jose Bernardo "da
Molta, que sendo 0 unico erelor da massa, por
ter pago a todos os cred.res os seas credito-
como con-la dos ducumenlos juntos, e tendo de
se proceder a cla^sificacao dos creditos qae ti-
des Ihe pertencem, inn duvida o supplicanle w
em tal bypotbese, pode mosmo fazer esta clasai-
fteacao, entretanto vem requerer a V. Exc que
resolvenlo essa duvida, se digne de esclarece-l..
se deve fa'er a elassifica^ao, ou se deve ella aer
feita por V. Exc, confr crodito universal do supplicants com os livro.
e balanco d) fallido, para julgar 0 suppliiaou
seu unico creJ ir.
Nested termos. Pele a V. Exc. defenmento.-
E. R. Mc
Esta a com uma estampilhi da 200 rs. iaou
lisada.
Recife, 28 de sat?rabro de 1874.0 airai i.-ira
dor, Manoel da Silva Sampaio
Despacho. -Aatoaua e sendo acompanhada doj
documenlos das sessues, pisse se edital, afim do
quo compareca ao praio de cincu dias, qualqae."
eredor que por vontura exist \.
Recife, 1." de outubro de 1874. Barros de
La ;erda.
Segue se 0 riocumeato junto a peticio suppra:
Relacio da todos 03 credores chirogr plurios do
* fallido iose Bernardo da flolta.
Ribeiro Guimaraes A C. 1 655J3W ; cjMioaa-
rio Uanoel di -iilva Sampaio ; Muuria.) Btrr;
de Mello 3:299*739; co.sicnario liooel da Sdva
Sampaio ; Francisco Gomes de Oliveira bobri
ho, 2.643*87-1; loi) Jose is Carvalh es.
J:Jil8it;00 ; V*i Junior 4 C, J:16S*6 ; c-
sio.iario Manoel da Silva Sampaio; Ta*s 4 Jr-
mas, 5:734*410; cessiooario Manoel da SiTfa
3*inp'aio; RodriKU*s Irm.io* 4 Gnimaraes ...
1:273*100; cesMonario Manoel da Silva Simn^l
Peraira Suioss k C,2I4a700; cessiooario Mr.-
noel da Silva Sampaio ; padre Manoel de S.
Anaa L\u, 4031000; cessioaario Manoel da Silva
Sampaio; Zefermo da Lima Csvalcaate, 401/JTOO ;
aessionari > Manoel da Silva Sampaio; Otto B >ares
co- & C., 109*600; cassario Mauoel da Silva Sam-
paio ; Joaquim Lopes Machado 4 C, 2884000; aas
siouario Manoel da Siiva Sampaio; Cotl* It cum
1




-*-=-;-!;-

T
do ftounahuoo Sabbado 5 vie foftiibrord* 1871
>
4r C, 100*000; Thomaz de Aquino Ftfnceca & C,
130*000; Moreira HaWiay 4 C, l;MO*000 ;
eMiooMk> ttosoel da SMva Sampaio ; loUl......
M:5t9*39.
Todos 01 ttlttloe a:ima descriptos e que coosti-
taem o debito a* esu praca de Jose Bernardo da
Motta, nw pertencem por compra que fix dos bos.
mos.
Esteva ama esianipilha de 200 rs. inutilisada.
Beeifa, 29 da setembro de 1874,-0 administra-
dor, Haooet da Silva Sampaio.
Pelo presente chamo, cite a hei por citado, a
qualquer eredor de Jose Bernardo do Motta, que
per ventara exist*, para deatre de cineo dias a -
presentarem ae em juiso, allegando e provando o
qua far a bam da sea direile justica.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente, que sera
publioado pela imprensa e adixado nos lu-
gares do costume.
Recife, 2 Eo, Francisco Xavier de Souza Ramos,
escrivao interino, o subscrevi.
Sebasti&o do Rego Barros de Lacerda.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex causa.
Barros de Lacerda.
marotes.
i8 dito. Item de -metal, constants de terrinaa,
pnraos cobertos, issawareiros, taanteguiras, $a>lhe-
teJras e palraatocias.
49 dito. Talbere* de mesa, consumes de faoas
garfos, colheret de sopo e de*chi.
80 dito. M ootcbdes de eama dos- camarotes-aom
sens travesseiros.
SI dito. 200 leneoet.
SI dito. 80 cobertas de ama.
53 dito. 30 toalbas de mesa.
64 dito. 460 f aardaoapot.
66 dito. tOO:toalbas ae mao.
56 dito. 362 tronbas.
St dite. 1 pinno de mesa.
58 dito. Trera de cscinha, eonstante-fle caldeiras,
csssarolas^panellas, etc.
59 dito. I fogio e 1 caldeira portatel.
60 dito: 1 lote M resto de tinus, oleo e outros
jectes de snbresatente do navio.
6t dito. 1 virador de linho de i-pollegadas.
qoOSdito. 4 espias de couro.
63-4ilo. Uma f>orcio de cobre boto e velho.
64 dito. 1 guindaste velante.
66 dito. 2 sinaa e 1 carapa de metal.
Cujos objectos serao vendidos em lotes designa-
dos pela nnwericio meneionada, a qnem mais
O desembargador Francisco de Assis Oliveira Ma-
ciel, official da imperial ordetn da Rosa, e jail de
direito privativo de orpbaos da cidade do Reci-
te de Pernambuco e sen termo, por S. M. o Im
perador, a qaem Deus gaarde, etc
Faco saber a qnem o conhecimento do presente
ohegar, que por e.-te juizo e a requerimento de
Francisco Laiz dos Santos se procedea a justifica-
cao de prodigalidade contra sea Mho Hanoel Lnis
dos Santos, e depois da prova testemunbal, e pa*
recer do Dr. curador geral, snbiram os.aotosa 'mi-
Bha conclusao, aos quaes proferi a sentenca^do
tbeor segainte:
Vistos os documentos de (Is. 5, a 11s. 11, e in-
quericao de fls. 13 a lls. (6, que provam estar o
riificado Manoel Luiz dos Santos praticando actos
completa poodigalidade, o hei por incapaz de
administrar sua nessoa e bens, qoe ficarao sob a
administracao de seu pai Francisco Luiz dos San-
tos, a quern noiaeio curador.
O escrivao passe edital para sor affixado no lu-
gar do costume e publicado pela imprensa, e cus-
tas. Recife, r4 de setembro de 1871.Francisco
de Assis Oliveira Maciel.
E para que ninguem faca negocio algum com o
precrtado prodigo Manoel Luiz dos Santos, senao
por in termed io de seu curador, com previa antori-
saeao deste juizo. mandei passar o presente que
sera affixado no lugar do costume e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per
oambuco, aos 16 de setembro de 1874.
Eu, Manoel do .Nascimento Ponies, escrivao, o
subscrevi.
Francisco de Assis Oliceira Maciel.
Recife, 16 de setembro de 187i.0 escrivao.
Manoel do Nascimento Ponies.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa.- Oliveira
Maciel.
A camara municipal desta cidade, pelo pre
sente convida todas as irmandades e proprietaries
que teem tumulos e catacumbas nocemiterio pu-
blico, a mandarem quanto aates liinpa los e repa
ra los, como se faz necessario a coaservacao, o
formoseamento e decencia do mesmo cemeterio.
Pago da caraara municipal do Recife, 22
de setembro de 1874.
if J do Rego e Albuquerque,
Presidente.
F. Augusto da Costa,
Secrelario.
0 Dr. Joaquioi Gorrcalves Lima, juiz dos
feitos da fazenda desta provincia, por
S. M. Imperial, a que Deus guarde,
etc.
Faco saber aos que o presente edital vi
rem que, em cumprimento da ordem do
thesouro de 30 de dezembro de 1865, e
das instruccCes que com a mesma baixa-
ram, Buffo o prazo de tres ratzes a contar
da data da publicado deste, sera- vendido e
arrematado em ha=ta publica celebrada na
comarca de Itambe, a qucm maior pre^o
offcrecer, a vista ou a prazo ato 11 annos
quatido muito com juros de 6% ao anno
pelo tempo do demora a comprehfnsao de-
onminada, Bur3co doextincto vinculo
de Itambo, sita naquella cumerca a qual se
acba avi.liada em cinco contos do rdis e
contcin scgundo a medicao a que se proce-
deu e consta dos autos a extensao seguinte :
do lado do leste 1,110 bracts, do lado do
norte 409 braces, do lado do noroeste 682
Dramas dn lado do poente 411 bracks o do
lado do sal G81 braijas, senclo todo o ter-
reno proprio para a cultura de m3iidioca e
outros legumes e ficando tfertos os interes-
sados de que, tanto por tanto sera referido
o laii'.o do posseiro respecti'vo, na confor-
midade da ordem do thesouro, n. 15 de 28
de Janeiro de 1874.
Recife, lii de setembro de 1874.Eu,
Jose Francisco do Rego Barros, escrivao, o
subscrevi.
ESTABELEOWENTX) DE CARIDADK.
Rot do Padre Floriano
Casa terraa n.'63 ......207*000
Roa das Calca,das .-
Caaterrea n. 0 (fechada). ... 20M000
Ideal a. 36...... SiyOOO
vidal da NegreJroe.
Caa terrea-n. 114......362*000
Idem a. 94.........301*006
Rua larga do Rotario.
2 andar e loja n 24 A. 3401000
l*andar 3/andar n. 24 A. ... 261*000
Rua de Antonio Henrique*.
Cast terrea n. 26....... 99*000
Largo da Campina.
Ideron 11 (fecbada)...... 96*080
Rua do Coronel Suassana
1* andar do sobrado numero 94 386*000
PATRIMONIO DOSORPHAoS.
Rua da Moeda.
Cast terrea n. 21 (ecbada)..... 400*000
Becco das Bolas.
Casa terrea n. 18.......421*001
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 11. ...... 202*900
Rua do Amorifo.
der, visto me ter assim requeride o commandante Sobrdo de 2 andares n. 23 002*000
do sotre dito vapor Guilberme Waddington, a que Casa terrea n. 34......S 2*000
o abandonou por innavegabilidade, e as companbias
de segnros delte nao quizerao tomav eonta.
E para que chegue ao conhecimento de todos os
pretendentes, mando qoe seja o presente publica-
do nos logares do estylo, peta imprensa, tanto
Ruar do Bagos.
Casa terrea n. 21.......153*000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 243*000
f andar do mesmo......240*000
ao nos logares ao esiyio, peta impreos*, uuiu> r anoar ao mesmo......Z4U*auu
desta-cidade-cemo da cbrte do Rio de Janeiro e da Loja do mesmo....._ 300*009
provincia de Pernambuco, o que cumpra.
Bahia, lode setembro de 1874.
E eu 01 rio Jose Rodngues Pimenta, escrivao,
que o subscrevy.
___________Carlos de Cerqueira Pinto.
ODr. Luiz Ferreira Mac'el Pinhelro, juiz substitu-
te da vara commercial desta cidade do Recife
de Pernambuco, por S. H. Imperial, que Dens
guarde etc.
Faco saber pelo presente, que no dla 8 deouju-
bro do corrente anno se ba de arrematar por ven-
da, a qnem mais der em praea publica, depois da ]
oudiencia respectiva deste juizo, os objectos se-
guiotes:
Om taaqoe de fsrro com torneira de bronze pa-
ra deposits de oleo, avaliado por 20*.
Uma bnrra de ferro, grande, franceza, avaliada
por 200* ; cujos bens perteocentes a Goncalves
Piilno & C. e peohorados per execucao que lhes
movem Rabe Schmmettau A C, aeham-se sob a
gua-da dos mesmos executados
E na falta de licitantes que cubram o preco da
avalia^ao, sera a arrematacao feita pelo preco da
idjudicajao com o abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei fazer o presente, jiue sera affixado nos lu-
gares do costume e publicado pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 25 de setembro de 1874.
Eu, Francisco Xavier de Souza Ramos, escrivao
interino, subscrevi.
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa.Maciel Pi
nheiro._______________________- _____
A camara municipal desta eicUde faz pnbli-
co para conhecimento dos interessados, quo a li-
cenca, dada aos capatazes, talhadures, magarefes,
ajudaotes ou aprendizes, valera somente por urn
anno, e a falta deila nos primeiros 15 dias do mez
de outubro do anno liuauceiro municipal equiva-
lera a perda do emprego, coaforme dctermiaa o
artigo ijl das posturas municipaes do 26 de ju
nho de 1873,
Pa^o da camara municipal do Re:ife, 23
de setembro de 1874
M. J. do Rego e Albuquerque,
Presidente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13(fechada). 1:400*000
Rua da Somalia velha
Idem n. 16.......209*000
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25.....209*001
Idem n. 29......201*000
Rua daCraz.
Sobrado de 2 andares n. 12 (fechada). 800*000
Idem n. 14.........600*000
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 100 (fecbada) 241*000
Idem n. 103 ... 207*000
Rua do Ampare lOlinda)
Casa tercea n. 18 (fechada)....
Os pretendentes deverao apresentar
arrematacao as suas flancas,
acoinpanhados dos respectivos
240*000
no ado da
on eomparecerea
fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da qaantia em
que for segoro o predio qoe contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o service da lim-
peza a precos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da|Misericordia do R
cife, 17 de sstembro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodriguet de Souza.

0 Dr. Sebasliao do Rego Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do commercio desta cidade
do Recife de Pernambuco, por S. M. 1. que Deus
guarde, etc.
Faco saber pelo presento, que no dia 15 de ou-
tubro do corrente anno se ha de arrematar por
veuda a quern mais der em praga publica deste
juizo. os objectos seguinles :
100 caixas com uma duzia cada uma de frascos
de oleo philocome, lalsificado, a 4*500,450*.
1 burra de ferro por 200* ; cujos objectos vao
praca por execucao de Joao Pedro de Meilo con-
tra Jose da Silva Neves, a quern foram penhora-
do=, e acham-.-c sob a gnarda dos depmsttarios
particulares Silva Neves & C. E na falta de licl-
t.intes que cubram o preco da avaliacao, sera a
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
Nao tendo comparecido os Srs. socios em nu-
mero que constituissem assembloa geral, sao no-
vamente convidados a reunirem-;e na sala das
sessoes, domingo 4 de outubro, as 7 horas da ma-
nha, para elegerera o vice-presidente.
A sessao tera lugar com os socios que 3e apre-
sentarem como em 2.* convocacao determina os
nossos estatutos.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventnde,
30 de setembro de 1874.
Orestes Monteiro,
______________________1." Secretario._____
Companliia Fidelidade
seguros niaritisuos e terrest; es
A agencia desta eompanhia toina segnros ma
ritlms e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos nltimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparica, anliga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Ageute.
FUNDfCAO
C. Starr & C.
Sao convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras e contas vencidas ; sendo que nao o fa-
zendo ate o dia 30 de outubro proximo vin-
douro, serao vendidas em leilao: Poderao
do e vaariaxd*
bemeaMto do Comoelfco Paro-
d Oocledade PrvBaiadora
,. iBstrwecfto rok>ll<- da rfro
(eaia aim .VarsOa.
Logo que S. Exe. o Sr. presidente da provincia
comparecer M tribuna, subira a scena o appara-
toso drama em 3 actos :
OU
A COaOA DUCAL DE PARMA.
Seguir-se-ha depois a muito chistosa scena co-
mica pelo actor Penante :
- Van concerto de rabeca e
realejo.
Terminara o espectacnlo com a comedia em urn
acto, ornada de musica :
De nolle tod* oh gatos mmo
pardos.
O conselbo parochial espera do publico desta
cidade a sua proleccao, visto ser o dito sea benefi-
cio para nm fim util, como seja a instruccao'gra-
tuita aos desprotegidos da fortuna. Em am dos
intervallos. uma commissio ira aos camarotes re
ceber es donativos.
Findo o espectaculo bavera trem, gratis, para
Caxanga, pela linba principal.
Principiara as 8 boras.
.;-';;. tiatro
Santo Antonio
eOM'ANHIJa ITALUNA
EMPREZA
Sabbado 3 fa corrente
3.* recita de assignatara.
Com o sublime drama em 5 actos, do]mesmo an
tor da -Morte Civil intitolado :
4 culpa vioga a culpa.
No qual tomam parte os principaes artistas da
eompanhia.
N. B. A empreza pede aos Srs. assignantes
o favor de procarar os seus bilhetes no bilhetei
ro do theatro. ,
DA
ENCRUZILHADA
Fesla canipeslre.
Domingo 4, as 7 1{2 horas.
Tera lugar o espectaculo dado pelo actor Au-
gusto Cesar com o concurso de seus collegas da
Phcnix Dramatica. 0 programma acba-se na es
tacao da rua da Aurora
Havera trem no fim do espectaculo.
->.-'.'-
COHP.IUHIA BRASIL.EIRA
DE
XAVEGACAOAVAPOR
Porto* do ainl
Commandante Carlos Gomes
E' esperado dos portos do norte
at6 o dia 7 do corrente e se-
guira para os do sul depois
da demora do costume.
0 Dr. Carlos de Cerqueira Pinto, official da impe-
rial ordem da Rcsa, cavalheiro da de Christo
e juiz de direito especial do commercio, nesta
leal e valorosa cidade do S. Salvador Bahi dea
Todos os Santos e seu termo, por sua magesta-
de imperial e constitutional o Sr. D. Pedro II,
, quern Deus guarde, etc.
Pago saber que no dia 8 do vindouro outubro,
as 11 boras da manna, a bordo do vapor nacional
Cruzeiro do Sul, fundeadu Da ribeira de Ilapagi-
!ie, tem de ser vendido em kilao, pelo agente de
eilSes Luiz Zuany, o mesmo vapor e suas perten-
cas, avaliado em sessenta contos de reis pelos pe-
rilos que procederam as vistorias, sendo o dito
elilao em 65 lotes, os quaes sao :
!. lote e o seu casco com todo* os seus mas-
tros, garopea, vergas, paos de carga e ensarcias,
:abos, machinas de vapor, 4 tanques de ferro para
agua, um ferro e uma corrente de 60 bracas.
1." dito. 1 machina de vapor, chamada gurrien,
le forca de qualro cavallos que serve para des-
earn.
3.* dito. 1 bote n. I.
4.* dito. I dito ft. 2.
5.* dito. 1 dito n. 3.
dito. 1 dito n. 4.
7.* dito. 1 dito n. 5. Salvavidas.
8. dito. 1 ferro grande de li quintaes.
9.* dito. 1 dito de li ditos.
10. dito. 2 ancarotes.
11. dito. 1 amarra de 60 bracas.
12 dito. 1 dita de 45 ditas.
13 dito. Pannos constantes de 1 latino, 1 traquc-
:e, 1 velacho e 2 velas de proa.
14 dito. 6 toldos de lomna.
15 dito. Puliame do serviQo do navio, constante
de cadernaes, moitoes e cabos de talba.
16 dito. 20 remos e sua palaaienta do servigo
dos botes.
17 dito. 80 toneladas de carvSo de cardin.
18 dito. 3 bitaculas com suas agalhas.
19 dito. 1 relogio da camara. *
20 dito. 0 baroraetro.
21 dito. 3 lampedes da camara.
22 dito. 5 lanternas e pbaroes.
3 phroes de roda e mastro.
15 baldes.
1 bomba de incendio com suas perten
anvmatacSo ttita pelo preco da adj a JicacSo com o| comparecer ou man Jar ao escriptorio da
abatimento da lei. j fundijao ou do tcstamenteiro H. J. Cannan,
E para que chegue ao conhecimento de todos,lrua do Commercio n. 40.
mandei fazer o presente. que sera affixado nos lu-
gares de costume e publicado pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade du Recife de Per-
nambuco, 1* de outubro de 1874.
Eu, Francisco Xavier do Suuza Ramos, escrivao
interino, subscrevi Recife. 1 de dezembro de 1874.
Sebasliao do Rego Barros de Lacerda.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa.Barrcs de
Lacerda.
Estrada de ferro de Olinda
inlipas
Esta companbia com-
pra sulipas de oiticica,
de 9 palmos de compri-
mento sobre 9 pollegadas
de largo e 4 de espessur3
ou grossura.
0 gerente,
L. J. de Miranda.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE.
Pelo thesouro provincial S3 laz pub!,;o ;mra
q-iem interessar possa, que furam transfendas pa-
ra o dia 8 do mez proximo vindcuro as arremata-
coes seguinles :
Obra da bomba do Fragoso, na estrada do norte,
or?ada era 8403027 ; obra da ponte do Moes sobre
o rio Tapacura, orcada em 1:485* ; o imposto de
capim consumido na cidade dj Recife, orcado era
1:939^460, e fornecimeulo da alimentaQao dos
presos pobres da casa de detencao.
Secretaria do thesouro provincial de Pernarsbu-
co, 26 de setembro de 1874.0 secretaro,
Miguel Alfonso Ferreira.
S3 dito.
24 dito.
25 dito.
jas.
26 dito.
27 dito.
28 dito.
29 dito.

1 aparador com espelho.
1 espelbo n. 1.
1 dilo n. 2.
1 diton. 3.
30 dito. 26 ditos pequenos dos camarotes.
31 dito. 1 mesa n. 1.
32 dito. 1 dita n. 2.
33 dito. 1 dita n. 3.
34 dito. 1 dita n. 4.
35 dito. 1 dita oval n. 5.
36 dito. 6 bancos da mesa da camara.
37 dito. 6 ditos de dita.
38 dito. 6 moxosde de assento de palba.
39 dito. 2 commodas.
40 dito. i armario de vidracas.
41 dilo. 2 gnarda-copos.
42 dito. 1 cadeira de braco.
43 dito. 10 bancos do conves.
44 dito. Lonca de mesa constante de pratos
cbicaras, pires, pratos travessos a cobertos.
45 dito. Vidro de mesa constante de garrafas,
copos, calices e compoteiras.
Teudo-se de dar esgoto na caixa da rua
dos Pires, na noite de domingo proximo,
4 do outubro, tera de cessar o consumo
d'agua desta companbia nos bairros de San-
to Antonio, S. Jose" e parte do de Boa Vista,
a parlir das duas boras da tarde do referi-
do dia, ate ao depois do meio dia da se-
gunda feira seguinte. 0 bairro do Recife,
os chafarizes da Saledade, do Gymnasio, do
fundigao do Starr, de Santo Amaro, todos
os que fleam antes da caixa continuarao a
fer agua. Provinese portanto aos Srs.
concessionarios de pennas d'agua, e ao
publico em geral para que se previnam em
tempo.
Escriptorio da companbia, 30 de setem-
bro de 1874.
0 secretario,
______Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Pela secretaria desta santa casa conviJa-se as
amas que se acbam encarregadas da critcao dos
expostos, para que venbam receber do Him. Sr.
thesoureiro as mensalidades vencidas de juiho a
setembro Undo, no salao da casa dos expostos, pe-
las 9 horas da manna do dia 13 do corrente ; de-
vendo para isso trazerem as criancas.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 2 de outabro de 1874.
0 e3crivlo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Luso-Brasileira
a directoria avisa aos Srs. associados e mais
interessados, que a aula de inuruacao primaria
ultimamente creada pjr esta associacao funcciona-
ra todos o? dias uteis, das 9 boras da manba as 2
horas da rarde, sendo regida -por um habil pro-
fessor, que exerce o magisterio desde loDgos an-
nos. A matricula para esta aula, que podera ser
frequentada pelos lilhos dos socios, criancas po-
bres, o ontras pessoas que desejarem ulilisar-se
della, contini'ia aberta. A directoria espera e con-
fla que os associados e todos os que sao amantes
da instruccao, aproveilem este simples ensaio,
mandando malricular seus filhos ou parentes nas
aulas, que gratuitaraente lhes offerece a associacao
Luso-Brasileira. A directoria pede aos interessa-
dos a dirigirem-se ao escriptorio do irmao orador,
a rua do Imperador n. 71, 1* andar, das 9 boras as
3 da tarde, ou a esta secretaria, a rna da Cruz n.
20, das 9 as 6 horas, slim de matricularem-se. A
anla de francez fancciona nas tercasfairas, das 7
as 9 horas da noite, e podera ser frequentada pelos
socios, seus filhos, parentes on qualquer pessoa
que preclsar instruir-se na lingua franceza.
Recife, l de outubro de 1874.
Rodrigues da Costa,
1 secretario.
Portos do norte
CERVANTES (fretado)
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 8 do
corrente e seguira para
os do norte no mesmo
dia.
Para carga, encommendas, valores e pass agens,
trata so no escriptorio
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
____________ Agentos.
ilESSAGERIES MARITIMES.
I.inlia mensal
Gironde
Espera-se da Eu-
ropa ate o dia 7 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora de
costume para Bue-
nos- Ayres, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para encommendas, passagens e freies, trata-se
com
OSAGENTES
Harismendy Ac Labille
9 Rua do Commercio 9
Linba mensal
Ilha de S. Miguel
Segue com brevidade para S. Miguel o palba-
bote portnguez JVom s. Lourenco, para onde rece-
06 e*f8*-f PasM/fei'os : trata-se com as cona'g-
natarios Thomai de Aquino Fonceca C. Suceea-
toraa, rna do Vigario n. 19, 1- andar.
LEILOES.
LEILAO
DE
moveis, louc,as, vidros, crystaes, ouro, pra
ta, pianos de armario e ditos de mesa
Hoje
. A'S 11 HORAS EM PONTO.
No unnaxciii da raa do Bom Jo-
ans n. HH (anti^a Crui).
0 asenie Dias fara leilao, por eonta e risco de
ama familia qne se retira para o Rio de Janeiro,
de 1 mobilla de jacaranda, com tampos da pedra,
em perfeito estado, 1 dita de dito, 1 cama franceza
de mogno, 1 guarda-vestidos de amarello, 1 guar
da-louca de amarello, 1 commoda de jacaranda,
quadros, 1 rico santuario de jacaranda, candielros
a gaz, cadeiras avalsas, 4 marqueza para solteiro,
1 marquezao, e muitos outros objecto qne estario
patentes ao acto do leilao.
LEILAO
DE
FAZENDAS
Em continuaqao
3 DO CORRENTE
_Duarte frmSos continuarao, hoie, por interven-
Sao do agente Pinto, o leilao de fazendas come;a-
o hontem, em sen armazem da rua do Bom Jesus
n. 54, onde espera a concurrencia de seas fregae
zes.
O leilSo principiara as 11
horas.
LEILAO
de cerca de 150 volumes de
diversas obras de direito e
colleccao das leis do Bra-
si].
Segonda-feira U de outubro
as 11 horas da matiha
Em o 1 andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 37.
0 agente Dias, competentemente autorisado,
levara a leilao, no dia e hora acima designados,
os livros que abaixo se menciouam.
Convida-se aos Srs. advogados e academicos a
coraparecerem ao referido leilao, pois entre clles
ha mnitog livros de merecimento, a saber :
Annotates a Waldek, por Manoel Maria da
Si|va Breischy,Historia Interna do Direito Romano
privado, poc Luiz Antonio Vieira da Silva, Os
Miseraveis, por Victor Hugo, Tneoria do Direito
Penal, por F. A. F. da Silva Ferrlo, Processo Cri-
minal por P. Bruno, Diceionario Juridico, Diccio-
nario porluguez, p>r Faria, Manual de AppellacOes
e agravo?, por Gouveta Pint', Accessor Forelne,
por Carlos A. Cordeiro, Direito Criminal, por Cou-
to, e outros muitos, como constam do inventario,
em poder do mesmo agente.
E' esperado dos por-
tos do sul no dia 10
do corrente, segnindo
depois da demora do
costume para Bor-
deaux, tocando em
A commissao regedora da capella do Santo
Antonio, em Agua-Fria, faz publico que domingo
11 do corrente, pelas 4 horas da tarde, bavera
nesta capella a ben cao de duas imagens : N. S. Mai
dos Horaen3 e S. Goncalo, e de um sino. A com-
missio encarregada do festejo nSo tera poupado
esforcos afim de abrilhantar o acto. Agua-Fria,
5 de outabro de 1874.0 8* secretario,
_______Jos6 Anstrlcliano Tolentino de Almeida.
SASTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico qne
najsala de suas sessoes, o dia 24 de setembro, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
46 dito. Apparelhos de camarotes,constando cada f qaem mais vantagens offerecer, pelo tempo de am
am de bacia, jarro, ourinol, escova e saboneteira. I a tres annos, as rendas dos predios em eegoida
47 djt?, Baltics de folba para despejo dos ca-1 declarados.
Sociedade Uniao Gommer
cial Beneficente.
0 presidente desta sociedade convida a todos os
sous associados asereunirem em.assemblea gem
no domingo 4 do corrente, as 11 horas do dia,
aflm de eleger-se a nova directoria.
Recife, 1. de outubro de 1874. ______
Sociedade beneficente Luso
Brasileira,
Desejando a directoria mandar collocar no sa-
lao de honra os quadros com os nomes de todos
os socios effectives ( o que ja ba muito se devia
fazer ) e achando-se muitos em airazo de men-
salidades e incursos no art. 14 S da reforma dos
estatutos, resolveu a directoria marcar o prazo
de 15 dias, a contar desta data, para os Srs. as-
sociados pagarem as mensalidades atrazadas ou
allegarem o qne for de jtutica, sendo qne findo
o prazo serao eliminados.
.Nesta secretaria e no puder do procorador
existem as listas daquellos que estao no caso de
eliminacao.
A directoria espera que os associados compe-
netrem-se dos deveres sociaes, e attendam que
fielmente se tem cumprido os tins hamanitirios
a que se propoe esta asseciacSo.
A directoria ainda cbama a attencao de todos os
Srs. socios para o art 13 3 dos estatutos que
dispoe : t o socio tem o dever de contribuir com
as mensalidades de If, pagas por trimestre adian-
tado. ,
Secretaria da directoria da Sociedade Luso-Bra-
sileira, ao 1. de outabro de 1874.
Rodrigues da Costa,
Secretario.
e passageiros : a tra-
Dakar (Goree) e Lisbda.
Para fretes, encommendas
tar com
OS AGENTES
Harismendy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
Agente Pestana
Leilao
DE
uma arrnaQiSodo amarello toda envidr8$ada
SEGUNDA-FEIRA 5 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 prepos'.o do agente Pestana fara leilan, por
eonta o ris'o de qnem pertencer, de uma armaeao
do amarello toda envidracada, para ver na traves-
sa d.t3 Crnzes n. 14.____________.
Agente Pestana
Leiloo
n:
13 caixas com queijos (lamengos, tenio ca-
da caixa 32 queijos, cbegadss polo ultimo
paquete.
TERGA-FEIRA, 6 DO CORRENTE
as i I horas em ponto.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
eonta e risco de quem pertentencer, de i-'i caixas
com queijos flamengos, tendo cada caixa 32 quei-
jos, chegadas pelo ultimo vapor.
Era um on mais lotes, a vontade do3 Srs. com-
pradores.
1 commoda.
1 grande aparadar de amarello.
1 ports ebaptea da sol.
I baoeas de jacaranda para jogo.
1 tear de amarello.
1 banqueta da dito.
1 maonina de costnra, era perfeito estado.
3 jarros de porcelaoa para floras.
2 Dares de jarros para floras,
t flguras de lonca.
1 flgnra e vaws para floras.
1 porta-charutos c- m photograpuias.
I'igura de barro.
quadros com bonitas visus.
6 tapetes de la de caroeiro
1 cama de ferro para solteiro.
1 rico apparelbo para cha, de crystofle verda 1 filtro e resfriadeira de loaca.
i duzias de colberes de crystofle para cha.
2 ditas de garfos de dito,
2 ditas de lacas de dilo.
2 ditas de colheres de dito para sdpa.
5 compoteiras de vidro.
6 garrafas <>ara vinho.
1 ports lic6a>com musica. >
2 vases de porcelana com mangai de vidro.
3 transparentes para janella.
1 par de redomas com flores artiflciaes.
1 duzia de talheres de metal.
2 ricos pares de escarradeira^.
2 pares de escarradelras poquenas.
1 carrinho para -duas criancas.
I espelbo grande.
4 pares de garrafas de crystal para vinbe
1 pendula dourada para cima de mesa.
2 laraparinas a gaz.
2 pires de redomas peqn-?nas.
1 par de jarros grandes de martnore.
1 violao
1 cavallo com molUs para crianca.
2 es'ojos para barba, e outros muitos artigos qtm
estario patentes ao exatde dos Srt. compradorn
no dia do leilao.
1
LEILAO
DE
fazendas echapeos
(Em continuarao e por liquidacao)
A saber:
Chapeos a Cavour, de palaa, de merino, de clh v
do seda, de castor e la.
Chales de merino, de sela, de la, de metim, m
ganga e c-:semira.
Lencos de eassa, descda, de chita, de gaog.
cambrala.
Merino preto e de Cures.
Casern ira pre'.a e de cores.
Gravatas de diversaa qualidades.
Chapeos de so! de alpaca
59 pecas de raussiiliua branca.
100 ditas de cambraia bispo.
20 ditas de granadine de cores.
10 ditas de atoalbado cru.
4 ditas de atoalhado de iiuiro (bramante).
30 ditas da damasco de cOres.
24 ditas de dito de la.
13 ditas de dito ds setim.
20 ditas de file preto francez.
120 ditas de panno para colchao.
100 ditas de mussulinas abertas.
10 duzias de veos para casaraentos.
2 ditas de capas de caseraira.
1 dita de tunicas de chuly. -
11 ditas de cintos do seda"
80 pecas de chitas de ganga.
6') ditas de cassn3 para cortinados.
15 ditas de algodao enfeslado.
10 ditas de damasco de linho.
10 duzias de eamisas de linho.
100 pecas de largelim pr^to e do cores.
10 ditas de damasco loswoso.
Tapttes de diversoa tamanhos.
E muitas outras fbzeaiaa.
Quarts feira 7 de outubro
Rua do Bom Jesus n. 63.
Os administradorcs da massa fallida de Perei. -
de Mello & C, usando da nutorisacao que lem i >
Illm. Sr. Dr. juiz de direi o especial do comme:
cio, continuarao a dispor em leilao no dia aeirr -
dito, por intervened do apente Pinto, das lazend..-
suprameccionadas, que l.i'.em parte da mesmi,
e que tornam-so .':':ommoii(!ada> por serem mo -
tas deltas ultimamente despachadas, e proprias pf.-
ra a presente estacao.
0 leilao princibiaia is 10 1|2 boras era pon.
no armazem da rua do Born Jesus n. 0'3.
Os pretend.";'-?* p derao cxaminar ditas faz''-
das na vespera c dia do leilao.


leilao
HE
1 i.OOO tijolosdo marmora branco e de c't
QUARTA-FEIRA 7 !'0 CORsEUTE
i;.. .-: = Por iRterven^io .9 agenle IMn' >
No armazem da rua do Bom Jesus n. C"
Leilao transferido
0 que so bavia njnunciado para o dia !*<
corren.e, para comnodidado dosSrs. mutuarie-,
lica transferido para o dia 2 de outnbro, na cas.
de penhores, a Iravessa da rua Duque de Qui*-
n. 2, as 11 horas da manha.

s
505
: l. > .
Espleiidiilo
. ajaa
Previnc-se
0 brigue portuguez Triumplw, pretende seguir
com moita brevidade: para carga e passageiros
trata-se com os consignatarios Tbomaz de Aquino
Fonceca A C., successores, rua do Vigario n. 19
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
THEATRO
POEMX DRAMATICO
Sabbado to do corrente.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
liavegacSo costelra a vapor.
ARAHTBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TT, CEARA, ACARACC' E MARANHAO
MAKAHfUO.
0 vapor Ipojuca, comman-
dante Moora, seguira pan os
portos acima no dia 7 de
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 6, en-
commendas, passageiros e di-
nheiro a frete ate as 3 horas da tarde do dia da
sahida ; escriptorio no Forte do Mattos n. 11
Rio de Jameiro
Brigue nacional S._ Paulo
Sahira com brevidade : para carga e eacravos a
frete, trata-se na rna do Vigario n. 7.__________
DE
magniflcos moveis, apparelhos de crystofle
verdadeiro, quadros, espelhos e vidros
Terca-feira B do corrente
as 10 1|2 horas da manba
Na rua da Imperatriz n. 47, primeiro andar.
0 agente Dias, autorisado por uma familia que
mudou de residencia para fora da cidade, levara
a leilao, no dia o hora acima indicados, os magni
flcos moveis e outros artigos como abaixo se men
cibnam, os quaes foram para alii transportados
para se tornar facil aos Srs. concurrentes, por ser
uma rua por tmde ha conduccio p -las diversas
linhas de bonds.
Aos Srs. que precisarem comprar bons moveis e
outros artigos se offerece uma optima opportuni-
dade, por quanto tudo o que se expoe a venda 6
bom
A SABER:
1 bom piano de jacaranda.
1 rica mobilia do jacaranda, composta de 1 sofa, 2
consolos, 1 jardineira, tampos de pedra, 4 cadei-
ras de bracos e 12 de gnarnicio.
1 elegante mobilia eocarnada, propria para gabi-
nete, composta de 1 sofa, 1 jardineira, tampo de
pedra, 2 cadeiras de bracos e 6 de guarnicao.
1 mobilia preta, composta de t sofa, 2 consolos, 1
jardineira, 2-cadeiras de bracos e 12 de guar-
niclo.
1 mobilia de amarello, composta de 1 sofa, 2 con-
solos, 1 Jardineira, 2 cadeiras de bracos e 12 de
guarnicao.
1 elegante guarda-ronpa de amarello.
1 linda costoreira guarnecida de metal.
1 secretaria de jacaranda, propria para senh ra.
1 rico toilette de jacaranda, tampo de pedra.
1 bom guarda-roupa de amarello.
i.rico guarda-lonca de carvalho, obra bom acaba-
da e nova.
1 espelho com eolumnas de jacaranda.
divan com assento de palhinba.
a quem interessar po-sa, que o sitio e casa e a
ruiua, sito no povoado do Barro, freguezia dos .' -
fogados, d-) propriedade da Sra. D. Severina M-
ria de Jesus, hoje residente em I'odras de Fogo,
acha bjpoth?aado, corno ensta do cartono dor -
gistro.
g ENSINO 5l
^ DE M
I'ARTIDAS D0BR.4DA8
M E
ARITUMETIGA
.'^ dirigido por
l\ MANOEL FONCECA DE MEDEIROS
tres vc:es por sem*tia
B a tarde ou a noite
$1 Rua d* Marquez do Herval (ontr'ora
S Concordia) n. 138 a 140.
Ilho de 8. Miguel.
Com mnita brevidade segue para S. Miguel o
conbecido palhabote portnguez Novo S. Lonrengo.
Para o resto da carga e passageiros trata-se com
os consignatarios Thomaz ds Aqnino r*ticeca 4|
C. successores a raa do Vigario n. 19.
tampo de pedra.
de pedra.
1 banqueta para p6 de cama,
1 lavstorio, tampo de pedra.
2 bonitos aparadores de amarello tampo
2 rica secretaria.
8 cadeiras de brace, americanas.
2 marquezoes de amarello para solteiro.
1 relogio de parade.
i caixa de musica.
I ricos quadros a fnmo.
1 espelho com moldara dourada.
1 binoculo com vistas.
3 cadeiras de balanco com assento de panno.
2 eadeiras de abrir.
12 cadeiras americanas.
J1 mesa elastica de amarello.
\\mWA i'ARTIClLAII
Rua da Rodan. 48. sobrado
Primeiras lettras, portuguez, francez, ingle ,
desenbo linear'fe musica.
Sob a direcgao do professor Hermino Ro-
drigucs de Siqaeira, funcionam ditas aulr-
todos os dias uteis.
Recebe alumcos interims, meio-pensioni-
tas e externos; fornece todo o material par
escripta e livros aos principiantes, por pr -
50s muito razoaveis. _____________
Agradecimento.
0 capitio tenente Jose Avelino da Silva Jacqu
(ausenle), D. Margarida Wanderley Jacques, Joa
Jose Lins Wanderley, D. Anna Candida Lins Wat-
derley, Maria Zeferinna Lins Wanderley. liar .
Augusta Lins Wanderley e Cbrispiniaoo Buarq
de Macedo, pai, mai, av, tias e primo, agradece'
profundamente a todas as pessoas qne sedign;-
ram acompanbar a ultima morada, o cadaver d^
sen nnnca assas chorado filho, neto, sobrinno *
primo, Amenco Wanderley Jacques."
Ontrosim, agradeeem religiosameote, nao
aos Illms. Srs. Drs. Jose Felix da Cunha Maneze-.
medico assi.*tente, e Manoel.Francisco Teixeira, pe-
lo zeio, dedicacao e caridade inexcediveis com qoe
trataram 0 mesmo seu filho, neto sobrinno, a pri-
mo, dnrante 0 perido de sua molestia, levados
por sentimentos tao nobres quanto huraaniurio-
que a isso se presUram espontanea e gratuiUmec
te, mas lambem aquellas pessoas de suas amiza-
d s e da do finado, com especial mencao 0 dedicid
e iocansavel Sr. Jose Candido de Barros, que v<-
laram a soa cabeceira tamtom dnrante a sua at
fermidade.
Recife. 2 de o^'.ubro ds I87A
.

.



^ ii "
r>4: J !>., _.' _ K*%U bm O n U U a
:;. -., >.^ '.- r
?
BAZAR BE PRIMS
Devendo sef diitribuido no jar lira d> Campo
Cat Priuceta*, em a noite iif>, iMguuda-rVira, 5 do
aorrenie, o resn das premiss qoe ioraieollereci
das em favur <> asjaj.i ita aaenados, a' respeetiva
eommissao convida ao publitti desta cidade, e par
licularineate as E\maa. fainibaa, comp essa festa de caridade, para a qual c-iijorrerio
cum (i i|uc llies ditar seus geiteroao* eoracoe*,
preenchendo assim o liuinanitario Qii da Ul
festa.
A mt'Sina ccmniiMu a ii.-ipndo drsdo ja f$n*
sinceros agradeciiuentos a todos quantum se digaa-
rem aceiiar o convite qua ibes dirige, previse ao
respeilavel pnblieo qae o jardim estara devjda
meote illuminado, e que diversas bandas de
muiica locario aUeruadainenle variadas o esco-
lbidai pecas.
A distribuicao das prendas comejara as 7 boras
da noile.
Lniz Goncalves da Silva.
Rodulpho Kruckeuiberv.
Joao Carlos Bastos de Oliveira.
Joaquira Olintho Bastos.
Dr. P. A. Lobo Moscoso.
Jovinlano Mania.
Praacisco Igoacio Pinto.
Gustavo A. '.Sbimidt.
___________Joaqaim Dias dos Santos.__________
Hudanca de estabelecimenlo
O padre Francisco Ccelho de Lemos e Silva,
scientifica ao respeilavel pnblieo, e principalmente
aos seas prestimosos freguezes, one tern raadado
o sen estabelecimento typograpbico, e tudo o
mais que tioba no sea estabelecimento na raa do
Imperador n. 15, para a easa amarella, sfta no
Arraial (freguezia do Poco da Panella,) onde se
acba prompto para prestar os sens servicos, com
aquella exaetidao e fidelidade, (de qae sempre ha
usado), nos dias ateis, das 9 boras da manna, ate
as S boras da tarde.______^_^_
Aluga-se o 1* e 2* andares do sobrado slto a
raa de Lombas Valentinas n. 86, com os commo-
dos seguintes : 2 salas, 3 quartos, cozinha fora
em cada andar, tendo para serventia dos mesmos
quintal com portao para a raa de Hortas e cacira-
ba com excellente agua para lavar. Tambem se
alaga o 2 andar do sobrado sito a travessa dos
Expostos n. 28, com sufflcientes commodos para
pequena familia : as pessoas qae pretenderem, di
rijam-se a raa Nova a. 17, que achario com quem
tratar.
IT
XAROPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pharmacautico da Paria
Allencfln.
- Pede-se encarecidamente ao Sr. Antonio Teixei-
ra Lopes, a comparecer a raa do Barao de S.
Borja n. 25, padaria, a negoeio de sea particular
interesse.__________________________________
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTID0S.
A' rua Primeiro de Marco (outr'ora rua do
Crespo) n. M e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
lizes bilbetes am inteiro n. 2759 com 1:000*000, am
meio n. 871 com 700jTJ00, nm meio n. 3280 com
200*000, e oatras sortes de 40* e 20* da lo-
teria que se acabou de extrabir (118*), convida
aos possuidores a virem receber na conformidade
do costume sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 4' parte das loterias a beneflcio da matriz
do Pocovda Panella (119"), que se extrahira na
quarta-feira, 7 do corrente mez.
PRECOS,
Dilbete inteiro 44000
Meio bilhete 2/000
19 PORQiO DE 1009000 PARA cima.
Bilbete inteiro 3*500
Heio bilbete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Programma da festa de N S.
do Rosario, na igreja da
Madre de Deos.
Sabbado, 3 do corrente, ao meio dia. uma salva
de2l tiros e diversas girandolas de foga, annnn-
ciarao a vcspera de festa da exuelsa Senhora do
Rosario, ucando na mesraa occasiio a banda de
musica do corpo de policia.
Ao romper da aurora do dia 4, depois da missa
resada, e que a musica tiver executado diversas
pecas do seu afamadj repertorio, uma salva real
annunciara aos habitanles desta cidade qae 6 che-
gado o dia era que se festeja o Santissimo Rosario
de Maria.
A's 11 horas do dia entrant a festa, sendo a or-
chestra regida pelo distincto maestro Francelino
Domingues de Moura Pessoa, c os solos cantados
pelos melhores professores, occnpando a tribuna
sagrada o reverendo padre Jose Estcves Vianna ;
antes do Evangelho o Sr. Francelino executara na
rabeca uma linda ouvertura ; finda a festa outra
salva real snbira ao ar.
A' tarde tocara na porta da igreja a raesma ban-
da de musica, cujo mestre 6 o distincto moestro
Theotonio Jose" de Soaza; as 7 horas entrara o Te
Deam, subindo i tribuna sagrada o afamado pre-
gador reverendo padre Leonardo Joao Grego; fin-
do o Te-Deum sera queimado ttm lindo e variado
fogo de artiGcio, feito a capricho pelo artista Olym-
pio Francisco de Mello. A mesa regedora da de-
vocao pedo a lodos os raoradores da rua da Madre
de Deos para illnminarem as frentes de suas casas,
afira de quo o acto se tome mais brilhante. Re-
cife, 1* de outubro do 1874.
0 escrivao,
Francisco Jose Chaves.
As preciozas propriedades de cionat tcra vivamente
captivado a aUenc8o das pessoas scientificas e dos medi-
cos, <{ue nao ccssani de uliiisar sua \nrtudc nos cazos
difficeis contra os quaes se nao conhecia athe esta data
iienhum meio de accao effiOMb
0 snr Dumas ha pouco tempo se exprimiu nos seguintes
termo8, na Acadcmia das s'ciencias : Duas substancias
* approximativas, o chloroformio e o chloral, que na
epoca de sua descobcrta forani o assumpto de muito
a profundos e serios estudos, no para interesse da scien-
cia abstracta e das theorias chimicas, tomaram em
seguida parte entre os preciozos agentes da therapeu-
i tica : o chloroformif para a chirurgia, e o chloral para
' a medecina.
0 Snr Follet tendo montado uma fabrica para a prepa-
racao tao dclicada de chloral, garante a pureza absoluta
do seu producto, e para facilitar o emprego d'este mara-
vilhoso, medicamento, preparau una Xarope de chloral,
que contem:
uma gramma de chloral em uma colher de sopa.
0 XAROPE DE criLORAI* DE FOLLET, na
dose ordinaria de uma a duas colheres de sopa procura
c facilita aos dooates urn snmno tranquillo e restaurador
que lhe faz experimental- uni grande allivio, rcslitue-lhe as
forcas e o animo perdido o ajuda enoriiiemente a reac-
cao, scmnunca provocar'nenhum d'esses accidentes tantas
o tao repctidas vexes prodttzidos pelo emprego dos opios.
E'em consequencia d'estas propriedades cminentemente
sedaliva's que o XAROPE DE CHLORAL DE
FOLLET, e sempre empregado com grande successo
nos cazos ({'insomnias, nevralyias diversas, gotta, rheu-
matismos, evehaquecas, asthma, bronchites, phtisica,
c6licashe]tdlicas ououtras, canser, eclampsia, te'tartos, etc.,
e rm geral, cm todos os cazos em quo uma ddr aguda
accarreta a falta de somno.
Durante o cerco de l'aris, o Snr douctor Beranger-
Feraud, chefe do servico dos feridos no Val-de-Grace,
publicou.noBo/eh'mrterapew'j'coumaserie do observa^es
sobre os resultados obtidos com o chloral que o Snr
Follet, tinlia postoadisposic3o do dito hospital; os feridos
reclamavam o seu emprego com instancia.
O Snr douctor Lecacheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de oliloral) cm therapeu-
tica, publicou sobre este assumpto nm trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
O somno e um dos primeiros c mais constantcs effeitos, produzi-
t dos pelo hydrate chloral; principia sempre em geral um quarto de
a hora ou meia hora depois de se tor administrado o medicamento.
a 0 somno 6 profundo e analogo ao somno normal; n3o e pertur-
bado por sonhws, e nSo 6 acompanhado nem de eicitacao psychic*
i nem tao pouco de agitac3omusculares... O despertar se opera sem
accidentes desagradaveis. Gfiralmente os doentes, nSo se queixam
i de dores de estomago, nem depezo de cabeca, nem de cephalgia
como acontece a maior parte das vexes com o emprego dos opios.
Alem do que com o opio torna-se indispensavel elevar progres-
sivamente as dozes para que seus mesmos effeitos se continuem a
produzir e ja o mesmo nJo acontece com o hydrate de chloral. >
Para a gotta, o emprego e accao do chloral so torna ex-
tremamente pwctoza, assim como o 9efior Bergeret de
Saint-Leger o demonstra pola observacSo segiinite :
t I'm doente estatode cama liavia ja uio uiei, rettido por um alta?
que de gotta, e durante oito dias nao pode donnir, ainda que ex-
tenuado pela dftr, insomnias e rigoroza dieta; tudo biia preter
t noites terriveis : admimstrou-se-lhe de uma so vet duas grammas
t de chloral dissolvido em agua com assucar; e dei minutos depois
t o doente adormeceu, e o somno durou trez horas; a meia noite des-
t pertou-te sem dftres de cabeca e em nm estado de cnatentamento
indescriptivel, depois adormeceu de novo para todo o rcsto da
t noite.
Desde entao continua com o uzo do chloral, e as ancias atrozes e
t dolorozas bem como as contrac(bes dos mu-culos ccssaratn.
O chloral tem tambem uma accSo notavel sobre a losse
que canca tanto os doentes atacados de conslipacfles ou
de bronchites.
O setior douctor Offret, depois de ter citado em suas
memorias algums cazos de curas rapidas pelo chloral,
accrescenta :
Poderia citar ainda varias outras observances feitas com indivi-
i duos attacados de tuberc;ilos pulmunares, em differentes graus,
t de bronchites'chronicas e agudas.
t Estes doentes extenuados pela tosse, privados a maior parte das
t vexes de ura somno tranquillo, encontrarara no uzo do chloral um
c grande allivio, quando mosmo a morphina nSo tenha produzido o
menor efleito, Os su6res abondantcs que opprimera todos os phthi-
sicos me pareceram diminuir sob a influencia d'este medicamento;
i a tosse se tem constantemente apaziguado por uma maneira muito
t sensivel. >
Os jornSes de medecina e vjnunoa scienlificos tem
publicado, os resultados obtidos pelo emprego de chloral
pelos Snr* douctores : Richardson Bergeret de Saint-
Leger Brodbury Richard Beranger Feraud
Liebreich Westphal Meyer Bardelebcn Lan-
genbeck Virchow Dieulafoy Krishaber Demar-
quay Gubler Jastrowitz Liegeois Mauriac
Marjolin Mandl Bouchut Giraldes Verneuil
Simpson Lambert Tarnier, etc., etc.
O XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar servicos importantes todas as
vezes que se trata de calmar uma d6r dando ao doente
um somno reparador.
AYISO. Afim de evitar as falsificacdes ou imitacoes
que podem ser preparadas com um pro-
ducto, pouco puro, deve-se exigir sobre -2fW^ cada frasco a etiquetta de qvatro o6itza *~ ^>
tendo a assignatura.
Uma instruccao minucioza acompanha cada frasco.
Preco de frasco : 3 francos.
CAPSULAS D'fiTHtROLfi DE CHLORAL DE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissolucao de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, o savor do medicamento e complectamente nullo.
Cada capsula contem approximadamente 15 ccntigrammas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devem engollir rapidamente com algumas colheres de
agua pura.
Preco de frasco : 3 francos.
*** Td po' ttcndo dlrlglr-se raza do Snr L. FBERE, iO, raa Jacob, em Paris
/'
Premiada nas expo-
sicoes de Pernambuco
e Rio do Janeiro.
UEDAT.IIA DK PRATA.
AWTO a
)RS
Pharmacentico
Pela escota de Paris
Successor de
Premiada na expo-
si .ao de Vienna d'Aus-
tria.
MEDALHA DE MGRITO
Para a boa conservacao
VOSSOCA BELLO
ARISTIDE SA1SSET E. J. SODM
Fugio no dia 18 do corrente a e.crava Sera-
phina, de cor pre'.a, baixa, e com falta de dentes
aa frente j foi comprada ao Sr. Efr. Ernesto de
Aquino Fonseca; suppoe se ter idopara a villa do
Cabo, onde tem parentas : pede-se aos Srs capi-
tals de campo ou a qualquer pessoa a sua appro-
heosao, e leva la a raa do Araorim n. ol, ou a
pra^a do Conde d'Ea n. 30, 2 andar, que serSo
generosamente gratificados.
CASA DO OHIO
Aos 4:OOOcOOO
Bilhetes garantidos
rttto do Bardoda Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
O abaixo assignado acaba de vender nos seas
muito felizes bilhetes a sorte de 700* em um
meio bilhete de n. 871, alem de outras sortes
menores de 40/000 e 204000 da loteria que se
acabou de extrahir <118'); convida. aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
pages.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tir&r qualquer premio, como prova pelos mesmes
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
anudos da 4* parte da leteria a beneflcio da
igreja matriz do Pofo da Panella, que se extrahira
no d 7 do corrente mez.
Preces
Inteiro 4*000
Heio 2*000
lf fOOsOOO para citaa..
Inteiro 3*500
Meio 1*750
P.sctfe, o de setembro de 1874.
_____________Joao Joaautm da Costa Lritr
Escravo f ugido""
Severiano ausentoa se da casa de sea senhor no
dia 19 de setembro, e tem os signaes seguintes :
crioulo, cor fnla, representa ter 35 annos de idade,
poacj mais ou menos, tem algumas sardas ou
manchas no rosto, p& grandes e calcanhares fo-
veiros e os dedos encolbidos, tambem tem uma ci-
catriz nas costellas proveniente de uma queimadu-
ra e outra igaal em uma das pernas : roga-ge as
antondades polieiaes e aos Srs. capitaes de campo
ae o apprehenderem e remette lo a rua do Bom
Sm^nsa'do1;.^"' qe 8CT* V*"**
N. 30,120
p.rtfil6.'^ a 8r aifere8 >'iano Alfrsdo Gome
2!?2ta ^r 4 tna d" Cinco pntas n. 93, a ne*o-
cio d sea particular intere-fe *"*"
Tratameuto puramente vegetal verdadeiro purificador do sangne. sem mercurio.
A KsKcncia de Caroba e um remedio hoje rs^onhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as molestias Stphu-iticas, Boubaticas e Escrofulosas, Rheumatisuo, Eupingens, Dab-
tros, Ulcebas, Erupcoes, etc etc
Os prodigiosos effeitos qae tem prodnzido a Essencia de Caroba, por toda pane
onde ella tem siao apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como urn dos medieamen-
tos mais seguros e mais^ energicos para a cura de todas as molestias de natureza syphilitica e Elle doma e faz preservar
boubatica.
A cada frasco acompanha uma instruccao para a maneira de usar.
Poinada anli-darlrosa
Contra as affeccoes cutaneas, darihros, comichoes, etc., etc.
loguenlo de Caroba
'Para cura das boubas, ulceras, cbagas antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
RODQUATROL IRHAUS, SUGGESEORES
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANUGA RUA DA CRUZ )
N.5 A.Rua do Barao da Victoria.N. 45 A.
LOJA DE JOT A S
DE
J(M JOAOIIJI DIAS DO REGO.
Itto aim ja nao 6 liquida^ao e qaeima!!
0 proprietary deste novo estabelecimento aturdido com o inesperado estridor dos erilos one
surgemde todos os angulos desta grande cidade, annunciande a liquidaclo dos estabelecimento! de ioias
e, receioso de flcar SOSINHO, apezar de bem avaliar as grandes vantagens qae noste caso deveria an'
ferir; tomou a inabalavel resolucao de QUEIMAR todas as suas ioias, com o unico llm de pn?nrnnrar-
se a grande caravana, e, com ella, segnir em romaria para.......e segredo I ^
Apyra esta ardente-as victiraas aguardam brilhantes o momento do sacrificio-so fa/
os saenncadores.
Isto posto, espera-se, com jusU ra2ao, uma grande concurrencia dos amanles da econ
qoe nao devem perder o ensejo de se proverem de objectos laes; e devem-n'o ainda assim fazer
que depois de todas essas liquidacSes, com o novo anno, acabam se as JOIAS desta cidade, e nao
tera publiio aonde dellas se possa prover. '
A ellas A ella* !
ODILON DUARTE & IRMAO
oABELLEIREIROS
Premui!(jS na ex{K)s'K""io tie 1872
R!.\
DA
laPERATRIZ
N. 8J
!. ANDAR.]

UsJJ*
rxrle
y.
$i
=E"!0 Vl$>\
w

I
KlA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
!. ANDAR.
Acabam de refonnar o seu estabelecimento, collocando-o nas melbitrec con-
dic^oea possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. aV
quillo que Wr tendente a arte de cabelhireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chigiiofi,
coques modernissimos, tranjas, cacbepeign, teoidos, deseubos em uabellos, qaadrns tn-
mulares, florea, bouquets e todo e qualquer trabalho imagin.tvel em cabello
0 estabelecimento acha-se provido do que ha ie mclhiir nos mcrcarios ran-
geiros, recebe dircctamente por tod<>s .s vnpores da Europa, as suas encommeuflas e figu-
rinos de modes, e.por isso pode vender '20 / menus que outro qualquer, paaaaado
perfeicio no trabalho, agrada, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabe.llt em
porjio e a retalbo e todos os uti-nsilios pertfne^ntes a nrte do cabelleireirn.
,?$**
i^..-
PRESERVATIVO M ERTSIPEL4
DO
Bacharel Manoel de Siqueira Cavabnli Ip
Remedio eflWz.nao so para curar qual j-.ar ataque de ery?ipc!a, comu >^
para impedir o seu reapparecimt-nto.
Approvado pelo Guverno Imp*rial, acha-se a dipatfsitl do publico
com as respectivas instruo.oes, attesudusde pessoas notareia, e de Medicos
de grande reputa^ao.
Dcpositos unicos.
Pecife: rua do Barao da Viet na (rua tfova] u. kO, can do
Rocha Siqueira-,
Rio de Janeiro : CSrte, rua do Oavidor. n. "8.

Gratis aos Pobres.

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Lindas popelinas de link com salpicos edeliiitrM
assetinadas pelobaratissimopreside320 rs. ocova: u.i
rua Primeiro (\e Marco n. 13, loj t dnn column -is, de
Antonio (erreia de Vasconcellos.
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Rua do Imper dor
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A 240 RS. 0 COVADO
Lindas cassas de cores e branca?, com listras e palmas assetinadas a 940
rs. o covado: na loja de .Antonio Correia de Vasconcellos, Tua Primeiro de
Marco D. 18.
E'le e um prevontivo seguro c certo contra
a calvice.
Elle dd e restaura forca e sanidade & [jelle d
cabeca.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
F-Ue da" grande riqueza de lustre aos ca-
bellos.
os cabellos, em
qualquer forma ou posicSo que se dese-
je, n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastos e compri-
os.u
Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem bran
cos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de frea-
cura refrigerante e agradavel.
Elle n5o e" demasiadamente oleoso, gordu
rento ou pegadigo.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada-
vel.
Elle 6 o melhor artigo para os cabellos dai
criancas.
Elle 6 o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservacio e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle 6 o unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos- e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SB
PODECONSIDERAR COMO COM- j
PLETOSEMO
TOMCO ORIENTAL
o quul preserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Acha-se & venda nos estabelecimentos de
H. Forster 4 C, agentes. E em todas as
principaes loja de perfumarias e baticas.
Aloga-so o terceiro andar do sobrado si'.o 4
rua estreita do Rosario n. 31: a tratar no arma-
zem do mesmo.
Na rua do Marquez de Herval n. 166, preoi-
sa-se de uma pessoa eserava ou forra para com-
prar o vender na raa.__________________
Ex-nfinador dna antigas o famsdas ri a- Pl-yl x }\r?z, q sntign dir t-nlrr
officina da casa AlpbonSf Dli>u> Tem a honrn dedlrr o rosp.-.it^v I publico d-sta >:ii1ada, quntir- l r1-.
sua casa de concertos e aiimcoes 'I pianos, qualquer qo soia n e Udo da HMr ro.
A' mesma case r*bn >ie nc^tinr nm grande Bortimatu d- piajjoa > > iti -
res fabric antes de Par.s. com.. Enn-d Pleyel. Henri Herze Alphon flfmdcf i Ip-
os pianos sahidos da csa Dbibeot >bo Kanuiti.io*
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de leiip; i>ai(a so b^m se avradar.
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ua rto Vlaconde de tlbuquer-0
aft que n. 89. a.
ESPECIALIDADE
Mole*Has de seaalioraa e 9
mentnuH.
Consulus das 7 as to boras da ma
-lia, todos os dias.
s
*
Das 6 as 8 da noite, nas seKundas, qa&r-
CaixeirO para molhadOS j $ '"os doentesquoamandarem os seus cha-
" mados por escripto at 10 i.oras da ma-
Dha serlo visitados em suas casas.
*


Quem preciiar do um menino recemchegado do;
mato, para praticar em molhados, dirija-se a raa
da Palma n. 34.
Aliened.
O Baliza tem ama grande porcao de milbo que
vende cada sacco pelo diminuto preco de 3*500.
tt Aluga-se a sala do primeiro andar a rua do
Dnque de Caxlas n. 33, propria para escrip-
torio : a tratar na loja.______________________
Rua do Hospicio n. 28
- Alnga-se a casa terrea a raa do Hospicio n. 28:
pa rua Duqae de Caxias n,', f andar.
Alogam se doui grandes subrados! cada ura
de um andar e sotlo, sito* a raa n<.a dH Sawa
Rita us. 55 e 57, com agua, gaz e cano de eg.>to
com 13 quartos e 1 eabiu-te : qa-rn prt-tPnCer,
dinja-se ao Forte do Matto- 8.,r cima Jo trapiche.
Dantas._______^^ '
Alnga-se por anno ou fasta o s brado de andares nos Qaatro Cantos, e Oun.ia, cm c ra
modos para grande familia, agu* t-u.-aoa is^di e
cano para despejo, muito fies.-a, prrtd do banho e
das e^ta?3es: a tratar na rua da Umao (ilha dos
Rat09) n. 53, detraa do Gymnasio.
- Esta tugidu jesd- o dia 4 da setembro .'et-
cra>o Marc.lao, molato, aim, corpo regn'.r
quem o pegar, l^ve-oa rua la Caldeireir n. 78.
00 &'&$-&* *f
ag) 2i llua ds Paa im> amara It x
INO R VA KNCA "
OR. MANOEL KNK
Medico
xnsullas das 7 as 9 1|2 horai da va- A
nbaa ^
hamados a qoalquer hora do dia oo 0
da n. ite g>.
E-tieuial dades nwleaiias -Jos polmoes "
e do Curacao. tf
AUVOGADO f
\m\wx morn (mm h
# *S Baa emtreitu V> Rosa rto %
2% prtaaarlro aatdar.
. Maeei6. 09
Bacharel baaaaafe do Alba- 1L
*ty qo-rqH
. Rpa dv Rusario n. 1.
0
m


m



-------
T
.<_..
%
Qtato te ffammm fitmmo a tefakfaM & JSS/C.
Soares deAmaral & 0.
Aluga-se nma casa terra n roa dos Pesqa-
dares, Qim 2sa)asi .1 quartos, 07 hi ha fora e quin-
$ que mudaram o Seu/ tal frpoVie, 009' tfcjnt^ f t tratar na travcsa de
avisara a
eita'elecinienlp de'geucros do estiva, do armazem
docaes da alfandega para o armazem da rua da
Madre de Dens n. 21 3 rt ri I
t& #iiTJ* ft-----J
Boa mtoradia.
Aluga-se o sitio da estrada de Agua Fria o. 2,
com boa casa para numerosa fanilia e excellente
banho uo riacho Jacare, perto (Ta estacao do ca-
minho de ferro: a tralar na iua Primeiro de JJar
{o p. 23. _____________|____________
Cura instonlaea
Grandiosa desccbcrta!!!
>'ovidade importantissirua \\\
Ouso quotidiano de um catfe do saperior vinlu
GENEROSO que.se vende no 1* andar do sobrado
d. 58, a rua d:i Cruz, tern a proprie.'ade de ;ubs-
lituir com grande vanlag*-m e extra^r jinaria eco-
aomia, os depurativos'tao apregoados e conbeci
do* por saiga e_ caroba, etc. 0 medieamento qae
annnnciamos, na> cura todas as molestias como
snccede as panaceias que se auDunciam, acorhpa-
abadas de attestados; todaia, restabclece imme-
diatamente as fareas, e purifica o sangue, sem a
desvaatagein de ser nocivo a satide.
Vara de orphaos.
0 ju z de orphaos e auscnfes desta capital mu-
dou sna residencia para a rua do Visconde de
Albuquerque n. II, oulr'ora da sMatriz da Boa
v._____________________________^
Ba
nhos e dormida fresca no
Monteiro.
Aluga-se alii dnas casas pequenas, tendo cada
uma, duas salas,- tres quartos e coxioha : a tra-
tar na rua Nova, loja d. 7.
-Aluga-ie nra rapaz excellente copeiro por
estar a isso acostumado, para hotel ou casa de
homem solteiro, estrangeiro : a tratar no Corredor
do Bispo n. 73 -\a mesma casa engornma-se eom
perfeicao rouna de homem e le senhora.
Alugftrse
o I' andar e lotto da rua do Fog'> n. 27, e tambem
ae aluga um separada lo outro : trata-se a rua do
Apollo n. 30, armazem.
i novo rival!
Para nma cidade tao populosa como a aossa, e
por eerto insuffkien e a existen'Ja de am uaico
teUbelecJinenlo no genero daquele qae se Ueuo-
mina Conftitaria do Campos.
E' tste o rootivo porque acaba dc;brir?ea
concurrence publics no bairro do Recife a lua
do Commercio n. 22, uma casa commoda e de-
cente, sob o titulo de Assembleu do Commercio
onde o rcspeitiwl pablieb encontr^ra sempre
que pre ;isar, u necessario para :
Um casamem-i.
Uma si ii4 .
Utn baptisade c
Dm iauche.
Ila tan I m :
Grande variedale do bcbidas Unas.
Cdmpleto sortimento d era para emharques.
B)li;i!! s s rtidos e froclas de dclioado sabor. ,
Bandejas c.: ricbosamente preparadas.
Fian.tr.- e lancba a.qnaiioer bara.
Tudo cum esreerado i eefi | ritteia e precos earn
tttivos.
2 liu d i Commercio 22
Keira & Lima
Assembled do (.' mmereio.
I
a-se
nma excellente casa terrea em Olinda, pateo de
S. Pedro Novo, com gaz e agua : a tratar com
Marc lino de Souza Travassos, no Forte do Mat-
tos._____________________^^
Autoniode Azevedo Villafoueo.,
Pelo presents sao convidados o aBlhados e afi-
Irr.das de AntemV de Azevedo Villarouco, falle
mdo em Portugal no mez de ouJubro de 1873, a
apresentarera denlro do prazo de 60 dla-, a con
tar de=ta data, acertidio de seu najcimento, em
ca?a do abaix% assignado, tesumenteiro instimiio
pelo dito fallecWo, afira de que sejam ^eyidamente
attendtdos na partilha a qae 'ten> ae proceder^e
com a precisa igualdade, de accordo com a d'spp-
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro e
1874. Man el Azevedo -de Andrade."-"^w*
IvrtrnT
Antonio Gomes de' Oliveira e Silva, saa mn-
Iber e cuanadas, pedem as pessras de saa ami-
sade e aos' amigos de sed fallecido sogro e pai
Tiburcio Antunis de Oliveira, o caridoso obseqaio
de assistirem as missas que per iatencao da al-
ma do mesmo mandam celebrar no convento la
Gloria, na eguada feira 3 de eutubro, pelas 7
boras da manba.
Ferrnra,
D. Maria Cooitaacia de Albuquerque Kerrri
te do de mandar celebrar misaas no re;olhimento
da Gloria, no dia 5 Je outubro, is 7 horas da ma-
nna, pela alma de sea presado esposo Jose" Jorge
Ferreira, fallecido em Rortugal, para asaistirem a
este acto de earidade e religiio, coo,*ida a seas
parentes e amigos ; ficando desde ji eteroamenie
agradecida a todos aquelles que comparecerern.
Attencao.
Fortunata Fortes a visa aos pais de snas alumnas
e em geral a todos os cliefes.de faqulia, tanto daqui
como de fdra, que se acba mudada para o 1* an-
dar do sobrado n. 21 da rua Neva, onde continda
com sua aula de instrncgio primaria, eiuinando
tambem todos os trabalbos de agulha, bordadosde
todas as qualidades, trabalhos de la, crochet e flo-
res, c >m muita perfeigao ; e em sua casa c-nsina
tambem o francez, deseulio, rousica e piano, por
ter para isso escolbidos professores. Aceita ext-r-
nas ejciternas, afliinca bom tratamento, muita ap-
plioagao, e o nreco mais favoravel que em oatra
qualquer parte.
gfe N. 21, lc2 andares, Carobfia
do C.irmo.
llanoel Enetlino Rego
\allcnc,t
BNHOK
Na travessa da rua
idasCruzes n. 2, pri-
Imeiro andar, d&-se
idinheiro sobre pe-
phores deouro,pra-
jlta e brilhantes, seja
[jqual for a quantia.
Na mesma Qasa
[icompra-se os mes-
i|mos metaesepedras.


h
MEDICO
das 7 boras da manba as
Con?!i lias
9 l|2.
Chamados por escri^to.
Especialidades. Doen^as dos
niOes e do corafio.
pul-
w
VkJ

W'i$>
m!

4

U/V.
I'. ilaya. na freguezia de Se-
i no anno de I8tii', o escravo Francisco,
Bi to, com 10 a 18 annas de i lade, pouco mais
on men s, iltnra e corpo regnlares, olhoslrasos e
clara, c ;. l.-; boas, denies per-
; : !:!. a cnrl i t. i;~ > li nita, se a
'' i ; o.' i i .1 ra' i, p$s si ceos o bem reitos.
fi do Sr. i- mmeDdadiir Antonio
j P '. il, senh .r do engeobo Cabe;a de
rariu so d-rrelar Oliveira, morador
noKec
- : :T ob i | i ate", na freguezia da
de 1372, o escravo C.uilherme,
seguintes: pardo, com To anno>
in i- i a igi aos, altnra e oorpo
' II cachi ad s, olbos grandes, rosio
..!::'-.!-i signaes de barba, nariz
i, dci.tes porfei: ;
I i c faz monmeoto no
n la, e i i e a.iao de curannmen-
isi a. i'i ;: 'i ebapdo por eitna da
: i;' I', 6 muito alegrc o diver-
I!
I

i '
tar a
Ml
Exmos. noiyos.
Cbamanos a vossa atungao para o novo esta-
beleciraenlo que acaba de abrir-se a raa do Com-
mercio n. 22, deoominado ASSEMBLEA DO
CDMMEH ;I0 onde se preparam nca< bandejas
com grande variedade de bulinhos caprichosa-
mento enfeitados, tambem se apromptam bou-
quets.
Ajemb!ea do Commercio
Meira & Lima
22 Rua do Commercio 22
ar do3obrado>da:!*ua do Vigario n. 5, com
e bons commodos para familia, e agua
: a jrater uo aRmazem da tra,vesaa do Cor-
o n. %o.
se uma casa em Olrada, ho mais bello
local^qo pateo de S. Pedro-Novo, onde passava a
festa o coroael iVitella : a tratar no Corredor do
Bispo H. 73.__________________________
fiiqulla$tto a uinliciro
Alerta economistas!
A Mtana.de Paris, a rua da Imperatriz n. 54,
convfli a prover vos do que ha de melbor em fa -
zendfii e por modicos pregos._________________
M0F1NA
Usta encoura^ado 1 I
A?ua mole em pedra dura
Vfanto da ate que a fara.
Roai-se ao- Wm. Sr. lgnacio Vieira de Mall
escribe na -cidade de Nazareth desta provincia,
favorij* vir a raa Daque de Caxias n. 36, aeon-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisw, peba terceira chamada desle jornal, em
3ns de dezembro de 1871, e depots para Janeiro,
passou f,;fevere*ro*bril de -4872, e. uada cumptio;
e por este motivo e de novo chamado para d
9m, pois S. S. se deve lembrarique este negoci
de mais de eito annos, e quando o Sr.-sea lilho
ichava inosta cidade.

Joao Correia de Carvalho, artista alfaiate, ten-
do-se desligado da soctedade da oasa commercial
existente a rua do Barao da Victoria n. 26, sob a
razao-de Aranjo, Carvalho &. C, acha-se novamen
te estabelecido na sua arte, a rua do Marquez d
Olinda n. 46,1* andar, aonde os sera numerof >
freguetes o encontrarao prompto para executa
qnalqiier obra tenden'o f> sna arte, com esmero
pr mpJidao.
Frccisa-se
alogar uma escrava para vender na rua
na rua do Cabuga n. 3, 2' andar.
a tratar
TEL
de Bordeaux.
Eestawant
Aberto tcida a noite, nos dias de especta-
culo da companliia italisns.
^^
c'iia-e que i -u ja na cidade da Fara
' Nazarcili. Por lanto, rcga-se as
lieia a e a capitSes do campo a
dit b i ci'i vi ; e serem e:itrega*s
I": lio I ereira de Aracjo, co'refe-
i!" qnem terao a paea df 300*000
i. X Li. o eseravo Gnilberme tem
tma ri >bre cmaN-ibrancelha.
Jose*d s Rant Oliveira, arrematante das divi-
da ; :. i I llida dc Thomaz Fernanles da Cu-
nha &C, :- aos devedores da massa failida que
mam! gar seus debitos a rua Daque de Ca-
x as n. 70.
Pr iis
xiaa n. b
'
iOZiBBctra.
rua do Duque de Ca-
uma
n a
; KB H A '
Precisise de um criadinho de 12 anno, para
ieT%i sa e alguns mandados. Em S. Jo:e
d ^ passando a reflnacao o primeiro
smo do I id din it... o. 2.
'
Salsaparrilha de Ayer
FABA POK1FICAR O SANGUE.
O renome de que goza este ex-
cellente reraedio i devido a milha-
res de cura? qne tem opcrado, mu-
itas das quaes sao verdadelramente
maravilhosas. lanumeros sao os
casos em que o systhema, parecen-
do sattmido da ixxlridao de enfer-
midades escrofulosas, tem sido
promptamente rcstituido a saiide.
As affecyocs e desordens, aggrava-
das pela contaminacao escrofulosa,
* W produzirem dores mortificantes,
\sv '.;.; .i:c tam peralmente cura.las por ellc, em
Mm os pontus do Imperio, que o pubiico mal precisa de ser
n is \ irtudes e do modo de usal-o.
O v-ncno c nrofUotO e um dos mais destruidores inimieos
da racn liumana. Ora, senhor6a-se occulta e traicoeiramenta
io mm orgaHisino <. dcixa-o fraco e inerme contra molestias
ttlacs. Ora, patentcia a rafeccao de que corrompeu o corpo
e eotao, cm momento opportuno, lavra rapidamente sob aW-
m de tun. licdiondas formas, ia na cutis ja do* rgams
Titaes. K( stc uidino caso deposita, muitas vezes, tubercnlot
pc- pdlmoe*. uo Bgado, no coracao, etc., quando nio se man-
lltsia em -. coea, t!:morea, etc.
A inim,, pcrigoso e tam peif do nonca se dere dar
raand."., c j -. o 6 sempre mclhor do que combattel-o.
As3im.r..: it Tc-cerem os proprios tgmptkcmaa activos,
o asm da BJ.1.SA iRILBA DE A.YEU podera evitar
zaubidos I'..:
As pes. caa cue sofi.- IWlWj Darti os, mplfentt JtheumatUmo, Tumora,
Ulcrrr'. e .....:.de doloiosa nos ouvidos, olhos, &c.;
or nos cs-o; Eysprpala ou Zndlgestoet; Ilpdropcsla,
Xallins do Coracao edo Figado, JCpylepsla, JVer-
rmlgia e ae vi ,. outran ntfeccoes do systhema muscular e
rervesrj, achsruo scsuro allivio usando desta SAXSAJ*AX-
XILUA. J)il! AlJiE.
A Myphltli 0:1 ZZnlrstUu Venoreai sgo curadas com o
en uso, posto qu^ .'?:a necessario reals dilitado espaco de
leoipo :.ai-.i t.i. jjugar Um impertinentes enfermidades.
A Leiiro-. rhta, >u floret Braneat, as ulceracoes uteri-
aas e em p'-.r I n n -i!estift das mulheres sao tambem allivia-
das 11 :- curadas por seu effejto puriScador e
TMOrati-.o.
O tftemtuttftput c a GoUa, quando causados por accu-
zaul-jco.-.i srno modo o Mal de Figado, Cnngetiao on,
>'o 1Irrtdo, Ictericia, qaando sao oriundat
;r^ue7
Crcdores
Massa failida do Thomaz Fernandes da Gu-'
nha & C.
Samuel P. Johnston & ;C, administradores da
mas=a de Thomaz Fernandes da Cunha, convidam
aos erelore* da mesma massa para apresenUrem
ns seu; litulos denlro ds prazo legal de oito dias,
afim de verilicar 09 mesmos titulos -. a antiga rua
da Senzala nova n. 40 e 42, em 29 de setembro de
1874
Escravos fugidos
Cm'inuam a estar fugidos desie o anno de
1870, os escravos seguintes : Francisco, crioulo,
com 28 annos de idade, pouco mais ou menos,
altura e corpo regulares, olhos grandes e br&ncos,
denies perfeitos, cabellos carapinhados, uma ci-
catri: por cima do olho twquerdo, barba a Cava-
nhac, muito cunversador e risonno. Antonio, ca-
bra, com 25 annos de idade, pouco mais ou me-
nos, alto, secco, o'.hos grandes e vermelhos, ca-
bellos um tanto solto?. pouca barba, denies per-
feitos, pee compridos e seccos ; ambos foram com-
prados ao barao de Nazareth. Des:onfia-se que
os ditos escravos estlo occultos ua comarca de
Pajeii de Fores, ou no Rio dc S. Francisco. Ro-
g -se, portanto, as autaridades policites e aos ca-
pitals de campo a eaptura dos mesmos escravos,
e serem entreguesa sen seu senhcr, Emilio Rerei-
ra de Araujo, no engenho AJudante, na fregue-
zia da Escada, de quem terao a paga de 300^000
por cada am.
No dia 28 do correute teom de ser arrema-
tados pelo juizo de paz de S. Jose, diversos nioveis
pertencentes a Januario Jos6 Ferreira, a requeri-
mento de Joao Gomes da Gosta, as 4 horas da
tarde.
AffAw
ieeundc'aaliar. j
Precisase alugar uma es
la anfar na/aa : a
rua {fCajifga n. 3,

Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar;
na rua do Vigarh n. 19.
AM *
Precisa se de
teo do Ter^o n
uma ama
4.
no pa-
f^i rua do Bom Jesus, ou
tr'oja da Cr'or, n. Si, 2 an
dar precisa se de uma ama
para comprar e v>zinha para duas pessoas.
AMA
Ahiga-se
o primeiro andar-cem g andes commodos c sotao
do sobrado Sito naruafdo Bospicla n. 65, Jnnta-
mentealoja: a'-tntaryia wa do> Vigario n. 31.
ar na
Gatiiariiia fugio.
No dia 28 de"; agosto proximo passado aasen-
ton-se esta escrava, a qaal tem os signaes seguin-
tes : estara t>ataf, rostojredqndo, -eor preta, pes
pequenos, costuu^ava vendor .leite, aada sempre
com um cacete que lbeiserve de arrimo por sof-
rrerdo rbeBmatismo, jate idosae de nfljao Cam-
binlaJolMi eieriontrar, pegue-a e leve-a ao sitio
do Cafunqo, estrada de loao de Barros. qpe sera
gratlneado.____________
O Monte Lima
I
tem um completo sortimfnto de galao e franja de
ooro e prata, verdadeinj, de todas as larguras,
abotoaduras douradas pfcra ofBciaes, canulilhos e
enfeites para borflado. Taml>fim *e ecoarrega de
todo e qnalqaer fardarr^ento, como seja : bonets,
talins, pasta^ espadis, dragonas, chaTlateiras, ban-
das, ahotoadnras lisas e douradas, para criadj
etc.; assim como ti'm completo sortimento de
ranjas, galio falso para ornament", cordao do la
com borla para | quadres e espelhos (conforrrre o
gosto da eacomoaenda) tudo por muito menos
preco que em otitra quajqaer parte : na praca da
Independencia n. 17, junto a loiado ?r. Araotes.
Hot^J de i Bordeaux
Pela segunda vez, os senhores iksedoMs a este
hotel, slo convidados a virera saldar se ua debitos
ate o dia 30 do confute,'afim de prevtouem que
suas contas sejam cobradas >adi:ialrneui\ depois
de veram seus nome? estampados an jor.r.',- mais
lidos desta cidale. Recife, 2i de setembro -ij 1874.
0 admiai.'tradbr,
J. De.lsuc.
Alujra-se por festa ou por anno, ua made S.
Pedro Apostolo oa Passo Castelbano, Ires casas
terreas, com eneanamenlo d'agua e gaz, bons com-
modos e quintaes grandes e murados, com diver
sos arvoredos de fructo]: a tratar no pateo do
Coro Santo n. 17, 3 audar.n
Aluga-se o armazem di sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprk) para recolhor fazendas
por ser muito espaijoso e reedificado, ou para
qualquer esubelecimi-no : a tratar na rua de Do
mingos. Jose M rtins n. 48. antiga Senzala-Velha.
AflN.9.
No progf e.-so do-paleo do C*raio vende-se man-
teiga ingleza flor a 800 rs. a libra.
Fugio
Escada,
escras'o
de idade.
E. A. DELOUCHE
2.--I.ua do Marquez de Olinda -Vi
Esqnlna do becco Largo
Participa a seus freguezes e amigos que mudou
o seu estabelecimento do relojoeiro .para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios dt
algibeira, de todas as qualida'ies, patente suisso,
de onro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, desenberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
de tod?s as qualidades, tado por precos muito ba-
ratos.
Esctavo I'ngiuO,
do engerrlio Ajadante, na freguezia da
no mez de junbo do corrente anno, o
Martinho, de cor preta, com 22 innos
pouco mais ou men>s, altura e corpo
regulares, olhos grandes e brannos, com principio
de barba, dentes perfeitos, cabellos carapinhados,
pes grosos e compridos ; aoda um pouco decli-
nado para frenlc, com a vista firmada para o
chao ; e muiio cantador e official de carreiro.
Desconfia-se que o dito eseravo esta occulto em
terras do engenho Para, na freguezia de Ipojuca,
pelo que, incorrera nas penas da lei, quem o tiver
occuUo. Roga-se as autoridad^s policiaes e aos
capiiaes de campo a eaptura do dito eseravo, e
ser entregue a seu .>en!ior, Emilio'Pereira de
Araujo, no referido cngeahoj de quem terao a
a paga de 60*000.
Ao pubiico.
Olinda
Aluga-se uma casa terrea com 2 salas, sendo
urta na frenle e outra na parte posterior, 1 gabi-
nete, 3 quarts, cozinha fora, sita a praia do S.
Francisco em Olinda, dislante 400 passos do mar,
offereeendo, assim, a grande vantagem de poder
sahir se delta com trajos proprios para banhos
salgados, alem de sua proxirnidada a es-tacao do
Carmo: quem a pretender dirija se ao sobrado
do puiito n. 1, a rua de S. Joao da mesma cidade,
a tratar com o seu propriftarh.
Alaga-se ou vende-se uma grande casa terrea,
em Olinda, propria para grande familia ; tem gaz
e agua encanada, sita a rua do Aljube n. 31 : a
tratar na rua da Imperatriz n. 86. 1. andar.
Aluga-se por preco razoavel uma casa na
povoacao do Caxanga : a tratar na rua do mpe-
rador, livraria Universal, n. 54.
0 abaixo assignado declara que tendo acabado
com seu estabelecimento de joias sito a rua do
Cononel Suassuna, antiga Hortas, julga nada de-
ver, pore*m se alguem julg-.r-se seu credor apre-
sente-se no prazo de tres dias, a contar cL pre-
sente data. Outro siin o mesmo decl.ra a quem
tiver algnns concertos que os venha buscar no
prazo de 30 dias, do contrario seiao vendidos pa-
ra seu pigamento
Recife, 30 de setembro de 1874.
M.inoel Martins de Moura.
\
No armazem do vapor francez, a rua dailarao
da Victoria, ontr'ora Nova a 7.
MOBILIAS
de vime e de faia.
Vende-se mnito em conta ; cadeiras av
tialan^o, de bra^os e ie dobrar : no arm;
vapor francez, a rua da Barao da Victori
ra Nova n. 7.
Perfiimarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e
triflce, agua de flor de laranja, agua d
divina, florida, lavande, pos de arroz, a
crosmeticos, muitos artigo delicados ,em ,
ria para presentes em frasccs de extracto:
ohas sortidas e garrafas de diflferentes t
d'agua de Cologne, tudo de primeira q
dos bem conhecidos fabricantes Ryer e
No armazem dd Vapor Francez, a rua
da Victoria, oulr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
lrtigos die fllfl'erentea gos^jpa
phantazlaa.
Eepelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesopfinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, boliinhas de wlludo,
dita'de eouro, e cestinbas parabragosde mtoinas,
obicoles, bengalas, eculo, penernez, ponteim para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirfcha de
madreperola, tapete para lanternas, mala% -kolsas
de viagens, veneeianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria.
e damas, de bagatella, qnadros com paisagens
lobos de papel para illumiaacoes, machiaas de
azer cafe, espanadores depalhas, realejos.d* veio,
accordaos, carrinhos, e bercps para criaa^as, a
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se p6de desejar 4e to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para cntretimentcs das criancaa, tudo
a pregos mais resumidos que 6 possivel :'no ar-
mazem do Vapor-Prancez, rua do Barao ia Vic-
toria oulr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
-Acabam de cbegar grandes jacturas daKptinu
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro eom botSes, e com ilho-
zes a 9jJ000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;.
ao armazem do Vapor Francez, a rua do BarSo de
Victoria (ontr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pi etas, braocas e de cores, diflerentes
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, krancos,
pretos e de cores different'es, bordados,
SAPAT03 de tapetes, chariot, castor e de tramja
Para naeuinas.
BOTINAS pretas, brancas e de c5res differentes
lisas, enfeitadas e bordidas.
ABOTINADOS de diversas quabdades.
SAPATOS de tranja portuguezes.
Para isicuinos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda ao,
1BOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de-tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilheeme, pentvir
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barac
da Victoria n. 7.
f
n
AtteriQao
MadaD a Albuquerque &
Irma.
Rua 1." de Marco n. 14, i." andar.
Teem a sa'.isfacao de avisar as Exmas. Srs.,
quo recebem por todos os vepores, fignrlnos, os
quaes estao patentes para todas aquellas qae qui-
zerem vestir-se com gosto. Sendo seus trabalhos
perfeitos e mais baratos do que em outra parte.
14 Rua do CrBspo 14
Precisa se fallar com o Sr. Joaquim de
Aguiar Montarroyos : na rua do Bom Jesus n. 7,
a negocio de seu particular intere*se.
Alugn-se o 2 atHar e sotao do sobrado
da rua duRaogol n. 73, todo recoustruido e
assoiado, coin bastanles commodos, escada
independente do i. andar, e bem assim o
quintal ; sendo muito fresco e com excel-
lente vista para a nova pra?a do mercado :
para ver as chaves,- estao ao estabelecimen-
to de molhados do mesmo predio, e para
tratar na thesouraria das loterias com Anto-
tonio Jose" Rodrigues de Souza (seu pro-
prietary.)
Precisa-so alngar um grande arma-
mazem, e um primeiro andar no cenlro da
cidade ; (bairro de Ssnto Antonio) nesta
typographia se dard informncoes.
, Deciaracao
Juan Buson declsra para conhecimento do pu-
biico, i|ue nunca teve oegoae com o Sr. Paulo
Feruaudes de Mello Guiirwraos e nem autorjsoa a
pessoa alguma a comprar fazendas em seu nome,
por onseguinte foi indevidameati considerado
como devedor a dita casa. A pessoa que Ihe cjm-
prou foi um seu Jempregado, cuja quantia de rs.
32J060, que appareceu no Jornal do Recife n. 207,
de 14 d> mez passalo, ja tioha sido paga em 6 de
julho de 1872, como podera vtrificar a pessoa ou
pessoas que tenham arrematado dita massa.
uma/efs.iWqg; Com
mercio,, por prqco modico : a lrtar com ?asst
Irmaos & C. ______________________
Bazar das Fanilias.
Rei? ejSilva & Guimaraes, proprietarios desta
mui importante loja, sita a roa do Daque da Ca
xias n. 60 A, esquina da estreita do Itosario, no
intnito de utisfazerem seus freguexes, estao re-
solvidos a vender por menos SO por cento do qae
emoutra qualquer parte ; pelo qae p5em a dispo
si-So do respeitavel poblico, e especialmente 4r>
beHo sexo, as segointes fazendas com ds respeeti
vos pretos :
Rfqnrssimas palonezas de gorpurao preto, rica
tnente enfeitada's, pelo diminute preco de 38J00C)
cada nma.
Liadrssimas popelioas, padroes iatelramente no-
vos, que vendemos polo diminuto preco de SgXli
o covado.
P pelinas de diffe,rentes gostos, inteiramente no
vidade que vendemos pelo preco de U600 o eo-
vado ; 6 baratissimo.
Popelioas de liaho com Hstrss, fazeoda inteira
mente nova, qne se vende por'4P0 rs. o covado
muito barato t '
Lindissimas alpacas, goitos doyos, mnito iar
gas, que sendeinos peto pre^o de UOOO o covado
Lindas alpacas pretas coml istras brancas, ku.
to largat, que voaiemos pelo dimrnulo preco d^
14000 o covado.
Salim bcaoco nucao, fizsada muao taperior, a
24000 o covaoo.
Riquistima* caixinlias com etpelho, cada cai-
xinha contenao uma dutia de leoc*s, pekot preon-
aeguin/es : iH,*jQ,fi*WG, 6*300 e 7*000.
Rtquissiaas caixmbas.de madeira enfeitadas, ca-
da Ciixinha coatendo uma duzia de meias par*
senhoras, pelo preco de 5jb0o e 6*000.
Lenses bfanoue, fazenda muito saperior a 2*Oi<
a dozia.
Lindi-simas eambreias brancas bordadas eooi
listras de crochet, fazenda inteiramente nova :
1*100 o metro.
Riquisi-imas saias bordadas para senhcra* a
6*000 uma.
Um completo sortimento de lazinhas de eore-
fazenda muito boa a 200 e 360 rs o eovado.
Riquissimos pannos de crochet, tanto para pre
sentes como para cadeiras de guarnirao de sala,
a 1*500 nm.
Um completo sortimento de alpacas de core^
a LOO rs. o covado.
Cambraia tapada, Victoria, n. 26 a 7|000 a
peca.
Cambraia s bordadas com pai mas Jt cor^s, a \f
rs: o tovado.
Carabraias transparentes muito Unas, a C* e "n
a peqa.
Cam trains transparentes Naussuc, a 4*009 t
peca.
Um completo sortimeato demeiaj de cores pars
homem, a- 8*000 a duzia.
Ditas braocas em caixinhas, a 6*500.
Ditas ditas de 4*000, 4*ou0, rjj.000, 5*5ui -
6*000.
Toilhas felpudas muito eacor adas, a 6AO00
6*500 a duzia.
Ditas alcochoadas imitando Imho. a 5*500 ,i
duzia.
Granadinas com listras assetinadas, a 800 rs. i
covado.
.Merino pre;o frao?ez, fazenda mail, iua, a 3>
o covado.
Cortes de casemira, gostos dovis, a 4*300
5*000 o corte.
Bramante de linho, quatro larguras. a 2*900
vara.
Dito de algodao com 10 pa I mo? de largara. >
14400 a vara
Dito de dito trancado, de qua'.r largurat. i
1*600 a vara.
Madapolio francjz madraste a 6I80" a pec.
Dito superior Irancoz, a 6*800 a peca.
Dito inglez, maravjlha, a 5*000 idem
Dito, elephanlc, a 4*600 idem.
Um completo 8ortim raspelos seguintes precos ;. 280, 300, liiO, 360
400 rs. o c v^do.
Um grande sortimento da chales de merino e*
tampados com listras de seda, a 3*200, iy*>-
3*500 e 6*000.
Ditos pretos lisos, a 2*000;nm.
Um completo sortimento de algodao, de 3*bOu.
4*000,4V;200 e 3^500 a peca.
Assim como outras fazenda? que nSn menc.
namos os pnfos e qne se vendem muiio barat.
Reis e Silva & Qolmaraw,
Corram qnanlo antf? a grand- pechiricha I
So no Bazar das Familias.
Rua Duqne de Caxias n. 60 A.
\A
Pura tratar de um peqoeao sitio em S. Jose do
Mauguinho, ainda se preeisa de um homem que
tambem entenda de jardim : passando a refi acao,
o primei'o sitio do lado direito com porlao da
ferro.________________
Aluga-se nm paqueno sitio na BaixaVeri*
n. H, com casa de tups, afreotedo sitio murada
e com porlao de ferro, com diversas arvures de
fructo : a tratar na praca da Independencia ns. 18
e 20.
iente, i!u
Inflit rtt 7i-> r.
it zoaos rosMocB uo
Peroeu se na noite dc. dia do corrente um
alfinete de oarn com 3 ou 4 perolas, iadj se da
rua do Atalho, passando pelo pateo da Santa Crux,
rua do Visconde de Petetas (antiga do Aragao),
ate a praca do onde d'Ko : a pessoa que a
chon, querendo restituir, pad* leva-to a rna da
Imgeratriz n 13 A, qne sera generosamente gra-
titlcado.
Aml:prj-:i;- c nm nc.llcnle rostacrador da
(urea o vigor do njfrtheina.
Aafan, todos os qce soffreiwm Languor, Phlegma, Det-
"* inuomnia c que s&o incommodados com Appro-
l^^^lT^n^^^Z^Z^X^i d0 rte i0SL'eni' P^f'^doT'tYtulo's'para
.iiieguroespedieutedifromptooiira. """ uernm axiootodos : a.raadu Cuiiuuarcio;a.,34, 1?
Massa talltda de Pereira de
M"Uo A e.
Os crediTes podem rrcebef o primeiro -dlvldea'
Aluga-se o armazem de recolber, do sobra-
do da rua dos Burgos n. U,]>or detr z da rua do
Vigario : a tratar com Jose Pdiciano Nazareth,
raa da Praia n. 20.
Fcilor
Preci*a-se de um Mror para nm pequeuo sitio
no Monteiro, que dt' tiau^a a sua coaducta : na
rna'do Cabuga n. 16,1 andar.
Escrava fugida
Ausentou se no dia 28 de setembro, da casa de
seu sender, a escrava Veronica, com os signaes
seguintes : crioula, idade 23 an os, pouco mais
ou menos, baixa e cheia do oorpo, olhos vesgos,
cara redonda, dentes limados, orelha oire.ita maior
e aa- grossa do que a esquerda, pescoco oorto,
anda llgeira e mcllnada um ponco para frente,nio
encara bem as pessoas em quanto falls, e bastante
ladina, levou um vestido de chita clara com flore
pretas, com dous Dabados, a ama trouxa eom ou-
tro vestido de chi'a rtixa ; foi compraTs ao Sr. Ma
noel Carrolte e baetaate oonhecida no Recife. Sup-
poa-ae que dita escrava esta acoatada eat algnm
callogy : roga se, portanto, a todas as autoridades
ppltcT^es e aos Srs. capitaes de campo que encon-
trarem dita escrava, do leva-la a- rua da Impera-
itriz n. 27, qae senio genfroiamente recompen-
ftados.
Novo hotel"
BOA ESPERANCA
o
Traca do Conde d'Eu n. 32
Acha-se aberto ao puoliao este novo hotel, onde
os amigos dos bons petiscos encontrarao das 6 bo-
ras da manba as 12 da tarde, manjares de todas
as qualidades com o maior asseio e promptidao,
por pregos muito razoaveis, tanto avulsos corco
por assignatora.
Aloga-sa na rua do Progresso uma meia-
agua, por preco modico : a tratar ua rua do Cal-
deireiro a. Si.
Associa^ao commercial be-
neficente
Compra-se os relatorios dos anno3 de 1853 e
1837, desta associacao : quem os tiver e quizer
vender, entendase com o archivista da mesma.
Compra-se tres porlai de amarello, qae esle-
jam era perfeitoeslado, na rua do Livramento n. 30.
ATTENCAO
Precisa-sc comprar 4
portas de louro de 10 pal-
mo3 do altura: nesta typo-
graphia se dira.
G-overnante
Precisa-se de uma senhora para governar e di-
rigir os services de oma easa de familia, e que
entenda bem Je costuras e de cottar vestidos : a
tratar na praca do uorpo Santo n. 17, 1 andar,
das 9 boras da manba a* 4 da tarde, ou ua rua
Duque de Caxias n. 81, J andar, fintrada psla
praca de Pedro II, antigo largo do Co.l-gio, de
mauha ate as 8 horas, oa das 5 da tarde as 7 da
noite.
PIlEPiJtADA FOB
?. C. Ayer & Ca^ Ixwell, Mass., E. U.
Chimicot PrmmUc Anmlplicos.
VENDE SE FOR
andar.
- Tendo Jrd Baptista da .silva de retiiar se
io lugar e-trada Nova, por motrvos de molestia,
resolveu vender a saa taveroa, a quI esti muito
afreguezada : a tratar no mesmo logar.
Alug-.-e a loja do sobrado da rua da Roda
n. 46, de 23*000 measaes. estaodo aaiada e pin
tad*, para ver, a ehave esta no sobrado por ci-
ma da mesma : a tratar na tbesooraria das lo-
leriai.________________
AlOka se o armatm da rua da Madre de
Deus n. 30, com sahida para a rua da Cacimba,
qne servia e serve p ra retolher generos de esti-
va : a tratar na rua do Daque de Caxias n. 75,
Ao commercio.
Os abaixo assignados fazem pubiico que nesta
data diss-'lveraui amigavelinenle a sociedade que
tinham na taveroa sita a estrada de Lniz do Rego
n. 40, a qual gyrava sob a razao social de Albu
querqoe & C, Qcaodo o socio Agostinho com o
a-tabeleoimento e sujeifo ao passivo. Recife, 28
de setembro de 187i.
Agostinho Jose Pedro.
Joao Francisco de Albuquerque
Aluga-se
o & afidar e sot3o do sobrado da rua estreita do
Rosario n. 19, em estado de asseio, forrado a pa-
pel a esteirado : trata-se na rot do Visconde de
lolraum*, antiga do4ugel, a. 60, 2 andar, das 8
honw da manha as 4 da tarde.
0 bilhete intdlro, garantido, a. 1,001 da 4 *
parle da H9* loteria da matriz dj P5cu da Pa
neua, que tem de correr no dia 7 da corraaie, per-
tanca a> Sr. Dr. Cysneiro |de Albuquerque, da
cid d de Natal.
LEIS PROYINCIAES.
Vende-se no 1. andar desta typographia,
em mao do administrado, Colleeccoes de
Leis Provinciaes a 500 rs. o exemplar de
cada anno.
--
Guiudaste.
Vende se um guindaste a vapor para 5'tonela-
das, de syslema morel, com a carrtta para ser
eollocado, ^ Ji jardas de trilhos de ferro de 60
libra? p r jafda, dos fabricantes Alex Chapelin &
d. de Glasgow : na rua So Vigario n. 19, es-
criptorio de Thomaz de Aquino.
A rifcodAata
Clemen-
CraitefM Mate,
lina Dauru
declara ao respeitavel puDlico qne fax vestidos de
seda de qualquer figurioa, a e^cilber, per 12*,
de la ou cambraia por 8*, e de uoivado por 18*.
Fas tambem chapeos de oncommeoda e remoder-
na o antfgos, por preea baratissimo.
Vende-se o sitio Sebastiao Lopes, em 01 n-
da, no Bom Suceesso, com uma^ grande varzea
para capim, e toda qualidade de verduras, fresca
todo anno, com setenta e tantos coqu6lros, man-
gueiras, cajueiros, jaqueiras, dendezeiros e sapo-
tizeiros : quem o pretender, dirija-se ao seu pro-
prietario Joao Baptiata da Silva Manguinho.
LIQUID
NA
Loja dc fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miudas muito boas para roupa .'.
meninas a 160 e 200 rs. o covado.
La pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de Cores finas a 320 e 360 rs. o covado.
So se vendo.
Ditas com listras abertas, fazenda lias, a 6C0 rs
covado.
Chitas de aJres a 240 e 280 rs. o covado.
Melins de cores m Cretones, o melbor que tem vindo ao mercado .
400 e 440 rs. o covado
Carabraias brancas, bordadas abertas, fazend..
mais flna qne. tern vindo ao mercado, e" fazend.
de 2*000 o metro, por 1*000 a vara ; pe
chincha.
Ditas pretas com flores miudas a 200 rs. o covade
Cambraia transparente, flna, a 3* a peca.
Dita Victoria, fina, a 4*000 a pefca.
Organdy de assento branco e de cores, crm flo-
res miudas de seda e de la, a 400 rs. o cov;d
E' pechincha.
Cortes de casemira de cores modernas a 5*500
corte ; 6 fazeola de 8*. E' pechincha.
Camisas de linho finas, lisas, a 33* a duzia, : fa
zenda de 55*.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 2i jardas, >(Ja
7* a peca.
Algodao T. largo e superior, a 5* a peca.
GorgorSo preto de seda para vestido e para collet*
a 3* o eovado
Toalhas alcochoadas a 4*500 a dozia
Colchas grandes a 3*300 uma.
Cobertas de gangs, forradas, a 3*.
Lencoe3 de bramante a 2* um.
Lencos de linho, ?baiahados e em caixinhas
3*500 a duzia.
Ditos de caca de cores abainbados a 3*900 a du-
zia.
E ontros muitos artigos qne se veade por me
nos do que outra qualquer parte e para ie des
$6 na lorem quciram mandar ter as amostras.
*rigaoaja de
r.iiilliorme b C. .
Sardinhas
Recebeu o Baliza, de conta pronria, uma grande
porcSo de sardinhas, as quaes vende por 8*000 o
barril, contendo 1.500 sardinhas. A ellas antes
qne $e acabem 11 _________
Leile puro.
Vende-se leite puro de vacca to;,uina qua
pode ?er tirado na presenoa do comr^jaori ,jas g
as 7 boras da manha : uarua dr "itiapicio n. 33.
Cunha Ino^s & C.
oo Verde superior era qniotog ^g
a% KftoU2?ri0Um ^}3 e decimo3.
VENliE-SE
{' Uma familia qae se retira para f6ra da pro-
incia vende nm piano de arraario de Hen, em
pouco um, uma mobilU da jaearanda, oma dita
de amarello para quarto, e diversos objecios de
casa da familia : quem precisar dirija-se a rna
d*, Csrrejtor do Bispo n. 17, das 7 a ft Horas
da manba, e das 4 as 6 da' tardte, true adrara
com quem tratar. ________
Vende-se um Um qua para mat, cm favco
uso, de miOlo de visgueiro : a traur ma aageoao
Novo de Muribeoa.___________________________
Vende-se nma de amrWo etrvernisada a toda
envfdric*ds, e dWewot -wlWaos, propri> M"
qualquer negocio: na rua do Coronel Sdimud
J8t foia qne fci d oortves, mdo sera vemudc
mBttobari
Vende-se uma caa-o Gamiobo Hoto, na
Porto fltt, ,S qasKoV'SSSSd.0 eU calta,: % ra^.Nvnmha, P.l = i>mt,r da mesma can
Korto dno. Uravatinba azol. ="- St- J- A.^Anr
Porto, para pasto, em decimos.
34Rua dd Madre io fteqs34
Pars o febrietf de 01
A SoH'A ESPERANCA recebeu o arame prcttf.
p*n armacio oV ^P609-



* >

*
CSMo^e tm^^ ^Skb&ado *liWtfa?flk>eW MY*
mm
Fazendas e artigos de alia
*ttovi Rna Primeiro
4.
GCordelro sim*tetr Jk C, proprietarios'
4ee iraportante estabelecimeato, no Ion vavel pro-
prosito de nio desmenttrem o cooeeiCa que os
ieus Boinerosos freguezes lhes lem Uispensado,
acabam de receber de sua conta o mais rieo sor-
timento de sedas, popelinas, 15* e artigos ae ul-
tima moda em Paris, e contlnaarao a receber
por todos os paqpete* daqoeU*. procedeneia ; dot
isso chamam a attencao de sens freguezes e os
convidam a darera nm passeio ao sea estabeleci-
raento, garantindo-lhes qae encontrarSo a reali-
uade do que fica dhU; e para pr*va dao nm pe
queoo resumo, cnja iafalliveiraente despertara a
attencao dos pretendentes.
Mandam fazendas a casa dos. freguezes, e dab
amostras mnitianle penhw.
Artigos e alt* nwvfriade e
ultima moda. u
Cortes de vestido de Hobo guarnecido* de bico
da mesma fazenda e cor, trazendo flvella. bolca.
einto, etc etc. ,
Riqsissirao& chapeos para senhora, de'cores e
pretos.
Cortes de cambraia brancos coin lindos bor-
dados.
n; de cores com enfeites da mesma fazenda,
"wo, etc. etc.
Capas de la para meninas e senhoras, guarne-
cidaa de arminho.
Yostoarids para l.aplisado.
Riquissimas camisas brdadas para senhora.
Leques de madaeperola, para noiva*.
Ricas colchas de seda, para casameato.
.Cortes de seda, lindas cores.
Gorgorad de seda branca e dito preto.
Sediohas de-delicai* padroes.
Selira Macao de todas as cores.
Grosdeoaples pretos e de cores.
Velludo preto a damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merino de cores, la", ete.
Mamas brasileiras.
Capdlas e mantas para noiva.
Cambraia de core?, alias mariposas brancas, de
-.ore?, lisas e bordadas.
Flor do bosque (novidade).
Percalinas de quadros, listras, etc.
Brio? de linho para veslidos.
Fustao de cores.
Silas bordadas pira senndra.
Grande sortimento de camisas de linho lisas e
nordadas. para homem.
Metis de cores para homem, senhora, meninos
e raeoinas.
Sortimento de chapeos de sol para homens e
senhora.
.Herinas de

idacaO de tmmU
NO







Mendes Guimaraes & lrmaos.
V. liaise
19
mi*)"?*- P^*dade4,oi*rgera
da Lambda
0 DESEXGANO
Wm* Ftfhiiciro de Mrr;o n. %a,
jnnto a loja da esqutna.


--j;-------
E-1-bto!to

;fa'Am^WW-& p^Te | .oKdrTnd^^ueaffaS^rn,
quakfuer obra, qfcm,un gnul'la olariai, jjresamidos, (corro abaixo verao)
easa de vivendA e,tres viveiros cora pekes. w
lToraette-s fazer todo e qu a tratar 6m DelQm Lins Cavalc&nte Pes-'rtia
^5u__;_________^_
As alnvifadas botdadaj de la matlsadas ow !*>
cebeu a-!w-n R*pf-ranra, a rtA Puiue 4a
teem re- Caiia.' r '
pretos muito |
para apuraremj
M I "N* fi'ja do ParSrl vende-e om pntd^frtiraem-
\rnA. 8 to'ie casemiras de cores e mesela ?nde:n rnetini de lindos padrSes, a *80 e 300. eomo escwras, proprias para calc> ; pairtotsTS!
Oaseroiras
Organdy.
Tendo os proprietaries des estahelecimento r^solvidb diminuir o grande dtiposito de fa-
zendas, entenderam fazer esta grande liquidacao, cjmo se vd dos precos abaixo mendrmadoa: !-'
I Organdy de aeento brancp. e de cor, com Do-
Chitas lareas 3 160. 2d0 e 280 is. nrim de c6res a 500 re.s res miudas e Hstras de seda e de II a 400 rs. o
Vende se brim pardo e de cores para ca'pis't cov^do, d fazenda1 de r|,: e 6 pechihcha : 86 na
400 r e330
largas a 160, 200 e 280 iel'.
Vende-se chitas francezas e flnas a 120,280
O covado.
Laeiohas a 120 reis.
Vende-se lazinhas para vestidos a 120, 240, 320 e
400 rels o covado.
ChiteS para cobertas a 2S0 reis.
Vende-se chitas para cobertas a 280 e M0 reis o
covado.
Alpacas de cores a 640 reu.
Vende sa alpacas de cfires, flnas, para vestidos de
sennoras, a 640 reis o covado.
Metim de cflres a 320 reis.
Vende-se metim de cores para vestiaos de senno-
ras, a 320 r6is o eovado.
Caesas flnas a 380 rs.
Vende se cassas francezas. flnas a 280, 320 e 360
reis o covado.
Cambraia Victoria a 3*000
Vende-se cambraia Viotoria para vestidos &3,
3*500 e 4*000 a pec.
Cambraia transparente a 2 e 3*006.T
Vende-se pecas de cambraia transparente a 3*,
3*500, 4* e 5*. .
Cortinados a 14*000..
Vende se cortinados bordados para camas a 14*'
16* e 18*.
Ganga amarella a 400 r&s.
Vende-se ganga amarella para vestidos de senho-
ras e rottf* parameninos, a 400 reis o covado.-J
loainas para rosio a 700 reis. /i*+ 47 I'----------TFH/ P
Vende-se toalbas de linho para rosto a 700 e 800 VOTlCS de CaSimira a 4, Q$ 6*
e emm
^ cslr^a. a 4^>, 55 6 6^000-, ditos -1
. tljoito ffnosde uma s6 cOr com lislras aO-'la-
dtr, farends qtre sempre se vendeu a 99 e
10000, liquida-se a 6\8000 para acabar:
a rua da Imperatria n, 60, deEplix Pereira
da Silva.
Toalhas para rosto a-700 reis.
toalbas
r6is cada oma.
Chafes de ll'a S40 }\i.
Vende se cbales de la && quadros aH640 reis, cha-
es de metim a W160 r6is, chales de mtrind j
isos a 2*, e chiles de merino esumpados, a somlra tiara calja, a 49, 59 e 6^000-, ditos
3*600, -d e 5*^
Aberturas a 2tf0O9. '
Vende-se abertoras de linho bordadas. para ea-
mwas. a 3* o 3*iJ00.-Dito de-algodaoa 200 e
400 r6"is.
Cortes de casemira a 5*000.
Vende se corts de caseroiras Tinas para- calcas a
5i, 5*900 e 6*
Cortes do brim a-1*400.
Veode se cortes de brim de cores a 1*400. Ditos
de-brim de Angela a tJfrflO'e'2*300.
Cebertas'ia 5*000
Vende se cobertas de chitas de cOres a 3*.
Colchas a 2*0tO.
Vende-se colchas de fustao flara cama a 2*, 3* e
4*. ,
Paletots a 3,000'rs.
Vende-se paletots de alpaca preta a 3, 3,60
3,000 rs. j'calcas de casemira preta> de coie
Ices de casemira preta ede cores, e outras
tas roupas fcitas baratas e fazendas qne est
qaidando no Bazar Nacional, a ma da Im
Irit d. 72.
Dio-se amostras com penhor.
j Camliraiaa
*XS5dee.. cambraias transparentes, de 2*500,
?SS'" 3^La **** e a Vi<:oiia a 3*500, 4*
4*oOO e 3*f00 a pecs.
Alpacas pretas
Vende-se alpacas pretas e'muito Onas de 500 a
600 rtis o covado. E' grande pechincha.
Sfadapolftes
Com pequeno deferto a 4*000 a peca, dito lira-
francez, e inglez a 4*300, 3*300, 6*000 e
300. E' baratissimo. Algodaosiaho marca T,
largo e fin .i de 4*000 a 4*500 a peca. E' para
acabar. Chitas Claras e escoras, a 260, 580 300 e
letes por prrcos inuit) baratos, as-im conw m
mesmo eslahelecimentos se manda far.er qoalqaer
obra tendente a Mfaiat", com a'maior prsst^iae
por prei;r>s mnilo reioareis : a rua da Impera-
triz n. 60, de Kelix Pereira da Silva._________
Chap6os para senhora.
A loja da Passo, a rua Pritneiio de Marco a
7 A, recebeu um rieo si.rtimeaio de .hapex
?ra senhoras, pretos e de cores.
>edinhas a 1^500 o cov. da
: Vaoham antes qne se acabem : na loja do
a rua !. de Marijb n. 7 a.
sc a taverna sila a rua
, muito afreguezada :
VENDE-SE
do li.rao da Victoria n. 64.
a traur na rua csuU d
w
cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verio, bombazlaa, can-
io, alpaca, etc etc.
Atoalhado de liuho e algodSo para toalhas, e dito
aardo.
Damasco de 15.
Brim de liuho branco e de cure?.
Setios de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos
Ditos de touquim e ditos decasemira.
Can.isas de chita para homem e ditas de fla-
oella.
Ceroulas de linho e ditas de algodaa
Pannos do crochet para 3ofa, eadeiras, etc
Lengos bordados e ditos de laoyrintho.
Rieos cortes de vestidos de tarlatana, bordados,
para bailes, e tarlatana de todas as cores.
Colchas de damasco de la, e ditas de crochet.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard de seda, lindas cores.
Meias de seda para senhoras e mninas.
Casemiras pretas e de cores.
HoiM'linus.
.Veste artigo temos um variadisaimo sortimento,
aao so em gosto como em qnalidade.
Las
om lislras de seda, ditas com paluas bordadas,
litas transparentes e de outras muilas qualidads.
Lavas
le pellica brancas e de cores, do verdadeiro fa-
tiricante Jouvin.
linalraenle :
apetes para sofa, eadeiras, cama, enlrada, etc.
nnui;> i.s brancas, chitas de todas as qualldades,
nadapoloes, esguiaj, I retanhas, bramantes, algo-
toes, cidlarinhos, punh', meias para homem e
lenhora, puohos e collariahos braneoa e de co-
-es para senboras, gravatas para homem e senho-
a, peito3 bordados, lengos de linko brancos e de
tores, ditos de cambraia de linho, toalhas, guar
lanapos, panno lino, etc., etc.
Loja de Passo
Rua Primeiro de Margo n. 7 A
antiga do Crespo.
E'BOM SABEB-SE
PREDILECIA
A' rua do Cabn^a n. 1 A.
Os proprietarios da Predilecta, no intuito d
>:onservar o bora conceite gue teem merecido do
respettAvel pnblico, distingtticdo o sen estaheleci-
mento dos mais que negociam no mesmo generc
verm scientificar aoe seas boss freguezes que pre-
veniram aosseus correspondentes nas diversaspar
cas d'Europa para Jhes enviarem por todos os pa-
qoetes os objectos de hrxo e bom gosto, qne se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paizes, visto aproximar se o tempo de
festa, em que o hello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co- .
mo ja recebessem pels paquete francez diverso 'mmensidade de objectoa^ue tern expostos a ven-
artigos da ultima moda, veem patentear algnns (,a' 'Iae ser(a 1uas' impossiv^l, m^s Iimitar se ha
d'entre elles qne se tornam mais recommendaveie, a mencionar alguns daquelles demais alta novidade
esperando do respeitavel publico a costumada e toraa a "berjade de acomselhar ao bello sexo,
conenrrencia.
eeonoraico.
Gra glytferinB prrprla parS'a conservacSo do
eordovao; veode a'>OVA ESPERANCA, a rna Da-
que de Caxias n. 63.
360 reis o covado. I.anzinlias de lindos padrSes,
a 200 reis o covado. Cambraias de cures a 240 e
280 reds o covado. Aproveiiem antes que
acabem.
Irlanda H. i Rosario n. 40.
Vende-se esta fazenda muito propria para vesti- i
dos desenheras pelo .diminuto prejo de 600 rs. rZLIS, CGHQOXISLT OMUMI
o'covado. A N0VA ESPBRANCA, a rua Duque de Caxiw
. Bi-lm branco Jo. 63, recebeu desta necessaria liuha.
vende-se bnai braaco. de algodao, a 320 rs. o j---------------r--------------------------------------------
covado. E' grande pechincha. ( A OS DerVOSOS
Case de soiia
Para conceiitar

.
Saka parrilha

Muito novae grossa.
Vende-se por bareto pretjo, em porcio on
ulbo :. narua larga do R.sario d. 3ii
a re-
Vende-se -esta fazenda de lindos padrSes, a
1*300 o covado, fateoda que sempre se vendeu
a 2*300 o covado. Aproveitem.
Sobrccasacaa a ISA e l-'.sooo
Vende-se sobreessaeos de panno fino pelo bara-
tissimo preco de 12* e!5* ca!a um ; e grande
pechincha : a elles antes que se acabem. Cami-
zisiobM com punhos e collarinhos, para senhora,
A NOVA ESPERANCA acaba d > receber aqnal-
ies milagrosos anneis electricos, eora infallive! dos
nervosos. ____________
Cortes de cambraia
Espartilhos.
Na loja do Pavao, vende-6e aspartilhos
dos mais modernos a 3JJ500 e V3J000 cada
urn; assim corns bonitos cintos cora laoos
de setim a 35000, a sedinbas lavradas cora
toque de mofo a 19000 o covado: a rua
Qne a NOVA ESPERA.\CA, a rua Duque de; da Imperatriz n. GO, de Felis pereira da
Caxias d. 63, bem cooheclda p,ela>superioridade de Silva.
sens artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber divers'as encoromeodas de'mer adorias de sUa
reparticao, que pela eleganci bem raostra aptidao
e bom go to de seus anligos correspondentes da
Na loja do Pavao vende-se cortes de cambrua
transparent com habadus largos, tai.to braneoa
, como de cores, por baratos pre;os, por lerpm al-
Relo diminuto prego de 2* cada uma. Meias para (rum pequeno defeito: a rua da Imperatriz a. 0,
senhora, fazenda muito lina e um ricas caixinhas, de Felix Pereira da Silva.
pelo barato preco de 6* a dnzia. Aproveitem. i ~
. Colchas adamtaeadas
Venlese colchas adamasca las brancas ecomi
barra de cores, muito graudes, pelo baratiss'mo:
pTeco de 4* cada uma, fazenda quo sempre se!
vendou por 7* uma. A ellas antes qne acabem.!
E outras muitas fazendas que se torna enfadonho
mencionalas, e que so o freguez vendo, podera \
certificar-se, e por isso os proprietarios convidam \
FustSo branco para roapa de meninos a 500 rs.
rna do Crespo n.
Europa, e por esta razao a N'OV'A ESPERANCA, o covado; 6 pechincha : na
a rua Duque de Caxias n. 63, convfda a sua boa 20, loja da Guilheerra & C.
e constante freguezfcve com especialidade ao sexo
aroavel, a visitarorona, aQm^ de apreeiarera ate
onde toca oprimor d'arte.
A NOVA ESPERANCA tiao quer eolrar no nu-
mero dos massaDtes (verdadeirOs azocrins) com
extensos aanuncjos e nem pretende descrever a
.
Vende-se
Ct
a todis as pessoas a fazerem uma visita a sen es-
tabeleciraente a/lm de convencerem-se da verdade
RUA PRIMEIRO DE MARCO N. 25.
Grande liquidacao.
novo Bazar, rua do
de miudezas e chapeos: no
Marque', de Olfnda n. 53.
na Torre um siiiq/5am boa casa, com 3 salas,
Aderecos de tartarnga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e de
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os.
Aderecos completos de borracha proprlos para
Into, tamflem se vendem meios adere$os muito bo-
nitos.
Botocs de setim preto ede cores para ornato d
estidos de senhora ; tambem tem para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe nm bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc, etc, pot
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de loaca
corao de ceYa, de borracha e de massa ; cbama-
que a visttem conslDtemeIe;: para depois qne
comprarem em outra qualquor parte dSo se arre-
penderem, a vista do bora e e*colhido sortimento
que ha em dito estahelecimento, esta razSo tam-
bem demonstta'qnb qualqoer senhora do bom torn,
nao podera completir a elegancia de seu toilet
sem qne de um passeio a NOVA ESPBRANCA, i
rna Duque de Caxfas n. 63, a qual acaba do "rece
ber os seguintes-artigos de luxo e ihtefra novida-
de :
Modernas settes nara pronder os cabellos
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes pan senhoras e meni-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de touquim:
Bons aderecos de madreperola.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os eguintes:
Barra,
Prc^uica,
e Patricia.
A tratar com sens proprieiarioi Mxta cdaia
e para informacoes com Joaqnuo Pinio da JM-
reiles Filho na mesma cidade 'Jh Mamamgnapa
-.-so Irmios \ C.

quartos, despensa'e cozinb', bora pego d'agua/dei
%Sor?VteVaStadi;.!as desejadas lazinhas a 200
E com as senhoras.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
icipa a bello sexo que acaba de receber da Eu-
-opa, um complete sortimento de artigos de ulti-
ma moda, c corao acha desnecessario fazer um
enfadonho anuuncio, por ja ser bastante conhe-
dda, e caprichar sempre em ter bons correspon-
dentes, sendo a prmeira qne apresenta o qne ha
de mais moderno e por pregos mui razoaveis, por
isso liraita-se a descrever somente o segninte:
Settas douradas.
tcicoH de cdres, tanto de seda corao de guipure.
leqfces dourados, de madreperola, marlim, tar-
tarnga, osso, etc.
iabidas de baile.
ProHcntes, diversos artigos proprios para pre-
sentes.
(linbaa e punhos.
Manual para missa, com capa de madreperola,
tartaruga, roarfim, velludo, etc.
Sap:itinlioH de setim para baptisado.
Camisas bordadas para sennoras.
Lisas de seda.
Franjaa mosaicas.
4derecos de tartaruga.
Voltan'de madrepecga.
rulsoiraS de madreperola.
I.indaH (lores para cabeoa.
Bolsas de velludo.
Perfuniarlas dos ,-^ielhores e mais afamados
fabricantes. 4
Cbapeet de sol para senhoras.
Pitas de velludo de todas as cores e larguras.
Moscas.
Quereis livrar vos destes malditos insectos? com-
prai uma m^china de matar moscas por 3*000
na Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, ven-
de o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
:anida dos cabellos.
Sardas e panes.
So tem sardas e panos quem quer; poxque a
Magnolia, a rua Daque de Caxias n. 43, tem para
vender a verdadairai Cuticuleria, que fax desappa-
recer estas manchas em pouoos dras.
im
pertinentes por falta de um objecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
paW homem, vendem-se por preco commodo.
Ceronla de linho e de algodao, de diversos pra-
l.0.
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios para presen
la
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Receberara um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Eniremeios estampados e bordados, de liudoi
desenhos.
Sscovas electricas para dentes, tem a proprie-
lade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, exute nm
grande sortiraento de divercas larguras e barato
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo, Delicaa^s aderecos pretos de pufalo e borracha
pois as vezes tomam-se as criancas um pouco im- (gosto novo)._____________
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As-melhoros e mais aperfeicoadas das ate hoje oo-
nnecidas.
Vende se
na
Pharmacia e Drogavia
de
Bartolomeo v C*
A'
34. Rua larg* do Rosario.3-4
Vaccina. Vaccina.
Tendo o Sr. Dr. Jose Lourengo de Magalhaes,
moutado na rorte um completo servigo deste
com I quarto, quarto para gallraheiro, tudo-de peara^e cal.'
Uma casa-.$om 2 salas, 3 quartos, cozinha e ter-
raco, quintal murado e um quarto para criado,
rende 1 por cento.
Tres casas peqoenas, com 2-salas e 1 quarto,
coziofta, per junto on separado, em terreno pro
prio, rende 1 por cento.
Um terreno com 30pa1mos de frente e 400 de
fnndo, tndo no melhor-local : da rua estreita do
lioerio n. 4?>, se Vepde-se uma escrava moga e de bonita
figura,sahe -coziiihire engommar com perfeicao
e st in d. I^iios: a tratar na rua do Marquez de
Olinda n. i)7,.outr'oKi ruada Cadeia, no oscrip-
torio dos Srs. PaVente Viahna & C., com Jos6
Anton'o da'Silva Gm'maTaes, on na villa do Ca-
bo, rua do General Victorino n. 21.
VENDE-SE
Na rua do Vigario n. 11, vende se o segninte :
Cimento de Portland; em'primeira mao^
Vmho do Porto, engarrafado, finissimo, em cai-
xas de du /. ia. .
Dito'iiiio em. barris e aocoretat.-
Viuho Sherry, inglez em caixas de duzia.
Vinh'o Collares em ancoretas.
Cera em velas, dfr I.isbox
Cera em grume, idem.
Na loja do PaSo vende-so madapolSes franco
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis,
ditomuit) fiuo com 12 jardas a 3,000 e 3,500; as-
sim como um grande sorfimenlb de madapoloes
rs. o covado.
Rua do Queimado n. 43.
(Jefronte da loja de chapeos da Pracinha)
IJLazinhas a imitacio de seda com riquissimos |
padroes a 200 rs. o covado. S6 o 43. Dao-se
amostras. Venham antes que se acabem,
Attengad
Salsa par ilha
Salsa parrilha
Salsa parrilha
muilo nova e de boa qualidade, tem pan "'
Bartholomeu & C
SIMa larga do P.osari.i- .ti
Chocolate hespanhol
mnilo lino, tem para vender na Assembled do
Vejam c admirein.
0
A 500 rn. o cavaiio.
barateiro da rua da Imrnralrun. 60,
tem para vender na Assemblea do; vende popelines pretas com 1 .'Iras ai
Cojmercto,Meir-4Lnna..ruadoCommercionn.;nadas ^e|o b8ra|jsslmo preCo .leaCO rs. o
I---------------j-------------1----------------------------- covado. para acab..r.
E baratissimo.
i
Attencao.
Pf Aproveitem antes que se aeabem, popelinas de li-
nho, padroes modernos, pe'o baratissimo preco
de 400 rs. o covado : quem duvidar, venha ver e I A empreza do gaz, tendo laeefcidc u:.:....snue
comprar : na rua Duque de Caxias o. 88, loja de uma quantidade de lustres, candieir s, aran I
uemetno Bastos.____________________________ giODOS etc. etc, tudo obra de gosto e d primeira
tr 3 ~~~~ qualidade ; acha seem posicao da sopprir a seat
V enOe-Se I freguezes, por pregos men. res do que aritigamen
Lustres, camlieiros e
arandellas.
luuutduu hi i-uiie um cuiuweto servico oesie ar-1 inoioTo do a NfuS .i a rwirt .auw ._a ,V a. i
tigo, tem aqui aberto om deposito da melhor e *S2 KfS VfiiWJ^i.t/08 m
mais recente, cujos tubos se encontram oa pera,nz u-60' de Fe,,x P*re,ra Silva-
pre^o.
Fitas de saria. de g-rrgorao, de setim' e de cha-
nopine, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
FL re artiflciaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
tas (lores, nao so para enfeite dos cbellos, como
ambem para orcato de vestido de noivas.
Gal6es de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
os et de diversas cores..
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marlim, dsso e velludo, tudo que ha ds,
bora. I
Pentes de tartaruga e marfim para ahsar os ca-,
bellos ; teem tambem para tirar caspas. ,
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, 8sso e dourados por barato preco.
Perfnmarias. Neste artigo esta a Predilecta bem j
Erovida, nao so em eitractos, corao em oleos
anhas dos melhores odores, dos mais afamados '
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel; sao indispensaveis para I
a festa. i
Saias bordadas para senhora, por commodo i
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
'.isados.
Tapetes. Receben a Predilecta nm bontto sorti-
Tiento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o qne ha de melhor
gosto e os mais moderno receben a Predilecta
de or arato preco, para near ao alcance
inalquer bolsa.
Pharmacia e drogaria
A'
34rna larga do Rosario 34.
Grande descoberta
Curativo das molestias do
peito peto'
\nrope de sulphito de soda
DE
Este iraportante medrewnemo qne acaba de ser
reconhecido pelos distinctos Drs Zalleoi e Paras-
cbevas corao ura verdadeiro especifico contra a
phtysica, segnndo provaram nos grandes nume
ros de casos por elles experimentados, como se v
oa sessao da acaderaia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, encontra-se nnicamente no
Deposito da pharmacia e drogaria
de
Bnriholoinea tSi C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 3i
- Vendi-se a taverna da rua da Ponte Velha
n. I, bem afre;;uezada o com Deques 'u^dos : a
lratar na mesma. r7
Cnra dos eslreitainenlo d'uretra
pela facil applica^ao das
SONDAS OLIVAES
DE
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeicoadas de todas
as conhecidas
Yendemse
'NA
PHARMAQA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
Lustres e arandelas devidro
para gaz
Na grande ex posicao da rna do Imperador n.
36, junta ao escriptorio da companhia do gaz, ven-
dem ae os msis bonitos e modernos lustres e aran-
delas de vidro para gaz, a-sim como tudo o mais
que se torna necessario para esse fi m, sendo tndo
dos melhores fabricantes qne- ha na raglaterra. Os
precos sao mais baratos do qae em ontra qualqoer
parte, e com a vantagem que e o dono do estabe-
leoiraento mandar assentar os lustres on arande-
las no lagar qne o comprador quizer, sem que para
isso pague algnraa cousa. Tambem se compra ot
troca se lusires e arandelas ja usadas, mas qne
estejam em eatado de poder servir.
Asunicas verdadeiras
Bfchas hamburgaezas rme vom a pste mercaia
oa mti do Maraaex de uljnaa v. B|
(al de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, 1* aooar, escriptorio de Joaquim Ro-
drig^es Tavares de Mello.
Siilamc de [yon
X i.*sao a libra
So na A-semnJea do Commercio n. 22, rua do
Commercio, Meira & Liraa,
A 120 rs. o covado.
Na rua da Imperatriz n. 60, vende-se para aca-
bar uma grande quantidade de las, restos de di-
versos sorlimeetos, desde 120 rs. ate 500 rs.; no
tando-se que, qnaodo havia sortimentos comple-
tos, se vendiam a 1J280 e If600 o covado, ha
grande variedade em padrSes, os que primeiro
chogarem melhor pechracha farao, a ella a rua de
Imperatriz n. 60.
Wilson Rowe & C. vendem no seu armax*
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amencaao.
I Excellente lio de vela.
Cognac de { qualidade
i Vinho de^Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
A rusa Prineipe Alberto.
Valsa para piano
j Na loja de musicas e instruments de Emilio
; Roberto, na rua do Barao da Victoria n. 17, acha-
se a venda esta linda valsa para piano, composicao
' do maestro Candido Junior
Preco1 $500.
Colchas para camas
Na loja do Pavao vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de chita e de eretone, de 2,500
para ciraa e ditas de metim escarlate forradas com
madapolao a 3,000: a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva. ________
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papal de linho
proprio para cigarros, de diversas larguras.
B a-Viagem
Vende se ou aluga-se uma das melhores casas
da Boa -Viagera, defronte da igreja: na rua do
Imperador n. 83.
Vende-se um sobrado de um andar e sotJo,
quintal, cacimba so, em solo proprio, com commo-
dos para familia, por preco muito razoavel: a pes-
soa que pretender, dirija-ce a esta typographia a
entender-se com o Sr. Ferreira.
na rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, em barris e em
ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa, superior qualidade.
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legitimo ____________i
Bramante para lenc6es
a 1#800 2^000 e 2#500
Na loja do Pavao vende-se superior bramante
para Ienc6es, com 10 palmos de lurgura, que ape- j
oas precisa de 1 vara 1/4 para um lencol, sendo I
de algodao a 1,800 rs. a vara, dito mais eu-'
corpado a 2,000 rs., dito de linho puro a 2,500 e I
2,800 rs.; assim como aloalhados superiores, tan
to de linho como de algodao, porprecos muito em
conta, e pecas de algodaozinho para kneoes e toa-
lhas, tendo de 4,000 rs. para cima : a rua da Im-
peratriz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
te. Para verem as amo*tras,
Imperador n. 31.
dirijam-se a rua da
Paris, 86, Rua Vivienne, IS*
DEPURAT IF
in'SAIVG
PLUS DE
COPAHli
12 Rna do Cabuga 12
LIQUIDACAO
de joias de ouro, prata e pedras preciosas.
ouro delel.
Correntes do ultimo gosto, a oitava 5*500
Alfinetes para retrato, circulado de
perolas 55*000
Idem idem idem esmearladas 60*000
Idem idem idem robins 65*0 0
Relogios de prata bem dourados, de 15* a 30*000
Relogios para senhora, de ouro, de 40* a 804000
Na loja do PavSo, vende-se ceroulas fran-Rico|ade,recos com pedras finas com
Ceroulas e camisas.
E muilo barato!
Popelinas de seda, fazenda inteiramente nova
a 1*000 o covado : so no Bazar das Familias, a
rua do Ouqua de Caxias n. 60 A, de Reis e Silva
& Guimaraes.
Aproveitem
0 PARIS N'AMERICA, a rna Daque de Caxias
n. 59, primeiro andar, esta vendendo caljado pelos
seguintts precos:
Botinas de duraque para senhora a 3.500 reta
Ditas de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com botfies ao lado, a 4y000 reis
M^li28 ga^eadas, cano alto, para senhora, a
5,000 Te s.
Ditas de pellica, ingleza, a4,O0 nils.
k fi^a8x-de dura1ua bordado, para senhora, a
5,000 reis.
Dilas de duraqne, de cores, para meninas, a 31.
Em quanto e tempo m
aproveitem.
cezas de todos os tamanhos para homem a
UJ60O, e ditas de linho a 2#00, 2050 e
35000.
Camisas brancas com peitos de algodao,
fazonda fina e por estarem um pouco en-
xovalhadas a 204000 a duzia, ou a 19800
cada uma, ditas com peito deesgniaode
linho a 35JOOO e 3&500 cada uma, ditas
com peitos e punhos de cOr a 29000' e
25J300 : i run da-Imperatriz n. 60, de Fe-
lii Pereira da Silva.
Cortinados para camas
Na loja do Pavao vende se um grande sortimen-
to de cortinados bordados proprias para camas e
janelias, pelo barato preco de 8, 9 e 10,000 rs. o
par, assim eomo colchas de damasco para camas
de noiva a 10 e 12,000 reis-6 pechincha: a
rna' da Imperatrii n. fiO, de Felix Pereira' da
Silva.___________
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios nara senhora, ( ultima
moda) : a Magnolia a rna Duque de Cax'as n. 48
e so qnem tem.
Papai, mamli.
Come sao lindas-as-bonecas de cera qae cha?
mam papai, mamai, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rna Duqae de Caxias-n. 48.
Graiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rna Duque da Caxias n. 43, re-
ceben gaiolas de aranw de ttbd^ssfnios modetoe,
Eroprias paa passaroa ; a ell antes qe sa aca-
sn<-'
50 0|0 de abate.
Bonitas pulseiras do ultimo gosto com
50 0|0 de abate.
Brincos de phantasia dos mais bonitos
one tem vindo ao merea^o, de 13* a 60/000
Voltas com um bonito laco, por menos
do qne se vende em ontra parte.
Bonitas cacoletas, tanto para senhora
como para homem.
Anneis de diversos feitios, de 2/ a 20*000
Pulseiras de cobra de coral por 50 0|0
MS IHPHHIUIDM DCS tUtACS, U ttt
GIT1l "l.l'i.OOOcur-sdastOTpftt-
I grm.puti I sa rna, com iroet, *cri-
inonia, r cUrrt oes, vt-
__I i-iosai do scng'.-e, vt-
nu, t alle* at on do tongue. (Xaropc vegetal
sem mercario). Dcfar.uii. *< imimi
BAXH90 HaEI-lES tfltUJO--* i!OUS ft
temaai, seguiido o ti-actDmei.io D- ..irativo : 4
empreptdo nns m?snia< molestias.
I Este Xarope C'traelo da
rerrodeCHAuLE,eur
immediaiainen-f qnl*
I quer purfario, rtlm-
__l-i-acao. t debiUtmi*,
e igualuieuie os jttixos e floret brancas dat
mnlheres. Esta iujeccol)enigna cmpiefaua
om o Xrope de Citracfo deferro.
encrrtKu Pomnda qne as cura ems CitM.
POMAOA ANTIHERPETICA
Contra: nas ajfeccoes eutaneat i eorriroe$.
PILULAS VECETAES DEPURATIVAS
do Chable, cada frasco vrai kccump-iuaa
da um folbeto.
AYI80 AOS SRS. MEDICOS.
J Can cautrrh*t, us..-
comutluckei, irritneim
wmhi tu dot tram
I (Mh lodai at *wf m
I 4a peito; hatU ao do>*
ama culbe rchdea data xaropa D" Foacsr.
Or. ftV at* Paris, raw VlTtcauas, r s
Deposito botca Francoza
22 Rna da Cruz 22
Sir op du
DrFORGET
de abate.
Tendo o proprietary deste estahelecimento rece-
bido uma grande porcao de joias dos nltimos gos-
tos de Paris, e por precos ja resumidos, participa
a todos os seus freguezes, bem como ao respeita-
vel pnblico, que se aeha sempre prompto a servir
Liquidacao de roupa feita
Na loja do Pavaa liiuida se uma grande p r-
cao de roupa para homens e menioos^como jam:
caljas de casemiras pretas e de cores, para Mm
os precos e qualidades ; ditas de brim de An-
gola para differentes precos ; ditas de Lrim de
cores, pardos e brancos ; paletots latoni casacos
e fraks de panno preto e de casemiras de cores;
coletes de todas as qnalidas, por precos bira-
tissimos, assim como grande porcao de catr isas
ceroulas por menos 3 0|o do sen valor wk para
acabar : a rua da Imperatriz n. 60, de Felix Pe-
reira da Silva.
PABA LUTO
Vende-se chiUs inglezas pretas com pintu a
compra Vxnd5rTOraokcosSraaT
qoe passara um recibo,
lisado pela transaccao.
pelo qual fica responsabi-
Camisas.
Camisas francezas brancas de algodao fino com
frixo de cor a 2*000 uma, em duzia a 23*000;
e pechincha: na rua do Crespo n. 20 loja do Gnj.
Iherme 4 C '
Pechincha
Para senhoras
Odilon Duarte & Irmao reeeberam pelo ultimo
vapor ura grande e variado sortimenta de coques
de cabelio hunJano. o que ha de mais moderno, e
vende so pelo baratissimo preco de 10* cada nm ;
a elles, antt"s qoe se aeabem.
Laazinhas baratas.
N loja do Pavao, para liqr.idar, vende-se
uma pet5ao de laazinhas de cores para
vestidos, tendo de 320 rs. para cima ; as-
sim como ditas com listras de seda muito
??0.*aoi,?.dJJ modernas.asgravatmhas qne b(mitas 640 n Q oovado a,pacas de cd_
a Magnolia, .1 rua Duque
de receber I
it Caxfas n. 43, acaba
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Lniz de Oliveira Aze-
vedo, no sen escriptorio, & rua do Bom Jesus nu-
mero 57.
Alpacas de cores.
Alpacas de cores, flnas, com listras, larsura
de chiu francexa, a 360 rs oovado, 6 faienda
ik ;SOnDa rua do Cre?P n- 20 loJa ae Gui-
Iherme & C.
mmm
A NOVA 1SSPERANQA, a mia Doq de Caxias
n. 63, acaba de receber um bom sortimenta de fi-
nas bonecas que fallam, qua riem -se e choram ;
tambem as tern mudas e surdai ou .*urdas-mudas
venham ver se nao a verdade.
Cartes de
Casa em Apipucos
Vendfl-se nma casa com. 2.-salas; 8 quartos, co-
zinha fora 0 quintal cercado com alguraas fruc-
teiras : a tratar na rua do M&rqnez do Herval n. I pechincha : na rua do
160, outrora Concordia. 'Gnilherme & C.
res com listras de seda de 640 rs. para
cima'-. a rua da Imperatriz n. 60, de Felix
Pereira da Silva,
E' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias n.
36, acaba de receber boa< meias de seda proprias
pm noivas, e os apreciaveis ramos de larangeira
casemira.
Cortes de casemiras finas, gostos modernos, a
5*500 0 corte ; a elles antes que se acabem, e
Crespo n. 20, loja de
como com pintas de 320 rs. para rima ;
preto a 800 rs. e muito Rno a l.Ot'o rs ; boaba-
zinas, princezas e alpacas de todo? os precos ;
lazinhas pretas lisas da 400 ate 500 rs.; assim
como nma grande porcao de retalhos tanto de
chitas pretas como de las, qne se v?rdm por
precos baratissimos ; tambem nma gran ie paVfh
de cbales pretos de las a 1,000 rs. por estarem na
pouco rossos : a rua da Imperatriz n. 60, ie Fe-
lix Pereira di Silva.
Rua do Aiuori.ii n. 37.
Presuctos ingteus para fiambre.
Queijos londrinoa.
U.-tras em latas.
Ovas de bacaihao em latas.
Lagosus em latas.
Azeitonas hespanholas em fraseos.
Azeitonas francezas em fraseos.
Saucissas de Oxford em latas.
Velas de cera branca de Lisboa.
Lazinhas
a 100 e 200 re. o covado
Rua do Queimntla.
e
Junto & loja da Magnolia.
r fnoito barito !
Grande sortimento de huinhas de listra
quadrinhos a :Liaeza, propria pan
pelo dimiooU) p: >\a do 100 rt e 200 rs. o cova-
do. So o 43. laose amonra; com penhor.____
Vende-se a taverna sita a rna da Cooeortla
n. 33, com poncos rondos, e lem commodo* para
familia : quem a pretender, dirija-se aneana.



fjjppQ de Pernambuoa Sabbado 3 de Outubro de 1874.
SCMCIAS AM.
a*eaiueu(o dma rloa.
Tradusido da Rjvista dos dout Mundos.
(Coutiuuegdo.)
Esta concentraeao inflneucia funesta sobre o esta io das aguas,
vist>> como, em todo o sou percurso, os
rios sdo obstruidos e corrompidos atem de
toda a expressao. As materias organicas
sdo nelles eiicun radas era tdo grande pro-
porgao cqoio na media dosbqui'.os dees-
got >, ecommun euooiitrar so lhe de 2 a
4 CHiiligrammas de carbono organiuo, o do
3 4 7 miligrammas de azoto organico, por
litro.
Ale'us mais lerriveis venenos sao inirodu H
zidos uos rios; o & desl'arte que, conteudo
osulfurelodeferro.cousurainido annualmen-
to ua Inglalerra para o falJrieo do accido
sulfurico, cerca de ura railhao de kilograra-
mas de arsenico, passa toda esta massa ve-
neoosa p.,ra o seo das aguas do lavagem
dm diversas fabricas.
Os industriaes, ouvidos pelas commUsoos,
ndo deixarain, e certo, Ue iuvecar, como
aU-ularae te do mal, adepuragdo esponta-
nea.fuiidaudo seem u aprejuixovulgarque
a-dmilte que as malerias organicas mislura-
d3s d agua correob) so oxi Jam rapidamente
em eontacto com o ar, o quo por esta for-
nn a agua torna se salubre d uma corta dis
taneia do panto em que dcemboca ura es-
goto ; mas a eommissao de 18(58, cujo r-
Iator era umchyiuico ceiebro. o Sr. Frank -
land, domonstrou que nao tiuha procedeu
ci.i essa attenfamen e, servindo so para isto
do varias experieocias.
Gin effeito, teudo tornado amostras d'a-
gua do differentes rios no ponto do sahida
dos esgoios e a 20 kilometros abaixo delles,
sugeitan to essas amostras d analyse, cbegou
a eommissao a* evideucia de quo as aguas do
um e uutro ponto conliubam seusivelmeu-
te as mesmas proporgoes de carbuuo orga
nico e Ainda foi feita outra experiencia directa.
l";na inistura furraada do um volume de
sewage do Londres e do nove volumes de
agua foi transva id i sem iuterrupgdo ao
contacto do ar livre ; oito dias depois de
um tral),t ilu> c jnsecutivo, acbou-sc que essa
agua contiuha aiuda tresquartas paries das
materias organicas que eucerrava DO come-
90 da opemgdo.
l-'or esse meio calculou-se, pois, que o
rio Kuitammado por 10 por*/, do towage
perdia pola aerific igao c-uca deum quarto
das m iterias organicas dissolvidas, depois
de um percurso de 300 kilometros. Donde
so coucluio que um longo percurso e insuf
Gcieiite para purificar uma agua muito me-
nos iuiiccionada do que 0 e de ordinario a
dos rios que foram examinados.
A velocidade dos ri >s exerce, em geral,
ap''nas uma intluencia material por meio
dod posito de uma grande q,iutidade de im-
purezas organicas ou mineraes em suspen-
suo, que se accucovlam nofundo, sobr^tu
do se a correnleza e diminuida em algum
p.nlo. Foi essa clariticagdo por deposito
que frz crer ua depuragdo rapida das aguas
correotas ; mas a materia dissoicida mui
diffi ilmeute e eliminada, e 0 deposito, que
se forma, dd ao rio um leito de lama tn-
feota, som que entretanto a agua se torne
salubre, e sem ainda evitar que, nos tem-
fios de calor, as materias sugeitas a putre-
egao e contidas no limo dos nos possam
elvar-se noseio das aguas e determinar-
Ibt'S um augmento de infecgdo.
Os mei >s propostos para purificar as aguas
d* esgoto sdo de tres especios : uns sao
fundados sobre a GltraQdo ou decautagdo ;
outros, os processos cbymicos, tendem d
obter a precipitac,ao das materias dissolvi
das ; Qn.ilmente os terceiros, os processos
resliueute praticos, tem por base a irriga-
5A0 ias terras pobrbS e fracas por meio das
aguas sobrecarregadas com os residuos da
ynia social.
\t.tes de tralar da separagao dos liquilos
c ntaminados, convem ter em vista as dis-
p .sicons pres^rvativas, proprias d expurga-
los das cinzas, p6 de carvao, maJeiras de
tmturaria jd servidas, cisco, etc. etc., que.
p. iem ser empregados com vantagem nao
s6 para a corabustao, mas tambem para ou-
tros mysteres ; mas e se-n duvida um erro
impair 0 escoamepio d^s materias fecaes. em canaes descobertos, tendose, lem dUsoJmelhor garantia da sanidade de suas aguas. que cobrem 03 leitos daqoelles rios
r\nc ncfT(\1 rta it Aiii'rl ftrlrx rla n ir 11 t n rciii\ iv t__ t___^__ *"------ ____._. I. / \ ait
dos esgotos; jO cuidado de evitar que 0 terreno ftque sa-
Cora effeito, a exlracap em separado des-' turado por algum excesso de liquido, 0
sas materias, que demaada 0 emncego de que se obtem, retirando 0 excesso, por
um bal 'eamento, nao ?6 e* um meio barba- j meio de uma 0 nveniente drinayem, como
ro que sujeita os orwrarios e os babitantes pratieam rru'tas herdades que empregam
ao martyrio da fedentina, mas tambem 0 tetoage (agua de eagoto).
Nestas condi$oes, as aguas : de irrigajSo
sio despojados de suas, impurezas em pro-
veitu do s61o, e a agua assim pariBcada tra-
be t8o pouco a sua origem que rauitas vezes
c preferida d agua dos poQos.
Os commissaries de 18Wj os Srs. Fran-
kland e Morton, estdo convencidos de que
0 bom resultado das irrigates 6 devido na
maxima pane ao effeito simultaneo da fil-
estd provado que as aguas de esgoto ndo sSo
era geral menos .peri^osaa nas cidades pro-
vidas de u n tal servico de limpeza do que
nas que o nao sin. E', pois, mas simples
confiar aos esgotos todas as impurezas,
i]ua'e:(jnor que ellas sejam, Iratando-se s6-
mente do saber o que fazer dellas.
A prmoipio foi o upregado um grande nu-
mero de processos de filtracdo, sem que
comtudo nenhum nesses moios periaitisse tra$io das aguas pelo solo, cuja consoquen-
clarificar rapidamente e i pre^o comraodo cia 6 uma oxidagfo ou combusUo lenta,
cousi eraveis missas d'agua. Tentou-se 0 que traiisforma as materias organicas em
emprego do bancos de areia como filtros acciJo carbonico, agua e accido nitritico;
naturaes, 0 veriliuou-se qua se perdia 0 es- comtanto que a superGcie dos campos de
trume contido nas aguas turvas, sem que irrigagdo seja proporcionada ao yolumo
eutretanto essas aguas fossem sonsivelraen- d'agua dos esgotos, admittindoae imdo
to melhoradas : as gderias filtrantes de sufjjciente a proporgdo de 1 hectare por 250
Toulouse e Glasgow f irneceram as provas habitantes.
disso. A dt.'Ciiiitnr,air igualmente nenhum No' caso de se ndo dispor de terrenos bas-
rultado produzio, e reconheceu-se que 0 trnte extensos para absorver 0 sewage (agua
repouso nSo mdhora' absolutaraente as de esgoto], pbde-se recorrer ao filtramento
agua, impuras, intermit- nte, faz jndo escoar-se 0 liquido
Em vista disto voltaram-se as vistas para sobre u n terr '.no bem preparado pela dri
os reactivos chy nicos, proprios i operar nagem e dividido em quatro partes, wda
uma precipitagau, com 0 fira de desemba- uma das qua^s receba 0 sewage durante
rai;ar as aguas das materias contidas em seis horas. Neste caso 1 hectare e suffkien-
dissolu<;do ou em suspensdo. 0 Sr. Letbe- te para receber 0 sewage de 5,000 habilan-
ly enumera sessenta reactivos propostos des- tes.
de us Qnsdosecolo oassado, todos os quaes Este systems acha-se empregado em Mer-
foram julgados insufllcientes. < thyr-Tydfil e em Walton, e vaise-lo em
Km Leicester e Blackburn foi esperinmnta- | Birmingbam, nao obstante ser mais custuso
da em grande escalla a manipulagao port que a irrigai;ao simples, que tem a vanta-
meid d* cal, vendeudo-se os depositos aos gem de por patente uma perspeetiva de !u-
cultivadores depois* de convenientemente cro pelas cultures que permilte emprehen-
seco-is. I der
Um outro proccsso (o famoso processo A. Convem entretanto ndo esquecer que, nas
B. C ) funda-ae sobre .0 emprego de alumen questdes de hygiene publics, a consideracjlo
ani- dos resultados pecuniario* irnmediates se
apresenta apenas era segundo lugar, visto
como o que se ganha sob o ponto de vista
(pedra hume), aaugue, argila, C3rvSo
mal, etc.
O que, porem, )d si encontrou de melhor
foi jo sulpbato de alumina, que precipita
uma parte das materias em suspensdo sob
a f6rra de limos, susceptiveis de serem
utilisados corao estrumes.
Esse reactivo foi experimentado- na In-
glaterra e na Allenantir e bem assim em
Asuieres ; mas por lim ds- cootas reconhe-
ceu se que a agua, assira ti-atada, era mui
imperfeitamento punfi adae-que O extrumo
dela proveniento oustava caro.
Assim. pois, o verdadeiro meio de.neu-
tralisar 0 veneno que as ago?s- impuras ra-
troduzem n s nos, nossas arteries da vida,
e derrama-las pelos campos.
Nossa civilisar.ao, velha e rrca de expe-
ri- ncias, comprehen leu emfim a necessida -
do de uma stneta economia asobre os ele-
ment >s de proJuc:;ao e de fertihdade; e,
por iss ', em vez de deixar 0 extrume cor-
rer pela agua abaixo e perder-se no mar de-
pots de envenenar os ribeirinbos, procura
utibsa-lo na irriga^do dos campos, na trans-
forraagao de landas estereis em terras pro-
ductivas, e em jardios de bortalices.
As aguas dos esgotos Je Edimbourg- ser-
vem, ba mais de um s>culo, para a fertili
sa^ao de imeusos terrenos arenosos.
Grande numero do cidades da Inglaterra
e da Esc issia adoptaram definitivamente o
methodo qua! d sua situigdo especial; e, ua India
ingleza, Madras seguio esse exerajla, em
18G9.
O livro do Sr. Ronna contem os mais
minuciosos e promelte dores detalhes sobre
estas experieocias e teutativas, e aniraa os
interessaios a fazer novas,, tentativas.
As experieocias de irrigacao, quo prose-
guem, ba cinco annos, no carapo de Gen-
nevilliers, as portas de Paris, tem sido
igualmente coroadas de bons resoltados, e
vao ser feitas em escalla muito mais vasta.
Na Adomanha os ensaios de irrigacdo,
e nprebendidos em Dantzig e era Berlim,
tem dado resultados ndo menos satisfacto-
rios.
Os ad versa rios do sy sterna objectam que
os terrenos banhados pelas aguas de esgoto
desp-eudem miasmas; mas os.relatorios das
comraissoesiiigtezas demonstram a comple-
ta innocencia dess>s irrigagoes, comtanto
que ellas sejam bem feitas, e que, antes de
impregnar o s61o, ndo circulem as aguas
dasalubrUade representa urn proveito ma-
terial ;onsideravel, attento ao .neio indirec-
to, porem infalliveF, de augmenfar a pro*-
peridade. (t)
Os trabelhos em prebend i dos uWmamen-
te pelo Sr. A. Gerardm, sob os auspicios
do ministro da iustruijao publics, muito
tem* contribuido para esclarecer a grave
quesfSo da altera^do dos rios.
O'Sr. Gerardin, exarnmou os numerosos
riacbos- e fontes que se contem na bacia do
Craitlt, rio que se langa bo Sena, em Sio
Diniz. Abi, com effeito, se acham reuni-
dos as mais favoraveis condigoes para os
estudos bydrologicoe, visto como nesta ba-
cia existent: uma rede bera desenvolvida
de riachos, muitos p<>co3, fontes mineraes,
eanaes dc agua quente proveniento das t'a-
bricas, emfim todas as variedades de aguas
alteradas on corrompidas.
O exarae comparative dessas aguas tende
& provar que a pedra de toque das aguas
sahibres nao-pode ser a cor, nem 0 gosto,
nem 0 cheiro, nem ainda acomposcjao
c by mica.
Uma certa agua turva podc muita vez nao
conter nenhuma alter*;ao perigosa, ao pas-
so que ndo raro outra, sem deiaar de ser
limpida e sem conter nenhum cheiro, po-
de se achar profundamente alterada.
A. analyse chy mica tambem ado preserva
sempre do etro ; visto como, uma por^do
d'agua salubre, contida durante algum
tempo fochada em um fiasco,, se alttra, e
entretanto a analyse etementar produz sem-
pre os mesmos resultados.
Em ultima analyse s6 existe um meio
certo e'seguro do reconhecer as qualidades
hygienicas das aguas: e observar-lbes os
effeitos sobre os orgdos vivos. Com effeito,
a agua s6 e sd quando os animaes e os- ve-
getaes superiores podera nella viver, e ao
contra rio 6 infecta quando fax parecer os se-
res quen ella se acham, salvos todawa os
infusorios e os cryptogaraos. E' assim, pois,
que os peixes que povoara um rio sdo a
FOLHETIM
. JOANiNA
' UM JOGQ DEPAIXDES.
POR
George Sand.
(TRADliCgdO DE X. X. X.)
PAKTE SEGUNOA
II
(ContinuaQaoJJdo n. 22i).
Lindos pinheiros umbellifero? e bonitas
ruas cobertas de folhagem ensombra^am
es-e jardim e como que guardavam Helena
mjsteriosaraeute.
Nao obstante, as vezes atravez de umas
raras aberturas da folhagem, eu via a bella
Helen! embalando-se n'uma rede, que era
movida pelo molecoto e brincando com seus
animaes favoritos.
Trajando roupdo de cachemira branca,
calr,.indo chinellas escarlates, com a cinta
apertada por uma mantilha de lhama d'ou-
ro e se la, com os cabellos apenas amarra-
dos. e canindo a todo instante em ondas lu-
zentas sobre suas delicadas e msgnificas es-
paduas ; essa mulher era realmente encan-
tadora I
Nunca eu vira mulher mais graciosa em
suas posir,6es e nos seus menores moviraen-
tos ; e ella fazia tudo isso naturalmente,
sem arificio, e ate parecendo ignora-lo I
Ella ganhava em ser vista, assira, d dis-
tance, porque de perto via-se que estava
um p uquinho fanada, nao obstante 0 seu
aspecto juvenil.
Dava-me trabaJho despregar os olbos
d'essa 0 lalisca ; e, embora censurando, de
mim para mim os amores turcos do ing'ez,
as fezes causava me inveja a sua sorte,
sem quo com tudo eu estivesse apaixonado
pela sua companheira
Ndo e que ella nao fosse seductora em
certss occasions ; mas 6 que parecendo-me
nulla e irresponsavel pela vida que levava, 0
que s6 a recommendava ao amor dos sen-
tidos, ndo era isso bastante para perlurbar-
me o espirito, embora eu ndo fosse nenbum
erniitdo.
Demais, nem sempre ella era seductora ;
e, pplo contrario, occasiSes havia em que
(l)Cbntando 1 morte por cada 30 casos
de doengas, de uma dura$&o media de 20
dias e produ/.indo uma perda de 2 francos
(800 rs ) por dia, a dimiouigao da mortali-
dade na proporcdo de' 4 por 1:000 repro-
senta uma economia de cerca de 5 francos
(2^000) por anno e por habitante.
Logo que as aguas se alteram, ve se os
peixes subirem d superficie como que des-
fallecidos, e procurando nos lugares d que
chegam alguraas veiis d'agua pura ; e, se
se qs euchola deslas estagdes, v6-se-os mor-
rerem.
No mez de julho de I860 a alteraQlo do
Sena ten do augmentado bruscamente deu
azo d que todo 0 peixe morresse entre Sdo
Diniz e Chatou. Em Argentuuil os peixes
mortos formaram, nas margens do rio, um
banco de 2 metros de largura 0 de uma ex-
tensdo do 5 kilometros, e ds communas
ribeiriribas foi myster fazer remover e en-
terrar esses innumeroscadaveres.
A mor parte dos moluscos morrem igual-
mente nas aguas infeccionadas; e, por isso,
logo qce es'asse tornam infectas, elles so-
bem pelas hervas, occultam-se sob as suas
folbas, e, para tornarem d descer, aguar-
dam que 0 perigo tenha desapparecido. Foi
0 que acontecea em julho de 1869, em que
tses animaes eetiverain cinco dias fora d'a-
gua.
As plantas aquaticas sdo tambem reacti-
vos para as qualidades da agua, porem sdo
reaciivos muito desiguaes. A mais dulica-
da pare;e ser 0 agrido das forties, cuja
presenQa caracterisa uma agua escellente.
Ha algnns annos uma fabrica de feculas,
fundada perto de Louvres, tendo deixsdo
escoar as suas aguas para 0 Croult, aciraa
dos agridea de Gonesse, vio alguraas boras
depois morrer todo a agrido A' isto se-
guio-se um processo, e 0 tribunal probibio
que a agua da fabrica do feculas fosse kn-
5ada n > rio. Os agridea u8o tardaram em
reapparecer.
As veronicas nfto produzem igualmente
senao nas aguas de boa quabdade; os- ca-
mcot as labacas, as horleiacs, 1 sjuncos, e
09 nemtphares ou goiplioes eontentatn-se
com aguas mediocres ; os carrex sdo ainda
menos sensiveis-; e fiiwlmente s6 a mais
Mbasta das plantas aquaticas, qoe, segun-
do 0 Sr. Gerardim, e uma especie de cani-
ijo, cbamado arundo phragmites, resiste as
aguas raais infectas-.
Enlrtr vive em aguas mu puras ; a valva picina-
Its nas aguas sds, ao passo que outras
isupportaciv as aguas- mediocres ; sendo de
aotar que- nenhum raoiusco pode viver nas
aguas totahaente correspondidas.
Aassim, pois, os vegetaes pbanerogamos-
os moluscos-desenh.vn em largos tra^os
os caracteres^ das differentes qualidades de
agua ; mas es infusorios e os cr^ptogamosJ
e em particular as algaa, podera servir tam-
bem- para julgar dessa qualidade, tendo-se
era vista as modificaQdes- que lhes fazem ex-
periiaentar as alteragdes- da ago*. Estas-|
organisagOes infenores subsislem ainda de-
pois do despparecimento dos peises, dos-|
moluscos e das- hervas verdes.
Sempre que a anteragao das aguas aug-
ments, 0 rio perde sua limpid^/., a agua tor-
na-se opalina, e esta cdr einzenta resiste a
filtragao. A soperftcie cobre-se de escu-
mas, e a agua depde um lodo negro e fedi-
to, do-qual se desprendere bolhas- de gaz.
Logo em seguida appareoen os salfuretos,
com especialidade 0 hydrogeneo sulphure-
tado, e as emanecoes do rio enegrecem a
prata e os uteasilios metalicos do cozinha,
que sdo expostos d ellas.
Nessas condi^oes a agna tem um gosto
muito desagradavel e produz colicas, e ds
vezes bem caraeterisados symptoraas de en-
veuenameuto.
Em Gonesse, em 1869i uin> creanga,
cahio n'um pogo choio d'agua de uma fa-
brica ; foi relirada immediatamante, e uos
primeiros momentos 0 seu estado nenhum
cuidado inspirou ; mas-no dia seguinte es-
tava morta. Cousa semelhanto aconteceu
d um operario de Stains, que, tendo conse-
guido sahir do Rouillon, ondocahira, tal -
leeeu alguraas boras depois.
A analyse chymica e a prova hydrotime-
trica applicadas ao Croult e a seus ailluen-
tes, attestam a presenga de nma notavel
quantidade de materias organicas ; mas 0
mesrao acontece com os po$os artesianos de
Sao Diniz, e entretanto e:les pogos sdo mui-
to menos insalubres.
Foi por essa razdo que 0 Sr. Gerardin bus-
cou informagues raais precicsas e seguras
sujeitando ao e-xamo microscopico os limos
modos, atlitu 'e e trajos, tudo contrastava
com 0 typo fragil e negligente d'essa mu-
lher. Porexemplo, quando montava a ca-
vallo, pela manbda, em companhia de seu
mando, tornava-se de um ridiculo extraor-
dinario, porquo o vestido esguio de amazo-
na desenhava-lho a magrem do tronco, a
palla longa e reb&tida do bonet dejotkei
tornava-lhe salient- 0 angulo facial, e oseu
desaso em dirigir 0 animal, seus gritos
puens quando se assustava, e suas intermi-
naveis risadas, sem raotivo nem razdo, da-
vam-lbe uma expressdo caracteristica que
a desabnnava.
Nos primeiros t-mpos da minha estada
com o Sr. Brudnel vivi muito tempo iso-
lado e s6.
Sendo 0 lugar rcuitissiraolindo, e amaii-
do eu as sciencias naturaes, entrei a fazer
excursoes com esse fim, sem com tudo des-
curar-mo de visitar <>s doentes pobres, que
me chamavam, e aos quaes dava grataita-
mente os raeus cuidados, procurando des-
t'arte exercer minha profissdo e adquirir ex-
perience por constantes estudos e observa-
g6es, a que me ndo dava lugar 0 meu pa-
trao, que, gozando sempre saiide, como
que me facihtava 0 esquecimento da medi-
cioa.
Entretanto observei que a minha presen-
ga e cuidados tinbam grande influencia nas
s> nsiveis melhoras da sau.de de sir Richard,
visto como eu determinaa com attengdo a
dose de exercicio que elle devia fazer, e
vigiava e regulava sua alimentagdo, seu mo-
do do trajar, e suas occupagdes intellectu&es.
Estudando-o, eu ensinava-lhe ao mesmo
tempo 0 modo de estudar-se, de conhecer-
se a si proprio.
Pouco depois,. ndo fui s6, mas acompa-
nhado por sir Richard, aos meus passeios ;
e ndo raro me vi forcado a dete-lo nos seus
enthusiasmos, quando lhe acontecia lem-
brar-se de que fdra outr'ora om andador
robusto e tnfatigavel.
Gnstava de esgrimir, e pedio-me para
jogar arraas brancas com elle. Acquiesci; e
observei que, sendo esgrimador de forca,
e achaudo em mim um habil companheiro,
elle tomou interesse por esse exercicio ao
ponto de ser preciso usar da minha auto-
ridade para conte-lo, scrvindorae assirn de
uma prudeucia meticulosa, no intuito de
obter bons resultados para os movimentos
quo lhe permittia executar.
N'csss luta amis osa de todos os dias foi
Quando elle comegou suas observagoes,
no mez de setembro de 186*, comegava 0
trabalho nas fabricas de feculas e de assu-
car. O Croult eslava entao coberto de es-
cumas brancas e persistentes ; e a agua, es-
brauquegada, tinha um gosto pronunciado
de lima e um cheiro repellente. 0 limo
era negro e muito leve ; tinha um metro
de espe*sura, e estava coberto por uma pe-
licula branca e raucilagioosa, que tambem
se depositava nas contportas, barragens, e
raarcos de nivel.
Examinan Jo-as ao microscopio, achou-se
que essas crdslas brancas eram ieggiatoa
alba, isto e, algas da familia das oscillaria-
das. Estes criptogamos abund.ra no rio
ate* o mez de margo, ern que terraina 0 tra-
balho das fabricas. A' parlir d'abi ve se as
aguas se cobrirem de crdslas negras que so-
bem d superficie.: sdo as beggialoa em de-
composigdo, em cujo meio apparece uma
outra alga, a oscillaria nalans. Isto dura
ate 0 limpameuto do Croull e do Rouillon,
limpamento que tem lugar ua segunda se-
mana de junlio.
Depois da limpeza, a agua corre negra
durante algunS dias, e depois, clarilicando-
se, 0 rio torna se sdo. No meiadode /gosto
os trabalhos tornam d comegar e com elles
reapparecem as queixas dos ribeirinbos.
A infecgdo do Molette assemelba-se d do
Croult, com a differenga, pore'm, de que
aquelle recebe de ordinario is aguas dos es-
gotos de Bondy, e 0 limo negro e povuado
de larvas brancas da eristhalia viscosa, cha-
mados commummente verrnes de cauda de
ralo, que se desenvolvem nos charcos pu-
tridos.
O regato de Jlontforf, na planicie de S.
Diniz, recebe as aguas de uma fabrica de
papelao, e as de outra de wdas de tripos.
Estas aguas, claras e limpidas ao sahir das
fabricas-, sao nao obstante carregadas de ma-
terias sujeitae d putrelacgdo. As da fabrica
de cartdo de Anbersvilliers fornram depositos
brancos, compostos de bactcrios (bacteries),
e as da fabrica de cordas de tripa determi-
nant 0 apparecimento de eugleneos (eugle-
ns) vermelbos- e verdes, pae tapetam o lei-
to do-riacbo, dbawo da masma fabrica.
Estes infasorios caracterham, pois, a agua
inticcionada pelas raateriea animaes, ao
passo que as-algaabrancas revelam as aguas
feculentas.
Nas-aguas menos alteradas- ve-se appare-
cerera- algas verdes. Durante a guerra de
1870,. as margens do canal da- Ourcq, ten-
do sido cortades- pelo inimigo, deram sao d
que as-respectivas aguas-fossem langadas no
Croulb. 1'ouco depois 03 rios entrarara- em
seus cursos normaes, mas as beggialoa e as
oscillaria naUtns cederam o lugor ds zigue-
ma. e ds- spirogyra.
No correr do6 seus estudos 0 Sr. Gerardin
fez uma outra observacao iraportante, e foi
que, quando a agua contem em dissolucjk)
uma proporgdo normal de oxigeneo, ella p6-
de conservar a vida dos- peixes e das her-
vas ; e eonsequeatemente 6 sd e provavei-
monte baa. Apenas, porem, o oxigeneo di-
minue, os animaes que respiram activamente
desapparecem e.n primeiro lugar, seguinda-
se-lhesdepois os que tem a respira^ao lenta..
E' por isto que a sangua-suga preta p6de
viver ms aguas onde a vrevelte morre ins-
tantaneamente.
A diminuigdo do exigeneo dissalvido ia-
tlue tambem sabre as plantas, e tem por
causa a oxidagao das malerias organicas que
emporealham a-agua.
v Assim, poisr a agua corrompida e aquella
que nao contem oxigeoeo em dissolugdo, e
a agua simplesmente alterada aquella que
aiuda encerra algum oxigeneo, menos toda-
via que a agua normal.
Esta observagdo p6de ser verificada pela
experiencia, visto como ndo se encontra ab-
solutamento nenhuma particula de oxigeneo
dissolvido nas aguas reconhecidament9 in-
fectas.
Assim, pois, a soiubridade, a alteragao e
a corrupgao das aguas esta > dependentos da
presenga ou da ausencia d> oxigeneo dissol-
vido ; e- a proporcdo deste gpz, contida nas
aguas, Jeve dar a medida exacta de suas
qualidades hygionicas.
A dssagetn ou determinagdo do oxigeneo
contido na agua, pelos processos ordinarios,
e uma operagao difficil e complicada, e alem
disso inappticavel aos liquido* qua sa alte-
ram rapTHamentt nao podem aar cooserva-
dos em vasos focbados.
Era mister, pois, acbar um reactivo qua
permittisse fazer essa dosagam iosUntaoaa
mente e com o auxilio de om liquido tilula-
do. O Sr. Gerardin recoobeceu qaa atta
condigdo e completamente preenchida pelo
bydro-sulphureto de soda, cuja descoberta
se deve ao Sr. Schutzemberger.
Obtem-se a dosagem do oxigeneo pela
quantidade de liquid/) titulado que produz
0 descoraoiento da agua, previamente tingi-
da pelo azul de anilina.
O Sr. Gerardin, pois, acbou-se assim pos-
suidor de tres methodos para spreciar 0 grda
de inticcionamento das aguas: a observs-
gl das hervas verdes e dos moluscos, o
exime microscopico das algas e dos infaso-
rios, e a dosagam do oxigeneo diaaal-
vido.
Para provar o accordo dessas Ires metsto-
dos fez elle spplicacdo de todos ao rio Feate,
de Reims d Braisne, em 1873. A' medida
que a agua deste rio e emporcalbaoa pelas
dejecgdes das fabricas e das cidades, ve-se,
com eiloiio, despprecerem os seres viveo-
los ao mesmo tempo qaa dimiaue o oxige-
neo, cuja proporcdo, acima rfe Reims, no
mez deabril, elevaudo-sa d I f eeiitimetroc
cubicos por litre, desce entretanto d menos
de 1 centimetre cubico em Saint Brice, para
ao depois voltar, urn pouco antes da Brais-
ne, d proporgdo normal.
Parece, pots, acbar-se provado qua as ma-
terias organicas era deeomposigao priveai a
agua do oxigeneo, torrmndo assira a vida
imposs.vel aos seres dotados de uioa otc-
nisagao superior. Ellas tem 0 poder ale re-
duzir os sulpbatos, transforraando-oa am
sulpburetos, e daado azv d emanagfcs de
hydrogeneo sulpburetado.
Se, em vez de abandonar as aguas indus-
triaes d fermentacda putrida em fossos dc
decantagdo, fossera essas aguas di vididas por
uma larga superficie, de modo a serem bera
arejadas, as materias organicas se oxidariam
ate d saturagdo, e podar-se-hia depois, sem
perigo, faze-las escoar para os rios. Era"
assim que outr'ora os pescadores dos Vosges
transportavam as truita* vivas, per toda a
Franga, em eaiias cuja- agua era incessante-
raente mechida por uma rods da pas, movi-
da por uma cord a que era enroleda ao eixo
de uma das rodas do carro. Pela agitacdo
do- ar a agua reloma faeilmente a oxigeneo
perdldo.
Para tornar sas as aguas industriaes, 0 Sr.
Gerardin recomraeuda, pois, que sejam ellas
espadbadas sobee om terreno, praviameate
preparado pela drenagera. Ndo basU, po-
rem,. derramar a agua pela terra, visto como
e preciso que nao falte o terreno.
Uma fabrica da feculas da Colombas diri-
ge suas aguas para um prado, em oujo solo
arenoso ellas sainfiltram,.queimando a ral-
va e matando as arvores a que attingem acti-
dentabnente.
Da mais, o solo ficando logo farto, mister
se fa a raudar da lugar da absorpgio ; visto
como as aguas desde entio caminbam pelo
interior da terra e vdo corromper pofos
afastados, 0 qua prova qua ellas ndo sa rao-
dificam no seu trajecto subterraneo. for
consequencia e indispensavel cotnplotar aaaa
processo pela drenageca, que ndo so per-
initte dirigir a marcha das aguas, mas tam-
bem serve de aaeio de eaergica oxidagdo.
O'Sr. Gerardin fez primeiro applicagao do
seu processo d fabrica de Jeculas de Gonesse,
que langa diariamente no Crovit 15a\0O0
litres de aguas do seu gasto e do cal Ju das
batatas.
Repartindo essa massa por sobre ua ter-
reno argiloso de 2,000 metros de superfi-
cie, previaraente preparado pela drenagem,
provou-se q,ue as aguas eram absorvtdas fa
cilmente, que a terra ficou boa, perfeita
mente sa, e que a infecgdo do Croult, dbai-
xo di fabrica, diminuio coosideravel-
mente.
Dessa experiencia resulteu, pois, que as
aguas dyts- fabricas de fecula, ao sahi.em
destas, sdo inoffensivas para a vegetagdo, e
que so se tornam prejudiciaes depois da ter-
mentacdo nos fossos.
me revelado todo inteiro 0 8eu caracter, e
eu vi entdo que, embora sob um aspecto
polido e amavel, sua natureza era ardente
e insaciavel na expansdo, de sorte quo elle
sera pre parecera, pelo menos, vinte annos
mais mogo do que realmente era.
Doente desde alguns annos, nem por
isso elle se conforraava com a sorte, e era
realmente incapaz da resignacdo que osten-
tava. Enfermo e alquebrado, saberia cal-
lar-se e sorrir ; mas de certo iria perecendo
aos poucos, consummido por ura mudo des-
espero.
Conheci entdo que sua mulher julgara-o
melhor do que eu suppunha ; e, tomando a
peitoa missdo queeu aceitara, empreguei
toda a minha vontade, toda a attengdo do
espirito, em cura-lo.
Posto que soubesse que, em theoria, 0
seu mal era julgado incuravel ; com tude
eu vira um exemplo de cura, e cria, e
creio ainda, que tudo pode ser curado, em
quanto ha um pouco de oleo na lampada
da vida.
Ajudado pelo seu amavel caracter e pelo
seu espirito generoso, liguet-me ao meu
doeute como um artista a sua obra ; e elle
tanto 0 comprehendeu, tdo bem 0 senlio, e
tanto vio que eu era um coragao devotado,
que dedicou-me uma amizade sincere.
Muito discreto a principio, e deixaudo-
me so muitas vezes, receioso de occupar-
me de mats em seu proveito, revelou-se
melhor, abrio-se mais comigo quando reco-
nheceu que sua companhia era-me infinita-
mente agradavel.
Foi entdo que tive sciencia de que elle pos-
suia variados conhecimentos, tinha uma ex-
tensa educag&o litteraria, e muito gosto pelas
artes ; e que, alem disso, tendo feito muitas
e longas viagens, tinha visto muitas cousas,
e, possuindo uma bella memoria, lera e
aprendera muito.
Por essa razdo 6 que sua conversagdo era
cheia de encantos e de interesse, sendo de
notar que contava 0 que vira eo que apren-
dera com admiravel perfe:gao.
Pouco a pouco tornamo-nos inseparaveis
nas horas que elle ndo consagrava d sua
vida domestica a oriental.
Tomando parte nos meus estudos pes-
soaes, e rejuvenescendo nos nossos recreios,
d noite elle ensinava-me 0 xadrez, pela ma-
nhaa eu da va-lhe HoOes de anatomia, du-
' rante 0 dia cstudavarnos juntos a historia na-
tural, essa cousa inexgotavel onde sempre
se descobre slguraa novidade, e nas boras
da refeigdo toraavamo-nos litteratos, rove-
lando-se elle helenista e mostranio conhe-
cer a fundo os seus classicos.
Separavamo-nos regularmente ds 9 horas
da noite ate" ds 10 horas do dia seguinte,
em que de novo nos reuniamos ate ds 3
horas da tarde, que era quando elle ia vi-
sitar sua mulher, de onde voltava ds horas
de jantar*.
Nos domingoj, eu era convidado por
ella, e todos jautavamos juntos, raostrando-
se ella boa, graciosa, e insignificante, ate
que so sorvia 0 cafe, depois do qual desap-
recia.
Tal foi a nossa vida nas priraeiras sema-
nas mas nossas .relagdes, ate entdo tao
bem reguladas, foram modificadas por um
incidente imprevisto.
Foio caso que Lady C..., irmdd mais ve-
lha de sir Richard Brudnel, cahira grave-
mente doente em Nice, e mister foi que
elle partisse apressadamente para ao pe
d'ella.
Eu contava ter de acompanha-lo ; mas
elle pedio-me qua ficasse com sua mulher,
e pela vez primeira fallou-me d'ella, 0 que
ahds ndo deixou de sorprender-me, porquo
elle era oriental ato- 0 ponto de nunca pro-
nunciar-lbe 0 non.e dia nte de mim, sem ne-
cessidade.
Helena, disse-me elle, ndo pode ficar
so, porque, em face das cousas praticas, e
comose fosse umacriancinha de tres annos.
Deixaria penetrar UdrSes no seu proprio
quarto, se elles soubessem fazer-lhe crer que
eram mendigos. Hesponderia innocente-
mente a todas as tentativas impertinentes.
Emfim, estou certo do que de volta encon-
traria compromettida ou roubada.
Confio-lhe, pois, as chaves do Aaretn,
que, bem sei. outro nome
nha singular familia,
tico.
c Ndo creia que semelhante viver tenha
fundamento era ura sy.sterna de autoridade
empregado poe mim, ndo, porque elle so
prove.n do conuueimento qoe tenho do ca-
racter adoravetmente excepcional de Helena.
Ndo sou ciumento, caxo 0 senhor pode
ter supposto, isto 6, ndo sou injusto nem
desconGado. Tambem ndo estou apaixo-
nado no sentido da posse absolute e feroz,
porque, na minha idade, charo doutor,
ama-se sobre tudo com 0 coragao, araa-se
paternalmente, maxirae quango em vdo
ndo cabe d mi
ao meu viver domes-
{Contimiar-se-ha.1
tera-se almejado ser pai durante uma vida
inteira 1
0 caracter, os gostos, e o aspecto de He-
lena prestam-so de tal modo d minha phan-
tasia que de certo eu ndo poderia almejar
mais agradavel companhia.
Sobre este assumpto eis quanto e bss-
tante saber, e pois ndo voltemos mais a elle;
mas fique bem assentado e convencionado
que 0 senhor nao se afastard da casa em
minha ausencia, e que responderd pela sa Ti-
de e pela seguranga da minha companheira.
Nada posso recusar-lhe, senhor, res-
pondi eu, nem mesmo tdo delicada incura-
bencia, perigosa para um homem da mi-
nha idade. A Sra. Brudnel aceitard, po-
rem, a autoridade deque 0 senhor me re-
veste, se porventura alguma. circurastancia
imprevista me obrigar a usar d'ella ?
Tudo esld previsto ; ella obedece-lo-
ha cegamente. Sd uma cousa causar-lne-
bia espanto : e que exigissera d'ella ura acto
de vontade ou um sentimento de indepen-
dent.
E' preciso entretanto pensar em tu-
do : se os dissabores pela sua ausencia lhe
suggerissem a idea de chamar-rae aos seus
aposentos cu de sahir comigo...
Ndo saia, respondeu elle com 'vivaci-
dade, ndo saia nunca com ella. Demais
ella prometteu-me nunca sahir sera mim
Vd, porem, aos seus aposentos tanto quanto
ella quizer ; e eu so receio que ella ndo
queiraaproveitar-se de sua agradavel com-
panhia.
Devo evitar de sahir absolutamente ?
Saia como sempre, mas esteja em casa
d tarde e d noite. Helena ds vezes tem ac-
cidentes, soffre crises nervosas de uma
certa gravidade. Ha muito tempo que essas
crises lhe ndo tem apparecido, e eu espero
que ella ndo lhe causard nenhum cuidado.
Toda via...
Fique tranquillo, porque velarei por
ella. Pretende estar ausente por muito
tempo ?
Por oito dias, no maxirao. Minha ir-
mda estd com sua familia, ndo reclama de
modo nenhum os meus cuidados, e n6s
somos mais unidos pelos lagos do sangue do
que pela conformidade de ideas. Se ella,
pois, me chama para ao pe* de si, e" sem
duvida para confiar-me alguma disposigdo
testamentaria, que ndo me cabe discutir.
Era seguida a esta conversa sirllichard
'foi despedir-so da mulher, e n3oq"i* qua
eila 0 acompanhasse ao embarque, porqw
seria mister ou que voltasse so M acompa-
nhada por mini.
Acompanbei sir Richard ao ditoerabar-
que, reiterando lhe todas as minbas pres-
cripgoes e recoramendagoes medicas ; e.
como quer que 0 visse em dia de expansdo,
e como tinhamos ainda meia bora antes dr.
partida do paquete, lembrando-me da in-
cumbencia de minha mdi, fallei-lhe d'ella,
perguntando-lhe se se lembrava de Alelia
Moessart.
Ao ouvir esse nome, elle empallidecau,
mas respondeu sem hesitacio :
A Sra. Adelia 1 a filha do bonrado ad-
ministrador do castello de Mauville ; ob !
lembro-me perfeitamero I Pode-se dizer
d'ella que era uma pessoa muito digna a
perfeita. Apreseute-lhe os meus respeitos,
e diga-lhe que nada esqueci do castello'dc
Mauville, e que, agora, que sei que 0 se-
nhor e seu filho, estirao-o em dobro. Por
que 0 senhor ndom e disse isso ha mais tem-
po ?
Porque minha mdi disse-me que a
lembranga d'esse castello ser-lhe hia penosi,
e eu sou medico antes de tudo.
Pode-se perfeitaraente record ar-me
essas cousas penosas. 0 senhor conhace-as ?
Nada absolutamente; igooro tudo
quanto diz respeito ao senhor: *
Talvez algum dia eu lhe cootetudo ;
agora c preciso separarnoo-aos. Tenha cui-
dado com Helena I
0 ultimo aperto de sua rado pareceu-me
dizer : 0 senhor me estima, e, pois, a
minha felicidade deve ser-lhe sagrada I
Eu, porem, ndo carecia de semelhante re-
commendagdo, porque a Sra. Helena nem
me perturbava 0 coraglo nem a imagina-
ry ao.
Habituado a viver parto d'ella como jon-
to de um objeeto precioso, entarrado n'uma
redoma e de nenhum uso para mim, s6 tive
receios de que Ua me pedisse para passeiar
com os seus cdes, funccdo diaria qua seu
marido desempenhava com religiose regula-
ridade.
(Continuar-ic-na.)
TM> 00 UAilk-.i BtA DUQL'B Dfi CAXUJ


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