Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17836


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Full Text
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s
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1
" I. MJMEIO 224 >m *.
-ft" '
PARA A CAPITAL E LUGIRCS O.ITDB til SE PAOA PORTB.
for tres rhezes adiaulados. *''........a # > IB00+
Por sei.dfto. idem.....,........!.'! \ \ 12*000
for am anno idem............... % 34*000
da namero avulso........."...!!!!] 9339
*
SE*TA FEHtt 2 M 0UTUBRO DE 1874
PAKA OIVfBO E
Por tres mews adiantados.....
Por seis dites idem
Por note dikes-idem
Por am im idem,
DA l'HOYl\CIV


HTU
PR0PR1EDA0E DE MANOEL FICUEIHOA DE FARM A FILHOS.
__

* ktaH. Antonio Ai d FiJho., no Par.; Gon^,e. d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose de OUreir.dPilho, no (^i; Antonio de Len... Brag., no Aracty ; iolo lUri. Julio Ch. no An; Antonio Mar 4,8*. NaUl Jo* Jo*-
Pererr. .'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxoncio Monteiro da Franca, a. Par.hvb. ; Antonio Jo* Gome., n. YHltda Penh.; Warmin* do. Suito. Bnklo, em Santo Am* ; Domingo. Jo* Co*.*.,., emaJeth, '
_____________________________________ Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna ; Joio Antonio Mtchaeo, no Pilar da* *Lg6>s $ Aires d C.,na Bahi.; e A. Xavier Leite d G. d Rio Janeire-
PARTE OFFICIAL
Ministerio Iu just lea.
DEGRETO N. 5,737 DE. 2 EE SKTKMBItO DE 1871.
A l/era u ngimento dot ca.iUin ju4tt,inria,
Iiei por bem, em virtuJo do art. 29 6. da lei
n. 2.033 de 20 de tetembro de 1871, tendo ouvido
a seccao do* negocios da justica do eonselbo de es-
tado, approvar o novo regunenlo de custas judicia-
rias, que coin este baixa, assignado pelo l)r. Ma-
noel Antoeio Duar'.e de Azuvedo, do meu conse-
Iho, ministro e secretario de estado dos negocios
da justica, que assim o tenha eoteudido e faca
(ixecular. Palacio do Kio de Janeiro, em 2 de se-
tembro de 1871, quiuquagesirao terceiro da inde-
pendencia e do iraperio.
j Com a rubric de Sua Magestade o Imperador.
Manoel Antonio Duarte de Azetido.
BEGIMENTO DAS CUSTAS JUDICIAKIAS A QUE SE
REFERE 0 DECRETO N. 5,737 DESTA DATA
Pane 1
YABEI.LA DOS JUIZES E DAS AUTORiUADiv- POLICIAES
TITULO I
MATERIA CIVEt
Capilulo I
Dos juizes de paz.
Art. L* Os juizes de paz terao :
1.* De cada conciliajao pfl'ectuada em causa :
de sua competencia 1^000
de valor de 100* a 500* ->Wi)
de mais de 300 i 10 i 000
2.o Das seutencas deGnitivas que proferirem
como arbitros :
nao haveado recurso, os emolumentos do para-
grapbo antecedent* ;
havendo recurso, os do art. 3.*
3." D cada conciliacao nao efTectuada oa a re-
veiia, em causa :
1:000
2i000
sendo a causa de sua compe-
De lOOj a 500s
De mais de 5103
Nada levarao
lencia.
4. Das sentencas definitive proferidas nas cau-
SM de sua competsticia e cujo valor nao ei-
ceder :
A 50* 500
A 100$ 1WJ0O
Nada levarao nas causas at-; 10 >
5.* Da apposic.ao de sellot nos cases de fa lien-
.-ia, sendo a massa faliida arrecadada :
Ale 5:0001 5,000
Alem dessa_ quantia 10)000
Perceberao emoluments dobradas se a arreca-
da(ao liver lugar f6ra da eidade ou villa.
Art. 2.* Os juizts de paz so terao os emolumen-
ts marcados no artigo antecedente, considerando
*e gratuilos e compensados pelw.s mesmos emolu
rnentos todos os mais actot que praticarem.
Capilulo 11
Djsjnizen do cive!.
Art. 3.* Das sentences proieridas sobre o panto
principal da causa, quer aeja ordinaria, summaria
ou execntiva, e sobre excepcoes pereuiplorias, re
ceberao emoljmentos calculados conforme o valor
cia causa ; e assim se fur :

8500
ISOOO
2:000
35000
4^000
5^000
Ate oiOJ 2;000
De 5005 a 1:000: 3^000
De i.OOOJ a 2:000? 4Jt00
De 2:000i a 4:0005 5i000
De 4:000j a 8:000S 65 Be 8.0005 a 16:0005 105000
De 16:000; para cima 203000
be 0 processo u;:o termioar com 0 julgameuto
da^xcepcao peremptoria, nao levarao novos emo-
iamentos pelo julgamento linal ; c os autos se fa
tio conclusos com 0 preparo feito para excepgao
peremptoria.
Art. 4." Das sentengas deOnitivas proferidas so-
ire embargos de tetceiro senhor e possuidor, ou
f rejudicado, e sotire artigo. de prefsrencia ou ra-
leio, terao os mesmos emolumentos marcados no
artigo antecedent*, regalando-se a respeito da-
quellas pelo vabr dado ao objetto dos embargo?,
% quanto a estas pelo liquido re>:oihido a deposilo
ou valor do objecto adjudicado, acerca do qual se
liver diputado a prefe'reniia ou rateio.
An. 5.* Das que forem |)roferidas sobre embar-
gos oppostos a sentene. ou a sua oxecuQSo (qnal-
<;uer que seja a na'.ureza delies;; sotre arligos de
iiquidacao, ou \;\.i.i., y., por arbitros, terao a me-
xade dos emoluments da mesma ordem e proper-
-.ao marcadas para as sentences detinilivas.
Arl. 6." No caaode reconvenrjao, 0 pedido desta
ae juntara ao da accao para se calcularem os ema-
iamentos ; mas haveado no processo assistentes,
cu oppoentes, nao augaia>tar-se-hao por isso 03
emolumentos.
Art. 7.* Das senten$as proferidas iobre excepcoes
dilatorias, justifieagCes, incidentes ou preparatorias,
artigos de attentado, de habilitacao e cutros inci-
dentes, tanto na ac^ao como na cxecu;ao, (jual-
quer que seja 0 valor e natureza da
causa 2 000
Art. 8. :
1." Das fenteccas sobre justifica-rDes
(.ara embargo ou sequestro, e manaddo
le detengao 3-000
2. Da sen'-eaca Saal sobre a subais-
teneia ou insubsistencia do embargo, se-
c,uestro ou detengao, qualquer que seja
. valor da causa 3 000
Art. 9. Das sentences sobre quaes-
quer outras jusiifkacSes, das que se ti-
verera de proferir em processos em que
cao nouver designa^ao de valor, das qua
julgarem desistencias ou composiijoes
amigaveia, fianjaj, protestos, contrapro-
lestos, e das que homologarem quaejquer
aclos 20 0
Art. 10. Das ssntcajas de condeir.na-
oao de preceito, qualqaer que ssja a
iiuantia confessada 2:000
Art. 11. Das sentengas de absolvicao da
instancia, e das que te proferirem na ac-
cao dejuramento d'alma, qualqaer que
pedido
obrigados ."-. 25000
Art. 18. Du cada jurainento que defe-
rirem, qualijuer que seja 400
Art. 1'J. Da inqniricio de cada testa-
unntia ou infoniianie, e do depoimtnto
jqh tomarkm das parte* 1 -.00()
Art. W. Do exame a qne presidirem, de antos, I
papeis e livros
em sna casa ou na andiencia 3:000
Tora dejlas 6vO00
Art. 21. Das cartas de legitimacio, ou
de adopcao e de insinuacio de doacio 10.000
Das provisoes de opere iemoliendo e ou-
jnts'qaat> Art. 22. De cada folha de livro, cuja
abertura, numera'.ao, rubrica a encerra-
memo Ihes competir |im>
Exeeptnam-se os livros dos escrivitosque peran-
te ellcs servirem, dos qaaes nada perceberao.
Art. 23. De cada objecto ou lote arrematado,
movel, se-movente ou de raiz
Ate 50$
b too 9
SOQS
1:0001
2:0005
4:000}
E daiii para cima os mesmos emolumentos laxa-
dos no art. 13.
No caso de adjudicacad terao 0 raesmo, oalcula-
do sobre a avahacao delta.
Art. 24. De cada diligencia a que forem :
-dentro da eidade oa villa 101000
fora da legua da eidade ou villa ou no
mar 305000
Outrosira Ibes sera prestada condaccio por quern
mais intere^se liver no andamento da causa, sendo
a respecliva despeza contada nos autos a vista dos
documeotos delies constantes.
Nas diligencia* comprebende-se a arreeadacao
de herancas e raassas faliidas, descripcao e avalia-
i;ao de bens, vistorias, demarcagoes, divisOes, me-
difdes e arbitramentos.
Art 23. K se a diligencia nao poder
for c ncluida no mesmo dia, levario de
cada dia que accrescer \t 10:000
Nestes emolumentos comprebeade-se os mais
aclos que praticarem por occasiao e causa da dili-
gencia, oa que aella ae envolverem.
Art 26. Se -j exame ou diligencia (arts. 20 e
25), podeodo facer-se em casa do jois, ou na au-
diencia, se praticar fora deltas a reqaerimento da
parte. 0 excesso do amolumento sera a custa da
parto reqaerente.
Art. 27. Se par qualquer caasa e nao por facto
on omitsao do jaiz ou da eserivao, se nao offec-
toar a diligencia depoi de terem estes sabido de
nas casas, vencerao OB emolumentos oa forma
do art. 24, como se a diligencia se tivesse effec-
tnado.
Art. 28. Quando 0 jaiz se transportar ao mes-
mo lugar para praticar mais de urn arto ou dili-
gancia, relalivo* a duwsas causas ou pessoas, ai
custas da conduccao serao entre ellas raleiadas, e
as de esuda se dividirlo iambem em proporrao da
demora da diligencia respectiva.
Art. 29. Nas causas, cujo valor nao execeder a
500J, perceberao somente a meiade dos emolu-
mentos taxados neste capitulo, salvos os que vao
esp3cialmente attribnidos a essas causas.
Capitate 111.
Dos juizes do commercio.
Art. 30 :
1.* Do despacbo de abertura de fallencia 25000
2." Do despacbo da qualiflcacao da fallencia 0
raesmo emolumento do art. 3', calculado sobre 0
activo arrecadado.
3. De assistirem a reuniao de credores para
concordatas, moratorias ou prestacao de contas :
Sendo ate 20 credires 10a000
Sendo mais de 20 credores 20j000
4." De assistirem a outra qual>iaer reuniao de
credores metade dos emolumentos do paragrapho
antecedente.
Art. 31. E' extensiva as causas commerciaes
disposi^ao do art. 29.
Capitulo IV.
Dos juizes de orphaos e ausentes.
Art. 32 :
Art. 41 :
!. Das decis5es de aggravo3 5'000
2. Dos julgameotos em 2* instancia 0 dobro dos
emolumentos taxados para os juizes de paz e mu-
nicipaes era instancia.
Arl. 42 :
1.* De tomarem contas aos tatoraa, UWamoa-
teirbs 0 mesmo que esta tnareado para os juizes
de orphaos e provedores de capellas e residues na
tomada dessas contas.
2.* De reverem as contas ja tomadas nada le-
varao.
TITULO II.
MATERIA POLICIAL E CRIMINAL.
Capitulo I.
Das autoridades polieiaesejnizes crimiuaes.
Art. 43. De assistirem pessoalmente :
1.* .V formacao de corpo de delicio di-
recto ou indirecto ou outro qualqaer exa-
me 3S000
2.* A qualquer busca, nao sendo ex-
offleio 6:000
Art 44. De cada pessoa pelo juramento
que deferirem, qualquer que seja $300
i Art. 45. Do interrogatorio de cada reo
e da inquiricao de cada testemnnha :80u
K Art. 46 :
1." Dos julgamentos de fianeas deGni-
tivas 3.000
2.* Das suspeicoes 3.000
3. Nos crimes cuja deeisao Qnal lhes
compete 3i000
Art. 47:
1." Da pronuncia ou nao pronuncia 3:000
2. Dasustentacaoourevogacio deltas 3:000
Art. 48 :
1" Das sentene.as que obngam on oao
termo de bem viver oa segurao^a.
2,000
3:000
ItOOO
Ate 5001
D 2:000i
4:000s
)) 8:000i
1) 12:000j
20:000i
Dabi para cima

?eja 0 pedido ItOOO
Art. 12. Das sentenf;3 que como arbitros pro-
fetlrem perceberao os eraoFumentos marcados no
art. !., % 2." aos juizis d3 paz nesta qualidade.
Art 13. Das partilnas feitas iudictalmente per-
tc'.c-rao :
ate 1:000= 25000
7. d'ahi para cima If- em cada cento de rels ate
a quantta Co 50:000* exclusive, de modo que 0
maior emolumento das panilhas, qua quer que
aoja 0 valor destastnunca exceda a 505.
E 0 mesmo terao da sobrepartllha, assim como
do calculo quando nouver um si herdeiro ou for
naceasario para pagamento dos direitos na-
cionaes.
Das partiibas e sobrepartilhas feitas amigavel-
v Lionte terao meiade dos emohunentoa,
/ Da eraenda da partilba ou sobrepartllha nada
pereeixrao.
A estes einolamentjs (era iireAo 0 juiz que
j,ouver feito ou deliberado a partilha ou sobrepar-
lilka.
0 que somente a julgar perceberi oJOOO
Art. 14. Das contraminutaa de aggra*
vftS. ou despachos que os repararem 2J000
Art. 15. Da assignatura de mandado3 300
Art. 16. Da assignatura de quaesquer
^strnmentos, precaterias, alvaras, editos
c, ediues que se asiignam conj c none
pTiniarp -JOO
!. Da assignatura do cartas de emancipagao ou
supplemento de idade SjOOO
2. ProvisSo de tatella 4,000
3. Alvara de snpprimento de licenca para ca-
samentoou autorisacao para este flm" 3;000
4. Dito de qualquer outra autorisacao 2g000
5." Do julgamento das contas de tutellas, segun-
do cs rendimentos annuaes :
1*000
2;000
3.000
5:000
8:000
125(00
20j000
Art. 33. Como juizes de ausentes, nas arrecada-
c5es e arrematacoes dos bens de que te*m porcen-
tagera, receberSo por ametade os emolumentos
marcados para os juizes do civil.
Art. 34. Aos juues de orphaos nunca se podera
contar maior estada que de tres dias, qualquer que
seja 0 excesso desse numero de dias que gastem
em inventario fora de suas residencias.
Em tudo se regularao pelo que vai marcado
para os juizes do civil, inclusive a disposicao do
art. 29.
Capitulo V.
Dos juizes dos feitos da fazenda.
Art. 35. Em todos os actos qne praticarem e sen-
tences que proferirem, terao os emolumentos ta-
xados para os juizes do civil; sendo-lhes applica-
veis as regras dos arts. 29 e 33.
Art. 36. Quando a fazenda pnblina decahir da
cada obrigado ou parte contraria
2.* De toda e qualqaer deeisao que
ponha termo ao processo, oa sobre pres-
criprao oa pererapcao
3.* Da qne sttneote julgar 0 laocamen-
to, tendo de continuar a accusaeao por
parte da justica
Art. 49 :
"1. Do jolgamento da graea de perdao, modiilea-
cao ou eommntacao de pena
em crimes afliancaveis 6:000
em crimes inafflancaveis 123000
Nada terao sendo 0 agraciado pessoa miseravel.
2." De quaesquer mandados oa galas *300
3.* De editaes ou alvaras quaesquer $500
4.* Sera sempre gratuita a assignatura do al-
vara de folha corrida a do mandado de soltura.
Art. 50 :
!. Os emolumentos devidos pala iaqairicao de
testemunhas ou informantes a pelo inlerrogalorio
dos r6os nos inqueritos polieiaes serao por meiade
dos que vao taxados neste capitulo.
-' Nenhura emolumento no caso de averigua
g5es polieiaes ex-offlcio, das quaes nao reculte
processo.
Capitulo II.
D01 juizes de direito em 2* instancia.
Art. 51. Das sentengas proferidas :
!. Sobre recursos que para elles se te-
nhatn interposto
2.* Sobre a; pellacoes
Capitulo 111.
Dos presidentes do jury.
Art. 52. De presidirem a cada julga-
mento, inclusive os actos que nolle prati-
carem
Capitulo IV.
Dos auditores de marinha.
Art. 33 :
l.0 Nos processos, cujo conhecitnento e deeisao
final Ihes compete, perceberao os mesmos emolu-
mentos marcados para os juizes crirainaes.
2.* Nas arrematacoes de que tem porcentagem
receberae metade dos emolumentos do art. 23.
Capitulo V.
Disposicoes geraes.
Art. ai :
1." Quando a municipalidade for condomnada
nas custas pagara somente a metade destes emo-
lumentos, e os juizes, escrivies e mais empre-
gados a quem competirera perderao a outra me-
tade.
2." Nas causas em que 03 proraotores decahirem
a camara municipal sera obrigada somente as cus-
tas desde 0 ponto em que os mesmos promotores
loraarem a accusajjo.
Parte II.
TABEIXA DOS TRIBUNAES.
TITULO I.
1.2 De qualque? juramento *6)
Ar. 67 :
*T>as licencas que Ihes compete eon-
e9 ,:Ds ordtms que expeJirera tWOO
3." De assignatura em anto de exame 2 iO0O
*f. Pi ovisao para prorcgagio de inveu-
tario ^1 ,:;. 2?000
5. Trmo do Qanca 2;000
6.* Prov-sao de advogados nao foraw-
dos SHOOB
7. Provisao de solicitalores 10:000
Art. 68. As cartas de sentenca serio assignadas
pelo presidente da relacao com 0 relator, compo-
tindo ao mesmo presidente 0 exame e contagem
dellas, e tambem dos traslados, os quaes serao le-
vados a sua presence para esso flm.
Art. 69. Do exame das cartas de sen-
tenja a traslado g 000
Art. 70. Nao 3e extraWra sentenca quando a
I'ondewiaQao for so nas custas.
Hartc III
TAUPF.LA DOS rROCUHAOoUBS PARTinLXAMS E
Fl'BUCOS.
TITULO UNICO
Capitulo I.
Des advogados.
Sec^ao I.
Materia civel.
Art. 71. Os honorarios dos advogados serao con-
tadose exigidjs conforme a importancia das,cau-
sas por este modo :
i Sendo a causa ate 5005 metade dos emolu-
inentc* taxados nos artigos seguintes :
2. De 500} ate 10:000} os emolamentos taxa-
dos nos artigos seguintes.
3.0 De 10:000} ate" 20:000} metade maia dos
emoJamentos taxados nos arligos seguintes.
* De 20:0005 at6 30:000} 0 dobro dos mesmos
eroiiluaeutos.
5.' De 30:0i?0? para cima 0 tresdobro dos mes-
mos emolumentos.
An. 72 Aos advogados conlar-se-ha de cada
Peiicto:
1. Para couciliacao, qualquer quo
seja causa
2* Para principio de ac^o era qua se
nilo da libeilo
3.* Para embargo ou arresto, mandado
da detencao, sequestro, embargo de obra
nova
4. Offerecida por embargos
3." Servindo do libeilo nas accoes
ordinarias
6.* De qualquer outra p.ticao
Art. 73 :
1.' Libellos, embargos de terceiro
da1tes^muuhirki0 Wh*** ea' maMa *j actos que lhe? e Permedo
1 ,tt 3*000 P""alicarde no te e forem oara elles cha-
3. De assistirem a qualquer acto judicial fora-"-"*-----------------"
da ctdadraa villa, o mesmo que vai marcado para
3*000
como
3:0C0
C5000
63000
6}0t0
12i0O0
2;oooJ
se-
ubora possuidor, ou terceiro prejudica
do, ar" gos de
4S000
55O0O
13; 000
Art. 17. Da assignatura de cartas de
rehe
sob sua responsabilidade
ntenca, comprehendido 0 exame dellas,
^quo fleam -
ac^ao, qualquer que ella seja, nao sera obrigada a
pagar emolumentos ao juiz e aos empregados do
juizo que tiverera vencimentos pelos cofres pu-
blicos.
Art. 37. Nao terao emolumento algum pelos
actos que praticarem nos processos promovidos
ex-offlcio, ou a requerimento do prccurador fiscal
no interesse da fazenda putlica, como sao : os in-
ventario?, demaicacSes e descripcoes de terrenos
e predios nacionaes e sua incorpora^Io, e quaes-
quer ouiras di igencias em que nao houver con -
lestacjio ou opposiflo da parte.
Capitulo VI.
Dos juizes da provedoria.
Art. 38 .
1.* Da abertura e cumpra-se dos testa-
rnentos e codicillos 2,000
2. Da sentenca de reduceio de testa-
mento a publica forma 10,000
Art. 39. Da tomada de contas de capellas, segun-
do 0 rendimento annual :
Ate
200;
IfOOO
4JO0O
51000
8000
10J000
de reis
exeder
600c
1:000$
4:000B
10:6005
Dahi para cima 500 rs. em cada conto
que accrescer, mas nada pela fraccao que
ao ultimo conto.
Art. 40:
i. Do julgamento das contas de testa-
mento, alem de 1 % do residio nos ca-
303 em qua os houver
2. Em tudo mais se regularao pelo .,
marcado para os juizes do civil, gaardadas as dis-
posicoes dos arts. 29 e 33.
Capitulo Vll.
Dos juizes de direito em 2* instancia, e em cor
reieSo.
51000
que vai
<
DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTICA.
Capitulo unico.
Dos exolumentos das revistis.
Art. 55 :
!. Do preparo das revistas
civeis fOSOOO
crimes 65000
2. Estes emolumentos, mantida a actual isencao
dos presos pobres, serio applicados e distribuidos
conforme as disposicSes dos arts. 4 e 5* do decre-
to de 30 de outubro de 1835.
Art. 56. Igual applieacao e distnbuicao terao os
demais emolumentos que ficam competiodo ao se-
cretario e ao official maior pelos actos judiciaes,
sendo esses emolumentos os mesmos que vao taxa-
dos no presente regimento para os escrivaes do ju-
dicial e secretados das relacdes.
TITULO II.
DAS RELACOES.
Capitulo I.
Das causas civeis.
Art. 57- 0 preparo das causas civeis que tive-
rem de subir a conclusao do tribunal se rogulara
da mancira seguinte :
sendo 0 valor dellas ate 2:0005000 105000
-10:000:000 15:000
: 20:000;00) 205000
Art. 58. Do julgamento de embargos ao accor
dao, a metade destes emolumentos, qaer haja nm
ou mais embargantes.
Art. 59. Dos aggjavos, cartas testemunbaveis,
artigos de babilitacao e de suspeigao, desistencias
e coraposicSes 5ti 00
Art. 60 :
1.* Da assignatura de ordem citatoria
e de inquiricao
2. De qualquer juramento que deferi-
rem
3.* E' 0 mesmo dos mandados.
Art. 61 :
!. Das prorogates de tempo
ventario
2.* Dos recursos de qualificacao
Art. 62. Dos relatorios escriptos nos au-
tos
Capitulo II.
Das causas crimes.
Art. 63. De cada processo de appellacao cri-
me, qualqner que seja 6;000
E' 0 mesmo emolumento dos recursos.
Art. 64._ Nos processos de responsablidade co-
brar-se-bao em dobro os emolnmentos qua tdm os
juizes de direito. nos processos, cujo conbecimeoto
e deeisao final Ihes compete.
jCopttutoin.
Disposicao geral.
Art. 65. Estes emolnmentos serio cobrados e
repartidos pela mesraa maneira ate aqui prati-
cada.
Capitulo IV.
Dos presidentes das relacdes.
Art 66: ^
l. Das distribuicoes dos processos 600
preferer.cia ou rateio-de
cada um destes articulados
2.* Centrariedades a estes artigos, nao
sendo nr simples negaajto
Art. 7i : ^^
t.* De embargos oppostos as notiiica-
>;6V. as assigoa;5es de dez dias a a qual-
quer accao summaria oa execativa, ou
a quaiqucr procedimcnto que seconteste
por este meio
2.* Da contrariodade a esses embargos
3. De cada replica ou treplica
Art. 73:
1. Artigos de acc4o summaria
2. Contcstacoes a esses artigos
Art. 76:
1." Exceproes dilatoiias ou peremp-
torias
2." Da contrariedade ;is excep;oes
3." De cada replica ou treplica
Art. 77 :
!. Contranedados, replicas e trepli-
cas p.r nega^ao, e qualquer reaue-
rimnto nos aut^s
2. Resposta nos autos sobre qualqaer
cxigencia ou requerimento
3." Qnesitos pari qualquer exame ou
vistoria
Art. 78. Artigos de habilitacao de at-
tentado e outros incidentes na's causas
Art. 79 :
!. Embargos oppostos As sentences ou
na execucao de qaal.juer natureza que
sejani
2. Impugnacao e sustontajao de caJa
um drstes arraioados
3. Minuta da aggravo de' peticao ou
de instrumento
Art. 80j
1.* Razoes finaes sobre 0 ponto princi-
pal da causa, c sobre todos os artigos que
tivere.Ti procedimeuto ordinario, de ap-
pellacao ou de reviita civel, tendo havi-
do contesUcao
2. Tendo corrido a revelia
Art 81:
1." Ditas na? causas sammarias ou so-
bre artigos incidentes das ordinarias
ou summarias, tendo havido contes-
tagao
2. A' revelia
Art. 82 :
1.* De inquiricao e reinquirifao de ca-
da testemunha
2. Deassistirora a qualquer acto judi-
cial que nao seja 0 de inquiricao de tes-
temunhas dentro da eidade ou villa
13.000
6-.000
15:000
15J000
65000
10/000
10/000
os escrivaes.
Copfttifo III.
Dos_ curadores goraes dos orphaos.
Art. ^0;
!. Respostas era petiooes das ptrtes,
por ama so vez 3/000
2.* Respostas era autos 4/000
3.* Este emolumanto se repetira todas as vezes
que Ihes ompetir oflkiar, segunlo os terrace do
processo; porem se sobre os mesmos termo. de
processo tiverem de dizer mail de uma vez, nada
mais ven-serao.
4." Offlcios sobro declarafoes do inven-
tario, depois de encerrado, e sobre contas
de tutores, curadores, por uma 36 vez era
primeira instancia
Art 91. Nos mais actos que praticarem
a Ivogados legitimos dos menores e pessoas misera-
eis, se estes forem vencedores, 0 raesmo qua se
conta aos advogados, satisfeito pelas paries ven-
cidas.
Capitulo IV.
Dos promotores liscaes de capellas e residuos
Art. 92 :
1." Resposta em requerimentos de parte 3/000
2. Offlcios ou proraocoes nos autos por
uma sotez ijooo
3.* Sendo, porem, sobre contas de tes-
tamenteiros e administradores de capellas
por uma ?6 vez 3/000
Art. 93. E' applicavel aos promotores liscaes de
capellas e residuos a disposicao do art. 91.
Capitulo V.
,. Dos solicitadores dos residuos.
Art 94 :
1." Das citacoes e lancaraentos qua fizerem ou
accusarem em audiencia, 0 mesmo que se marcou
para os procuradores judiciaes.
2." Pelas modificacoes contra os tes-
tamenteiros quo depois de notificado3
mostrarera ter cnmpndo em tempo 0 tes
tamento
inados ou requeridos, terao mais 10/C00
Art. 105. Os tabplliaes sao nbrigados a declarar
0iAscriptaras e mais papeis laocados nas nous.
assim eomo nos traslados, eertidces e pablicas
tormas, a importancia da paga oa salario que re-
cetwrem, em conformidtde e sob as penai da
ordenacao livro Utalo 78 e as deste regimeato.
qual eonber.
Art 106. Sao tambem obrigados a rabriear
pessoalmente os traslados oa pablicas for mas e
certidoes em cada uma de suas folhas, quando te-
nham mais do que uma folha, sera quo levem Del*
rubric, salario algum.
Cipituto 11.
Dos officiaes do registro de hvpothecas
Art. 107 ;
3J00O
1/000
500
1/000
1/300
3."
duo.
5/000
E nao 0 tendo enmprido 2 1/2 0/0 do resi-
Cnpitulo VI.
Dos promotores publicos.
Art. 95 :
!. Pelas respostas nos autos sobre re-
querimentos de lianca 5/000
2. Pelo libeilo de aecusacio 6/000
3* Razoes de recurso. appellacao ou re-
vista
4 Resposta nos autos sobre a desis-
teneia da accusaclo, prescripcSo ou pe-
rempjao da accao
Art. 96 :
1.* Da sustentacao da accusacao
perante 0 jury
em qualquer outro juizo
2.' De assistirem a formacao da calpa
oa qualquer outro acto do processo qua
exija a sua presenca
Parte IV
TADELLA DOS OFFICIAES KDICIAES.
TITULO I
DOS TABELLIAES.
Capitulo I.
Dos tabelliaes de notas.
Art !7. De cada e9criptura que fizerem nos
livros de notas, inclusive 0 primeiro traslado :
10*000
5/000
10/000
5/000
5/000
500
2/000
1/000
500
1/000
2/000
8/000
to/coo
50i000
2/000
iO/000
8/000
6/000
para m-
23000
tf 000
15:000
65000
35000
12/000
fora da eidade ou villa ou no mar, 0 dobro do
que tem os juizes.
Art. 83. Offlcios corao curadores in-litem de
menores ou pessoas miseraveis, 0 mesmo que vai
marcado para os curadores geraes.
Art. 84. De cada citacao que accusa-
rem, ou requerimento e lancamento era
audiencia 2/000
Secgao II.
Materia criminal.
Art. 85 : i
1.* De peticTn de queixa ou denuncia 6/000
2.* De qualquer outra peticao 2/000
3.' Libellos 15/000
4.* Contrariedade a este9, nao sendo
por negacSo 15/000
Art. 86:
I.* Razoes de recurso, de appellacao
ou de revista 30/000
2.# De accusacao ou defeza nos proces-
sos polieiaes e que cabem na alcada do
juiz 30/000
3. De accusacao ou deteza perante 0
jury, perante a relacao, ou perante 0 su-
premo tribunal de justica 60/000
4. Oe arbitramento de flanca ou raulta 3/000
Art 87. De assistirem a inquiricao a
reinquirigio de testemunhas, ou a qual-
quer acto du processo 5/000
Capilulo 11-
Dos solicitadores.
Art. 88 :
1." De cada causa qne agenciarera no
juizo de primeira instancia perceberao,
por mez 6/000
Descontar-se-ha, porem, toda a interrnpcao ex-
eedente a 8 dias que a causa tiver era seu anda-
mento.
2.* Das appellacoe. e revistas ale 0 pri-
meiro accordio 12/000
3." Ate cada nm dos outros accordios,
inclusive 0 de revista 12/080
Art 89 :
1.* De cada citacio que accusarem, ou
requerimento que fizerem em audien-
cia /700
1* Ate 1:000/
10/000 2-' De 1:000/ a 2:000/
10/000 3.' E dahi para cima mais 1/000 em
5/000 cada conto de reis, nao excedendo,
porem, 0 emclaotento de
4. De cada e-cripto que lanoarera
em suas notas ou registro, alem da
3/000 rasa
(ut. 126 e seguintes.)
Art. 98 :
1 Das precaucoes, as quaes de ora
6*000 era diante so podem ser feitas no li-
vro da3 notas, independente de dis-
6/000 tribuicao a incluido 0 primeiro tras-
lado ^^ooo
2. Para facilidade do expediente deste service-
poderao os tabelliaes ter livros abertos, numera-
123000 dos, rubricados 0 encerrados pelo juiz corapeten-
te com folhas impressas e claros preciso3 para
12/000 as projuracoes, podendo tambem dar os trasla-
dos em folhas semelhantas.
10/000 3.' Dest is procuracoes impressas 0
emolumento sera 25000
4." Se, porem, houver mais de um
outorgante pagara cada um delies
ma;s 1/000
Exceptuam-se as procuracoes de marido e mu-
30/000 iher, irmaos e coherdeiros. para 0 inventario e
heranca comraum, universidade, cabido, con.-elho,
irmandade, confraria, sociedade commercial, scien-
tifica ou artistica, que pagarao como um so
outorgante.
5. Por substabelecimento ou outorga em pro-
curacao ja feita, perceberao do raesmo modo de
cada outorgante, com as excepcoes supradecla-
radas 500
Art. 99 :
l.a De cada lestamento ou codicilta
que fizerem no livro de notas
2." Da approvacao de testaments
ou codicillo
3.' Do reconbecimento de cada fir-
ma
E nada mais do 50/, qualquer que
seja 0 numero das tirmas
4." Sendo a approvacao do testamen-
to ou codicillo fora do cartorio mais
5.* E sendo a approvacao de noite
que esta marcado.
Art. 100. Dos exaraes que fizerem em livros,
documentos ou firmas para verificajao de falsida-
de ou de qualquer outro facto, ainda que seja fora
do cartorio c/000
Art. 101 :
1.* Dos instruments qne derem de
posse que se tenha tornado 6/000
2.* Das certidoes que derem de sens livros de
netas on registros, assim como das publicas for-
mas que tirarem, perceberao 0 raesmo que vai
marcado para os escrivaes do civel pelas cirtidoes
e traslados, com igual numero de letras e iinbas.
Art. 102 :
1.* Do ponto de uma letra de cambio ou
da terra, escripto a ordem ou nota pro-
missoria, cujo protesto lhes for reque-
rido 0
I.' De cada iuitrumento de protesto
inclusive 0 registro
3. De cada intimajao qua fizerem para 0 aceite
ou pagamento dos ditos titulos, bem como de
cada notificacao do protesto, 0 mesmo que tem
os escrivaes do civel pelas citac5es.
4.* E terao metade pela certidio de nao intima-
gao e nio notificacao nos casos acima.
5. Quando a notificacao on intimacao for feita
pela iraprensa perceberao mais as despezas com a
impressao dos editaes.
Art. 103. De cada instrumento fora das
notas que Ihes for requerido, alem dos
acimamaocionados 2/000
Art. IKTi
f Das buscas nos livros de notas ou registros,
0 rae3mo qne teem os escrivJes do civel pelas
buscas nos livros de sens cartorios; assim como
tambem terao 0 mesmo que esta marcado para
estes, quando forem exercer os actos de seu officio
fora de sens cartorios.
10/009
6/000
400
10/000
dobro do
1/000
2/000
De cada inscripcao ou transcriprio
(Art 9i. Do regulamento hypothecafioj
2 De averbacao (regulamento citado)
3 De cada refereucia aos numeros de
ordem e paginas do mesmo livro em qne
fizerem a inscripcao ou transcripcao
(Regulamento ritado art. 95)
4 De cada referenda aos numeros de
ordem e paginas dos outros livros
5." De cada indicacao no indicador real
ou pessoal, comprebeudidas todas as re-
fereacias
(Regulamento citado art. 93)
6.* Pelas certidSes e buscas terao 0 mesmo
que os tabelliaes de notas.
(Regulamento citado art. 94.)
" Quando as partes alem da transcripcao por
oxtracto quizerem a transcripcio de t*r6o ai
verbunt os emolumentos serao duplicados.
(Regulamento citado art 99.)
TITULO II.
U>S ESCRIVAES DE 1* E 2* INSTANCIAS.
Capitulo I.
Dos escrivaes de instancia no civel.
Art 108 :
I." De cada pessoa citada cu notificada
quando as citacoes ou no;ificacoes forem
feitas em audiencias
2." Quando forem por carta
3." Quando forem feitas pessoalmente
E alem de*te salario terao mais 0 que esta mar-
cado para as diligencias fora de seas car'orios.
Art. 109. De autoacio feita no carto-
rio ou em virtude de accusacao em au-
diencia.
Art. 110. De mandido e pre ca tori a que
passarem
Art HI. Das procurable* e substabe-
leciraentos opud-acla
Se, porem, houver mais de um outorgante pa-
gara cada um delies, gaardadas as excepcoes do
art. 98, mais 500.
Art 112. Dos termos que lavrarem
nos auto9, exceptu?dos sonente os do ar-
ligQ. sguinte l/OOtf
Art 113. Dj cada termo de : ,
deslstencia ;
transaccao ;
lianca ;
cessao de hypotheca ;
quitagao ;
0 mesmo que vencerem os tabelliaes pelas escria-
tnras. r
Art. 114. De cada pregao de bens que
tem de aodar em prari .-1)0
Art. 115 :
!. Das provisoes de opere demoliend<>,
e das que pas-arem para 0 exercicio de
lualquer officio 3/000
2. Das cartas de legitimacao ou adop-
cao e das insinuates de doac,"n 6/000
Art. 116. De cada rubrica que fizerem
nos autos, livro, documento ou papel a
requerimento da parte e despacbo que
assim 0 detcrmiao n
Art 117:
1." De cadi guia quo passarem nos au-
tos, ou fora delies, para pagamento de
imposto ou para deposito /30O
2.* Se, porem, as guias contiverera 0
calculo feito nos autos para pagamento do
imposto, e as declaracoes exigidas pelo
art. 43 do decreto de 13 de dezembro de
1860 uooo
J Da ceriidao que passarem nos autos
do desentranhamento da papris, compre-
hendida a nota lancada nos mesmos pa-
Pels y8O0
4." Das mais certidoes verbo ad verbum /600
5." De cerlidoes narrativas, ou que con-
sistem no relatorio dos autos 1/000
6. De informacdes a requerimento das
artes 1^000
Sada, porera, receberao das informacoes deter-
minadas pelos juizes, e das que deverem preslar
em razjio de sens offl:io, ou para evitarem res-
ponsabilidade.
Art. 118 :
1.* Da auto de penhora. embargo, se-
qnestro, prisio ou detencao, ou de qual-
quer outro que lavrarem 3$000
2. De auto de inventario, do de par-
tilha, inclusive os juramentos que nellc
se houverem deferido 3iO0O
3. Dos de vistoria, exame, posse a ar-
rolamento 6i000
Art. 119 :
1. Por descrever 0 inquerito de cada
testemunha prodozida era juizo, e depoi-
mento de partes 3)000
2." Havendo* repergunta ou reiuquiri-
5*2 kf*
3. Nao receberao quantia alguma a litulo de
estada quando a iaquiricao se fizer era casa do juiz
ou no anditorio.
4.' Durando a inquiricao mais de 6 boras te-
rao 0 dobro do emolumento devido pelo depoimen-
to ou depoimeotos tornados na hora ou horas, que
excederera 0 tempo marcado.
Art. 120:
!. Nada receberao pelas buscas de papeis, pro-
cessos findos, ou parados atd 6 mezes.
Passado, por6m, es-e tempo perceberao :
at6 um anno IjOOO
de um anno a dous 2/Ou\>
de dous ate trinta 5/0X0
2.* Passados trinta annos perceberao 0 que coa-
vencionarera com a parte, que procurar papeis oa
processos findos, oa parados durante esse tempo.
3. Se a parte apontar 0 anno e achar-se o pa-
pel buscado. qualquer que seja 0 tempo decorrido
0 emolumento da busca nao excedera a 10*000
4. Das buscas de livros que por lei sao obriga-
dos a ter em seus cartorios, perceberao metade do
que Ibes fica marcado para os processos e pa-
peis.
Art 121 :
1. Em todos e quaesquer actos de seus
offlcios qne tiverem de_ praticar fora dc
seus cartorios, a excepcao dos do audien-
cia, de praca feita a porta de Juiz oa do
seu auditorio costuraado, e dos termo*
ds juramento, c das ditligencias a que
sao obrigados ex-offlcio, perceberao, alem
do qne por taes actos Ibes fica marcado 6/000
1* E' applicavel a hypothese deste paragrapho
a disposicao do art. 26.
Art. 122. Nas ditligencias a qne forem fora de
uma legna da eidade oa villa terao metade dos
emolumentos marcados par. 0 juiz no art. 24, e >
mesraa estada fixada no art. 25.
Art 123. Quando a diligencia se nio effectotf
por facto qne nao seja do eserivao qo do juiz, tea-


;



~
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J
.^______~_
MA-
de Pomambuco Sexta teira 2 de Outabro de 1874
^L H,iAtCI/t___________
do saaerie safflB*? s>S esftorin, vencerri estada I Art. 1. De respoBierem is folhas eor-
como se a dilig<*cia se tivesse eftecUade. Titos, -de cada pesi BttR*s c
Art. 124. .% wtte qua tiver reqaerido a dili-
cencia, ou h tor interessada no andamentd da
causa forndeera a conduccao neeessarla aos escri-
S200
causa, forndrie+a a conduccao
vies e mais etrmrvgados, junlando-se aos autos
nma na e* despeza respeetiva para se contar
afinal.
ATt. 125 :
: Dos termos de arreraatagao, qfler sejam es
bens moveis, semoventes de ran perceberao
do* arrematantes : ,
Ate o valor de 300J *
Ate o valor de 1:080* -3*W>0
E d'ahi para cima t J e cada onto
4e reis, nunca porem, excedendo de #tHK>
2. Se a %rrematagao nao fSr feita no logar do
costume, v naerao mais a e?tada, qae sera paga
pela pane que a tiver roquerido (art. 111).
Art. 126. Dos traslados qae tirarem dos proces-
#os no todo ouem prte, das cams testemunha-
veis, ciutorias, de penhora, embargo, sequestro in
qairigao, rogaloria e de outras quasqner que pas-
sarem em deprecaaa ; das cartas de editos e edi-
taes de praca, e detodos os nuts iastrumentos que
extrahirem dos aatos, perceberao vinte reis por
liDlia ou regra, que nao contents menos de 30
letiras cada uma.
Art. fil. Das sentences qae extrahirem des
processes ordiasrios ou summaries, e dos inventa-
rios, bem como das cartas de arrematacio, perce
berao vinte reis de cada regra'contendo nao me-
nos de 30 lettras umas por extras.
Art. 128. Da escripta do Janeamento das par-
tWhas e sobrepartilhas, das- diligeneias para e-
digio, aviveniagao de ina'eos e limites, perceberao
viute reis por liuha conlende nao menos de 30 let-
tras, alem do que ?ela estada Ihes pertencer.
Art. (29. Das cerlidSes que i>a-sarem dos livros
nu autos e papeis, a pedilos das paries, vinte reis
por linha, que nao lenha menos di' trinta lettras.
Art. HO. A execucau das certid5es, todas as
mais pecas referi-ias no- r.rtigos anteeedentes de
verao ler vinte e eiueo tuihas ou regras escriptas
em cida pagina. men-H* primeira e a ultima.
Os eserivaes qu- se alaslarem dette formato na
escripta, augmentnido nu duniiiuindo o numero
de linhas e das letiras, prderao a metade da rasa
que Ihe corapeteria pela escripta regularmente
feita.
Art. 131 As sentenjas que extrahirem dos pro-
cessos ordinarios de verao conter :
1.' A autoagio.
2.* A peligao initial.
3.* A le de ciucao.
4.# A conciliacatu
5." As procuracoes.
6* U libello.
7* Contrariedade.
8." Replica e treplica.
9. A sentenca e documentos em que ella se
Joo'lar.
Sendo estas enten.;as ernbargadas, a.sobre sen-
tenca c.>hiera os einbargos, e a sentenca de des
prezodos mesmos ciin os documentos a que ella
te referir, -e forern diversos di*s ja transcriptas
nas sentenc s. E se tjverem sido recebidos, con-
tera mais a cooiestacao.
Art. 132. A sen'teoga de embargos de terceiro
senbor.'e pos^uidor ou prejudicado, contera :
{.* 0 auto di penbor.
2.* Os cinbargos de lerceiro.
3." A sentenca e doeumento3 em que ella se
fundir.
4.* As procuracoes.
Art. 133. A senteofa de ariigcs de preferencia
dcvera -conter :
I.' Conhecimento do dpposito.
2* Auto de penbora.
3." I'eticoes e cilacjio.
'*.* As procuracoes.
'>.' Artigos.
C). Cootestagao.
'. Seutenf.i e documentos em que ella se fun-
dar.
Art. 134. Se a seatenja for em causa snmma-
ria, contera:
1
2.*
:!
3.
6.
a MrtoaeSo.
A peiiauao inicial e citai;ao.
A 'conciliacao.
As procuraqoes.
A contestai;ao.
A sent<>a;a 8 Aunrasntos em que ella se fun-
Quanto as sohre sentenyas se procedera como
se determina no art. 131.
Art. 135 Em qutlqaer caso, havendo habilita-
$io incidente, a carta de sentenga devera tambem
eonter:
I.* Artifos de habHitacao.
2.* Coniesta^ao.
3." As procuracoes.
4. Sentencas coin os documentos em que se fun-
da r.
Art. \W. A' senlenja-, dc formal de parlilhas
an'.erao:
l. Auloapio.
2." Peticao e aato do inventario.
3. Declaracao do herdeiros.
4. CollacAo do herdeiro em favor de quern se
passa 0 furmaW
5." Procuracoes.
6. As de.larat;oes com que se encerra o inven-
tario.
7. Despasho de deliberaQao de partilha.
8." Gtac. o dos herdeiros para verem proceder a
pariilba.
9." Auto e calculo da partilha e pagamento res-
peciivo.
10. Sentenca que a julgar.
Art 137. As cartas de arremalacao conterao :
1. Autoa^ao.
2.' Senteue,a ex->quenda.
:j. I'enhora.
i." Avaliar^ao.
v.* Declaracao do numero de pregSes e pracas
que correram.
6.* Auto de arrematacao.
7." Conhecimento do pag-imento dos direitos na^
cionaes.
8. Qniiacao ou deposito.
9." Procuracio.
Art. 138. As cartas de adjudica.;ao, alera das pe
oia referidas, conterao :
1. Certidao de nao haver lanyador.
2. Sentenca.
Art. 139. As cartas executorias deverio conter :
a autoacao, sentenca exequenda, peticao e despa
cho que a ordena e procuracao, lendo o formato
das precatorias.
CAitnui ii.
Dos eicrivaes da provedoria.
Art. 140. Alem do residue e porcenta-
gem de urn dos bens do evento, terao pelo
registro dos te.-tamentos e termos que
nelles se lavram, de cada lauda dos ditos
testamentos e lermos l'OOO
Art. 141. Do auto de approvacao e re-
provagao de cbntas de capellas que se la-
vra nos livros 31000
Art. 142: ,
1. Dos reeonhecimentos quo em razao de sens
offlcios fazem nos papeis e doeumentos das eontas
de testamentarias e capellas, perceberao o mesmo,
qae se marcoa para os tabeiliaes.
2. Em wdas as mais diligew.ias, autos e termos
que em razio de sens offlcios flzerem, receberao o
raesmo que se marcou aos eserivies do civel.
CAPITULO III.
Dos eserivaes dojuizo dos fcitosia fazenda.
Art. 143. Os eserivaes do jnizo dos feitos da fa-
zenda regular se-hao na percepcao de seas sala-
rios por tudo quanto esia determinado para os es-
erivaes de primeira instancia no civel.
CAPlTt'LO IV.
Dos eserivaes de orphaos e ausentes.
Art. Ii4 :
1.' De carta de emancipa^ao ou snpplc-
mento de idade
! De provisio de tutella, alvara de au-
torisacao para casam-nto. nu de suppri-
mento de lieen^a para esse fim
Art 145 :
1 De cada termo de tutella
2.* De termo de entrada de qaalquer
qnantia ou objeeto precioso para o cofre,
e de qao darao conhecimento a parte
3. De termo de sahida ou levanlamento
Art. 146 :
1.* Da diligencia de tirada de orphao
ou menor da casa de sea pai oa tutor,
para casamento
2." Em tudo o mais, qaer como eserivaes de or-
phaos, qu. r como de aasentet, regular se-hao pelo
que se marcou para os eserivies no civel.
CAPiroto v.
Dos eserivaes de primeira instancia que servem no
crime e per ante us uutoridades policiaes
Art. 147. Dojurarnento de que>xa ou
denuucia, ou de qnalquer ontro qae pe-
irante o juu efcreverem, ainda que defc-
rido a mais de uma pessoa
Art 148. De cada autode qnalifica$ao,
perguotas, accusajao, corpo ds delicto,
saDidad- e de ontro qualquer 3!
Art. 149. Do lancamento no rol dos cnlpados
recommendacao na cadeia nada perceberao.
4 000
3 000
3,000
1=000
1-.000
20=000
'000
000
e
aao stndo ex-o flic to
finada a litulo debusci.
Ait. ISl.'Dostermss de fianrja limtios nos li
vros compelentes, para os reos se livrarem solfes,
perceberao o mesmo qua teem os tateeHiaes de o-
tas pela e-enpturas que lavram nos livros.
Art 152. Das inquiricSes de te^temanbas e to-
dos os miis actes que pratiearem em razao de sens
i fflcios, perceberao o mesoM que m marcoa para
os eserivies no civel.
Art 153. As sentenca< deverio ter mesmo for-
m-.to que as.sentencas civeis, e nellas se transcre-
verio a autjacao, peticao sm offlcio inicial, jura-
mento,corpo de delicto, despacho de pronuocia oa
nao pronancia, sOstentacJo os revoga^ao da pro-
nuneia, libello, contrariedade, sentenca e dtcu-
mentos a qae ella se referir.
Art. 134. A que se tiver de extrahir dos preces-
sos policiaes conterao a autos rao, peticio, ou offl-
cie inicial, juramento, sentenca, documentos em
qae ella se fuadar, a iaterposicio da appellagao e
a sentenca.
Art. 155 :
1* Nas de recurso se transcrevera a.petifjlo de
recurso, sentenga e documentos a que ella se refe
rir.
2 Nas de infraocio de postura, alem das pecas
do artigo antece tente, o auto de infracclo.
CAPITVJtO W.
Dos eserivaes da auditoria de marinhi.
Art. 156. Os eserivaes da auditoria da marinha,
nos actos de seus offlcios, se regularao pelo que
esta determinado para os eserivies de primeira
instancia bo civel oa no crime, conforme no easo
couber.
CAPITULO VII.
Dps eserivaes dos jaizes de paz.
Art. 157. De cada conciliacao effecluada oa nao
effectuada oa a revelia, -tario o mesmo que esta
marcado para os Juizes de paz (art. 1).
Art. 158. Pelos mais actos que pratiearem no d
vel oa no crime, perceberio o que esta marcado
para os eserivaes de primeira iustancia no civel ou
no crime; e os qae pratiearem como tabelliaes de
notas, o que se marcou para estes.
CAPITULO VIII.
Dos eserivaes do jury e das correiqoes.
Art. 159 :
! Da leitara do processo no jury, for-
macio e escripta da acta 6"000
2* Em tudo o mais se regnlarao pelo qae se mar-
cou aos eserivies de primeira instancia no eivd e
no crime, porem, nao se contara estada pelos actos
que pratiearem no tribunal do jury.
Capitulo IX.
Dos eserivaes de appellacao e de oatros offl .iaes.
Art. 160:
1." Da autoacio *500
2.' Das viJtas para previsaoda numera-
3." En tudo o mais se regnlarao pelo qae se
marcou para os eserivaes do civel e do crime.
Art. 161. Assentencas qae se ex'.rahirem das
causas ordinarias ou summarias, civeis ou crimes,
alem das pecas ja designadas para os processes de
primeira instancia, conterao mais a interposicao
da appellacao/ procuracoes, accordao final, e os do-
cumentos a que elle se referir, nao sendo os mes-
m"s em qae se fandou a sentenca aupellada.
E as snore sentences serai estrahidan com as
mesmas pecas ja aesignadas nas da primeira ins-
tancia.
Art. 162. Nas de revista, sendo esta negada, a
sentenca devera coat n a interposicao da revista.
prncura;<5es e accordao do supremo tribunal de
ju-tica.
Coacedida a revista e confirmada a sentence re
corrida pela relagio revisora, scja so houver ex
trahido sea'.enca antes d. revista, devera corner
somente a inierposicao da revista, procuragoes, o
accordio que a concedeu o o di rela?ao revisora,
com os documeutos em que elle se fundar, ?e fo-
rem Jiversos dos ja exarados na sentenca extra-
hida.
Nao se tendo extrahido sentenca, ou tendo esta
sido reformada pela relac.io revisora, contera alem
das pecas niarcadas para a ertraccao das senlen
gas de appellacao, a interposicao da revista, pro^
cnrafCes, sentence do supremo tribunal e o accor-
dao da relacio resivora, corn os documentos em
que se londar, se forem diversos dos que basoaram
o accordao em grao de appellacao.
TITULO III.
DE OUTROS OFFICIALS .H'DIC.IAKS.
Capitulo I.
Dos secretaries das relagdes.
Art. 163.
1." Da apresentacio, distribuicao^onta
do preparo e lanfaraenio nos livros de
caJa processo que snbir ao tribunal por
appellagao ou por qualquer cutro recur-
so
2." Da conta do preparo para os em-
bargos
Art. 164:
1." D* provisao que passarem para al-
vogado nao forraado
para snlicitador
2.' Outra qualquer para exercicio de
offlcio
3. Do registro de cada uma dellas
Art. 16a:
1/ Daordera de habeas-copus 1:000
2. Dos alvaras de soltura 8500
3. Dos juramentos, exanies, certidoes e buscas,
o que tern 6s eserivaes de pr meira instancia no
civel.
Capitulo II.
Dos continuos das relacoes.
Art. 166:
1. De correrem a folha e certidoes que
nella pasarem
2.* Do registro dos mandados contra os
advogados
Capitulo III.
Dos distribuidores.
Art. 167 :
l. De toda e qualquer distribuicao e
verba ao livro
i.." Dm certidoes qae passarem e das buscas de
livre perceberao o que te" ji os eserivaes de pri-
meira instancia no civel.
Capitulo IV.
Dos contadores..
Art. 168:
1. De contarein as castas em accao ordinaria .
havendo discussSo 3 "000
sendo a revelia 2;000
2. De contarem as castas em accao summaria :
havendo discussio 33000
sendo a revelia 2;000
3." Se a accao summaria se tornar ordinaria, o
mesmo qae de contarem as accd~es ordinarias.
4.* De qualquer incidente, seja a cau.-a
ordinaria ou summaria
Art. 169:
!. De contarem qualquer capital pedi-
do e jnlgado que seja liquido ou certo, e
determinado na accao ou na sentenca
2. Nao vindo liquido o capital, e po-
dend'i e devendo ser liquidado pelos con-
tadores, seguodo a natureza da accao e
disposicao da sentenca
Art. 170 :
1" De contarem juros, premios oa rendimentos:
deeada anno *500
nao chegando a anno 3U0
2 Havendo rateio, de cada pessoa por quern
tenham de rateiar $500
3. De contar o rendimento que tiver cada urn
dos orphaos, qualquer que seja o numero e valor
dos bens n"e cada anno $800
Art. 171 :
1.* De contarem as castas nos autos de
inventario e rateiar pelos berdeiros i 000
2." Da conta ou calculo que flzerem nos ditos
auto-, quando hoover am so berdeiro oa para pa-
gamento dos direitos fiscaes:
-ate 2:000,000 2-.000
e dahi para eima mais 18 em cada
conto, nunca porem excedendo a iHMJ
3. Da liquidagao nas arrecadacSes do
jnito de ausenles 4^000
4.* E' applicavel aos contadores o que esta de
terroiaadn para os eserivaes do civel quanto ~
inforraacdes.
Art. 172. De eada ssnteoga, trasladoou
ontro papel em qae glosarera as castas
por infraccao deste regimento quanto ao
numero de regras e lettras que elle pres-
creve, terao mais
Art. 173. Pela reduccJo de papeis de
credito e de mais titulos de divida do es-
tado a m<:eda corrente e rice vena
Art. 174. Quando a conta envoiver redaccao
inoeda estrangeira a nacioaal e vice-vetsa, oa for
muito complicada e cxigir arbitrameoto, poderao
require lo na conformidade 1., tit. 91 1.
Capitulo V.
Arl. 175. Dacada pregaoera audieneia liJOO
Art. 176. De eadacitaeao qua flzerem
em audiencia de passarem certidao #600
Art. 177. Per.'eberJo meio por cento sobre o
valor dos objectos arrematados ate 50:000/, e
(fifcf para cuni nada msis. Quacio, por afto ba-
I w arremtaates, liver lagar a auju1inga com
7*000
?SK
1*300
1000
'5*000
i
3*000
3.000
1 000
10.000
5*000
53000
2->000
*batimento, o meio par cento sera calcaUAa
valor da aJjuJit-icao.
Art. 178. De pregoes was posses
CapHmto VI.
Dos avalialores.
Art. 179. (kda urn dos avaliadores percebera :
!. De avaiiar uma casa terrea com
sotao ou sem eiie f^lRtf^
2.* Sendo sobrado com um ou mais
anaares, loja ou cocheira
3 Quanoo a avahacio for da bem-
feitonas dos predios, a metade destas
quanlias.
4.* Do rendimento on alugM dio
5.* Do reparo de que elle necessite
Art. I8 :
1* De cada escravo qae avaliarem
ate 10 inclusive, cada um dos avaiia
dores .
2. De cJa escravo que exceder este
numero
3." Excedendo de 100, nada mail.
Art. 181. Dos bens moveis e semoven
les, posses e bemfeitoriaa de predios rus-
ticcos, percebera cada avSliador
Art. 181 :
I.* Das canoas, botf s, saveiros, lanchas
e mais embarcacoos miudas de vela on
remos que nevegarem dentro dos portos
percebe- a cada nm
2.* Das einbarcagoes de alto bordo e
saas pertengas, de todas as mais qae
fazem o cominercio de barra fora cada i
um jifOM
Art. 183. De praU, ouro, brilhantes e joias pre
cicsas receberao ambos os avaliadores, ate cio
coenta eontos do valor dado, meio por cento ; e
dahi para cima, nada mais. E o mesmo se obeer-
vara a respeito dos relogios.
Art. 184. Quando lenham de fazer nova ava-
liagao por defeito da primeira, oada perceberao,
poJendo ser c^mpellidos sob pena de desobedi-
encia.
Art. 185. Aos avaliadores se dara conducgao,
sendo fora da legua da cidade ou villa, e Ihes e
applicavel o que esta dete minado para os eseri-
vaes do civel quanto a 9-te objeeto.
Capitulo VII.
Dos partidores.
Art. 186. Cada nm delles, da partilha
ou sobrepartilha a'e 1:000* 2*000
E dahi para cima mais 2* em cad* conto que
accrescer ate 10:000*; e do que exceder de
10:000* mais um I* em cada conto ate 20:000*:
e o*da mais dahi para cima, vindo a ser o maior
s a la no de cada panidor 36 J.
Havendo rateio, igaaes quantias ate 10:006* da
sotmna a rateiar.
De 10:000* a 20:000* mais 500 reis em cada
cento, e daln para cima nada mais.
Capitulo VIII.
Dos peritos.
Art. 187. Cada um dos peritos percebera :
!. Do exame, vistoria e corpo de de-
icto que nao dependeiem de exame me-
Jico ou cirurgico
2. Do corpo de delicto, exame de sa-
nidade ou qualquer outro exame medico
ou cirurgico
3." Do exame cadaverijo physico ou
chimico
Art. 188. Pelo arbitrament de fianga,
multa ou liquiJagao do valor do objeeto
sobre o qual se liver de determinar a
multa
Art 189. Nos exames de livros commerciaes o
juiz podera arbilrar o salario de cada peht*entre
105 e 100*, conforms a imporiancia, difflculdales
e diuvi'-a j dos mesmos exames.
Capitulo IX.
Dos outclass de justiga.
Art. 190 :
L* De cada sitagio ou intimaglo que
Szerem dentro da cidade ou villa 2*000
Porem, se liverem do ser citado9 mais
de dous litis-ccnsorte?, moradores dentro
da cidade ou villa, de cada um 1*500
2.*. Da certidao que passarem de nio
achada e occultacao, para ter lugar a ci-
tacao com hora certa I'J'IO
3.' Da c ntra fe que passarem > 1 *000
Art. 191 :
l. Do auto de penhora, embargo, se-
questro, deposito, levantamento, arrora-
bamento, prisao ou ootro qaalquer
pereebera cada um dos olflciaes 41000
E alem disto o que Ihes couber pelas eitaf^ea
que fuere;n.
8. Do anto de dili?encia nio effectuada *500
Art. 192. Das citacoes e mais diligeneias fora da
legua da cidade ou villa cujos lugares declarario
nas certidoes e autos que passarem 8*000
Art. 193. Aos offlciaes de jusiiga tambem se da-
ra Gonducgao quando a distancia o exigir ; o que
sera declarado n3S certidoes para se contar a Dual
e carregar a parte vencida.
Cupilttlo X.
Dos carcereiros.
Art. 19i. De carcerag:m :
!. Pela sahida dequaljuer preso em geral 3*0(0
2 Pela sahida de pessoa recolhida em custodia
ou deprcso por infrac;4o de postura l*oiK)
3 Por mudanfa d pn-ao 1*000
4. P. r sahida de escravos 2*000
5." Dos presos pobres nada receberlo.
Art. 195. Pelas certidoes que a requerimento da
parte passarem dos assentamentos de seus
,6*000
8*000
' 40*0]0
2*000
taxss deste regimento oa a irnBOrtancia certa e
liquido dovseuscontratos. '
2. Esses eontraios, qaalqilar nao seja o seu
vator, fiodem ser feitos por (-rcripio particular, as-
ignado P"lo adrogado e pelo seu clienle.
2 3.* E u falu de contrato eUcripto Com a'parte,
ententte-se que o advogadose enjeitou as taxas do
regimento.
Art. 203. Os presidentesdos tribunaes e os jui-
zes n5o poderao receher qnaener 'emolomentos
directainente das partea, mas por intermedio dos
eserivaes.
Para este Cm os maidados e ootros papeis, que
em ratio de celeridade d s oegocio<, as paries le-
vam aos Juizes, devem conter nota de pagos no
carto.io ou uma simples referenda ao art. SOI,
quanao teealarios foretn compreliendidos naex-
cepgao deaee artigo.
Art. 294. Os tabellia>s e eserivaes, sob as penas
do art. 199. sao obrigados a entregar as partes re-
cibo das qaantias que dellaslreceberem para emo-
lamentos, sellos e qualquer despszaa seu cargo.
Art. 205. Os enrclninentos oa honorarios, os sa-
larios e castas eontinnam a ser cobrados executi-
vamente.
Extrahido dos autos o mandato contendo a sen-
tenga ou o despacho que manda pagar as custas
e a conta feita pelo contador ou o contraclo no
caso do art. 202, sera a parte citada para pagar
no prazo de 24 horas.
Nao effecluado o pagamento, proceder se ha a
penhora, que, decididos os emhargos oppostos
camo cootestacao a acgao, sera julgada por sen-
tenga, protegumdo neste casi a execugao ate a
excussio dos bens, e eftectivo pagamente.
Art. 206. E' abolida a prisao por custas.
Art. 207, Ficam revogadas tc das as disposicoes
em comrario.
Palacio da Rio do Janeiro, em 2 de selembro
de 1871.- Manoel Antonio Duurte de Azevedo.
dioverno da proviacia.
DESPACHOS DA PBBSIOENCIA, 00 DIA 30 U8 SBTEMBRO
DE 1874.
Antonio Luiz de Oliveira Axevedo. Informe o
Sr inspector da Uiesoararia de fazenda.
Antonio Jo>e Uodrigaes de Souza. Passe por-
taria nos termos requeridos.
Bernardino de Oliveira Cavalcaote Machado.
Passe portarii na forma requerida.
Claudioa Maria da Encarnagao.-Concedo o pra-
zo de quime dias.
Fielden Brothers.Deferido como offlcio desta
data ao Sr. inspector do thesouro provincial.
Francisco Cbaves dos Santos. -Passe portaria com
a permisrio que pede o supplicante no sentido de
allerar o seu nome, e de-se scieucia as reparli-
g5es a quera looar.
Joaquim Jose Ferreira Roclia Janior. Indefe-
rido.
Bicharel Jose" AlvesLma Juoior.Deferido com
o offlcio de.-ta data, ao Sr. inspector da ihesoura-
ria de fazenda.
Marianna da Costa Entregue se.
Maria Fraucisca da Pia. Informe o Exm. Sr.
brigadeiro coinmandante das annas
Maaoel i'honiaz dos Santos.Informe o Sr. ins
pector da thesouraria de fazenda.
Dr. Praxedes Gomes de Souza PiUnga.-Dsfe-
rido com o olflcio desla dita, ao Exm. provedor
da Santa Casa de Misericordia.
Rio t." A
"ttrriblo sobre
1 h. e 15 m. Ja tafde.
Lori.lres 26 1/i baocdrio,
Sein'torriadoriis. Sahiram hojit, pars Per-
flambuco, a barca fnrtugue7.a AUD.l-
CIA, e pira a Parahyba a barca ingleza
ALLtTHE'A. s
Rio 1. is 9 h. jla-^rnenhS.Sahio o
paquete nacional CERVASTES para o
portos Jj nor'.u.
Rio Grande do Sul 30 do setembro ao
meio dia.Sahiram hoje com destiao a
Reruambuco ospaUcbos PEHSAMENTO
e JUDITH, e tambem o brigue ARROW.
MALO.
Liverpool.30.AlgOOTo: roercado firme,
V/16 mais alto; venderam-se hoje 1,800
saccas de procedencia brasileira. Assu-
car: mercado calmo a firme ; o raascavado
bom do Maranhao foi vendido a 21 1/2.
Sebo : sabre o caes, 4 1/3.
Loodres 30.Cafe : mercado desanima-
do e sem vendas ; as cotac-oes iiominaes
sao as seguintes i do Rio bom, primeira
qualidade, e em terra, 106; a chegar
100.
Havre 30.Cafe:- venderam-se hoje
1,200 saccos ; o do Rio de 91 a 92, e o de
Santos a 97. Algodao : montaram a 400 os
fardos que hoje se venderam ; o de Soro-
caba a 91, eode Peniambuco a 95. Se-
bo : mercado fraoo e sem vendas ; cotou-
se ode boi de 51 fr. e 75 c. a 52 fr. e 25
c, e o de carneiro de SO a 51 fr.
Bahia 1. de outubro is 3 h. e 9 m. da
tardu.Carabio sobre LonJres 26 1/2 par-
ticular.
2 000
-500
1.000
zmmmmmm
.
*5C0
1=000
1*000
snoe
taxadas nesta
nas causas ate
sal li-
as
liOOO
2,00'
vros
Capitulo XL
Dispo-igio geral.
Art. 196. As custas judiciaes
quarta tabella serao por metade
50OJO00.
Parte IV.
DISPOSigOES DIVERSAS.
Capitulo I
Dos recursos.
Ar. 197 Da exigencia ou percepgao dos
rios indevidos ou excessivos feita pelos eserivaes e
mais empregados e ofliciaes, podera a parte recor
rer para o resp-ctivo jaiz por uma simples peti-
gio, e este, ouvindo o escrivio ou official de quem
a parte se queixar, decidira sem mais formalida-
de nem recurso algam.
E dos empregados do supremo tribunal de jus-
tiga e das relag5es, poderio as partes reeorrer pa-
ra" os respectivos presidentes do mesmo modo.
Art. 198. Dos emolumentos e assignatara dos
juizes de direito do civel e crime, dos feitos da fa-
zenda, provedores, anditores de marinha e chefes
de policia, podera a parte que se julgar lesada re-
eorrer para o presidente da relagao do districto.
E das outras autoridades jadiciarias e policiaes,
para os juizes de direito.
An. 199. Os juizes qae exigirera ou receberem
por seus actos salarios iudevidosoa excessivs se-
rao responsabilisados criminalmenle, e alem disso
obrigados, pelos juizes ou presidentes dos tribu
naes para os quaes a parte reeorrer na forma do
artigo antecedente, a restituir em tresdobro o que
de mais houverem recebido.
Os eserivaes, tabelliaes e mais offlciaes dos jui
zos e tribunaes, que exigirem ou receberem custas
excessivas ou indevidas, ou por causa dellas de-
raorarera a expedigao dos autos, termos ou trasla
dos (art. 200), serio condemnados pelos respecti
vos juizes oa pelos presidentes dos tribunals nas
penas disciplinares seguintes :
Prisao ate 5 dias.
Suspensio ate 30 dias.
Restiuiigio em .tresdobro d) que de mais rece-
beram.
Estas penas sao independent.es da responsabili-
dade criminal, que no caso eouber.
Art. -2 0. Ainda sem recurso da parte o juiz ou
presidente do tribunal que nolar nos autos ou pa-
peis, que Ihe forem presentes, salarios indevidos
ou excessivos, providenciara como determina este
eapilulo.
Capitulo 11.
Disposicoes geraes.
Art. 201 :
1. Os salarios marcados neste regimento se-
rao pagos logo depots de conclnidos os actos res-
pectivos e os eserivaes e mais offlciaes cdtarao a
margem a importancia delles, declarando de quem
os nouveram e rubricando a cota, afim de qae na
contagem dos autos seja a mesma importancia de-
bitada on creditada a quem de direito for.
2.* 0 eicrivao qua nao cotar o salario pelo
modo prerfso e formal prescripto no paragrapbo
precedents perdera o mesmo salario, o qual Ihe
nao sera conudo, e antes deduzido das custas qae
Ihe forem devidas e contada$.
3 s A disposigao do i' 1 deSse artigo nao com-
preuende quaesquer autos, termos, traslalos, dili-
gen :ia i x offlcio ou cra-cuja expfedigao forem -in-
t.-ressados drphaos, pes-'oas iudigentes, a justiga
pubhea, a fazenda nacional, provincial oa munici-
pal, a provedoria de capellas e residuos e bs au
sentes.
Art. 262 :
!. 0 executivo que compete aos advogados pa-
ra cobranga dos seus h-morarios comprehende as
( AGESCtA TEUEGRAPHICA HAVAS-aEUTER.)
Pari- SO de setembro. limu de-
putariio polilica dirigin-se ao Hv.
Illicit, que, o recelte la. proimu-
ciou um dimurso na qual reaova
sans decluracOes tie j n jailii;t pela
cansa rcpublicaaa*
Montevideo 1 de otitnlWro. Beee-
bcuse tciegramosa qae HI* ter re-
bentado cm Buenos-Ayreis uma re-
voluetlo capitaneada pelo general
lire, tlando-se como motlvo que
provocou-.'i as fraiidet* commeili-
dan nas nltimas elei^oes para pre-
sidente da repunllca.
Rio de Janeiro de outubro.
Cbegaram nqni os vapores VILLE DE
BAHIA e UGURIA. O paquete brasilei-
ro CERVANTES sabio Isoje para a Ba-
Ilia e portos do nerte do tusperio.
tOJIHKHtllES.
Londres 30. X tava do desconto
continna a ser de tres por eento.
Consolldados d */ for account, a
9* 5/8. Fundos brasileiros de 5*/.,
do anno de lsl.5, loo : ditos do Urn
guay de %, anno de V9?1< a C
l/a s tlitos argentinos dc %, <
a on i dc 18*1. a l 1/C O suercado
de cafe esta desanlmado t e o do
assucar flrme.
New-YorK 3o. Cambio sobre v.nn-
dres -1-S4 l/. Ouro fto I/*. Carre-
gamentos decafC do Rio fair a 17
1/4. e noon a IS 3/4 cests por libra I o
deposito uos portos dos Estados-
Unidos eleva se a *90.000 saccos.
sendo -I.OOO de procedeneia de San-
tos t iurnnte a semana venderam-
se em New-York iH.ooo saccos do
Rio e de Santos. Algodao mediano
uplands ltt 3/S cf.nts por libra ; eleva-
ramie a t.OOO rardos as ehegadas
de boje aos portos norte-america-
nos.
Ijlwerpool SO. Mercado de algo-
dao flrme t venderam-se hoje....
IS.OOO fardos. sendo i,*oo da
America do Sul; o fair de Pernaui-
buco a *> o de Santos a 15/lA d.
e o de MaceiO a 9 T/8 d. por libra.
O mercado de assucar continua flr-
me.
Hamburgo 30.Venderam-se bo-
je 3.000 saccos com cafe t ha pro-
cura das qualidades escolbldas.
naire SO. Venderam-se boje...
3.SOO saccos.
Marselha SO. Assucar de Per-
nambuco n. SO a 91 francos. Can-
do Rio bom ordlnarlo a 91 fran-
cos.
Rio dc Janeiro 1 de outubro.
Cambio sobre Eiondres SO 11 d. ban-
carlo, e 36 S/S d. particular. Cam-
bio sobre Paris 3S rCis por fran-
co. Care regular de 5A300 a SA ISO
Bahia i." cambio sobre Londres
*e l/ particular.
(AGENCIA AMERICANA.)
Compenhague 29 de setembro. Houve
um grande meeting na cidade de Frede-
riestalt, corn o fim de se protestar contra a
expulcfio dos dioamarquezes do condado de
Schlewig-Ilolstein. Foi numerosissima a
reuniao ; o assumpto foi discutido calorosa-
mente, mas com toda a coBveniencia.
Lisboa 1. de outubro.Relalivamonte
aos acontecimentos do Pari, que tem cau-
sado grande sensacao, ssbe-se que o gover-
no portuguez ji reclaraou e o Iwa^ileiro a-
ceitou a soa redamajio, e tambem que o
consul portuguez naquella provincia rece-
ieu ou vai receber instrucQdes para pagar
a passagem de toJosos portugaezes pobres,
qae alii se acbam, e queiram retirar-se
para fora da proviacia.
Kio de Janeiro 1." de. outubro ao meio
dia.Ctaegara novos pormenores da revo-
iuQao, que rdbetitou na Republioa Argenti-
na. Todas as provincial adheriram ao mo-
vimento, o qual manifestouse por assim
draer na mesma bora por toda a parte, re
sultado de piano bem combinado. Ma ca-
pital tem^avilo s povo e a trop.i. O general Mitre fugio para
a campanba, aonde se foi por a freate dos
revoltosos que raareLam stfbre Buenos-Ay-
res. A esquadra revoltou-se por seu turno
e adherio tambem a revslu^ao. Chogou
hontem o vapor francez VILLE DE BA-
HIA, procedente de Europa ptjics portos
do norte.
REOFE, 2 DE OUrUBRO DE 187i.
O Helhoramento do Porto do
Recife.
VIII
Em dons grapos distinctos, e bem distinctos, se
teem dividido os engen^eiros, qne, com maior on
menor Indies, tem procuraio resolver o intrinca-
do problem > do porto interior do Ftceife, chamado
o Uosqaeiro, e |U", eom a cxtea.-i-. *ki 2,000 me
tros, conefa na poute Sets de Setembro e tennina
no pharul do Picao.
ResulU essa ilistinccao nao so do mol) de en-
carar o problems, mas tambem da natureza de re-
solvelo, segund-j o pouto de vista escolliido para
estata-lo.
Uos, eensiderando as forcas hydraulicas nitu-
raes como susceptives de dominacao absoluta,
partiram daste principio, eminentemente fals>, e,
por forr^a das comas, chegaram a conelas5es da
mesma sorte falsa*, por isso quo saj deiliarmoni-
cas com o concerto antiquissimo uatura non fe-
cit saltnm.
0 grupo desses taes e o djquelles que, sem
maiores ogitagois, pretendem alterar o curso do
Capibaribe fateodo o madar de foz, prejudicando
dest'arte a belleza da cidade, sacrillcando respei-
taveis intere'ses do comraercio, e ao mesmo tempo
pondo em eminente risco ami pane da mesma ci-
dade.
Entre estes ligoram os Srs. Charles Neate e
Lane, cujo projeclo nada mais e d) que uma du
tla aeaca cruela cidadepela iavasfto das
agoas do mar. como o deixou provado a saeiedade
Sr. engeuheiro Manoel de Barros Barreto,ao
com nfreio pela sobrecarga de nm pe adissimo
monopolio, em beaeiteio dos fictores das obras do
porto.
Felizmeate o numero de taes projectos e Umita-
dissimo, e a sua geral reprovafao e sem duvida
um e-cudo quo ha de amparar o porto contra os
notes da especulac;.o, arvorada em priucipio pro-
videacial. .
Os oatros divergem essencialmeate desses taes
pensadores, e, parttndo de um priucipio mais ra-
cionalaquelle que preceitiia que as for^as hy-
draulicas naturaes so sao smceptiweis de uma du-
minacio relativa chegara a conclasdes juntas e
sensatas, harmonicas em todo caso com o coneeito
que'ei lamas.
0 grupo deste?, mais vasto, raais notavel e sem
duvida mais perspicaz e o daquelles qu, looge de
contrariarertr a natureza, buscam auxilia la no
intuito demelhor vence-la, e procuram suscitar-lhe
o desenvolvitnento das proprias causas no intuito
de melnor aproveitarem os seus effeitos uteis.
Nesse grupo a id^a dominanlo eeonservar o
curso actual do Capibaribe e nao alterar a sua
fozregularisando pore*in esse curso, adaptando-o
por assim dizer a um melhor deseavolvimento das
forcas hydraulicas, e aproreitando estas em beue-
li-'io do proprio porto.
Entre os adeptos de?se grupo figurain com van-
tagem alguns engenneiros brasileiros, e inui parti
cularmente o Sr. Galvao filho, e foi a esse mesmo
grupo que se juutou o Sr. Fonrnio, cujo iraballio
i do todo ponto digno de attoncio.
Vejamos, pois, qual 6 o piano deste engenheiro :
Tendo estudado a questao commercial, is to e,
tendo deGnido com os seus detalhes economicos o
programraa das necessidades qae cumpria satisfa-
zer, o Sr. Fonrnie, no cap. VI da sa i memoria,
volta se para o problema hydraalico, e, com ele
vado criterio, diz que sob esse ponto de vista deve
o engenheiro indagar :
1de qae modo as forcas naturaes, que actuam
sobre o porto, devem ser derigidas no intuito dd
prodazirem a maior profuodidade possivel tanto
no caaal como ao longo dos caes existentes ;
i' que trabalhos podem ser executados no in-
tuito de eonstrair novos caes e con-erva-'os com
profuodidade d'agua sufflciente ao sop5, sem re
correr a despezas annaas e permanentes de draga
gem;
3'-de que modo, sem comprometter o jogo das
forcas naturaes assim disciplinadas e tendo em
vista o maximo effeito, pode-se satisfaier a neces-
sidade de estabelecimentos maritimos especiaes
para as compaohias de caminhos de ferro conce-
didos e para a do caminho de cintura.
0 estudo destas tres que*toes preliiiiaares con
daz o illastre engenhein a solucao do problema
geral do porto interior, solucao tao franca como
podiam nedir os mteresses em jog), tao completa
como podiam almejar as eircumstancias do pr
sente, e tao solida e susceptive I de amplitude como
podem ainda reclamar as mais serias eonvenien-
cias do futuro.
Entraodo no exame da primeira qaestao, o Sr.
Fournie attem-se em descrever o porto tal como o
fizeram os depositos geologicos e as accoes perio-
dicas do mar e dos rios, mostrando em largos tra-
ces a sua conBgaracao; estada com particular
cuidado o rio Capibaribe, desde o Caxanga; exa-
uiina os trajectos dos rios Tigipio, Jordao e Bebe
ribe, e accidental men to o do J a boa tao, tendo em
attencao as suas respectivas fozes; e nnalmente,
pateoteando as inflaencias das encnentes ordina-
rias do* rios e do lluxo e reQaxo do mar nos rios
e nos terrenos qae os bordam, ebega a por em
evidenciaas forcas hydraulicas, qae assim divide :
{ Accao da mare na enchente, que percorre o
Mosqueiro e se divide em duas na gome do Recife.
Uma parte sobe pelo braco dos Passarinhos, eleva -
se um p'iuco no Tiidpio, a partir de Motocolimho,
mas sobretudo mette-se pelo braco direito do Ca-
pibaribe, a partir dos ^fogados^ e soba aid a Mag-
dalena ; a outra parte encarainhase pelo porto di
Alfandega, encoe a grande bacia do Beberibe e to-
dos os pantanos qae a ella se ligara ale o sope de
Olinda, Unca uma peqaena quautidade d'agua no
leito do proprio Beberibe, m?s sobre tudo sobe pelo
braco esqoerdo do Capibaribe, entre Santo Antonio
e Boa Vista, e atluge a ponte da Magdalena, oode
as duas partes a*a raara 3e reunem para subirem
ate Apipucos;
#Accio da mar6 na vasante, que segue os
mesmos tfajectos em seolido inverso ;
3JAcjao dos rios: Tigipi6, Capibaribe, braco
de Afogados; Capibaribe, braco dos Ceelhos ; e
rlebenbe, os quaes contribuem com a vasante para
elTeUo' de exptjlliraonto (cha respeeiivamonte de Motocolombo, de Afogados, e da
poita de Santo Antonio.
a Para manter a profundidade no porto da al-
fandega, diz o Sr. Fournie, ni) se tem lenao o
braco esqaerdo do Cipiovibe, o Beberibe, e as
eorreates da vasanio f-iita nes>a< duts direccoes;
para mamer a profundilad) no Mosqueiro, dispde-
ge da totalida le das forgas nydraalisas, que vimos
de mencionar.
a Esses dous portos sao os unicos qne servem
actualmenle ao commercio maritimo, e s6 tem uma
linha de caes ntiliada, que e a quo circura'creve
a peninsula ou bairn) d) ilicife, di ponte Sete de
6etembro ao arsenal de imrinia. Alii estio gra-
pados actualmeata t.'dos os iateressos do com.ner-
cio de Peroambuco.
Por onseiaanca, oa-p'ojsctos futuros, seri
precisd vigiar caidadosam^nie qu; a accio das for-
oils naturaes, qtie eslrteleeerara e mant-m as pro-
iuii lid uies a :tuae<. nao'Ssja pertnrbida em seati-
d> desf.iviiravel a essas profua ltdades, e que, pelo
comrario, seja essa. accau augmeouda de modo a
pro lUzir expellimentos naturaes mais polerosos
do quo as dragagens, vislo qae so a juellei t-ra a
Voiiugem de ohr*r const inU:menle sem despezas.
Nao se enfpeiorari le certo a stuacao se os
project-)- se r.i-iringirem: 4 nada fazer.-m que dimi-
mia a supurficie actualmenle sujeita ao jogo das
marJs, son henham pretexto de bac'a de Quctaa-
cio ou de local propno a eonstrair ; e bem assim
a nada fazerem que retarde a aMwnte da marc.
Poder-se ha ir mais longe, nelhorar-se ha as
condicdes de expellimento, e por consequeocia as
profuudidades nos -portes actuies, se, com os pro-
jectados trabalhos, augmentar-se a superficie ac-
tualmenle sujeita ao jogo das mares, na se se oo-
tiver uma acceleracao na subida do lluxo no Ca-
pibaribe, o que augmeatara a amplitude da marc
fluvio maritima e por conseguinte a poteocia dos
expellimeotos da vasante.
or Oest'arte, conctue o Sr.Pottrnit', ter-se-ha Wto
o que a arte do engenheiro prescreve para substi-
luir, pelo uoico jogo das forcas uaiuran-, am equi-
libria mais favoravei do que o equilibrio aoligo.
S6 entao sera tempo de completar a solucao, a ii-
tulo accessorio, por dragagens annuas ao longo das
partes dos caes qae forem raeuos favorecilas, oa
ua pr. pn i barra, a entrada do Poc >, barra qae
exi.-tira sempre, fa^a sc o que -e fizer, mas na qual
a profuu iidade d'agua normal sera em todo caso
maior do que hoje, se so conseguir augmentar a
potencia dos expellimentos da vasante, como M&-
qamos de dizer.
Nesses periodos qae deixamos transcripto3 esta
contida toda ipteira a idea do Sr. Fournie, cujo;
Inluilos, como deixamos acima as-igoa ado, nao sao
outro* que auxiiiar o trab^lno -:as forcas naturaes,
augmentaodo Ihes a miensidade com o flm de obler
mais nonsideraveis effeitos
E' (se am methodo racional, prufaodameote lo-
Rico. 0)3 qual quem <|uer qua se arlaste nao podo
deixar de catur em ansurdas conclusoe!, todas
prejudiciaes a) porto e aos ialeresses qae a deite
se pren iem.
lie accordo com as bases estatuidas. vejams,
pordm, qae obras propoa o 5r. Fuarn de saiisfazer o sea programma, isM e, ao intuito
de -f.ivorecer o jog) das mares no braco de mar
dos Passarinhos, no braco de Afogados, no braoo
dos Coeihos, no Capibaribe fluvio-maniiroo, e Bnal-
menle na bacia do Beberi-'j.--, entro Santo AMoRio
e Olinda.
Sera es!e o objeeto do segumte artigo.
COP.R'.GE.VDA.
No art:go de hontem escapou am erro, que con-
vem orngir. Esta olid oa 2' pag., I" columna,
no perioJo que cuinegi : -Assam, p>h, em reU-
ciio a via (trrsa do S Francisco, etc.
Nesse pcriodo, pois, oode se diz -fort leza *>
lirum, deve ler sefortaleza de Cine) Poaias.
\'otieiu.* do sul do imperio.
Amanheceu hontem em nosso portoo vapor ame-
rican) South-America, trazt-ndo datas : do Kio da
Praia 18, do Rio de Janeiro 25 e da Bahia 29 de
setembro.
Bis o que colhemos dos jornaes:
BEMBUCAI 00 PACIFIC".
Sao do i. de setembro as ultimas datas do
Chile.
Houve em Santiago, a 28 de agosto um mee-
ting a favor de Cuba, no qual tomaram parie
muitos chefes e cid idaos cuDauos, com o Am de
obterem algum aixilio patnotico qne seenn grande obra da emmcipacao daquelle punhado de
terra americana.
Por caasa da questao sobre o projeclo de re for-
ma eleitoral pedira demissio o ministerio, mas nao
Ih'a concedera o presidente da republics.
Pela terceira vez dec'arara-se em grece os sapa-
teiros, pediodo aoginento de salarios.
Sentio-se no dia 26 em Valparaizo am forte tre-
mor de terra.
Prosegniam c m grande actividade os traba nos
da linha ferrea do Carico a Talca. Dispenderam-
se na 1* seccJo de Carico a Linares 567.1SO pesos ;
in segunda 171,89") e na terceira 234,403. Ao
todo, estio invertidos na parte coastruida desso
grande ramal, 1,133,530 pesos
. Os trabalhos da linha desde Curico a Talca nao
poderio estar deiiniiivamente concloidos em mar-
(0, como disse o mlnistro do interior, mas sumente
em setembro do anno proximo.
Os temporaes ultimamente havidos, alem de te-
rem cansado mnrtos prejuizos, impedi.ara em mni-
tos pontos os trabalhos da linha.
O minrstro do interior da coata da conclusao de
ramal ferreo i: S. Felippe a Santa Rosa dos An-
des, important trabalho iniciado p^la activae !a-
boriosa alministracao do Sr. Errazunz e quo com-
plete a obra do ramal de Llaillsi a capital da rie
e formo'a provincia de Acongagua. 0 ramal me-
de 16 kiloraetros,e cada kiloraetro importou en
528 mil pes>s.
0 ferro-carril em Santiago e Valparaizo conti-
nda som fehcidade. A em;ireza oc-apa-se ag;ra
era repaiar os seus meios de transporle, suas ofll-
cinas e esiacdes.
A i:np jrtante questao do material rodsnte foi re-
solvida a respeito desta linha. 0 governo Tothan-
do em consideracao as razoes dos defensores do
material americauo e as dos partidarios do syste-
ma iuglez, decidio preferir este ultimo, por cansa
do mau resultalo que deram os ensaios do ame-
ricano, sempre qae fo; empregado na linha.
0 fisco ehamoa a si toda a linha ferrea entre
Santiago e Carico, sob condie3es favoraveis.
Os trabalhos da grande linha ferrea entre Onri-
co e Aogol continuara com actividade e vigilancn.
Gastaram-se nella ate o mez de jalho 1,133,559
pesos.
0 ferrq-carril entre Chilian e Talcahuano foi
aberto ad'lrafego antes de estar detioitivamente
consluido, para satisfazer as reiteradas exigencias
das provincias do sul.
Foi notavel era 1873 a renda das diversas estra-
das de ferro, excedendo a de 1872.
Em relacao aos passageiros o augraento foi 4e
25 |o e de 5J [. em relagao as cargas.
Viajaram durante o anno 99.766 passageiros e
transportaram-se 512,033 quintaes metricos de
carga.
COXFBDBRACAO ABGENTINA.
As ultimas datas sao de 18.
A iniugaracao do arsenal do Zaratc foi ainda
nma vez adiada, e parece qae a vista de tantos
contraierapos, o presidente Sarraiento resolveu
deixar ao sea-successor a honra de presidir a essa
festa.
Continuava o boato de crise ministerial. O mi-
nisiro Frias apresenlou effectivamente a sua re-
nuncia, mas o presidente nio a aceitou.
0 nov) governador de Buenos-Ayres nomeou
ministro ao Dr. Aristobulo del Valle.
Este cavalheiro deixou a redascao do National
e e o depulado que ultimamente apresentou ao'
congresso o projecto de amnistia, qae tao bem
acolhido foi.
A expedigao mandada ao Rio Negro soffreo -
rios contrastes e am desastre de importancia
Tendo-se separado ama laneha do bergantim
Rotates com um official e vanos marinheiros, foi
ella acossada por teraporass, e aflnal perdeo-se
da visia da esqnadrflha, ignorando-se ate a ultima
hora qual fosse o seu destino.
0 chefe da expedigao, coromandante Ouerrieo,
ancorou na "Ponte doiadio, nio so para reparar
as avarias soffridas, como pira ver se encontra
noticia dos exiraviados.
Continuava o processo do celebre rei da Arau-
cania.
Em opposigio a candldatari do Dr. Alsina, far-
mou-se am clab politico, e qaal prosUraoa a can-
didatara do Dr. Jose Maria Moreno.
A contadoria geral argentlna expedio a alfan-
dega a segaiute ordem :
Que nae sendo o porto de Montevideo eonsi-
d-rado porto de cabotagem, todos os minifestna
de carga e mais papeis dos nanos procedentea
delle devem ser apresentados em papel selrado
correspondente a tonetagem de cada navio.
Do R'>sario evadio-se o ehefe da esta So tele-
graphica, levando comsigo o dianeiro destinado ao
pag imento dos ordenados dos empregados de toda
a linha.
E' o quinto empregado dessa categona qoe se
illustra com eia gantileza e que doshonra a na-
cionalidsde ingleza, defrandando o thesouro da
repnblica. ,
Tiohain apparecido no mgrcado notas falsificadas
do banco da provincia.
Attendando as ctreamslancias especiaes em que
S9 enconin a campanha argentina, em conseoaea-
cis da intemperie e da epidemrta qoe tanto tem
prejuilcado aos crradore*, resetvea o governo es-
pacar ate 13 de outubro a cobrau;*. da contrihni-
oao. directa.
No porto de Buenos-Ayres e (ora de oalias,in-.
ceahoa-'e, na manh&d* 10, u.ua g.ilera ioglexa,



-
>
> '
ujo some d&o vera reluido.
porlautes.
Os prejuiios sao-fm.-
~*------


M
>
DiariO'de PecBambaQO^'-^ Sexta feira 2 de Outabro de 1874=
-
>
Oocupm a aitaugfto pubKea uro projecto do
Bapco Hypotlieano, apiesentado aoeougrosso por
D. Andrei L,ma.s.
t bl AD0 0R16NTAI..
Datas atf 19. '
A questao rejattva a ineapacidade civil do nnvo
miaistro da gaerra ficou decidida, tendo sc prova-
do que o coronel Vasqrjes ja linha 3D annos, e
porlanto podia oecupar a po*lo.
A questao unancefra e que eontinuaya sera so-
lucio. 0 pequeno emprestimo entabolado pelo ex-
ministro da fazeada o Sr. Penalva com o Banco
Wancklia mallogro'u-se, dizera uns, pe a reurada
desse cavalheiro, dizem oniras, por haver a casa
banearia recebido ordem da. casa rortriz de Bue-
nos-Ayres para so effectaar o empres'.imo com
certa e determinate condi;au.
Essa condijao era fiearoban;o atrtorisado a
vender, quarendo, o mercado velho, edificio im
portaale, que I he foi offerecido em penhor mer-
canlil.
0 governo aia pole aceitar essa coadicao, por
quo faltava-lhe faculdade para alienar proprios do
estado.
0 covo mioUro Dr. Uustamanle (Pedro) procu-
ruva negoeiar com ouiro ban :o o erapresiimo ur-
gealemente necessitado, poiqueos proprios func-
cioaarios publicos e-t.io a espera de seus venci-
mentos airazados.
Insistia-ae no boat) de que se retirava do g->ver-
no o ministro da interior Dr. Salurniuo Alvares e
iudicavase como seu successor o Dr. Jose Mu
nhoi,
Evadio-se de Fray Bento-o individuo quo fora
prs-o como autor dcs damnos cansados a linba
telegraphica da companhia Platino Brasileira.
A siluacao dos departamentos da camaauha
coalinuava a ser precaria por falta de seguranga
mdividual e relaxameoto das autoridades locaes.
Arnbarara ao porto de Montevideo a barca in-
gleza Myslerions Slar, que soffreu graves avarias
no eabo de Hjraos, por effjilo de rijos teraporaes,
e a barca italiana Luiyia V.
I'.na e uutra eram proeedaolos de Liverpool, a
priineira com deslino a Valparaizo, a segundacom
destino a Buenos Ayres.
RIO DE JANEIRO
Por decretos e titulos de 23 de stlerobro forara
nomeados : ,.<*,_, B
I' cscripturario da tnesourana do Lspinto ban-
o 2 dito Jose Batbosa Pereira Espiudola.
'% escriaturario da referida thesouraria, o pra
ticante Francisco de Lima Escobar de Araujo.
Foram coneedidas a Joao Jose Anselmo Tavares
a aposentadoria, que pedio, no lugar de 2 es rip-
turario de thesouraria da Pernambuco, e a Joa-
quim Pereira da Silva a rtforma, que pedio, no
lugar de guarda da alfandega da cipital da pro-
vincia de Sania Catharina.
Pur decrrtos de 15 de setembro, foi exonerado
Herminio Olympio da Rocha do lugar de secreta-
rio da capitauia do porto do Ceara, e nomeado
para o mesmo lugar Jose Bento da Silva Aguiar.
0 ministerio da uiariuha, em 10' de selenium,
dirigio aoajudaote general da armada oseguiute
aviso : ....
i lilm. e Exm. Sr. Convindo a disciplina da
armada que as disposieoes do aviso do minislerio
da guerra de 4 de outubro de 1839, junto por co-
pia, sejam applicadas aosofflciaes epracas da roes-
ma armada, recouimendo aV. Ex que.Vm ordem
do dia, determine a fiel observancia da doutrina
do dito aviso. Deus guarde a V. ExcJoaquun
Del/hue Bibeiro da Luz. n
t Hio de Janeiro.Ministerio dos negocios da
guerra, em de outubro de 1839. Illm. e Exm.
Sr.Acontecendo que algnns ollkiaes do exercito,
esquecidos dos deveres que ilie sao impostos pelas
lets e regulamentos militares, aprcsentamse muilas
vexes pela imprensa, (ra ccusurando seus superio-
rs, ora discutindo objeclos de serviQo mili'.ar, e
uao podcndo resultar de seinelhante procedimeuto
senao o enfraquecimento da disciplins e respeito,
que mutuamenle devemse os membros de tio
distincu corporacjo, di?ciplina e re.-peito, scm o
que a furga armada nao correspondera ao nubre
tim de sua creacao : cumpre (jue V. Exc. faja
consiar em ordem do dia que tornar-seha digna
da mais severa censura, independentsmente das
penas da lei, toda a prarja do exercito, qualqutr
que seja a sua cat'iegona, que recorra a imprensa
para provocar contlictos e desre3p.;itar seus supe-
riores : devendo us mililares que sejulgarem of-
fendidos em seus direitos representar, pelos tra-
mites lefjaes, ao governo imperial, que a aenhum
faitara com a devida ju>ti,a. Djus guarue a V.
Eic.Seb.istiao do Rego Burros- Sr. barao de
Suruhy. u
BAH1A
Ntda occorreu digno de mencae.
to
fTTI

.'
REVISTA DIARIA.
institute ArcUiologico Pernnmbu \$" EduardaUnal leva Welly^aotalo deSara
>itno.Reunio se houtem, sub a presidencia do
Exm. Sr. conselheiro monseuhor Minniz Tavares,
com assistencia dos Drs. Soares Brandao, Jacin.iio
da ^ainpaio, e dos Srs. Torres Bandeira, Floriauo
de B. itto, Ferreira de Almeida, e majoros Godecei-
ra e Salvador Henrique.
Lida e submetuda a discus.-ao a acta di antcc;-
denle, o Sr. CorYeia do liritto pondera qae nao
vira na acta publicada no juinal da casa, e nao
vu.na que acaba ds ser lida, a declaracio que fi-
zera de que havia a commisja) iucumbida de re-
preseutar o instituto na fe=ia do assseutamjoto da
primtira pedra do Asvlo da Alienados, cumprido
o seu dever : bem as.-im as palavras que I he di-
rigirao Exm. Sr. presiJente.
O mesmo Sr. presidenie faz ver que" oavira a
sua declaraQao, e que inlerpretara os rentimenlos
do instiluto dizendo, como repele, que o Sr. Cor-
reia de Bntto desempeuhara satisfactoriamente a
sua missao, tendo currespondido assim as vistas do
mesmo instit-to.
* 0 Sr. i' secretario justilica-so da omissao no-
ta*da na acta, asseverando que nio ouvira a decla
ra^ao do Sr. Croreia de Britto, e em segulla 6 ap
provada a acta.
Nao se achaodo presente o Sr. secretario per-
peluo, o Sr. 2* secretario o substitue e da con'.a do
seguiole expedieote :
Urn olRcio do Sr. secretario perpetuo, commu-
nicando que, por se lhe tor aggavado os seus in-
commodes physicos, nao podia comparecer.In-
teirado.
Oatro do Sr. Dr. VI. Buarque de Macedo.solicitan-
do de ordem do Exm. Sr. ministro da agricuitura,
copia d..s in-ciipcoesque o instituto elaborara para
os angulus da novaponte da Boa-Vista, e que lhe
participara haver reraeltido ao engenheiro cons-
troetofte mesma poute.loteirado e que se re-
mettesse.
Outro do Sr. Dr. Carlos Arthur Moncervo de Pi-
gueiredo, agradeceodo a sua eleiga^ de socio ccr-
respondeiile. Iatuirado.
0 mesmo S. 2 secretario raenciona as seguinles
oflertas : varios ns. do Diario de Pernambuco,
pelo cmsocio Dr. Figueiroa ; alguns ns. d3 Pn
vincia, Piagao, A post do, e Ccrreio do And, pelas
respectivaa redac<;oes ; urn exemplar do discurso
proferido pelo Exm. Sr. conselheiro Theodoro Ma
chado Freirs Pereira da Silva, na discnssao da
reforma eleuoral, offertado pelo me*m4 Etra. Sr. ;
o I* Vuluine das obras d i vigario Barreto,.efTerta-
do pelo Sr. Torres Baudeira. -E*tas offerUs sao
racebidas com kgrado e rnanlam-se archivar*
Vem a mesa uma proposta do Sr. Dr. Sampaio
para qae seja commemorado o ..assamento do com-
inenda tor A J, do Mel.o na setsao anniversaria
vindoura, attenta a lalla da recurso do cofre do
instiluto.
E' adiada a discusflo ate o comparecimento do
urador.
Entrando em discnssao a proposta do Sr. Dr.
Sampaio relaura a admissao de socios, 6 reiBtttda
a commissao de redancao da revista em vista da
approvajio da seguinte indica;ao do Sr. major
SalwJor Heun jue:
c Indico, euu face do art. 22 dos estatutos, qae
va a prop.su do Sr. Dr. Sampaio a com nissao de
redaccao da revista, para dar sen pareeer. Sala
dasses>de.s lo iBHiitrjjW, i de outubro d9 1874.
S. Henrique de Albuquerque.
Nao h.ivendo mais a traur, levanta se a sessao.
Vaporrit pipdraclM -A 7 dpcorrente,
os brasileiros Pjra, dt* {jvrto< do norle, Cervantes,
dos do sal do ir*i:io, ve fraacea Qirende. da Eu
ropa, a 9, o francez Mendoca, do Rio da Praia
pelas w^.'ug.
?-ndsinalo. -So term) da Victoria, asj
boras da noilu de 24 de setembro. Anseima de tai
assasMuna wm ura facda a &ao de taj, ppr * tonouiasia Mamoarra, c mseguiD lo evadir se
patriarcha, S. Fnwciwjo, ufwao ao BrafifaMl r>
Rvia. pr nador da cipttlla fcap-rial Pr. mr*e(\
J>anUTnerei*,eao Te DevM-itom. padre A*nio
ae^aeliy .IwJ.^faerq0fl,; woaado em todtas m kctos
a oanda de rajwca da l batalbio de artiibaria da
gnarda naeional.
- Bene'Ao rte Imngem. -Arnanha tera Ingar
a bcncio solemne- da imagem do Seuhor Santo
Chrislo do altar da 9aeristia da igreja do eonven-
to do S. Francisoo do Recife, pelas 4 horas da
larde, tocando durante o aeto a ban da de musica
do i* baialuao de artilheria da guarda nacioaal,
llcando a imagem exposta al6 as 8 horai daitorre"
a venera;8o dos fisls. *
Servirao de paranympbos os Srs.:
Btigaieirp ?ranciseo Joaquim Pereira Lobo, Dr.
Antonio Goelho Rodrigue;, Dr. Joaquim Gorrda de
Araujo, Dr. Joaquim Joie" da Poaseca, Manoel Nas-
cimento dos Santos, Bernardino Jose Pereira
Gaerra, Antonio Jose Duarte Coimbra, Antonio
Pinto de Barros.
Termo de iiambe. Com o prazo de
sessanta dias, a contar de 14 de setembro ultimo,
acham-se a concnrso os proviraentos vilalicios do*
offlcios de parlidor e contador, e de partidor e
distribuidor do termo de I lam be.
BeniHmentog. No mez de setembro ul-'
timo arrecadaram as seguintas agendas provin-
ciaes :
De liquidos espiriluosos, etc. 5:128*704
De bacathao, etc 2:417*143
De generos de estiva 4:798*628
D-! farinha de trigo, etc. 6:793*838
Dd I'umo, etc. 3:353*850
De viuagre, etc. 1:806*470
24:302*630
(omiianhia Italiana.A culpa vinga
a culpa, e o titulo do drama era 5 actos, cujo des
erapenno por easa iniigne- comoanhia esta annun-
ciado para amanha.
AGra de qae melhor se possa avaliar o trabalho
arlisliuo da compaohia Boldrini, damos publicida-
de a noticia abaixo, qae nos foi ministrada :
a Este drama, escripto por Paulo Giacometii, e
um dos melhores do repertorio da companhia do
Sr. Boldrini; nella quiz o aulot da Morte civil
castigar a adultera, e conseguia offerecer-nos um
exemplo muito moralisador.
a 0 argumento dessa pec.i theatral e o se
guinle :
a 0 poeta Sir Eduardo Waverley, moco, casado,
vivia felia com sua esposa Sara, ni seio de sua
familis, e dessa uniao livera uma lib a chamada
Welly.
c Ao segundoanno de tio ditosaexi.-tencia con-
jugal, appareceu em casa de Sir Eduardo, Carlos
Evan4, moco como elle e que havia sido seu c .lie-
ga na Universidade. Ahi bospedado por mui'.o
tempo, veio, pur6m, a adoecer gravemenle um
dia. Ednardo e sua esposa foram lhe tio amigos
e zelosos enferraeiros, que conseguiram restitui-lo
a vida. Durante a couvalescenca, Carlos Evans
aproveita a ausencia do amigo e Salvador, que
Mm ido ver Welly, sua Clha, que se edueava em
um collegio, seduz Sara e fa-la abandonar o ma-
rido e lugir.com elle.
A casa occupada por Sir Eluardu ficava a
raargem do rie Saverna, que um dia, trasbordaa-
do de seu leito, destruio tudo que lhe fieava pro-
ximo.
t QuanoVevo marido trahid) voltou, nad.. encon-
trounolodal. Gborou, e fez construir um ca-
pella a memoria de sua mulher, que suppunha t:r
sido viclima da inundacao.
A ac^ao do drama come^a 13 annos depo:s
dessa catastrophe.
t Carlos Evans, leve de regressar aliglaterra,
depois de haver gasto com elta toda a sua modica
fortuna. A culpa nao produz duradouro brilho, fas-
cina par um instants tomente ; assim Sara sente o
remorso da falta comme'.tida. Eutretanto seu
amante, para reparar sua fortuna, a iuslancias de
um usurario, seu amigo, promove o seu casa-
mento com miss Eduvirgem Pi.wel rica herdeira.
t A familia de Sara babitava em Constantino-
pla. Mas, Undo alii morrido sua mai, seu pai
vendi u todjs os seus bens o voltou para a Ingla-
lerra, feliz pela esperanca de abraoar sua lilha ;
lica, porem, sorprendido de ve la esposa da Car-
los Evans, pois nao lhe luera ella tal parlicipagao,
e ere" na morte de Sir Eduardo.
: c L'm dia, po.em, achando-se o pai de Sara em
casa lo genlil homem Sir P wel, encontrase com
Sir Eduardo, e cjmprehende o terrivel myst-rio.
a Sir Eduardo apresenta seu amigo Carlos
Evans como noivo de miss Eduvirgem, fazenlo as
melhores rocomaaendacoes do seu amigo de in-
fancia.
Sara vem aCnal a saber do vil engano de seu
seducior, e apparece alii onde enconira seu mari
do e sua filha.
Powel sabe tudo e desmancha o casamento
projectalo, exprdbra a infamia do seu amigo, pro-
vuea-o a um duello, que e impedido por Ad.im
Jigjit, credor de Carlos Evans, fazendo-o prender.
Sara, enganada, desprezada e amald.c.ada
por seu pai, achou se de mais a mais sem meios
de subsisteucia. Os soffrimentos enfraqueceram-
lhe a saiide.
t Seu pai, comtudo, nao abandonou a total-
-ni_iuin.'iirrfin no dfi^tarro em aue ella vive.
Quasi monbunla con^eguo ver seo~p-ir, a
quern d>z <|ua e seu derradeiro desejo ver a lilha.
-) leito de Sara, que
[ a abra^a e re^ebe o perdao do seu marido.
i Nesla occasiao, em que a alma daquella pec-
cadora esia prestes a voar ao ceo, ouvem se canti-
cos festivos. Eram na casa junta, onde se festeja-
va o casaraealo de Carlos Ewans com uma riea
herdeira.
Nfovo regimento rte custnH. Sob
o rubrica Parle Official, publicamos hoje o decreto
n. 5.737 de 2 de setembro, allerando o regimento
das custas judiciarias, na sua inlegra para satis-
fazpr a cunosidade pabliea.
Scicncias e artes. Em a nossa 8J pa>
gina encelamos hoje a publicacao de am excellente
artigo, vertigo do francez sobre o Sancamento dos
rios.
A Cigruna. Recebemo3 e agradecemos o
n. 3 do jornal illustrado A Cigana.
Para o norle. Corn 3 recebidos em nos-
so porto levou o vapor americano South America
33 passazeircs.
Kneravo.'i exportatlos. Com destino
ao Rio de Janeiro seguiram, no vapor Ceard, desta
provincia 65 escravos.
Para o thesouro nacional. 0 vapor
Ccard levou da thesouraria de fazenda desta pro-
vin:ia 63:0)0*
Pnssamentu. Apos c.irta enfermidade
deu honiem a alma ao Creador, o Sr. America
Wanderley Jacqu9>, praticante da adminisirafao
do correio.
Immundicia. 0 vao enlre as casas ns.
105 e 107 da rua da PMma, e-ta convertiao em
monluro de immundicia e abrigo de actos repro-
vados, com grave incommodo dos moradores cou-
visinhos, sobre tudo d'aquelles que occupam oj
dous predios qae o ladeiam ; chamamos a atten-
gao do respectivo fiscal, aflm da que sejara dadas
as providencias qua o caso exige,
Ksta a deiabar.-Lembrase ao fiscal da
freguezia da Boa-Vista, o muro n. 81 da rua do
HQ o transito public).
Coaipanbia da Beberiue. Desde as
i horas da tarde de 4 ale o meio dia de 5 do cor-
rente, deixara de haver agua dessa companhia
nos b.iirros d.1 Santo Anlonio, S. Jose e parle do
da Boa-Vi-ta, visto ser preciso o esgotamenio da
caixa de depesito durante tantas horaa.
0 bairra do Recife, porem, o os chafarizes da
Soledade, 'do gymnasio, da fundirao do Starr, de
Santo Amaro e todos os q ie fieara antes da refe-
rida caixa deposito, nao terao tal falta.
Como se ve do aoio da regpectiva directoria,
pablicado na seccao competente, ped a mesma
que o p lbli -o se ornvina eonvaaiaatemente.
Brejo da Madre de Beai. -Eicravem-
nos da v ba desse no ne, em 24 de sttemoro :
Priucipiu ppr dar-lhe a infausta nolicia do fal-
leeimeirti), no dia 22 do corrente, do sempre cho
rado baicharel Giocinato Alvas Cavalcante Cam-
bjim, que, regressando desia capital, ja viuha tao
do-iiia, qua de i,aru.>rii para a casa de seu araavel
paj, o Exm. Sr. barao da Buique, foi oondazido
em uma i ede. e poucos dias teve de vida. Foi da
certo uma perda bastanie sensivi-1, porque, sendo
Uo moco (apenas coin 27 annos de i lad;-) era iuiel-
ligente e doUdo de virtues solidas ; o que exube
raniemeute pravoa. nos cargos que occuoou. Foi
promotir nesi i comar:a,duftdB era natural ppr mais
de.2 annos, desempeuhou o 8"a cargo com honra-
dez, encontrando n^-lre a)utica am fiel e i > parcial
orgio ; e o ciime um iuimigo aeernroo palo qa
se'fez amado de Uj*os, qae geralmenle p-antiaiij o
seu prematuro passam<-.aio. Em Pao d'Albo^ontf
exercea a vara da juiz aubstjtnto, era tan)ber,
aprecud,o pela sqa ontti^Qta Irreurehaasivel, si-
zartez; e.. com braco. ft rte, diatrjbuia JujiU.sa ge
rabpoatf. tiio conjerpporisando c mo ctitna, efor
is.-o e a ainda mais estinadb. Em razao do bom
desempeaho desseaar(ios, acabavide sAr
1
if,s"
uc s. ., e nio dBtflba a
eX( rcel-o por nao estar installada a comarca. Sen
do dspaiaio' provincial pelo o. districto destS pro-
vidcia, em daas legislaiuras consecativa!", pdrfatt-
e optimiraante, votind sempre com criteria e in-
encia.
Esta eomaroa gota de pai e tranqdlfliHade. e
e" posswei para dejempenhar suas obr^gacdes, dSi>
obstan, nao podem dearreigar o iaveierado eri-
me-ete funo de cavallo*, qae inrelizmejtfe ^ eHB
todo termo. &>se eriflie-emquaulO' ofteve afleelo
ao juigaowptodo jurv Aimiauiu, porque esse tri-
bunal, oHo4e juizes dACoosciencia, e abt esta a
sua beikza, co aiaiuiauiente iiao ulhava para as fra-
cas .provas doe autos, e por isso era raw o ladrao
qae.nao fosse condamoado. Outro taato nao se
da naiu*gameou do Dr. juiede direilo, qe, son-
do oMifaao a ciogir-se ao legala el probatu, o
que.V,difflcil, attnu a.falu de tastanmahag da
vista; apezarde suas boas iakocoes, se ve na dura
nocesaidade de absaBer a esses meamos la-
droes.
Ha mais de annoesia vaga a cadeira elemeu-
tar.do sexo feminino desU villa, e amca da fre-
guezia. pela remoeio da professora, coo atrazo
para tanias ^luianas, qae a frequeutavam; a ha-
vendo o delegalo lillerario feitu sciente ao Dr. ins-
pector da iostruccao publica, ato a presente data
a A'leTprovincial n. 966 de 23 de julho de 1870,
quecreeu a freguezia de Pesqueira, segregou uma
fraccao desU para aquella, passaado o terreao di-
vidido para o termo de Cirabres, e, por ser mal is
terprelada pelas autoridades policiaes de Pesqueira
a mesma lei, que ja foi alterada, e esclarecida pela
den. 1,105 de 28 de maio de 1873, se temdado
coBflictos de jansdiccao nos lirailes desls com
aquelie termo, e continuarao a dar se com prejui-
zo da policia, se o Exm. Sr. presidente da provin-
cia, a qaem a caraara municipal desta villa e de
legado de policia represenlaram a respeito, nao re-
solver essa questao ; visto que a lei e tio clara,
exprimindo se no art. 4.* do inodo seguinte :
Os lirailes do termo de Gimb-es sao os das fre-
guezias, que comprehende.
t Ora, porlencendo a freguezia da Brejo, pela
nova lei, esse te:reno, claro ttca que nio pode elle
periencer ao termo de Cimbres, e oade chegarem
as raias das duas freguezias ahi devem tambem
chegar os lirailes dos dous terraos. E, da rna
neira qae qaepem aquellas autoridades, fioa o ter
mo de Cimbres por aquelie lado com llmites di
versos dos da freguezia de Pesqueira, lirando-se
do Brejo mais do que deu a lei cilada-para aquella
mesma feguezia e lerin
CoiiMcIno tuprcmo militar. Na .-es-
sio de 23 docorrtnie foram juigados detlnitiva-
menle os seguintes processos :
Exercito. Anspecada Pedro Celestino, accusado
do enrae de insuboriiinacao e desobadiencia com
raao armada, e cuudemnado a ser arcabusado: f )i
conllrraada a senten?a. Dito Diogo Esperidiao de
Alim-ida, accusda do crime de desobediencia, e
condemnado em tres mezes de prisao com trabalho
nis furtilicaijoes: foi reformada a sentenca em um
mez da prisao simples. Soldado Joviuo Alves Be-
zerra, accusado do crime de insubordinacao, e
condemnado a dous annos de prisao com traba-
lho : foi conlirmada a seulenea. Ditos Henique
Eugenio e Pedro Luciano Alves do Nascimento, ac-
eusados do crime de deixarem fugir um preso, e
condemnados a serein postos tin lugar do fugitivo :
foi reformada a sentenca, para condemnaiem, a
cada um dos ieos,a pena de dous annos de prisao
com trabalho. Dito llraorato Alves daSjIva, accu-
sado do crime de ferimento, e condemnado em um
mez darigorosa prisao : foi reformadi a senleuga
em ires mezes de prisao em uma fortaleza. Dilo
Joaquim Jose da Silva, accusado do crime de em-
briaguez e ferimeuto, e eondemnado oas penas dos
arts. 6 e 24 do capitulo XXVI do regularaenlu de
iufanteria de 1763 : foi reformada a senlenga para
imporem ao r6o a pena dc einco annos de prisao
com trabalho. Dito Manoel da Silva Nascimento,
accusado do crime de insubordinagao e condemna-
do em um anno de prisao com trabalho nas forii-
lioacoes: foi coniirmada a sentenca. Dito Fran-
cisco Jose Pereira, accusado do crime de embria
guez e amearras, e condemnado em dous annos de
"prisao com trabalho : foi reformada a sentenca em
um anno de prisao. Dito Febsberto Barbosa de
Maria, accusado do crime de ferimeuto, e condem-
nado a ser arcabusad i: o conselno supremo mili-
tar de justica inaudou vollar o ptocesso ao conse-
lno de gaerra para se lhe juntar o exame desani-
dade, a que se devia pruceder no offendido. Dito
J se de i amp os Botelho, accusado do crime de len-
taliva de morie, e condemnado, em cit anno- de
rigorosa prisao: foi reformada a sentenca em
dous annos de prisao com trabalho. Dito Antonio
Ilyg.no do Nascimento, accusado do crime de I.*
dusercao "implas, e condemnado em dous mezes
de prisao por se ter apreseulado dentro dos tres
mezes: foi conhrinada a senten;a. Ditos Anselmo
Auguslo Gorreia, Pedro Saldanha, Lucio Francisco
dos Santos e Marcolino Gervazio dos Santos, ac:u-
sados do crime de I.* desercao simples, e condem-
nados em seis mezes da pri>ao cada um : foram
coourmadas as sentences.
Pagadoria de fazenda. Nesta esta-
r;ao pagam se hoje as seguintes folhas: Tribu-
nal do. c.oininorcio. pes-oal da policia, co isignacoes
Efos onleiaos uo escroru e oniroa, juno on) ioAus,
marinnagera e guardas d'alfandega.
Agencia telegraphica americana
Pela directoria da agencia co Rio de Janeiro fo-
ram recebidososs.'guiuies telegrammas :
o Paris, 24 de setembro. -A viagem do mare-
chal Mac Mahonao sul ficou adiada para depois
das eleicoes de 3 de outubro. As ultimas eleicdea
para supprir as vagas na assemblea terao lugar
uo dia 18. Diz um telegramma de Berlim qua
hontem hou-'e agitagao em S. Petersbourg. A im-
prensa allema assegura que nao ha rece o de que
se complique a questao do Schle3wig ; as explica-
tes do governo allamao fmam feitas em um sen-
lido ainigavel. Di'. que o embaixador dinamarquez
em Berlin nao deixara o seu lugar ; aecusa os
operarios typographos de lerem promovido as des-
ordens que se_ deram no Sehle-wig, o que motivou
a sua expplaio.i
Madrid, 24 de setembro. -Nada se sabe ain !a
sobre o resultado do movimento cmorehendido
pelo exercito do norte. A Gace'u diz que nao boa-
ve combate, desmente o boalo da que os carlistaa
liaha atacado a vanguarda do corpo da Moriones,
ou que oexercilo se tra a visla. forgado a vollar
para as suas posigSes. Esla versao, porem, corre
aioda hoje. Os carlistas contiuuam a percorrer e
a saquear as povoaQ&es. Ante hontem o chefe
Gucalla com a sua faccao entroa em Jativa, na
provincia de Valencia, saqueou as principaes ca
sas da povoacao e relirou-se sem ser hostilisado
pelos republicanos. Dizem de Bilbao que as fac-
;0es carlistas que se acham c ncentradas nas vi-
sinhancas daquella praca se revoltaram contra os,
chefes. Na madrujada do dia 21, quando recebe-
ram ordem de marchar para Navarra, deram mor-
ras a D. Carlos, declarapdo qae iam retirar-so para
as suas casas. Diz-sa que deram vivas a II-pa
nha e a paz. Por occasiao de proceler-se em al
gamas ci se manifestado grande opposigao por parte dos ha
biianles. Em Toledo a popuiacao oppoz se a co
bfanea do imposto sobre o pio, sendo insu'.tadas
as autoridades. Accudindo a tropa, houve um
conQicto com o povo, QcanJo feridas muilas pas-
soas. 0 general Zavala voltou hontem e teve uma
conferencia com o presidente. Quanlo daquisa-
hio no dia 12, constou que fdra para Bilbao em
eommisslo ; sabe-se, porem, que elle fa entregar
o commando a Lacerna, que o ficara substituindo.
Ate hoje 30,000 inscriptos na. ultima conscripr^ao
teem entregado no thesouro a somma correspon-
deate a saafiseoeio do servico militar. >
a Lisboa, 24 de setembro.0 rei, a corte, o ga-
biuete e os principaes chefes civis e mililares assis
tiram hoje, pelas U horas damanba, no tcmplo de
S. Vicente de F6ra, oade se acha depositado o cor-
po do Duque de Braganca, a ceremonia fuaebre
que nesie dia, anniversario do fallecimeolo do qae
foi I jtperador do Bcasil celebrar-se por sua alma. Junto ao templo formou
o batalh'i j de ca .adores 5 para fazer a guarda de
honra ao soberaoo ; dentro da igreja esliverara
contmgentesde tola- os corpos da gnarnic&o des-
armadas, assim como toda a sua otU:ialidade, a
a .-des de outras sociedades e collogios. Teem con-
vergi lo para a froolwra do norte contiagcoies
dos eorpos pertencenles as divisfles do Porto e Villi
Re*l ; ja alii se acha forja sufl\jiente para impe-
de a passagem d"3 grupos de eartistas armados, e
qualquer teatativa de alwiameato no territorio p.ir
tuguez. Foi ja feita uma viagem de expenencia
na primeira seeeaVj de carainho de fprr > d tfinho,
copprehendida enl'e as cidades do Porto e Bra-
ga. Parece qqie ha ainda al^n? trabalhos a con-
clqir antes de ter tagar a inauguracAo. A "Xpe-
riencla fbi feita com a ponta provhor&'fe'ri'-.Vira
sobre rro Ave, e a imprensa do n^ entende
Ir.naos, oa rua do Bom Jesus n. 56.
IiOteriado Rio.Por telegramma recebido
do Bio, sabe-se que a loteria 507 corre hoje.
lioiteria. A que se acha a venda e a 119'
a beneficio da matriz do Pofo da PaneHa e qae
corre ap, dia 7.
Oama de detencfto.Movimento da easa
de dotsncao do dia 30 de.seiembro de 1874.
Existiam presos 308, entraram 5, sahiram 6,
existem 307.
A saber :
Nacionaes 147, mulheres 7, estrangeiroa 21,
scravos 32 Total 307
Alimentados a custa dos cofres publicos 246.
Movimento da enfermaria no dia 30 de setembro
le 1874.
Tiveram baixa :
Severino Francisco Bezerra, nevralgia.
Joanna'Maria da Conceicao, metralgia.
Prudeocio Prancisco Pereira, hepatite.
Teve alta :
loao Francisco de Araujo.
Faagagetros. -Sahidos para os portos do
sul no. vapor Ceara :
Jov.ia de Miranda Alves Feitosa, Jose Duarte
Go^lho, Eufrozina de Miranda Li na, Taboca Filho,
Joanna Baptista Accioli Lias, Maria Carolina Mon-
teiro de Mello, Antonio Jose de Almeida Costa. Joao
Raymundo Martins Peres, A. M. Carvalho, Dr. Ti-
burcio Raymundo da Silva Tavares, sua seuhora, 1
criada e 4 escravos, Julio de Assis Carvalho, Jose
Mendes da Cruz Guimaraes, Anlonio S. M. Saulo-,
Possydonio Igaacio de Oiiveira Braga Junior. Dr.
Lujgi Paozam, Jonathas Pa^o, Francisco Gorreia
de Vasconcellos, Emilia Carolina, Anna Jaeinlha,
Paoiphilo Julio da Cosla C rne, Francisco Joaquim
Dias, Francisca de Jesns, Joao Theodoro di Almei-
da! Patricio Sabino, Jose Mathias da Silva, Anto-
nio da Cunba Moreira, Bento Jose Bibeiro, Joao
Bam Capistrano e 1 escrava, Alexandre Mendes da
Coita, cabo Jose Pelippe, soldado Jose Andre" dos
Saatos, 1 r.riala, 3 recruias e 63 escravos a en-
tregar.
Chegado dos portos do sul no vapor ameri-
cano South AmeriCi:
Hermann Lundgreen.
Sahidos para o norte no mesmo vapor :
Consul americano J W. Slryker, Dr. Antonio
Alves Santos Souza, Jose Matheus, Jacintho Alves
S. de Souza e Antonio Estorisco.
Cenalterio publico. Obituariodo 30 dia
de setembro de 1874.
Aatonia Maria de Jesus, parda, Pernambuco, 40
annos, viuva, Boa-Vista, hospital Pedro II; bexi-
gas.
Joanna Maria de Alcantara, parda, Pernambu-
co, 25 annos, casada, S. Jose ; bexigas.
Maria, branca, Pernambuco, 4 mezes, Recife ;
convulsoo*.
Rachel Maria da Conceicao, parda, Pernambuco
30 aaaos, solleira, Santo Autonio ; phlysica.
Tertuliano Franci co Gomes preto, Pernambu-
co, I! annos,Boa-Vista ; febre.
Franceliao Olympio Pereira de Oiiveira, branco,
Pernambuco, 27 annos, casado, S. Jose ; tubercu
los pulmonares.
Harm Elvira Fernandes, branca, Pernambuco,
14 annos, solleira, Graca.; febre oerniciosa.
produzio a neassaria josftflcacJo. p"ia a qoe rein
junta esli assignada apenas nor dous coromerc an
tes, um dos quaes e o soclo diosappiicanle.
Sendo 11 horas e tres quarios e nio ha vendo
mats o que deapaciiar, S. Bxe. o Sr. conselbetro
presidente encerrou a scssa".
PARTE POLITICA
caRONicji JUDimm
IIHBUHIL iA 11321^ \C.i
SESSAO ESPECIAL EM 1 DE OL'TUBRO DE
1874.
PRESIOE5CIA DO KXM. Sa. COH3BLHKIR0
CAETANO SANTIAGO.
Seecctano Dr. Virgilio Coe'ho.
A's 10 horas da manna, presentes os Srs. des-
embatgadores Reis e Silva, Accioli e Souza Leao,
abrio-se a ses-ao.
0 Exm. Sr. conselheiro presidente passou a re-
lalar os aggra^os de peticao, cujos adjuntos fo-
ram soriealos na sessao anterior.
Aggravos de peticao.
N 04 -Ay^ravante.-J Tavares de Mello Junior,
aggravado Jose Joaquim de Gaatro Moura. Adjun-
tos os Srs. deserabargadores Reis a Silva e Accioli.
Neaou se pro.'imento.
N. 63Aggravantes, Antonio Ferreira de Car-
vi.ilio, Tasso Irmao & C. eoutros ; aggravados Ro
drigo Ferreira & C. Adjuntos os Srs. descmbar-
gidores Souz\ L:i> e Ace oil.Ficou adiado.
Encerroutse a sessao a 1JI(2 hora depois do
meiodia.
PARTIOO COWtBRVtDOn
RECIFE, 3 DE OUTUBRO DE 1874.
4- A Provincia.
Ill
Resta-nos hoie tomar era considerarao o final do
artigo 1a Provincia.
E' certo que o Exra. Sr. Pereira de Lucena, em
sea ultimo relatoriode abertura da a-samblea pro-
vincial, informou ainella orpwa.-ao como era do
sen dever, que a thesouraria era sea orcam-'nto
calculara um deficit no corrente exercicio, supe-
rior a quinhentos coo'os; mas e tambem certo que
providencias prolicuas foram lomadas, que irarao
sera dnvida o equilibria da receita com a des-
peza.
A asemblea provincial em inteiro accordo com
a administracao, procedeu a sensivel reduc ;i > da
despe:a, alargou e creou fontes de renlas, que de-
vem ser bastantes para evitar qae a previsao da
thesouraria se realise.
Por este lado a Provincia deve estar tran-
quilla. j
Quanta as condigoes em que nas achamos com-
parativamenle com as de 1863, nao teraos duvida
em albrmar que sao hoje muito melhores.
Devemos somma maior do qae deviamos entao,
mas nao temos os ambararos que haviam em
1868 em relacao ao pagamento dos credores ; hoje
os comproraissos da Provincia sao satisfeitos era
dia, e o nosso credilo esta restabelecido e firmado.
Sa teraos maior divida, temos maior e mais provei-
losa apphcacao dos dmheiros publicos.
Ponha a Provincial de parte o eapirito parti ia-
rio, e a exagera^ao nascida da paixiio exarcerba
da, que reconhecera que o Exm. Sr. Per ira de
Lucena tern sido um administrador severameate
econo uico, e notavelmente desvelado pela prospe
ridade de Perna nbaco 0 qae hamanamente
pode um administrador fazer era bem dos interes-
ses publicos, tem S Exc. feito, e de modo tao es-
for^ado, que granles e arrojados teem sido os
seus c ramellimentos de beneficio reaes a sua ter-
ra natal.
. Diga a Provincia qaanto quizer, os m-recimen-
tos da administracao actual se sobrelevarao, por
qua as^entam em attestados_duradouros da sua
passagem. Esta e que 6 a verdade.
Mas prescindamos das injustigas e provas dc ma
vontade da Provincia ao Exm. Sr. Lucena; sao
assomos itnpotentes que se (uebraram de encon-
tro aos factos.
Basta-nos que reconheca, que a situacao linau-
cf i a actui' e muito melhor do que a de 1868.
Teraos maior divida, mas temos em cornpensa
cao, augmenlo quanto aos melhoramentos publi-
cos, quanto ao desenvolvimenio do progresso e en
graniecimento moral e material da provincia. So
a estrada do Liraoeiro e um poJeroso elemento de
graadeza quo nos ha de vir.
Devemos maior somma, e fora de duvida ; mas
as nos-as finances e-tao perfeilamente regularisa-
das, juros e amortisa^ao paga seem dia, como em
dia sao feilas todas as outras despezas provin
ciaes.
Nao podemos, por tanto, eslar em melhores con-
di(5es linanceiras.
Como licou demonstrado no aiiigo anterior, d is
2,8J0 centos que devemos, dedazidos os pagzraen-
tos dos compromissos de 1868, so Qcarara dispo
niveis 1,238 contos. Mas a situacao actual tem em-
pregado em melhoramentos publicos cerca de 3,200
contos.
Nao ha maior prova de economio, criterio e pru
denci ana applica^ao dos dinheiros da provincia.
Diga, pois, a Provincia (papel) tudo qnanlo Hie
aprouver, a verdade ha, como o azeite, nadar na
tana d'agoa.
em soas prelencoes, saeriffcoa o sen partida ao
sen orgnlbe.
E o Sr. /acarias nao sera mail miaielro, e o Sr.
Zacarias Qcara no senado defendeado os direilo*
do povo I .
0 paiz nada pode eeperar do Sr. consallieiro U-
carias quando mesmo elle queira cumprir a ana
promessa, o qua alias e aioda proWeujaiico, per
que ha serias duvidas oontra as aaswfSes dos ho-
raens contradictorios, o povo tambem aio pode
contar que elle defenda os seus direilos.
0 que fara o Sr. Zacarias oonao, lowistro I A
eprca que airavessamos e difficii e espipbosa. Aba
esta a questao ieli(iosa, essa espbioge, que aos
persegje; ahi esta a igreja, com suas preteacdes
exagcradas, querendo absorver a soberauia do
paiz; ahi estao o clero e os bispos a encber de
supersticao todo o nosso povo. 0 qae viria fazer
o Sr. /.acarias'' Ultrainoulano exagorado a libe-
ral inconsequente, elle enlregaria a igreja a sohe-
rania da nagao, elle enlregaria o povo as raaae
desses seus ioimigos, i|ue o querem malar pela
supersti^ao.
0 paiz nada espera do Sr. Zacarlas. Que elle
nao seja mais nuuca ministro, que elle enmpra a
sua promessa, e seria am hem para o paiz a nao o
que pensa a Provincia, e nao um sigoal do vicfa-
mento das instituicoes.
E o Sr. /.acarias diz que defende os direilo* do
povo I Pois defende os direitos do povo, quem
se apresenta escravocrala, querendo cliamar es-
cravo o lilbo da escrava, contra os orincipios, qoe
ja a legislacao romana consagrava 1 Pois defende
os direitoj do povo quem quer tirar o direito de
voto a quasi maioria da nacao, proclaiuando o
principio inexplicavel da eleicao directa censilaria ? .
Pois defende os direitos do povo, quein^quer a
conservagio do antigo systema de recru'ta mento.
barbaro e absurdo t Eo Sr. Zicarias diz qae- o
seu partido e defender os direilas do povo.
Emfim, apezar d molivos que temos para di-
zer qae o Sr. Zicarias iiuiz debicar com o paiz,
seria desej .v I que elle camprisse a sua promessa
era todos os senudos; porem, ainda temos muito
que esperar.
Ex fructibus eoram cogtuueetii eo$.
Tribulo 'c do. novimente juiz s\#)viiiujo da eomare*
Maaiao nelo warn" i" -
Tribunal da coiunierclo.
ACTA DA SESSAO DE 28 DE SETEMBRO DE
1874.
nMUHMGU DO EXM. SR. CONSELHEIRO ANSBLMC
FRAXCISCO PERETTI.
A's 10 horas da manha, presentes os Srs. de-
putados secretario Olinto Bastos, Lopes Macha.
do e Alves Guerra, e o Sr. supplente Sa Leitio,
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente abrio a
Lida, foi depois approvada a acta da sessao pro.
cedeute.
EXPED1ENTE.
OlDcio do secretario do tribunal do commercio
da capital do imperio, acompanhando a relacao
dos commerciantes matriculaios nos meze3 de ju-
lho e agosto-proximo* passados, naqufelle tribunal.
-0 tribunal mandou archivar.
Do presidente e secretario da. junta das correio
res. remrittendo o boletin das cotacoes offlciaesda
semana de 21 a 26 do corrente.-Maudouse ar-
chivar.
Distribuiram-se os seguiotos livros :
Diario e copiador de Hirarique Xavier de Arau
jo Saraiva de Mella, diario de Zeferino Valente &
C. dito da companhia ios trilhos urbanos do Re-
cife a Qjinda a Beberibe.
' DESrACHOS.
Re-pierimentos :
1>3 Moreira Pantes & C., pedindo que se lhes de
par certidao achar-se ou na i regisirada a nomea-
cao de seus caixeiras Frederico Ferreira Mendes
Guimaraes e Lucio Moreira Pontes.De se a cer-
tidao requerida.
De Felix Peteira de Souza, solicilanlo ceritdao
de estarem ou nao registradas as nomeacoes de
seus caixeiros Custodio Furtado de Meodon^a e
Manoel Alves do Rego.Attendido.
Do bacharel Raymundo Braulio Pires Lima, re-
querendo que se lhe entregue, ficanlo copia, a
procuracao que lhe passou 0. Umbelina Rosa de
Lima Pinna.Entregue-se, nao havendo inconve-
niente.
De Algonez & Carvalho, submettendo a registro
a nomeajao de seus caixeiros Joio Nepomuceno
Harinho e Frederico Marlins Murta.-Gomo re-
querem.
De Fortunato dos Santos Porto, apresentando
para registrar-se a nomea?ao que deu a seus cai-
xeiros Jose Fortunato dos Santos Porto Junior,
Mancel Jose dos Santos Porto e Antonio Moreira
de Almeida Leal.Seja registrada.
De Joaquim Tivares Pinheiro, trazendo a regis-
tro a nomeagao de Manoel Francisco de Andrade.
- Registre-se na secre aria.
De Adamson Howie & C, offerecendo a registro
a noraeacao aanexa de seus caixeiros.Na forma
pedida.
De Lourengo Gaspar Bastos, sujeitaudo a regis-
tro a noraeacao da Antonio Cavalcante Accioli.-
Proceia se ao'registro na secretaria.
De fluilharme Jose de S uza, para proceder-se
ao registro da noraeacao de seucaixeiro Glaudino
Jose Rodngues dos Santos.Deferido.
De Francisco das Ghagas de Jesus Monteiro,
para effectuarse o regisiru da uomeacao coacedi-
da a Adriaao Fraocisco T.ivares. -Ragistre se.
De Manoel da Silva Reis, juntando nova nomea
cac de seu caixeiro Jys6 da Cosia Reis, para ser.
registrada.Faca-so o registro.
Da Polycarpo Jose Layrae, para ragislrar-se a
noineacao da seu caixeiro Cincleto Americo dos
pantos.Na foriua requerida.
Da \iuva Bastos, impetrando o registro da up-
meaoao- de seu caijieara.- Sim.
De Antonio Ignacio do Rego Madeiros, Francisco
Ignacio do Oiiveira e Jose da AMMiMM Oiiveira,
socios da firraa Oiiveira Filhos & C, pedindo o re-
gi>tra do canirato de prorogacao da sua aociedade,
Vista aoar. desembargador fiscal.
De Juao Jose da Gunna Lagos, aeiindo qat#.,'
faca a uompeteale nota no seaudo de pita..n/? $e
C?r metada da biate nacioaal Oftn4. -1^ -rten
erelaria, -'g* ase-
Savida da secretaria, appMia^l*
:^a^r, do* cuueiro* Adamr ^Vrdrd\0;
Petir^es: PAA(*a rtsrjAt.
\t^m^^^J P'aneisca dos Saaios e Antonio Jose
pj^7'afcira do seflf dofltrWo Salfsfaca se o
Da Se
Errata,
Artigo II
0 nosso ariigo do hontem content diversos erros
typographic os, dos piae- apenas eorregimos os se-
guintes :
16 periodo-onde dizautorisagiolea-se
amortisacao
0 penultimo periodo, que coraetja assimSe a
Provincia, e certo,deve comegarA provincia,
e certo.
jiucacoei k Ptmrn
O Sr. ZncariaM.
Elm XiQtaerOi deKtu mez aveotaraia a 1'fovincia o
;;..-..-, i Ji.ca.-io Jj uma questao, a qual de-
ram exagerado alcance, e que de faclo deveria
mere:er, se nao esiivessemos habiluados a conhe-
cer os homens, com quera lidamos.
Em pleno parlamenlo declarou o Sr. conse-
lheiro Zacarias que nao mais seria ministro, de-
pois que foi d;spedido de Sao Christovao e que o
seu partido seria defender de sua cadeira da se-
nador os direitos do povo.
Eis uma declaracao solemne, declarara os
p>eudos liberacs e os ultramoutanos de Pernam-
buco I Quando um homem da eslaiura do Sr.
Zacarias sulemnemente declara quo nao sera
mais ministro, e que algum motive imporlante
pesa sobre o espiritu do emminente estadista, e o
forca a deixar assun de prctar os seus relevantes
servig-os ao bem do seu paiz.
Qual sera este motivo, ingenuamenle pergun-
lam os publicistas e tbeologos pruvincianos :'
A resposta Ihei escapa; as hypotheses se lo-
vanlam em grande numero e nenhuraa deltas
iranquillisa a duvida cruciante, que perturba os
eminentes escriptores.
Sera quo as institutes viciadas nao permittam
ao ministro tralar devidamente do bem do seu
paiz'r Sera que a vontade irresponsavel tenha
aviltado o lugar de agente do poder executivo ? A'
nenhuma das quesloes podem os nossus publicis-
tas respoadcr.
Um facto, porem, afflrmara os escriptores libe-
raes; o Sr. Zacarias cumprira a sua promessa, o
Sr. Zacarias nao sera mais ministro.
Eis o que diz a Provincia e a Uniao, eis o que
diz o Sr. Zacarias. Porem, pjr mais importaacia
que os pseudos liberaes liguem a declaracao feita
no senado, o paiz nao a pode aceitar senao como a
expressao arrancada, n'ura momenta de ingenui-
dale, a um orgulhoso despeitado.
Nao ; as instituicoes nao estao viciadas; cheias
de vigor e de pre>tigio, depois de uma existencia
dc meio seculo, cada vez ellas denolam com mais
forca, a sabederia dos nossos primeiro* legislado-
res. 0 fibula do pod.-r pessoal mil vezes repetida
e mil vezes desmascarada e o espanlalho de qae
se tem servido esses liberaes degenerados, raonar-
chistas no poder, republicanos na opposicao, abso-
latistas em politica, ultramontar.oj cm rellgiao,
que nao duvidam sacrificar as instituicSos, cora-
tanto q ie o poder lhes pertenca. 0 meio ja esta
por demais explorado.
0 paiz considerara serapre como suspeito a voz
do Sr. Zacarias. Estadista de pejo, elle tem era-
pregado sempre mal o seu talento e o sau alto rr^e_
A') ILLM I'. EXM. SR. Dlt. COUMENBADJ)R UES-
RIQLE PEREIRA DE I.UCEN.V, DIGN'O PRESI-
DENTE DA PROVINCIA.
Ainda que me conviesse mais agradecer a V.
Exc. com um reverencioso respeii e profundo si-
lencio, que com algum? x11 bi-.-ca demonstracae
de palavras as corlezes, lhanas e cavalleirosas al-
tencoes, com que V. Exc. ssinpra prestou me em
audieneia. quando tive oscaSiao opportuoa de
comniunicar-llie, comtudo a generosidade ineqai-
voca, que manifeslou a men favor de um modo
lao digno do seu generoso coracio a respeito de
minlia jubilacao, a proprin peiido, e da pagamen-
to de meus veoeimenlos que ha 8 mezes nao havia
resebido como professor pnmario do Rio Ddce e
tao grande, que me fai tomar a resolu^ao de fallar,
considexanlo que occulland i a njim mesm<), occul-
tava igualraenle os signaes do raeu anima agra-
decido.
Com aquellas expres-fhs que me pode dictar a
grandeza da minha obrigacao, v nha do alto da
imprensa agradecer sole.nneinanle ao Exm. Sr.
commendador Lucena tao exiremosa bondade.a
par da lirmeza propria da sea caract*r para nao
se deixar guiar par prevencoes o escrupulas mal
entendidos leve a netessaria iniependencia para
resislir a vontades estranhas a justirji de minha
preiencao, a despeilo de nunca ale hoje, ser-m
laagada a nodoa .,infamante de conlravenlor d^s
Ie s citfi-*, criminaes e ecclesiasticas no largo espa-
<;o de 28 annos e meio de raagisterio publico, como
sacerdote e homem social, Dens louvado....
Desejava que minha sorte me pozesse algara dia
em estado de paler pravar a V. Exc. a extensao
de mm prafunda agradecimento: se portal a lem-
branca da beneficio recebido, e um coracia agrade-
cidu pode.u str aceilos, acha-los-na V. Exc. toda
a minba viia.
Digne-se, portanto, Illm. e E'cm. Sr. Dr. com-
mendador, desculpar-me se public in to esie solem-
ne testemunho do meu reconhecimento, e desejan-
do-lbo igualmente enchentes de feiicidades na paz
do Senhor, cm companhia da Exma. familia com
o desejo mais ardente, que pole caber uos liraites
de uma extensa amisade, offando a molestia de
Exc, a quem imploro queira aceitar benevolo esti
ingenua eespontanea manifestacao solemne do men
animo agradecido, senao palcn servir de alorn >
a V. Exc. os meus elogias pel > meu pequeno vul-
lo na soeiedade, comtudo nao serao sem alento a-<
minhas expressoes. por serera as de um coracaa
animado pelos sentiment is de honra e probidade,
de um sacerdote pobre, e verdade, qua lera o uni-
co crime de nao saber agradar, rendendo homeua
gem, ou queiraando o podre incenso da lisonja
a autnridale caprichosa e arbitrana; e somenie
ii:-1j i oucu a un i t>emi&i3i&, ^t-\^,.ii a sacrilega,
ifualquer qua seja a auloriJul'. que a dirija, sem
abater-se vergonhosamenie. ^ao accendo o vil c
torpe incenso da lisonja. Todos me conhecem.
Olinda, 1 de outubro de 1874.
Padre Francisco Verissimo Bandeira.
.
ra /

Oleo purb medicinal de flgado
dc bacnllino de I.isitiuan e
Kemp.
Ninguem pode dizer que quando am phtysio
tem cbegada a tal exlremo, nio pode ser- ca-
rado com ocleo de figado de bacalhao. Elle sem-
pre propuz allivio. Ainda mesmo aquelles ja des-
eoganados, vivcrao muito mais tempoe com me-
nas dorescom o oleo, do quo sem elle. Com
quanto exislamjinnumeraveis arligos espariosos, do
mesmo name, com tudo pode se alcancar o legili-
mo, elle merece a conuauca que nelle se deposita,
que r neste paiz, quer uo eslrangeiro. Existem
duas qualidades delle, branco e uegro, porem ne-
nhum delle contem uraa gota de outra cousa que
nao seja o lluido viviflcador e curativo extr*hilo
dos figados frescos c sios da melaor escolha de
peixe. 0 seu elTeilo para alliviar e ca'ar a tasse
a mais obstinada, e verdadeiramento pasmoso. Os
suores nocturnos ce-sam geralmenle, depois de se
haver tornado algumas garrafas delle. 0 doente
adquire carnes e forijas, gragas aa seu benelica
infiuxo. Estes resultados sao uniformes e segu
ros. As pessoas que soffrem de affccoes pulmo-
nares ou do Qgado, acharao nelle um auxiliar se-
uguro e m remedio poderoso e efSeas.

caM^B^
recnueato. 0 homeiu que eoasiderava um
jrro a
nacea para os
apresentava como chefe de
aizia liberal, e que impedia cor*,
maior as(tiracao da paiz. a lib
o homem que era inculcado ai
fe do partbto liberal, e s' _;" '
extremo defeusor das
jo a pa-
eleicio directa, e depois a proclama co
males do paiz; o horr^m qQ8 se
p^rtido, que se
o sea v(''
,.o, a
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Racife, l'1 de outubru
de IH3A.
AS 3 HORAJa DA TARDE.
COTAC^ss OFnCIAES
Algoaao de Mr-^jaanguapc sem iaspascao 64500
oor 15 mios.
Mgodao oa Parah,ba 1' sorte 7*300 por L
K^los poato a bordo a trete de ll|16 <
Or*ii sobretondre* a 90 djA 36 5,8 4 ?-
14000, bontem.
d, de Vascq?*
^yOllQ*
Presidente.
A P. de Leraos,
Seereuno.
_.- oorff"
dail^ teccao.
Loifaav -Hoje effeetua o agent" Dia?, o leal Idardividus opertenceutei a Pedrq -Jo^ d &**
$ siello ttnaco, fflio#phndo as -liTidaa-jb roebi-
dai pelo iMrttlrtin^ett^opriMl^Mtfjf ***> Dw Pines C+ Taristro'db eii cohtrMo social
bradom. Vt.tA raa do IHrqae* aa Olmav. jOnia-Seia a peticao flrmada por cada-am dos
T-iflajM, efleotua lambwj*r*3J-.- pjdlo o. eocios ua forma daibreeer fiscal.
leilao de fazendas iaireta*, Crantzaa, ^OtOM e- De Wigio Fortuaa, cididao brasileiro, pediod >
raatricula de commerciante. 0 supplicante nae
. "oriado Rifcelro da Cuoha, registro do
^s:.atfaflfma ApflHb Fortuna & C. S-ja a
ante peticao artrgvda por ambos o* socios.
as aatoridadw criminaes e policiiej fazetn ia*ntQ 1 allemaes efistentei oo arnwzojn dos f>rS( Duarte St
ertacao dc
- venire
.oulcava o che-
aA csenta depois como
Syllabus, o libello. rrfc.- sdrdas propoSicdes do
lan';ado contra o bo- ,,9 80|emne que tem sido
tod.s as Iiberdad" ,,, senso era geral e contra
assim torn s ,3 em particular,; o homem qde
lacon^eqa''- apresentado no meio das raaiores
vel, n? .ncias, sem Beahura* justiflcaQao plausi
o*' .> tem o direito de dizer perante o paiz que
^ sera mais ministro e ranito menus o direito de
exigir qae o paiz acredite em stoas palavras.
0 Sr Zacarias tem-se sempre aprcsentido como
personiticando o orgulno. O pro e o contra, o sim
oa o nao, encontrarao sear-re nelle o apoio e a
bJstificagao, seguad-i o p onto para onira o voltar o
seu orgulho despeitado.
Quem igaora a razao pela qual o Sr. Zacarias
demittio-se de rainr-tro, e vem dizer hoje qne foi'
despedido ? Doaainado por Ideas extravagantes,
e anentatorias dos principios coasagrado* pelo
nosso paclo fucdairrental, pretendenao I'rapdr se
a vontade do ma arena, quando nsava das prero"-
gativas que a elle e s6 a eile foram caatiadas, poJra
que livremente as exercitasse, o illustre estaoUti
queria coliocar a sens pes aquelie a qna* a lei
colloeou acima de toios as poderes, para retar no
equilibria de ledos eiles.
Enonlrou o obstacnlo qae toe oppM a sabe-
doria da coroa, e o sea orgulbo ficdu chocado;
queria a infraccao da lei, impondo.a sua vontade
a quem devia coliocar se acima dos odfos p'irti-
darios, e vio-se mTfecidamente repeJIidQj ferido
4LFANI>K<'-\
dm to dia 30 .
23:96i>-72
Sl:3J343ftJ
8W.178/195
Descarregam hoje 2 Je outabro de 1874.
Vapor inglez Student (atracado) mercadorlas
pra alfandega e trapicbe Conceicao, vi-
oho para deposilo no trapicbe 8arbo farinha ja despachada para o 5' ponta
Patacho sneco Magnus mercalonas para al-
faadaga.
Brigue anstriaco Bakar farinha e aco ja des-
pachados para o caes do Apollo e 5*
ponto. ..
Patacho dinamarquezkntie farinha ja despacha-
da para n caes do Apultn.
Patacho inglez Bonito farinha \\ despachada
para o caes do Ai olio
Brigue portugue. Bella. Figutirence viaho
para deposilo no trapicbe Gucrhi.
Imp aortaoito.
Patacho dinamarquez Untie, entrado de Nev.
York em I dd corrente e coasigaado a Henry
Furster 4 C, maaifcsMo :
Agua Florida 50 eaixas a Peana Junior A C.
Barricas abatidas S,' OO aos consignatarios. Breu
15) barricas a Fernandes da Costa & C
Cua ?l eaixas inteiras e 11 djetas ditas aos coa-
signataribs. Cadeiras- 1 6aiXk >* mesmo-.
Esteira 21 rolusacs consignatarios.
Fariaba de tMgo I'SIWrrftas ao* coaaigaaU-
rios. Fam) 14 calws. not mesmos.




&pm~~

1
Diario de i^eraambeco Sexta feira 2 de Gatubro 4e 18T4
k Keroiene 5,000 caixai aos consignatarios, 300
* Paulino Jose da Costa Amorim 4 C, 300 a Soa-
p's Bastos & (i, 500 a Joajuira Jose Leitao & C,
lloiaico fOO caixas a Lebre & Reis. Medica-
mentos 27 caixai e 2 oacotes a Francisco Manoel
da Silva & C, 30 a Augusto Caors. Mercadoi ias
diversas 1 eahn a Manoel M. da Costa Soares.
Papel 500 resraaa aos consignatarios. Panno
da algodao aznl SO caixas a Keller A C, 10 a or-
dera. 5 a Ferreira Remos 100 aos eonsigaaUnos.
Barca iafkutAkbar, entrada de Cardiffe na
roeeroa dau coasignada a Johnston Pater & C,
- ananifestou :
Carvao de pedra 472 toneladas aos consignata-
rios.
Barca ingleza Titania, entrada de Cardiffe
na mesma data eonsignada a Saunders Brothers
4 C, manifoston :
Carvao de pedra 408 toneladas aos consignata-
DE5PAGHOSDK BXPORTACAO NO OIA 30 l>t
SETEMBRO DE 1874.
P*r* os portos do exterior.
Na barca franceza Veridiana, para o Havre,
carregoa : E. A. Burie & C. 2,300 couros verdes
cem 52,500 kilos.
No navio bespanhol Prim, para Marseille,
carregou : J. J. G. Beltrao 4 Filho 200 saccas com
13,4911 1)2 kilos de algodao,
No navio hespauhol Antdnieta, para Mar-
seille, carregou : J, J. G. Beltrao & Ftltao 307 sac-
cas com 39,308 kilos de algodao.
Para ot portos do inter tor.
Para Mossoro, no hiate nacional Nova Espe-
ranqa, carregou : A. da Silva Campos 8 barriers
com 460 kilos de assuear reflnado; Moreira 4
Braga 2 dkas com 116 ditos de dite.
CAPATAZIA
Keodimento do dia <
DA AI.FANDE'lA
664*012
VOLUMES 8AH100S
No dia 1
Primeira port*.....
3g nnda pan*.....
frceira porta.....
ftrpicba Coocaicio .
41
125
1,429
r^
Recife, 16 de setembro de <1874.0 escrivao.
Manoel do Nascimento Ponies.
Ao sello 309 rs.V. & S. ex-causa.-Oliveira
Maciel.
1,646
SBHVigO MAR1T1MO
!>*reng*j descarregadas no trapicbe da
alfandega.
Ao dia I.......
*o trapicbe Conceicao
1
2
T3
HECEBEDORlA OK
RAES DE
aeadimento do dia i
RENDAS LNTfcRNAS GE
PERNAMB'u'Cv
. 516*581
CONSULADO PROVINCIAL,
ftendiaiento do dia 1 2934233
AGENCIAS PROVINCIAES
Liquidos espiritaosos.
Rendimento do dia 1 a 29 5:091*063
Idem do dia 30 37*511
Bacalhao, etc.
Rendimento do dia 1 a 29 2:417*113
Idem do dia 30 &
Generos de estiva.
Rendimento de dia 1 a 29 4:459*761
Idem do dia 30 338*804
Fariuha de trigo, etc.
Rendimento do dia 1 a 29 6:795^838
Idem do dia 30 *
Porno, etc.
Rendimento do dia 1 a 29 2:449*141
Idem do dia 30 906*709
Rendimento do dia I a
fdem do dia 30
Vinagn
'.)
i, etc.
1:806*470
5:127*704
2:417*143
4:793*625
6:795*838
3:335*850
A camara municipal desta cidade, pelo pro
sente couvida todas as irmandades e proprietarios
quo teeia tumulus e catacumbas no cemiterio pu-
blico, a mandarem qaanto antes limpa los e repa-
r* los, como se fax necessario a conservaoao, o
formoseamento e decenoia do mesmo cemeletio.
Paco da camara municipal do Recrfe, 32
de setembro de I8ff4.
M J do Hego e AUmqnenpie,
Presideute.
F. Augusto da Costa,
____________________Secretario.
0 Dr. Joaqutra feitos da fazenda desta provincia, por
S. M. Imperial, a que Deus guarde,
etc.
Faeo saber aos que o presente edital vi
rem que, em cumprimento da ordem do
thesouro de 30 de dezembro de 1865, e
das instrueooes que com a mesma baixa-
ram, find o praze de tres mezes a center
da data da publicacao deste, sora vetidido e
arrematado em hnsta publica oeiebrada na
oomarcH de Itambe, a quera maior prero
offerecer, a vista ou a prazo ateli annos
quando muito com jaros de 6". ao anno
pelo tempo da deraota a comprebensao de-
onminada, Buraeo do extincto vinculo
de Itambe, sita naquella comarca a qual se
acha avaliada em cinco contos de reis e
contetn segundo a medigao a que so proce-
deu e coDsta dos autos a extensao seguinte :
do lado do leste 1,110 bracks, do lado do
norte 409 bracas, do lado do noroeste 682
bracks do lado do poente 411 bracas e do
lado do sul 681 bracas, sendo todo o ter-
reno proprio para a cultura de mandioca e
outros legumes e Gcando e"ertos os ioteres-
sados d que, tanto por tanto sera" referido
o lanco do posseiro respective na confor-
rnidade da ordem do thesouro, n. 15 de 28
de Janeiro de 1874.
Recife, 15 de setembro de 1874.Eu,
Jose Francisco do Rego Barros, escriv3o, o
subscrevi.
52 dite. M cobertas de cama.
53 dito. 30 toalhas 4e mesa.
54 dito. 4S0 grfardanapes.
55 dito. MO toalhas de mao.
56 dito. 362 tronhas.
57 dito. 1 panno da mexa.
58 di to. Trem de eocinba, coaSMutte de caldelras,
cassarolas, panellas, etc.
59 drto. 1 fogae e 1 caldeita -porlatel.
60 (Mo. 1 lote de resto de tinlas, oleo e outros
jectes de snbresalente do navio.
61 dito 1 virador de linho de 4 pollegadas.
qo62dito. 4 espias de couro.
63 64 dito. 1 guindaste volaate.
65 dito. 2 siboi e 1 campa de metal.
Cujos objectos serio vendidus em lotea desifaa-
dos pela nuneracio meacionada, a quem auis
der, visto me ter assim requerido o commandante
do aobre dito vapor Guilberme Waddington, e que
quinul em afeerto e selo forairo, pela onaatia da
60*000. por eaaencao que move* a wlva e her-
deiros do ado Marcelino Jose tapes, contra
! 4e liveira e ina aialner.
! Prandsco
I O procorador fiscal do Uwtoaro provincial
de Pernambnco declara aoa joaltoeiros Pedro Al-
lain, Phelippe Leon Poig e David H*yen, que de
menos pagaram o imposto de 2.000*000 por mas-
eatearem >f rovincia no exerdeio de 1872 a 73,
| differenca que se den em consequencia da lei n.
! 1061 art. W J 41, publicada no iornal oOcial,
i ter por erro consigoado a quaotia de I.OOOJOOO
: quando fora votado aqaelle acima indicado ; que
lhe flea marcado o praw de 90 dias improrogavel,
a contar da publicacao deste para solicitarem da
seccao do contencioso as respectivaa guias para
pagarem a differenca do sopradito imposto na ra-
zao de HMO* cada om, certos de que se o nio
lizerera dentro desse prazo, se procedera centra os
oabandonouoorinnavegabilidade, e ascomp'ahias 5?5? tai n no? Judic,alment n confermida-
de seguros delle nao quizerao tomar conu. SiLSa^lSL a .u
E para quo cbegue ao conhecimento detodosos' *?Z*2L)5&?Aa._theoms.|lBWteeW
preteodente., mando que seja o presente publica- de aco' de &* *874.
do dos Inuares do estylo, pela imprenu, tanto!
desta cidade cuinj da curte do Rio de Jaaeire e da i
provincia de Pernambuco, o que cumpra.
O procurador fiscal,
Cypriaao Fenelon G. Alcoforado.
bras, e ontrat pessoas qne desejarem ntUiaar-se
della, contiuua aberta. A directoria espera e con-
fia qne os associados e todos os que sio amantes
da instrnceio, aproveitem este simples ensaio,
mandando tnetrieular sens fllhos ouparentes nas
anlas qne fTatoitaraeme Ihes offerece a associicJo
Luso-BrasUWra. A diiectoria pede aos interessa-
dos a dinglrera-se ao esenptorio do irmio orador
a rua do Imporador n. 71, andar, das 9 horas as
3 da tarde, on a esta secretaria, a rua da Cruz n.
20, das 9 as 6 horas, afim de matricalarem-se. A
aula de francec faacciona nas tercas-fairas, das 7
as 9 horas da noite, e podera ser frequentada pclos
socies, sens filhos, parentes ou qualqner pessoa
que precisar in-truir-se na lingua franceza.
Recife, 1* de outubro de 1874.
Rodrigues da Costa,
! secretario.
1:800*170
Thesour > p,
bro de 4S7i.
2t:302|630
vincial le Pernatnneo, l*deoutu-
0 c.'frivSo,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
2.* seccio. Secretiria da presidencia de Per-
nambuco, em 30 de stembro de 1874. Por esta
secretaria se faz publico, de conformidade com o
art. 11 do decreto n. 817, de 30 de agosto de
1851, o edital abaixo transcripto, pondo em con-
curso com o prazo do scssenta dia*, a serventia
viialicia dos offlcio* de partidor e contador, par-
tidor e distribuidor do termo de Itambe. 0 se-
cretario, Joao Diniz Ribeiro dtijDunhi.
Facp saber aos que possam Interessar que se
acha em cmcurso por tempo de 60 dias, a con-
tar dasta data, os olD:ios vagos de partidor e
contador, partidor e di tribuidor deste termo de
Itambi'1, crcados pela lei provincial n. 304, de 26
lie maio de 1861, e portanto convidoos pretenden-
tes aos mestms ofOcios para dentro do referido
prazo apresentarem-se habililadjs, na forma
prescript;! pelos decrstos n. 817 de 30 d* agosto
de 1851 e n. 4,668 de 5 de Janeiro de 1861.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente, que sera pubiicado e
aflixado nos lugares do costume. Dado e passado
nesta villa de Pedrai de Fogo, comarcj dc Itam-
be, aos 14 dias do mez de setembro de 1874. Eu,
Francisco de AraujO Lima, escrivao do geral,. o
escrevi. Menelat dos Santos da Fonceca Lins
Ao sello ex-offkio ou V. S. S. ex-causa. Fon-
ceca Lins.
E nada mais se continha em dito edital, qne
fielmente copiei do proprio original ao qual me
reporto e dou fe. En, Francisco de Araujo Lima,
escrivao do geral, o escrevi.
llahia, 13 de setembro de 1874.
Eeu 01 trio Jose Rodrigues Pimenta, escrivao,
que o subscrevy.
_______ Carlos de Cerqneira. Pin to.
0 Dr. Luiz Ferreira Macei Piaheiro, juiz substitu-
todavara commercial desta cidade do Recife
de Pernambuco, por S. M. Imperial, qae Deus
guarde etc.
Faeo saber pelo preiente, que no dia 8 de outu-
bro do eorrente anno se ha de arrematar por ven-
da, a quem mais der em praca publica, depois da
oudiencia respectiva deste juizo, os objectos se-
guiotes:
Cm tanqae de ferro corn torneira de bronze pa-
ra deposito de oleo, avaliado por 20*.
Uma burra de ferro, grande, franceza, avaliada
por 200* ; cujos bens pertoncentes a Goncalves
Fialno i C. e penborados por execucao que lhes'
movem Rabe Scbmmettau 4 C, acham-se sob a t* andar e loja
gua.da dos mesmos exeeutados | 2.* andar n.
E na falta de iicitantes que ennran o preco da 1* andar n. 24 A.
avaiia jao,^ sera a arrematacao feita pelo preco da \ Rua de Antonio Henriques.
adjudicacao com o abatimento da lei. Caaa terrea a 26 .....
E para que cbegue ao conhecimento da^odos, i Largo da Campina.
mandei fazer o presente, que sera aflixado aos iu- j Idem n 11 (fechada)......
gares do costume e pubiicado pelos jornaes. Rua do Coronel Suassuna
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per- i andar do s ibrado numero 94 ,
nambuco, aos 25 de setembro de 1874. PATRIMONIO DOS ORPHAOS
Eu, Francisco Xavier da 8ouza Ramos, escrivao : Rua da Moeda.
intenno, subscrevi. | jCasa terrea n. 21 fechada).....
Luiz Ferreira &aciel Pinheiro. Becco das Boias.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa.-Maciel Pi
nheiro.
SAJSTA CASA DA MiSEKlCORDIA DO
RECIFE.
A Hlraa. junta administranva da Santa Casa da
Misericordia do Roci/e, manda fazer publico qne
mjsalade suas sessdes, o dia 24 de setembro, pe-
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
quem mais vaatagens offerecer, pelo tempo de urn
a tres annos, as rendas dos predios em segnida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 63......207*000
Rua das Calcadas
Casa terrea n. 30 (fechada). 200*000
Idem n. 36........221*000
Vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 114......362*000
Idem n.,94.......... 301*006
Rua larga do Rosario.
n 24 A.....310*000
A.......408*000
251*000
99*000
96*000
386*000
400*000
Sociedade Uniao Commer
cial Beneficente.
0 presidente desta sociedade convida a todos os
sens associados a se reunirdhi em assembles gent
no domingo 4 do eorrente, as II horas do dia.
afim de eleger-se a nova directoria.
Recife, !.? de outubro de 1874.
A camara municipal desta cidado faz publi-
eo para conhecimento dos interessados. que a li-
cenca, dada aos capatazes, talhadores, magarefes,
ajudantes ou aprendizes, valera somaite por um !
anno, e a falta della nos primeiros 13 dias do mez i
de outubro do anno financeiro municipal equiva- j
lera a perdarde emprego, conforme Setermina o'
artigo 231 das posluras municipaes de 26 de in i
nho de 1873, |
Pago da camara municipal do Re ife, 23 \
de setembro de 1874
M. J. do Rpgo p Albuquerque,
Presidente.
: Francisco
Augusto da Costa,
Secretario.
Casa terrea n. 18.......421*00(
Rua da Lapa.
Casaterrean.il.......202*000
Rua do Amorim.
Sobr*do de 2 andares n. 23 602^000
Casa terrea n. 34......} 2*000
Ruar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......153*000
Rua do Vigario.
i 2* andar do sobrado n. 27 243*000
11* andar do mesmo......240*000
; Loja do mesmo.......300*000
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 (fechada). 1:400*030
Rua da Senzalla velha
Idem n. 16.......209*000
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25 .
209*00'
201*00'-
Idem n. 29.......
0 Dr. Sebastiad do Rego Barros de Lacerda, juiz! Rua da Cnu.
de direito especial do commercio desta cidade Sobrado de 2 andares n. 12 (fechada).
do Recife de Pernambuco, por S. M. I. que Deus I!dera n. 14.........600*00
guarde, etc. | Rua de S. Jorge
Faeo saber pelo presente, que no dia 15 de ou-! r!,sa terrea n. 100 (feebada) .
tubro do eorrente anno se ha de arrematar por i 'uera n. 103 i
800*000
241*000
207*000
M0-
n
i
Navios cntrados no dia 1.
Rio de Janeiro e Bahia ."J dias, vapor amencano
South America, de 2,150 tonelados, commandante
Tenklepangb, equipngem 97. carga differentes
generos; a Henry Forster 4 C.
Cardrff 50 dias, barca ingleza Titania, de 408
toneladas, capitan Janie< Morrison, equipagem 9,
carga carvao a Saunders Brothers & C.
Cardiff 42 dias, barca ingleza Akbar, de 313
toneladas, capitao David Evans, equipagem 12,
carga carvio ; a Johnston Pater & C.
New-York 67 dias, patacho dinamarquez Katie,
de 207 toneladas, capitao Orlando Robinson,
equipagem 8, carga differentes generos, a ;.Ien-
ry Forster & C.
Navio sahido no mesmo dia.
New-York por S. Thomaz e Para Vapor ame-
ricano South America, commandante Tenkle-
pangh, carga a mesma quo trouxe dos portos
do sul.
0 Dr. JoscD.uningujs -la Silva, juiz substituto do
juiz de direito e orphans da comarca de Olinda,
por Sua Uageslade o Imperador, a quem Deus
guarde. etc.
F;ico saber aos que o presente edital virem e
ddle noticia tiverem, que no dia oito do eorrente
Oininla feira) a uma hora da tarde, depois da au-
diencia-deste juizo, tern do se arrematar, por ven
da, a quera mais der, uma casa terrea de pedra o
cat, a rua do Commercio, outrora Quatro Cantos,
d. li, chaos proprios, 4 porlas, 2 salas na frenle,
sala de detraz e quintal; pertenccnte aoespoliode
Jose Francisco do Na-eiraento, a qual foi avaliadi
por 800*000.
passar editaes qucserao pumicaaos pela imprensa,
e afflxados nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade de Olinda, a 2 de
setembro de 1871.
Eu, bacbarel Francisco Lins Caldas, escrivao, o
escrevi.
Jose Doniingues da Silva.
Rua do Ampar'e )01inda)
Casa tercea n. 18 (recbada).... 210*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
arrematacao as suas flancas, ou comparecerem
acorapanhados dos respectivos fladores, devendo
pagar a!em da renda, o premio da quantia em
qne for seguro o predio que-aanjiver estabeleci-
- lim
venda a quem mais der em praca pablica deste
juizo, os .objectos seguintes :
100 caixas com uma duzia eada uma de frascos
de oleo pbilocome, falsificado, a 4*500, 450*.
1 burra de ferro por 200* ; xnjos objwetos vao
a prapa por execucao de Joao Pedro de Mello con-
tra Jose da Silva Neves, a quem foram penhora-
dos, e acham-se sob a gnarda dos depositarios ; mento commercial, assim catao o servico da
particnlare8 Silva Neves <& C. E na falt de lici-' Peza e precos dos apparelhos."
tantes que cubrara o preco da avaliacio, sera -a i Secretaria da Santa Casa daJMisericordia do Re
arr-matacao feita pelo preco da adjulicagao com o c'fe. 17 de sstembro de 1874.
abatimento da lei. 0 escrivao,
E para que chegue ao conhecimento de todos,'_____________Pedro Rodrioues de Souza,
mandei fazer o presente, qne sera affltado nos lu- DAn;n i j ^ T~- f
gares do costume e pubiicado pelos jornaes. ; OOCieaaae JXeCreatlVa O U-
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per- j j
namhuco, de outubro de 1874. VentUCle.
Eu, Francisco Xavier de Souza Ramos, escrivao! Nao tendo comparecido os Srs. socios em nu-
intenno, snbscreyi Recde, 1 de.dezembro d^ W74. mero que eonstituissem asserabloa garal.sao no-
sebastiao do Rego Barros de Lacerda. | vamente convidados a reomrem-se na Sala das
Ao sello 300 rs.-V. S. S. dx-causa.-Darr s de gessoes, domingo 4 (Woututro, as 7 horas da ma-
Lacerda. --"--
SOCIEDADE
RECREIO DRAMATICO.
De ordem do presidente da asserablea geral "da
Sociedade Recreio Dramatico da Encruzilhada,
avisa-se aos respectivos socios, que domingo 4 do
mez viodouro, ao m-io dia, havera reuniao no lu-
gar do costume, afim de contiouarem a tratar
da discussio da reforma dos estatutos da mesma
sociedade.
Recife, 28 de setembro de 1874.
Sociedade beneficente Luso
Brasileira.
_ Desejando a directoria maodar collocar no sa-
lao de honra os quadros com os nomes de todos
os socios effectivos ( o que ja ha muito se dfvia
fazer ) e achando-se muitos era atrazo de raen-
saiidades e incursos no art. 44 5 da reforma dos
estatutos, re.-olveu a directoria marcar o prazo
de 15 dias, a contar desta data, para os Srs. as-
sociados pagarem as mensalidades atrazadas ou
allegarem o que for de justica, sendo que Undo
0 prazo serao eliminados.
Nesta secretaria e no puder do procurador
existem as listas daquelles que estao no caso de
eliminacao.
A directoria espera que os associados compe-
netrem-se dos deveres sociaes, e attendam que
fielmente se tern cumprido os fins humanitirios
a que se propoe esta associacjio.
A directoria .tin U chama a attencao db todos os
Srs._socios para o art. 13 g 3 dos estatutos que
dispoe : c o socio tem o dever de conirjhuir coin
as mensalidades de 1*, pagas por (rrmenre adian-
tado.
Secretaria da directoria da Sociedade'Ldso-"Bra-
sileira, ao fi de outubro de 1874.
Rodrigues da Costa,
Secretario.
Una de S. Miguel
Segue com brevidade para S. Miguel e paiba-
bote portoguez Novo S. Lourenco, pan onde rece-
be carga e paasageiros : tratase eem es conaif-
natarios Thomas de Aquino Fonceca & C Suceea-
3ores,roado Vigario n. 19, andar.
Rio de Janeiro
Drigue naciooal S. Paulo
Sahira com brevidade : para carga e escravos a
frete, trata se na rua do Vigario n. 7.____________
COMPANH1A PERNAMBUCAHA
DE
^vegf ao costeira a vapner.
*RAHTJA,R-ATAL, BAClO, MOSSORO", AKACA-
T1T, CEAfcA, ACARACC* E MA It AMI \0
MARASU.\0.
0 vapor Ipojuca, comman-
dante Moura, seguira para om
portos acima no dia 7 do
eorrente as 5 boras da tarde.
Recebe carga ate o dia 6, en-
commendas, passaceiros e di-
uheiro a frete ate as 3 horas da tarde do dia da
sahi la : esenptorio no Forte do Mattos n. 11
lino de 8. Miguel.
Com mnita brevidade segue para S. Miguel o-
conhecido paihabote portuguex JVoro S. Lonrenco
Para o resto da carga e passageiros tratase coni
os consignatarios Thomaz dn Aquino P*jeeca A;
C. successores a rua do Vigario n. 19.

LEILOES.
THEATRO
Santo Antonio
GHIA ITALIaNA
EMPREZA
Snbbado 5 d > corrcnle
3.a recita de
Agente Pestana
Segundo e ultimo
leilao
, DA
armacio, generos o mais utensilios da ta-
vern! sita & run do Rangel n. .'19
HOJE
a*s 11 l\i boras em pun to.
0 prepostodo agente Pestana fara leilao, por
risco de quem perteucer, da annarai,
verna sita a rna do'
lotes, a vonude dos
Agente Pestana
leilao
37 caixis com
No
DE
macas, desembarcadas ull:-
mamente
a 11 boras ciu ponto
armazem do Sr. Annes, defronte da a!-
EaooVga.
0 preposto do agenta Pestana fara leilao, per
conta e risco de quem pertencer, de 37 caixas com
macas, desembarcadas ultimamente, em um ou
mais lotes, a vontaJe dos Srs. compradores.
Com o sublime drama
tor da -Morte Civil-
assignatu/a.
em 5 actos, doJme=mo au-
intitulado :
'
isS.
os
EB1TAES. "
0 Dr. Quintino Jose de Miranda, juiz de direito
da primeira vara civel desta cidade do Recife
de Pernambuco e seu termo, por sua magesta-
de o Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Faeo saber pelo presente edital, que nos termos
do artigo l. do decreto numero 1695 de 15 de se
tembro de 1869, dentro do prazo de 30 dias. con-
tados da publicacao do presente, recebera este
juizo propostas em cartas fechadas para arrema-
tacao por venda da escrava Isabel, crioula, fala,
de idade de 30 anno* pouco mais ou menos, ava-
liada por 600*000, e do servico domestbo, a "qual
pertence a Francisco Aires de Miranda Varejio,
e vai a praca a requerimento de Jose Tavares Pi-
nheiro na execucao que I be t'.ncarainba por este
juizo ; send#que dita escrava aciV-se em poder
do respeclivo depositario Manoel Jos^ &e Miranda,
a rua Direita desta cidade, onde pode'.'a ser exa-
mmada, e para que chegue ao conhech?iento de
v, lodos mandei passar o presente, que sera .^fflxa-
ao HO ,a8ar do costume e pubiicado na impre^33-
Dado e p^.'!sad? nesta cidade do Recife, aos P
de setembro de io.7i- ,
En, Henrique Cecilio b-..7et0 de Almeida, escri-
vao, o subscrevi e assignei.
__________^^ Quintino Jose de Sift^nda.
0 desembargador Francisco de Assis .Oliveira Ma-
ciel, official da imperial ordem da Rosa, e juii de
direito privativo de orpbaos da cidade do Reci-
fe de Pernambnco e sen termo, por S. M. e Im
Perador, a quem Dens guarde, etc.
aco saber a quem o conhecimento do presente
ohegar, que por este jnizo e a requerimento de
Francisco Luiz dos Santos se procedeu a justifica-
cao de prodigalidade contra seu filho Manoel Luiz
dog Santos, e depois da prova testemunhal, e pa-
recer do Dr. curador geral, subiram os.aotosa'mi-
nba conclusao, nos quaes proferi a sentencajdo
tbeor seguinte :
Vistos os documentos de fls. 5, a fis. 11, o in-
qnericao de fls. 13 a fls. 16, que provam estar o
justificado Manoel Lniz dos Santos praticando actos
de completa poodigalidade, o bei por incapaz de
administrar sua pessoa e bens, qne ficarao sob a
administracao de sen pat Francisco Luiz dos San-
tos, a quem nomeio enrador.
0 escrivao passe edital para ser aflixado no lu-
gar do costume e pubiicado pela imprensa, e em-
us. Recife, 14 de setembro de 1874.Francisco
de Assis Oliveira Maciel.
E para que ningoem faca negocio algum com o
precitado prodigo Manoel Luiz dos Santos, senao
lr intermedio de sen curador, com prevja autori
sacio deste juizo, mandei passar o presente que
sera afflxado no lugar do costume e pubiicado nela
imprensa. *^
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambnco, aos 16 de setembro de 1874.
Eu, Manoel do Nascimeoto Pontes, escrivao o
-anbscrevi.
FYancitcv de Astis Oliveira Maciel.
1.'
5."
7.'
0 Dr. Carlos de Cecqueira Pinto, official da impe-
rial ordem da Rcsa, cavalheiro da de Christo
e juiz de direito especial do commercio, nesta
leal e valorosa cidade de S. Salvador Rahi dea
Todos os Santos e seu termo, por sua magesta-
de imperial e constitucional o Sr. D. Pedro II
quem Deus guarde, etc.
Faeo saber que no dia 8 do vindouro outubro'
as 11 horas da manha, a bordo do vapor nacional
Cruzeiro do Sul, fundeado na ribeira de Itapagi-
pe, tem de ser vendido era hilao, pelo agente de
leiloes Luiz Zuany, o mesmo vapor e suas perten-
cas, avaliado em sessenta contos de reis pelos pe-
rit'.s que procederam as vistorias, sendo o dito
elilao em 65 lotes, os quaes sao :
!. lote e o seu ;asco com todo os seus mas-
tros, gurupes, vergas, paos de carga e ensarclas,
cabos, machinas de vapor, 4 tanques de ferro para
agua, um ferro e uraa eorrente de 60 bracas.
t? dito. 1 machina de vapor, chamada gurrien,
de forca de quatro cavallos que serve para des-
carga.
3. dito. I note n. 1.
dito. 1 dito n. 2.
dito. 1 dito n. 3.
dito. 1 dito n. 4.
dito. I dito n. 5. Salvavidas.
8.' dito. 1 ferro grande de 14 qumtae3.
9.' dito. I dito de 12 ditos.
10. dito. 2 ancarotes.
H. dito. 1 amarra ds GO bracas.
12 dito. 1 dita de 45 ditas.
13 dito. Pannes constantes de 1 latino, 1 traque-
te, 1 velacho e 2 velas de proa.
14 dito. 6 toldos de lomna.
15 dito. Puliame do servico do navio, constante
de cadernaes, moitoes e cabos de talha.
16 dito. 20 remos e sua palamenta do servico
dos botes.
17 dito. 80 loneladas de carvao de cardin.
18 dito. 3 bitaculas com suas agulhas.
19 dito. 1 relogio da camara.
20 dito. 0 barometro.
21 dito. 3 lampedesda camara.
_^2 dito. 5 lanternas e pharoes.
23 ^dito. 3 phroes de roda e m astro.
24 dii> Nghfc .
25 dito. bomba de incendio com suas perten-
cas.
JS dito. 1 apai>aor com espelho.
27 diuJ. 1 espelho^ D- '
28 dito. 1 o.'3> n. 2.
SKSe^oVpeqien^^camarotes.
31 dite. 1 mesa n. 1.
32 dito. 1 dita n. 2. ^ .
33 dito. 1 dita n. 3.
34 dito. 1 dita n. 4. -v
35 dito'. 1 dita oval n. 5.
36 dito. 6 bancos da mesa da camara.
37 dito. 6 ditos de dita.
38 dito. 6 moxosde de assento de palba.
39 dito. 2 cemmodas.
40 dito. 1 armario de vidracas.
41 dito. 2 gnarda-copos.
42 dito. 1 cadeira de braco.
43 dito. 10 bancos do eonves.
44 dito. Louca de man constante de prates
chicaras, pires, pratos travessos a cobertos.
45 dito. Vidro de mesa aonstante de garrafas,
copos, calicos e compoteiras.
46 dito. Apparelhos de camar9tes,constando"cada
Qaii 47 dito. Baldes de folha para despejo dos ea-
rn arotes.
48 dito. Trem de
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta proviucia sa faz publico que
a arrematacao dos seis armarkw, annunciada para
o dia 16 db eorrente, ficou transferida para o dia
3 de outubro vindouro, que sera nesse dia defini-
tivaraente arrematados, devendo os pretendentes
entender se com o porteiro desta reparticao.
Secretaria da tbesouiaria de fazenda de Pernam-
buco, 29 de setembro de 1874.-0 3 escripUKario,
servindo de secretario,
________________Silvino C. de A. Sobreira.
Estrada dc ferro de Olinda
S ii I i p a s
Esta companhia com-
pra sulipas de oiticica,
de 9 palmos de compri-
mento sobre 9 pollegadas
de largo e 4 de espessura
ou grossura.
0 gerente,
L. J. de Miranda.
nha, para elegerem o vloe-presidente.
------....... w yytii'uia"uj oocius qtre"s^?
sentarem como em 2.a convoc'acao determina"
nossos estatutos.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
30 de setembro de 1874.
Orestes Monteiro,
1." Secretario.
COMPANHIA
DO
BE BE 111 BE.
Tendo-se de dar esgoto na caixa da rua
dos Pires, na noite de domingo proximo,
i de outubro, terd de cessar o consumo
d'agua desta companhia nos bairros de San-
to Antonio, S. Jose e parte do de Boa Vista,
a partir das duas boras da tarde do referi-
do dia, ate ao depois do meio dia da se-
gunda feira seguinte. 0 bairro do Recife,
os cbafarizes da Saledade, do Gymnasio, do
fundigao do Starr, de Santo Amaro, todos
OS que ficam antes da caixa continuarao a
ter agua. Previne-se portanto aos Srs.
concessionarios de pennas d'agua, e ao
publico em geral para que se previnam em
tempo.
Escriptorio da companhia, 30 de sotem-
bro de 1874.
0 secretario,
_______Luiz Manoel Rodrigues Vattp&i-
Associacjio
Portugueza.de BeneGcencia dos Empregados
no Commercio e Industria cm Pernam-
buco.
Assemblea geral.
Dc ordem do Sr. presidente, e em cumprimento
do que dispoe o art. 35 dos estatutos desta associa-
j cao, convidoatodos os Srs. associados a reunirem-
j se no proximo domingo, 4 de outubro, as 4 horas
, da tarde, na sede desta associacao, a rua do Im-
i perador n. 35, 1 aadar, para, constituidos em as-
i semblea geral, lhes ser presente o relatorio e con-
i tas da directoria, relativas ao anno social que ora
| terraina, e tratar de outros assumptos de interesse
a sociedade. Recife, 30 de setembro de 1874.
0 secretario,
_______________Leonardo Antonio da Silva.
Companhia Fidelidade
seguros maritimos e terrestves
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ritlm s e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos nltimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
4 ciilpa vinga a culpa.
No qual tomara parte os principaes artistas da
companhia.
N. B.' A empreza pede aos Srs. assignantes
c favor de proeurar os seus bilhetes no bilhetei-
ro do theatre
THEATRO
l\ IIRAilATICO
Sabbado *0 do eorrente.
Grande e vajriado cspectaculo
em bencficio do < onselho Paro-
chial fla Sociedade Propagadora
tla Iustrisccao Public-a da fre-
guezia da Varseea.
Logo que S. Exc. o Sr. presidente d^ provincia
comparecer na tribuna, subira a scena o appara-
toso drama em 3 actos :
A's 1 1
do
:
Capitania do porto de Per-
nambuco, 29 de setem-
bro de 1874.
Aviso aos navegantes. .
Em vista de commumcacao do Illm Sr. capitao
No dia 2 do eorrente mez de outubro, linda
a audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de direito da 1.*
v. "orto da provinela do Para, se faz constaVane yara cive'Jesta cida/,e ** ,ha de arrematar em
10 t- 42 do eorrente, foram collocadas 3 boiaa! Pra5a P.uW'ca. nrn sllto no lugar de Sant'Anna, da
FUNDIAO
DE *
C Starr & C.
SSo convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras e contas vencidas ; sendo que nao o fa-
zendo ate o dia 30 de outubro proximo vin-
douro, serao vendidas era leilao. PoderSo
comparecer ou mandar ao escriptorio da
fundicdo ou do testa me nteiro H. J. Cannan,
rua do Commercio n. 40.
Pelo thesouro provincial se faz publico para
quem interessar pnssa, que foram transferidas pa-
ra o dia 8 do mez proximo vindouro as arremata-
Qoes segnintes :
Obra da bomba do Fragoso, na estrada do norte,
orcada em 840jS027 ; obra da ponte do Hoes sobre
o rio Tapacura, orcada em 1:485* ; o imposto de
capim consumido na cidade do Recife, orcado em
1:939*460, e fornecimento da alimentacao dos
presos pobres da casa de detencao.
Secretaria do thesouro provincial de Pernambn-
co, 26 de aetembro de 1874.0 secretario,
_________Miguel Affonso Ferreira.
01
A COROA DUCAL DE PaRMA.
Seguir-se-ha depois a muito chistosa scena co-
mica pelo actor Penante :
Um concerto dc rabeca e
rcalejo.
Terminara o espectaculo om a c'oroedia em um
acto, ornada de musica :
e noite todoa os salon sao
pardoa.
0 eonselho parochial espera do publico desta
cidade a sua proteccio, visto ser o dito seubenefi-
cio para um lim util, como seja a instruccao gra-
tuita aos desprotegido3 da fortuna. Em tim dos
intervallos, uma commissao ira aos camarotesre-
ceber os donatlvos.
Findo o espectaculo havera trem, gratis, para
Caxanga, pela linha principal.
Principiara as 8 horas.
99u
W.'iX- '-
32i800'
327s2i >
53S
1C
31;

*mm mmrnm.
COMPANHIA
MESSAGERIES MARITIMES.
I.inha mensal
Gfroifc
Espera-se da Eu-
ropa ale o dia 7 do
eorrente, s e g u i n do
depois da denvora do
costume para Bae-
nos-Ayres,tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para encommendas, passagens e fretes, trata-se
com
OS AGENTES
Harisiiiendy A I.abille
9 ftua do Commercio 9
I.inlia mensal
metal, constante de terrinas,
pratos cobertos, assucareiros, manteguiras, galbe-
teiraa e palmatorias.
49 dito. Talheres de mesa, constantes de facas
garfos, colheres de sopo e de cbA
50 dito. 86 colchoes de eama dos camarotes eom
sens travesseiros.
51 dtto. 200 lencoe?.
no, dia
pfntadas d!
teiro a esta ciu
freguezia do Pdpo da Panella, pertencente a viuva
e a berdeira do fallecido major Joaquim de Albn-
Snerqae Mello, para pagamento da importancia
a execucao qne contra ellas move Joao Chris-
'aixa mar, demorando4t! ^I'* cajo ^."P10 se acha na mao do porteiro
10 do jaizo e nelle constam as diraensoe3 e bemfei-
torias do dito sliio, e que o valor delle e de qua-
tro contos de reJs.
preto, na extremidade do banco fron-
1ade, as quaes determinant o limite
-re de oeste e sua direccae A
em 4,m de fnndo enu v E e 0 QejJo"ao&
E' esperado dos por-
tos do sul no dia 10
do eorrente, seguindo
depois da demora do
costume para Bor-
deaux, tocando em
Dakar (Goree) e Lisbda.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismendy A Labllle.
9 Rua do Commercio 9
divides na importancia de 7:93l9VUi>, per-
lencentes aos bens queficarara por falle-
cirnento de Pedro .lose da Costa Castelb
Branco
Iioje
toras< n uiBfiha
Em o !. andar do sobrado da rua do Marnu /
Olinda n. 7.
0 agente Dias, cdmprindo o respeitavel despi-
cho do Illm. Sf. de.-embargador jniz deorpMo*.
levara a leilSo no d a e hop* acima indicados, t
requerimento djioventariante dos bens deixad *
por falieciraenio de redro Jose da Gosta Caste!
Branco, as dividar quu nbaixer-ee mencionaa.,
"'"'"'" o^ooll. .. |aa .-c aCtlrtllJ \A I eC'^l)ldaS p!'
mesmo mventarian'..-_as quaes \-ao com a com" -
tente declaracao
A SABER,:
Antonio Pere'ira da Camara Lima, reee-
ben o Inventariante
Autonin Joaijuim Q neaivi s Praia
Agosticho Pa '.
Joaquim Victoria .
Hercolano Antonio Mai.-oqqim, recebeu
o inventariante ".
Joaquim Alves do Barros \
Draz Antcnio da f.uhha, fLcebeta, inven-
tariante ^
Pedro Alexander.}: Ferreira
Antonio da Silva Marques
Manoel Antono tavares
Jose Eloy de Oliveira
Claudino Rodriguez Campellt.
Joaquim Jose de Oliveira
Antonio Germano Alves da Silva
Manool Francisco das Cbagas
Vicente Alves Moreira
Glementino Paes Barbosa
Francisco C->rrea
Luia Felippe Cavalcanle c\ Irmao
Joaquim Jose de Sant'Anna Trave
Bernardo Nunos
Manoel Jose de Souza Lima
Jose Antonio da Silva Grillo
Manoel da Trindade Bezerra
Inncencio Torres
Francisco Ferreira
Jose Bento
Antonio Pinto de Magalhaes
Bernardo da Silva Cardoso
A venda n. 35
Jos6 Mendes Carneiro Leao
Francisco Jose da Costa
Antonio Pereira da Silva Lima
Antonio de Paula Molta
Manoel do Naseimenlo Chaves
Antonio Peregrino Cavalcaote de Albu-
querque
Joaquim lose Rodrigues
Anacleto Jose de Mattos
Jose Maria Ferreira da Cucha
Manoel Ferreira Cavalcaote
Joao Leaudro de Barros
Joaquim Luiz Yiraea
Panlaleao Jose da Silva
Antonio Marque3 de Almeida
Antonio Esopo de Lima
Francisco Pio da Silva Vallenca
D. Anna Francisca Accioli Lins
Antonio Rodrigues da Silva & C
Athilano Jose da Costa Castello Branco
H
ll
561000
226S80O
77 240
214 2*k
126 li
69 BO i
17 0Q>
so m
74 644-
2J7I90J
104 ii>
91 560
160 14*
LEILAO
esta1
o Forte da Barra por 40, iv ,rtn n.
a do meio esta em 3,-3 de ftu..do a "M8 <-
cumstancia, tendo o forte da bau ,::.. ?
E. e o Castello yor 18* S. E.; e a tb/ce*a desta
ultima profundidade, ficando-lhe o Forte ./* B*rra
por 23* N. E. e o Castello por 24*. S. E. .'Qoa
magneticos.
0 secretario,
_________Decio de Aquino Fonceca.
. Luse-Brasiieira
a'directoria avisa aos Srs. associados a mail
jintereindoj, qne imu de instruacao primaria
IBKimamente creadapor esta associacao funeciona-
^o dia Sexta-feira 2 de.ontnbro, finda a au^fw*todo" M *f nte' das 'Wfaa da manha a^f
diencia do Sr. Dr. juiz de direito da primeira va-1 bonL* d* ttM*> seaao r*f*|' Pr n[n nabtl prw-
ra civil, tem de ir a praca uma casa terrea, sita. feasor, ql18 *"rce o mafMano 'desde longos an-
na rua de S: Miguel n. 83, da freguexia dos Ato- nos. A mav.i"'cJ,|a parawaaala; que podera ifcr
I gaaos, com 18 pataos de frente e 50 de faada, frequentada oii9* fllhos dos socios, criancas po-
0 brigne pbrtnguex Triumph), pretende segair
com maita brevidade: para carga e passageiros
trata-se com os consignatarios Thomai de Aquino
Fonceca A C, successores, ma ja Vigwia 3. 19
DE
FAZENDAS
fraucezas, inglezas, suissas e allamfs
Hoje
Duarte Irmao farSo leilao, por interveaeio ri
agente Pinto, de differentes farendas franceias, Ir -
glezas, snitsas e allemas, cm sen armazem da ir.a
do Bom Jesus n. 54.
Principiart as 11 boras.
Lte esteriiins.
Vendem Augusto F. d'OH-
Veira & 0.
Rufl do Commercio p. 4.
LEILAO
DE
moveis, lougas, vidros, crvstaes, ouro, pu
ta, pianos de armario e ditos de mesa
Sabbado 3 do eorrente
AS 11 HORAS EM PONTO.
Waraaazena da rna da Baaa Jr-
mtm n. US (antiga Cru).
0 ageoiii Dias fara leilao, por conta e risco oe
uma famHia que se retira para o Rk> ae Janeiro,
de 1 mobi'la de jacaranda, com tampos ide pedrt,
em perfeitj estado, 1 dita de dito,- 1 cama franceza
de mogno, 1 gnarda-vestidos de amarello, 1 gn'-
I
conta e
generos e mtis uteusilios da ta verna sita a n
Rangel n. 39. em um ou mais
Srs. compradores.
0 baian;o acba se em mao do preposto
concurrentes examinarem.
para -

-
I


vmnivH
!*
-!
I-
I
<
Diario de Pemambtico Sexta feira 2 de Outubro de 1874.
da-Iouca de amarello, 1 eommoda de jacaranda,
quadros, I rieo santnario de jacaranda, candieiros
a gaz, cadeiras avalsas, I msrquexa para solteiro,
1 marqoeiao, e mmtos oatroa objecto qae estario
patentes ao acto do leilao.
:
LEILAO
de eerca de 150 volumes dc
LEILAO
DE
f.
fazendas e chapeos
(Em contiuuayan e pur Mqubtacao)
.1 a *'!>; :
Uiapeu* .1 Gav.inr, de palu, do merino, site clh
diversas obras de diixiitoQjowks-deWrkXdoSflda, de., mi-ii.... ,
colleccaodas leis do Bra- i*S2*i!S;rd88eia, jecnit., a* g;,oga
-i i cambrala.
OH* Merino ureto e de cores.
SegilMlil-fCIPd 5 (Ifi OUtflbrO GwvTta^KversaVqual.'dades.
ill i Chapeos de sol de alpaca
its 11 n,->ras da lliailha 59 pecas do mussulma branca.
Em o andar de sobrado da raa do Marancr iS0^'"3 de mbraia bis'l")-
de Olinda u. 37 dllas de granadine de cores.
0 agente Dias, compotentemente antorissdn .l0 d,,as de a'"a">ado cru.
levariaMlaWdiae horaacma desKot ditas de atoalhado de linho (bramante).
os livros qae abaixo se mencionam 2? ff" ," da,Iiasc de Core9-
Gonrhia.se aos Srs. advogados e aeademicos a ?S jXj J* d l*alim
comparecerem ao referido leillo, pois entre elles 11 $}?* i #! de,serl,m-
ba aailos livros de merecimento, a saber : : ?Ldita3adlfll6 pre, r"f
AnnotacSes a Waldek, por Manoel Maria da |2x J-l" a paDD V*ra co'ehao-
S.ira Breisehy.ttistoria Interna do Direito Romano |S,d'" d '"> abertas
gnudo, por Loir Antonio Vieira da Silva. Os H-. *. ^js para casamentos.
Miseraveis, por Vietor Hugo, Tbeoria do Difeito \ J&IfJX & ctse,ra,ra-
Penal, por FA. F. da Silva Ferrio, Procesao Cri- MSLAESE ChS'y-
rninal por P. Bruno, Diecionario Jaridico, Diccio- Ik fj" *L*HS 2 Seda
nano porlaguez, por Faria. Manual de Appellacoes K,"9.,de ch,las de *"*? .
eagravos, por Gouvela Pinto, Accessor Forenie, !2 5!iM de cassas paracortmad
por Carlos A. Cordeiro, Direito Criminal, por Cdu-
io. e outros maitos, como consum do inventario,
em poder do mesmo agente.'
camu mm.
AOS 4:000*000.
SILIILTO GARAiTrtlJOS.
I ma Iri-.ui,-m Crupo) 'i. 23 t caw. do costurnt.
B abaiKo !.s*igu*H teud'i v.-ndido nos urns fe-
li;l|u>in.siiiH irttdr.in. 27*!) ,:om l:UH)i(i(K>, um
raw n *?l c.'-.ii ?t)O.Ai)J(l, mn moio u ai^O com
UiOfllMO, o oulras sortcs de 4u* e ;/ da lo-
lena que e acabon de exirahir (118'), convida
aos possuidore? a virem receber na couformidade
do costume sem desconto algum.
Actiam-se a vends, os'felizes tiilhetes garaatidu-
Jj i' pane das loterias a beneflcio da ma'.riz
do Poco da r.inella (II9'), que se exlrabira na
quarta-feira, 7 do correnle raez.
PRKGOS.
Bilbete inteiro l^tXX)
Meio bilhete 2*000
IM POhgXo DK 1009000 PARA C1MA.
Bilhete inteiro 3600
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
N. 30,120
fclo se :o Sr. -.Ifir.'.. Oi'iaviano Al'rsdo Uv.i.e
Pad.llia vii ;k ma d* Cmc. Pontas n 93, a n?fa'o-
ci-j du gen p.irticn'ar im-1-.
Mtiuiw por airad ou t'tsta u x ibrado do >ious
an-lares nos (J,:itr;> i;i!i:o<, eaOlinla, cjiii o^ m
rm..los jur;. icr.-n.lo hmfiia, ngn i .'n-jina'isftd i o
cauo |i.'ira'ili>si.|.j,. n.itji, :'n:s.:.., wi> <\i> Imi.Ii > e
da. (:!.'',- : ;, tr-i.ir n,t'rn i ila l.'ui.in M!ia .lo^
R*'-} :,. .". \.iM\i,.i. .l.i Ovi.i,
ODILON.
freuiiudos
DUARTE k IRMAO
tLlIHHKOS
i-
trat.T ns I
I)
torio :
U t-' iiriiiifirn aii-lar d rua d.i
n .'I.', |.i jyiid fth i-scnp-
Dja
HU

Kua do Hospicio n. 28-
vlusia-se a oasa terr-;a a ma do Hospicio n. 28:
na ma Ohij.h. dp (;lXjHS n 34j (. au,iar.
Precisa-se
de nm rapaz de 14 a IS anno?, para vender bolo :
para mfarmar a roa do Rangel n. 36.
los.
Agente Pestana
Leilao
DE
Wa armagio de amarello toda envidracada
SEGUNDA-FEIRA 5 DO CORRENTE
A's 11 horas emponto
No armazem de agenda de leildes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
O preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de nma arraajao
de amarello toda envidracada, para ver na traves-
sa das Crqies n. 14.
Agente Pestana
15 caixas coil queijos flatnerigos, tendoca-
4a caixa 32 queijos, chegadas pelo ultimo
paquete.
TERQA-FEIRA, 6 DO CORRENTE
w* II horas em ponto.
No armaieai do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
O preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco dequem pertentencer, de 15 caixas
eom queijos flamengos, tendo cada caixa 32 quei-
jos, chegadas pelo ultimo vapor.
Em um ou mais lotes, a vontade do3 Srs. com-
pradores.
15 ditas de algodio enfestado.
10 ditas de damasco de linbo.
10 duzias de camisas de linho.
109 pegas de sargelim preto e de cores.
10 ditas de damasco lustroso.
Tapetes de diversos tamanhos.
E mnitas ontra* fozendas.
Quarta-feira 7 de outubro
Rua do Bom Jesus n. 63.
Os administradores da massa fallida de Pereira
de Mello & C., usando da autorlsacao que tem do
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commer
cio, eontinuarao a dispor em leilao no dia acima
dito, por intervencio do agente Pinto, das fazendas
supramencionadas, que t'azem parte da mesma,
e que tornam-se recommendadas por serem mni-
tas deltas ultimamente despachadas, e proprias pa-
ra a presente e3tacio.
0 leilao princii.iara as 10 l|2 horas em ponto,
no armazem da rua do Bom Jesus n. 63.
Os pretendentes p derao examinar ditas fazen-
das na vespera e dia do leilao.
Programma da festa de N S.
do Rosario, na igreja da 9
Madre de Deos.
Sabbado, 3 do corrente, ao meio dia, uma salva
de 21 tiros e diversas girandolas de foifo, annnn-
ciario a vespera de festa da excelsa Senhora do
Rosario, tocando na mesma occasiio a banda de
musica do corpo de pollcia.
Ao romper da aurora do dia 4, depois da missa
resada, e que a ninsica tiver executado diversas
pecas do seu afamado repertorio, uma salva real
annunciara aos habiuntes desta cidade que 6 che-
gado o dia em que se festeja o Santissimo Rosario
de Maria.
A's 11 boras do dia entrant a festa, sendo a or-
chestra regida pelo distineto maestro Francelino
Domingues de Moura Pessoa, e os solos cantados
Delns melbores professores, ofecupando a tribuna
sagrada o reverendo padre Jose" Esteves Vianna ;
antes do Evangelho o Sr. Francelim execotara na
rabeca uma linda ouvertura ; finda a festa outra
salva real subira ao ar.
A' tarde tocara na porta'da igreja a mesma ban-1
da de musica, cujo mestre e o distineto moestro
Theotonio Jose de Souza; as 7 horas entrara o Te-
Deum, subindo a tribuna
i- "*" Prec'9a-'e de um caixeiro com alguma pra-
tic* de uverna, de 14 a 16 aunos, portuguez on
brasileiro : a tratar na rua Imperial n. 94.
? ^XSC^A>CK}|rzXXX?XSSS#
8
Da
IjdPERATRIZ
N. 82
1.' ANDAR.':
ua e.vposic.'iu , -/ *'.<_ i*+%2 ''\s
IS 72
tlUA
OA
w?87
IMPERATRIZ
N. 82
!. ANDAh.
CoDsultorio medico
DO
Dr. Murillo.
RUA DO VIGARCO-N. 1,1 AiNDAR.
Recem-chegado da Eoropa, onde fre-
quentou os bospitaes de Paris e Londres,
Sodera ser procurado a qualquer hora do
ia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas das 6 as 8 horas da manhl e
do meio dia as duas horas da tarde.
GRATIS AOS POBBES.
Especialidades : Molestias de senhoras,
da pelie e de crianca.
AVISOS DVtRSOS
-r
Pre vine-se
Espkodido
a quem inleressar possa, que o sitio e casa em
ruina, sito ho povoado do Barro, freguezia dos A-
fogados, de propriedade da Sra. I). Severina Ma-
ria de Jesus, hoje residence em Pedras de Fogo, se
acha bypothecado, como consta do cartorio do re-
gistro.
T
ENSINO
DE
P4RTIDAS DOBRADAS
E
ARITHMETIC A
dirigido por
MANOEL FONCECA DE MEDEIROS
DE v
raagnificos moveis. apparelhos de crystofle
verdadeiro, qaadros, espelhos e vidros
Terca-reira G do corrente
as 10 1|2 horas da man ha
Ni rua da Imperatriz n. 47, primeiro andar.
0 agente Dias, a utorisado por uma familia que
mudou de residencia para fora da cidade, levara
a leilao, no dia e hora acima indicados, os magni-
licos moveis e outros artigos como abaixo sc men-
cionam, os quaes foram para alii transportados
para se toroar faeil aos Srs. coneurrentes, por ser
uma r;ia por onde ha conduccio pelas diversas
hnhas de bonds.
A03 Srs que prectsarem comprar bons moveis e
outros artigos se offarese uma optima opportuni-
dade, por qoanto tudo o qae s&expoe a venda i
bom
A SABER:
1 bom piano de jacaranda.
1 rica mobilia de jacaranda, composta de 1 sofa, 2
consolos, 1 jardinelra, tampo3 de pedra, 4 cadei-
ras de bra$os e 12 de guarnirJo.
1 elegante mobilia eocarnada, prooria para gabi-
nete, compogta de 1 sofa, 1 jardineira, tampo de
pedra, 2 cadeiras de brapos e 6 de guarnigao.
1 mobilia preta, composta de 1 sofa, 2 consolos, I
jardineira, 2 cadeiras de bracos e 12 de cuar-
nigao.
1 mobilia de amarello. composta de 1 sofa, 2 con-
solos, l jardineira, 2 cadeiras de bracos e 12 de
guarnijao.
1 elegante guarda-roupa de amarello.
I linda costureira guarnecida de metal.
1 -ecretaria de jacaranda, propria parasenlnra.
1 rico toilette de jacaranda, tampo de pedra.
1 bom guarda roupa de amarello.
1 rico guarda-loufa de carvalho, obra bem acaba-
da e nova.
1 espelho com eolumnas de jacaranda.
I divan com as3ento de palhinha.
1 bauqneta para pe" de cama, tampo de pedra.
1 lavalorio, tampo de pedra.
2 boEito aparadores de amarello tampo de pedra.
2 rica secretaria.
8 cadeiras de brace, americanas.
2 raarquezSes de amarello para solteiro.
1 relogio de parede.
1 caixa de musica.
2 ricos qaadros a fumo.
1 espelho com moldura dourada.
1 binoculo eom vistas.
3 cadeiras de balanco com assento d3 panbj.
2 cadeiras de abrir.
12 cadeiras americanas.
1 mesa elastica de amarello.
1 eommoda.
I grande aparador de amarello.
1 porta chapeos de sol.
2 bancas de jacaranda para jogo.
1 tear de amarello.
1 banqueta de dito.
1 maquina de costnra, em perfeito estado.
3 jarros 4e porcelana para tlores.
2 pares de jarros para floras.
4 figuras de lonca.
1 ligura e vasos para flores.
1 porta-cbarutos eom photograpbias.
1 ligura de barro.
4 qaadros eom bonitas visUs.
6 tapetes de la de carneiro.
1 cama de ferro para solteiro.
1 rico apparelho para cba, de crystofle verdadeiro
1 flltro e resfriadeira de louca.
2 duzias de colheres de crystofle para cha.
2 ditas de garfos de dito,
2 ditas de facas de dito.
2 ditas de colheres de dito para s6pa.
g compoteiraa de vidro.
6 garrafas para vinho.
1 porta-licor com musica.
2 vasos de porcelana com mangas do vidro.
3 tranparentes para janella.
1 par de redomas com flores artiflciaes.
1 duzia de talberes de metal.
2 ricos pares de escarradeiras.
2 pares de escarradeiras pequenas.
1 carrinbo para duas criancas.
1 espelho grande.
4 pares de garrafas de crystal para vinho.
i pendala dourada para cima de mesa.
2 lamparinss a gaz.
2 pares de redomas pequenas.
1 par de jarros grandes de marm or?.
1 violao
1 cavallo com mollas para crianca.
2 estdjos para barba, e outros maitos artigos
esurio patentes ao exame dos Srs. compradores
no dia dj} leilao.
* CONSULTORIO *
m MEDICO-CIRURGICO S
1
i
do o Te-Deum sera queimado um Undo e variado A rAHTEIRO E OPERADOR
fogo de artiQcio, feitoa capricho pelo artista Olym-1' ^"ua *onde de lUinquer-
pio Francisco de Mello. A mesa regedora da de-
vocao pede a todos os moradores da rua da Madre
de Deos para illuminarem as frente3 de sna3 casas,
alim de que o acto se tome mais brilhante. Re-
cife, de outubro de 1874.
0 escrivao,
.____ Francisco Jose Cbaves.
*
*
ma
tres vexes por semana ?^
a tarde ou a noite Hg
Rua do Marquez do Herval (outr'ora 5
Concordia) n. 138 a 140. f'^.
\mwm PABTKEL4R
Rua da Itorian. 4S. sobrado
Primeiras lettras, portuguez, francez, ioglez,
desenho linear e musica.
Sob a direc$3o do professor Hermino Ro-
drigues de Siqueira, funcionam ditas aalas
todos os dias uteis.
Recebe alumnos internos, meio pensionis-
tas e externos ; fornece t >do o material para
escripta e livros aos principiantes, por pre-
cos muito razoaveis.
_ pugio no dia 18 do corrente a &crava Sera-
pinna, de cor preta, baixa, e com falta de deates
na frente ; foi comprada ao Sr. Dr. Ernesto de
Aquino Fonseca; suppoe se ter idopara a villa do
Cabo, onde tem parentes : psde-se aos Srs capi-
tals de campo ou a qualquer pessoa a sua appre-
hensao, e leva la a rua do Amorim n. 54, on a
praca do Conde d'Eu n. 30, 2 andar, que serao
generosamente gratilicado3.
CASADOOW
Aos 4:000^000
Bilhetes garantidos
i
que n. 89.
ESPECI ALIDADE
Molestias de senlioras
meulnos.
Consultas das 7 as 10 horas da
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha-
mados por escripto at 10 horas da ma-
ntis serao visitados em sua? casas.
Acabam de reformer o seu estabelecirnenUi,~colloando-o ns meIb(ros con-
iicc.ftes possiveis de bem servir ao publiuo desta illustre capital, e as Exmas. Sras. o'a-
jnillo que for tendente A arte de cnliellfireiro.
Fazem-se cabellniras tanto para bwmens como para sonhorns, tupete, nbiKncrt,
joques modernissimos, tranyas, cachttpnigii, tenidos, desenhtta em cabcllos quadros ri-
naularus, flores, bouquets e todo e quatqewr trabalho imaginavel'em uabollo.
0 estabelecimrnto acba-ae provulo do quu ha >ie mi !tmr nos men-adns ^straa-
ijeiros, recebe directamente por tod-
rinos de modas, e por isso pode tenrtor. to / menus quo outro qualquer, gar-nntinc*
perficAo no trabalho, agrado, sinceriiiadit e pre^o razoavel.
Penteara senhoras, tanto cm eatatielecunento como fora ; vninfe-se cabt'li"> a?j
porgao e a retalho e todos os utnnsilios pertenewntes a nrte de oabelieireiro.
N.5 A.Rua do Barao da Victoria.N. 4_5 A
LOfIA DE JOIAS
DE
JOSE JOIOJM DItS DO IIEIJO.
11 ja ntlo liquidarito > |iieiniH !!
i nov estabcNriiiion'.i :.tnr",1o com o incperado e trid.r dos griu^ fic->
Ma gra de cidad-*, anonnciaodj a liquid^cSu dus e.-taheleciraentos de j..n.
, apezar de b-*rn naliar as granle< vantagens qu? nnsta caso dev-na an-

3

Escravo i ugido
Severiano ansentoa se da rasa de seu senhor no
dia 19 de selemhro, e tem os signaes seguintes :
I crioulo, cdr fola, represent ter 35 annos de idade,
pouco mais ou menos, tem algumas sardas ou
manchas no rosto, pea grandes e calcanhares to-
i veiros e os dedos encolhidos, tambem tem nma ci
catriz nas costeilas proveniente de uma queimadu-
Isto sim !
0 proprietario deste
surgem de todos os angnlos dn
e, receioso.de Hear SOSINHO
ferir; tomou ainabalavel re*<>lucan do QUEIMAR till
se a grande caravana, e, com ella, seguir em romaria
A pyra csta ardente as viclimas aguardam I
os sacriflcadores.
Isto posto, espera-se, cmjusta r 2?.o. uma sran h- encurrenci* d>s amaotes d' *#m
qae nao devem perdor o encji> dese oMvercm dn objootos lae-; e devem-n'o ainda assim haar
que depois de todas essas HqoidacSes, com o n J;sta ciJada, e naii
era publico aonde deltas s- possa provee
A ellas! Ac!! m *
a.j uas joia<. om o umco fim do eue.irp..raj-
ara.....e . rii.iantes o mumeuui do sacrificioso fal
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova '. ra e outra igual em uma das pernas : roga-se a
n. 50, e casa do costume I autoridades polieiaes e aos Srs. capitSes de campo
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus aPPrebenderem e remette lo a raa do Bom
muito folizes bilhetes a sorte de 700* em um 8US n- 4o,J andar> 1ue 8erSo generosamente
meio bilhete de n. 871, alera de outras sortes recompensados.
menores de 40*000 e 20*000 da loteria que se | '
acabou de extrahir (118*) ; convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
pagos.
qae
Leilao transferido
0 que se bavia annunciado para o dia lb do
corrente, para commodidade dos Srs. mutuartot,
fica transferido para o dia 2 de outubro, na casa
depenhores a travessa da rua Dnque de Cam
p. 2, as 11 boras da manhl '
bazar m mm
Devendo ser distribuido no jariim do Campi
das Princezaa. em a noite de s.^guada-feira, 5 do
corrente, o rest] das prendas que foram offereci-
dr.s em' favor do asylo de alienados, a rcspectiva
eommissao convida ao puhlico desta cidade, e par-
ticularmente as F.xmas. familias, a comp.reeer a
essa festa de caridade, para a qual concorrerao
com o que Ihes ditar seus senerosos coracles,
preenchend.i agsim o humanitario llm de* tal
festa.
A mesma eommissao a\ticipando desde ja seus
sioceros agradecimentos a todos quantos se digna-
rem aceitar o convite que Ihes dirige, previne ao
respeitavel publico que o jardim' estara devida-
mente illuminado, e que diversas bandas de
musica tocarao alternadamente variadas e esco-
Ihidas pe$33.
A distribuicao das prendas comejara as 7 horas
da noite.
Loiz Gongalves da Silva.
Rodolpho Kruck.'.L.l)civ.
Joao Carlos Bastos de Oliveira.
Joaquim Olintho Bastos.
Dr. P. A. Lobo Moscoso.
Joviniano Mama.
Francisco Ignacio Pinto.
Gustavo A. 'Shimidt.
__________Joaquim Dias dos Santos.
Ao commercio.
Os abaixo assignados fazem sciente ao respeita-
vel corpo do commercio que de commum accor-
do dissolveram nesta data a sociedade que nesta
praca gyrava sob a razao commercial de Costa &
Simoes, ficando todo activo e passivo a cargo de
Antonio Duarte SimSes e exonerado de toda e
qualquer responsabilidade Manoel Ferreira da
Recife 30 de setembro de 1874.
Manoel Ferreira da Costa.
Antonio Duarte Simoes.
Pergunta que nao offende
Pergunta-se ao Sr. presidente da sociedade Uniao
Commercial, da rua de Pedro Affonso, oorqae mo-
tivo esta demorando mais dias para fazer eleicao
para a nova admiaistracao, e mesmo sem mandar
avisar a todos os socios ; s6 se 6 com o fim de ar-
redar nm delles, que nada mais quer do que o
augmento da sociedade, ou entao a dissolucao
della.
Um socio.
Mudanca de estabeleciineDlo
0 padrt Francisco Ccelho de Lemos e Silva,
scientific* ao respeitavel publico, e principalmente'
aos seus prestimosos freguezes, que tem mudado
o seu estabelecjmento typographico, e tudo o
mais que tinba no sea estabelecimento na rna do
Imperador n. 15, para a casa amarella, sita no
Arraial (freguezia do Poco da Panella,) onde se
acha prompto para prestar os seus servicos, com.
aquella exactidao e fidelidade, (de qne sempre ha
usado), nos dias uteis, das 9 boras da manba, aid
as 5 horas da tarde.
mssmo abaixo assignado convida ao respeit*
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
p?ar os maito felize? bilhetes,qn9 nao deixarao de
tiraf qualquer jremio, como prova pelos mosmes
anuuncios
Acham-se
Aluga se um excellente sitio no Monteiro,
junto a estacao da linha ferrea, com miatos com-
| modos ; tem jardira, coxeira e gaz : a tratar na
rua do Imperador n. 83. 2.* andar.
se a venda os muito felizes bilhetes ga- dirijasi
antidos da i" .parte da, loteria a beneflcio da Dantas.
igreja mairiz do.P0;o da Panella, que se extrahira '
no dia 7jfo corrente mez.
Precos -
Inteiro. 4*000
Meio 2*000
e 10O30O0 para clm
Inteiro 3*500
Meio 1*750
tecfe. 5 de setembro de 1874.
Joao Joaamm da Costa Leitt
Alugam se doui grandes sobrados, cada um
de um andar e sotio, sitos a rua nova de Santa
Rita as. 55 e 57, com agua, gaz e cano de esgoto
com 13 quartos e I tsabinete : quem pretender,
se ao Forte do Mattos 8or cima do trapiche,
HMVATIVO III EMKIRL4
|| Bacharel llainel k &\f/\n Cavalraiili ||f
as.
i a >i.
Remedio ID az.n.in so nara ciuar >yi:.
para impeJir o ten r<*a|>parprimi nli>.
Approvad.. pel.. G.vern" liiip ri.1. acha se i ili.p
com as respecti > in-irnc.ot's, a'te^u-I sde ssoas n taveis,
grande reputava"
Depositoa uiiicts.
Recife: rua do B; ra Rccha Siqueira,
Rio de Jan-;ir.i : O'rt rna d i Onvijur, n. 73.
1 :>,
mm
d unblieo iS^y^K
1e Midiros tWyJ^,
Aluga-se o terceiro andar do sobrado sito a
rua estreita do Rosario n. 31 : a tratar no arma-
z?m do mesmo.
Na rua Jo Marquez da Herval n. 166, preci-
sa-se de uma pessoa escrava ou forra para com-
prar e vender na raa.
Aluga-seol/ andar com sotSo do
sobrado sito d rua estreita do Rosario> n.
29 : a tratar na loja do mesmo sobrado.
$$@ $&*&&$-&$&$*
aK 21 Rua de Paulino Camara-21 A
DR. MANOEL ENEOLNO R. VALENCA S
Ulcdico %k
- Consultas das 7 in 9 1|2 boras da ma- XL
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Chamados a qualquer hora do dia ou %k
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listr< n pl nas as-ol nad.15 a 2i0
de ^ iMuyeill i rua Primeiro dp

Vj
Liudas po^elmns de linh com sh I pi cos edelistra-
assetinadas pelo b;iratisBim6preQ(Mif 320 r. oeova-lo: ua
rua Primeiro de Mar^o n. 13, loji ds c, de
Antonio Corre:a (ie VHseoncellos.
(le pianos
55-Rua do Imper dor55
ESSENCIA
GONCENTRADA
DE
Lx-afinador dns a. t.gb e cfamadas ca as Pl-vel & H.-rz, e anti-a diret i..r,i r
offictoa da casa Alphoi.so Bl..u>ei.
Tem a honra <\n declamr
sua casa de concertos ei"ah"nai;0es d
A' mesma casn ainiM
res fabricantes de Par.s. com.. Erard PUf^BenriI Herz* Alphom
os pianos sahidos da c^sa Dmbaut *t> ^armidn* ww
Compra se e rpwh*.** e.n tioc.n ih pianos iiSMdos.
ao resp.tHv^l publico desta sidade, qu tem h rto
piano-!, qu.ilquer qu* seia o e tido do instrii ,,,l
de r-c-h^r nm gr.nde >..rtimento d^ nin,,os d ,,. lo-
COALTAR
DE
SAPONINADO
LE BEUF
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOUM
Aluga-se o 1* e 2 andares do sobrado sito i
rua de Lorabas Valentinas n. 86, com os commo-
dos seguintes : 2 salas, 3 quartos, cozinha f6ra
em cada andar, tendo j>ara serventia dos mesmos
quintal com portao para a rua de Hortas e cacim-
ba com excellente agua para lavar. Tambem se
atoga o r andar do sobrado sito a travessa dos
bipostos n. 28, com sajfflcientes commodos para
poqaena familia : as pessoas quo pretenderem, di
trails?8 rD' "' "' qae achar* com queni
Tratamento pnramente vegetal verdadeiro puriflcador do sangue. sem mercurio.
A Ksseacia de Caroba e um remedio hoje reconheeido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como seiam : as molestias Svphiuticaj, Bocbaticas e Escbofxxosas, Rhecmatismo, Empingens, Dab-
tbos, Ulckbas, Erupcoes, etc. etc
nH0 aiufprodigioso8 eff?'i?s ('ae' tem Produzido a Eaisencla de Caroba, por toda parte
L 1,?. apropnadamente experimentada, a tem feito adoptar eomo um dos medicamen-
boabatica ma energic08 P* a cura de todas' as molestias de natureza syphilitica
A cada frasco acompanha uma instrnccSo para a maneira de usar.
Pomada aoli-dartrosa
Contra as affeccjJes eutaneas, darthros, comichoes, etc., etc.
Inguenlo de Caroba
DESINFECTANTE, ANTI-MIASMATICO, CICATRIZANDO AS CHAGAS.
Adoptado pelo, botpiUet de PaiU e pelos da Marinha m l.tar rranoraa.
Esse excellente toatoo po-sue nma elflcacia rerdadeiramenle maravilh.. ./_.___
nosas e esa-ofulosas, nos ros ulorado,, no awh.ax, nlot^leav^uU^^.ST*'
'purulenta, na oSm^,
0
hygienico, sobretudo em tempoa d'eBidemia
. carti fra -*"*- firma do xnnZu*.
seu ass e muito
Uma nclicia circumslam wild
Depo?l os: Pans S5. n. Hn.or;- Pe.na,b*,, A. RECORD, ond^ weowSTt
d. Aleatrso eeuld. X* Beuf para fanr a agua rte Kkal'r6 I l^SSn
> em si o slcoirio tern ier aluirad.. nm n,a,fi..j. 'wf,,,,
i
'v
Kumuoao d AlcatrSo ofe
cenlradae tilulada conicndoi
> (em ser alierado Bern mudificade
tUBfecm a
prtaanflo eta-
Altencao.

Pede-se encarecidamente ao Sr. Antonilrireikei-
ra Lopes, a comparecer a rna do BarS* de S".
Bo-.'Ja a. 25, padaria, a negocio de sea particalar
jnterefc'^.
Para cura das
boubas, ulcerss, chagas antigas, etc., etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
R0DQ0AYR0L IRMAOS, SDCfiESSORES
Botica Franeeza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANT1GA RUA DA CRUZ )
FALSIFICAfOES
DAS PILULAS DE BLANCARD
Onem iciDMraente raid, um mM.oofnto falsweada < Matra-
lulo se fat complice da na f.lurio awu .- iiiniaaiu
eanda do doaut- dapou da ahnur de raa eoataaea.
A repntacao cada v maior do nnwas pilulai
tem animado em quasi todoa ... uaixa* audncia
dos ralsiScadores. A cnbicia f^s me.-mo asm que
moilos delles tem se ..i,e>ido em subsiiiuir o
lodnreto de ferro pelo titxioloM!
Rogamos aqni encareciiiamnite an no-jo- fre-
Sueies para qae sempre* rertiflqnam da orpem
a pilalafs qae trasem o buoo nonie, apprllaodo,
entre outros meios praliros, para a boa fe das
Somos coLegU Oi phirnnreu.ico.-. S.-m davMa, j
* TcrdUtSelrM s>il.
este> bonradof inlermediarios jagariaqae laas
incumbe devar de comprar Uo mm
i.ut ius mlcui de BLAScaaaqaeri
em Paris, qoe. am casa
do nos^o* correpon-
den >-,querem6mna<
casa* de mais repute-
cSo de tea paw.
Ph* rmacwlico, rua Bemiptrrfr, to, mm jtmix.
m dr a'erS -r .el.ua ra* (.aelaa BBM B


6
Diario de PeraWPttcq Sexta feira 2 de Outubrc de 1874
Soares cle Amaral & C.
avisam acs seu- freguues qae mndaram o sen
ena' elecimento de yf i.rros de estiva, do armazern
docaesda alfandega para o armazern da rua da
Madre de Opus p. 21________________________
Boa moradia.
Aluga-se o sitir da estrada de Agua Fria a. 2,
com boa casa para numcrosa farr.ilia e excellente
banho 110 riacho Jaeare, perto da eslacao do-ca-
minho de ferro: a tralar na rua Primeiro de Mar
co n. 23.___________________________________
Ctira iiishnlaca
Grandiosa descoberta 111
Novidade importantissima 111
Onso qnotidiano de urn calix do superior vinha
GENEROSO que se vende no 1 andar do sobrado
n. 56, a rua da Cruz, tem a propriedade de subs-
tituir com grande vantagem e exiraordinaria eco-
nomia, os depnralivos tao apregoados e conheci
dos por salg-i e caroba, etc. 0 medicamento qne
annunciaraos, na> eura tudas as molestias como
snccede as panaceias qne se aonunciam, acompa-
nbadas de atlestados; todavia. restabelece imme-
diatamente as torcas, e purifica o sangue, sem a
desvantagem de ser norivo a saude.
Vara de orphaos.
0 ju z de orphaos e ausentes desla capital mu-
don sua resideneia para a rua dn V'isconde de
Albuquerque n. il, outr'ora da sMalriz da Boa-
Vistc.
I Aluga-se uma Casa terra na ma dos' Pesca-
dores, ccm 2 galas, 3 quartos, cuzinha 16 ra e quin-
tal grande, com cacimba : a tratar na travessa de
S. Jose n 22.
Banhos e dormida fresca no
Monteiro.
Alnga-se a'.li duas casas pequenas, tendo cada
uma, duas salas, tres quartos e coziuha : a tra-
tar na rua Nova, loja n. 7
Aluga-se nm rapaz excellente copeiro por
estar a isso acostumado, para hotel ou casa de
homem sulteiro, estraogeiro. a tralar no Corredor
do Bispo n. 73 Na mesma casa engomma se com
perfeicao rou;)a de homem e ae senhora.
Aluga-se
o 1" andar e sotao da rua do Fogo n. 27, e tambem
ae aluga urn separad* lo oulro : trata-se a rua do
Apollo n. 30, armazern.
Ira novo rival!
Para uma cidade tao populoaa eomo a n>ssa, e
per certo insufflekn e a existen ia de um unico
estabelecimento no genero daquol e que se deno-
mina Conftitaria do Campos.
E' tste o motivo porque acaba de ;brir-se a
eoncorrencia pnblica n i bairro do Recife a rua
do Commercio n. 22, uma casa commoda e de-
ecnte, sob o litulo do Assembled do Commercio
onde o respcilivel publico encontnra sempre
que precisar, o'necessario para :
Urn casamentn.
Uma si in'".
Dm baptisadeet
Um lanche.
Ha lamb' m :
Grande vari late le bebidaa Unas.
Completo sortimento de d cos para embarques.
Bsffnbos s irtidos e fiucias de delicado sabor.
Bandrjas caprichosatnento preparadas.
Piambres e lanche a qua! juer h..ra.
Tudr. com esmerado rceio, pre.-tcza e precos eqm-
tativos.
22 Ru do G inmercio 22
Heira i\ Lima
Assemble 1 do Commercio.

\ V U
:
JGIDO.
Fngi i do i igenho Atalaya. na freguezia de Fe-
riiilia-1:;, n > :>\,un da I8(j.*i, o eacravo Fraucisco,
mulato, coni 16 a lii moos de idade, pouco mais
li is, ura e corpo reeulares, olhosjrasos 'e
ames co! n ilara, c li llos bons, denies per-
.. !, n hliladii e carlo, leicSo bonita, sem
bail n uilu ntoderado, \>&< seccos e hem feitos.
0 (iili*%cravo foi dn Sr. cmnmendador Antonio
d Saiu .niual, senh >r do eugeuho Cabeca de
N : c iirprado ao corretor Oliveira, usoradur
in R-cifj._______________
''np ii;:n .Ajud.nle, na freguezia da
Escada, no anno de IS72. o eseravo Gnjlherme,
aes feguiuU-s : pardo, com 2o anno.s
de id le, j> lenmaU on rcenos, altarae corpo
r : -, i abell cachead is, olhos grandes, rosto
id, com :lg'!n signaes de barba, nariz
o um lanto arquerda; deiitts porfeilos ;
lem umas sardas pelo reslo, e fai movimento no
eomo qnando anda, c na occasiio de cumpnmen-
tar a algnm: pessua, lea o cbap6o p.ir ciona da
cabe.a j ra a retag arda, 6 mnilo alegre e diver-
t- I onfla- e que esteja ua cidadt da Para-
ftyba, i d no .Nazareth. J'or labto, nga-se as
anloridades policiaes e a capitaes cle campo a
apprebeusia dos ditos e-cravos e serem entregnes
a si i! senl .>r, EroiKo Pereira de Araujo, to refe-
ridj engmho de quern li-rSo a paga d* 300J000
per cada i m. N 13. 0 escravo Guiilierme tem
! ""' "'t, iz s-hre uma .-ot rancelha.
Oik
J so tl ig Saul m Oliveira, arrcmatant-1 das divi-
das da mas a fillida de Tftnmat Fernan les da Uu-
u\ a & C avisa aos deve.iores da massa fallida quo
.in pagar seus debiloi aruaDuque de Ca-
x as n. 70.
Preeisa-se de uma
xias n 57.
Coziobi'lra.
rua do Dnque de Ca-
n a
eucao.
0 nnico deposiio na Bahia, da niuito antiga e
OCBbecida fabrica do colla, denominada -Cama-
cho, e a roaf Nova do Commercio u. 2, casa
do> ;rs. Manuel T. de Carvalho & C.
Salsaparrilha de Ayer
J'AIIA ITIIIFICAI: O SASGl'E.
0 ronome de qne goza este ex-
cellente remedio 6 devido a milha-
res de curas que tem operado, mu-
itas das quaes sao verdadeiriuneuta
maravilhosas. Innumeros sio os
casos em que o systhoma, parecen-
do saturado da podridSo de enfei*
midades escrohilosas, tem sido
promptamente rcstituido & saude.
As aneccoes e desordeas, apgrava-
das pela contaminacao escroRilosa,
aW produzirera dores mortificantes,
ttm sido t;:m radical e tam geralmento curadas por elle, em
todos o penios do Imperio, que o publico mil precisa de ser
InJbrma'fo das suas virtudes e do modo de usal-o.
O veneno c.-crcluloso e um dos mais destruidores inimigos
da raca liumana. Or, senhorea-se occolta e traicoeiramenta
do nos30 organismo e deixa-o fraoo e inenne contra molustia*
fktaoa. Oia, pntentela a mfeccSo de que corrompcu o corpo
a ent&o, em momento opportuuo, I a via rapidamente aob lgu-
m de mi belie das format-, ja na cutis ji noa organu
Titacs. N- ste ul'imo caso depasitaj muitas vezes, tuberculoi
no pulm'"-. no iigado, no coracao, etc., quando nao ae maa-
Vesta ei.i cSeflj tumores, etc.
A inim., i tem perigoso e tam perfido nnnca se deva dar
narida, r* e sempre mclhor do qne combattel-o.
Assim, antes .. .,.. ;recerem 03 proprios tympthomat ticlim,
nsa dt B.O.Hn .RILUA DE A.YHB podera evitar
Mdtado fsuc Cos.
. As pessoW que SCMtOM de Bryriptlan, Fogo de B. An-
tunio, Ilartros, t'.mpigena, BheumaHsmo, Tumnrrt,
CJceran. e .'cn.-iLi.i'lade dolorosa nos ouvidos, olho, Sec.;
dornos os=os; Zljsj.rpsia ou Indigesloei; Ilyilropcsla,
Moltslicx do Coracao e do Figado, Fptfl-yHa, ffrv-
ralg'a c de varins ci'ras aQeccoe* do systhemn museuhtf
Berroso, acliarlo scguro ailivio uaaado desta. f? d l, ft 4 P ,1M -
hii.ua di: A1EB.
A HyphMs ou Z-lulimliat V*n*rea Sao curadas c o
en us, posto qne aeja r.ecessario mai diKtado espaco de
leaipo pai-t snbjugar tam impertinentes enfermidades.
A I.ntrirrlira. on tlores Urmmemt, ai nl+mr/di
Aluga-se
nma excellente casa terrea em Olinda, pateo de
S. Pedro Novo, com gaz e agna : a tralar com
Marc lino de Souza Travassos, no Forte do Mat-
tos. ts^-
Aotouio de Azevedo Villaroueo.
Pelo presents sao convidados os alilhados e afi-
Ihidaa de Antonio de Azevedo Villaroueo, falle
cido em Portugal no mez de ontubro de 1873, a
apresenlarem dentro do prazo de 60 dla, a con-
tar desta data, a certidao da seu nascimento, em
casa do abaixo assignado, testamenteiro institnido
pelo dito fallecido, aflm de qne sejam devidamente
atlendidos na partilha a qne tem de proceder-se
com a precisa ignaldade, de accordo com a d'spo-
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874.Man el Azevedo de Andrade.
Br, t iix-iiiHiu Alien Ciuali-ante
Citmboim.
Francisco Alves da Silva, tendo de mandar re-
zar uma raissa, no convento de S. Francisco, as
8 boras do dia 3 de outnbro, por alma do Dr.
Cincinato Caraboim, convida aos parentes e ami-
gos do flnado para assistirem a ella. ________
Tiburriu Antuneit de Oliveira.
Antonio Gomes do Oliveira-*-Silva, sua mu-
Iher e cunnadas, ped-m is pessoas de sna ami-
sade e aos amigos de sea fallecido sogro e pat
Tiburcio Antunes de Oliveira, o carldoso obsequio
de assistirem as missas que per intencao da al-
ma do mesmo mandam celebrar no convents da
Gloria, na egunda feira 5 de eutubro, pelas 7
horas da manha.
u
D. Maria Constancia de Albuquerque Kerreira,
le do de mandar celebrar missas no recolhimento
da Gloria, no dia 5 de outnbro, as 7 horas da ma-
nhl, pela alma de seu presado esposo Jose" Jorge
Ferreira, fallecido em Portugal, para assistirem a
este acto de caridade e religiio, convida a sens
parentes e amigos ; ficando desde ja eteroamenie
agradecida a todos aquelles que comparecerem.
. ;^g'-v=g2cffTiF i'r7'firT-ai7ITHrnMBIWIBW
Atten^ao.
Fortunata Fortes avisa aos pais de suas alnmnas
e em geral a todos os chefes de familia, lanto daqui
como de fora, que se cha mudada para o 1* an
dar do sobrado n. 21 da rua Nova, onde contimia
com sua aula de instruccao primaria, ensinando
tambem todos os trabalbos de agniha, bordados de
todas as qualidades, trabalhos de la, crochet e (lo-
res, cam mutta perfeicao ; e em sua casa ensina
tambem o trance;, desenho, musica e piano, por
ter para isso escolhidos professores. Aceita exl-r
nas e mternas, afflinca bom iratamenlo, muita ap>
plicai^ao, e o preco mais favoravel que em ontra
qualquer parte.
N. 21, le2 andares, Cambfia ga
do Carmo.
Ilanoel Uisedino Rego
Vallenca
,*
-'.:


MEDICO
i? Consultas das 7 horas da manha as
9 l|2
Chamados por escrii.to.
Especialidades. Doencas dos pni-
moes e do coracio.
.- mm-'i
!-;
iOS
Exnios.
noivos.
Chamarcos a vossa alttnijao para o novo esta-
belecimento que acaba de abrir-se a rua do Com-
merce n. 22, denominado ASSEMBLED DO
C'JMMEH 'JO onde ;-e preparam rica5 baudejas
com grande variedadu de bilinhos caprichosa-
mente enfeitados, tambem se apromptam bou-
quets.
Assembled do Commercio
Meira & Lima
22 Rua do Commercio 21
LJrecisa-se
alugar uma escrava para %-ender na rua
na rua do Cahupa n. 3, 2* andar.
a tratar
HOTEL
Restaurant de Bordeaux.
Aberto toda a noitc, nos dias de especta-
culo da co'tipntibia italiana.
Gredores
Massa fallida de Thoinaz Fernandes da Cu-
nha & C.
Samael P. Johnston & C, administradores da
ina.-.-a do Thomaz FernaQdes da Cunba, convidam
aos ere lores da mesma massa para apresentareai
os sen-', titulos dentro do prazo legal de oilo dias,
aQm de verificar o< mesraos titulos : a antiga rua
da Senzala nova n. 40 e 42, em 29 de setembro de
1874_______________
Cavallos apprehendidos
No deposito, em Ipojuca, acham se dous caval-
los, sendo um castanho foveiro e oulro alasao, com
muda a fazer : quem se julgar eom direit, serao
en'regues. Ipojuca, 29 de setembro de 1874.
Escravos liigldos
Continuam a estar fugidos desde o anno de
1870, os escravos seguinies : Francisco, crioulo,
com 28 annos de idade, pouco mais ou menos.
altura e corpo regnlares, olbos grandes e brancos,
denies perfeitos, cabellos carapinbados, uma ci-
catriz por cima do olbo esquerdo, barba a Cava-
nhac, mnilo conversador e risonho. Antoaio, ca-
bra. com 25 annos de idade, pouco mais on me-
nos, alto, secco, olhos grandes e vermelhos, ca-
bellos um lanto soltos, pouca barba, denies per-
feitos, p6s comnridos e seccos ; ambos foram com-
Ipradosao barao de Nazareth. Desconfia-se que
! us ditos escravos estao nccullos na comarca de
i Pajei'i de Fires, ou no Rio de S. Francisco. Ro-
| g -se, portanio, as antaridades policiaes e aos ca-
i pitaes de eampo a captara dos mesmos escravos,
i e serem entiegues a seu seu senhcr, Emilio Perei-
Irade Araujo, no togenho Ajudante, na fregue-
I zia da Escada do quem terao a paga de 300^000
por cada nm".
So dia 28 do correnie te?m de ser arrema-
I tados p>rlo juizo de paz de S. Jns6, di*erso moveis
| pi-rtencentes a Januario J-e Fenvira, a reqoeri
meulo de Joao Gome* da Gosta, a 4 fcoras da
larde.
Olinda
fMeri-
i e em gerl as molestias dos molherea do tbw Hiri-
das t u .lionnciitc curadas por eu effeito puriflcador a
Tirorativr,.
O Rh- unuiiismo c a Gotta, quando canaados pot aeea-
mbcot Huiterjaa eatraubaa-ae aaague, cedfena-lhc faeB>
n-i:t.. mo inyda o Mtal de W*gaO, Omtgemiaa ca
lnf,amr.,m, do iriftado, icloricta, quando sao oriuadai
aw mau^ iu-.iduos no sangue, 1""
A SaLijpurrllha r nm exccllenta fWUiuudor da
lore* o vigrwr do sjatlMinja.
Assnn, todaa o?i qne 5olTrcrem Languor, PMrgma, De*-
<, L.^otnnCa c que 9o Incommodados com Ap
Aloga-se nma casa terrea com 2 salaa, sendo
urr.a na frente e outra na parte posterior, 1 gabi-
nete, 3 quartos, cozinha fora, siu a praia de S.
Francisco em Olinda, distante 406 pastos do mar,
flereeeniki, assim, a grande vaatsgem de poder
sabtr se del la com trajos proprios para fcanbos
salgados, a!em de sua proximidade-' a e^ta'cSo do
Carmo: quem a preti-nder dlrffa-se ao sobrado
do p nto n. I, a rua de S. JoSo da mesraa cidade,
a tratar Curn o sea proprietarlx
CBIADO "
Preeisa-se de um criadinno de IS annci, para
. r*ei> de eaca e algun mandados. Em S. Jose
do Mangumtio passaudo a redna^au o primeiro
ilil) do I ado dir.-ito 0. 2.
Sil'lll
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Nar mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ALUGA=SE
uma granle casa terrea com
sita na es .rada do Lucas : a
gario n. 31. __________
bastantes commodos
tratar na rua do Vi-
AMA
segnndoTandar.
Precisa-se alugar uma es-
crava para andar na raa : -a
tratar na rna do Cabuga n. 3,
AMA
cordia
Precisa se de uma ama que
cozmhe e compre para pou-
ca s pessoas: na rua da Con-
Aluga-se
o 3* andar do sobrado da rna do Vigario n. 8, com
grandes e bons commodos para familia, e agua
potavel : a tratar no armazern da travessa do Cor-
po Santo n. 25. ______
Alnga-se uma casa em Olinda, ho mais bel|o
local, no pateo de S. Pedro-Novo, onde passava a
festa o coronel Vilella : a tratar no Corredor do
Bispo n. 73.____________________________
l\i|Uidu;jto a iliuliciru
Alerta economistas I
A Sultana de Paris, a rna da Imperatriz n. 54,
convida a prover-vos do que ha de melhor em fa-
zendas, e por modicos precos. _
Caixeiros
0 Pescador, a rua Direita n. 21, precisa de um
on dona caixeiros para molhados.
MOFINA
Esta encouracado !! !
Agua mole em pedra dura
I an to da ate q.ue a fOra.
Roga-se ao Illm. Sr. lgnacio VIeira de Me II
sacrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Dnqne de Caxias n. 36, a con
ilnir aqnelle negocio qne S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira. chamada deste jornal, em
Qns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada enmprio;
s por este motivo 6 de novo chamado par* d
3m, pois S. S. se deve lembrar qne este negoci
ie mais de sito annos, e qnando o Sr. sen rilho
achava nesta cidade.
AOPMLICO
Joao Correia de Carvalho, artista alfaiale, ten
do-se desligado da sociedade da casa commercial
existente a rna do Barao da Victoria n. 26, sob i
razao de Araujo, Carvalho & C, acha-se novamen
te estabelecido na sua arte, a rua do Marqaez d
Olinda n. 46, 1* andar, aonde os seus numeroso
freguezes o encontrarao prompto para execula
qnalquer ob-a tendee'e ?. sua arle, com esmero
promptidlo.

Precisa-se do uma ama que saiba cozinhar ;
na rua do Vigario n. 19.
1 \A A Precisa-se de uma ama de raeia
\ |w| A idade e de boa conducta, para com-
fl-1'J.il. prar e cozinhar, e servico domestico
em c?sa de pouca familia : na rua Duque de Ca-
xias n. 70, 1 andar.
AMA
Precisa se de uma ama
na rua da Uniao n. 69.
AM*
Precisa se de uma ama
teo do TYrco n 4.
no pa
Hi rua do Bom Jesus, ou-
tr'ora da Cruz, n. 52, a* an
dar, precisa-se de uma ama
para comprar e -.ozinbar paia duas pessoas.
AMA
Aluga-se
o primeiro andar com grandes commodos e sotao
do sobrado sito na rua do Hospicio n. 65, junta-
mente a loja : a tratar na rna do Vigario n. 31.
Catharina fugio.
No dia 28 de agosto proximo passado, ausen-
ton-se esta escrava, a qual tem os signaes seguio-
tes : estnra baixa, rosto redondo, cor preta, p6s
pequenos, cosiumava vendor leite, anda sempre
com um caeete qne lhe serve de ammo por sof-
frer de rheumatismo, ja 6 idosa e de najao Cam-
binda : quem e encontrar, pegue-a e leve-a ao sitio
do Cafundo, estrada de Joao de Barros, que sera
gratificado.
O Monte Lima
lem um completo sortimento de galito e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
aboloaduras douradas para offlciaes, ca until nos e
enfeites para bordado. Tambem se er.carrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, cnarlaltiras, ban
das, afiotoaduras lisas e douradas, para criado
etc.; assim como um completo sorli nto de
ranjas, gal So falso para ornamento, cor < de I.
com borla para quadros e espelhos (couforaoeo
gosto da encGmmenda) tudo p r tnuitn menos
preco que em outra qualquer parte : na pr*ca da
Independencia n. 17, junto a loia do Sr. Ai antes.
Hotel de Bordeaux
Pela segnnda vez, os senhores dAvedOTM a este
hotel, sao convidados a virem saldar sens debitos
ate o dia 30 do correute, aQcn do prevenirem que
suas contas sejam cobradas judiiialmente, depois
de verem seus nomes estampados nos jornaes mais
lidos desta cidalc. Recife, 25 do setembro de 1874.
0 administrator,
J. Delsuc.
E. A. DELOUCHE
24--Boa doSiarquezdikOliDda-24
Esqulua do bceco Largo
Participa a seus frpguezes e amigos que mudou
o sen estabelecimento de relojoeTo para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parcde, amcricanos, e cima de me-
sa, dos zneJhores gostos e qualidades, relogios dc
algibeira, de todas as qualida'.es, patente suisso,
de onro e praia dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, descaberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de onro, plaquet e prata. lunetas
de todas as qualidades, tudo por precos mnito ba-
ratos.
OLINDA.
Aluga-se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro Apostolo ou Passo Caetelbano, tres ca?as
terreas, com encanaraento d'agua e gaz, bons com-
modos e quintaes grandes e murados, com diver-
sos arvoredos de fructo : a tratar no pateo do
Coro Santo n. 17, 3.* andar.n
Aluga-se o armazen do sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazendas
por ser muito espacoso e rcediffcado, ou para
qualquer estabelecimento : a tratar na rua de Do
mingos Jos6 M rtins n. 48, antiga Senzala-Velha.
AO N. 9.
No progresso do pateo do Carmo vende-se man
(eiga ingleza flor a 800 rs. a libra.
CASA.
Aluga-se ou vende-se uma grande casa terrea,
em Olinda, propria para grande familia ; tem gaz
e agna encanada, sita a rna do Aljube n. 31 : a
tratar na ma da Imperatriz n. 86, 1 andar.
Oliras iiudii-la- do flnado vigario
I'rnncisro Ferreira Barreto
Achando-se impresso o 1 volume (prosa) desta
importanle obra, os edilores avisam a todos os se-
nhores snbscriptores de- o ir receber no lugar
aonde subscreveram a-sim como os senhores qae
ainda qnizerem subscrever, o podem fazer nas li-
vranas desta praca, on nesta typographia, rua do
Torres n. 10, uiediante a impurtaneia de 51 paga
nesta occaaiao. Outro sim, faaetnos fcienie as
jociedades, a quem enviamos circulares, que re-
mettam nos as listas das assignaturas adquiridas,
para serem enviados osexemplares. Recomman
damos essa obra ao illustre dero.
Escravo fugido.
Fugio do engenho Aiudante, na freguezia da
Escada, no mez de juoho do correnle anno, o
escravo Martinho, de cor preta, com 22 annos
de idade, pouco mais ou menos, altura e corpo
regularcs, olhos grandes e brannos, com principio
de barba, dentes perfeitos, cabellos earapinhados,
pes grosos e compridos ; anda um pouco decli
nado para frente, cum a vista fimada para o
chao; e muito canlador e official de carreiro.
Desconfla-se que o dito escravo esta occulto em
terras do engenho Para, na freguezia de Ipojuca,
pelo que, incorrera nas penas da lei, quem o liver
occulto. Roga-se as autoridades policiaes e aos
capitaes de campo a captura do dito escravo, e
ser entregue a seu tenlior, .Emilio Pereira de
Araujo, no referido engenho, de quem terao a
a paga de o0000.
Boos pianos.
Chegados de novo.
vende-se*
Troca-ae.
E aluga-se.
No armazern do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
de vime e de faia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avalsas, de
balanco, de bracos e de dobrar : no armazern do
vapor francez, a rua do BarJo da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
irifice, agua de flor de laranja, agna de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, eaixi-
nhas sorlidas. e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qaalidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudrajr,
No armazern do Vapor Francez, a rna do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquiiharias.
lrtigos de dlffereiites gostoa c
phantazla*.
Espelhos, leques, 1 tivas, joias d'ouro, teeourinhas,
canivetes, caixmhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de vellndo,
dita de couro, e cestinbas para bracks de meninas,
cbicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros," escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapcte para lanternas, malas, bolsas.
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para iHuminacoes, macbinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criangas, e
outras muitas quinquiiharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se p6de desejar de to
dos 03 brinquedos fabricados em differntes paries
da Europa, para entretimento das criancas, tudu
a pregos mais resumidos que 6 possivel : no ar-
mazern do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
'Acabam de chegar grandes jacturas de* botinai
de bezerro, de cordavao, de pelica. de dnraque
com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9<>(KX) (a escolber) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazern do Vapor Francez, a rua do Barao d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentei
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda"ao,
.' BOTINADOS e sapatSes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pen.**-
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
N<0 armazern do Vapor Francez, a rna do Barac
da Victoria n. 7.
Escrava fugida
Ausentou se no dia 28 de setembro, da casa de
seu senhor, a escrava Veronica, com os signaes
seguinie.i : crioula, Made 25 an iOs, pouco mais
ou menos, baixa e cheia do corpo, olhos vesgos,
cara ridonda, dentes limados, orelha direita maior
e ma s grossa do que a csquerda, pescoco curto,
anda ligeira e inciinada um pouco para frente, nao
encara Dem as pessoas cm quanto (alia, e bastante
ladina, levou um vestido de chita clara com flores
pretas, com dous Dabados, e uma trouxa com ou-
tro ftotidn de chita roxa ; foi comprala ao Sr. Ma
noel Carroll e e bastante conhecida no Recife. Sup
poe-se que dita escrava esta acoutada em algum
callngy : roga e, portanto, a todas as autoridades
poliei.es e aos Srs. capitaes de campo que encon-
trarem dita escrava, de leva-la a rna da Impera-
triz n. 27, que serao generosamente recompen-
sados.
Ao publico.
0 abaixo assignado declara que tendo acabado
com seu estabelecimento de joias sito 4 rna do
Coronel Suassuna, antiga H)rtas, julga nada de-
ver, porem se aiguem julg^r-se seu credor apre-
sente-se no prazo de tres dias, a contar da pre-
sente data. Ontro sim o mesmo declara a quem
tiver alguns concertos que os venha buscar no
prazo de 30 dias, do comrario seiao vendidos pa-
ra seu pagamento.
Recife, 30 de setembro de 1874.
Manocl Marlins de Moura.
Yende-se
uma casa na villa de Barreiros, na rna do Com
mercio, por preen mpdico : a tratar com Taaso
Irrnaos & C.________________________________
Bazar das Familias.
Reis e'Silva & Guimaries, proprietarios desta
mui imporlante loja, sita a rna do Duque de Ca
xias n. 60 A, esquina da eslreita do Kosario, no
inluito de satisfazerem seus freguezes, estio re
solvidos a vender por menos 50 por cento do qne
emoulra qualquer parte ; pelo que poem a dispo
si,So do respeitavel publico, e especiahnente do
bellosexo, as seguintes fazendas com os respeeti
vos precos:
Riquissimas palonezas de gorgurao pre to, rica
mente enfeitadas, pelo diminute preco de 38J0bC
cada nma.
Lindissimas popelinas, padroes ioteiramente nc-
vos, que vendemos polo dimiouto preco de 2^2CO
o covado.
P. pelinas de differentes gostos, ioteiramente no
vidade qua vendemos pelo preco de 1*600 o co-
vado ; ( baratissimo.
Popelinas dp Uab.0 com lislras, fazenda iniaira
menle nova, que se vende pur,480 rs. o covado ; e
muito barato I
Lindissimas alpacas, gostos novos, muito lar
gas, que vendemos pelo prego da IrfOOO o covado.
Lindas alpacas pretas com! istras brancas, mni-
lo largps, que vendemos pelo dimiauto prco de
l*OCO o covado.
Setio hranco macio, i. zenda muito superior, a
2 #1)00 o covado.
Riquisfima* caixinhas com espelho, cada cai-
xinba contenao uma duzia de lencys, pelos precos
seeuintes : 5*5u0, C^OOO, C*500 e 74000.
Riquissimas caixinhas de madeira enfeitadas, ca-
da caixinha eentendo nma duzia de meias pars
senboras, pelo preco de 5*500 e 6*000.
Lencos brancos, fazenda muito superior a 2*000
duzia.
Lindissimas camlraias brancas bordadas eom
listras de crochet, fazenda ioteiramente nova a
1*100 o metro.
Riquissimas saias bordadas para senboras, a
6*000 uma.
I'm completo sortimento de lasinhas de core.-
fazenda mnilo boa a 200 e 360 rs o covado.
Riquissimos panoos de crochet, lanto para pre
sentes como para cadeiras de gnarnicao de salas.
a 1*500 um.
Um completo sortimento de alpacas de core?,
a 500 rs. o corado.
Cambraia tapada, Victoria, n. 26 a 7*000 a
peea.
Cambraias bordadas com palmas de cores, a 400
rs. o covado.
Cambraias traasparenles muito finas, a 6* e 7*
a peca. v
Cambraias transparent Nanssuc, a 4*000 a
pe?a.
Um completo sortimento de meias de cores para
homem, a 8*000 a duzia.
1) ia- brancas em caixinhas, a 6*500.
Ditas diias de 4*'.00, 4*500, 5*000, 5*500 e
6*000.
Toalhas felpudas muito enc r.adas, a 6JQ00>
6*o'<)0 a duzia.
Ditas alcochoadas unitando linho, a 5*500 a
dnzia.
Granadinas com listras assetinadas, a 800 rs. o
covado.
Merino pre'.o francez, fazenda muito boa, a 3*
o covado.
Cortes de casemira, gostos novos, a 4*500 t
5*00'J o corte.
Bramante de linbo, quatro larguras, a 2*300 *
vara.
Dito de algodao com 10 palmos de largura. a
1*400 a vara
Dito de dito irancado, de quatro larguras, i
1*600 a vara.
Madapolio francez madraste a 6*800 a peca
Dito superior lrancoz, a 6*800 a peca.
Dilo inglez, maravilha, a 5*000 idem.
Dito, elephant(, a 4*600 idem.
Um completo sorlimenso de chilas escuras e Cla-
ras pelos seguintes pregos : 280, 300, 320, 360 -
400 rs. o c vado.
Um grande sartimento da chad's de merino es
tampados com listras de seda, a 3*200, 4*900.
5*500 e 6*000.
Ditos pretos lisos, a 2*000;um.
Um completo sortimento de algodao, de 3*800.
4*000,4^200 e 5*500 a peca.
Assim como outras fazendas que nio mencn.
namos os precos e que se vendem muito baralo
Reis e Silva & Guimaries,
Cerram quanto anus a grande pechincha I
S6 no Bazar das FamiUas.
Rua Duque de Caxias n. 60 A:________
Precisa-so alngar um grande arma-
mazem, e um primeiro andar no centro da
cidade ; (bairro de Santo Antonio) nesta
typographia se dard informaijQes.
S^S^WSSSSSSSSSSSSSSSSSSISWSSSSSSSSSSSi
Precisa se fallar com o Sr. ioaquim de
Aeuiar Muntarroyos : na rua do Bom Jesus n. 7,
a negocio de sen particular interesse.
Aluga-se por preco razoavel uma casa na
povoacao do Caxanga : a tratar na rua do rape
rador, Irvraria Universal, n. 94.
Atten^ao
Madafi a Albuquerque &
Irma.
Rua i. de Margo n. 14, 1. andar.
Teem a satisfacao de avisa/ as Exmaa. Srs.,
qne recebem por todos os vapores, tigurinos, os
quaes estao palenles para todas aquellas qae qni-
zerem ve*iir-se com gaslo. Sendo sens trabalhos
perfeitos e mais batatas do qae em outra parts.
14 Bua do Crespo 14
Aluga-se o armazern de recolher, do sobra-
do da rua dos Bwgos a. *!, porihtr-T da rna do
Vgari*?* tratar com Jos* Feticiaso Nazareth,
rua ^ a Praia n. 20.
r**mrtjv yervoant oa qualquer outra
pnnrcuimic de I>ebUUtndr, atliarie 2eeu poder renoTador
a*i3 teguro eapedtente do prompt* cart
TBST4IXADA POS
J.C. Ayer St Caw, JLo'weU, Mamtu, E. U.
CUmttm m$nMm Jmrni****.
vjjatnasj sa K)'t
Para traur de am ocqaetjo sitlo em S. load io
"iiiguinhq, ainda se precisa dn um hoUrem qte
lainbeoa entends da ardim : na^saa4.a refi a{SD,
. irimti o sitio do lak> difetto coto pertao de
ferro.
Alu*a se um nequeno itw ua UilnPieine
n. li, com caca 4 Moa, a>frrats do tiliomorada
.- coin puftau do ft'ira, c.o- ttnrrns trfif de
Jrurio : a traaar ua prea la ItKlrpewdtneia e.
20.
Previne-se a quem quer que teoha de arrema-
tar o sitio da estrada de S2nl'Aom, qou o falleci-
do major Joaduim de Albuquerque Mello apeoas
comprou 332 palmos de frente, seguado escrip
tara lavrada pelo tabelliao interino CtIi.s de Sa.
Aluga se uiiaes'-ra a para cozinhar e com-
prar : na rua da Matiiz da Boa Vista n 3.
Aluga-se o 2 andar e sotao do sobrado
da rua doRangel n. 73, todo reconslruido e
asseindo, coin bastantes comra dos, escada
independents do 1." andar, e bem assim o
quintal; sendo muito fresco e com excel-
lente vista para a nova pra^a do mercado :
para ver as chaves, estilo no estabelecimen-
Jq de molhados do mesmo uredio, e para
tratar na tbesouraria das loterias com Auto-
ton io Jose) Rodrigues de Souza [seu pro-
pri-tario.)______________________________
Novo hotel
BOA ESPERANCA
Praga do Conde d'Eu n. 32
Acha se aberto ao publico esle novo hotel, onde
os amigos dos bons petiscos encontrarao das 6 bo-
ras da manha as 12 da tarde, mamares de todas
as quahdades como maior asseio e promplidao,
pi r precos muito razoaveit, tanto a*uisos como
por assignatnra.
Associagao commercial be-
neficente
Compra-se os relatorios dos aunos de 1853 e
1857, desta associagao : quem os tiver e quizer
vender, entenda-se 'om o arehivista da mesma.
Compra-se tres portas de amarello, que este-
jam em perfeitoest&do, na rua do Livramento n. 30.
Precisa-se comprar 4
portas de louro de 10 pal-
mos do altura: nesta typo-
graphia se dira.
Feilor
Precisa-se de nm feitor para am peqaeao
no Monteiro. qae 66 lianca a sua conducts
raa do Cabuga n. 16, arjitay.
i na
Precisa-ie atugar uma escrava para vender -
na raa : a tratar na raa do Bom Jesus n. mnrtma, adttea do Rangel, n. bo, 2* apdar,
iReCite.
Governante
Precisa-se de nma senh ira para governar e di-
rigir os servieos de ama casa de famifla, e que
entenda bem te costuras e de cot tar vestidos : a
tratar na praca do u rpo Santo n. 17, andar,
das 9 horas da manha as 4 da tirds, oa na rua
Duque de Caxias n. St, 2 andar, entrada pela
praga de Pedro II, antigo largo do Coituglo, de
mantil art ars 8 boras, ou das 5 da tarde as 7 da
noite.
Ao commercio.
Da abaixo assignados fazem publico que nesta
data dissulveraiu amigavelmente a sociedade qae
tlnham na taveraa sita a estrada de Luiz do Rego
n. 40, a qsal gyrava sob a razao social de Alba
qavrqoe & C, ficando o socio Agostinho com o
e-tatoekewnemo esujeito ao passivo. Recife, 28
de satemw-o de 4674.
Agostinh Jose Pedro.
_________ item Francisco da Albuqcerque.
Aluga-se
o 2* andar e snt3o do sobrado da raa estreita d>
Rosario n. 19, ett estado da asseio, forrado a pa-
nel e esteirado : trata-se na rna do V'isconde de
fchStttia, adttea do RangeL n. 60, V apdar, das 8
hofas da maoM as \ da tarde.
LEIS PROVINCIAES.
Vende-se no 1. andar desta typographia,
em mao do administrado, ColUecQdes de
Lets Provinciaes a 500 rs. o exemplar de
cada anno.
Guindaste.
Vende-se um guindaste a vapor para 5 tonela-
das, de systema movel, com a carreta pan ser
ccfllocado, e 24 jardas de trilhos de ferro de 60
libra* p-r janta, dos fabricantes Alex Caapelin 4
C, de Glasgow : na rua do Vigario n. 19, es-
crtptono de Thomaz de Agnino.______________
Vende-se a taverna sita a rua da Concordia
d 33, com poucos fundos, e tem commodos para
familia : qnem a preteuder. dirija-se a mesma.
a 100 e 200 rs. o covado
Rum do Qaeimado.
Junto & liija dn Magnolia.
K' moito barato I
Grande sort'nnento de lazinbas de listras e da
quadrrnhos a cbineza, propatas para veetidos,
pilo diminntu preco de 100 rs e 200 rs. o cova-
do. So o 43. Wo seam^ua-coinp^nhoi\^
Vende-se o kilkj Sebasiiio Lone*. a 04a>
da, no Bom Success >, com nma graide >arxea
pare capim, e toda qualidadn de verdura^, fresca
todo anna, eom sett nta e taotos eoqoawoa, aaaa>
gueiras, eajuairos, j.queiras, dendezsirase saoo-
tizelros : *uem e |. re lender, dirija-se se sea pro-
prietario Joao Baptlsta da Silva Mangoinho.
LIQUIDACAO
NA
Loja cle fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miudas muito boas para ronpa de
meninas a 160 e 200 rs. o covado.
La pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores finas a 320 e 360 rs. o covado
So se vendo.
Ditas com lislras abertas, fazenda Una, a 6C0 rs. c
covado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Metins de cdres mindas a 280 rs. o covado.
Crelones, o melhor que tem vindo ao mercado a
400 e 440 rs. o covado
Cambraias braccas, bordadas e abertas, fazenda
mais fina que tem vindo ao mercado, e fazenda
de 2*000 o metro, per 1*000 a vara ; pe-
chincha.
Ditas pretas com flores mindas a 200 rs. o covado
Cambraia transparent, fina, a 31 a peca.
Dita Victoria, Una, a 44000 a peca.
Organdy de assento branco e de cores, ccm flo
res miudas de seda e de la, a 400 rs. o covado
E' pechincha.
Cortes de casemira de cores modernar- a 5*400 o
corle ; e" fazenda de S#. E' pechincha.
Camisas de bnho finas, lisas, a 35* a dmia,4e fa
zenda de 55*.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Dito Angola,-verdadeiro, a 600 rs. o conde.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, itl
7* a peca.
Algodae T, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgorao pre to de seda para vestido e para coliete
a 3* o covado
Tpahas alcochoadas a 4*500 a duzia.
Colcbas grandes a 3*500 nma.
Cobertas de ganga, (orradas, a 3*.
Lencoes de bramante a 2* am.
Lencos de linho, abainhados e em caixinhas a
3*500 a duzia.
Ditos de caca de cdres abainnados a 3*500 a dn-
zia.
E ouiros muitos artigos que se vende per me
nns do qae outra qualquer parte e para ae de*
Sd na mm quciram mandar ver as amoMras.
enganaja de
Gnilherme k C.
VrMIE-SE
' Uma familia qne ae retira para 16>a 4a pro-
vincia vende um piano de armario de Hen, eea
rco uso, uma mobilla de jai-aran Ja, nma dita
amarello para quarto, e diversos ebjeeaaa de
casa de familia : quem wecisar dtri|a-*e A raa
do- Cwrredor do Bispo o. Vt^ das T as 10 horae
da maaha, e das 4 at 4a tarde, qae aekart
com qoem tratar.
Vende-se am tan^ne para mal. com pooco
use, de midlo de visgaewo : a tratar no eafeho
[fovo de Muribeca. ________________
Armagao
Vende-se ama de amaietaa eavena4a
eavWrnQad*, e dtiwrwe **t^}^fr^lh
qoalqoer negocio: na ra do Cornael SoasH
tt. Iota qae foi de ourives, tudo sari
mriitoWato

Veode-ae taola M OamiaM Roto, aa
rua d
-ypba> n. <: a ttr na n aacasa.
Pars, o fetorioo do ohap^os
para armacao de cbapeos.
.
'
J




y

Diario de Peraambuco Sexta feira 2 de Outnbro de 1&7 _.


i

I '
Fazendas e artigos de alta
novidade
NA
LOJA DO PASSO
Ria Priwciro tie Marco n. 7 A.
BfCordetro Kimftes C, proprietaries
deste imporunle estabelecimento, no loavavel pro-
prosito de nio desmentirem o conceilo que os
seus aaraerosos freguezes lbes tern dispensado,
acabam de receber de sna eonta o mais nco sor-
timento de sedas, popelinas, las e artigos rje ul-
lima moda em Paris, e continaarao a receber
por todo* o paquetes da quell a procedencia ; por
isso chamam a attencao de seus freguezes e os
xravidam a darem nra passeio ao sea estabeleci-
mento, garantindo Hies que encontrarao a reali-
dade do que fica dito, e para pr va dao am pe
qaeoo resume, cujo iniallivelmente desperlara a
atteucio dos preteadentes.
Mandara fazendas a casa dos freguezes, e dao
amostras mediante penhor.
Artigos de alta novidade e
ultima moda,
Cortes de vestido de liobo guarnecidos de bico
da mesma fazenda e cur, trazendo fivella, bolca,
cinto, etc etc.
Riquissimos chapeos para senhora, de cores e
pretos.
Cortes de cambraia brancos com lindos bor*
dados.
n; de cores com enfeites da mesma fazenda,
"rino, etc. etc.
Capas de la para raeninas e senhoras, guarae-
cidas de arminho.
Yestnarios para baptisado.
Riquissimas camisas brdadas para senhora.
Leques de madreperola, para noivas.
.Ricas culchas de seda, para casameato.
Cortes de seda, lindas cores.
Gorgorao de seda branca e dito preto.
Sedinhas lie delicades padrrJes.
Setim Macao de todas as cores.
Grosdenaples pretos e de cores.
VeliU'ie preto o damasco de seda.
Granadine preta e de cores.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Casacos de merin6 de cores, IS, etc.
Mantis brasileiras.
apellas e manias para noiva.
Cambraia de cores, ditas mariposas brancas, de
cores, lisas e boMadas.
Plor do bosque (novidade).
Percalinas dequadros, listras, etc.
Brios de linho para veslidos.
Fustao de cores.
Saias bordadas p ra senhora.
Grande sortimento de camisas de linho lisas e
bordadas. para homem.
Meias de cores para homem, senhora, meninos
e meninas.
Sortimento de chapeos de sol para homens e
*enhora.
Merioas de cores para vestidos.
Dito pieto trancado e de verao, bombazina, can-
io. alpaca, etc etc.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas, e dito
pardo.
Damasco de Is.
Brim de linho branco e de cores.
Setins de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos
Ditos de touquim e ditos de casemira.
Can.isas oeila.
Ceronlas de linho e ditas de algodao.
Pannos do crochet para sofa, cadeiras, etc.
Lencos bordados e ditos de labyrinlho.
Ricos cortes de vestidos de larlatana, bordados,
para baiies, e tarlatana de todas as cores.
Culchas de damasco de la, e ditas de crochet.
Espartilnos lisos e bordados.
Poniard de seda, liadas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Casemiras pretas e de cores.
Pl>elinas.
N'este artigo temos am varialissitno sortimento,
aao so em gcsto como em qnalidade.
Las
ora listras de seda, ditas com paltias bordadas,
ditas transparentes e de otitras jmaitas quabdad- s.
UVM
do pellica brancas e de cores, do verdadeiro fa-
br-icante Jouvin.
I'inalminle :
lanetes pjra sofa, cadeiras, cama, entrada, etc..
:arabraias brancas, chitas de todas as qnalidades,
nadapoloes, esguiao, tretanbas, bramantes, algo-
loes/collarrahos, punhss, meias para homem e
tenjiora, prtphos e collarinhos brancos e de co-
res para senhoras, gravatas para bomem e senho-
a, peitos bordados iencos de linho brancos e de
/wres, ditos de cambraia de linho, toalbas, guar-
danapos, panno fino, etc, etc.
Loja do Passo
Rua Primeiro de Marco n. 7 A
untiga do Crespo.
Grande liquidacao de fazendas
NU
mm MCI0N4L
N. 7 2.Rua da Imp era t riz _j. 7 2
Mendes Guimaraes & lrmaos*
Tendo os proprietaries deste estabelecimento resolvido diminuir o grande depoMlo de fa-
zendas, entenderam fazer esta grande liquidac&o, como se ve Uos precos abaixo mencionados :
Ima propriedade i margem da Carabda
dos ReMedios, contendo barro par* toda e
qualquer obw, com uma grande olaria,1
casa de vivenda e tres viveiros com peixes..
I'rumette-se fazer tudoe qualquer negocio : I
tratar com Delfim Lins Cavalcante Pes-'
soa.
Organdy.
E* coifiT as senhoras.
A Magnolia, a raa Dnque de Caxias n. 45, par-
icipa a bello sexo que acaba de receber da Eu-
ropa, um completo sortimento de artigos de ulti-
ma moda, e como acha desnecessario fazer nm
enfadonho annuncio, por ja ser bastante eonhe-
cida, e capricbar sempre em ter bons correspon-
ds tes, sendo a pnmeira que apresenta o que ha
de mais moderno e por precos mui razoaveis, por
isso limita-se a descrever somente o segainte :
Settas douradas.
Biros de cores, tanto de seda eomo de gnipnre.
Leques dourados, de madreperola, marfim, tar-
taruga, osso, etc.
Vnhidas de bai'e.
Presentee, diversos artigos proprios para pre-
sentes.
ioItnhas e punhos.
Hnmiai para missa, com capa de madreperola,
tartaraga, marfim, vellado, etc.
Snpatinlios de setim para baptisado.
camisas bordadas para senhoras.
Mga da seda.
Pranjas mosaieas.
tderecoa de tartarnga.
%'olian'de madreperola.
PulselraS de madreperola.
Ltndas flores para cabeca.
Bolsas de vellado.
Perfumarias dos melhores e mais afamados
fabricantes.
Chapeos de sol para senhoras.
Pitas de velludB de todas as cores e Iarguras.
Moscas.
Quereis llvrar vos destes malditos insectosf com-
prai nma machina de matar moscas por 3#000
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Oalvice.
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 4S, ven-
de o verdae>iro Vigor de Ayer, qne impede a
.ahida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem sardas e panos quem quer; pOrqne a
Magnolia, a rua Dnque de Caxias d. 45, tem para
vender a verdadetra Catieateria, que tax desappa-
recer estas manchas em poucos dias.
Grande descoberla
Curativo (ks molestias do
peito pelo
\arope DE
A. B&RWfiT
Bte importaote medicamento que acaba de ser
reconhecido pelos distinctos Drs Zalloni e Paras-
ehevas como nm verdadeiro e.peclBco contra a
phtysica, segandrj provaram nos grandes nnme
ros de easos por eties exDerimeatados, como se v6
na sessao da academia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, eneontra-se nnicamente no
Deposito da Pharmacia e drogaria
de
Bariiiolomou A C.
N. 34 ~ Hua larga do R.,saro N. 34
Vende-se a Javerna da rna da Ponte Velha
n. 1, bem afregaezaja e com pequen?s fundos : a
iratar na mesma.
Chitas iargas a 160, 200 e 280 reis.
Vende-se chitas francezas e flnas a 120,280 e 320
o covado.
Laxinhas a 120 reis.
Vende-se lazinhas para vestidos a 120, 240, 320 e
400 reis o covado.
Chitas para cobertas a 280 reis.
Vende-se chitas para coberlas a 280 e 360 reis o
covado.
Alpacas de cores a GiO reis.
Vende-se alpacas de cfires, Gnas, para vestidos de
senhoras, a 640 reis o covado.
Metim de cores a 320 reis.
Vende-se metim de c6res para vestidos de senho-
ras, a 320 reis o covado.
Cassas flnas a 280 reis.
Vende se casas rrancezas; finas a 28*9, 320 e 360
reis o covado.
Cambraia Victoria a 3/000
Vende-se cambraia Victoria para vestidos a 3#,
3*50e4OOOa pec-.
Cambraia transparonte a 2 e 33000."
Vende-se pecas de cambraia transparent a 3/,
35500, 4 e 3*.
Cortinados a 14*000.
Vende se cortinados bordados para camas a 14/'
16/ e 18/.
- Ganga amarella a 400 reis.
Vende-se ganga amarella para vestides de senho-
ras e roui a paramenihos. a 400 reis o covado.
v
Brim de cures a 400 re.s
Vende se brim pardo e de cores para ca'cjs *
400 reis o eovado.
Toalhas para rosto a 700 reis.
Vende-se toalhas de linho para rotto a 700 e 800
reis cada uma.
Chales de U a 640 reis.
Vende-se chales de la de quadros a GiO reis, cha-
les de metim a 1/160 reis, chales de merino
lisos a 2/, e chales de merino estampados. a
3/600, 4/ e 5/.
Aberturas a 2 Vende-se aberturas de linho bordadas, para ca-
misas, a 2/ e 3/50O. Ditas de algodao a 200 e
400 reis.
Cortes de casemira a 5/000.
Vende-se cortes de casemiras finas para calcas a
Hi, 5/600 e 6/
Cortes de- brim a 1/400.
Vende se cortes de brim de cores a 1/400. Ditos
de brim de Angela a 1/800 e 2/o0G.
Cobertas a 2/000
Vende se cobertas de chitas de cdros a 2/.
Colchas a 2/ XO.
Vende-se colchas de faslao para cama a 2/, 3/ e
4/.
Paletots a 3,000 rs.
Vende-se paletots de alpaca preta a 3, 3,60
5,000 rs. ;.calcas de casemira pretaje de core
leies de casemira preta e de cores, e ontras
las roupas feitas baratas e fazendas que est
quidando no Bazar Nacional, a rua da Im
lriz n. 72.
Organdy de a cento branco e de cor, com flo-
res mittdas e listras de seda e de la a 400 rs. o
covado, e fazenda de I/, e 6 pechincha : so na
rua do Crespo n. 20, loja de Gnilherme k C.
Cortes de casimira a 4$, 5#
Na loja do PavSo, vende-se cortes de ca-
semira para calga a 4$, 39 e 60000, ditos
muito fines de uma sd cflr com listras ao la-
1 do, fazenda que sempre se vendeu a 9$ e
108000, liquida-se a 6&000 para acabar :
a rua da Imperatriz o, 69, de Felix Pereira
da Silva.
E' economico.
Graxa grycerina propria para a eocservacSo do
cordovao; vende a NOVA ESPERANQA, a rna Da-
que de Caxias n. 63.
PREDILECfA
A.' rua do Cabuga it. 1 A.
Os proprietary da Predilecta, no intuito dt
oonservar o bom conceit que teem merecido do
respeitavel pablico, distinguindo o sea estabeleci-
mento dos mais que negociam no mesmo genero
veem scientificar aos seus bons freguetes que pr-
veniram aos seas correspondentes nas diversas par
cas d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
juetes os objectos de luxo e bom irosto, qne se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paizes, visto aproximar se o tempo de
fe.-u, em que o beilo sexo desta linda Veneca
mais ostenta a riqueza de auas toillettes ; e co-
mo ja recebessem pel paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre elles que se tomam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
coacarrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos qne teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e da
vellado, sendo diversos tamanbos e baratos pra-
os
Adefscos corapletos de borracha proprios para
Into, tambem se vendem meios ader-'cos muito bo-
aitos.
Betoes de setim preto e de core* para ornato da
estidos de senhora ; tambem tem para collets
paiitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os taraanhos, tanto de lonc
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencio das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
pertinentes por falta de um ob|eclo que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulat de linho e de algodao, de diversos pre-
(08.
Caixinhas com mosica, o que ha de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
ts
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Recaberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados c bordados, de lindos
desenhos.
Escovas eleetricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe am
grande sortimento de divcrcas Iarguras e barato
preco.
Frtas de saria. de gcrgnrao, de setim e de cba-
salote, de diversas Iarguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
FtTM artificiaes. A Predilecta prima em con- i
ervar sempre nm bello e grande sortimento des-
tas flores, nio so para' enfeite dos cbellos, como
ambem para ornato dc vestido de noivas.
Galdes de algodao, de li e de seda, brancos, pre-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, osso e velludo, tudo que ha da
bom. '
Peates de tartarnga e marfim para alisar os ca-:
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-,
perola. marnm, Gsso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nio so em extractos, como em oleoe j
banhas dos melhores odores, dos mais afamados I
fabricantes, Lonbin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Receben a Predilecta nm bonito sorti-
mento de diversos tamanbos, tanto para sofa eo-
mo para entrada de saias.
Vestimentat para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais moderno receben a Predilecta
de or arato preco, para flcar ao alcance
qualquer bolsa.
Cora dos estreitameito d'uretra
pela facil applica^So das
SQNDAS OLIVAES
DE
GONMA ELAST1GA
As mais modernas e aperfeicoadas de todas
as conbecidas
Yendem-se
NA-
PHARMAQA E DROGARU
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
Lustres e arandelas de vidro
para gaz
Na grande exposigao da rna do Imperador n.
39, junto ao escriptorio da companhia do gaz, ven-
dem se os mais bomtos e modernos lustres e aran-
delas de vidro para gaz, asim eomo todo o mais
Sue se torna necessario para esse fim, sendo tudo
os melhores fabricantes que ha na Inglaterra. Os
precos sao mais baratos do qne em ontra qnalqner
parte, e com a vantagem que e o dono do estate-
lecimento mandar asscntar os lustres ou arande-
las no Ingar qne o comprador qnizer, sem que para
isso pague alguma., cousa. Tambem se compra oh
troca-se lustres e arsndelas ja nsadas, mas qne
estejam era estado de potier servir.
Asunieas veniadeiras
Bichas hamburgnezas qn^ vero a 3te me. eaa^
aa rua do Marauez deuluuiis .\6'
E BOM SARER-SE
Que a NOVA ESPERANQA, a rua Duque de
Caxias n. 63, bem conhecida pela supecioridad* de
seus artigos de mods e phahtasia, acaba de rece-
ber diversas enenmmendas de mer adorias de sua
reparticao, que pela eleganci i bem mostra aptidao
e bom go to de seus anligos correspondentes da
Enropa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, afim de apreciarem ate
onde toca o primo'r d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao quer eotrar no nn-
mero dos massantes (verdadeiros azucrins) com
extensos annuncios e nem pretende descrever a
immensidade de onjectos que tem expostos a ven-
da, o queserta quasiimpossivel, mas limitar-se-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alta novidade
e toma a liberoade de aconselhar ao bello sexo,
que a visitem constantemente, para depois que
comprarcm em outra qualquer parte uao se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido sortimento
que ha em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completir a elegancia de sea toilet
sem que de um passeio a NOVA ESPERANCA, a
raa l)uquo de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber osseguintes artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de baiies para senhoras e meni-
nas.
Interessante3 gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracha
(gosto novo).
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melnoros e mais aperfeicoadas das ate hoje co-
nnecidas.
Vende-se
na
rharmaela e Drogarta
de
Bartolomeo A C.
A'
34. Rua larga do Rosario 34
Vaccina. Vaccina.
Tendo o Sr. Dr. Jose Lonrenco de Magalhaes,
montado na corte am completo servicp deste ar-
tigo, tem aqui aberto am deposito da melhor e
mais recente, cujos tobos se encontram na
Pharmacia e drogaria
A'
34rua langa do Rosario 34.
('al de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17,1* anaar, escriptorio de Joaqnim Ro-
drig^es Tavares de llello.
Salame de |,yon
A i .soo a libra
So na Afsemblea do Commercio n. 22, rna do
Commercio, Meira & Lima,___________________
A 120 rs. o covado.
Na rua da Imperatriz n. 60, vende-se para aca-
bar nma grande quantidade de las, restos de di-
versos sortimeetos, desde 120 rs. ate 50ftrs.; no-
tando-se que, quaado bavia sortimentos comple-
tes, se veodiam a 1/280 e 1/600 o covado, ha
grande vari-dade em padroes, os que primeiro
chegarem melhor pechmcha farao, a ella a rna de
Imperatriz n. 60.
Wilson Rowe & L. vendem no sea armasa*
a rna de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amencno
Excellente no de vela.
Cognac de 1' qnalidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qoalidades.________
4 rosa Principe Alberto.
Valsa para piano
Na loja de musicas e instrumtmtos de Emilio
Roberto, na rua do Barao da Victoria n. 17, acba-
se a venda esta linda valsa para piano, composicao
do maestro Candido Junior
Preco1#500.
Muito nOva e grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao ou a re-
talho : na raa larga do Rosario n. 3i.__________
Espartilhos.
Na loja do Pavao, vende-se espartilhos
dos mais modernos a 3^500 e 43000 cada!
um ; assim coma booitos cintos com lacos
de setim a 58000, e sedinhas lavradas com
toque de mofo a 12000 o covado : a* rua
da Imperatriz n. 60, de Felix pereira da
Silva. i
Ml*.
Faslao branco para roupa de meninos a 800 rs.
o covado; e pecbincha : na rua do Crespo n.
20, loja do Gnilheerm A C.
Vende-se
jna Torre um situ com boa casa, com 3 saias, 4
i quartos, despensa e cozinb<, bora pSco d'agua de
beber, muito arborisado, e fora da casa uma saleta
com 1 quarto, quarto para feitor, dito para criado,
gallinheiro, tudo de pedra e cal.
Uma casa com 2 saias, 3 quartos, cozinha e ter-
raco, quintal murado e um quarto para criado,
rende 1 por cento.
Tres easas pequenas, com 2 saias e 1 quarto,
cozinha, por junto ou separado, em terreno pro-
prio, rende 1 por cento.
Um terreno com 30 palracs de frcnte e 400 de
fundo, tudo no melhor local : na rua estreita do
Rosario n. 4"i, se dira quem vende.
E muito barato!
Popelinas de seda, fazenda inteiramente nova
a 1/000 o covado : so no Baaar das Familias, a
rua do Ouque de Caxias n. 60 A, dc Reis e Silva
& Guimaraes. ______ ^
Aproveitem
0 PARIS N'AMERICA, a Tua Daqae de Caxias
n. 59, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
seguintes prejos:
Botinas de doraque para senhora a 3.800 reis.
Ditns de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com bolees ao lado, a 4,000 reis.
Ditas gaspeadas, cano .alto,, para seaboia, *
5,000 re s.
Dius de peltica, lngleza, a 1,000 reis.
Dius de dnraqne bordado, para senhwa, a
SiOOO reis.
Ditas de dura que, de cores, para meninas, a 3/.
Em qaanto e tempo a
aproveitem.
Vende-se nma escrava mnca e de bonita
flgura, sabe coziohar e engommar com perfeicao
e sem defeitos: a-iratar na rua do Marqnez de
Olinda n. 57, outr'ora rua da Cadeia, no oscrip-
torio dos Srs. Parente Vianna & C, com Jose
Antonio da_Silva Guimaraes, ou na villa do Ca-
bo, rua do General -Victorino n. 21.
VENDE-SE
Na rua do v'igario n 1., vende-se o segainte :
Cimeoto de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarrafado, Hnissimo, em cal-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vmho Sherry, inglez em caixas de duzia.
Vinho Col lares era an :oreis.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem.
Na loja do Pavao vende-se madapol5es france
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6.000 reis.
dito muito fino com 12 jardas a 3,00(1 e 3,;iiX); as-
sim como am grande sortimento de madapoldes
ioglezes de 4,500, ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n. 60, de Pelix Pereira da.Silva._________
Colchas para camas
Na loja do Pavio vende-se colchas de fustao
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de chila e de cretone, de 2,500
para ciraa e ditas de metim escarlate forradas com
madapolao a 3,000 : a rua da Imperatriz n. 60,
de Felix Pereira de Silva.___________________
Aos eigarreiros
A NOVA ESPERANgA vende papel de linho
proprio para cigarros. de diversas Iarguras.
B a-Viagem
Vende se ou aluga-se nma das melhores casas
da Boa-Viagem, defronte da igreja: na raa do
Imperador n. 83.__________________________._
Vende-se um sobrado de am andar e sotao,
traintal, cacimba so, em solo proprio, com eemmo-
dos parafamilia, por preco muilo razoavel: a pes-
soa ^ue pretender, dtrija-oe a esta typograpbia a
entender-se com o Sr. Ferreira.
Cerouias e camisas.
Na loja do Pavao, vende-se cerouias fran-
cezas dc todos os taraanhos para homem a
HJ6G0, e ditas de linho a 2J500, 20500 e
38000.
Camisas brancas com peitos de algodao,
fazenda Una e por estarem um pouco en-
xovalhadas a 20O0O a duzia, ou a 19800
cada uma, ditas com peito de esgurfio de
linho a 35000 e 33500 cada uma, ditas
com peitos e punhos de cdr a 2$000 e
25J50O: a" rua da Imperatriz n. 60, de Fe-
lix Pereira da Silva.
0 DESENGANO
Hint Primeiro tie Uir<;o u. '-55.
Junto a loja da csqulna.
Os propr etarios deste estabelecimento teem re-
solvido venderem suas fazendas por p-ecos muito
resumidos, (como abaixo verao) para apurarem
dinbeiro:
Dieting
Vende-se metins de lindos padr'es, a 280 e 300
reis o covado. Dao-se amostras com penhor.
Camnritias
Vende-se carabraias transparentes, de 2*500,
3*000 e 3*500 a peca, e a Victoiia a 3*500, 4*,
4*500 e 5*600 a peci.
Alpncaa pretas
Vende-se alpacas pretas e muito Gnas de 500 a
600 reis o covado. E' grande pechincha.
Madapoloes
Com pequeno defeito a 4*000 a peca, dito lim-
Jo, francez, e inglez a 4*500, 5*500, 6*000 e
*l<00. E' baralissimo. AlyodaosiBbo marca T,
largo e fino de 4*000 a 4*50u a peca. E' para
acabar. Chitas Claras e escuras, a 260, 280 30o e
320 reis o eovado, ditas roxas mofa tas, a 200 reis
o covado. Cretones escuros e de bonitns padroes a
360 reis o covado. Lanzinhas de lindos padroes,
a 200 reis o covado Cambraias de cores a 240 e
280 reis o covado. Aproveiiem antes que se
aca bem.
Irlanda
Vende-se esta fazenda muito pcopriapara vesli-
dos de senheras pelo diminuto preco de 600 rs.
o covado.
Rrlnt branco
Vende-se brin braaco de algodao, a 320 rs. o
covado. E' grande pechiueba.
Ciase de sda
Vende-se esta fazenda de lindos padides. a
1*200 o covado, fa;enda que sempre se vendeu
a 2*500 o covado. Aproveitem.
Sobrecasacaa a i9& e 15ieoo
Vende-se sobrecasacos de pauno fino pelo bara-
tissimo preco de 12* e 15* ca a um ; e grande
pechincha: a elles antes que se acabem ('.ami-
zisinhas com punhos e collarinhos, para senhora,
pelo diminuto preco de 2* cada uma. Meias para
senhora, fazenda muito fina e ura ricas caixinhas,'
pelo barato prec/> de 6* a duzia. Aproveitem.
Colchas adamascadas
Venle se colchas adamasca las b r ancas e com
barra de cores, muito gra des, pelo baraUss'mo
preco de 4* cada uma, fazenda que sempre se
vendou por 7* uma. A ellas antes qne acabem.
E outras muilas fazendas que se torna enfadonho
raenciooal-as, e que so o fregnez vendo, podera
certificar-se, e por isso os proprietaries convidam
a todas as nes.-oa? a fazerera uma visita a sea es-
taoelecinitnto afim rte cowvencen-ra-se da verdade.
__DA PRrMEfRU DE MARCO N. 25
Grande liquiiiacao.
de miudezas e chapeos: no novo Bazar, rua do
Marque? de Olinda n. 53.
CHEGAIUM
as desejadas l&zmhas a 200
rs. o covado.
Rua do Queimado n. 43.
(defronte da loja de chapeas da Pracinha.)
KL>zinhas a imita(io de seda com riquissimos
padroes a 200 rs. o covado. So o 43. Dio-se
amostras. Venham antes que se acabem,
I h Qilo
As almofadas l>ordada< de la matlsadas qa* r.
cebeu a IVota Eaperanea, a rna Daqoa *
Caxia ______________
Casemiras
Na loja do PavSo vende-se on prande ntTia
to de casemiras de cores e mocla la- tanto clarae
como escuras, proprias para calea ; paletots e co-
lelet por precos muit> barato*. as mesmo estahelecimentos se man-la faaar qaalqaar
obra tendente a alfaijte, com a m.. or r>rstjta
por precrs mnilo razoaveis : a ria da lapan-
triz n. 60, de Felix Pereira da Silva.___________
Chapeos para senhora.
A loja da Passo, a rua Primeiro dp Marco a.
7 A, tecebeu am rico si.rt'iiieuto dc cha^eo*
era senhoras, pretos e de cores.
Chocolate hespanhol
muito lino, tem para vender na Assemblea do
Commercio, Meir" & Lima, rua do Commercio nn-
mero 22._______________
E baralissimo.
Atten^ao.
FIAproveitem antes que se acabem, popelinas de li-
nho, padroes modernos, pe o baratissimo preco
de 400 rs. o covaao : quem duvidar, venha ver e
comprar : na rua Duque de Caxias n. 88, loja
Demetrio Bastos.
Sedinhas k 1^500 o cov do.
Venham antes qne se acabem : na loja do Pino
a rna i. de Marco n. 7 A.____________________
VENDE-SE
a taverna sila a rna Io Karao da Victoria n. M,
mnito afregnezada : a traur na rna erfreitt de
Rosario n. 40.
Para concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rna Dnqne de Caxiaa
n. 63, receben testa wwessaria linha.
Aos nervoso^
A NOVA ESPERANQA acaba it-- rr*ber aqnel-
les milagros >s anneis eie :tncos, cura cifallivel do*
nervoaoa.
Cortes de cambraia
Na loia do Pavao vende-se cortes do e-mbraa
transpareule com babads largos, |xnt br^oom
como de cores, por baralos pre>>. p-.r irrrui at-
gum pequeno defeito : a rua da Imperatriz n. M,
de Felix Pereira da Silva.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os i-guintes:
Barra,
Pregulca,
e Padieio.
A iratar com sons proprietai* n^!a <:>da4t
e para infonnacoes com Jnaqoim Pinto de Ha-
rellea Filbo na mesma cidarte it-> Matnamgaaa*
,-so Irmaos C
AtteriQao
Salsa parilha
Salsa parrilha
Salsa parrilha
muito nova e de boa qualidade, tem pars vendtr
Bailhdomeu & '.
34Rua larga do Rosario3i.
Vejam e admirem.
0
\ 500 rs.
barateiro da rua
o covado.
da Imperatriz n.
60,
vende popelinas pretas com Lstras asseti-
nadas pelo baratissimo pn|0 dc 500 rs. o
covado. para acabar.
Lustres, candiehos e
n
Vende-se
na rua do Vigario n. 19, primeiro andar :
Vinho do Porto engarrafado, em barris
ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa, superior qnalidade.
Retroz do Porto.
Cimento Portland, legitimo -
- i
Bramante para lenc6es
a 1^800 2^000 e 2#500
Na loja do Pavao vende-se superior bramante
para Ienc6es, com 10 palmer de lurgura, qne ape-
nas precisa de-1 vara 1/4 para am lencol, sendo
de algodio a 1,800 rs. a vara, dito mais eu-
corpado a 2,000 rs., dito de linho puro a 2,500 e
2,800 rs.; assim como aloalhados superiores, tan
to de linho como de algodio, porprecos muito em
conta, e pecas de algodaozinho para lencoese toa-
lbas, tendo "de 4,000 rs. para cima : a rua da Im-
peratriz o. 60, de Felix Pereira da Silva.
i empreza do gaz, tendo reeebido ultim^m-mo
de! ama quantidade de lustres, candieirrj, nnVas,
i globos etc. etc., tndo obra de gosto e d primeira
?ualidade ; acha se em posiqio d -upprir a sew
reguezes, por precos men res do qne artigamen
! te. Para verem as amostras, dinjim su a rua do
' Imperador n. 31._______________
Paris, 36, Rua Vlvlenno,
DEPURATIF
du SAIVG
Salsa-parrilha do Par4
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no sen escriptorio, a raa do Bom Jesus nu-
mero 57.
Alpacas de cfires.
Alpacas de cores, finas, com listras. largnre
de chita franceza, a 360 rs o oorado, e fazends
de ii : so oa rua do Crespo n. 20, loja de Gni-
lherme &C i- p
Vende se um pequenoSOitio nasFundao, em
Beberibe, todo plautado de aifTerenses fructeiras,
acimba de agua de beber, eaia de telha com ex-
eKentes madeiras e qerto da est3cio, por com-
modo preco : a tratar no porto do capim a. 30,
on no mesmo lugar com o dono.
Cortinados para camas
Na loja do Pavao vende se um grande sortimen-
to de eorttnados 'bordados proprias para camas e
janellas, pelo barato preco de 8, 9 e 10,000 rs. o
par,assim lomo colchas dedamasaopara camas
de noiva a 10 e 12,000 reise pechincha : 4
rna da Imperatriz n. 60, de Felix Pereira' da
Silva._____________________________________
Pentesgirafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, ( altima
moda): a Magnolia a raa Daqae de Ca-as a. 45
6 so quem tem.
Papai, mamai.
Como aao lindas m ooneeaa de cera que cna-
mam papai, mamai, cuoram, andam, etc. So na
Magnolia a rna Daqae de Caxias 45.
Gaiolae, gaiolas.
A Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45, re-
ceben gaiolas da arame de Undissimos modelos,.
Eroprias para passaros; a ell is anus qne se aca-
em. ___________________________ |
Para senhoras
Como sao lindas e modernas as gravatirrtus qne
a Magnolia, a raa Duque de .Caxias n. 45, acaba
de receber I ^^___
Aos iRfniiws
A NOVA ESPERANCA, a ruaDaqu.e de Caxiaa
n. 63, acaba de receber nm bom sortimento de fl-
nas bonecas one faHam, que rrem-se e ehonm ;
tambem as tern mttdas e avdas on snrdas-mndas
venham ver se nio e verdade.
12 Rua do Cabuga 12
LIQUIDACAO
de joiai de ouro, prata e pedras preciosas.
Ouro delel.
Cerrentes do ultimo gosto, a oitava
Alfinetes para retrato, circulado de
perolas
Idem idem idem esmearladas
Idem idem idem robins
Relogios de prata bem donrados, de 154 a
Relogios para senhora, de ouro, de 40/ a
Ricos aderecos com pedras finas com
50 0|0 de abate.
Bonitas pulseiras do ultimo gosto com
50 0|0 de abate.
Brincos de phantasia des mais bonitos
one tem vindo ao mercado, de 15 a
Voltas com nm bonito laco, por menos
do qne se vende em ontra parte.
Bonitas cacoletas, tanto para senhora
como para homem.
Anneis de~diversos feitios, de 24 a
Pulseiras de cobra de coral por 50 0|0_________
de abate.
Tendo o proprietary deste estabelecimento reee-
bido nma grande porcao de joias dos nltimos gos-
tos de Paris, e por precos ja resumidos, participa
a todos os sens freguezes, bem como ao respeita-
vel publico, qne se acha sempre prompto a servir
com toda a exactidao como costuma; certos de
one passara nm recibo, pelo qual fica responsabi-
llsado pela transaccSo.
54500
55*000
60*000
6540 0
304000
804000
60/000
nix miriiiivintDAt on nuiB, i *
C -Tirjs p aitfiucops do Mmhi.
130,000 carts da* impim
Iicns.pm'vlas t.. pti,
I mhw, evmixo$$, erri-
mania, euiierfcs,vi-
__Iciosat do iungue, vi-
run, e uttc >.( oca Uj sangue. (Xaru'.j ve^etxl
."em inercurio). Depirall iai rrculaei
%^HS HHEBaES tnuAO- aou* pDT
Mmana. seguindo o tractiDien.a Pr,<*rclt--n : i
rrnvrrfnilo Ml mnm?s molestus
I Este Xamp CitraeO 4*
i>rrodeCHAI!LE.ea
imrcediatameaie (jaal-
I quer purg if in relm-
is aceo. t i- iiilldi,
a igiuimeaie u> jiuxqs e flores tramem* _m
muiberes. Esta iujeceao braicrna empretMM
com o Xarope de Citracto dt firro.
mtmTT\tmm Pomada que at car* etn _.
POMAOA ANTIHERPETICA
Contra: nas affectots cu/aneai t comireti.
PILULAS VECETAES DEPURATIVAS
do C-aktte, cada fraseo vrai accoropabkit
4* OB follieto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
i-PLUS* de
COPAHU
Sirop du'
D^FORGET
Can eamrrhn,
cqtitluc\fj ,
204000
cJti*l t MM > i
I d pti; bate ao dvcett
una colhe rchdea deaU xarope IV Foacrr.
Vr. cauu*aPirii,n
Deposito bot ca Franceza
22 Rna da Cruz 22
Oleado preto.
Chegou recentemente nma factnra de exceileo-
te oleado preto : a loja da praca da Inderenden
ns. 18 e 20.
Liquidacao deroupa feita
Na loja do Pavao liquidate uma grande por-
cao de roopa para homens e meninos,como sejam:
calcas de casemiras pretas e de cores, pan todos
os precos e qualidades ; ditas de brim de An-
gola para differentes precos ; ditas de brim de
cores, pardos e brancos ; paletots saccos, casacos
e fraks de panno preto e de casemiras decora;
coleles de todas as qualidas, por precos bva-
; tissimos, assim como grande porcao do camisas
cerouias por menos 3 0|q do sen valor sd para
| acabar : a raa da Imperatriz n. 60, de Felix Pe-
reira da Silva.
PARA LUTO
Vende-se chitas inglezas pretas com pittas a
. 900 rs. oleovado, dita franceta mnito fina, UuUo tisa *
Cam.sas francezas brancas dealgodao Bno^om i COffi0 mm pinUs de 320 ^^ cjma canUl)
': preto a 800 rs. e muito fino a l,OH) rs ; bomba-
' zinas, prineezas e alpacas de todos os precos ;
lazinhas pretas lisas de 400 ate 500 rs. ; assia
como nma grande porcao de reulbos tanto de
chitas preta< eomo de las, qne se vend so por
precos baratissimos ; tambem uma grande porcto
de chales pretos de las a 1,000 rs. por estar-m um
Kaco rassos : i raa da Imperatriz n. 60, dc Fe-
Pereira d Sihra.
Camisas.
frizo de cor a 24000 nma, em duzia a
e pecbincha: na rua do Crespo n. 20 loja do
Iherme C
Gui-
Fechincha
Odilon Duarte & Irmao receberam pelo ultimo
vapor nm grande e variado sortimento de eoqnes
de cabelio bumano, o que ba de mais moderno, e
veude se pelo baratissimo preco de 10/ cada am ;
a elles, anti-s qne se acsbem.__________________
Tjaazinhas baratas,
Na loja do PavSo, para liqnidar, vende-se
ama potr^o de laaziohas de cores para
vesliaos, tendo de 320 rs. para eitna ; 4aV
sim como ditas com listras de seda rnoito
bonitas a 640 rs. o covado ; alpacas de c6-
re* com listras de seda de 640 rs. para
cima : a rua da Imperatriz n. 60, de Felix
Pereira da SiWa, __________
El com as noivas
A NOVA BSPERAX'gA, rua Burrae de Caxias n.
36, acaba de receber boa meias de seda propriai
pera noivas, e os apreciaveis ramoi de larangeira
Cartes de casemira.
Corte3 de casemiras finas, gostos modernos, a
5/500 o corte ; a elles antes qne se acabem, e
pechincha: na raa do Crespo a. 20, loja de
Guilherme At C.
Rua do Aiuuriin is. o7.
Presnnlos inglezes para fiambre
Queijos londrinos.
O-tras em latas.
Ovas de bacaibao em latas.
Lagostas em latas
Azeitonas hespaawolas em frascos.
Azeitonas fraDceaas era frascee.
Saurissas de Oxford em latas.
Velas de cera branea de Lisboa.
Casa em Apipucos
Vende-se uma casa com 2 saias. 2 quartos, co>
tinha fora e quintal cercado con aigumas true
teiras : a tratar na rna do Marqnez do Herral n.
160. ontr'ora Concordia._____________
Vende se nma ;xcetlte e'crava de -Mite
boa eondncta, boa eonnrieira t-nu_ de Oagio eo-
mo de fnrno, engomma com pwreioSo, cote, eo-
__bn_ e fax doce ; e mwXn ba eompcadeira
j todo o servico de uma casa de fauilia : a r-"
i rua do Rangel, taverna n. 7.



.
nario do Peruamouod Sexta feira 2 de OuUibro de 1874.
JORISPRODEWCIA
Congresso de Sniveling.
(Conclusdo.)
Confessunos que uao omprehoiidocaos
como o bardo Jomini concilia a theoria,
qua impor a um esta !o invalid i a obrisja'
gdo ndo s6 de nao a i.nar, mas de reprimir
tod* a defeza irregular, cum a prtilengio de
denar intacto o direito de defeza, e com u
q sia.
A or ieo do dia versou sobre o nrtigo 9'
do c.ipituio II, da la seci.ao, concebila ues-
tos termos :
a Os direitos dos btlligerantos ndo per-
tencem s6 ao exercito, mas ds milii:ias e aos
corpus de voluntaries, nos casos seguintes :
l. Se tendo i sua frente uma pessoa
responsavei pelos seus subordinados, eslive-
rem ao manio tempo sujeitos a u:n com-
mando geral :
2. Se tiverem um certo signal externo,
distinctivo. que so reconh-ga a dlstamsia ;
3." Se usarem de armas ;
4.8 Se nas suas operacOes, se conforma-
rem com as leis, cjsmmcs e usos da gu.'rru
Os bandos armados, que nao satisfaze-
rem is condigdes acima indicadas, i g., teem
os lireitos dos belh'ge-vint-s; riSo sa<> eoo-
sider.vi )S corao iiiMaigos r.-gjJaros, c no
caso do captuM, serio pMcoaSvtos judicial*
ta>*n e.
0 general Arnau icau m.*nit\st( ceio de que os excessos do* deveres hurn.i-
nitanos, nao produzam effeit conlrario
dquelle quese tem era vista. Receia que
os bell;g.-rntes, apezar das suas boas dis-
posigoes, sejam levad ,s, pelas necessidades
da guerra, a violar as regras tragadas, e
que as suas violagoes nao produzam* repre-
salias correspoudenles. o caso da represa-
iia tornar-se-hia entao a regra, em vez do
continuar a ser a excepgao.
0 general de I.ear, seguudo delegado rus-
so. nao p6de acompanhar o deegado da
Franga na sua opinido. 0 que tile quer,
e p^cisamente um ConjinetO de r.-gras, que
no caso deguerra, pnssam ser observadas
por todosos estados que as aceiiarem. E'
necessario tambem distinguir eutre os prin-
cipios e a applicacao. Se a applicagdo e
algumas v.zes dillicil, serd um resultaJo fe-
aiz da conferencia tor feito rejeitar pnnci-
pios em que todos esta> de accordo.
0 bardo Jomini, n'um espirito de con-
ciligao propoz que se supprimisse a ultima
parte do artigo 9. Os bandcs armados
que nao satisfagam ds condigoes acima
raeucionadas, ndo terao os direitos de belli-
gerantes ; nao sdo considerados como ini-
migos regulares, e no cas > de captura se-
raoprocessados judicialmente.
A comraissao adherio a esta suppressuo.
O coronel Lnza perguntou se se deve
comprebender que e uecessario a reuniao
das quatro condigoes acima euunciadas,
para 4ar aos voluutarios os direitos de bcl
jigerantes. Ndo houve objecgdo contra o
art. 9, com a condigdo deque se nao re-
nunriari? aos beneficios do artigo 4o, o
qual diz que a populagao dc um pau ainda
.ndo oocupado, que toma as armas para a
def-za da patria, deve considerar-so co-no
a Ili'gerante o ser tratada, no ca o de rnal-
i.grnr o seu esforgo, como prisioueiro de
guerra.
0 general I.ear respondeu que eram ne
cessanas as quatro condigdes reuni las para
que o direHo djs belligerantes fosse reco-
ahecido.
0 coronel Staff pensa que as quatro
cndig6es reunidas sao superfluas, pelo me-
n >s para a parte das forgas defeusivas de
um paiz, que entram na su* orgatnsagdo
milittr, como por exemplo a landsturn
noruegupza.
E' ev ilente que esta cathegoria de cida-
daus satisfaz as condigoes la, 3J e ia do
prnjncto.
Siria offender as pnpulagoes norueguczs
duvidar d'isso.
M's, quanto u CDndigaon." 2,seforneces
sario entender por signses distinctivos e
que se reeonhegara o o uso de um uni-
forms, o delegado da Suecia e Norunga
rncia uao poder aceitar aquella condi-
gao.
0 barao Jomini e o general de I.enr res
pooderam que se nao trata de unifornie,
mas de um signal qualquer que distinga o
pstriota do guerrilha.
0 g-n. rl de Wotgts-Rbetz deve fazer raego d'este seculo, veom-se n'ella oaizes in-
conhecer todo o seu peusaraento softre uma teiros, sem sorera organisadoi nem com-
questao que merece a mais serh attengao, maudalos, levantarem-se era raassa cou-
debaixo do ponto de vista das relates entre tra o inimigo.
os belligerantes. e das relagdes dos bellige-| E' um sentimenlo patrlotico ati rames com os habitantes. p6.ie prohibir. H
Jos grandes estados da Europa, tal como Aquelles homens que defendem o sen naiz
a braiiQa, Austria, Huogria, e Allemanha,' nio sio guerrilhas.
func.ona o servig,, obr.gatorio. j Se o inimigo triumpha da sua resistencia
Lspecialmeute na Allemanha, hadous ou serd duro para elles, mas nSo.os arrasta-
tres miliiOes de velbos soldados dispersos no rio como populagdes pacificas.
paiz. quu> se levamarao quando se tratar do' Ndo se poJe portanlo declarar autecipa-
fuzer um recrutameoto em massa. damente que nfio sSo belligerantes. Ne-
Esies babilu.dos d lisciplina, bdo 'de col- nhum suisso admittird semelhantehypothese.
locar-se. sob o commando de um chefe, e Em resumo, o governo helvetico ndo con-'
puderao ser uteis ao seu paiz. sentiria de isaneira alguma em paralysar os
Mas suppoobamos uma forca d'esta natu- movimentos do seu patriotismo. Auxiliaria
reza, sem orgamsagao nem disciplina ? Ndo voluntariamente aquelles que selevanta sem
sena para receiarque esses homens,em vezde em massa ; mas so o enthusiasmo fdr espon-
inarcbarem contra o itnmigo, se voltem con- taneo, ba de certamente ser difficil satifazer
tra os babilantes ? aquella canligdof
P6de alem disso, perguntar se se um 0 bardo Jomini julga se pode estab-Iecer
paiz u-ria interesse em se apoiar na Land-em principio qae as populagOes que tomam
turrn, a qual, s ti'la, pro luziria e n pouco tempo a anarchia radascom belligerantes ; masalmittdio isto,
e o satjde I I'artindo d'aqui o deiegado al- ndo serd inutil que eiistaiu alguinas re-
lerna,, sustentou o artigo 9. gras para prevenir uma guerra deextermi
Oual seri^ a i i;pnrtanci* militar de uma'nio.
conmiuna, cujos uaoita.ues marcbassem sera ] 0 bardo de Lamberraont pedio tambem
coinoiaiidanto ?o a hypothese 6 inadmis-'para apresentar algumas observagOes. En-
M"2"" jtende que lhe serd agradavel fallar com iu-
Haverd sempre d frente dos habitaotes, teiro sentiraento de franqueza e de ver
ou u.n velbo militar, ou o maire, ou um dade.
burgoo natural dejiguado pela escolba dos) 0 presdentefez leiturade uma publicagdo
precJso para examinar-se como as condigoes, As discussoes sdo apenas a Wttroduccdo mais
| que dimauava de origera belga, e louvou
St US COIHTla-laOS. IH**0 u,.uuuaa ud ui i^uiu ucigu, o iijuyui
Alas serd uecessario que essa gento use de inuito o seu espirito, e as suas conclusdes.
um signal certo que os distinga dos guer-0 barao de Lamberraont couhece pessoal-
riihas e saqueadores. mente o autor, que occupa ura lugar dis-
Este signal sera facil de encontrar ; serd, tincto no mundo e na sciencia ; mas deve re-
uma cruz, uma titanobrago, ou um signal.'conhecer-se que entre ura publicista que
qualquer. japresenta as su s ideas era uma revista, e
.se nao admilte a responsabilidade de uraajum governo, responsavei petos seus actos-e
pessoa, ou de um signal diMinctivo, de que1 pelos sous erros, ba differengas de situagJo
maneira bao de ser os habitantes protegidos' que se ndo poderiain perdor de vista. 0 es
FOLHETIM
JOANNA
UM JOGO DE P AIX Q E S.
^POR
George Sand.
(TRADUCgaO DE X. X. X.,
PARTE SEGUXOA
I
(Continuagao do n. 223).
Se, tu e minha irmaa, ambas seutir
tsmanho pezar, tant'-i dor, besito e sioto-me
perturbar. Julgais que eu que ra espatriar-
ine ? Esparaveis que eu podesse estabule-
c;x-me perto de v6s ?
Nao I ndo nos illudiamos a esse res-
peito ; mas 4 que as mulheres esperara sem-
pre um milagre em seu favor.
Pois bom I quern sabe se o milagre
nao se fard um pouco mais tarde ? CrS
que s> a Providencia seenvolver n'isto, au-
xilia-la-hei com todas as forgas. E demais,
se Joanna" se deadir a amar meu querido
Vianne, bas de tor mais vcntura e coragera
para ssperar pacientemente pela minha vol-
ta. Fm que termos se acham elles ?
--Ahlnaosei, respondeu minha mdi
suspirando. 0 que se pode sab r acerca
de Joanna ? Parte sem nada lhe dizeres,
serd "lelhor assim ; e parte corn presteza,
a3m de que eu nao tenha tempo de fraqoe-
J9r-
Dize-me, disse-iho eu na roanbaa se-
guillto, no raomento de deixa-la, como e"
que conheces sir Richard Brudnel, e porque
tile nao me fallou de ti ?
Palla-lhe de Ar?elia Moessard, c clle
provavelmente se rocordard, vsto como ndo
me conheceu casada, e ndo soube do nome
de teu pai. Dize-lhe... ndo, no lhe digas
nada, porque recordarias cousas tristes.
Sim I de certo I quando tiveres occasiao,
mas sem busca-la, falla-lhe do castello de
Mauville; toma nota de suas respost .s e
transniitte-ra'as ; isto nao tern pressa, mas
ndo deixa de ter iroportancia. Que :-ingu-
coiilra os guernlhas, e contra o inimigo?
E' durante a paz que se deve organisar a
defeza da pntria.
0 quo e que impede, por exemplo, que
se ititida uma ciiade em dez ou quiuze
d stnctos ? Uma vez proclamado o levan-
tainento em massa, esses disthctos bio de
reunir so sob a direcgdo de ura official. Po-
dena vir a idea de alguein dizer: Mar-
chai ao acaso e sera coramandante? 0 le-
vautamento em massa e uma cousa legitima,
algumas vezes necessaria, e ndo se devem
lojpedir nera embarager.
Oquo se pretende, e que elle seja organi-
sado de uma maueira qualquer, atmi de nao
degHiierar em guerrilht.
0 barao Jomini, o general Lear, e o co-
rouel Hammer acettarara as consideragoes
apreseutadas pelo delegado da AHema-
i'ba.
0 general Arnaudeau tambem as appro-
va, desde o momento que a ultima parte do
artigo 9 seja supprimido.
0 oelegado fraiicez eutende que as pres-
cnpgoes d'aquelles paragraphos, podera ser
tauto melhor aceitas quanto em Franga em
virtudo do servigo >bngatorio, toda a parte
valuta da populagao ha de ser regularmen-
techamada ds armas, e queos corpos organi-
s.ulos e armados, farao todos parte do exer-
CltO.
0 general Sbonbert ve uma difficuldade
ua cousi rvagao da pnraeira condigdo, na
qual se <-xige que os corpos de voluutarios
estejam igad>s ao commando geral. A
acgdo da Inndsturm e mais local do que ge-
ral.
0 duque de Tetuan expoz que as obser-
vagoes do general Woigbts-Rhetz sdo de na-
tur'Za que apreseutam ua pratica seriasdif-
licu da'ies,
O dtlegadode Hespanha procurou collo-
car-so debaixo do poino de vista especial do
seu paiz.
As tradigoes locaes, as condigoes geogra-
[ihi'-as, o caracter dos habitantes, e ate a
>ua hisioria, obrigam esse paiz a conside-
rar a guerra defeusiva como uma guerra na-
cional em que devem toiuar uma parte ac-
tiva todas as forgas vivas da nagao, sera
se perguntar a que perigo se expoe. Na
opimdo do delegado de Hespanha, um paiz
cujos habitantes calculassera os perigos
que teem de correr, e um paiz perdido. 0
duque de Tetuan pedio para se fixar bem o
espirito do artigo, antes de se entrar nos
pormenores d'elle.
0 coronel federal Hammer disse que, se
se referir d historia da Suissa desde o co-
lar aventura que e esse encontro entre elle
e tu I
Se indulgente ; explica me tuasadnoi-
ragoes e reti encias ; isto comega a ator-
mentar-me.
Se fo se meu o segredo, dir-t'o-bia
immediatamente ; mas, ndo sendo, devo
cellar-me.
D z rospeito a meu pai ?
Ob Ndo absolutamente, nem tambem
torn referenda a ti. Falla-lhe do castello
de Mauville, e depois veremos I
II
Ao cabo da semana chpguei a Perpignau,
e dirigi-me pa ra o hotel raencionado no
cartdo de sir Richard.
fcste tinba sabido ; mas a Sra. Brudnel
acolheu-me com grandes demonstragoes de
jubilo, dizendo-rae :
Estimavel doutor, o senhor enche-nos
deprazer ; eeu, pela parto que me toca,
fago mais do que agradecer-lhe a bondade,
porque bem digo-o do intimo do coragdo I
E, vendo que tdo bondoso acolhiraento
era recebido por raim coin frieza e sorpre-
za, accrescentou logo :
Ah o senhor ignora qudo enfermo
andava o espirito de meu marido 0 seu
antigo medico persuadira-o de que soffria
do peito, de uma molestia mortal ; e foi o
senhor quern o livrou d'essa angustia, que
de certo te-lo-hia morto I
Creio quo a senhora exagera um
pouco as cousas, visto como o Sr. Brudnel
pareceu me muito menos inquieto e rauito
mais pbilosopho do qae a senhora o sup-
p6e.
Einum. o senbor julga que elle ndo
estd muito doente ? Diga-me a verdade ;
tenho muita coragem, e trata-lo-bei sem na-
da dar a entender.
Ndo creio em tanta prudencia; mas
a senhora ndo precisa emprega-la, porque
sir Richard nadn tern a receiar de grave por
em quanto. Traia-se sdraeute de que a
senhora se cooforrae com as roiuhas pres-
cripgoes, o que, por mais saciada queesteja
de viag-m, continue a viajnr, se eu julgar
isso necessario.
Atravessarei o fogo, se o senbor o
ordenar. d iutor I Demais gosto das via*
gens. Disse-lhe por acaso que estava abor-
recida d'ellas ?
criptor i'alla do ser v.go obrigatorio e uni-
versal, e proclama a sua excellencia. Os
delegados nao deixam de couhecer os deba-
tes que occupam, e algumas vezes agitam
os espiritos [na Belgica, e admittirao sem
dilliculdaie que era semelhante questao o
representante do paiz se exprime cout pru-
dencia.
0 delegado da Belgica tambem ndo en-
tende deverseradvogado da guerrilbagem,
e rejeita franeamente todos os raeios de guer-
ra que ndo sejam bonestos; mas, como- se
tem dito muitas vezes, 4 precisamente esto
o objecto mais delicado das discussoes, e o
que exige a maior reserva.
E" convenient que a guerra se ndo fag
sem regras; mas e necessario cafeular o al-
cance do system a, cuja adopgdo e tdo so-
mente recommendada. Quando- todas as
nagSes tiverem organisado as suas forgas
para uma guerra regular ; quando por toda
a parte os homens estiverem promptos a
marcbar ao primeiro tiro de caahao, a for-
ga numerica ndo estard nunca do lado dos
estados secundarios. fi, poisr para elles
especialmente que importa conservar mtocto
este meio poderoso que se chaina- patriotis-
mo ; esse sentimento que faz os heroes.
Os estados secundarios teem, debeixo
deste ponto de vista, o direito de ser reser-
vados, e o mandatario da Belgiea nao re-
ceia de o dizer perante os delegados' das
grandes potencies, certo como estd de que
estes serdo os priraeiros a comprebender e
respeitar o seu pensamento.
Segundo o delegado da AJlemanha, e um
dever para todo o povo colloear-se em situa-
do de defender a sua independeocia. eo
projecto parece-lhe apropriado a esse lira.
A Belgica ndo- desconhecera nauca este de-
ver, e julga ter dado disso provas que ndo
sdo duvidosas. Mas de que se trata no de-
bate actual ? Trata-se de regular oque po-
deria chamar-se o complemento da defeza
regular.
Ora, e esta uma questdo de facto, uma
qaestdo de organisagdo que deve, segundo
lhe parece, ser tratada como taL Para
chegar ds bases da sua defeza permanente, a
Belgica instituio uma especie de inqueritos,
consultou todas as especialidades que po-
diara eschrere-la, muitos gabinetesse tera
successivaraente empregado nesta missao
hoje consuraraada nas suas partes princi-
paes.
Julga-se fundada em pedir que se lhe
desse o tempo, necessario para proceder com
a mesma solicitude pelo que toca ao que
tem que fazer; em outros termos, o tempo
A senhora se esquece sempre do que
diz, ou nem sempre pensa no que diz?
Seus olhos ternos e vagos toraarara um
brilbo penetrante, e ella, depois de flxar-me
a vista poralguns instantes, deu uma risada,
dizendo-me :
Quanto 6" verdadeiro o que o senhor
diz I Eu fallo muitas vezes sem reflectir
no qae digo, e isto diverte muito sir Ri-
chard, que sabendo que ndo tenho culpa
de ser estupida, ri das minhas distracgdes.
Devia ter aceitado essa explicagdo cbeia
de ingenuidade..... Entretanto..... Porque
razdo poz-me ella de muu humor ? porque
razdo arvorei me em censor e pedante ?
Soube-o tdo pouco que nem ao menos aper -
cebi-rae da inconveniencia das minhas cri-
ticas I
E retorqui-lhe ;
Ndo gosto que ninguem. se baratei
assim, porque e um meio sedico de que se
servera as criangas para alcangarem a itn-
punidade de seus descuidos e traquinadas.
As criangas sdo criangas, respondeu
ella com dogura.
E a senhora quer ser crianga toda a
sua vida ?
Se tal e o meu destino Ndo foi eu
quem assim o fez, e entretanto e preciso que
me satisfaga com elle I Se eu fosse previ-
deute e raciocinasse ndo teria aceitado ser
companheira de ura homem tdo superior a
mim 1 So tendo era meu favor o rosto e a
idade, claro e que esse homem deve tor
um grande coragdo, porque conteutou-se
com tdo pouco I Mas comprehendo bem
qae eu parega tola ao senhor, que ndo tem
o dever de ser indulgente comigo. Feliz-
: mente, a indulgencia d'aquelle homem e
linexgotavel, e, ainda quando o senhor tome
| bem patente perante elle a mioha incapa-
[ cidade, ndo conseguird fazer senflo com
1 que elle me arae mais.
Comprehendi que tinha sido absurdo e
que ainda o era, visto como ndo podia nem
explicar nem desculpar o descabido de mi-
' nhas cen?uras inciris e grosseiras.
Julguei que a minha logica estava im-
pressionada pelo notavel desaccordo que
havia entre as gragas pbysicas que essa ma-
Iher ostentava, e o pouco cuidado e atten-
' gao que ella dava em attrahir pelo espirito ;
'ecomo qua assemelhei-a a* uma odalisca,
do projecto podem coordenar-se com o sys
tema de defeza.
0 delegado da Belgica estd convencido de
que esta proposta ndo ba de ser rejeitada.
Es d ua propria natureza- das cousas que a
discussdo de um projecto tdo amplo, revela
pontos para que os espiritos ndo estdo tdo
proparados para per.nittirem que se cbegue
desde logo a solugdesdefinitivas.
Opresidente pareceu comprehondor esta
ordem de ideas, quando ha pouco se dizia
quo o trabalho da conferencia ndo seria mais
do que urn inquerito, nma especie deinstruc-
gdo deslinada a preparar os elementos para
um accordo ulterior. A Belgica deseja en-
contrar uma formula em que possa mover
todas as suas forgas, e em todas 89 cfrcum-
stancias, mas ndo estd na situagdo de contra-
hir comproraissos antecipados a este res-
peito.
Da nossa analyse das deliberagoes docon-
greiso, licamos nas observagdes geraes apre-
senladas pelo Sr. bardo Lamberraont con-
tra o art. 9 do projecto relativo aos franco-
atirsilures.
0 Sr. barao Lambermont completou a sua
discussdo com o exame dos pontos particu-
lars ; fez observar prim-iro que a condigdo
de exonerar do commando geral era inacei-
tavel, attemlendo a que podia succeder, e
que succederia frequentes vezes, queos cor-
pos francos fossem separados, cortados das
suas co.nmunicagoes eom o exercito nacio-
nal; expoz d,;pois que podiam apresentar-
se casos em queosbabitautes ndo poderiam
precaffT-se com ora signal distinctivo,ede-
clarou ue, no seu entender, nem por isso
deixariern de ser belligerantes.
0 Sr. coronel Hammer, apoiou estas eb-
servagoes.
Finalraente, o artigo, salvo se tiversegun-
da leitura, foi redigido como se segue :
aos corpos de voluntaries, nos seguintes
easos :
k i.* Se tiverem d sua frente uma pessoa
responsavei pelos seus subordinados ;
2." Se tiverem um certo signal distinc-
tivo exterior, que se reconhega d distaacia ;
3." Se trouxcrem armas ndo occaltas ;
*.e Se nas suas operagOes se conforma-
rem aora as leis, costumes e processos- da
guerra:
Notando o Sr. general Arnaudeau, que a
suppress*) da condigdo do commando geral,
devia sat!6fazer o Sr. delegado da Belgica,
este disse que se julgava obrigado a declarar
que as suas reservas tinbam-se referido e re<-
feriam-se amda ao conjuncto do artigo.
A commissao examinou depois os artigos-
45 e 46, que reconhecem a qualidade de
parte belligerante d popolagdo de uraa loca-
Itdadeudo occopida ainda pelo inimigo que
toma armas para se defender, mas que re-
cusa a mesma qualidade aos individoos que
toman armas a'um paiz jA ern poder do
inimigo.
A discussdo foi bastante viva entre o Sr.
delegado allemdo, por ura lado, e alguns
dos-delegados dos pequenos estados.
Estes ultiraos sostentarara, que so havia
necessidades da guerra, que os vencidosde-
viam sopportar, era impossivel exigir essas
neessiddes era regra de direito internacio-
nal, e que os governes ndo podiam adherir
de ante-mdo d condemnasdo dos cidaddos
que, com perigo de vida, -toinassero 3rmas
contra o invasor..
OSr. bardo Ijmbermontx elevou-se a um
verdadeiro rapto de eloqueacia, quando ci-
tou o caso de ura cidaddo isolado que, por
exemplo, fosse aprisionado ua occasiao e n
que teotasse interromper ascommunicagoes
do inimigo, cortaodo osseus fios talegra-
pbicos:
Havemos de conderaaar, disse elle, esse
cidaddo, esse patriota ? Havemos do estyg-
matisa-lo pondo-o a par de um bandido ?
0 inimigo agarra-o, fuzila-o, assim serd I
Mas ao menos, que ndo encontre pregada ao
poste a sua condemnacdo offerecida em li-
bello d'ante-mdo polo seu governo, pelos
representantes do seu paiz I
A commisao termioou a, primeira leitura
do projecto com. o exame do capitalo rela-
tivo ds requisigoes: tanto se combinou neste
ponto como nos demais. As divergencies
acentuaram-se particularmente na.sancgdo
qua se devia dar ao direito de requisigdo.
Depois disto decidio-se proceder d segun-
da leitura. A esse trabalho se- dd a corn-
missdo desde quiuta-feira 20 do corrente.
rapida daquellas que ja analysatn'os. Os
delegados dos pequenos esUdos mantiveram
as suas reservas, e lastimamos que os dele-
gados francezes ndo se associassera a e.la
com mats nexo e clareza.
Para o fim da semana ha de o congresso
reumr se em plena assemblea, para ouvir
ler o projecto de convengdo, que em seguida
ser;i sub>nettido ao exame dos governos re-
presentados em Bruxellas.
0 congresso reunio-se tambem hontem
em sossdo magna, mas sem concluir os seus
trabalhos. A proxima.e provavelmente ul-
tima sessao ba de etTectuar-se no sabbado.
A conf. rencia teve effectivamente ho sab-
bado a sua sessao de encerramento* No
fim desla reuniao, o bardo de Jomini an-
uunciou aos seus coltegas que S. If. 0 ret
dos belgas se tinha dignado conceder-lbo a
gra-cruz da ordem de Leopoldo. Os dele-
gados dos outros governos felicitaram calo-
rosamente o presidente da conferencia por
este alto testcmnnho de distincfdo, que e
uma nova prova de sympathia do rei dos
bejgas pela obra do congresso, ao mesmo
tempo que e uuw recompensa lar^amente
merecida pelo espirito de concdiagdo, d:di-
cagd > e tacio que o barao Jomini raoofrou
na direcgdo dos trabalhos da conferencia'^
Ao sahir do banqoeto dado pela confe-
rencia, os delegados rossos tlirigiram a S. at.
o imperador Alexandre ura telegramrna em
nome de todos os seus efcllegas. Ear aqui o
texto deste dtspacho:
A conferencia de Brnxollas reunida em
um banquete solemne antes do seu encerra-
mentd aeelamoti calorosamente V. M. como
augusto promotor de uma obra da buoMoi-
dade, d qual asaocia os seus votos e os seus
esforgos.
Os delegados de Russia receberam em
resposta o seguinte telegramma do ministe-
rio dos wgocios estrangeiros :
0 iraperador, nau-ito sensivel 4 demons-
tracdo, e."*carrega-vos de agradecer d confe-
rencia.
0' presidente deu conb->cimento desta res-
posta aos seus collegas na ultima sessdo.
Na nota dos brindes- feitos por occasiao
daquille banquete, manifestou o bardo de
Lambermont com enthusiasmo a dedieagdo
com que o governo belga tinha acolbido a
inimtiva generosa do iraperador Alexandre,
e a boa vo nt a tie- com que os delegados bel-
gas tinbam procu>rado contriboir, na modida
das suas forgas e do possiveU para a reaiisa-
gdo daquelle pensamento de bumanidade.
Estas palavras cheias da mais delicada corte-
zia, encontraram um assen^raento una-
uime.
0 territorio ioglez se acba em condigdaj
fatalinenta axcepcioaaes aaa virtudo de uaaa
accumulagdo excessiva de fabricas de tedt
a especie nas margens de rios de um limit**
do curso.
Ha alguns annos, a auloridade sanitaria
da cidade de Wakelield rccebeu dos respec-
tivos habitantes uma carta escripta com tin-
ta am pouco palida, a qual desta : Sem
pedir-lbe permiasdo, uma pessoa derige i
autoridade estas linbas escriptas com agua
do Calder, tirada hoje no lugar onde desem-
boca o esgoto orbano ; e (amenta que o
cheiro que reioa n'esse lugar ndo possi
acompanhar eU peca como coraplemeot)
da ii.'formagao.
Conve"m observar q Wakefield iii^ era
a peior aquinhoada entre as cidades on-Je o
estado das aguas publicas podia juslittcar
quelle gracejn tristera-nte eioqaente; visfc
comoo /nwl, quando ehega d ManOiestar,
depois de ter servido | dez mM fabr.caa de
todi a natureza e accarretadu as rmon licias
das cidades a villas que atraveaaa, e, diz am
documento official, iofecto e npi corno
o Styx', n
risonha e folgazona, privada. da faculdade
do pensar.
Afim de nao mais me deixar levar d irri-
tagdo pela ausencia de tacto e de circums-
pecgdo d'essa. raulher, fiz logo protesto de
prevenir-me contra oencanto que visivel-
mente se apoderara de mim quando fui en-
eon tra-la assim affavel e doce, e revesti-me
de energia que era tanto mais necessaria
quanto,. desde as priraeiras horas da minha
associagdo com o Sr. Brudnel, percebi que
ser-rae-hia muito difUcd isolar mioha vida
da sua.
Pouco depois da nossa con versa, cbegou
sir Richard ; e, encantado por ver-me, bei-
jou-me paternalrnente, e depois sahio comi-
go, e s6 voltamos para jjantar juntos no ho-
tel.
A Sra. Brudnel ordinariamente tomava as
suas refeigoes so e a outras horas.
Depois do jantar fumamos um charuto e
conversamos durante uraa hora.
Sir Richard tomava cafe, e, logo ap6s,
uraa garrafa de vinho Bordeaux, que sabo-
reava leutamente ; mas nuuca excedia d'ahi,
porque, dizia elle, queria conservar um
justo meio termo entre os costumes france-
zes e os do seu paiz.
Uma hora exacta nento depois do jantar,
tendo consultado o relogio, elle levantou-se
da mesa, e sabio dizendo-me :
Agora o senhor estd livre. So lhe pe-
go que more na mesma essa era que mo-
rarraos, e onde haverd sempre resefvado
um quarto para o senhor, e que fac,a sem-
pre suas refeigoes era minha companhia.
Quando minha muinor quizer participar
d'ellas, ella mesma o convidard. Em quan-
to eu e ella gozarmos saude, o tempo e*
todo seu ; e lique certo de que tudo o que
o senhor nos dedicar serd aceito como pro-
va de amizade.
Embora me conviesse muito esse arranjo,
tive escrupulos em ganhar tdo facilmente os
meus honorarios, edisse-os d sir Richard,
que me observou :
Ndo se alormente com isso, nem se
veixe, porque, se o senhor me deiiasse, eu
procuraria substitui-lo por outro, e estou
certo de que nada ganharia com isso, por
que sem duvida ndo encontraria outro, tan-
to de meu gosto. .
No diaseguinte encontramc-nos ao[almo<;o.
SCMCIA8 E ABTES.
Saaeameata des ries.
{T E' evidente que a saude e a forga dos
cidaddos dependem das aguas publicas, e
que quem consente no seu infiectonamento
ccntribue para tornar perfida e mortal a
onda pura que nos deve saciar.
Os rios corrompidos sdo, sera duvide
nenbuma, venladeiros vebiculos deenfermi-
dades e de merle, iustruraentos da decadeu-
cia phisica dos habitantes, obstacwlos ao cres-
ciraento da populagao : sao veias pelas quaes
cireula um saague irapuro.
A.alteragdo das aguas correntes provt-m
invaFiavelmente de uma mesma causa : do
despejo que n'ellas se fazem das aguas in-
dustriaes e domesticas.
Como quer que as capitaes sao S8mpre cons-
truidasd margemdealgumrio,es.e,que do cr
dinarioesobrecarregadocom muitos servigos
domesticos, desempenba nao obstante as
funcgoes de varredore de limpador; ed'a-
hi vem que a sua agua e borrivelmente in-
salubre abaixo das grandes cidades.
E' geralmente sabido o mdo cheiro que
exhala em certas epocbas o Tamisa, que re-
cebe o sewage { aguas de esgoto ) de Lon-
dres; o Spree, em Berlim, e o Sena, abaixo
de Asnieres, ddo curso d aguas improprias d
alimentagao. Peior do quo isso, p. rem,
sao os rios de pequeno volume de aguas
quando atravessara cidades manufacturei-
ras, visto como de algunsdestes se pode
dizer que constituent un verdadeiro ftagello
publico. N'este caso se acham o Vesle,
em Reims, o Mersey, ea Liverpool, e o
Irwell em Manchester.
Tratava-se de proseguir nas viagens, e
sir Richard consultou-me se, estando o tem-
po ainda. quente, e tendo elle desejos de
passar o outomno nos Alpes e o inverno na
Italia, podia faze-lo sem inconvenientes.
Acquiesci, porque nTo tinha- objecgoes a
oppor ; o, na tarde d'esse mesmo dia, fo-
mos erabarcar em Port-Venires com desti-
no d Genova, de onde devbraosir ao Lago-
Maior.
So tornei a ver a Sra. Brudnel, Helena,
como a cbaraava seu marido, a bordodo
vapor, para onde tinha ella ido, antes de
n6s, com sua aya, afim de escolher cama-
rote.
Helena lsvava comsigo sempre uma
enorrae bagagera, que alids nunca incom-
modava seu marido, sem contsr dous ca-
chorrinhos, ura periquito, e um raacaqui-
nho, com todos os quaes ella se occupava
como se fossem criangas, embora n'esse
unico e especial mister se empregasse um
molecote, que ndo tinha outra occupagdo.
Alem disso, completava nossa tmala um
velho criado de quarto, inglez, fleugmatico,
pentual, e silencioso.
No instante em quesubiamos para bordo,
eu e sir Richard, vimos a Sra. Helena, que
nos esperava no alto da escada, sem chapeo,
e tendo sobre os cabellos ura veo de rendas
pretas, e como que envolta nDs turbilhOes
de fumo do sleamer.
Julguei ter ante os olhos a visdo do Ma-
noela Perez, tal como a vira ao partir para
Hespanha ; e suppuz que a semelhanga de-
via ser admiravel.
Entretanto o accento da voz da parisiense
dissipou ainda uma vez a illusdo. Ella nos
disse :
Os senhores tardarara muito; tive
medo de que o steamer largasse sem os se-
shores.
Nunca me aconteceu fallar d hora da
partida, respondeu sir Brudnel, maxime em
certas circumstancias.
Quando tomo parte na viagemj, ndo 6
assim? Aposto em como, se tivessemos
partido, o senhor faria um milagre para ir
ter comnosco 1
Talvez, respondeu elle com um sorriso
um pouco forgado.
Venha ver o meu Undo camaroto I
disse ella dando-lho o bra.go, e conduzindo o'
E' por isso que Inglatorra emprega gran-
des esfor^os para desembaragar-s; do fta-
gello qu & perseguev e ndo 6 outr j razao
pela qual ella estd se9pre d aperfHigjr sot
legislagao sanitaria, e i ntultiplicar os in-
queritos e exames. facilitando-nos d'est'artr
uma experi-ncia que nos dere esclartcsr e
guiar.
As numerosas tentativas fcitas p-fr no--**
vishibos tiverarn por effeito principal ds-
monstrar a estreite correlacao qoe existe en-
tre o problema da desinfecgao dos rios e o
da iitilise;ao do eslrume que elles langam ao
mar em pura perda. Comprehendevte, pow,
agora que estes raeihoramentes saw termos
de um unico problema, e que o emprego
das aguas de esgosto ne agricuhura e- o uni-
co meio natunl, racieoal e pratico de pro-
teger os rios contra as eonsequencias da vi-
sinhanga das cidades.
Sdo estes e nao outras as eonsequencias i
que cbegarara os inqueritos e estados (fls
commissues perlamentares de 1865 e de
1868 e bem a?sim as da associagdo briteoi-
ca para increnroato das scieneiis, estudos d
que ella se dd desde 1868.
Os relatorios pubiicadoo por estas com-
missoes contem os mais precizos dado* so-
bre o estado dos -rios inficckmedos, sobre a
eficacia relativa dos diversos processos de de-
puragao experircentados ou adoptados pelas
cidades interessadas, e igualaente sobre o
valor economico d'esses procasses, espaeial-
mente sobre o das irrigagdes.
Esses documor.tos, que entbern de lux ir-
radiante o problema do saneatneoto da* ci-
dades e d is rios qae as banb.xrt, mere-era
ser estudados, aao so pelos conselbo* da
hygiene, mas tambem pelos agricultores:
encontra-se-os reproduzidos ou resumido&
na obra que acaba de publicar o Sr. Ronna
sob o titute de esgotos e irrigagOes.
A commissao de (865 occupou-se raui
particularraento do Tamisa e dos pequeaos
rios .lire a Calder, qua banbam os des*.ric-
tos do Yorkshire, onde prospers a industria
das Ids; os trabalhos da commissde de
1868, porera, empregaram-se ao mesmo
tempo sobre a back dm rios Mtrsey o ni-
bble, sede principal da industria do aio-
ddo. ^*
E' n'stas regioes que a contamina;ao she-
gou d um grdo reairaento inqu*eUdor.
Se as aguas de Tamisa, inficcioaada.-
pelo sewage, careeem de ser puriticadas an-
tes de serem utilisadas nos mvsterse do-
mesticos, com mais forte razdo as dc
Aire e do Calder, nas visinbaogas das cida-
des de Bradford, Lead, Halifax e Wakefield,
exigera um depuraraento preliminar no in-
teresse das proprias industries que d'ellas v
servem, e ainda ass m ninguem se aprovei-
ta d'ellas para a alimentagao.
Nas bacias desses dous rios a densid jd
media da populagao e de 470 almas por ki-
lometro quadrado ; para a do Irwell, ura
dos afluentes do Jfersey, ella e- de 1:250
almas ; eotretauto que nao vai alem de 95
almas por kiloraetro quadrado para a gri
Bratanha em geral e do 68 para a Frnga.
[Cont inuar-sc-lA.,
sem resistencia da parte d'elle.
Sem duvida sir Richard amava-a teiua
mente ; mas tinba o pudor inglez eletadc
d um tri grdo quo, excepto quando estaa
a sos, tudo quanto parecia familiaridade
mcommodava-o, ainda mesmo tratando-se
de sua mulher.
Isso deu-me a necessaria explieagio do
cuidado com que elle trazia Helena occulta.
ao bordo do navio, da mesma sorte qut
me parecera viver em Luz e em Perpignau,
isto e, como uma mulher turca, semprt
encerrada no seu gyneceu.
Ella parecia viver satisfeita n'esse isok-
mento, visto como nao procurava tirar-se
d'e'.le, e ndo sahia sera permissao, sem
dava um sd pssso sem ser acompanhada
por sir Richard, que uma ou outra vez, le-
vava-a a passeiar pelo convex do navio, es-
tando ella cuidadosamente cuberta com am
veo.
Era Marselba, onde descangamos um dia,
tambem ndo a vi.
No Lago-Maior installamo-nos em um bo-
nito palacete.onde elles passaram o outomno
precedente; e ahi deram-rae um quarto
raagnifico com um Undo gabiuete de traba-
lho.
Do meu quarto eu nada via do que se
passava no della, por isso que uma cortina
de seda pendi'a de sua varaoda fechando-a,
e ainda porque o quarto de sir Richard li-
ca va entre os nossos. Mas causava-me ad-
rairagdo e davam-me o que fazer os arrui-
dosque iam pelo sea quarto.
Umas vezes erarn esses ruidos estridentes
risadas em que tomava parto a aya beapa-
nhola ; outras vezes eram intermioaveis con-
verses, ou exclamagoes para separar o ma-
caco e os cans que brigavam ; outras eram
ainda sons de guitarra, estalos de castaoho-
las, como se esiivessem dangando ; e flnal-
mente, como se isso ndo bastasse, gritoc
agados do periquito, gritos qae redobravam
quando ensinavam-n'o a fallar.
Havia na casa um Undo jardim, onde
entendi que ndo devia passeiar porque fore
reservado para a senhora, e ainda porque
sir Richard ndo passeiava n'elle.
[Continuar-te-hm.)
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