Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17835


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Full Text
ANNO L. MMERO 223
V:^
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7
*
rA A A CAPITAL B LCCIABB9 ODDS Hi jB PAG A PORTI
Portre ....
Jforum anno idem.
aaa numero avulso .
iabbbb
QUOTA FEM 1 DE 01TIBB0 DE 1974
For tree mere* adrenudoa. .
For keis ditos idem ~.
For note ditos idem ....
For am anno idem. ....
TMEFMU DA PBOVINCIA.
...

.!

PROPRIEDADE DE KOEL fEUUROA DE FARIA F1LH0S.
-----------' '..... '----------------'!-----------'." v.''. T _
" Ml-
..*.
,
------------------li-------------------------*I
* f.**^o Astomr.**** PUto.no P.rd, Gon^l^ d Pinto, pa Mata*^, Joano!* M^|^W^i
Jtoeirt 'i^a&Mka, eta Mamdliraape j ari4^enciQ Monteiro da Franc*, aa ParahjS i'aflUmio&o|
Antonio Ferreira da Aguiar, em Gojawu} Jolo Anapnio Macbaot
' ad !,i.'.,. .'-I' :.'!" iwvtii

Ft-4-
issisnccia romAi
teodo em )o$ia*i,*c.to> o pareGer da coataria i Ao.engea*-
da lhe*ouraria,.de UMOtU, do qual rentaUp copia.' public**.-S.
EtemwiUg lie pUvnic*
LIVRO SEGUNUO
llydrojtlatiea
CAPITCLO II
APPUCAC3.ES DO tfl ItlBRtO DOS trQUIDOS
Ifevel tt*n*-ua.-Eaa grandfljnbnwro de tra-
ljalUo como por exemplo : na eon*truc<;ao de ea-
naes de desseccamento, dos catninhos de ferro. do
.'.ucaraent' da? ruaseoutro* ; e iudispensavel de-
terminar a differeoca de niyel eutra dous pontos
mala oa menos afasudos.
Emprega se nesse mister apparelhos qua tern o
nome generico da nireis, e denominaeoes e*pe-
ciaes, segundo a sua oatureia propna oq o nome
daqaelle qae os coastraio.
0 mais simples deises apparelhos e o denomioa-
do nine.' d'agm, qua cousista em am tubo de iue-
tal d3 um a dous roetros de compnm:nto e dous
quatro centiroetros de diamelro, dobrado em an-
pulo recti nas duas extramidade.*, onde se adap-
tarn dona pequenos tubos d vidro do mosmo rtia-
metro e de am a dous deiimetros de compnruen-
to. No centro do loogo tubo e na parte opposta
aos tubos de vidro, tem o instrumento um pe de
metal com um apparelboqoe e cbama joeUio, por
aneio do qual prendese-o com o aaxllio de.am
uaraftuo apropriado, a uma tripegadg pornas mo-
veis e Bx*veis tarobem por parafuzo?, a qnal tn_
pa^a tern no alto uma ponta onde se encaixa o pe
do instrumento.
Para se poder empregar esse instrumento, nxa-
se-o a referida tripes horisontalmente e deUa se-
Ibe agua por am dos tubos de vidro ate que esu
apparecaem ambos estes tuhoa.
Seguodo o principio do equilibrio dos liquids
nos vasos communicantes, a agua eleva-se sempra
ao oesmo nivel nos dous tubos, isto e, as daas sn-
psrfleies liqaidas fleam aili exaclameote em um
ammo piano horisonul.
Se, poi, um observador, colloeado por traz ae
um do* tubos de vidro, dirige am raio visual tan-
rente ou razando ai daas superficies, e evidente
qae esse raio dara a direccio do nivel apparenta
no lugar da abservacao. ___
Para fazer nivelamenios, isto e, para detertni-
nar qaanto um lugar 6 mais elevado do qae ou-
tre collocase o observador em um dales com o
eu instrumento, ao paso que no ontro estaciona
vm atadante, tendo na mao o que se charaa nma
mira,qae nao e senao uma regoade madeira com-
iwsta de daas pegis, nma das quaes apoia-se ver-
licalmente no solo e tem corredira, e a outra 6 mo-
rel, sobe e desce dentro da corrediija, e e tormi
nada na parte superior por uma ch3pa quadrada
de ferro galvaaisado.que e chama vedeta ou pon
to (te nura, e que e dividida em quatro panes
j'uaes por dous trajoa, nm horisontal outro ver-
tieal. cortando-se em angulo recto n'um ponto pa-
ra o'qual deve o observador dirigir o raio vi-
sual. ..... u A
Assestado o instrumento e dingido o tubo ae
metal na direccio da mira, o observador dirige o
raio visual, razando as dnas superficies liquidas
dos tubos de vidro, para a mira, e, se a vedeta
desia esta mais acima ou mais abaixo do nivel, faz
signal ao ajudante com a mao, afim de elwa-laou
abaixa-la ate que o dito raio visual va (erir o cen-
tro da vedeta, i;to e, o ponto de crnzamento da9
Logo que o raio visual coincide com o referido
Duato, o observador di lo ao ajttdante, que entao 16
iia renoa, que para esse fim tern uma esc3!a; qua,
v a altura do raesmo ponto acima do solo.
Se essa altura e maior d. qae a do nivel, sabe-
s^ log) que o lagar da mira e mais baixo do qae
0 outro, e, pela Jifferenfa entre as duas altura?,
da mira e do nivel, entra se no c;>nhecimento de
quanto e elle mais baixo. Se, pelo contrano a
aitara do dito ponto acima do solo, e raenor do
ciu-i a hltura do nivel acima do solo, ve-se qae o
iugar onde esta a mira e mais elevado do que
9 oatro, e, nesse caso, para saber de iiuanto t> elle
mais eUvado, subtrahe-se da altura do ditoj-onfo
rft- mira a altura do nivel.
E^ta operacao repetida para difTerent^s pontos,
da lugar a conhecerse o nivciamento enlre elles,
isto e quanto cada um 6 elevado, era que altura
iiea em relacao a nm piano horisontal, chamado
piano de referenda, que toma-53 idealmente tao
baixo qaando de mister para as operacoes.
Nivel de bdlba dc ar. Emprega-se
tambem para fazer nivelamenios 'am pcqueno ins-
lrumento que apresenta mais precisao do que o
precedente, e que tem o nome lo nivel de bollut
Ae ar. c .
Compoe-se c;?e instrumentsis um tubo de vi-
dro de pequeno diamelro, e dc dous a ires deci-
metres de coraprimenio, fechadonas extrernidades
e abahulado, maito ao de leva no seu meio. Este
lubo encbe-se d"agua ; mas tera-se o euidado de
daixar ua muito pequeno esp^co sem liquido o
nontendo uma bdlba de ar, que, em virtude de sua
ir,enor densidado, sempre qae o tubo esta horison-
tal, collocase na parte abahulada por ser a mais
plr*viiri3
Esse tubo 6 encerrado dentro de outro de metal
c.iamado estojo, e este 6 eoaatmido de forma qa3
doixa a descuberio a parte daqaelle qae e ababa-
Finalmente c=?e estojo 6 fixado a uma pequena
chapa de cobre oa latio, do mesnn compnmento
qae elle, a qual 6 conrtruida cla firma que, qaan-
do o instrumento repousa n'um piano horisontal,
a b&Hia de ar detem-se exactamenta na parte me-
dia do tubo, entre duas peqaenas linhas de metal
que fazem parte do estojo e scrvem de ponto? de
referenda ou reparo.
S o instrumento e eoliocado r. am plane incuoa-
do ainda que nai ligeiramenie, a bOIha de ar
aprosima-se da parte mais alts.
De*tarte tem-se um racio f.:il de venficar se
aualqner objecto, corao um mcvel, nma pratelei-
ri etc, etc., esta ou nao hcriionta!. Para e??e hm
katta collocar o nivel sobre o objecto cuja posicw
q-^r-ie verfficar.
Para fazer nivelamentos no terrene, adapta_se
s *s=e instrumento om oculo, por meio do qual fa
E-mse as visadas para a mira zow) no ca?o to
Bivel anterior. A, .
iContinma.)
:anda deeiar
seu offlclo 4e
o compateote c
\\: inosino Teudu nesta "dju, de cooformi-
dadp cofli a sua inforuiajao de hoBijb datada, sob
*.ii\, expetlido as neoessvias orda¶ que o
aoljado add do a campaaUia de oi>era.rio do are*, ft ante doj te par*
nal de guerra, Antonio Marcflhoo dos Reis, seja
transportado do Para, a* pnmeiro vapor espajradd.
do ml, aflm de -reiifuf-je ao lf*ala|liiq aeJab
fantariaa qqa perfoooe ; assim o commtwico-a
V. Exo. aflm Ja ipfneste senudo^dd a preeisaa
-'- j^rapartf
wdenw
i ftca
j, djaaver-;
la pagu
ont da flataana, >*
^V^^f 3d arsenar da gaerra.-Tendo
executado dons ter,. s das obras d
of ulh9Piaa'lrWt. ao racahiBaaale,4a
prostacaOrMganJo d^olara V. S.-em a
offlcio.
Ao garenteda corooanbia pern
0 Exna.afc jaaiai4a nesta data expedido as necessarias ordens para que
o soldado addido a companbia da ^aperarioj desse
arsenaJ, Antonio Mawoimo doa.Reis, se recolba ao
bataihao I'Me infantarja, a qne.pattence, respon-
do assim ao offlcio dassa iirectoria, datado de 25
do corrente, sob o. 613
Ao major Franp\scn Rapbal de Mello Rego.
Fico inteirado pelo sea offlcio de honteo daudo,
sob o. 619, de haver. V. S^ jwssado aesae dia o
excrcicio do cargo de direotar do arsenal de guer-
ra ao respeathro ajudanta, capitao Xiburcio Hila-
rio da Siiwa Taaaitit, visto ter de aegnir para afgeaeros
cdrte, afim de lomar parte aos traaallios da eama-
ra dos Srs. deputados, na sua proxima reuniao.
Ao commaadante do presidio de Fernando
de Jiorooha.Raceba V. 3. nesse presidio, como
detenuina o aviso do miaisterio da guerra de 8s
do corrente, o preso militar Joao Gomes Gabral,
condeinnado a gales, logo que para abi for en-
viado.
3." seecao.
OBcios :
Ao inspector da thesouraria de fazecda.
Conforme soiicitou o Dr. chafe de policla, em offl-
cio d&3 do corrente, sob n. 545, recomraendo a
V. S., que mande pagar a Itieardo Cadnff a quan-
tia de 47*674, despendidadesde o I* de detembro
do anno passado ao ultimo de marco proximo fin-
do com o fornecimento de lua e agua ao destaca-
mento da villa de Pesqaeira, como se ve da inelnsa
conta em dnplicata.
Ao mesmo.Auiorizando nesta data o enge-
nheiro das obras militares a eeder a Casimiro Jose
de Freitas, pela quantia de 30* por elle offerecida
o material existente na fortaleia do Brnm, con-
stante de taboas e traves arruinadai, que forara re-
tiradas por occasiao das obras nttimamente alii
feitas ; assim o communico a V. S. para qae pro-
videncie no sentido de ser aquella importancia re-
colhida aos cofres pablieor.
Ao mesmo.A' vista da folha e pret juntos
em duplicata mande V. S. pagar ao sargerrto Fir-
mino Francisco de Barros, os venciraentos do des-
racamenio da cidade da Eseada, relatiyqs ao mez
de marco proximo findo, conforme solicitoa o re-
pectivo commandante snperior em offlcio de 20 do
corrente.
Ao mesmo. Communicando-me o major
Francisco Raphael de Mello Rego, em offlci > de
hontem, haver na mesraa data passado o exereicio
do cargo de director do arsenal de guerra ao res-
pective ajudaote capitao Tiburcio Hilario da Silva
Tavares, por ter de saguir para a cdrte, afim de to
i*U.
...,
, i x li
Antonio de Lemua Jrafa/loif Aftoaty } iAu Maria Julio] Chr ^da^ no Aani; Antonio Manmea da SUt, Haul; Joae*
Villa da Penfaa; Be'armino p alantoa Boklo, em Santo Art* ; Pomafoa Joadda CoataBra^a, em fUtaratn;
Alacdast Alaeav^-.na laluai #A- Xawer Leila t-n Rio Janeiro-
io:-Wprir
sar, receWTOo onSSo 8e V. S., 8e
em que communica que hoje is S boras
os vapores dessa companbia Ipojuci a Caruripe,
Mguirao pa .porloj do norta -#jkfette.ate
r.aira a aniialle alii ao aracaiii.
Geara eaqualle ate ao aracajii.
EXPBWIfKTS DO DU 1 DB MAIO OE 1'*-
Actos : '-
0 pmidante da pirovincia, attendenM ao qae
requerea Candida Augasto Pacheco, lesotve conce-
der-lhe licenqa para ir ao presidio de I eroaudo
de Noronha no proximo vapor, e levar comsigo at
constaotes /da relacao ^unta^Migoada
pela secretario da presidenoia, fiean*o,tP'r-rn,
obrigado a nio desembarcar ditos generos n aquelle
presidio, semlqae praviamente por parte do res-
pectivo commandante se verifiqne qae entweiies
nio ba aguardente on outra qualquer bebida.espt-
rituosa.
0 presidente da provineia resolve nomaar o
capitao reformado do exercito, Manoel de .Mello
Albaquerqoe, par* aervir ioterinamente o lagar
de ajudante do director do arsenal de gnerra.
Offlctos : .
Ao brigadeiro commandante das armas.
Communico a V. Exc. para sea eonhecimento que
por aeto desU data foi noraeado o capKao refer-
ma4o do exercito, Manoel de Albuquerque Mello,
para servir interinamlnte o lagar de ajudante do
direofor do arsenal de guerra.
Ao capitao Tiburcio Hilario da Stlva Tavares.
Fico inteirado de haver Vine, segondo me com-
munica era offlcio do 30 de abril ultimo, ob n.
621, assamdono dia anterior o exercieiodo earco
de director do arsenal de guerra, na qualidade de
sea ajudante, viato tar-se retirado para a <:orte o
major Francisco R*pb iel da Mello Rsgo, afim de.
tomar assento da camara tamporaria.
Ao eommandante do presidio ie Fernando
de Noronba.Providencie V. a. em ordem a que
seja remettido na prtmeira opporiunldade para
estt 'eapital e a disposicao do Dr.'jufc de direito
executor das seoteaca* criminaes, o sentenciado
Lanrentino da Rocha Freire, qae se acba nesse
presidio e cnio resto de sentenca Ihe foi perdoado
por decreto de 28 de Janeiro proximo flndo, con-
forme soiicitou o referido juiz de direito em offlcio
desta data. -
Ao conselho decompra* de mannha.Aut>-
riso o conselho de compras de marinba a promo
ver a acqulsicao de diversos objeetos constantos
d> sea offlcio de li de abril ultimo, os quaes sao
precisos ao provimento do respectivo aimoxarifado
Ao mismo.Fica approvado o contractoque
usando da attri
da lei de 12 de
PiafilOiTICIAL
Govern* da provineia.
KCPPTDiENTP. DO DIA 30 OS Wit, VI 1 >*7V.
1.' SiCfrC,
Offlcios .
Ao Exm. brigadeiro c?mmatjjan;-; il*s armas.
__gju resposta ao sen offlcio de So do mez ultimo,
a-b n 321, a qae vieram anuexos o* dv director
ioterino do hospital militar, sob ns. 789 9 790, dan-
do sclencia de haver o respective consemo eeono-
roieo rejeitado as propostas aprasentadas por Bel-
tio 01iveira& C, Jo6 Dias MalMelros Jnnior, Do-
mingos da Cunha Lages e Vieento Ferreira de Al-
buquerque Naseimemo, para e fornecimento de
gsneros destlnados is dietas dos doentas e racoes
das empregados do mesmo hospital, por serem
vantajQsos a fazenda os prejo pedidos pews pn-
meiros, e exigirem os dons nidmos condlc^les iu-
aJmissivels, tenho a dizer qne deve o referido con-
aMho por novamente em pra?a dito fornecimento.
Ao mesmo.Por conta do credito de 2: aatorisado pelo minsterio do imperio para decora-
cao e acqaisicaj de objectos para o palacio desta
presidencia, mande V. S. pagar a Paulo Guclphe &
C, a quantia de 30* constante da inclasa conta em
duplicata, provenienta de duas moldnras manda-
das fazer para ornar o dito palacio.
Ao mesmo. Transmitto a V. S. para 03'de-
vide* fins a inclusa ordem do thesouro nacional,
sob n. 67.
Ao inspector da thesoararia provincial.
Transmitto a Vmc. para os tins convenientas a in-
c:usa relapao nominal dos Srs. deputados que com-
pareceram a sessao ordinaria da assemblea legis-
lativa provincial no corrente mez.
Ao mesmo. Nesta data indefiro a peticao em
que Joao Jose Mendes recoreu para esta presiden-
cia da decisao dessa thesouraria qae mandou sub-
stituir o laneamento para contribuicao do impos-
to de 20 por cento a qne foi sajeita a parte inte
rior da loja do predio onle tem o reccorrente
um pequeno deposito de mobilia. 0 qne declaro
a Vmc, para os devidos fins.
Ao mesmo. Mande Vmc.pagar ao contra-
ctante da obra da rccoostrucjao do theatro de
Santa Isabel, Jose Augusto de Araujo, a quantia
do 51:58:1*614, a qua tem elle direito, em vista do
incluso certificado da repartiQao das obras pnbli-
cas, pelo excesso da ferragem precisa para o mes-
m, theatro, feita a deduccaode que trata o mesmo
certificado.
Ao mesmo. Nesta data resolvi prorogar
ate o dia 13 de raaio proximo a presente sessao da
assemblea legislative provincia[; o que coramuni
co a Vmc. para seu eonhecimento e fins conve-
nientes.
Ao mesmo.Declare a Vmc, para seu eo-
nhecimento e devidos fins, que o chefe da 5- seecao
dessa thesouraria, Manoel Jos6 de Campos Barbo-
sa, esta obrigado ao pagamento do imposto de no-
vos e velhos direitos, nos termos da inforraagao de
Vmc. de 27 d) corrente, sob n. 191, cam a qual
me conformo.
4." secqao.
Aeto
0 presidente da provineia,
buicao que lhe confere o art. 7*
agosto de 1834, resolve prorogar ate o dia 15 de
maio proximo a presente sessao da assemblea le
gislaliva provincial.
Offlcis : .
Ao coraraendador Antonio Valentim da bilva
Barroca.Digne-se V. S. de, era v sta do offlcio
junto, que devolvera, do provador da Santa Casa
de Misericordia, declarar-se aceita as condicoes
nelle propo-tas para serem lhe entregues os doze
orphaos, a que V. S. tem ,de mandar ensinar o
oOaioi de liandeiro e tecelao, em virtudo de
seu contracto de 14 de outubro de 1871, para o
estabelecimento da fabrica de Cacao e teaidos que
vai ser em brave inaugarada nesta cidade.
5' seqao.
Portaria :
Os Srs. agentes da compantiia de navegacao
iirasileira fa^am transportar ao Para, por conta do
miai3terio da guerra, no primeiro vapor esperado
do sul, o soldado Antonio Marcolino dos Reis, qae
vai rennir-se ao 11* bataihao de infantaria, a qae
pertence.
2.* UCQ&O.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.S. Exc, o Sr. pre-
sidente da provineia, manda communicar a V. S.,
em resposta ao sea offlcio dc 23 do corrente, sob
n 542, que desta. data se providenciou no sen-
tido de str pago, pela thesouraria de fazenda, a
Ricardo Cadoff, a quantia dj 47J674, despendida
do de dezembro do anno passado ao ultimo de
marjo do corrente, com o fornecimento de luz e
agua ao destaoamento de Pesqaeira.
KXPEDIENTE DO SECRETARIO.
4." sectflo.
Offlcios : .
Ao secretario da assemblea provincial.n.
94.De ordem de S.Exc. o Sr. presidente da pro-
vineia e para os fins convenientes, remetto a V. Sn
por copia, o aeto desta data pelo qual o mesmo
Exm. Sr. rosolveu prorogar at6 o dia 15 de mar-
co proximo a presente sessao da assemblea legisia-.
tiva provincial.
5." tectfio.
Offlcios :
mesmo mex, com Joae Vicente Godiuho pati o
necimento no trimesire de abrH a Jonta drtaM^^,^
de sapatoes aoa aprendizes artincro impr.nac*-..
rioheiros. aprendizes ditos e mannliagem dos 1
vios da armada.
2.' secca-i.
Actos :
0 presidente da provineia resolve nomear
uma commissao composta do Dr. chafe de policia
Anlonio Francisco Correa d'Araujo, Dr. Antonio
de Vasconcellos Menezes de jOruonraond e tenente
coronel Francisco Camello Pessoa de Lacerda, abm
de organisare um projecto do regularannto para
execucjio da lei n. 1,137, de 30 do mez proximo
findo, na parte em qae se refere a gaarda local.
Offlcios :
Ao desembargador procurador da casa,
soberania, e fazenda nacional.Cora a possivel
brevidado digne-se V. S. de omittir o seu parecer
a respeito dos papeis inclasos, qae em original
lhe remetto, e quo opportunamento me devolvera
Ao Dr. chefe dc policiaTend) n'esta data
nomeado V. S., o Dr. Antonio de Vasconcellos
aViram de D.-ummond e o teneute coronel Fran-
cisco Cimello Pessoa de Lacerda afim de organi-
sarem um projecto de regulamento para execucao
da lei n 1.137, de 30 d abril proximo Undo, na
pme em que se refere a guarda local, espero,
que V. S. nio deixara de prestar mais este servjjo
causa publica. Iguaes aos Srs. a cima refendos.
-r- Ao juiz de direito da Eseada.Ouvindo ao
respeciivo Juiz municipal e .de orphaos, informe
Vmc., com urgencia. o estado, em que se acha o
inventario, que se dove \er procedldo nos bens do
casal de Antonio Jos6 dos Santos, pela saccessio
da casa denominada Frechoiras, e no qual 6 inte-
ressada a fazenda provincial.
3.' seecao.
Offlcios : ,
Ao inspector da thesoararia de fazenda.
Conformando-me com o Sxposto era sea offlcio de
29 do mez ultimo, sob n. 395, serie G, com refe-
renda as obras necessarias a segaran^a de ntn
quarto que deve servir para guardar moeda de
bronze e de outros valores, no edificio em quo
funcciona essa theaeocaria, autorisa-o a mandar
executar dilas obras por imrmjitadecsSanao
orcamento qne devolvo a V. S. por cop do enge
nheiro das obras geraas ; a designo para inspee-
cional-aso mesmo engenheiro.-Outrosim nesta.
data levo ao eonhecimento do Exm. Sr. mmistro
da fazenda este meu acte. ,
Ao mesmo.Sirva-se V. S. de inforraar com
a possivel brevidade, se ja se acha elTectaada eai
todos municipios desta provineia a matricula dos
eseravos, nos termos dorarts. 87 e 88 do regula-
mento de 13 de novembro de 1872, com referenda
aos de-retos ns. 4,835 do 1 de dezembro de 1871,
e 4,960 de 8 de maio de 1872.
An mesmo. Tendo em vista o qae mtor-
raouV.8. em offlcio de 30 do abril ultimo, sob
n. 384, serie G, resolvi fiesta data relevar o bario
de Una da malta qae lhe foi imposta pela collecto-
ria do Rio Fortnoso, por nao ter dado a matricula
no prazo legal os menores Tiborcio e Helena, filhos
de snas escravas Constanca e Genoveva ; o qae
communico a V. S. para os devidos effeitos.
Ao mesmo.Deferindo o reenrso ioterposlo
por Manoel Teixeira Cavalcante, a que se refere
V. S. em offlcio da 30 de abril ultimo, sob n. 32,
serie G, recoramendo-lhe^ue mande releva-Io da
multa que Ihe foi imposta pelo collector do muni-
cipio do Rio Fortnoso, por nio ter dado a matri-
cula no praro legal o manor lsidro, filho de ana
escrava Josepha,
Ao mesmo. -Tendo desta data, de conformi
dade com a seta informacao de 30 de abril ultimo,
sob n. 383, serie G, approvado o contracto celebra-
do pelo conselho de compras de marinua, am
sessao de 9 do citado met, com Jose Vioente Go
dinho, para o fornecimento no trimestre de abril a
junho, destc anno^^anatoes aos aprendiaes ar-
tifices, imperiaeJB laros, aprendizes ditos e
marinhagem dji ^r da armada; assim o
communico a V. S. pora, sea conbocimento e de-
vidos effeitos.
Ao me3mo.Tendetpor portaria desta data
Semeado o capitao reformado do exercito. Manuel
e Albuquerque Mello, para aervir mterinamaoto
o luiax de ajudante da direitoria do arsenal da
guerra ; assim o communico a V. S. para *u eo-
Obecimento e direccao.
*- Ao mMmo:-flBBriiido(vinoiaio requerimen-
do oipiaii do tH" bataihao de infantaria, Fran-
iie>.Antonio, de Sa* Barreto, promovido d" este
it Ifa mandar abon-ar-lhe 3 mazes de soldo pars
afer de"eontado nen dispoiio-no ariigo 28 Cat lei n. 5)4, de 28 de
faatubro de 1844.
Ao mesrao.Commnnicando-mo o capitao Ti-
nrdo Hjrlario da Silva Tavares em offl-iio de hon
datado, haver no dia anterior assumjio o exer-
da direeloria do .arsenal d<> guerra. na qua-
a de eu ajudaote, sUla ter sugnito^para a
o raajof^Srancisco Raphtel de Mello Rego,
afliride to-nar assent) na camara tempotaria ;
f assttn o dedsro a V. S. parsrias -flas eooenien-
tes. 5
U Ao mesmo.Transmitto a V. S. a folha e
mntus em duplicata, que remattea o Exm.
i.iro coraminlaate das armaj, com offlcio de
sob n. 344, afim de- que mande pagar os
venp'inenlos dos offlciaes, pracis e calcela* era-
pfijjado.- no deposito da recrutas concernentes ao
mez de abril proximo findo.
a< Ao mesmo.Para os fins eonvenientes com-
mxinknS V. S. que p>r daspacho desU data abo
nei as faitas que nos dias 4, 5 e 6 de marco pro
xirao findo deuo promotor pnblico da coraarca da
ijami huns, bacharei Aagelo Jasem de Castro e
Alba-|uerque. conforme me reqnereu em 30 do
mez proximo passado.
Ae mesmo.Hemettc a V. S. a folha, prate
relacao de moslra em duplicata, aflm de qae man*
ds pagar a quern se mostrar aatorisado oi venci-
raentos do official e pracas da gaarda nacional de--
taeados em Cetrolina, corraspondente ao m z de
marco ultimo ; conforme soiicitou o commandante
snparior dos municipios de Boa-Vista e Oaricurjr,
em 10 de abril ultimo.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Remetto a vmc. o inclaso certificado da quantia
de 1:260*996, passado pela reparticao das obras
pablicas a lavor de J.ise Mathias da Fonceca, ar-
rematanta dosreparo- da ponte de Goyanna, afim
de qua mande pagar Ihe dita quantia, importancia
da seganda prestacio.
4. seceSo.
Aeto :
0 presidente da provineia, tendo em vista o
disposto no 5* da lei provincial n. 531 de 9 de
junho de 1862, resolve nomear para servirem n
junta administrativa da Santa Casa de Murioordia
no biennio que tem de eorrer do 1' de julho pro-
ximo vindouro a 30 de junho it 1876:
Provedor.Dr. Manoel Clemeotino Carneiro da
Cunha.
Vice provedor.Bario do Livramento.
Theaoureiro. Major Lanrentino Jose da Mi-
randa.
Mordomos.
Or. Antonio Maria de Farias Neva*.
Dr. Manoel dc FigaeiKia Faria.
Dr. Joaquim Corrfia de Araujo.
Dr. Jorge Dornellas Ribeiro Pessoa.
Dr. Runno Augusto de Almeida.
Joaquim Felippe da Costa.
Manoel Jose dns Santos.
Miguel Archanjo Mindello.
Thomaz Carneiro da Cunha.
Dr. Gervasio Rodrignea Campello.
i^tflisco Antomo da Rosa.
SeaTVicents- Torres Bandoira.
I Dr. Joao Oiniz Ribeiro da Cunha.
Manoel Alves Barbosa.
Libaoio Candido Ribeiro.
Dr. Jose Tiburcio Pereira da Magalhsios.
Supplentes.
Dr. Joao Maria Seve.
Antonio Ignacio de Madeiras Rego.
Dr. Paulo Jose da Oliveira.
Capitao Jose Francisco do Rego.
Major Miguel Jose de Almeida lVrnambuco.
Dr. Pedro Alfonso de Mello.
Antonio Pires Ferreira.
Jose Francisco de Sa Leitao.
Francisco Ignacio Pinto.
Antonio Goncalves de Azevedo.
Major Manoel Jose da Silva GairaarSes.
Joao Jos6 da Carvalho Moraes.
Joso Peres da Craz.
Dlvsses Pernambusano de Mello.
Ca'pitio de fragata Francisco Romano Stepplo da
da Silva.
Capitao Luiz Pereira de Faria.
Offlcios : .
Ao Dr. inspector da saude pablica. Devol-
vendo-rae a copia do contracto feito enlre Braga
4 Silva a o pharmaceutico Carlos Laiz de M*f**
Ihaes, a qual ac.tmpanhou a) offlcio do V S. de
24 de abril proximo findo, tenho a dizer-lhe que
nesta data dei o segmnte despacho na peticao da-
quelle pharmaceutieo, de caja pretencao se occu-
pou V. S. no referido offlcio. Nada ha a da-
ferir em quanto o supplicante amigavelmente out
por decisao do p>der judiciar, aoi quem corapoe
conhecer da especie, nao se mostrar desligado do
contracto que em fevereiro do corrente anno
effectuou com Braga 4 Silva ; o qua comujuoico-
Ihe para seu eonhecimento e fins convenientes.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia
-Remetto a Vmc., para os devidos effeitos, copia
doacto desta data pelo qual nomeei a junta ad-
"miuistrativa que tem de reger essa Santa Casa no
iennio que vai eorrer do 1* de julho proximo vin-
uro a 30 de junho de 1876.
Ao comraissario vaccinador provincial.na-
ua Vmc. com argencia a secretaria desta pre-
cia, alguos tubos e laminas de pus vaccinico
afirnXde serem enviados ao jaiz de direito da co
mareV de Nasaretb.
o presidento da camara maoicipal da villa
de Trikmpho. -Informe Vmc. com urgencia sobre
os pontos constintoa da representacao junta por
copia, do*vereador de.-sa camara Joaquim Avelino
da Vasconcellos.
Acompanha tambem por copia, o docuraento que
veio appenso a dita represenUQao.
FA nlm. camara municipal do Recife. -^Addi-
tando o meu offlcio do 28 de abril proximo hodo,
e em resposta ao que a Illm. camara municipal do
Recife me dirigio em 22 de outubro ultimo, sob n.
104, t-nno a dizer qae autoriso a mesma Illm. ca-
mara a effectuaro contracto para a construcijao ae
kiosques nesta cidade, com jo Dr. Manoel de n-
gaeiroa Faria, cuja proposta foi prefenda e appro-
vsda, segundo consta do offieio a que retpondo.
A' mesraa. Informe com argencia a Illm.
camara municipal do Recife, quaes os supplentes
dos juizes substitutes das seis varas da direito des-
ta capital qae presuram juramento.
5." seecao.
Portarias: .
0 Sr gerente da companhia Pernambacana
mande dar uassagem para o presidio de Fernando
da Moronha, por conta do ministeno da jasU(;a, a
Anpa Thereza de Jesas, mai de Antonio Justimano
Barbosa de Lima, sentenciado a gales perpetaas,
quo para alii vai cumprir a dita pena,^
0 Sr. gerente di companhia^jfcambucana
manda dar passagem para o presidio M Pernindo,
por conta do mlnlsterio da justicdTVmatla Joanna
da Coooeicao e Franci'ca Maria da Concelcao, mu
Iher e fltba do sentenciado, Joaquim Jose Valetim,
torisado o afaono de tres meres de>-soMo ae capitao
Francisco Antonio de Sa Barreto o ao arferes Lao-
baldo AagustD da Moraes, pcomovidos ultimamen
ie ajoelles postns; assim o manda declarar a V.
Exc. era resposta aos seua offlcios de 28 e 9 de
abril proximo findo, sob ds. 336 e 340.
2.' seecao.
Offlcios :
Ao eommandante superior da guarda nacio-
nal do Breio. *- Sua Exc. o Sr. presidente da pro-
vineia tendn.antorisad > o pagamento do pret a qae
se referaro sea ollt:io de 22 de abril proximo tin
lo; aattm o manda xoaunaoicar a V. S. em res-
posm ao ailadai aafaaa**"
A > c lmraamiante superior da BoTThta e Ou-
rienry. 0 Exm. Sr. presidente da provineia
manda declarar iV.S. .qua nesta data expedio
ordem ao inspector da thesouraria de fazenda no
sentido de sea offlcio de 10 .de abril ultimo.
Ao juiz de direito 4a 1* vara crimesD
Exm. Sr. presidente da provineia manda scientifi-
car a V. S. que nesta data se expedio ordem ao
commandants do presidio de Fernando de Noronba
afim da remelter para esta cidada o sentenciado
Laureutina da Hocba Freire, ficanlo assim respoa-
dido o offlcio de V. S., desta data.
Ao juiz de diraito da couaarca de Nasareth.
0 Exm. Sr. presidente da provineia manda
scientificar a V. S. que nesta data se lhe remette
alguns tubos e laminas de pus vaccinico solicita-
dos por V. S. em offlcio de 24 do corrente.
4.' seecao.
Offlcios :
-r Ao secrotario da assemblea provincial. -N.
95. De ordem de S. Exc. o Sr. pra provineia e em resposta ao offlcio de V. S., de 27
de abril proximo findo, sob n. 35, remetto por co-
pia o aeto de 16 de julho de 1868, relativo ao c?l-
camento desta cidade.
Ao mesmo N. 96. De ordem da S. Exc,
o Sr. presidente da provineia, endereco a V. S.,
para ser entregue a apreciacao da assemblea pro
vine al, am codigo de postaras raunicipaes da vil-
la do Cabo, o qual com esse destino foi remettido
pela respectiva camara ao mesmo Exm. Sr., em
offlcio de 8 de abril proximo passado, sob n. 480.
Ao mesmo. N. 97. De ordem de S. Exc.
o Sr, presidente da provineia remetto a V. S^, para
a assemblea provincial tomar na consideracao que
lhe merecer, copia do offlcio que ao mesmo Exm.
Sr. dirigio a camara municipal da villa de Baique
era data de 17 de abril proximo pas*ado, declaran-
do apocrypha a representacao que appareceu n
assemblea podindo em nome da mesma camara a
annexaeao do respeciivo rannicipio ao territorio
da freguezia de Aguas Bellas.
5.* seecao.
Offlcio:
Ao engenheiro das obras geraes. Para seu
eonhecimento e fins convenientes commonico a \.
S., de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vineia, qae o mesmo Exm. Sr. o designou para
inspeccionar as obras que tem de ser feitas no
edificio em qua funcciona a thesouraria de fazen-
da, era am quarto qae serve para goardar moe-
das de bronze, nickel e oalros valores.
dbspacnos da roesidrncia, do dia 29 de setemb110
de 1874.
Aareliano Maraeda Cordeiro.Deferido com of-
lieio desia data ao idspactr.r da thesouro provin-
cial.
Antonio Jovino da Fonceca Conwaa trinta dias
de licenca com ordeoado.
Companhia de Beberibe.Concede a autorisacao
pedida.
Caetano Soares dos Santos.Deferido com offl-
cio desta data ao Sr. commandante do corpo de
policia.
Henry Lsw e John Blounet.Como requer.sendo
este apre-entado ao Sr. inspector do thesouro pro-
vincial para os devidos fins.
Julia Maria da Trindade.5cja poslo em liber-
dade. ..
Jose Elisiario da Silva Guimaraes.Remetuqo
ao Sr. commandante superior da guarda nacional
do raunicipio do Recife, para raaniar certiticar o
que constar.
Luiz da Veiga Pessoa.Sim, em termos.
Manoel Marianno da Silva. Seja posto era li-
berdade. ,
Ricardo Fonceca de Medeiros.Requcira new
canaes competentes.
Thomaz Antonio de Paula Madureira-Deferido
com offlcio desta data ao Sr. commandante do cor-
po de policia.
Valeriano Bezerra Cavalcantc de Albuquerque.
Deferido com offlcio desta data ao inspector da
instruccao publica. .
Johnston Pater & C.-Informe o Sr. engenheiro
fiscal.
qae vai alii cumprir a pena de gaWs perpetaas,
qua loi conderanado.
EXPRDIBNTE DO SECRBTARtO
l. seecao.
-ToExm. brigadeiro commandante das armas.
I -Sua Exm. o Sr. presidente da provineia tendo a-
Commando das armas.
QUXRTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 30 DE SETEMBRO DE
1874.
Ordem do dia n. 850.
0 brigadeiro commandante das armas faz pn-
blico a guarnieao para o fim convenient, que
conforme constou do offlcio da presidencia desta
provineia datado de hontem, o ministeno da guer-
ra approvou por aviso de 21 do corrente a den-
beracao qae tomara a mesma presidancia de fazer
continuar no exereicio das funccSas de capeliaes
civis os Srs. padre Albino de Carvalho Le3sa e frei
Jorga de Sant'Anna Locio, este do 9 bataihao de
infantaria, e aquelle da companhia de menores do
arsenal de guerra,'percebendo cada um duas ter-
cas panes dos venciraentos de capellao tenante da
reoarticao ecclesiastica do exercito nos termos do
art 21 do tag. de 27 de junho ultimo, ate que se-
jam raandados capellaes da mesma reparticao para
o- substltuif nos referidos lugares.
Faz pnblico igualmente, que approvou o enga-
iamento qae no dia 28 do corrente contrabio para
servir por mais 6 annos, percebendo alem aos
venciraentos estabelecidos por lei o pwmio e
400*000 aoldado da 4" companhia do T Data
Ihio da infoataria Antonio Rodrigoes dos Santos,
que finalisoa o tempo de servicp como voluntary
da patria, e foi julgaio apto em inspeccao de
i8(Assignado.) Manoel 4a Cunha Wander ley
1 Vta o
-Conforme.0 major /os Uergulhao, ajudante de ordens encarregado do
detalhe.
Rcpnrtl^fto da policia.
t seecao__Secretaria de policia de Pernambaco,
30 do seiembro de 1874.
N 1192.Illm. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc
qua foram hontem recolhidos a casa de datencao
os ssgointes inlividaos: .
A' minha ordem, Antonio Francisco Gomos, co-
ohecido por Antonio Pomo, vmdo do termo de I-
zuarassii, como pronnnciado no art. 192 do codigo
criminal, a Barnab6, escravo do Dr. Alfonso Peres
Campello, nor andar fugid .
A ordem do subdelegado do Reciie, Placido, es
cravo de Domingos Jose Saboia da Silva, a reque
rimento do senior.
. Deus guarde a V. ExcDim. e Exm. Sr. com-
nendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidenta 4a provineia. -0 chefe de policia, Anto,
%io Francisco Correia de Araujo.
( AGENCIA TELEG&APBICA HAVAS nCCTtU.)
Wiidrld SO de kelrmbra. VllUa
|ln, um don rhcfen rarll^ua. Ca derrulado, na atroviaica* d Gd
lajarat. prla* forcaua repiatltcaa.
noirrendo perdaM comldfrav^ta. B*.
VfTontio. cam nm lrnp de eaBSSISB
naiando. foi obriaadit m tmelr da prm
vtneia de Valencia na dtreccae dr
Trrnel. Oh baadim de Curala Uran
coaanletanaeate dlaperwadaMa.
Madrid SO.-O jreneral OHeiaalai
foi nsmeade eaaaamandaatfe de
gnndn exerelCo do aaorte. O
rat Javeiiar rot aoaaaeade
MiibHl i In ir o general Pavia i
jnando do exercito de eemtre.
fs91\\\% %>S^\^\,s\\%-
BardeauY 99. B*recedeate aoo
purioH da araall ckeatea aqal aaoa-
trm o paqnele franc*a ERYMAS'THK.
Sonimnpton SO.-Chegea anjal fca>-
Je vapor lariea G A LATH A, praea-
dense do Braall.
Kin de Janeiro SO. CBieearaaa
paquple laajlei da real aaala BOt SE.
e ea vapores Oraiiilelres PRESIDESTK
e insleai ARIADNE. Sakto koie para
a Europe, peloa portos de norte. o
vapor ingle/. BUESUS-AYRES.
COBIMEBC1ABS.
Londrea SO.A taxa do deacanto
na praca foi elevada a trea per eea-
to CoiaMOlldadea de /, roa accov.nt,
a OS S/S. Fun dos braallelraa de
r .. de aaae de 180S. a IOO i dliea
do I'msnay dc O ., do aaae driaTI.
a OY l/S i dlto argraiiaoi de */,
do anno delS*f, a 91 l/S.
cado de eafe estd Ornae t ei
0 earrea;aanen(e do ASP ARIA, de
1 OS. FAIR BBXOW, a 90/ POT CWI
Hit* total eleva-ae 19,000 toneladaa.
da* quaes 3S.OOO aaceea de
dencla brasilelra i ilnrantc a aei
na feraaa entresnea i.aoo tea
das. e deaembarearaan i*a. aner-
cado dc aaanear ea(a almae i
deramae l.ooo toneladaa. aei
as vlndas da Babta pelo MILFORD a
es.3. e aa vlndas pelo C.VfTl a SC/ >
o buna tnaacavado de rVrnatnburo
n. H. acbexar. a Sl/O ; e depealto)
total ean Londres. Liverpool. Beaa-
tol e Clyde elrva-sc a Si l.ooo lone
la das ; foram eatregoea dura me a
senaana ll.OOOtoneladaa. e deaeaa-
barraram lO.Otao.
New-York S. -Caaablo aobre .*-
drew INI. OnroIIO. Carrejranaen-
tos de cale de Bio i air a 17 1/-** e
good a 1 O/a cents por libra. .%lBn-
dao mediane ipl\sos n la I 4 tsnt-
por libra s hoje cbcaarana nos port*
nmericano* Itl.OOO fardos.
Liverpool SO. -O mcrcado dc also-
dao esta quieto. mas oa prccosaeaa
alteracao i *enderaua-e hoje 1 a.BBB
fardus^ dus quaea I.SOO dc preee-
dencia da America do Sul to i \ir de
Pernanabuco a s. o dc ttantea a
l 5 IB. e o dc Baccid a 1 lid. por
libra. O mcrcado dc aaanear eata
firnae i o bum aincricaao de Per-
nanabuco a SI 9. o naaacav ado par-
aadit a SS/3. c o average Macelo a
* I/O por cwt. .
AntuerpiaSO.-O mcrcado de care
esta flrmc, inaa nada se tem felt*.
Havre SO.-Os prccoa do cafe latnl
icrados: vcnderain-se hoje !.*
saccos. _
Bto dc Janeiro SO. -Camblo aobre
Londres SO 3/8 bancarto. e SO IS
a SO S/g d. particular. t'ambi
sobre Paris 35S r*ls o fennce.
Voioi's do banco do Brasil a-----
ssiatooo.
Baliia 30.Camblo sobre Londree
JB 3/S banrarlo. e SO a/Id d. parti-
cular.
'


(AGENCIA AMERICANA.)
Hongkong 83 de setembro Vcaba do
cahir sobre esta cidade e sea porto umlu-
fao horroroso. Sio immensos os eitragos
causados. Dos navios foram atira-Jos a
costa o se perderam totalmente ; mnitoJ oa-
tros licaram com bastantes avarias. Na
cidade e suas vizinhao5is derrabou casa* a
arrancou arvoredos. 0 peior de tuda fo-
ram asvictimasquefez tanto no mar conv>
em terra. Calcula-se era cerca de rail pes-
soas que pereceram. Em Macau tambem.
houveram grandes prejaizos.
Havana 2".Os insurgeutes de Maien
atacaram as tropas do govenio ; M reohi-
dissimo o corabate, mas por fim os atacan-
tes, ropellidos, tiveram que so retirar cona.
grandes perdas.
Madrid 29. Acabam de ser substitutdo*
dirersos capitSes generaes, sendo am dolfeM
Pavia,:que foi substituido por Joteliar. A
brigada Arrando sorpreodeu um combo*o>
carlista que ia pira Uriel e apoderou-se a
qua?i todo. Os carlistas occuparam Lorcn
no dia 2C, e a desocaupanm dous dias de-
pots [a 28.)
Paris 49.0 duque de Parma, n MM
publicacdo que fer, desmentc a represenra-
5*o bourbonica que se dissc I5ra mania-
do a D. Carlos ; e nega que teaua direit**
a oorda de Franca. Uma cotnmissi
da extrema dtreita da assemblea de Hr-
sailles foi a Erosdhorf, residencia do conJe
de Charjtbjrd, curapriraental-o no dia de
seu anntversario natalicio.
Napoles 28.0" vulcao Etna
reino da Sicilia, parece querer fa/?
orupcao Ouvem-se alii surdos
de quauJo em quando, e a terra tremetw-
lentamento em todas as proxtraidades dalle.
Vienna S8.A impreosa aostriaca con-
flrma o boato que corton da ter a Prua*a
proposto a Dinamarca aonexar-se ao impo-
rio allemio.
Lisbrja 30. -Passau hoje para o fl
no osciq >
novi
rumoret.
oic

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i it ft:ti:ifl i paquete uigta 'TIBER,

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tugueza ^iVO. "'ai* t^ll&V
I horns tia tnarrni. Chegwi
portos tla aorta -n pa-quete
Rio
<1 'Euro
inglez
Rio W9P* b. 0 53 w. da fer.le. Noa-
cias agora TecebMas de Bue*s-Ayres, di?
zem qae rebenUra aUi utm- pelo paftidodjjfenora' M*, e eujo fim e
protestar contfTa ela^o dj Ir. Avuliane-
da, quo dizem frau Rio SO af-tl W. *"20 m. tar.
Cambio sobra. Leu Ires 86 38 baticario, e
H6 1/z partiotjar.
Bahia Jt as fki. e*5 m. da tarde.-AUiai-
bio sobreWion Ires 20 -3/8 baucario. e 2G
3/16 particular. Acgdes do baaco Mcrcan-
til 9 7 do banco da Babta 5*/,, da socid-'
dade Commercio 2 1/2 a 3*/0 de premio.
o de Peraambuco Qmrrf?* !
lie *5c#v,Hlda
DlAKlODEPEti^MtfiJuu
tattAem com o fim de,
Ife^sAdMmrqh&lrfUti
J*tdrde,terum norto#mat*Hi> co,
aes, backs de fluctuac*o,* capa* de'se prestar pfeaa'-e inteirdmedte aos jr'w-
teres a qne -e prestaw as Cocas- exploraWMr' G
eomaanhias aspeciaes. que gesam de. pwaaWks
stu genera e do systema dos warrants inalezes
Idea inteiramenie nova para Pernambu
eaiwao de ferro de ctmnra dedWHSfta n.
erlpcie mais deafBvjiviia do aae as demai
iUaseaiteve o a-.Toaale, njr0 s tracando
or* mais coarenidle, desde a Eoc
elertt, onde toe tojr o <*Biinhp de fa
e i.*w, 9 do_po, ab reclfe aautrai id
-,'.? H ta**fcl P*nde 3 descofcerto as anas
i^^l? coh8 eDCa, ananas probaWliaV
iSf.^L*008 lad para us capitals drera-
preza qoe o qaizer levafc-efreito. ,
Partindo 4a BneruzMae*, como dkeemo*,* ca
mmnode ferro de cintura, tal corao o ideou o Sr.
rouroie, deve trawpdr a *ia ferrea doafaxaag* 4
,u Laptbanbe, ua ailura da Terra, e.ifehaateo
valle deste no, "ahi, ifafe pomB coSiveSISnienieTO1
ftsculbjdo, iigax^e a* faminho da Ure 4a Wo-
HECIFE, 1- DE mftfUBRO DE ttW.
*> *fcorainwittri4o tm *
JBeclfe.
i VII
tajicaja? as obras aus. para melhorar o ao-
raauuiu taluiui t o aulB'puilu do i^ttjo p-wjwr-o
il' Tvlfft-' e /8i;as ** rrflewea sumpa4a mis artifas nterwras, ca'mpre qua
aftuca-^aiMt-anios tmi iwr, hamado do
oaqnwro, e qua, de eanr.nuiiade cam as vitas
flo irtasre engeOha/Yo, f.vnfelniis em coosidefa.^o
at ofcnas propestos, wH.u, em aitarciu eio sj o
prinerpio3 de raencia hv'r.iiriwa, mas tambem
ot argumeuto" da Watllia ecuuomica.
. Eni duas partis divnli o pfobleirra do poet- itil-ricr. .Va pVirnefra tetudou,
a mi oma c-ritia rfrrtim-pi'cta, 'tftiafcs -asne-
resndades crtmm-Ti-laiw. n^rife'jfss- e Sna\ftWaes a
tjne efa tnlMcr aiteVidt e <;iti^farer; 'na so^mda
procaroa propcrctnn^r meios ffe'tiraa solurio
aim-fa, efflflluWlft-aS'bSrej hvdrtalitaa pira e>
=

ract'resqns melhjrse annllam ao^ais
"J"Jc, arepraientaca* c.rrea ititfoii
Ba*ynnJlfesUa4e a mais satijfacajrfc
TO-tftl0^** sceaas.
jareWrrroS) Almirante, mo.irarsiH-s^
WaMHa SW does Hercoles do palco dignoTflMt!^
car urn com o outre. No -
ends bolssitia no o^ar
francos,res nnias 4n
sana fediada prompttP1.,
que elle e?erevia-a S0k-.
car ura com o oiwre. no priweH-o, o explendor sociades no fabneo dVhSh.^.
diarna imagnatta ardente, as expanses de omajeotre os flu,e, hb.,lhfils
ver4ppa,aenlaami9a, s mesaia otaf3
Tejamos a (jrirnoira pirte :
'Tend, em v)*, < Phni-i;iios dedniMos'tfa x.
Deneneiaya m.'.irli.i r^'uressrva das conas no*
grandas porics iii:*riu,iius, o Sr. tiarles Mario
etiegon a c^aheleeer ^ml86? "rima "fcoaio n>nna
para 4j ma tegara u'ii.jufllles -quHn ramp re etu-
daro luelh-raiueiito ds. portos sob seu* lariado*
aspecius. e segundo suas circumsJaucia*.
A wuui.i a bai-s propusta* pelo Sr.Cbarlss
Mane, eeorapeoetrado^la procedencia e veraci-
dade dos itfinoipius da sciensia ece&omica eui sua
apphracao aos pmblema* da arte do eogeniieiro
bydrti**/oSr. F^riKe pArfdfbn lornar bem
pattute as necessidades commerciaef. agriculas e
inddrlriaes de Pernambuto em referencta Ao seu
porto; dSo sd B" iiitnito de ?a*lfai!el as no prtsen-
w, mas lambrni corn o fim de prow^as no
(stnto.
Strvio lhe de ponto objeflivi -para esse labor
dar ana si.!u';!o compM* a *\es nere-sYdades,
semc*joeer jud lhe enmpria e.itar a cctnlisca
{ao da porto por nm peint'nonuraer>} de indus-
[w4 e dosentolrer us cae.i e os terrenos para
artiKiiens alTectad-s ao commercio em jseral, re-
servaBdcm* mo para e-ta cath.-g-.ria de'irabalhos
as pjsi^oes mais importunes e mais ceriiraes.
Secdo f..rt ie duvjda (ju/, para a uavega.-ao'de
lOBgo cursn, a mais 'irftpbtrafite pelos st-u> restU-
[ado- praiicos e economicos, de misler-qae um
iwra porto otf^ref* wuj.lus e esiensos cae<, cjin os
necessaries apparelcos Ue carga e deioarjia e dtM
a es caes possam acostar os oavios no iotdito
de dfwuejartin e rsceberein as mercadorias ipor-
Wj e a si>rtar.; qa. podia mt&i asta oeces-
<*Jade ao illuslre engeuheiro, qoe, nolaado-a, re-
serv.-u !he apropriado l.ngar bos seus planui.
A nave^r ijjao da cabclagem, uia exteusa tona, comprebeudida entre Ala-
iwis e o Rio GraaJe do Norte, zou. para a qual
e UTiUiunuco um.ccclro attrnciivo pela iuipor
Uncia do pen raercado, tendo umbem e someliiau
s uopenjsas exigencjas, nao polia
torw.
Desiarte estabelecerse-ha uma facil e otilissi-
ma conamnnicacaj ertre as daas linhaA a|ue sem
dutida sao chamadas 4 \e auxHia?emfecipraca-
raente, e os passageiros e productos de qaalauer
VWs ^Macao **t lavadoe a oatrt scm os intoo-
\"enieo*es de pasa/emi)or mejp p^a cuJade, ven^
ceudo dilHi'Blda*>! e atrdaellds, q*j4ao'tar8
CUiUBI mniIn twmpn e Iimilu dillll^ir j.
AWm dUso, Bssa ttjacSii, "pondo ptd euinrnunlea-
cioj. *vers4 ambalded, nao e Jhes ftcilitara
os-reapectivos dtstavolvimenloa progressivos, mis
lam bem dara trawporte facil e comiaodo aos seus
povoadores qa,para os mtstercs da vida, tivereui
freaeia de se ieslocareiu, >em os CTOvenien|ea
e *oje experlaaeotam, e qae nao raro saoxdiffl.
ciliraos de veneer.
Mas, nao dewendo limitarse a esses pontos,"e
sendo ohamado a prestar odtros erias, o cami-
aho de ferro de cintara pode er prolongado ate
Motocombo, fntura estagao de mert&dot-ias da fer-
ro via de S. Fraftcisco, tranapondo para isso o rio
Tigipi6, por meio de uma *oute, e pondo ascua
em communicacao Ire? importa>tes viis-'erreas.
A fanugens resaluntes desta sova figacao se t
rao sem duvida tamo maiores quanlo mais desen-
volvida JOr a rede da ferro ia da S- Franoiaco, e
de certo uao escapari a ninguero quanto esaa li-
^acao r*efrilrtar, ertre as Imhas, a troca de
pissageiros, bagagess e morcalcriasqne, psriindo
daa cmeSes de amaqualqaer, forem enJerecadas
a qualquer estacao das oairas lianas.
Mae amda i;so ndo e tudi). Hlvendo mis-
ter de completar o gyro circular do caminho de
ferro de eioxura, indica oSr.'Fournie qoe p6de
elle ser levado de Motocok>mb6 psra a' iiha do So-
gueifa. atrareaiando a fsirovia de S Francisco
sobre dm viaducio, e seguindo, em denianda da
ilba, pela riba diftua do braco de mar formado
pela junc^ao do Tigipio com o braco direito do Ca-
pi bante.
Collocada na ilha, a ettacao terminus do cahii
ntio de ferro de cmtura n.io s6 gozara das vaata-
geos de um bom porto para os navios de eabota-
gem, mas tamneni servira a.i< rmsresnes do forte
<|ue uaqueMa daa propoz o Sr. -F. urni6 que fose
coQsiruido para a defeza da cidade, e bem assim
provera ao.-<_ nao menos respeitavdis toteressa de
communicatao e transporte do bairro que, naquel-
las visiuhaBcas, IstigM-U o Sr. Fonrn.e cemo de-
veiido fandar se com destiau especial a nascente
mduslria provincial.
Finalmeute, solicilado nor outras cau?as de in-
esse maximo, uenhum impecilho haven do e
coDtfano, sendo facillima a Commnnicacao!
rebalam-jBHa .do mb, coji HBanve
menje cam censaAoeia d'artt, com a
magistral Mnaciosanie do agtiDd)
A ulUma ?cna do aaguadalcto foi a
gigania, qual ellos praprioae p.Jiam
umaoootro'!
A daas danjas qo deseaapeanaraoj of
de Ctmssea -e de ClotUde, do ambas a
mereclasento. Naaeota com G/oa'ae, no
aeto, fa-Sra foaua Boldrini ifeondesaa)
elevadornerito artistico, reproduzindo com Irre-
pfBbensiwt vardaae as effu*aesdo aawr mattrdat a'
fctnfcovp o aadjtorio ao panto de arrancar ll|ri-.J var
e baldoda aituacoaa drama
post* ao> eo^
Bio e vaafazwrte de um ba
aaes
Moalmei
o que e;
uada
ia Inglatetra
egar 1 Pram
Uispuntia a,
deve
om naa
esmagadj
e son
oivan
^aes^porw 3Bbar4)ffaiad*a qaanUa votad
es*c hm.-Ao procurajor.
nfr^^r^6^00'6 d0 Bi"CJ rtj IJ "I Mania-
E5?La,tM,*ra que'e,n l2 ^ er"-enfe f5i en-
i th^?Jl!f jw B"ta">l.:m thesourana de fazeoda ddila proviaaja, ordem
,i Jda, corl] 0
Intei-
3" r'^sulta* que
e raalfettores r
falsos do Brasil,
ehe
m P^bb
io tfifa ai
n
Mta
do em
Banco ^>r cont4l9'3 ft a
rada.
Da
de
ncta "Bos lattos,
resH#, sertiap a
e que "era este
roceder
ma*?.
8e ^*e
llcas, o pap
Sra. Cart bar
decidida yoi
formado d
coWa ioa<
,0 Sr. Co!
btnir\al;ta.
Je EMipittio uos aimirar aa
im^igaapt de foa
o para a arte dramatical "A nossa
amda aagaaeatou deade qoe'fomos *
flue esta attista, tio ioven, apeaas
nwafclneaaro,
Ho posaaModos os requisitos de am
goi* gairtff/ iasympaM>iea, ddV
tngar, que
nhecimenlo^bSscena e jyaato drama'tico
pel He Ednardo TisOs dHHkrrfe?#jar.
Todos os artisus fallJWfci rectameutg o italiaao _
f9r.^.h'^ea, S",* BB5na.-safvo ama oa ou- .c*o, confeWoa qu
trt phrase, podem ser flembrebeoiidaa mesmo pa- nao'sooUera d'2u
lupesioas que ignoram asse bello idioma.
Koi paqueao o namero de e?peotador3, nla
.'phredetieoj os appMUso*, aos artistas -ehamados
rspeiidai veieaa saa no* flaaee-doJ actos, emm
acoimdos no meio d% caloroso eslrepdo de paimas
e brav.ia, %
Annancia-se ^ara Mbjeo afafloado drtma de dia
eometli.- A morte Civil. .
O credit da companbia e da daama, eaja these
e a qae actualmenta m .is preoccupa oietpirifss
culiivaiku -a hberdade reJigi^a -bao de tore sa
taante ehamar ao theatroa concurreiKJia.
-aftaeaitos. W& raez de sdiembro arre
cadaram as seguintes estates Bscaes :
itiHa ^?.*i
a^3alvaT\ir^*ff^' e c"ae "> u"co meio
VSViWla.nao pdesse v*|er-
r!hfih,a "* e sastentar qaqieHii havia
TSfio. ^etAar a agem dm'Won-
^SS^^ n IriSfTuta^qu^
-awTar'umapo9|.
mas que Mdavia
enao quanda as
^0.
o*j e Jo*o Baptls-
m-.mtw
9oi:5o9#902
li:S37*02.S
25:JO:j#li'4
o3,787*911
114:904^034
07t 3304106
de no;sa
pelo
por
iual daixar Je aiiral.ir as attends do Sr. Four-
tit, ,ae, iain
iiriaadas d'es^a
cymprehendando' as necessidades
navegacao, desde logo loraou-as
aj seu cuidado, reservando-lhes nos seus projec-
u as mais caLaes satisfa^'s, quer no iutuilo de
taci.uar o trasbardamtnto da carga do vaso cabo-
tejrj para o ds longo cur.^o, quer com o fim do
aelhora/ o desembar.jue da mercidoria do cabo-
teiro para os arraazens apropriados, quer amda no
jotuitu do facilitar o cmbarque d'e^ai mercado-
ria do- ditos artnazeus par* o navios de louo
curso, que as liau^portam% longes paragons em
proveiu do commercio e da agncullura
nJdV- ece-"5idall,-'-% Pojs forara compendiadas
pelo .v. Fuanid, com todo o afan com que os es-1
p.m is prencimies e circumspectos se attem em uao
deixarern escapar as maiores coma as mais pe
qu.-nnas ciicumstaucias a que Ihes cumpre at
...u..o v ww uC auiuiaes, e dcti assin
apresentam taw armazciis jn. intaito de
rcm suas mercadorias., quer para o e"t
senielhantoniente compendiou elle as necesi-
dades resullaates da faclura de armazens para
receberem as cargas trazidaa por vehiculos com-
e costas de animaes, e bem assim as que
eraharca-
stringeiro,
P' rios do impeno, tanto em navios
ue longo curso, como em navios de cabolagem.
Mas, nao eeado e^tes os unicos me^os de trans-
-porte, e, pelo comrario, havendo uma linha ferrea
canslru.da o outras em vespera da serem u-.-, nao
podiam ser esquecidas as necessidades docorrentes
de-se mesmo faeti.
A via ferrea da Sao Francisci, apresentanJo o
lacto anomalo de aao ler eslacao pcrmanente para
paasageiros e ter uma pessima B^Cacax. provisoria
de mercadorias, nao podia deixar de ser rememo-
raoa nao so porque e de mister attribulr a es? a
.mportanto arteria um vasto desenvolvimento e
m ainplo trafego, mas lambem porqae e de as-
jMttl ibteresse qu?, de aecordo com es-es desen-
voh,meu.,Je trafego, sejam cbnitraidas as duas
estates aponiadas, sem esjuecer de que a se-
S""1"" 'nd'spensavel um poitj maritimo, sus
eepurel do deseovolver-se nas pmporroes do
trafego, e em todo caso capaz do receber os na-
?lon que se incumbem de levar aos
inogeiroa os prodaotos agrieolas
pela e^trada.
die amda o Sr.J-ourn.6 que pdJe o caminho de fer
ro de cmtura esmuder um ramal da ilha do No-
gueira para o fcrto do Picao, por sobre o recife
juiiirai, m-lo ain u nao so servir o ante porto do
ROM, ao norle do uioihe desse mine, transp^r
lanto dalii para a cidade e vice versa pas^gei-
ros, rarg se hagagens, mas tambem facilnar'as
communieacoes do futuro porto atlnntica com a
terra, quer no qae diz respeito aos interesseseoto-
merciaes, quer no (|ue se prende aos inlereMes
miliiares, tanto os do futuro arsenal de nbalbaa,
como os dos vasos da marinha de guerra
,-!11mr!1hPfe!lea,!ese,Jpoij' qua a*i'n deliBbado, o
taminho de ferro de cidtura tera um futuro im
itenso, e \jue consequomemnte mister e que, para
saiistazer todas as vistas a que elle se prende| lhe
Bfatt reservados espacos especiaei, andn possa
ter, perto da cidade, em reiaeao com o Mosiueiro
armazens de deposito. caes, docas e bacias de flue-'
laacao, capazes de receber os navios de grande
cailado d agua que entrain oil entrarem no porto
. -Nao podia, pow, 0 Sr. Fournie deixar de tomar
uao ern consideracao, e de facto tomou-o, provi-
denc.ando up seu projecto em ordem asatisfazer a
essas necessidades.
JSK-*. as8im- ?tadado,^ainda que summaria-
li !Il,',Vaa0r(LC'DjlT3-a pr3encher' as necessidades
[a .-atisfazer em relacao ao commercio o a agricul-
:"' 25JM" Sr. Fournie com a raesma solici-
n f ? 33 nece*!d ^ industria, e. ainda
aqui, luaram-ae as suas vistas no futuro, a qaetn
Sti TesfVa,iM hlm. denvolvimeQtos das in-
uu>ims fabnl e nianufactureira.
Deixemos, porem, iallar o Sr. Fourni6 sobre
e>te interessantissimo assumpto
dolnfi/'r' diZ e'fe' e.ra ^ a 'nutria ha de
inS i h h r SZ ; e e eviJente *ue esco'hera uma
1 n!',0nde Va le5 carv^.eom regularidada
dn P^nJf0r'ei9,de.on,,e Possaa ^erexpedi-
fnntl PonS,0S re2,alar"'ente e sera despezas
Sn nde 9e acl,era accumu"a ,t ar03qner,em Pessoal qQer e"> repararao do
materul. Isto e : a cidade do Recife sera sem
ri i.0.cfn,ro JUDtd0 (>aal a Nutria proca
rara estabelecer-se, flcando-lhe o mais proximo
que ihe permiitir o custo dJ3 terrenos prox,rno
,,-r. nMiide? de i6*'> ba3tl lan5ar n olhar
para o piano do municipio do Recife, para reco-
nbecer se qae o graude Iriangulo de alluvion, li
Alfaodega
Km igual mez de 1873
GafMigaa
Bm igual mez de 1873
Reeebedoria de rendas geraes io-
lera9
Em igual mez de 1873
Consuiado provincial
Em igaal mez de 1872
iiuii<-ii-<>. o vapor Ceard levoa
praoa para a da Bahia '324800.
Mtii p(x.l, chegado kootetn, nada adiaruou em noticias.
por ter sahido de Liib^a antes do floim*.
i'aiidoria de fazenda. N'esta esta-
gao pagam se hoje as segoinUs folhas: Pre denci, faeuldaae de-direito, relacao, prels e folhas
dos officiaej, thesodraria.
A.xyio de alittiradoa.wo .concerto mu-
sical, de que fallamos honiem.-era ftivor do asylo
de aHenados, ftcatransferido para os primeiros
Jias la seraana vindoura, conlorrae sera novamen-
le aonunciado.
Consla-nos que algamas pessoas apressam-se
em acabar os sens uabalhos, afim de offerecer m
antes daquelle dia, assim como preparara-se no-
vas prendas para serem offerecida* a co.nmissao
encarregada da acquisicao de preddas, afim de
augraenur onumero das qae serao dispostaa p>r
siao do concerto no j'ardim do Campo daa
coasas se achavai.
Coasagaintemente
AnoiWI Alves-d.
ta Moorgaes, si., acedsauts :
mfr^'if3 'd.1?,?a*,0' d9 l* P''8. n 8Z dd
maroo do. 87 experimentado a falsificacSo do
Z.,ta de f0' d0 lheiOUro brasilairoT-qSe
22!hS? Papel moeda, tentado em Franfa falst-
nif^f^V**** estr?ew. caja Idnutiva, ma-
fmSS. ,5>r nm cort,,'^ Je ft5o, Wfc iordo
. se.ni0 Pr cireumstaBCias independeotes da
vontade do sen autor;
tnr*?^'>QI*aes,ide si ter- ba raMma 6pt* e logar
Km caumpl,ce dM* tentadva eoadjunndo a
d.r.g.hdo sceotamente sen aator nos rtieios que a
-5 & fi*InaS/a.c,l""JJ"m Xerinae previsto nos arts.
7, 09, 00 e ^3i do cod. pan.)
do mstiiuto ra3lii!o peraambinaajw
pedrndoT-eamaiWiae Lb* eoaceda porSS dfa* o-
pago daw s.jsoe, comas alfalaa quoTornaX
para a patella^solamoa daqaaila \octtdado. -
UoeedeHto, e ordena *amara qne se o5:iasse
a direccaa nesta jentida;
Do engenhefro cordeador, ln3icandb qaaes as
melidas que se deve empregar para seguranga do
pnmwro aroa do aeon** da Boa-Vista -Ao mes-
KKai'coi o flaoilTfcer os concertos neces-
-Bo flsual da fregnezla -de Santo Antonto. rufur-'i
mando uma petigao de Manoel Jose" Lopes Guima-
raes.Indeferio-se a peticio.
Um ibaixo assignadovde negpeiantes de came
?er* desta tidade, fep>esentaiido eoafrl tf pfo
cediraento do eapaUj daa talbadores. Inform* o
nseal, com nrgencfa. *
Sob propoata do Sr. -Dr. Mascara, a camara re
soiveu que, em vtsla das dispi.sic.5es do regula
meniodetlTtederembro da 1872. se offlcto ao
rfT-..l PresideQte daproviocla, relatando que
^m ?aeren "SnTrnS"^^
* dHKv
ranaTHo
aer limitaios a
qae chegassem
incia, o seu rrnvi-
empauoad) pelaa
s at>>
com-
ii aKa2*(!i,dade ,* P^oVdVsy'srema'raeiri'co
iMl4aVoi cooservadoras re-
a*** aas dilll.-uldales que
roerea.d.j a todo o coslo salvar
laaordinarMIl -<%*?* ntor de "*
Mas. aalea ratio, nao daam
araorusatao da divida. coavioha
para mais alguma cousa.
O progreaaeinaieriai
oto etvlUsador esaava
.es circamstaooAaaacalras; que"7'i"j.?
tibttia-am e faziam cil:ar able o, graodes
metbrn-ntoa. *
Coavioha porem aio f^r eravo na ruda dei-e
prozresso, e em reaoltado am grande passo f
da Io, a sittfacio satrac-se.
OiHustreSr. c 4a de Baepenfy, com as iaaj
me .das da pradoaoia conffpdo muilo, cmsegmo
ganhar tempo.
A assemblea de 1870 fez o resto :
Veneendo reeeios pronuociados, votoa o pri aei-
ro eraprestimo, converUdo era am credito de 12 K)
contos em apolices.
ri.nl ?^ex't0 desta Prov'deocia, aniraou os espi-
iTni,t?|niliM de ISTTTfifcuv
todas as diflkuldades

qae
de I87T remurea
exislia. 0* credores
utZar\{?im ,oJos pa8- M crapromisso,
oro-' v*?,d,ee "s 1^e vaocMaia, toramsaU-Jiitos e o
credi^provracial, que andtrTseriam^ue abaUdo!
restabejeeea sa e oo*Ja1ou-se. *.>,
Os emprestimos pir Unto, f.,ram
idos com apphcacao especial da
,e ao pagaraento das dividas eatf-
tos publico
teates.
Por estu
tod-H contra-
nelhora n-a-
de
B.-ca'
ffel> goverad; e, portaWo,nio polendo deixar
eumprtr a lei devendo Oncooirar embaJaS da
Pf *? P0^a,d01reS df ^os 'a af"idj'- epa"
a V. Lxc. escbreeiraerrt&s. *
Foi apresentado o sf gdhrte parecer:
d'A/'commissaodeedWcdfai) Indo examinar as
ea que a casa ns. 1 esta em'b'jm esUdo e a de o. II
em m|o etttdo, pre'.-tsaddi.da"grandes concertos.
w-taado e,ue o_ib ao arremaiante tern fefto algaos reparos. E' a
commissao, de parecer qtiB em vista arrematU.;i>) se obrigtw o referido arrematante a
cumpnr o qne se obrigm.
"Pago da camara, em sessao da 21 de setera-
I
:;-,s*'"!
res MM toda
Appro va do, e que
pJra eatea^et-se eom o
Princezas
Bawr ale pfndaa. Termina segnnda
feira, 5 do dorreote, no jardkn do Campo da
Pnncezas, a HistlttlHajlo do re8to das prendas
qua fin-am olfereeldas dm favor do asVIo de
alisnados, e que cio foi posshel conoloir'se na
Tamarineira, no donalngo ultimo, per falta M
tempo.
0 program mi sera previamente annunciado.
Coaimlajarao |liiapo>'rtuole.Consta-nos,
diz o Gtobo, floe foi nomeado pelo ministerio da
marinha o Sr. chefe de divisao Hermenegildo An-
tonio 3arboza de Almeida, para, em sua quali-
dade de membro etfectito do cons^lho naval, ir
inspeccionar os eslabelecimentos navaes existen-
t. s, deade a provincia da Parahyba ate a do Ama-
zouas.
A severidade
per-
raercados es
transporlados
AsaiB, pois, era relacao a via ferrea do Sao
todas as
por meio do caminho de
meio da estacao d Motoco-
. eng
lixando a posigao da estacao ter-
^?,W 'Cal dl fc!rta,eza d0 Brura e a grande
JnSmh- mercal9r'as dare de triage) em iluto-
wiiombo, mas tambem reservando a esta um por
w mariumo com seas respectivos caes, susceptivel
de desenvolvimento, corao veremos na ezpoVtoSo
oas obras, no capitulo eompetente. '
E nao foi ea someute a ferro via estudada em
suas rclacoes com o porto do Recife, nao ; tambem
as ao Limoeiro e da Victoria, aquella em vias de
Jlnmf uUda e es,a Ja wntractada, mereceram,
amo era de esperar, as alteacoes do Sr. Fournie,
que, approvando ------
minal da do
o local desiiaado a estagao ter-
ra ita do uo recife natnral,-da Doa-Viagem ao ex-
tremo do dique do \ogueira,-e cujo verUce e Mo
tocolombo goza de pronriedades notaveis que o
recommendam de antemao a attencao dos radus-
K', pois, nesses terrenos, qae se acham em cou-
aigoes smgolarea e excepcionaes-de barateza de
eosto e de locacio ; de relagoes directas com a
cidade pelos barcos de cabotagem : de facilidade
para a constrncgSo de p6rtos especiaes para os
navios de graade cailado d'agoa ; e fiualmenta de
racilidades para relacoes directas com
ferro-vias da provincia
ferro de cintnra e po
lombo;-e pois, nesses terrenos, dlzemos. n
hr. Koarnie pretende qae seja estabelecido o bair-
ro industrial, a cujas necessidades Ihe cumpria at-
lender na organisapao do seu pmjeeto do porto do
KGCIX6.
E, assim attendidas a todas as convenieneia e
assim compulsadas todas as nejessidales commcr-
ciaes agrieolas e indastriaes, na previsio 'de um
largo futoro, pa hxpothese de um vastfcslraa des-
envo.vimento de todas as forcas vitaes da provin-
cia, de eonformidade cooi os printidios da scion
cia economics, applicados a esse genero de traba-
iho : vejaraos como, de que modo o Sr. Fonrnie
procurou dosempenhar-s^ da segunda parte da
sua tarefa, estatuindo as bases hydraalicas para a.
e reconhecila illustracao do
digno general garantem o resultaao do impurtan-
tissimo servico que vai desempenhar.
o Oxala sejam os sons esfo'cos aproveitados em
bem da admi ii>.tragio da marinha, nio se
dendo como tantos outros I
a Com > secretano ajadante da ordens, p?
mosmacommissio o Sr. capitio tenente Salustia Caetano dos Santos.
Crini3 Xarcio o seguinte artigo traduzido da liazele de$
Trtbunaux, relative a falsiflcagao los bilhetes do
Ihesouro feita em Paris por Annibal Alv.s dos
Santos e ouiros. Ei-lo :
Tribunal do jury do Sent. PhESiDE.NciA do
SB. thkvkm.n-. -Aulieacia de 25 de agosto. (Pal-
silicagao da bilhetes do Estado do Brasil)..
a Interrogados pelo Sr. presidente, os accusados
declaram chamarse :
t 0 primeiro, Annibal Alves dos Santos, de 32
anooa de idade, natural de Jaguarao (Brasil), era-
pregado no commercio, residente era Pari9, rua
do Argentenil n. 10.
-0 segundo, JoJo Baptista Mourgnes, de 28
annos, natural de Lamothe Cassel, districto de
Gourden (departamento de Lot), tanoeiro, resi
dente em Paris, rua Duconedic n. 13.
t 0 promotor Hemar occupa a cadeira do mi-
nisterio publico.
a Os Srs. Lachaud e Paulo Godin, advogados dos
re is, sendo o primeiro de Santos, e o segundo de
Monrgues, occupam os bancos da defeza.
0 aato da accasacao e coacebido uos'seguin-
tes terraos :
Alves, qoe se diz natural do Brasil, era ahi
comraemanle; de algumas cartas delle apprehen
didas rafere-se que os seus negocios nao eorrerara
hem e que era 1872 ia ser lhe aberta a fallencia.
Por esse tempo veio para a Europa, em viagem
de recreio, segundo se diz. '
n Chegando a Paris, alugou nm coramodo tm
cisa do nm tal Vedrine, morando ahi em ontabro
de 1872, em abril e em novembro de 1873, sendo
hessa casa quo travou conhecimento com o co-
reo Moargnes, que nella servia corao criado.
t Viajava muito ; do Franga dirigio-se a Por
tugal onle entron em relacoes, no Porto, com um
tal Souza, qae acorapanhou-o era sua volta a
Bordeos e depots ate Paris, onde chegarara iun
tos em 8 de Janeiro ultimo, Indo morar em casa
do me3mo Ved.ine.
SSS-S^SlSfffe Mu ami0- ^Idente em
S A "hapadena ser expedida para Mon-
tevideo, e ella -gnorara que mahdando-a fazer po
de?9e commetter nm crime.
Qaanto ao reo Mourgues, sustonta nunea ter
sabido quo Alves se occupasse com a fabricacao
de noas falsas e defende se de ter tornado parte,
seieotemente,' nos factos que lhe sJk> impata los.
Oa^idas as teetemenhaa, que snsteniam os
pontos da acousagao. a palam e dada'So Sr. pro-
motor Hemar o qual insiste naaccusacSo dos reoa,
admif.mdo tddavia circnmsfanclas attenOantes em
fator de Mourgnes.
. 0 Sr. Lachaad, advogado de Alves dos Santo?,
desenvotve as condusoes d offeree ao jury como
results-do dos oobates o-?ewfilto Alves dos Santos colpado por ler em Paris, nofriez
de marco de 1874, fazemfo gravai"ama -!h!rpa que
podesse servir a fabricaflo de bflhetes de 20*000
do thesocro brasrletro, teutbdo falsiiicar ama rrtoe-
da estrangetra, cu|a teMativa maaffestada por um
comeco de axeeucSo n3o scrfle Mam aeaat) ooi*
circum*tancias IndepeoUehles da vontade do sea
aator.
c Depois encara
seas fundamedtos.
O Sr. Paulo GoJin
feza Oe Mourgnes.
c Depots das leplrcss-do prdmntor e do" Sr. La-
ehaud, pronuncia elle uma aebtenca, pela qua! re-
jeita as conclasoes por sor tmprocedente o quesi-
to acthia.
a 0 ft. presldodte declara logo apos 'eneemdo
o aebats e f.iz o resumo do prjoeasd'"
Depois de ter deliberado por 20 minutds o
jury pronunda o sm verdict negativo no qnr. res-
peita ao aesnsado Mmrgaes, e afnrrmiivo no qne
respelta a Atvea doe Santos.
Cinsequeatemente o Sr. presidente pronnftcia
a absolvicao de Mourgtm, e o tribunal Man a
sentenja pela qual Alves dos Santos e condemna-
do a 10 annos de prhao com trabalhn, 100 fran-
cos de mutta, e a Hear, explrado o prazo da pena,
por mais ao annos sob as vistas da policia
a?!K?* -Hi C- de oatubo) eirecina o
MSt mJ .? **? SfW'P^rio a rua do Bom
tut '? Ie,,i0 de dividHS Je nm massas
falhlns, sendo este o terceiro e ultimo leilio, con-
tonne os annuncios inser.dos no logar eompetente
e dlsewe a qaestao d-de os |
procede em segoIJa k de-
- Hoje, na forma do costume, havera leilao na
feira semanal, a rua do Imperador o. 16, de gran
de quantidade de moveis, objectos de onro e pra-
te, iramansos artigos do uso ooraestico e livros de
dobanno*'8 braS priocipia ^6im% a troCd
21,
- Umoeiro, no eome^u do iaismo de solagao do problema do porto interior.
naa, a entrada do bairro do Recife, e opinando
ria riha do ,^ ^*KMr;
nio e ^r. i:l'Si!miU3,d0S, ba-irro8 ^ Sa,"o Ato
6era isto o objecto dos seguintes artigo?.
nioe&o Jose, para a funJaca, daasio"t'-7mi
fe^ue aeXV,'inda ^5 nao *ei*" P^"
?rZ%Sll*J da ?'""??.' da ensareias fS.
trucgao de am porto maritimo, capaz de 1 tkr i<
necessidades da exporiagSo or 3a do a*afraff
go, mas tambem S^aatoKaSf atiW^
do mister h^uver de construi!-a e deseuv.dv7l
na proporcao do respectivo trafego a"e"v'jJve'-a
f.omo quer que essss tres vi^j ferreas deixem
amda na provincia ama zona dew.vida d^
viacaosemeihante,-a zona queTe^Sieao
none em demanda da Parahyba, par Gorann! -
o Sr. Fournio, sempre preoccupado com c farnfo
siaeragao e^sa nova fcrro-via, a aoe eharomi
quarta, opinando todavia qua sija Xtru'da an
2es como ramal da do Limoe.ro. VrNawreri. do
qae como prolongamento da de OHnda 8'
Dest'arte, vindo a ser a ferro via do Liaoeiro a
rdadeira liniia do Norte, nao sd licarao sati'-
feuas as exigencias do traasporte facil e bwrato da
n:a,era Iteslao, mas lamjjem serao pleniraeote
Hfi" necessidades maritimo MmmeW-
etei^ J!l^ITe^,,or mfei0 d0 Pr,,J "MrJllmo da
p^fL ra,Pus da &> Limoeiro
^em.^i,h,nimi,ou a i;so illusIre eng-nhiiro.
ind'cinave .vif ra- a<, e anleve-fd. como
SSKJSaS^ i*? Itocsbdasl.
deracao a plU e! fanl -1?^ t, W"
cons.rucgao" d'esse cami8bo d tA*P*W I
nSo M no inluito de traca"-lhe n Zt 8? c,nI''-'"''
nieressante rje e eu*l\y.be,JaPe' corto.o e
i^ ta-maao o represcc'r-r t,s:
REVISTA DIARIA.
u.ispm-Io ie uiteaacioM-Os paraavm-
Sas? 'ndlCaJ0, enyiaramsguiatesei-
Transporte
Parao ae Pirangy
Jose Antonio de Souza Bastog
Antonio Fernandas-itibeiro .
21:1004000
200.000
1004001)
- 10041.03
.<>inpauWaiiaiiantt.-E8rcou:n?!SS
deterga feira 29 do corrente.'.co.nforme estava
annunciado, a cempanhia dramatica italiana da
ifna! e empresario o Sr. Frederico Boldrini com o
drama em um prolpgo e tres actos inlittrhdo' Oiosui
it guaf&a cosle, 'conhecTdo por urnajtradiiegao em
portuguaz.com o tiiulo de Jocelin on o inarm1
ia Hailinica.
a Souza voltou so para Portugal ; Alves tornou
a encontrar nessa mesma casa a Monrgues qae
empregado entio no lyceu Chaptal, vinha de vez
era quando visitar sea ex patrao. Em fevereiro
de 1874, embora sem recarsos seus, Mourgues
deixou voluntariamente o tveeu Chaptal, vrado de
novo morar em c 6a de Vedrine, qae se admlrando
de ve-lo com notes do banco, pergnnloa-lhe de
onde tirava esse dinheiroi ao que Mourgnes res-
ponded que tinha em vista estabetscer-se. mas
nao declarando que ramo de nogoclo.
Vedrine conveocido. de qae os recarsos de
que Mourgues dispunha parliara de Alves, cujas
apparencias Ihe eram suspeitas, deu-lhe praden
les conselhos, procurando pd-ld de sobreaviso no?
perigos qae corria Mourgues nao Ihe deu on-
vidos.
Alves lhe havia proTeltilo estabelecer com
elle dm negocio de papel. Effectivamente aluea-
ram os dous, a rua-Ducp'uenic n. 44, uma pequena
loja ; coropraram papelaria no valor de ans 10
francos e ahi a depositaram. Esa preteodida toia
de papel nai era mais do que o lugar em oiie
Alves qaeria estabelecer a fabrlea de notas fakas
do Brasil. ttS
iheiro
Mn?niS,omp?50" clc'8b8 1"e 1 f,="?a'%rip3ttbia &
i.nanime a imprensa jornallslica da Bahia, toran?
j-leaamente c nfirmados pela ma&trai exhibicj
r I",!6 dram3,'. euia^adUcc/oem itallano eTx-
ongim! francez, loEuaodo a sua aciao anlstii-a
n-ente simpliflcada. n"ui.a
.,J,,0^lfvLmar'S-9'*^ra roeide incorrer na efea-
* aaik*a*eraCaj 1UP ^da a companhia so com
p5e debons artistas ; tal e o bom sen.o qae pre-
side a djslnbmcao dos papei. H -v .
CoDveniente.-ncnfe collocados os attorn a:-? c.v
a Era 2 de aiarco dirigio se ellei casa deTis-
sier, gravador, e depois do lhe haver fallado so
bre varios trabalhos de gravura a fazer, a<*abou
por mostrar-llie daa3 notas do tbesouro do "Brasil
e perguntou-lbe se as pedia iraitar. Depois de
reflectir, Tis ier, qne resolvera dar de tudo parte
a autoriJade, em 5 de mars? fespondea afflrma-
Alvaahjeu Ihe 600 francos pa'r$ a cornpra dos
utensij decesiarios, e?tabele:eu-o nos fuuaos da
Ha de MMrtjaes, pr-.m t:eu lhe um ssflario de
12 frandos oTanoa e mais 10,000 francos denoi?
9e promptas.as daas (fliajia? oma d? notas '
fe.":-
Mndaa novas. Chegaram a raa l- de
Margo a. IJ loja das coluranas, da Sr. Antonio
'^rreia de Vaseoncellbs, entre outros artigos de
raoda, os seguintes:
Maito lindas sedas de cores Hsas e achamalo-
ladas, fazenda de inteiro goto e boa qualldade
Modernos cortes de vestidos de blonde nara
noivas. H
Superiors las eom mescla de seda. lisas e com
hstras assetinadas, fazenda de ultima moda e de
lindos gostos.
Cortes de vestido de cretone, bordados a seda e
acompanbados dos corapetentes figurinos.
Cassas da cores de varios padroes e novos de-
senhos. I ,
l^oterla. A qne se acha a vapd^To a 116'
a beneficioTIa matriz do Poco da PSnella e qae
corre no dia 7.
Casa de deten^ao.Movimento da casa
w detemgao do dia 29 de setembro de 1874.
Existiara presos 307, entraram 4, sahiram 3.
existem 308. '
A saber :
Macionaes 243, mulberes 7, estraageiros
sscravos 35, escravas 2. Total 308
Alimentedos a cnaia dos cofres publicos 246.
Pasaagelros.-^ahidcs para o sal no vapor
portuguez Almeida Qajretl:
Vicente Jose de '.Brlto Xelto, Anlonio Pinto da
Rocha Lorrzada, Henrique Jose Vielra de Carvalho
Bias Garcia, ?na mSi D. Adelaide Garcia, sna ir-
ma D. Maria Garcia, D. Nicacia Garcia, Luia de
Franga, Nicolao do Rego e Jose Antonio Martins
Sahidos parao sul no vapor brasileiroJmwa-
nbe :
Jesaino Arilonio do Nascimento, Joao
Lima e Joao da Suva Leite.
t'emllerlo publico. Obituario do dia
de setembro do 1874.
Lauriana Antonia Maria da Concefcio, prete
Africa, 45 annos,"oasada; S. Jose ; lesio' organlea
do coragao.
Leopoldina, pardaJ^Eernambnco, 4 annos, S.
Josd ; OHVHls6es.
Domingo* dos Santos, preto, Pernatnboco, 20
dnnos soltblro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; ta-
berculos pulraonares.
Sabino de Olivaira, branoo, PeraaiBouco, 68
anoos, casado, Boa-Vista, hospital Pedro II; amoi-
lecimenlo cerebral.
Areenina Maria da Congeicao, branca, Pernam-
tmco, 30 anaoa, eolteira, Boa-Vlsla, hospital Pedro
JI ; enterile.
Joaqoirn Jo.d. PeUxj. branoo, Pernarabaco, i%
annos, S. Jose i tetano.
Angelica, es^rava^pnito, Pernambono, 47annos,
solteira, Santo Anlonio; tubereutes palmonares.
Izabel, prela. Af.-fca, s anoos, soiteira, Boa-
Vista ; bypertrophia do ottrabio.
Rarb?sa
29
0 Sr. Dr. Moseoso rdio-a palarra, e di"e r
a comiWssSo noraeada pela camara Wunicipal para
telieitar ao Exra. Sr. presidente da provincia, com
mendador Dr. Henrique Pereira de Loeeaa, pblos
importantes servigosprestalos a e.-ta prsalneia com
2SS!* assr, de alie0ados. Wdjaar S. Etc.
recrfbida no dia 19 do-correote aama bora da tar-
de e pronanciou o sagurate discurso: {
o Ilfrn. Ait am. Sr.A camara maaieipal desta
cidade do Recife, tendo na devida consideracao os
valiosos e unportaDtes esfor.-os que V. Exc. ha en-
vidado pira levar a. ITeito a humanitarta efrau-iio-
*"" do estabelecimento de caridade-Asylo de
Alienados--a qne acaba da iniciar collocaodo a
pnmeira pedra do respectivo ediflclo, nos en-'ia
em commissio, para signldcar a V. Exc. -quanto
ella se congratula cim V. Exc.poriao assianalado
servico..
-a A camara manioipal do RecKb-nao podia Bear
indtlferente as inequivocas pruvas do alhesao qua
todas as classes sociaes, prlnsipilmcnte as mais
elevadas, tern manifesiado a V. Exc, cohorrenio
com a maxima esDoutaneidade para a rlisa'>ao
de rto sublime pensainento, o qoe Justtflca plena-
mente apoio qae pre-iam a pessoa de V. Exc
aa qualldade de admini'trador, que com tanta pru-
den:ia e sabederla tern dosempeohado a ardua
tarefa que Ihe foi ouaMada pelo governo imperial.
S quando a populagso por todos os modos ae
mostra grata pelo servico .le elevado quilate, qne
V. fc,xs. oom afln e digno louvor prest* a parte
della, a qne a infeliciddde occasions a pcrda da
razao eflae aido (resente se tem achado privada
de recebetos soceotros scientiflcos a humanitari >s,
iue tamo-Wibimato o secolo actual, a camara nao
podia flcarqueda, ante tio portentosa domonstra-
pao. e por isto nos envia como seu orgio para ma-
nifestar sens sentimentos de aprego c bpplaaaos
pnr tio assignaiado serVigo. !
A commissio, Exm. Sr., senta nao fllspir de
espressaes sufnJientPaiente demonBtrativas do qmn
to oomprehande a magnitude do servi.go prestedo
por \. Kxc. a esta provincia : mas e elle tao nota-
vel ijaepara assifnalb-In, nao fuem falta as phra
ses de eecoiha, nera a pohdez e poropas de estylo ;
assim so resta a commissao, com o devldo respei-
to e acatamento saudar a V. Exc. em nome da
camara, de qae e orgio, 3igniQcaaio a V. Exc a
saa adbesao, e cumprimentar par si a V. Exc,a
qaera cada um dos membros da commisao tnb'u
ta a mais alta considerag.to.
Recife, 19 de setembro d;< l874.-Joio da Cu-
nha^Soares Guimaraes Bellarmino do Rego Bar-
ro'- -Dr. Pedro de Alhayde L'.bo Moscoso.
S. Exc respondeu :
Agradego com toda a effasao do meu siucero
rec nhecimento, a feiicitagio que a Illma. eamara
munmpal do Re.-ife me acaba de dirigir por vosso
orgao pela undagio da grande obra de caridade
que se denomina-IIospicio de Alienados-e bem
assim as expressdes benevohs com qae encareeeis
os mens peqaenos servigos.
tTransraitti, senhores membro3 da commissio
de lao distlneta e patriotica corporagao, os protes-
ts ragao. -A camara recebeu semelhante communi-
cagao com agrado.
A camara ordenou qae tivesse lagar as arre
malaeOea das casis da Praga da Independensia,
rua de Joio do Rego, rua de Riachuello e Vidal do
Negreiros, no dia 30 do corrente, lavrandose o edi-
lal respectivo.
A camara ordenou que se annuacie peto jornal
convidando os proprietarios de tumulos no cemite-
rio, e as irmandades e confrarias para limpar.
Forara despachadas as peticSes seguintes :
De Antonio Goncalves Costa, barao do Livra-
mento, Capitulino Goncalves Lessa, Joaiuim Perei-
ra Arantos, Jose Joaquim Marques, Joio Martins
Viegas. Manoel Jose Lopes Guimaraes, Maria Fran-
eisca de Almeida e am abaixo assiguado.
.Nada mais havendo a tralar, o Sr.
encerroo-a sessao a 1 hora da tarde.
Ea, Francisco Augusto da
escrevi.
emos h>je ami divida pub i-i
coatos reailsad u ; nas um di-
vida vin-a
consohda-o, porqae a saa aatjrisacA) e paga-'
mento dos juros cahem.aaa torcas da rer. 11 or.! -
aaria, e tee.-n si.to salisf-itos cm toJa a po itaan-
Jadeesera prejuizo dj divers >s aervicts pro-
vraciaes. ^
Entenle, poreni a Provincia que este e-tadj de
oivMa, de;cripto c-imo em reahdide c importa
quasi a bancar.-ou, a sigm.ica provide esban.a-
raentos por parte da situaf io actual. '.
E amda um fal-o aupp'o'to ea queestt'
i.jmparemos eU cm a defunla situagao.
se ogS*" '''le dUriI"9 S'" ,,0""a,' *"
i..*^!*** e au?n'aram o namero das eseo-
las paiiiicas.
tTi\!TOV"r?m "S ob d0 >'"""">. fazeud>
transferlr os atainaos.
Gal;aram graade parte da cidade.
(I Terrainaram as obras do hospital Pedro II
Fizeram muiias outras important.)* otra~ ;.a
olieas one fora enfad*nhoennnumerar,(cotM mto 6
ago ) des(acando-?e prineipalmente as e-traUs
de rodagem' qne tfveram im^ulso corao iaiaais na-
vlam tido e liveram depoi>.
Esqueeeu, pnrem, meacionar o jardim d^ pa i
[ eio, o moHte aft e os eootratos Moriny e ca.n-
Eatretento compuNa los os docummns iadaa-
peza de 1884 a 1898, vemos que com a ^ora do
Gymnasia ?o dasye.-deu a sitaac*i finda >.nt.
com a ca ul-
timo raio, com o hospital Peir^ II .iu*si oaTJ
tanlo.
Despendeu com o augmento das es;olas, e cer-
ca de 380 contos com estradas de rodagem ; a
traladas pelo mui digno Sr. Dr Maooel .Jenaea-
tuio.
0 mais era qde se despendeu o< dinhairos J,a
provm;ia, nio passou do calcamento da cilaJ
eonservagao e reeon-lrnecao los cal.-ameatoa -hi
estradas, jardim de pritaei*, que ensumia avulu-
dissimas sommis, c ouiras murtas cousis ra^iga.ft-
cautis qua tram arranjalas, ou para sattsftz i
amigos ou para dar destino aos dinheiros e a-
par os empregados da reparti.ao das oaria-ea-
blicas. *
Foi por este mode, e eom a areaeio de emorec
que o cufre da provincia toi vasado, qui saber em que.
Nao obstant*, o que ftca dilo, nao ns fazem. <
cargo do diter que a dinl.ains pnblicos, embora assim o pense aJgun
Nosso intento e c nvencer os protincianjt qae
naoleem razao era arguir a si:ua:io actual dees-
banjameBto-*.
Acreditamos quo a Provincia nao coni^lara
mais que ao deixar o Sr. bario de Villa Bella a
admraistragio existia uma divida liqaidada da...
X8:2414313, que devera ser angm-ntada em mz.s
del'|o contos prorenicntes de contratot de cbi\is
publicas feita* por um dos sens antecetsores.
Por tanto poderaos contar com
ama divida, pouco mai? ou me-
nos de
A esta reuna-se a quantia pa-
ga a Mornay
Adi.intamentos que torn a pro
vincia a fazer a Recife Drainage
s
se
800:OC04> 0
I22:00\t4'""
1,500 0004 "00
Total
2,322:00il 0
Ja ss ve que a sitaagio decahida leg- u nos. n-
cargos peaadisstmos, d;s quaes tra prwtao daaeiB-
baragar nos.
Agora attenda a Provincia para o out tem lido
reito de 1870 par< ca :
Creoa-se urna
divida de
I'agoa-se da di-
vida ate 18/58 700.0004000
Pacou-se a Mor-
nay 122:00040-0
Adiantou se ja a
Drainage 720:0004000
t.dOfrooQjeoe
Sobrararu
ItMMMiNO
1.258:0004000
presidente
Costa, secretario, a
Manoel Jo'quim do P*go e Albuquerque, presi-
dente.Jose Maria Fieire Gameiro. Tlieoioro
Machado Freirt Pereira da Silva.-Jose Cesario xe
Melto.-Joao da Cunha Soares Guimaraes. Dr
Pedro de Athayde Lobo Moscoio.Bellarmino do
Rego Barros.Jose da Silva Logo Junior.
CtMARA MUNICIPAL.
QUINTA 5ESSAO ORDLNARIA EM 21 DE SE-
TEMBRO DE 1874.
PRBSIDESCtA D? SB. nEGO E A LBLUQUERQUE.
Ao meio du, presentes os Srs. Gameiro, Theo-
dore Sflva, Rego Barros, Cesario de Mello, Cunha
Guimaraes, Dr. Moscoso e Lyo, Janitfr, abrio-
'* S,A tfa-taMa de valor inferior.
Tisjfer'i'omecod aobra, tendp pra\infi
/mmissario de policia. Quando a primeira cbana
hava-se em pane gr^vada, elle1 renovou a X
racia. Alves e Mourguos-'foram presos no dia IV
sse mgz. ft s ,J|
Apprefiende;a-se na loja aeMcurgtfesrchapa
.-otepjur,- a-ndia de S03 que servia^Je motel. e
os
m Mto a> papel espeei.ii p.tra'a" tiragTnTdos^'bi6
e appmvada a actada antecedents lea se
. EXHTDIENT.: :
tJIHcios:
DdExm. presidente dA^rovinda, em*respojta ao
que sohcitou a camara. tefll n declarar' aue om-
cei9 aqtorisarao.fobie'me pdfum anno, para qne
Antonio da Srlva Santos' contrpiifl a? eobrar 's iin-
portos de f2.0 rs. ao cada c^rgk Wftrtoha e l-ga-
m<">, venditlos nos rtercidos la cidal -,- qae^for.-toi
arr.-matados-'por Marioel Ddmmgues da Sflva."La
vre-se 0 re\pectivo termo atS a beftu>,!i "
PARTIDO r<\SiUVAIMm
REaFE, I DE OUTUBRO DE 1874.
A Pro\inia.
II
Em nosso artigo anterior demonstraraos que
nao hoove inexactidio era dizer 0 illustrado almi-
nistradof da provincia, que a situacio decahida
deixou as ooas flnaocas no peior estado vos-
sir el. r
Os propri03 dados offlciacs d^aqaella sltaacio
attestam 0 acerto e verdade do qaanto asseverou
0 honrado Sr. Dr. Pereira de Lucena.
Resta-nos agora entrar em ontra ordem de con-
side ragSes. .>,.,
Em 1868 veio 0 poder as ralos da partide^jea-
servador. A provincia de Pernambuco vergava
ao peso de am penoso (l^sequilibrio financeiro
fortes empenbos havia contrahido, tiafta ama di
vida ja feita, e compromissos que ven:iarase um
apos outros, alargaram-lhe as proposes; mas 03
cofres estavam extiauridos, e nenhnma providencia
extraordinaria havia sfdo decretada pnra 0 8m de
remover 0 mal.
A situagio progressist* tinha cometlido am
grave erro. Vendo a renda da provincia crescer
de chofre em mais de 300 contos por anno, em
virtude dos precos fabalosos a qae stttagio 0 algo-
dao, suppoz permanent? um estado de eoasas qne
era todo occasional a dependento apems de liiaaj
circamstanoia.-a guorra intestina dos Estados'
Unidos.
Neste engano, cortou largo, repoltread.vno pre--'
sente, sem se apercebtT fla borr.isca qoe se-forna-
^a aos horisonles do futoro.
A consequencia toi, quando 0 ale^d io voltou ao
qae en, quando a renda !AcatBBoo para o sen
oarso normal, eram taes Us despezas creadas e os
compromifsos cntrahido, in? a p*bre>a do c-ffe'
toi a consequencia necessaria. :i-.
Sntao, inepta lalvaz aiaeila situagio, rendol.
Quanto a melhoramentos publics elles ahi e-tao
as villas de todos. Nunca Pernambuco tere o~.a
quadra mais focanda, nnnca 0 seu pr. gresso mo-
ral e material e naaaMeMad tio ptjante.
Naofallemos no au^raento da escohs qu.^et*
situigao tambem t-;m f ito e naj MhMaaa n> aa'
mento da firga policial e creagl) da outros s-rv-
gos quo cor.-em por conta da renda ordinaria
tratemos somente Ja3 obras feitas por meios de r->-
cursos extraorJinarios e de econ imias rigor .*
Ahi esta 0 theatro de Santa Isabel, recon-trnj
qnasi com am gosto e luxo, qae 0 toraa 0 prim drj
do imperio, ahi este 0 edifieio pu-aa nnaaMii
provincial, e 0 da eacola modelo, a casa era ino
runcciona actaalrnente a assemble.!, a eoadnsS >
de um raio do hospital Pedro II, 0 jardim I > ca n-
podas princeza*=, a coatinuaci) do calcameolo das
ruas, auxiiio d; 50 coatos para a igreja da Peaha
m-us de 10 legaas da estrada d: rodagem, diver-
sa3 pontes, entre ellas as da Magdalena e "axanga,
e diversas outras obras, e tudo qae de 1870 m
presente tem custado cerca de 3,500:0004000.
Diganos agora a Pr;vincia, se pode ser argai
da de esbanjamentos de dinheiros pabli.-os, a na
situaeiio, que era poaco mils de 4 annos, pig0 j a
divida aotiga na importancia de l,M2:00uaVX)'i, 0
applicou era obras pablicai, qae tod>s veem
3,500:0034000, e nao obstante isto. so tem ate aqr.'i
feilodividas na importancia de J,800:0\)O400O
Nao, nao cabe a uma s;!uag;o como a acraal ar-
guicio semelhante.
Se a Provincia, e certo, deve he|l qaantia aval-
tada e mais pole dever, com tanto qne a phase era
que estamos de melhoramentos pnblicos nao pa-
ralyse ; ma3 nera por isto os seus compromiseos
as suas despezas deixara de ser satiafeitas era du
e 0 seu credito defxa de fir nar-se.
"Por tanto, comparada esta situacio cora a dera-
hida. manda a josiica qae se reeoaheca a sujsrio-
ridade era quo estamos aos nossos adversano*.
E 0 publico, pois, qae nos Ja'gae.
Contmuaremos.
; *!"xf.
mercado.
do oovof provincia a tombnj no abysmo, temeu
I mao, receiou :om ella abysmar-se....
dar-lhe a
Ao publico.
: j li>awpai catisiii>r^oa aobre o aba-
K-riaaeat* dagwa pa>(a%el a cliaa-
le de Rcirr. (*, ralaR e meiow
de sanear a mia nttaeophrra. pe-
lo r. Pedro do Athayde Lobe
HoaaoM. rornaddat rm eaedlriaa
pela Facoldade da Hahla.
(Continoacao)
Antes da 6ra c^rista'ja se'viam por toda parte
indicios Je que se pmcurava provtr ao ohoos a
algnmas das principaesoecessidades dos proves : e,
?e qnizermos confessar a verdade, seremn* obriga-
dos a dUer que mais do qoe hojeae paten:eiaa par
modos dhwrsoe aqa>UeaieMaiaDs.
E" mcft'ntesfivpl, porem, qne 0 chrisliaaisaw des-
"nv dv.'n em malor escala os proeessos mainceada-
eentes a repirtrr eelss tons semeibantas t>t aae-
corros/mtando defies tMeascm neceidade. Foi
ai^im qne paVa^nais f-.c#tar a ac;ao da carida-
de, insiiiuiose 0 coiiveaU). hibospfdo, a aliji ipai 1,
o hospii.il. oudo reumdos o? doentas on ae> pere-
grin is cais depre'sa goiavam dos afllavios da
mais santa das vlitudes.
Serao. porem/ som?oe 03 donates oa es pore-
grino? quo preeisam d.- favo'es qae tbes tome.n
mnis fa-'il a vida f E para se viver .com alburn
^1



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J
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._ld nqrierds
fvpt
Pernaraliuco
iter^os cooven
-Jjcfualmen-
ode eonsiderar se bo
dajuas saulos arruinadas.
*\ ^Rersuadido disso, o poM JBJJhmbe" e Pedras
oEFogp couvida aos qti pre:Tsrrem de tralar-se
em .u* tliiha rilubiia,'- f& tftfttl* a eaUu l*CM) SI
rarft opde o tarasperte ia hoje 6 mujto Jacil, car '
i
coaforto o que e mister *
memo,,-. insul3;ieoate rcwpapjira, c*sg
e verdade
ser.era jgtes
ias do organ1. -.., _,,..
ftjuantidade sufllciente : .PQJ^IXoy r0.cauia3.destrujd.0rss ijM ijiadtqJp|av 1)
ialiftno-org*m8o. Sertfaflment^fr Sf ySlf
ar paro nao se mant&p *
ivem os indios br~
na a acjlo e n
aetividade e 0 nn
Dm agua nio 96 fariai
a agua e para bem
jfrealisam toJa as op
l,o que tern ojcorriJo
Bmpo ; eainda assirn]
,_'; se procurou mais 1
j'bem geral.
em que se natentepa semflre amigo
oado terreVQ, ett.qiB ufftcod ; que
pr'ovas de 'qtfe'sEus olhos alcanna vam
ongj, e nao estac.4yau1.no primeiro;mu-
Sdo para nelle se fljatem eternam$b,te ;
0, que se raos'lrou sempre superior a
squinhas ideas de bairrisnio e de peque-
noaialerasses; urn hotnem que sempre desejou 0
fceoj-4frsua provincia, e d'esta 0 desenvominento,
malfc4 a. moral; urn bomem flue encetou a. aber-
tura^das, vias de cominunicajaq,. conheeeodo qpe
dtfli^i brotariam as fonles de pnrWcjao da riqu'c-
za territorial ; urn homem que deu, grandc im-
P'll^u as arles e offleios, uiaudarjae vir boos om-
ciae^'da Europe, aos quaes no3 devemos rjuo s6 0
gosfy eomo a perfeieio dor artelactcrs inda qiie
e 0 peqaoui qu-alidade e liinitada especie, deque
g)zam)s ni a-tiu!iJ.iJe, pu-iua niugiem mais
confiiyipu a vereda por eife ertcetaaa ; um ho-
mei, eoUIai, que tendo nascido op meio dapjS'e
za &6 "legou a sua farailia urn njtn^, que, Msiara
[. -lendude ouvid 1c 1:11 graade re.:pei{o -ac'ata-
wento, e ulna pob.-eza lronrada ; essenomem, di-
go, ;bve a graade idea, a lembranga patriotic* e
altamenle hamanitana de Ju.r 05 seas comprovin-
ciaqos com o mais delicado aii.n) :
tfAguaem abundancia c graluitainente pata to
(l)m quanto prazor e euthusiasmo se escreye
aio^a uma ez 0 no:ue desse vener..n!lo cidadao,
que,eit Peruaaibuco abrio 0 verdai|eiro cacoinho
do progress0 ; que assentou os seus primeiros
niarcos ; rasgoii as primeiras estradas, e disse a
sens patricios -caauijjtat* j aqui esi;i a bussola
que dirig-5 ; a luz ijne vos 5ll|imiha ja vereda.
Essb homem a quem ojoguan conies^ a iniciati-
va dos primeiros merh iramentos maleriaes, que
foram executados em 1'ernambuco ; esse homem
que, para quem qunr saber da historia, deixou
eai cadi Ciatj de-iiacidade uiDa raemoria, foi 0
Sr. Fraaciscp dj RegoBarros, que falleceu Coode
da Boa-Vista. E aio hoave ate agora quem lhe se-
gaisse as pdgndas ? E porque nao houve ate
agora, nao havera amaBha ou depois quem queira
tomar em f ealidade 0 nobre e elevado peasamea-
to d<3sse cidadlo pre^aute, de*se cidadao, que por
seus feitjs gloriosos imrouruliscu se ?
E" de suppor que nao tarde 0 dia e:n que urn
ootro cidaiao tome em seus hombros a posala t3-
refa de eavidar todos os esf*cfs para que 0 po
bre teaha na propria habitacao abundote agua
crystalina e para com que niate a s6J, prepare
os aliinentos, lave a ronpa, conserve 0 aceiu em
seu djmicilio, modilijae 0 calor abrasador que 0
vivi-fi raute sol dos tropicos dardeja sobre as areias
ou c-..ljjan)emo e que reverberanJo sobre a sua
peqaena morada se tornaria insupportavel se nio
losifi moderado pelas inigacoes, aiaximc aas ca
sas em que 0 ar nao 6 facilmente reuovado.
E a luelle adininisyaditr que depois do Conde
da bo 1-Vista 6 0 primeiro quo mais tem se o.-cu-
pado do* dcsenvulvimeulos da provincia ; que em
pauco te'mpo a lem dotado de di versos e importan-
tes uieliiorame.ntos, nao querera tambem cmgir a
coriia de gloria que Ihs sera offertaia pela popu
lacao desta ciJade em recompen^a do mais rele-
vanie seryico que lhe poJe prestar?
Quem contestara que sera e-ie 0 mais transcoa
dc-ate mellnraaienlo de que necessita esta ciJa-
de ? e que delie nascerao incalculaveis vanlageas
para a saiide de seas habitantes'?
Cmlieniosn> patriotismo do dedicadj presiden-
to da provincia que actualmeote dirige seas desti-
nes, que corn certcza seni calorosarnente auxihado
pjr tjd-jj aqaelles que desejam de ceracao o pro-
gre.-so da sua provincia, cujo futuro e grandioso.
Mjstremos que 0 sabemos comprehender ; e que
do^ejamis cuntribuir com aquella diligencia que
e.-ta ao nossq alc^nce.
Tjdis vos coabeceis ds perto as necessidades
dos pabr., e os vexames pjrqae ellei passam
quotidianamenle ?
Sabeis por ventura qus 0 p-ibre nao tem as ve
zes nem agua para malar a sede, quanto mais pa
ra loflM os outros iisos de |tt9 te.n mdispensavel
u-cessidaJe para vier ? Ignorais por acasoquc,
n'am paiz qaente co:no 0 nosso, nio se pods pres-
ciadir de frequentemente tomar banbo:, e de ob
servar 0 maior aceio na roupa para evitar as mo-
lestias? Vos que viveis na abas.anja, na opulen-
cia, ou pelo menos com algum conforto, avaliais
por ventura as privapoos que soffre 0 pobre ? Sa-
beis que elles nao tern e;n varias oc;a?ioes urn
poucu de f.iriuha, ou um pedace de pao para ma-'
tar a fome de manlia cedo de tenras criancas
que choram por alimeotacio, porque ja havnm
dirmido scm ceia ? V6s vos Ismbrais urn so dia
das privncfi is, a que vive sujeita a viuva bonesta,
qae nao p'ode nenimres procurar recursos ? e 0
homem doente, que esta preso ao'duro estrado ?
ou a donzella desvalida, qua quer conservar sua
hones'.idade ?
Qaanto custa aos legishderes da provincia dar
todos os anaoi uma exlgoa subvenrio aos estabe-
leciraenus de candid* para qua p"osam estes es-
lender a maior numero de sotlredares 0 fillivio e
.conforto de que tanto prccisam !
Ignora se par ventura qae graade numero de
iadividaos deliahe a mingaa de recursos; porjue
o sea estado morboso nao Ihes permitte fazer os
neeessarlos esforgos para adquirirem os meios de
subsistencia ?
Percorreia cidade; e a cada canto eneootra-
reis a falta do mais necessario a esta penosa exis
lencii. Encontrareis a pobreza com toda sua he-
diondei ; ficareis admirados, sira, porque igno
rais qne possa haver tanta miseria. E como re-
cuar um ia-unie em foraecer a pobre mansarda
ou a humilde lija um dos elementos iniispensa-
veis i vidi ? Como nao livrar an meno3 0 mise-
rave! de um dos seus mais vexatorios tormeo-
tos?
Nao e so a moderna civil isajao que pertencex
a; glorias da tcr-se occupado de combater as cau-
sas, que podem prejudica: a saude. Os povos an
tig js 0 coaiprehenderam e pi>zaram em pratica al-
gum desses grandes priucipios : em parte algama,
poram, foram lodos elles executados ao mesmo
tempo de sortu que nunca 0 proveito da aalubri-
dade foi cotnpleto ;> nem mesma oa antiga Roma
tao altiva e soberba por seas deslumbrantes es
plendores.
Por urn instincto natural as p.opulacoas proeu-
ram as pioxuinaaUes dos rios ; porque abl me
lhor vive.m e se desenvolvem. Por an erro do
qailate de maitus outros, os rios tem sido conver-
ti J i em escoadoaros de toda qualiJade de im-
mandicias. Pelos males de ordem superior que
tem-se origin do Jtssa de-idia. trabalba se boje
c >m todo empenho para restit lir a limpeza aos
rios; e a terra os element-is fefiilisantes tio abun
dan'.emente bavidut nos residaos excreta los.
I. n-f > em dttnasia tem sido 0 somoo, que se
tarn dormilo, desle qie oassou-se de continuar no
caminho trilhado pelos antepassados. Felizmeote
para a hygiene parece qua esae lelhajgo vai ser
laterrdmpidn peia geracao actual, que a cada mo-
menlo e despej-tada peln clamores suscitados pe-
las reiterala* epidemias* que neahum outro in-
centivo encontrara para sea d^senvolvimento, se-
nio as causas de ii*alut)ri Sale tao espatnadas por
toda parte ; e al^umis aittnaodo taoto em segre
doe com tanta aleivoia. q ie ainguem acredita
nellas. apezar das repetidas advertancias dos ho-
bomsn* da sciencia.
[Conlinuar-ss-ha).
ece, ha aqui boa
a e hospitaiei r|
(casa
mm
Bpolacad ge- far
|a a propx>r-) An
aue-^MP?Fi4* c.*
toda parft. >"
i reAafcelciaejfto
tara onde 0 larnsperte ia hoj._
d i di$nhbttfaii1taa; fi& sp- ttfl)ft(fiff ^ii
e^ prodiea e propicia pode offerecer-lhes, como
tapibariii Vie (Upendtf I dos. hOMth&bhetft
Itambe, A de setembro de r874.
Manesipfarmes, gpem vos.eyocca das.regirjes
sumt/iias ooie deviMs jazerr e algum- po4*r oc-
cuito vos depreadea assun. dos grilhoes da morle
paa UewnpdardeB "was, pefqBe pae 'wj
a^sim,voj acoberta;s com a cana.dA mvjsiirej
rai essa- niassara nojenta, apwldawf-voa-w
v^ssa. h/plipp^fiz,i n^a qua an;. noa ^c- yos
resposta qoe, 1B0
Durahte os tempos rfJepd*n,'"na'ee'
caugoes que conveai tomaf. Km p. imuiro lu,jar
ooavem eTitaros excessos ae (rtialqtier sorte, srs'be-
biJas frias, o* b .nho.sff-ios, w VefJjios muito quea-
tesi ou mnito leves, 6 preciso observar nisto nm
tanne rapdjo. Convem Nonlinear com a-geadrp
de vida ordinaria, fendo 0 cnidado dw"tdmar as
preoia!_(>> aeiraa indieadas.
Um ex :elreote melo de preserVacao cotrsrste n'am
graade empragi) d>> l.icorlie\L'ibun\iaque, ( Mlp de oxydo de sodram) mlsturarJo com s) par
los, do agua. Borrifa-se os aposentos ou deta-se
em vjsos aaertos ollocd s sobre os trastes. As
cav.illaricas, enrraet, CR., dfrem ser barrifados
uma ou duas vezes por Jia com 0 fy'cor de {ji-
bmraqut, igualmecte nii.-turado com SD parte.-
d agua. Em dose da uma eu-duas colheres gran-
des por litro vapt.igem para 0 aceio do corpo, os bsshos e lo-
c5es. j
0 emprego do Licor de Laharraqite. tem prts-
tado grandes servigo?, sobretudo nos paizes quen-
tes, durante os tempos de epidemia de toda espe
cie.
Quatro marinheiros g'egrose logodepois^it)
mariuheiros haspanhoei, atacados do typhagnaut"
co, eatfaram para 0 lafarelp. Os airdrgic>es e
guardas de -au.de, erKariegados' ie os tratar.em!
pregaram 0 Licor de Labarraque em lavagens,
aspersoes, ablucoes. Apezar d'um contacto de
uuarenta dias, nenhum delles contralou a moles-
tia. (Uelatorio do Sr. Robert, medico do Iazareto
de Mars'elha, ao ministro do interior.
1 Durante a ultima peste de Alep, 0 Sr. ia Les-
sens, consul geral de Franca na Syria, e 0 Sr. Dr.
Caporal, medico de S. E. ioussouf-Pacha, experi-
mentaram 0 Licor de Labarraque. Ivies declaram
jiie as pessoas qua dell fizeram uso, tratavam
impunemente os empestados e lhe sappli-
caui de maudar para 0 Orieute uu.i granda
quaotidade desse poderoso preservativo. (lle-
latorio.dos Srs. mordom>s do Iazareto de Marselba
ao ministro do interior.)
Felix c iniaoconte i^noraucia.
Segundo opiuiao do gnado Sir Astley Cooper,
nenuuma pessoa devera saber, por qual<]uer sen-
sacao physica que seja, que possue un estomago.
Comtudo aqueiles que diariamenta sao admoesta-
dos da existencia dasse orgao, por meio de dores
e todos os mais concommittantes da dyspepsia
cujos estomagos digerem imperfaitameate, segui-
do de certas sensacoes indescriptiveis, e enjo syste-
ma ioteiro soffre e ve-se flagellado por esse mem-
bro rebelde, a esses 4>remos qae experimenlem e
usem ao menos ama vez as pillulas assucarada9
de Bristol. Tao cert) como elles assim 0 faeam,
sua martyrisadas existencias encontrarao em bre-
ve as melboras desejadas. Elles entao por sua
vez esquecer-se-hao que tem estomagos, salvo
quanJo 0 appetite, creadopor esta genial catharli-
co estomacal, Ibes lenbra -que 0 regenerado e ro-
b^stecldo orgao, re quer am carlo supprimento de
atimento. Nao se seatira mais oppreasio ou vexa-
me depois da comida, dores do lado direito, pesa
del03, ou cjn3tipa?Io do ventre. As curas produ-
zidis por CJte puro e iaeomparavel alteralivo ve
getal, sao completa3 e pencanentes. Ellas acham-
se meltidas dentro de vidrinhos, e por isso a sna
conservagao e duravel em todos os climas. Em
todas 3 molestias aggravadas ou provenientes de
impureza do sangne, a salsaparriJba de Bristol de-
ve ser lomada conjunctamente com as pilulas.
I rox.*rft'5B3 ufi> to* "TL
'igueira 28 pipas e 5 b;
a, WnUt-gj^
pipasla ftilva>Grlmaraes
jlIijujIijl (MjjUiu
Iva Ramos.
4ropeicx#IiJH'
iyrrozjiO saccos a^AnlqnioJ'rancisco Corga, 100
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19 volumes"a'drversbs.
Borracha 1 bauj
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rteadimento dp dia 1 a 28ifi0l*ee8
ldefnMoafa# rJ;. -.JT^
amisas 1 caixa a m0Mutit.jf{
torJio Siqueira, I h4a. rAhn'
caikas a orde
ordem, 16 a ,,
doj a jpintp d^] Sifv".J^a|3apJ "C.^
V

0-
u
JUNTA DOS CORRETOHES
Pruca do Becire.SOdesetembro
de IS 9 4.
AS 3 HOKAS DA TARDE.
COTACOSS ofkicuks
Algodao de Macao 1" sorte 73500 por 13 kilos.
Couros seccos salgados boo" rs. 0 kilo.
Desconto de letras 10 OtO ao anno.
a. ae Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretano
4LFANDK0A
deadimen.o do dia I a 29. .
dam do dia 30 ...
.
Bacamao, etc.
eldimento do dia 1 a 28 1:817*867
ItfetQ do dia,29*. Imm. S99,
5:69MM3
a Lui( An-
-Cerveja 50
*hardbas a
lachfS far-
_ 20|2 caixas^
a ferria-ndes da Costa;'C0r2 a Souza Bastes k 6.,'
'i a 2(2 a J. 0. C. Duvle, i|2 aos con-ignalanus,
10 a ordem, 1 a-Ferreira & Vellos^ 21 a Jose
Daprle Simoes^i C-, 1 a JoL^B. de QJiveita. 49 a
Cardoso 4 MartklA fcrr* dfTrNrf[f_barri-
caaa S. P. John-ton & C. Canela 10 caixas a
rde. lalpaa,! lUm HiwIm fciani > ^ynf
Clift[ieosTe soTTcaixaa CraWer Frey 4"C:"Ctramr
bO:20 cunhjele* a Joaquiol A. JjfeEejrft'* ft I
Elastic.) 2 caixas a ordem. E-iopa 7 fardos a
Plilpps fyftffiff} 4 Siilalk
Ferragem 1 volume a Horeira fTaUiday& C 4
a H.wkls- "4- C, 6 a P.'*Enaty; ^6i a Partnte Vi-
inli i C, lb a &. P. J .boston \- C Farinbs de
irijo 257 barricas a or Jam, FoUu da Flandres
309 cu:ia*tes a Parents Vta/ma & C F10 3 far
dos a S. P. Jooaalon & G. ..Fylhas de metaJ, 10
caixas aos cousign*uno3, 3 a S. P. Johnstm 4
C. Fuojlosde co'bre 3 Ceixes a Brafa & Piraen
tel. Folhas de copre 18 feixes a S. P.' Johnston
4C.
Linha 5 caixas a J. P. L. Ba-t js, 15 1 Pare ale
Vianna St C, 2 a Corv^lljo Pereira 4 C, 30 a B
Thomson (S; C. bOBea 12 gigas a J. A. Pereira &
1 Lona 1 Hrdo a I Ctiristiapi 4 C.
Hedicamentos i caixV a A Caors. ftlachi-
nismo 1 cai/cs s A. ttoage & C7 I A ?ja/*,* LAricos
C. Vjaaoa.- M*idoriak dlversas 10 volumes a A vein
ordem. Meias 1 eaixa a Papula teiga 9 caixas a Jorge Tass.0, 32. a BaltrSo & Fi-
Iho, 17 a ordem, 7 a J; C. Braga, 12 a Thomaz
de A. Fonceca & Successores, 1 a Antonio Fer-
reira do Carvalho, 4 a J. B. de Oliveira, G a Costa
Coflha 4 C, 22 a B. Thomson & a, 6 a E. Jose
da'Motta, 8 a Lebre 4 Reis, W a;Magalhaes &
Irmao, 8 a Jose M. dj Roza 4 Filho, JO barris a
S. Bastos & C, 23 a Cardaao ^ Matiim, 20 jar-
ros a Mills Laihan & C. Meias 1 caixa a Jose"
de Almeida & C.
Objectos da metal 1 caixa aos consignatarios.
Oleo do linhaca 16 barris a P. Maorcr & C. Ob-
jectos da e.-goto6 volumes a Recife Drainage Com-
pany. Objectos para gaz 6 a Simpson & C.
Perfumarias 2 caix-as a Otto Bohres. Pimenta
20 saccos a P. Jose da Costa Amorim & C, 25 a
Jorge Tasso. Piano 2 caixas a Dhibaat, Presun-
to e toueiutio 3 caixas a Brag 1 Son & C, presun-
tos 5 caixas a Jorge Tasso, oa JoseC Braga, 2 a
B. Thomson 4 C, 2 a B Itrio & Filh0. Preg.is 1
barrica aos consign tarios, 1 a S. P. Johnston &
C. Papel 1 fardoa Theodoro Christiansen, 1 caixa
a Uouhard Metiler & C.
Queijos 1-5 caixas a Jorge Tasso, 2 a ordem.
Sellas 1 caixa a J. B. Oliveira. Sabao I caixa
ao mesmo.
TeciJos 41 volumes a L. A. Sique ra, 1 a Adam-
son Howie 4 C, I a M. de A. Aadrade, 296 a
Keller & C, 3| a Jose M. da Cruz, 66 a ordem,
189 a Cramer Frey4C. 52 a OJinda, Jardim 4
C, 41 a GoncaWes & Inoao, 12 a Aicoforado Viei-
ra & C, 13 a Monhard, Meltler & C, 36 0 Eduar-
do A. Burle & C, 13 a tdagalhaes 4 Irmao, 2 aos
consigoalarios, 4 a Carneiro & Nogueira, 133 a
Mills Latham & C, la Braga Son 4 C, 3 a Ma-
chado Pereira, 119 a B. Thomson & C. Tax a de
ferro l a S. P. Johnston & C. Tapetes 1 fardo a
erdem. Telha 9 barricas.a Thomas A. Fonceca 4
Snccessores. Vidros I caixa aos consignatarios, 2
a Theodoro Christiansen 2 bar. is a ordem, 1 a J.
B. d'OIiveira. Velas stearinas 100 caixas a Rabe
Schmttau 4 C, 50 a Thomaz A. Fonceca 4 Suc-
cessors. Vintn 26 caixas aos consignata-
rios,
Refdimen
do dia 29
\
Readirrreoto fli
ir-l'
.ifiP, .Hi'B,o art natio r3e Y^eTajoref
?iJM9^ ^ W^ do uwi| i^JM *^AS JBTHRINA3 GE j^i r ^^ *&> *MB* U
48:038*3J* '
frate: Joaqnira Josi Gon^aJfes BehTlo
S-.m^i]** 49^fwe;io 0. 6, 1*oda/. m* '
A tarn comnwriatT Iwmca^k'dgt fneto
^ d'OlirtiiraAC., Jtua^o,
9a, anna caw lerre* por
fv- Gobrial Anttaw, ama du j*wr
ii. 77 Jvanna

i
IWIoWJi
2, encarre^a-se de exec
para otabarqae de prodoctirt o de
mais- awgocios de com mise*, qoor cona'aaw
lilies, qoer bamearies. '** -
' Decent* leUras, e toma diniwiro a pr*-
'nio, cornpra cambiaes,. fe saca i-vista
e <
Idem do dia 2')
AUEMCiAS I'HOVINUWES
Uq'uHos esplrilhrjsos,'
r j 1 iazo, a voutade do Igmador, subre as se-
guintes pcai^as estrau^eiras e tucieaaec :
L.on LouprJs, b "lowpoa and BAisjKTrc bank,
limited, e wris casa* de 1? classe..
Paris. Sobre os banqaeifrj*. rouufi
& O,, MARCBARD ANDr. A C. A. BMCOVB,
VIONAL & C.
llumhttrgo. Sobre os Srs: toko
SCHO BACK (& vnUOS.
tAshon. Sobre os Srs. fons*gas,
SANTOS & VIARN*, 6 SEBASTlAO JOSE DI
ABRBII i j -i
Porto. bobre bamco niie no powto
0 Sr. JOAQUW WOTO A FOWSSCA.
Para. *s Sobre o banco coumercia-
oo para., e as Srs. francisco oaudencio m
C06TA ($ FILHOS.
MaranhBo. -r- Sobje^o Sr. jose ff.s-
REIBA DA SI^VA JUNIOR.
Bahia. Soive os Srs. marinhos & c.
Rso d<
29, : : 67**000 <,! 7
Fu. o "eTc^77" ;'fr7-*?38
Itedimeni6,dq dia la 28' 2*449 Ji'i 1
MWa'*> di* 90 I Biif'if
2:4491141
^"v j------. ---------^_
I
1:8061470
23^)194416
Thesoufo povincial de Peraamuco, 30 de setem
brg de 4874.
0 espavao,
Joan Carneiro M. da Silva Santw. I(
Bpco CoouQcrc-ial d^ Braga
Jorge Tasso
37 Rua do Amorim 37
Sacca qualquer quaotia a prazo ou a vista
sobre este Banco ou suas respectivas agencias
nas seguintes cidades a vWas de Portugal, iliias
adjacentes e Hespanha, a saber :
Poriusal
Patacho nacional Rio Branco, en trade de Po to
Alagre na mesma data e consijgnado ao barao do
Livramento, manifestou:
Milho 2,900 alquejrea a ordem.
Magnus, enirado de Liver-
e eonsignado a Johnston Pa-
S67:8b"3sl3ii
21:323/360
S89.176^495
Descarregam bojs 1 de outubro de 1874.
Vapor iaglez Student (atracado) mercadorias
para alfandega e vinbo para deposilo no
trapiche Barbo-a.
brigue portugue: Bella Figueirenee 'tinho
para deposilo no trapiche Cuoha.
Brigue austriaco Bakar firinha j& despa-
chada para o caes do Apollo.
Patacho inglez Bonito farinha ja despachada
para o caes do Apollo.
Patacho sueco Magnus carvio ja despachadq
para o caes do Apollo. 20
luparlacrto.
[date nacional Flor do Jar dim. entrado de Ma
cao em 29 do corrente o eonsignado a JoSo Jose da
Cuoha Lages, manifestou :
Algodao 24 saccisaJose Lui.z Goacalves Fer-
reira & C, 24 a Guimaraes Irmao ^ C, 10 a
ordfra.
Courcs salgados 231 a ordem.
Pallia de cornatiba 350 molhos a ordem.
Sal 350 alqueires ao consigoatario.
V^por ingl-z Student, erilraio de Liverpool por
Lisboa em 30 do corrente e consigoadpa Jobqslon
4at9r & C, mahilestou ;
AoJ eofcrmoa.
Maltose lem occftnady os ho me as de coraipao
e amantes
em nossa ter
dicos da capital defta provincia de muito proeu-
ram encontrar nm lagar, onde o clima favo
re;a as curas de certas moleslias; e par bem
looae se lem andado, quanJo aqui, na dUaucia
de 20 leguas, pode encontrar-se o qae ha de me
lhor.
Pedras d Fugo, c ilticada em uma grande ele-
vacao e exteoaa piioicie, qo3e nao s eneontra
aguas tolagnadas, shirks, on pantanos, onde
a ventil^cio e livfe, o ar f eseo e o clima terope
rado e secco, offarece as melhores proporfoej
para auxiliar a cura da) molestias, qae demaa
dam am amoiente baaafoo.
Aleai das condir,oes hygi?uicas, qae a aatuiw*f
Carga da Lisboa.
Arcos de pao para barricas, 100 rodas a Fran-
ci-co (lib iro-Pinto Goimaraos. Assucar caodi 1
caixa ao Dr. J. S. Ramo*.
Batatas 400i caixas a Lima 4 Silva, 254j2 a
Silva Guimaraes & C., 50|2 a Francisco Jose da
8. Gtrimar'aVs, 200j2 a Amorim Irraios 4 C, 30(2
i orjiem, 50{2 a Costa Cunha 4 C, 40^2 a Moo-
teiro Junior 4 Feruaades, 10i2 a Jose Joaquim da
Silva,
Cal 200 barris a OSvaira Rlho3 4 G., 130 a
Beltrao Si Filbo. Cb>l\v JDO caixa? a Thomaz
de Aquino Poneeca & Succesjores, 85 a Silva Gui-
mariei & C. 25 a Coata Cunha & C. 25 a M/.n-
(elfq JuSior & Pernandes. 50 a J. ge lasso. Cera
. em gmmo IS caixas a Oliveira, Fdhos &'& Con-
di humaDidade, da salubrUade public* serves Bri caixas a Pereira Vianna 4 G, Cibo de
srra, como em tiJiaparfe. (Ji me cojo 2 pecas a ordem. Chinellas d'onreHaa 3-
1 eaixan a Antoow do Paiva Ferreira, ia Maaoel
Nunes da Fbaceca, 1 a Satyro Seraahfm 'da
$ilvi. ltFr*
FtjiMgew li cawas a J>ao S. Garaeiro da Cu-
nhi, fructas 50 caixas a Lima & Silra, 12 a
a Monteiro Janior Feraaadea. Figos 20 ca-
ias a Jos* Maria Paloieira, 10 a Jorge Tasso, 10
aradea a Silva Guimaraes & C, 5 a Franco d*
Cnnha & C.
Livifls i caixa 4 lva Guinaaraes & C, 1 a Joia
H. (Ie Santa, t a Silva Card zo & Pes-oa, dito^
Is i oailta Walfredoic Souza. Lavas, de
a | caixa a Papoala 4 C.
ana i ca>?a ao Dr. h da S Ramos, ajalful
Patacho sueco
pool na mesma data
ter & C, manifestou
Amostras 1 volume a ordem. Ancoras de fer-
ro 15 a ordem. Arroz 200 saccos a ordem, 100 a
Magalhaes 4 Irraio. Cerveja 100 barricas a or-
dem. Cabo 6J pecas a Keller & C Correntes
de ferro 2 a ordem. Canela 20 caixas a Fernan-
des da C sta 4 C. Cutilaria 1 barrica a Von
Sens ten 4 C, 1 caixa a J. dos S.JOIiveira. Cbapas
para fngao 23 a llawkes & C, 100 a 5. P. J>
nhaslon & C.
Fundos de cobre 3 leixes a S. P. Johnston &
C. Folbas de cobre 5 feixes aos raesmos. Fer-
ragem 11 volumes a Jose dos S. Oliveira, 18 a S.
P. Johnston 4 C 11 a llawkes 4 C, 1 a Luiz A.
de Siqueira, Fio 1 barrica a llawkes & C. Po-
gareiros 517 a S. P. Johnston 4 C. PoHes para
ferreiro 15 aos mesmos. ,
Loii'.-a 7 gigas a ordem, 3 volumes a D. A. Ma-
theas. Lona 4 fardos a Otto Bohres.
rfedicamsntos 7 caixas a ordtm. Machinismo
16 volumes a S. P. Johnston- 4-C.
Objectos diverses 231 votames ao empreiteiro
da ponteda Koa-Vista. Dilos de estrada de fer
rf) 262 "olumes a via-ferna do Recife a S. Fran-
cisco.
Pregos de eobre 1 barrica a ordem. Pimenta
saccos a Fernandes da Costa & C. Pregos 40
barris a Paranle Vianna it, Wj Hawkes 4
C- Pas de ferro 6 caixas a S. P. Johnston 4 C.
Saccos de eelopa 21 fardjM Adomaon Howie
4 C.
Tecidos 8 volumes aos eoBsigoatarios.
Vidros 2 gigas a orden,Tharrica a Hawkes
& C.
DliSPACHOS Dl| BXPOKFACAO NO WA Pi
SETEMBRO'DE 1874.
Para os portpi do i-HUrw.
Para o Bio de Janeiro, no treporpaatuguez
Almeida Girrelf, eamefoo^'. A. G. da Costa Leite
2 volumes com 440 abaoacbis.
Para o iiio ie Janeiro, no vapor nacional
Ceara, carregou : F. F. 'de Vovaes J4 caixas com
84 hifos deararota ; J. J. Ferreira 10 barricas
com 600 ditos de cinza de ossos
Para Slaceli.no, jrfnor nacional jajuaribe,
carrfgou : M. r. Brbosa 4 barril om 96 htros
de alcool ; J. A. G. Pirei & G. t barricas com 260-
kilos de earvao aoiatst.
Para Porto-Caiyo, na bar6ac> S. Frandsca,
carregou : B. (femes 4 C. 4 barrica som 65 kilos
de assucar refinadn; A. J. b. Teixeira, 1 tolume
com 30 aitos de dilp.
Amarante. Guarda.
Aqadia. Guimaraes.
Arcos Aveiro. Gouveia.
Lagos.
Agucda. Arco de Baulbe em ca lumego. Lisboa.
beceiras de Bastos. Louie.
Barca. Melgaco. Mirandella.
Barcellos.
Beja. Moncao.
Bragan^a. Mealhada.'
CUaves. Moote-mor o velho.
Coimbra. Oliveira de Areraeis.
Coura. Ovar.
Covilha. Penafiel.
Castello Branco. Pinbel.
Caminha. Ponte de Lima.
Elras. Portimao.
Estremcz. Porto.
Evora. Povoa do Varzira.
Esposende. PorfAlegre.
Famalicao. Povoa de Laniioso.
Faro. Regoa.
Figueira. Fafe. Silves.
Santo Thvrso.
Thomar. Villa Beal.
Tavira. Vinhaes.
Torres Novas. Vizeu.
Valenpa. Villa da Feira.
Vianna. Villa Pouca de Aguiar.
Villa do Conde. Villa Real de S. Antonio.
Villa Nova da Cerveira
lllias
Funchal Fayal.
Uettpanlin
> adrid. Cadiz.
Bdrccllona. Orense.
Vigo. Coruna.
e Janeiro. Sobre o ba.no!
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASILIENNE FRANCHISE.
mmmn m port*
I-------'---------------;-------------------------,1
Navios entrados no dia 30.
Liverpool por Lisboa24 dias do primeiro porto e
18 do ultimo, vapor inglez Student, de 461 to-
neladas, commandante William Jack-on, equi-
paeem 45, carga differentes generos; a Saun-
de7s Brothers 4 C
Porto Alegre30 dias, liigar brasileiro Rio Bran-
co, de 300 toneladas, eapitao loao Goncalves
Reis, equipagem 10, carga 2,900 saccos com
milho ; ao barao do Livramento.
Liverpool 43 dias, pajacho sueco Magnus, de 178
toneladas, capitao W. Edslron, equipagem 8,
carga differentoi generos ; a Johnston Pater &
Navios sahidos no mesmo dia.
Aracaju e portoa intermedio3 Vapor nacional Ja-
guaribe. comniandaute Julio G. da Silva Neve?.
carga dill- rentes generos.
Portos do sul Vapor nacional Cram, comman-
dante Cypriino Anlonio de Quadros Junior, car
ga varios geoerqs.
Porlos do sulVapor porluguez Almeida G met,
commandante Tomasini, carga parte da quelrou-
xe da Europa.
Companhia Iademaisadora
do Porto.
CAPITAL
Thomaz de Aquino
2,000: OOOfJOOO.
Foflceca 4 C, successires
agen'es.
EH i companhia loraa seguros raarilimos e ter-
restres, dando nesles o sepiimo anno gratis acs se
gurados.
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Beltrao & Filho sacaro
Joaquim Jos6 Goncalves
por todos os vapores sobre
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Agaida. Fafe.
Aveiro. Faro.
Beja. Guarda.
Cbaves. Leiria.
Elvas. Lisboa.
Amarante. Barcellos.
Guimarae3. Coimbra.
Covilhi. Mirandelia.
VIelgaCo. Penafiel
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Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
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Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Laraego.
Estarreja.
Valenca.
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Cabecetras de Bastos.
Castello-Branco.*
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Oliveira de Azeraeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castelio.
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Madeira, S. Miguel, Faiai e Terceira
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CAPATAZ1A DA AJ-FASHURGA
\oodiniaato dbAia 1 a 19. 43;ggfri3^3
4m do dU 3jJ: '3B^665
VOWJUBS SAHUOii
No dJAiKflf ....
Vo dia 30
frioaeira pcria y; ..
Ksrcbira por^ \ I
26^97
189
58
108
2,038
" SBRVigO MARiflSO
t:>a;*aga descarregadaa no tr&.ia *a
So dia 1 a 29
I
0ONTR4 0 FOQO,
A QORipaohia Indatnnrsidora, estabeUcidi
ieia prr;a, toioa seguros macitimos sobr<
aavira e je^s carregaaientos e contra fog<
wediftctaj, raefcadorias p noi>iUs: R>
a djo Viiio n. K, pavimepto *wi*.
comanhlTaluanca
taw offt^rfei^ na ?Wii?
0
Dr. Quintino Jose de Miranda, jui. de direito
da pnmeira vara civel desta cidade do Recife
de Peroambnco e seu termo, por sua magesta-
de o Imperador, a quem D*u> guarde, etc.
Faro saber pelo present edital, q'ie nos lermos
do artigo l. do decrelo numero 169o de 15 de se
lembro de 18^9, dentro d) prazo de 30 dias con-
lalos da publicagao do prejente, recebera esie
juizo proposta* em cartas fechadas para arrema-
tacao por venda da eserava Isabel, crioula, fula,
de idado de 30 annos ponco mais ou menos, ava-
liada por 600000, c do servigo domestic, a qual
pertence !T Francisco Alvea de Miranda Var^j*".
e vai a praca a reiuerimento.de Jos6 Tavares Pi-
nheiro na execuc.ao que I e encaminha por esle
juizo ; sendo qne dita eserava acba-se em poder
do respective depositario Manoel Jose de Miranda,
a rua Direita desla cidade, onde podera ser exa-
minada, e para qne cheg.ie ao conhacimenlo de
todos mandei passar o presente, que sera affixa-
do no lugar do ccslume e publicado na imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 30
de setcmbro de 1874.
En, Henrique Cecilio Barrelo de Almeida, escri-
vao, o subscrevi e as^ignei.
Quintino Jose de Miranda.
I
if)9
3%,00
UD.OW
I r2.flW
l:l|.l,**
l:4V>>*
iieo.ano
S32,(M0
2SI.000
l.SHOjOQI'
336.QWI
300,000
240,000
(IW.00.1
iii,om>
660^000
iitjOOf
300.0i
JiO.llOO
tco.rou
I tJOJ.ti
0 Dr. JoS'' Do:nmgu)s da Silva, juiz .-ubsiitut do
juiz de direito e orphaos da comarca de Olinda,
por Sua Magestade o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
Faco saber aos que o prcsente edital virera e
delle noticia tiverem, que no dia oito do proximo
viudouro ibok, a uma hora da tarde, depois da au-
diencia desle juizo. tem de se arremat3r, por ven
da, a quem mais der, uma casa terrea de pedra e
cal, a rua do Commercio, oatr'ora Quatro Cantos,
n. 14, chaos prcprios, 4 portas, 2 salas na frente,
sala de detraz e quintal]; perlencente ao espolio de
Jose Francisco do Nascimento, a qual foi avaliadi
por 800/000.
E para que chegue a noticia a odos, man lei
passar ediiaes que sera.) publicados pela imprensa,
e aflixados nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade de Olinda, a 2 de
setembro de 1874.
Eu, bacharel Francisco Lids Caldas, escrtvao, o
escrevi.
Jose Dommgues da Silva._____
0 desuiubargador Franciseo de Assis Oliveira Ma-
cie), official da imperial ordem da Ilosa, ejuis de
direito privativo de orphaos da cida ie do Reci-
fe de Pernambuco e sen termo, por S. M. o Im
perador.a quem Deos gnarde, etc.
Faco saber a quem o conhecinento do presente
ohegar, que por ele juizo e a reqaerimeuto de
Francisco Luiz dos Santos se procedeu a jm-li&ca-
cao de prodigalidade contra seu iillio Manoel Luiz
dos Santos, e depois da prova teslemunhal, e pa
recer do Dr. curador geral, subiram os.autosa.'mi-
nha conclusao, nos quaes proferi a sentenca.do
theor segu nte :
Vistos os d cumentos de us. 5. a fls. 11, e ia-
qnericao de fls. 13 a fls. 16, que provam estar o
jaslificado Manoel Lnizdos Santos praticando actos
de completa poodigaudade, o hoi per incapaz de
administrar sna pessoa e bens, qne ficarao sob a
admlnistracao de sen pai Francisco Lnis dos San-
tos, a quem nomeio curador.
0 escrivao passe eaiiA para ser aflixado no Id-
gar do co-tu'ne e publicado pela imprensa, e ens-
las. Recife, 14 de setembro de 1874.Francisco
de Assis Oliveira Maciel.
E para quo niaguem faca negocio algum com o
precitado prodigo Manuel Luiz dos Santos, senao
por iotermedio de seu corador, com previa autori-
sacao deste juizo, mandei passar o presente que
sera aflixado no lugar do costume e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 16 de setembro de 1874.
Eu, Manoel do Nascimtnlo Ponies, escrivao, o
subscreTi. ....
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
Reeife, 16 de setembro de 1874.0 escrivao.
Manoel dd Nascimento Pon-es.. .
Aosello 300 rs.V. S. S. ex-causa.-Oliveira
Matiel. '
Consulado, proviueiali
Para seiencia do; contribuintes do imposto da
decima urbana e os effeilo*It-fltes, emseguida pu-
blicm-se as alterac^es jrerificadas no lancamento
do inesmo imposto no eofrente anno fiaancoiro de
1W4 a OT*. ficando aberto o prazo de 30- dia-%
nas 'lermos do art 36 do regnlamontoda 6 de abn
do corrente anno, as reeUqwgd^.qae porvenura
pasta in e> a fazer o> iqteressados. ,
Alterar;oes veridcadas pelo lanijadsf .Joaquim de
Gusmi'Goelhj, no l:jn(amento. aa decima or
bana rents de 1874 a 1875.
Rua da Paz
H. t. Bernardo J036 da.Cott* Valen-
te- uma ca-a terrea com sotao ar-
rendada por 384,000
N. 84. Or. Bslovao Cavaloaate de Al-
bu merque, uma casa \errea por 276,000
N. 4.J. qr.r"raDc^coMachida8eJro-
S. 9. A mesaa, ama Ma pm
N. 11. A aeaoia, oma M%#er
'J4j7, JosetoSilvFAw^jSadJu
' por
fi. 17. Joaqatw Antonie P^wwa,
diia por
V*. 23. 0 mesako, uma (Uu po/
Paulino Cafanra.
iV. 4. Joaquim Pereira 4runt. i/nltt
dita pop -
%. 12. DoaingosrtiwesFerrtira, M
sobtado de 1 aaJ?r e V>^ p^r
^'. 2U. Maria Izabel dv Jesus JJfenej,
uma casa terrea por
flit, 4. Joaquina BvrBardina de li'
tro Met, omalua por
N. 3. Antonio Gomes do Aranjje, oa
sobra-Io de 1 addar e loja nor
IS. 5. Jua

im Pacbeco da Silva, uma
casa terrea por
.1. 9. JoaiuHn de Souza Um*. ul'w
brado de t aa^ar e hj* pur
31. I& FraMiseo Manoel da Silva Ta-
vares, uom casa lerrea por
X. 17. baberPerreira Balur, oa so-
brado de i aadar e loja por
Largo do Carmn
N. 2. Dr. Maoael |Aolonio 4a Sthra
Rios, um sobrado de 2 andare*, so-
tio e duas lujas por
N. Ifr. Francisco iude< de Aranjo,
um dilo de 2|adiirs I Ja por
N. 18. Uermelindo da Silva Caaeea.e
l outros, um dilo de z au&re* e
loja per
N. 9. Bernardo Lu^/ J'ereira-Ivrla-
gal, am dilo de 2 audares eloja
por
1^. 11. Maria da C>r*ic>. M>anda
Castro, um dilo de t ai.uk- e loja
por
N. 2L Ordem 3.* iVi ^rmo, uma
casa terrea p r
Trave>5.-. do Carnio.
S. 1. Viuva de JWao L. ;ii?u d...
Santos, um sobrado ik 2 andarcs'e
2 lojas por
N. 3. Antonio du I'aiva F.;neira, nwa
casa terrea pur
N. 7- Mauoel Camillo Pessw, nuu
aita por
N. 13. BaUiina Umbeliua de Mill >,
uma dita por
N to. Joaquim Bernardino de Cas-
tro Hios. uma dila pur
9W 17. O mesmo, uma dila por
Travessa da Boraba.
N. 2. Jose da Fonceca e Silva, um
sohrado de 1 andar e duas lojas
por
Rua do Fof o.
N. 8. M.moel Joso da liosta Preira,
um aobnia do I andar e i j i pi
N. 10. Manoel Jose Carneiro, uma
casa lerrea por
N. 36. Franci-coJo-ede Ar>ujo,um
casa tt-rrea por
N. 44. Jovino Bandeira, uma casa
terrea por
Caes 22 de Novembro.
.\. 42. hibe! Miria daFonceiar-Sa-
res, sna OHi terrea avaliada
nor
Primeira aeecau di consul*lo provincial de
nambuv r, em 30 d .-itembro de 1874.
Oelek.
Elnanlo A. it- Mw*ra
0 Dr. Sebastiao do liugu ttarrus Uu l^ser
da, ju z de direiu* esjiecial do conuasr-"
cio, nesta cidade do Hecitu e seu termo,
capital da provincia dc Pernambucr*.
por S. M. I. o Sr. D. Pedro II, a quem
Ileus guarde, etc
Fari saber pelo pr-senle edital. que na dia pr.
oaajro de outubro d current* anno, se ha de arr*-
malar por venda a quem mais der, cm praca pa
blica de-te juizo. dep as da audienna respecuva )
objectos seguintes :
L" oa armacio de amarelio, enviJracada com
seus pertencas, inclusive o g-n, cent > e eiacoeau
mil reis ; uma caixa de musica. p .r juioz i aui
reis ; oito peja- de cUla com cenlo e n)veala me-
tr is, a duzenus reis. trinta e oil > mil reis, qoalre
centos e quarenla e dous mtr > a* rhita mi rcta
Ibo a du'cntoj-n-is, oitenla e oilo mil e qaalro cr-
los reis ; cincoenta metros d cambraia de litra
piet-i a duzenlos reis, dez mil reis ; das cortes 4
cambraia de lisira de cores a dons mil reis, qoi-
tro mil ie;s j $eis ;iecs e meia de canbraia braa
ca a dous mil reis, treze mil icis ; duas Jitas rir
turia a dous mil reis, quatro mil m< ; ires eorU*
de cambraia de listras de cores a dois mil rri, scm
mil reis; quatirze varas de ca>sa da Russia a tr
zeolos reis, dous mil c oito centos rei<; cento e>
trinta e tres metros de lazinba a duzenlos rets, i-
te e seis mil reis; cento e einco covados de lazi-
nba a cento e sessenia reis. dezeseis nil tilo
cento re ; trinta e oito pe(as deobr^s a qniahw-
tus reis, qmnze mil reis; duas loalhas de alfoJu
a seis cenlos reis, mil e duzenlos rei- ; vinte lea
cos de chita cassa a cenlo c sessenia reis. ire-s
mil e duzenlos rei-'; vinte e quatro eovaJos 4>
algodao de azulao a cento e stssenla teis, lra mii
oilo centos e quarenta rei3; ciacc chal s de ahjo-
daoasei* centos rets, ires mil re.s; dez pr;l>".
paracamisas a duzenlos reis, dois mil row; dons
corte- de vestido de bahadns a tres mil r.'.s. s<
mil rei; ; um relogio d<> parede, p>r dous mil re.?.
-Rs.4I0i240.
Miuiezas: 4 pares de botinas para senhora a
tlMO, SjjOOO ; 1 dilo de meniiu, UOWO ; 4 p.ire*
de bolinas para bomem a 800 rs., 3*2 0 ; I sapa-
lao de bezerro para homem 800 Pa. ; 4 chiqoit
para menino a 300 rs., 11200 ; 8 -apalos de tran-
ca a 500 rs., 4*000 ; 8 sapatos para senhoras, ur
lid s a 500 rs., 4*000 ; 25cachimta>s a I ( la,
2*600; 8 pedras para uieninos de eacolaa HO r* .
800 rs. j 20 mascaras de papelao a 80 rs., 1* 30 pe;as de I'm de la a 100 rs., D*800; 65 pecan
de tranca de ca-aco por 1*300 ; 3 macos de it.
de ead.ico com 41 pecas, 840 rs. 7 sapato* de la
a 100 r>., 700 rs ; 1 pequena quanlidade de linha
em rct.liio, 2*00); I pequoua quanlidad.- a\-
iniudexas, corxetes, altln?les e botoes de vidro para
calfa, etc., por 31000 ; 40 pecu de iranca a 20 rs..
800 rs. ; 1 pequena porc&o de miudezas a reta-
ibo, por 5*000 ; diversas ferragens a relalho. j.o-
3*0.1"; 13 pares de meias para meaioas a 100rt.
1*3'id; l pequena porcao de papr-l a retain*. i> r
2*0uHJ; 1 pequena pore o de baoha franceza a
perfumarias, per 3*000 ; 1 eaixao enTidraca4o
com miudezas dentro e a lelatho, nor 10*000.
Cujos objectos vao a praca por execucio 4e Ber-
nardino JoseLeitao, contra Joaquim Ani'-ni) Parra
da r'onceia, a mem perienci.nn dii ua falta de licitanles qne cub;'am o preco da a\. -
liajao sera a arremataclo feita pelo preco da aJj.
dir^cao com o ab::temenie da lei.
E uara que chegue ao conbecimeolu de lodos.
men J.' fazer o presente e liul qne sera aflUadkt
nos lugares do costume e publicado r>Ios jor-
naes.
Dado e pas>ado nesta cidade d) Recife de r\sr
nambuco, aos 19 de setembro de 1874.
Eu, Francisco Xavi r de Souzi Ramos,
escrivao ioterino, e subscrevi.
Sebastian da Hego Bar ros de Later ia
A caraara municipal uesU cidade, pelo pre
seute ccavida todas as itnundades e piupheuries
qne teem tumulos e catacambas no cemile.io ptt
blic), a mandacecn quanto antes limpa los e repa-
ra los, como se faz necessario a coaservacio, o
forniossameBtfi e decencia do mesmo Cemeterio.
Pag" da oajxtara municipal do Recife, ti
de setembro do 1874.
M J do Hefo e Albufuerqne,
Prcsideuto.
F. Auguslo da Costa,
8 Cretan .
0 Dr. Joaquim Goncalves Lima, juiz ilo&
feitos da fazftn !a desta pxjnncia, por
S. M. Imperial, a que Dnus guarie,
etc
yfao saber aos que o presonte ediul vi
rooj que, em cuaoprimento da ordem do
tbe'souro de 30 4a dezembro de 1865, e
di.s in>trucciaes que com a mesma box*
ram, fimlo 6 prazo de tres mttes a eenur
da dasa da publlca(ao deste, seri vfndido e
arreinatado em basia publica ceiebrada oa
e..marca de Hsmbe, a quem maior
offarec^r, A sta ou a praro al* 11
quandp rjTJiuito com juros de */, ao anno
_ -

4
I
\


^mambuciv ^Jiunta few* 1 de Gutabro 4e^j8tf4j ^
w

=
pelo tempo da demote a compreheosao de-
oamioaJa, Buraeo doextincto vinculo
de Itambe, sita naquelta comarca a qual se
acha amiada em ciuco contos de reis e
control segundo a medig&o a que so proce-
deu e coosia dos autos a eitensio seguinte :
do lado do leste 1,110 bracas, do Tado do
norte 409 braras, do Udo do noroeste 682
brakes do ladb do poente 411 bracks e do
lado do sol 681 braras, sen do todo o ter-
reno proprio para a cultura de mandioca e
ootros legumes e ficando certos os interes-
sados de quo, tamo por tan to sera" referido
o lanro do posseiro respeclivo, na confor-,
tnidade da ordem do tbesouro, n. 13 de 28 |
de Janeiro de 187%.
Hmle, 15 de setembro de 1874.Eu,
Jose" Francisco do Rego Barros, escrrvio, o
subscrevi.
a eapaeidade ."prectea par* refer a saa psaaoa *
ben?, o aos ctos de saa vida, na qua! neaburaa aplidao
mostra para o trabatbo, o bei poa inlerdicio para
Bear desde ja sob a administra^io e cutador* de
ten pal Joaqnim Gongal ves FWreira.
Para conhecimento do presente se faca a sua
publicacao peloa meios recoraoienilados em direito
e catUs.
Recife 18 de setembro de 1874.Quiutino lose
de Miranda.
8 para ajoe ningueai fa^a negocio com o pred-
lado iaterdicto JMJjaiu Gongalres Ferreira, n alo
por interned* de aee ourador, como pre via aato-
risaxlo deste jaxo, aiaadei passar /o presente que
.JbafloiaKl|8r do costume e publicado pe
% Semite aasta cidade do Recite de Per-
narabaee, aos 2-de setembro-de 1874. Bo, Ma-
naet do Itoaroeoto Pontes, escrivao o subscrevi
Qaintiao iosd de Miranda.
Edital n. 57.
Pela inspectoha da atfandega se far peblico que
ao tendo sido arremaudos doos esealeres pertea-
centes a esta reparUcJe, annnDoiados a leilao per
-edital n. 9%, por faha 4e lioitantes, so transfere o
inesmo leilao para as 11 horas cVmaoha" do dia 2
de outubro viodoar*.
Alfaadega de Pornambuco, *9 de setem-
bro da 187 i.-
0 inspector,
fabio A.dcC. Rets
O Dr. Carlos da Cerqneira I'rmo, official da impe-
rial ordem da Risa, cavalbeiro da de Christo
e jniz de direito especial do commercio, nesta
L_ leal e vatorosa cidade de S. Salvador *ahi dea
Todos es Santos e seu termo, por suamagesta-
de imperial e eoosutuciooal o Sr. B. Pedro II,
Jut-in Beus guarde, etc.
aco saber qne no dia 8 do viudooro ontabro,
is II bi>rs da mauha. a bordo do vapor nacional
Cruztirodo Sul, fundeado na ribeira de Itapagi-
pe, lew de ser vendido era leilao, polo agente de
leiloes Luiz Zuany, o mesmo vapor e suas periea-
cas, avaliado em sessenta contos de rsis pelos pe-
ritua -quo prooederam as vistorias, sendo o drto
elilao em 65 lotes, os qaaes sao :
l.'l9te & o sea casco com todoa os 9eus mas-
tros, ^arupes, vergas, paos de carga e ensarcias,
cabet, machinas de vapor, 4 taairues de ferro para
agoa, urn ferro e ama corrcnte de 60 bracas.
2." dito. 1 mac hits a de vapor, cfaamada gnrrien
deforca de quatro cavallos que serve para des'
carga.
3.' dito. i bote a. I.
4.* dito. I dito n. 2.
5.' dito. 1 dito n. 3.
<5. dito. 1 dito n. i.
7.' dito. I dito n. 5. Salvavithis.
1. 8? dito. i ferro graode de li o/ain'.aes.
I; !9* dito. 1 dito de 12 ditos.
to. dito. 2 anearotes.
41. dito. 1 Sinatra de 60 bracas.
12 dito. I dita de 45 ditas.
13 dito. PaoDis coastaotes de 1 latino, 1 traquC"
te, 1 velacho e 2 velas de proa.
14 dito. 6 loldos de lomDa.
15 dito. Puliame do servigo do navio, constante
de eadernaes, moitoes c cabos de talha.
16 dito. 20 rcmos e sua palancnta do servico
dcs Ijoies.
17 dito. 80 toneladas de carvao de car Jin.
18 dito. 3 bitaculas com suas agulhas.
19 dito. 1 relogio da camara.
20 dito. O barometro.
21 dito. 3 lampeoesda camara.
22 diio. 5 laoternas e pharoes.
23 dito. 3 phroes de roda e mastro.
24 dito. 15 baldes.
25 dito. 1 bomba de incendio com suas pertcn
cas.
26 dito. 1 aparador com espelho.
27 dito. 1 espelho n. 1.
28 dito. 1 diio n. 2.
29 dito. 1 dilon. 3.
30 dito. 26 ditos pequenos do; camarotes.
31 dito. 1 mesa n. 1.
32 dito. 1 dita n. 2.
33 dito. 1 dita n. 3.
34 dito. 1 dita d. ':.
35 dito. 1 dita oval n. 5.
36 dito. 6 bancos da mesa da camara.
37 dito. ii dilos de dila.
38 dito. 6 moxosde de assenlo de pallia.
39 dito. i ccmmodas.
iO dito. 1 armario de Vldracas.
41 diio. 2 ?uardac^pos.
42 dito. 1 cadeira do braco.
43 dito. 10 bancos do conves.
44 diio. Louca de mesa constante de pratos
chicaras, pires, pralos travesso3 a cobertos.
45 dito Vidro de tn-sa constante de garrafa=,
copos, calices e compoteira?.
46 dito. AppanMhosdecamarote.sronstando cada
Dm de bacis. jarro, ourinol, eseova e saboneteira.
47 dit<.. Ualdes de folha para despejo dos ca-
marotes.
48 dito. Trem de metal, constante de lerrinas,
pratos cobertos, assucareiros, manteguira?, galhe-
^, teiras e palmatorias.
' 49 dito. Balnerei de mesa, constantes de facas
garfos, colfieres de sopo e de cha.
50 dito. 86 colchoes de eama dos camarotes com
sens travesseiro9.
31 dito. 200 lencoes.
52 dito. 80 cobertas de cama.
53 dito. 30 toalhas de mesa.
54 dito. 150 guardanapos.
55 dito. 100 toalhss de mao.
36 dito. 302 fronbas.
37 dito. 1 panno de meza.
38 dito. Trem de cozinba, constante de caideiras,
i\ cassarolas, panellas, etc.
~* 59 dito. 1 fogio e 1 caldeira porlatel.
60 dito. 1 lote de resto de tintas, oleo e oatrosH
jectos de sohresalenle do navio.
61 diio 1 virador de linho de 4 pollegadas.
qo62 dito. 4 e?pias de couro.
63 dito. I'ma porcSo de cobrs novo e velho.
64 dito. 1 guindaste volante.
65 dito. 2 sinos e 1 campa de metal.
dos peia numeraco mencionada, a quern mais
der, visto me ter assim requerido o commandante
do sebre dito vapor Guilherme Waddington, e que
o abandonon por innavegabilidade, e as companbias
de aegnros delle nio quizerao tomar conta.
E para que cbegue ao conbecimento de todo9 os
pretendentes, mando que seja o presente publica-
do nos Ingares do eslylo, pela imprensa, tanto
desta cidade como da corte do Rio de Janeiro o da
provineia de Pernambuco, o que cumpra.
Babia, 13 de setembro de 1874.
E en Olario Jose Rodngues Pimenta, escrivao,
qneo subscrevy.
Carlos de Cerqueira Pinto.
A camara municipal desta cidade faz publi
co para conhJecimcnto dos icieressados, qne a 41
cenca, dada ao eapataaes, otnaderes, magaretcs,
ajud antes cm apreMicas, valari someate porm
anno, e a Mia della nos-prirasirps 15 dtas do ewz
de ontabra do anno fiaanceiro municipal eqaiva-
lera a perta de am#ego, contorrae dotermlna o
artigo 2M das postoras mnntcipaes do 26 'tie ju
nho de 1873;
Pace da camare municipal do Re:ife, 23
de setembro de 1W4
M. J. do Rego e Albuquerque,
Presidevte.
Francisco Angasto tla Costa,
. Secrete pio.
ODt. LuifFerrerra Mac'el Pinheiro, juiz substitu
to da vara comrn
aercial' desta cidade
por S. M. Imperial,
do Recife
que Deus
de Pernambuco,
guarde etc.
Faco saber pelo pre-onte, que no dia 8 de otiju-
bro do corrente anno se ha de arrematar por ven-
da, a qnem mais der em praca publica, depots da
ondiencia rospectiva dusle juizo, os objectos se-
gnintes:
Um tanque de ferro com torneira do bronze pa-
ra deposito de oleo, avaliado por 20 J.
Uma burnt de ferro, grande, franceza, avaliada
por 200J ; cujos bens pertencentes a Goncalves
Fialbo i& C, e peohorados por execn^ao qne lhcs
movcm Rabe Scbipmettaa & C, acham-se sob a
guarda dos mesmos executados
E na falta de licitantes que cnbram o preco da
avalia^ao, sera a arrematacao feita pelo prec/) da
adjudica ;a j com o abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei fazer o presente, qne sera afflxado nos la-
gares do costume e publicado pelos jornaes.
Dado e passido nesta cidade do Recife de Per-
oambueo, aos 25 de setembro de 1874.
En, Francisco Xavier de Souza Ramo3, escrivao
interino, fubserevi.
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro.
Ao sello 300 re.V. S. S. ex-causa.Maciel Pi-
nheiro.
t* andar do mesmo. >
Loja do mesmo ..;;..
Roa do Encantamento,
Sobrado de 2 avdares n. 13 (fechada).
Rua da Senzalia veiha
Ideal n. 16 ,_
Boa da Gate.
Casa tatrea n. 25.....
Idem a. 29......1M000
Rua daO-ux.
Sobrado de 2 andares n. 12 (fechada).' 860#000
Idem 14.........O0#0O0
Raa de S. Jorge
^saierrea n. 100 Idee a. 103 Z
Raa do Ampare )(Minda)
Casa tercea n. 18 Os pretendentes deverio apreseatar no acto da
arrtmataeib as suas tlancas, oo. wmparecerera
acompanhados los respectivos fiaderes, devendo
pagar alem da reuda. o premio da quantia en
qne for seguro o predio qua coQrver astabeleci-
mento oomawrcial, assim eooao o servico da Inn-
peza e precos dos apparelbas.
Seeretana da Santa Casa dafkisericordia do It*
cife, 17 cfe-sstembro de 187*.
0 escrivao,
W Pedro ttoirioue* 4* Sousa.
1:400*000
209000
tOMOoi
24U000
1071000
240|0Wi CnUo Olavaiiia, load de Hello. Jusd de Flgneireio,
3e0*O0W Josa Sodcal'-es Marthn, Joe Jliquim Corrda, Jo-e
Joaquhn da Silva.'lo?* Pereirade Lima, J< Mar-
Joes de Freitas, lose Kourigaes Ferrnso, load da
rlva Matta Luixa Diegues, Leacueh & C, Luiz
Thome Gontxga Junior, Maria Amelia da Silva,
Maria Custodia Gomes, Maria Eugenia Feteiras,
Maria Ferreira, Maria Gutierres, Maria Ricarda,
Maria Rosa de Jesus, Maria Rosa da Natividade
Gomes Leite, Maria da Silva Ramatho, Manoel At
earay, Manoel Coelho, Manoel Feraanles Monteiro,
Manoel Ferreira de Moraes (2), Manoel Joe dos
Sanies, R. Knowles 4 C, Raynmndo Fernaades,
Senedello 4 C, Theodorinaa Feteiras, Theresa
Balga Martins, Tbereza de Jesas Menhara, There-
sa Martins Torres. Themoteo Copella (2), Thomai
lose de Olheira, Trajano Lniz de Franca, Victor!
no de Almeida Rebello.
Correio do Pernambuco, 26 de setembro
de 1874. 0 official,
1. //. de Araujo Pernambuco.
Ao raeio dia
0 agente Pinto, levara novamente a Wlio e pela
ultMta vet, as dividas acima dltas, sendo que dita
voda sera realisada com quern melhores vanta-
rs o'ierecer, em vlrtade do despacho do lllm.
DC. jniade direito eapeciai do eommercio.
Feira Semanal
DECLARACOES.
lastituto Archeoldgico e Gcogra-
pkeco rernaiiiltHcano.
Haveri sessao ordioaria quinta-feira, 1
de outubro proximo, pelasll horas do ma-
nlia.
ORDEM 00 B!A.
I.0 'Jaesloes adiadas.
2." Paroceres e mais trebalhos do, com-
missoes.
3. Palestra littcraria.
Secretaria do Instituto, 28 de setembro
de 1874.
J. SOARES D'AZEVEDO.
Secretario perpetuo.
De ordem do lllm. Sr. inspector da tbesoa-
raria de fazenda desta provincia se faz publico que
a arrematacao dos seis armarios, annunciada para
o dia 16 do"corrente, (icon transferida para o dia
3 de ontubro vindonro, que sera nesse dia defini-
tivamente arrematados, devendo os pretendentes
entender se com o porteiro desta reparticao.
Sdcretariada ino3ouiaria de fazendide Pernam-
buco, 29 de setembro de 1874.-0 3 escripturario,
servindo de secretario,
Silvino C. de A. Sobreira.
A arrematacao
das fazendas e armac.ao da pequena loja de Apipu-
cos, que foi de Joaquim Antonio P.'.iva da Fonceca,
que esla annunciada pira quinta-feira, l de ou-
tubro proximo, sera feita a praca na sala das
audiencias, depots da do lllm. Sr. Or. juizo do
eommercio, pois quetn a pretender arrematar, e
quereudo examiaar, poJe entender-ie com o de-
positario geral Manoel Goncalves Ferreira e Silva,
onde se acha a chave da mesma loja.
Estrada dc ferro de Oiinda
8 ii 1 i p a s
Esta companhia com-
pra sulipas de oiticica,
de 9 palmos de compri-
mento sobre 9 pollegadas
de largo e 4 de espessura
ou grossura.
0
L.
gerente,
de Miranda.
(iapitania do porto de Per-
nambuco, 29 dc setem-
bro de 1874.
"Aviso aos navegantes.
Em vista de coramunicacao do lllm. Sr. capitao
do porto da provincia do Para, se faz constar que
no dia 12 do corrente, foratn coll&ca pintadai de preto, na extremidade do banco fron-
teifo a esta cida J?, as quaes dcterminam o Itmite
d i canal pela pane de oeste c sua direcgao A
I.* coilocada na ponta do N do dito banco esta
3m 4,m de fun:lo em baixa mar, demorando-lhe
o Forte da Barra por 40, N. E. e o Castello ao S.
a do moio esta em 3, .'! de fundo na mesma cir-
cumstancia, tendo o forte 4a barra por 26', S.
E. e o Castello i>or 15* S. E.; e a tereeira desta
ultima profundidade, ficando-lbe o Forte da Barra
por 23* N. E. e o Castello por 24*; S. E. rumos
magneticos.
0 secretario,
Decio de Aquino Fonceca.
No dia Sextaleira 2 de.oulubro, linda a au
diencia do Sr. Dr. juiz de direito' da prime.ra va-
ra civil, tern de ir a praca uma casa terrea, sita
na rua de S. Miguel n. 83, da frcguezia dos Afo-
gaaos, com *8 palmos dc frente e 50 de fundo,
quintal em aberto e solo foreiro, pela quantia de
9605000, por execucao quemovera a viuva e her-
deiros do finado Marcelino Jose Lopes, contra
Francisco Jos6 de Oliveira e sua mulher.
0 procuradr fiscal do tbesouro provincial
de Pernambuco declara aos joalheiros Pedro At-
tain, Pnelippe Leon Poig e David II-yen, que de
menos pagaram o imposto de 2.OCOj00O por mas
catearem na provincia no excrcicio de 1872 a 73,
dilTerenva qne se deu em conseqnencia da lei n.
1061 art. 16 41, pnblicada no jornal official,
ter por erro consignado a quantia de i.'OOOjOCO
quando fora votado.aquelle acima indicado ; que
Ibe fica marcado o prazo de 30 dias improrogavel,
a contar da publicacao desle para solicitarem da
seccao do ccntencioso as respectivas guias para
pagarem a differenca do supradilo imposto na ra-
zao de 1:0005 cada um, certos de que se o nio
fizerem dentro desse prazo, se procedera contra os
mesmos a cobranca judicialmente na confermida
de da lei n. 891 art. 53.
Stccao do contencioso do thesouro provincial
de Pernambaco, 28 dc setembro do J87i.
0 procurador fiscal,
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
COMPANHIA
BEBERIBE.
QTendo-se de dar esgoto na caixa da rua
dos Pires, na noite de domingo proximo,
4 de outubro, tera de cessar a consumo
d'agua desta compaabia a partir das duas
boras da tarde do-referido dia, ate ao de-
pots do meio dia da segunda feira seguinte,
oque se previne aos Srs. concessionaries
de peonas d'agua, e ao publico em geral
para que se previnam em tempo.
Escriptorio da companhia, 30 de setem-
bro de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
N5o tendo comparecida os Srs. socios em nu-
mero quo constituissem assembloa geral, sao no-
vamente convidados a reumrem-se na sala das
sessoes, domingo 4 de ontubro, as 7 horas da ma-
nha, para elegerem o vice-president.
i sessao tera lugar com os socios que seapre-
sentarem como em 2.' convocacao determina os
nossos estatutos.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
30 de setembro de 1874.
Orestes Monteiro,
1." Secretario.
1NSPECCAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Faz-se publico que em data de 28 de setombro
foi vistoriado o vapor Jaguaribe da companhia per-
nambucana de navegacao co3teira, e a commissao
julgou-o em estado dc poder continuar no servico
em que se emprega.
Inspeccao do anenal de mar in ha de Pernambu-
co, 29 de setembro de 1874.
Francisco Jose Coelho Netto,
________________Inspector interino.
Associa$Ho
Portugueza de BeneGcencia dos Empregados
no Commercio e Industria em Pernam-
buco.
Assemblea geral.
De crdem do Sr. presidente, e em cumprimento
do que dispoe o art. 35 dos estatutos desta associa-
cao, convido a todos os Srs. associados a reonirem-
se no proximo domingo, 4 de outubro, as 4 horas
da tarde, na s6de desta associacjio, a rua do Im-
perador n. 35, 1 aadar, para, constitsidos em as-
sembb'-a geral, lhcs ser presente o relatorio e con-
tas da direcioria, relativas ao anno social que era
termina, e tratar de outros assumptos do interesse
a sociedade.' Recife, 30 de setembro de 1874.
0 secretario,
Leonardo Antonio da Silva.
Seccao- 5." Secretaria da presidencia de
Pprnamriuo, em 30 de setembro de 1874. == por
esta secretaria se faz publico, a quera interessar
possa, que em data de 28 de agosto proximo pas-
sado, foi conlirmada pelo Exm. Sr. president da
provincia a sentenga dada pelo competc-Dte juiz
couimissario no auto de medioao e legitimacao da
posse denominada- Sitio do Meiosita no muaici
pio da E-cada, e pertencente a Joao Correia da
Silva.0 secretario,
J. Diniz Rib&iio daCunna.
Coiiipauhia Fidelidde
seguros maritituos o terrestres
A agencia desta companhia toma scguros ma-
ritim s e terrestres, a premios razoaveis, dando
aos ultimos o sdlo iivre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Viscond8 de Itaparica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
O Dr. Qumtino Jose de Miranda, juiz de direito e
substitute reciproco de orphios, nesta cidade do
Recife de Pernambuco, e seu termo, por S. M.
o Imperador, a quern Deus guarde, etc.
Faco saber a qnem o conhecimento do presente
cbegar, que pelo juiz substitute de orphads e a
requerimento de Joaguim Goncalves Ferreira, se
procedeu a juftificarao de prodigalidade contra
sen filho Antonio Goncalves Ferreira, e depois da
prova testemnnhal e parecer do Dr. curador ge-
ral interino, snbiram os autos a minha conclnsao,
aos quaes proferi a sentenca do Demonslrado como es a com os depoimentos das I
testemnnbas e parecer do Dr. curador geral inte
lino constantes 'dos presente; 'autos, de que
fiutiflcado Antonio Gonjaiveg Forreira, n$o tem
s.!:
SANTA CASA DA MISEK1COHD1A DO
RECIFE.
A Mima, junta administrativa da Santa Casa da
Jlisericordia do Recife, manda fazer publico que
aagsala de suas sessSes, o dia 24 de setembro, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas i
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres anaos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rna do Padre Floriano
Ca3a terrea n.^ 63......207^000
Rua das Calgadas
Casa terrea a 30 (fechada). 2004000
Idem n. 36 ... 221*000
vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 114......' 362*000
Idem a. 94.........301*006
Rua larga do Rosario.
2.* andar e loja n 24 A. 310*000
2.* andar n. 24 A.......408*000
3/ andar n. 24 A.......251*000
Rua de Antonio Henriques.
Casa terrea n. 26 ..... 99*000
Largo da Campina.
Idemn 11 (fechada)...... 96*000
Rua do Coronel Suassuna
1' andar do sobrado numero 94 386*000
PATRTMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea a 21 fechada)..... 400*000
Becco das Boias.
Casa terrea. n 18.......421*000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 41.......902*000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 602^000
Casa terrea n. 34......2 2*000
Roar Ao Bugos.
Santa Casa do Misericordia
do Recife.
A Lima, junta administrativa contrata com quem
por menos tizer os concertos de que precisa oso-
brado n. 94 da rua do Coronel Suassuna, outr'ora
de Hortas, pertencenio aos estabelecimentos de ca-
ridade.
Os pretendentes podorao saber nesta_ secretaria
quaes os concertos a -eHectuar, e deverao apresen-
tar suas propostas em catas fechadas devidamen-
te selladas, i'ij sala das sessoes da mesma junta,
pelas 3 horas da tarde do dia 1* de ontubro vin-
douro.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 28 de setembro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodngiies de Souza
FUNDICAO
DE d
0. Starr & C.
Sao convidados os Srs. devedores a vir
satisfazer seus debitos, provenientes de let-
tras e contos vencidas ; sendo que nao o fa-
zendo ate o dia 30 de outubro proximo vin-
douro, serao vendidas cm leilao. Poder3o
comparecer ou mandar ao escriptorio da
fundicao ou do testamenteiro H. J. Cannan,
rua do Commercio n. 40.
No dia 28 do corrente t-im de ser arremata-
dos pelo juizo de paz de S. Jose, diversos moveis
pertencentes a Januario Jose Ferreira, a requeri-
mento de Joao Gomes da Costa, as 4 horas da
tarle.
Pelo tbesouro provincial se faz publico para
quem interessar possa, que foram transferidas pa-
ra o dia 8 do mez proximo vindenro as arremata-
coee seguintes :
Obra da bomba do Fragoso, na estrada do norte,
orcada em 840*027 ; obra da pouts do Moes sobro
o rio Tapacura, orcada em 1:435* ; o imposto de
capim consumido na cidade do Recife, orcado em
1:9394460, o fornecimente da alimentacao dos
presos pobres da casa de detencao.
Secretaria do thesouro provincial de Pernambu-
co, 26 de setembro de 1874.0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Casa terrea d. 21.......153*000
Rua do Vi^rario-
2* andar do sobrado n. 27
243*000
COUREIO
Relacao das cartas que deixaram de seguir
para Hespanha, Portugal e Buenos-Ayres
por falta de franquia
Antonia Joaquina Alves de Brito, Antonia Ma-
ria da Cunha, A. J. Gomes Netto, Antonio Francis-
co Ferreira, Antonio Francisco de Oliveira, Anto-
nio Joaquim Dias Medronbo, Antonio Jose da Cruz
Antonio Monteiro dos Santos, Antonio Rodrigues
Martins, Antonio Ribeiro, Bernardo de Faria Saa-
res, Domingos Jose" da Costa Araujo, Ernesto Ma-
deira Pinto, Francisco Fernandes Cms, Francisco
da Silva Luna Junior, Francisco Sales Maodonca
Silva Carvalho, Francisco Martins Rodrigues da
Conceic5o, Henrique Pinto AJves, Joanna Dias de
Oliveira, Juslina Rosa de Souza Peixoto, James W.
Hall, Giovanno Cestaro Cettadino italiano, Joaauim
Antonio de Vasconcellos, Joaquim Jose Gomes da
Silva, Joao Jose Paixao de Vasconcallos, Joaquun
Mocteiro da Cruz, Joaqnim da Silva Mala, Juan J
TBMRII
Santo Antonio

, GOMPMHIl rjLLIIIM
Quinta--feira 1. de outubro,
t reclta
A MORTE CIVIL
Paolo Giaco-
Drama em 5 acto?, do immortal
metti.
0 pa pel principal esta acargo'do'primeiro
tista
Enrico Dominici.
ar-
AVISOS MARITIMOS
COMPANBU PERNAMBUCANA
DE
\avega^So costeira a vapor.
ifUHYBA, NATXL, MACAO, MOSSORO', ARACx-
TT, CEARX, ACARACU' E MARANHAO
MARANHAO.
0 vapor Ipojuca, comman-
dante Moura, seguira para os
portos acima no dia 7 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 6, en-
commendas, passageiros e di-
nheiro a frete ate as 3 horas da tarde do dia da
sahiia .' escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
mobilias eompletas, pianos
de armario, guard a louca,
aparadores, mesas para
jantar, camas francezas,
objectos de ouro, prata e
brilhante,jarros para no-
res, quadros com finasgra-
vur&s, livros de direito,
berqos para erianqas, relo-
gios de algibeira de ouro e
prata, camas de ferro, me-
sas redondas. com pedra,
carteiras para escriptorio,
espelhos grandes com mol-
duras douradas, lavato-
rios, quartinheiras, casaes
de ratos, sabios indianos,
muitos |trastes avulsos e
immensps artigos do uso
domestico
Ax&..
Hi.
COMPANHIA
MESSAGERIES MARITIMES.
I.inliii mensal
GiroDde
Espera-se da Eu-
ropa ate o dia 7 do
corrente, 3 e g u i n do
depois da demora do
costume para Bue-
nos-Ayres, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para encommendas, passagens e fre'.es, trata-se
com
OS AGENTES
Harisraendy A Labillc
9 Rua do Commercio 9
l.inha mensal
E' esperado dos por-
tos do sul no dia 10
do corrente, seguindo
depois da demora do
costume para Bor-
deaux, tocando em
Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros
tar com
05 AGENTES
Marlsmendv A I.abille.
9 Rua do Commercio 9
a tra-
wim
0 brigue portuguez Triumpho, pretende seguir
com muita brevidade : para carga e passageiros
trata-se com os consignatarios Thomaz de Aquino
Fonceca & C. successores, rua do Visrario n. 19
As 11 horas damanha
NA
FEIRA SEMANAL
I6--Rua do Imperador16
ARMAZEM
pelo agente Martins.
A SABER:
Antonio Pereira da Camara Lima, rece-
beu o Inventarianle
Antonio Joaquim Goncalves Fraga
Agostiaho Pacheeo Raposo
Joaqnim Victorino dos Santos
Herculino Antonio Marroqolm, recebeu
o mvcutariante
Joaquim AJves do Barro3
Braa Aatenio da Cunha, recebeu o inven-
uriante
Pedro Alexandxino Ferreira
Antonio da Silva Marques
Maaoel Antonio Tavares
Jose Eloy de Oliveira
Claudino Rodrigues Ctmpello
Joaqnim Jose de Oliveira
Antonio Germane Alves da Silva
Manooi Francisco das Cbagas
Vicente Alves Moreira
Clementino Paes Barbosa
Francisco C rrea
l.uiz Felippe Cavalcante i Irmao
Joaquim lose' de Saat'Aana Trave
Bernardo Nunes
Manoel Jose de Souza Lima
}a*e Antonio da Silva Gtill >
Manoel da Trindade Beze.rra
Inn. cencio Torres
Francisco Ferreira
Jose Bento
Antonio Pinto de Magalhtes
Bernardo da Silva Cardoso
A venda n. 35
Jose Mender Carneiro Lead
Franciico Joso da Costa
Antonio Pereira da Silva Lima
Antonio de Paula Uotta
Manoel do Nascimento Chaves
Antonio Pcregriao Cavalcante de Albu-
querque
Joaquim Jose Rodrigues
Aoacleto Jc-e de Mattos
Jose Maria Ferreira da Cunha
Manoel Ferreira Cavalcante
Joao Leandro de Barros
Joaquim Luiz Viraes
PanUleao Jos4 da Silva
Antonio Marques de Almeidi
Antonia Esopo de Uma
Francisco Pio da Silva Vallenca
D. Anna Franci Antonio Rodrigues da Silva 4 C
Athilano Jose da Costa Castclio Branco
31 740
19 MO
63! 240
158 no
1C 70O
62 50
165 370
75 0
10 98O
91 130
71 BtO
108 000
13 520
18 70O
6 100
35 ITJO
30 00O
355 MO
833 101
ol3 840
74 560
10 I40
150 830
Oltimo leilao
DAS
dividas da massa fallida de Joaquim Fer-
reira Lobo, na importancia de3:157JJ936,
servindo de base a rnaior otleifta de......
1009000.
Hoje
Ao meio dia
0 agente Pinto levara novamente e pela~~uhima
vez a leilao as dividas acima ditas, sendo que dita
venda sera effectuada naquella occasiao com quem
melhores vantageus offerecer, isto era virtude do
despacho de lllm. Sr. Or. juiz de direito especial
do commercio.
Em continuagao
vcudera o mesmo agente Pinto a parte da C ;sa do
becco do Abreu n. 1. ua importancia de 32bjj496,
pertencente a referida massa de Joaqnim Ferreira
Lobo, servindo de base a offerta do 750OO, obtida
no leiUo do dia 23 de setembro.
Leilao
Librae eslerlinas.
Vrendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio h. 42.
Ilha de S. Miguel
>egue com brevidade para S. Miguel o palha-
bote portuguez Novo S. Lourenfo, para onde rece-
be carga e passageiros : trata-se com es consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonceca & C. Succes-
sores, rua do Vigario n. 19, 1' andar.
Compauliia do navegacdo a va-
por bahiana, limitada
Maceid, Penedo, Aracajd e Rahia.
E' esperado dos porios
do sul ate o dia 1 de ou-
tubro o vapor Goncalves
Martins, o 'qual seguira
para os portos acima no
dia seguinte ao de sua
chegada.
ttecebe-se carga, encommendas passageiros e di-
M-o a frete.
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
37Rua do Bom Jesus57
Qheiro
Companhia americana e brasileira
de paquetes a vapor.
Ate o dia de outu-
bro e esperado do sul
o vapor South Ameri-
ca, commandante In-
klepaogh, o qual de-
1 pois da demora do
costume, seguira para New-York com escala pelo
Para e S. Thomaz
Para passagens trata-se com os agentes
Henry Forster A C.
8 Rua do Commercio 8
Rio de Jameiro
Brigue nacional S. Paulo
Sabira com brevidade : para carga e escravos a
frete, trata-se na rna do Vigario n. 7._________
DAS
dividas da massa fallida de Joao Ferreira da
Costa Soares, na importancia de.......
98:5270374
i Hoje
Ao meio tlia.
0 agente Piuto, levara novamente a leilao e pela
ultima vez, as dividas atima mencionadas, sendo
que dita venda sera effectuada naquella occasiSo
com quem melhores vantagens offerecer, em vir-
tude do despacho do lllm. Sr. Dr. juiz de direito
especial do commercio.
II
Agente Pestana
Leilao
n::
caixas com uvas muscatel, vindas p;
vapor Almeida Garret
lo
A's 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco dequem pertentencer, de 11 caixa3
com uvas muscatel, vindas pelo vapor Almeida
Garret, em um ou mais lotes, a vontade dos Srs
compradores.
Agente Pestana
Segundo e ultimo
leilao
LEILAO
DE
FAZENDAS

fra/icezss, inglezas, suissas eallemas
EXTA-FLIKA 2 DE OUTUBRO
Duarle Irmao fario leilao, por intervencao do
agente Pinto, dedifferentes fazendas francezas, in-
glezas, suissas e allemas, em seu armazem da rua
do Bom Jesus a. ":i.
____________Principiara" as 11 horas.
LEILAO
DE
moveis, louc,as, vidros, :rystaes, ouro, pn-
ta, pianos dc armario e ditos de mesa
Sabbado 3 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO.
loarmitze'U da rna do Bom Je-
sus n. P(an(ijaCrn).
0 agente Dias fara' leilao, por conta e risco de
uma familia que se retira para o Rio de Janeiro,
de 1 mohilia dajaearaada, com Umpos de pedra,
em perfeito estado. I dita de dito, 1 cama francez*
de mogno, 1 guarda-vestidos dc amarello, 1 gaar-
dalouca de ainareflo, I commoda de jacarandj,
quadros, 1 rico santuario de jacaranda, candieir .-t
a gaz, cadeiras avulsas, 1 marqueza para solteiro,
1 marquezao, e muitos outros objecto quo MMi
palentes ao acto do ieilao.
LEniO
ren.
uj itidades.
;ipiica
ta-
DA
arrnac;5o, generos e mais utensilios da
verna sita & rua do Rangel n. 39
SEXTA-FEIRA 2 DO CORRENTE
as 114j2 horas em ponto.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco do quem pertencer, da armacao,
generos e mais utensilios da taverna sita a rna do
Rangel n. 39, em um ou mais lotes, a vontade dos
Srs. compradores.
0 balan;o acha se era mao do preposto para os
concurrentos examinarem.
Agente Pestana
leilao
Ilho de S. Miguel.
Com muita brevidade segue para S. Miguel o
conbecido palhabote portuguez .Voro S. Loarenco.
Para o resto da carga e passageiros trata-se com
os consignatarios Thomaz de Aquino raceca A
C successores a raa do Vigario n. 19.
LEILOES,
Leilao tranaferido
0 que se bavia annunciado para o dia IS do'
corrente, para commodidade dos Srs. mutuarios,
fica transferido para o dia 2 de outubro, na casa
de penhores, i travessa da rua Duque de Caxias
n. 2, as U horas da manha.
Leilao
DAS
dividas da massa fallida de JoJo Francisco
Bittencourt, na importancia de........
2:0049230
HOJE
37 caixas com
DE
mac,as, desembarcaJas ulti-
mamente
Wexla-felra 9 do corrente
as 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 37 caixas com
macas, desembarcadas ultimamente, em um ou
mais lotes, a vontade dos Srs. compradores.
LEILAO
DAS
dividas na importancia de 7:931$V90, per-
tencentes aos bens que flcaram por falle-
cimento de Pedro Jose* da Costa Castello
Branco
SEXTA-FEIRA 2 DO CORRELNTE
A's 11 horas da manha
Era o I; andar do sobrado da rua do Marques
de Oiinda n. 37.
0 agente Dias, cumprindo o respeitavel despa-
cho do lllm. Sr. desembargador juiz de orphios,
levara a leilao no dia e bora acima indicados, a
requerimento do inyentariante dos bens deixados
K>r fallecimenlo de Pedro Jose da Costa Castello
ranco, as dividas que abaixo se raencionam, in-
clusive algumas que se acham ja recebidas pelo
mesmo inventarianle, as quaes vao com a compe-
tent declaracao j
DE
fazendas e ckapeos
(I'm coniinuaQ30 e por liquilagao)
A saber:
Cbapedi a Cavour, da palaa, de merin>, de eUaa
deseda, de. castor e la.
Chales de merin;, de seda, de la, de mUm, i a
ganga o eaaemira.
Lene-os de cassa, deseJa. dc chita, de ga'
cambraia.
Merin6 preto e do
Casemira prela e
Gravatas oe dtv; r?
Chapeos do sol de
j'9 pecas de muss:il;na braaca.
10O ditas de cambraia bispo.
20 ditas do granadir.e de cores.
10 ditas de at< alaado cru.
4 djtasds atoalaado -te liabo (bramacu-
30 diias da damasco de cores.
24 dita? de dito de la.
13 ditas do dito He seliaL
20 ditas de fi'.j preto francez.
120 ditas de pasn) para colchao.
100 ditas de musaulicas abertas.
10 duzias de'vecs para casamtnlos.
-2 ditas de capas de casemira.
1 dita da tunicas da chuly.
11 ditas de cintos de seda".
30 peQas de eaitas do ganga.
60 ditas de cassas para cortinados.
15 ditas de algodio enfestado.
10 ditas de damasco de linbo.
10 duzias de camisr.s de linho.
100 pecas de sargelim prete e de cores.
10 ditas de damasx lustroso.
Tapttes de diversos tamanhos.
E muitas outras fozenda*.
Quarta. feira 7 de outubro
Rua do Bom Jesus n. 63.
Os adminislradores da massa fallida de Pereita
de Mello Si C, usando da auterlsa;ao que t&a do
lllm. Sr. Dr. jniz de direi'p especial do commer
cio, coniinuarao a dispor em leilao no dia acima
dito, por intervengao do agente Pinto, das fazenda-
supramencionadas, i;ue fazem parte da mesnu.
e qua tornam-se r:ccmmendadas por serem mu<-
tas deltas nkiaaaMaM despachadas, e proprias p?-
ra a presente estacuc.
0 leilai princii ian. as 10 1|2 boras em pom ,
no armazem da rua do Bom Jesus n. 63.
Os pretendentes pederao examinar ditas lM
das na vespera e dia do leilao.
AVISOS DVERSOS
ENSINO
DE
PARTIDAS DOBRADAS
E
ARITHMETICA
dirigido por
MANOEL FONCECA DE MEDEIROS
tres vczes.por semana
a tarde ou 4 noite
Rua do Marquez do Herval (outr'ora
Concordia) n. 138 a 110.
eSTRVCCAO PARTICULAR
Baa da Rodan. 49, sobrado
Primeiras lettras, portuguez, francez, inglez,
desenho linear e musics.
Sob a direcjao do professor Hermino Ko-
drigues de Siqueira, funciooam ditas aulas
todos os dias utois.
Recebe alumnos internos, meio-pensiont
tas a ezternos; fornece todo o material para
escripta e livrps aos principiantes, por pr-
5qs rauito razoavftis.___________________
Na travessa da matris da Santo Antorio n. ('
ba uma ama de leite, e seccas eenstantetaeale o-
ra alugar. A






jvuno dePeiminouw 'JL Quinta teira 1 de Outabro ae lei*
~ *
!
-
I
1
&4SA DA nimiYv
AOS 4:000#000.
BILffETES A' rua Primetro rte Marco Amtf'ora rua co
Crespa) n. 8.9 e rasas do cOxiumt.
O abaixo as lite* tiih*us nui lateimn. 2739 com i:000>000, am
meio n 871 cum 700*000. urn meio u. 3280 coin
2(10*000, o outras series de I')* 20* da !-
term qua nt acabou de exirahir (H8 ;, convida
Mi possnidores a virem ruceber aa couformidade
do costume sem desconto algum.
Aeham-se a venda o felizes bilhetes garanudc*
da i' pane das loterias > beneflcio da matriz
do Poco da Panella (119*), qne se extrahira na
qaarta-feira, 7 do corrente mez.
PRECOS,
Biihete inteiro 44000
Meio biihete U0O0
a roaglo dk 1009000 paul cima.
Biihete inteiro 1*500
Meio biihete 1*780
._____________Manoej Martins Fiuza.
Programma da festa de N S.
do Rosario, na igreja da
Madre de Deos.
Sabbado, 3 do cor rente, ao meio dia, urn a sal va
de 21 tiros e diversas giraadoUs de fog), an nun-
ciario a vespera de festa da excelsa Senhora do
Rosario, tocaado na mesraa occasiio a banda de
mosica do corpo de policia. ,
Ao romper da aurora do dia 4, depois da mitsa
resada, e que a niusica tiver execatade diversas
pecas do sea afamado repertorio, oma salva real
annunciara aos habitantes desta cidade qua 6 che-1
N. 30,120
Pede se o Sr*. .'after** Octaviatfo Alfredo Gon ei
a nego-
Pudilha vir a lua <1m Giqco Pontas a. 93,
ejo de sea nariicu'ar iiit-resse.
___.
- AlugHe pur aiin.i *u Jena nibrailo de don*
aodares itoftQumru lAiflbs. oai Oiioda, cum ccm
million para jjrande fawilia, a#fla i>minna.ida
eano para despej.i, mulb fres.ra, pin>i dti baiihn h
da* eMardfti: a irur m iua ila I" mi" iHaa tins
Kalus) ^JBJ.ilfto* do ilymin-in
ihasvK/.
Pj-de se eiicarc-udan-oiitp ao ?r. Antonio Tuixei-
ra Lopes, a compareeer a ma do Barao de S.
Borjan. 25, padaria,a negociu Jo sea particular
interesse.
ii
dia
Aluga-se a sala do uriroeiro andar a-rua do
de Caxlas n. 32, propria para escrip-
Duque
torio :
a tratar na ioja.
Aluga-se o I* e 2* amlare* soorado silo a
rua de Lorabas Valentinas o. 86, com os commo-
dos seguintes : 2 salas, 3 quarto;,- cozinha fora
em cada andar, teado para serventia dos mesmos
qaintal com portao para a rua de Horlas e caeim-
ba com excellent* agua para lavar. Tambem se
aluga o 2* andar do sobrado sito a travessa dos
Expostos n. 28, cun -uracientes commodos, para
pequena familia : as pessdas que prelenderem, di
rijam-se a ras .\n--a 9.17, que acbario 00m qoem
tratar. _____________
Rua do Hospicio n. 2B
Aluga-se a casa terrea a rna do Hospicio n. 28:
na rua Daque de Caxias n. oi, f andar.
Precisa-se alugar uma escrava para vender
na rua : a tratar na rua do Bom Jesus n. 29,
Recite.
Modanca de estabeieciniento
0 padre Francisco Oelho de Lemos e Silva,
Sado o dia em que se festeja 0 Santissim'o Rosario I scientifica ao respeitavel pablico, e priocipalmente
b Maria. aos seas prestimosos freguezes, qae tern madado
A's 11 boras do dia entrant a festa, sendo a or-
chestra regida pelo distincto maestro Fraocelino
Domiogaes de Moara Pessoa, e os solos cantados
pelos melhores professores, occupando a tribana
sagrada 0 reverendo padre Jose Esteves Vianna ;
antes do Evangelho 0 Sr. Francelino execotara na
rabeca uma lioda oavertara ; liaJa a festa oatra
salva real subira ao ar.
A' tarde locara na porta da igreja a mesma baa-
da de mosica, cujo mestre 6 0 distincto moestro
Theotonio Jose de Souza; as 7 boras entrara 0 Te-
Deum, subindo a tribuna sagrada 0 afamado pre-
gador reverendo padre Leonardo Joao Grego ; un-
do 0 Te Deum sera qaeimado um Undo e variado
fogo de artiiici), feito a capricbo pelo artista Olym-
pio Francisco de Mello. A mesa regedora da de-
vogao pede a todos os moradores da rua da Madre
de Deos para illuminarem as frentes de snas casas,
aSm de qne 0 acto se tome raais brilhante. Re
cife, de outubro de 1874.
0 escrivao,
Francisco Jose Cbaves.
Fugio no dia 18 do corrente a escrava Ser a-
phina, de cdr preta, baixa, e com falta de dentes
na frente ; foi comprada ao Sr. Dr. Ernesto de
Aquino Fonseca; suppde-se ter ido para a v.Ila do
Cabo, onde tern parentes : pede-se aos Srs capi-
taes de campo on a qualqoer pessoa a sua appre-
hensao, e leva la a rua do Amorim n. 54, on a
praca do ConJe d'Eu n. 30, 2* andar, que serao
generosamente gratificados. ________
CASA DQQURO
Aos 4:000?000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
nuito felizes bilhetes a sorte de 700* em um
meio biihete de n. 871, alem de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da loteria que se
acabou de extrahir (118") ; convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serao
pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeits
vel publico para vir ao sea estabelecimento com
prar os mnito felizes bilhetes,qua nao deixarao de
tirar qualquer prank), como prova pelos mesmcs
innuncios
Acham-se a venda os mnito felizes bilhetos ga-
antidos da 4' parts da letoria a beneflcio da
igreja matnz do P6;o da Panella, que se extrahira
us dii 7 do corrente mez.
Prep
Inteiro 4*000
Meio 2*000
Oe 1009000 para eima.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife. 0 de setembro de 1874.
Joao Joaauim da Costa Leitt
Apipucos
l.sO? de gratiflcacSo
Esta em Apipucos 0 meu escravo Ignacio, 0
quartern os signaes seguintes : cabra acaboclado,
26 annos de idade, altura e corpo rcgulares, ca-
bellos pretos e crespos, bigodinho nno e mnito
ponca barba na ponta do queixo, tem um caroci-
nho de um lado da canella por fora, nao tem
unhas nos pes a excepcao de um dedo, tem no
corpo marcas de chicote e na pa direita um pe-
qneno calo, falla mansa e baixa, eara bexigosa e
olhos brancos. Da-se 150* a quern 0 trouxer ao
engenho Arendepe, freguezia de Ipojuca, ou nes-
ta praca ao Sr. Francisco Izidoro Ribeiro de Car-
valho Manoel Felippe de Souza Leao Junior.
Ao coramercio.
0 abaixo assignado mudou seu estabelecimento
para os armazens ns. 13 e iii da rua da Moeda,
occupados ultimamente pelo Sr. Manoel Ferreira
Ponies, declira que 0 seuramo de negocio e com-
prar e vender a*guardente e espirito, portanto pede
aos senhores negociantes exportadores deste gene-
r que esta habiliStdo para bem servir e com
promplidao aquelles que 0 quizerem honrar com
sua conQaDca, podendo ser procurado nos mesmos
armazens. Recife, 29 de setembro de 1874.
Manoel Marques de Oliveira.
Gratificaqao generosa
Desappareceu hontera, as 11 boras do dia, tendo
ido a mandado de seu senhor, uma mulatinha es-
cura, de nome Luiza, de 7 a 8 anaos de idade,
bem activa, olhos grandes e vives, dentes perfeitos,
e cabellos carapinbos, suppoe-se ter se perdido :
roga-se, pois, as autoridades policiaes go a qual-
quer outra pessoa que a encontre, 0 favor de man-
da la a seu senhor o al feres Tiburcio Joaquim de
Andrade, a rua do Socego n. 14, ou a rua do Vi
gario Tbenorio d. 31.
Ao agent i de leiloes Pes-
jtana
; .-rgunta-s-; se os objectos que hontem levou a lei'
lao, pertenciam a um ourives que fugio, ou a al
gum que esta para fugir .'
0 jesuita coroado.
Escravo fugido
Severino ausentoa se da casa de seu senhor no
dia 19 de setembro, e tern os signaes seguintes :
crioulo, c6r fula, representa ter 35 annos de idade,
ponco mais ou meaos, tem algumas sardas on
manahas no rosto, pei grandes c calcanhares fo-
veiros e os dedos encolhiJos, tambem tem uma ci
catriz nas costellas proveniente de uma queimadu-
ra e outra igual em uma das pern as : roga-se as
autoridades policiaes e aos Srs. capitaes de campo
de 0 apprebeoderem e remeite lo a rua do Bom
Jesus n. 45, 1* andar, que serao generosamente
recompensados._________________
Aluga-se um excellente sitio no Monteiro,
junto a estaijao da linba ferrea, com miutos com-
modos ; tem jardim, coxeira e gaz : a tratar na
ma do Imperador n. 83, 2.* andar.
Alngam-se dou* grandes sobrados, cada um
de um andar e sotao, sitos a rna nova de Santa
Rita us. 55 e 57, eom agua, gaz e cano de esgoto
com 13 quartos e I gabinete : quern pretender,
dirija se o Forte do Mattos 8or cima do frap.'Cbe,
Daata*.
0 sea estabelecimento typographico, e tado 0
mais qae tinha no seu estabt lecimento na rua do
Imperador n. 15, para a casa amarella, sita no
Arraial (freguezia do Poco da Panella,) onde se
acha prompto para prestar os sens servicos, com
aquella exactidao e fidelidade, (de que sempre ba
nsado), nos dias nteis, das 9 boras da maoba, ate
as 5 boras da tarde.
LSCUIPTCmiO -- bSTAr,AO I'RINCII'AI..
a rtia tia iVmiKinbia Peroam- ;< ilirt N-ivn .Ik Santo Kits
bucatia 11. 2. gs. .jS a Ui).
Esta einpnzs4n tran>portg <\o mn-a 10 'lo ^"Mo do d trpnte anno.
Svrvlyo da BMtacAo dus Ciu-o I'untiu para ttecife.
A empreia encarrega-se da etjtregadaa caitas vimlas pel t-strada de ferro aossnos
freguezes, de tirar e eutregar-lhes ate as 8 (oras U thnnlia, as amostrns do assucsr
chegado na vespera, pagar & vista do conhecinr.nto 0 Frtspectivo frate e fazer ainduziro
assucar e os outros generos com ataoifit proiti;'l.dio para o annazum dos curopfadores
ou reeebedores.
0 preco do transporte comprehendidot os mvicos acima mencionados, a carga,
descarga, e arrumacdo no armazem 4 :
Por sacco de assucar,............... 120 reis. jf>0
: Por fardo de algodao................ 160 reis,
Ancoras ou barris d rarao de.......... 2*000 reis a pi pa.
As car gas destinadas aos engenhos e remettidas pelos frtyiuzes da empreza ser da
transportadas grahtitamente para a estacdo das Cinco Pontas, e ttrdo reccbidas nao sd
onde ixistirem os trilhos, mas em qualquer ponto dos bairros do Recife e Santo A -
onio.t
Ser*ico do Forte do Matto* para as rnaa da Apollo e Pram.
A empreza encarrega-se de receber com 0 seu pessoal 6s assucares e mais gener 0
dos trapicbes ou do caes, cons driecc,3o aos armazens das ruas do Appollo e Hrurn
qaaesquer outras do bairro do Recife na proximidade de suas linhas.
0 preco de transporte comprehendida a carga e descarga e arrumacao no arma-
zem i:
FUIVIHCAO .)*: FERI.0
r
4' ray do BarAu d<> Iriiiiiiplm (rua do Bruin) ns. {00 a \\\\
CARDOSO de IRMAO
AlS\M aos setibores de ^uuetih s nutr < ^grir)M '> s >> {.iil'.ii in gxral ju
cOotiuuani a receber ae frigid j?rr, Frati^a >. America, ludm js ferragens n ;;iaclnn a :,.;-
cessanas aos ostabeleciuieutos agricolas, as mais mudo uas e irK.'ii'.-r obra -jne IM virtda
jo mercado
1 aS^eS 4b ^ d melhores qnetflin ntido ao mwtio
UftldeiraS de sobrwaleute
\Ioendas inteiras
para vapores.
e metas ruoeudas, obra wrno uutica aqni vhi.;
Taixas fondidas e baudas, do. meihore* fabrtcntes a 300 c 150 rft. a
Por sacco de assucar...........
Por fardo de algod5o............
Por ancoras ou Saras d razio de.
Recite, t de agosto de 1874.
80 re-is.
100 reis.
1(1300 rewpr pipai>'l
Precisa-se
de um rapai de 14 a 15 annos, para vender bolo :
para informar a rna do Range! n. 50.
Preci9a-#e de am caixeiro com alguma pra-
tica de taverna, de 14 a 16 annos, portnguez ou
brasileiro : a tratar na rua Imperial n. 94.
Oavallo furtado
Em a noite de 7 para 6 do corrente mez, no en-
genho Pedra Redonda, do termo do Bonito, fnrta-
ram do abaixo assignado um cavallo com os sig-
naes seguintes : um pe branco, uma estrella na
testa, uma orelba morcba, marca de peitoral, alem
de outros ferros, tem em cima da :>nca do lado es-
querdo 0 nome SIPO' : quabjuer pessoa que traga
ao engenbo Sipo dito cavallo, ou noticia delle, sera
bem recompensada. 0 abaixo assignado aproveita
0 ensejo para scientificar as autoridades policiaes
e ao respeitavel publico, que todos os animaes que
tiverem na anca do lado esqnerdo 0 nome Sipo,
pertencem-lbe, pelo qae so podem ser negoiiados
por ladrdes, e desde ja protesta contra qucm os
comprar. Engenhi Sipo.do termo do Rio Formo30,
20 de setembro de 1874.
Joao Baptsta "astanha.
Precisa-se de nm moleque escravo para 0
servico de uma casa de familia: a tratar na rua da
Camboa do Carmoo. 11.
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todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecies, dd vitalidade e
energia a todos os orgSos e da* forr;a e vi-
gor ao systema afnn de poder melhor rests-
tir a todos os ataques da enfermidade. T
pois este um remedio constitutional. Elk
nunca distroe aftm de poder curar ; pordm
constantemente assiste a natureza. Portanto
em todas as doencas constitucionaes e em to-
das as molestias locaes dependente d'um es-
tado vicioso e imperfeito do systema em ge-
ral, acbar-se-ha que a SalsaparriLha de
Bristol 6 um remedio seguro o efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis a incontestaveis
vrtudes.
As curas milagrosas de
ftecrofulag,
Ulcer as,
Chagas antigas,
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Isto sim ja uilo e liquidacSo ; queirna! !
0 proprietario deste novo estabelecimento aturdido com o inesperado estridor dos grilos qne
surgem de todos os angulos desta graade cidade, annunciande a liquidacao dos estabelecimentos de joias ;
e, receioso de 6car SOSINHO, apezar de bem avaliar as grandes vantagens que neste caso deveria au-
ferir; tomou ainabalavel resolugao de QUEIMAR todas a3 suas joias, com o unico fim de eneorporar-
se a grande caravana, e, com el la, seguir em romaria para.......e segredo I
A pyra esta ardente-as victimas aguardam brilhantes o momento do sacrificioso fal
os sacrificadores.
Lto posto, espera-se, com justa r^zao, uma grande concurrencia dos amantes da econ
que nao de vein perder o ensejo de se proverem de objectos taes; e devera-n'o ainda assim fazer,
que depois de todas es-as liquidates, com o novo anno, acabam so as JOIAS desta cidade, e nao
tera o publico aonde dellas s-i possa prover.
A ellas A ellas !
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sn;
tlOdaS (1 agUa com cubajede ferro. fortes e bem acabadaa.
tvOCiag dentadaS je todos os tauumboa qualidadw.
Relogios e apitos paP6 evapo.
BombaS de ferro, dewpucho.
AfadOS de diversas qualidades.
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Varandas de ferro fundido, frarnct!ias de djversos e D0llll0j ^^
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P6s de ferro
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Valvulas
ardwri.
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para mesa e banco,
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sua fabrii-n rw-cn moritnda, m grande e bom pessoal.
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pnr ii quti sh i-orruspmidHm cnrn urna ri-sp-'itavel <* t com um dos melbores jiigt-nhi-.iros de Ingjatorra ; in>umbi'm-se de (ssmfet wirai
.itasmachinas, e se resp-itisnlidisam pelo hum trabalbo das rnBsmas.
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cbinismo o favor de fuz'-r uma visitH a seu i^tabelsoini**Bt>i, para vcefll o
to completo que ahi torn ; *'" '> tudo superior *m qu- Madee forti !5n ; >
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XOuaS as macnmJtS rt p^as d Faz qualquer codt^erto *. ,,, J?Onil.
JinCOlTlilienQaS. Incumlie-se .It! niaiidar vir quafefsrr niarbtniMM i vjiit ta -
clientes, lembrando-lhes ;i *Mitag(*in d<- f-izern-n s fimwp'as por mHirMnilw dn pajJM
entendida, e que em qualqn.-r n. re.-?ii!a!e ^0 Iht-s pruOar aaxitiu.
Arados americant>s

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por aasa
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!i.-.tru.i:entiis asric Ins.
Tratamento puYamente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercuric
A Easencia de Caroba e um remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para enra de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as molestias Syphiliticas, Bocbaticas e Escrofulosas, Rheumatismo, Empkoens, Dar-
tros, Ulceras, Ercpcoes, etc. etc.
Os prodigiosos efTeitos que' tem produzido a Eggencia de Caroba, por toda parte
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como um dos medicamen-
e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza syphilitica
para a maneira de usar.
tos mais segnros
boubatica.
A cada frasco acompanha uma inslrucijao
Pomaiia anli-darlrosa
Contra as affeccoes cntaneas, darthros, comichSes, etc., etc.
Inguento dc (arcba
Para cura das boubas, ulceras, chagas antigas, etc.. etc.
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DO
Bacharel Naaoel de Siqueira Cavalcaiti
Remedio efflcaz,n5o s6 para curar qualqoer ataque de erysipela, como
para impedir o sen reapparecimento.
Approvado pelo Governo Imperial, achase a disposicao do pnbhco
com as respectivas instrnccoes, attestados de pessoas notaveis. e de Medicos
de grande repntacao.
Depositos unicos.
Recife: rua do Barao da Vict.ria (rua Nova) n. iO. casa do Sr.
Rocha Siqueira.
Rio de Janeiro : C&rte, rua do Oavldor, n. 78.

52
GLOBULOS DE JOSEPHAT
DE COPAHIBA PURA
Aluga-se o !
sobrado sito 4 rua
andar com sotao do
estreita do Rosario, n.
29: a tratar nt Jqja do mesmo sobrado.
ft
mL mados por escripto at 10 horas da ma- ds
^ nha serao visitaaos em suas casas.
Oa doentesque mandarem os seus cha-
mados por escripto at 10 boras da ma-
nia serao visitados em suas casas.
ASPECTO DA CAIXINHA ABERTA
Os Globuloa da Josephat, como se pode virno desenbo que aqui vai, sio
co'mpletamente esphericos c pouco mais ou menos~da grossura de uma ervilba,
tornando-se d'esta maneira faceis a engolir-se ; sua capa gelatinoea sendo muito
fina, pode-se absorver uma quantidade relativamentc considcrave! de enpahiba
n'um fraco volume.
Cada caixinha contem 70 globules reprcscntaudo 28 grammas de copahiba,
isto e" sete grammas de copahiba de mais que as caixinliasxtrdinarias de commer-
cio, cujas capsulas grandes e ovaessao engolidas com difficuldade.
Em todas as circumstancias oe Gtobulos de Josephat tem grande vanlageio.
AVISO IMPORTANTE
A copahiba do commercio i frequentemente falsificada e n'este caso ptrde
todas as suas proprirdades. 0 prospecto que acompanha cada aix'mha indin
um meio facil de recouhecer as fahiflcacoex, Por c*te meio cada qual podera iu-
texrar-se dapureza absoluta da copahiba que introdtuo nos mews ylobulvs.
Deposit* {era!: n cisa L. FREM, 19, na Jacob, ei Paris
Unico deposito na pbi mwia d i\ M nr>- & 0. rna m B-r|.> da
Victoria n 25.



-n-m
Duuwi faP&nimtoLCOb -f -imiita' lt&& I d# -OtttatatfBlb 1&_i ^
=_
Scares _ avisam aos sew freg,uejas qoe mudaraai H seu
asta.'eJjcimenlo de getrt-rrrs de estiva, do armazem
d'ieaes da alfaodega para o armazem da rua da
Madre de Ik us n. 22. '
.-----------------j-------------__----------------------
Boa moradia.
Aluga-se o sitio da estrada de Agua Fria n. 2,
com boa casa para numerosa fan ilia e excellepte
banho uo riacho Jacare\ perlo da estacao do ca:
roinho de ferro : a iratar na rua Primeiro de Mar-
co n. 23. __________________
Cura instonlaea
irandiosa descoberta III
Novidade importantissima III
Ouso quotidiano le um calix do superior vinho
GENEROSO qne se vende no 1 andar do sobrado
n. 56, a rua da Cruz, tem a propriedade de subs-
Htuir oon. grande vaitojjjem e extraorJioatia eco-
Do;!ii:i, os depurativos tao apregoados e conheci
dos por sal$a e caroba, etc. 0 medicamento que
annunciamos, na > cura todas as molestias como
succede as panaceias que se aanunciam, acompa-
nbadas de attestados; todaria. restabelece iinme-
diatameDte as forcas, e purifica o sangue, sem a
desvantagem de ser nocivo a satide.
Vara de orphaos.
O ju z de orphaos e ausentes desta capital rau-
dou sua resideneia para a rua do Visccnde de
Albuquerque n. II, cuir'ora da sMatriz da Boa
Vulo.
Banhos e dormida fresca no
Monteiro.
Aluga-se alii duas casas pequenas, teodo cada
tuna, Juts ?:ila, tres quartos e cozinba a tra-
tar narua Nova, loja n. 7.
Aluga-se nm rapaz excellente copeiro por
estar a isso acostumado-, para hotel ou casa de
homera solteiro, estrangeiro a tratar no Corredor
do Bispo d. 73 Na meson casa engomma se com
perfeicao rouoa de homera e Jo senhora.
Aluga-se
0 1" andar e sotao da rua do Fogo n. 27, e tarabem
se alu^a um separadu io outro : trata-se a rua do
Apoilo u. .')0, armaiem.
Um iiovo rival!
Para uma cidad* tao populosa como a nossa, 6
nor certo insufBeien c a existen ia estabelecimento no geuero daquel e que se deno-
ri'.inn Confejtaria do Campos. -
E' ;ste o motivo porque acaba de abrir-se a
ooBcnrrencia pabliea no bairro do Recife a rua
do Comtnercio u. 22, uma casa commoda e de
cente, rob u titsio de Assembled do Comtnercio
cods o respeUivel publico encontnra sempre
que precisa r, o nece'ssaris para :
8m easamenta
lima soire\
Um b.iptisade e
Um lanche.
Ha tan.b.m :
Grande variedade de *>''!>i-ia^ Unas.
Complete sirlimento de daces para embarques.
Bolinnos s rtidos e fructas de delieado sabor.
Iiandejas ca; riclvsarnente prcparadas.
Fiambres e lancbe a qnal mer bora.
Tu^o com eamerado tceio, prthteza e precos eqni-
tativos.
22 Ru d>. Commercio 22
Meira Lima
Assemiilda do Commercio.
ESCBAVO
AJujLi ?e|macafa )ln>a s*rJT.dfs
, eorfl 2 if as, 3 'quartet; cdzinhi (era
cacinia ; a traiarjia |rav
dnre?
tal grande. com
S. Jose nl2.

Aluga-se
>!) .-.ni >
ama excellente c_a terrea em Olinda, pateo de
S. Pedro Novo, com gat j aguac a tratar com
Marc lino de SoUza Travassos, do Forte do Mat-
tos. _______
Antonio de Azevedo Villaroneo.
Pelo presents sao convidados os afilhados e,ap-
lhtdas de Antonio de Azevedo Villarouco, Tarle
cido em Portugal no mez de ou|ubro de 187S,
apreentarem dentro do praze de 60 dlas a con
tar de^ta daU, a certidiQ de sen nascimeiU, m
ca?a do abalxo assignado, testamenteiro Lnjliiuida
pelo dito fallecido, afirn de qpo tfjatn d8TWDIW
attendldos na partilha a que tern de proceder:se,
com a precisa igualdade, (teftacbrdo com a cbeao-
sicao testamentaria. Recife, 10 de setembro de
1874 -Man el Azevedo de i^fdpj*.
Or. tiiidiialo Alt cm iiuakitute
Cumkoim.
Francisco Alves da Silva, teado de maBdMtre-f
zar uma missa, no convento de S Francisco, as
8 horas do dia 3 de outubro, por alma do Dr,
Cincinato Camboim,. conVlda aos" parentes < aml-
gQ9 do flpado para agsistirem a.ella. _hj/4i%h\!
Tiburclo Aniuneit de Ullveirav.
Antonio Uomes de Oliveira e Silva, swa rmi-
Iher e cunnadas, pedm as pessoas de sua ami'
sade e aos amigra.de sea fallecido sogro e pai
Tiburcio Anilines de Oliveira, o earidosa obi.eq.uio
de assistirem as missas qne per ioten^So da al-
ma do mesmo mandam celebrar no coarenta. da
Gloria, na teguada-feira 5 de eutabro, peia's 7
horas da manna.
I
grandes e.bons eommodos para familja,
potav^l': s ti'ataf flt>rrnSBenk da tfavessi
po Santo n. 25.
Natravessa diatua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra*
ta e brflhante3, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se106f mes-
mos metaes e pedras.
4%a-se
andax do sobrado da rua do Vigario a. '6, com
? ft
- Albga^se uW*e'Sae*<)liriy(4',iwiAflls fekM
local, no pateo de S. Pedro-Novo, onde passava a
felta o coronel Vilellat : ariMtar no CorredQr do
Bispo n. 73.
-----
I.iqilida^iXt* tv driuiiriro
Alerta econoroistas I
A Sultana de Paris, a rua da Irnperatriz n 54,
eonvida a prover-vos do que ha de melhor em
Cmxeiros
O Pescft\:a*u*DlrWr*. f% jrWIha de ifffj
a dous cakeitoi para Molhadte.
------------------------------*-.--------------------1j--------------------- ------------------------------
0 Dr. Joao Francisco Xavier. Paes Barreto,
tranzido de dor pelo, passameato de sua muiu
presada tia D. Rita Zeferina Coelho da SiIvalfeodas, e por modicos precos
manda rezar por seu eterno deacanso nrfla.missa"''
na matriz de S. Lourenco da Malta, no dia 2 do
proximo futuro mez de outubro, as 9 horas da
manha ; e convida as pessoas de sna amisade pa-
ra assistir a este acio de piedade.
Jone Bom Ramos de Oliveira.
3 annlversario.
Um amigo e compadre do finado
Jos6 Bom Ramos de Oliveira, grato a
nas mmoria,manda rezar uma mis-
i& por sua alma, qninta feira 1 de
onlubro, pela3 7 boras, na igreja do
Carmo, convida a Exma. fatnilla e
amigos dp finado para comDarece-
cerem a ese acto de caridade.
k*waaMB i Bam g
D. Maria Conjtancia de Albuquerque Ferreira,
te do de mandar celebrar miBsas in re .-olhimento
da Gloria, no dia 5 de outubro, as 7 horas da ma-
nha, puia alma de seu presado esposo Jos6 Jorge
Ferreira, fallecido em Portugal, para assistirem a
este acto de caridade e rehgiio, convida a seus
parentes e amigos ; ficando desde ja eteroameme
agradeciJa a todos aquelles qua comaarecerem.
jmfa-
magraone
talia eatr.
gario n. 31.
AMA
segundoTandar.
Precisa Fe alogar uma es-
erava para andar na raa : a
tratar na rua do Cabnga n. 3,
Precisa se de nma pa-
ra cotinbar e ontra para
engoramar, e um mole-
que ou preta que saiba vender na rua, prefere-se
escrtrvjis : a tratar na pharmaeia Torres, a rua
de Mardlio-Dias n. J33, das M lioras- do dia as 3
da larde. i________...
Precisa se de uma ama que
cozrabe e compre para pou-
cas pessoas: na rua da .Con-
AMAS.
AMA
cofUia g
P:ecisa-se de uma ama qtiaeaiba cozitrhar ;
na rua do VI garb n. I a. ^ _;
Precfsa-se' de1 dma ama de meia
idatfe ede bw" eMducta, para com-
Ail
prar e erzinhar, e servico domestico
era cfiaa dpooca famiha .- ua rua LJuque d# Ca-
jias n. 70, .i andar.
Olferece-se uma ama, para engommar
ou cojijhat rja^cjua de pouea fami
Ama
<1ri-: ialSrl'ft^ort
eFSMsStma rl: W
Sir*
Precisa ?e de ami ama
narua da Uaiao n. 69.
Precisa-se de umxama : bo pa-
teo do Terco n 4.
PrecM-se, de uma ama : na. rua das Criou-
las n. 7. .
A mM A .^a rna ^ Bom Jesns, ou-
/% If H^ tr'ora da Cruz, n. 52, 2 an-
-^^--i-T-B-^BK'daT, prwHsa'se de ama ama
para cemprar e noziahar para duas pessoas.
\ttencao.
Fugtd do eajfenlio Asalaya, ua fregoeaia de Se-
riahai m, n i anno du 18G5, o escravo Francisco,
i & i; 16 u 18 aanos de idade, pouco mais
n Itura e corpo regolaree, olhos;rasos e
i ;lara, cabellos bons, denies per*
' afilado curio feicSo bouita, sem
.., i'.i! io mod !..!.'. pes seer.os c bum feitos.
foi iic Sr. commendadnr Antonio
} tual, senhor do eugeuho Cabeca de
"x : prado so corretor fJhveira, morador
I .;. il. v-iiiio Aji}d,!ite,.ua fresuezia da
no anno de IS72. o escravo Gnilherme,
iguae* egu|ates : pardo, com 25 annos
pnrtcb luai- ou menos, altnra c corpo
r- cahell s racheados, olhos grandes, rosto
slguns jiguaes de barba, nariz
; um lanlo arqoerda, denies porfeit;s
na.->ardas pelo resto, e faz movimento no
i.iiido anda, e na cccasiao de cumpnmen-
tar a algima pessoa kao chapeo por cima da
a n laguarda, e muito alegro e diver-
; ; nfla-e q".- esteja na cidadt da Para-
, em Naisr lh. Por tanto, rega-se a?
atltoridades policiaes e aoj eapitlea de c'ampo a
appreljc .-Ai dos dit>s c.-cravos e serein entregues
. a ht aunt, Emilio Perelra de Araujo, no refe-
i : en(! Bi;o de qnem lento a paga d ;.300$000
I rcada um. N B. 0 escravo Gnilherme tern
i cicatriz sobre uma obrancelha.
Josfi d s Sanl s Oliveira, arrematante da^ divi
la mas fallida de Thomaz Fernan.les da Cu
alia i C, avisa aos devedores da massa failida que
mandem pagar sens-debilos aruaUuque de Ca-
x as n. 70.
Pr,
xi is n 57
Gill
'o ii'- ama :
ahira.
na rua do Duque 4e Ca-
Aiiciicao.
Ouri-- toposito naBahia, da muito antiga e
oenhec da fabriea de colla, denominada -Cama-
eho, a raa Nova do Commercio n. 2, casa
Salsaparrilha de Ayer
r.vr.A PimnUB o sangue.
O renome de qne goza oste ex-
cellente remedio 6 devido a mi'.lm-
res de curas que tem operado, mu-
itas das quaes sao verdadciramente
maravilhosas. Iunumeros sao os
casos em que o systhema, parecen-
do saturado da jjodridlo de enfei
midades escrofulosas, tem sido
promptamente restituido & satide.
\ -jSjfcJs As affeccoes e desordens, agerava^
,.Wr das pela contamina^ao escroftilosa,
ate" produzirem dores mortificantes,
:.m radical e tam geralmeute curadas por elle, em
tm
toilos o< pedtoa do Imperio, que o publico mul precisa de ser
lDfpr:Tii'l'> das ?uas rirtudes e do modo de usal-o.
O veneno escrofuloso e um dos mais destruidores inimigos
da ra a bumaaa. Ora, senhora-se occulta e traicoeirameuta
do nosso or^anismo e deixa-o fraco e inerme contra molestias
fatiicu. Ora, patenteia a mfeccao de que corrompeu o corpo
e entao, em nior.icnto opportuno, lavra rapidamente sob algu-
ma de sua i iiediondas formas, ja na cutis ja nos orgam3
Titaes. K( ; ultimo caso deposits, muisas vezci, tuberculos
aos pultnr -. ;u. iiffado, no coracao, etc., quando nao se man-
ifesto, om <:-. tumores, etc.
A inim, ...: pcrigoso e tam perfijo nunca se deve dar
rnari.', e i sempre melhor do que combattel-o.
Assim, ai i recerem os proprios tgmpliumat actitot,
o osa .Li .',.<-.- Htttt,mA JUS A.TER podera evitar
sesnlt;. -.
As pessoas quo Soffi-TB dc Erysipelas, Fogo de 8. An~
tar.iu, liu ',.;.- Empigtns, Xlieumatitmo, Tumorei,
U7eerun, c f-'i; 'oiiidade doiorosa nos ouvidos, ethos, &&;
*6Vno= os -; I .-.iprpsta ou Indigettoei; Mydropesla,
MToUstln* <'> I'uraeao e do iujndo, Epj/leprta, Nev-
ralgia c de vmjias outras afieccoes do systhema muscular
erveso, acLaifo soguro alljvio usando dosta SA-LSAJPAJi-
SIZBA L'C A.1EB.
A Sypl It on MoletUni Teneretu s8o curadas com o
pen uso, p -sto q'.^ seja necessario mais dilitado sspaeo d#
temno j.era ubj.'gar tam impcrtinentes enfermidades.
A Zeuror :/'/. ou p lores Braneas, as ulceracdas-uteri-
as temp, -at n rnolcstias das mulheres sao tambem aDivia-
das e mi-.;>.;.. t.'.u curadas por seu effeito puriflcaJor e
Tigorativn.
O Mheum ir.io e a Gotta, quando causados p^r accu-
lut^-oes c ma" lias extranhas ao sangue, cedem-lhe facil-
mcute, de u .... aio^o o( Mat Eigmda, Congesiio on
Znflumm' -, .; Tlgtuto, Icterlcla, quando sao oriundas
t mans re : .no.. ,m sduguo.
A Salsar-rrrlll^ a nm arbitrate retrdor ta
tVtrca e vigor tio systhema.
Assim, tc^os pa que BoBteretn Languor, PMegma, Def
wialos, j.-.-.-oiiuuM e quo saj ii,coniroo4ados com Ampro-
hensoas o Temore* Kervnsom ou qualquer ontra afleecS*
provmeat<" de l>rbill-ide, nchnrao do seu podcr renovador
mats negtro ex;>edieute de proaipta eui*.
PBEPABADA POR
T. C. Ayer &-Ca., Lowell, Mass., E. U.
Chitnlcos l'rartlos e Analuticot.
VE-VDii; 6E F*Ms>'
I
Fortunata Fortes avisa aos pais desuas alumnas
e em geral a todos os chefes de farariia, tanto daqui
como do fora, que se acha mudada para o t* an-
dar do sobrado n. 21 da rua Neva, onde continua
com sua aula de insirucc&o primaria, ensinando
tambem todos os trabalhos de aguiha, bordados de
todas a? qualidades, trabalhos de la, or >chet e flo-
res, com muita perfeicao ; e em sua casa ensina
tambem o l.ancez, desenbo, miuica e piano, por
ter para i*so escolbidos professores. Aceita ext r-
nas e ibleiaas, afflni,:t bora tratamenlo, muita ap-
plica^ao, e o preco mais favoravel que em onlra
qualquer parte.
ijK ^-:#

*
-5
^SK
9
TV
N. 21, le2 andares, Camb6a
do Carmo.
ISunoel Euetlino Rogo
a!lcnc.i
MEDICO
Consultas das 7 horas da manha as
9 l|2.
Chamados por escrioto.
Especialidades. Doencas dos pul-
raoes e do e. rarao.
Exmos. noivos.
Chamacos a vossa att beleciraento que acaba de abrir-se a rua do Com-
mercio n. 22, denominado ASSEMBLE A DO
COMMERCIO onde se preparam nca< bandejas
com graode variedade de bolinhos caprichosa
raente enfeilados, tambem se apromptam bou-
quets.
Assemblea do Commercio
Meira & Lima
22 Rua do Commercio 22
Frecisa-se
alugar uma escrava para vender na rua : a tratar
na rua do Cabuga n, 3, 2* andar.
HOTEL
Restaurant de Bordeaux.
Aberto toda a noite, nos dias de especta-
culo da compauhia italisna.
Gredores
Massa failida de Thomaz Fernandes da Cu-
nha & C.
Samuel P. Johnston &C, admiaistradores da
massa de Thomaz Fernandes da Cuaba, onviaa
aos ere tores da mesma massa para apreseniireai
>s seu- titulos dentro d? prazo legal de oito dias,
afim de veriflcar os mesraos titulos : a antiga rua
da Senzala-nova n. 40 e 42, em 29 de setembro de
1874
Esta encourakjado I 1
Affua mole em pedra dura
Tanto da ate i|ue a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. lgnalio Vieira da Mali
aserivao na cidadd de Nataretli dlsla pnrvrncia,
fator de vir a roa Dbqe*de Capias rr. 3*; a-cw
clair aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Bus de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passon afevereiro e abril de 1872, e nada enmprio;
e por este motivo 6 de novo chamadotpara. d
dm, pois S. S. se deve lembrar qne este negoci
le mais de oito annos, e quando o Sri sea mha
ichava nesta cidade.
So dia 28 de agosto proxiino pw^ado ausen-
Us: eshira baiXay ro?to redondo, cor preta, pes
pequaaos, costumava vendor leite, anda-sempre
com um cacete que lhe serve de ammo por sof-
frerde rtBumatisino, ja e ido?a e de na;5o Cam
bin;la : quent e encontrarjpegUje-a e U^ve-a ao sitio
do Cafundo, estaada de Joao Barros.'^'ine sera
fgfalincadtt.
Joao Correia de Carvalho, artist* alfaiate, ten-
do-se desligado da sociedade da casa commercial
existente a rua do Barao da Victoria n. 26, sob a
razao de Aranjo, Carvalho A*C, aclia-sa novajnsn.
te estabelecido na sea arte, a rua. do llarqpez d
Olinda n. 46,1* andar, anode- os seus numeroso
freguezes o enconirarao p^rompto para executa-
qnalquer^ob'a tendeate a sua arte, com esmaro
promptidao.
Aluga-se
o primeiro andar com grandes commodos e sotao
sobrado silo na rua-do Hcspieia n.
nte a lofc S' Dtaaaat ibaijdo \\tJti

O Monte Lima
tem urr. complex sortimento de g.iliio e franja de
ouro e prata, vwdadeiro, de todas as larjruras,
abotoaduras douradas para ofBciaus, canutiihos e
enfeitee para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamenlo, como seja : bonels,
latins, pasta?, espadas, dtagonas, ctiarlaitiras, ban-
das, abotoaduras Iisas e douradas. para criado
etc.; assim como um completo sortimento de
r&aias, gal So fal.-o para oruamcoto, cordSo de U
com borla |iara iioadroe e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tado por muito menos
preco que em outra qualquer parte : na praja da
ladeoeiidensia n. 17, ianto a k>ia do Sr. Arantes.

E. A. DEL0UCHE
24-Rua do Siarqitz de Olinda -24
'Esquiua, Jo becco Largo
Participa a seus freguezes e amigos que mudou
o sen estabelecimento de relojoe:ro para a mesma
rna n. 24, onde eocontrarao nm graode sortimento
derelogios de parc-de, americanos, e cima de me-
sa, dos meibores gostue e qualidad-. s, relogios dt
algibeira, de todas as qual idaes, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
!;is de onro, inglez, descuberto, dos melhores
abricantes, cadeia de ouro, ptaq.net e prata, luaetas
de tod?s as qualidades, tudo por prer;os muito ba-
ratos.
Hotel de Bordeaux
Pela aeguoda vez, os seahores devedores a este
hotel, siio convidados a virern saldar seus debitos
ate o dia 30 do correute, atim de prevenirem que
suas contas sejara cobiadas judi:ialmenle, depois
do verem s-us uomes eslampados nos.jornae< mais
lidos desta cidale. Recife, 23 de setembro de 1874.
O administrador,
_________________J. Delsuc._____^^
OLINDA.
Aluga-se por (esta ou por anno, na rua de S.
pedro Apostolo ou Passo Casteluano, tres casas
terreag, com encanamento d'agua e gaz, bons com-
modos e quinlaes grandes e marados, com diver-
sqs arvpredos de fructo : a tratar no pateo do
Coro Santo n. 17, 3. andar.n
-. Aluga-se o armazom d > sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazendas
por ser muito espaeoso e reedifi;ado, ou para
qualquer esubeli'cimenio : a tratar na rua de Do
mingos Jose M rtins n.48, antiga SenzalaVelha.
AO N. 9.
No progre.-so dp pateo do Carmo vende-se man
teiga iugieza flor a 800 r. a libra.
Boss pianos.
Chegados denbvo. '
Vende-se.
Trora-se.
E aluga-se.
No armazem do vapor francez, a rna do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOB1LIAS
de vimc defaia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de bra^os e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e p6s den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
dlvina, fiorida, lavande, poe de arroz, saboietes,
crosmeticos, mnitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frasccs da extractos, eaixi-
nhas sortidas e garrafas de differenies tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem eonbecidos fabricaotes Piver e Coudray,
Na armazem do Vapor Francez, a rna do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
QuinqmlfeariaS.
%.rtI^os de dtffercntes gosto* e
phantMiat*.
Espelhrs, letjues, ltivas, jaias d'onro, tesoorrnhas,
canivetes, carxinhas de costura, albuns, qnadros,
e calilflhas para retratos, bolsiuhas de veUndo,
dita.de couro, e cestiahas parabra^osde rneninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutose cigarros, escovas, peates. carteinnha de
madroperola, tapete para lanteraas, malasv bobas
de vracens, verieslatias pafa janellas, esterioeo-
pos, lanteraas magicaseosrrairaraas, jogosr da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de paael para illuminaroes, machinas de
fazer caf6, espanadoms de palhas, realejos de veio,
accordios, earrinbos, e bercos para criaacas, e
outras muitas qninquilharias.
Brihquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differutes parte.-.
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precos mais resurcidos qua 6 posaivel: no ar
mazem do Vapor Franctz, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova tr. 7."
Calf ado francez
a 9$ :
Botinas para homem
" Aoabam de c he zar grandes jaeturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de peliea de duraqut
.com biqUBira, de bezerro com botoes, e com ilbo-
zes a 90QO9 (a escolber) por ler vinde grande
quantidade por conta e ordem dos fabricanjes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao dv
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pi etas, braneas e de cores. diQerentei
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com safeo, brancos.
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranoa
Para rneninas.
BOTINAS pretas, braneas e de cores differentes
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de iranca portuguezes.
Para rneninas.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda 'ao,
ABOTINADOS esapatoes, de bezerro.de deversas
quaiidadea.
SAPATOf de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perkoir
raeias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
JSSSMM
Y?ndef?a i j k
uma casa lafvilaipd Hnrrtir *, |a ma da Am-
roercio, por preco mbdico : a tratar com Tasat>
Irmaos & C. -, TT

tOMPRAS.
CASA.
Aluga-se ou vende-se uma grande casa terrea,
em Olinda, propria para graode famUia; tem gaz
e agua encanada, sila a rua do Aljube a. 31 : a
tratar na rna da Imperatna n. 86, 1 andar.
Escravo fugido.
Fugio do engenho Ajudante, na freguezia da
Escada, no mez de junho do correnle anno, o
escravo Martiaho, de cur preta, com 22 annos
de idade, pouco mais ou menos, altura e corpo
regulares, olhos grandes e brannos, com principio
de barba, dentes p^j-feitos, cabellos carapinhados,
ps grosos e compridos ; anda um pouco decli-
nado para Creole, com a vista Grmada para o
cbao; e muiio caatador e official de carreiro.
Desconlia-se que o dito escravo esta occulto em
terras dc> engenho Para, na freguezia de Ipojuca, pelo que, incorrera nas penas da lei, quem o tiver
occulto. Roga se as autoridades policiaes e aos
eapitles de campo a captura do dito escravo, e
ser entregue a seu senhor, Emilio Perelra de
Araujn, no referido engenho, de quem terao a
a paga de 50J000.
Asfociagao commercial be-
neficente-
Compra-se os relatori >s dos annos de 18i3 e
1857, de.-ta associaijao : ^uem os liver e quizer
vender, entenda se com o archivista da mesma
Compra-ce tres oortas de araarello, qne este-
jam em perfeitoestsdo, na rua do Livramento n. 30
Vr:MDAl
Na rua do Marquez de Herval n. 166, preci-
sa-se de uma pessoa escrava ou forra para eom-
pr.r e vender na rua.
Cavallos apprehendidos
No deposito, em Ipojuca, acham se dous caval-
los, sendo um castauno foveiro e outro alasao, com
muda a fazer : quem se julgar com direit -, s*rao
eutregues. Ipojuca, 29 de setembro de UrH.
Escravos fiigiiios
C nfinn^m aSetar fugidos desde o aimo da
1870, os escravos seguinlcs : Francisco, crioulo,,
i-om 28 annos de idade. pouco maisaou meuos,.
altira e corpo regalanes, oHr grandes e brancos,,
denies perfeitos, eabeUos carapinhados, uma ci
atriz por cima do olho esquerdo, barba a CavaJ
nhae, muito conversador e risonho. Antonio, ca-
bra, com 23 anaos de idsdo, pouco mais ou me
nos, alto, se ceo, o.hos grandes e vermlhos, ca-
bellcs nm tanto soltf, poum barba, drntes per-
ftitos, pes compridos e seeaoa; am bos foramoom-
,.rados ao barao do Naaretb. Des onfia-se que
m ditos escravos* estao oecultos na comarca de
PaJHii de Fures, ou no Rio de S. Francisco. Ro-
g -se, ptirtanto, as autaridades policiaes aos ca
piUcs de campo a capluca dos meauiot asara* .m,
.' serem entiegues a seu seu senhor, EauUo Perei-
ra de Araujo, no engenho Ajudante, na fre^ue-
'.in da Escada. de quem terao a paga de 3(IO*.0'>0
por cada um.
Obras inedictas do finado vigario
Franciseo Ferreira Barrete
Achandose irapresso o 1 volume (prosa) desta
importante obra, os editors* avisam a todos 09 se-
nhores subscriptores de 0 ir receber n<) lugar
aonde subscreveram a-sira como o senhores que
ainda quizerem subscrtwer, o podera faser nas li-
vrarias desta praca, ou nesta typographia, rua do
Torres n. 10, raediaate a importaneia de 5J paga
nesta oceasiao. Outre siro, faxeraos scipote as
^ociedades, a quem enviamos circulares, que re-
mettam nos as Kslai da asignaturas adquiridas,
para serem eoviados 09 exemplares. Recommen
damos esaa obra ao illustra cjejo ________
Alngj-ae por preco racaavel uma casa na
povoae&o da Caxanga : a tratar na rut do mpe-
rador, livraria Universal, n. 54.
- No dia 2 'to corrente mez de outubro, flnda
a audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de direilo da 1.*
vsr* civel desta cidace se ba de arreraatar em
oraca publics, um sitio 00 lugsr de SaatlAana, da
i'igfez4a do Pd- da PaaeJ.a, peftencaBtea viua
a brrduira du fallocido majnr Joaquim 4e Albu-
querque Mello, para paga nemo da iroportaacia
M exeeneao qne contra el las move Joao Ohris
liani, cujo escripto se a.lia na man do porteiro
Io ju zo e nolle custaai.a* diaienies e bemfei
conas do dito sitio, e qne 0 valor delle 6 de qua
iro contos de r^_____________
' No dia 28 do eorrente teem
ndoSiP'lo.juteo de paz de S. Jos6, diversoi
i). 1 tencentes a Januario Jose" Ferreira, a^t/oeri-
mento de Joao Gomes da Gosta, j*i*Toras 4a
tarde,
Attem^io
Madas a Albuquerque &
Irma.
Jtaa 1.* de Marr;n n. 14, 1. andar.
Tem a israc5o de avisar as Ex ma's. Sre.,-1
que recebem par todos os v-pore, tiguriqoo, os
quaes eslio natentes para todas aquellas que qui-
zerem vesUr-se com gosto. Sendo seus trabalhos
perlettQ8 0 mais baratos do que em ontra parte.
ft Rua do Crespo 14
Ao publico.
0 abaixo assjgnado declara qua tendo acabado
com seu estabelecimento de joias si to a rua do
Coronel Suassuna, aatiga H rtas, julga nada de-
ver, porem se alguem julgar-se seu credor apre-
sentse no prazo de tres dias, a contar da pre-
sente data. Outro sim 0-mesmo decl.ra a quem
tiver algnns concertos que os venha buscar no
prazo de 30 dias, do contrario setao vendidos pa-
ra seu pagamento
Recife, 30 de setembro de 1874
Manoe! Martins de Moura.
LEIS PRQVINCIAES.
Vende-se no 1. andar desta typographia,
em mao do administrado, Colleeccoes de
Leis Provinciaes a 500 rs. 0 exemplar de
cada anno.
Casa em Apipucos
Vende-se uma casa com 2 salas, 2 quartos, co-
zinha fora e quintal cercado com algumas fruc-
teiras : a traiar na rua do Marquez do Herval n.
160, outr'ora Concordia.
Bazar das Famillas.
Reis ejSilva & Guimaraes, proprietarios desta
raui importante loja, sita a rna do Duque de Ca
xias n. 60 A, esquina da estreita do Hosario, bo
intuito de satisfazerem sens freguezes, esiio re-
solvidos a vender por menos 90 por cento do qne
emontra qualquer parte; pelo que poem a dispo
sieSo do respeitavel publico, e especlalmeata de
bellosexo, arsegtrfnles fazendas com os respecti
vos precos :
Riqnissimas palonezas de gorgnrlo preto, rica
mente enfeitadas, pelo diminnte prepo de 98tOGO
eada uma.
Liodissimas popelina?, padrdes inteiraawate no-
vas, qne vecdemos polo diminulo prero de tJXKr
0 covado.
P peliaas de differentes gosto*, inteiramente so
vidade qu* vecdaaos pd* preen 4m I0*f) a c
vido ; e baraiisaao
Popelinas do Hah* com listraa, (aieadk ioteira
mente nova, qao-se veate or'.WO ra 0 covado : e
muito tiarato I
LurtiasHDas apacSb gontas novaa, malto \u
gas, que vendemos pelo preco de I *000 o,covalo
Linlas aJpaaaa preta coml istras kraocas, osa
to largas, qne vendemos pelo diminnto preca dt
14OOO 0 covado.
Setim braaco macao, f; zenda ranito superior, a
2i0O0 0 covado.
Riqaissiroas" caixJrrhas com erpelho, cada eai-
xinha contendo uma dtrzia de lencrr*, prtos preco*
segnm/es : ii/SuO, CiflOO, 6a90O'e 7*000.
Riquissimas caixinhas.de madeira enfeitadas, ea-
da caixinha coniendo nma duzia de meias para
n horas, pelo preco de 5|JK>0 e 6*000.
Lenros brancoa, faienda muito soperior a IfOW
a dnzia.
Limlhsfmas cambraias braneas bordadas com
Hstras de crochet, fazenda inteiramente nova a
1*100 0 metro.
Riquissimas saias bordadas para scnacras,
6*000 uma.
Um completo sortimento de lisinhas de core*
fazenda mniio boa a 206 e 360 rs 0 eovado.
Riqulssimos pan nos de crochet, tanto para pre
sentes como para cadeiras de guarnicio de salas.
a U500 um.
Um completo sorlimenw de alpacas de eores.
a 800 rs. 0 covado.
Cambrala tapada, Victoria, n. 26 a 71060
Catnbraia= bordadas com palmas e ceres, a 40
rs. 0 ^-qvido.
Cambraias traasparentes mnilo Unas, a 6* e 7<
a peqa.
Camtrai?? transparentes Nanssuc, a 4*000 ,
peca.
Um compreto sortimeMo de meia* de cores para
bomem, a 8*000 a dnzia.
Ditas braneas em caiiinhas, a 6*-S00.
Ditas ditas de 4*fOO, 4*9W, 5*000, 5*30u >
6dOQD.
Toalhas felpndas mnilo eno r ada>, a G3000 la
6*ri0 a duzia.
Dius alcocheadas imitando liabn, a 5*SOO t
duzia.
Graaadinas com lislras asetinadas, a 800 rs.
covado.
Merino prelo francez, fazenda muito uoa, a i
0 covado.
Cortes de casemira, gosto? loves, a 4*.tO0
5*00" 1 o cortp.
Bramante de linho, quatrolargtira>, a 2*.TO >
vara.
Dito de algodao com 10 palmos de largura, a
imoO a vara
Dito de dito traocadu, d quatru largura?, *
1*600 a vara.
Madapolao francez madraste a 6*800 a pee*
Dito superior francez, a 6*800 a petja.
Dito ittglez, maravtlha. a 5*000 idem.
Dito, elcphaatf, a4*600 idem.
Um completo sortimpnso de cbitas escuras e Cla-
ras pelos seguintes precos : 2S0, 300, 320,
400 rs. 0 c vado.
Um grande sortimento da rhal.-s de merino e*
tampados com listras de seda, a 3*200, 1*50(.
5JBQ0 e 6*000.
Ditos pretos lisos, a 2*O00,nm.
Um completo sortimento de algodao, de 3*80<>,
4*000, < 200 e 33500 a pefa.
A*sim como outras fazendas qoe nio m*nci"
namos os preens e que se vrndetn 'muito barat<
Reis e Silva A Guimara -.
Cerram qnanto antts a grand- pe-bincha '
S6 no Bazar das Kamilia<.
Rua Duqn'e de Caxias a. 60 A. ____
/

LIQUIDAGAO
NA
Loja de
liu 1 do Amoriiii n. 57.
Presunios inglezes para fiambre.
Queijos londrinos.
Ostras em latas.
Ovas de bacalbao em latas.
Lagostas em latas.
AzeitoOas hespanholas em frascos.
Azeitonas francezas em frascos.
Saueissas de Oxford em latas.
Velas de cera branca de Lisboa.
Guiudaste.
Preasa se fallar com o Sr. Joaquim de
Aguiar Montarroyos : na rua do Bom Jesus n. 7,
a negocio de seu particular interesse.
-~ Aluga-se o2 ari lar e sotao do sobrado
da rua do aangel n. 73, todo recons'.ruido e
a^seiado, com bastantes commjdos, escada
independente do 1." apdar, e bem assim o
guintal ; sendo muito fresco e com excel-
lente vista para a oova prac/ do mercado :
para vur as chaw., estao a j estabelecimen-
to de molbados do mesma predio, e para
t a tar na tbesonraria das loterias com -\to-
tonio Jose1 Rodrigues d9 Spuza (seupro-
pri-tarip.)
Vende se um guindaste a vapor para 5 tonela-
das, de systema movel, com a carreta para ser
rollocado," e 2i jardas de trilhos de ferro de 60
libra? pnr jarda, dos fabricantes Alex Chapelin &
1. de Glasgow : na rua.do Vigario n. 19, es-
criptorio de Thomaz de Aquino.
Vende-se uma excellente escrava de muito
boa conducts, boa cozinheira, tanto de fogao co-
mo de forno, engomaa com perfeicao, coze, en-
sab a e faz doce ; e maito baa corapradeira e faz
tolo o 8Wvlco de uma casa de familia : a tratar
a ma do Rangel, taverna n 7._______________
Oleado preto.
Chegou recentemeote uma factura de excellen-
te oleado preto
ns. 18 e JO.
a loja da praca da Independen-
Aluga-se o armazem de recolher, do sobra-
do da raa dos Burgos n. II, por detrz da rua du
Vigario : a tratar cum Josa Pelieiano Naiareth,
rua da Praia n. 20.
Polo presente sao chamados ea eredores da
massa falhda de Paulo Fernandes da Mello Gui
raaraas, ara pf**J de cioco- diaa apuoiopa-
rem seus limbs para serem verificados e
pelo ajrniinistrador : na rua do Barao da Victoria
n. At.
RCHt, 25 de setembro de 1874.
s .---
Aliened
>
Preitae-se a qu^m quer que tenha de arrema-
" kar q mio da estrada de Sant'Anna, qua o fclleti-
Edo maur Jnaqnim de Albuquerque Mello apenas
pomaim 332 palmos de f ante, segundo a escrip
luralafradawJo/iaMliiP iotari80.C%r|ns de Sa.
de ser arreroa- V ,-------------p-------~rL--------------n ,
aiuga m n*as.;fava paca cozmhai e com-
m
prar :^|a rna da Matriz da Boa-Vista n 3.
rua Nova n. 19,3 andar, vende se
escrava ulatif nor orejjo. Wfflosd.o.
uma
CoHohis para camas
Na loja do Pavao vende se eolehas de fnslao
brancos, para cama a 2,500, dibs de dito da cor
a 4,000, cobertas de chita e de cretone, de -2,500
para c^ma o ditas !e metim es-arlate forradascom
madapolao a 5,000 : a rua da Irnperatriz q. 60,
de Felix Pereira dp Sjlva.
~~Vio&*-tei duas apolices" da compaohia do
Bebyjfea : traiar no largo do Harme n. j.
Aos cigarreiros
A IfOVA ESPBRANCA vende papal de linbt
proprio para cigams de diversas largnras.
Para o fabric de ehap^os
A WVA. H^pEUANCA Tecjbeu o araiae proprio
para armacjm Be chapeos.
B a-Viagem
Venda sa ou aluga-#e um.i das melhores casas
da Boa-Viaj;em, defronlo da igreja: na rua do
Imperajor n-.S?
Vepde *8 4i sobrado de um amlar e sotao,
quintal cacimba so, em solo propriu.com commo-
dos para familia, por preco mnilo razoavet: a pes-
soa qne pretender, dirija-oe a esta typographia a
****** vM o Sr. Pernfm.
Liquidacao deroupa feita
Na loja do Pavao IPioida se*nma grande nor.
cao de roupa para homens e meoin s.corao sejam:
ealcas de casgrniras pretas e de cores, para todos
os preco? e quaiidadea ; ditas de brim de An-
gola para differentes precos ; dilas de brim de
cores, pardos e brancos ; paletots saccos, casacos
e fraks de panno preto e de casemiras de cores;
coletea de todas as qualidas, por precos bara-
tissimos, assim como grande por^ao de caraisas e
cernuias por menos 3 ()|q do sen valor so para
acabar : a rua da Imperalrjz n. 60, de Felix Pe-
reira da Silva.
PA HA WTO
Vende-se ehiUs tqglezas pretas qora pintas a
200 rs. o.covado, dita ffancezamuito fina, tanto lisas
como com pintas de 3.20 rs. para cima ; cantao
pre^a 800 rs. e owito "no a 1,000 ra ; bomba-
zinas. pnncEzas e alpacas de todos os precos ;
iazinhas preUs lisas de 400 ate B06 rs. ; assim
como uma grande p a reap de rsulhos tanto de
etiitas preta- como de las, que aa vendam por
precos baratissimos ; Urabam uma grande porcao
ie chales preto- de las a 1,000 rs. porestarem um
pouco rusaos : a raa da Imosratriz n. 60, de Fe
fix Pereira da Silva.
Pechincha
Odilen Dnarte & IrmSo raceberara pelo ultunt
vapor nm grsnde e variado sortimento de eoquef
de eabelio humano, o que ha de mais moderno, e'
veode-se pelo baratissimo precp de 101 cada um ;
erjes, antes qoe ae aeabem.
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miudas maito boas para roupa d
rneninas a 160 e 200 r. o covado.
La pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas dc c res Unas a 320 e 360 rs. o covado
So se vendo.
Ditas com listras abertas, fazenda fina, a 6.0 rs. >
covado.
Clutas do core* a 240 e 280 rs o covado.
Helios de cores miudas a 280 rs. o covado.
Cretoues, o melhor que tem vindo ao mercado a
400 e 440 rs. o covado.
Cambraias braneas, bordadas a abertas, fazenda
mais fina qne tem vindo ao mercado, e fazenda
de 2*000 o metro, por 1*000 a vara pe
obsficha.
Ditas pretas com Bores miudas a 200 rs. o covado
Cambraia transparente, fina, a 31 a peca.
Dita Victoria, fina, a 4*000 a peca. ,
Organdy de assento branco e de cores, ccm fl
res miudas de seda e de la, a 400 rs. o cov.do
E' pechincha.
Cortes de casemira de cores modernas a 51300 o
curie ; e fazenda de 81- E' prchincba.
Camisas de liuho finis, lisas, a 35* a duzia, e* fa
zenda de 55*.
Brim branco delinho a 11400 a vara.
Dito Angola, verdadeiro, a 600 rs. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 81
71a peca.
Algodao T, largo e superior, a 51 a peca.
Gorgorio preto de seda para vasUdo e para coUeto
a 3i o eovado
Toalnas alcochoadas a 4*500 a duxia.
Colcbas grandes a 31500 ama.
Cobertas da gaoga, (orradaa, a 31.
Lencoes de bramante a 21 um.
Lencos de linho, abaiahados e em caixinha*
3*500 a, duzia.
Ditos de caga de cores abaiahado? a 3*600 a du -
zia
E oatros mnitos artigos qua se vende por me
nos do que outra qualquer parte e para se des
96 na torem quoirara mandar ver as amostras.
eogaoaja de
"VENDE-SE
- Uma familia que ae retira para fora da pro-
virjeia vende um piano de armarin de Hen, cj
pouco uso, uma mobilia de Jai-aranda, nma diu
de amarello para quarto, a dfversos objectos do
casa de familia : quem nreeisar rtirija-se a raa
do p>rredpr do Bispo n. W, das 7 is 10
da manha, e das 4 it 6 da tarde, qne
com quem tratar.________________
Vende se um easal de escravus, acoMutsSlos
aoserviQO de engenho, por precisio de dinhei-
ro ; sao ido*as e de-fea eenddta : na traveasa do
Garipca n. 7. ________________
Vende-se um t*nj|U* para mal. com pouco
UK), de midro de visgaiiro : a tratar no engenbo
Novo de Moritwea.
Vende-se ua de amarollo aaveroisada a toda
Wfmfi*, -dwawpa ffP*. Pron P4
qoalouir negocio: na roa do Coronel Suassuna a.
If. iojaque foi da otrnves, t^da sera vw ^3jipbarato :___________________________
_ Veiide-se uma casa tw Cad){nlto Nto, 'na
rua Has fiysaptiai a. |: a tnt^r oa msma c?a.
-
/ '


(
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K
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i.
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^!^!^^
4
J
Cortes de cambraia
m pegueao de&ito : rea d iameratrii n_ (50
de^Pereira da Silva. *-" *
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i
Grande liqiiickcao do
-
K&genhos m Mam&tti-
"i
guape.
Veatose os eg*inte:
e Patricia.
A tratar com sou proprietaries nesta ctdadt
e para in/ormacoes com Joaquim Pinto de 1
refte* Filho na mesma afedade Mamammia*.'
?so frmtes 4 C.
k; iv. 7
l-.a.
n .
it- '
i
ib b
Ji W*
Itof

~Ru-a da Imp'erat^Ti'^Sfr?'!
endes Guimaraes & Irmaos.
01
t- cl ^.cv^PMg
I. uJ?a propnedade 4 margera da Camboe
'm ftwqeilws, peowido tvro pata t6da e
}Hmqm^ abr,..w tjcasadu vi-vwd 6 tr*s vivires com peixes
i romette-se fajar todo-e a trstar com' Derfim ,Lin Cavalcanta Pes
so*, |
Ceroulae e camisas.
Natoja do PaVBo, vende-iae cerou'lasfran-
WM4e todos ostamarrhos para horhema
maa' *tas de ,inho 2#00' i550 e
tfcmisas braneas com peitos de algodia.
r

V
ftr
a.
4/.
?7 "' ,. Laimhas a 120 re*.
ei9m'*?, Uanh" P" vesWos 420, 240* 320 e
400 rels o covado,
Chitas para eoheiiasaJfeOreta.
Vento-ae clntaspara eoberiasafeo-e 360 reis o
covado.
Alpaca* da .cures a 610 reia,
Vendese alpacas ft 6rw, flow, para Testfdos de
seaboras, a 640 reis o covado.
k r, iffStiff1! de corej a 320r3is.
i.e^S2' de c6r? P"a veslidos de no-
ras; a 3Wrtis o edvado.
Cams finas a 280 rWs.
360
Vende se casfln franceraS; finas a 280, 320 e
T6a o Govado.
Cambrara Victoria a 3*000
o. "^ria Victoria para restidoa a 3*,
3*500 e 4i0O0 a peci.
Camhraia transparente a 2'e 3*000.3
i?p'CM- "* caiilbria- tfataspareino a 3|,
<>#J^ 4* e 3J5.
Certinadoa a 14^000,
a 14*'
^KT* J2rttejrfos fc*rda* l^ara camai
v < Gang a amarella 400 rejs.
> en3e se ganga araarella paTa vesu'dos de seqho-
ras e ronra parameninos. a 400 rels o covado.
Hun tVlmeiro **> **.. B ,s
'P f*JH d M^ia. '
s prtiwetarios deste esuMtciwotal Mem rn.
solvido mderem suas fawndaa wTw'aoTSJto
SB!?(como abaixo WWTbSSS
.r Mertus _
Mis e covado. Dio-se-amwuraa com .peohor.
j. Caiuhraiiu)
Tjm.a^anibra'a8 fan'Pareuies, de SJIOO,
,,_.. A'as pretMH
\ende-se alpacas nretas e-moito finas de 600 a
WO reh o covado. E'grande pechiocfia.
Urn peqoeoo defelto a i*K) a peca, dito Km-
i^i**^6 ta'JteJ a 4*wv 5w Cmn e
!,,;;7 ^"t'ssuno. Algodaosiaao marca T,
acaoar. Chitas cferas e scnfa, a 0, 0 300 e
JW ra o covado, ditas roxas raotada*, a 490 reis
o covado. Crctones esecroa e de booitos padroet a
iWfciS Tadoi LflDzi?ha Imdos padrSes,
imii*,s ocovado Cambraias de cores a 240 e
fcabem CV Aproveitwto antes qua u
Crianda
J!l J*sU fazenda muito vropriapara ve$U-
owvada "3 P dlminu' Pre?o'^600rs.
IU*tm brnoca
venda-se brim braaco de ltfodao. 320 rs o
covado. -E- grandc pechibcha. '
v a Gse do s^sJa
a z*oow o covado. AproveiJeKu
Sobrocasaoaa a i s ISiftOO* T ^
4P^^?M^t-ft^^^^ Uma^SS04 q-i-er tudo.quanto.e Be-
pech.ncha : a eltes antes qtw se aoftem. Tami
pel i dtmnoto preco de 2* cada oma^MeiaT para,
sechora, fazenda reuito Dna e am rieatTcaixiihas
pelo barato preco de 6* a dnzla. ApfoSoT '
(oIcIiks nilnnaPK-ftdtan
barr? lSLColi:nas ada>ascalas braoeas ecom
arra de cores, muito grandes, pekj Uratisginw
preco de 4/ cada uma, fateada qie SrHe
menc&ES I 2W '"S Se ,ofl" honhft
certmcaTi8 *. qJ ** n*) Podera
a ta nilP,f 'Sr os P^Prietortoa eonvidam
a waas as pessoas.s fazerem uma Wsita a sen es.
tabelecttnentc, aflm rte convenreM se da^erdade
______^gA PRlUfflno DE MARCO K
Orgaody. i^.
rPsmW.df,*fentoJlw*nco e ' Jfv^ASt e '4lra3 de Mdaede li a 400 rs. o
a ca'ds f!aa.> ^araeDda de IJ5> e pechinchaT id na
,t*J_poDj(^JoJa de ftulherme *' C.
fcwtji flfta e por eslarem urn pouco en- n J/Sy,^1^1 a /" Du1Be da CixIm
cadTaa,ubma8S dh*00 dUZi8', on l8M!^^^^B^^lTS^
oom peitos e punhos de cdr" a 2j?000 i
na da Imptratriz n.0, de Fe-
H* Pereira da Sirva.
venaam ver se oao e vtrdadt.
ToaUiw pan TOsto a 700 reis. ----V '~it~'> 7 "''" C-"'
I linho para rosto a 700 e 500 vOEtCg Qe CaSllHira a 4/jL 5jS
" loja do Pfcyaa, .vende-se corte* 3e oa-
reis cada uma.
Chares' de 1i a 6"i0 rtis.
venose ebales de IS de qnadrbs a 640 MiaJcW
U&M \* p ^al6# ^ B,er"* eaUmpado% ^^
3,600, a'J* id7't0f^s^ Wde^ elOOOoTs'
400 r6is.
da Silva.
melim a 1*160 reis, ebales de mrrin* J? ^a do PfxSa, eode-se cortes fce oa- -V".J~~UUaj P**1^* can
2*, echaiea de merai esUmpado*, *tsem'ra^Pr'9a''?a:A 4, '^ e 6tfQ00 ditog to i,TnfnJaJ wT^ Se om grande
Sdas, para da-1 i&OMlftr^ "T ^vendett 9
deatgodioa a0Ob^;7i;Ji, para ^cabar :
J ftt da Imperalnz o, 60, de Felix Pereira
a Kifinn da Si vn
E^ com as noivas
A NOVA ESPEnAXQA, raa Du.jae de Caxiu n.
sas'asM'.iavasrsrjs: JSrtes-de,casemira-
modo preco: a tratar no porto do capknn 39 sawol ?e fa9em,ra* finaa, g.istoa modeios, a
op no mesmo Ingar com o dono. ffw ? corte : a elles antos one se arafem e
Shert:&DC.n]a,l0Cre9P0n- ^^ de
Cortinados para eamas
fit camas e
Cortes de caseniira a 5*000.
mS^&Sr^m de caseiuiras flnas part ca
>>*, o*o\iu e'6*
iZortes de brim a 4*400.
\ enae se cottas de brim de cwree a 1*400. Dilos
de brim de Ategla. a l*S00 e 2*300.
a t CTiDe'rtas a 2"000
Venae-se coberras de ehltas de cdres a **
,, Colchis a fiWO. .
Vendese colchas de fustio para #ma a 2*, j*.,
__
Paletutsa'S.OOOrs.
-X'**-'* P,a,etftts ^pafca preta a 3,13,60
*.TOp. ;,cal?as de caseiBi^a pi^taje de core
le;es de caseroira-preto e decorea, e ontras
tas roupas feitas batatas e fazeodas one est
qnidando no Bazar Nacional, a rua da Im
irre n. 78,
-JC
II l:
'E' economico.
-i.0
<^ovXj^,ycE!i,,6a ^P"'!^1"8'8 conservacio do
;2EcL2H aiWA MPHIAHIC., a rn? tC
VENDE-SE
a toverm sita a ma do Barao da Victoria n 61
BSBETr*5 atr""rnaTa^a8d,o
que_deCaxms a 63.
; i e | -
Satea farrifha
Ma5to ijo^a '6 grossa.
J^L^JflJ^-fP rtcs em P0'^0 on a re-
tafto : ha rua t^ga do Rosario' n. 34.
EspartnEosT
-mi 11
UleiidVi!.

**?*&*** *> Campee, stta a rua do Impfca-
aorn. 24, umco estabelecknento deste genero nes-
U provmoia. nrnrwir^inn. ,. i,,;.._.8_ ., *

ta nrnvink, "'""-.e'eowienio aeste genero sea- *u grande exposirao' da ma do IroeMador m
Lustres e arandelas de^M.
para gaz
XL;?rilnde e*Posicao' da ma do Imperador n.' siha""
, jctito ao escritita- n.da .mnanhi, ITX^ i -i f"Ta- ,.
Na toga do Pavdo, vendfe-se espaYtilhas
dosmais moderoos a 3?S0O e 4JP900 cada
um? wsrm eomrbonito* cintoe com lacos
!rO:JetM' 92SO0D, e sedinhas lamdaS com
! to(fw de rrtofo HOW o covado : i rua
j d* Imperatta f>. -0^, &> Felix perefra da
Silva toperatrlt de F Fentes girafe.
yJum? g'iafe' p.rQp-rios B?1"* anhora, (ultima
' t$$im & a raa buiDe ae Caxias n-"
Papai, mamai.
Gomo sag lindas as bonecas de cera que cha-
mt^Jv pi'' raai?,Jl' ehorara- andao>, etc. So na
Magnolia a rua Duqae de Caxias d. 45.
Gaiolas, gaiolas.
r^S!?.* 5 raa Du,,u.e ** Caxias n- 43, re-
mSafE5 a-r6me de'iDd''s"'mos modelos, Idem idem idem esmearladas
propnas para passaros ; a ell is antes que se aca^ Mem idem idem robins
----!--------------------._________________ Re'ogios de prat* aem aVmmdoa, de a
Para RPnhnroc ~~ gel(I0 Para "hra. fle ouro, de 40; a
rv* M f <"<* benHOraS > Ricosadereco.com pedras finas com
Como sao hndas e modems as gravatmhas/qne o w i abale-
LrTl.0hL8,,,arnaDu',ue de Caxias -43, acaba Bowlta,nPnl,e!"s do ultimo goato com
uerereDer t ou 0|0 de abate.
Erincos de phantasia dos mais bonitos
12 Rua do Cabuga 12
LIOUIDA^AO
de joias de ouro, prata e pedras preck>sas
_ lira de le*.
torrentes do ultimo goslo, a oitava *akk>
AlflnelPS para retrato, qrcuJado de
Plas s5wdo
6I000
ai*0 0
3U*00
8Q*O00
E -se nao vejam
Fusia<.
-----------------L.
iU

Atten^ao
Salsa par~iliia
Salsa parrilha
Salsa parriiha
SSS^^ V"*6*' '-para vender
________34-aa larga do Reeario-34.
cossario para
Cm casamento
Um baptisado
Uma partida
Um c*a para vifitas
I'm lunch
mi- Um lauto iantar
ao tem mais do que ir oo mandar i con-
feitaria do Campos, rua do
..... K Imperedor n. 24
p rK1" ?e en<,arregam de bouquets, flores
e ro has para casamento : assim -como, de doces
de todas isqnalidades para embanpes e tern
aempre preparados fiaaabres inteiros1 e a.K S'dtct'rT38 qUa,idades' *!" *TS!K
J% ?ae alli M Tl*. antese a boa
quahdade, i:oipeta e promptidio
d-H tn^"*ner?*ra-bres' bolos' P^de-Io e ban-
fliijas, tudo porpreeds-razoaveis.
mSSSuZI^T S8tisfar'9e asexigeilcia8
S6 ua eonfeit&ria do Campos
DtDtO tf> i imnvn _
*** v"fr"para'gaz, asirn como'ttfdo" o mais
55****# antes que ha na togUterra. Oa o covado,
S tnm s d0 que em oulra loader W, loja do 6uilheerm 4 C.
1 S'aS^ **^''nlagem que e 0 dono do estabe-
enmento mandar assentar os lustres ou arande-
asooiugar que 0 comprador gniwr, sem qu^para
ftUnXZ" >-Tafcbem e comprH.
W^dl?^F^~^:"V*m*tocm boacasa, com
! qHartes, despensa e cozmb, bom pfea
hollar miiilrt ^fi,.-,.;,, 1. #<.. r^*
FnMobnmcapSraroosa demABkB^t ww>^ ^__?ran(^e llQUidacaO.
iiiha8 4 1^500 o cov do '*&!**'*** ***^ii~ir*
ham >nt<>. t.----------. ."_ ol is cuta um bonito laco, por menus
Vetoham antes que le acabem
.1 rua I.' de Marco n. 7 a.
na loja do Passo
60*000
20*000
e-se
&*/ ^"fa^orisa^o'.Twra1'd^ c^ JRSeto
Cal de Lisboa
SK: ^saSff?!- de roa,,nim RD": rlmj^r^?A^ *.* .er-
Salame de [yio
c. V IJSOO a libra
So na A.-semblea do Commercio n. 22,
Gommercio, Meira & Lima, ^
^L
as desejadas lazinhas a 200
rs. o covado.
"o que se vende em cutra parle
__ Bonitas .eacoletas, taniff para senbora
Cjmo para homem.
Anneis rte diversos feitios, de 2* a
d0 Pulseiras de cobra de coral porSOOiO
de abate.
- I Jendo o proprielerio deste estabelecim. nio rec-
im d. Krrr"6 por?50 de joias dos"!"IS.
i i d,e P*"9' e P;jr P1,6?03 'a resumidos, partic.oa
! .todojlo* seas fregaete., ban como ao raafiS-
vc-1 pubheo, que se aclu sem^re prompto a Santo
com toda a exactidao como cosiama; certo" de
Bua do Queiraado n. 43.
(Jefronteda loja de cbapeas da Pracinha.)
raco, qntalal ..Vraio om"qua to ea^^r/n" fx\JT
rende 1 por cen.o q pm E*2?2has A. ,n,fta* de seda co> riqntaaimos
'J ^'.Peqaenas, com J salas e quart.,' S ," ^ ^ -eoT*,- So "
Camisas.
-v io. u i,yauu. oo 0 46.
Venham antes que se acabem.
rua
________u. n 1PARIS AMERICA, a rua Duque de Caxias
Ve am e ;nlmtorn I rjaill C IfUUIII eill. Botinas dVtoraqne para senbora a 3.500 rs
A k, j ett*'0. Ditae 0^barateiro da rua da Impenrtriz n. 4$, \.JM.gaapeadaa, cano 1?,0, para SSa/ a
nde popelmes pretas com lisfras asseti- S'^ ** .
Ditas de pellica, ingleza, a ijOOO rtis.
S.OoTrti? 3,ae bopdad0' Para ^hora, a
Ditas de duraqoe, de cores, para meninaa, a 3*.
A 120 rs.ocovado.
A'a rua da fmperatriz n. 0, vende-se para aca-
oar nma grande quantidade fle I3s, restos de di^
versos sortmieetos, desde <90 rs. ate-WO rs.: no
tendo-se que, ejaando ha via sortimentos comple
tos se vend.am a 1*280 e 1*600 ocovado, ha
,S.J'an,dK8de era Pa*5e- os que primeire'
ImSSr r pech,neha farSo- a a rna de
^fpZXw,m.,lKm..,J>J Chocolate hespanhol
friSS?8 ""HSS brancaa de a'^^o fir
to-ae imo^eT a2*000 Kemihc: naruaddC^P^-20 lojadX,'
_vonde popelines pretas
nadas pelo baratissim
."ovado. para ac-sbar.
i se dira quem -vende.
tfttwViiS?*"se ^ es"ava "^^ e -de benita
i>Sa ^LC0ZluhAr e eftgommarcom perfeicao
SBfiW?^ arttsr na ma do 'HarWz de
SrTn aiB- ol? W* roa ^'Cadeia, Wwfcrip
An d0SJS5!; Paren,e V'anna^U, om-j4se
V0Z\di^Gta^:iO!' P via do Ca-
rol, i*oa do General Viotorino n 21.

E' baralissimo.
Attencao.
EN'M-SE
pre^o de500 rs.o
Lustres, candieirose
arandelias.
A empreza do gaz, tendo recebido ultimamente
uma quantidade de lostres, candieiros, arandelias
globos etc. etc., tudo obra de gosto e de primeira
quahdade ; acha se em posicao de snpprir a sens
freguezes, por pre^os menre do que autigaraen
JmpaJSrTai." ***" m*mse a raa *
Em quaBto 6 tempo
aproveitem.
Salsa-parrilha do Para
Jem para vender Antonio Luiz de Oliveira Are-
vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesus na-
KPfO 0/.
Won Rowe & t. VeEdem no sea armaxei
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azuJ amencano
Exceliente flo de vela. m-icana
Cognac de f qnalidade
vinbo de Bordeau*. >
Carvao de Pedra de todas as qualidadea.
A resa f rincipe Alberto.
VaJsa para piano
anK..'^8 de n,uiicas e in-trumentos de Erailio
noDeno, na rua do Barao da Victoria n 17 aphn-1 __ij?~ --- -^uuf-oc wauipoioes irance
ee a venda esialinda 3S f^^iSA^^^S^SSS^SS^ "^ a ^,
do maestro GaodM ha W uno eom^ 12 Jardas a 3,000 e 3,506 as
Mroa do Vigarion IP, vendese e aegamte
Omeoto.de Portland, em primeira maa? '
**iliia2Jiom' en?arrafado' "nissimo, em cai-
MH dHo-e'm raws e dwbrehM.
vinho sherry, iogiez em aixas dedaela.
vinho toHares.em ancoretas.
tera em velas.'de Liaboa.
'era e^m' grtfme, idem.
?'1 1'" : "" >,
Jfa loja 96 Pavad vende-se madapolSes franee
Sn PIr?Le1fn aM1s ,ue se acabem, popelinas de li-
de 400 rsr5T,m0diern09' pe baratissimo preco
r?nm2 v0Vad. : quera duvidar, venha ver e
sffias"Daqae de Caxias c- 88>,oja de
do maestro Gaodido Junior
Preeo ]00.
t muito barato!

Vende-se
naruado Vigario n. 19, primeiro andar :
ancorous e%arrafado, em barris e em
RrozedoVSo.de LUba' SUperior ^nalidade-
Cimenlo Portland, legitimo
l^ramante para lenc6es
a 1^800 2^000 e 2^500
Sl& Pal5 Para concertar meias
n. 63, recebea deste necesaaria hnha.
Laazinhas baratas.
Na loja doPavao.para liq.idar, vendc-se
uma poil;ao de laazinbas de edros para
vestidos, tendo de 320 rs. para cimn x as-
sim como ditas com listras de seda muito
bonitas a 6iOrs. o covado ; alpacas de co-
res com listras de seda de ttiO rs.. para
cima : 4 rua da Imperat-iz n GO, do Felix
Pereira da Silva,
Grande liquidaeao.
De calcados, flus de sarja largas 3 estreitas e
raiaate^T^ W* fe "g^
Asunicas verdadeiras
Bichas haaibnrgueaas qn- vem a aflfeaernae
oa rna do Marauez de Ulwd;. -.51 4*"*a"f*"<>
Casemiras
peratriz n. 60 dePelix-'Pereira da Silva
1 ( *
Alpacas de cdrcs.
Aos nervosos
, A tjWA EgPBMWgA aaMWi to weator aMel--L jSttJ^&JZ^'&S^JM'* -pacas ae cores, finas, Com
S -gros, anneiseiecrico, cura iuraHive, BpfejjjS de kSSX^ | fiEgXZ&gB&4> ^
Alpacas de cores, finas, Com
listra!>, largnra
fazenda
peratnz 0. 60, de Felix Pereira da Silva.
tratar na mesma.

DOS
4.
n 7dl2fte a ta1erna da raa da Ponte Velha
urT, f:iU,ezada e cora ^"uenos fuados a
-.-------w.....,CUii.ciiu's se ir.a
obra tendente a alfaiite, cm a maior
por precos muito razoaireis: a rna
tnz n. 60, de Felix Pereira da Silva
fasieza a
(rvipera-^


Chapeos para senhora.
A loja da Passo, a rua Primeiro da Ma-co n
A, recebeu um tVao scrnmealo do ;bjeeea
pa t a seaborn, pretos ede cores. ^
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cits de jhso, qin serd mootaJa na tolda a mente, tirar ao paiz iuvadidj) n direito de
A PERWRSAO DOS COSTUMES.-Di-
minuiudo a p ipulagSo de Franca meio mi-
lb ao i'alraas de 18GG a 1871, provocou
nura*fuso5 esUdos quo nao fazem senao
droonstrar quo nos annos posteriores c n-
tinfia a verificar so igusl d.-spovoagio.
0 facto imor asiona tanto ra-is i.s franco-
r.es quant>quea Inglaterra, a Prussia e
outras uagoes teem eugoientado notavelmeu-
tn os sus habUahtes)6 mesmo p-riodo, e
em geral as graudes u?oo.-. duplcam a po
puUgio em 60 annos.
Tudos os-escriptores estao ont>-stes etc
procUmar que e" principal causa d'aquella
di" inuicSo a perverse. de costumes nas
grants crdades, onde, sc agglomera.n as
tr.fS quintas partes da p opulagao.
re, protegi-la por uma eooraga da mesma
espessura qua a g/*ral do navio; todos os
rarans serSo pois ttidos, ou pela bateria,
resistance legit
0 joefonol i
igualmente a
ima.
itau, delegado sueco, pedio
conservagio da redacgao
0 KvlSER. GOlRAClDO ALLEMAO
A 19 de marco ultimo foi ileitado o mar,
em ."oplar, o A'ltser, construido p >r Mis.
Samudt & IrmSos segunlo os pla os de
Mr. Reed e sob a iospecci > de Mr. Zarnack,
engenheiro das construcgG^s navaes alle
maps : eldm do Kaiter, o governo imperial
contratou com a mesma. casa a construccto
do D utsctland, tambem couragado, qup
br'Vfm"nio oaira da ca reira.
0 Kaiser e navio do typo do Ihrculcs,
iragata couragada inglezi ; n redacgao do
Bansa, jornal alle nao, recebeu do seu
correspondent* a seguinte noticia :
0 navio d treze pes e re e doz-s avau'e, resultad > ex-
Cpssivamente faoravel, pensanlose que
tnt'smo scm armam^nto e apparelho, >> na-
vio ja pesava 3.400 toneladas. Deve ger
-govemado polo leme a vapor do syste.ma
Farlan-Grey ; foi calculate o seu andamen-
4 qu>i so a iospecgao ext rue do navio faz a'
acred tar que attingira ; tal e bellezajdas li
nhas d'agua e hem lancado das formas que
Ibe dio o perfeito aspecto de barco muito
vel"Z e faci! de mauobrar.
U comprimento total o navio e de 280
pes, a bocca de sossenta e dous pes e oito
pollegtdas, e o pontal de quarenta e u n pes
e quatro pollegadas. Me.de 5,063 tonela-
dase, carregar se-ha para um deslocamen
to de 24 pes ate 7,600 toneladas Ainda
que navio propriamen'c de vapor, p de velocidade que as suas machines lhe de-
vem imprimir, deixara do sor mastreado e
apparelhado por f6rma quo possa andar
bem a" vela.
Sao as uiachinas de Mr. Penn & Filbos,
de Greedwich, da force nominal de .15-
cavallos. que se podera* elevar a urn eff-ci-
vo dt 8,0;H) cavallos; b3o de ter oito cor-
pus de caldeiras independentemeote das que
di've-n fornecer vapor d machina do cabres-
tante e ci do leme.
Qoanto a potencie offensive e defensive,
nao podem deixar de estar & altura de todas
as mais partes d'ura navio t8o esmerada-
nentfl coostruidn. A courage estende-se ate
cinco pds emeio abaixo da linba de agua,
e corrida dere avaate e protege compMa-
niente a bateria ; nas partis em que dew
abrigar s machines, as caldeiras e o payol
da polvora, tern dez pollegalas de grnssu
ra, que vai diminumdo pare es exUomida-
des do navio, ate chegar a ser s6mente do
cinco pollegadas.
A courace 6 pregede sobre um messiQO
de teca de dez pollegadas, madeiras ostas
que essentam sobre outra couraija de ago de
grossura de uma pollegada e quarto.
As trincheiras sSo protegidas pelo mesmo
revestimento de 050, e es cobertas de ma-
oeire dp tece, pregam sobre cbapas do mes-
rno m-tal 0 espessura. K' dividido o porao
em trinta e dous compartimentos estanqups,
tudofeito e diiposto conformo W mais mo-
dernos pr'ocessos.
Dispora* para 0 ataque de uma betena
cohorta compostas d* oito pegas dc Krupp.
carregendo pela culatra. de dez pollegadas
e meia de calibre ede 22 tonelades de peso.
Esteo dispostasestasppCHS por f6rma que
podem fazer foao a qualqucr dos bordos e
as duas de prfia trabalharao comp pecas *>
caca. chpgando mesmo a cruzar os seus
f hos por avante da roia de pro. As
d.ias da p6pa s6 fazem fogo ate 15 pare
qualqupr lade da linba da modianu; por6jn.
este sector de 30, q 10 nao c bati.lo pela,
pp.cas do bateria. sera* dominado por uma
outre Krupp de 8 pollegadas e
ou pela pega da tolda. TraU se de- 'prote^'rusa*.
ger aind mais os serventes artilheiroa, sef-' O barao Band insistio na oecessidade de
vindo se pare isso de uma disposicflo em to- conaerva estas palavras onde ma autorida-
da nova, e oada se despreza que possa tor-'dc s' e$tobeiecidb, etm oomliffos de se
naresia fragatatio efficieute quanto possi- exercer 5 parece-lhe impossivel aeparar a-
vcl pira as cousas da guerre. qtoellas dues cdndigoes.
0 bsrflo de Lambermont, disse, que,
A HKRaNCA DO DUQUE DEBRUNS- porum lad-s nunce sfldevem exporligei-
WlCt.A cwidpssa de Givry, filha do fina- ramente os potel a rigeres 0 muitas Tezes
do duque de Brunswick, dirigio nma car- penosos desupporfar, e que por outro la-
la eo pr.sideute da tnunicipalidede de Ge- do, se nao deve* atecar os direitos, ou os
ni'bra, prote^tand contra a disposicfto tes- deveres do patriotismo ; seri difficil encon-
tamntari siia fortuhe iquella cilade. cjimstencies. Quanto ao poder docccu-
A condessa expO-j que, segunio 0 Codi- pi*e. e necessarib poder cofistater que os
go Napol-So, em vigor tanto em Franca meios de 0 extrear p&o reaes e aufficieotos,
coiau 11a Suissa, um pai nao lena o direito questeo que tamb-m apresenta graodes uji-
de desber lar seus filb s; portanto depots de Hculdedes. A presurapcio nlo se admitte em
ter ter>ninadoo Iu 10 por seu pai, a condes- semelhentes materias. AW que pouto sena
sa, em nome de seu tilno, ao protester con- necessario que a resistencia tivesse cessado,
tra 0 mem-ionado testamento, mostfa aedis- para queo poder secoosiderasse como es-
poste a aceitar qualquer proposta razoavel tatoido ? Emfim 0 barao Lambermont fez.
que Iheevito eutaimlar um ligitio, ao qual, observai' que em consequencia da repidez
bem a seu pesar. nao poderie reminder, dos movimentos 4# guerra nas condigoes
est-ndo ^.iivetioida dp que nio beveri tri-1 actuees, pode baver iuterrupcAo ou lacutoa
bnnal aiguin que eutorise a cidade de Ge- na occupagSo. Se apresenta estas questoes,
mb'ra a ntdisar-se da fortuna do duque de> com ofi.m de se esclareeer a respeito do
Brunswick edl preiu-.zo dos sens herdeiros sentido e do alcence que se hga ao artigo.
lpgitimos edirecb-s. 0 delejado da Alleroanha reapondeu que
A muiiicipali-ado de Genebra, apezar de'em gerai se podia deelerar 0 poder occu-
esiar isent.. pnla lei. Uecidio setisfazen d fa- paute estetuido de facto quaado a popula-
zenda o d-r.-ito de U por cento sobre a he-'.caoesta desarmada, ou perque Ibe ten bam
range do finado duque, o que se eleva a tirado as armas, ou porque tenb* leato en-
1111s i50:()0 $000 eproximadamente.
a 0 exercito da occupagSo tern o direi-1 Seus meios de transported, dos seus arma-
CUR\ DA PHTYSICA.Na America estd-se
applicando em grau ie escela a theoria do
Kiutnr Pascele para e oura da pbtysice e a-
nemie por meib da absnrpgeo peles vias di-
gesttvas dos animaes. Em Brighton vao os enfer-
mos ao matadouro e ehi bebem copos de
sangue qupnte. O Dr. 1'ascale administra
o sangue pulvensado por ser menos repug-
nante e mais pfficaz.
JURtSPftUDEHGIA
Congressn de Kruvellas.
18 tonela-
(Contiuiiecao.)
0 general de Woigts-Rhetz, delegedo al-
lemao tomou a pela-re sobre 0 primeiro
ertigo do capitulo, tal comoesti redigido no
projacto trausaccional apresentado pelo ba-
rao Jomiui. Segundo este artigo, a occu-
pagao pplo inimigo de uma parte do terri-
torio do Estado invadido, suspends pelo
proprio facto a auto'idade do poder legal
deste ultimo, e subslitue alii e autoridade
do poder milit-r d>- Estado occupante, em-
quanto eitiver em condifdes de a exercer*
O delegado allemao propoz a suppressao
destes ultimas palavras. Eucontra na re-
dacgeo proposte uma grande seraelhanga
com 0 bloqueio, que nSo e effectivo seoSo
quando e exercido. A pecupagao nao se
manifnsta p< r signaos exteriores visiveis.
Na opiniao daquelle delegado, as palavras
emquanto estiverem em condicoes de a
cxerctr, poderie torn-r-souma origem de
reclamaguo tanto da parte do occupante,
como da do occupado.
Ocoronel federal Hammer julga a redac-
gao rus^a perfeitamente juste. Para que a
autoridade spja effective e necesserio que
se exerga. Os territorios qua conseguem
fubtrahir se ces-em do ser occupados.
O Juquedi Tetun epoiou a redacgao
russa como sulTiciente para todas as hypo-
theses.
O general de Lear, delegado eustriaco,
iuUe que se pode considerar a occupagao
.-.omo estabelecide quando uma parte do ex-
excito O'-cupante tem aseguredes as suas
posigoes'o 0 sue linha da commonicegoes
com os ouiros corpos. Feito isto, estd em
circumstancies ile fazer frente es tentativas
do inimigo, eeos tumultos dapjpulagSo.
Sp nao conspgue este duplo objective, a sua
autoridade este decahida.
O corouel fode'al Himmer sustentou que
o principio do bloqueio e analogo eo da
occupagao. Se equelle nao existir de fac-
to, como lhe bao de roconhecer os direi-
tos ? Nao se trate de provocar insurrei-
gdes. Mas e necessario nao dar ao inimi-
g.i mais direitos do que elle possue real-
trega deltas, ou mesmo qwando algumas co-
luinnas percorrem 0 paiz estabelecem rele
gdes com as autoridades locaes. 0 delega-
do allemao nao disse que o direito de insur-
reigao deve ser abolido, meeimporta escla-
reeer a populegeo sobre as consequencias
que delle podem provir. F.' pois no inte-
resse das populagoes que e necessario abolir
as palavras que sao assumpto de queslao.
Mr. de Lamberge prove o easo cm que
um exercito victorioso tendosoffridoum re-
vez, tenha abeudooado uma cidade que se
sublovasse. S-r-lhe-bia permittilo punir a
losurreigeo, se elle oceupesse depois pel
seguoda vex, aquella eidade ?
0 general de Woigts-Rhetz julga que to-
do o general ou chefe de um exercito puni-
ria a insurreig9o que rebentasse no paiz oc-
pado.
E' verdade que e uma- questio delicada, de imp6r, sobrecerregando
a respeito da quatse nao pode pronunciar mune que- ha de exercer
officialmente, mas manifesta
mas mantfesta 0 seu senti-
mento pessoal, e nao julga enganer-se di-
zendo que e 0 do todos os militares.
O duque de Tetuan disse que a suppres-
sao pediJa pelo delegado allemao importa-
ria dizer que a autoridade do occupante se
esteuderia mats alem do que podia ir a
sua acgao.
0 delegado da Hespanba e pois Je opi-
niao que a redaegao russa se deve manter ;
ainda 0 deseja mais vivamente depois de
ouvir as observagoes que occorreram duran-
te a discussao.
O duque de Tetuan verie na suppressao
pedida pelo general Woigts-Rhetz.uma van-
tegem dada ao exercito d'mvasao com pro-
juizo do paiz invadido. Se pois elle fosse
admittida pela commissao, o delegedo da
llespanlja se veria obrigado a fazer reserves
a este respeito.
O coronel federal Hammer pedio que se
adiasse a discussao sobre o assumpto ate
que se tivesse chegado ao fim do capitulo.
A commissao foi deste parecer.
O projecto primitivo da Russia continha
dous artigos, que pareceram monstruosos
geralmente. Davam eo chefe do exercito
do occupagao 0 direito de constranger os
funccionerios do paiz occupado a continue-
rem o seu servigo debaixo de sua vigilaucia
e autoridade ; davem-lhe mesmo o direito
do exigir desses funccionarios um juramen-
to. Estes artigos nao foram defendidos por
ninguem, nem mesmo pelo delegado al-
lemao. Foram substituidos no projecto pela
saguinte redacgao :
0s services publicos, e os empregados e
funccionarios de qualquer ordem que con-
sentirem, a seu convite, em continuarem
nas suas funcgoes, gozarao da sua protec-
ruo. Nao serao exonerados senao quando
faltarem is sues obrigagdes acceites por el-
les e serao entregues as justigas se forem
trahidos por elles.
0 at. 5. do projecto era concebido nes-
tes termos :
FOLHETIM
JOANNA
UM JQG0 DE PAIXDES.
aPOR
George Sand.
(jHM)i;CQaO DE X. X. X.)
PARTE SEGUNDA
I
(Continuageo do n. 212).
Porque. rezao ? pros-guio ella com a
mesma sem coremonia de que usaria pare
com ume rnocinha e quern interrogasse.
Porque nao tive tempo ainda para
isso.
Ah I sim, 0 trabalho, 0 dever 1 O
senhor 6 um bomem serio. O Sr. Brudnel
nao tve uma mocidade tao para. Parece
que elle foi um dos homens mais seducto-
res do seu tempo, e que, na idade que o se-
nhor tern jA tinhe tido brilhantes aventuras.
i E elle conta-as & senhora ?
- Nunca I Ouvi dizer isso. Mas, ae
que lhe estou eu fallando I ? Sou uma es-
touvada I Tenbo o habito de pensar elto,
e minha educagao foi terdie e incompleta.
Foi meu marido quern me civilisou com
uma niciencia, com uma bondsde de anjo.
A s'ubida tornou-se aspera e difficil, eello
deixoo de feller, embore estivesse em veie de
expan?ao.
Tomoi-rao pensativo. Sentia um grande
ttractivn para ella, e acbava-a ingenua,
boa. ode umagraga irresistivpl ; depois,
por mementos, parecia-me que elle ere des-
provida de tacto e f6ra muito ousada para
to decobrar em seu proveito, nas popula
goes locaes, todos os impostos, enlecipa-
gdes e direitos de barreiras estabeleuidos
pelo seu governo legal.
0 delegado allemao, que certeokente nao
julgou este artigo vantajoso para 0 exercito
.de inviisao, propoz a seguiate redacgao :
a Os impostos, eutecipegdes e direitos
estabelecidos pelo governo legal serao co-
bredos pelo exercito de occupagao. No ca-
fso de n*o ser p'ossiVar' cobral-os, este co-
brara 0 equivalente. Este ooderi mesmo
suspender a cobranga de n'na e langar
outros
Por outros termos, 0 exercicto de occu-
pageo fare o que quizer, e recebera todo 0
dinbeiro dequp tiver neeensidede.
Nao deve esquecer que ao exercito de oc-
eupegao ticara o direito derequisigao.
0 barao Bnuda disse t}ue, se se tivesse
de diseutir pnucipios novos, elle deveria
dar conta ao seu governo.
O eorouel Hammer declarou quo a opi-
niao publice be de ser hostit a todo 0 act)
que eggravasse 0 pffojecto primitivo.
O barao de Lamber Most, disse que 0
[ertigo de que se trateve era um> daquelles
que dusperta meis iegatimas consequents.
A redacg*r> primilivar autorisou apenas o
exercito deoccupageo perceber os impos-
tos estsbeleeid >s em tempo de pez pelo go-
verno legal Accrescentou-se depoitr 0 di-
reito eqnivaknte. Emfim recleme-se ego-
ra o direito de creer bovos impostos-. Do
m-aneirj que se posse salvar e patria, 0 go-
verno pedisse extremos "seorificios eos cide-
dao, 0 exercito inimigo tiearia autorisado,
por isso mesmo, a elever eo memo nivel
os rmpos'.os no territorio que occupe. Ad-
mitthado-se que a guerra se fage assim,
nio ba remedio senao resigner-se. Mas-e
uma cousa greve pare um governo que nfio
pode prever senao guerras deiansives, sanc-
cionar elle e antecipedamente semelhentes
ragraa,
0 barao Baud disse que e o direito d
guerra, e que se nao* pode recusal-o.
Mr. de Lamberge reconhece qpe se nao
pode. ser constrangido a supportal-o, mes
isso nao deve ser assumpto de ume decle-
reg&o a priori.
0 barao Baud mostrou quener saber 0
que se entoadie por 0quivalenle.
. 0 barao Jomiui disse que se querie
prever 0 cesoem que se chegasse & maneira
en tao- a coin-
0 seu recurso
00mo poder.
Mr. de Woigts-Rhetz declarou que e a-
dopgao do principio que elle entendeu fazer
prevalecer sejulgeve aecessaria para a Al-
lemenhe.
Por agore, salvo procurer ume formula
nova, a commissiio concordou na seguinte
pedocgao.
a 0 exercito de occupagao nao recebera*
senao os impostos, antecipagdes c direitos
estabelecidos palo governo legal do paiz, ou
o seu equivalente, se for impossivel co-
bral-os, e tanto quanto for possivel ne for-
ma, e segundo os usos existentes. Ha de
empregel-os para prover as despszas da
administragao na proporgdo em que o go-
verno legal do paiz a isso seja obrigado.
sessAo de 13. M AGOSTO.
0 g-meral Palmeirim, delegado portu-
guez, pedio para fazor uma declaragao de
principios. Expressou-se nestes termos :
0 governo do rei, meu augusto sobe-
rano, presta homenagem ao pensamento
generoso que determinou S. M. o impere-
dor da Russia a propor uma conferencie
com o intuito de pcocurar os meios de re-
gular a guerra, e modificar os seus rigo-
res.
Considero-mo feliz de me associar na
indagegao desses meios, com a reserva de
que Portugal, pelo posigao especial em que
se acha, nSo podera adherir anenhuma
clausula de quopossa resuliar um enfra-
quecimento qualquer dos seus meios de
defeza.
Tendo-se foito declaragoes analogas
por parte dos delegados da Belgica, Hespa-
nha, Paizes-Baixos e Suissa, associo-me a
elles no que se applicam asituagao de Por-
tugal.
A commissao tratou depois do art. 6."
concebido nestes termos:
0 exercito de occupagao tem o direito
de tomar posse de todos os capitaes do go-
dos seus depositos d'armas, dos
condigao. Mas, que fazer, se a dospeito dos
conselhos de Vienne, e a meu proprio des-
peito. pu era nntao um idealiste levado na
tur&lmen e a qu rer visar muito alem do
meu horisonte visual ?
Deinais, eu tinha sob os olhos um ponto
to t:ompari>g*o, que era o marido cuja dis-
tincgao essa' mulher tinha o direito de elo-
giar, porque como que sentia-se n'elle a
aristo>;racia nemrel desenvolvida pela refle-
xao e pela vontade.
Entretanto ella tambem nascera elegante,
e sua naturez* physica, sendo de primeira
ordem, devia rep-dlir tudo 0 que fosse baixo
ou simplesmente grosseiro ; mas faltava-lhe
nme cultura aduqaada e sufficiente, ou en-
tao faltava lhe a intelhgencia.
0 Sr. Brudnel, tendo chegado ao pico do
monte, coutemplava-lhe os arredores. 0
tempo estate magnifico e claro, e, como era
a primeira vez que elle percorria 0 interior
dos Pyrineos, pude aponter-Ihe detalha-
damonte todes as localidades do admiravel
panorame que se desenrolava em torno de
u6s, e do quel n8o havia um sd concayo,
um s6 relevo que eu n8o tivesse percorrido
e cuje historia geologice, feuna e flora nSo
podesse resumir com desembarago ecle-
reza.
Bem que )& informado a meu respeito, 0
gentleman neiihuma deraonstragSo deu disso
e, so quando terminou 0 capitulo das per-
guntas, foi que me disse no torn mais na-
tural do mundo :
Obrigado, doutor; 0 senhor & am
guia precioso, e que todos devem dar-se por
felizes de encontrar. 0 pezar de deixa-lo
aqui seria para n6s bem grande, se 0 se-
nhor nao quizesse prolongar um pouco 0
nosso praz-ir aceitando 0 convite que eu e
minha mulher lhe dirigimos para iantar
comnosco, ou na casa do rendeiro do seu
verno,
zens e provimentos, e em geral de toda a
propriedetde do governo, que possa servir
para oa fins da guerra.
Observacio.Toda 0 material dos ca-
minboa de forro, enibore pertenga a com-
panbias partlculafes, assini Lomo os dapo-
sitos-d'armas, e em geral, todas as especies
de munigoes,, comquento perlengara a pes-
soas partieulares, ficaun igualmente apjeitos
a tomar-se pisse por parte do exarctco de
occupagao.
0 coronel Hammer perguntou o que se
devia entender por cepitaes do governo
A commissAo admittio a iuterpretagSo
proposta pelo delegado allemio : Tudo
quanto se acher nos cofres do estado, -a
perlencer a particularea, ou e corporagftes,
deve ficar inlaeto. Por outros termos, tu-
do qu-nlo se provar qua pertenco ao estado
pode s.-r eppreheodido ; tudo quanto sede-
monstrerser propriedade partieolar, ainda
mesmo qw se a -be erri poder do estade,
deve ser Fb|x;hado a protigrdo. v
Abrio so a discussSo a resjjeito dar obser-
vacdo. O bwrao Lambermobt mostrou a
importance particuler que apresentam es
tas questdes pera as couipanbias dos ca-
miiibos de forro, e fabricagso e cemmercio
das armas na Bebjifta. Segundo a legisla-
gao belga', nmguem pode ser prido da
sua propriedade sem unra indemviisagao
previa. Recouheceado a am exertlto de
ocaupag5o o direito de proceder do outro
modo, o governo abriria" taivta o camiuho
a pedidos de indemnisagSo- que se fa-
riam contra elle, e que podian*tomar pro-
porgoes enormes. Sao pois estaa q4iestoes
em que lhe parece impossivel praoouciar-se
sem um exaine profundo e demeradb.
0 barao .lomini, julga que e impossivel
fazer conhecer qaaes sao ce direitos de oc
cupag3o- uesta materia. A maneira- vaga de
os expOr so aprovtitaria ao mais forte.
0 barao de Lambermont, julga portanto
util que se empregueo tempo em seesclere-
cerem seriemente, entes de se pronancie-
rem em uma materia tao delicade, e tao
importante-.
Depois de um longo-debate, a observacao
flcou provisoriamente redigida da maneira
seguinte
0 material dos caminhos de ferro, os
telegraphos electweos, os barcos^a vapor e
outros navios, que nao pertengam ao esta-
do pele lei maritime, asaim como os depo-
s'tos d'armas- e em geral toda a especie de
munigoes de guerra, ainda que pertenga &
particular ou a sociedades, s3o tambem
meios de guerre, que se n5o podem deixar
a disposigao do inimigo. 0 material do3
caminhos de ferrro, e dos telegraphos de
terra, da mesma maneira qne os bercos de
vapor, e outros navios acima mencionados,
serao restituides, e as' indemnisag6es regu-
ladas depois da paz.
0 bardo Jomiui, presidente, disse que,
qualquer que seja pareo futuro oandamen-
to que se de as deliberates da conferencie,
e iocontestavel que terao em todo 0 oeso
lancado viva luz, em um grande numero de
questdes importantes. Ter levado os repre-
sentantes de todos os estados europeus an
discutirom as principios. essenciaes que de-
vem, regulandt) 4 guerra, modificar os seus
rigores, a admktir u-n certo numero, a pre-
parar a solugao de outros, e emfim a asso-
ciarem-se assim. nas bases- do edificio que
trata de coustruir, e um iacto, cuja impor-
taucia nao poleria esceper e ninguem ; por
isso perecia-lhe que nao poderia deixar de
se felicitar.
Os artigos 1 e 8 foram redigidos pela
commissao, nos seguintes- termos :
O'Sstado occupante n3o se considcrara
sen3o como administrador, e usofructuario
dos edificios publicos, iramoveis, florestas e
exploragoos agricoles que pertengem ao es
tedo iuimigo, 0 se encontrem no paiz occu-
pado. Devera" s^lvaguardar 0 cascos dessas
propriedades, e administre-las segundo es
regras dos usofructuarios.
Os bens das igrej.es, das comraunas, os
dos estabelecimentos de caridado e de ins-
truc.'ao. e de todas as instituigoes consa-
gradas a fins scientificos, artisticos e do be-
neficencie, serao tratados como propriedede
particular.
Antes de se passer eo capiiulo seguinte,
0 g-meral de Woigts-Rhetz propoz que se
declarasse que os contretos civis que se fi-
zessera durante a occupagao, quer entre as
autoridades occupantes, ou as autoridades
occupada, e alguif particular, quer entre
essas autoridades, Rcario vaiidos quando
tenha cossado complete mente.
Mr. de Lamberge mostrou que seria pru-
denie nioisa envolverem nas questdes da
direito civil.
0 general Arnaudeau faz observar que a
mogao do delegado allemio nlo po le ter
alcanca pretico.
0 barao Jomiui, porem, julga que e
bom que 0 principio fique consignado.
A commissSo decidio que a mogio do ge-
neral da Woigts-Rhetz figure no protocoilo
com a forma seguinte :
0 termo da occupagao restabeleee o
governo legitimo nos seus direitos e prero-
gatives. 0s contratos civis oooehjridos em-
quanto ella durar, e como consequencia 4a
occupagao nio cessam de ter firga obriga-
toria pelo si npies facto it mterrupgao ou
termo dm occupagao. Os governa* Ihes
prestario o seu apoio segonhr as lew ff cos-
tumes llo seu paiz, para quese faga justiga
eos que tiverem direito a eltv petua tribu-
uees competentes.
0 barSo iomini f..-z notar qua o anda-
mento do* trabatbos tomou outro aspecto
depois da> eommissao ter a su* primeira
strssio. *
No prtnefpro1 a assembled decidio que as
divergencies de opinions que se producisiem
nao seria m coasiguadaa no protocoilo^ Ago-
ra que a orJeai do die provoca disaussoes
delicadas e gram, julga o primeiro dele-
gado d* Russia (rue ha rootivo para resta-
belecer aquella decisi), a deter em conta
todas es- opinide* que se euriltirem no de-
curso da discussao:
A conferencie nio legisla ; faz uma espe-
pecie de Hiquerito que ba de ser para os
governos atn meio facil do se esclarece-
rem.
Todos estio de aceordo no fim ; diflerem
nos meios r foi pare prjcurarem urn- accirdo
que os delegados se reuniram. E' util co-
nhecer as ideas que se trocaram pare se
chegH- a essefim.
Rjuspondendb depois ao general-Paltaerim
e a outros delegados, declarou o barao Jo-
mini qpe a Russia sempre entendeu dever
deixar iutacto o direito segrado da defeza.
Julga nio poder expressar melhor 0 peasa-
mento-que guiou 0 seu governo, deque fa-
zendo asttura de uma passagem de- um au-
tor belga, Mr. Rolin Jacquemyns, o qual
se expressou nestes termos :.
< 0 que se devedesejar, a-que no future
os povos li'res techam sulliowmte comtaneia
e perseveranga para se da^au) oroa forta
organisw/ao militar, baseade em uma parte
igual para to Jos- na defeza da patria. K
isso para elles n3o s6 um dever nacional,
mas humanitario, por isso quo quaoto tn*is
a guerra for condusida de uma a outra per-
te por tropes regulares e disciplinadss, me-
nos sotTrerd a humanidade. Ha certamoote
lugar para os mais aabret ser.timeatos, para
o procedimento mais brioso; e necessario
admittir que entre esses desgragados paisa-
nos fuzilados em virtude dae leis da- guer-
ra, nenhum deixaria de estar culpado de
obedecer a um sentimento instinetivo e
quasi irresistivel de patriotismo local. Mas
e necesserio admittir por outro lade que a
guerra de resistencia, pouco efficaz, opposta
por eltas i invasaa do estrangeiro, devia
inevitavelmente conduzir de uma parte ao
bandolismo e aos seus peiores excessos, e
do outro a uma repressio severe.
a Julgamos cotno-o Dr. Arnald, que i
stricto dever de todos os governos, nio sd
nao animar uma guerra tao irregular da
parte da populacAo, mas reprimi-le com
ceutela, e nao oppor ao inimigo senao as
suas tropes regulares, os homens regular-
mente organisados com officiaes autorisados,
que observem as regras quo a humanidade
prescrcve n'uma guerra regular.
0 que se chama as insupreigoes patriot;-
cas ou as sublevegoes irregulares de toda a
populagao para incommodar um exercitc
invasor, devia sempre ser condemnedo co-
mo recurso de ume efficecia restricta e du-
vidosa, mae d'uma atrocidade certa, e come
0 mais terrivel dos aggravos aos males da
guerra.
0 barao Jomini disso que este eitarao tra-
duz completamente a sua propria maneira
dc ser.
Erl muito possivel e provavel quo sir
Richard tivesse contrahido 0 que se chama
em Franga um casamento de alojamento.
Sue idede podia te-lo feito indulgente para
com essa innocencie de que elle apenas sen-
tire 0 encanto, e para com essa falta de
primeira educagSo, que se revelava a meus
olbos, ora pasmos, ora seduzidos.
Pode ser qua me achem difficil de con-
tenter, nao obslante minha iosignificantc
albergue, ou em Luz, onde nos aboletdmos.
sim, ou do con-
Escolha, pois ; 6, ou
trario terei muito pezar.
0 inglez fallou assim com uma perfeita
graga e cortezia, e sem parecer sorpreso
nem arrependido do seu equivoco, c, pelo
contrsrio, parocendo regosijado com elle, 0
que alias foi infinitamente mais amjvel e
espiritnoso do que se tivesse procurado des-
cu!par-se.
iceitei 0 jintar em Luz, onde tinha no-Iservar
gocio & noite, e, receiando ser indiscreto
pela prolongagSo da minha estada alii,
quiz deixa-los.
Elles, porem, retivoram-me, e eu cedi.
Descemos todos a pe ; e a Sra. Brudnel,
aceitando de quando em vez 0 meu brago,
deu aso a que tivossemos alguns momentos
dc d parte, em que deixei absolutamente de
commover-me ao pe d'elle, que decidida-
mente revelou-se uma pessoa amavel, boa,
desejosa de agredar, e de modo nenhum
garrida e namorada.
Notei que ella era tSo graciosa com os
seus portadores como comigo mesmo, e que
a preoccupagao ou antes a inclinagao cons-
ume do seu espirito perecia ser uma effu-
sao de bondade.
Notei mais que 0 seu espirito era natural
e nio fingido, que nao buscava dissimular
sua ignorancia, que questionava e se eitasia-
va a proposito de tudo, e que emfim era
uma como menina curiosa, docil, excellen-
te, e adoravel pelos cuidados e pela graca
com quo tratava seu velho marido.
Exbalava-se d'elle um tal perfume de can-
dura que nao me permittio duvidar que
amasse seu marido mais do que tudo, 0
que aliis nao era de admirar, porque elle
era realmente muito estiraavel.
Durante 0 jantar ella fallou pouco, e, es-
tandofaligada, retirou-se cedo e logo depois
do cafe.
Devendo elles partir no dia seguinte, ao
amanhecer, para Bagu^res de Bigorre, jul-
guei dever despedir-me e retirar-me logo;
mas 0 Sr. Brudnel retave-rae, e disse-me :
Gonsinta, doutor, que eu Ibe ronbe
ainda alguns instantes ; desejo fallar-lhe.
Tenbo algumas perguntas a fazer-lhe. Ve-
oha comigo para 0 terracp, e alii, conver-
sando, fumaremos um charuto.
Fomos. Elle offerecea-me 0 melhor cha-
ruto que }& fumei, e, depois de ter-me fal-
ladodesaa sauie, disse-me:
Nio me occupo muito comigo, mas,
quando tal me acontece, fago-o sempre no
intuito de decidir alguma cousa, e para con-
formar-me seriamente com a decisio toma-
da.Foi como simples convorsa, on foi com
reflexio que 0 senhor me disse, ha pouco,
na montanha, qual 0 regimen pelo qual eo
I podia, sen8o ficar curado, pelo menos con-
:- servar-me T
Foi com reflexao e por forga de ume
convicgao firmada.
N'esse caso,o senhor esta em comple-
to desaccordo com o meu medico ; e eu dou -
Ibe razio, porque 0 regimen d'este me.de-
bilita, e porque, fazendo esforgos contrarios
is suas prescriproes, sompre me dei me-
lhor.
t Esse medico era am mogo amavel e
distincto que eu ligara a mim, e que acom-
panhava-me nas rainhasvisgens.
Separamo-nos "por causa d'equelle des-
accordo ; e creio mesmo que elle estava fa-
tigado da vida errante que eu levava, e que
desejava ver-mc Gxado em alguma grande
cidade, onde podesse angariar uma clien-
tele e clinicar.
Estava sem duvida em seu direito ; mas
n5o me pareca que teoha ganbo com a es-
colha que fez, visto como elle'tinha de ho-
norarios que eu lhe dava dez rail francos
annuaes, 0 que a'.iisji era alguma cousa
para um rapaz, que, alem de tudo, tinha a
liberdade de deixar-me no dia em que lhe
aprouvesse.
0 senhor julga, repliquei eu, que
elle enganou-se na natureza dos cuidados
de queo senhor carece? Todavia, antes
de partilhar completamente a sua opiniao, e
mister qao eu o conhega e examine mais de-
tidamente, comegan lo por ausculta-lo mi-
nuciosamente.
Pois sim I agora mesmo, ji ; respon-
deu elle vivamente. Venha ao meu quarto
Do men exarae e das respostas que deu
is minhas perguntas, resultou-me a convic-
gao de que elle tinha ainda muitos recursos,
e que podia river dez ou mais annos, sem
enfermidades, proveniontes do sua consti-
tuigao.
Approvoi 0 regimen, n5o de viagens con-
tinuas, mas da locoraogao frequente e de
mudancas apropriadas is phases de sua af-
fecgio, 0 que alias era um assumpto a es-
tudar, mas de que elle mesmo podia ser 0
medico.
la a retirar-me, quando, retende-me
ainda, disse-me elle:
0 senhor esta muito decidido a ser
medico das aguas ?
Estando quasi decidido pela negative, dei-
lhe as razoes que tinha para isso ; e elle
perguntou-me atnda :
E na sua villa, em Pau ?
Actualmente nao ba, que ou seiha,
nenhum lugar vago nas cidades do sul.
N'esse ceso, se 0 senhor n*o tem pro-
jectos partieulares, e estd livre, acoite a mi-
nhe proposta.
Que pcoposta ?
rNao comprehendeu ? Olferego-lhe
dez mil francos de renda com a condigio de
viajar comigo qu do morar em minha com-
panhia pelo tempo quo 0 senhor achar van-
tajoso e conveniente, e em quanto tiver pra-
zer n'isso.
Sorprendido por semelhante determina-
gao da parte de um homem que nao me co-
nhecie, pedi tempo para reflectir, e accres-
centei que, se aceitasse, seria com e con-
digio de nao me comprometter senio por
um mez.
Era minha convicgao que sir Richard nao
tinha carencia de desponder dez mil francos
por anno pare um medico especial, seu,
visto como por si mesmo ello podia curar-se
. Meus escrupulos augmentaram-lhe 0 de-
sejo de ficar comigo ; e, pois replicou, di-
zeudo :
Dou-lhe oito dias para reflectir, visto
como 0 senbor carece de tomer informagoes
a meu respeito ; mas n5o aceito 0 seu mez
de prova, porque s6 eu sou 0 juiz da neces-
sidade moral que teoho de um medico. Va,
pois, consultar seus amigos e sua familia.
Se sua resposta for nao, escreva-rae para
Perpignau, mandando deixar a carta no
correio ; se porem for sim, vi procurar-me
alR.
Elle deu-me um cartio de visita, e eu,
na manhia do dia seguinte, parti para
Pau.
Minha mii flcou sorprendida e ostremo-
ceu ao ouvir 0 nome de sir Richard Brud-
nel ; e exclamou :
Sir Richard* I Suppunha-o fixado
para sempre na Inglaterra ; e tu dizes que
elle esta cassdo ?
Fez-me.muitas outras perguntas acerca do
Sr. Brudnel e de sua mulher, e, logo que
eu disse 0 pouco que sabia da mulher, e
tudo quanto de bora pensava*do marido,
ella respondeu : ____
Quanto a elle nio te enganas.. Foi~om
rapaz muito bom; muito digno; o muito
esthnalo da ftmUia de MauvlUe; raas pw-
L
[Conlinuarse-Iia.,
di-o do vista de tal modo.... K para amda
vai elle ainda levar-te, uma vez que ainda
tem paixio peles viagens ?
Suas viagens nem serio longas n; ,
perigosas, visto como elle 0' casado com
ume moga que nio partilba do gosto que
elle tem por essas viagens, e que alem disse
nao me parece muito forte.
E elle esti realmente muito enamwa-
do por essa moga ?
Creio que sd vive por ella e para ella.
Entretanto, ji esti muito idoso para
quo ella partilhe d'essa paixio 1 Tu, po-
rem, ds mogo, e nio es feio ; nao receias
que elle tenha oiumes do ti ?
Entra no contrato a clausula de po-
dermo-nos seperar no dia em que nio ti-
vermos mais confianga um no outro. Nao
esperarei que a suspeita me eraeece com
um escandalo ou simplesmente com algura
ultrage.
Bom vejo quo tons desejos de acei-
tar.
Scm duvida, porque tenbo vontade de
comegar a ganhar desde logo uma quantia
que nio ganharei d'aqui a dez annos, se
recusar. Tambem tenbo vontade de viajar
um pouco, porque creio que aprende-se
muito nas viagens e com as mudancas do
meio em que sa vive. Todavia, como nao
desejo causar-te pena, recusarei 0 offereci-
mento, se assim 0 quizeres.
Nio, que eu nio tenbo 0 direito de
me oppor ao teufuturo; e demais....
Demais, 0 que ?
Nada ; fallava comigo mesmo. Acei-
ta, parte.
Ergueu-se, pegoa-me na cabeca, e, ten-
do-a reclinado ao seio, entrou a cobrir-me
a fronte de baijos e de lagrimas ; depois,
como que impellida pelo osforco de uma
coragem raronil, afastou-me da si, dizan-
do-me :
Parte amanbia ; mas parte sem nada
dizer i tua irmia, que nio sabe como eu
rcsistir a tudo. Incumbo-me de faze-la
compreheoder que devias aceitar.
[Continuar-sc-ha.)
av

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