Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17834


This item is only available as the following downloads:


Full Text


*fm
ANNO JLXVAi CJi

\1

\
i
'


<
SABBADO 28 DE-HBVEBJBIRO DE 1891
MAMBnce

PROPR.EDADE DE MNOEL FIGEIROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Fortres metes adianlados 6|000
Por seis ditos dem..... 124000
Porumanno dem...... 23JU00
Cada numero avulso, do mesmo da. 4100
SAO NOSSOS AGENTES EXLtMVOS DE PUBLICAgOES NO ES-
TRANpHHO
NA
Os Srs. Amede,
Proveoce
FRAKgA e,
l'nuce &
LNGUtTERRA:
, Residente cmParis 34
roe
de

PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
or seis mezes addiaDlados. 134500
204000
264000
4100
nove ditos dem
Por dm anno dem......
Cada numero a valso, dos das anteriores
TELEGRAMAS
let provincial n. i3SO d 4 de Fefereiro d 1879 cil,
sisTiGQ fiaiicrua se ssas:
RIO DE JANEIRO, 27 de FeTereiro, a
10 horma e 40 minutos da macha
O Ministerio apresentou ao Generalisai
no Deodoro da Fooseca a sua demitaao
ollectiva.
Esta, porm, nao fo concedida por coi"
tinuarem os Ministros a merecer a con ti
anca do Generalissimo.
USTRDCCiO POPULAR
;22ALLASmSI2422
PARA A VIDA
1DE.4M PRKLIBI\tRKt
(Cmt'nuatfio)
SEGUNDA PARTE
IV
EXP08N,AO
58
Eaplrlt* blalurlru
Ento comprehen le o sentido da historia pre-
sente uo s<-o proprio valor e as soas relac-js
iva a historia ooivrrsal. O -eu coracAo peue-
tra se de resuelto ante os camiohos da Providen-
cia. Cuna! Jera id a* gandes mamlesUcOes ora
h trinme is da iua. qoe hoje :ntv-:n < aununci.
notos tfiu 'Os e aovas grandes obras, em qoe
oulra v z manifestara a sua energa interior
nao coin uina uiita.ao desdorada e impossivei
d i pa-a.lj, mas c-_.ru prodoelos origioaes de
urna vida, qot- aiada esta na flor da juveutade.
E como nao nao de reconb cer isio os hom-ns
u""s a su.i humanidad)', >'jmo nao liio de escuiar
.i voz secreta , que peaetra lodo o sea
ser Porque nao bao >_ inqonr hoje mais do
que nunca o que Ibes compre faier, prevenir e
preparar ti oj exa. lam ni:, qoaodo D.as e a
numanidade coman com a sua l, em os seu>
sforcjs reuuidos e com a sua devocio ao des-
uno cju uuj: ? 1'.-tica- cui mencio pura e
com circumspeccao, na pos,--- e no u-o rpelo das
nossas :u iio.-es iorcas eoaibsleT o mal por
meios buos. nas com esloreo infatigavel, ten Jo
pr.'scnte Dos t a oossa hu-u mida :.- ; fortificar
e aquecer o bem nascente euui i.ilerease de eou-
sa propria na esperanc/a j comprimen to dos
desua js humanos, tal Oeve ser o nosso espirito
histrico, o fructo da historia passada para a
rutara.
99
Kaplrllo palitlro
Com este seulldu para a real sacio da nossa
na'ureza no iodo e n .s p>rtes, seuitdo qo^ esU
em coasooaocu com o aoior e direiio. abran-
j.,' luin. ;n Umbem o seu povo c a sua pama.
Perteuce-ibes em corpo e em espirito -, as leis
da paria e a sua co istiiuicao _-ao as leis a que
o'tedeee com vinculo indi-so uv.-i. Am-la qae
as saas convicc&es possam ou estar ue accordo
om a legislsciu d^miuaute, oiu Ibe neg oba-
dincia pratica ; as suas ideas particulares, os
seos planos de relorma so .i*l. poltica .o admi-
nistrativa procura mmilesUi us reatis.l os por
meios leftiiimos e c ntormes con) a canstiUjiyAo
e as circumslancias histricas, cooperando no
s-i'U lugar por meios pacficos para o cumprimen-
to de todo o di. ello e progresso no sea povo
Sabe qu a coostitaicAo do Bstadoe a legislacao
uaJjd.i o'eile sao obra e popriedade commum
do povo, como a pessoa loial em qae se acba
comida a sua persoa poltica p-r: ular ; qae
porisnio, elle isolado ou nm numero parcial Je
cidadaos s leem direiio a tomar moa cerU par
te ns vida poltica e influir nesu irgao-io a for-
ma de ermin.da pela consiuoicAo. sobordi
naodo romo u!>ordi ix a sua pessoa poltica a
i> s-'oa superior do seo povo, observa as leis pa
iras ai a morle, sem ser movido a .itnngil-as
nem mesmo pelo mieresse da propria vida.
60
Mas nao Ihe inspira interesse a vida poiiti
ia do sen oovo, mas lamb m a total vida na io
nal sob todas a.< i.aniVsUcoss : rcligo, hogua
nacional, iiueratura nacional, e caractw uoi eos
lumes patrios. A vida a familia puNlica, eni
que se alimenta e uu're a aa, e de que elle
...-sino procede com toda a saa md'Vidaaudade,
Ihe uo carae a.a ja mais do que a sua oa
piren ar Onde qoer jue pos-a conquistar
para o s -u puvo urna >ua forca, desenvolver e
atiiisar uui >;au... > tracer, oude quer qoe poa-
sa mover os s> u- coucidados e n eressal-os no
assumplo de toaos, ua hut-rdade commum, na
,ma idade da propria u.cAs ertre as restan-
tesnv semp-e e> mo seu primeiro fim e saa
digior Kloru cumprir esta obngacao sagrada,
pagan Jo ao sea povo urna parle da divida inter-
miuave do patriutismo.
61
Eaplrlt* *m porvlr
O espirito da oo.-s* limitaoao histrica para
r Iisar u- Ha a lua divina, a couvkcAo de qu>-
nossa nomanidade se acba aiuda uo periodo
de eresetmeato no desenvolvimento, de suas
Iorcas j*enis. a segoranca Hrmisaima de que
Deas sabera realisar o sea plano divino ns ierra
como no nioudo todo, ate i ultima pienuade, e
qae tem reservados para o porvir novos fias e
novos meios de pratic*r e com elles novos f a-
' tos para a nossa cooperacao livre, posto qae
Haia no seo plano inhailo, lin>nla oo bomem
a esper.nca de no as majes mais compkias e
Birmonicas da nossa bumaoldade.
Elle estima todas as turcas da nossa natnresa
e ana obras segando o aea mereciroemo pro-
prio e a soa relajiij mutua e graJual. Nao se
preocupaodo com a exceiieocia do nosso seclo
nem com a soa arte, nem com as suas obras,
pode ergoer livremeite os olbos para as ordens
-uperiores e para os fufaros des-inos da vida,
qoe serio om da conheci ios e realisados como
presentes para a bomanidade. Porque a inliniu
realidade de Dos, medanle o eniprego social
mais livre e orgaoict de no-sas furcas, abrir
' jvoi mundos A experiencia, novas fontes de
si-iencia e arte humaoa.
(Comttnua)
rARTE OFFICIAL
toveroo 4 Eolado de Pera
IIP1DULXTI DO DU 9 DI JJUtUBO M 1891
Actos.
O desembargtdor goveroador do Estado,
atendendo a oeceasidade de accomoiar em al-
foos casos, em om mesmo individuo, oexercicio
de empregos remunerados pelos cofres do Es-
prohibe, em absoiaio essa acco'malafto. mu ia
veae' com orejuijo .ian o serpeo pon.ico. resol-
ve expedir o seguuu-:
Ikcrtto
Artigo aoico. Pic-i r.tvo de Pevereiro de 1879.
O secretario do governo faj publicar o pre-
sente decreto, expedindo as oidens e comxuni-
cacOes neuessariae.
O desearf)Tgador uov.-rsador do E usando da aoiornaca > que Ihe onfere o decreto
o. 7 de 10 de N>vembo le 1889
Decrtia:
Art 1* Fica creado ua di trido de pat rn E
p'rito Santo, na com.in-a u> I igaxeira. tendo por
limites os do -li.-tri.-to p jlicui do mesmo nome,
creado em 19 de J n-:: o de 1881.
Arl. 2* Revogadas as disposiccs em conira-
rio.
O tecreUno do governo faca publicar o pre-
s ca(Oes oer-essanas.
O desembargador Jos Antonio Cjrreia da
Silva, goverO'do' do Estado :
Auehdendo a qoe pelo decreto de II de Se-
i terebro de 1890 os 'evedores na PaieaJa do E<-
{lado, ceir os quaes bouvesse execuyo em
iuiso e que pagasecm saas di i das al u ultimo
Dexembro d'aqael-e aDno, furam dispensados do
pegamento das curtas devidas A mesma Fasenda
e da multa de juros a qoe fossem obngados ; ti-
rando dispensados dos juros e mullas aqu lies
cojos dbitos at o uliiuio exercicio nao estives-
si-rn em juizo;
Atiende.ido a qae ess-e decreto motivado pela
conveniencia de promover o pr-mpm pagamento
dos irupo* os enlao devidos Patenda prodazio
em pane o seu fim, deixando entretanto deap-o-
veitar a diversos devedores pjr cir um-tan; as
eventu es. jae os mesmos poderao reme liar, se
o praxo for amplalo por mais algam le apo, se-
gundo ioi allegado em ami represealacAo diri-
gida a este giverno, resol ve publicar o segoin-
te :
Ikcreto
Arl. 1* Os develores a Paseada do E-tado,
co prenenJidos oo decreto de 11 de Seiemoro
de (890. lerao o praxo improrogavel d mais S
mezes, que lermiuarao uo nl.imo de Fever--ro
pruximo viii lua-o, para elT>:ctuar os respectivos
pasamentos om s vantagens all concedidas.
Art. 1* Revogadas as disoosieoea em contra
rio.
O secretarlo do governo fifa publicar o pre
sent lec.-"to, expedindu as ordeos e commum
cardes necesarias.
O demlurg lor goveraador do Estado,
resol ve uom ar para exercer o rargo de memoro
da Intendencia Maoictpal de Afogados de loga-
se, ra o adadio J io Jos da Silva em subsii-
tu.rao Je F.-iii.p-- .Nery Suares que nao acceitou
a oomacao.Piieram-seasnjcessanas comma-
nicacOi-s ,
O i-.-e ni >rgutor invernador do Estado,
asando da aulorisa(ao que Ibe cinfere 0 decreto
n. 861 de 13 de O-.iUbro do -n 10 paseado, resol-
ve uome r o t-idajao Ji-noel Rufino d^Assompeao
juiz de paz do districto de Espirito Santo aa co
marca de logazeira.
O i -.- .uorgadjr goveraador do Bsudo,
tendo em vista a represeotacao do coronel cora-i
missarto eerar-tfa guarda local, constan de offi
f.i i. UiV i- 10 <* D^zemJxa utuuio, e a inlor-
macao pr--tjja pelo inspector do Taesooro em
8 Jo crrente mex, n. S*, re^olve ao>-ir om cr-
dito .-uppte.neaur da inp iriaucia de 81*000 a
eroa do S 47 artigo i* dj dec-eio orcaujeour.o
e\-.-ci ::o em M-juidacao de 1890. aliin de oc.o -
rer ao paameuio da despexa feita com o tran
sporie i.e LrJameulo, armamento utensilio^ do
quartel da Sol da Je para o da Prac da Repj-
olic i. Remetieo-se copia au inspector do Tu -
soura c commoicou-se ao comnandante gerai
das guardas locae-
O desembargador goveraador do Estad..
attendendo ao que reqaerea a Kmprexa de >i.
vegacao a Vapor do Baixo S Praecisco, e leu iu
em vista a ofurmacAo prestada pelo inspector
do Tnesooro em emeio n. 38. de nontem datado,
resol ve abnr om crdito supolemeotar da quau-
tia de 31*000 A verba du g 47 arl. i' do decre-
to ore mela lo, exerciciu di- 1890 em liquidacAo,
afiui ue oceurrer ao pagaio'-nio a qae lea dimito
o sapplic.i.ite pela coocessAo de passageas por
coou do Estado a ufficues, pracas e presos nos
mezes de Juuliu a cielembro do ano passadu.
H :ineueu-se copia ao luspector Jo Tbesouro
O desembargador goveroador do estado,
alicodendo ao qae reqaereu o bacbarel Jos Di
nis Brrelo, resolve aonr sob soa re.-pons ibih-
uade, de accordo com a aotoris*cAo couda oo
telegramma do mimstero da in-t'U-\'io publica,
de SO de D -zemnro ultimo, um creJiioda impor-
laucia de 50AOUO, a verba Kventuaesdo mes-
mo minieleno, exercicio de 189j. em liqnidaAo,
afi'ii dt (.Coorrer ao pagamento da graiiti.aci a
que o peiicionano tem uireito por baver fnuccio
i>ado cjio esaioiaaoor na i-aoca do portugus
do i-ur-o auoexo a Paoul tu le J Ureiio do Ke
ciuRemeiieu-se cOp'a *o inspector da Tne-
bouiaru de Patenda.
O desembargador governad/ir do estado,
alleadeudo jo qae reqaereu o Dr Jos Band-ira
de Mello e leudo em vista a mforaia^ao lo ins
pector da Tb -souraria de Paseada, u. 16, de 8
uo correte mex, resolv- abnr, sob sua respon-
saDiudade, de accordo com a aatorisacAo corri-
ja no lelegramma ue SO de Desetaoro ultimo.
um crdito da importancia de OOAOOO, A verba
Even.uatsdo mioisle lo da oslinecio pu
Mica exercicio de 1890, em liquidacAo, aflm de
occorrer ao pagameoio da grauHcacao a que o
peticionario tem direiio por baver fuuccioialo
como examiaador as bancas de phrlosopbia e
rbeiorica do corso auuevO A FicufdaJe d- Dl-
ieito do Recfe.Remeueu-se copia ao inspector
da Toesouraria ue Patenda
O desembargador goveraador do estado,
atlendeodo o que solidtoo o bicbare Maooel
Feroandes de Sa Aniunc no requehmeato a
que se refere iofjrm*cao do inspector da Toe
souraria de Pateada, de boje datado, ti. SI. re-
so ve abrir sob buu respuoaabilidade, de aecor-
oo com a aotonsacio uiotida no leleg a orna do
unnisieno a, ostruccao puoli^a, de SO de De
lemoro uliimo, um crdito da importancia de
180*t00 a veroaEenioaesdo mesmo miois-
le. iu, cxercicio de 1890, em iiqaidacAo, adm de
oc orrer ao pag .memo da grautteacaj a que o
peuciooano :em di euo por Uaver fuoccionaJo
como examiuador na oaoca de ariihiuetica do
corso aOOexu A Pacaldade de Dire.io ao Recite.
Remellen-se copia ao inspector da Tbesoora.
na de FatsDda.
O desembargador goveraador do estado
alleadeudo ao qae soliciiou o D Jos Ferreira
da Crus Vieira uo requerime.no a que se refere
a iufurmayAo do inspector d TiiB-oararia de Pa
teoda, de 8 do corrate a. 18, resolve abrir, soo
sua 'espooabilidade, de axordo com a auio j
sa^ao conuua no lelegramma do ministerio da
iusi.u ci ^ubiica, de W de D -temb'u ultimo,
om crdito da importancia oe laOAOOJ verua
Evenioaes-do relerido mriisterio, exercitw
de 1890. em liquidauio, aOm de o aoftw ao pa-
gauruio da grauliacio a qoe o pelic oa.no i m
di.-euo por baver fuocciooaco como examiuador
na bauca de aiiihm- tica OO curso annexo i Pa-
culdade de direito do Hecife.-Remeiteo-se co-
pia ao inspector da Toesooiaru de Pateada
Offictos:
Ao Dr. chefe de polica.Em resposta ao
oficio qae me -ungiste em 7 do correau, com
reacAo ao confli -lo uaviio na povoaca de l^o-
L14-
I i i|ual re-ullou o fenme
imeul
-iDrc
ca, recomineodo vos qoe '-mpi
a vosso alcance alim de seren dev
nidos os calcados.
- Ao pr.chafide policin do R*
Sul Rozo vos'qu? prestis informa
assu opto do o IB :io aqu jonto, do
porcia desie esu-to, com referencia ao
calo Ag)stinho i o-, ex-escravo. cuja
acora panda o mesmo o(fi:io. -Responaed-
Dr. ebefe de polica
Ao inspector da Tiitsoarana de Paxajn.
Communico-voa qor ou un 7 do crrenle" o
bacha re I Francisca T-ixeira de Sa, deixta o
exerci :io do cargo o* juiz tte direito da comar
ca do iabo, visto baver sido Borneado desem
barga-lor da relacio de te estado.
Na mesma data foi sobstuoido pelo juiz mu-
nicipal lo termo da misma denomiaaco oacba-
relJis LimaTIlio.
Ao mesmo Mindai pagar ao bacbarel
Jos de F ovias Moraes Piobei o, nos l^rmjs da
vossa inlonnacio Je 7 do correte, n 8, a gra
tifiacio de SOOOO ju-lie comiele por baver
servido d^ exam n i i->r de portugu**x na banca
do curso annexo da Facoldade de Dreno do R -
Cife.
Remrtto vos o documento exh bido pelo mes-
mo bacbarel.
Ao iospector do Tnesooro do Estado.A'
vista do exposto no oficio do coronel commis-
sano ."-ral da goarda loe I, a que se refere a
loformacu desse Tbesouro de S9 de Dezembro
oroximo fiado, a. 1109, aatonso-vos a auodar-
des pagar os in-lasos prets dos ven.-im-otos das
guardas locaes de Corren tes, S. Beato e Leopol-
diaa. Commuaicou-se ao commissano geral das
guardas locar-s
Ao inspector da bygieae paolica-Provi-
dencial para que, com argeocia, seja remettida
meia ambulancia cociendo meicameotos apro-
pr.a los ao faumento da varila e algons tubos
com iyoiph-< vacciniea, ao cidadio Aoionio Ber-
toluo iiiivo, residente da Int ndeo--ia Munici-
pal de Qaifiapa Commonicoo se a Intendencia
Municipal de Quipapi
Ai Dr. Jo.-e Mana da Rocha Carvalho, jaiz
de direlto removido para a coma -a do Catk
Recomiendo-vos qae, iadependen'emente de
apresenlacao de vosso titulo, assu uaes o p\-r -
cicio do cargo de juiz de d reto da co uarca do
Cabo para o qoal fustes por ierreto de S7 de
Dezembro ultimo, removido di d- Tacaralb, vis-
to assim coovir ao s-rvico publico.Commuai
con se ao iospector da Toesouraria de Fat-mda.
As promotor publico da comarca de Ipo
joca.R- meodo-vos que, com urgeocia, to-
mis conbecimemo do couflicto Oaviiio nessa co
marca na ooite do 1 do crreme, eotre paisa-
nos e orna praca da guara local, dando-me op-
portunamente conla do resol do ue vossa dili-
gencia
Ao delegado da inspectora geral de trras
e colooisace I): -laro-vos qu o Mi sterio da
Ag icultora segando o aviso de 30 de D -sembr
ultimo, sob Q. 17, aotonsou a laspecion. geral
a mandar conceder passagens at es' > Estado
aos suissos Cbrut Huroi e Daniel Prederico in-
deruallo e as saas familias, qae se acnam dos
Estado-. L'oiJos da America do Norte que dse
jam esubel>-c er-se uo oocleo Saassaoa.
Portaras
d iues.ua pra- estrada de Perro Sul de Pemambaco par* dar
oeis os esforys-' passagem 0e Palmares a Canboiiobo.
O Sr. sup rntendenie da estrada de 'erro
do Relfe ao S. Francisco d passagem le 'da e
folla, em ca-ro de I classe. por co -ti do B -
(aoo.-ds -lacio de Cinco Poous a de aa, ao
TZk r n^, ... ai i a o Ua tf {^ em 1ae o > esiabelecia o augmento
hTfrr fc J 5". da i""' d Btlm"e ,04: du imposio\obra os hqa.dos coolicos.
R i-^ J) .--i8''"'1'4- h k r Ai Sr. Crisp, defeodendo-o, disse qoe era ab-
";fe3 S0lU^'"-n< nL>M..r> .,* .J [.A.
jge
estrada de Po-ru Sal de "t-iudOuco pira
passatfP'u de Palmares al Garaabuus.
O Sr. 8aperinleadeute da e-irala le ferro
dd Recife ao S Pran isco d passagem de S
clas.se, p ir coala do Estado, da esfacio de Co
co Poous di- Una, a praca da goarda local de
S. Bemo looel da Silva Carneiro.
MuIo/m nutandv ao eogeabeiro ch -f-Oda
estrada erro Sai de Peroambuco para dar pas
sagem de Palmares a C nnonnhe.
O Sr. superinl-nJent- da estrada de ferro
do Ke<-'feaod. P-iOcisco d pesaapitl I- i'
das.- -, por coota do Estado, da iiajyTj de Cinc >
P nas 4 de Una. ao cabo da guarda local Libe-
rato Iraetto de Barros, que regresas para o d ta ami-n'o de Alagda de Baixo
M*tat>s aaMaa ao eog-nheiro chefe da
estrada de F-rro Sol de Peroambuco quanto a
passage n de Palmares a Ooloma
rlrtaUTI 00 DR. SECRETARIO
Oficios:
Aos tenles do Lloyd Brateiro. De or-
dem do desembargador goveroador doEstido
aecuso o recebimeoto d> oficio em qae cjmtna-
nicastes q e o vapjr Brazl. ch-gou dos portos
do sol, boje is 7 da maobA e seguir para o do
norte amauha is 5 da tarde.Cjmmuaicou se a
directora Jo commercio.
Ao delegado da uspectoria das Ierras e
colbnisacao d--.-te Estalo. De ordem 1o Jci-
embargaot goveraador do Estado, acuso o re-
cebimeoto do oficio em quj comino -.icistes hi-
verdes reasso oUo hontem < exercicio das fue
ccOes do vosso cargo. Commumcoa-se ao m
spe<-' -,.- da Tbesoarana de Fazenda.
Salla
se passou o i acdenle parlamentar.
EN como
'Je qual resoitoo a crise ministerial Hall na.
Pol na sessiu de 31 de Jaoeiro.
Ti una-se comecado a duco-sao do p-ojecto
EXTERIOR
EUROPA
Eis a conclo-o das o ticias de <]ne fui porta-
dor 0 paquete ingle?. Mnyl iltna. ante hon!. m
chegado ao porto do Recife :
Fraatca
Os Srs. representante1 do Llojd Brazileiro,
neste Estado, tuandem dar passageas, por corita
do Ministerio 'a Mariaba, at o Estado do Para,
ao S* t-*nenie Aribor Aflonso de Barros Cobra,
que para alli segu por ordem do ch*fe du esla
d tnaior general da arma la.Commooicoo-se
a > iospector do Arsenal de Marinh .
dem dem ideo al a cipilal federal, por con
O eor.s-lo de oinistros ter.niaoa o exame do
orcain nt'i de IH92 Ene orcamenio pr-'Ve orna
nrninu i 11 de :ii milnoes de francos as recei-
tas proVetiiente da suppressao do imposto sotr-
a granle velocida le nos ca oinhos Je ferro, e
um augmento de 40 milboes as Jespezas por
caasa da applicaclo la lei do servido militar por
3 armo-. Essa dimiooicXo das receitas e e se
augm uto de despeas cerao porm compensa-
dos pelas excadeocias dos direttos das alfan-
egas.
- U Sr. Julio Perry, ao lomar posse da pre-
sidencia da oom.nisso ?cnatoria das alfande-
gas. .aconselUnn nru l-n u e moderacAo na re
forma dorojjfbaa aduaoelro. porque o methodo
revolucin irio o peio- methodo.
O conselno do gabioete oceupou-se ha dias
do projecto ue lei relativo a assocuces.
O prujecto proclama a lberJadeab-olat* do
direito de a.-s jciaco sob a condico de declara-
cio previa. As assocuces eotre fraocezes e es-
irangeiros, e entro es.rangeiros sos, nao se po-
dem lio pouco estabelecer sem previa de-la
racio.
O governo podera pronunciar a Jissoluco
utamente necessario votar novos impostos
o fim de avilar qa-* a Italia vulvesse A -
tuacAo do servilismo perante as nagoes estran-
geiras, qae domioou em 1874.
Os conservadores que eslavam oo governo
(aquella epocba protestaran) enrgicamente con-
l a lal.amrmjcAo. que chamaraio calumniosa. O
ministro das obras publicas, qoe tara nem era
ministro oo gabinete de 1874, n'om impelo de
indigoaco, abandonan a cadeira de ministro e.
uravessando a sala. foMonar assenio as han
cadas da opposicAo com grandes applauso- dos
cjuservalores, egran les surpresas dos ministe-
r.aes.
Pji enorme o escndalo produtido por este
acto do ministra. Os gritos e aposVopbes dos
conserva-lores, libera-s e ralicaes, pa-sado o
primeiro encontr U surprez*, crosavam-se as-
p-Timent-
0 S Crispi. ut estado de ex'-itacio ne vosa,
e violenara-te abitado, prorurou explicar as
suas pnlavras; mar oao cooseguio fater-se otnr.
cooliooaado u lamutlo daraate algum lempo.
Por ultimo orna raocao Je ordem aceita ,m-| ao
veroo. foi regona ia por 186 votos contra III.
E nao o Sr. Cnspi p-Jio cam ira que su -
peoJc-se os seos trabalhos. al jue o re rot-
vesse sobre o cuoflicto e fai ao palacio rea; ped r
a exuu-raco do mitn-ie-io-
Em presenc, pois, de u ua votacio qae Ib foi
coairaha, da cmara dos deputados pedio a
exoneracio o miaisten Crisp
Era de prever este acontecimento.
Nao devia tardar o momento em que se mani
festasse a o-ompanbil: lad entre a rnaio ia da
nova cmara e a pol i tica ecooomica do governo-
Oo nquanto as ultimas decisdis geraes p r-
cesie qae o 8r. Crisp obtivera consideravei
maiona. logo se vio que oao poda cootar com
solido apo o da parte dessa maioria. Sao gran
des o? soflrimentos da Italia, cujo e-tato iinu
ceiro se moslra bstame embaraco-o, e onde o
commercio, a agricultura, e as industrias esto
laclando com g-andes dilliculdades, hav-n io
mu.a mi-ena. em grande parte da popularaj.
A opiuiio attnbae estes males poltica es-
trangeira do Sr. Crispi, qj- o lem levado as
co-mes desnezas militares, e A imeruuco ds
relacds commerci^es com a Franca, fado qa-
pro lu -.io gr.-nie periurjacio econom-ca no paiz
Os deputados eleitos vieram iifluenciados p lo-
qaeixuines qae em toda a liana se l-v n,::m
contra aquella p tilica, e a pedir coa iderav.-is
eco loxi s oas despezis publicas.
Por mato- que fos-.e a -ua al' ira > pessoil ao
Sr. Crisp, nao poJiara livor iar sedo espi ito
dos eleitores que Ine co feriram o manJai Por
is-o a cnse era esperada.
qae co itenham es-
lodos os seos mjm-
assim o
Mido e peio do moaidpio, e considerando que a iaa eotre paisanos e una p ac da oarda lo
ta Jo Ministerio da G erra, aos segundos cade idas associc&es de estrangeiros sem recorrer aos
tes Jos Gercioo de Oliveira Borges, Francisco
de A'sis ue Oliveira Borges, Augusto do Reg
Barros e Miguel Arcbaojo de Figueiredo Sobri-
nao e de proa ao soldada Maooel Rufino Nuoes,
os quaes para all seguem por co ven ipo ca do
servico o a disposicio Jo ajodanle general do
exercilo.
dem dem dem idem at o Estado do Ama-
tonas ao evioosico de 1' classe do 2* batalhao
de infamara Maooel Custodio Rabello qoe para
aill seaoe por ter obtido baixa do ser conclusao de lempo, em 15 de Dezembro Ando.
Commuaicoo-se ao commandante as armas.
dem i '.em idem passagem de proa, t o
Estado do Para, no vapor Brazil esperado do
sol. aos immigraotes Caetaoo Claote, de 33 ali-
os, Pelecene Seraphim, de 37 e Botom Amato,
de 47, cor rendo dspota por coma do Mi ii ste-
rio da Agricultura, Com aercio e Obras Puuli-
cas.
O Sr. gerente da Compaobia Peroamboca-
oa maade dar pis-agens do r at Macei por
ronta do Ministerio da Agr:.-.altura, a eogeabei-
ro Jai; Bargas Ferrol, a E'trada de Ferro Sai
de Peroambuco e *o bichare! Praacij"o Amy i-
tna de Carvalho Maura, advogado da mesma
estrada de f-rro,os qoie- alii vaa a servico po-
blico.
I lem dem dem Idem no vapor que se-
goe boje par os portos do sal, a Joio Alves
B-terra. por coota das gratuita a qae o governo
lem direito.
dem dem facam transportar ao presidio
de Pernaaao de Noraoba, por coala do Ministe-
rio da Guerra, o 1* cadete 9 sargento Frauciscu
das Cbagas Ferreira e o soldado Jos Looreoco
da iilva, que para alli seguem em sob tuuicao
de duas piacas que devem regressar a esta capi-
tal.Communicoo-se ao commandante das ar-
mas.
dem idem idem idem com destino a I bi
Bala, a serem entregues ao gerente da Compa-
ubia Bratileirade Phosphalo de <-al e por coota do
negociante Albioo Feroaode-, os gneros e arti-
gos consianles da relacio jauta por copla ru-
bncada pelo secceusio d-sie governo.
O Sr. saperimeudenie da estrada de ferro
do Recife ao S Francisco d passagem de I '
classe, por coota do Estado, com direito a ba-
gagem, da estacAo de Ci ico Poous a de Uoa, ao
commissano da guarda local de Qjipapi, Po ti
no Poppe Gilio ; e providencie q ianio ao tran
sporte de orna praca que acompanba, devendo
esta ir em carro de 1 -:las-e.
hem idea de S* classe, por cjnta do Es-
tado, da esucio de Ca -o Pomas a de Gameliei
ra, a praca da guarda local de oome Justino Ao
lolo de Ol.veira. que regressa para o destaca-
mento de Senoniem de onde veio condtuindo
om lonco.
dem dem idem da Cinco Pootas A de Uoa
as pracas da guarda local Jos Pereira de Luna
e Jo Pereira da Costa, qoe regressam para o
de.iacm-nto e Crrenles.
dem i.ie o de 1.a classe, dem idem ao com-
missano da guarda local de Botn Conseibo, Pre
derico Augusto Paes Brrelo e providencie
quaato ao transporte das bagagens qae elle cau-
das, composta de tardameuios para a referida
aUataa
hUatu mtitandis ao eogeabeiro chele ia
est'aua ue Perr i Sai de Peroambuco par dar
passagem aieGaiaoauns.
O Sr. superinteadeate da estrada de ferro
do Recite ao S. Fraocisco d passagem de 1.*
classe, por (vola du Bsudo. da esucio de ducu
Ponas a de Una, ao commissario da goarda lo
cal de Canbuiiaoo Caadido Ladislao de Atevedo,
e p uvideucie quaato ao traaspone da bag.gem
qae elle coodut, composU de SI ps de oarr.s
com de.liuo ao qaartel do respectivo desuca
meoio.
Uutalu mnamiu ao engenheiro chefe da
tnbuaaes, e as associaco-:s
iraogeiros deverao ex lair
bros estrangeiros, quando o governo
determinar.
O conselho nacional do partido operario
eoviou a lodos os operarios franceses orna pro
clamacio, locitando-os a tnanifestarem.se oo I *
de Maio a favor do da normal de trabalho de 8
boros, e pela compleU alforna do trabalao e dos
mbalhadores.
BelatSe*
A respeilo da agu .cao miliUr qae bouve lti-
mamente em B uxeilas, e que preoccopou bas-
unie o governo, especialmente por coincidir
om a agiucio socialisu, encontramos aos jor-
uaes as s -guiutes mformacOes t
O ministro da guerra liaba julgado oecessario
revogar a determioaco que oavia sido adoola
la a respeito dos milicianos e dos contingentes
ue 18861887, receaiemente chamados is (Rei-
rs por uccasiao da manu'estacao qae eslava an-
uuaciada psra o da la abertura las cam. ras.
em favor du sufTragio universal.
Foi concedida liceoca por um mes a todos os
reservistas da gaarnico das provine! s, sem
que igual con;essio fosse feU aos de Buxclla-
E-tes ltimos, descontentes, com Ul excepcAo
praticaram ao du 1 de Pevereiro actos de tur
buleocia e indisciplina at agora desconbecidos
oo exercito belga
i uiaior pane dos soldados das diversas ar
mas lioDam resolvido reunir se n'uiu comicic
de protesto na pr-ya do Luxembargo, e depois
d elle, ir reunidos represen! r ao ministro da
gaerra. A auto Hade militar foi prevenida ;
e, qoando os carabineiros, cae > Ion s e graoa-
deiroa ebegaram aquella praca, vem om d-sia-
cameni de polica commaoaado por om cap:-
tao A' vista disto, os soldados dispersaram,
mas qu-itro foram presos.
0 capitj com a pdicia dirigise depois pira
a praca du Gran Sallou, onde se dina esUr-se
formando novo juntameoio de sol .ados. A pre-
seuca da poli ia unpedio esse aj un lamento
As 5 boras da Urde O ministerio da guerra
orueoou qae as tropas dcassem de pn vencAo
dos quar e.s, mas ot sida ios ao lavatn tod a
por lora, e foi necesaario maodar sahir piquetes
para faaerem reeolber os qae fossem eacoa-
irados
Eotreuoto os sodados teauram aiada re-
uui -se em coman u'eolra prag da cidide.
mas loram dispersados pela polica.
s jomaes diz-m ser viva a agiucio nosqoar-
teis, re el ndu-se actos ae viuleacia.
A Independencia Belfa aauaocia qae foi as-
s giadu u cu.iv- ou eul e a Praoca Portugal e
, E.iaao do Congo, sobre a pauta luaoeira da
cosu occidental d*Afnc> na Oacu do Congo.
Parece qae os direiios de airada serio de 10
por cenlo para armas de fogo, poivora, nuni :6's
de guerra, e para o sal, e de 6 por cento para
todos os outros artigas ; foi manudo o trta-
me uto privi egudo a favor dj tnatenal Je v as
frreas e de uavegacA i; foi iguai uen. mantida
a liberdade de direuos para ojectod ue servicu,
losiromeoios de precisao. bagageos de viajaotes
e iMssiooanoa, e obj ?ctos des iuados as mis-
soeo *, o Bsudo Jo Congo reduuri algunas U
xas memas
A commissao da cmara dos represenUotes
incumbida de txominar as propos-aa de revisao
da coosnmicAo, adopiou a propo la re isio ist.
do Sr Ja asen por o votos contra 4, ha ven da 7
abstences. A proposu do Sr. Jadeen admiue a
revisAo, tomaudo por base a oongacio de pos
so r urna propnedade de rait para ser eleitur.
N'om mauifesto dirigido au episcopado
belga o couselho geral do partido opeano pede
aos uispos, em oome da igualdade e fraterui
dade proclamadas pelo fundidor 'da Igreja, que
apoiem os esforcos dos operarios a favor do
' suff agio uuiversal.
I. jio que se levantoa a sessAj as 8 oras e 15
ratnu'os da noile. o Sr Crispi foi immediatamen
te ao iju itin a preular ao re Humberto a de
mis nos c ntros parlamentares e polticos.
Hi om t'aco caracterstico da situagao do mo
meato. E' a onanimidade cora qae os deputa-
dos, a uupreosa e a opiniao publica coosideram
impossivel qualquer reorgaoisacio oa arr?njo
ministerial sob a presidencia d> Sr. Crisp, isto
rao ra qae irremeduvel a quena do homem
de estado que duraate uas poacos ue aonos go
veraou a Italia como dicUdor.
A erise tem sido laboriosa, como oio poli a
deixar de ser, nao s porqae o est.do da Italia
grave, mis uubetn porque nAoera fcil -u oo
irar se so.uc i prompta para os dous prob emas
3ue fata mete se impoem ao novo ministerio
esde o pnmeiro momeoio : o Ja poltica exier
aa e o da qaesiAo ti laoceira.
Logo qae u Sr. Crisp apresentou o pedido de
exoneracio do gab'oeie, o re Humberto cbamou
os pr. si lentes do senado e da cmara dos depo
lados
Aiada o re tentou formar um ministerio sob a
presidencia do Sr. Zaoardelli, oioistro da jos
tica do gabinete Crisp.
Parece que foi para isso aconselhado por este
esudisU. com o fim de eviur a coastiiuieio de
un gabinete tod da direiu Esta coaioiuicao
ti oo. porm. mallograda.
Hjuve depois a idea de se encarregar o gene
ral R.cotti de formar, de accordo om o Sr. -a
ra tea, senador, um ministerio que tivesse por
artigo prin -pal do seu programla, realttar
ec nonias as despesas mil:tare .
ltimamente o Marqu--z de Mu lint e-lava ne-
i i.-lando, em nome da oireiu, urna comt)ina(o
co iciladora com o Sr. Nicotera
No da 4 a crias peruioe ia estacin.na
-onsUva que o M qu z le lodiae inba prom
pti urna combinacao touiis'.-rui; mas consUva
que preieodia apreseutar se perante a cmara
dos depuUdos com 10 a 40 railho -s de e -onoraia
00 orean.i-nto
Ni uta segoiole. bavism-se desfeitotodas as
couibioacO'S raiuisi-na. s.
Ptrece jue a co-i renuncia a idea de econo-
mas nos ore irn uios da guerra e da mari .ha, e
nestas coodicoes oAo possivel oeiinom miis
leo da direiu nem do centro. Se a sunacao
coalinaasse assim, era de prever a dissolucio do
parlamento.
Depois de v -ras tentativas de formacao de om
aovo g ibtnete, so ao du 8 qae a cnse miois
te tai se considerava resol vida com os noces
segatn.es:
Presidencia e negocios estrangeiros, o Mrquez
de Hu-Jint ; r mu o Sr. icotera justtea, o Sr.
Fe rais. senador ; fazenda, o Sr. Coiomoo ; ibe-
souru o Sr Luiaiu ; guerra, o general Pelloux ;
jiainha. 0 Marqo obras publica, u Sr. Bruoca ; agricolfara, iodos
ina e commercio o Sr. Cbimirri; correios e tt-
egraphos, j Sr Broa :a, interinamente.
Paiu. va aio Ja romear o miuistro da ostroccio,
*aja pasta fui obVecida ao senador Villan. A
lisia oficial do aovo gabinete loi publicada a 9.
i autos rain i si ros p res lar a m juramento ao
Re i n'essa Urle.
Eutraram em fuaccO s n > dia seguate.
Depois da .-ommu.iicacao do programma mi-
ouienal, o parlaueuto seria adiado por breve
prao, dtim de dar i-mpo ao governo para redi-
glr 08 prOjeClOS de le.
- O presdeme do coos^lbo, Marques de Rodi
ui, dirigi aos repre-enumes la luna no eslraa-
getro ama circular declarando qae o gao.aete con-
tinuara a seguir a poltica da pas e conservaceo,
jue considera como garanta de seguranca e pas
para a Italia e para a Europa, e qoe se ecforcarA
por ape uros Ucos de amiiade da llalla com to-
las as potencias.
As.-egu a- e qae o Sr. Crispi declaran qae
descaucara oU ou >res rn^ses ; mas depois bao
le wrual o a eiiam .r ao poder.
A Berliner TagbUit na i er qoe a queda do
Sr. O -ii. aueace a trplice alliauca.
a Uaxtta da Cruz rcCeu-se da altitude do aovo
gab -ei para m n Au't-ia.
a Post espen qu-. o Sr. Crispi vollara a asoo-
ul' u<.der.
A tazeta io Vuu compara a arrogaacia do Sr.
uvp. con a .10 pnti ipe de Bsma ik
T io-. .--jomaes fr.ocetes musiram reg-
sijo pela qodt .lo Sr. C ispi, a qoal nao podera
deix.r de U/Moc^r uiu. recoaciiisgau eotre a
Franca e luna
- Seguido relee ntu U'egramma de Vieoni,
o Sr. Crispi lioh-se quenado ha poU'Ocpr
lencus, principdmeute a Allemanba ea Austria.
* respeilo de xopposus io ingas da fcraD;a, as
Tnpuliiaoa; mas as poteoclas. nao acrediuado
as commonicacoes d'elle, respeoderam loe ea-
or aodo-o i moderaco.
Coou o Populo R mnnu qae o lord Dufit
nn embaixador da Inglai rr. junto do Q un nal
comraamcoa ao Sr. Cnspi om lelegramma de
Marqoez de Sali-bury, agrade.vndo ao ex prest
denle doconselh > as'inmscutiveis provas de asn
zade qae dea Ioghierra e ao governo da Raiaae
dorante o Eeo mim teo. Lord Dufferin saMl-
nhou esta communicacAo cora as palavras mar
lisoogeiras para o Sr. Cnop .
O Sr. Crisp, chefe do ultimo gabinete ?ta-
hano, reabri o seo escnptorio de advogado .
A crise mimst'-rial em Italia esU derinitt
vamente re-oivida. 0 caracienstico, porm.
d'esse rninis erio, a prest-nca oos cosselbos da
-o da do S Nieotera, bdversano p-ssoal do Sr
Chriiii. E' om gabioete de coalisao contra tti-
re.iia e .contra esqoerda, cujos actos precies
agaard r para serenamente se apreciar a sua
oriotaco pollina
Ha, no eaitanto, quera jolgoe poder, j classi-
licar esie ministerio como um ministerio de r>ar-
co contra a poli'ica do Sr. C'-ispi. S assim for. 6
possivel que nos pr m.-lros temeos se torne p. pe
lar, reas tambara mais qu-- provavel que esst
proposito declarado o e ifnquecer brevemente,
porqoe o Sr. Crisp, um pm-o desamparado ea
ooioiiu n'esie mora- nto. conserva comlodo urna
oconiesiavel aeco sobre acpio'o pu-lica e ea-
erre urna influencia decisiva nos circuios da corte
Quaii lo o Sr. Crispi o julgar conveoirote, o
ministerio do Sr. Marqoez de Itudloi ser fatal-
mente iiongado pela forca Ja- circatnsUncias^
a abandonar o poder.
Urna oota si-.iuficaliva
A sesso do coo-elho de ministros do da It
orreu tempestuosa, tendo sido rejeiUdas quaer
lodas as propostas do Sr. Nieotera.
^ Esava orgnnisada para o ti.a 10 de Feee-
reiro e;n Roma urna raanifestaco, com ban'Jei-
rau e mus. a, com o fim de celebrar S anm
veasano da repblica romana em 1849; mas a
aui n iad :s prohibiram n'a.
Apezar da prohibico, foram algons grapas
d-por urna corda de looro fra da porU 0> S.
I'ancracio no logar qoe foi n'a.iu>-lla poca thea-
tro d om combate. Outra ccrOi foi collor.da
no ossano de Cicero-echo.
Manta
Sea Sandade f^z testamento confiaodo aa
cardeil Buxgiero, qae instituir: tests leoteirc.
Secundo flinna om l-legrammi de Roraa,.
pira o Doi/y Chronttle, o Vaticano encara roo
in iiff -eoi;.! a madaoca ministerial, qoe pon-Je
alTroaxar ora pouco a 'enso das relajees da
egr-ja com o Estado, mas oao modifical-as sensi-
vi-luiente.
= 0 correspoodene da Obterc teui Franrat
em Roma communicava Ibe o segaio'e a 9 de
Pevereiro :
t'or mformacOes que colhi, posso asse ::-;ir
Ibes da maoeira mais positiva qoe a -anta S
no deseja de forma alguma a formacAo d'occ
granJe oartido catholo-o parlamenta' co no pre
tunden um jornal caibolico de Pan- 9 qoe s
V tirano deceja nao om partido calholico pa'
lameolar. mas sim ama vasu associacio ca ou -
lica qoe trabalbe em favor d'uma larga poltica
socio/ 'religiosa.
losisto soore este p )nto, porque precisa
qoe a crreme a tnai se na p res po- aialhos,
e o Vaticano nao deseja pir forma a.guma que
se explore & oneotacao em favor das ideas e
sympathias pessoa>-s.
Desminti tambern a nctiria de que o
papa publicar pruximamente um iiportaa>
documioto soore esta quesiao, N s e-pheras
bem informadas ignora--e a existencia de se
melbaote intencao. >
Inglaterra
Sir James Fergosson, se reuho poltico de*
uegocios estraog-iros. declarou a cmara .'os
combaos qae a Inglaterra nao tem neihum tra
tailo de commercio com o Brasil, e poruaio aSc>
poda pedir a este qoe Ibe conceda a.: mesiBae
vantair-Ds que coocedea aos E-tados-Unido.' da
Amenes.
Na cmara dos .'om-nuns. o Sr. Ghdt'>ne
pedio segunda leitura do projecto de le, que
pernitte aos calbohcos oceupar o cargo de lord;
ehancel er da Gr Bretanha, e o de vic?-rei da
Irlanda. O Sr. William Henry Smilb. prime.re-
lord da Ibe-oorana, pedio a rejeicio do projec-
to comu loopportoao.
A cmara dos communs r>jeitou o propear
de lei do Sr. Gladsione por So6 votos coaira
283.
0 IVaa* sabe de fonte ce'ru qne a crise jr-
laodeta esia prestes a eb -gar a una solur'o nr
mei' de coocessoes mutuas dos Srs. Gladstone e
Haruell: parece que o S-. Paroel se retira, e o
Sr. Mac-Curttr-y cede o lagar ao Sr. Dtllon come
clnf- do partido nacionali.-ta 'rlan-l-'Z
Entret. nto assegma-se nos circnlns> narfa-
meotares que se maiiograram virtualaeote as
Drgo : i'.O -s para a r-lira la do Sr. Parn>4l : e
a reconciliacio dos d >us ramos do par'i -o 1'lAB-
let. e quasi desappareceram as orobabilidaOts
u'om accordo.
0 Sr. Parnel partir para a I-landa aa-
de recom rir a campauha dos comicios.
Os depatados oaciooalistas Dilloo r
O'Bneo, qae viuba de oul. gne, foram presos
ao desembarcar em Folkeslone, e remettidoe
para a prisao de Cloromel.
A popularo fez-ihe om acolhimenio muila
affeclaoso.
Em Boulogne tinbsm publicado um maoi
festo, deplorando qoe o acord des. jado pesa
grande maioru da na cao irlandesa e por oa-
merosos deputados rlaoaetes, se lenbs mallo-
grado em coo-equenria de acrlmools pea
soaes, e de vis discussftes ce forma
Os Srs O'Brieo e Dilloo recusan.m tomar par-
le oo Cuofl.clo, que vai rebeour oa Irlanda, e
deliberaran! partir para Inglaterra, atiin de at
eouegarem a prisio.
Sr. Paro.l escreveu urna carU ao Sr.
O'Brien, expridiiodu o seu petar de ser oonga-
du a por termo is tentali as para coapor pacifi
carnele as dissidencias do partido irl iviea ;
mas nao jalga os interesses nac na-s safficieu-
lem nte garantidos pan qoe possa renua jar i
defeza da cansa oacional
Os de iDUdos aoli-parnellistas, r^oni toa
hontem 13, A Urde, em Londres, resolver
orgaoissr a federacio nacional irlandesa, e ao-
mearam ama commissao para organisar o uio-
vimento oa Irlanda.
A nuvr urganis.cio nao lerA -elacio alguma
com a liga nacional.
O Dailf ar n'cle. a resoeito da uesiao
do teoeule coronel sir Wiliiara Gordoo Cum-
minga-gue o principe de Galles de an mar o
jugo aa alu sociedade briUooica. principal-
mente em crias casas de campo, qae nio v-lea
ano mais qae cenas espeluncas de tavolaitem;
os altoi digniunos da Igrej* j Ine flseraio re-
pr<-seoucoes a esse respeilo; mas o pnoupa- *,
oAo fes Caso J ellas.
Seguodu aonuncia um leleg-ammi pata o
Times, acaoam de ser expo'sos u Jes os m etta
de Novogorood, em uuraero de 617.
O goveroo da aoioula de abo val sobm.-t-
ler A secreUna das colonas um relaiorio. de-
monstrando qoe o territorio de M mica nio este-
ve ounca sob > protectorado ae Purtagal.
Os joroaes ingleses motejara Jas pitiencoea
de Portugal a territorios que liguem ss ba
possessoet onenUes e occideoUes de Al

.


v






T


2
Diario de Pernambuco Sabbado 28 de Fevereiro de 1891
----------------------^-^^---------------------------------------

O"Tina declara qoe os ingleses oto daris
eixar ae perturbar por oeobomas raxo-s tenu
nenlaes oa aaa sttaacto d- oeah poitUntm,
e cooclue qoe o governo ponagaes lari oem
en ae atender amigaawaentd coa a Isgia-
. Km Liverpool 1,000 operarios e ira bal torea da dock .s. Re
ceta*-. qoe o movimos*grevieta a* eomaaui
qoe a oolro porto*.
Corre o boato de qoe s aaseeuca dos mari-
obe roa e fogueiro do- boro aci'pasuuncia a
tor da rete geni.
Venflcon ae em Nortbamptoo a eleic; 10 de
am depotado para substituir o Sr. Cario* Ba-
dloagh. qoe tallecen ha pocos di ib Ficoo el-i-
lo por 5 436 vo os o Sr. Manflctd, candidato
gladsioneano.
heferera a 13 qoe acaboa grtoe doe ope
rtrioB e iraoalhido es das aokas reste porto.
Voitaram toooeao irabalno
A11 Bhi
O joroal PhUcias da tumbitrfu, que orgao
do anac pe de itiem.r. x. pulicou am artigo em
que mamen e atacada a poltica seguida pelo
imperador e peto seo governo na* qeesides ex-
tenores, accosapdo-os -e prouioverem o estrel-
lasen to das relacde* entre a Aastna e a Roana,
doae.resanara perder a AileoMOba a prep >u
dcraocla qae aeuialneoie exerce na trplice
abaaaca
O artigo termina recaoiaaeadaado o reeubeie-
cisoaoio do ascorda- eutre a Allemaooa a a
Raaata.
O governo allasala decidi emitiir om em
asasllujj iJ l lofl milhO a de mareo* entlalos
ooeselidada* uc 3 7-, osuda laxa da tmuato
A ebscriocto ser pablica.
EU DOaloieoie oomeado o soceeasor do
aeneral ae Waldersee oa drreccto superior do
grasde-estado mawr aliento. o p-imeiro doa
saaa auxiliares o Conde Altredo SchiH-fieo. te-
sssde general como elle, e tendo f uto toda a ana
eamir* oilitar do estado niaior.
aVem toda a exteaato da palavra, ao q te d
saa> oa jamaca de Bernm, um idf-mmmdman,
aywdfaer, o albo da* s*a< prop ttlribeen-lbe maiu franqaesa,eapullocasMUca.
is vea** incommodo, optuibea maltas saaa. om
ensacan- iolegro e austero Representa sobretu-
oe-a* badiebc. A so* oouieacto caasara me
as atintoa de pes ja e de escola que a do ge-
satal Wiuicb ; mas, por antro lado, aWmeniai a
aerees espera .ca.
Ha* d. re esqu9cer se de laclo, poodera o
lanas, qse a queda do general de Waldertee
pisaaiie certa especiativa o'nma parle da ex -r-
ctta alleuaio. De diferios I .dos se sostena qoe
esta nr^*f nao devida iiteiraraenie a di-
iianaiiiiiii polticas on a solidanedade compro-
BOtasdara do antigo cbefe de estado-aiaier ge-
aaral*com a tendencia eccleeiaatioa e religiosa
saslisilsi. H gal, e consones. A cama imme-
dlata fo ao que parece, orna divergencia radi-
an! 4a principios, em maleru de tctica e de es-
trategia.
A Gazda de Brunmick insere a este proposito
aaaa latnraasaale narrativa qae a Poit, de Ber-
bn, joaga attl reproduur.
0 imperador da Aliemaoba enviou, por iu-
lesnsdio do sea ajadantt de campo, o Conde de
Wedel, expresear ao eeabaixador o Sr. Ilerbelle,
ri se as*ecnva ao loto da Franca pela morte
aoiaeei pintor Meisaonnier.
Bate acto de corintia a de amabilidade tuto
nnin digno da regalo qannno certo qae Meis-
eanier servio no exercito i.aacex na gaerra
asnos prossian.
A peticio dirigida ao ciar a favor dos j u
deas na Rassia fai devolvida a Londres or in
temed do emoeixador rosso. Os jornaes in-
gleses moetram-se e*caodali*ado* com este rt-
casnbM da peticao sem defertmento.
Ont Miln da S-rvi... aelaalmenle.em Pa
ra, sega formalmente qw sea nlbo. o joven re
AJaxaadre, ea.ej-i aneciado de grave enfermida
de cbronica.
ulnari
Parece que o pnmeiro ministro do principa
*rmando da Bulgaria, o Sr. SumoouaafT, vaKa
a traaaibar acbramante no seatido do reeoan
cisaiato do principe como cbefe soberano da-
ejtalie priactpado.
Com o sen fino tacto, o Sr. Stambonloff. a
eanaegaio estabdecer ornas cerUi ratafona offi-
eaaaa ealre es agenten diploaaaticoa doa diverso
anvarnos esa Sola, e o governo doprinesna Par*
O representante da Turqua fei
randa receotememe a fallar ao priodpe.qiie
anda nao recoonednr.
E claro qo> rm S. Pelersborgo esle casa mo-
tivan ^seoaacAo, sen lo aoerta ueate declarado
Ilegal e contrario aos tratador.
bus dispOa'cOes. oa antes estas iodlsposi
S, loraam cada ves man argente a neceasi-
da om accordo de isivo para r.-galar a si-
taacao polica da Buleann.
tTnaa
0 governo egv/p>:io ojkw provilen:ia< mi
Miares para expoltar os derviches d- Takar.
Parti ja para >uA m nm baialhao egfpcio, soo
comuianjo do coruael S Ule.
0 general Grenfell partir* no fim da semana
com um destacamento le artilbarla. ootro de ca-
vallaria; e algn* balaibe-< de nrelos. u*.
K.l.dM 1 aldoa
Rabeoton o fugo das minas de Grandsiver.
paopagando-se rpidamente pelas galenas. O-
mnenos fngiram "gpivo idos.
Diaem de WaskmftoH qae o sop'emo tribu-
aal acit-jo a appeiUQ.o da Gn* Brrtanba contra
a semenca do tnoun .1 de Al..-k i, que ord-uou
a coofi cacio do vapor ingles Sairtmd no mar de
Behring.
Torn' u se eral a frevt dos operarios da
indnstria 'rabalUa IC.OUU operarios.
A-ha-se tc Sheruian.
Descobrio-ae em L'Iioois om gigantesco
rama, rujo lim er* faser ir pelos ares tonos os
estbelecimentos de iraisi. qae re usar-m eo-
,lrar no tyndicato das Isfeficaa de dulillacAo de
*t^ uaqui He estado. Poi preeo como um
plice on trama am tal Gibsou, se:-lano do -yn-
dkato.
O consetho de romnercio approvoo urna reso-
lacio, combalendo a livre amoedacao da praic
al se estabelecer no accordo com as ontras oa-
c#s connOT iaes.
A associaco nacional dos mioeiros dos Es
Udos-U ndos app.-ovoo urna reso u aocojvidan-
do lodos os operarios a reclamar^m no 1* de
Maio o dia normal do trabalbo de 8 horas.
mulliros
Hrpabiica Argentina
0 cambn e os b. ocos
(Oa Diario doBrazil,
A eotac. io do cambio de bootea nos bancos
saccnlores a 350 */. attesia a mxima deprecu
rao a qae ch>yoa o oossj papel moeda.
Qanndo a tres meses, o governo preetsava de
comprar cambios no mercado para sai^fuser po-
ra Baropa o oltim coapon do servic > da soa
avrta esterna, deo-^e na Bolsa orna deprecia
eCk. ne pajel, qnv ctaegod tamben a 330 ., da
terminan i o a medwa pratKMUva da compra e
ven Ja do oaro m Bil-a, daixindaa fix ca da
rn do valor le^al d > papei-monda, depen jeuie
das o silo ccanbio.
Uc -va^do-^e aaaaila ''sposicJo, dinamos
aae que era ben nossivelama coal sao aos oa i
eos a-ic adores para a baixa 'la ijpo dos cambios
Metes as q a praca tive-se imp riosa o
ees- naoniaa-itar
aso i ..jiagnm > un-
gen J^r. es ltKtas e o isequeoteprejuiaj para
o pnit
Oie o' ba ca pt'ticu j-es naanacun 3' era
att.tn latos I Han rentr toa astorcaannario
me o i !" tWHHinM aorh i
eaaom c i ... aacal a i f laa, ene am f. t
aae nao nodo ser domnoatraao uieUror lo q le
neta cn'.inaada baixi do camaio e pala reslrtc-
ca iUs optracOis de desasnan, ciegade a ex-
tre-oa tal qoe t j si4o reda na prop'io go-
verno o :t s letras adonaeiraa,ana san
osdoeauKU'o. mus solido* e osis garantidjs
4e i'Mutos ctrcnau ao mercado.
B'sjbtdu qoao governo, -ura proporcwc-r
sanidades ao conwnatcio moorialor, acceita -
tras eanagasBeoto as dirtuos ua aifn lega, e
ame ules Utaloa foraui s -.np a pref ndos nos
sancos de descomo, al can jaro de nm oa don
por oenio inferior ao das letras comoerciaes I
Os naneas, contado, ca-garam at a recusar ao
governo o descooio de Ues letras, collorxndo-o
talvez na-nacaasMad* do exiproae imporUadras
o pagamaoto efftivo eas direuoa adoan-iroa.
Kis cano a aerra-deciaradi pata bancos oar-
lienlarraao gavamo'leve naaossanamanta pra-
Jeeur saaa lalo anan- snsnas aobre o-
aaarcio da sssanMi a imv%ada-lbaa sna aecio a
redoxiodo o rana o nacnilu rngnaar de sea jun-
to crdito.
D liando dn parteastas oatervacoes, dariva-
das do faci qiaa se amdasem enoosso mer-
cado baneario. nevemos tambem considerar a
oatxa dn cambio sob o ponto Je vista de out-os
loteressea que estao em jugo actualmente, com
qae parece qoe os bancos pdetn em todo o em
penuo em de*aaior*r as msdidas projecudas pe
lo governo,o imposto sobre os lacros e os de-
psitos. Indubitadamenteem defeaa dos verda-
deros interesses do pas, imprndeoiemeote com-
promettidoo pela aliando iosoliu daqoelles es-
ta bniecimen tos.
Tae projectos, ja sanecionados na cmara dos
depu-ados. estao na ordem oo dia oa dos sena
dore < e. naionlraeote, a oecasiao propna para
faser-se esforco extramos com o 8 n de dea
acrediial-us, oppo .do-ibes um effeito eamagador
oo cambio, de maieira qoe os legisladores
flquem aasusiado e os re ruse.m no Seiuao.
O oaro a 350,-pr vavelmenis lerto dito
m-Hleri do oreiba em p oa seoadore, e ooi
taremos o oosso arraojo.
Recsalos os piuj-iclos, convencionalmeote
levaoia-se o cambio, e est feita a Batata.
Abasa-se entao da vos da opiniio. que tem
nisto tanda parle romo oas p roelas de Guioax
e voltamos ontras ves-s ao poolo de partida, at
qae estes senhores banqaeiroa se convecam de
anean silnacoes arunsiaes nai ilcs:) .Lajma de orna maoeira psrmaoente, os principios de
eqnidade, de ordem e de ju-uca, sobra os emaes,
assenla a vitalidade dos poros bem conaiitaidos
e qae alnal a le trinmpha sempre sobre o arbi-
trio, cono a r. sao e a josiica triampban sobre
a niqniJade da eiploraeto.
A aitoicAo aciaal dos bancos uarticnlares, snl
forca e seo poder, na gaerra declarada ao go-
verno oum o pbanaaoaia d- onro al as rjuvens,
nao ratonases enana enana aem sen crdito >
oem a cooOanca do publico, nem oenbama
das agallas des empbaticaineote invoadaspor
aaaa rapoaseataoias ..erane o poder esacakrvo.
pnate o Coogresso e al peraote a nprnoea.
Absolnumeute nao.
Esu sttoacfto a conseqoencia necessana de
cansas albeas ao crdito e a conliaoca.
Os oaacoa parueolares gutan de tal liberdads
indnalrial qae nao gosa-n egoal as mesnas insti
ujueOes em qualqner outra parte do mando, onde
as (trevisbea da l Ibe lm limita io a ai^ao em
defesa dos ioteressas da so<:iedade. Nao pagam
oniro imp uto nenio a patente e poden desen-
volver toda a classe de ope acb>s por mhaos e
mundos de pesca, nem restncao. aproveitanrt
os circomstaDCias do mercado. Os bancos oB-
risoa nao podem faser o mesmo Son acedo
determioada por leia restrictivas e sujeitas a om
mechanismo compl-xo
Os banrus particulares nao sao exissores, nao
lm responsabilHlade algnma em frente ao pa
pel-moeda, oio pigam imposo de circoncao,
com o qoal acbam-se gravados os bancos offi-
ciaes, e a petar disto, com seos deposito* de pa-
pel, faaem livreowute operacOes, saaj a jais
da economistas mais adianudoa, entre os quaes
Gilbart e Macleod, -sao verdaderasenaisebas.
Os bancos particola*es ganbam con o agio do
papel, na alta e na baixa, qaaoao o arrecadam e
oegoceam.
Oa bancos oSdaes perdem qnando o papel
baixa do valor a oto gaibam qnanda sobe, por.
aaa o compraran ao par a en oaro.
Os bancos particulares pagam premios mais
Danos do qoe os oficiaes e cobram jaros mais
elevados do qoe estes, aproveitaodo todos os
momelo* da alta dos Joros e da baixa dos pe
anos, emqoaoto os oflL-iaes t<*m sna taxa de
jaros mais tixa e permanente.
Os bancos particulares nao faxem operajos de
descont sobre o crdito puramente pesso.1 so-
Ore O trabalbo e a iodaotrls. anoto em escala
maito redonda, ao passo qae os bancos offlelaes
fondado* para favorecer a prodcelo e desenvol-
ver a riqoesa expem mais as seas taaos aa
crdito individual do qaa ao commercio e ao*
canitaJlaiaa proprietarios.
Os bancos particulares, em suas operaces de
giro, empreadnos, cances e de qualquer ootro
ro de de cont, procedem com rpidos, ao
passo aaa no bancos officiaes estao sojeitos a
regala nenio* qoe demoram saa aceto e difficol-
Um-lbe a* operacOe*.
Aquellas deneodem de om gerente qae tem
ampias facnldades, estes de urna directora qoe
tem attribaicdes restrictas por le. 0 mecbanis-
jio doa pnoieiro-t como a Iracco a vapor, e dos
segundos como a de urna junta de bois.
Os bancos particulares arrecadam todos os
Jepesiio* exigiris immediatamenle e limitaiu
saa dintala aqoelles qae lm saa conta cor-
rente no eatabcieamenio, cooheeendo-lbes seas
favores nos descootos.
Os uncos offi laes lm depositarios mais eg-
tveis, os qne bascan premio presciodindo das
vantagens do descanto e perdem lodos aqnelies
qoe ne :e.-sium da ser alteo Jidos immediatamenie
em saques, descontos de letris, cancoes, etc.
qae a les nao podem faier sendo depois das de-
loogas cosiomeira* qae excedem sempre de
raoito o praxo das oecessidades do cliente.
Os bancos panicnlare* faxem operaces eslra-
obas a espbera da industria naneara propru-
meate dita, e vio bus ar beoHcios oas agitacdes
da Bjlsa, o s eoovulsO-s do mercado e gaoham
sempre. como os pescadores das aguas utrva*.
Os bancos officue* nto podem faier uto a
sna missto eati determinada pelas leis, e n sea
ampo de operacbes esta redando a ama raa
calculada para beneficiar o pan e oto para en-
riquecer om dado numero de accionistas.
Os bancos panicnlares M*a aa costas guarda
daa oeos committentrs enreos, exceptuando os
poneos qoe t n aqu arraigado todo o seo capi-
tal e podem reforcar seos elementos, qnando loes
imposto pelas oecessldades. Os bancos oih
ciaes operara .entro de elementos rJxos e asneo
'.am no crdito fiscal.
Bniliin, sio immensas as vanlagens dos pri-
neiros sobre os seguidos, e aaaa de-, em os es
iranhar que teobam aqaelles adquiridos s psi-
to-sern qae p.rece se asistellam para tratarem
o pas como de potencia a potencia, oo melhor,
d- soberano, aproveitando al as oossas convul-
ebes polticas para explorarem o povo, appareo-
taodo qne o defeodem das depredacbes qae sao
loi-oncebiveis, da parte de am governo.
Composto do seguate modo :
Presidente Petiegnol, |Dr. Vicente F. Lopes,
general Roca, Dr. Eduardo Costa, Dr. Carballido
e general Levalle, qae a re-.olunta mais g&w|
noina de ama grande evolocto consutnciooal, e
oo sentido da ordem e do patriotismo.
Pelas mnltiplad coooexOes qne tem este as
-uuijpio de bancos com os mais el"vados as am
ptos nacioones, e, sobre todo, pelos refl xosque
p lera derivarse de om deudo exame para a
reforma da nossa leg-giacto baucana e circola-
tona, temos de ocrapar nos do mesmo com
alinelo e dedicar lbe o nosso estado.
projecto reoebeu n appovacio da oommia
alo aaaatarta doa negocio* ostrangeiros.
O anvataa foi convidado a tornar pu-
blioovcs untado cenafMdb cora-o estada- db
Ni
LWHnHii l 4ITS
Boniparte-Wyse, coooesaionario origi
nario da consteaccad do canal do Panam,
.rraijoj novo* ter jos cora o goverjo da
Colombia para levar por 'liante esa* obra
dispondo agora de 10 annos para comple-
ta-,a, e pagando .'olorabia, 1.0)0.000
1> frajc-o. e 6 003.000 m cc5ei privi-
.ig i!c a da oatroa eacarg >*.
F-rn i6 mea3* pira raorgmisar a com
pnhi.
A noticia, oorc n, dests novo arranjo
nto tr-ux? milito alent aos portadoraa de
e;89s a deben tures da onpaahi
As da j nt ir s da 5 0 M i
O e i M.anc u informo alo de o %
4 /.. a */, ; o as accoas eolio aluda
onaa baizaa.
Conf Tm3 as informaoboa do New-
Y rk Hsrald, t o projeot > do lei aprecaa-
tado ao sotado psl j Sr. So -rasani coru i
do oaoal intariooaoico de Niovragua aaoo-
tftta qaa o* Estado -Uaidos garaatirld aa
obrigapSb* da Co rapan nia ate qaantia
O novo aanadaato da Nova York qos
abaavaaa de a na-a oidona da Nora-York
uatesoaradn muito aaior importaac.a
da qoero oaiaji>{. o qaa a < considerava
urna daa niara ninas do aovo mondo, qaaa
do ae abri, em 1842, a qua tem estado
om aarvioo desde entto.
Ntquella poca o consumo diario da
agua para a oidade era da 18.000.000
de g8es.
Por eapaco de alguns annos o aqneducto
traba h ju com toda a sna capacidade, con
duaindo 90.00) 000 de gaISsa diarimen
te, m lito mais do q e a qaantidade qae
so necoeeitavA, mas a popilaclo foi so
augmentando constantemente at qaa m
dia o abaateeimento cbegoaaaar inaufici
ente.
Foi dafai qua comecou a sentir-se a pra
mato de construir nm aq-aeduco novo.
O a 8 1/2 pea e o compnmeoto de 47 mi has.
O iovo tera a forma de urna ferr dura
da cavallo, asede 13 1/2 pes de profnn-
didade e am pouco mais largo. O
sea oomprimento o de 34 milha* e a aaa
eapacidade de 318,00 J 000 de galSia
per dia.
O decreto qaa aatorisou a corntrocolo
oa trabalhos comecados entto apaaaa ac*
bario este nono
O casto da obra at o da 10 de Juina
ultimo era da d 23,591.9/3 oa.........
47,0XhO0Od" e ainda ae precisa de gastar
alguns milbSes da dolase na conatraecto
diquea e reeervatonos, aataa da fioar com-
pleta a obra.
Q'iando tudo enteja competo, a qaan-
tidtde do agua armasaoada ser da......
70.000.000.000 de ga.boae qae tornar
possivel, emeaso deneoessidades um abas
tecimeato de 400,000.000 de galSea dia>
ros.
Boaa qnantidade seria suficiente nva
mo para ama cidade de 4,000. JOO de ha-
bitan tea.
No asno fiado de 1890 a- situacto gata!
dos caminhoo de ferro Argentino* bnonVal
se oo eeguinto :
A aztenaio daa linhaa era de 10,110
kilmetros contra 8,113, donde se v qoe
em 1890 cotopletario>ee 1,997 kilme-
tros.
O capital daa linhaa em numero de 23
(consta 20 era 1889) era j de.........
6 270,700,000 on crea do 540,000,000,
mostrando tato o augmento de 4 neste capital immobiliaado que, como j
vimos, so prodna 4 "/
A receita liquida total foi da ........
$ 19,967.000 e a perda de 856,500 ha
vendo pois a recaita liquida total de.....
6 19,110,500 oj porto de 7 "/.,. Cumpre,
ram observar qua esta reeeita colligi
am papel moeda mmto depreciado o
qoe n io poda servir -aos de segaro crite-
rio,
Nto ha duvida, no entretauto, qae o
trafego daa hnhas aug nentou muito em
1890, paia o numero total do paaaageiroa
transportados fot superior ao de 18^9 por
2,570,000 a paseo qae nao cargas dea-oe o
augmento de &8 4,950,000 kilos em fim de
1800.
A Guita Percha, como ae sabe, i ama
sabstaooia muito empregada oo fabrico
dos artigas neceaaarioa ao* differente* ra-
mos da tclegrapbia e outros trabalbo* elc-
trico* pela ooa propriedade de alo coaao
tora, pelo sen peso e facilidade de amol
dar-aoa qual-mer forma necesaaria.
Ora, tal subst me a ra diminuindo, e
seu proco elevndose muito, de modo que
toraou-ae neeeaaario descobrir algama ou-
tra qae a aabatttaa, porque o modo pjr
que se a est explorando, teade a fase-la
deaapparecer.
O* dados segurat m extrahidos de am
j rnal heaprahol mostrio a dimiaaicio e
o elevado proco da gatea percha.
Anana Qurataes E,taris. n*r qnint
do qual deduaiodo o imposto de reodi
monto, ficou aa 157 ftansoa.
O capital do Janeo da-franca de 189
1|2- milhSes de francoa divididos em
IBSliVJO HccSes, qae bofe osito distribui-
da* por 26;017 aocionretae.
Alm dos diversos serv eos qae o Ban-
co de Franca presta" aa commareio e ao
paia, nto podemos' deixar do mencionar
os qae se derivam da institaicto de pro
videnoia qae mantm para oa aeua empre-
gados, qa* boje se elevara ao numero do
2:336 pesaos
A caixa de reserva doa empregadoa do
Banco tem um fondo importantsimo re
presentado em accSes d banco, em tita
ios de reala francesas, om obrigac8as dos
:ami ihoo da ferro, oujo valor pala cota
cto de 21 de Desembro se elova a. .e...
22.975:389 francos.
Os operarios tambem teern no banco
um fonoVa con o capital de 300:000 f-an-
eos destinados a oocorrer aos casos da
inh ibilitacto para o trabalho. A reeeita
deste fundo constituida com a qaota de
i "i. des salarios e com os rendimentos
do oapitai fixo.
REVISTA DIARIA
A importancia doa cheques, lettras, etc.,
pagos ao clearing hout: de Londres du-
rante o nono da 1890 foi de 7,801 048,000
libras ater>as, oa mais oa menos......
80,000:001)4000 em nossa moeda
Oestes al garlamos, pode se faser ama
idea como nocessaria ama eUnr'ng hotue
em ama praca de qaatqoer importancia.
O Jornal do Oommercio, do Rio da Ja-
neiro, publicou :
Annexw ao retatorio do ministro das
finan cas dos Estados Uaidos para o pasea-
do sobo fiteil vem ama sene de tabor.s
que mostratn o volme e a composicto da
oirculaclo, em datas especificadas desde a
renovacto doe pagamectoa em especie at
o fim do mes de Setembro do anno dado.
B' vista a importancia qae aa qneatSes
do circulacio assumiram ltimamente nos
Estado* Unido*, passumos das mesmaa
t bell..s para squi algans dados que nto
deizam de- ser interessantee.
Volumea de circulacio :
Annos Cirenlacio total
1890 2,870 620 000*100
1889 2,760 61 HKiOOOO
1888 2,744 420:000O)u
1886 2,498 710:00. & -O l
1884 2,486.244)^104000
182 2,359 2u0.-000d<0()
1880 1,957.530:000,1000
1870 1,613 62OK)0i ilOOO
Nos ltimos des annos o volme da cir-
culacio te ve um augmenta de 47 [a.
Quanto composicio da circuladlo, os
dados sio os seguintea :

B 2. S* sT
a I
r5f a
Q e

e^.g.3
H?Hn:li
5 3
O
187........ 24,154 S 156 563 6 5
188H........ 22,483 181,660 8 5
1889......48,042 577,896 12 0
1860 flO mas) 60,494 684,013 U 3
FIYUHAS E (Ml.ltU0
',.11 sua ro vista cora marcial e financeira,
dia o Jornd do Qmmercio, de Lisboa :
O relatorio daa operaces do Banco de
Franca no anno de 1891, que foi aprsente
do a assembla geral dos. colonistas pelogo-
vernador o Sr. Magain, contm infurraacio
interessantes, que ju'gamos opportuoo aqui
referir, para se avali.tr a importancia do
movimento daquelle grande estabeiecimen -
to de crdito e para se julgar da multipli-
ciiade de suas transaccSes e elasticidade
do sen capital.
A* opersfSas productivas do Banco ele
varam-se a 13,450m.lb8ds, sendo as de
deeconto 9,500 milbSes O valor medio
daa 1 ttraa descontadas foi em r'aris 829
francos e oas aaecursaes 757 francos.
O numero de lettras commerciaes des
coatadas em Pana foi de 5,673.081, qae
so deeompoem da seguinte forma :
23:639 de 10 franoos e menos.
842:933 de 11 francos a -0 franco*.
1,077:059 de 51 francos a 100 francos.
3,729:407 acma ia 100 franco*.
As operacSes gratuitas que o Basco rea-
lisrta por con.a do Estalo elevaram-se s
5,782 milbbes, alm doa 42.30J milbSes
da sorana total doa depsitos gratuitos
fetos era Parra.
Os emorestiraos sobre ttulos de divida
publica o da cania ios de forro elovaram-
seqiaaa di 811 m'laBss. J banco
rnajlvea baix-tr da 500 ira.ico t a 250 t'ran
ios o m:iim> lo* emprcs.imis sobre pe-
nhor, afim de facilitar e espanto estas
operaed pelo qionofin dtaioo coa-
tavsm 876 matuanto* qae contratarara
iipeesJmoi entra 250 fr.acos e 4 JO
franeos.
A circUaco mixiraa das notas do Bao
co attingio 3:259 railhSoa, emjuaoto qua
a reserva insulina se eleva a 2:592 mi-
nos. A propircio minima da circola-
oae para a reserva foi de 77 "[,
O* liioros liqjidos do anuo forsm do
28.484:109 francos, polo que foi datribu
Isti comparando gmente a composi;ie
da circulacio em 30 de Janho de 1890
com a da correspondente em 1885.
As proporedes para a circalsoto total
foram:
1890
Oaro caahsdo e certifie idos
rVata coobada e certificados
Notas
35.2
18.8
25.0
1885
36*3
14.3
49.4
de 100 milnd;s de dolara, e pareco qae o'do um divdanlo de 161,85 p>r acolo
100.0 100.0
Na frica Oriental Alleman o commia
sario imperial fea publicar o seguinte
aviso:
A partir do dia 1." de Janeiro de
1891, uto podarlo ser exportados oa im-
portadas mercaderas seoto pelos portos
segrales d i territorio allemio do este
u'Afrioa: Famga, Paogaui, Saadani, Ba-
gamoyo, Dar-oa Sulaano, Kilra, Kindi e
Mikindani.
Todas as cantrareneoes a este regula
ment serio seversmenta castigados e as
msroadoriss exportadas ou importadas
por oatros pintos, serio coafiscadas.
c A partir do 1.a de Janeiro de 1891,
oa direitoo da alfandega aobre a costa co
macara a ser recebidos por conta do go
remo imperial allemio.
.At nova (ordem, os empregadoa das
sifandegaa actaaimente em servido serio
considerado* como rancoioaarios do go-
verno imperial e toda a desobediacia s
suas ordens ser punida severamente.

A commissio geral das altandegaa em
Fr raca elevou s maior parte dos dir^itos
propostos peK gsjra.aa sobro aa fruotaa ;
votou a ex^mpcJft de direitoi sobre o
ovos e os otabas tmt seda; approvm os
direitos do lf ei'fraoco* obre oo asei-
tas, de 28 e 15 trancos -oore os queijos
fra*cis,*e de 30-w' 2^) fraacos sobre o*
q lejos duros; aBBffl|| a adra.ao tem-
poraria para aa msJbrias da*-; nadas aei
l'igu-es de asaite; e adrait.u o draw
b ck para a eaCaroaria c a siboaria.
A uestao dos* direitoo nb. > aa sedas
estrange ras est c.uaani enorme ag-
ta^io entre s operarios da Oroix xioasse.
Na grande reunio punlioa celebrada
aili esta tardo foi votado um enrgico
proteo contra a impoo.ci d'esses di-
reitos, sendo em seguida levado ao pro
feito, o qual exhortoa a del gacSo a ter
coat iOyt na solicitado do governo, o re
commendou sos operarios socago e mo-
deracio.
Snardba latrnlO primeiro posto anoai,
de qoe e commaodaote o digno Sr. capita Mi
ualhes, cobrio-se de galas oos oltimos fes das,
om solemnisaato eieicio do genera'issimo D :o-
do'o para jresidenle da Repablica.
11 tuve illoratoacto exerna e internimente.
Aanaalre p*arlas 199I -Agradece-
mos o exemplar qae oo* fot ofT na lo d'esss
poblicacto da Reparticio de Longitudes de
Franca.
E' om trabalho importantissimo qoe a essa
repartico impot a lei de 7 mesudor. anno III da
repblica frarneu, qoe a creou : e loi elaborado
ra commi-sfto composta de jjn.- WV e Ti"'eraoal.
vlacean m capital redera' Recebemos
o carUo de despe.ii lai io Sr. D adato Piolo dos
Soi08, digno offl -ial da Repartico dos Crrelos,
qoe val aquella capital era procara de melboras
a soa sude.
Desejamos lbe boa viageo. e qoe em breve
con-iga o reslabeleclmesra qoe ssini pro ora.
tteaiartlra dos Telrajrapko* -Nestes
aras prximos era essa reoar.ici tido am tra
o lirio immenso no receiil eato e expeaico de
telegrammas, qaa lbe uffljara sem escoma de
horas.
A dedicacto dos seos empregadoa 6 credora
da mencao qoe faxeinos
Caodfua ala naa Vista No dia 3 de
Marco, 7* da do falle, irae lio deesa veneranda
seohora, celebrada pelas 8 horas do da. na
igreja matrjs da Boa Vista, a missa respectiva,
mandada dixer pur seos di no- f i ltos -
i'raaleEsse romance celeste -le Camllle
Flammanoo, cuja aeeitaeio tem sidn sempre
cresceote desde sna apparicio em Qns do auno
passado, acaba de ser publicad > em volom- to-
la na mimosa Collectw* Guillaume. da livraria
ar pon e Plammarlon de Parix e se acha a venda
pelo prt-co de 3 francos e M) cntimos.
Alera do extraordinario nieresse e do exqoe
silo eocaoto qne se experimenta ao ler esaa or
ginalissima vlagem sideral, anda mais attra-
nenie se torna essa interest-jnte peca Inte aria
polaa numero-as llusiracoes poticas e graciolas
qae ornam sob as assignatoras e Palero Baj-
ara, Bieler, Myr-Cack, Gombard, Ri ra etc. etc.
Fiamos qee o nosso publico luterano, sempre
vido de selectas novidades, muito apreciar* a
delicadsima produccao do condecido astrnomo
popo i*r.
Atarnru MualealD hoje essa socieda-
de o seo prlmeiro sarao raeosal, no qoal se fa
rio oovir oa execacto de diversos trechos mo-
sic es os consocios s^gniutes :
Exmas. Sras: D. af raoela Jacome, D. Mana
Conrado e D. Auna Conrado.
Senhores Gervasio dr Cas' ro, Marcellioo Ce
to, Elias Pjmpiio Joto Al ves, Baodeira Filno e
Msnoel Anramo.
tiranSr Pavilao Praacoa -Esta com-
paabia qne esta trabainando oo largo oa Repu
blica den-oos anlehontem orna excelleote func-
cto.
Composta de ama troupe de pequeos artistas,
salienlarsm-se oes^a uonle oos dille is trabalnos
qae execataram, sobresahiodo entre elles a in-
trpida amazonas, a iateressaote Rosita.
0 grande equilibrista sobre rame e o hornera
sem bracos, ciasaram assombroaosesnectadores
esrranca am Domerosos applaosos do publico,
que em grande numero ffl .io ao Circo.
0 ciov/e les rr bastante a platea.
na* aoato -O Sr. Paixto Vieira. fUcal des
ta fregoesia, dirle-oos as seguate* liab >s :
Srs. redactores. Tendo hoje, pelas IS horas
da maoba, recebido dennocia qoe oa celia o. 17
do convento de S. Francisco b i va raude qoao
tMade de carne o n stado completo de deiom-
posicto, rara ab me dirig, afim de providen-
ciar era o exiga o caso.
0 habitante de dita i ella, qoe cbama-se Ma-
nee! Antonio Ferreir Braga, oto *oos ntio que
(bsse varf j ida na nabitacao l(ec rn adtori
dado coinpet nte. qaa oto se fea esperar, t odo
a meuna sorte qne eu Uve. Resolvendo arrom-
bar-1 he a noita, e qnando comecou a ser ejecu-
tado esse procesoo foi pelo raesrao Fe-r ira
franqueada a entrada em sen aposen o. Daodo
lusca, ene. ntret tres paneilas com carne em
completo estado de putr faceto e om ca xto
com pelxe em principie de decomposicao. Im-
mediatamente mandei laocal-os ao mar, por es-
Urem exbalando am ftido prejadical sabde
publica.
Petas informscdes qoe obtive, soube que
Fe-relra nutra-se de carne poJre simplesmenie.
R gistreui. Srs. redactores, estefacto. virgem,
qne, narrado, loaeredltavel.
Bis am abutre de nova especie. Recife, 48 de
Ft vereiro de 1891.al ia Patrio Vteira, fiscal
ds fregoesia de Saato .ntonie.
Limoelro-Dessa cidade dto-oos a seguin-
te oticia em d ata ne i ':
oA noticia transmitiida, em telegramma, pelo
Exm goveroador do Balado, da escolta do ge-
neral aaimo Manoet Deodoro da Fonseca para o
alto cargo de 1* presidente da R-pubiica, cao-
sou aqoi grande regosljo.
A Intendencia rennio se I noite em sessio
selemne, a qual comparecern! as priocipaes
autoridades da localldade, muiis pe-soas gra-
da* e grande concurrencia de povo. Pelo respe-
ctivo presidente foi lido aqoelle telegramma e
proposto (e aceito cora entnusiasrao) qne por
lio faustoso acontecimento fossem dirigidos te-
legrammas congratulatorios ao geaeralissimo
Deo loro, ao Barat de Lacena e ao governador
do Estado; e finalmente foram erguidos diver-
sos vivas e estrepitosamente co. respradidor.
Era seguida osaram da p ilavra os Drs. Jos
Cordeiro. Jos Novaes de Soasa Carvalbo, Do-
mingos Jos Marqnes M-m -el F.-lix Gitirana e
Bernardo Lias, u negociante Jos Clemenlno, o
intendente Eladio Cesar de Vasconcellos. qae
lembroa o alvilre de se dtri -ir tambem nm tele-
gramma ao distioeto peraambocano Dr. Joto
Barbalho Ucbda Cavalcaute. felicitando-o, e por
ultm o D.-. Jor de Sonto Lima.
Todos os oradores se mantfestaram cheios
de enthnsiasmo pelo grande acontec men lo qoa
ver legalisar o acto da r volacto de 15 de N
vembro de 1889; notando se, alm dlsso, no
.tiscurso d > Dr. Jos Cordeiro as palav.-as diri-
gida i memoria do geoerai Benjami i Coostant,
qoe immortalisuu o sea neme com o advento da
hepabiiea; o Dr. Jos Novaes i exposico dos
mmensos serviros prestado1 pelo eminente ci-
tadlo arto de Lucena ao seo E-tado natal e
da altilode criteriosa da admioistracto do des-
embargador Corroa da Silva; e no Dr. Gittrsna
a referencia do Dr. Jos Mariaono, como om dos
bo s demcratas.
Durante os intervallos toe 'va a banda mu-
sic.il liraoeirease e suoiam ao ar moitas girn-
dolas.
O paco da intendencia acbava-se embandei
rado e Iluminado, e no semblante de t dos os
presentes resplandeca a alegra e enthosiasmo.
Apo< Uso, os membros da Intendencia e to-
das as pessoas abi reunidas, preced i,-s da mes
ma ba >da mu cal. sabiram em passeiata e per-
correram as priocipaes roas da cidade, ergneo-
do dorante o trajelo vivas ao generalis=mo
Deodoro, ao mioist -no, ao Ba-o de Lacena, ao
Coogresso, as governador do Estado, el.'., etc.
Ao enfrentar a casa do p-esidente ia Intenden-
cia, dissolveu-se a passeiata, t lie, m oorae
da mesma Intendencia off ereeen a todos os ma-
nifestantes am copo d'agaa, e p>r oecasiao do
qoal faram levanudos diversos brindes, sendo o
-tumo ao presi.iente da Republic.
< A esta t rminon a mera noite. tendo sem-
pre 'nado boa harmmia e mmto contena
melo.
Vapor Oyle E' conhecido pof lelegram-
m i dirigido a agencia, ter ahido esse vapor da
B-bia n -teiu, e deve hoj.-< estar n'esie porto.
Maeledaole oecalvos ntaaEm s s-
sjo de ameh jntem dr a? to loram pro
DoSlOS Cono SOC OS lf
> e J.iaqaim da S.iva Laceria, to-
ra indo uo se o prim^iro.
Approvjo -" ana proposta no sentido d' ser
ia desta socieJ. le; e leslaroa- oioacaO,
9 n i III do a i XII s Estatoto,
;< T.'. SOC < elTeClIVOS.
Finii- 0 expeliente, proc^dea-se a el-iicto da
directora qae tem de diri-rir a corporaj
trimestre de Marco a Maj. e for;.m eleitos os
Srs. :
Prndente e vic-4i!oAlfredo Ciraois, Do-
mingos Tenorio e U )ue d j Barros.
Sejr.tartos Fonsoca Jaoio.- e Fernando Ca-
valcaute.
Orador e viee-ditoAnaniaa Celtstino, Frun-
salvador.
Tbesoaretro -Ramas la Cost r.
BiWiothecano -Oros Janior.
Director da< aulas -A. Etngreociaoo.
Conselbo-Misael Ribeiro, AraajoFilho eFran-
cisco Salvador.
Commissio de syodicancia-Crux Janior, Hen-
rtoae de Barro* e Fonseca Janior.
Commissto de Ineses-Aaaoiss Celestino, Dj-
minuos Tenorio e Ramos da Costa.
Designada finalmente a qointa-fcira prxima
para ter lagar a posse dos eleitos, a disseructo
da tbesea grammalica proflcoa a lingoa 7
e oju-y histrico do persoaagemAugusto Ce-
sar levantnu-S'- a sessio
Fallec atea la Fallecen o Br. AnUiniO
Soan n > do du extracto Consolado Provincial.
No sos -entimentoa a soa familia.
ii vida activa a Batano -Termina be-
je o pi aso marcado para o pagamento Q'essa
divida cora dispensa de malta e costas.
Nao percara essa vantagem os devedores em
atraso; tra ram de aproveital-a com a realsacto
do pagamento.
tarros faisteareaPinda hoje o praso de
apresemacto de prup stas para constrneco de
das ed.li-ios junto ao Cemitero Publico para
carros funeores.
Hoje mesmo em sessio do cooselho da loten-
deocia Mon.cipal serio abertas as referidas pro-
postas e da' rae -mas tomado omh umento.
C.'llcrlorla do F-lado ca Ollnda
Convida e.-sa e^iacij aos respoosaveis p ir dbi-
tos consumidos em dtvila a-itvaa qoilarem-
se co d aofereocia d. dispensa de multa e cas-
las, visto terminar defiaitivaraeote hoja o praso
concedido mu esse fsvor.
i apceioria toa Porta* c Obra* Pn
bllcaa Fedrrar ca* ff
Recife. 26 ae Fevereiro de 18)11.
Boletn) meteorolgico
X
V -~
Horas S m 2-~ o a o I aSE* H- Barmetro a O* Tensio do vapor 19 84 a SJ s
i5'i 756-57, 78
9 18 . 757-491 3939 71
ti 30 5 757-50; 2015 62
3 I 30 5 756-7 1965 61
6 , 17,9 7BO-5 19,71 7
Tempera'ura mnimaJ4 ,15.
Dita mxima- 3*.25
Chuva-0,"6.
Direccao do vento: ESE de meia noite al
6 horas e 20 minutos da tarde SE al meia
noite.
eiocidade media do vento4,"77 por se-
,10X00.
Nebulositi3de media0.B60.
Boletim do porto
1
Dias
26 du Fever

27 de ?ever.]
Hora;
0-15 da Urde
6-8
0-49 da manha
6-36
Altara
0-.39
2-3
0-37
2-,2
t,eliaea EHectuar-se-Dio os segantes :
Hoje:
Pelo agente Gusmao, as II horas, i ma da
Imperatrix o. 15.- da arm .cao e pertengas da fa-
brica de macarro ah existente.
Pelo agente Bruto, as 10 t/2 horas, a praca
Maclel Pioheiro n. 6, da armacto, gneros exis
teotes na mesma casa.
Pelo agente Pestaa, as 11 horas, i travesea
do Corpo Santo n. 27, de chales de casemira,
piano e vanos movis.
Segunda fera :
Pelo agente Uusmio, is II horas, i ra larga
do Rosario n. 29, de mobilias, moris, loacas etc.
nieas rue breaSe rao celebradas :
Hoje :
A's 8 horas na matriz do Corpo Sanio, pela
alma de D. Candida J. de Jess Freitas ; is 8
horas, na matris do Corno Saato, pela alma de
Custodio Francisco Martios; is 8 horas, na ma-
tris da Bca-Vista, pela alma de AfTooso Carneir*
Los de Albnqoerque.
Segunda-fei ra:
A's 7 horas, na matriz da Boa-Vista, pela alma
de D. Anna SI B irreto de Mendonca.
Paaaaaelroa Sabidos para o norte no va-
por nacional Espirito Santo :
Guiloerme Damuaver. Gamillo Cio, T. de
Araajo L ma, Luis Cavalcaote, Jos Joaquina
Santos Lima e soa seohora, Jjs Gomes Mariabo,
Agripino Adolpbo M--quita, cabete Goilberme
E dos Santos Oas. Gasuvo Pinto da Sllveirs,
Jos de Mello. Omfre Jasaos, Angelo Fernao-
des, Pedro V .lis. Maaoel de Malla, Epipbaaie
Janussaraa, Jos Giacalves Garca, Antonio Car-
los de livelra Los, C. de Franca Ribeiro, Ars-
tt les Alves Malei.-a Henriqae da Canha Velbo,
Joaqaim da Fonseca, Jos Alves dalgneiral, Jnaa
Alvares Antonio Cucha, Calomiro Greo, Flix
Bruno e .-.adre Joto B. de Mello Filho.
- Sabidos para o sul no vaporinglez Magda-
lena :
Joan Martnez, Arthur Oroximbo, Mara M V
Tavares.Contra-almirante Francisco Jos Coelh
Neito, Ismeuia A. de Matos Lima, Eulalia de
Moora Mattos, Joaqom Ignacio Hessoa de Si-
qu;r i. Viceme de Moura Cavalcaote, Avres de
Albdqoerqu- Bello, Jallo de A. Belh, Dr. Pedro
Wanderley Jacqoes sua entura, 5 tilhos, i cn-
nbada e 1 criado, Jos Piolo Moreira, Joaqun
Ribeiro, Amelia Julia Marcondes, Vi-gilio Moura
Marc'Odes, Amelia de Albaqaerqae Mello, Joto
Maaoel Meiqaista de Barros Wraderley, Jos Ro-
d'inu-s Costa e 2 filbos, F. Godfrey soa seohora
e 2 filbos.
Caaa de neteacaoMovimento dos prs-
-os da Casa de Deieocto do Recife, Estado da
Pernambuco, em 26 de Fevereiro de 1891.
Exiatiam 516. entraran] 3. sabiram la. existes
505
a saber:
Nacuoaee 478, moJaeres 12, estrsn^circs 15.
- Total 505.
Arracoarto 437
lioas 414
Paaniu 14.
uoacos 7.
Loucas 2.
- Total 437.
Movimento ca enfermarla
Tiveram baixa :
Frederico Jos Tavare.
Maaoel Pedro do Nascimento.
Maaoel dos Aojos, ccohecido por Gallberme C
de Lima.
Mancel Frao isco de Lima.
Foram visitados os presos dete estabelecimkn-
to por 233 pessoas, sndo 78 homens e 154
muiheres.
Haeptsal Pedro 11 O movimento J,-;e
estaoelecimento de caridade, do da 25 de Fe-
vereiro loi o -seguate :
Entra ram
Sabiram
Fallece ram
Existem
Foram visitadas as respectivas
oelos Drs.:
Moscoso is 8 f |2
Cysnelroaa 9.
O*STOS ao mn s 7.
I
13
1
oi
enferraarias
Berardo as 8 1 li.
Malaquias 7 3i.
Pontual as 9.
Vieira 'ia Cunta as 9 1)2.
Simoes Baraosa as 9.
0 tirurgiio dentista Nona Pompilio as 81|2
horas.
0 piarmaceutico eotroa Ai 9 horas da ma- '
alia, c sabio as 3 i|2 horas da tarde.
O i* ajananu do p.-anaa-.eauco eatroa as 8
da manhie Sabio &s 4 da larde.
0 2* dito entrn as 7 da marina e sabio is
5 da 'ara*
atesar** lE*tsd* ab raan-Pajrn
A 10' sene da ii" imen i. d^te Estado, cuio
uretrno grana de ;.">,):li00aj, sera exUaiuaa
lije 2 de Pevereito (aDDttio).
beterla do Kataatu de rermaaabaee
-A 21 serie da 2 lotera Ceste Estado, seri
.rbida impreterivelaienii' oo da 3 de Marco
(terca feira), ai; arde, no consis-
torio da igreja de Nossa aenhora do Rosario,
de santo Aotonio.
lotena aaraafeic A 17* serie
la 4* lotera deste Estado, cajo premio grande
>de 300:0') uO*), seri exlrahila no dia 4 de
Marco ('aoarta- feira
I

>







Diario le Pernambuco Sabbado 28 de Fevereiro ,je d891
3


j




COMUNICADOS
Eleicao de 7 de Marco
Casoarena* PenuakitaM
Bis a chapa em qoe as ioflueucias iocaes le-
cordaram para consumir-se o primeiro Coogreaso
Pernambucano, chamado i formar deflniliva-
roen* a constitnicao do Balado e a eleger o 1.a
governador do memo Estado.
Recommeodaodo se pelos elementos qae a
Fonstitnem, o inampho dessa cbapa trar grao
des beneficios ao Estado, cuja orgsnisacao im
aoe se como necea idade .imperiosa no sentido
federal la la.
Os cidadaos o'ella contemplados sao todos
dignos dos suflraglos poi alares e offereeem as
nelbores garantas a orna solacio completa de
problema da orgaoisacto do Estado
PARA SENADORES
Br. Jos Soriaoo de Soasa.
Commendador Roicobe lo Barbosa da Silva.
Dr. Felippe de FigoeirA Faria.
Coronel Peliciaoo Caliope Monteiro de Mello
CommendaOor Reoovaio Pereira Tejo.
Dr. Jj^e Marcellioo da Rosa e Silva.
Dr. Muot-1 Joe de Almeida Pernambuco
Bario de lupi?suuia.
Br. Gaspar ue Drummoud
Dr. Louivh Augusto de .- e Albaqaerqae.
Bario de Catara.
Dr. Jos Harta Carneiro de AlDoqnerqne La
cerda.
Br. PeiiabiDo de Mendooca Vasiooeelles.
Br. Prxedes Gomes de Soasa Pitaoga.
Br. Aut >mo Joaqaim de Moraes e Silva.
PARA DBPUTADOS
Besembargador Constantino Jos da Silva Braga.
Br. Antonio Veaaocio Cavalcaoti de AlbUijuer-
qoe.
Br Manoe! Joiquuu deAndrade Luna.
Coron-i Constantino Rodrigues Lins de Alba-
qaerqae.
Lorooel Apolinano Florentino de Aibuqosrqae
Maralo.
Comm-odador Maooel Rodrigues Porto.
Br. Siseoamio Carueiro (a Cuuba.
Br. Lais Fernandas d- Onveira.
Dr. An ooiu Cesaio Ribftio
Br. Ayres de Albnquer|ue Bello.
Heonque Au 'u?lo Milel
Br. Antonio Wi.ravio Pinto Bandeira e Accioli
de Vascuncel os.
Br. Davino do- Sanios Poolual.
Br Francisco Curnelio da Fooseca Lima.
Jernimo Jo.-> Tell-s Jnior.
Br. J..-i- 1 tu de Albuquerque e Mello
Dr. Francisco Antonio li lu> na Costa
Tenenie corone; Francisco Pedro Boolitreao.
Jos Faustino Portj.
Br. Augusto Co. ino de Moraes.
Tenenie Boieaio Hitu-ncoort-
Commendador Jos Adolpbo Rodrigues Lima.
Tenenie corooei Corbeniano de Aqu no FuOseca.
Br. Antonio E t- vio de Ohvt-lra.
Dr. Franc cu Ati.ymhas de Carvalbo Moura.
Br. Jos Mana lardoso-
Br. Anbor Henrique de Albuquerque Mello.
Br. Luis Amonio de Aodrad*.
Dr. Herculaoo B i ..u i- de M-llo.
Br. Francisco Manoel Wanderley Lias.
R-pablics, Ul qoal se pflectooo. aun grande e
aniante vicior a do patriotismo brasileir. con-
tra os expedientes lonoosos dos toes vencidos
pela R- publi a e nunca o mioimo desprestigio
do eWito. e meos orna derrota moral do grande
ctdadao Maooel Deodoro da Fooseca I
8e no fotoro vier cireaiar de bocea em bocea
a relehra parase de Lamartine-. A leaaliimdt
hoj nula, como preludio oa de nova revolocao. c rtameote oio serio os
pretendidos vencidos, de qoe falla o jornal, me
oos responsa veis pelas destacas da patria do
qoe o i.* mini tero dogoverou provisorio oa do
qoe o primeiro '.ongresso Nacional.
So a Inconsciencia emlK i osario alirar
a pnmeira pedra sobre aquelle a qoem o Bra-
sil deve tari > o que de bom lem experimentado
depois de 15 de ovembro en contrsponc*o
aoa desacertos do primeiro minsierio e do pri-
meiro Congresso.
O grande marecbal Deodoro foi, e seri a
pnm. ira e a mais solida aramia de paz e de
ordem publica, osa acta-tes circomstancias do
Brasil, e a aoa boorosissima eleicfto para o car
go d- primeiro magistrado da Repblica merece
e digna dos maiores e mais sinceros applausos
do Brasil inteiro e do estrangeiro. A verdade
dot tactos cima de todo I
Ignotos Cnris.
SPORT
Hlppodroaao da Caanpo rande
Amanda realisa se a 9 corrida desse Prado.
OITerecemos os nossos palpites :
1* pareoStella, Boolanger e Bom Jardim.
S* pareoYambo Pooillac, Clyd.
3* preo:auby. Saos Souc, Colosso.
4 pareo Vivas, Mj Boy, 'informe.
f> i.are<>Da vol. Phrynea, Blltx.
pareoTi piar, Pirainon, Maority.
T pareo-Vivas, Viogador, C< nf >-me.
8* pareoTemplar, Feniana, Taliapber.

O Srand > Premio Internacional do Jockey Clnb,
de Montevideo, corrido em 18 de Janeiro lnmo
n<> percurso de 1,500 metro*. !ol conquistado por
Guerrillero ingles oV 5 anoos, por Cbelderic e
r'.-un-on. 59 I/I kilos.
O premio era 1.000 .
0 lempo da eorrasfa foi de 163", dando as
oooles 8 pesos e 97 centesimos.
Goerrillero. que pertt-nce ao Stud Oriental, era
o seguodo f.vonto do pareo.
O Grand Prix de Pars foi elevado 300000
francos, pordeliberacao da soctedsde Encouras-e-
ment
Gom lesiino a e-sa sociedade, como parle con-
triboitiva e aonoal para esse premio neste anno.
em Lonitchamps votou o conseibo municipal de
Pars, 50,000 francos.
Rlrlcio do presidente da Re
pnblea
(Ao Jornal do ecif)
Andar de erro em erro eji prejoiso da bisto-
na e da verdade dos faclos, eis ? triste m'ssio
da imprensa dirigida o'este Estado por aquei-
les, que obedecendo a aeotimeoios ineonfers-
veis e menos pain ticos len'aram de balde
iSDplaDlar entre no- cma poltica de odios e de
txclusdes, inconi, ati\ .. .-i ncumsuncias
e com a umo da sociedade penan bu' ana.
N'-rr ao menos re pode atieuuar para toa f o
roce miento de qotni se sjcorre de lotos os
recurso> da toa imelligtncia e dasua actividade
para desscreditar os bomens e os aconteciinen-
tos da oos.-a patria, sustentando a mais oglona
crusada em qoe o Joma/ do Renfe oio se tem
eixado exceder por oingu-m I
Nao I he basia tornar ^e cbo irrelleciido de
todo qu. no. no Rio de Janeiro e nos outros Es-
tado.-, re publique contra o governo provisorio
detde que liaj, quaiquer censura directa cu in-
directa ao glorioso ebefe da jornada de 15 de
Novembro ; a bunrosissima elegi do > residente
esTrctivo da Hepoblic* accendeu-lbe as iras e
reqotuiou o fel com que tul escripto o stu edi-
torial de 16 ao correle.
Bscrete oo esse arngo a digna redarcio do
Joma/, que se dis amigo da paz e da Itberdade -,
nao po ia n ni devia deixar de exam nar, antes
do tono, se. as cirt nmsuccias do brasil rea-
das pt lo p. imeiro ministerio do governo prov
son, exista oo nao algum ootro br-ziieiro
alm do honrado Marecbal. em condiyOes de
nanter a pax so e de Brmar a tracqollidade nacional sem des-
afiar ambicies seu piovocar descomentameulos
e sem anear as cAama da anarcba.
Sem esta condi(io de acert para eleico do
presdeme t ffrctivo da Repblica, todas as lber
ades pabucas e todas as garantas do direito
individual pe mantceriam ameacadas de ani-
quilamento.
A coosciencia nacional nunca cessoo de ver
3 nclito Marecbal a maior e a mais solida ga-
ranta da paz. social, da ordem publica e da
tranqollid. de nacional, nonca cessoa de o indi-
car para o logar de primeiro presdeme tffectivo
da Republita.
Foi pe r esia razio qne a sna eleigio se tornoa
um fado esperado como confessa o editorial
do ormil.
Nio coovm indagar at onde a imprevidencia
Vestes, a mligmdade d'aqaelles, a arubico de
os, o derpeito de oatres e a irrtflexio de mui-
tos i o. corre-am para adormecer o patriotismo
do Congreeso M.cional e de norteal-o i ponto
de dar a cofia qoe den de si no da 15 do cor-
rele
O que esti fra de duvida qoe nesse da
tnuu.piiou a causa da pas e da ordem publica
aliiuou-se o patriotismo dos brasileiros e, pela
mai- bocresa e gloriosa eleijio. foi elevado ao
eminente cargo de presdeme eflectivo da Re-
pblica o benemrito e patritico eneralissinjo
Manoel Deodoro da Fooseca.
Ct afrontadas as cin amslancias especlaes de
tem o e de logar, oem Lavaignac, sem Tbiers e
aem Wasdngblon tiveram eiei{6es mais honro-
sas e gloriosas do qoe o grande braxileiro Ma
cel Deodoro da Fooseca.
Muas veses o mrito de ama simples maio
ra re aiiva supera o das unanimidades I
Foi ifo < oe venOcoB a 15 do correle oo Bra-
sil atleolo o mereimmo dos motivos que de-
tern inaram o proctdimento do Congreaso Na
Ctonal.
A qoe vem perianto as baforadas de orna ero-
iiSo mai dirigios pela rtdatfio do Jornal, se,
peame a coBtcitncia iai icaal, las nio im o
Biniu.0 p. der para des irtoar a verdade dos
acciiitiaiBios co para obliterar' o boro senso
pobuco?!
Mais alto de que todo falla a consriencia na
prepria respcnetbiliasde de qoe no da 15 afTas-
too do Congresso teica de 50 dos stos mem-
Broa
O .iiim/ argementa contra prodorenlemenle
com Ob pKttLdidcs vicios da eleicio do Congres-
so N*< iot.; I del alde se esfoifaii em stbre-
cariegai o Marrtbal um a respotisxbilidade aoa
desacerits co p imere onr sieno do governo
prcvis no i de Ct i gresto N norial.
E' lao ccniraiia a evidencia ia verdade a res
pt.Ls; Li.itade qce fe pretende atintuir ao non
ndr Marrrhal 'los defeiles deprojfcto de roo-
suu;i;c t,oe o Congresso nio qcis tu nlc ku- ,Q dinirgut, quanto nobilitam ao udcco-
fceroiif.ir. ttnoaqae te Ibe attr tae de ba-'
ve onion o o pan n ndores e vencios.
f ^ oMH e i*'r:iini lordicti da Repobli-
ca Ir i i ni* ira ihiii c 11 e ics> din da oo moi.e-
clnnt tais ts \ilinunc junneue e an
tipiptuio rtiut rrrno dos que o Joma/ do
Bec pmtitt a historia nao seri pequea a rtspon
sabil cade estes prttei uidts vencidos qoe se
oJ>ium o. ixlgn qoe idoo se bce no Brasil
cea a ni na ptif ci sen o u. nitro roncor-
to da H pnbunaiiia e aitiei Osa saldoria!
Os ti|iri"r esdaMcidt. e lesLenaoores sin
iidicacoes uTl;s
nt-dieoft
br. Jodo Pauloespecialista ea pe--
tes, molestias re oenhorma e de cr^nc^tt
um pratica coa hospital de Paria e d
Vienca d'Austri' a cor sultr.s de 1 s
hora.- da tarde, Largo do Corpo Sonto n
19, 1.* andar e reside na-istrad. dos Affl c
tos n. 30, junto a eatoclo do Espinheiro
Chamados a quaiquer hora. Tolephona c
190 Consultorio e 4>7 na residencia.
Dr. lavara de Mello, medico pelo Fa-
cnldade do Rio de Janeiro, d consultas
das 12 a 3 horas das tarde, no largo do
Corpo Santo n. 15, 1.a andar: recebe
chamado a quaiquer hora na aoa residen
cia no largo da Pz n 41, em Afbgados
Especialidades : molestias de pelle e sy
philis.
Dr. Joaquim Louiei.ro medico e pnr.b
o consultorio ma do Cabug n. 14
l. andar de U s 2 da tarde ; residen.
b> Monteiro.
O Dr. Simplicio Mavignier. Clnica me
dico cirurgica. Especialidodes : molestias
pulmonares e partos. Roa Marques dr
Olinda n. 27, 1.* andar, consulto dos 11
s 2 horas e na Casa Forte (P090 da Pa
nella) dos 6 s 9 da manbl e i. Urde
Chamados por escripto. Teleohone n. 392
O Dr. Lobo Moeeoeo d consalta em
saa caaa roa da Gloria n. 39, dos 1'
horas da manha 1 da tarde. Achando
se tora do aenrico publico offerece se pon
acudir a quaiquer chamado com prompti
dio para lora da cidade. EapeciaJidadc
operav&es, partos e molestias de senhorat
e de meninos.
Dr. Castro Jess medico e operador
Pratica a lo"?-'ein do tero qaando e c-
no aconoe. it. Consultas das 11 a
I da tarde em su* rifiidencia roa d
Bom Jess (ontig* da Croa n. 23, 1 '
andar. Telephone n. 389
Dr. 84 Peretra, roa da imperatris n. 8,
d onsultos medico-cirurgicoa todos os diai
dos 8 oo meio dia, menos nos domingos 1
dios santificados.
OeeallBta
Dr. Ftrreira, com pratica nos prince
paes hospitaes e clnica de Paria e Lo:
dres, d consultas todos os dios dos '.
boros ao meio-dio. Consultorio e reai
dencio roo Largo do Rosario n. 20.
Dr. Brrelo ompeao, ooeulisto, d con
saltos de 1 oa 4 horas no 1." andar d-
ooao rao Borao da Victoria n. 51. Rea
deacia o roo 7 de Setembro n. 34, entr.
da pela roa da Saudade n. 25.
Dragarla
i-arta oininho 4b C'.,aroguuUi por;.
cado, rao do Morques de Olinda n. 41.
Francisco iuano da Silva & C, depos
arioe de todas os eapecialidacda phsrm.
ceuticos, tintos, drogas, producto chim
coa e medicamentos hcmeepotico, ru d
Marques de Olinua n. 23
Cairo* ote pirep>a rolarlo*
O bocharel J. Thiago da Fonoeco lec-
cin* em collegios, e cosas particulares as
seguin'es materioa : Portugus, Franceo,
Ingleo e Historio.
A trotar n'esta Redaecao, ou em sna re-
sidencia roa do Palmo n. 57.
Dlegaca das terraa e lonl-
sacin dealc KUtm
Deixar breTisoente o eaercicio do
cargo de delegado desto reporticlo o il
lastre bocharel em direito, Mai.oel Au-
gusto Ferreira da 8Ito, qne o ezercio
desde 8 e Janeiro 1890, e nelie se con
dusioctm aprobidade e inteiress que tonto
o immigraolo deate Justado, pendo poro
Uto em relevo todo o sea esforco, todo
a saa cupacidade e toda a sua perspioa
ci, aquelle bacharel coube a afanoso ta-
refa de dar iniciativa e im mediata pro
gressio a todos os melhorameotos que ja
hoje se observara na d^legacia das torras
e colonisacao desto Estado, inclusive no
ncleo colonial tSaossuoa e hospedara
da Jaqueiro.
Idenbfioando-se esiorcodomente cora
todos os servidos seu cargo, de esen
ptorio e de campo, logo que quaiquer
emergencia o chamara a algum d-sses
p-iiitss, nio so faria retardar o ana pr-
senos, e por isto jamis foram demoradas
as providencias que o caso requeri.
A opposico, verdade, te ve 000 silo
de morder-ihe o col<'onhor, mas, anda
sssim, o seu sobranceiriimo, oa antes a
saa consciencia, que era a baasola de soas
actos, paatavo o sea prooedimento por
modo o amordocor aquello, e isto sempre
qae loa dos foetos se faci, com todo o
rigor da lgica.
Modesto e pacato, porem enrgico e
sensato, easas suas qualidadea, escrpulo
amonte exercidas, nunca deizaram de
trnalo cercado do maior considerar;Jo, e
da mais significativa estima do quantos
Iho boro sido subordinados, e anda o esto
sendo hojo.
Eis ah quem o hornera publico e
Krticular que ltimamente foi exonerado
Delegada do Colouisoclo Pernombu-
cono, e pelo qia o Governo do Repblica
0 saber precisamente aproveitar pora a
desobrioofa de algum encargo e indigno
ao sea merecimento, ja tantea veses posto
duro prova.
Sendo estes oe noaaoa anhelos, fasemoa
votos paro qae o bocharel Ferreir* da
Silva rt-c mtnae quanto antea no prestacio
de seus relevantes servidos o causa nacional,
e assim mais e mais se recommende ao
1 ais, poro que en to possa um dia excla
mar :Potteridade ie mi'n'-ci .'
Aaaumir interinamente o cargo de De-
legado do Colonisacao o respectivo aja
daote, engenheiro Luiz de Castro Qon-
9lves.
Homem novo, porem de bastante ener
ga, de inte-lectualidode esclorec do e da
urna octividode bem pouco commum.
Se o tucio isto elle nio rene anda a
reflezio omodurecida dos onnos, com tudo,
animo nos o creoe* de que, quando menos
tai,-!, sebera maater com toda retidlo o
b.in regii eu administrativo jo estatuido
pelo sea digno antecessor, restando-Ihe
sempre a gloria de o > o haver desequi
librado, ou si quer mesmo estremecido.
A sus ioterinidade ser de poucus dios,
e nio ter elle tempo poro revelor-se nes
so dmmistraclo o engenneiro de futuro
que .
Nio tardar api rUr os nossos plagas o
engenhairo Vict>rino de Paula Ramos
removido da delegara dos trros e co
loms cao de Sonto Cothorina > para a
deste Esudo.
Anda e>treante do vida publico, na
qoal, com s do too bnlhantem-nte, esses seus prece-
dentes e c>>ohecimentos techoicos nos au-
torisam o toser de si o mais liaongeiro
conceito.
Aumentadnos, pois, o esperanza de que
o novico engenheiro vira alargar o esphe
ra do desenvol vimento de que sin la ca-
rece a colonisaclo entre nos, pondo assim,
e mais ama veo, em evidencia os seus ere
ditos de profissional ntolligente, e de ad-
ministrador bem reputado
O engenneiro Paula Ramos pernom-
bucano, e isto poro nos quer diaer que,
muito connamos em ana n iva adminia
traclo porque, e sobretodo, elle que
rer mais e moir elevar a torra de seu
berco, promovendo todos os melboramen-
tos possiveis o saa tColonioacla.
Eis ah o que auguramos acerca do il
lustrado engenheiro Victorino de Paula
Ramos, e poro o que temos fundados ra-
zo es.
Recife, 25 de Fe ve re ro de 1891.
Odcigranoblt.
aneadas, cada um dos casos em qoe o conces-
sionsrio poder exerrel-o, pois do eootrario 1
eanancia e a desmesurada ambicio do cooces
siouario poder arrutar os suppucantes a ana
siIojco infeliz e, poriaoto ao desespero popa
lar
Exm. senbor os sopplicantes nutrem profunda
coovtepio de qoe V Bxc. nio deixar de alten
jer e.-ta justa e fundada redaoiacio.
Pedem deferimeato. E. R. Merc.
Esta asslgnado por dazentos e qustro proprie
tarto- e habitantes da uua de Iiamarac, e as
tirinas se acbam reconbecidag.
Om faros daa febre-a
Em qnasi todas as lo al dades. por pouco qoe
hoja pantanos oo aguas esUgnados, os germeos
das febres extslem em permsaeocio.
Em todos os climas quenles, oa os escao de
color em lodos os paiv-s, *tes mios genios pnl-
lalam com dupla intensidade.
No corso de qaasi todas as febres, os mdicos
remitam 2 quina.
Nao con ec mos p*eparaco 'e quina, lio
pira e ao mesmo lempo loo cjmmoda de se to
mar. como sejam as perolas de sulfato, de
chlorhy Iralo, de br.imnydrats, de valerianato
de Quinina do Dr. C crian, approvadas pela Ac
de nu de Medicino de Pars.
Convindo mais especialaente aos temperameo-
U>8 nervosos, bromhy lrato e o valerhoalo de
Qniaina.
N*s eonvalescencias das febres e como preser-
vativo, o preparado qae mais convem. o mais
effi'".as e o que 'uais racom mendado o vinbo
de Qu pela Academia de Medicina de Pars.
Dr. Arres de Albuquerque Bello.
Henrique Augusto Milet.
Dr. Antonio Witruvio Pinto Bandeara e
Accioh do Voaconclloa
Dr. Davino dos Santos Pontual.
Dr. Francisco C Jeronymo Josa Teiles Jnior.
Dr. Jos Maria de Albuquerque e Mello.
Dr. Francisco Antonio Regueira Costa.
Tenente-ooronel Francisco Pedro Bouli-
treoo.
Jos Faustino Porto.
Dr. Augusto Coelho de Moros.
Tentte Eugenio Bittencourt.
Commendador Jos Adelpho Rodrigues
Lima.
Tenente-coronel Corbeniano de Aquino
Fonoeco.
Dr. Antonio Esto vio de Oliveiro
Dr Francisco Amyntas de Corvolho
Moura.
Dr. Jos Mario Cardse.
Dr. Arthur Henrique de Albuquerque
Mell..
Dr. Luis Antonio de Andr da.
Dr Heroulono Bandeira de Mello.
Dr. Francisco Maooel Waaderley Lina.
nar o publico.
Exonerado dessas funoyoos, nos quoes
mu iio se solientou, dando a ellas o maior
ircremento, o Dr. Ferreira do Silva, ir
recolber se o ndo privsdo. onde, estamos
ceitos, pouco se detero, pos o actual go
venador, esas gloria pertsmbdesno, nio
tardar inetmb-o de alguna ocmmiaalo
importante.
De um pastado que exprime toda a sna
cfro7Yio"adeaVo^st^ de recomaecdaslo do presento, tondo em
vei fncmiuenie no eieijlo do presidente da gen aboso 00 tontos servicos que prestara
Itamarac
Damos publicidade ao abano assignados qne
proprieUrios e hsbiUnles da lina dingiram ao
Exm. Sr. governador.
E' justa s reclamado, e acreditamos que
S. Exc. dar toda impor aocia a materia, para
modificar o decreto de 18 de Janeiro, alim de nio
ser sacrificada urna popul; ci ioteira aos inle-
resses de nm individuo ou companhis.
Ji era tempo qoe os habitantes da Uno se
apresentassem ante o illustrado e integro gover-
nador, para deleoderem seas direitos ; pois de-
vem estar certos de qoe terio justica.
Gases.
Exm. Sr. gobernador
Os proprietarios e uabitaoles da liba de lla-
mare ci. abaixo assigoados, veem reclamar pe
ranie V Bxc. contra o art. i* 00 decreto de 18
de Janeiro deste anno, por forca do qoal con
ferido o Jos J jaquim da Costa Maia o direito de
cesapropriar por otilidade publica, os terrenos e
prop-iedades particulares da ilha, para explora-
cao agrcola e industrial da mesma ilha.
Tio extraordinaria concessao, Exm. senbor,
nio pode deixar de ser revogada ou ao menos
restringida, ltenlas os ponderosas considera-
(6es que se paoso a ex por.
Esta ilha, em cajo solo oio se encoBtram ter-
renos devoluios, toda cultivada, tem mais
de quatro mil uabitaoles qoe formam cinco op-
rac&es, conta cinco engenbos de fabricar assucar.
cerca de trinla e cinco salinas e nailos sitios de
coqaeiros e maagueiras, oerieocentes i mais de
disentos propr-eunos, qne vivem da exploracio
destas saa.. propriedades.
N'eslos circomstancias, baveri conveniencia
publica qoe fundamentar para a desaproprlacio
de lanas propriedades pequeas, pora a forma
co de nma propriedade, eooimemenie grande,
qae passa s ser explorado por om (elis iudivi-
doo oo pf a compaohia por elle organlsado ?
A qne (icario rednsidos esses individuos logo
qo liverem de ceder saos aropriedades ao felii
con' ersiooario t
Seri cnvcl qae se retinno) a sorte de mise-
raveis servos do solo, de qsje latam donos. para
irabw h um em preveito de Maia, ou de urna
rompatibia, 10 terio Ue espirar, em* basca de
novo* meios de mbiaraesj, para cuja seniisi-
co nao se aihsm prefararos, nem podearmes
mo preparsr.se T
O direito de desappropriacao, outorgodo a
Mata, nos termos do art Id I do decreto de
BS de Janeiro, lio ampio qne habilita-o deotro
de pt U' o lempo, a ser o aniso prop etario da
liba de IUmaraci, sem convemen la algnma,
nem para o municipio, nem para o estado de
Pertamboro. neo para a nacto, mas ao contra
rio, com gravissimo dsmno para os reclaman
tes (
B' exactamente eonira a amplltode desse di-
reito de dessppropriktao, de qoe ningoem goiou
at boje, ero os propnos governos geni, pro-
vine ial e uonripal, que os sopplicanlea veem
reclamar, confiados os illns'rscio, oa jastica e
no patriotismo de V. Bxc., aflm de serem espe-
Att$m?io
Tendo sido dispensado do cargo de
director desto Colonia, em dato de 11 do
crreme e necessitando por isso prostar
minhas contas, peco o todos os negocian-
tes, com quora esta Jolonia teve transa-
c3es, durante miuho direcclo, de querer
opreaentor at o dio 10 do mes vindouro,
00 Sr J'is Paulo Botelho, a rno da Praia
n. 53, as contas que podessem ter sido
esqaecidaa.
Colonia de Santo Isabel, 26 de Feve
reiro de 1391.
Fre FidtlxM.
Circular do Club Repbli-
ca io 2 de Fevereiro
Cdad3o eleOT Bste-vos o porto o
dio em que todo o cid ado t*-ri de exer
er a mois nobre, e mais effijas de suos
funccSes politico-publicss, o seu direito de
voto !
O prximo 7 de Morco de 1891, ir
ser o dato poro esse livre e honroso func
cionamentj do patriota eleitor !
A nossa novo constituicao, de ulmo e
to praticmente relorm.da, sob os luses
do primeiro Congresso Republicano Bra
aileiro ah est a recamar de v periencio, e a solUcitor de vosso comurao
o sua mais proveitoso execaclo, a sua
mais inquebrantavel estabilidad; !
A' margem oa reaentimentos, despresa
doa os de:gostos e r vigoradas as forcas,
sede todos unnimes, porque deesa frator-
niasclo resaltar todo o vosso ganho de
causa !
Ao lodo do Governo est o vosso lugar,
e sombra benfico deaso orvore frondoso
se erguerlo mais alto oindo vossos bros
patriticos!
Nada de arrefecimentos inconfessaveis :
ooragem e arante!
A voeso trente est all o sol do lber
dade, qut a pouco mais de um anno dia-
pontou no boriaonte desta trro do Cru-
sero pora Iluminar Voa !
Nio Ihe offusqueis os raios, nem lhe
atrophieia a Iub 1 impedir o seu curso,
enfraquecer sua acelo, seria urna tentativa
imbcil, e at mesmo, om crime de leso
patriotismo!
A's urnas, eleitor! e sendo ahi o vosso
posto de honra, devereis honral-o oindo
mais, auffrogondo o chopo do Governo,
que em seguida publicamos I
Conatitue ello os mois distinctos con
cidadlos, os mais esforcados propugnado-
res pelo bem estar commum dos povos !
A vosso disciplino de hootem nao linhoa
do combate da opoaicoo; a voosa deste-
mides dessas occosioes to arriscada de
esperar que nio tonham anda boje arre
fecido, e demsia o -Club Republicano 2
de Fevereironio retrogradou, e nem re
trogrodor jamair de seus principios, pelos
quoea, e seo pre de fronte erguida, nunca
ae deixou vencer, porque nanea qais es-
tremecer os seus crditos de inabalavel
firmeoo, de hooroaiaaimo peraeveranco !
O caminho do dever impelle-vos o pro-
gredir; ide por elle, eleitor !
Tigipi, 24 de Fevereiro de 1891.
A eommiteao execuiiva
Ptaxedes da Silva iusmlo.
Abilio de Albaqaerqae da C. Lima
Luis de Castro Gon^tlves.
Antonio Graciado de Guarni Lobo.
Firmino Manoel da Silva Braga.
Francisco Lino de Sonsa Couto.
Eis a chopa que vos recommendomoB :
PARA SENADORES
Dr. Jos Soriono de Souaa.
Commendador Rogoberto Barbosa da
Silva.
Dr. Felippe de Figueira Faria.
Coronel Feliciano Caliope Monteiro de
Mello.
Commendador Renovato Pereira Tejo.
Dr. Jos Marcellino da Rosa e Silva.
Dr. Miguel Jos de Almeida Pernam-
buco.
Bario de Itapissnmo.
Dr. Gaspar de Druzcmond.
Dr. Loureoco Augusto de S e Albu-
querque.
Bario de ?air.
Dr. Joa Mvio Carneiro de Albuquerque
L cerda.
Dr. Felisbino de Mendonca Vasconcellos.
Dr. Prxedes Gomes de Souaa Pitonga.
Dr. Antonio Joaquina de Moros e Silva.
PARA DEPUTADOS
Desembargador oos tan tino Jos da Silva
Braga.
Dr. Antonio Venancio Cavolconti de Al-
buquerque.
Dr. Manoel Joaquim de Andrade Luna.
Coronel onstaotino Rodrigues Lins de
Albuquerque.
Coronel Apolinorio Florentino de Albu-
querque Maranhlo.
Commendador Manoel Rodrigues Porto.
Dr. Saenando Carneiro da Cunba.
Dr. Lua Fernandos de Oliveiro.
Dr. Antonio Cosario Ribeiro.
GRANDE
Hott 1 Re mo
Ku a de S. Lzaro
No Porto
Edificio expresssmeote construido para esta
industria, eom sali de bilnar, casa de banbos,
caixa de correio e todas as commodidades mo-
dernamente conbecidas.
Proxmo dos iheatros. jardios, telegrapbo e
correio e situad r 00 porto mais saodavel da
cidade e onde passam os boods para tod.s, o-
pomos da cidade.
B' o boiei mais econmico do paiz, atienden-
do ao acceio e conforto des aposentos e ao es-
merado e abundante serviee com vinlic i des-
cnp>,lo
Diarla :-Boor6lM. 1000 e
O
Coronel Jos Bellarmino Pereira Mello.
Dr. Jos BeroarJo Galvto Alcoforado.
Vigam Julio Mara do Reg Barros.
Dr. Psbricio Gomes de Andrade Lina.
Tenenie-corooel Antonio Gomes Corma da liras.
Coronel Apolinano Plorentioo de Albaqaerqae
Maranbio.
Commendador Antonio Ferreira CavaleanU Bo-
dega.
Declarado
Foi surprehendido com o inclualo de
meu humilde nome no chapa publicada de
partido cathoheo deate Estado.
Venho, pois, declarar que nio aceito o
honrosa mislo, sgradeoendo entretanto
sos dignos membros do Directorio Catho-
lico a prova de confiaoca qae ae digna
rom de prodig lisor- e.
Recife, Ib de Fev- reiro de 1891.
Jos Bellarmino Pereira de Mello.
Escolas publicas
No 2 diatricto litterorio do freguesio
de Santo Antonio do Recife, esto fucc-
oonondo os seguintes escolas publicas :
vrilio A. do Silva Santiago, ra Di
reito n. 3.
Jlo Landeli o Dornellas Cmara,
do Praia n. 59.
ma
Alberto da Silva Miranda, pateo de S.
Pedro d. 12.
Luiz Marques Vieira, pateo do Livro-
mente n. 22.
Amelio A. de Moraes Quintal
Rangel n. 1.
ra do
Therezo J. da Cunh.i
S. Pedro n. 17.
Soles, pateo de
Maria do Jarmo de Drummond, pateo do
Poroizo n. 11.
Adelaide Augusta de Mello e
rno 15 de Novembro n. 37.
Silvo,
Circular do partala catbolico ae
Prrnanburii, a -lrlloraido
Co retigtonano e anufo :
Estando de.-igaado odia 7 de Marco vindouro
para proceder se em lodo o Estado, a eteicio
para deputados e senadores so Congresso do
mesmo Estado, e baveodo o directorio abaixo
asslKnado, resolvido que o partido catbolico
pleiteara a referida eleicio. apr sentando aos
sufragios do eleuora -o candidatos, qne estives-
sem no caso de defender es nteresses do mes
ao partido, com a presente vos remellemos a
cbapa dos ditos candidatos, para cojo trompbo
solicitamos todo o osso apoio < vaiimeoto.
U reclmenlo eleiioral em Vigor, armando o
a naoile-tacio livre do eleitorado, nio deve ser
motivo para o arrefecimeoU do eotbosiasmo,
om qoe todo o cidadio deve lomar parte na
poltica do Eatado, faseodo coobecidas coas
ideas e opinibes por meio dos comicios eleilo-
-oes ; ao contrario deve essa circamstaocia con-
sttoir mais om incentivo para mostrarnos qoe
somos om povo livre e qae temos a noci pe -
fet 1 de todos os nosso- direitos e deveres, sobre
os qoaes nio transigimos e em cojo exercicio
nio r. cu aremos.
Acn re I hamos, pois, e pedimos a todos os
nossos co religionarios e amigos qne compare
cam is urnas e ahi exercam os direitos qoe a
lei coofere a todos os cidadios, usando de todos
os recursos legaea contra a fraude e a violencia,
se porventara estas forem postas em jratica.
Os nomes qae compbem a chana qne vos re
mellemos, importan) a melbor recommendaco
da mesma cnapa. pois que, se nenbnm ontro
mrito tives-em. tem ao menos o ia mjralidade
e patriotismo, qoe sao actualmente as pnmeiros
requisitos, qoe e deve exigir daqoelles qae tm
de figurar nos negocios pblicos.
P oposiialtneote organisamos as chapas de se-
nadores e deputados sement com dons tercos
do Damero dos representantes ao congresso anm
do qae os no*sos amigos tfnbam a liberdade de
completal as com os nomes de ontros pessoas.
qne jnlgarem convenientes.
Esperamos, pois. qoe a cbapa orgaoisada seri
nnammente soffragada por nossos co religiooa
ros, e assim assignamos nos.
Co religionarios e amigos,
Cooselbeiro, Dr. Joaquim Correia de Ar..iu.
Dr Tarqu nio Braulio de Soma Amarartho.
Vtgario. Auttnsto Franklin Moretra da Silva.
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
Coronel, Angosto Oclaviano de Sonsa.
Dr. Lauriodo de Moraes Piobeiro.
Dr. Ado'pbo Tacio da Co*ta Cirne.
Coronel, Joaquim Jos da Silveira.
Vigano. Joo Rodrigues da Cesta.
Teoente, Felippe de Araojo Sampaio.
Negociante, Julio Cesar .- aes Barretlo.
Bis a cbapa:
PARA SENADORES
Conselbeiro Joaquim Correia de Araojo.
Dr. Maooel Gomes de Mattos.
Vigano Augusto Franklin Morera da Silva.
Coronel Angosto Octsvisoo de Sonsa.
Bario de Granito.
Desembargador Manoel Clementino Carneiro da
Cunba.
Dr. Ambrosio Machado da Cnnba i.avalcanti.
Desembargador hermogenes Scrates Tavares de
Vasco ocellos
D-. Ermirio Cesar Coatinbo.
Dr. Silvino Cavalcanti de Albaquerqoe.
Dr. Albino Goocslves Meira de Vasconcellos.
PARA DEPUTADOS
Conego Joaquim Antonio de Siqoeira Torres.
Joaqnim linih > Rastos.
Dr Manoel Maria Tavares da Silva.
Dr. Pe uro G1011. no de Ralis e Silvs.
Dr. Maooel Sebasliio de Araojo Pedrosa.
Vigario Joto da CoPu Beserra de Carvalbo.
Dr. Carlos Alberto de Menexes.
Dr. Bernardo Jos da Cmara.
Bario de Cimores.
Vigario Joio Rodrigues da Costa.
Dr. Herculano de Oliveira Torres Saudo.
Dr. Luis Goncalves da Silva.
Dr. Manoel da Tnodade Peretti.
Dr. Mano. I do Nascimento Machado Portella J-
nior.
Para senadores
1 Visconde do Rio Formoso.
I Dr. Peliope de Figueird Faria.
3 Commeudador Joao Ignacio de Medeiros
Reg.
4 Conselbeiro l.uir. Feliope de Soasa Leio.
5 Dr. Jos Mana Ramos Gorjio.
6 Dr. Cosme de Sa Pereira.
i7 Dr. Bellarmino Correia de Oiiveira.
8 Commeodado' Joio Francisco do Amaral.
9 Conego Dr. Francisco do Reg Maia.
10 Dr. Beato Jos da Costa.
tt Dr. Ulysees Machado Pereira Viaona.
IS Coronel Luis de Alr>oqo<-rqae Maranbio.
13 Desembargador Miguel A.chanjo Monteirodc
Andrade.
14 l :. Amonio Jos da Oos a Ribeiro.
15 Dr. Francisco do R> go Barros de Lacerda.
Declaracao
O abaixo ass>gnado, procurador de Jos
Alvares de Souaa Soares, previne a quem
possa intercesor, que os beos do Antonio
irino da Silva Maio e sua mulher, Alfon-
so Augu to de Brito Taborda, e D. An-
nunciada de Brito Taborda acham-ae su-
geios ao pagamento da quantia de......
13:2226170, juros e costas, em que fo-
rana cor demnad"8 por sentenco proferid*
pelo Tribunal do RelarAo de Porto Alerre,
Estado do Rio Oran-te do Sol. acerca d-,
que, corre presentemente urna 00900 ni;
juiso commercial desta c p tal.
E para que ninguem invoque ignoras
ci 00 que tem occorrido, faco a presente
ecluraclo.
Pernambuco, 8 ce Janeiro de 1891.
Anterior Barceoi de Amorim.
0 Juiz de direito Joo Baptista Xi
irana Costa *ncanega-se de coDtrahir
nprestirnos curo o banco de crdito real
de Pernaniboco, para os Srs agnculto
re d'este Estado, adianlaudo as des
iezas me llanto mdica retribuico ; po-
lo ser procuado a roa do Baro de S.
Borja n 46.
tnacahuita Pe toral
Por meio de poderosa scelo deste re
medio irresistivel, aa enfermidi adea do
^organta e doa pulmees se diss.pam e se
iesvanecem como por encantamento. A-
luelles qae po'tecem de astbma, e se acha-
-em qnasi que privados de guardar ama
pospelo horisontal durante annos interos,
princpiam k respirar com tacilidade e der
nem tr nquillamente depois de hoveren
tomado algums dses deste delicioso e
idmirhvel xorope.
A tosse angustioso e violenta as fortes
:on8tipac5es, o aongue dos pulmoen, o
-ouquidao e perdo do vos, e todaa oa mo-
eatiaa do pelto e do trachea, qae ton
urna tendencia o thiaica, ae curam pron-
ta e radicalmente, mediante o uso deate
remedio suavisodor.
Fortifica e vigorisa os orgloa da respv
relo, e es torna invulneraveis as mudan*
coa repentinas de temperaturas atmospae-
ricaa; e como no suo laborado nmpooi-
clo nio entra nem exiate outra couaa
mois do que bals. mos sondoveis, pde*oe
por isso mesmo apreciar com todo a se-
guranca at mesmo da mois tenias e de-
licadas creoturos.
Como garanti contra as ralaincacea,
observe-se bem que os nomes de La>
man d Kemp venbam estampados em le-
tras transparentes no popel do livrinh*
que serve de envoltorio a codo garrafa.
Acha se a venda em todos as boticas e
drogaras.
io publico
Tendo eu sciencia de que algumaE pes
ooa oproveitom oa garrofas, vasie con
stiquetas de vinhos de minho coao para
venderem outros vinhos o titulo do Dana
Palhetee Boai Collares que rece
90 directamente e bem assim outros qua-
dodea, chamo ottenclo a do publico e es-
pecialmente doe apreciadores de mena vi
ahos, para qae nio se deixem illadir e
viso os de que s devem considerar como
verdadeiros oa que oomprorem em meo
oroprio estobelecimento ; o muito que nio
vendo a cosos retalbadoras e por is&o in-
nata para que os senhores compradoras
QOtem o que deizo dito.
Recife, 16 de agosto de 1890.
Paulino de Oiiveira Maia
Malead aa da larynge
Slo doB atteatados constantes do folhs
to qne acompanho codo fraoco do Pintora
de (Jambar oa seguintes tpicos, com re-
ferencia o curas importantissim s de afee
ces do larynge, reolisodas por aqaeUc
soberano e efficax medicamento :
1 Attesto qne empreguei o Peitcral de
1 ambara, do Sr. J. Alvares de Souaa
Soares, de Pelotas, com grande vantageaa
em pesso. de minha familia, qae som-is,
ha alguna meaos, de urna laryngite, acn
panhada de oocesso de tosse. Dr. loases
it Oomeneoro. (Rio de Janeiro.)
... tendo estado doente, por mais
de tres meses, de urna forte rouquiaJJe, e
depois de ter usado muitos remedio ana
o menor resultado fovoravel, tivo a folia
iembranca de recorrer 00 co,nhecido Pas-
toral de Cambar, e em peuooe dia naja
f
i




%
Diario de Pernamhuco Sabbado 28 de Fevereiro de 189!
I radical te operoa em mim. Joao
de Andrada Jnior. (Santa
do Palmar.)
... Um fimo neo, que se achara
lo da laryngt-, molestia que adqui
Wois qae tere o typho, ficoa tambem
i oafmnntn corado com o oao de mesmo
-mm Peitoral do Cambar. Antonia 8i-
mas* Pires a Fontoura. > (Faenada de
t Clara), 2.* districtc da cidade de D.
Sendo atacado de ama forte roas
, beodo do benficos resaltados
tinuamente tem proporcionado o
de Cambara, do Sr. Jlo Alvares
Seoaa Soarea, de Pelotaa, qaelles
ofrendo do meemo mal, fiaeram nao
deliberei experimental-o, e apenas
dona frascas deste acreditado xaroHe,
completamente restabelecido.
Augusto Machado. (Rio de Ja
&.
<
e Atacado de ama forte rouquidlo,
ter alhvio com o oao de maitos
reoeitados, experimentei o
pe Pe i toral de Cambar, e em
diaa a molestia ceden completa
Bario d Avel/ar Round.
de Matto Dentro, estaylo de
Isabel, estrada de ferro Leopol
I
Atiesto qae, echando se minha
D. Engracia Gutierres Uravana,
io do larynge ha cinco annos, foi
snllisds a asar o Peitoral de Cambar,
4 Sr. Soasa Soarea, de Pelotas, e com
tomando oito vidros desse remedio,
livre do terrivel incommodo qae
peneguia ha tanto tempo. Ignacio de
Oraoana. > (D. Pedrizo.)

SSo aicos agentes e depositarios do
'ltral de Cambar neste Estado os Srs.
rcaacisoe Manoel da Silva A C, estabe
com drogara roa Mrquez de
n. 23.
rS YIGTIMAS DAS PRBRE8
<*
a
ir ataus-ftoril Cardoao. sppro
nllde Marco deste anno pela Inspector!
Se Hygiene do Rio de Janeiro, rem boj
ntsr-se bumanidade soffredora do man
teiro, como tabos de aalvaco qoe ao infe-
lbe enviada por mo omnipotente)
r aatlt-rrairll CardMo, appli
nminssunos casos de liebres, tem, come
re, levantado do lelto da dor a compie


_ remedio, composio smente de vegetaet
weirameate inoffensivo, anda mesmo na maL<
saman e tenrs enanca.
J* senborss, ao estado de pandas, oo no pe
I aeo de incommodos oatoraes, podem sale
roa receio algum.
DeMsItas
rogara dos Srs. Francisco Manoel da Siiu
iC, rea Marqaei de Olind i n. ti.
Martins, A rea Duque de Cax:a>
Oriental, rea estrella do Rosan
Alfredo Ferreira. 4 rea do Bario d.
q 14
Virgilio Lopes & C Rosario larga
si* amor
* vssa
w. I.
Alicatado*
i so respeitave pnblico qoe alea
s qae damos poblicidade boje,
carados 640 vanoiosos.
incrednlos para irem examinar
pele Elixir anti febril.
Sos isasmeros attestados qae temos, dsmo
-em egnida principio a ana publicaco : e isu
mansara para que sejam conhecidas as virtuder
-m Uxir ana febril Csrdoso.
i Vi diversas febres 1:135.
H. 104
i, 1S de Agosto de 1890
i Manoel Cardoso Juoiur.Faltaria o
de anisado, se nao loe partirjpasse
wedigtosos effeiios de sea Elixir Aon febril
como Vmc o denomina,
i em miaba casa doas pessoas gra-
i atacadas, ama de varilas e ontra de
, as sjoses inspiravam muito coidadt
> crescimento do mal; lembre me de pedir
I salgo io pooco do seo Elixir, o qoal foi
r msia spplicsdo sos meas doentes.
lo se fcx esperar o beneficio de to impor
: m-dicameoto, o mal de ambos, sendo tao
> ss melboras, qae, em menos do
i esperado acbam se elle completamente
decidas, observando ama grande vsnU
st, desde qoe a doent de varilas nao mostra
i mirra slgaeii
COMERCIO
He vista do Mercado
RlCOTt, 27 DE FRVERBIBODS 1891.
i transaccOes oo mercado de cambios e
i negocio no mercado de algodao.
Camhio
PBAV* DO RECIFE
san roo abrtram o>m a tais de 19 i/1 d. re
se ao meio da para 19 3/8, o mercado
Je Arme A 19 1/4.
papel particular honre transaccoes s 19
naya do rio dr jankibo
aaercado abri a 19 5 8 baixando ao fechr.r
pasa!/,
Algodio
mercado para ete artigo. firmn se um pon
sk. em vista do cambio ser om tanto mi s (race
ajTnismi vendas do de boas procedencias a

A inortacao feta pola aifandepa oeste mes '
MOmSIeonstoo df 706.519 kilos, sendo 558.6-1
ano exterior e 14*858 para o interior.
As'estradas verificadas neste mes atea data de
i a 11.489 saccas. sendo no :
9.959 Suecas
. I.*'*
. 3 768
^aterres de Careare. 1 360
-5av*Tree de S. Francisco. % 3*3 >
TSaxdurroa do Limoeiro 8.471
Somma 91 489 Saccas
.sasucar
mt freces pagos au a^r.caltor, por 15 kilos, te-
^saad a Amoeiaeao Commereial Agnco'a, foram
ea egatate*
Safra Dova
, 3<000 a 3*3
, U900 a 9A300
, 11800 a 1*5100
, 1*800 a 9A000
. liffooalrt"
. 34200 4 3*500
exportado feiUpela alfandega neste mez at
salmM de 14U50 429 kilos, sendo......
4941774 pera e exterior t 10.461 655 para o in-
venneadas neste mes at s dala de
a 111.998 saceos, sendo or:
. 91301
157
. 9.171
de Careara. 10.18
4o S. Francisco. 81.5*7
Alm desses doas casos cima referidos, te
abo applicado a diversas pessoas o sen poderoso
glixL*. eoiaeodo sempre poderosos resolUdos.
ja em feores, como em outros locommodos, cao
sando me grande admiracto o benfico effeilo
ine offerecen s sea msmiflco remedio qnaodo
ro ipolicsdo em incommodo de slsqne brmor
-notaal. acompanhado de bastante febre, maltas
lores oos intestinos e grande encselo, restt
oeleceodo a easa pessoa, a quem mandei faaer
aso do sen medicamento.
Aceite, poi o amigo, a presente e mo provs
de grsiidao e aioda come atiestado ds ef&cacia
de sen maravilnoso Elixir.
Aqoi fleo dispos cto do amigo oo Largo ds
Pai de Alegados o. 88.
Criado gratuito Jos Carlos de Si.
. 101
Mo. Sr. Manoel Cardoso. Jnior Tendo
sido o mea caixeiro Francisco ds Costa Alvs
"engs Jnior atacado de febre, cnssaei itnme
listsmenle o medico Antonio Jos Ferreira Al-
tes, este declaren qoe a febre era smsrella. Re-
ceiuado immediaUmeote o sea Elixir deaomi
nado Anti febril de Manoel Cardoso, o qasl ap
pliqeei ao enfermo por ordetn do mesmo facnl
ativo, des gottas rm meio calix de agua, de 1
em 1 oras, prodnsiodo sm efieito tao maravn
boto, qoe oo espaco de cinco das o medico de
;laroo estar complrtameute restabelecido.
E para cooftar em f de verdade, asIWoo n>
de Y. S. respeitador criado, podendo VTS. n
ter o oo qoe Ibe coovier desu miona declara
cao. H
Recife, 10 de Malo de 1889.
i. Rocba *C.
N. 103
Cidadao Manoel Cardoso Jnior.Tendo ei
por diversas veses lido occasiao de agradecer
vos os prodigios do vosso Emir Anti-febnl
pelas mais rpidas caras em empregados meas
morn veoho aiuda mais convicto qae o voss
Elixir nao orna pomada, come dizem os in-
crdulos e mal inieoc onsdoe.
No dia 18 foi aewmmettido de urna febre, *
oao podendo, pela bera adlaoUda da noite
mandar em sna casa aar o sea Elixir, no dis
seguate mandei ver om frasco e principie! s
lomar em dosea de 30 gottas. de 1 ra 1 horas,
o qne no dia segmnte ja me acbava sem febfe.
e lio bom como se nada Uvesse tido; esta s
pora verdade. o qne so cabe me agradecer-Ib
ao til remedio, podendo Vmc. f. ter desta mi
nba declaracao o aso qae em sea beneficio Ib
jproaver.
Reare. 17 de Jneiro de 1891.
Manoc Joaqmm Aires Ribeiro
Travessa das Grases n. 16.
n. io4
Illoftre cidsdio Manoel Cardoso Jnior.Ja
por smor s bumsnidade soffredora e ji para
-eoder um preito i verdsdade. permitla-m e c
cidadao qoe, sopposto mesmo offeodendo a saa
reconhecida modestia de nomem e de antor ve
aba confersar vos a miaba gratidio e tornar
patente meis om tnampbo do vosso Elixir Ao-
jebril.
Accommettido de ama febre intensa con
grao elevadissimo de temperatura, apreseolan
do na sna primeira pbase diagnostico dovidoet
JeAman-la ou Biliosa por doas mdicos a
quem recorr, eslava ji rsolviao a sabir para
fora da cidade, qoaodo resolv osar do voaat
Ballivel medicamento.
Nada mais decisivo e sorprendente do qne c
efleito insuntaoeo, qaer a febre qoer os vomi
tos, qne me prrstavam jaiendo-me por mnitac
veses descrer do meu restabelecimento, cedan;
e cediam t* mpre n'nma marcha progresiva;
restitaindo me aasim a esperanca e a admira
;4o dos amigos que me cerca vam.
Estoa pois, salvo e as miabas oceupacee:
dianas ; abano da Providencia devo-a a vos. a
qoem (-emprmenlo. Aos qae soffrrm, iquelle
qae seotem fagir Ibes a vida por efieito de ama
febre perlinas, e resta recorrer a vossa mira
enlosa creaesoO Elixir Anli-febril.
V.sso coneidsdio amigo, criado obligado
Jos R-nios de Oliveira Jnior.
Recite, 17 de Maio de 1890.
N. 105
film. Sr. Manoel Cardoso Jnior. -Amigo e Sr
Tenho o maior praxer em commaoicar lb
qae, sebaodo-se o meo caixeiro Custodio Fer
aandet dos Santos atacado de febre de Dio ca-
rcter, depois de ter empregsdo diversos me
Hcamentos sem resaltado, resolv recorrer ao
o Elixir Anti febril, e com espanto vi passa
las apenas 5 oras, meo referido caixeiro apre
-en too- se prompto para todo o ser vico da casa
Dando loe este publico testemnnbo, aproveltc
a occasiio para felictalo pela sna important.
lescoberla.
Sem motivo para mais. Son de Vmc. amigo t
riado moito obrigado Joaqnim Fernaades de
Moote.
Recifa, 9 de Setembro de 1889.
(Estavam sellados e reconbecidos.)
MOLESTIAS do ESTOMAGO. Tio omn>
Mudanza de consultorio
Dr. Freitas Guimarica participa a seas
amigos e dientes qoe madou sea, consol
torio da roa Duque de Caxiaa n. 57 para
a meama roa n. 56 onde contina a dar
consultas daa 11 1 hora e tem sua resi
dencia no Cajneiro, n. 4. Telephone 292
'ia-ferrea de Limceiro
Somma.
18.519
HI 99S Saceos
toaros
uuro* salgados 400 res, e os verdea s 170
18.
Aguardeate
>tt-j a 984000, oor pipa de 480 litros
Alevol
Ota-as a 178*0fl0 por pipa de 480 litros.
el
ia-se a 604000 por ipa de 480 litros
Varios descarga
BarcaJ nsrn' goense Minerva, carvio.
Barca portogoesa Tritmpko. varios gneros.
tares norue^nen e Hnmbo>sund. carvao.
Barca sueca Wettemurland varios gneros.
Barca noraeruen-e Augmt Ltffer, carvio.
Bar a n cional MuraanUa, vanos generes.
L-jr ingles Dunure. oacalhlo.
Lugar in.ler. i'iolii. ba albao.
\Mii-r ingles >taW, carvao.
Lira noruegueii>e Mbatros, carvio.
. aueno nacional Pinedo, varios gneros*
PaaUjsla alfaaecti
sssuaa os 13 4 18 os fxvebkzbo ds 1831
eool (litro) ....... 350
Igodas em rana (kilo)..... M
ruardente ....... 170
mto com casca fkil.o) .... 80
\ssucar retinado (kilo) .. 131 ;
Assucar Dranco (kilo) .... 186
tssucar masca vado (kilo) .
Bagas de mamonas (kilo) 110
Borraca (kilo I..... 1*333
Coaros seceos "pichados (kilo) iK)
Cenros seceos salgados (kilo) neo
Oonros verdes (kilo)..... 251
crocos de algoddo (kilo) ... 17
Carrapaleira (kilo)..... 100
arrio de Cardiff iton.) .... 10*000
Jacio (kilo) ....... 400
Cd bom (kilo)...... 1*000
Caferestolho (kilo)..... 866
Carnauba (kilo ... 513
Pannna de mandioca (lito;, r M
Oenebra (litio)...... 340
Jaborandy (em folha) kilo *0u
Me) (litio)........ 90
MiMHkilo....... 80
Pao Brasil (kilo)...... 030
fnoepoato de cal da liba Rala Hoce*
lada)..... e 11*000
Sement de carnauba (arroba) .
sola (meioi)....... 1*800
Tstajobs (ki o)...... 010
Taboaa de amarello empraccnei
(dota)....... 100*
Peitoral e caaabarA
Os eff itos curativos deste poderoso
remedio manifeatam se as toases recentes,
aathma, ronqnidio, dflr e irriuclo da gar-
ganta, bronchite aguda e chronica, coque-
luche, etc., enfermidades as quses a sos
efficacia completa e incontestarel.
Os agentesFrancisco Manoel da Silva
AC.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali
dado de molestias de senhoras e crean ca
Consultorio e residencia roa da impe
ratria n. 18, 1 andar.
Consaltas de 8 s 10 da manhl.
Chamados (por escrpto) qoalquer hora.
RLXPHONI M. 226
r
DR. TAVARBS DE MELLO
1
formado pela Facoldade do Rio de Janeiro,
ten do-se dedicado com especialidade 4
the rapen tica moderna daa molestias de
pelle e sjpbilis, na polyclinica geral, a
cargo do Dr. Silva Aojo, onde servio
como seo ajudante ; di consultas de 11 Ss
3 boras no largo do Corpo Santo n. 18 ou
andar, e recebe chamados a qnalqoer bora
taem sua residencia, largo da Pain. 114J
SSAfogados. _A
logados.
-0&*
Dente
Termina s horrvel dor de dentes usand<
excellente preparado de Manoel Cardos-
Fonior.
As cartas qae lbe tem sido dirigidas
ielos jornaes de miaorcircnlacSo, attestam
i eficacia.
Deposites:
Drogara dos Srs. Francisco Manoel d*
Silva i C, roa do Marque de Olind*
,.23.
Pharmacia Martins, roa Duque dt
,'axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, roa Estreita d
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, i roa de
darlo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes roa larga
io Rosario n. 31'
:*
Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
57Roa do Bario da Victoria57
(DEFBOHTB DA BA DBS. AMARO)
Onde tem eaasutoria e real
dteoela podendo sr encontrado e
recebendo cnsmsdos 4 qoalquer bora
. do dia e da noite.
Especialidades : partos, febres, moles-
tias de senboras e dos pnlmoes, sypnills
em geral, cura rpida e completa e ope- ti
racoes de estreltameaUM e mais soffri- '
I mentos da uretra.
/ Acode de prompto a chamados para
tora, a qnalqner distancia.
Telephoae n. 894
Dr. Bastos de Oliveira
Medico operador e parteiro, tem o sen
consultorio roa do Marques de Olind
n. 1, 1* andar, onde pode ser procarsdo
todos os dia* otis, das 12 s 3 oras da
tarde.
Chamados a qoalqaer hora em sua re
sideocia, roa do Hospicio n. 46.
Telephone n. 365.
O Dr. Cerqueira Leite
MEDICO
Contina a dar consultas no sen es-
criptorio n. 32 roa Nora, das 12 s 2
horas da tarde.
Trata especialmente de molestia de
enanca e senhora.
ipltaktelre
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional Principe do Grao Par,
Penedo 10.000*000
Aracaja !5.000000
norisseeto do poro
Navios entrados no dia 27
Rio de Janeiro18 das, barca uecca Geon*.
de 465 toneladas, capilao A. F. Rorgeston,
equipagem 10, carga fariuha de mandioca, 4
ordem.
Navios sonidos no mesmo dia
Rio Formo8o e Tsmandar Vapor nacional >Ja-
cabvpe, commaadaate Carvalbo, em lastro.
creadle Mualclpal de diese
O movimenio deste mercado no d j iti
vereiro foi o seguate Bntraram :
ti bois pesando 1,834 Kilos.
114 kilo? de peixe a 10 res
9 cargas com arinca a iOO rs.
13 ditas de fmetas diversas a 300 rs.
17 1/1 colnmnas a 600 rs.
6 sainos a 100 rs.
81 taboieiros s MO rs.
1 eaortptorio a 300 rs.
41 compartimentos com farinua a 600
30 ditos de comidas a 500 rs.
90 ditos de legumes e 'asenias a
400 rs.
15 ditos de sainos a 700 rs.
9 ditos de fraseara* a 600 rs.
4 ditos de camarn 200 rs
1 cassuas com gallinbas a 400 rs.
1 cargas con gallinbas a 600 rs.
41 talbos a U
Frederco Lhavs Jiaior
aOMBOPATHA
S9 Rea le Bario da Victoria 3
1. aadar
MEDICO HOMEPATA
r. BallboAui da Sihteira
apecialidadeiebres, moieatiaa ()
das crancas, dos orgos respirato- <
qoe e das senhoras.
Presta-se a qualqaer chamado para
fra da capital.
Touv.o o- chamados devem ser di-
rigidos pnarmacia. do Dr. Sabino,
roa do Bario da Victoria n. 43,
>nde ae indicar sua residencia.
I).Fernandu dentro
(ADVOGADO)
Ra do Imperador o. 84, 1 andar.
.liu da f este, de 10 4- 2 horas.
F0-a da capital 6 se incumbe de
etaatt crimines
A tratar com o
A' RA S r. Hercolano
DO Neves, i rn
APOL Marques de
N. 51 Olinda n. 3, re lojoaria.
de Fe
44380
U8U i
3*9 X i
16500'
laSCO|
11400,
3 I
luao
15/uOO
36*W0'
10*5 0 I
Si-Vrt
ASOO;
*4<0
Uluu
84O0>
Rendimeato de 1 a 25 do corrente
Precos do au:
Carne verde de 100 a 48) ris o fciu
Sainos de 560 a 640 reta id.m.
Caraelrc de 640 s 800 dem.
Farinha de 180 a 400 r:s a cnia.
Miiho de 360 a 400 ria ulcu.
Feiiaode800all idem.
Vaporea a emtrar
MBA DB FSVEBIRO
Sal___ ..... Galicia............
Norto........ Marankao ........
114*680
5.540*56"
5.735434(
18
18
Vapores a saalr .
MJU DB FBVEBBIBO
Lverpool.....Gatieia............ 28 as 11 h.
ni..........Marankao......... 18 as 5b
Rio de Janeiro aboato.......... Mu 4 b.
Santos e ese. VWtis 8. Nicolao.. 28 as 4 b.
tirso Con Di'ivi; I
SOB A DIBBC9Z0 DO
Bacharel 9. alago da Fooaeca
As aalas fonc-
lonam diaria-
Denle, oss 7
i* 9 horas da
aoite.
Portugus, francs, irglez, *n hmetica e
escnpturacSo mercantil
Cirurgio Dentista
DB. ROBERT P. RAWLINSON, for-
mado pela Univeraidade de Maryland no?
atados-Unidos, tem aborto o son cnsul
'oro, na ra liarao do Victoria 1H. 1* an
iar.
Consultas di 10 4 horas da tarde
Ocuiisia
Dr. Barreto Sanipaio, oculista,
ex-ohefe de climea do Dr. de
Wecker, de rolta de sua via-
gem Europa, di consultas de
i s 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 a ra do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e diaa santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Seto de Setem-
bro n. 34.- Entrada pela ra da
Saudade n. .
Telephone z87.
Dr. Nuiles Coimbra
colee parteiro
56 Kua Marques de Oliada56
Consulta daa 11 s 2 horas da tarde
Vaccina s tercas e sextas feiras.
Gratis aos pob es.
Residencia t mporaria em linda.
Elixir depura-
tivo vegetal,
Forma a de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy
fiene Publica do Rio de Janeiro em 2(
e Julbo de 1887.
Este depurativo de grande eficacia as mo
lestias gyphilicas e impureza do sanguc ; assin
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmeote inuitas pessoas f-
commettidas da terrivel molestia beriben.
A ra do Baio da Victoria n. 37 se dar
toda e qoalquer explicaco qae for preciso acer-
ci neste preparado.
Cuidado rom SM f*lalflrc6ra.
MODO DE USAR
Os adultos toma rao quatro colneres das de
sopa pela machi e quatro 4 noite.
as criancas de 1 a anaos tomaro ama co
Iher pela manha e ootra a noite, e as de 5 a 11
annos tomario doas colneres pela manbi e dua
4 noite.
Deverao tomar banhos fras ou momos pela
manb e 4 noite.
Resguardo regnlar. ^
Manoel Fah ao de Asevedo, Dr. em medicina
pela Faiuldade do Rio de Jan iro, medico ag-
gregado do hospital Pedro II.
Atiesto que teubo conseguido felises resulta-
dos com o eroprego do Elixir depurativ- do Sr.
Aiii'elioo Jos dos Sanios Andra'ie, no trau-
mento das ff^rcoes sypb'liticas e rbeumaticas.
Recife. 6 de Jualio d 1883.
Dr. Mano-1 Palcao de Aievedo.
N 434
Illm. Sr. Anselin Jos dos SinU Andrade..
Com rande proveito tenbo emprtgado, em di-
vertas molestias, o seu E i \ir. e pelo resultado
satisfatorio que d'elle tenjo oblido, publico a
soa eficacia.
Afirmo ser um remedio prodigioso e o-
muua otilidade i-ara a booiaoidade suffredo a
em proveito da qasl podera V. S., querendo,
fase o u-hj que em nJer deta carta.
Recife, 16 de Marco de 1885
Son de Y. S. criado e obngado-Dr. Virgilio
Tavares de Oliveira. ^L_^ ..
(Estavam selladas e recoabecidas as firmas
pelo labellilo.)
EDITAES
5.* secc&o. -Secretaris uo Governo do c-iauo
de Pern mbu-o, em 16 de Fevereiro de 1891.
EdiulOExm- Sr. desembargador goverca
dor do Estado, tendo em vijta a lei a. 1,901 de
4 1890, fas pnblico qoe nesta secretaria se recebe
rio. al o dia 18 de Maio prximo, ao meio dia,
proposus para o servico da illominac&o a gas
carbnico correte desta capital, deveodo a con-
currencia versar nicamente sobre o preco da
venda do metro cubico de gas e fazeodo os pro
ponentes expressa mencto em suas propoetas
de acceilarem sem a menor alterajao as clausu
las qne segatm. as quaes faro parte integrante
do contracto qne se tiver de lavrar.
Cada proposta deve ser acompanbada de do-
cam'nlos prcvindo baver o proponente deposi-
taos no Tn souro do EsUdo a qunutia de 5:UW*
em garantia a assigoatnra do contracto, si tdr a
saa propobta pretenda.
Julgada a coocorrencia, se restitoir* o deposito
aos proponeutes prejudicados e o ao propouenu-
prefcrio sera elevado a i0:U00, por occasiao d<
arsigoalnra do contracto par garanta da Sel
execavao do mesmo contracta ; esta caocao final
permanecer nos cofres do Estado at a expiracAu
ao contracto, e podera em qudlqaer tempo, a
vootade jo coatraciaue, ser convertida em mu
los da divida publica do Estado ou do Estado
Federal.
Clausula a
T,tulo I
Da quaiidade do gas
I O gas sera carooob, extraoiao do carvao
de pe Ira 00 onlras suostaoclas qae o p-ssam dar
oss coudlcbes em qoe elle exigido peto pre*
seule contracto.
II. Ante de ser lanzado na rede de cual sa
ci o gas ser expurgado de todas as materia
nocivas lauto 4 s ode publica como 4 bis con
cervac&o dos encnamentos e apparelho-.
III. a las do gas lei o poder illumiuaoie de
des vellas de spennacete das que queimaiu seie
Krsuimag e 01 tenia cenliarammuS oor bora, coi
respondendo a cento e vinte g ao.- iiikI' leo.
IV. Esse poder illumiuaute sei verificado em
pbotomelro aherlo, queimaodo se o gas uo mes
mo bico qae o da illuujiuacao publica em cada
asoaOaS.
V. As experiencias photometncas pata a ve
ilicicao do poder il ouiioanie, serao fetas to
tas as uoiies entre 6 e 10 oras e os seus resal
lados coosignados pe o ispe.-tjr da lluicn jco
em livro especial e s l> ua guurd De Srl euj
le das se addicioiiarao Mata resullauos pa.a
-e conbecer o poder illuuiitiaole meJio d>> deca-
di. inconendo o contraciaiiie > ->baixo se esialue. sempre qoe a m-dia >ia dca-
da, for lofenoi a 10 vela.- assim como si-aipieque
media de cada noite, loma-ia iso-adaiuetiie, ln
inierio a nove e olio >lenin s de vela.
VI. A prselo to gal em qoalque ponto do.-
eacaaamenlos pblicos jamis eeri meuor de
viole millimetros, nem uiaior de quatro tnilli
metras.
Titulo II
Dos Dico? da ihomiuago publica
Vil. Dentro do praxo 1.1: r j 0j.1v, 1 de doze
metes contados da dala da aSoigo^iura do con
l'acio, o contracUnU- levert ter sUbstUOldo li-
aos os aciuaes luco- da nluminacio publica o -
tucos rasgados, callDre 4 1/1. iinnui- s de rheo
metro hmido Oiroad e cousu uinoi 1.0 itrosde
n i pj: iioru com a .ure.-r-uu ue vi.ite m::i:me
iros. Uuia loleraocia J- 1 ',, a'.i mais e para
incoo* e concedida n'aqaelle cou-i-aio.
VIII De iutU'O esse 110.0 Uli O p 1 cr:i Ser
tiiuih m eub-utu 10 per 00: o que se iecooliea
n iiior. A uo.-ituicao polea s. 1 propo-i<.
pela empresa, ui- liante approva^-ao du Koveru.'
JO E-lado, oo ordenada por este, correudo -.i
qnalqu^" C.so as UcopeZiS por 1 uula d'aijuelia
IX. Em quanio u4o esti-er cpmpleumeulr
fe 1 u a subsiitui^.i de que. trata a c ausula 7', a-
expeneuciab pbolom incas de qje irala a clau
euia 4* se larao com o aciaalj>icode illuminaii
publica. >emelhaiileme!iie, si de (uturo se ter
1 uiu iar o novo Oteo, por eil cont:ouaro 1 -e
leitas as experiencias pbotomeiricas. eu.quaoio
nova subs'ituiCio d5o eoliver compieta par
lodas as laueiuas da iilammacio pibnca-
Titulo III
Da fabrica, suas Dependencias, canalisa^io e
lanttroaspuulicas
X. O compactante produzi o gas em urna ou
mais fabricas, seguado meihor lbe approuve
comanlo que jamis possa elle invocar a uni-
dme de fabrica para isentar-se de iornecer gax
onde lbe for reclamad*) lauto pelo E-udo como
peles particulares dentro do permetro da lila
iniaaco publica actual earea a accp rieniar, qa
ser marcada oa planta que elle deve assigear
por occasiio da a-siuatura do coniracio.
XI. O conlractaulv' maulera sempre a sua fa-
brica ou fabricas, gasmetros e olli -iu.is em
e-lado de alien i. r a indas as necessdades do
servido da linuiitiaco publica oa particular ;
lera as baleras de torno que Ion m precisas de
sortea baver sempre urna batera pelo tneno-. de
reserva ; empregar os apparel.'ios mais moder
no- para a aparado do Kai.contiuoaodo, porm,
-ouienie com os acloaes euiquanio elies basta
rem e salisliserem as neossidades do servico e
da boa aporacao ; mantera em bom estado o
actaaes Kasomelros e maoter ouuos onde lbe
coovier para meliior regulari-ar o nervlco da
.iiairiou>cu ; mas os gasmetros qoe montar
lora oa fabrica serto ligados a esta pr um coo
doctor virgem, de son qoe oem mesmo durauls
0 da a reguiari-lade da emisso possa ser per-
turbada ;>ei operaco Jo enchimento desse.- ga
xomeiros ; tui toos os mais apparelhos preci-
s is para a recular 10 a Je do servico ; maotera
sempre a l le de caualisaco publica e deriva-
Ce- at a porta dos consutu dores em bom esta
io e com os dimetros correspondentes ao coa
sumo.
XII. O cootractante maniera lodas as actaaes
1 .memas da illominaco publica e asseotar
oatras a medida que for autonsado.
As laoieroas publicas se compoem de columnas
ou arandelas de ferro fundido e da lanterna pro-
pnamente dita.
As columnas e arandelas actuaes serao con*
servadas emqosnlo esliverem em oom eUdo,
r.-ndo depois substituidas pelo cootractaote por
oatras do ijpoque sen approva-lo pelo goveroo
As coloioaas e araodelas accrescidas serlo
logo do typo qae o goverao a optar.
As adunes lanterna propriameaie ditas serao
leutro do praxo de tres anaos, cootados da data
Ja assignatura do cootracio, soistiioidas pelo
1 onlracUnle por ooiras do typo actual da cid-de
le Pars, isto exantemas com vidros curvse
reflrxos oa parte superior.
as t.ovas Lotero*s que se assentart m serio
loxo deste typo. '
Todas as lanternas publicas sarao sempre
maoiidas em peifeito esudo de asseio ede pin
tura e numerad 8 com algarismos de metal prete
nos vidros.
XIII. Para a remoco das actaaes I antenas oa
oHocac&j de outras preceder sempre ordem do
(overno No caso oe remoco correr a despexa
da remoco por conta do goveroo.
TuloIV
Da illcmmacoeseu preco
XIV- E<,leude se por illumioaca publica se-
ment a dos combustores assentes na via publica
e jardn- pblicos, cuj > Consumo corre por couta
do Estado. Toda a mais illuminacio qaer por
conta do Estado oa da raanicipalidade qaer por
conta dos habitantes e eoteadera por illumina-
gio particular, qaer ella seja ao interior quemo
exierioi dos edificios.
XV. Para a iliumiuacao publica correr por
Cuota do contractarite o foroecimento e o assea-
Umcnto dos cmbus'.or.-s, comprebeadendo o
ramal, columna oa arandela e a lanterna e
bem assim a rooservaco easseio desses oryos,
e a operaco de acceoder e apagr segando um
horario qu ser tixado pelo goveroo de acord
com o cumonmenio das nuiles.
XVI. Para a illamiuacAe particular lera o coo-
iracU'ile o privilegio exclusivo pa a o forneci
ment. asseaUmen a e reparaco do ramal al o
me i'io<- e o asseutamentoe r*tirada do med d r,
correodo as despetas por conta do consumido',
calvo as de asseutamenio. forneci nenio do ra
mal e sua conse vacio na extensao dos 10 pri-
meiro metros ccoudos do eocaraaento geral
de onde deve partir o ramal para o coHsamidor,
parle esa que se' a cusa do coniractaaie.
Koverno lixacu, de accordo com o cootraclanle a
tabella dos presos para essss obras por conta
dos consumidores, devendo esta tabella ser re-
vista de cinco em cinco anaos.
XVIL O consumo na illumiQaceo publica ser
contado na rasao de 100 litros de gaz por bora
de Uluminacio e por bico. Todo o mais consumo
ser ma*cado por medidores, llcando, porm, li-
vre em casos eepeclaes, accordo entre o contra-
llante e o consumidor para a contadera por biso.
XVIII Neohum medidor podera ser assenie
0 j reassentsdo sem que primeiro baja sido afe-
rido pela iospectoria dogas. Essaaferigo
gratuita-
XIX. 0 gai consumido ra illomioaco pu
blica ou particular ou outros mi-teres, contado
como cima Dea dito, ser pa^o ao contractaote
a razio de res por metro cubico, vigorando esse
preco a'. 31 de Dezembro de 1891: de entao em
diante, porm, o preco ser determinado por urna
escala movel, teado por base o consmalo do
a 000 precedente, pela forma que abaixo se espe
aflea-
XX. No correr do mez de Janeiro de cada
anno e pela prim.ira ves em 1893, o goveroo
far aauuncisr o preco do metro cubico de gaz
1 a a o respectivo anno tendo em considerago o
consumo do anno precedente, como se segu :
s) Por cada quinbentos mil metros cbicos 01
fraeco de quinbentos mil metros cbicos de
mal- qae apresentar o coasumo total do aono
menor omparati>amente ao de 1891, farseha
um abatimento de 1 res no preco do gas que
oouver de ser consumido no aono que princi-
piar e isso at ebegar se um dia ao preco de 160
res, que cera o mnimo.
b) Boienne se por consumo somente o gaz
aintado para pagamento.
c) U contractanie ap-esenUi st o dia 10 de
Janei o de cada ..nuo ao guveruu a erur.-tii s do
coa.-amo do sano anterior e o go'eroo sempre
que o emeader conveniente pouer mandar ve-
ibcar a exacuoo d'essa eslalialica nos livros
la empresa.
d) Jamis o preg.-i do gaz podera ser em qusl -
quer son supenorao doauno precdeme quan-
do mesmo v oda a ba.cr ditninaico no consum-
a o 'Olkl.
XXI U t>sz con.-umifJo nos edificios punli-
o.- casas oe aridade, escolas, e ni ..s ms 11&1-
; s de msiiu.cao "U >e beneficencia ser seni-
sre pago ojj um auatimenio de 33 sobre 0
ire(o que euto tlgcrar.
XXII. U roosomo de gas ser pago por mez
eiiciuo, effecluaodo-se esse pagamento at o ul-
t..uo ji. um ao uies ,-euinte. a taita de paga-
nento por par'.e do Estado, vencer o debito
ju.o- a rasao de 6 "/ ao anuo, no primeiro aono
8 % o seBUii.10. 10 "/i 00 t-rceiru de demora e
1.- m se^uidameuie. Na falla ce pagamento por
pa le do consum 101 particular o iu;unte
lera o direito de corlar a commumeaco do gaz
< =0 resiabelecel a quando a divida lbe Inr paca
a..1 os coiupet- me- juros a rato de 6 */o ao
auoo. Na laca do i>a .ment do iiiqailioo res-
pe >ie 11 propiieUno do predio.
XXIII. Os ujedidures rao do sy-lbema me-
tre o un uaoio se, pore 11, u^ar os que exis-
1 em assentes na data d'e.-tr coui;a.lo euiquan-
0 .-iivert ni em i) :u esiado ou po.it rem ser re-
jaialos. O eonsutjjidor livre de comprar o
ue 1,,1,ir a quem quizer, M lusi\e ao o mra-
i..nt -. qoe uVste objecio exercera sua indus-
ria eiu livre cjn> u .-o ia com o me cado ; nao
jo era, porem, o medid, r ser de um c libre
,upe>ior ao uuuero de bicos de gjz que houver
10 pre iio.oeuj ser assentado ou retirado por ou-
'.re-o que nao o ontractatite.
XXIV. A cana isag ao partir do medidor e
a 1 p irelims de iiiumitiaco corre n por coala
ios cousutui.iores (.-aiv.i lium najao pub'ica )
p ijeuj ser tendidos e assentes por quem con-
/ier ao cuiisumidor, inclusive o contracianle.
\i~ u'esse objecio exero-r sua industria livre-
Ue'lle
XXV >g co su iii.l .-r -s sao respoosaveis pelo
na^a.ueotO do gas entrauO ero soa rasas e re-
gstralo pe os medidores, etubora s- perca por
lefenooo mao e-lado de seus appar- h" de t-Iu-
ninaco ou oa canaiisagao al ni uo medidor.
XX /I. Ta Uu o couir.'i:' n s como consumidor
eiup.e que su peiiare.ii que o medidor tem dei-
uar da inspectora om exame o melidor, cor-
eoio a de.-p.-zi por cuota d'aquella das duas
jarles qoe redamar o exa ue. Si < -.ra o exame
for necessari j a reunid 1 do meiidor um outro
vr.i provisoriamente installado por conta da
arte reclamante, si por aoxi'do entre ellas nao
e asseour em avahar o consumo 00 interim
,ielo numero de bico-. O medidor, sendo urna
--opriedade do consumidor, si do exame reco-
itiecer se a o-cesstdade de sua ,-u i-tituico a
lov ile-peza correr por conta do coosumidor.
XXVil. O consumido'- jamis podera impedir
ao c.iuliaclame o lugres-m al o medidor tanto
para a eilura da marcacao como par entreter o
.iv.-l d'agua u'esje appareibo.
XXVIII Tanto o cootractante como o consum-
tur sao respectivamente respoosavets perante
os ir.oanaes pea traude que Inlroduzren no
medidor, rabendo a parte lesada accionar a ou-
ra oor perdas e damuos.
XXIX O consumidor nao pjJer nem permit
ara adaptar ao medidor appareiho de aaiureza
ilgama com o carcter lir.<<, e qualquer appa-
relao desse peero s sera adaptado canalisa
cao depois Ue paseado o medidor.
Titulo V
Do contracto
XX O cooracto geral para toda a rea da
.apiul do Estado e vigorar por espaco de 30
m-ios coolados da data de saa assigoalora. A
rea de qae trata a prestte clausula toda su
leita decima urbana da capital ou que de fu
'.uro e-iiv-r sujeita a essa dcima.
XXXI Durante o p-aso do contracto o goveroo
nao pudera nem conceder nem permitir qae ou-
tros assentern na via public tob s para conduc-
cio de gas de illumioaco, Oos aerio* oa subler;
-aueos para iran-porie de electricidade com ap-
plicaco a itluminaco publica ou particular,
aem tobos, tos ou cabos para transporte d;
juahjuer fo.r '1 le pos-a ser applicada Ulumi-
nago puolica ou particular den'ro da referida
rea, salvo accor.o amigavel com o contrac-
tanie
XXXII A todo o tempo, na duraco do con-
tracto, quando o goveroo quizer mudar a illa-
mioaco .1 gaz puolica, para a illumiiaco elc-
trica ou obtra qualquer, pider fazel o. dando
pref-reiicia ao cootraclanle oa na falta de accor-
io com elle para esse novo servico, indemnisan-
do o de =eu material, installaco e lacros ces-
sautes, segundo seoteuca arbitral, a qual, em
ca30 algum poJera tix ir urna quantia inferior ao
:a. nal immobilisado pela empresa, e mais dez
por cento se o facto se der antes de passados os
des anuos da data do contracto : se, porm, o
faci se der depois de pas ados esses dez annos
levaro os arbitros em conta o tempo qae faltar
orrer para a terminar> do prisa do contrac-
to e a coosideracio de que ao Hadar se esse
contracto a propnedade reverte ao E -lado sem
imdemnisacao algama.
XXXII! Dorante o praso do contra'to, o coo-
tractante dever ter seoip e em seus depsitos
oa no porto desta capital o carvio preciso para
o lornecimeoto de gaz de um trimestre e bem
sano um aprovisiuoameto ue tub >s para o des
envolvimemo e subsiuicao na rede geral pu-
olica, provavel em um trimestre. Com antece-
dencia de seis mezes o goverao fixar essas
quantidades a vigorar em cada exercicio.
XXXIV D otro do praso de tres mezes da
lau ua assi a'ura do coulraco, o cootractan-
te dever ter e arado para o Thesonro do K-ta-
to co n a qauotia de 994:i7528 a pagir se a
actual companhia segundo o araitramento feito.
para assnmir o servn, sab pena de licar sem
iTci-i perd-nd.i o oontractane o mesmo con-
tracto e o deposito de garanta.
XXXV. Para todos os effeos di presente
contrario sao nicos eompetentes o tnbanaes
Jo Estado de Peroambuco.
Titulo VI
Dj lasaevclo
XXXVI. A execugo do servicn qe fsz c oj-
elo do presente comracto ser fiscalisada p.'
um inspector nomeado pelo goverao concorren-
lo o co.iir.iclante com a quota aunual de......
0:Ot"Ja0O par* as despeaos e honorarios dessi
lOSpeccaO.
XXXv*II. Todas as obras qu-i o cootractaote
oouver de fazer, qaer em augmento da caoaltea-
co publica, quer ua sua f.briua e.depenj-'iria-.
-erao liscalisadas pelo inspector para que sejam
frita* roma necc.-s-iri s-gurunca e propriedade.
XXXVII. Cabe, oulrooim, ao inspector deci-
dir quaesquer quesies que se susciiarem entre
t empresa e 08 particulares qcanfo ao fornec:-
medto de gas e cootas* do Donss.no. ficaado li-
.-: :-s partes re.oreo para os tribunaes.
XXXIX No principio ae caca trimestre o
o.'itiacunie remetiera M inspector orna lista ce
pes oal de accendedores con as seas respecti-
vas residencias e oesignacid dos rcspeclivo -
d.strictos em qo< fonccionarero. Qualqmr alte
raefio nessa lisia deve ser imtccdiatamente com*
municada ao inspector.
TUulo Vil
Dispss'cO-s trerae
XL. Pe.a no smeafo do presents contracto,
o contractanie incorrer as seguicles penalida-
des :
a) Caducidade, se, como cima tica dito, o con-
tractaote nao houver assumido o servico e pago
a indemasaco a actual compinhia dentro do
prazo de tres meses .la dota do .'oulracto.
b) Caducidade se por culpa sua licar a cida-
de > escaras dorante urna ncite.
c) Multa de 600 tis por cana linterna publica
que for enconjrada com faiiu de asseio ou com
los mortecida.
c) Multa de 1*000 por cada lanterna publica
que for encontrada apagada noite, salvo se
prorar le o sido por estranbos.
r) Molla de 1:000*000 por cada dia de falte
do poder illuminaute e caducidade si. unta ves
imposta a mulla, o ccntractarjte coitinusr era
falta durante quinte .das consecutivos.


v
is

\
p

1
7


Diario de Pernambuco Saiibado 28 de Fevereiro de .891
'
/) Mulu Je 500*000 p.-r cda nfracco da
elaaaula relativa aprsalo do gaz e caducida-
ade si, imp> sta a mulla, o contrastante cooii-
aoar ein taita durmlr <|umte da- omsecuiivo.
f | Mullu -. 501* 00 e de 1 OtWJOOO na
reincidencia por lalu de comprmento de qod
ser ostra di*iosicao do con irado nao especi
eaio cima
XU No ruso de sirvirem de obtarolo a qual
que obra publica os tubos que o acnarun col
lcanos, o c utr-cuote d vea rroiovi-1 os e as
semai-os ond Ihr I0r detemioado, de accordo
eom as indicares d.i govemo e mediante ln-
dtmni8c4o da respetiva *ropreza
XL1I ronlracuaie remover a soa costa
8* aeaa eocauamentus qoe se acharem em ierre-
o particola; e sobre eiles se bouver de edificar.
O secretario,
_________ Sopkrouio E. ia Paz Portilla.
O Dr. Hiahello Florentino Corraia de
Mello, juia de dir to do civel deata ci-
dade du Recife, r-.aia.do da Pernambuco,
em virtude da le, etc., etc.
Fac saber soa que o presente edital
rirem ou d'elle noticia tTerem, que fiado*
oa 2U das da lei serio lvalas a praca a
m de lerem ar-ematud s por quem mua
e maior lance offerecer depoia da audien
cia d' ate jinao que ter !ug.r no da 28
do correte mea e anno, as partes do en
genho Uuia aituaao na treguesia doa
Afogado, o qual foi descripto pelos ava-
hadotrs pela forma se uinte :
Urna casa de vivenda de tij. lo, rtbo
cada, caiada e pintara, eontendo 4 sa
las, 1 saleta, 7 qu. rtos, 1 al, er.dre em
toda a extenalo da casa sobre columnas
de tijollc hlgkmaesado com areia e cal, tem
lita cas. 6 jsnellas de frente, 3 portas,
4 janellea do oitlo oeste, 5 janellas e 1
porta no oitlo este ; esi a casa exposta
ao sul e ui-de 2 metros e 3>>a ceotime-
:nis de compri ment e 15 metros e 80
.-enti metros de largara, tendo tambem 1
-ozinha intema. Est toda a coberta do
alpendre arruinada e a coberta principal
da casa traca, eontendo algamaa mos de
fbrea : o corpo principal da viv. nda est
em bom estado;
Um outro edificio sobre pi ares qaadra
ios rebocados, onde se acba a casa de en
enno e asbentamento, a parte de tijollo
est em bom estado, a coberta arruinada
i sustentada por mo de torea estando ja
abatidos doas claros de pilares ;
Maia fin edificio que servia de senaaila
:< m 6 metros e 30 eentimetro* de fundo
e 36 metros e setenta centmetros de com-
prime to, c'-m 8 compartimentos sendo
un com porta e jsnella e os nuis eom
porta somente, mcluindo na mesma senaal
a estribara, casa de farnha e cocheira
udo em mo eatado, eontendo alpendre
-obre columnas.
Tem a casa de engenbo 36 metros e
70 ceotimetma de comprmento e 16 me-
:ros e 70 centmetros de largara. Moeoda
morid* a vapor systema Robinson & Sons
om 10 ,-nooa de asara. Assentamsoto
7 caldeiras com as dimencoes se
HIPPODROMO
na
CAMP GRANDE
pin riu
S. R. J.
PROGRAMMA DA IV CORRIDA
QUE SE REALIZARA'
Domingo, 1 de lMar^o de 1891
Pellas
\atura-
lld.
s
CAr da vreall-
rroprlr lariaa
t* Pareoaa-aaiFaaeatar1000 metros Pequiras at 1 metro e 31 no mximo, podeodo en-
trar eicaas de Peruamboco qoe sao teoham ganho n'esla disUacia no Hippodromo. Pre-
mios : 1503000 ao 1, 30*000 ao e 15*t 00 ao 3.
Stella........
Bool Dger...
Rosa Branca..
BotrJardim .
Invicta.......
Zaina...... Pernamb..
Alazo..... c
Russa....... S
Rodado .....
Russa......
II
5o
5.".
N
n
Encarnado e prelo..
Brtnco. encar. e ooro.
Ene, prelo e branco..
B.C.
Coudelaria Arraial.
R. S. Motla.
E. G.
Antonio F. Costa.
PROJECTO DE D8CBJDPC0
Para a 12* corrida realizar-se no da 8 de
Margo de 1891
1.' PAREOInicio 1,000 metros -Animaea de Pernambuco qoe nlo tenham
gan o premios, pbkmios : 200*000 ao primeiro, 405000 so segando e
k'OMiOO ao tercoiro.
2. PAREO -HarMOmla-1,000 metros -Animaes pangas, premios : 200||000
ao primeiro, 4O0UOO ao segando e 20600o o te ice iro.
3." PAREOEstlMlo1,< 00 metrosCavado de Pernambuco qoe nSo teoham
ganho oestes ltimos 3 meses, premios : 200->0; ao primeiro, 40*000
ao segando e 2< 000 ao terceiro.
4. PAREOPerro Carril 1,500 metros Animaes nacionaespremios
300*000 ao primeiro, 6 000 ao segundo e 30*U00 ao terceiro.
5." PAREO Coacliaco1,100 metros Animaes pungas que nlo tenham ga-
nho em distancia superior a 1,000 metras nos prados do Recife e ani
ma, s de Pernambuco. premios : 200*000 ao primeiro, 40*000 ao se
gando e 20*000 ao terceiro.
6. PAREOPrado VraaaaosaeaBO-1,609 metrosAnimaes ei>trangeiros
PBkiuos 1:000*000 ao primeiro, 200*000 ao segando e 1*0*000 ao
terceiro.
ocledade Recreativa la-
?eatude
Sarao bimestral em soiemoisacSo ao 19* am>i-
vers- rio da bi'iliotheca em 1 de Marco
Principia as 7 horas da noite em ponto eflna
I hora da madrugada
Recommeoda se toda a simplicidade Das toi-
lette.
"ecretana do con-elbo administrativo da So-
ciedade Recreativa Juventude, 12 de Fererero
de 1891.
0 1* secreterio,
Manuel Baodeira Filbo.
1.a
* PareoI* ata Marra1.000 metrosAnimaes de Pernambuco qoe nao tenham eanbo nes
prados do R.-cife at 31 de Janeiro. Premios: 29OJOO0 ao 1*. M)*00 ao e 20*000 ao 3.
-om
gnitites: 1 e 70, 1 e 60, 1 70, 1 e 20, 1
e 10, 1 metro de dimetro, tundidas, sen-
do qoatr remendadas.
Casa de purgar eom coberta de tellia
e arruinada, com 16 metros e BO cent-
metros de comprmento e 16 metros e 70
i-entimetros de largura.
Terreno accidentados com valles estrei-
:os, tendo ama pequea parte plana, as
partes accidentadas e planas slo maito or
diaras, os valles sao terrenos variados,
ra compoatos de areia, ora de maasap
>endo oa terrenos desta ultima qualidade
a margem do riacho Ucha em urna pe-
ucea eztenaio oa no fundo de algum*
^rota.
O engenbo pode produair em seus ter-
renos bons 80 pies, termo medio.
Nos terrenos nio ezistem mattas vir
recs ape as algoms* capoeiraa. Avalado
por 12:000*000 vindo a ser as partea que
vio a praca correspondentes ao valor de
1:656099. l'enhoradas para pagamento
da execncSo que por este juico premove
Sebastilo Manoel do Reg Barros contra
Alfredo de Andrade Paes Barrete e soa
nulber, pelo que toda a peaaoa que nai
'JcLa qniacr lancar o peder faxer no da
ia praca cima marcado.
E nao havendo licitantes que cobram o
preco da avaliaclo ae proceder na forma
Para que chegue ao conhecimento de
todos mandei paaaar o preseote que ser
publicado pela imprensa e alosado no lu-
ar do costum.
Dado e paseado nesta cidade do Recife,
aos 3 de Fevereiro de 1891.
E'i, Peliciasimo de Asevedo Mello, es-
rvlo fia eacrever e subscrevi.
R-cit-, 3 de Fevereiro de 1891.
IHsbtUo FltreMti"o Crrela de Mello.
IG*laor......
2:iyd........
3 Gala.......
i Milano .....
5 Nictneroy....
6.Minador .
7,Pooillac.....
8'AHy.......
9 Yambo......
Z uno......
Rodado......
Alazo......
8
Gaslanho ...
Rodado...
Castanno-
Peruamb.. 53
* 53
55
57
* i
C 55
35
55
* 55
ouro.
Azul, violeta e
Lyno c ouro..........
Amarello e branco...
Axul. arnate rosa..
a *
Axul e ouro ........
Preto, br. e grcoat...
Cocd. Provinciana.
S. Jorge.
Bella-Vista.
J. G.
A. P. Tacqoes.
S. A. de Araujo.
Pema Jonior.
Luis Lins.
Cond. 1* de Judbo.
Encar. e bonet preto.
Pareo Balada de Pe r ata aa a sica1030 metrosAnimaes de Pernambuco qoe nao tenhsm
eaolin em distancia openor a 1.300 metio no Hippodromo. Premios : 200*000 ao 1*,
iOWOO aofe 20*000 ao 3*.
PAREO Coa.tolaro 1,000 metres. Animaes de Pernambuco que nlo te
nnam ganho em maior distancia nos prados do'Recite, premios :
200*000 ao primeiro, 40*000 ao segundo e 20*000 ao terceiro.
Observares
De accordo com o art. 5." do Cdigo de Corridas, nlo podro ser inscriptos
pareos Estimulo, os animaes Piramon e Maurty, no pareo Ferro Carril o animal
es.
5 animaes de 3
nos
Qau
Nenbum pareo se realiaar sem que se inscrevam pelo menos
praprietarios differeotea.
A inscripcao encerrar-ae-ha no dia 3 de Marco do correte anno,
da tarde, na secretara do Prado, rap do Imperador, n. 83, 1.* andar.
Recife, 26 de Fevereiro de 1891.
O SE RETARIO,
Franklin Seve.
s 6 horas
Colofso.. ..
Piramon___
Sans-Sooci.
Caubv .....
Ida.........
Rodado...... Pernamb.. 54
Castanno ... 54
Baio.. ----- 56
Castanno.... 54
Rodada..... C 52
Preto e bonet encar.
Amarello e branco...
Ouro e branco.......
Ouro e preto.........
Lyrio e ouro.......
Cood. Republicana.
Bella-Vista.
D. Aona L de Mattos
Alfredo Marques.
Coudelara S. Jorge.
4* PareoProsjresaa-i 000 metrosAnimaes de pernambuco qne nlo tenham ganbo em maior
dis ancia nos prados do Recife. Premios : 200*000 ao f, 40*000 ao i e 20*000 ao .1*
MvBo,....
Pbanseu...
GeiTaoL...
Vivas.....
Conforme
Potos! ...
' Humilde
8,Pyrilsmpo
9|Thisbe.-..
I
5
3
5
o
I
II
3

Castanno.
Zaioo.....
Castanno------>
Russo.....
Castanbu
Russo.....
Tonlillio -.
Pedrex ...
Pernamb..

57
57
57
59
57
55

Cond. Provinciana.
B. da Costa.
Cond. Aurora.
F. Ramos.
i. J. Valente.
E F. Camino.
A. F. dos Santos.
Grenat e atol........Joaqoim E. Ferrelra.
Azul e encarnado....iJoaoM de Almeida.
Azul, violeta e ooro..
Preto e branco.......
Encarnado e azul
Grenat e rosa........
a tul e encamado-----
Azul e branco.......
5* Pareo--Federara*
-1.200 metros Animaes nacionaes at meio sangoe, que nao tenham
ganbo em maior distancia no Hippodromo
DECLASACOES
Banco Emiss^r de
Pernambuco
EMFSSO
Fazemos publico que se acho em
;ircubcu oolu Ja serie 9.a estampa
." do valor de cem mil re;s (ioo^ooo)
de numeras 2:001 a 18:000 com lo-
los os caractersticos ds ultimas, Do-
tas de idntico valor enjillidas durante
o Imperio, e com mais os seguinles :
icima no Banco Emissor de Pernam-
'ih'o alvmo do lado esquerdo
, :m ouro nos lirmos do decreto
do lado direilo n. 253 de 8
de Mar?o de 1890* a rubrica do Gs-
cal e a assignatura de um dos directo
res, no verso em forma diagonal da es
pierda para a direila Com circulaco
m todos os Catados da Itepublica.
Banco Emissor de Pernambuco 23
de Fevereiro de 1891.
Os Directores
Dr. Jos Eustaquio Femira Jacobina.
Manuel Jo*' da Silva Ouimare*.
Dr. Jote Martellina Roza e bva.
Pbrynea.....
Thtresopclis.
Diavolo......
Cometa......
Blitt........
Castanbo - Rio de Jan. 49
Paran 52
Alazao ..... S. Paulo... 54
a C 54
Castanbo ... 51
Preto. branco e grenat
Ooro e preto........
Azul e braoco.......
Azul, branco e encar-
Verdeeamarello. ...
J. L G. Peona Jonior.
Alfredo Marques.
M. Pacheco.
A. C de Alboquerque
Cood. Independencia.
6* Pareo BesMsavIleat1.000 metros. Animaes de PernambucoPremios : 200*000 ao 1*.
404000 ao e 204000 ao 3*.
Gabinete Portuguez de Lei-
tura
AFSEXBLKA GERAL
Nlo tendo reunido se numero legal de
socios domingo 22 do corrente, s2 no
vamente coovidados os Srs. socios accio-
oistaa a reunirem se domingo 1." de Mar
90, s 11 horas da nanhl na sede social,
afim de darse cumprmento aa dispoeicoes
do art. 43 e seus dos nossoa esta
tatos.
Secretaria do Gabinete Portugus de
Leitura em Pernambuco, 25 de Fevereiro
de 1891.
Joo Jote Rodrigues Mtndes.
Presidenta.
Banco Emissor de
Pernaubuco
2.a ENTRADA
Os Srs. accionistas
excepcao feita da que pertencer ao concur-
rente, cuja proposta for preferida, a qual
spoder ser levantada depois deassignado
o termo do contracto e prestada a nanea
de que trata a clausula 6*.
4.* As proposiass se referem a preces
compostos por unidade de obra a ezeentar
tendo por baae o systema mtrico e aa es
pecincacSos infra.
5.a O recebimento e abertura das pro->
postas terSelugar no da 28 do corrente
em sessao doCooselho.
6.a Esuolbida a proposta ser intimado
o sea signatario para assignar o respectivo
termo de contracto e prestar para
garanta deate a flanea de 0:0004000 em
ttulos oa dinbeiro a contento do Cense-
lho, sob pena de nlo acudindo a intimacao
no praao que lho for marcado perder a
quantia de 1000000 res de que trata a
clausula 3a.
7.a O pagamento ser feitj pela Inten-
dencia Municipal do Recife em preatacoes
jq bimensaes, de accordo eom as medieSes
Empreza da Estrada de
Ferro de Ribeirao Bo-
nito.
A smbh prl ordinaria
Nlo tende-se realisado, por falta 03
num iro, a aeaaio marcada para boje con-
voco, na forma dos estatutos, a nova se-
slo para 24 de Marco prximo vindour -.
Recife, 26 de Fevereiro de 1891.
Joao de Oliveira.
S.R. J.
Nuciedade aterread % a Juvrnlude
St-ssao solemne pelo 1. aoniveraario da bi-
bliotbeca em 1 de Marco
Scientilico ao- socios qoe no sarao deste bi-
mestre deixa de te' lutrer a parle concertau:-;
do costme por cansa z sessao solemne, que
principiar as 5 l/i horas da tarde. Pede-se o
comparecimente de todos os socios e soas fa
millas.
secretaria do conselno admioistratiTO, 28 de
Ferereiro de 1891.
Manoel Bandeirb Filbo,
___________________! secretario.
Companhia de Navegac,ao
Coste ira por Vapor
De conformidade com o art. 22 dos
Estatutos, slo convidados os Srs. accio-
nistas a se reunirem em assembla gerai
ordinaria, na rede desta Companhia, ai
meio dia de 13 de Marco vindouro, afim
de tomarem conhecimento das enntas da
mesma, relativas ao anno prximo lindo
e procederem as eleices determinadas
nos g 7.a e 8.- do art. 2d dos meamos
Estatutos.
Recife, 26 de Fevereiro de 1891.
Os directores,
Manoel Jlo de Amorm.
Ceciliano Mamede A. Ferreira.
Sebastilo Lopes Gaimarles.
martimos
Pelotas
Piramon___
Manrity.....
Sans-Souci.
Tt- o piar....
Talispner...
Castanbo ...
Bato-!......
Rodado.....
Pernamb. 57
55

59
i 57
Amarello e branco.
Azul e 1 ora........
nuro e branco.......
Braoco e azul......
Verde e ooro........
Cood. Bella Vista.
Cood. Progresso.
D AnoaL.de Mattos.
Cond. 1* de Marco.
J. N. du Silva.
V pareoratean -1,000 metros.Animaes de Pernambuco qne nao tenham ganbo em distancia
superior s 830 metros nos prados de Recife at 30 de No remoro de 1890
Conforme...
Mjbot......
Viras ......
Orion.......
Yambo.....
Vingador....
Russo...... Pernamb. 57
Castanbo 55
57
Pedre...... 55
Castanbo----- 55
Rodado...... 55
Encamado e azul...
Azul rile ia e ouro. .
Grenat e rosa......
Azul e enramado___
Encaro, e bonet preto
J. J. Valente.
1 ood. Provincisna.
F. Ramos.
Thomaz M. de Abren.
Coud. 1* de Junta?.
8 PareosvsMatfsV-1.100 metros. Animaes pongas qoe nio teoham ganho em distancia
superior a J.OiO metros 00 Derbj e Hippodromo Premios: JOOiOOO, ao 1*. 401 ao S*
efOMOO ao3.
Transclave. .
Peniana......
Sopianga
Templar.-----
Tnli-piH'r ...
Rodado
Rod. ledrez.
Rodado......
Peroamb 5i
49
54
54
54
Rranco e azul.......
Lyno e ooro.........
Amrello e roas......
Azul e braoco ......
Amarello e rerde...-..
J. N. da Silva.
Cond. 8. Jorge.
a. B. 0.
i.oud. I* de Marco.
J. N. da Silvi.
OBSERVACOES
Os an>'maes inscriptos para o primeiro pareo deverio achar-se no ensilhamento
as 9 1/2 boraa da manhl.
Os forfaits serlo recebidos at sabbado, 28 do corrente, as 3 boras da tarde, na
Secretaria do Hipp -droino.
Os jockey qne nlo ae apresentarem convenientemente trajados com as cores
adoptadas no programma por seus patrSes, nlo serlo admittidos pesagem, e serlo
multados de accordo com o art. 51 do t.odigo de Corridas.
Chamamos c attenclo doa Srs propietarios e jockeya para os arta. 46, 47 e seas
|5, e o art. 48 do cdigo de corridas.
Recife, 26 de Fevereiro de 1891.
O secretario,
H. B. de Ftgueiredo.
Banco de ftri.ilH.co
liv dead* '
Sao conTidados is Srs accionistas a viren) re-
eui-r no escriptorio deste Banco, do dia 18 em
diente, o 9* dividendo de soas accOes. aa ratao
do 8 /# ao anno. correspondente ao 9* semestre
toda em 31 de Detembro de 1890.
Kedfe, 18 d" Fevereiro de 1891.
Jos Adoipho Rodrigues Lima,
Director Secretario.
Obras 4o mtlitora-
m$iito do porto
A Empreza de Obras
Publicas no BrazJ precisa
de carp as. Trata-se na
praia do Ramos, n. 38.
4'iT USrilTAVEL PlUlOE
(IHKRCIO
Avisamos que vieram da
Europa no vapor t Monte-
video e vao sahir da AI-
fandega 160 caicas com
cerVej t da acreditada mar-
ca La Hosa Alemana. 3
ANNOS DE GRANDE
SCCESSO
O fabricante com a sua
vastissim i imaginaban e res-
peitavel talento tem por
certo glorificado o seu no-
me na cerveja La Rosa Ale-
mana.
nicos importadores Hachado Pinto
i C, e vendem em grosao as importan
tes teas dos Srs. Q mes de Mat.os Ir
mos, ra do Marguea de Olinda ; Fer
reir Rodrigues A C nu ra da M~ore
de Deas ns. 12 e 14; Costa Lima & C ,
ra d ) Amunm e Lopes Alheiro A C,
tri-veasa da M*dre de Deus, Lopes Ma-
^albles d C Largo da Penha ; Domin-
gos 'jomes de Ainorim, ra do fiangel.
a aeeretarla a asusta Casa ale Bit
aerieartfla alusaai ae aa avaatlaiiea
.. procedidas na obra pelo engenheiroda In-
convidados a virem reahsartendencu.
dentro de 30 dias a contar' i. ^"^ J!58?8 22S!?!
7~! *** *v**i* provisonaa, procedendo o engenheiro da
de 20 do COrrente, a segn- Intendencia a znediclo final para presta
j____.____. r co de contaa e recebimento da obra
da entrada relativamente as Su.
suas h eco es na razao de! 9\ ?. receb,iment0 ** ob?,eri fet0
r a/_rtrt *, por odicaclo do engenheiro da Intenden*
10 [o OU 2( 000 por aC^aO. ciaaoConaelbo Municipal que disignar
tuna commissle especial para essa fim.
1G1 Pelo nlo camprimento de qaalquer
das clausulas do contracto, o contractante
pagar a malta de om cont de res.
1 i1 O contractante se responaabiliaar
pela conaervaclo das obras dorante om
anno sendo que s depois desse tempo
poder levantar a nanea de qoe trata a
clausula 6*.
12* O contractante renunciar os casos
fortuitos e de forca maior.
Especificages das o* ros
1.* A constru co ser feita absoluta-
mente de accordo com o projecto appro-
Casa em sessao de hontem resolveu que vado e fiscalisado pelo chefe do servico
foasem chamados as mies e prenles das Municipal.
orpbls em seguidas declaradas, para qne 2-* A constracclo dos alladidos edificios
as venham retirar do collegio, visto j, ser concluida dentro do praso de seis
terem completado a edade de 21 annos e meaes precisos.
nlo poderem a l> continuar, sob pena de j 3.a As paredes genes e pilares serlo
seren contratadas esaaa mocas para pres feitoa de alvenaria de tijolos commnsu
tarem seus servicos em casas de familias, com argamasa na dosagem de tres partes
e nlo forem procuradas no praao de 30 de areia e duas de cal preta.
dias. 4.a A cobertura ser feita de telhas na
PeJo Banco misor de
Pernambuco
Os Directores
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina
M L S Guimaraes.
J. M. da Rosa e Silva.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A junta administrativa deata Santa
i c v
Roas:
Vlgano Tenorio 1 a dar o. 96 1500U
nxigos Jos Hamos, terrea n. 113 lOiMJOu
Uou. n. IS 101000
Companhia Pernambacana n.S8 i. end l**0n0
Padre Flotiano o. 17, Cdsa terrea 151000
Anioaio Heunqaes n. 98 74000
Burgos, terrea o. SI I4JOU0
Lapa n. 9
(juidro da Dclencao n. 4 6*000
Ra Imperial casa terrea n. 151 SaAOiO
Sitio d Casa Forte n. IB 251000
Roa do Bom Jess 3* andar n. 13 151000
Amonm o. 47 581330
Palma o. 34 50100 Mrquez do Herval. sobra o e loii
o 11 60^000
Paleo do Panizo n. 99 9* andar 901000
Travesea da Madre Dens, sobrado e
armaznn n. 1 6S1500
Coronel Saa3SD33,33'. I
Secretaria da Santa Casa da Misericor-
dia do Recife, 26 de Fevereiro de 1891.
O e-crivlo,
Pedio Rodrigue* de Souzt.
Re laclo a que se refere n edital supra
1 Mana Ribeiro.
2 Anna Ribeiro.
3 Carolina Medeiros
4 Mana do EspiritoSanto Cavalcaate.
5 Mara dos Santos Cava cante.
6 Thereaa Luiaa.
7 Sevenna Chacjn.
8 Iaabei Ferror-.
'.' Acoelia de Oliveira.
10 Marcclla.
11 Maris de Vasc-incellos
12 Juaona de Vascoacelloa..
1 -i Francisca do Livramento.
4 Honorina Machado.
15 Vice cia Alves.
conaes com vigamento completo de ma
deiras de lei, lavradas e esquadriadas se
gando as indictcfas do projecto.
5.a O pavimento ser elrvado em cerca
de Om, 60 de solo, aterrado e calcado de
parallelipipedos asaentadis em argamasas
deca.
6 a Todo o edificio ser embocado, re
bocado e caiado interna e externamente,
sendo aa fai.-bndas sujeitas ao projecto e
as indicacoVs especiaes.
7.a As p. rtas janellss e ventiladores,
serlo fechad-s por tolhas massic&a, vene-
a anas e csxiiho com vidro de accordo
cam o projecto.
8.a As p ca de marcinerir.s serlo feitoa
de vinbatico amarello, convenientemente
aparelhadas e pintada a oleo com quatro
mos do tinta e asentadas na obra.
Para o porto indicado seguir brevemente o
agar norneguense Harald.* por ler parte da
arga engajada, contratando frete o resto da
que falta lbe.
A' tratar com oa consignatarios Francisco R
Pinto Guimuiaes, a roa do u-i o. 90.
Companhia Bahaua de Na-
vegacao a Vapor
Maoei, villa-Nova, Per" ui, Araca-
j, Estancia o Ikiia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
A.
Cou) mandante Freitas
E' esperado dos nortos cima
ateo da i de Marco e rt-
grsssar para os mesaos, depo.
__(lsdemora docostume.
fe -a carga, passagens, encommendas e dnbci
a a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigao 17
CEARGEURS REUNS
Companhia
DE
Liaba quinsenal entre
Pernambuco, Bahia,
Santos.
O vapor Crdoba
Commandante Duret
*-^>;A E* esperado da Europa at o dia
^ x 5 de Marco seguindo depois
da indlspensavel demora para
a vapor
o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro a
Bahia, Ki
Rio de Janeiro e Santcs
.ioga-se aos Srs. Importadores de carga pe os
--apores desta linha, qneiramapreseniar den'ro
le 6 das i contar do da descarga das alvare as
malqner reclamaco concemente a volme qae
Mi-ventara tenham seguido para os portas do
ui am de se poder dar a tempo as provi-
ie jcias necessanas.
xpirado o relerdo prazo a companhia nao se
eaponsabilisa por extravios.
.'ara carga, passagena, encommendas s di-
ih?iro a frete: trata- e com o
AGr^iTE
Aigisle Labie
9 RIJA DO OOMMKRCIO9
9.a As calhss de scoamento das aguas
ca iotendfcucia Monicip a; pl*iaes eerlo fetos de lomas de ainco
publico para conhecimento In W* soldadS e aasentadas lo telhado
de accordo com o projecto
Intendencia Municipal do Recife, 7 de
Fevereiro de 1891.
Lr. Antonio Clodoaldo de Soitza
Presidente
Francisco Faustino de Br o.
Dr Manoel CUmentino de Oliveira Escore.
6ilvino avaleante de Albuqueryue.
Joo yfalfredo de Medtiros.
Secretario
Joaquim Jos Ferreira da Rchoa.
O nselb,
do Recife faz
de todos o seguinte :
BA8E8 PAJU A8 CUNSTRCCf^ES. A FAZSB
POR EVPRElTADA
CondicSet das propostas
O Conselho Municipal do Recife resolve
lancar em concurrencia publica a construc
fio de dout edificios (typo de Hangar),
junto ao Cemiterio de Santo Amaro para
estabelecimento de carros fnebres, sob
as condicc5e8 segnintes :
1.a Todos os concurrentes, depois de
examinarem os respectivos planos que slo
j| franqueados no escriptorio do engenheiro
i n da Intendencia apresentario suas propos-
tas em carta fechada.
2.a Serlo firmacas por pessoa idnea
e mencionado o constructor, caso o con-
currente nlo seja profissionJ.
Os concurrentes, antes da entrega das
Ero postas de verlo depositar nos cofres da
itendencia a importancia de cem mil rsis,
a qual seri levantada no mesmo dis em
que forem julgadas as referidas propostas,
lndemnisadora
k directora deata companhia convida aos se-
nbores accioni tas a reunirem se no sen escrip-
torio ao meio dia de 3 de Marco vindouro, alim
de tomarem conhecimento das coatas do anuo
Ando, parecer Hecal e procederem s oleicao dos
notos raoccionarioa
Recife, 16 de Fevereiro de 1891
Joaquim Alves da Fooseca.
Antonio da C Ferreira Dallar.
Jos Ferreira MarqRs.
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado dos partos do
sol ao dia 6 de Maro
seguindo depois dadem
rv. -1u 'asleme nara Hcr-
v ux i'f.andc 3
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas aj
lasses qne ha lugares reservados para esi>.
a tencia, os quaes podem ser tomados em qual
qner tempe
Faz-se abatimento de 15 0(0 ero favor das fa
ailias compostas pelo meno de 4 pessoas que
agarem 4 passagens inteiras.
Por excepcao, os criados de familias qne to-
aarem biihetes de proa, gozom tambem deste
i .aumento.
Para carga, passagens encoiamenda e di-
Deiro a frete : trata-se com os AGENTES
O paquete Orenoque
Commandante Bretel
E' esperado da Europa no
dia 6 de Marco e segu-
a depois da demora ie-
cessana para
daMa, Rio de Janeiro, Buenot-Ayret
Montevideo
lembra-se aos Srs. passageiros do todas a
'asses qae ha lugares reservados pan esta
igencia, os quaes podem ser tomados em qnal-
quer tempo
-











i


__
Diario de Pernambuco Sabbado 28 de Fevereiro de 1891

Previne-eeakodeeos Srs.reeseedoresia-
naso -as aae oo e tttenderi a reclamacoes por
Jaa, nTforem recoobeddM n >xu da
cacana do TolDm^ ; ef aur-i-i de 4 no
ros a contar oo di da descarga da a vsrasgaa,
asverfco fuer qualquer reelanuco coocrneu
te a volumen que porventura tennam segado
Kioaportodoil, aflm ae aerem dadaa a
pe u proTidencias neeessariaa.
ajrttT paaiaetee i* lltiiitnadoo A
la* electrtcau
Para carga, pataagens ^^W***8 *
oseiroatretei.trau-se coai o* AGKWTBS.
O vapor Cordouan
Comman dente Dupout
E' esperado da
En i opa no dia 4
deM.rco, seguin
do depois da de-
n ra oecaataria
ara
Babia, Rio de Janeiro, BeenoaAyrea e
Montevideo
Lembra-te aos Srs. passageiros de todaa aa
ctasaea. que ba losares reservados esto agen
ca. qae os podem loma- em qoalquer lempo.
Previne-fe anda aos Sr recenedores de mer-
cadorias que .-o se atien ier4 a reclamacoes por
faltas qae forem reconbecidas ua occasiao da
descarga dos volumen; e que, dentro de 49 ho-
ras, a contar do da da descarga das alvsreogas,
deberle fazer quaiquer reclamac&o concemenie
a volomes que porventura teobam segoido para
portos do sol. aflio de seren dadas a lempo
aa previdencias necessariaa.
Para carga, passagens. encommendaa e di
nneiro a (rete: trala-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
43Asa do .ommereio-42
Leilo
Da armacre envtdracada e a fabrica de User
macarrao com todos oa mus pertenece existas-
tes na roa la Imperoiris n. 15.
ftabaada. m eorreate
A's 11 hornada nwohl
Por intervenpto do agente
(tu smo
Agente Briito
Leilao
De ama importante armacao de amareUo en
vernisada, e grande sorlimefio de bons generoa
de motbados. exiateotea no esiabelecimeoto sito
i Pnca de MjcmI Pinbeiro n 6 em nm on em
mais Iotas, garante se a chave da casa.
SABBADO, 28 DO CORENTE
A's 10 l/S oras
Prietas se de nasa ame tara cosinbar e de
ootrs para arromar casa, amo s que durmam
em casa dos patrOes ; a tratar na roa do Hospi
ci n. 81.__________________________________
Precisa se de ama aa de leite ; na Ca-
puoga, roa das Pernea bacanas n. 38.
Alogam ae as casas seguales :
Rea do Capitao Antonio de Lima n. 18.
Idea de n. SO.
A tratar na roa Marques de Olinda o. 8.
~- Precisa-te de orna ama para cosinbar e
satra para engommar ; no largo da amiga as
aeinbla (Forte do Mallos) n. 11, annasem de
Leilao
De ama mobilia de amarello com 8 cadeiras
de muaDH'ao, 2 ditas de bracos. 8 ditas de ba-
taneo. I sof, 1 consol*. 6 cadei-aa de junco, 1
cama para casal, 1 toilette com eapelbo, i cablde
para aliante, 1 mesa elstica, I aparado es. 8
qoadros, loocas para almico e janta-, copos,
garrafas para viono, jarros, candieiroa para ae
roaene e mullos on rus objectos.
Segunda fera2 de Mano
A'S 11 HORAS
No < andar do sobrado t ros larga do Rosa-
rte o. 89 por cima do restanrant Commercial.
O agente Gusmao autorisado fara leilao dos
objeclos anma mencionados os quaes foram
transportados para o referido sobrado.
Hoy Brasileiro
PORTOS Lx NORTE
O yapor Maranho
Conunsndante Antonio Ferrara do SUts
. <
fe" esperado aos portos do norte
at o dia 28 de Fevereiro. re
, gressaodi depois dad' mora do
______ atme para
Maceuj^ahia, Espirito Santo e Rio de
Janeiro
Recebe carga a balde r no Rio de Janeiro,
para Samo. Caoana. litoape. ParanagnA, An
teoina. S. Francisco. Iiaj bj Santa Camarina,
Rio Gronde Sal, P lo s e por tu Alegre.
As encommendas ;-erSo receidas at 1 bora
do larde do da da sabida, no trapiche Barbosa
m largo do Corno Santo n. 11.
Para carga, passageos e valores: traa se eom
os AGENTES.
PORTOS DO SL
O vapor Brazil
Jommandonte o enpitio de fragata Pedrt
Hyppolyto Duerte
E' esperado do snl at o dia 3
rde Marco e depois Oa de
ora necessaria seguir para a
Rrahyba^NTul, Jear, Amarrael, Ma
ranbio, Para, Obidos e Mai.oa
As encommendas se rao reeaaiaas al 1 or.
la urde do da da sabida, no trapiche Barbo
no largo do Corpo Santo o. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attenck"
sera a clausula (O* dos cunbrcimentos, que e
No caso de baver alguma reclam; cao contra i
eompanbia. por arara ou perda, deve ser fet.
por escripto ao agrate respectivo do porto d
descarga dentro de tres das depois de final)
soda
Nao procedendo esto formalidade a companhu
fita, acota de toda a responsabilidade.
Para passaaeM, frates e encommendas tra
a-.e com os
AGENTES
Pereira Carneiro k. C.
bzrxRuii do Commercw=*tl
lo nn|
IkMaTK
Pacific Steam Navigatiou
Companj
STRAJTSOFMAGELLAN LDjE
Paquete Sorata
Esperase da Europa at o di
8 de Marco e seguir de
"pois da demora do costme pan
?Valparaso com escala por
BE Rio de Jameiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encooimendaa e d
laeiro a frete: tratt-se com os
AGENTES
tt ilsoi. Sois L. Limited
10RA DO OOMMERCIO10
laMffK
United Staie? and Brazil
M. S. S. C
O vapor Advanee
v?*
E' esperado de New Tor>
at o dia de Marco
e depois de pequea de
mora seguir para a
Bakla, Ra e 8 aaelr* c !
Para carga, passagens, encommendas edi-
shsiro a (rete : trato-se com os
AGENTES
Henry Foreter & C.
8Una do Commeaor8
1* andar
*>HIA
l 4\*
DO
laTpgacio rostelra pr Tapar
Rio de Janeiro
(Directamente)
O vapor Beberibe
Commandante Ia tente Fabio Bino
*SfaV Segu no da 18 de Fe*ereiro as 4
Choras da urde -m riagem direc-
BTBTSts ao Rio de Janeiro.
Recebe carga at o da 87 e passagens at
s 8 oras da tarde do da da sabida.
Passagens de i* classe a 801000.
ESCRIPTORIO
Ao eam da Compankia Pernambueana
n. 12
LEILOES
Agente Petana
Leilo
Para fechamento de contoa
De 60 challes de cachemira. 36 cannsas de
actas, 8 espingardas novas; I piano noto. I dito
aaaao, i t*ico I geUdeirs, 1 mesa elstica com
7 laboas. 1 laatorio de canto com pedra, i me-
subas peqoeeas eom peoras, 1 tuarquesa, I
soartinbeira, I marqoetao com colxao, 1 mesa
som duas gaveu8, diteius moldaras e ontres
sbjectos qae erke veouidos sem reserva de pre-
aaaada, as aa carrea te
A's i toros
Na armaaem traTeaait do Corpo Santo
a 17
Smm*
t
BM>s>rffl> de raairo
A amoral
6.* aom versarlo
Rosa Anglica de Castro Amarsl manda rezar
urna misaa por alma de sen sempre lembrado
tllho Jos Hemeterio de Castro Amaral. na ma
tris da Hoa-Vi-ia, s 8 hora da maoni de se
gnod*-feira | -'e M reo ___________________
Leilo
De I mobilia de amarello com 8 cadeiras de
guarojcao 8 ditas de bracos, t ditos de balanco,
i sefa e S consolos, 1 topete para sof, 17 panos
de crochel para cadeiras e sota. 2 escarradeiras,
1 raodieirt para kerosene, Setageres, i qoadros,
I espelno, I cama francesa para casal com col
xao e copula, t tuiletie 1 commoda, I lavatorio
de amar lio. com jarro baca, 1 cablde de co-
luaana S cabides de parede, 1 marquesa, 1 mesa
para jantor, 8 aparadores. 1 banca com gaveta,
6 cadeiras, loocas para alnuco ejaotor, garrafas
copos, Ulheres, jarra para agua, irem de cos
nba e muito* ootn* obj. nos.
7erea-/etra, 3 de AYarco
A's 11 bx>ros
No Ia andar da Roo Kstreita do Rosario
n. 36
O tenle Gusmao, au'orisado pela Srs. D
M.na R isa da Pooseca Lima qne se n nroo p-ra
fura jo Estado, tora leilao dos objectos cima
mencionados.
AVISOS DIVERSOS
Alogam se casas caiada.s e pintadas no
fu idos de S. Goncalo, a 84 ; tratar na na d.
uperatr'x n. 76. ______
Aiagam-oe crotons e palmeiras para o dia
de carnaval, e ven>1em se flores de todas as
q^alidades e cravoa fat se bouquet a cbioes pa
ra casameolos por precoe cummodos, e prepat
ram se oandeijas para bolos a tratar na ro
do Caldeireiro n. 48. _______________
Aluga ce o S andar da raa do Amonm n
18, esto limpo ; oa -ua do Apollo n. 11.
Precisa se de urna ama para cosinbar e
ootra para strvico de cala ; na ra Visconde de
Albuqoerqoe o. 18, S audar ^___^^^^_
Aluga ce o S andar do sobrado o. 96 i
roa Paulino Cmara, com bons commodos ; a
trstor na ra ViscooJe u Albuquerqne o. 88. 8-
andar.
Precisa ae d urna criada oara copnra e
maif servifo Soledade n. 8.
Alaga se o sobrado n. 40 ros do Paysan
do, com commodos para grande familia ; a tra
tor atrs da matns de Santo onlo n. 84.
Frecisa-se de orna ama de boa
conduela, para casa de pouca lami'ia :
a tratar roa da Aurora a. 109 B.
A Fabrica de Teci-
do da ^orre, precisa
de meninos, e mulhe-
res.
A's almas caridosas
Mara Candida Wanderlev Aotran, vio va do
em pregado publico Candido Autrao da Malta
Albuqoarqae, moradora na ra de Santo Tbere
aa n. 80, teodo em sua companhla tres mocas i
solieiras, nrpbas, acbaodo-se oa maior indigen-1
cia, sem recursos para mant-r-se, vem recorrer!
as almas caaidosas qae a ssccorram e anxiliem I
na pelo amor de Dos, visto como nao eneberga
mais consa algoma.________________________
A's maes de familias
qbeoib Toaaoa filhob skmprk sadio
Admintrae-lhee o XARUPE ou a
flilas VeniipirfiYs
DO DR. CALASAIaS
ptimas preparocSea de maarrna
e rbuibarbo, poro a ezpulslo completo, aem
dores nem inconunodo, dos Termes
intestinaes on lombrigaa
(DAS CBBAHCA8 E DOS ADCLTOg)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO!
c Estas excellentes preparocSea nlo ne-
ceasitaun de purgativos como auxiliares
visto aerem purgativas por ai meamos. >
As pesaos* qne tm vermes aentem c-
licas tem constontementa diarrfaas, indis-
poaiclo, aenaocio de corpos qne ae movem
aos intestinos, endurecimento do ventre, e
ia renes, vmitos. Rangem oa den tes, qoon-
io dormem, e algumaa pessooa ezpellem
vermes com oa feaes ou com aa anatenos
dos vmitos. As creoncos apresentam aa
pupiilas dilatadas e inapetencia.
As pillos levom impresa o nome de
DR. CALASANS e alo cor de rosa.
1 eoizo de pilulas 1*200
I vidro de sarope liJ2t C
AS PRINCIPAES DROGARAS E
____________PHARMACLAS____________
Casa para al usar
Aluga-se a casa D. 80 da ma da Soledade, com
sraudes commouos, ponto as lado agua e gss ;
i traiar com Jos Antonio de Siqneira, na typo-
rgpbia do iornatdo Recife.______^^^^^^^^
Guarda-livros
Precisa se de orna pessoa habilitada em es-
rnpturacao mercantil ; a tratar na ma Bario da
Victoria n. 68.
Coiaba
Comprs-se goiaba em qnalqoer quantldade !
na roa Coronel Susssnna n. 848, amiga roa Au-
gusta
luedas braiileiras e porta-
fictas
COMPRAM SE AS SEGUINTES
Braziletras
Prato
980ris)
640rir(
3S0ris>l831al834
180 rir i
SOreis/
Nickel
80 ris1871
Portugueza*
D. Jlo Vouro
1718moeda de 16*
1711dem de 81000
1731 dobra de 84
escudos
1731-id mde 16 es
dos
Portomutas
<>u o
O Joto IV-1648
Moeda da Conceicao
Moeda de 406
Prato
Moeda da Conceicao
4-0-100 -100
LXXX XXXX-XX
lobre
V ris1 1/1
D. Pedro 11-1668
Ouro
Moeda de 14100
1669 idem de 4*400
1668 dem de 11800
Prato
I676--M0 r* LXXX
676 XXXX XX X
1.7 -ao rea
1681-400 ris
1681 -100 ris
11)81 -meio tostio
Cobre
I676-Vris.
16763 ris.
1670-1 1/8 ris.
Estrada de Luis do Reg n. 14
ou
Ra de Lomas Valentina n. 22
!. andr
Copeiro
Na oa dos Guararap s n. 98. pecias se
de orna criada para cosinbar e cutres servicos
de casa.
. Precisase de onViaes cigarreiros para
desliado ; na fabnca Vendme, raa Bario da
Victoria o. 39.__________________________
Precisase de urna ama ou menina para
andar com metimos ; na roa do rungel n. 44.
primeiro andar.
Prepara se cernida com pagamento adiao
todo por cada aatifeoaiora, por mdico preco ; a
traiar oa trrvessa do Paleto o. 18____________
No becco ios P-r re os n. 6, precisa se de
om criado para ca-a de familia
Aluga ce j I andar da casa i roa Nova de
Santa Rito n. 31, tem bons commodos, agua e
gas ; a ira ar n.. mesma
Precisa-se de um copeiro ; na roa do Pav
sandfl n. 19_______________________________
Roubo de cavallos
Porlaram do eng- obo Firmeza na Esr-ada,
doos cavallos, oa noile de 2U para 31 do correo
te : senoo nm lu-ao caxito, sordo, oteiro, bom
ao jad >r ha.xo. novo rom o p direi'o branco.
um caroyo no memo s preveniente de ua to
Iba, urna estrella na testa ; o ootro rosso, cas
irado ba pooco lempo, qne anda nao est cica-
trisada, aoaado- de baixo at meio nm Uoto
obrando, crinas e rauda comprinas, bem novo,
nao esto gordo : qoem os apprenender oa delies
der noticias exartos no mesmo eigeobo ou i
raa Imperial o. 136, recebera a graliflcacto de
1004 ao recbelos.
(Jaixeiro
Precisa-se de nm rapas nortngaes qne te aba
11 puma p rauca de f alendas e dsndo atestado de
oin comportamente ; a tratar na loja de tsen-
las em Alegados. _____________
' -AJLfJiL"
Quedraretender alosar o 1* andar do sobrado
n. 43 4 rna da Anror e a casa o 8 4 raa os
Un lio, eMenda se com o Sr. negreiros pra(>
da Independencia._______________
Co inheira
Precisa se de urna boa cosinbeira para casa
le pequea familia, que seja matriculada, e
lumia em casa dos pan Oes, oa roa de Feman-
tes Vieira n. 88.
Um sitio
Vndese um sitio on urna parte, 'perto de
laboatio, denominado Retiro, com maltas e la-
gar de plaoUcOes, casas de vivenda na estra-
da, tonto a parle como o sitio, com nascenle
d'agoa e plantacOes, dividindo so snl com s es-
trada da victoria, e ao norte com engenbo Jan-
Kadinba pelo riacho Qoeimadas, eso poente cem
o eogenbo So orro, nerio da estocto de Tigi-
pi e o no de Jaboaio ; a tratar na roa do Hos-
picio o. 61.
Residencia e padara
Alogi se t sobrado da ra Capitn Antonio
te Lima n. 30, com commodo para grande fa
nilia ; es le sobrado lem no fundo um telneire
:om dous fornos em perfeito estado, proprios
lara qnalqoer nadara ; a tratar na lilbograpbia
i-na Marques de Olinda o 8
Professora
27.21
Ra do Crespo u.21
Fazeodas que fcaram do anno passado e que resolvemos
vender pelos senu i ntes presos paraacabar:
Cortina dosde fil de odres o qne no de moia lindo a 8000 nm por.
Rob de esmbmio bordados para aenhora a tfBaV nm.
Nanank de core* padrOes miudinhos a 240 o covado.
Cintas brancas aortimento completo 340, 280 e 320 o covado.
Ditos, padroes de voiles a 320 o covado.
Polordines padroes oa moia modernos o 360 o covado.
Crotones branco e de coreo, franceses a 360, 400 e 440 o corado.
Lindos vodca trancados a 240 o covado.
Monpooaa rendo da china de todas aa cores o 240 o covado.
Merino de cores, ama so largura a 280 o corodo.*
Dito de duas larguras a 400 o covado.
Lina de cores de 200, 240, 320 e 400 o corado.
Organdy de coros, bons desenb s, o 700 o covado.
Etamines de cores com ramegem o 400 o covado.
Pechas de Un e proteodos de 14001' nm.
Colchas de rosti de cor a 24400 ama.
Setineto preta lian com nm pequeo deleito a 280 o covado.
Dita de todos os corea.
Pustlo bronco o 400 o covado.
Dito de cores o 160 o covado.
Bordados e entreo' ios a 500 o peos. #
S .rgelim de t das o cores. ______
Brim pardo com um pequeo deleito de mofo o 320 ocovodo.
CorteTde caoemira tinas de 34000.64000, 64000 a 84000 nm.
Bramante de algodio e linho.
Dito transado, airo.
Ondina de core poro roup de meninoa o 280 o covado.
Al parolo de seda preta o 700 o covado.
Merino preto de 14J00, o 34600 o corado.
Roupinhaa de Jarcey e brii-slo pora enancas.
Meato broncas e de cores paro borneas, senhorae e cnanoaa.
Chitas modernaa com barro.
Ltnbo pardo poro veatido de 360 e 400o covado. anmnnn MmMn s
Copas pretos de eedo, merino e cachemir de 204000 a 604000 cada ana.
Lencos, guordonopos, toalhos, atoalhados, brancos e de cores para aaaaa.
Crotones e chitos pora ooberto.
E mnitsa ontras fuados como estos que vendemos sem reserva de preoo
pois o fim nico liqnidarmos.
Pedimos a ataoacao das
f aneadas.
Urna senbora habilitada, otterece-se para lee-
;ionar em casas particulares o seguinte : porta-
!~r-, 'naces e Itolisao, Uieoriro e pratieo geo
^rapbia, geometra, trabalbos d'agnlba. flores e
sano ; a tratar na livraria Contempornea, raa
r de Marco n. 1 ____________________
Chcara
Alnga-se ama importante casa oa Capunga
ma das Peraambncanas, mareem do io, bonc
a trem perto, c m mu los commodos, sitio mu
rodo, com dous porioes de ferro, solto coc ja-
Jellas, em bom estado ; a tratar na rna Marque
ae Olinda n.6._____________________________
obran Francisco Coelb encarrega se de cobranca?
smigavel oo judicialmente neste Estado ou fjra
ielle. oflerece a vantogem de ter a longa pratica
ae vinte e tontos annos ; a tratar na travessa da
Concordia n. 41.___________________________
Antige, barato
Pedro Aflboso, arma sem n. 46.
Rus Agnaxinbas em Beben be o. 7.
Roa Itansnca o. 43 1.* andar.
Roa do Dr Ivo Miquilino rasa terrea n. 15 408000
Casa com soi&o do largo ao Mercado n. 17.
Travessa d Carino o. 10. loja.
Rna dos Gaararapes o. 96.
Coronel Suassnaa n 141 A.
Rna Pedro aRuoso o 46. 1*. andar.
Visconde de lupanca o 43- armazem-
Marqoex de Olinda n. 48. 1. andar.
Rosario o 38.
Baixa Verde n. 3.
A tratar 4 rna do Commercio n. a. 1.* andar
escripioro de Silva Guimaraes C.______
Criado
Precisa se de um criado ; no largo da Penba
n. 33, hotel._______________________________
Criado
Precisa sede um criado para compras e car-
e gir agua ; na ma da Palma n. 168._________
Palaces velhos
Compram se palaces velbos por bom preco :
na raa do Crespo n. 11, leja to Poto._________
Criado
Pncisa-se de om criado qne seja possante,
Fsra servico de fabrica ; na roa de S. Joto n.
7, fabrica._____________________________
Exmaa. familias e doarae amoetras de todas aa
lia ra do Crespo n. 21
UIJA 1K) CAMPOS
ns:nlieiii
_ se de urna perfeito cosinbeira para
casa de pones familia na Casa Porte; a tratar
na raa da Uniip n. 13.
Cosinheiro
Precisa se de om cesinbeiro ; na raa do Pay
oadfln. 18________________________________
Pharmacia
Precisa-se de om rapas qne tenha alguma pra-
tica ; na pbarmac a do Povo o. 34, i raa do
Bangel.___________________________________
Criado
Precisa se de nm criado para compras e car-
regar agaa ; na raa da Palma n. 108.
LULAS
rmra iraUmtnlo pnmptrn cara Ja*
Molestias do eotonaasjo e dos
Intestinos, moleottno do gado,
dispepsia, indisrestftea, clicas,
nauseas, diarrnea, prlaao do
ventre, taita de appetite. incom-
modos deuois da comida, enza-
quecas e dores de cabeea chronl-
eas, rhenmntlsmo e nievralarlas,
molestias da pello, molestias pe-
ridicas das senhoraa. c alis
destaa, multas ontras enfermldades que se
cUssiflcio debaixo de orna Inflnldade de
Domes, todas porm. oriundas da mesma
causa,a saber;
DesairanJps dos orsrlos de di-
gestau e slmIlacfo,
donde proven) a Impureza c o enfraqueci-
mento do sangue, com a debilidade e con-
gMtao de todos os oroto" vitaes do s js-
tema.
Procnrem-se
AS PILOUS CATHARTICAS K AYB,
rOBFASADAS POLO
DR J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-Uuldo*.
Dnapoazro Gs**'-
t
Candida J. dr Jeu Fonlf
Marcelino Jos Gac;>lv-s .laFoie, seus ir
mios, cachados. Aat< moda Co-1. Moreira. agr
o eom pn fundamente Is nessoss que acornea
Nhi- rain ao cemileno poblic i o cadver de ,-u.
muilo qu> riela rnn. sogra e iriu. Candida de
Jess Foote. e de novo coovidam aos -u- pa
reales e amibos para assistirem as mismas que
mandam rezar oo dia 28 do corrente, s 8 horas
da manha. na mair.z do Corpo Saoto, stimo dia
de 'en Menme'.'n. _______
t
tnna na Brrelo ae Sendunra
Obatbarel Trajauu Alipiu Temporal ue Men-
dooca, x>.jor Francisco Antonio ue Sa Brrelo e
capitoo Traj-oo Alelo de Carvalbo Meodoaea
agradecem corlialmenie a todas a- pesi>a- que
acompanh. ram Fepulnira os n- ls morlaes de
sea extremosa esposa, ttlha e ora ; e rontidam
a todM i'eos pareles pessoas de >ua amisade
para asFislirem a- nn<-as do stimo dia, qae
mandam rezar na igreja mairiz do SS. Sacra-
meiit" da Boa-Visia, na proxtmi segonda-feira
1 de Ma'ci.>,; s 7 horas da mnh, e por e-te acto
de relisiio e caiidxde >-g fi-r-am se desde j
s-m"":in-"e r.rnih rHos
t
Coadessa a* Ba Viola
ATonso do R<-go Barro- e Hara do Reg Bar
ros, filbos da lina a Co dessa da Boa Vi-u,
agradecem as pessi as que se dignaram acompa
nharseus restos monaes aliima morada, e de
novo Ibes pedem e aos dentis prenles e ami
gos sens e da tinada o caricioso favor de a-si-.
tirem a rrissa do se'imo da de seu pasamento,
qne pelo eterno repens de soa alma mandan
res r terca leira 3 de Marco, as 8 horas, na
igreja matiis da fresoezia da Boa Virta, e se
confessam desde ja sammameote agraiecidos
por ente acto de religii<'.__________________
Booa oaresi Le le
Joao Francn-co Leiie e -ua mulber D. Leopol-
dina Soares L ite agia>iecendo cordialmenle aos
prenles e amigos qu e dignaram acompanbar
al ao cemiteno pobino o cadver de sua \>' n
i cada eoteada e li'ha. Ros-- Soares Leile, \ d. m-
lies encarec lamente o f. n>r de assisiirem as
missas que por sua alma maodam retar na ma
tns ds Boa VisU, s 7 horas da man na de i de
Marco prximo, pelo que aoiecipam os seas
agr ec'm>-rl S
t
AtTenoo (arn.iro l.tni de Slbu
qii*rqu-
Joaquim Carneiro Lina <>e Altiuquerque convi-
da a seus prente e amigos para asistiris a
un-sa qae manda celebrar no dia 38 d_ corren-
te, as 8 horas da maobi, na matriz da Boa-Vi-
to, pelo eterno repouso de >e > desditOO (libo
Aguoso Carneiro Liosde Albaqaerqoe. pelo qae
desde ia se ronfes-'a irrade'ido. _________
'A\
Francisco Antonio Teixeira d F.-n s e sua
familia, pargidos do maior sentimenio pelo
fallecimenio da Exma. Coodessa da Boa Visto,
maodam rezar urna mis-a na igreja de S. Fran-
cisco, em Olioda, pelo cerno r< ponso daqoelia
Exma. Sra, as 6 boras da manha ao da 3 de
Marco viudonro, stimo oo sea passamen o, e
conv da a todos seu- prenles e amigos para
asssistirem a ar'o de religito e carHa ie.
f
Aaaella lilaolPerrelra
Caadido Mermes Ferreira e seus tilhos. convi-
daos aos seus prenles e amigos para assistirem
as oiissas tne maodam resar terca-fena 3 de
Marco, aa 7 I/I boras da manh, na igreja da
Soledade. pelo repouso d'alma de saa sempre
U morada esposa e mai, Amelia Li s Ferreira,
1 ano versaro d seu fillecimenio, pelo que
desde ja se C"-nfessam gr. iq-. _______
(uoludlu Fr.Brl.roSlarllB
4- snnivrrsano
Maria Honoria Tavares Martina, seos tilbos e
genro, coaviiim a todos os sens prenles e
amigos para assistirem as missas qne pelo ele-
no descaoco de seu sempre lembr do esposo,
pai e sogro. mandam celebrar na matriz do Cor-
po Sanio, ts 8 boras ds manh do da 28 do
corrente. 4- siiniverssno do sen faliecimento,
por cojo acto denligiao s caridade se coofts
stn d<-sde jS airrarttcdo".
HPiiriqu>l .*lf andrina aa
Oll%a Ollvrlra
Mara A. de Oliveira Lobo, Julio P. Lobo e
seus filhox. Luir A. da Silva Oiveira, Jos da
Silva Ohveira, agradecem atoaos squelles que
se diguaram acn panhar os rertos mortofS de
sua idolatrada m4i. sogra e av e de novo cc:i-
vidam a lodos os prenles e amigos para assis-
tirem as missas do seiimo dia, na igreja da So-
ledade. 4s 7 horas dam.nb de segunda fera
i de Marco, e desde j se coofessam agradec
dos. _________________________
Oiuida
loar Flguclra (arado
A tinador de piano
Pode ser procurado i rna do Amparo n. 8b
onde recebec hamado Jpara qnalqoer cidade d*
centro.
im nm
miirray I LanmaJi.
0 MAIS EXQUESITO
DO
Perfumes do Toucador.
Perfuma o Corpo e
Vivifica a Mente
NO BANHO.
Suj>enor a Agua de Colo-
nia pela delicadeza de sea
aroma e a dural>ildae de
sen perfume
10 LENCO.
Amas
Precisa-se de ama oerf-ita cocinheira e le
orna ootra para o servico interno de casa de la-
nilla ; no eses do Capibaribe n. 36.
Ama de msinh
Precisa se de ama ama que cosinbe bem t
ne saia ra ; a traiar na ra do Casogt n
14, de meio dia at 2 beras.
Ama
Precisa se de ama ama para cosinbar em cas:
de pouca familia ; Ea roa Conde da Boa-Vis
n 24 M.
Amas
Precisa se de doas amas, urna para osinba e
oolra para servico di aies>i o : a tratar na mu
Bar&o da Victoria n 31. apliga agencia de mo
veis,
Aira
Precisa-ce de una para co.-inhar e comprar
para "-a-a de pouca lamilla, ra do Livramente
n. i. 3" audar.
Ama
Precisa se de urna ;-ma que saiba e'gommar
a tra ar na ra "arques da n. 41.
as
P.ecisa se de duas ao as urna para chanta e
ootra para cosinba em Fernandes Vieira no
mert 60.
Ama
Na raa la Imperatnz n. 89, seguado andar
precisa se de urna ama pira cosinbar em casa
de pouca fami la.
Ama
Precisa se de urna ama para cosirhar na ru;
Pedro Alfonso d. 70.
Ana
Preci?n-?p de ama ama nara co-tnhar ; na ru
Eslieila do Ro-ario n 32. i- andar.
rnJk
Precisa se de ama ama para andar com crian
cas ; a tratar na ra da Uoiao n. 5.
An.
Precisa se de urna ama para casa de pone?
familia ; na ra do Leao Coroado (Mangneira
numero 16.___________
Ama
Precisa-fe de urna ama que seja boa coslnbei
ra ; na raa Bario de S. Borja n. 33.__________
Ama de leite
Precisa-e Ce ama ra do Hospicio n. 81.
Ama
Precisa-ce de urna ama para cosinbar e en-
gommar para doas pessoas, que durma en:
casa dis pairees : na rna de S. Joao n. 17. fa
brica._____________________________________
Curso uepeparato ios
Lerciooam se aigun- preparatorios em colle-
108 e casas particulares ; a tratar na ma da
Palma n. 80.
Tnico Ju-Mutamba
Est tcnuo. preparado com plaBtos pro
prledades conbecidas pelo nosso publico.de
melbor de todas as preparaefes at boje deseo
bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi-
pa r as caspas e es conservar no mais formse
estado, alm de ser um magnifico perfume para
a loillete.
Bnconlra-se venda em todas as principad:
pharmacias e lojas de miadezas.
Doxia 10*000 i Vidro 1*000
Depoetto
Pbarmcia Martins. Ra Duque de Caixas n.
Manteiga ingleza su-
perior
A 1*100 cada libra : vendem Goimaraes a
Vaiente. Corno Sanio a. 6.
%' andar
Aluga-se o segundo andar do sobra
n. 4, aa ra do Vigario Thenorio ; eat
caiado e pintado de novo, tractor na
typographia do Diario.
Copeiro
Precisa se de im copeiro que d fiador de
sua conducta na roa do Boa Je: as n. 22.
Al
ugam-se
As casas da raa da Amisade ns. 30 e 34, na
Capnnga, e a de n. 4 na travesea da Fundiere
do Recite ; a tratar na raa Direils n. 45, so-
brado____________________________________
Ao coraerclo
Declaro qne o Sr. Jos Walfredo de Lobo Cam
pello sabio da casa de Bartbolumeo Lonrenco
desde o da 16 do corrente, e nao me respoosa-
biliso por qualquer transai cao qne o mesmo
possa fazer.
Recife, 87 de Fevereiro de 1891.
Joaquim Lonrenco dos Reis Ferreira.
Vapor "J aguaribe"
Vende-so es'e vapor em bom estado de coa-
servacfto, crj3 cmara construida de lindas e
especiaes madeiras, prestndose elle anda a
fazer viagen* qae nio sejam de longo curso,
medanle pequeos reparos ; podeodo, em case
contraro, ser aproveado coito om excellente
potitio. para descarga de navios, te
As pessoas que pietederem e quixerem exa-
mioai-o. podem dirigir-se 4 bordo do mesmo.
que acnarao pessoa babiHtada adar-lbts qoaes-
quer explic; (Oes ; a tratar no caes da Compa-
nbia Pernambueana u. 12.____________________
Aluga-se
A casa da raa Sebssiiao Lepes n. 31 (antigo
travea do Gerquity), com commodos para
grande familia, com agua e baobeiro; a tratar
aa litbograpbia 4 raa Marques de Olioda n. 8. .

I"


\
a*

s


J
I



aff-t'miii
-r-
Wr*
VH
Diario de Pernambuco Sabbado 28 de Fevereiro de 1891
>ZL***+


op? iro e cosinheirr
Em palacio precisa-se d<
um copeiro e de urna cosi-
n he ira, que deem fiador de
sua conducta.
VINHO 00 POflTO
DE
HAUT NOliVEOTE
AUPAt.-.DBD,.SDMBS
Par este novo eaUbelecimenUCENTRO DA MODA E DO BOM GOSTO,
acaba de chegar de Pars um deslumbrante sortiment > de bjectos para preaentea,
idonioi de sallas, e dea aeguintea artigoe aem competencia neate mercado.
8edaa pretaa m peca*.
dem braneai e de corea, erando eacolha.
Qsea da aeda para vestido*.
Cachera i pretaa e de core*.
Cortea da II ricamente bordados.
dem de cambraia branooa e de corea.
Voiles de 11 liaos e emn rantagens.
Liado* cortioadoa para canuta e janellaa.
hicaa colchas o> ada e gmpure.
Almofadaa bordad* a otiro e a retro*.
Capa*, visitas e pelermaa de aeda preta.
Velludo* e renda* larga de seda.
Picha* de seda pretos e de corta.
Sfan tubas de anda pr-ta e er me.
Meiaa de aeda de toda* aa core*.
Chapeo* de a I de aeda para homena e aenhora*.
Loquea, fitas e rendas o que de' melhor ae pode deaejar.
Bayadres, coteline* e satina broch.
VeetoarioB para meninaa e meninos.
Bengallas de marfim e bano.
Lencos de aeda e de liobo con liatra*.
Ra Baro da Victoria n. 38

r .
[i
r
TNiCO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
ti^v COM aU'NA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATO*.CAL|
JIA 2
O Ton ir >
m*i$ tntrgico que derem
em prrgtr o* Conrelesctntu,
a* pestou dosis,
as MuHnrt, a* Crianzas dbis
a* Pttsts
frica* d* Constiiuiyit).
UVWHO DI wiALeAR^x-UiofellriioilleiicanienUwiiul^actlvos.ptricoinbttrtAnemla,
Chlurosc, Tsica, i DTsi-:i-ii. as <,a-rajl.is ou Guantas, a DUrrliOa atnica, a IdadecrlUca, a
taeabdau seral. as lonpis (ooTalcsceudas, ate. Km urna paiavra, lotlm aquciles estado* de Lan-
a-uklex. de Eimnagrcriiuonui. de K l- >m mor to Derroco, ai* quacs os !. nii^.-raincnUM de hoja (
KJsaMaaaa iwoiisuoilos. Bm I in. fharmmria J. VIAL, rmm ale- mrtM,
com Suosttncut nectttiriu
e inditptntarait na
formafJo a no dtienrolrlmento
d Carne
mutcular do* Systtma*
ntnrotot o otsotos.
**
t.' ntajf- M. DA ULTA llrl* afc* ai fkimiil
PAR A SEMANA SAMA
S na Lujadas Estrellas se encontram
OS searuinlesarti'os:
Cachkmiba preU i 600, 800 e 1*000 eis.
Hrhiko'i pretos 320 e 500 rea.
Etamines pretoa 240 e 320 rea.
Chajialotks preto de aeda 25000 e 24500 rea.
Gokuumao de aada preto 2* 00 e 2r$OO rea.
Scbah com um metro de largara 2i5500 rea.
Cachemiras aasetinadaa ricamente bordadas 14500 e 24000 res.
Mebinu's preto bordados de 24000 a 600 e 800 rea.
Mastilhas hespanbolaa.
GtJAatmcuM de vidrilbos preto para enfeiteade vestidos.
Bicos de bonde e de aeda preta.
Capas pretaa de c ichemira, aeda e renda guarnecida* de vidrilhea
Cortes de cachemira preta bordado a aeda de 254000 354000 reia.
Casacos de Jersey preto bordados a tranca e vi irilbos
LOJA DAS ESTRELLAS
OS NICOS BARATEMOS
4>b' e 58Ra Duque de Caxias 56 e
Telephone 210
58
Chiorose. A nemia, Cilhcrro pulmonar, Bronchlts chronica
.-tharro na tiexigi. Phtstca, Tosse conoulsa, Dyspepsta, Pallan:
Paraos stir'naes, Camarros antigos e complicados, etu
, i, a aTa****JaV as prtix^iraaa I
mi-cmiiiu
(CARDS BENEDICTU8)
ApprovitJo pula Inspi'Cioria Geral de Hygitie
Excel lente producto me i >c mal, especialmente confeccionado pelo
chimico pharmaoeatico Grammo, para a cara daa affeccoVa dos or-
gloa respiratorores, taes alo: defiuxo, laryngite, erou, bronchiU agu-
daa e ehronicat, asthma, ronquidilo, ton* eatarrho* chronicot e do t-
tomago.
Este valioso med oameoto recommenda-se pela sua enrgica
aceo TNICA, FEBRFUGA e EXPECTORANTE, para facilitar a
expalalo dos eatarrho jndmtmartt e auxiliar a franca respirucio Cada
frasco acompanhkdo de um prospecto explicativo para o sen nao.
GRASADO 66
A karmaeeulo porgttittat
A' venia na Nao 1 i~ -Ra 1. de M a rejo 11
Manoel da Silva db C.
23-RUA MARV EZ OE OLINA23
BCiFB
LOTERA
130
SSTAWI DE PERNAMBUCO
EM BENEFICIO DA
Sata Gasa da Misericordia da Bacila
15:0001000
HSTB6RAB8
A 19* parte da 2/ lotera des te Estado ser
sxtrahida impreterivelmente terca-ieira 3
le Marg.
Todos os pedidos de bilhetis desta lotera
levem ser dirigidos thesourara ru-i arga
do Rosa rio n. 91. andar.
PELOS OONTRACTAHTES
Bernardino Lopes Alheiro.
ADRIANO
OleodeFigadOdeBacalhau
toS
ioc-terruginoso to faina Casca as Laranja amarga
Este medicamento c ftcil de tomar, nao provoca nauseas,
e de cheiro agradavel. Pela sua composicao, possue toOs as
qualiiiades que lhe permittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, as AFPECCES do PETTO
a BRONCHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do seu emprege fcil, da sua accao multplice e
segura, da economa para os doentes, os mdicos receium-n'o
de preferencia i qualquer outro medicamento similar.
PARS, 209, rlaa^Saint^DerHs, 209, PARS
TtM>aMs sa Tooas as it.imcipaei MARaucik* no natsa.o
CONFIA" DAS FALaiflCACOIS E IMITACOt*
TRES GENTIL
Chapeo* e capotea o que de mata noridade ae naa presentemente em Paria
receben.
Au Faradis des dames
. sHATJ4
ALIMENTO
dos tumi *vrmd*Ttli da fmcil
Sen empreco i precioso pan as criaoaas, **
i Mas* aa $ a a asares, e atftnneate no mowtio
de desaums-kw. 0meiUtm m IfmHemM.
Jiangai1 a fcrfi fm$ wapl Si
wm 20 m m
250:000^000
LOTEIV DO GRAO PARA1
Prtmio maior 128:0901080
Lotera do Grao Para
Prtttio maior 60:000$000
Extractar alternadamente todos os sab-
>ados. Bilhetes venda as casas do eos-
(xaxo^-raTTXDFiJC'ri-v'a)
Um* alimentadlo reparadora, bem dirigida e
bem assimilada, leva ferro aufBciente para
regenerar o saogue doa anemita.
Bbacmbts.
HOJB, que o apparelho digestivo, geralmeote debilitado, irriiavel e mito de
taceos gstricos, carece da mair energa e cuidados para a sua reparacio orgnica,
de neceaaidade lancir mao de um preparado que, regulari-ando lhe as fuaeves, seja
ao meamo tempo urn remedie-alimento, grato ar- paladar e ao estomago, toleravel at
pelas peaoi>8 qne nlo posaam faaer nao daa dses moderadas e meamo pequeas
dses de quina e ferr i.
O VINHO AODRIANO, composto s de uva escomida daa qninta* maia finaa
do ALTODOURO (PORTO), e obaervadoa na sua rinifi.acle todos oa preceito*
recommendad recoostituinte, v-io corresponder perfeiumente aquella necessidade.
Udcos recebadores oeste Estad)
GUIMAMES & Vi LENTE
6 Corpo-Santo 6
fEDALBA W GWA
OLEO CHETRIER
| SialiliimS w*> aiostoSa,
ttmiet t tlmmt. o cm muitt
amnki u ontrHitam to
0 OLEO .e nGADO
K laUUO fESRLGISOS
emin$re o rarro mm on.
tmir Snaao da Vaatn, ntm
Npssn ri ra
M.rasdsraayiiiiaiHK.:)
**&*^g&&'
T&HOimm**** *
PLOMA DB BOHRA
aacaiTAiio roa toii aa
M*MAa4** IMklOM
0ArRAHA(BABUSOA
0LESTI4S 00 PEITO,
affECCSCS ESCROf JL0MS
CHLOROSIS,
MONA, OEMUOME,
TISIMPULKOlm,
MONCHITES, RCH TISfJO
Vinho de Coca
LICSNCiADOS PX* MSPBCTOaia DB HT01BW* DO IMPWIQ DO BSAMU
rUNDICAO GCRAL
ALLANPATBRSON&G.
44RA BARO DO TRIUMPH0--44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taxas batidas sem cravatjao
Arados.
MARAV1LHA CURATIVA
DO CnWMwT
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Sculo.
APPROV ADA E LICEWCL1DA
pr\u a**aaajaaaaj| cmi awytuau aa
Impcr Brasil.
* 8Iarflhm Carmllra ranwHo praauaa
xduraa, Oortadnraa,oaLaoaraoOaa. aiUnaadr,
raUuca o aaosue, faa i*rar a (nBammac.-ao. rfdm
m laeaMBo. Urao daaroramaolo, Caaaarat a parida
aaaTaaraa
A BiBrmTilhm Oaruria f aCBvto wuunti
cara rayala para ^oruadurav Eaculdadaraa. a
gactanadara do boUe aupertor aqaaiqacroatre
raaaadio.
4 MaraTilaa Caraiiva I tmcaaml para
odaaa BeatorrbastM. ac]a do .Sarta. dMOanafraa,
daa fasmOm. do Eaanaiaao. oa ar Hnsorrtioldaaoa
aUmorfctexaacura KOtpraa ni
A BgarmTJIfcCarmllTaumalUiluaroaapp
para Dar da ticaua, de mrrldoa, da Faee. maapii
5arana Memaja.
A MaraTlIhai Carailra oracaraopnapto
prreloao par Km rh-unauicaa, Alrljlo. OOr m
K%iaea na Junta ou r>rcaa.
A Mararllaa Caratlra o grande rapadlo
pera Baqatoaocla. Analaa. AmraalaJachaaaaoo
liSaaianilaa waiip "
MARAYilHAJURAK^
Dr. Humphreys de Nova Yor
A Verdadeira Maravilha do Scculc
APPBOVADA E LICENCLAPA
pela Iecf rtm Oeral da njalcao -la
Iaiaarto da Brasil.
A MaraTilaa CarmtlT raaiJlo omeapto
pra a PSadnra. Hacnucaauna, orntutoea, Ti>r-
oedaraa, Oortadun. ou Lareracoaa. Allina a <16r.
i aanfue, lax parar u fuBammava. rcdiu
A MaraTtlhai CaratlTa.^ ^^J^JJ ^J
FlunaTliai ii milTra i n i liamTm ifrtiltlMinT
A MaraiTlllia CanillTa S rinpaiDrnH para
.urarUlceraa.Chaaaaolia. A----
rtoa, OaDom Frlrtraa, Joanetaa a 1
A MaraTtlbn CaraHam remedto pronipto
l>araDlaiTbralnipl< aAdggj^asa-jaS&g
rindorr e Eafoladoraa, CoatnaBaa. Laora\-o. c
a Incnaoao. urao deaocrjjieimi, c taiaarar a ftrkla
como por encanto.
A Maraillaa (imli.i UI"|,, promptae
cura rpida para vurlmailara.. B.;-aMndoraa. e
^wuaadara do Sol. e .uperkir aqn^JqncTouDo
Maal,
A MaraTlIha < aratlvn hr.pagaTel
todaa Henaorrbaalaa. teja do Nariz, la' ^
dr* Fnlmoca. o i'tonia". ou a llemorrno
ilmnmilrraii iiin armpre t nanea faina.
A MaraTllfcan.-aj.z'lTaAainaUlTloDrompt^
Sm Dar de Dente, de Ounuoc, > aee. indiar^
Kace e Nt-nalgla.
A MaraTlIha Caratlra Inrerano protnptn
e predoao para D/.rr rbpqmatkT. AJcijao. Doro
Ra^dea na J anta ou ferttaf.
A MaraTlIha CaralTa #o craade reaaedlo
pera Baqunencla. Anfna. An.yi.-1..: i inriiaJaoa
baaaaaaal aiaian aajajo, euipr? >-mcaa.
A MaraTlIha CaratlTt- d- multo ralor
oooao lajeecao para o catarro, a Let.corrnee oa aa
riorr Braaoa. a antro carrenla! 'enaltante*.
A MaraTlIha CaratlTa lniMravelpar..
rurar Dleera, rilan aataraa. Anoaninaa, Paaarl-
Ohas Callo. Prlelraa, Joaaete e Tum.,n-.
.' MaraTlIha ^BrallTa^nIe..^l|)raBJplr
par DlarrhMi Imple. I o Dtanfeea i-nronlca.
A MaraTlIhaCarntlTa anaBaaM_y
Eatrebarau e CaTallarH,-a. peraTorree urea^p/aa*.
Plaadnraai' FAfoladura. Contuaor. Laceratar, e.
Erpscialidades do Sr. SoapbrfTs.
K< mrdlaa Kaaeciacoa,
TaKaetita Maravilhoaa.
KcBMdloe SyaailltIrav.
Eeatediaa Trterlaarlaa.
O Vanaal do nr. VTomphreT l4' pagina obrr aa
Bafermldadea t ulodo ;! <-ural* m da gratis, pede-
aeaoaeu boticario ua
HCMPUBKYS' MEDICINE CO..
1M Faitee strt-et, KEW YORK.
NICOS AQEMTE8
Para vedas em grosso em
PERNAMBUCO
Furia Sob'iibo I C.
DROGARA
A1 Rita Marque de (Xindr. n. 1
fu
gio
tune.
CREMEoeBISMUTHOUESNEVILL
lAMAVIsVa-
OIARRHKA, DYSCMTBfM
AS DICaWTOBal, <
lIDIOAMiMTO cor
DTSa>>a>S|a4| ULCBRAS DO ESTO*./
. CHOLERINA, OCEA-,a|ANJOE DB WINTM
a B QTramitaTVaXLB arar, a earaadetreCaira da CRUit DC aiSMUThr*
aa. araiaaaa fhiiraiiaa.
Peitoral de Cambar
O magno desidertum da sciencia
medica
para as molestias do peito e vias respiratorias
O trelforal ife Ctal >.tr*. qn iocontest .velmente urna
daa mais brhante i da ecie.:ei. med, i eu d-s maia nota-
veis tr i hob qu o ei geafao lo henn ra be eoaeeg'iido em proTeito da
i alta r.comrrei'd-cS.> nos elogios unnimes da
improiisi, nat dutir.c^Ses de qao tem sido camutado por diversas oor-
porocSes eeti ta:tn n-cionats c ya thtrangei'-as, o na voa do
poro, que ha/ de transmiltir ?. fama de aens beneJcios de geracSo a
gerijio
Eatj precioso medicaoieuto curasao tactos comprovadr s -
quer toase, laryngite, coqueluche, bron hite, Kshma, tuberculoae/etc.
Vndese, a o frasco, 13^0.0 meia dnaia e 24*9000 a
doaia, e t .daa aa boas pharmacia* e rro{^arisa.
vJ. > nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambuco
FRANCISCO MANOEL DA SUVA & C.
23RA MRQUEZ DE OLINA23
Dear i rec. o um ca. bomnno cinzpnto, da
raca Bol Do? qu* acodp ptlo ora- e esta com urna lr ira qoi- abraca o pearoco t
peito : qoeui o adiar e levar i uraca. do Tir
DraUs ii. i (amiea nraca de Pedro 1) sera are
tiHcado -.,01 iOJTOO._______________________
Aocommercio
A viova D ila-ianr-ii Marques Perreira roga a
todas a pefsoas qu so nlearem cn>doras de
seo floado marido Jjs R rtrianes Perreira, qne
tt nhaoi a bonrtnrte de mandar : presentar, na
praso de oil < dise, as conlat on tilol s qn pos
s-irfii!. r serrn ver flc?do* e mencionados uo respectivo
inventario a qne vai proceder, dos pos.-uidos do
mesmo tinado
Zqiecialldadat do Dr. Huatphreys.
Beairetloa Eaprciaco.
I'ntaeata MaraTilhaaa.
Beatadloe r> .-phiiiiiraa.
Remedio V< trrtaariaa.
O V nn.il do Dr. Huanphrc.T !M iKTlaaa obra aa
nfermtdadtw modo de coxai-a m: .agrau. peas
M ao ku boticario ou &
III M PI1BEYS' MEUI<~I >'E CO.,
1H Faltas atrae*, KEW TOBA.
nico deposito para vendas en
groeo na imperial drogara de F.
Manoel da Silva & C.
AVISO
^.j-.-r-yj-.rm-
sera

Excellentissimas Se aoras, Quereit
conservar a alvura da cotia, o avelu-
dado da pelle, evitar aa racha* assn
como as Picadas dos Mosquitos ?
.IP1ECAI COI TODA SEGORAMCJ
o Crome Espumoso
GLYCYA
DC
E. EAYM ATJD
aPar-fMmlarta-ChjrBQioo
Bate Crestae i superior aos Col-
Crtam, 4 G'yeerma liquida e moito
preferival A todos os sabonetes por sua
espuma leitosa aae rettitue A palle toda
a sua flriibili'Uue.
Iltisirtsslmos Senhores, queras
evitar as alfeceoee que poden atacar a
pella ? Aeeital amente para oa cuidados
do reate, paro a Baria, o Creine
hjjsaassaoaa GL.YVYA. mcoaspa-
ravei pela gna unctuosidade, de
E. HATNAD. perramkU-^hyBnco.
O Tesase GLYCYAcanserta-sa
sob todas aa temperataraa, mmmt fea
ramfo a Bato peras asa Dernuae ia*> e
afradavel.
Participamos uo publico e aos nessos fregne-
es que resolvemos desta data cu diante collc-
car sobre todj oa prodoctes sa idos de noasa
casa, a marra registrada, conforme o desena*
cima. Aquelles que nao levarem esta marca, po-
dero ser i'onsiderdos, como nao sabidos da
Botica Frnnreis.
22- Ra do Bom Jesus-22
Aluirara-se
As catas os. i 26 v !8 dama de S. .oia.
com i-ons rommodos, tem quintal e cacimaa,
esto lnpas.
A c.i-a i', il a raa 24 de Maia, com muile*
!coaim) com >epartiment.i, tnailo fresca, pintada de nato,
: ti-m ai rangeiras n. 29.
ca ftasasveo
PARS. lirWwriMr
rrmn-SY* 9U*m -> C-








Otario Pen&mbUco Sabbaclo 28 de Feveiero de 1S91
VENDAS


Vale se oo pt-rmoia-se om sobrado de
un nadar bem conservado por alguma casa 01
panes to no suburbio da cidade do Rectfe;
ai .-alar na ra l*a> Harto n 7.__________
Tnico am< ricau
Cam< can
Premiad* ata expMieato ale Paria de

Este precioso preparado a melhor composi
(lo conbecida para cooforlar e conservar os ca
Sellos. promove o seo resrimento, limpa a cas
sa. e fortifica o coor da cantes, e o qoe Da de
aali suave e odorfico para a toilette. A* renda
-m uro-so e a retalho uas priocipaes lojas d
nittd sas desta rapital. e i ra da Aurora u. 103.
ocposito ge ral na Fabrica de Oli s Vegetaes.
Pao centeio
Mello A Bisel tendo recebldo nova remeasa .'
arinha centeio, avisa aoa seos fregueses qu>
totinuara a fabricar este delicioso pao centn
osas as tercas e sextas tetras ; na ra rea r
ano u. 40.
Industria B a si le ira
Ctaide de^'brria
Fannba de banana comprida apropriada para
papa, em parte* ; e latinh;. com bananas sc-
elas, preparadas oor
LADISLAO GOMES DO REG
IfpoMln io iriiiizm
vaa
da Victoria Trleph. re323
ssa
Vende se urna casa muito em cont*, em
"instruida a moderna, -m ic-eno propno. coa.
8 palmos de freote e 190 de fundo, sita na rea
Aleare a t, mnilo perto da esueao de Arrod.
am A ana Fria : tratar na rea do Hospicio no
erojt____________________
Liiuniuc.
Roa Mrquez de Ollada ti
Armazem de cerveja, vi
nhos, champagne, licores
cognac, agua mineral, cor
servas, etc., etc. Unid
deposito da afamada cer
veja Phoenix de Dortmunt
e do chocolate Ph. Suchar.
de Neuchatel.
Agencia da grande fabr;
ca de charutos Danneman
&C.,S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha d
Ouro na Ex pos i cao Un ver
sai de Pariz, em 138)
Lopes & Araujo
Pan eugenhos
Connuam a ter em sen estabelecimenta grax
le deposito das mer donas abaixo declarada*
>ode os Illms. senbores de engenbos poderii
supurir para a nova safra, a precos sea cmr
peieocia.
Ca> nova de Lisboa.
Dita de Jaguanbe.
Oleo de moclo.
Axeite de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrapatb.
Piie em lata:.
Graxa em bexigas.
Gaxta de linho.
Potassa da Rnssia.
Roa do Livramento n. 38
Libras Sterunas
Vende-se na loja de oias de Augusto do Reg
t. C rea do Cabega n. t.________________
Feehincha
Farinba avahada, passada a saceos novos.
cada um com SO kilos, a 1 000 o sacco : quem
ina animaes aprivellem, a rea da Companhia
fmur bocana n 4, e largo da Penba n. 6.

%
Vinho puro de Santarem
Ha ajalata da Barral
Os proprietarios do Armaxeni Central, i re-
: o Cabag n. 11, aMsam aos seu disnctos frr
raetes eao respeitavel publico que receberau
ova remessa deste especial vinho, o anal
ecommendapor ser puro da uva, e s sereU
da em seu armaxem.
Jcaqaim Christovlo 4 C.
Telepbooe 447
rOLHETII
BIOK DE MA0
POR
JORGK PRAOKL
ftPRIMSXRA PARTE
K PEQUERRUCHA
(Cootlnuacao do n. 46)

Se a Claudio tinha reunido todo o cor
irt poesivel em uvno de ai, nlo se dav
. mesmo no miseravel reducto que servia
"a refugio 4 pobre Flor de Maio...
Nem m veis, nem co sa algama n'um
auto, rnantido por duas taboas, nm monte
de feno, no qual a pequea mettia-se
guando tinha fro,
a paredes ms, cobertas de nasa ca-
sada musgosa, fasiam arrpi.r as earn a.
Era um nicho, urna verdadeira casinbola
le ci, aquel'a mauavda ond a infelis
'nanea esta va c->n dem nada a vi ver.
A homidade, espesaa e pesada, distil-
av por toda a parto; a torra, mal batida,
je servia de aasoalho apresentava pocas
' -verdeadas.
Apeiar disso, aos cantos, so tocto, pro
: jrar-se^hia em vio ama toia de aranba ;
Progrtsse flore
Ca UN^A
Estabelecimento esseuciaJ mente moder
no na forma como primoroso no seo r*
hado sortimento de gneros alimontKo-
Vinhos
Fines do Porto, Moscatel, Madeira
MJvaiia. Collares e Bordeuux
Otgnac
Diversas marcas.
Whisky
Licores diversos.
Conservas
em fraseos o l Doces
Nacionaes e eetrsngeiros
iiU
Especiaiidade, verd- e preto
Fiambre e queijos direi-soe
Ra das! re- olas o.
Trlcpfteme I4S__________
Quard-napts a 10200 a dusia.
dem com franjas a 1*800 a dita.
Toalnas superiores para mesa a 44000 i
5^060
dem para mos a 2*600 a dusia.
Velbutinas bordadas e lisas a 800 re. <
covmdo.
Meias casemiras de cores, 2 larguras >
1,0000 o covado.
Caaemiras pretas, diagonal a 14800 o co
vado.
Cheviots asnl e prero superiores.
P unos para mesa a 14200 o covado.
Atoalhados adamascados a 7(0 rs. metro.
I olebas superiores a 24000, 34000 e 44.
0. bertas de ganga 2 pannos a 24600.
1 'ortitadoe bordados a 7 000 o par.
Setins braBcos para n ivas a 14 e 14200
Sedas idem para noiva a 1(5200.
Todos o artigoe cima eocontram-se
na ra Duqne de Cazias n. 59.
Laja de Pe reir at Hagalkies
TMTOIA \MAK\k
PARA TWGIR I^STA^TA^EA1IE^T
# BARBA E OS CABELLOS
Esta preparadlo que acaba de ser
reformada pelo sea autor e boje a
mais perfeito qne se pode desejar
para dar aos cabellos e 4 barba ama
bonita cor preta ou castanbo.
E' de um mprego fcil, comple-
tomente inoffensivel e nSo altera o
brilho dos cabellos.
VENDE 8E
BOTICA FRANCEZA
KOIIQUAYROL FKEHESIC.
14 Roa do Bom-Jesus (antiga da Cre) M
Pira linpir Beia
Superior pomada a 400 rs. a lata.
Lustre msianlnneo
|Rertitoe-ce o debro da impo-iancia seoao pro
-.ir n effrito deeiado ; no Novo Mundo, rea
tu. ti. Castro a>deiros ft C.
Viva o generaliss me
Xi*noel I) '(Inri da Fonseca
Antonio de Faivs. Perreir^ re do Livramen-
to n. 3 acaba de rer>ber um completo sortumnto de tamangos especiaes
e vende por preco raxoavet; assim como capri
cba constantemente em ter um completo sort<-
inento de calcado nacional para todos os sexos,
aonde vende por preco mais commodo do qoe
em outra analquer parte
Ver para querer
Movis
Vende-se, de peso que retira se para fnt.
os srguintes moris qu.isi novos : 1 elegante
iniarda vestidos, 1 exceiletite cama para ca-al.
com seus pertenres, lin o lavatorio com pfdra
marmore, i bonito toilette com pedra msrmore
e espHbo, I par de ricoo auarda loecaa com pe
dra marmore ees pe b'ie, 4 esplendidos quadrus
com molduras douradas, 1 mobilia de pbaotasi^
para sala de visitas, 1' marqnesoes de po rara>
e mais outros objerlos p-opnoe p.ra decorar
com Kosto urna casa de familia ; trata se oa nu
da Imperatns n. 14, andar, a qnalqoer no a
do da.
n aquella pobre crea'iira abandonada, um
segredo instucvo de asseio impelli a a
vaacalbal-as.
Seotare se sobre o feno que Ibe servia
de cama, e ah, com a eabeca entre as
mos, procarava por em ordem as soas
ideas.
O homem que estova alli, que tinba
querido estrangulaba, faser oouaa peior
ainda, eaae homem ia entlo ficar aquella
noite na Boloteira ?
E tremia, pensando que talvex elle vol-
tease e que ella sentira a sua mo feroi
apartarHlhe a garganta.
Na ponto dos pea levantou-se deragari-
nbo, eagaeiraido-se como urna serpento.
Sabio e procuren em to urna chave ; a
porta da sua mansarda fechara se apenas
por meio de um trinco.
Mas entlo, no patee, cooseguio encon-
trar um pedaoo de madeira, e, introdu
sindo-o no intersticio formado entre o
oblo e a porta, logrea feebal-i solida
mente.
Soltou entlo longo suspiro de allivio;
enterrou se ao sen fono, as noites eram
anda speras, e adormecen prof un la-
mento.
Na occasilo, a inquietaclo que ella ex-
perimentara, era mal fondada.
Rumio nlo pensava em f-ser-lhe mal,
e no entanto oc cu pava se d'ella.
Bruscamente, elle perguotara a Irma :
E este pequea?... E' toa filba?...
Nlo, nlo sou mil d'ella,
A resposU era nitida, precisa.
Ah I e como se chama entlo ?
E' a Pequerrucha, chamam n'a a as-
sim aqu na torra... E' idiota... Na
tom o juisu todo.
Bomlo encolheu os hombros :
Ora que tolice... idiota... com uns
olhos d'fcqaelles... Pois sim...
Se para olhar para os olhos d'ella
que queres fics.r aqu...
Nlo, Irmaainha ?... Ests louca...
LA KpS\ ALEMANA
Osar a cerveja La Rosa Alemana urna noces-
tuteas.
A ct-rveja La Rosa Alemana nao conten aci-
los on producto cbimicos.
Diversos attestados de celebridades chimicas
< donior-H em medicina. ]ntiHc&ai que a cerve
a La Ros. Ale ana e n>uiu> saudavel e Um
oberauo alimeoio, cujos documentos fleam i
iiopoficao do -espeitaval Ublicu.
Dix o Di :ienio Martioex carvajal, exsmi-
lei a cerveja \m Rosa Alemana, isenta de aci
H> ou nrodoicOis chimicas. orna combinacao
le vegttoes de iota libindade para qualquer dif
leuldade 00 estomago.
A preparacao da cerveja La Rosa Alemana
iiegon ao mais alto grao de perfeico. B' su
olime, muitissimo agrsdavel ao paladar, nlo faz
i6r de caneca, Hoalmeoie ama combinacao de
substancias poderosas para a boa alimentacae
0 fabricante da re veja La Rosa Alemana tend
onqoiHtado o ser. do da saodavel cerveja re
iser valer os secs direitos contra os falsifice
Inre8.
A cerveja La Rosa Alemana, posa de grande
oDceilo na Europa, e prometi usar de todo o
a ralo para com o brico para ter aempre a
v.jf.aibia do r>speiavel prbco de todos os
tss.
Garante o bom acondiciooamtnto; a cerveja
La Rosa Alemana inalieravel em qualquer cli
as
Du o Dr. P. E- Wereter, tenbo por mnitas
reses exmioado no laboratorio publico a cer
'eja La Ros. Alemana e nao encontr materia
-bimica, e sim urna gisao'ei-ca preparacao dr
.obstancias, que represt-ntam urna valiosa n-
lucia para alimentacao.
Est venda em todos os estabele:imec!or
le moldado
Uriicot importadora
Machado Pinto C.________
krmzzem 4$ m^
dwra
Hix Virujirz dH Henal n. 07
Vende-se pranchoes
de amarelio, verda-
deiro vinhttico, em
grande e pequea
quantdade, com 13 a
15 palmos de co*&-
primento e 8 pollega-
das de largura e U
de espessura muito
propv io para portaes,
peitoris de casas e
outras conatrueces.
ya Marque/, do Heriai n 37
WHISKY
H jal Blend marca VIADA
Esto relente Whisky Escocea pre
terivel ao ccqnac ou agurdente de cana
para fortificar o corpo.
Vende-se. a retalho nos me hores arma-
tena de nioibados. .
Pede Hoyal Blrad marca Viada
.uto nome e emblema sao registrados pan
odo Brasil.
BBOWNS 4 C, egettos.
Aos senhores deengenhos
Tr.-3ttlfh.lo de. cal
a>ertr m eaJ ale Uitaavaia e potasa*
Para alvejar e limpar o assucar
V. adi'ro Gimaree & valene
6Corpo Santo6
Tentadora
Com o lolo cima abrir-st -ba no da 1 de
Marco urna loja de inindexa* e pe fumarias a roa
Duque de Caxias n. i09.
Os propietarios deste eslabelecimemo, noin-
toito de nem semrem sBxmas iamiliaseeo
Kralatodosos fregueses que eedignaremde
1)060131-0, teem empregado >nrfa soaactividade
e esforcos, faxeodo assim acqoificao de um com-
pleto sortimeoto de miodesas e perfumaras, ar-
ugos de moda e pbaniasia, que so poderao ser
dendamente apreciados pelas Exmas. Sras e
cavalbeiros, qoe quixerem t>r a boodade de vi-
sitar Tentadora.
I ASADO & 0LIVE1RA
ata Duque de Caalaa lo
Taveroa
Vende-se uma ta*eroa sita no Espioheiro, ra
da Hora n. S-A, o motivo da venda se dir ao
comprador. ________^_^^_
Tainhas e graxa
Vende se em grosso e a retalho quartolas e
barris ; na ra P-dro Affunso na. tt e 11.
Um fedelho oo jo aquella... Nlo penses
nisso... Smento, digo que ella alo
idiota, que ouve tudo, que comprehende
tudo. Vi o peifeitameoto...
Olhaste um pouco de mais para ella,
e el:amento chegaei a tempo...
Asneiras. Era para lhe apanhar
os cobres"?.. ule tinha vintom, ji te dase,
e trasia a barriga pregada s costos...
Mas afinal de con/as nada disto me diz
como a pequen- se chama...
J te respond: a Pequerrucha.
Tomas-me acaso por algum algua-
ail?
A Caturra, se assim o preferes.
Nada d'isao nome de gente.
Houve um momento de silencio.
Finalmente Irma respo deu : *
Ella nlo tom nome.
Uma engaitada, uma bastarda ?
Irma me eou enrgicamente a eabeca:
Nlo, nlo isso.
II
N'essa noite, Irma nlo quis confessar
couaa algama a Rumio.
Era tacil de oomprehender entretanto
que na vida^da jamponia havia um grande
segredo, e que Flor de Maio de va ser a
tote de todo o bes estar de que Romlo
ia d'abi em diante participar.
Uma ves com o p no interior da casa,
Bomlo tornara-se dentro em pouco o se
nhor. Irma cahira novamente sob o jago
do marido. E o serraineiro era cruel,
tinha a mo pesada e quando beba um
pouco de mais erguia-ee com eztraordina
ra Escilidade.
O patife tinha a boa inspiraclo de nlo
ocoapar se oom a Pequerrucha.
Nlo lhe dingia nunca a palavra.
Irma dase Ibe : t Nao de ves fallar-lhe,
e n'essa circumstancia elle obedeca 4
mulber.
N
A USIKIO e frSOOO
VENOEM-SE
Loja das List ras Azi es
A
Raa Duque de CazJaa i
RETC \m A OLFO
Com ricks molduras douradas em alto re*
levo e oordoes por 25000 e maii
precos.
Retratos a < rajn
De tamsnho natural ricas molduras don
radas.
Para todos os precos
Esto em ezposiclo muitos retractos di
peasoas muito conhecidaa deat cidade,
paia o publico ver, e faser < ncoran endas.
Para enoommendar bastante mandar
um peqoeno retrato, en> cardo de visita,
nlo importa que sejt amigo, bastan'*
diser a c8r dos olhos e do cabello, par
ebegar um lindo retrato desejado.
A- encommendas s o teitaf
Ao agente neata cidkde
JOS' AUGUhTO DAS.
Roa Ruajsje de CaiJaa a. I
LOJA DAS LISTHAS AZUf
Vende-se
MAIS BARATO
\a I o Ja da Llairaa Azaes
A ra Duque de Caxiaa n. 61
Vestidos bordados em cartl a 50000.
VESTIDOS boroados < m linho phantasia a
94000.
Mikins lavrados infestadoa de todas as
c-irrs a i<> 0.
Folab de seda e Etamines de seda a
UMia
GoboorZo preto de seda a 20500.
Caxkmibas pretas lisas e lavradas a
14OU0.
Voailbs ph ntaxia largos a 500 reis.
I ecidos arrendados a 400 reis de todas
ss cores.
MoBlkt entranjado para familias a 30500
a peca.
Bbaiiantb de linho com 10 palmos a
107tO.
Atoalhado adamascado a 10250.
Guabdahapos de bonitos desenhoe a
20OUU a dusia.
Toalhas grandes e para banho a 10500.
I.OHTWAD08 bordados e de crochet a
70iOO.
Crochets para sof e cadeiraa 5 por
800*0.
Alcatifa para torro de sallas a 10200.
(,'oktinas de cttas, novidsde a 10500 o
metro.
E8PABTILH08 de i>etim branco para noiva
a 100 O.
E8PABTILH0S de todos os tmannos desde
40OOi).
Meias finas brancas croas e de cores
todos os precos.
Camizas para hoinena, meninos e se
nhoras.
Seboclas francesas de nbo e nacionaes
a 10000.
Leques transparentes para noiva.
Capbllas com ricos veos para todos os
precos.
Ebchovaes para baptizado desde 60000.
MlODEEAS tambero se vende mais barato,
como sejam: fitas, baleas, borrachas
para vestidos, ligas, grampos, phaata-
aias, eitratoa, pentes, escovas para
den tes. flores, bicos, rendas, bordados,
na loja de
los .4nfuis E tasia bem ; do contrario, Irma mjs-
tr. r se hia intratavel.
Nlo era por ioterease pela Pequerrucha.
Esta cooti..uAVU a receber as mesmas, se
nlo ma s pauc*ds ainda, porque nos das
em que Bomlo eutrava ebr:o, Irma nlo
ticiva de bom humor.
Romlo, alias, nlo quera precipitar as
coaaas Tinha o sen plano e segua o pa
cien tomento.
as redondeaas dera-se um tanto a
lingua.
toubera se rpidamente qne a mulber
da Boloteira hara tomado um criado, e
OS perversos riram malic osamente. dea
pois a fallatorio cessara, a oouaa pouco ir*
teressava, e ninguem mais tratou d'ella.
K >mo nlo sabia, nlo ia aldeia, encon-
trando aquillo de que precisara na Bo-
loteira; tranqutldade d'aquelh) recanto
perdido, nlo havia aido, portento, pertur-
bada.
ntrete so, Bomlo voltava carga oom
iavencivel persistencia.
Irma toatoa resistir, aoastellando se em
absoluto mutismo... Foi lhe forcoso, po-
rm, capitular.
E uma noite, apos um oaf muito co-
pioso, regado de soffrirel numero de cli-
ces, para faser companhia a Bomlo, que
mostrara se torno, amavel, e at galan-
teador, o segredo que Irma guardara no
fundo do coraclo subio-lhe aoa labios, e
oom a solemnidade do maior mystorio
confiou-o ao seu meigo homem.
A oouaa dera-se pouco depois do assaasi-
nato da Sra. Maureone em Ville d'Avray.
Foi durante a sesslo Irma ulo havia dito couaa alguma a
Romlo, mas apercebera-se rpidamente
de que um senhor, sentado sobre o estra
dq, detrs dos juisos, oceupava-se enots
memento oom a sua p ssoa.
Esse seabor, todo de preto, represen
tova a idade de trnte e seis a quareote
annos. Tinha physionomia taciturna, vaos
A Florida
Acaba de receber pelo ultimo vapor <
ue de maior nordade tom a populosa t
,rude cidade de Pars, os mais importen
s tefactos da ultima moda.
apel bordado com muite fantasa, proprx
para cartas.
romos de seda e de oloographia.
aiaas de msica com manivella para 10
0e 3001*3.
aixaa de msica, com corda, fechada
oom 1 a 8 arias para 7, 8, 9, 10 e
120, propriaa para presentes.
Cieos enxovaes para oaptisado a 70, 00
90, 100 e120000
dem muito finos ptua 160 a 200 um.
'imlosichoB com sombra com fitas e bioot
de Cimbris transparente a 30 e 30600
m grande sortimenb, de porte-trano/
para 600, 10 e 10600.
hampos dourados e c .m parolas a 200 i
500 rs. um.
dem de celuloide e dourados a 200 t
300 re. um
-..atojo para desenno de taiagarca a 30000
-tanderas de U dos Estados Unidos de
Brasil a 1060 30000 e 40000, oonfor-
me o tamsnho.
rande sortimento de bolsas de pellica *
de chagrn para 2, 3, 4 e 50000, para
senhora e meninas.
,'arteras oem estojo a 3, 4 e 50000 e
10500 e 20000.
iJrande sortimento de bicos de algodla e
de seda, brauoos e de cores.
Lvtos de ortos a 300 rs.
Ubuns de -cia e de chagrn, gost>
moderno, im. 'o um leqne.
.dem para eremos, <.siaa e asiese,
'Junadinhas para enanca,
tolcaa de couro para cobranca.
tevaihas de Roger Amlo americanas e.-
ctrcas e de 2 laminas, e afiadores con
. masas propria para afilar,
temos de flores para baile e casamenti
de 10500 a 40UOO um.
) Cabellcira engenbeiro invento a 50
rea.
ai8es e bordados de corea,
-tordados de cambraia de 600 a 10500 a
peca.
Jabonetes para tirar nodoas de caaemiras
sedas, lis e outras fasendaa finas di
900 reas.
culos e pince-nes finos, |dourados, bn
falo e nickel.
i'iDteiros para viajantes,
ispartilhos para 4, 5, 6 e 70000.
'ollarinhos e punhos de borracha,
'saetas de vidro a500 res.
talcas para menino de eschola a 20.OO
Sabonetes para basho com desinfectenU
a 40 res.
Pulseras americanas para 3, 4, 5, 6, 7 *
80000.
inneis e brincos oom podra imitando br
bante.
RA DUQUE T)E CAXIA3 N. 103
Altas novidades
Acabam de receber directamente da
Europa, um grande sortimento de surahs,
gurguroes, sedas, chamalotos, setins, da-
mas, etamine gases de seda e merinos pre
tos para a qaaresma, assim como uvescolhi-
do sortimento deespas ricamente enfeitodas
ultima moda; surahs de todas as cores e
leques de phantesia.
Asevedo Irmlos d C
16 BA DO BABAO VHJTOBIA N. 16
Feijio de Bag
Veide se este magnifico ffijlo a 4*500 por
cco de 80 kilos ; no tarso do Corpo Santo nu
aero 19.______________________________
Vende-se
A bfciu afrecue...<":a Uverna Bita a roa do So
:ego n. 70, e o motivo da venda o dono ter de
tirar se para fra do Estado.
M uita attenco
Ko bec. o dos Perreiros n. 6, recorta-se ba-
ados de todas as larguras e dos mais mode-
ro*.
Tavema
Vende-se o sntlgo e afrecuexado estabeleci-
meoto de molhado?, a rus dos Cocjios o. K
traUr na mesma.
A Esta^ao
Jornaes e moda Darisenss
t>ade-w aialia
Na Liviana Contempornea.
Carvo
Vende se na nadarla de Mello Blset
Uirga do Rosario n. 40, a 400 rs. a barrica-
negros, brilhantes e duros, e esses olhos
ulo se despregavam de Irma.
Apeiar d*s angustias que lhe causaram
os debates e o deaeulace d proceaso, por
que a mulher de Bomlo comprehendia
perfeitemento que a sua existencia e a d >
marido estevam apenas por um fio, a per-
sistencia intrigara-a vivamente.
Nlo era nem um juia, nem um jurado,
nem um magistrado qualquer que esti-
resse acompanbaLdo o proceaso como
Binador.
Nlo era to pouco um j rnalista, nlo
tomara nota, nlo diriga a palavra a nin-
guem.
Irma chegara at a interrogar o seu
advogado, juren membro do tribunal, de
grande nomeada, e que conheeia Paria
inteiro,
O adrogado i6ra obrigado a convessar,
muito rezado, que lhe era impossirel dar
um nome phisionomia do homem da
preto. (Era assim que Irma designara o
desconhecido).
No tereeiro da do jury, no momento em
que ella sabia para ser recondusida A pri
alo, quando os guardas mumeipaes fa-
siam recuar a moltidlo que acotoyellava-
se para ver os assaasinos, Irma sentio
uma mo tocar a sua ; metteram-lhe en
tre os dedos urna tira de papel machu-
cada e redusida a minscula bolota.
Quando ebegou sua cellula. desdo-
brou o papel e logrn deoifrar :
Coragem, um amigo rea por si. >
Tere o mximo cuidado de nlo fallar
ao seu advogado no mvstenoso bilbeto,
pergootando a si propru como pedera o
desconhecido velar por ella, pois nlo du
vidava um a momento da procedencia do
papelinho. Elle era lhe cortamente dirig-,
do pelo ha nem de preto.
Pronunciado o vtrediehttn, a sentonca a
vinte annos de pralo com trabalho nlo a
impressionou, tanto hara temido a pena de
morto...
PARA EUGEHHOS
QUIMA -:S pain aos seus fregueses e Illms. Srs. de
engenhoque, como aempre, tSmcigranda
depo;to os artigos abaixo meno nados
garantindotud de pnmeira qualidade e
prr^oa aeaa rmpete aria, a asber:
Cal nova de Lisboa.
Dita deJaguaribe.
Cimento Porlland,
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaes para mcb'nismos.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
(5 galftea)
Kerozene inexplosivo.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa da Rnssia.
(em caizaa, barriquinhas, latas grande
equenas.)
Formicida Capanema.
? Corpo Santo6
Ao commercio
Vende^i- a casa de p. .-io em boa lucalidadef
bem afregue^ada. o n oino da venda se dir ac
cuu-prador : trata-=e ra ra Bella n. i.

*


Tavema
Vende-b uma Isvern b para principiante por despender pouco capital,
o motivo da venda se dir au comprador ; a tra
lar oa roa da Aurora n. 85
rcixes s ecos en pe liis nasal-
muura, em barril
Vende-re por preco baranssiuio em grosso e c
retalho ; na tos Maiqoez de II rval n. 39.
0IDAZ.0
MUTA ATTENCO
Os melhores cigarros, que ha hoje
tanto de fumo picado como desliado ale
osM1NHA E3PEBANQA.
Olhai com attenco para o enrolucro ios
cigarros onde se l a paL.vra ESPE
RANgA.
Ha muito quem venda gato por lebre i
Nks grandes merciarias, as casas de
refoicSes, as tabacrias, nos saines dt
cabelleireiros, rndese os nossos ci
garres.
Deposito central.
Fabrica Minha Esperanza
Ba larga do Rosario n. 21 A
Teolphone 191.
Sabo hjgieuico de
alcatrao
Vende se de um kilo cima por prego muiU
commodo. e em pacotes de .00 grammas ; c
ma da aladre de Dos n. 16.
De Haya na
Cbaratos legitimosreceh<>o i
L1VRARIA CONTEMPORA.NEA
O FUMO
Higyenico Nacional
E' isento de qualquer composiele
iumica e nocir.
E' escolhido d .a melhores quahdades de
tmmo.
Um pacoto de 50 grammas custa200rs.
Fabrica Minha Esperaos
Ra largado Rosario 21
elephaatc 1
Azulejos
Cootiooam venda eavoot.de dos compra
dores, em lotes, por precos sem competencia, i
ra Visconde de Goyanna n. 45.
A sua sorte esteva fixada, la ser trans-
portada para hermont, ao pisso que Bo-
mlo seguira para a Nora Caledonia.
hagada a Olermont, apoesou-se della o
desespero da vida uniforme da prista.
O trabalho regular, o mutismo, e sobre-
todo aquello muro qne lhe limitara o ho-
r.xonte, reduaiam na a terrrel desanime. ..-
O re m.. rao nlo poda ter entrado naque! la
alma gaogrenada.
Voltava lhe, potm, continuamente aos
labios a phrase :
Ora, aquelle Bomlo aempre fot mui-
to idiota em deixar-es agarrar 1...
Quanto ao desconhecido, ao homem de
preto, mal atraressava lhe a mente de
quanao em qqando a sua recordaco.
E nada I nem. nm prente, nem um
amigo, nem o mas. insignificante laco que
a ligases a rida extariar.
Assim, pois, qual nlo foi a ao presa,
quando uma tarde o ebete doe guardas
toi ter com ella e disse-lhe :
Numer* 237, espe.-am-n'a no gabi-
nete do director.
J nlo era uma mulher, uma creatura
humana, era aimplesmente um numero.
O conoto posera se-lhes a bater com
violencia.
Tena commettido alguma infracelo do
regulamento?... Tena incorrde n'uma
reprimenda, n'uma puniclo?
Muito vermelna, m -io suffocada, entrn
no gabinete do dAptor.
Este con versa vr com um senhor senta-
do n'uma poltrona, de costas voltedas
para a porta.
Adianto se, disse Ihes o chufe.
E ella acbou-se face a tace com o indi-
viduo qne tanto a hara intrigado durante
o julgamento do seu proceaso.
(Continuar-te-ka- >
Typ. do Dioho, ra Duuue do Cax*s n. *%.
.
\


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E27SCUUC7_TKFNSN INGEST_TIME 2014-05-29T17:31:03Z PACKAGE AA00011611_17834
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES