Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17821


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Full Text

A
Sil.:
ao
I lili

SEXTA-FEIRA 13 DE FEVEBEIRO DE 1891




DIARIO DE PERMMBUG
PROPftlEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FAMA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
l'or tres mrzes a'lianiados 60OO
Por seis ditos uiera .' 12*000
Por um anno idcm...... 23*000
(.'.ida nnin-ro avulso, do mesmo lia. *100
SAO NOSSOS AGENTES EXO.FSIVOS DK PBLICAgOES NO ES-
i^iNGEIrrt)
Na Franca e Inglaterra : Os Sn&mMc, i'nncc & C, resideolc em
1'afH 3 : uo de IWcnce.
Na Allemnna : O Sr. fjgior Eislor residente em Ilamburgo
PARA DEiNTR' E FORA DO ESTADO
Por seis mezes abantados. 13*500
Por aove ditos idcm. ... 20*000
Por um nnno dem...... 20*000
Cada oumeio avulso. do das anteriores. *I00
TELEGRAMAS
ssti miicwa se sim
RIO DB JANEIRO. 12 dr Fer-reiro, As
11 horas e 90 mi utas d i u anhi
Foram aposentados:
O desembargado!-*: Benedicto Flix
de Suisa, Curio'aio A. de Loyolla, Igna-
cio da Caoba Louaata, C* vafeante d'AI-
bnqtierque, GastSo Beilesa, Almeida Sao-
'o*, e Oliveira "Lima;
Os j izci de direi.o: Matrtioiano Perei-
ra, J rita Lo! Jo, Goncalo Faro, e Alfredo
Mendes.
Fot removido da Relaclo do Mar
nblo para a do Recite, o desembargador
Joaquim Tarares da Cost Miranda.
Foram nomeados deaeabargadorea:
Da rtalacio do Maroblo, os juiaea
de direito Jo-. Marianno Ribeiro, Salvador
Vicente Sapucaia e Francisco Jorto Ca*
raleante de Albuqusrque ;
Da do CearA, o ira de direito Enca
'le Araojo Trrelo ;
D.i do Rio Grande do Sul, o jniz de di
.Icr njrao Mathiaa de Alrneida ;
Da da Cura**, o jais de direito, Ernesto
Ditt Larangeirc.
xm Foram nomoados jiizes de direito:
Da comarca do A'to Itapicur, no El-
udo do Maranhlo, o bac harel Antonio .lo-
nuim de SA Ribeiro ;
Da com re de K achlo, no mesmo Es-
tado, o uaaharel Antonio de Souta Ri
ociro :
Da comsrea de Mossot, no Estado do
Rio Orando do X rto, o bacharM Joaquim
Mano**! Vieira de Malta ;
Da comarca de Bom Jardim. no Esta lo
de I'ernombu <>, o bacharel Lnis Salasar
da Veiga l\ss6a;
Da eomarca de BO-i-Vista no mesmo
Estad>, o 6-iCbarel Francisco Xavier Paes
Itarretta ;
Df. comarca de Aiagoa Grande, no Es-
tado da Paraliyba, o bacharel Prxedes
Theodalo;
Da comarca de Brn^anca, no Estado do
Para, o bacharel .craldo Audrade;
Da comarca de Oe.ras, no Estado do
Pifruhy, o bacharel Candido Martina.
Furam removidos os juises de di
r"ito:
Baebarcl Candido Aires Machado, da
comarca de Aquiras, no Ccar*, para a d
Caaitt, no Para;
Bar arel Jos Francisco de Ges Ca-
Talca'ito, da comarca di Bcm Jardim, em
Pernambt.co, para a da Estancia, em Ser
g'pe, tic .indo seto effoito saa anterior re
moco o ;
Baehaial Eduardo Oorreia da Si Ira, da
-ir.-, de i > d'Alho, em Peruartbuco,
par.\ a de S oaroof da Mita no mes
no Estad ;
Bacharel Austerluno Corre a de Crasto,
.. enmarca de Igarap mirim no P*r,
,h a a de Ba.-reiros, em i'erastnb'-ic, fi
i-a d. 9<.ni cffeito sua anterior rercoclo;
Hachare! Airar B.rbnlho choa Caral-
ciate, da cosas: ca de Canhotiuho para a
da Pi d'Alho, ambas em Pernambuco, fi
.- r.do sem efteito sua anterior remoclo;
Bacharel Basiliano Marqm i Vieira, da
r marca do Alto Itapicuit'i- no Maranhlo,
pira a de Coroat, no mesmo Estado;
Bct-harel Alcebiades Dra:on d'Albucuer
uus Lima, da comarca de Moesoro no Rio
Grande do Norte, par a de Noaaa Se
nbora da Graja, no do Santa Catharina;
Bacharol Jlo Antunes d Araojo Pinhei
ro, da comarca de S. Rsymondo Nonato,
para a da Parnahyba, ambas no Piaaby;
i. chai el Iaaa Martin Rea, da comarca
de llt-chlo, para a de Barra do Corda,
rmbfls no Maranhao;
X>charcl Firmino de Sonaa Martin, da
comarca do CoroaU, para a do Brojo, sm-
ha-s no r.-lerido Estado do Maranhlo.
Foram nomeados:
Substitato do joia seccional de Pernsm-
luco, o bjcharel Munoel do Reg Mello;
Procurador seccional do PiaQhv, o ba-
iharel Hygino Cnaha.
=. Houvc muitas retormas e romeacSes
para a guarda nacional de Pernambuco
O Congretao Nacional prosegue na
vbtaclo das emendas offorecidas em 8.*
discassio ao projacto de Oonattuijlo Fe-
deral.
miite orriciiL
liorrrno lo Balado de Tcrmambueo
4 Sec^SoPalf ci do Oovnrno do Estado de Per-
nammbur > em (i de F-rereiro do 891
O !'eambargad>r Govarnalr di Estado, at'en
dendo ao que s rente em ffieo d 5 Janeiro lindo, e tendo em vista a
intarm8cit > p estada a 19 p :'o I) Jtiiz de D reito da co
marca de Garanhuns, resolve e:
tpelir o aegutnte
Deerero
BEOULAMCNT PABA 08 CBMITEBIOi PUBLIBOS EXISTSIfTBS
So MDHICIPIO DB (OHKi.STK
Art. 1 '"' A' Intendencia Municipal cabe a fisoalisaclo
e intpscjio do< cemiterios actualmente existentes e os que
forem contt-mdis do territorio s-b tamjurisdicc'o.
Art- 2 Em cada cemiterio pub ico havt-r um ad-
ministrador e uta guarda, que serao nomeados e demittiv
dos pela Intendencia, e o numero de serventes por ella
indicado.
Art. 3. Pa-a o lugir de administrador st Hornea-
do pessoa moralisada, que aaiba 1er e escrever correcti-
mente.
Art. 4. Ao administrador compete :
1. Tratar do rgimen do cemiterio, conservan-
do o aempre limpo e atssisdo, o ter em boa g tarda o
archivo.
$ 2. Pasear as certidfjs que Ihe forem ardenadas
pela lotend sncia, ou a requenmento das pa tea, perce-
bendo deltas, si nilo tarca notoriame*te pobres, mil reis
por cada urna.
$ 3." Laucar no iivro dos inventarios a relaclo de
todos os movis e mais cbjectos pertencentes ao cemiterio,
remetiendo copia Intendencia, debidamente authenti-
cada, com t d.c'aracSo das que se acham em estado de
consumo.
I 4." Abrir em livros competentes os trmos re
bitos.
5 Fornezer urna guia aos encarre^ados dos en
trros e recber delies a importancia estipulada.
6." Indicar ao coveiro os logares em que devem
ser sepultados os cadveres.
5 7. Assist'r as exb33 para trasladadlo dos
restos mo toes, a requerimento das partes intereasadas,
que pagarlo por cada urna qoinhentos reis (50 i) salvo
das peasoas nton nente pobres, precedendo autora co
da Intendencia.
| 8.- Pr< partr as cont s das despesas ordinarias e
extraordidaras e sssignar mensalmente a folha dos em
pregados do cea iteno, atirn de seretn pagas pelo Procu-
rador, precedendo autorsaclo da Iotendancia.
$ 9.- Inspeccionar : s obras dentro do cemiterio para
que sej m taitas de accordo com os planos aporovados
pela Inteadenci i.
$ 10. Pr. star no tira de cada trimestre contas pe-
rante a Intendencia, aprescatando mappas estatisticos das
pessoaa sepultadas com a d-cirselo do nome, idade, sexo,
protisslo, estado, cor, n;t iralidade, molestia que den
causa A raorte e o numero da aepultura ou catacumba
em que j .ser o cadver.
| 11. Propor Intendencia as medidas que julgar
conveaientea para reguUridade do servico.
12, N.o faser enterramento algam sem a certi-
dXo oo escriv3 de pas encarregado do registro civil, de-
vendo lancar no verso da mearas certidao o numero da
sepultura eT que dever ser inhumado o cadver.
Nos cemiterios que Histarem mais de urna legos do
cartorio d i official do reg-stro civil poder se ha faier enter-
ramentos com autoriaacio do Inspector de qnarteirlo,
onde se tivor dudo o tallec ment, na qual se menciona
rio os reqnesitos estabeleeidos no artigo 77 do Regala-
ment ann-xo ao Decreto n. 9886 de 7 de Marco de
1888, e della remetiera o administrador copia ao respec-
tivo tfficisl do registro.
13 Permanecer no cemiterio das 9 is 12 hora
da manhl < das 3 s 6 horas da tarde.
Ait 5-. Ao Gu rda compete :
? 1". Abrir e techar o cemiterio ss horas indicadas
no presente rogu'amert >
$ 2'. Cumprir as ordens do administrador.
5 3. Servir de coveiro as inhumares dos eada-
roro*.
$ 4". Lar. car no versa das guias, as quaes serlo
entregues no fim do dia ao administrador, o numero das
scpultur .a em que forem inhumados es cadveres.
% ". N3o perroittir a entrada de cadveres no ce-
ro to sem que Ihe seja a presentada a guia do admi-
nistrador ou ordem por eacriptodo presidente da Inten
der.cia.
8 6. Abrir e fechar as sepulturas nos logares indi-
cados pelo administrador.
S 7". Fazer todo o servico inherente as sepultaras e
o mais que Ihe for ordenado polo administrador de ac-
co'do com < st-i regilamcnto.
I 8". Ter sob saa guarda e responsabi'idade toda a
ferramenU e ntentilios do Cemiterio, velando na sua
conservaclo e nfto podendo emprestal-os.
I 9". rlantar arvores e Boros nos logares indicados
peta administrador.
Art. 6". Os entrramelos lo feitos em sepulturas
commun, em catacumbas e em tmulos A perpetuidade.
Art. 7*. Os terrenos para sepulturas oommonu serio
divididos em quarteirSes, marcados por qnaiqner divisio
colli cond > se em cada urna sepultara urna croa de ma-
dura ou de ferro pintada de preto com a numeraclo
respectiva pintada de branco.
Art. 8. O terreno para ama sepultara tara dous
metros de eemprimento e oitenta centmetros de largura.
Art. 9. Sobre os terrends obtido para sepulturas
A perpetuidade poder se ha lvanUr, sem alteracio da
pltnta do Cemiterio, mausoleos, catacumbas oarneiros,
depois de spprovado o respectivo plano pela Intendencia,
a qaem p .siar a pertencer o terreno caaa faileca o con-
cessonario sem berdeiro legitimo.
Art. 10. As catacumbas serlo edificadas nos lados
ou encost do Cemiterio em duas ordens, urna sobro ou
tra podendo tambern bavsr outras duas ordens em frente
estas em lindas psrallelas, sendo todas numeradas.
Art 11. Somanto dousannos depois serA sepultado
ontro cadver em catacumbas jA oceupadas. Aquellas
em que forem inhumadas creaness de menos de nm anno
nao poderlo ser abenas antes de 18 meses.
Art. 12. Tros meaos antes de findo o praso para
abortara dss catacumbas, o administrador affixarA edital
chamando oa intereaaadoa a reclamarem os restos morcaes
nellaa contidos, os quaes, se nlo o fiaerem em tompo
serio laceados em nm lugsr oommum psra rste fim dea-
thsade.
A.-i. 13. De c i .i car:.cumba da luiendencia oo-
m>r se ha vite mil reis, e motad sendo para menores
de.oito anndk do sepultura perpe'ua 0i$O00 ; de sepuU
tura comraortr treze mil res, e matado sendo para meno-
res de oito ranos, e tres mil rais alera do prego da se-
pultura, perpetua se for a inhum .cao em carneiro ou
mausoleo.
Art. 14. Era tempo d-. epidemia a Intandencic Mu-
nic;pal designar a parte do terreao em que d vorn ser
inhumados o c daverei.
Art. 15. T rio sepulturas gratis os indigentes, me-
diante attestado das autoridades policiaes e dos membres
da Intendencia
Art 16. A excepclo das ubraa mencionadas e auto-
- riaasma ssa^ass-nte rc^u'.asaenii nenhorna oua
ser feita dentro do Om teo. Estas obras sjrSo feitas
sob as viBtas do administrador, que tambera examinar
as insenpeoea que se pretenda col locar as catacumbas,
nos mausoleos ou nrs cruses.
Art. 17. Nenhu-n c>daver ser inhumado antes de
rate e quatro horas depois do fallecimeato, salvo caso
de molestia epidmica.
Art. 18. As p.aseas que nlo se o importaron com
respeito no Cemiterio, serlo retiradas do mesmo palo
admiaistrador.
Art. 19, NSo se fura exhumaclo algurna para veri-
ficaclo do acto criminoso aera orde a escripta pela autori-
dade competente.
Art. 20. As exhum.".co-*8 de oasis serlo feitas em
virt dc da licenca da Iutoadencia, correndo as despesas
por conta dos interessados.
Art. 21. Sao proh bidos cnterrarnentoa fura dos Ce-
miterios pblicos existe::.es no Municipio.
Art. 22. HarerA um lirro que ser escrpturado
pelo administrador, para assentamento dos bitos, sendo
aborto, numerado e rubricado peta presidente da Inten
densia. Os assantamentoa deverlo contar es declara
cites indicadas no art. V. | 10.
Art. 23 A arrecadacio dos emolumentos s r feita
pelo ad ninistrador, a quera a I tendencia fornecer li-
vroa e talSes.
Art. 24. Os administradores c guardas que infrin
girem qaalquer d sposiclo dest-s regalamonto, ficam su-
jeitos A pena de suspeusao por quinao das c derniseiln
no caso de reincidencia.
Art. 25. Ficsm rerogadas as diap isicoes em con-
trario.
O Secretario do Gorerno faca publicar o presente
decreto, expedindo as ordens c communicacfcs necessa-
rias.
Jo$ Antonio Corriada Silva.
5.a scelo. Palacio do Gorerno do Estado dejPer-
nambuco, em 31 de Janeiro de 1891.
O Desembargador Jos .atonta CorrC-a da Silva,
Oovernador do EsUdo, He Pernambuco, julgando con-
veniente modificar o DecretoV de 16 de Outubro de 189J
e evitar algumas davidas que tem apparecido em sua
execacio, resolve publicar o seguinte
Decreto :
Att. 1. O Governo poder elevar at 250:030|J030
o auxilio facultado peta Decreto de 15 de Outubro de
1890.
Art. 2. Para que um oa mais proprietarios possam
requerer o auxilio, necessario que seus engenhos ou
terrenos, tenham s por si, extenslo suificiente para mo-
tado, palo menos, do fornecimeato relativo a espacidade
dos spparelhos da tsbrioa.
Art. 3. Nenhuma Usina ser concedida quando sua
visinhanca com outra, subveacionada ou nlj, que jA
existir, ou tenha de se levantar por concasslo jA feiU,
poder comprometter o futuro da amiga eu nova empresa
por falta oa escasses do fornecimento de cannas.
Art. 4." Nlo serA paga pelo Estado a primeira
prestacio do auxilio, aem qjo os coitractoa, que forem
neosssnrios para completar o tarnecimento de cannas,
estejan reducidos a escriptnra publica, por tempo nao
inferior a 5 auoos e com iniervenclo d;s proprietarios e
rendeiros.
Art. 5. Se em um semestre qaalquer deixarem de
ser pagos os juros, nao sendo por tarca maior, plena*
mente comprovada perante o G>verno do Estado, a re
pectiva importancia comecarA a vencer o juro da mora
na razio de um por cont ao mes.
Art. 6." Embora por motivo de tarca maior, se os
jaros deixarem de ser psg >s dorante nm a abo, oa a
qnota de amortisacio na epocha fizada,
bito comecarlo a rencor o juro da mora
por cento ao mes.
Art. 7.' Fioam revogadaa aa disposi^tas em con-
trario.
O Sscretario do Gorerno faca publicar o presenta
Decreto, expedindo as ordens e communicacSea nece-
sarias.
ti m e outro de-
a razio de nm
Jote Antonio Corra da Suva.
5.a SeccSo. Palacio do Gorerno do Estado de
Pernambuco em 12 de Ferereiro de 1891.
O Deaembargador Jos Antonio Corroa da Silra-
Gorernador do Estado, atienden do ao que requereram
Araujo Montoiro tendo em rista o Decreto de 31 de
Janeiro ultimo, resolve expedir o seguinte
Decret*:
Artigo 1.' Fio concedida a Araujo d Monteiro, pro-
prietarioa da naina Bamburral o do engenho do mesmo
nome, sito no municipio de Amaragy, do termo da Es
cads o auxilio de mais cincoenta con tos do reis........
(50:0003000), nos termos do artigo 1.- do Decreto de 31
de Janoiro ultimo.
Art. 2.* A qoaotia de que trata o artigo antecedente
serA entregue aos ooncestioaarios depois de satisfeitas as
exigencias do Decreto de 6 do correte.
O Secretario do Gorerno faga publicar o presento
Decreto, expedindo as ordens e coni'uanicacSae necessa-
ras.
J. A. Corra da Suva
iftlNterl* a Jualira
Po";itn noiufd'lo: 1i H'MHSttriC iIp S. Loiz. ojal* de (tiren- Aotouto da Conba
Xaier de Andraoe.
0.'si!iDtjar;nl,ir la Relajo de Rrlm. o jais de
ilin-no Antjiio da r n I. i Antoaes Mira H*n
rinoes.
D si'inbari/a lor da RelacSo de ('ojib, o jaiz
de direito >pnano de Al'ii -i 1:. bro.
Poi de.tarado sem eff'-uo o d.-creto de ii
de Jjuno do ann pissi i*ama aja oa o bacba
re J.ao Jjs de AnJr de Bisto-t naa o lug>t de
jais de direito da nouiarca de S- Luis di' Cace-
ras, no -alado Je Xilio Sro'so, isio na> ter en-
trado em ei-rcicio de.it o do trazo 006 Ib-, fui
marcado.
Foi concedida ao bacbaM Antonia Gomes Pi
nbeiro Machado a dem s*o que ped de oireiio da comarca de S. Smao, no
estado S Paulo
Fo'am removidas :
O j iiz de di -ro Lonre*nco B ierra Vieira de
Mello da comarca de Tunbaaba, de I* eotraacia,
ao e.- lado de "nmambaco. para a da capital Ja
Parahyba, de 3* entrela.
O juu de direiio Manuel Mara Tavares da Sil
va, da comarca de Cimbres de 1* entranda, no
estaco de Pernambuco. para a de Miman^oape
de l* eotrancia, oo da Paran;ba.
joit de direito l.-nz Bapiisa de Sooz. da
comarca de Macahvoas, de 1' entranna. pira u
de Pu-ificacao, de r cnraacia. ambas no estado
da Bahia.
A pedido : o jais de direito Jo=6 de Cas'ro Si
Brrelo, da comarca de S. B n:o para a de Z\m
bres. ambas de 1' entrancia, oo estado de Per-
na'nbuco.
O jaiz de direito Agnello iot Gonzaga. da
comarca de Boa Visa de i' entrancia. noe ala-
do de Pernambuco, para a de Tamboril, de goal
entrancia. no do Oar.
Foram designadas as coma-cas abaixo men.
coiao.i- para nellaa terem r\< i o :
O jais de di'eito H de pcon, de Ia entrela, no esta lo de Matio-
Grosso.
0 jaiz de direito Maaoel Florentino de Alba-
qoerqoe Montenegro, s de Lirangeiras, de 3*
entrancia, no estado dj sergipe.
Foram uomeadosjuis-fsde direito : da comar
ca de Paracanjaba. de I* entran -ia, no estado de
G v ir., o bacharel darlos Jastintiao R i in-u--
Da il Timoaoba, de igoal entrancia, no de
Pernambuco, o bacharel Antonio da Silva Antu
ne?.
Da de S. Beoto, de igaal entrancia. do ir-rao
estado, o bacharel Antonio Baptista de Mello
Peixoto.
Ckefe de polica do estado de Mallo Grosso, o
barbare! Fraocisco Xavier Goedes Perera.
Para o Tribunal civil e crimial do d.-tric
to federal foi nomeado o j i>z de direito AlTonso
Lopes 1e Miranda. Ucando st-m eiTetto a anterior
nomcacao para juis dos Jeitos da fazenda tnoui
clpal ao mesmo districto federal.
Foram nomeados: jais de seccao do estado
de Matto Grosso. o jais le direito Maaoel Jos
Martinbo: Fub-tituio do jaiz de seccao do mes
mo e-iado. o bacharel Josa d- Mora-s e M uto.-;
prcenradot seccional do mesmo estado, o sacha
re Arnaldo Nev8.
Foram nomeados para Guarda Nacional de
Peroambaco comarca dacapral, lente coronel
commandanle do z* batalhao da reserva, J oao
Duarle Carneiro da Caoba
Cou arra de Ol.oda : leoente-coronel couman
daote do 11* batathlo da reserva, o capi'.Ao Lu-
ciano Boeenio le Mello.
MlniMerio da tiarrra
F.ii transferido para a J* cla?3e dofxcrcilo,
de conformidade com a resotucao de 1 de Abril
de 1-71 oalferes do 31 batalhSo de inf -taria
Mariano o-J' Pereira de Carvalho, fleanio agre-
gado a arma qae perteace, visto ter sido julgada
incapaz do servico do exercito em mspecc.fi j de
saade a que foi sabmellido.
Foi mandado servir romo chefe do servico
sanitario no Estado das Alagoas o medico de 3*
ciaste Dr Antonio Jos de Sonza Goaveia em
substituicao ao Dr. Ildefonso Theudoto Martins,
qu< vai servir ao Rio Grande do Sul por estar
scfTrendo de beriberi.
Antonio Mximo de Barros Leite.In-
forme o inspector do Tbesouro do Es*
Udn.
Companhia Raliiana. litarme a inspe-
ctor do Thesouro do Estado;
Frncscn L ite Ngiu-ira P*.s. Infor-
me o inspector do Thrsouro do astado.
H'inrique He Bar"S ''avalcant-. In<'
forme o inspector do Thes >uto do Estado.
Isabel Peret'i. Save. Mura 1 'eret i Se
ve e outras.Deferido, ticando aa peti-
cionarias ta obngncao de pagarem aa
dia, de ora em diante o imposto e a con-
tribu, co em questlu, sob puna de na
aerem mais a lunUidas em ptetenslo idex
ticas
Jos Antorjio da Silva Lima.Aguarde
o crdito solicitado.
J.<8 Baptista da (.unha.Deferido,
com offi:io de boje ao inspector do The
soararia de Fazenda.
Joaquim Jos do Nascimento Waider-
!ey. Inform- o commissario geral a
guarda local.
Jlo Presciliano da Costa. Informe c
cide.dSo director geral das Obras Publi
cas.
Jos Theodoro de Gsdoy Vasconoeilos.
Deferido, com o < fBcio desta data i
Thesouraria de Fazenda.
Manoel Vas da Silva.Aguarde o cr-
dito solicitado.
M^cocl Figueiroa de Fara & Filhos.
Informe o iuapeclo.' do Thesouro do Es
tado.
O mesmo.Deferido, com ufficio del-
ta data Thesouraria de Fasenda.
Seraphtm Marques de Andrade.Informe
o commisaaro geral da guarda local.
Silvestre Peres de Andrade.Aguarde
o crdito solicitado.
Thomaa Aquino do
quer.
Secretaria do Governo do
Pernambuco, 12 de Fevereiro
O porteirc,
H M. da Silva.
Fraitas.?omo re
Estado de
de 1891.
de ca
Rottri
Miniotrrio ita Marlalia
Foi r formado do posto e com o sol Jo
pitao trnent o commissario de Ia classe
go Navarro de Andrade.
Foi reformado, de conformidade com o art.
t* do decreto a 193A de 30 de J neiro do anno
firoximo passado, o r ijil.'io do 29* balalliao de
ofantaria Tranqnilloe Borborema
Conceden -e reforma, de conformidade com
a 1* parte do { I* do art. 9' da le n 648 de 18
de Agosto de 1851, so capillo do quadro extra
numerario da arma d cavallara Carlos Delphim
de Carvalho, visto ter sido jalgado incapaz do
servico do exercito em iospeccao de saude a que
foi (ubmettilo.
Foram promovidos i' classe os machinis-
tas de 3* classe Jos Patricio Moreno do Almei
da e Francisco Antonio de FigaeirJo Silva.
(oras na jado das Armiw
QCARTEL GENERAL DO COMJtASD DAS
ABMA8 DO ESTADO DE PEUXAJIBI ,0, 12
DB FEVEBEIRO E 1891.
Ordem do dia n. 58
Tendo fallecido na Capital Federal o
Sr. Mareobal Hermes Ernesto da Fonseos,
por ana alma mandamos o Sr. Oovernador
do Estado e en, celebrar missas na Igreja
Conceiclo dos Militares, no dia 14 do c >r
rente, as 8 horas esperando que compare-
cam A ellas os Srs. oficiaos da Armada e
do Exercito, tffectiVss, reformados o ho-
norarioa existentes n'esta guarniclo; e
determino que o batalhlo 14* de infan
tira faca ss honras fanebres do acto,
dando 3 descargas api a sua termina-
co.
(Assignado). oaqum tkndcs Ouriqne JacqHtt
general de brigada.
Est conforme, Uenrtquf Jos capitn secretario.
DESPACHOS DO DU 11 DE FEVEREIRO
DB 1891
Dr. Angosto Abe! Pexot0 de Miranda
Henrique.- Enen*innose, pagando o in-
terossado o porte na repartidlo das cor
reos.
Albino Feraandes d CSim.
Albino Feraandes & C Sim.
Antonio Jos ds Silva.Informe o
chefe de polica.
Adolpho Coelho Pinhairo.Deferido,
com officio desta data ao Thesouro do Es^
tado.
Dr.
Repariifao da poIleJa
2. seclo.N 33 Secretaria da Po-
icia da-tstadu de Peinanb^i 12 de Fe-
rereiro de 1891.
Cidadlo governador.Participo-vos que
foram hontem recolhidos A Caaa de De-
tencao oa seguintes individuos :
A' ordem do suodelexado da fregaezia do Re-
cife. Benedicto J a Soares e Jota Pereira do?
Antas, ii r crime de furto.
A' ordem do saodeleeado do i' districto de
S- Jos, Augusta de Albuju'.-que Poates, por
distcrbios ; Joajuim Eer.cira da Silva, por so
de armas defezas ; e Aoguilo Severino dos San-
tos, por embriaguez e disturbio*.
a' ordem do subdelegado de Aligados, Olrm-
pi Cavalcaote de Albuquerque, por ofTeo3as i
moral publica.
A' ordem do subdelegado do 1 districto da
Boa Vista, Minoel Pedro Jo*e dos Sontos, como
gatuno ; e Anacido Jjsda Croa por disturbio*
Communicoo me o sublelegado do f dis-
tricto de Maraoguape do termo de Olioda, que
no dia 9 do correte, s 7 horas da noite e no
lugar denominado Para tibe, tendo a menor de
nome Cosma. Dina de Joo Jos de Barros, ati-
rado agua oo individuo Joao .1 -ronyino. este dis-
pa-ou contra a referida meoor um tiro de pistola,
feriado a gravemente.
A menor Cosma foi Ira os portada para o Hos
pital Pedro II. onde hontem soffrao a amputacis
de urna das pernas
Sobre o facto abrio-se o competeole nquerito.
- Pelo subdelegado do districto de Api pacos
foi remedido ao Dr. jaiz de direito do a* dis-
tricto criminal o inqnerito policial a que proce-
den contra Vctor Leandro Pereira L-ite, Sera
Elim Silrioo dos Santos e osubdi'o Italiano Jos
elix Pee >", autores do arre nharnelo e rosbe
pratados co madrugada de 8 do mez passado
em casa de residencia do subdi'o ingltt F.-lippe
Ncedbao.
Pelo u idelcgado do 2' districto da Boa
Vista foi tambetn temettido ao juizo competente
o ioqaerito a qu- procedeu, po crime de espan-
camento, contra Justino Pereira da Silva.
No dia 17 do mes fiado foi recomido i
cadea do termo de Afogados de Ingazeira o
individuo de nome Pedro Baibosa de S. indi
ciado em crime de furto de cavados.
0 dia 9 do correte, por accasiao de ser in-
timado a Marcos Evangelista da Costa Villela e
sua muluer, moradores no sitio Baixa Grande
do termo da Bom Coaseibo, am mandado do
juiz municipal respectivo no sendo de sosia
rem o corle de um partido de cinnas que estar
etoba'gado judicialmente o mesmo Marcos,
acompanaado de viole borneas armados opaca-
se ao mandado e iovestio contra a forja que aa
xiliava os ofciaes de justica, dando em resalta-
do travar-se nm conflicto, no qual foi mora
Heunque de tal, ferido o soldado Francisco Ve
naacio Noguei.-a e coatusos os soldados Fran-
cisco de Turres Meira e Maaoel Soares Villela.
Foram presos e recolhidos cadeia os Indi-
viduos Marcos Evangelista da Costa Villela. Hn
mino Gomes da Silva, Beroardioo Corroa d*
Silva, Maooel Paulo Pereira da Silva, Manoel
Pereira da Silva, Antonio Crrela Evangelista e
Paulino Goncalves Nugueira da Silva, todos per-
tencenles ao grupo qoe acomjanbava Marcos.
0 delegado respectivo abri sobre o tacto
competeole nquerito.
N--j dia 9 do corrate, por volts de 1 hars 4a
tirde e em trras do engenho Xixaim do termo
de Jaboatao ; fot aasassioada a molber de nomr
Mana Prancisca da CoDceicao.
0 crime foi commeitido oa o^casiao em qae a
vi -lira se achara sosinha em casa, con.-e^uindo
o assissioo evadirse sem ser visto depois de
ter se apossado de trala e tantos mil ris eo*
dinheiro e algnms objectos de ouro.
O delegado respectivo tomou conbecim do Tacto e trata de deacobrir o (riminoso.
Hontem, t hora da tarde, faileca repeati-
nammte a mnlher de nome Perpe da Soledade, moradora oa ca?a n. 37 da roa da
Reslaoracao. ,
, coDvite do sobdelegado respectivo fes a
vistoria no cads ver o Dr. PoLtoal Raagel. qne
declarou ler daio causa^ a morteclicas lotes
tioaes.
Sadc o fraternidade.Ao cidadld* dea-
embargador Jos Antonio Corris da Sa-
ra, digno governador d'este Estado.O
chefe do polica, Qaudxno Eudoxio sV
Britto.



-













Diaria de Pernambuco Sexta-feira 13 de Fevereiro de 1891


m
-



DSSPACH08 DO UU 1 l DE FEVBlEI-0
DE 1891
Antonio Pereir Mendos, Jalrare C*-
ral A C 0 Antonio Lop-s eW Sil* C*m
pba.Informe a 1* envi.
Podro Alna.A' i1 aaecle pura fio*
devldos.
12
Arma Francoln* da irah e Sil*,
Manoe. 'Jome* di Juuba o Sant'Anna A
C.__A' Ia seeci par a oa ana de v idos.
l()\GRt>N0 M l'i.UL
DISODBSO
PR.iVUSCIA.DC li 8E8S> DE 1U
OK JASJKIKU DE 1891
r. Metra ale veeaeella>aSr pre
aleeele. Srs. ni- muro do Couitr.s o. coinpt beo-
do quino dina il neme mocn>nio a miaba po-
ticto nesta tribu) i. De pois di rej-ic4o de dou*
raqaenmenios de encerrome no dos qaaes um
arcaba de ser volado, se me atttfu.-a qoe, pe o
menos, ama grande parte de meu,* codegas. se
acata cum o eaptn>o prrdiipo*lo a nao prestar
attancto (nao a potado*) 4 discussfto da sutoria,
EEe atad.- uso foi encerrada .
O Sr Jo-tioiano de SerpaSignidca o contra-
rio. (Aponioos).
O Sr. Meira de VaseooccliM... e as*im,
loret de tmfreuur com a ro vool.de deises a-I
legas, por un 1 rato que, aflnal de cootas, nao
deve ser laucado a i.ninna r -rpo numili-t. de.
Bem sei, Sr*. do Coacvoaoa, que nao levo ter
a preteacto ae tmpor me a fossa atlenc), mi*
o minha qnalidade de repres-ratanie dest- pan,
e principalmente de re,.re* n'an do Estado de
Pe roambuco, na occasito era que se trata de d
adir do no-so futuro, me dar toda a foc. i ue-
ceaaari para que saiba eolio -ar-m -empre os
aliase do mea dever, ato b Miando um so mo
me oto, nem diante de on pomu nci -ment que,
por Temara me seja desfavoravel, uem reeuaudo
asenlo dianie dos justo* receios que a fraquesa
oa miaba palavra (oto potados) po determinar.
O capitulo, que se occopa da orgaoisac4o do.*
Estados, de ce to merece, da parte do Congresso.
a born nagem que a matorta de lie acaba de ren-
der sne. rejeitanio nesta se-so doas requer -
mentes de encerrameolo da discu-so
Senhores, qoat.do se trata da orgaoisaco dos
Estados, _', portanto. de assegorar a re-.in.icao
da maior das aspirac do pov. b asilen*, (ja-
se effeciuou a 15 de Itovembro de 1889 e jnsio
que es'.e Coogresso, por ama votaco, como a
que acaba de verificar se, adj-me a todo o p.
el elle sabe dar toda a importancia, todo o va
, as qoesles que interessara 4 patria, (nuu->
bem) em momelos to dtfficei* como os qae
atraveeearaos.
Bem sel, Sr. presidente, que quasi um vicio
inherente a nos biasileiros (permitam-me que
aseim me pronuncie, porque sou braiileiro e
emendo que o me:bor servico que um brasilelro
pode prestar a seu povo nao itsongear sua*
paixoes, exagerar I KM boas qualidao.es. eantar
suas gloria*, mas apootarseuf defeito* e criticar
seus erros porque d'ab vera salutar ieto;) sei,
repita, que talves um cara -leristice do brati
leiro o cosiuane de quebrar armas e envidar to
das as f o reas em prol da conq usts de urna idea,
e realizada esta, alcancado* os loaros da victo
a como qae adormecer 4 somora delles. enti
Mar a aceto e oeixir enervar aqu Ha grande
acltvidade que os f ma fortes oa propaganda e
os guia va ao campo do combale.
E s assim explico Me pbenomeao, que a
oinguem de-e ter escapado, de espirttos supe
ores que tanto trabalbaram pela realisacao da
deracto, oa qual viam a nica salvacto das
provincias, mostraren) ee boje indifferentes 4
coosagracto legal e pralica dessa bella conquis
la, como se bastasse tel-a eito pela revoluco 8
ato deversem cont.onar a lutar pela sua com
pela implantado em nossa le constitucional-
Detento*, enlr 'tanto, convencer nos de qae
aossos esforcos to aioda oecessanos e a meu
ver deve m:recer a maior altenco a materia da
ergaoisav&o dos Edados, ora em discasso-
Qaando. Sr. presidente, se penetra ueste pro-
jecto de Cooslitaicflo e se percorre. por asslm
dixer, a estrada que a revolucto de 15 de Noven
ro abri ao futuro do Brarl es^tenmeola se a
nesma impres*4odo viandante, que, enveredan
do pelas florestas seculares do oossopaix.eocon-
ira de espaco em espado, de distancia em dis-
tarte a, cerios pontos de uaa grandiosa perspe
ttva. em qae a maxestade da natarexa o deteo
contemplativo e extaciieo deaule de extraardioa-
nas Delleta*, que nao se descortinara em outro*
lugares ; assim, aqoelie qae estada este proiecto
de ctinstnuio obngado a demorar a sua al
teoao sob>e cerlos captulos como que maravi
mado pela extraordinaria importan;! de seas
as.-orapios.
Bule esses captulos enumero o que traa da
organisacto aos Estados, e o qor se oceupa da
Mgaotsarto do* monicipios, bem cono devo
numerar o que estatu a repblica federativa
como a forma de goveroo do Brasil.
t* justo, pois, que os representante* da naca >
bruileira procurem demorar sua a tencto sobre
am dos ponto* capitaes do projecio de Constt
tuic4o, romo o que ora se discute.
E' apenas para lamentar qae seja lio Iraca a
voi daquelte que neste momento se dirige ao
CoagivsaJ, (nto p .iad:is) e qae -eja de todas
a menos aut irisa la (nto apota tos) a palavra do
represntame da nacto que agora oceupa a tri-
tuna- Como quer qae sej, poreai, esa pala
vra bem pode traser um adxioiculo dr los, ue
energa e de eaforro, para a >onsoli tacto da
Sao'Je obra de uj.-sa ogaotsac4o polmca con-
iboiado pira qie ella saitslaca as nossas legi-
limat ar-pracOe*.
Son dos qae entendem que a orgaoisacto
lecerativa dos estados era. por assim dixer, o
eorpo da propagan la lepablicana e que o dever
deste congreso, eleito p-la nacto. se oto a
real:tic4o .tesse peosamento por lel-o resinado
a revolucto e a coosagracto legal da obra deas
metaia revolocto, mas de modo que i ja ella a
Bais pe leita, desapparecenro os euibaracos, a-
descooflancas e as hmitacoes que resultam du
rojrcto em dscu-sto.
Pens que a emeuda approvada pela commis-
tao dos SI. oo sentido u ellminaco dos diffe
rente* p ra/r*ehos du art. 61 qu Impoem
ndab.t* re.-t i'(Oes 4 organ'Sc4o dos estados,
eve ser onaumemente aceita por este con-
pMM
E' para lamentar, senbores. que os borneas da
revolucto, urna vex de posse do e overno, oio
uvessem escapado ao defeiu qae se aota entre
. M nos*"* borneas pblicos, qnal seja o d-, ama
ves gaigando o po .er. rocurarem, por as tm
dixer, enconar os pasaos com que a elle cne-
garam r detxar de aflirmar por eus actos toda
a extensto de suas doatrinas, comejindo a des-
confiar do prepno poro, por queme para quero
Eabalnavam, e vend om pengo oa realisacao
daa Kraodea conquistas e du grandes reformas
son que Ibes actnsvam.
E tri.iiei qu- o projecto i Costiluicio apre
sentado pelo goveroo tive-se aceitado as liuii
tac&'s que ti j nos paragrapbos 1', J\ 3*, 4* e
5* do art. 52.
Meas senhores, o artigo da Consiituicto deve
st o que se c it^m uu palavras do art. 61 ama
ves eliminadas as que a commissto manda reti-
rar desse artigo.
_ Des Je que na Constuicto se tem lancado
as bases do rgimen federativo e se em ctmeo-
^u os duei'u* e as garaotus que de vera per-
vocer a Uuio, seodo, por outro lado, deltmita-
t* a esph-ra de acelo dos estados por me'o de
treatriecoM raxoav ls c que e.-t.belecetn a linbi
iivisoiia efire o goveroo central e os goveruos
acaes me parece qu- talo qaantojwssar disto,
aao sera uiais do qu-t una negic4o d aqatllo,
ane I pro-o ou afirmar, on a m flurraate. c -
" urjo -u:n o que fot coniagrado oo p lmetro
mu o da C'iii'ituicao.
O ate ae leo ier a iiio no reg
meo frderaii.o ? E' qoe Itie sejam giran
lo io oa weio* de vi .a e.o rel,.c4J io* servicos,
que mIj tidi-p- nsaveis para a m^nutencio d
umdaae nadoiMi, sem a qoal afto tu goveroo
feJerallVo. .
Dqsde. pols, que a Uaito se veja dotad* com
os pudores o rcanos aocessarios para ter um
azercMO e tu. armada, pa a sustentar a repre
seo av* -u PJiZ DJ ulterior. p ira ter as suas
IoaOis independenles, livan^n lo impostos
para i satlsfario d'aqaelies servieos, e, uea
assim, para manter as relacO-s de independen
sjcia entre os estados e o goveroo central, deve
ender >smss a
jae era caosjaa a
seguran staou-
por ajMitaaao
que se nana
ct osiderar aatwfettM todas as suas ai-piracOss
Tudo o que exceder d'uhi nto pode deix r de
er tomado
uloSMSMa oa oaSaiua
Sr. presMuaie toi sor
federajgao. -fot por
oc-aato tonoma duoan
SuspiraviMM. i
lomado unta aspiracao, pasto se dixer, snaoiMe
de lodos oa braiiharos, por assim pensar que
acredito que o ceagrosao Inier >, sem uucre
paocia de am voto, nao Ier4 daeida em cortar
essas limitactos, a que ba pouco me refer, ani-
mando essa auioooraia, que longe de ser um
atleniado contra a uutdade nacional, ao con-
trario, am du- melbores argumentos a favor
de.-sa mesma uoidsde.
N4o nos ululamos, Sr. presidente, com esta
palavra anidado, que eucerra uuia arande aspt
ra(4o, mas qoe eve ser bem dudada, para ser
bem couiprenen ii u e oto s- mos lvalos ao
en o na vuia(4o ues a Constituico
Se tiv.esruios por Um, creando o goveroo
federal vo, oaausar oa maaler a uuidade mate-
rial, en dina que qua-i aao libamos ne-.essl
dade ue oassar da mooarch.a para a repblica
tederaUva.
A monarenu nto nos laguu a unida le, aqoella
onidade qae aemore livemo> em vi- a. A um
dad* qoe desrjan,os, seobores, oto a unida le
paramente material; porque esta s nos p ide
ser dada peta ceniraus:c.ao admtaistrativa, e os
aT ques Cisitmes entre os ioterese> loc.es e a
pn-pote icia .ov Tiiauenl..! levem-nos ao caini-
nbo or uo o c faial da Separado. Aumiale
que uoa deve pieoeoupar > a unida Je moral,
aju lia que rculta da harmona de loto* o* in-
leiv.ses e qoe se fortifica pela tadepende ic.a
dos po teres lo^ae* em sua espbera de aecSo : e
e.ta a unida ic que o re^im n feierai po ;c e
deve cetneoiar. Ja Uve o&asito de duer oesla
tribuna. Sr. pr-sideote, que o erroeiu que labor,
graode nu ero de memOros des:e >oagresso,eiu
rel.cio a oo-sa orgaoisa(to potinca, coasisl n >
4W.uu de vista extremado em qoe coliojum
uus, procurando aueoder exclusivamente ao.-
loleressea da unito e e>les niurg--u.-e, por
as.-im dixti, cootra o proprio prinji.no federa
tivo e podem mesmo ser cnamados de sebastu
oslas co de separatistas dufarcados, porque
conscieolt iu. nle marctiam de eos as para a cen
trallsacAo iuoj :tnui ou preparara a separauao:
ao paaso que oulros, como qae seotiodo anda
s. ngrar-llies as feridas lena pelas unes do ca
miuoo da muoarcOia, e por assim duer, obsti-
nados pelos sv.g'imen'.os das lutau qu* tiveram
de sustentar contra todo* os abu-o* e violencia*
da ceolraltsac, dominados de odio co ira o
poder central, querem para os estado* a mxima
auiptitude de aliribuii'Oei, a dire-^jao de qaasi
iodos os iuleressos, ludas as g.ia lUas era lira.
Dssie modo, Sr. presideole, iodo estes oradores,
si bem que feguindo caraiabo* differentes ea
couiram-te em om mesmo ponto a negarjio da
federsc4o justificando assim o axioma de que
os extremos te tocan).
Bu, pelo contrario, Sr. presidente, procuro
coliocar me em um meio termo, garautiado os
loteressM da Uaito sem prejadicar o m toreases
da L'aiio.
X'tii me deixo arrasla- coauleamimte pelas
maguas do pasudo, oem tambera me Jeixo des
lumnar pelos soobo* d graadexa do futuro.
Procuro, por tanto, co .ciliar por todos os rao
dos os justos inieresses da Uuito com os legiti -
mos idteresses dos esUdos, i slaDelecendo assim
toda a potaivel harmona entre uus e outro*
Comprebendo, senlure que do accordo
destes doM loteresses qoe i o le resultar para o
Brasil, para nossa cara patria, urna coosiiiaicto
c*pai de fu ar e asegurar, atraves de to-as as
vicissttudes. a sua graodea futura.
Procedendo de modo contrario, longe de pres-
umios o servico qae a patria leu) direito de
esperar de nosso patriotismo, a del xa remo i ex
posta a iodos os pengos e comprometiremos a
sua felicldade-
A historia shi est chcia de exemploi seme
Ibanles.
Qoem, como este Coogresso, melhor do qae
ea, coobece a historia dos Bata oa Uoidos da
Araenca do Norte ; quem tem esiadadu a Ma
- on-tituigao e as pbases por que passoa a sa i
el ibo acto, sabe perfetiaoMOte, como ditera illas
irados publicistas, qu; aquella coostuuicaj ,
por assim duer, d j prtrn-iro ao ultimo arligo
urna serte de sacnlioios ue oJiniOescncootradas,
am penoso resallado de transaosoes entre a-pi
rabosa divergentes, qae, si nto uvessem chega
do a esta cjociltapto. lenam burlado a grande
obra da revolocAo da America do Norte. (Auoia
dos)
Ora, si nos, alm das rasoes theoricaa e das
raxoes que cnamarei de bom seoso, temos a
experiencia de outro < poros, porque nto nos
havemos de aproveilar dola, para que segua lo
0 mesmo caminho. embora applicao lo essas
licOes ao oosso uijio, as nossa* circanstaonas.
adapiaodo M ao oosso carcter, m oossas aspi-
lacdes, posiumos cbagar ao graude resultado a
que ebegou aqoella naci ?
Acreduo que bavemos de ciiegar a este graodt
desidertum; o agera me 'ira do pello esta aleo
tadora esperaoca de qui o Brasil ba de st to
griode na America do Sai, qaanto grande a
Uoi4o Ame. i< ana na America do Nuie. (Muitu
Oem.)
Nutro me dasu grande esperaoca,e direi mai*
ao Uoogresso qae vejo reservado ao coniioeote
americano om toiaro grandiosu.
A America bi de ser um immenso foco de li
berdale que ba de Ilumina- o muaio, coarr-
iendo tolos os povos ao goveroo de si mesmo*
e a urna vasta federacto.
Acredito no advento da repblica aaiversai,
s-ra embargo de me terem por utopista.
Todo parece anonadar qu ella fot fadada
para esta obra giganiesca e eoiossal. (Maito
bem.)
Ora, oslabelecidas essas premissas, pcrgunlo-
vos si nao josto qae a Untemos de oosso espi
'lio vtos recelos, qoe percamos o temer da li
berdade : porque ooco duer, e oto raras vexes
t> uho lido tambera, que um povo nao deve ada
piar a si certas iostltuicoes seno quando se acha
preparado para a liberdade.
Mas, seobores, como se prepara um povo para
a liberdade sioto praticaodo a, sioto eoaamodo
a, sioto tneorreodo nos erros a que essa sujeila
toda a sociedade, que 4 Em composto de bo
raen*, e d. sde que o bomem falltvel, porlanto
faliivel dever ser a sociedade T
Si quisermos esperar o preparo dos povos
para a adapiacto das reformas sociad* e qui
termos admitlir que sem es-e preparo ella nto
deve ter logar, leremos negado toda a liberda
de m povo, leremos proclamado o esiacioparis-
mo cniaex. Si assim fosse, nos ainda boje se-
riamos om pais de escravos ; oto terlamos esta
brilhaote conqolsta da extinceij da eseravidto
em oossa patria. (ApoMaos).
Todos vos sabis o que custoo de sxenfleto*
aos grandes apostlos da abolico essa grao de
reforma social no BraiiL (Apoiados.)
Tos bem sabis qu; os primeiros qae tiveram
a ousadia e a coragem patritica de dixer ao seo
paix e ao mundo, que o Be xil pecisava lavar
da face da sua civilisacto aquella oodoa que o
toroava quasl repogoaote so mundo civilisad-i,
foram coo-rtos de oppfobrke.de doestos, de mal
dicAo (Apotatos) B dwvo al disel o, aguas
pagaraai a saa audacia com a propria vida.
(Multo aproados.)
Temos as mais robostas prov is desta verdade
O Sr. Almeida PernambucoTera sido assim
em todas as nacOes.
O Sr. Meira de Vasconcellos lito vae era
apoio do que estou dtsendo. A sociedade nti
passa em sua vida collect.va de um erdadeiro
organisu.0. que se pode comparar com o orga
m*m i hnmauo, Uto o proprio hornera de que
ella te rompo*.
A sociedade oa infancia d4 os seos priraeiros
p.i-os lacertos e vacillaotes; ella tropeca, cabe,
aprende a costa des seas proprio* erros fra
qu> tas, e s depois de immeasoa soffriraefltos,
1 grandes s .criflcins e de ter passaJo por to
da* as sildicOes fe reUS al d.-a*in)sa*, e qoe
coosegue marchar oni eguranj i, de^fru ur um
certo bem estar e hegar a cosquis! d nui pa
Iriraoolo, qoe sp cti agio. Nto pode
mus s-r d.ff-renlfli dos oulros povos. pelo que o
qu* dase om graqde poeta latino em relacto ao
hornera, pe'leiu n me appli>avel a toeiedart-:
./Jomo sa el uth kumamm a me aitenum pulo
Base conceilo do cmico latino en:<-r>aom>
prcruoda verdade. Qvalquer sociadad' pode dt
Kr :son ama scciPda le humana, e por coose
qaeacia uto deve ser me straoho o qae se pa*
a as ooiras sociedades. ;
No proposito, qu- me t-ouxe 4 trtbooa, de
discutir a orgaoisapto dos Udos, prin:ipiei
por aceitar a emenda da commtssfto que renda
digna boraeuagem ao* principios e a verda tet-
ra prc-va da aiteoco, da sabe loria mesmo com
ujEm ao iuaaasaa memavaa m% coaunissto dos Si
ea4Mtaram note p.oje.-.to. pr-xarando corregir
Iba as erros reMoal o Baqueal* poeto* ate
julsparaM ilefanuoas. Depois aalendi qu .le.ia
sufMUr 4 aprectaflso du Cmg>e*o algusxaa
emuadque lendemo meemo 1 n, e pira ellas
pucu a atteofto dos oteua illustres asllegae, era
Dora mullo sae pese estar abusan lo de na ge
nnrmnilti 1 (nao apoiados), quando, entreunto,
veje qae a leo leuoia para o eaeerfaaaeuto da
diseossao. (NtoaaaiaaM.)
Nao dijo qoe seta da materia, mas do graa
de pare dos raembros do coogresso, e basta qu a
am so dos meas uoores collegas se guita in-
comraodado -ora a minfia presenta pira eu ter
pr< s.-a em detxar a tribuna
IHco ao* meus u.ibre* colleja* qiio se dignem
alteo Sr wr,i esta eaf-u la. qae passa a Ier: l
* Art. '-4 t' facultado aos estado i :
| !- Ceieorar eoUM si aja,l s e curen
50. s sera carjel r pdiicj, leapeiudas as dis
posicoes desia C >u-i tu>co.
I i- liegolar o prooesso e as cjiJij6es da
eleicao, uulo de seus represenu.n as ai-sem
dea* leKislativas loca e ira Oongresso Ni :lo
Oal, Como de seus gov.'roaiures o qua-*ja-,r
outros de t.-u* fu 1 'ci 1 >ar o ecti v.w. lie ui 10
alvo ao Coagresro lueuciooado o diieilo de al
lerar o pruc- s-o esuo^iecido no >\:: disser res
peno 4 elu>ya 1 de seus rasmbros.
Art 65. Os p ule es oa dtreitos qoe pela
presente f lEilllsJtjaa u4a .-to delegados 1 Una >
ou negado* ao- estaos i-e considera re-erv 1 >
a este ou a. povo na > pooeudo -er dada a m a -
ma C'Uslituicio raierp euca USjMaa, qae p
joliqoe o- dir los e pjaeres do. mssmos esta
10
Portanto uto fafi-i mais do qoe vir em aoxtii
U propno autor 1a CUsiiiacao, Uranio aoa
e* ulos --iii.-ni I-: i.t. vir em conveocOes ir)
lernac oaes, ou ouris de natunua pjlm :j de
oodr podem re.ra-iar grandes embaraces para a
Ci ao, e dcixauto-lhe SHO-di'. o d.reno de fi-
t r co iveucO-3 que enindio com assttJ>plj
que oto seja poltico.
Mas, como a simples exprsalo sen carcter
poltico s poderia aioda dar lugar a davida*.
porque vejj qae podem li ver U4 aao sendo propriam-raie de caraier polilico des-
de qoe, pe p.-opna Caastituico, fosse objecra
de iiberdaJe do* estados para cj.itracio* e coa-
veaios. poderura traseros mesmo* inonvooira-
les, caten li que devia faxer esti restriecto, di
xeodo: ouservadas as di*pisicOa* desta lju*ti*
aatftP.
N i i- procuro, ala s-i se diveria diser re
r nhc r, mas, pelo meaos, crear pira os estado-
o direiio de r-ga a o proca*so e as con Jiys*
deeleicbes p.ra o seas re>"*eniaates, qjir
as saas asseraola* lo-:ae*, quer na as*--molc
federal, oem cono para o* seus givernadnc*.
Um S". K-ipresenianiePerieium -ni.-
O Sr. lustioiaao SerpaNi p m-ira parta
perfi-iuraente de accordo ; na segunda ira o js
sive a sisteo'acao da ion nui.
O Sr. Metra de Vascoocellos -Bem; pego a.
meu nonre coliega que m ouci.
tr. presideole, esu dispoicao. ao mu ver(
nao pode Mr impugnada e rauta menos rafal
lida por aqueiles qae desta irrauaa i-n traui
loado, pelejado mestno pela mxima auiono u a
dos estados, .rocuraodo at aiguus oiulh ido
res da can-a democrtica levar ta longe as
suas x a:r.ig:* pue nao se leu dstilo, siqn :
00 propo-ito d eonsecucj de ura 1 auloo isjm >
larga, mss tm Ido ao pomo 4o querer para os
esialos una verdadeira soberana.
Pms, meas seahore-, quando v jo que se pm
cora levar tto louge a aspi.-acto dos esados
que se prelenJc doial os de innuuicOs til ti
vres e que se procura dir-'bes ate urna sonora
na, nio sei nao compreben-io coma que su
queira regatear-ibes o direiio de regular as con-
dicoes eo processo da eleicto, nao s em r-la
co iq- elle* me devem rea eseoial-os no Con
gresso Naciaoal e as saas asiemula* locaes,
como tambera em relacto aos sea* gjve.-.u in
res.
O Sr. Justmi rao SerpaA variOciga do3 po-
deres tomar se na impossivel.
O Sr. Metra de Vasco-cellosVi, o&O Iu mu
los das, qae Besta aneuibia votan so aio s a
dualidade da magistratara,cmala and a a Jaa-
11 dad do dirilo.. __
- O Sr. Jos llvgtno e ootros senh ves A "di
vei'*idaJ-.
O Sr. Meira de Vascoacellos... a diversida
de, sim. disvjmal. Procurou se dar a cada um
dos estados t raculdade de legislar soore o sen
di reno privado e, portaaio, de erganisar um co
digo co umercial, am odigo ciug e am cdigo
entina!.
Bu, m-ras seoharss, oto possa safV suspeito de
ceoiralisador. Se 11aj soo daquePea que proca
rj.u favorecer as prelenciaes exageradM do* es-
udos, porque co ua j disse, a mi ma aspiraca
conciliar tanto qaanto possivel as canveoien
cus e iaieres*e8 dos esialos com as con ven.en
cus e 1 ati-resses da Uaito. e esta deve ser a po
si (to de todos os arai.'js da patria, de todo*
aquelles qu : querem um goveroo estavel, ura
goveru) verdaderamente adaptado as oacessi
-ladc* do pas e urna eoustiiuic, o capas de dar
nos arte goveroo, tolavia, soo partiurio de um
federalismo largo e cmplelo e da mais ampia
.ral momia dos estados.
Pois bem, eu, qae assim pens, confesso fran
carnete aos meas coilegas, que entristec, qaaa
do vi que este Coogresso votoa a moliiplicida-
de oa a diversidad da direiio e a dualidad.! da
magistratura, qoe alus reconbeco ser mera coa
seqaeacia daquella pnmeira spasieto.
O Sr. Jos Hvg'.aoB' desaoiraador I
O -r. Bspiriia-Sanu Islo importa dsscoube-
cr a iei da historia (Ha ootros apaes.)
O Sr. Meira de VasconcellosE' verdade, isto
importa mais alguna 1 coasa ; isio importa (per-
miiUn-me a franquexi) falta de verdadeira
orieotaco na oriraaisacao do goveroo federa-
t vo
lsso importa nao exacta compreheoso da for
ma de governo qoe oj pro mi amo* organisar.
Um Sr. Representante E*t eaganado. E'
justamente porque se^comprehendi qoe assin
M procede. A rasto est do lado da mato ia
O Sr. Meira de Vascoocellos Meo collega uao
levar a mal miuna fraoqaexa, p>-q"ue ped li
cenca para usar delta. Releve, portanto, a mi-
aa insisten -ia.
E obora seja o primeiro a render a nula sin
cera boraenagem a iliuslracto daqoelles qoe vo-
tarara pelas dispo-ices, que acabo de impugoar
o-m por isso me pole Mr negada a hberdade
de pro lEiiciar me desle mada, principalmente
dd*de qae a votivto de Um disposices ato foi
de. Unitiva.
Deve se admittir a mais larga discussto por
que da discussao deve sabir a lux, e pode s-r
que essu grandes illuslraces capases de illa-
rata.tr o maado aproreitem a fagnlba de um pv
niampo, como ea, qae Ins aiiarau o caminho
pelo qual devem enveredar,
Nem seria iaso extraordinario, nem para ad
ra rr, emoora iaao ea, como vos saibamos que
se dore suppor a raxo da parte dos honen* il-
lusirados cootra os que o ato sao e que, ao me
no i por convenci social, a propria sabedaria
eni com o maior numero, com as malones.
Vos. qae me ouvis, vos. sobretodo, melhor do
qpe ea, cooheceis mais de um facto qoe nos
apouta a bistona de grandes homen*, de philo-
sopbos de talento extraordinario, verdadeiros
genio*, que una ves arrancados desse< espacos
sem lira da sciencia, ou le podrriam gvrar mal-
lo bem, como verdadeiros astros de pnmeira
graodeaa, capases de llomioar o noiverso, e
traxidos a este mundo pratico, ao mando da rea
udade, ah se aciunam deslocados, tocando o
chao em qne pisa a geoeralidade dos borneas, a
quasi loialidade dos cidad&os.
Vos sabis que esses talentos tirados daqoel-
la vastid4o em que podenaffl preeacner sua
rais-j e obrlgados a essa nav-gacto trra a ter
ra,qoe6a verdadeira siaacto do legislador,
desvairam, mostrara se nuitas vetes abaixo das
raalores medtocridados qae lea liara seoso com-
maa.
E.i 1791 na Franca, em con>eqaeocia daqoel-
la grandioa revolurii qae, como bem dis ura
illu.sir escriplor, Spaller, ni foi urna simples
retoiucto da patria traacesa, mas ura reroiu^o
de toda a huiuanidade, o* revolacionarios qu-
eri'eiidiam que a sociedadeent oomo ana esta-
tua qoe o artista lira da madeira informe oo do
maru-nre tosco e bruto, romperam com lodo o
passsdo e quiseram passar sobre elle ama es-
ponja pira faserem ludo de oovo.
Pal assim que elles procuraram destruir todo
qoattio era obra de seclos de experieacia em
materia de mstruccio publica sem distinguir o
qae era bom do qoe ara rato, e, de facto, aca-
baran com todas u uaivrrsidades, exliaguiratn
q lobeoios e lanos ollegio* de ensina secunda
no, eraQm, abolirom alo, pira qie, aa ubras*
da aosea velba ordeo :p4 ato >as- ataaona
de aemelnanies institaivo^a.
O pois disto, coanarara a Coador-et, Mira
oean. Lakanal e outros a aisefio de org.insarera
um aovo plano de insiruecto puolica para a na -
pao francesa; o o qu aeentaeeu.
A obra desses grao los haaaens. qan pareca
u .1 co ijuaclo de perfeicOM, (oi una coasa la-ip-
plicevel ao povo e qae leve de casur por s ter
do em vista principios ibeonos e absoluto 1,
qae aqoelles borneas quiserao transportar p .ra
urna obra, qae devia ser mais prati ;a de que
especulativa.
Vos sabis que algaas philosoprios, e creio
qae entre estes R>a*seaa e Lack-i (s4o leituras
ie ra -u* lempos acaJemtcos, que so dislaacis n
|i 'dem era a a padsalo ja remoto p-tio qae
ii-ino d -li i* .10 -na* remini .censias longiaqua*)
(p.-am enea rega-l<>s de fia-r coustltuir;ds pili
ti tas. Kousseau foi cocarregado da faxer orna
con liiuicao, nao sei se pira Genebra ou...
Un Sr. It p eieiitante Pa>a a Corsega.
O Sr. Mira de Vascoocellos... p. ra a Cor
sega, e Ljck fu Ho.uirregado de faxer oaira
para a Ca-onu->. Vos sabis o qao esses ir^ba
inos foram ; ulv.-t vatessitm meaos iu am
projecli d- cousiiuis-i) qa-s eu vos aadEM
a iu! aprK>^ntar. B porque f Fa qu es -es ho
u-ms HmI tu (i mi-i 1 j-;elaie ple ser
govema a nor y*temas, e qae o legislador faz
a mttumqoe* ie um povo c*mo o artista tira do
ra iu i.v. 01 ia ma 1 ira a mais bella estatua,
iu -xiisia a tiura .niuade que a coatempla.
Ni. O 1 gisia lor deve ser antes om honem
p riten um tune n que allie o* canhecimen'o<
1 iiiispen*iv-ts -ia a vida, ao tura senioc
aata E4M)aaa dos negocios, sera se p-eocenpar de
ibeur n...
O Sr. meneo Libo-Somos pralicos somos
os h oen- de direno ..
081'. 0>ira de T-scoorelloa ... porque
10 la v-aqu-eJI .t**ira oo for oa s^zair ou'm
i.uiaua, tasvler se ha, cum certeta da -eu tn
tul o o -eu traba!.11 s-ra illusono.
E**esnon*iis pilera servir pi-a rotear o
campo da on iu ac 1: sio, parama diter, os
oamiabeiros do p o/resso. os desoravadores do
caminho da sei-oc: 1. e como taes sao atili*s
mos a e-ti ou a|u-lla sociedade, oodo a adopc)
cnteriosa e nao sysibera idea de soS doctrinas
produt 01 mais beoeticos resultado*; ee, pirra
elles saif-ra des*e papel collocara se absixo dos
norajiis m-iis mediocres.
i'j trato, seohoru*, nao de admirar qne eu
teoua a audacia de e*tar a jai criticando as duas
d.*llO Una V-jiaui'o i^impetentem oto.
OS.- atara da Vn micelios... relativas 4
ra-ji! oiic u le 1 i.r -1 1,1.1. 11..- d. iu
gistn un a* qi es a|Ui uve-a n o assentirnea
10 las mais ootavets talentos do Coogresso.
B neo o que qaera votou a favor dessas dja*
Jisposico -, ou na prest jo a deuda aiieucto
ao a* -om 1 1 ..
O 8*. J*tiatano SerpaNao apoiado, nesta
paite.
O ir M-in de Vaseraceilor -Ferdo... ou ni .
M a n iv 1 p f iiain-jiii* oriea.a lo sobre a fono -
de g a- o 1 que procuramos es.ab'lecer, ou. eo-
41, p- curou disraresr no propa.-uo osteusivo oa
pareat-' le querer fallar un lejeracto, o d-
i)'e.pr.ir o caivmbo para a separagj, ou pe -
111:11 is para um confeleracio. (Apoiados )
Aquella* ln,i isi^:* co.n j que nos vra i lor
uar edrasaetros o 1 nossa pripna patria. (Apoia-
:js)
O Sr. Jutiniaao SerpaV. Bxc. tuer dar
mats ao* estaios do qae aot com a diver.nd.ide
da legislac): qui o Mtadta legislen pa a
Uui4> obedecer.
O Sr. M ri de Vaicoiicellos '*.<) np! : ir i o
meu peusameato.
Nto conpreaeado que, qasado a upirac4o de
tola o mu ilo a u ii 111 -. essa uaidade de qce
n.i pau ) la le e que disse dever ser o uos*i>
on ectiv-i, nto a uuidade material, mas a anida
ka) moral, que por assim dixer, o mais 1- o
f.ucto dessi arvore de ouro da civilisaco, esM
unidade a qne ha poaco se referia, com tanto
taleato, o raeu predece<* ir nosts triod 11 o Sr.
Assis B mi. e que ja u ai aspiracaa do pre
senie, cr/na ha la se- ana reiliiaie do futuro
para tola a bomaoi-iade; uaa ceuipreheado
digo qae e quando essa uuidade e a upiraco
dos povos dos legisladores, quando toJo o
raund; marcha para a sua con quista, vean 1 e*:e
Coogresso iatrolatir em nossa auattiuica o
germen da de-u 1 i >, creando a diversida-ie do
direiu, preconisaaio p-tacipios qne nos h3o de
lmar esl aageiros aos oihos da prop ia patria t
Com prebendando que os estados devem ier
direno de legislar soDre assu.np'.os qoe inieres-
sara a vida local. Ah est completamente lra|;a
da aliona divisoria 00 rgimen federativo, uatre
% competencia do centro e a dos orgtos ou aoi-
Jades sociaea, que cinp;m a Uaia. E tanto
mais co npreiieuda isio, qaanto cert) quo no
ceulralisador regi oeu decabido vamos que a*
provincias ja tinhsm competeacia para legislar
sobre assumptos que interessavam sua vida lo
cal. Ni) saa ura -entramalor; soo, lalve am
dos mais ardeutes defeasores da federalismo,
mis quero que elle se eocamiohe para a unida
de moral, para Ma uaidade qae deixa a a c4o
dos estados compclama.ue livre para prover os
servicos qae interessara a sua vidajlocal, sera
eairetaoto abrir rao de om s desses los, qae
Msegaram a existeocia beoedea da Uaito, eatre
os qates a magia-.ra'.ura oo deve ser coosi lera
da como un dos mus fortes, por ser a mciu-ar
garaoba de un direito nacional e repre*eaiar
ais relacoe* jarilicas siagalares oa eollectivas
eatre a Unmo e os estados un protesto vivo coo-
tra o axioma de que a fo xa prevalece sobre o
direito.
O Sr, BidarV. Etc. ato v qae o centra
esta manado le* que o pitt repelj ? A fede
racto vem evitar este mal.
O Sr. Me r t do Vasjoncsllj O aparte de
V Bxc. de moda algum abila mea pnacipio.
O centro, si aos est impoodo leis porqae es -
Uraos aioda organisando os estados, que nfto
cootam com as garantas, qae Ibas sio iadispen
saveis; e si, de ora em dtante, o centro impoter
leis aos estados, o reo deste grande crime ser o
primeirocongresso republicano e constitainte do
Br sil Be oto tragar boas uormas, qoe facam
c m er; o goveroo central oa sua rbita de aceto.
Ue -le que pusermo* os direitos dos estados
fora de toda a rnterveacto da Uai4o, taremos
oerfeitameole garant lo a autonoma qae pre
te demos para os estados, sem ter enfraqoecido
a U lito.
O mea aobre collega, com o seo aparte, ha
pouco dtsia que ea nao liaba raxo qaaodo pro-
teo lia para os estados o direlto de legislarem
sobre o processo eleitoral.
O Sr. SeabraPara os representantes da na-
cto.
O Sr. Meira de Vascoacellos -Peaso qae a ob
jeceo de V- Bxc. oo procede.
O Sr. Seabra Deante dos principios de V.
Bxc procede.
O Sr. Metra de VascoacellosPrimeiro qae
tudo este assumpto, qoe eoieode com o pro-ees-
so eleitoral e coadi(oes de elegtbiiidade, em tfee-
se, padena admittir a excepto consigoada na
coastitoic&o dos Estados (Jaldos da America do
Norte, pela qaai direito da Uaito exigir que
us eleiiores da cmara dos represeauales te-
nnam os mesmos requisitos dos eleitores da ca-
ma a m*s numerosa do poder legislativo do es-
tado. Com essa restriecto o direito de legislar
e regulamenlar as condices eleitoraes e proces
os de eleicao, no rgimen federativo qne se pro-
cura estabelecer, ama du attrihuices que fa-
xem parte da competencia dM estados, porqae
aflecta a condicto dos mesmos sem de modo al-
fan atteatar coatra a independencia e soberana
a Uaito.
V. Bxc, sabe que cada estado, oeste rgimen
de goveroo. Oca com direito de faxer-se repre
sentar os Uaito, qaer em ama, quer em oatra
das doas cmaras, de que trata a Coosiitnicto.
Ora, Matas condices, anal o primeiro in-
teressaio ao modo de eleger e aas condices
para a eleicao daquelles qae Uem de represea
tar o* estados, siao os propries estados i
E' ama destas cou*as que eu poderia levar
evidencia com o seguidle exemplo vulgar: V
Exc, desde que tivesse de fase* trata' por oa
trem ie am asaurapto de sea particular interes-
se. necessariameate se jalgaria, nto s com di-
reito de tragar as condices em qoe o negocio
fosse devidarneale tratado, como tamben de co
nhecer dos requisitos de sen mandatario, oto
consealiado qae outrera Ihe impasesaa taca coa
dices e taes requisitos.
Devo ainda dixer que este direito. que pretendo
para os astados, oem ao menos trax em si o co
nho de orlgioalidade.
Pico maltas vetea admirado de ver neste Coa
gresso querer se implaular na noisa Co a ui-
cao dispo*icj)es das eoasUluicos aorte america-
na, helvtica e oatra*, muito incompaliveis com
as oossas co -lines, com o oosso meio e -ira as
nossas tradicO t; ao paaso que oatra. que a*
sentara sobre fundamentas, qu nos sao -010-
rau'H e eonsultam os mesmos tolere > -, sao
aqni irapugoadaa e repellidas. talv.x e u-Mte
porque na parlera das grandes illu*l'..c oca
ia casa, mas procedem dos repre-enrames do*
estida* que nao leem 4 foica e o prest.g o da
quedes qae vera coniranar essas verdades, que
uto *4a meaos verdades por passarera pela boc
ca de u n li amera 111c implante corno eu. ("Na
apota lea.)
Vejo qu -, qaaotn 4 dirersiJale do direilo aas
pr.p ios Estala* Uiido*, a aepiracto diqiell-
g au le povo mirchar para a uo I ,d.
Ei'.reunta, os BsUdos Unt los aniram la se
paraco dos esados in iepei le n u au on >
nos. que precisaran faxer -a ande os *o->re sa
cnlicios para r.hegir aun-) e. po lamo, u 1
padan ficilm-nle de p Jir se de tolas a SU .s
garao'.ia* e prerogativa*.
E itr. no* ni) havia a aatonomia um a diversidade de legisLicta-s, e uiniai
aspira(to oaciou I e deve ser oib* magislraiu-
aumapar la un I t.le d d reilo. u* l rao* a
cru-'-ied* do eaprasa* Mse graede faotor Ki
me.o, essa ajraad f'irca d ira I c. 1 >. qa be.
0 nos, nn na monarcai passa-lo le aspir ge* e de nteres- s ciiiiiiis
-le u n p 1 i q i nu 1 ca se seniiu rail sqa u reai
glm'ii.ieun : direito privado a de ama
misistratura.
Mis, 11 mesmo tsnpn qa: v.-ja qu- *t v.e
buscir luUiin nana ame oaaa a daslidale
la iiijjis'-uarM imnu na se u m .11 >s o dirn-
to de regular o pro> e-so aaeilcral para eleger os
sea* repreuin.ni i-tEte- e io-a-i.
Acju-u urai a ?rvr.1 na. orno ji in-se, tri-
go 1 a es|- i pt-ito gil lira i|)eUa* nUeU I)
que 06 represeolaue- 1 acamara popular pr.,
pria-n-' ne Ida lev.ata -e.- ^ .11 is po U n el mu
ai 1 que kaastu as m'*oas oandic quel:.-
p do qual uvesse de serelei a a ass mbl 1 lo: ii
111 nu u :-o--i. A U iio leve o 1 o S ibele
cor ana bis- giral que en qu n r- re-;nta 1-
tes da cmara federal serum e-i o- p 1 ura pr 1
cesso l4o garanttdor coma aqueM pela j'i.l fo*
sem clettas os mambro* di a>sembli locil mais
numerosa ; mis, ana ves acceila -. ti restric(o
a justiiuicj iopi.m o pnacipio de dexar ao*
criados o direito de recular o OTM so leiioral
e ai cond:ciS do eleitorado >) u a c -n-nl-i sa
lutar de permit'.lr ao coogresso raaJ lica a I-i
oa reformil-a, tila vex que os raieresses d,
Uai4o assim o exijissem
E isto ne*raa nos goal na minhi emenda,
como sepoie- ver aaalysralo a Portanio, o
doico iiicouve.r.eate que ea .par.e foi apona I
pir un Hrasire representaae do C-ar, is-e
ii----ii) li -a sau da c -ra a leclarafio le delxar
se uo Cdugresso o direilo de iulervir para corre
-,'ir a le oa regulameata elei oral uo estado.
urna ves qoe seja isso necessanu.
Seuhores, a se .ra '.da pane -11 emenda, qae j
uve occaio de Ier, lera por lira consegoar ora
pr.uciji i) milvador e <\w ae BCE consagrado na
eoiis'.HUi^aa americana. A CMsirlaieio no-'te
1 oencana. d-pus d* sotada ra 1787, Rara su
j-ita a ipur-iv.ir'i 1 dos ireae e 11 lo* qn d- am
fo mar a Uai-i, e eal4o passoa oela ra 1 -lili :ue iu
que tioores represeauites -1 tbecem.
A disposico a que .airado ie lo lo o ponto ne
cei.-a-ia para o Br.itil. sob MU forra 1 de EOVOr-
no, como ama me lid* garantido a. Tidossa
hemos que a competencia na Untan, relativa-
menw, deve Mr mais limitada i> que adases
lados, taaio alai* qua.ito devoraos no* af isi.r do
sysi-ma centralisidor.
E u caso de duvid pois era cara dn inlerpre
tracto continetooal, leve se appellHr para o
poder cornpet*ii ---ni qae d. li possa vir pre
j-nto, quer para .a Unio, quei para os estados.
E' necess - que lodos o* paderes que oto sa delgalos
i Uiio uu negados aoi estaios se cou-idrau
.ler.-.-.icrtiites a st.-..*. O con'rano seria deixar
a porta aberta a abuso* oa alimentar extraordi
'ariamente a crairalisacto. Por ocuasio de
faser a leitora di 2 pine da minha emenda, a
que rae estou refeodo, 11 :oa p itenta que o
principio n'eil-i adulado assemetba-se ao qo< no*
Estados Unidos tem podido maoter seiupre a
mais completa harmona entre o seu goveroo
central e os respeciims es'ados.
Nao v ja, portanto, rata) para qoe ao apro-
vaiieraos o en* -ja de iat odutir na nossa Coa*
tttaicto am principio tto salutar cono este, que
j4 tem por si una experieocia longa e sabia,
orno a dos Estados-Unidos em relaco a essa
'rma de governo ; porque o rgimen federativo
Sino daquella uaea e all tem sidj objecra
I >s m us sabias e feises experiencias, taaio
assim que tolas as aaoes v> all beber liccoes.
Maodei ama emenda tambera ao artigo 67 da
onstiraicSo.
Este artiga acha se regido ao prpjecto nos
errantes termos, (l):
> Os estados orgaotsar-se-hto, por le.* sua*.
sob o rgimen municipal cora estas bates :
l. Autonoma do muncipi), em lulo qaanto
respeite ao sea peculiar interease :
i Electividad da admmistracto local.
Paragrapho oaico. Una iei do Congres*..
organisar o nuaiclpio do lisincto federal.
Substitu essa disposigao pela segrate, (l):
Os municipios orgam*ar se bao de accordo
com as constituices dos estados respectivos.
observadas as seguales bases :
1. Completa autonoma en tudo qaaoto res
peite ao seo peculiar lateresse ;
i.* Blectividade da admiaistracto local;
3* "acuidade de cel -brarem ce n am ou mais
municipio* do mesmo estala os >ja*les necee
sarios para a realisacao de obras ou servicos da
rMtricta competeacia de cada am, em seu res-
pectivo territorio.
O Sr. Serpa Jaaior- Mas este artigo vicia a
competeacia dos estados.
O Sr. Mera de VascoacellosV. Bxc. vai ver
que oto.
Ba, cim a miaba e-o-nda, nao me propux a
oatra coasa sioto 4 verdadeira consag-aco do*
principio* qu* regulara esta forma de goveroo
que estamos estabelecendo.
V. Bxc. e os m a* collegas todos sabem qne
um pnacipio federativo que *e organis -m os
ma impos com a mxima aotanomia e in lepen
ca. em lado que dls respeito aos interesaos lo
caes que lnes sio peculiares.
O Sr. Serpa JoniorMas esta nao a questo,
si ha necessidade dessa disposicto
O Sr. Meira de VascoacellosO a, nestas con
dices, si os qnizermos corresponder 4 pratie*
com m noMos priocipios; si quitemos passar
pira a legislaco os sao principio* qae dos ser
vem de guia nesta matena, taremos de legislar
de modo qae os principios nfto sejam sopbisma-
dos oipratica.
Nida mais caracterstico desta aatoaomia, qae
ea, que todos os pedimos para os estadas, nada
mais de accordo com esse reguiea qae tratamos
aqu de estabelecer definitivamente, do qae dei
xar aos municipios o direito de se orgaoisarem
com as Itmitaces apena qae resaltarem da con
stituigo dos respectivos estados.
Pois senhores, porveoiora o municipio sob
esta forma de governo nn estar para com o
vstado oa mesma relaco em que se acham os
esta los para com a Ualio ?
O Sr. Serpa Jnior Nraguem contesta isto.
O Sr. Metra oa VascoocellosNo mea modo de
ver coasidero a Uoifto, o estado, o muncipi >
como tres circuios cooi-aotricos que giram em
e-phera propria, sem se chocarem, sem se nulli
flearem, manteado, porem, a mxima harmona,
oo outro o fin rgimen federativo.
O Sr. presidenteLembro ao nobre represen-
tante qae a saa hora est Hada.
O Sr. Meira de Vascoacellos-V. Exc. teoha
paciencia, deixe-me concluir o meu discurso, o
qae farei em poneos minlos.
O Sr. presidentaCorra muito prazer oovire o
nobre representante; mas peco Ihe qae se res
trioja o mais possivel.
O Sr. Meira de VaacancellosMoilo obngado a
V. Bxc.
Ora, porqae raxo nao havemos de dar ao mu
nicipio os meBmos direitos em reiacto ao Bata
do, que damos aos estelos em relacao a Unio ?
En.endo que loriamos sopa amado a patrioticn
aspiraeto da autonoma do poder rauuieipil, st
ato deseemos aos municipios o dir-no de ae
orgaoisarem. observadas apeoas aqu lias restri-
eces que leem por IIm manter a iinha diviso'ia
entre a competencia dos estados e a dos mes-
mos municipios.
Ea, com esta emenda, qoe a primeira vista
talvet oo revele toda a iotencJlo que Uve quao
do a apresentei. pretendo faser com qae na orga-
aisacto dos rnuuicipioa oto M verifljae MM
uniformtdad qae, si funesta em relacto a or-
ganisaca dos estados, foneslissim 1 perigo-
si sima no regimea federativo em relacto aorga-
oisaco municipal.
O -yieraa federativo deve deixar a cada raa-
nicip o consultaros seos iniere-ses especiaes e
lanii.s outras circamstaa tas que oo se pode
ieu r ie considerar outros Untos factores da
ama 00a orgausaco 'ommunal.
En relacto aos mu i'uipins aiada mais capi-
tal a necess.dade oa nuiuoomia, e em um regi-
.uen f di-raiivo uo se pode pretender que pelos
moldes do iiuuicipio A possa ser orgaoisadoo
muu cipio Z ; p >rque a orgaoisacto que convea
a un mum.-.ipio iwde compruraeller os rateres-
se* de out.o rauicip o que tem ulereses di-
versos.
U a municipio po e viver e tirar sou engrade-
nra^n o d-.s ud trias raa-iufac uretra*, oatra
ki lav uia. ouiro da cna^au, anda outro de-
ludas essas iudustru ou de mis de urna deltas.
Como, pois, 'rg'iisar os municipio* unifoi-
ra ii'-ni-.' e Mib a* me..-mas co.idire ?
N* soberao* que, uu pa.xes munarchicos,
M u 1.1 luglai r a, os utuuicipios gosam de gran-
des lio.':- ladea e 4o dolad >s de una perfeita
autonoma.
Pois nos que adoptamos para o B at! o go-
v mu r. p blicaa-.i, nao navenos si qaer ne nxti-
iar ea* S pases Oa orgrjisacno -ijs municipios,
qu-1 -!) e les 8-gera o reg ra o n ra.rcniso e
ra- quererans viver no regim n fede.ativo ?
E-'^s pnxe-, entretanto. v;vera de iraigea
ecol -es qce do a s seu* cosiuines e as soaa
i-.-, oral K'.ud Torga, qoe nao pea. soo re n ;
e par i'- qo<- ., civni-aces euro|xas bao de
Botar 1.0 o Iwaeoras d IB mida les para iliega-
n m a esse rande ideala r. publi.-a te lerativa.
\ 1 iiunarobus eu'opds sa so. 1 oa tas grutaa
- Ir balli .das par ui -es imeter dos. e -.ellas s
o >r ra-10 de. ^r.i le- luct-is o- p. m upiM demo-
crailc-s podero da- -.mutas nvili*a(es.
Diseada. como du o p ojea'.lo era sea art. 67,
qa- o* estadoj se -irgaiii-aio ^ub o r<-gmea
mudiupal ni Irrvmos affii 1 -.-do p osami-nlo,
que. entretanto, pro uro furnia p- la minha
emenia, de que deveraos deixar aos n.uuicipios
a sua propina urgra -aco, do un sin modo que
a Unio deixa aos estados a ua o y.im .5-10 ;
a--.ru, claro que a raiuha emenda consulta os
interesaos da mats completa aatorrauia mnni-
cipal.
O Sr. presiden! .ibservo ao nobre r-presen-
taue que terminou a -ua hora.
O Si Mena de V scoiic-II Vu-i termioar ;
mas, pey a V Exc qu leona para comuugo a
mesma imug-ncia qu- vtjo Ier cora ootros
.-oile/as. qu excedera o teupnna tribuna. Ape-
na- excedo ura raraulo e ja V Bxc m convida
.1 d 11.r esta iribuua V. Ex sabe que estoa
luteuoo ura vi nujciro sac nicio, sacnticiopor
que esiou lacomra >dado po pn-nrar n--ra casa
i era tiura rtdiauada tainos colicg.s, qu.nido na
lenha o direilo de Esael o (uto |)iadob), e sa-
cntlcio -nuda, porque eatou cumjinpdo um dever
superior as muibas fory^s e o carapriineiito do
deiei ueslas condices seoipre am sacrificio.
O Sr. ('residente -Fiz o mu dever em campri-
menio do raglmeulo.
OS. Meira de Vaicoocellos Sira, seoiior ; voa
caduir.
Cera que me tiz p.-rei in-nte compnlieader
n.1 ja ili ;..ya j na miiin i emeuda. Quero que, re-
* Ivadas as dirposiyes, qae tracaui a Competen-
cia do* Estado*, reguiando a materia d'e-sa com-
petencia e, poruato, disciiuaioaiido pe 1 lamen-
ie a .i. tana c<-niro da qual deve gyrar o poder
municipal. Uqie re; er vado a cada municipio o
direi o ue se coaluuir como t-nlend. r. regulan-
do o* teas in creases, fazeudo essa exue lencia
de lioerdade, 1 que ha poaco alludi. po que en-
lenuo que ueubum povo p le ser Itvre preten-
deiido se. p m u qu i tile esleja preparado para
* 1 o, mas preparando se elle proprio a cusa da
sua "Xu -nencia, de seus erros, para < hegar
conquista d'este ideal.
Teoho una uuira emenda que irei apenas apon-
tur co.nide icio da ca a. SahSlUUO 3' do
art. 65 pelo segrate : (!).
P.zer ou declarar guerra a outro Eitado oa
p deuc:a* esiriogeiras, exceptuado o ca.-o de in-
vasuo oa de perigo lo eminente que uto admita
demora. *
A fater guerra ehl.e si ou usar de rep.esalias, e li-
mita se a i*ic.
Mas, Sr. presideole. vejo que os legisladores
ua Data o un-1 ica ra, os autores de sua sabia
consiituicto faram moilo prevideules, quaodo,
dispondo igual mate em relacnio aos Estados, isto
, pruhiuiu.ro ibes o direito de faxer auerra, co-
gitaram da bypoiheso que se poderia all dar,
como aqai se pJe d>r, de urna invasto, porque
t rao* Estados frooteiros, limitrophes com outraa
oaces, os qoaes podem licar em um perigo de
tal aune immiaeate que nao d tempo convo-
cacil i do parlamenra para de larar si deve ser
feta ou uo a guerra, qoe obngoe a lancear maa
immediatamenle dos meios de defeza, u a na
esperar a aceto do goveroo central.
Como pretender, ponaoto, que um Estado,
como o Rio Grande do Sal, por exem.ilo, ante a
ovas-a de am de aossos vitiahos, que se tor-
aasse nosso loimigo, -croussecs braco*, deixasse
esse inimigo tomar conta do seu elo, apoderar-
se de todas b.s sua* tortiHcacOes e asseoborear sa
de seu govero,attentau.io nao s coatra a auto-
uomu d'aqaelie Estado, coao contra a propria
soberaua nicioual, al que o seo governadoc
fosse ao encontr do governo central oa do Coa-
gtveso Nac oal, adra de pedir meios para repel-
lir essa invasto ?
Isto nto ser a sabio, islo nao se poria uiesuia
em prauca, parque acredito que o seutimeoto da
diguidade, qae leva um pavo a defender o sea
territorio, fallara mais alio do qoe a dispo.-ica
constitucional, que oo seria cumprida.
l'ortanto, si bavemos de cousignar essa dispo-
sicto na Constitoicto para oo ser cu upnda em
casos taes, miliar que sejamos previ i-aiea a
corrijamos a omisso qae estoa a sealando.
D-pois acciesce aioda a cir rara-tan ca de qoa
vou fallar. A Coosiitnicto uz muju simples-
iiu-ote da guerra de Estados entre si. Em pri-
meiro lugar eaxerguei um dofeito u'essa rediC-
c4o : ne pareca por urna ioterprcuco que altas
poderla dar- ie, embora extravagante, 1 aoa
Estados s prohibido qae ledos Cecia em gue<-
ra aas aos oairus; e por isso corrigi a expressftc,.
diteu lo: vedado ao- Estados faxer goerra a
outro oo a ama potencia esiraogeira. Ponanto
procu ei assim remediar doas uefeitos da Coasti-
tuteao.
Accrosceato ao art. 65 am 9*, que diz (leu-
do) : alterar as Casalas de seos contractos,
sem accordo da oatra parte cootractante.
N) sabemos qae as pro vi icias boje Estados,
unhatn diffeteoies contractos, porque ellas ti-
nham a liberdade de contraetar sobre differentea
assumptos atl mentes ao seu goveroo e aos seos
1 ulereases.
Ora, desde que, pelo projecto da Constitaifto(
tuda quanto ao est cooiprebeodido as attr-
buicea da Unio da competencia dos Estados,
e eu nao via nasta Constituicftn urna s di posi-
co pela qual se po les -e emcazmenle impedir
que nm Estallo iofr.ogisse ou violasse um da
seu* contractos, nqoei nm pouco apavorado com
a idea de que um Estado podesse pretender, ur-
gido pela pressto das circumstancias oo por qual-
quer oatra rasto, quebrar a f de nm contracta
que bouvesse celebrado com alguem. Ora, abi
leamos fer .do o inleresse do proprio Estado a
violado a intfgridade da l do goveroo central
da Unito, porque sabemos qae essa revolacao sa
ioaagurara aooauciando a todo o mando, que
ato sena vio.ad coatraclo algum, que serian*.
garantidos iodos os direitos.
B*se temor nto imaginario ; poder dar se
mnito oem o caso de um Estado, que se ogani-
sar era condi.es difficeis, quero User, deba xo
de di ID cudales linauceiras, porque as dimcnlda-
des actuaran >o graaiemeote em relacaa ao de-
vedor individual, como em relaco ao devedor
colleclivo, apegar se dontrioa do calote e pro-
curar modili. ar ou annullir as clansnlas onero-
sas de seus contractos coatra a vontale de sea
credor. com vrrdade.ru qu -ora do principio ju-
rdico-de que. urna parte nao pode romper aa
con lices dt un contracto sen o accordo da oa-
tra.
E*se accardo lab ;aslo e a disposiejio qoa
coo*agra,a .ecessidadd d'elle 6 ito sabia, qoa
prevalecers no animo dos raembros da coa vn-
eto, que cubo ou a Coastitnicto dos Estados
Unidos de 1787.
Wilsoa, si ao me faina a memoria, ou Kiog,
cogiioa d'essa hypotbe*i, sn*-iundo, no mesma
sentido da atiaba emenda, ama soiuco qoe foi
acceila sem conteslaco alguma ; elle nto quera
qae a f dos Bstado* Unidos fosse violada por
am acto menos pensado de qualquer dos Esta-
*~\


Diario de Pernambuco Sexta-feira 13 de Fevereiro de 1891

M, e esta mesma preieneao devewo* ler lodos
DO* b-azileiro*.
Sr presid nc, teoho cansado a paciencia de
V. Eic. e de lod s o- eolloy *. (Hao
Von pom, detxtr eata iniign i, pediodo a lodos
mil escalpas de ter aba*tdu per unto lempo de
toa b'Povol-n'.e atteovao, e anda o na ver. im
Hoco a lodos oj m>ot coleas gao nouca levero
a mal que om representante, por mus ha-nil te
rae t'U, como cu. infto upoiarto), venhi a ella
em diT-n Jos principios que deven *er a haae
fnndamsntal da nossa tonino cao, porque a Coo
etito ya > que estarnos elaborando, nao o patri
nuuio d- nenhum membro d'etta casa, nem do
neihum Et*do.
Oa talento* e as mediocridad-s. asaim como o*
Estados proso* r s, ricos e feliz s, on os peque-
nos o nobres, lodos vicHina* di compres ao o
aarcbi'a, deven ter o ramo direito, i*lo que
temos proel im ido o principio di confrate'nisi-
Clo, que devo ser a pe-Ira luadameoiul da nn>s
HepuDiica federativa. (Multo beta, multo beo. O
orador enmp-imenta 10).
das, de modo a seren ponidos oa estafetas ar CooselbeirosPedro Branl Macario de Asis,
modo* de farsa de pona, qu-, tecaodo a racima j Beo rehato Rodrgaos t Jos Ctlvao
INTERIOR
RiYISTAJIIARU
rala localv S Exc o Sr. desembar
g'-wor overo* >or 'in E-Udo, soli-Mo pelo bom
poW.co. exjj-d.o h ni-mos d aa cmcio* abaixo
aoiire guara-i loeai o moairipio do Recife.
Kui vi>u de div<"i.r.s Ijrtoi qu i1 n dado
ref-rooi- a ssa pu-rdi, aleaos "o qoa nos mesin >s n n-i n idos, e oatrus petos mtle
gasdditnp'i">ra, S Bic. proeedeu rorreclau.euto
mandando precedr a urna revisto dos gualdas
pul eren exc uides os de taso proceCoi-ato.
Apello nmos com sinceridsde essa deiieera-
_!<> e. poli parte qae dos loca, igiadecenaos a
piovienitia. que laz bonra ao digno uovrmador
Bis os c O ios :
1. leerao.Palacio do Gverno do E-tao..
de P-roam oe *tn ti de p. vemro do 1891.
T nio : i-u a noticia dada na 6 o tonal do Bedft de boje eonventeoteenrot .
1 su -argeoto da guarda local Acacio Perei-a da
Silva e a praca de oome aniel Ribeiro Leite,
nesta data nande que o re-;*cuvu rommitaario
eral as desalistssse do corpo.
Ceavm qae, procedaes is precisas diligen
SUL DO BU AZI L
Pelo vapor Jno tivimos bootem as seguales
noticias:
Ralada de tioras
Dalas at 16 de Janeiro :
Do Go'jaz trun ere vemos o seguate :
Nos campos da fateodiTupis pertea-
rente a familia boal, den se no da 17 d Novern
bro nm tacto iio'i om.-o. co.i.o pastamos a not
calo.
l' ii vaqoeiro de nome linorato encontr*
com ara arra-tador ; deitonlian lo jer de ong.
tegnio polo arrdSlador e a poucos pastos depa-
r j,i rom o cadver de uiaa novilha di dous an
nos, cujas carnes tinu. m sido devoradas por ama
o f i ; uo telo do estar o niesmo raqoeiro coo
teoipLindo aqnolle ternve estrago, nm enorme
caogocA salla de improviso nis aucas do aoiuial
em qae eslava montado Houorato, qae ebegoa
em casa quasi assomurado, e o cavailo pingando
t:ogoe.
Nirrado o ficto por Honorato, sem demora
segniram em procara daquelle f.rc aoimal o
capillo C i de A. Lejl, Joi de Brito e mau
tres compaubeiros.
A' \>:qu- u i di-tan li de onde o vaqoeiro
Honorato bavia deixado o monstro, aquellessj-
nbores o encoulraram, e elle exasperado atiou
se para o capitao Custodio, qae J:sparoa-lb
dous Uros; nao obstante salta aas ancas da
mulla, qne cavalgava o dUu capillo. Tr. spas
sala de dor sabio a mulla aos pinoles, daadi
fortes trumbo'lies e a cuita distancia cahioator-
doado o capillo, cm.linuaolo a malla em forte
carreira. e o caagac agarrado as ancas.
Poaco adiaato o cango^ larga a molla, e
dirgese ao c piao qne anda jaxia no chao.
Nesse Intenta um dos companheiros dirigio-so
ao moostro, disparoo-lbe om tiro ; lempo cm
qae o rapttao, pjcobrando as forcas, levanlon s
dispirou oatro tiro, dando a mor te aqnelle feroz
meDsiro com 8 tiros e S facadas.
Maito podo conseguir om bomerp valoroso *
Batasla do tela brande do Mu
Ditas at 28 de J metro -
A 17 da passado ebe^on a Bage a conmista)
de engeabeiros militares qae viaj pira exim
nar as construyo_-s militares.
l-- a D- Pediilo, Livram tito, Algrete, Uro
(ruayins, Itaqoy o S. Borja, segurado p"'o Rio
da Prata para a capi'al federal.
A despeta a fazer oto p qneoa porm isse
nala seria em nma rpocba de boas floancas, por-
iiuanio actualmente nao pode ser peior o estado
tos cofres pblicos.
Do Nacional, de Pelotas, de 57 :
II j-i'.-m a taide, achava-he em urna barbea-
ra, estibelecida i ra do General sorio. o le
oeole da guarda naciooal S*. Peli.-berto Fernan-
des Vergara, que, leudo ahusado de bebidas
a.'ccoltcaa, atetcava fortemenie ni; nfendoesia
bele:imeolo
Chamados os?' polica paia con
ler a ordem, aqueiles, ao effectuar a prsao do
tenenle Vergara, que offerecera resistencia, ar
rnado de orna pequea pistola, desembalnhaam
as espadas e com lias produtiram diversos feri-
mentos do alludido militar.
O teaente Pelisberto Vergara esta bastante
ferido, apresen: mdo graves conto*dese ferimen
toa na caneca e em orna das maos, cojos dedos
ficaram qnaei decepados.
Poi condusi'lo |>; peraaoeceo erm diversos reos e va gabn dos al
tioje pela manba, bora esta em qne transferido
para o quariodo sargento .
Bm Algrete :
Arliudo e Laix. pracas do 18* de iofantaria,
afogaram no arroio loirapnila o recrata Pedro
Josc Rodrigaes Candiota.
O inf -liz morreo gritando : Morro e nlo
vejo muilia i. .
U eommandante do batalhao recolbeo a pristo
cellulir os malvados, abriodo conselho de invea
ligajo.
Um cabo qo assistie ao brbaro acto, sem
tentar salvar o pobre -ecruta foi rebaixaJo.
Un incendio destroio parte de orna fabrica
i'e figos rllButast do Sr. Boavenlara, qoe teve
o prvjuiao de 400*
Capital Federal
Datas at 3 de Fevereiro :
Na seas ao de S do Congresso Nacional, depoi?
de li la. po ta em discassio, e sem debate, ap
proVdda a acia da sessau anterior, e lido tam-
bem o expediente, f-llaram os Srs. Cesar Zima
e J jeques Ouriqo, off receudo o primeiro orna
muelo, dizeodo qu- o congresxo espera e coola
que o governo da Repblica na > descansara em
qoaoto ua i f. r- m .i.-s-.ober'os os autores do al
teni.u'd do dia 19 Je Nov.-mbro do anua passado
c/jh-j a Ivpographia du Tribuna; e qae, oatro
* .tu, coala qae, ama v. z oi.Ui- i los o- enmi
aosot, sjam elles puoidus com todo o rigor d*s
lea e de modo que a soa punicao sirva de ex
emplo a lodos, e prove ao mando q le a Repu
Mica Brat leira, em lempo algom, pacina com
os enmes e criminosos. Esta mociio approva-
da por 84 vo os eootra 64.
Fallarani. anda, pola ordem os Srs. Justicia
no Serpa e Amorico Lobo.
Na ordem do da. indo votar se englobada
mente, em z* discos ao o d rojee lo du cocstilni-
{So recotieoe se olo baver casa, e levan ada
a sessao
A referida mocao fol a segninle :
O congreseo i onstituiiiti.' espera e coota qoe
o governo da Repblica oao descansar emqoan-
to nae> f'.roro ae-roDerlo os autores do altala
do do da 29 de Nove nho do an o passado coa
Ira a yomcrauhia da Trlmni
Oa roatai, cotila o coo^resso qoe orna vez
rcumnocidis os criolno^os. rejam ellos pool
do eeai ludo o rigor das le; t de s>do que a
ana pani(fto sirva de exemplo a todos, e prove
ao ii.ando qae a Ropo lica Bratileira em tempo
algant pnctaa rom os rrimes e erimmosos.
Saia cia^ ssoes, 1 de Fevereiro di 1891.
Cesar Zima >.
Basado da Batsaa
Dibs al 0 di Fr.oreiro:
No dia 5 trlT oaram se as eleic/tes para mem
tiros io cong'e o do Estado.
Na> tram Cunhecidos i 6 s-mao os resaltados
de algasias par. ih'as da capital.
81
alto da daaaaldracao-Lem-
brafas ajae ro paasea sal da pontu das tri
Ihoa urbao<.-t ha partiao om dos abraco* do las-
im; a por isa carece de ser sobslilolao, afim
de eviiirem-s* as topadas ao publico pelo levan-
lamento tas exlrem ladea das doas laooas, e
anda para qtu a damnincacAo nao crespa de
propnr(,6s.
Alhcraeai alatascail Prraatakaraaa
Araauti lat bm ajnitciacAa ua sosaaw ma-
gua oe po se a* 8 i/1 horas da noite, apd* a
uu-.l dar om sarao daasaale.
u novo cooselbo compoe-se dos S.. :
Prendeote-Manoel Arnerico.
8ar,reiaTi08 Gvrillo Santiago e Artotr Bal-
bino.
Ora. o- Porfirio Marques.
Director de co.'eertosSaotino Porto.
B.bhoMiecano Bgydw Canoa.
Thsouruioloa Aaaerico.
Dnela oxillarram os im-obordinados. Saode e
Iralemidade Jm*. AnUni Corma da Silva
Ao ridaoio Dr. cn.-f de polica.
> serc'o.Palarto do Governo do Estado
de Pernawabaco esa 19 Je Fevereiro de 1891.
Orlo p>r iorormacoVs fi ledignas da ornee
dencia da.< acensafies conalante da Gautilka o
Jornal di Heafe d boje, folias an sargomo da
iioarda local metcia rereirada Silva e a praca
de none Manoel R beira L"ite, tvcommeudo vos
qae as desali>ieis do corpo sob vosso eommaoao.
Convm ibesmo fasar ama revista da guarda
local do muoicipiu da capital, desalistaodo te
pr-cas qoe tenham dado pravas de munordi
n vio e compon-Jo o corpudo pessoal de prava-
da Uioooidade.
Cnodo qo* libareis particular alteDcfto a
pre-. iil- re nmendi in.Jo Antonio Crrela da SUra.Aocidadao
. omi'iis-ir'o (ral las guardas locaes.
Batado da Parakyoa -Desse Estado II-
vem is non e n o s-guile leiegramma, que po-
Dlicamos pin os devidos effeilos.
l'arahiba 12 d Fevereiro.
Diario de Pem mbneo.
surto prufundjmente parsamento coronel
Lu Aoionio Ferrai, g'Vernador do Ceara.
A -igod) governador Venancio \eita.
Carne arralaada H ni em. pe'o Sr. Df
insoeclor de Hjgieiw e sed ajodanle foram
lUriDdados inuiiliMr 171 kilos de carnes verdes
expo-las 4 vendas em taibo da Boa-Vista e Sao
lo Antonio, por se nhireui arruinadas.
Briataro do a*ortoO Pial, do Rio de
Jaooiro, pubucoa esle leiegramma:
L-tboa, 1 s 10 horas e 40 minutos da noite.
Retardado.
Parece averiguado qoe os republicanos do
Porto so accidenUlms.ite so eavolverati oa se
iijao militar do Porto.
Como,uiedida de ocoa lio, purm, afl( i de coa
seguir completa tranquillidade.o goveno resol
vso qu nao fossem te npo ariamente publica
dos o joroaes Repblica, Repblica l o 'taauesa,
Debutes e Patria, que rrpreg.-n.auj a mala viva
coloraco da democracia po-lagueza.
Jalga-se q e jutr is jornaes taabem serio do
aMMBO modo suspenso?.
Em relacao is forgis qoe bateram-ai em fa-
vor da sutilevaco, o governo etermlitn q .e
fjssem dissolvidos os regimentos de lifintana
ns. 9 e 10.
Os soldados serio dlriboidos pelos oatros
coros, especialmeale o* ro nlramor.
A officialiddde ser sabmettid i a conBelbo de
gnorra.
Curre com insistencia que dous offi .es su
aenaros do exer> ilo Ufataaj parte activa na se
dico
Ese boito, porm, anda ci-e.e de conrma-
Vao.
Revaluto do Ckll -\ sup-a raen ':>
nada folba publicon estes telegrama? :
Santiago 1 de Fevereiro. (R-lar lado),
O oloqueio de Va'p raizo val dando resalla
Jos d^sa irosos, como se se tratasse de om
bombardoamento em regra.
I'ur vetes a esquadra tem rompido fogo con
Ira as bateras de trra, correspondiendo is des
cargas de seus geossos caohoes.
O Blanco Encalada tem sido especialmente
alvo dos Uro< das fortalezas, e d-alas, as qoe
sostenan) com violencia o fogo si a a Cavadonfa
e a Aniet armadas recentemeaie d grois ca-
ohoes
Urna das bombas da Andn rebentoo socio
rae/ido. prolosin lo cinco morios e oilo ferj-tos.
Todas a-" vio.imis desnmbir aram nos escaleres
da canbonei a laglezaCiaiaiaa.
O Blanco Encalada fes diversos tiros de bom
oas qoe incendi.'iram algoos quarieiroes da ci la
de. de-n unido os coinplelameute.
O :nu o lante da prag pretende atacar a es-
qnadra rom torpedos.
Em Qu: itoiro- desombarraram 1.500 honeos
de todas as armas ob a prolereio do Haaicir
?u- desmaileloo as baleras do nono, fazendo
agir em elundadi a gaarnicao do exe'Crlo le
gal. N'esse tratelo, murreram MR de W offi
ciae e praca* das tropas do governo.
O Esmeralda bombar leoo Porto Coljnel. En
Ir os estragas cansados, sube se o da esiacao da
estrada de f Tio,ern cijns ramas tlcaraiu 37 pos
oes moras.
Alguma* gaerritlns rev ducionanas alararam
a estancia l'razabal, as estacOes carbonferas e
a fabn< a o fondicfto do Sr E ruuri, prximo a
Col niel saqaeaodo :s lotalm ate
O governo ex pedio decreto confiscindo os beos
dos rcrolloso*.
A goarda nacional fat coutuiulos exorcieios
p ira reunir se ao exercito lrgdt, forte ctu I uen
w de ti'.UOObomeos.
O 2' bauthao de iofantaria da goa'da nacional
ji fr i considerarlo prompto e mareboo para o
norte. .
0 goveroo dissolveo q 2 regiment de caca
dores d'esta guarnicio, i .quinan loo de sedi
(IOSO.
i.h-gam l-legrammus de Caleta Buena e Jum
n fjrindo que aqoelies pon s acham se bloquea-
dos.
Corre com insistencia a noticia de ora tiro
Icio eni'e as tropas Cuilenas e argeotiuas em
Punta lira, oa < ordi Irra andina
a flirma se que boove morios e o oome de
ama dos-a- victimas o do commandaale da
forca ar entina.
S miago. 1.
O cuorcaoo Almirante Cochraoe* ap'isionou
as agoas de Ijuioue o vapor peroam Sauta
Rosa*, qoe condoxia ar mmenlo para o goveroo
do Caite.
A noticia desle saccesso ~*u*ou aqu extraor
diarlo abalo, visto qae o goveroo co.-uava com
aquella oncoamenda de manos milharea de es
pmga'd s e revolvere para armar os coraos da
gaarda n?ciooal em parte ja organizados.
As furcas des revoltosos que operara em trra
eviura eacoolros serios com as do goveroo. Li-
mitara se s escaramacas, goerrilbando para la
ug.ronios balalboes legaes. Esies vm te liria
dos a desdobrarem-se am de acndirem a loaos
os pontos, em qoe ao mesma lempo sao ataca
dos de sorpreta.
O presideote BslmaceJa tornoo obrigalorio o
pjssaporte para a pastagem ni cordilbeira an
dloa.
Iapceti de Arteo o Bsetoa -Na; nlttraa
cougregacSo do corpo do n'e d'ese estabeleci-
uiento, sob proposla do Sr. Sergio Lorelo, foi re
solvido uoan'mcnle que .-o mencionasen oa acta
um voto de louvor e reembe; meuio ao cidadio
Te Dea Jnior, pelos relevantes servicos preudos
durante doos annos corao director da Sociedade
dos Arilntas Mochsnicoa e Liberte*, e oem assira
qoe ce olS uasse ao mesran ciialfto o'aqoelle sen
Atada por iadicacao do mesmo Sr. Lorelo, que
let ilgum-is eontiiera(6'8 a respeito mencio-
oou-se nm voto de coogmolacao pola eleicao do
Dr. Francisco Aogasto Pereira da Costo, para
quell- cargo, a qaein se deveri i offi-'i^r comma
oleando esaa resoloeto a deetaraado qae, om vis-
ta de seo noarosos precedentes, o corpo docen-
te conliavt qae elle seri om digno continuador
d'aqaelle a quem vai sobslitoir.
Batradat de rodaceaa de Ollnda
Sob tal molo rxan lamaos a segointe noticia:
E' preciso qoe a aitencdo das obras puhli
cas te volle om poo o para o estado em qoe
acba se a mencionada estrada.
Pare e qae em breve teremos de carecer
all de tanda-, pra dar patsagem aos traoseun-
les. em razio das mares ioradireiu o leito e asi-
le ji exislirem excava(oVg.
Urge qae se facara, pols, os reparos que a
damn>Hrai,ao, alludida reclama.
Nio temos conhecraiino pessoal do estado a
que se refere a noticia ; mas, em todo caso, cora
pre verifica! o, e sobre elle providenciar se,
disto boovrr necessidad.
Commissio de amias Aogasto Wanderley
Targino Cesar e Joto dos S0te*.
(rada aatl Logo aoi a ponto de Mo
tocofombd a. h i se essa sirada com om graude
arrorjibameoto occatiooado pela mir .oe nat
enebrales invade Iba o lelto, diffi-ultando o
transito dos carro* cavados pem mesara es
irJi, e reduindo os pedes nessat occas Oes a
esperaren] qoe baixem as aguas para dar-Ibes
patsagem.
AaVn d 8'e incommodo e inconveniente para
0 transito, os iccoavenmntos que decorrem tam
bem para a situacao liuanceira do Estado acn
aelbam qaa toja dada prompia providencia no
sean lo de njutnr -e tal et ago.
A repartico das Obras Publicas lomar por
certo em eousnleracio e Mareclial Hcraaea S. Ex:. o Sr. go
vernador do Bslado e general de brigada rom
mardame das armas fizem celebrar noje pelaa
8 horas do dia, oa igrrja da Coneeicio dos Mi
lua es mismas por alma do marecbal Hermts
Ero-slo da Fonseca
P.irft as hooras fnebres do acto o 14* ba'a
1 ha de infamara, que ao terminar o mesmo
acto dar* at tres descarga* do es ylo.
Cima) ttepublleano Kleltoral do Be-
rll*e Reuoe se este C>uu is 4 1/2 boraa da
larde do (5 do crreme.
aaanlkele Os habitantes da chcara
Ramalb'-te, na Capnoga, escreveram-bos dizeo
do que nao ge constituiram em Club para o acto
de jogarera flires nos dia do Carnaval, em que
sahiram i passeio com suas familias.
Regis'raraos a declaraco como corrercio ao
qae a respeito dissemos, e agradecemos as pa
vras amaveis que notdiruiram o dignos cava
Iberos miradores da ch .cara -Rara ilheie.
Mairla do Corito aaalo II .ver ne ta
igreja .ermOes quaresmaos aos domingo* pelas
A 1/2 boras da tarde, lerramando com a beoco
do Sanssi no Sscramemo.
a'alleciaaestto Commaoicam no* :
No uia 17 de Janeiro prximo lindo, flnou
se, na villa de Santo Antonio da Gloria o E u
do da II .lii j, o Hevd. conego Lino Mar'.yr de S.
Jos Perreira, vigario odiado d'..q jella fregue-
zia, desde Agosto de 1804, contando 73 anrio-
de idade, 46 do ordenado pelo Bxm. Sr. D. JoAo
da Punlioav io. de saudosa memoria.
0 finado era natural da cela le de Penedo,
Estado de Alagdas. onde foi ta nb in vigario
collado da freg 'tia de Nossa Sennora da Con
eeicao de Matta Graads.
Em sua antira provincia, foi deputaio pro
vincial em uous bienmos. Constituid-se o de
dejado e zeioso prolector posta de qujtro sobnohos e duag sobnobas,
sendo qae entre os prira iros coa*a-s o R-vd.
padre Emilio de Moura Perreira Sastos, acioal
vigario de .aorob e o professor A lelmo Mar
lyr de S Jo Perreira.
O finado era irmio da irmandaJe de S. Pe-
dro dos (.tongos desla cidade.
Ceosreaaa Inalraclivu Pr.-aaaifea
casto .Fduccioouu bo.it.-ui essa a.-soc acao.
s .o i o empastada a nova directora qoe ficou as
sim u'gaoisada :
PresidenteOpiato Carajai .
1 SecretorioCosta Filbo.
2* Dito Ben i no Goncalves.
OradorLuis Gomes.
The.-oureiroTito Franco
ihli nherarioPedro Moniz.
Ciramissao de syncancia : relatorEpbrem
ledraa.
M-mo-o-Cuita e Maoiz.
Por oc-asiio da pjs- rios consocios, agradeendo a eleico e animan
do asu'iedad para coatiauar n senda eme
toda.
inailiuio Vaccinieo BuMlelpalPelos
Drs. director e seo *UDstuuio auxiliar foram
vaccinadas honiem nesse instituto 15 pessoas
com lynpba vacciniea Dimal.
Hervir oailtsarR' noje superior do dlt
0 cidde.o ni jor Cirios Talles, e tu a ronda de
visita om offi ial do 2* atalbao.
0 Ia batalhao dari a guarnicao da cidade,
meos a goarda do boipital militar, qoe ser
pr suda com pracas da batera de artilbaria-
Fat dia ao juartei general o Sr. cadete Joo
CabrU
Uniforme o. 7.
Club Carnavalearo daa Patrala
No da 15 do corrento devem reunir se os
membro* de^sa associaco para proceder ao a
e'oicao da directora qae a lem de reger uoanuo
borial d 1891 -1892
Tribunal do Jury do Beelt> -Pune
ciouou hou em este iribuaa!, sob a presidencia
do Dr. Franci-co Dimto de direiio do 4* disiricto ..rimiual, oc.-upando a
tribuna da accsajo o Dr. Gervasio Fioravaole
Pires Perreira, 1* promotor publico.
Submetudo a juigamenio o reo Jeronymo An
lomo dos R :-, prononciado oo art. 205 do codi
P'i cr minal, e acensado de baver em 28 de Jnnho
i a 1889, oa roa do Rio, districto da Tu re. ferido
gravemente a Joto Primitivo Carneiro da Cuora.
a reqoem-mo do Dr. 1* promotor publico, foi
julgada exmela a aecutacio rite tratar-te d-
facto nao previtto peto aovo coligo penal.
Km segaiia foram jalgadot os reos Joio Ja
ciatbo dr S. ot'Anna prononciado ao art. 193 co a
binado i.om o art. 3 do cdigo criminal, Roque
Jos de Sanl'Aotia e Jerooymo Aot nio dos Res,
pronunciado ao art. 201 dudito coligo, porque
em *9 de Novembro de 1889, o reo Joio Jaciotho
tentou malar com om tiro de pistola a Jerooymo
Jos R-is, que foi fondo com orna cacetada pelo
Fo Rjqae de-Sam'Anna, aendo por saa vez feri-
do levemente Joio Jaciotho pelo reo Jerooymo
dos Res.
0 jury le sen'.eoca compoz se dos segtiiotes
(oraJos :
'rancisco I Dr. Joo do Reg Barro*.
Joviao da Silva Santiago.
Jos Marcelino Aires da Pooaeca.
J s Mana da Costa Carvalbo.
Dr. Ernesto Cuaba.
Augosto Marttos Ribeiro.
Mano-1 Gomes Paira.
Francisco de Assis Aluuquerque Maranbio.
Pedro Lnt de Ohveira.
Dr. Diogent de Almeida Pemaraouco.
Jos Geraldo Campello.
No libjilo acusatorio foi articulado contra os
reos Joio Jaciotho e Hoque de Sani'Anaa a ag
gravante do art. 16 $ 8* oo anligo cdigo crirai
nal.
ODr. niz de Drummond, patrooo dos reos,
.irticuloo em favor dos seos consiitointes Juao
Jacinino c R rque de SintAuu a iu-tiflcativa da
1 gili oa defeta, prevista do art. 14 $ 3" do ant-
eo cdigo criminal e art. 33 $ 2* do novo cdi-
go, equatito ao reo lerooymo uos Re.s Jisse j
ler ell" cumprido em prtsao preventiva o mxi-
mo da pena establecida do artigo em qu esla-
va pronunciado.
De conformidade com as decise do jarifo
ram absolvidos oa reos Joio JjCintbo de Sal'
Anna e Roquc.Jos de Saol'Anna e rondemnado
o ru J ronymo ntonio dos R'i* a pena de gt
mezei e 15 das ue pristo simples e umita corres
pondenle a metade do lempo, grao medio do
art. 201 do anlio cdigo c imlnal, sendo posto
e:u hoerdade visto le- comp ido a pena in 'u
sive a mona, att> n va qoe soffria desde 29 de NoTrrabro de 1889. de
conformidade com o oisnosto no art. 3 do de-
cre o a. 774 do 20 de Seterabro ultimo.
Foi levantada a sessao 4s 5 horas da tarJe-
Ida por um man lado judicial, aflm delle rusur
ao corte de u par ido le canua que Ibe fora
embargado, oppoz-^e Marros ao comprimento do
mesmo mandado, e com 20 bomens inveatio coa-
ira a forca qu aeompanhiva os offictaes da dili
sen in tavou um conflicto, e dessa lacla resol
too a morle de om lodivtduo de nome Henriqoe,
o erimentodo snld.do Francitco Amerito No
guaira, e coDtiito-s nos soldados Francisco Tor-
res M-ira e M raoel S >aret Villi la.
Poder im ser presos e recolbidos a cadeira 6 do
grupo de Marros, sendo eet tambem prego.
AonaaalttataBm ierras do enganho Xi
xaim. no da 9 dasle az. por volU de 2 boraa
da tarde, foi aatassinada Mana Francisca da Con-
eeicio na propria casa e quaado ella te achava
..
O aomr do enme evadlndo ae a sea salvo,
nuda ge sabe cora referencia a quem elle fo-se :
e quauto ao movel da mesmo crime, parece qoe
foi elle o furto, pois d apparecea com aUuns
cbjecios de oo o a qoaoiia de Irinta e tantos
mil r't perteiiceu'es a as-asinada.
Borle repentina tovhoo'em por ama
bora da tardi laleceo i p> ntinarr.enlc oa casa
o- 37 i ra da Restauracio Perpedigoa Maria da
Soled-de.
Vistoriada pelo Dr. Pootaal Raogel, foi verifi
cado qoe a mor'.e f a causada por coliCis iotes
tioaes.
Operncoea rlrarcleaaForam pratica-I
dat no bospiui Pedro U, no da 12 do correte
at si guiles:
P lo Dr. Malaquita :
Lina ura da arteria tibeal indicada por sec
(io da mesma.
Pelo Dr. Vieira da Conba !
Arapouco pelo terco medio da caixa, pelo
methodo a dous relalhos, indicada por fractura
eon.menva. provcaieaie de ferimeulos de ar-
mas de fogo.
.apresarla doo PorloacObraa Pa
blleaa federaen eaa B*erauti
Recife U de Fevereiro de 1891.
tubercol s palmo
43
Navle arribado -Proco lento ? Syddiy,
na Ausirslia, e com dislino a Londres, entrou
bontem, is 8 horas da manh, no Lmar*n,
oo le se acha fondeada, a galera inglesa West
Lotktan, visto se lar maDifettado no porlo de
p da om pequeo, mas persistente incendio
Depois de exiinclo o fugo, qae tes retistido
a todos os eiforeos empregados em o seo de
bellamenio. e reparadas at avarias por esse
accid-nte prodazidas, seguir a galera para o
pono do seu destino.
O seu carregatneoto coaita de varios gneros,
e tem 1,814 ton-ladat.
O tea command.rile. C. C. Blanck e oa 39 ho
mena da tripolafao, leem trabalhado ut.tivamen
te, aQn de ser o oais breve postivel arredada
a cao "t qoe occisionnu a arribada.
Perlaaeata ara ve A's 7 horas da noite
de 9 do correte, no lugar Paratibe, do termo de
Olmda, leudo a meoor Cosma, Alba de Joto Jos
de Barros, jogado um pouco dagua em Joo Jer-
nimo, este des echn Ibe om tiro de pistola, f -
nndo-ii grtvemento n'oma perna.
A m-nor foi recolbida ao hospital Pedro II, on-
de Ibe foi auipotadaa perna ferida.
Be ala te aciaNo sitio Baixa Graode, em
Bom Cooselbo, no dia 9 do corrate, por occaaiao
de DUmicto i Marcos Evingeltiu da Costo Vil-
Hoietim meteorolgico
i, l3o 1 i. o
lloras a a o ifj Barmetro a O* Teotio do vtpor 1 i S
va MM 757-15 20.48 78
9 181 78-3 1956 68
2 28 ,5 758-64 19 25 66
3 t. 29'0 757-85 1909 64
6 27M 757-81 18,74 70
aooos, solielra, Boa-Vista
Daros.
Jos Htor.qoe de Almeida, Pernambuco,
annos, viovo, Recife; insuficiencia artica.
Laz Antonio Porras. Ri de Janeiro, 98 an-
nos. casado. Boa Vista; cyrrbose artica.
Caouida Mana da Coneeicio, Pernarabuco. 30
annos, casada, Boa Vista ; lesio mitral.
Mana dn Nasrunroto Vital, Pernambuco, 23
annos, solteira, S Jos ; tuberculoso.
Lourenco D.as Vieira, Peroambaro, 43 aooos,
casado, S. Jos; cacnexia sypbilltica
Msria, Pernambuco, Boi-Vi-u ; flaqueza roa
gentil.
Maria, Pernambuco, Recife : fraqueza uonge
Dita.
Josephtna Al vea de Alboqoerqoe, Recife;
marasmo.
Joio Antonio do Nascimento. Pernambuco. 30
annos, solleiro, Boa-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Antonio Barre rj, Pernambuco, 22 annos, sol
telro, Boa Vista ; ulcera da pertia esqoerda, fe
bre palastro.
Urna creaoca Jo sexo masculino, Pernambu
co. Grac ; ao nascer.
Um feto, Pernamnoco, Boa-Vista.
CHROHICA JDICIARIA
iiincn 1 onauaerclal do Ettfot
feraaahawo
Temperatura minima23',75.
Dita mxima301 50
Chova-0-4
Direcco do vento: ESE de mela noite at 1
hora 'e 10 mnalos da tarde ; SE at 10 horas e
10 minutos; ESE at met noite.
vetocidane media do vento7,-28 por re-
dando.
N-bolosidade media0.-48.
Boletim do porto
ftl
Diat
11 de Fe ver

12 de ?ever.
Horas
011 dt tarde
626
100 da manh
7-06
Altara
LeilOra- EflYctuar-se-nio os seguales :
Amaohi :
Pelo ageole Slepple, is II horas, i roa do
Imperador n. 39, de ama cata a travessa doFal
rio-
Pelo agente GnsraSo. ia 11 horas, i roa de
Imperador o. 83, de movis diversos, qoadrot,
iouc.!s e vid ros.
feto atente Pinto, is 11 boras, i roa da Sao
dade n. 29, de om piano, movis de Jacaranda
loocas, vidros. ele., etc.
Pelo ageote Pestaa, as 12 horas, i travessa
do Corpo-Santo n. 27, de predios.
laaaa fnnebreaSerio celebradas :
Hoje :
HA's 7 t|2 boras, na mitriz da cidade do Cabo,
pela alma de Manoel Jos da Costa.
Amanhi:
A's 8 horas, na mainz dt Boa-Visto, pela al
ma de Toomaz de Pinho Borgea.
PaaaaajelroN Chegadoa do sul 03 vapor
ingiei .Juou :
Contra almirante Francisco Jos Coelbo Nelto,
Praaci^co Jos Uoelho Netw Filho, Antonio Mar
les oe Carvalbo, Ricardo D. de Almeida, Fe
hppe Jos da Rocha Nigrat, Joto Bensio e Jo-
s-pha Mara da C-incicu.
Sabidos para o norte oo vapor nacional
Pernambuco :
Capna'u Mtnoel 0. Cavalcaote de Alboqoerqoe,
M Icniade? de A Paes Brrelo, Luit Goocalve
Lima, Bario e Baroi.eza de S. Leonardo, Alice
Amonta. Archanja L. Gomes, Joaqaim A. uos
Sanios. Joaqaim Garca de Castro, sua senhorae
1 Hlha, Joto Manoel de Saol'Aooa, Dr. Lacio
Frenas do Araaral, Amonio Vieira de Siqueira
Perras. Sebaf Uto Bacellar, Jos Felippe da Sil
va, Jos Cosa e Sooza, Joio Baptista Ottom, J.
Franci-co Carvalbo Andrade, Jote Vieira de
Moli, Raphael Fredehco F., Dr. Feliciano H., e
1 li.li.-, e Haymando Das de Freitaa (soldado).
lniend-acla Municipal do Beelfe-
Rendimento do dia 11 de Feve-
reiro 912#o80
Saldo anterior 24:444*739
Km poder do procurador
No Banco de Pernamonco
caaa de BetetteftoMovlmento dos pre-
sos da Cata de Deteocio do Recife, Estado dr
Pernambuco. em 11 de Fevereiro de 1891.
Bxisiiam 661, eniraram 8. sabiram 53. exilien
634
a sabor:
Naciotaes 599, no I berra 18, estr^iigeiro* 17
- Total 634
Anadeado* 520
on* 4A-5
ota 20.
f.oa'os 4
Looca 1.
- Total 520
Movimeoto u<- enfermarla
Tiveram alta:
UuUoo Va i ei.o da S Iva.
Bernaroioo Jo.- de SotZ'.
Boapital Pedro U -O movimento do.':
suoelecimcmo de caridade, do dia 10 de Fe
vereiro mi o segninle :
Entraran]
S.. ,inm
F.rcoo *
Existem 503,
Foram visitadas as respectivas enfermaras
je loa Dr*.:
Mo-cusois8 i|i.
Cysnciro s 9.
irnit toa uho is 6 3|4.
Berardo a* 12.
Maraquiani 9 1|4.
Poma-I is 9 3)4.
Wttra ua Cunta as 8 l|4
SiroOes Barosa 4s 9 1|2.
O ciru.-gito dentista Nuaa Pompilio is 8
boras.
0piarmaceoUcoentrn *8 8 1|Jhoras dama-
ohi e sanio a 1 hora da larde.
0 1* ajudantc do pf armaceutico entrn is 8
da iiumh e s rhio r.s 2 da tarde.
ACTA DA SESSAO DE 5 DE FEVEREIRO DE
1891
PUtSIDKNClA DO SR. DIPUTADO JOAQCIM OLIJVTO
BASTOS
Secretario, Sr. Dr. Mi Guimaraes
A's 10 horas da mano, declaroo se aberta a
seasao, estando prsenles os Srs. depntados :
Bellrao, Figaeiredo, Paula Lopes e supplente
Ho reir D a*.
Lida, foi approvada a acta da precedente sea-
sao.
Procedeo-se a leilura do segointe
xraoDxtrrt
Officios:
D6 15 do correte, da Junta C'>mmercial de
Belm, remetiendo a relacao dos commerciaoleg
matricata Jos no trimestre de Ootubra a Detem
bro prximo passado. Accuse-se a re epcao
e arrbi-e se.
Di 24 do dito mez, do Dr. inspector commer
cial da Parabyba. dando scieoca quesuspeadea
o agente de leiloes Eloardo Ferreira Neves,
porgue ci pagua o imposto de industria e pro
tissto.Vista ao Dr. secretario.
Oe 29 do dito mez. do Dr. inspector commer
cial de Macelo, remetiendo o relatocfo dos baluo* da mesma inspectora oo aoooNinuo.
A' s cretina, para os Has coavenientes.
De 20 do mesmo mez. do Dr. director da Se
cre na de Estado dos Negocios da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas, aecusaado o qae
te dirigi t 2 do dito mez.Para o archivo.
Do 7 do passado, do depotado Felippe B. de
Frenas Norooha, commoaicaoJo qae p;r porta-
ra de 3 do mesm mez roa nomeado presiden
ta da Junta Commercial de Porto Alegre. Ac
cose-se a recepcio e .rchive se.
De i > do mesmo mez, do Dr. iaspector com
mrcial da Parahyba, propondo a dovida de qae
at Mancas dos agentes de leiles devem ser so
mete prestadas em dioaelro oa apolices.Visto
ao Dr. secretario.
De 3 do correte, da ,u ita dos conetores
desla pra^a, enviando o boletim das cotacGe
officiaes ue 26 a 31 do passado. Para o ar-
chivo.
Da mesma data e da mesma junta, dando
scieocia do numero de cotacOea enecloadas por
cada om dos Srs. corratores. -Archive se.
Das exemplares dos Decretos do Governo
Provisorio de 1 a 31 to Mato e de 1 a 30 de
de Junho do aaoo prximo passado-Para o ar-
chivo.
. Diarios Officiaes de us. 9 a 27.Archivera-se.
a secretaria aprsenla a aieritis.-ima Junta o
Diario Official a. 26 de 27 de Janeiro prximo
passado, oo qual, oo expediente do Ministerio
da Justiea, de 24 do mesmo mez, declara apo
sentado o porleiro desta Ja lia, Victorino Cor-
rea Maia.I Heiradi.
isiribuio se i rubnca o liare diario de Loa
reiro Maia a C.
DESPACHOS
PelicOes :
De Sao tos & Irmto, para qoe se d baixa oo
registro da marca denominada Vereoioba*, por
ter sido exmela a fabrica ao largo do Paraso
n. 20.D se a baixa p dida.
D 3autos A u, por seu legitimo represeo-
taaie que ass gaou sanete a firma, para qoe se
registre a marca qu adoptaran para os cigar
ros de seu commercm ao Arco da Conccico ns.
4 e 6 e i ra Pnmeiro de Marco n. 7 A, sob a
deoomlnicii Morenin .a -, a A Flor da Ftores-
ta.Stist.ie..:n a pnmeira parte do parecer,
orna vez qae ji se ordeacu a baixa do registro
0. 217.
1 leu?, para igual lira, a marca do cigarros sob
a deaouiiuacto Morenian. Flor de Cuba.
dem.
De Francisco da Costa FcSo, Uazileiro, de 40
aunos de idade, domiciliado e eslabelecido na
Eocrazilbada da Belm, com casa de commercio
de moibades, solicitaodo carta de commerciauc
matriculado. Adiada na sessao de 22 do mez
fiodo.Como reqoer.
De Antoan Pacheco Das Torres, Antonio Jo
Maia, D. Maria Libania de Ohvtira Alves e Jos
Jooquim Aives, para que se archive o distracto
da Arma Alve Maia A C da qoal se relira o
ex-socio Das Torres Ucaado os oolros de posse
do activo, oung dos pelo poss.vo da exmela
sociedade, com a facaldaae de continuar a otar
da meama firma. Arcbive-se
Dos directores da Companhia IoduslrUl Per
oambocana. em qae se iran-for:nou a Compa-
25:3534619 obia U ma Joto Alfredo, dem, os sena estatutos,
lista noiniul dos subscriptores e cana da in
.-tailajao da assembla geral e nomeacio dos ad
minisiradores.I n m, na forma da le. Ne to
mou parle o Sr, deputa io Bellrao.
D; Maooel Silviuo da Silva, reqoereodo a oo
me..rao para o lugar de p. r.eiro desta Junta,
vago pela apos-niadoria do cap lio Amonio
Crrela Miia. D ferida, com o voto do Sr. pre
sideate, sendo votos vencidos os Srs. Bellrao e
Paula Lopes.
De Inooceocio Correia Main, dem, idem.
Preju neado.
De Gaodido de Carvalbo Neve, tocio da firma
Domingos Cruz & C para que se registre a es
crlp ora a le-nupial e de dote qoe celebroo
com D. Anglica Eleateria do P.aso.Registre
se e publique se.
Do Francisco de Paula Alves da S Iva, idem, a
pro'uracAo junta qoe ibe passaram Piealle A
C, sacerssore*R Ristre se.
Nada mais bavendo a despachar, o ridadao
presidente encerrou a sessao as 11 e 1/2 horas
da maobi.
25 357*619
4:357#6I9
21:000u0
SPORT
De nm excaller.te escripto de Epfarem
Hone publicado n< Btc s.t c Ihemoa
oa seguintea exce-ptos que materialmente
| affeicoamm a eata se 9*0 :
At corridas di cavallot alo uteis e in-
di-piostveit para a m horamonto da* ra
91a, atas aea pnmeiro dotar ger naoso-
al, itto aer atil as nenes idades d->
p-iit em qne se asalopti,sati*faaendo sena
mttinotoa e hbitos.
N lo sao na corrida e nao pode aer to
ni a coroacio do peot-imento hippie
O 2 dito entrn i* 63|4 da manbi sabio i* de um pan, c>roacA<> uee< isaria, que por
2 da tardo. unta iuatoretribu'vao er nobrece e loriitica
jsTS..2 ssa: s^fflr^ fcSmM que dI" sria *? .
irahida i&mr. lerivelmente 00 dia 17 de Fev rei I Infeliamente, as corndaa alo anda mal
ra 1 terca fe ira), 1 hera da tarde, no con j comprebendida r.a Fr nca.
jistorio da igreja de Noaaa Senhora do Rosario, j jjns Mgl0 nanmaoon absolutos tulo
toaj^rttt>to - A 9* serie da 44' lotera, deate Estado eujf for m eliaa exactamente o que ocenrre na
oremio grande de 250:009*, seri exuabid. Inglaterra,
amaobi 14 de Fovereiro (tabbado). atroa olo descob em n*llaB *enlo uxn
Votorra do araaba* A la* re' .
da 4- lotera deste Esiodo, cojo premio /ranee pra-r da mora om mato de raiio-r gente
de 300;otb*090, sera exlrabida no dia 18 de urna eapecie de ospnouoolo on de teata
Fevereiro ftaarta-feira \ publica.
dfSXlGStT f "^,ip-Ot,itB1,10 d,a Oiitroa nio enzercam maii do que nm
Anos Marii do Reg Mello, Pernambuco, 18 meio de ganbo pretente, urna presa que
disputa-te, dXo, nobremente, porem oto
todos oa modot pomveis: na corrida nio
o cavallo, riaa o dioh iro que te proetm.
Algn, linalm. nte, deparam neliat atoa
cauaa de ruina para oa mancebo* e atiraax
sobre ellas a* perda* dediaheiro, qaa al
g ns imbec.g a ffrom pelo anioo deiejo de
ae oatentbrem d alta elegancia.
Nio esta a verdade ; aa corrida* frans
cezat para prodaair bem, olo devem af-
fectir carcter eitangeiro, devem aatia-
t'az'.-r o bom temo do poro, entrar noa
habitoa e g ttos dos simles criadorea, e
em iato ellas nio valerlo nada.
Honra admmiatrscSo das coudelariaa
por baver neate ponto comprehendido sna
mis*2o : foi *eu procedioiento lento, po-
rm aabio.
Eipalhou at corridas peloa paieet de
criterio a Normandia, Limogea, Navarra a
Bretanha ; rilo tea dellas um objeeto de
capricho ou de moda ; comprebenden aa
neceasidades doa pequeos criadorea,
dea Ihes largo quinlo nat animafSes.

IHDICCOES OTIS
cdlCBft
Ltr. Joo Pauloespecialista
ent par-
crianoaa,
tos, mclestiiia Ce eenhorat o do
om pratiea ros hospita:s de Paria e da
Vienna d'Austria, di conanltaa de 1 a 8
hnraa da tarde. Largo do Corpo Santo a.
19, 1.' andar e reside na eatracU doa Alie-
tos n. 30, janto egiogao do Bepinheiro.
Cbamadoe a qualquer hora. Tolephooa a.
190 Consultorio e 467 na residencia.
Dr. Itivares do Mallo, medico pelo Fa-
cnldade do Rio de Janeiro, d contaltas
daa 12 a 3 horas daa tarde, no largo de
Corpo Santo n. 15, 1. andar: recebe
chamado a qualquer hora na sua r eliden-
cu no largo da Paa n. 41, em Afogadoe.
Especialidades : molestias de .elle e ay-
philia.
/>. Jouquva Lotatiro medico e pnrtei-
rOjCoi'tnltorlo t. roa do C'sbngi n. 14,
':.* andar de 12 a 2 da tardo; residencia
ni Mnuteiro.
O Dr. Simplicio Uaoigniar. Clicica rae
co cirurgica. Eapecialidades : molestias
pulmonares o partos. Ra Mrquez de
Olinda n. 27, 1. andar, conaoltaa daa 11
s 2 horas e oa Caaa Forte (Poco da Pa-
nel la) das 6 s 9 da nanhl e 4 tarde.
Chamados p vt escripto. Tele phone n. 392.
O Dr. Lobo Motos d conanlta em
sua caaa ra da Gloria n. 39, daa 10
horas da manha 1 da tarde. Achaade-
se fra do servijo publico ofiferece te para
acudir a qualquer chamado com prompti-
dlo para fora da cidade. Especialidade :
opcrac^Ses, partos e molestias de sen hora*
e de meninos.
JdMiu medico e operador,
ca do tero qnando e oo-
He. Cousnltas das 11 a
risideLcia ra de
sua
Dr. Castro
Pratica a la"'-
ac aoonse
i Aa tarde cm
Bom Jesua (antig^ da Crua d. 23, 1.*
a-adar. Telephone d. 389
Dr. S Pereira, ra da imperatria n. 8,
d oniultat medico-cirurgicat todos oa dia*
daa 8 ao meio dia, menoa not domingoa *
dias santificados.
(eeBllata
Dr. Ferreira, com pruno:-; nos prince
p .es hoapitees e clnica de Paria e La*
dret, d consultan todos os dias daa 9
horas ao meio-dia. Consn'torio e reai-
d :acia roa Larga do lioaario n. 20-
Dr. Barreta tiampaio, oceaiista, di oon
s litas de 1 a 4 horas ro 1.a andar da
etaa ra RarSo da Victoria n. 51. Roai-
dancia a ra 7 do Setombro n. '>, entra-
da pela ra da Saudade n. 26.
Dregaria
Faria Sobrinho t C. dro^.uaui por ata-
cado, roa do Marques de Olinda n. 41.
Francisco Manoel des Silva 0% C, depoai
arioa de todas at eapacialidada* phanzut-
ceuticas, tintas, drogas, producto chimi
coi e medicameL.to homeoptico, roa da
Marqnea de fJlinda n. 23.
Cono do preparatorio
O bacharel J. Thiago da Fonaeea leo-
ciona em collegiot, e casas particulares aa
seguines materias : Portuguez, Franoea,
Ingles e Historia.
A tratar n'esta Redacqo, on em ana re-
sidencia roa dt. Palma n. 57.
Mudanra deeaerlplorlo
O Dr. H. Muet mudou seu eacriptorio
de advocacia para roa 15 de Novembro
o. 45 (antiga ra do Imperador) 1.a andar
do edificio onda funeciona o Estado cfc
Parnambnco.
Baaar da Boa-Vista
Receben completo sortimento de grava
taa de todas aa qualidadea, orna bonita
collecclo de objectoa de biscuit pira cima
de mesa e enfeite de tala, grande torti
ment de fitas de todsa as corea e largu
ras, um lindo jortimento de oleographiat
e qusdrot propriot para orn .ment de sala
qne vendem por precoa mdicos. Ra da
Imperatria n. 88, Alfredo Lopes d C.
PDEMCACOES A PEDIDO
EleiyAo
Dos devetos qne tem de festejar o glorioso
martvr S. Seb >atiSo, que ae venera na
matnade 3 Lonaengo da M?.Va no ana
de 1892
luiz por eleivo
lllm. Sr. Dr. Joan Sevenano C. da Caoba.
Joiza por eieic o
Esma. Sra. D. I" 'na Nj npha da Silva.
E-crivao oor eloicAo
lllm. 8r. Antonio Nobre de A. e Castro.
Procuradores
Os lllms. Srs.:
Te rente Antonio Ferreira Lobo.
Tenenle Jo-6 Vi ira d'Oliveira Manel.
Mordcmua por eleicao
O lllm?. Srs :
Joao Martina Pereira.
Franeitro le Soni Frrilas.
Capiao ItHrn de Castro G3delha.
Jone lgn..rio de M. o AlhuqO' rqor.
M t ool dn- Sai.to- B : -00!.
TlPDrci.i For-oia L bo.
J080 de D Maoru-in Wmderlev.
Tin nte J f t-ranc.sro T do MrnJonca.
Antonio Baptista de 0. Mota.
Maximiaoo Moutelro.
Juno Moniz.
Manoel Joio.
Joizes por devocio
0 II'ma. Ss. :
Major Antonio Ti.vares G. d'AMujo.
Coronel Jese Do. te do A aranoso.
Coreoel PWfo ti o de Ceriju ira.
tr Abilio prraniKrda coninrca.
D-. Franrirco de Paula C. de Arar jo.
D.. Rodclpbo de t.arvalho.
Dr. Antonio Rodrigos do Pasto.
Dr. Pereira Jnior.







I

l



Diario de Pernambuco Sexta-feira 13 de Fevereiro de 1891
,

Dr. Liuretco de Sa e Albuquerqoe.
Dr. Miguel de Figaelro. Parla.
Dr. Maooel Clemeotino d'O. Bscorel.
Cspltau Jlo Francisco C. de Annjo.
Bra-iliaoo C. Peral de Mello.
Capillo Justino B. da Assompcao Nees.
Tenenie Pruociaco Pacheco de A. Maranbao.
Gapilaj Manuel C .feral Mello.
Maooel Jas de B. Barreiros.
Profostor Gervasio BiymoB. Cavalcaot.
Maooel Goutes Vie'ra de Mello,
Maaoel Goucalves Agr.
Braacisco doa Passo* Goimaries.
Jos Ramos do* Sanies.
Antonio da Costa e Si.
Maaoel Francisco da Costa.
Jaitas .por devocao
Ai Ramas. Sraa.:
D. Candida Caiaeiro da Canoa.
D Antonia Lins Ca-aeiro de Araojo.
D. Anoa, esposa do iLajor Americo de Si.
D. Oliodioa, esposa do eseujbjrgadjr Maooel
Cleioeutino.
Ansa Victoria de Sa e Albuqaerqoe.
Olegana, esposa do Dr. Jos Marianoo Carneiro
da Coalla.
Aooa dos Aojos C. de Araojo.
Isabel Crrela de Araujo.
Jo ia, espo a do D.. Magulbes l)a.tos.
Francisca, esposa <1 counnendador Albino da
Silva Leal.
Aooa, esposa do tenenie Geroocio dos Santos
Teixeira.
Gflilbermina, esposa do capilio Monira.
Marta Jo-e lo Reg Hecha.
Francisca, esposa do lente Jjao B Perelra do
Lago.
A Bxma. esposa do Sr. Odn Luir, dos Santos.
Mara, espo-a do Sr. Jjaquim P. Y Monis.
Ik'unquttu, espo.a do Sr. Jjao W. de Mtd iroj.
D. Mara, esposa do Sr. I.iurenlioo Antonio
Teixeira.
Escrives por oevocao
Os lllms. Srs. :
'jpitio H nnqoe Prxedes de Barros.
Constantino da Silva Braga Jnior.
Virgilio D-lgado Borba.
Lo.x de P. E. Casaoovs.
Escritas por devocao
As Exmas. Sris. DJ. :
Anoa Maria Paes Barre o.
<2audida Aogusta da Silva Gouveis
Candida Euhalia de Almeida.
Ehlra, esposa do Sr. Jos A. Pereira da Silva.
Mor Jomo.- por devocio
Os lllms. Sr?. :
Angusto de M. Alboqoerqoe.
Sebastiao Antonio Paes Barretlo.
Angosto P. Crrela de Araojo.
Lm .atino Mauricio Waoderley.
Antonio dos Santos Bessoni.
Comino Vieira de Mello.
Jos Israel Perreira da Ldi.
Joo (11 maco de Miranda.
iJosliniano Caroeiro de Moraes.
Antonio PlnloGomes Pinlieiro.
Dcaaiogos Nones Perreira.
Pedro Marques da Silva.
Francisco de Assis a"a. Maranbao.
Maibias Goimaries.
Mordomas p ir devocto
As Exmn Sras Dd. :
Oliodioa W. d'Aibuqnerqo; Maranbao
aria RiU W. Maranbao
Amelia Pedra.
liria Roza de Mello.
Isabel Roa
Mara Ireoa da Silva.
Isabel Virginia
DonaiiHa Correia.
Aeoilna dos Sanios Besooi,
Altxandrina dos Sanios Beseoni.
lama Vieira Maciel.
Maria de Jetos Paes Barreno,
lona Maria P P. Barretlo.
auna Mana Correia de Araojo.
Maria Sia i de >'. e Alboqoerque-
Eoialu L. do Moura Mallos.
Anlooia Torqoata do R. Medeiros.
Cherobina Elelvina Cavalcante d'Aveliar.
Juises prolectores
Os lllms. Srs :
Vigario Jjo Edmuodo de Omena.
Vigario Augusto Fracklio Moreira da Silva.
Vigario Francisco Jo da Silva,
looego Aragao.
Comovn dador Maooel Antonio Cardoso-
looseibeiro y.jioiino Jote de Miranda.
Oooselbelro J jo J >,- Piolo Jaoior
B rio de < aiari.
Bario de Nasareib.
Coro'nl Augusto thtaviaoo de Soasa.
(bmm-u.udor Francisco Gjucaives Netto.
Dr. Manoel Clement.no de Ba ros Caraeiro.
Dr. Bernardo Jo.- da Cmara.
D Jxto do Livramenl j.
Dr. Mario! Polycarpo Moreire de Axevedo Filbo.
D- Jj.- Higo G.ocalves.
Dr. Jos de Si Ca< aleante.
Sobas Lio Lopes Goimaries.
Jaixaa protectoras
As Ejcmas. Sras.:
ViConJeSj de abalioga
Bjroneta de Loceos.
Bimoexa de Unn-'a.
D. Mar r Candida Uoncalves.
D. Malbilde, esposa do Dr. Paulo Jjs de 011
veira.
D. Mana, esposa do Sr Loorenco A. Salasar.
D. Maria. esposa do Sr. J >s Pernandes Lima.
D. I.uuunna, e.-p.i-a do 9r. Ripbael Das.
D. Mara L-obioa Braga Luyo.
D. Joaquina, esposa do Dr. Ermino Cesar Cou-
linho.
Jaita perpe'ua
A Bxma. Sra. Mana Waoderley de A. Ma-
ranbio.
Proeorador geral
O Hiffl. Sr. Maooel Bruno dos Santos Gonveia.
Thesoureiro
O Illa. Sr. capit,) Timoleio D. de Alboqaer-
ue Maranbao
S. L 'urenc > da Malta. 20 de Janeiro de 1891.
O vigario Juo Edmundo Omena.
Xo, 8 ditiis para o baaho, 6 guardanap<>s, sa do que, corre presentemente ama aceto
1 sacco ib ;a roupa suja, 1 talher, 1 copo, no juiao jommercial lienta capital.
1 vaao ot>m tampa. para que nioguem invoquo ignoran
Os pai* desejando te encarregar da oa ao que tem occorrido, lapo a presente
roupa doa filhoa mandario a roupa limpa declaracao.
e tomarlo a roupa suj. todas as segunda, Pernambuco, 8 da Janeiro de 1891.
feiras.
A direcclo do Collegio escusa de faser
ostenUclo de programmaa de estudos, de
promesaa de cuidado e aelo, que tomar
pelo adiantamento doa aeua alumno*.; por
que este ser seu dever, de cajo exacto
enmprimonto, est convencida, depender
todo progreaso de seu estaboleoimeoto.
As ferias serio as do coatume nos ou
tros estabelecimentos desta ordem nesta
oidade.
Errata
Na pub'.icac&o sob a epigrapheAo pu-
blicoe aasig'nado pelos consenhorea do
engenho Pereira, em Beaerros, onde di :
Beaerroa, 80 de Novembro de 1891, deve
ler-se : Beaerros, 2J de Novembro de
1890.
COMMERCIO
Revista do Mercado
ReCIFE, 12 D3 KKTE lEIliO DE 1891.
Houve transatv'-s no mercado de cambios e
alfanas venias Je algodao
CtLLEGIO mmi IKGLFZ
Para o sexo masculino
DIRIGIDO PELA BABOHBSA D'H BPBHT E
8IC FILHO
au, Raa ViscoBde de i*jmmutt
RECIPE
Este Collegio que estar abeito desde o
dia 5 de Fevere ro de 1891 recebe, p r
ora, someii'.e 12 alumnos internos, para
poder com segnraoca garantir o adianta-
mento e prognsso nos sus estados.
O ensino consistir naa materias se
gaintes :
Religio, Italiano, Arithmetica, Porta
guea, Ueographia, Historia. Francs, In-
gles, Mythologa, Corso de Litte/atura,
Elementos de Pi y.-ica.
O Collegio forarce aoa alumnos papel,
tinta e peonas incluidos no pre^o da
pensio.
A retribuidlo ser feita por trimestre
adia.tado :
Pensionistas ictemos lO 00
Meios pensionistas' 12 #0 0
Musca, canto e desenlio pagam 30000
Allemlo 304000
Lavagem e eegommado de
roupa 30ACOJ
As joiaa da entrada que serlo por ama
so /es para ca-ra, louca etc. 50.000
Os paia, quereodo forntcer a cama,
meainba ele nlo pag-rlo joia neabuma.
0 tnxovai constar do seguinte :
1 Contorne p-.ra sabir. 2 ditos para casa
1 colchJo, 1 cobertor de II, 2 cobertores
braaeos, ditos de chita, 2 travesseiros,
6 froobas, 6 lencos, r> taalhas para o roa
Cidailai s eJeitores
As asseaiblas provinciaes. por ileito de or-
gantsacio i) abusos constan e*, for.m na gene
ralidade t seos actos prejudtciaes i causa pu-
blica ; a oiicessidade de co.recti.vo s<- impuna
deede o lempo da raonarebia.
A nova constitoicia do Estarlo, ol tinos mente
promulgada, no intuito de curar o mal, devidio
o poJer le^itlativo. boj1! alargado, em doas ra-
mosCmara de Deputadose de Senadores
Na primeira deve predominar a cccfto m< prompia pelo eleminto mala novo de toa cum
posiyao ; na segooda salien'.sr-se bio especial-
mente a moderacao e a prudencia, atienta a ex-
periencia que naturalmente decorre de ama ida-
de mais alta.
Os poder' s ordinarios e exlra rdinsrios, qoe
o acto eleitoral de 7 de Marco deste anno tem
de iran.-niuur aos eleiios Jas daas camsrss,
consoanle nenie i Constitolcio Federal, deixam
ver a toda lux, quinto instante e seria a con-
veniencia de ama ese. Iba de representantes,
oos quaes se cousubstaneiem espirito claro,
moral puro, desprendimemo de inleresse pes
soal e sel o acalor-xio do bem publico.
A Facoidade np<.-. ntaliva, com particolari
dade em poca de mo-lanca de insiuui0es, como
a acmal, menos uioi prerogavain.'.ividoal do
que um dever po'itro ; fallar, porianto o elei-
terado esse dever. mostrar se iodigno dos Id
ros A Liberdade ? germina, crescc e ructilica
no campo da a ti polrica.
Labora p la patria e loma se b.-nemerito d'el-
la. o qoe deposita impertrritamente na urna
eleltoral um voto cunscieu^iosu.
Prosegaiudo n'este ideal qu*> tem sido o objrc
livo da miaba vi Ja loieira e que, se nao p-
ticamente o processo mais un, oso d-ixar.. d>*
ser sempre a linba de con lucia mais direila e
mais bonrosa. veoho apreseo'.ir me ao corpo
elriloral leste Estado, como aspirante a jj j
gar de representante lo Senado e fascr appello
a soa leoevolencia, ama Vrs qae ella nao di?
:oe da coaoanca qoe deve ser a pedia de toque
da escolba.
E' meo programm i ou ioscripco em escudo
de cmbale o dever,quer elle se retira 4 ao
ral e ae coito de Deus em todos os delinea
menlos da crenca caibolica, qaer ao Inleresse
social repreteotado as miagues mltiplas do
DireJto.
Recife, 37 de Janeiro de 1891.
Si/cmo Cavalcanti a"'Albvquerque.
Antmur Barcellot de Amorim.
o publico
Tendo en eciencia de que algumas pes
ioaa aproveitam as garrafas, vaoia* com
etiquetas de vinhos de micha caaa pan
renderem outros vinhos a titulo do tsoaB
Pal he le e Boa Collares que reoe
bo directamente e bem aaaim outraa qua
Itdades, chamo attenclo a do publico e es-
pecialmente dos apreciadores de meus t
ahos, para que nlo se deixcm illudir c
aviso os de que s devem considerar come
?erdadeiros os que comprarem em mee
propno estahelecimento; a muito que nlc
rendo a casas retalhadoras e por iaso in
siste para que os senhorvs compradores
aotem o que deixo dito.
Recife, 16 de agosto de 1890.
Paulino de Oliveira Kaia.
Bsjte-ga
% s 98;ooo,
aardeatr
oor moa de '**! litros.
Bol
sa
ODTACOn OfriClAES DA iVUTA DO COK-
BfcTOBES
Hee-fe Ix de Fevereiro de iii
Apslices geraes. jaros de 5 0,0, valor de 1:0001
a 960' cada urna,
jssnbio sobre Santos, 30 d/v. com o deseooto oa
raxio de 8 O/u ao anno.
Na Bolsa, vendrram-se
10 ano ices gerae?
lOd'uidem.
8 ditas dem.
O preridenie,
Antonio M. d'Amorim Jnior.
0 secretarlo.
Candido C. O. Alcoforado.
lambo
PRACA DO BECIFE
Os bancos maotivonm t\ de 19 1 i sem
ichar tomadores.
Papel particular foi ilf.reau'o a 19 1/1.
PRACA DO BTO OT JANEIRO
19 1 4 em todos os D.n :.s, saccando algnns a
axa mais favoravel.
0 mercado fecliou meaos Hrme
Algod
Pela manbi foi nexociaao o de 1* sortedo ser
io a 84700, ferbando, porm, o mercado ecm
ferias de 8*600.
Aexportacao feita pHa alfandega oeste mes a'e
i dia II conxtou de 3*9.568 kilos, seo lo 91 US
.ara o exterior e 53 013 para o Interior.
As entradas verilic^das oeste mes atea dala de
i,je sobem a 8.017 saccas, sendo por:
iarcacas .... W6 Saccas
apoM..... nimaes..... 1.445 1.198
/ia terrea de CaroarO. 617 .
/ia-ferrea de S. Francisco. 838
/ia-ferrea do L.moeiro 3.434
Somma. 8 017 Saccas
Assacsr
Os precos paos so agricultor, Agncola, oram
a segaintes
Safra nova
iraneos..... 11700 a 311*0
tomos..... U100 a 11300
MascaTados .... 11700 a 11800
11700 a 11000
tamo..... ii5<>0 a 146
rTslBU..... 11700 i 31100
\ exportaco feita p*la al'andeg* oeste mes at
11 coiisioo de 6 130 761 kilos, sendo 1.168.163
,v.-a o exterior t 4.061599 para o inte-ior.
s entradas verificadas oeste mes st a data de
. robem a 91.780 sacen, seado or i
-if cacas.....
i frrea dn Caruar.
ilerre de 8.Prat
.i terrea deLimoeiro
Somma.
< *are>*
Comros salgados 400 rtis, e os verdes a 170
ti.
38 308 a
157
i 915
5.413 t
33 3)5 >
10.671 1
91.780 Saceos
V Ir sol
Cota-se a 1781000 por p:p de IW litro.
el
Ola-se a 601000: or pipa de 480 litro*
!Vavla t desearla
Barca no oegueose Loockeo, car vio.
Barca ooraegaeose M. Smith Peterten, earvid*.
Bngoe nacional 5. JtoaoW, varios gneros.
Bscooa poriogaesa Feiticeira, varios gneros.
LOgar iniilex Bel* of tke Kxt, bacalhao.
Logar ingles Rcemel. earvio.
L.'ar dinamarqus g*nf Breum. varios ge
eros.
Patacho iogles fiada, earvio
Pata< bo ioglez 83. bacalhao..
Patacho toglexsU Ende, earvio.
PaacJio iogles Ihrtinp, fartoba de trigo.
Patacho noruegueose Ceies, earvio.
Pauta la Alfaadeca
sssusu oa 9 a 14 db ravnuuao oa la-1
Alcool (litro)....... 350
Algodao em rama (kilo) .... 513
Agurdente....... 170
altas com casca (kil.o '. 80
ssucar retinado (kilo) .... 130
usucar oranco (kilo) .... 186
Assocar mascavado (Rilo) ... 113
Bagas de mamonas (kiloj ... 111
Borraciia (kilo)...... 11331
Couros seceos espichados (kilo) 410
Couros seceos salgadas (kilo) 360
iouros verdes (kilo)..... 151
trovos de aigodio (kilo) ... 17
i^rrapaleira (kilo) ..... 100
arrio de CardT ton.) .... tOlOOO
Cacao (kilo)....... 400
CeM bom (kilo) i llOuo
Caf restolho (kilo)..... 800
Oarnaba .kilo...... 484
Kannna de mandioca (lito;. r 063
Genebra (litro)...... 360
liraxa (sebo)....... 466
Jaliorandy (em (bina) kilo 100
Mel (litro)........ 90
Milho (kilo....... 0
Pi Brasil (kilo)...... 030
l-bu?!-naU< de ca da IIha Rata (tone-
laua)..... e 111000
Sement de carnauba (arroba) 15
soia (meios)....... 11850
TaUjaba (Ki o...... 090
Taboas de amarcllo emprancnOaf
(duxta)....... 100;
I sopor lacio
Vapor ingles Juno. ni ado dos poilus do sul
em 11 do crrenle e consigoaio a Perelra Car-
oeiro & C. muaif-siou :
Alfafa 9 fardos s Cosa A Feroandes.
Calcados I caixioa Auionlo de Oliveira Maia.
Livros 6 caixas a curada de ferro Sul de Per
aamboco.
Perragens 18 caixas a mesma.
Fumo 104 voiames a Manoel Lopes de S. i a
Anli tiio Perreira da Crux.
Gran 19 pipas ordem.
Pipas vanas 10 a Pereira Pinto de C, 10 a
Perreira Piolo A C
['raucos 1 sacco 4 estrada de ferro Sul de
Pernambuco.
Sebo 80 barricas i ordem,
Tredos 17 fardos i ordem. 10 a Rodrigues
Lima & C 90 a A. Saatos 4 C 10 a L. Maia a
C 10 a Oiioto. Jardn A C.
Trilitos 190 4 estrada de ferro Sol de Peruam
buco.
Valneles 14 amarrados 4 mesma.
laesjae 890 fardos a Joaqoim da ^llva Carnei
ro. 534 i Amorim Irruios C, 100 a Jos Bai
tar, 515 4 ordem. 1336 a Maia A Rexeode.
Barca o: roegueose Aufnet* Lefll".\ entrada de
CardifTem 10 do correte e coasignada a Wil-
son Sons A C manifesloo :
Carvl) de pjira 768 toneladas 4 ordem.
Declaracao
O abaixo aaaignado, procurador de J. s
Alvares de Souza Soarea, previne a quem
possainteresaar, que os bens do Dr. Antonio
Bruno da S i' va Maia e sua mulher, Affoa
so Aagusto de H; uto T^borda e D Au-
aunciada de Britto Taborda, acham-se su-
Coljegio Parthenon
Ra do Hospicio o, 3
Este estabeleci ment de nstruccilo pri
maria e secundaria eat funecionando
desde o dia 7 do corrento m a. Recebe
alumnos internos e externos e semi in
temos.
O director,
Bacbarel Ovidio Aloe* Manaya.
Mudanza de consultorio
Dr. Freitaa Ouimaraes participa n seas
amigos e cuentes q*?e mudou bea, cor sol-
torio da ra Duque do Caziaa n. 57 para
a mesma ra n. 55 onde contina a dar
consultas das 11 1 hora e tem sua reai
dencia no Cajueiro, n. 4. Telephooe 292
0 Juiz de direito Joo Baplisla .
irana Costa ncarrega-so de cootrobit
mprestimos com o banco de crdito real
e Pernambuco, para os Srs agriculto
res d'esle Estado, adiaolando as dcs-
pezas mediante mdica retribuir i; w
de ser pri cuado a ra do Daro de S
Borja n 46.
Dr. Bastos de Oliveira
Medico operador e parteiro, tem o seu
consultorio A ra do Marques de Olindo
n. 1, 1* andar, onde pode ser procurado
uteis, das 12 s 3 horas d=
geitoa ao pagamento da quautia de.....I todos os das
13:223|170, juros e custas, em que o J tarde.
ram cuodemnados por senlenca proferida) Chamados a qnalqti;r hora
cm iuj re
pelo Tribunal da UelacJlo de Porto Ale-
gre, Estado do Rio Grande do Sul, acer
K&uonacao
aacira. 11 di rersaaiao oa 189!
faro O exterior
Ns barca americana Julia, para .\W-Yuik,
carrecaram :
P. Caroeiro & C 600 saceos com 37,500 kilos
de assocar nusevad >.
Para Estados Unidos, carregaram :
F. Cas.aoFilbo, 1,100 saceos com 75,000
klos de assucar masca vado
T. Tarares, 500 saceos com 37,500 k.los de
assocar masca vado
M. Borgei A C, 500 saceos com 37,500 kilos
de SBsncar masca vado.
Ka barca portuguesa Trtumpho, para o
Porto, carregon :
Roisbaib Brothers, 673 cooros seceos salga
dos com 8,103 kilos.
Para o interior
No vapor americano /(toara, para Rio de
Janeiro, carregaram :
Costa A Ferozodes, 3.0C0 mangas, fruca.
Ko vapor nacional Pernambuco, para o
Para, carregaram :
P. Alves & C, 150 barricas cem 8,653 kilos de
assucar i raneo.
Para Maoios, carregaram:
P. Aires A C. 10 barril com 1,910 I tros de
agurdente e 15 barricas com 1,163 kilos de
assocar branco.
Para o Par*, carregaram :
P. Caneiro & C. 50 barris cojo 480 litros de
agurdente e 100 saceos com G.000 kilos de
miibo.
No vapor ingles Irene, pi a Rio de Janeiro,
carregoa :
J. M. Cos a Carralbo. 900 meios de sola.
lio lugar potingues Jforo, para Porto Ale-1
gre, carregaram : [
Amorim Irmios & C, 50 saceos com 3,750
kilos de assucar branco.
Ro bule Correio Parakjbano, para Para
byba, carregoa :
B. Paiva, 100 saceos com 6,000 Kilos de assu
car masca vado e 75 caixas com 1,600 litros de
genebia.
Keudlaaeato pablleoa
MSX 01 FBBRBIB0 DI 1891
Aifimdetm
Itenaa geral :
Do da 3 a II 144:619*131 *
dem de II 1/ 3804015
171.999*116
Renda do listado de Pernambuco :
Do dia 3 a II 65 8774809
dem de II 6 556*760
71 131/760
sideocia, roa do H< spicio n. 46.
Telephooe n. S5.
KXFKOIUO
Pelo vapor francs Ville deBoenos /ye*,
para:
Havre 3.50
Iiem 410*000
Pelo vapor nacional Pernambuco.- para:
Parabyba 31.0004000
liim i >45
Maranbio 5.5 "4000
Pari 6.0004000
MoTitHealo do porto
Navio* entrados no dia 12
Sidn. y ( Australia ) 53 da, galera ingleza
WVst Loibian-, de 1811 UoeUOas, cap to C.
C Biacck, eqaipagem 30, carga vanoi geue
ros, 4 ordem.
Rio de Janeiro e escala7 das, vapor ingles
Jano>, de 701 tunela las, coxmandaole J.
1) ."e, eqaipagem 11, carga varios gneros, a
Pereira Carneiro & C.
Santos e escala9 oas, vapor alleo.fto Li>sa>
bon, de 1513 toneladas, eoumaodanie 11 mu,
eijuipageru 39, carga varios gcoeros a Burs
telman A C
Navio* lahido* no me*mo ia
Sanios e escalaVapor americano Alliarca,
commandante (infliihs, carga varios gneros.
Porto AlegreLgir poriogaus Mario*, capilio
Antonio Qoncaives MollJo, carga assocar.
Hamburgo Vapor aliemao Ltssabon, com
mandaoto Ilolm, carga varios generas.
reoslo Municipal de %. Jtttnt
omovimentodeste mercado no dialldeFe
fereiro foi o seguinte : Eniraram :
31 11 bois petando 4,905 kilos.
837 kilos de peixe a 10 res 1G4740
7 da de fructas diversas a 300 ra. 14 H 0
18 columnas a 600 rs. I680o
6 sainos a 100 rs. 1400
58 taboieiros a 100 rs. 1U6O0
1 esenptorio a 300 rs. 3(>
06 compartimentos com farioba a 500 18.00o
18 ditos de comidas a 500 ra. 144l0o
91 ditos de legomes e faxenoas a
400 ra. 364400
15 ditos de sumos a 700 ra. 1045 0
9 ditos de fressuras a 600 rs. 5*40.
11 ditos de camaroe iOO r*. Ui 0
1 canoas com gailidbas a 400 ra. A80U
36 ltaos a 14 71401X
1181040
Rendimento de I a 10 do correle l.il6*l*i
Somma total
3.1:. 144006
Segunda sec;ao da Afandegj dn Peraambaco,
II de Fevereiro de 1891.
O tfiesoureiro interioo,
Jos de Oliveira Mallo.
Servindo de coe'e da scelo,
Salvador A. de Almeida Freitas.
Heecbedoria do Balado de
Per Bambuco
Oo dia 3 a II 11:156*540
dem da II 502**61
11. .38/801
Recife Dralaage
Do ata 3 a II 5 6114410
dem de 11 076*49.
6:188,943
Ulaheiro
BBCBBIOO
Pelo vapor nacional Peraambaco,
para
do sal,
Banco de Pernambuco M 0004000
Hernardino Lopes Albeiro V.00040OO
Martius Kioxa A C. 4.0004oOO
Maooel Jos de Araojo 1 OOO/WOO
l'rejos do Ua:
Carao verde de !40 a 48 i r Soiuos de 560 a 64*1 ris .d.:m.
Carneiro de 640 a 800 dem.
Farinbu Ae. li a 310 ris a cela
Milbo de 31) a 340 reta dem.
PeijiodeSODadOOldem
Vaporea a castrar
MEZ DB FKVSUUUaO
Europa. '. Cotona............
Barooa....... lYsiil.............
Norte....... ihnos..........
Sul.......... Tomar...........
........ Pora..............
Noric........ ^laovat...........
Sal----- ..... Espirito Santo......
Norte........ IfanmAdo ........
Buropa....... Magdalena........
Sul.......... Cfy*.............
1.444*160
13
H
16
17
18
11
15
16
16
Vaporea a aahle
MXa DE FEVEMIBO
BueuoAyres. Trent............ 13 as Ib
Fernanuo .... Bberibe........... 14 as 11 b
Sol..........Manot........... 15 as 5 b
Sul ......... Cofowio......... S as
Soulhamptoa. Tomar............ 16 as
Norte........ Para............. 18 as
Sui.......... Alomo*........... 19 as
Norte.......Etpirtto Santo____ 18 as
Buenos-Ayres. Magdalena....... 16 as
VS YICTiMAS Mv FKfiUf
O Elixir sssMl-referll Tardo**, appro
vado em 11 de Marco deste anno pela luspecioru
Geral de Hygiene do Rio do Janeiro, vem hojt
apreseoiar-ee a humauidaue eoffredoia do mun
do inieiro, como laboa de saJvacio que so infe
I ix naufrago Ibe euviada por ma omnipotente!
O Kliilr ail CrOrU lardosa, appli
cado em mmu^simos casos de feores, tem, com
por mibgre. levantado do lelto da dor a comple
is moribundos
Bste rrio'Mio, composio rnente de vegetaer
e ia:"irsmetiif luofiensivo, anda mesmo naOHif
m>mosa e tema crianja.
As senboras, no estado de paridas, ou no pe
ri odo de mcommodos naturaes, podem asak
-em receio aigam.
Uepoalloa
Drogara dos Sr. Francisco Manos! da Sin a
k C i roa Marques de Olind n. 13.
Phai'Oiacia Marttos, roa Duque du Cax.
a 88.
Pharmacia Oriental, i ra estrella do Rosar;
a. 3
Piarriiacia Alfredo Fcrreira, roa'do Bario d
Victoria n. 14.
Pharmacia V rgiliu Lopes & C* Rosario larg
n 31.
Oepoalto eral ca caaa do autor
el Carduso 'nalor, A ua
Ire.lH do UuMiri'j u. IV.
AXtteatadoa
Scienliticamos ao rerpeltavel publico quo ak n
os atte&tarls a qoe damos publicidaic hujf
orsm caanos 640 variolosos.
Pedimos aos lucredaios para ireui txamiu2:
n ttataoss pelo Klixir aoti fo-brii^
Dos isLtim-.r.'- ai'itaiios que temos, daxo
m segu la priBcipo e soa publ'.cacao: c ht<
atara para que sajara couheciaas as virtot
lo Bnslr aoti l-'^-" '"irdcic.
Curados u uncir ebies 1:135.
N 101
Afogado?, 11 de A^ouj du 1890
Cidadio Manoel Cirdoso JutiK.r.Fallara o
meu dever Ce ,.u;i.-a le, su nao l(:e parln ipassi-
os prodigiuios IT i'o li; seo E ixfr Ao:i RBrtl
Cardueo, ass m como Vmc o di-Lomitia.
A h -l t-j te cm uiinl!..' ca.-a o'u::.- pe SOSS ;;:!-
vemente atacadas, urna dP vaiiulaa e uuira de
ei ysipelj, z quaes laspi svaO) muo eaidado
"o crcscimeuio do mai; >morei me de pedir
ao amigo um pouco 'Jo seo i.txir. o qual fui
por ni sppliadu aoa m os dneales.
Rao se fes esperar obeatfl u de ti. ;mp r
laata m- d:<'uU.euio, o mal de Slii )*, rindo lid
pffofresaivaa as melooias, >ju em n 1 ios do
empo esperado Bcbasa *e lies comiiuiu'-nte
rrsUb-.'lecido-, ebser-ando aun graudu vauti
geai, dea-ie que a do- nt- Ce vatioias bio m< tira
cm si in 1 re- algasia.
Alio dessi-s doas caaos cima referidos, le
abo spplieado u diteraas peasms o s-u invier.'s.'
BlisL". coiiienio soopra ao leras m reruitados.
i em f bns. como em oulrva iBCoibmo 1 -. u
sando m-grande aimirarij o beuetku ITi-iio
ue off'.ecea a s< u oiatnili ;o rvin^dio quando
foi apttiicad'j rio >nc.mmod de ataque nrinor
hoidil apompa libado de bastan:; feO'f. n.uiUp
lores nos mtetiiiiO e grande rvaroata \ rasta
oelecendo a eosa petroa, u qniin u auuel fase!
u o do sea mecitiUitmo.
Aceile. poi o .-'Uiigo. a presrn'e 2 310 prova
le gra.ido e ainJa rosM aestado da tunacia
te sru icaravilnoso Bnx.r.
Aqu o :ii. p'i- l-p (o v\\w uo Largo da
Pax de Ai-gados u. 88
Ciiado grafito Jos (".arlo- de Sa.
N. li
lilni Sr. Mioccl Carstoso. JniorTendo
ido o meu caiaeiro Fr.ucitco da Cosa Alia
reoga Jnior atacado de libre, ibamei imnie
liaUiueotc o ni' 1 o Aat'1110 Jos Ferreira Al-
ves, e-I: de- lan u qoe j -ore em ataarella. Re-
eitsn le Humeo 1 11:1 ,,ie osea Kixi deuomi-
dado Au'i (ebril uc Man Cerdoso, o qul ap
Mqu.i ao 1 i.f-ruv) por indra do u.csmo facul
ativo, des goitas tai tueio calix de agoa, de 1
^m 1 horas, 1 n.duxiudo um iff-itn lio maravl-
rioio. que co esputo de i:ico das o Medico ae
ciaron estar couip elameule re: lab'i-ci o.
E para con-iar em f de \eidade, astigno me
de V. S. re.-in-i'.ador criado, pudendo V S fa-
-.. r n u:0 que Ibe coovler dista mioba declara
(la,
llecirc, 10 de Maio de 1889
J. Ro da i C.
N. 103
Ci lado Manoel Caldoso Jnior.Teudo eu
por uiier.-aa v- xe lido ociasiio de agradecer
vos os prodigio.-: do toNa E-ixir Aali-ftbril
pelas mais rap.das curas em em,-gadOJ mcus
agora renho amoa niais cunv-xlo que o vosso
Elixir nlo urna pomada, come :ztio os in-
cradelM e mal iotenc uados.
No dia 18 fui accommettido de orna f. bre, e
nio podeodo, pela liera adlaniada da noite,
mandar em sua casa ver o seu Elixir. 00 da
seguinte maudei ver um frasco e prmciplei a
tomar em doies de 30 gottas. de 1 em 1 horas,
o qoe no Jia seguime ji me acbava sem febre,
lio bom como se nada livesse Udo: esta a
pura ver dade, o que .' cabe me agradecer-1 he
ao otil remedio, podeodo Vmc. f.aer desta mi
iba declaracao o u;u qoe em seu benelicio Ibe
aprouver.
Ricife, 17 de Janeiro de 1891.
Manoel Jjquim Alves Ribciro.
Travessa das Crozes n. 16.
N. 104.
Illoetre cidadio Manoel Cantoso Jnior.-J
por amiir a buaamdade soffredora e jl para
euder u.u preitu i verdalade. permitta-me o
ridadio qoe, sapposto mesmo cOendendo a sua
recouhecida modes.ia de hornera e de autor ve
uba cootessar vos a miaba gratidio e tornar
patete m?is um triumpbo do vosso Elixir Ao-
ti-iebril.
Accommettido de urna febre intensa com
tirio elevadi-simo de temperainra, apresentan
lo na soa primeira phase diagnostico dovidoso
leAmsrella oa Biliosa-por doas mdicos a
1: m re oni, eslava ji rasolvido a sabir para
tura da cidade, quando resolv asar do vosso
ofallivel medicamento.
Nada mais decisivo e sorprendente do que o
euVito ostaolaneo, qaer a febre qaer os vomi-
'os, qae me pr- slavam jiendo-me por moilas
vez -s descrer no meu restabelecimeoto, cediam
.; cediam s iiiji e n'uma marcha progratsiva;
estitoiado me assim a esperanca e a admira
;j dos amigos qoe me cercavam.
E.-tou pois, salvo e oas miabas occapaceer
lianas ; aba xo da Providencia devo-a a vos. a
quem comprimeoto. Aos que foffrvm, iquelles
que senlem fugir Ibes a vida por eQeito de urna
febre pertinaz, ( reta recocer a vossa mira
calosa crea;ioU Elixir Anli-febril.
V s.-o coueidadio amigo, criado obligado
Jos B moa de Oliveira Jnior.
Rec" il de Maio de 1891*.
N. 105
IIIqj. Sr. Manoel Cardoso Jonior. -Amigo c Sr.
-Teuho o maior praxer jem commuoica' Ibe
jue, ac taodo-se o meo caixeiro CasioJio Fer
uaades dos Santos aia ado de febre de mao ca-
rcter, depois de ler empregado diversos rae
dicamrii'.os sem resultado, resolv raaorrar ao
- u KLxir Anti feb-il, e com espanto vi passa-
daj ap'Uas 5 horas, mea referido caixeiro apre
-t'ii'e fe protnpto para todo o servlco da casa
Dando Ibe este publico test rnuoho, aproveno
a occasiio para feliciial o pela ua imprtante
deseo berta.
Sem metivo para mais. Sao do Vmc. amigo e
riado muao obrigadoJoaqoim Femandes do
Monte.
Recifo, 9 de Selembro de 1889.
(Esuram sellados e reconhecidosj
PriWYeitrcPd Laxativa *Vkhy
Beu iciii a nina f&nilia
Escreve um cavaheiro residente ne Re
de Janeiro :
< Eu abaixo assignado attesto qu nio
s eu como todas as pesadas de minha la-
milla temos feito uso do Pe i toral de 'am-
bara, conhecido preparado do Sr. Sonsa
Soares, de Pelotas, havei'do colhido os
mais satialactorius r-suludos as tosses,
rouquid5es e mais affec$3es das vias res-
piratorias, e, por iaao, nao cessamos de
iconsMihar o seu uso s posadas de nessaa
elay3es
E, por ser verdade, firmo o presente.
Rio de Janeiro, 24 de Setembro de
1890. Ra M. Lu<* Gooanga d. 176.__
Alfredo A. Pinheiro.
(A firma est reconhecida).
Aaiaeaialta Peioral
l*or mei<* de poderosa acyao deste re
meiio irresistivel, ns entermidi ades da
garganta a dos pulmSes se diss paui e se
'.esv.ii.ei:-ni cmo por encaniamento. A>
quelies que pa icc-tm 4* osthma, e -e acha-
rem aoaai que privados de guardar urna
pos ySn boriEsaUl durante auuos irjteir.s,
firiiiCipiam respirar com lac.lidade e dor-
mera tr nquiilamente depoia de. haverem
tonudo aiguin-.s dses deste delicioso e
aduairavcl jarope.
A totse angustio'a e violenta as fortes
eonstipacSes, o mangue dos pu'mSes, a
rouquidAo e perda da voz, e tod .s as mo-
lestiis do ptlto e da trachea, q ie tem
urna tendencia a tLisien, se o.uram prom-
ta e radicalmente, mediante o uso tiesto
remedio m avisador
Fortifica e vigorisa os igaos da resoi-
ra(Ao, e os torra invulneraveis as mudan
c-s repentinas do temperatura;, i.trnosphe
ricas J c Ciimo iu sra laborada .-oreposi
cao oSu < r.tr.. ncm ex:sta outra cousa
ma a do quo bule, mos sauduveis, pdense
por iso mesmo apicciar com toda a se-
g.ianc at maamo da mais tenraa e de-
l.c- das creaturus.
t-'omo garanta eo ira as f!silicaiots,
obsrvese bem qu. <>s non-es de Lans
atan & Kemp \euhom estampado^ em le
tras tr-nspareuics no japel do 1 vrinho
cue serve du env Itorio a cada garrafa.
Acha se a venda cm todos aa boticas e
drogaras.
Precioso inveolo
Dea aunos contados de soffrimentos. cem
um tratamento demasiado longo, sem re-
sultado, n'uma cnferiuidude pulmonar, ha
riaio justamente descoroyoado o Sr. Vas
co Jote Pereira do Avila, de Santa Vic-
toria do Palmar, quaudo p r fslicidade bul
dispozse a experiuieutar o precioso Pe
toral de Cambar, com cujo uso obteve
a cura radical do teirivel mal que he ia
minando a existencia.
Eis o que a respeito diz q elle cava-
heiro, em carta ao utfbBtor do Peitoral
de (jambar:
< liesde que priDcIpiei a usar esse be-
Dcfico medicamento, experimeotei melho-
ras sensiveis: os escarros sanguineoa des,
appareceram e a dolorosa tosse que n2o
rae deixava um s momento de allivio'
priacipaltceotu noite, .i cedendo gra-
duulment;, de f3rma que boje, apz tei
tomado cerca de 35 Irasc.-s do alludidt
peitoral, vejo me completamente curado
le urna entermidade que tinba resistido
a d js aonos de nao interrumpido trata-
mentu! >
Os agentes
l'u.iscisc'j Manoel ua Silva & C.
Suothampton CiysV............. SJ as
sol-
JfenmAao
Mas
4 b
I b
5 h
5b
5 h.
i b.
ih
5 h.
Curso Commcrcbl
SOB A DIBECgXo DO
Baeharel I. 1 klago da Foaseca
A tratar com o
A' RA s r. Hercolaoo
DO
APOLLO
N. 51
As solas func-
cionam diaria-
mente, das 7
s 9 boras da
noite.
Neves, ro
Marques dr
Olioda n. 3, re
lojoaria.
Portuguez, francs, iogles, arithmetica e
eacripturaco mercantil
MOLESTIAS do ESTO MAGO.
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de aoa via-
ru Europa, d consultas de
s 4 horas da tarde, no 1'
andar da caaa n. 51 ra do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e das santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Seto de Setem-
bro n. 34. Entrada pela roa da
Saudade n i-"
Telephone 67.
O Dr. Cerqueira Leite
MEDICO
Contina a dar consultas no seu es-
criptorio n. 32 ra N>va, das 12 s 2
horas da tarde.
Trata esp-'dalmeato de m j|< st'.a de
enanca e senhora.
D Fernando de Catiro
(ADVO3A0OJ
Ra do Imperador n. 51,1* audar,
salo da frente, de 10 2 boras.
Pora da capital r se incumbe de
defesas criinin .e.
Di". IVunes Coimbra
tlcilleo parteiro
56 -Ra Marquoa de Ciada56
Consultas das 11 < 2 horas da ta.de*
Vaccina s tercas e j.-xtaa feiras.
Gratis as pob es.
Residencia t mporaria cm (linda.
Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
57Ra do Bario da Victoria57
(dkfboutb da ba des amaro)
Onde tem cosnaltari* e real-
Sracia 1 podendo sr encontrado e
recebendo chamados qoalqoer hora
do dia e da noite.
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lias de sen horas e dos palmees, syphilis
em geral, cora rpida e completa e ope*
racoes de estreitamebtos e mais soffri-
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fra, a qualquer distancia.
Telephooe a. 34
/

.

-v

'

i
cr*


.jtfM 'mmmm
Diario de Pernambuco -r- Sexta-feira 13 de Fevereiro de 1891
i
Freerco Ih.vts Jiuiur
BOMRl l'ATHA
. Raa da Bar da Victoria SO
i.* andar
MEDICO HiJCFATA
Dr. Balita w da Slheira
Espeoialidadeubres, molestias
daa enancas, dos orglos respirato-
rio* e das senhora*.
Presta-so aqualquei c anotado par
f ra da capital.
,1
AVISO
Todos os chamado ti devem ser
rgidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do Bario da Victoria n. 43,
onde se ir dicari aun residencia.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, partin> trata com especial
tLe de molestias de senhora e c.-eanca
Consultorio e residencia a roa da impe
satria a. IB, Ia andar.
Consultas de 8 as 10 da mauhl.
Chamados (por eacripto) quaiquer hora.
TKiJiFBoaa n. 226
tenente-c ronel Lnurentiiodo Bairos Lius,
para pagamento da ence.i^-o que he no
ve o tenate corone' Jote Fiusa de Oli-
veira e Agostinho Jos da fusta, oijjjs
be to oa seguirte* :
O engento piobo com todo oa deus
utensilios, oasas da miradores, mattat :
ogradnur s, co.n exeepelo da m:chi|:a a
vapor, avalad a em 8<: O0#'XMJ.
quem eos mumm bens quiaer l*n-
car c impareca ut-ie jaita em o dis, hora
1 o lugar cima deca a ios.
E para c >n*Ur se posn o prstate,
3ue acra afincado pelo porteiro na porta
a ca da Intendencia, e de que Jarrar
a corop t'jnte certillo.
Dado e passado netla villa de Agua
Preta, aoa 26 diaa do mea de Janeiro de
1891.
En, Manoel Fernandes Calcete, atore
vente juramentado o escrevi.
Cu, Manoel de Carvalho Paee do An
drade Gouvim, eacrivlo o anbicrcvi
Samuel lartint,
Est*va sellado com estampillas ojo va
lor de 40U ra. legal mente Duiils-d-s,
nada m-is se continha no edita', aci
DERBY CLUB
PERNAMBUCO
-.i
qual
f*
Medico
DH. TAVARES DE MELLO
3
ma copiado do proiir.o origina', si
me r-j rto ; di u {.'
Ag'in I'reta, 2 de Jan-iro d-i 18'Jl.
Lu, M.inel Forcau-ies Calceto, (sjre
vente j raraaiiU do o ocr.-vi.
Subscrevo.Eu, Alauool de i'arvaihu
Paes de Andrade Oiuviro, escrivBo do
commerc.o
armado peU Faoldade do Rio de Janeiro,
leudo ee dedicado com e? pedal id ade A
teraputica moderna das molestias do
selle e eyphilis, na polyclioica gcral, a
cargo do Dr. Silva Ara ojo, onde servio
romo seo ajodanle ; da consoltas de 13 iu
3 toras uo largo do Corpo Santo n. 10 on
arriar, e recebe amados a qnalqner bora
em una re.idtncia, largo da Paz n. H41
fogadoj. &
--------------------
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLD30N, for-
mada pela Uciversidnde de Maryland nos
svadoa-Usidos, tem aberto o seu conaul
saa, ca ra baraodo Victoria 18,1* an
km
Consultas daa 10 as 4 horas da larde
Pernambuco que
200)f00J ao pr-
DECLRCOES
Dentes
Termina a horrvel dor de dantos uaandi
acllente preparado de Manoel Cardse
Aa tartas que lhe tem sido dirigidas
falsa oruaes de miaorcirculaclo, attestam
a fcacia.
Dcpoaltoe:
Drogara dos Srt. Francisco Manoel da
S*a> i C, a roa do Marques de Oiindf
Dj ordt-m do cldado D\ ios; eelor do Tbe-
souro dt -le Estado, tato constar qa- letdo sido
recoloida aos cofr -s dcs'a reparucio. pelo coj-
cesiaoa-io do entrono central em Gortnoa, a
importancia 01 180.000*000, saldo da de ..
200.000J. que le foi ad untada como anxi'io
para a fnu tuclo da mesis Usina, dtvem os
passoidores das a poli ees que forsm eoitiiduS
para o dito Hu, Serie C. de ns. la s()J, co n
excepcao das de ns. 101, 17.1, 1(10, it. 31, 17.
56. 107. 30 108. 114, HX, 85 151. 9* 16.49,
86, 3 e ICO, que ja l\>i i.n sorteadis, apresen
lal is ne-:e Thconro para o devido resalle, fl
cando cert a os mesmos que do dis 15 em diante
do correte mes, essas i plices nao vencerlo
rnaii* juros.
Secretaria to The'onre do KUado de Pernam-
buco, em 12 de Pevereira de 1891.
S-r*indo de secretario,
J.-M D. da Silva Gvimaraes.
Phmmaeia Martina,
Casis 88.
PWrmacia Oriental,
laaaro a. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa
lasa* da Victoria n. 14.
Paaxmacia Virgilio Lopes roa larga
rio n. 31*
ra Duque dr
roa Estreita dt
do
EDITAES
Megmadj airaba
O Dr. Sigismundo Antonio Uoncalves, jun
k reito opecial do commercio da
iaatM do Rcife, capital do Estado de
Fataaaahnco, tm virtude da le, etc.
Ksta saber aos que o presente edital
asa, on dellc noticia tiverem, que na
aaaeacia do da 19 do con ente mei, te
a tW arremstar em praj publica dcste
i preco da avaliaclo e por quanto
levados pr.ca pela pnmeira rea,
reis seguintes :
Casa terrea n. I1 tita no Boceo L- rgo
daa Remedio.', freguesia de Aogtdot,
tata tasa porta e ums jitnella e frente.
n. 12 no acamo Boceo Largo do
fregueaia de Afogados.
Data meia agua r. li, sita na tiaveasa
da 8- Miguel, na mesma fregueaia de
\s*gdus, avalladas, cada urna tm 20J.
Ditas casas vio a praca por acelo exe
cativa de Pereira Carvalh) & C, contra
Joviao Sergio de Albuqnerqne Mello e
ana malhor, pira p^gameato do que estes
fercia aqueles.
R alo havendo l.citai.tea que cubran
preco de ditas casaa, que o de 1804
pa.a tida urna, feito o a>>atmento de 10
por cento sobre a respectiva avaliaclo.
ario I'as a terceira prca, com o nter-
ue
10
vallo de 8 das e novo batimento
por eeato, na forma da Ui.
E para que ebegue ao conhecimento de
tWs, mand.-i paasar o pretente edital,
tjtw ser publicado pela imprenta e afin-
oslo no lugar do cualume.
Dado e pas-aJo ne.-ta c dado do Reciie
ata 10 ue Fevereiro de lf>.)l.
En, Antonio Ag ;s:o da Frot.i Men-
ate, atcrivlo inteinj o escrevi
Sig SNUindo Antonio Gon$alvu.
Alfandega
EdiUl n. 8
Primeira pra^i
Pela inspertoria dcsta Alfeodega se faz publi
co qne as 11 oras do dia la do correte mes
serao arrematadas porta desta repartico as
mercadorias abaixo declaradas :
Ua barril marra CaL n 5 185, vindo de Tri
este no vapor austraco Contare, entrado em 26
de Ju'ho do anoo pausado, cooteudo 97 litros de
vioarre branco. aban tonadas aos dircitos por C
A. an der Linden.
162 kilogriinma* de ceblas, parte de des
caix-i* da marca Dr'S*C. vlndas pelo vapor iu
glet Sekotar, entrado em 20 le Novcmbro do
; 'iio passado. ab^ndonaoas aos direilos-por Do-
mingos P< rrelra da Silva C.
1.' seccao da Ihndega de Pernambuco, 11 de
Fc?ereiro de 1891.Serviodo de cnefe,
___________S. A. de A'meida Preitty.
Han o Emissor le
Pernambuco
EM1SSAO
Faxemos publico que vio ser emittidas
notas da serie 9.* estampa 6.a do valor de
cem mil ris1031000 de nmeros....
12.001 18.000, com todos os oaracte-
ristios das ultimas notas de idntico
va'or emittidas durante o Imperio, e com
mi- os teguintea: cima no Banco Emit
s ir de P rnambuco abaixo, do lado es-
Juerdo em i uro nos termo* do decreto
o lado direito n. 253 de 8 de Marco de
190, a rubrica do Fiacal o aatigoatara
de oa dot Directores. No veno em for-
ma diagonal da eequerda para a dimita
com circulacAo em todos o Estado* da
Repblica.
Bapco Emissor de Pernaneuco, 13 de
Fevereiro de 1891.
Os Directores
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Manoel Jote da Silva Quintarles.
Jos Marcelino da Rosa e Silva.
PROJBCTO BE jLNSGRDPCAO.
Para a 3.a corrida realizar-se no dia 22 de
Fevereiro de 1891
tV PAREO CONSOL \CO 1.000 metros. Animaes de
co tenham ganho premios no Derbv. premks:
meiro, 404000 ao segundo e 204000 ao tercriro.
"4. PAREO ~ OMNIM 1203 metros, Animaes pello ios que nito tenham
ganho em nnior distancia do 1700 metr. s no Derby ; polendo entrar
pungas, pbfmios : 25 ,->0JO ao primeiro, 6 '41)00 ao segundo e
25J > ao terceiro.
S. PAREO EX ERIENCIA 1.060 metros. Animaes de Pernambuco
ue nlo tenham ganho ou maior distancia de 1000 metros nos Prados
o Recife ; podendo ent ar eguas de Pernambuco. PBBkUOS: 2004u00
ao primeiro, 404000 an segundo e 204000 ao terceiro.
4.' PAREO VELOCIDAD3 1.45J metr*. Ammart nacionaes at meio
rengue ramios: 30),>(J0) ao primeiro, 604000 ao segundo e
304000 ao terceiro.
*.* PAREO -PROQItESSO 1.3X) metroe. Animaes de Peroambuco; po
dendo entrar animaos pungas que n tcnhtm ganho no DerLy. paa-
uios: 2004000 ao primeiro, 404000 ao segundo c 204000 ao ter
ceiro.
.* PAREO INTERNACIONAL1.500 metros. Animaes estrangeirot. pbbmios :
5004000 ao primeiro, 1004000 ao segando e 504000 ao terceiro.
PAREOEMULACAO 1.200 metro*. Auimaea de Pernambuco qne nlo
tenham ganbo em distancia superior a 1 50) metros nonPradot do
Recif-. pbkmios : 2004000ao primeiro, 404000 ao segundo e 204000
ao terceiro.
PAREO -COMPENSCO LOCO metroe. Animaes de Pernambuco que
no tenham ganho nestet quatro metes no Derby. premios : 2004000
ao primeiro, 404000 ao segundo e 204000 ao terceiro.
Observares
Nenhum pareo te realizar sem quo se inscrevam e corram pelo menos quatro
animaes de tres propietarios differentes.
O pareo Internacional sd se realitar interevendo te o correndo pelo menos
cinco animaes de tre* propietarios differentes.
De accorde com o art. 5/ do cdigo de corridas nlo poder ser inscripto no
pareo Omnium o animal Velo*.
A inscripclo enoer ar te ha TERCA-FEIA. 17 de Fevereiro as 6 hora* da
tarde, na secretaria do Derby Club ra da* Orar u. 22 1- andar.
O Si^ETABIO,
M. J. de Andrade.
i.-
8.
eres-
por
no-
t. .-erjao.-SccreUrit do Govcmo de Estado
se Per'.auoco, em 11 de Fevereiro de 1891.
PrU preseDte edital se fu publico qoe se acba
se*ta secretaria, atim de ser eotregoe ao '.ole
icssa'to, dt-pois 'c !>aii:feiiis os devidos dire
aw t patente de melboia de refirma no posto de
aronei d? leoenie coronal Jet da Sil\a Cys
irire GuicarSef.
O secreUrio,
opbronio Eutichinuo da Pai Portel la.
O Dr. Samuel Ma i tin juiz
municipal e do commer-
cio do termo e comarca
de Agua Prel?, Esta lo
de Pernambuco, eni vir-
tude da le, etc.
Faco saber ao* quo o preaento edital de
praca com o preio de 20 di virem e
delle noticia tvercm, que o porteir j do*
auditorios dette .juio ha de tratar a pu-
hlieo preglo de venJa e arremataflo a
ra mais der e maior lance offerecer, no
19 de Fevereiro prximo vindouro,
\ HESIEITaVIL IIBiIIO E
' OlIEKi 10
Avisamos que vieram da
Europa no vapor t Monte-
video e vao sahir da Al-
fandega 160 cai as com
cervej t da acreditada mar
ca La Rosa Alemana 3
ANNOS DE GRANDE
SICESSO
O fabricante com fi sua
vasiissim i imaginacao
pei;avel talento tecji
erto glorificado o sen
me na cervej \ La Ros i Ale-
mana.
nicos importadoret Machado Pinto
& C, e vendem em grosso as importan
te* taaas dos Srs. O^me* de Matios Ir
mos, ra do Marquen de Olii da ; Fer
reir Rodrigues d C na roa da Madre
de Deus ns. 12 e 14; Costa Lima & C ,
roa do Amorm e Lopes Alheiro & C,
tr.vessa da Madre do Deus, Lopes Ma-
galhlea A C Largo da Penha ; Domin-
go Gomes de Amorm, ra do Rargcl.
O abaixo assig ^ado agen-
te dos vapores da Compa-
nhia Harrison Line. decla-
ra que nesta data passou a
agencia da referid t Com-
panhia, aos Srt?. Blackburn
Needham St C.
Recife, 10 de Feereiro
de 1891.
depoia da audiencia de.te juiao, no pteo por por# WilliamBlackburn.
da Intendencia Municipal desta villa, o* 1 *T o i
en* abiixp dec'ar. horados ao" JllllUS MU C>On5ten.
NOVA HMBDRGO
BAILES
A pedido dos amantes do* agradavei* bailes carnavalesco* o* proprietano* da
NOVA IIAMBURGO resolveram dar dois bailes a pbantasia no pavilhlo do Caf
Jar di m
Sabbado 14 e domingo 15 do corrate
A deleitavel banda do manca da GUARDA LOCAL ezecutar aa melhores
peca* Je seu repertorio.
Na* diversa* soccoes do eatabelelocimento haveri bebida* de toda* aa quali
dadet, jogos variados e comida* fras a par do agrado e sinceridade do peaaoaf in-
terno.
O regulamento poli.ial aera rigorosamente observado.
ENIRADAS
Ca val U tires ]$000
Damas gratis
Os proprietaros esperara a maior ordem e decenc a para evitar deagostos.
A elles rapazeada
Carga no onrs
Ae companh as de segn-
r s mari mos desta pra^
chamam novamente a atten-
9S0 dos carregadores e se-
gurados para as seguintes
disposicoes do cdigo com-
mercial brasileiro:
Art. 521. tE prohibido
aos capitaes por carga al-
guma n) convs da embar-
ca^ o sem ordem ou con-
sentimento por escripto dos
carregadores ; pena de res-
ponde em pessoJmente por
todo o prejuiz t que dahi
possa resultar.
Art. 6778*O contracto de
segura nullc sendo o se-
guro de mercadorias que se
conduzin m em cima do con-
vs nao se ten Jo feito na
apolice declarscao expressa
desta circunstancia.
Recife, 7 de Fevereiro de
1891.
Pela Companhia Phenix
Pernambucana
O admi istrador.
Luiz Duprat.
Pela Companhia Indem-
nadora.
O director,
Joaquim Alves da Fonseca.
Pela Companhia Amphi-
trite
O director,
Antonio Marques d'Amorim.
Pela Gompanhia Fideli-
dade de Lisboa.
O agente,
Migue] Jos Alves.
Psrahyba, Na tal, Cear, Amanelo, Mr
ranblo, Par, Obidos e Mani*
As encemmendas serta rtcenioa at I hor
a tarde do dia da sabida, no trapiche BarbOi
'0 largo do Corno Santo o. 11.
Aos Srt. carregadores pedimos a eos atiene;
ara a clausula 10* dos contad cimentes, qoe (
No caw de baver algoma reclamucao contra I
mpauhia. por avaria oo perda, deve ser feU-
or eteripto uo agente respectivo do porto ei.
'escarga. deatro de tres das depiij de final.
da.
Nao procedendo esta formalidade a companb .
ica isenta de toda a responsabilidades
Para pass:>gep, frates e eacommenda* tn-.
i-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro 8c C.
6*=-^ua do Comm*rci!>W>
1* andar
-loyal Mail Steam Pcta?
Company
O vapor Trent
ItiAs, Eapera-se da Enrona ateo dia 13 ot
BLFevereirri, seguiuuo denoifl da dt
^^^^mw. ra odigpensavel para
Baha, Rio de laneiro. Paralo.
HonteiIdeo e Bueno As-res
Para carf t com os AGENTES.
O vapor Tamar
E' esperado do
portos do sol ni
dia 16 deFevt
reiro e cli pois d .
da demora indi:
ensavel seg ira o^
Lisboa, Vigo e Santhampton
Reduc$8o d ptutagmt
lia Ua i Mil'
I,' Llaboa 1* claase 4 JO 30
V Southamplon 1' ciaste i 18 U
Camarotes reservados para os passageiro* cV
ernambnco.
"arapassagens, fretes. encommendas, trata-:
ji oe ____
AGENTES
k morim Irmos &
N.3 Ra do Bon JessN. 3
?
Companhia de Seguros Am-
ph i tri te
Em virtude do art 18 do decreto de 17 de
Janeiro de I8U0 acbam se a disposicSo dos se
nbures accionistas no escrlptorio da companhia
i roa do Commercio n. 48, copias dos nalsocos,
relacao nominal dos accionistas e lista das
transferencias das arc -s dorante o aono Hndo.
A. M. de Amorm,
- ____________Director calza.
Banco de Pernambuco
Picam suspensas as transferencias de acc,oe*
desta dala at aquella em que for annnnciado o
3 dividendo.
Recife, 13 de Fevereiro de 1891.
Dircetor-secreta rio,
Jos A. Rodrigues Lima.
radu dos portos acio.
ateo dia 16 dt Fevereiro e re
rsssar para os mesmos, depoi
IHEATR)
\
l
15 Dimingo 5
Graode resta tbeatral em beneficio
0$ Portagim$$ na
Por motivos imperiosos deixa de sublriscens
este drama, sendo substituido por oulro de
!;raode merecimeno social, em 3 actos, intilu-
aa
ODIABON, CONVENTO
O qoal tem causado grande soccesao nos Es
lados do Sal-
!. A'TO
A fgida l.'Al.TO
. O encontr das mulheres
3.' ACTO
A p isao
Termina o espectarnlo com a linda comedia
^mnt ptmntxinz
A distiocu b-.nda musical MATH1AS LIMA,
abnlhaaUri essa fesla em despedida do fceneli
ciado.
Os bilhejes com o UluloPo'logoeses e la
gleaes tfto os desta mite.
0 beneficiado, retirando se com soa familia
para a capital federal, on le se vai empregar,
despede ce de todos os ^eos.b.ns imigo-, hypo-
tbecando eua eterna grandao a 'odos qoe o so
liliaram neMe e^necta'-.ulo, especialmente A
rauda MATIIIAS LiUA.
Bonds para Mairdalenae Fernandes Vieira-
A'S 8 E MEIA HORAS
THEATUO
M SANTO ANTONIO
atibado, II da corren le
Para aolemnisar a sentida morte do po-
bre DEUS MOMO que morreo de MOR-
TE MACACA, haver um sarao dn-
sante, no qual te espera o comparec
ment de ambos oa aexoa.
Pairada gcral Ijooo
Principiar as 9 horas.
Ao baile !
Coupanh a deFia^ao e Te-
cidos de Pernamb.ici
De conformidade c,m o arl. 16 do decreio de
17 de Janeiro do 1890, acbam se no escriploric
da compaohia ra lo Bom Jetas n. 41, primci
ro andar, copia do balanco, rehcao nomloal do*
senoon-s iccionuias e lista das transfe.encas
de iir^'OS durante o a::no lindo.
Recife. 13 de Janeiro de 1891.
Jote Joao de Amo im,
Secretario.
Assoeia() PorlgUrzn de B ne
flcenea e P>-rn.nboeo
De O'dem do Sr. director, fjco cente a lodos
o* Coosocios qne e la directora fara toa* tes
f6eii aos doalogot as 4 1/3 b iras da arde.
Recife, 9 de Fevereiro de 1891.
Manoel Ferreira Mendes de Axevedo,
l* een-tario.
Estrada de ferro do
Recife a Caxang
Durante as novenas da (esta de CaiaogA, des
de o da 13 al 31 do correr.te, a companhia
xpenri om trem especial, pi rundo do Re ife
as 5 boras e 33 minutos da tarde e vollando de
Casanga s 9 horas, sendo es'.e trem exprs so
eotre-Quatro Cantos e Caxaora, quer .na ida
orno na volta.
liilheles de assignainra cao terao valor neste
irtm.
Escriptorio da Companhia, 11 de Fevereiro de
I8'l.
(Asfigosdo) H. Fleteker,
Oeraatr.
Companhia Phenix Pernam-
bucann
Nos lermos do arl. H do d-creto le 17 de Ja-
neiro de 1890, lica.ii i dtsposicao aos Srs. accio
Distas, na sede da compaobia, a ra do Commer
co n. 46, as copias dos batneos, da relacao no
minal dos ac<-ionHtas e da hsU das transferen-
cia* das accOes realisadas ao decurso do anoo de
1890.
Pernambuco, 11 de Fevereiro de 1891.
I.Dil Duprat.
Manoel G. me- de Mallos.
Companhia Industria
de Chapeos
Arbando-se subscripto todo o capital a "esta
Companhia sao convidados os Srs. acrionisias
a reaii'arcm a I. entrada de 30 / po 60*000
por aceao, no escriptorio do ineorporador roa
15 de Novembro n. 83, 1.* andar.
O incorporado:,
____ Jote Joaquim da Coila Moya.
S.R.J.
dn
cJedade Recreativa
?catado
Sarao bimealral m eolemnisajao ao li* anoi-
versario da hi'ilic iheca em 1 de Marco
Principia s 7 horas da noite em ponto e Onda
a 1 hora da madrugada.
Programma do concert as vesperas.
Recommeoda se todi a almpiicidade as lo-
letts.
r-'ecretana do ron-tlho administrativo da So-
ciedade Recreativa Juventode, 13 de Fevereiro
de 1891.
0 Io secreterio,
Manoel Bandeira Filbo.
Hm aecrt-larlai a Mana Cana Oe Mi
erirurtiia al ufana ae aa aeosslaitea
caaaai
Roa*:
Alegra o. 46 30*000
Vigario Tenorio 1* a. dar o. 35 384000
Domingos Jos Martina, terrea n. 118 10*000
Compaobia Pernainbocana, leja n. 30 15*000
Burgos, terrea a. 11 14*000
Lapa n. 3 14*000
Quidro da Delencao o. 4 6*000
Roa Imperial casa terrea o. 191 36*010
Sitie da Casa Forte n. 38 35*000
Ra do Bom Jess 3* andar n. 13 15*000
Amonm o. 47 58*330
Aurora o. 37 3* andar 66*660
Palma o. 34 50*000
Marques do Herval sobra o e Iota
n. 11 60*000
Travessa da MMre Dos n. 14 50*000
Pateo do Paraso n. 39 8 andar 30*000
Travessa da Madre Dos, sobrado e
armas ra o. 1 63*500
Vidal de Negreiros, casa terrea n.
94 30*000
Coronel oSassona.sobrado n. 43 30*000
MARTIMOS
Mossor e Aracaty
Sesoe uara os portos cima o hiate DEUS TE
SALVE ; recebe carga a tratar com BarUiolemen
Loarenco, i roa da adre de D us o. 8.
CO
.4.M1M
rEBV4.aBIC.4Vt
DE
laregaeSo eoatelra por Tapar
Para Femando de Koronha
O vapor Beberibe
Commandante Io tenente Fabio Bino
j3||l^
lo Cata
Segu no dia 14 do corren
le ts 13 boras da m nb$.
Recebe carga e psasageos
a as 10 boras do dia da
partida
ESCRIPTOBIO.
da Companhia Pernambucana
n. 12
Lloyd Brasiltiro
POKTOS DO NOBTE
O vapor JVJ ano s
Commandante o 1 tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos portos do or
te ate o dis 14 le Fevereiro e de
pois da demora indispunsave
lira para or porto* de Ma
cti, buiu, vidria e Rio de Janeiro, tseben
do carga a. baldear no Rio de Janeiro ara
Sanios, Caoana. Igoape, ParacaguA, Anto una
S. Francisco, Ilaahy,Santa Calhanna, Rii ran-
de, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
ao lareo do Corpo Santo o. II.
Para passagens, fretes eencommendas e di-
neiro traase com os AGENTES.
POBTOS~DO SL
O vapor Para
E' esperado do sol at
de Fevereiro e depoia d de
o dia 17
i
mora necessaria sgoiri para a
Companhia Baha na de Na-
vegacao a Vapor
M:cei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
ja. Estancia e Babia
O VAPOR
rineipe do Grao- Para
Commandante Lacerda
E' espe
anta
_____liadeirora do costme.
rara carga, passagens, encommendas e dinhe:
o a frete trata-se com o
AGENTE
f*edro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario 17_______
CRARGEURS REUNS
Cunpuabla Frr.ri- aa
DE
!%aTegaeSa a Tapar
Li iba quinaenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Jaudroa
Santos.
O vapor Colonia
Commnndantc Brant
<' :. erado da Europa at o dia
, i- Y verciro seauindodepos
da cdispensavcl demora para
M.ce.it liabia, Rio de Janeiro e Santci
..a.-se aos Srs. importadores de carga p os
-a uret desta linna,queiram apresentar dea'ro
le 6 dia* a contar do da descarga das alvare as
fauaatreclamacaoconceraentea volme! ae
porreotnra tenham seguido para oa pert i de
sol am de ae poder dar a tempo as provi-
deacias aeceasariaa.
Zxpirado o relerido prato a companhia nao se
-ejpohsabilisa por extravos.
?ara carga, paasagens, encommendas t di
ih -iro a frete: trata- ecom o
AGENTE
Aigisle Labille
9- RA DO COMMERCIO-9
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Mdoc
E'esperado da Europa nc
dia 14 de Fevereiro segu
r depois da demora ae
cessaria para
3aMa, Rio de Janeiro, Buenoe-Ayrm *
Montevideo
embra-se aos Srs. passageiros do todas as
lasse* qne ha lugares reservados para esta
enca, que podem tomar em qoal quer tempo
Previne-te aos Srs. recebedores de mercado
:as que s se attendera a reclamacoes por fal
as, nos volme*, que forera, reconhecidas na
> xaaiao da descarga, assim como deverao den-
r j de 48 boras a contar do dia da descarga das
i rarengas, faterem quaiquer reclamacao con
-rneales a volumes qne porventura tenham se
.odo para os portos do sul, afim de poder-se
ar a tempo as providencias necessarias.
Para carga, paasagens encommendas e di-
ineiro a frete: trata-se com o AGENTE.
O paquete Mata pan
E' esperado dos parios do
sul no dia 15 de Frveretro
se guindo depois da demo
:t d<* cueiume na a Bor-
Ikhux. tocande em
La Palaiaa e Uaboa
Lembra-se ao:i Sis. passageiros de todas as
laasea que ha lugares reservado* para esta
i .enca, qne podem tomar em quaiquer tempo
Paz-se abatimento de 18 0|0 em favor das fa
mas compostaf de 4 pessos ao menos e que
.agarem 4 pssageos inteiras.
Por excepcao, os criados de familias que to
carem bilbetes de proa, gotam tambem deste
i >atimento.
Os vales postae3 s se dao at o dia 14 de Fe-
vereiro pagos de contado.
.Jara carga, paasagens, encommendas e dj-
i eiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Pierre ChamboHe
$ Ra do Commoreio 9
LEILOES
Leilo
Agente Britto
De b'ns movis, loucas e vidros
Urna mubilia tn Jacaranda, 1 cemmoda iatei-
ra, 1 meia comcioda, 1 toilette, 1 cama f ranese,
casal, 1 guarda vestido, 1


i I
J




6
Diario de Pernambuco Quinla-feira 12 de Fevereiro de 1891

aafc SiM/qoetOes. 1 lavatorio, 4 bidet, 1 jar
dtneiro com petrr*. qoadros historeos, 1 soft,
| nesa grande para janlar. 1 dia elstica. 1 di
tapara advogado, cadeiras de aman lio, ditas
de ruaco. I mes de costaba, diversos qnadros,
lca de porcelana para almoco a Untar, copos,
Brros, t caodieiros de k> rosean, 1 iLuia. 1 bom
rdino e oetros mulos objetos.
foeita-felra, 1S do emrremte
Bna Lnreita a. 120, 2* andar
't 101/1 horas
JLeilo
Be imp rtaotes espeihos e consolos donrados
ridros di ver-os roobiiiss e grande quaoii ade
aovis floo- e de goslo qne serlo sonancia
ios desainada inte te.
Sexta-frlra do carrate
Kc 2." andar d> sobrado n 83 da ra do
Imperador
Por interumqUo do agente
Gusmfto
Leilo
_p^S-.V SS^^^", Mudaoc, de residencia
- A,a-aJ por p. om ac ""^"J T* $%? **"
commodacoes p~raqoVlqnerfam.ll.. o e ,1 esu resid.odo o. ro. *"..
andar do sobrado n. 158 oa rus Imperial, jon _____
tos oa cada un em separado. Qnem os preien-1
dar, dirija se 4 toa do Impe.ador n. 38, 1* an-
dar, a fallar como o Dr. Moraes Sil a.
PreeUa-se de orna roiob>.*ira para cara de
familia : a iraiar na roa H .va n. 38. t- andar.
Na roa do Bario S. borji a. 33 pecisa >e
d'oma boa coiinoeira oa %iin:ieiro e orna lava
deirae eogt mmadeira, paga se bem. ______
Precisa se de urna criada para copei ra e
mais servico de orna casa de familia, na ra a da
Soledad o. 83
Aiug-am-se
As catas n. 4 travessada Fuodtcto em Pi-
ra de Portas.
A de n 34 4 roa da Amis; de na Capunga.
A tratar na roa Pire Ha o. 48, sobrado.
Ao commercio
0 abaixo a-signado declara qne comproa ao
' Sr. Caetaoo Pirasso o *o es ; molbados rito 4 roa da Boa Hora o ti, livre e
1 deembar. jado de tod> e'iOalquer debito pede
a qoem se joigar errdor do niesmo apresentar
Precisase de ama ama para cosinbar e
solra para eogommar ; no largo daao'iga as-
amblea (Forte do Mallos) n. M, armooem del ? WD'as o praso de tres d^as.JIndooajuaes
os.-u ar.
Precisa te de urna perft-lla cosinbeira qoe
dnrma em casa do patrio oa ra Bailo da Victo-
ria n. 54. _____________
Aliga se o sobrado n. 40 a roa do Payaso
Jb, cem commodos para grande familia ; a ta
lar atrs da matni de hanlo Antonio o. 14.
Be lindos conae-los donrados coW rfcds ea-
pelhos, mobiiiaa de Jacaranda, erable e
ouadros, loucas e vidros.
Sexta-ivir, 13 do corrente
AS li hora
No 2.' andar do sobrado n. 83 rna do
Imperador
CONSTANDO :
Be 1 importao'e mobilia de erable, completa
ente nova, com 1. cadeiras de guarn-cio, 4 di
tas de bracos, i sof e 2 dookerqoes com pedra,
-4 liados consolos doorxdos com neos espelbos,
f qoadros de moldura doo'ada, 1 rico e grande
espelho para cima de consol 4 i ares de jarro,
3 caodieiros psra kerosene 3 escarraderras, 1
mobilia de Jacaranda com 13 cadeiras de guaf
icio. 3 ditas de braco;, 1 sof, 3 con-mos com
pedra, I cama francesa para casal. 1 guarda
vestidos aovo sy? tetra ameiicaoo, 1 commoda. 1
_rqoet2o largo. 1 guama roopa. meia commo-
da, 3 guarda vestidos, i cama de ferro com col
oblo de mola, i marjueao estrello, i commoda
de Jacaranda. 1 berco 3 cabides de parede, 1
lavatorio, 1 mobilia de j; caranda com 13 cadei
ras de guratelo, 3 ditas de Dragos, 1 sof e 3
consolos com pedra, 1 mesa elstica, 3 goarda
loucas. 1 guarda-comida de rame, 3 cadeiras
altas para menino, 1 estante, 1 qoartinheira. 3
ooieira* de braco*, de ja< araodl, i mesa para
costara, 3 arandelas de b-onie para keroseoe, 1
espelbo. looca psra almoco e jaotar, copos, gar-
rafas, cauces compoteiras, talberes, colherts,
aandeijas, mesa de costaba, jaira psra agna e
altos outrof objectos de casa de familia
0 agente Gnsmlo, aolorisado por diversos com-
raittentes, far leilao dos objecios cima meocio-
aados, aovos e osados, os quaes foram transpor
lados para o referido sobrado.
olo se respoDsabilisa por qnalqoer debito do
mesmo senhor.
Oltoda, 13 de Pevereiro de 1891.
atonto R beiro de Albuquerqo?.
Osa mrn;iMi
Ha Praga Ma-'iel P t heiro o. 13, abrise non
teta urna cara funeraria sobad'rerclo do teen
. te arinho Tavares, cuj loogs pratica oo offlcio
.! e garaotia do bom desempenbo das iocomoeo
Precisa-so de orna ama de boa
conducta, para casa de pouca lami'ia :j(
a tratar roa da Auroran. 109 B.
A Fabrica de Teci-
do da ^orre, precisa
de meninos, e iiiulhe-
res.
Leilao
De um piano forte, mobilia de Jacaranda,
espelhos, qoadros, jarros, movis de
sala de jantar e qnartos, looca, vid roa,
crystaes, objectos de electro-plate e
faiance.
Nabbado. I t do rorrete
Va cata da ra da Saudade n. 29
Jallo Porstenberg em vjagem para Eoropa
com sua familia, fas leilao por intlrveocio do
agente Pinto, dos movis e msis objectos da
casa de sua residencia a rna da Saudade n. 39.
Agente Pestaa
Leilo definitivo
Dos predios abaixo declarados para pa-
gamento de imposto? faaenda, serrn-
do de base aa offertaa do primeiro le-
SABBrADO, 14 DO CORRENTE
A't 12 h&rat em ponto
No armase m i trav-ss do Lorpo Santo
n. 27
O agente Pestaa, vender! por deliberacao e
antorisaclo das mesas geral e ngedra da ir-
man-lade do Senhor B m Jess dos Paseo?, da
fregoesia do H le, os predios retraales :
Urna casa terrea, sita 4 roa de Pedro Iv> n
10, occopada por um estabelecimeols de molha
dos rendeodo 304000 ine.isaes, terreno proprio
Urna dita afta 4 roa de D. Mara Cesar n. 27,
rendeudo 304000 mensaes. terreno p'-oprio
Urna mei'a^oa sita ao b-eco da Lama n. 6.
rendeado 134000 mrusaes.
Bfai roalinuario
vender o primeiro c importante predio de om
andar sito a rna de Santo Slias n. 10, no Es
pinb^iro
2. Jeilo
Seat felra, *? o corrate
Ao meio dia em ponto
Na porta da Aaaocuci Commereial, com
aasistenca do Exm. Sr. Dr. juis sub
tituto de orphXos.
Os agentes Gosmlo e Barlamaqoi, por man-
dado e com asgteorta do Dr. jan cima, leva
ano a leilao as propnedades egointes : os en
leavnos Biberlo. Ganganelli e Orboeira, e o
regoado de Bibeirlo, cojjs l>-n pertencem ao
oppolio do tinado Barto dp S-'inhaem, servindo
de base a ofT-rta do ultimo ieillo de 93 0004
por todas as propriedades referidas, sendo o
leilao enVctoado de accordo rom todas as partes
ioteressadas na referida veod-i.
Compre ociar qu<- os engenhos e o povoado
cima mencin ido d. vem pavar o osofrorto i
inveotanante. Baronesa de Serinbaem, ate o da
14 de Inlho do crrente ano >. segundo claosola
testamentaria, e bem aSKim qoe as caas do
poveado de qoe traa o preseote aunu icio. lo
as qaese acham i.v- -notos ao inventario, e nln
slgomas peri-ncenl s a particaiares qne pa
gan. foros do terrino do povoado qoe vai ser
vendido.
*
AVISOS DIVERSOS
Sr. MaLoel Torqns'o de Araujo S-ldanl a,
ba doQi annos rrc bu 1004 de Anm< M>eRa
do de L. P. Cosa pa a eolegar, rao o f z, cao
ciono dua- apon es da ompaohia do Bebe'i
be, anda uio den dissolocao ; tomn i nuresta
do ama correut- Eenh' u e al boj alo fu entreva, mas como
nao farl se nao quixer, d4 se om preso,
mxime trata mal as p res que o proeur .
Pnpara-se bande.ji- para ca*:menlos e
b, pti .dor, pre5anlo^ m I-inb'e enfeitidos de
cama rio borr h i pren bab dos, reto-
tase iii ma lar. o recorf o un miado ; la
va se e engomina-se r.>np de l.mi ro e id M
aora, com lirup>- a e proiuplidao ; aa ruad;.
Imper.trii n 36,1- andar.
Aiugam se casas caladas e pintadas nos
fo ata de S. imperatr's n. 76.
A rotos e 'i i'ias taraed.a
de cara > i. i- vecilra te .:. n- de tonas as
ravoi fi .-e boiqtel a binet pa
ra casameutos por pr.cos c mmoof, e prepat
ie bandeijas para btlo- a tratsr na ro-
do Caldeireirc n. 4S.__________
Albga so orna sala, asi qo: to e om gao'
i. iramente tn
i oj solteiro,
la a tra
liup-ratr i.
rete no minbu rtovo n 138, n
depeiiOiut', mui'i) fie.-i'o i;
qne seju pe- > deio ducU i fli
>ar na leja do i.yrm-n. tt, n
as rases oeaaiM
Roa do C Mfto A:
dem de n 20
18.
A tratar na roo Msrqaea de OPnda n. 8
,. Pree-ase de om criado para ser* ico d*
casa de familia ; a tratar aa roa 18 de Nomo-
bro n. 84, es^iptorio. I
Qoem pretender a logar o 3 a andar do sobrado
n. 43 4 roa da Aoror e a casa o 8 4 roa da
Uniao, ertenda se com o Sr. rtegreiros 4 pnca
da Independencia. ___________
Residencia e padaria
Alaga-se c sobrado da roa Capillo Antonio
de Lima o. 30, com rommodof para grande fa
milia : este sobrado tem no fondo om telbeiro
com doos fornos em perfeio estado, proprios
pai*a qualquer padaria ; a tratar oa litbograpbia
l-na Mrquez de Olioda o. 8
Litar mmmii+ Tffatai Ilardo
do Medico Qadatella
Este notbiliasimo deparante qoe ves
precedido de to grande fama iniallivel ni
cor de todas aa doencas syphiliticas, es
crohilosas, rbenmaticaa e de polle, com
tumores, ulceras, dores rbeomaticas, os
teocopaa e nevralgicaa, blenorragias agn
daa e chronicas, caeros syphiliticos, in
flamacSes viceraes, d'olboa, ouvidos, gar
gantaa, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pe I le, aimplea on dia th ericas
aaaim como na alopecia oa queda do oa
bello, e as doencaa determinada* por aa-
ttfraclo mercurial.
Do-se gratis folhetos onde ae encor
tram numerosas experiencias feitaa con
este especifico nos hospitaes pblicos t
muitos attestadoe de mdicos e documec
tos particulares.
Paa-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO 4 C.
Rna Harqnez de OllaMta o. 91
Caixeiro
Preeisa se (.'t om rapas portugoe* qoe teiha
algoma pratica de fateodis e dando atestado de
bu'ui comportamento; a I atar na loja de bten
daa em A rogados.__________
branos
Praonsro Coelh enrarrega se de cobrancas
au igavel oo judicialmente oeste Estado oo. fjra
neil offerece a vtntagem de ler a longa pratica
de viole e tantos snnos ; a tratar na travessa da
Cncoidiao. 43.
uga-se
A cari da roa Febastuo Lepes n. 31 (aotiga
travesa do Geiquii;), com commodos psra
graude fami'la. cus a^oa ebai.beiro: a tratan
ua litbographia 4 ro<>. Marques ae Ohada o. 8.
Professora
Frefina rasri tarirt
Approvade palt Illnstrada Junta de
Hygisn Publie-i da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
Firmino Candido de Figusiredo.
Empreado com a maior efficacia no
rheumatmo de p.aalqaer natnrera,
em toda as molestias Ja tile, na
Uucorrhcas on /bres brancas, no
som-imentosoccaiondC4peln impureza
da sounu, e finalmente as dTerentes
tirmas da sypkilis.
Dos* No primeiro seis das ama
colher das de cha pela manha e onti-
i noite, puramente ou diluida em agna
e em tegnida mndar-e-ha para colhe-
res das de sopa para os adnltos e mr
tade para as enancas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
dnfoso; devem usar dos tianhos frios ou
momos, segundo o estado da molestia.
A Fome
Grande romance de seosaclo, narrandr flel-
men.e os borrores da grande secca doCesra,
pelo Dr. Rjdolpio TheopoUo.
Um volme ol'-idsm- nte impresso34000
VENLiE SE
na roa 18 de Ni remoro ns. 41 e 48
Miraila Ooatlil
Feij^o de Bag
Toada se e.-ie magnifico ftijao a 4sU>00 por
sacco de 0 kilos ; oo tarto do Coreo S-h'.o no-
mero_lfi^______________________________
Tnico americano
Canu can
Premiado na expasiclo de Pars de 18*7
Bete precioso preparado a melhor composi-
Co conheetda para confortar e conservar os ca-
bellos, promove o seu -resrmenlo, limpa a cas
pa e fortifica o COO" da cabca, e o que Da de.
mais soave e odonfl o para a toilette. A' venda
em rro-so e a retalho as principaes tojas de
miad sas denla capital, e I rna da Aorora n. 1 I,
d'posi'o Leroy.
SIN8IT0 OMf&AL
Francaoo Manoel da Silva AC.
Drogalstaa
23 Ra Marques de Olinda
Pe.rnsmbuco
Urna senhora bsbilitsda, uff-rece se para lee
donar em casas particoli-res o segninte : porto-
gues, francs e Italiano, tbeoilro e pratico. geo
grapbia, geometra, trabalhos d'agolba. flores e
puno ; a tratar na livraria Contempornea, roa
1 de Marco o 3.________________________
Pr-fessora de piano
Urna senbora petfeil-mente reparada e coa
pratica de entino, cfferece-se para lecciona-
piano em cas- de Exmas. fsmiliasp: qoem pre-
ten ler queira dirig;r-se roa Nova de Santa
Rita a. 49 serrarla a vapor, oode achara com
quem ent nder se.
Ao 8r. Jos Francisco da Costa Ferreira
Teado mandado fallar a so pessoa no da 3,
peraate seas dgaos companbeires, o aeobor
dise qoe nao devta mais a nint'oem, a excepelo
de minba bomild pi ssoa, mas qae procurara
00 da btgomte resumir aquillo que o aenhor
contra minha vonu.de dcixoo llcar em sen po
der. qoe classihVacno -e pode dar a este acto,
confesa ao stn digno advocado, qoe alo have
rl oeobum qne nio dls.i o senhor um...
Marta dnA.S.
Precisase
saodo o. 19
|ier;
de om copeiro ;
na rna do Pav
i riatia
Precisase de orna nulher de meia idade psra
todo servico de orna casa de familia de dua.-
pe8^oss ; oa roa da Imperatrls o. 1, segando
sudar.
Criado
ElfGEIfflOS
QUIMA *1 ES d VALENTE, partici
pain aos seos fregueses e Illma. Sra. de
angenhoque, como sempre, tmeigrande
depoL'to oa ortigoa abaixo meno nados
garantindotudo de primeira junlidade r
preeos sean eoaipeteaela, a saber
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portlandi
Oleo de mocot.
leos americanos
esprciaes pira maehinismos.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Dito depeixe.
Pixe em lata.
(5 gal&es)
Kerozene inexplosivo.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
1-; Potassa da Russia.
Cura radicad de erjsi-
pella
Urna pessoa chegada
tima mente do serto; cura|
radie tlm nte esta mole tia ;!
a tr tar na ra do Apollo FormiClda Capnenla.
n.\7> 6Corpo Santo6
(em caixas, barrqninhaa, latos
equenaa.)
grande
Miudezas baratas
Precisase de om criad); no largo da Penba
o. 33, hotel.
Casas
Comprem Be doas casas de 3 a 3 qoartos cada
ma, na fregn-ii i da Graca oo Progresso Rovo
da Capuana se dii qoem compra.
Azulejos
Continuara venda ea>oot. de dos compra-
dore, em lotes, por preeos sem competencia, I
roa Viseando de Goy.mn n. 48.
Vende-se
A bem afregoexada taverna sita 4 roa do So
ceg n. 70, e o monv. oa veoda o dono ter de
retirar se para fura d Balado.__________^^
F. A. de A raujo Vian
na^ C.
Casa fundada em 1867 4 roa 13 de Maio, ao
correr da traves da Alegra, na cidade de Obi
dos. Eslado do Par.
Reboclaotes por atacado e a retalho, receben!
commisi'oes e coD-MenacOe*
Os vapores da Lloyd Brasileiro, da lioba de
norte, faiem escalas pelo porto de Obidos. porto
intermediario entre os Estados do Par e Am
sones.
Cosi ii he ira
Prrciss se de urna jomb toa das Peroamtucanas n. 58
na Capanga
Cosin heiro
Pierias se de Lm'utiobeiro ; na roa do Pa}
nadan.10
m. ^ ,, m. m i J O* i i
(Jo inheira
Precisa se de om i oa cosinbeira para casa
de pequea familia, que srja matriculada, e
dorma em casa don patib>8, na roa de Fernan-
rie<* Vioira n. 39.
Criad*
Precisa-se de om criado para compras e mais
servico de casa; traa se 4 roa Imperial o. 43,1*
andar.
Vende-se
Tres pipas arqoeadas, a tratar na roa da Florn
Una i.34.
Criado
Precisa-se de om qoe seje matriculado oo qoe
i! altestado de boa condo la, na roa da Uoiao n.
33 __________________________________
Compra proveitosa
Vende se om sitio com boa casa de vivenda.
com accommodavoes para grande familia, com
agea < gas encanados, com frente para 4? roas
do Progresso e Conquista, com terreno p ra edi-
ficar mais 3 casas, oa Soledade roa do Progres
lo n. 1. Qem preteoder dirjase 4 roa do
Bom Jesos n. 7. esrriplorio de Soasa Piobeiro
A C-, qne m ha>4 rom qoem tratar. ____
Olinda
NalojadasjLisIras Azues
A KUA DUQUE M CAXIA8--61
Capartilbos a 3'>0U, e mats preeos.
Lavas de sed*, todas aa corea, a Id
2OvO.
Florea pora en fe i tes de chapeos on
do* a 14000, 1(1500 *> ramo.
Leqaea pbanUsia a 800, 1400 >, 1
transparentes a 2#000 e mais preco..
Fitas de teda th*rn lote, grgnrl'> e pbajn-.
taaia, todas aa corea, desde 4 0 ra.
Grampoa e peotinhos, phantoai-, deade
320 ra. |
Broches d ouro fino com pedraa, dajde
1)1500.
Bordados tapados, todas os largaros,
400 ra. e a aia pret>a, 3 metros.
\feiaa finas.branc-as,cruaa e de corea psjra
smmero, senhora e meninos.
Fichua praterds e de pbam' e a para
do oa preyi a desdo 500 ra.
Mantilbas de renda bea.-anliola preta
crome 'a 3400"
Baiewa fortes a 800 ra., e cobertae desjde
400 ra. a dusia.
('apellas com voa de blond e aeda
70000 e mais precia.
lia loja das List ras Azues
o-
Ei ch'ivaes para baptiaador, completos,
6M) 0 o mais preces.
Tampos d fronhas grandes e pequeos a
700 ra.
Oroeheta para cadeiras e sof deade 74000
o completo.
Lencos broncos e de cores pora meninos a
12< O a duzk.
LerJcoe finos brancos e de corea, grandes,
a l*;r ', 240 0 e 24500 a donia.
Li^' s j*rK senb amiaa trance* s para meninos a 24500.
'misas bordadas paro sen horas a 34500.
.'aseos brancoa, pensadores, o 24500.
smiaea de flanel'a, brancas e de cores
para todos oo preeos.
Vaarda po americano a 44500 para todos
os tamambos.
Toalhas felpadas a 44000 a daaia e mais
preooo.
Lerodes felpudos para bonho deade 14500.
B>lcs de tapetes para viageoa a 44000.
Bicos brancoa, pretoo, cremea e de todos oa
es, desde 14800 a peca.
E militas mindi'.zas que ae vende mais
barata.
Jos Flgaufrala rodo
Afinador de piano
Poda ser procoradu 4 roa do Amparo n. 80
oode recebec bamado para qnalqoer cidade de
centro. ___________________ ______
A higrnel barato
' dicAfTonso, armazem n. 46.
Ra Aenasinnas em Beberibe n. 7
Roa Itaparirv o 43 1 andar.
Casa com solio rio largo do Mercado n. 17.
Lirg:> do M rc^du n. 17, tot&o.
Largo do Mercado n* 17, loja.
Becco do Tambia o 31.
Roa de Santo Amaro n. 14,1.' andar.
Cor nel Soassona n. 141 A
Ra Pedro Afiooso n. 46, 1. aodar
Visconile de Itaparica n. 43 armasem
if conde de Goyanna n. 167.
Mifqui de Olioda o. 48,1.' aodar.
It rioo. 39.
ti .ixa Verde n 3.
Atratar 4 re? de Corao-.r-rr'o n. 6 1 da
escriptorio de Silva Goimaraes A C._________
Tainhas e graxa
V.-ode se em e gro^so a retallo qnarolals e
pais na rna Pedro Alfonso, ______
Sitio
Aloga se om sil o com ca para grande faou
lia. jardlm, sitio arborlsado e corado, em Per
uanaes Vieira n. 3, entrada para a do commeo
dador Joaqoim Fclij'pe ; a tratar na roa Pedro
Afronto n. 63. _____^
Aos sehores deengenhos
Tri-siiiaktlo de cal
.lrrl*r m eaU Llaktoa e a>(Skaa
Para alvejar o limpar o asjocar
Vendem GoimarSea & Valente
6Corpo Santo6
PEITORAL dk CEREJ A
Do Dr. Ayer.
As iuBmuMsBu mi dolor->..T da |nirgan>(
e Sos pvImSrn, prdlnarta.vrntr desonvolrcni.'r
irado por principio baan peqeeoan, cu Jo* n-sult
dos aio sfo diaoits dr corar sr prompiamentr i-
trullo com o remUo ei nrcolontc. O Besfrl-
doraToril:',o l-rrlprocumcnlr o rrcultad'
dr UarBgitls, Aathma, Bronrhltla, AOVr
cao rulaoosvar a Tisira.
Todas as faniUin' ijur ii-m crianca ik-rcm tr- o
Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
rsa asa aara o arar r*a raso tlr arevoldasV.
A perda w am hS din, pody rm inultos caso*
.ii.-i-arr.-lar M-rUw ror -rqarnna*. I'nr tanto nSn
ao r-'ini-dlo;- de rlncacla cluvhioia, f-ni<|uanto qar
a rnfi-rmlla'li' ir npodera dosT Branadsuarntr, rntSn -|ui- tr* toma
arae instante, o remedio nial, certo e activo em
ac naVftO, < este remedio < -'-ni dnrida alruma
irsami.. d Ckkua do u. Arca.
raePAa.vno felo
OR. J. C. AYER t CA.,
jLsnroll, Mas*., FM.-Unldos,
navoarru o*rl
^
On

EDIC
nouiii?.
lo o cssoVs-
sapsWi es, Esc*
::Ms
o toda aTocctto o rr-t^jesa
eruptiva cu venrea
SALSAMRILflf
DE BEISTOL
<) Htw-flfr i\r P"-nip. n^ excelencia ?
Ama
Precisa se de orna ama para compra f I
trabalho de cas para duas peesoas, qoe daros
em casa dos patrocs ; na 10a de Horlas a. 9S^
primeiro andar
'

?
Amas

Precisa-se de doas anas, orna p ra cosinba 3
ooira para servico d n e-uro ; a tratar 4 roa t>
rao da Victoria n. S4. ant'ga agencia de maver.
Tbomai de Piafe* Borjc
Antooio de Pioho Borgrs. Fian, imu d-^ Pinho
Borgea SohrtnhH, Francisco Gom*s de O'iveira
Sobrinh -. Coronel Ha riqoe Gibfoo, Helena de
Pinbo Porees e Theresa de Pinho Horge Gibson,
irmft'is, i unbados e cuohada*. e mais prenles
do finado, agradece m todas as pessoas qoe
se de'Biran acomoanhar os restos morlaes do
sen sempre lembrado wmio Th>m;i de Pinho
Borges ; e e novo ronvidrm a I d s o.< pareo
les e amigos do liotdo para sos'slirea) a missa
quesera celebrada oa malrix da Boa Vista no
da 14 do correte (sabbtdo) 4s 8 boras da ma
nhS, stimo dia do seo infsosto passamento, e
desde j4 fe confessam gratos por este acto de
rsligiSo e rr'dade.
t
Frasaclaco learlo Ua ailva
Cabra I
Altzcndre Jos da Si va Cabrai, Maximiana
Mana da Silva '.abral, bacharel Joaqoim da Silva
C bral e seos irmaoj convidam a eos parrntes
e amigos para ansistirrm a missa qoe. p r alma
de seo presado pal. so^ro e a\d, Francisco Ig-
ntcio da Silva Cab al. mandara celebrar no da
16doiorrenle Bfioa 7 o ras da manha naigre-
ja de N. S. do Livrametit >, stimo da da noticia
do Mlecimeoto na comarca de Taqoarelinga.
neste Estado ; pelo que confessam se desde ja
jnmn>--.enle a-rainsi. ____
t
Oirnardloo load da Win a Hala
Maninr, Rodrigues & C. teado recebido por
f-iegramsiu a infausta noticia do fallecimento do
seu presado so io e amigo Beruardino Jos da
Silva Maia, mi-ndam mor missss pelo eteroo
descanto de sao alma, na malris de Santo Ao
tonio, as 8 boras da manba de seronda f do crreme. ___________.
Taverna
Vende-se o anligo e afregoexado e?tab*lec-
mento de mnlhadcs, roa dos Coelbos o. 26 ; a
tratar na meama. _________
Aluga-se
o magnifleo sitio c m boa casa, prssaado oa
porta bonds e trem, na estrada de Joao de Bar
ros n. 38 : a tratar na raa uo Commercio n.
K_A_____________
isnhfira
Na toa da Saudade o 37 precisa-Ee de orna
peria eoinh- ira. Paga te bem._________
WfflSKY
R val Blen marea VIADO
Est ezccllente Whisky Escocen pre-
ferivel ao cogn&c oa agurdente de cana
para fortificar o corpo.
Vende-so a retalho noa me'hores arma-
sen* de molbados.
Pede Boyal BlraMi marca Viado
cuto nome e emblema sao registrados pera
todo Brasil.
BROWNS A C., agentes.
E' REMEDIO EFFIOAZ?
Contra oa defluzoa, cathorros, toase con-
vulsa, asthma, bronchites, resf; amentos,
rouquidio, constipado e todas as molestias
daa via* respiratorias.
Cura aa toases e oa catharroo os maia
rebeldes, dando all vio as doentes, pro
porcionando-lhea um somno calmo e repu
radora o expulsa do catharro dos bron
chios.
Approv do pela intpectoria geral de
hygiene
Preparado por
CAIsASAHS AVi
47, Pharmacia Calasans, pruca Piedade
BABIA
Poucoa remedios tem sido to nteia aos
s'iffrimentos como este, pois metiga sem-
pre o soffrimento aos afilie os e quasi sem
pre restitoe a sade aos enfermos. A popa
laridude do qne goza no sul a prova a
mais nconteatavel da sna superioridade
De gesto mui agradavel, de aspecto lison.
jeiro todos o tomam, ninguem o repugna.
Preso do vtdro 2^500.
Dcpoalto no Recite
FRANCISCO MANOEL DA SILVA d C.
Roa Marqnez de Olinda n. 23
Antoanlo FrantclBo m Cmm.
Aocoinmercio
branles a C. porticipam qoe o Sr. Rodrigo
Pereira de Car va loo nao mais seo empie-
gado.
U,S!D.it?.rO
Precha-se de om bem oosinheiro, para casa
de familia, fra da cid; de ; a tratar na roa do
nper uor o. 81. ___________n
Cnrso ae p*. eparato ios
Lecciooam-e a'gons preparatorios em colle
e cafas paottcolaree; a tratar na roa da
'ma o. 80.
Ama
Precisa se de ama ama para todo trbala* de-
rasa de tres pesnoas ; a tratar c m Beote JbaS
Ferreira, em Santo Amaro da Salinas, estrada
de Limceira. taverna n. 6 B.
r
Pro isa s de ama ama boa cosinbeira pan-
casa de pequea f D.ilia, prefere-se de ae.
id. de e qoe norma etn ca.-a de seus palr-jt-i ;
tratar oa ra do Livranento o. 1, sobrado
Ama
Precisa se de orna ama para cozinhar no lar-
go do Choco n. 10 F6ra- de Porta.__________
Ama
Precisa se de urna ama coaiubeira ; a
oa roa Bardo da Victoria n. 54. nova gesela
movis.
Amas
Precisa se de doas amas, orna para lavar eo-
gommar e outra para cosinbar, na toa Pedia at
sooo o. 53, 3 aodar.
Amas e criado
Precisa se de amas para
e de om criado de 14 a 15
Progresso o. 7.
cosinba eme
annos ; na r
oa da
Ama
Precisa se d urna ama para coainhar
Larga do Rosario o. 46.
Ai<)
Precisa se de um; ama para tratar d* i
minino de doos annos e meio e mais algons s
vicos de casa ; cm J<:4o de Barios, sitio ai
pella n. 30.___________________________
Ama
Precisa-se de orna ama de boa cndor, m
cosiabar, e lavar, e qne compre e dorna
casi de seos patroeti. a tratar do Pateo da Sa
Croi o. 18___________________________
Ama ieleite
Precisa-se de orna
meiro andar.


na roa Imperial n. f, pr>
-kma
casa de
Precisi se de urna ama para
familia ; na ra do Caj o. 36.
Aprendiz e ama
Precisa-se de om meoioo de 13 a 15 aao__
idade para aprendis de reloiceiro : oa easa _
n guiador da Mariana ra Larga do Rosan
f. Na mesma cesa precisase de orna ama
cosinhar e engommur ronpa de senhora.

Ama de engommaJo
Precisa ee de omt ama para engommar
de houem e senhora ; a traUr ns roa
bargauor Nones Machado o. 56.
Chcara

Aloga-se orna importante cesa na Ca
roa das Pernambccanas, 4 marfr< m do io,
e trem porto, c m mo'to* commodos. sitio
rado. com de os pottOrs de ferro, solio coa
deltas, em bom esludo ; a tratar na roa M
ne Olinda n.6.____________________
Gosinheira
Precisa se de um; boa
ido-a, ass'iada e eslej,
Sete de Setembro o. 8.
cosinheira e qoe i
matriculada ; na
Criado

Na roa da AoroM n. 133, precisase dei
criado.
N. 17,810
Pede se ao Sr. c i pita Francisco de Assio Fer-
reira Magaihaes, ommissario da goarda local,
qoe queira aparecer na laretoa o. 16 a roa W-
reita de Afolados sob o numero cima, vate js
faxer cinco meses.
AVISO
As pessoss qoe pre M'em medicaneast da
U JoSo Bonamosa especial sta em moleatiM
dos deoles, rbtumatlsuo, feridae, etc., podoas
precoral os doran'e a sua .orla demora B*eoot
E lado no hotel Estrella do Norle, 4 raa a
Commercio e as qoatro esquinas da roa da Im-
perador.
Declaragao
Elvira Leopoldina de F.u! Mosquita prsiiot
qoe desde o dia 1.' do corrrnle mes driaoa do
ser sea procorac1 ir o Sr An.onio Angosto Xa-
vier da Fousecs:
Rerife, 11 de Fevereiro de 1891.
Fugio
U-'sappareceo hontem um ca liorrinbo eii
to de toca Bul D >g, que acode pelo nomo ae
Pancbe, esta com urna ctxeira que abraca o aoa-
coco o peiki. quem o aib.tr e levar a Fre* do
Tira Dente n. t (aotiga pmca de Pedro 1) sari
eneros, mente ,rtificado.______________
lop:iro e cosinheiir
Km palacio precisa-se di
um copeiro e de urna coi-
nheira, que deem fiador de
sua conducta.
(iiSM'lliira
Para peqoeoa tamilia, precisa-e de ama
nbeira ; no pateo doCaimo n. 18, 3 andar
Pl
ees
Preparam-se p>r commodo preco, li
prt- pdao ; oa roa Sete de Setembro n.
D/STA TfJCORRETA


Diario de Pen.ambuco Sexta-feira 13 de Fevereiro de 1891
wim so m: tm
250:000*000
UOTKlflX DO KAO PARA'
Prtmio naior 120:080 $000
Lotera do Grao Para
Premio ntaior 80:08#$808
Extrae^' alternadamente hhIom o*; sb-
IwhIos. Buhte venda as irisan d<> eos*
itene.
VIHHO DEPRESNE
WNhNU'nilTIVO
BJBBJ
PEPTONA
Asnino mtuunm.
ate aftiaSaw Jte
A
M aWtTal K ralis
o Muaa le ira>aaa < *tae e o mala predoao dos inico, touietn
Abra muscular, o ferro bemallco c pnoepbalo de cal da carue de vacca, e o nico
reconaiiluiuic natural e cmatelo.
Sale Halarees MstAa, que daaperta oappete, reaUtoe aa forcaa a aafto-
nvgo o meiho-i a dlfealio, cou! recoastUulnte lncotnparavel. qu e. por laso que
en. erra o .-lemenio plstico cea mnaculoe que mu a cooanni| aantuu djracra->Udo pela aner x, orarme os fiesvto da columna vertebral.
O F** r^memn Ifc/V-casse lmpoe-ee em lodos os cuaoe Ui aff.:cc.
das vlaa digestivas o de er jrmldadea de Ibrma deprimente, agudas ou cnronir
como as dyspepslae. ulce. ta do estomago, etc.. e no mara.mo, cbloroae. dlac
cachWa. Ualea pulmonar, etc. Derem salo eguaimcnte aa peaaoae de conatltu
dbil aa enanca* cu*a i Jde 6 peala em risco pelo creaciuenlo rapado, as mi
cuto vkaar ^sapftn.: Ib pel tranalho do alelUmen to. _, -.
j^-criepeaedor do risa** ate i^ajsfaua. Cuidado t u inUUcSfca
DCFREMEo
IVUUo:
DO
SUDO DE PEUINAfflOO
EM BENKFIUIO DA
fcaiita Casa Miaencordi^ da mh
15:0GO$0i
D1TB&RAB8
A 19a porte da 2.' lutem ileate Estado ser
xtrahida inipreierivelra nte tenja-feira 10
de Fevereiiv.
Todos os pedidos de bilhetis desta lotera
devem ser dirigidos thesouraria ru arga
do Rosario n 9 I ".andar.
PELOS CONTRACTANTE8
Bernard.no Lopes Alheiro.
LOJA DO POVO
11 Ka fr de Marco 11
GRiMiDE WOV1DADE
ata nova ejaoentwA" a ter um grande vinmento e stmpre picniucba, en
pregue nioguem Ihe pode exceder, capricha na exattidao da qanudado e uaa nedidat
de ana fazendax, que podara aer c mpranti- por qualquer criarla. Muitas de mu
oaenda alo receb'ca-* rf'.-ectunieate da Europa.
Descont de 10 0 em oompraa de 2CWI00 pira cima.
Voile de 13 e algoolo, lindrs desenos, u 240 re.
Lia mi'icio de oaeemira a 40 rs.
ChiUa de 2?00, 220 e 240 ra. o covado.
Setinetaa de corea, desenos lindes a 800 ra. o corado.
Zephyrus indos a 120, 160 e 200 m o corado.
Cortes de casemira de o\56(0 e 64000.
dem de costumea e de casemira de sor a 1 ? #000.
dem dem dem preta fina, a 14*5000.
Ricos caaacos de Jersey, bordad, a 6#000.
Toile de seda de 1 Granadino de seda, de 14800 o corado a 800 rs.
Merino preto a 500, 700 14000 e 1200 o corado.
Dito de er, liso, a 40l> rs. o corado.
PAM JUNGAS
Redes de cores, pechincba! a 34000.
Vestuarios de Jersey, a 64000 e 74000.
Capinbas e jaqnetas de m&lha para crianc? 1400o, 14500 e 24000.
Brins de ores, corado <00 ra.
Merinos larrados, lindos desenbes, toalbas felpadas inglesas com pequen
defeito para to>tos os procos, grande aortimento de lencos de seda a 400, 800 e 14001,
neos de algodio com barra grande a duna a 14600, bramante do linh o e algodit,
t aliado, cortinados, colobas, fichas chaes, sedas, setins brancos e de
olios, lindos desenboaNoridados t
CURA CERTA
... MOLESTIAS NERVOSAS ,.
IXAROPE HENRY MUR
I
Bom ex=to verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Pars
PULA CUBA. DB
EpUepxia.rynf cries t'onrttI*6rt>. Vcrtigena
Crimea nertunan
JBacaqueea, Tonteiretm
Cemefeute eerebrese
e do Enpinhaco innmnia
abete ammuaarad % Hper,natt>,,hn
a fatuto uit laaarUata ritas snUlaartl i aaalasar pants sus o aMii
Chorea
HuM'ero ftpitepmia
MolemtUu do Cerebro >
|HjNHY MuiB, em Pont-Saint-Esprlt (Franca)
VKMJH-s EM T0OAS AS FR1MQU>ASS PUARHAUAS B bSOOAJUAa.
N. 21
corsa t
A

CUBA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
Midilhi di Prut a Expotifio Unirtrttl d Brctlon em 1888
Medala de Ouro, Paria, 1885. Diploma de Honra, Paria, 1886
e Injecco de
KAYA KAVA
DO DOUTOR
BLENNORRHAGIAS
8PERMATORRHAS, CY8\
URCTHRITC8, CORRIMIENTOS
Estas enfermidaile-, recentes ou antigs, enram-ce raaiealnienta em algans das,
aa aagredo, aam rasiinen nem tisanas, e sem cancar nem perturbar os orgSes digestivos. '
Xxijm-f mobr cada pilnla. mobrt cada eaixa. acera cada iiKntii.
rntrnigoatur* fm 0SmtmUmJ
PMM da,
PAEIS,
PAEIS
S*a
GRAGEAS
rORTIN
INJECQ0
.
fOMTIM, forte aa priaiairaa qee obavaraai a
a isaian (1836) e aaa adoataraavas asa wattaM. Cnrara aa
aassaa rabalAae aam fatigar a aateaaa^oa mala
imwooio PORTm 4 saasara lacoaaaaaaaaa
.
Peitoral de Cambar
O magno desidertum da sciencia
medica
para as molestias do peito e vias respiratorias
O Peltoral Je Caam'iasr, que iocontestarelmente ama
das mais brlbantes conquistas da sciencia medica e ai dos raais nota-
reis triomphos qua o engenbo do homem ka conseguido em proreito da
human.dade, tem ana alta recommendacio nos elogios unnimes da
imprensa, as distinecoes de que tem sido cumulado por diversas cor-
poracoes scientificas, tanto nacionaes como estrangeiras, e na roa do
poro, que ha de transmittir a fama de sens beneficios de geraclo
geracio
Est- precioso medicamento cara -sio factos com provados -qual-
qner tese, laryngite, coqueluche, bron -hite, aa>hma, tuberculose, etc.
Vende-se, a 24500 o frasco, 134000 meia dusia e 244000
duaia, todas aa boas pbarmacias e drogaras.
Cl) nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambaco
FBJJNCI8C0 MMOBL DA SILVA & 0.
23RA MRQUEZ DE OLlTfDA23
'"" Myrtol do Dr Linarix
Lmurmmdo aate ^acaldada da Mtdictnm da Paria.
O Myrtol Linarix apresenta-se sobre a forma de Glbulo empregador com
o maior successo contra as
AFFECQES CHRONICAS DO PEITO
Defluxos, Broncbites, Catarro, Asma, com oppressfto e Palpitacoes.
Os GLBULOS de MTRTOL LINARIX tamao-se na dose de 6 por dia:
S pela manht, S ao meio dia, S noute.
Toda* a* pesios que tomao os VERDADEIBOS GLBULOS DO
Dr LINARIX too unnimes em reeonheter que respiro mais fcilmente.
Exija-te ee Verdadeiroe Globuloa Linarix de CLDI O, de Pajuz
esa a emeemtHta nos aV|aifca na* aaarniaalas. j
SALAO
DE
MODAS FRANCEZAS
65KtA DO MPBHADOti-65
a
BafLlffGOS E LUIDAS CORES
a 10#000 e mais presos
VENDEM-8E
1 -Ra Duque de Cazias- 61
LOJA DAS LISTRAS AZUES
VERDADEIRAS PILULAS do D" BLAUD
oom ptimo exMo aa l
ras rraneaaaa e Eatranaattoa swa a antas MBMI4
0a SO aaaaa peU
CarxatjK
Aai\tenoncToC>aa'#yawa. uauoslmofaetoaal
mmtm^^..^.... ^^-... ~^T^,- ,-----. rr| TMt> humi jMlnjisr snotmio
. -WOONPIBM-SH MI XaaSrr^sX<63
4 IWvaaaVat NWa W mu*** aa a wa aasas aa SaaM i
MfsfwnMai, ai'Maatrataa. ~
- atm t, ana nnm. oeroarros sx tooas as i
r#
I MJH I HU lailUUl
Modfst i de chapeos para ssnhoras e meninas
Encarrega-se de reno va r chapeos
Pde-se procurar das 9 horas da manh
s 5 horas da tarde.
CAPSULAS THVENOT
Tratamento daa doengas do paito
a todos oa degraos.
Alcatro.
Atcatro Creosotado $ Toi.
lOOfrmiO (Cther iodoforxnado).
Creosota loaoforntaa.
Creosota tie rata.
Oteo e fgaio de bacalhu creosotado.
Balsmicos creosotado*.
0 NEMSAR0F
8^na do Crespo n. 'Z\
Bazendas que fcaram doannt pascado e que resolvemos
vender pelos Fe^uiates precos para acabar:
Cortioa do-! fil de cores o que ha de mais lindo a 80O.O um par.
Roo Jq c mbra'a bordados parH senbora a 34< OU um.
N&nzuk de corea padres miudinhos a 2-0 o corado.
Cintas braics sorti nto completo 240, 280 e 320 o corado.
Ditas, padroes de voiles a 320 o corado.
Pulordines padiSes os mais nodernos s. 360 o corado.
Cretotes branco e de cores, franceses a 360, 400 e 440 o corado.
Lindos roiifs trancados a 24C o corado.
Mariposas renda da china de todas as cores a 240 o corado.
Merino de cores, urna s largura a 280 o corado.
Dito de duas larguras a 400 o corado.
Lans de cores de 2C0, 240, 320 e 4 0 o corado.
Org-ndy de cores, bons desenh s, a 700 o corado.
Etamines do cores com rain age ro a 40 o corado.
Fecbs de ISn e prateados de 161'** um.
Colchas de tustao de cor a 24400 urna
Seticeta p-cta lisa com um pequeo defeito a 280 o covado.
Dita de todas as cores.
Fus) 3o br.mco a 400 o 00vado.
Dito de cores a 160 o corado.
Bordados e eofrerm i oh a '600 a pana.
S rgelim de t das acores.
Brim pardo com um pequeo defeito de mofo a 320 ocorado.
Cortes de casemira finas de i000.640c0, 6000 e 84000 um.
Bramante de algodAo e linho.
Dito transado, airo.
Ondina de core < para roupa de meninas a 280 o covado.
Alparcao de seda preta a 7< 0 o corado.
Merino preto de 1*200, a 24500 o eerado.
Roupinhas de Jarcer e brinsio para enancas.
Meias brancas e de cores para homens, senhoras e cranaas.
Chitas moderna com barra.
Linho pardo para vestido de 360 e 400o corado.
Capas pretas de seda, merino e cachemira de 2O4O0O a 6O4OOO cada ama.
Lencos, guardanapos, toalbas, atoalbados, brancos e de cores para meta.
Crotones e chitas para coberta.
como estas que rendemos sem reserva de preoa
muitas oatras fscendas
po8 o fim nico liqnidsrmos.
Pedimos a attencto das
ta sendas.
Bxraas. familias e dam-.se amostras de todas ti
lia ra do Crespo n. 21
LOJA DI) CAMPOS
^PBOltflOOii
ESPECFICOS
do cEuanue
.u:phreys de Kov York.-
. aso mato de 90 unco. Implo*, acjpsro'. rffl-
-5 .-nratoB. ATerdt rju I'roar1aa e ybar-
.J -toc[Me m. CURA
. fin. 3DBCTMS0, !rfla:acass.........
1 cSrc e OalIracaauMba ir Lorakrlsaa...
rnl.cn.OicroelirximBlaaasiXsafai.....
iarraaadaCraaoueAdaltos............
r-vrr-erla, B.~.rc* ruierina, CoIns-JIorbB, Vana............
Im, unitlpacao. Boaqulal". Bnnchltr..
Pt de Pa'.-jedQpa.c crralgU......
>;-,irlaTWdi5-ito.TrWo do \ ontn.....
S>:i>pre*a4u !n SI estro Kscaji oii-Dcnio-
rjda....................................
'.ciatarrliea. Florea Brr".osa. Becra rrofu>a
4*raaa roastagocs. DHT^pkladedo lapafAmr
HkcaaaaliaanaTlMnarWaaiaUca........
rie-vJe, Halella. ola iwrmitun"........
. K;orrkld".a. Auaorr'laits.l.:trniT.ej
yjca aaa. anpica ou ranarannac. ...........
.-'^atliclaaia. olnoa (raeoioa lirttoi.iaaa lu.-.
* o. agudono clironlco, UeSazo......
Canaalaske. Taaaa eapaaaaodlaa.............
Aimu, Botl'lragSo dUknltoaa......
safe."
Kaaaea. VooiUoa............
aariaa, airalna oa PaAra
, euii'es
___I. ob pfcTaira
, AcamoMcora aslau..
Dr. Humphreys de Nova York.
Era oso nuda da SI anuos, snale*. *twot^B
r harah. A venda naa Droeartaa ci Phar-
4
aaaran prlndpaee e aaia garant las do Mondo.
Ho. CUBA
1. Fearee, ConantSo. IaiJamijficiJeB..^........
2. Peare e Clica eaaaadaa por Lombrl a* ..
A ('altea, Choro o Inaomnla dar. mancas.......
A Dlarrhea de CHancaae Adulto..............
A DyseneHB,ptreaileBarta.CoUc.ibUloaa
A ralrrlnn, Colera-Morbo. VnKa_ ....
7. Taaaa, CoaatlpocSo. RoaquliUo, Br chito..
A ftarfcDeate*edecn.el-----
.Br/^rffSMrffiedjs
U. CaraaaadnJtaarm. Eacaaaac
'entre.....
on Demo-
l. l>arrraen. Florea Brmncaa, Seiajaofaia,
15. Croaa, Toa koa^Dimealdadeae Beaprar
II. llirK
a, ITUcaldado
*. ErTjIpeta.
Jeraea, BrnpcOea. _
IA Khaaaaatiaaao, i).s rheomaUcaa........
"ali-Ma. Kobro lolermllten.
U- HeaSa, Haletta. Fooro
1T. UeaaarrhoidaK. Alm
externas, simples ou
itaalaila. ulnas tr
arre* "loaao o; carot
el ?roKe!Ba
en,T -Urarao difli.-t:
A lnioneJmaa. lnuraaa oa
""e:rteriiaAtopU*o'ieaasTentaa.......---
hlhalafla,.OIIioftco^lrffminaVa.
-*- oo earoaico, Oeoaao.......
tuaoleada, DehiUdeAc DarrojayaamiBiJ.
X IneonCiBeacla aC Oa Aaa. OnnaV av
;. 'iraati^acjUjto!ar'aaa.^OT|to^_^ .
: KsBm^sWtSSmeTj^
at ntahtarorin.MalmaManodaUaivaata......
*A ''oaavaiaeClaroBleaa, DArderabees...-
i tj Dr. IIucij.Lpcy*. 1*4 rac" "r'
i: "ruiidadas o tnodo d o cura! o*. c d gmtx
w-ho ao sea boSNWffaaa A
Hr.MrflBITH' HBDICIKB CO
O rahaa etreat- SEW VO'tH
NICOS AOEItyES
Para vendas em grospo em
PERNAMBG0
hna S(b iilio C.
DROGARA
A' Ra Marque* de Olinda n. 1
instantaaeo, do
dose nao fizar
oontsan
saaBBaM-KQ 1 Oaa-f1 (A O Dr*9CO Oo
i en enxaqueca.
a aassaiels de
M la.. .
JAC,^.,!
_ iltssa..
aaar>>y>io daa <> ioiSurdei ...........
lalAa, InohsrCs cUlccraa.............
Baaaaero., on ph5-Jca .........
--ala, A<-umolacoe f*nldafl...........
Slar, .anaca. Voaoltoa......y.
irtacrlna. Clenlos on Podra
MsaMaale aara^ asaaaaa
I a eo t taeaeluTdeSSfi na. Oailaarii ana,
M. niahtheria.'Matmall^dcbaisasav. ...
S5. ConacatSeCkronloao, DOrdeCaaaaa....
O Mannal do Dr. niimoareva, III paginas sobro
aa Enferoiidadea e o modo d e coral-a*, ae da grata,
padeae ao mu boticario oa k
IUMPHEIY8' MKDICINE CO.,
IOS) Valsea' Street, HBW TOB1K.
nico deposito para vendas em
groso na imperial drogara de F.
Manoel da Silva C.

i
AVISO
r
nanean ai-toa
PERMAJOaCO:
r ae da su.va. *. c*
" PAPEL RI60LL0T ]
M06TMDA EM F0LMA8 para SINAPISMOS
INBIfPENtAVEL AS FAMILIAS i
B aos rxsjAirrES
U$*d* ao mando iateiro.
NADA DB JC o tni,i3 }
VERDAOEIRA lraJ\fi slrnP'oot I
HJl alB mais
qaeoaolevea \ VJ aa co
Parricipsuiuit ao unirKo e uos noesos fregue-
ses qoe resolvemos di-sta data eui diante eolio
car sobre todos os prodoctis a idos de nossa
casa, a marca registrada, conforme o deseosa)
cima. Aquellesque uio levan m esta marca, p*>
derao ser ron*idprados, como nao sabidos da
Botica Franrrsa.
22- Ra do Bom Jesus-22
Ph!
armacia.
Precisa-se de cm rapsx que teoba
ortica, na Pbarmacis do Povo n. 34, a
Rangel.
Igaait
ruadt
atrs
com
o mais
offioz
don
Revulsivos.
EXIGIR
tn MARCA
para ovitar
aa CcntmtBccre,
A' randa em *nda ** Fhnrmnrfa'l
DEPOSITO UERAX: AVEMUE VICTORIA, 94 4
.^T*

tes*


8
Diario e Pernambuco Scxia-feira 13'de Fevereiro de 1891




VENDAS
Vende e oup rmua-se utn so!
nina dar bem cooseivado u' a'g-itna
aeqo-no sitio no* t0' I ia te do l>'
trt-ir na roa I*'le M^'r 7.___________
V^nde se um efe peqoeoo ov Milner, en
perfetto estado ; almiar n iTDOf hia
surto. ^__ ____ ____
fon limpir niel
Sopmor pomada a 401 rs a
Lus re insiantaneo
Rplilof tt o d<-bro da iaii :\r O eff-ito dej lo ; no Noto Mando, roa
va n. I i. Casi o M-a>iro n <;.
Libras Ste rimas
Vende-se na lt ja de oas de Augusto do Rei
, O ru do Car.A n. .
re hincha
Fuona araada, pascada a sacros novo?
ala om C in SO kilo* a IfOmi o -ico ; q p
"a anin'H'9 iipro*eium a rus daCoupanhia
iVrn. ml>u KM n 4, e l-rgo da P nha n
Pao centeio
Meti Bisel leudo receMdo non re roessn o
a ,ufta centeio, aria aos seas fregntie* qp
'inaan a fabricar eate delicioso pi centei
oa* as i<"-ea e sextas feiras ; Da roa arpa 4
Hosario u. 40.
Casa
V<>:,de ge ama casa mono em cona, brn
o ;iroida a noderoa, -m ler"eno prop'io. con
15 palmos de freole e 150 de fondo. Ma na ru;
Airare i s, moilo perto da esucao de Arrod;
?m Agua F ia ; a tratar oa roa do lijs icio no
xe-o 64
Vende-se
[ ma carraca de duas roas e nm boi ron
ba>tan'e torca para a m'io ; a tratar com Bt-n
lo J*f Perrera ero Snin Amaro das Salina
i'h dt Llroociro, tarrna I. .
Predios
a.'en.e Pestioa vende os predio scgoin
? i di I' Imi o. II: Lomas V-.l-n'.ina.- n 4 :
Co > Sudasen.) 90 ; .viju-u 1.1 ; Vidal >
N -e 45 : :: ronel Soassona 41; S Jo-a 74 ;
Puto V.lnaii; Vi* onde de G y TjrLi SI ; roa do Pharul 10. -ob'r-do de om
andar ; raa dos Burgos 3 sobr. do d* 1 n ia C,-ponga ; Gr^ca a roa da Baixa Verde n.
!B, iCelD Beb>rbe. suio \ roa da Agua
ir.ba o, 7 ; Duarte Cot Iho sobrad >, e una casa
terrea. Estes predios ch im se litros e dVsem
baftc idos de quulijoer onus : a ira'ar oa travs
ia do Corno S nto n. 17. arai^aem.
i! i fe, 7 de Petereiro ce 1891.
Josqmm M-^x-miao Pesua.
CAROSA ALEMA NA"
i i- a cerreja La Rosa Alemana urna ceces-

A fr neja La Roa Alemana nao ccniera aci
lo; cu producto.- cuimi os.
D VI.--S0S atteslad e di o teres et:i medicina. jn'liHcaai que a cerr
a La Rosa Ale ana r> 0"IO ?sod.ivp| e 6 ora
jonerano alimento, cojos (foca lentos ticam a
Jisp.v-icao do respeitavel aoiico.
Dn o Dr. Arsenio M.irtioex Carvajal, exann
jei a cerveja La Rosa Alemana, iseot i de aci
Jos ou prodD'-fOes clnmi-a- rim : corcbinacft'
le rrgftoSS de iofa libilidade pan qoalqocr dii
icoiude no estomago.
A prepararlo da cerreja La Rosa Alemn;.
.:..u ao mais alto grao de perfeico. E' sa
jlitD", maitissimo agradav I ao paladar, nao fax
!r Je cabeca. oalmeate urna combioacao de
40b-i!ncias poderosas para a boa alimeolacao
) la picante da cerneja La Rosa Alemaoa teodt
*onqoi-tado o eegrrdo da saadavel cerveja re
.'i "oo a marea com a saa drma no rollo, para
jxer raler os secs direitos coolra os falsince
J >res
A cervpja La Rosa Alemaoa gosa de granJi
*o.::eito na Europa, e praaietto osar de todo o
et apolo para com o faarico para ter sempre a
y npalbn do respeitavel coblico de todos os
taizes.
Garanto o bom acondicinamenio ; a cerveja
La Ro2 Alemana inalleraTel em qualqoer ch
ma.
Dit o Dr. P. H. Weroier, tenho por moitas
vexes examinado do laboratorio publico cer
veja La Ros. Alemana e do encontr materia
cbimica, e sim orna gigaote>ca preparacao dt
JOhstancias que representara urna raliosa ri-
ju'ia para alimeotaclo. *
Esla I TeDda em todos os estabele roentos
de molbados.
nicos importador*
Machado Pinto U.
Lopes & Araujo
Pare engeibos
Ootinnam a ter em seo estabeleciment* gran
ie deposito das meradorias abair.o declaradas
ande os lllms. senbores de engeubos poderte
se rapprir para a ora safra, i precos sem enm
peteDCia.
Cal aova de Lisboa.
Dita de Jagnanbe.
Oleo de moclo.
Aseite de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrarwto.
Pxe em latas.
Graxa em bexigas.
Gaxta delinbo.
Potasea da ussia.
Ra do Livraaiento n. 38
Uuerd Q>p*i a lt' 0 n duaia.
dem ci m franjas a 1#80' a di'a.
Toul ?s aupcriTes para raesa a 4^000 e
M*0
dem pwra m?os u 26'ia dnzia.
Velbutinaa bordadaa e lizas a 800 rs. o
corado.
Meias esemirav de cores, 2 larguras a
1(500 o ooThdo.
Caaemiras pret-s, diagonal a 1#800 o eo
rudo.
Cheviots axul e pre'o superiores.
P nnos para ir esa a 12"H) o corado.
Atnalhadoa adamascados m 7< 0 rs. metro.
oleras superiores a 25000, OlO e 46.
(J' bertas de gaig 2 ponnos a 2-5600.
'ortigados boi dados a 7 OtX) o psr.
S'-tins brancos para n ivas a 16 e 12C0.
Sedas i'' m para r.oiVa a Ift'JOO.
Tdoa or artigos cima cr-cootram-se
na ra Dnqne de Cxxn'S n. 59
S..J > e Perelra *Jk Hagalhies
"Progresso Hvt
CAPN^A
E-tahelecioiento esseucialsente moder
i o na forma o c primoroso no sen va
riado aortimento de gneros tlim oticios
Vinhos
Fines do FoIo, Moscatel, Madeira.
M Ivaiia. Colares e Bordei.ox.
Cngnac
Div r(M marena.
Whisky
Licores dTersos.
Conservas
em frascos o legamos em Utas
Doces
Nacionaes o ertrangeiros
CU
Kspeciadade, verd- e preto
Fiambre e qneijoa dTersos
Rupdas're )i:lasu.2
Trlophne I4S
FOLHETIM
POR
LOUP BKRTA07
TERCEIRA PARTE
O Processo da Vi uva
(Oontinaaclo do n. 33)
VI
Vil MAr.IfiTRADO OBSKQLIADOK

Croio qne pretende confiar lite o
seas interesaos. Alera d'iseo, a aua cansa
rao pode ser collocada em mclhorea mos.
Em melhores mos nJo o termo;
mas polo accrerciDtar que em ninguem
Ha encontrara ma:s dedfcacio o mnis
>ympathia.
Agradeco Ihe por ella. E' t*o ba
pessa, que digna de todo o nter
que tero p- r eila.
Por i'so confesso lhe que me recuso
a acreditar nos boatos que cTCuiam a
respeto d'ella. Oo duas coasas ama: oo
nos acharaos em pretenca do um caso do
ringanca, oa entlo todo isto 6 obra de'
TIMIKA \m\\i
tara ibhu l^^T>^^A^EAalE^T
BARRA E OS CABELLOS
Esta preparacao que acaba de ser
reformada pelo seo autor e boje a
mais perfeita qne sa pdc desejar
p. ra dar aos cabellos e barba urna
bonita cor preta ou caatai>ho.
E' de nm emprego feeil, comple-
t-.mentc inoffensrtel e nao altera o
briiho doa cabellos.
VENDE SE
BOTICA FRANCEZA
Hl|)lA\ROi FUERES C.
ti Ra do Bom-Jesos (amiga da Crox) tt
B. RB DfiflSIlii R
Rea Warqner ale O liad a ai.lt
Annazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores
cognac, agua mineral, con
servas, etc., etc. Unic<
deposito da afamada cer
veja Phcenix de Dortmunc
e do chocolate Ph. Sucharc
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri
ca de charutos Dannemam
&C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha dt
Ouro na Ex posicao Univer
sai de Pariz, em 1889.
A Estacao
Jorraes e modas oarisieose
Yrmr *r vail.o
Ni Limria Co;.lemporanea.
Carvo
?ende se oa podara de Mello Bisel
Larga do Roe ..rio n. 40, a 400 rs. a barrica
um miaeravel, que tero iotenefto de Apa
nhar algomas notas do mil francos i
?ioTa.
Nio, nao o nada d'iaso. Est a com
leguas da verdade.
Cono assim ? dioso Emmanuel, que
dar tratos a imaginaclo para descobnr o
jogo dos calumniadores da riuva Riondot
E muito simples : esta tentatira de
chufitage, tinha por fim xorcar a minha
cliente a renunciar ao processo ontra a
agencia Biumer Esta maehinsclo, evi-
dente obra de muitos indiridaos, alo con-
segaindo oa seos fina, isto coll car-nos
na imposaib lidade de oa atacar, elles s
tinham nm m^io: faser prender a saa
adversaria o leral a ao banco doa reos.
E o que ra acontecer; nlo nos devemos
Iludir g este respeito.
Acredita qae esta tegocio toaba ra.
U9X0 coib o processo?
Estou persuadido, poia j tenho pro-
ras palpareis; asas, anual, nio iato que
me mette modo; a grave acccsaclo de
qae a noaaa amiga victima. Isto K. mais
assustador! pode traser dous ou tres anuos
de priaio.
No trero de ferro os dous homens tro-
o considerando tojos os meios para salvar a
horra e a dignidade d aquella n,u!her.
Chegaram a Chatn para almfar.
A viura Riondot, enfraquecida, abatida,
eperava os entrada ; receben-os com
mil attcncCes.
Esuva inqueta, disso ella, e tava
eom medo qae mioha carta nlo chegasso
a t-ropo.
Conduaio-os para a sala do jantar, onde,
a mesa estava po .ta.
So irml veio pooco depois.
EMillfSMR
l'Oticas.
Sabao maravilhoso para limpain
taes de todas as quadades, toai-
mores, madeiras, trena de coainhi,
aoalhos, p redes, pinturas, etc., etc
Sabio ndispensavel em casa d
familia; poupa teropo e tnbalho
8AP0M0
Nao as aaa para lavar a roapa.
Vende se em todas as casas de drogas, per fumarias, ferragens, armaaona
DEPOSITO OERAL EM CASA DE
HEliRT FORSTER fe C
krmzzm d$ ma-
deira
in IfWpfi du lervtl n. 57
Vende-se pr&nches
de amar ello, verda-
deiro vinh^tico, em
grande e pequea
quantidade, com 13 a
15 palmos de cotrs-
p imento e 8 poli era-
das de largura e U
de espessura multo
proprlo paraportaes,
peltoris de casas e
outras construeces,
u Mrquez d Hmai n 57
V inho puro de Santarem
Da quinte da Barr/
i.", proprietario- do Armaiem COBtre.', i rr
j Caboga n. li, avifum aos eeu d:*'.i'i. re r -
jen* e a" resw-iiarei publico qne ftet >arau
ova remessa deste especial wno, o quaf s-
?Ci.^>tDcnda por ser poro da uva, e ?4 se e'r
nn err er afmazem.
Joaquim ChristovlEo (J.
Talephoce 447_____________
JIo as
Au Paradis des Dames
Chamamos a sunelo do respeitavel
publico para o importante e vanado sor
timento de fasendas, rjodas e objectos
para presentes que de Paris tem recebido
este novo esUbelecimento.
Pudimos portanto as Ex cas, senhoraa
( cavalheiros a benevolencia de o honra
rem oom snss visitas.
Sendo impoesivel descrever o grande
tnrtimento, apenaa mencionamos algnns
artigos de alta novidade.
Ricos cortes de vestidos de cambraia.
Sias brancas e de cores bordadas a linha
o a seda.
Ditos de 11 primorosamente bordados e
com lindas guarnieres.
Ditos de seda preta e de cores bordados,
de ama s cor e a matis.
Voilea da 11 o seda, lisos o com ramagens'
desenhos novos
Vestidos o avettaea de cambraia branca
o de cores, bordados, para meninas.
Vestuarios para meninos o qne de melhor
tem vindo a este mercado.
Colchas de seda, 11, renda e fostlo.
Sedaa brancas, pretas e de cores, es pen
dido sortimento.
Cortinados para camas e janellas, brancos
o de cores, de diversos tecidos, o de
gaipore trsbalbo feito a mo, anda
nlo visto aqni.
Xaa ha aals sardas, esplaha* e
aaaarhas
O hygienico sabooote Rejuvenescor, fa
bricado par nm dos mais distinctoa pe fu
mistas de Paris, do qual est provadissi-
nio a saa prompta efficacia sobre a cuts,
alo s refresca e smacia a pollo, como o
eo emprego por pouco tempo, fas des-
apparecor completamente do rosto as sar-
da, espionas e manchas, tornndolo com
pletansente limpo
Acaba de receber este maravilhoso es-
pecifico, e o vende pelo insignificante pre-
so de 1J5C0.
Ao Parad is des Dames
Kq.i Bario da Victoria n. 58
Vialiaa de e Uvera** ierldn
preien
Camisas pira hooi-m, meninos o se-
ihoras, para tud<'8 os presos.
1 ompleto sortimento de tecidos leves
de slgodao e linho, p oprios para vestidos
da presente estaclo ca'mosa.
Re:. a mofadas de pellucia e setim bor-
iddas a seda, vellido e ooro.
Trabhlhos de agulhus j pr ncipiados.
Lindas bonecas representando meninas
de 1 a 6 annoe, ri ament vestidas e com
lavas de pelica.
Perfumara doa melhores fabricantes de
Pars e Lond es.
RA BAR A O DA VICTORIA N 38
Capotas e chapeos
Recebeu de Paria nm lindo sortimento
mi Paradla des laaaara
Enfim, dase esta ultima, acroditam,
meas senhoros, qae baja algoe a mais in-
fame, mais miseravel do qae essa gente
qae qaer infamar a reputadlo de minha
pobre irml ?
E" ama vingaoca, disse viova
Riondot.
Nlo ao Iluda, minha senhora, repli-
cn Dolor.
8im, en croio, disse Emmanuel ao
advogado, pelo qae me disse esta manhl,
que o eenbor tem razio.
Durante a r -feicao, de parte a parte,
trocaram as auaa improsaSes. Os homens
fiseram todo o possivel para consolar as
mulberes, qne tinham os olhos vermelhos
pelas lagrimas o o coraclo opprimido.
Ah exclamava por diversas veses
a viuva, se o mea pobre Eduardo foase
Vivo, perdoava-me, mas o tribunal, nlo!
Mi se mortifique d'essa maneira,
respondeu Dolor, d provas de ciragem
na adversidade. Tocho mui a sperauca.
A aua casa boa, mas peyo-lhe de ana
Earto nm pouco d'essa confianca qne me
onrar e que ser o sea amparo nos rao>
mentes difficeis. Orna ves qne acredita
em Deas, tenha confianca n elle, no fu
turo e no sea defeasor, cuja ded cacao
e cojo solo supprirlo o talento que'lhe
falt..
Nos bem sabemos, disse irml da
viova, qae o senhor est na altura da saa
roisslo, Sr. Doler. Mi ha irml aioda
esta manhl o repeta; ella tem intoira
c infianca no aenhor.
N'este momento, om criado veio pre-
tooI a de que nm advogado desejava fal
lar-lhe.
A viova Riondot preparava-ae para ir
A Florida
Acaba de reoeber pelo ultimo vapor i
^ae de maior novidade tem a populosa c
,Tnde oidade d 'os "rteaotne da ultima moda.
-pe bordado com muita fantasa, pror.r:
paraeartaa.
romos de seda o de oleograpbia.
aixat de msica com manivella para 14
8e8|OX).
,'tixaa de msica, com corda, fechadat
com 1 a I arias para 7, 8, 9, 10 e
124, proprias para presentes.
94,104 e124000.
dem muito finos pera 164 a 204 om.
Fimlosinhos com sombra oom fitas e bicoi
de cambraia transparente a 34 e 345C*.<
im grande sortimento de porte-tranc.-
para 500, 14 o 14500.
Iraropos doarados e ero perolaa a 200 *
50() ra. um.
(dem de celuloide e dourados a 200
300 ra. um.
batojo para desenho de talagar^a a 3400U
Sandeiras de il dos Estados-Unidos rl.
Brasil a 1450 34000 e 440JO, coofor
me o tamanho.
Irandr sortimento de bolsas de pellica s
de chagrn pira 2, 3, 4 e 54000, pa:
senhora e meninas.
.Vrt.-iras oem ( tojo a 3, 4 o 54000
14500 e 24000
brande sortimento de bicoa de algodSo i
de seda, brancos e de cores.
Livros de sortee a 500 rs.
\lbun8 de oa o de chagrn, gosv
moderno, ira. 'o um leqoe.
dem para eremos, > *sia* e nrasiaes.
Aspad inhss para enanca.
Boleas de couro para cobranca.
Mavabaaa do Rogar Amlo americanas ele
ctricas o de 2 laminas, e afiadores non
a masaa propria para afilar.
Ramos de flores para baile e casamente
do 14500 a 44000 um.
) Cabclleira engenheiro invente a 50(
res.
ialoos e bordados de odres.
Bordados de cambraia de 600 a 14500 a
Sabonetas para tirar nodoas de caaemiras.
sedas, Ha e outras faaendaa finas de
800 ria.
)culos e pince-nes finos, doarados, b i
alo e nickel.
rinteiros para viajantes.
espsrtilbos pan 4, 5, 6 e 74000.
Oollarinhos o ponhus de borracha,
lanotas de vidro a 500 reis.
dolcaa para menino de eichola a 24"Ov.-
tabonetos para banho oom desinfectante
40i, ris.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6.7-
84000.
4nneis e brincos oom podra imitando bri
lhanto.
RA DUQUE DE CAXlAS N.103
rece bel o no sallo, quando Delor, torman-
do lhe o paaso, disse :
Conaente, minha senhora, se nlo se
trata de um negocio puramente pesaos!,
qae ea o receba m sea lugar ?
Ella recuaou, mas Emmanuel obser-
vou-lae, c >m justa raslo, qae o objecto
d'aquella visita prendia-se talves ao pro*
cssso N'essaa condicoes, ninguem me
Ihor qne Delor para recebeNo.
Mme. Riondot cedeu ao raciocinio de
seo amigo. 0 criado acoropanbou o ad-
vogado ao BfcU onde au achava um su-
jeito baixo, correctamente vestido, de as*
pecto militar, e condecorado com a Legilo
do Honra.
A' chegada de Delor, o individuo le-
vanten se e pos de parte o livro qae fo
Hieava, emqoanto esperava qae o viessem
receber.
Senhor, disse elle framente, ea de
sejava ver pessoalmente a Sra. vinva
Riondot; a ella quejposso expdr o fim ds
minha visita.
A Sra. viuva Riondot nlo pdde re-
cebel-o n'este momento. Poderei saber a
qnem tenho a honra de fallar ?
Son o Sr. Fromeau, commiaaario de
polica, portador de ama oriem de priaio
expedida pelo tribunal contra a Sra. viuva
Riondot; venho cumprir a minha misslo.
Diaendo icto, a autoridade exhibi a
aaa tacha.
Essa Senhora, replicn Delor, est
n'este momento bastante incommodada,
em vrtade da impresslo que lhe causaram
aa queixas contra ella formuladas. Per
roittir que lhe communique a aaa prsen-
os oom todas as cautelas qae o sea estado
exige.
Por esse lado nada tem a recelar,
" >'
DHJAlilOS BETIBCORT
su mu mi u:\mh
GRAN* DEPURATIVO DO SANGUK
Elixir ant-rheamatico, anti syphilibco o empregado em todas aa molestias 4
elle, eryaipella, darthroe ou empigens, beri-ber, anthrases ou carbuncul- s,
eneros, feridas cinc ro. as, ulceras, gonorrhcaB chrouicas, boubas, b-:boOs,
s e todas as doencas qne dependem da impuresa do sangue.
Este remedio superior a todos os ontros do sea gonero, a que est
ela proferencia e acceitcSo que lhe d o publico.
Um frasco 3JOOO urna duzia 30sl000.

BLm.ii ffim* m t m$M&
i BM
TONItO FEBRFUGO ti ESOBSTRUENTE
Empregado no debilidade ge-ral, di>ea9as do estomgo, coivalesccnca oigas
lo parto, febres palustres, molestias do figado e baco, falta de appetite, anemia, ca
-Me, oOrea paludas ou falta de sang:ie e doencas nervosas.
E' um r^oi'Stituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3, urna duzia 30|00
lNJECCA bettrncourt
m AHTl-BLKKOBBHAGICA
Gura radical e m seis dias
Empr gada com i ptimo resultado n'8 corrimentos agudos ou chronicos as
rethra ou vngina, leucorha cu Afires brancas. Este medicamento de urna grasaar
rScacia,
m frasco 1^500, urna duzia 15*1000.
VINHO TNICO
Com lacto-phosphato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e qr
O melhoi remedio que ae tem formulado pela combinaclo destes her
ledicamcnt^B. Empregado no tratamento das molestias do pc-ito, rio estoroago,
oiaa, menatruacSes difficeis, debilidade geral, cores pailidas e todas as vesos quvt se
,;:er fortificar o orgaaismo e dar desenvolvimeuto ao sjstema osseo e moaoaisc
yonvm s pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite roais nutritivo e roba
ecor as chancas. E*te remedio superior a todos os tnicos estrangeiros qne
nnunciam por ahi.
Um frasco 3#000, urna duzia 30*5000
Xarop* de jaramacaro composo
fiRANDB PEITORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peite e da garganta, dofsan..
isaes simples e convulsas, coqueluche, constipacoes, asthma, bronchite, catarrli.-
hronico e tiaica pulmonar edo laiynge.
E' o prmeiro peitoral que se cophece at boje na medicina.
Um frasco 2*500, una duzia 24|000

CAROBZXTA
p URANDS JWHIITCA33DR DD SAHatlS
O emprego da CAROBINA deve dirigu-se a combater os seguintes molestiss.
> diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffrmentos do asera,
-Tecooes cancerosas, beri-ber, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, Sar-
jos venreas rebeldes, paralysias, molestias do coraclo, da garganta, rheomstisw
:hror.ico e gottoao, molestias de pello, assim como tedas as enfermidades dervadbi
Um frasco 3#000, urna duzia 30|000
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COMPANHIA DE PRODUCTOS MEDICINA
31-RUA DOS OURIYKS-31
RIO DE siANE1RO
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco

Francisco Manoel da Silva &
ri
MUITA ATTEiXCAO
Os melhores cigarros, que ha boje
tanto de fumo picado como desfiado sle
osMINHA E3PERANCA.
Olbai com attenclo para o envolucro dos
cigarros onde se 16 a palivra ESPE-
RANZA.
Ha muito qnem venda gato por lebre !
Nks grandes merciaras, as casas de
refjicSea, naa tabacrias, nos saldes de
aibelleireiros, vende-se os nossos ci
sanan.
Deposito central.
Fabrica Minha Esperanza
Ra larga do Rosario n. 21 A
Teolpbone 191.
O FUMO
Higyenico Nacional
E' sonto de qualquer coi
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De Huraa
Charutos legUimos recebeo a
LIVRARIA contempornea
Vende-se
A (averna da ra da Palca n. 37 ; a tratar
emsma
estamos acostamsdos a faser prisSer na
alta speiedade, e sabemos sempre evitar o
escndalo. Previos aimplesmente essa se-
nhora de qae o jais formador da colpa
deseja ter ama entrevista com ella.
Delor e o commiaaario de polica con
titaaram a conversar por nm hstante.
Este tinha evitado dar-se a cwbecer,
apresentando ac como amigo da familia.
A autoridade explicara qne a aituaclo
da viuva Riondot era grave, quando ella,
a quem aua irml e Emmanuel nlo tinham
podido reter na sala de jantar, fes erap
9I0, por assim diser, no sallo.
Aqui est a Sra. viuva Riondot,
disse Delor levantando se.
Pelo rvSto do oommissaro, pelo seu
aspecto, a viuva comprehendeu com qnem
fal tava e qual era o fim de saa visita.
Nlo ignora talves qual o motivo
qae aqui me tras
* Parece me que sim.
Venho, minha senhora, eonvidaUa a
passar por casa do Sr. Beirot, jais for-
mador da Cilpa, que deseja ter urna en
tevista com a senhora.
E ama maneira, como outra qnal-
quer, de me diser com tida a delicadesa :
Est presa. *
O 8r. vem prender-me, nlo verdade ?
accrescentou ella triamente, pode disel-o
sem receio de causar me a menor comino
co. Estou innocente do orime de que me
aecusam. e pdde ter a cortesa de qae
prende urna mulher honesta.
Urna ves qae conhece o verdadeiro
motivo da minha visita, minha fe.li -ra,
peco-lhe qae nlo veja em mim mais do
qae um instrumento, qae apenas executa
o qne lhe mandam faser.
Prenden do me, qner conceder me d
favores ?
Se estiverem em mim, estou
disposiclo, minha senhora.
O prmeiro, qae me d alguna in-
stantes para abracar minha irml e dar
lhe] slgumas instrucco.*, pois qae a ella
tica incumbida a guarda d esta proprk
dade, bem como o cuidado daa rxiahai
occopacSes quotidi;.n< proceda d modo que em Chatn nao as
tenha hoje mesmo neticia da minha prt*
alo.
Sei qae mais tarde ser absolutamente
impossivel deixar ignorar este escndalo,
que deve faser grande arruido ; maa, por
amor de minha irml que fica, o sonnsr
lhe poupar esta vergonha, esta...
A senhora tem na sus presenca, in-
terrompeu o magistrado, um homem qne
sabe eonciliar o sen dever com o tino e a
deli adesa de que sempre se deve dar
provas, e principal mea te para com as se-
nhoras. Tomei todas as prccauoSes para
qae nlo fique compromettida E msssas
aconselbo a, no sea ioteresse, qae mande
preparar e seu landau, qae nos levar esa
em passeio at Saint-Germain, onde se
maremos o trena. Este senhor e saa rsbst
poderlo acompanhar nos, se a senbeta
qniser.
Eat bom o tempo, e assim, aos olhos de
mando, nlo ama prislo qae naVintiari,
mas um passeio, para o qual dignan a*
convidar me.
Bis as cousas muito simplificada,
disse Delor, e isso grapas obseqaiosisW
de do Sr. Fremenu.
fConrinuor-se-Ai)
Typ. do Diorto, ras Duque do Csxtu a. S.



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