Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17815


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO-L'XYII NUMERO 28
QUINTA-FEIRA 5 DE FEVBREIRO PE 1891
I
I A
f :
DIARIO DE PERNAMBG
PROPRIEDADE DE HANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS
PANA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
l'crlivs mezes a< lia rilados 6 $000
Por seis ditos idera ...*.. 12*000
Por um anno dem...... 23U00
Cada iniin ro avulso, do raesmo dia. 100
SAO KOSSOS AGENTES EXCESIVOS DE PBLICACOKS NO ES-
IHANGHttO
Na Franca e Inglaterra : O Srs. A rosee, Prioce & C, residente em
Pars 34 rw de Provence.
Na Allemanha : O Sr. Heinr Eider residente em Hamburgu
PARA DENTRG E FORA DO ESTADO
Por seis mezes adianlados. 131500
Por nove ditos idcm. ... 201000
Por um anno dem...... 2000
Cada numero avulso, do das anteriores. $100
TELEGRaMMAS ; 1NSTR0C(0 POPDLAR
mn;s ?*ii::nE se rus: | ilsalsasiaoBe
RIO DS JANEIRO, 4 de Fevtreiro, s
2 horas e 15 mi utos da tarde.
O Congresso Nacional rot m hontem aa
ementas que, em 2.a discusslo, foram offe
i ecidss ro projecto de Constituido, at o
*rt. 8.
Foi nomeado ajudanta da Delegaca
de Trras e cotonisacio do Estad de Per
cambujo, Jos de Castro Goncalves.
LISBOA, 4 de Fevereiro.
No Porto foram efectuadas mnitas pri
-."es, inclusive a do capitio Le to Alves,
i-hefe da revolaclo, cojo fim ora princs
plmente estabelecer a Republioa Federa
ti va e proclamar a independencia do Porto*
Foi promulgado nm decreto aojeitando
o crime dos revoltosos a tribanaes mili"
tares.
PARA A VIDA
IDEAS llEI,l*I\ IREH
f'vnt nuao&o)
PRIMEIRA PARTE
m
i.MPBatrai(;AO ACTCAL TORIC*. DAS' nr*j 80b a forma exterior de i|
STiTCIV'StS HUMARAS
31
Miado
E digoo de reparo, que, investigando dende
p oripram ao Estado os seos mal decisivos
progressos, arbemos cases progresos fundad' s
oais oo desenvolvale o lo da callara perol bu ni
loa. e principalmente da relimio e da seieacia.
! do que no desenvolvlmento interior do proprio
EslaJo.
Se, portanto, coa todo itso recon eceiuns que
o Estado ahr nge a sea modo (sob o aspectooa-
dicional extenor) a lotalidade do destino hauu-
do, e que nesse limite vividca e eonobece
as restantes sociedades e fins commoos, dee-
mos conceder importancia e influencia Pistn, j
Igual a que concedemos ao Estado,- aniso
do amor pessoal oa familia e. na amisade,
Igreja como soeieJade para o Um religioto. -.
seteocta e i arte; de vemos reeoobecer estas; (--
aaas sociaes como paraleilas do Estado'e fon
damenues, para o sea lim, no organismo do
todo ; fanecoes esseociaes, de que o Botado re-
cebe tanta ida qoaota Ibes commaoica ; mas
nao romo fins, lostitaicoes oa loo toes infero ,
res, paramente suDi.r i i-dis e depeolentes, se
n-- em e ocha* imperieius da bistoria
So ii'orna re acao mais justa do que a s.-tual
emre or flns fundan en aes liummos e suas in
stitui. Oes relativas pode cada ama al anc-.r a
forma mal- adeqaada & sua irlj pmpru e .-
quaod a bomaoidade vi ver e oorar como socie-
dade ana e oniversal e interlo mente harmoni-
za, podiT' fundar o Estado em reluci com *a
outras suciedades fandamentaes, o secundo o
gen modo peculiar permanente, o sea de.-envolvimeuto gradual, a
sua influeacia satutar no todo.
33
A rt-lf;io
A religiao do amor funa.ua por Josas Christo
chrisiS prodaiio
entre todas as lasdiotcOes sociaes o mais pre-
cioso frucio sobre a trra. A esta religiao deve
a Europa que o paro humanismo sej buje base
da sua ivilisacao, exemplo e mestrade todas
outras da Ierra.
Jess Christo deipertou o senlimento da digoi
Jade bamaoa em todo o boaiem, debaixo de
lodo o cao e em todos os estados sociaes : ac
ceodea o facbo celestial do amor entre os bo
mens : a cartdade. Esta pureza de motivo, esta
intimidade de s"U.ment, esta disposteao u:n
versal dos h. mens para se amirera romo irraos
em nome de Deas p ti. nao a cono.coiara os
grejos, o povo mais callo do mundo aligo.
Mas a ioa rbnsta e a so edade religiosa fun
dala oessa ideaadmitte na sua disciplina e re-
Ucoes exteriores novosdesenvolvim'-nuxerom
plementos em barmooia com a historia prngres-
siva nuinana O renascimento actual da scleo
ca e da arte, os gaves acoatecimeotos da bis
to ia presente que cbamam oulra ves o homem
a Deas, e o movem a eslodar a lei divina na
historia, lado fas esperar na sodedade religo-.
oor novo progresso debaixo do espirito e doui
na chnst.
(Continua)
que
f
f-ARTE OFFICIAL
ordeus da Intendencia a cujas ses-
Governo do Estado de Pernambuco
4. SeoraoPalacio do (jov:rao do Estado de IVrnainhuen.
l' de Dezemhro le 890.
O Descmbargador (ovcniadordoKslado decretao -i.'iiiiii. :
Cdigo ile Posturas para o municipio de Viuaragv
CAPITULO I
Arl. !. O Concedi de Intendencia do municipio de Amar.i
y. para o bom descmpeiilin de seus deveres lera os impregadn-
-guintes :
!l. Tin MTrelarifl.
! l'm prornrador.
\* l'm porteiro.
4.* Tres liscaes. si-rviudo o primeim na Villa de Amam-
ay, o segundo nn |H>voac:'io de Primavera i- < lerreiro na de Ari-
l'ib
| 3.* L'm administrador do remiterio.
Art. i* Aos liscacs incumbe :
{ l.' Fazcr onrreices frequenle- as respectivas povinges
lra vericjireni se sfto observadas as |Ktsturus municipaes e im-
iMirem mullas aos nmtnrveulores.
i Remeller immedialainenle a Intendencia os termos das
mullas impostas, lavrados e assiguados por elles e .loas testemu-
uhas presenciaes.
| 3 Exenitar lo -oes estarn presentes.
{ k.* Desemixmuir as fuie^-Oes de cordeadon-s.
Art. 3.a Km quanto a Intendencia nao nomear aferidnr, en-
. MI Mil ha diste serviro o procurador, ou unir pessoa por
lia designada.
CAPITULO H
Arruamenln. eirfanria rfgtUaritUidt tlm *HMss
Art. 4. Todas M nas que se abrirem nesta Villa e povoa-
i-oes do municipio terao a largura de sessenla palmos e as travs-
sas quarenta. Nenhum predio ser edificado ou reedincado lo-
ando-se-llie na frente sem que se requeira Intendencia para
llie mandar fazer o competente arruamentn. Se acontecer, po-
rem, que alguin queira edincar ou reediricar fura do tempo eui
ru a Intendencia esliver funecionando. as peticoes devem ser
Irgidas ao presidente ou commissario de poficia. que com o se-
cretario dar a nwssaria licenca. pagos os emolumentos. O n-
i'ractor ser multado na quantia de des a trila mil res, sendo
ibrigado. alm disto, a demolir obra, se nSoisliver no alinha-
inenio marcado.
Art 5. Ningnem poder edincar ou reedificar nesta Villa
e povoacoes de se termo sem que as frentes dos editlcios sejam
le tijok) e de paredes dobradas, guardando .1 symetria e regnla-
ndade que Tor conipativel com o que determinam os artigos o. e
H.. sob pena de des mil res de multa.
Art. 6. Nenhum predio ser edificado sem ter pelo menos
'lezeseis palmos de altura, contadas da soleir.i ao frechal do te-
diado e sendo de sobrado at o pavimento do primeiro andar, e
iMiIro tanto de un a mitro pavimento, sob a mesma pena Serto
i-imlos os pnnlior, edificados tora dos povoados e suas vziuhan-
.its nao ujiitas armamento.
Arl. i* As |x>rtas da frente dos edihYios <|ui' se ciMistruirem
largura: as janellas terao a mesma largura e sele palmos de al-
mra. O iufrai'lor ser mudado em dez mil res e obligado a de-
nuilir, ou a Intendencia, a custa delle.
Art 8.- Todas as rotulas e postigos dos predios edificado>
ijn arrumnmenlo. ahrirao -para dentro. 0 infractor ser multado
em dez mil res.
Art 9. Concluida a edincacao, reediHcacao ou concert das
asas do armamento, serto logo rebocadas e raiadas snas rentes
. oiles, que liearem em esquinas, sol pena de cinco mil ris de
inulta. ... ,._
Art. Ift. Tolos os predios que se forem edncaiiito B reeuifi-
.rando terao calcadas com seis palmos de largura sol pena de
inro mil res de multa. A mesma dis|wsicao se observara a res-
ucito dos edificios existentes, logo que arrasa ser iwicertada-
-Tias calcadas, as SJ0MM serto feitas segundo o nivclmenlo que
Ihes for dado pelo enrdeador.
Art II. As pessoas (ine sera licenca da Intendencia, depo-
-iiarein as mas ou estradas geraes quaesquer entalhos ou musa
roe impecam o transito publico, ncorrero na multa de cinco
mil res.
Art II .tos proprietarios de casas, moradores nesta villa e
lioroacoes do municipio, incumbe o dever de mandar aterrar
e nivelar os terrenos prximos a seos predios sempre que se
nrharem excavados, e de conserval os limpos, sob pena de .cinco
mil res de multa. Quando porm os proprietarios conserfarem
fechados seos preilios e residirem 'ora, nao lera lugar a mulla
e nao trinta das depois de avisado pelo riscal.
Art 13. Aos inquilinos incumbe igualmente o dever de con-
errarera limpos os terreiros de suas moradas, sob pena de dous
mil reis de multa. _
Art. 14. Os terreiros das casas que deilarem as rrentes para
as praras terao vinte cinco palmos de extensao, e os das casas que
nrmarem mas, terao metade.
Art. 15. Os terrenos comprebeudidos as pracas e largos,
alem dos terreiros serto limpos pelo liscal cusa da Intendencia.
Art 16. As Iciras e mercados serto nos logares designados
iiela Intendencia, sob pena de dous mil reis de multa, sendo o
infractor obligado a oceupar o lugar que lite !or indicado pelo
Arl. i'. Todos os proprietarios. tendeiros ou administrado-
res de qualquer lerreno serlo obligados a lser os reparos preci-
sos as estradas e pontes que atravessarem suas propriedades.
am de que as mnservem em estado de nao dilTicultarem o Irn-
-ilo publico, sob pena de trinta mil reis de multa e o dobro na
retan lenfia e d.> serem os reparos fritos pelo riscal cusU dos
infractores. .....
4ri 18 Xiiignem poder i fazer excavacOes tirando Ierra ou
areia as mas e estradas ou em qualquer outro lugar de transito
imblico, sob pina le cinco mil res de malta e ser obligado o in-
fractor a nivelar o terreno. -
capitulo in *
S>1*rouqa> tmmr>dtait publiau
Arl 19 ualquer edifflcio armiado que ainecar pengo
Mira- examinado pelo riscal e duas pessoas entendidas, por elle
.amadas, e do resaltado do exame *; lavrara termo do qual
.onste o estado da ruina e o tempo em que devo ser reformado
m demolido o que sera' intimado ao propriebino pelo porteiro
.la bMeadeocia, do que passart certidfto qe sert registrada com
o referido termo. Se no praso marcad* o propnetano nao pro-
videnciar, o riscal mandar demolir a porto armiada a -
.4o proprietario e Ihe impori a multa de des mil res.
I.90. todo aquelle que ti ver cm sua conipanhia alguui
lioso aera' ohrigado a mnserral-o em boa guarda, ou a
costa
Arl.
iouco furioso
envial o ao AaVlo de Alienados. Nao o fazendo sera' multado
ni cinco mil res.
Art. ti. linguem jtodcrt crear sollos dentro desta villa e
povoacoes de aeu municipio, porcos. caraeiros,cabras, raes, gado,
vacum e cavalio- sob peua de quatro mil reis de mulla.
Art. ta. Exceptuad! -. da disposico anlrcedenle as cabras
creadoras, queilrarto cangas preceileiiao licenca da Intendencia
perante qneni se provart a necessidade assim como os ces que
trouxerem acalmo.
Art. <3. Re apesar do que determinam os artigos antece-
dentes forem vistos vagando pelas mas os animaos nelles men-
cionados, serto pelos liscacs apprehendidos vivos e conservados
em curraes, saos liouver ou em deposito por espaco de vinte e
luatro horas, dentro das quaes poderik seus donos rcsgaUn-os.
Sagaudo a multa e des|ezas occorridas, obligados os mesiuos
unos a retirarem ditos auiniaes para fora da villa e povoages,
piatulo nao os) inieiram ter presos. Aquelles, parem, cujos donos
nao apparecerem. ou serto am-iuatados e o producto recolhido
ao cofre da Muuipali Art. H. Ningucm jiodera transitar nas mas desta villa e
povoac&es do Municipio montado em cavallo carregado ou coi
rendo, sob pena de cinco mil reis de inulta, para rujo pagamento
dar logo fiador.
Art 10 As pessoas que trouxerem cavados carregados
para as feiras, logo que os descarreg rem, conduzil-os-hao para
o lugar pelo lihcaf destinado. O uiesmo se euteiide com as pes-
soas que troux-erem cavados de sella ou adestr. O infractor
ser multado mu dous mil reis e compellido a retirar os aui-
niaes.
Art. 96. Nenhum carreiro pode entrar nesta villa ou povoa-
cao do Municibio senao adiantc dos bois, e o almocrevc ou coo-
(luctor de aniones carregados puxando-os pelo cabresto. O in-
fractor pagar a multa de dous mil reis.
Art ti Todo aquelle que vender plvora ou outros quaes-
quer objectos de tacil explosao ou fabricar fogos de artificio sem
licenca da Intendencia e em lugar me nao for por ella designado
estando pelo.menos a cen bracas de distancia de qualquer casa
ser multado em trinta mil reis e no dobro na reincidencia.
Art 98. E' prohibido nesta villa e povoacoes do municipio o
fogo de artificio chamado buscape, sob pena de vinte mil ris
de multa e seis das de prisao, que ser ellectuada com auxilio da
Clicia, salvo nas pracas e largos, para o que tirarn licenca da
endencia pagando dez mil ris.
Art. 9 Fu-fio prohibidos os tiros de rooqoeiras. liacamartes
oa outra qualquer arma de fogo dentro dos povoados, sob pena de
cinco mil ris de multa.
Art 30. Ninguem poder tapar, mudar ou impedir urna es-
trada geni, ou um caminho particular e mesmo veredas depois de
le tas e transitadas para abrir outras, atada mesmo cm lugar mais
commodo. sem licenca da Intendencia, sob pena de cinco mil ris
de multa e de tornar o caminho ao seu antigo estado. Exceptuara-se
des te artigo as ca ni ii I ios fe i tos para o 11 io vi me uto dos engenhos.
Art. 31. Ficam prohibidas as tinguijadas nos ros e riachos
.leste municipio, sob pena de vinte a trinta mil ris de multa e
cinco dias de plisan.
CAPITULO IV
Polica do* Hfi codos t casal t negocio
Art. 39. Toda pessoa que abrir casa de negocio, seja no po-
voado ou n'ootro qualquer logar fra delle. sera obligada a tirar
ceoca da Intendencia peta prlmeira vez em qualquer que seja o
tempo. a qual ser renovada todos os anuos nos meses de Outu-
bro a Dezemhro, sob pena de des rail ris de inulta.
Art. 33' Todos os que venderem lazendas ou gneros que de-
vara ser medidos ou pesados deverto ter todas as medidas e pesos
tiecessarios ateridos dentro do anno financeiro, tendo a afericao
logar nos meses de Marco a Maio e a revisto nos meses de Outu-
bro a Dczcmbr pelo que o aferidor passart bilhete tanto de afe-
ricao como de revisan para Ibes senrirera de titulo A falta de
afericao sujeita a peua de des md ris de multa e a de rev.sao a
de cinco mil ris.
Art 34- Aquelles ciijos pesos ou medidas depois de ateridos
ou revistos se acharem inexatos, alem da multa de vinte mil ris
soffrerto quatro dias de prisao.
Art. 35. A venda que I i ver de fundo duse utos mil reis ou me-
nos nao ser obliga la a ter o temo d pesos e medidas completo,
mas so os que Ibes forem nei-essarios,
Ari. 35. 0 a eridor nao ar i a afericao de pesos que levarem
accrescimos por rgalhas que fcilmente se possa tirar, sem que
sold ditos aocrecimos ou taras, fazendo disso mencao no bilhete
de afericao, sob pena de dous mil ris de multa. A mesma dis-
posico se faz extensiva as bataneas que para se equilibraren! for
preciso juntar taras.
Art 37. Os donos di adiados sem tara soldada pelo aferidor e mencionada no bilhete de
afericao, ou em qualquer tempo for assim encontrada pelo fiscal,
serto multados em des mil ris.
Art 38. O padrto de medida para vender nuinha. sal e le-
guraes, ser igualmente fornecido pela Intendencia.
Art 39. Todo aquelle que atravessar vveres de primeira
necessidade que vierem ao mercado desta Villa e povoacoes do
municipio para com elles raonopolisar, vendendo-os no mesmo
mercado por maior proco do que o correte, sera' multado em
des mil reis e solfrera' oito dias de pristo, que sera' ellectuada
por intermedio da polica.
Art 40. E' prohibido nas feiras deste municipio venderse
gneros de primeira necessidade por atacado antes de tres horas
da tarde, sob pena de dous mil res de malta e de ser o inlractor
obrigado. com auxilio da polica, a vender os gneros a retalho.
Excetua-s desta obrigacao o peixc fresco, que ser exposto
i venda por um tempo razoavel.
Art 41. Todo mscate e boceteira. ou qualquer pessoa que
vender iiuaesquer gneros de lazendas ou miuuezas a retalho,
er obngado a ter o metro aterido. 0 infractor sera multado
em cinco md reis, anda mesmo que more em outro municipio.
Art 41 E" permittido a qualquer pessoa armar toldos ou
barra rio nas feiras desta villa, ou municipio, pagando o imposto
de quindenios reis de cada urna em cada reir.
Art 43. Os tocadores de realejo ou qualquer instrumento
estrangeiro, os factores de pandegas. cavado mariuho, maracalu
ou outros quaesquer divertimentos d que recebam paga, serto
ohigados a tirar licenca na Intendencia, sob pena de cinco mil.
reis de multa.
Art 44. Ningnem podera' ler machinas que sejam movidas
a agua, vapor, anilles ou bracos, sem licenca da Intendencia.
Excetuan-se as de costuras e as dos engenhos.
Art 45. Os donos de otarias ou factores de lijlos, tedias ou
outra qualquer materia feita de barro, nas proximidades desta
Villa e povoacoes do municipio, pagaran quatro mil ruis de im-
posto municipal. O infractor pagara' de mulla vinte mil reis oa
oito dias de pristo.
Art. 46. Os vendedores de catangas, obras de metal ou
muiros objectos manufacturados, que audarem oiferecendo pelas
Tuas, sem que lenhain estubele<*raeiito determinado no munici-
pio, timrao licenca da Intendencia, sob pena de cinco mil reis de
multa.
Art. 47. Ninguem podera' ter nflicinas, seja qual for. de sa-
Klaria, alfaiate, terreiro etc. sem licenca da Intendencia. U ta-
ctor pagara' a multa de -"i mh
Art. 48. Ninguem podera' ter cocheiras nos povoados sem
[que a Intendencia destine a na apropriada para tal estabeleci-
nto pagando o dono, arrendatario ou administrador o impos-
municipai de dez mil reis (lOA-JU.. O infractor pagara' dez
I reis de multa ou cinco dias de prisao.
CAPITULO V
Acm r >vyM/'i> idatie dos acougnc*
Arl. VJ. Tode. ojLmarchutes que u'cata Villa e^ovayoes
do municipio mil nuil Hp para o consumo, so o farai mra li-
cenca da intendencia e nos respectivos mutadouros publims ou
particulares sob pena de 5*O0U de multa.
Art. 50. Ninguem podera' matar rezes viajadas mi corridas
senao depois de vinte e quatro horas de descanco, sob pena de
10*0-10 de multa c de vinte mil reis a trinta os que abaterem re-
zes donles, alm de serem obligados a enterrar a carne.
Art 51. Todos os marchantes que talbarem carne n'esta
villa e povoacoes do municipio serto obligados a ler balanca
com temos de pesos de meio a quinze kilograinmas sob pena
de 10*000 de multa.
Art Si. Todos os sabbados c dias de malaiica os liscacs \i-
sitaroo os acougues, e. se nao os acharem cora aceto, militaran
em cinco ral reis a pessoa que tirer a obrigacao de os mandar
limpar, c examinaran o estado de sanidade da carnee, a exactido
dos pesos, impondo aos infractores a multa de S*0U0.
CAPITULO VI
Agriemtura
Art. 53. Todo aquelle que possuir gado vaceun ou cavados
ser i obrigado a conserval-o era cercados, afira de que nao va
destruir as lavouras alheias Aquelles cojos animaes destrairem
lavouras de outrcm. pagnrto de multa .*ooo por cada cabeca.
sendo alm disto obrigado a reparar o damno causado.
Art. 54. O agricultor que adiar gado de qualquer especie
dentro de suas lavouras. apresentara' duas testemunuas e denun-
ciara' ao fiscal respectivo para este impor aos donos de dito gado
as penas do art antecedente.
Art. 55. O fiscal, logo que receber a denuncia, ira' a' lavou-
ra destmida, lavrara' o termo de multa e avadara' o ttanno cau-
sado, do que dar' copia ao prejudcado para havel-o h-Ios raeios
competentes.
Art 56 E'prohibido entrar-senos rucados de .-aunas, de
mandioca, de inilho ou de oulra qualquer lavoura. sera consent-
ment de seu dono
O infractor pagara' I0M00 de multa ou lera' dez djas de
prism c na reincidencia penas dobradas.
CAPITULO VII
Smide publica
.Art. 57. O boticario que vender substancias veuenosas o
menores e pessoas desconhecidas, sera' multado era 90*000. alm
das tenas era que incorrer pelo mal que d'ahi resultar.
Art. 58. Aquelles que venderem drogas que. arhando-se
corrompidos ou velhas, nao possam produzir o elfeito desojado,
alem de as perder, sera' multado em iojOOu.
Art. 59. 0 vendedor que falsificar quaesquer gneros para
depois vender ou expol-os a' venda, alm de os perder, sera'
multado em 104000
Art. 60. Os fiscaes sahirto urna vez cada mez < quaudn
parecer conveniente, acompaiihados por um falcutalivo c na falta
d'este por urna pessoa entendida, a' visitar os armazens. taver-
tas etr, afim de examinar o estado e aceio desses estalteleci-
mentos e sanidade dos gneros, mandando tancar fura os que es
acharem corruptos, e verificar se os pesos e medidas esli regu-
lados pelo padrn da Intendencia, impon do aos infractores as
respectivas multas.
, f> mesmo procedimento terto nos mercados e feiras da
municipio.
Art. 61. Os animaes que forem encontrados morios nas mas
d'esta villa e povoacoes do raesmo sern conduzidos para fura e
mandadas enterrar oa queuar pelos donos, sob pena de i*O0o
de tniitia. e de ser feito pelos fiscaes o cuten-amento ou queima A
custa dos mi-sinos donos ; ignorando-sc, porm, quera sejam, ser
icito o sen ico custa da municipalidade.
Art. 6i. Ficam prohibidos na villa e povoacoes do municipio
fora dos lugares designados pela Intendencia, os cortumes e sal-
gadeinis, sob pena de 10*000 a *)*0J0 ou dez dias de prisao.
CAHITULO VIH
Tctmqutdade e mornlidade publica
Art. 63 Todo aquelle que nas horas de silencio perturbar
o socego publico com \ oseras ser multado em 54000.
Art 64. Todos os donos de estabeleciinentos, excepcao dos
boticarios, que as nove horas da noite nao os mandar techar, serto
multados em 1*000.
Art. 65. Todo aquelle me pintar oa escrever cousas obscenas
nas paredes ou muros ou proferir palavras deshonestas publica
mente, sera multado cm i*0ut) e solfrera 94 horas de prisao.
Art. 66. 0 vendedor que vender a pessoa j embriagada
agurdente ou outra bebida esperituosa, ser multado em 5*000.
Art. 67. Ficam prohibidos nas mas desta villa e povoacoes
do municipio os sambas, batuques, espetaculos ou representa-
coes publicas em que se apresentem figuras que olfendam
moral publica ou qualquer seita religiosa. v
L-s infractores pagarn a multa de 104000.
CAPITULO IX
Arma* prohibidas t permitid $ com Henea
Art. 68. E' prohibido, sem licenca da autondade policial,
o uso de armas de rogo e perfurantes.
Exceptuam-seadas> primeiras as espingardas de caca no
exercicio a'esta, e las segundas os instrumentos dos ofDciaes
mecnicos no exercicio de suas nrolissocs
Art. 69. As autoridades poliriacs so poderto conceder li-
cenca para o uso de armas as pessoas estabclecidas no pais com
genero de vida honesta, declarando o impetrante a naci a que
pertence, emprego e residencia justificando sua capacidade
com informac&es de pessoas conceituadas
Art. 70. O uso das armas prohibidas ser punido com as
penas e na forma da legislarn criminal em vigor.
CAPITULO X
Jogos prohibido*
Art 71. Ficam prohibidos no municipios todos os jogos de
parada de dinheiro com cartas, nto sendo carteado, ou com da-
dos que forem de mero asar. Os infractores serto multados em
10*000 e soffrerto tres dias de prisao cada um, ficando o dono
da casa, alm disto sujeo a' penalidade da lei crirainalem vigor,
Art. 79. Constando ao fiscal ou a outra autordade policial
que no sen districto mesmo cm jogos permiliidos entram fimos
familia, ou outra qualquer pessoa que nao tetilla livre a adtni-
oistracao de seus bens. farto entregar a estes o dinheiro que
por ventara tenhan perdido, e os levarto a seus pais, rotores'
ou curadores, e multarto os deraais em 5*000. incorrendo o do- .
no da casa em mais quarenta e oilo horas de prisao.
CAPITULO XI
I'.. unirnos pnbt-CO*
Art. 73. Nos cemiterios pblicos do muuicipio serto felto os
cnlerraiiieotos pelo modo seguiule i
| 1 Nenhn"i cadver ser sepulta 'o sem que tenha decor-
rido vinte quatro horas depois do falk-cimcuto. nem antes das seis
horas da maulla c nem depois das seis da larde, salvos os casos de
epedemia ou de adiantada putrefaeco verificada pela autondade
policial, precedendo sempre a apresentaco da cerlido do escii-
vo de paz encarregado do regislro civil, conforme determina o
art. 74 do regiilamento. aiinexo ao Decreto u. 9,8*6, de 7 de Mar-
co de li>88.
I 9- Pelos eiitcrramenlos feilos nas catacumbas, sendo ceda
ver de adultos, pagar-sc-ha 2o*0. e menores 10*000. Pelo en-
terramente em sepultura commnni pagar-sc-ha. si 'or adulto
!4MajiiSanik menor 5f>. ris craquanto a In endencia nao fizei
urna tabella reguladora da materia,
% 3- 0 administrador do cemiterio lera a obrigacao de zelar
o cemiterio, dar certido dos enlerramenlos c fazer os assenta-
inentos necessarios com a mxima clareza para que nao haja duvi-
da sobre a identidade do enterrado, marcaras sepulturas oa desi-
gnar as catacumbas de maneira a ;io confundirem-se. Para a
abertura das sepulturas comrauns das catacumbas c fechamenlo
deltas empregar serventes a custa dos interessados. que poderem
pagar ou da intendencia em caso de pobresa.
% 4! os enlerramentos nas mesmas sepulturas nao se farto
sem que medeie o espaco de dous annos, quando estiver o cadver
em sepultura particular ou catacumbas, se for adulto, e de desoito
mezes quando for ereanca menor de oito annos, devendo es; j
car-se mais seis mezes, se Iratar-se de sepultura commn.n: c
oais oilo anuos tratando.si- de sepulturas de variolosos un iio-
Iencos.
S 5." O administrador do cemiterio ser obrigado a conservar
numeradas e bem distinctas as sepulturas, limpar o campo do
mesmo cemiterio, fazer guardar os ossos exhumados nos respec-
tivos depsitos e prestar rantas ao procurador da Intendencia poi
trimestre, apresentando a receita e despesa, a qual sera igualmen
te prestada a mesma Intendencia quando esta o exigir.
% 6. 0 procurador da Intendencia tica encarregado de dar
gom para os enterramentos. a qual tlcar archivada em p*der do
administrador do cemiterio. que so na ausencia daquelle emprega-
do podera autorisar os enterramentos.
i 7. 0 senico de guarda e limpesa de ossos ser feito por
um servente, nenebendo 14000 diarios.
I 8. Nenliuraa sepultura no slo ter menos de seis palmos
de profundidade.
8 9. Por caila exhuuiac&o de ossos nquerida -Intendencia
pagar-se-ha dez mil n'-is (10*000).
I Ift," ls infractoros de qualquer dos ss deste artigo pagarto
a multa de icoo ou cinco dias de prisSo.
CAPITl'LO XII
DispotifOet geraet
Art. 74 Pan execuco destas posturas o Bical da villa ser
acompanhado pelo porteiro da Intend- ncia em todas as suas cor-
reices. escrev endo este lodos os termos do multa, que serto as
signados por elle e pelo dito fiscal e por urna ou duas testemu
nbas, e pelo fiscal remedidos Intendencia.
Art. 75 Se algum fiscal por suborno, patronato.ou qualquer
outro motivo njastilicavel deixar de impor as multas prescriptac
ou impozer condices onerosas nao previstas pelas preseutes pos-
turas, depois de ouvido. ser demtllidn e responsahilisado pelo
damno causado Intendencia, alem das penas em que meorret
segundo o cdigo criminal.
Art. 76. A pena de prisao pode ser commutnda na pecu-
niana nato de i*0U0 por cada dia. e pela mesma forma ser
commutada a pena pecuniaria em prisao, quando os ros nao ti-
verem rom que pagar
Art. 77. Todos os fiscaes do municipio deverto dar conla
Intendencia sempre que por ella forem chamados, aprescutan-
do nesta uccasi&o urna rela.o dos termos de multas que tiveraru
imposto, com designaco do nome do infractor, dia em que foi
imposta a multa, qnantia desta c artigo infringido.
Art: 78. Todas as multas e penas rommlnadas nestas pos
turas serto duplicadas na reincidencia.
Art.. 79 A Intendencia mandara' fazer dous curraes com a
segurauva possivel e indispensavel em lugar conveniente.
Em um delles rrito recolhidas as reses que tiverem de ser
abatidas para o eonsumo uesta villa seis horas antes do abali-
mento, e n'outro os animaos que conduzirem gneros para a feira
cujos donos nao tenham cocheira ou lugar para guardal-os-
Art. 80. Cs donos das reses recolhidas ao curral perten-
cente a umnicipalidade pagarto duzentos reis por cabeca. e os
dos animaes que troqxcm mercadorias para a feira pagarto 80
mis porcada cabeca. Os primeiros pagarto 10*000 no caso de
infrac.o e os segundos 44000 e dous das de prisao.
Art 81. A Intendencia designar o lugar para a extracefio
do barro destinado ao trabadlo das otarias, tendo em atteucao a
segur-anea, limpesa e salubridad' publica.
O infractor pagara' 90*000 de mulla.
Art 81 O secretario da Intendencia percebera' os emolu-
mentos devidos aos escrives na forma da le.
Art. 83. O procurador da Intendencia autorisado a fazer
as despezas, que lorem ordenadas pela mesraa Intendencia, seu
presidente ou commissario de polica.
Art. 84. Ficam sujeilos ao pagamento dos impostos atraza-
dos os successores nos estabelecimentos de qualquer especie e
cujos proprietarios forem devedores.
Art. 85. Pelas licencas do art, 39 destas posturas pagarto
os impetrantes nesta villa quatro rail reis, nos outros povoados
34000 mil reis e em lagares nao povoados 9400'.
Art. 86. Poratenco de cada metro pagarto 600 reis.
Art. 87. Por cnlleccao de pesos ateridos, de vinte kilogram-
mas at o mnimo, {lagarto 24000.
Por collecco de dez k i Ingram mas para baixo pagarto 14000
e de cinco kilograinmas 500 res.
Art. 88. Cada marco que nao exceder de meio kilograraraa
pagar quarenta reis. por vinte grammas e sendo dahi para cima
lagara' i) reis por cada trinta grammas.
. Art 89. As balancas portuguesas at oito kilogrammas pa-
garto de afericao 500 reis, de oito a vinte, mil reis ; c, dahi para
cima 94000; as balancas para marcos e granitarios pagarto 390
re()a3 romauas e demais com pesos at 300 kilogrammas nca-
ra0 34000 mil reis. ^ 6 lfe
Art. 90 As medidas avulsas quer para seceos, quer para l-
quidos pagarto 200 reis de afericao por unidade.
Art. 91 Todos os pesos e medidas sujeitas a afericao paga-
rto metade da taxa na rcviso.
Art. 99. Pica dividido este municipio em tres districtos Os-
caes : 0 primeiro coraprehender todo o l4 districto de pas; o 9-
comprehendera' o terntorio do 9." districto de pas (Primavera),
excepto o povoado de Aripib, que por si so formara o 3*.
Art- 93. Ficam rcvogadas as disposicoes em contrario.
O Secretario do goverao faca publicar o presente decreto,
expedindo as ordens e communicacoes necessanas.
V
Jos Antonio Correada Silva.
Coi
lastdo da Artaas
QARTIL GEHKRAL OO COMMASDO DAS
ABUAS OO ESTADO DE PERNAMBUCO, 4
DE FBVKBUBO DI 1891.
Ordem do dia n. 55
E' exonerado a aeq pedido do lugar
de aeoretaMO deste commaodo o Sr. oa
pitlo do eatado-maior de 1-* olaase An-
tonio Coastaotino Nery.
Com pesar me separo deste offiaial que
to bem oomprehendia seus devores de
secretario, pela oiroamspe3c2o, teald-ide o
inexceTei intclligencia com que os da
empenhava, tornando se, portanto, credor
de minha partiealar estima e coasideraeio
e de meas mais ardentes vo os pala ua
felicidade na oarreira militar, onde elle
cerfameote um de sena mais distiootos
ornamentes.
' nomeado ai oretario
commaodo o Sr. cap to
de inntntaria, Heurique
lhies.
(Asaignado). oaquim Alenda Onr-pu Jaeqm.
general de brigada.
Ksti conforme.O alteres, Jotqnim Prtme'tco
Fifuan i Farm aju Jante de ordena eacarreg*
do do detalhe
interino deste
do 2- baUlblo
Jos de Maga
Repart cao la polica
2. seevlo.M26.Secretaria da Po
licia do Esudo de Pernambuco, 4 de Fe
rereiro do 1891.
Cidadlo governador.Participo-ves que
foram hontem reeolbidos 4 Casa de De-
tenclo os seguttes individuos :
A' minha ordem, Antonio Joaquim Mar
qoos da Silva, por crime de rapto.
A' ordem do Or. delegado do Ia dia
tricto da eapital, Pedro Ferreira, por dis
turbios.
A' ordem do subdelegado da fregucaix
do Recite, Jlo Evangelista da Costa, Vi
etorioo de Moura Quedes, Manuel Hora-
cio da Silva Gomes, Miguel Victorino
Nunes, Ananias Pereira Jlo Fraocco
de liveira, Jorge Ferreira Gumiraos,
Eleuterio Verissimo, Julo Goncalves Lu
pea, Antonio Pinto de Araujo, Jos Fran
cisco do Ol.veira, Antonio Rioxrdo da
Silva. Felisberto Jos de Fig-iiiredo, Mi
noel Mariaono da Silva, Mauoel do Nasoi-
monto, Gregorio Gomes de iveira
Emygdio -arlo dos Smtoa, < ypriaao
Marti ns de Oliveira, Jlo Maiqoes da Sil-
va e Jeto Antonio da Costa, por distur-
bios.
A' ordem do subdelegado do 1 distri
oto de S. Jos, Antonio Francisco do'
Santos ou Javenal Isidoro da ConceicSo,
ooor-a gatuno.
A' ordem do subdelegado do 2* distri-
cto de S. Jos, Conrado Jos do Monte,
Sir crime de ferimentos, disposiclo do
r. jais de direito do 3* districto crmi-
aol; Inoceneio Mathiaa de Sent'Anna e
Joanna de tal, por disturbios, o Antonio
Luis Brandio, como gatuno.
A' ordem do subdelegado do 2* distri-
cto da Boa Vista, Jos Antonio Besen-a
de Mafia, como ocurso no art, 215 do
Cdigo Criminal, disposiclo do Dr. juis
de direito do 4* districto criminal.
A' crdem do subdelegado do dis'rioto-
da Apipucoa, Jos Antonio da Silva, por
enmo de deflorameoto.
A' ordem do subdelegado do 2* distri-
cto da Graca, Jos Fernandos do Almei-
da, por disturbios
A' ordem do subdelegado do districto
da Vgrsca, Chrispim Rodrigues da Silva,
Landeoo Jaudeooio da Silva o Marti-
niaoe Gandenoio da Silva, por disturbios,
e Antonio Tiburcio Ferreira, como pro^
nunoiado no art. 219 do Codigs Criminal,
requisiclo do Or. promotor publico d
palatal i
No dia 2 do correte, por volts da
t.









Diario de Pernambuco Quinta-feira 5 de Fevereiro de 1891



o termo
ras* indo, en-
ea de nome
aecido por
8 Iwraa ck -ostia, m rM da fregoasoaa dte Sut Antonio, o
individuo de snsao sTwisiins Jos Tova
re ferio leyerelo a CUodieo Lauriao
Ta vareo
O delinqaeete
contra elle
cede nos
No logar Q
Altinho, tai ao dW *
cpotrado
Francisco Fi
Tuica.
A autoridade
ido o intelra
diligencia* para a
dade.
Pelo oa
Magdalena to
ptente o ieq
Baailio Q
ferimentoa gravea
Besaonnoio oaa
cu-go de rab-eoa
do municipio d: P
cisco de Aoaia M
Entraraat e
tes aatoridadea
Firmino fcsoaoI da 8Jv Braga,
subdelegado do ifc ote osas te Taripi :
Jonaa Feraaaoxa de Araujo Santos,
subdelegado do damete de Castolleira do
termo de Bonito :
Joa Pinto da 8oVa Santas, oub-
delegado do 1.* saasnaSs W ttano de
Bom Jardim :
Joo Jabata* ale Melle, sabdela-
gadu do 3 dariote a afiiiii termo.
Seode e firafiAss. Ao idadlo dea
embargador Joa AaSaawa Gorreim da Sil-
va, Jign >
chefe de
Britto.
aausteitaodo ter
pr eegae em
da ver
U districto da
as juiao oom
ajas proeedou ooatra
per crime de
ios fiado o
gaarda local
o alferee Fran-
aeguin
DESPACHOS DO OSA 3 BK tWUlUO I>E
C. Manoel
, Je6 Fran
Lino do
de Oli
Cabr.l,
J ^im Cela-
das
Ir. Jentador.
Oordeiro e
-=Jiaja vista
Taeodomiro
Barbeas da
Vasoonoelloa
lli-mique de
viseo Cardte
Amoral e Mello,
reir a Silva, Jais
IdaJina Alcofovesls
rio CaTaJeanu'e
Santos e outros. la
Eoedioa Fl
Vicente Beserrs
o Dr. Procarador
Antonio Roneo
dos Santos Selva
Fon seca. A
Beato de Frentn fl~liaPagu-s.
Jacintho Btela* a Aoawrita, Paulino
Camill), Comp^aha PsssBaasSMeasML, Mara
Francisca da Joaca*cdU, MsomoI Gaacalves
Eotelia, Rufino Jos
nio da Silva Necto,
Salaaar Jnior,
Jos AI vea Das.
Miguel Arenan jo,
Porteire para
C0MIS.S UtJoiML
OMCUBSO
r.
eio)-Sr.
oes, respoodeado
foram dirigidas
de Janeiro, de
no sentido de ser
/adietarlo, tere
em qoe S Ixe. e s
darn) para preferir
idmittido no peaie-te
Na meen ora>o i
abundaram os d
coramissio e penal
leo a materia ds orL
ro. e anda na pasco as
mente o ioveu e
qo* m- orecedro
Devendo es crer. as
i>->-. ministro da. jai .
capitaes dos defensWea da
obre ellas vetame
lendo faaer no intallo <
favor da
.Ilustrado majristraso
basen o sen syttessa sasre
o da anidado do asear"
As rasfies coetidas sa
-liitro aos migtsira-taa si
de theoria e ootra de
primeira se forra ol per
tados, qoe fssesi parte
verdadeiros es ladea e
Ora, a sobersoia
execotio e ja leUra.
dos i,i) poden denarde
sob pena de Bear
A cor -lo-io destr
.giromenie hartes; a
que elle rteeorrea
ados 0M parece
lo" e nao aaotaeor)-
Sei, Sr. presideoe*, aja* a
nao propro para
escolsticas.
0 S-. Ampbilopai
ment.
0 >r Jos HjginoA*
-p faiem para a> retafsda
cona I e seveos er
sob ura pomo de neta
Mas. Sr. presidente
prej-cto de conuna-ca a*
ibeon- e deMa ur-m ea
leniam ab'tractaaMaae
orgaois jcso judiciana,
ia o eiio em loroe ae
BK
estira
da j is
qae Ibe
de R estrs estados
do poder
Ser as raie-
o se uh
a dsalidade
e dte es-Mi deraees
so seio da
se all se deba
er jsdicu
nri hanie
sor Goyaz
as rasoes do
* arsps meatos
dsjostica.
q-i pre
aseai voto em
lada pelo
pela Bacila, qu
tranu
de oobre mi
a daas, ama
poltica. A
: ss es-
alo
aera no <
legislativo
es federa
peterjadiiuano
iasoberana
Sr. presiden'e,.'
perm. de
atados fede
(Apoia
partamen'a r
se asesto-f-
o cab
eas leis
da vida na-
e de feh" son, altas eolia Doradores da consum
cti, os estados da Virginia e do K otuxky lomi
vam rssssseotts, sos osaea te de:iarav pieos
tados federado* eram sobersaos elndepujdta-
tes. Poi, ,/orem, sa dss mais OaDeis Sent e os
esudisis do tul o asssdor Jjtia Caisosu. queio
fuadeu a escola dt neorama dos estadas, formu
laooo e psodo em
nailiHcaeio. DsUs aSipiavassceu en-itOi a Ua
rohna do Sol pas dicltrarnullo e em vigor o
btii federal sobra Una adnsneira promulga lo
por A:idri-w Jjckson ; acto Su rebelda que ex
pos a Uoito aja pangos de ama Kuerra cinl-
A'loutnn* da noliin:acn suc:edeu a di se
ceasto francamente defenaiia pelos cootiouado
res .ss ideas de ualboaa, bem como a neatraii-
dade oa a coer^ao, qoe nao era mais do qae
urna variante daqu'ila
Dada a diveryeocia dos interetsea dos estados
escranslas' do Osi e dos estados indusinaes du
norte, era de prever qse lars ideas prodatiriam
todas as asas coosequeocias faiaes.
Veio a gserra civil de 1881 a 1865 e cora a
derrota dos estados e dos partidos do sol a ineo
ria da aoserhB'* dos estados li'ou de tal rao I j
desaorediuda que o son venced jr nao juigoo
necessano oosiitnar oa rjosutuico emaud ida
dcpois da iiuerra da seoaasao, u.oa de^laracio
ex presta em sentido con i rano para prevenir a
ressorreicto da suola de Oalluu i.
Assim a hit ora pollina dos Balados Un .to-
nos da a priva ortica de que a tneoria d so
beraoia dos estados nio se compadece cora a id
date, cora a e-s -iicia do re^ira-u federal.
Urna Voi -Soberano nos limites traga los pela
coasinoico.
Oolta Vos -E itio nio soberano, questao
de direilo positivo.
O Sr. Jo- 11 y _: i 10 A ooostitoicfto american >
treara ura :.u,ir -:n i tnbusal para jaitfar os con
Dictos entre a Uoiao e os estados e cnt >-t n u
s es. em nome de soa tob ram arrogavam-s-
o p >.-r de deca.ar nallas as leis federaes.
i) Sr. Campos S>lles (ministro da juslica)
Nao ba soberana qoe oso soffra 1 rait-s.
O Sr. Jos HyiioTosure dsqmb pooco
em con>idera(ao o aparte de V Ex ., para mos-
Ir r que a soberana oso solTre oairos limites ae-
nao os que ato posios pelo proprio poder sob
rano. (Ha outros apartes )
Se passarmos do terreno dos fados para os li
vroa de ciencia alio de procurara s ah a fl
liaco e o deseovolvimenio Ja ule-- dos pab i i-tas sobre a questao de saber a quera cabe a
soberana no rgimen federal, veremos qse em
pnmeiro logar occorres a idea de considerar se
a soberana dividida por partes ahqootas diga
xos assim, entre a Uoiao e os estados federa
dos.
Fj Jorge Wailxo poWciOa qoe. m>di -mI..
as ideas represeoudsa por Stabl e oatros, f ir-
maloa a tbeona com a maior clarea e pe isa i
sustentando qo<- oa federac, o a s iberaiiia uij
perteoce exciosivameate S Cmao, nem aos es
lados, mas a ambos, isto a cada ura ms limi-
tes de saa eompeteacia. (Apoiadea.)
E* esta a theuna da divisio da sebera na, qoe
seitando mepirece, o oobre ministro da justica
defende. (Apoiaioa.)
Em ceos dominics da viJa publica dit
Waitx, sobe-ana a l' nao. em certos outros q.
Deraoos sao os estados federados. A Uoiao
como os estados federados sao vrrdadeiro* es
tado-, e para cada om Jelles a pnmeira peces
sidade qat seiam independeates de am poder
eslranbo
A simplicidade e a appareite clarea aet i
tneoria, apadnnbada por om nome illost-e, de
ram lugar a que ella se geoTalisasse e remasse
qoasi qoe exciasivaraenie na scieacia do direito
publico.
Mas, depois qoe a forma federal, ad iplada no-
nous povos da Europa, a Soissae a Allemauha,
attrahio especia.mente sobre si a a'tencao dos
publicistas e dado o progresso qae all lera
tilo nestes nlumos ?noos o direito publico e o
direito administrativo a ihese de Waitt nao po
na deixa- de ser sobmeltida a om novo e apro
fundado exame do qual resuitou ticar baoida
da SMencia como om poro empirismo.
Teodo os trabalnos de professo--s dlstioctissi
nos, como os J-iimelts. os Labaods. posto am
toda em evidencia que a soben oa ooa n-
dirsivel, qoe oa fcieracao a soberana perten a
a Unan, ao passo que os estados federados sao
I' entidades autonmicas e investidas do peder
publico, a tneoria de Wails peroes os seos sec
taros e nao lem boje mais do qoe am valor bis
tonco.
K* esta Ineee da autonoma e ni} Isoberania
dss estados federados qoe quero demonstrar,
Sr presidente ; e para qoe posa faxel o com a
con\ lente clareza revele-me V Exc. qae ea lo
me para ponto de partida o cooccito da eoofede
racao e da federado, denominacoes tecbnicas
de doas formas de g}vcroo qae se distioguem
ooi caracteres diversos e esseociaes a cada ama
deltas.
O Sr. Amphilophio A federacio a forma
intermediaria.
O Sr. Jos HygiooO processo histrico pelo
qaal as confederacoVs e as federaeftes se for
mam pode ser idntico; mas de ordinario a
onfeleraco. obedecendo a nm raoviraento de
integracio poltica, se converte em federacao.
E' o qoe soccedeu com os Estados-luidos, com
a Suissa e a Allemaoba.
Balados iadepeodeaies, constituidos por povos
da mesras raya, da maina lingos, vinculados
pas mesmas iralicoes, oa peles relacoes oe
.,-mri mea territorial, se alliam perpetua e 10
dissolovelmente para coicentrar ss saas forcas,
leudo si.breiudo em vista a defesa exteros
Se os estados, qoe assim se aggremianj, con
siiuaem nm orgio central que reprsenla apenas
os governos. abl est a confederago Neste cas j
os estados adiados conservam a soa ia lepen
dencia, e por '-ensequen -ia, a soa sob rama.
O orga> central ema dieta, ama assembla
de embaixidores que nao tem diretos proprios.
m>s eomeote os qae os governoi Ibes delega
ram.
As relacoes entre os estado* adiados se fon
dam em om pacto, e conservam o carcter de
r-Uyfies cootrsetoaes oa de direilo internado
nal.
Dabi resalta que o orgao central nao tem ac
cao sobre o territorio, nem sobre os eidado;
as soas resolocOas -o oorigam os goveroos. e
para que sejam exeeotadas nos respectivos ter
monos e obnguem os respectivos cidadaos
netessario qoe os eovernoa as pabliqurra e fa-
cara exe:atar como leis de teas estados,
A his'ona coonece os typos os mais liversos
de cofifederayoes, desde a celebre liga acba:ca
na anligaid > le bellenirs, st a Coafe leracaj das
Provincias Unidas da IIjlanda. Conidieracio
(Apaiadet)
nsd)
a part
sos
i leietro de
d^saa theo
t j< os seas
racierin as. nao ae pede levar a aval qae os qse
mpo^nam oesta parte prej-cte oe eavslvara
tamben em ojsaaisno aeaaVaataii. e para dis
sipar erros de Soatrfeaa. osjaaajsasi se pnn ipios.
as postulados e os ossss sssssasssres principios
da tcieocia. oobre o sjse se|a s asetaala, o po-
de publico, o regiosesfedWEa
Antes de eotrar sasas as-sosa, deoo advenir
qne nao ose parece juana se pasosos s Oseara da
soberana dos estad, osassaae ojaaada preconi-
sada e apregoada per aso oseaos-' ds governo
-mllaborador do prsfecls d> cs^tsscio, e qoe
:t>* dA. assim o na
prsieets d* soMUtoscZo, e
eaasaajracsa aSctal.
AuaroCaralraasB Jola
O*
morta.
O Sr. Campos Sallas (iaiatro Sajssca)
stou cora o di'Pils psMoBs isedmas.
O Sr. Jos Hygiee-O asaatrada aoiaistro da
ra.-ca sao ignora a iaapsvmseoaqonesoo theo
ra feve oa historia potisjci dss Sstsdss Uoidos
da Areneo do N-Kts, s iaBsearii qae exerceu
sobre os deslios da po sbsjss sorte amen
S. Bxc. sol qse dtos sat sos s basdeira em
es partidos qne,
as edeivir-
coMideravsis a
i reclama vam para
de declarar Dallas
eoBs
partica-
djse esae falso
ss esstnloi e de
ao adese as r
qse os
sos o BWeojsen aist
e aae-
Apstsdoo).
ds Media oa
de talo. Gennani,.a | Confeoeraclo dos Estados Uaidos
segando o pacto de 1781 mas todas sesaaigni
lam por este carcter constan-e e eetencial os
-ta'l is sonfederadus o soberanos, e formam
si np esrnente ama sociedaaV, qoe alio ama en
tdade disiinctados aocios, nem test ostras di
reitcs Mp-io os qoe Ibe sao delegados pelos
Socio 1
Como o fim externo a defexa, exige sus
certa commaoidade de interesses internos,
natural |ae os eolado* confederados leudara a
formar urna ornan mais perfelta Qaaodo elles
levam a coneentracao poltica de soas forcio so
pinto de constitair cimo de si am atado novo,
ama eotidade distincu delles mesmos cora
orgios e diritos propios abi estl a ftderafo.
A f-derayao. Sr. presidente, ama a nao de
estados, mas antes de todo, ama unido nieto
om/. e nisto oe distingue profndame o le do con-
f dera(SO, qoe nao passo de ama adunca perpe-
tua de estados soberanos.
jroo da qoal
obedecendo a leai
taaodo a iadole ds
Coastiuucao como sos
os governos l-aes s
as leis fede raes eos
Uiiciooaes ss
laoss dos estados. 8
priaetpio oso ssossa
excdtr as paixoes
tal dade estro os
setos eeojflooeeo, l
extremas, appeJUram
eamOiram no eaaspo da asa
Ji em t7We l7M,aos>a
Exc
Mas relacoes externas, como as iaternas, o
f federacio aprsenla se como am todo orgaaisado
e di-t noto dos estados que Ibe servem de mem
bros; nao se fonda em nm pacto, mas em ama
amstitaicao ; as relacOes entre o todo e as par
leo nao sao relacoes oternscionaes, e sim de
direito publico. Os seos orgaos eatao Investidos
de diretos inagestalicos qoe nao sao ilelegacoes
dos governos, mas emaoaedes da sobe soia na
conal. Os orgaos aa Uoiao exercem, oois, a
saa aulori lade, o sen \mperium nao ob sobre os
es'odos qoe a compoera, corao oob'e o territorio e
os cidadios, focombtn lo a estes am daplo dever
oe obedienc a e de Hdelidace para com os go-
vernos loeaes e pira com o governo federal
Bm ama palavra, si a confederarlo ama
toci'dade de estados indipendentes, u federacao
orna sesma jurdica superior aos oslados qae
Ibe sao membros, e. como toda pesos, lem or-
gaos. direitos proprios e vontade aatooomica.
Tal a admiravel forma poltica. (lescoooeclda
sa hutoria e noa oa sciencia, qoe sem plano
preconcebido e smenle por forca tas circam-
stancias, apparecea pela prineira vas naconsti-
la i el o norte-americana de 1781. (Apoiados).
lato posto, pergonU-se, > qoem perteoce s
soneraaia no rgimen federal, a Umlo, aoo es
lados ,-deraes. oa a ambos, secundo a tneoria
da soserania por partee aiiqnnlaa que o nobre
ministro da jusilca defende ?
Co ataos boas defi ligoes fseilitara a solacio
ooi dsooMsVs. V- Bxc. m- permittiri aioda.Br.
praodooito, qoe ioquira qaal o cooceito rig.i-
roa osante scieotisco de que se chama toberamtm.
Jan nobre represenlaate pela Babia, autor a
nmnoda sojstltuliva o di se : a psloofnt tnpre
asi S.m; soberana o podar supremo,
aqsHll- qse nao reembeee cima da si nenhura
outrj poder, a que juriitcamtnle deva pre-tar
nnediencia. Sinerano o Bsiado do Brasil,
porque na > ha oa trra nenhura ootro poder a
qne por iireUo elle dova subordinar se ; obera
nos sao os governos da Franca, da Inglate-ra
dos Estados l' ii los, porque esto soos'iluido*
em condicoes le independencia, de modo que
neniium ostro poder, nenhoraa vonlade estrsiina
od oor direito impor am limite O soa vont de
itw ilutiment aatooomica.
O a, si s soberana a potettat supremi. o qae
e. supremo nio lem graos, nio suscepu el de
luguienio, nem de diminoicao ; urna qaanli
la le i-reductiv.-l.
O Sr. AmphibphioMoito bem I
O Sr. Campos S>lles (miis ro da jnstic.ii
Mis pole en^^nt.-ar limites em ouira soberana.
O Sr. Jos lly.'inoSi a soberaoia O poder
-uir*mo, nao pode btver ,eia soberana, sooe-
neta dividida, depe..ident>', diminui ia, mas
-o nenie soberana ou nio soberana. (Apoiados
e i irles).
Perdi. Joridicame.ite o p id t soberano nio
solTre liiutesqu-lli j'jira un i i-t i- por outro
o ajojr ; nio pode soff er oulros limites sinio os
qae o si meomo impouha por suas le s oa lis-
tados.
Alsrgse, como e quinto qoiserdes, o circulo
sohr o qu d una perjooshd t le, sej.i de direilo
p-ivadooi de direito i-oblico, posa ex-r-er
ant momicaraeate a ana acivi lade. Por mailo
molo que tej o djmiaio da u i livre vontade,
-taro qse, si debaixo de ama reluci qnalqoer
soa e uidade -sii- ssjeila a ora superior leg
timo, ceoao ipso f-teto de ser noberana.
Po ler so -erano. ijne esta por iireilo alstnclo
a reeeber preceilos obrgaionos emanados de
um Miro poder, orna fisgante cont'adicca i.
ama perfelta contradictio nt aJjecto. (Apoiados
e apones).
Atienda o nobre e presen tan 'e. T ia se de
ura Irnit- jundico, e nao de fa io. f id j o poder
nuraano de factu limitado pela fo ca. Mas o
caabio oio 6 om limite de direilo.
Si po s a on-rania o po ler supremo, segu
se melulavelrae ite que a soberana una e in
divisivel. Oividil a desiroil a em sua essen-
cia. (Apoiados)
N i ombi terntorio n sobre o mesrao territo-
rio oso podem existir doas soberana- : ellas
oe destruriam ou acarretanain a dissoluvio do
estado.
Si o estado om organismo e si -o io o orga
momo ama anidade, doas poieres soberano
existentes no m-suoo estado destru riam essa
unidade (Apoiados e apartes )
A qoem compele, pois, a soberana na federa
fio?
Creio qoe a qoestio esti resolv da.
Na fe lera va j Dio ba OOtro poler supremo que
nao o da Unan, islo, a soberana nacional, o -
orgios do Uuiio sao oo orgaos da soberana na-
cional, como alias o dit nuilo correcta in ti le o
ad. 15 de projecto. Os governos loeaes esli sn
jeitos i coo-tituicio e as leis federaes, i accio
tiscali-acao do governo federal ; por coosequeo-
cia os governos loews teem ura poder sano di
nado, o qoe quer diier am poder nio soberano.
(Apartes).
Mas dis-se, e neste sentido recebo apartes
de lodos os lados,a roberania dos estados fede
rados fignitica gmente a independen na com
que oa goveroos loeaes se movem no circu i de
actividade qoe Ibes perteoce.
Po tena liraiiar-mr a responder qae es3a inde
pendencia relativa nio mais a soberana, e
que os oobres defensores do projecto, redosiado
i soberana dos est dos a laso oroporcOes, de
faci o aniquilam e abandonam as saas posi-
cOss. Mas ir;i raaioadiJOte e punderarei o se
gsinte
B' ama cbimera soppor, como observa ura
disuado pensador, qoe os negocios e os inte
'esses pblicos pedem ser divididos em duas
partes, de tal modo que sobre cada urna d'ellas
reine om poder completamente i solado.
E' lio impossivel fragmeatar, espbacelar a
vida naeioaal como a vida humana us flns do
estado, todos os seso intereseed loslituices
mais ou menos se tocara e condicionara Nio
se pode trocar ama moralbi ch:sexa entre os
negocios e interesses pblicos, e diser aos go-
ver ios loeaes alem dessa maralaa vos vos
moveris oo mais completo isolamealo e inde-
pendencia -..
Sorfem, por exemplo, os recursos de compe
Mojoso.
A qaem cabe resolvel-os f Sio os estados qae
flsam so limites dos altribaicoes politicas da
Uaiao, os pelo contrario, a U nio qae deter
mina os limites da espbera de >.;lo dos esta
dos ? (Apaes.)
S orna deslas doas solucoes possivel. Se
me dissB'des qse i Uoiao este resolver os con
flictos de competencia, lixando os limites das
atiriDuicOo* dos governos loeaes. como dil-o o
projecto, qoe para este fim crea o Supremo Tri
nuual PeOeral, orgioda Uoiao. ea conclu que,
mesa no esosso de setividade resrvala aos
ovemos loeaes elles rec-bem a accio da Uao
e su jurdicamente obngadoo a'conforma -se
cora aa normas qae Ibe sio dadas. (Apoiados e
apartes.)
Anda mala : a Uoiio tem o poder de refor
mar a sos coostituicao, isla pode alargar < o
circomacrever o espbera de saa compelen na, e
por conseqoencia alargar oa circamscrever a
espbers d. competencia dos es'ados.
A qoe flea ealio redunda ssa independencia,
essa sonatas ia dosv, estados, cuj h poderes po-
dem ser redondos e limitados jand cemente por
ama vontade. por om poder que esti cima d'el
les ? (Apones.)
Perdi, oennores. a Uniio urna entila le
disimila dos estados e superior aos estados. A
Uoiio lem orifios, lem vontade autonmica. A -
Wu e reaolococ' ds Unido sao a expres-o di
osOarania oaoosal. a oso s expreosio do vont i
de individual dos estados. B', pois. rigorosa-
mente ceno qoe os estados recebera a lei de
um poder ojos esti cima delles. Nio ba ne-
gal o.
Timbera de sada serve diser que o poder da
Uniio limitado pela Conslitoicio. Ninguem o
comala. Mas a Constituigio nio ama lei
ederal T Nio pole a Unto refrmala pira
aagmontar s sommo de sea poderes T Nao
depende teto tmenle de soa vonlade, observa
dos os tramites constitu iooaes ? Logo virtual
mete a Uniio pie ler todos os poderes, ou por
ootro lerraoa, o poder da Uoiao absoluta neo
te autonmico e independenle, e isto e o que se
chama soberana
O erro da escola de Wails, Sr. presidente,
nniieis de confondir-se o soberanii com o poder
publico, lomando se estas duas expresados como
synonimas, quando nio o sao.
A soberana indivisivel, mas todos conce
bem qoe oe pode dividir os funecoes do poder
publico.
A rxistencia de doas soberanas no mesmo
estado mcjncebivel ; ealretaoto todos cooce-
bem qae no mesmo es ado podem existir dons
poderes pblicos, ama ves qne um se subordine
so "iilro.
B' por confundir a soberana com o poder
poblieo que o nobre ministro da jastica disse
aa soa res posta aos magistrados qae o carcter
essencial do estado i iobrania. Nio ha tal.
O atirbuio essencial de todo o estado opoder
publico.
Ha estados nio soberanos, como os estados
vassalloso Egypto, por exemplo. com relscio
i Turqoa-e. oo arclo da civillsacio ameri-
cana e europea, os estados qae faxem parte de
ama federadlo.
Nio ba estado, porm, que nio tenba esse
i Mamis, esos vi cogendi et obli wrfi, qoe se
chama poder publico. Orando uu peqneno,
soberano oo oso sob-rano, seja repuolica de
Andorra oa de S. Marinbo, seja o imperio de
todas asdlatsias ou o imperio bntanoico com a
soa cinta de repblicas democrticas aneadas
em torno do globo, todo o estado lem poder
publico e oo o estado \ de ter.
A soberana nio mais do qoe ama qualtdide
do poder publico, e assignala a independencia
desse poder com relscio a qualqoer ootro.
Ora. Sr. presidente, se o poder poblieo pelo
facto de sobordiar se o ootro, ceesa de ser so-
berano, uso se segoe d'ahi qae fique aniquila-
do .; pode continuar a exercitar-se aatooomica-
"I"
mente sobre om drcolo maior de actividade
maior ou menor.
Assim. se os estados que fjzem parte de urna
federacio. perde a a saa soberana pelo faci de
enirarera na Uaiao, nio pe-de u por isso o poder
publico preexistente e continuara a exercel o
na espbera de accio qoe a coosuiaicio federal
Ibes deixou Os estados federados ttoaa sendo
autonmicos e continuara na posse do poder
poblieo, qoe Ibes perteoce por direito proprio t
nio por delegacio.
O S-. MalaMeomo osim, elles teem poder
supremo.
O r. Jos Uygino O phenomeoo que se ob
serva na federacio oio a divuso da sobera
oa, o qae seria um contra-senso ; esse pneno
meno o desdabramento do poder publico, a
coexisteacu dos doas poJeret. o dos estados
federados e o da Uniio, aqaelle subordinado a
este.
Desl'arte temos a seguate gradacio i no es-
tado ano e simple., como era o imperio do Bra
til, na ama soberana e um s poder publico;
oas sio os estajos conied-ra los ; oas felerayo s Da
urna s so leraaia a soberana nacional e
dous poderes pandeos, o poder da U na i e dos
estados fo lerados; poderes COordeaados pela
subordioeuao desle iqoelle.
Bsia a il un iia sa, Sr. presidente, fora da
quai aasto toJuteti. (Apartes).
Coun c > o ari. i.* da Coastitaicio da Saisia,
qoe V. Ex i. cita. Ahi s- dis qae os canto-?.-
leem aun soberana Imutada. O que sooe>a
na limitad i pelo poder da OutSo, i-iu por am
poder ssiwrwr, sini mera aat momia f Substi
toam se a; palavra- $obrrmia limitada por auto
nomia. e esbe art. 4 licara correcto no fondo e
oa ioiraa.
Una vozD-linio muito bem.
" Sr. Jos HyginoJulgo ter demonstrado a
ranilla lh se.
Vo/.e,i'erf.iairaeu'.-i bem, luddaraenie, bri-
lliaite uente.
O Sr. Jo- Uygino-Os estados federados oio
sj soberanos, mas entidades polticas aut rao
ra -.as e luvestidas do poder publico jure pro
prio.
Sendo assim, esti destruida a premissa do
syilogismo do oobre ministro da jastica, e a soa
i onclasio cabe por ierra. A qoestio de saber
quaes so as at'rtDuii'O-s pul ticas du governo
federal, e quaes as dos gove*nos loeaes na.
pode ser resolvida pelo falso principio da sobe
rania dos e lados, ama ves que a soberana per
leo e smenle i Uniio. O qoe se deve inquerir
al oode vae. onde deve parar a autonoma
dos estados federaes...
Urai vozA islo sa observacio pralica pole
responder.
O Sr. Jos Hygioo-Por oatros termos, o qae
cumpre inqaerir 6 quaes sao os interesses na-
cin es que deven entrar na competencia la
Uoiio e quaes os interesses que devem ter dei-
xados i autonoma do, estados.
A priori e em termos absfaclos, Sr presiden-
e, a ci mcia nio pude fornecer urna regra llxa,
urna loriuula applicavel a todas as federacoes
em todas as pilases do seo dasenvolvimeoto. Oo
negocios que o goveroo federal re-erv.i para si
variara de (ed> .ci a teder -cio, nio r quanto
ao numero, cjuio qaanto i loieusldaie com qoe
o poder legislativo oa administranvo da U nio
a tua sob e laes e taes ialeresses.
Na AHemanba. o goveroo federal nio tem at
ribuic- sobre a ms.ru:co pabca ; na Sois
sa o overoo federal pode nio o crear esube
lecimeaios de lastraccio superior, como lisca
lisar u rao lo por que os anles observam os prc-
ceites coosniadouaes sobre a in^truccao prima
na.
Anda a respeito daquelles negocios que pare
cera ser de carcter exclusivamente federal,
corao os negocios externos, observa.n-sc varan
tes : na All-raaoha os estados, na Suissa os can
toes conservara, a este respeiio, aUamas attn
nuicOes qu- lembiam a sua paseada in lepen-
denuia. Por outro lado, negocie miudos qu .
por sua oatoresa parecem ser loeaes, a Uoiao
pole, por circomsuncias peculiares, reservar
para si. como se ubserva oa Suissa, oode a po-
lica das n >r*tas e o rompimroto do gelo ao *.
GolbaMo sio, al certo ponto negocios federaes.
Cooseqoentemenie, a qoestio de saber onde
deve ser traca/la a linha divisoria eotre os neg
oos da competencia oa Umij e os ds competen
ca dos estados orna qoestio con :reta (apoia
dos), qoe o direito positivo resolver, lendo em
attenci os precedentes Histrico*, as tradieOea.
as neceasidadee materiaes, meraes e sociees dos
povos. (Maitos apoiados).
Srn lo a federacio ama forma intermediara
eotre a coufederacio e o estado ano e simples,
claro qae a federacio pode apreseoiar os mais
diversos graos de coticentracio poltica qnanto
aos interesses e fias toleraos da commaobiu.
Tuda quanto a scieacia pode diser oprtari
qoe se devem considerar como nacionaes aquel
les ioleresses que, por soa oatoresa, sio md;
visive's so pedem urna regalameotacio unifor
me a bem da conservacto da commuuho, oo
ci mo rondicio do commerdo social. Eotram
nc-ie numero os negocios externos, o exereiio.
is li naneas federaes, a moeda, o' pesos e med
das, o servici postal e tambera a jusliea .
O Sr. AmphilupDio-A jsslica nio neceosi
dade local.
O Sr. Jos Uygino A jostica anecia todas as
relacoes da vida civil. Digo mais : nos es'ados
modernos, cuios governos devem ser conforme
as leis. exerritando a saa acuvidade limites da orden jurdica, a jnica affecta tara
oem ao retaces da vida poblics, e, por cense
qoencia, um ramo de admioistracio qne inte
reooo. em ger.,1, is relapoes dos ctdadios eotre
si, e nao bornete as dos cidadaos de ama pro-
viocia oa de om raunic.pio.
Sob este pon o de vista, a justica am inte-
resse emin^ntememe nacional, tanto qoanlo a
ooeda, os crrelos e os teiegrsphos. qne facili
lam as transaccOes e as commuicacOes. e por
isso devem estar sujeitas a leis uniformes.
Si, oa federacio, a oa>dade da moeda e a da
legisiacao adcaoeira sio admntidas porque fac
litara as relacoes econmicas e mereantis, si o
lelegrapbo e o crrelo sio se'vicos federaes
porque fscililam as comrau iicaces. parece qae
a unidade do direito e da jusiica. lendo por tira
assegorar aos cldadios era lodn o territorio de
saa patria os meemos diretos e ss mesmas ga
'anuas para aeffeclividade dessesdireitos. estio
no meomo cosos Dio podem ser incompativeis
com o prngramma do rgimen federal. (Apoia-
do*).
O Sr. Espirito SantoA justica iodivitivel,
ama e uaica.
O Sr. Jos HygiooCoodno, pois, qne oada
ba nos dominios da theoria qoe exclaa de um i
coostiiuicio federal, por Deoiopativel com a fe
oeraco, o principio da unidade do direito e da
jost:ca.
D -seamos, porm, das regiOes abstractas da
theoria para o terreno das avveme acias polti-
cas, e procuremos resolver questao em face dos
factos corretos, dos antecedentes nistoicos e dos
interesses dos povos, pora os qoaes legislara is.
B nesta parte lom em coosideracio a aegan-
da rasto allegada pelo nobre Ministro da Jastica
a da conveniencia da dualidade da jasticada
qoal divirjo Unto quanto da primeira.
fim qae pese so joven orador qae me preee
dea ossis tribsaa, nio vacillo em affirtoar qoe
somos am novo completamente onifiesdo : a meo
ma roca, a mesma historia, os mesmos costames,
o mesmo direito, a mesma lingos.
Temos am s direito pela mesma razio porque
fallamos a mesau lingao; aqaelle e esta oio os
doas symbolos titos da noosa oacionalidads. O
nosso direito lio antigo quanto este corpo so-
cial ; cresceo e d^senvoiv -u se com elle; a nos
sa commonlaw ; um patrimonio nacional (apoia
des). Malbarat.i-0. fragmeotal o, entregando as
asoemblas legislativas dos estados a faculdade
de legislar sobre as materias jurdicas, sera nao
rnente om crime de leso patriotismo, seoio
tambera om gravissimo erro poltico ; pois oo
momento em que se affrooxam lagos materiaes
de dependencia, compre qae se apertem os vn-
culos moraes de uniio, e a commanbio do di-
reito am vinculo lio forte quanto a commoni
dade da lingos. (Apoiaaos).
O Goveroo Provisorio oio commettea este at
tentado nem este erro politice, pois sabiamente
manteve no projecto a unidade do direilo. Tmha
todas ss rasoes pora proceder assim ; nennuma
o indatia a admittir o principio contraro.
Nio ae confundam. Sr. presidente, as relacoes
de ordem administrativa oom as relacoes de or-
dem jandica. Aquellas ssoeaseucialmentema
daveis, vanaveir, onforme oa logaras, os lem-
pos, os circamttandas
Nio ba taires, na Europa ou na America, ss-J
tado progresslvo qoe em SO oa 30 aaooo nio
tenba alterado as saas leis e regolamentos ad
minislrativos ; e esta a razio porque taes leis
nio se prestara a ser codificadas.
As relacoes jurdicas, porm. sio relativamen-
te esiaveis, mudara lala nenie acoiLpanhaodo
pari pana a evotucio social do povo.
Arada hojeo fondo do nosso direito sio'asOr-
den*ces Pbilippioas. decretadas ba cerca de tres
securas. Anda h je se invocam principios e re
gris do Corputjuriscom o ra sino acert e jos
tica como no lempo dos flotes e dos Ulplauos.
(Apoiados).
U direilo de familia nos estados do norte nio
differe do direito de familia nos estados do sul.
O mutuo, o mandato, a compra e ven la oio mu-
dara de principios oa de oaturesa, conforme se
iraaspOera as fronteiras de nma provincia para
out.a. Em materia criminal podemos dizer com
Carrera qae os mines sio entidades ontologi
cas connecidas, previstas e definidas nos codi
gos das nacea caltas.
As relacoes jurdicas sapportam, pois, ama
regularaeiiiaclo uniforme no eto de nm povo,
como o nosso, qoe habita o mesmo territorio, vi
ve sob o mesmo rgimen poltico, tem os mes
mus coslumes. o mesmo grao de ciwii -acau
U oa vosII ija ura c idigo universal.
( Sr. Jos Hy.MiioR.'li-o-tne ao direilo de lo
do o povo qae, por saa horao^eneu.ad-,coii; Uiuc
uraa naci, e pode e deve ie.~ am direito nn-ra-
nal, e oio i povos de costames oa civilis.ices
diversas. A p ova piatica da estabilidade e da
uaiforraidade das leis do direilo em un pas da
do esla em qae ellas podem ser codificadas. (Ha
om aparte).
Nio contesto que certas rclacSes ioridicas se
pre o lem i co i iicOes loeaes, uetn ha ronveippn
cia de qoe a til resuelto legidem as assemb o-
dos estad is, corao alias propon a coraraissiio cooi
relaclo oosenmes polt eos domsticos e agrcolas etc.
O Sr. Franca ^arvalho Ji ama coocassso,
raiha-nos ismi !
O Sr. Jos Hy/inoE' ama concessio da mes
ma natareza daquella qoe nos faxem os del n-
ju-i'id i propOem que sobre falleacia, moeda fal
Sa etc., legisle Smenle O Cu U'ri'S-o.
Por outro lado, Sr. Presidente, do systema con
trarlo i unidade do direi'o seguir se hiain os
murares inconvenientes. Investidas as assera
Di as ilo^ estados da faculdad de legislar s.,b (
o direito, a pou :n e pooco irau diversiH ando as
l'iislac-'s em materia com oercial, civil e en
minal.
estado A tura tal legislacio sobre lettras de
cambio, notas promissorias, pre-crip;au, socie-
dades anonyrais, direito maritim) etc. No esta
do B nao se observarao precisamente as mesmas
regras e d'atn nffi uldades as iransacc es en-
tre as respectivas pracas.
A mesma dlversidade se iniroluzir no direito
civil. Aqu o casamento seri i idissul irel. all se
id mi tira o divorcio ; aqu llavera a lloerd ide de
testar, ai. visorar o rgimen da le;itima ; aqu
o coupage e os prenles do tinado serio chma-
los a sacces-ao em tal ordem, all a ordem sera
diversa.
Em materia criminal a diversidade dos cod-
eos ureari serio', embaracos a aJmiinslrc/:j da
jo-tica e d ra logar i frequenie conlliclos.
O cidadio de um esta tu. que residir em outro
acbar se hi collocido ni situagao de um e trai
geiro, e, tramo o eatran;eiro, lera de uivocir .-
seo estatuto pessoal, ou principios lo direilo in
ternacional privado.
E .is,ira o pernambaemo que residir na Bi
'na. o baha ra que se ochar em Pernarabuco. te
ra, antes de ludo, o sentimenlo de que cidado
de Pe.namouraou da Bihia, em vez de ter bem
vivo o seutimeoto de que cidadio de uata pa
tria comraura (ramios apoiados).
O rgimen de legislad-Oes di-ersas sobre rea
cOes da vida civil teode a separar e isolar o- tu
vos, crear barretra; artificiaes entre os eslados,
e esti em completa desbarmooia com os precei
tos do projecto, j san xionados pelo Congresso.
que suporimem as alfaudegas inlerproviocues
os pedagios e as laxas itinerarias para fac litar
as relaoos commer ria-is, o desenvolvimento in
dostrial e econmico de lodo o povo brazileiro
(apa-.es).
OSr. MaiaNos Estados Unidos ocidadio.de
om eslarto ni i se j oiga estrangeiro em outro'
O Sr. Jos UyginoPelo menos esti na sita-
ci de nm esiraogeiro, pois tem de invocir os
principies do direilo internacional prvalo.
Anda ba pou i o nobre depuiado por Goyaz
nos fasia a apologa da diversidade das legisla
cOes, porque cada estado serla nm laboratorio
para a fonancio do direito. Ba pens qae deb
nio poderia vlr senio o atrazo. a decadencia da
pralica e da sciencia jurdica. Onde existe nm
direito nacional, elle o objecto da cultora de
todos os pruxistas, de todos os jurisconsultos, de
lodos os irbaoaes e escolas jurdicas do paiz, e
por essa rallara comraum e por assim diz -r io
tensiva recebe o impulso qoe o levar a ac rapa
nhar os progressos da civilisacioe a correspon
der as exigencias sociaes da najao. Onde, porem,
bk tantos direitos qoaolos sao as provincias, o
atrazo e a ratina serio effe forcas iotellectuaes daquelles qae se dadicam ios
ladamente a cu Uval os. O grande laboratorio
do direito a consciencia nacional esclarecida
pela sciencia, e o direito, urna vez formado, ostaa
por soa ves sobre os costames e a moralidade do
povo.
Servir-me bel de nm .umile para melbor irado
sir o meu penaamento.
Suppooha-se que nao temos urna lingna na-
cional e que cada om de nos se expressasse no
dialecto mais on menos corrompido que se falla
em seas estados.
Bm ves do bella lingna Je CamOes, qae todos
nossos nomens de letras coltivariam e affeicoa
riam como om instrumento apto para expressar
todas matizes do penaamento, todas as delicade
zas do seutimento, tenamot a giria do paulista.
qae abre os o' o', oa do paraense que converte
os o' o' em n u (bilaridaie)...
OSr. SersedelloProtesto quanto ao Para.
Bm Pern itndnco troca se o B por I.
O Sr. Jos UyginoA nossa situacao pois
esta : temos am direito nacional; possoimos om
bem precioso ; realisamos om ideal que para
outros povos cultos somenle urna aspiracf.
Dada a existencia de om direito oaclonal, nio
ba qae vacillar sobre o typo de organisacAo jn-
diciaria qoe nos convem : a unidade d > ooder
qoe tem de almioistrar jastica. Bnire ama coa
es e oaira ba relacoes necessarias. Si o direito
ano, deve baver om top'emo tnbonal qoe cas
se ss sentencas jugadas delinitivameute pelos
tnbunaes snuenores dos estados, qa rado essas
seotenca* forem proferidas contra o direilo vi-
gente.
E' bem de ver qne, si os tribnnaes superiores
dos estados opplicarem soberanamente aos co
sos oecorrentes os cdigos do repblica as in
terpretdcoes e ss pbrases diversas e at as riva
lidades e os ioteresserloeaes, como dit Dabarle,
introdosirio a pooco e pooco a diversidade no
seio desse direito, caja unidade o legislador quiz
manter.
Bstabeleee se pois o seguale dilemma : oo
admittls a unidade do poder judiciano coasoan
te com a unidade do direito, ou para salvar o
principio da dualidade desse po ler, sacrificaes o
nosso direilo nacional para voltardes ao rgimen
1a idade media (apoiados e oj apoiados).
Os defeosorss do projecto allegara em sentido
contrario qoe osiim gos Estados Unidos. Nos
devemos admittir o syt'-ema da dualidade do
poder judiciano pela razio obvia de qoe esse
systema vigora n grande repaolicaa da A neri
ca do Norte.
Um Sr. representanteNio s por isso.
Uraa vosAs crcamstaacias sio moito oatras.
O Sr. Jos Hrgino -Nao lio diverso o nosso
caso? Imita se, mas oio se copia urna consti-
tu icio eotrangeira I
0 Congresso de Philadelphia, qae confeccio-
Doa a coastitaicio de 1787. dnha de crear am
governo nacional, latando contra e espirio par-
ticularista e egostico nos estados qaa eslavam
oa posse do plenllude do poder poblieo.
Nao bavia aioda o sentimeoto de orna patria
commom ; o cidadio Dio condeca e nio amava
senio o sen esudo ; a Uoiio era um ser compte-
lamento a tracto.
Os obstculos oppostos por esse estrello espi
rtt) local ponham em risco o xito da obra ps
trlotica dos Wasbingtons e dos Hamiltons.
Nestas condicOes po lia aquella codsiltoicio ir
alm do ponto a quj chegou em mttera de or-
ganisacio judiiana ?
Os estados tinham os seus tribnnaes, o seo
direito costameiro e estatuario. Os autores da
Coastitoicio oio tentarara expuogir o passado :
respeilaram pelo cootrarij o estado de costas
existente e llanqoeiaram a difH uldade. creando
nma justica excJusivameote federal e bastante
para proteger a lei fe eral em toda a saa ex-
teosio:
Nos, porem, temos leis escripias e uniformes
sobre o direito, juizes e trioonaes consumidos
s ibre as mesmas bases e o projecto reserva pare
o Congresso Nacional a facaldade privativa de
codificar as leis civis, commerciaes e criminara
da Repblica.
O que ba de commom entre aqaelle estado de
cousas n o nosso neU pa> te, e o systema lgico
e cunberente da coostituicao norte americana e
o do oosso pr jeuto de Coostnuicio qoe crea
doas justicas moi pendentes, quando o direito
um s, e i o lo i da protecyio da jusiica fede
ral >.8 codig >s federaes ?
Vejamos como o mesmo problema tem sido
resol vido em ou'.~as federacoes.
Ah esti a picifica e democrtica Suissa.
Os CaniOes Irancezes ailemies e italianos, de
que ella su compOo, lem legis*aeOes diversas so-
bre o direito e trioonaes, cuja organisacio Dio
uoiforme
Esiteiudos os vnculos da Uniio peda Consti-
tuicao de IStS que fan lou a federado, era de
prever que se formara, e de fado formn se
urna torrente de opimio em favor da uoificacAo
do oireito. Essa opiuiao avigmoa se sobre todo
desdt 186(1, manifestando se .'om insi-t ncia em
couleren .tas de jsristra, de depotad m os can-
tese no sera dn Cingresso Ni.lona! A con
ttiiatcio de 1874 reto em pirte atteudel a, pois
uvesiiu o Congresso da atirmuica de legislar
sobre varias materias le direito civil, bem co-
mo sobre, faiteadas e n geral sobre as nlayOes
commerciaes.
Usiulo dessa np irt in'is-i na altriboigio, 0
Coogresso de-.n iira a u 1881 cdigo do direito
das uonga; da repubde heivetiea.
Na Suis-1 oao da outro in rana federal ,-eno
am tribunal central cora tele era Lauzanne, rao-
leado pelo supremo Inoaual ederal dos Esta-
dos Un lo-, l.-to 6, consumido para julgaras
quesl'S su"'ialas entre os can loes ou entre
a tes e a L'iir i A iduiioislracio da jusc i com
pete ao; cani.-.
A eoostiiuicao de 1874 porem, lendo em vista
a unificaci) o direito, autorisou o Ugislador a
alargar a ooiptiencia do t'ibunal ferieral para
assr^arar u exscoeftj uniforme das leis federaes
son-e materia ju-Hiea.
Pul o qoe I. /. a le de 24 de Jund > de 1874,
estabeleceado o principio de que, as causas de
Valor supenor a 3U00 f uncos regidas por leis da
r-'nu ,,,c.i. coubes.i- app'ilaco dos tribunaes dos
cani-.-, para o tribunal federal; e assim o tri
uunai feueral, sobretodo depois da promulgacio
do coduo rommercial, li :ou tambem c instituido
como tribunal de direilo comi^'im e de appella-
cao cora lacio a.- ju-uca- os can loes, o que
importa diser que se anille .o o poder judiciano
na tredida da umii aco do direito.
Si na Suis.-a forem adoptados um cdigo civil
e om coligo criminal para tjda a repblica, uni-
ficados Hcarao ao mesmo lempo o direilo e a
justica pela subordinado dos Ir.Duoaes dos can-
i,- ao rnunjl federal.
A federacio helvtica nos olTerece pois um ly-
no de o _'i i. -.ir) jud'lana mullo diverso do
ly io no-te amencan Nao ba na Suissa dnas
jdsticas paralleas, mas a jusilla dos caiites su-
bordinada a justica f-deial.
A All raatiin ni-, offeece am lerceito lypo.
A federacio germnica veio fun lar a nacio-
nalidad-allrma, creando um goveroo naeioaal
jara povos ds mesma ric/i e da mesma lingos,
sem preju z j da aulanomia la mais larga au-
lonomia dos reinos lucidos e gros ducadje,
prmcipalos e repblicas, que se uniram pela
coiisuiaicio de 1871.
Cen'.rausara ti *e s-nenle os grandes interes-
ses nacin es, os m -sinos que o projecto do go-
veroo provisorio ceuiransa. Com razoenten-
d u se que neste numero ueviam entrar o direi-
lo e a justica.
Para levar a cabo a undicacio do direi'o. con-
plcmento da 1 a patritica qae a federacao
velo reslisar, ura oecessano vencer as raaiores
difliculdades, pois vigoravam nos estados ieie-
raes direitos diverso:, o romano, o francez. o
germnico, o laxnnio, o prussiano. e cada esta-
co linha o seu systhema de organis.icio judicia
na resudado da extrema diversidade da idade
media.
O patriotismo ailemo vencen lodos os obsta-
culos. Foram successivamente proraulados o
cdigo criminal, o do commercio, o do proces-
so civil, o da orgamsacao judiciaria, e esta seo-
do elaborado o cadigo Civil.
O cdigo de orgaoisacio judiciaria estabelece
as bases da or*ani.-acao dos tribunaes, e deixa
aos governos loeaes todas as facuidadas quanto a
creacao desses tnbuoaes, seo provimento, e to-
do o mais quanto se refere i administracio da
jaslica nos seus respectivos territorios.
O u neo tribunal con-tnu lo pelo governo fe-
deral o supremo tribunal com sede em Leipzig,
que tem por fim cassar s seotenca.- dos tnbu-
oaes superiores dos eslados, quanuo forem con-
trarias ao direito em vigor.
Unificoo-se po:s o direito, e, como nma con-
seqoencia oecessana, nnificou se a justica. sem
qoe por isso o goveroo federal se immiscna na
admioistracio da justica dos eslados qae ticou
perlencendo a estes exi tusivamente.
Estes factos me aulorisam a concluir que a
unidade do direito. a posse e goso de um direito
nacumal u ji ideal dos povos coitos; qae a
uniticacao Jo direito pede a undicacio da justi-
ca pe. creaco ae um supremo tribunal de re-
vista ; emfira qu-: a unidade do direito e da jus-
tica compalivel com o rgimen ederal.
Sou toreado, Sr. presidente, a resumir as cou-
sideracOs que pretenda fazer, quer sobre o
projecto, qoer sobre a emenda substitutiva, por
que vejo qoe esti a lindar o lempo qne o regi-
ment de Congresso me concede.
O Sr. Presidente Tem apenas dons minu-
tos.
Um Sr. re aresentanteContinuaremos a ouvil-
o com multo praser. (Auoiados.)
O Sr. Ampbdophio-Tem fallado como nm
meslre que e (Apoiados )
O S'. Jos UyginoAs aotagens qu nos pro-
metiera os deieosores do projecio, resultanv
da des .-enirali-aco da justica, eu nio as poseo
rcei'.ar siuio sob oeneficiu de inveniario.
A justica dos eslados Oca sendo io lependen-
te, mas por que preco 1 Com sacnlkio do di-
reito oaciooal, caja uniformidad nao Rudera ser
ni muda, e prejudicados senos imeresses em
materia de admioistracio da justica. pois o re-
curso de revista latonera urna preciosa garan-
t i para as parles as causas de grande valor,
em que se acbe ern peonado o patrimonio ou a
honra do cidadio Nada haveri cima dos tn-
baoaeb dos estados, cajas sentencas poderio ser
molas vezes influenciadas por crcamstaacias
do meioem que os luisas vivem.
Quanto a jastica federal, a julgar pelo decre-
to orgnico que o Sr. ministro da jastica baixoo,
ella nos trari ama tal cetiiralisaco, qoe sera
praucamente inexequivel. Basta figurar alguns
casos para conveocemo nos dista.
Seg ido esse decreto, a vera oa capital de
cada estado om joiz federal, cuja jorisdiccio se
e?ten lera sobre iodo o territorio do estado. Eo-
tram na competencia desse jais as cansas de
direito mariliaio, qoe, como V. Bxc. sabe, Sr.
presidente, sio por soa natareza sammarias.
Suppunha se que no Recite oa oa capital da Ba-
bia am caoitio de navio acciona o do.io ou con-
signatario da carga para baver oseo frote. O
juiz federal procesoari e julgar a causa. Pare
auera os portes interporio os seas aggravos e
os seas recursos de appellacio 1 Para o Supre-
mo T ibuoal com sede no Rio de Jaaeiro I
O Sr. Araphil pnioO reo pronunciado om
Goyaz recorrer para o Rio I
O Sr. Jos llygmoArriba um navio ao porto
de Mos-or, oode oio baja jais federal Pnale qaem o
lapitio laierpori o protesto, qoe deve ser inte*-
posto em 24 horas ? A qoem requeren provi-
dencias argentes, como o alijameoto, deposito
ou venda da carga, a veoda do navio, eutorisa-
cao para tomar dinheiro a risco, etc. T Muitcs
dios decorreno antes que as providencias legaes
possam ser dadas, pois Dio haveri no logar uma
auiondade a quem os inleressados se dirijam.
Um morador de Petrolina, nos sertOes de Per-
oamnuco, tras ama demanda com um seo vizi-
nlio morador do Joaseiro, do ootro lado do S.
Praociseo, nos series da Babia. A cansa cor-
ren no Recite oa na capital da Babia peranie o
juiz federal. Si este tiver de ouvir teslemonhas
qae morem naqoelles sertOes, li iri precaioria
pan as justiess loeaes, comqoanto a Coastitai-
cio diga que a junsdiccio de justica federal nio
pode ser delegada. (Apartes).
O rgimen da jastica federal este, segando
o decreto do oobre ministro. A inqairicio de
lestemunhas fon da presenca do jais rara a re-
gra nos pleitos, cujas partes oio residirem oa
capital, onde correr o feito.
Entrara tambem na competencia do jais leda-
I,
mi
r
r

(
V
a
v
/
fP


:


Diario de Pernambuco Quinta-feira 5 de Fevereiro de 1891
1
l
I

ral, segaodo crelo, ss cansas da (aseada naci
nal.
O Sr. Campos Salle"Entrara por certo.
O Sr Joe .-lygioo \ caucas Asease sao lin-
da mait numerosas e nlo menos wnaunu do
queaidedlrero maritioo.
O cootnborate rerarsso no pagamento do ira
posto softVt) orna penbora exerutiva, procesaa
do e jal .arto Para iuem aegruva. para quera
appella ? Para o Supremo Tnbun .1 que se acba
nesla capital
Creio lambem qoe o jais fedeml tem campe
enca para julijar. alera dos crimes polticos, os
Crimea de re-ponsibilidade praticados por em-
pregado da Una .
O Sr. Campos SallesOs que forem iffcctos a
competencia da Justina federal.
O Sr. Jos Hjgino Desde qoe naja nma jas
liga federal, os luncnonano e erapregados da
Unio, qoe crmmetterem crmes de res pon k ah 11
dade, nao podem ser processad. nao pelo juit federal. Supoonha se. pois, qoe
m collecior. ora agente riscal da Uniao pro
nunciado e pre o reo pres recorrer* da pronuncia? Ou nao
recorrer oo ha de interpor o scu recurso paia o
Supremo Tribunal Federal I
Ora, Sr. presuenie, recargos, como os de pro-
nuncia, 'ggravo. appellacao, nao podem fer in
terpestos para um tribaoal central, sem offensa
da pnmeira condicic de nma boa organisaclo
judiciaru. islo que os juixe e tribunaes se
achem perto do* josticaveis, problema este que
a legislarlo do imperio resol veo Unto qaaoto
era porslvel resolvel o em uip paii lio vasto,
como o n.wso.
Compreheode se qoe para o ir banal central
se interponba o recurro extraordinario de revis
ta, qoe nio saspen le a exeruyao da sentcnc. e
smente cabe as cansas de .-raode valor, depoi-
de julgidas em I." e 3 instancia. qnaodo oto
tiverem sidj guardadas as formalidades obstan
Ciaes da sen tenca, for contra direito expresso.
Nao esto oo mesmo casos recursos ordirian. s,
sobretodo nos pro -essos crimioaes e as causas
suinmanas. como as liscaes e de direiio mar-
timo.
I'toa tal centralisarao c praticamente inexequi
vel, e, pa a remediar o mal, oo augmentar se ha
considera velmente o nomero dos joixes, erean
do-se tnbonaes federaes de i.* e i instancia,
oo delegar se h i nma parte da jurisdiccao da
jostici f deral aos tribunaes do- Estados, o qoe
nao se compadece cora o prto'-ipio fundamental
do sy-t.ra.i lo projecto.
Nao e dos menores inconvenientes qoe acarre-
ta o redimen do projecto a existencia de doas
magistraturas parallelas e constituidas em con
dicbes moito diversas.
Os jones secciooaes collocados as .apitaes
VauUj mmenle retribuido- e compleUmente in-
dependentes, formarlo oraa especie de n.blns
de robe ao lado da parte mais numerosa da-tu. r
gistratura. cujas coudictes nao ferio muito
mais seguras do qoe a dos nossts professores
primarios.
Hade acceder entre nos o qoe se observa nos
Estados-Unidos A magistratura d >< Estados
all inferior, a todos os resaltos, I magislra
tora federal. As panes empregam todos os m-ios
para porem se a sombra da jostica da Unio.
(Apari-s).
O Suoremc Tribunal Federal, constituido como
juiz supremo das constituiobes e d s leis dos
Estados e anda da rnnstilucionalidade das lei-
federaes. chamado a jul*ar os miuisiros e o pro
prio D'esidente da Repblica, a chave da abo
bada do novo edificio poltico.
O enorme poder dVsse tribunal ser a salva
guarda un a perda da Repoblica.
Entretanto como o projecto o consume ?
Compor ge ha d- 19junes tirados denfe ci
dadlos que teobam 35 aoues de idade e 6 de re
sidencia no paix, e sejam pc.-soas de nolarel sa
ber.
Assim o presidente da Repblica, chefe talvez
de om partido e sectario do principio em vuga
nos Estados-Uoidos de qoe os depojos perlen
cem ao vtncedorfor the rutn tpots, poder
compor aqaellc trnunal cora creaturas soase
lancar a soa espada de Brenno na batanea dos
poderes poblicos.
A emenda substitutiva, Sr. presidente, tem
mais em attei rae a nossa sitoajao, e coosalta
njelbo- os nos sos rateresses. segando me parece,
do qoe o projecto, cojo merecimento est em ser
copia de orna coostuoicao e-traogeira.
O pensameoto que presidio a organtsacao do
8opremo T ibonol Federal, como propoe a emeo
da, io.ooiestavelmente superior ao do pro
jecto.
Esse tribooal eompor-se-ba alm de nm certo
Damero de jones tirados dentre os cidadaos qo<-
teobam os requisitos legaes, de tantos junes
quantos forem os tribonaes superiores dos Esta
dos, daoao cada om deles om dos seos mem
bros.
A presenca do Supremo Trioooal de jaites ti
rado des Iribooae superiores dos Estados nao
O orna tena po om pt nlior da idooe.dade e experiencia dos
meoiios ao mais elevado tribunal da Repo
lici r
Nao me obrando Umoo para entrar oa apre
cuyao das pattirula-idades da emenda, retiro me
ao qoe o seo illostrado autor ja disse a tal res
pello d'esta tribuna
Devo, porm, declarar qoe nao me parece es
teocial ao svstema adoptado na emenda a nter
venci do governo federal oa nomeaclo dos
joixes dos tribonaes superiores dos Estados.
mesa o noj termos restrictos eoi qoe a emeeda o
admi'.te, quero dner, sendo esses j'ines tirados
dentre os do Estado, em cojo tnbuoal superior
e der a vaga, e mediante proposta d'este.
Kao tenbo dovda em acompasbar os qoe pen-
sara qut o provimento e o custeio dos inouoaes
sapenores dos Estados devem incombir exclosi
vameate aos goveroos locaes.
O Sr. AmpbilopboBu acceito essa modifica-
CJ.
O Sr. Jos HygiooO priocipio qoe defrndo
Uto o da ceiitralisacao, mas o da onidade do
poder joiitciarlo.
O Sr. AMDbilophio Apoiado.
O Sr. Jos* HygiooO pnncipio da ooidade da
jostica peJe qoe oa tribonaes superiores dos Es
lado- se subo-dioera a um tribunal central qoe,
em grio re urso e dos caaos previstos por
let, julgoem as questoes resolvidas derintiiva
mele pelos trtbonjes sapenores dos Estados, e
assim ooiformise a jurisprudencia, eassaodo as
seolencas oBeosivas do direito em vigor. O qoe
se cootrapOe a esse priocipio, nao a desceoira
lisacao, mas a independencia dos tnbooaes lo
caes superiores. Noia se qoe o projecto, anexar
de crear doas magistraturas, estabelece em par
te e*sa so>>ordioa<;ae, pois confere ao Supremo
Tribunal Federal a attrioo>cio de jolgar as deci
soes dos tnbooaes dos Estados sobre habeos cor
mu bem como a de rever os fetos enmes. A
jostiga sera orna s desde qoe se 1er a mesma
subordinacAo em materia civil e commercial.
O recurso de rvvisU o insiito'o necessario
para unificar a joslica e manu r a ooidade do di
teitn.
'Nao posslvel, nem desejavel, Sr. presidente,
qoe se abra om vatio, qoe se opere orna com
pleta solocto de coatinuidade eotre o pasudo e
0 presente, principalmente oo qoe reipeita a orna
iostimican, qoe a garanta suprema da nviola-
bilidade do direito.
E i sombra tutelar do poder jodiciario qoe se
acolberao os Teocidos de todas as caosat e de
todos os partidos. E' pela polerc>> d'esse po
der, ins'ituido para ser a vwa tox Ufa, qoe coo
verteremos a liberdades outorgadas oa Consti-
toico em ootras lautas liberdaes praticas.
Sqoremos miUr a sabia con*liiO'cao norte
aroercann. nao basta qoe reprodotamue o texto
dos seos srtigos, oecessario que saldamos t4tn-
bem, como os membros do Googresso de Milla-
delphia, ailiar so espirito de cooservaotismo, ada
piando velbas nstitoicOes a orna nova ordem de
CHW, _
Ha n'aqoella coostitoicio, dix J. Bryce, moito
poD'<.roasa nova e ooiras tao aatigas como a
Hajna Charla. As velbas i08litoi{0-s, accreee-
ta elle, qoellas que u ais fonoas railes lanca-
ram a passado, sao jostamenle as qoe prova-
ram melbor.
NO- temosa boa fortuna de encontrar om di
reno oacion.l e om poder jodiciario unificado
no momento em qoe dos constituimos em Repo-
blica Federativa.
LoDfe de destruir esse legado do passado, de
rxes ama prova lano do nosso bom seoso prati
eo quanio do nosso patriotismo, cooservaodo a
oidade jonaiea, e adaptando a nirJale jodicia
ra a nova forma poliuca qoe adoptamoa.
E' este o meo voto.
Vi s Huno bem f moito bem f
(O orador comprimeotado e abracado por
maito entures represen untos.
1*
3
EXTERIOR
erica de SJmI
as folbas do Rio de Jaaeiro encontra-
mos aa seguinte* noticias :
Chile
O Paiz publicou eatca telegrammas :
Santiago, 28.
Consta qoe o gorerco pretende comprar
diversos navios mercantes, pora rmalos
em guerra e apropriaJ-os tambero ao trans
porte de tropas.
O Sr. Alejandro Frederick foi condem-
oado a 10 annos de priaio polo cooaeiho
de guerra, aqui reunido.
Santiago, 28.
A vanguarda do exercito legal cbocou ae
hontem com um troco de tropas rcvoltadas,
prximo a Ovalle. Oa revolucionarios fo
ram derrotados, deixando oo campo gran-
de quanttdade de armas e manicea. Mor-
rerum alguna chafes diatinctos
Seguiram mais alguna batalhSes do go-
verno para Coquimbo, onde actualmente
ae acha o couracado < Blanco Encalado
A bordo deste navio de guerra foi reco
lbido o bispo Foutevilla, que ser fusilado
logo que se iaiba ter o governo mandado
passar pelas ar aaa o ebefe revolucionario
Alejandro Frederick.
Os oommandantes da eaquadra tomaram
disposicSes para. medida* de reprasalia a
cada acto de violencia qoe praticar a com
missao de guerra squi reunida.
Em Porto Vilos, houve tambem tiroteio
desfavoravel aos revolaciouaros, qoe nao
puderam effetuar um desembarque.
Porto Caldera toi canboneado pelo ra-
sador fCachapoal.
O Esmeralda* e o transporte de guerra
Aconcagua desembarcaran! tropas o mu
nieoes dos portos Co'onel e Lota.
A' hora presente, consta que a esqua
dra est dividida: o iCocrane, em Iqui-
que : o Magallanes,! em Pisagua ; e
O Higgins em Valpiraiso. Os consu
les estr daa de rigor adopt das oestes pontos.
Os revoluc ottanoa receberam grande
copia de mumvoes de guerra e de boca,
viudas do Panam.
Consta que o Sr. Enrique Salvador San
fuentes, general Baquedano e os contra aU
miri.nt-s chilenoa abandonaram a causa da
revolu.o.
Foi prohibida a exportadlo de salitre.
O parlamento chieno de ve reunirse
brevemente em Coquimbo.
O governo encommeadoo a fabrica de
Esseo 20 bateras de campanil* e 120
canhoes de fortalesa, do systema Rrnpp.
Igualmente enorme provialo de plvora
sem fumo.
Partu para Berlim o ministro chileno
ali acreditado.
rpublira *.r-nlina
Datas at 22 de Janeiro.
Reunira^oe a commisslo de orcament"
da cmara des deputados, propondo aa ae-
guintea roducySea nos ordenados de em-
pregados da adminiatracao : de 5 *[, dos
ordenados de mais de 150 peaos e de me
nos de 400, e de 10 |, no ordenado* da
mais de 400 e de menos de 1,000 pesos.
Os subsidios dos deputados e senadores
terso tambem nma redcele de 10 j,.
No duelo entre o Dr. Daviaon, re-
dactor da Defensa del l'ueblo, e o deputa-
do Manoel Espinosa, ficou terdo este ul-
timo. O Dr. Daviaon ia bater-ae tambem
com o general Boech.
A expedicclo Ramn Lista aos la
gos Andino* iubira com felicidade o rio
Santa ruz.
Alm daa candidaturas de Mitre e
Irigoyeo, disia-se que at o fim do pro
ximo mes seriam proc.amados tambem
candidatos presidencia e vico-prest
deocia da repblica Lopes e Roca.
Regreaaara da sus excursio s coa
tas do Pacifico e fondeara na Babia Blan
ca a Argentina.
O ministro do interior ia enviar ao
c ngresso nacional urna menaagera pe-
diodo a rescislo do contracto das obras
do aaneameoto.
Vio ser feitaa moito breve as ex-
periencias com um apparelho inventado
pelo Dr. Albarracin para matar elctrica
mente os animaos, cuja carne consu
mimos.
Fallecer em Solta o Sr. Blas Ai
ras, gerente do Bwnco N-cional.
Brpuklin troioay
Dataa a 23 de J-neiro :
Fasian-se sentir moito os efieitos
da criae reinante.
Xenhuma familia annunciava fastas ou
bailes de ca-naval.
A acrcelo geral dos correios foi
*utornada pelo governo a firmar com a
Inglaterra a convenci sobre volomes
postees.
Segundo ussa folha diaria, o Sr.
Eduardo C'asey, de quem se disse qoe ia
IogUterra com urna commiaalo do go-
verno, foi por conta propria con trac tar
as obras de porto de Montevideo.
O Dr. Elisor, encarregado pelo
poder executivo ir a Londres negociar
a redcelo dos juros da divida nacional.
Levar instruyes que permittem conce
ber grandes esperancas de que obtenha
completo xito a sus muslo.
Por telegrammas de Roma sabia-se
que em principios de Fevereiro effeetnar
ae-hia a cooaagraclo do naonaeabor Soler
como bispo de Montevideo.
Na catun dos representantes tar
minara no dia 22 a discussao do projecto
de redoccSes no orcameoto geral de dea-
pesas para o 2." semestre do correte
anno econmico.
Achavam-se adianUdissimos os tra
balboa de conatrucclo do ramal da via
frrea do Noroeste, qoe ebegar at San
Eugenio. A empresa esperava inaugu-
rar est-t liaba em Marco prximo.
Em varias localidades da repblica
haviam-se dado casos de febre typhoide,
pelo qoe aa folbas reclamavam providen-
was da* autoridades sanitariaa.
O governo publicara nm decreto
eatabeleceodo que o pagamento doa im-
postes em todas as recebedoriss do es-
tado poda ser feito lodistinctamente em
ooro en em papel, ao cambio oorrente.
INTERIOR
BUL DO BRAZIL
Tivemos hontem aa aeguintes noticias :
Bsista* ole teraea
L se n. Jornal do Commreio de 29
de Jaaeiro :
Telegrama desee estado dis qoe foi
compleu e pacifica a victoria da chapa
governamental.
O resaltado conhecido d a asas chapa
80,000 votos e 4,000 a dissideote. A
concurrencia de eleitorado foi menos nesta
,jue na eleiclo geral pela anciedade de
oatrar-te do rgimen legal.
Capital resleral
Dataa at 29 de Janeiro :
A Gazeta de Noticia, sob o titulo Ret
dencia da Repblica, esereveu a 29 :
Das informacSes que temos colhido, re
sultam aa segointes probabilidades qoaoto
a eleiy3ea da semana prxima :
t As representares do Rio Orando do
Sal, S. Paulo e Pernambuco resol ve rain
eleger presidente o Sr. mareobal Deodoro,
o qoe, desfalcados oous ausentes e quatro
dissidentes, d 58 votos seguros.
c Em tomo de Pernambuco agrupam-se
as represeniscSes do Norte st Alagdas.
A do Cear, a pracipio boatil, por causa
da entrada do Sr. oooaeiheiro Aleocar
Araripe, amigo do Sr. bario de Ihapaba,
voltou a melhores aeotimeotos. Sao 62
votos, approximadamente ; maa ponhamos
58, porque ha alguna disidentes possi
veia.
c Santa Catharna acompaoha o Rio
Orando do Sol ; o Paran a S. Paulo; a
Capital Federal, com urna ou duas exoep-
cSd*, vota no marechal : slo maia 24
votos.
* Temos, pois, 140 votos, mus que a
maioria absoluta, que seria de 135, se a
cmara eativeaae completa e nlehouvessem
osorrido doua, deaistido trea, e se retirado
ou nao tomado posse algias represen
Untes.
i Supponosmos, porem, que, em ves
de 140, o Sr. marechal Deodoro nao obte
ana maia que 100 das represe atacSea al
ludidas : faltam-lhe aaaim 35 votos. Estn
o Sr. marechal obter fcil ente, pois nlo
oa urna s dss outrss repreaentaedes em
>jue nao coate amigos, que oaturalmei ts
creacerlo, em numero, quando recouhece-
rem para que lado aorri a fortuna. Se-
guido os melhores calclos, o marechal
Deodoro alo ter maia de 30 votos con-
trarios. Ponhamos 40, descontem is os
hueociados e aa abstences, e podemos
prever que os votos favoraveis sua cu-
eidatura serlo approximadamente em cu-
mero de 200.
Surge urna questio qae ao leiU:
perecer talves ociosa: o Sr. marechal
i cceitar a presidencia ? A diversos re
presentantes que o tm ido comprimen
tar, S. Exc. tem aaaegurado categrica
mente que cao. Te.ho aqui no bclto a
chace do U'i (casa em que S. Ezc. r- si
diu at 15 de Novembro e que sioda hoje
cont oua por sua coota) e estou aocioso
de voltar a ella, diaae a nos. c Votada
s Constituidlo, nem a Virgera Noaaa Se-
nhora capas de me fazer ficar aqui um
s da,* jurou a outros cSe for eleito,
irei ao Rio Orsode do Sul e de l, pas*
sando a fronteira, mandarei um adeusi-
nho ae artigo 44 da Constituyaos (qoe
commina a perda do cargo ao presidente
oo vice presidente que sabir do territo-
rio nacional sem liceoca do Congresso).
i Entretanto, estas pslsvrsa, qoe ci-
tamos textualmente, nlo psaaam talves
de sabidas de bom humor, solfas ao cor
rer da conversarlo para ameriial a. O
empenho do ministerio, os esfor^os dos
amigos de S. Exc. nlo deixam a mioitaa
davida quanto ana ....ceitaclo.
s A e eiclo do vice presidente parece
dovidota; a do Sr. marechal Fioriano
Peixoto, .que a principio afiguravasse
quaai certa, agora eai precaria. Algaos
qoe o qoeriam para presidente, andam
desgostoaoa. Outros a.legam que nlo
cmvm que presidente e vicepresidente
saiam ambos do mesmo Estado das Ala
gas. hor outro lado oa amigos do Sr.
Vice a'mirante Wandenknlk asseguramque
S. Exc j conta com 150 votos cortos.
Entretanto, S. Paulo parece nlo querer
S. Exc., e possivel qoe o Sr. Dr. Pro
dente de Moraes, que tem adquirido
grandes aympathiaa no Congresso, venha
a ser coooorrente terrivel. Informara nos
contado qoe o elemento militar oto v
com bous olbos a candidatura de S. Exc.,
que alia* alo se apresentou.
Eleito o Sr. marechal Deoloro,
possivel que continu o ministerio sem
alteraclo.
t Ha, porm, um obsta nlo, o art. 78
da Constituirlo, que dis :O cidadlo in-
vestido daa fuoccoes de qualquer dos tres
poderes nlo podar ser eleito nem nomea
do para as de outro.
Anda, por isso, grande cabala eotre
os congressifttas para ser rejeitado este
arngo e substituido por outro, que torne
iocompativel somente o exereicio. J foi
spresentsda emenda neste sentido.
c Pasear?
c Se do paassr, de crer que o Sr.
marechal nio conaiota no sacr ficio doa
8rs. Aleocar Araripe e Lceos, mem
broa do poder judiciario, e d lhea sub-
stitutos.
Sob 0 titulo Immigracno para o
.Voris, disse o Jornal do Commercio ds
referida data :
* 3m todos oo tempes o governo do
Brasil tem aaaegurado aos immigraotes
plena I i bordado do esoolba quanto so ter-
ritorio ou localidade da sua collocaelo e
esta tem sido urna das causas pelas quses
tio desigualmente se tem repartido a im-
migraclo qae, aoadiodo em grande nume-
ro para uns pontos, escassea ou aboo
latamente nenhuma para outros. A col
mselo do norte por estrangeiros tem lu-
tado com esta difficuidade. Oa recem
chegad is preferem com razio aa regiSea
onde a immigrscio tem laneado raises e
oods, portanto, podem achar coatamea que
slo os seas, lingus qae a sus, todos os
lacos emfim, desea convivencia social que
tanto facilita a vida a quem deve inicial a
em pais que descoahece.
< O Sr. ministro da agricultura nio in-
terromper essa boa traditio, antes todo
far por mantel-a como principio easen-
cial ao andamento do problema da ooloai
sacio. Entretanto, consta nos que, viva*
mete empenhado no promover a colonia
ci de territorios do norte, proporcionar
aos immigrantes, qoe para alli quiserea
dirigir-so, especial regimeo de favores qae
Ibes oompoDsem a iniciativa, pondo outro
sim particular cuidado em qae os immi
gran tes, por tal modo attrahidos, sejam
verdadeiros sgrioultores, aos quaea serio
de prompto concedidos lotes de tenas
com essa provisoria, sement*, ateocilioe commemorar o passameoto de Beojamia Conttsal reo r, em signa! de
agrarios, aniases o alimentacio at a pri- ti sendo trabalbada oa Casa da Hoeda do Rio lhadaescrivaosuss* sa
meira colheita ^^ I de "Qeiro 80D eite pensameoto : I oaro.
Representa o'ama das races a imagem da Re-; o-Br. lliihass.
i publica em praoto, jonto a orna columna que-' pentaorado.
brada, tendo ao lado ara livro em branco e nma' solemne prova
bem traba
i ama peona de
Para este eAfeito ser utiliaado em
Pernambuco o ncleo colonial Snaesuns
que offerece todas ss condicSes desejsveis
oollocscio de inmigrantes, j pela fer
tilidade da trra, j pela viaejb que o liga
ao importante mercado do Reeife. No
referido ncleo alguma: familias, nacio-
naes e estrangeiraa, ha estabelecidas que
vio bem. Orande parte, porm, dos im-
migrantes para alli eacaminhadoa for-
mada por eperarioa afeitoa a trabalhos ur-
b nos que naturalmente avessoa aos mis
teres do campo, alo slo os qae Pernam-
buco pode dse jar.
a Nio poucaa vezes temos feito sentir
quanto, por um lado, oeoesaario e. por
outro, i difficit collocar utilmente immi-
grantea em trras do norte. O problema
spero e parece nos qae s mediante
rgimen mui especial de favores, e des-
vellads e pro oogada proteccio aos immi-
grantes, ser possivel tentar semelbante
empresa sem risco de arrastsl-s a malo
gro certo. O Sr. mioistro da agricultura,
natural de Pernambuco e tendo por veaea
administrado aquella antiga provincia on
de fondn, ha longo* annos, a colonia Isa-
bel, que passa por modelo de estabeleci
meotos congeneres, reno todos os predi
cados para esolver com acert problema
to escabroso e, ae iato conseguir, ter
prestado ao norte servico de alta relevan
ca com que muito terlo de lucrar os sena
agorentados intoresses econmicos. >
espada oaa cabida de soa dextra
recebe, del
Em segando piano um salgneiro. ao foodo s mo(lto a'oe a
vista da entrada da barra, e era ura canto infe I Vo Dr Joi
or o esboco da escola militar
Na base da col a ai na l se a legenda do boina
nitario hroe s na outra face a sua effigie.
A qoe val ser offerecida por urna com mi-tao
de repuuli' anos blstoricos a familia do mesme
REVISTA DIARIA
Oa nato secretarse* ele essaa*
Conforme ha'ii prometido o collega fljmiu use
Diario do K'.ommrrcto, comegoo a oceupar se do
novo pess< al que sunstiiuic os membros do go-
veroo provisorio qoe se sepjraram do Sr. mare
chai Deodoro.
As coasiJeracOes qu o collega tem produxido
a re.-p-i o, vamos passal as para nossas colom
uas afiai de proporcioaar o respectivo conbeci-
mento aos acusos leitores.
Bario de Lneena
0 dpsembargador honorario Meoriqoe Pereirs
de Luce na, juu da vara dos feitos da fasenda
desia capiui, Barao de Lic-na. por occaatao da
promaigacao daurea le de 13 de Mato de
1888, natural de Pernambuco e abi lofloeo-
ca poiitica
Coraecou a salientar-se por occasiao da qne-
oao religiosa, no Reclfe, exercendo o cargo de
presidente da provincia, delegado do gabn>te
Rio Branco e empesbado fortemenle em manter
o Ccpticho do mesmo governo costra o bispo
daqueila diocese, Fre Vital, qae com taoto de
nodo di fenden ento osdireilos ds ten ja.
Deputado por aquella antiga provine a, foi l-
timamente eleito presidente da camaia dos Srs.
deputados, e conbe-ltie a honra de presidir as
memora veis ses'Oes em qoe aquella roruo-acao.
acompaohant'o a vocUde da Sra. Dona Isabel,
entao Prmcea Imperial Reg> ote, voioo, qoasi
qoe por aclamacko, a Abi liiio da Bscrsvidlo.
0 undo presidente da provincia do Ro Gran
de do Sol, o Bario de Lorena leve occasiao de
eatreitar rela(0es com o Sr. marechal Deodoro
que, comprebeodeodo a energa e a prudencia,
qoalidades que se ailiam do cavalhetro se qoe
nos occopamos, dedicoo-lbe particular estima.
Peila a poc bmaio da repblica, foi chamado
o Bario de Luceoa a esta ciaade e e notorio qoe
S. Bxc. priva com o chefe do governo provi-
sorio.
Acceitoo o cargo de secretario de Balado da
Agricultura e oceupa tambem ai mitra* o da
Jostica.
Peasoa inUna do Sr. marecbal Desdoro, o Ba-
rio ae Loceos esta naturalmente de scrordo
com o plano administrativo de ebefe do gover-
no ; e, t uosegointemeate, o que se lee oas car-
tas ltimamente publicadas do Sr. marechal
Deodoro, temos a cei teta de qoe est sanectooa-
do pelo novo ministro.
Come serveotuarie interino da pasta da Justi
ca, o Sr Bjrto de Locena ter occasiao de de
monstrar us seos conhecimeatos sobre a admi
nistraclo da Jostica ; e, eotao, taremos oocasiio
de verificar at qae ponto o Sr. Bario de Lacena
aproveitar o sea tirocinio de magistrado e e sea
carcter eoergiro e prndeote.
A nossa expectativa sjrap-tbica. Desejamos
nlo ter occasiao de estar em divergencia com
S. Exc.
silla OperarlaDo baorado director en
genneiro ebefe da elrada de ferro sol de Per-
nambuco recebemos hontem o seguate ttleg ara
ma :
Una, 4 de Fevereiro s 11 boras e 46 mino-
ios da mano!.
Cbrotkrat de S. director Sol de Peroam-
boco ao Dr Felippe de Pigoeiroa Paria.
Inaugurada hontem servico con?liocelo Vil
la Operara, aiseoiaodo ae pedrs escola, qoe re-
cebeo u oome de Benjamn Constant.
Inaugurado tambes trasalSo vaccioacao
animal com a coadjovacao valiosa do Dr. Fal-
cao.
Peco communiqueis voisos collegss impren
sa.
Desastre asa estrasla ae (erra de
s*aala AstastaaEscreveram nos em 6 de
Jaueiro :
Montada a oova machina Paulo Affonso all-
mmente ebegada, foi designado o dia fO de Ja
neiro para experiencias, <,ue foram feus pela
manna, por doas veses, com boa* resallado*.
A' tarde, 4 1/1 mais on meaos, resolveram
fazer om terceiro passeio, o mecto- Antonio
Joaquim de Soasa Caroeiro, tbesonreiro Luis
Jos de Moraes, eootador Ameneo de Agaiarj
ptado, gearda-livros lolerioo Vicente Ferreirade
Sooxa, foguistas Francisco T-ixeira de Soasa e
Agostiobo Jos Nogoeira, rarpisleiro Maooel Al-
ves Pereirs. mestre de offieioas Bhaa Carnlbo,
macbinisias Manoel Fernandes BulbOes e Antonio
Pereira Garca, fiscal da lioba Antonio Fr*ncelino
de Meoes8. tr-balbadores Rajmaodo Naoes e
Antonio Galdiao e o eogenbeuo mechanico, en-
carregado da montagem da macbioa, Pedro Shel
medloe.
Dada a partida, sabio a machina e tender,
do reserva'orio dugos da estacio central, com:
forca de 150 libras, em disparada, cham.ndo
logo a alteocao dos qoe presenciaram a sabida;
e, oa vetoeidade em que la, ao ebegar no Scelo,
a 1 kilmetro da estarlo central, oa 1.' corva do
i.* boeiro grande, desencarrilbou o tender, qae,
forcaado a machn na 1 corva, arrebeotou os
parafusos da jacelo dos trtlbos, rolando machi-
na, tender e pessoas aue nelles se aehavam.
pelo aterro abaixo n'ama profundldade de 18
metros, fleando logo esmagados, queiraados e
mortos os sete primeiros cima mencionados e
coniaodidos e feridos os oeiros.e s maeoioa e
tender em estado deploravel pela altara e apor-
tado em qoe se despeobou
B-palhada oo povoodo a noticia do desastre
qoe flcou 1 vista, pa a o local affluiram os seas
moradores, lamentando o incidente qoe era de
cansar horror I
Condolidos os mortos e feridos era troly
para a estacao central, abi o qsadro foi de alo
se poder descrever.
Viavas, parales e amigos das victimas, ea
prantos e gritos, laocaram-se sosre as asesinas,
sendo imposstvel cootel os nos seofcmeetos qso
se tornaram geraea pela boa ndole de todos que
soffreram no desastre.
. Fet-se, no dia segointe, o enterrrnoslo dos
cada eres, depoisde terem as autoridades lomado
conbeciment do facto. loclasive o Dr. juix de
direito interino da comarca, que eslava se legar,
Meando a imo essao dolorosa qoe jmala ser
esqoecids pelo povo de Pirannas.
Dos feridos eslo alada gravemeele o mes-
tre de offieioas o mscbisssta Garca, o Bacal da
hnha e o trabalhador Ravmaodo Nimes, estando
salvos os dessaia.
Picaro seis vovss e grande numero de crian-
cas oa orpbandad?, cojos pais legam-lnes. ape-
nas, om nome honrado e oraa lembranca triste
do desastre de qae foram victimas >
edalaaa rissarTratfTTiT que
Hnado, toi iRualmente incumbida I execoc&o
da mesrxa offiema, ja achando se .irotnptos os
cunbos dessa medalba popular, qoe ser batida
em ouro e palladlo.
A medalba tem o'ama face o basto da Rep-
blica e a data de 15 de N iVciubro de 1889.
No reverso o escodo da Reputilica e. ao lado
de ama grinalda de looro e carvaloo symeinca
mente disposta, a segara e inscripcio :<> povo
braiileiro aos seos beres. A' memoria do ira
mortal Benjamn Constanto patriareba da Re
punlii a 1891.
Knconiradu anarta No dia 18 do mes
(iodo, em AuiDho, no lugar Queimadas, eocoa-
troo-se o cadver de Francisco Ferreira Callado,
aili coahecido por Toi a.
Sospeita-se um crime oessa morte, e por i-*o
a amondade diligeocia no sentido de descobrir
s ve'dade.
Mubdelesjaelaa aellelaeaAssumiram
o exereicio os -ul>det-a ios dos dislriclos :
De Tikipi, Firraino Maooel da Silva Braga.
De Cabelleira oo Botuto, Joas Fernandes de
Araajo SdOlos
De Bom Jardlm. 1.' Jos Pinto da Silva Santos,
Idi m. 3.a Jlo Jacihiho de Mello.
Perdrram felltaTres pracas era
rotula ooservaram, hontem por i hora da ma
druRada, de lenge aluda, em caibro de encost
ao armaxem a travessa da Mtdre de Deus, de
que slo proprielarioss os comraerctaute* Sooxa
Basto, Araorim A C, e perto do mesmo arma
xem dous ialiviaucs, que 1 *pj-oxi n i^o das
mesmas pravas, 3e soseram ao fresco e n cor
hda ao.Tta. irapossinilitando assim e pela dis
lela o seren alcancilos os perseguicao,
Era ama visita que aquella bora ara faxer
qaelles coramerciaates, e nio realisaram na
somente pela ebegada da ronda, que aflu fex-
Ibes perder o fem da obra ja comecada.
0 respectivo sablelegado lente Santos N--
ves, tomn coii-cunenio do facto procedeo
desde logo a dihgea:ias a> sentido de Jeteo
brir sqaelle* venadores ooetnraos ; co ittaua
era tuvestig<(oes, tendo no entretanto feito ap
prebeasao do caan qae es isr&pijs aa fuga
asaii'lnn ir.iin.
Ferlminton leves -A' noite d-i i do cor
reole e na ra de Santa Tne-exa, foi ferulo leve
mente Claodioo L turnio Tavares, por FreJerico
Joso Tavares qae foi preso em flagrante.
ropasadora da Bas VisitaE n vir-
tude de deliberaco da respectiva congreitacao,
as aalas da Escola Normal, maatida pela Socie-
dade fropaitadora da Boa Vista, aorir-se bao no
da 11 do corrate mex, encerrando se porm as
matriculas no da 7 (sabbaeo).
Trea fsenaes -Eslraram aotebootem. no
Tbealro sani.i IsaDel, os ootaveis artistas que
se otitolam Ot tres bemes, e o nao menos so -
prebndente auvinno Pedro Valla.
0 tbealro leve urna eocbente regular, e os es
sectadores foram accordes nos applosos qae
tribatsram aos artistas, os quaes diverjas vexes
oizaram os 8t os trabalhos geraes pedidos.
bao realmente notaveis os tres bemoes Tocam
com mesria diversos iosirumeolos e nos de cor
dasviolioos gonarras, violas, etc., faiem prc-
digios. tirando soos arrebatadores das corJas
de laes lostromentos. friccionando-as de eocoo
tro a qualquer objecto.
Todas ag pecas execotadas o foram com ad
miravel correcelo, sendo mais qae todas bellis
sima como execucao e como composicao. a qoe
ti cavam 008 salios.
0 commeudador Valle, o advinbo, faz om ira
baibo curioso e loteirameote novo no nosso pal-
co. De ribos vendado, e lomando a mo da
pestes que o Interroga, apprtbende o qoe tem
essa pessoa no pensamento e execota o qae m
peto Ibe ordenado.
Vale a peooa ir ver os trabalhos da Compa
ntiia 0. Garraas.
Hoje a Compaobia di o seo segando e penal-
limo espectculo, com om programa novo, do
qual fas parte a eecBClo do Hymno Nacional
nos goixos.
i auada de daa asssBSBBaa Em mesa ge
ral, reooe se boje a irmaodade do ^eobor Bom
Je os oo Pasaos, erecta oo Corpo Santo, pelas
11 boras do dia, para tratar de assumptos de
ioleresse da mesma irmaodade.
Aanorlarao Medico pfearsaaeealfea
No local e bora do costme funvciuna boje
esta associsclo em i' sessao do corrate anuo.
aterreatla Jutentude- Esta socieda
de da om tarto carnavalesco, na noite de 7 do
correte (sabbado). Para o que se acbam ele
gan temen te decorados os seos saldes, promet
teodo a feola ser moito attraheote.
Agradecemos ao respectivo Conseibo Director
o delirado convite com qae nos ralmoseoa.
U re mi o Berrrallvo da eclfeTam-
bera esta ostra sociedade da um sarao no do-
mingo de carnaval, 8 do correite.
Os seos salces esto decorados com arle e
gosto, e a festa deve ter boa.
sTalleclaaeata Cum 63 annos de idade
falieceo bonum, victima de orna broncblte
se sommsmeote
a asa ca palavras, a
seso o amtsade qoe
sssablante a com
'apenasen lava.
Jos Basas Brsarra Cavaleaote Filbo,
em oello Htiprevirw, sssntspi'taii'lo o elevado coa-
cello de >ue Rosava o Isr. H sbello, de quera se
confessava especial atase e admirador oas suas
raras quahdadt, tsraoa patente pelas -oas
phrases eolerscciaas, a sea pesar pela retirada
do Dr. Hisb.Ho, d esa essaarva.
Finalsseote. a awssWaar Maaoel Uenrique,
em tensos bravea, exansaao o elevado juizo que
serapre ha via feae a Br. 91000110. pelos seos
actos de jo Mica, e pariaato esperava, qoe etle
te:minasse a sus jacaisra oestacomarca, como
trminos. geralaaaSt mnsitrads e respeitado.
Em seguida, e a eosvite do Dr. Gongitves
da Ro_ba, foram Isdss jaotar em soa casa, d'on-
de depois sjBjtjtJssjBj esa arempaohamenio a pe,
com a raasica. as* asata teraunsl dests villa,
oti.t.' se a navam os rarroc qoe forem oostos a
disposico do Br. assdjsjBa para soa condcelo.
Foi asskn, qse seauH de 4 jo nos e 8 me-
tes iocom pelos, scsiaaa se desla comarca o Dr.
Crrela de Mella.
Urna tal msAifcacafao honra tambem aos qoe
trum vera id.
CasMMBMsnie alai Isa jais do i* dls-
tncto da c marca furas aatiUi.ids os seguales
casamenios :
aaregJo
De Sergio Gomes de Soasa com Anna da Con-
ceitiao Bapusta, sorteara, morador, s na fregue-
sa .le S. Jos.
D- Alfredo tnaoaescw Ferreira da Silva com
Francisca Casemtra ds Silva Bibeiro, golleiros,
moradores em S asae.
De Francisco da eaaJa Soasa Lelo Jnior cara
Mana Mar olina Tavarea, sotleiros, moradores
em S. Jos
De Jo.qaim Besrrra de Erito cora Damiana
L-lti- V'ieira, elle aSaSses e ella viuva, morado-
res em s. Antelo.
Nao houve 1* s^rgo,
s 7 horas da noite fbaccjuoa ea ses-o ordina-
ria essa associaclo. eso sea sede oa vistnba cida -
d- d-- Olinda.
Club Trea stasaanai fiegeq esse Club
em sua ultim settfla a respectiva directora,
que a base asim eecBpoeaa :
Presidente c viee-diiosaooeenno Mathiaa de
Sin Anna e Mano-I L>a do HascLneato.
SecretarioPedro Joaeaim de Arauje.
Orado-Arinor Siivesm so Mo-ite.
Tbesoureiro Alvaro Goura Jo Ar.aanjo d Mello.
ProcuradorPedro rVreira dr Olive.ra il-.niss.
FiscalHraaeasea Rioeira da Stlra.
Zeladcr Aotooio >ia Rucha Ar- ojo.
KaabarstM*- -Kinteireoa oo domingo ultimo
e sega 10 a boruu do aojaras Santa com oestitn
a capital federal o Sr. Aiferes JosMariacno Au
gusto de Morar, tae al ti foi chamado 1 servico
pelo goveroo
Agradeceodo a nsia sav oes fes era despedi-
da, temos a desrjsr-iee ama IVIis viagm
Propacadara daaaaaMrsraeae Pabl
eaEm sua scee a aa ot Gervasio Pires o. 18,
reun e-.-e bt je pete- S aa-aa da unte o cooaeiho
sapenor desea so-w aaa*, para tratar de neg
ci urgeo'e.
WoctedadedisslsssalB d Haaaretb
Segundo o lialaacea* a 1" lumestte do anno
social de 189v91 r 4* da sasdssjta dessa socie-
dade. as saas sarrarsVs as r- cena e despexa fo
ram as qoe cosoigasaias em segaida :
fiu30
80*840
JIJO
170
106A80
r4#950
Saldo do f trirjilrv
Quolas de sociss
Jolas dos mesaos
Donativ 9
Resallado do taima de 8 de
Ei 11-licencia fe a
as. 1 I 33
Saldo existente ta 1*
de 1891
saraansa
as isouaoies dos
Mr no re a
Lemos no Jornal
de 19 do Bei&ader
0 decreto de I de
de ti cbndicsrt di
latineas e ib isa*
seosivel larsaads
quando 1 5o fi
elle bas'ante para
Boje, sjas a
com graode
3ubii.ettiao as
panes coitos.
pan Das rosoitdi 1 ra
tos da hygiene sea osa
dot, qoasea "
e ai cmdiioe*
nam impresc
regulan-
1 menores oas
ptsBBcher ama
(**, atira, sois,
otivo, sera
os elogios.
se esenvolve
das criancas,
da fes em todos oe
atsasjBi em um
D qae os precei-
0* des presa-
e rasar do nosso clima
sTesta capital os tor
O decreto a
mate 1 capital
ri; i por meto de
fiscalisai lo das teavatas e
boa, porqoe esiaJalrcs a d'
dade de cada
vameste entsiregada
mais servidas
confiadas ares
Quanto la
ra t.erleitaarjeate a>
talas de ilgam
0 regsl
ac us pontos
horas de tra
xoi, esperiBvi
considerados pr
Subre este
ai dispoiicee
art. 5*, por cicas]
Iho, iscfasive a d
mingos e disse*
das seis horas da
SBjalasjfr da, sea
15 annos.
Eta diseesifJBB,
do se trata ds
canso comer
inleiramenle erabas
ca(ao da palavra
Hi ofliciaes qse
cbronica, o teoeote aposentaco do corpo de po- onerSuo de qialsjser
licia Jcaquim Herculaoo Pereua Caldas, oatoral
do Rio Grande do Sol, maa desde longos annos
residente em Pernambuco.
Era casado, e deixa tres filbts. urna ampara
da, pois e professora do povoado Pregaicas, as
duas ootras em extrema pobreta.
Era o linado om bomem honeste e traba ex-
cedente coragao, e com laes predicados nio ae
pode juntar tortona. Por laso apenas liga i fs
milla om some hoo-a lo.
0 teo ctdaver foi hontem sepultado no Ce ni
teo de Santo Amaro.
Noss s condolencias i soa desolada familia.
Club Bepublcano Martina Jnior
No na 14 uo coi rente, 1* 6 horas da tarde,
devem reunirse os socios do C ub Republicano
Maruns Juoior, na roa Viscoode de Alboquer-
que, o. 44, atim de eleger a nova directora e
tratar de assomptos pol tiros.
Ha elaterio prlaaarla A commisslo
execoma do maKisierio primario rene se ams-
obl, s 4 boras da tarde, so 1* aadar do predio
a. ti do pateo de S. Pedro.
ervico astillarE' boje superior do dis
o cidadlo capillo Leoncio, e fts a ronda de vi-
sita ora offijial do 1 batalbao.
O 14* baialhao dar a guarnidlo ds cidade.
Fat dia ao quartel general um Sr. cadete.
Uniforme o. 5.
(lab Beneflrrate daa OfBelaea da
tiuarda \aelooal Na ultima sessao deste
Cluo, d.-pois de aporovada a acta da aatenor e
lido o expediente, foi oomeada ama commisslo
para se entender com o goveroador do Estado
sobre interesses do mesmo Clob.
Resolveu-se traoifarir para lo a assemb'a
geral que (ora coavocada para o dia 8 do cor
reote.
Foram aceites como socios os capttaes Bollar
mioo Leoreoco daSilra e Tbeodoro Herminio
dos Santos Costa, o teoeote Francisco de Lima
Coutioho, e os alteres J ose Xavier Faustino Ra
mos Neiio. Antonio Cardoso Silva e Isidio Ro-
drigues das Cbagas.
a. nova reamlo terl lagar araaohl.
aaifeaiaedo Bscreveram-oos da villa
d- l*uaia>.- em 31 de Jaueiro prximo fiado:
Hoje, ls 3 boras da tar le, quando eslava de
partida para esss cdsde o Dr. Hisb-llo Florea
tino Corris de Mello, com sua Exraa. familia,
fui surprendido por ama manifestaco. t'.resci-
do uumero de amigos e seas ex-jarisdicciooa
dos, com ama banda de nosica, aingiram se a
esa de sua antiga residencia, e abi o Dr. Gon-
calves da Rocha, a qaem coob? ser o interprete
dos seotimentos dos manifestantes, em nem si
gniocat'.vo discurso, co qae toraoa saliente as
sistioctas qoalidades qae caracienssm o Dr.
flisbeilo, quer como particular, quer como func
conano publico, disse. qoe alo nnbam festejar
ao jais qae chegava a comarca para administrar
jostica, mas sim, que vinbam dar ama publica
demonstrado do qaaoto sabara coa iderar e
resseitsr so totegerrimo magistrado, qoe te re-
tirara, deixando om oome honrado a todos os
retpeitos, que jamis seria esqoecido pelos seos
sinceros amigos e ex jorsdiccioaadot.
< Bm cootiooacio, uTerecee por parte, nlo s
dot manifesUBtes pre-entes, como dos qoe por
applicado so-
a sersieD espe-
rararregado da
Amedidse
a rcsaoaakbili-
oario, exilosi
rcao prestara
atbibaigoes fosee
a enem esiivesee
ervi(o.
s as decreto, embo-
por isso eslo
principalmenU.' em
o uaximo das
de amos os se-
sspo os trabalho
Smfaocia.
senos psrecem
pr.uirabilidade. No
qealqaer Ira ba-
sar tsncioss aos do-
e bem assim
ds macha, em
de acebos os sexos at
s do aaior alcance qnan -
le eerts isa de, cojo des-
Barmente 1 eoite, Dio
aaf tamo aerase s signi-
lnemasiaoo elstica.
1 imitado numero de
foi dscrstsda. pelo goveroo ds RosuMka pars drcamstancias iraperosM deixaram de compa
operarios ; temo sav t artel a, as fabricas de
flores, qu f te asuarasa da trabaibo dos meno-
res, como po, al pasabor ene es propneU-
rios lancera asa rtssas saeasres para o a asis
da casa nos tai sdandas e for das baras mar
cadas pelo regsfosarain T
N'esat diipasscse aa ndaet em excesso de
sentimenUlisma. sjae, laagc de favorecer os mi-
nores, prejodica-as.
As prescripcies da iit,asdi sarte referem-
se ss propriaa onsrsaaa, aaa veatilacio, etc.,
tkialmeote, as easdajaya sssaariass das fabricas
e dos depsitos das assaassa^avaa.
0 art 6> iispeesjae as oacioas destiasdas
so trabalbo serio ssssassaaasl sir esp .cosas e a
respectiva cabagem tal, ase cada operario te-
nha, pelo menos, 9 metras rasarrii de ar respi-
raveL
. 0 art. 7 traes sa vesnsaco can termos pen-
co vagos sem referir-te asreeco dos ventos ;
e o art. 8* preaereve eme o este das omcioai
ser perfitauauass saneee astaermoivel e 01 de-
tritos incoovasssaaa* svnaa'smate removidos s
s aguas servidas esgonadat
Estas precssa^essloiacoatestsvelmentee-
cellentes, mas arssapeaem tu esudo de comas,
attinenles 1 msotcipaiidadr. qae de facto ale
existe. Astee de prescrevel se. compriris til-
ves confeiciooar aa bom codire de postora*,
normalizando a coastrareso do* edincios.
Quant is eesdtreetiee as atea feito, entre oi,
mesmo n"estes aliissna temsaa, sobre solo seco
e tmnenneavel T ___ __,__
Quantas casas, mesmo nobre, se ?***
eoosiderar bem orteausa*. ser srtflcislmeoie,
qner pela dleposie* dss ssadas em dueecao ss
correales de sr T
Nem ama. --
. E como deesssssvsffir as i|raas mrvwss e
o detritos? UacaaaV* as aos no* de fracs cor-
restrta, qae sao eseosadearo nstsral dss mon-
UoIms. aogmesaaadsa-eae moda ss causas de
lnsaluerdaiie. _____ .
. A iassacJar cmlijiiL fennuleu om qoes
tiooario em qa asas as ssmtos relativos ajaba-
balho das crMoeae e absiiHuao dai fabricas
erara tratados por saas tssstiiuuisi faces ; ji aa-
^




i



4


>
h'rtonaente, un. di ectoria de
hygiene, delegado jumo As commissoes d
pracas e de bygi. oe da extiocta amara moni
dpal. (ormoUra posturas obre coastroceees. tm
todo* M MU delata, quer b ygieoicos quer ar-
ehitectooicoj, itiabavBdo inimi todas as oe-
ceseldades. Infelimente, porem, oadaou pooco
nada ae aproveitou d'esse irabalbo-e O resultado
o qoe te esl observando, ji nao dixemos rea
tifamente aos domicilios, mas as fabricas.
E ninguetn contestara de bi mente, vendo
laucar os aiicerces por ezemplo, das fabricas
que se esli coostraindo oo bairro de S Curalo
vio, que, oto se lendo procedido ao preparo do
terreno e sabendo se que toda aquella rea ti a
alagada por oecasiio das chitas torreociaes,
Diogoem contestara que debaizo de cada orna
d'essas fabricas se esconder am pantano ; e que
A preferencia d'aqoelles sitios presidio antes a
inlencao de aproveitar os nos para despj i das
aguas servidas, do qoe a exceUeocta da locali
dade.
< Nao sao novo s, entre nos, taes factos ; em
feral acontece qne as medidas, que deviam ser
complementares, sao decretadas aa'.es das qoe
le deviam servir de base.
Por falta de plano eral e harmnico, cahi-
ntos sempre em em baracoa, dos qoaes so pode
moa sabir tolerando as iofraccOes, o qoe da en
resoltado o enfraqnecimeoto do renpeito as leis-
Nao obstante estas coosideracoes, nao rvga
tea remos louvores ao decreto de 1 de Janeiro, e
priocipalmeate ao nobre espirito qoe o ditoo
Lamentamos, porem, que lio depressa dai-
xasae a pa-ta do interior o Dr. Osario Alvia,
pois certameoie completarla elle as disposicoes
d'esse decreto, dotando-o dos meos de tornal as
uis pralicaveu; al mesmo porqnr. nao se pode
com justica tornar os indosiriaes respoouveis
pelos vicios de coostroccao das snas fabricas e
oficinas, porqoanlo so muninpalidade cabe
togislar sobre lio importante assumpio.
Trlaamal si* Jury do Beelt>Ainda
bonlem nao nonve sessio n'este tribunal por s
haverem comparecido 35 joises de ficto.
Pelo Dr. Francisco Dumloguea Ribeiro Vianna,
presidente do Tribunal, foram multados em 20*
os seguales jurados notificados, que deixaram
de comparecer:
Antonio Mamede de Macado.
Alexaodre Alvim da Silva.
Angelo Gabriel Carneiro da Cunba.
Alvaro Urtfca Carneiro Lelo.
Antonio ieaqoim Goocalves Praga.
Alfredo Artbur da Costa Mooleiro.
Apollina'io Carneiro da Cuaba.
Antonio Seraflm da Silva.
Anmalo Carlos de Prestas.
Benedicto Goetbchell.
Capilolino Candid > Ucboa de Gusmo.
Delmiro da Crea Gooveia.
Prneato de Vasconeelloa.
Ignacio N'ery da Fouseca.
Dr. Jlo do Reg Barros.
Jone O Mor Gomes de Almeida.
Alfred. *- Uemos Leal Beis.
Joaquim 'occalves Liana.
Joaqun Nicolao Fer-eira
Jos Cnpertioo ds Silva Praga.
Jos o> boma a Mello.
Jane E"a< de Honre.
Joto de ajota Reg.
Jos de Medias.
Joaqotm Marta Pereira da Silva.
Lnis Jos da Silva Guimaraes.
Luix Borlamaqui.
Maooel da Silva Boa Vista.
PorHr o Albuqaerque Maranhio.
Sebastiio Jos Gomes Peana.
Antonio Austricliaoo Moraes M. Pimeatel.
Antooio Alvea Barbn Pilbo.
Affonso Alberto Herbsler.
Antonio Waoderley Lins.
Antonio Gomes da Silva.
' Dr. Bonifacio de Aracto Parta Rocha.
Dr. Celao Florentino Heoriioe de Souu.
Cenar Lopes de Medida.
Oeltino da Silva Tigra.
Dtogo Antooio dos Santos-
raesto de Camino Paos de Andrade.
francisco Antonio de Miranda Dorio.
Francisco da Pula Marinho Faicio.
Jane Cavalcanie Ribeiro da Silva
Jos Lais Pereira de Mello.
Jos.- Tel les do d Mallo.
Anasfn d Sirva Camin*.
Joo Fraodsco no Bonsn
Vctor Alvos Matosas
el Praeeisco Parea 4a Coala
si Goooalvos Pvrairs.
atoaos! tigaii Patoire dn Silva.
Pedro Barraso ds osmio.
Vicente Liento da Cosa Compeli.
Diario de Pernambuco Quinta-feira S de Fevcre.ro de 1891
Amooto Aoga-to Feraandn.
A iloo 10 JuO Fernaodea.
Dr. Antooio I.-lin de Sonu Pontea.
Aotoaio Ucni Carneiro Lelo.
Bernardino da Silva Ramos.
Candido Augusto de Alboquerque Sobral.
Dr. Bs-quel Praoco de Sa
Dr. rmirio Cenr Coutiobo.
J a'juim G incalves Lima.
J ao Frandseo Pereira Landim.
Jos Rodrigues do Passo Netto.
J laqnim Augusto de Almeida.
J j; S leoaado de Miranda HsnriqUe.
Lua de Fraoca Maia e 8ilva.
M .noel Gomes da "retas.
Antonio Augusto de Lima.
Antonio B loardo Pina.
Ciar.ndo Graciano da Silva.
Joio da Silva Paria.
Jos Alve- Saliar.
Jos Antooio Cardof o
Jo- Gomes dos Santos.
Jos Luis lonocendo Pagj Jnior.
Han. el Das dos Santos.
Dr. Miooel Das dos Santos.
Dr. Maooel Jos Pinto.
Manoel Artbur de Barros Cavalcan e.
Angosto Martios Ribeiro.
Artbur Cysneiro Alboquerque Mello.
Aribor Cesar Cando Lima.
Beroirdioo de Seooa Perreira da Cunba.
Carlos Carneiro Moaleiro da Silva Motos.
Cbristovio Santiago d'Olivaira.
Dr. Diog> nra Almeida Pernambuco
Francisco Antonio Pereira da Costo,
Eduardo Firmino da Silva.
Joio Affmso Borges e Silva.
Loix Bernardo Castello Braoco Rocha.
Manoel Perreira da Costa.
Manoel dos Santos Villaca.
cbasliio Perreira Pinto.
Theotnnio Freir.
Proceden n ao sorteio de mu os segnintes
supplentes:
Frtfuezta do Recife
Ernesto Jos de Sonsa Leal.
PrsfMSSM ab Smttlo AnUnxo
Antooio Saraiva de Carvalbo Nava
Antonio Cabral de Mello.
Joaqulm da Silva Costa.
Manoel Aoga'to Jos de Amorim.
Jim- Hugo Goocalves.
Manoel Mor eir Res.
Freauezia de S. Jote
Francisco da Rocha Passos Lins.
Freptezia da Boa-Fasto
Maooel Paulino Civalnnt* d'Alboquerque.
Eduardo Pampbilo d'Alboquerque Maranhio.
Francisco Benjamn Burees Leal.
Preauta da Aoaadot
Jos ..uclo d'Albeqeerqse Mello.
Frandseo do Livramento Gomes.
A ansio bcoo adiada para boje ftn 10 horas
asertoria So* Partan e OBraa P
bilraa raOeraeB ean
Recito I de Peverelro de I8S1
Boletim meteorolgico
|efc "i
Horas Barmetros 0 Tenaao do vapor "O 33
m M-.7 786-13 11,89 71
i BP.S wn 1M4 1*58 68
U 'i 787-M 09
I I. IP.3 765-40 *58 ti
ff,9 755-11 lf.39 70
Pe o Dr. Berardo :
AmpoUcio do staphitoma da cornea pelo pro
eesao do Dr. Wecoer.
Tareorhapbia com retalhoovalare traoaplaota
co oos bordos, indicada por try;tiiases dupla.
Pelo Dr. Pernanies Barris :
Amputaca? d > coxi no terco inferior, me'.ho
do a dona reta bos. reclamada p,r ulcera gan-
grenosa do p e nema.
Pe'o Dr. Mu R^ng-1:
DeaarticulaCio metatarso phalaignna do
growo-artelhu do o esquenlo, p-io pro-sso
ovalar- moiiillcadj por Miigaigue, reclamada
por ne'rose i^eliOroEffctuar-se Ajos segnintes:)
Boje :
Pelo agente Pinto, as II horas, na Companbia
Pernambocana n. 16. de iOO caixas com batatas,
e ra do Bjm Jesu- n. 45 de bapos u> feltro
para bomens e meninos, c de palha pare senbo
ru.
Amsohi :
Pelo agente Gusroao s 11 bores, i porta da
Associacao commercial, tos eogennos Rioei ao,
Ganganelli e Cacb >eira e o povoado Ribfirio-
Helo agente Pinto, la 11 oras, a ruado^JJjuj
Jei>us n. 45. de tres p^cis de seda lavrada.
Pflo agente Brillo, a* 11 boras a ras Dire-
n. 110, de movis e < uros obj-ctos.
a fBien)r-a-Sr.io celebradas :
Boje:
A's 7 1/1 boras, na igrej i da. SaaU Crus, peis
alma de Jos Alves ; i* 8 oras, na matris da
Escada, pela alma de Airxaudnna Cesar >ia Cos-
ta Campos ; as 8 horas, na matrii di Boa-Vis-
ta, pela auna de Victoriano Palbares.
a man ti* :
A's 7 horas, na igreja da Soledade, pela alma
de Antonio Esleves.
Paataanelr**Chegados do sol no vapor
americano Fmamee:
Joto Claudio Gomes da Silva. AitoaioJa-
qoim Reier.de, Pietro Limooelti, Marcelioo Sil-
veira de Araujo.
latradrarla alsimlclp) I si* eire-
Reodimeoto do dia 1 a 3 de Pere
reiro
Saldo anterior
1:509* 100
39407*041
Despenden se do dia 3
Em poder do procurador
No Banco de Peroamsuco
40 916*143
1.471*600
39 443*643
11:443*643
18:000*OUO
39:443*643
Temperewra mnima16,00.
Dito mxima-3IV00.
Chovan olla.
Direccio do vento : E com pequeas interrap
g-s de BNB dorante todo o dia.
Vetoddade media do vento- 3.- por n
gsjBO,
Nebalosidsde medu-0.-37.
Boietim do porto
J* diiuriiiruu as 7d uaiioa e SdOio as
5 1(1 da tara*
Loi riduEiiadude Persusaalsnc
-A 18' serie da 1* lotera (leste Eht do, era ex
"anida tnipretenveimenuj no da 10 de Fev -re
-o iterca f.-lra), 4 1 hora da urde, oo co.i
Istorto o igreja de Nossa Senhora do Rosario,
te Saot Aotoaio.
XMtlT'n. ato Balado si* Jraiai-S.r..
A 5; serte da 36 iuria, deste Estado, cuj
oremio KreadV de U0:UD0a sera exuaiiid.
no iia 7 de Fevereiro (sabbado).
lyui-r< d ssaaraauaaW A 14' ten*
la 4" loieria deale Eaudo, cujo gremio i de 3**:<"W>.000, sira extrabtda no da 11 m
Pevereiro r*mana feire >
t. ti ra ato Har****Por lelegram
ma reuebiJo pela Can eate o resultado da 1 > serie da 4' lotera do E-
u.do do Maranbao, extrabida em 4 de Peverelro
de 1891 :
ff B#5tMav
1301 .<0 U>0*UJ0
6117 15:0110*000
181 6:U00*UU0
47 6 OUOAUOO
Foram premia los com 3:030*000 os seguintes
nmeros:
3086 3131 3714 7184
Esto premiados com l:5uu*000 os segnintes
nu.fc.eros:
19,9 1656 4749 5'i7 7114
ArreoxmAcoas
3:000*000
3:000 000
i'500*000
1:500*000
900*000
90040 JO
com 600*0.-0 os segantes
6777
6779
13.1
136 i
6116
6118
Esto premalos
nmeros:
67"!
671
6773
Estao premiados
nmeros:
1361
BM
1364
Esto premalos
nmeros:
6111 6114
6112 6115
6113 6116
Todos os nmeros terminados
6774
6775
d776
com 300*000
1365
1366
1367
com 150*300
jtatooto Mara Marsmn Prrnlra.
i Jos Fsrrairs.
m
COMERCIO
Revista do Mercado
Bran, 4 m ncrBiBiBO de 1891.
O movimento na preca Umiton K a transa:
jBes oo mercado de cambios.
Bolsa
OBTA90n omciiis da jora doo coa-
Rm/<. 4 u Fettrnro it /Sil
Jbrigicoes prefercociaes dn Fabrica de Fiaco e
Teddos de Pernambuco, juros de 0,0, valor
de 301* ao preco de 108J cada urna.
Cambio sobre Para, 15 d v. com 1/4 0,0 de des
moto.
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 10 d, r. com 3 8
0/0 ao descont
Junbio sobre Londres, 90 d/v. 19 1/4 d. por
1*000, do banco.
Na Bolsa, venderam-se
5 obrigacOes preferencias da Fabria de Fia
co e Tedos de Pernamboco.
Na cotaclo de 31 de Janeiro deixon de ser
menciooada a cota gao de amblo sobre Londres
i vista a 19 3'4, e a 90 din umbem a 19 3/4 do
la.
o oresidente,
, A. M. de Amonm Jnior.
O secretor.'o
Candido C. G Alcomrado.
CnMln>
pba^a do nnciTi
Os bancos estobeleceram boje anxa r aioal
de 191/4 recusando ucear cima destt mi
Ismo
Panel particular foi pas.-ado a 19 3 8 e 19 7 16
ao fechar do da.
PBA(A DO RIO DB JANEIRO
Mercado froaxo a 19 i/4 bancario.
AlgSMlO)
Nao bonve negocio.
A exportocio feita pela alfandega oeste mez at
dia 3 constoo de .673 kilos para o interior.
As entradas verificadas em Janeiro findo, ji
obecidas, sobem a 11 898 saccas, sendo por :
":ccas

P.
8.
P.
I.
Din
S stoFoforoiro
irisfsvsrcre
1111 da
46 da torda
o-.
6-6 *
m
Atara
I-.79
6-.BI
1-.M
63
dn oo hospital Podro
n ngnintoa:
U. oo din 4
ortica-
do crranlo
9aracn.....
faporea.....
iniman.....
Via- frrea do Caruart.
va forrea da S. Francisco
Aa forrea do Limoeire
uoaros
oto.
salgados 600 reta, en
Se Detea^fto Movlmenio dos pre
no da Can de Detoocao do Recife, Balado d
Pernambuco. em 3 de Fevereiro de 1891.
Existiam 610, en raram 34. sabiram 11, exislen-
633.
A saber:
Nadooaw 599, mnlheres 17, estrangelrcs 17
- Total 633
Arracoado 516
BOU 507.
Doontn 16.
Loncos 3
- Total BM.
- Nao boove altoracio na enfermara.
moa pita i sto Basta MSjssedMkO mov-
ment deste esUbelecimento (par. rartoloso.-/
oo dia 3 do correte foi o seguale :
Existiam 13
Eotroa 1
Sabiro 6
Fallecen I
Bxiftem 13
pital Pedir* O-O movimento deate
aatabelecimenio de caridade, do dia 8 de Fe-
vereiro fot o seguate:
Entraram U
Sahiram N
Fallecen 0
Existem 497
Porem visitadas aa respectivas eoiermariaf
otoaDra.:
Cysnelroaa 10 i|4
Barrea Sooriobo it 6 i|l.
Ferraira Valioso as 9 1|4. a. ioaeri'ptoa
Berardo to II. en.
Jlalaontoa isf.
Puattalstlifl.
Vtoira do Cansa te 9.
Binon iaron 6a 16 l|4
O cirargtoo anttato Numa Pesspllia ta B
Borea.
Opanrsaacaajttoaeatrn i* 9 bono An na-
obAooaawa t l|l boras da Urde.
01*aiodanto no pharmaceotico entrai s 7 34
da masD* o anfeto as 3111 da larde.
6777
8779
6780
os seguate;
1368
1369
1370
os seguiutes
6118
6lift
61 JO
em 78 esto
premiados com 300*000, excepto o da sorte
grande.
Todos os nmeros terminados em 61 esli pre
miados com 300*000, excepto o da sorte imine
AMBO.
Todos os numero* terminados em 17 esli pre
miados com 150*000.
Todos os numero* terminados em 8 eslo pre
miados com 150*000, excepto os termina-Jos
em 78.
Todos os nmeros terminado! em 1 esto pre
miados com 150*000, excepto os termioidos
em 61
A st-guinte lotera corre no dia 11 de Fev.-reiro
de 1891 com o mesmo plano.
Ceaalterla publico Obituario do dia 3
de Fevereiro de 1891:
Joio, Peraamauco. 57 das das, G-aca, ente
rite.
Vicente Ferreira Souio. Pernambuco, 11 aa
annos Boa Vista, mbercol > pulmonares.
Jos, Peroambaco, 1 auno, S Jos, varilas.
Joanna Mana do Nanimeato, Pernambnn, 48
annos, solteiro. Graca. ar de vento.
Jos S tares de Lima. Peroambaco, 40 ann,
solleiro, tsica.
Marasqui i e um Ddllo dlasao .le u .a -pie-
didas e cHe^ju em perfaita-. cunivft-ts.
Acompaoboii o o j icx-y frauoea H- Meuiie-,
que rea coilraudo.para a coudeUria *0 tefe
ridos sportsmensa.
Sabeudo e a liuaco deste cava'to, saba re
logo que elie e im, pDis. vVelliug;onia < ac
iu lmente o priioeiro garaoho f.-aocez.
Qumli t Mil :ira. bisto lembrar qoe ella
ota Ja Alicante fatosa egua tra-iceta. que foi
oa-oavo dos ingleses, unto no C obridgs
ire cam) uo Cenrevitch que ella ganhou

Foram inscriptos nos S'.ud Books das sorieda-
les sportivas oo Rio. 3 la Coadelaria H innove
nana, os seguiutes 2 .nnos e-iirangeiroa :
Licleur, lili > a Patriarohe e Legitime neto
de Di i Cartos .- S lip.yoe.
D leute* flina de Poulet, e D.-ction neta de
Hay ni D'.ir c Uo-dogne.
MU ot, liio de Ax e Firenxe, oea de Fitx
Gladiator e Verm-ille.
. II u.i de S mti i-nptoa e Geuoy
OaolioB, neta de Ouollow e Geony Mambie.

A nova coa telara dos r. Carlos Coutiobo M
Z M r.uis da capital federal, iandou comprar
o uoimaes Irain-i-x-s Salan e Domingo.
Sitan da 3 i ni >s. par Bay A'dHr e Stsac
t ; e Dininzo \t* 4, pir Ve.ibgioan e u .aph
tie, sendo portaoto, irmio paterno de larrat-
quin. que ja chegou para a m<-suia coudeliria
como o so ambos umbem da ct I -brinda Pial
taotene.
SPORT
ola Campa raadle
Foi bonlem completado o projecto de iosenp-
cio d'esn Prado.
No pareo ProsperidadI 000metros-inscre
veram se : Hercules, Telegrama, Humilde, Po-
los! e Tbisbe. mtu
No pareo Sapplemenur1,000 Kolroa braorV
Vasnbn, Mireato, Conlorao o Maris

nrcacas
aimaes.
Tia frrea de Caroari.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
Somma.
1 575
1.418
5 446
830
1.1!
10.509
ai.898 Saccu
aB sanear
Os precos pagos aeagncullor, por 151::'.o*, se-
cnado a Andaelo Commerdal Agrcola, foram
>a aegnintes
Safra ora
iranoM..... 1*700 a 3
orneos..... 1*100 a 1*300
naacavadM .... 1*700 a 1*800
orntn..... 1*700 a 1*000
Botone..... 1*100 a l*6>
Oafena..... 1*700 3*100
A exportad feitapela alfandega oeste met at
o dia 3 constoo de 1 041.717Jlo. sendo 195 000
pora o exterior 848.717 pora o Interior.
As entradas verificadas em Janeiro fiado, ti
eonberidu sobem a 305.710 saceos, sendo por:
A\tarslem(e
totoaa a 98 JO w, por pipa de 180
jbbmmI
;ota-se a 180*000 por pipa da 460 lilroo.
BBel
-ota-a* a 10*000por pin de 460 litros.
bjbtIob n descarga
Barca no neguense Loockoo, carvio.
Barca ooruegneose M. Smtth Petene, carvio.
Brigue nacional S Jtaaoef, vanos gneros.
Bseooa portuguesa Fetuira, varin gneros.
LAgar ingles BeU of tkt Kxt, bacalhao.
Lugar ingles cfarf, earvio.
L.'ar dtuamarqoea Ijnafj Brtum, varios ge
oeroo.
Pato -ho ingles Bmda. carvio '
Patacho ingles 85, bacalbio..
Patocb l nglem i F.ridt, carvio.
Pucboingl*>i IIirtiHft, fartnba de trigo.
Patacho ooraeguense Gertt, carvio
Paaiia la Alfanaleca
-cana db 1 a 7 n riraatrao db 1891
Alcooi (litro)...... 350
tlgodn em rema (kilo) .... 500
Agurdente ....... 180
itoi com casca (kil.o ... 80
ssucar refinado (kilo) .... 250
\ssucar branco (kilo) .... 181
ssucar maacavado (kilo) ... 109
Bagas de mamonas (kilo) ... 61*
Borracha (kilo)...... 1*333
Courot seceos espichados (kilo) 410
Conros seceos salgados (kilo) 360
axu-us verdes (kilo)..... 151
lamen de algodio (kiloi .
Carrepatoira (kilo)..... .100
sarrio de Cardiff ton.) .... 10*000
acao (kilo)....... '400
Caf bom (kilo)...... 1*000
CnKrestoIno (kilo)..... 8i
'iarnaftba (kilo...... 484
Panana de nnndioca (lito;, r 063
Genenra (litro)...... 360
Grnxa (sebo)..... 466
Jaborandy (em foiha) kilo 100
Me! (litro)........ 90
Buho (kilo....... 80
Pao Brasil (kilo)...... 030
Phoapnato de ni da liba Rato (tone-
lada) ..... a #000
Sement de carnauba (arroba) .
sota (meios)....... 1*850
Tajnba (ki'o)...... 010
Tabn de amarelio emprancbe
(dmia)....... 100*
lanpsrtaeia
Patacho ingles Hattingt, entrado do
Bal ji more en 31 de Janeiro o consignado
a Pereira Carneiro & C.
Farinha de trigo 3,870 barrieaa i or-
dem.
Hiate nacional Camelia, entrado de
Maeo em 31 de Janeiro e consignado a
Manoel Joaquim Penoa.
Sal 300 alqueires A brdem.
Barca inglesa HtUm Iaabtt, entrada de
Torra Nora en 31 de Janeiro o consigna
da a J. Pater calhao 9.500 barrioaa o 3,311 Bnias
ditas A orden.
Lagar iages Uenie, entrado do Terra
Nora em 31 de Janeiro e consignado a
J. Pater C
Bsealbao 1,82 i barricas e 1,825 meias
ditas A orden.
Vapor nacional Espirito Santo, entrado
doo portoo do norte em 31 de Janeiro e
consignado a Pereira Carneiro & O.
Drogas 2 volumes a Almeida Machado
AC.
Saina 14 volumes a Pereira Carneiro
AC.
Vapor ingles Ignhi Hoim<'de, entrado
doa portos do sal em 1 do correte e con
signado o Pereira Carneiro A J.
Fumo 50 volumes a Aaevedo A C, 17
a Costa Lima A L. Fio 50 volumes a
Joaquim Francisco Leite.
Xarque 250 fardos a Pereira Carneiro
A C, 312 a Amorim Irmloa.
Vapor francs EquaUur, estrado doa
porto-, do sul em 1 do crrante e oongi
godo a A Lbil le.
Xirque 2,880 tardos a Amorim & C.
Euartaca
Bacar 3 Da jaxbibo na 1891
Para extmor
No vapor ingles Ltsboutnse, para Liverpool,
earreeoo :
Bossbach Brothers, 9 barricas com 183 kilos
de borracha.
Nj vapor allemo Capta, para Balados
Unidos, nnegaram :
N Cabo a C, 10J saceos com 7,BW kilos de
assucar mascavado.
Na Dar--a americana Jefia, para E-tados
i.idos. carr garam :
P. Caseto a Pilbo. 1.500 saceos com Jj.OO
kilos de assncar mascavado.
T. Tivarea, 1,000 saceos com 75,0'0 kilos de
assucar mescavado.
Ka barca p rlogueza Tnumpho, para o
Porto, carregon :
A. Cavakante, 1 pipi com 180 litros dea-ar
dente.
?ara o interior
No vapor austraco Matkekoicitt, para Rio
de Janeiro, carran :
J. H. Box* -II, 1,600 saceos com 96,000 kilos
de assucar branco e 1,155 ditos com 135,300
sitos de dito mascavado.
Para Santos, carretn :
J. H. Boxwell, 700 saceos com 41,000 klios de
assaar branco.
No vapor ingles UolUntide, para Rio de Ja
neiro, carregaram :
A. Taborda & C, 100 saceos com 11000 kilos
de assncar branco e 800 ditos com 48,000 ditos
de dito mneavado.
No vapor nacional Aajnio, para Pelotas,
carregon:
M. F. Martios, 175 barricas com 18.330 kilos
de asucar branco e 15 ditos com 1,651 dice* de
dito rnaaravado.
Para Santos, carregoo :
A. Correto de Reiende, 10,003 cocos, frneto.
Para Porto Alegre, carregaram i
J. Bailar A C 300 ecos com 11,506 kilos de
So Orlanl, eaegaao ao lio aa poaeo. nio
naalto rrnncea, de 6 ann, storaSj*'. Pr
VoUiugtcnia o Madeira. inaio molsroo da cele-
bra Afnalo, o comprado palos ooohaddn
saarlsneo Sra. Carln. tioBttoaoO M i- Mar-
tas, bm Mveram a rara soregan to easaeoder
carca ds BD.O&f frenen pan dolar o lorf fla-
minsose com am nvallo dos do prsaeire ordam
areano na tarap.
assucar brean e 100 ditos com 7,100 dito* da
dito mascavad -.
Na vapor am ancana Fmamet, pare o Para,
carrevoa :
M. M. de Oliveirs, 9 pipas com 1.BS6 litros do
alcool.
Pare Maranbij, carregaram:
P. Caraeiro & C 1 pipa coa 480 ditos de
alcool.
No vapor ingle Biafra, para Bio de Janei-
ro, nrretaram :
k Bario AC, 300 saccu com 11,673 kilos de
algodio.
Para Sanio*, carreiraram :
R. Pesan. 600 saceos com 16,400 kilos de
assncar mascavado e 500 ditos coa 30 000 ditos
de dito branco.
P. Ferreira agurdente.
C. M. da Silva. l.Ml ecos com 131,000 kilos
de as-ucar branco e 100 ditos com 11,000 uitoa
de dito mascavado.
No vapor iogiex Irene, para Rio de Janeiro,
rerrenoa :
A. do Reg Lima. 30 pipas com 14,400 litros
de agurdente.
No logar portngoex Atorio, para Porto Ale-
gre, carregaram :
Amonm Irmios & C, 1,330 volme) con-----
178,7i0 k los de assucar branco e 8x5 di os com
63,335 ditos de dito mascavado.
KettdianrDioM pblicos
aaz M FEVERtiaO DB 1891
Sl/aadsaa
FEE.MCCOES A PEDIDO
Como se escreve a historia
Nio podemos pass^r s"m cjt -taco o topl
co di um artigo do Diario do Ctmmercio do Rio
de Janeiro punllcado in sua emcao de 17 do
na p oxi 110 li.ilj, oiii relaclo ao ->r. D Jus-
to Cnermoai. ministro das relacoei exteriores.
O Sr. Dr Pernodo Mondes de A meida, dig
oo redactor d > Dono da Gamiteri: o. tracan lo
no alladido anuo am li do iilu-tr. Dr. Cbermoat, dis-oos, que pelos seos
e-Ion-os, coasegaio fan-tar, em 1845, o primevo
jornal repub truno do nor'e so BrautA Arpabd
c-jj iniul i avio, orgao do C-ua Repubncaoo
P:raeose, do qual foi semoro 8*u principal re-
dactor.
Nao exacto. 0 primeirn j >*nal republicano
qoe appiieeeu ai norte d. U-asil, quici no
Brasil, t>i em lempo, em qje .-em dovida, nio
era nas:iJo aiada o progenitor do Ilustre D .
Cberm int.
E' assim ijae em 1813, comecia o benemrito
p itrioto .ypruno J -e Barata de Almedla, a po
olinr no It le ) sea p-ruii -o Stntinetadi Lt-
berdide ni Quinta de Pemambitco, e uo ni mu j
anuo, anda u > He<:ife, appareceu o Typh s Per
aambucamo, redigido pelo graude paliou o lio
id .nal Caaeca.
Bm 1829. coineca o D Antonio Borges da
Fonseca a publicar o por o-.ii o Abeika Perium
bocana ; em 1831 sai a Bastla da Liberdide,
redigida pelo padre Joio liarnos i irdniro Em
1-3\ rea.ioarece a Sentinela i Liberdae. de
Cyp'Wno B irata ;em 1843 publica o pidre Joij
Hnoosa Cordeiro o peno jico Ckorj JsVsiso, que
tiflha por epigraphe :
Vos, qoe as vossu impas vidas
Zelosamento guardis
Porqae queris, 6 perversos I
Roabar as vidas o mus f
aiada no mesmo :so 10 publicaio o padre Liit
Ignado de Aodrade L id i e o Dr Borge* da Pjq
seca, o perio li t$ repabiicauo O Xts.iret>. que
tinha por epizraplie: Para qoe orna naci
ame a liberda le b uta cooheee!*a; para que aeja
livre basta qoeret o ; e do n. 15 oor diaote
esta ostra: Q i- l.> a p-en-itencia cresce. e a
murmsracio cena, ai coi ivraonos ; em 1816
comecao Dr. Birles da Foisen a puilicar o
Irisan em 1849 uhe O xd etado do Pavo, que
liaba por epigrapbe esu mxima repsblicaoa
Tudj para o povo, com o povo e pelo novo; :
a anda oo mesm> amo sabio 0 Brita 4a Pm
tria, eam osn^laganda :
Ba AVn na a jattica, e libardods,
Praiarnal aaite, don igaalaado.
1684 pablicou-aa O Arado da Pa o O
Mramlira am 1667 O flsassii ala
Loage irianu na osncradto dos jomas re-
paMioaaes ssblicados an rtrnaabaco, salas
it 1695. aa qaa, sacando o eoanito do Diana
Coatm+rc* appa-ecaa o primairo joraal re
publicatio no norte do Brasil!
snnnianBjpnannans
1 rem-8. por-m, nr btstanlp para reivindier
uara esta torra tii > |U i -al i gramletas ma-
isjriMS. ao m-no 8n-i< (Hiidea- j-iies, as
mais espl-t da' rooufe 1.^0- em prol das li-
b--rda.tr.' parias, desl- a r^t,, bHca dos Palma-
r--s 00 seclo XVII .-.t 1849 !
Recife, 4 de PeVervIr 1 ' F A fe/eira da Cotia.
Ju:t9-i ao.s foons
Oiimpr.i um der-r confesaando publi
carnete to illuatrado ucu'is'a Dr. Bar
reto Sainp.i. h jjr t. '1 mi de que esto'.i
p HBuido pe'o beu fi -io qui acaba do
prestar a u.a m--u et .. oego a tres me-
tes, em conseq'jencia de varilas Nio
preciso de8crev- n p ;r c que d-ssenvol-
veu o D S nupi o, na operaclo qna
praticou en umdis ultios d> meu neto,
porque todoa recouhec -m a pnificienci 1
oom que semore o 1 I .s:re clnico, ae guia
ainds, nos casos extmm ia; porm, nSo
po so ra ar > imsw de sel qne sabe
d senvulv-r pelo diento, e o interesso
que liga a qu;ui ae cmi aos seos sabios
cuidados.
r Samp io deteulpe se offmdo a sua
reconhecid* modestia com esta publica-
cito e a-soeite o meu eterno reconheci-
mento
S-i cd'ino Santiago l'a.coacu/Zo Liitctv
de AUluqutrque.
U-jcit'e, 4 de tevereiro de 1891.
Protesto
Povaado Be ttlbelro
Constan io eos alais 1 aasignados, que
vai ser vendido em leilJo, mds 6 do cor-
rete, este povoado sera se faser A devida
ex':lusl* das casas pertaaceotes aos mes
m.-s abaizo assigoados, veo pela imprea
sa protestar contra tal iaclusao, para evi-
tar qu-stoes futuras com quam quer qne,
allegando ignorancia, tenhi de arrematar
dito povoado, que hoje patrimonio lega-
do a Saut'Anna-
Kibeira), 3 de Fevereiro de 1891.
Minml de I i 1 laida.
Fraocisco Oiois.
Aotonio Duarte Machado.
Fraoklin Galvio.
Jos Ignacio da Silva.
Antonio Jos Alvea.
Antonio Jos de Albuquerque.
Maooel Tbeotinio d'Aranjo.
Paulino Nicsa d'Albuqaerque.
Joto da Rocha Waideriey Filha.
Jos Germano Pereira Lima.
Declarat^ao
Facp aoieote ano meas amigos o espe
cialmente aos pas do tamlia, tutores oa
protectores que rsuiei o Juno Primario
t Secundario para a roa do Rosario da
Boa-Vista n. 47, (prox'-mo ao largo {la
S".iiu Crus1) onda espero continuar a me-
recer a confiauca nunca desmentida pos
parte daqaslln que desejam o real epro-
vaiUmeoto do seos finos, tutelados sa
protegidos.
Recito, 3 de Fevereiro de 1891.
Jani Rmpkmd S. se aissvot?.
Rio di- J-naroVapor ingles HolUosii, con
mananle a. Fox, carga anucar.
ParabvaaVapor iogtoa ScboJar*. commsodan
te, Brovj, nrga vanos geoeros.
MonoraHiato nacional Deas to Osarse* mes
tre Joio G. do Moora, carga rartos fana
ros.
Renda geral
Do oa 3
dem de 4
51:410*793
K. 1*373
79:65I68
Renda do Estado de Pernambuco
Do da 3 1S 761*388
dem de 4 7 146*6x4
2O0O8J016
Somma total
99:8601184
Segunda sec;So da Alfaadega de Pernamouco,
4 de Fevereiro de 1891.
U Ueaonreiro interino,
Jos de Oiiveira Mello.
Servindo de coeie da seccio,
Salvador A. de Aimeila Preitos.
Uccebedorla la Estad* le
Pcrn atabaco
Do dia 3 65>774
dem de 4 37*9J7
863(711
Do dia 3
dem de
Recife Oralataae
I7.000
4 A
173J006
MovlaBeaito da parto
Navio entrados no dia 4
Santos e escala -10 lias, vapor americano Fi
nance*, de 1909 toneladas, commandante R.
Zolling, equipagem 5'J, carga taos gneros'
a Hearj Forsle: C.
Glasgow -33 das, vapor ioglez Petropolit, de
S'J toneladas, commandante R Winson, equi*
gem 21, em lastro, a W'hsoo Sons & C.
flarbor Bretn (Terra Nova) 31 din, lugar io-
glez II-iritver, de 3H toneladas, capito
II. P. Cove. equipagem 11, nrga bacalnao, a
Blackburo Needban & C.
Rosario de Santa P35 din, lugar norneguen-
n Snefreid, de 340 toneladas, capitio J.
Olsen, equipagem i, carga madeira, i ordem-
Navio* sahidos no memo dia
New YorkVapor americano Finance, com-
mandante Zolling, carga vanos gneros.
aalelpal do fos
Oaroflmentodesto mercado ao| da ,') de Fe
fretro foi o segninto : Kntraram :
36 l./ bois pesando 6,314 Utos.
311 kilos de peixe a M ris 6A4S6
1 cargas com farinha a 100 ra. AB90
9 ditos de frnctas di versn a 300 re. SA7U0
98 1 i columnas a 600 re. 174100
5 sainos a 00 re. 1AG60
5J toboleiros a 100 rs. 10A400
1 escriptorio a 300 rs. 30
43 compartimentos com farinha a 500 SIA500
Espolio do Barao de Se-
riohaem
Jn eotarln enqoecidas as clausulis de
teatameoto V o povoado de. Ribeirau nle
pode ser vendido totalmente, porque alen
de ter predios perteooentos a particular.
he o patrimonio de Seat'Anna no valar
de dente* amto de rett, que se hao de
tirar dos MELHORFS PREDIOS, a a
doaclo feita ao Estado de dan ossas,
as eacolas publicas do nnno povoado.
Ribairto 4 de Fevereiro de 1891.
Un propnetarto.
98 ditos de comidas a 500 re.
91 ditos de legantes e mxeodu a
400 re.
15 ditos de sumos a 700 re.
9 ditos de fresanras a 600 rs.
J ditos de cmaro** a 900 re,
9 casuas com gallinbn a 400 rs.
40 albos a 96
Rendimento de 1 a S do corrente
Precos do ola:
Carne verde de 200 a 480 ris o kilo.
Sainos de 560 4 64<> ris idm.
Carneirc de 6'.0 a 800 idem.
ariaba -'.o IV) a 3i 1 ris a coia.
Milho le 391 a 340 ris ideta.
Peijo de 500 a 6U0 idem
Vaporea a eatrar
MEZ DE KEVESEIBO
Norte......... BrazL.............
Europa....... JtorfAr............
Sul.......... V. ie Bnsoi-Ayrrs.
Europa...... Paranagmd........
Saropa....... Urugaag.........
Europa....... lama............
Norte.....
Sul.......
Sorte.....
RiiroD-i-----
Nevr-YorK .
Sul.......
-ul......
146oOO
36J40G
10J5 0
5A401.
A40U
6800
80A0O
"*)7*iJ0
436A5V
643*660
Pernambuco
Minaos.....
Trent.......
Cstiaia.....
Er..:
Norte........ A
Sul ...
Norte -
Europa
Sul ...
Baahie esc
Sew York
Sul
F^pirioSaMo......
**tra*Aoo ........
Maadalena........
C/ydV.............
5
5
6
7
S
8
9
tu
i
14
16
16
17
18
94
23
26
26
Ao publico
Ao Sr. lente Ismael da Crnt Goovi, avuo.
para sui inteligencia, qoe fiei sem efl'eito a
carta que le respond, traxida pelo Sr. Antonio
Sergio Marroquim, na occasio em qoe S. S.
r.edia testada, porque o mnmo Sr. abusn de
todo qoanto tratoo, a ponto de dixer em minba
oresenca e de ma tas testemonhas, qoe nio se
lemDrava*~o tu- tinha almocado n'aquelle dU,
qnanlo mds de ama ciusa que n tinha p-issad
ha tonto lempo, e para S. S. uber com que.n
trata e eu qutro que Sque nlvo o meo direito
para a todo o lempo que eu qu zsr proceder i
medigio aa minba propriedale.
Engeoho Amoroso, 30 de Ji eiro de 1891.
Francisco Pan de Lana.
Vapores a sahlr
MEE DE F8VBBB1BO
.. Mrquez de Canas..
.. Finamce.........
Brasil
Buenos-Ayres. iWrrtA........
ideara e esc. -
Europa... .
Valparaso
cantos e esc..
Santos e esc .
na e ntoesc
Norte........
Sol..........
BnennAyres.
Soutiiarnutou.
Norte........
Sol.....'
Norte.......
Buenos-Ayres.
Suotbampton .
Sol..........
5 as
5 as
6 as
C as
6 as
7 as
Una..............
r.deBaesof-Avrn.
/berta............. 8 as
Rinmajnta........ 9 as
(Vao'wy......... 9 as
AUiamea.......... 10 as
Pemambua....... 1,1 as
aVasa>......... 13 as
TVni........... 14 as
laser............ 16 as
Par............. 18 as
Alagos........... 19 as
Espinto Suato..... 25 as
Maadalena........ 26 as
Clide............. 2J as
I.
II
ti.
(1.
It
ti
t:
h.
4h.
3 b
Me.
AtrrmAso
96 as
Atteogao
Ai autoridadei da vnla u'Agna Preta da co-
marca de Palmare*, chamo aos meus sobnuboi
Antooio Sergio Marrcqaim e Francisco Antonio
Marroquim, a pruvarem com litlos legtimos
de quem berdaram Ierras na tesmaria T-unaliS;,
no lado do noente, aoade era a minbn parte que
estiva apocado ba 11 annos ; junio 4 minha
parle era a da nimba irma Francisca Convia de
Almeida ; acont -ce que na ov-a -iio que minba
irmi venden a parte d ella, foi-se proceder 4
melicio do norte para o sul tirando mil e tre*
sentas bracas, mesmo assim nio ci.teaou ca
minha parte vendida a qaantia de mil e de*
zenta* bracas, me :no assioi faltando 41 bracas
te foodo e 62 de trente. Pergnn'o en ao rer-
peitavel publico e 4s aoioridades :.omooJHcio
que esti na minha pu.-s>, pon > ser denprc-
priado d'elle sem me mostraren) Ululo ruis
legitimo do que aquelle qoe irnno G boje o
que se d-r en'rn n e loba parte vendida e a da
minha irmi, ornas sobras e estas a qu; os mens
sobriobos se apossaram d'ella* pela forca braU,
sem moIrarem titulo oenbam ?
Engenbo Amoroso. 28 de J n-iro de 1891.
ot Marcelino dos Passos Marroquim.
Acha-se venda
O MOTO Cdigo Penal Brazllelro
Jontendo todas as disposicSes poste-
riores i sua promalgacao, nm indio a.
phabetico e o c.lcalo das penas correa
pondentcs aos srt, 294, 295, 297, 30o,
34. 305 e 306, figurados todos os casos.
Em todas aa livrarias.
O Dr. Cerqueira Lsite
MBDICX)
Continua a dar consultas ni aeu es-
b. oriptorio a. 32 ra Nova, dn 12 as 2
b. horas da tarde.
Trata especialmente de milet*i
'cnaoya c sanhora.
I

ix
/
l

l
i
tie


BtfUBSj*
r *
I
i.
r
,i
.

Diario de Pernambuco*-- Quinta-feira ,5 de Fe\ereiro de 1891
i* YICTAJIA* HAN KKBItt^StSia-STi'n;
remedio e u avisa lor
Elixir onsi-s>fertl Cnrdaco, appro
vedo mi il de Mu 0 dente auno pela Inspector i.1
eral d Hjgieot* do Rio de Janeiro, vem noj>
apre sentar-oe a bumaoidtde aoiTredora do iaun
dj uiieire como taboa de salvco que ao infe
tu ntafrago ine enviuda por uiao omnipotente!
Elixir !! f krll Cordoao. appli
caU'j eiu maiiiet-unos < asus de Pebres, leui, coui
s-h- Biaogra, levanuidodu letio :a Uor a couipit-
vis moribundos.
Este ivuiedto, composio fomente de vegetae-
intetramente uouV.iibivu, aluda mesmo naniai-
:modj ewi enanca.
At sennonu. no estado de paridas, oc ao pe
do ae ntotomoao nuturaes, podeou asan
srn receio algum.
Mepeaftae
Drogara doa Sra. Francisco Jaaoel da Silva
* C, a ra Marque de Ound o. 13.
Pbarmacia Manir,, A ra Duque de Caita
a. 88.
Pbarmacia Oriental, ra estrella do Rosan
a. 3
PDannacia Alfredo Perreira, a ra do Bario G:
Victoria o. 14.
Pharmacu Virgilio Lopes a C Rosario larga
a. 31
Bt-poallo ere l esa ce alo aniur
el CardoM *aasor. tu*
rt.u al* Mario kti 1.
Alicatado
Scjentificamos ao respeltavel publico que alm
dos attestados a qae damos publicidade boje,
aram intrads 640 varioloso*.
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
at tratados pelo Elixir anti febril.
Dos OQUmt-roK atiestados que temos, damo
sai seguida pnricipio a soa publicacao; e istt
aislara para que sejam coobecidas as virtudes
o Elixir anti febril Cardoao.
Carados de diversas febies 1:133.
N. 101
Aforados. II de A coito de 1890.
Cidadao Maooel Caldoso Juoior.Faltara o
ara de ver de amisade, se nlo loe pariihpasse
as prodigiosos fffriios de sea Elixir Au:i febril
Cardoso. ass m como Vmc o denomina.
Athaodo se em mioba casa doas pe-soas gra-
vemente atacadas, ama de varilas e outra de
trvsipela, as quaes iospiravam amito cuidado
pelo crescimeoio do mal; lembrei me de pedir
ao amigo um puuco do sea Elixir, o qual foi
sor mi id appiitado aos meos doentes.
nao se fes esperar o besen* :to de lio impor
Bate nv-dicanit-oio, o mal de ambos, sendo lao
srugressivas as memoras, qoe, em meaos do
lempo esperado acbam se elles completamente
restakelecidos, observaado orna grande vanta
(fea. desde que a doente de varilas oio mostra
a si marca algoma
Alm desses doas casos cima referidos, te
ato applicado a diversas pessoas o sea poderoso
Etixi*. colbendo sempre poderosos resaltados,
ja em febres, como em outros >ncommodos, cao-
jaodo me grande admiracao o benfico efieito
rofereceo a sea maeuihYo remedio qnaodo
applicado em incommodo de ataque bemor
si, acompanbado de bastante febre, mollas
1 nos intestinos e grande evacoacao, resta
eteeendo a essa pewoa, a qnem mandei fater
aso do sea medicamento.
Aceite, pois, o amigo, a presente c mo prora
de eraiidao e anda coma atteslado da eficacia
de sea maravilnoso Elixir.
Aqu co a disposicao do amigo no Largo da
Pa de Alagados n. 88.
Criado gralaito-Jos Carlos de Si.
N. 101
te. Sr. Maooel Cardoao. Juaior Tendo
meo o mea caixeiro Francisco da Costa Alta
reara Janior atacado de febre, chame! imme
tobajt-ote o medico Antonio Jos Perreira Al-
aes, este declaran qae a febre era amarella. Re-
a lo immedlatamente o sea Elixir denomi-
lAnti febril de Maooel Cardoao. o qual ap
aliajBii ao enfermo por ordem do mesmo facal
aovo, des gaitas em meio calix de agaa, de 1
aa 2 boras, prodBiiodo am efteiio to aarati-
Ssate, qae ao espaco de ciaco das o medico da
atareo estar completamente restaaelecido.
E para a star eos t de Tardada, signo ae
a V S respeitador criado, pedeodo V. S- fa
an a. o qas la* coavisr deata anab
Fortn'- r vigorisa os orglos da res'pi
raco, e a toma invuluerveia as mudan-
cas repeutin-s'de temperatura atmosphe-
ricaa; o como na sua elaborada omposi
c.'o 3o entr nem exote outra cousa
a as do qae bala moa Mudareis, poderse
por 'So mesmo ap; ociar com toda a se
giraocs at mesmo da mais tenras o da-
lic d.is creaturas.
Como garanta co.ra aa falaificavSes,
f obaerve-se bem que oa no. es de Lans
; man d Kemp veuham estampados em le-
tras transparentes no papel do 1 vnnlio
que serve da euv Itorio a cada garrafa.
Aena se a venia em todos aa boticas e
drogaras.
------- SBi
ram-ae em poucos diaa resubile^idos do
grave incommodo.
Urna fiihioha do Sr. Barros dos San
toa, guarda-livroe em Santa Victoria do
Palmar, a qual adoeceu de toase convul-
sa, devido ao uso do mesmo remedio
promptamonte se vio reetabelecide.
U Peitoral de Cambar, remedio sobe
rano para aa enfermidades: !aryngo->pal
mueres, e approvad-i pela Junta Central
de Hygirne Publica, veude-se em todas
as b -as pbarmaciaa e drogaras.
Sao mucos agentea e dep< aitarioa em
Pernumbuuo oa ab.ixo assignados, eatabe-
lecid. s c< m drogara, roa Marquea do
Ulinda n '3.
Francisco Mahoel da Silva d C.
THEATRO
Deca ra^ao
O abaixo aaaignado, procurador de Jcs
Alvares de Sooaa Soarea, previne a qnem
posta insereaaar, que ua bens do Or. Antonio
Bruno da Si!va fuaia e suamulber, Affon
ao Augusto de Kritto T.-.borda e D An-
nuncisda de Britto Taboida, acham-so su-
geit-* ao pagamento da quaritia de.....
13:2J2:5I7D, jaros e castas, em qae fo
ram ciud-tmnados p.-.r sentenca proferida
pelo Tribunal da Belacio de Porto Ale-
gre, Estado do Rio Grande do Sal, acer-
a do qae, corre presentemente ama accio
no juiao ;ommercial deeta capital.
para que ninguem invoque ignoran-
cia ao qae tem occorrido, tafo a presente
declaraclo.
Pernamhuco, 8 de Janeiro de 1891.
Antenor Barcellot de Amorim.
fmtfvti&P Laxativa uVichy
EDITAES
Ni
Collegio
dc
Senhora da Periha
ossa
8Raa 9 de *pleaahro
As aulas deate instituto de insru,\1<
para o sexo feminioo comeyam a 7 da
Janeiro.
AuguHa Carntiro-
Collegio Parthenon
Ra do Hoapieio n, 3
Este estabelecimento de instruccao pri-
maria e secundaria eat fanecionando
deade o da 7 do correte mea. Recebe
alumnos internos e externos e semi in-
ternos.
O director,
Bacnarel Chidit Alea Manaya.
Mor;:? if ie la te,i.
J. BacaaoC
H. 1*3
QdedW> Maaoal fjjraoae Jeaiar Teads sa
ordiversas k eceaaiao da gradscar-
vaa o prodJffise do vesao Mlixir Aati-farU
au rpidos caras asa emprestados asas,
1 veobo aiada aais convide, qas o vesao
(rsir aao ama pomada, come disea as ia-
sfooahji e mal inieac osados.
V da 18 fui acceameltido de orna febre, a
alo podcado, pela aera adlantada da neite,
Maaaar sm saa casa ver o sea Elixir. 00 da
aaiale auodei ver ora frasco e principie 1 a
aaaor ea doses de 9) goliat, de 1 em 1 oras,
a qae no dia segoiote ji me acbava tem febre,
sao aom como se nada tivesse |do ; ssU a
ara verdade, o qae so cabe me agradecer-lbe
Ma atril remedio, podeodo Vmc. faser desla mi-
aa aeclaragio o eso qae em .tea beneficio Ibe
Batatar.
nenie, 37 de Janeiro de 1881.
Manoel Joaquim Alves Ribeiro.
Travessa das Grases o. 18.
N 10i.
Bmslre ddadao Maooel Cerdoso Jnior.Ja
?or amor a bomanidade solTredora e ji para
.oder am preilo i vera lade. permilta-me o
rVaaso qae, snpposto mesmo cITendendo a saa
reesnaeeida modes ia de bomem e de autor ve
ato coefef sar vos a minba gratidao e tornar
taita ui?is oui triumpho do tosso Elixir An-
A 'vaaetlido de orna febre intensa com
ao elevadtssiuio de lejiperaiora, apresentan-
0 na saa primeira pilase diagtiostico dnvidoco
a>Amarella ou B::iosa por doas mdicos a
-'ni recorr, eslava ja rsolvi 10 a sabir para
>ra da cidade, qoando resolv osar do vosso
fetl;ei medica memo.
Jiwla mais decisivo e sorprendente do que o
tfirjio nsianlaneo, qaer a febre quer os vmi-
tos, ju- me pr stavam j^teodo-me por muitas
vea-s descrer no meu restabelecimeoto, cediam
BCcOim mpre n'ama mareba prcgrei-siva :
resuiDtndo me assim a esperam 1 e a admira
cao dos amigos que me cercavam.
Esioa pois. saivo e as mioha- oceupac^es
Jur .1- ; abaxo da Providi'OCia devo-a a vo-. a
aa-! iipruwnto Aos que ollr-m. qu-l--s
ajee : -m fu^ir Ibes a vija por euVito de orna
hrbn p- riias. mi rt>sta recorrer a vofsa mira
cato-1 creacloU Elixir Anii-febril.
v tto coneirtaij amigo, criado obrisado
Jos I! raes de Ov> ira Jonjor.
Recite, i7 de Mo rtp It&o.
N. 105
niro 8r. Manoel Lardoso Jonior -Amigo e'Sr.
Te..lio o maior piater em commonira' Ibe
qse, ae aodo-se o mea caixeiro Custodio Per
asiles dos Santos ala ado de febre de mi ca-
faetr-r. depoi* de ter empregado diversos me-
asea'"': os .'em resultado, resolv recorrer ao
an Mixir Ann feb il, e com espanto vi passa-
bs di'las 5 horas, mea referidu raixeiro apre-
KBlou '.: prompto para todo o servico da cafa.
Danfo Ibe este 1 ublico tesd munbo, aproveiio
a otrasii para felicilal o pela soa importante
tscr berta.
Sea motivo para mais. Soa de Vmc. amigo e
criado maito obrigauoJoaqaim Pernandes do
lale
Berif-% 9 de Selembro de 1889.
fEisv,:rE sellados e reconbecidos.)
le preparad
Eaoreve o Diario de Noticia*, de Ro
de Janeiro:
< O Peitoral de Cambar alm da ssat
benficos effeitoa, pelo bem preparada da
producto superior aoondictoaaaeBto,
aada deixa a deaejar asa relacjle aos ao
disoasaatoa iaglaasa a a
0 Jiii da diraiu Jaio Bapliaia 61
airaaU CMto ncarraia-sa m eanlrahir
ctiprtslimas coa banca de crdito raal
da Perua-nabaco, para m Srs. agrictlto-
read'esto Estado, adianiando as dea-
pesas Hedante medica relribuicao ; po-
de ser proeoade a roa do Bario de S.
Borja a. 64.
O advegado Jos Aatoaio de Magalhlos
Bastos, modoo o sea escrptaro para a ras
Duque da Caxiaa, n. 56, 1. andar.
O Dr. Sigismundo Antonio Goncalves
jais de direito especial do commercio
da cidade do Recite, capital do Estado
de Pernambuco, etc. etc.
Fa<;o saber ais que o preeente edital
virem oa delle noticia tiverem que na
audisncia de 5 de Fevereiro prximo vin-
douro, se ha de arrematar em praca pu-
blica deate juiao, oa immoveis segnintes :
A casa uumero 10 no Becco Largo dos
Remedios, fregueguia de Afogadoe, com
ama porta e urna janrlla de trente, de
pedra e cal, em solo proprio, com duaa
salas e um quarto, coainba fura, pequeo
quintal morado, mediado 8 metros de
comprimeato e 3 metros e 30 centmetros
de largara ; avahada por 2JO0COO.
A casa numero 12, no mesmo Beeo
Largo doa Remedios, em solo proprio, de
pedra a cal, com ama porta e ama janella
de frente, tendo aa meamaa acoommoda-
ces e dimeniSes da precedente ; avaliada
por 2(X'A0J0.
A casa mei'agua, numero 12, na Tra
veaaa de Slo Miguel, de podra e cal, em
solo proprio, com ama porta e urna janella
de frente, duaa salas, dous qaartos, coai-
nba fra, quintal murado, cacimba meeira,
medindo 9 metros e 80 centmetros de
comprmentro, 3 metros e 63 centmetros
de largara ; avallada por SOtOOO.
Ditas caaes vio a praca por aceto exe
cativa de Pereira Carvalho & C, contra
Jovino Sergio de Albuquerque Mello e
saa malber, para pagamento do qae estes
devem qaelles.
E nlo havendo lancadorea que cubram
os procos das avaliacoea, a arrematacao
aera feita na forma da le.
E para qae ebegae ao conhecimento de
todoa mandei passar o presente edital,
qae ser publicado pela imprensa e affi-
xado no logar do costume.
Dado e pastado neeta cidade do Recife,
capital do Estado de Pernambuco, aos 8
de Janeiro de 1891. Subscrcvo Ernetto
Maa
Sigismundo Antonio Oonoao$$.
SANTA ISABEL
Amanh Quinta-feira. 5 de Fevereiro
Grandiosa novidade
Segunda penltima representarle das celebridades universaes
TRES BEMOES
a do notavel adivioho cuMMANDADOR
PEOKO YALLS
ttpectaculo completamente novo
Pela primeira vez ser tocado nos g'uizos
0 HYMNO NCiONAL
qas de am saceesso espantoso. /
O celeafe atvinho Coraraendador
i ara novos trabalhoa e oovaa experiencias.
WlSIS H1BIMI8
Pela segunda vea ser tocada a Oran Via e dois jogos -de guiaos com acom-
panhamento de pianos.
Trabalhos surpreh ^ndentes!
Ha bonds para as linhas principaes.
Jos de Mello, secretario.
4.a Por moite da conjure, sem filhos
do matrimonio, revert r a importancia
da dote a seu futuro esposo sem que aa-
sista direito algam aos pas da noiva para
haver a imporiancia do mesmo dote.
5. O pautnante ser administrador dos
bens da pxetuante, cujos rendimentos
serlo applicados aos encargos do matri-
monio.
Secretaria da Junta Commercial do
Recife, 29 de Janeiro de 1891.
O oficial maior,
Tettp oro fragor o.
Inspectora da AiUa .ea ut i'erudmfeico,
em 3 de F. verer > de 1891.
inspector, segundo dWpoe os II I* eS* do
srr 29 do decreto n. 9870 de S de Fevereiro.de
1888, avisa aos contriboiotes do imposto de in-
dustrias e proflssoes do exer icio correte de
1891 qae acobrdnca ser realisada a bocea do co-
fre, por esta re par ti cao, al o fim do corrate
mes, em orna so presucao. se o imposto nao ex-
ceder de 304, e em doas uuaes. se br-nver ex-
i-psso ; depois do qoe ser pago com a malta de
10 */.. de conformidade com o art. 30 do citado
decreto.
Bardo de Souza Leo.
Mudanca de consultorio
Dr. Freitas Guimarles participa a, aeus
amigos e cuentos qae mudou ea consol
torio da roa Duque de Caxiaa n. 57 para
a meama ra n. 55 onde continua dar
consultas das 11 1 hora e tem saa resi-
dencia no Cajueiro, n. 4. Telephone 292.
Aaacafcnita Pe I ara I
For meio de poderosa accio deate re
atedio irresistivel, as enennidicades da
ixrganta e dos polm&es se disa pam e ae
rvaneoem como por encantamento. A-
etles que padecem de astbma, e se acha
q ,aai que privados de guardar urna
posieii) aoriaonul dorante annos i&teirjs,
svioeipitm a respirar com faeilidade e dor
aaa ir nquillamente depoia de baverem
aseado aigumaa doses deste delicioso e
sdsairavel xarope.
A tasse angustiosa e violenta aa fortes
caatrpacSes, o saogue dos palmos, a
lidJio e perda da vos, e tod^s as mo-
c ur:i pela peitoral le Caaabar
Al.OfSS CASOS DE CAQUELDCHE
O Sr. Jos (Jarlos Coimbra de Ooaveia,
residente no Rio de Janeiro, tinba, ha vi a
j dous meses, ama filhinha, de cinco
a nos de idade, gravemente atacada de
coqueluche
Aflicto, cheio de apprehensd'es pelo es-
tado da doencinha, o deaolado e carisboso
pai empregou todos os recursos ao sea al-
cance para salvaKa da terrivel enfermi-
dade.
Todos os esfor9<-s da saa dedicaclo pa
ternal foram baldidos, os desvelos do seo
eoracio verdade ira mente amante e lanci
nantemente ferie'o p quieucCes foram impotentea para vencer
o mal e restituir filha adorada a alegra
e os encantos do lar.
Inspirado entlo por urna lembranca fe
liaaima, lancou mi do Peitoral de Cam-
bar e, com doas francos apenas deste
grandioso medicamento, & n-eguio o que
outros, altamente precooisados e tidos
como tffi^azes, nao tinham rea'izado; a
salvadlo do eete querido, cuja vida estava
^reates tugir Ihe !
D, us netinhos da respeiUvel ssatro-
oa, Exma. Sra. D. Mara Jos Rodrigues
Barcellos, moradora esa t-elotaa (Rio Gran
de Sul), estayao t>trmentadoa pela co-
queluche, sem obterem ailivio com tra-
tamento de sea illustre medico.
Um da a dedicada av deu Ibes o Pei-
tu al de ("ambara e ficou sorprendida com
oa benficos effeitoa producidos por quatro
frascos apenas do popular remedio.'
Tendo adoecido em Santo Victoria
do Palmar dona filt inhos do Sr. Arsenio
Cardoso de Aguiar, de coqueluche, e ata-
cados de grandes febres, em menos de
quatro diaa fies ram radicalmente curados
com o Peitoral de Cambar.
Fmulos da casa do r. Americo
Salvatori, socio da fundicio dos Srs. Ma-
noel Jos quim More ira A C, do Rio deJ a-
neiro, sendo atacados de coqueluche e tra-
1." Socole.Secretara do Ooverno- do
Esads da Pernambuco 4 da ravarairo ds
1891.
VITAL
Pasa piklico qae, sogaado conste da
soamucacao da Secretario ds Astado
das Heaocioa da HW aaa da 16 do Ja-
neiro lado, oh a. 171 A, o roaaarK
meato do cidodao Aatoaio Goaavl vea dos
Saetas, foi axaiado o aglate despacho.
t Bata preaaehido e lugar.
O secretario,
Sopronlo Eutickiniam da Pa* PorUlla.
2.a Sooolo.Secretaria do Ooverno do
Estado da Pernambuco em 4 da Fevereiro
de 1891.
Da ordem do Dsosabargadar Oover-
nador do Estado a ea observancia ao art.
5- do Decreto a. 8266 de 8 de Outubro
de 1881, notifico ao juia de direito Aa
gasto Abel Peixoto de Miranda Henrqaes
do ana romoelo, por Decreto de 14 de
Janeiro findo da comarco de Alagoa de
Baixo, neate Estado, para de Brevas no
do Para, tendo Ibe sido fixado o praao de
seis meaos pera assumir o exercicio de
suas funecoes.
O secretario,
Sophronio E. da Paz PoxtMa.
Veneravel
Irmandade do Seahor Bom
Jess dos Passos
MESA GERAL
Nao tendo anda comparecido nomero legal,
sao oovsmente convocados os nossos Irmaos
para reonirem-se em mesa geral quinta-feira 5
do coi rente, ao meto dia, alien de tra'a'-se de
assumptu tendeles a irmandade, iu> cem
misslo de patrimonio de apolices de divida pu-
blica ; e sendo esta a 3.a coavocacao, se delibe
rara com qaalqoer numero de irmaos qoe com
parecer.
Recife, 3 ieFarereiro de 1891.
O esenvao,
Joaquim de Soasa Monteiro.
Edital
De ordem do Dr. Chefe de Polica f ac
publico, para os devidoa fina, qae foram constrocclo de novas em quaesqaer con
Decreto, es avisos do 16 de Marco de
1876' e 31 de Outubro de 1877 e de
accordo com a Intendencia Municipal.
Easaa cercadas, segando o vosso citado
officio, foram taitas por am abaso dos
respectivos proprieUrioa tolerado por easa
Capitana, em menospreeo da Iei, e em
detrimento do porto e doa aeus ancora-
douros, caja conservacio e bom estado,
oelo qae per enoe a soa limpeaa, profun-
didade e segoranca, o art. 9* do Regula-
mento de 19 de Maio de 1846 especial
mente recommenda aos cuidados das ca-
pitanas dos portos, no intoresse de man
ter e resguardar a franqueza da navegacio.
Entretanto nlo deveis consentir qae se
renovem as cercadas qae acharem-ae aas
circumstancias dos que accosais, nem na
Empresa da estrada de
ferro de Ribeiro a
Bonito
Picam a dieposicio dos senhores accionisiat,
no escrip'orio desla empresa, n. 7*. roa Duque
de Gaxias, o balanco de cootas do anno prxi-
mo lindo, e os demais documentos exigido? pelo
art. 16 do decreto federal de 17 oe Janeiro de
1890. Rerife, S7 de Ja.ieiro de 1891.
Jos Bellaraino Pereira de Mello
Gerente.
MARTIMOS
Para o Rio Grande do Sul
e Pelotas
o patacho sueco
tratar com E. S
Idam. Para carga e freles a
Devy. ra do Commercic
Rio Grande do Norte e Ma
cao
alate \enu
Recebe carga at o dia 7 do correte
A tratar com Joao Hara de Alboqoerqoe li-
veira, Caes da Companbia.
expedidas aa necessaras ordena no senti
do de ser mantido fielmente o cumpnmen-
to absoluto daa posturas munioipoos que
probibem o rtrioqaedo do entrado com
agua, pos o'^^Av' substancias.
A Cbef ^k Vafa que o pove pornam-
bucano s*L^|^.rresponder aos esforcos
da polica no tormal intuito de acabar de
vea com as cenas sel vagos que se eos-
tumavana reprodoair nos tres das do Car-
naval, aceas altamente deponentes da mo-
ralidade e ordem publica, evitando as au-
toradae policiaes o am prego de medidos-
enrgicos, quied vieleataa.
Secretaria de Policio de Penaashaco,
8 de Fevereiro do 1891. O secretario
Arelar JMfos sis mfmrqm MU
DECLARAC0ES
Costa reiras do Arsenal de
Suerra
A Tbeaoararh de Paseada oiga no correte
mes a folba de coslareiras do Arsenal de Guer-
ra, relativo a primeira qaiaseaa de Janeiro do
correte *noo.
Tbtsooraria dePaienJa dePern.mbuco, i de
Fevereiro de 1891.
O esenvaoda Caixa,
Autooio da Crus Ribeiro.
Sociedade Monte Pi Bom
Sutees so
De ordem do cidadao director participo a to-
dos os Sr. socio- e a todas an sociedades deste
estado, qoe es'a socie Ja e mo4ou saa sede para
o predio n. 37 silo na roa Duque de Caxias,
fregueia de Sana) Anlono, para onde deve ser
dirigida toda correspondencia.
Secretaria da Sociedad Mjnte Pi Bom Suc-
cesse, V de Pevtreiro de 1891.
O secretario.
Thomaz Marque* Vieira.
(rem;o liecreal. vo do Ret I'
Saro carnavalesco (extraordioario) em 8 de
Pevereiro.
Previno aos socios qoe qnserem asslstir a
este saro. que sendo extraordinario, tero de
sobrcrever-se, pira cojo Hm se acha urna lista
em ruaos do Uiesuareiro.
t'.un viles nesta secretaria.
Nao sao admirsiveis sgpregados.
Secretaria do Gremio, 31 de Janeiro de 1891.
0 1 secretario,
A. Helio.
Cojapanhta de Fiacao e Te-
cidos de Pernambuco
Ds esataraldsda coa a art. 18 da decreto do
17 e Jaaeiro s 1888, leSaa-sa ao escriptoris
da coaaaahia S rea do Boa Josas a. Al, priaaei-
ro andar, copia do Salaaco, relacto aoalaal dos
seabores acetomrtas lista das transferencias
da aaeoes daraata o anno 8nd.
Recife, 83 de Janeiro de 1881.
Jos Joto de Amorim,
_______________________Secretario._____________
Associa^o
Medico PhVsueeiUei renii-
bicana
De ordem do Dr. viee-presidente, -sao convi-
dados os senbores socios da Associacso Medico
Pbarmacentica Feraambacana ara a primeira
sessio do correte anno qae ters logar na quin-
la-tora 5 do crrante, no local e tura do cos-
tme.
Associscao Medico Pharmaceatica Pernambn
cana, 1 de Pevereiro de 1891.
01- secretario,
J. M. Cario.
Na ocretarta
tricordia ala
uto lasa dr MI
e ae oegalateo
S. R. J.
Raas:
Alegra n. 46 30JMW0
Vlgarib Tenorio Ia andar n. 25 tSMJOO
Domneos Jos Marlins, terrea n. 118 10*000
Companbia Pernambacaoa, loja n. 30 !5MuO
Burgos, terrea n Si 14W00
Lapa n. 1 14M00
Qutdro da Detencao n. 4 6*000
Ra Imperial casa terrea n. 151 ll> 0
Sino d Casa Porte n. 13 25*000
Ra do Bom Jesos 3* andar o. 13 15*000
Amorim o. 47 581330
Aurora o. 37 S* andar '16*660
Palma n 34 50*00.)
Marques do Herval sobra 'o e loja
n. 11 60*000
Travessa da Madre D*us n. 14 UidOO
Pateo do Paris. o. *9 f andar 0*000
Travessa da Madre Deas, sobrado e
armas.mn. i 6i*500
Vidal de Negreircs, casa terrea n.
94 20*000
Coronel laassuoa,sobrado n. 43 30*000
----------------------------------------<--------------------------------------------------------------------------------------------
do peito e da trrebea, que tem tados com o Peitoral ae Cambar, achas
Norledodc Hrrci>allva Jateataae
Sarao carnav. les o em 7 de Pevereiro
0 conselho admini;tratlvo e honorario de com
mam accordo resoiveram tomar o iniciativa des
te sarao. .
So podero gotar do mesmo os socios e anas
familias
A lista dos subscriptores, na s 'e social nos
domingos e das santificados, nos dias atis em
poder a i cidads fiscal.
Secretaria d > conseibo administrativo da So-
ciedade Recreativa Javentado, 15 de Janeiro
dc 1801.
0 2- secretario,
A, Perreira Neves.
Capitana do porto
Carraos de pesca
De ordem do cidadSo capitio de fragata
Franc seo F. ijai de Lacena, capitlo do
porto dests KsUdo, faco publico, para
scieLcia dos interessaaos, qnc, por avi-o
n. 41 de 7 do correte maa e 9 de Outu
oro do anno prximo findo, abaixo pu-
blicado, fieam prohibidas as renovacoes de
I i ce ocas para carrees de pesca, bem como
aa coostruccoVs de novos em quaesqaer
condico.s, visto como ditos curraes sio
prejodiciaes A limpesa, profundidade e
coDservago dos portos e seos anoora-
douros.
N. 2316.3.* Scelo.Ministerio dos
Negocias de Mantiha.Rio de Janeiro, 9
de Outubro de 189J.
No officio qae sob o. 139, me endere
costea com data de 4 do crrante, consul-
tis : si podem ser conservados os curraes
de peixe, qu-, ezistndo antes do aviso
n. 613, de 28 de Abril de 1888, foram!
dicSes.
Saude e fraternidade. -- (Aasignado)
Eduardo Wandenkolk. Ao capitlo do
fiorto do Rio de Janeiro.Conforme Car-
os Amerindo dos Res.Conforme J.
Appranci, (assignados).
O secretario,
Afano F. do Caotro Chava.
41 lISrEITVL mil
C9M1ERCI0
Avisamos que vieram da
Europa no vapor c Monte-
video e vao sahir da Al-
fandega 160 cautas com
cerveja da acreditada mar-
ca La Rosa Alemana. 3
ANNOS DE GRANDE
SCCESSO
O fabricante com a sua
vastissima imaginacao e res-
pe i tave 1 talento tem por
certo glorificado o seu ne-
me na cerveja La Rosa Ale-
mana.
Unios importadores Machado Pinto
A C, e vendem em groeso as importan-
tes tasas dos Srs. Gomes de Mattos Ir
mos, roa do Marques de Olinda ; Fer
reir Rodrigues d C, na rea da Madre
de Deus ns. 12 e 14; Costa Lima A* C,
ra do Amorim e Lopes Alheiro A C,
travessa da Madre de Deas, Lopes Ma-
galhlos d 0 Largo da Penha : Domin-
gos Qomes de Amorim, roa do Raogel.
De ordem do cidadao inspector deste The
souro, e em virtude de antoTisaco do cidadao
pove mador deste Estado, faco publico qoe nj
da 5 dt Pevereiro viodonro, a Jaots de Pasen
da, reunida nesse mesmo dia, em sesso, rece
oerS proposus para a arrematacao de MO re
wjlvers, imitacao de Smi h et Wissoo, asolados,
com cabo de msdeira e cano com 11 centtme
tros de extensao, 16 000 jalas do fabricante
Bicy, e MO capas de courj para os mesmos re
wolvers com portbalas, servindo de base para
oda um. com os competentes pertenjes o valor
de 15*000.
Os .-oncorrentes devero hab litar se na sessio
ra junta nesse mesmo dia, na frma do rega
lamento em vior, mediante c exbibi^ao de car
ta de abono, Hrmada pjr doas commercianles e
recoiht-cnlas as Hrmas.
Se Teta'ia do Tbesoaro do Estado de Heroam
buco, 30 de Jdoeiro de 1891.
Servindo de secretario,
i. D. ds Silvs Gnimares.
Junta Commercial do Re-
cife
Esta Secretaria faz publico que foi
gistrada a eacriptura ante-nupcial e

Lloyd Brasileiro
PORTOS DO NORTE
Oyapor Brazil
Jommandante o eapitSo de fragata Pedro
Hjppolyto Dnarte
E' esperado dos portos do nor-
tean} o dia 5 ie Fevereiro e de-
da demora indispensava
r para os portas de Mv
ce, Babia, Victoria e Rio de Janeiro, receben-
do carga a baldear no Rio de Janeiro: pan
Santos, Cananea, Ifoape, Paracagua, Antoiiaa,
S. Francisco, Iujaby, Santa Catharina, Rio ran-
de, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serio recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, do trapiche Barbos-
no largo do Carpo Santo n. II.
Para passapen*, fn'tes eencommendas e n-
skeiro tratare com os A6E5TES.
PORTOS DO SUL
O vapor Perman buco
Coamaodaats Roberto -ppar
E' asesrado do sal at o diaM
Pevereiro spois oa e-
aora aeesasana seguir para a
tal, rjaajA Aasarraota, Ha-
r'saaOo, Para, Obidoa a Haaes
As aneoa mendas serlo recebsaas t 1 bota
da larde de dia da sahiaa, no irapicno Barbn
a arg de Carpe Saeta a. 11.
Aos Srs. arragadores pedimos a saa atenj-e
ara a claaeula dos conhecinaatos, que 6:
No caso de haver algoma rerlaaacao contra a
-ompanhia. par avaria oa peras, aere ser felta
3or aeripto ao agente reipectivo do jato ds
lescarga. dentro de tres das desos de finsb-
N4o procedendo esta formalidade a coaspanhia
lea isenta de toda s responsabilidadc.
Para passafens, frotes e encommendas ira-
a-se com es ____
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
i?Ra do Commereia m
lo anclar
Rojal Mail Steam Packet
Company
O vapor Trent
m
Espera-se da Europ
^Fevereiro, seguindo denois da
apa ateo dia 13 c?
do depois da de-
t< ra indispensavel para
Baha. Ra de Jaaeiro. antoK
lioaievIdeo e Buenos Arres
Para carga, encommendas e passagens, trta-
te com os AGENTES.
O vapor Tamar
E' esperado des
portos do sal ni
dia 16 de Fe
-sir e depois .
da demora adis
ensev.i seguir t'a
Lisboa, Vigo e
Santhampton
construidos contra aa expresaas disposicfJes
re-
de
dote ceLbrada entre Alberto Dias Per-
nandes e D Eugeoia Mara de Arevedo
para se receberem em matrimonio, o qual
n paite civil ser regalado pelos pactos
seguintea :
1.* Nao ha ver communhlo de bens
entre os contractantes, quer em relelo
aoa que venham adquirir oa constancia
do matrimonio, por qualquer titulo que
seje.
2. O pactuanto Alborto Dias Fernan-
dos dote aua futura esposa D. hogenia
Maris de Aievedo com quautia do
trinta costos d^ res, em moeda corrento
e legal deata repblica, importancia esta
bem como os be ns que a conjuge vier a
adquirir na constancia do matrimonio go-
aario dos privilegios e isenyoes que a lei
concede aos bens dotaos.
3. Por mort- do conjuge sem filhos do
I matrimonio, a conjuge retirar somonte
do Decreto n. 2756, de 27 de Fevereiro
de 18dl.
Em respoata, declaro-vos qae vos com
pete examinar e proceder a semolhante' movis oa em dir.heiro, como cima
respeito, de conformidade com sqaelle dito.
a importancia do dote aqui instituido por
seu futuro esposo dos bens que este dei-
xar com direito s eseo!ha em bens a-
fies
Reduee&o de pauagen*
lia lia t volir.
V Lisboa 1* ciasse i ?0 a 30
\ Sonthampton 1* ciasse S8 a U
Camarotes reservados para os passageiros de
"ernambnco.
Para passagens, fretes. encommendas, trata-fe
oca 03
AGENTES
i raorim irmaos &
N.3 Ra de Bon JessN. 3
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E'esperado da Enrooa no
da 6 de Fevereiro segui-
r uepois da demora ae-
cessana para
Bata, Rio de Janeirq, Buenoe-Agra
Montevideo
Lambra-se aos Sra. passageiros do todss as
:laaaes qae ha lugares reservados para esta
igenda, qae podem tomar em qualquer tempe
Previne-se aos Srs. recebedores de mercado
-las que so se attendert a reclamacoet por m-
as, ios rotamen, qoe forem reconhecidas ns
jxasiao da descarga, assim como deverao den-
:ro de 48 horas a contar do dia da descarga das
itvarengas, fiuerem qualquer reclamacSo con-
ernantea s volnmes qae porventara tenhsm se-
nrido para os portos do sal, aflm de poder-se
lar tempe as providencias necessaras.




s


_____


Diario de Pernambuco Quinta-feira 5 de Fc>ereiro de 1891
ar
tai
BAeiro a frete: trata-secomo
AGENTE
e di
Auges te Lab ule
9 Bma do Commmrio 9
MUCAMA
DI
avecacia eostelra par vapor
POMOS DO SUL
Itcei, Penedo, Ar-caj' e lahii
O vapor Jacuhype
Commaadsnte Carvaiho

Segu no dia. 9de Fevereiro a
?5 fieras da tarde. Recebe car
encommendas, passagens >
rjinneiro a trete .at as t bo
ras da tarde do da da punida.
ESCRIPTORIO
Aa Cae* da Companhia Pernambucan.
a. 12
Companhia Baha na de Na
vegacao a Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca
jd, Estancia e Baha
O VAPOR
Mrquez de-Canas
Commandante Freitae
Seguir pan o-
portos acim*
indicados no di.
5 do correte
____________ ac 4 horas da
taras.""*
Para carga, passagens, encommendas e dinbe>
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osoriode Cerquis
17Ra do Vfa-io 11
l'C"
Pacific Steam NavigatiOD
Companj
8TRATrSOFMAGELLAN LINE
O paquete Iberia
Espera-se da Europa at o di
8 de Pevereiro e segur* de
-pots da demora do costme pan
^Valparaso com escala por
BeJua. Rio de Jamn Montevideo e Bue-
no Ayrt\
Para carga, passageiroa, epcommendas e o
ibeiro a fre.e : traU-se com os
AGENTES
Vilsoi. Sons k C, Liiiled
10BA DO OOMMERCIO0
CHARGEURS REUNS
S7 tfc? K
panilla ira- >
DB
Wavegacio a vapor
Linca quinsenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Baha, Rio da Janeiro a
Santo*.
O VAPOR
Ville de Bueoos-Ayres
Commandante Tbomaa
Espera-se dos portos do sol ate
rodia 6 de Pevereiro, seguindo
rdepois da indispongavel demora
"para o BJnvre.
entrar pmrirn
Condnz medico a bordo, de marcha rapide
i offerecreKcellentes commodos e ptimo pa*
dio.
As passagens podero ser tomadas de ante-
nao.
Recebe carga, encommendas e passageirot
para os quaes lem excel lentes accommodacoes
Para carga, passagtns. encommenaas e di-
aheirc a frete tratase com o 'GENIS.
O vapor Paran gu
Commandante Deliena
E' esperado da Europa ate o a i
7 de Fevereiro segindodepos
da ndispensavel demora para
Rio de Janeiro e Santos
Boga-se aos Srs. importadores de carga p" os
tapores desta linha. qoeiram apresentar d-'o
e 6 das a contar do da descarga das airare as
sssalquer reclamacao concemente a votomei oe
asjrveutsra tenham seguido para os partor da
al afim de se poder dar a lempo as pro\ -
Bacias necessanas.
Ixp- udo o .-elendo praxo a compaobia nao se
respoasaDilisa por extrae*.
Para carga, passagens, encommendas e di-
aheiro a frete: trata- ecomo
AGi-NTE
Aigiste Lakille
9RA DO OOMMERCIO9
***
tCSMA
DE
avegacaa eaatelra par Tapar
PORTOS DO NORTE
?arakyba, Natal, Maco, Moeeor, Arana
tye Cear
O vapor Una
Commandante Monteiro
an v Segu no da 6 e Fe?ereiro as I
^Mj, horas da larde. Recebe cana, en
KL< oinmeDda, passagens, e dtabeiro a
Baaaaaavfrrte at as 1 horas da urde do
a da partida. ____
ESCRD7TOBIO
A Cae da Cammamkia Pernambueana
n.l
/4
United otares and Brazil
M. S. S. C.
O vapor Allianca
E' esperado de New Ton
at o da de Peterein
e depois de pequea de
mora no seguir para a
aha. alia ale eTaaelr* e ftastas
Para carga, passagens, encommendas eei-
aeiro a (rete : trata-se com os
AGENTES
Henry Foreter & C
8Ena do ComwucLor8
1*andar
caMPARrauA psauvAamucaivA
DB
aTefafia aaelra per Vapor
Para Fenaido de Nortaia
O vapor Beberibe
Commandante Io teen te Fabio Rio
^M^^
M Cas
Segu no dia 14 do corren
te as 11 horas da m nha.
Recebe carga e passagens
rf aa 10 horas do Ala da
Darnos.
ECROTORIO
da Companhia
n. 12
LEILOES
Hoie (5) deve ter logar o leilao de movis,
lores, Tidros e telbas de lineo, na roa Veiba n.
Sexla-feira (6) o de chapeo* de feltro, fa
sendas, miodesaa e sedas pera o Carnaval, no
araasem da roa do Rom Jeaas n. 45.
Leilao
De movis, louca vid ros e mais objectos de
casa de familia existentes na roa Velha n 111.
Oaiafa-felra, & da arrate
Agente Pinto
Lt ilo
De chapeos de feltro para borneas e meninos
chapeos de palha p.ra senharas. calcados, sapa
tos de castor e charlte, boifles e albons.
Casemiras de cor e fraaella
Quista feira, la carrate
Sezta-fea. 6 do corrate
As 11 hora*
Agente Pinto
Ra do Bom Jeaaa n. 46
Leilao
De 3 pecas de seda tarrada.
8exta-fera, 6 do correnU
A's 11 horas
Agente Pinto
No armaaem roa do Bom Jesna n. 45
Leilao
RJeata felra, do corrale
.lo meia dia mi ponto
Na parta da Asaociaclo Commercial com
asaistencia do Ezm. Sr. Dr. jnia sub-
titute de orpbloa.
Oh agente- Gosmao e Barlamarqui, por man-
dado e com as.-mti ncia ao r. jan adata, leva-
rao a leilao as gmpriedades segetntes: o enge-
obos Ribeiao. Gaoganelli e Cacboeira e o po-
voado de Ribnro cojos bens pertemem ao es-
polio do finado Baro de Senobaem. servindo
de base a offeria de noventa e cinco cootos
(95 000*000) por todas as propriedades referi-
da, sftooo o leilao rt< ciuido de axorde com to-
das as partes mu reasadaa na referida venda.
Compre notar qae os eogenhos e o povoado
cima mencionado devem pagar o osnfrncto a
inventarame Baronesa de Sennblem. al o dia
14 de Jalao do correte anco, regando clmala
u-stameniaria e bem aesim que as casas do po-
voado de que trata o preseat annoncio, sao os
qoe se arnam descriptos ao Inventario, e nao
algunas periencentes a pa ticulares qoe pagam
loros do terreno do povoado qoe vai ser ven-
dido.
Alogam-se crotons e palmeirn para o dia
de carnaval, e veodem-se flores de todas as
qualidades e eravos, fas se booqoet a chipes pa
ra easamentos, por precos commodos, e prepat
ram se nandeijas para bolo* ; a tratar na ro-
do Caldeirelro o. 4R._________________^_
Precisase de om criado para- ser ico de
casa de familia ; a tratar na roa 15 de Novem-
bro o. 81, es:np Precisa se de orna molher coslnheira para
cas* de familis ; na roa Marcilio Dias n. 10.
A loga se a asa n. 48 a roa da Concordia,
com agaa ; a iraur oa roa do Crespo o. II, 1
andar.
Precisa se de om caixeiro rom pratica de
hotel e de ama ama francesa oo po tognesa para
poseo trabalbo ; a tratar na roa da Madre de
Deas n. 3 hotel.____________________________
Precisa se de doas amas, orna de cosioba e
ootra para engommar e lava', e de om criado,
todos qoe dormam em casa do patrao
Urna senbora habilitada para ensinar nri-
melras letras, grammatica, ariibmetira e traba-
Ibos de agnlha e flores, propoe se aleccionar
oesta capital e seos arrebades; os pretendeoles
dinjam-se a roa Direlta n 66, 1.* andar, qoe
achara com qoem tratar. ________^^^__
Alaga se o sobrado n. 40 a ra do Pavean-
do, com commodos para grande familia ; a tra
tar atrs da matns de Santo Antonio n. 14.
Precisa-.se de urna ama de boa
conducta, para casa de pouca fami'ia :
a tratar roa da Aorora a. 109 B.
A Fabrica de Teci-
do da ^orre, precisa
de meninos, e mulhe-
res.
A's maes de familias
9CEKCI8 VO88O8 FILH08 8MPBK SaDID .
Advtifutrae-lhe o XAROPE ou a
Pilulas Yeraipoirfalhfas
DO DR. CALASAWS
ptimas preparacSes de mastroa
e rhuioarbo, para a expuls&o completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
intestinues oa lombrigaa
(DAS CBKaHCa B DOS ADULTOS)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO!
Estas exceentea preparaeflea nio ne-
cesaitam de purgativos como auxiliares
visto seren purgativas por si mesmas. >
As peaaoaa qae tm -.ernies sen te m oo
licas, tem constantemente diarrhaa, indis-
posicao, sensaclo de corpo* que ae morem
nos intestinos, endurecimento do ventre, e
s vesee, vmitos. Ransrem os denles, qoan
do dormem, e algunas peasoaa expellem
vermes com as feces ou com as material
do* vomito*. As creancas apresentam aa
pupillas dilatadas e inapetencia.
As pillas levam impreaso o nome de
DR. CALASANS e alo cOr de rosa.
1 caixa de pilulas 12U0
I vidro de xarope 1^200
AS PRINCIPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
Residencia e padaria
Alaga se o sobrado da roa Capitao A-ito
de Lima o. 30, com commodos para grande h
mili : este sobrado tem no fundo om telbeiro
com doos fornos em perfeito estado, propriof
aara qnalqaer nadara ; a tratar na titbograpb
d-aa Marques de Olinda n. 8
Leilao
Agente Britto
Urna mobiiia de Jacaranda, ama com moda de
amarello nma meu rommoda, 1 guarda roopa,
1 toilette orna cama francesa, I marquezOea, i
cabide columna. 1 dito de parede, 1 veloapede,
1 reloiiio de pa eae, orna mesa redonda d> po-
dra, orna jardineira, vasos para flores, 1 cofre
de ferro peqoeoo, nma mesa elstica, S apara
aores, cadeiras avolsas de jonco. ditas de ama-
rello, doas bancas com gavetas, t importantes
qaadres, I espelbo oval, 1 dito qaadrado can-
daros para kerosene, jarroa, metas de cosioba.
lasca para a tinoco e jan tar e ontros moitos ob
jecto. .
O sgente cima antorlsado por orna familia
qoe segu para o Estado Ja R-bia, vender os
objectos cima ao correr do maraum.
i lia felra. da carrale
A 11 hora
Roa Pirata a. 190 2 andar
Agente Stepple
Leilao
aabhado, 7 do eorrente
A's 11 horas em ponto
No armazem A ra do Mtperador n. 30
O sgente cima, por mandado e assistenca
do Bxm. Sr. Dr. jais de orpbioa e ausentes,
levara a leilao a casa terrea n. 11 da travesea
do obalo (boj' Paleto), na fregoena de (santo
Antonio, em solo foreiro e perlencente ao espo
lio do tinado Candido Pelix Accioii Lir.s, e Ma
noel Cesar de Mello.
Os Srs. preieodentes desde j poderte exa-
minar a dita casa.
REMEDIOS
LE ROY
Popular' -m FKAMCI, ni AHEMC*,
HtSP'KHi noMUIL,
[od ao jj.'oriudoi o*-.- Meta 4* Hjtitnt |
SCrdlcacSio Drpuratlr% 91.
1 eaoatltataS* ilaotlo toda a UclIMftdc
1 para se IrsUr su, por preco uar^to, e
- i urar eni pnucu U-iiiiki
i Bsa rocdlcai-ii expillo raplilaincDU;
os liiimores, bflia. liiin.or"* viscosos vl-
riado- gue ocxasiouam eeousarvam as
I ni.ilustl.is; purifica o sanguc e tiupede
las rcahldas.
:|PunjantesLeRoyg
rn lquidos
* HiSa, aosailos se.'iimto idadc, coo-
I v."-!n .-sik-cI iliu.-iiic as atotaatlaa ;
AVISOS DIVERSOS
Alagara se casas catadas e pintadas nos
fn idos de S. Goncalo, a 8*1; tratar na na da
itBperatrii n. 7*.
Arrenda se om grande sitio na Vanea pa-
ra qoem qoiser piular oa ter vareas de lene,
oo faser orna olara por ter boas pioporcoet
Kra isso. pois tica junto do povoado, no logar
rtido do Oaro, ao correr da estrada que sabe
no oitao da igrela do Rosario ; trata-se em
Oh oda. sitio defronle ds igrejs de N. S. do
Goadalnpe.
dio llqnldo \*>It-ii.l mil.-, lia.
para as pessoas que llv.rein
(rnancia para om uur.nnU's li.jus
3io Inalliv.is c mira Amth
Vntnrrho. Utn, Hhriinwt
Tmmmrrm, IUrrmn. rVnn a
mpmrtitr.t'rbrrm, (HffrWra, JSa>-
IrmUnn tt r.fvirf. Implomm,
rrm*thi4t, Mwmmiuta
na: se deve aceitar
qaatfMT arodactoaa* aiu Unt o lrreo> a
r*-* CaTra. aassaiair .lalaj
Ra do Seine.51, PARS j
Dirosrro aa iod as rxa a
*SSM
fm+WT*
M udanca de escripto-
rio
O bacnarel Francisco do Reg Baptista mudou
o sen escriptork) de advogacia para a roa Doqu
deCaxiasn. 54.
0 solicitador Diogo Baptista Fernandes ma
don o tea escriplono para a roa Doque de Ca-
xiasn.54.
O solicitador Antonio Machado Dias tem es
criptorio a roa Doqoe de Caxias n. 54.
Pharmacia
Precisa-se de nm rapas- qae lentas algoma
Srauca ; na Pharmacia do Povo n. 34, i ras do
ngel.______________________________
Aocommercio
Os abaixo assignados pelo presente declarara
ao corpo commercial e ao publico qoe n'esta
data venderam ao Sr. Francisco Honorato do
Valle, o seo estsbeleciment i roa da Uoito n.
I, nvre e desembarazado de todo e qoalqoer
anos. Se slgoem se jalgar com direito a pro
testar, qoeira faiel o no praxo de tres alas, a
contar d'esta dat.
Recife, 58 de Janeiro de 1891.
Rocha ec Rorieutt.
PARAO
0 TROVADOR
Lana lisas de todas aa eorea.
Velbutinss matwadaa.
Setins liaos de todas as eflres.
Lans escocesas.
Setineta doarada e prateads.
Velbutinaa lisas
Meiaa de corea.
O ngaa Haas.
Cachemira as* a listradas.


Grande sortimento de
Amm proprietarios
Pessoa com todas habiliUcoes. ncarrega
ce da construeco ou concert s de qnslqaer o tira
e de qulquer natoresa qoe sejs, oa cidade oo
arrabaldes, por contratos on empreitadas, lira
planta oo concert*, e lambem tra na ha por
ado inlstracao, dispoe de bom pestoal para qoal
qoer trabaibo e de carracas para conduelo de
materiaes on mndanca ; quem precisar pode
procurar oa roa do Oioveilo o. 139.
(opiro e cosinheira
Em palacio precisa-Fe de
um copeiro e de urna cosi-
nheira, que deem fiador de
sua conducta.
Aluga-se
A casa da roa Sebastian Lopes o. 31 (sntiga
travesta do Geriqoty), com commodos para
grande familia, com agoa e banh-iro; a tratar
na litnograpbia roa Marqoes de Olinda n. 8.
Professora
Urna senbora habilitada, oflerece se para lee-
clonar em casas particulares o segoiote : porto-
goes, francs e italiano, tbeorico e pralico. geo
grapbia, geometra, trabalbos d'agulha. flores e
piano ; a tratar oa lvrana Contempornea, roa
1 de Marco n. 1.
Aluga-se
0 1 andar a roa Larga do Rosario n. 18 : a
tratar oa roa do Rom Jeso) n. 13, das 11 as 3
Horas da tarde.
Copeiro
Precisase de om copeiro ; na roa do Pa j
sana* n. 19
Tnico Ju-Mu tamba
Est tnica, preparado esta plastas ge pro-
priedades eoobecidas palo nosso pafalsro.de s
melbor de todas as preparacoes at boje deseo
bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi
par as caspas e es conservar no mais forraos*
estado, alera de ser om magnifico perfume pan
a toillete.
Encontra-se i venda em todas as principaer
pharmacias e lojas de miudesas.
Duzia 10*000 | Vidro tXOOt
Mllg
Pfaarmcia Martina. Ros Doqoe de Caixa a.
Libras Sterlmas
Veode-se na loja de olas de Angosto do Reg
*, C. roa do Cabag a. 9.
Olinda
It Flf.Br.ra Carado
Afinador de piano
Pode ser procurado roa do Amparo n. 80
oode recebe chamado para qoalqoer cldade de
centro._____________
Al u gue I barato
Viscoode de Goyanna n. 1*3
PedicAffooso, armaxem n. 46.
Rna Agoastobaa em Beberloe n. 7
Roa I taparte* n 43 I. andar.
Casa com sotao de largo do Mercado a. 17.
Largo do Mercado n- 17, loja.
Roa da Ponte Ve ha o tt.
Beca do Tamnia o 91.
Roa de Santo Amaro ? 14.1.* andar.
Coronel Soassona o. 141 A
Roa Pedro Affooao n. 46, 1*. andar
Viscoode de l'.aparica o. 43 armaxem
Atraa- 4 roa de Commerao o 8 I'da
eacriptorio de Silva Gaimsrles C._________
Cosinheiro
Precisa se de om c< sioheiro ; na roa do Pay
and n. 19
Guarda pos para bomena e
Guarda pos para senhoras.
O TROVADOR
20
Ra 1. de Marco-
LOJA MS TJRE8 PvUTAS
A. TI* Jm.WL'A.K* A SC
20
CREMEdeBISMUTH ouesneville
BSAHWMfaA, O'
MAIMVIU lOSIO MI
OIOAMKM-TO OONTS* .-
ia, uLoaataa
aToaiAOo
VINTM
caftn ac ataairraa
0 Progwsso Hov
CAPUN^A
Estabelecimento easeucialmente moder-
no na forma como primoroso no seu va-
riado sortimento de gneros alimenticios
Vinnos
finca do Porto, Moscatel, Madeira,
Malvasia, Collares e Bordeaos.
Cognac
Diversas marcas.
Whisky
Licores diversos.
Conservas
em frascos a legme* em latas
Doces
Naeionaes e estrangeiroa
( Eapeeialidade, verde e preto
Fiambre e queijos diversos.
Ra las 'reo.dasij.4
Telaphaae 143
Tainhas e graxa
Vendem se em grosso a reulho qoartolas e
barris na rna Pedro AtTonso ns. 11 e it.
A luga
-se
O sr^aiem do caes deCaptbtribe n. 38, pro
prio para arm rem de materiaes oo coebeira ; a
traUr no esenptono de Llvramento & C Praca
da Assembla n i.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado ob base* cien tficas
e phvaiolosrlcas para o flm de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cAr, Impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante crescl-
mento.
Esta apurada e encllente preparacio,
sem duvida o melhor remedio at hoje
conhecido para os diferentes defeltos da
cabelladura, merece a Intima attencio de
todas as pessoa que t&m tido a lnrelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physlonomia.
Com o sea emprego intelllgente tem-s.
eonseRuldo resultados realmente sorpren-
dentes. Em multos casos, porm ao
sempre, a propria calvicie tem aido curada
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
do* cabello*; emquanto que para openea-
xn das senhoras, o objecto mala utl
mais agradavel que se pode empregar.
PREP/-HADO pr.LO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est,-TJnidos.
A' venda as lojas de armarinho e per
ft\m arias.
DKPOtUTO OBSUf .
t
uR
SEMEDIC
iUTALLUEF.
em todo o c RHEUMATISMO
impurezas do Saag&a, Enipcdes, Escrtr
fnlis, Uk-sras, Sipiilis
e toda aTocico de natoresa
eruptiva ou venrea
SALSAPARBILflA
DE BRISTOL
0 Remedio de Fisilia w excellencia!
Ama
Precisa se de nma ama para compra e todc
trabalbo de cas para duas oessoas. qoe dnrma
em casa dos pat 6es ; na roa de Hortas n. S8,
primeiro indar.
o&ai&A
Precisa-se de nma para rosinhar em casa de
ponca familia i ra do Livramento n. 2 3* an-
dar______________________________________
Ama
Precisa ce de orna ama para casa de pe mena
f milni ; s tratar na roa aa Moeda n. 21 enchi-
meato de agurdente.
Francisco Jos da Costa Germano. Barlholomen
da Costa Germano, Joo Climaco da Costa 6er
mano. Ma oel da Costa Germano, D. Antonia
Lios Wanderley Falco, Jofto Maritibo Palcio,
D. Aona Palcao Wanderley e Silva. D. Varia
Amalia Paleto Wanderley Joo Ma inbo Pal' o
Pilho, Joc'LmB Mariobo Palcao, Domiciano Ma
rtnbo Palcao e Beoto de Almeida e Silva agra-
docem do intimo do coracftj a todas as pessoas
qoe se dtgnaram arompaobar at 1 ultima mo
rada os restos mortaes de o. Asista Joaqui
saa Iilsse WmmeJfrieij, sna sempre eburada
esposa, mi, .-(tira e avo. fallecida no da 2 do
correte mes. e de novo Ibes rogam para i ssis
li'em missa. qoe por ?oa alma mandam cele
brar na iftr d'esta eidade oo da 9 do eorrente, (cando soro
mmenlo gratos a todos por este acto de can-
dase.
Cldade da Victoria. 3 de Pevereirode 1891.
Ama
Precisa-se da nma ama para lavar e encom-
mar ; a tratar no Lirgo da Antiga Aesemblea n.
21 armatem de assocar.
Ama
t
>lri*ndrlnaivar da Coala tan-
a
Anlcnio Cesar Vascomellos Ribetro Campos,
Joao P'aoriico da Costa Camoos, Antonio Fran-
cisco da C is'.a Campos Jos, Cesar da Costa Cam
por, Anna Cesar da Costa Campos, fendos do
mais doloroso golpe pelo ii.fau-to passamento de
soa sempre chorada esposa, ti ha e irma, aera-
decem do intimo d'alma a todas as pessoas qoe
se dignaram a- empatillar os seos restos al a sna
oltima morada, e de novo roovidam a todos os
prenles e amigos para aisislirem a missa qoe
ter logar na matns da Escada, as 8 horas do
dia 8 de Peveiro. e desde ja ee coofessam ter
menle smt< s. ___.
No Corredor do Bispo o. 11, preclra-se para
crianza, de orna ama qoe queira ir para o
mato.____________________________________
Ama
Precisa se de orna ama ; Da ra de S. Jos
oomero 74. _______^______
Amas
Precisa se de doas imas. orna para lavar een
gommar e ootra para cesiohar, na toa 1are A
sonso d. 53, 2* andar.
Ama
Precisa se de nma ama para coxinbar. qoe
compre e va a recados, "ja limpa e de non
rostumes, na rna Gervasio Pires n. 85.
f
ai
Jas Joaqun AJv*s P>checo, teodo receido a
infausta noticn do fallecimento do seo eslremo
so pal, 'allecido em 31 de Desemnro prximo
passado ( m Portu.al irnvidam a todos seos
p-rente? e amigos para as istirem as missas do
stimo dia da noticia, pelas 7 1/1 horas da ma
aba de quima feira 5 do eorrente, na igft-ja da
Santa Cro. Desde ja se confessa sommamente
grato s todos aqu lies qoe assistirem a este acto
.i' relifiio e eanrlarlp.
t
Antonio Bstev/CS
Bernardo Pstrv s j Bsteves teodo recebido a
infausta noticia do fallerimento de sea sempre
chorado p..i Antonio Esteres, convida aos seos
amigos e aos do tinado para assistirem as mis
que por soa alma manda retar na tgrea da So-
ledade, sexta feira 6 do eorrente s 7 horas da
mana, trigsimo dia de sen pa.-samtnlo, pelo
que *> ci'nfa *>-*> ft aeninM"ido.
Vlrlurlana Pal barra
Adelaide Euiill' rslbares e seos fl hos "onvi-
dam a to os os prenles e amigos de seo finado
marido e pai assistirem as missas qoe maodam
celebrar oa matrit da Boa Vista, as 8 horas da
manna do dia 5 de Fevertiro, 1' aoniversano do
seo passamento. e desde j re coofessam agr-
decid's. i
Precisase de nma ama para tratar de om
menino de doos annos e meio i mais signos ser-
vicos de casa ; em Jto de Barros, sitio da Ca-
ptlla n. 10.__________ ____________________
Ama de engommatJo
Precisa se de orna ama para engommar roopa
de boaiem e senbora ; a tratar ns rna Desem-
bargaaor flanes Machaco n. 58______________
Carrocas
"" Qoem preci'ar de boas carrocas para ronlu-
cao de materiaes r modaDcas, com bom gado,
aluga se na roa do Cuiovello n. 139.__________
Chcara
Alnga-se nma importante cas- na Capnnga.
rna dak Pernambocanas, mareem do io, bona
e tr*m porto, c m monos i carnudos, sitio mo-
rado, com doos portoes de ierro, solio con ja-
dellas, em bom esUdo ; a tratar na roa Marques
ne O!inda n. 8.
Boa habilacao
Aluga-se o l- e 2 andares do sobrado n. 11
roa das Trincheira-, espacosos e frseos. Al
chaves acbam se na loja e trata se no largo do
Espinto-Santo o. 81,1- andar, das 10 da manbi-
as 3 da Urde.
Aluga se
A casa do sobrado n. 67 roa do Bartbolomeo
e fronteira a grande estseto Caroarft, propria
para qoalqoer estabelecimento ; a tratar na ras
Larga do Rosario n. 34 botica.________
Escola publica
A escola publica mixta, regida pela professo-
ra D. Amalia de Barros da Si. va Pinto, acba se
fonecionando na Magdalena n. 17.____________
Caixeiro
Precisa se de nm caixeiro de 14 a 1S anooe
de idade, com pratica de molhados ; a tratar na
rna Dr. Joaquina Naboco n. 19, mercearia Ve-
nes- Americana.
Criado
Pr fessora e piano
Urna senbora pe fei tornen te reparada e com
pralira de ensioo offerece-se para leccionar
piano em casa de Exmas. famihasp: qoem pre-
teoJer qoeira dingir-se rna Nova de San
Bita o. 49. serrara vapor, oode achara com
quem eni> nder se. _________
Pharmacia
Precisase de nm ortico ; na botica francs-i
roa do Bom Jrsos n. 21.
Sitio
Aluga-se om sitio com casa para grande fa-
milia, jardim, sitio arborisado e morado, em
Pe-nanues Vnira o. 1, mirada para a do com
toendador Jo quim reltppe; a tratar na roa
Pedro e ffnosc n. 53.
Sitio
Alnga se nm sitio com bastantes frocteiras,
excedente casa de mo'ada e iardim, com gas e
goa encanados, perlo da linha dos tonda, no
aajueiro o. 6 ; a tratar com o solicitador Jos
Clves Barbosa, roa Marques de Olinda, phar-
Amaci i Cooceico.
Caixeiro
Precisa-se de om rapas portogoes qoe te i ha
alguma pratica de f .rendas e dando atestado de
bom com porta mete ; a i.atar na loja de Lien
das em Afogados.
1 obran^as
Francisco Coelh tinrcrrega se de cobrancas
au igavel oo judicialmente neste Estado ou, fra
dell'. oflerece a vantagem de ter a longa pratica
de viole e tantos annos ; a tratar na travessa da
Concordia o. 41.
Na roa da Aorora n. 133, precisa-se de um
criado.
Cosinheira e criado
Precisa-se do orna ptima co toheira, Idosa e
limpa, e de nm criado para o servico de copa e
oatres,assim orno aguar plantas, ambos devem
se1 matriculados e dar attesiados de condocta :
oa roaSete de Setemoro n. 8.
-'ergunta-se
ao Sr. Francisco de Borges Goncalves Agr ps -
qoe motivo deixon de assignar-se com a assig-
iora cima, auignando se actaalmeoK por Fran-
cisco Pire Gjocalves Agr, sem dar a menor
satifaco ao publico ?
__________________Dm interessado._______
Ao commerc.o
Oa [ abaixo ass gnados, pariteipam ao
commercio e ao publico, que a contar do
dia primeiro de Janeiro d'eate auno, de
comum acord diasolverio a sociedade qae
firava nesta pracs sob s firma de Arreo
[aia & ('., retirando-se o socio Antonio
Pacheco Dias Torrea, pago e satisfefte do
seo capital e lucro, ficaodo oa demais so-
cios de posae de todo o activo e uaiees res-.
ponsaveis pelo pasaivo da mensa firma.
Recife, 1 de Fevereiro de 1891.
Antonio P cktco Dia Torres.
Antonio Jos' Mata
Mario Libatua de CAiatira Alte.
Jos" (Hiquim Aires.
Aluga-se
o msgoiflco sitio com ooa casa, psssando na
pona 0"n ros n. 28: a tratar na roa oo Commercio n
f^A.___________________________________
Veode-se
A tavern da roa da Pama n. 37 ; a tratar os
mesma.
888
Aluga
-se
Em Jaboat&o. om sitio com casa de vivenda e
casinbss para alocar se, com frocteiras e riacho
atrs, prxima a casa do Baro de Loeena ;
tratar nesta eidade, roa do Conveli o. 139.
Vende se ama casa moito em conta, bem
constroida a moderna, -m terreno proprio, coa
95 palmos de frente e 1(0 de fondo, sita na roa
Alegre o. K. moito peno da esuco de Arroda
em Agoa Fra ; a tratar na roa do Hospicio nu-
mero 84.

I
i
'.i

!


.
..
"

Diario de Peraambuco Quinta-feira 5 de Fevereiro de 1891
GUERLAIN DE PARS
*#* PERFUMARA DE LXO, Ra de la Paiz, S **#
ARTI60S i MODA ESPECIALMENTE BEG0MMENDAD08
amott. *f"". t*0 S toilette *
- -*m Cresas 4a Stpinea pan dar a macara a
uMa para dar loatro aoa caballos i barba- Agua -
s^a*
F?.B1*XC KAXO?.
250:000^000
LOTEKIv GRAO PARA
Premio maior 120:00$89
Lotera do Grao Para
Premio maior 60:0d8$808
Extraer' alternadamente todos os sab
ados. Bilheten yenda as casas do eos
mne.
STC-T- _^_L! "^"T'i"" a" ,*ro "^ ceDelloe barba. Agua ttaenliati Aua LaaaraL aaretT.
SS y^- **" 'P!! **" Oaalret aere o lovoador Aloool de Ceohleana da erle parVaa JSSk
[grageas de Ferro Rabuteau
Loji

marm, 9 afuaioM u* wnru e 7 Jvwunaa o* J~!*<.
FARINHA LCTEA NESTLE
I
j 8 Marta fhia de Onro a .
* o
E* o DMlbor alimento para ai crtancaa de teora idade. Sappre^
i insumciccU do lelte mau-roal e taclliu o desmamar. Com 1
uso nao ba Olarrbea DemTomUoae ana dlgeatlo fcil eeeoipieta.fafe
Emprtg-* ttmbem rnt*jottmnU como tlimtnto para ai 8
Adulto 1 Conrthtcmtet qu tim ittbmitpt delicado, afl
ILEITE CONDEHSADO NESTL5
Saos gotea eua um leite siiraaave, sauaave e natural
lita > rtraa : Hjnti ifBiTii i Sara U rurta : ararato sai i>absajio.
1 a k*as J
BB Tice* STroaAVB tendo coacervado sea aroma e^K
lodaa auaa qualldades niiinu vas Mera doa grande* servidos que esta conserva presta i Frota. E
[ao tiercllo e aoa HuantUes, ella tem aunado aua posicao na allmenUcae doa particulares,
,aoa qoaes ella asseguri um lelte aaradavel, saudavel e natural
1 tal
nao tem mala, como outr'ora, um nico asente para o i mmll ;1
- productos acbam-ae naa ptlnapaes asas Importadora, ortigarla a. prurmaclat loJasA
*HSRMIE8TL,emVEVCT. (& Ztfli Z Z%L\2X?
17.21
LIIMIlllJIllMrn u,/l
Ra do Crespo n. 21
Fazendas que caram doanno pausado e que resolvemos
vender pelos seguintes precosparaacabnr:
Cortina dosde fil de cores o que ha de mais lindo a 80(X) um par.
Ro de cimbris bordados psra sen hora a 30(00 um.
Nanzuk de core. padrSea miudinhoa a 240 o covado.
Cintas brancas aortimento completo 240, 280 e 320 o corado.
Ditas, padroes de voilea a 320 o covado.
Fulordmea padroes oa maia modernoa 360 o corado.
Cretones branco e de corea, franceses a 360, 400 e 440 o corado.
Lindos roiles trancado* a 24< o corado.
Mariposas renda da china de todas aa cores a 240 o corado.
Merino de cores, ma so largara a 280 o corado.
Dito de dnas larguras a 400 o corado.
Lins de cores de 200, 240, 320 e 410 o corado.
Orgxndy de cores, boas deeenh s, s 70f> o covado
Etamioes de cores com ramagem a 400 o covado.
Fechs de Ha e prateados de 1000 nm.
Colchas de rosti de cor a 20400 ama
Setireta preta lisa com um pequeo defeito a 280 o corado.
Dita de todas as cores.
FustSo branco a 400 o corado.
Dito de cores a 160 o corado.
Bordados e entrera- ios a SOI' a pesas.
S rgel i m de t das a cores.
Briin pardo com nm pequeo defeito de mofo a 320 ooorado.
Cortes de csaemira tinas de H$000.500 0, 60000 e 85000 um.
Bramante de aigodao e linho.
Dito transado, airo
Ondina de core* para roapa de meninas a 280 o corado.
Alpercao de seda preta a 700 o corado.
Merino preto de 10200, a 20500 o carado.
Roupinhas de Jarcer e broslo para criancas.
Meias brancas e de corea para homens, senhoras e criancas.
Chitas modernas com barra.
Linho pardo para rostido de 360 e 400o corado.
Capas pretas de seda, merino e cachemira de 200000 a 600000 cada ama.
Lencos, guardosnos, toalhas, atoalnados, brancos e de cores para mesa.
Cretones e chitas para coberta.
E mu i Us outrss fsaendaa cont estas que rendemos sem reserra de preco
pois o fim onico liquidarmos.
Pedimos a attenclo das Exmas. familias e damsae amostras de toda* as
faaendas.
IWa roa do Crespn. 21
LOJA DO CAMPOS
ja das Estrella, tendo dado o seu
balanco separou os seguintes artigeos que ven-
de por meta de do seu valor
A SABER:
Fazendas de lei
Nauauk, desenhos modernos, a 120 rs o corado.
Percales, lindissimos desenhos com pequeo toque de mofo, de 400 rs a 160 rs.
Ma
FustSes, desenhos lindissimos, de 360 rs. a 140 e 160 rs.
Tuayles escoceses, de 50J rs. a 120 e 160 rs.
Cretones, desenhos de voiles, de 400 a 240 rs.
MadapolSea americanos com pequeo toque de mofo de 80000 a 50000.
Bramante com quatro largaras de 10'iOO a 600 rs. o metro.
Dito dito de .iohc de 205* 0 a 10600.
Dito de urna a largara a 320 rs.
Ganga Orapton para coberta de 500 a 240 rs.
Fazendas de phantasia
Voes, lindissimos desenhos, a 16'.' e 200 rs.
Bhrejes escoceses a 83 rs.
Merinos de 13, pret.a e de lindisaimss edres, de 800 a 240 rs. o corado.
Cachemiras de quadros a 240 res o corado.
Etamine, branca e preta, de l'00 a 240 rs. o corado.
Seda lisa e com listras de 1060 a 640 e 800 rs
Cortea de restido circassiane com chapeo de sol de 200000 por 120000.
Ditos de cambr-ia branoa bordados e de cores de 160000 a 60000 e 7000
da um.
Setim de todas as cores a 700 rs. o corado.
Dito dos Alpes de 400 rs. a 200 rs. o corado.
Linn de todas as cures de 500 rs. a 200 rs.
Crep da China, bordado, todas aa cores, de 600 rs. a 200 rs.
Para homens e meninos
Casimiras inglesas, para la. de 40500 a 20000 e 24500.
Brins de cores e pardos, de 800 rs. a 240 e 320 rs.
Camisas brancas com um pequeuo toque de mofo a 10600 ama.
Ditas de flauella a 20000.
Brim branco superior de 20OCO a 800 rs. o metro.
Brim de linho de cor, padrdes noros, de 20 00 a 10000 o metro.
Cortes de casemira inglesa de 6000 i a 24500.
Dito* para coliete de fuaUo e relludo, de 40500 a 800 rs. e 10500 um.
Ditos de brim de linbo, noridsie, a 20200
Camisas inglesas para homem de 540000 a 360000 a duzia.
Ditas de meia para homem, com mangas e *em ellas, de 200000 a 80e 120
Ditas de II com listrasInternacionaesde 505(0 por 30500.
Artigos d versos
Meias de cor para meninos de 60000 a dusia, a 10500.
Ditss para homem, brancas e de cor de 50000, 60OUO e 80000, a 30000, 40000
50000 rs. I
Lencos imitacan de linbo branco e de cor de 30000 e 40000. a 10200 rs. a!
Laurudo do Initituto d* Fnnct. P.-imio da Thinptutic-
0 emprego em medicina de Ferro Rabotean baseado na Sciencla.
AsVerdadeiras Grageas de Perro Rabuteau sao recomruendadas nos casos de
ChloroM, Anemia, Plida Coret, Corrimentot, Debilidad*, Eigotamento, Convalecencia
Fraqueta da enanca, Depawperamento e Alteracao do sangue em consecuencia d
fatigas vigiliias e excessoc 3a toda a natureza Tomar 4 6 grageas dor dia.
Nem Contlipaco nem Diarrhea, Auimilaco completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as peasoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabutean especialmente pare as criancas.
iisi Um txplicitio dtlhd teomptnh cao1* fraseo.
. Exigir o Verdadelro Ferro Rabotean de CLIN A Cia, de PARS, que as
^- eneontra em cata dos Droguta e PHarmaceutico*.
J. DA SILVA 8- C.
76Ra Brigadeiro Tobas-76
S. PAULO
Receben a consigna cao todo e qualquer genero na-
cional ou estraogeiro.
Fazem libeaes adian amentos sobre gneros con-
signados sua cas .
Descont-m e pag^m vista o liquido de suas contas
de vendas.
Fazem pagamentos em S Paulo, Santo e Rio de
Janei o.
Mandam vir por commissao qualquer enccmmenda
de qualquer procedencia.
EroOgD rOSTAL: CA.ZA 97, TSL2&HATS0: A7US
76-RUA BKIGAMXRO TOBlAS-76
G
B4NQKEMQS DA CASA:
Biiico de S. Paulo.
BancoCommereial e Inluslrial.
Biineo Castroelnr e Agrilla.
CuDipinliia lerc?nlil de Oblas Publicas: Ser^o B learia,
. i-im'. .m
?AUr;E PARA TODOS.
ChtorosB, Anemia Ca/tarro pulmonar, Bronchite chronlct,
Mkarro ta tiixtri, Phtistcc, Tosse conoulsa, Dyspeosta, PallM;
P$raas s$n>'naes, Catharros antigos e complicados, at
tmmlti vd
11. aam mmMBL- e o palawilt bartaa\civ-
Peitoral de Cambar
O magno desidertum da sciencia
medica
para as molestias do peito e vias respiratorias
O l*eiiral e f)am')V, que incontestaTeimente urna
das mais bri Iban tes cooqaistas da sciencia medica e un dos mais nota-
reis triumphos quo o engenho do homem ha conseguido em proreit* da
b'imaa dade, tem tua alta recommendacao nos elogios unnimes da
iaprensa, naa distinocSes de que tem sido cumulado por diversas cor
poracSes scientifieas, tanto nacionaes como estrangeiras, e na vot do
povo, que ha de tranamittir a fiama de seos beneficios de geraclo a
gsxafliv
Es'-, precioso medicamento cara alo netos comproradoa -qual-
quer toase, laryngite, coqueluche, bronahite, asihms, tuberculose, etc.
Veode-se, a 20500 o fraseo, 130000 meia dusia e 84000)
dusia, n todas as boas phannacias e drogaras.
nicos agentea e depositarios no Estado de Pernambooo
FRANCISCO MANUEL DA SILVA &
23RA MRQUEZ DE OLINDA23

3.
Toalhas felpudas de 60000, a W00.
Ditas alcochoadas de 4000 I a 20500.
Gaardaaapoe de 44000, a 20000 a doaia.
Meias croas para seniiora, com um pequeo toque de mofo, brancas e de edr
> 140000, s 50000, 60000 e 70000 a dusia.
Casacas Jersey para senhoras e meninas a 30000 e 400-0.
Lavas de seda de todas as cores de 20500 a 10900 e 10200 o {mu*.
Loques de fautaaia a 400 e 10000 rs.
Espartilhes couraca de 6*000, a 40000.
Sabidas para bvle a 500 rs.
Babados brancos e de cores a 500 rs.
ntremelos bordados a 320 rs.
Cortinados para cama a 60000.
Colchas de foatlo brancaa e de corea a 20000.
Cobertores a 700 rs. um.
Chales de casemira de 50000 e 60000, a 20000, e 30000.
Um complet sortimento de algodSes nacionaes, brancos e de cores, que se
dnm por procos sem competencia.
Retalhos de algodoes, chitas, Itns e sedas.
Emuitos outros artigo que se vende grande abatimento
Loja das Estrella?
56 E 58 RA DUQUE DE CAXIAS 56 E 58
Telephone n. 210.
VINHO DEFRE8NE
TONI-NUiftlTIVO
lli.
HOLLOWAY
k OUngnenlo de HoJlow-y i rnn r^mcio n&IIivel pora o males de pernas e do paito; tambefag
103 Jtnia safras ch.-n e ni':rn. E au. no para a gota c rhrumatismo e i ara todas av eafenaa-
. .-.de- fie peilc nlu se reconbece agaal 4
Pz/3 C3 mies de Pajarita, bronchten resfrm?ento* e totees. *
mutetias da pellr ni asna SSaacAsaSi e para os nallllaOS (
iuactura recias, obra cana *~< encanto.
iTtmo
;. and-.las s '>-Ias ~
coi-trahidofe
*** bfiac^te do EftiVjd-tmQio do riaieuor HoaXOWAV,
^*ET .antes 533, Oxford Street), LOIEB
T NEW 0XF0R1
K i enti -c 9m loda* ar. pharnsaci&s de unTCao.
CLb .,*- apresures 3o onvkla<. < rentoncTite exajxbnu os WSJM de cada caa Raa\
I
wrecfao, 5g* Oxfor Scract. to feUificayoa.
m aotaaaiap
MARAVILHA CURATIVA
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Nova Tort.
A Vatdadcia Maravilha do Sculo.
AP?E0V ADA X UCEHCIADA
*! Iaaveetarla Cml Se Hrilri' m
lmp*Ti a* Brasil.
prm TEuluna. Ilarliucaduns. OmtmSa Tc
oaduraft. OonadnnM, oa Laoaimeflm. Allivia a dor.
tne, fai parar a mnaBunacSe. radas
%o ai trunmmt-.r Uxmrm a terlda
> pranaaato.
A Maravilha Caratlva 6 alllvk. promptoa
cura ratlda para Wueanauiaa, fcaeafefailana. e
yiHlnuuiiirj do Sol,e superior aosal.arrouire
-^V-
coat
PEPTONA
2*fl*v
A MAIWU I KM MSrlTAU M Mili
aasse e o mala precioso doa tnicos, contem s
c pbospbalo da cal da carne de vacca, e o onico
T^lirU f imh; Y 8 deaperu o appetite.
lulnle incomparavel. que e. por lsso que
Amina nautaan
O Fin** Se apaisana m9k
fibra muscular, o farro bemaUco
reconstituate natural e com pie
a**a lflirlaM Has, j- 8 dea parta o appetlte. restltue as forcas ao esto-
mago e oMUtora a (UfSSUo. cou' i aseaUlnlnle Incomparavel. qne *. por laso q "
ea.rra o lamento platico coa ailua cjua osla a conaompclo. colore -
aan.-ue dyacraaladopeUaner ^ prevlaa os desvos da columna vertebral._____
O Winhm ata r*aaiasn ttefirvmnm lmpoa-ae em todos oa casos de afrceeSas
das vas dlftaUvas o de ec.armldadas de forma deprimente, agudas ou cbronlcas,
como naa dyapepataa. ulee.-is do estomago, etc.. e no marasmo, chloroae. diabeto,
cachexU, Ualca pulmona' eto. Devem uaa^oegualmenle as pesaoaade conaUtulcso
dbil, aa crtancasauta s ude posU em rlaco pelo crescimento rpido, as maens
cu)o vigor dMHnea*k> pato irabaiao uo aiatuanento
DETRESIEe o oa-cpreparador do rttsa*ate i-rp.4,nm.Cuidado cas ulmltacSes.
asal
'
LOTERA
no
ESTADO DE PERNAMHUCO
EM BENEFICIO DA
Santa Caga de Misericordia do Rttii*
INTEGRAE8
A. 19* parte da 2.8 lotera des.e Estado ser
*xtraliida impreteriveluif'nte tenja-teira 10
Je Fevereirr.
Todos os pedidos de bilhetis desta lotera
levem ser dirigidos thesouraria ru i ar^a
do Rosarion. 9 1. andar.
PELOS CONTRACTANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
A MaraTlIhe 'ralIvamnaUiTiojcooipu.
Sa Mr Farec.Nerralsia.
A Mar vUhaj Oaiallra o pwpa at agajSl
< nreiaai> naro !>'* rhrumailcaa. Alel)o. Dor *
tusfclea naa Juntaa A Marmvilhn Cir.ll. opaade rruiedfc
tara Eaqulnrocla. Anstaa. AaiTpaua* tnchsdasoo
laSaaaSal aiaaian nmn .napi rflliai
A Maravilha ralIva de -nnlto ralo
i-wi mi.-n-an para o Catarro, a Lrurorrhea oa al
KIoct. y.rmacu, e oaura corrlmentna ilt-Mlitanirs.
A Maravilha Carallvn ( lmpap-i-l para
" -lo-ra. Cliasaa antW,
ApoBlcma. 1
eTunforra.
nirar Clora. Cliaaaa
ck. Calaa. Frtelraa. JoaDHcx
A Maravilha Caratlta rrme^prniiipto
para DlarrLea ilmpln. e da Worrtiaa elmailca.
A Maravllha^raratlra erarOnite naa
EsirrbarU Cavallarlcaa. para Toreednras, Df-n-i
Plndara; i .>folndura. OaasaaMa, Lareracoea, ce.
ErpecialMaito de Dr. Itanphreys.
BcaeSiaa Kaaeciaeaa,
IiidciK MaraTllhaaa,
atoaaaaaaa ^yaaiUItlcam
gmSSSfisa Teieriaauiaa.
O Naaual do Dr. daauLrev. M4 paaloa. .obre aa
Safi iialaifceinaaoaeearaVaaaearatH. pee
ae ao B boticario < L
IHIrlniRlYS- JtblM 'INF. OO..
1S9 Falten Str-.-i, NKW YORK.
NICOS AGENTES
Para vendas em grospo em
PERNAMBCO
hna Sob"iah I C.
DROGARA
A' Ra Marque de Olinda n. 1
reS.Estomago
OTSPEPIkU. GASTRALGIIS
MARAVILHA CURA.;.:-
DO CELEBRE
Dr. Humphreys lie Nova td
A Vardadeira Maravilha do Scula
APPROVADA LICENCIADA
la, laaaecterla fiera 1 de llitirm "3
laiperie ae Brasil.
A Maravilha CeratiT"" mnedlo prometo
para a. Plaadara. liarhacaauraa, t'onru>.-., Tur
eaduraa, Cortadiir.*. ou Laeenn-t^a. AlUriu u dr.
enanca anaw. nh parar a fiiiiammac*". rnlu^
a Inehacao, lu. de.-c runto. fa^ joar aferida
como por encanto.
A Maravilha Caratire I alllvlo promptoe
curajmpla para vueliuaUi.ra. >i-:iluadura
jeenaadnra lo MjI, e '
apltla para ^uvtiuabia', M-:iluada
adora do m.i, i- euprrlor ..,.._! u, rouli
rena-ulo.
A MaraTilha Caratlvo t Impamol pan
tooaaas Uemorrbaano. aejadoNarla.ou^'Uiuiiv^^,
doaPolmoaa.ojoBttonia'..u .<- :^eniri..(,.
Ahnorranca*aanaanMSeea rimen falla.
A Maravilhav.j.-*vai4Bmaluvionremcv-
^a I>or de Dente., de ur'iu,. "^ vece. BBnveaO
r*ct e NevralsU.
A Maravilha Carallvn .' orec-irno prompra
e tu lina para IXJm rheuiu.ik-u. ~>el>o, Uoro
R%idea naa Jauta, ou pi maa.
S Maravilha Caratlva ( o ganaSa retnedio
para Eaqtt'nenda. Auxilia, Aniy>.'l:ilii- lnchada.ua
InflailiieaiHa ni|ii. vuro, aeupre eflloaa.
A Maravilha fnratfv: de mallo valor
B0BM inleccao paro <> v .tarro, a L. ii-orrht oa.
y.itrt liraaeaa, e oalro. corrunei::' driutanter.
A Maravilha CnxnHvn t In.raavel para
curar reme. Chas, uilaa.-. AaeeaMB, NS
clt. Callea, Frtelra. Joanetc e sioiea.
/ Maravilha Cnrnllyai-emeu'j^rojaptr
par. Dlarrbea idmp M. e de Diarrhea ebrontca.
A Maravilha Curativa ce.lenteaat
F-trr 'uras e rarallarica. para Tojoeduiaa, Dorea,
Ftaailnraae Iifoln Espedsliaadss de Tr. Hunrfhrey:.
Remedia. EapertScee,
Cagaente Maravllhaaa,
Reatadle. STnhllItleaa.
KeeieJieeVeferlaariee.
O ItaaiT' de Dr. Huiaperav. : Enfrrraldadta e modo de earalaiae cacrata, pali
e ao tea boticario oo
HUMPHREYS' MBDICINE CO..
1SS Falten Street, RBW YORK.
nico deposito para rendas em
groao na imperial drogara de F.
Manoel da Silva A C.
PILULAS BL. IR
mtra a GOTA s IlSZUMATISatO
IO IMGLCZ PARA A
Q-ota. Baieumatismo
Sciaiica, Lumbago e Nevralgia
os
S acto
Oaatralgi,]
OssMSras,
fUalfi
Da ordatario, o aBrtw
o ai
da vaatr, to babfcna]
Aa propriadadea aotiaepti
Balloc f asatn dalla sao doa meioi
oontra aa.....lasHai
a Irvaentaris, a Diarraaa, a Chr>
ObtvSj
A dor aguda aMvlB-se rpidamente e cura-aa
em pouooa das com este afamado medicamento
Estas Pllulas, que sao entelramente inoaensL-
veli. nao exigcm nanhnma rustrlcrio de dleM
durante sen emprego, e Impedeni seguramente a
molesUa de atacar ualiiuer parte vial.
rabrlcadas em Inglaterra por Prout 0. tM,
8trand, Londres, e vendidas em calsas de l# 00 a
11 Mt reta. Acijan>se em todas as poarmacla s
drogaras do mundo entelro.
I da BtLTA O
NAO HA
*
sL>
asdalhai u Onro tu Expoedes Universies
a lasV a. Q QE FlU 1B88 a
**g atonoBoa (franca) W
1ffftmVmMmrr
ASTHMA
OfUirsasSa, Cmtmrvm, com e
f <3x-aln"ar. -
Osa** ai mlt affu loajsiaaviat.
Deposito em todas as PhirmarasS
ATKINSOft
perfumara \mm
tcele taihatai otrtra. r I
pMViDOf rcqnudto.
Afamada
fiA e COLMA ? f
!nco':.r. tT,v-'
34
H'o tea pw:.
4 ce
a hmUi ai i Ciii feo., at af Utrta m fjrtr.'cmr*!
JA E. ATKIMSOM
., OH Bood 8trce^ axmdr
m* M r.;kr.m Cin. tatna." o*, dm Lym a. Onr> ro itei|i a. mwlmti.



8
Diai'io do Peniambuco Qumta-feira 5 de Foorciro de 1891
VENDAS
VeO'ie se o]|>< rinum-se om sobrado de
un i("ar beai cunse sao por aigoma cim o-.
peqa nu sitio nos *ui>oib o. da >.-uaue do Rtcif';
a tular Da ra Io Vtale se i ccf.e ^t-qnenu > Milner. ero
perf-ro ebUo ; a tmlar na ivpog\.toia deate
diario
iM as
Au Farad des Dniaes
Chamamos, a attenclo do reepeitavel
pnbhco pan o importante e variado sor
LA ROSA aLEMAlNA
Ur a aire) La Hosa asnaaa urna neees-
sidad-i.
A c dos oa producios crnuii.os.
Di tersos alicatados dr celebridades chiaiuas
e donior em cntOicina. ja-uHcam que a cerr
ja La H'*. Ale ana u ai o saudavel e om
oi*i*u. aluneoio, cajo* documentos Hcam a
disfn fico do resoeiiavil ublico.
Diz o r. Arsenio Martines Carvajal, exami-
sei a cerfeja La Rosa Alemana, isenta de aci
dos oa prt'Ou> yoi-n cli un. as orna oombiuacii
de ven;- t.eg de iota libmdade para qualquer dlf
Qcniate no estomago. >
A preparacto da o-rveja La Rosa Alemam
cbegO ao mais alto ftrao le perfecto. E aa
blm.t-, muinssimo griav.1 ao paladar, nao (al
dr ue cao.-c, riualmenie orna combinacao di
soDsiancias puderoaas para a boa aiimeuUcao
0 fabricante da ce veja La Rosa Alemana tend,
conquistado o seando aa saudarel ceneja re
istrou a marca com a sua tirina no rotlo, pan
faaer valer oa seca direitoa contra os falsifica-
dores.
A cerveja La Roaa Alemana gosa de grandd
conoiu. na Europa, e prometi usar de tolo i
escrpulo para com o trtrico para ler sempre s
tymoatbu do respeilavel publico de todos o
paia-B.
Garanto o bom acondiciname nlo; a cervej.
La Rosa Alemana inalteravel em qualquer di
Da o Dr. P. H. Wernier. tenbo por muitaj
veses examinado no laboratorio publico a cei
veja La Roan Alemana e nao encontr materl i
< bioiica, e sim orna iganierca preparacao d
obstancias, que representam orna valiosa r -
qnesa para alimentacao.
Esta 4 venda em todos oa eatabele:imenUs
de molhadeo.
nico importador*
Machado Pinto A C.
Vend-se
:m afae-
re dir
Vndese orna bea casa de negocio bem
guesada e localisada, o motivo da venda
ao comprador; a tratar na travessa dos Exposfc-
n. 24 nesia adade, onde lambem 6 situado o i e
gocio.
Aos senhores deengenhos
Tri-sulphllo de cal
nprrler a ral ale Itl
paisas*
Vinho puro de Sa
Da quluta do Bl
Para alvejar e limpar o asincar
Vendem Gnimaraes A Valente
6Corp Santo6
Santarem
quinta do Barra
Os proprietarios do Armaxem Central, a na
i o Cabag n. 11, avisan aos sena distinctos tn
iota remes deste especial nnno, o qoal
ecommenda por ser poro da ova, e so se reta
na em sea armaxem.
Joaqnim ChriatoTio A C.
Telephone 447
Pechincha
Parinba avariada, passada a saceos novos.
anda um com 30 kilos, a 14000 o sacco ; quero
ra animaes aprovellem, a, rea da Compenhia
Peroamboana n 4, e largo da Peona n. 6.
Saes das Ag 8 de Inri
e Agua de Vidago
Vendem Gnimaraes Valente
. Coro*
Para limpar melaes
Superior pomada a 400 rs. a lata.
Lustre instanlanco
Restitue-se o dcbro da importancia seod pro
duiir o euVito dse jado ; no Noto Mondo, rea
{lata n. 14, Castro Medeiros* C.________
Piano
Peasoa que se retira para fra da cidade
vende um excelleole piano de Cora A Koilasno,
perfeitamente novo, com grande ahaiimeito de
casto. Par? formafOes na casa Preale A C, a
raa Bario da Victoria d. 59, aoode se aci o
metao naoo. ___________^___
MUTA ATTEMjAO
Oa melhores cigarros, que ha hoja
voto de romo picado como desfiado il<
.MINHA EPEBANCA.
Olhai com attenclo para o envolucro dos
garres onde se le a palavra ESPE
BANCA.
Ha maito qaem venda gato per lebre
as grandes merciariaa, naa caaaa di i
reJ c,5es, naa tabacrias, noa salSes d*
oab< leireiros, rndese oa nossoa ci
gariaa.
I'dfosito central.
Fabrica Minha Esperanc^
Roa larga do Rosario n. 21 A
191.
FOIHETIM
IHIall ilsll k Ot
POR
LOlP BKRTROZ
TERGEIRA PARTE
O Processo da Vi uval
m
(Continuadlo do n. 27)
VI
A FILICIDA DE DK OKA PBIMOKftlBA
Em que a empregava ella ?
__ Um pouco na coatara e um pouco em
faaer recaooa
__ Maa ae qnaai nunca baria obra a en-I
tragar? ,
Oh! nlo era para ir a casa doa Ir
gnesea que eo sania ; ra para levar car-
tas.
Tinha viato j algaipa vea o empre-
ado do caminho de ferro que matcu V
Tres oa qaatro veaes.
Em que circumatancias ?
Indo entregar-Ihe cartaa da paite da
minha patra.
lime uto de iazendas, modas e objectos
par present que de Paria tem reccbida
cate novo ealkbelecimeoto.
Pedimos porranto is Ernas, lenheras
ovalheiroa a benevolencia de < honra
rem com suas visitas.
Se do impoasivel descrever o grande
sortimento, apenaa mencionamoi algi-na
artigos de alta novidade.
Ricos cortea de vestidos de oaabraia.
Sriaa brancas e de cores bordada a linha
e a seda.
Dito de IX primorosamente bordados e
com lindas guarnieres
Ditos de seda preta e de corea bordado*,
de ama s cor e a matia. '
Voiles da 11 e aeda, lisos e com ramageca'
desenboa novos
Ve ti Jos o ave, taea de cambraia branca
e de cores, bord.doa, para meninas.
Vestuarios para meninos o que de melhor
tem vindo a este mercado.
1 olchas de seda, II, rend e fuatX.
Sedas brancas, pretas e de cures, espen
dido sortimento.
Cortinados para camas e janellaa, broncos
e de corea, de diversos tecidoaw e de
gaipure tnbalho feto a mo, anda
nlo viato aqni.
\io ka BaalN aardaa. eaplaihaa c
aaasirhaa
O favgienico aaoonete Rejuveneacer, fa
bricado per um doa roais distinctos peru
mistas de Paria, do qoal eat provadissi-
mo a sua prom pa eficacia sobre a cuta,
alo s refresca e smacia a palle, como o
en emprego per ponen tempo, flaa des-
apparecer completamente do rosto I aa sar
das, eapinhaa e manchas, tornando-o com
pintamente limpo
Acaba de receber este maravilhoso es*
pecifico, e o vende pelo insignificante pre-
o de 1A5C0.
Ao Paradis des Da mes
Ra Bario da Victoria n. 38
% talla* ale s-eslSl e dlvermo lertdo
paflajaM
Camisas para hoaem, meninos e ae
nhoraa, para todos oa precoa.
Completo sortimento de tecidos levas
de algodlo e linho, proprios para vestidos
da presente estacAo calmosa.
Ricas a mofadaa de pellada e setim bor-
addas a seda, velludo e ouro.
Trabfclhos de agolnaa j principiados.
Lindas bonecas representando meninas
de 1 a 6 annoc, ri ament vestidas e com
ovas de pelica.
Perfamaria dos melhores fabricantes de
Paria c Lond'es.
RA BARAO DA VICTORIA N 38
Cnpotas e chapeos
Receben de Pars um lindo sortimento
Aa Parad!a des Itaanra
T1NTUIA MMk
PARA TTJI6IR I^STA^TA^EA1IENT
BARBA B OS CABELLOS
Esta preparadlo que acaba de ser
reformada pelp sea autor e boje a
mais perfeita qne se pode desojar
para dar aos cabeilos e i barba ama
bonita cor preta oa caatanho.
E' de um emprego fcil, comple-
tamente inoffenaivel e nlo altera o
brilhc dos cabellos.
VNDESE
BOTICA FRANCEZA
MIOIAVBOL VIERES t C
Ra do Bom-Jesas (antiga da Crux) t
WfflSKY
RyalBIend marea VilD!)
Estj ezcellente Whiky Esc< 6es pre
erivel ao ci gnac oa agurdente de cana
para fortificar o oorpo.
Vcnde-se a retalho nos me hores armn-
sena de molhados.
Pede Hiyal Bl'aMl marca Vi.td*
caso nonie e eoiblem alo regia radon y. r.
odo Br-aii.
BROWNSftC, agentes.
Farinha d trigo
H. Burle & C, raa do
Commercio n. 42, vendem
farinha de trigo nacional a
presos mdicos, em grosso
e a retalho.
Carvo
Vende se aa podarla de Mello 4 Blset
Larga do Rosario n. 40, a M0 rs. a bornea-
Vende-se
Orna grande e bea casa en Igaarasfa, i rea
dos Ferraros, casa qne foi do finado padre Her
calano ; a tratar coa os berdeiros 4 nu Marci-
lio Das o. 81, escriptorio.
Elle j se havia comportado mal a
sen respeito?
J. Um da entre oatroe. qnia bei-
jar me i foroa. De i-1 he orna bofetada e
qaelxei-me i patra do precedimento da
quellc aujeito.
Que Ihe dase a Mme. Rochobert ?
Que nlo tornara a mandar a Mont-
geron.
E entlo porque a mandou outra vea
levar aquello vestido ?
Porque me garanti que aquella
hora o empregado estava de aervioo o que
en so encontrara a mulher.
Dolor tirn da pasta urna carta, e es-
condendo com toda a cantelU a assigna-
tnra, mostroa o pupel Joanna.
Conhece esU lettra.
Oh perfeitamente. Nlo pode ha-
ver meocr aterida a este respeito. E'
da paira.
Muito bem, agradoco-lhe. Pcis bem,
olhe Joanna torne a repetir, no tribunal
o presidente ha de fsser aa meamaa per-
guntar. Espero que responda ao sen in-
terrogatorio coa a mesma franquean o a
mesraa faciiidade com qne responden ao
mea.
Sim, ae eu nlo fiear perturbada.
Nlo ha de ticar : depoa tem oro
bom presidente e a sua cuaa czcel*
lente.
Maa peder diaer me, perguntou a
moca, porque raalo teodo sido presa em
Muntgeron, fui condusida para Vieneu
ve V Fia no outro da esta pergnnta ao
juis formador da culpa. Roapondeu-me
qne nlo devia preoecupar-me com iaao.
Aquello jnia parece-me mal dispotto a mea
respeito.
Quard nap< a a ld2i 0 a duna.
dem com franjas a l<580i) a dita.
Toalnaa superiores para mesa a 44000 e
5OM0
dem para mos a 26W>a doaia.
Velbutinaa bordadas e liaas a 800 re. o
corado. *
Meiaa caaemiras de cores, 2 largaras a
l(J>Oi o covdo.
Caaemiras pretas, diagonal a 1800 o co
vado.
Cheviou aaul e preio superiores.
P nnos para ir esa a 12(J0 o covado.
Atoal hados adamascados a 7(0 rs. metro.
( olchas superiores a 2jOOO, 3J0CO e 4.
G* bertas de ganga 2 paonos a 2A600.
Cortinados bordados a 7< 000 o par.
Setina brancos para n -ivas a 14 o 10206.
Sedas dem para nova a 10200.
Todos Ob artigo* cima encontram-ae
na ra Daqne de Canas n. 59.
aWjai e Pcrelra at Hagalaics
fi. OK UDSlN H.
Raa aarqacz de OIIada II
Armazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores
cognac, agua mineral con-
servas, etc., etc. Unicc
deposito da afamada cer-
veja Phoenix de Dorimunc
e do chocolate Ph. Suchard
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Dannemanx
fc C, S. FelLx (Baha).
Os productos destas ulti-
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha dt
Ouro na Exposicao Univera>
sai de Pariz, em 1889.
Bom negocio
Vende-se ou admiitese um soda com peqee-
no capital, para orna casa de molnsdos bem
iifreguexada. a casa tem bonsrommodcs para
familia e garntese a cbave ; qaem pretender
dirija f-e s Sant Aana n. 7, jnato a estad.
Pao centeio
Mello & Bir-et tendo recocido nova remeasa o>
anntia centeio, avisa aos seas tregaetes q
xmtinuam a fabricar este delicioso pao centeio
odas aa terca* e sextas-feiras ; na roa arjra d<
Rosario ii. 40.
Vende-se
Urna carroca de duas roJas e um boi com
basunte forca para a mesma : j tratar com Bea-
to Jos Ferreira. em Santo Amaro das Salinas,
linbb de Limoeiro, taverna o. 6-B.
A FJorida
Acaba do receber pelo ultimo vapor -
(ae de ma'or novdade tem a populos, i
{Ti.nde cidade do Pars, os mais importar
es artefactos da ultima moda. .
apcl bordado coai muita fantaaia, propn
para cartas.
romos de seda e de oleographia.
jias de msica com m&nivellapara le
2deb\90liO.
'aixas de msica, com corda, fachadaf
com 1 a 8 arias para 7, 8, 9, 10 e
120, proprias para presentes.
{icos enxovaes para baptisado a 74, 8A
9d, 10 e 12SGT'*
dem muito finoe puj-a 16M a 20(5 um.
CimSosinhoa com sombra com fitas e bicot
do oombraia transparente a 3| e 30600
Jra grande sortimento de porta-traco*
para 500, 14 e 14600.
'trampea dourados e cum parolas a 200 >
500 rs. um.
(dem de celuloide e dourados a 200 <
300 rs. um.
atojo para desonho de talagarea a 34000
andeiraa de II dos Estados-Unidos d<
Brasil a 1450 34000 e 44000, coufor
me o tamaito,
irande sortimento de bolsas de pellica *
de chagrn p. ra 2, 3, 4 e 54000, pan
senhora e meninas.
Oarteiras rom estojo a 3, 4 e 54000 >
14500 e 24000.
Girando sortimento de bicoa de algodSo t
de aeda, brancos e de corea.
Uvroa de sortea a 300 rs.
\lbuns de t .' 'cia e de chagrn, goatr
moderno, im. 'o um loque.
Idea para eremos, m_i*s o asaieaa.
Espaduihaa para enanca.
Bol^aa de oonro para oobranca.
Navalhaa de Bogar Amao americanas ele
ctricaa e de I laminas, e afiadorea con
a maesa propria para afilar.
Ramos de flores para baile e casamente
de 14500 a 44000 um.
OljUabelleira ongenheiro invento a 50C
res.
balos e bordados de odres.
Bordados de cambraia do 600 a 14500 *
Jabonetes para tirar nodoas de caaemiras.
sedas, lis e outras faaendas finas de
800reis.
Oculos e pinoe-nea finos, doarados, bu-
fido e nickel.
Tinteiros para viajantes.
Espartilhos para 4, 5, 6 e 74000.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a500 ris.f
Boleas para menino de eaohola a 24000
Sabonetes para banbo com desinfectante
a 40C res.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6.7 t
84000. ^
Aunis e brincos com podra imitando bri-
BA DUQUE DE CAXIAS N.103
Lopes & Araujo
Pira eifeihos
Continnam a ter em seo estabelecimentt gran
de deposito das meradonas abaixo dedaradu
onde os Itlms. seobores de engennos poderle
se supprir para a nova safra, a procos sem com-
petencia.
Cal non de Lisboa.
Dita de Jagaanbe.
Oleo de moclo.
Aseite de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.
Piie em latas.
Oraxa em bexigas.
Gaxta de linho.
Potas da flnssia.
Ba do Idvramento n. 38
Ei.ui mm sis k t
boticas.
Sabio maravilhoso para limpai^n
taea de tedas as qualidades, mar-
mores, madeiras, trena de oosinha,
aoalhos, paredes, pinturas, etc., oto
Sabio indiapenaavel em casa d*
familia; poupa tempo e trabalho.
8AP0J0
Nlo se usa para lavar a roupa.
Vende se em todas as casas de drogas, perfumaras, ferragens, armaaens *
DEPOSITO GEBAL EM CASA DE
HE*RY FORSTER db C
Foi transportada para Villenenve
Saint Georges porque nlo era prudente,
4 vista da superexcitaclo da multidlo,
faaer-lhe atrareasar Montgeron, tendo
principalmente em vista que devia passar
por diente da casa onde se deu o crime.
A polica havia de ter difficuldade em
defeadel a d aquella multidlo, de que a
senhora quera fugir. Fui en quem sug-
gerio aos policiaea a idea de leval-a para
Villenenve, pondo 4 disposiclo d'elles a
carrnagem de um dos meas amigos!
Entlo a multidlo estava savia in-
dignada contra ma?
Nlo me lembro de nada.
E aiada eat.
Ser possivel? MaaV entlo, se todas
as testemanbaa alo contra mim...
E d'ahi ?
Estoa perdida! perdida I a'minha
c ondemnacao, ezclamou ella com um ai
desesperador.
Nlo se inquiete com isso, respondo
pela sua absolvilo.
Maa, emfim, tenho curiosidade de sa-
ber o que sa da a meu respeito.
Aecaaam-n'a de ser cmplice da
sua patrn, isto de ter matado o em*
pregado, porque elle recosou o dinbeiro
que a senhora devia a levar Mme. lo
chebert.
Oh I como isto odioso! como in-
fame diaer eemelbentea coasas. Juro Ihe,
Carlos, pela minha honra, pelo qne de
mais sagrado tenho na trra, que nlo
coinmetti osea m acclo.
Nlo nunca me vria 4 idea de pedir
dinbeiro a esae hornea, que nlo condeca.
Dinheiro! e para que ?
- Coa o vestido nlo entregoa naa
carta?
__ Era a tonta, disse-me Mme. Bo-
chebert.
Nlo conhecia o contedo da carta que
a minha patra encarregou-me de entre-
gar ao empregado.
Dolor seperou-se de Joanna, tranqnil-
lissndo-a mais urna vea.
Por sen lado, ella obri ter-lhe qne n'essa mesma noie ira de
ana parto dar um abrac/) em mama Do-
lor.
No dia immediato o noa soguintea, o
joven advogado continuou o sea inquento
em Montgeron, em Villenenve Saint O cor
ges, onde recolheu informacSes preciosas
a respeito da mulher Bocbebert.
Aquello processo era muito mais com
plieado do que a principio pareca. To-
dos os das descobna engenhosos estrato*
gemas da modista de Villenenve, que com
certeza devia estar filiada a alguma quadri-
Iha. Era isto, pelo menos, o que acredi-
tara Dolor, que dedioava a esta causa
tanto solo como so processo Biondot 3au-
mer.
O drama de Joanna ioteressava o advo-
gado, nlo s porque o futuro d ella estava
em jogo, maa tambera porque outros lados
myiteriosos d'este processo precisavam
ser esclarecidos.
E de bypotheses em hypotheaes, Delor
chegoo A coc. ooslo de que o drama de
Montgeron tnha relaoSos cjm o processo
da vi uva Biondot. Evidentemente nlo
pasaava isso de suspeitaa; maa, afinal, ti-
nba esta presentimeoto, htvia muito tem
po; pdese mesmo diaer qne desde o
da ea que a viava o fui procurar da p r
DK.J3AXL08 BErrffl(!OT
MLin..l 1IIH, (USO
6RANDK DKPUIUTIYO 1)0 SANGI
Elixir anii-rheumatico, anti syphilitico e empregado em todas as molestia*
alie, eryaipella, darthroa ou empigena, beri-beri, anthraaes ou carbnculos,
eneros, feridas canc rocas, ulceras, gonorrheas ebronicas, boubas, bubSes,
as e todas as doencaa que dependem da impuresa do sangue.
Este remedio superior a todos os outros do sea genero, o qae est
ela preferencia e acceitaclo qae (he di o publico.
Um frasco 3|000. urna duzia 30#000.
wm m mam mt i minK
TUNK'O FEBRFUGO E DESUBSTRUENTE
Empregado na debilidade geral, doencas do estomago, convalescenc&t: desa
o parto, febrea palustres, molestias do figado e baco, falta de appetite, anemia, chla-
se, cSres paludas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E' um rtconstituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3$, urna duzia 30|>000
1MECCA0 BETTECORT
AHTI-BIaJKMOBRHAfilCA
Gura radical em seis dias
Empegada com ptimo resultado nes corrimentos agudos ou ohrocicoo da
rethra ou vngina, leucorfaa ou florea brancas. Este medicamento de unta graasa
rScacia,
Um frascu 1*1500, urna duzia 15|000.
\
I
VINHO TNICO
Com lacto-phosphato de cal e ferro, coca, cascas de laraojas amargas <
U melhor remedio que se tem formulado pela combinadlo destes heraie
medicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, asa-
mas, menatrnacSes difficeis, debilidade geral, cores paludas e todas as veaes qne av
uer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao svstoma oaseo e museaar.
Jonvm as pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo o raeasv
-.ecer as enancas. Este remedio superior a todos os tnicos estrangetroe que a*
ionunoiam por ah.
Um frasco .33000. urna duzia 30#000
Xarope i$ jaramacarn composto
GRANDE PEITORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defina^
osses simples e convulsas, coqueluche, constipaces, asthma, bronchito, ci-tarrhs
hronico e tsica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro petoral que se conhece at heje na medicina.
Um frasco 2500, una duzia 241000
CAROBIN
0 tJRAITnE PHUT2AD0H DD SAH&HE
U emprego da CABOBINA deve dirigir-se a combater as segointes molestias:
hoTeocSea oanoeroaas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas,
.oes venreas rebeldes, naralysias, molestias do coradlo, da garganta, rhemza
.-hronico e gottoso, molestias de pelle, aasim como todas as enfermidades derrvassa
ta impureaa do sangue.
Um frasco 3$000, urna duzia 30^000
nicos exportadores
COMPANHIA DE PRODUCTOS MEDICDAE8
31-RA DOS 0RIYIS--31
RIO DE JA>KIR
Vendas em groaso e a retalho em Peraambuoo
Francisco Manoel da Silva & C.
Higy<
O FUMO
enico Nacional
E' iaento de qualquer composicli
iumica e nociva.
E' escolhdo das melhores qualidades de
nnmo.
Um paoote de 50 grammas costa 200 ra.
Fabrica Miaba feperuc
Ba largado Boeario 21
elephosie II
A Estacao
Jornal de modas parisiense
Vatele a avala o
Na Livraria Con tempornea.
ta do sea amigo, julgou que haveria van
tagem em atacar oa doos procesaos de
frente.
Somonte o futuro nos dir se elle tinha
raalo em julgar aasim a situaclo presen-
te. Por agora, quanto mais o sen pro-
cesso caminhava mais se patenteava a in-
nocencia de Joanna, ao paseo que a con-
ducta o os manejos da mulher Bocheberi
appareciam com urna evideocia cada vea
mais indiscutivel.
Assim que, no dia immediato ao do
assassinato, se verificou que o vestido le
vado por Joanna nlo era absolutamente
para a mulher do empregado.
O juia formador da culpa havia notado
esta particularidade interesssnte, qual
Mme. Bochebert tinha respondido apenas
que so havia engaado com o embrulW
ultima hora; que tinha fioado com o
vestido de Montgeron e entregado a
Joanna um cornete e ama saia de orna
freguesa de Paria. Tudo Uto nlo pasaa-
va de um pretexto astucioso, de um sim
p'.eb motivo, para explicar aos olhos do
muodo a presenca da rapariga em casa de
Frevent.
Mas, se toda a gente ignorava o fim
real d'aquelle maoejo, sabia, entretanto,
que a mulher Bocheoert estava aujeita
vigilan a da polica, o aceasava Joanna
de ae baver prestado ao jogo da modista,
sea patria, o como nlo oonheoia o pass.-
dd d moca, julgav* a capas de se faaer
scieotomento o instrumento d'aquella mu-
lher.
As teatemanhas de accusaclo cram nu-
merosas, e, ultima hora, De'or compre^
hondea que es cousas nlo iriaa talvea to
Variedade para o car-
naval
A Maravilba tambem vende os segointes arti-
eos para os amantes da folla em bonra ao Ueaa
Momo :Mascaras de seda e setioeta, cabeKeira
a Luis XVI, bigodes, barbas, ocnlos, monocatea,
ventarolss cbinetas, chapeos de loa, estreU
dooradas, voltas, braceletes a Jodia, lantejoaas
de todas as cores, topeados, booets, panueinar'
nariies modernos. Precos sem competercia.
Rodolpbo, Antones A C.
67Roa Duque de Caxias 6"
Vende-se
i
A bem afreguexada taverna site roa 6o Se-
cege o. 70, e o motivo da venda o dono tr de
retirar se pera fra do Estado.
bem como promettera sua protegido, i,
sua irml de leite.
Por outro foto Frevent goaava no* ar
redores de urna excedente reputadlo.
Apenar de moco, pela sua capacita <'.-
pelo seu procedimento exemplar, tinha al-
cancado na estrada de ferro de Lyo ama
bella posiclo.
Tinha apenas 32 annos, quaado aquella
morte trgica o ferio. E havia dous as-
nos que j era secretario particular do
trafego e do material rodante do eamiasn
de ferro.
Em Montgeron era maito estimado.
Era bom para oa pobres e, grecas 4 aua
posicio, tinha praeer em prestar serviooe
aquelles qae o procuravam Aa pesadas
que por seu intermedio haviam obtido
c pasees > para viajar pela linha de Lvlo,
nlo tinham numero..
Todas as manhis toma va regalar meato
o trem das novo horas para estar no aea
escriptorio as dea.
A' tarde voltava as seis horas, para des-
cancar doa traba! hos do da jauto de ma
esposa adoravel, e duas criancas cucan*
tadoras, dous filhos rapases, o mais v.ihoo
dos quaes tinha dous annos o o mais uio^t
quatro.
A frfara, a felicidade renaiva o'a-
quella casa. Nunca, segundo ditiam os
viainhos, a menor disooaslo tinha vindo
ioterromper a paa, a tranquillidade d'a-
quelle lar.
(Continuarse ha)


*
Typ. do Dkrit, roa Duque do Cana* o. x.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EXNJ6VN7I_MROX58 INGEST_TIME 2014-05-29T18:01:49Z PACKAGE AA00011611_17815
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES