Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17805


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Full Text
ANUO LXV11 NOMBRO M
SBXTA-FEIRA 22 DE
I


^-



I -
i




DIARIO DE
RNAMBU
PROPRIEDADE DE MANOEL Flor JEIROA T E FARIA i FILHOS
4n
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adantados 6$000
Por seis ditos idem...... i 2*000
Porumanno idem. 23J000
Cada numero avulso..... $100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prioce & C, residentes em Pars, 34 rae de
Provence.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes addiantados.
Por nove ditos idem .
Por om anno dem. .
Cada oamero avulso .
13*500
201000
261000
*100

TELEGRAMAS
mm Mncvus se um:
RIO DE JANEIRO, 21 de Maio s 3
-horas e 45 mi i utos da tarde.
Fallecen hontem em Paria o notavel es-
criptor JoSo Weiss.
BRUXELLAS, 20 de Maio.
As grves nao augmentaram, tendo ces-
sado em Liege.
BELGRADO, 20 de Maio.
A rainha Nathalia foi hoje expulsa. O
povo oppos-se a sua sahida, aggredindo as
tropas pedradas.
No conflicto morreram varias pessoas e
derarc-se numerosos ferimentos.
USTRDCCiO POPULAR
ZS8AL A S7mZDABS
PABA A VIDA
IDEAS PRELIII14REM
(Continuadlo)
SEGUNDA PARTE
vi
IDBIA DA HOMANIDADE AS 8CA8 SOCIED-
, DES FCNDAMENTAKS
%fc i33
O patrureba iopovo israelita, Moyss, e os
rophetas presentiram, mas lesos e seas iscipa-
los Msioaraai a vida da hamaoidade religiosa
como urna nova alliaoca em qoe Deas obra se-
gundo a sua diviodade e o bomem debaixo de
Deas coopera segundo a sua bomaoidade (1).
(Contina).
(1) Relaco da moral e da sociedade moral com
a -eligiao e sociedade religiosa.Na historia pre
sent om descoohecimen.o profoado, e em
parte ama limitaco da oossa natoreza entregar-
se o bomem ioleiramente a relaco religiosa oo
seo carcter predominante de seatimenlo, sola-
do da Tontade e do conhecmeuto, descuidando
se entretanto de cultivar o seo carcter livre mo-
ral e a sociedade fuadameo ai pra este fim.
O sentido moral e a sociedade que o exprime
e cultiva no povo, mal se tem desenvolvido his-
tricamente alm das primeiras pessoas nomanas
( o individuo e a familia). Mas na pleoitade da
soa idea, como tim total bamanoe como socieda-
de activa de grao em a rao para realisar, aioda
incompletamente presentido, exceptaando os ea-
saios nascentes em alguns povos da Europa e da
America.
As conseqaencias desle abaudono da bomaoi-
dade ao sentimento religioso, descuidando a par
deste o carcter moral do sejeito, sao demonstra-
dos na aisioria do Chnstianismo. Esta historia;
como meio de deixar s e inteira a rail da nova
vida fndala por lesos Christo, ensina-nos pel?s
divisoes e desmembramentos repetidos oo seio
da igreja cbrisi. pela facilidade com qoe dege-
neram amas aps oatras as instituigOea particu-
lares, e pelas reformas geraes e parciaes, que
falta editicare fortificar algoma coosa no bomem
ao lado do sentimento religioso ; qoe este tim e
a sua sociedade qoando se aparta los oatros as
faadamentaes, oo nao irmaoa histricacnente com
elles como eqaiprincipaes dentro do bomem, nao
pode preeacber aem mesmo o sea proprio desti-
lo por mais que se taime em julgal-o om sen-
timento piedoso, mas pooco illustrado. Ao re-
vs disto, perde a saude natural e perverte-se.
A mesma historia nos ensiua que ainda falla
boje algnma coosa mmediata queadificar no bo
mem, e que deve acompanbar a educaco e edi-
Scacao religiosa, para que esta se maotenba pura
dentro do seo fim, e srja efficaz, na influencia e
fecunda em obras bellas e santas.
Isto qoe falta oo sojeitoe coustitue a base da
sua rt-ligiao o carcter morl, mediante o qual
a humanidade e o homem na humaaidade se tor-
ne cada vez mais digno de si e da sua boa nato
-esa, se restabeleca na sua liberdade racionil e
3 torne assim capaz de elevar se a Dense onir-
,e com Deus na relig'ao.
Horacio Dutra Muniz de Almeiaa.A'
este governo falta competencia para con-
ceder passagens gratuitas para a Capital
Federal.
Innocencio Alendes Lopes de Mendonca.
Dse.
Bacharel Jos Paulino C&valcaote de
Albuquerque.Justifico. Depois de no
tado na seccSo do archivo da Secretaria
do Governo, remmelta-se este rejaeri-
meato so inspector da Theaouraria de
Faxenda para os fias con ve ientes.
Jos Joaquina de Mello.Informe o
Dr. inspector da Theeouraria de Fazends.
Jos Al ves Bezerra.Sim.
JoSo Pereira do Nascimento.Informe
o Dr. che fe pe policia.
Alferes Jos Francisco da Costa.Re-
mettido ao commandsote superior da Guar-
da Nacional da comarca do Cabo para
mand r passar a guia de qoe trata o arti-
go 45 do decreto n. 1130 de 12 de Mar-
co de 1853.
Manoel Flr do Nascimento.Informe
o delegado da inspectora das torras e
ColonisacSes, oovindo o director do N-
cleo Saassuna.
Manoel Francisco Botelho.Sim por
tres mezes.
Nymphs dos GuimarJea Peixoto.In-
forme a Intendencia Municipal do Recite
Teoente Coronel Rufino Corris dos
Prazeres Mello.Informe o inspector de
Thesouro do Estado.
Virgilio Bacellar Caneca.Informe o
director da Fscoldsde de Direito do Re-
cite.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernsmbuoo, 21 de Maio de 1891.
O porteiro,
, Hemeterio Maetel da Silva.
HETE 0FF1C1AL
(.overoo do Estado de Peruam
boeo
OE8PACH03 DO DA 20 DE MAIO DE
1891
Abaixo assignados, agentes recensea
dores do disiricto da Palmeira de Gara-,
nhuns.Informe o inspector da Theeoura-
ria de Fazenda.
Abaixo assignados, ex agentes recensea*
dores da CommissSo Censitsria do dis-
tricto de Serra do v"ento, municipio do
Brejo da Madre de eua. Informe com
urgencia o presidente da CommissSo Cqp
sitara do distric o de Serra de Vento
(Breio da Mad. e de Deua).
Abaixo assignados habitantes da poros-
cto denominada Jerich ds co arca de
Triumphp. --Informe o inspector geral da
Instracgao Publica. g
Antonio Fernandes da Silveirs Carva
lho: Informe o inspector do Thesouro
do Estado.
-* Austroberta Pereirs ds CostaIndefe-
rido.
Antonio de Padua Acciolys.Remettido
ae capitSo do porto para sttender.
Am.ro Jos dos Sant'Anna.Indefe-
rido em vista das informsrSes.
Tenente Bartholimeu Geminisno de
Anchieta e Silvs. Agusrde opportuoi
dsde.
Coronel Cincinato Velloso ds Suveirs.
Deferido, nos termos ds portsrs d'eato
dsU.
Cleomenes Lopes de Siqueirs.Infor-
me o inspector do Thesouro do Estado.
Domingos Sosres Cslcsda. Informe o
Dr. juis de direito do archipelago de Fer-
nando de Noronha.
Delmiro Serg o de Ferias.Deferido.
Donstila Jslis Guimsries de Albuquer-
que. Sim.
Francisco de Psuls Nevos de Seixss.
Informe o inspector o Thesouro do
Estsdo.j
Repartleio da polica
Seceso 21N. 108.Secretoria de Po
licis do Estado de Pernsmbuco, 21 de
Maio de 1891.
Cidadso Governsdor. Participo -vos que
forsm hontem recolhidos s Csss de Deten-
9S0 os seguintes individuos :
A' miaba ordem, Margan la Paulina, aliena
da, com destino so asylo da Tamariaeira.
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Manoel Marques da Silva, conbe
cido por Maooel Perninna, como gatuno; Jo-
vino Netto de Mendonca, alienado, com desti-
no ao asylo da Tamarineira ; e Manoel Francisco
da Pa'xao, por disturnios. ,
A' ordem do subdelegado do 1.* distreto de
S. Jos. JoSo Rodrigues dos Santos, como gatu-
no ; e Manoel Antonio de Oliveira, como desor-
deiro.
A' ordem do subdelegado do districto do Pe
res, Joaquim Rodrigues Gjngalo do Amaral, por
crime de tentativa de morle.
A' ordem do subdelegado do districto da Var-
zea, Manoel Francisco dos Prazeres, por enme
de ferimentos : Silvana Mana da Conceicao e
Joaq ina Mara da Conceicao, por distnrbios e
offensas 4 moral publica.
Ante-hontem, s 10 horas da noite. o des
ordeiro Joo Rodrigues Goncalo do Amaral diri-
gio-je esta do guarda local Jos Cyriaco, mo-
rador no districto do Peres, e dizen lo qoe o sub-
delegado o manda va chamar, depois que o guar-
da sabio a roa o sggredio traicoeiramente, dis
parando em segoida urna espingarda, cojos pro-
jectis nSo o attiogiram.
Depois disso tr*vou se locta entre a pra;a e
JoSo Rodrigues, sendo ambos feridos.
Contra o delnqueme, que foi preso, procede-
se nos termos da lei.
No dia 15 do cor-ente, s 7 horas da noite,
esta va prestes a morrer afogado o in nviduo de
nomeiEplpnanio, conhecido por Fehnto, no rio
Cariman, do termo de Barreiros, quando foi salvo
pela praca Antonio Jos da Costa, que por esse
acto foi graduado so p -ato de cabo pelo cam-
missario respectivo.
Pelo delegado do termo de S. Lourenco da
Matta foi remettido ao joiz competeote o inque-
ritD a que proceden contra Luiz Beato da Silva
por crime de feriuientos graves.
Em data de i do jrrente o alferes Anto-
nio Itidoro Barbosa de Souxa assumio o cargo
de sub-commn-ano do municipio de Gravat.
O capito Joo Francisco Hemeterio Por
tella assamio hoatero, na qualidade de 1' sop
pente o exercicio do cargo de delegado do ter-
mo da Escala.
Saude e fraternidade.Ao desembar
gador Jos Antonio Corres da Silvs, mui
digno governsdor deste Estado.O Chefe
de Policia, Oaudino Eudoxio de Bruto.
Tziesosiro do Katsvdo de Pernam-
bnco

DESPACHOS DO DIA 21 DE MAIO
DE 1891
JoSo Wslfredo de Medeiros. Banco de
Pernsmbuco, Joaquim Pedro da Rocha
Poreira.=Informe o Dr. contado!.
Companhis do Beberibe. Ao cidadlo
Dr, contador para mand .r escripturar.
Estrsda de ferro do Becife so Limoeiro.
Pague se.
Felcisno Eduwiges ds Costa Gsms,
Jlo GoDCalves dos Santos, Maris ds
Conceicao de Csrvalho Csvslcsnte, Frsn-
cises Arcelinds dos Ssntos, Jos Firmino
Ribeiro, Austribello Pereirs ds Costo,
Maris dss Mercas Peres de Drsmmond e
Maris ds Conceicao Almeds.Regstre-
se e fsesm-se ss Betas.
Maris Csvslcsnte de Albuquerque Fs-
ris.=Haja viats o cidsdso procursdor fiss
cal.
Antonio Fernandes Ribeiro.A' seccSo
do Contencioso pars informar.
Antonio Ferreira de Oliveira e Paulino
Manoel Thom Caboatan.=Informe o ci
dadle administrador ds Recebedoria.
geral da Ioa*rue*o r
fellea do Eaiavde de reroooefcoeo
uESPACHOB DO DIA 16 DE MAIO
DI 1891
Enedins Mandes de Hollsads, pedindo
s jwtificacko de faltas.Justifico.
Autonio Cadena Bandeira de Mello.
Sim, mediante recibo.
Maria Florencia da Pss e Cunha, pe
dindo justificag2o de faltas. -Como re
quer. prorogsdo o prszo por mais 45
diss
Maria Ferreira dos Aojos Compra-se
e registre se o titulo retro, assignsndo se
s professors o praao de 15 das, s contar
dests data, par i as sumir o exercicio ds
cadeirs que Ibe foi designada.
Mana das Mercs Peres de Drummond.
Compra se e registre-se.
Jos Luiz de Franca Torres.Cumprs
se o registre-se.
Josephs Perpedigna Ribeiro Padilha.
Camprs se e registre se.
Jos Firmino Ribeiro.Compra se e
registre-se.
Josquim Pedro ds Rocha Pereirs.
Cumprs se e registre se s apostilla re-
tro.
EXTERIOR
EUROPA
Pelo paquete Magdalena recebemos as seguin-
tes noticias, alm das referentes a Portugal e
constantes da carta do nosso correspondente.
Heapanha
Em 11 de Maio tscreve sob este paiz o nosso
alladido correspondente:
O governo bespanbol, como Ibes disse, apre-
sentn ao parlamento um projecto da amnista
para os crimes polticos, mas nao satisfez com
elle as reclamacoes los partidos avancados.
Propoe o governo que aos militares emigrados
por motivos polticos apenas seja garantido para
a reforma o tempo de servico que tioham presta
do at,o dia em que se revoltaram. Sendo assim
grasde numero d'elles, qu. nao tm o tempo le-
gal para gosar aquella raotagem, nao podendo
ser reintegrados nos posto qoe linbam no exer-
cito, flearo privados de recursos.
Os republicanos exigem que squelles emigra
dos seja contado para o indicado effeito todo o
tempo que tm estado oo xilo, e er se que so
n'essas condicOes elles regressarao patria. O
Sr. Ruiz Zorrilla, esse j declaran que nao accei-
tar a amnistia, e, por conseguinte. ne recolhe-
r a Hespanha, se tal concesso (or negada.
Nao de crer que o Sr. Cnovas del Castillo
cons'nta na ampliaco da sua proposta oos ter-
mos que Ibe sao exigidos, nem verosimel qoe
as cmaras facam tal modiflcacSo contra a von-
tade do governo.
Espera se qoe seja vehemente o debate a res-
peito do assumpto de que se trata.
No Senado hespaohol comecou a discutir-
se a proposta cooesdendo amnista aos indivi-
duos condemoados ou emigrados por del i--tos po
Uticos.
Um telegramma de Washington para o
Nao-York Herald attriboe o bom xito do Sr.
Fonter as saas negociares relativas a Caba a
um reviramento da poltica colonial bespanboU.
Parece que a Hespaaba pensa em abolir todos
os direitos da Alfandega em Coba, e tomar com-
pletamente livre o commercio da iiha com a me-
tro pole.
Os jornaes de Berlim annanciam a abertu-
ra de negociares com a Hespanha para a cele-
braceo de um tratado de. commercio.
Em Madrid, oo 1." de Maio hoave dois grao-
des meetings qoe reuniram cerca de 18.000 ope-
rarios qaasi todos membros das diversas asso-
ciaeSes de artes e officios.
Violencia nos discorsos, mas respeitando-se
sempre a ordem, que apenas meia duxia de dis
colos teotiram alterar, Jazeado provocaces aos
operarios que irabaltuvam. Os snarchistas qoi-
zeram empalmar os mtetings ; mas os socialistas
de ordem desbarataram-n'os.
As reclamacSeg formaladas pelos comicios sao
sensatas: Que se promolguem leis como a da
expropmcao e oatras, que facililem o desenvol-
vimento dos trabalbos pblicos e dos de inicia-
tiva particular, e que se regularise o trabalbo das
mulberes e dos menores.
Em Barcelona os o erarios quizeram esta-
belecer a anarchia. sendo preciso nier ir a forca
publica at para proteger os carros americanos e
mnibus, que eram apelrejados pelos grvistas.
As fabricas onde se trabalbava estavam guarda-
das por pracas de liuha, para garanta da sega-
anca dos operarios.
Os mercados estiveram desertes, por que os
vendedores le bortalicas e oatros gneros tlve-
ram receio de ir cidade.
Elevava-se a mais de 40:000 o numero des
operarios em grtvet em Barcelona e povoaedes
fabril limltrophe8.
Come as autoridades nao Ibes permittiam os
meetings, nem os ajuotamentos, dissemioaram-se
por toda a parte fazendo exilosir bombas de
dinamite em amitos estabelecimeotos, roas e
edificios pblicos.
Como as explos6es estavam aterrando a popu-
cSo pacifica, o governador militar pnblicoo om
bando ameacindo prender e metter a bordo de um
oavo de guerra todos os chefes inarchistas, e
todos os directores de npposicOes operarlas, caso
houvesse ma8 algum atten ado d'ease genera.
Fwram-se bastantes prisOes, mas manteve se
a ordem ; sendo porm p *eriso para seo. alm
da policia e guarda civil, om corpo de exercito
em armas, oc upando militarmente a cidade e
arrabaldes, dois coursc-.dos com a artilheria
ipentada cidade, e SO escaleres de marinba de
guerra, com metralhadoras a bordo, rondando o
porto e vigiando os caes.
En Alcay fez-se om grande mettmg, em
qoe se resolveu exigir a redoccao da horas do
nbalbo e o augmento do salario.
Resolveu-se mais formar orna grande associa-
cao de todos os operarios, em que cada om con
corra com orna peseta por semana para o fondo
de despera da granae grve, que se projecta.
Haver oatro meetmg para a inscripcio, e marcar
dia para a grve.
Reinou ordtm.
El Almadeu : meetmg de 3.000 operarios.
Oito horas de trahalbo. Ordem.
Em Aarteqoera: indifferenca completa.
Poneos operarios deixaram o trabalbo.
Em Bilbao : grande numero de socialistas
quizeram ubngar es operarios da zona mineira
a fazer greve. Os mineiros resistiram, e foram
apedrejados. Foi preciso irem para l dois ba-
talboes de lioba para os proteger. Honve om
meetmg revo octonario na praca de toaros, mas
qoe acabou em ridicula tourada perdendo toda a
importancia.
Em Burgos : meetmgt, representacoes, mas
com tona ordem.
Em Cdiz : fes se urna grande procisso
com baodeira desiraldada, dando vivas ao dta
di tito horas de trabalko. Em penco tempo a
procisso degeneran em desordena completa,
leodo de iotervir s"uarda civil para a dissolver.
Foram feltas bastaste pnsoes, e tomada a bn-
dejra. Algwuae contueei.
Com receto de maiores desordeos, a cidade foi
occosada militarmente O banco eslava guar-
dada por urna batera de artilheria. Os estabe-
lecimentos e casas particulares todo fechado.
As familias tioham feto provisao de comesiiveis
para nao terem *Je sabir roa nos das 2 e 3.
Em Belmsi: ba ,000 mineiros em greve. Ha
torcas da linba as min^s onde se trb<>lba, para
protegeros mineiros que nao adheriram grive.
A cavallria est eui armas para maoter a or-
dem.
Em Crdoba : meetmg de 6 000 operarios ;
como ensato para as grandes manifestaedes dos as-
nos {-Muros. Ordem.
Em Castelln : os operarios nao se deixa-
ram levar pelas aoggestes dos agitadores. In-
differeoca com aleta.
Na Comnba: meetmg de 3,000jnerai-ios,
resolveodo-se fazer g ve at se oaseWir a re-
dueco a 8 horas do da de trabalbo. Ord m.
Em Granada: sospeuderam se todos os
trabalbos. Oa operarios passeiaram, mas alo
flzeram meetmgs, nem maaifestacOes. Socego
completo.
Em Malaga sospeuderam todos os traba
ibos. At os typographos abandonaram as offi
cias, nao bavendo por isso iornaes, nem oo do-
mingo, 3, nem na segunda, 4.
Grandes mtetings, exigindo o dia de 8 horas
de trabalhos.
Algumas desordeos e, bastantes prisOes.
Em Valencia: grandes meetmgs, mas com
socego.
Em Valladolid : grandes disturbios, sendo
precisa a iaterveucao da linba. Algons fereri-
mentos, e muitas pris-s.
Em Saragoca : todos os servicos suspen-
sos. Grandes manifestaedes. Discursos violen-
tos, mas sem alteraco da ordem.
Fraoea
Est offerecendo effectivameate o maior iote-
resse a discusso do projecta 10 i>-gimen fiscal
na cmara dos depotados franceza.
O governo, obedecendo s ex geaciaa e in-
8pira(0es dos agricultores, depois de denunciar
ob tratados de commercio, qoe expiram oo pr-
ximo anno propoz ao parlamento un rgimen
fiscal fortemeote proteccionista. A commissio
parlamentar enearregada do exame dj assumpto
e a que preside o Sr. Mline, acceita i lo os prin
cipios da proposta do governo, aioda os exage-
ran na apphcaco que d'elle fez ao projecto em
que a cooverteu. Em favor de algum s indus-
trias augmeutou coasideravelmeate a< taxas
protectoras.
Te a-se levantado oo paiz grande opp > si cao
ao novo rgimen que o governo pretende estabe-
lecer. O commercio e as industrias em .-eral
mostram-se-lhe absolutamente coatrarios. A
maioria da opioio publica tambem lhe n)
favoravel. Eftectivameote a eraade prosperida
de econmica a que chegoa a Franca, devida
ao regimea dos tratados do commercio, que tem
permittido aos productos fraocexes encontraren
venda van'.ajosa em mercados estrangeiros. E'
isso que tem dado industria d'aqaeila aaco o
impulso que a tem levado ao grao de deseovol-
vimento em qoe se acha hoje. Extiocto o favor
dos tratados, que habilitava a industria franceza
a poder ceucorrer com as oatras nos mercados
estrangeiros, em condicoes propicias, teme-se,
com razo que a exportaco dimioua considera-
velmente. o que er om grande desastre, boje
sobretudo qoe a industria de qoe se trata tend
renovado tolo o seo macbinismo, teado aperfei-
goado os seus procesaos de prodcelo, e tendo
augmentado o seo pessoal operario, est produ-
zindo enormemente. E nao sao .-rnente os ef-
feitos simples e i i mediatos da termioaco do
regimea dos tratados, qoe ha a recelar; deve
tambem prever se que as oatras oages asseve-
rem orna attitade de defe-a armada, usando re-
presalias Gscaes, que ainda mais bao de aggra-
var a sitaaco
As oatras grandes naces da Enrona, esto
com eff'i'.o, preparando orna liga para coutrapor
ao exagerado protecjioaista francez, quando
eue chegr a vingar, e os effeitos dessa colliga-
co podem ser um golpe funesto para a prospe-
ridado econmica da Franga.
Nao sarprebrnde, pois, nada a grande oppo
siao que o projecto do rgimen Bacal est en-
contrande na propria Francs.
As cmaras do commercio e as cidades indus
triaes e commerciaes esto se manifestando
enrgicamente contrata ianovaco, que julgam
funesta. .'
S a classe agrcola, a cojas exigencias se
deve a iniciativa tomada pelo goveruo, a defen
de apaixooaua e intransigentemente.
A dio-U'sao tem sido calorosa e demrala.
Abrio-a o Sr. Lockroy. depalado por Paris, e
antigo mioistro da commercio, que j presidir
a um comicio contra o projecto do governo.
Fez aqaelle estadista om discorso de tres bo-
ros e meia, Bcaodo aioda com a palavra reser
vada. ca ^ Sr. Lockroy, ioscreveodo-se coatra o pro
jecto do goveruo. abri o debate com um nota
vel discurso, que foi urna exposico completa
,e todos os argumentos favoraveis a lberJade
do trabalbo e do commercio.
Foi urna tonga prel cgao economiza, aban
dantissima de clculos. e resaltados de toque-
mos e averigoaefes, defactos historeos, de do-
cumentos e ae principios.
O orador refeno-se agitaco facticia que
maitos syndicatoB agrcolas teem| promovido.
Effeclivameote tem-se procurado produztr es
saa suecumoir, se nao vter imprimir-lhe nova vida
urna revoloco agrcola.
Qoer-ee fazer passar esea idea, como fatal e
inoiscotivel.
A miseria das populaces operaras das cida-
des, aa difficuldades qoe ella pode originar, as
represalias tiscaes das naces esiraogeiras, a
perda da i fluencia franceza no extenor, por
sobretodo isso se pretende passar, contanto que
ae d novo alent agricultura com um rgi-
men proteccionista exagerado.
O discorso do Sr. Lockroy, que dorante tres
horas e meia do prlmeiro dia, contiouoo na ses
sao segomte, sempre com a mesma elevaco e
bom Gritero.
Na segunda parte applicou-se o orador em
mostrar que a eBtabilidade commerciil e indas
trial,mdispeo8avelao paiz, nao lhe pode ser
dada fcno pelos tratados de commercio ; ama
t>xa mnima, tal como 6 proposta pelo governo,
nao offereceria garanta algoma, pois que esta
ra sujeita cveotoalidade perpetoa de urna re-
viso.
Todas as empresas teem necessidade, pan
prosperar, da segu rauca do dia seguate.
Sea tratados duradouros, o rgimen econmi-
co da Franca nao a estara sojeito aos capn
chos, s phantasias, s fluctuacOes das maionas
parlamentares, eteenciatoente ^novis; mas
tambem ao acaso de todarss madanc poltucas
exteriores.
k discosBio devia prolongar se, e nromette
ser orna das mais interessantes das parlamenta
res dos modernos lempos.
O Fgaro publlcou as seguintes declaragoes
feitas pelo principe Vctor Napoleo a um doa
seas reuactores: S o imperio plebiscitario
p-ie fazer a felicidade da Franga; a transiclo
da repblica para o imperio ha de fazer-se ia
cllmente, grecas ao descrdito do tyalema par-
lamentar ; os governantes, para rematar a obra
da resolacj, e as ajafetaras Bodaes, dejeriam
inspirar-a- oa propria obra do segundo imperio
maso tempo urge; preciso dar sstisfacoes a
industria e os operarios; preciso canaliasr o
socialismo que est ameacador: espera qoe
ser om Napoleo quem ha de concluir a obra
da reTOluco ; a uniao conservsdora cada vez
*
mai difficil ; compre
dice So napolenica.
voltar verdadeira tra-

Tem impressiooado altamente os nimos a
borrivei tragedia succedida em Foaraies por oc-
casio das manifeatacdes operaras, oo dia i de
Maio.
Foaraies, om dos centros mais inJustnaes e
activos da Franca tica prxima de Anrers, no
departamento do nerte.
A oopalaco esta iodignadisaima pelos tactos
all occorriaos, e attribue-se ao tsar; a desgra-
na ae lerem sido merlos pela tropa mallos ma
alistantes.
No parlamento, o deputado socialista Erneat
R ebe, interpeiiou o mioistro do interior o Sr.
Cooataos. afirmando qoe os soldados dispara
ram, sem precederem as descargas com os seas
toques de attenco com tambores e cornetas;
com qoe a fo ga publica tem de intimar a dis-
perso, segando as prescrlpc&es da lei.
Nao negou que os manifestantes, ao reclama-
rem a Uberdade dos companheiros, que baviam
sido presos de maahi, tivessem aped rejado e
ameacado os soldados e policas ; mas entenda
que bastara ornas coronbadas para dispersar os
alvorotados.
A maioria dos habitantes de Fou-mies defende
o procedimento dos operarios, e combate o dos
patrOes.
Os msicos da banda sustentada pelo munici-
pio, e todos quantos perteacem a granos de-
pendentes dessa corporaco, apresentaram a
soa demuso.
A,compaohia de bombeiros entre.-ou o arma-
mento.
Pelas roas circulavam carros con lanternas
cobertas de creps, seguidos por orna muitido
iudignada e provocante, qoe iosoltava quantos
soldados encontrava pelo camiobo, exclamaud:
Ensalastes em Forrmiea as espingardas Le-
bel; canalhas, comis o nosso pao. *
Os operarios cardadores recusarac-se a vol-
tar ao trabalho, emquanto dalli nao sabisae a
tropa, e ameacvam com a pena de Taliad o re-
g ueuto (oe uescarregoa contra pessoas ode-
Fezae.
As autoridades viram to critica a situagao,
qoe se nao jalgaram aptas para maater a ordem
apezar de terem all ebegado 1.300 soldados de
reforco, eatre infantes, cou-aceiros e dragOas.
Todos elles bivacaram oas roas e pracas,
queimando palba, oa atilisaado a para camas.
Em Rooea estavam 1,000 soldados mais,
promptos a marchar para Foormies, primei-
ra ordem.
A maior parte das 30 pessoas mortas e teridas
eram coriosas e innocentes.
Sao bem tristes os promeaores qoe nos coe-
;am desse morticinio, por occasio das man-
es taedes do 1' de Maio:
No inquento a qoe se est proceden do, pare-
ce averiguarse qoe o commaadaate da forca
publica mandara fazer fogo e dar soccessivas
descargas sem motivo qoe jostifleasse to vio-
lema medida. Hoave amitos monos, e eatre
elles mulberes e enancas. Muitos delles recebe-
rain cinco, seis e sete balas.
O enterro das victimas dessa sanguinolenta
jornada, fez-se com grande pompa. Tada a po-
pulagaj da villa e dos arredores acompanbou
aquelles restos mortaes ao cemiteno, onde lhes
vai ser erguido um ^.oaumento.
O n ispital est cheio de fendo3. Muitos delles,
e alguns dos qoe morreram, foram fondos em
BOat p prus casas, e oos bj equms e OUtrvS
estabel cimento8. A maior parle aesses sao mu
Ihres, enancas, e gente pa ata. que nao tinha
sabido casa, ou s ; reco era aos estabeleci-
meotos, para uaj seeuvulver nosmanifestagOes.
Sida .u- feridos ba apeaas um, e gravemente,
com ama bala na cabega. Esse fenmento, po-
rem, foi l ito pelo official, que commaadava a
tropa, qu fez fogo. Este lerrivel episodio con-
ta sa assi.. :
Un sold ido do 145 de linba, chamado Lebon.
e que esta-'. anda no primeiro anno de aervice,
tilbo de F, jrmies. Quando se den a voz Se
fogo, o poor rapas ti iba visto sua mal no meio
da praca, entre a popalaca. Nao -e quiz sujeitar
a matar sua propria mi, e nao fez fogo. O offi
cial. qoe goiii uandava o pelolo, um capilo
vendo que elle ao atirava, approximoa se, ex-
amiaoa-lhe a arma, e vendo-a com os cartuchos
iotactos, dea-lhe ura tiro de revolver na cibe-
ca... por desobediencia e traifo 1
0 governo rancez foi vivamente interpe-
lado na cmara dos depotados pelo deputaio
Eroesl Roche, e cutros, sobre os trgicos acon-
tecimeoios de Foormies.
O deputado socialista teve que retirar o re
quenmento de interpcllaco, por estar concebi-
do em termos injnriasus para o exercito, e redi
gio uutro em te mos parlamentares.
Antes de Rocne obter a palavra, falln Dumay,
deputado de Pars, jue. se mauifestou .coatra os
actos do governo, terminando com estas pala
vras:
Sim, o ministro do interior pode contar com
ama maioria qoe o ba de absolver ; mas, em
qoaoto viver, conservar oa froole o stigma de
Foarmie8, como o imperio conservon o da Ri-
camerie.
Ernest Roche pricipioa por dizer que chegava
de Foaraies, e descreveu o qaidro triste e de-
solador, qoe apresenuva aquella localidade.
Negun que a tropa tive.-se leito pontana alta,
por isso que cada corpo das victimas se apre
se ata va ferido por duas a seis balas.
ao lavar esta affirmaco, o urador desdobroa
urna blouse, qoe levava embulhada comsigo.
Essa blouse eslava maochada de saogue, e viaa.-
se neli seis buracos fetos pelas balas.
O effeito prodosido pela blotne tanto nos de-
latados, como oo publico, qje assistta ses-
so, foi indescnptivel.,
Rocbe prosegoio no^eu discurso, dizenlo :
A bandeira que Guillotean destablara, era
tricolor: e era tricolor tambem a que levava a
soa desgranada esposa.
Tal a baodeira qoe mancharan] com san
gue innocente os qoe caopnram^h ordens do
nr. Constans.
O mioistro do interior respenoa dando dos
acont* imento8 urna verso diversa da qoe dera
o d .putado.
Creio, disse elle, que cumpri o mea dever,
estranbando que se nao tivesse proferido orna
phrase em favor dos ageotes, gendarmes e sol-
dadas feridos so cumprimeoto do sea dever.
(Applaasos).
Em Pars, contioooo, foram feridos a'gnos
guardas e alguns gendarmes, e ninguem os las-
timn.
O Io de Maio om dia triste para a miaba
existencia, que nada tem de alegre, porque 6 o
dia de Foaraies ; mas com a mo posta na c in-
scieocia (romores) sin, sobre a minha conseja-
da, e lamentando as desgranadas occorrehcias,
envi aa expreaso da minba gratido e da do
governo ao exercito em testeo uobo de reapeito
e de con ideracao pelo infeliz official, c!nga lo
a fazer o que ez. (Applaosos prolongados). >
Quaode o Sr. Coosiaos descia da tribuna, Er-
nest Rocbe chamou-lhe assassiDO.
Este insulto provocou um ternvel conflicto-
O presidente exigi qoe o depotado explicasse
as suas palavras. Roche negou-se diiendo:
Considero-me) feliz ao merecer a ceosora,
por defender os aasassinados contra os
sinos I
Novo tumulto, qle se prolonga. Depois ae
restabelectda t ordem, t cmara coocordou com
a expulso deRocM. Este, o sabir da sala,
dirigtodo-se a maii)ria exclamou :
\ < Sois dignos lacaios de tal amo I *
Um escndalo melonbo.
Celebran se em Belleville om comicio de
indinagao, ao qual assisiiram 1,300 pessoas, oo
dia 4.
Dr-pois de um discurso do depalado socialista
Dumay, a assemblea approvoa por unanlmidade
orna ordem do dia, condemoando o procedimen-
to do Governo em Foormies.
Disem de Fourmies que os operarios volts-
ram s ofB tinas no dia S. Parte da tropa ret -
roo j da povoaco.
Parece que se nao realisam as esperancas de
acalmaco.
Os operarios, que abandonaram o trabalho,
reclamam o augm-nto de 10 (s oos salaries.
Ao meio dia de 5 soapendeu-^e o trabalho ea
toda a parte.. .
A sitaaco voltou a ser teosa. Receaa-s*
aovo8 disturbios.
Os pairees reaniram-se para combinar o que
bao de faz r. Tres delles s3o favoraveis a coa-
Mtsfes.
Nos estabelecimentos, cojos patrOes augmen-
laram os salarios, voltaram j a t rabal bar 1,500
obreiros ; mas esto ainda em folga 5,000.
O conseibo municipal de Paris. depois de
viva discosso sobre a attitade da policia, oo i*
de Maio, approvoa por 37 vot >s coatra 3 orna
ordem o dia. coademnando o systema de pre-
venga ) applicado pelo ministro do interior s
reiviudicagoes dos operarios ; adoptou em se
guida ama delib -ragao a favor da amnistia;
dea om voto de ceosora ao prefeito de polica, e
voloo 10 000 francos para as familias 4as victi-
mas de Fouraies.
No 1 de Maio a cidade de Paris appareess
agitada logo de manb.
A's 8 horas explosio orna bomba de dynamite
ao palacio dreviae, causando grande susto e im-
portantes estragos- A cidade eslava oceupada *
materialmente.
A geodarmeria teve de dissolver grandes gru-
pos que all se formaram, dando duas cargas e
effectuando 60 prisOes.
Os corniles ''as diversas associagoes foram re-
cibidos pelo presidente da cmara dos depota-
dos, a quem entreearam as suas represeotac6es.
O presidente de orna dessas commissOes era s
deputado inglez Cuuiogham Grabam.
Em Clicby bouve grandes desordeos. Os
anarchi8tas, >rvorando orna bandeira negra, fize-
ram urna mamfestagao, aggredindo a gendarme-
ra a tiro de revolver e a pedrada. A cavall-
ria carregou e orna companbia de linba fez fogo.
Ficiram gravemente feridos tres soldados e 11
populares. Muitos contusos e feridos levemente
e grande numero de prisOes.
Em Levaloia-Perret appareceram cariases em
qoe se lia : Viva a aaarchia I Abaixo a pa-
tria 1 Um conflicto entre a gendarmera e os
anarchistas em que foram contuso) e presos
muitos destes.
Em A arlen s appareceram de manb as pare-
des dos edificios e os monamentosipoblicos to-
dos cobertos de cartazes em qoe se lia : Mor-
ram 08 ricos LadrOes 1 Guerra de morte i
s anarchi-iss quizeram fazer deso'deos, mas t
for^a carregou-os, prendendo mais de 200.
Em Rennes os manifestantea snarchistas as-
saltaiam as fabricas e estabelecimeatoi publ-
os. Hauve grande conflicto co o a t'Op de
linba, de que reeditara" 18 mortos e mais de
o) feridos, alguns dos quaes de muila grvida-
ae. Effictuaram-se mais de 300 prisOes.
i :. Four ni'.-jos operarios dos altos tornos po.
zeraui se em greve e assal'.aram a povoaco. No
primeiro embate foram carregados pela tropa de
ijoba que ma ou i e ferio grtvimente 12. Ha
nsitos tendos e contusos levemente e Bzeram-se
muitas prisOes.
N'outro lugar desta revista Bca narrado o mais
qoe diz respeito aquelles tumultos.
Em Lyon os manifestantes cortaram os fios te-
legrapbicos e quizeram fazer desordeos. A tro-
pa carregou, restabelecendo a ordem. Nao hoa-
ve morles entre os paisanos; masjmuitos feridos
15 gravemente, maitos contusos e presos. Fo-
ram maatida 60 prisOes. i cidade est oceu-
pada militarmente. Ficaram feriaos 10 solda-
dos.
Em Maraelba a tropa teve de carregar por daas
vezes aoore os manifestantes. Hon,ve alguns fe-
ridos, -uuitos contusos e muitos presos. Eatre
es'.es conta se o deputado Boyer.
Em Moas, boave conflicto as carvoarias de
Grand Hiran. Dous gendarmes Bzeram logo
sobre os grevi^tas dos quaes flearam 2 gr; ve-
mente feridos. Effectuaram se algumas prisOes
Em Saint-Qaentin am magote de operarios,
para vingar om companbeiro qoe fra preso en
consequen ca do comicio do dia i de Maio, qoe-
broa as portas e as jaaellas de duas fabricas, e
fez cessar o trabalho.
Em Seraing travou se conflicto eatre os gr-
vistas e os gendarmes, trocando-se tiro de revol-
ver. Esto feridos varios mineiros.
Travou-se novo conflicto. Os operarios da
faodicgOes de ferro e co de Sartiag resolveram
fazer immediatamente grve geral.
Em Toarcoiog declararam-se em grtve 300
operarios das fabricas de flaco, por terem sido
despedidos os que tomaram parte na manifesta-
ga
Em Cbarleroi geral a grve em toda a regiio.
Os gre 'islas sao 30 000.
-Disem de Aveone que em Saina foram que-
bradas as vidracas da fabrica de fiagao Dupoat.
Parti logo para a li urna forca de cavallria.
e i sica
No 1 de Maio bouve greve geral em todos os
ceotros fabris belgas e principalmente nos tra-
balbos das minas. ,
6 servico do* portos teve de parar por terem
os c perarios e trabajadores abandonado todos
o servico. .
Em algamas cidades e vilhs as maoifestscOe
Bzeram-se ao som da Marselheza e com baodei-
ras vermelhas arveradas.
Em Lige, Boriouge e outros centros fabril
teve a forca publica de carregar os manifestan
tea para restabelecer a oriem.
Nao consta que nouvesse martes, mas ha bas-
tantes feridos e monos presos.
Em Braxellaa oni as precaogoes militares
eram grandes nao foi alterada a ordem publica.
03 mineiros, fundidores e operarios das fabri-
cas de vidros declararam-se em greve perma-
nente at obter em o augmento de salao e di-
minuico de horas de trabalho.
No dia 3 hoave em Lige conflicto" entre oa
grvistas e a gendarmera. A tropa fes fogo
contra os grvistas, ferndo alguns delles.
O manifest do conseibo {eral do partido ope-
rario de Broxeuas desacooselha a greve ate qtte
o parlamento vote a revlso consiitacioual ;
mas em L:ge grande numero de operarios j
do dia 3 largaram o trabalbo.
A sitaaco das regiOes belgas onde os opera-
rarios se declararam em greve, peiora de da
para dia ...
Comtodo os nimos parecem mare tranquillos,
tendo occerrido apenas algamas pequeas des-
ordeos. ...
De Braxellas parliram forgas militares par
L ge e La Louvire. ;
O qoe fez irritar os nimos foi a declarac j
Jos patrOei, que querem pagar aos operarios 46
uictade dos slanos por terem abandonado s
truMlbo sem razo nem previo aviso.
Teme-se que esta resolocoaggrave o conflicto
e impossibllite todo e qoalqoer accordo de fu-
loro..
O carvo j comees a escasseisr nos depositov
leado-se feto grandes pedidos para Inglaterra.

4
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%
8
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Do
PORTQI
891
Ale ftdottM


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i
0 Diario MftBoMMrdo 1* do real publi
coa nm decin Irt' oss ctJaaxgeaaas ordi-
narias paraoBaMa JBatosteanez.
Baca daaiMar.atm3SBBWnean*ia que se (en
promalKoa um decreto dictatorial qae sabio aa
folba oficial de 8 do correte, e qae om mdi
co irrecusavel do estado agudo da nossa crise
econmica, ecn cooseqaeacia do escoameato do
ooro.
Vai elle afectar, nao. pouco, o ntereaees eco-
nomices do paiz ; 'mas os pagamentos das sotas
do Banco de Portugal, en moeda de prata esta
assegurado, o qae leve traoquilliiar lodos
aquelle9 que nao teem de fazer remessas de di-
nheiro para o est.angeiro.
O operario, a pequea logUta, o fancciooano.
qualqurr i cidada emfim, careceado de moeda
em lagar da nota, qae tem oa saa algibeira, nao
l aaaanasPJaa fWWi Bal a- de re
ceber peala.
Eis o decreto :
PBESWENGIA DO CONSELHO DE MINISTRAS
"Nao poden do o Tnesoura, ea presenga das
arcnmslaueias excapcionaes e*u que se acnara
.us. pravas moaeiarias do paiz pelo retraoiineoio
dos capites, prescindir da elevar temperara
meato a rea eoata de crdito qo Banco de Por-
tugal emqaaato nao se ultima a cobranca do
praduct > do e.inprei'imo autoriza lo pela carta de
le de 21 de Marco do corrale aaao, e cooiid
raodo :
i." Que tambsm iadispeaiavel toabi ar o
. Banco de Portugal a oraecer. nos termos dos
seus estatutos e regnlaaiaato, aos demais esta
belecimeotos baocarioa e ao commercio ero. ge-
ral, recursos para as transaegosa internas, aera
que uso importe o desap.iarecimeato das actuae-
reservas de ouro do mesmo banco ;
2. Qae desappareceado a descoanaoc* qae
t-ira prodozido o relrah'.iaento da avallada qaan-
tidade de moeda de ouro que as estasiicas
adu neira8 mostram existir no paiz, de-ve a mes-
ma moela soltara exercar as suas faneges na
Miraos, facilitando as operagoes bancarias a as
do Th -souro :
3 Qae para as oecassidades da vida com
-mum, commerci?es e do Thjsoaro no paiz, m-
qanto.dnrarem as diffisuldades pendentes, au
ser preciso accrescentar a existeocia la moeda
de prata em circulago tuna importancia supe-
rior a.2.000:000^000.
H-i p .r bem determinar o aeguiote :
Art. i. E! auto risada a canoagam e emissao
de moedes de prata com o peso e tbeor rixados
na carta de lei de 20 de Julba de 185* at a
qoantia ie 2000:000*00J
Ar. 2." O Banco Je Portugal, poder durante, o
praso de tres mezes, contidos da publiciga"d >
presente decreto, trocar as suas notas represen
livas de moela de oaro por moeda de p-at ,
desde j, e por meta je prata e moeda oaro.
logo que palo governo e pelo mesmo banco fr
recoabecida a opportunidade de assim se pro-
ceder.
Art. 3. O Banco d Portugal elevar a.......
i.OOO.OOOlOOO o crdito concedido aoTnesooro
pelo art. 25 das bases annexas carta de lei de
29 de Jala > de 1887.
Art i.8 Durante o pelo da vigencia do pre-
sente decreto fica suspeaso o preceito do art. 9o
da lei d< 29. da Ja:hj de 1334.
Ar'. 5." A somma total das notas em circul-
o nao exceder o triplo das existentes metal-
lacas do banco em moeda eu barras de oaro ou
de prata, laclutndo a importancia da canbagem
autorisada pelo art. 1 deste decreto.
Ar:. 6. O governo por- disposigo do San-
eo Portugal om ouro. dentro do praso iadica
do no art. 2, a importancia de qae nes Jbe fr devedor em conta correte ou por eb.-i-
gages vencidas, e o banco regular as suas ope
ragsade modo que fiado o mesmo.praso voltem
a estar em vigor as diapaaic6es das cartas de lei
ue 29 de Jalao de 185* e de 29 de Jalbo de 1887.
que sao modificadas pelo presente decreto.
Art 7.* O govarno dar conta 3 cortes das
disposigoea contidas no presente decreto.
O presidente do conseibo de ministros, minis-
tro e secretario de estado dos negocios da gaer
xa. e os ministros e secretarios de estado das ou-
tras repartigoVs assim o tenbam entendido e fa-
cam executar.
Pago, 7 de Maio de 1891.RE.Juo Ory-
sostomo ae Abreu e Sousa -Antonio Candido Ri-
beiro da CostaAntonio Emilio Correia de Si
BrandioAugusto Jos da Canba Antonio Jos
EnnesJ.'S Vicente Barbosa du BocageTbo-
maz Al Ionio Rtbeiro Ferreira.
O decreto determinou grande concurrencia-a
pagadura do banco para a troca de notas, ag-
glomeraodo se bastante gente aa pagadoria, e
crescendo ainJa mais a concurrencia. ultima
hora.
As pessoas sensatas eram de parecer que a
pnico dos trocadores de notas era destitu lo de
faldamento justo e nao poler deixar de desa-
parecer brevemente, quando os mais timoratos
se convenceren, de qae o banco est largamente
babilitado a pagar e de ter sido esta medida lo-
mada para remediar apenas difficuldades deoc
casio.
Aos cairos bancos afiairam no da 8 algans
depositantes, mas. nao em grande numero.
O Banco Lazitaoo que, cerca das daas horas
da tarde, fecbou todas as suas Iransacgoes, del
xjnda de pagar e de receber.
"Constava no d a 8 que no da seguate seria
publicado nm decreto concedendo-lbe urna mi
ratona. Com islo, muito natural queasdifn-
cutdades, que actualmente assoberbam aquelle
estabelecimeoto de crdito, ou desappar gam ie
todo, ou se attennem em grande parte.
O Banco de Portugal, babilitado como fleau,
c^ja os recursos que o decreto de 7 desle roez
lbe da a se ultimar a cobranca do produelo do
.ampteaiimo autocisado pela le de 23 de Murga.
aeguraazente tica em condigoes de nio recusar
descont ao papel garantido das fabricas e em-
aezasindustriaes.
Efa esta a convicgo geral na praca. Se fizes-
se o contrario, assnmiria responsabilidades gra-
vissimas.
A total idade das 3ommas trocadas no Banco de
Portugal no dia 8 nao vai alm de 150 cootos de
ris fortes.
No Banco Commercial lod >s os pagameDtos
foram fetos em ooro.
No Monte-Pio-Geral tombem se fizeram algans
pagamentos as mesmas condigoes. Nos outros
bancos o movimealo foi pouco acceoluudo
Perto das 3 horas da Urde o mini*terij reu-
ni em conseibo
Dizia se que seriam adoptadas ontra3 provi-
dencias e entre ellas a da moratoria ao Banco
Luztapo.
Depois de se informar, porm, do que occor-
rera no m vynento dos bancos, e de ter ouvido
o governador do Banco de Portugal, o governo
emenden nao serem neeessarias outras determi-
uages.
A bordo do vapor Gibraltar vieran a 8 do
correte 225 cootos fortes em libras esterlinas
nata o Banco de Portog!. Espera-se ootra re
messa importante.
O Sr. conde de Bnruay, que est em Pariz, re-
ceben instrucgOes para activar a remessa da par-
te do empresiim j qne deve vir para Portugal.
A dtrecgao do Banco de Portugal facilitou.
desde a publicagao do decreto, constderaveimea-
te es descootos.
o da 9, sabbado, os bancos excepto o Lusi-
tano fizeram lodos os seas pagamentos regular-
mente.
A direceo d'aqaelle banco resDlven pedir ao
governo ama moratoria, diz o Commercio de
Portugal, mas o conselo de ministros de pa-
recer qne a moratoria s Ihe poda ser concedi-
da pelet-lribaBal do commercio. A moratoria
aelo governo so poderia ser concedida cono me-
dida geral e nao jara nm caso especial.
Era isto pelo menos o qne se dizia.
No Banco de Portugal estova mais -imprega-
dos a pagar do que na vespera, ha veo lo melbor
Tanto o Banco de Portugal comoos ontros b-
eos estao habilitados para fazerem os seas paga-
mentos e neuham receio pode barer de falta de
dinheiro.
As Nbidas do Monte Pi Geral nao exceder*
a 188 eoatos de ris fortes, menos 7 malos que
na vespera e a Banco de Portugal aaluio mnita
gente, saa* levando poncas oous para trono..
Mallas pettOM iam para trocar ama dota m,
o qae se mplrca porque m agiotas e Mararios,
iieiauj Ji Ud HO t StW Ms 'dongio par oa^i ne-
ta aproveiiaodo se da occa.-io I
N) Parto o decreto a qae me teoho referido
i ci ariawii>a pessima .a^tnaafeo que se tema.
Osaanonvaanenteaida MtwtiUnc&o do ano^iHla
prau ao-e podam reflaetir ,*nto na panos do
Porteaad4comavorcio tan aiauto meaos paga
mentoahaMaasr noaVaageiro do que aqu.
Odia aaaou-se.alti-oem aabresauai e sen
pertnrttagas.oa atareba d9s negocios.
A.otaeao dos 3 por cento ao-tugaezricaaa
i6,*0. Ha 6 meaos OBtaaam a 43 e a 64. A des
cida (Jos fondos poctaciMses em Pars altraai-
da a cchantage do jogo na caixa, de algans es
peculadores da bolsa, que leem alli espalbado
!ae uio ser pago pelo goverao o xmpoo de
uobo.
Esqaecia me diser-lhe qae os bancos d> Porto
noacceitaram, por nftj ser necessario, o auxi-
lio qae loes offereceu o Banco de Portugal.
0 descont de iettras garantidas por boas fir-
mas tem se facilitado anda mais no referido
banco.
Aj Naoidaies (dJ Sr.Navarro) commsoundo
o decreto, ootendem ser elle a voz da atarme
para pertarbagOes perJgoaissimas Dii que tem
Orna gravidade extrema ; e aa saa estructura
ubi ou tan ariroin ani tmmt aajonaooii i i
tantos antros, q'ie teem ultunamentp assigaala-
do a direcgo superior das cousasHaanceiras e
nanearlas. Sena, a nosso ver prferivei. oro
segu o mesmo jornal, decretar o cursa (breado
das notas.
Recorda qae en 2 de Janeiro governo se
apreseot.u 4 cortes, pondo oa boceado re as
.seguales palavras, que coastam do discurso da
corda :
A situago fazenda rica nein ebega pois a
ser dficil. *
Afirmawa Uta o. goverao, com plena aeguron-
n de si e dos fact03, deoois de bem informa lo
do estado dos negocios I O paiz acrediiau e
rajahilfin
Veto depois o empresma, tendo por base o
monopolio dos tabacos por trala e cinco aoaos.
O choque, observa aquelle jornal, foi profundo ;
a sorpresaiao gran le como dalorosa ; mas an-
da enlo nao fallaran optimistas a proclamar
qne o thesouro ficaria depois disso desafogado
e a sitoaco da prag consolidada.
Recorda as palavras com qne reagio e pro -
testou -ontra essa correle, qn avia de levar-
nos a serios desasfes; mas que'os seas avisos
foram perdidos, e que o mal se foi aggravando,
a: ao poolo de ier de quebrar toda a solida-
riedade oom os,polticosobseccados queso
tiubam olhos e actividade para as crudas ma
cbtna;0es da velba poltica.
E' um facto averiguad), segn,Jo me afirma
ram, que tanto o Sr. con eibeiro Bmygaio Na-
varro, como o Sr. Lobo d'Avila (Carlos) reda-
c or principal do Tempo, se separaram do Sr.
losa Lacuoa de Caslro, cnefe da part i) pro-
gre?si8ti, e qne fizeram um accordo ou-alliaoga
intima com o Sr. Jos Das Ferreira onio ame
tem sido ltimamente adigi ada sem gerul ap-
plinso para a organiatg*-'e'vealual de ama si-
tuago destinada a exe/cer dctatorialmenle re-
f jrmage- aa a iministr'taa do paiz.
E se trago este boato para aqai para Ibes
mostrar mais urna vaz.que a poltica e os s?*
eoreaos sao kiseparaveis de todas asques's^i
le adminislrago, de haaugis e de oraem pu-
blica.
O que fr, soar porm.
Tambem arre esm insistencia que o Sr
consd.ieiro Mar.an ju de CarvaJtia esi separado
completamente do Sr. Jos Luciano, iodo can os
seos amigos pessoaes e polticos orgaai-ar um
partido esseacialmeatd libe-a., mas divorciado
absoluta aente da progressista.
Um telgrafo na da agencia Reuter, ex-
pedido ida mdade do Cabo a 7 do crrante, diz
que partiram para Inglaterra dous cnufes do re
gulorGanegunhana. os qaaes vo em muso
assegarar a raiaba. Victoria o desejo qne tem u
Genegnobama de alcaogar o proter-iorado in
glez, c a snainatteravel dedicagio Iaglater a.
Accrescenta o lelegramina que foi Borneado
consol da G.--B-etaofta oa B;ira (p-oin :ia de
Mogambique) o c ipitao John Pipoa, enraman Jan-
te do navio de guerra mglez Magicleone.
O Dta, folba do Sr. Enaes, ac nal.ministro da
mar nba, commentando o teltgramma, diz o^ae
elle oio tem importancia. Qae aonuocioa ape-
nas urna trao ga di Soufh frica. Os agentes
desta companbii, que ltimamente estiveram
em Zfaaba, levaraoi de l uns negros, qae eslaao guardados em Capeurwa para, em mo-
mento opportono. represeotarem de embaixado-
res do reculo d Gazi. A verdade, porm,
que se este potentado nao deve inspirar gran le
cooiauga aos portugueze^. tambem nanea reve-
lou propsitos de se coasnitair vassallo ou pro-
tegido da Inglaterra. E' rouito esperto para
isso. 0 que elle quer receber presentes.
De resto, conclue o Dta, nao t de presumir
que a nova artimanba da South frica passa
influir no resoltado das oegociagSes de Portugal
com a Inglaterra, dados os termos em que ellas
aciualmeate se encontram
O nosso ministre em Londres participou ao
governo que lord Salisbury affi-mou eatnegori
carnate que ha va de manter e faser respeitar o
staiu quu e n'esle sentido dar rleos termi-
na rites as suas autoridades em Mocarnbiqoe.
As Degociagoes negnem em Londres, por mo-
tivo da doenga de sir Petre (ministro ingiez em
Lisboa) enao esto longe de ser terminadas fa-
voravelneat. Aasim se suppB e assim sa d:z
as regios oficiosas, ond< ba as mulbares s-
perangas.
Sao iatuadad03, diz o Crrelo da Notte, orgo
do Sr. Ja ni Laca 11 de Castro protecter da si
tuago, lodos os boatos que abi teem corrido
sobrp a chegadi da contra-prooosla e coavoca-
gao das curtes antes de 30 de Maio. Ci te que
a contra-praposta nao chegar antes de 15 do
correte.
Ah tic m, pois. desmentidos, termina aqaella
gazeta, os boatos, qae os i oveUeiros inventam,
e satisfeito a curiosidad s dos que perguatavam
o que ac inteceria, nao Hadando as oegociagOes
antes de terminado o modas iveadi.
Citei-ibes o < Correia di Nai'.e parque con
siJerado faina oficiosa do gabinete.
0 apoio a tu J i o transe que o Sr. Jos Luciano
de Castro d situago, dizem-me, porque
est dispono a berdar todas as pastas para o
partido progressista, qaanlo o ministerio cebir,
o q :e nao tardar, fleando o novo gabinete com
a presidencia do general Jaa Cbrisostomo de
Abren e Souza, que o actual presidente do
conseiba de.ministros.
Entretanto, (vallando questo anglo-lusa) sir
James Pergussoo, secretario poltico dos nego-
ios estrangeiros, declare u na cmara dos com-
amos, a 7 do correte, oue continuam as neg
ciagoes com Portugal; mas que nao pode dizer
se dellas resoltar a conclusao de um tratado ;
tambem nao pode dar informagdes sobre os ter
mos do accordo que poder ser levado a cabo.
Mass.k- ase (na provn :ia de Maginbiquej
foi reocenpada pelos expedicionarios portogue
z--. conforme consta de um telegramma de 30
de Abril da cidade do Cabo, noticiando que as
tropas portuguezas occoparam Massikesse; e
que os representantes da Sonto Africau retiraram
para Mutassa, depo.s de terem entregado os abas-
tecime atoe perten je ates eompanhia de Moeam-
bique, e qae estavam confiados guarda delles.
Este resoltado era esperado,'depois das decia-
raga-s ha*ponco fetas pelo governo ingiez. O
que para lamentar aja elle tao tarde dsse
cumprimento ao que se tinba obligado pelo
modos vivendi.
E por emquanto nada mais rbes po-so accres-
centar sobre a questo inglesa, asombra da qual
vai vegetando o gabinete extra-partidario a que
preside o Sr. Abreu e Sonza.
Sendo maito avultado o numero de opera?
ros, sem trabalbo em Lisboa, perto de 5.000 o
que representa, termo medio, amas 20.000 pea
soas tem recursos, crise de qne tem resultado
andarem em procissa famiota do pago de Belm
para o pa o da Ajuda, e d'alll para o governo
civil, determinou a adopgao de varias provden
cas por parte do governo, alm de varias sor
scripgoes particulares e na imprensa republi-
cana. *
As providencias commnoicaias coamisso
respectiva pelo commhwario de polica da 2* A-
viso, encarregado palo governador civil, que
tete insirncgoes do governo, sao as segantes,
que foram apresentadas mesma commiasao
como propostas :
1.a O governo garante p-isugras aos operarios
e respectivas familias, qne qoizerem ir para a
frica;
2.' Pagar os transportes para as trra* da na-
taralidade aos operarios qne prelarirem recolber
as anas provmcas;
9.* Dar trabalbo em obras do estado aos ope
rarios qae nroramn ger natnraes de Liiboa, e
Hftiario de Pernambucp Sexta-feira 22 de Maio de 1891
ave a^>wiWBoa,rwri atieatados dos mestres ae
obras com que tenbam tabalhado.
A commisso trataaaae commuoicar estos pro
ponas aos seos aaapanbotros, qae te agglome
rasam ao pateo e corrodares do governo civil e
na ra, e piuco dapois gandes magotes de op-
ranos jnntovam-oe porta da reparticao da po-
lica loaicnria para daremos seus aomes.
O aoun^ro dos trabattiadores dwpostos a tro-
caran -a miseria de boje pelo qae Ibes promette
a frica, cade sompre Bou ve grande falta de
bracas, orea j por cerca-de 2*0. Sarao uns 30,
pa. ara, os que preferom recolher s soas pro
vietas.
Nos paquetes de 21 do correnie que devero
parar para a frica os insaripaas.
O Secu'o (orgo repobb'ano) censura este
expediente de serem exportados estes inf-l.zes
para a frica, sem se ter estndado o deslino nem
a collocag'io qae elles alli podem ter, nem do
meto de acudir de prompto s necessidades qae,
sobretodo, nos primeiros tempos, elles e soas
familias devero sentir.
Do qae se traten, diz aquelle oopularissiaro
jornal, foi da argeociade se verem livres delies.
E a este proposito insere urna carta que a mesma
redaego receben de Mogambiqne, datada de 23
de Morga oltimo.
Diz assim :
O goverao tem para aqu mandada tuuitas
calnos, mas raaodaais ao acaso. Nao peosa n i
epocba nem no destino, ie molo qne aenrgra
gao e aa para a provincia e contrapeo luceote
para a metropaie, que em provena est gastan
do dit beiro e perdeodo torgas.
Anda, no Loando, m vieram bastantes, e
como o vapar niose.'uia para osul.aqui ticaram
os pobres calnos, ten la para vwecdie se sajei
Ur ao rademtster.de ^regadores aa alfandega,
ode aodam arruinando sa sob o sal e a chava,
para ganbarem uns miseros 100 ris.
i lAlguas teem oarta de empella, mas a esses
meamo Ibes respondido qae nao ha trabalbo
E em Lanreoco Marques anda peior. All
manos ieem ve idido otpobres trapo* que tra-
siam para, nao morrerem Jome.
Lwaotem afli esta qaesto. E' preciso sus-
tar as loucuras e nao se uompromettero fulero
da eolanisagao da frica. Foment"tu trabalbo,
deier.uioem obras, ealabefecam estagoes e orga-
OHem aqai um servico regular pira protegeros
ravem chegalos e depo.s manden gente. De
cutra moda nm en me.
Em vista disto nao ser urna loncnra mandar
mais gente para a frica sem s&peasar como,
oem .(pera ande, sem se Ihe .prepauar oceupago
nem nada?
Ioaugaran-se a expensas da raiaba vin'a
e de soa aara a Sra. D. Amelia, a aislribuigo
da sopa economas para 3 ^,ierarios sem ira-
balho.
Foi o raacho coziahido no Asyl de Meodici
dade. Em outros duna locaesse m tambem fa
zersemelhante distribuigo.
Aojantar das. masera veis e dos tamintos foram
assisiir as duas ra abas, a cuja candade se deve
aquelle soccorro.
As maoifestaeoes do 1 de Maio lm urna
signHcago pouco tranqollisadora para o futuro
muito prximo de todas as oag6es.
Em Lisboa maitos operarios abaadooaram o
trabalbo oerae da, e reunirara-se alguas milba
res deKes n'um quintalo para celebrrrem um
comicio. Os aradores pela m>krr parte (oran
sensatos e propnzeram alvitres exequiveis. Um
delles, recommeodando aos s-'us onvmtes oidem
e commedimeotos convidoa o auditorio a caini-
oba- silencioso para t> eeajiteio Occidental (o
dos Prazeres) a irem depor algomns coroas e
ramas fnebres juata ao tmalo onde repousam
os restos mortaes de Jos Fontana, o mieudor
dos trabalbos socialistas e sua propaganda em
Portugal.
Muitos, porm, dos coneorretites, esqueceram-
se no camiobo, das lodieagoes dos seus tribanos
e'flteram Tarios disturbios, sendo repriandos
pda polica, sem grande violencias de parte a
parte.
Chegados ao cemiterki portaram-se bem ; pro-
nunciaram-se mais disenrsos e montes cidadaot
janonram .de flores a j ztda de Jos Feotona.
Qaizeram atgaas tambem fazer urna aemoos-
tr, g-io commemorativa jamo ao jazigo onde es-
t.'o as cozas de um bomam do poto, poralcu-
nba oPardal,que as arruagas d-i Setembro
a> 1890 foi mo'to casualmente por um tiro de
revolver de um polica n>? largo da Bsperanga.
O dono do jatigo onde elle ticou nao quiz
porm mandal-o abrir e essa parte da demons
treguo gorou.
ra cidade da Covilha, cuja deseavolvimento
fabril rouito consrderavel, ainguem abandonou
o trabalbo, isto dos 8 009 operarios que tra-
balbam em crca de 70 fabricas nunbnm seas
soeiou s manifestagao socialista.
Urna grre oa Cavilb seria de certo impur
tantissima, attendendo ao grande numero de ope
rarios alli empreados as faaricas de liago e
ao valor da produega anoual, que de cerca de
2,000 eoatos de ris fortes, o qae equivale a di-
zer queso a produego a'aqueile centro excede
toda a mportogio de tecidos de ia no paiz.
A quaottdade de l consumida anoualmente
ao faorico anda por Jous mi ip.js equiobenlas
m' I kilogrammas, sen lo pouco aseaos de meta-
de l nacional e o revio de outras procedencias,
especialmente de Hespanha.
O capital fizo das fabricas da Coviln orga
por 1,600 conloa (fortes) e o capital circulante
por 1,400 conloa, o que.prefaz nm total.de 3.000
contos de ris, moeda forte.
As maoifeetagoes no Porto foram de pequea
importancia.
As reclamagoes dos eperarios esto em harmo-
na com as dos de Lisboa.
Estave algans das em Lisboa, logo depois do
Conde de Pars, pai de S.M. a reiuba D. Ame-
lia ter partido para Inglaterra, a Sra. Condessa
de Pars com sua lha, a princza Helena de
Orleaus.-
No dia 4 do correte retiroo-se de Lisboa a
mi da ratona, segaiado directamente para Ma-
drid, onde conta demorar-se algans das de vi
sita rainha regente da Hespanha.
A Sra. Condessa d'Edla, viava do finado
re D. Fernando tem passado maito mal, cam-
qaanto dizem a sua eufermidade nao s-ja aioda
gravi38ima.
Fallecen a Sra. Condessa de Geraz de Lima,
que foi casada em primeiras nupcias co Luiz
do Reg da Fonseca Migalbes, rilha do celebre
estadista Rodrigo da Ponaeca Magalbes ; em
segundas nupcias com o dopntado Veiga Barrei-
ra; e em terceiras nupcias com o actual Conde
da Folgoaa.
A companhia do theatra de D. Mara II est
ba tres das representando no Porto. Fecbou
aqui o tbeatro com a rapriiedo Amigo Fritz que
agradou immenrament pela aingeleza da saa
contextura e por certo nm perfume de castidade
que se evola de todas as sitoagoes da pega.
O laureado dramaturgo D. Jaio da Cmara
cujo talento se tem accentnado em obras de
grande valor luterano como o Affanso VI e o
Alcucer Kibir, irabalba agora n'uma comedia
histrica. Intitula-se Bl-Bei: a accio pas-
sa-se no lempo da dominago dos Filippes.
L.
HISTORIA PATRIA
Docunentas para a htstorU
(Diario Offiokd de 6 de Maio)
Acbava-se a questSo trovada entre o governo
e os militares, em 1885, collocada neste terreno
pelo general Deodoro, a saber : a faculdale qne
teem os militares de se defender pela impreosa
de ofTenoas on aecnsagoes qne Ibes sejam dirigi-
das por paisanos, independen te de Itceoga cu
consentimeoto dos superiores a que estejam sn-
bortfinaJos. ^
< O galerno a>Dt?k) eateodfn diversamente,
e, em ordem dd da do djudante-geaeral do ex-
ercito, maodou reprehender ao tenente-eorooel
Madureira e ao coronel Canba Mattos, aquelle
peta pnblicacSo feta na FeeracSo, este pela reo-
posta que deu ao ex depatado Simplicio Coeibo
de Reseade, qae por ana vez, acredito poder se-
guir as mesmas aguas do ex-sauador Franco
de SI. aara apurar qnestoes da poltica local em
que era interessado.
Oexercito experimenton forte abalo ca
essa providencia iao rigorosa, emprenda fra
dos precisos termos das levs, regalamonios a
ordeoa do da do ajndaategeaeral dio sxeretto.
< Como era natural, por nada porte rennio-se,
alo como torga, mas como elasse, para represen
tar ou protestar contra o precedente, aja oTaNi
em diante tena de Wmitor alado auto a saa es-
pnera de accio, radastato-o oo papal iaaaoten-
tavel de ama nsabordinaco iocanalclOBal, mes-
mo tratando je de pessoas e fanecionarios, pn-
blicos on polticos, que oo podiam invocar a
qnalidade de superiores bierarchicos, anal es-
to ligados os maisaltos iateresses da disci-
BMaa.
Na Rio-Grande-ao Bul, ande o espirito mili-
tara to vivaz e onde aa oeoessMades da defeza
do territorio fronteiro acuBseiham a concentra-
gao de maior numero de forgas das tres armas,
toimuito natural o rpido moviroeato que de to-
dos se apoderan, e, em vas de raaegao dosres-
peitosa, procarava-se apaas acertar com orna
oolaeo digna.
Por toda parte a Impreosa, informada polo
telegrapbo, apoderon-se do facto notorio de toes
reuuioes e, como arma de guerra, commootou-as
pelo modo que maiores daaos e mais irrita-
goes pudesse cansar ao governo e ao espirito pn
nlico.
O Baro de Cotegipe foi colhido por essa
maoobra e em data de 2 de Ootubro, dirigi ao
general Deodoro o segoiote telegramma .*
Ao presidente do Rio Grande do Sul. Re-
servado.Um diario publica telegramma dehoo-
tem dessa capital, aaaunciaudo qne em ama re
anio militar bouve protesto contra actos do go-
verno e outras demoastragoes inconvenientes.
Estos nottdss teem cansado impreeso e, para
iranqoilidodedot eaptriios, info-me V. xc. o
que se passou .
Resposta na mesma data :
Jnsto ge al senttmento do exercito muito
i ll';n iido. Offlotaes pediram reuolSo calma :
approve e consent. Besolvea-se actos-iaaues-
tooavel direito. Deodoro .
< As ideas enlo em voga eram a da aonoila-
go da militar e nao da soborninaco. Foi pre-
ciso que'nm grave conflicto se cravasse, para
que, ..os dtales estabelecizos e dos erres pra-
ticidos, surgissem as verdadetras doutnoas so-
bre a extenao e limites dos dirtos e deveres
em causa e em rogo. Sob a influencia de t es
odas, patssou o Birio-de Cotegipe este ou ra te
legramma, conteotoado o da marecbal Deo-
doro :
(Reservado)Ao presidente do Rio Grande
do SulRaceb em resposta telegramma de ho
j". Exeroenda V. Exc. duplo cargo de pwsi-
deate de provincia e oommaudante das armas, o
que mestra a contaoga do governo, era pruden-
te nao autorisar reumes e deliberagoes conecti-
vas, que podem trazer conseqnencias imprevis-
tos. A'cznnea interprekigo a.asios ji exis-
tentes e qae nada ofndem aos bros e direitus
do exercito, que o governo o primeiro a toan-
te r como elementos da ordem publica, mostra
qua ba explorago poltica. V. Exc. como o
prtatetro*dos mitltares na provincii e respoosa-
vel pela iliseipLiua, poda e pode representar e
pedir eipaiaooe*. iRaaommendo a V. Exc..
como exercendo a presidencia, que empregue
sua antoridade e influencia para por termo a
essa agitdgf-des'eiMfUos. Aguarda enmmum
tag&o offioial do ocoorrido, cajos pormenores o
governo ignora.Barao de Cotegipe, presdeme
do coooelbo.
A resposta que se vai lur afuma por modo
rrecusavel a perfeita orientaga do general Deo-
doro no passado, qne avada m saa liobaide
conducta no presente, quanto dnalidade coo-
sustanciada na pesaoa do militar e do indivi-
duo : e a circunstancia de ta ver o mesmo gene
ral adquirido mais extenao de aatoridade em
razo da saa ataal posigo de presidente da re-
publica, motivo ponderestssimo para qne elle
sej* ao mesmo tempo to coherente nos seus
julgamentos quanto intransigente aa disciplina
do exercito, do .qual o chefe suprimo. Eis a
re* posto :
ReservadoAo Exm. Sr. Baro.de Cotegipe
Nao ha explorago poltica nem exaliagao de.
animo-. Todos os officiaes geaeraes e outros
se mostram muito sentidos, inclusive eu, cam a
nova e vaxateria imposigo qae os priva >i .
prompta e immediala defeza e tem para isso so-
beja razo. Todos recoahecem, porque sao
Jiscipliaado.s, a conveniencia da judien* i pro-
bibieao dedisensodes pela impreosa, sobre fa-
stos de quaiquer naloreza.. aasuo VAKTtaHAaBS,
em que so eiivolvam superiores, eailegas e infe
rieres. Ser, porm, privado e punido por dts-
cnsses com pessoas alheias elasse e que nao
estejam revestidas do carcter superior pelo
mando idmin>strativn, duro, hamilhante e
pivjadicl. Pego hilara meu olli.io de 3 de
sote. bro ao ajudante general. Josta u flor
com qne quer m amesquiabar o exercito, sem-
pre subordinado, e sempre prompto. Se, como
presidente e comraandante de srmas, teoho de-
veres, como soldado offendido pelas injustigas
confa a mthe cloese, os leotao tambem, porque
assim o exigen a disciplina, moralidad*: e Bro do
soldado. Aango a V. Exc. que ba calma, e
afiango tombem que ser orna desgraca a itepo-
siedo ltogal com que se quer oppnmir o 'xer
cito. Devo usar de clareza nesta com mu
e ei. A corporago militar da provincia depo-
sita em mim como sen interprete suas justas
queixas e pede o val ment de V. Ex j. Dio-
do ro.
E's o doeumento complementar do tele-
gramma cima:
Provincia de S. 3edro do Rio-Grande do Sol
Palacio do geveroo em Porto-Alegre, 6 de Ou
tubro de 1886Iilm. e Exm. Sr.O aviso do
mioisterio da guerra de 4 de Setembro lindo
com qne S. Exc. o Sr. miaistro da guerra.man-
asa reprehender o leoeate-corooel Madureira.
causn a todos os ofliciaes generaes, superiores,
capites e soballerBoa po'undo deagosto, man
{estado calma e respe liosamente, em voz unisona.
A imposigo de S. Exc o Sr. mini.-.tro da
Suerra, sobre os militares em relago i. questo
adu reir, levantou de urna so vez e sob o mes
mo peosameoto a elasse militar existente aeata
capital, pronunciameoto ease qae, immedtata e
suci'essivameute, leve adhese as guarnigOes
do interior. A todos os momentos ebegam
tambem a dos generaes que ae ucbam fra des
ta cidade, e nem era de esperar outro proced-
ment de officiaes que sentem violados mus dtrei-
tos e fenda a sua digaidade.
Son, por minoa honra e dever militar, soli-
dario ; se nao tomei a iniciativa da questo, foi
porque os cargos com que me honran o governo
imperial mandavam que a s por mim diriga-
se ao goverao justes queixas; se tambem oo
tomei parto integradle na reunio, foi porque a
miaba preseuca tira va a virtode do acto, fazea-
do desapparecer a espontaneidade da elasse.
Nao iiz, pois, miabas taes queixas, parque o
pronunciameoto rpido, calmo e respeitoso, sel-
lado com a coasagrago de todos, nullicou as.
Em dato de 3 de Setembro Sudo, tratei da
materia em officio, jauto por copia, dirigido a
S. Exc. o Sr. ajudante general, e, no dia 4 do
corrate mez, tive a honra de pasear s mSos de
V. Exc o telegramma tambem jauto por copia.
Nao ba a menor exaltaco de animas, mas
sim solidariedade na defeza de direitos e ospe-
ranga de que V. Exc. providenciar fazendo
justiga.
A' Ilustrada e judioiosa oonsiderago de V.
Exc. tenbo a banra de aabmetter o expendido.
Daas guarde a S. Exc. o Sr. Baro de Cote -
gi pe. presidente do cooseloo de ministros Ma-
noel Deodoro da Fonseca.
At aqai, como no desenvolvimento que te
ve a ;uesio, proporgao qne aovos documentos
forem sendo trazidos lozver ee-ha que a con-
ducta do feneral Deodoro nao desloa boje dos
seus precedentes, e que, sa elle usa de severi-
dade para algans dos seos camaradas, porqr.e
elles sao os seas primeiros auxiliares na obra
iBgente da recoostUuico do exercito e da pa-
tria, tendo em vista as exigencias iodecliaaveis
da disciplina e da paz.
cipalmente em estradas de ferro; mas taes es-
padas, com orna simples exceogo, oo do
anda para os joros do cap al. Alm disso ha
algnmas, nicamente inspiradas por motivos po
uticos; om Nova Galles do Sul, por eismplo, ba
urna linba que atravessa 500 milbas de nm ter-
reno qae nao produz mais de om carneiro por
cada tras aeres.
Como malos de colooisar se o interior te rao ao
menos servido ? Ningaem o formar a faci-
Ijdade de accesso devena trazar como effeito o
augmento da populogo rural, e o qne se tem
visto, principalmente no ultima octennlo, o da
populago das cidades, qae em Melbouraecb^
gnu a 48.26 /., em Sydoey a 59.53 /. enfBris-
bane a 175 800 e s na Australia do Sul, onde,
alia*, a populago est decrescendo, o augmento
da populago rural ligeiramente maior.
A Australia sojeita a seecas, e para ella a
questo vital consiste na irrigago. A secca de
1888 coatoa a Victoria, a Nova Galles do Sal 10
milbes ae carneiros e 200 mil cabegas de gado,
sem fallar na superficie que roubou cultora.
A de 1886 troaxe o abandono de 5 milhOes-de
acres em Qaeesland. Entretanto de toda a
divida publica apenas 9 1/2 % foram empresa
dos em agua, inclusive esgolos; 68% forana
emprecados em estradas reproductivas. Poder-
se ha dizer qae as estradas de (erro atravz
do-peior paiz toroar-se-bo-remnneradoras, ha-
venido irrigigo. E* provavel qne aira, mos de
onde vira a agua e como se poder atilisal-a ?
Obviamente contrahindo emprestimos para de-
psitos d'agua. Griega'Se, pois, a este admira-
ve l systema: primeiro levantar emprestiaos
para construir vas*frreas remnneradoras ,
depois contrahir novos emprestimos para qne as
vas-forreas effectrvamente remonerem.
Na parte finaoceira, geralmente, as colonias
atoapresentam saldo. S a Victoria gosa de
muito crdito, porque annualmeote apreseata
balaogo regular; mas por simples artificio de
escripmrago : crdito se oa receita o diabeiro
todo arrecadndo ao annofiHaoeeiro, e transpor
taoi-se para o futura a despezas certas e as di-
vidas. As outras colonias nao oo melhores :
so a escr.iptnrago cahtica na Victoria, anda
mais -Coafnsa na Nava Galles do Sul. Em
Queeosland e Australia do Sol o aystema de es-
criiitorago in imagina vel. Em summa : nada
se pode saber ao certo sobre taes rioangas, e
ninguem se animara a apresentar um balango
genuino. Sospetta se at que j esnSo recorren-
do a aavos emprestimos para pagar os an-
tigo*.
Nao ha duvida que os recursos natnraes sao
geaodes, mas nao se trata de desenvolvel-os. Os
colonos, crnpi eeadus em obras pUbHcaa, a que-
rem trabalbo do governo, para vrver em grandes
cidades. Tal o seeredo da delapidaco, da
loncnra e da extravagancia vigentes. 0 opera
rio -uprorao na Australia, os salariosariificiaei
da poca das minas depuro e di populago es-
casaa conaervam-se inalterados. Os polticos
curvom-se a seus ceaos, decretara as obras que
sao exigida?. As uaies de trabalbo das cida-
des, qae sao namerosas, rapaces, admiravel
menteorganisadas esem escrpulos, tomam o
saiariodo LO/erno romo base-para as obras par-
ticulares, fixaado nao s o minino tambem o mximo do dia de trabalbo. Cbegam
ao ponto de impedir a iraraigrpgSo. quasi se
opp; ao cresermenta natural de modo de com
petidores.
Naturalmente, o esoirito proteccionista predo-
mina, mas nuocaam favor do lavrador. A verda
deira fuacgSo da populago rural da Australia
trabalhar para a populago urbana divertir-se.
a leaisluco territorial est sendo perpetuameo-
te alterada no sentido da naciooalisago do solo.
cu de entro systema ?gualmenie perturbador.
A capitago sobre o prodacto agrcola j da
r.-evai aogmsntaado ; caleula-se que maita
mais forte do qae nalcglaterra.Qdaato ao opera-
rio urbano incommodam-no penco taes cousas : o
operario typlco da Australia esta sempre em mo
'rimeato.'des lugares onde secontrabem empres-
timos, e se podem emprelieuder obras publicas,
para outros Ras mesmas eendices. O bomem
preso ao solo aa pode mover-se to fcilmente,
e portelo conserva-se q le est, com o pros-
pecto agradare! de vir a-seT qaem afiHaibade
pagar os juros da divida publica, cujo capital
Foi despendido para a vautagem phemera de
outros.
Nao ha antmaga para ama pessoa viver fra
das cidades. eoas cid .des conseguintemente con-
tinua a populago a coogre-gar-se.
Os polticos e horneas do govefao da Austra-
lia podem detioir-se em breves tragos ; cgasab
servieacia canal ha; completa temerldade na
p-esumpeo de seos fias epbemeros, cegueira
total ao futuro, e falsidade impudente no contar
de suas historias ao publico brlanaico.
ltimamente ergoea-seo tarado de aacionalis
mo.
Ora, o aaclonalismo, luz dos tactos addu-
ziJo3, apenas a formula da determinagu de
obter o mais possivel da velba metropele, e dar
em retorne o menos possivel, exham-i-. apenas
se possa, os beneficios da coaaexo imperial e
aepata rmpela. as transaeges dos Austra-
lianos com os nflales apparece epenas um mi-
nimum de seasibilidade. Vivem de empresti
mos ingleses, negocram com o prestigio ingiez,
presumen) pretengo inglesa; mas zombam
dos iateresses ingleses, e empenbam-ae em ex-
cluir productos e bracos ingleses.
Fallar em nacionalismo, iodeoeadencia e se
paraco, significa ao toado o re podio de com
promissos tomados oom os capites angtezes.
Tal idea itinla na flucta no espirito dos Aus-
tralianos, porque oo aecreditam qae sua pros-
peridade real e resolta de seus u a icos esforgos
desejudados; mas o certo que elle artificial e
cooseqaeacia de crdito manado.
Ora, quando estancar o crdito, o operario,
to iesmoraluado p*la dependencia do dinaeiro
emprestado, oo ter certa-nenie pacten ;ia para
affrontor a mudaoga de urna situago aconomi
ca ariiri ;ial para um systema econmico natural
e pagar os jaros da divida publica com seu
trabalbo honrado. Derrotado em mais de urna
grande grve, atirau-ee s arnas, e agora conta
vate candidatos operarios para represeotarem
na em ama cmara de setenta e qaatromembros.
Tem, pois bem razo de esperar poder regular
por lei o qae nao po le conseguir pela grve, is-
to a conservagu de nm nivel artificial de sa-
lario e laxo. Enlo recomegaro oa novos em-
prestimos e ho de continuar, sendo possivel,
at que a cotona fique ainda mais desesperada-
mente esgotada do que nanea.
E enlo ha de ouvir-se perguntar : Porque
motivos os c 'loos bao de ser escravoa dos ca-
pitalistas ingleses T
J a colonia de Nova Zelandia esgoton o aeu
ore lito ; no passo em que as cousa marcham,
aova questo d tempo chegarem tolas mesma
:ondigo rloanceira. Prova mesmo que ootra.
j ebegou.
E o resultado provavel ser: nrimeiramente.
enaontrar-se-ha a populago de tal modo corrom-
nida pela looga oonfiaoga no diobeiro empres-
tado qae uo ter coragem para encarar a mu
daoga da existencia artificial para a natural. De-
pois dar-*e-ha orna lacla frentica para prolon-
gar o velho estado de coasas, costeo que onetor,
e finalmente nao faltaro horneas que aconse-
ihem o repudio, succeda o qae sueceder.
COLOMSAgAO
Al cmloml* da Australia
Tanto se tem fallado oo progreiso maravilhoso,
na energa mdomavel, na inetrocgo admiravel,
na prospendade sem igual, nos recursos sem li-
mites, ao latero esplendoroso dos provincias da
Australia, que i. W. Portesare seotio se obligado
a protestar contra as chapia. Em um artigo pu-
blicado no Nioeteeaib Centary *, diz qae o se-
tim forrado de afgodo, e como at agora s sa
tem mostrado a banda de fra, mostrar elle a
da costara.
Em pnmeiro logar, as colonias esto muito
eodividadas, e a eaapreitimos Mam ido cres-
cendo aos ltimos danos. A divida, qae em
tttt anda va por 63,792,300, no Im de MS8 j
ateaava-se a i23,7l 000: B a divida no-saboa
s em absoluto, sabio toabem rativamante
porcentagem da popataco e ao mult po de re
calta, em outros termos mais dopraasa qae am-
bos estes factores.
Dr se-na que est.' dinaairo est BOguro, por-
qt toiomprofado es otras reprauocn, prin-
Librao ter lina a O governo expedio
ordem a Tbesouraria de Fazenda no sentido de
serem recebidas as libras sterlinas ao cambio
de 18, equivalente a 134833 ; a a este padro
serio pagos os direitoa aduaneiros em moeda
crrante.
A providencia assim tomada pelo governo, fi-
zando em snas relagoes o cambio da libra, e
recebando os direitos em moeda do paiz, de
alcance nalenlavel, e constitne o goverao cre-
dor de elogios.
Poi attendida a reclamago que com razo ul
timamenie se levantara ; pois a niogaem se ati-
gurou em principio a bal xa pragressiva e rpi-
da a que cnogsi o cambio, aa consecuencia do
pagamento de direitos em ooro.
Por certo o Sr. Ruy Barbosa mesmo nanea
sopaos de sua medida nm tal effeito, qae s foi
proficoo especulago, ao passo que grarou a
populago de modo rnanpportavel
A providencia, pois, vem aligeirar a situago,
o por luuazoa sasta a deprecacoo da nossa
OMMto, vatorliaada a aaata qaaato alo ella
excluida do pagamento e por sale i se nao
precisa da libra sterliaa como condigo mpres-
ciodivel.
Coaiaanfela Fer-5rr Deveodo
ser boje f toa ongan das trWwa aaaeates oa
ponte Buarque de Macelo com a liaba de Sania
Amam, os carros dessa liaba at meio dia, Irla
aa air-ltora ponte da Be-Vista, e os da linba
circular faro o asetmo trajelo, regressanda
parm estes da estsclo de'Olioda.
iramljractto-Al os principios de Jdoba
prximo devom cbogar, aiavlos da Europa n'um
vapor empregado neme staajeo, 1:800 immigraB-
tes, que se de8tiaam aoSePvigo agrcola deste
Estado.
E' ama boa leva, eprosbaos cos que os qne
a etsapOom sejam hooens Pata a tos e affeil03 aos
ira balboa de Uvoura.
Catado da Parabvba Pomos hoatem
obsequiados com o seguate telegramma :
Parabyba, 21 de Maio.
O general Brrelo regressou bontem do in-
terior do Estado, qae percorrea para visitar o
aovo e coubecer pessoalmente de snas necessi-
dades, afim de promover-Ibes remedio.
* Seus actos e paterna confirman tod> a con-
liang i que inspira to grande hroe e patriota.
E' drfficil descrever os manifesiages e ele-
vadas considerages de amizade e gratido de
que o. general Brrelo tem sido alvo
roteo militarE' boje superior do da
o eto&o cp*too Xwer, e es a ronca de visi-
ta o Sr. lenle AUiayde
O 2* batolao dar a gaarnigo da cidade,
menos as guardas do hospital militar e The-
souro do Estado, que aero prestadas pela ba-
tera, e a da Casa de Detencao pelo 14 bata-
Ibo.
Uniforme n 9.
osreat eitiru -De boje em di inte esta-
r aberta ao trafego a linha entre Nazarelh e
Tirobauh. nlt'rnsmen'e interrompida.
lllsli .Iiiim o de cautelan No escri-
ptorio da Western of Brasil Raiwy Company
Limited, ter lngar a 24*'distribuigo das cn-
telas de jaros correspondentes ao semestre de
Julha a Desembro de 1890.
HevMaOo orle- Mais urna vez. ele-
gante e primoro-a. ebeia de vida e Be 'belleza,
visitaunos a ReviUa do Norte.
O numero que temos ajvisto (8.*) traz o se-
guate e iatere38ante|sumstarto :
Contribuiges para a historia do direito :
Clovls Beviliqaa. A Immiajaacio : Dr. Joo
Vieira.Paysagem : Isidoro Martins Juuicr 0
Rio Grande do Sul : Dantas Barrete Psych :
Costa Neto.
Paviiho P*riufoei-Teve lnar hon-
tem o beneficio das genus meninas Rosita Ga. I ho
e Luizioba.
O circo, a Jomado com bandeiras estova re-
pleto sendo mu applaudidas as beneficiadas.
Relatarlo-*Recebemos o rela-tcrrioapresen-
tado em 15 de Abril de 1891 ao Sr. Domingos
Gomes de Frehas, director gerente da Compa-
nhia Na'itool da ialinas, Mossor e AsfA, pelo
Sr. aaatardo' Cotlbe Ribetro Boma, cooceasio-
nario c fundador da mesma "Companhia.
Agradecemos a i'uabranca.
< hi-irafda A bordo do 'Magdalena chegou
bontem a esta cidade o Sr. J. B. Alliot, chtfe da
acreditada firma de Nottingbam, Inglaterra, Srs.
Manlore Alliot & C, Limited.
Dedicando se especialmente ao fabrico de ma-
chinismos para assucar, o nosso hospede, deve-
nios esperar que com 08 auxilioa que lo efi-
cazmente lm sido dados pelo dioo governadnr
do estado, esta visita seja de real interease e
van'agena para a nossa principal i adestra.
Vapor ciydeTelegramma recebido pela
agencia da Real Mala, diz qne esse vapor sabio
oa Babia hontem a meia nolie. -
Slelf&o de Irmandade >'a domingo
il do crreme a confraria de S: Rita de Cassia
proceden elelgo do conselhn administrativo
para o anno compromi*sal de 1891 a 1892, Mean-
do elle assim constituido :
Regedor e sub-regedorLuiz da Cruz Mezqui-
ta e Adalpao Baeks;
FiscalMajor Jos Elias de Oliveira ;
Secretario -Joo da Rocha Carvalbo ;
Fiel Joo Francisco Dura-g :
AgentesManopIDomiagaes da Silva e Alfre-
do Oomiagues Moreira.
Cooselbeiros.--Augusto Honora'n de Miranda,
Jos Hamos de Oliveira Jnior, Manoel Gomes
Pinto, Adolpho Antonio de Abreu Gaioiares. Se-
baslio Lopes Gaiarares do Ana al, Luiz Ceci-
lihoo de Fraaga, Maooel Correia Maoiel da Silva,
Maximiano Alves da Silva, Antonio Alves Vilella,
JooGougulves dos Santos Jnior, SebasiiSo Pe-
reira Pinto e Jos Epiphanio dos Santos.
Peala da venera vel Sania Kia de
Caoiaialluje pelas 8 horas da raaob a con-
fraria.da veneravel Santa Rita de Cossia, oelebra-
r oa igreja de S. Jos de Riba Mar, urna missa
cantada em honra de saa paarooira, qne alli eu,
visto aabar-se em obra o respectivo templo mo-
tivado pelo incendio de que este foi tbeatro.
A' noite nelas 7 horas ter lugar urna ladainba
solemne, oceupando a tribnna^aagrada o Bevm.
padre Pedro da Pur.ticace Paea e Paiva.
Congreaao de taberiieo ean Fran-
caE' sabido pelaa noticias dos jornaea que
um grande numero de tabeliiea em Fraaga oes-
tes ltimos lempos tm abusado da confianga
Jos seas clientes, principalmente no que respei-
ta s aommas de que sao depositarios.
Urna providencia de fcevereiro de 1890 rega-
ln as obrigages dos tabellies em relago s
quaatias que recebessem em deposito.
Nao obstante o rigor das leis sobre a raspn-
abilidade dos tabellies, sao frequentes as fu-
gas destes officiaes pblicos, e as falsiUcages
de escrlptos, as fraudes e os abusos de connan-
ga por eres commettidos.
Os officios de tabellies constituem ama pro-
priedade, qae se vende, lia um projecto de refor-
ma do tabellionato, que faz alteragoas radicaes
na actual constituigo.
No dia 10 de Juono do correte anuo deve reu-
air-ae em Grenoble o primeiro congreaao annual
dos tabellies em Franga.
Mr. Recoura, tabellio em Dome, e Mr. Scb-
wever, tabellio em Grenoble, presidente e se-
cretario da commssao organtsadora, ]*iem re-
cebido mais de mil adhesea de todos os pontos
de Franga. Trinta cmaras de tabellies j ae-
rara a Bnatrpprovago a *sta renntao.
Os-trubalbos duraro doasma Irea dias, e to-
rio'por objecto: .
1* Or/anisacao do congresso, esta'uios, orga-
meoto;
2* Medidas a tomar para obter o jura das
adiantamentos:
3* fleclamago de ama tabella por Clrcumcri-
pgo obrigatoria para as partea, para o tobellto
e Dar o juiz que taxttr os salarios ;
4a Proposta de um voto contra o estabeleci-
nento de urna tabella nica;
5" Proposta para considerar a taxa excesiva-
mente rara como um complemento da tabella
obrigatoria;
6o Accordo sobre decretos ;
8 Qaestes diversas, propostas por iraiciativa
particular aates do congresso ou as sesses ;
8 Nomeago da mesa permanente, fixaco da
ade definitiva do congreaao ;
9* Fixago da data e local do congresso de
1892;
10, Encerramenlo e banquete;
Haver excarses ao.- sitos mais interesantes
dos-arredores.
Centro t literario Sob a presidencia uo
Sr. Jos Bonifacio, fnnecionou ana associago,
em aasembla geral depois de opprovada a acta
da sessio anterior, paseoa a proceder a oleigo
t inensal, a qaal dea o seguate resaltado,:
Presidente e vice-presidentes: es Srs. Alfonso
Costa, Olavo Maraaho e Felippe Monteiro.
secretarios : os Srs. Souza Jnior e Amazonas
Figueiredo.
Orador s: os Srs. Macbado>Dias e Es "ico Wi-
trnvio.
Tbesonreiro e btbliotbeCrie : os Sra. Ferreira
Pires e Ernesto Santos.
Commssao de redaego: relator Eacico Wi-
trnvio, Machado Dias e Alboqaerque Mello.
Commssao de syndicancia: relator A, Mello,
Jos Bonifacio e Costa Ribeiro.
Theses: relator F. Monteiro, Osear Rasas e
J. Barros.
ComnTisso de contas: relator Bonifacio, Mello
e E. Santos
Bfirue Franco Sul Amerlealae
Com a dato de 7 dooorronte paMicou se e re-
cebemos o oamero 16 desse hebdomadario qne
se poblica em Pars :
Tras elle o segoiote summario :
Les questlons montalres Sad-Amri -ames et
le importance au point de vae do commerce
earopen. Mesaage du prsMeat Bauaceda.
Le-Mexiqoe. Les capHaux fraacais au Brsil.
Courrier d'Amriqne. Rente sadaomiqge-
Revue Fioancire. Dernires notfelles.Bonr-
ae de Paria.-Boarse de Londres. ^AurJbnces.
c*aa> napaasUooMap Maalaab lor
A seeso desse Club que devia reatsar-ae aa-
:-
-I

* f-7


".


I
J
1
~'\
I
tebootem toi transferid* pan.o prximo do-
miago as H horas do d.
Cawma otMN juixo aos caeameu
tos do l.*d 1~
Djario.de PernaBabnca Sc\laea 22 de Maio de 1891
3
tes proclamas:
Primeiro prego
De Jos Carlos Moreira coa Erairm Antones
Dantas, soUeirou, residentes elle em Saoato An-
tonio e U em Afolados.
De Eiequiel da Aoooociaca- e Oliodiua Mara
da GoQCWfo, residentes em Afogados.
De GuilDerme Archaojo dos Santos e Cecilia
Zulmira da-Rocna Pita, elle solleiro, ella viova
ae Jos Liberato da Rocha Pita, moradores em
Afutrados.
Tribunal alo Jury do eife-GoD-
tianarau} as sesaoes preparatorias deite triDu-
nal, nao tendo sido aioda bonem installada a l*
sesso ordinaria i talu de jurados em Damero
legal.
Respooderam a chamada 26 jurados, sendo
torteados '"ais os segoiotes suppientes :
Freguezia de Santo Antomo
Miguel Rodri^aes.
Joao Diqjwio FeM dos Santos.
Firmino Ferreira da Fonseca.
Antonio Jos de Axevedo Jaoior.
'alio Ani'.Tico de Caldas Braodo.
. Freguezia de S. Jos
Silvino Vieira da Faz.
Genuino dos Santos Coimbra.
Antonio Leocadio do Reg Barros.
Fran .-isco Jos de Oliveira Rodrigues.
Freguezia da Boa-Vota
Antojio Americo do Santos.
Joao Augusto Leus Duarte.
Jos Irioeu da Silva Sanios.
Dr. Alezaodre Beroardiuo dos Res e Silva.
Dr. Arnobio Marques.
Henrique Leal Res.
Dr. Jos de Miranda Cario.
Joao Parete Viaona.
Freguezia da Graca
Joao Pi aa Silva Valenca.
Jos Antonio da Costa e Silva.
Freguezia de Afogadat
Antonio Winderley Lias.
Jos Mariins Ribeiro.
Freguezia da Sarzea
Jos Carsino de Paula Ferreira.
Fj- multados em 20J060 os jurados se-
guiutes :
rrancelino Rodrigues de Moura,
Joaqum Luiz Teneira Elias.
Joo Pinto da Costa.
Julio Cesar Cardoso Ayres.
Joaqaim Santino de Figaeiredo.
Manoel Guerra.
Theotoaio Veras,
Foram multados em 10*000 os seguales sup
Dientes:
Benveouto d Sosia T-avassos.
Bernardioo Lopes Albeiro.
Gustavo da Silva Antones.
Jos Carlas de Su.
Jos de Azevedo Maia e Silva.
Joao Vctor Alves Mitbeus.
Jos Ferreira Pinto.
Capilo Luiz Pereira de Farias.
Jorge H arique Cooper.
Daniel Francisco Cardoso.
Aatonio Martlos Moreira.
David Ferreira Bailar.
Dr. Jos Francisco Ribeiro Macb do.
Jos Alves Salazar.
Dr. Joo Elisio de Castro Fonseca.
Joao dos Santos Fragoso.
Joao de Barros Cavalcaote.
Dr. Jas, '.'a Silva Ramos.
Dr. Joo Paulo da Silva Brilo.
Hemeierio Vidal de Negreiros.
Ignacio Alves Monteiro Jnior.
Jos Rodrigues Camello.
Eduardo Gregorio Gncalves.
Olegario Novaes Castellao
Ignacio da Costa Reg Monteiro.
Jos Martiiano de Soaza.
Job Pereira BdSlos.
A sessao ticou adiada para boje s 10 horas.
Inspectora do S. diairlcio marlll
o- Recife, 20 de Maio de 1891.
Movimenj aa euA-.r iii*ri.
Tivaram baua :
Jos Rodrigues Goncalo do Amoral.
Leonel Bar Dota Perreira Lima.
Joto Pedio de OlWeire.
Teve alta :
Daniel de Mello Cavalcanti.
L.oirl do Balado de Peraaajnkue.
-A 3* serie da, 4a lotera deste Estado, em. be-
oettvio da Santa Casa de Miaericcrdia de Recife
era ej .rbida impreterivelmenle no dia 26 de
Mato iterca-felra), i i bora da., tarde, no con-
sistorio da igreja de Nossa Senbor* do Rosa/ip
e Santo Aatonio.
Loierl* da Balado do Gram-Pa
-A 16* serie da 44' lotera, deste Estado, cujt
premio grande de 250:000*, sera extrafiat
oo dia 23 de Maio (sabbaao).
botera do aaranfeio A 28* sene
da 4* lotera deste Estado, cujo premio grande
de 300:0004000, sera extrabida no dia 27 ae
Maio (auaru-feira.i
teaaiterlo Publico- -Obituario do dia 20
de Mam.
Mara Severina da Conceicao, Pernambuco, 46
anoos, viava, Graca ; Intermitiente perniciosa
encepalue.
Anna Mara da Conceicao, Pernambuco, 22
annos, solteira. Boa-Vista ; frbre reniiittnte pa-
ludosa.
Eugenio, Pernambnro, 2 annos, Recife; diar-
rba.
Dm feto masculino, Pernamboco, Santo Anto-
nio ; ao oascer.
Pedro, Pernambuco. 33 das. Recife, gastro
enteriie.
Dorotba, Pernambuco, 20 anncs, solteira,
Boa-Vista ; anemia palustre.
Mana Francisca a ConceicJo. Pernamboco,
22 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pul-
monares.
Josepba Maria, Pernambuco, 15 mezes, Santo
) Amo lio ; febre paludosa
Urna creanca do.sexo feminino, Pernambuco,
Graca; ao roascer.
Manoel, Pernamboco, 3 das, Boa Vista.
mmmm
m roorpbinomano coosusaad/, bavia eo-
veisido esta era urna morphinomana e pro
/alinate era o pharmeceutieo que- Ihe
fornecia a morphraa.
Aa molneree em particular ae diaiio-
gutm, pelo aeu rdante proseJyiBsmo.
Em oomecc, aobretudo da paixjo, ellas
ato tedas fogo, todas chammas- NSo sa-
ciam-ee com aa sensacSes paradisiea qpe
sentem, mas exageram-naa.
Nao ha repouso para ellaa quando te-
nham. de mostrar a slgum* amiga e ma-
neio da pequea seringa de Prava.
Mr. Regnier, que tez um bom estado
da, interveccao chrocica pela, morphin,
refere a historia de ua senhora que,
nlo contente de injectar as amigas, fa-
zia o tambem a criada e desoa at,. ao
proprio cSo, seo favorito, que se cap de-
moro u em manifestar, todos os symptomas
da intoxicacSo morphioiea.
Quanto a nos, conhecemos ama senho
ra que, dapaia.da.teav QOwwastidaV o .ir
do em morphinomaoo, quix a*er a vaia
que aoffria de enxaquaoa, gostar das ale
griaa da seringa.de. Pravas.. Nao cense
guio entao, o que quera, pois a vaia re-
cusou redondamente sujeitar se ; mts tem
po depois, sobrevindo um caso de sciati
Boietim meteorolgico
? O a
Horas 2 o & Barmetro a O Tensao do vapor m o I a
*-- 33
6 m. 25,9 758-76 18.11 73
9 26" $ 760-62 18.42 70
12 27M 760-08 18,89 71
3 t. 27M 758-78 19 38 73
6 26',7 759-06 19,53 75
Temperatura mxima28*,00.
Dita mnima25',01.
Chava -J&l >.'
Direcgao do ventoSE com pequeas inter-
rupges de ESE e S;E de meta aoite at 4 horas
e 13 miootos da maulla ESE e SE alternados
at 5 horas e 44 minbfos; E$E.al(9 boras e 10
minutos; SE at os 29 minutos da Urde; SE e
ESE a' 3 boias e 54 miDutos: S at 4 boras e
37 minutos ; E ate 5 horas e 7 minutos; ESE at
5 horas T9 minutos ; SB'at 6 horas e 5 minn-
tos ; SSE>at 7 horas e, Jo minntos: variave^fie
S a SW h(l 8 horaB1 % 15 minme ; 5 at 8 horas
e 45 minutos ; SE com mterrupges de ESE at
meia ntite. .
Velocldade media do vento5,"40 por se
gando.
NeboJosidade media0.-45.
Boletioo do porto
B.
P.
B-
P.
M.
M
M.
M.
Das
20 de Maio
20,
20 >
21 *
I
Horas
815 da manha
227 da tarde
8-41 da tarde
239 da manh
Altwa
0-.67
J-,23
0-.37
2-,30
t,eiioeaEffectuar-se-tiao os segumtes:
Hoje :
Pelo agentiiGusmaq, s II. horas, ra Mar
qu7. de plifldS n. 4, de balabas, cofre, etc.,
etc.
Amanb:
Pelo agente Britto, s 101/2 horas, roa da
Impe>atru u. 17, de um piano e movis.
Mianan fnnenreaSero celebradas :
Hoje:
A' 7 i;- horas, as igrejas do Monteiro e de
S. Francisco, pela alma de Domingos Gomes
Correia,
Amacha :
A'8 8 boras, na igreja do Terco, pela alma de
Antonio dos Santos Falcaojs 7 1/2 horas, na
igreja de ossa Senhora da Soledade, pela alma
de Francisco Antonio da Silva Cavalcaote ; s 7
horas, na igreja de Santa Crus, pela alma de
D. Joanna Maria da Ccnceicao ; s 8 horas, na
capella do Asylo.de Meodicidade, pela alma de
Joo Paulo Rosa Cesse.
Paaaagelroa- Cbegados da Enrona 00 va-
por iof.lt z Magdalena:
Tbomaz Ballantene Muir, James Brigbam Al-
liole. Ehsabtth Albots, Francia Cbatbam Wal
ter. Ther. za Levy, Gnido Zjffer, Jos Ferreira de
Souza. Kerdmand Kesel,, Augusl F. Trebats e
go Slella.
Sabidos para os portos do norte no vapor
S. Francisco:
Dr. Macoel Maria Tavares da Silva, sua seoho-
ra. 4 Glbos e 2 criadas Dr. Manoel Caetano A-
Melle, Femando Gopzlez, Jos Leoncio de Soa-
sa, Ugo Stella. Manete Cesare, Antonio de
Ma'a Pesscax Pin Petro, Ferrare Amonio, Carlos
Poucel, 0anuda. Leal, Dr. Jos de Arapjo Vil-
lar, 3 (Lnhad.s e 1 criado. Luza Maria da
Cnceigc. JcSo Joaqnim Pereira elfilha.Jos
Augusto Das, sua senbora e ana m&i, Joo Bai-
xa e Je-So Miguel, cabo Joaqum Paulo Jamor,
Jos Maua de MenexS.Lyra, 4 pragas de polica
e 3 cnmiiiotes.
Casa de Deieai**Movlaeato dos pie-
sos da Cssa de Detencodo Beclfe, Estado o
Pernan?kuto, tm 20 de Maio de 1891.
BxiMiam 486, entraram 11, sablram 10. eiif
Km 487.
A ester:
Wac-cBaes452, mulierei- 20, wtraDgeiros.15
ToUl 487.
Arragoadcs 408. ,
Boas 380
Doen'es 20.
Loncos 5
Loucas 8.
Total 408.
JDB1SPRDDEHCU
Notas jurdicas
V
Comprehender-ae-ia que o legislador de
1890 compulsara as legislacoes dos povos
cultos, deltas deduziese as leis da crimina-
lidade, no intuito de collocar o novo co
digo, ao nivel da sciencia actual, sem,
entretanto, despresar o que no antigo c-
digo criminal havia de boa e mesmo de
inimitavel, no diaer unnime dos crimina
atas ; mas nao foi isto o que occorreu.
Houve o de3ejo de fazer obra nova.
A mudanca radical, em casos de legis-
larlo, tempre um erro, porque o passa-
do forma o presente ; e sem guardar a
tradicjto jurdica, um cdigo jamis ser
adaptavel.
A lei terna se urna letra morta, como
occorre em relauSo a umitas recentemente
decretadas.
Copiando o cdigo argentino, italiano e
portugus, o legislador nao procurou exa-
minar se as disposicSea copiadas convinkam
ao nosso meia jurdico.
No art. 274 Io oSo estabeleceu cri-
terio algum para aferir-ae a miserabilidade
di offendida ; e desta forma, a dispObicSo
processual introduzida no cdigo penal,
vai abrir espaco aos meamos abusos, que
actualmente occorrem em referencia ao
art. 73 do cdigo do proceaso criminal.
No art. 272 estabelece o mximo de 16
anoos, nSo tendo em consideraco as con
dicres de no so clima quando o legislador
italiano, em dispoaicao anloga, estabele-
ceu o mximo de 12 annos.
Aos 16 annos, o desenvolvimento da
mulher br-.sileira pleno e n2o ha raxao,
que justifique at esta idade, o disposto no
citado art^o.
Art. 275 do cdigo penal :
O direitu de queixa privada prescreve,
rindes seis meses, contados do di a em que
o crime ior commettido.
A diaposicao extratada do art, 344 do
cdigo italiano ; mas all marca se o praao
de um anno para o exercicio do direito de
queixa.
Tendo em considerado as condicoes de
noaso paiz, as difficuldades com que luc
tam os que tm negocios com ajustica, o
prazo devia ser de 2 annos.
Art. 276.. Nos caaos de defloramento,
como no caso de estupro da mulher ho-
nesta, a aentenca que condemnar o crimi-
noso o obrigar a dotar a offendida.
Pelo dispositivo deste artigo ate a mu-
lher casada ter direito ao dote. (1)
Os cdigos mandam apenas dotar a sol-
teira e o cdigo argentino, que serviu de
modelo so legislador, di creta o dote em
relaclo a solteira ou a viuva.
O dote mulher casada urna das pou
cas originalidades do cdigo penal
i nico NSo haver lagar a imposicSo
de pena se seguirse o casamento a aprazi-
mento do representante legal da offendida,
ou do jais dos orpho, nos casos em que
lhe compete dar ou supprir o consenti-
mento ou a apprazimento da offendida se
fr maior.
A dispoaic2o cima implica a permanen
ca do crime, anda depoi do caedmento,
quando este nao feito a aprazimento do
representante legal da offendida e euppSe a
existencia de casamento sem aprazimento
da coDj'uge () menor !
Ora rxuito melhor do que este miatifo-
no era a disposicSo do art. 228 do antigo
criminal :
Seguindo o casamento, em qualquer
d'estes casos, nZo terSo lagar as penas.
O legislador nada tem que ver ae ao ca-
samento anteceden consentimento de tutor
ou supprimento do juie.de orpn&os.
De&ie que foi realisado, deve derimir
a criminalidade do raptor.
Recife, 22 de Maio de 891.
(Contina)
Dr. Ferrar.
ca, foi-lbe azado
esta depois a ser
morphinomana.
doutrinar a aia, vindo
tambem urna distincta
MPUCO DETDO
A mania da morphina n2o so um pe-
rgo pan aquelles que della sSo ataca-
dos ; urna amoaca tambem aos amigos
e aos conhecidos.
E' um facto curioso, com effeito, e aa
signalado per todos aquelles que teem es-.
cripto sobre este assnmpto a singular ten-
dencia do morpbinomano em querer im-
por a sua paix3o a todos que ae lh apro-
ximsm, sendo quasi regra a communicacSe
de mulher marido, e deste aquella.
Exemplo o processo Wladimiroff. A
desgiacada Sra. Dida era urna morphoi
sada, e o proprio marido, por sua vez
om morpbinomano, quem lhe ensinara o
uso e nella despertara o goato da mor-
phina.
Do mesmo modo, n'outro processo. re-
cente em que eram.,partes um. medjftv
um pharmaceutico e sua uiullaar^ o med

SPORT
Para inecrever ae no pareo Steeple Cha-
te, na corrida do Prado Pern mbucano, no
domingo vindoaro 31 do correte, tem
sido levado cotejo os animaea:
My Boy, Galaor, Illimani, Malango, Sans
Suuci, Rosa Branca e Urano 2
Informara nos que, alm destes, outros
tm igualmente sido submettidos a prova
da Steeple Chote Nao me souberam po-
rm, dedicar desses outros em preparo
para a diejwtu. do premio.
Em visgem :
Urna dama inglesa:
Em mi o ha trra, quando um ho-
rnero fita urna menina, ella responde-lhe
logo, com recelo de qua lhe offereca um
gelado.
Oh mi peferir vinhp do Porto.
Urna dama fluminense :
Pois na ruin ha, quando um hornera
fita nma menina, esta diz lhe logo, com
receio de que elle mude de idaa:
Por amor de Deus, senbor, dirija-se
ao pap...
E' da Musa Alegre, de Bras Lattife :
Bonito, bem trajado, ama delicia,
o joven hachare! Meoezes Cruz,
segundo delegado de polica,
foi psdir em casamento a namorade,
urna pequea sensual, de traz!
*
O pai nao lh'; negou, porm lhe dase
que a sua rica filha, idolatrada,
era mister se consult r primeiro;
que o pretendente convisse
que proceda como um cavalheiro
elle, o pai da pequea, assim pensando.
#
Quai um tomate robra se tornando,
do bacharel a arden te na morad*
jurou que o aceitara por esposo.
o bacharel todo desfeito em gozo,
no mesmo doce, divinal momento,
3uasi que oscula a face encarquilhada
seu futuro segro remelento;
juigando que beijava o seductor,
sereno rosto do seu casto amor.

Quando sem testemunhas-se pilhou
co'o namorado a namorada ardente.
ella lhe dase : Peca incontinenti,
se quer tazer-me feliz,
demssSo do seu cargo de polica,
e furiosa lhe mostrou
n'um numero do Paiz
este final de noticias :
c A presa depois de cuvida
ter side pelo escrivao,
foi posta a disposico
do segundo delegido. >

Inaugurou-se em L ndres nos ltimos
das do mez paseado o The a tro Livre
anlogo aquella que dirijo am Paria o Sr.
An'onin.
O se i director o Sr. J. T. Grein, um
litterato hollandez que vive ha muito tem-
po na Inglaterra, e que orgaoisou a sua
obra com o concurso dos Sis. Huntley,
Mac Carthy, Archer, Edmundo Qosse,
etc.
ASm de nlo ser obrigado a pedir li
cenca para representar as pecas do pro
gramma, o director abri ma do valor
da entradas.
As saas representacSes sao consideradas
particulares, dadas por um circulo e a um
circulo, cujo's membros pagam voluntaria-
mente urna quota de 10 schillins.
Um publico consideravel e no quai se
viam numerosas senhoraa, assistio a pn
meira representacSo que foi urna peca de
Ihsen, The Ghoitt,
A maioria dos espectaedores applaudio
calorosamente esse trabalho e abafou os
protestos de ama maioria que se julgou
offendida em certos trechos.
No fim da representa9So o Sr. Grein
pronunciou um discurso, declarando-que o
seu intuito favorecer urna arte drama-
tica maia litteraria e menos' artificial,, que
aquella que est, consagrada, e fez um
appello ao concurso dos novo.
Das depois a imprensa inglesa troveja-
vav lancando anathemaa iluminantes con-
tra The Ohost e contra o projecto de
Grein.
O Times eo tMoringf Post esp:-
ram que intervenha a censura.
O Standard julga que a obra de Ibsen
profundamente inmoral, concita o lord
mordomo-mr a usar de toda a buz ener-
ga.
O Daily Telegraph qualifica a repre-
sentagao de escndalo publico e sustenta
que a arte dramtica est ultrajada.
Emfim, as senhoras que assistiram
aquella representacSo nao escaparam s
coleras da imprensa : o Daily New- e o
Daily Chronie censura-as acerbamente
por ierem estado presentes representa-
gao de ama obra tao abominavel, e con-
gratulam-se* com um espectador que Ian
cou um terrivel estrondoso shocking em
cer a situac&o da pega !
-No ivkey C?ft, do Bo de. Janeiro,
realia se no da 14 de Junho prozimo o
grande Cnszeira do, Sal.
Da inscripcSo realisada apenas foi con
firmadr a doa 8 seguintes animaos :
Vidooa, vermelha, por SanaPareil e
Diana, do Sr. A. Augusto Rodrigues;
Marcial, alazao, por Sana-Pareil ou
Mousigny II e Mtfer, do Sr. Jos de
Sonsa Queiroz;
^ Nerina, saino, por Valenee e> Ntea, do
Sr. M. U. Lemgruber;
Hermee, alaalo, por Mowigey II
Nelegria, do 8r. Rapnael de Barros;
Hercules, alazao, por Mousigny II e
Tattle, do Sr. P. A. Moreira;
Mignoo, zaino, por Valenee e egaameio
sangue, do Sr. J. de Sonsa Andad*;
Al mee, castanito, por Warrenpeint e
Fin Lady, do Sr. Gerajdo Pecci;
Aroynthor, aluzio, por Saint-Lon e
Masootte, da Compauhia Pastoril Miceira.
Vidoca o competidor que figura no ca
becalho da lista, irma por parte de pai e
mSi do grande Vivaz.
Dos oito animaea, cinco sao de puro
sangue e tres de meaos de puro sangue
A inscripeSe primitiva cootava vinte a
cinco competidores.
>
No Stud Book do Derby- lub do Rio
de Janeiro foram inscriptos os seguintes
productos do garanhSo New York e per-
tencem:
Ao Sr. Arthur Ribas de Maduceira,
Chitanhy, alazao, pequeda estrella.
Ao Sr. Cypriano Marques de Souza,
Nubia, gateado, estrella.
Ao Sr. Francisco Xavier da Silva, Cha-
peco, alaeftu, m lha cara.
Ao Sr. Francisco Fonseca, NyjDpha,
alazSo, malha cara e p direitu branco.
Ao Sr. Jovert Madureira, Solimoes, cas
tanho estrella.
Ao Sr. Thomat Teixeira de Azevedo
Fa cao, castanho claro, malha cara, p ea-
querdo branco e manchas branca cas
duas maos. .
Ao Sr. Claudio GuiraarSes, Colombia
zaino, malha cara, quatro pea brancos
E' hoje pubb/ado. o programma da; cor.
rida do Hippodromo do Campo Grande no
prximo domingo.
Est magnifico.
Igualmente publicamos o projecto da
inscripcSo do Prado Peroambuoano, para
a sua corrida d 31 do correte.
O referido projecto inclue o pareo
Steeple Chata, cuja execucSo. muito agr
dar ao publico,
A inscripcao : fecha no dia 26. do cor
rente.
Este tnbnnsl ser composte de 7 mem*
broa.
Julgamee oonvanieate qae ae- nnaaerm
a actual deaeminacao de Tribunal da Re-
laeSo, compondo se de igual numero de
desembargadoret.
A redcelo de 11 a7 maaabroe deaae
Tribunal trar oom eenseqaencia a dis-
pcniblidade ou api sentadoria toreada de
i do actuaes dessmbargadoves oom pre
tericlo do direito, que adquiriram pela
nomeecXo vitaliciedade e aposentara
nos casos especificados na legislacao do
Imperio, e qae a e. uidade aconaelba seja
mantido,
Alm dsso, parece-nos, qHe o Superior
Tribunal, cujas decisSes deverle ser to-
madas pela maioria de seua membros,
abolida a deoisao por turmas,, offer^oer
maiones garantas do acert nos seos jul-
gamentos elevando-se o numero de seus
membros, tanto mais quando. se attender
que as vagas, que se derem nesse tribu-
nal, serio preenobidas pelos juizes de di-
reito mais aotigos e que n2o ha recurso
das suas sentencas para urna instancia su
perior.
Constituido o tribunal com maior nu-
mero de-juizes, al-n da probabilidade de
baver entre elles melhores aptidSes scien
tficas, accresce, que as causas serSo mais
amplamente discutidas e melhor decididas.
NZo nos inspira nessas reflexdes outro
sentimento que o de coacorrermos para
que a organisacSo do poder judicial do
Estado seja a mais acertada e proficua,
embora a nossa incompetencia- para o as-
snmpto que pela sua transcendencia recia
ma as luz s dos doutos, qae as poderlo
oorrigir ou abandonal as.
O CoDgreBSO com z sna illustracSo e
patriotismo nao deixar sem pausada at
tencap e paciente estado de resolver so
bre a nova formacao do poder judicial,
ama das mais solidas bases do meohanis-
mo Constitnicao do Estado.
A' au'onomiado Estado suppSe a auto
noma doa, poderes, e sem esta nao ha au-
tonoma individual, isto cidado livre
no estado livre.
Hamton.
Dr. Num* Oaimbrai
ClnicaMedico Cidrgica
Especialidades : febxea,. partoa,, moles-
tiza de senhoraa e d crancas."
Chamados a qualquer hora na ana. ra-
sideneuw-CamiBhn N eetacJk; ou no seu d sultorio^raa. Mr-
r. de O inda. n. 56, .n.ie d
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procurado todo,, os dias otis de 1 s 3
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oom pratica eos hospitaea de Pars e de
Vienna d'Austria, d consultas de 1 s l
aoras da tarde, Largo do Corpo Santo n
19, 1.a andar e reside na estrada doa Afilie
tos n. 30, junto estacSo do Espinheiro
hamados.a qualquej.hora. Tolephonj.n
190 Consultorio e 467 na residencia.
Dr. Tavares de Mello, medico pelo Fa-
culdade do Rio de Janeiro, d coneultat
das 12 a 3 horas das tarde, no largo de
Corpo, Santo, n. 15, 1. andar: recebe
chamado a qualquer hora na sua residen
cia no largo da Paz n. 41, em Afogados
Especiali dades: molestia de pello e sy
philis.
Dr.. Joaqum Loweiro medico e pwtei
-o, consultorio ra do Cabug n. 14
i.' andar de 12 s 2 da tarde; reaidenoi
no Monteiro.
O Dr. Simplicio Mavignier. Clnica me
di en cir urgi*. Especialidades : molestia*
pulmonares, e partos. Roa Mrquez de
Qli. la n. 27, 1. andar, consultas das 11
s 2 horas e na Caaa Forte (Poco da Pa-
aella). das 6 s 9 da manha e tarde.
Chamados por e ser i oto. Telephone _n. 392
O Dr. Lobo Moscos d consulta en>
sua caaa roa da Gloria n 39, das. lt
oras da manha 1 da tarde. Achando
se tora do servico publico offereca-se para
acudir, a qualquer chamado com,.prompti
tao para fora da cidade. Eapeoialidade
operaoSes, partos e molestias de senhoras
e de meninos.
Dr., 84 Psrisii*, rae da imperatriz n. 8,
da onaultas medioo-cirurgicaa todos- os dia*
daa 8 ao meio dia, menos nos domingos
i i as aaiitificados
O Dr. Cetgwira Leite continua a dar
consultas todos os dias nteis, na roa Nova
n. 32 de .meio-dia a. 2 horas da tarde e
depois dessa hora encontrado em sua e o
sidencia a ra do Bario de S Bojrja n.r2d
Dr Ferrvat com pratica nos pnnee
paes hospitaea e clnica de Pars e Lon
dres, d consultas todoa os das das
horas ao meio-dia. Consultorio e rea:
dencia ra Larga do Rosario a 20.
Dr. Barreto Sampaw, oceulisU, d col
saltas de 1 s 4 horas no,. 1." andan, di
casa roa BarSe da Victoria n. 51. Reai
dencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra
da pela ra da Saudade n. 25.
rogarla
Furia Sobrinho. & C, droguista por at
oado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, depos.
arios de todas as especialidades pharme
ceuticaa, tintas, djT.gs, producto chinu
eos e medicamentos homeepatipo, ra ce
Marques de (Olinda n. 23.
a. Carao de preparatorio
\) bacharel J. Thiago da Fonseca leo
ciona.em collegioe, e casas particulares ae
seguintes materias : Portugus, Franc
Ingles e Historia.
A tratar n'esta Redacc&o, ou em suaas
sidencia ra da Palma n. 57.
Manoel L-pes Machado Ramos scientiea ao
corpo commerciai qae aesta data comprou aos
Srs. Lopes Santos & C. o esta bel jeimento de
fazen las. com todo o st o activo, sito roa Du-
que de Caxias o. Ir, lire e desembaracada de
lodo e qualqu.-r onas. Assim como avisa aos
devedore- da extiocta firma qae, s elle ou pes-
ri por si competeLtem.'nte habilitada pode re-
cebar qualquer, debito alludida firma.
Recife, 19 de Maio de,189l.
Manoel Lopes Machado Raaos.,
Dentes
Termina a hovrvel dor de dentes usando
> excellenta preparado de Manoel Cerdoso
Jnior.
As cartas qne lhe tem sido, dirigida
peloa jornaesde miaor circuajao, attestam
i efiieacia.
Deposites:
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da
Silva & C, ra do Mrquez de Olinds
a. 23.
Pharmacia Martina, ra Duque
"axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa1 de
iarSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes roa. larga
do Rosario n.31'
Os
Aviso
abaixo assignados tendo sciencia
que o Sr. Francisco Gomes de Abren
Vasconcelos pretende hypotheoar o en-
genho. Crme v^m os mesmos prevenir
para evitar dvidas futuras que sao pos
suidores de urna caaa e bolaodeira em ter-
reno proprio e situada no mesmo engenho
e mais duas partes do dito engenho.
Crme, 2 ) de Maio de 1891.
Manoel Francisco Bezerra.
Antonio Francisco Bezerra.
Bo a Conselho
A o pabllco
Tendo sido exderedo do cirgo de
agente do correio destavilla sem a menor
satisfacao ou motivo sppresentado e sem
que me aecuse a consciencio de alguma
falta ou omBsio que tenha dado causa
para esce acto do Governo, venho expli-
car-me perante.o tribunal da opiniSo pu-
blica.
Antes de tudo preciso dizer que tal
demissSo de modo nenhum me incommo
ds, visto como semelhante cargo mais
um pesado encargo para o cidadao que se
compenetra de seus deveres do qne om
modus vivendi
Quando foi demittido meu antecessor, o
illustrado e criteroeo e justiceiro cidadSo
Affonso do Reg. Barros, entao adminia
trador da reparticao geral dos correios
deste Estado, pedio ao Dr. Abdi: s de
Oliveira, juis de direito desta comarca,
que lhe indicasse urna pessoa apta para o
cargo.
O Dr. Abdias lancou mSo de meu nome
bem a meu pesar e apresenton-o.
Vindo a nomeao'o acceitei-a nZo se-
ment por amiaade e consideraclo aquello
magistrado, cerno tambem por dedicacao
a causa publica.
Mas como ees acto desagradasse ou
chocaaae aoa sesberes feadaes c da trra,
eu manifestei desejo de pedir minha exo-
neracSo, quando fui demittido depois de
grandes esforcoa contra mim empregados
perante o Groverno.
Eis a minha historia.
Entretanto se aos olhos di algaem ella
nSo a exprsalo da verdade, espero e
provoco mesmo que se me conteste appel-
l.indo para todos os Habitantes da comarca
dos quaes espero Justina gimplesmente
Finalisando ea poderia demonstrar conr
documentos o regular desempe nho que dei
as michas funocSes, mas aguardo opportu
nidade.
Bom Conselho, 2 de Mato de 1891.
Miguel Luiz Rodrigues da,JFonseca.
_____-_
POEllCACttS ir PBDIBfl
Coaslibilfio do Estadi
Per Judicial
III
O artig ,.73 dajCQoatituicaa. crea* um
Superior Tribunal, que conhecer .em se-
gunda e ulma instaacta por appellacio
das sentencas proferidas pelos juises de
direito aasim no civel, como no orime *
dos ponflictos e jurisdiccit; e at tribtelo
entra as autoridades -do munioipk) da ea- i
pitai-,
W
Medico
DR. TAVARES DE MELLO
"f
formado pela Faculdacte do Rio de Janeiro,
tendo-se dedicado com especialidade
therapeatica moderaa das molestias de r.
pelle e sypbills, na polyclmica geral, a
cargo do Dr. Silva Araujo, onde servio
comoseuajuilante; d cnsul tas del las
3 boras no largo do Corpo Sanio n. 15 ou
andar, e recebe chamados a qualquer hora ,.
iem sua Tendencia, largo da Paz o. 114 A
ais*
Dr.MeIlo.Gom.es
Medie af ato wttm
57Ra do Bario da Victoria07
I (DKFBONTE DA RA. DBS. AlUBO)
I Onde tem coazulsarlo e real-.
I dencia i podendo sr encontrado e -],
recebendo chamados qualquer hora
do dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias de senhoras e dos palmos, syphilis
em geral, cura rpida e completa e ope-
rac5es de estreltamentos e mais sotfri-
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fra, a qualquer distanoia.
-*- *
Prosto
Lendo um protesto, neste .Diario- dos
onsenhores dos*, engento* Maurca e
Lime t, situados na comarea de Barrei-
ros, e sendo o abaixo assignado igual
mente herdeiro dos reeridos engenhoa,
por ter sido casado com Davina Theonilla
Marques da Silva, de cujo casamento
existe o menor Jol Frederico da Silva,
protesta tambem por qualquer transaco
dos referidos engenbos sem a ana- an-
noenoia-
Garanbuns, 11 de Maio de 1891.
Antonio Luiz da Silva.
Advogado Oliveira Fonseea
Mudoa.seOiescriptorio para o sobrado a. 4dt
pracade Pedro II
Dr. Silva Leal
Medie oeenlisto
Recentemente chegado da Enropa e
com pratica nos.prineipaes'hospitaea ecli
nicas de molestias de olhos deFaris. d con-
sultas todos os dias uteis das 11 s 3 ho-
ras da tarde em seu consultorio, rus
Boque de Caxias n 73 1 andar, entrada
pela Frace de 17, n. 73, (antigo. Largo do
Collagio).
Residencia a ra Barao de S, Borja ta
16. Talephone n. 507.
Chama jos por eacripto, em seu cnsul
rio, residencia, e na pharmacia Marticm
MEDICO HOMEPATA .
Dr. Baltbfci da SHveipa
Especialidadefebres, molestias 11
das criancas, dos orgSos respirato < \
ros e das. senhoras. i \
Presta-se a qualquer chamado para j'
fora da capital.
AVISO
Todc.A>s chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do. Dr. Sabino,
ra do Barao da Victoria a. 43, |
onde se indicar sua residencia.
Dr. Barrete Sampaio, oculista, u __
ex-chefe de clnica do Dr. de i
Wecker, de volt- de sua via*iggJ "
gem Europa,' d consultas de |
1 s 4 horas da tarde, no 1' '
andar da casa n. 51 ruatde -
Barao da Victoria, excepto nos,,
' domingo e dias santificados...
Telephone 285.
Residencia ra Seto de Setem-
bro n. 34. Entrada pela roa da .
Saudade n. 2".
Telephone 287.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com. especial'..
dade de molestias de senhoras* creaneau
Consultorio e residencia ra da impe
atris n. 18; 1* andar.
Consultas de 8 s 10 da manha.'
Chamados (por escripto) qualquer horas 4
TM.KPHONE H. 226
tf


*

I

Ji
-


N



>iario de Pe
22
i
i
Declarar j Coin-
inercial
Ou abuso firmados declaram que por
OBTenienciu reciprocad dissolveram am -
garelmeote a sociadadu que ha 21 annos
gtrou aob a firma de Barreiros 4 Freir
como nao existisse -passivo em ana casa
Tato BaJa abajlut. mate deverem qaer
sos Eatados da Repblica raaileira e
aaer no Eatrangeir >, e aim t?o somente o
active, represent do por mercadoriaa, di
vidas, predios, diobeiros etc, etc, foi este
dividido proporcionalmente de accordo
em o capital de cada de dos socios, fi
ando assim embolcadoa e negociando em
teas nomes individaaes com o mesmo ra
O de negocio.
Se alguem se julg..r prejadicado com a
presente declaray&o queira reclamar seos
ireitos ou conteste no praao de 60 dias
a contar da presente data
Pene do, 1 de Maio de 1891,
Sismo Barraros da Cunha.
Francisco da Silva Freir
AS VICTIMAS DAS FKBRIS
O Elixir aatl-rebrll Cardoio. appro
fado em Si de Marco deste anuo pete Inspectora
fiera! de Hygiene do Rio de Janeiro, vem boj-
ipresentar-ae hamanidade soffredora do man
do inteiro. como taboa de aalvaco que ao infe
a naufrago lhe enviada por mao omnipotente!
Elixir auatl-reHral Cardoto, appii
cao em muitissimos casos de febres, tem, com
por milagre, levantado do lelto da dor a comple
os moribundos.
Este remedio, com pos lo smente de vegetae;
inteiramente inoffensivo, anda mesmo namaif
mimosa e tenra enanca.
As senhoras, no estado de paridas, ou no pe
a odo de incommodos naturacs. po'?ra salo
ata receio algum.
Depsitos
rogara dos Srs. Prancioco Manoel da Silv;
h C, ra Marques de Olindi n. 23.
Pharmacia Martins, roa Duque de Cauai
1.88
Pharmacia Oriental, roa estreita do Rosari
a. 3.
Piarmacia Alfredo Ferreira, a roa do Baro di
Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes & C* Rosario larg;
&. 31.
epoalto (eral em cauta do autor
anorl Cardoio unlor. a rae
(reita Ao bomi-o u. ti.
Alicatado*
SeieatiQcamos ao respeltavel publico que alea-
dos attestados a que damos pablicidaae boje
team carados 680 variolosos.
Pedimos aos incrdulo tara irem examina!
m tratados pele Elixir anti febril.
Dos innmeros attestados 4 temes, damo
an segnida principio a sua pu jlicacao ; e iste
bastar para que sejam conhecidas as virtud
Elixir anti febril Cardse.
Carados de diversas febres 1:200.
N. 116
Recife, 13 de Julho de 1889.
lllm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.Dominada
por um dever de gratidao, servir o presente
eenmento, de tu; facto verdadeiro, acontecido
oseio de minba famil.a, o qual foi o seguin-
e z
Adoecendo um (libo mea, de doas annos de
ade, de febre paludosa e tendo se passado mui -
tos dias sem o mal querer ceder, apezar de mul-
tas medicamentos applicados por diversos me
icos, fui forjado e de accordo com o medico
asistente, a mudar o doeute da cidade de Olio-
Aa para a Paasagem da Magdalena, para a casa
COMERCIO
do o,eo amigo e compadre o Sr. Antonio 1 s
Ferreira Monteiro.
Ah, foi chamado um medico homeopatbico e
depois de alguna dias de tntamento, e nao ob-
leado melbora, a ponto do propno medico des-
engaar o a ente, euto o meo amigo e compa
dre teve a feliz lembranca de mandar ver o seo
elixir anii-febnl o qual foi ppllcado, e tres dias
depois eslava salvo o meo albo da terrivel febre
de que fra accommeltido.
Como melbor lne apprluver far uso da pre-
sente. Henrique de Castro Guimares, despa-
chante da Ahaodega.
N. 117
Recife, 10 de Setembro de 1890.
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior. E' com a
maior satisfaco que venbo testemunbar Ibe a
miaba gratidao e reconnecimento, por ter em-
preado o seu elixir nti-febril miaba seobora
que a nava-se prostada com urna terrivel febre,
salvaodo-a do terrivel mal que a atormeotava.
Pode Vmc fazer o uzo que Iba coovier em
qualqoer lempo, deste mea humilde suestada,
inbuto da mais alia gratidao'
Seu criado e amigo obrigadoJoo Machado
Evocelbo.
N. 118
Illin. Sr. Manoel Cardoso. JuaiorParti po-
ibe que tendo feiio oso de seu preprala deno-
minado elixir aoii febril aconselbauo por nm
amigo Jos Jooaquim do Nascimento para fazer
pplicacao do mesmo remedio em minba tlba
Adelina, de 7 annos de idade, que se achava ata
cada de febre de mao carcter e cooseguiudo fi
car restablecida no prazo de tres dias.
Por ieto o felicito pelo sea poderoso prepara-
do podrndo V. S. fazer uso de te mea altes
lado.
Recife, 9 de Setembro de 1889..Nicolao La-
gos Migeos.
N. 119
4o cidadao Manoel Cardoso Jnior. A bem
da humanidad declaro que tendo adoecido o
mea Blbinbo de dous annos de idade Rotilbo
Apolonio, de varilas, tratei-o de principio ao
Sin com o seu elixir anti febril gracas a Provi
dencia, fui mais que feliz por ver o mea filbo
livre do perigo no curto espago de quatorze
dias.
Eis que qoando eu menos espera va adoece me
urna t nome Maria Apolonia, com quatro an-
uos, tambem de varilas, nao Uve a menor du-
vida, ainda tinba o elixir, appliqaei-o immedia
lamente; o qoe verdade que pode algoem
descobnr qualqoer preparado para febre ou va-
rilas, porem qoe faca frente a este seu elixir
davido, porque minba filba esleve dous das e
urna nocte completamente maluca e sem falla,
julguei perdel-a, porm, abaixo de Deus e o sec
elixir acha-se completamente restabelecida no
perido de dezesete dias.
Agora f tenbo a agradecer ao Sr. Manoel Car-
doso Jnior a benevolencia qoe teve para comi-
go de foraecer-me o sea elixir durante todo o
periodo da molestia dos meas doas fiihinbos Ro-
tilbo e Maria.
Pode o Sr. Cardoso fazer o oso desta como Ibe
convier, assim como pode o Sr. Cardoso vir ou
mandar em nossa casa rna de Santa Tbereza
a. 6.
Recife, 12 de Outubro de 1890.
Sua criada e obrigada Mana da Exaltuco
Santos.
>\ 120
Recife, 21 de Abril de 1891.
Cidadao Manoel Cardoso.Nao devo (ortar-me
ao publico testemnnbo de assegarar a eficacia
immediata da seu preparado elixir anti-febril,
isto bem da hamanidade.
Estive ulti mente com o meu Blbinbo Os-
ear, de 2 annos de idade, seriamente prostrado
de ama febre impertinente dorante 15 das.
Tendo esgotado os recursos medidos que pro
curei, conseibo di mea amigo o cidadao Ma-
noel Ferreira da Costa, procurei o seu humani-
tario elixir e appliqoei-o ao meu fllbinbo.
N dia immediato pritneira dse nenboma
febre lioba, restabelecendo-se logo da terrivel
febre que o derinhava.
Como pai fago votos para que o sea elixir tul
febril v sem are dando destas robustas e veri
di cas pro vas.
Bec:o do Espinheiro ra de Noot-s Machado
n. I.
Son tea admirador Alfredo Uavalcanle Ri-
beiro da Silva.
(E-iav-i. eilados e reconafccidos.)
Declaracao
O abaixo aasignado, procurador de Joae
Alvares de Souaa oares, previne a quenc
poasa interesaar, que es bens do Antonn
iruno da Silva Maia e soa mulaer Afion
4o Augusto de lint) Tabora, e.L). Ae
aunciada de 5rito Tabord. .cham-se au-
jeitos ao pagamento da tuantia de......
13:222^170, joros e cuatas, em que io
rara o nlemnados por sentenca proferida
pelo l'r.bunal da Relaco de Porto Alegre
,st '.co do Rio Grraade do Sal, acerca d>
\ac, corre presentemente urna acolo n<
i'uiw) commercial desta c. pital.
E para que ningbem invoque ignora.
cia ao que tem occorndo, faco a present
declaracSo.
Pernambuco, 8 de Janeiro de 189
Anterior Barceos d Amorim
Dr. Freitaa GuimarSea especialista em
febres, molestias pulmonares e de enan-
cas, d can su I tas de 11 1 hora da tarde
na roa Duque de Caxiaa n. 55, 1. anda<
e reside no Cajueiro n. 4. Telephonr
n. 292.
Photographia Allem
C. Bazza, saccessor de Alberto Hans-
chel & C-, proprieUrios da Photographia
Al lema, roa do Barao da Victoria n 5 i,
avisa ao respeitavel publico que co'ntr<>to,
o Sr. Jorge Henrique Papt, habilissimo
photograph mui vantajosamento conheci-
do do Sul do Brazil, e que pois se acha
agora, como sempre, em condicSes de
bem satisfazer as exigencias do mesmo pu
blico eo tocante a arte photegraphica.
luiz de direito Joo Bapsla Gi
Costa encarrega-se de contrahi,
timos com o baoco de crdito real
raambaco, para os Srs. agriculto
rcsd'este Estado, adiantando as des
peas mediante mdica retribaicao ; po
le ser procoado a ra do Barao de S
a n. 46.
Cuidado com a falsificacao
Acabo de verificar que o elixir ante-febril Car
loso est sendo falsificado por algrn-m e em
juaoto nao descubro este algoem para contra
elle intentar a respectiva aeco nos termos d*
ei, previno ao publico qoe tenha toda attenca
para os frascos que irasem o nome do autor
Manoel Cardoso e do E ixir Cardse, cojo depo
ito na roa Estreita do Rosario n. 17.
Recif,, 6 de abril de 1891.
Manoel Cardoso Jnior.
EDITAES
Revista do Mercado
RECIFE, 21 DE MAJO DK 1891.
O movimento na praca limitou-se a transaccOes
ao mercado de cambios e pequeo negocio de
algedao.
Solsa
OOTACOia OKFICIK8 DA JUNTA JOB COK-
BKTOBKS
Recife. 21 de Maio i* 18SI
Sao bouve cotaco.
O presidente,
Antonio M. d'Amorim Jnior.
0 secretarlo,
Candido C.G. Alooforado.
blo
mais
80 Ditas Preferenciaes da
Companhia Ferro Car-
ril
2034000
AlgodSo
Cota-se o de i* sorte do serto a 9*000 por 15
kilos.
A exportac&o feita pela alfandega neste mez
at o oia 20, c instoo de 1.168.889 kilos para o
extenor.
Ase liradas verificadas neste mez at a data
de boje sobem a 7.249 saccas, sendo uor:
PKAA DO RECIFE
Os Bancos abriram a 16 i/i, saccando
%te a 16 5/16, acbaodo pouco diabelro.
O mercado fecboa firme.
Papel particular foi pascado a 16 i/! quantia
imitada.
PRAgA DO BIO DK JANEIRO
Mercado firme a 16 i/8 a 1/4 bancario.
Bae da Bolsa
RECIFE, 21 DK MAIO DK 1891.
Transacges effectoadas:
3 Apolices ge raes dejaros
de 5 o do valor de
1.0004000
3 Ditas geraes
de 5 0/,) do
1.000*000
2 Ditas gerae3
de 5 O/o do
400*000
M Apolices Provinciaes do
valor de 1.000*. juros de
7 */. emittidas em 17 de
Janeiro ultimo
de jaros
valor de
de juros
valor de
MGJTO9
990*000
396*000
Offereceram
i Acedes do Hippodromo
do Campo Grande do va-
ler de 200*000.
2 Dias do Hippodromo
do Campo Grande o va-
lor de 200*100
4 D t 8 do Hippodromo
do Campo Gran le do va-
lor de 20t#OCO
! Ditas do Derby Club
valor de 1 000*000
4 Ditas do D*?rby Club va-
lor de 1 000*OO
50 Ditas do Derby Club va-
lor de 1.000*000
10 Apolices Provinciaes do
valor de 1.000* juros de
7 */., emittidas em 17 de
Janeiro ultimo
36 Accea da Companhia
do Beberibe
SO Ditas da Companhia do
Beberibe
50 AccGes da Companhia
Irilbo8 Urbanos do Re-
Me Olinda e Beberibe
20 Ditas da i'.ompaobia de
Segaros Ampbitnie
45 Bitas da Companhia
de Santa Thereza de
(Miada
140 Ditas da Estrada de
Ferro do'Bibeirao ao
Bonito
80 Ditas da Fabrica de
Fiacao e TiCidos
90 D t a 8 do Banco de
Crdito Real
1.045*000
Vender Comprar
150*000
130*000
123*000
.000*000
900*000
ircacas
vapores.....
ijimaes.....
/ia frrea de Careara.
v"!a-tcrrea de S. Francisco.
V a-11,-rea do Limoeiro
Somma.
1.405 Saccas
708 >
723
459 >
741
3.213
7.219 Saccas
Aasacar
Os presos pagos ae agricultor, por 15 kilos, se-
gundo a Associacio Commercial Agrcola, foran
is se quintes.
B.-aricos .
3oronos.
Masca vados
3-0108 .
Re-une .
Usinas .
Safra nova
2*700 a 3*200
2*100 a 2*300
1*800
1*800 a 2*000
1*300 a 1*50
3*200 3*500
A exportac&o feita pela alfandega neate mez
al o da 20, coostou de 5.245.232 kilos, sendo:
2.490.101 para o exterior e 2.755.026 pa-a o inte-
rior.
As entradas verificadas neste mez at a data
de boje sobem a 53.701 saceos, seqdo or i
Barcacas Vapores Ammaes Via-ferrea de Uanui-n. Via-ferrea de a. Y;** ci* Via-ferrea <<> i..m.'-i.-: 21.448 2.906 4.336 24.075 936
SoiOii.l- . 53.701
lURi .ooros salgados 460 ris, e tM. os verdr
.saceos
a 320
750*000
750*000
750*000
1.030*000
120*080 115*000
115*000
205*000
240*000
45*000
72*500
Agurdense
Jota-se a 95*000, poi pipa d3 480 litro-.
Aicooi
;oU-se 1170*000 por pina de 48l^itroe.
le!
Oou-ae a 55*000 por pipa de isu litros.
barios efeseargs
Barca noruegaeose Srir, carvao.
Barca iogleza Caroastan, bscalQo. >
Barca nacional Elisabeth, varios genero!.
Barca allem Heleue, varios gneros.
Barca sueca PoUtjeman, varios gneros.
Luhar ingles ary Cory, bacalbo.
Lugar iogiez Mynarmj. xarque. ,
Lugar hollndez Mida, xarque.
Lbgar nacional Duas America, varios gneros.
Patacho norueaens Suzana, varios gneros.
Patacho dinamarqus Moren chifres.
Patacho allem&o Antye, xarque.
Patacho nacional Martnho VI, xarque.
Patacho oorueguense Ceres, xarque. *
Patacho allemao Theda. xarque.
Patacho norupguenee Varia, xarque.
Plata da alfandega
suiijii di 18 a 23 di maio di 1891
klcool (litro)........ 340
ilgodas em rama titilo) .... 533
agurdente ...... 17}
irro com casca (kilo) 80
issucar retinado kilo) 262
AS8Dcar hranco (kilo) .... 191 .
issucar mascavao (kilo) ... 120
Bagas de mamonas (fciloj ... 133
100*000 Borracha (silo)...... 1*333
Couros seceos espichados (kilo) 474
165*0001 cauros seceos salgados (kilo) 414
CURSO PRIMARIO
PARA MENINOS
Sob a dlreceo J. Raphael S. de Azevedo
Continua a admittir por mensaiidades
adiantadas.
Alumno interno .... 305000
Meie pensionista. 15(5000
Externos...... 30<0
46Ra do Rosario da Boa-Yuta47
Dentaduras artificiaes
Sob pressSo elstica e cpresslo
maticasyatemaa Dovissimos neste Esta-
dopelo cirurgiSo dentista ama Pon
pilio, a ra Barao du Victoria n. 541
andar, das 8 huras da manha as 4 da
tarde.
:ouros verdes (kilo)..... 288
.arocos de algodlo (kilo) ... 24
Oarrapateira (kilo)..... 133
;arvo de Cardiff (ton.) .... 22*000
Cacao kilo)....... 400
Cef bom (Kilo)..... 1*300
Caf restofho (kilo)..... 1*066
Carnauba (kilo..... 500
Cera vegetal (kilo)...... 500
Farm na de mandioca (lito), r 66
Gtenebra (litro)...... 340
Graxa (sebo) ..... 520
Jaborandy (em folha) kilo ... 200
el (litro)........ 90
Uno (kilo........100
Pao Brasil (kilo)..... 30
Phospnato de cal da liba Bata (tone-
lada) ...... e 11*000
l.'1 Seccao. Searatara do Gove.-ao do
Estado de Pernambuco em 20 de Maio
de 1891.
Pelo presente edital se faz publico, que
se acham nesta rep.rtiySo, afim de serem
entregues aos interessados, depois de pa
(os os devidos direitos, as patentes fede-
raes da guarda nacional deste Estado, no-
meando :
Teneute-corone! commandante do 61
batalhlo de iafantara da guarda nacional
da comarca de Iguarassu', o cidadao ca
piao Jos Francisco Jyme GalvSo.
Coronel commandante superior da guar-
de nacional da comarca do Ti.xbau.ba, o
cidadfte Isidro da Cunha Cavalcante.
Tenento-oronei commandante do 24
batalhlo de infantera da guarda nacional
da comarca de Caruaru', o cidadao Manoel
Rodrigues Porto.
O secretario,
Francisco de As Pereira ocha.

LriCLRCOES
15
3*650
20
100*
Sement de carnauba (arroba)
oa imeos).......
fatajuba (kilo)......
Faboas de amarello empranchoet
(duua).....' .
Importaco
Vapor inglez Magdalena, entrado dos portos da
Europa em 21 do andante e consignado a Amo-
rim Irmaos & C.
Amostras 34 vola mes ordem.
Cravo da India 5 saceos ordem.
Cerveja 60 caixas a Sulzer Kanffmam & C.
Cognac 15 caixas a Lopes de Migalbes & C,
6 a Pocas Mendes & C.
Cha 4 caixas a ordem.
Calcados 3 caixOes a Costa Campos 4 C., i a
Albino Cruz & C.
Joias 1 caixa a J. Krause & C.
Merca lorias 3 vo umes a Albino Silva 4 C, 1
a Pereira Carneiro & C, 1 ordem.
Objectca para escriptorio 2 caixas ao London
BaoL
Papel 2 caixas a J. B. de Carvalbo.
Piojenta 20 saceos a Paiva Valente 4 C, 5
ordem.
Queijos 24 caixas a J. B. de Carvalbo, 13 a
Joao Fernandes de Umeida.
Soneranos 1 caixa co n 2000 a Bernet 4 C, 1
com 800 a Mul.er & C, 1 com.....ao Banco de
Pernambuco.
Tecidos 1Q vola tes a Alves de Britto 4 C, 10
a A Saotos 4 C 2 a A. Vieira 4 C, 9 a Pereira
de Migalhaes e C 3 a N. Maia Sr C, 6 a Rodri-
gues Lima 4 C. 14 a A. Maia t, C, 18 a Maller
* C, 6 a A. Santos 4 C, 9 a Machado 4 Pereira,
18 a Bernet 4 C, 6 a A. Lopes 4 C, 4 a Lonrei-
ro Maia 4 C, 6 a Goucalves Cuoha 4 C, 35
ordem.
Vapor oacional & Francuco, entrado des Dor-
ios do norte em 20 e consignado a Companhia
Pernambocaoa; mamfestou:
Algodao 48 saceos a Souza Nogoelra 4 C, 110
a Joaqaim Amorim C 20 a N. Maia 4 C, 185
a Gouies de Mattos Irmos.
Couros 43 a Amorro Irmaos 4 C.
Cera de caraaUba 38 saceos a Souza Nogaeira
& C, 16 a G. de Mallos I.-maoa.
Pellea de cabra 1 fardo a Medeiros Irmos
4 C, 12 a Kea-Salter4 C. 10 ordem, 7 a Pe-
reira Carneiro 4 C, 13 a abe-Steiu 4 C.
S a 109 meios rolos ordem.
sionac
b.-c/j. 20'na maio oa ldi
ecretarlst.de Pullctu de Pe mam bu
co em ai de Maio d-3 1891
Por esta Reparticao e de ordem do Dr. chef*
de polica se faz publica para conbecimento de
todos e li>4 execucio os seguintes rticos das
posturas manicipaes sobre ganbadores de ra
mocos de recado, carregadores d'agua, de assu-
car e de quaesquer outres objactos e mercado-
ras, sem o auxilio de anlmaes oa de carneas
de traeco animal.
Servindo de 8ecretario,
Francisco G. da Silva Barroso.
O conaelbo da Intendencia Municipal do Reci-
fe, de conformidade com o 7o do art. 3o das
attribo'coes constantes da portara do goveroa
dor do Estado de Pernambuco de 27 de Oezem-
bro de 1889, resolvea em sessao de 13 do cor-
rete a segainte postura, para cojo cumprimeuto
marcou o praso de setenta dias :
Arl. 1. As pes oas. que neste municipio
actualmente se oceupam ou d'ora em diante se
occoparem no servico de ganbadores de ra, d<
mocos de recado, de carregadores d'agaa, de
assucar e de quae.-quer oulrus objectos e merca-
donas sem o auxilio de aoimaes oa de carrocas
de iraeco animal, s podero faz-I o acbaodo
se inscriptos na Secretaria oe Polica deste Es-
tado.
Arl. 2.' Ainscripco das pessoas mencionadas
rara o '.xierutr
ingiez Actor, para Liverpool,
No vapor
carrearam :
B. Needben 4 C, 1,20) kilosjie borracha de
aangabtin.
C. P. de Lamos, 282 saceos com 19,500 kilos
de carocos de algodao.
A. Lopes Cunha, 200 saccas com 14,010 kilos
de algodao.
J. H. Boxwell, 950 saceos cpm 71,250 kilo de
assucar branco.
No vapor americano Seguranza, para New
York, carregaram
G. de Mallos Irmao, 66 saceos com 4,149 kilos
de cera vegetal a 995 kilos de tarracba de man-
gabeira.
H. Forster & C, 11.000 saceos com 825,000
kilos de assucar masca vado
No vapor inglez Magdalena, para Montevi-
deo, carregaram :
1. Lopes de Barros, 6,000 cocos, fructa.
Costa 4 Fernandes, 10,000 cocos, fructa.
No patacho portugus Mondego, para La
boa, carregou:
T. Ramoi, 1,200 saceos com 90,000 kilos de
assucar mascavado.
Para o interior
No vapor nacional Brazil, para Rio de Ja
neirc, carregaram :
P. Pinto 4 C, 50 pipas com 24,000 litros de
agurdente. ,
S. Guimares 4 C, 100 pipas com 48,000 li-
tros de agurdente.
J. Gimaraes, 15 caixas. fructa
No vapor americano Seguranca, para o
Para, carregaram :
M. M, de Oliveira, 14 pipas com 6,720 litros
de alcool e 10 ditas com 4,800 ditos de aguar
dente.
A. Guimares, 500 barricas com 34,920 kilos
de ssucar branco.
H. Fernandes, 200 barricas com 12,113 kilos
de assucar branco.
No vapor nacional S. Francisco, para Cea-
r, carregaram :
P. Pinto 4 C. 12 barri3 com 1,440 litros de
mel.
P. Carneiro 4 C, 25 barricas com 2,560 kilos
de assucar braoco.
M. Borges t C, 5 barris com 480 litros de
a 1(2*01
C. M. da Silva, 60 barricas com S.700 kilos de
assucar branco.
Para Mossor, carregara i :
M. Bo ges 4 C, 2 barricas co"i 150 kilos de
assucar retinad i.
Para Maco, carregaram :
E C. Beltrao 4 Irmao, 19 barricas com 1,806
kilos de assucar braoco.
No patacho oorueguense Uarda, para Porto
Alegre, carregou:
F. Costa Alecrim, 135 volumes com 12,463
kilos de assucar branco e 2a barricas com 2,732
uitos de dito mascavado.
No patacho nornegoense Susana, para
Uruguay ana, carregou :
T. Ramos, 300 barricas com 30.768 Kilos de
assucar branco.
No biate nacional Deus te Salte, para Ara-
catv, carregaram :
P". Pialo 4 C, 23 barris com 1,380 lilrjs de
me!.
Kendiaieato publieoa
Haz D ABRIL DE 1891
Alfonega
n >-riigj antecedente se Secreta'la de
Policia, em litro especial e consis'ka na deca
racao do dia, em que eila tiver lagar, 10 nome,
sexo, Idade, natoralidade iiacao, cor e estado
do inscripto, especicacao de um i oa mais das
occupacOes, indicadas uesla postara, e de todos
os caractersticos que sirvam para prova de
idenlidade do inscripto.
Art. 3.* Para ter logar a nscnpcao basta que
a pessoa, que se apreseotar ao secretario ou ao
empregadodesignado pelo ebefe de polica, para
este 8erico a peca verbalmente.
Art. 4' Ao inscripto se entregar orna eider
neta de 15 folhas, numeradas e lubricadas por
um empregado da Secretaria de Polica, conten
lo os artigos lesta postura, o numero de ordem
da respectiva inscripgo e mais disores do art.
2*, assim como o nome do pai, mi ou tutor do
inscripto, quaa Jo for este menor, e a assigoatu-
ra do secretario ou do empregado que o substi-
tuir.
Arl. 5.* As pessoas de que trata o art. 1 nao
poderao exercer a sua profissSj, sem qoe tra-
gam ao peilo urna placa metallica, contendo o
numero le ordem de sua inscripcao sob pena
se 51000 de maliu ou tres dias de priso.
Art. 6 Nm^uem poder utilisar-t>e do servigo
de qualquer da-, pessoas de que trata o art. 1,
Be ella uao trouxer a c< mptnte placa com a nu-
m 'racao de soa lascnpgao, sob pena de 10*000
de n.ulia ou quatro dias de prisao, podando txi
gir-lhe a ap-esentacao da respectiva cader-
neta.
Art. 7." Ser registrada no livro da matricula
quaiqaer iofracco comnettida pelos inscriptos,
os quaes erao obrig.idoa a presentar na mesma
Secretaria dentro do praso de 48 horas euas
respectivas cadernetas, para nell s ser tran
8cnpti> o theor do registrj alluiido, sob pena
de 5*000 le milla ou doos dias de prisao.
Art. 8. Qualquer das pessoas de que trata o
art. i.*, que falsificar a sua cadeneta oa os re-
gistros u'el i a faltos na forma lo artigo antece-
dente, ou azar da p'aca numerada sem achar-s -
devidamente inscripta, cu coja numarac&o nao
corresponda a de sua iri;*cripeo, incorrer na
mulla de 20*000. ou em i n.-o pir o o dias,
alm das mais, a que possa estar suieito p-'la-
leis crminae8.
Art. 9 A pessoa que se recusar a pasar a
qualquT dos individuos, de que trata o art. I.u,
o servico de que o incumb", ser multada em
20*000. alm do que Ibe estiver a dever, ou sof
f: era Oito das de prisao.
Art. 10. A pena de prisao coramina la n'esta
po-iu a t se tornar tsciiva, qnarvio o mfra
"t.'S no praso de cinco dias nao po 1er ou nao
quizer pagar a multa em que houveriocorrido
Art 11. As penas commioadas n'esta po tu a
sero inpo3tas em dobro as reacidendas.
Art. 12. A Intendencia Mnnicipul feraeeer a
Secretarla de Polica nao s os livroa necessa
ros, como tambera as cadernetas e as placas
numeradas.
Art. 13. P;la cademcla e placa pagar o in-
scripto a qciaotia de mil e quinhetos ris la
tendencia.
A>"t. 14. Justificando o inscripto na Secretaria
de Porcia a perda simultanea de soa caderneta
e de sua placa, aer be ho dadas outras me-
diante o pagamento de que trata o art. 13, ou
da q-ntia d 500 ris >raente. qa-.aia a sub-
stituigao fr simpletnente de placa ou" da cader-
net-.
Paragrapbo nico. N > caso de perda da ca-
derneta ser transcripto na nova tudo quanto a
cerca do 'nscriplo constar o livro de registro.
Art. 15. A passoas mencionadas no art, i.*
que demor.'-rem a entrega dos objectos, qoe Ibes
forem confiados, alm do tempo rasoavel para
leval-os a sea deslino, oa que os estraviarem se-
rio multadas em 20*000, ou soffrer&o oito dias
de priso, alm de ticarem obrigadas a indem
nisar o valor dos mesmos objectos e snjeitas s
penas em que incorrerem pe is leis criminaes.
Paco da Intendencia Municipal do Recife em
13 de Fevereiro de 1890.
Auto lo de Souza PintoPresidente. Dr. Jio
Augusto do B V Meira de Vasconcellos, Francisco do Reg
Barros de Lacerda. Francuco Faustino de Brillo
e Joo Walfredo de M' deiros.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Mov meato do porto
Navios entrados no dia 21
Soathampton e escala 14 dias, vapor
inglez c Magdalena, de 3369 toneladas,
commandante P. Rowaell, eqoipagem
123, carga varios gneros, a A.morim
Irmaos & C.
Cardiff 35 dias, barca norueguense
Hebe, de 518 toneladas, capitao J.
Clausen, equipagem 11, carga carvao
de pedra, a ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
Cear e escalaVapor nacional iS. Fran-
cisco, commandante Eigueiredo, carga
varios gneros.
Barbados Barca ingleaa fCarpasian*,
capit2o William Laurie, em lastro.
Buenos Ayres e escalaVapor inglez
cMagdalena, commandante P. Rowaell,
carga varios gneros.
Mercado Municipal de 9. Joae
O movimento deste mercado no dia 20 de Maio
foi o seguate : Entraran :
35 bois pesando 4,846 kilos.
552 kilos de peixe a 20 ris 11*040
10 1/2 cargas com farinha a 200 :s. 2*100
5 ditas de (rucias diversas a 300 rs. 1*500
2 cargas com gallinhas a 600 rs. 1*200
1 caasus com gallinhas a 400 rs. *400
30 columnas a 600 rs. 18*100
8 sainos a 200 rs. 1*6 0
27 laboleiros a 200 rs. 5J400
48 compartimentos com farinha a 500 244000
18*800
31 ditos de comidas a 500 rs.
108 ditos de legumes e fazendas
400 rs.
16 ditos de sumos a 700 rs.
8 ditos de fressuras a 600 rs.
5 ditos de camaroes a 200 rs.
41 talhos a 2*
Rendimento de 1 a 19 do corrente
43*200
11*2 t
4*800
1*000
82*0
222*940
4-170*710
Renaa gerai
Oo da i a 20
dem de 21
374.741*899
22.255919
Renda do Estado de Pernambuco
L'odiaiaO 92:433*176
dem de 21 4 72U596
396:997*818
97:154*772
21
Somma total 494:152*590
Segunda aeceo da Alfandega de PernamDucr,
de Haio de 1891.
O tbesouretro,
* Florencio Domingues,
O chefe da seceo,
Vnlpiauo C. de Araujo.
Hecebedorla do Kstado de
Pernambuco
33:928*011
3 485*438
Po dia 1 a 19
lacra de 20
37:413*449
fflkeelae Drafnage
Oo dia 1 a 19 6:403*937
dem de 20 101*432
6 505*369
Diaheiro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional S. Francisco. para :
Paiahyba 2.-000*CO0
Natal 56.000*000
Macan 23.376*240
Moseo.' 29.000*000
4.393*640
Precos do uia:
Carne verde de 240 a 560 ruis o kilo.
Sainos de 56 i a 640 ris dem
Carneiro de 640 a 800 dem,
farinha e 280 a 400 ris a caia.
Milho de 46 > a 500 ris idea;.
Feo de 1* a 1*500 dem.
%'aporea a entrar
MEZ DE MAIO
Sul..... .... Seguranza......... 22
Norte........ firoz...."......... 22
Europa....... Parahyba......... 23
sul.......... jClide............. 23
Sul.......... Paraguassu'....... 23
Europa....... Iris............... 23
Liverpool..... Jformsr........... 23
Sul.......... Pernambuco....... 24
Eurooa....... Argentina......... 25
Norte........ Vigilancia......... '25
D ordem do Dr. delegado- da iospectoria
eral de trras e coloaisacao neste Estado, faco
poblicj que oo escriptorio desta delegacia rece-
bem se propona* em cartas fechadas, para se-
rem abertas perante os propooenles, s 2 horas
de todo o canoa vial exi tente na propriedade
i. rritorial Soccorro t>ob as segeintes condi-
coes :
1.a Cortadas as canoas, nao lera o arrematante
direito is socas
2.* Nao ser mdemoiaado de algom pequeo
estrago que se teoba de fazcr oo mesmo canna-
vial por occasio oa medico das ierras.
3 Deveri entregar as ma binas e mais per-
leucas do fbrlco de assucar oo mesmo estado
em que receber.
Esciptono da delegacia da inspectora geral
de ierras e colooisaco no Estaao de Pernambu-
co, i 2 de Maio de 1891.
O o facial
A. G. de Gutmao Lobo.
Banco 4$ Ptntaak-
anco
O Banco de Pernambuco
avisa aos seus freguezes e
ao respeitavel corpo do
commrcio, que, a contar
do dia Io de Junho em
diante, so' abonar as con-
tas correntes de movimen-
to jaros a razo de um por
cent ao a#f o, at segun-
do viso.
William M. Webster,
Gemente.
...................-. i
London & Brazilidn Bank
Limited
O London & Brazilian,
Bank Limited avisa ao
respeitavel corpo do com-
mrcio, e a todos os seus
freguezes, que a datar de 1.*
de Junho do corrente anno
em liante, nao abonar mais


de2c
ao
anno as
de movi-
do juros ae z [0
con tas corre ates
ment.
Pernambuco, 1 de Maio
de 1891.
W. H. Biltoiij manager.
EnglishBankofRi*
I Jantiro Ld.
O Englihs Bank of Rio de
Janeiro Limited avisa ao
respeitavel corpo do
mercio e a todos
guezes que do Io de Juuho
do corrente anno e & diante,
nao abonar mais jures so-
bre depsitos em conta cor-
rente.
Pernambuco, 2 de Maio
de 1891.
Thomaz Ellis,
Gerente interino,.
com-
us fre-
Fabrica 4 Estopa
Estando subscriptas
pe-
que
Europa....... Coucordia
Norte....... Mandos .
Sul.......... Trent...
Europa....... Malange
26
30
30
30
Vapores a saklr
HEZ DE MAIO
Sul .........Brazil............. 22
New-York ...
Soutbamptou.
Santos e esc .
Norte........
Sol..........
Santos e esc.
Seguranca ........23 as
Clyde............. 83 as
Parahyba........zi as
Pernambuco....... 25 as
Vigilancia.........26 as
Argentina......... 27 as
sul. -........ Concordia......... 27 as
Southampton. Trent............. 30 as
santos e esc.. Manos........... 31 as
o
3
12
3
B
1
3
o
2
5
SEGUfiOS
MUTUOS CONTRA FOSO
coMpanhla Pheali Per-
uaat bacana
RA DO COMMRCIO N. 46
todas as aec,es,
dimos aquelles
honraram-nos com a
sua assignatura a sa-
tisfazer a Ia entrada
de 30 por cento at
o fim deste mez.
Recife, 15 de Maio
de 1891.
Browns & 0-,
Or "ani sado res.
Aviso aos navegantes
O c.dadao capitao do porto do Estado
do Cear communicoa por telegramma a
capitana do porto deste Estado, que o
pbarol da punta do Mucuripe est parado,
canservando somente um luz fixa.
Capitana do Porto do Estado de Per-
nambuco, 5 de Maio de 1891.
O secretario,
Mario F. de Castro Chaves. *
(real Western of Braz Raifway
Compile Lloiited
Aviso
Estando a liaba inlerrompida entre Naz reih
e TimbaUba devido as grandes chovas e as
chelas consequentes, nao se despachar merca-
dorias s estaces alem da primeira cima men-
cionada, durante oa tres di s vindouros.
Recife. 19 de Maio de 1891,
J. H. Conolly.
Sup^riiendftn'e.
Veneravel
Irmandade do SS. Sacramento da
matriz do Corpo Santo
De conformidade com o qoe dispe o compro-
misso desta irmandale, convido a todos os nos-
cs carissimos irmos para -omparecerem em
osso noosisiorio aomiego 34 do correte, pelas
10 borus da manb, para elegermos a nova m-a
que tem defonecionar no :-nuo de 1891 l892.
Recife, 21 de Maio de 1891.
Caetano Z. S. da Fuate,
Ejcriv& interiao.

.
M

'

-



trio de Pernambuco Sexta
<


i


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HIPPODROMO
HAMPOTlANDI
.

D
PROGRAMMA DA 13/ CORRIDA
QUE SE REALIZAR
omingo, 24 de
A'
M
aio
\me
Pellos
Natura-
lid.
C*r da vesti-
menta
Prop re t a r i o
*> Parto- Marte-1000 metrosCivallos de Puraambu:o, que nao tenham gsoho nos Prados do
Retire, peioiras at- 1 10no mximo e ea8 do Estado. Premi03 : 2004000aol, 40/
ao 2* e' 2O00O ao 3'.
Pirata.
! Fantioa...
Pirahy...
Vloreoo
Z alera
6 riaerio...
8 llflimaoi...
9'Vermoutn
W^jsja____
Preto........
C^stanha ...
Baio........
Castanbo
Rodada......
Rodado......
Casianho
Rodado......
Rosilho......
Pernamb. -
55
35
55
55
55
58
55
55
55
55
A
Encarnado...-........
Branco e a/ul.......
Azul e enc.r d)-----
Azul e branco.......
<
Grenat eazol.........
Encarnado e branco..
Preto eouro......
Encarnado e preto
J.G. C. d'Albuquerque.
M. P. Albuqui'rqut
A. C. de AlbujuerquP.
J J. dos Santos Junio-
4. Ucba.
E. F. de Paiva.
Coud. Perdigan.
B. Tmpora1.
Cood. Fraternidade.
. Condelaria Arraiai.
n'esles
Pareo-dupHer-lOOJmetros-Animaes de Pernambuco que nao tenham ganbo
ltimos 5 mezes. Premios : 200*000 ao Io, 40* ao 2 e 20*000 ao 3.
liThisbe......
| Humilde.....
3 B.inaparle...
4lGerfaut......
Slilercoles.....
'Dublin.....
7
s
9
N
Mouro .
Tapy.-
Sedy ..
Ida.....
5
II
5
5
5
B
5
8
5
5
Pedrez .....
Russo.......
Rodado......
Zaino.......
Rodado.......
Cardo......
AU'zao......
Baio........
Rodado.
Pernamb.
55
57
57
o
57
57
57
53
oo
5!'
Azul e encarnado...
Grenat e nuro.......
uroe preto.........
Azul e encarnado..
Verde e encarnado...
Azul e branco......
Encarnado e uro...
Azul e encarnado....
Violeta e ouro......
Preto e rosa........
J. M. de Abreu.
A T. dos Sanios.
H. L. Silveira.
Coud. Aurora.
J. C. Pinto.
M moel J. G. Miranda.
Coud. Mouriscana
C. E. Reg,
S. Dantas.
Coud. Ida e Volta.
> Pareo-Saturo -i. 100 metrosAnimaes de Pernambuco e pongas que oSo tenham
premios. Premios: 250*000 ao |-, 50*00 ao 2 e 25*000 ao 3
... Pernamb..
ganho
5
Sans-Souci...
Piramon. .
Maunty...
4 ralispher
Sopitanga..
Baio.....
astanoo
R)dado.
58
M
n
5
54
Ouro e branco.......
Amarello e branco....
Ouro e preto.........
Azul e branco.-......
Ouro...............
A. L. Matos.
Coud. Bella Vista..
A. A. F. Tacques.
C>ud. Ricife.
M. B. de Oiiveira.
a. Pareo Mercarlo1.000 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenbam gaobo em da
tonda superior 800 metros nos Prados do Recite at 30 de Novembro oltimo. Pre
mos : 200*000 ae 1, 40*000 ao 2 e 20*000 ao 3o.
Conforme...
2 Vivaz.......
3 5y Boy......
4 Gala........
5 Yambo......
6 Tiberio......
7 Vingador.. .
Russo......
Castanho
Alazo
Castanbo.
ftodado..
Pernamb-.
57
59
55
55
55
55
57
Encarnado e azul....
Greoat, eouro-----,..
Azul, violeta eouro...
Amarello e branco...
En car. ebonet preto.-
Atol e branco......
Ene, e boiet preto .
J Valente.
F. Ramos.
i oud. Provineiana.
Cud. B. Vista.
Coud. i* de Junbo.
E. F. de Paiva
Coud. Io de Janno.
5* Pareovena1450 metrosAnimaes nacionaes at meio sangue que ja tenham corrido
5. pareo- wmjjiwi premjog. ^^ aQ |0 mm aQ ,. e 3WO0O a0 3..
Galilea.....
Tberesopolis.
Aulla.......
13 de Maio..
Cora.........
Davol......
Alazao......
Castanbo ..
Tirdilho ..
Zaino......
Alazo.
S. Paulo .
Paran -
S. Paulo..
56
n
ti
54
n
H
P';o e ouro.........
Ouro e preto........
Ene branco eazul..
Ene. branco e preto..
Preto e encarnado
Encarnado e preto... -
Coud. Fraternidade.
A. Marques.
O. C I Vacan ti.
Coud. Independencia.
Coud. Temeraria.
Coud. Provinciana.
* Pareol rano1.050 metros. Animaes de Pernambuco, que nao tenbam ganbo em malor
distancia. Premios : 200* ao Io, 40* ao 2 e 30*000 ao 3.
ifVivaz ......
SJTelegramma.
Duthn.....
4[Pyrilampo -
51 Mirante......
Phariseu.....
7 Potos......
81 Lucifer......
Castanho.
Russo.....
Cardao...
Tordilho..
Castanbo
Pernamb
Rodado
54 IGrenat e ouro........
54 (Verde e encarnado. -.
54
54
5i
54
56
56
Azul e braoc >......
Ouro e preto........
Encarnado e ouro...
Azul e encarnado
Azul e branco.....
Verde e amarello..
F. Ramos.
Coud. 24 de Maio.
M. I. G. de Miranda.
Joaquina E. Ferreira.
Coud. Mouriscana.
R. Costa.
E. P. de Paiva.
A. Doto.
I
PROJElTO DE INSCRIPCAO
Para a 16.* corrida relizar-se no dia 31 de)
Maio de 1891
1." PAREO 31 de Malo1,000 metros.Animaes de Pernambuco que nSo te
nham ganho premios nos prados do Kecire e eguas deste Estado.
phbmios : 2004000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 20|J000 ao
terceiro.
2.8 PAREO Cruzeiro 1,400 metrosAnimaes pungaB e animaes pelludos,
que nao tenham ganho premios em 1890 e 1891. premios 20OfJ0O0,
ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
3. PAREOEstlMlulo1,050 -metros.Animaes de Pernambuco que nao te-
nham gao- o em maior distancia nos prados do Kecife. premios :
2000000 ao primeiro, 40)5000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
4. PAREOTeMlerarla1,600 metrosAnimaes nacioaaes. premios : 3000000
ao primeiro, 1000000 ao segundo e 310000 ao terceiro.
5. PAREO Internacional1,000 metros STEEPLE CHASSAnimaes de
Pernambuco. pbemios : 4000000 ao primeiro, 800000 ao segundo e
405000 ao terceiro.
6. PAREO Prauo Peraaanbacaao 1,850 metros Animaes de puro
sangue. premios 50 ;0OOO ao primeiro, 1000000 ao segundo e 500000
ao terceiro.
7. PAREOlaido1,050 metros.Cavallos de Pernambuco, que nao tenham
ganho premios nestes ltimos 6 meses, premios : 2000000 ao pri-
meiro, 404000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
OBSERVARES'
De accordo com o art. 5. do Cdigo de Corridas, nSo srSo admittidos
s inscripcSo no pareo 31 de Maio a egua Ida, no pareo Inicio os animaes Pyrilampo
" Pi ramm
Menhum pareo se realisar sem que se inscrevam pelo menos 5 animaes de 3
propietarios differentes.
A inscripcSo encerrar se h terca-feira, 26 do correte, s 6 horas da tarde,
na secretar a do Prado, a ra Duque de Caxias, n. 70, 1. andar.
Recife, 21 de Maio de 1891.
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes Gauches.
$ 59:^00.000
I 203:826.107
7.' Pareo* 4 de
eguas
Malo 1.000 metros.Cavallos que nao tenham nabo no Hippodromo e
do EsUdo. Premios : 200*000 ao 1, 40*000 ao 2 e 20*003 ao 3".
I Gala.
2
3
4
Tudo......
Marojo......
Pirata ......
ss.-jt........
Niclberoy...
Clyd........
Cyclone-.. -.
Alazao.....[Pernamb..
Baio........I
Rodado.....I
Preto.....
Baio......
Castanho..
Rodado....
55
55
55
55
53
55
55
55
Amarello e branco.
Amarello e encarnado
Azul e br.neo ......
Encarnado..........
Violeta e ouro......
Ouro e preto........
vaarelfoe preto.....
Oud. Bella Vista.
Antonio P. de B uto.
Aotonio M. Costa.
J. G. C. d'Alboquerque.
S. Dan us.
A- A. F. Taques.
D. P.
i es rujan n amarello Coudelaria Fragoso.
OBSERVARES
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo deverSo achar-se no ensilhamenti
as 9 1/2 horas da manhS. ,
Os forfait serSo re cbidos at sabbado, 23 do corrente,s 3 horas da tarde, ni.
Secretaria do Hippodromo.
Os iockeya que nao se apresentarem convenientemente trajados com as coree
adoptadas no programma por seus patrCes, nSo serlo admittidos pesagem, e sera^
mitades de accordo com o art. 51 do Cdigo de 'Corridas.
Chamamos a attencao dos Srs propietarios e jockeys para os arta. 46, 47 e seus
|, e o art. 48 do cdigo de corridas.
Recife, 21 de Maio de 1891. # y
O secretario,
Herminio E. de Figuredo.
m ______________.
Confrasia
DO
Senhor -om Jess k Viasaera da
igrejt da Santa Cruz
De ordem da mesa regedora desta contraria,
convido a todos os nosos carissimos lrmao-
para comparecerem, paramentados dos seus ha
bitos, em nossa ig'rja no domingo 24 do corren
te, pelas 3 horas da tar e, afim d encorporados,
irmos acompaubar a procisaao da Santissima
Triodade, que tem de abir do convento de S.
Francisco, para a qual tivemos o honroso convite
da mesma confraria.
0 escrivao,
J. Vieira._______^^
AssociaQao Commercial
Agrcola
D- ordem do Sr. prndente desta assoclacSo,
de novo convido os senhores socios da menna a
te reunirem em assembla geral na respectiva
de s iO horas 'la m.nb de 25 do co-ren e,
ama hora depois da marcada fnnecionar a as-
sembla com os socios que comparecer seji qual
for o numero delles. m
Secreuria da Associagao Agncol? de P aco,2i de Maio de 1891.-0 seiretano,
B- Poatoal._________
S.Jos da Afona
De orde n da mesn regedora, conwido a todo.-,
s innaos a comparecen-m em nosso consistorio
pelar 3 horas da tarde de domingo Si do cor
rente, para acompanbarmos a prociseao da ce-
lestial contraria da SS. Trindade, para a qual
-avemf>s convite.
Antonio los Raaos,
Secretario.
Irmao lade do Divino Es-
pirito Santo do Recife
De ordem do irmao Juiz convido a to-
dos os nossos carissimos irmaos a compa-
recerem em noBsa igreja, domingo 24 do
crrante, pelas 2 1[2 horas da tarde, afim
de incorporados irmos acompanhar a pro-
ciaaio das tres pessoas da Santissima
Trindade que aahir da igreja dos religio
sos de Santo Antonio, para a que fomoa
convidados.
Consistorio, 21 de Maio de 1891.
Antonio Magalhea da Silva.
Ex JuizEscrivao.
Club Pastoril Olia
dense
De ordena do 5r. presidente, convido a todos
os socios deste club, para reunir se no dia 21 do
correte, s 3 horas da tarde, em sua sede ra
Barao de Vera Cruz n. 20, em sessao extraordi-
naiia.
1 secretario,
Benedicto Monte Pinho.
Aviso aos navegantes
PAROL DE MCUtllPE
Pela Capitana do Porto do Cara foi commu-
nicado por tetegramma, qna aquello pbarol
acha se prompto e funecioaando como anterior-
mente. .
Capiunia do Porto do Estado de Pernambu-
co, 21 de Maio de 1891.
O secretario,
Mario F. de Castro Chaves.
Junta Commercial
Pela secretaria desta junta se fas publi-
co, na confonnic'ade do art. 29 do decre-
to n- 596 de 19 de Julho de 1890, que
do periodo de 14 a 20 do corren te toram
archivados os seguintes contractos :
Dof Antonio 'Jasado de Araujo Caval-
cante e Manoel Antonio de Oliveira, para
o commercio de armarinho nesta pra^i
ra Duque de Caxias n* 109, com o ca-
pital de 9:6000000, aob a firma de Casa-
do & Oliveira.
De Manoel da Silva Maia e um com-
manditario, para o commercio de commis-
8<5es e oonsiguacSes nesta praca, com o
capitel de 20J:t 000, sendo 100:0000 do
commanditario, sob a firma de M. Maia
&c.
De Antonio Joaquina CascSo, Jos Lo-
pes de Oliveira e Antonio Carneiro Fer-
reira Torres, para o commercio de gene
ros de estiva nacioaaes e estrangei.os nes
te praca, ra de Domingos Jos Mir-
tina n. 43, com o capital da 6:5000309,
sob a firma de Antonio Joaquim Cselo
& C.
Secretaria da Junte Commercial do Re-
cife, 21 de Maio de 1891.
O secretario,
Benedicto Palha.
roraeciaaeato de alloaentafSo
a Immlgrantes
De ordem do Sr. Delegado de trras e
celonisacao taco publico que recebem-se
propostas em cartas fechadas e estempi-
1 hadas at aa 2 horas do dia 31 do cor-
rente mes, as quaes serSo abertes em pre
senca dos intereaaados ou dos seus procu-
radores, para fornecimento de al i menta
cao a immigrantes que chegarem este
cidade durante o resto deste auno, sob as
seguintes condicSes :
A alimentasao constar do segointe :
s 7 horas da manhS cada immigrante re-
cebera urna caneca com caf e pao ; s
10 ter lugar o almo9o constando de car-
ne verde guisada ou bacalhau, arros e
pao ; s 4 horas o janter, ;que ser com-
posto de sopa de arroz ou pao, carne co-
sida com verduras, ang de milho e ba-
nanas, e s 7 hori.s lhe ser fornecido
caf com pSo ou bolacha.
2
Os precos para a alimentado forneci-
da, como indica a condicao : r.a, serio
separados, e relativo ao adultos e aos
individuos de 3 a 10 annos de idade, e
para os menores de 3 anuos ser gra
taita.
3.1
O pagamento desse servico ser feito
por pessoa e por da, devendo o oontrao-
tador fornecer a alimentacao nao & nesta
cidade, como tambena nes ncleos colo-
niaes Suaasun* e Soccorro, receoendo para
isso aviso previo do numero de individuos
com suas idades e os lugares em que ter
de fornecer.
4.
Os gneros alimenticios deverao ser de
boa qualidade, obrigando se o fornecedor
a substituir por outros os que forem re-
geitedos pelo fiscal do contracto.
5.*
Os pagamentos serao mensaes e terao
lugar lego que forem processadas as res
peetivas oontes pela Thesoqraria de Fa-
Benda.
6.a
NSo aerlo aceites as propostas que nao
forem assignadaa e as firmas recooheci-
das, por pessoas qoe tenham recursos seus
ou de outros para bem cumprir o contra-
ata.
7."
As propoBtas, que forem presentadas
por individuos que tenham deixado de
cumprir obrigajSes idnticas com o go-
verno, nao serao aceites.
8.
O licitante cuja proposta f6r preferida,
ter de depositar na Thesouraria de Fa-
aenda a quantia de 3:0000000, para ga-
ranta do seu contracto, antes de assi
nal-o.
9o
Correr por eonte do oontractedor so-
monte o trem de coiinha, que julganr e-
oessario.
10
A alimentacao aera fornecida de accor-
do com a seguate tabella, para um adal-
to ; e metede dos gneros nella especifi-
cada para o individuo de 3 a 10 onnos
de idade, e sendo muitos ob immigrantes,
que desde Junho prximo futuro deverao
eotrar para este Estado, ter o contracte-
dor mar ge m para auferir lucros ventajo-
sos.
Carne verde 450 grammas.
Arroz 150 idem.
Fub de milho 160 idom.
Po 4i0 idem.
Toucinho 30 idem.
Assucar branco 60 idem.
Cafe moido 30 idem.
Sal 20 idem.
Verduras 60 ris.
Bananas 2.
Lenha 2 achas.
Secretaria da delegada de Trras e
Colonisac,ao no Estado de Pernambuco,
21 de Maio de 1891.
O official.
Arsenal de Cuerra
O conselho de compras d'este Arsenal
receber propostas no dia 2 do corrente
at s 10 horas da manha, para a entrega
de prompto da totelidade de cada um dos
artigos abaixo mencionados, ou para urna
paite d'ella.
Algodo para bolsos, metro 2 000
Dito para ceroulas, dito 3.000.
Dita morim para camisas, dito 8.000.
Dito enfiestado para lenceB, dito 700.
Aniagem, dito 1,200.
Brim branco liso, dito 8000.
Dito escuro trancado, dito 8000.
BotSes pequeos branco, de osso 2 000.
Colchetes pretos grandes, pares 3.000.
Colche tes pretos pequeos, pares 3000.
CordSo de 15 encarnada, metros 8.000.
Ganga encarnada, metros 150.
Hollanda para forro, dito 6 000.
Morim regular, dito 127,5.
Panno encarnado, dito 300.
Pe les de carneiros,400
ObservacSes
As propostes que deverSo ser em du
plicate e com relagao a cada especie, tra-
rao no alto o nome do proponente, a indi-
caco da casa commerci-l e declaracSo
expressa de sujeitar-se o proponente a
multe de 5 |0 caso recuse assignar o con-
tra, to. O oonhecimento do imposto de
industria e profiseo do semestre corrente
ser o documento que habilitar o propo-
nente a conveniencia.
Secretaria do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambuco, 20 de Maio de
1891.
Gupalo Attico Lima.
Amanuense interino.
SEGURO DE
A COMPANHA
.' EQUITATIVA
Lendo no Diario de hontem, 5 do cor-
rate, una transcripcao com referencia a
Companhia de Seguro de Vida New-York
Life e tendo recebido o Equitable Record
passamos afazer eorirparaces:
O New-York Life diz que
os seus seguros novos du-
rante 1890 foi
A Equitativa foi
Diz mais aquella Compa-
nhia que a importancia de
seguros em vigor no fim
do annoera
A Equitativa somma em
Notamos que o augmento
nos seguros novos de......
1890 para o armo ante*
rior foi da New-York
Life
Emquanto o augmento da
Equitativa era
Estas cifras sao significativas da grande
confianza depositada na Companhia Equi-
tativa, e com razo.
i
569:338.726
720:662.473
8:456.977
28:562.007
BANGO EHUSSOR
DE
PERNAMBUCO
RA DO COMMERCIO N. 38
Capital subscripto 20:000:000^000
Reaiisado 4:000:000^000
E fe c tu a todas as transaccoes bancarias.
Compra e vende saque sobre todas as pracas
da Repblica.
Carteira hypothecaria ser brevemente ini-
ciada.
Empresta SOb garantas de quaesquer effei-
tos que representem valor real.
Recebe dinheiros em deposito por letra a pra-
zo fixo ou em conta corrente de movimento, s se-
guintes taxas
Em conta de movimento
A prazc de 3 5 mezes
A prazo de 6 12 mezes
Recife, 14 de Marco de 1891.
/

Companhia Ferro Carril de
Pernambuco
AVISO
Teodo de ser ligada' a aova linha da ponte
Buarque de Macedo i de Santo Amaro, 03 carros
desta iro amanha at o meio di, mais ou me
nos, em aire lora ponte da Boa Vista, para se-
goirem pela ra da Aurora. Os carros da linha
circu, r farao o mesmo trajelo at a estacao da
linha deOlioda e regressaro d'alli pela mesma
via. Recife, SI de Maio de 891.
Felippe de A Sampaio,
Gerente.____________
Club Internacional do
Recife
Bt-uaio familiar
Convida se toaos os socios e soas Exmas. fa-
milias para a reuniao familiar qne deve ter lu-
gar na noite de quarta feira 27 do corrente.
0 director,
G. Dabens.
Tnesouraria de Fazenda
SnhsytiileSo de netas
De ordenido cidadao Dr. inspector, e
cando em maos o telegramma da inspecto-
ra da Caixa de Amortisacjlo de 6 do cor-
rente, fago publico que se acha prorogado
at 30 de Junho prximo futuro o praso
para a subatituicfto sem descont das no>
tas de 505 e 10 da 5 estampa.
Em 9 de Marco de 1891.
O secretario da wat,
Dr. .nJonto Jto de Sant'Anna.
Thesouraria de Fazenda
Recolnimento de utas
De ordem do cidadio Dr. inspector e em vista
do telegramma do Sr. ministro da fazenda de 29
do mes prximo findo, faco publico para os de-
vidos effeitoa, que a Junta administrativa da
Caixa de Amortisacao resolven qne sejam reco-
ladas no praso improrogavel de seis metes a
contar de boje as notas de 500*000 emittidas
pelo Banco oiao de S. Paulo, ficando sem valor
as que deixarem de ser apreseniadas ao troco no
diio Banco dentro d'egg- praso na forma do art.
115 do decreto n 1028J de 6 de Jnlbo de 1889-
Em 1 de Maio de 1891.
O secretario da junta,
Dr. Antooio Jos de Sant'Anoa.
Juizo dos fetos da fa-
zenda do Estado
Carturio do esem R^o Lira
No dia 29 do corrente mez depois da
audiencia do Dr. jui substituto serSo ar
rematados em praca publica por quem
mais der os bens seguintes :
Freguezia de Santo Antonio
ArmacSo de pinhi de resina, pintada e
balcao pequeo da mesma madeira, ava-
llados em 80^000, existentes a roa do
Viscosde de Inhama, e pertencentes a
Faria & C, e vao a praca por execujfio
que contra estes move a fazenda do Es
tado.
ArmacSo de pinho pintada, balcao, temo
de pesos e medidas, existentes no estabe-
lecimento n. 30 a ra di Santa Thereza,
pertenceate a Rodrigues dos Santos & C.
avahados em 10001 00, i vao a praca por
execucSo da mesma fazenda do Estado.
Freguezia de S. Jos
ArmacSo de loaro, pintado e balcSo de
amarello em bom estado, no estabeleci-
mento n. 25 A no, largo do Mercado,
pertencente a Antonio Paulo Botelho, a
qnem foram penhorados por execucSo da
mesma faaenda.
Pregueaia de Afogadoa
ArmacSo e balcao de pinho, 4 bacas e
5 bahs de flandres, que se acham no es-
! tabelecimento que existe no Beco da Fa-
brica de Tecidos, pertencente a Silvino
'. Juvencio avahados em 6O0COO, e vSo a
' praca por execucSo de dita fazenda.
ArmacSo de pinho e amarello e balcao
tambem de pinho, sendo parte daquella
envidracada e usada, temo de pesos e
medidas, existentes na taveraa n. 144 na
Estrada Nova, fronteira a estacSo da via
frrea do Cordairo, pertencentes a Her.
mina Mara da Bocha, avahados em
1000000 e vao a praca por excecucS da
mencionada fazenda.
Freguuzia do Poco
ArmacSo e balcao de pinho em bom
estado, 3 caixSes para deposito de vveres,
balanca de estanho em mo estado e pe-
queo, terao de pesos, um quinto e duas
ancoretas, tudo existente no estabeleci-
mento n. 17, no lugar Casa Forte, per-
tencente a Agapito Al ves Lourenco, e vSo
a praca por execucSo da mesma fazenda.
Recife, 15 de Maio de 1891.
O solicitador,
Retio Tolentino de B. Lima.
Attencao
O Banco Popular vende
libras esterlinas
Companhia
Pernanibacana de Navegado
Costera a vapor
Nao se tendo concluido, em vista da hora
adiantad os trabalhos da assembla geral de
11 do corrente, pelo qne foi suspensa e adiada,
sao convidados os eeonores accionistas a reuni-
rem se de novo na prxima segunda feira 25 di
andante, ao meio dia, na sede da companhia,
afim de conclu^em os meamos trabalhes.
0 lim da renniao discutir e votar a reforma
dos estatuios, assim como deliberar sobre as
medidas necessaria3 piaa a realisac5o,dos me
lboramentos qoe visam os novos estatutos.
Pede se encarecidamente o com pare cimento
dos senbores accionistas, pois tratase de as-
suirpto de interesse vital para a companhia.
' Recite. 19 de Maio de 1891.
Os directores,
Manoel Joao de Araorim.
CeciaBO Mamede a. Ferreira.
Sebastiao Lopes Goimares.
a eeretarla 8aa*a Caaa de Bll
aerscordla alngaza ae aa aesalztsea
*** ^ M
/lgario Tenorio Io andar n.
Sorgos, terrea n. 51
uapa n. 1 ,_.
ilua Imperial casa terrea n. lol
imorim n. 47
?ateo do Paraizo n. 29 2* andar
Coronel Sas3Uoa,8onrado n. 43
Etna Imperial loja n 159
Ra do Amor m armaxem. n. 60
Bncantameo o loJa n. 11.
Etna do Bom Jess n. 29 2." andar.
Ra de Duar e Caclho, em Olinda casa
trra n. 7
Ra Novan 10 iUem.
OOCO
12MO0
12*00C
254000
58*33(
20M0C
901001
KWMKi
20*000
304000
204000
54000
4000

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Pela Inspectoj | djfeS ^fandf ga g
pablioo que a*T MflfcftdU^3 d rente mea serao venaTaXs em 9. prac>
a porta deBta Repartic&o as mercadori
abaixo declaradas.
Armazem 11. 2
Manoel dos Santos ArajoUm pacote
B. 9 vindo de Liverpool noVaporjnglaj
contendo amostras sem valor.*
Armazem n. 7
Marca diamante VBR P. ao lado.
Doze altados viudos de Liverppool no va-
Sor ingles Marier em 23 de Dezembro
e 1889 cecsignadoa a Tavares Martina
4 C. contendo 'obras de ferro fundidos
simples pesando 438 kilogrammai.
Pernambuco 100 caixas na. TilOO .de
Liverpool no vapor ingles Scholar em 18
de Marco de 1890 a Rodrigues d IrmSo,
contend sal refinado de cosinha, pesan-
do nos involtorios de papel 3.300 kilo-
Marca V. iaDguIo D. A. V. 7 barricas
iis. Ii7- de Southamrton no vapor ingles
Atractb em 2 de Agosto de 18S9 a A. B.
Turgem contendo cadinbos de barro para
fabrica de \idro (quebrados).
APC. 2 caixas n. 353b[3538 de Li-
verpool no vapor inglez Luiz em 10 de
Dezembro de 1887 a viuva de Antonio
Pereirada Cunha coatendo 333 kilogram-
mas de papel em folhas para cigarros.
AL'Rem baixo. 1 caixa n. 2444 de
do Havre no vapor trance^. cVille de S.
Nicols em lo de Dezembro de 1889
contendo livros usados.
CSC. 5 fardos ns. 1425J6 e 14258
de Hamburgo no vapo- allemSo Argn
tino em 15 de Noveinbro de 1888 con-
tendo papel cart2o em folhas pesando li-
quido 597 kilogrammas.
HMCA. contra marca R. 4 fardo DJ,
6050j3 de Hamborgo no vapor alenlo
cArgentino em 9 de Setembro de 1890
a ordem, contendo 922 kilogrammas l-
quidos de papelao nao especificado.
GLAC 2 grades n. 4254|5 do Ha
vre no, vapor ftancez Ville de Santos
m 10 de Setembro de 1889 consignadas a
G. Laporte contendo 36 duzias de arcos de
madera para pneira.
J. 1 caixa sem numero de Hamburgo
no vapor allemao Tijuca em 23 de Fe-
vereiro de 1890 (nSo consta a entrada)
contendo 33 centos de charutos e 4 kilo-
grammas de tumo desfiado.
ES. 1 fardo n. 153 de Hamburgo no
vapor allemao Liajabin em 31 de Maio
de 1889 a Eu ge r.u> Sajnico., contengo 26
kiicgrammas de papelo nao especitqadp
CBC. 1 barril sem numero vindo no
vapor americano Fr-n'-'e em 20 de No-
vombro de 1889 completamente estra-
gado.
GMS. 20 barricas n. 10903^3 de, Ham-
burgo no vapor allemao Argentino em
9 de Setembro de 1889 a ordem conten-
do carbonato de potassa purificado, pecan-
do liqujdo 10089 kilojrammac.
2.a Secc da Altandega de Pernambu-
co, 20 dq.M^i^dP, '891-,
O chefe,
Vulpiano Cavalcante de Araujo.
Mu de Santo Antonio
Teneravel Irmandade do 89.
Sacramento
eliVJao
De conformidade com as dispusieses do
compromiaao convido aos irm&os desta ve-
neravel irmandade a comparecerem em
nosso consistorio s 11 horas da manhS
do dia 24 do crreme para o fim de
proceder-se a eleiySo da meza regedora
para o anno compromissal de 1891 a
1892.
Consistorio, 21 de Maio de 1891.
Alfredo Leal Rtis.
Escrivao.
W felilfliil Glpy
Limie
aviso
Etlando a liuba franca entre Nazarelh e Tim
baba Vigorar o trfe.o de hoje em diaole.
Recite 21 de Maio de 1891.
J.U. Conolly,
Superintendente.
Libras esterlinas
Vende-sq no
Banco Emissor de Prnan>lMJCO
itua do Commercio n. 38
recibo da thesourana de'
OJO*
14 0.9MePe5JPfrl0
(real Wcsiein o lm\ Compa
ny LimiN
AVISO
Pelo presente sao coovidados 03 Srs. accionis
tas a yirem receber no escriptorio ceotraj a 24."
istribuigo das cautelas de ju-.m corresponden-
tes ao semestre lindo em 31 de Dezembro de
1890.
Escriptorio central em 21 de Maio de 1891.
J. i. Conolly,
Superintendente.
Estrada de Perro Cen-
tral de Pernambuco
ED1TAI.
De ordem do Sr. director engenheiro
hefe faz se publico que at s 12 horas
do dia 27 do correte mez recebem-se
propostas para a imprsssSo, por contracto,
de 250 exemplares de cada um do* regu-
lamentos, seguintes:
1." InstrucySes reglamentares para o
transporte de passageiros e mercadoria.
2.* Tarifas para transporte de passa-
geiros, bagagens, encommendas, animaos
e mercadorias.
3/ Hegulamento para o pessoal do mo-
vate nto.
4.a Be^tdamento das estafes.
Os prflonentes poderlo verificar na se
retara os diversos r.gu lamentos a im
primir.
Aj prpjDOstas, que virio em cartas le-
M/le
'Mjp sendo acceda a
^aaaigaar re8?ecliv
Secretaria da Estrada ao Trro Central
de Pernambu30, 30 de Haio de 1891.
Aguitino Coutinho B. da Silva.
Secretario,
Gompaobia t Sfgnrs
ftitliin&t i* pi*k*
AOEfTK
Migniiel Jas Alyqs
I*. *In fio Iom Jeeae N.
SEGUROS "MARITIMPS E TERRESTRES
Nestes ltimos' seguios a nica companhia
1 esta praca que concede aos Srs. segurados semp
;o de pagamento de premio em cada, t
mno.'o que equivale ao fleconto animal di
.a de l(f por cato em lavor dos segurado?
SEGUIOS CfrTIA FOfiO
EDIFIQOS.E MERCAt)ORIAS
TAXA8 BAIXA8
Prornpto pagamento de prejuiMot
SEM DESCONT
A C OflIMIlI %
IMPERIAL
DE LO\DREM
Estabelecida em 1803
CAPITAL Rs. 1 ,000:000*000
AGENTES BROWNS & C.
N. 5-RA DO GOMMERCIO-N. 5
London & Brasilian Bank
Limited
Rua do Commercio n. 32
Sacca por'todos os vapores sobre as ca
.uj do mesmo banco em Portugal sendo
sm Lisboa ra dos Capelliatas n. 75. No
Porto, ra dos Jnglezes.
Companljta t cguror
NrtperQ
de Londres e Aberdeen
'osicao fipaoceira
Capital subscripto 3.780,000
Fundos aecuroalados 3.000,00C
ftecelta aanual :
De premios corjtra fogo 626,000
Oe premios sobre vidas > 208,000
De uros 155,000,
O AGENTE,
Jok a. Bosnpe
INDEMNISADORA
Cnni^nhia, de Segaros
MARITD'OS E Tr.iRESTRES
tmahfUriJa e.n 16
KMlado floantclio em 31 de De
" zembro de ^tS,
Capital 1,000:0001001)
Fondo de reserva 110:376*000
Sicisjros pagos, 1,77^1^1100,
44Ra do Commercio44
ilONTH-A P0G0
he Liverpool i lendon i Globe
INaURA213E CQMPAlf-
Ra do Commercio
SGtllftQ (itMRA FOGO
Royal Insurance Compan^
de Liverpool
* 4i 1 i VI. .000:000
AGENTB8
R. Drusina &?. G.
I i-Roa SIattuiez de OUada-13
MARTIMOS
Companbla HTiiambucana de Na
vrt*cao(ui(elra por Vapor
Esta compaobia mantea) as seguintes linhat
Rulares de nevegaca:
Norte, tocaodo nos portos da Parabyba, Natal,
aco, Mossor, Aracatv e Fortaleza, parando
leste porto um vapor a 6 e SI de cada mes.
Sul, cot) escala peles portes e Macei, Pne-
lo, Aracaj, EstaDcia e Bahia, sahindo deste
jorto a 9 e 24 de cada mes.
Fernando de Norenha, partida no meiado de
oes.
Rio Foj-moso e Tayandar* sabida a 28.
Rio de Janeiro, (dfreciamtnie) pane o vapor
le 25 a :iu do jOiez.
Rio Grande', do Su, {viagem directa) sane de
(5 a 20 do mes.
Tsdos os, vapore^ sao noves,, Uyn excellen tes
iccommodac&es para paRgageiros e para carga,
4 os pre'yos sao muito reduzidos.
Os passageirqs eoconlram, apar do bom tra-
amento, todo o coolort desejavel a tordo de
ira vapor.
Os vapores que tazem as viagens ao Rio de
ianeiro, alm de terem todo o que se encentra
ios vapores modernos., ateresce qoe fas a va
em em qnatre dias e o preco de passagene
ia !. classe 60*000.
O vapor empregado na viagem para o Rio
irande do Sol e snente para carga, e tem. o
alado adequado a eolrar no porto daquelle Es
ado em qualquer occasiio.
Recebe se engajamento de carga por qnanti
lade lixa para todas as viagens.
Outrosim, a companbia expedir vapores ex
raordinarios desde qoe baja carga para o eaga
amento complejo de um vapor.
Escriptorio, da Compasbia Pernambucana
i.ll.
Lloyd
kMK
Brasilero
POKTOS DO NORTE
O vapor Brazil
ommandante o capitSo de fragata Podre
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do norte
at o dia 22 de Haio, e- se-
guu- depois da dtmora do eos
turne para
Espirito-Santo e Rio do
Janeiro.
a a baldeur no Rio de Janeiro,
Paranagu, An
tonina, S. Francisco! Itajaoj, Sania Catharina,
Rio Grande do Sul, Pclo.as e Porta Alegr.
As encommendas sero itcebidas ate 4 ora
da larde, do d* da aabida, no trapiche Barbosa
qo Jr^o do Corpo santo, n 11.
Pifa passageos, iretes eencommendas e d-
saeiro trata-se com os AGERTBS.
Ificei.
Recebe carga
para Sanio. Canao^, Igoape,_
mua mi ji
O vapor Pernambuco
Commandante Roberto Rip_
E' esperado dos portos do lu
da 24 de Halo sef-'
da demora necessana
Sexta-
?aranyba,
lyba, Natal, Cear, Amarracio, Ma-
ranhao, Para, Obidos e Maoos
As encommendas sero recebidas at 1 hora
lo Urde do dia da sabida, no trapiche Barbse
io largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sna attenci
ara a clausula 10* dos conhecimeatos, que
No caso de baver alguma reclamtao contra ;
om pantiia, por a va na ou perda,:deve ser feiti
>or escripto ao agente respectivo do porto d;
!escarga, dentro de tres das depois de Bnali
ada
Nao procedendo esta formalidade a companan
lea isenta de toda a responsabilidade. *
Para passa^ers, frates e encommendas tra
n-se cornos
AGENTES
:rera CarneiroSc G
'w-ua do Comjnrcio*em6
i" ac-r
co
ANMIA
PEBSAMICA\4
Di
%Tega?io costelra por. vapor
PORTOS LX)SL
Maci,' Penedo, Aracaj, Estancia
e Bahia
O vapor JTneuhype
Commandante Carvalho
Segu no dia 26 do correte ai
5 horas da tarde. Recebe car
?ga, encommendas, passagens e
dinheiros afrete, at s 2 ho-as
'da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
A Cae da Companhia Pernambucana
n. 12
Pacific Steam Navigation/
Companv
STRATTSOFMAGELLAN UNE
O paquete Iberia
Espera-se da Europa at o
dia 31 de Maioe seguir de-
pois da demora do costme
para Valparaso com escala
por
Balda. Rio de JameSro e MontewtMo
Para carga, passageiros, encommendas e ri.i-
aoeiro a freve: trata-se com os
AGENTES
Msod, Sons C, Limiled
tORA DO COMMERCIO10
ni rea Maies and Brazil
M. S. S. C,
O vapor Seguranca
E' esperado dos portos do sul
at o dia 22 de Maio seguindo
depois da demora necessaria
para o
tlaranho. Para, Barbados, S.
Thomaz, e \ew York
Para carga, passagens, encommendas e -ii-
nheiro a frete trata-se com os AGENTES.
O vapor Vigilancia
E' esperado dos portos do
norte al o dia 25 do cor-
rete, seguindo depois da
, .d e m or a indispeasavel
para a
Baha, Rio. de Ianeiro, e Santos
Para carga, passagens, eacommendas e di-
nheiro a (rete : trata e com os,
Henry Forstcr & C.
8fi'ta do Commercio8
Io andar
Hpyal Maii S^eam Packei
Company
O vapor (?ljde
E' esperado dos
portos do sul no
dia 23 do corre-
te e depois da
da demora indis'
jensave sepir para
. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
thamptou
Paracarga, passagens. encommendas e di-
ibeiro a frete:. trata-se com Os AGENTES.
O vapor Trent
E' esperado dos portos de
sul at dia 30 de Maio
seguindo depois da de-
mora do costme para
Lisboa, Vigo e Santhampton
Reduccao de paetagui*
Ida IdaevoUi
4'tiaboa lclaa80 20 i 30
i' Sonthampton 1* classe 18 i 41
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambnco.
Para passagens, fretes, eiicommenda^, trat^-se
cornos
. A.TS
4 m or ni Ir mo s & C.
N.3Ra do Bou JessN- 3
a vapor
o Havre, Lisboa'
Rio de Janeiro e
CHARGEURS REUNS
Companbla Francia
... rWW*
Linba qmnzenal entre
Pernambuco, Babia,
Santos.
O vapor Farahyba
Commandante Voisin
E'esperado da Europa at o dia
23 de Maio seguindo depoif
da iudispensavel demora^ pari
Rio de Janeiro, Santos a
Rio da Prata
Para carga, passagem, encommendas e di-
aheiro a fretetra fa-se, coiff o AGWTE.
O vapor Concordia
Commandante Thebault
Espera-se da Europa at o da
26, de Maio e seguir de.
pois da demora do costme pan.
Baha", Rio de Janeiro e Santo
Roga-seaos Srs. importadores, de car,,- pe ot
'apores desU linha, queiram apreaeatar d en U t
le 6 das a contar do da descarga das airare f
raalquer rclamaao cncemnjie a Volum' qat
pofreotnra tenham seguido para os poftos di

deaCIas necessapaa.
g^p;rjuto<\ "flfrint'P iv? V f '"Tlf'M"""1 n^" at
espnsSbinia por' extraVios.
Para car, passagens, encommendas di
aneiro a'frete : trata- e com o
AGENTE
Afuste M^lk
RA DO COMMERCIO -ft
ilMiCK
Ma Real i orlogneza
Vapor Malange
E' esperado aqoi, at o dia 30
do correte, e-te paqoete illo-
minadp a luz elctrica, da Mala
'Real Portupuea, qoe depois da
indispensavel demora seguir para
Babia, filo de Janeiro e Santos
Re-ervam se us passagens para a Europa, at
a passagem do paquete por este porto, para os
do sf7 u "'^wr
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se com os ^
AGENTES
Per* ira Caradro i C.
6RA DO CQMMERQIQ6
1* andar
Companhia Brazikira/le Es-
tradas de Ferro e Navega-
do do Norte do Brasil.
O vapor ri,
E' esperado da Europa at o dia
24 de Maio e depois da de
mora necessaria seguir para o
O d s tlaue ro
Para alguma carga, encommendas, valores e
passageiros, para os quaes tem muito boas ac
commodacOes trata se com os
AGENTES
Amor}it\ & C.
Ra do Vieconde de Itaparica n. 26
EILOES
Leilo
Oe 50 caixas cem batatas novas ebegadas l-
timamente, 10 barns com vinbo braoco. i pren-
ca para espremer caj. 1 prenca e banco para
copiar, 1 carteira e estrado, 1 iteiro para bal-
cao, 2 empanadas de pan 1 dita de rame para
porta, 2 cpfres novos prova de fogo e 2 barri-
cOes com cbamios.
Hpje, S t do correte
A's 11 horas
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
POR INTERVENQAO DO AGENTE
_____Chismeo______
Agente Britto
De piano e bons movis
Em continuac&o
Ra Imperatriz n. 17 2* andar
Urna mobilia de Jacaranda a Luiz XIV, 2 ditas
de amarello, i toilette, 1 bidet, 1 cama fraoceza,
i dita de ferro ccn last-o de rame, 2 commo-
das, 1 guarda-vestidos. 2 marquezes largo, e es-
treito, cabido de columna parde, 1 estante
envidrcada para livros, 1 carteira com estante, 2
carrinbos para crianzas. 1 mesa elstica, 1 dita
grande de amarello, 2 apparaderes, 1 guarda
louca, 1 lavatorio, 1 espelho oval. 12cadeiras de
iune,'12 -adeiras americanas novas, I machina
para costura, 1 salva be prata, caodiciros para
kerozene, louca de porcelana e p de pedra para
almoc ejaultar, copos, calix, tapetes, talheres,
colberes, bandejas, bacas^ trem de, cosipba e
outro&mitos objectosj que aSo se venderam
dia 18 por causa Ja ebuva.
Sabpado, 83de Halo
A'S 10 1|2 HORAS
no
Agente Burlamaqui
Leilo
Srgun la-felra, do corrente
A's 11 horaa
De uma armacSo e fazendas de alfaiataria
ra do Rangel o. 26
0 ageste cima, por mandado e assistencia do
Dr. juiz substituto do commercio, vender em
leilo uma bou i'a armaco. utensilios e fazendas
da alfaiataria, ra do Rangel n. 26, per lncente
a Jos Teixeira & C., a rejuerimento dos exe-
quentes Francisco de Azevedo & C.
-
msm
AY1SQS DIVERSOS
Guiseppe Cioi, bem conhecido pratico de
grandes jantares, bailes, casamentos, etc., etc.,
acbando se rsidindo na ra da Amizade n. 33,
na Capunga, all ofjforece, os seos prestimos a
?aem delles precisar, certos todos de qr-
rma perfita dos seas servicos, junta elle
eos mdicos. _________
e, i
pre
' Alaga se a leja do caes 22 deNovembro n.
08; a tratar na ru; !' de Marco o. 20-A.
AlDgam-se casas caiadas e pintadas not
fu idos de S. Goncalo, a 84 ; Katar na ra d;
.mpralriz n. 76.________________________
Precisase de uma ama para cosiobar ; n
roa Thom de Souza n. 3.
Alagase o sobrado n. 40 roa do Paysan
l, com commodos para grande familia : a tra
tar atraz da matriz de Santo Antonio n. 24.
Precisa se de uma ama para cosinbar
epgominar; no pateo do Paraizo n. 20
O Sr.. professor Sebastio Antonio de Al-
buquerque Mello, queira apparecer roa de S.
Francisco de Paula n. 32, em Caxaog, ou es-
trada de Luiz do Reno n. 40 F, em santo Amaro
das Salinas, a negocio que nao ignora.
^"Espelbos de cristal com moldura de eita-
Iha por 2*500 cada um ; elles, antes qoe se
acabem ; na ra da Imperatriz n. 78.
Na roa do Visconde de Goyanna n. 111,
precisa se de um feitor.
do sobrado da roa do
limpo, etc.; a tratar
Alaga-se o 2- andar
Bemfica n. 7, com agua,
defronte n. 6.
Novo porto de carvo, emborricas e a varejo ;
BemQea o. 6.
Armazem de molnados e fabrica de pao e mas,
sas : Bemfica n. 6, Passagem.
A Fabrica de Teci-
do da. ^oaroe, preoi^a,
de meninos, e mulhe
res<

Enipresa de jiudancMs
Ra Ja Concordia ou Mirqupz do Herval n. 118
Roa do Afccr'im ou Paare Nob/e >a B. 2*
Alugam carros de molas para transporte, de,
movis, marmrea, pianos, ospelbos e mais or
nan,ento.3,de.icasi de familia, notis e estabele
cim.ctos, para toda e qna'.quer parte da cdad?
e irrabaldc, por prego, commodos.
Telej>booe-r2Sl 'Peona.4 C.
Aluga
se
Domingo* domes Crrela
Os filbos e filbas de D ioiiq^os Gomei Correia,
possuidos do immenso pesar pelo ioau=to pas-
samento do seu moito caro pai, agrade:em do
intimo d'alma a todos os amigos do mesmo fal-
lecido, qoe se dignaram conduiil o ao i emiieno
do Arraial, e de novo os cocvicam [ira assis
rem as musas, qoe pelo repouto eterno de sua
alma, mandam rezar as igrejas doMonleiroe
de S. Francisco, s 7 1/2 boras da manb de
sexta-fera 22 do correte, stimo da do teu
falleslmeato, e por cojo acto de candace e reli
gio antecipam seos sinceros agr.decimentos a
odos que comar**erftrTi._______________^^^
t
Antonio don Mantea Palcfio
Olympio Sympbrooio dos Santos Falco agr
dece profundamente a todos os seos amigos e
de seu nanea esquecilo e moilo amado pai, que
se dignaram acompanhal o at a ultima morada;
de novo os convida para .ssistir- m as missas,
qoe por alma do mesmo. sero cebradas na
igreja do Terco, sabbado 13 do corrente, pelas 8
boras da manb. Desde j se coofessa grate
por este acto de religio e carjdade.
Ootrosim, a todos seos amigos e de sen falle
cido pai, que nao convidou para o emerramento,
pede desculpa de.ta falta, blba. soatote decir
cumstands stranbas sua Vontaie.
m
- a2 .\a*-
Joan na Mara da Coocel^ao
Manoel Agnello Pena onvida a Todas as
pessoas de soa amiza Je e de sua prezada e fal
lecida mi, Joan na Maria da Conceico. para
assi.-tirem as misaa.s qoe sero celebradas sab
bado 23 do correte, 3s 7 horas da macha, na
igreja Santa Cruz, pela alma da menea fiaada,
1 anniversario do seu fallecimento, desde j
se confessa grato a todas pelo seu comparec
ment a este acto de c.iridade e reliirio.
1
kwm
^k?rcis >se de tres amas,
umft para.engpiipfirs e duas
pqra andfii com criang- a ;
a trotar em Palacip,
Ama
Precisa se de uma ama para cosinhar
eogommar e facer mais algum ser vico de
casa de familia. Prefere-se de meia idade
que nao tenba filhos. Quem estiver
nesta8 condiccoss v a ra da Matriz da
Boa Vista, n. 3, para tratar
Ama
Precisa se de ama ama qne seja boa cosinbei-
ra ; ra ra Baro de S. Borja n. 33.
Ama
Precisase de uma ama para cosinbar; na roa
Pedro Affonso n. 70.______________________
A^a, deleite
Precisa-se de urna ama de leite sem Glho; a
tratar na ra do Principe n. 26.
Ama de leite
Precisa se de uma ama de leite
de da Boa Vista u. 68.
na ra Con-
Ama
Precisa se de orna ama para todo o servico de
du is pesse as ; a tratar na trsvessa do Mercad*
numero 12.
Ama
Precisa se de uma ama para cosinhar
Duque de Caxias o. 83.
na ruz
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar e cora
prar, para casa de pouca familia ; na ra do Li
vramento n. 24, 3 andar.
Francisco Pinto du nacalnes
Maria Amelia Martina, primeira te-tameoleira,
agradece a todas as pe isqas que om parecern)
ao enterramento de Francisco Pinto de Maga-
Ibes, e de novo as convida para assistlrem as
missas que, pelo eterno repouso do mesmo,
manda rezar na igreja da saot i Cruz segunda-
fpira 23 do corrente, s 7 horas da manh.
Ama
Precisa se de uma ama para casa de pequea
familia; a tratar na ra de S. Jorge n. 70, fre
guezia do Recife.
t
w
Joao Panlo Box Ceaae
Os empregados do Asylo de Meodicidade com-
memoram o anniversario da sentida morte de
sea companheiro, JjSo Paulo Rosa Gesse, fazen-
do celebrar ama mi'sa na capella do mesmo
estabeiccimeoto, sab'pado 23 do corrente, s 8
boras da mahh. Sao. para esse acto de religio
piedade, convidados os prenles e amigos do
finado. '______________^_
t
Francisco Antonio da Silva, Caval-
cante
4- anniversario
23 de Maio de 1894
Saudosa lemoraaca da sua familia, missa na
igreja de N..S. da Soledade, s 7 1/2 boras da
manb. ___________________
Grande Sviccesso
Nq largo do Mercado offerecerse um lindo ade-
reco de bom ouro de le, a quem dissifrar o
enygma do Bernardo Alamao, que.est sendo
publicado na Gaieta, e Estado de Pernambuco.
O Marojo Joo More.
Caixeiro
Burro e carroca
Na fabrica da Torre compra se um barro com
carreja.
isineira
Precisase de una cosinheira p: ra casa de tres
pessoas : na roa das Nyrpbas n. 14-A. "
Alug"a-se
O 1- andar do predio n. zi> ra BarSo da
Vietsria, grande, muito fresco, terrajo, gate
agua ; a tratar na pbaru acia franceza.
CRIAD
No sitio n. 5 da Estrada de JoSo Fer-
nandes Viaira. se precisa de um, menino
de 10 a 14 annos para criado e cope ir o.
A!nga-se
0 2- andar do sobrado a ra do Brum n, 62,
com agua e pintado de novo ; a tratar no andar
terreo, padai-i.
WHISKY
fc va i fileiid marca VIADO
Este excellen te Whisky Escoces pra-
envel ao cognac ou agurdente, de cana
jara fortificar o corpo.
Precisa'se de um c.ixetro de 14 a 16 ani-os de | Vende-ae a rebino nos melhores arat^
idade,qne tenba jastante.ptalica de moihados ;; sepa dp molhados.
em Santo pde Royal Hit nd marca Tiad*
:uio nome e emblema sao registrados para
iuaa,i|ue leuu iimjih- p. uncu ue i
a tratar na ra do CapitoLima o. 32,
Amaro.
Sabp re alcatrao
Ha grande conveniencia em se.usar este im
oortante sabo em todas as casas de familia,
:auto para banbo como para lavagem de roupa ,
I desinfectante, macia a pelle e faz deaappa
ecer impiogens.
Deposito ra da Madre de Deus n. 16
.odo Brazil.
BROWNS & C, agente*.
A's almas earidosas
cenjeio
eUo & Bisel tendo receido nova remessa,a.
triaba centeio, avisa aos seos fregoeies. qu
oatinuam a fabricar esta delicioso pao centeii
idas as tercas e sextas-feiras ; na ra arR3 d>
:osario h. w.r
i Maria Candida Wanderlev Aotran, viuva o.
empregado publico Candido. Autran da Matta.
' Atbuquerque, moradora na ra de Saata There-
sa n. 50, tendo em sua companhia tres mocas
scJ.tei.raB, orpbs, acbande-se na maior indigen-
cia, sem recursos para manter-se, vem recorre
s| almas caaidosas que a saccorraiu e'auxiliem
na pelo amor de Dees, visto como nao, enenerga
mais cousa alguma.
^-.
A ROSA D
i 25. boa do immm
Este e8".abelecimeato do fazendas, ac.-a-se prvido de um esplendido sortimentc
de fantasas, que seus proprietarios resolveram vender com grande abatimento.
E' pois occisiSi das E^mas fam lias supr^rem-se de lindas, fazealas por prefos
excessivamente commodos.
Nesta casa dp cdn.riauya.ha sempre completo sortimento de casimiras tinas a
cheviotes para costumes.
Lindos cortes de casimira a 4:00.), 50000, 6*000, 7*500, 8*000 e 9*1)00 rs.
Ditos, de meia casimira a 3*000 rs.
Ditos de 8edaua 4*(-T50ie 5*00Q rs.
Caaisa ipgiezcs de 60*00.0 a duzia 3*000 cada tuna.
Ditas de crte a 2*000' e 2*5C0,rs.
Ditas de anella, pura 13, padrees chics de 2*000 a 5*000 rs.
Ditas de meia, grande sortimento que se vende por precos nunca vistos-
Grande Bortimento de regatas, plastrons, lacos de seda, punhos e collarinhos de
linho, meias de cores para senhoras e para homens. Toalh&s de diversos tamanhos,
lizas e de listas.
Liquida-se uma grande quantidade de lis eom quadros de seda, por menos 1* rs.
do seu preyo.
Colchas lavradas com elegantes padrSes, de; 10*COO rs., por 7*000 e 8*000 rs.
Ditas diversas de,,2*, 3^, 4* e 5*0/JQ rs.
Cuberas de cretones'com lindissimas ramagens a 3*000, 3*00 4*000- e 5*000.
Cobertores de la a 2f)500,e 4*000 rs.
Grande sortimento em voiles, cretones, com lindissimas barras a 400 e 500 rs.
Variado sortime .to de fiots, chales e brins de linho de todas as corea.
Completo sortimento de tapetes que se vendem por preyos commodos.
Calcas de b\ casimira a 3*pC0 rs,
Grande deposito de roupas feitas para homens e enancas o que tudo se vende
por precos sem competen :a.
Fantasas chics a 200 rs. o covado.
Na praca di Tra Dentes u.i. um armaieu
qne se pre3ta. paca deposito,de qualquer netcs/.l
doari ; a tcator. no mesjno.
A ROSA DE OURO
Bario Campos C.
2S RCA DO LH4MfNT> 25
P$WfAPUC
,., ;;

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_____.. ____ 1____*MMM^I^
amftiioM
GUERLAIN DE PAftlS
N. 21
Fazends baratas que liquidamos pelos se-
guintes presos, e chamamos a alterico
das Exmas. fainilia^ :
1,5200 o cov.
Voiles de algodlo bonitos padrSes de 220, 240 e 280 o covado.
C&aemiMa de 15 para vestido de 160 e 200 o covado.
Percales brancas, fazenda fina a 280 o covado.
Chitab escuras e claras a 200, 280, 300 e 320 o covado.
Etamine de cores com ramagers a 280 o covado.
Ditas de cores arrendadas a 240 o covado.
Vestuarios de Jarcey para meninas a 6(5 e 84 um.
Dito a maruja para meninos a 40500 um.
Fnoobae bordadas o que ba de chic.
Indianas de cores para vestido e roupa de criancas a 280 o covado.
Fechs de cores lindos desenhos e cores a 1*000, 2O0O, 3*000, 4*000, 5*000 e
6*000 um.
Brim Casinetas finas a 500 o covado.
Chitas cretones e gangas para cobarta a 320, 4C0 e 500 o covado.
Cortes de casimira de cores finas a 30500, 5*0C0, 60000 e 7*000 um.
Cheviots azul fino a 3*000 o covado.
Merinos de cores linas duas larguras fazenda de 2JC00 a 800, 1*000 e
Fustao braceo tino a 500 o covado.
Dito de cordSo a 8C-0 o covado.
Cambrara V-atoria e transparente de fl&OO 5*000 aipefla.
Toalhas, guardanapos, colchas, rneias, punhos, colarinhos, len^s brancos e de cores,
C .misas brancas e de fl-nella.
Cortinados de cores, fil e crock a 8J0(t0 um par.
Ditos brancoa muito lindos a 14*0l0.
Voiies lisos todss as cor>-s a 800 o covdo.
Bramante de hnho e algodSo atoalhado larrado branco e de cor.
Mada|>olSo magnificas c mpras, pecas con 2J vsra a 6*500, 7* 8)5 e 9*.
Mrito preto, liso e lavrado a 800 e *00 o covado.
Crepf preto, ii glez e liso.
Ctsen:ra3 para csturaes, pretas e de cores.
Porkmos Bfirmar que estas fazends lo milito mais baratas do que te vend
aet#aifeote em oiitra qtrarquer parte.
Ha ra do Crespo n. 21
LUJA DO (AMPOS
^mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
;jfe SO Uoi iSe auccesso. Premio Grande. KwpomicAo Uaivnt, f>Lri 1889. MB
S 1~* Diploma* '-'" Honrm, 18 Medalham da Otiro 8 Mtulmtham da Prato. ^T
' FARtNHA LCTEA NESTUS
Pttoral de Cambara
O magno desidertum da sciencia
medica
para as molestias do peito e vias respiratorias
O l'oltoral de Cambar, que incentestavelmente urna
das mais brilhantes conquistas da sciencia medica e un dos mais nota-
vea triumphos quo o engaar*do bomem ha ocaseguklo en proveito da
humanidad, tem tua alta Terommende^ao nos elogios unnimes da
imprensa, as distinccSes de que tem sido cumulado por diversas cor-
poracfae cientifioas,'tanto n acin aes como estran^eiras, e na voz do
povo, que ha de transmittir a fama de seos beneficios de geracSe a
geracle
Este precioso medicamento curaBao factos compro vados__qual-
qner tosse, larvngite, coqueluche, bronchite, aathma, tubrculos^ etc.
Vende-se, a 2*500 o frasco, 13*000 meia duzi- 4*800
duzia, i todas as Mas pharmacias e dragaras.
) nicos gentes e depositarios to Estado de Pefcnaaabaco
FEANI8C0 MAN0EL BA SILVA & 0.
23RA MRQUEZ DE OLINDA23
CWA BASE r BOX UXTB
E' o melhor alimento para as enancas de ler.ra ldade. Suppre
nsufltclencla do lelte materna] e facilita o desmama. Com sen
uso nao ba Uanttea oem Tomltos e ana dlgest&o fadl e eompleu.
Emprtgtt tuwbtm rintajoumente como alimento pan #
Adulto* omralaicentes que tm t$tbmtgo$ delicados.
i
LEITE D0NDENSAD0 NEST
verMAtn ZiiiiTc: pvao DB vaCOA BunsAS tendo conservado sen aroma <
*~ '.odas suas qualldades nutritiva!. Mem dos grandes servlcps que esta coajerra presta Frota,"
fc ao Exeidto e aos Hospites, ella tem ganhado sua poelclo na aUmentace dos particulares;]
_>T >os quaes ''lia assegura um lelte'agradavel, saudavel e natural.
y"' Eligir 9 Flrm : XEVXI KE8TL i Birtl I riMa I MOntO DB PAMBAJtOB.
^V A casa Benrl Nomtl nao tem mala, como outr'ora, m nico agente para o Brmmil t
';' -eus productos aciam-se as prlnclpae casas importadoras, drogaras, pharmacias loja^-
1, o comouveis. ^L%
S HENRINESTL,emVEVCT.[^f^SF:^S^55I^J,#,^
8
THEO. JUST. tendo trans-
fmido sita cnsa fe vigencias e Commisses para
o predio n. 2urna do B0M-JESS. alU con-
tina dkposico dos seus numerosos fregu
zes e amigos, encarregando-se d pedidos para
todos os pases da Europa e para os
Estadcs Untos da A Trenca doNcrte, para
fazends. miudezas. ferragens. papel, loupa.
vidro, porcellana, movis, relogios, jo as de
ouro e donradas. farinha de trigo, cerveja, vi-
nbos, eognfic, Jft5ore>. todos os gneros de es
tiva, perfumaras, ojectos de arte, quadios,
m china s para todo os miste, es, industriaes.
ai: isticos e agriculturaes, material fixo e ro-
dante para pequeas e grandes estradas de
ferro, i-stalla$5es de usinas e destilaces,
ponte> e edificios metallicos. bombas balan-
zas e em geral de todos os artigos produ-
zidos naquellespaizes; habilitado para isso
eom um esplendido sortimento de amostras,
desenhos e catlogos.
62RA DO BOM-JESUS62
IIMl
CAPSULAS AIYMAS E. GORLIN
OBREIAS
&MMTV XXJBCUAJPO S. O-. O-.
: NTAS TRETAS
D* COBBS
ColU kfmd Fri,
S.I
ooom
u*. ii mmi MmwBMIcmMW idIIIm Wftttt,
Uanat: Ol.o Baltam C.panlba. Opiatos, Aleatrio. ec.
TODOS OS MEDICAMENTOS EM P
H, m *lTlB|h. m rmrim.- la frmtmbuco l PA"
SS WHHr
HOSTIAS
PUs
msn.TA*
m
Xarope e Pasta de Berth
UM
Harmmntmtlco, LaoMado plo nm1imm d Pmrim.
O Xarope e a Pasta Berth de Codtina pura, possuem umaefficacia incontestavel
nos casos de Defloxos, Bronchites, Catarro, Asma, Molestias da Gar-
ganta, Insomnias, Tose nervosa e exbaustante das Molestias do Paito o
para acalmar as Zrritacoes ds qatlquer natureza. As pessoas que usam do
Xarope oa da Pasta 'Berth oxperimentSo um somno calmo e reparador que
nunca seguido de peso na cabecs, psrda do appetite, nem de constfpaclo.
as reeeitas especifique-se bem Xmrop* ou Paita Berth e como garanta exja-
se a Asaignatura Berth e o Sello Asnl do Estado Francs.
PABJE Casa Clin O* e por intermedio de qualquer parmacia.
PETT0RAL m CERE JA
Do Dr. Ayer.
Al enfermldados mala dolorosos da nrgaaU
e ^j* pulm&es, ordlnatiainente desenvolvem-se,
^ndo por principio bases peqeenas, cu jos resulta-
dos nao sao dlffloels de curar se promptameote se
tratlo com o remedio conveniente. Os Resfri-
ados r os Toasea dSo reciprocamente o resultado
de Laringitis, Asthmm, BronchiUs, Affeo-
cao Pulmonar e a Tsica.
Todas as familias que tem trian; as derem ter o
Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
7" ?f* P"" nsar em CM0 de necessidade.
A perdu de um so da, podf em multos casos
accarretar serlas coneqnencis. Por tanto nao
se dere perder tempo precioso, experimentando
remedios de effieacla duvldosa, emquanto qae
enTermldade se apodera do svstemae sr amura
profandamente, entlo que se necesslta tomar
"e Instante, a remedio mais certo e activo em
aeu eflelto, e este remedio sem duvida alrama
o nrro*;.^ de Ceeeja do De. Aiee.
pbepJBS0O PCIX>
DR J. C. AYER & CA.,
Taowell, Mass., Est.-TJnldo.
DEPOSITO GERAL
P5
'
<
S1LS.P1RHILR1
. 'DE
BRISTOL
CORA TODAS AS IMPUffEIAS OC
SANGUE E HUMORES

EFFICAZ
ooticas.
Vende se em todas as casas de drogas,
abSo maravilhoso para I impar a
taes de tedas as qualidades, mar
mores, madeMs, trena de costnha
soalaos, fartUes, pintoras, etc., eto
Sabio todtpensavel em casa d
familia-; poupa tempo e trabaiho.
8AP0M0
Nao se usa para lavar a roup&.
perfumaras, ferragens, arUasens >
DEPOSITO ERAL EM CASA DE
HENRT FORSTE-R
efe G.
"igPBOlPIOS
PO CELEBRE
niijihreys de Mova York
**. oso mala de 30 anuos, imples, seguros, efli-
.-.'irfitofl- A vendr ir erogarlas e Phar-
ac.paefie mu!. *;;aiulda* do Mundo.
CUBA
<)>#, CdtS^r-to, *JL ..ri:hto>*i..........
L i'bree Cpli'-Ji caasadan ixjr i^ombrtgnr: ..
- "<:l.i-u, CW>nt eneoBtiHla das (rlaneafi......
;. ;;i;irrb*Jn.:t1e01auLft.?^ Adjultte...........
3. I>y^i-nteTto.'BArV tarfl^v, CoIlcabriioM
'. tu t-rir.a, Coleni-Morbo, Vmitos...........
-. TfljP, r^n^Tinpnr. PtitJffr:-15o, PrHriPiiIte..
- !>>*.<1p DfBCfi e if**^f)U-y*c, r:ncha|[!"'a.Veiteem.. ..
iVnggttwhtj i 'i:i^v;tn Pri-lo d.- Ventn;___
*9 IWiWi'Wrl'n. "'ion* -ir. 'is, ileria prof'Wh
'.ItWp- r tfii*.^, i-.VuK^sE.ys.pela...............
. !MMl.ft.-a-(-4!i.n, Dores rhi'uniatieafl. ..
. Wa,<6.v Malclifi. IVbru i,.!('n*Jttente.........
tnflWrrhAicrns, Almorr-iu.*, iuternasdo
SJctrnirtr. Rtmi-Ics ou angrpnrh"...........
. ^Stfcrltoin, (.Ihos fr.ieo^ ou innau-nvidos.
.- ar. o, agu ioou chninicc, Delluxo.......
<- CoTucoche, Tcsscjria-moilica.............
~i. Anma. KeMlnatodtBealtosa................
'i. Sirppnracnfo* Oidiis. Snnez
Tnico Ju-Mutamba
Est ten i ce. preparado com pltttss pro
prledades conhecidas pelo nosso publico,de
avetber de todaB ag>presara{ses at hoje deseo-
bertas para impedir a qada dos cabellos, dissi-
par as caspas e ce conservar no mais formse
estado, alm de ser om magnifico prume para
a toillete.
Encontra-se venda em todas as prucipaet
pharmaejas e lujas de miudezas*
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maclas prlnctpaese :nai- garant Jas do Muuio.
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Snn^lriiaqilo <>1nriiKu. Prurito....... ...
,tle*\ iu.n do Ciu-acfto. Palpita Ce, etc.
li viepaia, Mal caduco, cttaooral aile de
S. Vito,.......................................
";. Hphtheria, Mal maligno de Gflr^anta .....
35. Consrescdes Chronlcas* DArdeCabe*^*
OMamtaldo Dr.fTumpnrei's.Mt paginas Mbra
* as Euferraidadese o&ododc ciltal-as,sedft gratis,
pet-se ao seu botlc~rio ou a
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109 Fafou Street- XEWTOrtR
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A' Ba Mrquez de Olmda n. 1
Modista
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Chapeos e capotas o que de mais
recebeu.
aovidade se usa presentemente em Pars
Au Paradis des dames
MOLESTIAS ,o CORA
asfalta T^i-Ciraai LE BRDR. tntela .M4ipar
^rZRIIDABESiCOBAaO.PALFniCOESiKlYDEOPISS
.Pam.wM. n
Depositarlos om 'm mmluic : FXAM-
.41.
da mXV9k\ G*.
*****#
LINIMENTO GNEAU
Para os Cavallos
' Empr^gido com
UAACA
os
maior xito as oavalharicas reaes de SS. HH. o Impora Jor do Bnull, o F.ei da
Bclglca, o Ral do Paizes-Baixos e o Ral da Saxonia.
E DA QUEDA xO PELLO
86 este precioso Top.co o nico que
1 substitueocauatlooecura radicalmente
i em poucos das as ounqnalras, novas
' a antigs, as *oreodnra*, ContuaSea,
i Xnmoroa e Inchacoec daa persas,
' SUparavao, Sobrt-Cannai, Trtiqaeza e Bn-
sorcltazaento das pernos dos potros, etc., sem
occasionar nenhuma chaya, Dem queda 4o peito I A cura faz-ie com a nido em 3 mimttoa, i'tn
nesmo uurante o tratamento. I oor e sem cortar, nem respar o pello.
Osito em Pars : _Ph2rmJcja_G-KJ'E^VTT, Raa St Honor, 275, e en Mas ai Paarmaria*.
35 rnnos de cExiio
Os rcsultai'os cxtraordlDarios que sera'
obtldo as diversas AffecpSe do i
Peito os C.-tarrtao, Bronchltia,'
MfoleattBe 1? Oara-antc. Ophtal-1
ma. etc., r5o dio losar coacurrcncla.
PILLAS BLAIR
oontr a GOTA ESETJM AT2SICC
O ORAWDE BBSDEBIO MGLBZ PASA A
Q-ota, Rheumatismc
Sciaca. Lumbago e Nevral^ia
4 dOr acoda allTla-se rpidamente e cura-ac
m poneos das com este afamado medicamento
Batas Pllulas, que sao entelraineute inoffensi
rers. nao exlgem nenhuma restrlcrao de dieta
dorante aeu emprego. o impcck'm seguramenlo
molestia de atacar qtialquer parto vital.
rabrlcadas em Ingiat' rra por Pruut G. t.
Strand, Londres, e vendidas em caixas de lA0oo
li 50 rea. Acbam-se em todas as pharmacias
i* do mundo entclro.
i ara alian ; IVas- M. a SfL.VA a O
s Punas deYalle
ASTHMA
ippi
jfa^HwiifWMl
foram approvadas e
dadas pela Aeamma
curar a cMorom,
tmmgtm e as ytrdtu b-aneai e too e qaalqaet
astado de eefalfamenio e frmquesa feral.
A^rzao. As fiJuJa da Vmim aae a
e m cada urna d' ellas aat iBwreaao o
VavlU*. preparam-se em casa de L
Jacob, n# t, em Parla. Vanlai
oaveweiH.
NAO HA
MAIS
Oppreatd, Catarro, com O
Obtin ai rna/t 'Hit recompeniai.
Deposito em todas as Pbarmaclas,
Domingo F. rnaniJes
Precisa se de officiats cigarreiros ; Da travs
8a do PociLho n. 31.
XAROPE
esa
Rba-Iodado
d-J. Buci
do.
O Iodo, combinado
un 0$ suecos das plan-
tas antiscor bu ticas, pres-
ta as Creangas doentu
os mais relevantes ser-
vicos, para combato UtmtulU 0 MOOCO,
Bac/i/t/tmo, Pa/idez, E/rgorg/tanunto ttcrtfa-
/oso, Molestlu da pelle, Crottts lacteu, tto.
E' preferivel aos leos de gado de bacalhao;
alm de ser um Ividilhtnte, tambem tiro tnergico.
Filis, i B aa, KUE BROUOT
D. Leewur Porto
Contina a exeeular os mais diflicultosos fitjn-
rinos rpcebmos yeloBdre. Paris, Lisboa eCa-
pital Federal. Prima em perfe-ico de costura,
em Dreviciade. em precos e fltio gostes Da rea do
Hospicio n. 58.
Telephooe147
Tozinheira
Precisa se de urna ama qoe cesinhe com per
feifio ; na roa Mrquez do Hervai n. 10.
lagn-se muito barao
0 1-, 1- e3- andares do sobrado a roa do
Bram d. 84, e o 1- e 2- aadares do sobrado no
cat 8 do Apollo, todos tm moitos bons comino-
dos ; a Talar no 1- andar ra larga do Rosa
rio n. 34, das a s 5 da tarde.
de Cabrea. BnchaiHMa, Verdgem.....
..- pepsia, Indlgestilo, RMk> de Ventre.....
11. J!*appre?iufio da Kesra. Escaasa ou Demo-
rada ............. ............................
12. teirnrrlira, I lores Brancus, Reara profasa
13. Croup, Tosw Rojea. Dlflleuldadede Kesprar
14. Herpe. KrupeoeaEryslpela..................
15. Rveuma(inio, Dna rheumallcas..........
16. Srnic, Malt'ila, Febre Intermitiente.........
17. IlemorrlioidiiH, -\lmorreimas, UiU-rnas ou
externas, simples ou sangrentas............
1. Oplirhnliriia* Olhos freos ou inflammadoe.
19. Catarro, audoou clironlco. Deflujco.
20. <'o 31. kio,' T.irowodinicnttosa.................
22. r>appn]N.%;HO< 23. Kscroflpajh lac-bac^es e trcelas.........
4. llrbilMnJi''ii.. i pliysleo .......
25. HyMi^peata A'-uniulaci'*s Anidas...........
*. F.iiioo aBjlar, ... i -o. Voiriiii .....
27. Miil<-wtla>ouriiiaT.iK. Clculos ou Pedra
na Bexlga,..................................
2S. Irapotenea. Dehlll-Iade nervetsa, semiua.
29. ('hiiKuinhiiH na Bucea, ou Apbta.........
aO. 1 ui'oiiiiiieucia de Onrina. Ourlnar-se na
Cama ........................................
31. Menutroaeno .iiIuit-:i. "rurito..........
32. >Iole-i ian do CarAcao. PalpltacOes. ete
38. Ept h-iH-ia, MHlaOKo, Oottacorat, Baile de
S:Vlto ........................................
34. Itiphthera, Mal m;dlgno de OarRanta......
Cj-Couneate lfTODi. a, DrdeCabeca ...
OJIannaldo Dr. Bnmnhreys, 141 paginas sobre
as Enf ermldades e' o modo d e rural-as. se d k ratls,
i..-o" s- ao seu boticario ou
Ht;MlmEVrS":.ftDICINE OO.i
109 Faltn Street, NEW YOKK.
nico deposito para vendas em
groso na imperial drogara de F.
Manel da oSilv; & C.______________
Fabrica de gelo
igoas e limonadas gasesas k
todas as qualidades
Sodawater, gmger, ale, HmSo, laranja, cura-
sao, abacaxi8, ranadiHa, grosellas, franboises,
baunilba, hnrtel-pimenia. etc., etc.
12-A-CAES DO CAPIBABIBE-Ii-A
Criado
Na roa da Palma d. 60,
do para vender na roa,
conducta.
precisase de utn cria-
que d fiador de sea
Alaga-se
Attencao
Para assumpto de familia, precisa-se saber da
residencia de Jacinibo Fernandes e JoSo Feman-
des, he; panhe*. negocio de inieresse para os
meamos, podendo dar no icia a Angelo Urbina,
em Bragapca, Estado de S Paulo.
Alugnei barato
Alugam-?e as ssguintes casas :
Ponte Velba n. 22.
Ra Viseen je Itaparica n. 43 1.* andar.
Ra Pedro affonso n 46. 1*. andar.
Pedro Afibuso, n. 46, armazem.
Ra das Aguazinbas o. 7, em Beberibe.
Travessa d) Carmo n. 10 loj.a.
Ra Visconde Goyanna o. 163.
Lombas Valentinas n. 4.
Becco do Cara pe I lo n. 1,1.* andar.
0 1." andar roa do Bom Jess n. 47.
A tratar roa do Commercio n. 5. 1. anda'
escriptorio de Silva Guimares 4 C.__________
Cosinheira e criado
Precisa se de um criado e de urna ama para
cosinhar e mais servicos internos de cas de
duas ptssoas, em Beberibe, a tratar na roa Mr-
quez de linda n. 91, 1- andar.
I\a roa Imperial n. .O
Precisa se de om caixeiro com pratira de mo-
lbados, de 14 a 16 annos de idade e que d San-
ca de sua conducta, prefere se brasileiro.
0 Ia andar do sobrado ra do Rangel n. 44,
catado e piolado : a tratar na ra Direita n. 3,
segUDdo andar.
Criado
Precisa-se de um criado ; no largo da Penta
n. 33, hotel_____________________________________
HOSPEMBIA
HOTEL P1T0LLA
3Roa da Madre de Deas3
Tendo paseado por urna pequea refor-
1 ma este hotel, scientifca o sea preprie-
tario a todos os seus amigos e fregueses
j que ah encontrarSo sempre :
Pela manha : papa, caf com leite,
etc, eto.
Das 9 s 11 horas :Almoco.
Das 11 s 2 :Lunch escolhido.
Das 2 em diante :Jantar.
Tudo com a rado, acceio e presteza a
par com os pre^vs mdicos e asignaturas.
Hobilias anstriacaa
Acaba de chegar urna bonita remesst dessas
mobilia, de go^tos os mais modernos em todas
as cores, o que se vende a precns rasoaveis,
vontade dos compradores ; noermazem impor-
tador de A, J. Carneiro Viaona, roa Mrquez
de Olinda n. 64.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos :
na roa Augusta n. 238.
Armazem pra deposlio de
gneros
Aluga se um armazem roa da Moeda n. 35,
proprio par deposito de gneros; a tratar na
ra 1 de Marco n. 20-A. __________
Tnico americano
Carne can
Premiado na eipoiiro de Paria aa
168*
Bate precioso preparado a melbor composi
<&o conhecida para confortar e conservar os ca
)ello8, promove o seo crescimento, limpa a cas
M, e fortifica o conro da caneca, e o que ha dt
nais suave e odorfico para a toilette. A' venda
em groeso e a retamo as principaes lojas de
niudezas desta capital, e roa da Aurora n. 183
deposito geral na Fabrica de Olios Vegetaea.
Eogommadeira
Pracisa-se de urna ma que engomme e ensa-
boe e mais algum servicn de casa de peqttna
Cunilia, que dnrma em casa e seia matriculada
na roa de Fernandes Vieira a. t.
O Bazar da Boa-Vis-
ta, a roa da Imperatriz
n. 88, acaba de reee-
be r o cb especial mar-
caBULL DOG
o melhor que tem vin
do ao mercado e yen-
dem a 3^600 a lata com
urna libra.
ALFIIFDO LOPES k L
Vende-se
Urna taverna com armacao e utensilios, trastes
de caca, trem de eosinba, por mdico *eco, e
motivo a dona retirar se breve para lora da
provincia, procurando melhoras a sua ssude : a
tratar com a mesma na roa Imperial n. 1W.
"
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1
-

r* J
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1
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Sede.
CAPITAL
Pernambuco
, 50o:ooo$ooo
2.a de

dividido emduas series a 1.a de 3oo-ooo$ooo, emittida desde ja, e a
* 2oo.ooo$ooo quando tor necessario
O capital ser representado por 2500 accoes de OOIOOO cada urna, sendo 1500 na Ia serie e 1000 da segunda.
Ser a prime ira entrada de 30 por cntoe as demais de 10 por cento ajuizoda directora, com intervallos uunca inferiores a
trintadias.
FINS DA COMPANHIA .
Afabricacao e a exploracao de productos calcreos, entre os'quaes a cal de Ja^u aribe para o fabrico de assucar ja bastante conhecHa
nestee outros Estados.
Estando contrastada a aequisica das pedreiras de Jguaribe com as mattas, forn *, armazens e mais dependencias, e bem
assim a mprca regi*tra<1a na Junta Comoercial para a explorado da cal branca, dispe a companhia de ioexgotavel veia de
materia prima para a sua industria. *
Achando se subscripta particularmente a 1* serie do capital (reis 300:000|000), sao conyidades os Srs. subscriptores a fazerem a
1* entrada, na razo de 30 por cento, no Banco Popular, de 14 al 23 cb corrente, afim de poder proceder-se a installaco da
Companhia.
Antonio Joaquim Barbosa Vianna
Caetano da Costa Moreira
CORPRADORES
Joao Bnptista Pereira de Souza
Francisco Pinto Teixeira Chaves


POPE
CAPIT4L 1.500:001l0OO
VENDAS
Francisco Curgel do Amaral, Presidente.
Albino Narciso Maia, Secretario.
Gustavo da Silva Antunes, Gerente.
I

?



caxwxxwxxssAo :fxsg.ax,
Dr. Francisco o Reg^ Baptista.
Je su i no Alves Fernandes.
Francisco Jos da Silva Guimaraes.
S HE, Wk 15. DE NOYEMBRO
(ANTIGA DO IMPERADOR n. 22)
Desconta e redesconta ttulos ommerciaes,
Empresta dinheiro, a curtos prazos, por caucao de mercado-
rias, lettras, ttulos, ouro e pedras preciosas.
A dianta dinheiro contra honorarios, ordenados e rendas.
Encarrega-se de pagar impostos, alugar predios e receber alu-
gueis por conta de terceiros.
Recebe dinheiro a juros em conta corrente de movimento, com
aviso, prazo fixo, e fundo de accumulacao (peculio).
Encarrega-se de cobranza de juros, dividendo, rendas, honora-
rios e ordenados, por conta de residentes na capital e no interior.
FOLHETIM
FLOR DE MAO
POR
JORGE PRADKL
TEHGSIRA PAH7S
A FADA COR DE CINZ
">)nUnuac&o do d l)
I
E vocea Tem de cacar, magaooes !...
Vejan l e um dia deixam se pilbar !
__ Jjgo ha pengo, mademoiselle, nos
ni* tememos os guardas nem os gendar
mes; a Doucini sent lees o faro a meia
legua de distancia.
E fiseram boa celheita ? .. Pobres
creataras !... Paasar a noite ao relento
com am teropo d'estes !
Tem bom coracSo, mademoiselle.'..
Compadece-se ao menos da gente pobre.
Eu gosto de todos qne sSo bons.
E acho que preciso que todo mundo
tifsV"
Mademoiselle caritativa I... alaa
oe guardas < So pensam como mademoiael-
'... E a noite foi horrivel para nos !
Emfim, que apanbaram ?
Nada replicn a Doucini, nada...
tres faizoe a toa, ana coelbos muito ra
cbiticos, tanto Tale diaer : nada...
Compro-lhes os faizSes a tres fran-
cos, atalhon a velha, cuja suvioice nSo po-
da deixar nunca de tomar p ascendente.
Oh! isso nSo, retorquio Poiroux, os
faisoes nSo podem ir a menos de quatro
francos... Se quizer, vou vendel-os em
Mntral a cinco francos.
Sim, mas ter que andar...
Bem sei, replicou Poiroux, mas nao
os den a menos de quatro francos.'..
E como se d o caso, redargnio Hen-
riqaeta, sem responder directamente, como
se d o case de terem arranjado tSo pouca
caca?...
E' que os demonios dos bichos nSo sa-
hem da toca, disse a Doucini.
E alm disso... alm disso... ha
outra coas, contmuou Poiroux, agitando a
cabeca.
Que ? perguntou a velha Henri
queta, curiosa como vinte velhaa, foram
mcommodados por algum guarda ?
Poiroai meneou a cabeca e a Doucini
agitou a sua tambem.
__ NSo! nSo isso... responderam
elles *d mesmo tempo. os guardas deixa-
ram-nos bem tranqai los.
Que foi entSo?
Vimos urna cousa, disse Poiroux.
Um biebo, apoiou a Doucini.
Q tanto a isso, nSo sei, e nSo creio
tSo pouco... Acredito antes que seja
urna creatura.. .*
Creatura humana ou fra... porque
se arrastava quasi como ama cobra...
Mlle, Dmeatrei, com oa olhos bri-
Ibantea, nSo perda nma ajilaba-
Semelbante a am co de caca qae acaba
de descobrir am rastro, ella panha o ou-
vido alerta
Ah voces viram aigaem ca algu
ma cousa que nSo podem explicar o que
disse ella. Ah tenho grande c i
A Doucini lancon um olhar de descoc-
fianca a velh>. /
O melhor, redarguio ella, nSe fal-
lar nesBas cousas.
Digam sempre
NSo bom fallar...
Ma* nSo fas mal algum, isso sSo his-
torias... Olhem, compro os seus tres
faizSes a quatro francos. *
Por fim de contas, pode se perfeita
mente di ser.
Ento, contem-me a cousa...
Apesar da aua viva repugnancia, a Dou
oini, um tanto tagarella por ndole, dei-
xou ae convencer e contou tada a histo-
ria.
Sepa minos de bros e se tos para senhora
aeninas, receben grande variedade.
Au Paradit de Dame
Aos eapateiros
* Snperlor sola a 3J500 cada meio ; vende se n.
ma da Madre de Dens n. 16. Venbam comprar
qnt- bom negocio.______________________
Elctricos
Os lindos phoephortis elctricos vendem Cesta
Lima & C, ra 1o A mor m n. 37.
Sement novas de flores
Vendem Goimares & Valente
6-CORPO SANTO-6
Engenho
Vende se o eogenho Matapagipe, sito ia fre
zuezia do Cabo, diante da cldade nma legoa.
com excepeo de nma decima parte que penen-
ce a ontro consenhor, enjo eogeobo moe com o
rio Pir-pama, tem obras por demais e terr. s
para safrrjar 3,500 paes de amanear annoalmen
te, mais nm terreno coberto de matta virgem e
de madeiras de primeira qaalidade, qne da para
levantar-se ontro eogeobo, cercado bom e maito
grande. Tambem se vende o eneebo S. Pedro
contiguo ao Matapagipe, o qnal tem boas trras,
est bem obrado, moe a vapor. 0 pretndeme
dirija-se ao eneenbo Boa Vista do Cabor______
BILONTRAS D VD3NNA, dobrado
execotado com assobios, pela banda da
Guarda Local e Arsenal de Guerra e me
recendo sempre enormes applansos nestas
ultimas festas.
Preco...... 1(J000
SLVENSE QUEM PODER, galop gi-
gantetco e de nm effeito arrebatador.
Freco .......1(5000
RECORDACOES D' ALLEMANHA,
serie de lindissimas valsas e de maviosas
sensacSes.
Preco.......10500
BOMBEIROS DO RECIFE, polka po
pnlar e de verdadeira delicia, executada
pela banda do 2. batalhSo e Guarda
Local.
Preco.......10COO
ESTUDIANTINA, a mais sublime das
valsas e applaudida em todo o mundo.
Preco.......105CO
POMONA, A Deusa das Frnctaa, ine
mita ve l valsa pelo celebre e genial Wald
teuiel, autor a < Dolores >.
Preco......2.00O
Loja do Azevedo
W. 13 RA OVA W. 18
Fabrica Caxias
Devido aos preccr que estSo custanda
os umos fino e a* augmento de Balara
aoa operarios : Os preces dos cigarros de
oossa fabrica, serSo os da tabella abaixo,
com o descont de 10 r0 at 25 milhei-
*
ros, e d'&hi para cima 10 "(0.
NSo se toma nota de menos de nm
Iheiro, as qaantidades abaixo s serSo
didaa a dinheiro.
Tabella de Preces
Fumo picado
Caxias 60000
F16r das Flores 70000
Vapor "Jagruaribe"
Vende-so este vapor em bom estado de coo-
lervacao, coja cmara construida de lindas e
aspeciaes madeiras, prestando se elle anda a
raier viagens qne nSo sejam de longo curso
mediante pequeos reparos; podendo, em case
contrario, ser apraveitado como nm excelleote
pontSo, para descarga denavies, f te-
As pessoas que preieoderem e qnizerem exa
tninai-o, podem dirigir-se bordo do mesmo,
qne acbarao pessoa baoilitada a dar-Ibes quaes
quer explicacOes ; a tratar no caes da Compa-
ahia Pernambncanan. H._________________
Aos senhores de engenhos
Tri-slphlto de cal
superior m c*l de Iiiboa e potase
Para alvejar e limpar o assucar
Vendem Guimaraes & valente
6 Corpo Santo6
Alfafa
De superior qaalidade: vende-se no pateo da
i ntiga assembla. armazem n. SI.
Oh mr.s elles sao muito bonitos !
disse Mlle. Henriqueta, exusiando-se para
ser -agradavel a Poironx e a Doucini. Mas
vatem muito mais... NSo os tiuha visto..
Don cem se Idos por elles...
Ah! minha boa mademoiselle, qaan
do eu Ihe dizia...
Smente, nSo trago dinheiro trocado
coa-migo... Voces vSo embarcar no meu
carro, iremos at Vernon, entregar-Ihes-
hei qninse francos.
A senhora muito boa pessoa, nSo
podemos recuar... porque o demonio do
fri corta nos as pernas.
Alguna segundos depois o carrinho con-
a rudar na direccSo de Yernon,
Palpitante
Anda exietem venda algnna exemplares
desta lindissima valsa, os quaes se acbam.nas
seguintes casas : ra Mrquez de Ollnda n. 38;
Crespo ; Dnqoe de Caxias ns. 63, 67 e 77; !m-
peratrii n. 8.
Esplendido sortimento de grvalas chics, reti-
ren da Alfandega.
Au Paradit de Dame
Ra BarSo da Victoria n. 38
Carvo
ANTIGA AGENCIA DE MOVIS
Receberam completo sortimento de
mt-veis de junco, austraco, como sejam
cadeiras, sofs e mobiliaa completas, besa
comu tem movis nacionaes e vendem por
presos sem competencia._______*_______
Revoluco
Vende-se na padaria de Mello & Bisel, ma
Urea do Rosario n. 40, a MO re. a barrica-___
Libras Sterlinas
Vende-se na loja de oas de Angosto do Be'
, C- ra do Cabog n. 9.
tinnava
A velha escutava com o ouvido atiento, i coadusiado os dous ladroes de ca9a e a
a cabece ocl nada e com o rosto horripi-1 yelba Heanqaeta.
iante inandado de feros aatisfajSo. Depoia de tranposto o portSo, desatrel-
Quando a Doucini termmoa a saa nar- i,^,, cmiio e recolhido cocheira aos
seja.
riosiiade
todo.
de saber aso.
gam-me
racSo, hoove am instante de silencio.
Mlle. Dmentires recolhiaje.
Afiual, perguntou ao casal:
Esto bem oertos de terem visto
isso?
Com certesa; nos nSo 'estamos com
catar actas nos olhos.
E conhecem o sitio em qae isso se
passoa ?
Ora est!. Foi na floresta do
Espinheiro, na trra de Rivaade, nem
mais nem menos.
EatSo bem cortos ?...
A senhora est duvidando de tado...
Poia se estamos a diser-lhe qae foi na en-
trada do Espinheiro qae tinhamos estabe-
lecido e nosso rancho para pasaarmos a
noite... NSo podemos de modo algum
enganar-nos.
Voces acertaram agora com o la-
gar?...
Com os olhos fechados, e no escoro.
Bom, bom, mostrem-me l os seas
faizSes .
A Doucini tiren do sea sacco doas fai-
soes machos e nma femea.
cuidados do jardineiro, Mlle. Henriqueta
condnsio a Doacmi e PoiroaX cosinha,
onde, no meio de vasto e profundo fogSo,
arda nm verdadeiro brazeiro.
Acc -mmodou os all, bem aquecidos, e
disse-Ihes com o mais insinuante dos aor-
risos :
VSo tomar nma gotinha de agur-
dente, nSo verdade ?.. Co o am fro
destes, ella os revigorar um pouco. ..
Certamen te qpe tomaramos de pre
ferencia duas em ves de ama, replicoa
Poironx soltando grande risada.
O odio pode metamorphoaear completa-
mente tuna creatura humana.
Henriqueta Dmentires, avara como
tado qoacto pode haver de avaro, e qae
alimentava os criados com o que dsvia
deitar fra na. cosinha, replicou sempre
risoaha:
Doas se quseren, de certo. NSo
posso recusar-lhes coasa alguma.
E collocoa urna garrafa oheia o alcance
dos dous.
Como mademoiselle amavel! disse
Poironx enchendo am copo e virando-o de
um trago.
A Doucini espreitava Poironx com o
canto do olho.
Imitoa o companheiro, b-beti lom sa-
tisfacSo e disse emsardina:
Amavel de mais !... Devemos des-
confiar. ..
Ella tem urna agurdente soberba,
por fim de contas Vamos provar nma
gotta mais.
Estoa prompta para isso, nSo ha a
menor duvida !... Mas devemos descon-
fiar !
Mlle. Dmentires vol tava offegante,
maito etarefada.
Os seus olhos correram garrafa de
cognac.
Oh os patifes! mnrmnroa ella.
E' sobarbo o seu cognac !... disse
Poironx.
Tem nm gostinho especial deve
nha mais.
__ Sim, sim, estou vendo isso, respon
dea Henriqueta com am suspiro. Mas a
caminhada deve ter-lhe aborto o appetite.
Vio comer um p ucochioho ; nSo assim ?
Oh tcom certesa... Tanto mais
quanto o ontro, o tal bicho, comen-nos is
batatas... e nos entSo ttvemoa que aper
tar a barriga.
Pois bem, voces vSo passar para a
sala de jantar e almocarSo com nosco d'a-
qai a pouco... Oh 1... nSo somos or-
galhosos... e, repito-lhes, gostamos das
pessoas de bem...
Almocar n'ama sala de jantar... devo-
rar boas igaariaa maito a vontade 1 Poi-
roux e a Doucini nSo queriam acredit: r
na realidade.
Esta ultima, entretanto, continaava a
repetir entre dentes :
Devemos desconfiar, devemos des*
confiar...
Quando, porm, penetrou, depois de
' Poiroux, na sale de jantar, bem sqneoido,
Ninguem ma-s comprar pentes de chifre,
bnfalo ou de outra qualquer qaalidade desde
qne temos nm pente de marfim para tirar caspas
pelo diminuto preco de 200 rs.: na roa da Im-
peratrii n. 78 _________
Ferramenta
Vende-se grinde qufntidade de frraoienta
apropriada para empreiteiros de estrads* de
ferro, eft em mnito bom estado, como se tode-
ra verificar : a traiar na ra Baro da Victoria
n. 2, loja de Castro Medeiros 4 C
com urna mnltidSo de boas coasaa estn*
didas na mesa, a sua desconfianca desra*
nece-se, e ella soltou um longo suspira
de brutal aatistacSo.
I Mas pararam ambos estopefectos.
Por urna porta lateral, aoabava de en-
trar um senhor que nem nm nem oatro
conhecia.
NSo era bonito o recem-ebegado, a saa
tes terrosa e amarella era sulcada de pe-
queas rugas; os seus olhos, brilbantes e
mios, mostravam-se tintos de bilis.
Era Fabricio Dmentires, que, prociH
rendo sorrir, mostrarse gracioso e ama-
vel, apenas consegua parecer mais odioso
tal ves.
Entrem, meas amigos, disse elle
com voa qae soava mal como am diaman-
te cortando o vidro; entrem e sentem-se...
tenho grande praxer em vel os.
A Doucini e Poiroux, distnbuindo d-'
reita e esquerda gra .des cumpimentcs
e mesuras, tomaram finalmente logar
mesa, sentando-se beira das cadeiras.
Mlle. Dmeotires estova porta da
sala de jantar.
Irma achava se ao lado d'eila.
Conhece essas pessoas ? perguntoa
Henriqueta a Irma Courieal.
Irma meneou enrgicamente a cabsca.
NSo, responden ella em voz baixa,
elles nao iam nanea l para os lados da
Boloteira ; tenho cerea de que nSo me
conhecem to pouco.
EntSo, ande de um lado para ontro,
servindo o al moco em torno da mesa, "
nSo perca nma nica'das suaa pelavras..
Fabricio sentava-se tambem mase, d<
fronte da irmS.
Poironx e a Doucini, atrapalhados
principio, nlo se entregavam trncame
o sen formidavel appetite. W
(Contnu(tr-$6~h(i.)
Typ. do Diario roa Uoque de Caxus nftt

*. -
Operas Daniel 6VJ000 .
Operetas stfooe 1
Japoneses 6^000
Fumo detfiado
Kspeciaes Aristocrticos 7,1500
6*560
Mandarna -ooo
Cubanos 6*508
Flor do Estado 6*500 i
Caporal 6*000
Sedas
Sorahs de todas as cores, sedas brancas e de
cores, receben lindo sortimento.
Au Parodia de Dame i
Movis austracos '


Full Text
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