Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17800


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Full Text
AJSIMQ JLX V i i .tM JSK O 109
/,
SABBABO 16 DE MAIO DE 1891
AMBCO.
PROPRIEDADfi DE MANOEL FI<* JEIROA l E FARIA FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONbE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados >
Por seis ditos dem .
Por um anno idem. .
Cada Damero avuiso.

61000
121000
231000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLSVOSfcflE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E 1NGLATERBA:
I *
$
V

TELEGRAflMAS
mi': mmm ac siasi;
RIO DE JANEIRO, 15 de Maio s 4
horas e 25 mi- utos da tarde.
Foi declarada nulla a nomeagao do
desembargador Manoel Ciernen tino Car-
oeiro da Cuaba para o cargo de director
da Faculdade de Direito do Recife.
LISBOA, 14 de Maio.
O governo portagaez assignou aovo tra
tado com a Inglaterra sobra os limites das
possessoas dos respectivos paizes na frica.
Foram fe i tas concessos reciprocis, sen-
do de esperar que ellas serSo approvadas
pelas cortes po.tnguezas.
BRXELLAS, 14 de Maio.
Melhora a situac&o garal do paiz.
Muitos operarios de Liege e Namours
mostrara se fatigados com a resistencia.
ROMA, 14 de Maio.
Sao graves as deaordens havidaa em di-
versas partes do reino entre operarios e
tropa.
CAIRO, 14 de Maio.
Foi normado presidente do novo gabine-
te Fehmi Pacha.
LONDRES, 14 de Maio.
O Banco da Inglaterra elevou a 5 *je os
respeetivos descontos.
BUENOS-AYRES, 14 di Maio.
O governo declaren ao parlamento que
estava estudando um projecto, que em
breve ser apresentado, relativo as grves
e tendsnte a melhorar a situacjto fiaan-*
Os Srs. Amede,
Pioveace.
& C, residentes em Paris, 34 rae de
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes addiantados. 13*500
Por nove ditos idem
Por om anno dem.
Cada numero a valso
201000
26^000
1100
^
ceira.
1
i


IHSTRBCCiO POPDLAR
::s:i:a:asit4BS
PARA A VIDA
v
IOE.1M PRBLIyillB
(Continuado)
SEGUNDA PARTE
vi
tOZU DA HUMAOTDADB AS SDA8 80CIEDA-
DES FCSDAMENTAKS
O conbecimeato de Den, princi-
pio e turma da acleneia
131
5em grande atteoco. i^to sem iolengo nem
plmo claiameute saDido e sytematicamente se
yrjjtto, possivel que o espirito humano tenha
procedido a'. i oje na so a cultura scien'.inca, sob
as mperfeitascondige* rta historia humaaa na
ierra ; mas nesses esforcos e renascimentos con
uonoe, posto que interrumpidos frequeoiemenie,
onomem6 movido por urna nece da soa natureza : a aspiracao a 6oa plena racio:
nalidade ; este espinto na sua viaa mais intima
e ivre la sciencia reflecte o elle em si urna vei
ou cutra cono ser que se educa com a sua pro-
pria histoiia, preparase para mais elevados des-
tinos. Disto copvence-nos a historia KirnUfl
at hoje.
A relxo iolelledual ou a pbiiosopbia no
s< atidj lato, ao passo qu3 da m tn.-:o ia prodoc
ios vivo- e uttio .r|J"d os ttmpos, tem com o
destino ulterior bisi. ico, e com o ultimo desti-
no humano, orna re'ocao cooslane que trascea-
de a toda a vida e qo ?< pjplica pela sfrnelnan-
ij com o boxem nos periodos da sua ediuaco
racional,
(Continua)
PARTE OFFICIAL
m y
W i
r
Governo do Estad* de Pern
buco
IXPBDIKKTB BO DA 3 Di M4BCO DI 1891
Actos*
* O desembargador governador do Estado resol-
ve elevar a cinco o numero de intendentes do
moni' po de Villa Relia, e comear para os loga
ef que accresceram os cidados Jos Beroardioo
ios Swtos e Sebastio Pereira da Silva.Fixe-
ram-se a., necessarias commuoicao&es.
O desembargador governador do E tado
olve nomear o dado Antonio Pereira Rrasil
exercer o cargo de memoro da laten icncia
icipal de Villa bella emsabstitaicao do cida
so Brat Nones de Magalhes que fallecen.Fi-
;ram se as neces arias coinmunicages.
'__o desembargador governador do Estado
r*olve exonerar, a pedido, o bacharel Pedro
riftcisco Correia ue Oliveira do cargo de 2.
rtz substituto da comarca desta capital.
O desembargador governador do Estado
ase've nomear o bacharel Fracciaco Joaquim da
Rocha para o cargo de J. joiz sobstitoto la co-
arca des'a capit.l, por lempo de qoatro sanos,
a forma da lei. M '
O desembargador governador do EsUdo
raaplve dispensar a peuido, o Dr. Eugenio de
1 ir os Falco de Lacerda do logar de 2 o offieia,
fi seccao da eatatistica, annexa i secretarla do
Eterno, e designar pa a sobsiituil o o bacharel
to Agostiaho Garneiro Bezerra Cavalcante.
C*mmonicon-se ao inspector da Thesourarla de
Faxenda.
-- O desembargador governador do Estado, de
accordo com a proras'.a do inspector do Tbeso
re conlida em cfficio o 238 de SO do corrate
jbm, resol ve comear o adjunto ao promotor p-
tico, Manoel Ramos de Barros Malla, paraexer-
i^o cargo de ijod^nte de procurador do* feilos'
da fuz.uda do Estado no municipio de Ag-as-
Bellis; ticando exonerado o que actualmente
exerce o dito cargo.
O desembargado." gove-nado.- do Estado,
usando da attribnico que Ibe coafere o iecreto
n. 861 de 13 de Oatobro do anno passado, resol-
ve nomear para o districto de paz de S. Fran
cisco na comarca de Villa Bell i :
Joiz de paz Manoel Pereira da Silva Jacobina.
i. supplente-Jo.-lH>etrBda|Vva e S.
2. oitoPraxedea^fcea de Bagos.
Fizoram se ns necojaaifas commanicagOea.
O desembargador governador do Estado,
teudo em vista a aat ma lo Ministerio resolve abrir, sob ata re*ponaMlldacle, am ere
.dito da importancia de 20:0000u0 para occorrer
as despezas com o lazareto destinado a reoeber
tioeotjs de febre amarella e ouiras ted.-nle8 a
impedir o desenvolvimeoto do epidemia.Re-
metteu-se copia ao inspector da Triesooraria de
Faxenda e communicco-ae ao capitao do porto.
O desembargador governador do Estado
resolve nomear o Dr. Joto Mara Soto para se
encarregar do iratameoto dos doentes de febre
amarella oo lazareto do Pina, com a gratificacao
mensal de 300^, que correr por coate do ere
dito aborto nesta data em virtude de aolorisacao
concedida pelo Ministerio das Negocios do 11 te-
nor em telegramma de hontem datado; (i-ando
assim o mesmo Dr. Joao loria Seve dispensado
da commisso que ihe foi confiada para tratar
doi variolosos e ocnmbir-se do aervico de va'c
cioaco oo municipio de 3. Lonreoco da Mitta
Commnnicou-so ao inspector da Thesourana
de Faxenda.
O desembargador governador do Estado
resolve nomear o cidado F.-ederico Chaves Ja-
nior para 80 incumbir do tratam -oto dos vario
losos e do servi/o du vc;inacao no municipio
de S. Lonreoco da Matta. pe'cebendo a gratifica-
gao mensal de 300*000Flzeram-se as neces-
sarias communlcacQes,
O desembargador goreraador do Estado, de
conformidad* com a proposta do Dr. ebefe de
polica em oflB ;io de 17 do correte sob n 486,
resolve exonerar, a pedido, o cidado Levto da
Cruz Neves do cargo de i.* soppleate de dele-
gado do termo de Salgoeiro.
O desembargador governador do Estado,
de conformidade eoa a proposte do Dr. chele de
polica, em officio do 17 do crrente, sob n. 485,
resolte exonerar, a podido, o cidadio Sebastiio
Accioli Pereira Bastos, do cargo de f tnppleme
do subdelgalo do districto, de Preguicas, do
termo de Palmares.Commoaieon-se ao Dr. che-
fe de polica.
Oficios :
Ao governador do Estado da Parahyba.
Rogo-vos que me informis sobre o assompto da
peticao, junta por ce pa, do cldadao Joao Pro-
copio de Souza.
Ao commandante das armas. Conforme
solicita 0 inspector do Arsenal de Marioha, em
officio o. 38 de 21 do correte, recommoado a
expedicao de vossas ordens para que dous m-
dicos do exercito facam parte da jante de sande
que tem de inspeccionar o operario di* 2* classe
do dito Arsenal, Pedro Thaodoro Rodricues Pin
to. que adquiri em strvlco molestia que o im
possibilita de trabalhar.
A reanio ds referida juata devera lsr
amanh, as 11 horas do da, na ra Direila n. 81
! andar, onde reside o mencionado operario
que se ai tu gravemente enfermo. Commooi-
cou se ao inspector do Arsenal de Manaba.
Ao mesmo.Deferado o reqaerimento do
soldado do 14' batalhao de infantera, Cynllo
Lopes Gilvo, so ore que versa vossa ioform.co
a. 2.800, de hoje datada, aatoriso-vos a conce-
der.es baixa do servido do exercito referida
prnga, ama vez que o substituto apreseotado es-
Ipji as condicOes da lei.
Ao Dr cbtf de polica.Fica approvado o
contracto de locaco da casa, perlencente ao ci-
dado Flix Cyprlano da Silva Teixeira, para
serv r de prso e qaartel no districto da Magda
lena, pelo prego de 144000 measaes. -
O qu- vos declaro para os devido eff-itos e
em soloc&o dos offi:ios de 10 de Julbo, 15 e 31
de Janeiro ultimo-. Commuaicoa-se ao inspe-
ctor do Thesouro.
Ao conselbeiro p'esidente da Relaco.
Trausmitto-vosoozeexemplares da collecgaodos
uecretos do governo provisorio, do mez de Ju-
Iho do anno passado.
Ao inspector da Thesouraria de Faxenda.
Maodai lavrar termo de cootracto com Bartbolo-
meu & C, para o (orneameato de medicamen-
tos e ateosis a pbarmacia do presidio de Fer-
nando de Norooba, por ser a proposla desses
pbarmaceoticos de accordo com as vossas infor-
magao em cfficio o. 197, de 20 doeorrente,a
mais vaotjosa aos ioteresses da fazeoda.
Oevolvo os documentos que acompanbaram o
mencionado offi;io.
Ao mesmo. Providenciai para qae seja
entregue ao juiz de direito da comarca de Goyan-
aa, por cunta da verba < Soccorros Pblicos ,
a quaotia de VX1000, e bem assim a de 2004.
de que trata o meu officio de 14 do correte, afim
de occorrer a despexa com o iratameoto de indi
gentes all accommeilidos de varilas.
Ao mesmo Dsclaro-vos, para os devidos
eflVlts s, que por aviso de 12 do correte, n. 134,
commuuicou me o Ministerio da I js'rucgao Pa
blica, Correiose Teicgr crdito de 104752, que abr verba 'Eventuaes
do exercido vigente, afim de occorrer ao paga-
mento da gratifi agao que compele ao bacharel
Manoel Aotooio dos Passos e Silva, por baver
substituido o* secretario da Faculdade de Direito
do Recife, que se acbava em servico do jury, de
28 a 31 de Janeiro deste anuo.
Ao mesmo.Gouimunicovos. paraos de
vidos effeit08, que por aviso de 12 do correte,
o. 135. declarou-me o minis.erio da iostrocgo
publica, correios n telegrapbos ficar approvado
o crdito de 504000 que abr a verbaEvt*a
tuaesdaquelle ministerio, exercicio de 1890,
afim de occorrer ao pagamento da gratiBcaco
devida ao bacharel Joo Feliciano da Motta e
Albaquerque por baver faneciooado como exa-
minador de portugnez na banca do curso ao
nexo Faculdade de Direito lo Recife.
Ao inspector do Tbesouro do Estado.De
accordo com a vos.-;, informaco n. 233, de 19
do correte mez, antoriso vos a maodardes pa
gar pela verbaEveotnaesa Joo Baptista da
Silva Prxedes, a qnantia de 2794400, prove-
niente da illanioaco por elle feita, dorante tres
das no qaarlel da guarda local, por occasio de
fesiejar-se a ele gao do presidente da repab-a
promulgaba i da nessa coostituico poltica.
Acompanham es documentos relativos ao pi
garrelo.
aos membres da directora do Banco da
Boisd.-Iateirado do assompto de vosso officio,
de 20 do correte mez, com referencia ao co-
mego dasoperacOes desse Banco, declaro vos
que fago votos pelo sea augmento e prosperida-
de.
Ao delegado da inspectora geral de trras.
Remello vos as religues que me dirgiram ia
divdaos qoe se dizem passageiros nos vapores
da Companbia Cbargeus Reuns para este porto
e outrjs do sul, allegando nio aerem immigran-
tes coF.tr otados pelo governo, afl'm de qoe. se
acbardes conveniente, vos dirjaos ao inspector
geral de Ierras t coloaisaco do sentido da mes
ma prestaco.
Ao mesmo.Remetto-vos o requerimeaio
qne a este governo dirgiram alguns cooxssic-
narios de lotes na c looia Soasfuna, e qoe
acompanboa o vosso officio de 17 do correte,
amo de que solicitis do inspector gerjl de tor-
ras pabcas as passagens qoe elies pretendem
para toas familias.
Ao Dr. Antonio de Olinda Almeida Caval-
cante, juiz da seceo.
Recommendo-vos qoe, em observancia de or-
dem do adad) ministro da jastiga, transmitti-
da em telegradaina de 21 do crreme, d-is pssse
ao vosso substituto, bacharel Julio Augusto de
Lima Freir.
Portaras:
OSr. gerotte da Companbia Pernambocaoa
faga transportar to presidio de Fernando de No-
rooba, por sonta do ministerio da guerra o te
neote Joo AfToaso dn Mello qoe val para all Espiridio flkrrelra M^nteiro da co narca neGra-
.i estacar. -Mandou-se a Thesouraria de FaxehdV
ajustar cootas e communicou oe ao commandan-
te das armas.
Iiem idem ao alferes Joo Jorge de Campos,
que segae destacado; e bem assim a um criado
donme Joo Ferreira. Mandou-se a Thesou-
raria de Fazenda ajustar contes e commanicou-
sojki commandante das armas.
dem passagens gratuitas de r do porto
do Ceart para o do Recife oo vapor Jucaby-
pe o Bacharel Bento Borges da Fooseca, sua
seahora e oito filhos.
dem, passagem de proa at Fernando de
Noronba a Francisca Mara da Conceigao, mu
Iher do sentenciado Jos Pereira da Silva.
Commonicoa-se ao director do presidio.
O Sr. gerente da Companbia Peroambuca
na faca transpor ar ao Estado do Rio Grande do
N'irte, por coota do Ministerio da Guerra urna
caxa mediado 413 decmetros cbicos e bem as
sim om armario de madeira, nma mesa de ran-
cho e dous bancos destinados ao 34* batalhao de
infantera all existente.
dem, idem ao Estado da Parahyba 3 cal
xes mediado 1,496 decmetros aicos, coaten-
do 8apat08 para o 27 batalhao de infantera all
existente.
dem, idem ao Estado do Cear 4 caixdes
madindo 2,134 dedmetros cbicos, conlendo
fardamento para o 11* batalhao de infamara alli
existente.Communicon-se ao director do Ar
seal de Guerra.
dem para o p/esidio de Fernando de No-
ronba e por coota no Estado os 49 sentenciados
de que trata a relaco junta por copi? e a res-
pectiva escolte.Provideocioo-se sobre o trans-
porte para bordo e fizeram-se as necessarias
commuoicages.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem de 1*
classe, por conta do Estado, da estecao de Cinco
Ponas a de Uoa, ao sab-commissario da guarda
local do maoicipio de Baiqae Felicio Benicto Ca-
valcante.
Mututis mutandu a\ estrada de ferro Sal
de Palmares a Garanhuos.
dem as estradas de ferro de S. Francisco
e Sal passagem de 2* classe de Cinco Ponas a
Garanhoos ao cabo da guarda local de Ouncury,
Alpbooo Pereira Cuaba.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao Limoeiro d passagem de 2* classe
de ida e volta, por conta do Estado, da esteco
do Brom a de Po-a'Alho, a 4 pracas e de ida
smente a 2 presos que ellas condnzem.
* dem, i lem da estngio do Brnm a de Tim-
baba a 2 pracas, e de ida smente a am preso
ellas condoztm.
BXMnmrrs do db sicretabio
Officios :
Ao Dr ebefe de polica.De ordem do des-
embargador governador do Estado transmilto-
vos para os devidos effeitos e em soluco de
vosso officio de 22 de Deaemoro ultimo, sob n.
2,640, copia do de 16 do correte o. 221 do n
spector do Tbesouro.
Ao gerente da Compaohia Pernambacaoa
de Navegaco. O desembargador governador
do Estado manda commonicar-vos quecooce-
deu autorsaco ao cidado Manoel Francisco
dos Santos afim de remetter asaamulberD.
Emilia Getiraoa Santos professora do presidio
de Fernando de Norooba os gneros alimenti-
cios de qoe trata a relaco aqu junta, qoe ser
apresentada por occasio do embarque dos mea-
mos gneros, aj director d'aquelle eslabelecl-
meoto. Commaoicou-se ao director do pre-
sidio.
Edilal :
De ordem do desembargador governador
do Estado, em observancia ao artigo 5' do de-
creto o. 8,266 de 8 de Oatobro de 1881, notifico
ao joiz de direito Jos Francisco de Goes Caval-
cante, de soa remogo. por decreto de 7 de Fe-
veiro ultimo, da comarca de Bom-Jardim aeste
Estado para a da Estancia no de Sergipe, tendo
sido fixado o praso de trez mezes para assumir
o exercicio de suas funcgOs.
De ordem do desembargador governador
do Estado faco publico para cocbeciment dos
interessados que tica adiado para 25 do correo
te o acto de abertura das prupostas aprsenla
das para o fornecimento de fardamento e diver
sos artigos a forca de cavallaria e Infantera da
guarda local.
Communicou-se ao commandante superior.
O deBembargarior governador do Estado
resalvo, de accordo com a proposta exarada oo
ofllcio do iospector do Tbesouro de 23 do jor-
rele o. 2S0, oomear o prono'.or publico, bacha-
rel Joo Nazareno Caroeiro Campello. para ex-
ercer o cargo de aldante do procurador dos
feilos da fa-enda do Estado no municipio dePa-
ijelilas, ficando assim exonerado o que oceupa-
vi dito cargo.Commuacou-se ao inspector do
Toes'jaro do Estado.
O desembirgador goveraador do Estado
reso ve' remover o promotor publico bacharel
vat para
charey.
aomeef'
-O
resolveu
Mendes
t de B-zerros, em sabstico do Ca-
lva Ramos, que nao aceitn u
BXPBDIBNTE DO DA 24 DB MARQO DB 1891
Actos :
O desembargador governador do Estado,
tomando em consideracao a petico e doc-
umeotos dos agricultores Joaquim Cclho Lei-
le e bacharel Jos Joaqaim Colho Pereira
Leite tendo em vista a informaco constante
do orS-jio do Dr. inspector do Tbesouro, de 21
de Janeiro, e mais "os pareceres qoe acompa-
nbaram o mesmo officio, e asando da altribuigo
comida oos decretos desie goveroo de 15 d Ou-
tubro do aono prximo nado e de 3l de Janeiro
ultimo, resolve baixar o seguinte
Decreto :
(Publicado na 1* pagina do Diario de 2 de
Abril do corrate anno).
O desembargador governador do Estado,,
lomando em consideracao a petigo e documen-
tos do agricultor Francisco Dorotheu Rodrigues
e Silva, tendo em vista a informaco constante
do officio d) Dr. Inspector do Thesooro, d 2 do
co reate, > mais are ;i res que acompanbaram o
rxesmo ffhio, e usando da altribuigo conlida
nos decretos deste governo de 15 de Ootob.o
do anno prximo fiado e de 31 de Janeiro nlli
mo, resolve expedir o sego'ote
Decreto :
(Publicado na 1.a pagina do Diento de 3 de
Abril) m .
O desembargador governador do Estado,
tomando em considerago a petico e documen-
tos dos agricultores Felippe Paes de Oliveira e
Carlos Sindea, tendo em vista a informaco coa
atante do officio do Dr. Inspector do Tbesouro
de 6 do correte, e mau pareceres que acompa-
nbaram o tcetmo officio, e usando da altribuigo
conlida nos decelos deste goveroo de 15 de u-
tuoro do aono prximo findo e de 31 de Janeiro
ultimo, resolve baixar o seguinte.
Decreto:
(Publicado do Didm de 5 de Abril).
O desembargador governador do Estado
resolve exonerar, a pedido, o cidado Jos Paos
tio Porto do logar de membro da Intendencia
Municipal do Recife e nomear, para substltu-o,
o commendador Albino Jos da Silva.Fizeram
as 'necessarias communtcacoes.
O desembargad, r goveraador do Estado re
solve nomear para as vagas existentes no 45*
batalhao de infamara da guarda nacional da co-
marca do Rio Forrxoso, segundo proposla do
respectivo commandante, os segoiotes offieiaes:
3* Compaohia
Alferes Felippe Santiago Accioly Cavalcante.
8* Companbia
Tsente-Jjao Paes Santiago de Mello.
rgador governador do Estado
o bacharel Virginio Carneiro
para o cargo de promotor pu-
blico da comarca de Gravat.
' O desembargador governador do Estado
reso ve i ornear para o Ingar de 3 sapplente do
'ulz municipal e de orpnjs do termo de Pao
.'Albo o tenente coronel Solero Marques de
Araujo Pinaeiro. qoe assigoar termo de affir-
mage no praxo de om mez.Fizeram-se as ne-
cessaria commuaicagoes.
O.desembargador goveraador do Estado, at
tendeodo ao qoe requeren juventina Amelia Car-
neiro de Oliveira, professora da cadeira de An-
glicas, tendo em viste a informaco n. 123 de
bontem datada do asp 'Ctor geral da Instrucgo
Publica e o altes tado medico exhibido, resolve
prorogar por sessaota diat com ordenado, a li-
cenca ltimamente con jedida paticiooarla para
tratar de sua saude onde Ihe convier.
O desembargador governador do Estado,
altendendo ao que requereu o bacharel Jerony-
mo Materno Pereira de Carvalho nomeado juiz
de direito da comarca de Canhotiobo n'este Es-
tado, e tendo em vista a informaco do inspe-
ctor v.a Thesouraria de Fazenda de 18 do cor-
reate, n. 181, resolve abrir, sob sua respousabi
lidade, de aeeordo com o g 6." art. 5.* do decreto
o 2,884 do i.* de Fevereiro de 1862, um crdito
da importancia de 2094200 verba Ajada de
Casto Ministerio da Jastica exercicio vigente,
afim de occorrer ao pagameoto da qoe compete
so peticionario e fora arbitrada por aviso de 19
de Fevereiro ultimo.Remetteo se copia ao in
spector da Thesouraria de Fazenda.
Officios :
Ao governador do Estado do Rio Grande do
Sul.Remeti vos, con'orme solicitastes em te
legra ruma de boje, seis exemplares impressos
da coostituico d'este Estado promulgada por
decreto de 2i de Novembro do aaoo passado.
Remjtteram-Be aos demais governadores dos
Estados, 2 exemplares a cada om.
Ao inspector da Tbesorara de Fazenda.
Commoaico-vos qae o promotor publico da co-
mirca de Cimbres, o bacharel Antonio de S
Cavalcante de Albaquerque, inlerrompea o ex-
ercicio de sea cargo, por motivo denolestia, no
dia 9 do corrente.
Ao mesmo.Communico-vos que no dia
10 do corren'." o cidado Herculaoo de Oliveira
Torres Galindo assnmio interinamente o exerci
co do cargo de promotor pubi'co da comarca de
Cimbres para o qnal foi nomeado pelo joiz de
direito. i,
Ao mesmo.Communico-vos qae no dia
21 do corrente o bacharel Aotonio da Silva Goi-
mares, deixou o exercicio do cargo de promo-
tor publico da comarca de Paaellas, por ter sido
removido em 10 do mesmo mez, para a de Igda-
rassn.Na mesma data foi substituido pelo ci-
dado Olavo Correia Crespo nomeado pelo joiz
de direito.
Ao mesmoCommunico-vos qae o jais
municipal e de orpbos do termo de Barreiros
bacharel Manoel Octaviaoo Guedes Nogueira
reassumio o exercicio de sen cargo ao dia 10 do
corrente.
Ao mesmo.Tendo em vista a autorisago
conlida no telegramma que bontem me foi expe-
dido pelo Ministerio da Marioba, recommendo-
vos providenciis oo sentido de ser abooado. sob
irinba respoosabilidade, a ajada de custo, na
importancia de 8004000 arbitrado ao auditor de
marioba bacharel Jos Novaes de Souza Carva-
Ihe.
Ao iospector do Thesooro do Estado.At
tendeado o qae requereram Silva Fernandos &
C e tendo em vista vossa inf rmaco em officio
o. 2l6 de 13 do correte aatoriso-vos a contra
ctardes com os meamos reqoerentes a fabrica de
mobilias envergadas feico das de faia.clp oo
janeo importadas de paiz estrangeiros que pre-
tendem montar n'este Estado, por si on compa-
ohia qae organisarem, empregaado exclusiva-
mate o'esses artefactos madeiras indgenas.
Os cootractaotes' gozaro da iseogo de impos-
tes do Estado e mooicipaes presentes e futuros
por e pago de 10 anuos a contar da data da as
signatura do contracto.
Essa iseocso comprebeoder os edificios da
fabrica, de machioismos, utensilios, materia pri
ma e productos.
T-r. a fabrica allr.dida p.ra os fias legaes o
valor de 30:0004000.
Ao eng-onetro director geral da repartido
d Obras Publicas. Approvando a arremagc
constante da acta anoexa do vosso officio n. 48
de 17 do corrente autonso vos a contractardes
com o cidadio Niceas da Silva Gosmo a obra
de reparos da ponte sobre o rio Carim, em Bar-
reiros, cup orcameoto no valor de 4:0114";00
ter o abate de 12 /o offerecido pelo dito arre
matante.Commuoicoo-se as iospector do The-
sooro do Estado.
Ao administrador do tbeatro Santa Isabel.
Declaro vos qae conced boje esse theatro as
ooiles de 3, 4, 5 e 6 de Abril prximo, com-
misse eocarregada de promover um espectcu-
lo publico dramtico en. es.ejo a ebegada do
Dr. Jos Marianao Caroeiro da Cunba a esta ca
pial; dispensando a contriDuico do estylo e
com as vantageos do novo regulameoto dos
tbeatros.Fizeram-se as oecessanas commuui-
cages.
Ao director da estrada de ferro central de
Pernambuco.Communico-vos que o ministerio
da agricultura approveu em aviso de 13 do cor-
rente a licenca de 3 mezes, com vencimento Da
foma da lei, qoe conceda em 18 de Fevereiro
ao engenheiro desea estrada de ferro Jos Anto-
nio Saraiva Sobrinbo.Cimmonicou-se ao ins
pector da Thesoorana de Fazeoda.
Portaras :-
Declaro a intendencia municipal de Ca-
nhotiobo em solaco ao officio de 17 do corren-
te que, em 10 de Fevereiro, -olicitei do mi lis te-
rio da agricultura, ouimerclo e Obras publicas
a remessa do p-idro de pesos e medidas, do
sjUma mtrico decimal que requisitoo.
Os cidaioa agentes do Ltoyd Brazil'iro
deem passageas de rao bordo do vap^r Espi
rilo Sa*t. do porto do Recife ao de Paraoagu,
coofo me amorisou o ministerio doi negocios da
jostiga, por aviso de 30 de Dezembro ullimi, a
mD. Aaua America chOa Cavalcante e Mana
Pa Martina R.beiro. ta e irm do jais de dire
to da comarca de dura, oo estada do Paran,
bacharel Fernindo Engeoio Martina Ribeiro.
Officiou-se ao governador do estado do Paran,
afim de providenciar sobre o transporte at a
comarca de Castro.
dem passagem de proa do porto do Recite
ao de Porto Alegre ao sen enciado de oome
Agosnho Miaa, ex-esoravo de Joaquim Macedo,
o qual para all segu afim de ser posto em It-
berdade, por baver concluido a sentnca qoe es-
teta cumprinio oo presidio de Femando de No-
, ronha.Provideacion-se o transporte para bor-
do e fizeram-se as necessarias commoaicacOes.
O Sr. gerente da companhia pernambacaoa
de navegago mande dar passagem de proa at
Natal, a Joo Baptista Vieira. por coate das gra-
tuitas a que o goveroo tem direito.
dem at o presidio de Fernando de Noro-
nba, por cama do ministerio da guerra, ao sen-
tenciado militar Antonio Malhias do Nascimeo-
to.Comraonicou-se ao commandante das. ar-
mas.
dem de r por conta das gratuitas a Ma-
noel F. dos Santos.
O Sr. snpsrlntendente da estrada de ferro
do Ricife ao S. Francisco d passagem de ida e
volta, em carro de 1* classe, por coota do este-
do, da estago de Cinco Ponas a de Escala, ao
commissano teaente Severi&DO Vi eir da Paz
qae foi removido para o;municipio deJaboato e
providencie qaanto ao transporte da bagagem
qae elle tem de condazir no regressar para esta
capital.
dem idem ao commissano da Ecada-Joao
Francisco Hemeterio Portella.
dem dem as estradas de ferro de S.
Francisco e Sul de Pernambuco da estago de
Cinco Ponas a de Qmpaoa ao promotor nomea-
do para Panellas Joo Nazareno Caroeiro Cam
pello.
dem na estrada de ferro de S. Francisco
da estago de Anpibu a de Cinco Pomas ao sob
commissano da guarda local de Amaragy Jos
Octaviano de Mello.
dem aas euradas de ferro de S. Fraocisco
e Sol de Peroamboco entre as esta goes de Cinco
Ponas e de Garanbans ao engenheiro da Repar-
t gao de Obras Publicas Antonio Reg N-tto,
que alli vai a servico publico, correado a despe-
zi por conta do Estado.
dem oa estrada de ferro de S. Francisco
em carro ie 2* classe da estago de Cinco Pon-
as a de Agua Preta a daas pracas, e de ida ce-
rnate a am preso qae ellas coodazem.
dem idem as estradas de ferr de S.
Fraocisco e Sal da esteco de Cinco Pootas a de
Garaabuns, a praga da guarda local de Pedra de
Buique Mananno Jos Formigo que cooduz ar-
mamento, cajo transpone fica por meio desta
aatorisado.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao Llmoeiro d passagem de ida e
volta at a estago daqaella cidade, em carro de
1* classe, por coala do Estado ao commissano
da guarda local de Petroliaa Josino Alejandrino
de Oliveira.
dem idem passagem de 2* classe da este-
co do Brom a de Nazareth a duas pracas ; e de
ida sement a om preso qae ellas leem de con-
dazir.
dem i lem passagem de ida da estago do
Brom a de Timbaba as pracas da guarda local
de Itamb Manoel Joaquim de Oliveira e Apoii-
narioAlves Correia que conduzem fardamento
cujo transporte fica por meio deste autori-
sado.
dem idem por coota do Ministerio da
Guerra, da estago de BaraAna at esta cidade
ao soldado com foros de cadete Francisco Me-
deiros de Alouqujrque e bem assim a escolla
que o acompanba, composta do 2 cadete 2* sar-
gento Antonio Visete da Silva, do cabo de es-
quadra Aotonio Bento de Vascoocellos e do sol-
dado Jos Tobas do Nascimento, todos parten-
cernes ao 14 batalhao de infamara.Commuui-
cou-se ao com mandan t das armas.
improrogavel de 15 dias, para assumir e exerci-
cio de seu posto.
De ordem do desembargador goveraador
do Estado, taco publico, para conbecimeoto dos
interessados, qae tica adiada para 28 do correa-
te, s 12 horas do dia, o acto da abertura das-
propostas apreseotadas para o fornecimento de
fardamento e diversos artigos da forca de caval
laria e infantera da guarda local.
DESPACHOS DO DIA 14 DE MAIO DE
1891
Antonio Elias dos Santos.Ao Dr. ebefe da
polica para fazer entregar ao peticionario a cer-
ildo aqu junta.
Gratoliano dos Santos Vital.Informe o di-
rector geral das Obras Pulicas.
Dr Joaofastos de Mello Gomes Remettido
ao director da Faculdade de direito do Recife
para atteoder ao peticionario.
Jaciutbo Can co Loba:..Informe o eogenbei-
ro eacarregado da coastrueco do edificio des
tin ido Facaldade de Direito desta cidade.
Jos Rotilio de Mello.Informe o Sr. delegado
da inspectora geral das trras e coloaisaco.
Joveocio Aurellano da Cuoha Cezar.Certifi-
qae-se.
Jas Mariano da SilvaNao ba que deferir
em vista das iaformacoes.
Joo Damasceao Ferreira.Ao Dr. cnefe do
polica para fazer entregar ao peticionario a cer-
ldo aqu junta.
Mara Rufina da Conceigao..Nao ha O qae de-
ferir em viste das informagOes,
Manoel Bruno Das.Passe portara.
Manoel Gongalves de Siqueira.Nao ha que-
deferir em vista das informagoes do joiz de di-
reito e da Intendencia Municipal.
Notalio MikloB. -Apresente-se ao Dr. chefe de
ptcia.
Nicols Miklos Baulesta.Apresente-se ao Dr.
ebefe de polica.
Vicente Berthrlne.Informe a Intendencia
Municipal da Escada.
Secretaria do Qoverno do Eetado
Pernambuco, 15 de Maio de 1891.
O porteiro,
Httnelerio Maciel da Silva.
i
.
de
*
a
.
Repartilo da pollela
SeccJto 2N. 103.Secretoria de Po
licia do Estado de Pernambuco, 15 de
Maio de 1891.
CidadSo Governador. Participo-vos que
foram recolhidosa Casa de De te 09 lo os se-
guintes individuos:
A' ordem do subdelegado da iregaecia de San-
to Antonio, Joo Jos Baptista e Aoselmo Anto-
nio Muoiz on Aoselmo Antonio da Luz, como
gatueos.
A' ordem do subdelegado do districto da Ma-
gdalena, Henrique Rocha, por disturbios.
Communicoo-me o delegado do termo de
Ipojuca, que no dia 9 do corrente foi encentrado
no no margem do eng-Tiho Salgado o cadver
.de Andi de Mello Falco, residente na villa de
N'ossa S.-ahora do O'.
Os peritos que o vistoriaram deciararam ter
sido a morte proveniente de aspbyxia por sub-
mereo.
No dia 8 do crremelas 5 horas da tarde
e em trras do engenho Arimby do referido ter-
mo de Ipojuca, o individuo de nome Manoel Bal-
bino ferio gravemente a Joo Francisco dos
Santos.
Contra o delioquente. que evadi se, proce-
rieu- e na forma da lei.
No dia 10 do correte, por volta de 4 horas
da tarde e oo districto de Palme:ra de Gara
aunas, travaram-se de razdes os individuos M -
aoel Felippe dos Santos e Manoel Tibnrlioo de
Barros, resaltaodo sabir este oltimo ferido gra
vemente.
O ofleosor logroa evadir-se e contra o mesme
abrios.' ioquerito.
Pelo Dr. delegado do 2. districto da capi-
tal foram remettidos ao Dr. juiz de direito do 4.
districto criminal os ioqoeritos policiaes a que
procedea contra Marlinbo Jos Gongalves, Ma-
noel Joaquim Vieira, cabo do 14 batalbo de
liaba, Manoel de Ar uda, Jos Manoel Pimentel e
Joo Jos de Araujo, msico do 14* batalbo de
linha, aos dous prmeiros por terem se ferido
mutuamente, o 2. por crime de offensas pbysi-
cas p-alteados na pessoa de Ignacio Ferreira da
Silva, o 3 por baver ferido a Maooel Jovino de
de Albuquerqn e o oltimo por crime de defio-
rameoto praticado na menor Josina ..Mara de
Oliveira.
Saude e fraternidade.Ao desembar-
gador Jos Antonio Correa di Silva, mu
digno governador deste Estado.O Chefe
de Polica, Oaudino Eudcxio de Britf}.

r4
EXPEDIENTE DO DB SICRETABIO
Officios :
Ao director geral di Sec-etara de Estado
dos Negocios da Jusfica.De ordem do desem-
bargador governador do Estado traosmitto-vos
om exemplar do Diario de Pernambuco de boje
em que vem poblicado o edital notificando o juiz
de direito Jos Francisco de Goes Cavalcante, de
sua remogo da comarca de Bom Jardim neste
Estado para a da Estancia no de Sergipe.
Ao Dr. ja z de 'direito da comarca de Tim
baoba.De ordem do desembargador governa-
dor do Estado reitero-vos a ordem qae vos traas
mitti em 13 do corrate relativa apresentago
da certido de vosse exercicio.
Ootro sim, o mesmo desembargador recom
menda- vos qae iadiqueis cidados idneos para
dous lugarss de supalales do jais subslitU'O
dessa comarca, os quies, segando consta, se
acbam vagos.
Ao comiiisario geral das guardas locaes.
O desembargador governador ao Este lo man
da declarar-vos qae na petico das ex-pracas do
extincto corpo da polica Pedro de Alcntara
Muoiz Sobriaho, Rodolpho Crespo e omros aos
quaes vos refers om vossa informago n. 518 da
17 do corrente, langoo boje o seguinte des-
pacho :
t Os vencimentos que os peticionarios recia
maoi j Ins foram remettidos, por intermedio
do commissano da guarda local de Villa Bella.
Ao m smo.6 desembargador governador
do Estado manda deciarar vos, qne, de accordo
com a vossa informaco n. 511 de 16 do co*ren-
le, exarou hoje na petiga., da ex praga do ex
tinelo corpo de polica, Jos Feliciano da Silva,
o s guinte despacho :
O peticionario j deve ter sido embolsado
< dos vencimentos de Novembro, visto j terem
sido remettido para o Cabo, onde se acba
actualmente. Com relago, porm, aos de D--
zembro, ao pode ser atteniido em vista das
informagoes docoron.-l commissario geral das
guardas locaes.
Ao director do presidio deFernaado de No-
ronha.O desembargador governador do Estado
manda communicar-vos que por ofli no de 19 do
corrate o secretario d'esse presidio bacnare:
Alfredo de Gusm&o Coelho declarou que deixara
de seguir para am afim de reassumir o exercicio
de seu cargo por se acbar no goso Ua licenga
qae obtelfi do goveroo d'este Estado por porta
na de 9 do mesmo mez, em prorogaco do .in*
loe concedestes em 20 de Fevereiro ultimo, para
tratar de sua saie.Commuoicou se ao inane
ctor da Thesouraria de Fazenda.
Ao gerente da Companbia Pernambucana.
O desembargador goveraador do Esta 10 man-
da iransmittir-vos, para os fias conveniente*,
copia da relaco nominal das pracas que consti-
tuem a escolta de que trate a portara de bontem
datada relativa ao transporte de 49 sentenciados
para o presidio de Fernando de Noronba.
Ai Sr. Jaaoo Rigby.De ordem do desem-
bargador governador do Estado acenso o recebi
ment do officio em que ..ommaaicactes que. de
volta d> Capital Federal, reassumistes a 19 do
corrate o exercicio do-cargo de soperinteadeot?
ia estrada de ferro do Recife ao Limoeiro
Ao Sr. Carlos Albeilo de Meoezes.De or-
dem do desembargador governador do Estado
acenso o recebimento do officio em qae comma
aicaetes que, de volta da Capital Federal, reas
sumidles em 20 do correte o exercicio do cargo
de gerente da Compjnbia Ferro Carril de Per-
nambou
Aos membros da commisso encarregads
da liqaidagao das contas da estrada de ferro do
Recife ao Umoeiro.De ordem do desembarga-
dor governador do Estado vos commuoico qae
tiver^m boje o conveniente desino os doc.mea-
tos qae acompaaharam o vosso officio de 18 do
corrate.
Edltaes :
De ordem do desembargador g >veroador
do Estado, fago coastar ao cidado Sesiao Car-
neiro de Mesqaita Cabral. nomeado por portarla
de 19 de Jaaeiro do corrente anno sub-commis
sario da guarda local do moolcipio de Salgoeiro, p^foit^B^^ iUmmaidiui <
qpe Ibe tica marcado, a contar de hoje, o praxo" P*"" luiuaioauM j-



>' i:"
In*pecSorl eral da Inwtracco Pu
bilea do Balado de Pernambuco
UB8FACHOS DO OTA 11 DB MAIO
DE 1891
Mara Julia da Ressurreigao Crua^ pe-
dindo prorogaSo de prazo.Como re
quer.
Mcia Seahorinha da Silva, pedindo
justificado de faltas.Justifico.
Izabel EmLa Lobo, pedindo justifica^
cSo de taitas J jstifico
Julia Candida do Reg Barreto e Alva-
rengrt, pedindo proroga53o de praao.
Como requer.
Mara Augusta da Silva, pedindo j usti-
ficacao de faltas.Justifico
Olodoaldo AristhSo d* Rocha Pereira.
Cumpra-ae e registre se, ficando aasigna-
dn ao professor 35 dias, a cont&r de 1#
de Abril fiado, para assumir o exercicio
da nova cadeira.
Candida Francisca de Menezes Moraes.
Compra se e registre-se a apostilla re- /'.
tro, ficando assigoado a professora o pra-
bo de 55 dias, a contar de 10 de Abril,
findo, para assum'r o exercicio da nova
cadeira.
Eugenia Augusta Castello Branco.
Cumpra-se e registra se o titulo retro,
sendo assignado a professora o praso do
40 dias, a datar do 10 de Abril findo,
para assumir o exercicio da cadeira qu
'he foi designada.
m
- i
MBIIsnOS^ ARTES
A Fabrica |de Lmhas da Estrella etti
situada na falda da serra de Petropolia,
alguna kilmetros cima da raa da erra
em um edificio vasto e eepacoao asaentado
em superficie plana da mesma serra.
A fabrica dividida em tros vastas gale-
Hi


aE-\.
MB
>**
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Diario de Pernambueo SahUMo 16 de Mfb de 1891
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I




J
i*' T
i
-1

j
das pelo-systema de~ tefbado" reentiaate^.
Na primeira sata acham ae aa machinas
de preparado da manaatyimaynaalgo-
dlo e 80 tacares siasfeitasfenBn diaeos
toa como regimentoseeam; liaha lide basa
lha.
A ciriosidade do eritiatei alo ae tale-
ga em ver nomo e<>wlla*t><*eaeenaareie
msculos de ago, agitados tifiar anranre
largas machinaav.tonjaasi atagodds*\,en ra
ma, eSfiurgaoi n*o de iotas os- detritos,
tranami tem n'o a um appareiho onde
empastado, a outro onde transformado
em grosso e tronzo p-viu, a outros e a
muitos onde vai sendo gradativameote re-
[asido a ti >, e a linha 'segunda- a eicaia
de nmeros adaptados ao consumo.
N primeira sala a linha preparada
perfeig >ada, ooltd) eugommada e passa
da para as m .chioaa de enrol.r em nove-
loi ou c.irriteis.
Este tranalbo curiosissimo, pela per-
feicao com que appar Ib. os relativamente
simples' tormam, em instantes; as cama-
das ir; epreheusiveis te qualquer. aquel-
los dous artigo*, nao teodo para dirigir
eese ser-vre seoSo meninas de. 8 a 12
asnos, pe.-feitamente disciplinadas e adob
iradas em tal espcialidade.
Na t irceira sala esto os machinismos,
tnturaias e a grande machina que poe
em movime-nto toda a fabrica.
O motor a agua, que em grande abua
daen corre em grosso volume do alt >
da sen*, formando at ha poueo urna cas
cata se'.vagem e intil, convertida hoje
em um productor prodigo de beneficios o
riquesas.
Mreoe todo a interesso a distribuicZo
das acraas em grandes tanques de depura-
cao, at penetrar no appareiho em que
esto as ooras, pura e senta de quais
quer det itos arrastados pela corrente.
Como dependencia da fabrica esto as
machn ;s de fabricacSo de carriteie.
Alli f.ilo simples e surprendente.
Magnificas laminas cortam instantnea-
mente grandes toro di madeira em folhas
de vat'iosoentimetroi de espearura, de
pois um instrumento corta em pequeos
pedacos todas essas folhas de madeira e
duas machinas os reduzem em seguida a
enrriteis,'produzindo mais d: 50 em cada
cinco minutos.
O pes&oal empregado nessa offioina o
mais reduzido ; nada mais de cinco ope-
rarios;
E' peaa que falto ie operarios, dos
seos oite ita e tautos tbeares s una 15
ou 20 esbejam sendo utiltaados, e atsim se
perca no vacuo enorme* orca, rcdandg
banseiras sa manilhas, que entrotem a
transmissiaxi
A fabrica tem um bello predio para ha
bitacao do director, com ospacosos luga
res reservados ao pessoal da administra
cao eao deposito; da linha.
Na sala principal desie predio o dire-
ctor abri.urna aula nocturna mixta para
os operarios menores, sendo a frequencia
ordinaria de 30 alumnos.
Ha tambam um bairro de operarios,
eompesto da casas pequeaas, na- visiohan
ca da fabrica, onde os moradores esto
alojados com o preciso conforto.
A Fabrica d Estrella pois, um es-
tilbel eeiment o da grande futuro, e sob a
direcclo activa e enrgica do Viseonde
da Cruz Alta, coadjuvado por sea filbo,
o Dr. lid-' n-so Dutra, <> progresso e suc-
jesso da empresa sao cortos e grandemen-
te remuaeradores do capital.
de Tfcditorq* cowrttw o
sen (ando de reserva 12:468:530
M"
pa
m DESPEZA :
Prejuiaavj VOS B9/J
D.pbs sa*ditos terminas
Boeus aoo se^aradaspieelo 7*
amo gratuito estarnos e re-
jf guree terrestres
Es'.omos, descomo* eresegu-
ftjs martimos
Ordenados .ivros e ootras des-
pezas na sede da companbu
Comoi.ss&o de cobraoca dio
Dojaiivos para material de ex-
linecio de incendios, gasto-
jadiei.es, deie.ioraeao de
mobilia, premios de transfe-
rencia de fondos.- contribui-
063 e diflerenca de cimbra
Premios nao realisados
Comroisses e despezas as
agencias
Impessos, sellos em recibos,
estarapdoasparao'eeaeeien-
ee e chapas do emblema da
compaoflia
J59:0W#8-7
4 315*533
62:787*653
4.389#52
2 866*928
17:519*796
23:0Ce39
9:74'. #851
8:912*566
2.017*616
179:438*571*
5 por ceolo que passa para fon-
do de reserva sobre..< ...
75:8i498i que o lucro li-
quido, deuuzdos 3:761*3(4
do saldo de 1889
79:605*298
3:792*249
Lucros lquidos 75:814*049
Desta s rcoi i f i resolvida a
distribuicao de um dividen-
do de 54* por acgo e sendo
o total de 1.344 importa.em 72:576*100
Saldo que passa para a coata
de gaubus e perdas 3 238*649
lia la oro em 31 de Des em oro de
1890
ACTIVO
Accionistas
Agencias
Bancos
Oaixi
Fondos averbades
Fundos em cauco
Letra a rec^ber
Mobilia e um objecio de arle no
escriptorio
Premios a cobrar o
Sellos de apoiiees e acedes
PASSIV0
Capital
Agencias
C redores por eaocao
.o. o. i' Iras reseturadoras
Di vid i jo- por pagar
Fuo Herdeiros de accioaistas
Ganbs e perdos
1.276:800*(M'0
49:167*665
24:430 3:313*905
204:989*945
8:000*0 0
225*001)
2:801*18
39:94 U 931
314*660
1610:026*958
1 344:0O*OO0
459*067
8:0*0*000
52*165
5:831 *IXM
166:406*053
9.464*622
75:814*049
1.610:026*95
FIKAiW-li C01MERCIO
No espacu de ires aonos1886-89a mporla-
5j na Inglaterra leve um acerescmo de cerca
de 780.> 00 000*000, observando se porm oo
3BB0 de 890 u.i. pequeo decres.'imeoio de..'..
67.000:0004000, em ra?o principal mente da bai
xa do assucar e outros gneros de Java.
A contraccio sob este titulo andoa por.......
44.060:000*000.
De dauos ofli iat.8 colbe-se em libras esterlinas
os segu rites valores das mercadonas recebidas
dos panes notados em 1886 e 1889
REVISTA DIARIA
Procedencias 1889 1886
Esiad* Uidos 95.461 475 81 600:197
Franca 45.780.277 36.599.45C
ludia Inglesa 36.199.04 32.130.507
Bassia 27.154.490 13.571 786
Allemanba 27.104 832 21422,342
Australia 26 804.592 20 954.440
Hollanda 26 679 2(6 25.309.949
Blgica 17.674.877 14 248 151
Saecia e N>nega 12.704.560 - 10.227.401
Colonias Norte-Ameri-
caoas 12.191 170 M.415.388
Bespimn:'. 11.558 857 9.112.025
Egjplo 8.620.602 7256759
Diuamarc 7.845.877 4.936 992
OabodaBiEspr-rauca 6.117.850 4.670.765
China 6.115.591 8.040 938
E6treilos 5 4'7.034 4372.622
Turqua 5 265.373 4 154.720
Brazil 5 070 628 3 461 135
Autilbasliglt-zas. 3 380.507 2.944 360
Cbile 3.264.573 2 277 437
Italia 3230.131 2773.573
Bomania 3.204 776 2.649 718
Portugal 3.105.078 2547.901
'levlao 2 822.357 2.083 636
l%ilippir,as 2 331.786 796 747
Austria 2.286 834 i 621.514
Java 2 234.174 3.162 478
Bepubl! :a Argenli la 2 016.182 1.645.337
Outros paizes 15.994404 14.H74 204
Total 427.637 595 349.863.472
D'esta tabella se ve que a importado do nosso
Brazil augm^atoo, nos tres anuos, de 3.461 000
a i 5 070.000, equivalente o mais de 45 ,. -re-
bultado em verade esplendido.
Mas a Russia vio a sna exportaco para o Rei-
no Unido augmentar-.se mais de 100 %, gracis
crescente produccao do trigo e taboado.
-Ni xportco dos EUdo-Uai I03 deu-so
ogmento Na de admirar a dimiooic&o que se nota na
im porta cao da China de cerca de t, 2.000.000
quan 10 se considera que moito cha que a Ingla-
terra cotnprava alli vem-lbe agora dama colonia
do Ceylo, que outr'ora se dedicava cultura do
eaf.
Tambem a nossa visinha, a Repblica Argn-
tina que alils comprou enormes quantidades de
queros ioglezes, lobretudo material de vias-fer-
reas s exoortoa em 1889 gneros do valor de
t 2.0: 0.000 oo apenas t 370000 mais do que em
(886.
Esses olgarismos so eloquentes para mostra-
rem as vantagens ofreetrad.
t'ERNAMBDCO
comawuaJal* JFJdelldade de Lis
boa, a garoa tarllflB*B e
terrestres essa ageaela desta
<:Jadead* Recife
Btum- do RECELTA .
Saldj de 1889 em diabeiro 3:761*314
Premio de segaros marttiuio 22:i92BS56
itos de dos temcuet 220:6234477
Jorose dirideodos de ttulos
Congreimo do Estado -Effectuou-se bon-
tem a 4 sessQu presidida pe. j Exm. Sr. Dr. Jos
Sariano ie Souza teuJo comparecidj 37 Srs. re
presentante.
Foi lida e approvada a acta-da sesso nnte:e-
deute com duas emendas, urna do Sr. Bitleocourt,
para se declarar que o voto d adbesao e apoto
foi nao s ao generalsimo, mas tambem ao go-
verpo actual eque .-e manifestou contra a segun-
da parte ; e ouira do Sr. FetisDiao, par clarar que compareced s-s -um ponen denoia
da ora, tendo assiatido a toda Jisais:aj da o
de.n do da ; teodo orado os Srs. Bitteocourt,
Esie^o de Oiiveira e Felisbino.
Vieram i mesa aeclaraces dos Srs. Prxedes
Pitaaga, Estevaa de Uliveira. Fernandes de Oli-
veira, Rogobeno Barbosa e Re.ueira Costa, as-
8evraodo qu, eotiwsseui presente qaaDdo
se votou a moco do Sr. Jos Mana, aa esso
antecdeme, ter-se-hum manifesuio a favor
Orou pela ordem o Sr. Prxedes Pitaaga, en-
viando a mesa o parecer da commlssao comeada
em sesidj de 3 lo corrente e incumbida de re-
digir a resposta Meosagem do Exm. Sr. des-
embargador goveruadorde^te Estado.
Passoo-se a ordem do dia.
Approvaram se os doas priaeiros captulos da
Costituico, sendo regeitadas urnas e ticaodo
prejadicadas outras das emendas aprsenlas.
Eocerrou-se al.* discutsai dos captulos III e
IV da Coustituico, tendo sido apoiadas cinco
emeudas e baveodo orado os Srs. Davino Pon-
toal, Eugenio But-.-icoart. Coelho de Miraes,
Drum uoa ,. Ayres Bello e UUet, nao se voiaudo
por falla de numero.
A ordem do dia : 1.a partevolaco das ma-
terias coja d;.-cus-a- licoo encerrada ; 2.a parte
1.* discoBso uo capitulo V do projeclo de
Cootiituicio.
Hueio publico IS de Malo -A com
misso lacumoida do olerro e ajardiuamento do
antigo urgo do Hospicio pira traasformal o
n'am Pusseio Publico com o nome 13 de' Malo,
tendo ce dirigido ao goveruo federal solicitando
um auxilio para as obras em andamento no re
ferido largo, obleve esse auxilio aa importancia
de 50 000*000.
Consta i:8o do egoiute telegramma, tirmado
pelo honrado Bario de Luceaa, e dirigido ao Sr.
Dr. M>Doel Gomes de Mallos:
R:o, 13 de Malo.
Ao Dr. Go uta de Mallos.
O auxilio por vos e vossos co npauheiros de
C9muvs?ao solicitado para o aterro da prac-i,
que emprebendestes com louvavel patriotismo,
loi concedido pelo ministerio do interior, ao
qual aprsenle! vosso te egramma.
Esse auxilio o da qoantia de 50:000*030.
que julgo soffieleote para completar as obras.
< Em miua opimao deveis converter a praca
em uui parque com umita agua, relva e bos-
ques ae arv jres escolbidas. Engrandecis o mais
que puderdes.
Ea vos saudo no dia de hoje, qa8 deve ser
para vos negralas recordaces. Assigoado Ba-
ro de Lucerna.
E* sem davida, importante o referido auxilio,
e com elle a commissao dirigente das obras
tem ensanchas de levar por diante o sen patrio
tico e upenho, mais de urna vez secundado palo
coocjjrs i publico.
CoDtem, porem, que este nao'arrefeca, pois
que, se a referida quaniia. de 50.030*003 nao
cnega para o complemento das obras, que sao
te vulto, e ni se po .e aterrar um a agado in-
fecto e traosformal-o o'utn parque com a quo a
commisso tem despendido, bem de ver qoe o
auxilio da popolaco recifeose se fax anda mis-
ter para que o b-llissimo e hygienico emprebeo-
dimeoto ><. urna reaiidade.
En 'ojo caso, o valioso donativo feito pelo go-
veroo fe ieral em nome da salubridade publica,
qae mano guanara com a traasforruacao da pra
ca, 6 digno de lo Jo apreco, e mais urna ves poe
em relevo qnaato se preoscupa o honrado Bario
de Lacena, a quem foi dirigido o pedido de au
xilio, pelos inelboramentos de Pernambueo,
pelo seo progresso.
DUeunu -Recebemos o importante discur-
so proferido pelo ilbutrado Sr. Dr. Joao Vieira
de Araujo, digao depaiado por este Estada, na
sessao de 28 de Janeiro do Cungresso acoaal.
Peca seivosa e profunda, attestando os vastos
conbecimentos do seu autor, esse discurso am
bello capitulo do Direilo Penal.
O Sr. Dr. Joao Vieira, criminalista da escola
italiana, e de accordo cem Lombroso, sectario da
peaa de morte, como agente teleccionador, es-
tendeu-se em brilbaates consideraces comba-
tendo, como prejudiciaes 4 ordem social, a pena
de morte e instuices de direito de graca, com-
mniacis de nenas, ele
Recornmendamos o discurso do Dr. Joao Viei-
ra aos qoe se dedicam' aa. estado das sciencias
peoaea
CeampauaM Fidelldade de Lisboa
tsta importante compannia, que tem bastan-
tes e radicados la'eresses oesta cidade, atiento o
ou ero-de-mgiiroe marttlssofS terreseeo>c-
iuados aqu por intermedio de sua agencia, pu-
blica em ostra saccao o resumo do seo muvi
meato no aano prximo passado e o respectivo
bataneo.
Por eases rtoquentee .documentos ae pode f-
cilmente ver o grao de prosperidade em que esta
e a cofltiaocd que inspira a Compaohia Fidelida-
de de Lisbi.
Chamamos a attencao do pnolico para essas
provaado extraordinario dasenvolvimento a que
ten aitigido a.refenda insti'.uicao.
tur iMti -Trm continuado a faacei>
nar com grande frequencia e muita ordem a aula
primaria do 1* posto di guarda local, mantida
por seu activo e digno commissario, o capilao
Mugalhaes.
Esse commettimento que mnito honra os in-
tuitos generosos do sea iniciador merece o apoio
de toda a populago sensata.
luarda nacionalA reun i dos offi-
ciaes da guarda nacional, cenvocada pelo Club
lien fcente desta corporaco foi marcada para o
dia 21 de Juaho ra Nova de Sania Rita n. 5,
s 7 doras da ooile.
'I leccin adore de Mello Iofor-
mam-oos que amaob, ao meio dia, qoe se re-
uie n, no 1" andar do predio r:. 40. rea da
Barao da Victoria (outr'ora roa Nova), os colec-
cionadores de sellos, arim de tratar de ama So
ce iade Philatalica.
' A coovocacao foita pela redaeco* do Philmh
tella
er'ic militarS' boje superior > cidadSo major Dantas, e tez a ronda de vi-
sita e Sr. alteres Cabra! Netto.
O 2" batalh&o dar a guarnico da cidade,
menos a guarda do hospital militar e Tbesou-
ro do Estado, que ero prestadas psla de art
Iharia.
Fax dia ao quartel general o cadvte Gabral.
Costa.
Uniforme o 4.
Fabrica deeatopaA'ofim do corrente
mez deve realtsar se a Ia entrada de 30 / do
capital subscripto para a fabrica de estopa,' de
que sao oreaoisadoree os Srs. Browos **C.
trmurn de movei e ludonUa
deaniiica -E-se acreditado eatabeleci-
mento de proonedade dos Srs. Silva Fernn les
& C, ra Baro da Vietoria a 49, acaba de
pr iver-se de raros e elegantes obj.ctos de poao
taslas.
Agradecendo o mimo que nos foi feito de um
lindo oraio de porc llana com pintora a oleo e
ouro, recommeadamos ao publico orna visita ao
citado eslabelecimenlo.
4rcnivs dO'NorteCom este titulo asa-
ba de pubticar-se nesia cidade urna lateres-aote
revisti, rvdigida pelos Srs. Franca Pereira.Tiieo-
tomo Freir, Marques Silva e Luiz G imes.
Os dous primeiros nomes sao vaalajoaameate
con ecidos oo mun lo luterano por seus pensa-
los t-ab.-lhose os dous ltimos redactores sao
ranazes estudiosos e habis.
Em j- u editorial, diz a joven revista :
N'nm dos momentos mais crticos de nossa
vida nacional, em que osespiritas mourejam por
"a- ao paz urna directriz na vida social moder-
na, eiu que as Torcas vivas de nossa organisacao
btecica entrara eu conflicto, em lula, para obe
decerem selectividade bistorica vigente corpo-
rifando iodos os -i laes de nossa rica, de no-aa
pyjch americana, justo qae aqoelles, coja
aptitude intfcllectoal a lata pelosaber.a
glande lacla das ideas, cooeorram na medida de
su'H fo cas para o uabalbo geral do levanta
ment e da arcbtectacao de nossa cultura e de
nossa rh siuoomia inlelleclual.
< Nos, porm, nao tomaremos parles as luctas
apavorantes e desacreditadoras da politicagem
inane e pi'ovinciana, essa deixamol-a aos que
pessuem a prosperidade plastidular do carac
ter, e de amotdar-se a tai ou qual forma de vida
pratica.
E con cine :
. O Archivos de Norte, um pequeo batalba
dor em prol da autonoma espiritual peroamba
cana ; original como seo titulo o indica aspare-.
ce oo moadodas lettras, coma quem ven cot
prir nm dev-r.
Com esses intuitos, de crer qae prospere o
aovo peridico, a quem desejamos vida looga e
fel?.
'Eis o 8ummario das materias coudas na
seu primero numero B
Archivo do Norte. Marques Suva.O
Mar. Silva Ltcerda.Adeus. Theotonio Fre
r.redn. Franca Peretra. Qoesides de Lit-
teratu .-a e de O tica. M.Timtioa por Tiualim
Lu Gomes.-Historia da Litteratura. <
Knirr rnudo Aoie-hoQUm, noite,
no lugar Mocoiolomo, districto de Afogadoa. o
cidadio Augusto de Senoa L;ao travaudo-se de
razes co Sooza feno-o gravemente com urna focada.
0 offensur.. .. oa louvavel orma do cos me
rteu s de Villa dioga e o offendido em aodos
leaos do Hospital Pedro II lamenta a sua i des-
6rtSa- ....
O subdelegado do 2* districto policial de S.
Jos, tendo informaeOes de qae o nUrepido Leio
se acbava homisiado aa ilba do Pina, para la ae
dirigi com orna torca da guarda local e pro-
ceden diligencias aliar de ver Be delta va aa
jaula, i8 raargeof doCapibarioe. o referidoLeao,
que para evitar mal mjior foi eotregir ae mes-
ma antoridade hontm 4 tarde, apreseataolo
dous ferimentos oo braco esquerd. >
Fcma do Eapiriio Manto Por estar
em concertos a igreja do Divino Espirito Santo
deixa de realisar-se, com a solemoidade do eos-
turne, a (esta do respectivo Padroeiro, amanbfi ;
baveodo, comiedo, mis-, a reaada 4 1/2 oras
da madrugada, missa cantada as 10 1/2 da ma-
nh eLadainhaas 7 danoite.
Ferlnenton graves-K'ii trras do en-
geobo Arimbv do terco de Ipojuca, Maooel Bal-
bino, no da 8 do correle, ferio gravemente 4
Joao Francisco dos Sontos, evadido-ee depois
do cr me.
- No districto de Palmeira de Garntanos, e
no dia 16 do correte, em lucia que trataras,
Manoel Felippe das Santos ferio gravemente a
M.noel Tibndino de Barros, evadindo se em se-
guida.
Tiieoro sania Isabel Aoanh n'esse
tbeatro baver espectculo em beneficio da viuva
Adeli Coimbra e saos filbos, sendo levado sce-
na o importante dramaOs Dous Sargentos.
O puolico deve a el e coacorrer atienta a uti-
lidade do tira a qne se destina.
Pao d*Albo-Segu boje para essa comar
a, alim de assnmir o exercieio do cargo de pro-
motor, para qne fornomeado, o intelllgente moco
Dr. Pacitico dos Stntos, a quem agradecemos a
visita de despedida que se dignon tazer-noa.
inspectora do *." disirlct* marlli
nao* Recife, 14 de Mato de 1691.
an
itnird quim C, DoarteAtevedo.
Hospital redro -O movimeo ntde^te
estabelecimento de caridade, do dia 14 de Mato
foi o seguate:
E^raram 14
Sauiram 7
Falleceram 3
Existem 5S9
Foram rMIadas as respectivas enfermara,
elos Drs. :*
Moco3oaaBl|i.
Cysnelro a9 3,i.
oar i'os So 31 abo s 7 1(2.
Puntual s 10.
Feraaiidee'Barros s 9>1|2. .
Berardo aatl. w
Simes Baroosa s 10 3|4.
Vieira da Cunba as 9 11
O ajuduntc Jo pharmaceutico entrn s 8
da ;. 1 a 11 ha e saino as 4 1|2 da tarde.
liOterlat do Eaiaau de fernaml- n-
-A 2* serie da 4a lotera desteEstado, em be-
neliidn litf ^:in':. r:u.i ta Ifiaoi-i*..-!,., a* daa;pk
nebcio da Santa Lasa de Misericordia de Recife
ser* -i rahida imgreterivelmeme no dia 19 de
Maio tercu-feira), 1 taon Ja tarde, n-ocon-
sis ao da igreja de Nossa Senbora do Rosjno
ie1 Santo A-ionio. -
.era d<> Estado do lMan>rar(.
-A 2' serie da 46- lotera, desie BeUdo, cajo
tremi graode de 120:000*, sera extiaini.
aoda 16 de Maio (sabbaao).
botera do naraakao A 27a sene
d 4a lotena deste Estado, cujo premio grande
de 300.-000*000, sera- exlrahida o dia 20 Oe
Maio (quarta-feira.1
ceaalterlo PublicoObituario da dia 14
de Maio.
' Barlholomeo Gomes Das, Pernambueo, 30 an-
uos, casado, Sanio Antonio ; ce .-gestao pal-
tnbuar.
Aona Senhorraha da Silvaira, Pernambueo, 40
annes, solteira, S; Jjs tubrculos palmo
ares.
Julia Mara da Costa Donrado, Pernambnco,
37 aonos, cacada,-Grga ; tubercoioie.
Pedro Affooso Marques Mumz. Pernambueo^
10 anno?, lolleiro, Graca >; erysipela da face. 1
Candida-Mota de Lima, Peroambuco, 66aiiaos,
S. Jos ; gastro entente.
Joanna, Pernambueo, 10 amos, Boa V/sla ;
erysipela perniciosa.
Martba Mana da Conceico, Peroambuco, 50
annos, solteira, R>cife ; febre perniciosa.
Moyss, P rn-rabuco, 71 aunos, solteiro, Boa-
V sia ; aueurisma. da aorla.
Bebiana Firmo Pereir, Pernambueo, 68 annos,
viuva, Boa-Vista ; anazarca.
1 iaima Mana da Coaceico, Pernambueo, 28
a-unos, solteira, R-cife ; paenmorrbagia.
Antonio da Silva, Peruambuco, 60 aunos, Boa-
Vista ; dyarrbe*.
Guilbermiaa Mara da Conceicao, Peroambu
co; 26 anuos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos
pulmonares.
Bernardino Gomes da Silva, Parabyba, 64 au-
nos, viuvo, Boa-Vista anemia.
Ignacio Francisco det Sao tos- Menezeo, Per-
nambuo, 50 tonos, viuvo. Boa Vista dyar
rba.
COMMNICiDOS
M
A la^reosa opposicloais3 per-
an ie a hhiorla 1 -
Boletim meteorolgico

.
a=
0 p 0
cloras sa
S">
H-
6 va. 24,3
9 24,7
12 27-.1
3 t. 2*,6
6 26',5
,
Barmetro a
0
760*04
760-51
759-53
758-05
759-09
Tensao
do vapor
19,04
1965
20.82
20 64
20,48
1
.-o
e
a
83
83
78
80
78
Temperatura mxima17,75. *
Dita mnima23 ',60.
Chuva-23-,7.
Direcc&o do vento: WSW s B horas da ma
ubi ; SSW s 9 e s 12 ; S as 3 e s 6 da tarde.
Nebniosidade media11."78.
LellSeo-Bffectaar-Ee-Bao oe segointes:
Hoje :
Pelo agente* Gusmao. ao meio dia, praca do
Comme-cio, de 2 cavados de sella.
Segunda-feira :
Pelo agente Bruto, s 10 1/2 boras, ra da
Imperatru n. 17, de piaao, movis, erystaes,
etc., etc.
Pelo agente Gasmo, s 11 horas, ra Mr-
quez de Olioda a. 48, de collarlnhos de linbo e
varias miudezas.
aUaesM rnnebree Serlo -celebradas :
Hoje :
A's 8 boras, na matriz da Boa Vista,' pela al-
ma de Alexandre de Amorim Garca ; s 8 horas,
na matrz da Bda Vista, pela atma de D. Mara
Jos Forjas Coatiabo.
Seganda-feira :
A's 8 boras, aa Ordem 3.a a Carmo, peta alma
de Antonio Joaqaim Goncalvea Gtiaarta; s 8
horas, na egrejata Concercaa dorMlldarAs, peta
alma do capitn Joo Paaio la Roaa Cease; as 7
boras, oa egrrja do Btpirito-Saolo, peta alma de
D. Antonia da Costa L'aoha ; s 7 i/t borw,aa
VIU
Para reformar a cooflilutco monarchicano
sentido de remover todos os erros que a vicia-
vam e para bem gerir a causa publica, nao po-
da ser licito so ministerio de 15 de Novembro
contentar-se, como cooltutou-se, com o exclusi-
vo criterium das suas boas ioteocOeS'l
[ Hoje a propria consciencia Ins deve dizer
que os applauaos e louvores, pradigalisades a
proposito de todos os seos desacertos pelo re-
publicanismo histrico e pela sna imprensa, de
modouenhuta attenuata a oeaponsabiiidaae ia-
measu q je os esmaga perante a consciencia na-
cional e perao te a historia 1
Safientemoe, pois, o maior e o mais funesto
dos seus desacertos para que todos oa. boas ci-
dadaos, iospirando-se no verdadeiro e puro
amor da patria, procuren: remedalo at onde
for sio posad vel.
Os positivistas historeos do ministerio e da
commisso incumbida da reforma constitucional
qaeriam a patria sem re .esem Deus, mas, cer-
tamente, nao queriam ama sociedade sem mo-
ral I
O decreto que separoa a igreja da sociedade
civi| Ibes impunha o dever de corrigir o maio r
dos erros da monarchia !
Uma vez qoe a Igreja livre levava comsigo o
cnterum da sua moral religiosa consistente : no
declogo, nos mandamentos da Igreja e nos de-
veres de catholi o declarados pela iofallibilidade
papal, nao Ibes poda ser licito organisar uma
reforma destituida oteiramente deri(crwM>para
a moral social e o direito de cidadio Este
criterium nao podendo absolutamente deixar de
consistir em deveres communs para todos os
brazileirosqual devia ser o maior em peono dos
reformistas ?
9 qoe Ibts campia fazer ...
E' intuitivo qae a sociedade civil, ou se ha de
basear em deveres communs qae consubslaa-
ciem obrigac0e8 reciprocas estatuidas por amor
da paz ; on a communbo civil nao lera possi-
bilidade de uma cofflprebeaso scientifica, rigo-
rosamente lgica e digna do bomem l
Foi pela irresistivel forc desta grande ver-
dade qae albina dos go vernos representati-
vos, baseada no dogma da soberana nacional,
coasegnio implanlar-se na consciencia das na-
edes, baleado victoriosamente o direilo divino
baseado na pretendida intervengan do proprio
Deus a crear os primeiros deveres do bomem,
como conlic6es de paz e como criterium da
moral e do direito, sob os governos theocra-
licos I
E' lamenfavel qae os descubridores d'aquella
theona nao boavessem descoberto igualmente a
sua verdadeira base fundamental rigorosamente
scientifica: uma declarac&o escripia dos de-
veres recprocos decidado estatuidos peta cri-
'cnum da paz social como a primeira das
necessidades de ama constitoico nacional!
Esta simples declaracio de deveres communs,
formulada segando o grao de deseavulvimento
ntellectoal de cada povo, coostiluiria o elemen-
to progressivo e perfectivel das sociedades civis
e nao po lena deixar de abrir para a bamanida-
de todos os caminaos da sua verdadeira perfecti-
bilidade material e moral I
lsto nos parece de uma verdade mdiscativel ;
porque a historia das sociedades humanas Si-
seadas em deveres arbitrarios e desigoaes, im-
postos por uma voniade mais forte, nao s pro va
a a vil tabilidade humana, oa medida em qae tees
deveres desigualara os aasociados ; como prova
a digoiQcabidade e a regeaerabilidade huma-
nas, na medida em qae taes deveres spproxi-
Ljnam os assoeiaos da sua i goal dad e natural,
qae decorre d igaaldade das proprlas tais na-
turaes qae regem o bomem I
A historia das sociedades bamaaas.de nenhaoi
modo contradi a verdade de qae : s deveres
recprocos e comamos poderao asociar civil-
nidade e da igualdade das leis naluraes que os
regem 1
Um estado, profundamente critico e analytico,
da facillima hypolhese de ama sociedade civil,
firmada em semelbaale bases mil vetes pre-
fer vel a todas as possiveis de laraces de di-
reitos do bomem teria promptamente descor.
tinado aos olhu de todos os povos as segointes
verdades :
Oa deveres recprocos, consubstanciando ver-
daderas obrigaces pessoaes, inherentes ao li-
tlo de cidadio, equivaleriam claramente ou-
tras tantas limitaces prohibitivas de pissiveis
manifeslac -s da natural faculdade de agir inhe-
rente ao bomem.
O estado de taes deveres fcilmente mostra-
ba : a origem mais natural da noco do l
licito determinando a noci do licito, em rela-
(0 ao procedimeoto social do bomem e, por-
U0a>.amatajiatural origem da oocj de aever
equivalencias de obrigaces voluntariamen-
te contrahidas solado da verdadeira nocao
de direito equivalencia da natural faculdade
de agir inherente ao bomem, porm limitada em
algumas das suas possiveis mauifestaces por
dveres voluntariamente adquiridos
Apesar de Ur fundamento histrico, nao
verdadeira nem pode ger'BCienutica a noco do
dever correspondente a obrtgaoes desiguaes e
sera reciprocidadBj impostas violentamente pelos
mais fortes aos mata fraeos^ nem to pouco a
nocao de direilo correspondente a mesma facul-
dade de agir cerceada por laes obrigaces in-
dignas i As leis da propria nato reza dos fortes,
que basan da propria forca, e dos fracos, que
forco ament, se sobmett*-ni; repellcm e- eon-
demnam taes obrigaces illictafi I
Se a reciprocittade- dos de veres, communs a
um grao ie numero de' individuos, nao pode
deixar de obrigar. cada um para com todos, e
odos para-com cada um, a auster-se de tal ou
qual procedhnento' por amor da paz, que a
primeira coodifo do auxilio mutuo mesmo en
ir daos inliviauos somente ; claro que cada
um adquire o direito de exigir, em relago a si,
o cumprimento dos deveres recprocos de cada
um dos ou.ros e que lodos adquirem o poder
de coagir cada um ao fiel cumprimeoto dos de-
veres reeiprocoside eidado, em bem de paz.
Logo: a reeiproerttadc dos aeveres de cidadio
fcilmente moatraria: o modo racional e oatu-
ra| p-lo qual a colleclividade dos c abrigados
transforma-se era u i lade so i d sobordinada aos
meamos enveres, porem, revestida rde poderes
soberanos para garantir, por amor da-paz, a
effectividale djs deveras recprocos de cada
um I '
D'aai seria fcil de ver-se: a origem da socie
dade civil eai perfeila harmona com as leis na-
turaes que regem o bomem ; o verdadeiro tim
das sociedades civis; a razo de ser da sobera
na oacional; a mais cotcpleta e exacta noco
desta soberaoia ; e, as verdadeiras crigeoa dos
ueveres e do direito de ciddo Em taes as-
snmptos ver-se hia claramente a esphera de"
uma verdadeira scieacia social-- absolutamente
imprescindivel boa constituico das sociedades
civeis I
os nii, tm piajuimaa pro^riadig- bltao l
Nos deveres reciprocos, depois de compendia-
dos na constituico nacional escripia, anda seria
fcil de ver-9e : um criterium perfectivel para a
moral social, para o direito do udadio e para a
liberdade individual t
Na coexistencia correlata dos deveres rec-
procos e do direito de cidadio, consagrados pela
le constitacional, seria fcil de ver-se: o crite-
rium perfectivel das noces do justo, de justica
e de eqoidade, e, por tanto, o verdadeiro crite-
rium para todos 09 cdigos, para todas as lea
ordinarias e para tudas as manifeslaces oppor-
lunas dos poderes soberanos i
Masdepois de organisada a sodedade,
seria ama cousa simplesmente impossivel o exer-
cieio permanente dos poderes soberaoos, cara-
ctersticos da unidade nacional; {para o tim de
garantir-se a effectividale dos deveres recpro-
cos e do livre exercieio do direilo de cidadio,
era-bem da paz I D'abi a necessidade de uma
sciencia poltica.
Na impossibilidade pratica de um exercieio
directo e permane ite d'aquelles poderes, seria
fcil de ver-se : a necessidade absoluta das de-
le gac es e, por tanto, a razio de ser d js governos
representativos ; e, ai ida: a necessidade impre-
scindivel de um mandato poltico, regalado pelo
criterium da soberana nacional de cujo exerci-
eio seria impossivel prescindir se como garanta
da effecvidade dos deveres reciprocos e do livre
exercieio do direito dos aasociados, em bem da
paz I
A sciencia pcliiica caberia, por tanto, inspirar
a organisaco e regalansaco do mandato que
ouvesse de constituir um verdadeiro pa;to poli-
tico, depois de aceito e jurado pelos immediatos
representantes da soberana nacional I
Na diversidade das fuoeces dos poderes so-
beranos, seria fcil de ver se : a necessidade
indeclioavel de orgioa distioctos e diversos para
funccfle8 distinctas e diversas, correspondendo
outras tantas ramificacea d'aquelles poderes, di-
rectamente delegados ao primeiro representante
da soberana nacional, ebefe do governo sccial.
Desta sorte, as fuoeces destinadas effecti-
vidade dos deveres recprocos, em bem da paz
social da ordem publica e da defesa nacional
teriam como nico orgio o ramo governamen-
tal; as funeces destinadas garanta e effecti-
vidade do livre exercieio do direilo de cidadio
em bem do dcsenvolvimento e aproveitameoto
da actividade individual e social no sentido da
expansio das riquezas, do bem estar social e de
lodosos piogressos naciooaes, teriam como ni-
co orgao o ramo admmttrativo ; e finalmente
as funeces destinadas a firmar o verdadeiro
sentido da constituico nacional, dos cdigos e
das leis por meio de decises opportunas em
bem da harmona social e da solidiocacd- da
ordem publica, teriam como nico orgio o ra-
mo judiciarto I
A responsabilidade do ebefe e primeiro repre-
sentante da naci, pelo modo pratico por que
cada nm dos tres ramo? do poder publico qoeira
deaempeabar as soaa funeces, seria mais que
,um contrasenso ( Serta a contradcete formal
de todae as noces do justo e a mais irrisoria
inversio das leis natoraes qoe regem o bomem !
Fcil, portento, seria de ver-se: a conveniencia
iocalculavel da irresponsabilidade do ebefe da
naci, pelos actos e consolos dos 'seos alnis-
tros, orgaos de fuoeces distinctas do poder pu-
Asslm, descrimioadas lgica e scientifleamea.
'e as runeges governamentaes das aduiinistra-
tivas, fcil seria de ver-se, pela natureza e Oaa
de cada ama; a conveniencia da centralisaefua
goveraameoui, como garanta da igaaldade dos
de veres e do direito do cidadio, da ordem pm
blica, aa paz social e da integridad* I nacional t
E, do meamo modo, Ver-se-hia a onveoienexa
da desceatralisBCSo administratwai como garaa-
lla'da expaoso da actividade e da libertada
jurdica das iodividualidades : cidadio, muni-
cipio, estado e nacao I
Fioalmeote a oecessidade indeclinavel da Ss-
calisar se a lie! observancia do mandato poltico
e de regulirsar-se o exercieio dos pjderes pa-
bicos fcilmente mostrara a razio de ser do
poder legislativo aulonomico, privado de atlri-
buicea governamentaes, administrativas oa jn-
diciaes, e explosivamente destinado legislar
pelo criterua dos deveres recprocos e do di-
reilo dos asseciados. No peder judiciarlo, coa
autoridad i para declarar as ioconstitucionaliala-
des das leis, leriao poder legislativo o melhor
dos correctl 03 I
Apezar de ignorar tuuo isto o legislador da
constituico .moaarchica, mostrou-se mnito mais
reflectido e previdenie do qua os noasos histor-
eos republicanos positivistas I
E' ceno que a constiluioo roonarcblca ineor-
reu no maior dos seus erros, deixando de eoas-
pediar o? deveres reciprocos inherentes ao tiialo
de cidadio, e contentando-se cora a pueril dbw
claraco de direitos do seu art. 179, Mas acbaa-
db-se privada de um criterium para a moraj
social, procuron lonvavelmeote remediar essa
falta grawasima, pelo modo porque ibe-o per-
mittio o estado culiural do espirito humano n'a-
quella pocha, adoptando no art. 5' a religia
Catholica como religio do Estaao I
Nao, para que a igreja subjugasse o Estada
mae, para que Ibe foroecesse um criterium, mes-
mo modilicado por diversos do art. 179, para
a moral soual de que uo poderia absolutamente.
pre8ciBdir a Btciedade civil, sob pena de bar-
barisar-se I
Este raneo do direito divino em plena desaar-
mooia toj o dogma da soberaoia nacional, im-
plicitamenie reconbtcido pelos arta.: 3, l e 12,
nio era nem poderla ser coosa seria, como os
Tactos se incumbiram de demonstrar!
aos noscos nistoncos republicanos positivis-
tas nao poda ser licito o mesmo erro de adoptar
um procedimento igual ou anda menos serio
muito menos justisavel do que o do legislador
mooarchico I
- A constituico monarebica oceupando-se ex-
clusivaraeute do mandato poltico, s-, ra a indis-
penaavel oneolacio scientifica, iocorrea em oa-
troserros funeatissimos que ue medo nenhom
deveriam ser reprodnzidos e aggravaJoa pelos
reformadores pos i ti vis tai f
Foi assim qoe ella errou dividiodo ( art. iOi
os poderes polticos em legislativo, moderador,
executico e judicial.
Foi erro revestir o poder legislativo de attri-
buices albeus sua natureza e ocuidh-o
(art. 15) de fazer leis pelo dehcentissimo cri-
terium adoptado para a moral social, com o
irrisorio limite do 2 an. 179 I I Desde qoe au
constituico nio poude instituir um verdadeiro
criterium para todos odegos. lea e actos do
poder legislativo, tambem nio o poude limtale
conferindo ao poder judiciario aitribuiccs par
declarar a 0 poder moderador (art. 98), porta abena
para o poder pessoal, foi unta creaco errnea
que s o direito divino a poderia justificar t
O poder execuilvo (. 102), sem limites
sem correctivos serios, foi constituido pela mais
absurda e errnea confuso de funeces esseeial-
uieuie heterogneas, como eio as governamen-
taes e as administran vas, a perturbar pormodoa
contrarios todas as relaces jurdicas no seio de
communbo nacional I Centrali ado aqoelle po-
der hbrido em bem da paz social, da defesa na-
cional e da ordem publica, seria nimiamente
prejudicial ao dosenvolvimento da actividade^
das riquezas, do bem estar u de todos oa pro
gressos nacionaes 1 Discentralisado, em nem da
desenvolvimeaio da actividade, das riquezas, da
bem es:a.- e de todos a pro^ressoa nacionaes,
tornar se-bia nimiamente prejudicial paz social
a defesa nacional, a ordem publica e quic ia-
tegridade da patria I
O que esperar-se disto ? I
O poder judicial, finalmente, (art. 151) emma
rao hado por uma legislacio inextricave, e pri-
vado e-roncamente de um criterium constitacio-
nal para o sea procedimento, diScilmeum pode-
rla corresponder aos elevados fins da sua crea-
ci, tanto mais quaato a defesa do direito indi-
vidual era qua.-i nullificada pelas esmagadoraa
inconveniencias de uma legislado processoat
excessivameote formalislica, morosa e dispear
diozissima que fazla o desespero do paiz ia-
teiro I
0 acto addicional foi uma reforma engaosa av
sera valor pratico! O sen pensamento disceo-
tralisador, no sentido de dar autonoma a Jminie
trativa as provincias nio poda deixar de nnti-
ficar-se praticamente como nullincou-ae, desde
que o meio circulante nao foi discentralisado,
como era absolutamente iodispensavel!
A irresponsabilidade do Imperador, o parla-
mentarismo e a moeda pape, do Tbesouro Nacio-
nal foram, a nosso ver, os mais poderosos saa-*
tentculos da monarchia que apparentemeaav
tudo nos conceda e que na realidade nada
nos dava 1 As calamidades e leda a sorte im:.
males sociaes que amesquinbavam o BraasV-
eram consequencias lgicas e necessarias da asa
constituico escripia e nio eram absolutamente
remediaveis seoio por ama reforma constitacie-
naf radical!
E, o que nos deram os historeos reformadorra '
poslivistas?!
Considerando talvez a sociedade civil
phenomeno impertarbavel da sociabidade
oa, despresaram-no e traiaram de organisar
bitrariamente um governo, como se nio tivesoesa
noces nem da sciencia social, nem da scieacsa.
poltica I
Enfraqu 'ceram a presidencia da Repblica cas
uaa responsabilidade absurda por todos oe erras
e mos eoaselhos de ministros irreaponsaveta eat
desabrigaram inteirameite de todos os ISltSjB
das paixas, das ambices e do odio 1
Julgaodp hopertioente qtralquer criteriom
a moral, social e para e direito de cidadio
presaram esta banaiidade e coaservaram a
iradictoia auiio das funecea heterogneas
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A.-
V
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_______til...

^rnambnco -- Sabbado 16 de Maio de 1891
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entaes e administrativas, sob a mesms
4-aominaca de poder executivo I Disceotrali-
ana 38 fooceOes governaBjeotaes pela desarti-
anaci da nossa mageslosa d granda patria, so
prejaixo da pac social, da delega oaekmal e da
ordena publica e ceatrasaram o meio circulantp
staaois de faleeade, como obstculo intuperavil
a discenlralisaco das fonccoes administra'.i-
Bisvirtuaram o poder legislativo com attribui
$6es goveruamentaea, administrativas e jud
caaea e, libertaudo-o de qualquer criterium para
Jegislar, tcinaram-no irresponsavel e omnipo-
tenle !
Organsaram naaioueate o peder judiciano eem
atteocao s legitimas conveniencias da commu-
h social, e entregaran) os deslios da patria
i aorta ou antes a cegueira da alebr lei da eto'
fo, cmoda aberraco sclentiina que ludo faz
e eipttca, sem nada fazer nem explicar!
Restava Ihes apenas firmar os ceus pretendi-
dos direitos de senhores e exclusivos possoido-
res do Brasil, tomando de assalto a presidencia
da repblica, ainda mesmo sobre os de?trocos da
paz social e da ordem publica I
Nao podia ser maior nem maie pasmosa a desil
Josao do grande patriota e eminente phete de
goreru provisorio, e todos os bomens serios
erefleclidos e da grande maioria nacional!
Ma..... ainda nao estava ludo perdido I
Bastara um bomem criterioso e de verdadeiros
mritos, de patriotismo inabalavel, de animo
tirare e resoluto, de carcter puro e inqoebran-
avel e de vistas bastante largas e penetrantes
*j oe o tornassem apto para domioar a mais gra-
ve e melindrosa situacao por que ja passou o
Brasil!
O immortal marechal Deodoro, n'aqueile mo
aaen:o, tinba absolnta necessldade de um minis-
tro excepcional e beroico I A sna boa estrella
o a boa estrella da nossa patria indicou-lbe na
aeseda do Ilustrado e nclito pernambocano Ba-
rio de Lacena, su verdadeiro e leal amigo, o
grande bomem de que exactamente elle careca
para serenar as tempestades, que se aproxima-
vam, acautellando asaim a paz, a ordem e os
mis sagrados interesses da commanbad nacional
inteira 1
Honra ao exercito e a armada nacionaes de
coja oniao pela paz e pela patria todo tem a es-
perar a sociedade brazileira l
Ao benemrito pernambocano Baro de Luce
oa estavam reservadas as heneaos da patria e
nadas paginas mais gloriosas da nossa historia
politica I
(Continuaremos.)
gnotus Civis.
CBR01ICA INDICIARA
Tribunal da Rea fio
SESSO ORDINARIA EM 15 DE MAIO
DE 1891
PRESIDENCIA DO CIDADAO DESEMBARGADO
QUINT1NO DE MIRANDA
Secretario, o cidadao Dr% Virgilio Coelho
A's oras do costme, presentes os cidados
^desembargado res em Humero legal, foi abe ra a
seasao depois de lida e approvada a acta da an-
tecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
os segnintes
J LGAME N T OS
Uabeas-corpas
Pacientes:
Jos Dionisio da Silva. Mandon-se onvir o
juiz de direilo de Garanbnos.
Francisco nnes de Oliveira.Mandon-se ou
ir o Dr. chele de polica e o juiz de direito de
Tunb ba.
Joo Gomes dos Santos. Mandon-se ouvir o
juiz de dire1 do 3 districto criminal.
Joaqoim Jos de Sanl'Anna. Negou-se a sol-
tura.
Recursos crimes
Do Recife Recorrenle o jnizo, recorrido Jos
Rodrigues da Silva. Relator o desembargador
-ffires Ferreira. Negou-se provimento, nnani-
-snemente.
De Limoeiro Recorrenle o jnizo, recorrido
Gaidico Francisco de Menezes. Relator o des-
-embargador Costa Miranda. Negou-se provi-
eaento, unnimemente.
Do Recife Recorrerte Manoel Francisco Ta-
vares, recorrido o juizo. Relator o desembar-
gador Martina Pereira. t Negou-ae provimento,
ananimemente.
.De Bom ConselboRecorreo te o jnizo, recor-
rido Marcos Evangelista da Costa Villela. Rela-
tor o desembargador Francisco Lutx.iNegou-se
arrrvimeoto, unanimemente.
De Rezerro8 Recorrente o joiio, recerndos
Pedro Antonio da Silva Vieira e cutro. Relator
J< idesembargador Teixeira de Si Negou-se
prc vimeuto, ananimemente.
Da Escada-Recorrenteo juizo, recorrido An-
tonio Gomes do N scimenlo Relator o desem-
nargador Costa Ribeiro. Negou-se provimento,
.sauaimemente.
Aggravo de peticao
Do Recife Aggravame Fre Manoel do Espi-
rito Santo Moutn.ho, aggravado Manoel Jos
eodes dos Santos. Relator o desembargador
Hartis Pereira. Adjuntos es desembangadores
-Francisco Luis e Costa Ribeiro Negou-se pro-
TUnei/io, ananimemente.
Carta testemunhavel
Do Recife Aggravante Margar id a Rosa Fer-
i reir, aggravado o juizo da prevedona. Rea
lar o desembargador Costa Ribeiro. Adjuntos
s desembargadores Costa Miranda, e Caldas
-JJarreo. Negou-se provimento, contra o voto
do desembargador Caldas Barrete.
Prorogaco de inventario
tnvnlariante Caliope Pires Falcao de Ateve-
do.Conceden se o prazo pedido.
AppellacCes crimes
Da EscadaAppellante o juizo. appellado Ma-
noel Heneaicto dos< Santos. Relator e desem-
bargador Caldas Barrete.Mandn se a novo ju
ry, nnanimemente.
De Paolo Affoi.seAppellante o juizo, appel
Jado Jos Goncalves Ferreira, conbecldo por Ca-
bibi. Relator o des embarcador Martina Pereira.
Annuilou-se o p'ocepee contra os votos dos
desemoargadnres Costa Ribeiro, que confirmava
a sentenc, Pires Ferreira, Martins Pereira e
Francisco Loiz, que mandavam a novo jnry.
PA88AGKK8
Do desembargador Pires Ferreira ao ssem
eargador Costa Miranda :
Appellacao crime
Me Gravat Appellante o jnizo, appellado
loaqmm Antonio de Lima.
O de: embarcador Pires Ferreira apresentou a
mesa, as
.- I'pellaces civeis
De Olinda Appellante Boaventura de Paula
Mello, appellado Joao Angosto de Mello.
' De Palmares Appellante Francisco das Cha-
gas Cavalcante de Albuquerqne, appellado Ma-
noel de Bnto Queircz Barres.
f0 desf robergador Pires Goncalves, como pro
meter da justica, den parecer nos segnintes ei
tos:
Appellacoes crimes
De Alaga to Monleiro AppelUote O juizo
ppelladi Jos Jco Martins.
De Bom Con IbcAppellante o prrmctor pu-
-Wc appellado Jote Remarco da Silva,
f Do BciirA. pellanle Jos AUxandte de Son-
xa. appellda a jostica.
i Da Pnoceza Appellante Loiz Jos Leile, ap-
pellada ju- iica.
De S. Li urf neoAppellante o jnizo. appellado
ict-6 Vicente Ferreira. >..
4,Do defembargador Cosa Miranda H desem-
^rgadof Martina Pereira: >1f* *^-- I
Appellaeaa Wime
Do RecifeAppellante Dr Baltnasar da Silva
Carnetro, appellada a juanea.
Do deeeraargador Francisco Lnia-eadtsem
bargador Cosa Ribeiro : >
AppellacOes crimes
Da Recife Appellante Joao Jos Nunes, ap-
pellada a justica.
Do Piaor Appellante o jaixo, appellado
Bnas Pereira Lima.
Appellacao commercial
Do Recife Appellante Manoel Pires Agr, ap-
pellado Hilario Antonio do Monte.
Do desembargador Costa Ribeiro ao desem-
bargador Martina Pereira :
Appellacao crime
D,> QaipapaAppellante Caetano Velloso, 'ap-
pellada a jostica.
Appellacao civel
Do RecifeAppellante Dr. Antonio de Arroda
Beitro. appellado Vicente de Paula Oliveira
Villas Boas.
Do desembargador Teixeira de Sa ao desem
bargador Caldas Barrete:
AppelJacoes crimes
De Bom Conselbo Appellante? Bernardino
Jos Lopes e outro, appellada a justica.
De Jaboa ai -Appellante Joo Manoel do Car-
ino, appellada a justica.
De S. Lourencu -Appellante o jnizo, appellado
Felicionj Antonio dos Santos.
De Caobotnbo Appellante o promotor pn
blico, appellado Joaquim ae Maltes Garces.
Appellacao civel
Do Recife Appellante Gratuliano dos Santos
Vital, appellados Armeida Castro & C.
Do desembargador Caldas Brrelo ao desem
bargador Xavier de Andrade :
Appellacao crime
De Salgueiro Appellante o juizo, appellado
Manoel Mipic Leonardo da Silva.
DILIGENCIAS
Om vista ao desembareador promotor da jns
tica:
Appeilacdes crimes
Ds Goarabira Appellante o promotor publi
co. appellado Jos Maocinno do Nascimeoto.
Da L"n:a,i, Appellante o jui/o, appellado Ma-
noel Bezerra Montenegro.
De Jaboatao Appellante o juizo, appellado
Jos Toco.
Com vista s partes:
Appellacoes civeis
Do RecifeAppellante u administrador do pa
tnmonio de Nossa Senbora da Gloria, appellados
Santos A C.
Do Recife Appellante a Intendencia Monici
pal. appellados Heoriqoe Borle & C.
Do Recife Appellante a Intendencia Munici-
pal, appellados Arlbur Cascu A C.
Appellacoes commerciaes
Do Recife Appellantes Jobnsten Pater & C,
appellado Carlos Lourenco Gomes.
Do Recife Appellaotes Guerra & Fe mandes,
appellado Joaquiui Isidro da Silva.
De Goyaona-Appellante Rento Archilo Viei-
ra Cnrado Filbo, -p pe lado Miguel Joaquim Al-
ves d Silva.
Da tbiboicObs
Recursos crimes
Ao desembargador Francisco Loiz :
Do Catle do Rocha Recorrenle o juizo, re-
corrida Luiza Maria de Jesns.
Ao desembargador Costa Ribeiro :
Do Catle do Rocha Recorrenle o joizo, re
corrido Francisco Avelino Alves de Oliveira.
Ao desembargador Teixeira de S:
De Anadia Recorrenle o joizo, recorridos
Jos Francisco Soares e outro.
Ao desembargaior Caldas Barrete:
De Anadia Recorrenle o joizo, recorridos An-
tonio Gomes de Aranjo e ontros.
Aggravos
Ao desembargador Teixeira de S:
Do RecifeAegravante Herbert Jobo Perman,
aggravado Frackfurter Leibermann.
Ao desembargador Caldas Barrete :
De Nazaretb Aggravante Joaqoim Ignacio
Goncalves da Luz, aggravado Dr. Francisco Go-
mes de Andrade Lima.
Ao desembargador Pires Ferreira :
Do Recife Aggravante Antonio Joaquim Cas-
co, aggravado o joizo.
Appellacoes crimes
Ao desembargador caldas Barrete :
Da Palmeira dos Indios Appellante o joizo
appellado Manoel Raymnodo de Lncena.
Ao desembargador Xavier de Andrade :
De Nazareib Appellante o joizs, appellado
Manoel Cypriano dos Santos.
Ao desembargador Pires Ferreira :
De Goyanna Appellante o joizo, appellados
Antonio Bezerra de Lima e outro.
Ao oesembargador Costa Miranda :
Do ReciteAppellante Emilio Joaquim da Sil-
va, appellada a justica.
Ao desembargador Martins Pereira:
De Ipojnca Appellante o jnizo, appellado
Francisco Antonio da Silva.
Ao desembargador Francisco Loiz :
De Macei- Appellante Jos Leocadio Ferreira
Soares, appellado Jos Candido Ramos.
Eocerron-se a Scssao s 3 horas da tarde.
reconsideraba) do despacho (testa Junta, que.
mdefeno urna sna pettcioein que solicita va re
cnrsa.no processo.d* regulas de papis e docu-
mentos ao Banco Popular, incorporado pelo
Baoco .Bmissorledeferido, em ista do pa-
ree- r.
No arebivamento des estatutos e mais docu-
mentos do Banco Popular n&o seria regular ao-
nexar papis de procedencia extranba. Nao bou-
ve excesso de poder, ea. incompetencia e viola-
ci de le, oo acto da Junta, mancando archivar
oj referidos estaatos, or quanto o art. 1234 do
decreto o. 596 de 19 de Juino de 1890 expressa
mente consigna Ibe esta attribuico. '
De Ortulaoo Aquino Fonseca, gerente da Com-
panhia Fabrica de Vidros-de Pernambnco, pe
diodo o arebivamento ios estatutos e mais do-
cumentas da mesma companbia.Sejam archi-
vados.
Do mesmo, solicitando certidao do menciona
do arebivamento.Passe-se. i
De Tavares de Mello, Genro, A C. pedindo
certidao do dw, mez e amo Nm que foi regla
Irado o sen contracto da sociedadeDse.
De Joo Flix Pereira, para qoe. se Ibe certiQ-
qne se ador de corrector, oo agente de-leudes
d-sta praca, oa da de Macei.CartiQque-se.
De Silva de Torres, sobmettendo a registro a
m-rca que adoptou, para os involucros dos ci
garres que (abricam denominados Emissores,
coja marca se acba registrada. Geao reqoe-
rem.
O Sr presidente deu scieocia a
em ttata de ti de Abril e un vista da urgencia
allegada, deferido a peticQ em que. Carlos Siu-
den e o rcsjorFelippe Paes de Oliveira, por sen
procurador Maaeel ftelix Gitiranna, pede o ar-
ebivamento de sen contracto social, para funda-
co de orna Usina em Calende.Inteirada-
Somraano ex -oficio instaurado contra o asen
te de ieiles Alfredo da Silva Guinwrae?. Con-
tinua adiado por nao estar presente o Sr. deno-
tado Beitro.
De Pereira Carneiro C pedindo para qoe
se registre sna firma social.Registre-S.
De Manoel Jos Fernandos e Maaoel Gomes da
Silva, socios componentes da trma Fernandes A
Gomes, pedindo o registro da mesma Arma.'
Registre-se.
Nada mais bavendo a tratar, o Sr. .presidente
encerroo a sesso s 12 1/2 da tarde.
?ida por acbar nella vietnde que oaa taa-
lhere factit. nSo encontrn.
Para a boa esposa que abe taaertae
amar,.alo exiate a.velhice ;'inapir-r amor-jMrqur de Olmda n. 23.
daafraotar mocidade .eterna.
A mulher de prooedimento irreprehen-
aivel recebe ao fim da aua oarreira a re*
compensa i. alegra'a ana velhioe porque
inspira nespeto ; a na velhice .a pagi-
na que resume o lirro da su, vida, o ep -
logo de ama existencia immaculada, d'uma
mocidade casta e para.
A esposa honrada e intelligente n2d
teta horas de triste soLedade, porque jul
ganda como primeiro dos bous deveres
taaer-te amar de seo "marido, a manslo
que bao do habitar jnntos, poetisa a mais
humilde viventLi.
Sm toda a casa, por. modesta que aoja,
revelase o bom gosto e a ensata direcelo
da mulher a quam est entregue.
Por aso o goveroo da vida interior cabe
mulher, saaim como corresponden! ao
bomom os negocios da vida publica.
O bomem aynthetisa as coisas, a mulher
Jonta de tef etalha-as; aos olhos do homem escapam
da urgencia mo'toa perfis que a mulher distingue cla-
ramente.
Na adnr.nistracao domeatica avantaj a se
sempre a mulher ao horcetn assim como
este a sobrepuja em eco.: >mia poltica.
A mulher deve des ir uctar dentro de casa
completa hberdfcde ; ae o marido lh'a re-
cusa, deaautorisa a esposa perante os que
a rodeam. ,
O carcter da esposa, digno sempre e
levantado ao Lur.^dauaestico, augusto
quando a mulher se converte em mSi
SPORT
Oerby Club de Pernambnco
O Prado da Estancia atoanba effectua
a sua 7.a corrida, que de ver ser urna
bonita testa sportiva.
O programma efectivamente attra-
hente. '
fferecemos os nossos palpites :
Io pareoNictheroy Pytbagoras
Tudo-.
2 pareoMoemaFaceira Pindaro.
3o pareoPlutaoVivanVingador.
4o pareoDiavoloTorpedo Gallileu.
6o pareo Maority Firamon Talis
pher.
6o pareoApolloVes per Gladiator.
7o pareoIdaVivan Mirante.
8 pareoBoavistaUrano2 Thisbe.
Tem ja ensaiado, para fazer parte db
pareo Steeple Chase, que ne prxima cor-
rida doPrado Pernambucano tem de
constar do sen programma, oa animaos
Galaor, My-Boy, Illimany, Sana souci e
alguns outros, cujos nemes nSo nos son
beram diser.

Hoje v2o a leilao por venda os excel-
lentes parelheiros Apollo e Gallileu.
arios da todas ,* especialidad pharm-
aaticaa, tintas, r^^-*e,.,pcodiKte chim>
coa eimedicamentoa boaaoeyatmo, irua (io
Cora* e preparatorio*
; O bacbarel J. Tbiago da Foaseea leo-
cioca em coUegioe, e catas partionlares ai
seguves materias : Portugus, Franc
Inglex e Historia.
A tratar n'esta BtdaogUt oa em soaas
sidencia ra da Palma n. 57.
PEEMCASOES A PEDIDO
Banco Emissor
vn
Din o Art. 2. 3. dos Estatutos da
Companbia de Drogas e Pr.ductos Chi-
micos :
Art. 2. Os tos da
Companhia sao:
3. Explorar e oti-
lisar as plantas medici-
naos, tinturiaes, aromati-
F/ de Mauoe
A'rko
lunfa Commercial do Estado de
Pernambuco
ACTA DA SESSAO DE 30 DB ABRIL DE 1891
PRESIDENCIA OO SR. DKPtTiDO JOAQUIM 0LINT8
BASTOS
Secretario, Sr. Dr. Benedicto Palia
A's 10 horas da maob, declaran se aberta a
sessao, estando presentes os Srs. deputados :
Figneiredo, Panla Lopes e snpplenle Moreira
Das, (aliando com participaco o Sr. depotado
Beitro.
Lida, foi approvada a acta da precedente ses
sao.
Proceden-se a leitura do segainle
BXPKDIEMK
Officios:
Da Junta Commercial da Capital Federal, de 13
de Abril, mu ut i lo a relacSo dos commer-
ciaoles matriclanos la mesma Junta dorante o
mes de Marco olii .o A case-se a recepeo e
arebive-ee.
Da jonta dos correteras desta praca, da 27 do
correte raer, enviando o boletim das cotaces
officiaes realisadas de 20 a 25 da mesmo mes.
Para o arebivo.
Foi assigoaoa a consulta dirigida ao governa-
dor deete Estado sobre a interprtelo do art.
^6 do decreio n. 5% de 19 de Julho de 1890.
Diarios Officiaes de ns. 96 a 109. Para o ar-
chivo.
Foram distribuidos rubrica os seguintei
livros:
Copiador do Banco de Pernambnco e diario
de Pereira Carneiro & C.
DBSPACHOS
Petices -
De Jco Adanto da Costa e Manoel Alexandre
deScnza Oliveira, pedindo o arebivamento do
contracto social qne celebraram, para o com-
mercio de pbarmacia, ra do Bom Jesns n. 24,
sob a firma Costa a Oliveira, com o capital de
1 .'00*000- Archive se, na forma da lei.
De Fernandes & Gomes, pedindo o archiva
ment de sen contracto social, em nome cone-
ctivo, para compra e venda de miudeaB e o
mais que convier aos interesses sociaes, com o
capital de 8:000*000.Seja archivado.
De branles & C, pelindo o arebivamento de
sen contracto social, com o capital de 15:000*
para compra e venda de gneros nacionaes e
estrangeiros, roa do Bom Jesns n. 48. Seja
archivado.
De Albinc Silva & C, pedindo o registro de
sna Arma social.Nao tem logar, vista do pa-
recer.
De ABolso Taborda & C, solicitando o regis-
tro de soa firma social.Registre-se.
De J. T. Coimbra, sobmettendo a registro a
Arma de qne usa em seu commercio. Regis-
tre-se.
De Albino Amorim & C, pedindo o registro
de sua tlima social.Sf ja registrada.
Me Adriano Rodrigues da Costa, portugus,
eetabeleciGo com fazendas, em grosso a reta-
mo, S roa Duque de Caxias n. 94. sob a razo
scribl Albino Amonm C, solicitando carta de
ccmmerciafite matriculado. Sao atlestantes de
sen crdito 'xmmereial es ccmmerciantes Ma
nuel nnes ds Fcnseca, Ferreira Gnimares &
C. r Antonio Agoaiinbo dos Santos.Cerno re-
quer. eatitleito o parecer.
De Clementmo oe Parias Tavares Goncalves,
replicando da uteiso defta Jonta, qoe inoeferlo
a pretencSo do registro da firma Goncalvet Co-
nh& t.Satisfic o pareetr oo vt. secre-
tario.
De Fislcsco Mara St^Sooia GonveU, pedindo
UM POUCO DE TUPO
Qaalqoer que seja a variedade do alcoo-
lismo, a doenca nao morre com o intoxica-
do, que sob ama ou entra forma a trans-
mute em heranca aoa tilhoe. quando nao
sob a de degenerescencia oa molestia ner-
vosa, mas aob a do vicio on aberracSo
mental, ausencia de sentido moral, falta
de vontade, etc.
Um aspecto particular da heranca al-
eoolioa a transmissSo do gosto para aa
bebidas.
A predisposicao se revela por venes
muito cedo as criancas por om gosto im
moderado para temperos e alimentos, bem
como para bebidas exciten tes, notando se
celias ao mesmo tempo urna tendencia a
baver pelo turto o objecto que pretender
e do qnal procoram prival-as.
Em outros casos, a tendencia heredita-
ria subsiste por muito tempo latente, ate
qne um acontecimento qualquer, am
grande pezar ou urna grande alegra, urna
emoco, venha despertal-o.
Eis um exemplo deesa heranca directa
da tendencia alooolica. Um alcoolico fal-
lecido em consequenoia do vicio, deixou
ama filha que foi educada pela mSe em
completa abstinencia de todo o liquido,
em cuja composicSo entrasse alcool. Na
1HD1CAC0ES yTB
edleoa
Dr. Joao Pondoespecialista em par
tes, molestiaa de senhoras e de criancas,
com pratica coa hoapitaas de Paria a de
Vienna d'Austria, d consultas de 1 s S
horas da tarde, Largo -do Cerne Santo n
19, 1. andar e reside na estrada dos Aflic-
tos n. 30, junto A estacSo do Eapinheiro
Chamados a qualquer hora. Tolaphone n.
190 Consultorio e 467 a residencia.
Dr. lavares- de Mello, medico pelo Fa-
idade de desesete annos, no casamento de culdade do Rio de Janeiro, di consultas
ama amiga, fizeram a moca tomar qm copo
de champagne saude da casada.
^ A datar dease dia, a doenca latente'ae
desenvolveu ; a paixao pelas bebidas al
coolicas augmentou-se rpidamente, ape-
zar de todos os estbreos para deter o
mal ; e a moca morreu aos vinte annos a
um ataque de delirium tremen.
Os ezemploa d'este genero que abun-
dam nos boletins das sociedades de tem
peranca, tornara corregido a algum ?
' pouco provAvel; e mesmo duvido
que os alcolicos leiam moitas veses os bo-
letins das sociedades de tempornea.
NSo se deve contar com discursos, para
conter e alcoolismo.
No en tanto em Franca ha urna lei que
condemna a 5 francos o borracho apanha-
do em flagrante deheto de embriaguez.
Mas, importa notar que o alcoolico nao
habitualmente um bebacto, e algores que
se dever procurar ao remedio.
' a fonte do mal, ao proprio alcool
que se deve oppor.
' de D. Concepcin Jimeno de Falquen
A esposa eterna compacheira do homem,
snavisa-lbe com o sea amor todas as amar
gurai da existencia.
A esposa a luz bemdita que Ilumina o
abysmo da alma do homem, que sem essa
laz viveria entre sombras.
Qaando fatigado pelas latas sociaes e
com. o cora9&o dilacerado de decepeffes, o
homem volta ao lar domestico, a esposa
cicatrisa essas feridas, anima-o, fortalece o,
faz-lhe acreditar no bem.
A boa esposa urna cempensacSo a
todos os infortunios ; a boa esposa e mo-
delo de fidelidade, como a foram Penelope,
Pactes, Alceste e Damayanti.
A boa esposa um thesouro de amor
como Isabel de Castells, princesa Galles ;
como a mnlher de Felippe o Formoso ;
como Arria Eponina, formse pelo sea
conjugal.
A boa esposa sempre respeitada, por
que at o homem libertino, passados os
prime ir os impetos do deaeafreamento, tri-
buta nsideracbes companheira da sus
* Porqnef
(Dedieada A...)
i
Oh v('>3, saudades immensas,
Porque vindes pesarosas,
Abrasar minh'alma triste
N'estas horas luctuosas ?
Porque vindes tao amargas,
Oh vos saudades immensas,
Na minh'alma de poeta
Emmurcheoer minhaa crencas ?
Porque vindes tao tristonhas,
Com essas fallas chorosas,
Oh vos, saudades immensas,
N'esias horas luctuosas ?
Porque vindes pesarosas
Cheias de amargas descreneas,
Enlatar assim minh'alma.
Oh vos, saudades immensas ?
N'estas horas de triateea
Em que triste morre o dia,
Oh vos, saudades immensas,
Cheias de meiga poesa ?
Porque tanto entristecis me,
Porque matis minhas, crencas,
Porque assim me fitaes
Oh vos, saudades immensas ?

Na audiencia.
Reo, explique nos de que modo se
bou ve para r ou bar da casa u m cofre forte
que p ^a mais de 500 kilogrammas ?
Oh I Sr. Juii ere i a q ne nao vale a
pena dizer-lh'o : nem mesmo assim V.
Exc. conseguira fasel-o !

Que delicioso tempo? minha querida
Virginia Qne ar perfumado Nao
gostas deste cheiro de verdura qoe exha-
lam os capinxaes cortados ?
Oh muito,
abre o appetitn.
mea amigo ; isto at
das 12 s 3 horas.das tarde, no largo do
Oorpo Santo a. 15, 1. andar: recebe
chamado a qualquer hora na sna residen
cia no largo da Paz n. 41, em A togados
Especialidades*:: molestia de pe He e sy
philis. ,
.Dr. Joaquim Louteiro medio o partes
ro, consultorio roa do Cabug n. 14
l. andar de 12 as 2 da- tarde; .reaidenci
no Monteiro.
O Dr. Simplicio Matgnier. Clnica me
d co cirurgica. Especialidades : molestia
pulmonares e partos. Boa Marquen de
01 i la n. 27, 1." andar, consaltas das 11
s 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa-
aella) das 6 s 9 da manha e tarde.
Chamados por escrpto. Telepbone n. 392
O Dr. Lobo Motete d consalta em
sua easa roa da Gloria n. 39, das 1(
oras da m*"h* 1 da tarde. Achandu
se fra do servioo publico offereee-ae pan
acudir a qualquer chamado com prompti
tao para tora da cidade. Especialidade
operacoes, partos e molestias de senhor&t
e de meninos.
Dr. S Pereira, roa da imperatria n. 8,
d onsultas medico-oirurgicas todos os diai
daa 8 ao meio dia, menos nos domingos t
dias santificados.
O Dr. Cerqueira Leile continua a dar
consultas todos oa diaa uteis, na roa Nova
n. 32 de meio-dia s 2 horas da tarde e
depois dessa hora encontrado em sna e o
sidencia a ra do Bario de S Borja n. r2i
realista
Dr. Ferreira, com pratica noa pnnee
paes bospitaes e clnica de Pars e Lo
dres, d consultas todos os dias das
horas ao meio-dia. Consultorio e re3
dencia. a roa Larga do Rosario o 20-
Dr. Barreta arrtpaio, ooeulista, d opt.
saltas de 1 s 4 horas no 1. andar i d>
easa ra Baro da Victoria c. 51 K.--
dencia a ra 7 de Setembro n. 34, entr:
da pela ra da Saudade n. 25. ,
IJragarlri
Faria Sobrinko & C, droguista pr ::-
oado, roa do Marqmea de Ofenda n. 41,.
Francisco Mmotldm Bhki C.y depps ,
'
ca, rezinaes e gommaes
da flora brazileira.
Intil e desnecessario encareoermos
aqui a exhuberancia da nossa flora que
para todos osamiateres, possue productos
varios e especiaos.
A Medicina, a Tinturara, a Perfuma
ra, etc., enoentram naa plagas brasileiraa
incultas e abandonadas, ama riqueza ex
traordiaaria de plantas caja eficacia para
o genero a que cada urna destinada ser-
ve de penhor seguro ao xito de soa ap-
plicacAo.
E s nossas selvas ignoradas bascar,
com cuidado, os luxunantee especimens
da flora mediciaal aromtica, tinturara!,
etc., um emprebendimento qne, por si
s\ apreaenta intuitivas vantagens.
Somente quem desconhece o quanto
frtil o nosso solo em plantas de todos os
gneros e para todas as pplicacSes que
pode afflrmar que uma Companhia qu se
destina a exploral-as, e, mais ainda a uti-
lisal-as tem fins monopolisadores e nSo
offerece futuro aos que Bella empregarem
seus cepitaes.
Os mdicos braziieircs, justamente co-
nhecedotes da grande eficacia dos medi-
camentos preparados com plantas nacio-
naes, tem, em sua maioria adoptado for-
mulas especiaos em que ellas dio o maior
contingente.
Por sea lado a Perfumara, em diversos
estados e principalmente nos do Rio e
neste, servem se da nossa flora para a pre-
sentar productos que competem com os es-
trangeiros.
Entre nos o Sr. Eugenio Samico nao
tem um estabelecimeato conhecido em
que fabrica perfume deliciosos e espe-
ciaos ?
Mas... ninguem a n2o ser o Estado,
contesta a grande utilidade da Compa-
nhia de Drogaa qne vem com um capital
rasoavel e adeqaado, fomentar essas in-
dustrias e prestar reaes servicos a este
Estado, sob o ponto de vista material e
moral.
A adqnisicSo e continuacao do fabrico
de formulas acreditadas no Paiz outro
fim, e nao menos vantajoso, da referida
Companhia.
Nos temos, felizmente para os nossos
crditos, formulas )que sao suffleientemen-
te applicadas nao somente no Brasil como
no eatrangeiro. (
Nao ba quem desconheca que a phar-
machiaB.rtholomeu possue formulas, cada
uma das quaes representa uma fortuna,
attenta a sua efflcacia e applicacao.
Explorar em maior escala esses prodno
tos, satisfazer mais promptamente aa ne-
cessidades do consummo, eis o que tem
em vista a Companhia de Drogas. ,
#
Para concluir a presente apreciac^o li-
geramente lancada, vamos fazer mais
uma considera co.
Dizem que a Companhia monopolisa
dora... pois bem, alem da tudo quanto
dissemos om facto, por ai s, prova o con-
trario.
A Pharmacia Bartholomeu, desde que
ontrn para a formacSo daquella Compa-
nhia nSo avio mais uma receita siquer
Eeatao!?...
O qne significa esse facto sent qoe os
intuitos da Companhia sao antes benefi
ciadores da classe pharmaceutca 1
EstAo, portanto, destruidas todas as ca-
lumnias adradas contra uma empresa que
se apresenta visando fins vantajosissimos.
Ao Banco Emissor.de Pernambuco, en-
corporador da Companhia de Drogas, cabe
toda a glora, pelo beneficio qne veio pro
porcionar-nos.

Acham-se cabalmente refutadas, uma a
um, todas as conoluaSes que f jrmaram o
libello aecusatorio formulado pe) Estado
de Pernambuco contra o Baoco Emissor.
A este, couteio da utiiidade e impor-
tancia doB aeus fins, segoroalas-vantagens,
de grande somma de beneficios que tem
prestado e ha de prestar a esta trra,
aconselhamos aimplesmente que prosiga
impvido e altaneiro no glorioso caminho
que a si tracoa.
A confiance do commercio desta praca
o mais solemne attestado de qoe a soa
norma agrnde a mais: regalar e mais
satisfatoria poaaivel 1...
Ihemis.
causa da abolilo dos captivos, das colams
na* da antigo Tribuna, o jornal mais per-
nammeano, no dwerde m. lastra esta-
dista, qoe nesta torra.tem apparecido.
A S. Exc mais do que a nenhum doa
outres redactores da Tribuna cabsm essaa
pierias to valentomente conquistada pela
sus amostrada peona, a qnal,- -cima da
minha e das dos demais companheiros da
redaccSo da Tribuna, elevon-a a altura
da am dos jomaos mais serios e bem es-
cripias do Brasil, segundo o conceito de
grandes vultos politices, entae nossos ad-
versarios, externado publicamente no par-
lamento do rgimen decahido.
Transmittindo, pois, aos antigos redac-
tores da Iribuna as palavras do nosso
antigo e Ilustrado chsfe, ea qne fui
mais humilde de todos elles, faco o com a
maior commocSo e jubilo, agradecendo ao
mesmo tempo a S. Exc. em nome doa
meus antigos compasheiros a delicada
lembrang-i digna, por certo, do ctra^Sode
um dos mais Ilustres filhos desta trra
abencoada.
Recife, 14 de Maib de 1891.
Jos Diniz Brreto.
Emisso
Diario OOicial- de 8 de Abril de 1891.
Ministerio dos Negocios da Fazeoda. Rio de
Janeiro, 12 de Marco de 1891.
Em officio de 24 de Fevereiro ultimo consul-
tasies se as netas qae tem de ser emittidas so-
bre base metalioa pelo Banto Uoiao de S. Pau-
lo, nma vez cancelladas peto' tbesoureiro da Cai-
xa da Amonisago, dispensara a vossa rubrica,
se sondo se proceden em relacao a Banco da
Repblica dos Estados-Unidos do Brasil-, on se,
ao contrario, s de ver 5o ser pesias em circula-
cao depois de competentemente rubricadas;
Em resposta cbeme declarar vos aneo de-
creto n. 10,262 de 6 de Julho de 1889, qne rega-
ln a exerocao da lei o. 3,403, de 24 de Novem-
Oro de 1888, na parte relativa dos Bancos de
Emis.-u com capital metlico, desigr.ou no art.
9 que devem conter os bilbetes emittidos em
laes conlicoes ; e quanto assigna'uta, ea exi-
gi a d'aquelle tbesoureiro. por meio de chan-
cella e a do proprio ponbo de director adminis-
trador on gerente ds com aobia, que, na forma
dos respectivos estatutos, tenha competencia pa-
ra rirmar as responsabilidades do estabeleci-
mento.
Tristao de Alescar Araripe.
.... W9fJO9
,-.: Marayal
Lendo e relendo om artigo no Diario de Per-
nambuco. cojo autor o typo subdelegado Ma-
noel de Soma Teixeira, attingindo s minha pes-
sna. como autor do Cornmunicado do dia 9, no
Jom rl do Recife, tenbo a garantir-lbe qoe nao
fui en. e se fosse, tenbo sobejas provas'para loe
fallar de viseira erguida e nao levantar'verda-
des, proprias do Sr snblelegado-; tsndo- receie
qoe oo crescimento do menino nfio lhe-d o es-
pasmo e morra; demorar me hei mais algum
tempo aBm de qae ere sea, e en tao lera a respos-
ta coaveniente (isto logo qoe a crianoa esteja
mais dnrinba), prometi nao faltar e satisfazer a
dtgno subdelegado.
At mais tarde.
Marayal, 12 de Mnio de 1891.
Domingos Marque de Freiia*.
Soire Musical
i Promovida por Gervasio dia (qaiuta-feira) 21 de Maio -de 1891.
No sajao de Artes e Officios.
Bilbetes a venda as segnintes casas :
Lunch R>om -do Hotel Internacional,
Erause, ra do Crespo.
Prealle & Crrua Nova.
A.dvogado Oliveira Fonseca
Mudou sen escriptorio para o sobrado n. 4da
pracade Pedro II.
Telegramma
Bio, 13 de Maio 1891, a 2 horas e 30
minutos da tarde.
Dr. Jos Oinin Barrete.
Sado es antigos companheiros da redac-
cSo da Tribuna, atletas invenciveis e glo
rioaos da redampcilo dos captivos, ante o
dia de hoje qae a commemora.Joflo
Barbalho.
Cnmpro um dever publicando o tele
gramma cima, que me foi dirigido pelo
eminente pernambocano, que tao digna-
limen te oceupa a pasta do interior, no se
gundo ministerio da Repblica.
S. Exc, longo do seu torrio natal, que
para elle a sua alma paren, nao poade
esquecer-se, no glorioso dia 13 de Maio,
dos antigos campanheiros cue tendo o a
sua frente como seu chefe e conselheiro,
tantos loaros conquistaran! cm favor da
Dentaduras artiliciaes
Sob pres88o elstica e fpressSo
maticasvstemas novissimos neste Esta-
dopelo cirnrgiSo dentista Numa Pom
pilio, a ra Bsrlo dn Victoria n. 541
andar, das 8 b ras da manha aa 4 da
tarde.
I
CURSO PRIMARIO
PARA MENINOS
Sob a direccHo tfe
J. Raphael S. de Azevedo
Continua a dmittir por mensalidadee
adiantadas. ^^
c Alumno interno .... 'OfiOOfr
Meio pensionista. ... lOOO
Externos...... 30CO
46Ra do Rosario da Boa Vita47
O vinho do Dr. Jobanno de Psris, re-
ne na combinacSo mais proficua e agrada-
.vel oa elementos reconatitautes e febrfu-
gos proscriptos pelos mdicos do mondo
inteiro.
Declarado commercial
Os obaixo firmados, deelaram qae por
conveniencia reciprocas, dissolveram ami-
gavehnente a sociedade, que ha 21 an-
uos gyioa sob a firma de i Barreiros d
Freire^e como nlo existisse passivo cm
aaa casa, visto nada absolutamente deve-
rem, quer nos Estados da Republiea Bra-
xileira, e quer no eatrangeiro, \e lim tSo
somonte o activo, representado per mer-
caderas, dividas, predios, dinheiros, etc.,
foi este dividido propornienalmente de ae-
cordo com o capital de cada um dos so-
cios, ficando assim embolsados, e nego-
ciando em seas nomes individuaes.com o
mesmo ramo de negocio.
Se alguem se julgar prejudi ado coa
a presente declaracSo, quelra recia
seus dire tos, ou conteste no prazo. de
dias, a contar da presente data.
Penedo, 1* de Maio de 1891.
Sesino Barreiro du Cunha.
Francisco da Silva Freir.
Cuidado com a^lsifica^ao
Acabo de veiiBear.queo.elwr antifebril Car-
loso est sendo falsificado |r,*lgBf a e em-
qnanto nao descubro este.algnem para-contra
elle intentar a respectiva aeco nos termos da
lei, previno ao panuco que tenha toda atteicao
para os frascos qoe trazem. o nome .doautor
Manoel Cardoso e do E ixir Cardlo, cojo depo-
sito oa ra Estreita do Rosario n. 17.
ReciK de Abril de 1891.
Manoel Cardoso Jnior.


I
a
. :
*

SB11B 'f'0%


J/S YIGTIMAS BIS FB^
> .
'.'



V<


amar ti ral orUcia, opprc
"5*o em Si te Margo (teste anno pelo Inspectorn
-ier*l de Hygiene do Rio oo Janeiro, vem hoj.
presentar-se i hnmanidade soffredora do muc
io inteiro, como taboa de salvaco qoe o ine
a naufrago le enviada por mao omnipotente:
Hlxlr uaU-fMMrU Cartfaso. appli
:ado em moitissimos caaos de tabres, tem, com
oor milagro, levantado do lelto da dor a compU
?s moribondM.
Este remedio, composto smente de vegetase
o integramente inoffeosivo, ajada mesmo na mai.
omos* e tenra enanca.
As senhoras, no estado de paridas, ou e p>
odo de incommodos naturaes, podem osan
m receio algom.
DCMlltM
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da Sv
k C, a roa Mrquez de Olinda n. 23.
Pharmacia Martina, a roa Duque de Caxia
-i. 88.
Pharmacia Oneutal, roa estrella do Rosan
a. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 ra do Barao d.
detona n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes 4 C* Rosario larga
-a. Si.
Beaoslto eral em casa do aillo,
anoel Cardoto Jnior, 6 roa
eatreet* do KoMrlu u. 1 >.
Att estados
Scieaticamos ao respeitavel pablico qoe alu
ios atteslados a que damos poblicidade boje
'oram curados 680 variolosos.
Pedimos aos incrdulo tara irem examin-
is tratados pete Elixir anti febril.
Dos innmeros altestados 4 te temes, dame
rm segnida principio a sua puoiicaco ; e isu
vastara para que sejam conbecidas as virtude
:o Elixir anti febril Cardoso.
Carados de diversas febres 1:200.
N. 6
Recite 13 de Julbo de 1889.
Illra. Sr. Manoel Cardoso Jnior.Dominado
.por om dever de gratido, servir o presente
decomeoto, de cm faci verdadeiro, acontecido
no seio de mioba famil a, o qual foi o seguin
te:
Adoecendo um filoo meu, de dous aonos de
idade, de febre paludosa e tendo se passado mu
tos dias sem o mal querer ceder, apezar de mul-
tes medicamentos applicados por diversos me
Jicos, fui forrado e de accordo com o medico
assist ule, a mu !- o doeole da cidade de Olio-
da para a Passagt m da Magdalena, para a casa
do neo amigo e compadre o Sr. Antonio Jos
Ferreira Monteiro.
Ah, foi chamado um medico homeopatbico e
Jepois de alguna dias de tratamento, e nao ob-
teudo roeloora, a ponto do proprio medico des-
engaar o deente, eotao o meu amigo e compa
dre teve a feliz lembraoca de mandar ver o sen
elixir ..'-febril o qual foi pplicado, e tres dias
depi e.-iava salvo o men tubo da terrivel febre
de que fOra accommettido,
t Como melbor lhe approuver far uso ca pre-
sente. Henrique de Castro Guimaraes, despa-
cbante da Ai-andega.
N. 7
Recite, 10 de Setembro de 1890.
Iiim. Sr. Manoel Cardoso Jnior. t' com a
maior satisfacao qoe veobo testemunbar Ibe a
minha gratido e recoobecimento, por ter em-
pregado o sen elixir ioti-febril mioba senbora
que a hava-se prestada com urna terrivel febre,
salvando-a do terrivel mal que a atormenta va.
Pode Vmc. fazer o uso que Ibe convier em
qualqner lempo, deste meu humilde attestado.
tributo da mais alta gratido.
Sen criado e amigo obrigadoJoao Machado
Evaogelho.
N. 118
Jilm. Sr. Manoel Cardoso. JniorParticipi-
ihe que tendo feito uso de sea preparado deno-
minado elixir anti febril aconselbado por um
amigo Jos Jooaquim do Nascimenio para fazer
pplicacao do mesmo remedio em minba tuba
Adelina, de 7 aonos de idade, que se ach va ata
cada de febre de mo carcter e conseguiodo 0
car restabelecida no prazo de tres dias.
Por ieto o felicito pelo dea poderoso prepara
do podendo V. S. fazer oso derte meu altes
lado.
Recife, 9 de Setembro de 1889..Nicolao La-
gos Migoecs.
IMMERCI
ievista do Mercado
RKCSr#Jbl5 DE MAJO DE 1891.
O movimento na praca limitouse a traosaccoes
no mercado de cambios.
Bolsa
N. llt
Ao cididao Manoel Lardoso Jnior. A bem
da humanidado declaro que tendo adoecido o
meu fllbinbo de dous annos de idade Rotilbo
Apolenio, de varilas, traiel-o de principio ao
flm com o ten elixir anti febril gracas a Provl
dencia, fui mais que feliz por ver o mtn fllbo
livre do perigo fio cano espaco de qnatorze
dias.
Bis qoe quando eu menos espera va adoece me
urna de oome Maria Apotema, com qoalro an-
uos, tambem de varilas, nao Uve a menor do-
vida, aioda tinha o elixir, apphquei-o immedia
lamente; o qoe verdade que pode algoem
descobrir qualqner preparado para febre ou va-
rilas, porem que faca frente a este -eu elixir
duvido, porque minba hlha esteve dous das e
urna notte completamente maloca e sem falla,
julguei perdel-a. porm, abaixo de Dos e o seo
elixir acha-ee completamente restaodecida no
perido de dezesete dias.
Agora 16 leobo a agradecer ao Sr. Manoel Car-
doso Jnior a benevolencia qoe teve para conti-
go de foroecer-me o seo elixir dorante lodo o
periodo da molestia dos meas dous filbinbos Ro-
tuno e Maria.
Pode o Sr. Cardoso fazer o uso desta como lhe
convier, assim como pode o Sr. Cardoso vir ou
manjar em oossa casa ra de anta Ttierezu
n. 6.
Recife, 12 de Outubro de 1890.
Sua criada e obrigada Mana da Exalluco
Santos.
M. 120
Recife, Si de Abril de 1891.
Cidadao Manoel Cardoso.Nao devo urtar-me
ao publico testemuaho de asse immedtata do seo preparado elixir anti-febril,
isto bem da hnmanidade.
Estive ulti mente com o meu filbinbo Os-
ear, de 2 annos de idade, seriamente pros irado
de urna febre impertinente durante 15 das.
Tendo esgolado os recursos medidos que pro
curei, consetbo dj mea aoiigo o cidaaio Ma-
noel Ferreira da Costa, procurei o seo humani-
tario elixir e appqaei-o ao meu lilbioho.
da inmediato primeira dae oenboma
febre liaba, restabelecenao-se logo da terrivel
febre qoe o derir hava.
Como pai faco votos para que o sen elixir at\t
febril v tem are dando destas robustas e veri
di cas pro vas.
Becco do Espinbeiro ra de Nunes Machado
n. 1.
Soa ten admirador Alfredo Cavalcante Ri-
beiro da Silva.
lisiavaiL diados e reco- ntciecs.)
Cara pelo peitural de Cambar
ALGUNS CASOS DE COQUELUCHE
O Sr. Jos Carlos Coimbra de Gouveia,
residente no Rio de Janeiro, tinha, bavia
j dooB mezes, urna filhmha, de cinco
tunos de idade, gravemente atacada de
coqueluche-
Aflicto, cheio de apprehensSes pelo es^
lado da doentinha, o desolado e carinhoso
pai empregou todos os recursos ao sea al-
cance para salvala da terrivel enferm-i
dad.
Todos os esforcos da soa dedieacao pa
ternal foram baldados, os desvelos do Beu
ooracSo verdadeira mente amante e lanci
nan temen te ferido por mortificantes in
^uietacJSes foram impotentes para vencer
9 mal e restituir filha adorada a alegra
s oa encantos do lar.
Inspirado ent&o por urna lembranca fe
lissima, lancou mao do Peitoral de Cam-
bar e, com dous francos apenas deste
grandioso medicamento, conseguio o qoe
jutros, altamente preconisados e tidos
como efficazes, nao tinham realizado; a
salvacSo do ente querido, coja vida eslava
prestes rugir-lhe !
Jcun ntinhos da respcitavel matroz
oa, Exma. Sra. D. Maria Jos Rodrigues
Barcellos, moradora em Pelotas (Rio Gran
A'< -radas verificadas neste mes at a data
Je boje sobeo a (.663 saccas. sendo or:
ircacas
vapores.....
\cimaes.....
Via frrea de Caruar-
/a-t "rea de S. Francisco.
V a-tt: rea do Limoeiro
Somma.
'1.285 Saccas
508 >
5<9
96 .
575
1.68(7 .
4.663 Sacca
OTA9OB8 OKE1CI.4BS DA JUNTA JOS CUS
BETOBJtS
Re*fe 15 de Mato i 1891
Cambio sobre Manod, 15 d/v. com 3/4 0/0 de
descont, non tem.
O presidente.
Antonio M. d'Amorim Jnior.
O secretarlo,
Candido C. G. Alcpforado.
Cambio
PBAQA DO RECIFE
Os bancos adoptaram boje a taxa de 16 i/i no
mina I, cffereceodo alguns saccar a 16 5/8 sem
acbar tomadores.
Papel particular fot passado a 17 e 16 7/8 para
o mez de lunbo.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Os bancos abriram a 16 5.8. fechando o mer-
ca o um retiro frouxo.
Banco da Bolid
RECIPE, 15 DE MAIO DE 1891.
Vender Comprar
Offerecerem
tiO Acct-s Prefereociaes da
Cooipanbia Ferro Car-
ril
!o Apoliccs Provinciaes do
valor de 1.0004 juros de
7 /., emittidas em 17 de
Janeiro oltimo
i9 Aec- do Banco de
Crdito Real
SO Ditas da Companbia do
Beberibe
tO D:tas do Derby Club
tO Ditas do D rby Club
valor de 10004UX)
4 Ditas do Derby Club
15 Ditas da Companbia In-
dustrial de chapeos valor
realisado de 804000
i Di as do Hippodromo
do Campo Grande valor
de 2004000
50 D 'as da Companhia
Trillos Urbanos do Re-
cite t Olioda e Beberibe
51 D11 a 3 da Compaobia
Trilhos Urbanos do Re-
cife Olinda e Beberibe
W D11 a s da Fabrica de
Fladk) e Tecldos
10 Ditas da Companbia de
Seguros Amphitriie
41 Ditas da Companbia
de Santa Therea de
Olinda
140 Ditas da Estrada de
Ferro do Ribeirlo ao
Bonito
W Lettras bypothecarias
te Banco de Crdito Real
joros de 7 0,o-
i. 0454000
1204000
1.0004000
9004000
904000
1504000
2054000
2(54000
2404000
454000
724500
M300
1604000
7504000
7504000
7504000
A asnear
j presos patios aoagricoltor, por 15 kilos, 8e
vondo a Associac&o Commercial Agrcola, forac
>s se quintes
Safra nova
B-ancos. 54700 a 342i K
iotonnos. 24100 a 24300
Masca vados .... 14800
Botos..... 14800 a 24000
Re?me W300 a 145')'
Usinas..... 34200 34501'
A exportacao feila pela alfandega nesie mez
at o da 14, coostoo de 3-143.602 kilos, seoo.
1.162.325 para o exterior e 1.981.277 pa-a o inte-
rior.
U entnu'af veriticnrlas oeste mes at a data
de boje sobem a 42.769 sacos. bwM oor:
Barccas "... 20 536
Vapores
Aaimaes. 2 098
Via-ferre" Citar. 3.(21
Via-ferr;. -. r.;:::..> 16 302
Via-ferrou un Lirnoeiro 812
3oousa< 42.769
Cwisros
Jc-sros salgaa.^ 460 ;ip. e * rerdes
Ha.


^guaro-i ;
ou-sj a M4vKX>, po) pipa '. \M litro-.
saco?
320
pela
com
co
tro-
qoeloehe, aem obterem allivio
amento deaeu Ilustre medico.
Um da o dedicado ot don jhes o Pei<-
al de (Jambar o ficou sorprendida com
) benficos effeitos prodooidoa por quatro
frascos apenas do popular remedio I
Tendo adoecido em Santo Victoria
do Palmar dous filtiinboa do Sr. Arsenio
Cordooo d Aguiar, de coqueluche, e ato-
jados de grandes febres, em menos de
quatro dias ficaram radicalmente curados
:om o Peitoral de Combar.
Fmulos da c sa do Sr. Amerco
Salvatori, socio da fundilo ds Srs. Ma.
noel Jotquim Moreira d C, do Rio deJ
aeiro, sendo atacados de coqueluche,e tro
todos com o Peitoral de Combar, achas
ram-se em poucos das restabelecidos do
grave incommodo.
Urna filbinho do Sr. Barros dos Sao-
too, giarda-livros em Santa Victoria do
Palmar, a qual adoeceu de toase convul-
o, devido oo oso do mesmo remedio
promptamente se vio restabelecida.
O Peitoral de Cambar, remedio sofce
rano para os enfermidades: loryngo-pul-
monares, e opprovodo pelo Junta Central
de Hygiene Publica, vndense em todas
as boas pharmaciao e drogaras.
Sao nicos agentes 'e depositarios em
Pernambuco os abaixo assignades, estabe-
lecidcs com drogara, ra Morques de
Olinda n. 23.
Francisco' Manoel da Silva & C.
:.
Photographia Aliem
C. 8a: sa, successer de Alberto Haca
ehel & C, propietarios da r'hotographia
Allema, roa Barao da Victoria n. 52,
avisa ao respeitav. 1 publico que contratou
o Sr. Jorge Henrique Ppf, habilissimo
photographo, mui vantsjosomente conhecido
no Sul do Brazil, e qu poia se acha
agora, com sempre, em coadic,8dR de bem
satisfazer as exigencias do mesmo publico
no tocante a arte photographica.
Declaracao
O abaixo ossignodo, procurador de Jos
Alvares de Souoa Soares, previne a queis
possa interessar, que os bens do Antear
-5n;r.o da Silvo Maia e sua :n a .or -rioc
jo Augusto de Bros Tabori, e D. An
aunciada de ririto Tabora- ..cham-ao su-
geitos ao pagamento do aantia de......
13:222^170, joros e custas, em que io
,-am cojdemnados por sentenca proferida
pelo fribunal do Relacao de Porto Alegre,
/..stido do Rio Graode do Sul, acerca de
que, corre presentemente ama acco n<
uizo commercial desta ccpital.
para que ninguem invoque ignoran
ia ao que tem occorrido, aco a presente
ieclaracio.
Pernambuco, 8 de Janeiro de 189
Anterior Barcdlot de Amorim
rcfTeale Estado, adiantando as des-Ia* eoonvlo interino o escrevi Jlo
ie ser procoado a roa do Barao de S v0ra>
8orja D 46. mais se nao continba em dito term,
aqu fielmente copiado ; depois do que,
via-se qoe, tendo a justificante produsido
Dr. FtoiUs Guimores especialista em "ua" testemohaa, qoe deposeram conve-
febres, molestias pulmonores e de crian* I ntoonte sobro o ollegado, o reapecti
cas. d consultas de 11 1 boro do Urde *' envoo me feo os actos conc usos, o
no roo Duque de Coxioo n. &5, 1/ andar | ne,e" pw>"ri o sentenca do theor oe-
e reside no Cajueiro n. 4. Telephone i
n.
292.
Bem preparado
Escreve o Diario de Noticias, do Rio de
Janeiro:
< O PEITORAL de CAMBARA'
a'm de seus benficos effeitos, pelo bem
preparado do producto e superior acondici-
onamento, nada deiza a desejar em rea
cao aos medicamentos ingiezes e omerica
nos.
EDITAES
Sentenca.Vist s.Julgo proceden
a ausencia em lugar incerto e n2o sabido
ao Dr. Bcnvenuto da Silveira Lobo, p^lo
que passe-se es editai-s requeridos por
D Mario Fro cisca Egypci ca de Paula
para a intim 9S0 ao m-soio do proiesio de
fls. 2 verso. lista ex causa
Recife, 14 de Abril de 1891.-Sigis-
mundo Antouio Goncjilv- 8.
Nada mais se continba em dita nenen-
la, aqui fielmente copada, em virtude
da qual o respectivo esjrivSo paseo'i o
presente edit.l, por i;.eio do qual ch^uio,
cito e hei por intim.do o supplicado au.
sent em lugar i certo e na j sabido, para
que dentro do prazo de 30 di;.;3 comparec
ante este juizo, allegando e provando tu
do o que r a bem de sau direito e jua-
O Dr, Sigismundo Antonio Goncalves, tjsa> ficaado afinal intimado dos termos
jui* de direito especial do commeroio A petizo, despacho e competente termo
da cidade do Recife, capital do Estado | je protesto.
de Pernambuco, et;., etc 1 E psra que ehegue ao conhecimento
Faco saber aos que o presente edital
virem, u delle noticia tiverem, quo por
pate de D. Maria Francisca Egypc.'ci
de Paula me foi dirigida a peticSo do
theor oeguinte:
PeticSo -Illm. Sr. Dr. juiz de direito
e pecial do commeroio. Diz D. Mario Fran
cisca Egypci ca de Puna, ere dora do Dr.
Benvenuto da Silveira Lobo, peln quanna
de 2:6205000 e juros, por vio da letra,
aceita pelo supplicado, e quust a prescre-
ver ; protesta pela interrupcSo 'ia prescri-
pcSo, o requer a V S. que tomado por
termo o pr,testo referido, se ntime ao
supplicado.
de todos, especii.lmjnto do justiri-a io Iot.ndencia Muuicipal, a
mandei pasaar o prts.-ute edit.', que se-
r publicado pe.a impre sa e rfix-.do uo
lugar do costooie.
Dado e p 8<.do nesta cidace do Rae
fe, ao J te Abril de 1*91.
En, Antonio Augusto da Frota Mese
zes, cscrivao 1,termo o escrevi
Sigismundo Antonio Oonal<:es
De diidao Aadi Aives Cvale>nu Cao
boini juiz mume p'i priuieiro BUoolente
e em exercicio neste fetn, e:u Virtud:
di i^t etc. etc.
Faa s.b'pr aos que o prescita edi:al vi
E porque e^te se ache em lugar incerto f**!^ Por P44"0 do b^*1 Leo.J do
e nao sabido, anda requer a supplicante
inda requer a
que tomada a juatificacSo de a.sencia e
julgaia por senten.,
editaes effectuar-se
rida.
Ntstes termosE. R. M^rc. Recife,
10 de Abril de 1891.Dr. Cludoai 10 Lo-
se lhe d cartas de
a intimacao reque-
i e >: fcite a pe-
Marinnvi de P.-.u n Lin
ticao do theor seguinte
Ilim. Sr. Dr. J.."; Mti-istpal e lo 021
mercio do terra<> de Birrciros. Jiz o bi
charol Leopoldo Mrir.li,> vio P*ula Lins,
ceesiooano da Csrv.-lho & Noguera, na
exec.u^o c-mmer^isi quo, por este juizo.
AlCQOi
'.ota-se a 70000por pipa de V tva
el
.ou-se a 55*000 cor r-i;a -Je ia
u-.-t .
100*000
104*500
Alg*4io
Nao boove negocio.
mez
A exportaclo feito pelo alfande^.i nenie
44o da 14, cjnstoo de i.104.733 kilos pnra o
xlenor.
VftUoo desee rga
Barca noroe^neose Jokantu, carvao.
Barca noroeguense Ocean, carvao.
Barca \olen avinia, bacalho.
B:r. iglczi Junak, ossos.
Barr-a norueguense Columba, carvao.
Barca noroeguense Breas, carvao.
Barca inglesa Ethel, bacalho.
Barca noroeguense Prooreu, carvao.
Barc.; allema Beleve, varios gneros.
Barca nacional /rimo a Costa, varios gneros.
Barca aoroeguense Allianca, carvao.
Barca noroeguense. Jorgen Lorentzen, carvao
Bogue poruguez Boa Sorte, varios gneros.
Logar iaglez Myuxmw\, xarqoe.
Loga 1 irjglez Sionta, carvao.
Lufi ingles Retgaie, carvao.
LOsar ingles Aureola, bacalho.
natac.io noruegoeosa Suzana, varios gneros.
Patucho noroegaense iosva, algodo.
Pata.bo nornrgoense Barda,xarque.
Paul.-i da Alfaadeca
SEUAN* m il a 16 DI MAIO DO 1C2!
Alcool (litro).....
Ugodao em rama (kilo) ....
agurdente
Arroz cea casca (kilo) .
issucar retinado (kilo) .
issucar bronco (kilo) .
1 asacar mascavao (kilo) .
ags de mamonas ^siloj
Borracaa (alo) ... .
Coaros seceos espiebaos (kilo)
.kmros seceos salgados (kilo)
Jouros verdes (kilo) .
'^axocos de algodio (kilo> .
Ckirrapateira (kilo)
340
333
17
80
m
101
190
133
im
474
414
88
U
133
Carvao de Cardiff fton.) .... 28/000
0 Juiz de direito Joo Baptista Gi
.ir:!na Costa encarrega-se de contrab
.-iiiprestimos com o baoco de crdito rea!
aco (kilo) ...... 400
".of bom (kilo) ... UM0
airestolho (kilo)......1*000
':aroattba (kilo...... SO0
?annna de mandioca (Uto). r 66
'lenebra (litro)...... 3i0
Graxa (sebo) ...... 5S0
iaborandy (em folha) kilo OO
tel (litro)........ 90
ttilha (kilo....... 95
Pao Brasil (kilo)...... 30
. no.--.punto de cal da lina Bata (tone-
lada) ..... e 11*000
iemeoie de carnauba (arroba) <5
501a irneos)....... 3*650
Tatujoba (ko)...... *>
rabeas de amarello em praochoef
(duza)....... ICO*
Biportaco
rkch- 14 Da MAJO Da 1891
rara o extertor
NJo hoove exDortacao.
-
Paro o interior
Nu vapor ingles HaUencide, p; ra Bio de
Janeiro, carregaram :
Moreira C, 500 saceos com 36,000 kilos de
asssucar brauco.
A. O. Almeida Lopes, 400 saceos com 24,000
kilos de asBocar braneo
o- pmhia Destilaco Cential, 30 pipas com
14 40) litros de alcool.
F. Costa Ale rim, 400 saceos com 24,0C0 kilos
e ..isucar branco.
Para >ant is, carregaram :
?. Ferreira 4 C, 5 pipas com 2,325 litros de
aiOardeote.
i. Baltar de '., 20 pipas e 50 barris com 13,850
litros de agurdente.
M. Maia & C, 500 saceos com 30,000 kilos de
a -socar bramo e 400 ditos com 24.000 ditos de
dito mascavado, e 10 pipas com 4,800 litros de
lCOOl
P. CaroetrO 4C, 1,000 saceos com 60,0)0
Kilos ne aasucar mjscava 10 e 2.000 tit s com
121,000 kilos de 1 ssucar btooco.
No vapo' uacitnal Jaboatao, para Peaedo,
carregaram .
Fernaadea 4 I-mao, 2 barricas xm 360 kilos
de a-eucr refinado.
Para Baha, carregaram :
P. Carueiro 4 C. 50 barucas com 5,212 kilos
de a8sncar Lranco.
Na barcafa Aurera, para MacSo. earregou :
H Babello, 21 oarncas com 1,679 kilos de
assocar branco e i barrica com 90 duoa de dito
refinado.
Na barcaca Olivara, pora Mossoi, carre-
gou :
Heliodoro Rabello, 20 harneas com 1,120 kilos
de assucar branco
Rcntiiitteaso publico
UiiT OH ABRIL DE 1891
Mfandfjr.
oes.(Sellada legalmante.)
Em ditpeti{ao profer o despacho se-!Men
guinte :=De.-pae o.D. A =Cono re-
quer.
Recife, 10 de Abril de 1891,A. Gon-
calves.
Depois do que, sendo a mesma peticSo
distribuida ao escrivSo Ernesto Silva, lo.
lavrado o termo do protesto do theor se-
guinte :
Termo de protesto. Aos 11 dias do mez
de Ab\\ de 1891, nesta cidade do Recife,
e a men cartorio, veio o Dr. Joao Clodoaldo
Monte.ro Lopes, advogado de D Maria
Franeisca Egypciaca de Paula, e presente "S
testemunhas abaixo, dase : que reduz a a
termo o seu protesta constante da petico
retro, que tica fazendo parte deste E
de como assim o di a se, assigna o presente
co'o as mesmas testemunbas.
nional tCorreio do Natal 45 tonela-
das, mostr Jo2o Guedes de Moura,
eqaipa^em 6, carga assoear-a Fra-
g Kocha & C.
Pelotas 26 dias, patacho allemSo Antie
de 167 toneladas, capitJLo J. J. Buh,
equipagem 5, c.rga x.rque e gorduras,
a Amorim Irraaus & C.
Sah'dos no mesmo da
Rio Grande do Norte, Hyate naconal,
Bom Jess mestre Manuel Francitco
de Mello, varios gneros.
" Observando
O vapor ingloo Kate Farreett nao
sahio par New York, como loi publicado
na parte martima do dia 14 do corrente
e ocha-se fuadeido no ancoradouro in-
t;ro.
Mercado Hunlelpal de h. <*o
o movunemo deste mercado no dia 14 de Maio
foi o segninte : Entraram :
27 bois pesando 3,276 kilos.
172 kilos de peixe a 20 ris
12 cargas com farinba a 200 rs.
4 ditas de fructas diversas 300 rn.
2 cargas com galliobas a 600 rs.
2 cassos cotn galliobas a 400 rs.
29 1/2 colomnas a 600 rs.
7 sainos a 200 rs.
24 taboieiros a 200 rs
31440
2*400
1*2(0
1*200
800
177CO
1*4 0
4*800
46 compartimentos coa farinha a 500 13*600
ttuit ktri
i-a C:i 1 a 14
i Je.m ue 15
lieniu oo Kat,
0o da 1 a 14
dem 252 491*471
32;024tW4
O o.' P"UWii'U'..
63.757i2-3
4 707*078
Hiiooii ;oiai
284 515*535
68 464*361
: 52:979*856
3i.i;oUd t*.'-jM daAai*.uak!t;a ac Peroaaiuuc'-,
15 de Maio d 1891.
o metooreiro.
Florencio Dorain^'ues,
0 crele da &t-...tcao,
Volpiano U. do Araojo.
Moviomeato do porto
Navios entrados no ata Ib
Rio Grande de Norte, 5 dus, Hy. te na-
31 ditos de comidas a 50U ra.
109 ditos de leguices e fazoadas ?
400 rs.
15 ditos de sumo a 700 rs.
8 ditos de (ressuras a ijOO rs.
4 ditos de coanrees a 200 rs.
38 i albos a ti
Rendiceuto de < a 13 o nrrenlo
Precoi Carne vcrJe do 240 a 6i) r< t MI a.
Saiaos de 56(r-a 640 rea bocea.
Caraeiro de 640 a 800 Idea.
Farinaa < 280 a 403 t ';s a cuia,.
Milho de 48 J a 50) reta ifle..
Felilo de i* a i*500 ru.
o^ajkorev attsarar
MEZ DE maio
New-York Cearense...------.. 16
Sul.......... Capua........... 16
Sul.......... Lissabon..........
Norte........ Allianca
Sul.......... iiaranhao.......
Norte........ Esptto Santo ...
Norte........ Braztl..........
.>ui.......... Segura*;!......
Sol.......... Paragitassu ....... 3
Europa....... Parahyba........ 23
Norte........ Mandos........... 30
Kuroaa....... Malmge.......... 13
mave contra o baeitarcl Joeiotho P.ies de
herdeiroa de sua
! fi ada mulhur U Fr-mc se de -arros
Wimde ley Mcndonca, q-e quer raaer c!
tr estes p*ra falare a aos artigos de
habitsco a que o Bupplicante tem de of-
ferecer ; e como u'entre os referidos her-
deiros, aoham-se aumentes, em lugar in
certo, os de no.De Jacmtho Paes de Men
donga Filho, Antonio Pedro de Mendon
ca, D. Maria da Coacoigao M^ndo.ic-.!,
eng^nheiro Jos de Barros Wanierfey de
Vlenioa.'^i. o que prova o supplicante
com o tSo cuuiprimento de diversos pre-
cator=.8 exped 'as por este Juizo, para
os termos do Rio de Janeiro, Camaragibe
e Por o Calvo, logares em que alternada
mente reside u os soppliados, e em que
nao toraro ene ntrados, precisa o suppli
cante de cllal os por editos, para o que
requer V. S. dgnese de admittil o a
justificar a ausencia d'elles em lugar in-
certo, e, julgada quanto baste,, mandar
affixar editos, com o prazo de triuta dias.
atina de serena por elles citaeos os suppli
cados, para na prioeira d'ests juizo, lin-
do o referido prazo, sob pena de revelia,
fallarem aos artigos de habilitocao que o
supplicante ftVecer.
N'estes termos peda a V. S. que, au
toada esta designe dia e hora para a in-
quericib das tesmunhas de supplicante,
nomeando-se curador que assiata.
Barreiros, 14.de Abril de lo91. Leo
poldo Marinho de Paula Lins.
Em a qual profer u o despacho do theor
seguinte :
Como requer ; nomeio o curador ao
Dr. Joao Macede Fracci, e designo o da
15 para ter lagar a justieacao requerida.
Barreiros, 14 de Abril de 1891.An-
dr .'ambo m.
E tendo o supplicante justificado com
pro vas testemunhal o deduzido em sua pe-
tico, e sendo-lhe os autos conclusos, n'el-
les proferiu a sentenca do theor seguate :
Vistos entes autos etc.
Ac and '-se provado pelos depoimentos
i. que Jacinto Paes de Medonca Filho,
Antonio Pedro de Mondonga, D. Maria da
Conce cao Mendoc$a e o engenheiro Jos
de Barros Wanderley de Mondonga, se
acbam ausentes em lugar incerto, hei por
justificado a ausencia, e passou-se editaes
ciacao com o praso de trinca dias, qu-
serlo hffixaios no lugar do costume e pe-
la imprensa.
Barreiros, 16 de Abril de 1891. -An-
dr Camboim.
207/140! gm virtud do qoe mnda co portairo
" s* j dos audictorii>s diste juizo que cite e :ha-
3.079.'42C me as referi.ias supplic^das. Jacint > Pes
|do Menionct Fiiho, Antonio Pedro d-.-.
Mondonga, D. Maria da '-.oncegao Men-
j d -nca e o engenheiro Jos de Barros
j Wnnderley do Meodonca a este meu juizo
' para o* primeira andiencia e depois de
'expirado o referido praso, fallarem aos
ditos artigos c hsbilitacao, fieando logo
I citados para tiUoi os demais termos da
referida habiliiagac at final sentenea, sob
I pena de revelia.
! para c .hecimsuto de todo3 se patsou
15*50(i
43*600
10*5(
4*8C
*800
76*00
tt
16
19
2i
il
Vapores a *nhlr
VEZ l.E MAIO
Norte........
Hamburgo..
Norte........
Sol........
Sul .........
Norte.......
santos c esc..
, o- presento, que ser affixado pelo porteiro
! das auditorios no logar do estyllo, lavra -
' do a competente certido,
Dado e p-.-sao nesta villa 'e Barreiros,
do Estado d j Pernambuco, aos 16 de Abril
de 1891.
En, Benjamn Ismael Alvares dos San-
i tos, escrivSo das execucSes o escrevi.
Anar A.ves Cavbante Camboim.
Eu Joaquina Francisco Pereira da Silva,
Alagos........... 16 as 3 b escrevente juramentado o escrevi
riM/lfulll II! U III t. T. T T______I *i________
Lissabon.......... 16 as
Maraniuio......... 17 as
Espirito Sanio..... i9 as
SraziZ............. 23 as
Pernambuco....... 24 as
Janos.......... 31 as
13/1
10 h
5 b
5 h
5 b
5b
5 h
liONTHA FOSO
be Liverpool i Loodoo Glolie
INSURAInTOE COMPATiT
mmrn. mm & c,
Ra do Commeroio n. 3
Eu Benjamn Ismael Alvares Santos,
escrivao das execucSes a sobssrevi.
Andr Alves Qavalcante Camboim.
O Dr. Antonio Henrique d'Almeida juiz
de direito do civel da comarca de Olin-
da em virtude da lei etc.
Faco saber aos que o presente edital
i virem oo delta noticio tiverem, que por
: eate juiso corre o inventario dos bens dei-
| xodos por Bernardina Maria da Costa P.i
va, de quem sao herdeiros, alm de ou-
tros, Francisca Maria da Costa e Paivr,
Mora Uysses da C.sto e Pai va, Antonio
Ptroca o da Costa e Paiva, Marie^^^^M
tida do Costa e Pai va fallecida o represen
rodo por seos filhos, Jos Mario do Lago
Braga e Ricardino Mario do Costa e Pai-
va, representado por seos fiihcs cojos no-
mes ignora-se os quaos se acham ausen-
tes, e, tendo de proseguir-Be noo ulterio-
res termos do mesmo inventario, at final
partilha, mandei pasear o presente edital,
que sero publicado pela inprensa e affixa-
do no logar do costme, com o theor do
qoai chamo, cito e hei po- citado aos men-
cionados herde.roa para no proso de trinia
das coc parecerem perante esta juiso, por
si ou por legit mos e bastantes procorodo-
es, fciim de aos>tirem aos termos do re-
ferido inventario.
Dado e passado netsa cidade de Olinda
os 17 de Abril de 1891.
E eO, Joao Theodomiro da Costa Mon-
teiro, escrivSo, < escrivi.
Antonio Henrique de Almeida
O tentn.e ooronei Autonio Bezerra de
Medeiros, juiz municipal segundo sop*
pleute em exercici > pleno do termo o
com rea da Gloria de' Goyt, Estado
de Pernambucj etc.
Faco s.'b'.-r aos que o presente edital
d 20 dias de pregSo e 3 pracas virem,
que por este juizo, findes que sejam
ditos pregSes e pravas, tem de ser arre-
matada a quem mais der e maior lan< o
iff-recer no dia Io de Junho prximo vin-
douro s 10 i,oras da manbS, no paco da
venda trienm 1
d u genho annavieira desta comarco,
aval ada a razSo de 1:500|$000 annuaea.
E par- que ehegue & noticia de todoa
mandei passar o presene qae ser affixado
no tugar publico do crstume.
D do e p8 do nesta cidade, termo o
omoroa da Gloria de Goyt, Estado do
Peruambaco, aos 9 de Maio :e 1891.
Eu AntSo Barges Alves, escrivSo o
escrevi.
Antonio Bezerra de Medeiros
E mais se uSo coutinh em dito edital
aqui bem fielmente copiado do pro^ro
original. Dou f.
Ci iade da I-loria de Goyt, 9 de Maio
de 1891. O escrivSo. Aotao Bo-ges
Alve*.
0 Dr. Jos Cavalcante de Albuquerque
Uch6a,ju:zdc dirtitj da Comarcado
'aboaiko, etc.
Fajo saber aos que este edital de p ac
vrem. que no dia 21 do corrente mez,
1 i horas da manhS, ser arrematada em
hasta publica por venda, peraote este
juiso, c<>m o abate de 10 r0, urna parte
do 29:0J7,J09, do engenho S Bartho-
loaieu, que foi avaliado em 60:000)5000,
situado em Munbeca, dista comarca do
JaboatSo, pertencendo ao Dr Paulo Cae-
tano de Albuquerque, cm virtude de exe-
cucito que lhe movem Domingos Gomes
de Amorim e Jos Gomes de Amorim;
rica .do d'aquelle modo reduaida a referi-
da parte a 26:100^354.
E para constar mando ao porteiro dos
audictorios que ufSse o presente no lugar
do costume e seja publicado oa imprensa.
JaboatSo, 14 de Miio de 1891.
E eu, Jcaquim Ramos da Silva Maia,
escrivSo o fiz escrever e subscrevo.
Jo Cavalcante de Albuquerque UchOa.
BECLARAC5ES
Da ordem do Dr. delegado da inspectora
geral de trras e colooisacao neste Fstado, faco
publico que no escripterio desta delegada rece-
bem-se propostas em cartas fechadas, para se-
ren abertas perante os proponentes, s 2 horas
ila tarde do dia 30 do correte mez, para venda
de todo o caonavial existente na propriedade
territorial < Soccorro sob as segu ates condi-
ges :
i.* Cortadas as canoas, nao ter o arrematante
direito s socas.
2.* Nao ser Indemnisado de algum pequeo
estrago qoe se teoba de fazsr no mesmo canna
vial por occasiao da rnedicao das trras.
3.a Dever entregar as machinas e mais per-
tencas do fabrico de assucar no mesmo estado
em que receber
Escriptorio da delegacia da inspectora geral
de trras e colonisaco no Estado de Pernambu-
co, 12 de Maio de 1891.
O official,
A. 6. de Gusmao Lobo.
Fabrica it Estopa
Estando subscriptas
i odas as acedes, pe-
dimos aquelles que
honraram-nos com a
sua assignatura a sa-
tisfazer a i* entrada
de 30 por cento at
o fim deste mez.
Recife 15 de Maio
de 1891.
Browtis & 0-,
OrganisadoreSr
Va ecrearia Ia auca Casa de Mi
ericurilta augam *e as mtfgntnUk
casas i
.'gario Tenorio I a ..jar a. 25 2040.0
'ua do Dr. Ivo Miquil'.co casa terrea n. 15404000
iursros, terrea n. 21 124000
.apa n. 2 124000
'.ua Imperial casa terrea n. 151 254000
Sitio d Gasa Forte u. 20' 254000
vuiorim n. 47 584330
'alma n. 34 504000
'ateo do Paraizo n. 29 2 andar 204000
Coronel Soassona.so ralo ti. 43 204000
loa Imperial loja n 159 104000
oa do Amorim armazem. n. 60 204000
Sncantameu'o loJa n. il. 304000
Travessa de S. fedro soorado n. 2 304000
iua do Bom Jess n. 29 2 andar. 204000
ftoa de Dnar e Goerho, em unda casa
trra n. 7 54000
Kua Nova n 10 idem. 64000
A' classe dos mercieiros
A directora da sooiedade G. B. dos Meroie
ros declara aos seus dignos collegas que. em vista
das diversas reclamado s que recebeu de seas
associados, representou ao Exm. Sr. governador
do Estado, sobre a e'evajaj Ja collecta para.o
pagamento do imposto le agurdente ou alcool,
e confiada como est no directo qos assiste a soa
representacao. aguarda o juJicioso despicho de
S. Sxc. do qual Ihes dar inmediato conbeci-
raanto.
Reeife, 7 de Maio de 1891.
oao Aloes de Freitas.
V\
v
V

*




Diario de Pernambuco Sabbudo i 6 de Maio de 1891
i
v
'!
'*
m


DERBY CLUB
OE
PERNAMBUCO
QUE SE REALIS \RA' NO
Dia 17 de Maio de 1891
A's 11 horas da manlt
BANCO EMISSOK
DE
PERNAMBUCO
RA DO COMMERCIO N- 38
Capital subscripto 20:000:000^000
Realisalo 4:000:000^000
Effectua tod s as transaccoes bancarias.
Compra e vende saque sobre todas as pracas
la Repblica.
Carteira hypothecaria ser brevemente ini-
ciada.
Empresta SOb garandas de quaesquer effei-
tos que representem valor real.
Recebe dinheiros em deposito por letra a pra-
zo fixo ou em conta correte le movimento, s se-
X3XP3POX33aaiWXO
DO
CAMPO GRANDE
gumtes taxas
-.." P--reo Pr.lRo -1 .(XX)
pn'Qiio-, pndendo
2.- e 20*000 ao 3
metros.Animaes de Pernamouco que nao tenbam ganho
entrar egoas e pequ .as. Premios : 200*000 ao i.40*000 ao
Vennouth...,
2 lUiuuni.....
(rfUt .....
4 i'.iyJe .....
Xuneroy.....
Venturoso...
liiif......
8'G'ilaoor......
9 Urano 2o.....
40 Py!h.nroras...
lSw.-ra... .
Til}"'lo......
Ally......
13
Kodado.....Pernam
Znoo ...
Baio.....
Castanho.
a
Baio....
Zaino. ..
Rasan
Gastanho.
Rodado..
Castanho
55
55
55
55
55
6o
55
H
68
53
53
53
Si
Preto e ouro........
Braneo e encarnado.
Azul e encrnalo
amarello e preto
Azul grenat e rosa
Encarnado eouro.....
Encarnado e amarello.
izui violeta e ouro. .
Azul e encarnado.....
Grenat e braneo ..
Azul e braneo.....
Ouro e preto.
Cnod. Fraternidad^
B. Temporal.
Coplelara Aurora.
F. D.C Pess.a.
A Tanque-.
Costa Femantes.
A. P. Brillo.
Coud. Proviociaoa
S. A. Siqueira.
A. T Santos.
Antonio Ucha.
E. F. Piva.
L. Lins.
2. Pareo.tongi-emo-'.ilO metros.Animo es pungas, podendo entr.r animaes pellu-
d i? qu- nao tei.n.ai ganho em 1891. Premios : 250*009 ao 1, 50*000 ao 2
e 25000 ao 3.'
liGin'h:.....
2 Faceira......
3 Coarta......
* Soecoa......
5 Boni'.M .....
SPmd-iro......
5 iRosilhi...
5 | Alazao.
4 'Znoo.....
5 'Alazao......
R. G. do Sul
S Paulo.--
81
52
56*
52
49
56
Encarnado e preto
Azul, braoc. eenc ..
u
A?ui e encarnado..
Azule ouro........
Ene, brai.co e azul-
Coud. Temeraria,
Coudelaria Cruzeiro.
Coud. Cruzeiro.
J. F. de Albuquerqut
C. dos Santos.
0. Cavalcante.
J." P:eoIjilie.'tfiele1,000 metros.Anmaes de Pernambuco que nao tenham ganho
ec :uaor distancia. Premios : 2u0* -o 1, 40* ao 2. e 20* 3."
Em onta de
A prazc de 3
A prazo de 6
movimento
5 mezes
12 mezes
2
4
5
Recife, 14 de Marco de 1891.
o
lo

Potos......
Py llampo...
Vivaz ......
Hercules-----
Pluto.......
Gara.
Mrame......
SfSeJj........
9 Violador.. .
Mftclooe.....
H M\ Boy.....
Castanho.
Tordilho..
)astanbo.
Rodado...
Alazao...
Castanho.
Baio......
Rodado...
- Castanho.
59
a 37
> 39
a 57
59
B 57
57
m 57
56
55
57
Arul e braneo........
Ouro e preto.......
Grenat e ouro........
Ve.de e encarnado...
Preto braneo e ene...
Amarello e braneo
Encarnado e ouro.....
Violeta e ouro......
Ene e betel preto...
Encarnado e amarello
Azul violeta eouro...
E. F de Paiva.
J. E. Ferrera.
F. R. Ramos.
Jos Caetano Pinto.
Coud. Nerundio.
Coud. Bella-Vista
'/.mi:. Mouriscana.
S Denlas.
Coud. Ia de Junbo.
Coud. Fragoso.
Coud. Provinciana.
k Pareo Ignaldade1.500 metros.Aoimaes naciones at meio i-ansue que J te-
nsan co.r.uo no Derby. Premios : 300*000 ao i, 100*')00 ao S e 30/000 ao 3.
lDiavolo......
lCora.......
MBtrU .......
ij Cometa.......
jfTorpedo.....
SIAlila........
'Tberesopolis.
i*tiarilo .....
Alazo...
Z ua.....
Castanho.
Alaza
Castanho.
I'iTdilho.
Castanho -
Alazao...
S. Paulo... 56
54
5v
56
a 58
56
Paran___ 54
S. Panlo . 61
Azul e brauco.......
Encarnado e preto.. .
Verde e ouro ........
Encarnado e azul... .
Azul, o raneo c encarn
Ene, braneo eazul...
Preto e ouro........
E. F. Paiva.
Coudelaria Temeraria
CouJ. Independencia
Coud. Cruzeiro.
. *
O. Cavi -ante.
A. Marques.
Coud. Fraternidade.
5.* Pareo Veloctdade
1.000 aetrosAnimaes de Pirnambuco.
I", 50*000 ao 2- e 25*000 ao 3 '
Prenji03 : 250*000 ao
4*Piramor.....
t Talispher----
SVillage...
4 Sans souci. .
JMaurily......
- Castanho
- I Rodado......
- Baij .......

- Castanho___
Pera------- 57
B 59
57
a 57
57
Amarello e braneo....
Braneo e azul........
Braneo, preto eouro.
A .arello e preto ...
Ouro e preto......
Coud. Bella-Vista.
Coudel. na Recife.
A. F. Costa.
D. A. L. Mallos
A. Tacques.
$. PareoDerby Club 1.700 metros Animaes de qcalque: PAlZ.
500*000 ao Io, 150*000 ao 2 e 50*000 ao 3."
Premio i
Prjnceza..
Salisbuiy.
Vesper ..
Apello
I Gladiator.
S Vampa. -
Zaino----
Castanho
Alaza ...
Ala/.lo ..
Castanho.
Inglaterra-

R. da Prata
Iaglaterra
52
56
56
56
56
56
Azul e ouro.........
*
Encamado e ouro
Ouro e preto.......
Encarnado e preto
acamado e palha...
A. Botelho.
A. Pedreira.
CosU & Fernandes
Coud. Fraternidade.
Coudelaria Temeraria.
I.* PareeFraternidade1.050 metrosCavallos de Pernambuco, que nao tenham ga
uno em tnaior distancia, podendo entrar egua.-. Premios : 200*000 ae 1, 40*000
ao 2 e 20*000 ao 3.
Potos.
Viraz
3 Mirante.
Ida........
Prcmeite u..
Castanho----
Rodada------
Roiiado......
Pern...... 54
a 5.
54
a 52
54
Azul e braneo......
Grenat eouro.......
E a carnudo eouro...
Rosa e preto........
Preo, braneo e ouro.
E. F. de Paiva.
F. R. Ramo*.
Coud. Mouriscana.
Coud. Ha e Volta.
Coud. Nerundio.
i.'- Pareo Epilogo 1 000 metros. Animaes de Penambuco que nao tenham ganho
ni distancia superior a 800 metros no Djrby e superior a 1.000 metros nos
Prados do Recife. Precios : 200*000 ao 1, 40*000 ao 2" e 20*000 ao 3."
'.Craso 2...
2|Vermouth...
JiHumilde.....
4'Tnibe ..
5B6aVista ..
Russo..
Robado

Pedrez-.
Baio ...
Pem ..... 53
* 55
B 55
, 55
55
Azul e encarnado....
Preio e ouro........
Grenat e ouro ......
Azul e en amado...
Braneo e encarnado.
G. A. Siqueira.
Coud. Frateroiflade
A. T. Santos.
J M. Abren.
). J. Saltos Jnior.
aDBSoeDa'VA.Gaoes
O expediente para esta corrida encerrar-se-La eabbado, 16 do corrente, s 3
baraa da tarde na Secretaria do Derby Club ra Duque de Caxias n. 22 pnmeire
apUr
Secretaria do Derby Club de Pernambuc 14 de Maio do 1891.
O secretario,
G. Gtiimares.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
De ordem do cidudao Dr. inspector desta re
part>cao, face publico que amaobo 15 do correo
te. sero pagos os vencimenios dos professores
de 1 entrancia. relativos ao mez de Abil pro
ximo rindo, comecando os meamos ii 16 hora-
la maiiha e tr-rmu ^ndo as 2 i tarde.
Tbesiorana do Tnesooro do Estado li de
Maio de 1891 Servindo de escrivao,
2- escripturario,
Epaminondas de Vaaconcellos.
De ordem do Sr. Dr. Delegado da Ins
pectoria paral de Trras e (JolonisacSo,
aviso que se recebem no escriptorio des
ta delegacia at o dia 25 do corrente mez ao
zneio dia propostas em cartas fechadas para
cori8truccao de obras relativas conduelo
das casas, hospedara etc. no ncleo colo-
nial Suassuna, d-.verd os proponentes
declarar as ditas propostas os pr 90a das
unidades dos s-guintes trab.lhos :
Um metro cubico de alveoaria de pedra
secca.
Uiu dito de alvenaria de ti.oos para
paredes, com arganusba, tendo 2 partes
de ca! e urna de areia.
Um metro quadrado de embo;o e rebo
co de cal e areia em partea iguaes, tando
espesBura de 0,"030.
Um metro cubico de pedra quebr.da
para concreto ou Mac Adau.
Um dito de pedra extra:,ida a co abor-
to por meio de fogo, e collocada em mon
tes de 2m>< 2mX Ia.
Um metr > qusdrado de fijlo de ladri
Iho, sendo as jautas tomadas com argamas-
sa de cal e areia em partes iguaes.
Um metro cubico de aterro, escavando-
se e transportando-se a trra distancia
de 50 a 10. metros, incluindo-st o espa-
Ihamento da mesma por igual, e batendo
se o aterro a maco.
Um dito dito de eecavaeSo de argila cu f
pejura, lancando-se a trra a 5 metros de
distancia.
Um dito dito de pdra sola, ou extra
hida aero o emprego do fog.
Um metro linea de tesoura completa
de pendural, asos, Imh ete. incluindo ter-
ragens e asseutamento para um vSo desde j
4m a>t 8m, sendo a madeira de lei e tendo!
i|4 de ponto.
Um dito dito de trecha! de madeira de
lei, comprehendendo assentamento e mSo
d'obra e de 15 centmetros de esquadro.
Um dito dito de eumieira, terca, laroz
ou espigSo de madeira de let de 12 a 15
centmetros de esquadro, comprehenden-
do a mao d'obra e assentamento:
Um dito d'.to de hombreira, verga e
peitoril. comprehendendo a collocacao res-
pectiva, tendo cada peca a grossura de
12 a 15 centmetros.
Um metro qup.drado de porta ou janel-
ia, de madeira de le, incluindo o assenta-
mento com terragens.
Um metro quadrado de rogado e derri-
.":. da em matto virgem.
Um dito dito de deslocamento.
O proponerte nao peder contrastar a
conduelo de mais de 4 casas, < n pro-
posta declarar o tempo em ^uj as entre
gara concluidas.
O proponente ser ebrigado a receber
os emigrantes que <> Delegado aprese ntar
em numero sempre redusido para os ser
vicos que forem eontractados.
Recife 11 de Maio de 1-91.
A. G. de Gxumao Lobo.
Banco Popular
Sci en tfica aos Srs.
accj-jstas, que fica
mar ado o prazo de 30
das a contar do dia 15
do corrente para o re-
colhiment, da segun-
da presta^o do capi-
tal social, na razo de
dez por cento sobre o
valor nominal d^s c-
real sada na sede so-
cial ra 15 de No
vembro n. 22.
Recife, 14 de Maio
de 1891.
Albino Narciso Mam
Director-Secretario.
ao primeiro.
e pungas
primeiro,
Innandade
DO
SS. Sacramento da ma-
triz da Boa Vista
MESA GERAL
De ordem do noeso irmao iois, < on>j a to-
aos oenosflos carissimos irmos a comparecerem
em noBso consistorio domingo 17 do correte,
a 10horas do dia, para as^i-u rm a missa voti-
va e procel r-se a eleico rara a o esa regedora
Ao anao compromissal de 1891 1892
Consistorio da veneravel irmaodade uoSS.
Sacramento da matriz da Boa Vista, II de Vao
de 1891.
J. D. Maia Jnior,
Escrivao.
Prado Pernambu-
cano
A directora desla sociedade resolveu dar na
thna corrida deste mez im pareo Steeple-Cha
ae, na distancia de mil nelros, para anima s
deate Estado ; previne ao3 senbores propneta-
lios que a elle qoizerem eccroner. qu desde j
poiem mandtr ensaiar seos animaes na raia do
mesmo Prado.
Premios 400*000 ao 1 80#00t< ao 2 ,
IM060M3-.
Recife, 5 de Malo de 18vl.
Servindo de secretario,
Jo= Gomes Gauches.
irin-Ddud do Divino Espirito
S. nlo jo Recie
Scientificou todos o nosso* carissimo : irmaos
que a mesa regedora desta irmandade resclveo
nao Tazer es'e anno com 3olemoidade a festa do
no-so Divino Padroeiro, visto acb. a oossaitrejb. celebrndose apenas no dia 17
do co rente orna missa rezada s 4 1/1 boras da
madrugada, urna missa cantada s 10 JS huras
da manfla e orna ladaii.h i tambem cantada s 7
horas da nou'e, commemoranio se assita a des
oda do Espirito S nto sobre os apostlos.
Em tudo mais com referencia ao grande dia
de Pentecosts se observar de conformidade
com as disposices do compromisso.
Gonel8!oro, 14 de Maio ae 18U1.
Antonio M-ualhes da Silva,
Ex-juz ecrivSo
Thesouraria.de Fazenda
Sulia&italfio de notas
De ordem do cidadao Dr. inspector, e
.endo em mSoa o telegramma da inspecto-
ra da Caiza de AmortisacSo de 6 do cor-
rente, fajo publico qne se acha prorogado
'.t 30 de Junho prximo futuro o praso
;- ra a substituidlo sem descont das no*
:is de 504 e li da 5* estampa.
Em 9 de Marco de 1891.
O secretario da junta,
Dr. Antonio Jto de aant'Anna.
Libras esterlinas
Vende-se no
Banco Euksso de Pernambuco
Ra do C'emmerclo n. 38
Taesouraria de Fazenda
Recolbimento de utas
D ordem do cidadao Dr. inspector e em vista
do telegramma do tic. ministro da fazenda de 29
do mes prximo findo, faco publico para os de-
vidos effeitos, que a junta administrativa da
Gaixa de Amorusao resolveu que sejam reco-
ladas no praso improrogavel de seis mezes a
contar de boje as notas de 5O0J000 emittidas
pelo Banco Uoio de S. PcUlo, (cando sem valor
as que delxarem de ser a presentadas ao troco no
dito Banco dentro d'w- praso na forma do art.
115 da decreto n 10.282 de 6 de Jultio de 1889.
Em 1 de Maio de 1891.
O secetario da tunta,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
Veneravel
Ir mandad do SS. Sacramento da
matriz de S.Jos
ELE1CA0
De ordem do irmo juiz. convido aos carissi-
mos irios pora comparecerem em nosso con-
sistorio no doming 17 do corrente, pelas 10
h ras da manh afim de assislrem a" missa
votiva .IcrE.-pmtj S nto, e em seguida prece-
derse a eleic&o da mesa regedora que tem de
administrar eata irmanaade no anuo compromis-
sal de 1831 1892.
Consistorio, 13 de Maio de 1891.
O escrivao,
J. G da Cuoba Pern.
Banco do Pontant-
tato
O Banco de Pernambuco
avisa aos seus freguezes e
ao respeitavei corpo do
commercio, que, a contar
do dia Io de Junho em
diante, so* abonar as con-
tas correntes de movimen-
to juros a razao de um por
cent ao anno, at segun-
do aviso.
William M. Webster.
Gerente.
English Bank of Rio
lo Janoiro Ld.
O Euglihs Bank cf Rio de
Janeiro Limited avisa ao
respeitavei corpo do com-
mercio e a todos os seus fre-
guezes que do Io de Juuho
do corrente anno e r diante,
nat aboDar mas jures so-
bre depsitos em cunta cor-
rente.
Pernambuco, 2 de Maio
de 1891,
Thomaz EUis,
Gerente interino,
Estrada de Ferro de Per-
nambuco do Recife ao S.
Francisco
Aviso
Pelo presente, so convidados os senho-
res accionistas desta cimpanhia para re-
ceberem na estacSo de Cioco Pontas o
55. dividendo, relativo ao semestre findo
em 31 de Dezembro do anno passado.
Escriptorio da Superintendencia, Cabo
12 de Maio de 1891.
WeUs Hood,
Superintendente.
r Aviso aos navegantes.
O cidadao capttao do porto do Estado
do Ceari commnnicon por telegramma a
capitana do porto deste Estado, que o
pharol da ponta do Mucuripe est parado,
conservando somente um luz fixa.
Capitana do Porto do Estado de Per-
nambuco, 5 de M.-.i > do 1891.
O secretario,
Mario F de Catiro Chave
momm de inscpepcq
ara a 13.a con ida realizar-se domingo 24
de Maio de 1891
t. ARIO -24 DE MAIO 1.000 metros. C*vallo* que rao terham ganho
no Htppodrotro e egaas do Estado, premi* s : 2O0i5O00 ao primeiro,
40^000 ao Begunao e 20)5000 ao terceiro.
t PAREOMERCURIO -l.< 00 metros. Animaes de Pernambucc que nao te-
nham ganho em distancia superior a 800 metros nos prados do Re-
cife at 30 de Novembro ultimo, premios : 200^000
4)J000 ao segundo e 20)5000 ao terceiro.
.* PAREO- SATURNO 1.100 metros. Animaes de Pernambuco
que nao tenh|m ganho premios. PBKMIOS: 250)5000 ao
50)5000 ao segundo e 25)5000 ao terceiro.
*" PAREO VENUS 1.450 metros. Animaes nacionaes at meio|pangue
que j tenham corrido no Hipp)dromo. premios: 35050O0 ao primei-
ro, 70)5000 ao segundo e 35)5000 ao terceiro.
PAREOURANO 1.050 metros. Animaes de Pernambuco que nao te-
nham ga-.ho em maior distancia premios : 2UOi5O0O ao primeiro.
400000 ao segundo e 204000 ao terceiro.
PAREO HIPPODBOMO DO JAMPO GRANDE -1.600 metros. Animaes
de qualquer pai. premios : 500)5000 ao primeiro, 100)50C0 ao se-
gundo e 50)5000 ao terceiro.
f.' PAREO -JPITER 1.000 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho uestes ultimo: 5 m3zes. premios : 200)5000 ao primei-
ro, 40)5000 ao segundo e 20)5000 ao terceiro.
S. PAREOMARTE- 1000 metros. Cavallos de Pernambuco que nao te-
nham ganho nos prados do Recife, pequras at lm30 no mximo e
eguas do Estado, premios 200)50-./ ao primeiro, 40i50O0 ao segundo
e 20)5000 ao terceiro.
OBSERVACOES
o art. 5. n2o serSo admittkB inscripcSo os animaes Ida
no pareo 24 de Mao, no pareo Venus, Gaulez e Veloz, nos pareos Urano e Jpiter
os animaes PlutSo e Piramon, ne pareo Marte o adimat Ida.
Nenhum pareo se realizar sem que se inscrevam e comn cinco animaes
de tres proprietarios differentes.
A inscripcSo encerrar-se-ha na terca-feira, 19 do corrente s 6 horas da
tarde na Secretaria do Hippodromo do Campo Grande ra 15 de Novembro n. 55,
Io andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 12 de Maio de. 1891-
O SECRETARIO,
De accordo com

Cl ib Internacional do Re-
cife
Por motivo imprevisto deixar de haver reo-
nio familiar sabbado 16, Meando transferida
pura qoando fo* annunciada.
___________________ClanJo Dubeax.
Derby Club de Pernam-
buco
Sao convidados os possatdores de debe o tu res
a virem receber 03 joros do l. semestre ven-
cido.
Secretaria do Derby Club de Pemambu -o, 15
de Maio de. 1891. Servindo de tbesoureire,
________________Joaqnim Lo z Teixeira.
Estrada Pernambuco
De ordem do Sr. director engenbeiro chele se
faz publico para conbecimento dos interessados,
qne a administraco desta estrada nao se res-
poosabilisa. directa ou indirectamente, por d-
bitos contrabi'lo- por trabalhadores da cons'ru-
ceo, em virtude de f rnecimento de generes ou
outros quaesquer artigos a elles feito por parti-
culares.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul de Per-
nambuco, 14 de Maio de 1891-
0 secretario,
Victaliano C. Ribeiro Souza.
H. E. de Figueiredo,
*
Eara sopa, prata de lei, 1 copo, prata
ai xa.
20.791 1 corrente para relogio e 1 relogio, ouro
de lei.
20.810 1 pulseira de ouro com brilhantes.
20.814 1 pulseira, 1 aiflnete, 1 par de brincos,
l cordao, 1 borlota, ouro de lei.
20.815 2 pulseiras, 1 corrente e relogio para
sennora 1 relogio, ouro de lei
20.817 1 corrente e relogio, ouro de lei.
20 819 1 trancelim, ouro de lei, 1 dedal, ouro
baixo.
20.820 1 par de brincos e 1 cordao, ouro- de
le.
20.832 1 pulseira de ouro compedras de mosai-
co, 1 par de rosetas com pedras pretas,
1 medalha esmaltada e 1 dita pequea,
de ouro.
20.833 1 volta de ouro e 1 medalha. ouro.
20.834 1 annel de ouro com 1 pequeo riman-
te e 2 esmeraldas, 1 corrente e medalha
de nikel para relogio, 1 pulseira, 2 alfl-
netes, 1 cruz e 1 dedal, ouro de lei.
20.840 1 par de rosetas de ouro com brilhaa-
tes.
20.841 1 pulseira de ouro com perolas.
20.842 1 annel de ouro com brilhantes.
20 844 18 clheres para sopa e 1 concha para
tirar sopa, prata de lei.
20 84S 1 salva e 2 casticaes, prata de lei.
20 849 2 castiyaes e i paliteiro, prata de lei.
20.851 1 altinete de ouro e 1 relogio, ouro de
lei.
20.852 1 relogio, ouro de lei.
20.853 1 medalha e 1 par de argolas, ouro de
lei.
24.854 1 pulseira e 1 alnele, ouro de lei.
20.855 1 annel de ouro com 1 brilhante.
20.856 1 corrente, ouro de ler.
2 857 1 trancelim, I medalha, 1 annel, ouro de
lei, e 5 moedinhas de ouro em botes.
2.8o8 1 pulseira, 1 alinete e 1 par de rosetas,
ouro de lei.
20.862 1 trancelim, 2 medalhas, 2 alfinetes, 2
botOes, 1 moeda de prata com engaste e
lago, ouro de lei.
20.865 2 castigaes com anglicas, 1 paliteiro, 18
colberes para sopa, 28 ditas para cha, e
. o,. uita,?ai? tirar arroz' Pfa,a .leL.
Ihantes e turqueza, 1 pulseira com bri-1 -87i 1 broche de ouro com diamante, 1 par
Ihames e diamantes, 2 medalhas comj^ brincos com dito, ouro d le.
ditos, 1 volta de ouro com medalho,;^-8^ i par de rosetas de ouro com 2bruban-
ouro de lei tes grandes.
20.886 2 pares de brincos, 1 cordao, 1 cruz, ou-
Monte de Soccorro de Per-
nambuco
ttt lellio de jolas
Este estabelecimento fara leilSo no dia 20 di
Maio prximo, por intermedio do agente Mar-
tina, em sua sede, na ra do Bom Jess n. 32,
as 11 boras da manha, dos objectos que nao fo-
rem resgatados at a vespera, constantes das
seguintes cautelas vencidas:
19 484 4 botes de ouro com brilhantes.
20.045 1 medalho de ouro cravejado de bri-
20.161 2alnets, 1 medalha e"^ par de brin-
cos, ouro de lei.
20.184 1 alflnete de ouro. 1 coraco em corne-
lina engastado em ouro, 1 par de brin-
cos e 1 annel. ouro de lei.
20.649 1 par de brincos, 2 aunis, ouro de lei,
1 par de brincos cravejado de diaman-
tes, em prata.
20.652 1 par de rosetas de ouro com brilhantes
20.665 1 moeda de ouro de valor de 5, com
urgola, 2 moedinhas de ouro, 1 boto e
1 par de rose'as, orno de lei.
20.679 1 aniiel de ouro com I brilhante.
20.684 1 c rrente* medalha par:', -.elogio, ouro
de lei.
20.691 1 volta detrance'im 2 pares de rosetas,
2 ali'inetes, > ootoes, 1 coraco de cor
neana, ouro de lei.
20.699 1 corrente e medalha para relogio, ouro
de lei.
20 702 1 annel de ouro com pequeo brilhante,
1 corrente e sinete para relogio, 6 bo-
tOes, ouro de lei.
20.703 2 trancelins, 2 medalhas, 2 cruzes, ouro
de lei. 13 clheres para cha e 1 marac,
prata baixa.
20.709 i corrente de ouro para relogio, ouro de
lei
20.713 2anneis de ouro com brilhntes.
20.714 1 par de rosetas d ouro com diamantes
e 1 annel com pequeo brilhante.
20 718 1 par de rosetas de ouro com brilhantes
pequeos e i annel com dito.
20.719 1 redoma e cordao, ouro baixo
20.720 I alinete de ouro com pequeos bri-
lhantes, 1 dito de ouro, 1 volta de ouro,
2 pares de rosetas e 1 cruz, ouro de
le.
20.721 i pulseira de ouro com pequeo bri-
lhante e 1 volta de ouro de lei.
20.722 i alete, 2 paies de brincos, 1 luneta,!
trancelim, 1 volta le dito, 2 anneis, 1
casto, ouro de lti.
20.724 1 medalha de ouro de lei 2 cruzes, ouro
baixo, i calix com colher e fatona, 1
Saliteiro e 1 salva de prata.
alinete de ouro para retrato e 1 par de
brincos, ouro de lei.
20.726 1 ;:nnel de ouro com 1 brilbante.
20.727 1 annel de ouro contendo 1 saphira cir-
culada de brilhantes pequeos.
20.728 1 pulseira de ouro com rubins e perolas
. e 1 altinete. ouro de lei, 1 cruz com pe-
queos brilhantes e 1 annel com 1 dito.
20.735 I relogio, ouro de lei. I
20.755 1 corrente de ouro de lei para relogio-
20 764 i trancelim, t medalha, I par de rose-
tas, ouro de lei, 1 pulseira, ouro baixo,
16 colberes para ch de prata.
20 768 l assucareiro. prata de lei. '
20 769 1 emblema da Senhora da-onceiio,
ouro de lei.
20-770 4 casticaes com bocaes, prata de lei.
20.771 1 salva, prata de lei.
20 777 1 salva pequea, 1 paliteiro, 7 clheres
para sopa, 35 ditas para cha. 1 conche

f


"i








ro de le.
20 899 4 anneis e 1 par de botOes, ouro de iei.
20.908 1 cruz de ouro com brilhantes, 1 fio de
perolas, 4 castiyaes, 1 salva, conxas 4
eolher para peixe 12 di as para sopa, e
12 garios prata de lei.
20.909 1 salva i palitei o 1 assucareiro, 12 ce-
lheres para sopa, 12 garios, 3 conxas
para sopa de arroz e peixe prata de lei.
20.976 1 pulseira, ouro de lei.
20.977 1 relogio, ouro de lei.
20.988 1 relogio, ouro de lei.
20.994 1 corrente com cinete, ouro de lei.
20 995 1 relogio de ouro para senhora.
21.000 1 pulseira de ouro com brilhantes.
il 004 1 volta de cordao, 2 medalhas milagro-
sas, e 1 moedinha de ouro com argolla,
ouro de lei.
21 8 k) 1 volta de trancelim, 1 dita de corde,
1 cruz, 1 medalha, I pares de rosetis, e
3 anneis de ouro de lei
21.012 l alGnete, 1 par de brincos. 2 coracoes
em ouro, 1 annel, 1 flga de coral em
ouro, ouro de lei e cerdo ouro baixo.
21.014 1 annel de ouro com 1 brilhante.
21.019 1 corrente c medalha para relogio, ouro
de lei. /
21 039 1 pulseira de ouro com tetas, ouro de
le
21 043 1 relogio, ouro de lei.
21.047 l cruz de ouro com brilhantes e fio de
perolas.
21 062 3 pulseiras. 3 trancelins, 3 medalhas, 1
volta de trancelim, 1 cruz, 1 cordao. 1
emblema da Conceigo, i anneis ouro de
lei, par de brincos, 1 alfinete, 1 roseta, 2
anneis, t emblema de S. Braz e 1 dedal,
ouro baixo.
21(911 pulseira, 1 broche, 1 par de rosetas, 1
medalha ouro de lei.
21.100 12 clheres para sopa, II ditas para cha,
3 conchas para sopa, -arroz e assucar, 12
garios. 14 cabos para facas, de prata
21.103 1 relogio, ouro de lei.
21.106 I par de rosetas de ouro com t brilhan-
tes oequenos, 1 volta de trancelim, 1
cruz 1 cordao e emblema da Sra da
Conceico ouro de lei. i cruxiflxo e 1 figa
ouro baixo.
21.124 1 trancelim chato, ouro de lei.
21.125 2 voltas de trancelim e 1 annel ouro de
lei.
21.126 8 botes e annel, ouro de lei.
21.127 1 par de brincos e 1 cordao ouro de
le.
21 129 1 pulseira de ouro com brilhantes e 1
annel com dito.
21.136 2 cordes de ouro, 1 coraco em onro, e
1 liga de coral, ou -o de le.
21 145 1 salva e 2 comeres para molho, prata de
lei.
21.146 1 pulseira. 2 correntes de ouro para re-
logio, i volta de trancelim com medalha,
2 pares de brincos. 3 ditos de rosetas, 1
altinete 1 volta de trancelim com 4 te-
y
L
r
*mW
mH


6
Diario
I
.1
i
-i
Iffin.) nngja i ralogio, uro de le, i
relogio ouro baixo.
.177 1 par de rosetas, i dito de,puro de lei, 1
salva prata de le.
SI. 196 1 corrente e medalha para relogio, ouro
de lei.
f 11.197 lf ar de rosetas de ouro, e i limeta
ouro de lei l colher para sopa e 3 ditas
fara cha. de prata.
corrente de ouro para relogio. 1 tran-
oelim, 1 par de brincos. 1 alfraete e 1
relogio, ouro de lei.
J 1.320 1 annel de ouro com um brilbante pe-
queo.
21.222 2 alnnetes, 2 pares de brincos. 1 dito
de rosetas e 2 voltas de trancelim ouro
de lei.
SI.230 1 broche formado por 4 moedas de ouro.
SI.237 1 trancelim ouro de lei, 1 salva e 1 pali-
teiro prata de lei.
21.248 1 pulseira de ouro com brilhantes pe-
Juenos, 1 par de rosetas de ouro com
tos e 2 botOes com dois ditos, ouro de
lei.
21.255 1 volta de ouro e 1 pulseira ouro de lei.
21.257 1 corrente e medalha para relogio, ouro
de lei.
21.261 1 par de botei, ouro de lei.
21.265 2 pares de rosetas. 1 volta de trancelim,
l moedinha de ouro com argolla e 16
aunis, ouro de lei.
21.267 1 par de brincos, 1 d ito de rosetas. 3
anneis, e dedal, e 1 volta de trancelim
com tga, ouro de lei.
21.268 1 par de brincos, 3 ditos de rosetas, 3
anneis e 1 bolo, ouro de lei.
21.278 1 annel de ouro com 8 buhantes e esme-
ralda.
21.281 1 pulseira, 1 trancelim 1 par debrincos
1 dito de rosetas, 2 anneis, 1 liga de
coral em ouro e 1 relogio, ouro de lei.
21.283 1 trancelim ouro de lei.
21.286 12 colheres para cha, de prata.
21.287 2 coroasde ouro pequeas,! chapa de
ouro com emblema da Sra. das Dores, 3
resplendores, ouro de lei, 2 coroas
maiores, ouro baixo.
21.292 1 trancelim ouro de lei.
21.293 1 par de rosetas de ouro com k brlhan-
teg, 1 cruz com pequeos ditos e 1 volta
trancelim ouro de lei.
21.303 1 trancelim ouro de lei.
21.3061 pulceira pequea, 4 moedinhas de ouro,
com lago e argollas, 1 emblema de S.
Braz, 1 annel de ouro de lei. 2 pukeiraB,
3 altinetes, emblema do Espirito Santo e
2 anneis, ouro baixo.
21.309 1 trancelim, 1 moedinha de ouro com
lago, e 1 cruz, ouro de lei.
21.314 1 corrunto de ouro para relogio e 1 par
de brincos, curo de lei
21.340 2 pulseiras. 2 pares de brincos e 1 dito
de rosetas, ouro de lei.
21.342 1 annel de ouro com 1 brhante. boto
com i dito. 1 volta de ouro e 2 cordoes,
ouro de lei.
21 356 1 medalha, ouro de lei.
21 361 1 1 par de rosetas de ouro com 2 bri-
lhantes.
21.362 3 pulceiras; 2 alfinetes, 1 trancelim, 2
pares de rosetas, 1 alflnele para manta,
e 1 annel, ouro de lei.
21.370 1 corrente para relogio, ouro de lei.
11.374 1 pulceira, 1 tranceun e 1 medalha pe
quena, ouro de lei.
21.377 1 corrente e medalha para relogio e 1
trancelim, ouro de lei.
21.382 1 aliine:e de ouro com cornelinoas, 1
trancelim, 2 ligas e 2 botes. ouro de
lei.
21-387 1 allinete, 1 par de rosetas, 1 volta de
trance im. 1 dita de cordao e 4 anneis,
ouro de lei.
21.388 1 corrente para rologio, e 1 relogio ouro
de lei.
Recife, 16 de Abril de 1891.
O Gerente,
Felino D. Ferretra Coelho.
London &Brazilian Bank
Limited
O London & Brazilian.
Bank Limited avisa ao
respeitavel corpo do com-
mercio, e a todos os seus
freguezes, que a datar de 1."
de Junho do corrente anuo
emiiante^ nao abonar -mais
so juros, de 2[o ao anno as
contas correales de movi-
mento.
Pernambuco, 1 de Maio
de 1891.
.yWi H. Bton, manager.
imbiieo Sabbado !6 de Maio de 1891
- L JL______M_________L-U-ut !_______ ...1.1_______
MiRITIlOS
Aviso maritiaio
T. H. Jeokins. capil da barca iogleza J-
nale, aniaado ""ata parw com avarias, vindo de
Villa Colon rvm um carre amento de ciozas e
08803. destinadu para o Rio Wersey.
Teodo affretado a barca na.-tonal Eluabeth
para conduzir p re do seo carregamento para o
seu destino, consistindo de 470 toneladas de
cinsa de osso e 60 toneladas de ossos, mais oo
menes, precita tomar por emprestitoo contra
Respondentia bend a qoantia .de cerca de
t5:( 004000 .ara occorrer as despesas feilas
oeste porto ecm o dito carregamento.
Offertas em cartas fechadas, ^erao recebidas
no consolado da S\ M. Britannica at meio dia
de 19 do corrente niez.___________________
Conpanbla rrrD*inkurna de N
vrmvao CoaBelra por Vapor
Esta companhia mantem as seguintes linhat
'guiares de nvegaco:
Norte, tocando dob portos da Parahjba, Natal,
aco, Mossor, Aracaty e Fortaleza, partindo
teste porto um vapor a b e 21 de cada mez.
Su, com escala pelos portos de Macelo, Pne-
lo, Aracajn, Estancia e Baha, sabndo dnste
)Orto a 9 e 24 de cada mez.
Femando de Norenka, partida do melado do
nez.
Rio Formoso e Tomandar, sabida a 28.
Rio de Janeiro, (directamtnie) parte o vapor
ie 25 a 30 do mez.
Rio Grande do Su, (viagem directa) sane de
(5 a 20 do mez.
Tsdos os vapores sao oovos, tem excellentes
ccommodacOes para passageiros e para carga,
os precos sao moito reduzidos.
Os passageiros encoatram, apar do bom tra-
amento. todo o conforto desejavel a tordo de
im vapor.
Os vapores que i azem as viageas ao Rio de
laneiro, alm de terem todo o que se en 'cntr*
ios vapores modernos, accresce qoe faz a via
em em quatre das e o prego de passagens
ta 1.* classe 60*000.
O vapor tmpregado na viagem para o Rio
irande do Sal e smente para carga, e tem o
alado adeqnado a entrar no porto daquelle Es
ado em qualqner occasiao.
Recebe se engajamento de carga por quanti
tade lixa para todas as vidgens.
utrosim, a compaobia expedir vapores ex
raordinarios desde que baja carga para e enga
amento completo de um vapor.
Escnptorio, da Comnanhia Pernambucana
i. 12.
llS? K
Hala Real urtageeza
Vapor Malange
E' esperado aqni, ate o dia 30
do conrete, este paquete illu-
minado a luz elctrica, da Mala
Real Porlugueza, que depois da
indispensavel demora seguir para
Baha. Rio de Janeiro e Santos
Rejervam se us pusaagens para a Europa, at
a paasagem do paquete por este porto, para os
do sul.
Para carga, encommendas, pas;agens e valo-
nes trata se com os
AGENTES
Peri-ira laroeiro 4 C.
6^-RA DO COMMERCIO6
! andar
COaPANUA PEB.\AMB('CAKA
DE-
% a vegada o coselra por Vapor
Para Fernando de Noronha
O vapor Beberibe
Commandante Io tenante Fabio Rio
Segu no dia 18 do corren-
te a 12horas da m.nh.
' Recebe carga e passagens
. au- i as 12 horas do dia da
'sabida,
ESCRIPT0RI0
Ao cae.da CompanhiaPernambucana
n. 12
Lloyd Brasileiro
PORTOS DO SUL
O vapor Maranho
MbbbMbwW
" immandante Antonio da Silva Ferreira
E' esperado dos portos do snl at e
dia 16 de Maio seguindo depois
da demora necea sai a para a
Pede-se aos Senho-
res consummidores
que queiram fazer
qualqner communica-
cao ou reclamao, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29 onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
t Os nicos cobrado-
res externos sao o Srs
Mano el Antonio da Sil
va Oliveira e Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir, e quaudo for
preciso o Sr. Antonio
Martins Carvalho.
Todos os recibos
desa empreza deve-
ro ser passdos e fir-
mad: s emtalo carim-
bado e firmado pelo
gerente, sem o ,que
nao terao valor algum
George Windsor,
Gerente.
Parahybs, Natal, Cear,. Amarrafab, Ma-
ranhio, Para, Obidos e Maoos
As encommendab sero recebidas al 1 hora
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
io largo do Corpo Santo n. 11.
Para passagens, (retes eencotnmendas e di-
obeiro tratase com os AGENTES.
JFORTOS^IK) NORTE
V^apor Espirito-Santo
Commandante Antonio Francisco de
Amteida
E' esperado dos porto* do tu
te aM odia 19 le Maio e de
pois da demora indispensave
fliri para o? partos de
Victoria e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio' de Janeiro :
jera Santos, Canane, Ignape, Paracsn, Au-
to una. S. Francisco, Itajahy, Santa Catharina.
ftic irande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serio recbalas at 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbos
u> largo do Corpo Santo n. 11.
Para carga, passagens e valores : trata se com
w AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Brazil
'onunandante o capitto de fragata Pean
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do norte
at o dia 21 de Maio, e se-
guir depois da demora do eos
me para
Espirito Santo e Ki de
Janeiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro,
para Santos, Canana, Igoape, Paraoagua, An
tonina, S. Francisco, Itajahy, Santa atharlna,
Rio Grande do Sol, Pelotaa e Porta Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
da tarde do da da sabida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corno Santo n 11.
AOB Sra. earxegadores pedimos a sua attenca
ara a clausula 10* dos coohecimentos, que
No caso de baver alguma reclamaco contra
ompanhia, por avaria ou parda, deve ser felU
^>or escripto ao agente respectivo do porto, di
escarga. dentro de tres dtaa depois de final)-
da.
Nao procedeodo esta formalidade a companh
'ca 'jnta de toda a responsabilidade.
Para pasa^eiv. frates e encommendas tr
t-se com os ____
AGENTES
Pereira Caraeiro& C. '
$~*Iluai do Qonmermeta6
lo Andar
O vapor i arahyba
Commandante Voisin
Macei,
' ajDejado da Europa at o d
23 daruiaio seguindo depois
indispaasavel dsatora para
, Rio de Janeiro, Santos e
Rio da Prata
oga-se aos Srs. importadores de carga pe ot
'apores desta linha, queiram apraenta* dan rt
le 6 das a contar do da descarga das alvare i af
malquer reclamago concernente a volame i que
DOryentura tenham seguido para os portos t
mi atiiu ae se poder dar a tempo 33 prov
leudas aeceBsariaa.
Expirado o referido prazo a companhia nao st
esponsatoinsa por erstravios.
?nra carga, passagens, encommenda e di
meiro a rete: trata- e com o
AGKJTE
Angoste Labille
Q -RA DO COMMERCIO -9
'tted Stares and Brazil
M. S. S. C.
O vapor AUianca
U TST ai
V f 4
E' esperado do- portos do
norte at o dia 17 do cor-
rente, segundo depois da
d e m or a iodispcasavel
para a
Baha. Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e -n-
nheiro a frete trata-se com os AGENTES.
O vapor Seguranza
E' esperado dos portos do sol
at o dia 21 de Maio seguindo
epois da demora necessaria
para o
Naranbio. Pnr. Barbados. S.
Thomaz. e \ewYork
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8R Io andar
oyal Mail' SteanV Packe?
Company
O vapor Magdalena
.^altfcs. Espera-se da Europa ateo dia 21 te
SLMaio, seguindo depois da dtmi-
^i^i1,"ra indispensavel para
Baha, Rio de Janeiro, Monte
video e Buenos Ayres
Para carga, passagens, encommendas e di-
obeiro a frete traU-se com os AGENTES.
OvapdirClyde
E' esperado dos
portos do snl no
dia 23 do corra-
te e depois da
da demora indis
lensavel seguir para
. Vicente, Lisboa. Vigo e Son
thanpfon
Paracarga, passagens encommendas e u>-
heiro a frete:. trata-se cornos AGENTES.
O vapor Trent
E' esperado dos portos ai
sul at o dia 30 de Maio
seguindo depois da de-
|fmora do costme para
Lisboa, Vigo e Santhampton
Reducc/lo d jmejagent
*4 lia Ida e vou.
v Lisboa 1* classe a 20 4 30
1 Sonthampton classe 28 4 12
Camarotes reservados para os passageiros de
'emambuco.
Para passagens, (retes, encommendas. trata-se
com os
AGENTES
\moriin Jrnios & C.
N.3Roa>doBon JesasN-3
Leilo
Agente^ Britto
D um importante piano (aovo), bona mo-
vis, espelhos, vidros, crystaes, qi;a-
droB.
Duas mobilias de jacar.iod, i dita de ama-
relio, aeia dita ae Jacaranda} 1 cama francesa,
1 dita deiferracoii; la3tro de rame para casal,
1 goarda venido, 1 toilets, 1 lavatorio de phan-
tasia, 1 aito de aaarello, 1 commoda grande, 2
meias commodas, 2 cabides de c<. lumna, 2 ditos
de parede, 2 mflrqu>.-z5es 1 berjo, 1 estante en-
vidrajada, 2 bidets, 1 titeiro, 1 mesa elstica de
6 taboas, 1 dita menor, 1 dita de amarello, 2
apparadores, 1 guarda-lonja, i guarda-comida,
cadeiras avulsas de amarello, ditas de unco,
ditas americanas, 2 banqoinbas, 1 sof, 1 mar-
quesa, 2 cadeiras para meninos, 2 relogio* de
parede, 1 dito para cima de mesa-, 1 sarrioho
para chanca, 1 quartinheira, 6 etageres, 1 appa-
r.'lho de porcelana para almogo, louca para jan-
tar, copos, tapetes, calix, talberes, jarros fios,
apparelbo de electro-plate, qnaqros, trens e
mesa de coznhi e outros muitos ohjctos.
O agente cima, aoionsado pelo wDr. Olivelra
Escore!, que retiron-se deste Estado, far leilo
dos objectos cima.
Ra da Imperatriz n. 17, 2' andar.
k Megnnda-feira, 18 doeorente
A't 10 J |4 horas
.EILOES
' Leilo
De 2 importontes cavallos de corrida de
memioado Apollo e GaHileu
Sabbado, 1 de Halo
Ao meio dia
Na Praca do Commercio (Lingueta)
POR
WTERVNgAa"O0 -AG
Maoei
Agente Steppie
O* e ultimo
leilo definitivo
De 1 importante armacao de amarello e toda
envaliacada, balcao, loportantea uniros, lustre,
.arandellas, cadeiras de rosca oara escripto
rio; moxos, mesas, armayao inglesa, cera em
velas, 11 nhas e carrlteis, carriteis de retroz
pretoi eda-cores, Otas de seda, ditas de vellu-
do e outras miudezas.
^oje
Sabbado 16 do corrente
A's 11 horas
No estabelecimeoto ra Mrquez de Olinda
n. 1
O preposto do agente Steppie em centinuaco
e mandado uu Exin. Sr. Dr- joiz de diteito, de
orphaos e ausente.--, levar a leilo o que se de-
clara cima, perteocentes ao espolia afinado
Jos Perejra Santos e sua molber, Ber veadido"
todo ao correr dsuarte!lo. 4 vootade dos lici-
tantes.
Leil .0
do excelleute cavallo da corridas
Talispher
Jbb
GHAKujl&URS KENIS '
Copa>nhi aoiiia
DE
-.-nvgafio- a v*a>or
Caoba quinxenal entre o Havre, Lisboa'
Pernambucc'y Babia, Rio da- Janeiro e
Santos.
16 do correnM,:aimew dia
Na praca do Commercio (Lingueta)
POR INTERVENCO DO AGENTE
Gusmao
Leilo
de collarinoos de linbo. gorros de peno, theeou-
ras unas, Dicos finos, meias finas para senboras
e homens, hico de seda,- grvalas, Atas de seda
para debram, trancas e htas de cores, ootes para
camisas, ditos para paletots e muitos outros ob-
jectos de miodesas e fazendas, que serao vendi-
das.
AO CORRER DO MARTELLO
fgnnia feira, 18 de crvente
A's 11 horas
No armaxen raa do Marques de Olinda
tt.n. 48
POR INTERVENCO DO AGENTE
Gusmao
?gente Steppie
LUio
Do hotel a roa do Pbarol sob n. 4 perto da esta
gao do Limoeiro e bem afregnesado, proprio
para algum principiante, e garante-se a cbava
do estabelecimeoto.
, Terca-feira. 19 de corrente
As 11 hora em ponto
O preposto do agecte Steppie. autorizado pela
viuva do finado Julio Angosto da Silva Neves le-
nta a leilo, guarda louga, mesas, qnndros, es-
pelho, etageres, commoia, urnamobilta ere ama-
rello e de gosto, quintos com vinbo, dito com
agurdente, cadeiras de junco, espriguicadeiras
de dito, ditas de Iooj. louca paia almoco e jan
tar, copos, garrafas, diversas bebidas, conservas,
jarra e outros muitos objectos que estarao a vista
dos Srs. preiendentes.
Leilo
De christaes de bacarat, finas porcelanas,
mobilias austracas, cadeiras de janeo,
e 1 faqneiro de 1 Ii2 doiia.
A SABER:
Sala de visita
Um piano forte, 6 langas e 6 lindos pares de
cortinados, 1 excellente tapete avelludado forro
od centro da sala, 1 mesa oval, 1 dita redonda,
4 cadeiras de balaceo de janeo preto, 12 ditas
de guarnico e de braco, 1 porta-flores, 1 etta-
ger grande, 1 mesa de jogo, 4 quadros com finas
gravaras.
Primeiro qusrto, gabinete
Urna secretaria de armarlo. 1 mesa de escrip-
lono, 1 estante para livrose 6 cadeiras de junco
naneo.
Segundo quarto
Urna cama de ferro com rame, 1 colxo, 1
toilette pedra e espelbo, 1 commoda, 1 lavatorio,
1 guarnico, 3 quadros, 1 relogio, 1 mosquiteiro,
1 lampeo, 2 cadeiras e 1 guarda vestido e 1 es-
pelho.
Terceiro quarto
Urna cama de ferro, 1 gnarda ronpa, 1 toilette,
1 lavatorio, 1 mesa, 1 mosquiteiro, 1 porta toa-
Iba, 1 bacia e jarro, 2 quartinbas e 1 lampeo.
Quarto quarto
Um marqoezo, 1 lavatorio, 1 toilette, e com-
moda, 2 cadeiras. 1 espelbo e 1 mosquiteiro.
Sala de jaotar
Urna mesa elstica com 4 taboas, 1 gnarda
louga enviaracado, 1 apparador grande com ar-
mario, 1 divn americano. 1 lampeo, 1 relogio
12 cadeiras de janeo e 3 bandeijas.
Porcelanas e crystaes
Um apparelbo de porcelata para jantar, 1 lin-
do apparelbo dessert, 1 apparelbo para cha, 1
porta gelo copos, clices, garrafas, compoteiras
de tino crystal.
Urna ca'ixa faqneiro de 1 1/2 doxia com garfos,
facas, comeres, trinchantes e pene ees.
Terraco, cozinba o dispensa
Um guarda-comida. 3 mesas. 2 machinas para
caf, trem de cozinba, objectos de agatha, ba-
laios, bacas, (landres, formas para pudins, latas,
deposito para gaz e muitos outros objectos exis
tentes ua casa Ponte d'Ucba n. 35.
Terca-fe ira 19 do corrate
H. C- Borstel, ex cnsul americano, tendo
mudado de residencia com sua familia para os
Estados-Unidos, faz leilo. por intermedio do
agente Pinto, dos bons movis e mais objectos
existentes na casa em que residi na Ponte
d'Uchoa.
Os concorre ntes que tomarem o trem das 9 e
45, on o bond de Fernandes Vieira das 10 horas
tero passagem gratis.
A't 11 hora em ponto
Leilo
das dividas activas do espolio do finado
Francisco Collares
Quarta feira, o do corrente
A's 11 horas
No armaaem ra do Bom Jess n. 45
O agente Pinto levar a leilo, por mandado do
Exm. Sr. Dr. jais de direito privativo dos or-
pbos em virtade de requerimento do invent-
bante dos bens do finado Francisco Collares, as
dividas activas, perteocentes ao referido espolio,
constantes de mandado em poder do mesmo
agente, o leilo ter logar s 11 boras do dia
cima dito, no armazem di ra do Bom Jess
D. 45._________________________________
Agente Steppie
Leilo
do engenho Jerasalm, sito no termo de
SerinhSetn
<| arta feira, O do corrente
A's 11 boras
No armazem a ra di Imperador n. 39
O prepsito do afete Simple, por mandado
e asaistencia do Exm. Sr. Dr. jais de direito pri-
vativo de orphaos e ausentes, levar a leilo o
engenhaacima, pertencente aos menores Aanna
e Anglica, o qual vae a leilo por forca do des-
pacho nos autos de inventario dos bens do fina
do Dr. Tristo Henrique da Costa.
Os Srs. preteodentes desde ja podero ir exa-
minar o referido engenho.
Agente Pinto
Grande e variado
Leilo
De bona movis, lindos qnadros, espelhos
dourados, jarros e vasos de bacarat para
flores, porcellana, louca, crystaes, ele
ctro-plates, talhares de cabo de marfim,
Iva de prata, plantas e 1 canario do
Imperio.
Futnfa-feira. 21 de Mato
A SABER:
.Sala de visita
Um piano de Pleyel (quasi novo), 2 cadeiras
de piano, 1 estante para msica, mobilia de ja-
caranda a Luiz XV com ao sof, 3 duoquerqoes
eom espeJhus, 4 cadeiras de bracos e 1S de guar-
nico, 18 pannos de crochet, 10 etageres, 14
vasos e jarres para Dores, 1 espelbo dourado
grande, 4 quadros, 2 escarradeiras. 1 tapetes
avelludados, 4 capach s de r620, 2 serpentinas e
castigaes de cryst.1,1 redoma com navio e cana
de msica, 1 lbum de madreperola, 2 jardinei
ras, 1 mesa pequea, 2 langas, e 5 pares de cos-
turados brancos.
Sala de jantar
Urna mesa elstica com 8 taboas, cabeceiras
redondas, 1 guarda louca moderno e en vid reca-
do, 2 apparadoreslcom.tampcs de pedra, 24 ca
oetra de janeo branca, t de bs*n;o, 1 qmrti-
nbeira, 1 n legio de parede, 2 quadros, i eolde
amarello, 1 guarda comida de rame.
Porcelana^ crystaes e metaes
Dons apparelhB de porcelana para cb e jan
tar, oandeijas, licoraires, galheleiros. copos, c-
lices, garrafas, compoteiras, frncteiras, geladei-
ras. lacas cabos- Je marfim, ga-fos de electrc-
plate, talberes, campas, jarros e vasos pare ca
chept.
1. quarto
Uma cama iranceza de Jacaranda moderna e
nova, 1 mesa de cama, 1 copla e cortinado, 1
colcho colcha de ceda e de chrochet, toilette e
lavatorio de Jacaranda com pedra u e.-p-lho, 1
guarnico ae porcelana, 1 braco a gaz kerosene,
1 commoda de Jacaranda.
2. quarto
Uma cama de faia, 1 mesa de cama, i guarda
vestido, 1 guarda roupa, 1 lavatorio com espelbo
e guarnico, 1 espelbo doarado, 1 caixa forrada,
2 cabides e 1 tapete, 1 mesa de cama e 6 cadel
ras de junco.
3 '"' quarto
D0U6 guarda vestidos de amarello, 1 marqueza,
1 cama para menino, 1 mesa de cama e.2 meis,
1 linda colcha de teda e 6 cadeiras de junco
branco.
4. .quarto
Uma commoda com pedia e toucador, 1 com-
moda, 1 toilette com pedra e espelbo e 1 mesa
pequea.
Dispensa e coainha
Trem de cozinha, mesas de eogommar, ilao-
dres. bacas, taboa e cvateles, escadas e obje
ctos de agatha.
Objectos avnlsos
Duas bancas de jardim, 1 velucipede, trem de
jardim, palmeiras, bigooias e ontras plantas.
Um eanario do Imperio, cantador.
No Monteirocasa grande de azulejo a direita e
junto da estago do Monteiro
Antonio Nunes da Cruz, tendo de fazer uma
viagem Europa, com sua familia, faz leilo, por
iniervenc&o do agente Pinto, dos movis e mais
objectos da casa de sua residencia no Monteiro.
Os movis sio qoasi novos, solidos e em pti-
mo estado de conservgio: Os crystaes, vidros,
electros, porcelanas em estado perteito, pelo que
tornam-se recommeodaveisaos preteodentes.
A's 10 1/2 boras partir do largo de Palacio
um trem extraordinario qoe dar passagem gra-
tis aos concurrentes, parando as estagoes em
que houver passageiros.
Sero distribuidos ca'alogos numerados.
Antonia da coala Cuaba
loo Antonio da Cunha Cartella, t,.oo rea.
bi 10 a dolorosa noticia do fallecile. > de 1
prezadissima mi, D. Antonia da Cie-
no reino de roragal, convida os t> 1
paaassistirem as missas qoe, pe)<^ u el
repouso', manda dizer na igreja do I .00
rito Santo, na segunda-feira 18 cu dndaat,
p. las 7 boraB da manb, confeseand e a taaaa?.
:esde j erato por esse acto de caruade sa>
iieio._________________________
BBBBBBBBBBBBMBBBB.-
Coronel Joaqun C. Duarle a*r
Aietedo
Maooel Martins de Amorim. Santa Rita eswtt-c--:
familia mandam (elobr. r missas na matri *s
Boa-Vista, ts 7 1/2 horas da manb do dia fc* .
tr grsimo do traspasao do ten sempre lembradsk.
amigo Joaqoim Custodio Dnar.e ce Az vedo ; ;>.. -
para esse acto, coovidam os prenles e amigsav
do finido, coDjP8?aodo-8P desde j agradecido.
^BBBBBBBBHBBlHBBBBBBBBBBBBBBBBBBBVBBBBBBBBBflK.
<>{
f
AVISOS DIVERSOS
Alugam-se casas caiadas e pintadas not-
'nidos de S. Gongalo, a 8* ; tratar na raa d.
.mperatriz n. 76. ____,_^___^_
Alnga-se o sobrado n. 40 ra do Paysan
l, com commodqs para grande familia ; a tra
tar atraz da matriz de Santo Antonio n. 24.
Precisa se de ama amt para cosinbar a
engommar; no pateo doParaizo n. 20
( onst-Metro Jote Bernardo S3a6-
vt Al oforado
1 1* anniversario
A familia do tinado convida aos prenles ar
amibos do mesmo a assisttrem as missas a-
pelo repouso de sua alma, manda rezar nofa
16 do correte, s 8 horas da manb, na malxci.
da Boa-Vista.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro com platica de atr-
illados ; na ra Mrquez de Olinda :uoj-;.-,3^..
Becife.
Amas
Precisase de tres amas, sendo uma qnesaBBr
bem cosinbar, ootra para lavar e engommae-av
ontra para andar com criangas e fazer a).
servigos inttrnos ; a tratar na ra da Uno.:
mero 5.
Precisa-se de una ama para comprr e co '
sinhar para ponca familia ; na ra Augusta n.
187,2- andar.__________________________
O Sr. prolessor Senastio Antonio de Al*
buquerque Mello, queira apparecer roa de.S.
Francisco de Paula n. 32, em Casanga, 00 es-
trada de Luiz do Retro d. 40 P, em oanto Amaro
das Salinas, a negocio que nao ignora.
O smbor que auaunciou querer comprar
um OCUlo de alean :e. dirjase a traversa da
matria de Santo Antonio, sobrado a. 14.
Lava se e engomma-Be para fra roupa de
hoTiem e senhora ; na roa da Santa Cruz n. 52.
Na mesma casa precisa-ee de urna boa eogom-
madeira.
do sobrado da ra do
limpo, etc.; a tratar
Aloga-se o 2- andar
Bemfica n. 7, com agua,
defronte n. 6.
Novo porto de carvo, embarricas e a varejo ;
BemQca a. 6.
Armazem de molbados e fabrica de pao e mas
sas : Bemfica n. 6. Passagem.
A Fabrica de Teci-
do da ^orre, precisa
de meninos, e mulhe-
res.
Antonio Joaquina fioncalvea
tulmarrt
. Mara Fortunata da Piedade Guimares, Mara
tuimares Ferreira Mata, Loia Augusta Pesia
na, Antonio Luiz Ferreira Maia e Jos Lopes
Ferreira Maia, mi, irma, sobrinhos e cundado
do finado Antonio Joaqoim (encalves Guima-
res, agradecem do intimo d'alma a todas as
pessoas que se digoaram acompanbar os restos
mortaei do mesmo finado ao cemiterio, e de
novo os convida e os demais amigos que nao
poderam comparecer aquelle acto, a assistirem
as missas que se teem de celebrar na orden 3-*
de N. S. do Carmo. segunda-feira 18 do corren-
te, s 8 horas da manb, stimo dia de seu pas
aamento. ,__________
da Boaa
,0
capit&o Joe\o Paulo
Coaae
1.* anniversario
Jos Lo'irenco da Silva Oliveira, sua mulber e
fiiha. Anna Rita Pereira da Cesta e sena filos.
Agostinho da Rosa Cesse e seu albos, convi*am
a todos os seus prenles e amigos e aos do fina
do, ssim como convidara ao mnl distincto cor-
po da guarda local, Monte Pi dos Voluntarios
da Patria, Asylo de Mendicidade e sociedade Be-
neficente Conciliago, a assistirem as missas
que mandam celebrar per alma de seu cunbado,
irmo e to, capitSo Joo Paulo da Rosa Cesse,
na igreja Conceigo eos Militares, s 8 boras do
dia 18 do corrente (segunda-feira), e desde j se
confefsam eternamente agradecidos a todos que
se digoarem cou.parecer a este acto de religiao
e caridade.
Ama
Precisa-se de uma ama para cesinhar r -
tar na ra Baro da Victoria n. 54, antiga agsar-
cia de movis.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinbar: 3
Pedro Affon8o n. 70.
Ama de menino
Precisa se de uma ama de bons costuaje*-j
andar com dous meninos : a tratar na ma*-
CabuL- n. 14, primeiro andar, de meio d.HkaVS5:,
boras.
Ama
Para cosinhar, precisa-se de uma ama < na\?BK.-
Dnque de Caxias n. 63.

H
i
Anta
Na ra da matriz da Boa Vista n. 26, primer "
andar, precisa-se de uma ama que cosinnei
e orna outra para lavar, comprar e fazer 01
eservico de casa de pequea familia.
..-:.;

Amas
Precisa se de uma ama para cosinbar algum servigo.e ama para engommar eaifi
casa ; na ra do Hospicio n. 81.
Ama
Precisa se de uma ama para cosinriar Eos domsticos ; na roa larga do P,jsar:o :. ?.
egulador da Mariaha.
Elctricos
Os lindos pbospboros elctricos vendis u-*t
Lima a C, ra do Amorim n. 37.
Csixeir
arla las Porjaa Continuo
1.* anniversario
Gedeao Forjas de I.acerda Jnior, Francelina
Forjaz de Lacerda. Mara da Gloria Forjas Vic
tor, Marra da CoDceigo Forjas de Lacerda, Ma
ria Tberesa Forjaz tho Vctor, pai, mi, irms e cunbado da finada
Mana Jos Forja Continuo, < onvidam aos seus
parenteae amigos para assistirem as missas que,
pelo repouso de sua alma, mandam rezar no (lia
16 do corrente s 8 horas da manb. na matriz
da Boa-Vista.
Prtcisa se de um menino com praiicu onx
[hados e que d fiador de sua conducta ; a!
no Caminbo Novo n. 79.
Compa hi a Distil J a^ao C^b^
tral
Sede roa do Passeio N. \%
Endereco telegraphico DistiUaq&jrfaaV-
xa postal n 689Rio de Janahs
' A companhia filiou a si oa segiaav-
estabelecimentos.
Companhia Nacional de Distllscjfe> >
Perfumaras, antiga casa Fritz Ma<&&4&
Companhia Nacional de Alcools Kastaa
Finos, em Campos, e em Pernambnoov
Di-tillara da Lapa em Campos.
Schnmam & C, ra da Saude 156, Siav
e ra do General Cmara, 116, 11% 198S
E. Gomes de Oliveira & C, xaa.JI
Cende d'Eu ns. 51, 53.
S. Carvalho & C, rna do AranCsa
27, 29.
Viuva Orouhins & C, ra do Oeizasaal
Caldwel n. 176.
Grande importadlo e exporta^ie' *"'
.'gurdente, alcools fin- s e eommuna, aav
nnfaetnra de licores, vinagre, zaropey
moa h, IflraDginha, geDebra,
guas mineraes e de todas os artiges 1
generes a sua indnstria.
Ra do Passeio n. 1?Capital
ral.
A succnrsal desta companhia em
nambuco, sita no Viveiro do Munia,-
pra qualquer porcSo de agurdente o-aat-
cool, pagando bons precos.
. ">


Engommadeira
Precisase de uuia ama que engonme & a
boe e mais algum servigo de casa ne petjeKuat.
familia, qoe denoa i ra casa e seja matricnaBu
na ra de Fernandos Vieira a. 29.


Coslnheira
t
O Dr. Celsj F. Hennqnes de Souza, sua mu-
lber. cunhados e Lupicioo Amyntas da Costa Bar-
ros olorosamente surprebendidos pela noticia
do falleciBwwto de seu primo e cunbado DR.
JOS' ALEXANDRE DE AMORIM GARCA a 10
do correte, oa ctoade de Natal condam os
amigos e mais prenles do finado, nesta cidade,
para assistirem a missa que por alma mandam
celebrar na matris da Boa-Vista, s 8 boras da
naoh de 16 do correte, 7.a dia do fallec
Bienio.
Aos sapateiros
Superior sola a 34500 cada meio ; vende se na
Fina oa Madre de Dtns n. 16. Veaham comprar
I que bom negocio.
Precisase de uma ame para 1 casiohar a
compras ; na roa Baro da Victoria n. 10 asa
brado__________________________________
A's almas carid sa*
Mara Candida Wanderlev Antran. viwvz> ms-
empregado publico Candido Aotr. n da MaOat'
Albuquerque, moradora na ra de S ata Ta
sa n. 50, tendo em sua companhia tres laagse'"
solteiras, orpbs, acbande-se na maior indigaa-
cia, sem recursos paramanter-se, vira recaasr
8 almas caaidosas que a saccorraib e atrazeat
na pelo amor de Dees, visto como nao enci
mais consa alguma.

WJ1SKY
Boyal Blend mm

EJate excellente WBsk/ Escocen
ferivel ao cognac on aguarden'. da
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos me'!. : a
cena da molbados.
Pade Royal Blend mar a
mw nome a emblema saaregii : ido
(oo Brasil.
BROWNS 4 Cr,iig*taaw






i
*>
' I
>'
'

I
*
SB>
Diaria*^d^ Prftffiboo Sabfro 1 ^e-Mio
TWBD. JW

tii tmn*
jjjwido smm cusa de Ajenaos e Qommi*woes para
m predio n. 62 a ra do B0M- JESS, alli con-
Smua disposico dos seus numerosos fregu
jan e amigos, encarregando-se de pedidos para
&dos os paizes da Europa e para os
mistados Unidos da America do Norte, para
tSEazendas, miudezasr ferragens, papel lou^a,
~ridro, porcellana, movis, relogios, jois de
aaro e douradas, farinha de trigo, cerveja, v*
izko&. cognac, licores, todos osgeneros de es
.tfiva, perfumaras, objectos de arte, quadros,
machinas para todos os misteres, industriaes.
iatsticos e agriculturaes, material fixo e ro-i
fiante para pequeas e grandes estradas de
tfero. installapds de usinas e destilapoes.
jfcaites e edificios metallicos, bombas balan-
ifss e em geral de todos os artigos produ-
^os n'aquellespaizes; habilitado para isso
gaoni um esplendido sortimento de amostras,
^senhos e catlogos.
62^-MJA DO BOM-JESUS^62
.-.

DA
Wmik D ESTADCr^PEBmitfBCO
Por serio
1 prepj&vde 12:000(5000
l dito de) 1:2000000
1 dito de 5000000
1 dito de 2000000
3 ditos dito* de 1000000
t ditos de 500010
h4eito.de*- 250000'
10 ditos da dezena do 1 premio a 200000
10 ditos da dezena. to' 2." premio, a 150000
10 iditos da* deaeaa do 3.9>pretatoiai 10#00-
2 ditos das approximecSes do 1."premio a 1000000
2 ditos das approximaeSes io 2. premio a 500000
2 di6ft daaUappfokimdtlel o 3. pYefco' a 350010
119 ditos das duas fnaes do 1. premio a 100000
119 ditos das duas finaes do 2. premio a 100000
1080 ditos da terminasoes do 1 preTfaio a 50000
1080 ditfcs das termnacSes V> 2 premio a 50000
Total 2,460 premios n valr/r de 576:OCO0OOO.
Esta lotera composta de 12,000 bilheies a 800000, divida em
sendo o prego da bilhets inteiro de cada serie 40000, ou 800 ris por cada
darserre.
Caso sejam iguaes as taroinaySe, passar a 2.* ao numero inmediatamente su
pefinr/
Os brinetes ujott nmeros sao premiad* com a termBacSo da centena, nao tem
direito a terrninacao da dezena.
Os premios prescrevem um anno depoii da respectiva extracc.Ho.
Nao serao pagos os brinetes defeituos, coja legitimidade nao se possa ve-
rificar.
Por lotera
240:0001000
24*000000
10-0000000
4:0000000
2:0000000
1:0005000
5000000
4Ofr0OOQ
30*0000
2C,50O
2:0000000
1:0000000
7000000
2LO0OOO
2OO0OCO
1CO0O
1000000
o
series,
quinto
Meta ...Carmelitas
Successor dos Carxja.eli.tas
14, Ba de VAhbuye. 14 -
CONTRA:
Apoplena Flatos
Cholera Clicas
Enjo do mar I Indigestos
Febre aaaiella, etc.
Ltr o proipecto no qatl ral enrolrido
cada titira.
Deve-se exigir o letreiro branco
e preto, em todo ea vidres
seja qual Mr o Hmunho.
OXFOSdOB KM TODAS AS FBABXAC1A3
do Universo
HH
ID esconfiar
DAS
falsifirafrs
e exigir a Assignatura
de
r< S?
>&
aHy.-y4.i^rvyrrpryvTT44
aliosa Roeomraendaco
O conceituado clnico Sr. Dr. Araujo, Filho, estabelccido em
\::ta, Estado de Ro dn Janeiro, recommenda pela eloquente forma o
:ip:-eciadissimo medicamento rio-graodense Peiloral de (jambar:
c Tenho emprsgado em minha clnica o Pe toral de Cambar,
io Sr. Dr. J. Alvarer de Souza Soarea, nos casos de molestias bron-
3o pulmonares, colbendo sempre resultados amito satisfactorios
c Posse mesroo, em virtude d'esses bona resultados, ga.rantir o
3fl;aacia d'esse medicamento, principalmente qaairdo staa affeos8es
ivurem tomad o caractr d ohr.oniprlaii Dr. J. de Arsmjo /YDfc.
(A firma est reconbeoida.)
O Peitoral de Cambar vende-se 205CO o frasoo, 130000 meia
lozia e 240000 a dnzia, as principaes pbarmacias e drogaras.
Sao nicos agentes e depositarios ueste Estado
Francisco M. da Sirva & C.
*2d--iiua arque/ ilp 01iDtl:!-23
!< vtr.ioo et/i ir,**3tiit t% if,r,*r.t *> Imatits Si IrUtl. ______
APSULAS be SANHAL0 GITRSKi
-use g ~- es r? ry >: a ?" hj '-f-i."ta t j&. ss:. ?
ue c tA.cj -i." ;' "--.>i!*-t .* r/-.--'Ura->*^<<*/a**l*"f*ia*' jV, *%* -
UaX.*'. Jf .>- -* >1aa*-> *t~ **--l.>-WS ^
CAPSULAS THEVENOT
Molestias Condenciaes
Copatiia CopahMa Cubtbas.
I Copatiioa 9 Essencia He Sndalo.
Essencta de Sanual e citrino pura.
Oleo Resina de Cubetas.
Oleo Resina de Cunetas e Essencta de\
Sndalo.
tdiweto de potassit. *^
''ROi.ifr '.ABO-
PEITORAL de GEREJA
D Dr. Afeit.
As enfermidades mals dolorosas da rarganU
* dos puimdes, ordinarisiBento deseDvolvem.ge,
tendo por principio bases pequeas, cajos resulta-
dos nio sao difllols de curar se promptameiite se
trato com o remedio conveniente. Os Resfri-
ados e as Toase* dio reciprocamente o resultado
de Laringitis, Asthma, Brouchitis, Affec-
Vao Pnlmonar e a Tsica.
Todas ai familias que tem eriangas devem ter o
Peitoral da Cereja do Dr. Ayer
~-
SE
A TOSSE E
PEITaS'AL
DE
A1TACAHUITA
PREPAITAOO POR
LAMINAN E KEMP
XIZW YORK
f J 0 BALSAMO MA!S EFF1CAZ
PfOOUZ CURAS ACVIRAVElS E TEtl
TKVMPriAOO EM MUITOS CASOS DS
PMTMISICA INCIPfENTE.
INFALLIVEL
co
em casa para o usar em caso de 'cecessidade.
A perda de um s da, pode en
accarretar serlas con^eqacucTus.
em muitos casos
i. Por tanto nao
r?f.Pel!der l*mP preetoi ixpt-rlmeatanilu
remedios de em cela duvidosa, emquant que
a enfermldadc se apodera do svstemae soarrain
profundamente, entSo que se necesslta tomar
aesse Instante, o remedio mals oerto e activo em
sen afeito, e este remedio sem duvlda alnun
Ttntiai ou Cebeja do De. Ateb.
RJIABADO PELO
DR J. C. AYER & CA.,
Isowell, Mass., Kst.-Uuido.
GERAL
Deposmrloa em BtNAMBDCO :
SXXVA V
KJECTION CADET
Cita certa en S filas sem mo medicamento
PARS 7, lioulevard Itenain, 7 FARIS
Depsitos em todas as princiDaes Pfcarenacia e Drogara
':. -.- -
; < .-
ucaosa.
Venie so amtodas
Sabto iailfea taea de todas 's i qualidades -.mar-
more8, madeiras, trets de oosinlsa.
Eoalhus, paredes, pinturas, etc., te
Sabao iadispenaavel em eaaa<'. d-
familia; poupa tempe trabulk.
SAPGJO
Nao -se usa para lavar a ronp*..
as casas*de drogas, perfumaras, ferragens, armasen
DEPOSITO OERAL EM CASA DE
FORSTER
.
CPSULAS
f O AYLUS
Preparadas pelo DTTDR CLIN Premio Montyon <
As Capsulas *Iathey-Caylus com Envohtcro delgado de Gluten nao fatigao nunca ,
o estomago e *Sr# retnmendadas pelos Professores das Facilidades de Medecina e
| os Mdicos o^ llo^i.itnes de Pa:i: Londres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrircentos antigoa ou recente!:, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catcrrho e as Molestia da Bexigas e dos org&os getto urinario*.
itji U/na ixplici;o detlhada jcomptnhi cada Frasco.
.1 I ..!*
Exig* que se ache em casa dns Droguistas e Pharmaceutieot.
'Celebres Remedios Le Hoy
taUil ti u mh ioIim ti ua NHc
Hb lili
PILULAS LE ROY
Popultnstm FKANQA, na HESPANHA, ni AMERICA,
no BRAZIL onda ato
autorttadat pela Junta de H/giene.
FRASCOS ................ 1/4 FIASCO!
Essss Pulss dao toda a fscllidade de se tratar so, por
I proco barato, e de se curar emponcotcaipo.Ell&8 expulsan
tjjpliaanen* os Irarmfrt, bilis, MuaorCs riscosas fciaaot
qoe conservam as molestias; ellas purificara o sanfns
e mpeo\*in as recahidas.
- Bmiirt sntra a Priado de rentre, Catharrh*.
Gota. Itliomniitiinio, Falta de
Proftssora de piano
Urna senbora competentemeate habilitada t
com pratica de ensino de piano, cfferecesea
leccionar em casas de familia por muito mdico
preco, e peder ser procurada para fra na den-
tro desta capital; a tratar Da roa Barao Ja Vic-
toria, armazem de movis ? .49.
Oosinheira
Precisa s' de orna cosiaheira ; na ra Duque
ileCaxiasn.il
-' i
Alagu-se muilo barato
0 l t e 3 andares do sobrado a roa do
Bruro o. 84, e o 1- e i- andares do sobrado no
cae do Apollo, todos tm moitos bous coanm)-
dos ; a tratar no i andar ra larga do Rosa-
rio n. 34, dis 9 as 5 da tarde.
55- Rua do Livramanto 25
'-te novo estabelecimento de fazendas, cha se prvido de um esplendido
a--v.:c de fantasas que seas proprietarios resolreram vender com grande aba
pois occasiSo das ixmas. familias suprirem se de lindes fazendas por preces
v-mente- commodos.
- _sta casa de confianja ha sempre completo sortimento de casemiras finas e
?. para costumes.
.Lindos cortes de casemira 4&, 55, 60, 75500, 85 c 95.
Ditos de meia casemira a 350CO.
Ditos de seda o 45 e 55C00.
Camisas inglezas de 605 a duzia a 3 jOOO cada ama.
Ditas cretone a 25 e 25500.
I-Ditas de flanelia pura 18, padroes chics de 25 a 55000.
Ditas de meias grande sortimento que se vende por pregos nunca vistos.
- *3r-nde sortimento de regat: s, plastrons e lacos de seda.
Punhos e collarinhos de linho, luvas de seda, meias de cores para Senhoras e
VsaMat
Talhas de diversos tamanhos lisas e de listras.
Liquda-se urna grande quantidade de lans com quadros de seda, por menos
ris do seu prego.
Colzas lavradas com elegantes padrOes de 105, por 75 e S5C0O.
Sitas diversas de 25, 35, 15 e 55000.
<: obsrtas de cretone com lindhsimas ramagens a 35, 35500 45 e 55000.
Cobertores de 15 a 25500 e 45000.
Orando sortimen o em voiles, crotones com lindissimas barras a 45 e 55000.
Variado .ortmento fie fichas, c Jai les e brins de linho de todes as cores.
mpleto sortimento de tapetes que se vendem por precos commodos.
< 'I^m de boa casemira 35500. ,
.and-' deposito de roupas ieitas para homem e crian gas o qoe tudo se vende
e, i sem competencia.
>;itasias chics a 200 eia o covado.
Bento Campos & C.
25 Ra do Livramento 25
PERNAMBUCO
VP9BDF.IR0S GRAO je'AUOE dc LTANC,
1*CENCIOSs9 M|Lt aSIPECTOBIA OBRAL DE HTOrBNB V> tKPIRlO VO
-T" ApariMtaa, aomaohlooa, Nirgativoa, Oapnratlvoa
^>ntraastft as OooR-ectaes, etc. Dote uriinOn* 1, t* grta
fieaconOar as Ial&l0cac&c. t-sigir o rotulo junto knprtmitlo em mnoez
"tSS5te 0 Sfli f- %'ft -ti Friento.
tr
. eads jimaHUAido urna cOr
Id AJUX, rhmrmmeiat
iMMtrr. *PH*- .atMat II
SAt): PARA TODOS.
PJtt?AS ^HO L LOWAY
Ai Piiulas pvrlfiib o Sangue, corrlgm todas as desordems de Estomago 9
dos Intestinos.
I
i Fortalecen) a sande da? con st i tu oes delicadas, e sao d'am valor incriel para todas as eofernJdades
Jpeculiar- ao aexo femiriino em todas-as edades. Para es menlhos assim'co'o tarabem para aS
pessoas de idade arancada a sua enicacia e incont-staveL
|( ^sas medicinas slo preparadas somente no Estabelecimento do Profe*cor Mollowav,
?'i8, KEW OXFOxO 8TBE3T (antes 631; Oxford Street); LC?DEtt,- I
vendemae em todas as phannacias do universo.
Iff O compradores *o convidiulos respeiiosamente m examinar os rotules de cada caixa e Pote m nio tKS u t
din-=g%u>, 533. Orford Street, s*o .aUicaoes.

VINHOoeQU.NIUK
LABARRAQUE
approvado pala Academia de Medicina de Parb
o resumo, a condensaclo de todos os ptto-
OiprOS activos de quina. Alguna granmav
40 Quiawm vrodmtem o metmo afftito tjm
awim kilo* da quista. > (Robiquet, lenta di
aafoal de pharmacia de Paria),
c ItMala pr#carod por muito tempo
, eucontroi-o no na anautau9
tro tomo o restaurador prn
CURA CERTA
4a tedaa as Affee^ces ntltu.jures
quml oamaidoro tomo o restaurador pus
aiHfiWiiii da* oontMuifo* exhausta*
Yfi CUBAR IT I
a O Vinho de t^uizaivasaB
Labarraque O mai* utit campas-
tonto ala quinina no tratamento das fabret
O* tffeitos to particularmente notaoeu
na* fabroa antigs de aeeeuo o nmeachesfk
paludosa, i (Bouchardat, lente da Academia.
todaa aa pbarmacUa. Fabr. L. rrere, t. r
A Todos aquelles que sonrea
do peito, deven, experimentar
as. Capsulis do Dr. rouRira.
', Depositarlos em sraa:
IANCISCO M. e SILV* O.
JtenopatisMt, etc.
E PRECISO RECUSAR
iilqw frta pe Ht i ttstrsss a
Ph"- Oottin
birtMSir.UKST K
io 8ef>
tHAHMALAS
ATKINSON'S
HITE ROSE
mais dellosdo dos perfimiee. Suave
'como a propria rosa. Imitado trot todaa a i
parte sem poder ser ku ta.'.?.
ATKINSON'S
AGUA do COLONIA I
I BnlTersal meato preferida as sortea alie- ]
I .Mes. Emprogar somente a de ATKrvsor
I -per ser mais fina, mais snare, mais persis-
taiw e muito mais refrescante de todas.* |
Vendem J. *. r. ATrasoi,
, 24, Od Bond Street, Londres.
IVISO Leplimas somente com o rotulo* I
encado szal smsreuo e s marca da
i fabrica ama "Rosa branca" com
o completo enderec.0.
Salina eMossoro'
Souza iNogneira & C. avlsam aos .-eus fregu
es e ntaia cOmm'cianr<'S, que continuam a ter
na cidade de Moseor grandp deposito de sal e
de todas as qoalidad e, a saber : alvo peJrcso
escoro pedroso, rku alvo e fin esenro, e final
mente lavado ; garaote ee a qualidade e promp
lidio do carregameuto dos navios, dentro ou
fra da barra ; a tratar com os mean, os a roa
Duque de Caxiaa a. 85 ou Baqu- lia mesma cida-
de e casa de denu a firma, e qdaoto ao preco,
este ser o menor*do mercado.
AJuguel barato
Alugam-se as setraintes casas :
Ponte Verba n. 2t.
Estrada Joao de Barros. ?. 19.
Ra Visconiie Itaparica n. 43 i. andar.
Visconde Itaparica n. 43,3* andar
Roa Pedro Affonso n. 46. i, andar.
Pedro Aflbnso, n. 46, armazem.
Ra das Aguazinbas n. 7, em Beberibe.
Ra do Rosario n. 39.
Travessa d-> Carmo n. 0, toja.
Ra Visconde Goyanna o. 163.
Lombas Valentinas n. 4.
Coronel Suassnna a. 50. 1.a andar.
Becco do Cara pello n. 1, i.* andar.
01." andar roa do Born Jesns n. 47.
A tratar roa do Commercio n. 5. 1.
criptorio de Silva Guimardes & C.
andar
Tnico americano
Carne can
Premiado na expoalffto de Parla da
188
Este precioso preparado a melnor composi-
; o conhecida para confortar e conservar os ca-
>ellos, promo ve o seu crescimento, limpa a cas
la. e fortifica o conre da cabeca, e o que ha di
nais suave e odoritico para a toilette. A' venda
m grosfeo* e a retalbo as principa* lojas de
nindezas lesta capital, e raa di Aurora n. 163.
deposito geral na Fabrica de Olios Vegetaes.
Fbfica Caxias '
Devido aos pregos qoe estilo costando
os fumos finot e o augmento de'salario
aos operarios : Os precoa dos cigarros de
nisa fabrica, aerao ws da tabella abair,
15 'Io.
Nao se toma nota de menos de um mi
Iheiro, as quantidades abaixo s serSo ven-
didas a dinheiro. '
Tabella de Precoa
Fumo picado
Caxias 66000
Flor das Flores 74000
com o descont de 10 ra at 25 miilai
ros, e d'ahi para cima 15 *[.
Operas
Daniel
Operetas
Japoneses
Afliga-se
O pe v.meaio terreo do sob- ado n. 39 da ra
da Rod.. com propr^oes para morada e um
bom estabelecimento, qualqaer qoe elle seja, e
principalmente pora nm hotel, por j estar afre-
guecado. lem agua, banbeiro e est limpo : a
tratar na ra dasLaraogeiras D. 29. das 11 horas
as 3 da tarde
Modista
D. Leonor Porto
Contina a execotar os mais dificultosos figu
rinos r"cebidos de Londres. Paria, Lisboa eCa
pital Federal. Prima em perfricSo de costara
em brevidad* em precos e fino gosto; oa ra dc
Hospicio n. 58.
Telppft,fllr-!47
Plantas
Na estrada dos AfiaWtos n. 28, sitio, vendem
se encberioB de laraddMtaS e iimoeiros de todas
as dualidades, arvorfs fructift-ras, l.ndos e va-
riados croions a precos resumidos.
MARAVILHA CURATIVA
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Nova Yortc
A Verdadeira Maravilha do Secuto.
APPE0V ADA E LICENCIADA
tela Inspectora Geral de ycicne da
Imperio de Brazil.
A Maravilha Cnratin remedio prompt
>ara ac Pisadoras, MachucaDnrrs, OonMsoes, Tor-
xkIutbk, Cortaduras, oo LaceracOas. AlUvla a dor,
estanca o sangue, ux parar a fnllamma^ao. redur
a lnchagio, tira o uebcoraxneuto, e faz sarai a ferlda
como por encanto.
A MaraTilha CnratiTS e alllvk, promptoe
cura ratiila para Queunadaras, Eacaldaduraa. e
Quetanaaora do Sol, e 6 superior a qualQuer outro
remedio.
A Maravilha Cnraiita tmpagavel para
codas as Bemorrhaglas, cja do Nariz, dasOeuglvas,
dos Palmees. Oo Estomago, ou ac Hemurrhuldacou
Almorrelmascura sempre e nunca faina.
A MaraTiihaCaratrvaumamvtoprompto
para Dar de Denles, de Ourldos, da Face, f
da Face e Nevralgla.
A Maravilha CorntlTa6orecuraoi
e precioso para Dores rheumaEfcas, Aieljd
ft%ldex as Juntas oo pernos.
A MaravllhB CrallTB o grande rerpedlo
para Esquinencia, Angina, Amygdaav) lnchadaaon
Inflammadansempre seguro, sempre efflcaa.
A MarmTlIha OrsrtTa 6 dc multo rak
como iBleccao para o Catarro, a locorrliea ou aa
Florea Brancas, e outros corrlmentos debllltaatea.
A MairaTilha Caratlva lmpagafl par
curar Olearas. Caigas antigs. Apostemas. Panart-
clos. Callos. Frielras, Joanetes e Tumores.
A Maravilha Curativa 6 remedioprompto
para Dlarrtea simples, e de Dlarrneacnromca.
A Maravllhm Caratlva exccllente as
EMrebarlaBeCavanarlcas. para^rcedaraaDOra
Plradnrae a Bafoladuras. Contusdcs, Laceracucs, c
EEpedalidades do Sr. Hunplireys.
Be me ilion r.speclflcoe,
Inguento Moravilhosa,
Ueaiedle. Syphilitlraw,
Remedio Veteriaarlaa.
OMonnsIdo Dr. Bumpareys M4 paginas sobre as
ttilermldadess modo dacuratas se da gratis, poda-
se ao seu boticario ou a
HCMPHHEY8* MEUrriNE CO^
109 Falta Street, KEW YOKK.
NICOS AGENTES
Para vendas em grosso em
PERNAMBUCO
Furia Sokrkke-IG.
DROQAHIA
A\ Ba Margues de Olinda a. 1
Especiaes
Aristocrticos
Mandarina
Cubanos
F3r o Estado
Caporal
Fumo desfiado
65000
5^000
6^000
70500
6^500
60000
60500
60500
60009
Cajejanipabo
Compra se em peqoena e grande porcSo ; na
roa do Principe o. 18.
-------------------------------------------------1---------------- r- ir
iozinheira
Precisa ee de orna ama qoe cosinhe 'com per-
fegao ; na roa Mrquez do Herval n. 10.
Tnico Ju-Mutamba
Est tcnicc. preparado com plastas prc
prledades conhecidas pelo nosso pnblico.de
melhor de todas as preparacoes at boje deseo
bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi
par as caspas ce? conservar no mais formse
estado, alm de ser om magnifico perfume pan
a toillete.
Encontra-se venda em todas as pnncipae
pbarmacias e lojas de miudezas.
Dozia 104000 | Vidro U*
Deposito
dtiaraicia Martina, Roa Duque de Caxias n
MARAVILHA CURATIVA
DO CELEBRE
Dr. Humphreys lie Nova Yor.
A Verdadeira Maravilha do Scula
APPK0VADA LICEXCIACA
pela Inspectora Geral de Hyzicne 'o
Imperio do Brazfl.
A Maravilha Cnratlv remedio prompto
para as Pisaduras, Machucaauras, Contunoes, Tor-
ceduras. Cortaduras, ou Laceracods. AlUvla a dor,
estaaca o angue, !az i^r.ir a liiammac^o. rcdvs
a lnchacao, tirau desccr^nento, cair^iai* a fciu.a
como por encanto.
A maravilha Curativa alllvlo prompto e
cura rpida para Quelruatluras. Escaldaduras. ->
Quelaiaoura do Sol, e suijerlcr a qualtuerouui;
remedio.
A Maravilha Carati^-n t impogavel para
todas as HemorrnuRias. seja to Nailz. das (Jenirlv-is,
dos Pulmes. Uo EfltoniPjjo, ou aa temorrhoidr-""
Almorrelmaecura sempre e uuuca Zaina.
A Maravilha tu. z'vaumalilvlopromrK?
Sa Dor de Dente, oe OuriuoC, ace. Iuta,>^f*>
Face e Ncvralgla.
A Maravilha Comtiva 5orecur?opromj>
e precioso para Dores rueuniatlcas, Aiti)i^o,Do70
Rigidez as Juntas ou Peruas.
A Maravilh Curativa ( oi ande remedio
eraEaaoencla, Angina, Ac.ysdalaEiiiciuiua&na
aamntadassempre seguro, sempre efflcas.
A Maravllaa CurartvR fi de multo voc
como injeccao para o catarro, a I^ucorr,:ea raa
Flores itrancas, e outros corrlmentoe debltactos.
A Maravilha CaraHvo impogavel para
curar ulceras, Chasas antigs. Apostemas, Pttnarl-
clos. Callos, Frielras, Joanetes e Tumores.
paku^^s.XSrde'D^rn^cnVoni^1'"
E.i,Fffe^CI.Mlh^S,Stg
PhSaraseE8foUduras,Conttisoes,I*ceraces,ac.
Sspecialidades di Dr. Humphrevs.
Remedias Especifico*,
CDEBeato Maravilhoso.
Beaiedios Syphiliticos,
Remedios Veterlnarioa.
O Manual do Dr. Humporeys :U I*1"tf**Bf#
Bnfennldades e modo do cural-as se ca gratis, peae-
ae ao seu boticario ou a
HUMPHREYS' MEDICINE CO.,
109 Faitea Street, NSW YORK.
nico depsito para rendas en
gToso na imperial drogara de !?.
Manel da oSUva ft C.

,.-:
-1
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I '''a!
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Alug
a-se
Na praca do Tira Bentes n. 2, nm armaze
Se se presta para deposito de qoalqoer rrerca-
iri; a tratar no mesmo.


Diario de Pen
^^^HBl^^H
do 16 de MaIo.de 1891

a


%
Sede.
Pernambuco

*
*

CAPITAL *.. 50o:ooo$ooo
dividido emduas series a 1.a de 3oo.ooo$ooo, elnittida desde ja, ea 2.a de......
2oo.ooo|>ooo quando tor necessario
O capital ser representado por 2500 acedes de 00$(00 cada urna, sendo 1500 aa Ia serie e 1000 da segunda.
Ser a primeira entrada de 30 por cento e as demais de 10 por cento a juizo da directorio, com intervalos uunca inferiores a
trin tedias.
F1NS DA COMPANHIA .
A fabrieacao e a exploracao de productos calcreos, entre os quaes a cal de Ja^uaribe para o fabrico de assucar ja bastante conhecHa
neste e cutres Estados. ^
Estando contraetda a acqiiisicao das pedreiras de Jgnaribe com as mattas, forn p, arrnazens e inais dependencias, e beni
assnn a marca registrada na Junta Oommercial para a exploracao da cal branca, dispe a ccmpanhia de iexgotavel veia de
materia prima para a sua industria.
A cuando se subscripta particularmente a Ia serie do capital (reis 300:000^000), sao convidados os Srs. subscriptores a fazerem a
1* entrada, na razo de 30 por cento, no Banco Popular, de 14 at 23 dy corrente, afim de poder proceder-s a installacao da
Ccmpanhia
INCORP
Antonio Joaquim Barbosa Vianna
Caetano da Costa Moreira

Joo Bnptista Pereira de Souza
Francisco Pinto Teixeira Chaves
VENDAS
Esparlilhos de brins e setios para senborss
oeninas, receben grande variedade.
Au Paradis des Pames
Libras Sterlinas
Vende-8e na toja de oas de Augusto do Re*
*. C- roa do Cabog n. 9.
v
Veude-se
O sigD.l de 50 accoes Ja
Ccmpanhia de Drogas e
productos Chimicos, com al-
guma differenca : ra
Novan. 16.
0".
O Bazar da Bi-a V?s
tat a ra da Imperatriz
n. 88, acaba de rece-
ber o cha especial mar
ca BULL DOG
o melhor que tem vin-
do a o mercado e ven-
de m a 33000 a la ta com
urna libra.
ALFBFBO IOPES i f___
Pao centeio
Mello 4 Biset teado recebido nova remessa o.
t-inna centeio, avisa aos seos fregueses qw
-snnuaui a fabricar este delicioso pi cent*-:
odas as tercas e saxtas-feiras ; na rna arc >
tasarlo u. 40.
Vapor 'Magnaribe"
Vende-so este vapor em bom estado de coo-
?ervacSo, cuja cmara construida de lindas t
especiaes madejras, prestaodc se elle anda s
fazer viagens que nao sejam de longo corso
mediante peqnenos reparos ; podendo, em case
contrario, ser apreveitado co no om excellent'
ponto. para descarga de navios, etc-
As pesoas que pre'eoderem c qnizerem eia
umai-o, podem dirigir-se abordo do mesmo
que acbarao pessoa habilitada a dar-Ibes qnaes
quer explicacoes; a tratar no caes da Compa
itiia Pernambuear.uu. 13.
Aos senhores deengenhos
Tri-sDlplito de cal
uperlor m ol le Lliboa e potasa*
Para alvejar e (impar o assucar
Vendern Guimaraes A Valente i
6Corpo Santo6
Sabo de alcatro
Ha grande conveniencia em se usar este im
portante sabio em todas ss casas de familia
auto para banho como para lavagem de ronpa
ceeinfectante, amana a Dille e faz deM>a
ecer impingeos.
Deposito rna da Madre de Deas n. 46
Vende-se
deposito a roa do Socego n. 8, tem inos
coa.nodo? para familia ; a tratar co mesmo, das
10 horas s 2 a tarde.
BILONTRAS DE VIENNA, dobrado
execatado com assobis, pela banda da
Guarda Local e Arsenal de Querr e me
recendo sempre enormes applausos nestss
ultimas festas.
Pre90...... 10000
SLVENSE QUEM PODER, galop g
ganteco e de um effeita arrebatador.
Preso ...*... 1^000
RECORDACOES D* ALLEMANHA,
serie de lindisaimas valsas e de maviosas
sensac^es.
Preco.......1,5500
BOMBEffiOS DO RECIFE, polka po
pular e de verdadeira delicia, executada
pela banda do 2. batalhao e Guarda
Local.
Preco ...... 1|C00
ESTUDIANTINA, a mais sublime das
valsas e applaadida em todo o mundo.
Preco ...... 10510
POMONA, A Deusa das F ructas, ine
mitavel valsa pelo celebre e eenial Wald
tu i el, autor da o Dolores .
Preso # 2000
Loja do Azevedo
V 1S
RA \OV VI
Vende-se

6 sinal de 50 accoes da com anhia de droga.
r prodnetos chimicos com olguma Jiflerenca :
ua Nova n. 16.
Moris austracos
."i 1 Ruado Baro d Victoria-5 I
ANTIGA AGENCIA DE MOVIS
Receberam completo sortimeato de
movis de junco, austraco, como sejam
caderas, sofs e un bilias completas, bem
como tem movis nac.ocae e vendem po?
precos sem competencia.
Palpitante
Anda existem a vtuda algnns exemplares
' desta lindissima valsa, o? quaes se acbam as
, seguintes casas : ra Mrquez de Olinda n. 38;
i Crespo ; Duque de Casias ns. 63, 67 e 77 ; im
| perain : i 82.

FOLHETII

m m maio
POR
JOftGE PMDEL
< SEGUNDA PARTE
*** *
PELICIDADE COMPLETA
Como ser:a longo esse tempo de au-
sencia !...
Mas o beb"'... que alegria .. que
felicidade !...
E pos se a corstruir csstellos no sr a
proposito daquella crinca, que seria rica,
bella, nobre, e 8< bre cujo berco as fad;.s
' ei pe janato todos os drns.
Adormeceu ?..
(Jeixou-se, certo u vadir por pes'.do
torpor ..
Violento ruido arranou o desse es-
tade.
Fazia ce ouvir urna voz brutal, so pas-
eo que batiam com forja porta da en-
trada.
E Fdar onyio distinctamente esUs pa-
lvra cojo tent'do nSo comprenden ^esde
\
Em nom- da lei abram !...
Mas esto doidos exclamou elle
furioso, mas erraram casa com certe
sa !... E os brutos vio despertar Mar
Celina com todo ebts baia ho !
as puntas des pos, a correr desceu a
encada.
Parlamantava com aqnelle que batia
lo brutalmente porta, invocando ao
mesmo tempo a le.
Surg.a um dia nublado, triste, fri
ainda.
O sol, porm, atravez as trepadeiras
que entrelacavam-se na grade, jostra va
os seus primeiros raios.
Fcdar avanyou.
E encontrou-se cara a cara com um
commissario de pohcia, com o sen distincti
vo a tiracollo.
Sou u conde Stroganoff, disse ellr,
e nao comprehendo como...
Deteve se.
Por detrs do commissario, acabva de
avistar a cara, asquerosamente convulsa,
do Sr. Dmentires.
Nos olbos do miseravel brilhava infer-
nal alegria.
Havia deaadvelado a mascara 1... Fi-
nalmente !...
Exercia a sua vinganya !...
, Sr. conde, diese polidamente o com
misarin tenlio crdens e a le: formal !...
D.-m-ii. estilo tomadas os minhas pro
cancSes... Veja !...
De ambos os lados da porta estava
agrupada orna enorme escolta de agentes
de poiicia.
Emfim, que quer o senhor ? per
guntou F^dar com o fri da morte no co
racSo.
Mme. Dmentires acha se aqni,
nestaecsa... Oh as nossas informaco\s
eSo exactas. E aqoi (detignava o infame
que se mar tinha distancia atrs delle)
e aqui o Sr. Dmentires rec'sma a...
crtanca... sea fi!bo I..
Sementes novas de flores
Veodem Guimaraes & Valente
6-CORPO SANT0-6
Engenho
Vende se o engenho Matapigipe, sito na fre-
guezia do C-bo, distante da cidade urna legoa.
a m excepcao de urna decima parte que perteD-
ce a ostro cons'-nhor, cojo engenno mee com o
rio Pir. pama, tem obras por demais e terr. s
para safe jar 3,600 paes de assuc&r aDonalmea
te, mais uui terreno coberto de matu virgem e
de q adeuas de primeira qualidane, que da para
levantar-< ontro eogenbo, cercado bom e muito
grande. Tambem fe vence o en^eebo S. Pedro
contiguo ao Matapagipe, o qnal tem boas trras,
est bem obrado, moe a vapor. O p re tendente
dirija-ge ao eneenbo Boa Vista do Cabo.
Sedas
Snrabs de todas as cores, sedas brancas e de
cores, receben lindo ortimento.
Au Paradis des Dame
MANEQUINS
rara laminas e modistas
A 25SOO0
Serve para qualquer senh ra, por mais
ragra on gorda que seja.
Na lo] lis Listras \m
N. 61 RA DUQUE DE CAXIA3 N.
Liqnidaco de cal-
cado
A FLOR DO BOSQUEa ra do L-
vramento n. 10, chama a attenc^o de seos
freguezes para os rtigos obaixo descrip-
tos, cujos sSo vendidos p r precos resnmi-
dissimos para fecbamento de con tas.
Grande sortimento de botinas inglesas
de diversas qnalidades a 95000, lOjjfOOO e
110OCO o par.
Botinas para homens, das melhores ra
bricas do iio, por presos sem compe
tencia.
Botinas de cordavSo, com salteiras obra
forte e elegante, fabricadas especialmente
P ra as Exmas. Sras. normalistas.

Seu rilho bradoa Fdar precipi-
tando se de cabeca baixa.
O commissario deteve o na passagem
passando Ihe e braco em torno do corpo.
Sr. conde, disse elle, suppco-lhe
conten ha-se ; V. Exc. obrigar-me-ha deste
modo a em pregar a forca... A lei for
mal... E preiiso obedecer lei... O
Sr. e Mme. Dmentires nSo estilo sepa-
dos... >- Sr. Dmentires tem, portanto,
todos os direitos.
Sim, aecudio este com vos sibilante
bem simples o que eu pey.. Qiero a
cria ca !... Quero meu rilho !...
Esta ultima phrase foi proferida em voz
muito alta.
Miseravel Infame!... disse-
Ihe Fdar com voz muda.
Quero a enanca!...
'J senhor sabe perfeitamente qce
o ultimo dos covardes 1..
Dmentires encolheu os hombros.
O senhor tem certeza plena de que
nSo me bsterei, replicou elle... Quero
a crianca !... Quero o mea rilho!...
Nte instante fex-se ouvir um rito de
a roma.
Marcelina havia despertado I L
Todo aqnelle barulho chegarr.-lhe aos
ouvidos.
E a parteira interrogada, uvera a im-
prudencia de d.zer lhe que aporta acha-
vam-se um commissario de polica ....
agentes.. e um senhor. ..
Oh ella! a mSi !... tinba compreken-
dido!...
E entSo, apezar da oppoticio das enfer-
meras, da parteira e de Jalieta, a pobre
senhora empregava esfore, es sobrehumanos
para saltar fra do leito.
Chamava pela flha !... por sua filha .*.*
a carne da sua carne !... que aquella
monstro, que a havia torturado j, quera
arrebatar lhe !
Senhor exclamo Fdar toreando aa
mos, vai matar a pebre mli!
Marcelina contiDuava a gri'ar.
Quero meu rilho, e nada mais... re-
peta o mis;ravel Dmentires... esse
o meu direto, e parece me que cousa
mu to simples !...
Ao pronunciar estas paiavras com voz
clara, Dmentires devorava Fdar com o
olhar. ,
& era no paroxismo de immundo gozo
que elle apreciava a loucura desesperada
do sen inimigo ...
Algnns agentes tinham penetre lo na
casa, ao passo que outroj, postados ao
lado de Fdar, reduziam-u'o impotan-
jia
Os agentes sahiram um instante mais
tarde, acorapanhadus da parteira, que car-
regava o recem-nascido, cuidadosamonte
envolto em rendas e las
All 1 alli! disse o Sr. D me a t ores,
desigaaddo um fiacre que estacionava a
curta distancia.
Dous bracos que se estenderam fra da
portinhola receberam a pobre creaturinha
das mSos da parteira e aposearam se
d'ella.
Gsses dous bra;os, rapaces, tremlos de
satisfacSo, eram da Henriqueta Dmez
eres.
A digna rm& de tal irroSo est&va, es-
perando a sua preza.
O Sr. Dmentires agradeca ao com-
missario, que nao corresponda sequer ao
seu comprimento.
!;Foi ter com Henriqueta a correr
Dando urna indcacSo ao cocheiro, sen-
t u -se o lado da re.
E entao, Henriqueta, com um sorrso
de vbora :
** Eu bem te havia dito !
' Sim! sim! replicou elle com os
olbos illumioados por satnico darlo, sim
tinhas raiao, minha irmS, pelo* filhos
que a gente de ve vingar se das mus !.. .
FIM DA S GNDA PARTS
Sapatos brancos de setim e dnraque
proprios para as Exmas. Sras. noivas.
Explendido sortimento de botas para
montara, tanto de conro da Russia pretn
oomo braneo.
haucos e tamancos portuguezes para o
invern.
Botocos e cothurnos proprios para caa.
Botinas nacionaes impermeaveis, obra
solida e propria para o invern.
Lindo sortiment de sandalias de todas
as qualidades, tanto estrangeiras eomo
nacionaes.
Para creancas de ambos os sexos ha
sempre nesta casa o mais completo e va-
riado sortimento de botinas, cothurnos,
focos e sapatos.
A FliOB EO BOSQUE
10 RA DO LIVRAMENTO 1C
Costa Campos & C.
Licor depurativo vegetal loriad*
do medico Uulutella
Este notabilissimo depurante que ven
pr^n^iiju Jo tav> giauJs Auna ufallivel m
cura de todas as doencas sypbiliticas, es
crofulosas, rheumaticas e de pelle, com>
tumores, ulceras, dores rheumaticas, ot
teocopas e nevralgicas, blenorragias agu
das e chronicas, cancros syphiliticos, ii
namacSes viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantas, intestinos, etc., e em todas a
molestias de pelle, simples on diathericaa
assim como na alopecia on queda do ca
bello, e as doencas determinadas por so
turacSo mercurial.
Dfio-se gratis folhetos onde se ancoc
tram numerosas experiencias feitas cok
este especifico nos hospitaes pblicos
muitos attestados de mdicos e documet
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO C.
Rna Mrquez de Olinda o. Su
?
Ca
rvao
Vende-se na padaria de Mello & Biset, ra
i.area do Rosario n. 40, a 400 rs. a barrica-
Feij
ao
Vende 3e barato; no largo do Mercado nume
ros 7 e 9.
TEHC3IEA PAHTE
A FADA COR DE CfliZA
S agora podemos seguir e reatar o o
da nossa narracSo.
S agora podemos voltar aos cosaos per-
sonagens e ao sitio em que os deixa-
mcs.
Conhecem-se agora os motivos da vio-
ganca tSo horrivel quando infame, fra e
calculadamente combinada por Fabricio
Dmentiros.
Entre o amor e o odio, esti ultima a
paix3o mais forte.
O amor cansa, gasta se e dissipa se. .
O odio nunca.
Um proverbio persa diz-nos que a vin
ganga um manjar que deve ser comido
fri...
Havia j mais de dezeseis anoo?. Fa
bricio Dmentires e a odiosa Henrquet-i
opreciavam com gozo sempre novo esse
manjar finissimo.
Haviam sido tao bem succedidos !
A sua infernal machinarlo tinha sido;
coroada de tal xito !
Cslculem s I
D'aqnella filha de um grande fida'go,
que devia, pelas lea do amor e do san-
gue, traser urna corda de condessa, m...>
ainda, urna cora fechada, por serem os
Stroganc ff principes pelo lado dos Reiner,
aquella crianca que devia nadar em mi-
iLoes, adorada, adulada pela mais ado-
ravel das mSis Fabricio Dmentires,
armado com a lei, fsera um ente abjecto.
ama mendiga, urna deaherdada da nata-
reza !
Flor de Maio, qnasi muda ; semi-nua,
rrastando os ps desfalcos pelas estradas
cobertas de p, estendendo a mo a ca
Esplendido sortimento de grvalas chics, refc-
rou da Alfandeea.
Au Paradis des Domes
Rna BarSo da Victoria n. 38
Fabrica de gelo
Igoas o un nadas gssosas t
todas as qoalidades
Soda water, ginger, ale, limo, laraoja, etoz-
;o, abacaxis, granadina, grosellas, f.-anbeises,
baonilha, bnrtel-pimenia. etc., etc.
12 A-CAES DO CAPIBARIBE-12 A
Alfafa
De superior qualldade: vende-se no pata
ntiga assembla. armazem n. 21.
B. CE DBSN & C.
una Mrquez de Olinda n. !
Armazem de cerveja, vi-
hos, champagne, licores,
cognac, agua mDeral, coa-
ervas, etc., etc. Unic
leposito da afamada cer-
neja Phoanix de Dortmimd
i do chocolate Ph. Suchar
le Neuchatel.
Agencia da grande fabr:-;
t de charutos Darme-naas
kC, S. Flix (Baha).
Os j>roductos d'estas ultt-
nas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha de
Ouro na Exposi^ao Univer*
^ai de Pariz, em 1889
ridade publica, represeatava o cnmnlo da
vinganca, a s .tisfacao do mais formida-
vel d< s odios !... %
E eis que de repente, recordam-se ce^
tamente, a victima, semelh>nte a urna ct-
pente sobtil, deslisava das mSos dos seus
algozes !
A crianca, atirada por trra, sem senti^
dos, pelo canalha do Romao, recuperara
as torgas.. .
A febre cerebral n2o havia deixado ves-
tigios n'aquelle sangue jVO, rico, puro...
E deitara a fogir saltando do cario, n
momento em que menos c < speravam os
seus alg. zes.
E, pnlando como urna corea, metindo-
se no meio ds trepadeiras e das silvas,
no mais cerrado do bosque, deizara t'*.,
bricio Dmentires e Irma estupefactos e
furiosos.
Fabricio saltara tambem do oarro.
Irma havia-o acompanhado.
O cavados tinbam sido presos a nma su>
vore.
Bateram ambes depois aquella parte i
bosque, gritando, chamando. .. nao onviag
do senSo o echo surdo dos proprios gri-
tos.,.
Fabricio achava-se n'am estado de ezas^
percSo impossivel de deBcrever.
Apatetada, Irma acompanhava-o senr
articular palavra...
Quem poder snspeitar ds semelbaas
te cousa? repeta Dmentires. Nuce
me acudira ao espirito desconfianca.
Sim, mas a verdade que a peca estsff
va pregada, e nSo havia meio de reoM-
dial-a.
Fossem agora encontrar Flor de Mata
n'aquelle deserto de verdura!...
Depois de algumas horas de pesquisa
grites inuteis, o Sr. Dmentires e Irss
voltaram ao carro.
(Ccniinuar-se-htt.f

Typ. do Dtarto roa uuque de Casias n. 41
'I
.


-i

;-,


i
. >,-
*
m.


y*


Full Text
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