Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17794


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Full Text
AN$ uAVii MUMiilO 103
-M
SABBAPO 9 DE &AI0 PE 1891
*

I
1

v


7.

: -
' -,


i
DIARIO
PROPRIEDADE DE HANOEL FWEIROA EE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados >
Porseisditosidem
Poramanoo dem.
Cada numero avolso.
61000
121000
231000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACES NA FRAN-
CA EINGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prince & C, resiebtes em Pars, 34 rae de
Pjoveace.
;-
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes addiantados.
Por nove ditos dem .
Por um anno dem.
Cada numero avolso .
131500
204000
2(4000
4100
TELEGKAIIAS
SBSttCC PABTICUIA8 SC IIAB:
RIO DE JANEIRO, 6 da Malo (retar-
dado).
A elcigao para o Congresso da Estado
do Rio Grande do Sal correa sem pertur
bacSo da ordem publica em todas as looo"
lidades, de onde ba noticias.
Por toda parte a chapa do partido repu-
blicano alcancou maioria oonsideravel sobre
a doB oppo icionibtaa colligados.
Foi, poi8, gloriosa e incruenta a victoria
dos amigos do governo.
As noticia", aqai recebidas, do Rio
Grande do Sal, Amazonas, Cear e S.
Paalo sSo maito boas. Tudo est cal-
mo e em paz.
Segaio no paquete nacional UagOas
o coronel Antonio Gomes Pimental, gober-
nador nomeado para o Estad do Amazo-
nas.
Consta que sera reintegrado o Dr.
Cerqueira Lite no cargo de inspector da
hygenne do Estado de Pernambuco.
FORTALEZA, 7 de Maio, s 5 horas
da tarde.
Em sessSo de boje do Congresso deste
Estado do Cear, foi eleito governador ef-
fectivo o general Jos Ciar indo de Qaei-
ros e vioe-governador o major Belarmino
Liberato Barroso.
Estiveram presentes 23 membros do
Congresso, faltando apenas um, o Dr. Cio-
v8 Bevilaqua, ausente do Estado.
O general Clari ndo de Qaeiroz obteve 22
votos para governador, a o major Liberato
Barroso 14 notos para vice-governador.
RIO DE JANEIRO, 7 de Maio as 3
horas e 45 minutos da tarde.
O Internuncio Api stolico commu icou
ao governo federal que S. Santidade o Pa-
pa creara 4 novos bispadoa, sendo: um no
Estad i do Amazonas; outro no Estado do
Paran ; o terceiro-nos Estados da Parahy-
ba e Rio Grande do Norte; e o quarto no
Estado do Rio de Janeiro.
Con firmam se as noticias do Rio
Grande do Sul. A eleiao correa livro
e sem perturbacSo da ordem em ponto
alum. A chapa republicana triumpbou,
alcanzando maioria considera val sobre a da
opposicfto colligada. Os amigos do gover-
no ganharam a victoria mesmo na capital.
Seguio para Pernambuco no paquete
nacional Alagas, o deputado geral Dr.
Jobo Marianno Carneiro da Cnnha.
ceasar a rovolucSo chilena esto suspensas
por exigencias do presidenta da Rep-
blica
BRXELLAS, 7 de Maio.
Estende-se por todo o paiz a parede dos
mineiros.
Sao numerosos os atlentados commetti-
dos com o amorago da drnamite.
ROMA, 7 de Maio.
Tem causado grande irritacSo a noticia
de haver o jury de Orleans (Estados Uni-
da America da Norte) negado a existencia
de provas pelas quaes se podesse pronun-
ciar pela calpabilidade dos indiciados como
promotores do lyncbamento que toffreram
algn- italianos alli residentes.
IHSTROCCiO POPULAR
BRXELLAS, 5 de Maio.
As grves estendem-se.
m Namur o movimento foi subjugado;
em Bruxelias, porm, prrpagndose o
movimento socialista, foi assassimdo o ge
rente da fabrica de ferro de Ssraing.
KMA. 5 de Maio.
j- u 83 aqu um grande incendio no
aarte' pTceii(.') castello, sendo attribuido
criminosos; c acredita se que a explosSo
da fabrica de plvora, havida antes, fura
promovida pelos meamos criminesos.
A poputnc o est sobresaltada.
PARS, 6 de Maio.
Na arara dos Deputados o ministro
Ribot confirmou a noticia de estarem o
Brasil, a Franca e os Estados-Unidos da
America do Norte, incumbidos, pedido
do presidente Balmaceda, de solver picifi
camente a questao chilena.
Accrescentou o Sr. Ribot que as tres
potencis tratam do assumpto, sendo que o
ministro francs no Chile receben instruc-
cftes para esse fim.
NEW-YORK, 6 de Maio.
SSO Sr. Blaine expedio ao ministro ame
rioano no Chile instruccoes em ordem a
finalizar a questSo chilena.
ORIO DE JANEIRO, 3 de Maio, s 3
horas e 55 minutos da tarde.
Foi nomeado commissario geral de emi-
gracSo na Italia o engenheiro Felippe de
Figueira Faria.
r. BUENOS-AYRES, 7 do Maio.
IDEAL 2 A S7X AVISASE
PARA A VIDA
IDE4M PRKLI MI \ 4RKS
(Continuadlo)
SEGUNDA PARTE
vi
IOKIA DA HTMANIDADK AS 8A8 BOCUDA-
DB8 FUNDAIOEHTAU
*f lauda idade religiosa i ppoalro
tena unldade. Polvihelamo
130
Porm estes tactos e estados hiitoricos nanea
foram consequencia daquella santa dootrina, mas
effeitos geraes da limita gao humana e em parti-
cular da limitago histrica contempornea, que
nao comprebendia clmente aquella idea, neta a
applicava com gualda le e arte pratica as novas
e.-colas sociaes.
E ao lado destas manifestagoes anti-religiosas
e anti-humanas abundam os oeoeficios raes e
duradouros dj Cnristianismo, devidos s a vir-
tude da dootrina. Qae reanimagio de vida I que
desenvolvimento de torcas nova: tem prodnzido
successiramente o Cbristiaoismo em todos os
povos animados do sen espirito !
A dontriaa da unidade de Deas e da uniao de
lodos os bomens em Deus, nosso sai, acabou de
desterrar a escrividao qde a cuitara grega e ro-
mana deixaram de p 1 En todos os povos, em
qae penetroa a dootrina ebrist, operan se um
renascimento mal* fundamental na sciencia, na
arte, e no direito ; e esses beneficios bao de
manter-se e prupagar-se por todaa trra com
torca inveocifel, a medida que o conbeclmeoto
desta doctrina penetrar mais iguale mais inte-
rior na oossa bumanidade.
(Contina).
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 9 DE MAIO DE 1891
ioverno do Estado
Recordar-se bao, de certo, os nossos ieitores
de que, em artigo edictoral do 1 de Oatubro
do anoo prximo fiodo, e sob nossa exclusiva
responsab.lidade, levantamos a candidatura do
bonrado B rao de Lacena ao car^o de i* gover-
nador t IT.-ctivo deste Estado, idea qae depois foi
proclamada n'ao grande banquete com appLuso
geral dos convivas, e mais tarde acolbida com a
maior sympatbia per grande numero de munici-
pio*, cojas respectivas 1 itenJencias, associadas
sos seas municipes, flseram valer a mesma idea
perante o governo do Estado.
Enl&o, dissemos c) no referido artigo :
< S. Exc, se o povj pe.-nimbucano tem, como
pensamos, entranhado amor sea evolucao pro-
gressisU, deve ser o governador efJecti?o, o !
presidente eleito deste Eitado. Para esse ele-
vado pesio nao vemos maguera qae se Ibe avan
tage em patriotismo, em conbecimentos prati-
cos dos horneas e das r-ontas da sua trra, e em
nobres aspirages por soergoer o nivel moral,
iotellectnal e social deste Estado.
Em S. Exc. sjliram os predicados qae se re
quer nos espiritas de lite chamados dirigirem
os pblicos negocios; e S. Exc, quer comoad
ministrador, quer como magistrado ou simples
cidadao, tem um passado distincto e honroso,
que raros, e bem raros homens, podem ffere
cer como garanta do sea modo de agir no tu-
tu-o.
Coragem cvica, impulsos generosos, ioteili-
gencia viva e prempta, largos e variados conhc-
Rimeou>3 litteraricB e scieutiricoj, maito tino
administrativo, grande potencia de assimi agao ;
nada Ibe falta para collocar se na altura qae as
circunstancias actuaes de Pernambuco impbem
so seu pnmeiro magistrado.
O Bar a j de Loctoa o bomem talbado para
o momento presente; e sao ser de certo am
bom pernambocano aquelle qae nao reconbecer
este tacto tao bisarramente como aqai o exter-
namos.
Laucando essa caoddatura no campo da im-
prensa, sem ouvir, sem consaltar ao honrado Ba-
rao de Lacena, eremos camprir um dever civicu
e patritico; e fiamos que a idea ser geralmeo-
te acolbida coma hombrilade e gal tur lia com
que os pernambucaaos soem quebrar langas e
levar broqueis em pro do engrandecimento des
ta trra .
Estes coaceitos que anda boje, eeom maioria
de rasao, mantemos em sua Integra, nos pare-
cem impAr-se com a torga de urna necessidade
indeclinavel, por isso mesmo qae o bonrado Ba-
ro de Lacena esta sendo aggredido injostamen
te por aqu'Ies qae, sealindo-se contrariados
nos seus interesses, e despeitados por nao mais
ee poderem locapletar com pingues contractos e
quejando arranjon, esbravejam e malsiom a
poltica do Governo Federal, atacando o Genera-
lissimo Deodoro da Fonseca na pessoa dos seos
As uegociacSes entaboladas para faier {secreurio.
O boorado Bar&o de Lacena est, sem davina,
muito cima dos botes que lbeatiram as serpea
tes da intriga, da maledicencia, da calumnia, e
pode repetir a phra3e de um malogrado publicista
das pedras que me atirarem formarei nm altar -,
mas, sem embargo, os seus amigos.e elle os
conta por milheiros entre 03 seos coestadanos, -
devem soergoer cssa can lida'.ura como um pro
testo oobre e digno contra as pequeas miserias
dos seas detractores, e anda como um pjotcs-
to contra as raaquin ig a qae Itie arrnam em
torno do chefe glorioso do Governo Federal.*'-.
Essa candidatura altamente poltica, e signi
Reara qoe o Estado de Pernambuco tem em gran-
de valor os relevantes servicos que lhe tem pres-
tado o bonrado e illostrado Barao da Ln"eoa
que d'eafirtf! sentir se-hi robaateado pela coi-
i jnga nlena dos seus conterrneos.
Se, pela torca das circumstancias, S. Exc. nao
aceitar o elevado posto de governador de Perosoi-
buco, oa se smente o aceitar aps um certu
lapso de tempo, nao seja isso emoaraco para
saa eleicao pelo Coogresso Cbosiiioiate de Per-
nambuco.
0 que este deve ter cm vista qae se trata de
dar ? S. Esc. urna prova da maior conSaaga po
litica, um attestado de qoe os seos mritos e
servigos sao aqai devidau.ente aquilatados ; e>
n*da ve* ao caso que S. Exc. aceite ou
xe de aceitar cargo.
Oemais, temos sobejas razOes para crer qae o
bonrado Barao de Lncena saber corresponder
wsa prova ue confia ga, e que vira, mais da
meos dia,as-u ni" o exercicio do cargo de go
ernador do Estado. Por* miater desconhecer o
seu alevaotado espirito ae pernambacanQ ; tora
ureciso nao dar o devido aprego aos seus senti
mentos de patriotismo, aos seas desejos vehe-
mente de ver grande, prospera e felis a trra do
seu bergo, para du'idir da aceilaco do nobre
posto de combate qae Ibe as^ignalarem os seus
amigos.
Nestas conligoes erga-se, o Congresso do Esta
do de Pernambuco s cumiadas do putriotipmo,
e eleja 1 governaaor eff-ctivo do me rao Estado
o honrado e illustrado Baro de Lacena, certo
de que todo o Estado applaudir e bem diri esse
acto de civismo, qae ecaoara por todo o pan
como um rugido do Leo do Norte.

PARTE 0FFIC1AL
eterno do Estado dn Peroaabaeo
4.* Seccao Palacio do Governo do Estado de Pernambufo
em 15 de Abril de 1891.
O Desembargador Governador do Estado, tendo em con-
sideraco a proposta constante do officio n. 287 de 19 de ro-
vembro de anno passado do Provedor da Santa Casa de Miseri -
cordia do Recife, decreta 'o seguinte Regulamento para o Hospi-
tal Pedro II e para o servico medico do estabelecimentos a cargo
da Santa Casa de Misericordia do Recife.
Para o hospital peoro ii e para o servido medico dos
estabelecimentos a cargo da santa casa de mise -
ricordia do recife.
(Continuaco)
CAPITULO X
Dos venetmentos e preenckmentos dos lugares
Art. 40 Terao vencnentos pelos servicos sanitarios presta
dos nos estabelecimentos a cargo da Santa Casa :
| !. o medico director.
| S-* Os facultativos clnicos cliefes de servico. que sao
tres mdicos e tres cirurgioes, um oculista e um parteiro do
Hospital Pedro II. um medico do Hospital de Santa gueda, dous
mdicos do Hospicio de Alienados, um medico da Casa dos Ex-
postos e do Collegio das Orphas e um medico do Hospital dos
Lazaros e do Asylo de Mendicidade e um cirurgio dentista.
8 3." O pharmaceutico e seus ajudantes.
I 4. Os enfermeiros.
5. Os mdicos substitutos rruando substiturem aos che-
fes do senico.
I 6. As Irmas de Caridade.
Art 41. Os vencimentos dos empregados do servico sanita-
rio da Santa Casa serao gratificaces pro labore, que reverterao
para quem exercer o cargo no impedimento do eflectivo.
Art. 42. Os rencimentoe serao os da tabella annexa.
Art. 43. O medico director sera' nomeado pelo Governador
do Estado por proposto da Junta da Santa isa,
Art. 44. Os mdicos chefes do servico clnico serao nomea-
dos pelo Governador, que escomer' um dos nomos que compuze
rem a lista trplice organisada pelos mdicos eftectivos sob a pre
sidencia do director, attendendo a iuformaco da Junta da Santa
Casa sobre o valor dos servicos prestados pelos candidatos.
ti. S poderao faz>. r parte da lista dos tres nomes apre-
os a escoma do Governador os mdicos substitutos.
2. A lista sera' organisada por vota cao nominal, votando
o director e cada um dos mdicos effectivos em toes nomes. Os
tres mais votados formarfio a lista. ^^
53. Da reunio doa tres nomes propostos a escolha do Go-
or se lavrar urna acta, assignada por todos os mdicos pre-
sentes.
4. Na votacao os mdicos eRectivos da Santa Casa terto
em muita attencao os servicos prestados e as habilitagoes scien-
tieas dos candidatos.
Ari. 4;. O medico directore os mdicos chefes de servico
servirao por contracto, por .ttano indeterminado, rescindivel
quando aprouver a qualquer das partes contractantes.
Art. 4-. Os cargos de pharmaceutico e de ajudante serao
prvidos pelo provedor, por proposta do director do servico
sanitario. i
Art. 47. Asirrnas de cadade sero contractadas adbilitum
do provedor.
Art. 48. Os enfermeiros sero contractados pelo mordomo,
por proposta dos chefes do servico clnico.
Art. 49. A nomeagao do substituto sera' frita pela Junta da
Santa Casa, sob proposta do medico chefe do servico clnico em
que tiver de exercer as funeces.
nico. Para essa nomeagao o ebefe da clnica apresentar
um lista ron tendo quatro nomes, alim de serem escoltados os dous
substitutos de cada servico, devendo na primeira indicagao serem
attendidos os servigos prestados pelos actuaes substitutos e agre-
gados.
CAPITULO XI
Dos mdicos auxiliares
' Art. 50. Os mdicos substitutos assignaro contracto as
mesmas condigoes dos mdicos chefes de servico clnico e auxi-
liarlo a estes em todas as suas attribuigoes, executando o servico
que lhes fr designado pelos mesmos, para o que serao obligados
a comparecer diariamente no servico dos mdicos e cirurgioes
effectivos.
Art 51. Substituirlo os med eos chefes em todos os seus
impe iimentos, caso em que terao todas as suas attribuigoes c
obrigages.
Art. 52 No caso de substituido os vencimentos pertencem
ao substituto.
CA'TTULO XII
Das urnas de cnrxdo.de
Art 5'. As irmas de caridade como auxiliares do servigo
sanitario, debaixo da direegao e inspec^-ao da irm superiora,
serao encarregadas do servigo e guarda das enfermaras geraes e
quartos particulares
para o servico de urna ou mais enfermaras e quartos, sera' stric-
tamente obngada:
g 1 A cumprir religiosamente as prescripg&es e determi-
nacoes dos facultativos clnicos a respeito do trata nento dos
doentes confiados ao seu cuidado.
2.* Dirigir e tiscalisar o servico a cargo dos ajudantes e
serventes das mes as enfermaras, nstruindo-os no modo de
cumprirem suas obrigages
S 3. Observar os accidentes e symptomas novos, apresenta-
dos pelos enfermos durante o intervalfo das visitas, afim de refe-
ril-os ao respectivo facultativo, ou a > medico director
4 Acompanbar o facultativo clnico no acto das visitas
e assislir aos curativos e iteraos, quando msso nao baja inconve-
niente ; cumprindo lhe neste caso apresentar-se antes e depois
dos mesmos curativos e visitas para dar informagoes precisas e
receber as determiuages dos facultativos.
5. Nao consentir qne pessoas extranhas ao servico sanita-
rio penetrem as enfermaras sem licenga da irma superiora.
i 6." Nao permittir gue alguem visite ou falle aos doentes
sem permissao ao facultativo clnico ou do director, communicando
irma superiora.
9 7. Applicar por suasproprias mos, sempre que nao bou-
ver inconveniente, os remedios que os facultativos prescreverem
aos (lenles.
S 8. A fazer as camas dos doentes sempre que esse servico
lhe seja licito, ou mandai-as fazer com todo o cuidado pelos aju-
dantes, mudando-Ihes as roupas do corpo e da cama duas vezes
por semana ordinariamente, e extraordinariamente sempre que
for necessario.
5 9." A ter em boa guarda as roupas e mais objectos deposi-
tados nos armarios das respectivas enfermaras, e a distribu-os
segundo as exigencias do servico das mesmas.
g 10 A tomar conta das roupas sujas que sahirem das enfer-
maras e remettel-as, acompanhadas dos competentes roes irma
encarregada da lavandeiria.
gi. A formar diariamente, avista das prtScripgoes dos
facultativos, os mappas das di tas e entregal-os a irma superiora.
g 12. A receber e distribuir exactamente as mesmas dietas
e dirigir o servico dos refeitorios, sendo auxiliada pelos ajudantes
e serventes, ministrando-as por suas proprias mos aos doentes
que carecerem deste soccorro.
| 13. A conservar em boa ordem o estado de iimpeza, nos
depsitos proprios. todas as banhi'iras, bacas e mais utensilios,
de sorte que estejam sempre disponiveis para o aM-ice dos quar-
tos e enfermaras respectivas.
5 14. A por o maior cuidado no asseio das enfermaras e
quartos, corredores e casas adjacentes, e na ventilagao necessaria,
e a velar em que os enfermos se conservan dentro das enfermaras
cumprindo exactamente as determinages dos facultativos, e ob-
servando as regias proscriptas neste regulamento.
15. A fazer pessoalmente durante a"noite a vigilia das en-
fermaras
Art. 55. As irms de caridade esto suieitas immediata-
mente a irma superiora, e s dellateceber&o ordens; e do medi-
co director e dos facultativos clnicos as determinages relativas
ao tratamento dos doentes das enfermaras a seu cargo.
CAPITULO XIII
Dos ajudantes das enfermaras
Art. 56. Os ajudantes das enfermaras serao rigorosamente
obligados:
!.* A fazer todo e qualquer servico no hospital, que lhe
for determinado pela irm superiora, quer a respeito do asseio
das enfermaras, quer acerca do curativo dos doentes.
8 2." A cumprir com diligencia todas as ordens e instruc-
ges que receberem das irmas de caridade, a quem ajudarao as
enfermaras.
3. A tratar os enfermos com todo o zelo, paciencia e
caridade.
? 4. A fazer pessoalmente. durante a noite e por escala,
_ ia das enfermaras dos homens.
Art. 57. Os mesmos ajudantes que adoecerem no servico
do hospital, sero tratados gratuitamente as enfermaras, nao
percebendo, porem, salario algum, se a molestia se prolongar
por mais de tres das.
CAPITULO xrv
Dos enfermos
Art. 58. Todo o enfermo que entrar para as enfermaras do
hospital devera' sitar-se aos seguintes preceitos:
g I." Conservar-se sempre, e de modo decente, no leito
que lhe for designado ; nSo gritar, altercar, jogar ou fumar ; e
guaidar completo silencio das 8 horas da noite at as 6 da ma-
nhS.
g 2.* Observar fielmente as determinages dos facultativos
clnicos, quanto aos remedios e as dietas que lhes forem pros-
criptas.
3." Tratar com respeito e deferencia todos os emprega-
dos do estabelecimento.
4. Nio sabir do leito e enfermara em que for collocado
para outro leito e outra enfermara, nem andar pelos corredores
ou jardim sem permissao do facultativo, inscripta na respectiva
papeleta e consentimento da irma de caridade.
g 5. Permanecer no seu leito ou junto deile com todo tr
acatamento quando, na respectiva enfermara, administrar-se o
Sagrado Viatico, ou tiverem lugar as orages da manha e da
tarde.
Art 59. As enfermas que entrarem para o hospital ama-
mentando seus filhos, e n&o poderem continuar a fazel-o, deverao
entregal-os a' irada superiora, que os enviara' ao mordomo para
que os faga conduzir a casa dos expostos, com as declarages ne-
cessarias, para que sejam restituidos as proprias mSes, logo que
poderem creal-os, oa aos parantes, no caso de fallecerem.
Art. 60. Nenhum nfermo, tratado as enfermaras, poder
sabir do hopital antes de ter alta.
Art. 6t. Os enfeimos pensionistas ficam igualmente sujei-
tos a escrupulosa observancia dos preceitos constantes dos gg Io
2. 3. e 4." do art. 69, sendo lhes porem licito ;
1. Sabir de quando em quando do hospital, se o facul-
tativo clin co o permittir.
g 2. Receber das suas casas a roupa que lhe for necessa-
ria.
3. Passeiar com permissao do medico, no corredor dos
quartos particulares, sem poder, todava, entrar em outro quarto
e nem tao pouco penetrar as enfermaras.
g 4.- Escollier o medico ou cirurgio do hospital, com que
Suier tratar-se, podendo no caso de ser de primeira classe esco-
er um medico estranho ao estabelecimento, correndo por sua
conta a despeza.
Art. A2. Todo enfermo, seja pobre ou pensionista, que fal-
tar scieotemente a qualquer dos preceitos que Ibe sao prescriptos
neste capitulo, poder ser punido com a prohibigo de sabir do
seu leito, com a pri vaco de passeio e com a supuresso de parte
das refeices diarias por um ou mais das, podendo taes castigos
ser-Ibes imposto pelo facultativo clnico.
Art. 63. No caso de falta mais grave, commettida por qual-
quer enfermo indcil e recalcitrante, o medico director ou a irm
superiora dar parte, ao mordomo, para este levar ao conheci-
mento do provedor
TI TUL 11 IV
CAPITULO XV
Do servido econmico
Art. 64. O servico econmico do hospital desempenhado
pelas irms de caridade, debaixo da inspecgo e direceo da irm
superiora.
i Art. 65 No desempenho do mesmo servico sero as irms
'de caridade auxiliadas por ajudantes e por serventes assalariados,
de livre escolha da irm superiora, que os despedir quando jul-
gar conveniente, e os seus salarios e gratificago nunca excede-
r ao mximo da tabella, que for approvada pelo provedor.
Art. 66. As repartieses do servigo econmico sao :
A dispensa, a cosinha e refeitorios, a arrecadaco, a rou-
paria e oficina de costura, a colchoaria e a lavandera, lem
destas, poderao ser estabelecidas outras que forera convenien-
tes.
CPfTULO XV
Da irma s pe ioru
Art. 67. A' irma superiora, como encarregada' de todo o ser-
vigo econmico, debaixo da superintendencia do mordomo, com-
pete
I." Cumprir e fazer cumprir este regulamento pelas
irms de caridade, petos ajudantes e mais empregados de sua es-
colha consultando, nos casos omissos, ao mordomo.
2. Designar as irms de caridade que devam encarregar-
se da portara, enfermaras, repartiges e de qualquer outro ser-
vigo do hospital; bem como quaes as irms e os aiudantes que,
por escala, devam fazer a vigilia e guarda das enfermaras du-
rante a noit .
g 3. Noraear e despedir livremente os ajudantes ou ser-
ventes, nao podendo augmentar o numero que for fixado, sem
autorisago do provedor.
$ 4. Ter todo o cuidado em que as portas do hospital se-
jam fechadas c abertas as horas marcadas, salvo os casos ur-
gentes.
g 5." Dirigir e inspeccionar o servico de todas as reparti-
eses a seu cargo, pondo o maior cuidado nos das. enfermaras,
para que seja feito com promptido e regularidade.
g 6." Ter mais constante vigilancia em que os enfer nos, sem
distinego de classe, sejam tratados com todo zlo e caridade,
sendo escrupulosamente observadas.as prescripges e recommen-
daces dos facultativos clnicos.
g 7." Fazer os pedidos dos gneros e mais objectos preci-
zos pira o fornecimento da dispensa e das outras repartiges e
o (fiemas a seu cargo, dirigindo-se para esse tim ao Mordomo.
g 8." Mandar comprar as miuuezas preeizas para o consu-
mo diario da cosinha, officinas de coscaras, vista dos pedidos
das irms de caridade encarregadas oestes servicos.
g.. 9. ordenar os concertos dos movis e utensilios do Hos
pital esuas repartiges, quando nao exceda de i'i w a despeza
de cada concert
g i o. Satisfazer os pedidos feitos p los mdicos, dos ob-
jectos necessarios para o curativo dos doentes.
g ti. Conceder licenga por escripto -s pessoas decentes que
desejarem ve/ o Hospital e suas dependencias e nao permittir
que pe soa alguma estranha ao servico sanitario falle aos doen-
tes que por declarago dos facultativos nao poderem ser visita-
dos.
(Contina).
DESPACHOS DO DA 6 DK MAIO DK
1891
Antonio Carlos Ferreira da Silva.In-
deferido em vista das informacSes.
Adele Coimbra.Sim dispensado a con-
tribuirlo.
Antera Soares de Vaaconcellos.In-
forme o director geral das Obras Par
blicas
_ Alfredo Joa Soarea.Hequeira ao Mi-
db erio da Guerra a quem compete at-
tender.
Companhia Man ufac tu reir de Pernam-
buco. Informe o inspe tor do Thesouro
do Estado.
Cap:tao Deodato Pinto dos Santos.la-
forme o commandante auperior da guarda
nacional da comarc do Recife.
Francolino Rodrigues de Moura.Coa-
corra a nova praca.
Fielden BrothersInforme o inspector
do Thesouro do Estado.
Teen te Francisco Lino de Soasa Cont
FilhoInforme o commandante superior
da guarda nacional da comarca de Olioda.
Francisco Jos das Santos.Requeira
ao Ministerio da Guerra a quem compete
attender.
Hermenegildo Eduardo Reg Monteiro.
DS-se.
Jas Mtcos A :Cioly Correia. Requeira
ao Ministerio da guerra a quem compete
attender.
Dr- JoSo Bastos de Mello Gomes.la-
forme o provedor da Santa Jasa de Mi-
sericordia do Recife.
Jos Lias Vctor de Oliveira Ledo.
Nao ha o que deferir, em vista da infor-
macSo.
Bacharel Jos Francisco de Moraes e
Silva.Iodeferido.
Manoel Tbomaa de Albuqnerque Ma-
ranhSo.Concorra a nova praca.
Magalhies Cruz & C.Informe o in-
spector do Thesouro do E fado.
Manoel Clementino Correia de Mell ).
Deferido, nos termos do officio qae nesta
data derijo ao Thesouro do Estado.
Martina Fontes & C Informe o dele-
gado da inspectora geral de Trras e
ColonisacSo.
Frederico Mosetin.Informe o inspec-
tor do Theatro.
Secretaria do Governo do Eatado de
Pernambuco, 8 de Maio de 1891.
O porteiro, ,
H.meterio Maeiel da Silva.
Repartido da polica
Seccao 2N. 98. Secretaria de Poli-
ca do Estado de Pernambuco, 8 de
Maio de 1891.
Cidadao Governador. Participo-vos que
foram hontem recolhidos a Casa de Deten -
co ob seguintes individuos :
No da 6.
A' minha ordem, Elisia Mara da
Conceicao e Mara Marques de Jess, co-
mo alienadas at que possam ter o conve-
niente destino ; e Miguel Vicente de Je-
ss.
A' ordem do Dr delegado do 2.*
dBtricto da capital, Francisco Gomes, co-
mo gktuno
A' ordem do 8ubdelc?ado de S. An-
tonio, JoSo Antonio de Moli, por distur-
bios e uso de arma de defesa ; Manoel
Gomes dos Santos, Pedro Elias dos San-
tos, Jos Gjilherme Francisco de Sant'
Anna, Jos CbristovSo do Carmo e Galdi-
no Luiz do Espirito Santo, por embria-
gU3B, Vicente Ferreira Pimentel e Anto-
oi > M srinho, como vagabundos ; Heori
le Francisco de Lvra e Flix Jos dos
Sxntos, como gatunas ; e Manoel Marques
do Silva, conhecido por Manoel Peroi
ch por dist rbioe
A' ordem do subdelegado do 1.*
districto de S. Jos Vicente Ferreira de
Lima, como gatuno, e Luiz Jos Ferreira,
como desordeiro.
A' ordem do subdelegado do 2' dis-
tricto da B >a-Vi8t, Francisco do R go
Barros, a diaposieSo do Dr. juiz de direi-
to do 4. districto criminal por crime de
t'erimentos.
No da 7.
A' minha ordem, Jeronymo Jos
dos Santos, Francisco Antonio Camillo,
Manoel Francisco de Souza e Manoel Al-
ves de Almeida, vindos do termo de Ca-
ruaru' comj sentenciados; e Jo&o Pinto
Macedo dos Santos, por disturaios.
A' ordem do subdelega o de Santo
Antonio, Petronilla Mara da Jonceiclo,
por diBturbioa.
A' ordem do subdelegado do HNiistri-
cto de S. Jo-, Francisco Luiz do Nasci-
mento, Ignacio Mathias Antooio de Souza,
Ma colsno Tavares da Silva, Alexaodre
Manoel da R .sa, Antonio Jos da Santos,
C.andino Pulcherio dos AnjoB e Jos Be
zerra da 8iva, como desordeiros.
A' ordem do subdelegado do districto
de Ap p icos, Ianocencio Rodrigues da
Costa, oemo alienado, at que possa ter o
conveniente de tino.
= Commumcou-me subo delegado do 2*
district da Boa-Vista, que no dia 5 do
crrente, 7 horas noite, no lugar Co
. i ue iros daquelle dis ricto, o individuo
Francisco do Keg > Barros na occarilo
om qae alteicuva com sua amasia Euge-
nia Deolinda Tavares da Silva, esbofeteou
e ferio com ama garrafa, que saecudio,
sua propria mSi Anna tJmbeli a Joaqui-
na da ConoeicAo, que tinha intervido na
jueslio pro urndo acal mal o.
O subdelegado respectivo tomoa conhe-
ci ment do facto, e contra o delinoaente.
H

"

W
a

acC!


2
Diario de Pernambuco Sabbado 9 de Maio de 1891
:
-
^
que re freto, procede nos tenaos do -
querito policial
autoridades polieiaea :
Jos Antoaio Corraia G >vao,.delegado
do termo de Haaarath, na quabdade de' 2a
supplente.
Capitao Olaadino -Cama te M'l),
subdelegado do distrieto de Piaoeuteira
do termo de Ciahotioho, iu qoalidade de
Io supplte.
Antonio Argo do Reg Accioly, sab
delegado do districto de Santo Antonio da
Gamell* do termo de Ipojaca.
Alvaro Joaquim de Alm subdelegado
do districto de Beberibe.
Saude e fraternidade.Ao desembar
gador Jos Antonio Correa d* Silva, mu
di^no governador deste Estad.O Chefe
dePolica, Oaudino Eudvxio de Brittj.
Becebeduria do Biado de Per nao.
neo
DESPACHOS DO DA 8 DE MAJO DE
lc91
M-jor Luiz Au*uato Ooelho Cintra,
Francisco de S Montenegro, Guilherme.
Antonio da Fonseea e Antonio Lopes da
Silva Campos Informe a 1.a seccao.
Silvino Silveira & C.A 1. scelo,
para os fius devidoa.
lovpi'iitirn eral da u*lrii<;i< Pa-
ttica do Kiado de Peraamnuco
DSJACHOS DO DA 4 DE MAIO DK
.1891
Aprigi i Braz de Oliveira Lima, pedia-
do juatirmcao de f iltas ^Justifico
Jos Xvier da Cunaa Alvareng* e ou-
tro. tincaren ho-se.
Jos LeS) Vctor de Oliveira Ledo
Eacaminhe se.
. Claudma Maria di Concejero.Eaca-
minhe-se
Francisco Alves de AzevedoCum-
pra-se e registre-se a apostilla retro.
Francisco Daodato Lima. Oumpra ae
e registre-se a apostilla retro, assignado o
praso de 35 das, a oontar de 10 de
Abril findo, para asaumir o exercicio da
nova cadeira.
Liberata Leopoldina Vital.Cumpra-se
e registre-sa a apostillz retro.
Goilbexme Das Feij =C!umpra se
. registre se a apestilla retro.
Maria Magdalena de Vaseoocello3.
Campra-s- e r-gistre se o titulo retro.
A mesmaCumpra-se e registre.-se a
apostilla retro.
EXTERIOR
EUK.OPA
Pelo paqnote ."uro ir, que bootem paseen para
o snl, tivemos as segrales noticias, e as que
noosttm da carta do nos30 correspondate de
Lisboa. pobli'jo.:a na competente ruanca.
Hfpmia
8ore ate paiz esoreve aqnetle corressomlin-
te em S7 de bril :
0 Sr. Caoova ku no senado aproposta de am-
niatia para lodos oa delictos polticos. Oa^ratli-
tarea emigrados podero regresssr patria coro
e din-ira pedir e -obter a reforma.
0 4acreto de aoiniatia apreaeotado as ca
miras eapaobolae pelo Sr. Coovas del Castillo
e que, como e fcil de cqmprebender, tero urna
annlt importancia pptica, porque envo ve
o Sr. Zorrilla e os scua rmeos politicoa ix.>a
triaac, do Iheor aeguio.e :
Art. i." E' conced ia a amnista, aem exci-
pyao de. alaste ou de-in^agift. a- iodos os seti-
Jenciadoa, proceaaa loa,-rebelde ou sojeiloa por
iraa quer modo reaponsatoilidade criminal por
delicio centre a f-ma do governo, rebellto e
sedico, tanto militar como otvil, commettidoa
at adata da apreaentagao em r.-tes deate pro
jecto ae le.
Art. 2. Pasaarao deBnltivamente, sera cusas.
as cautas pendentes por lae* fuetea e en sua
incidencias
Ar.t. 3. Oa .individuos que, em virtude dos
procesaos a que ae rtferem os artigos preceden-
tea, e.-tejam deridos, presos,ou cumprindo pena,
sarao immediarameale. poaios em liberdade, e
i oa aueesejam fra do terriorioespanhol, po-
dero voltar libremente para elle, ficando uns t
ouiroa iaeotos de qpalquer nota, asaim como de
toda ? reBponsabilidade, para oa actos a que je
entendea presente amnista.
Art. 4. Subsistir, nao obstante, a respooaa-
- bidaiie civil por perdas e dainos causados a
parcularea, se forem reclamados aaostaocia de
paTte leaittma por va e f ma procedentes.
Art. 8." Oa ebefes e officiaes asaimilados a
jutni compreheodem as disposicpes precedeo-e
podeio optar pela refoima fu harmona com
o annos de servigo que cootavam ao ter baixa
as lileiraa.
Art. 6.' As clDfses de tropa amniatiada8 que
nao liverem servido o Uupo oorigatono as
iteiras, seio destinadac aos cornos que o mi-
nisterio da guerra designe, para preeneberero o
refeido pra.o.
Art. 7.' Os que desejem .colber-se aos bene
icios que eaia lei concede, venfical-o-.'iao no
termo de quatro mezes, contados de8de a sua
, poblicacao.
Art. 8. Os respectivos ministros decretarao
as r-sularoentos e instrucciies oecesaanas pa u
.ppUcacfio daamnistia, peloa inbaaaea com-
petentes.
Na aessao de 23 do Coogres^o do- Depu
tades foi lido o orgamento gerl do EsiaJo. As
. 8peza8 sao calculadas em 723 703:928 pesetas,
as receitas 0 Banco de Heapanba augmenia- aa suas no-
tas, proroganuo-se Ibe o privilegio at 19J2.
Autorisa-se um eroprestimo d-.: *30 m Iho^s.
0 goveruo bejpaobol es i esde ji loman
do preeaogoes militares noag'-aoies centros m-
neiros e fabriB, aflm de evitar oi;fl:ctos graves
, para a ordem publica, que p> r acaso se pos^am
dar no prximo da I de Maio.
Franca
Sabe-se que o general Uoutanger, nos das r; -
sonbos doa aeus tnnmpboa, tentara divorciar se
de sua mnlber, para reconquistar a sua com
fleta lbenla'!'
Agora, porm, ellafflem reqaer a epara-
fao de beoa Allega que a ojodeinnaco ido
rido e a situagao de contumaz, a coilocaru
a'oma aituaco sioaular com relago ao seo dote.
Destituido de lodos oa seus direitos. o feneral
Srdeu a a *mmi8lrac4o dos bens aa mulber.
bsti uio a um administrador leeal no exerci-
o desses poderes maritaea, p qae -inda hoje
administra o dote da raposa do geuerul.
Bate nem pequer conslituio advogado.
Parece que este p-oeesso vai aar margen; 13
uais interespan'es queatoes de direito.
Os gr^vistas de Pars, do gropo alleroo.
andaratn faser dislinctvjs vermelhos, que
Imrao no peito no da I. de ^aio, e em que se
lea .- /. de Mato Uta de S. horas.
O governo rancez. pom, j prevenio os raa-
aifestantea, que fara diflpisar 08 grupos a car-
gas de cava'laria.
Os aocialiBtaSi de eijo guesdita resolveram
1 armear delegados que em 1 de V ao apres n-
tarAo aos sena respectivos mair': o rol as
toas reclamases: volando da mairi, daro
uta aos aeus collegas do resultado da asa
Urto, e le tarde ou a noile, reunir se bao em
artos b. mqcetea, e 00 da seguate, voltar&o
todos aos eua trabalbos.
Bm.PBri,fot prooessado o Impresaor Cobot,
Cir ter impresso o manifest socialista aos mili-
res.
O jui*.presidente do tribunal do Sena aoa-
ba de deaoaehar o raquerioiento da CsapnaXn
4os Trtbacos de Portugal, ordenando que em Pars,
deJer neeestwri 8r]ea anaaciU'h. c-u m*-
g .dos os cartasea difTimatonos dirigidos C.i.t a
ocre uto da Companoia, e isbo < oro a assisteu
ciado coumbeari, de poli aa, e de forca arma-
da, c iso seja aecessario.
O desasche do juis foi immedialamente cum-
f)Md0.
O Fifaro poude haver ama copia do testa
metilo do principe Napoleao, a qnal vem publi-
cada no sen numero ilitu'0 ultmame te.
As oai principara clausulas bao as segua
(es :
lostitao mea legatario universal Loiz, o meu
segundo fllno.
Minha tilba Lecticia receben, quando ca- u
com o Daque de Aoata, tudo que eu poda dar-
Ibe.
Nada deixo a Vctor, meu lbo mais velbo.
E' traidor e rebelde. O sen mau procelimento
casame grande ri' e profundo descontenta
mente. Nao quero que assista as miabas exe-
quias.
Lo.'o especialmente a mpo fllbo Luiz todos
os m us papis, recorday. s. histricas e de fa-
milia, armas, livros, carts, qoadros. eftatua-,
bustos, objectr s ae arte, objectoa de uso pesso 1,
aervicos de mesa, etc, sem excepco alguoia,
alvo os objeclos aoaixo designado'*.
I, o a mioba molber tres lembranyas sua
s .111. Peco-lbe que as e o l'ia no conjooct 1
que dcixo a mu fllbo Luiz. nao d'tntre aqud
las de que di8pnnbo eapecialmente.
Nada deixo da minha fortuna A princesa Clo-
liH", minia loulher, porque lera urna dntac&o de
SXWi'X) francos de renda, garantida pelo D0S80
..'o-it-acto nupcial, que um tratado diplom.it co,
e que o re de Italia deve faser executar depois
da miara roorte pela F ang 1 e pela Italia; por-
que, depoia que vivemos aeparadoa por sua npica
vontade, como <> provam os accordoa s ignados
pVr nos a 26 e Janeiro de 1878 e a 10 'e A*io
de 1882 lera gnaaiio da nr-nor parte da reoda
annu.:. ae 100:01 O frnos. que o rei da Ital>a
abona o casal des Je 1870, conforme ae ob>ig >u
para coramigo e a somma lo que rmnba mu 11 r
asaim u-m ok'sfructado mullo superior jU'- te-
ria'ouportaio a noaaa vida em comroum, no
caso de ter siJo eu o nico a osar d'aquella
renda.
Nao quil usar dni uaeus direitos para obri
tar ininh roullier vi la em coiainu,;,. a que
-iu s- reeusou -por motivos exeiaatvaaaen po-
liticos, como 4leola/a e recoobece nos accordoa
por nos lumados.
Kger, prestdeflle a reptblrea do Traosiraal o
despacho seguate :
Aos oavidos o governo de sua raigsU le im-
fie ial, ctie^iram, boat a 1e que se p.-oj-cta um
trek (wpigragao en ma-si) de Doern tr.o^wilia-
noa pa> a a MasnoaaUod, o o estabetecimeat) da
republici ne^ae territorio.
0 governo iafurraa a V. Ex-i. de qus conai le-
r.iria e^ae trek ionio um acto de hos ili lada co-i-
t^a a raiobi, < pe -1 ftCgaMoca inneliaii da
cooparacao le.il do Tran;Wial, ein virtude da
ccuvucscao da m\v iziland.
O S-. K'jgi-r r.-.-poudeu a^sim :
' M ..niel suajender o irilc e chamar Pretoria
os oabecas, 0 governo d- Tran-wial recoabece
pe rf ei la mente as suas obrigjgoes.
ASIA
ladla Inglesa
Continuara a ser p >u&j tranqiiilliaadoras as
lolicias recebidas em L u Jre<. acerca da a,'ita-
c&o da ludia ingleza.
E ii Ueatrs reb^ntiu a^on um motim popu-
lar por causa da demoligao de um templo, ex
propnado por til ida Je publici.
F."h irara oa edificios publicoa. e ama grande
fjrca de soldados europea! ro reforjar a guar-
oicae.
ao; ioaa garanumos lea com toja a atacr- at esta hora, sete da noite, na* se nter-
rilade que ootero os mai* eaeraicoa resulta ios .
era quuiu-r tentativa mis sr-a" de d.aturbioa TO!DPar'" ** Por momento*.
A opoosigo reprodu* 03 factoa do anno paa- I A populacao est .taimado, se bem que
salo. atja ele cao de Seteraoro : ter de etei- nlo espere abetaia colheiti.
lar tremendas repressoes no casod^ nao w- Deixoa o exeroicio de sjrado o 2o
ve^er-se da mut.hdaie dos seus maclos es 8Qpp|ente, o impamal 5idadAo Franciac
Em 31 aiada os nimos estavam exaltados, Marques de Albuquerque M iranho, no
julgroela seguinte local da refeada folba : ia 6 do Abril oro.timo pass d >, por mo
- 0 Diario d) Gram-Par abri hornera com tiv0 de molestia, aasumindo-o o illu. tre
um artigo no qual o signatario, o Sr. Timotheu
A mioba fortuna, ue provm unt-'ampn
das mmne eoonowias. bstame modesta, na >
tendo eu nunca procurado durante o imperto.
servr-oae da minha postea > para auamental a ;
desde W70 os aeriaios 'reitos pea atih:
causa e pelo) meas films, dtanoar&m n'anoia
velmente.
Rcoraraendo ao meu)h Lua.aae perma-
nec fiel as miabas opinioes polticas e refiero
as. Bslim tlla< na vertadeira tradic;o do meu
lio Napoleao 1.
< Bspe'O que Luiz seja o representante da casa
doa Napoletes. O sec organi8ar a demooratw fraoceza.
ij'.- se inspire na amor: probando e coasti
te do povo, principalmente dos que offren aa
aim como do progreaso acientilico, que a ran
ie>l da swrnaoiriadp. ftespeiteos autiaentos
religiosos, sendo sempre tolerante e esclarecido.
Seja, cima de todo, fraiMee epwiota
Abengdo este querido fbo. Espero que shja
digno do aea nom\
SttpoieSo. >
Portramoa- esta scelo com um documento na-
polenico, e poalhurao.
Eate, ao menoa, j n id a pretende d'este mundo.
mas lega a sen Mlho aonssao de> fazer feliz o
ovo feancez, o fluaa pnefenvis ofio aMicar o en-
cargo de ae faser fehs a si messio dispensando
res coreados. <
< 2:000 camponezea aflra de protestar canra o
imposto sobre aa faottlBA, fovearam o imartel da
gendaitaeha, poaeffaDiem rioerdade si ion-
panhero, que de tarde fdra preso; depoiB foram
-secreNri do mu wcipio. 1 d siruioaro o recinto
dos imposios. Foram logo enviados para l re
forcoss e ja ai i-ffcmir-um ii pn.-o-'S.
1 A iS de Abnl. aa 7 ni^aa. Oa manha curie
seem toda a cidaoe.de explosao, que parti atolos miras. Suaaanfaa-.
se ique fs^se 0'PRiai.itta poltra ti o rauu le Teo
lacen.
1 A esjptodBo reprodazio se ne palnl'da plvora
da porta Prtese, onde hav.ia urna guarda de. 15
saldado*. Os edificios viganos -flearam asesto
estra godos.
O re Hsmbprto e o-Srv Nieotera, ministro oto
-reino, dirigiram-ae uameutxtaxBeote ae.-loical da
cataflropbe.
0 no rae do mol PBtaleoim e h2a ciea a Granja escolas qa con-
tera numerosos alomos.
Das 130 oeasoas fenidas pela euplosn. 95 no-
c-raro isahtr do horpitol tara anas casn* lepois
do pri-neiro curativo e so tMeeajerimeotos gra-
ves : Na catastroptie.morreo otra malher.
O re H mberio e os ministro* ] regreasarass
acdale O re fez transportar varios feridos
na sua propria cerruagem. A expo-So que
orn mu Us vid ragas ao /aticano e ent/e el la-
as- lo loggjo de Rapbapl.
D.z. ni de Rom que o Sr. Nieotera alarma-
ra que a lutaiero de feri-do* oa explosao fdra de
2i8 ; mais de iuO nraito ligeiraroente
A causa da explosao. oao 6 coobecida; mas
foi provavelmente a combusiSo lenta da plvora.
As novas economas fetas no o-camenio
itaiaoo cujo relatorio foi anresen'ado. a parla -
menlo. sao a? -ejuintes : no mintsfYio o > ini-
riur t&A0WW); nn. 4o th*oaro liOOOO 0:
no da t-iHla 30:00WiO; no dos estrun^.-iros
23:OOOsOOO ; no da instraocao rwMioi........
49:000*000. Sjmma total Sa9i060*000 fortes.
AMERICA
EatadonUnldua
Espera-se no ii Io de Mu o a grve mais for-
muiavel que ten bivido as ramas. Estn lia-
poslbs a largar DOSSe da o ira ti 1 ho 200:000 ral
Uriros; ha, porm um grapa imprtame ae mi-
.leiros, que contrario a greve.
Deu se um conflicto ao coala da T.-rra-No
va entre o cruzador Fi na e os pescadores ler-
ranozezea, que contra as estipulado; Act. peacavam arenquea, pi^a oa v nderem cu
mo engodo aos pescadores fran z s de Saint
fierre.
Ficou gravemente ferido un dos amotinado
res, e foram presos alguna outroa.
Sdgutido uo;i aa* de Ponan-Priace, o com-
fflaadaote da esquidra -rne r.-an-i e o m nmtru
auenaano junto do govdro 1 do Huti. estabele
e^raa oegeciaves para a cessao aos Sitados
Unidos do rnoibe de Saiut Ncoas, como depo-
sito de csrv&o.
A Gompsahia Bor laten de Navegajao en-
tre B-jrdeus e NrW-Y) k loi posta ero liqai-la-
cao, em-oo'Aequeaaa dap-nuria detrao*ac
-gOes, resalante sotnreiutO' dvMMie Ki al -y
0 correspoodeoie d > Titnet em Wulti^j
1 a ismittiu ao joraal loadrino atgumas orxwrva-
ce- devras mteressantea ique ine forsm feitas
por um alto empreado do goveruo federal dos
Eatados-Coidos a proposito do coallicto eotre a
repuWioa oorte americaoa e lialia.
O pewgo para o nosso paiz, dizia o mencio-
oadoooccio: ario, :oao esta tanto no Conflicto
comusia potencia exteroBi como na siioacao in-
w-roa. As ditert'eocias com o go*ero italiano
P'Hiiam ser facliaente liquidadas, com alguma
iipionaca, mas nao se d a mesraa cousa co u
:s pdrvsroacaes dpmes i^aa. EQCootramo-ao^
face a fa e com ama defioieecia da nossa con
.v uico. que reconsece a absoluta independen
dos governo* dos diversos estados n'sina ques-
tao aae-wieressa easeocialmeate federaclaa,*
> Todos sabem iue o actual gabinete de
ptotw* (fue, em todaa as ^uasiOes de cada um
dos estados, que posa.m ij.i era perlK'i as rea
c6es da ooBfade-ago coa as potencias eHra -
geiraa, pode o goverao fedsral Iflfteror, poriflo
iu- 6 elle o respoosavel.
Xo a-o sujeito evideule qne o iyneba.
ment des. italianos um crime, coja pun cao
lolereaaa- ao governo ; pea offeode k s tratados
tatepsacionaea que garantem a soguraaca dos
suMicos-eevraageiros. Nao asslm que peosa
o governo da Lu'ziaota, e por is3o pode lizer se
toevitavel o conflicto d'elle: com o^coveroo -
deal.
O caso, eomquanto o nao pareca, tem gran-
de importancia, poie ainda se na ana* rm 0^
odios oaoeadoa pela guorra oir o .Norte e
o Sal.
O coasul-de Italia em NsraOeleaas envin *)
seugoverQ as se^uini-s loAorraacoes soore a
sMsSdjaf dosJtaltaos na cefroda ciade-, antea
dae-desoadeas a que nos referimos: > Os ita
hanoa poooomm 1.500 predios ..rostirwiB. .3,000
irm aen. exploravam vainas,,gaasu>aRricela,
e eram douosde minios vaporea, destmaios ao
iraasporte de producios trapicaos, e doiootroa.
1) cnsul re nb-ce iu entre onitaanos ha
algaos oriaunosoa ; mas diz que a maior parte
'sae.R se haaiam oaturalisadoiisabdjMos vnos, -iendo ale lesempeobade-cargos pblicos
na localirtsde.
Inslatrra
Em Londres falla-se moito no prxima occu
paca de Tukar pelos ingleses.
Parece que Lord Sahsnury nio muito favora-
vel a e.*ta nova >mprez:!. N&o porqoeella aeja
difficil. demorada ou desnendiosa ; mas porque,
conque-ta i T kar, nao ha razo para que os in-
gleses nao va at Berber, e d'abi, sem duvi'a
ato K-artf m Hav. ra entao urna nova guerra
sudaiiiana, ousa que desigualara ao primeiro
ministro bntanoico, embera fjsse muito sympa-
ii a ao geocral Greenlieid. Este, que -amoi-
coso, quer a t do > transe, fazer carreira. e in-
cita constantemente o War Office a que se tente
urna serie de golpea de mao sobre as dii'erentes
pracas fo.-tea, onde se refugi-rara os sectari.is
mais violentos Jo Ha Ihi. Oa allemaea mostram-
ae muito desconlenlea com esta ca p.-raha in-
glesa na frica, e ta vez por isso qTie o prin-
cipe le Bumarck est sendo agora elogiado
pelos aeua p-oprloa inimigoa.
Friza-ae com grande 'oieresse a hostilidade
jue o ex-cbcnceller sempre moatron a Jnglat^r
ra. paiz r jm qaem a Allemanba repar io amiga-
velm-nte urna boa parte do erntioeute negro,
facto de que agora parece arrepeoder-se.
E todava o: governo allemo devia saber ha
muito que a Inglaterra oso vive, n&o existe e
o; o pmapera aenao pelo aeu imperio colonial, e
que procura, antes de mais onda dilatar e aper-
t ir os lucos que a unem as anas colonias 0 qne
se passa actualmente no Canad nraa prova
rriaanie dVsao A proclamado tbeatral de Mac
D mal 1, primeiro ministro d 1 Canad, aos eleito
res d'e8te vasto paiz. prova qoe a loglaterra se
-u, la a todos os sacrificios para nao desconten
lar os seus coloo.as da America do Norte, e q e
ba de pmorpgar todos os esforcos para imnedtr
qu o Canad se aniexe um bello dia aos Esta-
dos-Unidos.
A G -Bretanha empeohou se rnesroo na in-
grata tarefa de demonstrar que os verdad iros,
os oni -os mrcalos do commercio canadiaoo
sao com a Inglaterra e nao com Chicago, Balti-
raore, Philaderpbia ou Nova Yok
O m'-amo se d com a Terra Nova. Lord Sa-
lisbury treme cora a idea de poder causar algum
desgosto aoa habitantes da ilh ; porque se 03
irritaren), podem elles virar as coatas a metro-
polea e entraren) na confederaco uorte ameri
cana. Pouco importar, pois, Inglaterra que
Bismank combata nos reas joroaes a poltica
colon al qne ella tiadicionalmente segu.
De mais Bao >. o gabinete de Londres qne a
Allemanba nao p oder tao depressa .prescindir
da sua benvola amisade.
FRICA
Tranwaal
Sir Uenrv Locbs governador e alto commis-
sario da colonia do Cabo, telegrapboa ao Sr.
........
'
INTERIOR
NORTE DO ORAZIL
Pelo paquete nacional Para, bootem tiepado
do norte, ti vemos as seguimos soticias :
. Estado do Amazona*
Datas at 26 de Abril:
Corra agitada a discusso na .imprensa relati-
vamente ; o pleito eleitorai.
A' 2i p'u na casa de togueteiro dera-ar urna
explosao, da qual resultara o l-nmeoto e-ave do
ion do ec-tabeleciorroto Vallevtao E. de Ajen
car e a morte instantnea de uma sua ltuna
de 6 annos de idade.
Falleceram : o Dr. Aprigto Martins de Al-
meida. medico, eo abastado commerciaate do
rio Puras, Domingos A. Babosa.
Balado d Para
Dataa al 30 de Abril :
Eftectnara-ae a eleico pura membros do Con-
gresso desse Estado. Triuoiphoa a chapa repu-
blicana, sendo: na chapa senatorial o idus vo-
tado o Dr. Paes de Carvalho com 14 725 o o me-
nos votado Dr. Fulgencio SimOes cok 14,402 vo-
tos ; oa chapa para depatados o mais votado ca-
pito Barannde Martios com 14.707 e o menos
votado Ribello Mendes com 14,498 votos.
mus votado para senador da chapa dos col-
ligaioo ibieve 4.544 e o mala votado para depu-
I idos 4,561 votos.
No da da eleico, e qiando se proceda i
apnraco respectiva, grupos de'desordeiroB an-
darn,.percorrendo aa seccea; o que levou a
Prooma do Para a e.-crever 23 um viorante
artigo, do qual tomamos estes tiechos :
O eatrangeiro qne deeembarcaase, ultima-
mi nte, oeata idade. ticaria devras surprehen-
II do pela at 1 itule que, a pos a ana derrota naa
urnas, tomaram oa opoosicionis>as deapeitados.
Ceno, para aquee towiste, aa impreasOas que
recebease on serian amaveis nem lisongeiraa
as nossas pretern,o js de povo eiv,fosado.
De faci, nao se qualifica decentemente a
oosicao em qoe se collocaram os partidarios da
Liga inconseqaiite e antipatritica.
Auna 11 o eslava terminada a apuraco as
diferentes secjes eleitoraes Oeata cidade, se-
gunda fera, aja as ras fatc ,i.-rcorridas por
magotes ue afeo tea da oppealco, por ella insu-
flados, com visivets intuitos provoiadorea e de-
sordeiroa.
As secces eram tambera invadidas, atroa-
daa pela vozeria da insoleocia e da mais gros
aeira falta de educaco.
Com esse provocante procedimeoto de ca-
pangas que, anda agora, emquanto escrevemes,
aodam pelas rnaa e esla< iouum aorta e oaa
mme liages 'O Demotrata, roa Nova, o pu-
blico acha se em urna situaco intraaquilla, que
nao pode continuar.
A familia paraens! confia na p udeaela dos
republicanos; poira receta quaiquer excesso
que vennara a praiicar eases desalmados sica
nos, que alguna ebefes da Liga propositalra- ri-
te emoriagam e armara, visando occullos in-
tuitos.
< O povo pritesta. com a soa reservada eoo-
centracio, contra eaaes movimentos fritos em
seo nome. Elle protesta com energa, brioso e
indignado, porque est looge de merecer a uf-
feosa qne Ihe fazem os aolli^ados anpoooloo
heTe de arruacaa e provocador de dwtarbtoa.
Eases uomens que por ahi aodam espes-
nhando o proprio car-a :ter com a pratica deac-
cOes torpes,nao sao o povo. A lnconsoienola
aubmette 03 paasivamente aos ebefes de um gru-
p*rle opposicto que deseja a todo otraase per-j
turbar a ordem,pubca e quej tras asdOttada
a populacao tW'Belm.
< Sabemos o fin mirado pelos directores da
Teixeira, promeitia chicotear o Sr. D.\ P es de
Carvaliio.
Ante a ameaga, e3te emioente chafe ecperou,
as I" horas do da, o seu aggressor, no vestbulo
do Porum, e all, com a mesma arma que Ihe
prouiettera o Sr. Taxeira, castigou as groaaeiraa
inveciivaa recibidas.
Dejla d'este facto o Sr. Dr. Carvalbo esteve
prasi nte s ssoda intendencia municipal, oade
apar tva-se a eleico do 20, e onle os aeus ami-
gu- o felicitaram pelo acto de encgia que levara
a 1 Jeito.
D'alii sahiado. o festejado ebefe republicano
foi acompao, ido por creacido numero de p ;ssoas
ate aua carrua em.
N'easa occasiao, foram pela multido esta-
cioaada em fr-nte ao Palacete erguidos vivas ao
cnefe republicano.
A' II, na igrej de Sinto Alexandre, reali-
s ira 11-.j solemnes exequias pela alma do fioado
arcebispo D Antonio de Macedo Coala.
Balado do Maruniio
Datas at 2 ae Maio :
0 oartid.i aacional resolveu apreaentar os se-
guiotes candidatos ao Congresso Federal, aa elei-
gao de 20 do corrate, para preeacber vagas :
Coosel leiro Jos da Silva Maia.
Ba.-ao de P-n Iva.
Dr. Augusto Oly opto Vlveiros de Castro.
Accentuava se a lucta eleitorai, na mprca-
81, para o Congreaao do Estado.
Batada do iran
Dalas at 5 da corro.ue :
O geaeral Clarn 1o de Qaeiroz, que chgara a
capital no dia 28 do pasaado, diz 0 Cearense,
que era receido ora todas as he irs milita
res e grande concurso de peaaoas de ludas as
: as-e-, que a -oni wabiram S. Exc. a casa do
governo, e d'aai a residencia seu digno e il
lostfe genroS.*. major Marcos Pranco Ribello.
0 m oj jornal aocrescenla era aua elicco
de 19:
Cum as formalidades do eslylo pera o t- a n-
teudeaca municipal, to ou poaae do car^o de
-ioveriia ior do Estado, hoolem a urna bor 1 da
tarde, S. Exc o Sr. genera'. Jo3 Clarindo de
Qaeiroz.
A-sistirara a poase alm dos faoacioaarios mi-
litares e civis graade numero de peasoas que
acoapaubando a S. Exc ate a casa do governo
tiveram entejo de o compnmeoiar.
A poase f o desembarque do '.Ilustre general
c.ea*ease,effictaado3 pelo modo exoosto. e era
jjmeij de marjifesip contentaraen 10 pipolar, foram
o raais foroul desmentido aos boatos burlescos
aasoalhadoa por alguas truesque S, Exc ao
avwde deseiDbarcar as plagas ceareneesque
S, E\". fluoc psq.itceu, e que se prezam de ter
ein S. Ei>:. ura dos seus ma,? hoaradoa e Illas-
tres II o s.
Por actiKdv 2'J foi nomasda uma r.Dramia
-a 1 iviiiw-:ii d's congreaaiataa Dra. Aatonio Sa-
oino da Mono Joaqotai Patela dastos de Oli-
veira, ir'rMiciiCo Aotooiode Oliv-ra Sobrinbo e
.orancia .Celso F. Lisia Verde e.M-iaoel V. Gomes
Coutinho parav Miclo io Eeadoy emiUwBm obre elle um pa-
ireeer.
>) Milu.do Cwu.apreaodoo aivitra quali
AC-1 de SaOftadOJ aOOMMsBlo, qoa a nni-
luioao adopUida^ provtsorauente oparaoiEstado
rem-nte-se de amitos oetailoe ;< {wis.iifalta-lbe
a bwoienia das disposicm, eontm inultas in-
coherencias que a loraammpropria, mesmo como
prujeuto. pana entrar em discosso eo noaso par-
lamento.
Foi oooieado para o.cargo de leaeute coronel
fiimmaadaruo rio corao de seguraoa puol'ca 0
Sr. teaenie, Ojyjipi) Agobar de Oliveira, que veio
ido auloem ourapaatiia do Sr. general toa Ca
rindo.
., Battufavte taiiinandedo .%'orte
Da aflat V do correnle :
No iaraoeaque reoeto-icos, o encontramos
seo&o naticaasde welusivo ntereeae local.
11 KHad* Bulas al 7 do oerreole :
1 0 resultado eoaheeido t a ultima data da
tjete para oCongreaso Ou Estdo. aaaigaalava
$>564 votos para o prriaeir. euffragio da chapa
aposentada pelos seoadwei Jo- roe^mo Estado,
e 3671 liara oaltiuio.
SUL DO BUAZIL
Palo vapor oostelro Principe do firao-Par
recabemosas.aegniotes noticias :
KUd de Srrglpe
Dalas at t de Maio :
Falleceana capital o. cidadao Mino I Joa-
,ulm ne. .Oliveira Campos, a quera o Estado de
eegipe amito deve pelos reJeastes ervigos que
preston loe.
Lemoana Caseta de Sargipe do dia Io de
Halo:
Pecante numeroso concurso de distiocloa
cidadaos de todas as classes e maUzes polticos,
foi lda '.tontem a Ueasagem que o Rxm. Sr.
Dr.govarnador do Estado dirigi a Aasembl
Costiluinte.
Base importante documento, que pnbli'.are-
mos amaob, .foi levada Aquella iUustre.corpora-
C&a pelo Sr. secretario do goverao.
Urna guarda de honra do natalbo 33* fez,
porta ao edificio em qoe funeciona a Asaembla,
as continencias do esty o. tocando, por ssa 01 -
casio, a msica do mesmo batalhao o hyroao
nacional.
Demuitos pontos do interior vimns pessoas
de alta posigo social, como oa Exma. Srs. Bario
da Estancia, senadores Ues. Xoomas Cros e Coe-
Ibo e Campos, Dr. Loare i o lavares, negociante
Joo R) Tigues da Cruz. Dr.fioocalo.de Faro
HolemOerg, coronel Miguel Pereira dos Aojos,
coronel Jos Baptiata de Vaiconcellos e uiaitos
outros.
.Para Sergipe, esse o momento mais solem-
ne de sua vida poltica >.
O Republicano* do dia 18 de Abril esert-
ve o seguate:
.Chegam nos noticias tnstissiraas do sul dea
te Esta o.
A seocs vai acabando tudo, matando o gado
e tornando esteris os terrenos.
0 povo vai soffrendo hornvelmente a falta
de alimentario e de agua.
E' a tome que nos ebega.
De todos os lados pedem a abertura de
acudes.
Horrivel siiu cao I
Enladu de llamn*
Da-as at 6 de Maio :
A & mmissao de redaeco de Constituico
apresenlon no dia 5 o seu parecer.
Sob o titulo 13 de Maio escreve o Es-
tado das AJagoas :
Um grupo de diatinctos cavalbeiro?,, mem-
bros da > Libertadora Alagoana preparara fes-
tejos para esse dia, .que commemora uma das
grandes dataa naoiooaes.
Asaociamo-nos a essa festa e daremos em
tempo o sea programma .
Foi publicado no dia 2 o i numero da Pa
tria, joraal piimco.
^fiSPWE^l4S
cidadSo major Sebastiilo Antonio do Reg
Cavalcante.
Nilo podemos esqnecar os valiosos ser-
vico* prstalos sociedade e prosperi
dade individual, por aquella austera auto-
ridade que, no exercicio do sea espiaho-
si,simo cargo, possuia-so sempre de uma
prudencia, de uma energa, da uma impar-
cal idade e de um espirito de justica e too-
raya i que rarameate se eucoatram.
Era nome pois, dos paudaleoses, agradece
oa altos beneficios prestados pelo cidade
Fraaciseo Maranbao.
A traoquilUdade publica achi-se actuil
mente sendo perturba .a, pois o caso se
rio e iramerisimecte reclamante de ur-
gentes providencias do governo.
Os ladioes e salteador a estao se reu
nind) em grupos, aoutando-se as proxi-
midades d sta cidade, e j passeianr'o pelas
ras ostensivsmeote, as das de feira,
tem tido a ex raordinaria audacia de syn-
dicarem quaes os negociantes mais abas-
tados
Talvez tenha o leitor j formulado
perguntaE que das autoridades i
Mas o que podem faser as autond-tbes
judiciarias ou policiaca quando o ivo
Cdigo Penal, titulo de ampliar a lber-
dade iidividual, saeate uurgoa a ea
phera de librdale das classe milfeitoras
do paiz, tolhaada as viagens.de quaiquer
b un brazileiro peloa lugares d-ser: s. ho-
je infestados doa favorecidos Novo Cdigo.
arranc ado o pao de numerosas tamil us
que vera os aeus chefes ebegrera de suaa
viage.aa de negociacSes sem os s-.:us ca-
vallinaoa, unieo emmo ao aeu sustento,
porturbauoo p >rtanto a tranqulidade da
sociedade, que asaim se considera sem ga
rantias e exposta as eonscqacacias nefan
das doa proj;ctos malec s e p:rigoeoa dos
feliaes e aa jauioaos prutu/-dw, da lei pe-
nal ? !
O Novo Cdigo Penal dia em si as dis-
posicSes geraes artigo 107 : Haver
lu^ar acao penal : Io, por queixa da
parte offendida, etc. ; 2, p >r denuncia
do. miaisterio publico em todos os crimes
e cuniras*:n(oes ;
c Excep.uam-se : 1", os crimes de fur
to e damno, cao tendo havido priso em
flagrante ; etc.
Como, pois, a polica poder tclher a
marcha progressiva deste estado de cou-
sas.
Antigamente quando ella pedia nter-
vir em prol de noa^a seguranza, a elaase
dos cujos era elevada e o povo reclama va
do goverao urna reforma mais sa'.utar
traoquillidade publica ; aotaalmeote que o
novo e.odigo repelle quaiquer iuterferencia
da polica naqaelle sentido... o que ple
essa fazer ? E' pois de suppor que, nSo
sendo tomadas providencias urgen .es pelo
governo continu em esplendido e magnifico
progresso a ca asedus taes amigos tacando a
nossas vidas e propriedades a merc dessa
elaase de vampiros.
A nica esperan;a que nutrimos que :
o Qadigo taj nocivo sociedade, moralisa-
da, aoneata e progresa!va, ham compre
baadido, no peatida eo ijue tai Lamo*, aera
^el0igOTltw,,tn me mar lapa* o reformado ao seatido das reclamacSes apre-
se atadas.
A aessao 4o jury a':ne-se- aman ha.
Esta comarca tem sido infelis cora o
advento da Repblica, nao obstante o es
pirito de puriamo republicano que grassa
em aua populacao.
Teado-se dado algumas remocoes de Jai -
zea de Direito, tivemos a felicidade de
vermos em oosso ssio, o diatiacto, inte<
gerrimo e Ilustre Juiz de Diraito Dr.
Eduardo Correa da Silva. S. S. capto i
immediatamente as sympathias dos aeua
mnaicipes. e tendo funcionado n'um feto
commercial bastante destrincado, deu pro
vas exuberantes de sua illustracSo e re-
quatada imparcialidade. Quando, porem,
as sympathias e admiradlo dos seus juri*
dicionaios iam accressendo em torno de
to dibtincto magistrado, eil-o removido,
com pezar de toda a populacho.
Veio para o lugar de S. S. o Dr. Alvaro
Barbalho Ucha Cavalcante, nSo menos
distincto e Ilustre ; acarnos satisfeitos ;
porera o Qoverno foi mais adianto, remo-
veu o e deu-nos um outro quemnao co-
nhecemos. O ceno que, nao mais tive-
mos o magistrado de mais necessidade
n'uma comarca.
No dia 26 de Abril passado, tivemos
uma singela festa Santa Thecza, na
igreja do mesmo nome.
Houve procissao tarde, com uma enor
me o ocurrencia de devotos, sahindo os
vultos de S. Jos e Santa Thereza, em
procissao aos arrabaldes S. Thereza, Itay-
bu, Monica, etc. A' noute o offdrecimen-
to, e um pequeo e bom fogo artificial.
No dia 30 do mez passado teve lugar
solemoemente a abertura das testas do
mez Marianno.
bem formedas reputacSes alheias Pre-
vemos :
O bochare! Hygino Gusaif deixou o exer-
eicio no da 10 de ICarc prximo passado,
dia em que o Bacharel Alfredo Gama
ssumio; e como ser-se um Cao eleitorai,
pasiadas as eleicSes ? Esta s do iJorres-
pcideate da Era Noot. Q-ie o Baoharel
Alfredo Gama dera denuncia contra'o Vi
gario Gondim, porem n&o te va o intuito
de perseguir o virtuoso Reverendo. Argu-
mento, com os factoa, por delles estar
par, aenao vejamos :
Poucos das depoia da ahegada do hacha
re Alfredo Gama a esta comarca, o juiz
dos csame:;tos, tendo telegraphado ao go-
vernador no sentido de providenciar sobre
estar o v gario casando religiosamente
sem a antecedencia das cerimonias civis,
receben em resposta despache telegraphi-
co do governador mandando que denun-
ciasse ao promotor e que est cumprisse
o s-u dever, pois' eatava sujeito a lei pe
nal o vigario que d'aquella forma pn.ee-
desaa-
O juiz dos casamentoa comm inieou isso
por i.fficio ao promotir bacharel Alfredo
Gama e moatrou-lh') o citado despecho te-
legraphico. O moderado promotor deri-
giu se ao Rvim. Gondim e fez-he ver e
saber o que havia e o que Ihe cumpria a-
z ir. O Rvdm. ouvindo-o, garantiu Ihe
que nao continuara casar senao sob os
auspicios da le. O bacharel Alfredo Ga-
ma volfou satisieito, e por toda a popu-
lacao d'esta cidade foi sabido o que se
havia passado.
Das depoia, porm, passada a Pasuhoa,
recebe o promotor, novo officio do juiz
dos caaaraentos, e sabendo que o vigario
diasera nao importar-se maR com govern
das Ilegalidades, perseguidor da rdigiao,
denuDCiOu-o parante este juizo, cumprin-
do asaim a ordem do governador do Es-
tado.
riera ato perseguidlo ? !- ..
A Era Nova recommende quem ic-
formou a, mais exactidao, reflexSo e ho
nestiaade as informa^oes.
O bacharel Alfredo Gama apenas pro-
motor nterin > d'esta comarca ; porm
teraoa o prazer de dizer, tao sympathi-
sado pela pop ilacao d'esta cidade, que as-
aumindo a responaabilidade de, agora, re-
praseatal a, peco ao honrado governador
do Estado, a effectividade d'aquelle cargo
para o integro bacharel Alfredo Gama,
como aecesaidade palpitante a boa mar-
ca dos negocios pblicos d'esta comaaca
e mais aiada, como garant t a nossa so-
ciedade.
l).8suada-ae pois o autor do artigue-te
Violan ios que sao conseguir o seu trate
desidertum.
GARANHUNS, 4 de Maio de 1891.
!> Hilarlo de Peraaua<>aco>
PAU DALH33 de Maio de 1891.
Depois de grande silencio guardado so-
bre os factas deste municipio, devido
motivos particulares e poderosissiotos, os
qufc' b, deaappareoeodo actualmente, do-
me liberdade de accSo, quebr a completa
muiez em que me coaservei durante lon-
go tempo.
Como seja o invern a caosa primor-
dial do nosso fl irescimento agrcola, e a
.agricultura a base fundamental de todo o
iPDfsjcesso e ajraodeeiaMato nossa patria, eu dou ihe a primaaia dizen
do que ge os sjmptoosaa de mi secca
nos ameoijavam ota boatem, boje pare-
cera ter mel horado as condicas, jpois que
appareceram uaras -oiuivaa forssinm* que
Causou-raos des gradavel sorpreza um
artigete publicado na Era Nova sob a
ep graphe Violencias. Dizia esse referia
do-88 uma denuncia dada pelo Ilustre
Promotor, o Doutor Alfredo de Albuquer-
que Gama, contra o vigario desta fregu
zia, que : Um promotor, nter no, sem ti-
tulo da F>culdade de Direito, iacapaz,
cabo eleitorai, procurando perseguir o vir
tuoso Keveretido Manoel Gondira, denun-
ciara deste parante o Juizo M.tnicipal. *
(uanto absurdo Quanta maledicencia !
Analyaemos :
O austero e nobre moco que exerce o
lugar de Promotor i'ublic > n 'ata comarca,
o Racbarel em sciencias jurid cas e so
ciaes pela Faculdade de Direito, e tal vez
algum dos illuatres Redactores da Era
Nova o conheca.
Podemos garantir que oSo incapaz,
como informaran) i citada folha, de caja
confiaooa abusaran), porque, aahabhtacoes
daquelle distincto moco aao muitissimo c -
nhec.idas, e resta comarca em menos de
um mea, tivemos o prazer de admirar os
seos conhecimeotos de direito. Iotelligen-
cia, palavra fcil e penna apta, alo dotea
que ornam a sua intellectualidade.
Cabo eleitorai. Que calumnia I qne pro-
pensad evidente para o batimento das
Bem differente, profundamente difieren-
te mesmo a impressao sob que ibe en-
derecamos eeta missiva d'aquella que pre-
sidio a confeocllo da nona ultima carta
psra o / iario
A secca, que de um modo terrivel pa-
rec prettes a fulminar-nos, aoabou de
perseguir ao povo laborioso d'esta comar-
ca, cea. a .appancio, j anciosamonte es-
peradas do invern.
Hoje, desde pela manha chove capiosa-
m en te, com carcter, invernoso. O con-
teotamento que este facto importantisaimo
trazpara es certanejia, manifest, e por
isso actualmente todos exultara de prazer,
confiando em Deus, qu^ o invern seja
longo e abundante.
A lavoura, plantada con as ultimas
chuvas, e que estavam j ameacadaa de
perderem-ae e. totalmente dentro de pou-
cos das, estao salvas.
As segundas plantacoes vao, em rim,
comegar.
Deus misericordioso !
No Jornal do Recife de 2 do correte,
vem inserto um artigo desta cidade, refe-
rente a morte do criminoso Flix Rodri-
gues, que uma serie de inverdades.
E. sen So, vai o caso com > o caso foi :
No dia 28 do mes findo foi avisado o
subdelegado da Serra Antonio Gomos de
Vascoacellos, que o eabaolo Flix Rodri-
gues e um seu cunhado, haviam tortada
naquelle instante uns bodes pertencentes a
Alexandre Pereira.
A zelosa autoridade reuni em conti-
nente cinco paisanos e seguio na perae-
guicao dos laciroes.
Conseguindo immediatamente e em fla-
grante delcto cercar os criminosos, inti-
mou-lhes a voz de prislo o subdelegad
Antonio Jomes, no que foi obedecido pelo
cu hado de Flix Rodrigues, resistmde
este armado de uma faca de ponta e uraa
espingarda.
Quando, apa a I uta. foi preso F lis
verificou-ae estar ele. ferino, sendo c n
duzido preso para esta cidade, onde falle-
ceu s 6 horaB da tarde, sendo sen cu-
nhado reco hido a cadeia, tendo de ser
summariado.
Do facto tomou conhecimento o capitao
Brazileiro Filho, delegado de polica, que
mandou proceder as diligencias legaea.
E' falso estar em exercicio do cargo de
commissario de polica o capitao Brazileiro
Fiiho, como tambem ter cado escpula ae
subdelegado Antonio Gomes, pois, este
nSo sendo criminoso, aqni continua a vir
publicamente, aguardando, confiado na
just 9a que Ihe assiste, o procediment
offieial na conclusSo do processo que Ihe
vai ser instaurado
Quem conhece os honroaos precedentes
do cidadao Antonio Gomes de Vascor. el-
los, subdelegado de polica da Serra, n3o
seria capaz de attribuir a pratica de uos
crime, as condicSes narradas p?lo nissi-
vista do Jorual, que, estamos cero, foi
levado a escrever aquella noticia impressio-
nado, sem duv.da, pelos boatos adrede
espalhados pelos inimigos da zelosa auto-
ridade.
Ag ardamos a formacSo da culpa pr.ra
voltarmos sobre o assumpto.
----------tm

PORTUGAL LISBOA, 27 de Abril1 do
1891
As cortes devem abrir-se a 2 de maio prxi-
mo ; correm, porm, com insistencia qu arada
serao adiadas ma E assim que, salvo aa boas palavras do no-
bre presidente da conseibo de ministros, o go-
verao contiena a corresponder ao.soto manifes-
tado pela Liga Liberal na meusagem qne ba das
Ihe dirigi por intermedio de uma comis-
seo.
t



Diario de Pernambnce Sabbado 9 de Maio de 1
/
I

O ministro de Inglaterra eutpnrtugal, Sr. Pc-
tre, acba-se graveme-ote eofarsae coa urna feore
typhoide.
Alazar dos mudas-vtvendi. a gente da South
Jsfrtean oo tioh* ai -g..r 8 como aqaelle aocor 10 dip nutico nao poda
obngar sO uan da* parle, o a os so governo o-
deara ao goveraadtr de Mocamoique qoe na >
cooseali se o transito pelo valla de Paagu, ein-
naoto Masa kaesi nao fjsse resumido autor i-
dade po: tu.:u-,i. D'ah resuKou a nao se ler
coosenu-lo que os agemes da compaotna iog e
za paneirasiem com os seas novios do no ia-
Qlle n :me.
Esta uacao dea o-ig m a trocar se corres
pondencia euire as cha icellanas de Lisboa e de
Loodre-i. qu termioou. respOisabilnaoio-selord
Salisbury pela evaruco de Ma-sik-ssi, offer>-
cendo aie manda/ por laterme >io da-au orMa-
des portuu -zas, orden express* para amelle
m, e obr gasdo-s a uosso governo a penoiun
O transii.) pelo Punque de pasi-ageiros pacficos
e maiitnu itos, com drene, 10 a Masb ma.
O nosso g'overoo aceitou o eff:reciaienlo, pro-
pondo a Ingiateira qoe e.-.lauelece8se a Beira
um agente .-o isuiar incumbido de.se emende-
com u autoridades loeaes, a re peno do inoJo
de regular os servicos 'a* commusicaces, evi-
tan lose abusos e co iH dos.
Este accur -o eff>ciuou-se entre os dias 12 e
1'* leste 'nez. EnreUnto chig4ram a B-^ira
eoibarc .c-s wgiezas; e, o> haveoio all ain
da conn ciueiitj io que fc>- accor lado, a? au-
toridad-^ po U>ga desmoarqu-; da geute e iner aiorias, que taes
emburcaces tra-'.-poriavain.
Provi;ouesie faci.grandes clamores no Cab
e em Loo ires, cerno informa o telegrapo, mas
o lie :urbou as negocia^O.-j entre os dois go
Temos.
f j d 22 do confite, lord Salisbury, com
BaaicOU ao nosso governo que o alto commissa
r.o inil 'I no Cabo tinba i.fli 'iaJu aos ageutes da
South African, a ordenar Ibe que retirassem de
Mjsrik-'Si todo o sea pessoal, s-noo o ulli i-_
iviaJo ao vice-coosal britaonico em Louresco
Morques, para elle o mandar s nossas aaionda
i's ua Bsira, e estas o transmittirem ao seo des
tiuo;
Gomo nao cde prenunir se que ordem tu
t'rmiuaale, dada em re.-altado deunsolemie
omprjiaisso internacional, deixe de ser cum-
f ida, o nosso governo, por sin p rte ordeaou
ao gove.-aador de MocamDique que e execuc i
ao artigo 3" do moiusavendi, peio qual uoaobn-
gamos facilitar as eoinmuoicaces eure os uos-
303 portes e os territorios conpre'ieodido na
espuera de aeco da Gra B elauba.
N'e.-sa coutorm.dade, sera permettida pelo
valle do Puogu a passagem de mercaduras pa
ra transito, mediante o imposto de 3 c|. ai calo
mi, bem como a passagem de viajautes, ludo
sojeito i re^ulamentos scaes e policiaca, para
cuj i B^cali-aco v ser estabelecidos postos mi
liare.-1 e adumeiros.
Cantinas, porm. pr. bbido o desembarque
de armas, conforme est determinado nos regu
lamemos j;ro\iLCiaes.
Deve. pis, coosioerar-se segura a evacuac'
de MaSrike-iSi pelos inglezes, oque de enor-
me van'agem para nos. po que evita o:n co fli-
. cto, da expedido de Caluas Xnver, como os
agentes da South frican, cujjs resoltados dt-
plomalicos sena dii il prever.
^ Esie o estado das cousas.
Xo verdaaeira a noticia da apprebenso
do vapor 2iorsfman.
A> emharcacft's apri-ionadas a lo, pelo
governo de Mocambique, foram justamenie apn
sioooiias, poique o accordo celebrado a ih, aia
da la nau era cerhecida aquella dala.
2 P'uma nota evidtntemente semi-officria!,
aisse ha ooucos dus o Jornal do Commercio, con-
star-llie que o incidente levantado pela deteact
dos barcos da & uth a frican, no porto da Beira.
e que esleve a pouto de complicar ^ravemeDte
as nessas r> lag-s com a Gr-Bretanna, est fe-
lizmente sanado por forma satisfactoria, e sem
que uelle ticasse o menor atiricio.
A conira-proposta ingl" za foi entregue ao
Sr. Bu-age, ministro dos negocios estrangneires.
no da 14 do correte.
Como coDimba clausulas para nos inacceita-
veis. c Sr. Bocage teve que fazer as suas cbser-
vaces. as qui.es foram communicadas poucos
das rti pois ao representante da Iuglaterra.
K-:. soliciiude o nosso ministro dos estran
geiros, l .e. louvavel. Mas se esperames ons
poneos de mezes, pela contra proptsla quanio
espeiaieni(8 pela nova respoila do gabinete de
LonCrts 1!
Agora que os navios inglezes j podem sabir
a Purgue, e a Soctb Afrian marda para all
maiuimenio sua gente, lalvez a pressa nao se-
jamaior...
O Imparctal de Madrid publicou um tele-
sramma oe Londres, diiendo que lord Salisbury
declarou na cmara oos lords que o governo in-
glez mandara lr< 8 canhoneiras para o Pungue.
Varios joruaes francezes applaadem a r-
pida sooc&o do ultimo incidente luso-brilannico
na costa Oriental, e esperam que o accordo de
fjoilivo scbe a pendencia africana, seja promp-
tamenle feto entre os dous paizes.
O marquez de Sali-bury, ao fazer na cmara
dos lords declara^o idntica de eir James
Fergusson, na cmara dos commons sobre o en-
vi de alguns navios de guerra ao Pungue, para
darem proteceo aos seos nacionaes, e combina-
rem com as autoridades portagoezas es medidas
eventoaes a tomar, dis.-e :
Se o compromisso fr cumprido, b*o tere-
mos de foioro ntnbuma 'iteixa e tal respeito ;
mas o proredimeoto dos fuoecionarios portu-
guezes na frica tem estado mais de urna vez
to pouco de accordo com as aegurarcas rece-
bidas de Lisboa, qoe temos desejo de mandar
tres navios ci untados ao Pangue o mais de
pressa possivel.
As noticias telegrapbicas de Bissaa recebidas
peio governo oestes uliimos dias commuoicam
nao ter liavido ootras Dovidades na Goio, con-
servando-se o gento tranquillo, pelo meaos na
appareucia.
Por cartas recebidas de Gui consta qoe
noass.ii>* tentado contra a praga de Bissaa
pelos papas, anteriormente ao ataque de nossas
forcas a- povoacoes daqoellesgentos, asalvaco
da mesma praca deveu-se bravura e discipli
na com que se porten a torga de mannriagem,
que desembarcara dos nossos navios de guerra.
Nesse combate caram feridos doze marinnei-
Cbegou a Lisboa e teve logo conferencia
com An onio Ennes, o Sr. ministro da marinba,
teoetite coronel Femando de Magalbaes, chefe
do etado-msior oa 3* diviro militar, (Porte)
ao qual foi offerecido o governo de Goin.
Con.-ta que aquelle distincto cfficial, declinan-
do c convite, declarara estar prempto a ir em
oorxinis.-i' aquella provincia, com o rim de cas-
tiga e submetter os gentos rebeldes, pondo
como coodicao. que fossem postos as saas or-
eus os revoltosos do Porto, sendo a estes dada
ir expiada a pena, em que foram condemna-
os, lego que. tendo entrado em fogo, tenbam
remido por um servico patritico, o sea acto de
rebt ilio.
O Sr. capito Couceiro, notavel africanista,
que tu: cu parte na campanba do Bin val effe
recer-se pira tomar parte em qoalqoer expedi-
Qio. qu- se organise, com o fim de castigar os
rebeldes da Gom.
Panio a 24 do corrtnte para M< c mb;que o
Tlente africanis'a e illostre ofcal oa irmada.
Azi vedo CoDtinbo, que vai encarr gado de orna
missao do ministro oa Hartaba, qoe se relacio-
a com a orgaoisaco das forjas nicgulares da
provincia
Si guiram no mesmo aia 24 para a frica
g r. vt. tosos do Pono, quebaviam sido coodem-
ados a pena de depredo.
AV 2 h ias da larde embarcaram n'om vapor
os que esiav m a bordo do Vasco a\i Gama, em
anmero de 36, e n'outros qae esiavam no forie
do Anto do Deque, em numero de 136.
Una e entres eegoiram para Po^od'Arcos.
6Dde e pir.iiaro o Ctenlo e o Mooamtnque para
s quaes pa- a-am.
No Caiengo. p.ia frica Occideutal, seguir ti
n oreos; no Moco> que, para a Afica Onn
tal, 80.
JuSo Cba^as e o crpitao Leitao vSo para Mo-
sameets ; o ente oelho e o actor Verdial
para Loanda ; Santos CardOfO p>ra S. Tbom.
Aos coBdemnodos por erime toaamons a
OMJpnr peoa e degredo, -lbes nolJUcato a
(empo o oa da partida p.ra se despldirexn dos
seus p rTile-- cu .migos.
Com es cooiMmnaoos pela rebellio de 54 de
Janeiro us< use. dneisam* ota. pois at t bOf
o embarqese guaroon rigoreso sigilio, du qi*
amargaaJente- se qWer>> Ki11i\ exCteniuu :
F ac goverao se- a o qae uo resisia ao
ac-Di' d'aUo-nait ilezena< de lencos aginaos
em sao tac-s reciprocas
4 do q i-, navia a respeito da partida dos coadem-
nados polticos pa a Afnca, foram-loes recusa-
dos todos os esclarecimentos. i
X nos esc-i pt nos das compaobias de
navegacao s- sbit, apezar u>; te em os presos
ita ser c i hiz 'los em navios seas.
D s o Secuto 11; 04 prso iam alegres ; que
toca ain rus saas gutarras as mu linhis oopu-
lare do norie, e davam vivas a patria, ao povo
de Lisooa e 4 manaba portuguesa.
N -afoum dos ofB^iaes inferiores, soldados oa
ma-icos sabia qu d epa o sea destiao !
.No couracado Vasco da Qttstm licoa o condem
nad > Eluardo de Sjuzi. esluiaote de medicina,
qae deve cumprir priso correcciooal.
Os ex-sargeoios condarnaados, segundo um
prot. g o pub i -alo ao refer lo joraal ante-hoo-
tem nao re beram o seo Ejoste de coatas (uos
trwies i6itiOU forles a cada um) apera' de lc-
rem reclmalo em lempo coinpe eote, qaeixan-
do -e eoer^icame ite desta preooteocia auul.
Tanto fi o de m>is como o de menos.
O Diario do Governo de 25 do corren e pu-
hlieou agas decre<03 mprrtanti.-simo-. Hi
muitos das que ellos eram aanum-iados e o pu-
Diieo aguard va o^ nom anciedade.
11 m *.' qio c-.j decretos iraziam comsigo
ec no mas valiosas mooruotes nj s por ser-
vireiu o i a tere ses do tbesoaro, mas por acaba-
rem com os exagerados proveetis recejidos por
aluis fanccionams pblicos.
O mmuiro da foz-'nda, Sr. Aususto Jos da
Cuaba, arrostou com as resistencia; levantadas
e foi por di; nte com o seu proposito.
Estas med das proda'.iraj em Lisboa e uas
provincias boa impreesao entre o contnbamtes,
qu se regilam sempre qtn ao fancconalismo
sao cerceados os proventos, como se nisso apenas
consisiissem as ver Jadeiras economas.
A-j passo porm que os jo-naes affectos si-
tuagj applauliam as economas agora opera
das, o governo creava do miuister dos neg
cios estraogirjs mais urna repariicao, denomi-
na la "de-proiocollo e cenmonias,com um pn-
meiro offici I, um seguodu e ua amanuense !
Vamos adiante.
O primeiro dos decretos de economia3 a que
me r.Tiro oreanisa o pes-oal das alfandegas.
O segundo lixa a quota do producio das recei-
:i- das alfandegas, destinado ao cofre commu n
ios emolumentos d.s empregados adoart-iros.
O tercero regala o abono das gratiticagOes
aos empregados adnaneiros.
O quano 8upprime o quadro do pessoal la
iscaiisacSo das labncas de tab icos.
O quinto supprime a polica (iscil reservada.
O sexto manda suspenler desde j, no conti-
nente e njs ilbas, os trabalhos de reviso das
matriz ;s prediaes, e dissolve as commis>)-s que
tinlnm a seu cargo e esse seivigo.
Esia ecenomia apparente ou mesmo con-
tra p oducente, nao s porque inaiilisa os
i aba.h '- que ja se tiobam feto da revis&o das
matrues prediaes, mts tamoem porque da revi-
-fi aellas devia resollar om importantisslmo
augmento de receita para o tbesouro. Poupam-
-e alumas duzias de cootos de ris, ma- de fu-
iuro deixar se-bao de cobrar cent' nanos delles
porque a isso visavam os trabalhos da revi-a o
das -.n, (n.'.es.
Publica mais o Diario urna portara determi
oaudo que o administrador geral das alfandegas
e contribuicOes inlireclas ordene aos chefi-s de
servido que, na disuiboico de trabalhos ex-
traordinarios que deem direito a retribuigao.
procedam nos limites da possivel economa, com
a max roa igualdade para c. da classe nessa dis-
irinuicu, e a noia da relaco para os respectivos
ordenados em que se encootram os emolumentos
ailuaneiros pagos aos empregados activos, com
direito a participar dos meamos emolumentos.
Estas economas que vao tirar da algibeira dos
empegados das alfandegas aquelles proventos
legaes a que eslavam babnuados, e que ibes ti-
obam creado um certo numero de necessidades
oa sua existencia qnotidana sao, na opinio de
muita gente, e do proprio commercio, economas
contra producemos.
O commercio que, em lempo, Ee offereceraa
pa^ar, por meio de augmentes nos direitos das
mercaderas despichadas, o excesE de trabalbo
que o deeenvoUimento pregressivo do trafego
mercantil impezera aquella ordem de funcciOBa-
rios, e as rec-mas das alfandegas progrediam de
anno pera anno, sem que o sernco aff-ouxas.-e,
antes sui-.iedia que os empregados adoaoeiros
folgavu: i. m esse movimenlo en scente, porque
lucravam iegilimamenle na proporcao do seu
trabalbo.
Veremos, e o tempo o dir, se a receita das al
fandegas se ressentir ou nao desta medida que
o poven o agora acaba de lomar.
Urna foiba de Lisbca calcula em 160 contos
i 'orles) uu mais a economa das aatrizes ; em
73 contos a do decreto reduzindo os emolumen
tos dos empregados adunenos ; em 40 contos
a do decreto resumindo as graticat,oes aos em-
pregados das ti fandegas por ser vicos extraordi-
narios ; em 9 contos o da polica fiscal reserv i-
da que para nsda tem servido
T..mbem da urna importante economa para o
futuro decreto estabelecendo varias providencias
para que se reiuzem es quadros ao numero.
Um alto funecionario aduaueiro calcula em 110
cootos, pelo menes, a economa qoe esse jornal
avalia em 75 contos.
TQibun importante a portara mandando
distribuir equitativamente as gretiticaces. Ces
sam desigualdades irritantes, donde resul'am
gratificacOes enormes para uns e mesquinnas e
at nollas para outros, observa o jornol a qae me
estou refenndo.
Tambem dictatorialmente tinba sabido na
folba official de 22 d'este mez o decreto augmen-
tando a polica civil do Porto. O corpo de poli-
ca n'essa cidade vai Bear com 1 co i missario
ge i al, qoe ser-i coojunctamente commisEario da
diviso pol cial, sede do respectivo governo ci-
vil, 2 commissarios de diviso, 10 ebefes de es
quadra e 200 guardas, d'eotre os quaes sero
tirados os cabos de seiC&j que forem necesa-
rios-
E' verdade que este de :reio infringe as for-
mulas legaes e traz um augmento de despeza.
Alguna jornai 8, porem, absolvem o governo
d'esta infaccao e d'este aggravameoto de des-
pe zas cootanto que se conjnrem lodos os perigos
qoe n'aqoella cid,.de est correado a ordem pu-
blica. > O que mais ll-gal do qoe tudo, es-
crevia o jornal as Nuviddes, ha tres dias. o que
sao tambem mais caro do qae tudo a anarchia
na ra e nos espiritos. *
E conclua elogiando e clarosamente o decreto
dictaiohal, incitando o go eroo a qoe nao esmo
reca no bom caminho. ondenem sempre marcha
com passo seguro e firme.
Todo isso mono bom, mas, no dizer de urna
carta do Porto publicada ante-bontem as .Vui-
daees, e para a qual a redaeco d'edsa fo'ba cha
ma atltnc,o do.- leltores. comecava assim :
O sobresalto n'esta cidade, e posso dizer
que em todo o norte, vai crescendo, a medida
que augmeoia a audacia dos conspiradores, e que
ee manifesla, ca"a Tez com mais desoladora
evidencia, a 'raqui za e a inercia do governo. Oa
pn juizos matenaea sao j enormes, e bao de
crescer, porqne as transaeces ccmmerciaes e as
operi-es iodcstnaes eiao completamente pa-
raly-adas. A orna cnse politi a, que o governo
fcilmente poda ler debelado comalguma ener-
ga, vai-se rpidamente ajunlando urna crise
ecouomica e de trabalbo, qoe sei como poner
per vencida, e a que constqoencias ella arres-
tar.
* Em toda a gente, e anda moita que nao
esta direciameme inleressada na victoria da re-
voluco, o desg. alo to profundo, como o des
ilenio E as ccoEc.g&es contra o govern^ sao
severas Devo dizer coo toaa a lealdade, que
sO os repblica oos folgaram com a cooserTao
d'elle, e qoe, fora d'esse grupo, foi rouilo mal
vista a imervenco das pessoas, que contribui-
rn) para esse resultado. Se essas pessoas pro-
caraosem ioformar-se e orientar se alem do ci--
i ulu de individaalidades de que andaai acom-
fs-nbadas, terlam de certo procedido de outr
forma .
Por aqoi, e por todo o nortardesde Lounbra
conspira-te com toda a forca: e apiegoa- e
qoaei tem reboco qoe a couea d'esta vez hade ir
a dyoaniile......
A carta prosegoe dizedo qae a escoltu do re-
gimeMo 19 de infan aria qee de Chavea foi
maedajo para o Pomo para tlii fazer o aervico
u. ^oarnifio, fe a oto infeliz : porque o dit .
rPKimtnto ja em 31 de Jaoeiro era conaiderado
como um aun f es de cunepiacaa, e qeeoeom-
ma .dame ae-'n-obtrotr dUBaMaaaovnte otpz o
Oentveilo Cono pif smen le de um 0*3 con seibos
oe guerra que foncciooaram emiLanfies.
No Otario 4o Governo Umb'm appareceu
ba poucos dias o decreto reoilarisando o trana
ibo das malberes e do-, menores em fabricas o
offi iaa8.
O governo tinba orna auctorisaco parlamen-
tar para decretar estas providencias, cuj > p *n-
samenij fun lamenlal se tradaz na aegmutes
paiavras qa -. o precedem :
< Acoeitar e proteger a invalidez qae a po
breza, os aanos, os casos fortuitos a s travein,
obrigacao dos gov.-rnos; preprala para viveiro
de exemphs e acrisolaineuto de santidades,
zeram-no e anda hoje o fazem os fanatismos
intransigentes de r ligides in lianas. Coosentil a
entre nos sem combate equivalen. a decretal-a
para as suDsequ'-ntes g racOjs. N nbuoi gover-
no o pode fazer, neuhuma sociedade calta o
pole consentir.
Ni ela>oracao d'elle sega'o e governo, quanto
possivel, aa cocclosb'a da conferencia interna-
cional em Berlim em 1890.
O decreto alludido temos seguiotes captulos :
admis8o, horas de trabalbo e descanco ; o tra
oaino nocturno; trabalhos subterrneos; by-
giene e seguranc; crecb-'a; ensino primario:
vigilancia ; iaspeccAo ; commissOis disinctaes
do conaelno sopen r do comm '.rcio e industria ;
penalidadts ; di-p >sic6es geraes, e iraosi r.a--
BreTdme ite sero puoiicados os regulamentos
necessanos para a exe :uto desta le.
O _' ov.;rno tem de por este decreto em vigor
succ as vamente nos diversos di-tri :tos a imi'iis
trativos, pelo modo e poca que parecer mais
conveniente, devendo pj-m, o mesmo decreto
ea arr em completa execuco nc continente do
rtiao e as linas adjacentes no praso de dous
iMM.
Vindo da Andaluzia estove em Lisboa 24
horas apenas o Sr. conde de Paris. pal de S M
a rainba O. Almelia. Parti j para Inglaterra
Foi impoaente o s-'bimento do coronel de
engi-nb -iros Jos Elias Gircia, lente da escola
do exercito, antigo rereador da cmara munici-
pal de Lisboa, joroalisla distincto, grao mostr
da mac jnaria portugueza e presidente do dire-
cto-io do partido republicano.
O patriareba de Lisboa, ultima hora, ntlmon
o prior da freguezia dos Martyres para recusar
os suffragios da igreja ao fallecido grao mestre
da macooaria, o que o Bv I. fez saber a conster-
nada viuva 'uina carta muito digna, que os jor-
uaes publicaran.
Jos Elias Garcia raorreu pobre e deixa ape-
nas urna pequea penso do montepo sua
Tiuva, comquanto o ministerio da guerra h
dsse a reforma no posto imm--diato, estando
j morioendo para o effeilo da pensa) esposa,
o que se costuma fazer aqoi em casos anlogos.
O funeral desta lloaran notabilissimo pela n
gidez e n r,-.-'.' ia le Jo seu carcter mmacolado
realisoo se a 23 do correte.
Desde que expiroo at ser conduzido para o
cemiteno do Aitode S. Joo, foi vealo o seu
cadver por alumnos da escola do exercito, e
am'gos polticos e pessoaes d'elle. Umi com-
missao < oaoposta de alguna dos mais salientes
vuius repobliCuOos eocarregara-se de tudo qu -
dizia respeito ao funeral
O prestito formou ao largo do Corpo Santo,
onde est situado o hotel do Atlntico, onde all
resida, pela feguinte ordem : bomoeiros, carreta
de flores da Associtgao de Beneficencia de S.
Christovo, associacao operara, dous colleaios
muoicipaes com estandirtes, professorado muni-
cipal com otdirector geral de instru cao do mu-
nicipio de Lisboa, carreta com coiftas de Burea
e retrato do (Liado, caixa econmica operatia,
calafates, monte po municipal, fabrica da Pam-
pulba, asaociacoes operaras, arte typrgrapbica,
A: sociajo do Commercio de Lisboa, officiaes do
corpo docente da escola do exercito, outra car-
rea com flores, representantes da imprensa.
maconana, A.-y o de S. Jjo. lentes, AssociacSo
Acadmica, feetro, associacOesoperaras, banda
de msica, povo, car uagens.
A'. 3 horas em ponto foi o fretro colloca.lo na
carreta.
O numero de coreas era enorme, urnas 34 ou
36, a maior parte valiosas e lindissimas, tanto
de Lisboa, como vindas das provincias. Os ma-
cos (G.-emio Lusitano) iam todos de casaca,
lava e g-avata branca, com om raminho de aca-
cia na (apella.
Mullas st choras as janellae. Mais de 2 300
pessoas no prestito ; mais de lOO.UOO as ras
em alas, desde o largo do Cupo Saoto al ao
alto de S. Joo.
as roas por oode passoo o prestito a nraior
parte das lojas cerraram as mcias porta3 em si-
goal de sentimento.
Eram perto de 6 da tarde qoando o prestito
ebegou ao cemi'eno. Cbovia ento, mas a maior
parte da gente tcou para oovir os discursos. Os
Sra. Magalbaes Lima, Dr. Manoei o'Amaga fal-
la ram em nome do directorio do partido repu-
blicano.
Houve muitos outros discursos.
Muitos deputados, alguns ministros de estado
honorarios acompanbaram o fnebre cortejo,
por modo que foi este um funeral em que todas
as clasaes sociaes, desde os asylos aos mais altos
funccion nos, a officialidade de diversas armas,
o corpo acadmico, a maconaria, e os gremios
operarios em massa se Tiram represen lados.
Toda a imprensa ds ca nal e das provincias
oceupou as suas columnas com o eleg o do fi-
nado. Qoando o cadver sabio da casa mortuo-
ria. 14 senboras, em duas lilas esperavara a urna
fnebre e encheram-n'a de folhas de rosas.
Ao seu collega Magalbaes Lima dirigi no dia
24 o eminente jonulista e sabio potygrapbo La-
uno Coelbo urna carta muito notavel com refe
rencia perda que o paiz e o partido republi
cano acabam de soffrer com amort- de Jos
Elias Garcia.
Estou que os nossos ieitores dabi eslimaro
lel-a, e por isso nao duvido inseril a nesta j
longa ebronica:
Meu presadis8mo correligionario e amigo
Dolorosamente commovido pela perda, que
acabam. a de experimentar os todos os que pro-
seguimos na emprezo de fundar repblica em
Portugal, dinjo-me boje ao mea amigo, para Ibe
significar a profunda eeagua qae me causou o
ver desapparecer das nossas Hleiras, cada vez
mais engrossadas e promettedoraa de victoria,
um dos mais benemritos propugoadores dd cau-
sa republicana.
Ao meu presado amigo, que nesta occasiae
de angustia para o nosso partido, considero
como sendo o seu represeo'aole, exprimo pois
oeste momento o q-ie de tnsie me domioa pelo
iofaustissimo golpe, com que o destino nos ferio
pr,Tundo nos daquelle exemplarissimo co;npa-
obeiro, que tinha sempre oos labios o sornso
benvolo, amoravel da fraternldade, no espirito
a creoca iadesirutivel da oossa f, ne animo a
tolerancia para as contrarias opinioes, e esta
pr ciosa qualidade, com que as almas generosas
pe maoecem ioabalaveis no seu credo e na sua
io-nierrupta propaganda, sem que ihes sej ne-
ce8sano odiar, e perseguir os seus aotagonis-
Jos Enas Garca conc.eoir.-Ya cm si todas
as facoldad>8 mentaes, e todas as energas de
espirito ecoraco, que distinguen) os ardentes
evangeiisadores de um boto cu to. Indefesso no
trabalbo, modeatissimo as ambigara, que iote-
reaaam o egosmo e exuberante as que impor-
ta ui a causa pdica e ao progresso da hnmaoi
dade, vimol o terminar a saa carreira, sem que
evesse a sua poaic&o ao patronato, com que
d'um intrigante sr faz em nossos tem pos um
grande homem. Coronel de engeoheiros e lente
:athedra'.ico, nao o promoveu o favor regio, ou
a compl :een aa ministenai a estas honrosas qua-
lificages, como acontece com tactos oDscaros
especjladores, qae das coilas to parlameu o
sobem de um salto aos lagares mais emiaenies,
para que a sc.eocia, o talento e a virtuie se
di8pensam, porque s.o Urgameote subat'.luidas
pela'muoilicencia e cpricho ministerial. Au-
daodo po tantos annus na vida poltica activa
nunca o ldu, que se acentalo ha tamo tempo
nestas sendas es:abrosas, pouaemacular a can-
did z sua toga de tribuno.
Jumo da sua ultima jazida comparecen) duas
teatemunbas superiores a toda a excepea, para
deporerx do que foi e do qu- valeu pela bomori
dade e pelas virtudes cvicas e prvalas este
glorioso apastlo da moderna democracia. A
pobreza em que viven, e a siogolar preeanaeu-
ci? de s coour como oimigo algam soez e coo-
victo calumniador.
Q lando a re uWica chegar entre os ao
sea aetimiivo e ultimo triumpho, < nome de
Elias Garca ha de commemorar-se, t&o coojuu-
cto e aseparavel a re-peito da repblica e do
sea be co e fuadacAo. c .roo o nome dC Benja
min CooBtant paia a triumphante repuDlioa
brazileira osa mais expressivo syoonymo e a
sua gloria m..ia pora e mais fulgeute
Aeceile, peis, mea querido collega e imigo,
eatca miohas paiavras, como a expreasio da mi
nha laatimo pr.fuui 8rimi, e queira transmit-
tir-a8 aos nossos correligionarios. J. M- Latino
Coelho
Foi abena a emis-o do empreatlmo porto
guez de 41|2 por ceuio.
E' emitido pula Compaobia dos Tabaos em
Portugal, socii.ladeao^nyma de reapoosaOilida-
de limitada. Captol 9 m I como? le r's for
les (Fundo de reserva 90U contosi ; 5000* 0
obriguCOes do jaro de 4 1|10|0 de 90*X0 (r-r-
te) francos 500 libra- 1 8.0 ; marcos 406,
florins p. b 238. garantidos pelo renomento do
taoaco e amortisavei8 no prazo de 35 aonos, por
sorteros semestraes.
A subs npco faz-se simultneamente em Por
togal e no extraneeiro, *eodo reservadas para o
est a-iaeiro 350,000 obrigacoea e para Portugal
150,000.
Prefio daemissocm Portugal 784300 por cada
obr:gaso, eoai o juro a correr desde o 1* de
Ab ii de 1881
At a hora em que Ibes estou escrevendo,
ero ehegado boas noticias da emi iso do em
presumo.
Corre que Joo Rosa. Angosto R.sa e o ac
tor Brazo vo deixa o theatro.
Peiorou o celebre exp'or^dor Serpa Pinto.
Est meihor o vice almirante Jos Baptista de
Andrade.
REVISTA DIARIA
Promotor pablico -Por porta:ia do dos*
embarcador govemador do Estado ae 8 do cor-
rete foi exotierado, a pedido, o bachar'l Hy-;i-
no di Silva Gasmo do cargo de promotor pu
mico da c. ni .rea de Pao o'lbo, e comeado para
-ue-:iiuil-u o bacbarel Joo Pacifico Ferreira
dos San'os.
Concert Realisa-se hoje, nos saloes do
Club Internacional, o concert organisado pe..
distiucta soprano-dratoatico Sra. Adela Bianchi
Munialdo com o auxilio ao barytuao Aotouio
Buci-.i, e de diversos amadores e artistas desta
cidade.
O respectivo prograic.ua. publicado n'outra
sei-i,ao deste Diario esta orilbantemente orga-
nisado, e protnette hor.-s apraziveis aos (u fo-
rem ess< (esta artstica.
A Sra. Mutaldo urna cantora de primo
cartello, que tem mereido os applauso? das
mais seienas plateas di Europa Su o ici corre
ota e melodiosa, encanta e deleita.
Os aox lian-s de qae ella souhe cercar se, sa-
to os rredores de eslima e j bem conbecdos
entre nos.
4rrecndiiri) iwproru.v.-l -E" du-
r i.'ie este mez que a Re-cene lo.-ia do Estado po
cede -i cobr nc, bocea do cofre, dos diversos
impostis co binercia s, relativos ao Io semestre
do exercieio correte de 1891.
Honrona maniresiaco-No da 6 lo
corrate o nosso ds nieto ami Barbalbo Ueboa Cavalcaote foi alvo de orna
jus'a maDiie-iaco de apngo tributada p-lu-
empregados das ca^atazias Oa Alfoodega deste
Estado.
A's 6 horas da tarde, achando-se j reunidos
muiros aaigos un sua residencia, ru. da
Unan, cbegaraoi dez carros condozindo a gran-
de commisso rio* meamos empregidus.
Em segui dos seus companheiros ap; um lindo discurso
fez entrega ao Sr. Maiuei Barbalbo do seu re-
trato, a oleo e luxuosameote emmoldurado, de
urna nqosairna abotoadura e de um mimoso
ramilhete de flore- naturaes.
0 manifestado, possuido de grande commogao,
agradeceu peohorado, Ibe sendo ento erguidos
entbusisslii'os vivas e executando a banda mar-
cial da guarda local um i interessaote marcha de
seo repertorio.
En seguida o mesmo Sr. Santos offertou ao
ajodante do administrador, capiulo Theolinuo
Reg, um bouquet e duas lindas abotoaduras de
ouro, como prova de apreso, e por ser um io-
cansavel continuador da habi, administraco do
digno chefe das capatazias.
Servido um profuso lunch e ao estourar do
champagoe foram erguidos diversos brindes
queile nosso non ado amigo, que deve ter ti-
ca lo bastante peohorado .pela sincera demon
straco do quanto aa suaa qualidadea sao apre-
ci.uias por seus subordinados
Por nossa vez feliciumol o.
Fabrica Caxlaa Antt-hontem o conhe-
cido industrial Marcellino Goncalves de Azevedo,
conceituado proprielario da Fabrica Caxias, re-
cebeu Jos empregados e operarios dos seus es
tabelecimentos urna honrosa demonslraco de
gralido que ao mesmo era feiio pelo augmento
de salario concedido aos mencionados empre-
gados.
A's 11 horas da manh um trem sxpresso da
Companhia de Caxanga, com 6 carros completa-
mente ebeios, conduzio os manifestantes al o
lagar Zamby aegoiado d'abi um enorme pres
tito, precedido da banda music.1 da guarda lo-
cal, para a casa de residencia do Sr. Azevedo
no lugar Lucas, na Passagem da Magdalena.
Abi chegados tomou a palavra em nome dos
empregados o cidado Antooio Carneiro da Cu-
nta, que, em um 1 n lo discurso, mostrou a gra-
tio dos seus companheiros para com o seu
patro, que compreheodeodo as necessidades do
proletariado bavia accedido ao augmeoto de sa
lario, fazeodo, em seguida, entrega ao mesmo
de um retrato a oleo.
O Sr. Bangel Sobrtnho, em nome dos cigar
reros, camprimentoa igualmente o Sr. Azevedo,
o qual convidou todas as pessoas presentes para
um lunch.
A mesa, para 150 lalberea e disposia sob um
extenso caramanchel, estava coberta das mais
linas e das mala vanadas iguarias.
Foram erguidos muitos b -indes ao maoifesta-
da e aos manifestantes e esta redaeco convida-
da por estes saudou a lodos, fazendo notar que
na pbase actual da questio operara era digna
de imilaco a alliaoca que entre patro e os
operarios da Fabrica Casias se sellara n'aquetle
instante.
No intervallo da 1. 2." mesa o Sr. Azevedo
mandn retractar, em grupo, os manifestantes,
i-ncarrcgando-se do traoalbo o futuroso atelier
pbotograpbico ao Sr. F.-ede-ico Ramos.
A mais grata impreeso deve ter produzdo
essa fes'a significativa e honrosa tanto para o
Sr Marcellino de Azevedo como para oa teas
dignos empregados, a quem agradecemos a
teli :adeza do convite e as atteocoes qoe nos fo-
ram dispensadas n'aqoella mamfestaco.
liiumiaaeo em faboalo Iriaugu'
rase boj" em Jaboato o servico da illamioacao
publica. ltimamente contractado com o cida-
do Manoei Clementino Correia de Mello, que
muo se esforcou para bom xito desse melbo-
ramenio a que tinha direito aquella aprazivel e
nopu'osa cidade.
Parlid->"gu-hoje para o visinho estado
das Alagoas o telegraphista Manoei Acciolr Sao-
tiago Ramos removiuo da estaco do ftecife para
a de Macelo.
b -sejamos Ibe boa viasem.
entintante* de preparatorio*Ama
nh effectuar se-ba urna reunio de e-tudaotes
de preparatorios, aa ra do Coronel Suas-uu i.
Be vita likuntracta Como sempre at
trahente e cnistosa visiiou-noa a .Revista IUus
bada.
A pagina de honra do seu ultimo numero
(619) cootm urna bella allegoria ao dia 21 de
Abnl aoniTersano da morte de Tira lentes.
Revista <-ntran*elraa Pelo vapor in-
gles Tamar receoemos as Begnintes revistas es
traoge-ras:
Bevue franco sud amerieaau, a. 14, de 23 de
Abril, com o segoiuie sumraario :
La L'.quilation argeonne. jLe Congrs des
trois Amriqoes. Li coni:orreoce europenne
daos le comu erce aa Pacitl me. Rpuoliqoe de
Guatemala. L'oppoaitioo oblcielie des gouver-
nemots europeens contre 1'emigratu o vers le
Brsil el ses edete Courrier arAmr que Re
vua Eeoooroique. Revae Fiaaocire. Derni-
res noavelies. Bourse de Par.s. Bourse de
Londres, Aononces.
BeperUire imiversei de mtteine domUrsque
4' fascculo auno XIJL com o seguinte su auna
rio :
^nronique. par le docteur Rousseau. Li )U
ulation des mala lies aigaes. Le typbus abor-
tif. Uaagers ie la convalescence. l*es dmar-
queors de la dosimtrie. Dontologie. lolerta
profissioaels. Les deroiera momenta da prin-
ce Jrdme Nopolon. Mdecine conservatrice
(-uite). par te docleor G-^ard. La fiTre ypboi
de;suile), par le docteur Biordoo. Des vsi
caieireaei J^ la aaigae dan le traitement do
la po^umooie (suite). La pneumooie devaot
l'acadmie royale de mdecine de Belgique. FaiU
liQ;qa-a. Rcvoe djs jornaax. Correspoodao-
CO. Varieia. BhlioBraphm.
liyeea de Arte* e letoa-Fobcrfonoo
ua quart-i-feiri ul.ima a cuugre^aoo ordinaria,
d'este mez. dos professores <'0 Ly :eu de Artes e
Oflicios, sob a presidencia do vico-director das
aulas. Silveira Sobriaho.
Foram aev^itos os off-irecimeotos do Dr. Amero
PdfSoa pira reuer a c aeira de anaiomia e pbysiologia
las p>ixoe?, do De Bernardo Teixeira de Carva-
Ibo.
Propoz o profe.-s-r Barros Correia .;uu ama
commisso dos profesa >reg do Ly :eu fosse caro-
pn -.'uiar no P.-c I lo C meresio o collega Tee-
Jonior, ja cadena de Paysjgens, recentemeute
eleito debutado.
0 Sr Tellea Jnior agradecenlo a lembranca
do profesor Barros Correa, manifeston-se con
0*a a ida da commisso do Conj,-'-sso, dizendo
que recebia, na cori ie cus collegas mais aatisfeito do qae se fOs8e
ao Pojo do mesmo Cougresso.
ervlco mltitar loje superior do di
cidadZci capito Leonoio, e izz a ronda e vi
uta o Sr. alfares OJorico.
O 2 natallio dar a guarrrc'i da cidade,
senos a guarda do hospital militar e Tlwsou-
o ao'Estado, que sero prestadas pda e arli
Ib.na.
Faz dia ao quartel general o cadete Mano
Vaz.
Uniforme n 5.
relien dnatorEsi'1 nosso amigo, me co-
bro do co aguasas panHnbueaoo foi, no na 3
do correte, alvo de ama man fet-gi> *' ipre-
CJ por part d Sociedade los A.u-ia; Mecha-
nicoa c. Liberaes, de qa.' o eidaiio T lies Ja-.iior
digii' esteio e i qual tem prsslado servi.os
molvidavtu,
A referida so i-dade por ioterajedio de um<
o'L'mi sj foi cuicprimeniai o ua aule aala do
congresso, emregaudo uoaa mensagem congra-
tulatoria.
Foi justa i'-s.i maoifes'-acAo le apreso feita ao
iionr .00 artista o Sr Tedies Jnior.
Ensilan Bank of Rio de Janeiro.
jlmitedPur lelegramma boje re;ebidu, sa-
liem.is i|u-.: ,i ie ;(..,,,,i directora, em Luiio e.-.
ivaolwu propor in reunio dos accionistas, qae.
itr lunar no dia 21 do o r nie, um dividendo
de 8 s e um Donus de 4/s por u cao, pagaveis no
i* de Jo ho vndonro, prefazeado com o dividen
do se;n stral pago em Dezemtiro passado ama
disl iDocAo a:i ii.ai de lucros na razo de (0 .-..
Igualmente sero passadas a fundo de reserva
50.0000 -0. cojo totai ti' a asim represen-
todo por jE 225.000 -00 e deixa um saldo de
15.00000 crdito da coala nova de lu-
c o e perdas.
sociedade Arimtiva Uatea: Olln-
d nae 13 de MaloE:ta aocieoade proce-
du o da 4 do Corrate a eleijj de su i nova
;i ec'.ona. Hcando composta lo m lo seguate :
PresidenteLciz de Franga Pereir.. *
Vice dito -Francisco J.xome da Costa.
Io se retanoLeocadio dos Paasos.
2" dilo-Jusuiiiano do Amor Divino.
Thesooreiro Dr. Jos de Moraes Gaedes Al-
cofa rado (reeleito).
FiscalAmerico Canato de Sanl'Anna.
! vegalEmilio R'beiro.
2o dito -Francisco Gomes de Araujo.
Arcbivi-taFrancisco (rineo.
Co:nmi8Si>o de contasManoei Flix da Cruz,
Severioo Gomes e Feliciano da Silva Simoe*.
Circo Zoolgico Porlncnei Essa
a e ra; a jiup ntoia que ora faz hs delicias do
no-s,i i ublico proporcionou autebonrem urna es-
plendida funeco, sendo mito applaudidos os
artistas Vassaia, Nuo Cube, Joo Coelho e a in
teressante e gentil Rosna de Almeida.
O clowo esteve seberoo e provocaoie.
Hoje, amauh dar o Circo Z ologico duas
funcc'S coro pr.gramma vari. do.
F.ntraila de Ferro Su! de Pernant-
buco -Commun caram nos :
Teodo o governo roaniado explorar am tre-
cho na E-trada de Ferro Sal u'e.-te Estado ou
oos iraoalhos em cooatrucgo de ligaco. d'essa
e8trada com a aa Imperatuz, as Alag0a8. qu
meihor cooviessa para ir directamente villa de
Correles .'este Estado sustando or trabalhos
respectivos, o Illm. Sr. Dr. Joo Borges Ferraz.
actual director engenheiro chefe da mesma es
irada, foi por si proprio fazer a oxploraco, pi
meiro partindo de Giycerio at Barra e Cmur
sroho t depois de Aogelim Correntes. eGeon-
tranlo no primeiro ponto da parte da estrada
em consiroi cao moilo adiaotamento, nao co de
obras d'arte, como de movmeoto i'e (erra, e
ap3 at Correles camioho de nao diificil con
straeco, zona muito frtil acorapanbada dos
valles des ros Caobotioho, Inhauroa, Mandah,
etc., em orna extenso total de 60 a 70 kilome
tros no todo a chegar al l ; e no de Angelito,
terrenos accessiveis porm de menos fertilidade.
posto que passem por Poco Comprido e Palmen a
de GaraDhuns, com urna extenso total de 40 ki-
lmetros mais ou meos, porm cima de Gly
cerio 20 kilmetros, fazendo-se posteriormente a
ligaco das A' g is as na Colonia Soccorro com
a estrada de Tamaodar, segando projeetn.
O director engeobeiro che fe sustou os tra-
balhos do trecho de Imperatriz i Lage do Confio
to segundo as ordens recebidas, e at qoe seja'
resol vida a p eferencia a estabelecer.
Em Correales, foi o Dr. Borges Ferraz, e
seus compaoheiros, quaudo ah voltararo. na
escolba do secundo p ano, recebidos con de
monstrajCes de regosijo publico, inaugurando o
servico dos estados no da 6 perante a Iotenden
ca, grande concurso de povo, autoridades e
pessoas mais gradas da localidade, sendo aps
acempaobado por grande numero de cavalbeiros
at bem distante.
A3 alteraces no plaoo de via-ferrea d'este
Estado qae o Exm. Sr. Baro le Luceoa, actual
ministro da agcaltura, teota realisar, sao de
grande interesse para as zonas agrcolas a per
correr, e de solida garanta para as rendas do
Bsiado ameacadas dff desvio pelo porto de Ma
ceio ; nada perdendo oEuado de Alagoas com
essa alteraco, porque oa seus interesses podem
ser bem attendidos prolongando-se a linba 6e
Imperatriz a Lage : e qu-roto ao plaoo geral de
ligaco das estradas do norte como cima
fdissemos se far a das Alagoas com o importan
11 pooto colonial de Soccorro. de tanto futuro
para os. e assim ficaro perfeitamente curados
odos os interesses .
Tribunal do Jury do Beeife -A's 11
horas da roanb, acbando-se presentes oeste tri-
onoal juizes de facto em numero leal foi aberta
a sesso sob a presidencia do Dr Jos Julio
Reguer Piolo de Souza, juiz de direito subst
tuto reciproco do 1 disiricto, oceupando a tri-
buna da aecusaco o Dr. Gervasio Fioravanto
Pires Ferreira, 1.* promotor publico da comarca.
For .m aubmettidos a jolgameoto os roa Joo
Machado Revoredo e Jos Juaquim Xavier, pro
cessados em Tirtode de denuncia do Dr. 2" pro
motor publico e pronunciados pelo Dr. juiz de
direito do 4." distncto como ocursos oo art.
257 do Cod. Crim por haverem oa noita de 19
de Novembro do anno- passado, no 1. districto
da tiraca, tirado para atoo para outrem, con'ra
a voutade de seo dono, 350 lijlos de alvenana
grossa, nao constando dos autos a quem ditos
tijolos pertenciam.
Deduzo a defesa o Dr. Luiz Bmygdio Rodri-
Vianna, a Ivogado dos presos po ores.
O jory negou oor 6 votos a autora do deli&to,
e de accordo com estas decisdes foram os reos
abs Ividos.
Fooccionaram oo conselho de sentenca os se
guintes jurados :
Sergio de Sa Lelto.
Francisco de Abren Mace lo.
Frederico Augusto Ferpeira do Hovaes.
Cristovo de Barros Gomes Porto.
Dr. Joas B. Coi lbo Meira de Vasconceilo?.
Miguel Augelo do Nascimecto Feitosa.
Antonio da Silva Mata.
Arihur Sodr da C. Motta.
Jos Gomes dos Sanios.
Tranquilino da Cruz Ribeiro.
Henrique Rodrigues de Souza.
Antonio Alves de ^ouza Fradique.
Foi levantada a sesso s 3 horas da tarde.
Bnnla CanaBis o pessoal que no mez de
Abril ultimo oceupou os estabelecimentos a car-
go des-a pia iostituico:
Hospicio de alienados 217
Hospital dos lazaros 4
C illegio das orpbs 199
Asylo de Meodicidade 23b
Lflospital dos variolosos u
Hospital Pedro II 844
Casa dos Expostos:
Bnvedacaco 214i o.n
Em. poder das amas 96)
Operacoen elmrfrtena Foram pratiea-
das no bo8piiar*Pedro U, oo dia f do correte,"
aa si guintes :
Pelo Dr. Constancio P.-ntual:
Oacbeotomia e castrac&o- do testicalo direito,
indica ia por eleptiont.ares do ecrotum e testt-
cul i so para lo.
Pelo Dr. Fernandes Barros :
Dihtaco de aDC-sso d regio subscapula'
direita.
nnprrtoria do 9.* dlotrlcto marltt'
anoRecite. 7 de Maro de (891.
Bolettm meteorolgico -
^o^a8 tp a o flf
*> m. 1 11 3 t. 6 254 25 8 2-> 6 26-9 26'6
Barmetro a
0
75>73
759-96
60-11
758*66
768-50
Tenao
do vapor
19 81
20 47
2016
19 38
8,57
C9
s
a
9
81
82
78
73
71
lem parata ru m>.ima27".50.
io.ta mnima -25 ,00.
.nova -5",2.
Direcco do veoto: SW de rncia noite at 1
hora e 5 mmuio* da maob; SSE 4 S ^lerfcUot
a 2 0-ras e 40 mtnotos-, SWW horaslf
minutos; SSE e S alternados ai 4 horas e 25
minutos; SE com iotei rapetas de ESE a' 6
horas e 10 minutos; SSE al 7 horas; SE e ESE
alternados al 8 horas e 25 minutos; ESE at 8
horas e 55 minutos ; S a 9 horas e 40 nuonios;
SE at 10 horas e 35 minutos ; SSE at aos 15'
minutos da tarde; SE at aos 45 mi-lutos; SSE
at 1 hora e 10 minutos ; Sat 1 hora-e 30 a-
tiu'os; SE e SSE alternados at* 5 horas 5 mi-
nutos ; SE at 7 ho as; S e SSW alternados at
8 boras e 10 minutos; SSE at 9 boras e M
minutos; SW ate me noite.
Velor.dade media do vento9,-87 por-'
:-l!iO.
Mobolosidade media-ft.86
Boletn) do porto
-3 3 a S Sa Dias Horas Altura
i. M. P M 1 M. ?. M. 7 de Maio 7 7 8 > . 9 48 da macha 3-48 da tarde 10 02 da Urdo 416 da manh 0-31 2-,72 2-,r,0
uelldeaEffectuai-ae-nao os segamies:
Hoje :
Pelo agente Gusmao, 3 11 horas, ra Mtr-
quez de Olinda o. 48. de 50 cantas com velas
amarinas e artigos de turnantes.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra da
R da o. 52. de movis diversos, mobiliaB e ou-
tros obj>-c:o8.
Pelo ai.'-nte Stepple, s 11 horas, ra Du-
que de eiaxias n. 20. de urna armaco e mais
objectos da taverna ah situada.
Pelo agente Gusmo, s il horas, roa da
Roda n 30, de todos os perteocs da referida
casa, oode esta coi locado o hotel.
aiawae fnneAreaSero celebradas :
Hoje :
A's 7 1,2 horas, na igreja da Soledade. e em
S. Pedro de Olinda pela alma de Jos. Petoto
da Foosera.
Paaaaceiroa--Cnegad08 do salan vapor
nacional Prncipe do Grao Para' :
Coronel Ulysses de Carvalho, Dr. Graciano
Xavier Carneiro da Cocha, Sergio de Oliveir*
Ribeiro, Maooel Fernandes da Costa, Jos Bebri-
qoea da Costa, Camello Jos da Costa; Josepba
na Costa, Manoei Alves Moreno,. Antonio Felicio
da Silva, FraDclsco de Sonza sua setrbora, 1
canbada e 1 criada, Jereuias D. dos Santos, Do-
us-.ro C de Mello, sua ser.bora e 2 tilhos.
Chegados o uorle no vaper nacional
Para :
llana Moore, Calixto Jos de Mello, sua senho-
ra e 1 fllho, Severioo B. da Silva, Augus.o C. C.
da Luz, Joao F. Porto, Augusto WBtphal, Dr.
Arihur de Souza L-mos, Dr. Alfredo Eye, Sy
lonis de Oliveira Neves, Bernardo Ferreira B^
ros, Pedro Gomes, J Jos da Rooba, Jos C. da
Silva, Alian WhitelaTV Candido i. da Costa Sei-
xas, Jos Pereira Nr.ves Babia, JoSo Domingos
dos Santos Antonio Guedes Vleme, Ignacio da
Silva Moraes e sox senhora, e Elyseu oesar.
Chegados da Europa no vapor inglez
Trent* :
Henry Sw.l, Jos Joaquim Dias, Manoei Pe-
dreir, Ji o Ribeiro, Jos Ribeiro, Jos Gomes,
Maooel Tbom. Manoei Oeiro, Antonio Pino
Gueles de Paiva sua sogra e 1 menor, Mina G.
de PalT Alberto M. de Oliveira Paiva, Antonio
Pinto C. le Paiva. Antooio L Gaedes Valeote,
Arihur Gomes Teixeira, Salustiaoa Mara da
Cotice co, Cazare Manento, Lazzaro Ferrari.
Pietro Gio, Antooio Jos Gomes de Soma e Joa-
qmm Rodrigues Tavares.
Intendencl Municipal do Beeife
aendimento do dia 6 de Abril 1:204630
Saldo anterior 37:025*072
Despenden seno da 6
3m poder do procurador
^o Banco de Peroamouco
38 229/702
1:419/299
36 810/403
3 810/403
33:000/000
Total
38:810/403
Coas de u>e ten raoMovimenio uos pas-
os da Casa de Deienco do Recife, Estado d
'ernambuce, em 7 de Maio de 1891.
Exisnam 519, enlraram 15, sablrem 3. kxb>
eu 531
k saner:
Nacionaes 493, emitieres 23, estraageiros 15
- Total 531.
irracoados 410.
loas 38i
Deentes 16
Loncos 9
Loucas 3
- Totai 419
Nao houve alteracSo na enfermara.
Foram visitados os presos deste estabelecimea-
to por 187 pessoas, sendo 89 bomens e 98
muiberes
il un pi tal Pedro il O movimento deste
eatabelecimento de caridade, do dia 7 de Maio
foi o seguate:
EuLraram 9
Sahiram 6
Falleceram 2
Existem 338
Foram visitadas as respectivas enfermarla
elos Drs. :
Hoscoso s 9
Cysneiro s 7 i|2.
'tarros SoartOBO s 7.
Pontaal s 9 1|2.
SimOes Baroosa s 9 1|2.
Vieira da Cunba as 9 1|2.
0 ajudante do pharmaceatico entrou s-8
la manh e sahio as 3 da -arde.
liot-rl do Knlado de Prnambaeo
a Ia serie da 4* lotera deste Estado, em bo-
necio da Sania Casa de Misericordia de Reotfe '
>cn ex .rahida impreterivelmente no dia lde
Maio lercu-feira), 1 bo-a da tarde, no eoo-
sis -rio da igreja de Nossa Senhora do Rosiria
le Saoto Antonio.
merta do Balado do ran-Pari
A 15a sene da 44' lotera, deste Estado, cojo
jremio grande de 250:000/, ser extrahida
aodia9 de Maio isaDbaao).
Launa do MamnfsaU A 97* sene
da 4a lotera deste Eaiado, cujo premio grande
de 3 Maio (qnarta-feira.> .
temiierio Publico -Obituario do dia C
de Maio. ^^
Theresa Thomazi i de Jesos, Peraambuco, W
i,n -os, viiiva, Moa-Vista; decrepituie.
Jjs, Pernambuco, 7 dias, Boa-Vista ; eclam-
psia y.
Cicero da Matta Pinto, Babia, 21 anno, tOIWh
ro. Poco; febie palustre rjphica.
FraaciscoBirros Palcfio C.A., Pern^aMMWb,
90 amos, viuvo, Boa Vista; ,pbaryngo agnda.
Piecilwma, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos
convu^Ses.
Jos Roberto dos S atoa, Pernanibaee,-59 u-
reos, soi elro Boa Vista : anasarca.
Manoei de Saof Ama, Rio Grande do Korto4*t
1.589 ooos,so!leiro, Boa Vista; nhltraco urt*ra.

i r
- 'i


Diario
Rosa Mara Soares B. C, Peroaoasjnco, 00 an
os, fiara, Boa-Vuta ; dyarrba.
Bernardino, Pernambaco, 40 anos, so.teiro,
lo-Vista; dyarrba.
Mari, Peroambaco, 3 dias, Boa-Vista coo-
Tlls8.
Tberexa, Peroambaco, 3 aonos, Santo Aatu
l; coogesto cerebral.
Aatoaio Augusto do< Saalos Porto, Portugal,
01 aaoos, cacado, Boa-Vista : stbeoose artica.
Praoci8co Nones da Costa, Peroambaco, 40 ao-
aoe, soiteiro. S J -s ; febre typhica.
Laiz, Pernambaco, SO das, S. Jos ; oe
ptariie.
Osear, Peroambaco, 8 das, S. Jos ; convul-
ioes.
Peraaodo Antonio Xavier de M., frica, 60 sa-
no, casado Boa-Vi3ta ; dyarrba.
Galdioo N iscimento, Pernambaco, 30 anaos,
casado, Boa-Vista ; ferida contasa da cabera
epilepsia.
Cosme Nones da Silva 40 aonos, Grapa ; pa-
raljsia eral.
Om feto masculino, Peroambaco, Boa Visa ;
ao nascer.
Um ftto masculino. Peroambaco, Boa-Vista;
ao nascer.
CHRONICA H0ICIAR1A
Tribunal Relaco
SESSO ORDINARIA EH 8 DE MAIO
DE 1891
PRESIDENCIA DO CIDAIO DESEMBAKGADOK
QDINTISO DE MIRANDA
Secretario, o cidado Dr. Virgilio Coelho
A's doras do costme, presentes os cidado;
iesembargadores em aomero legal, foi aborta >
sesso depois de Lida e approvada a acta da an
tecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
es seguiotes
J CL QAMESTOS
Habcas-corpus
Paciente:
Manoel Flix Cavalcaote. Manaou se ouviro
Dr. ebefe de polica e juiz de direito de Jaboa-
:io.
Recurso crime
De Porto CalvoRecrreme o juizo, recorrido
Jos Pereira Falco. Relator s. desembargador
Caldas Barreto. Negoo-se provimento, unni-
memente.
Aggravos de instrumento
Do Rio ForoMMO Aggravante Joo Baptista
Castanba, aggravado o Viscoode do Rio Formo-
so. Relator o desembargador Pires Gongalves.
Adjuntos os desembargadores Martios Pereira e
Costa Miranda. Negou se provimento, unni-
memente..
De Palmares Aggravante D. Rosana Pereira
de Magalbaes, aggravado Jos Victorino de Pai-
va. Relator o desembartrador Costa Miranda.
Adjuntos os desembargadores Costa Ribeiro e
Francisco Luz. Deu se provimento, unnime-
mente.
Aggravo de petico
Do Renfe Apgravantes Luiz Guncalves da
Silva & Pinto, aggiavado Agostiobo Jos da Cos-
ta. Relator o desembargador Costa Ribeiro.
Adjuntos os desembargadores Teix?ira de S e
Costa Miranda.Ficou adiado.
Appellacoes crimes
Do Recife Appellante o jaizo appellados
Pedio de Alcntara e ooiro Relator o desem
bargador Martins Pereira. Maodou te a novo
jory, unnimemente.
D Nazareih -Appellante Joo da Hora Bara
cbo, appellada a justica. Relator o desembarga
dor Costa Ribeiro. ConQrmou-se a seotenca,
contra os votos dos desembargadores Teixeira
de S e Francisco Laiz.
De Bom Don-e.hoApoellante o juizi, appel
lado Jos Gomes de Ar ujo. Relator o desem
bargador Teixeira de Si. Nao se tomoa o co
nbecimento da appellacao, contra os votos dos
desembargadores Teixeira de S e Caldas Br-
relo.
Appellaga) commercial
Do RecifeAppellante Jos Francisco Bitten-
CMMERCIO
Revista do Mercado
Rkcifs, 8 DE -MAIO DE 1891.
O movimento na prega coustou de transaegoes
ao mercado de cambios.
Solsa
JOTAfOl
OrFICIAStl DA JUNTA JOB COK-
RKTORJtS
Reate. 8 de Maio de 18SI
Cambio sobre o Rio de Janeiro vista ao par,
do banco.
o presidente,
Antonio M. d'Amorim Jnior.
O secretarlo,
Candido C. G. Alcoorado.
Cambio
PKACA DO RECIFE
Os bancos abriram com a taxa de 16 1/2, su-
bindo mais tarde para 16 5/8, e ao fechar, papel
fe. ncario foi offerecido a 16 3/4.
Papel particular foi ifferecido durante o dia a
16 3/4, 7/8 e finalmente a 17 d.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
O mercado abri a 16 1/2, subiodo mais tarde
para 16 3,4.
H30ve negocio em papel bancario, ao fecbar
do dia, a 16 7,8.
Sanco da Bolsa
fcCIFh. 8 DE MAIO DE 1891.
Offereceram Vender Comprar
30 Latirs bj[.becarias
. do Banco fc juros de 7 0 o- 108*000
80 Arces da Companbia
do Bebenbe 120*000
90 Ditas da Companbia
Trufaos i baos do Re-
cife a Oliada e Bebenbe 205*000
31 D11 a a da Companbia
Triibos Urbanos do Re-
cife Olinda e Bebenbe 2(5*000
20 Ditas da Companbia de
Segaros Ampbitrie 240*000
45 Ditas da Companbia
de Santa Theresa de
Olinda 45*000
28 Ditas da Companbia In-
dustrial de cb pos valor
realisado de 80*000 90*000
140 Ditas da Estrada de
Ferro do Ribe'iro ao
Bonito 72*500
10 Ditas do Derby Club 1.0004000 750*000
4 Ditas do Derby Clob 900*000
V Di as do Hippodromo
do Campo Grande valor
de 200*100 150*000
4 Ditas Prefereociaes da
Companbia Ferro Car-
ril 203*000
50 Ditas da Fabrica de
Placi e IVctdos 100*000
60 Ditas do Banco de Cr-
dito Real 160*000
50 Ditas o D valor de i 060*000 750*000
Algodio
Nao houve negocio.
A exporUcao feita pela alfandega ueste mez
at o dia 6, c ,nstoo de 7.156 kilos para oexe-
nor.
As entradas verificadas oeste mez at a data
de boje sobem a i.713 saccas, sendo or:
Barcagas. 777 Saccas
mam'. '? 356 *
naema de Caruar*. 82 >
coort ippelldda D. Mathilde Candi Pessoa de
Figueiredo Catao. Relator o desembargador Pi
res Gongalves. Revisores os desembargadores
Pire.- Perreira e Costa innda.Macdun-sepio
Cederla babilitac&o rrqoenda.
Appellago civel
Do R-cifeAppellante o jon dos cassmentos,
appellados Nicolao H. tioey e Joanna Hartioey.
Relator o desembargador Martins Pereira. Re-
visores os desembargadores Prancisco Laiz e
Cosa Ribeiro.CcnUrmon se a senteoca, unni-
memente.
NesU occaso apresentando-se oo Tribunal o
desemD rgador Automo da Cocha Xavier de An
Urade, nomeado para esia Relaco, prestoo ju-
ramento e entren em exer. icio.
PA88AGEWS
Do desembargador Pires Perrera ao a-scm
bargador Costa Miranda :
Appellacoes crimes
Do RecifeAppellante Dr. Baltbazar da Silva
Caraeiro, appellada > jo tica.
Da EsoadaAppellante o uizo, appellado Ma
noel Benedicto dos Santos.
Appellacao commercial
De Goyaooa A pellante Manoel Aurelio Ta-
vares G u^eia, appellados Julio 4 Irmaos.
Do desembargador Pires Gongalves ao des a
bargador Maruus Pereira :
Embargos infringentes
Do RecifeEmba gante* Erues.o i Leopoldo,
embargado Jo- Ttiomr-z le Gusmo.
O desembargador Pires Gongalves, como pro-
curador da fazeoda e promotor da justica dea
parecer nos seguintes feitos
Appellacoes crimes
Do Recife Appellante Joo Jos Nones, ap
pellada a justica.
De QjipapAppellante Caetano Velloso, ap
pellada s juetic i.
Da Misericordi:Appellante o jaizo, appella
do Eneas Pereim Lima.
De Gravat Appellante o jaizo, appellado
Joaquim Anlsnio de Lima
Appellacao civel
Dj R ci fea,i pe liante o administrador do pa-
trimonio de Nossa Senboia da Gloria, appellados
Santos & C
Do desembargador Martins Pereira ao desem
bargader Francisco Luiz:
Appellacao crime
De GaraubunsAppellante o juizo, appellado
Manoel M-ndes da Rocha.
Ao deseuibargader Teixeira de S :
Appellacao civel
Do RecifeAppellante D. Francolina da Silva
Almeida. tutora de seos ildos, appellado o
juizo
Do desembargador Cosa Miranda U desem-
bargador Martios Pereira :
Appellac&o civel
Do ReciteAppellante Jos Cardoso de Mello,
appellado Jos Lopes Alheiro.
Appellacao commercial
Do Recife Appellantes Alexaodre Alberto A
C, appellados Gorcalve* Lourengo A C.
Do desembargador Teixeira de S ao desem
bargador Caldas Barreto:
Appellacao commercial
De Limoeiro- Appellantes Jor- Cl-meoiino &
C. e oolros, appellados Reis ft Santos.
Appellago civel
Do Recife Appellantes Antonio Mendes de
Azevedo, appellada a Cmara Municipal.
Do desembargador Caldas Barreto ao desem-
bargador Pires Ferreira :
Appellacao crime
De Goyaooa Appellante Jos Antonio dos
Santos, appellada a joxtica.
DILIGENCIAS
Com vista ao desembargador promotor da u:
tica:
Appellago crime
De Camaragibe Appellante o promotor pu-
blico, anpellado Joo Rofloo.
Em diligencia no juizo a qu :
Appellacao crime
De Grvala Appellante Miguel Bezerra^da
Silva, appellada a justiga.
Com vista as partes :
Appellagoes comraerciaes
De Naza-etbAppellante D. Antonia Candida
de Alboquerqoe Maranbo, appellado Sevenoj
Saraiva de Andrade.
1 -frrea de S. Fraacisco.
V i-frrea do Limoeiro
Somma.
28
480
1.723 Sacca
A asacar
)s pregos pa#>s ae agricultor, por 15 kito3, se
uudo a AssociagSo Commercial Agrcola, forao
>s segaintes
Safra nova
8 lucos..... 2*700 a itfH
Pompaos..... 2*100 a 2*30i>
Mas^vudos .... 1*800
:iots a 1*800 a 2*000
Re uxe 1*300 a i*5 Usinas..... 3*100 3*500
A exporcago feita pela alfandega oeste mez
at o dia 6, coostoo de 954.861 kilos, sendo-----
196.500 para o exterior e 758.361 pa-a o inte-
rior.
as entradas verificadas oeste mez al a data
de boje sobem a 22.481 saceos, sendo Dor:
Barcacas.
Vaporea
Animaes. ...
Via-ferrea de Cardara.
Via frrea de S. Francisco
V-a-frrea de Limoeiro
feomma.
. Couro
-snros salgados 43 ris,
tu.
13 921
1.412
2.025
4.705 -
218 t
22.481 Saceos
os verdes a 3''0
.tgwardcas
kfta-sa a 90*000, poi pipa s j^-: litro*.
ftleool
'.o-se 7JfOoOpor pipa a kt luisa.
el
Oia-ae 55>.) por pina de IM litros
%'avo^ a descarga
Barca noru-huense JohatiMe, carvSo.
Barca uoruegueose Ocean, cano.
Barca ineleza Liv\n a, bacalbo.
Barca ogd za Junak. ossos.
Barca noroeguense Coiumba, carvo.
Barca noraeguense Breas, carvo.
Barca oglez^ Ethel, bacalbo.
aarca ooroegueuse Progress, carvo.
Barca alien;a Heleue, varios gneros.
Barca naciooal / rimo a Costa, varios gneros.
Barca Boroegueoee AUutnca, carvo.
Barca oorueguenae. Jorgen Loreulzen, carvo.
Bn?ue por oguez Boa Sorte, varios gneros.
Lugar ingle* Mt/wanw, xarque.
Logar ingles Stdontan, carvo.
Logar ingles Retgaie, carvo.
LO.'ar ingles Aureola, bacalbo.
fatacoo noruegoeass Suzana, varios gneros.
Patache norueguense Jostu, algodo.
Patacho noraeguense Horda, xarque.
Pauta da 41faadeca
SULUIi Cl 4 U 9 DE MAIO DI lj'.-t
Ucool (Ulro).....
Algods em rama (kilo) -
Agurdente.....
Arroz com casca (kilo) .
ssucar retinado (kilo) .
Assucar branco (kilo) .
AssBcar mascavao (kilo) .
dagas de mamonas (kilo)
Borracha (Kilo) ....
Couros seceos espichados (kilo)
Ceuros seceos salgados (kilo)
;ouroa verdes (kilo) .
carocos de algodao (kilo) ,
Carrapateira (kilo) .
:urvo de Ctrdiff :ton.) .
ju-Ao (kilo).....
Zt bom (kilo)
Caf restolho (kilo) .
Carnauba (kilo ...
Cera vegetal ....
Pannna de mandioca (lito), r
Genebr (litro) ....
Graxa (sebo)
Jaborandy (em folna) kilo .
S40
520
17
0
162
191
120
133
1*333
S
279
14
133
22*000
400
1*200
1*000
500
500
66
340
520
200
Dj Be; >feAppellante Manoel Pires Aga, ap-
pellado Hilario A nomo do Mooie.
distbibdicOes
Recursos crimes
Ao <1eseiobarga>ior Teixeira de S :
D- BeZt rroa Recorreate o juizo, recorridos
Pedro Antonio da Silva V eir e o'iitro.
Ao desemoargaior Caldas Barreto:
Da Parabyoa Recorrente o jaizo, recorrido
Deo lato Pereira de Laceada.
Ao desembargador Pires Ferreira:
De S. LoureBgoRecorrente o joixo, recorrido
Emilio de Si osa Cost.
Ao desembargador Costa Miranda :
Dj Recife Recorrenus Paulino Francisco de
Pauia e ontros, recorrido o juizo.
Ao desembargador Martins eereira:
Do Recife Recorrente Manoel Francisco Ta-
varee, recorrido o joiso.
Appellacoi s crime
Ao desembarg idor feixeir de S :
Do RecifeAppellante o juizo, appellado Ig-
nacio Leopoldo de Aibuqoeique MaraubSo.
Ao desembargador Caldas Barreto :
L'e Gnarabira Appellante o juizo, appellado
Joo Cabral aj Oveira.
Appellago commercial
Ao desembargador Costa Ribeiro :
De TimbtbaAppellante Marcolino Liberato
Barios ce Aquino, apu liado Joaquim de Albu
querque Andrade Lima.
Embargos infringentes
Ao desembargador Francisco Lu-z :
De Assembla-Embargantes D. Anoa deMoU-
r i Braodo e 8(08 rilaos, embargado Jos Tdj
rr^z da Silva.
acerrou-e a s. so s 2 hora; da larde.
PEMCACOES A PEDIDO
Banco Emissor
O Estado de Peinambuco, em urna seria inter-
mioavel de amg s, oos quaes os argumentos se
r-..rj :u'.'ui qu rago murpbuog'Ci sobstitaiga.i apeoas de vo-
cubuics, tem pretendido alarmar o espirito pu-
blico u crear urna athmospbera de odio e pre-
veugOe contra um est>oelecimento de crdito
coja imp rian-ii e otiluade sao geralmenle re-
connecidas jelo espirites des ipaixooados.
O BANCO KUISS3B DE PERSiMBCCO cralo eiD CK
camsiaucias ;;pecialissiibas para o no3so Estado
e quando este se debata nos horrores de urna
cria nanceira que o conduzina ioeviiavelmen-
te ao descrdito, visto como iij tinlia recursos
para a'.i-fazt compromiesos cija soluco era
iaadiavel. veio nao someDte foruecer a este os
meios de d-bellar aqaella crise e minorar a sua
divida publica, que tanta inquietago causava
aos nossos adminiotraores, como umbem levan
lar o sea y :'. ma econmico, fomentando as
ndasirias e auxiliando as lasses prodnetoras.
Fondado s< bre bases solidas e times, essa ia-
stituigo naneara toraou-se logo, desde os pri-
meiros momentos de sua con ituigo, o ponto
para onde se vcltavara s vistas riaquelles qoe aa-
teviam a sua at'.lidade iodiscutivei.
As condignas em que se reaiisou o empresti-
mo ao Estado, por todss conbecidas ; foram as
mus favoraveis possiveis, e, atDrmamol-o, oin
goem poda efTecoal-o em melnores ou mesmo
idnticas circumstaticias. uta
E' portaoto, a om esttbelecimento dessa or-
dem. que o Estado de Pernambaco, mal guiado
por iuformag6;s ineis, qoer abJ :amar. transd-
guraodo os fa.:tos e e-guendo um monto de sj-
phisrnas arUticiosameote arraniados...
E' paeciso cautella e Banco Emissor
eis as duas jarles da serie de inwrdades e de-
dueges llogiJaa com que os inlmigos desie
banco qu-rem armar ao e/feUo..
E' pre 180 cautella, diz^mol-o, porm, n3 que
aqui estamos na brecha, prompios a desvendar
o pesado veo das argueiosas eonsideragoes que
iem formado o tratnt ua opposigo feita pelo j
mencionado jornal!
E' preciso cautelia... e que o publico sentato
nao se deixe nllueuciar pelo canto hllacioso da
se'eia!...
Aoriodo hoje ?. prenote serie de artigo temos
Mel (litro)........ 90
ilho (Icilo....... O
Pao BrasU (kilo) .... 30
'bosphate de ca da!lha Rata (tone-
lada) ..... e 11*000
demente de carnauba (arroba) 15
wia imeos) 360
Tatajoba (ki'O) ..... 20
Taboas de amarello em praocboes
(daziaj........ iOO*
xuorsaco
zara 6 D* MAIO DU 18WI
rara o exterior
Ni barca dioamarqueza Amovita, para o
Ba:tisj. carregaram -
Borstelmaa & C, 107 saccas com 7,156 kilos
de algodao.
Para o interior
No vapor nacional Par, para Babia, car-
reeoa :
M. Confia, 63 volomes com 6,866 kilos de
a83uear branco.
Para Rio de Janeiro, carreearam :
S. Guimaraes & C, 110 pipas com 52,80J litros
de acaardeute.
J. Lopes Barros, 20 000 cocos, fructa.
D. F. Porto Bailar, 25 pipas com 12,000 litros
de agurdente.
No vapor nacional S. Francisco, para o
Cear, carregaram :
P. Alves A C., 190 saceos com 13,960 kilos de
assocar branco.
No vapor nacional Satellite, para Rio Gran
dj do Sul, carregaram :
A. Guimare>. 950 b .nicas com 92,812 kilos
de assacar branco e 50 ditas com o 130 ditos de
dito mascava to.
F. Cascaj A Filhj, 40 barris e 23 p;pas com
-14 40 ,. -js de agurdente.
Para Porto Aleare carre^arem :
A. O. Almeida Lopes, 300 saceos co n 22,500
kilos le assucar branco
P. Ferreira (S C, 10 pipas com 4,639 litros de
agurdeme.
M. F. L> ite, 400 barricas com 42.680 kilos de
assucar branco e 100 ditas com 10,400 ditos de
Jilo mascavado.
Para Pelotas, carresaram :
F. Casco A Filbos, 248 saceos com 18.600 kilos
de asquear braoco e 80 dito- com 6,003 ditos de
dito mascavado.
No biate naciooal Deas te Salce, para Ara-
caty, carreearam :
P. Pinto e C 18 baM-is com 930 litros de mcl.
Na barcaga Theresinha, par* Parahyba, car
resto :
Jo&o B.ptista, 70 caixas com 590 Ltros de
genebra.
Renddicaios pblicos
tOIZ DB ABRIL DK 1891
Alfm&to
Senaa geral ;
Oo oa 1 a 6 12l.856;475
dem dt 8 24.73u*769
Renda do Estado de Pernambuco
Dodiala6 32.045*889
!dcm de 8 9-133*697
146:387*244
41.179*596
Somtna totl 187:766*830
Secunda .lcgo da Alfandega de Pernamnacr,
8 v too do 1891.
O nesoureiro,
Florencio Domicgues,
0 chefe da seceo,
Vulpiano C. de Araajo.
Heeebedorla do Estado de
Peraasmbueo
Oo dia 1 a 6 6:671*572
(dem de 8 1 213*111
7:895*603
ReclMc Draiaage
Do ia 1 a 6 2:980*018
dem Us 8 250*182
por flu patentear p fdfsidade de tudo qaaoto se
tem es. ripio contra o Baaco Emissor de Per-1
nambuco, qoe. seguro da aobilissima larefa que
t.moaa seas r.emoios, deve marchar impav lo
e allnelo, sem dar oavi.io ao rnj d03 zoilos !...
I
Diz o Estafo de Pernambuco, em sua ediego !
de 19 de Aorii :
O goveroo .. coocedeo que em Peroamba-!
co se fouuasse om Banco, daado-loe dupla erais i
sao do lastro qoe fe fizesse em curo ou em apo
liceo ge*aes. se a memoria nao nos falla (I... o
grypho nos rertence...)
Esse favor, alias de mxima Importancia,
levp oor .hngo o emprestimo a este Estado de
,0.000:000*000 e dar diibeiro aos agricultores
sof> bypoibeca >..., etc.
Nao e exacto I...
A faculdade de dupla emisso concedida ao
Banco Emissor d Pernambuco, conforme o dis-
posto no art. 8 dos seos estatutos, nao fica de-
pendente de clausula aleuma.
Nj contracto celebrado entre es encorporado-
res do mesmo bao e o Estado de Pernambuco,
por >eu representante, ha a seguate clausula;
12A eonces ao para a btcorporacao e con-
ttttutco defi atoa do Lauco Emtssor prevalecer
anda quando o gcvnno do Estado de Pernambuco
nao aceite o presente contracto ou lealtse-o com
outro .
Essa clausula, que copiamos belmente, serve
pa'a destruir cabalmente o asserto do Estado de
Pernambuco, e qoe cima traaserevemos, a de
monslra come sao Inconcientes, errneos e infun-
dados os 8' us argumentos.
Mas .': deveras no'avel que um orgao da pu-
hlicidade chegoe a d.-r om ij solemne attestado
di leviao lade com que escreve.
E r.ra cumulo, cbi-ga a affirmar que nao sabe]
ao certo quaes as condiges Impostas pelo go-
veroo, quando diz ;se a memoria nao nos faina*.
Jois em assumpto de .mportaacla ; em qoes-
ies de inte-esse publico, se pote dizer seme-
Ihante cousa ?
Como que se procura atirar o lescredito so-
bre urna iQsiiloigo, chamar para ella m vi6tas
do governo, seos rp camanis temduvida, se i
sua memoria nao Ihes falh .*.'...
Por O'a j o putilico se pode irr.onvenondo
da sem razao d<> grito levantado contra o Banco
Emissor d'este Estado.
Como essa, apontarerao3 out^as inverdades,.
Themis.
voltou o vaqoero dizeodu-me, que tinb* sido o
retrame Viceotioho o autor do dara'oo, confor
me loe noufessarj ; acrese' otando que, para
evitar a reproduego de fdCtos d'aquella ordem.
tion- elle, com cu.ros criados meus, que levara
comsigo, a raneado alguns paos de m .n lio. a,
que anda restavam n.i lantago de Vicente.
Bis o facto com se dea e de lodos sabido
na loca idade.
E' falsa, portanto a noticia dada no Jornal do
Refi e ministrada, sem du/id-i, por a.gum dos
meus poucos desaffecos, entre os qaaes esta n
felizmente o mea coobado Jaciotbo Correa Lo-
bo.
Devo ainda declarar que as ierras em que mo-
ra Vicente sao de meo com domioio e esto pro-
ra iivis morando n'elias Viceoie, bi man le 10
anuos, sem qoe at boje buovesse pa,o om real
de renda.
Recife, 8 de Malo de 1891
Luciano Eugenio de Mello.
3:210*300
A' Classe Tjpogrjphica Per-
nambucaua
Para resolver sobre a mensagem que tem de
ser dirigida ao governo federal, relativa ao art.
4." da lei de 7 de Dezembro de 1830, e tratar de
outros assumptos de seu iuteresse, convidada
a Classe Typographica Pernambucana a se reu-
nir, as ti horas do dia 10 do corrente, no i.*
andar do predio n. 41 a ra do Coronel Suas-
suna.
Folitica de mandao
Debaixo d'esta epigr.phe, publicou o Jornal
do Recife de hootein, urna noticia de que o Sr.
Vicente R irnos d S'lv* soffrera urna barbara
violencia em sua propriedadj pmticada por nm,
a frente du um grupo de copangas, armad s de fa-
ca e clavmole COOstotiado a violeucia no arran-
caoieoio e desiruigo de o.to mil covas .1 man
dioca e em ser, no tne-rao a te, para madar-se dentro de 2't tiaras.
Nada u'ito verdide, pjis que o facto pa-
sen se do modo segrate:
Eslava eu em casa, no dia 5 "i corrite, tra-
lando de negocio com o capi o Theudoro JI dos
Santos Cosa, quando vi tingar urna das minhas
vacos com os queixos ar'ebentados oor etTeiio
de om liro : chame! o vcqueiro e rnaod fesse indagar quem tinba sido o malfeitor.
Continaei a conversar e puuco i'-rao) depois
Hoviuuteato i i pisrto
Navio entrada no dia 7
Bariia.ees-.aia1 j.a-. vapor na:ional ?na.
cipe do Grio Pir> .e508 t.melalas com-
mandante Julio Cezar de Lacerda, equina em
22, carga varios g. u.tos, a Pedro Osorio de
Cerqueira.
NavL-is sihid's ao dia 8
Southampton e ctcal- 14 dtas, vapir iuulez
Trent de 1699 toneladas, conmandaote
E. Bell, qiiipu-ra 9i. carga varios geaeros,
a Atnorira Irma >s A C.
Liverpool e ej";.la -2( -i.ias, vapor inglez A:
J .mes, equinatimn 27. carga vanos ye uros, a
BUckoaro Needh-im A C.
Vanaos e esra'a 12 dias, vapor oacioosl
Para >. de 1999 i.meladas, commandante
Floriodo Das, eqaipagem 60, carga varios g-
neros a Pereira .arueiro A C.
Rio de Janeiro25 lias, barca diuaraarqueza
Arica de382 lonela las, eapiulo To Til jui-
seo, equipagem 10, carga Barricas vasias, a
Pereira Pioto "* C.
Snhidus no mesm dia
Saalos escalaVapnr laglez T.uat com
maoJante A. E. B, carga vanos gneros.
Rio de Janeiro e e*cala v/apnr nacional Para,
co nmaodante Fljrindo Das, carga varios g-
neros.
Ob$ervaca~o
Nao houve sabiiias n.) da 7.
Hsrcado Xluniclpai de S. *a*
O oiovimento desle mercado no dia 6 de Maio
foi <> segu nte : Entraram
3o l :,ois pesando 4.821 kilos.
862 kilos de peixe a 20 ris ,172i0
12 cargas com uriaa a 200 rs. 2*400
8 ditas de fructas div3r?as 300 rs. 2*400
I cargas com gallinhas a 600 r9. 800
2 cjssus com gallinhas a 400 rs. W 0
30 1/2 columnaa a 1500 rs. 18** 0
t uiuos a S00 rs. 12 0
27 taboleiros a 200 r? 5400
O Dr. Cerqueira Leite ao
publico
Ao publico em geral que inquieto "
admirado recebeu a uoca da miab ezo-
nerac^o do cargo de inspector da Hy^ena
Publica deste Estado, devo preven:r que
acaba de ser ess acto nullificado, p>r
asseatar em base falsa.
O dig7.o Ministro do Interior recebeu,
por obsequiosa iutarvenco de amigos
meus, um requeriment'j em que en solici-
tara minba dumissSo.
Nestas condijSes, para mo satUfazer
expodio o acto que me dava um substi-
tuto.
Desde que o engao foi posto em evi
ciencia, desde que se c mh :e : tia l.-.l-:!a
dade d s meios e.npregados para se con-,
seguir a minha exmemcSo, o i ilustrado
ministro reintegrou me uo lugar que ex-
ercia.
Devo expiicaco p.ra impedir que es
piritos pequeoinos 6upp tiham ter si-'o ou-
tro o motivo da minbj rci.itegrar^aj.
Recife, 8 de Maio de l9 .
Dr. 'erqueira Leite
Uaetes
Parece-nos, em vista da doutrina ex-
posta no Avsj d M:us erio do Interior,
de 23 de Marco ultimo, que os cadetes
de cos80 exeroito e*t';o seml,> vietmisde
um injustica.
Pela letra do metmo Aviso claro
que depois d /rouniiga^-j da Oonstitni
c3o nao se dev.i uiiis acceit- ment (ie pract ciu ^ cond.^io d'aquella
distincfl, inas que se deve manter obri
gacio coDtrabida com individuos que j
estavx.ii oo uso das garantas que le to
ram prom ttidas, embora os processos da
justiticacao nao estivessem ultimados, por-
quanto essa demora nao pode ser levada
a eonta do justitianta e a quem faltam
os meios de taser copc!uir-se os referidos
prooesaoa. E esta a theoria do aviso
cima citado.
No eniretatito maior ipjootica haver se
forem negadas as garantas em ques'.ao e
obligados os cadetes que tiveram a infe-
lic.dade de nao verem u'timaaos os seus
Drocessos, em ora preparados cm tempo
dados.
E' um cso este que de ver ser muito
estudado tim de nao serem offendidos
direitos adqueridos e garantidos pela Re
publica ou ente facultarse inmediata-
mente as r.'8peetiva| baixas aquelles
que nao quizerem continuar sem esse
privilegio.
O imparcial.
O Dr. Joao Alexandre L ma, nao po-
dendo despedir-Be pessoalmente de todas
as pessoas com quem entretinba rela(3es
de amizade, pela presteza de sua viagem.
o fas por este meio, offerecendo os seus
prestimos na capital do Paran, para onde
ce dirige.
^* lauui^iii.'o t* mwm ^- -- ----
16 (winoartimeatos com friaa a80 23t'0
31 ditos decomidaa a Oj rs, I3*ooo
IU9 ditos de egamei o faienuas a
400 rs. 436o!J
1S ditos de sumos a 700 r3. t05 t
8 ditos de ressaras a 600 rs. 1800
6 ditos de camarocd a 200 rs. t*2i
41 talhos a 2* 82*00
230*14
Rendimento de 1 a 3 do corrente 1 114*340

A' memoria do nclito Bario de
Ci oye a na
Carcter o abre, sem pre aa bem propenso.
Do mais livre ideal cultor sem juca !
Outr'ora uato protector in/eate
Da triste, iolitosaagarina raqi I
Mais um benemrito, um cidado de impolluto
proceder desappareceu dentre os vivoso Dr.
Sebastio de Barro3 Wanderley" Acciol Lins,
haro de Goycaoa I
Vulto proeminentepela concrelisago oe to-
dos os altos preicados, que exornavam ser pu-
ri-siioo caract r, e nao por eua sltenle Josico
social e p -cuaiarta, perdurar, ad infinam sua
le'niiranc-i no coraco daqjelles que, com o .'a a
prec:so. sabsm dentre o joio selectar o trigo!
PossuiJo do mais intimo sentimento en, como
devotado amigo compartho. Igualmente, da ineommeosuravil
dor que hoje lacera a Exoia. viuva, lilbjs e ir-
maos do iliu-tr.! morto I
Recife, 8 de Maio de 1891.
Joaquim Elias de A. Reg Bairos.
1.34-4 480
Precos do ala:
Carne verde de 240 a 360 ris o kilo.
Sainos de 560 a 640 res -im.
Carneiro de 640 a 800 dem.
Farinha la 280 a 400 ris a caa.
Milito de 440 a 30D ris ideni.
Feiio de 90) a 1*200 id.-G3.
Vapores a estirar
MEZ DK M*IO
Sul.......... Capua............
' Enrona...... Paranagu....... ,
Europa....... Coaipiaa.......
sal.......... Alagos..........
Sul........... Lissabpn..........
Norte........ Allianca-----.'.....
Sul.......... JfaranAao.........
Norte........ Esyisuo Santo.....
Norte........ Branl.............
sul.......... Seguranza.........
Sol.......... Paraguassu'.......
Norte........ Jfanai...........
Maaoel A'ves nao responde ao seu amigo
Fortunat-i Pi::heiro, porque sedo credor
de 46-iOO a mais de tres mezes e meio
de dormidas, tratando de recebar essa
importaoci'., teve como resposta amabi-
lidades taes que o obrigaram a dar lhe
'um abrogo, res.:l:ando de tudo 3to oque
o publico est vendo.
Oba amigo Fortunato, anda te iembn.s
daquella calca de casemira preta que te
dei para um meeting onde fostes escorado?
9
10
11
12
15
16
16
19
22
22
23
30
Reetifica Tendo sabido por engao na is a dos
passagejros embarcados aqui no vapor
scientifica dizendo Madame Paul Jnliien.
Recife, 6 de Maio d 1891.
?aul Jidiien.
Vapore a sabir
MEZ DE MAIO
Baahi e esc... P. do Groe Para .. 9 as
Norte........ Alagos........... 13 as
Hamnurgo.... Lissabon.......... 16 as
Norie........ JforonAdo......... 17 as
sol......... Espirito Santo..... t9 as
Sal ...... Brax............. 23 as
Norte....... Pernambuco....... 24 as
santos e esc. Manos........... 31 as
b
h.
h
h
h
b
h
{TU
Deatadiiras artificiaos
Sob pressSo elstica e pressao pneu-
mticasystoma8 covissimos oeste Esta-
dopelo cirorgiao dentista ama Pom
pilio, a roa Barao da Victoria a. 54 1'
Ao commercio
Joaquim Bezerra de Albuqueque bavendo
nesta data coaotitoido seo bastante procurador
ao Sr. Jos Augosto Rosado de Oliveira, declara
aaOa dever na cidade de Limoeiro onde reside e
commercia e bem assim na do Recif., nicas em
qoe tem iraosacces commerciaes.
Limoeiro, 2 de Maio de 1891.
Joaqoim Bezena de Alboquerqoe.
Cuidado com a falsificando
Acabo de venfi ar que o elixir ante-feb il Car-
loso est sendo falsicauo por algo m e em-
qoaato cao descobro este alguero ara cootra
elle inteutar a respectiva aeco dos termos da
ei, previDo ao publico que ler.h. toda aiteoco
para os frascos qoe tra2em o nome do autor
Manoel Cardoso e do E xir Cardo:o. cojo depo-
sito oa ra Estrella dv Rosario o. 17.
Recif 6 de abrn de 189i.
Maoi-ti Cardoso Jnior.
Photographia Allem
C da: za, sucossswr do Alberto Hats-
ebel & .)., proprietanos da r-hotographia
Allem, ra Barao da Victoria n. 52,
avisa ao respeitav 1 publico que contratoa
o Sr. Jorge Henriquc P*pf, habilissimo
photograph >. mui vanidosamente conhecido
no Sul do B- z!, e qu- pois se acba
agora, c. m sempre, em condi^ea de bem
satisfacer as exigencias do mesmo publico
no tocaute a arte photographica.
ED1TAES
andar,
tarde.
das 8 h ras da manha as 4 da
Advogado Oliveira Fonseca
Mudou sea escriptorio para o sobrado n. 4 da
pracade Pedro II.
O Dr. Alvaro Barbalho Uchoa ('avalcan-
ti, juiz de direitc da comarca da Victo-
ria de Pernambuco.
Faco saber aos que o presente Edital
de venda e arrema'ccao vireai que no dia
9 de Maio s 11 boras da man na na sala
das audieccias deste juizo tem de ser ar-
rematado a quem maior lance cfferecer ao
sitio Turto comquatrocas8 de vivenda urna
am bo.j estado, e tres em ao estado,
casa de f.r nha com um telheiro, e na es-
criptura da liypotheca uom a denominac3o
df Sitio Saut'Anna, demarcado por ,....
12:960)$ O com o abate da lei visto ser
esta a terceira praca.
t si nao houver laocador, ser arrema-
tado por que;o maior lance offerecer se-
gundo o Dec. rio 19 do Janeiro de 1889
lie. 7 art. 14 1.* cojo sitio vai a praca
oa execucao que move Jos Duarte da
Silva Paula contra O Francisca Joaqun*
'avaloanti, Joaquim Caetano Cavalcanti
de Albuquerqus e sua mulher.
Estf-va sellado. Victoria 30 de Abril
de 1891.
Eu Bellarmioo dos Santos Bulcao es-
crivao quesubscrevo e asigno.,
Dr. Aloaro Birbxho U. Cavalcanti
O cidado Antonio Macario de Assis, juiz
de paz da freguezi de S-nto Antonio
do riccit'e, em virtude da lei, etc.
Faco sabir ao3 que o presente edital
virem, que por pane, de Gomes de Mattos
Irmaos ma foi dirigida a peticao do tbeor
sagu ote :
Illm. Sr. juiz de paz da freguezia de
Santo Antonio, Gomes de Mattos Irmaos
moradores .esta c dad-, sendo credores do
Or. Goncalo do Lago remandes Bastos,
pela quantia de 145^200, importancia" de
ama lettra vencida em 2 de Maio de
1886 e adiando se prxima a prescripeo
da mesma lettra, os supplicaotes tendo em
vista o art. 413 do Cdigo Commercial,
ven? nestes termos protestar perante V.
S. na conformidade do art. 451 3 do
mesmo Cdigo Commercial, afm de que fi-
que interrompida a prescripeo contra o
supplicado ; assim pois requerem a V. S.
que se digne de mandar tomar por termo
o seu protesto, se ido este intimado por
carta de editos, em razao de se achar au-
sente o suppl cdo em lugar inserto e nao
sabido, para o que pretende justificar na
forma da lei.
Pedem a V. S. deferimento.Recife, 2
de Maio de 1891.O solicitador Flix
Ferreira de Lima.
Despacho.Sim,Recife, 2 de Maio
de 1891. Macario de Assis.
Por torca da peticSo e despacho sap-
pra justificada tora a ausencia e incerte-
za do lugar da residencia do Or. Goncalo
do Lago Fernandes Bastos, afim de 8%
passar contra o mesmo o presente edital,
e ser elle iotimado da ioierrupca > da
prescripeo da lettra, da quantia de.....
14.)()20:) do aceite do mesmo a favor de
Guies de Mattos Irmaos, vencida em 2
de Maio de i8t6, e tendo exhibido prova
suficiente, mandei pasr-ar o presente eli-
tad, pelo qual ch.rao e intimo ao mesmo
Dr. Gol, jal o do Lago Feroasdes Bastos,
para no prazo de 30 dias, que Ihes ficam
assignados, ric.-.r elle intimado da inter-
rupc3o da prescripjo da uusna. iittra.
p^ra que ebegue ao seu conheaimen-
to mandei passar o presente, que ser
.ffixvdo nos lugares do costume e publi-
cado pela im prensa.
Dado e pacsadi ne&ta treguo*a de .San-
to Antcoio aos 4 de Abril de 189'.
Subscrevo e ossigno. Recite, 4 de
Maio de 1891.O escrivS > Conolano de
Abreu.
.lnonto Macario de Aesis.
O Dr. Alvaro Barbalho Uchoa Javalcaati,
Juiz ae Direito Especial da comarca da
Victoria, Estada de Pernambuco, etc.
Fago saber aos que este Edital virem e
d'elle noticia tivorem, que no dia 27 do
andante mez, do corrente anno, as onze
horas da manha, na sala das audiencias e
perante este jnizo, ser levado em praca
publica a quem maior lance efferecjr pela
renda trienal do engenho Pe ireiras, sito
nesta comarca, moente r vaoor, com as
obras e bemfeitonas existentes, avaliado
por amjconto de ris annaal e vai praca
a equerimeoto de Sousa Pinheiro i C,
condomiceis de dito engenho.
E para que chegne a noticia de todo*,
[mandei pasaar o presente em duplcate, a
que Be dar pablicidade na porta da mesma
sala e pela imprensa.
Dade e paseado nesta cidade da Victo-
ria aos 6 de Maio de 1891.Eu, Belarmi-
no dos Santos Buko, escrivSo que es-
orevi.
Estava ama estampilha de 400 ris.
Alv..ro Barbalho Uchda Qavalcanti.

V ,
m, 1

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I .* '



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^mtttttm


r

9
Diario de pernambuco Safabado 9 de Maio de 1891
5
itiLiiACSES
De o t-ui d i U dau Dr. m^peoior u^st
Tu*80ro. e eio vi-lu if autjns.\as o cidj
44j go erodio- Jrst- Eslalu, por offijlu l te i do OJf" u:e, faco puolicij que no u* 14 uo
torrente i a oovttaieuie i prac urr. matacto
e'60 re*olve rs. i ju.cao da Suiith .-i v*issjD
isolaaos, cun ano de madt-ira e cano c im 11
centmetros ae tx eu=ao, 26 000 balad du fbn
cante Eli y e ItO cpas >it- cjuru para os mesura
volver, om poita-ialas, terviodo de base
para cada uto, coui os compdemes peiteooes, o
valor de 15/.
Os concurrentes deverao habilita -se na sesso
a jauta ue^se oiesmo Ala, ti: forma ao retrula-
aeuto em vigor m 'Junte a exnibiyao d. carta
de auouo, bVmada por Juu- con mcroiautcs e re
OiDt)'-cl.ia- as Urinas
Secretaria iioao-ernu doEstaJo de Peraam
uto, eui8de Mam de I89i.
S rvindi- de secretorio.
Jo i ;i i,, Siiv Gaimartag.
Pifa u CllJipri.i,. o O Ja O d 'U loT.r.-oao
Saauai, u- 21 d'JjiMNro wltlaio, o;.vn d
% S-. l.uomo J >aede AiJid-i L:D a ,u ra vir
tkrta si-cj tratar ;a p-estacao Ja linea en-
os termo- no neu cntralo com o mim-1- rio ta
agncalinra loi u ir este exigid, em avi stoaliui'.i 10 i. z
Contencioso dd Tuesouraria de Fazeoda de
Peraambuco, 8 de Maio d. Ifcfll.
0 i- e^rip'.orano,
Fia/iauo II Ribeiro.
Arrematac,o
S > d i 14 de Maio 't II tioM* da manB, ser
Jetado a praca pdica por venia, peraDU- o ui
ao 'O coaattierciu Jesta couarca, em virtude de
SteWao que Dominaos Gome- de Amorim e
l>s G-o:n_s de Amorim movea ai' D". Paulo
Batano de Albuq>-rqiie > i a-te d. 39 007*019
qra* ese p*-su. iwo^aho S. Barbotme d~s
ka cota <:a. em ilo'ib-cu, av, lulo eui 6 i 000-j,
t.ilor este que servir deba-e para a arreina-
tofao.
Ji oaiu, 25 de Abril de 1591.
O e^crivao,
J mquin Runo 'la Silva Moreira.
Ims respe tivas Empresas, visto como, nao
gosttndo as referi as Empresas de isenc&o
de dirditos, oontnrme preceitaa o art. 3."
do decreto de 4 de Novembro do anno
prximo pas-ado, nao se achao no caso
de ser ma riculadas. "
Dr. J'.s" Maria de Albuqaerque Mello.
r. Thomaa de Carvalho Sobrinho.
Jo2o Ramos.
Recite Drainaga & C.
Compaobia ce EdificacSo.
Migoel A Goncalvea da Silva.
JoiU* Walfredo de Medeiros.
Jus Joaquim da Costa Maia.
Companhia Peraambucana. '
Empreza Telepbooioa Bourgad.
Lopes Magalhaes &. C.
S .c-ieiade R-hnaria e OiatillacSo Per-
nambucano.
Empresa ^e IiluminacSo a Gsz.
Companhia Minerva Progresao Pernam
bacana.
Caetano da Costa Morira.
Em 8 de Maio de 1891.
O secretario da janta,
Dr. Anton.o Jos de iantaAnna.
rilUM BE ESTIPA
ia
Vacciaagao animal na ra
Imperial
S\ sei-onda fera proxi'oa, 11 do correa e, dss
M ftora' aomeio .na na ra Iaioenal a. 148
rttwleacis aj Dr. Aiu.mi i Cono Ido de Soasa.
igDo pre.-iu.' i da I itent na Haaicip.l desta
eide, os Drs. B.sio- d;> Oiiveira e Vieira da
toaba, faao um i ss4o de vacciaagao publica
som lymph extrabida directameute de um ani
mal para *s pesoa* qne se apres. ntarem a esse
in. Recife 8 ie M i de -891.
Companhia Usina
Pinto
ANrmblea feral < traordinaria
De accordo coui a le das sociedades aaony
.as, rao convidadas os seabores accionistas
de ta coLpa:l.i para coraparecerem a ama reu
niao de assembla geral extraordinaria, no da
14 do rorrete as 11 boras do dia, na sua sed'
a ra Mariaez de O inda n. 19 1- andar, estra
u pela ra do Eocantamento, alia de delibe
rar se sobre negocios de aleresse da mesma
compaobia
BeCift, 4 de Maio de 1891.
Jos Jo::qiiin da Costa Maia,
Presidente.
Irmandade
DE
N. S. ci 8om Jarto
De ordetn oo nosso irmo jais, convido a lo-
ios os irmos que esto nos gosos doi seas di
reiio- a i'omparecerem no domingo 1U de Maio.
i.--i') no-a iis [uan'i, en uos-o consistorio,
tim de re nirmos em sesso de asseuib'i ge
ral. para apanmcJo (o novo comprora sso.
tons storio la iraiaadadf de S S. do Boro
Parto, ere.ta na ijrreja Je S. Jos de Riba-Mar,
J-eMaio de 1891.
O secretario,
Dativo Pessoa Heves.
A* classe dos mercieiros
A directora da soci-dude D. C. B. dasMerciei*
ros declara aos feos dignos collegas que. em vista
atas diversas rec ait -eOes que recebeu de seos
333oci-'do8, reprefentao ao Kxm. Sr. governador
do Estado, sob>-e a elevarao Ja collecla para o
pagameDio do imposto le agurdente oo alcool,
.- ooofada como est no direito que assiste sua
reeresenta(o. aguard o judicioso despacho de
s. Exc. do qual ibes d^ra immediato coobeci
Benio.
Recife, 7 de Man _________________Joao Akes de Freitas.
Prado Pernambu-
cano
A directora desta su^iedade resolveu dar na
oltima coirida deste mez im pareo teeple-Cha
e, r.a distancia de mil ue'.ro1. para anima--s
deste Eslado ; previne aos senhores propriela-
os qne a elle qoizerem conconer. qar desde j
padem m*Dd; r < naic r seos animaes na raia do
sesmo Prado.
Premios 400*000 ao 1-, 80*000 ao i-,
Wtm a 3 .
Recife, 5 de Maio de 18!.
Servindo de secretario,
____________________Jos Gomes Canches.
Club internacional
4o Rtdfo
SABBADO 9 DE MAIO D3 1891
Snnde concert vocal e instrumental
da celebre prima dona soprano drama
tico Sigf' do distincto barytono Antonio Bucci,
com o gentil concurso da Sra. Laura
L'-rtaV ,'aracciolo, maestro uclides
*onec, e Q'"s mais dittinctios concer-
ria .s djEta capital.
PRIMEIR PARTE
i.' A'berSy i phonia opera muette do
Portic:, pa.a violino, flauta e piano
peJos "rs. Santino Pinte, Oerva-
si-i de Castro e Elias Pompilio.
2.' Ver:iAlia, opera, Forza del Des
tino, Pacs, mi Dio, pe'* Exm-
. A. Bianchi Montaldo.
.' SPoppSeren&ta do Concert, solo de
t-iuta, pelo S G. de (astro.
4/ Ponch:elli Aria da Opera Gioconda,
pela Exm*. Sra L. Leito.
J.9 VciJiDuetto da Opera Trovatore,
sopran i e barytono pela Ex ni.
Sra. A. Bianchi MoDtaido e Sr.
A. B ce:
SEGUNDA PARTE
1.* Boieldiea Symphonia do Calrf de
Bagdad, para violino, flauta e
piano, pelos 3rs S. Pinto, G. de
Castro e E. Pompilio.
2." Ve: dGrande Duoto da Opera Aida,
pelas Exmas. Sras. A. Bianchi
Montaldo e L. Leitao Caracciolo.
3.* VerdiAria do 3 acto da Ernani,
pelo Sr. A. Bucci.
4.* BisetHabanera da Opera Carmen
pela Exma. Sra. L. LeiUo
Caracciolo.
b." C. GmezAria da Opera Salvator
Rosa pelo Sr. A. Bucci.
6. Bellini -Casta Diva, Grande Aria da
Opera Norma, pela Exms. Sra.
A. Bianchi Montaldo.
As j-'cas serao acompanbadas pelo
b* Sr. maes:ro E. Fonseca, e Sr. E. Pom-
pilio.
O resto dos buhe tes sSo encontra los no
fiotequim do Club Internacional e na casa
Rceos Salgado a praca da Independen
eia os. 2ie 26. _________
Tfcesi'HNriade Fazcnda
De ordem do cidadSo Dr. inspector sSo
oovidadofl os concessionarios e represen-
taates das Empresas abaixo declaradas a
virem receber os dooamentos qae juntaran
m petic5es pelas quaes pediam matriculas
Vcnerjael Coafrarla de llanta
Rita de v assla
COLLEG10 REPRESENTATIVO
2.1 cosvocaglo
De ordem do caris3im i irmao regedor, de novo
convido todcs os dossos carissimos irmos, para
as 11 horas do dia 10 do correte, comparece-
rem em no-so consistorio, afim de constituir .
o CoUegio Representativo, e elegerem o con se
Ibo administrativo que tem do dirigir esta coa
(raria no anno compromiseal de 1891 a 1892, o
que nao se reasou na 1.* coavocacao por falta
de nu" ero, motivado sem dnvida pelo mo tempo
que fez.
Secretaria da Confra-ia da Veneravel Santa
Rita de Cassta, em 6 de Maio de 1891.
O secretario,
Jos de A Cosa Pontes.
Thesouraria de Fazeoda
Enapreasus e rompanhlu dlveresta
De ordem do cidad&o Dr. inspector sao convi-
dados os concesionarios e representantes das
empresas, abaixo declaradas, comparecerem
n'esta Tbesouraria, afim de satisfazerem as exi-
gencias dos ns. 1, 3 c 4 do art. i do decreto
de 4 de Novembro de 1890, relativa a matricula
das empresas que gozam de iseoc&o de direitos.
Usina Bandeira.
Usina Trapiche.
Usina Gar'asB.
Toe Railway Constrnciioa Compaoy Limited.
Companbia Industrial ABSucareira.
Compaobia SaHta Tberezs.
Empresa Trilbos Urbanos do Recife Olinda-
Em 6 de Maio de 1891.
O secretario da inota,
Br. Antonio Jos de Sant'nna.
Compachia pernambucana
de navega^ao costeira por
vapor
Nao i' irlo comparecido numero legal dos Srs.
accionistas na reuniao de assi mDlea geral de 4
do corrale, sao pela lerceira ve conv,dados a
reuoirem se oa prxima segunda feira 11 do
corren'e, o meio da, na tde desta companbia,
para tratarem do seguate ;
1 Disentir e votar a reforma dos estatutos e
augmento do capital social.
2- Tomar as provideoclas necessarias para o
bom >-x to da transforma (So da companbia.
3- D liberar sobre a organisacSo da empresa
de navegarao fluvial do baixo S. Francisco, en-
corporaodo a a esta companbia.
Recite, 5 de Malo de 1891.
Os directores,
Maooel Joao do Amorim.
('eciliano Mamede A. Ferreira.
Sebastio Lopes tiuimaraes.
Celestial confraria da
SS Trindade
Auembla eral
De crien do prestimoso irmao provedor,
coovido a todos os nossos carissimos irm&os qne
es ti \> rem D3 goso ios seu- nreiio- a compare
cerem em no-so consistorio domingo 10 do cor-
rente, pelas 10huas da manba, afim de ssisti
rem a missa votiva do Espirito Santo, e em se
gu da proceder se a eleicSo da nova adninis
trago.
Secre aria da celestial confraria da SS. Trin
dade, 6 ie M.io de 1891.
J J. Guedes de Lacerda,
Secretario.
Estrada de Ferro Centr.il de
Pemambuco
De ordem do Sr. director eDgeubeiro ebefe se
faz publico que at as doze horas do dia 11 do
correte recebem se propostas para o forneci
ment dos objectos abaixo declarados, que de
vem ser fornecidos a esta estrada at o ultimo
de Junbo prximo a proporgao que forem sendo
pedidos.
As bases para o respectiva contracto acbam-
se nesta secretaria, oDde poderao ser examinadas
pelos interessados.
Azeite de coco, litro
Dito de peixe, litro.
Agalbacom pertences, urna.
Almofaris de pedra para 4 kilos, um
Ac de Milo. kilo.
Dito de molla, idem.
Abcedario maiscnlo de zinco, 0,n.OO, um.
Dito minsculo de OmO. um.
rame de cobre de 0.a.004 de dimetro, k'lo.
Dito galvanisado de 0 miK3, idem idem, kilo,
lito de cobre de O.mOOl isolado de algodo.
kilo.
B:to dito de O.djOOI dem de seda, kilo.
Alcool, litro.
Agua raz. litro.
Ancoreus para agua. urna.
Apparelbos telegrapbicos (Morse), um.
Balangas decimaes pura 300 kilos, urna.
Broczes para trolyu (iguaes a amostra), om.
Carriobosvjericojs para transportes de trras
um.
Carvao Cardifl", l n lada.
Escala Je. supereievafao. urna.
Impre?sos JJ. C, ul'..
dem M. A.. um.
dem medicOes provisorias (modelo n. 1), um.
Iatercalares para au etic ;s provisorias, um.
Impres80s para uiecao final (modelo n. 2),
nm.
Intercalan s nara medicao final, um.
Impess.s para guja de deposito (modelo G),
um.
Lampeio para carro, um.
Mira (allante, urna.
Machina de reloioaria de appa-etho telegraphi
co, forja de 130 k emetros, urna.
Nota? d.i remesas (conforme o mo'.eio) ama.
Secretaria da Estrada de Ferro Central de Per
uumbuco, em 5 de Maio de 1891.
O secretario,
Aquilino Ccutinho BaTeto da Silveira
Anonym con o captol
DE
3OO:00O#000
Dividido em 1,500 acedes de200$000 cada
urna, podendo se elevar a 300:000$000 se for
preciso.
Pagamento de 30 por cento no acto da assig-
natura e em entradas %que sero annunciadas
com intervallos de 30 dias.
FUNDADORES E 06?MDI>1! 8 BBHWSS S C. ,
Fins da Companhia
Explorara concesso feita aos fundado-
res para a industria de fiac,o e tecidos na
parte em q e se refere aos tecidos de juta e
canhamo, pela qual ficam os referidos con-
r.essionarios isentos do pagamento de qual-
quer taxa interna e direitos de entrada pro-
vincias s munic paes.
A Companhia importar por ora, em
quanto nao houver produo nacional todo o
fio de juta e canhamo para tecer, tendo seguro
um consummo somente para este Estado de
cerca de 700 mil saceos para assucar alem
de grande quantidade para tarinha, milho e
fszenda em pec;a para outros fins.
Estando prompto os ornamentos dosma-
chinismos esperam os organisadores eomecar
a f anecionar este anno.
Directora
Commendador Luiz J. da Silva Guimares.
T. C. Griffith. |
E. A. M. Fenton.
Coramis o fiscal Supplentes
T. Comber. Coronel Augusto Octa-
Commendar J. A. de OH- viano de Souza.
veira Lima. Antonio J. B. Vianna.
PRADO PIRMUMM
PROGRaMMA DA 15* CORRIDA
Domingo, 10 deMaio de 1891
Nonen
3
0
e
Pellos
a
Matara- 9
lid. S
a
Cor da vesti-
menta
Proarlesarles
pareo 1 de Maio -1,000 metros.Animaes de Pernambuco qae
mos nos Prados do Recife e eguas deste Estado. Premiot
e 20/ ao 3.
o&o tenba o gaobo pre-
200* ao 1, 404 ao
liVermoutb..
S Pirahy.....
3 Tibeno.....
iTode.....
SlPirata .....
61 Venturoso..
7|CIyde.....
5 Tordilho Pernamb.. 54 1
5 Baio....... 54 1
3 Rodado...... c 54
8 Baio........ 54
S Preto....... 54
8 Ostanhj -. 54
5 54
Oo'o e preto.......
Azul e mcaroado-----
Azul e braoco......
>lMnco, ene. e preto.
Encarnado .........
Encarnado e ouro..
Coud. Fraemidade.
a. C. deAlbuquerque.
E. F de Paiva.
Antonio A. P. B.
J O. C. d'Albuq.
Goudelaria S. Jorge.
i.' pareoFraternldade
1 609 metros.Animaes nacionaes
300i ao l., 60 ao 2e 30/ ao 3
Amareilo e pretoIF. D. C. Pessa.
ate meio saogae. Premios:
Blitz.. .:...
Oiavolo......
Gallileu.....
Tberesopolis.
Attila.......
Castanho ..
Alazo-----
Castaabo-----
Tordilho,___
S.Paub
Paran. ..
S. Paulo...
81
00
58
54
58
Verde e amareilo____
Azul e bianco.......
Ouro e preto........
Preto e ouro........
Socar., braoco e azul.
Coud. Independencia.
E. F. Paiva.
Coud. Fraternidade.
A. Marques.
O. Cavalcaute.
3." pareo -Consolara1,009 metros.Cavallos de Pernambuc i que nSo tenbam ganho r.-asla
>>* rlnliMMim n*nr*iina <4f\i \ I r. <-> 1 n Lt\t*ir.(^n*. cif, c\ -
en maio- distancia. Premios : 200/ ao 1., 40/ ao 2. e 20/ ao 3."
i-Bonaparte..
PoBrazil...
Monrisco-----
Boa Vista....
Cl........
Pirata ......
Dotlio.....
Rodado.
Rosilho.
aino....
tto.
Alazo..
"eto. .
{odado
Peraamb.. 54
a 54
54
54
54
> 54
a 54
Preto e ouro........
Eacaroado e azul___
Eac, ouro........
Branco ene........
Amareilo e branco..
Eocarnado.........
Branco e azul.......
U. L. da Siiveira.
Xeaopbonte Babia
Coud. Mouriscana.
J. J. dos Santos Jnior.
Coud Bella-Vista.
J. G. C. d'Albuq.
Miooel de Miranda.
pareoEstimlo1.030 metros.Cavallos de Pernambuco que nao cuban ganho premios
dos ltimos 5 mezus oa distaocia de 1000 metros ou maior 1050 metros. Premios :
200/ ao 40/ ao 2* eJO/ ao 3*
Titierio----
Thisbe
Berlim
Tupy.....
Village...
Pvrilampo
Potosi ....
Rodado.
Jedrez .
Zaino...
Baio--
Pernamb.
T'irdilbo...
Castanho ..
89
52
52
52
52
52
81
Azul e branco.......
Azul e encarnado
Enearn do e astil....
Brancoe azul. ..'...
Preoe ouro.........
Azul e branso.......
E. F. de Paiva.
J. M. A'ireu.
C. F. de Paiva.
Fraocisco C. Resende.
Amonio F. da Costa.
Joaquim C. Ferreira.
oaqt
P. F.
de Paivj-
pareoHarmona1,250 metro?.Animaes de Pernambuco, e aoimaes pungas que nao
tenbam ganho premios em distan ia superior i 1100 metros nos prados do Recife.
Premios : 20 / ao 1. 40* ao 2 e 20 ao 3.
A. Pohlman.
Augusto de F. Costa.
Talispber ..
Corga X...
Piramon...
Saos-souci
Maarity
Djeryd
dupiunga..
Rolado.
Castanho
Baio- ...
Castanho
Alazo...
Rodado..
Pernamb-. 52
56
sr 52
52
r 52
> 54
* 56
Azul, branc e b. pret.
Azul e encimado. ..
Amareilo e branco...
Ouroe branco........
Preto e ouro.........
Azul brancoe ene...
Ouro...............
Coud. Recife.
J. o B. dos Santos.
)oud. Bi-Vista.
D. Aona L. de Mattos.
Coud. F aternidade.
Jos. E. B. Costa
J. J. Dias.
Esto subscriptas todas as ac^es e pe-
dimos aquelles que honraram nos com a
sua assignatura a satisfazer a primeiraentrada
de 3t)[o, no Banco de Pernambuco do dia 7
11 do correnteato dia 16.
BROWNS & C.
5 RA DO GOMMERCIO 5
Serao banqueiros da Companhia o
Banco de Pernambuco
6. pareoalllaaea 1730
metros.Animaes de qualquer
100/ ao I. 0 50/ ao 3.
paiz. Premios : 500/ ao 1.*,
1 Apollo.
Eiffel ..
Ves per
Veloz..
Gaulez.
5 Alazo......
5- Zaino.......
5 Alazo......
5 Castanho-----
5 Alazo......
R. da Prata
Franca -.
Inglaterra.
Rio de Jan.
S. Paulo...
62
59
60
52
54
Preto e ouro.....
Verae e ouro
Encarnado eouro..
Azul e ouro.......
Azul, ouroe Uc/>...
Coud Fraternidade.
Coudeiaria Eiffel.
Costa & Fernandes.
Coud. Internacional.
i
" pareoSapidez1.050 metros. -Aoimaes de Peroambuco que nao teobam gaoh? em maior
distancia nos Prados do Recife. Premios: 200/000 ao Io, 40/000ao 2* e 20/000 ao 3.'
BANGO EMISSOR
DE .
PEMMBCO
RA 1)0 COMMEROO N- 38
Capital subscripto 20:000:000^000
Realisado 4:000:000^000
Effectua od s as transac^oes baocarias.
Compra e vende saque sobre todas as pracas
da Repblica.
Carteira hypothecaria ser brevemente ini-
ciada.
Empresta SOb garantas de quaesquer effei
tos que representem valor real.
Recebe dinheiros em deposito por letra a pra-
zo fixo ou em conta corrente de movimento, s se-
Mirante.....
Lucifer.....
Telegramma.
"otosi.......
Phariseu. ...
Castanho..
Rodado...
Russo.....
Castanho .
Pernamb.
52
52
52
54
52
Ene. e ouro.........
Verde e amareilo
Verde e encarnado.-.
Azul e branco.......
Azul e pncarnado ...
Coud. Manriscana.
a. Ucba.
Coud. 24 de Maio.
E. F. Paiva
B Cosa.
OBSERVARES
Os animaes inscriptos para o 1. pareo deverao achar-se no ensilhamento as
9 li2 horas da manbS.
Os forfaits serSo recebidos at sabbado 9 do corrente, s 3 horas da tarde, na
Secretaria do Prado.
Os jockeys qne nao se apresentarem convenientemente trajados com as cores
adoptadas no programma por seus patrSes, nSo sero admittidos pesagem e serSo
multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos Senhores accionistas de procuraren) os seus ingresaos na Se-
cretaria do PradoBa Duque de Caxias n. 70. 1. andar
Recife, 8 de Maio de 1891.
PELO SECRETABIO,
Jos Gomes Gauches.
9
quintes taxas
Em conta de movimento
A prazc de 3 5 mezes
A prazo de 6 12 mezes
Recife, 14 de Margo de 1891.
4
5
7.
Companhia de Trilhos
Urbanos do Recife
a Olinda eBeberibe.
ASSEMBLE'A QEBAL, ULTIMA CON-
VOCACAO
Nao se teodo ainda boje reunido numero legal
de accionistas, p-la lerceira e ultima vez convo-
cada a assembla geral para o dia 14 do correte,
ao meio dia no escriptorio da Compa> bia (sulao
das sessoes). Necta reunido funrciooar s as
sembla com qualquer numero d accionistas pre-
urtes; por isso de todo o tateresse que Ss. Ss.
le vem islo em conta e consideren! que as delibe-
acijes que a convite da directora serao tomadas
flectam intimamente a economa da Compa-
ra
a
jhia.
O fm principal, coxo j foi aununciado,
a reorganisac&o da Companbia indispensavel para
que nao entre ella em liqoidaco de Dezembro
prximo em diante.
Escriptorio do gerente, 5 de Malo de 1891.
A. P. Simoes.
mu n
L^EGO DA REPBLICA
DE
ALMEIDA E COELHO
H0JI1!
ilAJil
Programma novo e variado
O Palhaco sempre na ponta est disposto a f-.zer com que o respeitave! pu-
blico se conserve sempre em completa ilaridade.
Finalisar o espectculo com urna importante e nova pantomima.
MAAGI AMUm M li
mu
O Secretario, 6BAU
Companhia pernambucana
de navegagao costeira por
vapor
Em oome da directora, fac sciente aos Srs.
accionistas desta c. mpanbia qne no escriptorio
da mesma se acba o projecto da reforma dos
estatatos, qae vai ser presentado assembla
erai no dia 11 do corrale, afim de ser lido e
examinado por aquelles qoe asslm o desejarem
Recife, 5 de Man de 1891 O gerente,
Jos de Moraes 6. Alcoforado.
Thesonraria de Fazenda
Recolbimento de notas
De ordem do cidadSo Dr. inspector e em vista
do telegramma do Sr, ministro da fazenda de 29
do mez prximo rindo, faco publico para os de-
vidos efieitos, que a juota administrativa da
Caixa de Amortisaco resolveu que sejsm reco-
lbidas no praso improrogavel de seis mezes a
contar de boje as notas de 500/000 emittidas
pelo Banco UniSo de S. Pon lo, Qcando sem valor
as que delxarem de ser a presentadas ao troco do
dito BaDeo dentro d'es=- praso na forma do art.
115 do decreto n 10282 de 6 de Jalao de 1889.
Em 1 de Maio de 1891.
O sec'etario da junta,
Dr. Antonio Jos de Sant'nna.
Aviso aos navegantes
0 cidadlo oapitSo do porto do Estado
do Cear communicoa por telegramma a
capitana do porto deste Estado, qne o'
pharol da ponta do Mucnripe est parado^
conservando somente um luz fiza.
Capitana do Porto do Estado de Per-
nambuco, 5 de Maio de 1891.
O secretario,
Mario F. do Castro Chaves
Santa Casa de Misericordia
do Recife
No dia 11 do corrente por ser o dia 10 santi-
ficado, a junta administrativa mandar celebrar
na grej de N. S. do Paraizo, pelas 8 horas da
maoba, urna missa solemne acompaohada pelas
educandas da casa dos fxpostos, pela alma do
bemft-itor Elias Baptista da Silva, annive-sario
4o sen falkcimento ; e para assis.irem a este
acto de piedade christ, convida aos prenles e
amigos dsq> elle fullecMo.
Secretaria da HantaVeasa da Misericordia do
Recife, 5 de Maio de 1891. O escrivto.
Pedro Rodrigues de Souza.


\
. ,
\ '
-
l^siil-


6
Diario
o S;.bbado 9
.TI ti IU
DERBY CLUB
PERNAJMBUCO
17 de
PRO JE.TO CE INSCRIPCAO ,
Para^ a 7.* corrida realizarle no dia
Maio de 1891
1.' Hk%10 PROLOGO l.OOO metro. Animaos de Peroambuco
que au tenham ganho premios, podendo entrar eguas e pequiras.
Premios : 2000000 ao primeiro, 40*000 ao segando e 20*000 ao
terceiro.
flUJlli OONGRESSO 1.400 metros. Animaes pangas, podendo
entrar animaes pellada que nao ter.ham ganho em 1891. Premies:
250*000 ao primeiro, 80*000 ao segundo e 25*000 ao terceiro.
. VMM*- LIBRDADE l.OOO metros. Animaes de Pernambuco que
nao tenham ganho em maior distancia Premies: 200*000 ao pri-
meiro, 40d000 ao segundo e 20*000 ao terceiro.
4.a $lk1l>9 IQALDADE 1.500 metros. Animaes nacionaes at meio
sangue que j tenham corrido no Derby. Premios : 300*000 ao pri-
meiro, 100*000 ao segundo e 30*000 ao terceiro.
*.* WM> FRATERNIDADE 1 OftO metros CavaHoB de Pernam-
buco, que nSo tenham ganho em maior distancia, podendo entrar eguas.
Premios: ,200*000 ao primeiro, 40*000 ao segundo e 20*000 ao
terceiro
S\W&6D RBY CLfJB 1-900 metros. Animaes de qualquor paia.
premios : 500*000 ao primeiro, 150*t-0 ao segundo, e 50*000ao
terceiro.
f .* VWM VELOCIDADE l.OOO metros. Animaes de Pernambuco
Premios: 250*010 ao primeiro, 50*000 ao segundo e 25000 ao
terceiro.
S. 'SV^ EPILOGO l.OOO metros. Animaes de Pernambuco, que nao
tenham ganho em distancia superior a 8U0 metros no Derby e superior
a 1000 netros nos prados do Recite.Premios : 2.0*000 ao primeiro,
40*000 ao segundo e 20* 00 ao trceiro.e
Observares
Nenhum p'reo se realisar sem que pelo menos se inscrevam e corram
cinco animaes de tres proprietaros diferentes.
De accordo com o art. 5.' do cdigo de corridas nao poderao ser inscriptos
no pareo Prologo a egua Ida; no Congresso Gallileu, Blitz e Attila ; no Igualaade
Yeloe e Granada ; no Derby Club Gypsi.
A inscripcSo encerar se-ha TERCA-FEIRA, 12 do crrante s 6 horas da
tarde na Secretaria do Derby.
Secretaria do Dirby Club de Peroambuco, 8 de Maio de 1891.
PFLO SECRETARIO,
G. Guimares
English Bank of Bis
9 Janeiro JA.
OEaglihsBankcfRiode
Janeiro Limited avisa ao
respeitavel corpo do com-
mercio e a todos os seus fre-
guezes quedo Io de Jutiho
do corren te armo ere diante,
nao aboDar mais jure s so-
bre depsitos em conta cor-
rente.
Pernambuco, 2 de Maio
de 18&1.
Thomaz Ellis,
Gerente interino,
Expirado o referido praso a companua nao 8^
esponsabilisa por extravos.
'ara carga, passagens, encommendaa di
meiro a frete: trata- e eos o
AGENTE
Angoste Lftfeie
9BA DO COMMERCIO--9
MARTIMOS
Campaotala feriwwlliiftia le Na
t< km <;a<> onlelra por fapu
Esta companbia maritem as eegointes linha
regulares de navegaco:
Norte, tocando nos portos da Parahyba, Natal,
Maco, Mossur, Aracaty e Fortaleza, parando
deete porto um vapor a o e 21 de cada mez.
Sul, com escala pelos portos de Macei, Pene-
do, Aracajo, Estancia e Baha, sabiodo deslt
porto a 9 e 24 de cada me.
Fernando de Noronka, partida no meiado de
mez.
Rto Formoso e Tamandar, sabida a 28.
Rto ie Janeiro, (Uirectaratnie) parte o vapor
de 25 a 30 do mez.
Rio Grande do Sul, (viagem directa) sabe de
15 a 20 do mez.
Tsdos os vapores sao noves, tem excelieate*
ccommodacoes para panrageiros e para carga,
e os precos sao moito redolidos.
Os passageiros encontram. apar do bom tra-
tanento, todo o coDforto desejavel a tordo de
od> vapor.
Ob vapores que tazem as viageas ao Rio de
Janeiro, alm de terem todo o que se en.ontr.
.ios vapores modernos, accresce que faz a va
gem em quatre das e o preco de passagens
da 1.* classe 60*000.
0 vapor empregado na viagem para o Ric
Grande do Sal e gmente para carga, e tem o
calado adequ.-.do a entrar no porto daquelle Es
iade en qualajuer occasio.
Recebe se engajamento de carga por quanti
lade lixa para todas as viageas.
Outrosim, a companbia expedir vapores ex
traordinarios desde que baja carga para o enga
lamento completo de um vapor.
Escnptono, da Companbia Pernambucana
3.12. _______
Companhia Brazileira de Es-
tradas de Ferro e Navega-
do do Norte do Brasil*
Vapor S*tei te
Para passageiros, encommendas e dinheiro a
trete trata-se iom os ____
AGENTES
Amorim & C.
Ra do Vieconde de Itapariea n. 26
"CHAK^iilJRS BSDJISr
Jnited atai.es and Brazd
M. S. S. C.
O vapor AUiaoca
E' esperado dos portos do
norte at o da 16 do cor
rente, sega ndo depois da
demora indispeasavel
para a
Baha, Rio de Janeiro e Sanios
Jara carga, passagens, encommendaa e di-
nheiro a frete tr*u-se com os AGENTES.
O vapor Seguranza
E' esperado dos portos do sul
at o dia 22 de Maio seguiado
depois da demora necessaria
para o
Trtaranho. Para, Barbados, .
Thomaz. r.Vcwl'ork
Para carga, passagens. enconmendas e di-
nheiro a frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rna do CommercQ8
1 andar
Lloyd
Brasilciro
O vapor Alagoas
Commandante Joiio Mara Pessoa
_- E' esperado dos portos do sul at e
ikfctV. da 12 ae Maio seguiado depoi.-
itda demora necessana para a
Parahyba, Natal, Cear, AmarracSo, Ma-
ranhlo, Para, Obidos e Maoos
As encommendaa serao recebidas at 1 hora
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corpo Santo n. II.
Aos Srs. carregadores pedimos a ana attencat
iara a clausula 10* dos conhecimentos, que :
o caso de baver alguna reclamaco contra
ompaubia, por a varia oo perda, de ve ser felU
>or escript ao agente respectivo do porto di
'.escarga, dentro de tres das depois de final)
aria.
Nao procedendo esta formalidade a compantm
ca uenta de toda a responsabilidade.
Para passaxeps, fretes e encommendas Ira
i-se com os __
AGENTES
Fereiru Carneiro& C.
=^Rua do Commerci(]=6
indmr
T^.-npanlila
DE
rcavegafio a vapor
(ioa quinzenal entro o Havre, Lisboa' j
Pernambuco, abia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Paranagu
Commaodante Deene
r.'ed|.^ra>]o Ha Europa at o di
10 de Maio eguindo depo f
.;a iDdisecnsave demora par
_, Kio f Janeiro e Santo*
apgt-se aos Srs. importadores de carga .e oe
vapores desta liha, queiram apresentar den c
mas a contar do da descarga das alvare a*
puHuer reclamacao concemente a volme qut
porreutora tenham seguido para os portus dt
tal afim de se podei dar. a tempo ae prov*
dencias neceasanas.
Companhia Baha na de Na
vega^ao a Vapor
Macei, ViUa-Nova, Penedo, Araca-
j, Escancia e Bahia
O VAPOR
Principe do Grao- Para
Commandante Lacerda
Segnir para os
portos cima in-
dicados no di. 11
de Maio, as 4 ho-
ras da tarde.
PaTarga, passagens, emeemmendas e dinbt>
o a frete trata-se com o
AGENTE
^edro Osorio de Cerqneir*
17Ra do Vujarto- 17
555*2552 mSSSSSSSSSSS.
DB
lavega^o rosteir por Vapor
Pan Feriando de Nereiha
O vapor Jaboato
Commandante Joao da Silva Pereira
Segu no dia 15 do correo
te as l horas da m nb.
Recebe carga e passagens
a as 10 horas do dia da
'sabida.
ESCRITORIO
Ao eau da Compaoiia Pemawbmocma
n. 12
raaMiUrtnCAKa
DK
teira por Tapo
POKIOS DO 8L
Macei, Peaedo, Araoaj, Estancia
e Babia
O1 vapor Beberibe
Commandante 1 tenente Fabio Rio
Segu no da 14 uo correte
S horas da tarde. Recebe ce-
fg-j, ncoiamendas, paaiagens e
iBheiros a imw ata>2do-j.i
tarde do diada pmida.
ESCRIPT0B1O
A i Cae da Companhia Pornambucana
n. 12
.E1L0ES
H je, 9, continua o ageute Floto o It.laj v,
movis com' cado nootem na casa da roa .o Ba
rao de S. Borja n. 30.
Teica-feira, 12, deve tor logar o leilo dos
movis e oj-n olje tos da casa em que residi
o r. J in.ien Rigby, no CAIdeireiro, para onde
pirtira ti* 1 bolas e 1 quartj um trem extraor
dioano que dar passage.n gratis aos concur-
re ni-s.
Leilo
39
Do botel sito ra da Roda n.
Constando
de mesas, quadroe, etaeres, armarios, apralo
res, guarda lonca, bancos, lavatorios, 12 cadei
ras de junco, marquesao, camas de luna, cab
des, candieiros belgas, looc para a!mocj, jun-
tar, copos, clices, encerados para me. a,
de oosinha e outros muitos objeclos.
Hoje, 9 do eorrente,
A'8 il hora
0 agente Gusmao autorisado far leil) dos
objecios existentes no referido boiel, em lotes
vontade dos compranore1.
trem
Leilo
Ee orna mobilia de jicarand Luiz XV, 1
piano de almario e dilt nenies movis de casa de
familia.
Em eontlnna^io
Hoje, 9 de Maio
Agente Pinto
No sobrado da ra do BarSo de S. Borja
n. 30
Agente Britto
Leilo
Urna mobilia de j .caranda, ineia dita de ama
relio, 1 cama franceza quasi nova, 1 commoda
ioteira de Jacaranda, meia dita de amarellO,
marquezOes, 2 cabides, 1 tciletie, 1 bidet, 1 es-
tante grande para livros. 1 carteira, cadeirae
avuUas de amarello, ditas de junco, 1 mesa
elstica de 2 tabeas, 2 aparadores. 1 relogio de
parede, 1 machina de costura, guariros, louc
para almoco e janiar, copos, trem de coiioba
1 mesa de amarello, 1 marqaeza. 1 sjfa e oatros
muitos ot je :tos.
abbado, 9 de Malo
A's 11 horas
Ra a Eoda n. 52, primeiro andar
Agente Stepple
Leilo
De urna armacSo ds amarello, en vid reja
da, baloSo, canteiros, registro de gas <
encanamento.
Sabbado, 9 do eorrente
A's 11 horas
No estabelecimeoto ra das Cruzes
n. 20.
O preposto do agente Stepple levar a leilo a
ia portante armaco, balea >, canteiros e encana
ment, ao correr do martello.
Os Srs. pre'endentes desde j podtro ir exa
minar a dita armacao. _________
unen He. cilbets pira una e sopa, pi-rta
que jo, blalo par.i roupas, mesas de cusmhi,
1-oli'os, trem de coswht, rwsaH pira eogoD
auo, foKareims. farra mentas para jirdim 8
miiitos ontios objeetoa que se tornam enfado-
iib-> m- ncional os.
O ajenie Guuuao, autoritario pelo IHm. 8r.
r Jtaqom e AlboqorqdVi Barros Goimaies,
que retua-se com sua Exa,a. familii par.. Eu-
opa, fr leilo rie tuuos os jbjectos cima
nencii n .dos existentes em casa de sna resi-
rieniia.
Agente Pinto
* |lmpopiante leilo
De bens movis
A SABER :
SALA DE VISITA
"Urna mobilia de ju araona, ma.-sieo com l so-
j'a, 2 coi.solos, 4 cadenas de bracos e 12 de
g^irnic. 1 pianii forte de Pltyri, l cadeira para
i#mesmo. 1 rico espelho oval dourado grande,
6 quadrus grandes dou-ados, 1 Htame p ra m-
sicas, 1 relogio de pedra, (pndula) 8 laucas para
co'tiubdos 2 vasos para flores, 2 lida? canto-
i't'ir -s 1 sof de juoco, 4 cadeiras de balanco de
junco, 2 descansos de ps, 1 mesa oval com oe-
u a, 1 >iiid.i secretaria pequea para seobora, 1
mesa redonda com pedra, 1 lindo etagere com
armario e pratileiras, 3 lin:los candieiros.
SALA DE JANTAR
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 1 apara-
dor etagere, 1 mesa com 2 gavetas, 1 cadeira
ha pra menino 24 cadeiras de junco, 8 qua-
iros, t nacbna para agua gazosa, louca e vi-
dros.
S LA DE COPA E GOZINHA
Um goarda-comida, 2 aiolas para garrafas, 1
relogio, 1 terveteira, 1 deposito para taz, 3 me-
sas de engommar, trem de coxinba, 6 flaadres.
3 Dadas e 2 etftda*.
OBJEGTOS AVULSOS
Urna mesa-carteira com gavetas dos lados, 1
carteira para es riptono, 1 prateleira para pa-
pis, 1 cadeira para carteira, 1 machina de eos
tura, de mesa, 1 dita de mo, 1 cabide para
sellim, 2 sellins, trem de jardim, 2 filtros, 3 jar-
ros, 1 machina grande para fazer manteiga e 1
cavallo de pao com bal meo.
PAVIMENTO SUPERIOR
1. QjETO
Um guarda-vestido, 1 guarda roupa, 1 com
moda secretaria de jacaraud, 1 estante, 1 eof
estufado, 6 cadeiras, 1 cama de ferro com lastro
de rame, colchas, (ruvesseiro* el mesa.redonda.
2 quarto
Unrgoarda-vestido, 1 toilette, 1 lavatorio com
pedra, es olhq e armario, 1 porta-toblha e 1 ca
deira privada.
3. QDAETO
Urna cama com lastro
Ag<
ente Pestaa
Seguro emprego de capital
Leilo
Dos predios abalxo declarados livre e desem-
baracadoe de todo eqnilqucr oas, um grande
terreno com 5 viveiros e grande coqueiral com
diversas casinbas que do ex :eUente rendimento
na roa da lembranca do Gomes, lugar coahecido
por coqueiros Santo Amaro.
L aa casa terrea ?a a ra da Lomas Valenti-
nas n. 4 rendendo 25* 'mensnes,
Um sobrado sito a ra do CoroDel Suassuna n.
50 rendendo 30* mensaes-
Uma :asa sita no pateo do Terco n. 45 com
soiao rendendo 30* mecsats.
Urna dita si'a a ra do Visconde Goyanna n.
'.07 rendendo 25* meosaes.
Terea felra, 1 de Halo
A's i 2 horas em ponto
to armazem travesa do Corpo Sanio
n. 27
Lwlao
De ezcellentes moris, crystaeB porcela-
nas e electro-plate
Terea>fcira, f t de eorrente
A's 10 12 horas
No Chalet sito a ra da Uniao
CONSTANDO:
De 1 moBllia de Jacaranda com i sof, 2 ca-
deiras de bracos, 8 ditas de guarnicao, 2 dun
kerques, 8 cadeiras douradas com assenio de
palinba, 1 divn forrado a damasco de seda 2
banquinbos para o mesmo, 1 jardineira de ma-
deira, 1 banquioba redonda, 2 cadeiras de ba
lanco, 15 jarros de pbintasia e japooeze. 2 es-
carradeiras finas de porcelana. 1 tapete para
sof, 4 jarros de madeira com pos de ferro para
plantas, 4 tapetes para pola.', 4 capadnos Oe
coco, 1 importante secretaria de Jacaranda, 4
estantes com molduras e gavetas para livres,
1 cadeira para secretaria, 1 escarradeira, 1 qua
dro histrico, 2 ditos de mascle, 4 etagrres
chinezes 1 quadro de paisa&em. diversos livros
de direito,2 espatuUe de marm, 1 cadeira ae
rosca para secretaria. 2 tntenos linos, 1 mesa
de mogno para jogo, 1 estante alta para msica,
2 elageres douraaos, 2 escaradeiras oe louca.
1 despertador, 4 metros de gorgoro grenat.
4 tinteiros, 1 guarda vestido de amarello, 1
cabide de colamos, i mesa de vinhatico can. 3
gavetas, 1 machina de costura. 1 lavatorio ae
ferro cem baca, 1 guarda roupa de viohaiico
(obra de Bentzeo), 1 cama de ferro com lastro
de rame para casal. 1 commoda de armario e
gavetas, 1 cabide de parede, 1 cama para meni
no, 1 cama de lona par casI, 4 eacovaa fin. s
pura ronpas e chai Cos. 1 binculo de marlim, 1
toilette dt jacarauua. 1 lvalo.10 de dilj com e -
pelho e pedra, 1 .imprtame gualda vesuuo -e
viahatico (obra oe rVmseo), loor a rxtracto
i-om vasos de crystai, 2 cestas de vidro 1 guar
nico de porcelana para lavatorio. 1 toocador pe
queuo, 1 vaso para agua servidu, I elagere cm
oes, 1 guarda prato eovidracado, i aparadores
de canto, 4 mesa elstica oval de viubatico (ubre
de Beolseo), 6 cadei^a^ de pao carga, 6 das
americanas. 1 dita para piano, 1 mesa com pe-
dra. 1 filtro 3 guardas com la, 1 mesa elisiua
de pioho de resina com 8 taboae, 1 aw i reaon
da com pedra, 1 velociptd;. 1 porta flores de
metal, 3 p-aies saioeaes, 2 pralos de bronzr, sa-
uces de crysial de diversas corfs, taras pira
cbampanbe. galbeteiros, garrafas de crftiial para
vinbo. poita creme, porta gi 1 > de cry- al e me-
tal, compoteiras, liccreiros, copos ae crysti,
porta pao de me a., 1 apparelbo de porcelana
para jantar, dito para aliraco, poria farinba ae
metal, salvas, mautigoeia-. pr&ios reconatlo>
de porcelana, cazaes de ch.curas de porCftlaja
ehinezB. Tacas e garfos pera me.-a e sobre mesa
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado aob basca sclentlflca
e physiologicas para o flm de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
mento.
Esta apurada e excellente preparaco,
sem duvida o melhor remedio at hoje
conhecido para os diflerentes defeitos da
cabelladura, merece a intima atten^So de
todas as pessoa que t?m tldo a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physonomla.
Com o seu emprego intelligente tcm-st
conseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Km muitos casos, porm nio
sempre, a proprla calvicie tem sido curada
permanentemente.
Sempre se consegue lazer parar a queda
dos cabellos; emquanto que para o pintea-
ao das senioras, o objecto mais til
mais agradavel que se pode empregar.
PKEPAKADO PELO
DR J. C. AYER Se CA.,
IiOwell, Mass., Kst.-Unidos.
' A' venda as lajas de armarinho e per-'
aunarlas.
DEPOSITO GEKAJ
Brigadelro FraorUro Joaquim
HereiiM buho
0 major Antonio (la indi de Gosmo Lobo,
sua mulher e seus filnos, convidam aos seus pa
reoies, aos offii.es do exercito. reformados,
honorarios, da guarda n.-e onal, caielles e me
dicos civis e militares, (ffijiaes da guarda lo-ai
e da companbia da bombeiros, e mais pessoas
de suas relacoes de amiz ide, para asiistirem as
missas com librame, que. pelo descauco e erno
de seu estremecido pai. soe-o e av. o brigidei
ro Francisco Joaqolm Pereira Lobo
mandam Celebrar na Con eico dos Hilitaies. .-
de rame, 1 lavatorio J' */* horas do da 14 do eorrente, anmversa-
pira 2 pessoas, 1 commoda, 1 eia^ere, 1 esptlno ri do paosamento
deurado 2 quadros, 6 osteiras e 1 mesa redot-da. | de ja se eoofessam
4. QDABTO
Um guarda-vestido oom porta de espelho, 1
cama com eolebo de mola, 1 coiebao de dina.
i meia commoda, 1 espetbj deurado, 6 cadeiras
e 1 toilette.
5. QUABTO
Uai (oilplle com pedra e espelho, 1 commoda,
1 cihide, 2 quadros e i armario guarda garrafas.
Terija-feira, .2 do crrenle
Janson Rigiy, em viagem para a uapit 1
federal om ana familia, faz leilSo, por in
terve (,'ao do agente Pinto, dos movis e
mais objectos da casa em que residi no
Caldeireiro, peto da estacjto do mesmo
nome.
A's 10 1/4 horas partir do largo de Pa-
lacio o trem extraordinario que dar pas-
sagem gratis aos concurrentes, parando
as estaques em que houver passageiros.
O leilo principiar s 11 hars
Em continua^ao
vender o mesmo agente
Um caballo russo, com andares, e urna
vacca tourina.
o mesmo bngsdeiro ; e des-
agradecido a todoi que se
dignaren) comparecer aquclles actos de caridad^
e religiSo.
Agente Stepple
Leilo
do engenbo Jerusalm, sito no termo de
SerinhSem
Quarta felra, SO do eorrente
No armazem ra do Imperador n. 39
O preposto do agente Stepple, por mandado e
assisieicia do Exai. Sr. Dr. Juis oe direilo pri-
vativo de orph3o8 e ausentes, levar a leilo o
engenho cima, pertencente aos menores Anua e
Anglica, e qaal vae a leilo pat forca do-despa-
cho nos autos de inventario dos bens do finado
Dr. Triato Hcnriqoe da Costa.
Os Srs. pretendentes desde j podero ir exa
minar o referido engenbo.
Padre amaro narceiloM
Sexto anniversario de seu passamento
Dia 11 de Maio de 1891
Onde est meu filbo ?
Veio por Deus, viven com D.us e voltou para
Deus.
Celebrara-fe missas por sua alma na matriz
de R. Hertro Mariyr o> Olmria
f
Jn*r Pelxolo da Foaaeca
1. auoivers.irio
Firmina Soares Peixoto e seus sobrinbos con
vidam aos seus prenles e amigos para assisti-
rem as mismas que man 'am celebrar por alma
de seu sempre lembrado esposo e to, se^unda-
feira, 11 do eorrente, pelas 7 1/2 boias aa igreja
da Snledarie e em Obn^a na ifreja de S Pedro.
Lniz Pir-to Saraiva, tetido fallecido sna pre-
gada mi no reino de Portugal no dia 11 de
Abril do mez tinao, convida lodos os seus arai
gos para assistirem *s missas que manda rezar
pela alma da fallecida, na igreja da Madre de
Deus, Dras 6 i/2 horas da raanha de segonda
feiinll o eorrente
AVISOS DIVERSOS
Quem precisar de moendas, laxas, formas
de ferro, roda d'agua, balcOes, conchos para re
lame, furos para casa de purgar, machinas a va-
por, i'jrca 6 cavallos, quasi novas (autor Robson),
alambique, riperlinos, esqnenta garapa, todo em
perfeiio estado, dnja-se ao engenbo Bastio da
comarca de Gameileira, estaco de Ribeirao, a
entender se com o abaixo assignado. bacbarel
Joao Lopes de Siqueira Sanios.
Bernardiao da Costa Haia ft c. avlsam aos
seos freguezes e amigos que se acha estabele
cido com o mesm > ramo de negocioCacados -
ra do Livramento n. 11. Esperam continuar
a merecer Ibe a mesma eonfianva.
Alugam-se casas catadas e pintadas nos
u idos de S. Goncalo, a Hf ; tratar na ra :
mperatriz n. 76. _____________
Aloga-se o sobrado n. 40 ra do Paysan
10, com commodos- para grande familia ; a tra
ar atraz da maf:z de Santo Antonio n. 24.
Precisa se ae orna umi para cosinbar a
engommar; no pateo do Pa raizo o. 20
Glo
BARBEIH jPrecisa-se de um na roa do
Imperador n. 65.
Precisa se de nma criada para varrer e ar-
rumar casa ; na ra Formosa n. 9_A. ____
Augam se deas casas a roa Manques do
Herval os. 253 e 265, tem agua ; a tratar no Pa-
cj da Patria, quinta casa no qoarieiro de Jovi-
no Biudeira
do sobrado da roa do
liinpo, etc. a tratar
Aloga-se o 2- andar
i. mfica n. 7, com agua,
defronte n. 6.
Novo porto de carvo, embarricas e a varejo ;
Bemfica u. 6.
Armazem de molbados e fabrica de pao e mas
sax : Bemfica n. 6 Paesagem.
Precisa e de nma ama para opot ser vico
de duas pessoas ; na roa Itxperial n. 233, con-
r nte a padaria Victoria.
A Fabrica de Teci-
do da ^orre, precisa
de meninos, e^mulhe-
res.
Criado
Xa largoda mitnz de Sanio Antonio o..2
primeiro andar, preciso se de um criado que
iealu t a 14 annos de idade, que seja matri-
culado 0i apres -nte attestado de conduca.
Nos abaixo assignados, proprietarios das fa-
bricas de c,lo dessa cidade, resolvemos, em
vista da actual crise. augmentar o prego do
glo, elevando o a 120 rs. o kilo ; o que leva
mo3 ao coobecimento do jubileo e nossos fre
guezes, espere ndo dele a sua valiosa coadju-
vaco.
Recife, 9 de Maio de 1891.
H. Fonquein.
loo Holmes.
Ao commercio
O abalxo assignado !az sciente ao commercio
e a quem interessar possa, que vendeu ao Sr.
Bemardino Lopes Alheiro o botel central sito
rna larga do Rosar o o. 33, que girava sob a
firma Salvador Pires & C, livre e desembaraza-
do de qnalqaer debito, ficando todo o activo e
passivo do mesmo botel at o dia 4 do eorrente
perteocendo ao mesmo abaixo assignado.
Recife, 8 de Maio de 1891.
Salvador Pires Almeiia.
Cosinheiro
Precisa se de nm coshbeiro com pralica de
botel ; na ra da Restauraco n. 2, largo do Ar-
senal de Mainha,______________________
Aluga-se
O 2- andar do sobrado o. 18 da roa do Foge,
limpo e multo fresco ; a tratar na ra Direiia
n. 31. armazem.
Firinha para tender
rui doBium n. 82.
hadaras
vende-se na padaria da
Criado eama
Precisase de nm criado e de nma ama de
mei. idade ; na roa do Padre Fioriano n 46
a esccro taeiit'<-41aiaiaf.
Ao commercio e ao publico
Antonio Alves da Cuoba. eslabelecido com
mercearia rna M-rquez do Herval o. 29, part
cipa so poblico e ao commercio cem qnem tem
relact s commerciaes ou particulares, que o seu
caixeiro J .aquim Furcicio da Silva sabio de sua
casa, e nao se respoosabisa por qnalqaer tran-
saccSo qoe com e-ie sej feila desta dala em
diante Recife, 7 de Maio de 1891. ________
Libras esterlinas
Vende-se no
laneu Emisor de Pern;mco
Roa do Conmerelo n. 88
Licor depurad vo Tegetal lodadc
do medico <|uintella
Este notabilissimo depurante que ven
precedido de tSo grande fama infallivel ni
cura de todas as doencas syphilticas, es
crofuloaas, rheumaticas e de pelle, com
tumores, ulceras, dores rheumaticas, ot
teocopas e nevralgicaa, blenorragias agu
das e chronicas, cancros syphiliticos, in
flamacSes vrceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantas, intestinos, etc., e em todas a
molestias de pelle, simples on diathericaa
aasim como na alopecia ou queda do ea
bello, e as doencas determinada por se
toracSo mercurial.
DSo-se gratis folhetos onde se encon
tram numerosas experiencias feitas con
este especifico nos hospitaes pblicos t
muitos attestados de mdicos e docuroec
tos particulares.
Fax-se descont em eaaa da
FAMA SOBRINHO 4 C.
Mrquez de Ollnda n. i
qjgj 0RiiV?4 r
PARA O CABELLO.
Augmenta, Aformosea
E FAZ CEESCEE O CABELLO
com assombrosa rapidez
Anra
Precisa se de urna ama de meia idade para
cosinn/r; Da rna do Paco da Patria, quinta casa
no quarleiro de Jovino Bandei a.
Ama
Precisa se de nma ama p ira cnsinhar; a tra
tar na roa Pedro Affonso n. 11.
Ama
Para cosinbar precisa ie
ra da Umo n. 69.
de nma ma ; na
Ama de leite
Precisa se : na ra do Cebo n. 25.
Ama de menino
_ Precisa-se de nma ama de bons costomes par
andar com dous meninos : a tratar Da ra do
Cabo. n. 14, primeiro andar, de meio dia at 2
horas.
Ama
Precisa se de orna rapariga para Fazer a servicc interno; na roa do Proaresso n. 7.
Ama e criado
Na rna Mrquez duH-rval n. 34, 1- andar,
precisa-se de urna ama e cm criado de :.0 a 12
annos.
Ama
Com urgencia precisa se de urna ama para
fa:er companbia a ama senbora, tratar no servi-
qo de casa e faze. al^umas compras ; na ra de
S. Jorge n. 42.
Ama de leite
PreciBa se de nma ama de leite ; na ra do
Cabug n. 14. 2- andar._____________________
C aja ejipabo
Compra se em pequea e grande porco ; na
rna do Principe n. S8.
Alaga-se
Um 3 andar com soto, lerrago e agua, de
predio n. 39, sito ra da Imperalriz ; a tratar
aa loja do di o predio.
Compa: hia DistilJac,o Cen-
tral
Sede rna do Passeio \. 13
Endereco teltgraphico istittaqa iCat-
ara postal n 6%9Rto de Janeiro
A companla filiou a si o= seguintes
estabelecimentos .
Companhia Nacional de DistillacSo o
Perfumaras, antiga easa Frita Mack & C.
Companbia Nacional de Alcools Extra-
Finos, em Campos, e em Pernambuco.
Di-tillara da Lapa em (.'ampos
Schnmam & C, ra da Saude 156, 164
e ruado General Cmara, 116, 118, 190.
. Gomes de Oliveira & C, ra do
Gende d'Eu ns. 51, 53.
S. Carvalho & C, ra do Areal n.
27, 29.
Vi uva Drouhics A C, ra do General
Caldwel 0. 170.
Grande importacSo e ezportacSo de
gurdente, alcools fin's e communs, ma-
nufactura de licores, vinagre, zarope, ver-
mou h, laranginha, genebra, kummel,
guas mineraea e de todas os artigos con-
gneres a sua industria.
Boa do Passeio n. leCapital Fede-
ral.
A saccursal desta companhia em Per-
nambuco, sita no Viveiro do Muniz, com-
pra qualquer porco de agurdente e al-
eo ol, pagando bons precos.
Ho vis austracos
5 1 Ku.idoB.irao d \ ictoria 54
ANTIGA AGENCIA DE MOVIS
Receberam completo tortimeato de
movis de junco, austraco, como sejam
cadeiras, aofis e mobilias completas, bem
comu tem movis nacionae e vendem por
precos sem competencia.
Professora de piano
Urna senhora competentemente habilitada e
com pratica de en si no de piaoo, ellV, .-ce se a
leccionarem rasas de familia por mu mdico
preco, e poder ser procurada para fon ou den-
tro desta capital ; a tratar na ra Bar a la Vic
loria, armazem de movis o .49.
Aluga
se
Na praca di Tira Dentes n. 2. um rmazem
qoe se presta pare deposito de qualqucc tterca-
doari: a tratar no mesmo.
Precia-se de um
numero 109.
Criado
criado : na ra da Palma
e piacc-
vda bm,
Ouro, crvstal
Na roa da Imperatriz 78 veudf
nez de ouro com doas graduc^oes em
por 61000.
Espellus de crystal com moldura de tilba por
24500 cada um ; a files antes que se a.-abem.
Ba da inp< ralriz a. 98
Doce de Caj
Vende-se excellen-
te doce de caj secco,
feito a capricho. Na
Ladeira da Ribeira so-
brado n. 28 na ci 'ade
de Olinda.
\
l
1 k
n
\:


Diario de Pernambuco Sabbado 9 4e Maio de .891

-

NOVOPLANO
i DA
LOTEKIA DO ESTADO DE PERNAMBUt
1 premio de
1 dito de
1 dito de
1 dito de
3 ditos ditos de
b ditos de
14 ditos de
10 ditos da deseca do 1 premio a
10 ditos da desena do 2. prem o a
10 ditos da dezena do 3." premio a
2 ditos das approxiioacoVs do 1."premio a
2 ditos d.:a approxiiravSes do 2. premio a
2 ditos das approximagSes do 3. premio a
119 ditcsdas duas fioaes do ). premio a
119 dti s das duas finaes do 2 premio a
1080 di- '3 dss termioac3es do 1 premio a
1080 di* s das tenninaces do 2 premio a
Total 2,460 premios no valor de 576:0^ 00000.
Esta li.teria composta s 12,000 bilbetes a 800000, di.-ida em 0
sendo o prego da b:lLet inteiro de cada serie 40000, ou 803 ris por cada quinto
da serie.
Jaso sejam iguaes as terminarles, pasear a 2.a ao numero immediatamente su
peri'r.
'3 bi'hetes cujos nmeros eao premiados com a terminagao da centena) nao tero
direit > terminadlo da decena.
< 'i premios prescrevem um aono depois da respectiva eztracgio.
Ho serlo puros os Oiihetes defeituosos, cuj* le rificar.
Por serio Por lotera
12:0008000 240:0000000
l:20OJ0UO 24:(.OO0OOO
5004000 1OKJ004O00
2004000 4:0000000
1004000 2:000 COO
50400 1:0004000
254000 500400(1
204000 40*-4000
154000 3004000
1O0COO 21 O000
10O# KM) 2:00000' 0
5O0<>OO 1:0004000
3540l0 7004000
1C4OQ0 2> 04000
100000 80040.10
50000 1CO4O0
54C00 1004000
Valiosa RMommendarao
O conceituado clnico Sr. Dr. Araujo Pilho, estabelccido em
Anta, Estado de Rio do Janeiro, recommenda pela eloquente forma o
apreciadisaitno medicamento rio-grandense Peitoral de Cambar:
Tenho emprsgado em minba clnica o Peitoral de Cambar,
da Sr. Dr. J. Alvares de touza Soares, nos caaos de molestias bron-
cho pulmonares, colb'indo sempre resultados mnito satisfactorios
c Posee mesroo, em virtude d'esscs bons resaltados, ga.rantir o
eficacia d'esae medtoameio, principalmente quaudo estas affecgSes
tiverem tomad o carcter de chronicidade Dr. J. de Araujo Filho. >
(A firma est reconbfcida.)
O Peitoral de Cambar veode-se 24500 o frasco, 134000 meia
duaia e 244000 a ditaia, as principaes pharmacas e drogaras.
Sao nicos agentes e depositarios neste Estado
Francisco M. da Silva & C.
23l.na fiarfni k Olinda- id
PECIFIOS
DO "I I
. KijAreys de Nova York
- Jas '-inolpaeaemaasgaranadaa do Mando.
CTttA
i. Diarrhaa da enancas e AdulloB
v- apareasa'o da
rada
Hheamari
ISr-
-.--do Ventre.
ra. Eucaasa ooDemo-
Rcrra profasa
de Ue Respirar
series
SAD? PARA TODOS.
(Aviso
mmms wm

I7
t Pt'lu/as puriflcao o Sangue, corr em todas 86 Jcsorjetm de Estomago i*
dos Intestinos.
.' Por* -ileccm a saude dos coostitujocs delicadas, e sao d'um valor incrvol para todas as enfern^dades '
" pccaitar*s ao sexo femimno em todas as edades. Para es meninos assim como tambera para a&
pessoas de idade avancada s sua eificacia e incon'^sLavei.
*.ssas medicinas slo pr?oaiv.dA< smente no Estibe!*:, memn do Profes^or Hollowav,
'., NBW WIFOrii) KE (antes W3. Oxford Straet), L^Wffi,
K vndeme n toda as pharmacas do uu i vento
^"T Cs cOqfBT Joes hi*. oocidr do-; tapa* )-aa*uc a examinar ot rotules de c^da c-ixa e i'ote. se ui tCOIt \
c.rr^t.io, -a Ox4o"-J Sact, -^ alsiticasccs. ?
Pe atten^ao ao publico, para o sortimento de tazen-
zendas ue ^nnuncia, por presos commodos
Merinos de cores com duas larguras.
Nanzuks de todos os precos.
Lqbs de cores, sortimento c mpleto.
Madapqloes de todos os precos.
SargeMas de todas as cores.
Grande sortimento em chitas e cretones.
Visites de seda e merino., novidade.
Bramantes de linho e algodo.
Voiles de algodao, baratos, censa chic.
Merinos pretos, lieos e lavrados.
Grande sortimento em brins e cassBetas.
FichiiB pretos, de cores e praiados.
Amor da China^ lindos psdrSes.
FustSes braceos e de cores.
Maripos&s de cores, barato.
JambraiaB Victoria e transparente.
Crepcs voile, novidade.
Colchas de cores, indos padres.
V:st>iari08 de Jersey para eraocas.
As f'azcndas que annunciamos assim como outras mnitas que seria nfadonhc
menciuimr, venJem se por precos raeosveis e ha sinoeridade na medida.
VER PARA CBER
ALOJA DO GLOBO
55-s Ra Duqjie deCaxias 55
Antonio Fornandes e Aimdo
aos fregueses
ODTTCTOS dtx
a. ORIZA L LEBRAND
**> Place de isa Maaeleine ? FARIS
aat/gramante 20V, ra da Saint-Honor*.
ramm. m\um ess. sRiz oriza lact crme oriza
ORIZA VELOT ORIZA-TOflCA QRtZAUNE > SABAOORIZA
DEVEM 0 SEU GRANDE XITO BEM COMO 0 FAVOR DO PUBLICO;
1* Ao cuidado pereito com que estSo sendo fabricados.
2* A' sua qualidade inalteravel e suavidude do seu perfume.
MS, COMO SE FAZ CONTRAFACCES OESTES PRODUCTOS ORIZA
com intuito de vivrr zssim a custa de fama da que gozam,
pomos ds sobreaviso os irogueass no um que se nao deixesi engaar.
8 S3ADEIR0S PROOilCTOS SE VENDEM EM TODAS AS BOAS CAZAS DE PERFUMARA E C ROSAS IA
MndveM :FarieC._-i.looo illustreuio francos^orts.
VINHO 01 PORTO
ADRIANO
1198
SOLUCO e GAPSUL.AS ^
de Antipyrina do Dr Glin
Laureado pela Faculdade de Medicina do Panz. Premio Montyor,.
0 Melhor Remedio contra a Enxaqueca.
A Verdadeira Solugao de Antipirina do Dor C!;n possue urna poiiercma
acco para acalmar as lores de : Lumbagos, Tortieoli, Neorulgiaa, Seialiea, Men*-
iy.uifao difficil, Clicas violentas e os Accsits de G' o A Antipyrina pode ser considerada scientiiicamente como o medica-
mento mais poderoso contra a dr. iAcitmii<)stol!aet"t.$ti DOSE : l'DQie-se cada da de 2 i colheres da Verdadeira Soiu'" de
... AuUtoyilna do D clin.
NOTA. As Capsulas de Antipyrina do Por Glin sao desliiidae ;ts peioas
u cus nSo podem tomar a Soluc&o.
%_ Gasa CUN eC"EM PARIZ, k fhabmacias.
Urna airmentacSo repkradora, bem dirigida e
bem assimilada, leva ferro sufficiente para
regenerar o sangue dus anemios.
Beacuktz.
HOJE, que o appardho digestivo, feralmente debilitado, irritavel e falto de
uccos gstricos, carece da raair rnergia e cuidados para a sua reparacao orgnica,
de necessidAde lan9ar mSo de um preparado que, regularizando Ihe as funceSes. seja
ao mesnio tempo um remedio-alimento, grato ao paladar e ao estomago, toleravel at
p"'^ pessoas que n8o possam fazer uso das dses moderadas e mesmo, pequeas
doaes de quina e ferr >.
O VINHO AODRIANO, composto s de uva escolhida das quintas mais toas
do ALTO DOUBO (PORTO), o observados na sua vinifija^ao todos os precettos
recommeudados pela therspeutica, finamente aromtico e balsmico, fortificante e
reconstituinte, veio co-responder perfeitsmente Aquella necessidade.
Udco recebadores neste Estado
GULIAKAJES & VLENTE
6 C rpo-Santo 6
nsJMKT
raenmaUcas.___.___
Inwrmltteaie.........
.porreimaa. Internas ca
-, f?I?,*,i*ln^"05.8,inKTe,ltI............
) tkthalaia. Olho tracoa ou inflammadoa.
.urarya, agudo ou chronico, DeBaio.......
j. oTneiUche, TossewpaFmollca.............
i. Aaasa ResplracSo djucaKoaa.......
S gapvaracia daa OiSaa, Sures..........
24. nebillaaie eral, ou physlca..............
'* BT.drapeala, AcumulaoSea Suidas...........
S*- E,^. Mar, Nausea. Vomltoa............
- 'luleatlaaaurinaHas, Calcoks ou Ped^a
! Inipeieacia* Dehittdade nervosa, aemioa..
< k,asalaui aa Bocee, ol At^hu
' >acaatlaeBola de Onrina. urlnar na
**n^ia..............___
V Bf*g^i*jiairMai'Kira''.''''.l."."
* Moleatlaa da Caranda, Palnllacdea. etc..
*-py Ieaala, Mal caduco. Ootta coral. Baiis de
w S,,fctrta,l^'nwlnode'OarMit!'.;!!.'
as. CeaetoeaCBronicaB,DordeCabeca ...
,c'afcaB!.d2 i" Hmnphrora, 144 pagla.xs sobra
as galern Idadea e o modo de cural^is. i*e U nata.
RMavae ao seu boUerrlo ou
HCMPHIVS' MBDICINE CO.,
109 Faltn Stieet- JtW YORK.
NICOS AGENTES
Para vendas em grosso eix)
PERNAMBUCO
Furia Sobrinho & G.
DROGAMA
A' Sua Mrquez da Olinda n. 1
Rio ka atis Ubml
As Perolas de Sulfato de Quinino, de
Brorrbydrato de Quinino, de Chlorydrsto,
Valerianato de Quinina, etc., etc., do Dr.
Clertan contla cada nota dez -centnam-
mas (dous graos) de sal de Qoinioa chini-
qswwtfe paro, de fabeieac^o Iranceza, e
proparadas por um processo approvado
pela Academia de Mediciaa de Pariz.
Debaixo de um involucro gelatinoso,
delgado, transparente e mu fcil de di
gerir, a Quiuina se conserva infinitamente
sem alteraba", e se engole sem deisar o i
menor amargor na bocea.
Cada frasco contm trinta perolas, equi
wdendo a tres graanaa* de sal de Qu-
aioa.
Dr. Clertan.
Cada vidro tem a marca e em cada
perola estao impressas as palavras : Clers
tan, 1'arE.
Vende-se a varejo em quasi todas as
pharmacas. Fabrica e venda por atacado :
Casa L. Frere. rus Jacob, 19, Pariz.
ESPECFICOS
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de (tova York.
Emaao mala de ao annos, simples, sasmros. effl-
caxei e barato*. A vearfa as rfroBartaa lltar-
uaclas pricfpaese mais garuuti las do liando.
No. COBA
i Febre, ConaestAo, InflamrjacOea.
S- Colerina, Colara-Morbo, Vomitas..... ......
' I"*f OoaatBacao, Kouquldo, Brmchlte..
* Ja* fe peatea e de Cara, e Kevralgla.......
te
I0. l>is>BMa?Ualgestao, Itso de __
U- f u pareaaio da Krru Eacasaa oa Demo-
de Ventre.....
^SS5&E$
rada
15. RBeamatlmoTtmresrbeamaticaa.
6. .-.-zie, JlaJclia, Hatea inc.rmli lente
a. Ueaaarrhaldaa, Almorremu*. fe
js. o JSE^l^,afjy3L_
S ;a,>s<^<>o"clironico.I)efluxo.......
JO. Caaaelpcfae,Toaseespasmodlca..............
n-Aaa>a,r -tW*o dlmcullosa.................
'-laaaCMastS
Inchaccs e h
ra., ou ghy
cumolacSea ( x.
'u Laftammado
'rolula
84. Debilidad aera., ou physlca
g. H y 11 rapeara, A.-umulacoes fluldi
S- IW.00 fl Mar, Gansea. Von'ltos.
2,1 ^^J^j^*r',^'otoBaa'oaPora
2S. Impotencia, DeMUdailo"nervosa, semlaai
5. Chaamlahaa ib Basca, ou Aphta........
90. Iucoutinencia de O urina. Ouxlnarsena
Cama.........................................
M. lIi'nstruai;o doloroso. Prurito...........
A- Molestias do Corac&o, Palpltacies, etc..
3S. Epylepsla,Sal caduco. Oottacoral, Baile ds
34 Iliphtlieria,'lliu'm:illiniMii-i;anpuita' "."
85. Conceatoea Caronicas, DCrdeCabeca...
O Manual do Dr. Hum niiivys, 144 palmas sobra
as BnfermkUdeae o modo de cural-as.sod4gratia.
pedoae ao seu boticario on i,
HDHPHSKTS' MEDICINE CO.,
19 Faltn Street. NEW YOKK.
nico deposito para Tandas em
groso na imperial drogara de F.
Man el da o Silva & C.
Kola-Bh-Natton
BICA BU CAPK1MA, THBOBROMINA, TANNINO, B MATBR1A BBCARNADA DA KOLA
rtfito* EssExcMUirarr heceheudme
rlr Se Vinho Kola-Bah-Natton
Extractos fluidos, Pastilhas, Pillas, Essencia da Kola torrada
tlnioom productos expeiimentados com o maior xito nos hospttsss de Faos, desde MU pelos
Doutores Dujahdin-Bkaumetz, huchako. Dlrian,Hallbs,Konnbt,etc.,na mil. OHIwmU.
Canralescenclaa dnanias 1 illBctU. rebrea (ljajiu, UttraltUt*{, HUaMit), Ilaarrnea* partUaasaa,
ya-anterla, Slab.tea, Anmmlnnrta. ybo.pUa^rta. w FKAaatAClAdBAaBEaarRAJJCE as. raoCaa)aliliT>.>ara> -BaenaaaHaT raAWat. daSn.TA>
SiS k i
oticr
Vende se em todas as casas de drogas,
Sabao maravilhoso para limpat^B
taes de tedas as qualidadee, mar
mores, madeiras, trens de oosinha
soalhos, paredes, pintoras, etc., ete
Sabio indispensavel em casa =
familia; poupa tempo e trabalho.
8AP0IJ0
Nao se osa para Lavar a roapa-
perfumaras, ferragena, armaaens
DEPOSITO ERAL EM CASA DE
HEIfRT FORSTER efe C.
cm^im FORCA e SAUDE
AS PESSOAS IDOSAS E
^^B aconselhamos
As
CEmgts
ENFRAQUECIDAS
VINHO de BAYARO sSfflsi'
HotrHIvo Reconstituinte
> o emprego do
C4RSE e PHOSPmrot.
g^m^ *fj KTnpreg-aO em todos OS HOSpltSes. Haaialha de Ooro
Mal PUS 4, OaUAM m C'\ 49. rae de JaTaubaug, e M pbirmciM aaH
AZEITE DOCE
DA OAZA
Michel&Loques
m
Superfino
EXTRAHIDO
4
Fri
DEPOSITO GEAL
BB oaxa MICHEL LOQUES
ts TESCE, aerw ie IKK (Frssft)
ES TODAS AS CAZAS DE SF.CC0S E MOLJIADSS
dO BRAZIL
Exigir o Jtulo
MCHEL &
L0QUES
A's alaiascaridosas
Mar Candida Wanderlr.' Autran, viita dt
AlUuqu'Tque, moradora na roa de Saata There-
~a b. 60, tesoo em soa cempanhia tres mocas
solieiras, orpbas, acbande-se ua saior indigen-
cia,, sera recoi sos paramanter-se, vera recorre
aa almaii maldosas qoe a saccorraiu e anxiliem
na pelo amor de Deas, visto como nao enebergs
mais cous aleoma.
Aluga-se
Um armazem na roa cas Triocaeiras n. 1
rat-r judio. Da loja de sifgaeiro.
Alu^a-se l>arato
A loja do cebrado n. 67 ra do Battholomeo
pro ha para qulqa-r est belecimentn, est
livre de impotos a'^ssidos ; n tra nr na rita
larga do Rosario n 31. ^ -indar.
^^ _
Celebres Remtdios Le Roy
Mtiu 4a ta Maw raliat i jm I
AS
PILULAS LE ROY
Populirutm FRANCA, na HESPtNHA, ni AMERICA,
no BRAZIL onde Uo
tutfiudu filia Junta da Hyglene.
vaAM-os ................ /< vBaaooa
aaaaa 1-ilui dio toda a facilidade de tratar so, par
piafo barato, e de Be corar em pooco tem po.Ellis xpu luat
tapidamente os bnmores, bilis, hnmores Tiaccaoa viciado*;
que oooserram as moleatias; ellas puribeam o sangoe
a lmpadem sa /ocahldas.
- JBmprogam-ac *>
BerbMlko,. 7ei^^U^Eem,
Jfewajavf<,o.
MaJitHiWil.UplIkliLfi
tiilQui traa *K siititasNanaaa
PH- Oottia
% ^tmttt.um^4
Bal TODAS ASI
0<*ulo de alcance
Qaem ti ver nm, e queira vendel o annunfie
ou dppareci ra de Lomas Valentinas n 22,
p uifiro updar.
$t&tohfy
Aluguei barato
alfil flO as seeTiintes casas :
Ponte Velba n. 22.
filtrada ioo de Barros, n. 19.
Mkw Vtscei>1e apanca e 43 !. andar.
Visconde Iiaparica o i3.3. andar
Roa Ped.-o AtTease r 4*). 1*. ?ndar.
Pedro Alfonso, n. 46, acmazonj.
Ra das AgoazinbOR n. 7, era Beberibe.
Roa do Rosario n. 39.
Travessa do Carmo n. 40, loja.
Roa Visconde Goyanna n. 163.
Lombas Valentinas n 4.
Coronel Snassuna o. 50. i andar.
Beccs do Caropello n. 1,1.* andar.
A tratar i raa do Cavnmwcie a. 4. 1.
escriptorio de Silva Guimafes C.
-se
A casa n. 20 ladeir do Vsradonro de Olin-
da, com bons commodog, cacimba e grande
qnintal. com portan para o becco da Pwira, bem
cono as de d. 4 da travessa da PoBdicSo e a de
o. 3 da travessa dofiorpo SaDto ; a tratar na
ra Direita n. 45, sobrado.
Paos kimpi mn bus
Vende-se rna Doqoe de Caxias n. 9i.
O'osinheira
Precisa so de ama cosinheira ; na rua Dnaoe
de Caxias n. 44
A's maes de familias
QUERIS VO88OS FILHOS 8EMPEE 8ADIO
Adminttrae-lhe o XAROPE ou a*
Plalas VeriBipurgalivas
DO DR. GALASJWS
ptimas preparayoes de mastraz
o rhuibarbo, para a expulsao completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
intestinaes ou lombrigas
(DAS CRANLAS E DOS ADLTOg)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO!
Estas excellentes preparacSes nao ne-
anda
AVISO
Participamos ao ponheo e aos oosbos fregu
es que resolvemos desta data era dianW eolio
car sobre todas oa prodectes a-1 idos de,' noss:
cat9, arca registrada, coowae o tjesenbx
cima. Atjateues que nolesar ma matea, po
derio ser considerados, como nao sabidos d;
Bulira Francea,
22- Rua da Cruz -22
Ao crtfflmerclo
t-
1
w
fa
O
lVAIS
11 r ,a. dos msis conbecidos mdicos
' leu, umA a.-c~ immediata sobrs aficoaomlaaesa qas
'ai resulte a n:pr.or perturbacao. e do mesmo passo
ios restitu su sauau'* sua cor natural d4heo rifor i
iae^ir.orcoiisliluiQdo-o.Outraqualidade tem Uru-|
*D.oIurioUravaisi|ue de aSoeoogrecer os dentos.|
Hija toda i cut/i ce") si Imltstfiei ou
Contr/aifO.
Exigir a Brma ajiRAVAlS.Isnpriinlili Tamelta
DaroaiTo k aoa raara asa anacas I
.V^oaroRiracaao: Oa*aa,r.at-taaara.Pari
Declaramos qoe nena data temos jnsto e con
tratado, livre e (tesemfraracado de lodo c qnal-
quer onns com a Exma. Sra. D Emilia Ferreira
da Cunta Sobrinba o fea estabrlecimento de
calcados rna do Livramento n. 11.
Recite, 29 de Abril de 1H91.
Bernardino da Cesta Maia & C.
ATKINSON'S
WHITE ROSE
. Original e nica venladeira, Ooob I em toda a parte como wndo o p*-Tfp'uo i
l o maia dalioigeo. Eritar u contralao.o. i
ATKINSON'S
FRAneiPANNE I STEPHA.OTIS
ESS.BOUQUET I JOCKEY CLUB
[ e outro perfumes celebres sao superior |
KM outras pela sua fores e aroma natuxal '
Vcudem-te em toda a parte.
7. *. B. ATUVSOr,
34, Od Bood toM*. Londres.
l AVISO Legiuaui a*ente <-om o rotulo-j
atcodo aiol e ro.relio a uirca de
Ubncaiuaa 'Rosa braoc" rom.
e completo eodereco.
O Bazar da Boa-Vis-
ta, a ruada Imperatriz
n. 88, acaba de rece-
ben oah especial mar-
ca JBUJLL DOG
o melhor que tem vin-
do ao mercado e ven-
dem a 3^600a la ta com
urna libra.
AtFJiFDO JOPES U.
WfflSKY
Boyal Blend marca YUDO
Esto ezcellente Whisky Escoces pre
erivel ao cognac ou agurdente de can
jara fortificar o corpo.
Vende-se a retaiho nos me horea arma
tena de molbados.
Pede Roy al Blend marca liado
:uio nome e emblema silo registrados pan
do Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Modista
D. Leonor Porto
Continua a exeoolar es mais difficaltosos figo
rinos rrcebidos de Londres. Paria, Lisboa e Ca
pltal Federal. Prima em perfucao de costara
em Drevidade em presos e Ono gosto; ua roa dt
Hespido o. 88.
Telepboae147
oessitam de purgativos eomo auxiliares
visto serem purgativas por si mesmas. >
As pessoas quertm vermes sentem co-
licasv tem constantemente diarrhas, indis-
posicSo, sensa^o de corpos que se movem
nos intestinos, endurecimento do ventre, e
s vezes, vmitos. Rangem os dentes, quan-
do dormem, e algumas pessoas expolien
vermes com as fezes ou com as materias
dos vmitos. s ceancas apreaentam as
dupillas dilatadas e inapetencia.
s pillas levam impresso o nome de
DR. CALASANS e sao cor de rosa.
I caixa de pilulas 1J2G0
l vidro de xarepe 1)91200
AS PRDCIPAES DROGARAS E
_____________PHARMACAS
Liquidado de cal-
cado
A FLOR DO BOSQUEa rua do Li-
vramento n. 10, chama a attencSo de seus
freguezes para os artigos obaixo descrip-
toa, cujos sao vendidos por precos resumi-
dissimos para fechamento de con tas.
Grande sortimento de botinas inglesas
de diversas qualidades a 9000, 100000 e
110000 o par.
Botinas para homens, das melhores fa-
bricas do Rio, por presos sem compe*
tencia.
Botinas de cordavSo, com salteiras obra
forte e elegante, fabricadas especialmente
para as Ezmas. Sras. normalistas.
Sapat(>s brancos de setim e duraque
proprios para as Ezmas. Sras. noivas.
Ezplendido sortimento de botas para
montara, tanto de oouro da Rubsia preto
oomo branco.
Chaucos e tamancos portuguezes para o
invern.
Botocos e cothumos proprios para caca-
Botinas nacionaes impermeavets, obra
solida e propria para o invern.
L'.ndo sor timent de sandalias de todas
as qualidades> tanto estrangeiras como
nacionaes.
Para creancas de ambos os sexos ha
sempre nesta casa o mais completo e va-
riado sortimento de botinas, cuthumos,
focos e sapatos.
A FLOR EO BUSQUE
10 R\A DO LIVRAMENTO
Costa Campos & C.
10
Fabrica Caxias
Devido aos pregos que esto custando
os fumos fino t e o augmento de salario
aos operarios : Os pregos dos cigarros de
aos8a fabrica, eerao os da tabella abaixo,
com o descont de 10 r0 at 5 milhei-
ros, e d'ahi pura cima 15 t.
Nao se toma nota de menos de um mi-
Iheiro, as quantidades abaixo s serao ven-
didas a dinbeiro.
Tabella de Preoos
Fumo picado
Cazias 6VJ00
Fir das Flores 70000
Uparas 60OCO
Daniel 60000
Operetas 50000
Japonezes 60000
Fumo desfiado
Especiaes 70500
Aristocrticos 60600
Mandarina '0006
Cubanos 60500
Flor do Estado 605CO
Caporal 60009
CRIADO
No becco dos Ferreircs, n. 8, precisa se
de um bom criado copeiro, fiel e de ptima
conducta.
Escolas publicas
Estao fuoccionando no paleo do Unamente
d. 17 e na> roa larga do Ro?aa D. M, as esco-
las regidas pelrs professoras Julia Ayres de Al-
meida Freius e Grata Barrete de Menexee.
''

I





.
i

-^ 4

J-.'i'lUjWaa.i'



i
1
M

f

4
!*
/
1
m
VENDAS
Diario 4fi P<&|mbuco Sabbado 9 de
O Banco Popular,
vend libras esterlinas.
EeparUlbos de brins e setins para s i nhor^s
meninas, receben k.r;-"de vantdde.
Au Paradi de Dame
Libras Sterlinas
Vende-se Da loja de oas de Augusto do -
*, CJ na do Caboga p. v. ____________
S.bo (lealcatro
Ha grande conveniencia em se osar este in
portante sabio em todas as caa>a de familia
tacto para bao Do cerno para lavagem de roupa
desinfectante, amacia a pclle e faz desappa
recer impingeos.
De[C8ito ra da Madre de Deu* n. t6
.llccac,
ao
Urna boa c^.
Vende se a t vi-rna roa de Hortas o. i, urna
das mdbores localidades cesta praca ; a traiar
aa Qjesiin*.
Vapor 'Magua rie"
Vende-8" este vapor t-tn bom estado de ron-
jervaco, coja cmara construida de lindas ?
especiaes mad piras, i.restando se elle anda ;
raxer viagena que nSo aejam mediante peqneoos reparos ; podendo, em casi
contrario, ser aprsveitado co no om excellenti
pontao. para descarga de navios, etc
As pessoas que preieaderem e quizerem exa
minai-o, podem dirigir-se bordo do mesmn
rjoe acharao pessoa babihtada a dar-lh'-s qoaes
qner explicacoes ; a tratar no caes da Compa
ohi Pernambocanan. M__________________
Antiga fabrica de Cajru-
bba
Vende-ge os utensilios des a fabrica e
tena preparados, como sejam :
Gran le quantidade de depsitos, ma-
chinas para diversos mysteres vasilha
me; grande quantidade de rolhas para
frascos e garrafas: um vapor de torca de
4 cavallos, e sena pertencea, orna caldei
ra para coser no vacuo; urna prensa para
enfardar, e grando quantidade de lqui-
dos diversos, prospectos e um folies de 28
a 30 poliegad s, e novo, etc., etc.
A tratar na mes a fabrica com o pro-
pietario que far qnalquer negocio em a
nesma, k ra de Luis do Reg n. 14.
Aos senhores de engenhos
Tri-sulphito de cal
aperlor m cal de LUb e po(n<
Para alvejar e limpar o as-ucar
Vfcndem Guimares & valente
6Corp o Santo6
?
Esplendido sortimeoto de grvalas chics, reti
ron da Alfandega.
Au Paradi de Dame
Ra Bario da Victoria n. 38
B. OH UBDlnA & C.
Ra Mrquez de OUnda n. 11
Armazem de cerveja, vi
Qhos, champagne, licores
cognac, agua mineral, con
servas, etc., etc. Unic<
deposito da afamada cer-
veja Phcenix de Dortraimc
e do chocolate Ph. Sucharc
Je Neuchatel.
Agencia da grande fabn
ca de charutos Dannemam
k C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti
nas duas fabricas foram pre
?liados com a medalha d.
Ouro na Exposicao Univer
*ai de Pariz, em 1889
Fabrica de gelo
Aguas e limonadas gasosas t
todas as qoalidades
Soda water, ginger, ale, limao. laranja, cura
cao, abacaxis, granadina, grosellas, franboi.se..
baonilha, bnrtela-pimenia, etc., etc.
II ACAES DO CAPIBARIBE-iJ A
F0LHETI1
FLOK DE MAO
POR
JORGE PRADKL
3E5UXTHA PARTE
FELICIDADE COMPLETA
nontlnnaco do n 102)
V
tfeYetMrMkllMIs
Devia forzosamente attrabir os olhares
dos curiosos.
Na mesma estrada, afastado, corra na
dkecc&o do Motte-Beuvron, um cop mo-
desto, despido de galas, guiado por um co
cheiro trajando longo capote preto.
Lavava Fdar e Marcelina.
Depois da sceoa da margem do rio, dei-
xando a velba Henriqueta debate r se entre
aa patas de Porthos, o conde rennia-se
moca.
Partamos depresaa.
E attrahira-a a carruagem.
O cocheiro era russo e nSo fallava urna
paiavra de francez.
Fdar den lhe ama ordem e fechou a
portinhola. -
O vehculo pmrtio com rapidea do vento.
Marcelina cahira aem sentidos obre os
cernina do coup. #
Gr firif IquiJacSo de fzendas
O prc'prieurio da 1< ja a Estrellas,
t.ndc rei-olvid > acab r ua l que d- Oaxias n 58. i.fira de estahele er
i a nicsma armetem p a vender pecas in-
teiaa ern descont, liquida todos os ar
tigos existentes oa^iesma, sem limites de
pre9o a saver : '
Sedas
Sedas cruas para vestidos ricamente
bordadas e lisas.
Sens de todas as c6res com pequeo
toq e de mofo.
DamassE, gase, fouUrd, reps etc.
Lans
Cachemira de todss os padrees.
Merinos pretos e de cores.
Lana de todas as cores e qualidades.
Tecidos de algodo
..retoes, cintas, batistas, lumns, zephi*
ros, gltcs, setins do J^po, voea, fu.-tao,
etamines, renda na China, cambraiaa bran-
c s e de cres, lisas e bordadas, setinetas
e damases de algodo.
Conecces para se-
-horas
Robes para senhora
Cortes de linn, eambraia de corea,
cretone etc.
Vestidos feitos de cachemira, ricamente
enteitados.
Dites em cortes de seda e de 12.
Casacos de Jereeys de todos os tama-
nbos e cores.
Tecidos de la e algo-
do para bom em
Cortes de casemira de todas as qualidade.
Ditos de brim.
Casemira pret e de cores de todas as
qualidadea.
Brins de linho e de algodo, brancos c
de cores.
Casaineta de todas as qualidades.
Confecces diversas
Roupas eitas para meninos, diversas
idades.
Sah.das de baile.
Fechus de todas as qualidades.
Enfeites de vidnlhoa de diveisas qua-
lidades.
Espartilhos para senhora.
JollarinhoB e punhos para sedhora.
Meiaa brancas e de cores, para senhoras
e meninas.
Bicos, babados, entremeios de todaa as
larguras
Confecces para ho-
rneo*
Camisas brancas e de cores para homens
e meninos.'
Ditas de flanella e de meia branca e
de cores.
Meias : ara homem.
Ceroulas, collarinhos e gravatas.
Artigos de lei
Br? mante de linho e algodSo, de 2 e 4
larguras.
Cobertores de 12 e de algodo de todas
as qnaldades.
Atoalhados para mesa, brancos e de
cores.
Toalhas e guardanapos para mesa.
Ditas para rosto e para baoho, felpudas
e alcochoadaa, de algodSo e linho.
LenQos de todas ss qualidades.
Ditos ricaaente borlados.
Grande quantidade de retalhoa de lans,
seda, chitas, cambraiss, algodSo, brins,
casemiras, fustSea e mnitos outros artigos.
58-RA DUQUE DE CAXIAS-58
Loja das Estrellas
Servindo de indicaclo a bandeira
(Loja das Estrellas 58
Tthphont n. 210
Sedas
Surabs de toda? as cores, sedas brancas
cores, rCebiu lindo sortimeoto.
Au Paradi de Dame
e de
iuard nap< s a l(>2ti0 a duaia.
dem cum franjea & 1&SOU a dita.
Toalhas superiores para mesa a 4yJ00u
54000
dem para mos a 2*560 a duaia.
V'elbutinas bordadas e lisas a 800 re.
covado. ^
Meia casemiras de cores, 2 larguras
liJkXX) o covado.
Caaemiras pretas, diagonal a 5800 o co
vado.
Cheviots asul e preto superiores.
Pannos para xcesa a 10200 o covado.
Atoalhados adamascado* a 700 re. metr
'olchas superiores a 24000, 34000 e 4
Cobertas de gaoga 2 pannos a 24600.
'ortinados bordados a 7 000 o par.
Setins brancos para n >ivas a 14 e 1420G
Sedas dem para noiva a 14200.
Todos Ofe artigos cima e contram-b
aa roa Duqne de Caxiaa n. 59.
Loja de Pereira Hagalhies
Vende-se
k
MAI8 BABATO
Xa foja das Llsiras Aiaea
A ra Juque de Oazias n. 61
Vestidos bordados em carta a 54000.
Vestidos bordados em linho phantasia
94000.
Mibins lavrados infestados de todas ai
cores a 140C0.
Folab de seda e Etamines de seda
14200.
Gorgobao preto de seda a 24500.
Caxemiras pretas lizas e lavradas a
14000.
Voailes phantazia largOB a 500 reis.
Tecidos arrendados a 400 reis de toda*
88 cores.
Mobim entrangado para familias a 34b0(
a peca.
Bramante de linho com 10 palmos
14700.
Atoalhado adamascado a 14250.
Guardanapos de bonitos desenhos a
24000 a dusia.
Toalhas grandes e para banho a
1891
VENDEM-SE
Na Loja das Listras Azue?
A
Rna Duque de Caxlas a. l
BBTR\TO8A OLFO
^om ricas molduras douradas em alto re
levo e cordSes por 254000 e mai.
procos.
Retratos a crajon
| De tamanho natural ricas molduras don
radas.
Para todos os presos
EstSo em ezpoaicSo muitos retractos d<
pessoas muito conhecidaa desta cidade
'pata a publico ver, e faser encommendas
Para encommendar bastante mandar
um pequeo retrato, em cartSo de visita
nao importa que seja antigo, bastante
dizer a cor dos oaos e do cabello, pan
chegar uin lindo retrato desojado.
As encommendas s o feitas
Ao agente nesta cidade
JOS' AUGUSTO DAS.
Ra Duque de Caxlas n. i
LOJA DAS LISTHAS AZUf
A Florida
Acaba de receber directamente.
Espartilhos para 5 e 65.
14500 dem finos bordados a seda frouza a 84 e
Carvo
Vende se na padaria de Mello -arga do Rosario n. 40, a 400 re. a barrica
Gaz
Vende se em caigas e latas por preces com
moci, brii'n como vende se um bom de.osito
(pipa) para slcool ou agurdente.
(-ORTINADOS bordados e de crochet
74000.
Crochets para sof e cadeiras 5 por
84010.
Alcatifa para forro de sallas a 14200.
Cortinas de cores, novidade a 14500 i
metro.
Espartilhos de ,-etim bronco para noiva
a 104000.
Espartilhos de todos os tamanhos desde
44000.
Meias finas brancas cruas e de cores
todos os preces.
Camizas para .homens, meninos e se
nhoras.
Serolas francesas de linho e nacionaei
a 14000.
Leques transparentes para noiva.
Capellas com ricos veos para todos o*
presos.
Enchovaes para baptizado desde 64000
94000.
Luvaa de seda e de peilica para Sras. e
meninas.
Bicos de seda e de algodSo brancos e de
cores,
dem preto de 1S e de seda, sem e com
vidrilbos.
Ga'ftes, palmas, pingentes e guarnicSo de
vidriho.
Leques de gaze, setim e papel para Sras.,
meninas e mocinhas.
Bolsas do chagrn, couro da Russia, vellu-
do e palha para Sras. e meninas.
Boleas de ouro e de palha, proprias
para viagem.
Sintos de couro e de seluloide.
Sapatos e toncas para bapt'aado.
Sapatinhos de setim, merino e
b: ptisado.
Pulaeiras, anneis e brincos finos
qu americano, com e sem pedrea.
12 para
de pa
MICDEZAS tambem se vende mais barato Grande aortimento de bordados brancos e
como rejam: fitas, baleaa, borrachas
para vestidos, ligas, grampos, pbanta
zias, extratos, pentes, escovas par
dentes, flores, bicos, rendas, bordados
na loja de
fos Augusto BJaS
Chombo de mnnieso
DA
A1IC4 DO RIO DE JANEIRO
EMPREZA OBRAS PUBLICAS
Moura Bordes efe G.
Largo do GorpoSanto 19
Tem aempre para vender e receben)
encommendas pelos precos da fabrica.
Aos sapateiros
Na ra da Madre de Oeos n. 16, vende-se a
retaibo meios de sola per barato prego : i elles
antes que se acabem.
Planta s
Na estrada dos Afilie tos n. 28, sitio, venden:
se enchertos de laraoReiras e limoe ros de todas
as qolidades. arvoies fructferas, 1 ndos e va-
nados crotoDS a preces resumido.
NSo ousava interrogar Fdar;
Parecia-lbe continuar a ouvir os gritos
da cuchada, e depo.s o tropel de cavalios,
todo o tracaseo, emfim, de urna caravana
a correr lhe no encalco.
Fdar, de instante a instante, erguia a
pequea cortina que ve lava a ccnlo da tra
zeira da carruagem.
Nada, dizia elle, nSo ha nada !
E tranquillisava a.
N3t> descobriram as noseas pega
das... NSo nos perseguem.
Apezar de todo, ella continuava a tre-
mer.
Prefera cem vezes a morte a cahir no-
vamente em poder d'aquelles que tanto a
haviam torturado. ijt
O conde, agora que a saa inquieta^ilo
acalmava-se, seotia-se singularmente em-
bancado.
Est com menos medo agora? aventa-
rruse elle a perguntar. Sente-se me-
Ihor '.' Est mais calma?
Sim 1 aim obrigada, respondeu ella
com vob tremul -.
NSo n.v. .' nSo me agradece. .. su-
plicn-lhe !...
E ascrescentou, tSo baizo que ella mal
oavio :
Nunca me senti tao feliz.
Ello dizia a verdade Nadava em pleno
co.
A carruagem segua agora pela estrada
de Argn t e corra direita sabr Gien.
Os fugitivos chegarm estacSe dessa
cidade as 6 horas da tarde.
Marcelina havia partido sem chapeo e
sem capa. s
Fdar, porm, tinha pensado em todo,
conforme dissemos.
Marcelina bavia encontrado no coup
um v^sto sobretudo de pellucia e um ca-
pas, que devia occultaf a todos os olnos o
sea rosto maraviiboso.
Em Gien esperara na plataforma um
criado de libr escura.
Approzimou-se do conde e entregou-lhe
um bilhete.
O trem vai passar d'aqui a um quar-
to de hora, Sr. conde.
Fda^agradecen com um signal de ca-
bega.
Marcelina tr.hp.-lhc tomado o brac. > ;
coberta pelo capuz, velada a todos os
olhares, ella trema como um passfcro sor-
prendido no ninho.
E elle, c n a voz mais doce, repetia-
Ihe:
Acalme-se, acalme-se, supplico-ihe...
O perigo est passado... Como quer que
tenham f -ito esm tanta presteza trabalhar
o te.'egrapho ? E' itcpossivel. Vai licar
doente assim...
Ghegava o trem. '
Fdar rrostrou o teu bilhete a um em-
pregado, que cumpriraentou graciosamente.
Um compartimento reservado. Per-
feit ament.
Oispensam-se sempre todas as Etteneo^s
a um genthman que paga o laxo de um
compartimento para si so.
O trem parti.
Marca lina atirou para traz o capuz, e
o seu lindo rosto appareceu em plena luz,
com os olhos dilatados pela emocZo.
V^eu d:zer lhe qual o nosso itine-
rario, comecou Fdar, e vai ver qne tudo
marchar s mil maravilhas. As grandes
dfficuldudes estSo vencidas. Vamos che-
gar a Melun. Ahi tomaremos o espresso
daa H e 30. Estaremes em Dijon 1 hora
e 56 miiutos. Tornaremos, a partir 12
minutos depois, e s 6 e 10 estaremos na
Suiasa. Oh accreacentoa elle rindo fran-
camente, sei o indicador de cor e saltea-
do, tanto tenho lidado com elle n'estes ul-
tin.08 oito diaa.
Como o senhor bom murmunu a
mofa. Como agradecer-lhe, mea caro
salvador ?
Nao me agradecendo... Deilando-
de cores.
Perfumaras des melhores fabricantes,
agua dentrifices, teos e pastas.
Grande soitimento de fitas modernas de
n. 5 80.
Mantas Regatas e Plastrons, de gastos
modernos.
Lindas csizas de perfumaras para pre-
sentes de 24, 34, 14, 54 e 64000.
Porta joias pellucia e de lectoplata.
Co. tureira de pellucia.
Caizas com msica para presentes de 74,
84, 93 104 e 124000.
Grande aortimento de botSea modernos
para vestido.
Cacas de linba de cor para crochet a
14000.
A RA DUQME DE CAXIAS N. 130.
Fo centeio
ello & Bisel tendo receido nova remessa ai
irinna centeio, avisa aos sens fregeexes qw
ontinuam a fabricar este delicioso pao centn
odas as tercas e sextas-feiras ; na rna arga d<
toeario n. tu.___________________________
Alfafa
De superior qnalidade: vende-se no pateo
atiga assembla. armazem o. SI.
se salvar tranquilamente, o que como
v, a consa mais simples deste mundo.
E dase anda, como se expuzesse a
eousa mais natural desta vida :
Pensei em eneommendar um trem es
pecisl para con^uzil-a Suissa... mas
receio despertar as suspeitas. Creio que
mais criterioso tomar o partido que to
mei.
E jalga que na frontetra ?... per-
guntou Marcelina, cujos temores aviva-
vam-se.
Jo'go, estou at certo, que na fron-
teira teremos passsagem livre, e que nos
dispensarSo at todas as a:;.::ic's a que
temos direito... Mas imagine que pre-
ciso que o prefeito do departamento do
Cher seja prevenido, que elle telegraphe
]para Pariz, que em Parz se faca ento,
i mas s eotio, traba.'har o telegrapbo...
| A senhora est em perfeita seguranca.. ^
dou-lhe a minha paiavra de honra. Acre
dte me, a pol cia tem mais que fazv.r do
.que tratar da urna m {a que se iberta.
Passou se tudo da melhor turma, cum .
o havia av miciado Stroganoff.
Em Dijoo, um outro criado, sempre de
libr escura, conduzio desta vez o conde
e a sua companheira embuf-^dt <.tc o seu
compartimento reservado.
Mas, verdade, dase o mancebo
logo que Marcelina instalou-se no seu c c-
. to e o trem poz-se em movimento, ver-
' dade, a senhora deve etar mor;a de fome,
e eu trouxe aqu urna mutalotagem coo>
que poderemos jaatar, nSo con.ortavel
: mente, mas ao menos para saciar o fome.
E de urna cesta voluinosa Fdar tirn
loma muitido de delicalaa iguarias.
E elle comeu com grande appetite,
'agora qae a saa icquietacio se bavia di-
sipado.
i Marcelina fea outro tanto ; a confianca
do seu salvador com mmica va se lhe.
Fallaram entSo, e foi naturalmec** a
THEO. JUST. tendo trata-
ferido sua casa de Agencias e Commisses parm
o predio n. 62 a ra do BOM-JESS, alUcon*
tna disposico dos seus numerosos pregue-
zes e amigos, encarregando-se de pedios para
toaos os paizes da Europa e para os
Estados Unidos da America do Norte, para
fazendas, miudezas, ferragens, papel, lou vidro, porcellana, movis, relogios, joias de
ouro e douradas, farinha de trigo, cerveja, yi-
ahos, cognac, licores, todos os gneros de es-
tiva, perfumaras, objectos de arte, quad ros.
machinas para todos os misteres, i ndustriaes,
artsticos e agriculturaes, material fixo e ro-
dante para pequeas e grandes estradas de
ferro, installaqoes de usinas e destilares,
pontes e edificios metallicos, bombas balan-
pas e em geral de todos os artigos produ-
zidos n'aquelles paizes; habilitado para isso
om um esplendido sortimento de amostras,
desenhos e catlogos.
62RA DO BOM-JESUS62
SEGURO DE VIDA
A COMPANfflA
EQUITATIVA
Lendo no Diario de hontem, 5 do cor-
reate, urna transcrp Companhia de Seguro de Vida New-York
Life e tendorecebido o Equitable Record
passamos a fazer comparacoes:
O New-York Life diz que
os seus seguros novos du-
rante 1890 foi
A Equitativa foi
Diz mais aquella Compa-
nhia que a importancia de
59:v00.000
$ 203:826.107
seguros em vigor no fim
569:338.726
720:662.473
do annoera
A Equitativa somma em
Notamos que o augmento
nos seguros novos de......
1890 para o auno ante*
rior foi da New-York
Life
Emquanto o augmento da
Equitativa era
Estas cifras sao significativas da grande
confianza depositada na Companhia Equi-
tativa, e com razo.
8:456.977
28:562.007
scena da margem do rio o assampto da
converaaclo.
E Fdar referia-se com tanta gr ca ao
banho da amavl Henriqueta, que a moca
solt-u urna franca gargalhada.
Estaba desfeito o gelo.
E Porthos?... perganton ella.
O bravo Porthus, que dtsempeohoa ad
miravelmeote o sen papel, ha de concor-
dar commigo, est confiado aos cuidados
de Jalio Tonzy... E este corre atravez
os campos e vai tomar um trem que se
dirige para Bourges. D'alii ir para Pa
riz sempre em companhia de Porttos, e ha
de ser tartamente recompensado pelos >-eus
services e pelas suas tadigas... E' de
to la j..8t5a.
Ento, tornarei a ver Porthos ?...
Fdar ergueu bruscamente a cabeca, e
nao respondeu inmediatamente a esta per-
guota da cumpanheira.
O.httva a socapa, e replicia finul
mente.
Mas de certo que tornar a ver Por-
t os. Dar In'o hei at de presente, esbora
nao tenha exprimido tal desejo. 0 m.-bre
animal vivo, ninguem se approxirnar du
si aem consentmento seu; pode estar certa
disso...
E acere-soentou com nm sorriso forcado,
que expiroa lhe nos labios:
Porthos, para defendel .?, me subs'i
tuir j'erfeitameate, qunndo eu nao e3tiver
mas ao seu lado.
< Qaando elle nao estivesse mais jun o
de lia > Estas palavras repercutirsu do-
iorosamente no coragao de Marcelina.
Sim, ".videntemenie, elle se dedicara
at ao fim com urna generosidade cava-
iheiresua... Ella cao poda, porm, ter
a pretencSu de absorver a sua vida...
E le tinha os seus habites, os seus amo-
res.
E a alegria extingui 89-lhe repentina
mente, e a moca recihio em profunda
triste sa.
\
Eatlo, como procurasse recolber-se
coordenar as ideas, fingi dormir; e Fdar
respeitou o seu somno, sem dirigir-lhe mais
a jalavra.
Surgi o -ia, approximava se a fosc-
treira.
Como o conde annuaciara, ella foi rans-
posta sem accidente.
Desta vea, depois de chegar estacjto
de Verver, depois de pisar territorio
suisao, Marcelina estava definit:vameate
salva, nSo tinha nada mais a temer.
Fica! mente disse-lhe Fdar, dando-
lhe a mao para ajudal a a desc-mbarcar,
est completamente tranquilla ? Si.., .(a
t ata va perfeitamente tranquilla, e no en-
tanto a tristeza easombrava lhe anda a
alma.
Na estacSo urna cale;a dcscoberta, tira
da por quatro soberbos cavallos, esuerava
em trente porta.
Era precedida de um picador traiendo
no braco as amas do conde.
lmaginei, disse elle, que depois de
urna noite paasada em trem de ferr, na
ligeiro passeio ao ar livre far lbe-hia bem.
Se o fro natural por ventura demasiado
vivo, temos capas... Agrada-lhe ?
Sim, tudo lhe agrad&va, orna vea qne
ella estivesse yo lado d'ellf.
Este laxo principesco nao a commovrs,
Ella .em sequer detinha o pensameL
em tal cousa.
A idea de que ia dentro em pouco dei^
xar Fdar dominava-lhe d'ahi por diantea
alma.
Partiram, e una admira ve 1 paisagesa
desenrolou-se-lhes er.to diante|doe olboa.
A calera atravessou dentro em po.icu
Vaitrav rs, seguindo o curso verdejaate da
Beuse.
(Contnuar-e-a.f
Typ. do Da no roa uuque de Caxias i*
i5.#

1
!:
r
i
IL


Full Text
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