Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17793


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Full Text

A1N S O JLaVH t jN uMH^H 102
JLJL A* A.* V JWl r J. -^ JL V JU-". JL* -*.<
DIARIO
QINTA-FEIRA 7 DE MAIO DE l
PROPRIEDADE DE MANOEL FI^JEROA T E FARIA A FILHOS
IV
4
PAHA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
for tres mezes abantados 6|00
Porseis ditos dem. M '. 12&000
Por nm anuo dem...... 23J0OO
iada numero avnlsfc..... 1.100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN*
QAE INGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prioce & C, residentes em Pars, 34 rae de
Proveuce.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes addiantados.
Por nove ditos dem .
Por nm anno dem.
Cada oomero avulso
131500
201000
261000
1100
INuTRCCiO POPULA*
MILI. A lUklMLll
PARA A VIDA
IDB.t PREUHIS4REM
(C SEGUNDA PARTE
vi
IDKIA PA HMANIDADE AS 8OA8 80CDSDA
DK8 FUNDAMENTAKS
SegODd* idade rellcil ppaaicAo
em uaidude. *olyi Helaos >
128
Todo o deenvolvinento de vida exige lempo
desde os eem crea-mientos imper:epiiveis at a
soa plenitute. Timbera o conhecimento de
Deus e mitagao humana a fu prepria leih'stonca :jf.
uto grao p-e edenie, chegam o* povos em devidu
tempo depois de colro grao um precedente BoDre
outro ao coobe imento da uaidade de Oeus e a
refleciil-a em toda a sua v da.
A princiii > e-ta unidad-" apenas coohesida
em preseotimpn'o longincuo e abscuo P5r al
guns espintos superiores. Anda se misturara
aqui e all ri^-ur s sensivil do vrdadeiro Deu;
anda se iDgerera limit"ces humanas e al de-
bilidades e peceudos trasldalos para a imagen;
de Deus.
Todas as imperfi ices histricas, bs obceca
ces do enteniiiiDento, as appreben.-6*s da pnan
tasia, que ligim entao o povo e o homem afeatn
a represeot-cao de Deus tanto, quap'o a mao-
ch vam antes as personificares gentlica .
Se o carcter du povo jodeu, educado na idea
da uoidade de Deus (profundamente arraigaba
em toda a sua historia) apaarece apetar 'isso
t&o egosta e cubicoso, to desamoravel e inju-to
para com os esfangeiros, e*se facto p ovtm de
k o povo judeu nao conbecen a uniiada de
Deus na idade madura da vida, mas receben na
u i pria -ira ida le a tradicio daqnella lda es
tacionando nella sem a cultivar e appllcar livre-
mente, e por sso mesmo, se exceptoarmo>. al-
eos vares superioresa generalidade do povo
nao via em D us mais do que um poderoso Se-
titu-r nacional.
Commdn e.-se mesmo povo. conservando mais
ti Imente do que os ootros u conhecimento da
unniode divina, e pplicaodo-o a soa bistona,
nevia ebegar antes dos outr >s a um estado reli-
gioso mais perfeito, e deyia estar mais apto para
receber a ida pura de Deus como Criador c
Providencia sobre todas as cousas, como Pai de
odos os borneas; doutnoa que Je -us Cbristo
Ibes ensinou, e de que dea test -muiiho cem toda
a sua vida. <.-.-
129
Mas a doutrina da unidade de Dos eosinada
por Jfsus-Cbsto e entrando logo na I i historie.:
tamb'm nao pode ser mmeliatameote coob ci
da na sna pureza pelos povos cb-i-taos nem ap-
pii ada a tola a vida no espirito do Mest-e. So
rao a grao e dados de cada vez todos os prece-
dentes histricos, que essa doutrina podia fun-
dar urna le igual sob e tolas as relacoes huma-
nas i'o e todos os homens.
Vo se a principio adalterada de amitos modos
celos reatos de doctrinas judaica* e irentilicas ;
fox uni -ameute applicada as relacVs da vida in-
dtvi ;nal, conservando-se fora ou imperfeitamen
e ^ujeias ao su espirito as pessoas soci es.
A eseravidao e a tyrannia reinaram ainda lar
go lempo oas sociedales cbrisis, e nos se oos
medios da Europa cabiram esses povos em abo
minacOes, que convm parelba* com as da gen-
lidade. Hencgacao e manyrisagao do i ngratidao para com a paiu ezn, :uu v ll-'za e
soa- lea, perseguico aos diss-ident-s (l) here-
sias. ioqnisicSo, assassimos em massa de povos
jovens (Amenca-Asia) guerras civis, ereligi sas.
Jviso interior e desmuralisacSo dos m Ibores
po'os, taes foram os resallados do imperfeito
coobecimeoto da anidade de Deas e.do amor dos
nomeos em Deas, segundo o que fot easioado
por Jesus-Chr sto.
(Contina).
*itoria.
Uenomeno
ia reli-
(1) A intolerancia ni
Oiiservamos a intoieran
,)U' acompaoha temporal
glosa na lumanidaie.
Toda a doutrina religiosa, qMQWMlue seja o
eu fundo, e a sociedaie po'a entio^l- e repra
seotal-a, manifestarse p.-im-iro em relicao tub-
jsctiv.1 com o individua ou povo. que a tem por
I vo mais como ama propriedade soa. e o indi vi-
duoou povo v-se nelUmais como nm csculbido
-ntre todos, do queem relac) real com a pro-
priacoasa (objectiramente), isto, como ama re
laco real e cummam, em que todos nos ajaata-
nosiaualmeoie debaixo di leide subordin.igao a
D as e de mor commam em Deus. i' esta ama
primeira raz da intolerancia que est ainda viva
nos povos mais cultos e que procede de ama im-
perfeicfto histrica do conbecirajnlo de Deas.
Nj pnmeiro perioio do monotbeismo religio-
so, era qae a aparece aos boraens u anidade de
Deas, nao segundo toda a soa r-alidade, abran-
geudo em si toda a variedade. mas em oppo. ico
pura a vare lade (polyibeismo), a intolerancia
religiosa era consequeucia da Ti-lucSo histrica
etn qae foi coohecida a unidade de Deas depois
e em contrario geatilidade ; e por conseguinte
este espirito esteoden-se at contra a variedade
do deseovolvimnto interior religioso em doatn
as e formas do coito.
I*
anno o i
jetos, lt
vedor
Ar
mtu la
com dec
PARTE OFFICIAl
todos os
Goveroo Jo Estado de Pernambuco
4 Seccao Palacio do Governo do Estado de Pernambuco
em 15 de Abril de 1891.
O Deserabargador fiovernacor do Estado, tenao em con-
sideracao a proposta constante do officio n. 287 de 19 de No-
vembro de anno passado do Provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia de Recife, decreta o seguate Regulamento para o Hospi-
tal Pedro II e para o servico medico do estabelecimentos a cargo
da Santa Casa de Misericordia do Recife.
Para o hospital pedro h e para o servico medico dos
r8tabelecimentos a cargo da santa casa de mise-
ricordia do recife.
TI1ULO I
CAPITUIO I
Do servifo medico da Santa Casa de Misericordia
Art. 1. O servico medico da Santa Casa de Misericordia
tem por lim prestar os ffecorros da sciencia medica e cirurgica
aos doentes que procurarem a protecv&o da caridade publica
para o restabelecimento de sua sade, aos que lorem constre-
idos por seu estado mrbido a recolherem-se a asylos que os
segreguem da communh social e aquellcs que buscarem seu
tratamento nos estabelecimentos da Santa Casa, satisfazendo as
Art 2 o Haver nos liospitaes da Santa Casa doentes de tres
cathegorias, a saber : de i. cUsse, de 2." classe e de 3.' classe,
(pobres. ,' -
8 i Os doentes pobres serao tratados gratuitamente.
2 Os doentes da2.'classe tero o tratamento commuin
com os pobres, e-staadorias mesmas enfermaria c pagaroa dia-
ria de I *iiO0 a *000.
8 8o Os doentes de 1.* classe serao recolhtdos em salas es-
peci es, tendo, porm, locutorio commum c pagano a diaria de
\rt 3 O servico medico ser classificado segundo a nata-
reza do mal: em clnica cirurgica geral, clnica ophtalmologi:a,
clnica obstretica, clnica medica geral, clnica medica vario lea
e de molestias agudas infecto-contagiosas, clnica dos invlidos,
clnica dos alienados e clnica dos expostos e orphas.
8 l.o A clnica cirurgica geral abranger todos os doen!e5
que sorTrerem de molestias crurgicas.
,0 g. 2 o a clnica ophtalnologica comprehendera
doentes que solTrerem de molestias de olos. M.n.n
8 30 A clnica obstretica comprehendera todas as parturien-
tes e as doentes de molestias ligadas ao puerperio.
8 4 A clnica medica geral abranger todos os doentes de
molestias medicas nao classificadas as clnicas especiaes.
8 5 A clnica medica varilica e de molestias agudas 111-
fecto-contagiosas comprehendera os doentes affectados de vanla,
varioloide, varicella. sarnmpo, febre amarella, cholera orbus
e outras molestias agudas intecto-contagiosas. ,
8 6 A clnica dos invlidos omprehender os individuo
atacados de morph a e de cn'ermidades chronicas incuraveis e
de todos os individuos inhabilitados ao trabalho.
7. A clnica dos alienados comprehendera os loucos de
qualquer especie e os epilpticos mMhonHori
S8'i clnica dos exnostos e das orphs comprehendera
todas as molestias quer medicas, quer crurgicas de que forem
atacados os expostos e as orphs. excepto as molestias conta-
''Sa Art. 4. O servio medico da Santa Casa de Misericordia
ser feito:
No Hospital Pedro II.
No Hospital de Santa gueda,
v. No Hospital dos Usaros.
No Azylo de >iendicidade.
Na asa dos Expostos.
No Collegio das Orphs
No Hospicio de Alienados.
CAPITULO II
Do pevont dn serv co medico da Santa Cosa de Misenco'dta
Art o < O servico medico da Santa Casa de Misericordia
ser incumbido um corno medico, a um corpo nharmaceutico e
a empn-gados auxiliares, sob a directo do Director do servico
Art. 6. O corpo medicc sera' composto de facultativos brazi-
teiros legalmente habilitados e constara de :
Um medico direct r nj n
Tres mdicos da linica medica ge al do Hospital Pedro II.
Tres mdicos da clnica cirurgica do mesmo hospital.
Um medico oculista.
Um medico parteiro
Um cirureiSo dentista. .
Um medico da clnica especial do Hospital dos Lararos edo
A8y'Um dTclllicspecial do Hospital de Santa1 gueda.
/ Um medico da clnica especial da Casa dos Expostos e do
G00eft'n2a65- da clnica especial dos alienados e de dous
mdicos substitutos para cada um dos servicos mdicos e cirurgi-
008 gArtCV No impedimento dos mdicos effectivos sero. cha-
llados seus substitutos, e em falta destesos mdicos sub tu o
"a mesma secgo, e ainda em Taita destes os medicas substitutos
as outras JSjJ^.,^ dos medUsoa.effectivos o servico sert
** feito coniunctamente pelos seus deus substitutos, a cada um dos
naes cabera metade da gratificaco do medico e fectivo
'Mei 1'NoTmpedimento de um dos substitutos de cirurgia o
servico ser ieito pelo outro substituto o qual percebera toda a
giat Arfa O medico director ser substituido pelo medico ou
crurgiao do Hospital Pedro II designado pelo provedor da Santa
Art. 9. Os mdicos da clnica medica geral e.mn substitu-
tos formara a junta medica para os conferencias sf^ doentes
do Hospital Pedro II e os da chuica medica especial e seus sub-
stitutos formara a junta medica para as conferencias nos outros
estabelecimentos sujeitos a direevao da Santa Casa. .,.,,
Art. o Os mdicos da clnica cirurgica.e seus substitutos
formam a junta ciruifica da Santo Casa de Misericordia
Art 11 Os mdicos das clnicas medica geral, especial t
cirurgica e s^us substitutos formam a grande junta medica aa
Santa Casa de Misericordia __.'_
Art et Ao lr. em medicina de notoria reputacao scienti-
ica. oue tiver mais de quinze anno* de exercicio da pro ssao,
podera a junta administractiva da Santa Casa conceder o titulo de
medico honorario do Hospital Pedro II como reconhecimento de
servicos pelo mesmo prestados a' Santa Casa de Misericordia.
Art. 13. A grande junta medica reunida aos mdicos hono-
rarios forma o Conselho medico da Santa Casa de Misericordia.
Art .1. Nos estabelecimentos da Santa Casa, onde houver
enfermara, o provedor determinara' se deve o servico ser feito
por irmSs de caridade ou enferraeiros, preferindo aquellas, quan-
do a isto nao se opponham justas razoes
Art. 15. No Hospital Pedro II haveT os enfermeiros e ser-
ventes que forem necessarios, atein das Irmas de Caridade.
Art 16. Os enfermeiros e serventes, alm do servigo das en-
fermaras, tero o da casa mortuaria e o da sala das necropsias,
preparando convenientemente os cadveres para o trabalho ana-
tomo-pathologico ou para os estudos anatmicos ou cirurgicos.
Art. 17. As enfermaras do Hospital Pedro II serao visita-
das diariamente pelos respectivos facultativos clnicos e por seus
substitutos, das 6 s .0 horas da manh.
Art. 18 Se at s 11 horas da manh alguma enfermara
do Hospital Pedro II nao tiver sido visitada, o medico director
passara' a visita.
Art. 19. Os mdicos effectivos e seus substitutos, alm dos
servigos ordinarios, sao obrigados a' attender aos chamados
3xtraordinarios.
CAPITULO III
Da portara do Hospital Pedro II
Art. 20. A portara do hospital Pedro II estar sob a
guarda e vigilancia de urna irm de caridade, designada pela
irm superiora do mesmo hospital.
Art. 21 Compete a estajirm.
I i Fazer abrir as portas todos os dias as 6 horas da
mant, do 1." de Abril 30 de Setembro, e as 5, do dia 1. de
Outubro a 31 de Marco ; bem como aa2 da tarde em todo o anno,
e fecha! as as 9 da noite. ^
2. Nao consentir que, depois de T&chada a portara, seja
esta aberta. seno em caso urgente.
'i.' Gonservar as portas cerradas coin. os fechos corr-
de o meio dia at as das 6 da* tafae s 9 da *>ite
para dar ingreeco,* durante esae lempo, aps dnentes |iip cnega
rem e aos empreados no servico do hospital
4." Nao permittir que saia empregado algum com roo-
radia no hospital, sem licenca da irm superiora.
5 Permittir a entrada e sahida dos enfermos na forma
prescripta neste regulamento
6. Impedir que saia objecto algum pertencente ao hos-
pital sem ser acompanhado de guia ou ordem escripia da irm
superiora. ....
7. Apprehender toda e qualquer comida ou bebida que
se procure introduzir no hospital tendo a esse respeito a maior
vigilancia.
Art 22. Tero livre entrada no hospital o provedor e mor-
domos da Santa Casa de Mesericordia, os mdicos e empregados
no estabelecimento e as autoridades em servico publico.
Art. 23. A irma de caridade encarregada da portara, po-
der ter um aiudante nomeado pela irm superiora, para auxi-
lial-a no servico de abril, fechar e guardar as portas.
CAPITULO IV
Da adtnusao ios enfermos
Art. 24. Sero admittidos ao hospital e tratados gratuita-
mente.
nico As pessoas que se apresentarem doentes na por-
tara do hospital Pedro II e que lorem reconhecidamente pobres.
Art. 23. Os irmos da Santa Casa, que nao tiverem meios
de pagar o seu curativo, sero tratados gratuitamente, como pen-
sionistas de I.* classe, se houverem servido cargos, e como de 2.'
se os nao tiverem exercido.
Art. 26. Ninguem ser admittido no hospital para ser
tratado propna custa. sem apresentar ao mordomo, obrigago
assignada por pessOa idnea, que se responsabilise pelo pagamen-
' to da contribuico, como principal devedor .
Art. 27. Nao sero admittidos na enfermara do hospital
os doentes de morpha ou outras molestias contagiosas,
TITULO II
CAPITULO V
Do servico Art. 28. O servico do hospital Pedro II divide-se em admi-
nistrativo, sanitario, econmico e religioso. O adminstrativo ser
incumbido ao mordomo do servico no estabelecimnto ; o sanita-
rio ao medico director; o econmico irm superiora das irms
de caridade : e o religioso a um sacerdote, que sera o capello
do hospital.
CAPITULO VI
Da in peccao do hospital
Art. 29 A inspeco geral do hospital ficar a cargo de
um mordomo da Santa Casa de Misericordia, da livre escolha do
provedor.
Art. 30. Compete ao mordomo, como delegado do prove-
dor: ,
I !. Velar na fiel execuco deste regulamento, e das or-
dens que forera expedidas cerca do estabecimento.
5 2." Visitar as reparlic. es e enfermarias do mesmo hos-
pital alim de virincar se o servico feito com necessaria regu-
ardade. .... ,
3.* Cuidar em que os enfermos admittidos no hospital
sejaoi convenientemente tratados, Qscalisar a boa qualidade dos
gneros e quaesquer outros objectos que forem comprados; as-
sim como as cantas da receita e despeza dos mesmos gneros a
objectos, dando parte ao provedor das faltas que encontrar.
jn." Admoestar aos empregados que forem omisos no
enmprimento de seus deveres; o que communicar ao provedor,
g 5." Dar na ausencia do provedor e em casos urgentes,
todas as providencias que julgar convenientes, fazendo-lfie logo
a divida communicavo.
i 6. Ordenar a admisso dos enfermos, que recorerera ao
hospitil observando as condicOes prescriptas no capitulo 4. titu-
lo t.v deste regulamento, e, nos casos omissos, as instrueces
que receber do provedor.
8." Kazer imprimir as papeletas para os enfermos, se-
gundo os modellos adoptados, bem como os mapp.18 necessarios
para facilitar e expediente
8 9." Receber em deposito o dinheiro, joias e quaesquer
objectos de valor, que os enfermos trouxerem consigo, mandan-
do interrogal-os no acto da entrada, se trazem os ditos objectos
e querem que Ihes sejam guardados, previniudo-os de que se os
nao depositarem, o hospital nao respoudera' ^lo seu possivel ex-
travio ; fazendo-os examinar convenientemente guando achem
tora dos seus sentidos, e recolher qualquer dos mesmos objetos,
qufilhcs seja encontrado cando responsavel pela sua restituico
aof proprios dnos, quando sahirem oupela sua entrega, quando
fa'.lecerem, a' quem de direM fr.
8 10 Mandar organiHt me- sal e annualmente um mappa
geral do movimento do hospital, enviando um exemplar ao pro-
vedor e oul) a' Secretaria da Santa Casa.
g 11. Assignar as foihas dos vencimeutos dos empregada
do servico do hospital e remettel^s at o dia 3 de cada mez
Secretaria da Santo asa para o competente processo.
Art 31. A dsposico do |9.' do precedente artigo sera'
observada pela irm superiora das irras de caridade, quando
nao se achar presente o mordomo do hospital.
Art. 32 O mordomo fura organisar no principio de cada
rentario dos movis, utensilios e quaesquer outros ob-
"indo-o em livro proprio, que sera rubricado pelo pro-
^slo mordomo que elle designar.
F33. No mesmo livro de que trata o artigo antecedente,
udos todos os movis e utensilios que forem comprados,
racao dos respectivos precos.
CAiITULO Vil
Dos livro* caro'i d 1 irnti superiora
Art. 34. Matera po hospital os seguintes livros :
1. Livro de matricula dos enfermos, com declaradlo
da data de sua estrada, nome, idade. cor, uaturalidade, estado,
ou coadico, molestia, uias que tiveram de tratamento, data da
sahida, fallecimento ecemitt ros era que foram sepultados.
g 2. Livros de fintas correntes cora os enfermos pen-
sionistas.
% 3." Livro de assentamento d todos os empregados nos
seryieos administrativo e sanitario do Hospital com excepeo dos
ajuaanies dos enfermeiros.
4. Livro de lancamento de dinheiro e mais objectos,
Sje os enfermos depositarem na occasiSo de sua entrada para o
ospital,
Art. 35. Todos estes livros serio numerados e rubricados
pelo provedor ou pelo mordomo qae elle designar e escripturados
Eelas irms de caridade, sob a direceo do mordomo, pudendo
aver, alem destes, os que o nesmo mordomo julgar convenien-
tes para a bta ordem do servico.
TITULO III
CAPITULO VIII
Do director d urvifo sanitario
Art 36. Compete ao director :,
l. Dirigir e inspecionar o servico sanitario do todos os
estabelecimentos da Santa Casa.
2. Ter a seu cargo um livro em que sero lancados os
nemes de todos os facultativos da Santa Casa com as datas das
nomeaces, estabelecimentos a que pertencerem, especBcaco
de suas clnicas, faltas que derem os que estiverem de servico,
tempo de licenca e mais alteracOes que forem julgadas conve-
nientes.
3. Chamar os substitutos que tiverem de substituir os
effectivos nos seas impedimentos.
4.* Visitar as infernaras das clnicas especiaes o maior
numero de vezes que lhe for possivel, promovendo as mod.ca-
coes que julgar convenientes, de harmona com os mdicos res-
pectivos.
5. Comparecer ao Hospital Pedro II diariamente das 8
horas at s 11 da manh e as 5 da tarde conservando seo maior
tempo possivel e voltando as vezes que julgar convenientes e
3ue exigirem as necessidades do estabelecimento e o reclame dos
oentes.
6. Dar entrada 909 doentes, classificar as molestias e
designar as enfermarias. *
7.* Visitar amiudadas vezes as enfermarias do Hospital
Pedro II, participan .10 ao mordomo e exigindo da irm Superiora
as providencias necessarias para as faltas ^ue encontrar.
8.* Ouvir as reclamac6es dos doentes, dos empregados
e dos facultativos em relaco ao servico medico, dar ou solicitar
as providencias precisas.
9. Fazer cumprir as prescrip^oes dos facultativos exa-
minando as dietas, para que sejam destribuidas conforme as de-
terminacOes das papeletas, as quaes deverao estar a cabeceira
aos respectivos doentes.
g 10. Observar e fazer observar escrupulosamente o dis-
posts no artigo 34.
gil. Dar partea polica da entrada de qualquer enfermo
que tenha sido ferido, afim de proceder se nos termos da lei, de-
vendo porem no caso de ter sido o feriraento praticado dos por-
tOes para dentro do Hospital e causado por espancamento ou
... JL__JJ
rxa entre os empregados ou fmulos do servico participar igual-
mente ao provedor
8 12. Accudir durante a sudestada no Hospital e no in-
tervalfo das visitas, qualquer oceurrencia que se der as enfer-
marias para que for chamado pelas irms, dando as de vi das pro-
videncias e mencionando as papeletas as alteraces que nier,
quando se tratar de madanga de medicamento ou de dieta.
13 Organisar e assignar as-foihas de vencimentos dos
empregados do servico sanitario do Hospital Pedn 11, a exceptas
das irms de caridade e dos ajuda .tes dos ajudantes de enfer-
meiros, e reraettel-as ao Mordomo at o dia 2 de cada mez.
14. Convocar e presidir a grande junta e conselho me-
dico da Santo Casa.
Art. 37. O medico director orgaaisar durante o mez de
Janeiro de cada anno urna estatistica geral dos doentes tratados
no Hospital Pedro II, durante o anno anterior e a apontar ao
provedor acompanhada de um' relatorio onde notar os 1 actos
mais importantes, particularmente as reformas e necessidades,
que exig r o servijo sanitario do Hospital Pedro II, para o quo
ouvir os facultativos.
CAPITULO LX .
Dos facultativos clnicos
Art. 38. Cada facul ativo, quer de clnica geral, quer espe-
cial ou cirurgica devera ;
i. Visitar diariamente das 7 as ?0 horas da manh os
enfermos confiados a seus cuidados na forma prescripta neste
Regulamento acudindo aos chamados extraordinarios.
2, Prevenir por escripto, quando se achar impedido, ao
medico director ou ao Mordomo de servico.
S 3." As8istir as juntas e conferencias para que tiver sido
convidado pelo medico director.
8 4." Escrever as papeletas com sua propria lettra os me-
dicamentos e ditas, que receitar bem como o diagnostico e mais
factos, que julgar importantes e necessarios para a historia me-
dica do doente.
5.0 Lancar no livro do receituario diario as recetas pros-
criptas as papeletas rubricando-as com o seu nome.
6.0 Dar aos enfermeiros ou as irms de caridade annexas
ao servico clnico seu cargo as explicaces necessarias para
a boa execuco das suas prescripcoes.
7," Fiscalisar com o maior cuidado a exacta observancia
das suas prescripgOes relativas quer ao tratamento e curativo
dos enfermos, quer hygiene das enfermarias, communicando
ao medico director as faltas que notar, para que este immedia-
mente d s providencias precisas.
8. Communicar irm de servico ou ao enfer neiro as
enfermarias especiaes as licencas que onceder aos doentes para
receberem visites de prenles e amigos.
9." observar exactamente a abella das ditas, que for or-
ganisada pela junta medica e approvada pelo Provedor nao po-
dendo afastar-se della seno em casos especiaes de accordo com
o medico director, se for no Hospital Pedro II. ou com o Mordomo
se for clnica especial o que sera logo communicado irm Su-
periora ou a quem suas func oes exercer.
10. as clnicas especiaes formular urna estatistica an-
nual dos doentes tratados em seu servico a qua remetiera ao Pro-
vedor por intermedio do director do servigo sanitario, que deve-
ra informar a respeito acompanhada de um rea orio em que
mencionar os factos importantes e as necessidades e reformas
que julgar precisas.
11. Declarar as papeletas as altas que der aos doentes
curados sobre as quaes se faro os assentos [ recisos.
8 12. Fazer as autopsias e os estudos anatomo pathologicos
e cirurgicos que julgar precisos,
S i3 Destnbuir a seus substitutos os servigos que julgar,
supenntendendo e fiscalisando os mesmos servicos, pela boa exe-
cucSo dos quaes sao elles os responsaveis perantt a junto admi-
nistrativa da Santa Casa de Misericordia.
Art. 39. Os facultativos clnicos nao podero sahir da cida-
de por mais de oi'o dias sem participado ao provedor, devendo
entender-se que tem abandonadado o lugar todo aquelle que fal-
tar a visita por mais de um mez sem previa licenga do prove-
dor.
(Contina).
uESl'ACHOS DO DIA 5 DE MAIO
DE 1891
4'Antavo Se.rae 4* V^concelloa.Defe-
rido com o officio desta data ao inspeetor
do Thesouro do Estado.
Bernardina SimSes de Maura.Req-iei
ra por intermedio d general comman
dante das armas.
Costee'Damiao Bandeira de Mello.
Informe o r. juiz de direito da comarca
de Ignara ss. v
Abaizo as8gn dos proprietarios de
casas situadas as ras do Visconde de i 11 -
parica e Baro d Triumpho. Informe,
com urgencia, Intendencia municipal do
Recife.
Carlos Antonio da Aranjo. Ao in-
spector da alfandega para attender.
Compai h;a de Fiacao e Tecidos de
Pornambuco. Certifiqense.
Eduardo Colber Lugh e Antonio Mar-
tina Carvalho.Sim, nos termos do de-
creto de hoje remettido por copia ao in-
spector do Thesouro do Satado.
Franoisoo Idardo Cox Informe o
inspector do. Thesouro do Estado.
Bacbarel Francisco Poifino de Andrade
Lima.Sim orna orden&do, na forma da
lei.
Jos Francisco Cardoso Meirim.Tn
forme o inspector do Thesouro do Es-
tado.,
osquim Nunes Lins da Silva. Selle e
volte que endo.
J. Correa C.Informe o inspector
do Thesouio do Esa:o.
Joaqnim Alfredo Correia Dias.Defe-
rido, com fficio de hoje ao general com-
mandante das armas.
Major Jos Fntiiklm ce Alencar Lima.
Sim
Jo.fe Joaquim le Sant'Anna Reqneira
por intermedio do general commandante
das armas.
JoSo Avelino Ferreira.Ao Dr. oh*fe
de pocin para faier entregar ao peticio-
nario a guta aqui junta.
Tenente Joto de Andrade Lima.Be
mettido ao c>mm->nd->nte superior da
guardi nacional dn comarca de Goyanoa
pa. a mandar pasear a guia de que tr*ta o
art. 45 do decreto n. 113J de 12 de Marco
da i853.
Luis Salasar da Veiga Pessoa.Infor-
me o inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Manoel Florentino de Albuquerque Mon-
tenegro Sim com ordenado na forma da
lei.
Manoel Jos Beserra e Manoel Marques
Teixeira.Iofo me o Dr. chote de pj-
licia.
I Mart ns Beserra do Nascimepto.Iu
forme o r. juiz de direito do 2. distric-
to eriminal da comarca do Becife.
Manoel Damasio dos Santos.Ao Dr.
chefe d p peticionario a guia a que jauta.
Mara da Couoeiclo Braudio Oayaluan-
ti.Deferido por penara de boje.
Manoel Antunio Rodrigues Paheiro.
Ao Inspector do Thesouro para informar.
acharel Manoel Felippa de Souaa Leo.
O peticionario deve explicar desenvida-
mente a sua preteneao quanto a fabricad;
banhas e gorduras.
Mauoal Bruna Dias.Iontorme o en
genheiro director da Estrada de Ferro
Sul de Pernambuco.
Manoel Joaquim de Sant'Anna e JoSo
loares de G uveia.Indefer.do em vista
das informr>53es.
Symphronio de Moura Barros.Infor-
me o engenheiro director da Estrada de
Ferro Central.
Sergio Henriqua Cordeiro =Indeferi
do.
Zeferino Ferreira Velloso.=Informe a
Intendencia Municipal do R cife.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 6 de Maio de 1891.
O poneiro,
Rtmeterio Maciel da Silva.
Com na and o Superior
Quar 1 do Commando Superior da Ouar
da Naci al do municipio do Recife, 2
de Maio de 1891.
Ordem do dia n. 120
Para conhe -nuenio da guarda nacional dete
municipio faco publico que, por decreto do Gr-
ner;issioio Presidente da Rfpublica, de 25 de
Marco prximo passado, foi reformado no posto
ne ni, j r o rapi'aa da 6* companbia du 6 bata-
Ih i de infoniana. Belisano Peruaojbuco.
Ouiro sim queoeilad&o govern dor do Rs
lado, por portara de 18 de Abril ultima, desig
nou o 2 butalbo de iofa'-aria, para a elle Mear
aggregado o t>'oent<> da 4* com par hia do 22* da
meeina arma, da suarda nacional da Cr-SarC do '^VoraacOes
Cabo, Jos Luz N- to de Mencione.! Jnior. Djuata C*
Ernesto V. de A'aujo,
Commandante superior interino.
ce cao, Mara Antonia da 'Jone icSo e
Manoel Bezerra da Silva e Munoel Gomes
da Silva SantoB, como deserdeiros e va-,
gabuud s.
A' ordem do subdelgalo do 2 distri-
cto'de S. Jos, JoSo Ceciliano dos San-
tos, p >r disturbios.
A' orlem do subdelegado do 2 dis-
tricto da Grafa, Jos Bernardo Gomes,
por offensas a moral publica.
A' ordem do subdelegado do P050 da
Pinella, Antonio Alves Feitosa, por em-
briagu z e disturbios.
No dia 2 do corrente, no sitio La-
goa Dantas, do districto de Marayal do
termo de Jatende, o Individuo de some
Antoooio Jos Alves, conhecido por An-
tonio Oarpina, deu 6 facadas em Jo3
de Carvalho, que falleceu dous dias de-
pois
O subdelegado respectivo tomou oonhe-
cimznto do tacto, e contra o delinqcente,
:que aps o crime evadi 83, procede ^nos
term a da lei.
Saude e fraternidade. Ao desembar-
jgador Jos Antonio Garrea d* Silva, mui
digno governad'T deste Ea'aii.O '!hefe
de Policia, Oaudino Euduxio de Britto.
arrpbedoria do Etiado de Pernam-
buco
DESPACHOS DO -ilA 5 DE MAIO DE
1891
Josephina Maria de Jess.Sim, em vista das
. informugOes.
Luz Leopoldo dos <>uimre3 Peixoto e Ma-
chado & Pereira.Deferidos de accordo cam a
Repartidlo da polica
Seccio 2N. 97.Secretaria de Po
cia do Estado de Pernambuco, 6 de
Maio de lb9l.
Cidado Guvernador. Participo-vos que
foram hontem recolhidos a Casa de Deten-
cao os seguintes individuos :
A' minha ordem, Firmina Eleateria
Edwirges, remet ida pelo Dr. j lis de di
reito de J >boatSo, como pronunciada no
art. 294 2' .0 novo cdigo.
A' ordem do Dr. delegado de 1 dis-
tricto da capital, Ignacio oVvalcaute; por
crime de furto de oavallo; Jos Lour^nco
de Sant-Auna, p< r disturbios, Antonio
Jos de Sant'Anna, p r offensas a mo al
publica, e Candida Mara do N s ment,
como alienada, at que possa ter o coa-
veniente destino.
A' ordem do Dr. delegado do 2o dis-
tricto da capital Maria Joaquina de Fran-
ca Abaquerque, por embriagues e dis
turbios; Jos Candido de Ofseira, por
disturbaos, e Pedro Si va, por crime de ferimentos
A' ord-m do subdelegado do Rcife,
Vicente Ferreira do Oliveira, por distur
bios.
A' ordem d> subdelegado do 1* distri-
cto de S Jos, Maria Martiniana da Oon-
val-a >te Wanierlty.(Satisfaca 3
1 exigencia da 1' seico.
Smplicio Keierra de Figu>iredo e Isnacis
M.rques Gomes da Fooseca. lofi-rme a 1* se-
cgo.
Fr. Jos de S. Julia Botelho D. ebVade do mos-
teiro de S. Benta. Certifique se.
6
Baro da Casa Forte. MjoopI Carpinteiro Perer
Jo. quim Feroandes Peiippe M^ria Miooela da
Nnrimenio. arga-ida Lu>za F-rreira, Gibriel
T.vares d>: Ly a. Fraaewro M noel da Silva,
Antonio P1010 da FansecaDeferidos.
Joo viax'in ) da Si vu Mii, Jau L zaro da
Rjc< a Wini-rlf-y. Prancirco Jo* ia Silva,- Mi-
quil-na Mana d*s Da e^. Manoel Tneotomo da
Rotbi Lmn Win'i<-riKy, JerntnO J,< Moreira e
Beroa'ina R,y nonda de Lima.-Sim.
Francisco F reir Tavares e Ep'fanio Anto-
nio Telles. gm vista dus informacOes nada ha
que deferir. ^
JoSo Lins de Paula, Mana Jjaqnina Afve<
Francisca Theodora Alve<, J ian ia .'o- qaina Ai-
res Ribeiro e Mara de Miranda Alves, Eflilia
Jaaquina Aive Indeferidos.
Mana da Cunceigo Ouoh. Infame a !
seceo. ^
Inopectori er> i* lo*""**" *"-
kiloa o Knado lie t-rnoiuc
Di8'ACHu8 O DIA 2 l* **A'0 D*
1892
Officio do ds'egtdt litterario de Bi-
que informando a reprosentaclo dos mo-
rdorea de Santa '"> em que pedem a
creado de um^ o*d ira mixta ao dito lu-
gar.A' 1 seco" relator o Dr. Franco
d S.
Maria Mfcdleaa da Natividade.Caav
prasse e rg-tre-se a apostilla rettv.


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Diaria de ^Pernambuco Quinta-feiru 7 de Maio de 1891
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O ga'ojaeie ae mnma WtOm
{Jornal do Commmrcm, do lio)
0 carcter fuaiaiu^oai di retas 10 entre M-
der txec.itivo e o podar tagi>Mw > dos E. Unidos que o presiden*** da BepubUc e o o n
greeso eid doaa orgios tode pda-teii.es e i<- igoai
categora O cougre nao esa cima 'mi.
abaixo do presidente, mu an seu la 10. co.uo uu
factor autonmico.
A autonoma do presidente consiste era qu?
elle o depositario d i poder eze^at: v ex roe
as uncc6e,s do governo e da administras >o p>r
ai iio intermedio lo* seus secretarios, ceja
permaueneu nao depea i de am voto de oon-
rjcnca por parte do congresso.
A autono un d'este est eoi que lile cobo ex-
clu vametit o podar de legislar. A-- su is reso-
luto -.* m leis, aiada mesino quanlo uai saoc
ciouaJas i)lo presidente, una vezqu**, n'este
caso, oblenham dous lerco.> dos votos de uoia e
oui'a cmui-u.
Eutre esses dous orgos da Unio nao e-iste
otra eoordeaasao *aii que r**atia do direito
rectoroou de 8tM-a**cao <\u.- a i snoUtoiciu loes
confeno.
O co ocurso da senado necesaria para aper-
feic'io e re-ditade-juridio* de Crrt** actos iO po-
der exeaanrov como a acm 'agao -as mauistro*,
dos .geota npio n-iuco-. .10 juilas, o tratados
inleruaciouaesi O senado e a San des 1 e-pre-
sentan es- 'fin no mjmcAmiU una aupo u..us-
sina attriouicaa poltica, p la qa.il o presidente
e os seus auiuslro* poltra ser apeados dos res-
pectivos curgo
Por oulro lado caae ao president 1 o direito de
iscalisar as leia do eon.resso, dando oa aegaa-
do-lh 's na san cao Quio o a mais. n-..au
ma influencia e pr-i i*aua p le exerer sobre o
congresso a oo ar por meio de in*usage.ns. ou
pelas relajo dos seus secretarios coat as eoiu-
mis-0 na orna e oa'ra cmara.
A retaeo faaamental que a coastiiui$o es
tabelcceu' entre o poder ci cutivo e o lesgisla-
tivo exclu**. pois. de um mudo atrsoiuio > exis-
tencia de um gabinete, no sentido em qne esta
pal. vra toma la nos estados eoosuin iooaes da
Europa, onde vigora o parlamentarismo. O sys-
tema goveraan**ntal dos E-ialo-Un los.. urna
appcaeo -a theoru di separ^a-o e ndept-n
deocia nos poderes rableos, como a eonceben
Moulesqui.a em seas pomos faadsmentaes ; o
parlamentarismo oa gobern de gabinete pre-
euppO, pelo cootrario. urna elie.au de suoordi-
naco d 1 poder executivo ao legislativo. Tiste
como o gabinete urna cu-nmiss&o no parhmen
10 que exeree o govecoo sob a presidencia do
befe doB-tado.
Ao tempo en qoe fui elaborada acnst tnicao
orle a nencasa, aiuda nij milla sido formala'a
a thjoria dogwmoleg^bine'.e. Bsae redimen
foniiu se, desenvolvi-se e consolidoa1 ?e na
laglaierra bistortcamenie, sem plano precojee-
bido canso uji m 'liado das lu'as entre o par-
lamento e a corda, valo a ser a ultima phse da
evoluco p- ia qaal e parlamento aBi.moa a sua
iapreraacia rabre o poder real
Mas no reroado de Jorw III j e.se n'giu'Q
vigoravj aa Inglaterra com as suas regras fon
daaentaes; os membro9 da couve cao de Poi
ladelptiia coobeciam bastaoe o mecao sin> do
goveruo ioglex para prfferr-lb causa eocrita.
regime.i purameate constitucional, cujo p*oto-
typo altas encontravam nos gsreraadores e as
assembla* legialatiras dos s-us propnos esta-
dos.
Aligaron-se-lhes que ese organismo de um
aoder excenmeo, que sarge do seio do parla-
mento, era a expresso de um govemo oligar-
bico.
Habitaadea na lata pela independencia a coq-
aiderar como o sea mura irreconcilravel inimiao
a cmara ducominu-, onde tinnam assento os
filio.- mais mocos dos pares, representantes doa
kurgo3 pol'es e da fentry dos coadados, anima
da das paiioea io torj^moos oorte-amenca
nos viam na responsabilidade ministerial um
alvttre engenbalo para conciliar o poder real
coa. o predominio de urna casia aristocrtica
acastellada as duas cmaras, e por isso onsi-
deravam esse gorerno minisierial ncompativel
cono urna democracia republicana.
D'ab a co iceoco de un poder executivo
lorie, .-evaraito e independente, qoe o partido
federalista defenda como um obstculo as usur-
pares e s violencias da asBemWa legi-lativa,
aempre osposta a coosiderar-se como a nica
expresso da voatade nacional.
Rao admira, pois. que nao Be encontr na cjo-
tituiclo de 1787, urna s vez a palavra gabi
ele, mesan eaipregada para stgnihcar simples-
oiente o conjunto das ministros, como corpo con
altivo, remido em qoe esta palav-a introdusio-
%e posteriurm ote oa tia^uagem commum e par
' lamentar d<>s Estados Um los.
A xonstituicJo falla gmente de departamen-
tos miuisteriaes oa executivos (execativedepart
wuntt). -. 10 qaahfica de ministros os seus ebefes
em Ibes da qaalquer out.a d-'GOiniaaco : por
lei que Ibes foi dado o nome de secretarias.
Algons dos loeaibros mais proeminentes di
conveogo de Pbila telpbia, como Frank'in, Mi-
disroo, Diikinson. propuzeiam a creagiods um
gabinete ou, melnor, de am cooselbo de Estado,
orpo me ament consultivo que auxiliasse o
residente no desempeobo dos deveres, sem o
Oder de liscaliaar Ibe os actos e sem dimioair-
Be a respoosibilidade.
A grande commiaso, incumbida da organisa-
o do poder execntivo, nao aceitn a iii da
reacio da am corpo consultivo especial, e lirai-
tou-se a consignar 00 prujectt a seguiote dis
osico, que veio a ser t art .2 aec. 2* da coq-
lituiQ'JO :
. O presidente e aatorisado a exigir a opiniao
ores ripio do principal fanccionirio de cada
m dos departamentos ministenaes sobre qual-
^uer assumpto cooeeraente aos deveres do sea
a reo.
Esta aator3acao ejeferida a> presidente por
clausula expreasa da constitaicao, signitioa que
os secretarios o chefes los depariamenios mi-
ai=teriaes sao, oio smente os orgos executtvos
do presidente, aeoo tambem seos conse!be:ro-
iezaes.
Obedecendo a orna necessidade imperiosa no
esiado moderno, os pfcretarios vieram a formar
de fado om coosplha presidencial que com
qaaoto cooatiuii^o nao tenba cread, todava
oda tem dencnoipativel com o seu espirito, e
pelo contrario decorre ia clausula cima ctala.
Se licito ao presidente coqsullir individual-
mente os sena aecretarios, pode elle tambm
reuail os em conselbo para con-ultal-os collecli
vamente sobre os mais importantes negocios pu
Wi'-os O que a eonstitaica veda que o pre
silente oedine da responsabuidade legal e p -
iitica, que Ibe cabe, para laocal-a -obre o con
seibo dos sene aecretarios ; nem pode o pres-
iente eximir-ae da responsabiltiaJe sendo
ceno qoe s a elle pertence o direito de dmi
dir. E' ne te sentido que nos Esuidos Unidos
existe om gabinete- .... ,
Pnndando-se na alladida :lansula. qoe confere
ao presidente o ajee os norteamericanos cha
am cmsuUmi-pm*. Hash.ngton intciou a
praiica de reunir oa seas secretarte para dis-
coaabas oraea em eoa-elbo qaaado Vcornam
egocios de imporlancia-Em casos taes elle
resolva depois dVter cuvido as ras a e as op -
ies dos ebefea doa departamentos ministenaes
entre os qoaes igaran pnluico de credos di-
er=na comoaailtoo e J.Ue:>on.
A mesX P>Ma fo observada pelo* presi
dentf J Adama O 3' presi e ,te, JeflV soo se
SK procedo m unto d.ff.-rente Q oando
Se trauvade neaocios qoe, aor_Ut mpor.anaa.
ediam o concibo doa secretarios, elle os nua a
discuta o asanmplo e rerolbla os votos, e mian-
do o seo proprij voto. Em sen* eolitos Jef
fcrson af-roa qae, a exempto de Wa-btdgtuo,
nona tomn deliberado alguma contra a o >i
io do gabioete. .
Olios p-eaidanlf-s. pelo contrario re-olTe
ram nogocioa da maior monta e iravidade con
tra a pareoer dos eens secretarios oa sem audi-
encia ctlles.
O geoi'-al Jirk'. o, por exentpio, durante umi
parte de su bedicosa adnanislracao. esteve e n
hita abarla com oa ministros, e qoando resolved
retirar os 'ondos pcbl -os depositados no B-ioco
doj Estados U iidoa. looge de contultal es sobre
i1 na twdiea to grate, limitoo-se a ler-lnes ii
tueujooal, no qual expnnba oa motivos da sua
aelibaraci* e reinvinltcoa para si a respoosabi-
Hdade inteira do acto.
Aanm nos Katados Unidos o gabinete nao
anarmatWaien enana per I -i as saas sessoes,
a Ma eompsteaata e fonce*s nao se acbam le-
galmeote regaladas
e uiieiramtnie dependente da voatade c aroiino
do presidente.
As rcsmslaoeea a carcter d^ste padem
dnr ibe da 'acto gran>e importancia mas
l*c-alraenf*> o preaidsate oo ab-igiio a re. ni
na sean secretarios, ouvtl-oa qaalqaar qae
*ej.i o aegoc.io pendttite de aetiiterafao. nem na
reiacsa solidaftenades entreo u-embros j
gab ,ete.
A administracSo oca EiUdos Unidos, obser-
va B y^e. nao um todo, mas am grupo de pes-
soas -em programma poltico e em rejponsa-
011 ida ie Collectiva.
D.versa a posico dos secretarios, como ebe-
fes 'los departamentos mmistenaes as suas re-
tac-s coi o presidente. Os ministerios sao
creados por lei e a lei que xa os direitos e
deveres de cada un dos seus anafes. Os secre
unos nao estao pois sojeiios incondicioodlmea
te a vontade do presidente.
En regra, por intermedio delles que o pre-
sidente fai valer a ana vontade e exerce as func
c-'s do poder execntivo. Se um secretario re-
cus >r dar ex-cucao a alguma medida lomada
pelo presidente, este nao ple f ne.- por si s
e directamente oeste caso deve oe muir o se-
cretario recalcitrante e subslituil-o por ootro,
q 10 d execuco ao acto.
.Sobre m reucoes reciprocas do presideniee
seus secretarios >n aid 1 sustentadas duas Jou
trinas extKoaas a errneas. Pendleton dtzia em
um discursO' proferido em 186o oa casa dan re
ur.-nenunies o presiue.ite nao tem mar po-
ter sobre os mimstr. s do qne sntrre os oouros
fun alnanos: pane nomeal os e aemrtul-os. O
sen poder n 10 val mais loage Os anistfos sao
creaturas da lei. Preencbem os deveres que nos
11 -s impomoa, aeliante as ,aribuic6-s qae
Ibes conferimos... sao respunsiveta para com-
oosco. e tm de executar a oossa vont de.
\9 envet listo sosten lava Jickson, no celebre
protesto laucado contra o senado, que. cemo o
ooder execntivo cabe ao pres dente, todos os
funccioaanoe polticos eram resoonuveis para
com o presidente e o presidente respansavel por
111 is os lauccioaarios.
Contra, esta preteaco protestan por sua vez
\V usu-r no sen ido. Depois de termos empe-
gado tn 10 seculo exclomava elle, a dettoir e a
limitar o poder dos fu iceiotiar.os por ntMaerosas
les ; depois de termos m ii-a |.j a cada om
oelles a sua posigao particular, e a sua respoa-
sabilidade- no desempenho do* s-os deveres ;
depois de termos levantado a le, tcoto qoafllo
possivel cima das voelaUes tnlividmes ; ina
uredltavel qne se nos venr.a dizer queba tmen-
le urna responaibilidade, um criterio, urna ven-
ale, a do presdeme i *
Na verdade os ministros nao se acbam suje-
tos ao poler desnecessano do presdeme senao
em tanto quinto a le aao limita esse poler. As
I is primitivas que crearan os departamentos
ministna:s, conferiam ao presidente o mximo
arbitrio, nspoulo que os secretarios cuidaran
dos aegosios qne o Jresideoie Ih^s confiasse, e
observa am as tastruec -s que por elle ibes .-
sem dalas. As leta posteriores porein nao re
produjera e38t clansata (ilvo com relago ao
ministerio das rela$es extercres), e determi-
n un o circulo ae actividade e os dev re* e obri-
g ces de cada secretario. E' pws to pouco
correcto dier-se que os ministros slo serventoa-
nos do congresso quaoto que sao in trumeotos
passivo da voatade do presidente.
A constituicio guara silencio sobre as rela-
ces do* ministroa com o coagresso. Ni presi-
de ocia d Waabmgtai os ministros comparecam
no senado. A le de 2 de Setenbro de 1789
obrig-iva o ministro das Unaocas a mformir ver-
balnente on por -sc-iplo (m srsoi or m wri-
ttng) ijualquer das duas casas o congresso
quaodo isto Ibe fosse requerido Ialrodazio se
paren a pratica de que os ministros se commn-
nicassem tmente com as commisses de una e
ootra cmara.
O senado e a casa dos representantes podem
exigir do coverno informaces. exbioicao de do-
cumentos,' pecan oalciaes, etc. tm 1792 foi
inuilo debatida oa congresso a qu-sa o de saber
setae- pedidas lwiam ser dingitos ao presi-
dente oa aos minist.os. A ultimaopioiio trium-
phou por fraca mnona ; e, apesar a opposico
de Wj^niogion e de Jeffersoa, manteve-se a pra-
tica imr4asida pela resolncao do congresso. O
pedido eito oestes termos : that tke sea ttary
o/., be directei ta covunn.nic.it e Ihe House if nut
tncomveaient wit tke puNic welfare, what mensures
have beeit Ucem. etc. >
A nuu-aco dosmiaislDS sujeita a a^prova-
cj d. nado. M. a grave ofTmsa rece nena a
consii'.o '> se o seaado usasse dessa direito
nnra firVai- o presidente a oomear detarminadas
pssaoaa qae estivessem em accordo poltico com
a maiorta dos senadores.
ab disposices coostitu :iouaes sobre a poca,
o molo de eleicao, o lempo durante o qual ser
vem o pre idete, os senadores e os denotados
mostrara evidentemente qae o leg'slador consti-
tointe nao teve por necessaria a couformidade
poltica entre o ^residente e o congresso, ou
qaalqii'r das duas casas.
Apezar da moderaco com q'i" o seoado
tem exer:ido esse iiretto, na pratica tem surgido
conflicto*.
O p-esideote Tjler, por exemplo, oomeou tres
vezes raceeasivamente Cileb Gu-hing ministro
do tntenor, e tres vezos o senodo nao approvoo
a nomeacio.
Quamo demisso des ministro?, a coaatu-
tuicao qaz deixar inteira iioerdade de accao ao
pre-'i lente, pois nao sojeitou o acto de demisso
a apoiovaco i'.o senado.
Nada obsta tte, o conflicto entre A. Jobnsoo e
o congresso den iu^ar decrelaco do Teoure
of olh' e acto de 1867, que se refere a ledos os
funcc.-inr.os civis nome^dos pelo presidente
soo a approvacao do senado, t cojo tin princi
>a era lo.car o presidente a conservar nos car-
gos os s icretarlo3, que ;de accordo con a maio-
ria ilo congresso impugnavam a poltica presi
le.tc a' em relacao aos estados rebeldes. Logo
qne G ant aflsumio a presidencia, algumuS das
usposices da mella lei mais offensiva da coas-
t:tjich i (oram derrogadas por ou'.ra le de 5 de
Abrtl de 1869.
Quiesquer que sejam os perig03 e os in;ou
venientes de urna poltica peaeoal, nao se coa-
padecen con a esseucia do rgimen presiden-
cial medidas legislativas qaecoarc.em o livre ex
ercioio .la faculdade, que ao presidente perten-
ce, de nomear e deraiUir os seas miai.-troi. So
mente os intu os polticos do presidente podem
p edominar na escolba desses agentes immedia-
tos d ^ua voatade, ama vez qae o presidente
de fact) ede dtreilo o poder execativo e por
e:le re.-ponsaiel.
Dis^a independeo^ia do poder execntivo re-
sulta a falta de uaidade que se observa no go-
verno americano. Os seas ramos, diz Bryce,
sao descoouexoB; seas esforcos nao se dirigen
a um Ijj ; oao prodosem uji resultado barmo-
nico.
Os marinlieiros, o piloto, o machiaista nao pa-
recen ler nm proposito commum, obelecer a
ama t voatade, de nodo que o navio, em vez
de faier una prompta ?iagem, segne a sua der-
rota tortuosamente, en zig-zag. e as veaea aada
a roda. .
O presidente poaco pode faxer, pois nao diri-
ge o congresso nen a nacSo. O cong easo nao
poie guiar oa estimular o presidente, nem sub-
stuul o por um hornera mais adaptado a sita
cao.
O gabinete nao recebe nm p-ogramma pol-
tico do coagresso nem Ita^o di. tada un dos po-
deres do Bsudo segne o sea amano, oa perde
momentos preciosos em discutir qaal o camiobo
ja deve seguir, e o que succeie parece ser um
resobado uio da accao dos orgos da Enado,
mas da ana fora superior qae ora os despreza,
ora ntili-B-w de soas discordias. >
Easa falta de uaidade sobretodo sensivel em
nma crise.
Como obviar os perigos qae entao surgen T
S.iO bi outro alvttre, pondera Bryee, seuo
aqaelles q w os romanos adoptivam,a dicta-
dun temporaria; eassim succedeu na guerra
da sus ;ao.
O vico orgnico que acabamos ae assigooia-
irremeiiael no rgimen provideniial, mas os
geus incoo venientes poderian ser, em grande
parte, alieuuadoa, se as relaces entre o poder
exe n ivo e o legislativo se tornassen mais in-
timas e mais estrellas, sem ofensa da autono-
m'a de un ene>n*ro.
D algniis aoaoa a esta parte, tem se discuti-
do con cresceote interesa-* nos Eslados-Uaidos
a questao ie saber ae os ministros, seja por dis-
noicfto de lei 00 mediante reforma consniucio-
nal deven ser admitlidoa a defender as medi-
das'a o pensameoto poltico do presidente as
du's casas do congresso. ___
O receio asqaso poder execntivo fortaleca-a
1 i
oii t1 ios a usar da palavra no coagresso. com
quda o, por oolro laJa, a lis-alisacao do p^der
legislan o sobre o ex-cuuvo adquertria mxi-
ma iutensidade. tem sido o vivo obstculo a que
M opere urna reforma, que para muuo, impor-
tante e urgente.
IIBLI0IK4PHIA
Fragaaemans Jaridieo ;,ailoso
phlina
POR
J. Isidoro Martitu Jnior
II
Antes de ludo ana obser^acao que importa
a expitcacao precipua da caracterstica de cada
urna das escolas jurdicas, de que filanos en o
nosso artigo anterior:cm un s ponto, quar-i,
se extreman as theonas allema e italiana, e e
qua-ido se trata do conceilo do crine e do c imi-
ItOSO.
A escola italiana nao adnitte hnalijanv algu-
na, tudo se move e se desenvolve mecbaoica-
mente, seja o bomem en Bija a sociedade o ob-
jectu da tnvspttgaco.
Pruducto da aotbropologia enmiaal e da psv-
cbialria, a* lea p naes considerara o lumen em
sena caracteres toraaii :os e psjchicos atim de
applicar a peoa.
A anlbropologia criminal, que o priocipal ca-
P tuio da sciencia no crine, ten una pacte ana-
tmica e ostra pbysiologica.
En vista d'iaso aanrselli, Ballagglia. aaudsley
. li luaat qae as anormalidades da pmfch bumaua,
cono o crune, a loncnra e o suicioio, se confun-
de 1..
O c-ime, couM) anormalidade orgnica, psychi-
ca e social, coasilerado como urna accao bama-
00 e a peaa lomada como a reaeco social
equivalente.
Balas sao as ideas matrizes da tbeora de qne
d digno interprete eutre nos o Dr. J ao Vieiia de
Araajo, autor ae um pensado ejulici.so com
mediado ao nosso amigo Cdigo Criminal.
A escola alterna escara todas as coasas sob o
imperio de urna evoluco perenne, as vetes in-
consciente, inexplicavet, masquasi sempre pulpa-
vei e vijiivel.
A origem da penalidade paramente biolgi-
ca : 1 pena reprrsenta o slruygle (or Ufe.
A principio, pena de Tj.uj vi gau dual cega, bestial e apUixonada ; depaiB sob a
forma de iiidemmsaco, multa ou re.sgate ella
apparece coa a oxistiioigo do direito de pro-
oriedade, e tiosi atole nasce o verdadeiro poder
jndiciil, com a constiinis&o dos governos.
O criminoso am individuo que se desliga do
plano commum social, um ente disteleologi'o.
constimiodo urna e*peeie de teratologa moral e
que d tingue em razao de 3 factores pnnctpaes :
o meto, o carcter e a natureza inoividual
Dis-se que o individuo esmagado pelo trem,
no loga* Bello Prado, ii visinba comarca de Ca-
nliotmbo, era nm celebre ladrio de cavallos de
nome Jos Pelix, o qaal sendo sorprenendido
quando prontrava ap.ssar ae de cas cavallos
que all pastaran, foi assassioado felos donas,
e posto nos irilh.13 da estrada de ferro, para ri-
m! >r um esmaganeoto.
A fortuna favoreceu oa proprittirios dos ce-
vallos, pois qae nesse da, nao sonente o tre n
ia con um atrazo de cinco boras, cono no,te
toi por de mais escara.
Tem se dado algans disturbios, mas sem con
sequencias notaveis.
Assin, b-tgaram Custodio Coelho, carpina e
mestre das of cias da estrada de ferro, com
At'osti iho de A-auj) e Clara Alves con Jos
pba ; e- as por ctumes, e aquelles por causa de
soltpas apodrecidas I
As feirar estaran muito abundantes, nao
ser os atacadores de gneros alimenticios, antes
da Hora competente.
Au rrooir.
fEnAlBUCa
A es a ultima escola flham-se os trabalhos de
A'ibar Orlando, CIotis e Menina, os lies mocos
mais trabalbadores qoe exi-iera actaalxente, e
qae era suas prolu 3 deixatn inpretsos con
cellos le alto valor e importancia.
Ditas estas idts introdactorias e explicativas
da orieotacao germnica qne se nota oos traba-
Ibos do llns'.rado professer de direito Dr. Mar-
tins Juuior. que mao grado a inveja dos incom-
petentes, tem Armada a sua repniacao, comee/
remos amanaa a analysareada um dos cnpilulos
era qne se dividem p Fiagmemtos iuridico phi
losophicos.
(Connufia).
i. Thtago da Fonseea.
o Diarlo de Pcrnamiuto
.6 Bimplesmeote ama re$
mtern da adminutrac*o, sen existencia oficial, I em tace do legiilaro, Beodo os secretarios ad-
^'JIPAPA' de Maio de 1891
Desaparecern as ebuvas, e con e I s as
p'antaeets dos das 19 a 21 do mrz ltimamente
Bolo; e os agricultores estao desanimados e sen
esperanzas de invern.
O ilornvapparecea o com este is fe ores per-
niciosa? e pnisluiios, peculiares, ou-antes, en-
demieas, ocsta fre*oezia, desde que faltan as
ebuva na estacSo propria.
No4ia2ldo pasalo Abril, no sitio Esp n
lola, desta comarc, dense un lameatavel acon-
tecineolo. Hanoel Joaquim da Silva Barros, co
nh-'cido por Hhdico, foi assassinn>io uor seu*
propno seDrinbo, Bellarnino Jos de Barros, em
defesa de sen par, Joaqun Jos de Barros, a
quera o meamo Bebico emboscara e descarre
gara urna formidavel cacetada que o prostrou.
sen sentidos; e qoando Hanoel Joaqotra preten-
da aca.oar com o irmio, o rapaziobo, que se
gota 1 om seu pai, servindo-se de urna foice. cu-
11(00 bastantemente o lio, viodo este a fallecer
tres das depois.
O responsavel por essa morte gmente Bel
larmino de itarros^qae evadise; e Bebico
raorreu, porque rnistio tenazmente a qualquer
tratamento nos ferimentos, vindo a fallecer pasto
de vermes, porqae nea> ao menos cooseutio que
se lavasgem os ferimentos. r
Manuel Joaqun era bonen atrabihrio. Nao
reapeitando a ninguen, al arrancn as barbas
de seu venerando pai, Joaqun Jos de Barros,
de saadosa menora, e por isto era rauito odiado
petos seus visinbos; contado uao aecusou ao
nma 1 Joaquim Jos de Barros, pai de Bellarmi
00, e somente a este; 00 emtaoto, o pai de Bel-
larmioo, bomem incapaz de matar ama fornlga,
foi mettido na cadeia de Panell s, apenar do pro-
testo solemne feito pela populacao. sensata di
quelle Jttrmo; e a origem daquelle lamentivel
aconteetmento foram queates de tertas, possni-
das en commum pelos dous irmos, cedendo
Joaqun de Barros parte de seus terrenos a Ma-
no-i de Barros, mas este quera a fortiorU que
aqu**lle conprasse os seus terrenos por procos
fabulosos, o qne nao convinba a Joiqulm de Bar
ros, a quem la tan recursos pecuniarios.
Principiaran aate-bonten, aa matriz desta
villa, os festejos do Mea de Mara, con grande
concurrencia de povo, tanto da villa* domo dos
a rabaldes; e o pernicioso costume di entregar-
se a enancas fosos doar para aaHal os, ja pro
luiie seus funestos resultados.
Mara Francisca da Conreicao, nnlber de Jos
Atliaiiasio da Silva, qn^ndo con grande racoibi-
neoto e fervor aasistia a -esa do Mes de Maio,
fui attiogida por ara fugete, que entrn o corpo
da matriz o ferio-a gravemente na eabeca.
Se n fogoete nao encootrasse resistencia no
crneo de Mara Francisca, os estragas seriara
borriveis, e basta considerar qne o corpo da
igreja se actaava ebeio de mnlberes, e fcil
adivtuhar um fognete entre mnlberes o que nao
produziiial
O Os-.al da villa deve dar as providencias ne-
ceas iras, atira de se nao entregar enancas fo
gos do ar para sol ar; assin romo devera prohi
or os ataques de farnba e gneros de primeira
oeeessidade na feira, antes da bora competente,
e multo especialmente prohibir carreira e esqui-
par-se a cavallo as mas desta villa, principal-
mente nos diaa de concurrencia de povo, comi-
boaten, en plena feira, com risco de atrepellar-
se o povo e as enancas.
O presidente da Intendencia, ha poneos das,
por un triz, nao foi esraagado pelas patas ae
ufa cavallo, cuio dono embevecido pela boodade
do animal, nao reparn qne, no caninbo que
segua, encoutrava-se o presidente da lotead-n
ca-
Eia cono se den o espancanenlo e ferimen-
tos era ves do soldado Jos Candido, de que tra-
te; na nltima nissiva e proneltl dar os porme-
nores.
No da 14 de Abril ultimo, na poviacao de La
ga de Gatos detta comarca, Taldevraode tal,
armado de faca, provocara desordena oa feira
d'aquella povoaco.
O delegado em exercicio preadeu o e entre-
gen o ao guarda local Jos Candido da Silva, e
quando este o coaduna para a prisio, reooi-
ram-se armados de facas de pona e pistolas os
deserdeiroa Bibeiro de tal, JoaoFelippe, Anto-
nio Felippe, Sebastian Nunes, Remigio ones e
Joao Aleijado, e accomneiteran Jos Candido,
detiaodo o por trra, espancando-o, ferindo-o e
tomando do poder do nesmu o companbeiro de
desordena Valdeviao de tai 11
E4e faci pro va de sobejo, que nao se pode
policiar sem soldados; qoe ana povoaco, por
pequea qoe seja, nao pode ser guardada por
urna 00 duas praeaa, e que o termo de Panelas
ecessita para aer policiado de tnnta oa qaa-
renta pracas a oao de doze, qnantas compfte o
deftacanento d'alli.
Os propretanos de carallos e bedes, a vi-
ta da benignidade do anvo cdigo penal, van fa-
zendo jusca por suas propriu naos I
Acta di asseaa ;ia gera' ordina-
ria do Derby lab e Peruam-
baieo.
Acs 8 das do mez de Abril de 18*1 n'esia ci-
dade do Recife, a rna Duque de Caxias n. zz,
pelas 2 Horas da tarde reunidos os Srs. accionis-
tas: Antonio Alves Pacbeco. Antonio Ignacio do
Kego Medelros, Dr. Manuel Enedino do Reg Va-
lenca representante de snas filloas Mara e Alber-
tina, Dr Antonio Pedro das Neves, Antonio Jos
Rodrigues de nouza. Amonio Jos Moreira, Fran-
cisco Moreir Nelto, commeodador Joao J os de
Amorin por si e por procuraco do Barai de
Casa Forte, Agostinho Jos da Costa e Gjilti-rra
Antones Guinarics, Joaquim Luiz Teixeira, co
: ou. 1 Manoel Martina Fiuza, Joaqun Pires da
Silva, Manoel Carnoso & C, Manoel Joaquira de
Aodrade, Manoel Pires Ma-tins Fooseca, Manoel
edeiros por sie por procuruca) do coronel Jos
Fiaza de Oliveira e o Dr. Manoel Martins Fiuza
por si e como procarador de Augusto Fernando
10 Reg e Antonio Rodrigues de Souza, repre-
8totando mais de um qoarto do capital social,
assumio a presideocia, por acclamacio legal o
Dr. Maooel Martins Fiuza que Ct>nvidou para se-
cretario o Sr. Muiuei Medeiros e declarou aberta
a sesso.
Lula a acta da reanio anterior e posta em dis-
cq- sio foiapprovada.
Declarado o motivo da mesma reunan p lo Sr.
presi.lente, e dispensada a lei.ura do relaiorio a
equ rmenlo do accionista Joaquim Pires da
Silva, proc" leu se a do parecer aa comraissao
Hscal, que posta em discuss&oe submetlida vo
tacao, fui uuaaimeneate approvado, juntamente
con as comas apresentadas pela adm ntetracao.
Em seguid* o comneadador Joao Amorioo oro
poz um voto de louvor a digna di.eciona e ao
accionista Manoel Medelros pelo alto interesse e
acceutuad.i z lo pe s negocios da empreza, p'o-
posla que foi unauimem-nte approvada.
Os 11 rectores Manoel J aqaim de aodrade por
si e pelo director Artunr de Souza Carvalho e
Joaquim Luiz Teixeira, fazendo procedentes al-
lgalo *s, pidiram dispensa de seus cargis
Cousuiuda a assembJa, pronuncioa-se esta con-
tra tal pedido, sendo que o Dr. Manoel Valeoca
fez u.ii appello aos mesmos directores para que
continuassem em exerdeio dos referidos cargo*,
que Ibes ttubara offerecido 1 argetn a se recora-
mendirem altamente a gratido dos a sociados.
Aiuda os mesmos Srs. p.'diram a palavra e
instsjram pelo pedido feiio, sonto cir.D ati-
didos.
Em seguida o Dr. Antonio Pedro das Neves
pedio a palavra e fez diversas considerado -s so-
bre o fundo de beneficencia, tal qual constava da
esenpturacao da casa e terido em vista o dis
posto a respeito no regiment interno vigente
oomparalivamente ao artigo.
Aps ligeira discnssjo en que tonaran parte
os accionistas Manoel Cardoso e Aaioaio Alves
Pacheco, fot pelo Dr. Manoel Valenja apresenti-
da a seguinte proposta, que posta a votos, Bcou
unnimemente aoprovada:
Proponbo que as mallas recolbidas e que se
recolderem da data do regiment actual sejam
levados a caixa da sociedade, passaodo a correr
par coma desta, depois de esgotado o fundo
constituido, nos termos uo amigo regimanlo, os
so xorros aos jockeys.
Anda o nesno accionista mostroa a conve-
niencia de serem liquidadas as coalas do com-
mendador J >ao Fernandes Lopes e do corrector
Pedro Jos Pinto, sendo qne a assembla deiibe-
rou que a director! disto se incumbiste a seu
prudente arbitrio, con a maior brevidade.
O Sr. presdeme declarou que diante da dis-
pensa cannadida a iiirwmru e nos termos do
art. 17 dos estatoto- ia proceder se a eleicio dos
tres directores, commissao ttscal e mesa da as
sembla geral.
Procedidas estas eleic s, obtiveram votos
para a -lireclo-ia : Goilherrae Antonio Gira 1-
res 53, Antonio Jos MorQtrK 48, Amono Jos
Bilinges de Soua 36, Manoel Pires Martins
Fonseea 16 e Joaqun Los Teixeira 6.
Para commissao fiscal: Commeodador Joo
Jos de Amnrim 50, Dr. Antonio Pedro das Ne-
ves 48 Manoel Medeiros 46 Dr. Manoel Valenca
7. Manoel Joaquim d And ade 5, Comneadador
Cup-niio de G Basos3, Joaqrara Pires da Sil-
va S e Manoel P Martins da Fonseea 1.
Para presidente da assembla geral: Dr. Ma-
noel M. Fiosa 38. Dr. Oliveira Fonseea 12, Dr.
Manoel Valenca 4.
Para secretario : -Hanoel Joaquim de Aodrade
45, Antonio Jos Rodrigues de Souza 6, Dr. Fra
goso 3 e em braace 1 cdula ; pelo que, foram
proclamados directores: Guilneme Animes
Guimares, Antonio Jos Moreira e Antonio Jos
Rodrigues de Soasa.
Commissao riscal: Co ameodador Joao Jos
de Amorim, Dr. Antonio Pedro das Naves e Ma-
noel Medeiros.
Assembla geral-Presidente Dr. Manoel Mar-
tins Fiusa.
SecretarioManoel Joaqun de Aodrade
E oada mais Paveado a tratar, o Sr. p-eaiden-
te levan too a sesso, la v ando se a presente
acta. qe eu Manoel Medeiros sevviodo de se-
cretario sub8Jrevn e assigno.
Manoel Medeiros.
I.nutino sfc
Hrazlliaa Bank Li*>
Malted
Capital do Banco
Pago
Fundo de reserva
1,250:000
625:000
400:000
BALAHgO DA
BOC, KM
CATXA FILIAL EM PEBNAM-
30 DE ABRIL DE 1891
Activo
Letras descontadas 18:4744081
Letras a reeeber 1,414:116*89 1
Emprestamos cantas esneetes e
oatras 3.043:676*630
Garants por coatas eorrentes e
diverses valore. 333:473*20)
Csa em moed corrate 3,736:O0449O
POSSMW
8^65:863*290
Do potitos :
Em conta correte Y 174:4*9*610
Fixo e por artas *,855:5 ;8*4* 4,030:018*110
Qarsntias psr eo-ataa eorrentes e
diversos valore
Diversas coutas
Letras. psgsr
8. E. O.
Pernambaco, de mi de 1891.
W. H. BU ton,
Minaner.
A. W. Satmders
Accoanunt.
I.6S0:268*I80
2,830:999*001)
4:570*000
8,563:863*290
REVISTA DIARIA
Onamoni-A cidade de Onnda
prepara-ae para commenorar os anniversarios
da enancipacao do sea nanicipio e da dltnan
tiaa lei de 13 do Ma.
Alen de nma conferencia popular, asesto ci-
irca pamaulas, oraaoianucan e grande llaml- 4* grupo. Manifestscoes liiterarias Int
nact no Largo da Abllelo, reaiiiar-se Mb 'coes amigas, doennentos, cdices, planos,
boas apwai atoss epcciaculos na s Je da So-
ciedade Melpnmene Olindense.
Ma noite do uia 11 un grupo de artistas sob a
dirergSu do Sr. PiaviaooCoelho di' una sor$
dranatica, cojo producto reverter pa a as oOras
do a.ardinanento do referido largo, por graciosa
cesso do uoe-mo Sr. Grao ano, e oa noite de 13
a Sociedade Meiponeoe offerecera aos seas ass >
ciados e'Olvidados ama recita extraordtoiria,
seodo levado a scena o drama de *r me eff'ito
enqoatro actosGtapar o serralheiroo o van-
devilleCorueville en casa.
liara curu-co a esta ultiui. lun -cao o na poe-
sa intitulada13 de Maloe recitada em sceaa
aberta. terninando a festa con a apolbeose
Ltberdade
Aps os espectculos baver treos pao o Re-
cife.
Por un nodo to coodigao -1 cidade de Olio
da val solennisar duas datas nenora veis : o
da 12 de Maio. aniversario da lioertacao do
seu muuicipio. e o dia 13. abolicao total da es-
cravatnra no Rraatk
rosnio sjlssmesiv*Em reuno de al-
gnos nenbros desta nova sociedade, fundada no
Kecife, foi constituida assin a directora provi-
soria :
PresidenteJulio Hansem.
Vice-pe.-identeManoel Prado.
1. SecretarioAlmeida Braga.
2 DitoA. Alves.
Tnesoureiro Carlos Viltela.
YogaraFrancisco Costa, Lndgero Passo e L
de Asevedo.
llha do Betlro Moradores d'essa locali
dade, na Magdalena reclanan por cuncerlos j
poniezinha que di entrada para all; pois achn-
se, pelo estado da danaifleacao da mesna pon-
tezinba, quasi que interceptados e sen transito.
O facto (jo lera ser verificado e providenciado
por quem for o conpeteote para lvrar os recia
manes da suac&o qoe denuncian
Feriado -H ij estaro encerradas as repar
lices publicas.
riiuururiad Faienda A sess&O da
Junia de Pax-nda Federal, ajue d>-veria cer boje
logar, foi transferida para auianii, visto nao
abiir a respectiva repartico h. je.
I'l cilminli Fiaou se ao te ti on tem o
resDeiiavel aocio Francisco de Barros Falcao
Gavaicinte de Albnquerque. cujo cadver foi hoo
ten dado sepultara no ceuiiteno puolico de
Samo Amaro.
0 tinado que nao d< via contar menos de 90
anoosdeid.de, leve represeatacto saliente em
nossa sociedade. 3 ltimamente era aposentado
no logar de chefe de seceo do The*ouro Pr.vin-
c al tendo sido antes secretario da R*p.rtico da
oPhci,.
Pilbo do coronel Jos de Birros, figura nolavel
em nossas pugnas da independencia, peruncera
no comeco da sua vi la ao exercHu. e cnegra a
patente de teen e, sendo que as referidas pug-
nas foi grande auxiliar ie tea pie, e uoiubili-
son se por vivo enihnsiasmo pela liberdade p por
seu amor a ierra pernambucaaa.
I-; urna las reliquias desses imhd. que se
recolhe ao tunlo, leudo anda logrado ver reali
sados os sonhos de sua mocidade ji quaulu u-
d'as Ibe eram pesados pelos iocomiuouos pbysi
co**
Nifsos sentido' pezanes a sua familia.
Ositra A* una febr* typbica falleceu anie-
hontem o 2 anoista do curso jurdico. Cicero
1.1 Matia Pinto, natural da cidaat ,a Cacbneira.
ao Estaco da Babia.
0 nallogrado mogo era muito estimado entre
seus collegas, onle deixou fundas saudades e
una menora sympatbica por suas qual ida des
pessoaes.
n ntem psla manba, conduzido do povoado de
Parnameirim. onde deu se o fallecimento, foi o
sen cadver entregue sepultura no eeniteno
publico, con grande acompanbanento ; e por
"s.-a occasio os acadmicos Vieira Tosa, Cruz
Saldanba e Julio Faria, em. palavras repassadas
de -entimento, delxaram sobre o tmulo a ex
presso de suas saudades.
Kostetoe OOasrtetoa-Das oocinasdaty
pograpbia Apollo, acaba de sanir a 2' edic&o dos
Sonetos Obsoletos db Sr. Joo B. da Silva uar-
te.
A obra inoressa con elegancia e nitidez.
O autor dos Sonetos Obsoletos revela multa
aptido para o verso e sobretudo una pacien-
ta adni avd em ir excavar oocabulos fosseis
da nossa lingos.
Bem nedidos, cuidadosamente modelados, os
Sonetos Obsoletos vem nais urna vez fazer a
great attraclion dos amantes da poesa satu-
rada de nma vi* cmica* apreciavel.
O volume acha-se venda na referida typo-
grapbia, na i*raca da Concordia n. 5.
Agradecemos a offdtta qae nos fui feita de um
ejemplar.
(irande concert- No sabbado prximo
ora lagar no Club Internacional o grande con-
cert promovido pela applandlda artista sopra-
no dranatica A dele B. Montaido e pelo relebre
barytono A. Burci.
En honeoagem aos notaveis concertistas to
marao parte aa festa diversos anadoies artistas
desta capital.
Ha d sur ana oste agradavel a qne nos vai
ser proporcionada.
Cavanesf civilForam lidos bontem.
00 jalao de casamentos dol.'districto, os se-
guales proclamas:
Segundos :
De Luis Borges da Costa Lima com D. Joanoa
Lopes da Silva, solteiros, residentes en Afogo-
dos.
De Aristben Pinheiro de Mendooca com D.
Mana do Carmo Caraeiro, solteiros, residentes
em Santo Antonio.
A rtpoiliao ibero ainrrirana -El -
tre as diversas manifesiacdes con que a Hespa-
nha, por iniciativa da Unio loero-Anericana,
celeb ara o 4* centenario do novo nuado, taes
cono a restanracao do convento da Rpida, que
bospedon Colonbo, quando ia pedir auxilio a
Fernando e Isabel para a realisaco da arrojida
enprexa e o lerantamento da estatua do glorioso
genovex no porto de Palos, de onde eile parti
com tres pequeas caravellas descoberta de
nm mundo, sooresabe una exposicao histrico
americana, qae se devera inaugurar a 12 de Se-
temoro do aono prximo, no edificio da Biblio-
theca e Mseos Nactonaes de Madrid, que maitc
nos interessa de perto e para a qual fomos gen
tilmente convidados a concorrer, nao s por
aquella benemrita associacJj, cono pelo pro-
pno governo nespanbol-
Nao se trata de ana exposicao de bistona ge-
ral da America, como pensar talvez quem nao
eonbecer o decreto real de 9 de Janeiro que a
determinou nem o .programma organisado pela
commissao ofllcial que a dirige, mas de una
parte que mais de perto entende, quer antes
quer depois, com o facto capital, isto do
melado do scalo XY ao meiado do secuto XVII.
Abrange cooseguintemeute este periodo dous
seculos, cojos monumentos e documentos refe-
rentes ao a sanpto, se dividirao em tres series :
a primeira relatlv 1 i prehistoria da America ; a
segunda descoberta de Colombo ; e a terceira
as navegaces econquistis que completaran: o
dominio eiviJUador de todo o novo continente.
Segunlo o precitado programma, que acaba
le ser remeitido pelo entro director de Madrid
ao centro corref pondente brazileiro, essa expo-
sicao sera constituida por 12 grupos subordina-
dos seguinte claasiticaco :
Seccao I. Booca precolombianana! grupo :
Prehistoria.anericana: a) modelos, reprod-
ceos e desanos das antigs cavernas habitadas
e do*monumentos, desde o rodinentar mru h'r,
seguindo a oomeociatura europea, at os dolmen*
tmulos, me numentos megatuicos e restes das
povoaco>8 lacustres.
Ib Objectos pertencentes s civilisacOes pre-
histricas, armas e instrumentos de pedra e de
ossos de animaos. Cermica. Adornos e ut n
sillos lavados e gravados; ben como obje'tos
Je geologa e paleoteolohia quepassan iiluslror
estes estados.
ci Objeetoa de cobre e bronse de qualquer
applicac o.
d) Oojectos procedentes das povoacoes lacns
tres.
2> grnpo. lempos reconhecidamente histri-
co?. Monumentos de archilectoras civis, mili-
tares, religiosase Ameraras; de esculptura. es-
tatus, troncos, bastos e fragmentos; de pinta
ra s de gravara.
3* grupo. Artes e industrias. Vestimenta
trai >s a adornos; Om plia, arnas oflensivas e
defensivas : cermica, objectos de barro de to-
das sa apptieacoes: metallurgia, ebjectos de co-
bre e bronse; tecidos; cantara, Uvrados em
pedra ; eanstrumnotos msicos.
Insorip-
car
.D8trativoa d
las geograpbicas
texto.
6' grupo. Appeodice. Resto* e modelos daa
enbarcacoes qu^ servirn en pocas preceden-
tes a colombiaua.
Scelo II. 6 grupo. Material martimo de Co-
lombo. Caravellas leetauradas e trOdeladas, as
tiolabias, iotrumeotos nuticos de matbemati
cas.
T grapo. Colonbo. Objectos qoe perteoceram
au musir geoovez
8* grapo. Bellas Ares. Monumentos de archi-
tectura, pin:ura, e.-culp.nra, gravura, pelas ex-
planacoe do 2 grupo.
y g upo Arles iodustriaes. Puratrente ame-
ricanas ou europeas, mas feitas na America;
com as mesmas expianacoes do 3* grupo.
10 gi upo Numismtica americana l o meia-
do do secuto XVI.
11 grupo Manifestarlas scieotificas e littera-
rias. ln-crinc s. documentos cdices >*tc. com
o do 4* gropo at melados do seculo XVII.
12 grupo. Appenne. Retratos, pbotogra-
phias, uajos e tuio quanto so ,possa reunir das
racas borrigeues anda existentes.
Cra-.eo.-je.opia h'm: k ana da mais provada pro-
cedencia.
Como se deste simple resumo do pro
gramma, nao polerenos concorrer abuudante-
menie a to io>ressau.e exposicao. mas alguna
cousa tpmos quer da epocoa proto quer da pas-
toiujlombiana, aiada que exp..r.-os ptla capital
federal e pelos estados, qae m a temoo for reu-
aido, nJo 5era por ceno a seceo brazileira a
menos admrala naquelle ceilamen.
O maseu e a bioliotheca oacionaes e o insti-
tuto histrico aqu oa capital, podero forot-cer
bom cont.agente, u alguns daqu lies grupos;
leuibraretuos deste ultimo os paaioes de pedra
asseutudus as costas do B.azu p.:ks primeiros
navegadores portuguezes; da bioliotheca nacio-
ual o precieio codue uas cartas jesuticas e do
mus o a opalenta coecgo craneana, paleonto-
lgica e eihuograpbici que all tem euthesoura-
do O S-*U in fatigavel director.
Vem de molde aqu lamentar o inesplicavel
extravio que, seguuio nos consta, se deu ao ar-
chivo uiuuicip.l de uuoa cana topogr-pbica n
Rio de Janeiro de 1536, que o Dr. Fer tira Vi-
anaa quando presdeme da cmara fez encerrar
em urna cinx. de madeira qae para sso manda-
ra construir propositalmenie, e que agora nem
della resta o neo; vestigio.
Empenbado co.no se acm Ocentro correspoa-
dente brazileiro da Unio Ibero Americana, pai
qne o Brazil ie faca representar com a maior
dignidale na celeoraco do 4- centenario de Co-
lombo, cm Madrid, e rutando-se neste inomentn
dr orgaoisar um centro directir, sob a presi
Unca 10 Jir. Barao dj Lacena, como ministra
do co^imercio e navegagio com os quaes tao de
perto eoteode a descoberta da America, para
realisar lo bella ilea, e de esperar que, quer
neato capital quer nos Estados, eocoulre ella to-
.as as *-y:npaihiaj de qae ncoatestaveloceote
credora oa na$ao brazi eir.
O Brasil no etitrangeiro S)b o 'ituln
0 Sr. lonie de Figaeuio publican o Reme
Franco-Sui-Ameruune o seguidle artigo de L.
Guiiuite:
Eslava esenpto o nosso artigo Siiuago
quanio uveiuos urna interview com o Sr. Conde
ae Figueiredo, representante na Europa Jo Ban-
co da R-pubiica dos Estados Unidos lo Brasil.
Guarir,nou-oos S. Exc. a acquisicZo feita por
essa iustltui^ao de crdito, da faculdade de
einit-o 1 5J,O0O:O0O, facuidade de que gosa-
va recenie.i.enie o Bauco do Brasil. Apenas
resta agora Han -o da Repblica aosorver as
corices-o s de cinco on seie bancos regiaDaes,
para ter. sem partuna, o monopolio da emissaa
de 6iX).000:i Ood lixada para todo o Brazil pesa
nova legisiac&o monetaria, com garanta de de-
posito em o uro na prooorcj de um terco da
emtBsao.
fcil calcular os eoormes bi-neficios qut
assegura esse mon. polio ao Banco da Repblica
que se val torunr o regulador nico da circala-
cau e do cambio, devendo desapparecer, soore
esse terreno, a nvalidade des bancos.
0 Sr. de F'gueiredo, reconhecendo que o
governo b'-azileiro aliena contra fondos pbli-
cos 4 "/ 1889. os depsitos de ouro dos bancos,
e que es_-a alteraco da garanta da crculacs>-
hduciaria produzira, primeira vist'i, ma im-
presso na Europa, fez nos onservar que 111 rea-
lidade nao ha diminuido Je garanta, p^.-quanto
os fundos pblicos em ouro, recatados com os
depsitos melallicos, representam o equivalente
em metal, e que o que vale no ouro o proprio
ouro (euro e o qoe ouro valej.
A depreciacao desses fundos puolicos poue-
deria eofraquect-r a garautu ; mas. por outro la-
do, como os bancos nao sao obngados conver-
san do sen papel seno quaudo o cambio se m a-
tiver, durante um anno, ao par de 27 d. ou asi-
ma, por l, e como a prc>-iso quasi que indica
qne essa volta ao par s se da no periodo de
longos unos, segue-se que o papel legal c
vinualmeate iacouvertivel, e que no dia en qoe
ae tornar elle convertivel te-a o cambio subido,
e igualmente nelborado o crdito do paz, per-
mtttindo a realisaco, muito vantajosa, dos fon-
dos do estado de garanta e a recoustituicao das
depsitos de ouro para a converso do papal.
Alen disso o governo brazileiro, en vez de
deixar esses depsitos de ouro immobilisadoa e
improductivos, ten toda a vantagemem applicaU-i
os no resgale des fundos, panucos, valorisand
assim esses fundos poupando ao Tbesonro. sa-
br os que resgatoa, o pagamento de um inte-
resse an mal de 4 *(, em ouro. Resalla, pois,
que a mobilisacao dos depsitos de ouro dea
bancos, nao nuliitican 10 de modo algn a ga-
ranta de seu papel, nuitissimo favoravel an
crdito do Estado, diniuuin lo a divid en cir-
culacao e o respectivo servigo.
Se o governo de Jurez Celn n, em Buenos-
Ayres, houvesse seguido opoesmo systena, na
teria provavelnente o agio attiogido as propor-
coes a que chegou. Infelizmente sabe se que oa
depsitos de ouro jos bancos servan, nao para
a acquisico de tundos do Estado, como precei-
tuava a lei de 1887, mas sim para o resgate da
urna parle do papel-moeda ; julgava o governe
que por essa forma faria subir o valor deste;
as, ao envez disso, o que resta va em circnlaco,
nao tendo mais garanta real, devia forcosaneo-
te depreciar-se, lauto nais que o papel, tao de-
saseadamente retirado, foi, por am cnalo,
posto em circutaco pelos descomes do Baen
Nacional Argentino.
Forga pois, reconhecer qu. as coodices
segando as quaes se eff^ciuou a aiienac&o dos
depsitos de ouro dos bancos, no to da Prata
e 00 Brazil, sao essenciilmentediff'rentes, e qn
o papel brazileiro aao perde, por essa alienaco,
as suas garantas reaes, como acontece ao pa-
pel argentino.. Nao nos parece, conseguintemen-
te, sejam idnticos o; eff-itos, nen qne o agj
actual do ouro no Brazil possso ser o resultada
deesa operaco do Thesouro.
Sao Mohecidas los noasos le.Uo es as outraa
causas nais reaes do agoc e sigumas deltas s5a
antes favoraveis ao fuiurado B anl. Parece-nos,
pois, que bastar que Banco' da Repblica,
grande distribuidor de papel-noeda, resista a*
movimento mflacionista que reina no Brazil,
e qne paute prudentemente a sua circalaco de
aecordo coa as oecessidades legitimas do paz
para reprimir o agio do ouro que, de reato, as
loe torna u.oi 0 favo-aveis, actaalmeote, as com-
pras de ouro, para effectoar os depsitos de ga-
rantas s novas emissOes.
Sabe-se, finalmente, que o Banco da Bepn
blca lora encarregado, segundo a letra do res-
pectivo decreto, de creacao da agencia nnanceira
do governo brazileiro o, Europa. Esse fact*
dura em resultado um equivoco, fazendo soppor
que f.-a retirada ao- Srs. de Rothscnild, de
Londres, a representaco financeira do Brazil, s
que prodasio urna baixa dos fundos brazileiro?
0-e, esse equivoco, alias dissipado palaifev
mativa do governo. le qne nao se traiava sena
de simpies delegaco do Thesouro brasileirn,
cuja existencia em Loo tres conta longo perodo,
fot totalmente destruido, declarou-oos o Sr. de
Pigueiredo em una longa miente com 03 Srs.
de RottHCbld. que ab-orvenam de urna vez, aa
s a representacao do Thesouro como a do Baen
da Repuohca.
E identemento desea fado .-o podemos tirar
deduc6-s f, voraveis aos negocios braleiroa,
aendu nos censurados por termos delles tratada
em termos bastante vivos, se ben qae bastante
verdadeiros no modo. Beademo-Ous, pois, sem
que todava tenna sido completamente batida a
nossa crtica
acadent* -Os alomos da 1* serie da
carso de sciencias jurdicas na Ficaidane da
Direito deven rennir-se amanht, pelas 40 el/2
boras do din, na sala, do respectivo aono, para
trataren ae assumpto qne os inlereesa.

I
f- -.'
IA
.
.
M

.


*

y
i,

*

remiro afeen-ral I do Berlfe H Je
SU socicdada p-o.Ji < uua aos seu* socios e
convidado uW recreio extraordinario, qoe pro-
anMta fp con ;orndo eji vista do boin coaceno
JBe goi i o 6 emio.
faotDkraphia e pintar* 0 lu'.elli-
gsnte pintor Sr. Fr^ierico Hamos acaba d-m n
ar uu elegite itelier photographico no pre o
n. 44, ra 15 de de NjvejQDro (jutr'ora do la
peralor).
Possuindo ana pessoal artstico hbil ta lo e
aun mal' rial tolo bxo e d >- ujf ih ) e- fabrii-in-
tes, coma o referid i eslabel-cuneuto coin mel?
segaros de bem servir ao publiLO.
_, E' encarr gado do retocndolo do* retratos o
fcabtl photo^raph) P.-lix Bartelo. qtfe tein tra-
belhio oas pruneiras nasa d- Rerl n e lliin
burgc. e Das des Sis. Pitanza (ua'). Guim u
(Rii de Jmiri) o C. Birn (Pe Raonaeo).
'AgraduU-nos uiuito a alel t do->r. P"e I. R i
os, a quera agradecemos a attenca< que nos
dispensoo de con/idar dos pira vis tar o seu
la leei Tiento.
Paonitmrnlo H olera q-iasi ai .moitecer
iSJO la La ao Creador o Sr. ADtooio Augu.--
10 dn S utos Parto, rjtie ha >lgum t-rapo ac.ha-
va-*e era oslado comprometedor de vid).
O Sr. Santos Porto, que era ara re^peitavl
cidaJfi'i. veto muito joven de portu-'a', ondenis-
cera. para este Estado ; e aqu dado vi ia c m-
merca n-:tuio familia, creo-,; ffeic s po
anas quali ades, e leixa numerosa prole, tai
geral bem colloeadj p-la educ gi) qu soub
ir-Ihe.
Nesu hora i fQ' 'C30 para a de oala fami
saja-nos permittid' apreseotar-lbe as nossa;
sinceras condolencias.
Cdigo de Etliflcaco Re Ai n ) o
project > oo cdigo de e iilkdcoes i > inuoicip
do Recife, orgamsido e aprevenalo pe| i enge
nhi-o arehtt.'cto H-Tulano R itqs, eng< oheiro
da Intendencia de.ita capital cbefe doservico
mnoicipil.
O trabalbo do Sr. eoeeobeiro Herculan'i Ra-
mos, cuidado e e pioso como rev-d1 a prori-
ciencia do me-mo ensenheiro na tunera de
qne se ocopou, e satisfaz ao ?ervi;o a que veno
dar ordem e regularidad?.
Aara lee-no- o exeinplar qu? nos foi enviad
Vapor Treni Pwr telegrarum t rrobido
pela agencia da Real Mala, sabe-se que es*
vapor p^sou era S Vicente no dia i tarde,
pelo qiie devp ; n gar aqu no da 8 pela maob.
OprracAe* ctrarclcaa Poram prati-M
das no hospital Pedro II. no dia o do corred ,
8 segaiote8:
Pelo Dr. Constancio P, nlual :
Talha hypoastrica reclmala por calculo v. -
sical.
Pelo Dr. Fernandes Barros :
Posthutoraia a thermo cauterio, reclamada por
phyuosis e caocrOJ venreos.
Dsarticul ico das phalanges do3 de los medie
e anuular da mao esquerdd, reclamada por esma-
gamenio.
Pelo Dr. Joo Range!:
Ampu iffio no terco inferior da perna direit,
metnodo circular, reclamada por .;;magj;uento
do p.
Amputcco na conlinuidade das pbnlanges
dos de'os indicador e medio d?. mo esqoerd?,
reclamada i o- esmagarrenio.
Pelo D". Baslos de Oliveira :
Duav pos holomias a thermo cauterio, recla-
aiadis oor phymosij inflararaat ras p laneras
teoere is.
Peio Dr. Arnobio Marques :
Posiboiomia a thermj cauterio, reclamad por
phymosis inflammatona e cancros venreos.
Cidade da Victoria Em sua edicao de
1 do correte publicuu o Lidador as seguint s
noticias :
Na noite de terca para quarta feira da se-
mana prxima passada. desabou sobre esta ci-
dade e seus arredores fortes (huvadas produ-
zinJ nos DOSSOS agrtiultores grande amm?(o.
que l>go veio a desapparecer com a continua-
C4o du sol, que tem estado de lascar.
A pou:a agua que se reun:o no riD est
. quasi exlincta.
Vamos mal.
Somos informados deque vio ser mi lados
os estudiis para a con-truegio do ramal da Glo
na do Goita.
Consia-nos mais que o digno engenheiro, en-
carregado oe qoe separa aquella cid de desta e da es'ago de
Jap.Tj, no mentido de saber qual o melhor ter-
reno.
Esperamos ancios03 o resultado desse tra
tialho, que parece nos se pronunciar em favor
da no.-sa cidade
Amanb, s 10 horas do dia, sob as forma-
lidades do estylo, entrar na noss^ de parocho
collado desta Ireguezia, o nosso estimavel viga-
rio coui-go Bernardo de Carvalho AndradP.
A liu-trc sacicdade musical 14 decoslo
em regosijo desse acto, far cel>:uraT as 11 hc-
-ras da Lua:ih utia mista cholada e Te-Deum
-aoile. _^BK^'
< E' di pre'^ar sa que ser gnde a co-
-C*rrerjcia a e8cs setos, que sio a expresso do
jubilo com que aqu foi fecebida a noticia do
acto que tan-ferio para esta freguezia a colla
pao do nosso virtuoso parocho.
No da 30 do prximo passado mez sabio a
comeeira do edificio que a digna Intendencia
ies e municipio acba-se construido para seo
ac>.
O acto foi bastante solemne, tocando por
cs^a occa&Jo a banda marcial da sociedade Be-
fEio !. de Maio. qoe all comparecer a eco
-jfUc e ubiodo ao ar muitas girndolas de lo-
geles
Aos convidados e a msica fot offerecido
pelo digno intendente Sr. tenente Joo Jfarinue
Pulco. uq) co^o .c cerveja.
_.Acaa.taowe presets todos os roembros da
Iflitndrncia, que .foran :lvo de enjosiasticas
audacOes, ctadodevantados muitos outros brin-
des a diver.-us cidad&os distinctos qoe se acba
am presentes, e a redaeco < esta folba, por
quem agradecen o nos;o collega Oliveira Ma-
ioL
TacadaNo lugar Lagoa d'Antas do dts-
iricto do Marayal, termo de Calende, no da. 5 do
nrrente Antonio Jos Alves, cognominado Anto-
mo Carpina, ferio com 6 facadas a Jos de Car-
lb,o, o quaL, jcub dui depois, fallecen.
O deJioqueate evad o se.
1 ervlco militar' hje superior do di^
9, cid'ado capito Meirelles, e fzt a ronda de vi
Ita o Sr. alferes Cabral Netlo.
014 batalbo dar a guarniCSo da cidade.
f niforme n 3. *
Amanb superior do di o ciddo ma-
aor Dantas Brrelo, e far a ronda de Tisita o
Sr. 1" tenente Pedro Alexandnoo.
O 14 bataloao dar* a gnarnicao da cidade.
Uniforme n 5.
BattcrpeEsse club commercial recreativo
(tt boje o sen sarao ordinario, cajo comeen ter
lagar s 7 horas em ponto.
i>o)a Eyarellaa Convidamos aos
0880-* le nares a dirigirem as snas valas para o
aoouncio, aoe hojeiJUblicamos d'esae eslabele
eimento. E' uigQQ da attento. que solicitamos
-aoi- Ihes dar connecimento das fazendas novas
e de acinalidade, que acaaam all de ser rece-
kidas, e assim se acbam a dlsposijo do publico.
Este nao perder, sen effeito, all indo: os
pibes fojgam de ver.
Patielroa O empresarios de padana:
aesia cidade, seos soburbioseOliadarenoem-se
*oje s 11 horas do dia, no predio n. 1S, i* an-
dar, a ra estrena do Rosarlo, para tratarem de
senmpto de inter* sse proprio.
Beuniao acadmicaReanem se ama
aba peas 11 h ras do na oj acadmicos amigos
do Dr. J'- Mariino.afira de asqeniarem no me-
lhor meio de cuuiprimenUrem a esse senhur em
n> pr. xima ebegaaa a e u cidade.
Tribuna) do Jury da>Jft*c4*> Pane
aonou liou'i-in ejt ttibunal SOb a pre.-nlen ia
do Dr Jos Julia.. Regue'.za Pinto-de Sonza, juiz
de oireito suost tuto .reciprocp do i.* distncto
erimipal, occop.'fldo a tribnna da aecnsaco o
ffr. Gervigic Fioravante Pires Perreira i. pro-;
4Biotor i ublico da comarca.
' "E^tiveram prsenles 36 jbicb de fado.
fculrou em juigameut i o reo Maootl Aff.nso
de M> ndotica pronunciado como niurso no arl
301 I; cdigo criminal, e acensado de paver no
dia 29 de Jarho e 1889, s 5 oras da tarde, na
roa do wond" de Gyanoa, freea* zia da Boa-
Tifia ferido levemente o uaiaoo Vicente Par
Deouzlo a defeza o Dr. Lulz Emigdio Rodri,
es Vi^noa ad^ogadod^9 presos pobres.
O 'uryrocohheeupor 10 votas a antora do de-
4ic'o.J e por 9 polos, as cucouiftdn:!as alteuuao-
taa da ,embnaguex e menoydade. ertab.'lecidas
> ari. 4tt| 10 e 11 do cdigo pennl.
D' ccordo com astas decOVs fot o reo con-
*
Diario de Pernambnco Quinta-feira 7 de Maio de 1891
detonado a fx-at de um mez de priso simples e
malta inca po no grao ujinmo do a/V. SOI do coligo
criminal sendo j ligada extiocta a ref n la pena,
d confo-mida le con o disposto no an. 60 do
dito cdigo penal, visto qoe o mesmo reo suff la
p i'ao preventiva d'esde 13 dePereretro ultimo.
Ka se.ando lam foi Julgadc o reo J.-s An-
tonio Bizarra de Mana, ex r-raca da goirda vi a, proonaciado com incur.-o no arl. 203 do
codizo rriioiual por baver no dia 19 de Ano t>
i- 1888, na ra da Aurora, freguezia da Boa-
Vista, lerido gravemente o iadivi too de oorae
I 11 io Das di s Santos a qnem condazia preso
para a Casa de Deteneo.
Produzto a defeza o Dr. Lonrenco Cavaicanle
de Alitbqnerqoe.
Em vista da deciso do jury, qoe recoobeceu
oor 9 vulos ter o reo praucaao o enme em de-
f> za pr ipMa, nos termos do arl. 14 % 2 do co-
d _"> criminal, foi o me-mo reo absoivido e cen-
lemnado a Intendencia as cusas
i) jmy de semenga compoz se dos seguiotes
jaizes de Lelo, que funecionaram em ambos os
julgameuios :
Ur. T ajino Alipio de Carvalho Uendouca.
Frauci-o Antonio de Miran ta Duro.
S'l'.mo Clau :iauo Alboquerque Sobretra.
\louso Jo"Ke de Mello.
Manoel Venancio Alves da Fonseca.
Au,'u o Z. a.lis de Gos Telles.
Fredenco Aogt sto Perreira de Novae3.
Joo Aotero de Medelros Fuado.
Sergio de S L d.'io.
Jjaqum Ma'tins Mireira Junio1".
Innocencit Antones de Parias Torres.
Cbrisiovo ce Barros Gomes Porto.
Fo- levantada a se6So s 4 horas da larde.
Club Bepablicaao Martin* Jnior
Son a presidencia do Sr. J. Rocha Lima func
cooqu e*se cluo oa segunda-feira nltima em se.--
sao ordinaria, na qual foram popostos e acei'.os
socios os Srs. Dr. Maofredo Barata e Francisco
Soa.-es Quintas
Discutida a prouosta do Sr. Reg Medeirus Ja
nior no sentido de ser dirigido nm manifest ao
Paiz. f> i ell i nnaimimenteapprovada sendo no-
meada para redigi' o urna commissao composia
lo Dr. Olio'o Vctor, R?go MedeirosJuaior <
Tbom Gbson.
Em seguida traloo se de ou tro assumpio ;
oor rirn sobre proposta do cidaJo Augusto F -
oeira, foi inserido na acia nm voto de regosij).
por ser o dia anniversario do republicano S.il
danha Mar ,dio.
E levanton se a sesso. sendo marcado o dia
13 lo c r inte para a roxima.
juit-ria do Eatado de Peraambn
co-a que corre a 12 do corrente, pelo novo
plano, em -utra secc) publicado, em bene'i-
co da S na Casa Os negocies concernentes a
iesma deven ser dirigidos ra Larga do Ro-
sario n 9 1 andar.
Icapecioria do S. dlairlcto marti-
mo- Recife 5 de Maio de 1891.
Boletim meteorolgico
"
luras o o si Barmetro a 0 Tenso do vapor 3
>*. :. 26'4 757"20 17,81 70
4 27'6 758-77 18 39 68
M 27 8 757-30 19.39 70
i :. 28M 755-7 19 24 68
' 27'.o 756-58 1874 7t.'
Temperatura rraxima29,75.
Dita mnima26,0O.
Chova G",5.
Direcco do vento: ESE de meia noite at 4
horas e 36 minuto- da nanhi; SE com ioteirup-
co>fl de ESE e SSE at 10 hiras e 2 minnlos;
ESE com pequeas iulerrup.6es de SE al meic
noite.
Velocdade media do vecto4,"99 por -
.ruedo.
^ebulosigade media0."37.
Bolelim do porto
H
3
Dias
5 de Maio
5
5 .
6
loras
822 da maob
2-19 da larde
8-40 da tarde
2-55 ta manb
Al tu-a
PaBaajelrojpSabtdes para 01 portos do
^OTle no vapot P. Francia :
Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello e 5 filbos
Dr. Joaquim Bernardo Pelean Pilho, Pedro de
Barros, Adolpho Maranho. Antonio Fernandes,
Alexandre de Souz Lima, David Moreira de
Barros, Rinde & Kallelie, Manoel Coelbo de Sou
za Oliveira, Joaquim Candido H. Cavaicanle, An
Ionio Cai.dido H. Cavalcante. Salvino Jos de
Sona, Francisco Grato e sua mulner, Vtrginis
Flora da Cooceico e 4 Blhos, coronel Jos Telles,
sua senhora, 1 nlbo menor e 1 criada.
i Amanhi :
Pelo agente Pinto, as 11 horas, i ra de S.
Borja q. 30, de 1 piano, mobilias, movis, cavat-
los e 1 sobrado.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, roa Mar
ques de Olinda n. i, da armoco e miadezas da
referida casa.
wtnaaa funefernSer So celebradas
Amanb: ,
A's 8 horas, na matri da Boa-Vista, pela alma
do Dr. Jofto de Almeida Lopes; s 8 horas, no
convento do Carmo, pela alma de Jos Mendes
Carneiro de Soria Bandeira ; s 1 hora na
iereja de S. Jos de Riba Mar, pela alma de Prn-
deBCia R. Pinto de Oliveira.
do Btccirc-
679925
36:4151147
T0S*072
80W000
Intrndenrl
R-iidimento do dia f de
Abril
Saldo anterior
Despendeu-ae ao dia 5
Em poder do procamdor
So Banco de Pernambuco
37 025*072
4023JU)72
tMpMM
37:028^072
Cana de DctcncKoMovlmeoto dos pr.
i03 da Casa de Deteneo do Recife, Estado d-
Pernambuco. em 5 de Maio de 18IK.
Exifiam 530, entraran 16, sahlram 12. exlB-
ls 534.
A saner:
Nacionaes 494, ainlierea trangeiros 18.
- Total 434
Arracoado
Bous,, 382.
Doenies 17
.OUCOB 8.
Louca 1.
- Total 408
408

Movlmentn da enfermarla
Te ve baixa :
Manoel Francisco de^Souza.
Teve alia : SU^
F-aocisco Soares Pereira.
Foram visiudns.08 presos des te estabelecimeo-
to por 221 pessoas, sj.ado 89 horneas e 221
mulheru!}. .*tir. L
oapltal Pedro il- O movimento deste
estaDeleCimenlo de caridade, do dia 5 de Maio
foi o a?goinle : ,
Eu.raram l*
Sabiraio..,. >
Fa'lec/jram 8
Existe 8*
Foram visitadas as respectivas eoferm -
jeras Drs. ;
Moacoso i 8 3|4.
tltnelrn. ps 9 l!l-
anor So.nnno s 7 1(4.
Ber*rdo>il i|4.
Ponfual s 10.
Fernandez Barrosas.
Minus baroosa a 10 1|4.
Vieira da.Cunha as.lOjil
O. cirurgio' dentista Rama PompiUo a 8 l|z
oras. -.. _.. .
O. ajudan'e do pberjweentico entrn '* 71|
la i aii e uhio as 4 da tarde.
Loen do Balada d Peraaai' -
a iserieda4kideBteEatado,ei b-
oerkio da Sant.fiai.j*J|i8erici)rdia de Hecife.
iei. uranWa. imiret4rtel|eni m da 18 d
Maio i terga-letra), 1 ben: da larde, no*oa-
sis orto du litreja de Nossa Senhora do Rosario
le S.r Antonk).
ttoirria do Eatada da tlram-?r
-A 15 serie da 44* lotera, desle Estado, cuic
iremio grande de 250:0004, aera estiahidt
ao dia 9 de Maio (sahbaao).
toiena do Baraabo A 21* serie
da 4* lotera desle Estado, cujo premio grande
de :jtn':i:00i000, ser extrabida oo dia 13 o.
Maio (qnarta-feira.
i, iirriado HnranfetoPor telegramma
receido pela Casa do (Jaro, sabe se que foi
este o resuft ido da 26* serie da 4* lotera do Es
t- di: do Maranho, extrabida em 6 de Maio
de 1891 :
SS 300:000*000
3591 30:000*000
4.-77 15:000*000
43:0 6:0004000
7363 6:000*800
Foram premiados com 3:000/000 os segoiotes
oumero3:
3575 4781 6570 7711
Esto premiados com 1:500*000 os seguales
luneros :
1588 1706 2011 3818 6828
\PPROXIMAgOltS
6897 3:000*000
6HU9 3:000 4000
3590 1-500*000
3592 1:500*000
4076 900*000
4078 900*000
Esto prearados com 600^0 0 os segui tes
nmeros:
6891 6892 6893
6S94 6895 6896
6987 6899 6900
Esto premiados com 300*000 os seguintes
nmeros:
3392 3593 339i
3595 3596 3597
3598 3599 3600
Estao premia os com 160*000 os seguintes
nmeros:
4071 4071 4073
4074 4075 4U76
4078 4079 4080
Todos os nmeros terminados em 98 esto
premiados com 300*000, excepto o da son
grande.
Todos os nmeros terminados em 91 estao pre
miados com 300*000, excepto o da sorte imme
diata.
Todos os nmeros terminados em 77 estao pre
miados com 150*000.
Todos os nmeros terminados em 8 esto pre
miados com 150*000, excepto os terminados
em 98.
Todos os nmeros terminados em i esto pre-
miados com 150*000, excepto os terminidos
em 91.
A seguinte lotera corre no dia 13 de Maio de
1891 com o mesmo plano.
Cemlterlo PublicoObituario to da 5
Je Maio.
Joanna Bautista Silveira L., Pernambncc, 50
anuos, solteira, Boa-Vista bemorrbagia cere-
bral.
Jos da Silva Franco Pimentel, Pernambuco,
80 auno-, soiteiro, S Jos ; semlidade.
Gertrudes Mana Paes Brrelo, Pernambuco,
4o aonos casada. S. Jos pstulas malignas.
Auna Joaquina de Medeirus, Pernambuco, 42
annos, viova, S. Jos; kisto do ovario.
Faoila Sydooia da Silva B, Pernambuco, 26
aonos, solteira, S. Jos ; beiibrl.
M noel de Barros, Pernambuco, 25 anuos, sol
teiro, S. Jos ; febre palustre.
Idalina, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos ; den
tico.
Augusto Jos dos Santos, Perna&ilmco, 22 an-
nos, soiteiro, Boa-Visia ; accesso pernicioso.
'Mari.'. Casilla da Conceicao, Rio Grande do
Norte, 3; aonos, solteira, Boa-Vis'a; tubrcu-
los prlmonares.
Porcino Soares de Mello, Pernambnco, 18 an-
nos. rasada, Graca; lisien.
Domi n tu s Firmino, ignora se, 50 annos, Gra-
ta ; paralysit geral.
M na, Pernambuco, 3 dias, Boa-Vis la ; con
volcos.
C0MMHH1CAB0S
A lu rensa opuosriotiistn pe
ranie a historia
A impretrsa epposiciooista e 0 republicanismo
histrico nao de'vem esperar o menor applanso
dos bons cidadaos qnando condemnam como ou-
tros tantos erros do eminente marecbal Deodo-
ro quaesquer oomea0>s de republicanos neos
para os altos carg)s da repblica on para o go
verno dos Estados.
Desde qne o Brasil oteiro repablicanison-se
to sincera e leahneate quando oatr'ora acbava-
se monarchisado ; o pretendido republicanismo
histrico perdeu totalmente a sna razio de ser.
porque nenbum brazileiro se pJe mais tornar
a ontro preferivl senio pelo sen carcter, pa
triotismo, illbtracaoe virtules.
Hoje ningnem abso'ntamenle oapOe-se ao go-
verno republicano ; todos o snstentam em bem
do engrandeetment) nacional e, por tanto, as
prc.occupa(6es patriticas de todos os bons ci-
dados nao podem deixar de convergir para
integridade nacional desacaotellada pelos histo
ricos reformadores, para as sotoeftes praticaaj
dos nossos prnctpaes problemas sociaes e poH
ticos, eqoccides pelos rnesmos reforaiadores, e
para a boa gestao da cansa publica, praticamen
te descorada pelo ministerio orgaoisado no me
mo-avel 15 de Novembro l
A que vem, portanto, essa peniaacia dos bis
toncos e d imprema oposicionista em alien-
tar nm anlagoaismo odioso, anti-patnoticu e
sem razo de ser contra os oovos repnblicaoos,
se todos devem querer e nao podem detxar de
querer a mesma consa t i
Os frucios peccos e amargos da verdadeira
orientaco republicana cdneretiaada no primeiro
ministerio republicano, nao podem jusliricar de
modo algom aquella insistencia da impreca op-
posicionis a e dos historeos, porque a sna orien-
tacio republicana revelou se moro menos crite
riosa, competente e hbil, para dirigir os inte-
rnases e os deslaos da patria, do qne a orienta
cao mooarchlca t
As grandes reformas cooslilncioaaes e a boa
gestao da cansa publica presetodem absoluta-
mente de quaesquer ortentacOes republicanas
ou monarchicas.
Apenas demandam illustraco scientilica, pre-
videncia, seoso pratico e verdadeiro pa riotismo,
to iodispeusaveis ao estadista republicano co-
mo ao estadista monarebieo.
Em vez de se escan i alisaremos histricos e a
impreusa opposicionista com o patritico ebefe
do gt verno provisorio, a asol de ardirem ple-
nos anlt-patro icos para erroUl-o daeleico
de presidente da Repblica, so porque elle sub-
stituto o ministerio de 15 de Noreinbo; seria
moito mais digno e hnrese qoe Ibe dlrlgissem
merecidos loovores e applaasos, recoohecendo
qne elle bem merecen da patria libertando-a,
embora tardamente de ministros qu- nao a sa
biaa; elevar !
Exceptuadas as pastas da marinba e da guer-
ra couflada3 a inconleeaeel competencia mi-
far, as de mais se achavam entregues apre-
gada competencia do republicanismo histrico,
qoe dea de si a mais triste e lanteatavel cop a I
Ponhamos niargem oa decretos qoe Ibes
abrirn" tdTia'oj Hmlohos de ttnt rnitrio IIH-
m
mitado. qoe lotrodozfram no paz novlda*es es
casadas e puramente onerosas, que reformaran]
sem pro ver o o nosso direito escripto e o cdigo
criminal, ende ligara de novo a immoral e ab
?ur !a cbnsiacaco de crimes particulares, qoe
dislribuiram sem oenhum criterom as trras de
volutas, e que oneraram o crdito nacional, por
meto de favores, preiilegioi e garantas dejares,
na importancia de muitos centenares de mil con
ios di res !
Basta que nos occnpemoi hoja da parle finan-
ceira da pasta da fazenda qne, oo periodo das
reformas arbitrarias, concentrava em si todos os
maiores interesses da commnnho nacional.
O illustrado ministro da fazenda, dota-Jo de
urna prodigiosa inteligencia, Me orna vasta eru
dicco e de um talento raro para 'defender, com
igual brilln -> p- a o contra, desmeotio orti-
camente os seus presumidos confiedme ros da
sciencia do legislador e do estadista, otostran-
do-se masmo destituido do prieiro requesito
para um estadista a]prevlsSo Como Bnancei-
ro, e seo proc lmenlo antorisa a suppcsico de
que elle ignorava que a igualdade da troca de
valores, oas relacOes econmicas individuaes
constitne a base fundanental da sciencia H: an-
ceira, e que esta sciencia tem por rim principal
cooslituir uaidades de valor, sob a deuominacio
gentica de meio circulante, cujo pagamento
vie'a ou prazo seja nfalliyelmente integral e
garantido I Por isto, talvaz, oas Hnancas naci
naes, ell fez exactamente aqaillo qne pode na le
f -ito e mais infeliz arebitecto de obras fettas I !
Sempre estimulado pelos lonvores da maioria
os histricos e u'essa mesma impren-a que
ainda confia na Baa-atristffra onentagao repu-
blicanaapezar de j conde nnar com indi-na-
co os pr.meiros e mais innocentes resoltadas
praiicos da sua gestao financeira, e grande mi-
nistro, qu i havia atacado cem deoodo os erros
do seu antecessor, em vez de estudar as dnangas
nacionaes no quadro qoe estava desdobrado .ios
ilhos do paz oteiro, atim de arrancar a patria
das garras de avaros banqueiros, foi compromei-
lel a anda m is nos labvrinthos do falseiiuento
do c nm rc;o biccano, com os qnaes nada ah-
so'ntarrente tem de commum a tcienia finan
ceira !
N'^qutlie quadro, via-se o meio circulante na-
cional centralizado e sem elaslerio possivel oc-
casionando ip$o factoa ceotralisagao adminis-
trativa que, no rgimen monarebieo, aspbyxiava
o Brazil estenlisando a acti idade iodividual e a
social; via-se coodemoada irrisi riament-- como
imprestavel e funesta a nossa inapreciavel e per
feitissima moeda fiduciaria emit'ria, pelo the-
souro publico, sob a mais ampia garanta do im
menso crdito da ccmmunho social 1 Via se
preferida e adoptada como o ntimu e perfeita urna
moeda baucana, desnaturada em seas fna, fal
seada em sua essencia, sem garanta de integral
p-g-'inento e apenas f< rialecida, sombra do
crdito nacional, pelo favor criminoso do curso
forgado Vi* se, em vir' ude de um contracto
absurdo e nullo de pleno direito, o Brazl despo-
jado durante 90 aorjos do personal i ssimo direito
sobetano de emittir a moeda tidociaria indis-
pensavel ao deseovolvimento interno das snas
relages econmicas; via-se o fornapimento de
urna pretendida moeda nacional empreitado e
conferido, por titulo gratuito, um eyodicato de
capitalistas estraogeiros representado entre nos
pelo Banco Nacional; via-se conferido a esse
mesmo syndicato o direito de substituir a nossa
loa preciare]Icverda4elra ffpeda nacioDl"pl
falseada e 6n.aceramente injustiBcavel moeda
fiduciaria emittida pelo Banco Nacional; e ainda,
via-se Tneiouro Nacional esmagado pela obri-
ga(So absurda de comprar ao syndicato, para in-
sinuar, a nossa propria moeda nacional mediante
ti'nlps da divida publica a juros de 4 / a 1 */
de amortisaco !!... a
Em face d'esse quadro slranho, inteiramenle
novo e sem ejemplo na historia flnancer das
na.Oes, nao pedia ser raats melindrosa e gra\e
a situacao Hnanr.eira da nessa patria e o minis
tro nao deveria contar senio com os proprio-
reenrses scieotificos para desvial-a do abysmo
que Ibe eslava perto, porque a orientaco finan
cera do Tbesouro Nacional e das oossas pracas
commerciaes acbava-se completamente deaoor
(elida por muitos erros scieotificos I
Batre muitos outros sobresabia o grande erro
de considerar-se a moeda fiduciaria nacional
com divida do Estado, sen qoe este boavesse
Motrahido, em lempo algum, com qualqner es
tranbo qnalqner obngaco que legitimasse a di-
vida Desconheeia-se inteiramenle qne essa
moeda .correspondendo satisface da maior de
todas as necessidades sociaes, constitua ama
propnedade perfeita da individualidade com-
moohio naciodl; Ignorava-se qne essa moeda
era emittida pela eotidade naeao, para as exclu-
sivas relaces econmicas do sen proprio orga
cismo, em virtude da sea personalissimo direito
soberano do qual se servira ella mais Urde para
reiir?l-a da circalacso, depois de preenebidos os
seguintes fins da sea creaco: todos os desen-
volvimentos da aetividade social, em proveilo da
opulenlaco de todas as riquezas partichl res
qne constituem as fonles da renda publica I Igno-
ra va^se final mente que essa mosda nao teria pos
sibilidade de prodozir o menor prejuwo, para
quem quer que fosse, nem a menor crise, nma
vez que a i nieta ti va indi vid oal Ibe podes ve dar o
decenario'e ndWptfsaffel Hasterio. jbr meio de
ama moeda banctria de conatiturclo rigorosa
mente financeira I
Faltava hes urna noco exacta de moeda: tul
capul, t*t sententia ti...
Sem ter adiis completa confiaoca na propria
competencia para corrigir os erres do sea ante-
cessor, o illustrado couselbeiro Ruy Barbo.,
que sh-.via fulminado com rara habilidade e
admiravel energa, nao poda nem'devia aceitar
a pasta da Paseada para faser exactamente a
mesma consa, ou peor i
O vardadeiro patriotismo nao pode deixar de
ser muito exigente, por mais tolerante qoe pos-
sa se- a vtrimra trienta^o republicana I! ..
Iicontestavlmente qualqner vulgar.dade que
tivesse um ponco de senso pratico. podena ier
evitado todos os resoltados pracos e fnnestissi
ftoos dos et*os,;gravi88rmo3 do Visconde de4oro
Preto. Bastoria aaouilar os contaactVqoe con-
s-jgrava II...
Isto, que opaiz Inteiro nao1 pedia deilar de
esperar do novo ministro, era Unto ais fcil
qoanto o partamtto' iada nao se aba toroado
cmplice da iaapdlta e iliostruosa'poliuc H
daticeira vdn eu aoteoesser, qusi endeosodo
petos baoqoeirea qne ji i
eos dnos e seohores do Brasil I .
Mas... Que desiilas^s f.. O novo ministro
devorado pela sede febril de legislar segundo
o teriadeiro criterio republicano, desfeebou cora
josameate o sea eamartello, mas, antes qu* o
edificio vieste abaixo, arrepwdeu se II...
Apenas conhec^u Ibe o risco, a.roveiiou o
mesmo material e, delronte do 8oco Nacional
do sea antecessor. levanten o seu Banco Joi Es-
tados Unidos da Repubbc* I
Vendo, purera, qoe a sua obra nao contena
va suffi lente-cerj'e sos bioqueiros, reparou as
demol:c6 8 do Banco Nacional e juoton o Lou-
v e s Tulberias I O cclossal e monstruoso
Banco da R'publiu dos Estados Unidos do Bra-
sil, com tod s as bellezas dos dons monumentos
primitivos ficou destinado a perpetuar, entre
nos a mxima ceBtralisaco do meio circulante
nacional falseado, e, consequentemente, a mxi-
ma centralisago administrativa I
A misso patritica dos successores do grande
ministro toraiva-se a'ahi por diante, simples
mente impossivH se elle ennse^uisse no todo,
como j coosegoio em parle, a complicidaJo do
Coogr sso para es seus grandes erros I
Assumm lo igual responsabilioade por todos
03 erros do eu antecessor, deizando ar Tinancas
nacionaes no labyrialbos do fa'seado commer
ci bar.'ii-:o. e conservando a patria no iiumra o
e pos-e don banquearos, tornoe-se elle um digno
contr uador e su cessor do nao menos illustrado
Viscondc de Ooro P'ete I
De.-ta sorie o nome do ultimo boauceiro da
mouarihia e o nome do onmeiro tnan .eiro da
Repuol ca ti ara escrip:os com leitras de our.
na 'listoria potica da nossa patria !
a siluaco melindrosa era qu a verdadeira
O'i ntaco republicaoa acabava de collocar a la-
tegrtade nacional desacanterlando-a com a in
'justiticavel e funesta desceotralisaco g^ve-n:
mental, aggravada pela ceotralisafo admiuis
trativa, que e o mas poderoso e enrgico dis-
s.lvcnie da paz social e da ur uu publica, nao
poda de xa r de assuctar, como tem as trasudo, a
consciencia n-icional, oggerindo-lbe previsOes e
receios de auarebias, de uuen-as civis e al de
um possivel e calamitoso fraccionamento da
nossa mages o.-a e grandiosa patria !
Isto, o falseamento evidente do preteulido meio
cinulante nacional, e u na siluaco financeira
complicada, pelos erros do grande reformaaor
difficilli na, pelo antagonismo dos interesses in
terindiv;duacs e inlernacionae., e insusientavel
pela impcssiblidade pratica de conciliarem s
nlensses irreconciliaveis, nao podim deixar de
legitimar e de acooselhar ao capital estrangeiro
todas as cautelas e prudencias ju; de ha mui'o
se esto traduzindo pela crescente baixa do nosso
cambio 11
Depois de forjar as cadeias que. no terreno da
legandade, esto maoietando o seu successor e
que impossibilitam de afastar as linanjas nacio-
naes do funesto labynntho em que se acbam, o
grande ministro, apenas vio os primeiros resul-
tados assombrosos da sua poltica aati-palriolica,
lancou mo do primeiro pretexto que encoolrou
para abandonar o seu posto de honra, derraman-
do as mais immerecidas e levoltacles suspeitas
sobre a cabega au-eolada do paliiotico presi-
dente da repuolica I I
Os banqueros gananciosos e mp/evideoles j
se e3to alterrando pelo possivel desencadeia
meato de elementos que os impedem de prever
de que lado Ibes vira o raio 11
Nao nos ululamos I a verdadetra orieataco
republicana approx mo insoadavel I a sitoacao da nessa patria nao
tranquiliisadora, porqaa o ministerio dirigido
pelo honrad'', patritico e babil tlmoneiro Ba-
rio de Lacenaja nao Km, para salvar a patria'
a mesma liberdade de aJr de que taoto arn-ou
o ministerio de 15 de Novembro para percel-a !
Os bons cilados, aquelies que amatn verda-
deramente a patria, e todos aquelies que de
veras se empeoham, como rv pela sua inlegri
dade. pela paz social e pela ordem publica, oao
podem nem devem regatear os mais sinceros e
merecidos lonvores e o mais dedicado auxilio ao
grande patriota Biro de Lacena e aos seos dig-
nos oompaobeiros de mioisle. io, para que todos
continen* a empregar os mais ingenies e mais
sinceros esforgos qur esli desenvolveodo, oo
terreno da legalidade, em prol dos maii sagr .-
dos e elevados interesses da commuobo naci-
nal I
Especulem, mnito embora, o republicanismo
histrico e a imprensa oppo3iciooistaoam os em-
baraces e os obstculos que os primeiros minis-
tros republicanos crearam para imposibilitar o
cabal desempeobo da misso dos seos suc ;esso.
res e tornar suspeito e odioso ao pas e ao pro*
prio exercito o patriotismo do honrado e leal
presidente da repuolical
Os bons cidados se esfbrgaro para bem cum-
prir os seus deveres 1
Felizmente o republicanismo histrico e a m-
Prensa opposicionista tero sempre, cootra si, e
contra as sua3 ambigoes anti-patriticas, os cla-
mores da sua exclusiva e esmagadora rtspousa-
bilidade por tudo quaot > de mo vai lurvaodo os
horisontes de nossa patria I
A consciencia nacional nao se llude, nem se
peder ilbidir, sob este ponto de vista I
(Continuaremos )
Ignotus Cwis.
CHROITCi DICIARIA
Junta C omiaerclal do Kstadade
t'eroasaburo
ACTA DA SESSAO DE 83 DE ABBIL DE 1891
PRE810EKCIA DO SB. DlHITiDO JOAQUIM OLINTO
i BASTOS
Secretario, Sr. Dr. Benedicto Palha
A's 10 horas -tte-manh, declaran se -berta a
sesso, estando presentes os Srs. deputados :
Pigoeiredo, Paula Lopes e supplenle Moreira
Das tallando com partapaco o Sr. deputado
Beltro.
Lida. foi approvada a acta da precedente ses
sao.
Procedeo-se a leara do seguinte
uiniinm
Officios :
Da junta dos orretres desta praca, de 20 do
i o-reui-, raes, eatiandp o boletim das cotagfies
tfc aes realisndas de Id a 18 do mesa o mez.
Para o ar raivo.
Mas companhias RdelUde e Recife Drainage,
respc.'idende aos qq? Ibes foram di ifiiaos por
esta Junta em 21 de Margo passadoA' sicie-
larii, paraos devids Ana,
Oiariot ffiaaet de ha. 9 a 85. Para o ar
chivo. u...
0 gr. previente iu aelnda. JqU de ter
em data de, 18 docerrente e m vista da orgen-
e.a allegad, duendo a ptigo ero que Manotl
reir. incorporadoie reir a 'i'ernaiatMS.ipediaai o archivamento
dos docpmentos da insiallacao da mesma cem-
panhia eram* tenida, dosloa decumeotos.
rateirada.
Foram distiibutdws rubrica oa seguintes
livros:
C.;niadore8 : I
De 'iu;maraes a Va'et^e, da CoBSpsonia Ma-
nuf.. to'eira oh Pernambuco, da Companhia In-
'moizadora, do Banco Popular, de Loiz Jos da
Silva Guicares, de i. Fernando da Silva
inte.
D a-ios :
Do l.uco Popular, de J. F.mando da Silva
Pinto e de Arsenio Ca r.poa e Beserra.'
L.vru de transfern"ia de aigoes da Compa-
nhia Maoulaetureira -le p. -namboee.
RBfiPAGBeS
Peticoes
De Augusto Ce ar Sirpple, qnerendh no-
mear seo prepusi.. ao erdMJio Antoniode'inho
: lor deste isla to se, em > n iua op.terente de-
thSu n. .96 d' 19 de Joliio do anuo passado, o
rete: ido Piub Borges esm inhibido ide ser pre-
pu>t.i ou asn'e de h'iift'S.^-Coneette-se.
Do Banco Emissor de Peroambon*, pedindo
para q' e se ajan" cerl ficar o archivamento da
euia do imposto do sello pobre a segunda en-
trada de 10 i.or ceoto e o tbeor da mpsma guia.
CerliSque-8e.
De Amonio Jos Fernandes. Alirre Rosado de
Oliveira e M nervino Jos a Costa, replicando
do despacho de 12 de Margo ultimo, proferido
a petigao em que requreram o archivamento
de seu slracto social. a' visla do oaacio do
Dr. inspector da Tlie.-rarana de Fasenda, deste
Estado, cumpra.ii o- suppiicaotes o despacho de
12 de Marco paseado
D-JoseNuO'S aa "u iba, pedindo para que
seja registrada a procoracao qee Ihe passou
Wern rdo Eeteves y E9> -ves.Como requor.
Do mesrav, penrado o regiatro du procurago
que Ihe foi passada par Joaquim da Rocha.Seja
registrada.
D L')iz Jfi da Silva G'iimarf. ccmmer-
eian'e nest\pr.ita,.peuiado para qae seja regis-
trada sua firma uomaierciai.S-j.. iesit>trada.
De Arsenio Canfpos & Beerra, pedindo para
que s oraram em nome celU ctivo para ocommeicio de
miutezas, na :< j i Esperanca, ron Duque de
''-xias o. 77, cora o capiul fe 3i:18W850Na
forma reqnend-
Dos luesmos, pedilo P'.-a qoe neja registrad)
sua firma social. S-ja reglst.Bfla.
De Manoel Peodnpi-je ae Sonza, pedindo para
que seja repistr.-ia a deoomiosco CompaBhia
Almani.k Franco Rrazileio-que pretende fun-
dar. alim de garantir o sen direito de priorida-
de.Nao tem frgar, vista do pareter.
D) Antonio Jos; Meira Silva e Alfredo Pinto
de Oliveira, pedindo pj-a qie .iji ; rchivado o
contracto que celebraram, em nome collectlvo,
para u c mraerc o de generes solidos e lquidos.
ra Pedro Affiio n. 2, soh a 'a7.o social
Meira Silva & C. e capital de ?0.0018066.Como
requerem.
D Altxandr- da For*' ca Fersamies. Constan-
tino N. de ?ouza C*mp;.s J. aqotm Rodrigues da i
Fonseca e Silva e Mane 1 Nones da Fonseca,
pedindo pr.ra que se'arcbive o contracto que ce-
lebraram p.ra o coramercio de miadezas em
grnsso e a retalho. ra Duque de Caxias n.
117. sob a r. zao aoeial Nuoes Penseca C. e ca-
pial de I60.000000 Arebive-se, na fbrma
da le.
D- Fra^crco Mara de Sonza JoBa, pedi-
do para que sejara annexados a petico e docn-
meoios que aprsenla aos papis relativos ao
registro do Banco Popular, incorporado pelo Ban-
co Emissor. Em vista do parecer, nao tem
logar.
Do mesmo, como gerente do Sanco Popular,
recorrendo do lespac h i qoe conceden o registro
dos documentes do Banco Popular,'incorporado
peio Banco Emissor; e pedindo parase tomar
or terreo sen mu-soNos termos do art. 41
n. 3 do dr re o u -Y. i de 19 de Jalho de 1890,
f cabe recurso da deciso q9 annnlla on pro-
hibe o archivamento de estatutos, e por jaso nao
pode o supphc.vite nter por recurso da deciss
qne mandou archivar os sblotos do Banco Pa-
nul.:r inco'porados pelo Banco Emissor, segun-
dar quer a
Do Banco Eraissc di Peraaojaorn, pedindo
para eer archivad agora do imposto do sello
sobre a seguida entrada de 10 por cesto. Co-
mo pede.
De Leonicio Passo 4 C, pedinda para que sejl
registrada a marca Lucifer pava oa cigarros
de'sen rnmmercio.S^ja registrada.
De Silva & Torres, pedindo rjistro para a
marca Emissoret", que adoptaram para os ci-
garros de sen ci mrrercio.- Como requerem.
De Va3 oncelios Sant. A C, solicitando o
registro da marca Anwricaos fara C3 cigar-
ros de seu commercio.Begistre-se. i
Nada mais bavendo a tralar. o Sr presidente
encerroo a sesso ao meto dia.
I

PEMCACOES A PEDIDO
A' Classe Typogrjphtca'Per-
nambucana
Para resolvsr sobre a measafsai que tem da
ser dirigida ao governo federal, aelati\a ao j*.
4." da lei de 7 de Dezembro de 1830, e tratar as
outros assumptos de sea iatareaae, conTiona
a Classe T^pdgnpbCa Paiaasahawana a fB>
nir, s 14 horas do dia 10 crrente, ao !?
andar do predio- n. 81 a rea da Carmel Sana
* ana
;>*.
<
i
COii Yt$
Pelo presente convida-s*
a todos os e aprsanos dai
padarias desta cidade, seus
suburbios e da cidade de
Oh'ndi a comparecerem na
ra estreita do RosaTo n^
13, K andar s 11 horas da
man ha do- dia de hoje 7 <(
corrente para tratarmos d#
intert'sse dos meamos.

> .
a*
Manoel Alves nao reipande ao aeu.
Fortunato Ptnherro,' porawe ae o cr
de 46500 a mais de tres xneaea e
de dormidas, tratar do de 'feeebdr
importancia, teve como respoBta amabi-
lidades taes q'ic o obrgarem a dar Ihe
um oowtco, res' 1-aiiVtMVtado1 ieto oqua
o publica est vendo. u
O.ba amigo Fortunnti.ahda'/etembraa
rl^qoeila cale* de caseroira areta que sa
dei para nm nieetio ende rostes1 encovado?
--f--
m

Jf4
Photog1 apMa -dilema'
C. Bafsa, succa8iiiede'A!Bert' Haus-
ehel''& AllemS, ru'Bhfto d'^ictoria n. 52,
avisa ao rtspeitav l publico que contrato*
( 9r.:9tifge Hnrique :r\pf,; babilisaime
photographi >. mu vant 'josameate eenheoido
no Su) do Brisil, -- qu- pos se aaba
agora, com eempre, am coad<(8tade basa
siti-fzer as exigfDcia do aaesnin pubtiae
no tocante a f.rte phot^grapbca.
i -aj^^H



Diario de Pernambuco Quinta-feira 7 de Maio de 1894


y
i

*
M
i.


> s

Rectifica^o
Tendo sabido por eigano na lia a do
paasageiros embaroadce aqui no vapor
Equateur, o nomo de Paul Jal lie o,
cientfica disendo Madame Paul Juilien.
Recife, 6 de Maio d 1891.
Jaul duUien.
Tu do assim!...
L-se no Coirt'o Mercantil d Pelo-
tas :
Ob Sra. Dr Bruno Maia, Taborda &
C., firma bem oonheoida em -Pernambuoo,
qaiseram faser espirito oom o nosso Pei-
toral de Cambar, e para uso emprega-
ram todos os meios ao sen alcance :
Prenderam o quadro representativo da
iabrica : fiaeram diversas publica90"es em
jornaes ; distribuiram pasquina por toda
a parte, tendo como seas auxiliares em
Pelotas, os Srs. Santos Maia A C
Porm, o Peitoral de Cambar resisti
a todo :Preparado superior e de effeitos
snaravilhoao8 as toases e molestias dos
orglos respiratorios, asaemelha se pedra
preciosa que, qnanto msis o etfregam por
ignorancia de%ua qiahdade para lhe des-
truir o briiho, mais resplandece e fas-
cina !
Prineipion, pois, o Peitoral de Camba-
r a tomar incremento em Pernambuco
medid* que o desvirtuavam, e o sea con-
samo aagmentoa de ama forma estraordi-
naria, de modo que, no corto ntervallo
de trri meses, j l vao tras remessas
oom 450 dasiaa com 5 4u0 frascos,
que, vendidos a 2(5500 cada um, repre
sentam a regalar qaantia de 13:500)5000,
ue j podia serv aos meamos Srs. Dr.
runo M i:a, Taborba A C, para satiata
ser a sentenca em que foram condenara-
dos, sem que Ibes fossem neoessarios en
trar com os assaitados 13:2224170 !
tudo assim oeste mando, Srs. in-
vjosos Srs. Pasquineras!...
Se qnizerem destruir o briiho de qual-
qaer pedra ordinaria, nSo o procurem fa-
ser com as preciosas, pois essas qnanto
mais atritads, tanto mais polidas ficam,
1 tanto melhor reflecten! imagem da
verd 'de.
t, o que est sempre acontecendo cm
o nosso Peitoral de Cambar.
Pelotas, 25 de Marco Um de casv.
egwgwp^*^"^i
cooaicoes far|a reapooder perante os trtbuoaes
os Sr.. Pereirivioto 4 C, por eemelhaote aba
80 e falta de legslidsde de seos setos os accao
que mmettem para eommigo.
Nao me exlendo mais porque como opersno
nao devo faser mais apreciacao a reapnlo do
procedimeoto irjqnalificavel 001 Srs. Pereira
"nto & C, como oegociaotes que se presam de
aer, sendo qne quaoto a mim tico tranquillo, e
a faier o iuio que merece semeibaote firma.
Pao d'Alho, 13 de abril de 1891.
Manoel Francisco de Ohveira.
Despedida
Jos Daniel Pereira de Azevedo, ret-
rando-se para Europa e nao podendo des
pedir se de seua amigos o fas pela pre-
sente offerecendo os seas limitados presti-
mos em Portugal.
Recife, de Maio de 1891.
Dentaduras arlificiaes
Sob pressfto elstica e cpressao pneu-
mticasystemas oovissimos oeste Esta
dopelo cirurgiao dentista Numa Pom
pilio, a roa Bario da Victoria n. 54 1
andar, das 8 h ras da manhS as 4 da
tarde. \
as. 4
odo as anUgens do systema de seguros iei, pre\ino ao publico que tenh* teds aitencao
da New York Life e aaaim o provam os \ pf T*ieo* que raaem o nome do autor
1 j ,.itn .n!wi Manoel Cardoso e do E ixir Cardoto, cuio depo
algansmoa do relatorio a que alludimos. ilt0 d, ^ K8treita do Ro8ario n '17 J *"
(Da Jfe'-tsea rommtmal Americana, de Recife, de Abril de 1891.
New-York, 9 de Marco do 1891.)
isumma
Club Iotemacional
Concert d> celebre soprant dramtico
A. Brianchi Montaldo e do sustenito ba-
rtono A. Bucci.
Manoel Cardoso Jnior.
Consagracao da uuprensa
O ext rordinario e progressivo consumo
do afamado Peitoral de Cambar prova,
escreve o Diario de Noticia, de S. Pau
Com o concurso da Sra. D. Laura Lei- ,0> 9ae n*o ba e nem bouve preparado
to Caraciolo, do maestre Euclidea Fonse-' medicinal que ofifereca tSo bons resulta-
ca e dos Srs. Gervasio de Castro, Elias dos.
Pompilio e outros distinctos concertistas Tambem o Mercantil, importante folha
deata capitel- daquell* capital, honrou este coDhecido
O resto dos bilhetes para o concert; medicamento com urna lisongeira aprecia
eneontra se venda Da cana Runos & Sal-
gado, praca da Independencia ns. 24 e
26.
Sabb*d<, 8 do crreme
A'a 8 horas da noite.
Pergunta-se aos Srs. Pereira Pinto C, em
qne le se fuadaram para cobrar judicialmente,
e com peobora, ao abaixo assignado, a quantia
de 160*000, sem que para sso houvesse coasi-
haco, Dem cnacao pr via para tal lim ?
Pergunta-se mais ; se sem ha ver essa coir.ilia
cao, nem ciiacao po liam ex abruto fazer penho-
ra em beua do abaixo asignado, e nao somente
em bens, como tambem em ferramenta de seo
trabalbo ?
Pereoota-se aioda se de 160*000 oa de___
1154000 a quantia que o abaixo assigoado Ibes
devedor, por tranaaco commercial e se foi por
esse juno que correo a supposta accAo ; divida
que, nao foi provada, nem docuneotada, e de-
vlda so me me pela ba f e crdito que Ibes ba-
ria merecer o antigo e dedic ido oficial empre
gado da mesma casa ?
O abaixo assignado aprsenla ao commercio. e
ao publico sensato o procedimeoto inqualiflcavel,
injusto e groseiro dos Sra. Pereira Pinto &C,
pois sem proceder o menor aviso, nem cobran
(a, os ditos ^entaores commettem o desacato de
fazerem essa extorcao ao abaixo ssaig ado, de
quantia alias insignificante, s m formalidade al
urna legal, a nao ser o desforco do arbitrio, de
intrigas e vilanias to baixas e pequeoinas, qua
s merecem o despi-eso, e que no commercio
jamis podera ter eatrada.
Se o abaixo assignadj esvesse em melbores
Ao commercio
Joaquim Bezerra de Albuqaerqne ba?endo
nesta data constituido sen bastante procurador
ao Sr. Jos Augusto Rosado de Olivetra, declara
nada dever na cidade de Limoeiro onde reside e
commercia e bem assim na do Recife, nicas em
que tem transaccOes commerciaes.
Limoeiro, 2 de Maio de 1891.
Joaqoim Bezerra de Alboqaerque.
A New-York Life Insuran-
ce Compaoy
COMMERCIO
levista do Mercado
Rkcife, 6 DB MAIO DE 1891.
0 movimento na praca coostou de transaccoes
bo mercado de cambios e algumas vendas de
algodao.
Recebemos o numero do mez de Marco
da Offerenda de Ouro, o qual como de co<-
tume vm llustrado com magnificas gra-
vuras e onde vimos o relatorio annual de
1890 que a NewY-ork Life Insurance
Company acaba de publicar, e que com-
parado com o dos aonos anteriores conti
oa a mostrar o grande desenvolvimenti
sempre crescento de qne a compaohia
tem gosado desde a sua fuudacao.
Sem a menor duvida esta c -mpanhin
ama das instituicoes commerciaes mais
ricas deste pais. Um relancear de olbus
pelas avultadas sommas que apparecem
os s su as estatisticas mostra claramente a
sua grande importancia.
Ao passo que o rendimento do Estado
de New-York f >i inferior a dezenove mi-
ihSes de dollars, a receita da New-York
Life em 1890 foi de mais da trinta e dous
milhSes.
Os seguros no vos realisadoe dorante
1890 foi da (5 59,000,000, o que quer di
ser que a ama media de seguros de
53,500 p>diater segurado cerca de... .
45,000 pessoas, e que per meio deste se
guro ti -aram protegidas mais de cem mij
familias.
A importancia de seguros em vigor ao
fechar do re .t jrio era de 0569,338,726,
o que mostra um augmento de mais de
073,000,000 sobre o relatorio de 1889.
Durante o anoo a companh a pagou
013,279,544 sos poasnidoaes de apolices
O povo s dos Estados Unidoj, mais do
Brasil e de maia paizes onde a c mpanhia
es ".ende o campo de suas transaccoes,
pois que ella esta ramificada por todo o
mundo civilisado, tem por certo recoobe-
IVa botica e Pharsvaela da Xa-
tnreza.Se encontram especficos para
a cora de tudas as molestias, se por aca-
so podessem ser descobertos.
Porm ao meno9 um foi descoberto.
O Peitoral de Anacahw'ta tirado e es-
tronido d'uma arvore balsmica, ndu-
bitavelmente o Antidoto natural contra
todos os desarranjos e molestias da gar
anta e dos igaos pulmonares.
A tfficcia de seus simples effeitos Be
riam em si mais que suficientes para dis
sip.-.r toda a incredulidade se por acaso
j nao estivesse altamente reconbecidos
oelo stemunho unnime de milbares de
peaso.4.
A historia de suas extraordinarias cu-
ras se icha inscripta e transladada com
is innumerave8 certidSes e attestacoes en-
viadas de todas as partes do mundo ha
litavel: entre esta grande agglomeracSo
de teBtemunbos, se comprehende cartas de
eminentes mdicos clrigos, legisladores,
oradores pblicos, mecnicos, advogadts
i letrados, n'uma palavra de pessoas per-
-.encentes k todas as classes e profissoes
(a vida.
Todos falam em substancia, que a tossa,
as constipacSes, os bronchites, as esqui-
aencias e a tsthma, etc., se alliviam e
>uram mediante o uso deate admiravel e
prodigioso remedio, d'um modo infallivel
prompto e radical.
Como garanta contra bs falsificares,
)bnervt.e bem que os nomes de Lan
man & Kemp venham estampados em tet-
tras transparentes no papel do livrinho
^ue serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha se a venda em toda* as boticas e
i rogaras.
cao,
cho :
de ue extrahimos o seguinte tre-
c Pela sua grande eficacia e proressivo
uto que delle tazem boje as primeiraa no-
tabilidades medicas, quasi um dever da
imprensa apontal-o aos doentes.
08 AGENTES
Francisco Hnaoel da Uva fc C.
50 Di las do Banco de Cr-
dito Real
i5 Ditas da Companbia lo-
dustrial n chapeos valor
realisado de 80*000
160SOOu
O Sedlitz Ch. Chaataud, o purgante
mais tifie >z contra a prsac de ventre,
enxaqueca, dores de estomago, gotta,
ires de
rbeumatiamo. e c A fama de que goza
entre os facultativos universal. Para
evitar as contratacyoes, exjase um em-
br ; :ho amarello e a marca oh. Chanteaud
nico preparador dos medicamentos dos-
ii-:tr'j"a do Dr. Brug^raeve.
Cuidado com a faisificacao
Acabo de veriti ar que o elixir ante-febril Car-
loso est seBdo falsificado por alguem e em
manto nao descubro e.-te algaem para contra
elle intentar a respectiva acgo nos termos da
da llfandexa
a 9 DE MAIO DI iS9i
90/000
Bolsa
SOTARES OM1CAB8 DA JUNTA JOS COB-
BBTOBS8
He/ufe, S de Maio de IBM
Algodo do Pilar, 1* sorte, 8*800 por 13 kilos.
v presidente,
Antonio M. d'Amorm Jnior.
Pelo secretario.
Antonio Leonardo Kodngues.
Cambio
PHAA DO HECIFE
Adotaram boje os bancos a laxa nominal de
16 3/4, baixaodo logo para 16 -5/8 sem tomado-
res.
Papel particular fu paseado a 17 d., pela ma-
aba, e mais tarde a 16 7/8 at 16 3/4.
O mercado feeh >a mais calmo.
PBAQA DO RIO DB JANEIRO .
Baixou a taxa Bancarla -para 16 i/2, havendo.
porm, transaec. em papel bancario. ao fechar
a 16 5/8.
Banco da Bolat
RECIFB, 6 DK MAIO DE 1891.
Transaccoes envernadas :
23 Apolices Provinciaes de
juros de 7 O/o do valor
de 10004000 (que nao
entram no resgate)
11 Ditas Provinciaes
de jaros de 7 O/o do va-
lor de .0004000 que se
resgatam
Offereceram Vender
23 Apolices Provmciaes de
de jar js de 7 0/j do va-
lor de 1.000/0000 (de en -
genbo central) 1.045/000
SO AccOes da Companbia
do Beoeribe 120/000
50 Ditas da Companbia
Trilaos Urbanos do Re-
cife a Olioda e Beberibe 205/000
51 Ditas da Compaobia
Trilbos Urbanos do Re-
cife Olinda e Beberibe 205/000
48 Bitas da Compaouia
de Santa Tberesa de
Olinda 45/000
20 DKas da Companbia de
Seguros Amphilnie 240/000
4 Ditas Prefereociaes da
Compaobj* Ferro Car-
ril 203/000
10 Ditas do Derbj Club 1.000/000 750/000
4 Ditas do Hippodromo
do Campo Grande valor
de 200/100 150/000
140 Ditas da Estrada de
Farro do Ribeirao ao
Bonito 72/500
50 Ditas da Fabrica de
Flacao e Tectdos 100/000
O de 1* sorte
por 15 kilos.
Algodo
do sertao foi vendido a 9/000
4s entradas verificadas neste mez al adata
de boje sobem a 1.629 saccas. p^ndo or:
lircacas
vapores.....
43imaes.....
/ a frrea de Caraaru.
V*a-ferrea de S. Francisco.
f a-errea do Limoeiro
Somma.
777 Saccas
33*6
46
128 i
332
1629 Saccas

Asaucar
3s precos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se
iundo a Associac&o Commercial Agrcola, forac
>s aeguintea
Safra Dova
2/700 a 3Z2IX'
Som^nos. . 21100 a 2/3O0
Mascavadoe . ... 1/800
B-utos . ... 1/800 a 2/000
Reame . 1/300 a IJVki
Usinas . 3/200 3/50(i
1041/500
1.020/000
Comprar
. A exportaco feila pela alfandega neste mez
at o da 5, coostou de 735.609 kilos, sendo....
196.500 para o exterior e 539.199 para o inte-
rior. V
' As entradas verificadas neste mez at a data
de boje sobem a 17.244 saceos, sendo Dor:
Barcacas.
Vapores
ATimaes.....
Via-ferre* u Garuara.
Via-frrea de S. ?rauciaco.
Via-frrea del.no:iro
Seema.
9.549
1.304
1.468
4.705
218
Pauix
sdtou o 4
vicooi (litroj ....
Ugodo em'rataa (kilo) .
iituardenaT .
srroz com casca (kil.o) .
issucar retinado Ckilo) .
issucar tranco (kilo) .
tssucar mascavao Ckiloi
dagas de mamonas (kilo)
Borracha (kilo)......
Couros seceos espionados (kilo) .
Couros seceos salgados (kilo) .
Oomt verdes (kilo) .
crocos de algodao (kilo) ., t
arrapateira (kilo) .
.arvao de Caruiff ;ton.) .' .
;aco (kilol.......
Zvf bom (kilo)......
^afrestolho (kilo).....
Carnauba (kilo......
Cera vegetal ......
Paran de mandioca (lito), r rr
'enebra (litro) ......
Graxa (sebo) ......
iaborandv (em folha) kilo '. .
el (litro)........
*ilho(kilo.......
Pao Brasil (kilo)......
f'bospuate de cal da liba Rata (tone-
lada) .....' e .
Sement de carnauba (arroba)
sota (meios) .......
Tatujuba (Ki o,......
Taboas de amareilo em praachet
(duz'.a) > .
34G
520
I 17
80
262
191
120
133
1/333
456
36
279
24
133
22/000
400
1/200
1/000
500
300
66
340
I 5i0
200
90
90
30
11/000
15
3/630
20
100/
VS VICTIMAS DAS PEBRE*
O Elixir antl-rebrl Cantoso, appro
/ado em 21 de Marco deste anno pe!-. Inspectora
eral de Hygiene de Rio de Janeiro, vem bojt
ipresentar-se humanidade soffredora do mu;,
lo inteiro, como taboa de salvaco que ao infe
i naufrago Ibe enviada por mo omnipotente'
O Elixir suatl-f-aril Cartloao. appb
ado em moitissimos casos de fbres, tem, comv
jj- rnilugre, levantado do eito da dor a comple
)s noriEundos.
Este remedio, composto somente de vegetae.
i :nteiramente inoffensivo, anda o>o3mo na mai.
nimosa e tenra enanca.
As senhoras, no estado de paridas, ou no pe
i odo de incommodos naturaes, podem Mala
m receio aignm.
Deposites
Droparia dos Srs. Fraacico Mauoel da Siiv;
i C, S ra Mrquez de Olin-.. n. 23.
Pharmacia Marlins, rna Duque de Caxiai
i 88.
Pharmacia Oriental, rna estrella do Rosari
i. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira. ra do BsrSo d;
/ictona n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes & C* Rosario larg
a- 31.
Depoalto eral em casa do aaloi
noel Cardoso Jnior, raa
etreit& to atoaario w. n.
Attestados
Scntiticamos ao'respeltavel publico qu*' alia
ios atteslados a qae damos panlicidade ho;-j
orsm corados 680 variolosos.
fUiuos aos incrdulo tara ireui examina
ti atados celo Elixir an'.i febr!.
Dos lEnumeros atteatad03 ; e i mo\ dam-.
m segnida principio a sua pujlicacao ; e ist
iastar para que sejam conbecidai. as nrmdoi
lo Elixir anti febril Cardoso.
Curados da diversas febres 1:200
N. U6
Recife, 13 de Julbo de 1889.
illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.Dominado
por um dever de gratido, servir o prosete
decomento, de tr facto verdadeiro, aeontecido
no seio de mioha famil a, o qual foi o seguin-
te :
Adoecendo um io mea, de dous anoos de
idade, de febre paludosa e tendo se pausado inoi
tos das sem o mal querer ceder, apezar de mul-
tes medicamentos applicados por diversos me
du:o.i, fui lo c-.do c de accordo com o medir
issist-ole, a mudar o do'tite da cidade de Olin-
da para a Pa.-_-.ag- ;n da Magdalena, para a casa
do aeu amigo e compadre o Sr. Antonio J s
Ferreira Monteiro.
Ah, foi chamado um medico bomeoDathico e
depoia de alguna das (!e lratamr....o, e na., ob-
teudo melbora, a ponto do propno medico des-
engaar o doentu, eolo o meu amigo e campa
dre teve a feliz lembranca de mandar ver o seu
elixir anti-febnl o qual foi Hpplicado, e ires das
de pois esta va salvo o mea tilno da terrivel le Dre
de que f-a accomme ttido,
fJComo melhor lhe approuver far U:0 da pre-
sente. -H:unque de Castio Guimares, despa-
chante da Al-andega.
N. 117
Recife, 10 de Setembrude 1890.
Illm. Sr. Ifcnoel Cardoso Jnior. E' com a
maior satisfacao que vendo testemnunar Ibe a
mmha grattdio e recoonecimeato, por ter em-
pregado o seu elixir oti-febril mioha s<-nbora
qne a hava-se prsiada com urna lernvW febr.,
salvando-a do te-rivel mal que a aturmeatava.
PAde Vmu. fazer o uso qae lae convier em
qaalqaer tempo, deste meu humilde attestado.
tributo da mais alta gratidao
Seu criado e amigo obrigadoJoao Machado
Evaogelbo.
N. 118
Illm. Sr. Mauoel Cardoso. JuaiorParticip -
lhe qae tendo feito a minado elixir anti f.onl aconselhado por uui
amigo Jos Jooiquim do Nascimi a o para fa_: pplicaco do meamo remedio em miaa lilba
Adelina, de 7 annos de idade, qae e acha va ala
cada de febre de mo carcter e conseguiudo ti
car restabelecida no prazo de tres das.
Por i. to o felicito pelo sen poderoso prepara-
do podando V. S. faier uso de te meu altes
tado.
Recife, 9 de Setembro de 1889..-Nicolio Li-
g03 Miguens.
N. 119
\ocidadao Manoel Lardoso Jnior. A b m
da numaniddde declaro que leudo adoecido o
meu iOinno de doas anoos.de idade Roclbo
Apolomo, de vaiiola-. traiel-o de principio ao
lim com o sea lixir anti-feDril gracas a fVo*i-
dencia, fui mais que feliz por ver o mu filbo
livre do perigo no curto espco de quaiuri1'
das.
Eis qae quando en m-.-no.-> esperava adjece me
urna d: nome Mara Apoloma, com qua tro an-
io-, tambem de varilas, nao tive a menor du-
vida, anda tinh o elixir, appliquei-o iamedia
tamente; o que verdade qae pode alguem
descobrir qnalqaer preparado para febre ou va
rilas, porm qae faga frente a este -eu eiixn
dovido, porque miuba lilba esteve doos d:as
urna n-.-Lie completamente maluca e sem falla
julgoei perdel-a. pjrai, abaixo de Deus e o sen
elixir aeha-se completamente restabelecida do
parido de dezesele das
Agora i tenbo a agradecer ao Sr. Manol Car-
doso Jnior a benevolencia que teve para comi-
go de forueeer-an. o su elixir durante lo lo o
pe'iolo da molestia dos mens dona filbinhos Rj-
tilbo e Mara.
Pode o Sr. Cardoso fzer o usd desta como lhe
c:nvier, assim corno poJe o Sr. Cardoso vir ou
maoiar em no38a casa ra de ants Tlierez*
:i 6
Recife, 12 de Oulubro de 1890.
Sua criada e abrigada Mara da Exseco
Santos.
N. 1S0
Rjcife, 21 de Abril de 1891.
Cidadj yi.i-oel Zurd-y.-o.Ni. devo fur!._r-me
ao pubJO teslenu.nho de assemrar a eficacia
imrnrdia a do seu preparada elixir anti-febril
~io bam da tiomau-lade,
Estire ulii oaroente com o mfti fiihuilio O;
car, de 2 anoos Uc idad^, seriamente pros irado
de urna irire inper'/neute durante 15 das.
Teurio e({Otado os rcurso.s medidos que pro
uurci, conseibo d > ^neti aouigo o cidaio Mi
noel Ferreira da Cosa, procore o "eu bumani-
tirio eli..ir e app .qi: -i-o ao meu lilhiho.
N> dia immeuiato a pruncira dM UeDhoma
ft-bre iintia, restabeleceodu-'e logo da lerrvel
febre que o detinhiva.
Como pai fago votos para que o sea elixir anti
febril vi tem jre dando destas robustas e veri
dicas provas.
Becco do E.-pinhjiro roa de Nunes Machado
n. 1.
Sou sen admirador Alfredo Cavalcante Ri-
beiro i* Silva.
iScavaD.. sellados e recojnecidos.)
EDITAES
.
17.244 Saceos
Cauros
coaros salgados 43 ris, os verdes a 300
M. mmm
.guarden*::
lota-se a 90/OO, po. pipa de 480 litros.
.UeooE
,0'a-e a 75*000 por pipa t3 480 litros.
* -----
leJ
u>u-ae a 55/000 por pipa de 480 litros.
\avl*s a descarga
Barca aorasguense Jokanne, carvao.
Barca noroeguense Ocean, carvao.
Barca inglea ociaia, bacalho.
Barca ingleza Junak, ossos.
Barca noroeguense Cobmba, carvao.
Barca noroeguense Breas, carvao.
Barca inglesa Ethel, bacalho.
Barca Dornegumse Progress, carvao.
Barca allem Heteue, varios gneros.
Barca nacional 1 rimo a Costa, varios genere/.
Barca aoroeguense Alhanca, carvao.
Barca noroegnense, Joro** Lorentzen, carvao.
Bngue por-Sgues Boa Sorte, varios gneros.
Lugar ingles Mywanwj, xarqne.
Lugar ingles Stotuan, carvio.
Logar ingles Rnate, carvlo.
LOgar ingles Aureola, bacalho.
Patacho noruegneoae Suxana, varios gneros.
Patache nornegnense Joma, algodao.
Patacho noroeguense Borda, xarque.
Importaco
Vapor nacional Satettite, entrado do Ri >
do Janeiro e escala,.em 4 do andante e
consignado a Amonm & C.
Altaf-i 50 fardos ordem.
Armarinho 1 caiza ordem.
Barris 69o ordem.
Chapeos 1 caixa ju Manoel Joa Fer
nandes.
( arne 50 fardos ordem.
Louca 10 barricas a Ara ojo &. C.
Mercadorias 2 volames a Jos Joaquim
da Costa Maia, 105 a diversos, 15 a Ma-,
chado & Pereira, 120 a Rodrigues Lima
4 C, 2 a Antonio Peres Florea. 122 a D.
Antonio Braga da Cunta, 7 a Companbia
Chargeurs Reunis.
Pipas 140 a Joao F. Lopes, 200 or-
dom. 40 a A. C. Couto.
Tenidos 50 volumes ordem, 2 a Cra-
mer Frey & C, 10 a Ferreira Irmaoa &
C, 15 a Narciso Maia & C.
Viuva de Manoel F. M-.rqoes A Filbo, 40J bar-
ricas com 42,890 kilos de assucar braneo.
Para Santos, carregaram :
P. Alves & C, 5oO saceos com 30,000 kilos de
assacar branco.
P. Pinto C, 100 barris e 25 pipas com.....
21,000 litros de agua .-dente.
Amorim Irmos & C, 100 barris com 9,60i
litros de agurdente.
Para Pelotas, carregaram :
J. da Silva Carneiro & C, 10 pipas com 4,800
tros de agnaraeute.
Amorim irmftos C, 30 pipas com 14,400 li
tros de aguar lente.
Para Rio Grande do Sal, carregaram :
E. C. Belirao 6c. Irmao, 150 saceos con 11,23'>
kilos le assucar branco e 200 ditos com 15 000
ditos de dito masca va lo.
Affiasim lrices & C, 20 pipas com 9,600 li-
tros de alcool.
Para Porto Aleare, carreaarem :
Viuva de Manoel F. Marques & Filho, 450 sac
eos com 33,750 kilos de assucar braoco e 50
ditos com 3,750 uitos de dito nssseavado.
No vapor nacional S. Francisco, para o
Natal, carregou :
M. Amorim, 3. caixas e 10 gerrafoes com 350
litros de geoebra.
Para MossorO, carregaram :
A. D SlmOes & C, 10 caixas co_n 80 litros de
geaebra.
No biate nacional Deus te Salve, para Ma-
co, carreearam :
A. D. Simoes & C, 6 garrafOts e 12 caixas
com 192 litros de geoebra.
Para Aracaty, carregaram :
A. D. S.mfjjs & C, 10 caixascom 80 litros de
genebra.
P. Alves & C, 18 barricas com 1,066 kilos de
assucar braoco.
Para Parnabyba, carregaram :
P. Uves & C, 30 barricas com 1,263 kilos de
assucar branco, 2 barris com 192 litros de alcooi,
1 caix i com cajurubeoa. 2 ditas com elixir cabe
ca de negro e 4 latas com 64 kilos de oleo de
ricino.
Reodlmeatos publico*
Mas O ABRIL DS 1891
Aljoniega
Renaa /zeral :
Do da 1 a 5 99:794/853
dem de 6 22:061/622
Jonsagraos medicas
0 Peitoral de Cambar na aba isada
opiniao do Ilustre clinicoflaminense Dr.
Julio Augusto ..amacho .respo, um medi-
camento empregado c m grande prove
co as diversas affeccSes das vas respira-
torias, especialmente quando chronicas
segundo o eminente facultativo da Barra
Mansa o Sr- Dr. Urias da Silveira, c um
auxiliar no tratamento da ty..ica pulmo
nar. >
OS AGENTES
Fraucisco Manoel da Hl\\* l C.
SDa DO MRQUEZ DB OLINDA N. 23.
Hovlmento do porto
Navios sahides no dio. 6
MacaoBarca nacional Primo da Costa, ca-
pito f, da Costa, e n lastro.
Cear e escalaVapor uacionai S. Francisco,
commandante Figueiredo, carga varios g-
neros.
Jamaica-Barca noruewnse Jorgen Lorent
sen. capito P. Wessel, em lastro.
New-YoikVapor iogiez < Elvaeton, comman-
dante w. Sicet, carga cat.
lfacaoHtate nacional < Dem te Salve, mestre
Allomo Jorge do N.scimento, carga varios ge-
nero?.
BarbadosLugar inglez Aureola, capitao H.
Olmes, em las'ro.
Obeervacao
Nao boave entrada.
Mercado MaoJcIpal de H. 4oa
O movimento idate mercado no da 5 de Maio
foi o segu nte : Entraram :
34 1/2 bois pesando 4.604 kilos.
249 kilos de peixe a 20 ris i080
7 carcas com farinha a 200 rs. 1*400
7 ditas de fructas diversas 300 rs. 2(0G
2 cargas cou gallinhas a 600 rs. l200
1 cassns com gallinhas a 400 rs. 4i 0
301/2 columnas a 600 rs. 18i3C0
7 suines a 200 rs. li 0
23 taboieiro8 a 200 rs. 41600
Hiato nacional Venus, 'entrado de
cao em 4 e consignado ordem.
Sal 770 alqueires a ordem.
Ma
ExjDoriaco
unca-a. 5 Da mo M 1891
i*aro o extenor
Nao hoove exportaco.
Para o interior
No vapor nacional Alagos, para Manaos
carreeaKim :
P. Pisto & C, 50 barris com 4,500 litros de
agurdente.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
P. Ferreira C, 25 pipi s com 11,625 litros
de agurdente.
Para Victoria carregaram :
Amorim Irmaoa C, 5 pipas e 50 harria com
72,000 litros de agurdente.
No vapor nacional SateUUe, para Rio de
Janeiro, carregann
Renda do Estado de Pernambuco
Do diala5 28 393369
dem de 6 3.652*520
121.8564475
32:045*889
Somma total 153:902*364
Segunda seceo aa aitandega de Pernamoucc,
6 de Maio de 1891.
O theaouretro,
Florencio Domingaes,
O cnefe da seccao,
Vnipiano C. de Araojo.
Hecebedorla do Estado de
Reraasabneo
Do da 1 a 5 6:672*572
dem de 6 1223 121
31 ditos de comida? a 500 rs.
109 ditos do legumes e fazendas a
400 rs.
15 ditos de suinoa a 700 rs.
8 ditos do fressuras a 600 rs.
4 ditos de camaroes a 200 rs.
39 '.albo; a 2
Rendimento de 1 a 4 do correte
15*500
43*600
10*5
4*800
*8V0
78*0X>
211380
902*760
1.30
7:895*603
Reclac Draiaage
Do diall a 5 2:960*018
dem de 6 2504282
3:210*300
f>Ba\elro
KXKDIDO
Pelo vapor nacional S. Francisco,* para :
Mossor 15000*000
Precos do uia:
Carne verde de 240 a 560 ris o kilo.
Suines de 56 a 640 ris dem.
Carneiro de 640 a 800 dem.
Farinha -e 280 a 400 ris a cuia.
Milho de 44') a 500 ris idem.
PeijS.o de 901) a 14200 dem
Vapores a entrar
MEZ DE MAIO
Sul.......... P. do Grao Para...
Sul.......... Capua............
Norte....... Para.............
Europa....... TretU.............
Liverpool..... AqW.............
Europa....... Campias
Sul.......
O c'dadio Andi Alves Cvale nci Cam-
botm j.iiz municipal primetro ttnpplente
e em exermcio ueste eito, em rirtude
d. I Fas s ;bi-r aoa qae o presente edital vi-
re m, que por parle do bacharel Leop >Ido
M*rinho de Pauta Lina, loe foi fcita a pe-
tijao do theor seguinte :
Ilm. Sr. Dr. Juiz Municipal e do com-
mercio do termo de Barreiros.Jb o na
uh .r I Leopoldo M.nnlio de Paula Lina,
ce8sio.iario de '.'.rvalho & Nogueira, na
eze-'UC^o c mmerciai qua, por este juizo,
move cootra o bacharel Jauintho Paes de
Aiendo-.lv* e seus tubos, herdeiros de sua
fi ada mulher Fr Wande ley Mendonca, q-:e quer faaer ci-
tr a esiea p.n* fa larem aos artigue de
h*bit--sao e que o supplicaote tem de of-
fereeer ; e como d'entre o- r fendos her-
deii'O-', achim-e au-entes, em lugar in-
ce; to, <>a de no ae Jac atho Paes de Men-
don>;a F.iho, A itonio Pedro de Meudon-
;:i, L>. Mari* da Conoeiy^o M.-ndonya,
oogenheiro Jos de Barros Wnderley de
tfenion;a, o que prova o suppiicante
com o oto Cumplimento de diversaB pre-
cator.us exped as por este Juizo, para ,
os termos do Rio de Janeiro, Camaragibe
e Por o Calvo, logares em que alternada-
mente reside a os svipplicados, e em que
nao o.-a:n encentrados, precisa o suppli-
ounte de c:ta os por editos, para o que
rcqiier V. 8 digne-se de admittil-o a
justificar a ausencia d'elles em lugar in-
eerto, e, julgada quanto baste, mandar
.ffixu- caitos com o prazo de triota dias.
atim de seren por elles cit^eos os snppli
uadoB, para na pnmeira d'este ju'zo, fin-
do o referido prazo, sob pena de reveiia,
failarem aos art:gos de habilitajao que o
suppiicante i florecer.
N'cstus termos ped^ a V. S. que, au-
toada esta designe dia e hora para a in-
quericSo das tesmunbas di suppiicante,
Domeando-se curador que assista.
B;-.rreiros, 14 oe Abril de 1891.- Leo
joldo MarJnbo de Pama Lius.
ln; h. qual proferia o despacho do theor
seguinte :
Como requr ; nomeio o curador ao
Dr. Joo Maced* Frany e designo o da
15 para ter lugar a justificado requerida.
Barreiros, 14 de Abril do 1891. An-
'ir ambo m.
E tendo o suppiicant-j; justificado com
provas testemunh^l o deduzido em sua pe-
tiyao. e sendo-ibe os autos concluios, n'el-
ies profenu a sentenca do theor seguinte :
Vistos eateB autos etc.
Ac ando-se provado pelos depoimentoi
fls. qua Jacinto Paes de Medonea Filho,
Antonio Pedro de Mondocca, D. Maria da
Coace 95o Mendo: ca e o engenheiro Jos
de Barros Wanderley de Mendonca, se
acham ausentes em lugar incerto, he por
justificado a ausencia, o passou-se editaes
ci'.acSo com o praso de trinta dias, qua
serSo afiixados no lugar do costume e pe-
la i m prensa
Barreiros, 16 de Abril de 1891.An-
dr Camboim.
Em virtude do que manda ao porteiro
dos audictorios deate juizo que cite e cha-
me as referidas supplic.-.das. Jacinto Paes
de Mendonca Filho, Antonio Pedro de
M.-ndonca, D. Maria da 'yonceicao Men-
d -nja e o engenheiro Jos de Barros
Wanderley de Mendonca a esta meu juizo
para na prfmeira audiencia e depois de
expirado o referido praso, failarem aos
ditos artigos de habilit 'ciio, ficando logo
citados para todo i os demais termos da
referida hr.bilnacao at final sentenca, sob
pena de reveiia.
E para conbecimento de todos se passou
o presente, que ser afixado pelo porteiro
das auditorios no logar do estyllo, Iavraa-
do a competente certidSo.
Dado e passado nesta villa de Barreiros,
do Estado de Pernambuco, aoa 16 de Abril
de 1891-
Eu, Benjamn Ismael Alvares dos Sin
tos, e ser i vao das execucoes o escrevi.
Andr Alves Cavalcante Camboim.
Eu Joaquim Francisco Pereira da Silva,
escrevente juramentado o escrevi
En Benjamn Ismael Alvares Santos,
escrivao das execuedes a subscrevi.
Andr Alves Cavalcante Camboim.
O Dr. Alvaro Barbalho Ucnoa oavaicn-
ti, jiiz de direitc da comarca da Victo-
ria de Pernambuco.
Faco saber aos que o presente Edital
de venda e arrema'.aclo virem que no dia
9 de Maio ea 11 horas da man na na sala
das audiencias deste juizo tem de ser ar-
rematado a quem maier lance c fferecer '
sitio Torto com qua tro cas -.8 de vivenda urna
em bom estado, e tres em mo estado,
casa de farinha com um telheiro, e na es-
criptura da bypotheca com a denominar".o
de Sitio Sant'Auna, demarcado por ,....
12:960$',00 com o abate da lei visto ser
esta a terceira praca.
E si nSo houver lancxor, ser arrema-
tado por quem maior lance o fferecer se-
gundo o Dec.de 19 de Janeiro de 1889
tit. 7 art. 14 1.- cujo sitio vai a praca
na execucao que move Jos Duarte da
Silva Paula contra Francisca Joaquina
Oavalcanti, Joaquim Caetano Cayalcanti
de Albuquerqus e sua mulher.
Estava sellado. Victoria 30 de Abril
de 1891.
Eu Bellarmino dos Santos BuIcSo es-
crivao quesubscrevo e assigno.
Dr. Alvaro Btrbaho U. Cavilemti
7
7
8
9
9
11
Alagos........... 12
Sal........... Ussabon
Sol.......... Maranhao___
Norte........ Espittto Santo
Norte........ Brazm......
Sul.......... Para
Norte........ Man
15
16
19
22
23
30
Vapores a sabir
'MEZ DB MAIO
Baahieesc... P. do Grck Para... 7 as
ul......... Trem............. 7 as
Sal......... Para............ 9 as
Norte........ Alagos........... 13 as
Uamnurgo Litsabon.......... 16 as
Norte........ Maranhao......... 17 as
Sn!.........Espirito Santo..... 19 as
Sul .........JJnasfl.............23 as
Norte.......Pernambuco....... 24 as
dantos e esc. Mandos........... 31 as
h
n
h.
h
h
h
B
b
5 h
5 b
O cidadSo Antonio Macario de Assia, juiz
de paz da fregaezu de S -nto Antonio
do Kecife, em virtude da lei, etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem, que por parte de Gomes de Mattos
Irmos me foi dirigida a petico do theor
saguiate:
Illm. Sr. juiz de paz da freguezia de
Santo Antonio, Cromes de Mattos IrmZos
moradores tiesta cidade, sendo credorea do
Dr. Groncalo do Lago Fernandas Bastos,
pela quantia de 1450200, importancia de
urna lettra vencida em 2 de Maio de
1886, e achaudo se prxima a presoripcSo
da mesma lettra, os supplioantea tendo em
vista o art. 413 do Cdigo Commercial,
vem nestes termos protestar perante V.
S. na conformidade do art. 45 i 3 do
meamo Cdigo Commercial, afim de que fi-
que interrompida a prescripcio cono* o
supplicado ; assim pois requerem a V. S.
qne se digne de mandar tomar por termo
o seu protesto, sendo este intimado por
carta de editos, em razio de se sonar so-
m


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Diario de Pernambuco Quinta-feira 7 de Maio de 1891
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sent o bup'pl o do em lugar inserto e nao
sabido, para o que pretend-' justihcar ua
forma da le
t'edem a V. S. detrimento.Recife 2
de Muio de 1891.O solicitador 1 elix
Fem-ira de Lima.
Despacho.Si mRecle, 2 de Maio
de 1891. M-cario de Asis.
Por forc* da peticac e despacho sup
pra, juatitic.-da fora a ausencia e incerte-
aa do lugar da residencia do Or. Goncalo
do Lago Fernandes Bastos, afirn de ae
passar contra o mesmo o presente edita!,
e ser elle i:.tunado da inierrupca > da
prescripcao da leUra, da quantia do.....
14>620iido aceite do mesmo a favor de
Gomes de Mttos Irmaos, vencida em 2
de M i de 18-6 e tindo exhibido preva
suficiente mandei pa.-ar o presente eii-
tal, pulo qu,il ch nu e intimo ao mesm
Dr. O.i (blodu Lago F< rnai.des Bastos,
pura do praso de 30 dina, que lhes ficam
as.-i^n .dos, n'c->r elie i.timado da luter-
rnpcJto da prescripcao da mt-bm 1< tira
i p ra que cbeg o mandei passar o pretente, que ser
sffix do nos lugares do costume e publi-
cado pela in prensa.
Dado e paesad i certa freguesa de San-
to Antcoio aos 4 de Abril de 1891.
Subscrevo e cssigno. Recite. 4 de
Maio de 1891.O escrivao Conolano de
Abreu.
Antonio Maar o de Aesis.
ukUiUES
Por el t-eccao te faz pubuco que ca marta-
rio o praso de oito oas cornudos da data do pre-
sente editHl, para os devedores. abaixo declara-
do'', ilo impufto de inda-trias e p itisOes rel-
tivo ao corr rile exercino virem pagar os seas
dbitos amig-'V lmeoe. certoa de que se nao o
tzeieui serao as respectivas certides r mulli-
das ao Dr. pricarador seccional para proceder
a cobraNCa exeeuiiva :
Aatun o Tieodoro da Si'vi Pereira 27O0,
Andr AfT oso & Pi'hn 34J650, Amonio Mennes
Pereira da Costa 41 250 n...uur ri-O iveira 33<.
D. Constanca Mana o S Iva 27500, Domingos
Pereira da oliva 23JI00. Dr. Eimr io da Silvei-
ra 27*500 Fruncs-o Calabio 234100, Ismael
Lourengo 234100, Jos Bernardo A. Almeida
234100, Joao Amonio de Oliveira 274500 Julio
Armandi' Oxai C-tro 234100, Jos Antonio de
Sonsa 404730, Jos de Briio Almeida 234100
Jet Ferreira da Luz 334 Joiepb Kraoee 854,
Jo Auiooio de Males 24743C0. Jo*^ Pereira da
Silva S.intrs < 154500 L |>< A C 354440 Oito
Fe:l 554000 Dr. Sin pluio Mavipnier 27*500,
Canohiuo de Abreu 224. Jo:q m 1 s de Abren
274500, Fioravame miz 384500, Antonio da
Silva Cont 41^250, Dr. Antonio de Arruda
174500, Dr. Fiaprisco Gomes Andr.de 274500,
Augusto Cesar da Cunba 39460 D-. Virginio
Marques Carneiro Leao 274500 Lidio A. Bandei-
ra de Mello 274500 Juf Baptista Vieira 274500,
Xtnofoote Aoie .. 'a la 244750 Francisco dos
Santos Maceo 69,300 Jos J. aquim de Miranda
34*100 l
Secco do Contencioso da Thesouraria de Fa-
zendu de Peroambu:o, 6 de Maio de 1891.
O 3o escriplurario.
Flaviano H. Ribeiro.
Celestial confraria da
SS Trindade
Assembla geral
De orJem do pr*r.timoso irmo provedor,
convido a tcdos os nossos carissimos irmaos que
esti vereco no goso los seos lireitO' a compare
cerem em nos so consistorio domingo 10 do cor
renle, pelas 10 boas da manb, afim de i asist
rem missa votiva do E pirto Santo, e em se
guida proceder se a i k- cao da nova adaims-
tracao.
Secre ara d-i celesal confraria da SS. Trin
dade 6 JeM io de 1891.
J J. Guedesde Lacerda,
Secretario.
Compachia pernambucana
de navegacao costeira por
vapor
Nao tendo comparecido numero legal dos Srs.
accioi i.-las na reuoio de asstmbla geral de 4
do correnle, sao pela terceira ve. convidados a
reunirem te na proxim spgnndafelra 11 do
corren e, -o meio dia, na sede desta companbia,
para tratarem dosegmote :
1 Oiscutir e votar a reforma dos estatutos e
2Ugm--;:to do capital social.
2- Tomar as providencias necessanas para o
bom ex to da transformscao da companbia.
3- D liberar tobre a organisacao da empresa
de navegacao fluvial do baixo S. Prancisco, en-
corporando a a esta companbia.
Recife. o de Maio de 1891.
Os directores,
> Manoel Jo&o do Amorim.
Ceciliano Mamede A. Ferreira.
Sebastiao Lopes Guimares.
Companhia pernambucaDa
de navega^ao costeira por
vapor
Em noa.e da directora, fC) sciente aos Srs.
accionistas desiu c. mpanbia que do escriptorio
da mesma se ana o projecto da reforma dos
eslatuos, qae vai ser apresentado i assembla
gerai no dia 11 do correte, afim de ser lido e
examinado por aquelles que assim o desfjarem.
Recife, 5 oe Mal > df 1891 O gerente,
Jos de Moraes G. Alcoforado.
Prado Pernambu-
cano
A directora desta sociedade resolven dar na
ultima corrida deste mez um pareo Steeple-Cha-
se, na distancia de mil u.etro3. para animaes
desl Estado ; previne aos senhores proprieta-
rios que a elle quizerem concorrer, que desde j
oooem maodi r ensaiar sens animaes na raia do
rnesmo Prado.
Premios 4004000 ao 1 8040Ou ao 2
404000 a 3.
Recife, 5 de Maio de 1891.
Servindo de secretario,
Jos Goaies Gauche.-.
Companhia Industrial de
Chapeos
Bao convi lados os scnbores accionistas a rea
liaarem a terceira entrada de le 0/0, equivalente
a 204000 por accao. at o da 8 de Maio prxi-
mo viodcaro, no escriptorio ra Mtrquez de
Olinda n. 19.
R.cife, 28 de Abril de 1891.
Jos Gomes Sancnes,
Thesooreiro.______
Convite
A commisso execntiva do magisterio prima-
rio tem a subida honra de convidar a todos ob
professeres primarios, para orna reomo, que
se efectuar s 41 horas da manb do dia 7 do
correte, no salao da Asseciacao dos Fonc;io
uanos Pblicos.
Rec Te, 5 de Maio de 1891.
Pela commisso,
Flonano BapttsU de Oliveira
Thesouraria de Fazenda
ForneclaeBte
De ordem do cidatjfto Dr. inspector commoni-
ca-se aos interefsados que, por ter de se con-
servar fechada esta reparticao no dia 7, por de-
liberacao aoperior, a aessao da junta da fazenda
lea transferida para o dia 8.
Em 6 de Malo de 1891.
O secretario da junta,
Dr. Antonio Jote de SanTAnna.
Fiiaim DE ESTIF
Companhia Anonym com o apiH
DE
300:000^000
Dividido em 1,500 acedes de200$000 cada
urna, podendo se elevar a S00:000$000 se for
preciso.
Pagamento de 30 por cento no acto da assig-
natura e em entradas que sero annunciadas
com intervallos de 30 dias.
MADORES S EG NIS&D- BBOWNS & G.
Fins da Companhia
Explorara concesso feita aos fundado-
res para a industria de fia^o e tecidos na
parte em que se refere aos tecidos de juta e
canhamo, pela qual ficam os referidos con-
"essonarios isentos do pagamento de qual-
quer taxa interna e direitos de entrada pro-
vincia s munic paes.
A Companhia importar por ora, em
quanto nao houver producao nacional todo o
fio de juta e canhamo para tecer, tendo seguro
um consummo someate para este Estado de
cerca de 700 mil saceos para assucar alem
de grande quantidade para farinha, milho e
fazenda em peca para outros fins.
Estando prompto os ornamentos dosma-
cbinismos esperam os organisadores eomecar
a funecionar este anno.
Directora
Commendador Luiz J. da Silva Guimares.
T. C. Griith.
E. A. M. Fenton.
Commis o fiscal Supplentes
T. Comber. Coronel Augusto Octa-
Commendar J. A. de Oli- viano de Souza.
veira Lima. Antonio J. B. Vianna.
A. Pohlman. Augusto de F. Costa.
Esto subscriptas todas as accoes e pe-
dimos aquelles que honraram nos com a
sua as signa tura a satisfazer a primeira entrada Ri'ffie LThau2 fiscos.
de 30[o, no Banco de Pernambuco do dia
11 do corrente at o dia 16.
BROWNS&C.
5 RA DO COMMERCIO 5
Sero banqueiros da Companhia o
Banco de Pernambuco
Alina 2UO grammas.
Hlnlaa de Vallet 24 vidros.
Xaropt de iod^reto de ferro de Blanchard
12 francos.
Xarope de Anacauhuita 12 frascos.
Acetato de potassio 500 grammaa.
Sulfate a morphina 3t) grammaa.
Acido ctrico 3' 00 grammas.
Extracto de quebracho 100 grammaa.
Quebr.cho 5< grammas.
Acido chlorhydico 500 grammas.
Vinho de cajo (do Dr. Ccstello Branco)
12 garr fas.
Acido pheoico 20000 grammas.
Elixir de papain (le Sabino Pinho d C.)
24 frascos.
Agua de Hungra 24 garrafas,
dem de Vichy 48 garrafas.
Alerlydrophosphato de cal 500 grammaa.
Phi sphaco de cal 50 grammae.
Alcatrao de Guyot 12 frascos.
V.nhi de Cbaasina 12 garrafas.
Visicatorio rosado de Beslier 5 metros.
Alcacer raiz 500 grammaa.
Alcoolato vulnennrio f>000.
Valerinato de ferro 3U grammas.
Sanolina 2000 grammas.
Vmho qninium Labarraqne 24 garrafas,
dem dem Laroche 24 fiascos.
Eodro campanuiado 250 grammas.
Extracto de monesia 100 grammas.
dem digitales 100 grammas.
Acido benzoico 200 grammas.
Benzoato de soda 250 grammas.
Aloes 500 grammas.
Balsamo tranquillo 10000 grammas.
Bichlorureto de mercurio 30 grammas.
Bromureto de amoniaco 100 grammas.
Benjoim 5 0 grammas.
Calomelanos 1CO0 grammas.
Camomilla romana 200 grammas.
Mcela 5.000 grammas
Extracto fldo de centeio 100
m-s.
Cafena 60 grammas.
Crmor de trtaro soluvel 200
mas.
Elixir de Tisy 12 frascos.
Elixir de Grez 12 frascoa.
SpargOB 200 grammas.
Extrate de abyssintio 10q grammas.
Mustarda inglesa 12 frascos
Bronireto de canfora 100 grammas.
Extracto de colchico ICO grammas.
Dito fluido de cascas de larangas 1.000
grammas
Agua de flores de larangeiras 5.000 gram
mas.
Extracto de quina 200 grammas.
Oleo de ricino 20.000 grammas.
Flores de rnica 10.000 grammas.
Fundas para homem (lado direito) 24.
Gomma arbica 5.(0) grammas.
Graos de saude do Dr. Franck, 20 cai-
xas.
Iodoformio l.OlO grammas.
Linhaca 10 grammas.
Lobelia innata 503 grammas.
Man commum 20.000 grammas.
Meimendro l.OOOgrcmmas.
Mannita 500 grammas.
Seringas de gomma (jacto continuo) 12.
Oculos de cores 24.
Ditos de graos diversos 24.
Oleo de amendo&s doce 20.000 grammas.
dem de belladona 5.000 grammas.
dem de copaiba 2.000 grammas.
^aponas cabecas 500 grammas.
Pastilhas de ipecacaanha 500 grammas.
dem de Dethan 12 frascos.
P
eE CLUB
AH BUCO
Para
a
gram
gram-
BANCO EMISOR
DE
"
RA DO COMERCIO 38
Capital su ;scripto 20:000:000#000
Realisado 4:000:000#000
Effectua todas as transac^oes bancarias.
Compra e vende saque sobre todas as pravas
da Repblica.
Garteira hypothecaria ser brevemente ini-
ciada.
Empresta sob garantas de quaesquer effei
tos que representem valor real.
Recebe dinheiros em deposito por letra a pra-
zo fixo ou em conta corrente de movimento, s se-
^uintes taxas:
Em conta de movimento 2
A prazc de 3 5 mezes 4
A prazo de 6 12 mezes 5
Recife, 14 de Marco de 1891.

Thesouraria de fa-
zenda
Medcamenos e argos para
Fernando
De ordem do cidadao Dr. inspector po-
cho em concurrencia o fornecimento dos
medicamentos e artigos abaixo declarados,
para abastecimento da pharmacia do Pre-
sidio de Fernando de Noronha devendo os
proponentes apresentar as snas propostas
devidamente sellada, fixadas at o dia 7
do corrente, em que serio ellas abortas
peraote a junta desta thesouraria que se
reunir as 11 horas da manha, pan esse
fim.
Ostro lim M propostas deverao oonter
declaracSo expressa de que os proponentes
se obrigam a despeza de acondicionamen-
to e frete at a entrega dos meamos me-
dicamentos e artigos daqaelle Presidio.
Agua de Bobinat 36 garrafas
Emulsao de Kepler 24 frascos.
Cacheta de Limonsin de ns. 1 a 3, 3
caixas.
Oleo de fgado de baialhau do Dr. Ducoux
12 frascos.
dem idem de Fax 12 frascos,
dem idem de Berth 12 frascos.
Antipynna 500 grammaa.
Cognac fino 6 garrafas.
Vinho branco 2 quintos.
Protetiva 2 metros.
Gaie phenicada 5 metros.
Gesso 2000 grammas.
Cilicato de potassio 2000 grammas.
Criouna 5000 gra ornas.
Polpa de tamarindos 2.000 grammas.
Raia de columba 500 grammas.
Rhui barbo em p 200 grammas.
Sabonetes phenicados 12.
dem sulfurosos 12.
dem de iodo reto de potassio 12.
dem de alcatrao 12.
Sabugueiro, flores 1.000 grammas.
Sulfato de magnesia 10.000 grammas.
Sulfure to de potassio 5.000 grammas.
Sparadiaoo 5 metr.B.
Suspensorios testculares 36.
Tafet ingles 12 livros.
Trtaro emtico 60 grammas.
Visicatorio de Abbspeyer 5.000 metros.
Amz estrelado 1.000 grammas.
Syriaconvalle 500 grammas.
Naphtalina 1< 0 grammas.
Carraghen 200 grammas.
Mercurial 200 grammas.
Species pe i to raes 5l0 grammas.
Specie dioretica 500 grammas.
Species sudorfica 500 gra urnas.
dem aromticas 500 ramms.
Caivetes finos 2.
Livro em branco com 40 centmetros
de comprmento e 25 centmetros de
largura, competentemente nscado, para
registro de receit s 1.
Livro em branco com as mesmas dimen
s5es 1.
Papel para erobrlho 20.000 grammas.
Rol has de cortina para garrafas 10.000.
Capsulas de porcelana pequeas 2.
dem, idem grandes 2.
Algalias de gomma de nmeros 1 a 12,
36.
Seringas de gomma, pequeas 24.
Copos graduados de 2.500 e 5.000 deci-
mos 6.
dem graduados de 300 decimos 2.
Em 2 de Maio de 1891.
O Secretario da junta
Dr Antonio J. de Sant'An na..
Thesouro do Estado
Resgate de apolfces
D ordem do cidado Or. inspector, (seo pu-
blico qoe tica.n chamados a resgate desta data
ai fim do corrente mez, as apolices dos possui-
doros, cojos nomes comecam pelas lettras al-
phabeticas B, E, F, G. H. I S, O, V, Z. em vista
do sorteio proced.do pela junta deste Thesouro,
em virtude de-ordem do cidadao desemoargador
governador do E -iado e de accordo com as dis-
posicOes regulamenlares, fleando scientes os
mesmos qne do 1 de Jonbo em diante nao per
ceberaomai- juros.
Secretaria do Teesouro do EsUdo de Pernam-
buco, t de Maio de 1891.
0 secretario,
__________Affonso de Al buque rqne Mello.
Thesouraria de Fazenda
Recolbimento de notas
De ordem do cidadao Or. inspector e em vista
do telegramma do Sr. ministro da faseoda de 29
o mes prximo lindo, faco publico para os de-
vidos effeitos, qoe a Junta administrativa da
Calla de Amortisacao resolven que sejam reco-
ltaidss no praso improrogavel de seis mezes a
contar de boje as notas de 500*000 emittidas
pelo Banco Uoiao de S. Paulo, fleando sem valor
as qoe delxarem de ser apresentadas ao troco no
dito Banco dentro d'esse praso na forma do art.
115 do decreto n. 10.383 de 6 de Jalao de 1889.
Em 1 de Maio de 189i.
O secretario da junta,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna. I
EROJErTO BE IN8CRIP(!A0
7.a corrida rea i izar-se no dia 17 de
Maio de 1891
tVlkl, PROLOGO l.OOO metros. Animaes de Pernambuco
qne nSo tenham ganho premios, podendo entrar eguas e pequiras.
Premios : 2005000 ao primeiro, 405000 ao segundo e 205000 ao
terceiro.
tl%te CONGRESSO 1.400 metros. Animaes pungas, podendo
entrar animaes pellndos que nSo tenham ganho em 1891. Premies:
2505000 ao primeiro, 805000 ao segundo e 255000 ao terceiro.
*- *lb%tQ LD3ERDADE l.OOO metros. Animaos de Pernambuco qne
nao tenham ganho em maior distancia Premies: 2005000 ao pri-
meiro, 405000 ao segundo e 205000 ao terceiro.
d* 1*%^ IQUALDADE -1.500 metros. Animaes nacionaea at meio
sangue qoe j tenham corrido no Derby. Premies : 3005000 ao pri-
meiro, 1005000 ao segundo e 305000 ao terceiro.
^\^,9 FRATERNIDADE OSO metros Cavallos de Pernam-
buco, que nao tenham ganho em maior distancia, podendo entrar eguas.
Premios: ,2005000 aoj primeiro, 405000 ao segundo e 205000 ao
terceiro
." $%!,&-DtifiBY CLrjB 1-700 metros. Animaes de qualqnor paii.
PRBinos: 5005000 ao primeiro, 1505*00 ao Begundo, e 505000ao
terceiro.
f 1I1M VELOCIDADE l.OOO metros. Animaes de Pernambuco
Premios: 2505010 ao primeiro, 505000 ao segundo e 25000 ao
terceiro.
*%^SEPILOHO 1,000 metros. Animaes de Pernambuco, que nao
tenham ganho em distancia superior a 800 metros no Derby e superior
a 1000 metros nos prados do Recife.Premios : 2 05000 ao primeiro,
405000 ao segundo e 205 08 ao trceiro.e
Observac,oes
Nenhum p1 reo se realisar sem que pelo menos se inscrevam e corram
cinco animaos de tres proprietarios d.Eferentes.
De accordo com o art. 5.* do cdigo de corridas nSo poderSo ser inscriptos
no pareo Prologo a egua Ida; no Congresso Gallileu, Blite e Attila ; no Igualdade
Velos e Granada ; no Derby Club Gypsi.
A inscripcSo encer-ar se-ha TERC.4-FEIRA, 12 do corrente s 6 horas da
tarde na Secretaria do Derby.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, 6 de Maio de 1891.
PFLO SECRETARIO,
G. Guimares
LAMO M KEPBLC A
DE
ALMEIDA E COELHO
HOJH! HOJE! HOJB!
Programma novo e variado
PRINCPIAK A8 HORAS DO GOSTME
Levar-se-ha com todo apparato a grande Pantomimaintitulada
os mniiis da (miu
Scenaros, guarda ronpa, aderecos tudo novo e especialmente para esta peca.
mu
O Secretario, GRAN
Veneravel Confraria de Santa
Rita de assla
COLLEGIO REPRESENTATIVO
2.* convocaqao
De ordem do carissimo irmao regedor, de novo
convido todos os nossos carissimos irmos, para
s 11 horas do dia 10 do corrente, comparece-
rem em nojso consistorio, afim de constituir 1
o Collegio Representativo, e elegerem o conse
Ibo administrativo que tem d- dirigir esta con-
fraria no anno cmpromissal de 18t a 1893, o
qne nao se realisou na 1.* convocacao por falta .
de non ero, motivado sem duvida pelo mo tempo
qne fez.
Secretaria da Confraria da Veneravel Santa
Rita de Cassia, em 6 de Maio de 1891.
0 spcietario,
Jos de Costa Pontes.
Thesouraria de Fazenda
Empresas e companhia* dlverna*
De ordem do cidadao Dr. inspector sao convi-
dados os concessionarios e representantes das
empresas, abaixo declaradas, comparecerem
n'esta Tnesonraria, afim de satisFazerem as exi-
gencias dos ns. 1, 2, 3 e 4 do art. 4 do decreto
de 4 de Novembro de 1890, relativa matricula
das empresas qne gozam de isencao de direitos.
Usina Bandeira.
Usina Trapiche.
Usina Car'ass.
The Railway Coostrnctioa Company Limited.
Companbia Industrial Assocareira.
Compannia Saaia Thereza.
Empresa Trilhos Urbanos do Recife Onda.
Em 6 de Maio de 1891.
0 secretario da junta,
Br. Antonio Jos de Sant'Anna.
Alfandega
Edital n 34
Quarra pra^a
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co qne s 11 horas do dia 8 do corrente mez,
sera vendida em praca, porta da guarda mo-
a de. ta reparticao, urna barc> e sens accesso-
rios, a qual servia de posto fiscal, e qae se
acua completamente estragada.
Segunda seccSo da Alfandega de Pernambuco,
5 de Maio de 1891.
O. ebefe da seccao,
Vulpiano-Cavalcante de Araujo.
-----------------------SL-J^--------------:
Santa Casa de Misericordia
do Recife
H'ppodromo do Campo Graide
Em reun'o desta directora foram multados
em 204 cada nm os segnintes iockeys : Pedro
Alexandrino Manoel Canavarro. Manoel Archan-
jo. Eus bio Tavares e Luiz de Franca.
Em 200*000 o jo Arey Alexandre Sampaio e
etn 50 o jockey Olyaipio, e suspenso por seis
meses o jockey Alfredo d Preitas, e o jockey
Amonio de Me ira tambem multado em 1004.
Entendeu n var em 1004 a multa de 3094
imposta ao jockey J0S0 Lucifer.
Resolven prohibir entrar no ensilhamento e
dependt-nciai por tempo indeterminado ao cida-
dao Joao Meira por desacato mesma directora
na ultima corrida.
Recife, 6 de Maio de 1891.
0 secretario,
H. E. de Figueiredo.
No dia 11 do corrente por ser o tm-,10 santi-
ficado, a junta administrativa manoS celebrar
na grej de Si. S. do Paraizo, pelas 8 horas da
manha, nma missa solemne acompaejlada pelas
edneandas da casa dos expostos, Sela alma do
bemft-itor Elias Baptlsta da Silva, anoive-sario
do sen fallpcimento ; e para assisiirem a este
acto de piedade corista, convida aos parentes e
amigos daqaelle fallecido.
Secretaria da Santa Casa da Miastcordia do
Recife, 3 de Malo de 1891. O
Pedro Rodrigues de___
Aviso aos navegantes
O cidadSo capitao do porto do Estado
do Ceara communicoa por telegramma a
capitana do porto deste Estado, que o
pharol da ponta do Mncuripe est parado,
conservando somente um luz fixa.
Capitana do Porto do Estado de Per-
nambuco, 5 de Maio de 1891.
O secretario,
Mario F. de Castro Chaves.
r-
Companhia Usina
Pinto
Assembla geral extraordinaria
Oe accordo com a le das sociedades anony
mas, sao convidados os senhores accionistas
de.-ta compaohid para comparecerem a nma ren-
nio de assembla geral extraordinaria, no da
14;do corrente as 11 horas do dia, na sua sede
roa Mrquez de Olinda n. 19, 1* andar, entra-
da pela roa do Encantamento, aflm de delibe-
rar se sobre negocios de ateresse da mesma
companbia.
Recife, 4 de Mil de 1891.
Jos Joaqun da Costa Maia,
Presidente.
Estrada de Ferro Central de
Pernambuco
De ordem do Sr. director engenheiro cnefe se
faz pnblico que at as doze horas do dia 11 do
correnle receben] se propostas para o forneci-
mento dos objectos abaixo declarados, que de-
vem ser fornecidos a esta estrada at o ultimo
de Junho prximo a proporcao qne forem sendo
pedidos. a
As bases para o respectiva contracto achata-
se nesta secretaria, onde podero ser examinadas
pelos interessados.
Azeite de coco, litro.
Dito de petxe, litro.
Agolba com pertences, ama.
Almfar i s de pedra para 4 kilos, nm
Ac de Millo, kilo.
Dito de molla, idem.
.
- -\1
1
. 1
1
- .

'

*.'








Di le g&a&ttLaeo,--. QinMcira 7 Maio de 1S91
Afcctdari ilji_>u;o d< uotu, O.uOO, nn
to minut-cslo ue OmO, om. :3jil
Trame de cptTrVdc 011004 de diaroet o Jc>lo.
to galvaoTsad* O m*, dem iuem. kilo.
Jito de cobre de U,i
,i_00l
solado de algodao, amento, todo
im vapor
los up vapore? oao uuvos, !i-m exollenlet
I iccoujmodaies para pa-sageir e para carga.
; os presos to'amito rWotlbos.
Oa a*wagefros coconiram, apar do bom tra-
'ito de
dito d 0,0.06*l*to efied, kilo.
HW.liiro.
ras. aso. lf
Antoretas para agua, urna.
Apparelboa lelegrapbicoK (Morse), om.
laucas decimaes pura 300 kilos, urna.
BroDirs para trolyu (igoaea a amostra). om.
Carrinbos americanos para i.-ansportes de ierras
am-
Cartao Cardiff, tonelada.
Escala detuperelevac,o, una.
Impresos M. C, um.
dem M. A., om.
dem medicOes provisorias (modelo a. i), om.
Intercalares para med^oVs p oviscnas. om.
lmpreso8 para uiejicao hual (modelo u. *),
um.
intercalares para medicao hoal. om.
impressos para guia de oeposua (mcdelu G),
um.
Lampeao para carro, tsm.
Sam Si >>' apparelho telegrapni
co, foicade laO k lmela, uma.
flota* de remeca icoi forme- o mo^'o) urna.
Secretaria da Estrada ue Fwro Central de Per-
oamboco, em 5 ue Maio de 1891.
O secretario,
Aquilino Coutinho Brrelo da Silveira.
o conforto desejavel a tordo de
Os vapores qoe ^axem as vafeas ao Bit di
OeiTo, alm* d terem ludo o qe se edVc_tr;
iOb Vapores modernos', Ccresce cfoe fai tin
em em qnatre das e o prego' de passagent
ia i.' classe e 60*000.
O vapor empregado na viagem para o Rio
rande Jo Su e rnenle paia carga, e tem c
:aiado adeqoado a entrar no porto daqoellc E'
ade em qualquer occasiio.
Recebe se engajamento de carga por quaui
lade Hxa para todas as vugens
Ootrosim, a companbia expedir vapores ex
raordinarios desde que n*ja cat_a para e enga
amento compiti de om vapor.
Escnptono, da Companbia Pernambucan:
_aaa
Aos Srs. carregadorea petliuioa u uau.
ura a clausula 10 dos etmbocimeatos; djue f
o caso de baver algama reclam;>ee contra i
mpaobia, por avaria ou perd, eleve ser fe)t.
.rescripto ao agente rep.-ctivo do >orlo d
t-scarga. dentro de tres das depon de final)
ida
Nao procedendo esta formalldade a cottpanhu
ca st-nt de toda a responsabiliaede.
/ara paBsageps, fretes yjKOiEmeadaa U"-
|-HO C02 03
A&mvE
Pereiiu CarneirtS C.
i .iau_r
No- armazn ra do Imperador n 39
8 prfjBnb do .sent SUfJpie, por mandado ei
aMsu-R_fdo__-. Sr. Br. juii ce direilo pri-'
feu esmuntef, levat a leilao o
^rtfBceaiOos nenores Anua e|
iica_Ftj)r__*** '* 'e*O;P0r furva c' de^pa <
os M v. inteiitiiTii do beus do osflo'
nslW B>hnq# fl. G9ta.
O Srs. p-etenat otes desde j podero ir exa
minar o referido engeono.
....._.. _________Ll'
PLULAS
ii
CompanhiaBrazileira de Es-
tradas de Ferro e Navega-
cao do Norte do Brasil-
Va por Sitellite
Para passageiros, encommendas e dfoheiro i
[rete trata se om os
AGENTES
Amorim & C.
Ra do Viecoode de IUparica n. 26
ILOES
AVISOS DIVERSOS

Sexta-feira 8 o cw movis leudas e vi.iros, da
casa da ra do Baiao de S. Borja n. 30, b<>m
como ao meio da o retardo pobrado com bdas
accom'nodacoe8 para grande famiha.
Em frente as mesmo sobrado, e i horas da
larde, leilo de boos cavallos de corridas e om
com andares. ___
Be-nardiuo d Coala aia A C-. avitam ao?
sea* frsgnee* e r.mtgi que s? ai ha saf>eie
cido com o megm > ramo de negocioCacados
a ra ij L/.rim-no a. 1 E'fwam continuar:
a merecer Ibe a ui^srira coflRau'.a. |
Alugam -:'* casas caiartaa e nintadas not
u dos d 8. Goncalo, a 8* ; tratar na raa ds;
af/eratrign.7t. j____________________!
kilift se o obisao n. 40 a ra do PaysaD
io, wm colrnosos pura gruxMte familia ; tra
ar airas ils niat':z o Santo Ar'onio n. .
O OLEO PUR >
-^DE-
figado fle usmm
Companhia de Trilhos
Urbaaos do Recife
a Olinda eBeberibe.
ASSEMBLE'A GERAL, ULTIMA CON-
VOCACAO
H4o se tendo ainda hije reunido nume-o legal
e accionistas,p<-la lerceirae ultima vez convo
cada a assembla gcral para o dia 14 do correle,
ao meio dia no escriplorio da Compai hia Walao
as se+?6^s). Ne^ta leuniao fumciooar a as
jetabla com quulquer numero de acciowas prt-
iiUes p->r is?o 6 oe todo o uttrese qu Ss. Ss.
levem'isto em conta e considerem qoe as delibe
S-Oes que a convite da directora serao tomadas
ectam lutitLarnele a econcmia da Compa
O fim principal, ron o ja foi aonunciado,
areorganisai&oda Companbia iudispensavel para
que nao entre ella tm liquidado de Deiembro
roximo tro ciane.
Es:riptorio do gerente, 5 de Malo de II
CHk^lJRS REUN
Leilo
Precisa se oe uma ia i para cj-inhar
engommar; no pateo doParaizo n. 20
Pri
a rapor
o Havre, Lisbo*'
Rio de Janeir" e
A..P. Jtmet.
Contiaukfela.
DE
LJiJji quinsenai entre
?ernambuoo, Bahis,,
tintos.
O vapor Paran gu
Oommandante Deliens
E'esperado da Europa at o o;a
10 & Maio seguindo de;.ois
da iudispensavel demora para
Kio de Janeiro Santos
.loga-se as Srs. importadores; de car;;:.; e os
a-orea desta linha, queiram apresenta.- den i
ier das a contar do da descarga daa "Jvare as
jualauer reclamasao conceraenle a volme q
jo-veatura tenbam ieguido para os pwrtca de
luianmdes. ,-odei dar a icjapo as prov
lencias ueces-anas.
Expirado o -eerido prazoa comcanbta nac se
e^.on3a&isa por extravos.
Para carga, paseagens, encommendas e ai
inssrr; 2 !rtte: traU- ecomo
AGENTE
Celestial Coofraria da SS.
Trindade
Consulta-
De ordem (o p esiimoso irmao provedor, con-
vido a todos os irmaos ex juizes, ex-provedores,
ex vice-provedores, ex secretarios, ex-ihesoo-
reiro, a comparecc-rem em nosso consistorio
SiQta-feira 7 do correte, pelas 10 horas- da
anba, aflm de darem coroprimento ios arts.
M 57 e se*s do nosso compr muso.
Secretarta1 aa CelesUal confraria da SS. Trin
dade, 4 de Maio de 1891.
Joae i Goe(re< de Lacerda,
Secretario.
MmsteTio da Mari-
nba
Repartido de nharoes
Aviso os navegantes
t'hsrol do Olio de Sania
Mailha Grasde
(ESTADO DE SANrfA OATHAHINA)
Brazil
t> ** ll de JutAo pfxivso vmdo*ro
em diante ser exhibida a lu do pbarol
do Cabo de Santa Martba Grande, no Es
iado dd San- t Ctbariria, e intorrompida
a actoal luz provisoria.
O apparelho de luz dioptrico hyper
radiante da V ordem e resenfar lampe
jot duplo bf*M>o$ de 30 em 30 tegunos,
lhiminando tddo o horisonte.
O l mpejot vermelhos, ao romo verde-
dmto de SO 40, assigmrtattr a direegSo da
zona perigosa do escolb* dwrtonisiado'
Pedra do Campo Bom ,. itnado' *
milbas do phafor, naquelle-rumo-.
O plano focal eleya se a 28-,r50 (93'8)
ao nivel do solo e 71 10 (249\7) ad das
awres ce qnsldrtttnra, e a lnz ser TriYel
da otuo.
A torre, qne de alvenaria e tem a
firma qoedrangurar e efir t-rnd, ei'gae-
se 4o centro da casa do phateiro',
tmbem de forma quadratfgnUr; cr
brnm.
Poic3o geograpbtoa
IM 28*-3800' 8.
LoBg5-Sy25" O Riodd Janairo.
, _48 -49'45" O Grenw.
, _5i 1-00" O. Pri.
Uepartielo de Pbares, Rio de Janeiro,
26 de Marco d 1891.
Pedro Benjamn de Serqueira Lima
Cap i to de* mar' e guerrt, director" geral.
nforme. O serelairo m\hie> F. de
Crrd Cfcfa.
Vagaste Latilc
UA DO COMMERCIO
io>a MaiJ Steam i*2cke
Company
Ovap>r Trent
m
E6vera-S*da Europa ateo dia 9 te
Maio, ssjjftindo depois da BHK-
ra indiapensavel para
Babia. Ro de Janeiro e Santos
fsdfucctlo de pastagtnt
da Uaetoti
k L-.3boa 1- cltoe- tM 30
4 ouhamplon 1*clasae r 28 i 4J
Camarotes reservados para oe passageiroe ce
'ernamboco.
r'ara passaf ens, rete*, encommendas. ira
a AONTES
De 1 piaQ3 forte, uma raobilia de jacaranl
Luiz XV com f sof*. 2 dunquerques, 4 cadeira*
de OrtCO e 12 de guarn'.c.ao, 6 cadeiras doora
das. tapetes para jfa e portas, 2 lastre-. 2 cas-
licies e mangas, 8 jarros de LiDaUro. 2 candi-1
eiros ioflezes para ksi jarros para flores, es-
pelhos, sofas avulsos e ontros movis de sala de |
visita __
Uma mesa elstica, 1 guarda looi;a. 1 apm-
dor com armario, 2 ditos torneados, t sof, 13
cadeiras de jonco, 1 relogio de prcde e urna
escada de abrir.
m apprelho de porcellaoa dooradi para
ianUr i dito para cbv, 1 galaeleiro, 1 licoreiro,
duas qoaruBhas. 12 copos a bandejas, copos,
garrafas, compoteiras e talberes.
Orna cama, uma commoda, 1 gnarda-vestido,
1 uilette. 1 lavatjrio. 1 sanwario. una cama de
ferro, uma marqueta, 6 caairts de junco, i.es
pelho, 1 thear, ima cama para menino, commo
das de Jacaranda, tren de cosinha, trem ue jar-
dim, ferramenta e ootros objaetoe.
8exta-feira 8 de Mato
?gente Pinto
No sobrado do azulejo da raa de S- Borja
u. oJ
A's 11 hora
vender se-ha o mesxo sobrado 30 maio di3, bem
como cavallos de c rridas s 2 horas dajarde.
Importante 1 ilo
dos atumaes de corrida da coudelaria Indepen-
dencia, pela reliada ao socio chefe da mesma,
para a Gapual Federal, a saber :
O cavailo de menos de meio sangue. de 4 an-
D08, Plilz, S. Paule. ,
O 1 avallo de meio sangue. 13 de Mato, 4 annos.
Rio Grande do Sol, a egua Zostera, de Pernam
buco, cinco aonos.
Um ca vallo de sela andador de baixi a meio,
bonita eslampa.
*e&U-felra. 8 m enrrente
A's 2 horas di. tarde
Agente Pinto
Na ra do Barao de S. Borja, em frente
ao sobrado n. 30, onde ha ver anterior
ment leilo de mo es.
Criada e enMfflnacirir
Precisa-se em Pernandec ?i ira n. 13.
Precisa se de um cuishxu cum sratiea de
[averna e um menino para criado ; na roa de
Aguas Verdes n 17, laverna.____________
Alugam se duas casas roa Marqoez do
Herval ns. 25 e 255, tem agw ; a tratar no Pa-
53 da Palria, qainia asa no qoar eirao ue Jovi-
no Bandeira
la ra do VtsCoude de Goyanna o. 111
precisa e de um eitor qot entenda de plauta
ges. ____________^_____________
aluga-*!- o 2- andar do obrado da roa do
Hemflca n. 7, com agua. Iimpo, etc. ; a tratar
defronte o. 6.
Novo porto de carvao, emnarricaa e a varejo ;
BemrTca a. 6.
Armazem de molbados e fabrica de pao e mas
sa9 : Bemflca n. 6, Passagem. ____
~ Precisa se de orna ama para todo servigo
de doas ptssoas ; na rea lo perial n. 233, con-
fr >nte a padaria Victoria.
Para o ratamente i prompta curo a$
Molestias do estoma*o e d
intestinos, molestia* *o figado,
dispepsia, Indigestfies, clicas,
nauseas, diarrfiea, prisRo do
veatre, Calta de appetite- incom-
modos depals da comida, eaxa-
quecas e dores de cabesa chroni-
cas, rhenmatiamo e nevraigria*,
molestias da pell, molestias pe-
ridicas das senhoras, e. aim
destas, muitas ontra enfermidadesqae se
classiflcio debaixo de uma iflnidade de
nomes, todas portm, oriundas da mesma
causa, a saber;
Desarranjos dos orgSos de di-
trcstSo e assimilacao,
donde provni a impureza e o enfraqueci-
mento do sangue, cora adebUldade e oon-
gesto de todos os orgio* Titaes do sys-
tem*.
Procuxeni-se
AS ULULAS CATHART1CAS DE AYER,
riUCPARADAS PKLO
DFL J. C. AYER & CA,
Lowell, Maaa., Eafc-Unidos.
LATOM &
produz efeitos anlogos a es dUb:
Emulsao m Hypopbospfitea
dos mesmos senhores, no caso d ser preferido o tractamento nest
forma para o curativo dos incom-
modos
do Peito, a Garganta e os Pnlutes-
A esco a aixfc da ra. e Rosario ae Boa
Vista, regida pela professora Julia Borges Di-
ni2, pasi- a funcionar ao p-edio n. 44a'aquella
mesma, roa-
\
ioriiii rinos
N.3f&ta do Bon JessN
N;
t
Aira
Precisa se de uma ama de meia idade paos.:
cosinbar; na 10a do Paco da Patria, quinta casa.
no quarteiro de Jovino Baodei'a.____________^
Ama
Precisa se de nma ama pira cnsinhar ; atec
tarnaruaPedroAffonton.il._______
Ama
orna
Alu ratf. coto commodos, e- la limpa^ tem agua, ba
nheiro, p-opna para familia ; a tratar na casa
jauto, das 11 horas a 3 da arde.__________
^ abaixo assinrado, retiraudo-se para a
Europa, julgu nada dev*r nesta prac nem fra
d'ella ; se algoem s jolgar seu credor, queira
apreseatar seos ti'olos ao largo da Pmha n. 6,
para serem pagos pelos seas procuradores.
Recife, 2 de Maio de 1891.
Por procuracaa.do los Daniel Pereira de Aze
vedo,
Manoel Joaquim Alves da Goi-ta-
A Fabrica de Teci-
do da ^orre, precisa
de menino, e muihe-
res,
Joa tiende* Carneiro de
Kandeira
D Mara Archauia Carneiro de Souia Baodei-
ra, Joaquim Carneiro Le&o. sua mulher D. Anna
Isabel Carneiro Lelo, Diogo Carneiro Rodrigue
Carrpello. soa mulher 1). Leopoldina Amelia
Carn-iro Campello, coronel JuSo Paulo Carneiro
de Sonta Band-ira e sua familia agradecer sin
ceramente a todas as pessoas que acoapaona
ram soa ollima morada os restos morues de
seu sempre iembrado espo?n, pal, sogro eirmao,
e de oovo as convidara p. ra assistirem as mis-
fas q e manara rezar nn igreja do Carmo sex-
ta fera 8 do crreme, s 8 horas da m-nba. se
timo dia de eo faJIecimeoto, pelo que se con
fessam ele-nai(-n'e agradecidas.
. 8SS/
Para cosinh^ r precisa 1 e
ra da UoiSo u. 69.
de orna ama ;
Ama leleite
Precisa Ee : na ra do Cebo n. 25,
Ama de menino
Precisa-se de orna am:: de bons eostorm3 >
andar orn doo* m'-ninos a tratar n-i roo **>
Caboca n. 14, primelro andar, de meio dia ate^.--
horas.______^^^__________________.
Ama
Precisa se de orna rapariga para fazer ai'ja*'-
servig interno ; na roa do Progresso n. %
e criado
Na ra Mrquez do H rval n. 34,
precisase de urna ama e om criado
aunes. ______
Ama
i aun?.
de :d a OS
Cnrmpanhia Bahiana de
vegacao a Vapor
Maoei, ViB*-llota, P'and, AraOh
. Estancia e' mhia
O VAPOR
^rincipe do Grao- Para
Oommandante Lacerda
Segtafr para os
portes Jcim in-
dicaMofiodi. 8
de MW, s 4 ho-
ras da tarde.
nda e din!.*'-
i* 1 -
?ara carga
oafr*
MARTIMOS
Aviso martimo
T. H. Jenkins, capifSo da barca ingleza
Jun ..k chegado a este porto por arribada
foread* precisa contratar os concertb de
sea navio procedente de Villa Colon no
dia 10 de Marco deste anno com carga de
oinaa e ossos com destino a Liverpool.
Os' preendets a faSe'r os cooc -rtos
poden examinar o navio e depon appre-
sdnttr as iu-s propestae de conformidade
cora a vistona ordt ada pe!o Consolado
da S S. Britnica e no mesmo exis-
tente.
Pr...postas era cartss fechadas serlo re-
ebidas no dito Consulado at meio dia
de da 8 do correte mes.
O capito nao se obriga a acceitsr pro
posta argoma.
;.Bfecrte, ^ de Mato de 1891.__________
ronpanhla Peroanaueana le Na
vttafAd itU per Vapor
Esta compaitbia mantert a* segomtes linhaf
egolares de Orvegacao:
Norte, tocando nos partos aa Parabyba, Natal
laco, Mossor'. Aracaiy e Forlatez, partindc
teste porto Bar vapor 9 6 e 11 de cada mes.
. Jal, cote escala pelos portos de Macei, Ple-
lo, Aracaj Esiancia e Babia, sahindo dest*
leto 9- 34 d- rada soex.
Pernmio atas.
Sis Formoeo e Tamandar, nahida a W.
Uto de Janeiro (din ciami niel parte o vapo-
le 28 a O do mes.
assagens, encomm
-e com o
AGENTE
i^edro Osoriode Cerqueira
17Ba tm Figarm17
LToited States afid Brazil
M. o o. C.
O vapor Allianpa
E' esperado dos portos do
norte at o di* i<> da cer-
rente, segnindo depois da
demora iodiepeatvel
Baha, Rio de Janeiro e Santos
ara carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a (retertru-se com os AGENTES.
O yapo Seguranza
W esaerado dos portos do sol
at o da 22 de Maio segolndo
epois da demora necessans
para o
naraohSo. Par*. Barbados, .
Thoaaiaz. e .\'cw-l'ork
Para carga, passagens. eoconmeridas e di-
nkeiro a frete : trata se com ob
AGENTES
Henr y Forster & C.
SB-ia do Cormerei0S
1 andar
Lloyd %n\m
KJiVFrJS -B&'MOTE
O vapor Para
Coramaridante j?Torado F. Dias
B' esperado dos portos do or
t ate o dia 8 Ve Maio e de
i t >? w
Agente Stepple
4. leilo
A retalbo :de t importante armacao, l lus
tre, arandelas, murroqoim, babados,entre:meios,
linbas de novello e carriteis, tttas de sarja e de
seda, meias finas pare senhora, ditas para Ho
mem e outros mullos artigos qoe estarao p&ten-
tes vista dos Srs. licitantes.
*exta-elra, 8 do corrate
A't 11 hora
0 preposto do agente cima em cootinuaeso e
mandado do 8xm. Sr. Dr. juiz de dlreito de or-
pbaos e aosenies, levara- a leilo a armaca, di-
vidas e miodeaa existentes no estabeleciment
ra Marqoei de Olinda o. 1, a requenarento
do tutor do espolio do finado Jos Pereira Santos
e sua mulher. ,
Ser venlidO ludo a retalbo, a contente dos
lio tantea.________________________- .
Leilo
Do sobrado da roa do Baro de S: Borja n. 30
edificado em chao propro, com janellas no otiao,
portao de ferro ao lado, quintal grande com jar-
dim e porlio no fundo qne d para a roa do
Atalh. ;-*-
iexta-felra, c Malo
A 11 hora em ponto
Agente riitto
No mesmo sttbrdo ondobav'er ert n-
tinav-ao
Leilao
De apparelhos de poreellana pura cb e jantar
crvsiaes, espelbos. jarros, mobihoe, cadeiras de
iuoco, 1 oiano de Ryele owilos' ontros movis.
Sexta Ufo* d Imao
Leilo
de 61 caixa coa velas steafinas de diversos
tamaohos, variado foriimeoto de ponteiras para
cigarros e caarotos, carleira para ramo ci
arros, phosph'reiras. 15 mantas d tooeioto
ingh's', barrica com seceente de chombo. 28
kilos de seccam* de smeo e mais objectos xis
temes no armaaem oe roa do Marques de Oliu-
03 >Ort INfBtfENSAO W A6ENT
Gusmao
4eva felra, 8 do eerrente
A's 11 horas.
.#1JI|:a;
D. Pradencla : Pinto de Ollvelra
Jos Bernajdino Marques de 0 ivera, Joaquim
Marques de liveira Jnior, Antonio Marques
de Oliveira, Franci:-o Marques deOliveia, len-
do recetado a infausta noticia de ter fallecida no
reino de Portugal a sua muito extremosa inai1 a
ennhada. D. Prudencia RoJrigues Pinto da Oli-
veira, convidara todos os seas prente-e ami
aos para assistirem as miesas e memento que
iero rezadas na igreja de S. Jos de Rib-i .lar,
sexta-feira 8 do correte, pelas 7 horas da ma-
.aha, telo que desde j se confessam surama-
meule cato*.
Criado
E
Precisa-se d^ um criado ; a tralar na Gasa
ga, travessa da Gr-g s n. 3. 00 no Recifo>2aua-
Nova n. 15. ^_^
'
CrPMte
No largo dam-iift tte Sanio Antonio-n. 2
pnmeiro andar, precisa se de um criado que
tenha 12 a 14 arJUbe-dte Wate, 400 seja matri-
culado ou aprsente attestado de conducta.
CRIADO
No becco dos Ferreires, n. 8, precisase
de u*r bom errado copeiro, fiel e de ptima
conducta.
Escolas publicas
Bstao funecionando no pateo do Livramente
o. 27 e na ra larga do Rosario n. 21, as esco-
las regidas pelrs proessoras Julia Ajres de Al-
meidi Freii. s e Grata Barrete de Menezes.
t
Dr. J0S0 de Alsnelda S.opea
Mathilde Camilla de Fieneiredo CtSo, Flavio
Ferreira Caio e Flavia Culac Lopes, sogra, en
nhado e tilba do Dr. Joao de Almei n Lopes,
nedemiosseus parentes e amigos o candoso
obteauio de assistirm a uma mtssa qne pelo
oiomn Aa una alma raandam rezar na
da manh do
.1
aVcancp eterno de sua alma maodam 1
matrtVda Boa Vista s 8 horas
dia 8 do correte, tricsimo do seu passamr nto.
teciparo a soa gratid&o.
ajaejampaoo
Comprase em pequea e grande porpio i se-
rna do Principe n.28._____________________
Alga-se
Um 3 andar com soio, lerraco e agt:a.-.aat>
predio n. 39, sito roa da Irr.peralriz ; a traac
aa loja dodiio predio_____________________
E*|Ki* BanfcofWm
de hum o L4.
O Enulihs Bank cf Eodfc
Janeiro"Limited avisa a**
respeitavel corpo cohb*-
1$
:-;<
. *
Padarias
Farinbf para tender; *etl(le-se na padanada
roddoBram n. 62. '_.._.. -
Tnico fliieTeawo
Campean
Premiado na e-poHcao de Parts d
lrSO
Este precio*) tJrpfrfd* #alr_tem6T Ampos,
cao conhecida para confortar e conservar os ca
cellos, promove o seo cresetmento, limpa a cas
e fortifica 6 eoorc da cabeca, e o qoe ha at-
ois snare rfodorifleo para a toilette., A yend
m cOf reteme as principaes tojas d>
niodf tas deWo aprtf, e roa da Aorora n. IfiS
leposito geraf n Fnrc de Olios Vgetaes.
Paire Amaro Joc d Olinda
Burceilo*
Sexto anniversaro de spassamento
Di lt dd Mio de 1891
Ondfi.it*meu Ribo*
VeffpoYBeus, ?Wencom leas e voitoo para
Ceebfim ?e misas ot silaf alnr na rttris
de S. Pedro Marljr de Olinda.
Loi* Pinto Safalva. tAir fclfir.ido soa pre-
rada mi no reino de Portogal no dia 11 de
Abril do me 1 ftldo, convida mos os seos aml
eos para assisilrem *s mlssaa qne manda rezar
pela alma da fallecida, na igreja da Madre de
Deu8 elas 6 1/2 horas da manh de egunda-
,H_|_^rnrf'-n[f
iis da demora iodispensave
____ gnir par* o* portos d*
Sit,cei, babia, Victoria eHHo de J-'
n'eiro
R?cebe carga a baldear no Rio tara Sanios, Cananfe, Igoape, J^rai cgn, Ao
* una S. Francrco, Itajahy, Santa Cathaimi,
Bit rande, Pellas e Porto Alegre.
A6 encommeodas serio recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosi
10 largo do Corpo Santo n. 11.
Para passagens, fretes eencoramendas e di
tteifd traHM e* os AGF.NTBS.
O vapor Alagoas
Co_n_a_dante Joao Mara Pessoa
_' esperado dos partos do -ol at t
4u 12 O'- Ma 4ej?jail depo is
*a demora necesaua pa-a a
Agente Bfitt
Leilo
Omainobilia de'Jacaranda, meia dita de ama
relio, 1 cama fraaceza qnasi nova, 1 commoda
inteira de Jacaranda, meia dita de a_arel!p, 2
marquezes, 2 cabids, 1 toilette, 1 bidet, 1 es-
tante grande para" Irnos, 1 artelra- cadeiras
avulsas de amareMo, ditas d junco, 1 mesa
elstica de 2 taboas, 2 aparadores, 1 relogio de
parede, ( machina de costura, qoadros, louc
para almoco e jantar, copos, trem d* cosinha.
1 mesa de amarello, 1 marqneza. I sof e'ootros
riBoV orjeOto.
Nabbado, 9 de Halo
A's 11 horas
Ba a Ftda n. 5_, primeiro andar
Agente St<
Leilo
De a_t* armavlo ds amarello, envidraos
da, baldo, cnteiros, registro de ga e
encanamento.
abalado, do correte
A's 11 horas
Na estabelecimento ra das Crases
n. 20.
0 pfepkHfe' 0*6 aget Slfr? le vara leilo a
iu portante artraco", balea 1, cantiros e encana
ment,-ao correr do marteHo.
Os Srg. pre'end^otes desde j i podero ir exa
rninar i Aria aroVaeo.
rmmmmmmmmmw
Parabyba, Natal, idear, AnurracSo, &(a-
ranblo, Par> Obidos e Maoa
As encommendab sr"ab recebias at t-fah>
Rio Gran* 4 Sui. <,vtage# ^rreets) sabode 1 io*MB4m.-1k #s*4d # trHpielW Bsffos;
U a 26 ilo mez.
30
largad C9fjto Sri#k. H:
Agente Stepple
Leilo
do '^_bo' Jefnglm, sito nd trmo de
Seririnaem
Q_artalelra, 6 m carrete
A's 11 boras
NOVOPLANO
Lotera do Estado de Per
1 premio do
1 dito de
1 dito de
1 dito de
3 ditos ditos de
o ditos de
14 ditos de
10 ditos da desent do*
^1 premio ar
10 ditos da desena do
2.* premio a
16 ditos da de_ona do
3.* premio a
2 ditos das _pproxima5*-s
do 1.
premio a .
2 ditos das appro-imajoes do _.
premio
2 ditos das approximacJJes do
premio a
119 ditnBdas duas finaes do
mi a
9 ditos das duas finaes do 2 pre-
mio a .
1080 ditos dss terminacOes do I.
i."
pre-
Por serie
12:000j000
1:2004000
5004000
2004000
1004000
504XX0
254000
IO4OOO
154000
104COO
100400'J
504000
SJ54000

104000
104000
54000
54000
Por lotera
140:0004000
24:0004000
10:0000000
4:0004000
2KXK),;000
1.OC04000
5004000




premio a .<- _*
1080 ditos das termincSes do 2*
Pren>_otliw?;4t)0 premios ntf vator de 576:0f 04000. _^
Esta lotera compoauf dd> 12,000 bilbetes a 86*000; disida em
V _MirV dte *da ere 44000, ou 809 r per cada
401*000
3004000
2COi50O0
5:0004000
I.OOO4OOO
7004000
204000
2004030
10400:
1004000
mercio e a todos os seus
guezes que do 1 de Juo_k*>
do corren te anno e^ dianiR
nao abonar ma-s jures som-
bre depsitos em conta &
rente.
Pemambuco, 2. de faib
de 189L-
Thomz EIlj
Gerente interindy
Copa bia Distilla^aotlaf-
tra l
Sede roa do Passeio N. i^
Mnderecfi telegraphico DittittafSiCwk*-
m postal n SS9Sto de Janeir*>
A oompant ia filiou a si os negwntmst-
estabelecriiento.
0_ipanhia Nacional de. DistillacSfc- aa
r^rfumarias, antiga aasa Frita MacksC
Companbia Ifacional de Alcools Esas*
Finos, em Campos, e em-Pernambua&V-
Di-tillara da Lapa o_i Campoa.
Schnmam A C, ra da Saude 156, ISffi
e raa do General Cmara, 116, 118, 19.
E. Gomes de Oliveira & C, raatala
Conde afn ns. 51, 53-
S. CarvaLo & C, rna do AraaEos-
27' 2'
Viuva brouBics & C, ra- do'Rnc___l'
Caldirel n. 17*:
Grande importaoao e e_nortaf8c> Ba
gurdente, aleools fin' s e co_n_u_fl-, __-
nufctura de lieores, v'nagre, zarope,
mou h, laranginha, genebra, kur
rguas mineraes e de todas os artigos
generes a sua iodustiift.
Ba do Passeio n. i:Capital Ka__-
ral.
A aaecin-sal desta" cobpanbia em-- Rbw-
nambnco, sita no Viveiro do Munis, asm-
pra qualquer pore3o de eguardente e _fe-
cool, pagando bns precos.
*
*
_0
series
qtiintt-:
sendo o prelJo'dV bilberts
** ^"caso seiaiffoaea as rbfmiritftB-, pwsr a 2. ao numero tomAa_u-Wrifcf V
Pen0r' Os bilhete'fctffos nmnrVwr **> ^reriiradol co*' a rertBrnacad da entena, nlo tem-
direito a terminac&o da deanaf ^^ _____._
Os premr03 preverevnt um :in_d depo.a da respl-:tr#a extra^aO.- ^^^^
Nao^serSo n$gs* ov Klfaeta ft'iltrbsB, enja fegiftmtdade nao se po*rvb
rificay.
OBazardaBoa-
tat a raa da TmperatFHK
ii. 88, acaba de rece
bcPOcbe8peciali_i__r-
ca-BLL DOC^
o mehor que tem ?i_^
do' o iflercdb tm-
em a 3^60 a la ta con*
rama libra
unm WPES :i -t

i^


Diario de ffoiambuco Quiala-eira 7 d Maio de 89

T. 21
.
I
IPazendas baratas me liquidamos pelos se-
gmntes presos, e chamamos a attencao
-das Exmi>. familia:- :
^S* e*i.,'odJo bomt.s padrees de 220, 240 c 280 o corado.
GawCTnn de l para vestido de 160 e 00 o cavado.
J^jMtlc braveas, fasenda fina a 2S0 o covado.
CSattas escuras e claras a 28' 2n0, 300 e 320 o covado.
Talainun ri i mi i n com raro, jera a 280 o carado.
fc3 de o res arrendad, s a 240 o covado.
sVatttarH's de Jar -fj para mininas a 6# e 85 am.
'39&a a manija para menivos a 45500 un.
tanAM s wbbbm o que aa "< ch'C.
Ha-i-*i-iii f-co/e* jj^ra vestido c roupa de crianzas a 280 o covado.
Kaebi* de eim urdes dsaenhos c cures 10U 20T0, 3#'j:0, 45000, 5$000 e
j J uim. s
9snctt de c r j> -ra c.np b e 4<\) 500 o cavado.
^Dssneirs fi.tao a 500 cov.do.
brc. e ctsemira de cores finas a iJdOO, DiJtXO, 6(5000 c 7*000 uro.
?*'i "te aaol tino a 30'jOO o uo-ad<~.
a d cores finas dus largaras tasen da de 2J000 a 800, 15C00 e 15200 o cov.
im br;:i cofino a 5f*0 o covado.
ai co:d. a 8 0 o covado
' Imtx:..'... Victoria e transparente d* 35600 a 55000 a peca.
ShaU^5, giard;.napos, cj.clias, meisis, puches, clariones, lencos braacos e de cores,
c raiaaa bruscas e de flnella.
Oarti.'adws ;1<3 corea, tilo e c.ock 8J000 um par.
Bn rau os m'.i;t> .-.dos a !4$0: 0.
^ttck's sos todas as cores .- 8C0 o cov.do.
marte ce linho algodo atoalhtdo Ivrado branco il2o Damnificas c mpras, P'?cas c>; u 2 v..ras a 65501', 75 85 e 95-
imi pn-to, iifo e UvTfcdj a 800 c 5000 o covado.
4flsSB prel ', ingles e liso.
.Hiecz .r. a para costuraos, pretas e de co* s.
i'odetuos atrina:-que estas foseadas sao milito u ais bpratas do que te vendo
jsntoalarer.; a ere oatra qualquer parts
Na ra do Crespo
as onsao* de eauomemo. Prmam* Grnela. Kxpowico VnirereeJ, Pmrtm
* QjIi -aWctarm, aavdili* da Oare a S oTaslalnai da fala.
*
MHKR
te MW. ff
FARi^HA UCTEJUffiSTLEl
f.' o meihor alimento pa*tMaiaaqM de tacia ldade. I
i i usuf Ucleccta do leite maternal e tclliu o desmn. Cosa i
usoiiaonadiarraeanemTomltcesucUesliokcUecoBisi:eU.j
Emmrege-ee tambem ventajosamente orno t/imanto pan os
Mullos Conrtlucnte$ qu* Um ulmagos deliotdo*.
ILEITE CONOENSADO NESTL
s
S
?raaietro izrrc MM fMi VACC43 striBSAal Modo conservado sen aroma I
todas suas qualtndes nutritivas. *em dos grandes sarvlcoa que esta cokierv presta i Fr
ao Exetato e aos Uuapitaes, ella tem -ganadu sua poslcao na allmentacae dos parUcalaras J
quaes ea assegura um lette airradavel, saudavel e natural,
bif i nrn : XKBrmz wxaix 11 airc < roriai: arnraio:
A casa
_. irt ma nao lem mals, como outr'ore, um nico agente para o Bnul ;1
seua productos acnam-ae bu fftoclpAeB casas Importadoras, drogaras, pbarmacJas laja*j
iki mlimallii In
,-,., ( B PAR*. 1*. f-w
vBY. < .Bm LOMitEH, 9, 8u IHU.
MU. 9
I
Peitoral de Cambar
O magno desidertum da
medica
scienna

ai..
LOJA DI I iMPilS
21
>
para as molestias dt peito e vias respiratorias
O BTitoral de Cantar, que iocontestavelmente urna
das niaia brilhantes conquistas da ?ciencia medica e u n dos mais nota-
veis triurapbos quo o engenho do^homem ha coBeeguido etn proveito da
human.dade, tem tua alta recommendagao nos elogiriB unnimes da
imprensa, as distinccSes de qdV"t*m sido cumulado por diversas wr-
poracSes scientificas, tanto n-.cionaes como estrangeiras, e na voc do
dovo, qne ha de transmittir a fama de ens benefiewe de geraca a
gerayiio
Este precioso medicamento cura -sao factos comprovados -qual.
quer tosse, laryngite, coqueluche, bronohite, ae'hm, tnbercnloee, et
Vende-se, a 2550< o frasco, 135000 meia dnzi 45000 '
da2a, i- t'jdas as boas pharmacias e drogaras.
. > unios agentes e depositarios no Estado de Pernambuco
FRANCISCO MANOBL DA SILVA & C.
23RA MRQUEZ DE OLINDA23
c.
*
3s?C#Jt0S5aspri^i'. es Porfuaiaria, Phonanosc c usbwiereiroa
fBAEiS ESP
OfumoHVGItNICO prepar
Gtfixno especial da Virginia
O NICO
Que offerece ios fumantes os <.'\ceili
iaBBiparaveis
m\ _,os HYcr^Nico
O fumo ESPIAR AUCA preparado com
TONiCO
ANALPTICO
nC0r4ST!TUf^TE f$
fi '.".' -.iro
::zis s o (us derem
ni pr.f: 2 (tettMi idtas,
ib 'ulhe,-es, as Criances dbis
e as Pesaas
tracas do Constituido.
OVINHO DE VIAL a Assocr
a Chloro
Frouzlda
Siidi'z. (1
U-!::ic::U' Pf8*|>QalOS> El!! ~f VPfV *?tc
Deysitw em Prriimnftuco : FRAN M. DA SILVA & C >
COM OUINA
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PHOSPHATOdeCAL!
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com Substancias necessrias
e indispensaveis na
formtco e no desenvolvlmento \
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos e ossosos.
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en tsdis a? Pliraaeiu e Drtfars.
I ^ %
m
gata
250:000^000
OTEiiI DO GRAO PARA'
Premio ataior 128:080$080
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do Grao Para

:>s.
allemadamente todos os sab-
Bih? es venda as casas do eos*
K\M >H*CVf
leule
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Vindem- -
G0T4Z
aente forte
pacotes de
e aromtico.
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.32X.FOSIT*> CENTRAL DA FABRIG4
grammas
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21 Aita':. Larga do Rozario21 k
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130* Phurmmcmntioo, I-nrado patea Bpitm da Pmrlm.
i
OXaropae a Pasta Bar l de Codeinapura, possuem urna efflcacia incontestavel
se casos de Defluxoa, Bronchites, Catarro, Asma, Molestias da Gar-
anta, Inaomnias, Toase nervosa e exhausUnte das Molestias do Palto e
ira acalmar as Irritacoes de qualquer natureza. As pessoas qne usam do
iarope ou da Pasta Berth experimentao um somno calmo e reparador qne
ca seguido de pezo na cabeca, perda de appetite, nem de constipacSo.
as receitas especiflque-se bem Xarope ou Pasta Berth e como garanta exja-
le a Assignatura Berth e o Sello Azul do Estado Francez.
Parzz Casa CLIN Cu por intermedio de qualquer pharmacia.
UBIAN
i
*]
a
^V.IP0 IMPERMEAYE1
?igtSS*S5?C* V*> "* '*"> i* e i
attwaa
Ui1ihii. malaoaoaaaaa
rC-.L, S>SaBroaiBnnLoi>doB,batatarra
Oleo Figado.Bacalhao
DOUTOB DUCOUX
IotO'Ferrttginono, com Quina e rom Casca
de JLaranfa amarga.
Quarado se trata de curar as
DOENQAS DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATISMO
ANEMIA CHLOROSE, ato.
os Mdicos dSo sempre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO da FIGADO
de BACALHO do D' DUCOUX, Iodo Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nSo tem mi gosto qual-
quer e que a sua composicao o fat eminentemente tnico e corroborante.
Deposito fral: 7, Boulevaid Denain, em TAB18
Acha-ic pin Tender em todas a* Pharmacia* e Drogara* aanditadat do TTaivano.
Iteafnflmr-t* do Fmleifimeieo e MmitmpBum.
mm\m cusativa
do cisxasr.
fir. Inifitfirs de Nova York.
A Vardadeira Maravilha do Seculo.
APPaOVAIU E LICXalCIADA
aeta Iosveetoria Ceritl de Hraicne da
laaaerlo m BraaSL
JKluraa. Oortadura. on Laeeracoas. AUMaaoT
"'JR"-g 'K*0^"* t""* atnSamiaacao. redor
a InoliaciVi, aroiaoeonunento,etai arara rertdj
cnaao poraaaago.
A Maravilha Caratira aulvlo pnanMoe
coraravhla para guetoanras, Ealda^Ka7i
gestan ote yol,e auperlor iquKwZZfaZ
A MaraTilIta CarattTa hapaaael poa
A Maravilha Caroti va umalllTloprosiMa
ara U0r de Dealca, de OarMoe, da Face, r^t^t^
A Maravilha Cai^tivaCoroctmiopratapto
e prpcloso para Liflres rbenmatacaa, Aleijo, Sfir e
A Maravilha Caratlva f grande remedio
ffl ra IKrrSvl^Vn
A Verdadejra Maravilha do Seculo.
APPE0VADA E LICENCIADA
vete. InaaoCorla Gcv,.: Ce Jstfieoo -V
laaaeria la Jrctnl.
Ej Eaqoinencla, Anstna, Aibygdalaa mchadosou
flaaaaaadaaaesnpre aegnro, sempre efflcaz.
A Maravilha Caratlva, de motto valoi
como lnjecco para p Catarro, a Leocorrbea ou a*
Plores lirancas, e oatros corrrmentos debilitantes.
A Maravilha Caratlva rmpagavel pan
curar leer, Cnagas antlgaa, Apostemas, Panail-
cto, Cauos. Frlelraa, Joanete e Tumores.
A Maravilha K+Tnrlva remeitlri prompto
para rxarr'aea Imples, e de Dlarrbea ehronlca.
A Marnrilhn Caratlva ezoellente as
EHtretaarlas e Cavallsrtcas. para Torcedura, Dores,
IVaaine3j*foladuTa.sOontn6e,Laoeracoe,*c.
A
para ai
nras, Mihncaaurns, Coi
eedaraa. Cortaduras, ou tecraceot:, / fwE a di
1 t< remedio prora
hocaauTU, Conr"
___aeow, x
,, > anguc,IlBa parara iunaiaolo. redua
atncnaoo.iu... como por encanto.
A Maravilha Caratirj : trrio pronrptoa
cura raplua pi>ra ia(Bra.. .'-.rtsiuaiiaraa.
~ o boUe superior -u'^-iiutrouuu
Especialidades do Sr. Hsmpfarevs.
K-tmediox Espeeiflcoe,
rjasneate Maravilhewo,
Rearadlos Syphllft v o,,
Kcmt'dio'; Veterinarios.
O Manual do I>r. Humpl.n'VB 141 payuas sobre aa
F.nfermWades e mod o do cural-as seaa gratas, pde-
se ao sen boticario ou .
TlIMTlHtEVP' JiM>:ciNE OO^
10 Fultoa Street, NEW YOEE.
DNCOS AGENTES
Para vendas
em grosso
PERNAMBUCO
Farsa Sobriiho C.
drogara
A' Ra Mrquez de Olinda n. 1
ei
A tugue, barato
Alupm-se as seguiates casas :
Pon Yelfra d. M.
Estrada JoSo de Barros, d. 19.
Roa Viseme Itaparica n. 43 i. andar.
Viscoode liaparica n. 43,3. andar
Raa Pedro rtffonso n. 46. i, podar.
Pedro Aflbuso, n. 46, armazem.
Ra das Aguantonas n. 7, em Beberibe.
Ra do Rosario n 39.
Travessa d > Carmo o. 10, loja.
Ra Visrende Goycnna o. 163.
Lombas Valeoiioae n 4.
'orere! Swslntta 30. 1 salar.
Becco do Cnmpello n. 1, i.' andar
A tratar a ra do ':orDmt-rcio n. 5. 1. anda
"srrin'i'no -ip Silva Gmmaraes C.
AVISO
f^'JE2Et', Onaatlvo e itnpnsavel para
VVS,^!rme6-" "toniario, ou asHemorrholc-r
amorrelrnat nura sempre e Basa I.;lho.
A ^'fvllha <. ^vaumaliiTlojj-
S^e%v% de ,mu^ C ***fod
A Maravilha Caratlvaorecarso
e precioso para Ws rlicmatieas. Alel
lUKlde as Juntas ou Percas.
A Maravilha Coraiivn co grande remedio
pora Esquinencia, Angina. Aniy .-dala.* luchadas!*
Iiillammadassempre seguro, sempn? efficaz.
A Maravilha t'arativi 6 de mntto v-ilor
como ttJeccSo para o Cctarro, a X^encorrlica r> i os
Flores Brancas, e outros corrlmentos debilitantes.
A Maravilha Caratlvn i lmpagnel para
curar Ulceras, Chapas antigs, Apostema*, Paari-
cos, Callos, Frielras, J caetes e Tonaores.
Maravilha Caratlva rerneu-'j promptr
para Diarrhea simples, e de Dlarrhea ehronlca.
A Maravilha Caratlva t exeeJtente ana
Estrebarla e Cavallarlcas. para Torceduras. Dores
Pisad orase Esfoladuras, Contusoes. Laceracocs, &c
Sspecialldadss do 9r. EnmphreTs.
ltesardloa Sapeclflcoe,
Ingnento Mnrnvhoaa,
lemedios SyahHlrlcos,
Resnedioa Veteriaarloa.
O Manual do Dr. Hnmphreys 144 peTiaas sobre aa
Snfermldades e modo de cural^ase c*gratl, pede-
te ao sea boticario ou a
HI M PHKEYS' MEDICINE CO.,
109 faltos Street, NEW YORK.
nico deposito para vendas em
groao na imperial drogara de F.
Manel da o Silva & C.
Modista
D. Leonor Porto
Contina a exeCfltar os mais difficnltosos fttti-
rinos rr'cebidos de Londres. Pars, Lisboa Xa
pttal Federal. Prima em perfricao de costura
em brevidade. em preces e Ano gosto; na ra do
Hospicio n. 68.
Telepbooe147
As
Participamos ao poolico e aos nossos fregu
es que resolvemos desta data em diante eolio
car sobre todas os productos saiidos de noss;
casa, a marca registrada, conforme o desenhi
cima. Adjuelles que nao iRvtrpm esta marca, po
derao ser considerados, como nao sabidos di
Botica Francesa.
22- Ra da Cruz -2$
Aluga-se barato
A loja do eebrado n. 67 rui do Bartbolomeo
propria para qualqber est-belecimento, esta
livre de impostos atrasados ; a tratar na ra
larga do Rosarlo ?. 34, 1 andar.
t
Aluga-se
Um armuem na roa a? Trincbeiras n. 1
ratar junto, na loja de sirgoeiro.
Ao coifimercli
Declaramos que netta data lemos justa e con
tratado, livre e detembaracado de todo e qual
quer onu3 com a Exma. Sra. D. Emili* Ferreira
da Conba Sobrinba o sea estabelecimento de
calcaans ra do Livramerrto n. II.
Recite, 29 de Abril de 1S91.
________ Beroardiio da Cesta Mata & C.
A's almas cariciosas
Mara Candida Wanderlev Autran, viuva dt
empregado publico Candido Autran da MatU
Albuauerque, moradora na roa de Sarita There-
san.oO, tendo em sua '-..jipanhia tres mocas
solteiraa, orpbas, acbaud-se na naior indigen-
cia, sem recujsos para maDter-se, vem recorrer
s almas caaidosas que a saccorraii. e auxiliem
na pelo amor de Deu?, visto como nao eneberg;
mais cousa aieuma.
**}'?*% i
P*. Rog,
medicamento approvado palas
demia de Mediana de Parta,
verdadeiro porgante dea aenboraa, esa
erigas odas psssoas de oanatitnicto
asa. Coa na vidro de W 4e Rege, fas
sa^oeail,o por teda pe>se,pode^epripissj
aa eoraslao neeesaans, orna limonada >
este agradavel multe refrigerante.
O P de Basfeanserva-ee infinitamente sea
ai alterar.
Emprega-se' o, deitaado o contedo dt
adro em meia garrafa d'agoa, aetxando ea
enritaeto darante ama ora, on melnor da
aotta paraodU; rolhar a garrafa se dedejar-aa
lar ama limonada gaioaa.
Fabrtoae venda por atacado: Casa L.Frere,
rea Jacob, M, Para. A varejo, ea que
O
Administrando diariamente orna injeccio
sobcutana com o contedo $e urna seringa
de Pratiz (mtMoro Le Brun) cftsta efe
EDCALTPTiiJm LE BRUN
ou tomando cada tila S capsula* te
wmmm le brun
curase a Ti sien., as Br&nchite
e os CatfHt.rrom pulmonares
i xnamunsln* Xe im mmaten
LZ lUmAf, KarBUuateo-Camie
ASS, ae, Vauhourg-Sftrrhnartra, ANlt.
!* .' F. M da MLVk c*.
Ho vris anstriatjos
1 Rna do Bario da Victoria 1
A NTIGA AGENCIA DE MOVIS
Heceberam completo sortimento de
movis de junco, austraco, como sejam
cadei.as, sof* e mobiliaa completsa, bem
como tem movis naconaes e vendem por
precos sem competencia.
Frofessora eupiano-
Urna senhora com Deten temeote habilitada f
rom pratica de ensino de piano, 'offerece se t
leccionar em i asas de familia por inulto mo ci
prego, e poder ser procurada para (ora ou den-
tro desta capital ; a tratar na roa Barao Ja Vk
toria, armaiem de mnve s o .49.
Aluga
se
Na praca d i T ra Den'es n. f, um armazen
que se prv.'ta para deposito de qualquer cerca
doari i trntar do mesmo.
Oculo de alcance
Qoetn ti ver uo, e queira vendel o annnnrie
on appareca a raa de Lomas Valentinas n. 22,
P'imeiro andar.
Aloga-se
A casa n. 20 ladeira do Yaradonro de Olin-
da, com bons commodos, cacimba e grande
quintal, com porto para o becco da Poeira. bem
como as de o. 4 da travessa da FrndicSo e a de
n. 3 da travesa do Corpo Santo; a tratar na
rna Direita n.45, sobrado. '
Doce de Caji
Vende-se excellen
te doce de caj secco,
feito a capricho. Na
Ladeira da Ribeira so-
brado n.^28 na cidade
de Olinda.
maes de familias
(jUKBEIS VOB80S FTLHOS SEMPRE SADIO
Adminstrae-lhe o XAROPE ou d
Fullas Vermipargativas
DO DR. GALASAliS
ptimas preparac5es de mastras
a rhnibarbo, para a ezpnlsSo completa, sea
dSres nem incommodo, dos vermes
intestina es ou lombrigaa
(DAS CBEAN9A8 E DO8 ADULTOS)
SEIS ANN0S DE SUCCESSO!
Estas excellentes preparacSes nao ne-
oessitam de purgativos como auxiliares
-i.-io serem purgativas por si mesmas.
As pessoas que tm vermes sen tem co
iicasv tem constantemente diarrhas, indis-
posicao, sensaclo de eorpos que se movem
nos intestinos, endureeimento do ventre, e
s vezes, vmitos. Rangem os dentes, qnan-
do dormem, e algunas pessoas expeliere
vermes com as fezes ou com as materias
dos vmitos. As crearicas apreaentam *
dupiilas dilatadas e inapetencia.
As plalas levam impresso o nome de
DR. CALASANS e sao cor de rosa.
1 eaixa de pilulae l(52
1 vidro de xarope 1|$20C
AS PRINCLPAES DROGARAS E
_____________PHARMACIAS
Liquidadlo i* cal*
$ado
A FLOR DO BOSQUEa ra do Li-
vramento n. 10, chama a attenclo de seas
freguezes para os artigos obaixo descrip-
tos, cujos sao vendidos p r precos resum
dissimos para fechamento de con tas.
Grande sortimento de botinas inglesas
de diversas qualidades a 95000, 100000 e
lllJOCO o par.
Botinas para homens, das melhores fa-
bricas do Rio, por precos sem compe-
tencia.
Botinas de cordavSo, com saltonas obra
forte e elegante, fabricadas especialmente
psra as Ezmas. Sras. normalistas.
Sapatns brancos de setim e duraque
proprios para as Exmas. Sras. noivas.
Esplendido sortimtnto de botas para
montara, tanto de couro da Russia preto
oomo branco.
.. Chaueos e tamancos portuguezes para o
invern.
Bot.cos e cethurnos proprios para caca.
Botinas nacientes impermeaveis, obra
solida e propria para o invern.
Lindo sortiment de sandalias de todas
as qualidades, tanto estrangeiras edmo
nrcionaes.
Para cranos de ambos os sexos ha
sempre nesta casa o mais completo e va-
riado sortimento de botinas, cothurnos,
focos e sapatos.
A FLOR EO BOSQUE
10 RAA DO LIVRAMENTO 10
Costa Campos & C.
Criad
P ecl-a-se de um criado
tmro 109.
O
na ra
da Taima
UNiMENTO SNEAU
ara e* CAVALIO*
asi Jaa -Xr^--^""111
ido FOSO
a aa
QUEI.A
do PELLO
' A P.
FOOOI
em
HHiam
1 APPLKAfOES
le** fbm-se com a icc em B -ttnutoe,'
sem aor e temeor ir, nem ranear o pello.
GENE.* V, 175, Ros Jt-fiOMrf.PARll I
Paos de jaogitda para balsas
Vende-se i roa Duque de Casias n. ?1.
tixeire
PTPClsi-se de um caixeiro com pratira demo-
Ibados e qn fiador de sua conducta ; na raa
do Lima n. 70.___________
O'osinheira
Precisa s" de urna co.-inheira ; na raa Dnque
de Caxias n. 44
Fabrica Caxias
Devido aos precos que estao custand
os fumo tino e o augmento de salario
aos operarios : Os precos dos cigarros de
nossa fabrica, serao os da tabella abaixo.
com o descont de 10 r0 at 25 milhei
ros, e d'ahi para cima 15 \t.
Nao se torra nota de menos de um mi
Iheiro, as quantidads abaixo s serao ven-
didas a dinbeiro.
Tabella de Preces
fumo picado
Casias
F.r das Flores
Operas
Daniel
Operetas
Japoneses

Ao (ommereio
Lm mogo portueoez, chfgado nontem, precisa
encontrar orna collocacao no commercto. Falla
e escreve frise te iutrlez ; conhece um tanto
de partidas cobradas, e nao faz queslao de lu-
&arl_??* iororfnatOea. Raeposts isioiciaestN
nesta redaccio.
.
1
Aluga-se a ptima casa sita a rus da Aboliclo
n- 65. e pela quaotia cima ; a tratar a roa larga
Especiaes
Aristocrticos
Mandarina
Cubanos
Flor do Estado
Caporal
Fumo desfiado
600f
7#00t
(WX*
SAfJOt
5rJO0f
evjoof
750f
6,J50
6400t
6*50t
6050
6^009
WfflSKY
Rejal Biend marca YUDO
Este escolente Whisky Escoce* pre-
ferivel ao cognac en agurdente de cana
pera fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores araa-
tens de molhados.
Pede Royal Mead marea Viada
orno nome e emblema sao registrados
odo Brasil.
BROYraS & C, agentes.
**i
BB

ja
.ja






I

'.




VENDAS
^p
Diario de Pernambuco Quinta-afeira 7 de Maio de 189*1
i -
O Banco Popular,
rende libras esterlinas.
Espartilhcs de bnns e setios para s enhorca
tneninas, receben runde vanedade.
Au Paradi de Domes
Libras Steriinas
Vende-se Da teja de oa* de Augusto do Re;
>, C' roa do Cabuga o. 9._________________
S.bo de alcatro
Ha rande conveniencia em se osar este im
portante sabio em todas as as^s de familia
tanto para banbo remo para lavagem de -oup:
desinfectante, amacia a petle e faz d ppa
recer impingeos.
Deposito a ra da Madre de Den? b. 46
Urna boa cdlocacao
Vende ge a t vei na a ra de Hortas n. i, urna
das tnelbores localidades nesta p'aca ; a traiar
na meam.__________________
Vapor "Jaguarioe"
Vende-so e3te vapor em bom estado de rot-
servacao, crja cmara construida de lindas
especiaes madeiras, prestando se elle aiDda i
fazer viagen- que nio sejam do lono curso
medanle pequeos reparos ; podeado, > ro casi
contrario, ser aprm'itado cojio om excellent'
pontao. para descarga de navios, ftc
As pessoas que iveienderem e quizerem exa
minai-o, -podem diritr-se a bordo do mesmo
que acuario pessoa hav.l tada adar-lhis quaes
quer expheacoes : a tratar no caes da Coaipa
hU Pernambocanan. 12
Antiga fabrica de Cajru-
bba
Vende-se os utensilios des a fabrica e
leus preparados, como sejam :
Oran de quantidade d deposito?, ma-
chinas para diversos inveteres vasilba
me; grande quantidade de rolhas para
frascos e garrafas: um vapor de torca dv
4 cavallos, e beus pertenece, urna caldei-
ra para coser no vacuo; urna prensa para
enfardar, e grando quantidade de lqui-
dos diversos prospectos e um folies de 28
a 30 pollegadas, e novo, etc., etc.
A tratar na mes? a fabrica com o pro-
prietario que far qc: lquer negocio em a
mesma, a ra de Luiz do Reg n. 14.
Aos senhores de engenhos
Tri-solphlto aptrior m eal de Lishoa e potasas
Para alvejar e limpar o assocar
Vendem Guimares & Valente
6Gorpo Santo6
?
Esplendido sortimento de grvalas chics, reti
rou da Alfandeea.
Au Paradis des Dame
Ra Bario da Victoria n. 38
i. liHilHBaUAftC
WLmn Mrquez de Ollrda n. 13
Armazem de cerveja, vi
ahos, champagne, licores-
cognac, agua mineral, coc
ervas, etc., etc. Unie
ieposito da afamada cer-
veja Phoenix de Dortmum
2 do chocolate Ph. Suenan
le Neuchatel.
Agencia da grande fabri
:a de charutos Dannemam
kC.,'S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti
nas duas fabricas foram pre
miados com a medalha d
Ouro na Exposicao Univer
^ai de Pariz, em 1889
Fabrica de gelo
Aguas e liiuonads gassas di
todas as qualidades
Soda water ginser, -de, limao. laraoja, curt
ca.:-. aoacaxis, granadina, grosellas, franboise.-
oUDba bortel-plmenta < te., etc.
12 A-CAES DO CAPIBARIBE -12 A
FOLHETM
8L0R )E MAO
POR
JORGE PRADJKL
SEGUIDA PARTS
FELICIDADE COMPLETA

4Pontinnac5o do n 101).
IV
%.% tAVe*%*lt% 1 IVtflfipi
V l um banbo !
Ao mesmo tempo o passadico foi vio
lentamente agitado, e Mlle. Dmentieres,
perdondo o equilibrio, cabio de cabeya
para baixo ro ro.
Que uzete tu, de:gratado ? excla-
mou Fdar, dirigindo-se a Julio Tonzy,
que se, conservara ; fastado; olha que a
velha vai afogar-se !...
Nao ha perigo, ps bichos mos nao
se afogam, e. .. olbe !...
Passava se de facto urna scena extraor-
dinariamente cmica.
Mlle. Henriqceta, cahindo em cheio na
concate, fizera esprrar grande quantida-
de d'agua em tomo.
Ao mesmo tempo soltava uns grnnhidos
agudos, que n*da tinha de humano.
Porthoa, esquecendo inteirameete a
soa averSo e o aecLrancor, lancava se a
nado, agarrava Mlle. Henriqoeta peas
m mm
firudi I (jiii'at'So de fazeidas
O preprietano da I ja d: s Estrellas,
ti ndo retoivid > acab r sua bja a roa Du
que d- Oaxiks n 58. afim de esubele er
i a mesma aim-zem p a vender peca- in-
teiras cm descont, liquida todos os ar
tigos existeni.es na mesma, sem limites de
preco a saver :
Sedas
Sedas' cruas para vestidos ricamente
bordadas e lisas.
Setins de todas as cores com pequeo
toq e de mofo.
Demasst, gtse, foulard, repa etc.
Lans
Cachemira de todas os padrSes.
Merinos pretos e de cores.
!,:>ds de todas as cores e qualidades.
Tecidos de aigodo
Cretones, chitas, batistas, iiu<>ns, zi-plii-
ros, gltcs, Betins do J pao, voiles, fu-to,
etammes. renda da China, cambtaias bran-
c s e de c res, liaal e bordadas, sttinetas
e damssbs de algodio.
Confecces para se
horas
Knbes para senhora
ortes de linn, cambraia de cores,
cretooe etc.
Vestidoa feitos de cachemira, ricamente
en'eitados.
Dites em cortes de seda e de 12.
Casacos de Jersevs de todos os tama-
nhos e cores.
Tecidos de l e algo-
d&o para homem
Cortes de casemira de todas as quabdade.
Ditos de brim.
Caserrira pret e de cores de todas as
qualidades.
Bnns de linho e de algodio, brancos e
de cores.
Cassineta de todas as qualidades.
Confecces diversas
Koupas fetas para meninos, diversas
idades.
Sabidas de baile.
Fecbus de todas as qualidades.
Enfeites de vidrjJhos de diveisas qua-
lidades.
Espartilhos para secbora.
Jollarinbos e punhos para sedhora.
Meias brancas e de cores, para senhoras
e meninas.
Bicos, babados, entremeios de todas as
larguras
Confecces para ho-
mem
' 'amizaa brancaB e de cores para homens
e meninos.
Ditas de flanella e de meia branca e
de cores.
Meias ^ara homem.
Ceroulas, collarinhos e gravatas.
Artigeos de le i
Bramante de linho e algodSo, de 2 e 4
larguras.
Cobertores de la e de algodao de todas
as qualidades.
Atoalhados para mesa, brancos e de
cores.
Toalhas e guardanapoB para mesa.
itas para rosto e para banbo, felpudas
e alecchoadas, de algodo e linho.
Lenc.08 de todas as qualidades.
Ditos ricen ente bordados.
Grande quantidade de retalhos de lans,
seda, chitas, cambraias, algodSo, brins,
caseciiras, fustSes e muitoB outros artigos.
58-RA DUQUE DE CAXIAS-58
Loja das Estrellas
Servindo ce indicaclo a bandtira
(Loja das Estrellas 58)
Carvo
\Tendc se na padaria de Helio & Bise!, ra
L.arga do Rosario n. 40, a 400 rs. a barrica-
Sed
HS
Surabs de todas as cores, sedas brancas e de
coreB, recebm lindo sortiucento.
Au Parad de Dame*
___________
Quard nap< s a 162t>0 a duaia.
dem com franjas a ld80O a dita.
loainas superiores para mesa a 4(XX)
54060
dem para maos a 260U a dusia.
Velbotmas bordadas e lizas a 80) rs.
covado.
Meian casemiraa de cores, 2 larguras
1KK>J o covado.
Caaemiras pretas, diagonal a i 0800 o c<
vado.
Cheviots azul e preto superiorea.
Pannos para mesa a 10200 o covado.
Atoalhados adamascados a 700 ra. <*' metn
Oolehas superiores a 20000, 30000 e 40
O bertas de ganga 2 pannos a 20600.
Cortinados bordados a 7000 o gkr.
Setins brancos para n -ivas a 10 e 102Ot
Sudas item para noiva a 10200.
Todos M artigos cima encontram-s
ia ra Duqne de Caxias n. 59.
Laja de Perelra fc Hagallies
INEHICIliON
N
a
148000 e .
VENDEM-SE
Loja das Listras Azue*
Haa Duque de Casias n. 1
Vende-se
de todas a
de seda
MAIS BARATO
IVa loja das Msiras Azues
A ra Duque de Caxia.8 n. SI ^^^J
Vestidos bordados em cmrtto a 50000.
VESTIDOS bordados m linho phantasia *
90000.
Mirlns iavrados infestados
atores a 100.0.
Folae de seda e Etamines
10200.
Qobookao preto de seda a 20500.
Caxkmieas pretas lizas e lavradas
10000.
Voailes phantazia largos a 500 reis.
Tkcidos arrendados a 400 reis de todas
as cores.
Morim entrancado para familias a 30oO(
a peca.
Bramante de linho com 10 palmes
107liO.
ATOALBADO adamase .do a 10250.
Gcakdanapos de bonitos desechos s
20000 a duzia.
To lhas grandes e para banbo a 10500
.. .tinados bordados e de crochet a
70000.
Crochets para sof e cadeiras 5
80Oi 0.
Alcatifa para forro de sallas a 10200.
Cortinas de cores, novidade a
metro.
Espartilhos de setim branco para noiva
a 100000.
RBTtUTOS A OLIO
Com ricas molduras douradas em alto re
levo e cordSes por 250000 e mai
precos.
Retratos a urajon
De tamanho natural ricas molduras dou
radas.
Para todos os presos
EstSo em exposicao muiros retractos o
pessoas mnito couhecidas dest cidade
paia o publico ver, e fazer encommendas
Para ene mm ndar bastante manda
k um pequeo retrato, em cartSo de visita
; nao importa que seja antigo, bastan'.-
dizer a cor dos olbos e do cabello, par-
* chegar uro lindo retrato desejado.
As eocommendas s o feita^
Ao agente nesta cidade
JSE' AUGUSTO DAS.
Ra Duqne de Caxlas u. i
LOJA DAS L1STKAS AZU&
THE O. JU \ Urdo trans-
ferido sua casa de Agencias e Commisses para
o predio n. 62 a ra do BOM-JESS, aJli con-
tina disposicao dos seus numerosos fregu-
zes e amigos, encarregando-se de pedidos para
todos os patees da Europa e para os
Estados Unidos da America do Norte, para
fazendas, miudezas, ferragens, papel, loupa,
vidro. porcellana, movis, relogios, jotas de
auro e douradas, farinha de trigo, cerveja, vi-
ahos, cognac, licores, todos os gneros de es-
tiva, perfumaras, ohjectos dearte.quadros,
machinas para todos os misteres, induvStriaes,
irtisticos e agriculturaes, material fixo e ro-
dante para pequeas e grandes estradas de
ferro, kstallaqoes de usinas e destilares,
pontes e edificios meallicos, bombas balan-
zas e em gera de todos os artigos produ-
zidos n'aquelles patees; habilitado para isso
cm um esplendido sortimento de amostras,
iesenhoN e catlogos.
62RA DO BOM-JESUS62
A Florida
Acaba de receb r directamente.
Es jartilbos para 5 e 65.
dem finos bordados a seda frouxa s8$e
i 90000.
{Lavas de seda e de peilica para Sras. e
por J meninas.
Bicos de seda e de algodao brancos
corea.
li>500 i dem preto i de 13 e de seda,
vidrilbos.
e de
sem e com
Ga oes, palmas, pingentes e guarnicSo de
vidril 10.
fc.SFABTH.H08 de todos os tamanhos desde Leques de gaze, setim e papel para Sras.,
cruas e
de
cores
meninas emocinhas.
Bolsas do chagrn, couro da Russia, vellu-
e palha para Sras. e meninas.
palha, proprias
do
e de
la
par?
40000.
Meias finas brancaB
todos os precos.
Camisas para homens, meninos e se Boleas de couro
nhoras. j para viagem.
Seboula8 francesas de linho e nacionaei jSintos de couro e de seluloide.
a 10000. Sapatos e toncas para bapt sado.
Leques transparentes para noiva. Sapatinhos de setim, merino e
Capellas com ricos veos para todos ot I baptisado.
preyos. [Pulseiras, anneis e brincos finos de pa
Enchovaes para baptizado desde 60000 lu americano, com e sem pedras.
Micdezas tambem se vende mais barato, Grande sortimento de bordados brancos e
como tejam: fitas, baleas, borrachas **e corea.
para vestidos, ligas, grampos, pluuata- Perfumaras des melhores fabricantes,
zias, extratos, pentes, escovas pars i "gQ* dentrifices, leos e pastas.
dentes, flores, bicos, rendas, bordados Grande soitimento de fitas modernas de
na loja de n. 5 80.
fase Augusto DlaS Mantas Regatas e Plastrons, de gastos
modernos.
' Lindas c i xas de perfumaras para
sentcs de 20, 30, 0, 50 e 60000.

Gaz
Vende Ee em caixas e latas por precos com
moLOS, r i'i; como veo<1e se um boco de osito
(pip) para blcool ou agurdente.
saias e carregava a em S' guranga para a
margem opposta, de xando a acommettida
de horrivel crise de ervos...
Ser salva por Porthos !...
Que yergo.-ha que raiva!
O fri que d'ella se apoderava, refres-
cou-lhe finalmente a cabeca.
Como ninguem acudase em seu soccor-
ro, ella voltou simplesmente a si, tac
dio-se, tiritando,*e te mou novamente o ca-
minho de casa. I
Francisca mexia tranquillamente urna
ca9arola.
Com a d> spreoc npacSo propria de cer-
tos cerebros obaburus, ella nSo se incom-
modara com f usencia, alias curta da
ama
Obedecendo erdem
trancara as portas e as
que a megra foi obri
tempo antes que ella a
A Francisca resol vea
tirar as trancas e a en
zs! zas!duas terrveis bofetadas es
talaram lhe nas faces.
Ora esta exjlamou ella, ahi est
urna couaa muito bonita!
Depois, oihando para a ama :
Jess, meu Deus! onde fui a senbo-
ra ficar n'eato estado ?
E' assim que me acodes, quando
quer. m assxssinar-me ?
Assassinar !..
Sim, aqudleB miseraveis quizeram
esti angular-rae, afogar-me Mas bao de
pagar caro. Vio ser presoB.. Os gen-
darmes c2o tardara ah.
o pai Mr tner ?
Fxzia como tu.
Mexia urna cacerola ? *
Ficava no parque com Luciano, em
vez de rir em meu soccorro.
O Sr. Dmeotirea tinha-lhes dito
que se conservaaaem junto da cerca e que
uao se maxeosem d'alli... sob pretextu
algn.
irior da velha,
Has, de modo
a bater muito
e.
finalmente a
brir a porta, e
Chumbo ie muuiclo
DA
A LUCIDO RIO DE JANEIRO
EMPREZA OBR48 PUBLICAS
Moura Borges dbC.
Largo do Corpo-Santo 19
Tem sempre para vender e receben
encommendas pelos presos da fabrica.
pre-
' Porta joias pellucia e de lectoplata.
Co. tu reir de pellucia.
Caixss com msica para prezentes de 70,
80, 90 100 e 120000.
Grande sortimento de botSes modernos
' pars vestido.
Caixas de linba de cor para crochet a
10000.
A RA DUQME DE CAXIAS N. 130.
Aos sapateiros
Na ra da Madre de Dos n. 16, veade-se a
retalbo meios de sola por barato preco : elles,
antes qne se acabem.
Piante s
Na estrada dos Afllictos n. 28, sitio, venden:
se enchertos -:e laran^eiras e limoe ros de todas
> gu-iiti!.(:.-. arvoies rnctift-ras, 1 ndos t va-
riados crotons a pp-cos resumido*.
Pao centeio
Mello & Biaet tendo recebido nova remessa di
irinba centeio, avisa aos seus fregueses qni
oatinuam a fabricar este delicioso pao centii
las as tercas e BextaB-feiras ; na ra arga o
osario a. 40.
Alfafa
De superior qnalidade: vende-se no pateo
ntifca assembia armazem n. SI.
SEGURO DE VIDA
A COMPNHA
EQUITATIVA
Lendo no Diario de hontem, 5 do cor-
rate, urna transenp^o com relerencia a
Companhia.de Seg-uro de Vida New-York
Life e teodorecebido n Equitable Record
pausamos a fazer corepara^es:
O New-York Life diz que
os seus seguros novos du-
rante 1890 foi
H Equitativa foi
Diz mais aquella Compa-
nhia que a importancia de
seguros em vigor no fim
do annoera
A. Equitativa somma em
Notamos que o augmento
nos seguros novos de......
1690 para o anuo ante
rior foi da New York
Life
Emquanta o augmento da
Equitativa era
Estas cifras sao significativas da grande
confianza depositada na Companhia Equi-
tativa, e com razo.
$ 59:,,00.000
$ 205:826.107

569:338.726
720:662.473
8:456.977
28:562.007
(g Que estpida !... Nao sei onde es- quando a sua b5a irmS tornou a contar,
tou que nao te estrangulo... Corre a especialmente para elle, amplianco-a, a
chamar o pai Mr. rier. hftoria do drama e das tentativas ;de as-
0 guarda campestre appareceu, acom- asBnato de que havia sido victima, segn-
panhdo do criado. do dizia; qund.> p6de finalmente cooven-
Nao tmham ouvido cousa alguma. oer-se, porque escutava apatetado, embru-
= E' preciso antes do tud iavrar oitecdo, sem comprehender, que a sua vi
auto, disse o pai Mntner, porque um ctima tinha fgido, deixou-se cahir sobre
negocio rural. uma cadeira, e ahi ficou inerte, em estado
O.- gendarmes nSo devem tardar. de completa prostraeSo.
O guarda encolheu os hombros I -c i i u j u. __.uj t
"a, Est8va tudo acabado, bsm acabado !...
ese os ef)ndarme8 chee;.rem, eu nSo I il ____t
B u Escpava lhe a sua vmganca!
lavro o auto; urna ye. que sSo elles que forFt.,M do conde Strogaooff permit-
s elles que receberSo os!ta.,he certaa)ente operar m,agres.
Mile. Omnntires, ao contrario, estre
buchava furiosa, sacudindo o iroiao, em-
pregando inuteis esforcos para arrancl-o
.Odeoohe'..' aosentorpor,
F NSo ha duyla .. nSo ha duvida!... ~ E Prec180 correr' Pr"curar-
Os gendarmes nSo mostravam enthu-
siasm-) algum.
E o pai Mntrier entao !...
i C'ffinb- ce !,.. auro.
Tambem, forfoso concordar que de i Ganbava-se tempo assim. N'esse inte-
Souesmes a Salbris ba nada menos de tres rim, os cavallos deBCaneavam.
leguas bem medidas, e outras tantas de i Afii ai Mlle. Demente es r< solveu-se a
vota_, como muito bem dizia o cimmaii- tomar a iniciativa do .-ovimento.
dante, que responda com sangue-rrio as Devem comprehender perfectamente,
injurian e as ameaj^as da velba. disse e>la, que os miser-veis n2p h9o de
E, accrescentou, os cavallos sSo star espe a dos senhores !
nofsos e nSo temos vontade alguma de Onde esto elles ? perguntou o Sr
arrebentkl es. Dment eres, onr'e?... Sim, onde estSo
O que nao se pode descrever o des- elles, es miteraveis ?...
apontamento e o desespero do Sr Dmen- ] Em Salbris, Be a duvida, onde vSo
tie.-es. tomar o trem... Em todo caso, em Sal
t:..oa bam...
proveitos.
Ordeno lhe que lavre o auto.
-7- Nao sei para que entito foram cha
mar os gendarmes...
O denolhe ..
Nao ha duvjda nao ba duvida.'...
Mrs oo qoa trabalbar com os gendar-
mes.
Estes c| Rram eff^ctivamecte.., duas
um suspiro
xo em
da*> .-40
eacia da longa carre
Em primeiro lugar, o seu cavallo^frou- bris obterfto sem divida esclareoimentos.
>acia di
B Boursac a Souesmes,
4 Preparou-se um carro, e o Sr. Dmen
tie-res, escoltado por dous gendarmes, diri-
9*do por elle A disparada at S lbris, Wf gio-se novamente para Salbris.
cusar tomar o trote. volta para Soue! Em camioho, o commandante interro-
mes. i gou varios camponios e carreteiros.
O Sr. Dmentieres, pois, trazia rapde A resui ata era sempre a mesma Nin-
atraso sobre os gendarmes. ) guem tinha visto nada.
Qaando chegou finalmente a VaA, Em S.lbru, porm, na hospedara Ca-
v.11o Vermelho, a estalajadeira forneceu
um esi larecimento precioso.
Aqui que hospedou-se um senhor...
Nuris, disse o Sr. Dmentieres.
Sim, isso mesmo, replicou a mu-
Iher... lista l no quarto. Acaba de
entrr.
O Sr. Dmentieres soltou
de feroz satisfago.
la agarrar finalmente o inimigo.
A esta idea, as pernas fraquearam lhe
i'jb o corpo.
Subamos, disne o commandante, em-
punhando o revolver.
A i'StaltJadeira segua na frente, muito
sorprendida e amitos assustoda com a pre-
senta dos gendarmes.
-W bom homem, dizia ella, o Sr. Noris,
cavalheirogde boa sociotlade. .. E paga
tu bem !
Cale se! disse-lhe brutalmente o
commandante.
Elle pretende comprar uma proprie-
dade aqui.
A senhora acreditou nisso ?
Aqui es a porta do quarto. ,
O geudarme bateu com torca,
Nada!
Em nome da iei, abra !...
Nada.
Arrumbemos a porta, disse o Sr. D-
mentieres.
E gntou'immediatamente :
Sr. conde Fdar Stroganofi7, temos
do nosso lado a torea. Sabemos que est
ahi.. Renda se !
Sempre o mesmo silencio.
Os dous gendarmes metteram os hem
bros porta.
Sob esta pressSo, a liogueta da fecha
dura saltou. e a porta abri se de par em
par.
Mas porque diacho todo este alarido?
perguntou uma vos com pronunciado sota-
que ingles.
Ao mesmo tempo Tim -altou abaixo da
cama em que se acl-ava estendido.
Estieava os bracos, estremuchava, o
excellente Tur.
O senhor diz chamar-se Noris, e o
conde Strogaooff. Acba...
O Sr. Dmentieres cortn a palavra ao
commandante...
NSo elle E' o criado.
E o perseguidor de Maree,ina toreen
desesperadamente as maos.
Era lhe arrebatada a derradeira espe-
ranea.
Soa o criado do conde Fdar Jlo
Noris ScroganaffRmers, repcou Tim
com grande calms.
Em nome da le, esta preso.
Perfeitamente, mas os at-nhores de
veriam darme no iras do patrSo. Desde
hontem tarde que elle est fra d'aqui,
e comeco a ficar inquieto.
Foi com o mais meticuloso dos cuida-
dos, e sem esquecer, sem desprezar o mc
or detalhe, que, pacientemente, Fd-.r
Stroganoff preparara o rapto de Marce-
lina. ,
No momento em que a mo9a atravetsa-
va o passDdi^o tirado sobre o Sauldr 4
uma grande carrnagem pintada a (.ores
vistosas, guiada por um cocheiro com a >
br do conde, atravessava a estrada un
pouco acina de Sousmes, encamiiihando-se
para a pequea cidade de Brtigny.
As vidracas dessa carruagem i-chava--
se arriadas, e os animaos, doas trotadores
russos, march tvam veioaes.
O vehculo estava vasio.
(Ccntinuar-se-ha.)
Tjp. do Dwno roa Duque de Casias n U
*
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r
f





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