Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17768


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Full Text

}
'

ANNO JLXVII-- NUMERO 229
n
SBXTA-FEIRA 9 DB OTBRO DE 1891

V
/
DIARIO
PERNAMB
PROPRIEDADE DE MANOEL F1GEIROA DE FARIA FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adianlados
Por seis ditos dem.
Por amanno dem.
Cada camero a?also.
6*000
124000
24*000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN-
CA h INGLATEliRA:
Os Srs. Amede,
Proteoce.
Pnoce 4 C residentes em Pars, 34 rae de
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Per seis meses allantados.
Por nove ditos dem .
Por am aune dem. .
Cada namero avulso
131500
201250
271000
1110
TELEGRAMAS
asavija FAansttia oc ai asi :
RIO OE JAN El O, 8 de Oatabro, s
4 horas e 30 minutos da tarde.
Furam ncmeadoa para a Thesoararia de
Fase rada de Pernambuco:
3.' escripturario, Ulyases de Albuquer-
qne;
Praticante, Antonio Paulino de Figaei-
redo.
Para a Alfandega do meamo Estado
foi nomeado :
3. escripturario, Jos Diomedes Britto
Ingle*.
Foi removido para a Tbeaouraria do
Bfaranblo, o 3. eaeripturari > da de Per
nnmbaco Witruvio de Mcdeiros.
Fui nomeado 2.' < scripturario da Al-
landega de S mtos, Nerano de Almeida.
A meaa do Senado apreseotou um
projecto pror. gando aa sesgo- ;8 do Congres-
so at o da 15 de Novemoro.
A commissao mixta apresentoa C-
mara am projecto sobre emissao, rogate e
eonverso do papel moeda, banco*, depo
auto e fiscalisacau d'eates e das sociedadea
aootiV uaa, revogando-se o decreto que d;-
termioava o pagamento em ouro dos direi-
tos aduaneiros.
O generalissimo presidente da Repblica
acba-se melhor.
LONDRES, 7 de Oatabro.
Falleoeram Smitb, ministro da Fazenda,
celebre agitador e epatado irlands Par-
neil.
O tacto da morta d'esse poltico causn
aenncSo.
DBttFACHOfl
DO
DB
da 7
1891
DK OCTUBJO
PARTE 0FF1CIAL
Corrrae do Estado de fernam
baca
IIWtDENTB DO DA 28 DE AGOSTO DE 1891
Actos: _
__O desembargador vce-governador o Es
lado icjolve considerar sem effeito. o acio de 30
de Jolbo fiado, em que nomeou Joaquina Jos
.lezerra e Silva para exercer o cargo de delega
-lo do S districto Iliterario de Bezerros e oo-
aear para r-ubstitnil o Jos Antonio da Silva,
Commnmcou se ao inspector da instruccSo Pu
3lica- .
O desembargador vice governador do Esta-
do resolve reformar no posto de capito o alie-
res do extincto G batalbo de infamara da
marda nacioDal da comarca do Reciie e aggre-
^aJo ao 4o batalbo da mesma arma, Jos Dativo
dos Pasaos Bastos. Commnoicou-se ao com-
mandanle superior.
O desembargador vice-gowtiador do Esta
io, leodo em vista c officio de 26 do corrente,
em que o bacbarel Francisco da Costa Maia com-
mnmeoo baver deiado na mesmi data o excr
cicio de juz monicip 1 do lermo de Palmares,
por baver sido nomeado jaiz de direito da ce-
marca de Apody, no Estado do Rio Grande do
Norte, e considerando qoe essa declaracao im-
porta a da aceitaco do ultimo daquell'S cargos,
resolve exonera! o do de jaiz maoicpal '^om-
mooicou-se ao inspector da Taesooraria de Fa-
O desembargador vice governador do Esta-
do, aiteodeoda ao que requeren Mara da Con
ceicao Carvalbo, professora publica da escola
mixta da povoacao de Taquary, e tendo em vista
o attestado medico exhibido, resolve conceder-
me tres mezes de liceoca com ordenado, para
tratar de soa saade onde Ine convier.
O desembargador vice-govemador do Esta
do, tendo em vista a repreaentacao do inspector
da Tiiesoarariade Fazrada, coatida em officio
de 24 do corrente, o. 430, resolve abrir sob ua
respouaabiMdade, nos termos do art. 5* 7* do
decreto n. 2.884. do Io Je F^vereiro de 18S2, um
crdito da importancia de 2554408, verba do
14, Coros arregimentados. do Ministerio da
Guerra, exereicio vidente, aGm de completar-se
o pagameato de vi-ncimeotos que compeiem aos
ofciaes qae servem no commando das armas,
relativos ao mez de Jolbo ultimo.Remettea-se
copia ao inspector da Thesoararia de Fazenda.
Offi;ios :
Ao Dr ebefo de polica.Approvo o con-
tracto de locacao da casa de propriedade do ca-
pito Juveocio Vit-ira de Sampaio pelo preco de
12> measaes para servir de cadeia e quartel em
Salgoeiro, devendo porm, dito contracto come-
ar a vigorar do Io de Maio do crente anno, da
ta em qoe foram concluidos os reparos a qoe o
proprietario se obrigou a fazer.
Assim respondo ao vosso omcio n. 68 de 27
de Jolbo ultimo.Commuoiconse ao inspector
do Tbesouro do Estado.
Ao inspector da Tbesourarla de Fazenda.
Em addltamento ao meu officio de hoje, trcua-
mitlo vos copia do acto pelo qual exonerei o ba
cbarel Francisco da Costa Maia do cargo de juz
Municipal de Palmares.
Portaras: ., .
Os Srs. agentes do Lloyd Brazileiro facam
transportar por conta do Ministerio da Marinha,
capital federal para onde segu disposicao do
quartel general de Marioba, o commissario de V
elasse Edmundo Vctor Maciel Commnni.oa-se
ao inspector do Arsenal de Marinha,
O Sr. superintendente da estrada de ferro
no Recite ao S. Francisco d passageos em carro
de i* elasse, por conta do Estado, da estacan de
Uoa a de Cinco Pontas ao preso Joaqun Bio
da Costa e doas pra;as qce !* n de conduzir pa-
ra esta capital.
Mutatis motarais a estrada de ferro Sul de
Garanbuns a Palnaren.
OS', superintendente da estrada deerrodor
Ricife ao L'iuoeiro d passagem de* elasse, do
conta do Estado, da estacSo de Pao d'Abo a do
Brom ao preso Jos Lopes de Araojo, qoe se
cha pronunciado peto Dr. juz Je direito do 5
dtricto criminal.
BXPIDIBNTE DO DR. SECRETARIO
Officio?:
Ao inspector do Thesouro do Estado.O de
semba'gador vice-governaaor Jo Estad, manda
declarervos qoe de accordo com a \ossa infar-
macao n 610, de 9 de Jolho flndi n-sta laialo
defeno o reqoeriiDeoto de M>no-l Ciementino
Correia de Mello contractarte da iHumtnacao de)
Jaboato.
Aoizio Gomes de Meaezes, pediodo para ser
nomeado p^ri m > (b ios de 1 tab lliao do pu-
blico ju licial e nota-, escnvo de orpbftoa.crime
e am.ex"s dj termo de Be orgams (1) das josncas do Estado
*nhur Nipoleao Carneiro, p-aga da guarda
local do 8.* cii'incto la 1." regia >, pedio o para
dar baixa.D ao comiDissano geral las guardas locaes.
Ciaadiao de Abreu Pereira, tenente quartel
mestre da guarda n n-io ul da comarca de Pa
aellas, pediodj guia de p.ssigera para a guaraa
nacional da comarca da Victjria. Remellido ao
ommaodaoie .-openor pura mandar passa- a
gusa e que traa o ari. 45 do decreto n 1130
de 12 de Marco e 1853.
Emilio Jos A itran, engenheiro civil, pedindo
para constru otua estrada de ferro de circum
vallac na capital deste E-Ulo, com d.reito ao
oso e goso por espen de 70 annos.Rjqueira
oppor'unan.ente ao conce'bo municipal do Re-
cife a queui. conforme o | 7." do art. 95 da con-
stiinicSo poltica deste Estado, cabe decidir so-
bre o assomp o.
Fielden B o hers, empresario^ da iliaminaco
a gaz desta nade, pedio jo pagamento daquan-
tia de 13:6974640 do gaz coasomido na illu ni
nacSj publica, durante o met <*e Setembro ulti-
mo.(oforme e inspector do T.iosooro do Es-
tado.
Jos Gomes Fereira Maia, pediodo para aer
transferido Empreza Retloadora Mercantil, o
dominio otil do terreno de manaba, das casas
n. 54 e 56 no Caes de Capibanoe.A' lot oden
ca Municipal do Recife para atteoder aos termos
d s ia focedes de 28 de D z-rabro de 1889.
bailadas para regular o art 8 uern 3.* da le
o. 3348 de 20 de Oatabro de 1887 : scieotes o
peticionario e seo i associados que os estabule l-
menlos da naturezi do em qoe sao interestados
so poderao fon clonar nos extremos do perime
tro da cidade, ou em ras que, iniciadjs nao se
tenbam desenvolvido conforme o art. 22 da lei
momcipal de 14 de Novemoro de 189 :
Bacbarel Jsronymo Materno Pereira de Carva
Ibc, pedindo entrega de documentos.Entre-
guem-se mediante recibo.
Jcac Candiota, praca da armada nacional, pe
dindo para ser remettido para a Capital Federal
afim de responder cooselno de guerra. Nesta
data expeco as ordeos ne :essarias, afim de que
o peticionario regresse para o presidio de Fer
oando d N >roaba.
Luiz Fernn if s Caludte, pedindo paja ser pro
vioo oo officio de jostica, escrivao do jury e ex
''u ? enminaes do termo de Palmares.
Agu irde a crganisacao das justicas do Estado.
M noel Liberalino de Sonsa, Sebastiao Per
reir da Silva e ootros, pronunciados oa comar-
ca de Flores, pediodo para serem sabmettidos a
julgameolo.Providencia io.
Porpbirio Popp* Giro, commissario da gua'-
da local de Petrolina, pediodo tres meses de li
cencaInforme o inspector do Tbesouro do
Estado.
CO.MBESSO MUMl
DISCURSO NUNCIAD ,f\ S'S > l) U
OE SETdiMttR lit 1891
am
Secretaria do Estado de
8 de Outubro de 1891.
Pernambuco,
O porteiro,
Hemtterio M. da Silva.
Reparilfio de polica'
2' seccJo N. 218Secretaria de Po-
lica do Estado de Pornambaco, 8 de Ou-
tubro de 1891.
Ilim. e Ezm Sr.Partcipe aV. Exc.
que loram hontem recolhidos a Caa de
etencSo os segaintea individuos :
A' ordem do Dr. jais de direito do 2
diatricto criminal, Joao Joaquina de Alba-
querqae, por ter sido condemoado a cum-
prir a pena do 10 annos de prisao.
A' minha ordem, Pedro Irencio Dias
Cabial, que se apreseatou Tolantariamen-
te prisao, por se acbar pronunciado no
artigo 193 do Jod. Penal.
A ordom do subdelegado do distrieto
do Pere6, Alejandrino Seares de Alba
querque e Antonio Joaqaim Jos de San-
t'Anaa, como gatunos.
A' ordem do subdelegado do 1 distri
cto da Boa-Vista, Marianno Jos Nnnes
Pereira, por embriaguez e aso de armas
deferas.
A ordem do subdelegado do diatricto
de Belm, Deiphino Epiphanio da Silva
Mag.ilhSes, por se arrogar falsamente de
agente de polica.
Pelo subdelegado da fregneaia de
Santo Antonio toram remettinos ao Dr.
juiz de direito do 2" districto criminal os
ioqueritoB policiaes a que proceden con-
tra os individuos Csetano Luiz da Silva,
Vicente Ferr ira de Lima e Antonio Ma
noel do Nascimento, indiciados em crime
de furto.
Pelo subdelegado do districto de
Api pucos te ve tambem e conveaieote des-
tino o ioquerito a que procedea contra os
individuos Ssveriao Ramos de Almeida e
Manoel Barreto de Sant'Anna por crime
de rapto e defloramento.
Saude e fraternidade.Ao desembar
gador Jos Antonio Correa da Sil i a, mu
digno governador deste Estado. O Chele
Polica, Qaudino Eudoxio de Britto.
Recehedorla do Estado de Per
asabnco
DESPACHOS
DO DA 8
oe 1891
DK ODTDBBO
Ricardo Soares de Freitas, Jlo Ba
ptista Pinheiro, Manoel P orencio de Mo-
raes Pires e Antonio Soares Pinto la-
formo a Ia scelo.
Dolmiro de Gouveia.Certifiqese
Murtios Oorredoro- Junte conbejimen-
o de quiUcSo do imposto, com r-fereccia
ao esercicio correte.
7c>anna Pereira dos S ntos =Informe
1* lecjao.
Mudeiros Corredoro.A' l1 secc3o
' para os fias devidos.
O *r. Bna e Sliva Sr. presidente, mul-
to propjsiidljieuie m i tnino coa lemn ido ao i
leacio nesta se->-ao, porque emendo qu ai ph i-
80 meliadrosa de reorga:ilsaco sjuh dt av>sa-
moB, compre aates de inl> apnveiiar o lemp >
Qeante, po m do p^joio apres^o>alo p^ia
commiasdo especial, q e prejud ;.i io eresseg
econmicos do n\i, oio podo mu ar me i ne-
gar Ib- mu oto sileicii anen e.
Sin o rauto divergir de iii Jntioctos collegas
coja illostraco. puno i ui i e competencii sjq
O p'i O'-k a reader oo-o^nage u.
Pira mim foi ama v-rdaieira sorpresa e de
cepeo a leitura do projecto qi- se dis;ut-.
Sel ben que nao esta na cala di leguudor
fazer cessar de repeateos effi tos econmicos de
reaccoea aaiorane como a q je se opera n > p ac. <
do Rij de J.o-tro, eonsequ -ncia lgica inev.ta-
vel e prevista d.8 espejQiacO s e artificios doan-
ce:ros de qoe ella foi aceoario.
Mas o mal. q .c se procura remediar, com
plexo, e o p-oj> co da commi^slio especial, oor
um lado e o nada melbora a silaac&o do pus e
da praca do Rio de Janeiro, e por uotro la lo
oneroso, dictatorial oa inconstitucional e Ilu-
sorio.
Propo iho ma a demonstrar esta trplice asse-
veracio, mas, aotes de entrar no exame dos ar-
tigos do prvj -cto, p rmil a-mea Camira lembrar
pnuolpi js que devem >3 ter oem p exentes oo
momeaio a^iual. para resolver as d.fli 'Uidades
que se n is aniolbam.
Cre'o qoe pameira obrigagao do legislador,
qoe tem em vista remed ar males so 'iie<, 6 co-
obecer Ibes as causas. pra poder deb lal-as.
Ouco diser coostaoteneoie, leio quasi to los
os das, e alada boatetn se repeta aisla casa,
que a depressao do cambio proven nicamente
das excessivas emiss6-s oaocanas.
Seabores, o2o ba davida qoe o rgimen do
papel moeda inco i vert vel e um rgimen oa
demaado e pingoso ; nao ba dovida qoe to los
nos devemos tomar o empsobo de preparar o
pais para a cooveriioilidade de aoseo meio cir-
culaate, mas preseutmeme seria isso impos-
svel.
Nao ba dovida qoe o papel-moeda aitua sobre
o cambio, sobretodo nos periodos de retra'c >o
do crdito, de descoatiar i, como o em que
aos acbamos ; mas no momeato actual nSj
essa a causa anua, nem mesmo a priocipal, da
deoreciac&o da oosaa moeda.
0 camoio. segundo a boa delioigo fin me ir i,
o resoltado d comoercio internacional, o que
quer dizer qoe si as sommas qoe ti venos de
pagar no exterior foren inferiores s qoe uver
mos de receber, o cambio nos ser favorave ;
ao contrario, si forera superiores, o cambio ser.
desfavuravel.'
Vejamos a los deste priacipio, que a sciencia
e a pra ica saocciouam, quaes as causas da de-
preciacao da nossa moeda.
Diz se. que a nossa exportacSo 6 superior
imporiaco. E n apparencia assim mas em
realidaae essa apreclacao oao verdadeira.
Para saberse se a exponacio 6 inferior iu
portacao, oao basta atteoder nicamente a som
ma dos productos exportados e de me-cadonas
imporadas. E' preciso coasilerar todos os
co.npromi.-8os que o paz tea a satisfazer oo ex-
terior e comparal-os com as sommas que t a
receber; t assim poderemos verificar o dficit
ou o saldo de nossas comas ioteroacionaes.
E' ceno qoe exportamos maia de proda'tos
do qoe importamos em mercadorias; mas, alm
desijs, temos a pagar oo exterior os jaros e a
amorlisac&o da divida externa, joros de capitaes
estraogeiros aqui empregados, as garandas de
jaros a e npresas, as despesas dos brazilelros
qoe vo viajir, o transpone de toda- as merca
dorias que feito em navios estraogeiros, co-
co orneadas ofli ae? peasoal diplomtico, em-
m todos os co npromisso qoe somos obngados
a liquidar oo exterior.
Tudo isto acta como sopplemento oa aceres
cimo de impon cao. S6 o governo paga annaal-
meote oo exterior 40 a 50,000 000i.
Em 1888-1889 avernos cambio favoravel, na)
porque ento baviam sidj cootrabidos em-
preslimos externos que a-tuam como supple-
mento ou accrescimo de exportacSo, mas inda
porque eslava estabelecida a correte de rapi
laes estraogeiros para o Rrazil, onde viobam
pro:urar emprego mats lucrativo.
Essa corrente foi m tal ordem qoe o papel
tioba agio e o ouro affluia s reparttc5:s publi-
cas, tornando necessario qoe o governo decre-
tasse obrigatorlo o recebimento da libra esterli-
na ao cambio de 27. At o Baoco de Inglaterra
vio diminuir a sos reserva metalltca, e i 'Ve ue
cessidade ue elevar suaa laxas.
Depois, porm, de 1S de Novembro prodozia
se um muvim-oto inverso; o capital esseo-
cialmeote tmido, e as traosformacSes, abalando
a cooflaoca, f zem o emigrar.
Si qDizermos fazer a eatatistica das sommas,
sacadas para o estraageiro em Dezembro de
1889 e em Janeiro e Fevereiro de 1890, o qoe se
pode obter dos bancos desta prac, veremos qoe
a d ffereoca entre os saquea remetudos nessa
occasiao e as quantias qoe eram sacadas, em
mezes idnticos aos annos anteriores, foi enorme.
Pois bem, essa expo-tacao de capitaes estran
geiros e al oacionaes, qu: foram collocados no
exterior, actuando como supplemeato da oossa
impuriac&o, aogmeotou e mutto a procara de
saques; e desde que a offerta oao corresponden,
porque estava limitada a oossa exportacio,
claro que a le econmica regaladora dos precos
bavia de determinar, como determinoo, a qada
do cambio.
A isto azereece o desenvolvimeato industrial,
que nao condemoo, e nfto ba de ser prejudicial
ao pa:z, emboro. os accionistas ijae se deixaram
arrasur pela febre do jogo tenham Je soff -er as
conseqoencias de sua imprevideacia; a isso ac-
cresse, repito, qu: algomaa des-ai compaobiaa
tizeram avalladas encomoieodas, e ootras miqui
nram empresas estraogeiras, como o Eaglisk
Bank, retirando sommas importantes do uosso
mercado.
Foi anda nesse periodo qoe tiveram lagar a
liquidaco do Bauco Nacional e a immobilisaco
do lastra melaliico dos bancos emissores.
Nestaa coodic 's o desequilibrio da balaoca
commerciol era inevituvel.
Portanto, abi estao cansas mltiplas que ainJa
memo qoe uaotivessem augmentado de um "ei-
nl a emissao do papd-moeda, baviam de deter-
minar e explicara a depressao do cambio.
Njs paizea de -f simen metallico a ocillacao
do cambio tem uf/ nmite, e o casto do trans
pone e segaro do ouro do paz qoe faz o paga
meo o para aquello onde elle letto si o cam-
bio :ane ab-iixo desse liante, os paax-ntos se
fdiem em m-lal e os bancos eluv.im saas uxa-.
Nos pases porm, de rgimen de pap-l moedd
essa oscill i&o nao lem limite, por isso que
pape nao auscep ivel de exporiacao, e assuu
a oepr-s-ao oo e maicr (0r o dficit de saas conidB iateroaeio-
' .
Po-t.'io'o, pecca pela base o parecer da illujtre
comiuiasdo e-pe lar, que estudiado phmom aos
complexos, propon c imo remedio apeu.is a Itmi-
taca ia^ emiss6-s Oancanas.
u Ar. Serzedello R ejonece como um do^
faciores. (H ouiros aparte ).
OS'. R i-a e Suva -Sr. presidente, is causa-1
que ja ludiquei posso aiuda adlictouar js desas 17 j,781:414fO0O
ires de UU83J8 Viabos da Repuouca A geotina
e do Cbile.
Co noreoeade-se bem qae ta^s fa:tos devem
ter coitribuido e maito para aggravar as des
cuufla icas io veibo mundo para com a repblica
oasce le do Brazil.
Mai. disae o llosire depatado pa o Rio. coja
comoeteojia e autondade soa o pumiro a re-
Ciobd-r: retire amanba o goverio parte do
piuel-ini<<-dd. que o camDlo subir i.
8 oOores, duvido, porque o deseq lilibrio e a
d-is ;oa1-nji .-uosistira .; ao puss-, que, mntida
es.d mes ii i quauudaie de papel-m > -da, ai o go-
eni qiuesse e pjJesse cootraun- om empres-
umj exterjo c saccasse soore elle, o cambio
sub i" immeiiaUmenie. (Apotadua)
Cut-s. j ilustre depatado qun. coutrabido
a a e.n jre-tuno, arcando o governo sobre elle,
o emulo -unira maa i ia a m-sm t qaaalidade
e papel miel t. .. Pon bem se o oobe de
pata io coofessa q e em :ousequeocia de um em
urestBJ ext-mj o cimoi. suoiria, imolicita
mente reconbece a.ae uao o papel moeda u fa-
r.ior priuc pii n diuDio
U a >Qt',i pr iVd qaa, se for approvado o
proj-cio aprsenla lo no Senadd que autora o
ao a m >biuar o ouro e subsutuir o i p js
to doa Micos uor apolices; s o ove qj alirar
*8te ooro n i mercado, o cambio tamoem subi
ra; e poique?
Prffft-ttMse ouro. oo valor de 100 000:000/,
alirado ao marcado, eq uniera a om emp esti-
mo exterao de igml quaatia e por consequeacia
a:io ira soore o cambio como uopplemeaio de
exp .ruca j.
K ureuoM opipel baacario acara meaos ga
ranino, (iaiti oem).
Snnj-es, posso amia invocar ama prova de
actuad lade
A Oi'M'i sab-i que o mez pa ffleuie aquelle era q e o cambio mus desea.
ti itretsaio reio uao errar diteodo que naq ielie
mez quer o Banco da R -puolica, quer os regio-
oaes nao e nitiira n, ao passo que este mez a
mo-di riiuen-u dii-'roe ,t u app-oximadameote
em 30,00.1.00')*, e todava o cambio melboroo
um piuco, porqu-? Tolos sabem qoe devido a
exponicao do caf. L),'o oao o papel-moeda
0 regulador principal do cambio.
S-nbores, si compalaarmos as paginas do nos-
so passado rJQinceiro, veremos qoe con a mes
uia quaati'idJe, de nip l-rao-.d em circulacao,
ti vemos cambio a 17 e a 17. lito oao sedara,
si por vemura de sai maior ou menor qaaatida-
de depealase exclustvara rale a respectiva de-
precucio.
Eu poderia aio la oppdr qaelles qae susten-
tara que a depressao do cambio o resoltado
das excessivas emissOes Oaocanas, a aotoridade
deLraoSay. aoiavel e;onjrasta fraacez, qae
no 8a-peito. o qu il diz que aos panes de re-
gim o do p.pe moeda a base deve ser 10J fran-
cos por babuante.
Ora calculando a nossa popolocao em
15 OujQOj d hibitaotes e o franco a 400 res,
os te etn s exaciaiDeote a som ma de........
600000:000*". E (ora de dovida que a lei de
13 de Malo e o deseavolvimento industrial do
paiz torna rain neces-ana miior qoaatidain de
meio circolanie do que a que exista em 1889.
Nao soa suspeito assim me enuncian lo por-
que oai pBrienco a escola Saaaceira que iaau
gurou o llustra io miuistro da fazenda io gover
no provisorio, e maito menos applaud as emis
sdeg snecessivas em ama qualra de reorgaoi
saco.
Siio faco a apologa oem soa tamben defensor
da moeda-papel; ao contrajo, desde qoe eotre
para a vida parlameatar tem sido mtnoa aspira-
do a convertib lidade do nosso meio circulante.
Tenbo medo do papel moeda principalmente pe
los abasos a qae elle ss presta, mxime o papel
moeda do Estado; mas aao posso, esta lando os
tactos a luz dos principios, ailribu r-loe effeilos
que verifico serem d.-n los a causas mltiplas.
Mas soppoobam >s. seabores, qae a deprecia-
yao da nossa moeda de facto o resaltado de
excessivas emissOes, e coosegoiotemente qae o
mel de elevar o cambio dimiooil a, e vejara s
se o projecto em debate satisfaz a esse deside-
rtum.
Oisse qoe o projecto da tlla*tre cura nisso
oneroso, dictatorial oa iacoastitucional e llaso-
no ; passo a demonstrar estas tres proposlco-ts :
O art. I.9 do prej cto diz : Pica sem eff-ito,
da data da presente lei, o contracto celebrado
pelo governo com o Baoco da Repblica para o
r.-sgate do papel moeda. >
Por esse contralto o Binco da Repblica obri-
gou se a resgatar o paoel-noela do Estado aa
imoorUocia de 171.000.000^000 sendo dous
tercos, isto U4.UO0:O00*UU0 gratuitamente, e
om terco mediante indeuiuizaci emapoliecs.
0 projecto da commissao, por cooseqaeacia
an nal lando o contracto de rescate que lem o
Baoco da Repblica 'om o eoverno, importa
n'urua doacao de 114 000:000*0X) aquelle bauco
Ni veja a i liante com ais-aj, na apreciac&o
qae voa fazer, ma vootade ao banco oo ao seo
iliaslre presileitu, distia:to catre os oosso
colleeas distinctos ; aqu sou obngado a zelar o
iateresae publico, a defeader os cofres do Tile
souro, sobretodo as circumstaicias apenadas
em qae nos acbamos.
Este art. 1 d> proiecto. repito, importa orna
doacao de 114 0 0:000000 ; e eu que vejo ea
tre os membros da coua ui.-ao e p i nal collegas
qoe teem estado em perfeua harmona, na mis
sao odiosa mas necessana, qae se muoz a com-
missao de orcamento de cortar todas as des.-e
zis qae n o forera de carcter inaliavel, per
guato : porveatara j mu i arara aa circumstau-
cias Qiauceiras do paiz e do Tnesouro para qae
se va fiz-T a om banco urna doacao de.......
114 000:00 )#0U0?
O que jusiifl :a na quadra actual de apertos
econmicos e di ID mida les fioaaceiras sentar
ama iastituicSo de crdito da ob'igagao de res-
gatar gratuitamente 114.000:000*000, onerando-
se o Tn jsooro com este resgaie ?
Isto de tal g-avidade que, cooheceado o es
pinto de economa e o patriotismo da Ilustre
comm sso, acredito que ella mesmo, red cttolo
melhor sera a primeira a uao querer a approva
cao do art. 1.* do sea projecto.
Como se explica semelbiOie doajao ?
O parecer da commissao diz : A commissao
nao julga necessario apreciar as clausulas desse
coniracto,certa como esta de que o banco nao
o poderia couveni ratemeote cumprir e de qoe
sendo um grande onus,qu: leve o mesmi bao-
co, aao de ver ser elle con s r vado, desde qu
cessano melhorar as coa lic S desse estaoel ;-
cimento d crelito.
Ha aqu duas uffi mativas. Em primeiro lu-
gar a comraissao ulli uia que este contracto
ara gran e onus, e em seguodo que o banco no
p e curaprii-o conveoientemea e.
Cootesii formalmente a pnmetra affi'mativa
pprque aio 6 exicU. A coarcisaao especial
nao e n ra .5o quaa o d z q i essa resooosabi-
nd de um g'anleo;iu iraoosto ai Bra:o.
O Bi ico da Renuniia obteve uor causa dessa
obngacao a facultado la e ai'si a triplo da
sui base em oom, ao pao qiea t ijoi os uu
t oa nancos 80 foi conced j eut' o dj.ilo.
L^re as p opriis palavras lo ui i.st o la fazeo
da qu i fea a coO -'--a> ao H., iC > I R b': :a :
. O Braco aa Re i.blici d js E i U h los
reCeOe a faculda 1- da 410 SU i
a uuro. S meiiiant' l) oa a te-
-iara m l<-iio, porm ae um t-q > pate lesa
em s So oa s de-sse io re g*n ,d i oapd
u.eU coja n ) >r an la era C rou cao e.....
Por conseguate. O Ban ;o da R -po ou :a oo eve pa^ai, al o de oneroso e dictatorial, tarabeat
i triplo da erais 5o, para poder fater grataua
me te o rsgate de doas tercas par'.ts do papel-
moeda do Estado, e este foi oooa aoi o qae o
governo Iba impjz. V jimos agora leessa rom
jen-acJo foi porveatara ioaigaiflcame.
A' p i neira vista, dizealo-se q le o baoco
obrigoa-se r sgatar gaaluuamerte........
114 000:0 04000, parece que em reilidain elle
coairaOiU o u gando oous, pois 114 000.000*
sao de ceno omi suman Impo la.ite; mis si at
ra ier--e a ju elle foi autorisa 1 o ir esse mo
tivo a emitur o triplo sobre 1V9.Q JO OOOioOO.
v. r-'e-hi qae o oaas e apenas apptresie.
Si com efj -io o Banco da R-pUlici tivesae de
emittir ooicararaie o dopio como tsdos os oo
tras baocis. depositando 150 0003 OO1!* emitti-
la tao snente 300000:000* Pelo tacto de ter
i- fiZ"i* o resbale, depositaado os m-suos.....
130.000:000*0)0, por conseguate s-ra augraea-
t de um eiui do deposito, elle pide emitir
450 0000: *>0* isto mala 1.0.OOO.Ot 0*000.
Qi .ii eeeofl a fa ul lade de entttir gratoita-
n -ir- 15) 000 000*000 para resgaU r.........
114 000:000* em vez de onus recebe un favor
Si ism assim, logo a primeira vis a, perguo-
io quanto vale no ti o le 50 ana addic.oaal de 150 000:030*000?
''.orno, pois, se preieado a la ojrigago uaica que ella coatraam e pela
juil receben to vaotaj isa compensa; ao. preju
ico lo-se o thesotro em 114-009: 01*0007
M is, diz o llustre relitor d > pareor. o rasga
te om onus as circomstaocias ac u pj, por
qae o baoco oao podecanprir o contrete. E
por que uao o pode cumprir r
SenQ ires, nao quero entrar aa vid: intima do
baoco, j i vi nos qae o contracto, me rao nessa
parte foi vaotijoso para aquella rauwu'cao, po
tanto, oai deve ser exacta a aaserci da llustre
commissao; mas si, assim fosse, s apezar de
(odas as vaotagens que me foram coitceJioas, o
o rico esiivesse redundo a triste cont geocia de
uo poder cotnprtr o sea contrac o untao tira
oem aao estara em coadicOes de se o regala
dor da emissao
Si as coodicoes do banco fossem tais qae nao
pu lase ser ailvo era mesmo pela e (ponencia
e competencia do seo digne preside ite, o qae
an acre uto, ento a provideoci a timar seria
outra.
Sr. presidente, devo anda considorar outra
bypobese a qae se pode.- soccorrer a ilmsira
da commissao.
Oiro Ss. Exea, qoe a aanallacijl i contracto
0 a conaequencia da limitagao da e muslo; ai a
da assim nao sustentavet i concee sao qae se
pretende fazor ao baoco, pois oqoilheresta
emittlr sobre ooro nao excede ao que tem de
resgatar, e, portanto, por esse lado, to se ve-
rifica limitajao da emissao.
Si assira e lasastentavel o art, 1* d) projecto,
oao o menos o art 2o que aspbyxia es bancos
regionaes, em proveito anda do Bai co da Re-
publlca.
O arl. 3* do projecto di:
Fies, limitada a emissao do papel moeda
nanearlo a existente em clrculac&o la data da
presente lei, nao poicado continuar enlttirbao
co aigura eraissor.
A commissio, portanto, propoe a v:olac4o dos
cooti-aclos feitos com os baucos,regin es; oeste
pooto qae o projecto dictatorial c i iacoasti-
tucional.
Admiro que banqueiros praticos cono os Srs-
Figueiredo e Miynok venham propoi a Cmara
que esta .'alie a f dos contractos.
Seabores, a fe dos contractos, o re paito aos
direiios adquiridos sao a base da fortula publica
e p irUcular.
Com que fundamento ba de o parlan ento rom
per contractos feitos regularmente, e nos quaes
foram estipulados onus para as outras partes
coatractantes *
Ser porque estes contractos foram eitos pelo
governo orovlsorio ?
Mas o goveroo provisorio era o go/Tno revo
lucionano.e concentrava em sitlos o; poderes,
inclusive o poder legislativo.
Si taes con.ractos podeo ser revogalos, ento
revogados podem ser todos os actos do governo
provisorio, e nao tem desculpa a Camaia de.xan-
lo-os com prejuizo dos interesses do tbesouro-
A minha opinio, porm, que boas ou raaos os
actos do governos provisorio sao de om poder
qae a naeao aceitn e devem ser respe:fados.
Si nos dennos o exemplo de nao resf eitar a f
das contractos, u&o sera possivel mais (ootractar
cora os poderes pblicos do Braxil. (.' poia los).
Lamento qoe a commissao teaha n Muido oo
seo projecto semelbaote artigo; ella o e desca-
para que diga anda, qoe vejo nisto a i janife.-ta-
cao de om senttmeoto que aio posso deixar de
condemoar, e a luditl-i caga oa a m i vontade
contra os Estados.
Seabores, nao conueco miior erro; a U nao
aao po Jtra existir sem os Estados; pi eciso oao
cmsideral-os como iaimigos e sim coa) auxilia-
res, partes componentes de om met mo todo.
(Apotados). E' aatural que leabaraos nuor in
terease pelos Estados que representa nos, mas
nao isto motivo para qae esquejamos oo bosti-
usemos oa ootros, pois do respeito e latiafacao
dos legtimos interesses de cada Esta lo, resol-
lara tambora a prospenJade da Uaiai. (Maito
bem).
Entretanto, a illust e commissao ao lasso que
procura amparar o Banco da RepaDlica qaer as-
phyxtar os baucos dos Estadoi. (Apoiidos). E
note-se : o Bauco da Repblica exaclamsote o
qa por ah acensado, justa oa injustamente
nao sei, de haver abosado da emissao. Os bau-
cos regionaes teem sido cautelosos, nio se en-
v.ilvem no jogo ; oaoreclamam auxilio aenhom,
nao se coasideram em crise ; esto c imprlado
os seas contractos, sattafazeado os onu: que Ibes
foram impoitos. (Apotados).
Pois oem, a esses qoe o projecto da commis-
sao aspbyxia, tacto importa querer qu; os ban-
cos regin.ei fiqoem sujettos aos oaas e tirar-
mes as vaatageos. (Mano bem). Con que di-
r ico, que justic-i essa ?
Sr. preside ite, aio insistirei neste po ato nao
fco a Cmara a lojostica de suppoi que ella
possa approvar semelbaote attentado.
Passo a demonstra- a 3 proposic&i. Eu dis-
se-o: o projecto da illastre commisslo tam-
bera Ilusorio.
A commissao faz consistir asalvacao la sita-
gao (ioanceira da praca na limiacaj da emissSo
uanci'ia a existeat8*em circolacai.
I" u Voz E na onidade de notas.
O Sr. Roa e SilvaPois bam ; quanto pode
anda emutir o Baoco da Repblica.?
Presumo que sobre ouro maia ou menos 160
nil coa os, leado de resgatar 171 mil. Por coa
sequ -acia, quanto a i Baoco da Republ a, na) ae
re t i ige a emissao.
O Sr. Figueiredo da om aparte.
U Sr. Rosae Silva E' possivel, ma. quer se-
jim 160 rail coutos ou om poaco ms, como
observa no ore deputalo, O que c ptlas iafor
uicOes IB -i i-'s p j 1 Tamos verificar, u verdade
que, en todo o caso, a difereaca para meaos
ou para mais sera diminuta.
A luniiac&o. portanto. apenas para es baacos
regio oaes. Oa, aotorio que estes i5o teem
abundo da emissao, e desde que s polim emit-
iir o doplo, evidente que, conservaodo-ae o
na nb o Oaixo nao Ibes coavira aagrasi tala.
O mais, as cooceasO s regionaes forn i exacta
i, e as menores, e acredito que (cciimaote
p d r o governo entrar em accordo rom esses
baacos para fixar-lbes un mximo por anno.
Portanto, o projecto da llustre comaisjao es-
i ilusorio, como en disse.
O que propoe mais a commiso T
A conversao das o >tas de oequeao valor at
11030 inclusive, po- moedas de praU f
la o, seabores. aao lem graade alcance e po-
der al aer inconveniente, si com a cessacao da
exoortaco do caf augmentar a iepreasao do
cambio.
Veriticada esta bypotbese, qae jolgo possivel,
logo qae a prata teaba agio ella sera exportada
e fallar aos bia a moe la de troco.
As outras disposico is do projecto sio regoia-
meatares, a excepclu do art. 4' qoe applado,
porque coasa ceiru te qae os Deos emissores alo devem ser
ao mesmo tempo bancos in tu=tr.a a.
Mis receto mono qae -ste artigo s teaba va-
r tbeorico. Si a direcgo do 0 o quizer, ic
depeodeatemeate de obngacao, comoreoeodendo
quaato deve zelar o seo crdito, fara o qae esta
ordenado oo projecto; ai nao quu -r, essa ser
ra is ana dispo-igo pi a nao ser execatada.
O baaco nao poiera las caocSes. lera obri-
gacao de redoiir a- exisieates. au; estas cau-
efia representara dividas, e fcil aera sabstituil
as p jr letras, reformareis a vontade do mesmo
oaaco.
Tudo, portanto, se redor e depende de ama
b a direcc&o.
A'stm. em coaclusao, direi: ao sao medida*
legislativas qae bao de salvar o Banco da Repa-
olica.
O priacipal elem-T.o de vida das iostitaicoes
oaacaras o crdito ; e, fundada oa infunda
'iieote, o Banco da Repblica lacorrea aa des
lonfiacica da praca do Rio le Janeiro
Pos oem : procure o aeu llustre presidente
-eidjairir a canrinc, reconquistar o crdito, e
o baoco salvar se ha.
D:spejem se, pora aa arcas do tbesouro n'a
quede estabelecimento. si elle aao coasegair re
conquistar o crdito, lodos os sa -rifi :ios aerar.
iaaLnis ; nao teremos feito sendo adiar e aagmea
tar as diffi maldades.
Portaoio, repito, todo depeade da di'eceao do
baoo. Escoloa o llustre presidente coapaobei
o qae sej un coouectdos e inspirem confianca
pr^ca do Rio de Janeiro ; companbeiros qae
iragam crdito ao baoco e qae nao p.-eciaem
d'elle.
Q i tito a nos, deixemo-aos de coactantes ic
novag0i3 que sao em materia flnmceira maito
perigosas. Algama c;usa se pode e deve fazer
mas nao por este meio.
Nao soa sasp ito n'esta qaestao. ji o dase
Nao applaadi nem per tengo a escola tnanceira
qae inaagaroa o illastrado ministro da fazenda
to goveroo proviso io; mas em 0nangas nao
possivel andar aos saltos. Do qae uracissoMS
riDalQar para a reforma detiaitivaa cooverti-
oilidade do nosso meio cir raante; e para isto
indispensavel tempo e jalao.
O que considero easencul n'este momento
que ae comprebeada a gravilade da sitoacao ,
adiera-se por ora as lucias polticas; opportuaa-
mente cada om assomira o posto de combate qoe
lae competir onde esliver hasteda a baodeira de
sua i ideas.
Assegaremos a paz interna e a iniegridwle da
Coiao ; procuremos augmentar a prodoctao e
desenvolver a industria por meio de tantas pro-
tectoras, e oao teremos oecessidade de reduzr c
ooaso pairo mooetario, o que sera am erro eeo-
uomico.
Compramos o nosso deve:, e nao baverd rszac
para sustos.
Equiliorem-se os orcameotos, restabeleca-se a
coa Ranea, e a sitoacao ti oanceira memorara.
Por doas vezes os Estados-Un: los loctaram
com difn;uldades maito masi serias e boje dao
ao vclbo muado o graade exemplo da cnse da
riqueza.
Temos 08 meamos elementos de proaperdade.
Silbamos aproveital-os, e a tertilidade do
nosso territorio corresponder a graodexa de
nossa patria.
(Multo bem; maito bem. O orador compri
mentado e abracado por quasi todos os depata-
dos presentes).
EXTERIOR
V
EUROPA
Pelo Clyie, caegado honte n da Europa, uve
mos d'ab, alm das noticias que constam da
carta do nosso correspondente em Lisboa, inser-
ta em outra sec;ai. mais as que segaem :
Hiupsoha
A H-'spanba mal respira amia dos horrores
daa inund.gOes, qae destrairam povoaces io-
teiraa, e victimaram mais de 1 500 pessoas, e ja
tem a dsplorar mais outra grande desgraca, sc
cedila em 23 de Setembro das 10 para as 11 ho-
ras da noate, pelo choque de dous comooios, em
'aiataaillega, eatacao immediaia a de Burgos,
eucontro foi terrbel; 6 wagoas e o foar
goro d'um dos combis ficaram completamente
eamigalhadoa. Sao 14 o monos e 36 aa fendos,
alzans de b istante gravidade.
Nao esta anda bem averiguada a cansa do ai
otstro. A vorsSo mata aatonaada que fo1 de
vida a erro do telegrapbista, que coafaodio am
aviso da estagao de Qjiataoapilla quanio devia
ter Qalntaaillega, estago a dlreita e esquerda de
Burgos. Aasim, dea sah;ia iivre a am dos com
ooios, dando origem ao cbogae. O telegrapbis-
ta foi imrac liatameate preso.
Cn correspondente do Imparcial escreTe o
seguio'e :
Voito do lugar do aioislro. Aqolo foi hor-
roroso, e aterra o espectculo qoe se nos de
para. Era pequeo eapacu se v am con'aso
amoatoameato de materiaes. por sobre o qoai
cahram, deafeitos oa postes das Robas lelegra
phicaa. *
> Ao p d'esae moatao de madeiras, rodas, vi
dros e estila n, v se perfeitameale o material
dos doas combo os, aa carraagena iateiras amas
sobre oulraa. aa eamagadas por debaixo d'estas.
as macbnis violentamente achatadas e adheri-
das, e, sobre todo este desastre, os Sos lelegra
pbicos, cruzan Jo- se retorcidamente pela buba
enrolando mortos e agonlsao.es as saas roapat
ensangnentadas.
Ai cQegar o comboio aseenJente ao kilme-
tro 367, avlstoo o comboio descendente ao termo
do kilmetro 368 Aquelle apitca logo, fecboa
o regalador e cooaegala estacar aates de eitrar
ao kilmetro 368 ; mas o macbinista do pres
ao nlo po teodo dominar a velo:idade (-aicolada
em 70 k'lomatroi por hora) esbarron coa a oa-
tra maebiaa.
O cboqoe foi espaotoso; o expresso jaajaa,
por as ira dizer, aobre o mixto, obrigao la o a
recaar com lmpoaderavel noleocia, deslaieodo
logo 5 wagons de mercadorias, que tara a freate,
alguas carregadoi de gado. Foi por eatt cir-
curastanen que a tesgrafia aSo oi maior no
comboio mixu; mas claco carruagens de !>
elasse, que iam a frenie do expre passagsiros, agoentarim todo o peso do cbofM,
e B :arara deafeitos.
B' Intil descrever o que soscedeg de pois
aa eacuridao d'aqaelie aitlo deijrto Imagme-se
o terror a coafanSo e os gritas de aumerueoa re-
rldo< peJiado soccorros, qai tarda'am bastante,
c O guarda freio do raix'.a, qoe teutn evlur
o -boque Ucou horrivelm-ote esmagaJo #.
E itra os monos coatam-ae varias pesaoas ea-
naeciJas em Miin 1, e d ras mdtvidaod ogieses.
Entre os fendos estao aa mirquozss de Castro







Diario de Pernambuco Sexla-feira 9 de Outubro de 1891.





Serfti e de Monte Sioo, atnbts pertencemes a
alta aristocracia cacarte; o negociante portu-
gus Jos de Jess, L#pae da Cruz fisdrigues,
qoe facturan am bTeto e varias seahoras e
cavalheiros cjr.b'c.due oa melhor sooiedade,
qae regressavaoa dasseseiaiMle banhos.
Os m oistros delibralo mr es co.iselbo qoe sa
faca una visita de-iaapafca s liohas bespa
nbolas, e seja modificado o reiru'* ment dos ca
miobos de ferro exi*aado-se ui..iores respoosa-
bilidades as compaabras. A va reslabeleceu-s
irnm 'diatameote.
Km Consuegra tem-se sentido moito a ia
soffi ieneia dos soccorros offieiaes, vaiendo aos
pobres s.breviventes o auxilio desvelado das
povouges viainbas, qae esqueceado o rauto que
taran m soff.-eram com ae inundare?, teem cu
viido gneros e roupas. e at prestado soccorros
bragaes para a remocho dos eotulhos e enterra
ment dos cadveres.
D'estes bavia jal 703 seoul lados.
N^s roas e campee tem proseguido sem inter-
rapgao a q i-ima lo gado morto.
Os redactores do Liberal Imparctai e Resu
mu, que foram a Almena e Consuegra distribuir
soccorros e colber ioformages, puilicaram am
protesto- correctivo contra o aboso coamotodo
pelos, agentes do governo, que acambarcaram o
servigo lelegrapbico c para os despacbos offi-
eiaes, aao dando transmi&sio aos telegrammas
p*ra a impreasa, senio com extraordinario
taso.
Es. o? jo nalistas, no seu protesto consignan)
qq,) !aiv i se aja feito para se nao ter eonhe-
eik-CM} Ua iniumcieucia dos auxilios officiaes, e
da falta de tino que a estes preside como de-
monstrara pelo seguate exemplo :
Ka- Cunsoegra ba enorme carencia de bracos
Kra a remogo das ruinas e dos cadveres, e
npti. das-roas; e aos bomeos. ainda que pon
coa, qua estavoin neaaa tarefa dava se Ibes 6
pateta* por dia de trabalho. Urna ordem do go-
verrao.masdou reduzir esse salario a metade,
dando i.-so em resulta lo que a BMOI parte dos
trabalbadorea regressaram s sus trras, ficao-
do paralyaado o lao aecessario 3aaeameato de
Consuegra.
fi, iono e3se desacert, outros lm occorrdo.
O feudo iasoportavel, e sao cada vea ma lo-
res os receios que se deseavolva em br ve urna
e idemia de febres paludosas.
Sao importantes os donativos colbidos em
Hespacbaa favor dos habitantes de Crasuegra.
AUaetii, e outras povo gota inundadas. S o
ban lo pescatorio da iro:.reiisa madrilea proda
xio J. 100 pesetas, e a corarais-a> de joraalistas
espera ainda valiosos donativos, tanto em dinbei-
ro, cjmo-em roupas e gneros alimenticios.
As sonsas reeebidas por occaaio do bando
precatorlo percorrer as roas, mesmo as mais po-
breare Madrid, vahm minias ceolenas d pe
setas.
K j Consuegra os so revivantes ficaram s
com o qae tiabam vestido. O p-opr o alcaide
leva da aceitar, p.ra se vestir, urnas pecas de
vestua": randadas pelos jornalistts madrile-
os
A ura. ada que a imprensa promove deve dar
orna-grande receita. Lagartijo e Gaerrita iro
gr. altamente trabalba? com as anas quadrilnas.
Espartar nao pode ir por estar doente, e por
sbo dea 1.800 p*ezetas para a snbscripco da
imprensa, e 00 p .ra a do Iraparcial.
-O militares he-pauh s fazem subscripgo
apante, devendo o producto reverter lodo para a
coait; uccio em Almera e Coasueg-a de casas di
typo econo meo, em substitoigo das qae o tem-
porol arrancn.
A aeademia militar de Toledo, independen-
temeote do que off-receo para a subsc-ipgo
nacional, fes urna subsc ipgo particular para
occorrer s primeiras oecessdadea dos habitan-
tes daa povoacft's inandadas, e para all man
dou cerca-de 17,000 ragoes
-O Jmpircial de Madrid, tenciona em-
primar grande parte do qae ji se tem recebido
e ba di recebar, por m -10 de sobscripgo, na
co js.ru^ao do un): numero de casas em Cin-
su*cr
E' preciso o3 esqaecer qa? Ti.Albambra ex-
isie am oairro cbamado o Ba; o do Impareial
coaatroido com o prodacto la sabjc ip;': i
aberta por este joraal por occaao dos terremo-
tos, da Aadalosia.
A- obras do aovo batrro de Coasnegra come-
caro brevemente.
O lipar;ial adop'.ou am orp'ij cbamado
Dj;>rd* S-irraaa Dj:ad,qae educar a expeo-
sas soas
A na- i;.i,aj daqaelle jornal j est em
it:QOO000 fort-'.
E u Masera trata se de promover ama cor-
ndi.d; tou'os em beaeticio dos inandados.
D: ij?iram se teleg'amma? a Ligartijo, Ctra
Ancba, Muzantiui, Espartera, Gaerrita e Re
ver;p. Cara Ancba e Guerrita foram os primei-os
a responder, acadiodo ac coavite.
C jd 'idaram-3e tambem os lavradores de Se-
vilba, para qu: ofl c-g.-ri am toaro cadi am.
M :. -. telegrapboa jft offereceado um
Tt!- u sido j distribuiio; manos soccorros.
A sal>scriD{o nacional deve estar em.......
5O.O0OI0O0 fortes.
as subscripto s abeNas na Havaaa pa-a as
victimas das i-'juJa5_.- da H.-spaoba, elevam
se j a cifra importante.
Os forjados das prisO^s da Havaaa ootribui-
ram com J 500 lollars, dando um forjad s a
sua pane Xiii Jollars.
Em Villarubia os preioisos nos campos sao
moo coosiderava; e aui, como em outros
pontos, receia se o invern da fwne. Domis,
do poacD qae bavia, os babttaotes ludo tinbam
repartido com os de Consuegra.
0 general Martines C.mpos apres^atoa-s?
ba diaj de mp*ovi30 em S. Sebastian. Bste fac
'.o tem sido aisump.o de largos commenlarios.
Diz se que o general veio pe'ir licenca rai-
aba regente para o casamento de am seu fllbo
Jio se d, porem. gran le crdito a esta verso,
ignorando se qaal a verdaleira cansa da vi tita.
O grc-daqae Aleixo parti de Paria para
S. Sebastian, onde :oatiii. o duque Viadimiro.
Segando coasta, t governo htspaobol re
solveo eacarregar o seo embaixador em Pars
de s.'licitar do goveruo francs a prorogagao t
Jamo do anno prximo, do tratado de commer-
eio da Franca com a Hespaaba, qae termina em
Fevereiro.
Estado do Bio Orando do Norte
retsate 6 de Outubro.
."". sps&j do dia 38 do pissad do Coogresso
8 Rhi Gmadense t oa bora do expediente f ji
|ijo apoiado posto em discusso o segaiote
n'qaanatm'.o:
Roque- -rnos se manifest ao presidente do
Cstado, qi'e o seu acto, tornando de neobun ef
l(i:o oa de seu antecessor relativo a orgaaisac&o
di jostica local antes da respectiva lei orgnica
do qaal foi inteirado o Congresso Dla mensa-
giin, traduzio flelmaule as disposises ds >ns-
litmfSo do Estado refere,-tes ao assnmpto. (S-
R.) Carvalho, Skira e S, Fernandes Barro.
Pallam contra os Srs. Feltppe Guerra b Anbar
Caval 'ante, qae se manifestam em opposifo ao
governo. O Sr. Umbelino de Mello d explica-
ees sobre o seo modo de encarar a quesiao a
que se refere o reqaerimento, declarando entre-
tanto qae vola pelo reqaerimento, prestando frsn
co apoio administra4o do Esm pr-sidente do
Estado Dr.Mign.l Castro qae lbe inspira plena
confianza
Os Srs. Fernandes Barros, Augusto Leopoldo e
Meira e S sustentan) o nquenmenio respon-
d'.-n.lo aos do.s oradores que se manifestaran!
contra.
Falla ainda em apoio ida snas opioies o Sr.
Fehppe Guerra, a quum responde o Sr. Cam-
ino e Soaza. Encerrada a discnsso, o Sr. de
nuiado Callstrato de Vasconcelloa requer qae a
voujao saja nominal e posto em volago ap
p.ruvado.
Antes de pro;eder se a votagao da moefto o
a Sr. presidente declara que tem duvidas sobre
se dev votar, tendo de am lado o precedente
eHabelecido oa sesso pa.-sada, pe i qnal o pre-
sii'.-nte do Congresso votava em todas as mate
ras sujeitas a sua deliberac&o e de outro lado a
disposicio exp-ejiaa do regim nu que foi appro-
vado provisoriamente qae lbe probibe de mani-
festar se. De.pois Je algumas consideracOes fei-
las pelo Sr. Fernandas Barros, o Sr. pre. idate
declara qae doixa,va de votar respeitando a dis-
posicao ao regiment em vigor, embora o prece
dente da sesso anterior.
O Sr. 1. .secretario procede a chamada e veri
Osase terem respondido sim os seguintes Srs.
ivput-'dos Joaqaiiu Guilberme, Carvalno Soaza,
MeiraeSa, Feroaodes Barros, Augusto Leopoldo,
Francisco Cirios, Umbelino de Mello, Barata de
Oliveira, Joo Alves, Antones deOliveira, Maooel
Joaqiim, Ivo Portado, Calistrato de Vascoocellos
e Pedro Soares (iij. Responderam nao es Srs.
Peliope Guerra e Aribur Cavalcanle (2)
E'. p,t/ida a moco por 14 votos contra i.
mmmmmmmai^mm
mmrmi\\k$
INTEA10R
NORTE DO BRAZIL
TrvetBos b-mern as siguite.- noticias d'esse
!ado da Reooblicu.
Eotadn do Inizonii
Datas at St de Seiemoro bodo.
Cjatinaavam os trabalbos do Congresso Esta-
doal tendo passado em 3 discasssi < o projecto
n. S* sobre a reforma da magistratura.
Os selvicolas das margen do Parintmtvt
teto cansado consideraveis prejaixos aos habitan-
tes d'aquellas margene com as saas ultimas feri-
nas investidaS, roubindo-os e destrnisdo as bar-
racas doa cal'-ivadoree da borracha
H!va tambem passado esa 2.* aisoassfco o
nrojeqto sobre a creaco de nm cemileo- publi-
co a tidade de T-' Be
Appareciam algaas caaos de vanlas.
.rr .rceu altioameote em Hanay-, no
Rio-M i-ira. no aovo orgam de poolicidade de-
nominado Humaytiemr
Batailo do Par*
D*itas at Sf Boi tembre.
Car-cem de ateresse geral u sotieas qat
eacontramo" as folbat dVsse Estdo.
otad* dw Sflraoaao
Datss a e 3t xt Seteobro
As folhat d'eese Balado nada refere foe me-
reja Bonfao.
Catado do C Datas ate 4 de Oatubro.
Ne da 1 do corrate icstallaa-se o Congres-
so Cearecse, qae, agora se compoe de doa c-
maras.
Por occasiio d abertera do referido Congrea-
so o governador do Baado lea ama exieaaa e
criteriosa mensagem qae prodasio bo? mpres-
sao.
He dia 29 de Setembro asanmiram o exer-
cicio dos seas cargos oa secretario ido Estado
D'. R de Fras Br tto (ministro di iou-n r),
VaMemtro Caralcaoia (miaistro da joatica) t
Valaemiro Moreira (ministro da faseada).
E do Ltbtrtador jornal de qoe o director Joto Cor
delro.
Prunnnciaram discorsot ao-oarvir seo cham-
pagne, oa Dts. W. Cavalcante, Fsrias intu>, Vai-
deimro Moreira, Aateoio Tnomas de- Lona e o
general Clanndo de Queiros. governador do Ks-
taao.;
l>o Diario de Pernuabuco
PORTUGAL Lisboa, 2S de Setembro
de 1891
H:je, por ser os anaiversarios natalicios de
-re D. Carlos e da raioha D. Amelia, ha re
cepci em grande gala no pago da Ajada, viodo
SS- MM- de Caseaea, oode est) a banbos.
A Sra. n. Maria Pa, qu alada esl na praia
i Granja (p-oximo do Porto) em companbia do
S'. infante D. Affj.iso, tem sido maito obse
qjuiada al i. e ba das foi c. m sea Siho ao club
para a radecer a colonia baiuear aquellas de-
noqstrac.oe.3 de affj -to demoran Jo-se all cerca
'<' duas horas conversando com mu tas senboras
qe l foram para a cumprimeotar.
As pessons qae esto a banbjs aa praia do
E p'.oho enva-an ama deputaco a raiuba mai
para que se digne visitar aquella praia tambem,
ao q e a mesma senbora annaio.
Os joraaes portagaezes e os telegrammas dos
cerrespondentes das gazelas de Lso. ven ri-
pelas de informagO.M acerca dos projeetados
tfaU jos di recep;ao Je S. M. e sea flino na praia
do Eipinhj, a qual praia nao qor que a da
G aoja lh- leve as lampas.
Li siute au procham tutmiro.
E' pre.ns j qoe os nossos fundos subam e aim
dp Paix de Pars, de qoe Ibes transcrevi quisi
talo um artigo consolador sobre aa noasas coasas
arianceiras e a estabilidade da nossa s tuacio
politici, ja oatros period eos cstrangeiros teem
fallado no mesmo sentido.
Hontem na praja de Cintra, grande festa
Uu*omaeiiica, a diversao nacional por ex^llen-
cia, dedicada a S. M. a rainba D. Amelia, e em
beieBcio do Iasti.aio (Juramarroo para soccorro
s viavas e orpbaos dos funcionarios militares
- 'ivis qae saceambiram no servico das colonias
de qae presidente a mesan senbora.
O um da corrida nao poda ser mais piedoso
nem mus loavavel.
Os doas cavalheiros, os bradarilheiros, torca
Jos. allegam, director da corrida e de mais figu
ras, exceptnos tres capiobas bespanhOes de
profisso, eram rapazes da nom pnmeira socie
Jade.
Vtctoriadas as majestades a entrada da sua
iriboaa ; lances de arrojo e pericia adniraveis.
multido enorm? vinda de L'-boa, de Casoaes e
de todos os pontos marginaos oa nao margfnaes
do caminbo de ferro.
Enthasiasmo febril, porque diga-se a verdade,
mitos dos amadores totreiros valen moito
mais do que alguns artistas qoe fazem d'isso
modo de vi Ja.
m dos cavalheiros Hlbo do fallecido escrip
tor e aoalisado estadista Laiz Angosto Rebeilo
is Silva.
con profunda tristeza a anbcao eaf aqu-z.
des-es corr Ibas qae nao se pejam em deaegrir
a historia e inmaculado lustro de ca albetnsmo
e de bombridade do graade povo peninsular.
Mas se .ato pensamos, sentimos, soaretulo
como cida' s portuuezes, o deve1- de protes-
ur em nome da noss? liguidad: off-n lila. E
protestamos e entendemos que os bomens repre-
sentando boje a collectividade nacional, devom
protestar com o paiz inteiro a seu talo, em no
me do qae ha mais sagrado para um povo a
sua autonoma e liberdade.
Comprebendemos certsmen'e que si nples
parases da ouprensa poltica estrangeira naopo
dem servir de base para reclamado :s; mas nao
admittimos, sem o nosso solemne protesto, que
o governo nacioaal doixe de proceder com ener-
ga e previdencia quaado essas phr.is._s sao cor-
roboradas por outras annifestacoes.
A energa nao excloe a orbanidade. E'
para evitar maiores peri.os que as nacO^s :ivi-
lisadjs maoteem continuas relagOes diploma
licae.
e o governo p'ocedea assim, como lli; com-
pria, esclareca o paiz sobre tao delicado a_.3ii.n-
pto. E' sau dever impretarivel.
Se nao fes, sejam dadas explicabas caliae-
gorias.
Esclarecam-se os borisontes da poltica in-
ternacional. Se o menor perigo ameagar o solo
oa patria, ialispensavel que a naco ioteira
est. ja moral e materialmente preparada pira o
comba ter.
Qjanu os acontecimen.os poiem ser pre-
vistos, quasi seorea voniade hamma Ihes
superior. A indiff.reaca e a incuria, oeste mo-
meo 'r>. 'obra serem indignas, podiam n futo-o
ai.ao.' o paiz aos horrores de nm desastre e
eagratit e vergoaba Je ama derrota, sem por-
tada e enrgica lucia.
A Liga Liberal.
Logo s primeiras palavras do manifest, o
Sr. D Edaa do de Abren pedir a palavra. e
Hada a leitora usou d'ella, dec arando qu- a
Commisso Central 1" de Dezembro de 18.O
e, que tinba por missio protestar contra as noli-
eias de intervencij bespaabol i. que costumi
vam apparecer de qaaodo em quando.
Declaron que era t > amigo da dignidade e
autooom... da sua patria, como aquellas qoe
o eram m ., e qae o Sr. Caovas del Castillo
era incapaz de revelar a am jirnalista am se-
gado de Estado, como aquello de qae se irata
va, da Hespanba inlervir oa nao em Portugal.
Nao acn iva prudente qae a Liga sabisse com
am maoifes.o o'aquella ordem, autorizada 'i
somen e por noticias vagas de um ou oulro j ir
nal E que manual momento, em qua a Hespa
aba se eocootrava cbjia de luto e d- pensando
e tratando s J s de.-gragas que aopprimum
( ilo lia s ioaadages de Consuegra e Almeza).
era indelicalo sahir am grapo de bomens intel
ligeoies e cavalheirosos com mm fastos sem
faldamento serio, e sem o menor lim pratico e
til para a p-opria causa, qae se deseja al
vogar.
Pedio por fim Lga qu peosasse bem ao que
ia fuer.
0 Sr. Augusto Fuschi'ii defeodeu calorosa-
meoie o tnaaifesto. Protestos con*, a quaiquar
interferencia estrangeira as nossas quesiOas
laieroas, e terminoo decarando que, se em Por
ioj estivessa implantaba a repblica>e ga
A 2i deste mez, a noite reamo no palacete de
;it ocenpa o prim^iro andar na roa da Horta
Sfon n. 23 a Liga Libeial
Es.a reonio bavia sido annuociada em todos
os joroaes de Lisboa, dorante 4 on 5 das con-
secutivos para assompto moito importante.
Em geral igoorava-se qual elle fosse, e os
o-ra:.- jos partidos veihos dciUvaoi-se a advi-
nbar, fazendo cooj-'ctnras mordases.
Apesar de eslarem qoasi todos os socios fra
da capital veraneando, ainda assim se reooiram
car. to e tantas pessoas.
Tomn a presidencia o vicepresidente do
cxselbo director Lois Felippe Leite, tendo por
WecreUrios os Srs. Angosto Garca, capito de
tan ibaria e Almeida Pioheiro, eogenbeiro civil.
O presidente abriodo a sesso djsge que os
soc ios da Liga baviam sido convidados para se
proooaciarern sobre um documento qae ia ser
|13, o qae devia ser dirigido ao paiz eaos pode-
res pblicos, aflm de qoe cassem bem acceotua
dos os eeottmenlos desta aggremiago em p.*e-
senga de fados aaormaes para a nossa dignidade
nacional.
O Sr. Almeida Piabeiro leo logo depois o ma-
nifest de que se tratava e qoe concebido nos
termos seeuiates:
fcposicSo ao paiz t ao goum
As discassoes sobre intervenflo armada,
com qoe nos ameacam os jornaee hesianhoes
baviam proJazido no espirito pnbiico am siace-
roioovim.nto de sorpresa e indignago, qaaodo
pbrases caractersticas de ama revista militar e
uec'.aragOes ambiguas aitribii las ao Sr Cnovas
del Castillo, exploradas pela mesma impreasa,
vieras) dar a este incidente tal feicto de gravi
dade qoe nos abriga, como cidados por loge-
se, a nma exposigo breve e categrica.
O lempo e experiencia gasiaram. os profon-
doe odios historeos qae onir'ora dividiram as
doas nacoes peojosalares.
Na terrivel criso qoe atravesas o equilibrio
eorop-'o vemos clarameate anea aUiao^a sioce
ra o enrgica entre doas povos deve ter a .cao
becetica sobre os seos destinse salutarofluen
ca oas ambicCes das grandes poteocia. Esta
alioca nao a repnlisreaos. osado mantiver
abeolitamente intactas e respwadas a nossa ao-
toojmia e plena hberlsde de acolo nacioaal.
D'aqaem d res apa iracsram, nos, os portogneses, som s
nicos arbitros e aoicos joxes dos nossos plei
tos
Todas as divis s cessam, snimodecem as
ipim -s perante o perigo ds liberdade patria
A nac4o repellir enrgicamente para al d
das froot iras Scgradaf os invasores, de envulu
cooi aqaelles qae coouerasseo nessa obra crimi-
nosa Centona- de aniares de cidados, coa
centrando se em torno-oo aoaeo pxi r no*; verdadeira mauoijo nacional, provariam
aon invasores qoe o solo portugus ardeote
qoindo penga a eoa aatonomia
Profunda pytnpathia sentimos pelo no?o bes-
paabol, aiegram-nos os seos fngraodecimeotos
e coa%ristam-nos as saas de8gr8g^8; importara-
nos, porto, moito poseo, as dilfi oliades qoe
as saas fraccoes conservadoras experimentem
na poltica interna. Presentimos ate. a qoe
pa008 obedecen) estas singulares maaifestacoes
contra cacao amiga e povo da meama raga.
Mais ainda: fazemos joatica a to la a fami-
lia liberal bespanbola, qoe, cortamente, ver
verno pedisse o auxilio de um exarcito a oot-o
gpverna republicano, para suffj ar qjalqoar mo
vi o .:ti m inaren; :o, elle, embo-a fossa partida
rio d'aq talla forma de socrtica da governo,
protestara iudignado contra seniaininte proce
di ment como agora o faz.
Impugnou anda com maito ardor e grande
copia de argumentos, as *eflax<53 pr..dazidas
peloSr. Abreu.
Ainda failoa o Sr. Alexandre Jos Aives. re-
punlicano, que atacou a fondo os joroaes do
pan sea exceptuar os do sea paralo, uor terem
reproduiido sem protestarem, aquellas boatos
da reportagem hespanhola.
T i. :iou a fallar o Sr. Dr. Eduardo de Ab-ea,
e posto a votacao o mnoifasto foi approvido por
teda a assembla, menos pelo Sr. Eduardo de
Abreu e doos oatros socios. Qiasi onanimi-
dade.
Antes de encerrar a sessSo o presilaate de-
ciaroo que, a instancias do conselh i director da
La Liberal p governo mandara ordem para
que oa expedicionarios regressassem de Mjgam-
ujque, attendeado ao mi esta lo de sanie em
qne se enoootrava a maior parte d'eiles. e que
officialoieate o Sr. ujin'Stro da manaba bavia
autorisado a Liga a commanicar Ibes pelo tela
grapbo esta deliberacao-
Eaoerron-se a sesso pelas onze hars e un
luarto da noite, depois do que se reonio o con-
selbo director, decidalo qae os Srs. Fuschini,
presidente da commiaso exacotiva, e Laiz Fe
lippe Leite, viee presidente do coaselbo director
fossem ao da seguate entregar o manifest vu
tado pela Ltga ao Sr. cooselbeiro Joo Chrysos
tomo de Abreu e Soasa, presidente do conseibo
ie ministros.
Efectivamente, a 22, nao tendo estes dous ca-
valbeiros encontrado o presidente do conseibo
no seu gabinete, tizaram entrega do manifest
ao sea secretario.
Todos os jornaes reproduziram o documento
qoe Mea transcripto e cala qual o commeatoa a
seu sabor.
Como era de esperar, impugnan lo a opporto-
ni la ie d'elle, visto que as gazetas governamen-
taes de Madrid j ti miara qaalicado de apocri
pb.s as ph ases altriboidas ao ebefe do miais-
(ario hepanhal etc.
E' coasa sabida : os veihos partidos, quando a
Liga Liberal falla, ou simplesmente levanta
a cabega na attitude de fallar, batem n'a com al
ma e procuram persuadir o pablico de qae esta
aggremiago nao tem a menor importancia.
Eslas aggressas- sytemalbicas sao mais urna
P'ova de qoe a Liga ines faz sombra e de que
nao a ,.oiem v' com boas olbos os partidos a
qaem se deve a deploravel sitaago a qae di-
garam as Baangas portuguezas sem fallar da
Qcorrigivel immoralidade oa administraco pu
blica e mu.tas outras coasas qu nao vera para
aqu, porque seria estar a lavar a nossa rcopa
aoja aa presenca de eslraohos. ,
A discosso e as insmaagoas epigrammaticas
teem coutmaado... at a primelra.
E' o costme.
. Coasta que pela organisago a que o minis-
tro da manaba (Sr. Julio de Vilhena) projecta
proceder na provincia de Mogambique, ficar
esta sabdividida em dais : una d'etlas com sede
em Loureogo Masques e a entra em Mogambique,
oa dias profaradore.- geraes indepenlentes.
Ap-zar de se crearem alguns servicos novos,
como por exemplo, ama nova comarca na Beira,
os que se suppnmem, logo qae as compannia-
cooceesionanas sejam constituidas, parece que
iraplicam economas impertales.
Diz se qae as economas nos servicos do ultra
mar asceqderam a 700 coatos fortes, seado 280
as despesas ordinarias e 500 aas extraordina-
rias.
Ha poacos das, o Sr. conde de Valbooe,
ministro dos negocios estraageiros, conf-rencio-
uou largamente com o Sr. conselheiro Pioheiro
Chagas sobre os aasamptos relativos reviso
do tratado da India.
A direcgo da Soedaae Gsograghica, re-
unida a 24 lo corrate, decidi representar ao
govemo contra a coicesso de direitos mages
uticos a qaaesquer compaoh.is que bajam de
se fundar para exploraragao das colonias frica
oas,
O protesto acbava se deante-mao elunorado e
parece que foi apresentado no dia 21.
E' moito exte iso e oem deluzulo. Tem o voto
d'ama assembla gerjl em 1890
Foi assignado lia poneos das o decreto pelo
qual se fas a na nova coacesso de territorio oa
frica Orieatal.
O ..> cessionario d'esta terceira cari pritile-
fiada e o Sr coa de de Diopias.
A ClOcps-Si) abraoge os territorio, do districto
da Cabo Delgado, limitados ao norte pelo rio Ra
roma, ao sol pelo rio Lnvio, a leste peto O .-cano
e ao oeste pelo lago Njissa.
O coacfl8s.ooa.-io obriga-se a organisar, no
p-az> ds fi nausea, ama enmoanbia com o cap tal
Je SO iiUOO Ubras, oa 2:230 coatos fortes, deposi-
tario teatro dos 15 das segoiotes 4 pabllcago
do decreto, a quantia de 10:000 libras, qu re
v-riario para o Estado no caso da nao comori-
m -nto d'aqoHlla condigo no praso marcado.
Alm da p.rtilba dos lacros com o Bstado, co r,o
ja se tinba estabel-cido para as oot-a^ conces-
ses, a aova companb i averbar 2:000 aeges
Imeradas no valor da 9 coatos, em favor do In-
stituto Ultramarino*.
O na (ulna de Lisboa o Correio da Noite refe-
rmdo se a esta con .esso dis que ella salisfai
s condiges deseriedide, que .teem i asaco m
paobado de am modo ceasaravel todas as ootra
conces.-es, excepiaaado a que fot feita com-
panbia de Mogambiqae
JfcMwita diz ter boas uotlcias acerca da
reo.' gaoisago da companbia.
0> airainstradores desta companiia qae lti-
mamente estivaram em Paria coasegoiram con-
tractarem Doas condiges a coocluao do cami
nho de ferro desde a babia do Pangue at a fron
tetra ingleza.
Tambem mista qoe teem j reunidos todos os
elementos para reorgaoisarem a companbia nos
termos em qae Ihe impera a leorgausago os
decretos i as soas concesses.
- Os jornaes afl\.ctos ao grbinete desmentem
redondaneate a noticia de que o triounal sussi
eucarregado de dar parecer sobre a qaesio do
caminho de ferro de Lioreugo Marques fron
ieiridoTraOiVr.il se pronaacias3e desfavora-
velmeote para us.
Parece, pois, vista destas declaragas, nao
ser esmesta exacto qa o thesoaro 4 Porta-
gal tenha de paaar 6:000*000 (fortes) de iadem
images dos representautes de Mac Moondo.
Acrarfitase m que esse .boato precoce fossa
jogo dos baaistat que, em Paris estio especu
lindo com nosso o de.credito e fabricando quasi
lodos os das teaedas para nos crearem difcul-
dades alm las qua teem sido inevitavai.
O Diario do Goterm deve publicar hoj' o
decret) fazeido variis concess6es ao Sr. Alto
uio Julio Machado, com. representante de am
grapo de N'gociaots de Lisboa e do Porto, para
o estabelecimento de um deposito de carvo de
pedra au niu de S. Viceute de Cabo Verde.
Parece qus timoem sera h ja publicado na
folha offlnal o decreto, a que ja me reari, con
edn lo territorios ao ditricto de Ctbo D -Igado
compiohii que for coasiltoida pelo Sr. conde
de D upias.
A comoisso nomeada palo goveruo pa-a
iodicar as alteragts a azer as obras do porto
leL'sboa, reooio se ha tres diasno Ministerio
das Obras Publicas, estn io presentes todos os
seos membros, excepgo dos Srs. Silva Amado
Fuscbni.
Resolveo o seguiote:
1 Niear vicepresidente o engenbeiro Mit-
ins ;
2.* Nomear secretarios os Srs Calvet de Ma
galba-i e Cecilio da Costa ;
3. Visitar no dia 30 do correte as obras dae
po ites em todos seas detalbes ;
Man lar orgaoisar plantas dos Irabalhos
leaos e a fazer. seguado o p ojscto primitivo das
obras, atim de serem distribuidas pelos mem
oros da commiaso ;
5o Mandar imprimir e distribuir om coasalta,
ltimamente feita pelo engenbeiro Loureiro so
ore a questo pendente ;
6 Escolner para local das sesses a sala da
ifecglo das obras do porto de Lisboa ;
7* Solicitar ai ver sos esclarec m -n ios c > no
mentares sobre o movimento comnercial do nosso
porto.
As alteragis q >e o goveroo deseja qne se fa-
gam aeatas obras teem por ti n reducir doas mil
cantos fines no sea costo.
A com ais 4o foi ioslallada pilo Sr. coaseibeirc
''an o Castelio B-anco, miaistro das obras pu
oiicas, o qaal eip^z parante os BMl membros as
Uteocfl e 'deas do governo, bam co no os mo
tivoj ae o.dam ecoaomia, que o levaram a de-
lica- aitengo ao estalo desse importante as-
sumpto.
Diz se qae as provas dj decreto remode-
Uado a actual organisago do miaicipio de L <
!>oa es fu sendo revistas no ministerio do reino.
Acarc da no7a refo-ma do municipio, corre
uos circuios mais bem informados qae na adrai-
mstrago mu ucipal cara tod03 os ramos de
servigo, que j exisliam, a excepgo do qiadro
de saaie e byg.eae e da inslrucco primaria, ej
depanden as escolares, qua passam pa-a o mi
nisterio da ioslrucgao puolica e jallas artes.
U; pa-a os eff;itos da eleigio a cidade de L's-
ooa Boar dividida em circuios.
D.'stes sao 5 de 4 vereadores e nm de 6 de-
vendo o apuraras mo fazer-se em ca 1 > nm delles,
in lapeudentamente dos outros.
T:rabera consta qae se mantera o principio da
represeotigao das mionas e accrescentaodo-se
at as van.ag -ns de qua estas gosayam actoal-
iue.it', por isso qua, conservan lo se-lbes os re-
preseatante qu tinaam. se d minu o numero
de representantes da maioria.
O qo.-j.-o maaicipal tica assim :
Rapreseatago da minora 6
Rapreseniago da maioria 19
anos a orna
;uciinendado.-
uvel quando
25
Coiscrvam-se os limites actuaes da cidade
para as assamblas e quadro elelto'ral.
Acabase com o congresso de beneh* reacia,
qie gosava de ama autonoma nao autorisada
pelo cdigo administrativo. Era hirmoniacora
a lei geral dea a cmara administrando a bene-
ficencia municipal.
Toraim se graade numero de providencias re
stnclivas das despezas futuras; e estabeleceni
se outras para a aaa redaego immediata.
K este um dos lias de maior alcance da re-
fjrma, e o qoe mais urgentemente a eslava re-
clamando.
Estabelecem-se os limites da acgo poltica da
corporago municipal, estatuiado as providen-
cias repressivaa dos abasos.
Augmenta se o numero das sessOas plena-
ras.
fi' oulro aclo liberal da reforma qae deve me-
recer applaaso.
Appilcam se aos faocciooarios e operarios
o municipio as leis de uposenlacio e reforma
de 1866, o qae moito justo.
Sao exmelas as mltiplas commissOes es
peciaes, e somente se conserva a de obras pu-
ticas.
Tolos 03 vereadores serSo de eleigo po-
pilar.
Como sabido bavia alguns, pela organisa-
go que vai ser modiiic ida, qae eram eleitos pe-
las corporages scientittcas.
Tuioisso acaba.
O co.-po eleitoral am s, e delie unicimente
sahtro os escolhidos para a admtnsrago rau
Qlcipal.
Ah rica esbogada a contextura da aova lei.
No da 30 do corrate, jumamente com a pu
blicago desta nova remodelago municipal, a
folba oflicial .rara tamoem am decreto regalando
o servigj de sande e higiene, e que a conse-
qaencia da dispos gao, que j me refer quaa-
tta enam^rei os poutos piacipses da raforma.
A dala em que se proceder a eleigo muni-
cipal nao por agora tixada.
A nova eamara, todava nao poder ser eleita
antes de Dazembro, nem entrar em fonegoes an-
tes de 2 de J aeiro.
Das reformas annuntiadas pelo miaisterio
das obras puolicas, parece qae a primeira a ap-
parecer ser a dos institutos industriaos.
Corre qae sabir ainda esta semana.
A do joadro de engeohana ainda est para
demora, segando se affirtaa.

Fallecen em Lisboa, ha poacos das, om
dos borneas mais popolares s estimados, o com
ae dador Aotonio Florencio dos Santos, fUada
dor e director da Escola Acadmica, a que, hi
bem 44 aooos dedica va todas as anas faculda-
das, zelo e affecto.
D se estabelecimento de edacagio primaria
e secundaria, montado as verdadeiras condi-
ges bygienicas e pedaggicas d'om iastitMo
desta ordem, teem sabido nioitos dos bomens
pblicos mais aotaveis da gerago actual, nota-
bilidades mesmo, na poltica, na igreji. ao id o
no parlamento, na imprensa, na sciencia e no
exercito.
Poucas pessoas possuiam como o commeada-
dor Santos o samr ftirt dtt mitier.
Cariaboso e at mesmo jovial com as crcin
gas conrJadas ao interuato daquelle excellentu
collagio,mas severo no cumplimento dos mil
porm .-ores do servigo didctico, sabia manir
ptimas relagocs com as familias dos seos alom-
is, isto com toda a eeate.
A galena em qae Haba expostos com devogao
quasi paternal os retratos dos mais distinctos de
cada curso, era seu mais querido brasao d
gloria e profissj.
H poucos mezas qo' hara sido operado da
ctaracta com bom xito.
Chegara oovament a ver.
Era como que urna resarreicto para a exis-
tencia.
Entretanto a diabete minava-lh'a, e crein que
tambem um padecimeoto de bexiga.
Q undo os seas ra adieos se orepiravam para
Ib laserem ama operago dolorosa mas indis
p-osavel, soccombio irremediavelmente.
A triste nova sorprebeadeu com magua cente
nares da familias, tanto de Lisboa come das
provin,ias. O seo adaver, depositado oa ca-
pilla da Escola Acadmica foi velado, de dia pe-
tos alumnos e de noite por taraos de profesro-
rea. O sahimeato, apesar da ordem expressa
qae deixra escripta para qae n: se dsse co-
nbeclmenlo ao publico da sua mor e, senSo de-
pois de ter sido sepultado, declango qua elle
proprio redigira para ser publicad i aos peridi-
cos, foi imponente.
A'beira lo jasigo de familia failoa sent'd -
me ite am alumno de c-, fllbo di celebre ca-
pito mor de Manica, to amigo los portoeae
ses, e am dos professores da Escoh Acadea.ici
Aatanio Florencio dos San'os fii alumno da
Real Casa Pa de Lisboa e aos esfergos da soa
voalade de ferro e a energa do seu carcter
bonrado se deve o grao de prospendade relativa
a qoe chegoo, podando dar a se s doas flihos
ama educago sope ior.
Om delles, o dootor Ja;m<> Vanperria dos
Santos, medico iliastre e profes>( r no Instituto
ladastnal e C imraercial de Lisboa, qoem nos
ltimos tempos soperentennia ao estabelecimen-
to qae seu pai fundara e rediga a com tanto
acert, como proflcieocia.
Foi o brago direilo de A. Flore icio dos San-
to?, durante longos anuos o disii ico profeasor
Joaquina Jos Anoaye, que aps anUs fadig,-s
escolares, soc^uaib.j ha poucod
doenga pertinaz.
Harneas tito prestantes como o
Santos leixara um vacuo irrep
de sap pare cera.
at-a pa*da, seoo no meama ganaro, po-
rm, se ma p miitam a expre-sc< .oais oacio-
aal que a do precedente tinado foi a de que nos
deram noticia os joroaes ha pouecs das chega-
djs dos Agores.
Eff divamente, a 11 deste mez, na cidade de
Poma Dlgada, aa 'Iba da S. Miguel, o glorioso
poeta Ambaro doQieatal poz lim vida desfe-
cbando dous tiros de revolver no ieu da bocea I
Q untos suicidios nltiraamente nao se teem
succedido no campo da litterattral C millo
C'-ieo Brunco, Julio Cesar Maciado e agora
este.
A noticia do triste fim'de Antbero doQuantal
veio forgar a um novo loto as leu ras portogue-
sas, ainda cebarlas de creps pela morte de La
lino '.) in i.
Aatharo do Quental era poeta, phi osopbo e pro
sador primoroso, e sabia, poi un rar, condao
fazer se amor pelos homeos de tod is as polticas
e onentagO .3 maotaes, apezar da singular dis-
posigo do seu espirito e di extrsordinari i fe
gao da sua ladividualiiade come pensador e
cono poeta.
Depo s da ter provocado a maior tormeata
Iliteraria de qua ha memoria, diz um dos seus
oiographos, si elle potera ver aquellos que o
Jiscu'.Kam, que o vituperaran), qu o calumnia
ram, virem, corao que arreopeaJidos, cootrictos,
peaiteates, eairetccerem de florea a sua cora de
tramorta .leJe. >
Tiaba verdadeiro genio, que siria urna blas-
Dbemia Iliteraria desacatar, e exemeu acgo am-
pliss.m' oa evJjco da intei. atualidade do po-
vo ponuguez Passou a existeocii sem-ando o
bem e esparzindo ideas viviQcaates, esta a
verdade.
Em aoma dalda Nova procuroo deraitir os:
vi-lbos dolos da lilteratora pat-ia. liguus anda
vivos, em piaia aclividada nlelieclual e laurea-
dos iadi8cotivelmaaie pela admirado uaaaime
de duas ou mais geragO-s.
Foi Aaihero do Q antal um heresiarico e ou
sado, e como tiaha norma talent i poz se em
eviiencia .1 ura dia para o outro, abrindo nova
era enire n3 para a critica, a'vor.ndo a b-
d-ra das poderosas conquistas mectaes qut des-
de K.rat, Diderol e Laplace, at Proudnon,
Straass e Comte vinbam dando ao nao lo a nova
oiientag'o, qoe at ao melado do si culo XIX era
rauito pouco apreciada entre no-.
Foi una batatha campal a quista i coi rao- do
Bom seaso e o om gosto, de que apenas res
tam algumas duzias de piphlelos 1 tterarios as
os dos colleccioaadores, como a fumarada
que sobe para os ares e se confunda com as ora
aa?, dep .is de urna acgo reubid. ente Cous
aceratos aguerridos.
Tu .10 sao passou.
Os velbos dolos da litteratura cltssica, e das
boas leitras patrias, qu soubaram fazer-sa co-
roar com as rosas d'Aoacreoute Ovillo e de Vir-
gilio, nacieoalisando lbe as estrophts peregrinas
a os disticos mraortaes como se fossem elles, os
amigos modelos que tivessem trasid i pora o latim
a para o greco a3 espieudidas versnes ponogue
... -icnas prero-me a A. F. le Castilho. nao ri-
cara demolidos, apezar das arietes possanles do
do novo iconoclasia.
A poslendile, mais dasapaixonai i e menos
sus :eptivei de deslumbramamos facis, ha de
fazer jutiga a oas e a oatros, emqii tito em Por-
tugal, aa Asia, na frica e n'uma coasideravel
parle da America meridional se fallar o idio-
ma de Cames.
Antbero do Quental corsoo a (aculdade de di-
reiio al 1676. Viera da ilba de S. Miguel, onde
raascera 'aa, familia illustre qua sa ufaaava da
contar entre os saos antepasados a adr de Pon-
te, o intimo de Bccage e fre B. de Qjeatai, o
puritano autor da Eva e Ave. >
Era Coimbra. oode o Dr. MaaoelE.mygiio Gar
cia comegava a diffn tir o goslo p; los pbiloso
ptios modernos Antbero, com Tbeo railo Braga,
Vieira de C istro e outros talentos dessa pieade
arrojada, formava j o ncleo in ellectual do
qual bavia de partir o grito da revo ta.
Foi estroo loso o triampho que ob eve o jovea
autor das Odes modernas.
Ni sua carta sobre a < Encjclica Aathero
do Quental charaou ordem os liberaes des
orientados, qae, nao^comprehenden io a ida do
espiripto tradicciooal da igr j i, atroiram os ares
de clamores indignado a proposito do Svlla-
bus > de Po IX
As causas da decadencia dos povoi panrasui-
res, como -rabal io histrico, pode considerar-se
om magnifico estado social, qae ea< antam pelo
estylo.
Faz grande sensaco tamb'ra a carta de An-
tbero ao duque d'Avila acerca da suopresso das
conferencias do Cassino, pagaode t aroailmeale
pela avio abilidade dos direitos uo peasameato
bumaoo.
Foi publicado por Aathero do Q leital no Ope-
rario, jornal socialista do Porto, um esbogo cri-
tico- biograpoico de Lopes deM-alorgi. oin
traductor de socialismo roasaatico ira Partuaa!.
Deve citar-ce igualmente como irabalho de
philosophia especulativa om opascu o do mallo
grado escriptor: O qae Interna ;ion.'l, pu-
blicado no jornal A Provincia em 11173, quando
em Portugal coraegava. soo o infla.".) da acgo
de Jos Fontana, a aggremiago das Qost's pro-
letarias.
Alem das Qdes modero?s, tica am oos d*
Actbero do Qaiatal as Primaveras romntica.-
e os Sonetos sooretodo em que seb as formas
deliciosamente cambiantes do parnasiano avalla
samore a musculatora poterna do pb losupbo
Padeca ba maito de ama doenga da espinha
meiuli, que o tortora va e que eili bem sabia
ser locura val. Nao puasava seaio aa morte a
qae diriga ama invocagao poeiica inmorrelou
ra. Era aella que deposiuva as un i cas esperan-
gas de allivio supremo s crecante i dores, qaa
o atormeotavam.
Torna a se mysantropo. Fogia da sorciedade
Oode era to quando.
Na solido coocentrava maisoaei alta-espi-
rito.
A mana do suicidio, efer un dos sea-
biographos iosulaoos, associara-se desde logo
dsoois da su i recente ebegaia Paita Dgala
(10 ue Junno prximo paseado) A inal oo dia
ti de Seiembro, pouco depois das o o horas da
noite saiu de casa e dirigi se para os la los do
convento da B peranga no'ampo de S Fraocia
co, assentoa se jamo ao moro da cerca e dispa-
.on doas tiros de revolver ua bocea
Era impossivet Bal val o. Poacat momentos
depois de chegar, em anca,- ao bosj i tal e de ie
sido 8Xdiniaado p r dois mdicos, expirou en
tre soffnmentos hor.irosos.
Cubou pesar inmenso na ilba sua morte
affrontosa, porque era muito estima- o
Foi sepultado no jasigo da tamil a, entrada
do cemitenode 3. Joaqaim seado awinpiubadu
por numeroso concurso de povo.
A'beira da campa oraiam os Ds. Arislides
Moreira da M ta. Jolio Pareira de Carvalho e
Maael Pareira de Lacerda.
D xoo testamen o exarado em 9 le Saierabro
de 1890 as notas ds.ubeluao Silva Villa do
Conde.
D -ixs a sua li/rsria oibliothecii publica de
Pauta Delgada.
Dispee de varias prapriedades de trra na vil
la ua Ribeira Grande a seo* soorlah e A'thur, filos de soa irmS Mana i-malioda de
Qie ital, casada con Luiz Francisco Tavarts do
Canto.
Inslitae por herdeiras do remanes',ente dasaa
beranga as meumas Albertina Meirelies. B-ilnx
Meirelles, Alnas de Germano Meirellw, qaa teem
sido creadas e edocadas na soa compauuu e ie-
baixo da soa direcgo.
Estranba coincideocia t diz urna folha -epu
bl caoa de Lisboa, os doos volios d oaior gran
deza, do movimeato socialista da 18?3, terraina-
rcjrra ambos pelo suicidio : Jos FonUaa e As
iharo do Quental.
A imprensa ag -riana e a da metropole teso fei-
to com prufjso de aitigos as honras faoebrssat
grande exmelo.
Na liba de S. M gual nasceu j a idea de eri
gir a sua memoria um monumento em broose no
Leal oode perdea a vida.
As clasacs operaras em L'sb teem-sensovi-
do n mesmo sentido e proseguem.
eoovales enga 0 Sr. Lopo
o roioit-e do reino e da
Vaiqu-si ea plena
Vaz de Ssmpaio e M
instrncgo publica.
Como j tiva ocaasia d5 a ssr, forgoso qae
por rauios meses o n va-.-1 ;adis'a se affasie
da poltica e de tado qjanlo p m o-orver-ll:
i aliengo.
Dentro em pouco sabir da L sbaa.
Est em Lisooa o Sr. Eiuardo Prado, disuac-
to esr tutor Dtasilriro.
as faiai doa'a -apital j publicaram o
elence -la cvo^a-jim a S. Carlos. D MariaU
o Gymujsio o a Tic ade i\ reabnram.
Dentro em punco e.to .odas as vileiataras
e reioa o Cn :^o na pl i;-alebeatifica das
toieimas el gaut ^.
VARIEDADES
MVHIRI11
Esplendores e miserias da vida contemp*
ranea htspuiholi, pelo Padre Luiz Ua
loma.
THl'UCi.io DE CUSTODIO RIBEIRO
IU
( ContiDnayao )
Mas Ferrando Vil op o >u porqoe lha dessesa
a mamar costelletas, e o atiesussem logo d*-
agaardeate. e na mesma noite envira ao attiha-
do, romo presente de padriaho, om graade ta-
iber ie ouro massgo, tendo esculpidos ao cano
a3 armas de Hespanba.
A raraba desejou tambem cerlificar-se do pro-
digio, metiendo a pon'a d; dlo rosado aa boc-
ea do pequeo Vnlamelo, e D Ti do Calo
marde, qoe chegava a> mesmo ios aae. qaz
tazer a mesma expaneicia, iatroauz i jo Ihe o
sea. man .balo de liau. Mis o p.-tiz apei-tou
fortemante as p-e races er-amantis, faz-ado
langar ao ministro am ligeiro gemito.
V4 se que nao 3 tolo, disse F'roaao
VII.
Kiram se tolos do dito lo mraarcha ; a pnr--
se sabio da cmara reria, crozja petos silu--,
passou le'.ai ante alas. e au laavr osc-ida-
ria, commentavaii n'a jate-lvs, adanoota
talento da creaior, s-.c-u and) q ires usa
depcis de nisciiJ, licha recitado a jiiriaooo
i h -e .N.--o a Ave Mana, parle di Lo-laioaa
lau'etaoa, e ara.', pequ-raa f oul i de D. Tnnaai
Iriarte : aquella que principia :
Por entre urnas maltas
Dis caes aco'sad
Nao di.-e; corra,
Ura catibo voava.
O oso era p-odigioso, e de ento datoa a fa
ma do boraem d i talento qu- nav.a ae orar u
fmuro marques de Viilaraeii, at d.rem cota
elle em pantana os repetidos esfo-gn das saas
imbecilidades.
Aos vine annos complaos, e j em po^se, do
titulo (por morte do pai), eatrava na ac leona
de artilbaria, marchando no anno de >'> par* a
guerra da frica, a bo'do la e-qaa W co uaiai-
dada pelo almi-aote D. S:un1 > llorera Aa
lioso ue pisar solo atiicauo a uu,r a aspada
vi-g-m em saogue agareuo, sai oa Viarnc'i
em ierra, noiucar a que cbarasm Cabo N-c-'
com animo bastante para atravessar iode M;To
eos ecbegav a Tunis, onia om seu.ac gainan
a Grandeza, eonado em Al^azala on D Joo
d'Austria... Mas da repaate brota-am d---:".rf
os espesaos matagaes. que cobnam o ar-al, fot
vo semelhaoga do spero pallo de om anioai
feroz, vanas avangadas dispersas, qae re*?-
ram os exploradores a tiros de espicgirdas ..
Villamelo nao titabioa am m.ra-o'.o : es-
quecea se de Marrocos, reaoncioo a Tiois, e t
negou aquel ie avd qoe gaohou a gra :dez a esa
Alcazaba para gaabarraos foi a cbalup i t xia a
pressa, a refogiar-se oo ultimo recaa o di sea
camarote da Blanca, sem qoe tornass- '. =uor a
coa-rta, at ra^rassar a Pcniasula cora ca-ta d
doente.
Os afri caaos tiaham-lbe perecido muito feoa
n'aquella curte enlrevisti. to mal .acarados
alm di'sc, qae inpossivel se toro iva a qval-
quer pessoa decente ter o meno- trato cosa
elles.
Pedio ento a refor ca, e entrn em Madrid
tnomp ante, como Nipoleo em fcirt ao vo-ar
da campanba do Eypo, precedido da fama das
-uas fagaabas ao combate terro-naval d> Cabe
Negro.
O combate terro-mval correo pir toda a ci-
riade, comm-ntado pelo proprio hroe, al fie
um dia, estaulo de goarda ao palacio cerno
grande de H -panda, qu iodo contar a p -la cea-
tesima vez, ao jantar. o combate -rroiaval
de C bo Negro, diz iba a raioha de repente -
Ola. Villamelo : vare algoma vez ojee
nao saja sempra terro-naval. Qae soja, w>
nseaoc, boje, ivo terrestre.
E baptisalo palos recios labio navo-terres-
8c s us das.
Sem ser dissipador, era por aquelle loapo o
Mrquez bistaote libertino; mas aao
rauca lioerlinagem dos Laozem e dos f m
senhores al nos vicios, cavalneiros
infamia, saculinio de si tola a v _:-
grosseria com a rau-ma distiacgio rteg
qae sicudiam o p do tabaco perfamado
peitilbos de renda. A d'ell era ao eoatnr i a
iibertioa linhagem, mixto "a exiraoha ijpo h ando d 11
brego, do sportsman, do cigano e i i Svaasatai
qaa dir-sehia aascido do cas^ment o.a.- raico
'UU toureiro andaluz com a sombrrtte la-sieo
ae.
Parto por ura de th'das de brettas, de toar*
) le hsatiicipi, de maazaoilhas e champimsmt 4e
'ipas s dt. foirgrai eso veo aos triata anuo por
1 m. iste casar se... Mas pa-a qae VilUsseto
deste fm, preciso era qae algoma tilua de Iva
deste principio, pois que, por urna d'essas aoo-
malias que tirara a saa razio de ser do tortoro
criterio de certas classes sociaej, coovenctonoa-
se em que o bomem pense dar fia no casamento.
jiistameate em que a malber jalga dar p-im-
YJio.
. A difcaidade da esco'hi.fVmaarras do cossm
como elle p oprio disia, nao foi para Villaoseia
nuuo grande porqoe em nenbama ordess de
ideas era descontea.a igo a oa D as coaso
n'uma p-ssoa ex elienle com quera de sobra a
compre, deisaodo lbe de quiodo em quando t*B
carta j no gaardaveuto de ama igrej : o no asesa
era pira ella aa tooo digestivo mono bem ar-
cbitetado, a vida urna paregn >aco qoj cosso a
b'lsa repleta e o e-toraago h m co-.o, se porta
fizer commodamenle e o matnmoo o a fuo as
loas rendas e a prolongacao d'uma estirpe para
maoter am norac illustre, cono aem mais ata
meno-, mantea o seu os tooros de VesagUM
as egoas de Mus, nborgo
Vo se. pus, Vi:iimelo, o beroe do coman-
novo terrestre d<> Cmo N'gro,que Unto se as sos
ura coa a oudes retajan 'os africaoos, pedir
saa rep'ign ocia e obter sea espanto, a aao de
urna seivagera illustre. comol'taaeow naa de
alma; porjua, a -sira com > i m II j-esas a desar-
los se oos a pram olvageasqua offenlem a ate-
caocia coa o desuuua naato uos coros, igual-
mente ee nos deparara oa- pragas e aos saldes
selvagaos, vestidos par fora qu losoltasa po-
ner coa a ouiez meroa da- airas.
Para elles saoiooteis de tolo quan as p-eodae
mais oa neoos pos.icas empresa a uaasoisaas
para ene. b ir os eos vicios, e tamo o sanio ra-
oor como a fal-a bypocnsia, o notwo Csate
i orno s fallas preoccupagko, llws p'ovoceai
gar Instnronalo dos zulas causn a eaojua V* *
offereciam os ingleses veocedores.
Bsta iliastre eelvagem civilisada era a Ex a.
Sra. D. Francisca de Borges Salles y Gerhea
condessa de Alburno,marqiesa de Cataobalaer,
I Jad*; e
is aes
'
\


*






Mil




-
Pernafiabneo Sejta-feira 9 de Outubro de 1891




?
s.
V

duas veses grande da Hespanna por direito po
prio, e marquesa de Villamelao e de Pa-acoelht.i-.
com oulra grandes*, pelo Horror da baUlt noio
terreslrt de Caoo Nsgro, seu Ilustre mamio.
Mas per ama d'essas excepjjs que affastam
um tanto O iadividuo das regras"Reraes do lypo,
para insumir n'eile um carcter propno, tiooa a
condeasa um pudor especial, um exlraagante
pudor, que poda cbamar ae bem o pudor do ma-
rido.
Porque looge de ser eete par, como tactos ou
tros da mesma ciaste, a parelba de caes que ti;
estorcam para andar to separados quanto o per-
mita a elaslicidade da cadeia que os prenda,
viam se, pelo coatrario, sempre juntos em tuda
a parte elle cobrindo a de carinboeas altaneces,
ella corre.spondeuJo com candonguises de don
zella tiruida de collegial ingenua cujo encantador
enfantiUeza, sobrepondo-se aoseu desavergonba
do cyniiino, traiia a imaginaco o estranh) qua-
dro a'um caraiba b-b-udo um delicadissimo c-
lice de cristal da Bobemia, pouco a pouco, goli
nho a golinbo, sanguequsnte a espumar, de um
antropopbago que com gario e faca de piala re
lxente i-om-tsse com a maior distinecao possivel
um beeffteack de carne hu uan.
Sem embargo, Viliamalao tinba realUado o
sea sonbo, porque a esposa prolongou-Ibe a es-
tirpe, dando Ibe cm menino e urna menina, e o
rendimente delle que, na sua pbruse, dava para
jantar, uni se ao della. que por sen turno dava
para criar: para jantar e criar, entenda se, com
todas ai -regras opparas da arte, porque Vilia-
melao boarou seaipre ;. .-ua precocidade deotrl-
tica e o trinchante de ouro massigo, presente de
seu augusto padrinbo, sendo gloi&o e o mesmu
lempo gastrnomo, gourmand do mesmo paono
qne gourmet; tonel sem Tundo, pelo que respeila
a quamidvde do que beba e eogulia, inteliigen
to Briilanl-SavariB quanto qualidade e modo
de como eogulia, surdo seaipre aos clamores da
indigesiao que ae quanao em qaaodo se encar-
regava de Ihe pregar moral ao estomago.
Pela sua parte, a esposa era tambem feliz :
immensa na desvergonha como os berea gre |
gos na Estigia, fiaera se, como elles, inuloera
vei. e lograva com a saa audacia infinita e a sua
cyoica travessura (eminina o nm nico da sua
vida. anceio natural da sua immensa vaidade:
jtej o:-se a toda a gente, ser sempre a primei
ra, conseguir que todas as linguas liie rendes
sem vassalagem, oceupando-se constantemente
para bem oo para mal, que isso pouco importa
/a, da sua pessoa e das suas cousas. Della p
le-se ter dito o que disse de certo personagem,
um escriptor eleg.nt'ssimo:
Se asjste a urna ooda, desejiria ver a ooi-
va; se a um baptisado, cranla; se a um en
'.erro, o morto. (1)
E emquanto ninguem podesse explicar a ra
lo de ser desta supremaca de que na corte go-
sm Currita, isto que, fin etsa vergoobosa
condescendencia pelo escndalo, o peccado ca-
pital, a nosso ver, da alta sociedade madrilea,
origem e foote das suas deformidades, toda a
gente serve o perfeito cavalbeiro at o batteiro
'legante, desde a honesta dama at a femea sem
decoro, so Ibe sabmettia de um modo maia oo
menos directo sem porisso deixar de pr clamar
jue em belleza Ibe levavam todos vantagem, em
idalguia igualavam-u'a muitos. em riqueza ex-
jediam-u'a bastantes, e t em audacia e impu
dor ia na vanguarda de todos... Seria, pois,
-ata a razo u'aquela supremaca 1
Ser que, a forca de ver o vicio refinado e res-
pirar a atmosphera do esaodalo, ebegam cer-
tas sociedades a aberrarlo d'aquelles povos bar-
oaros que prestara a homenagem mals profunda
9 o culto mais eniliusiasta ao dolo mais mona
ruoso?...
Limitemo nos a indi:ar o facto, sem cuidar de
inaljial o, e vejamos o que f z Currita aquella
arde em casa da duquesa de Bra.
llavia se esta meio endireiUdj no lagar, ap-
proximando-se della Currita saudando a direita
' esquerda ao sem do byrano de D. Mara Vi-
toria, e repetiodo sempre com o sen candido
risinho.
Obrigado obrigado amado povo I...
A tout seigneur, tout konncurl dtsse-Ibe a
duqueza, dovolvendo Ihe os beijos.
Agruparam-se todos em torno de Cnrrita, qne
*e sentara ao p da duquesa, recusando urna
havena de cb que Ibe offereciam ; em cempea-
ssdto pedio um clice de Wisky, porque era de
Mg ir n'aquelle tempo, entre algumas damas ele
gantes que pretendan! formar a nala do creme.
ornar e beber grande, com a maior distioccao
a grata. O re?peitavel Butrn, oHV.receu Ibe um
charuto.
Ai I nao nao, observou com a sua rozluba
melodiosa; isso palba !
... Da-me tu u 11 mais forte Gorito...
E ao paseo que Gorito Ibe dava um bavana,
capaz de tombar um sargento de cavallaria, ella
o accendia graciosamente co n um phospboro
orosaico, ia-lbe dleodo a duqueza :
Mas vamos, mulber... conta, cooU !...
E que bei de contar eu, repli a entre duas
umacas, se vejo que sabana ludo?
Eniao certo ?perguntou Butrn abas-
tado.
Certissimo reapondeu com emphaseuir-
-ita.
O cabelludo Butrn ergaeu aos cos ambas as
oaos, a Matacam passou pelo aaiiiori j horro
-isado um o'har -le tnumpbo, c a duquesa er-
guenda se iracunda, exclamou violentamente .
E dizel-o com esaa frescata?...
E tena animo para o vir dizer ?qui em mi-
;ba casa ?
Cu-rita, parecen licar sorprebeudida. qnaai
espantada, e percorrendo os circumstaotes com
os seus olbos claros admiraveltneute esbogaltia
ios, diz no tom lacrimoso de urna menina a
, ue'm ameacam com acoitea :
Mas entendmonos... Que que os se-
j.iorea tabea ? _
Qoe estaes nomeada camareirj mor da Cis-
terna, explodio IsabM Masacam com '.odoa os
jciis brio?.
Currita julgou desmaiar.
Eu ? fez com a ruborosa indignaco de ama
vlrgem de coja virtade se duvida. E oa senho-
-s acre Jitaram n'o ?...
Ninguem 1 Ninguem! exclaman Butrn
solundo o suspiro immeoso u'nm gigante a
nui'Oi Itraweo de sobre o peito urna montanha.
\ioum duvidou nem por um momento da u
ealdade, mioba querida Alba, a e qae...
Jeius, seubor. que geaie, que linguas *.
r modo de torcer at o qne ha de mais sim
,ledizi Corrita com voz debilitada.
E eoxngando com o lenco tioissimo urna la
Tima, qoe fingida ou verdadeira, Ibe aasomou
ios oiboa, deixou ver por descuido a bella fljr
e lii que traiia ao peito, e orna magnia:a pul-
ii.-ira d.e ouro, em que se lia incrustada em gran
ca bnlhantes o oome de Isabel II.
O caso nao pode ser mais simples, prose-
'Uioctn aquella vosioha suave que jamis per
lia o meamo 'om uniforme e pausado. Hontea
raUvam nc cast-llo danomeajao da canaare ra
-otque a verdade qae a posic dessa Cisterna
lo pode ser mais bumilbanto... mas a Leubum
esnitado ae ebegou, Blba ; o ministro do altra-
aar leve en'o a idea de propo' que m2 hsessem
i mira o offerecimnto (2).
i CoiUfi-i).
T)~0 personagem a quem este dito se refere
b k. castellar.
.'?) Advertimos desde i o ltor de que, nem
*te nem em nenbum dos personagens que se
=xnib.m no= muros episodios biotoacos desk
roMMM, desempeohando cargos offl:iae=, qul
-.mo- retratsr nem aequer alludir aos qae rel-
cenle o.;cuparam aquelles cargo?, na poca a
quK nos referimos. .
^aiqnan^o muas persooaliladeafalejam Ion
n de ser noa svmpaibi as, in3piram nos comtu-
j roiapaixao. ao fumigar sem piedade o vicio
e o "sndalo, i )temo-aa enfadosamente de
(Une noa a pessoa alguma determinada, a quem
9w fi a'ropendimenlb ter collocado ja ao abr
,' o-ia a ceoaara. Con mais razao qae
Ion podemos na diser : Jamis ancua
i<:-' a ''inpoisson ma pame >.
i Sota do traductor).
REVISTA DIARIA
C< ngremmo do Batatl* Funccionaram
Booteni as las cas?s do Coogresso :
Sea lo R-.*-iliz' u a *aa 37* se^sao. sob a pra-
lenca d Exm. Sr. fV. Jtu Sonauo de Son-
:> Ludo compar cid* 10 Srs. feoadores.
Form lidas e approvada3 sem d"bate aa acta^
.i seasSo de 6 e di reoni&Q de 7.
os lecretario pfoeedeo lt-itura dos*
giOte expediente :
m >iB :io do secretario do goerno retaHiia-
do urna inforniagao do inspector geral da n
struego publica sobre o assumpto do of&cio n
23 de 12 de Agosto ultimo.A' qaem fez a re
qui8i(ao, voliando depois para o archivo deste
Senado.
Ontro do i secretario da Cmara dos Srs. de-
purados, remeHeado deas resolur;6es, nella ini
ciadas e adoptadas pelos projectos ns. 18 e 19,
urna aposentando o Dr. Estevo Cavalcante de
Albuquerqoe. medico do hoapit il Pedro II, e oo-
tra a Francisco de Sonsa Reg Monteiro, cobra
dor da Santa Casa de Misericordia do Recife.
A' commiasao de boancaa e legislajao a Ia re-
soluta >, e a i' a 4 commiasao.
Nao haveodo qaem quizesse utilisar-se da pa
lavra na primeira hora da sesso, o Sr. presiden-
te passoa a ordem do dia.
Procedeu-se votajo doa seguintes parece
res, cuja diacasaao ficra encerrada as sess&es
de 6 e 7, sendo todos approvados:
N. 30, da commissao de constituigio e pode-
res, mandando admittir a prestar juramento ou
a fazer a promessa regiment-1. o Sr. senador Dr.
Lourengo Augusto de S e Albuquerqu>, sendo
tambem approvada a emenda dos Srs. Drum-
mond e Pitanga, substitutiva da 2a e 3* eonclu-
,-Oes.
A reqnerimento do Sr. Birao de Itapisnma foi
nominal a votacio deste parecer, manifestndo-
se a favor os Srs. Pitanga, Drummond, Barao de
Caiar, Moraes Silva e Felisbino, 5 ; e contra o<
Srs. Jos Marcellino, Baro de Itapissuma e Per-
nambuco, 3.
O Sr. presidente deilarou que ia fazer se ao
referido Sr. senador a oecesmia commun.cacao,
afi.n de vir tomar assento.
N. 21, em 3* discusao, com emendas a -es -
log iniciada na Cmara doa Depatadoa pelo
p ojecto n. 7 (forca publica) tendo sido appro-
vadas as emendas de ns. 2 a 5 e sendo remanida
Commiss&o de Redacco-
N 14, em 2a discusao adoptando tal qual veio
da Cmara dos Srs. Oeputados a resolugo all
iniciadas pelo projecto n. 15, approvande credi
tos sapple Dentares.
N. 25 em 2* discossao, nao approvando a re-
solucao iniciada na m. sma Cmara pelo projecto
o. 10, marcando horas para o tabalbo diario dos
operarios.
N. 27, em 2* discussao, approvando tal qual
se acha a resolucio de iniciativa da mesma C-
mara pelo projecto n. 9 sobre vencimentos dos
empregados que forera eleitos membros do Con-
seiiu) Municipal.
N. 28, em 2* discussao, nao approvando a re
soltio na referida Cmara iniciada pelo projec-
to o. 12 concedendo urna penso ao EU:i -. da
G jarda Local Alfredo Lo es da Gama.
A requerimentu do Sr. l)-uramond foi dispen
sado do intersticio o pare a: n. 24, am de ser
dado para a 3* discussao.
O Sr. presidente declarou que relativamente
vu'ajo dos pareceres ns. 25 e 28 ia faser se a
devida communicagao i Cmara dos Srs. D.-pu
lados.
Acbando se na ante sala o Sr- Senador Dr
L:u-engo Augusto de Sa e Albuquerqoe, o Sr.
p esidente nomeou para recobel o urna commis-
s&o composta dos Srs. Barao deltapissoma. Per
nambuco e Jos Marcelino.
Penetrando o Sr. Senador na sala das sessO?,
fez a promessa constante do art. 2o do Regimen-
t Interno, preenebidas as formalidades do es
tylo.
O Sr. Dummond, pela ordem, requeren e ob-
teve dispensa do intersticio afim de ser dado
liara 3* discuasSo o parecer n. 27.
Veio a mesa e foi a imprimir, sob n 33, um
parecer da Commissao de Redaccao sobre o
oproje:tode forga publica constante do pare
cer n. 21.
Nada mais bavendo a tratar o Sr. Presidirte
levantou a sesso designando a seguiote ordem
do dia :
Terceira discussao dos pareceres ns. 24 e 27
e segunda dos de ns. 31 e 32, todus conjaacta-
menie com as respectivas resoluoes vindas da
i. irnara dos Diputados.
CmaraFuncciodou sob a presidenta do
Exm. Sr. coronel Dr. Jos Miria, tendo < 'ipa
recido 18 Srs. depotados.
Foi lida e approvada sem debate a seta da
sesso antecedente.
O Sr. secretario proceden leitura do se
guite expediente:
Officio da secretario do governo, traosmitlindo
em original a ioformaco prestada pelo Dr. juiz
de d.reilo de CabrobO. sobre a reclamacao da In-
tendencia Municipal da villa d'esse nome e rela-
tiva po88c de diversas ilbas.A' quem fez a
requigo.
Foi ii lo e approvado sem debate um parecer,
sob o n. 162. da commissao de peiices, ouvrado
o Thesouro do Estado obre a petigo se Joa-
qun, da Silva Neves, que requer permisso para
explorar aa jazidas mioeraes existente? u'esie
EaUdo.
Foi a imprimir um projecto, sob n. 28.assigna-
do pelo Srs. Her-ulano Bandeira, mandando per-
teocer a comarca de Nazarelh os terrenos i ella
desmenbrados p.-la le 1988.
Pasaando se a ordem do dia, foi approvado em
2* dis:ussJo, por Independer de i*, o projecto n.
26, que concede licenca ao conego Antonio Ar-
coverde de Alboqoerque Cavalcante, regedor do
Gymoasio Pernambacano e professor de lingua
uli.na do uesmo esiabelecimeoto tendo ora-
do oa S.-s. Milet, Artbur de Albuquerque, Bitten
coort, Anbur de Albuqu--.que outra vez, Antoaio
Venancio, Cesario Ribeiro e Bitteacoort outra
ves, sendo rejeitada orna emenda do Sr. Bitten
ecurt e om requenmento do Sr. Milet para ser
otivido sobre o projecto o Dr. inspector geral da
lastrocco Publica.
A ordem do dia para a sesso de boje : 1*
discussao do proj :cio n. 25,2' da de n. 27 e con-
tinuaco da antecedente.
Artos ooiciae Por portara do governa-
dor do Estado de 7 do correte, foi removido, a
pedido, o jais municipal e de orphos bacharel
L.arenco Caelano de Albuquerque, do termo de
Ouricury para o de Villa-Bella.
Municipio de Palmare Da eleico
procedida nesse municipio em 30 de Setembro
rindo (o o segrate o resoltado, segundo a apu
racj pela resp3C.tva intendencia :
Prefei'o
Votos
43
393
t
Coronel Isacio Matbeas de Almei-a
D.. Miooel Ilrarique Wanderley
CapiUio Peregrino Affonso Farreira
Sub prefeito
Carlo3 da Silva Farias \22
Dr. i/iunnJo Feij de Mello 402
Coocelheiros mnniripies
Capito Eaas de Azevedo Lesea 3i
Dr. Manoei Falcao 423
Capno Affooso Augusto da Silva Frf i.-e 431
Capito Loiz de Franca Pereira rii9
Tenante coronel Jo&o Flix .Pereira 426
Dr. Alfonso Lustosa '26
Joaquim Monteiro da Cruz Jnior 425
Francisco Bo-ges de Oliveira 416
Capito Joao Fernandes Marque3 ilo
Capito Joao David Madeira *'0
Tenente Bernardino de Paiva Cavalcante 409
Tenente Mendo de Si Brrelo Saiiipaio 406
Alteres Candido da Costa Brando Corde ro 394
Manoei Josquim Barreto de Gusmo
Alteres Jeronymo Alberto Mala 388
E diversos de i voto.
Municipio de Som do K*> ni j
Foi esse o resultado da.eleicSo desse muoic:-
p'o :
Prefeito
Felippe Pedro de Souza Leite.
Sb prefeito
Jos Perreira de Sant'Anna.
Conselheiros municipaes
AlereB Miguel Teixeira de Vaacoocellos Perei
ra.
Victr rio Jo Nones.
Joaquim Alvos da Rocba Filno.
Valentim Ferreira de Briio,
Vctor los Baptista.
Municipio dr B~rrelro*> Eso Tsaa
do na eieigao desse mooicipio :
Prefeiio
Dr. Jos Nicolao ?ereira dos Santo
Capito Jo Francisco Beilo Fi'bo
bar-j Je Gindahy
Sob pref ito
Aridr Alves CavacaBie Camboun
Francisco Marinho d1 Panla Los
Concelhiros municipaes
Cpi- Jos? Fraucisco Bello
Jiie Aus'.jrclinio d? Soasa
1 to Paulo areira Temporal
ulymqio Tbeodaro da Silva
Manoei Machdo da Alba/Cerque Carnr.v.m
B-llarmlno de Azevedo Lima
Jees Martina de Mir oda
Paulo L'.'iiSo de Verjosa
Vaton
lfii)
39
337
97
100
200
200
O
130
13 >
!08
106
Dr. Costa Barrea 95
Coronel Wanderley 9i
Dr. S Pereira 8
Embarque-Para o sal segura bootem o
8r. Dacirao le Aranjo que vae 83umir o exer-
ciclo do cargo de natzs do Southern Brasillan
Rio Grande do Sul Rouiway para que foi justa-
mente nomeado.
Des jando Ibe prospera e felis viagem, agr
decemos a visita de despedida que nos fez.
Fallerlmento -Fallecen ante-bontem nes
ta cldade. victima de orna nevralgia pa ustre o
estimavel mega Jao Martina Ribeiro, que coota-
va apenes 25 a';nos de idade.
A sua familia e especialmente ao Sr, Flaviano
Honorato Ribeiro, escripturario d. Tbesouraria
de Fazenda. damos nossos sinceros pezames.
Diaearao Na seceo competente pablica-
mos boje integralmente o discurso profe I io na
Cmara dos D puta ios, em sesso de 24 de Se-
tembro, pelo nosso amigo Dr. Rosa e Silva,
A respe pital Federal o segrale :
< O illustre Sr* Dr. Rosa e Silva pronunciou
bontem nm notavel dis urso contri o parecer da
commissao especial annuUando o coatrocid da
resgate do papel moeJa, celebrado com o BaucO
da Repblica.
Nao podia ser mais feliz o distincto parlamen-
tar. Conbecedor Jo assumpto, Bloquete sin
cero, revelon S. Ex. ha ver esiudado todas as mi
nundencias da queslo que aoje preoecupa oMas
as attengoes.
A Cmara ouvio com a maior attengo o no
lavel discurso, apenas apparecendo de looge em
looge alguns apartes, jue apezar de ser -ra pro
feridos por depuiados jnstameoie estimados pe-
los seas talentos, eram recetados com desa.ra-
dos por impertinentes. *
Club iliterario Pinto Jnnior A
ssalo commemorativa do 7. aniversario tiease
Ciub, realiaa-se hoje, e nao no domingo proxi
rao, como foi bontem publicado.
Casamento civilNo joizo dos casnmeo
toa do 1" districto foram bontem lidos as segain-
tes proclamas:
Prineiros
De Guilbermino de Oliveira Arroda com Mar
ciomlla Elbelviaa de Carvalho Franca, so teiros.
Elle residente na fregoezia de Santo Antooio, e
ella na do Poco.
Di Jos de So iza do Nascimento com Ale: n-
drina Mara do Espirito Santo, solteiros, resi
denles (:egu"zia do Recife.
De Ernesto Leopoldo da Silva Santos com Ma-
ra Amelia de Arroda Cmara, solteiros, mora-
dores fregnesia de Santo Antonio.
ti re mi o L, Iterarlo Joit1 Bonifacio
Teodo faneciodado bootem essa sociedade, fo-
ram propoaios os S.-s. i ires de Sonsa, Arthor
Wanderley, Jos Coclbo, Manoei Bento, os quaes
estando presentes tomaram assento, seado todos
cumprimeotados pelo Orador Ribeiro de Aranjo.
Teve logar o jury histrico do personagem
Nunes Machado, o qual foi absolvido. tendo ser-
vi lo de promotor o Sr. Marcellino dos Santos, e
de advogado o Sr Hygino Bello.
Propoz se jury hitorico dos personagens fre
Caneca e Baro da Victoria, sendo para este pro-
motor o Sr. Jos Coelbo e advogado o Sr. Mar-
cellino dos Santos, para aqoelle, promotor o Sr.
Pires de Souza e advogaoo Uygioo Bello.
Em seguida en;errou- se a sesso, sendo adiada
para quinta feira prxima a contiouaco da ap-
provaco dos estatutos.
Panaamento Falleceu antebontena, nesta
capital, victima de urna hepatite chrooica, o
artista pedreiro Joo Marques de Figueiredo, que
durante longo espago de tempo trabalboj na
construeco das esugoes da estrada de ferro de
s. Francisco.
Horaem estimado por todos quaotos o conhe-
ciam e que com elle tiveram relacOts, o fallecido
deixa viuva e 6 rilhos na orphanJade, carpindo
as trales dores da saudade e da separago.
Ao seo enterro, bootem effectuado e que foi
concorredissimo, assiatio grande numero dos
seus ompaobeiros de trabalbo e amigos.
A' borda da sepultura, em nome dos artistas
all presentes, falln com muita commugo e
sinceridade o artista Manoei da Silva Pint que
inierpretou os sentimenlos dos seus collegas de
claves.
A' familia do finado apresentamos os nossos
pezames.
Pastee de m. Pedro Moradores deste
paleo pedem uos para chamamos a attengo do
fiscal da fregnesia de Santo Antonio para o mo
estado de bygiene e de decencia em que o mes-
mo se encootra.
Assim acontece, dizem-no< elles, po*que ba
um mes que por all nao apparecem os agentes
encarregados de remover o lixo que n'elle se
a:ha depositado e a a gao do sol e da chuva
coraprom;ttendo-ibes assim a saude u'esta poca
epidmica.
E' justo que sejam attendidos.
erte repentina -Fall-c-u bontem, pelas
8 horas da maoh, repentinamente, no Mercado
de S. Jos nm gaobador cojo nome nao noa
scuberam informar.
O subdelegado tomou coihecimonto do facto
e trata da vis tona cadavrica.
Pelos pobre*-O Sr. Antonio Alves Pache-
co, no iutuitode, per um acto humanitario, com-
memorar boje o 'M\ dia do faltecimento ,do seo
extremoso pai, Joaquim Alves Pacheco, eovlou
no* a qnantia de 204000 para ser'distribuida
pelas viuvaa que, por cosso intermedio, implo-
rara a candade publica e que devero orar em
favor do fallecido.
Campriodo o piadoso mandato distribuimos a
referida importancia pelas segnintes viuvas po-
bres :
Amelia Cardoso Rabello, roa da Gloria n. 76,
UNO.
Maria Joanna da Silva, roa do Padre Nobreg
2*000.
Julia Adelaide de Castio, ra do Viscoode de
Goyanna, 2*000,
llerra nia Sette, roa Vieconde de Albuquerque
n 64, 2*000.
Maria Autr.n ra de Saeta Tbereza n. 33
2*00C.
Mariaooa Pires, rna Nova n. 41. 2*000.
Eugenia Maria da Conceico, ra da Impera-
tris, 2 rodar, 2*0Oj.
Aona Maria de Siqneira, rna Rstreita do Ro-
sario n. 23, 2*000.
Antonia da Conceigo Xavier, rna das Calca-
da! n. 14, 2*000.
Arceliaa da Cruz Gouveia, ra de Santa Ceci<
lian 15.2*000.
Pesta de cnrldnde Realisoo se ante-
honu-m, conforme fdra aonunc do, o grande
concert vocal e ioflramental promovido por
urna pleiade dislincta de seoboras em beneficio
da viava e tilbos do artista Alfredo Gama.
Fesla u 1 ica e excepcional, repleta de mgicos
e inolvidaveiB attractivose protegida pelas asas
divinas da Candade, ease concert foi nm ver-
dadeiro aconteeimento, de que tolos 03 que en
i-niam os sal6es do Palacio do Governo devem
guardar as mais gratas e as mals indestructiveit
recordagOss.
Nunca, at oode nos pode levar a reminiscen-
cia, preseaciamos um qoadro to sobsrbameate
anmiravel sob iodos os pontos de visia, nunca
vimos occorrerem tantas pessoa? a ama festa ar
tiatica ..
O salo nobre do Palacio, eslava aplnhaoo d<;
disiinctissiraas familias e cavalheiros de nossa
lite social, sendo por isso oecessario qu.i a g'an-
de moltiio que acudir pressuroaa ao appetlo
ij.'.mtei'cr da digna commissao do concert se
espalbasse pela ante sala qa? precede >o memo
salo, pela sala de espera e veslibul i, que esta
v.rn repleto).
E' qoe todos os bons peroambocanos, em cu-
jos coragOfcs pnlsa fortiseimo o seniimento de
caridade iimbraram em demonstrar o interese
que tomaram pela familia do obscuro, mas hon-
rado artista que fallecer victima de umacalas-
tropbe borrivel.
Ornamentado a capricho, profusara-ate illumi
nado o salo em que se tffectuou e concert os-
tentava urna perspectiva aleg-e e magestosa.
rsalgada p'ila variedad; das libres dos vestidos
das senhoras e pela nobresa dos Un .a que elle ti-
nha em v;sU.
eveciei'iar, porianto, satisfeitiS'imas as pro
motora-* do concert cora o bMIhatjte com o
b'-ilhantiasiuosucces30 que alcaii^aram
Interpretando devtdameote os leflttffleoioi g?
raes de todoaos queestiveram preeenies, fellci-
taoMM essas sublimes propagauoraa do br-ra. pe
lo as asi atado auxilio qae vo pri fa f imilla
rje Alfreda Gama, qoe das regie* onde paira o
tea espirito derramar sobre sois -abecas, au-
reoladas pela vi lude, tfma clava de Deoijos re
gadas pela gratilo.
O pro>rramma do concert que, conregando
s 9 bonts se prolongon at s 11 1 boras da
uouf. foi (Ifimeu'e observado.
As Bxmas. Sras. e (lustres cavalheiros qae
lomaram parte nessa festa humanitaria in'erpre
tarara, com correcgo, graga e gentilesa os tre-
chos de que se eocarregaram, nao Ibes se do
regateados appliusos calorosos e enthnsias-
ticos.
-Varna feata como essa em que tomaram parte
amadores e artistas a aalleniago d.fficil, por-
que as forgas de cada concertista gy.'am eu cir-
cuios diversos.
Conludo entre os primeiros pederemos desta-
rar o Dr. Paulino de Mello, Dr. Joao Livramenio
e as Exalas Sras. DD. Julia Pinhei-o, Maria Si
queira, Maria Gaimaraes e Jada Praheiro e entre
os artistas estiveram correctiasimos a gentil har
pista da Companhia Parodi, signorina Mathilde
Jeratl e o applaud lo tenor Salvi.
m dos pianos que aerviram no coocerto e
foi gentilmente cedido pelos Srs. Pralle C,
que pozeram diaposigo di commiasao de pia
nos de que esta precisasse.
Esse piano fabricado pela casa americana
Masn Hamlie, hoje a mais acreditada na con-
feceo de pianos.
impimirao municipal Na constancia
do presente mez paga se, livre de multa na In-
tendencia municipal, airaposico de 1/2 % sobre
o va'.or locativo dos predios servidos por appa-
relhos da Recife Draioage e de 1 / sobreme3
mo valor do3 nao servidos pelos dito apare
Ibos.
Menaagem Pela secretaria da presidencia
do Estado do Amazonas tomos obsequiados com
o exemplar da meocagem do respectivo presi-
dente. Exm. Sr, Dr- Gregorio Tbaumaturgo de
Asevedo, lida ..erante o Gongreaso Amasoneose,
na seeso de 15 de Setembro ultimo.
Agradecemos a fineza da offerta.
Jutentde Da no domingo prximo o sen
sarao bimestral essa sociedade recreiativa.
Somos gratos ao convite.
Cbapelarla asdeloA' roa do Baro da
Victoria n. 42 acaba de aorir-se esse estabeleci-
mento, de qoe proprietario o Sr. M. Licio Mar-
ques.
E' um esiabelecimeoto digno de ser visitado
por acnar-se bem montado e cuidadosamente
prvido dos rticos de sua especiatidade, e que
recebe directamente da Europa, ptdendo assim
satisfaser rasoave,mente aos fregueses.
O puolico nao esqaega essa condiego, qoe
a capital.
saanirestaeae no coronel Paula Son
resComauuucaiam nos a seguiote noticia l
Os amigos do c >rooel Paula Lopes, em Olio la,
precedidos da banda de msica 13 de Maio fo-
rim antehon'em 6 do correte a noite cotnpri
inen al-o pela f-n nomeiago para commandante
nuoerior do Municipio de Olinda.
Reuniram-se para esse flm em casa do Sr. Dr.
Siqueira, sen cunhado, ponto em que tambem
foi a passeiata dissolvlda.
Agradecido o Sr. coronel Paula Lopes, mimo-
seou seus amigos com om profuso copo de ccr
veja.
Era superior a 500 o oemero de pessoa? qoe
adherirn e sereuniram para ama tal manifes
la gao.
Vapor TnaaaeaEsse vapor sahio hon-
tem na Uahia ao meio dia, devendo chegar anos
so porto b je at a= 2 horas da tarde, segaindo
com pequena demora para a Europa.
Paquet r Manau* -Esse paquete que Loa
lera deixua o porto de Alagoas, segando nos
commuoica a p.opria agencia, deve amantiecer
no nosso pnrto ; seguindo depois da indispensa-
vel demora para o norte.
Naso mercado da Boa Vista A digaa
Intendencia Municipal dVsta crpital em sua so
licitle operosa de dotat-a de melhoramentos,
que a utilidaie e bygiene publicas reclamara,
cnida em construir o novo mercado do balrro da
Boa Vista, sendo n'isto grandemente auxiliada
pela infaitgabilidade de seu engenheiro.
A nova constrnego ser elevada no terreno
baldio do Geriqui y. que efectivamente satisfaz
em posigSo as condigOes oecessarias a um esta-
belecimento d'essa nataresa, accreicendo a isso
que a sitoagao o pon'.o miis central do nocleo
populoso do bairro;
X pscolfta da pealeeo foi feliz, interesaa a lo-
dos e presta se perfeitamente fundago de am
mercado publico, qae boje mais que um casar
rao e obedece en sea lwantamento condiedes
proscriptas pela arebitectura e pela bygiene em
proveito geral.
Alm d'isso, foi anda feliz aquella escolha,
porque lenhoma desapropriago ha a faser-se,
nao sondo exacto o que a respeito se tem dito.
O terreno aimplesmente oceupato por urna
plaota de capim.
Ser mais um serv-gj prestado ao municipio a
execug d'essa idea.
doao Crrela dt CA' eisa alfaiatarla,
eaiabelecida oa raa Baro da Victoria o. 45, ebe-
gou psimamente de Pars um cortador hbil e
contrae ado p*>ra direcge da respectiva oficina.
Acna-se assim ease estabeleeinento em con -
digan van ta josa para satisfaser as exigencias da
elegancia e do bom gosto, alm de dispor de om
sortime- to novo e completo de fazendas.
Tribunal do Jury do ReciteFue
cionoa bontem este Tribunal.
A's 10 boras da manila, presentes 37 jnjzes de
facto, foi aberta a sesso sob a presidencia do
Dr. E (u rdo Cor re a da Silva, juiz de direito do
4 oisirict3, sendo submettido a julgamento o
reo Basilio Quaresma Torreo, processado em
vrtude de denuncia do Dr. 1" promotor publico
e pronunc alo pelo Dr juiz de direito do 3o di-
stricto como iocorao no art. 304 uoico do Cod.
Penal, por ter no dia 23 de Desembro do auno
passado, na travessa do Bongj, districto policial
da Magdalena ferido a Jos tbomaz de Sa Ca
valcaote que em consequencia doe fermemos
esteve inhabilitado para o servijo activo por
mais de 30 das.
O jury de sentenga compoz se dos seguintes
joizes de facto :
Augusto Leopoldino da Silva Neves.
Estanislao Alves de Assis Bulfies.
Beluario Ternambuco.
(Jlyases da Silva Cabra!.
Sabino de Paula Baptista.
Balphanio de Luna Freir.
Angosto Zacaras de Ges Telles.
Flix Nogueira Cibril.
Jos Elcsbo Borgea Ucboa.
JoSc fgoacio Ribeiro Roma.
Francisco P. es Barreto.
Jonqotm Francisco de Moraes.
Prodnzio a aecnsago o D*. Aprigio de Miran-
da CStro, adjanto dos promotores, qae pedio a
coFiiamnago do reo na peni do grao mximo
do art. 304 % nico do Cod. Penal, visto ter coa-
corrido oa pratica do crime a circumstaocia ag-
gravante da superioridade de armas prevista no
art. 3> 3* do dito Cdigo.
Dedazio a defesa o Dr. Jo? Victoria-) Alves
Maia, que demonstrou ter o seu constituirle pra*
ticado o crime em defesa legitima.
De accordo com a? dectOes do conselho de
sentenga foi condemnado o reo a peoa de 3 me
ses e meio de prisao simples, gro mnimo do
art. 3(3 combnado com o art 409 do Cod. Pe-
nal, sendo posto e da a pe"3, computada, de cooformsdade com o
dtsposto no art. 6 do citado Cdigo, o lempo de
priso prevpoliva qoe soffria desle 12 de Feve
reiro do correte auno.
O ja'y reconheceu por unanimidide de votos
a antora do delicio e attenoaotes do art. 41 %\ Ia
e 10 do Cod. Penal, e negoa tambem Dor ana
nimidade a sggravante e justificativa de legitima
def'isa, articuladas, e bem assim que 01 ferimen-
tos houvesseTi inhabilitado o otlendido do ser-
vico por mais de um mez.
Em segundo lugar foi julgado o reo Miguel
do i Aojos do Nascimento, que declarou ser o
sea verdadeiro com* Gailh^rmino Constantino
ds Lima, aecusado de hnver no dia 12 de Feve-
reiro ultimo, na ra de Motocolomb. fregnesia
de Aogados, f rido levemente a Rosendo Wen
ceslo de Souza Ribeiro, praga da guarda local;
acbando se por isto pronunciado por despacho
do Dr. jan de direito do 3o districto como ia-
curco so art. 303 do Cod. P n il.
Funccionou o mesmo conseibo de sentenga
que foi approvado pelas partes.
A defesa fot produzida pelo advogado dos pre-
803 pobres, D Luis Emigdio Rodrigues Via'ina.
O jury reeonheceu por uoauimidade de votos
a jusiibcativa de ter o reo praticado o crime eai
re=lstencia ordeos llegaes sem exceder r-s
meios indispensaveis para impedr a xe,,uco ;
sendo em vista des'.a dreiso abs.hido o mesmo
,-o e coademnada a Intendencia as costas.
Foi levantada a sesso as 2 e meia horas da
urde liando adiada para boje s 10 b.>ras,
devendo ser julgados 03 reos Joo Valdivino Be
erra de Menezes e Caetano Justino dos Santos
Mnltn-ivio administrador do Mercado de
s Jos, foii.nte-bonteta manado o talbador Ray
mondo Jos dos Sanias aa q lantia de 304 por
inf'acco do art. 129 da Ici n 1,129.
Esta malta foi recolhi la ao- cofres da Inten-
dencia.
Operaco cirargien-Foi pratteada no
ho-pual Pedro II, no dia 8 do correte, a se-
guiote :
Pelo Dr. Fernandes Borros :
Extraigan de bala da regio axilar.
inspectora Jo dlsirloto annrlti-
oae- Recifa, 7 de Outubro de 1891.
BoleUm meteoro;; glcu
4> S-3 _ -a B
oras Thermo tro cea grade Barmetro a 0 Tenso c 0 vapor -3 a a a
6 m. 25,2 758-85 9 04 80
9 26'4 '59-04 18 73 73
12 26-8 "59-41 18,57 71
3 t 2ttM 759-99 18.58 74
6 iS'4 39*76 17,20 69
Temperatura mxima27 '10
Dita mnima24,"50.
Chava 0-7.
Direcgo do ventovaria vel de ESE de meia
noite at 6 boras e 50 mioulos da manb; ESE
com interrnpgoea de E, SE e S: t meia noite.
Velocidade media do vean- 6,"53 por se
.ando.
Nebulosidade RSitr ,i3.
Bolatim do porto
% i
ssa
Das
3. M.
P. M.
B. M.
t>. M.
7 de Catabro
7 .
8 > .
8
Horas
Altar
0 26 iu (arde 0-67
6-49 2.-13
0-59 dt manh | 0-64
7-08 : 2,-02
lietleeaEffectuar-se-no 03 segnintes:
Hoje:
Pelo agente Gusmo, s 11 loras, roa da
Soledade n 28. de facioras de movis de gosto.
Pe;o agente Britto, s 10 i/2 boras, roa do
Caj o. 38, de movis, loocas, etc.
Sabbado : .
Pelo agente Gusmo, s 12 bolas, ra Mar
qu'Z de Olinda o. 48. de urna casa em Afog os.
Pelo agente Brilo, s 10 1/2 no as, na travessa
da Matriz de Santo Antonio n. .6, de movis e
outros objectos.
ailaaaa fnebreSero celebradas
Hoje :
A's 7 boras, na Con ce gao do Militares e na
matriz de S. Jos, pela alma de A fred o Lopes da
Gama.
Amanb :
A's 7 horas, na matriz de S. J>. pela alma de
Jos Gongalves Ferreira Guindar' 3 ; s 7 boras
no convento de S. Francisco, pela alma do Dr.
Luciano de Moraes Sarment ; s 8 boras, na
matriz de Santo Antonio, pela alma de D. Maria
Estepbania Pereira.
PnaanajelrosCbegados do norte no vapor
nacional P;rnambuco :
Dr. Antonio de Lacerda Chermoot e 1 criado,
Manoei Bernardino flenriqoes, Ar >erto Martina e
Victorino Silva, Vincenzo Domen .co, Alexandre
Machado, Bernardino Ramos, Joao Camardello,
Domeoico Vsrbi:ar, Francisco Fe-reira de Amo-
nm, Laiz R. de Carvalbo, snasenliorae 2 tilbos,
Dr. Jos Antonio de Oliveira Mee doea, sua se
hora, 3 fJlhos e 2 criados, W. C. Wer'.vrcod,
Theodolinda dos Saatos Porto, Joao Brig'do, Joao
A. de Mello e =ua senbora. Ante ni; do Naacimeu
to, Agripino Ferreira, Oaodench da Trindade,
sua senho a e 2 tilbos, Fernando Maguan, J. Cruz,
Candida de Carvalbo, Dr. Joaquim de Mondonga,
Dr. Belirio, Amaro Carneiro, nr Americo Car
d030, Manoei Cardoso, Cin-do Igaaclo da Costa
Seixas, Elisa Ron Coelbo c Rraiuna M. cas Ne-
vej.
Chegados da Europa no vapor ioglez ClyJ:
G B G-ay, J. W Bottomley, R iiog e asa se
nbora, George Elerar Fantoa, Rosi Mary Feotn,
Clara C Etitb F-nton e 1 criada, J. P. Cla>kson,
sua senhora e 1 menor J. A. Tbom.G. Wilson.
Ida Classen, Julios Harburger, P. Ilaylow J. Gil-
lespie, A. Botts, Dr. Jos Bernardo Galvo Aleo-
forado. Adolpbo Guedea Alcoforado e roa me,
H. Annaker, Armando Luiz da Rocha, Virgilio da
Caoba Braado, Jos Lniz doa Sinto*, Amonio
Rodrigues Moreira, Joaquim M. Garrido Bastos,
Beatriz Rosa de Oliveira, Manoei Puedes More
ra, Jacioibo Pedro de Mello, Mo lesto Pan o da
Silva, Charlea Hansingere saa senbora, Francis-
co Luiz A. de Brito, Paulino de Oliveira Maia.
ana senbora c 1 fllho.
Sabidoj para o sal no vapor nacional Es
trella >:
Dr. Rodolpbo de Farias, Bem dicto Nunes,
Looise Valgan Trebilz, Dr JoaY, Gomes Vieira
de Mell i. D Francisco de Carva lio Nobre, Dr.
A'hulea de Frettaa Oliveira, Ar.ionio Ferrari,
D-. Jos Domlngees de Macedo Costa, Dr. Jos
Francisco de Goea Cavaicaoi. Elpidio de Carva
Ibo Raposo e ?ua senbor rcliebioo Carvalbo
Raposo.
caa de DeteateaeMovim".nro dos pre
os da Casa de Detenco do Recife, Estado de
?ernambuco, em 7 de Outubro de 1891.
Bxistiam 361, entraram 6, sabtram 12. exls
tan 388.
Nacionaes 327, mulberes 13, estrangeeiros 13.
-Teta! 353.
Amcoados 2 8
Boas 272.
Doentes II.
Loaeos 4.
Loocas 1.
Total 288.
Nao bonve alteracAo na enfermara.
Hoapiiai Pedro 11--O mov ment deste
aslabelecimento de candade, do J a 7 de Oa
tubro h\ o seguate :
Bxistiam ''-''
Btssram 16
Sabiram H
Falleceram 1
Existem 606
Foram visitadas u reapactivas enlenaari- a
jetos Drs.:
Mosco30s8 3|i.
Barros Soonnno a 6 3|4
Slinees Barooea is 11.
Andrade Lima s 9 1|4.
Joaqnim Felippe s 9 1,4.
Pontaal s 10.
Fernandes Barros s 10.
Arnobio a 9 1|4.
Vieira da Caoba s 9 1|4.
Bastos de Oliveira s tO.
O pharmaceotico entrn s 91|4 boras da ma
iba e sahio s 3 boras da tarde.
Oajudante o pharmaceatico t-otroo s 8
la manha e sabio as 5 da tarde.
L,oi-ra du Rsaado do tiam-Par*
-A 7a serie da 47' lotera, deste Estado, cuj.
oreraiogrande de 2S'):000|, ser extrahid*
no dia 10 de Outnbro (sabbaao).
L-oterin do arano A 18* ser*-
la 5' lotera deato Saiado, cujo premio grande
te 300:0001000, aera extrabda no dia 14 de
Outubro (qnarta-fe nu
Ceaalterlo Posvllee-Obitorlo do dia 7
le Outuhro ae 1891 :
Jeio, Peraambnco. 6 annos Boa Vista, cacbe-
xia palustre.
Pelicidade Perp toa P. C, frica, 90 annos,
solteira, S Io;, 'uberculos polaiooares.
Luisa, Pernambuco, 5 meses, Boa-Vibta broo-
cblfp.
Antonio Gamillo da Silva P., Perr amboco, 34
annos. casado, G'aga. epilepiaia.
Manoei Joaquim de tamt'aflaa, .'ernambuco,
50 annos, viuvo, Boa-Visia, gastrite chronica.
Philadelphia, Pe-nambuco. 16 nezes, Santo
Antonio, aibrepsia.
Joaquim de tal, Perambuco, 40 -r.n) novo,
Graga. v.'fl imagio
Cosme Francisca de Paula, Peniamluco 38
aonos, casado. Bea Visa, elpphanli se Jos gre-
gos.
Esplendido MI
-E' o eorttmecio de t-hap^e -se tosas aa
qualiddea que recibeu a CflAPELABTA
MODELO.
42 Rsa do Baro da Victoria 42
M. Licio Marques
Telephone n. 560
Limpia vacciniea pata
Vende ee na pbarmacia bomeopatoica lo.Dr
Sabino, roa Baro da Victoria a. i3.
CADS1RAS
Cadeiraa com encesto da 1-oa, asagas-
ticas pora viagem.
Filas e (velas para ve>li4s
Gr-nde aortimento de fitaa em -das *
oores e qnalidades, fi vel las do anida* pv*-
te&das, pretas e de < i versas cires.
CAPELLAS
O Bazar da Bda-Viata, a roa do Imse-
ratriE n. 88, -.oaba de receber am.Ihado e
variado -aortimento de coroaa, crusea ;
cora^es de lindas flores em rosas srti
ciaes, em porcelana e ferro. Easa collee>e
o que pode haver de maia mutern
rico, e delicado no genero
Gh esp ciiil
Recebeu nova r-m asa do asMaVal''..
cb especial marca BULL D06.
Vedaihoes de Bise 't
Tem om lindo aortimento de ':>aua*s
proprioa para adorno de salaa e f 's raa
de toilet e o qae na de mas bsnito o da-
lcado para fazer um preacato, todo asi
fino SMcuit
.alaios e Gestas
Grande aortimento da balaras entra pa-
pis, costura florea, cariosa e porta garra
fas, proprioa para viagem, compras e as-
tros usos.
Ra da Imperatriz n. *88
Alfredo Lopes dbC
T*ltpk0i 214
H1H1 DEVE COMPRAS
artigoa de chapelaria oa floree, pl>s
voa, g-'aes, reodas, etc. etc., sea f
ama visita a
Chapelaria Raphael
oode ae encoatra aampra todo qaar.ti
neaaea artigoa. ha de melbor e maia nw
deroo.
2 Boa o Bario la Victoria i
Raphael Dias & C.'
Objectos para pre-
sente
A ultima novidade em delicado objec-
tos de fino biacoit e faiaaoe coloridos a
enfeitadoa com lindas florea prnpriss para
presente e enfeite de toilette.
Recebeu o Basar da Boa Vista, roa
da Imperatria n. 88.
Alfredo Lopes efe C
MDICACOES TtIS
Ods. uilkt xdcodsid
dk advooacia para a bca 15 di o
bbo m. 34 (antiga do impsradob)
Telephone n. 499.
cllr*a
___MEMORIAL___
Galoes dourados
Pitas prateadas e -looradas, a ndtma noridade
para enfeite d Utas de camaloie em todas as core? eiarguras,
receben o Bes-ir da Boa Vista i ru.i da Impera-
trisn. 88.
Dr. Joaquim Loureiro medico e pkrtsi-
ro, cnsul torio roa do Cabnga n. 14,
l.* andar de 12 a 2 da tarde; retid ene
no Monteiro.
Dr. Tavares de MeUo, medico peto Ya-
c Idade do Rio de Janeiro, di consulta*
das 12 a 3 horas daa tarde, oo largo ais
Corpo Santo n. 15, 1.* andar: recesa
chama Jo a qualquer hora na sua residas
ca no largo da Pa n. 41, m Afogade*
eapecialidadea: molestia de pelle e si
p bilis.
Dr. 8 Pereira, roa da Imperatri* a. 8,
d consultas medico -cirurgicas todos sa <\u i
das 8 ao meio dia, menos bm domsngoa s
diaa santificados.
Conndiorio medico eirwgicoDr. Sim-
plicio Mavigcier, ra da Cadeia n. 27
1, andar. Residencia Rna ci'Aurora
o. 131. Telephone n. 392. Chamados a
qualqner hora e por escripto.
O Dr. Lobo Motos d consulta sm
saa casa roa da Glora n. 39, daa 1C
horas da manha 1 da tarde. Achaads-
se fdra do ser7oo publico offereee-s; os*
acudir a qualquer chamado com prozspt-
tSo para fera da cidade. Especialidad?n,
,operac5es, partos e molestias de seolu>rs
o de meninos.
OteolUt s
Dr. Ferreira, com pratica ates r-ae-
OAa ospitaes o clnica de Paria e Lon-
dres, d consnltaa todos os heraa ao meio-dia. CorjirJtorio s rae-
d a.
Dr. Barreto 8ampaio, occalista, ca eoa-
ttitaa de 1 s 4 horas no .." ardor Ja
casa ra BarSe da Victoria n. H. &**
dencia a ra Sste de ietembro a. J4,
entri da pela ra da Saudade n. V
Dragar). *
Furia Satf^nho <* C. drogcis-. s ,,..r atav
cado, rna do Mirqoea tic "l oda 41.
Francisco Manad da '--t t C -. i sama
tirioa de todas aa especi tss-
centicaa, tiutaa, lUBgsa, sfltsjeta :himi-
zo a medicamentos homeopa?.~c, ra as
Mrquez de Olinda i
Curso de prestarate-rlo*
O bacharel J. Thiago da T'onacca lss>
cioca cm coUcgioa, e casas paiticiiarcs aa
seguintes materias : Portogncz, Praacea.
Inglez e Historia.
A tratar n'eata Redatco, oa em so rs
sidencia roa da Palma n. 57.



I l.tVH t
--


Diario de Pernambuco Seila-feira 9 de Outubro de 1891



PlBLIfAfOES A PEDIDO
tamarac
Jamis ama populado inteira esperou
to choia de auciedade e sobresalto o re-
soltado le ama elei$o, como a popm'aclo
de tamarac esperen o da eleicao manici
pal'de Goyanna.E que o povo de It_ma
rao sentindo,conhecendo que os bous direi-
tos e sea bem estarestSo em pengo ante um
ininaigo que o amanea e que si nSo encon-
trar resistencia fortissima principalmente
na manicipalidede, de certo ir perturbar
a paz e o bem estar que tem existido n'a-
qaella ilha ha tantos annos, o povo n'esta
contingencia, esperanzoso, converga todo
o sea olhar para aquella eleicao de onde
esperava surgir urna municipalidade que
conhecendo tamarac e reoonheceno as
vantagens que existem na democratisac&o
do solo, ooncorrosse para que os habitan
tes d aquella ilha nSo fossem obrigados a
retirar se d'alii ce leudo as suaa pro jrieda
des em beneficio do Sr. Maia que acobcr-
udo com o titu;o d8 beneficio pub ico tem
por fina nico e exclusivo enriquecer com
ama meia dusia de protegidos que n.
perdem oooaaiSo nem se cansom de espe-
cular com o trabalho do povo em utilidade
propra
E felizmente a municipalidade
tod s os habitantes de Itamacar
vam e para que tanto trabalharam foi jus-
tamente a que est eleita, urna municipa-
lidade composta essencialmente de horneas
serios e frente del,' estajeo ai o prefeito
o Exm Sr. bario de Itapissuma, prest
moso chefe poltico d'aquella 1 calidad;,
homem resonhecidamente honesto, que
tem se interessado sempre pelo bem estar
U'-q.iella ilha e em quem todos os hab
tantos vem garantas fortes para os bous
direitos ameacados.
O juiz de direito, o Dr. Abdias de OH*
veira que j tem estado em tamarac
sendo sympathisado por todos os habitan-
tes que reconhecem nelle um magistrado
correcto e um cavalheiro distinctissimo,
assim como o promotor publ co o Sr. Dr.
GaimarSes que tambem estove nquel!..
ilha sendo igualmente considerado, estes,
estamos certos, e todo o povo de tama-
rac confia que hao de se oppor a que
aque'la ilha seja reduzida ti urna feitoria
dirigida pelo Sr. Maia.
que
B ainda mais esperanzoso est o povo
de tamarac sabeudo que os negocios di
agricultura estilo entregues ao honrad)
Or. Rodolpho de Aranjo que se tem tu-
nado um dos defensores d'aquella infeliz
ilha maniteatando se sempre em favor
della.
Portanto com estas bases firmadas ainda
mais pela opiaiSo publica, os habitantes
de Itamara:, unidos, calmes e onsciis
de seos direitos nada podem tom.r e a
contraro devem esperar corajosamente
porque a justica se far.
HeUaatio Chao*
Somos sorpreneudidos com uoticia de nova
eotativa para a encorporacao de ama compa
ubi? qne se proponba a explorar o privilegio
Cnan, privilegio que foi comprado por am sya-
dica'.o.
B' sabido por todos nesta cidade o criterio
com que capitalistas e bomens serios de nossa
praca repelliram em tempo semelbaote empresa
ja por si condemnada.
Picaram entao coaveacidos de que oeobuma
musira nova tiobaai a explorar, orna vez que
c> proprio Cnan j oaniinba em Porto Alegre
ta manos annos ama renaco servida pelo seu
systema sem ter eoosegnido jaoais levar vanta
gem a tantas ootras que prosperavam com o
o systema amigo e rotineiro.
V.ram mais qne seria impossivel obter um
producto melbor do que aquelle offerecido ao
consumo pe i systema bracal tendo serias duvi-
das quaoto a apregoada e mui problemtica eco-
noma no fabrico.
Wm agn a proposito lembrarmos as con-
stantes investidas qne se tem f-ito para neg
ciar-ce o tal systema no Rio sem xito. Entreunto os caoitaes sao abun-
d in Jantes n'aquella praca e a industria de reli
naci explorada em tao larga escala qne nao
poue baver termo de compareci com a que
existe entre dos.
E'portanto inoitivo que 3e na grande capital
tem sido rejeitada semelbanle aro.'a porque
realmente ella nao presta ; nem m 'smo servio
anda para fazer valer os provenios de urna boa
meo; pora*.So II
Someote aqu onde menos probabdidaJe tem
de xito, pela facilidade em aiqairir a materi i
prima que se insiste em aemelbaoie empn sa ?
Conslou nos que procu a-se os oom*)s de p--s
soas por todos os ttulos rcspeitaveis para Qgu
rar na ineorporacao o que nao acreditamos
principalmente agora que a i ompanbia Industrial
Assaearcira esta prestes a inangarar no Rio de
Janeiro urna grande retinara e eneeou a esta
cidade o digno gerente Sr. Dr. Arru a Beltrao do
i. e esse de impnlstonaras ohras da Grande Refl-
Da^ij de Campo Grande, talba *a sem duvida a
fazer urna completa revolac&o as reaacoes de
mancar.
Sendo assim < acbamos lgico que o syrii
calo Cbao organise por si mesmo a grande fu
bilca que outra causa nao sera ella seoao mis
urna renaco que se vem cacravar a viate e
tantas que existem entre nos j maito sTeit-s a
goerrearem se e d'abi auferirem lucros fabu
osos.
Que se tente porm a organisaco de ama
companbia nao acreditamos ; (loamos porm
prevenidos para proseguirnos em nossa an.
lyse.
Industrial.
El
O i
COMMERCIO
Solsa (ommcrrlal de Peroitu-
buco
:ota4Ces ofkiclaks da JUNTA D08 COR-
EKCT0BE8
Praca do Recife, 8 de Outubro de 1891.
Accoesda compmia Agrcola Mercantil valor
400*000 a I!01000.
Cambio sobre Londres a 90 d/v 14 3/8 d. ror
-,t o banco.
Na Bolsa venJeram se:
18 Acetas da Companbia Agrcola Mercantil.
O presidente,
A. M. deAmorim Jnior.
O secretario.
Candido C. G. Ale.forado.
dos devotos e devotas que ho de festejar
o Senhor Santo Cbriatt dos Milagrea
que se venera na egreja de Divino Es
pirito-Santo, na 3.a domioga de Stem-
bro de 1891.
Juiz perpetuo
O lllm. Sr. Bartbolomeu Loorenco.
Juiza perpetua
A Exma. Sra. D. Mara Teodora d'OIiveira
Mello.
Juiz por eleiclo
O lllm. Sr. Antonio Pinto da Silva.
Ja iza por eleicao
A Exma. Sra. D. Basiha Amalia da Cista Car-
valbo.
. Juizes bemfeitores
< >. Illms. Srs. :
Major Jos Elias d'OIiveira.
Antonio Ouarte Campos.
Antonio Pacheco O as Torres.
Dr. Laurino de Moraes Pmneirj.
Commendalor Albioo Jos da Silva.
iluto l G ncilv-s Estilla.
TABELLA DAS ENTRADAS DE ASSCCAB B AL
QODAO
Met de Outubro
Jn>zas bemfeitoras
As Exmas. Sras.:
Esposa do Sr. Antonio Pinto da Silva.
E-posa do Sr. Jo.- Nogaeira de S asa.
Esposa do Sr. Maooel Vieira Neves.
E.posa do S' capillo Antonio Ignacio d'Albu
querque Xavier.
E-po-a do Sr. Manoel Gcncalve- Agr.
E-posa do Sr. Dr loa. Baptista Guirana Costa.
Juizes protectores
0 Illms. Srs.:
Auti/bio Augusto dos Sanios Porto.
Jjaquim de Soasa Mooteiro.
J laqom Jorge da Pooseca Ba>tos.
Dr Franc scu JacinWo de Sami aiu.
Olegario Saraiva de Carvalbo Neiva.
Csroac! oi Pinia de Qlijeir'..
Juizaa pro^tjBas
As Exmas. Sras.:
D. Leonor Bastos dos S.ntoa Porto.
E-p -a do Sr. Miooei J aquim Ribeiro.
E-posa do Sr. Jos Feroaodes Lima.
Esposa do Sr. Jos Ltoacio Avila.
Esposa do Sr. Francisco Botelbo de Aodrade.
E mos.
Juizes por devocio
Os iilms. Srs.:
Jos Paulo Botelno.
Manuel Goocalves Agr.
Dr. Manoel Flix Guiraoa.
Antonio Victorino Avila,
Jos ii'Alm^id R^br-llo.
Dr. 0 -iso Tertuliano Fernandes Qulotella.
Jaitas por devocio
As Exmaj. Sra.:
Esposa do Sr. Francisco Jos dos Passos Galma
raes.
Esposa do Sr. Fon'ino Aivim da Silva.
E-p..-a do Sr. Frederiro MagalhSeg da Silva.
Eiposa do 8'. Joaquim Pires da Silva
Esposa do Sr. Feliciano Cesar Duirto Ribeiro.
Espora do Sr Djmibgos Jos Avila.
Commisso eocarregada da festa
Os S s.:
Manoel Goocalves Agr Filho.
Mano 1 lldefun.-o Ferreira Maia.
Consi.-tono da egreja do Espirito-Santo, 28 de
Seiembro de 1890.
Sip-nsitivo, commuuica a quem inters
var posea que est om plena oapaeidade
civil a administrar os beos da predita
Irmandade ; sem inteivenoSo de outra
qualquer entidade secular ou eoclesias-
tica.
Por isso nSo tem raaSo o annoncio da
commisso oomeada pelo Governador do
Biapado, que actualmente nio tam com-
petencia para de qualquer torma rumia
cuir-se oos negocios da Irmandade ; sen-
do irrito e nato tudo qaaato tizer a mes
ma commist-So
O EscrivSo nterin
Victoriano de AragcLo
ifeZa.
A' ana extremosa mad rinda
D. Gonslantina Francisca dos
Santos O.as
Pelo sea feliz anni versarlo natalicio
I
Des.ja uutroH tantos annes
de existencia
Constamina Gentil Ribeiro.
Recife, 9 de Oumbro de 1891.
Entradas
Barcacis.....
\cimae8.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S. Francisco
dem do Limoeiro.
Vapores......
Semina
Das
1 a 7
1 a 8
1 a 8
1 a 6
1 a 6
1 a 8
Assn-
car .
Saceos
28o4
iz
30
323
366J
Alvo
do
laces*
19ft
3G6
52
47
28
i
ons slorii, da Irmandade das
Almas na ni ili iz d > turpn San-
tueu 7 de utubro de 1891.
A meza regedora da Irmandade das
Almas erecu na matriz do Uorpo Santo,
eleita legitmamento ten lo interposto up
pelacio para o Superi .r Tribunal da ite-
l-^ao Metropolitana da iegal deciso do
Sr. Governador do Bispado, qu tanda-
do em meatirosaa nformagSes suspen-
den a ; te do h sua appullagao effiito
L bretos
Da Lucrecia
A' vendn nos seguintes pontos :
Livraria Quintas.
Caf Kuy
Cat amargo.
Survete Familiar,
e no th.atrj, nlite.
A empreza Orion tem igualmeute
expnstos a venda c lieui,i5 -s dos libretos
du cPuusto, Puliuto, Luca de La
roemour, Baile de Mascaras e Ruy-
Blas.
A tra'ar no escriptorio do Diario
com o Sr. Moreira Das, director-gerente
da empresa.
Pbarmacia Marti u, roa Duque d Caxias n.
DEPOSITO GERAL
Vendas em groseo e a rutaiuu.
tina Estrella do ..osario n. 17
ftaMMBllO
9193 1(62

ansaata
Cambio
PBAQA DO RKC1FK
Principiaram hoje os bancos a taxa de li pa'n
saccar, cfferecendo mais tarde a 14 1/4 e 14 3/8,
realisando algnns negocios a estas cotacoes.
0 mercado fecbon firme.
PRAgA DO RIO DE IANEIKO
Abri o merca to a 14 1/4 bancario, saccando
o London a 14 3/8 e alioal a 14 1/2 sobre caixa
atriz de Londres.
Banco da Bolsa
RECIFE, 8 DE OUTUBRO DE 1891.
Tranaacces efTectnadas:
>00 Lettras bypo'becarias
do Banco Emis^or do
valor de 100*'00 de ju-
ros de S % ao anno 83*000
Offereceram
i5 Acetes da Companbia
Trilhos Urbanos do Re-
cife a Olinda e Beberibe
do'valor de 200*000
150 ObrigajOes preferen-
ciaes daCompanbia
Agricola Mercantil do
valor de JOOJOOO de jo-
ros de 6 /, ao anno pa-
gos semestralmente em
t de" Marco e i de Se-
tembro
Vender Gomar.'r
ao par
196*000 195*000
CatiH'ea de gneros
A8SUCAB
Para o agricultor
raneo por 15 kilos. 3*500 a 3*900
borneaos dem dem. 2*600 a 2*8 0
Mascavado Hem dem 2*200 a 24'"0
Jrnto secco ao sol idem dem 1*800 a J*;;00
rnto melado dem idem 1*300 a 1*500
Usinas idem idem .... 3*700 a 3*900
A exportaco ate 4 do correte consta de....
4.613 saceos e "11 barricas de assncar branco,
pesaodo 424 073 tilos ;< 2 848 sacecs de asen
:ar xascavadu pesando 266.100 kilos.
Algodo
Cota-se Domioal u 9*200, pelo de boas proce-
dencias.
Ha graode procara deste artigo no mercado.
At 4 do corrate foram exportadas 4 806 sac-
as de algodSo pesando 36.000 tilos.
Borracha
Cota-se nominal a 22*500 por 15 kilos.
Ccuros
Seceos salgados na base de 12 kilos a 505 re-'.
Verdes nominal 335 res.
el
Por pipa de 480 litros 60*0(0 ba falta no mep-
:ado.
AlCOOl
Por pipa de 480 litros de 190*000-
Agurdente
Por pipa de 480 litros 100*000.
Foram exportadas at 4 do correntc 175
pipas.
iniportacSo
Vapor francos Colonia, entrado do Ha
vre e Lisboa em 6 do correte e coasi-
gnado a Augusto Labille.
Carga do Havre
Agua Uiineral 11 caizat a Companbia
de Drogas e Productos Ohimicos.
Azeit 10 carias ordem.
Amostras 2 volames a diversos.
BitataB 200 casas ao consignatario, 20
a Maia Silva, 2 )0 a Companhia Indus-
trial e Commercio de Estiva.
Jui-iSjs 1 caixa a A. Maia & Rodrigues
Carnizas 1 caixa a Francisco Qurgel &
Ir .a a.
Capsulas de cstanbo 1 caiza-a Martina
Viegas e corop.
Cacbimbos 1 caixa a Netto Campos e
comp.
Chapeos 1 caivao a Jiaqum Qncdves
e comp.
Conservas 1 caixa a C .rv Cidra 20 caixas a Drogas 16 caixas a Uompanbia de Dro-
gas e frodujtos ChimicoB, 6 a Franciaco
Manoel da Silva e comp., I a M.rtins
Viegas e comp.
Ferragens 3 volumes a Albino 3ilva e
comp., 1 a Ferreira Guimar5es e omp.
Instrumentos de msica e livros 1 ca
xa ordem.
Licore 5 caixas a Carvalbo & C.
Livros 1 caixa a Jo&o W. de Medei o'
Liabas 1 coixa a Gomes de Mittos Ir-
ma' s.
Manteiga 30 barra e 30 meioa ditos
Companbia Industrial e Commercio de
Estiva, 20 e 30 a ordem, 40 e 6j ao con-
signatario, 1J caixas ordem
Mcrcadoria8 5 volumes ord ; j, 1 a
Duarta e comp., 1 a Maia e Silva e
cemp 2 a Ces*r L >pas e comp., 2 a Qo-
Ties de Mattr.s IrmSos, l a Francisco
Qurgel & IrmSos, 1 a G.imarS Bastos
e comp., 9 a GuimarSes Lima e c>mp 1
1 a A. D. de Lijia, 5 Haooel Collayo
0 comp., 1 a Netto Camp s e cjmp.. 1 a
M a 1 Kobel, 3 a Francisco Laura e como ,
1 a GuimarSes ''crdosj e comp.
Materiaes o ra engenho 40 v)umcs a
E D 271 a t'om^auhia Industrial de
P^rnambuco.
Machinas 1 caixa a J. de Macedo.
Macninismos 9 volumes a Compaohia
I.'.du8ii! de Chapeos.
Perfumara 1 caixa a A. D. C. Vanna.
P. pe! 1 caixa a Ma;a e Silva.
Porcelana 5 caixas a BaMOH IrmSos,
1 berrica a Deodato Torrea e eomp., 2 a
J D. Moreira.
Qneijos 10 caixas 1 fardo a Jos Joa-
ctuim Alves e comp.
QubdroB 1 caixa a Focsrca IrmSos.
Sapatos 1 caixa a A. D. C. Vianna.
Koupa 1 caixa ordem.
Tapetes 1 caixa a Frauc'^oa Gnrgel &
Irm'os.
Tejidos 4 caixas a M noel Ua ,'unh;.
Lobo. 1 a D. P. Wild, 1 a Paul Julien,
1 a Alves de Bntt < e oomp, 2 a K dr>
g es Lima e comp., 1 a Netto Campos
e com ., I a Azeved > IrmSos.
Viabo 15 caixas h C rv .Iho e comp.
Vidros 1 barrica a A. M. & Rodrigues,
1 caixa a Fo- Beca IrmSo, 5 bar icas a
'ompanhia de Drogas e Producto Ohi
m c is, 2 e 1 caixa a Deodato Torres e
oamp., I a J. D. Morer*.
Carga de Lisboa
Azeite 12 caixaa a Soares do Amaral
IrmSos, (em trasito par Pinedo) 60 a
Companhia Industrial e Commercio de Es-
tiva, 6 barra a Manoel Pires.
Allusem* 10 saceos a Fernandes & Ir-
mSos.
Batatas 100 caixas a oaquim Ferreira
de Jar valbo fl comp., 100 a Companhia
Industrial e Commercio oe Estiva, 50 a
GnulveB R-.sa d Fernandes
.'eb trial e Commercio de Estiva.
Cal 50 barricas a Pinto Alves e comp.
50 a L >pes e Araujo, 50 a Joaquim Fer
reir de Carvalbo e comp, 50 Guima
rites Coimora e Sobrinho
Maesa de tomate 4 barra a Manoel
Pries e comp
Macas 14 1(2 caixas a Ferreira Rodri-
gues e comp.
Passas x8 caixas a E. M. de Barros.
P.-leame 4 caixas a BeltrSo e Cost
Uvas 15 i? caixas a Fernandes e Ir J
mSo, 30 barricas a E. M. de Barros.
Vinho ,5 pipas e 50 barricas a A.
Maia da Silva, 5 e 30 a Silva Guima-
rSes e comp., 0 a Joaquim Ferreira de
Carvaihi e comp., 10 a Pojis Mendos e
comp., 21 a Luiz de Oliveira Lima.
Hiate nacional lamelia entrado ^e
Mosso em 29 do pascado e consignado
a Manoel Joaqmm Pesaos.
Sal 337 alqueiros a ordem.
Hamburgo barca norneg* Hyanact
entrado em 5 do correte e consignado a
Funseca Ir raaos e comp.
Arroz 100 sacecs a ordem. *
A ido sjlfuric) 5 voluaes a ordem.*
IJ.'.ii .a 2 caixas a Companhia de Dro-
gas e Productos Chimic a
Cervsja 40 caixas a SuJaer Kauffmaan.
a oomp.
miento 250 barricas aos con;igr,ata
nos:
Clorido de ca' 5 b.rricas a ordem.
Conservas 1 c .ixi a II. Lundgran 8
comp.
Enxofre 20 barricas aos mesmos.
Espoletas 1 caixa a O iveira Bastos
comp.
Ether 2 oaixaa a Compa:hia d'j Dro
gas e Proauotns Chimicos.
GarrafSes 1400 a ordem.
Louca 5 grades a J. de Majjdo, 3 a
Domingos Cruz e comp., 22 a Joaquim
Ferreira de Carvalbo c comp., 4 a Uue-
des de Araujo e Fbo.
Machinismos 182 volumes e peyas a H.
Lundgren e comp.
Mercaduras 17 volumes aos mesmos.
Pianos 1 caixSo a Manoel Coliseo e
comp.
Para fina 15 caixas a ordem.
Potassa 150 barricas a ordem.
Papel 33 caixas a H. Lungren e
comp.
Dito de embrulbo 300 pacotes a .ide.n
A/s victimas das febres
O elixir and febril Cnrdoao, appio-
vado euj ti de Marco deste anno pela inspecto*
ia ral da junta de bjgeutdo Rio de Janeiro
"sn boje apresentar-se bomanidade soffredo
-a do mundo inieiro, como tabn de salvuco qui
o infeliz naufrago be enviada por mao oroni
tente.
Orllxlr anll-febrll Cardlo applica-
lo em muius-iio- casos de feores tem com<
3or milaKre, levantado do leito da dor a comph
os inonbunnos.
Este remedio, composto smente de vegetaet-
oteiramente inoffeaaivo, ainda mesmo oa mair
aimosa e tenra enanca.
As senboras, no estado de paridas, oa no pc-
iodo de incommodos nata raes, podem usar sen
Meio alnas.
Este elixir j bem conbecido de alguna Srs.
uedicos de todo o pas. 6 o mus seguro e p*om-
uto remedio contra as febres, e com especialida-
e contra a febre amarella, erysipelia e bexigf
Je qoaiqaer qaalidade.
Modo de usar
A's criancas ute um anao 8 guitas de S em 2
loras em nma coiber ds de .opa ebeia d'agou
'ni..
De um anno a tres 12 gottae ; de tres a dez 20
uiias; de dez anuos em diante 30 go'.tas
Oh Srs. clnicos podem augmentar ou diminuir
60 gotia por dosp.
Deposito
Recife:
Ccmpanuia de Drogas e Productos Cbimicos.
Santo Antonio :
Nacional Pbarmacia, roa Larga do Rosaric
i. 35.
PDarmacia Oriental, 'ua Estreita do Rasarn
i. .
Pbarmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario S>
Vintoris o 14
297 a Soares de Amaral IrmSos, 516 a
Ferreira Rodrguez e comp.
Phottphoros 5 caix5-s a Onvira B-s
tos e comp, 10 a Joaquim Ferreira de
Carvalbo e c-mp, 120 a erdem, 10 a Silva
Marques e comp, t,0 a Gomes de Mattoa
Irruios.
Salitre 150 barricas a II. Luudgreo e
comp.
Ta'as 25 barricas a Companhia de
Dr.igas e Productos Chimicos e 4 a or-
dem.
N. 141
Recife. 21 de Setembro de 1891.
lllm. Sr. M.moel C irdozo Jumo .Seria nma
grande falta de recoubecimeuto da micha parte
se deixasse de participar-lbe o> ffeito de sen po-
deroso Elixir anie-febril Cardn, em mimap-
pluado.
Em das da semana passada, c eguei na mi-
aba residencia, que < a roa E-irc lido Rosario
o. 19, com um auieac i de erysipella, e tomei om
banbo, resaltando iho o recolDimeolo da dita ;
quanao no da s^gointe, comparec* o Vmc. e ap-
plicoo me o sen poden so E xir, conse-
guindo o reaparecimemo da moma e conti-
nuando a tomar as dozes por si or leadas ron
segu no prazo de tres das ach r me de lodo
reMabelecido.
Agora resta-me agradecer-lbe p ta admiravel
cara qne acabo de obter com oseaElixir,
podendo Vmc. fazer desta o aso qae lbe con-
vier.
De Vmc. .migo criado e obrigado.
dorado da Silva Jisiro.
N. 142
Cidadao Manoel Ciriiozo Jnior Sendo ac
comedida mi ubi Bobunha de varillas conOaeo-
tes, (' qaando me apparecea o Cid; itao Fi-ii.-mi-
oo Rapuzo e pedame que quena ap >licar om
remedio, o qual era O Elixir ai ti febril Car-
Jozo em lo oda hora fez appl' .gao, qae no
da seguate j se divolgavn alausas melboras,
e ernlirn acba se restabelecida.
Fi lici.o vos pela vossa de.-cobe'ta e muito
cuidado qae tornou o Cidadao Raposo para o res-
tabelecimeato de miaba sobrinba.
Pode taier o aso qae Ihe onvier desia minha
derlar gSo, certo de qne sempre qualquer dos
cidadus me acbarSo prompto a (amprir soas
ordens.
Travessa de Jo5o de Barros, 14 de Setembro
de 1890.
Joao Alves de Salles.
(Estavam reconbecidasas firma?.)
-
Dr. Bastos de Olivara
Participa aos amigse clientes que mu
dou sua res.deccia para a i ua do Dr
Jonquim Nabuco n. 2 A, Capcngs.
Tclepbone n. 365.
oem aproveitar-se oa ahci rcea do antigo__
do. Por ertas s mples consiaeragoVs perceoe-ae
para logo as grandes vaoUgetH que rr*Harss>
para os cofres da munlcipali tade si a rtostra-
ccao 16 r levada a e ffeito na roa de Santa Crax,
onde esta o vtlho ediOcio.
A quertao de despexas de superior impor-
tancia.
Nio se pode negar que o impo.-to qae o eon-
tribainte paga o tracto de cea ?u. r o pro
ucto do seo honrado trabalbo na iota diaria e
cooslaote da vida.
Por consequencia preciso con vi r qae todo c
escrpulo deve ser observado na dietriboicio do
seu oinbeiro.
Si o mercado em Giriquiij costar moitoma>
dinbeiro do qne seodo aproveilado o velbo di
roa de Santa Cruz, nem seqoer om momento de-
vem hesitar os Sr-. li.tend nlrs.
Deciaam se presto, porque a nece-idade 4a
um mercado no b uro da Boa Vista por lodos
reconhecida, e sua prefrrencia a que a-ja ai.tes
na roa de Santa Croz do qae em Ginqoiij, in-
dis.u ivel, poiquaaio a todos os e.piriios des-
prevenidos patete e clara.
Aioda mais, esse o defejo a vontade dos ha-
bitules do Dair o da Bo.i-Vista, e os Srs laies-
dentes como legnimos mandatarios pevo sao
pcdetD eob pretexto ncnbnm, fort-r sea aiteo-
der as reclamag&es de^se mesmo povo. Por
cooseqoencia esquecei vos Jessa idea de Gi-
tjui y, que em ma hura loes sorgio oo e-pinto
P eis zeiado.es dos dinheiros dos coninbeln-
tts temes o rigoroso dever de ectnomiral-os.
Gastar, sim. mas gastar bem.
Anima nos a esperanca qo" a vossa decisat
oao ser contraria aos inleresses da popola(i
do bairro da Boa-Vista.
Tudo amos da vossa iodepeodencia de car-
cter, da vossa rectido > do vosso pairijtissso,
porque to estes os attribuios qae oroam as vos
saa peracnalidades.
Decid-vos pela ra de Saota C-uz mais na
relvame servigo, de lanos qne ja t- oles pres-
tado, lteslar a vossa passagem pea aominis-
trago municipal e a gratiriao popular dir cos
teda a jurtiga qu* ella foi boa porque foi HB,
proficua e probi losa.
L.'uioramos por ultimo aos dignos Srs. In-
tendentes que a defapropriagSo em Giriqoil; i
de 16 predios, sendo 3 sobrados, e na roa de
Santa Cruz apenas de 6 casas de pequeo va-
lor ra L*-o Coroado.
RfCife, 5deOoub-o de 1891.
Alguns habitantes das mmtimcSet do mtrcaic
A' dlgaa latendenela
CoalderugO!S da maia alta relevan-la nos
obngam a Mr pela mpreosa dirigir um appello
do esclarecido patruti.-mo e recti o d.s Srs
E J i muoicipaes.
Como sabido, agita-sepreseuteoiente a qoes
i da MiQ-.ru gao de um mercado no bairro da
Boa 7it-t .
A ereolna do local, porm, tem proleiado a
defiuu.vi si li cao do a -unuto.
Querem un." que o mercado tc i cooslraido
i-.i u quoy, niel nan--e cotros pilo aprovtita-
meiitu no aiiigo mercado da roa de Santa Croz.
E' a p efen ocia de um local ao oulro que vu
moa intiiunr. esperaodo levar a :oovicg5o ao
espirito d. s Sra. luieodeotes, pediudo Ibes des
de ) a soa preciosa aiienco.
Para a edilicagao do mercado em Giriquhy,
f.zmist-r. alm da desapropriaci. de g ande
numero de precios, um enorme a erro de um
ni-trj e tan>o; d'abi excessivas despezas que
in-viiivelmtote iro entrar os cofres muBici
paes
Em contrario, porm, para que se levante o
pruj-ciad ediU io no local do anti.-o, compa-
ativa nent" muito menor o numero de casas a
dp..iiirnpriar, accresendo que [iJe-se munn
.
Kxuortaco

UCira. 7 Dt OUlUBBO DB 1891
*aro o exterior
No vapor iaglez Acjr, para Liverpool.car-
reeaiaoi.
II. Forster & C. 3j0 saceos com 44.230 kilos
de assucarmascavadj.
So vTrpjr americano Segurando, para N.w
York, carregoa .
tossbacb Brothers, 2i,360 pellos de cabra.
Paro o interior
Nj vapor francs Colonia, para Uo de Jane
ro, carregaram :
Compjubia de Estiva, 1.C03 saceos cosa 60/00
kilos ue milho.
Guimaras de Valente, 1,010 saceos com 6J.C00
kilos de milbo.
F. Costa 4C, 700 3accos com 42 000 kilos de
milbo
Coota Ferreira & C, 20 pipas coa 9 200 litros
de alcool.
Para Sinloa, carregaram:
J. Bailar v C, 127 saceos con 7,620 kilos de
assucar branco.
S. Guimar&es k C, 30 pipas com 13,800 litros
de a^uardece.
II. ..urle*C, 1,275 sacco3 com 76,500 kilos
de assucar branc i.
D. F. Porto Balar, 25 pipas cem 11,759 litros
de .- ol.
E C. Beltro & Irmlo, HO saceos com 12,500
kilos ae cal preta, 50 'larncas com 3 000 kilos
de assucar branco e 300 saceos com 18,0(0 ditos
de d.to mascavado
o vapor nacional Pernambuco, para Babia,
carreeon :
J. G. da Cunha Pern, 6 barricas com latas de
doce, pesando 480 kilos.
I".ir- Rio deJaaeiio, Cirregaram :
P. Carneiro & li, 1,200 saceos com 72,000 klos
de asquear mascavado.
L. A. da i:os a. i3,t00 cocos, fructa.
C. J. da Silva Guimares, 200 saceos com ....
12,000 kilos de assucar branco.
Jjijuitn F.iria, 1 barrica .ora 15 kilos de
uo^e.
Costa 4 Fcrn-iales t0,O0O cocos, fru.li.
.No vapor nacional Manos, pa Ceir, car
reou :
J. Mirtina Oas, 7 caixa* com 238 kilos de
rap.
Para o Para, carregara c :
Foisecj irrnaos C, 3,000Cillas com 39.COO
kilos Jas.bao.
E. C. B.llrio* IrxSo, 50 biricas com 1 500
kilosde-siocar retinado e 100 ditas com 4,105
ditos de din brando.
E C. Beltrao 4 Inr.ao, 13 barricas com 738
Kilos de assucar branco e 8 barra com 768 litros
de agurdente.
Nj rapar nacional Ota, para Pcntdj, carre
goo :
Joaode Souza, 50 caixas com l.i'O kilos de
cbao,
No hiate naciooa! Deus te Saloe, para Ca
mossm, carrci:uram :
E. C. BeU'5o5iSt IrmSo, 25 tarricas com 981
kilos da assucar branco.
P. Alv^s C, 0 barricas com 360 kilos de
assucar retinado.
N j iiiale nacional Neptuno, para Mossor
carreja rara :
S. Nogueira 4 C. 2) barris cora 1,600 tros
dme!.
Na barcaei Corre'.o P.imAv/ino, para Pa-
rahyba, carregou :
Joao Baptista, 100 caisas com 600 litro3 de
gentbra.
Vautt ds 4.11aatiesa
SlMtiV* OS 5 A 10 PE OtTtBBoOI 1801
Alcool (Utro....... 411
godas em rams ikilo) 533
TOS com Cas..a o) 80
assucar retinado (Kilo, i9-i
tssocar Draaco (bilai 246
asacar mascavado alfil ... 117
ia^Ho de mamonas (kilo) ... 126
iorracna de leite mangao. (kiloi (1300
(Cachaca 218
.ouros seo.-os espicnados (kilo) 510
-ouros seceos salgados (kilo) 450
ouros verdes (kilo) .... 300
Connnbos(am) ... 1570
.jrogos de algod&o (kilo) 30
;arrap?teira (kilo) .... 133
arreo de Cardl (ton.) !8#000
aco (kilo) ....... iOO
>et bom (Kilo) ... 800
.af>' restolbo (kilo) OO
Caf moido (kilo)...... (*00
.arnaCa (lulo 533
'Jera vegetal (kilo)...... w
Canna (li ro)....... 220
Cal (litro)........ 10
Marrana de mandioca (lito), r 56
ieaebra (litro)...... 4)6
iraxa (sebo) ...... 483
.aborandy i.m fblha) vilo 200
Leite de mangabeira (kilo) 1*5*66
del (troi...... 90
Hilho(ko...... 070
fhoapnato de cal da Ilha Rata (tone
lada)......... IMflM
Pelle de cabra (cento)..... 157*MHM)
Pelle de carneiro (cento) .... 157*000
jemente de carnauba (arroba) 40
soia imeio)....... 3J.650
Sement de carrapateira (kilo) 126
ratajuoa (xno) ..... 40
faboas de amarelio empranchei
(duzta)....... 100*
Hindlminto publ co*
U*Z E 0CTCBB0 DB 18'.'C
Alfondega
ik-nda se ral .
Do da 1 a 7 525:874*28S
dem d, 8 92:6641884
Imagem de N< ssa Seobora
aa Boa Morte
Aquelles que quizerem coucorrer coza
o e i obulo para a encarnado desta inu
t-em poda entregar ao provincia! da igre-
ja do Carmo.
Engenho Tamateao
O abaixo assigoado, rendeiro deste et-
genho, previne que o3o pode ser feito ar
ren L. monto algum sen2o para ae realisar
em Mn:o vindouro, quando termiua o ac-
rendamento, per cscriptura publica di
apaixo aBsignfcdo-
Outro sim, previne ser credor pe*,
obra e bemfeitonas eitas, com consent
meato dos proprietarios, que, nSo na qae-
reodo indemnisar, obrigam a retengio po'
bemfeitonas, em prejuiso do futuro rei.
deiro,
Agua Preta, 6 de Outubro de 181.
JoUo So'ire Botelbo.
Renda do Estado :
Oo da 1 a 7 54 3364506
dem de 8 S472J551
5omina tctal
618:539*169
62809057
381:348;o
Navios sahidos no mamo da
Buenos Ayres o esola=Vapor ingle
*Clyde, commandante Spaoner, erg*.
varios gen iros.
Rio de Janeiro e escalaVapor naciona?
Pernambuco, commandante Roberto
Ripper, carga varios gneros.
Santos e escalaVapor ingles Jopc.--
nico commandante lamond, carga
varios gneros.
Wilmingtoj (Estados Unidos ) = Barc
noruega actor capital O. S. Johat-
nessem, em lastro.
CearHyate naciom.1 tD:us te Salve
meatre Antonio Jorge do Naaciment' ,
carga varios gneros.
rrcatio HunJelpal de 0. fo'
Q'.'? rotulo deste mercado no da 7 de
Outubro foi o seguinc : Entraram :
461/2 bois pesando 5,(95 kilos.
513 Kilos de peixe a 20 ris 10
21/2 cargas com farinba a 200 rs. J3GO
26 ditas de fructas diversas a 300 rs. 7*8
3 cargas com gallinhas a600 rs. i.n1
2 cassu com gallinhas a 400 rs. WO
31 columnas a 600 rs. 18600
6 3uinos a 200 rs. U20"
33 taboleiros a 200 rs. 6;6(H>
48 compartimentos com farinba a500 24tCO
31 ditos de comidas a 500 rs. 15J5M)
110 ditos de legames e fazendas a
400 rs. IUm
15 ditos de sumos a 700 rs. 105j
8 ditos de fressnras a 600 rs. 4; 80b
8 ditos de camaroes a 200 rs. i )
50 talhos a 21 iOOtc-n.
Rendimentos de 1 a 6io correnls
247 J9W
Sguuda saeco daAaudega de Peruarnts." ,
8 ca Outubro de 1831.
O ttesoureira,
FloreDc.i.o Domiugies,
0 chefe da seico,
Feliciano Placido I onlual.
iiect?dora do Es(f do de
Pernambuco
Precos do da :
Carne verde de 200 a 560 ris o kilo.
Suioos de 560 a 640 ris dem
Carneiro de 640 a 800 ris idem
Cariaba le 240 a 400 ris a coiS
ifi!&0 d* iSO a 32J ris idem
d 600 a 700 idem*
Vapores a entrar
1.77i32v
Di da i a 7
Hn 8
9509*938
58473S
10.09i#'.76
Rrcike raJnagcj
Do da 1 a 7
'-4e:r.
854*73i
67*854
322*585
iloviuicnto do pe rto
Nados entradas no dia 8 a\ Outubro
SuuthampLom e escala13 lias, vapor
ingles CSyde de 336 toneladas,
commandante J. D. Spoon^r, equipa-
gem I48j carga varios gem ros a Amo-
rim IrmSos & C.
Manos e escala13 das, va] or nacional
Pernambuco de 1999 t njladas, com
mandante Roberto Ripper, equipagem
60, carga varios gneros a Pereira Cur-
neiro & C.
Macet12 horas, vapor ing'.az Actora
de 1034 toneladas commanc ante R. P.
LarrBon, equipagem 27, ctrga varii s
gneros a Blackvurn Neelliam 4 'J.
MEZ
891
sul..........
Sed..........
Sal..........
Sai------.....
Euroaa......
ISorl........
Sul..........
Xorte.......
Koroaa.......
Kuroija.......
Sal.........
Xorte........
Sul.........
Norte........
Xorte........
Sul..........
Garosa........
Xorie........
Sul..........
DE oUTCittO
Manos...........
r%aes..........
Mrquez de Gaxuu
SegwanC'i.......
l'ille de S. XicoUio..
Ki^ilancia........
iaboalao .........
Jacuhype ..........
Po: tena...........
Chiren'.e........
Uaat*H...........
Para..............
Tomar............
Esputo Santo.....
S. Francisco.......
SiaranhSo........
Trent.............
Brazil............
Pernambuco......
10
ti
u
12
12
i
15
t
16
i
17
2t
i i
26
0
Vapores sanlr
ilSZ CE OUEUBBO
SlU......... Cotnw........... 8 as i .
Sal......... Una............. 9 as i r.
Europa...... Thames........... 10 as 11 n
Sul......... Ville de S. Sicolo.. 11 as 12 '.
o"-e....... Seguran;a......... 11 as 2 b.
Norte....... itagoas........... 16 as 5 b.
Europa...... 7amor........... 17 as 3 r>.
Sul......... Espinto Santo.....22 as 3 b.
Norte....... Marank&o......... 23 as 2 n.
Sul......... Trent............. 24 as 3 fe.
Sul.........Brazd............ 26 as 3 b.
Norte..... Pernambuco....... 30 as 3 tt.

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Diario de Peroambuco -r- Sexta-feira 9 de Outubro de 1891
EDITES
O Or. Jos Jalio Rigue ra Pinto de Son-
sa, juiB de urphSos de com rea do K>-
cife do E -',.< d i do Pero>mbuco, em vir-
tude da lei etc.
FCo saber aos que o pr -seate edital
viren ou delie n^tca tiverem, que & re-
queriin oto de D. Amalia er rudes ten-
tacn Kio-<, inveutananto d s bens de xa-
dos oor se.u mando Francisco Antonio de
Silva li-o i ag ate J .- Jueiutb > S.lvfi-
ra levar a leii do da 17 do corrate
ao mei > di*, no" predio a. 5 da ra das
Flores, a parte di propriedade do biseco
do Cajueiro, com duas cusas, a saber :
Urna casa trra o. i, em chlo proprio.
com portal de (erro na freate, quatru ja 4
aellas e urna pona de t'reute, um gab uc
to, duas salac, s-te qujrtos, c Hinca tx
terna, cacimba, medmd.i uito metros e ui
tonta ce'i imetroa de largura, e deseaete
metros e des Ciu'.imairo de c mprimento,
o sitio com qu rt-nt-. e dous m tros de
largara dm fronte, e c.-r,;>. e vinte e ires
no t jado com cmt > e quarenta e quiltro
metros de cjiup i meato, murado na rcite
e nos lados e os t-md >a em aoerto, com
um viveiro, bem a b.iri tdo.
Urna casa tsrra pao n. 3. com solea,1
tambem em terreno proprio, com a freni;
de fcBulejo, com porto le ierro ao lado,
com urna porta o tres janelias de frente
no pavimento terreo, no superior qua:ro
janellas de frente, com d.nerenteo ja-
aellas nos orSts, znediudo cito metros
vinte centmetros da largan, e vinte me-
tros de f^ndo, o<>m cinco quartos, dras
dalas, cozmha .ora, e terroco no anear
terreo, e no superior qaatro quartos e
das salas, om agu* a g.z encanados, o
sitio todo murado, com cacimba e'qur-
to com banbeiro, m^dindu oitenta e um
metros de largura e sesseata e quatro de
fuodo, cuj proprisdade foi avallada em
12:Q00#jU0, sendo a parte que vai a lei-
laj, na importancia de 6:2')-i.
para que chegue a > coabecimento -ie
todos, mandou paaaar o presenta edital
que Eer iffisado no lugar do custume e
publicado pela imprensa.
D.-.O e pascado uesta cidi.de do Reci-
bo do Pernambuco, aos 8 dias do mez de
Oatubro de 1891.
Escrevi e assigno.=0 escrivao interino,
Joec Maria Ferreira Franja.
Jos Jul-3,0 R. P nto de Souza.
LOTERA
DO
ESTADO DA BAHA
1.000:0008000
RAM LOTERA, 3 SERI
EXTRACCO INADIAVEL
Sabbado iO de Outubro de 1891
Com
Com
4$ tira-se
tira-se
200:000$
150:000$
Com 2p tira se
Com 1$ tirase
100:000
50:000$
Esta importante loteria tem 33088 premios
no valor de 3:000:000 .$000

Edital n 67
De ordeai do Sf. Dr. inspector .-e faz publico
que ai 11 hjras da maulla de lodo correte un i
sei jj arremaUdus em i 01 suido, porta c^i .
repartigao, os seguin es volum;s :
2 praca
rmaxeuj n. 4
Marca FP. 1 caita n. 83 J, cootendo 109 kilos
le rola o.i pira Ja pa-a iyponr;.pnia, viuda do
Havre a 27 de Oeirmbro de .890, no vapor (rae-
cea Santa Fe *.
Armazem n. i
Marca A0. i cnxa n. 17.1)06. vir.da de Ham
burgo a 27 de lutubro de 1888,. no vapor alte-
mao Uruguay -, conten o 128 chaptoi de fel-
'o, simple?, os quaea oao oos'.am to avn.fe-to
Sem marca iola?, eixos e diversas ouiras
terrageDS iuuiirgddas, ex sttn'.ea na paiU exte
or do ann zem n. 2.
2. seceo da Alfandega de Pernambuco, 8 de
Outubro de 1891.
0 chofe,
F. Pon'uai.
iitaURACflES ~
A I 'eadencia Municipal da cidade de
Olinda e s.-.u termo, cm virtude da lei,
etc.
Faz constar a quem ioteressar p^ssa, que lica
designado o da 10 do rorrele, pelas 10 oras
Ja maali5, no pago da loteaoeocia, para se uro
eder aporacao geral dos votos recebidof para
;on tribuiros inuaieipaes, prefino e enb-preleito,
tas elHcoes ultimameal.- procedidas nest8 mu
lisite.
K para que rhegue ao conhecimpn'.o de todos,
mandn publicar pelo Diric eafixar na p3rta
Jo edicio uesta mesma Intendencia.
Paco da Intendencia Municipal Je Oiinda, 8 de
tjtuD.-o de 1891.
Jo- Joaquim Amanes,
ServioJode presidente.
Jos Marcelino da Fonfeca Manguiabo,
Secretario.
m trsnfere odia marcada para soas xraccoss
0 8r. Tliesoureiro pagara o do-
bro de cada bilhete, caso haja transfe-
rencia.

wmm mmmmmm
-
.
!
S. R. J.
iociedaide ilecreailva Joientode
Saio bimestral em 11 de Omuaro
Principiara as 7 horas da noite em ponto e
.da a 1 Dora da mad>ogada.
Secretaria do coaseiQo administrativo, 19 de
Je 1891.
F. Lima,
i.- seceiario.
Glub Carlos Gomes
Oe or. em doSr. presidente, sci ntiHco a todos
os socios que cm I" do ndame reiJiSiir-se-ha
sessao de posse da nova directora e o taro
"Cirespo:iderjte a este mez. podenco desde j
iro;urareti! os seos ogrcssos na de o clno,
as 7 as 9 horas ii.. nonte.
Secretaria do Club Garlos Gomes, 6 de Outu-
bro de 1891.
O 2- secretario,
Custodio Francisco Mariins.
Irmandade
DA3
Ubus tia matriz ds Corpo Stml
P venersvi 1 irmaadadt das Altas da matriz do
Corpo Sauto, aba>xo pnbcamis as ordens ema
ouas la ao:oridad<; dioc tana :
1* Sao ronsidcradi rritos, nudos e de r.e
ahito tff i'.o todos os ac os que, a datar de 28
i St< u-b o prximo fin lo, p a?o marcado para
a entrega da cda}ioisirae.> dos nens da irman-
dide lenha de praticar og :ente prcticar a dita
m sa rrgedora:
i E veJaradi a irmandade das Almas deas
3 ;tn, promover actos religio-os e fooceocar de
. !;5er moda como corDortQ) 'elogiosa at
q ie sejam respe'.lcdas as ordena do goverco dio
c: aoo. ,
Em vi ta do que a comrrjisao romeaba por S.
--.. Revm, o Sr. goveroaoo. dj bis ado, pre-
ne ^ ted- s os nquilinos on a queni qoer que
a tran-acco 3 com a ssbr'.'dita irmandade de
so p. :\rta e se nao a pr-?soa que for antorisada
la referid.- comrl:ii\
:, 6 de On'ubrode 1891.
O sei retano Ja commieso,
?fgarte 'cao AujutodoN. Pereira.
Santa Casa de Vlisericordia
do Recife
Por esta ?ccret ra sao chamadas 55 an as que
, rregadas da cri;cio de expostos, para
x)Gpirecerem acomp'ar.lulas dos mesmos. no
do respectivo estabelecimento, pelas 8 bo
manb do dia 15 do correte, afim de re
: us mtnsaliuades relativss ao trimestre
le Ja bo a Setembro Bndo.
Secretaria da San*a Casa de Misericordia do
Hecife, 7 de Oatubro de 1891.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Bilhetes a venda e pagamento de
premios, na Larga do Rosario n.
, 1. andar, escnptorio de
Bernardino Lopes Alheiro,
.

Banco de Crdito Universal
Capity.subscripto Rs..... 10O:OOU:U00(
C apal realisado Rs... 30;0()0:000|
Caixa matriz no Rio de Janeiro ; Caixas i-
liaes em Londres, Pernambuco, Para, Eaba, Sanios.
Sao Paulo e Porto Alegre e Agencias em Manos,
Maranbao, Cear, Maceio, Rio Gnnde do Sul e Pe-
,olas-_________
Caixa Filial 4$ Psrnambaco
RA B0 COMMjSRCIO N. 36
Faz tolas as transacijoes bancarias.
Compra letras sobre todas as pracas da Ameri-
ca e Europa e vende saques sobre as caixas e agencias
ios Bancos cima descriptas e tamben sobre o LondoD
Joint Stock lank Limited, de Londres :
Descoota letras da prac,a e faz emprestnos sob
^aiantia idnea; e recebe dinheir em deposito por
letras a piazofixoou em coma corrente as seguintes
condiccoes:
Em conta corrente de movimenfo sem juros.
dem, idem coi) 30 diss de aviso 4 /^aoannc.
r letra a prazc de 3 5 mezes 3 ;0 ao anuo.
dem a prazo de 6 12 mezes 5 \ ao anno.
Recife, 14 de Agosto de 1891.
Ba: <50 doBraxil
De ordem do Exm. Sr Presidente ia
eemos publico qu e, por deliberacSo da
junta administran va da Caixa. de Amor
tisac2o em aviso de 11 do paisado, publi
cado no Diario Oficial foi prorogado sem
descont, at 31 de Dezembro do corrente
anno, o praso para o reoolhimento das
not?s de bfiOOQ, de cor verde da sene
A t. G da aotiga emissSo deete banco,
sendo esse trabalho regulado pelo 9.
do art. 1." da lei v. 1439 de 12 de Se-
tembro e dos arts. 14 e 17 do decreto n.
3720 de !8 de Outubro de 1866 tcando
a cargo do mesmo hunco o recolhimento
com descont das referidas notas, o que
ter lugar no dia 1 de Janeiro do anno
prximo futuro em diante, naa condicSes
estabelecidas pelo art. 12 da lei n. 3313
de 16 de Oatubro de 1866.
Reaife, 1 de Outubro de 1891.
Pereira Carneiro& C.
POPULAR
liiPiM... 1.5
-BA l SK HOHI B80 22
(antiga do Imperador)
Empreata dioheiro, a curtos prasos, por cauySes de mercadorias, letras, titulo
uro e pedras preciosas.
Encarrega so ds cobranza de alaguis de casas, pagar impostos, por conta di
erceiros.
Receb dinheir a premio, em conta corrente de movimento, com avise, pra<
ixo, e fundo de aceamulac2o (peculio).
Encarrega-.se do recebiraento de dividas, juros, honorarios e ordenados, por
sonta de pessoas residentes na capital e no interior.
Desconta ttulos c: Saeta Casa da Misericordia do Santa Casa da Misericordia da
Rcif'i
A jonta almrtrativa de*ta santa ca=a tende
de mandar coasiruir parte do segundo raiD do
norte do hospir.io de aii-aados na Tamarineira
precia de contratr o foroecimento di cal prett
qne for nec?s5aria pafa sna obra, e por iso re
cebe projos'as para dito fornecitnento il o du
13 do corrate. ,
As propostas devero ser em carta3 recaadrf
e devidamente sllalas, declarando o proponen
tro preco do ylqneire da cal, que ser obrigado
a levar ao porto da Jaqceira.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife. 1 de Outobn de 1891.O escrivo.
Pedro Rodrigues de Souza.
Recife
A joota administrativa desta santa casa recebe
propostas at o dia t3 de Ouinbro corrente para
o fjrnecimento de 50 mi'.heiros de lijlos de al-
venara grossa, fabricados cora agna doce e
post03 na porta da Jaqneira, para as obras do
ralo do norte do hospicio de alienados, qne vai
mandar fazer.
As propobtas deverao ser apreseotadaE em
cartas fechadas e devidamente selladas.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, l de Ootubro de i89i.
O escrivao,
dro Rodrigues tte Souza.
O Oonselbo da Intendencia Municipal
do Recife fas p. buco, qa*t no da 9 do
corrente ao meio dia levar em praca por
pregSo, com aasistencia do Coromissario
de P >licia, as pedras e portas que ficaram
da obra realisada na Praca da Indepen-
dencia e que alli mesmo se acham ao
exame de quem as pretender.
O arrematante recolher logo ao cofre
Municipal a importancia por quanto tiver
arrematado e tica obrigado a remover o
que arrematar a dous dias depoia de
Ihe ser entregue o ramo. .
Puco da Intendencia Municipal do Re
cife, 6 de Outubro de 1891.
Dr. Manoel Pinto Dmaso
Presidente.
Jos Xavier Carneiro de Birros Cam-
pello.
Franciaco Faustino de Bruto.
Dr. Augusto da Costa Gomes.
Dr. JcSo Carlos Balthazar da Silveira.
Albino Ji se da Silva.
Fjr&nc seo Gurgel do Amaral.
Joae Wltredo de IVIedeircs.
Antonio Machado Gomes da Silva.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Sociedade
Monte Pi Bom Succcsso
Tendo e.'t socieade de solemnisar no do
mingo 11 do corrente o seu 14." anoiverasric,
mandindo rezar urna missa s 10 horus na igre-
ja do Rosario de Saoto Antouio, em acyo de
Graca, e uepois un sessao magna, que ter
logar em suu sede social i ra Duque de Caxias
n. 37, s it horas do referido dia.
De O'dem do Sr. presidente, convido aos ae
nhorsassociados, quir effc Bvos, benemritos
e honorarios, para ais'rlirem ao referido acto.
A' noute estar exposta visita publica, das
6 s 10 horas da nonte a sede social.
Secretar.a da sociedad* Moate Pi Bom Suc
cesso. 8 d Oatubro da 1891.
0 l- secreiario,
_________________________Thomaa Vieira.
Companhia
DE
Fia^o. c TecidsdePernambnco
Accfjes preferenciEes
No dia 1 de Outubro comi-ca o pagamento dos
joros vencidos neste dia, senuo cortados os coo-
poos no acto do pagamento. Ra do Bom Jesai
a. 42.1 andar, das 11 horas s 2 da tarde.
Racife. 1 de Outnbro de 1891.
O secretario,
Jos Jo&o de Amorim.
DERBY CLUB
DE
PERNAMBUCO
y^-???*.: .'-"~ ~'r~-
~":~.
mmmm m m,x sai
QUE SE REALIS IRA' NO
Dia 11 de Outubro de
A's 11 horas da manh
1891
*
\ora<-
-
e s a < Pellos Satura lid. -------_ 9 5
Cor da vfit
mrnln
!. Pareo- danelro 1.000 metros.Animaes de. Pernamnuco que nao tenham
premios, nos pndos do Recife o peqaitas al in30. Premios :
1. 40*000 ao f e 20/000 ao 3..
Penedo
Circe......
M kado ..
dmpoaei..
Pontable...
Pirahy.....
Boulaoger..
Granadiro.
Aurora.....
Mestria------
Tames
Invicta.....
Invern
Preto......
Alazo.......
Russo.....
Baio........
Castanko
Baio........
Alazio .......
Oistanl o... .
Pedrez.
Russo .
Mellado.
Pera...
55
55
55
55
55
55
55
55
55
55
55
55
55
Preto e ouro........
Verde..............
Azul c ouro.........
".raneo, eazel rosa .
Azul e cn-arnado...
Encarnado e preto.

Preto e encimado..
Branco c encarnado.
Ouro e preto........
Verde..............
Orenat e azul.......
A P. S
jM L.
A. M. Cosa.
A P S40OS.
Varejao e Sel?--
*. A.
Cood. Arraiau.

M. dos S. Barro:
H San'08.
J F. Honra.
A F. <:osia.
A. A. S. Campo-,
2* Pareo-Fcverelro1.000 metrosAnimaos de Pernambuco qne nao tenbam ranho a*
Prado Pernanjbu^ano at 30 de Agesto de 1891. Premios: 200*0u0 a? I-,
40*000 ao 2." i 20*000 ao 3.
MMy-Boy.
Gerfaut
3 Jalar..
ilaia
Castanbo .... Pernam... 59
Zaino....... 57
Castanbo .... 57
58
Azul, violetaeouro...
Azul e encimado___

Azul e ouro em listras
Coud. Provinciana
Coad. Aurora.
1. Pro?meia-r.
Loiz Drummor
3.* PareoMarco-1 000 metros. Animaes de Pernambuco que nao tenbam ganoo ao
Derby nestes uliimos 12 meze^ e no Prado e Hippolromo oestes 3 aatutn
Premios : 200000 ao i, 40*000 ao 2." e 20*000 ao 3.
Transclave...
Hercules.....
Village......
Tudo-......
Tiberio......
Marojo 2...
Rodado.
Ba'o ...
Mellado
Modado.
Pern.
57
57
83
65
n
55
Violeta c ouro.......
Verde e encarnado ,
Amirello e roxo... .
Ene verle e amarello
Azul e encarnado...
Preto e acamado.. .
Prederico A'-Bo-k..
Jos Caetano Pixw
A. F C.
Loiz D-rimrjBO- '
A. F. N -ve?
A. M. '^).
i.9 Pareo.Maloi.0C0 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenbam sanbo pre-
mios no Derby e nos pra os do Recife nesies u.limos seis mezi-*. podeodo entra
eguas que rao lenbam sido ios .-ripia- tm raaior distancia. Premios i 20" *00><
ao l; 40*000 ao 2. c 20*000 ao 3.
Pao Brazil...
Yambo.....
Zostera.....
Urano 2....
Ally.........
Kosa-Branca
Pera..... 55
Castanho.... I 55
Rodado....... 53
Russo...... 55
Castanho a> 55
53
Grenat e ouro......
Fue. branco c preto
Azul e branco......
Azul e encarnado...
Azul, preto e uuro ..
Amarelloe rdxo.....
X Babia.
fjmd. 1* de Jone
Ant ni UbOa.
G. A. de Sijnelr
Manoel J. Alve:
R. S. da MotU.
.* Paree-Deray Club de PernambucoI 609 metros. Animaes de poro la'ga
Premios : 500*000 ao 100*000 ao 2 e 50* ao 3.
Apollo.......
Gipsy ......
Rapid.......
Paodego.....
Alazo......IR. da Prata
[Inglaterra..
Zaina.......I >
6i
49
58
H
Lyrio c onro.........Cood. FratenMac.
Corp. or., mangs. prts.jCon't. R isarinfc-.
Encarnado e p 'ha ... [A. Marque?.
Escarale e ouro.....A. Maibens.
6 Pareodaaboi (00 metros AnimafS de Pernambuco que nao lenbam ganase**
anno no Derby e no mez de Jucho no Hipdromo. Premios : 200*000 ao i*,
40*000 ao 2 e 20*000 ao 3.

Florete......
Marujo......
Good -mor-
aing.......
Malange.....
Ally.........
T aosclave..
Todo .....
Castanho...
Rodado.

Rosto.
Jastanh i.
Rodado...
Mellado..
Pera
55
55

55
57
55
57
55
Branco e encamado..
Preto e encarnado....
Ene, preto e branco
Verde...............
.Azul pretoe ene......
i Escarate e curo......
'Verde, ene. e amarel.
P. Freir*.
A. M C
R. C
Coud. 24 de Mair.
Manoel J. Alve.
Frpderico AMtnofl
Lniz DramoKR'i.
7." Pareodulbo-1.000 netrosAnimaes de Pernamrni'oque Dio tenbam ganbo em "
distancia nos prados do Aecife em 1890 e 1891. Premios : 200* ao 1*, WA>">
ao 2 e 20*000 ao 3.
ilVingadori
ilMouro.......
iMyBoy......
tirante......I
3M]
4LMi
Rodado..
Alazo..
Castanhc
Pern.
ao
m
H
57
Ene. e bonet preto. .
Azule ouro..........
Azul violeta e ouro...
Aznleouro..........
Coud. de Juna.
Coud. Monris-sna
Coud. Provin:ina
Comd.

OBSERVACOES
O expediente para esta corrida encerrar-se-ha sabbado, 10 do corrente, a -i
huras da tarde na Secretaria do Derby Club ra Duque de Caxiaa n. 20, pilinear
-indar, entrada pelo becco do Oovidor.
^Secretaria do Derby Club de Pernambuco. 8 de Ontubro de 1893.
O Fecretario,
G. Guimaraes.


THEATRO
:
SANTA ISABEL
/
M-

S0CITDADE AN0NYMA
ESTACAO LYRICA DE 1891
AMANHA !
Sabbado -10 de Ou tabre- -Sabbado
.M-
B$itefido daStprano
Gom a opera
1
Ha trens para Apipa tos e Oiinda e bonds para todas as linfas?.
A's Mti* korfcs ea poat*.
ILEGfVH


|[-


-

Diario de Pernambuco Sexta-feira 9 de Outubro de 1891
^3rx^3Fnc)ao:B.axvxo
CAMPO GRANDE
PROJECTO DE ]fflSCRlPCAO .
Para a 7.a con ida arealizar-se doniing'o 18
de Outubro de J891
1. PAREOLBERDADE 1.000 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tennam obtido classificacSo nos prados do Recife, e peqairas at 1,30.
premios : 200(9000 ao primeiro, 400000 ao segando e 20*000 ao
terceiro.
PAREO- FRATEKNIDADE 1.150 metros. Animaos de Pernambuco. que
nSo tenham gfcnho at 31 de Maio de 18f 1. premios : 200*000 ao
primeiro, 40000ao segundo e 200000 ao terceiro.
." PAREOIGUALDADfi-l.oOO metros. Animaes de Pernambuco. pbemiob :
250fJ000 ao primeiro, 50*000 ao segando e 25*000 ao terceiro.
t." PAREO- ORDEM1.000 metros. Animaes de Pernambuco, que nao tenham
ganho n'essa ou maior distancia, premios : 200*000 ao primeiro
40*000 ao segundo e 20*000 a terceiro.
A>. PAREO JUSTINA 1.050 metro. Cavallos de Pernambuco que nao
tenham sido inscriptos em distancia superior 1,200 metros nos prados
do Recife, e qne nao tenham gtmho no Derby e H'pporomo de 15
de Fevereiro at esta data, salvo as corridas de 16 de Agosto e 6 de
Se terebro e eguaa do Estado, premios : 20r*000 ao primeiro,
40*000 ao segundo e 20*000 ao terceiro.
O.0 PAREOREPBLICAGRANDE PREMIOHA!*IMCAP=1.609 me
tros. Animaos de Pernambuco, que oto tenham ganho em distancia
superior 1,050 metros nos prados do Recife, ea 1880 e 1891. pre
mos: 400*000 ao primeiro 80*000 ao segundo e 40*000 ao terceiro.
1/ PAREOPROGRESSO-1.000 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho em maior distancia no Prado e no Derby. premios :
200*000 ao primeiro, 40*0C0 ao segundo e 20*O0C ao terceiro.
.* PAREO- ENERGA 1,000 metros Animaes de Pernambuco que nao tenham
ganho nesses seis meses nos prados do Recife. premios : 200*000 ao
primeiro, 40*000 ao segundo e 20*000 ao terceiro.
Observacoes
De accordo com o art. 5. do cdigo de con idas nao poderlo ser inscriptos
aoe pareosFraternidade o animal Galaor, no Igualdade o animal Pircnon, no Re-
pblica animal Maranguape.
No pareo Repblica o peso ser no mnimo 50 e mximo 60 kilos, o animal
vencedor d'esse pareo nao contar victoria.
Nenhum pareo se realizar sem que pelo menos se nscreram e corram cinco
animaes de tres propietarios diferentes.^
Chama-pe a attenylo doB Srs. proprietarios para a ultima parte do art. 3. do
digo de corridas.
A inacripcSo encerrar-ee-ha na terca-feira, 13 do Outubro, s 6 horas da
Urde na Secretaria do Hippodromo, a ra 15 de Novenibro, n. 55 1 andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 8 de Outubro de 1891.
O SECRETARIO,
Augusto G, da Silva.
Alfandfga de Pernaduboco
1 de Outubro de 1891
Segndo dispe o art. 9 do decreto d. 9766,
de l de Julho de 1887, previse-se as irmaoda
des que tiverem patrimonio, as compaobias e
sociedades anorjyrras com predios preprios, que
ale o dia 31 do corrente ser efectuada rusta
reparticao, a bocea do cofre, a cobranza do se
inundo semestre do imposto predial do exerc
co corrente de 1891, seaoindo-se depois desee
praso a multa de 10 0/0.
O inspector,
Baro de Sooia Lefio.
Club Internacional do
Recife
Aasemhla feral
Sio convidados os seubores socios para reu-
airem'ie em asamblea geral segunda fera 42
de corrente, a; 7 horas da noute, na sede do
club, aflm de di-outir-sceapprovar-Be a reforma
des estatutos e proceder-ge a eleico de doos
directores de mes.
Sede do Clon Internacional do Recife, 8 de
Outubro de 1891
Alfredo B, da Rosa Borges,
__________________1- secretario. ______
Prado tt rnamhoeaio
A directora desta sociedade, em sesso de 7
do corrente, resolved, de accerdo com os g 3 e
A do art: 01 do cdigo de corridas, expulsar do
Prado Pernambucano o jcx key Pedro de Souza.
Recife, 8 d Ontnbro de 1891.
O secretario,
Jos Alves.
MARTIMOS
CompanhU rernambacaM f >a
Bata cempanhia mantem as seguintes linha-
.guiares de navegaco :
orto,tocando nos portos da Parabyba, Natal
Waco, Mossor, Aracaty e Fortaleza, parrindo
leste porto nm paquete a 6 e SI de cada mez.
Sul, com escala netos portea de Maeei, Pene-
do, Aracaj, Estancia e Babia, sabindo deett
porto a 9 e 34 de eada mez.
Femando de Norenka, partida no meiado di
A
Rio Formoso e Tamandari, sabida a 18.
Rw de Janeiro, (directamenie) parte o paquete
de 16 a 30 do mez.
Rio Grande do Sul, (viagem direCla) sabe dt
1S a SO do mez.
Jdos os paquetes sao novos, tem exoeMentet
accomBodafees para passageiros e para carga
o os precos -So muiio reduzidoe.
Os passageiros encentram, Upar do bom tra-
aaento, todo o conforto desejrel a bordo d
amptftaete.
Os paquetes que'azem as Trageus ao Rio dt-
Janeiro, alm de terem todo o que se enroatn
dos paquetes modernos, accresce que faz a va
gem em quatre dias e o preco de passagenf
3a 1.a classe 60/000.
0 paquete empregado na viagem para o Re
Grande do Sul e sement para-carga, e ten <
calado adeqoado a entrar no porto aquello Er
Udo em qualquer occasiSo.
Recebe se engajamento de carera por qoanti
lade lixa para todas as viagens.
Outrosim, a compaohia expedir paquetes ex
aordinarios desde que baja carga para o enga
amento completo de um paquete.
?scn "orto, da Comnanhia Peraambocana
f^lL____________________________
LloYd Irasileiro
PORTOS fcO NORTE
Cos:a> usante Florindo' F. Dias
E' esperado dos porto di uo'
le at o dia 13 de Oulobre se-
gu ndo depois da demora dot
,ces' .sis ?ara
Maeei, aLia, Victoria e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a babear ao ?,io te Janeiro
Eira Santos, Canan?. !guape. Par-ir.;OT, An
lina, S. Francisco, Itajahj, Santa Camarina
Bit Grande, lelotas e Porto Alegre.
As encommeodae ser3o recebidas at 1 hora
da tarde do dia da m.hida, no traoiche Barbes*
no largo do Corpo Sa*to n. II.
Aos Sn carreradore pedaos a sua atteoca/
pare a clausula 10 dos cooBecnedh>s, que e
No case de haver ki,;ami reejamocao contra
Tcmpaniia, por avaria ou pera, de ve ser
por escripto ao agente respectivo do porto U
descarga, dentro de tr<8 dias depois de final)
jada.
Nio procedendo esta formalidad.- a companbia
Sea isenta de toda a responsabilidade.
Para passagers, frutes e encommendas ira
la se com os
AGENTES
Pereira Caraeiro&t C.
1*.=. Ra do Cvmmrcio^->t>
1 andar
"CHARGEURS REUNS
(orapanhia Praacrxa
DE
N*gfSo
Licha quinxenal entre
Pernambuco, Babia,
Santos.
a rapor
o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro e
O vapor Portena
Commandante Argeliies
do
dia
E' esperaco
Europa at o
15 do corrente e
seguir depois da
necessarla demo-
ra para
Maeei, Babia, Rio de Janeiro, Saetea e
Rio da Prata
Roi:a-8p aos Srs. Importadores de carga pelos
vspores desia linba, qoetram apresentar dentro
de 6 das, a contar do da descarga das alvaren-
gas q jalquer reclamrco conceroente a volumes
que porventura tenaam seguido para os portos
do so., aflm de se poderem der a tejipo as pro-
Tidencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companbia nio
se ref poDsabilisa por extrayios.
Recebe carga, encommendas e passageiros
para es que tem excelleotes accommodagOes
a tratar com o
AGENTE
Auguste Lbil le
9-RUA DO OOMMERCIO-9
United States and Brazii
M. S. S. C.
O vapor Seguranza
E 8 p e ra-s e dos
portos do sul at o
dia II de Outu
bro e depois da
flemn do cost-
me seguir para o
Para, BarbaA, ^ThlHBaz
\ewiort
Para carga, pasaifens, enoammeMas e di
ibeiro a frete : trata-se com os AGENTES.
O vapor Vigilancia
E' esperado dos portos do
corlate odia iSde Ou-
tubro, seguindo depois
da demora ndispeasavt
para a
akla,*Mip4le Janeiro Sastos
Para carga, passagens. encommendas e di
Qbeiro a frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C-
$R*4 do Commerc'8
1 andar
ilr
PORTOS DO SUL
lac ?6, l*^do, Afacaju' e Babia
3 paquete Una
Com mandan tu Mor.teiro
'Seguir pan oe
portos a<;im; in
dicados no dia 9
do correle s i
bor:s da tarde.
Reu be ubeirj & frete. iV. s 2 bcras da larde do dia da
partida.
ESORIPTORIO
A: C-M da (jiio-pccrihia Pernambucano
n. 12
sieain Navigalioii
racilic
Company
STRAirSOFMAGELLAN LINE
Paquete Sorata
Espera-se a Eorcpa no
dia i9 de Outubro e segu
r d; pois da demora do cos-
tume para Valparaso com
escala por
3ahia. Sio de Jamuro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di
aoeiro a freie: trata-se com os
AGENTES
WIsod, Sons C, United
0RA DO COMMEROIO10
Royal Maii Steam Packet,
Company
^0 vapor Thames
E' esperado dos portos do
sul at o dia 10 de Outu-
bro segulndo epols da
demora necessaria para
Tcente, Lisboa, Vlgo e 8n
ihaaupton
Para carga, passagens, encommem^s e 1t
nbeiro a frete tr;t<-se com os AGENTES.
O vapor Tamar
E' esperado dos
porios do sul at
o dia 17 de On-
tnbro seguindo
dopois da demo-
ra necessaria para
Vigo e Southampton
Redcelo de pasBmgnn
Ida
k' Lisboa Ia classe i 30
A' Southampton i' classe 4 38
Camarotes reservadas para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes. encommendas, trata-se
com os____
AGENTES
\toorimIrmo8 & C.
N. 3Sna do Bon JessN. 3
Coin|iauhia Pernanrtmaia do ?ia-
lia e val.
1 u
O
J <; liC ^
Para Fernando de oronha
ppquete Jacuhjpe
Commandanto Carvalbo
Segu no dia II de Outubro
as 4 horas da tarde.
Rec. be carga, encommendas,
a dibeirot a frete, at s i
horas di tarde do dia H.
ESCRD7TORIO
Ao cate da Companhia Ptmambucana
n. 12
Messageries Maritimes
O vapor Charente
Commandante Le.coin
E' aparado
at o dia
? Europa
l de Ontnbro de i Hf* I
seguindo depois da demora necessaria para
Rio de Janeiro, Santos, Montevideo, Bue
nes-Arres e Rosario de Santa F
Este vapor entrar no porto
Tem excedentes aceomniodacoes para pasea
gelros, condz medico a bordo e B de marcha
rpida.
Para carga, passagens, encommendas r di
Qieiro a frete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commereu-~4
Companhia Baha na de Na
vegacao a Vapor
Maoei, Villa-Nva, Penedo, Araca-
j, Estancia e Babia
O vapor
Mrquez de Caxias
Commandante Viegas
E' esperado dos
portos cima ate
o dia O de Ontu-
|bro eregressan
do depoi.- da de-
mora do cosiume p ira os meamos.
Para carga, passagens, encommendas e dintw i-
r j a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario-17
Io andar
.EILOES
Grande leilo
de urna importante factura de rices mo/eis
como nneca reio a este Estado
Sexta-feira, 9 do corrente
A's 11 horas
Na casa sita roa da Saudade n. 28
Constando:
de orna linda mobilia >u'triaca cera encost de
palba, coiniili ta. 1 importante d:vau, 1 toilette. 1
lavatorio, 2 dnoxerquee, 1 rici cama, i espelbos
grandes. 3 bidets. <2 cadeiras de junco, Jlindis-
oimos reiogics e outros objectos, os quaes se
loroam recommendaveia por terem de nogueira
com pedra e vidros bieoat.
0 agente Gusmao, aulorisado pelo Sr. Paulo
Rudolpho, ageote de urna importante fabrica de
movis, far leilao dos objectos cima menr -
dos os quaes foram tronsporlados para ..a
cima mencionada, em vista de ter urc outro lei
lao des movis aba.xo mencionados.
A SABER:
delom piano de Henry Herr, cadeira e estrado
para o mesmo, Sspelbos para cima de cngo-
los, 4 jarros pa-a flores, 4 figuras de blscuit, 4
etagerts, 1 Kuarda-vetidos, 1 lavatorio, 1 baoca
de cama, 4 dosias de colxas. 1 caixa cm calun-
gas, 1 roarquezao 1 suarnicfio de cor nara lava
torio, i dita para toilette, i mesa elstica com 4
taboas, 1 guarda comidos 1 esma rom lastro de
rame, 1 cama para menino, loaca para almcco
e jantur copos garrafas, talheres. bandtijas e
mullos outros objectos de casa dt faaiita.
Ag! nte Briffo
Leilro
Hextn-felra, 9 do eorrente
O atente acuna autr:isuo pe'o cidaci Ma
noel Domingoen de Srona. que retira-ss para
Earepa \-ndera es s-gointes movis.
Ustic. 2 1 guarda louca,
louca para atoiuco e jantar. 1 relogio de parede.
cofes, talberes, e oui-os muitos objectos.
Ra do Caj n. 38, Io andar, esquina da
ra de Santo Amaro
A's 10 1/1 huras
Leilo
Agente Brillo
0 ageote cima aulorisado por D Prancelina
Rosa do Carmo que retior-se para capital fede-
ral vender os objectos segeiotes.
1 Mobilia de pu carga (quasi nova), 1 esma
franceza, 1 toilette, 1 lavat no, i commmoda,
a marquezoes, 2 cabides de parede, 2 banqui-
nbas, 1 quartinheira de columna, 2 espelbos, 6
cadeiras de Jacaranda, 1 cadeira de junco para
menino, 1-meea elstica, 2 apparadores, 2 ban-
cos, 1 mesa decosinha, 2 candieiros para kero-
sene, trens de cozinba, 1 mesa de cozinha, lou-
cas, vidros 1 machina de Singer e outros muitos
objectos.
Sabbado, 10 do corrente
Travesea da Matriz de Santo Aatonio
n. 16
A'$ 10 e 12 horas
Leilo
Da casa terrea n. 4 no boceo da Pai,
fregutaia de Afjgadoa, oom porta eja-
nella de frente, 2 salsa, 2 quart s, co
ainha tora, quintal murado e cacimba
meeira.
iibbah. lo do corrente
Ao meio dia
2fo armazem ra Mrquez de CHinda
n. 48
O ageute Gusmao aulorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr juiz de direito de orpbos e a re-
![uerimento do Dr. curador geral de ausentes,
ara leilao com asistencia do mesmo juiz da ca
sa cima pertencente ao espolio de D. Antonia
Mara da Conceicao podando os compradores ex-
aminal-a.
Agente Stepple
Leilo
(.De 1 ca;a terrea a ra do Vlsconde de lobau-
ma, out'ura do Rangel n. 63, com 3 portas de
frente era salao, soio interno tambem em sa
lio, qutotal murado com telbeiro. mediado
de frente luttro metros e oiteata eenttaietros, e
de fundo 15 metros e 20 centmetros em slo
proprio e em mnito bom estado de conserva
cao.
*egunda-felrn. 11 do corrente
A's 11 horas em ponto
No armazem a ra do Imperador n. 39
O pre pomo do agente cima, por mando e com
aesistenci do Exm. Sr. Dr. juiz de direito da
pro ved o ra de capellas e residuos e a requer
ment do inventarame dos bens leiados pelo
finado Manoel Jos do Magalbaes, levar a leilo
a casa cima para pagamento de impostos, cus-
tas judictaes, e dividas.
Os Srs. pretendentes desde ja podero exami-
nar a referida casa.
----------_,
Leilo
Do grande sobrado de dona andares e
aotSo interno com grande quintal murado
na do Visconde de Albuqaerque n. 125,
terreno proprio.
7ferca-/etra, 27 do cor ente
A 11 horas
No armazem n. 39 da roa 4o Imperador
O agente Martin veadera em ledo por man-
dado do Exm. Sr. Dr. juiz de erpbaos em sua
presenca, a reqoerlmmto do tutor dos menores
tilbos do finado Dr. Francisco de Paula Peona, e
anuencia dos outros cooseobores, o sobrado de
dous andares c o'j interno a cima; tendo cada
um doe andares quatro jsnellas de frente e no
pavimento terreo, urna luja com, 2 portas grande
quintal narado com porifto para a roa do caes
do Capibaribe, tendo algumas fruteiras, agua
encasada e casa de banbo.
Os pretendentes podem desde j examinar o
referido sobrado, sendo que a chave se acba em
puder do agente que podar ser encontrado 4
ra do Baro da Victoria n. 34.^
IHHi
AVISOS DIVERSOS
Aloga se a casa terrea ra da Roda o. 46,
com cou modos rara orna pequea familia ; a
tratar na roa do Cabrjg o. 16.______________
Aloga-se a casa ierres da ra do Capito
Antonio de Lima na 18, eem 2 salas e 3|oartos;
a tratar na lithoeraphia a ra Mrquez ae Olinda
uuuiero 8.
Precisa se de urna boa cosioheira ; a tra-
tar na roa da Soledade n. 82.______________
Ao Sr. Dr. Martins Francisco em Barbace-
na, pede-te o favor de mandar o que nao ignora
a Manoel Feraandes de Abreo, aa roa do Pro
gresso n. !0.
dem dem loSr. Adolpho Mon'eiri, na Es
tancia.
dem idem co Sr. Jos Alvos Fernandes, na
ra da Soledades.
Precisa se de urna ama
ra Maciel Pinheiro n. 8.
para coiinuar ; na
Aluga se o sobrado a ra da Roda n. 46,
tendo bous commodos no 1 andar e com bom
setao com cosinba, sendo a casa muito fresca e
tendo agua encanada ; a tratar aa roa do Cabo-
ft. I'ja o. 16.___________________________
Muga se a loja roa da Roda n. 46, com
commodos para pequea familia, tendo agua en-
canada ; a tratar na roa do Cabug, loja o. 16.
Oabaixo as.-ignado declara aos devedores
da anilla e extincta Ipbarmacia de Bartholomeo
a C. Successores, que se acba encarregado de
soa cooraDca, e pede aos que se jolgarem deve-
dores, o obsequio de aoparecerem no praso de
30 das para liquidaren) suas contas. ra Do
que de Caxias n. 04, das 10 s 3 horas da tarde.
aflm de evitar a cobranca judicial.
Recife, 6 de Outubro de 1891.
Diogo B. Fernandes.
l
2
de aaartllo, i cama de ferro. 8 cadeiras de
l;_.rello, 3 cadfiras de junco, i etntonetra, I
Na roa Baro de S Borja n. 10, vende se
roseiras, crotons e dalyas de qualidade3 espe
cites, por preco commodo.
Vende ae um terreno por tra* da es-
tac&o do Fundi, tendo 300 palmos da
frente e 1,000 de fundo : tratar em
Olinda, rua 13 de Maio n. 43.
Arreada-se na Torre urna casa com Sonar-
los, 2 salas, cosinba e soio, por 200JOOU por
anno a tratar na ra Primero de Marco nume
ro 14._________________________________
A.o commercio
Nos ubaixo assignados dissolvemos a socleda-
df qu tinhamo3 oo botel sito ra da Madre
de Deas a. 3, iu ,crinado Pitla, por M3 faze
mos scieote ao commercio para quem se julgar
credor ou tiver alguma reclamaco a fazer apre-
sentar no praso de tres dias, a contar da data
de ni je, retirando se o accioJJos Goncalves Va
qu--8 pago d ?f-u capital e lucros.
.Recife, 9 <. Outubro de i891.
Jo:6 Goncalves Vasques.
___________Francisco Soulo Pires.
Engenho Douslrmos
A companhia ^ B.berbe arrftnda o engenho
Oous Irmfo-, ."toado em Apipaco3, por praso de
seis annes ; os prelenlentes podem dirigirse
ao esjrip'o-io da compi..ha st o .lia 15 do ccr
ren'.e m- z. ao at-io da.
Ve C Se
it-rri
t
Club Commcrrial Kuli rpr
lfrdo Lopea da (iana
A directora do club convida a vit.a, Glbos e
amigos do infeliz mestre Alindo Lojes da Gama
para assistirem as mi8aaa que pel< seu eterno
repouso ho de ser celebradas na ignja da Ccn
ct-ico dos Militares, no dia 9 do corrmte, pelas
7 horas da matibi tiigetimo dia d< seu passa-
menio, licaolo desde j ag a decid a a todos que
comparec-jrtm a este acio de reli riao e cari-
dade.
Recife, 6 de Outubro de 1891.
O 1- aecretarl.
Alfredo ii'oreira.
JO-M <.nrln Vrrretr* aima
rara
Maria Gorc-ilvfs da inha Guiraa*es e seu
marido Levino daCunba Gaimarea, nuito agr
decem a todas as pessoas de eua amzade e as
de seo finado nai r rogro, Jos Goncalves Fer-
reira Goimares, o ob-eiu'o que flzeram le
acomp-ohar o cadver do mesmo i sua ult ma
moreda, e ao iteamo lempo as con vid m a assis-
tirem as missas do eeiimo dia, que ero lugar
ra matriz de S. Jote no sabbado 10 co corrente,
pelas 7 1/2 horas da msnh, antecip indo desde
j geus aeradecimtntns.
f
Dr. Luciano de Morae* Sarment
D. Clementioa de Moraes Sarment, Antonio
Jos de Moraes Sa ment e sua faa lia, tendo
recebido a infausta noticia de ter fallecido no
Rio de Janeiro seu pre?ado ti I no, ir m o, cunhado
e lio, Dr. Luciano di Moraes Sarme ito. convi
dam os seus prenles e amigos para aasistirem
a missa que mandam celeorar no cinvento de
S. Francisco, no dia 10 do corrente, s 7 horas
da manh, stimo dia do seu falleciciento ; an
tecinandn dede 4 os seu1 aerade'i'T^ntos
t
Alfredo Eiopea da Camia
A banda da msica do Arsenal le Guerra con
vid 1 a todos os prenles e amigos d > fallecido
para as.-istirem a missa que por alma de seo
mestre manda celebrar na igreja da matriz de
S. Jos, s 7 huras da manh. pelo trigsimo
dia de seo passameo'o, no dia 9 do crrente ; e
desde j confessa se eternamente gnita a todas
as ORSsoa' nnnaMannninnn
t
Mara Eatepfeanla Pereira
0 eagenbeiro Pialo Jos de Olivsira e :ua
mulber, arlos F. Ridioger (auseotr) e Emilio
A. Radinger, genro e fi.hos da Uada Mara Es-
tepbania Pereira, mandam rezar mis as na ma-
trii de Santo Antonio, s 8 horas da manh do
dia 10 do corrente. stimo do sen pasiamenlo.
Agradecem desde j aos parales e pessoas
de sua amizade que comparecerem a es se acto
de caridade cbnst

Para administrar
Precisase de orna peeaoa com alguma habili-
aco de commercio ou arte de fnnilar ia, marci
n- na, confettaria, r> niria, etc., etc., para todo
e qrjakjuer servigo inte do oo adiejn stragao de
ama fabrica de lquidos e conservas : a tratar
na ra da Aurora n. til, ou Madre d; Deus nu-
mero 5.
Precisa-sc de um perito
de S. Elias ii. 8.
Feitor
no Espln'ieiro, ra
Pataces
Brasileiros
Marcados 24OO0 na centro, compra se ror
maior preco do que em outra qoalquer parte: no
armz m a ra do Commercio n. 4.
MANEQUINS
Para familias e modistas
A 25H000
Servo para qualquer aenhora' p ir i
magra ou gorda que seja.
Naloiaas Wsulm
61 A DUQUE DE CAXIAS
man
WHISKI
Royal Blend marca VIA DO
Este eacellente Whisky Eacooea pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna
para fortificar o corpo.
Vende ae a retalho noaxnelhoret arma
tana de molhadoe.'
Pede Reja} Blend marca Fiado
cajo nome c emblema alo registrados par
todo Brazii.
BROWNS & C, agentes.
Vende-se
Djdi bonitos bois proprs para carro ou car
oca de .las roa:s : tratar em Santo Amaro
da Salinas, estra-ta do Limoeiro, taverna nu
aero 6 D.
Aloga-se
Urna casa com tcommodsc a para numerosa
fimilla, ca roa de PaysasdA n 3. outr'cra Colle-
g'o do Coracao de Jess: a tratar n, roa da
Tmperatrlz n. 56, laja do Cceiho.
Fabrica de g'elo
foas e liigonadas ggsos^ ?
todas as qaaiidades
loda water ginger, ale, limo, 'aran a, con
,!0, abicaxs, granadina, grosellas, IrtnJjotse
aonilha, hor'el-pimenta etc., etc.
____12 A| AES DO CAPIBARIBE -H-A
Carvo
Vende se ua padaria >!e Mello <* [ aet
nti?a ;:. Rosario n. 40, a 400 rs. a bar-tc?.
Barricas vastas
Re ca do Apolle-
va^ia- p n '"ment.
o. T3, c n p-a se bai
novas ou jJ pervit s.
Ama
P:eeia se de urna do meia :'.,. pmrm
csa de familia e que ala t- i lboa
quem quizer dirija se a na <:a ?: tria 4a
Boa Viata n. 3, para tratar.
Ama
Precisa se de urna zma de meia id-.d aa ra
do Aiecim n 2.
\

Ama
Na ra do Sol D. 21, prf cisa-se de urna ama
que, rauendo eegommar e qneira acompaobar
orna pequeoa familia para fora do Estado, a ser-
vlC) de orna crianca.
Ama .'eleite
Si Ca Loa do Carmo o 15, precisa ae de ana
ama de leiie que queira eabarcar.
Ama
Precisa se de orna ama que rom be em ea?a
de bornem solteiro na ma da oiao n. 14.
3" andar
Aluga-se o de n. 52 ra do (mi erado* -sai
to fresco, linda vuta, tem agua eappare na
pharmacia franceza trata-se.
Na Magdalena
Alcga-se a casa lern a n 6 sita roa Kpansi-
noadas de Mello (ouir'ora trav sa do P." s
com 2 salas e 2 quartos miemos, ana
qoarto e 1 dito com baobeiro no qor' '
agua encanada, o quintal murado a
dim ; as chaves esto na casinba junto,
se na ra da Florentina n 15.
j;
ha. 1
a
Copeiro
Na ra do Hospicio n. ">1
G, preeisa-se de um copei-
ro que d attestado de con-
ducta.
Pharmacia
Precisa-se de um caneiro que tenha r tica
de pbarmacia
Botica franceza
________22Ra do Bom Jess22
Aluga-se
0 grande predio o. 140 roa imperio!, prt
prio para fabrica.
Omda
Aluga se a casa terrea ladeira do Viradoa
ro o 20, cern 2 sa'aa, 3 qoartos, cosioha fora
grande quintal, com cacimba e portao p-ra o
becco da Poeira a traur no Recife, toa Direita
n. 45, eobiado.
Atleneo
De seja re saber onde pode ser eocontraio*
Sr. Manoel T de Arauo Saldanb.
"CRIADA ~
Na ra do Hospicio d.
51 G, precisa-pe de urna
criada que tenha boa con-
ducta,
Criado
Precisase de um menino de 12 allanaos
para criado de dnis pessoas ; na na Corone1
Suassunu n. 70, 1- sudar.
Fabrica de luvas
na Barao aa %'lcsora 3
Mr. J Gerard e Mme. Gcrard. antigos proprie-
tarios da fi-brira da tovas, sita roa do Caba
n. 7, i andar, avisam aos seus nome osos fre-
guezea que a referida fabrica passarl ni-vament
a soa di re re 5o.
Na roa Barao da Victoria (fabrica de qa.dro?
e molduras) n. 63 para oode traosf^rinm o tea
estabelecimeato de lova, acbaro as En
familias o mesmo aerado, a me.-ma modi
nos pre eos e a mesma lealdade oo trato com i._
sempre os abaixo ssignadoa timbrarao em bm
servir aos seus boadosos f.egoezes.
Para bem servir o poblico, os proprieurioa d
fabrica mandaram vir exprt se mente -> Pe
Mr. Neoveox, om dos oais habis e peritos lu-
veiros francezes, e que munido de bon'mate
riaes e esplend Jo aortimento de palles, attesta
r a soa peri:ia e iocontestada pr< ficiencia.
v

Criado
Precisa se de om criado de boa cor Jacta a
tratar na l ji das Estrellas, roaDoqo.'. c Caxiar
numero 56.
Criado
Na roa de S. Joo n. 17. precita-** dea
criado p ra servigo de fabrica eearrega- peso.
Ao commercio
Para o mato, om rapaz bastaote te''fasto ea
commercio, iflerece seos servirj>. da roaaattV
men'o Je sua conduca; quem proci'ar i 61 e^
contra I o ca ra larra o Roari-- cn casr. lo
Sr. D^plilm Lopes da Croz n. 23.
Frecisa-se
De urna ama para casa de prqoena fam ia ;
no pateo do Pa aizo n. 20. loja.
Muita attentjao
0 devedores do espolio do ter.enU-rjrofef
Henriqoe Jo.- Alves Fereira, que qo: -rali
qoidarsecs dbitos amigavelmente, d;: sei
roa do Imperador n. 14,1 an^r.
Caga
Precisa-se comprar orna casa terrea nos Mr
ros da Boa Vista ou Saut9 Antonia, anda ses-
mo um sitio i r'o aesta cidade e qoe teoba coa
modos regulares ; a tra'ar na roa do Alecrn)
numero 2.
SANTAL CLERTAR *
iadea da Earopa e da iaariea.
auno A don elevada, alo
arrfceas, nem dores da astOBiafay
aoao prodtuea rreqaaatemtnta af
iaeopali.
Aeaeia parada Saatal-ao
.
Aa peralaa de Santal do D Ciertaa, pnaa
das eoat a approvacio da aradwh de AbdV
afeada Parla, eontem easentia para, e saa Af-
aeldada certa aoa eorriroeatot
avqaeaUmentoa e toda* a inflama*
arrhoa dos orgtte eenito-urinarioa.
Podem ser tomadas a todos as
Maaorrbagia. Tomando as
I> Ciaran, os doentoi alo i
arodaeto ajas ataraea toda -
jAma. ^^
:
)







<*
-

ti
M
c-
Diario de Pemambuco Sexta-feira 9 de Outubn) de 1591
EPILEPSIA
HYSTERIA
POR W1IO DA
S0LOCA0 ANTIIERTOSA
CONVLSES
MOLESTIAS Laroyenne
NERVOSAS
Caa quasi sempret
Allivio sempre!
VENDA EM GHOSSO
PARS, 7, Boulevard Denain, ?, PARS
PHARMACIA DUREL
Depostos n todas as pfwcipaks Pharmacus m Brazll
^*-*-*-* .t X-X SXStXlJSXIJJ
MEIO-SECLO DE XITO 51 PREMIOS
29 Medalhas de Ouro e Diplomas de Honra
^RS?" DE BICQLS
RECOMMENDAOO -^Cfe^N^f^^. INDISPENSAVEL
A durante a. esl**o calmosa\
EXCEtUEMrE
^ ^j Toiielie e os Daates
<*#ttth /Preservativo,ium tempas tle llpitlemia
Fzbri.a em LYON, 9l COOM d-Herbouville. ^n>**?>* Ca cm PARS, 41, riu Richer.
EXteR 0 NOME DE RICQLS RECUSAR AS FALSIFICAQES
Umnn em J:rr(tb4Vu- f.v aria mj* p*-m ty,M,saas*..,* ^tu4ui*ku*i.
Jndige ;toes,
B s ti* Estomago,
d J CcaasSo. do ervo,
da Caneca.
*a HA
MAIS
A IW V BMiadi
IIVJECCAO PEYRARD D'ALSER
1 aav n* usca a : nau v nlm priudjTO alijual. orno ueni tlUluo, cursndo reslnio* ai IMi (lia, .MbkMM- V i 10.
smV i de Argel cem erpe rase ntido t.Jemmf Prntlt* J3 Arhas pise.,*!,, de -----"=?Tr^ 1 m. 11 111
anus, mire os qu:.es 80 bio. l>2 s.J 1 Su, at ? 1I1B0, : re * ,r^''': *M.w^^j 6"u 8 ** do inuraaoto. samada experiaiaaUva leiu 01 Isl Esto*. MI cant.
TOfaSf. PERSISTENTE, BR0NCHITES, CAT6RRH3S
DOE.NCAS DO PEITO
zcufiA certa pelas
CAPSULAS COGNET
FMAI9* 4.. Bue- do <:rbajror*Jcii --ARf^
Deposito em Peraambuco : Fran" M. da Silva & C *
V'NHOdeBUGEAD
1 ^GllinEtT til!7
^NI-NUTRITIV(
O melhor e raais.agradavel dos. tnicos, receitado pelos mais
alustrados facultativos de Parts, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, PEBRES de qualquer natureza,DOENQAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENgAS.
Se acha as principaes Pharmacias.
IHH1IIII
ASHTMA & CATARRHO
Curados pelos CIGARROS ESPI
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AI-i'ilOVAllO E LICrselADOS CHA INSl'ECTonlA OERAL DE HYGII SE DO BHiZIL
Vend em atacado J. Espic.io.rui Saiiit-Laaare, em PAIUS. CilJt-mmU tnipiiturs.
liepoaito en) t.das as pnoeipaes Pharmacias de Frutea e do Exlraogetro.
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Mino Je Tolla, AloatHbo, AoenrUi Monosulfuro Ato Soato pwre para
ataBlIlvav 4a HuhuwMy Bnmckite cumie, Cmlhurrm, UryfH. Ammwm-m o
m pmlU. Pan o nodo As tasajead eMtaltor o ptonMto.
Ptm, mmm CHtlALA Im 1nri, a-fW aW-*a.
P*OrtUrtog wn PsnWAMBPCO : PRAWo* M. ato 1I.VA V
W#

FALffiK.
AUMENTO
dos maua agradavei* 0 de /aatil digmtc.
.- 'mpr.-_'i 1 preciofo para aa crianzas, (fnds>
[ a iade de 5 a 6 mezes, e mdrotaate no momootaj
de desmama-loa. Fatilitm u drntipu.
Asegura m ba formar** oaaM.
J'revem ou dte oa defeitoa de creaceoaa
Pars, 6 Aenida Victoria e principae Pbarmacias da Francia e Estrangairo.
SilON VIOLET AIME tCuu aasam le VIOLET FRCRE8
SnrOX IFyTnaOTln'
uutannQ BYRRH '"^
O BYRRH urna JMhida. cuja* virtudea tnica* torne a-ae
esensado assig-nalar.
Ccmpsto com vinhoe relhos de Hespanh excepcionalmente
generosos, pdstoe em contacto com substancias amargas indiciosa-
mente escolhidae, este Vinbo contem todos os principios das mesmas
e nao tm no estomago aquella accao corrosira do alcool que cous-
titue a bate da maior parte dw especialidades oFerecidas ao publico.
E'. ao !rsmo lempo, muito saboroso e absolutamente irrepre-
hensivel ao ponto de vista typenico.
0 SYBSS pode ser tomado a qualquer hora, sendo puro na
dote de um clice de Vinho de Porto, como tnico; misturado
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
UWOMQlO UNIVERSAL. M RARIS IBS* --------------------------------
M~rflT> A TaTT A de OURO (e BlaUas alta raoomp^naa oonoaxlida,)
I flrMaUam Masa*** rtA f- U. aa aUfA > a aaa ulaaapaai aaasa.
As VERDADEIRAS AGUAS le
rasca
r3o aa t-on.ea oo bauoo Iranoax
A 1nua raeta 8. aOULETABD MOHTKABTflZ, PAHU
CELESTINS, reas minu tmfu i* eeuai
eRNB':-6PJLLE,WsaJonaa..Mlan8.
H0 '' L, ianci EsUDuaa.
HAUTEhlVE, iU.cfou i busuat e do ipairtiao amana.
/ aa4a ao (atada.
a Hrunbuca talar M KaKtlll; il
q riaCAKi rauaaaaait tasamii
B8EMCAS DA PELLE
VICIOS 00 SANGBE
AFFECQOES SYPHILITICAS
Csava f'-r-ta prlws
DRGIBERT
POPE E GRI6EAS
leauratnw taeaiataiiM a I
(Preparadas por BOUTiG.nt BUHA3U.)
UN VER8ALM ENTE REOEITADOB
PELO8 JAIS AFAMAOOS MDICOS
Exigur mi firma tinim cuarrimd*} de D*
IBRRT t 4 BOLTIGST, e ulh da Geeerno
Vaaen a im Unto dot Fmbiicanlm
DESCONFIARSE BAS IMITACOES
D. axcellsntes raaultadoa
un toAotl oa caaoa da AHEMU l 0EBEU0I0E
?o QUINA RAGOUCY
I* Aniuto ruputanunlc ai borqa.3 aQ
m cksv COISTIPICO .1 00>iS al ESTOaiM K
(r'.. |I:AHCAID.II, ruSnalsi-Sl-Uiin. Pul. TL
fei I -saassa"-, Fran- M da SILYa 4t C* Qt

SaiSPENSORIO IHILLERET
jEisst^ 1 ei b.aaras. para srancoeelea. bydrocalos. aja.
il Si-irra dowenior tinentn tm udi suso aeorts.
& Q meitior tienWticla
ea*.
vai>>Esaa\ Odoxfttaltaa
^PIHS:lf7iAl4,
A \0TE D DE PARS
X aA. aRaTCTaAe IOO GaAaaBXJG-A X aA.
OFF1C1N 4 DE COSTU RA
MBte- IaOBLF.T de volts de ana riagem a Pa iz esoolheu um esplendido
sortimsnto de f zendas e modas de alta novidade ; pede as ezceUs-itissimas famins
honra de ama visita.
1 \ Ra do Cabug 1 A
.
LIVROS
ABILIO
Acaba de ch-ga"- a nova eicfo dos tereciFos Hvros do Dr Abio Cesar
Borges=A$ graod--s m>difi?ac5es I itas irsia nova edicfo na tornaro iuteressa-
ssima e necessaria a leilura correnle das classse^ adiantadas de nossas escolas.
DEPOSITO
NA
L1VMR1A B9LITK8A
- MA do imperador -
CARDOSO ft IBMAO
Ra Baro do Trjumpho ns. 100 a 102 e1 ra
do Visconde d& ftapanca n. '!4
aClt* su U aAe A? aX>
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes.
CALDEIRAS multitubnlares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ierre batido cravadas caldeadas, fundido de todos os tamaahos.
RODAS D'AQUA p ra cubes de raaaeira e toda de ferr.
RODAS DENTADAS de espora e aregnlaree de diversos tamanhos.
CRIVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPU HO sem sola, vlvula de broaze.
CHUMA JEIRAS parafusos e o mais que se opsa desojar para engenhos, estra s
las de ferro e Obra* Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer peya de machirjismo tanto de ferro
andido como batido-
EN 'ARREOAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, mediante urna
aommiss&o rasoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Usi-
nas, para fabricar de 100 a 300 sacos de assocar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos meamos e responsabilisamxse pelo bm trabalho
para o que tem um hbil engenheiro inglez muito pratico, alm de dos um socios
o casa que tambern eagecheiro:
_
Gompanhia Nacional
DE
SALINAS
DO MOSSORO ASSU
O abaizo aasignado agente da Gompanhia a:ima participa ao commercio deste
Estado ou a quem possa interessar que j a Companhia possoe avaltados depsitos
de Sal nos portos do Norte.
Sal commum, grosso, claro ou escuro, claro bramo, fino lavado, por precoB
moderadissimos e acceita encommendas nesta agencia.
Para informales, contractos e mais instruc(oes, ra do Commercia n. 14,
1, andar, escriptorio do agente |
E-tado de Pernambnco, 7 de Outubro de 1891.
Joo Mara de Aibuquerque Oliveira

A Gompanhia exploradora de Pro-
ductos Calcreos, encarrega-se do. foraecimentr
de cal branca e preta em qualquer quantidade e a
presos serr competencia.
Dispondo de um pessoal habilitadi^simo e fornos
sufficientes para a produc^ao deste artigo, acha-se
habilitada a acceitar contractos para qualquer forne-
cimento, por maior que seja.
Caes do Apollo n. 73.
Recife, 15 de Julho de 1891
FUNDICAO CERAL
ALLANFaTERSONs g
44RA BARIO DO TRrMPHO-
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d agua
Taixas fundidas e batidas
Faixas batidas sem cravacao
Arados.
-44
v
Em barricas para o fabrico de assucar vende a
Companhia Exploradora de Productos Calcreos.
Caes do Apollo n. 73
Recife, 15 de Julho de 1891.
PEITORALdeCEREJA
Do Dr. Ayer.
Aa onfermldadcs mala doluroi as da rarcamu
e do aulmf-., ordiiiarlaiuinlc ,leacnvlreaiac:.
taaHo por priaclplo t>a>* p^jBcn t, enjoa resulta-
dos n*o 44o dlllicei.i dv curar se p -omptameote m
Iralio com o remedio ccnvenlet le. Os BaaM.
ailo e ai> Toawa dio reclprocam ate o resaltado
! I. 11 llallis, Iflhm, Broi icbilia, AfiVt
cao Pulmonar e a Tleica.
Todas as familias que tem cria) cas derem ter o
Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
n casa para o u-ar em caso le necesaldade.
A perda de um 5 da, pode ei i multos eaaos
acoarretar serias coneqoencias. Por tanto ndc
ae aera perder lempo precioso. < xperimeniand.
r.injdiof de elDcacia duvidoea, einquaato qu
a enfermidude se apodera do .ayst mae so arraiga
profundamente, ento que se i ecessita toio:
aeaae iastante, o remedio mais rto e activo esa
aen afeito, e etc remedio sem duvida aJruma
o nrmtui. de Ckreja do 1>r Atsk.
PREPARADO PEIX
DR. J. C. AYER & CA,
XstMveU, Maaev, E*t. Cni.ioa,
oatPouiTO oarkA
jttAMMAM BOUQUET
oc PENHALIGON
Perfume celebre urnecido Caaa TtoeJ
As CorteaIngjet di K-traLg.iras e a E'.itc da Bnropa
4ll!o:PENHALIQON oV JCAVONS
33, Salnt-Jatses's Street, 33 Landres
f entes em PFH,MBDCfl: T. M. da BIX VA A C.
*"'''-""* "Ti H"n'~""rrT
Licor depurativo vegetal lodade
do medico Qulntella
Este notabilissimo depurante que ven
precedido de tSo grande fama infallivel n<
cura de todas as doencas syphiliticas, ea
crofulosas, rheumaticas e di pelle, come
tumores, ulceras, dores rheumaticas, os
teocopas e nevralgicas, blenorragias agu
das e chronicas, cancros sy ihiliticos, in
hamacos viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantas, intestinos, etc., e em todas a
molestias de pelle, simples c a diathericas,
assiai como na alopecia ou queda do ca
bailo, e as doencas determ nadas por sa
turacSo mercurial.
Dao-se gratis folhetos o de se encoc
tram numerosas experiencia i feitas coa
este especifico nos hosnitaes pblicos <
amitos attestados de mdicos e docomen
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO d C.
Ra Mrquez de Ol i ida n. 1
MaRAVIlHA CURATIVA
DO CELEBRE
Dr. umphreys de N iva York.
A Verdadeira Maravlha do Secuto.
APPEOVADA LICZN ;IADA
pala Inopectariu Geral de JyaieDe da
imperio ato Brasil.
A Mara.ilhaCurativa reitcdtoprofnpU)
ara ar Pisaduras Macluicuduma, i kmanoea, Tor
jeduras, Ooataduraa, oa Laceracoas. AiUVUador
eauuica o sanaue, faa parar a fnniu ima^so. redu?
alneoac&o. tlrao deseoramento, e f j i sar&r a(ertda
eatno por encanto.
A Maravilhat Carativa all vio promptoe
cara rpida para yuelmaduras, l baldaduras, e
emeimadura do Sol, e superior a lualqner outn
naaaaaa.
A Haravilha Cara ti va 6 1 npagavel para
odas aa Heraorroaglafl, se Ja do Nari uaa Gengirua.
dos Puimdee. do Estomago, ou aF H< morraokfaa ou
Aimorrelnuiscura sempre e nunca falla.
A Maraviihu 'arntivn .'um dliviopromptc
pera Dor de ix-utee. de ouvidos, da Face. InoBa^ao
da Face e Nevralgla,
A Maravlha Curativa on cuno prompte
e precioso para r>"ires rbeumatica, AJelJao, Dore
Rurldez as Juntas ou Persas.
A MafassHia Caratlva o (imnde reoedle
para rSqnlnencla, Angina, Amygds :as Incnadasoa
liiflammadassempre seguro, semp -e emear-
A Maravilla Caratlva i e multo vale*
como Injeccao para o Catarro, a Le icorrnea ou al
Florea Brancas, e outros corrlmenta deoltantea.
A Maravlha Caratlva I:anagavel pan
curar Ulcera. Chagas autlg&s. Apa -ema, Panart-
doa. Callos. Frtelras, Joanetes e Ton orea.
A Maravilhn C^raHvawnedloprnmptc
laum Dlarrtee simplea, e de Diarrh i cnronlca.
A Maravlha Curativa xccDentenas
Efebarlaii e Cavaliarlcas, para Toi duras. Durea,
rVadurapet>foladurai.Ck>nlu6es, dajiagavaa
Espedalidades do Dr. Hsia^revB.
Remedios Eapeciflcoa,
V'nsaento Maravilhoei'.
Hemadio- Syph UticaH.
Remedtoa V -terinara.
O Manual do Dr. Bumnnreys 144 f gnas sobre aa
anferadadeaeinodo da cralas se ligratis, pede.
ae ao seo aMN ou &
III M IMIUtV- MEDIC1KB C 109 Falla -Street, KUW YORK.
NICOS AGENTES
Para vendas em croa o em Per
oambaro
Farla Nobrinho .
DROGARA
A' Una Marque* de Olnia a. 1
Tnico Ju-Mi tamba
Este tnico, p-eparado com p antas proprie
daee conhecida pelo nosto pub ico, amelbor
de todas as preparacoes at bcie descorberta?
para impedir a quedas dos cabellos, deseipande
as ".aepas e os conservar no mais famoso estado
alm de ser um magnifico perfume para a
toiUete.
Encentra se a venda em todas as principaes
pharmacias e loias de mind^ias.
Dona lattOO i Vid-o 'NO
DrpoBllo
Pbarmacia Martins, Rna Doqne de Canas
Luiz Vernel levan
ta emprestimos de
qualquer quanta sob
canco de ouro, prata
e pedras preciosas e
tambem compra cau-
tellas do Monte de
Soccorro, cau;oes do
Ban^o opular. joias
e brilh inte 8.
Pd?. ser procurado
na su a reloj oaria ra
do Baro da Victoria
n. 53, das 8 horas da
manhas 8 di noute.
H
A TOSSE E
FEITOEAL
DE
AJTACAHUITA
CParMx; ta-^
LANMAN E KCMP
>'KW VOKK
0 BALSAMO MAIS EFPCAZ
8
s
z
>
ce
P
vrp*-/tia r TES
nrTt
V
'
INFALLIVEL
fl
56-Lojnmmi i Es-
M13I-S8
Joaquim Luiz Teixeira
& C., proprietarios da loja
das Estrellas avisam as
Exms. familias c a todos
os seus freguezes em geral
de que em face do com-
promisso que teem de ven-
der por menos do que em
outra qualquer loja. aca-
bam de receber um comple-
to sortimento de fazenda*
finas do ultimo gosto.
Outro sim re o!verano
transormar seu estabele-
cimenfo n. 58 denominado
Loja das Estrellinhas en
arm zem de fazendas, dan-
do o descont de 14 por
cento em pecas inteira>.
Sil! Duque iie Caxiis
Lojan. SS
Armazem n, 58
Telephone n. 2IO
MARAVLHA Cu RA i.*
DO TLET.RE
Dr. Hfflohreys lie Nova tcr*.
A Verdadeira Msraviiha de Sen-lc
APPBOVADA E UCIKCIA".A
pela Iaapeetarla Or Imperla ala Brasil.
A Maravllka (rail refU-^JoHraav
para aa Pisaduras. Bachucaaor.... C n!i*i*a. Tr
.^e-Juras, Cortaduras. < u La arar a niaairaa
rsaasMr-, t faa sarar fr-Ma
reduraa,4
>ianoa o sarcue. faz par
a InchacAo. rr..'lesc. ."-'s
como por e: l-.-hio.
A Maravlha Cu.ativa .
cura rpida para V'ieunadara-, K-^- ilaailaraa. e
^ueimadura ao bol, e aupacka* a iwialanrr aaaa>
remedio.
A Maravlha Caratlva hnpaaawl san
todas as Hemormagia*. seja do Nariz. daaOenapvaa,
dos rnihnoes. do Bsloma?". mi 11 Til asa Jaalai
Almorrelrare cura senipreo auaca faina.
A Maravilhac c*lvanm*Hiv para lir de Denle, de Ouvx*, f Fagg.laiMB,a
da Face a Kevralgia.
A Maravlha Caratlva *" reetj.^ in usjuat
e [.neloeo para V re* rlrumatkss, AJelJia, Pira
Jgivz BU Juntas ou Pernas.
A Maravlha Curativa f" Taasde nanas
para Esquacnda, Anataa. Anrini
Inflamnaadaaaem
apraaegaru,
A Maravlha Carativx de :
con laJeocAo aara o Catarro, a Las
Floras nianaas e outro commenvja A Maravlha Caratlva lajnaaavei pan
urax Ulceras. Chagaa aatlcaa, Apnatram. Panari-
doa, OaBoa, Frlelraa, Joaaataa a Tanaore*.
/ Maravlha Curativa I remeu1 Vfmm
para Dlarrnea simples, e da Jarnea chwayei
A Maravlha Caratlva exeeBaace aaa
Estrebarta e Cavsilarlcaa. para Torcedoras. Doiaa
Pjaaduaaae Esfoladuras. Coatusoav Lacerarle*. *c
Especialidades do Dr. Hamj^rtvr.
Remedios Eapeeilcaa.
laga.-nta Maravlha**,
BeuMaiea yahilitica*.
Braaraia* Vet eri a
O Manual do Dr. Rutnphrers !4t prrmas ana
Bafermldades e modo de crala se .^ratai. f
ae ao sea boticario oa i
HCMFHBBYS' SIDKIM Cl..
IM Faitea Street, HIW Y
Deposito gerl na Com|
de Drogas e Productos chimico*.
Gerente Francisco Mauoel da
Silva.
Malas grandes e
pequeas para via-
g^ens.
Loja das Estrellas
?rt4diMi.wi Vaarativ*
Apprerade pela Hlwtraia Juta de
Bysito* Publica da Car te.
A ncton'sado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
firmino Candido de Figueiredo.
Ernpregado com a maior
rheumatismo de qualcner nal
cm todas as mcUttwi im ptt, aaa
eiumrrkJas ou jbrer srmttc-u, nos
^firimentotaecaaionadospela mfmrnm
tangyt, e ftalmenle na* drtartealea
fonnai a tyfUHi.
Dae Nos primeify sei diaa
olher das de cha tala manh c
i noite, paramenfc ou diluida em aj-j*
. e tm aegnida mudat-se-ha para cnmmt-
| rea das de sopa para o adulta* e me-
Ude para as enancas.
Rearltaen Os doentes devea> ab-
ster-se apena* do alimento acida c gar
daroso; deveni usar dos rannos fros oa
tornos, segundo o estado da asoleara.
DSPOOTO GUTaUa.
Francisco Maneel da Silva A C. 1
Drogailataa
23 Ba Marques de OJinde
Pemambuco
BVaaa,


Diarlo de Pernarohnco Sexta-fera 9 de Outubro de 1*91




A




-":

Neste sumptuoso emporio commercial, em que ao lado do
goeto artstico se pode notar ama excepcional variedade de ar-
tagoe de ir oda encontrarlo aempre as Exma.i Familias um ins-
ravilhoso sortimf nto de tado quanto a im gmacSo pode conce
ber de elegante e lusnoso.
c-----
AU PMDIS DES DIMES
j8Fu Harn ila VitHria">8
O Au Paradis des Daroei>* 6 inqueatiocavel mente,
trrest a tri-cton do high lif perntmbucano que Del'e eoc
mpre os ma-s esplendidos, phantasioaos e elegantes artgos
'Ci'Ibd"B cuHa-losamenti ertre o que de maii -i o e mais '
.jura no- mercados eoropeus, visitados pelo cbefe da casa.
(----
O AllParadis des Dao.es tem expostos venda, recetados pelen ltimos paquetes, rico? e mimosos vestidos braacOS bordados edecachem-ra (haute
nouve .ute) visites e capas pretas, guarda pos de la e seda; almofaddes de velludo colchas de seda e renda casacos
coberto de rendas ; matines ; leques ; pelerinas, bordados em alto relevo ; pelucas ; velludos; setinr ; seda etc,
riquissimos cortinados (anda nao vistos em Per mmbuco) para janellas e camas
vestidos brancos, de la guarnecidos de seda e ie seda ricamente trab Ihados
Na t possibil dade de enumerar tudo o que porsue o Au Paradis des Dames pede s Ex mas. Familias a honra de um < visita.
VENDAS
Attencao
Ao l*'p i''l u'-iii'^ ^iiiido* attetcSo pT
virero eiu uoeei- e i beip una-ii- que ruCu ir.-
rio os DJ<* w 'e w-i- I g'' la, a g-a >e : '
lun^,- benito mi- m i de-- as im io o
encon ra So asi u.,.a d io-ia>* a.s san o, grau
des e p gi.ebOK por pie* rjtntvri.
Outrutnai. i m t-n riK'-bno* propos'a-i da
eBCuniuieii'iot* < in v> i- a-'-m de 5 U/ u quetn
QlCrasar.
S encont'arS.i no Ba' r O'innt I, roa Tooq r
de Suoxa d. %, .o ip cao Recife
Primeira Lotera Extraordinaria
. Libra** Sterlinas
Vende-se na loja de oas de Angosto do Re*--
a, C' ra do Cahnga i '
Consiiiuico
DO
Estado de Pantam-
buco
Vend^ se a 400 re*
cada e&e tupiar, to
escrip torio do Da
rio.
Livros de recibos para
alugueis Je casas; vende-.se
no escriptorio desle Diario.
A-loja dhs Estrellas
acaba de receber um
importante sortimea-
to cta tecidos de fan-
tasa de seda, linho e
algodo.
Manteiga fina
Copenhagen
Latas de 1[2, le 2 li-
bras receberam Antonio
Mello & C. a me:h ,r man-
teiga at hoje conheida,
latas amaiellas.
Baal rquez de Ollnda n. 27
Pao centeio
Mello & Bisel ti odo recebido nova remessa d
tarinha centeio, avisa aos sena fregnexes qn>
sontinnam a fab icar este delicioso pie cent*:
'.odas as tercas e sextaa-feiras ; na raa arga d<
osari* n i"
DO
RECIFE

Manequins ameri
canos automticos.
Loja das Estrellas
F0LHETI1
-
mmi SE S7H70T.SX0
POR
ANDR VALDS
SEGUNDA PASTE
0 INTENDENTE
(Continnacco de n- 228;
IX
OISTITI
Ja que sabes tants cousas, sjrs o meu
secretario... Queres? perguntou com na
sarr'so.
Nao sei o que mss quero.
Cbegaram agencia da Companhia de
paquetes.
Henrique pagou a sua passagem e a de
^uistiti para New York ; eontinuBram a
aaminhar, e alguna minutos depois ebega
rana a urna casa de aepecto humilde e
triste. Mas dentro havia asseio e ordem ;
ra urna miseria digna, nobremente sub-
pas'ada-
Os irmSo8tos eram muito miudos ; mas
ralo do sol daqueile pobre lar era o pe
quena Marieta, filba de urna irmS da viu-
ra Bwpert.
A grande acceitacao que te tu tido esta loteria pelas muItipla^
vantag^ens, faz com que os encarregados gparantam a sua extrac^i
infallivel no dia designado que
24 deDezembro
VESPERA DO NATAL
O seu plano o mais vantajoso de todos os planos das loteria*
Tendidas no Brazil.
Alem do grande premio de quin he titos contos tem mais: um de
cem contos, um de cincoenta contos, e muitos outros de vinte coitos
quinze contos, dez contos, cinco contos, etc, etc.
()s bilhetes esto expostos a \enda as principaes casas de late-
ras desta cidade e na
THESBRMIA
RA DO CABUG N. 3
1 ANDAR
Preco da cada bilhete rs. 16.1000 dividido em vigsimos de
800 res.
O Producto da venda dos bilhetes vai sendo recolhido men-
salmente ao Banco de Pernambuco.
A extracto ser feita pelo systema de c urnas e espheras >
o mais acceito pelo povo.
OS ENCARREGADOS,
Arthur & Desiderio.



Nuda mais ideal do que aquella cabe-
oinha anglicamente loura, de olbos azul
saphiraj e tragos de excepcional finura.
Por mais distrabido que estivesse Hen-
rique com os seus pezares pessoaes, com
padecen se pela sorte d'aquella gente e
quia ser-lbe til.
A explicacKo nSo foi longa; o mogo deu
o aeu oome e pedio para tomar o menino
c:mo criada ou antes como companheiro,
pagando-lhe adiantado um anno de sua re-
tribuidlo.
Entrn se fcilmente em accerdo, e am-
bos sabiram aim de comprar ronpa para
o novo viajante e dar outras providencias
sobre os rpidos preparativos da prxima
partida.
No dia seguinte pela manhS, Theodoro,
vestido dn um temo escuro que Ihe ia
muito bem, despedase da familia, pro
metiendo voltar com urna grande fortuna
pura desposar Marietta.
*
#
Luiza Darris fieara muito inquieta.
Tinba julgado mais fcil desembaracar-
se u'aquelle instrumento, cujos uervicos
nSo lhe eram mais de utilidade alguma.
Como teriam sabido tSo cedo do roubo
coomettido em casa do Sr. de Mo.-cay ?
Eetava annunciada de que nada se pode
ria descobrir senlo no dia seguate.
NSo prevendo a chegada de Henrique,
nao reeommendra silencio sobre os seus
provectos de partida.
Seria, portaato, fcil ao rapaz couhe-
ce!-a e seguil-a a bordo, o que quera a
tedo pro:,o evitar.
Ao amanhecer, levantou-se e cbamou
um criado.
Ha hoj um navio que parta para um
destino qualquer.
Certamente. Todos os das partem
navios. A seuhora quer que v informar-
me ?
Sim, v depressa.
O rapaz, corren ao porto e regressou
pouco depois.
E entSo ? perguntou Luisa anciosa.
O Belgrano, da Companhia |Char-
geurs Reuns, sae do porto pela mar das
8 horas.
Para onde vai?
Para o Brasil, Montevideo e Buenos
Ayres.
Bem. Traga me a minha conta e
chame um carro.
Poz o chapeo e o manto, fechou as ma-
las e seguio os homens que as transporta-
vam.
Apressara-se, com terror de finar em
a trazo.
Mas a sorte a favoreca.
Pdnha o p no tombadho no momento
en que da/am ordem para retirar a es-
cada.
Rece.iosa de mos encontros, desceu ao
seu camarote e vio desapparecerem as
costas atravs os vidros das vigas.
#

Henrique nSo pudera dormir, inquieto,
idea d'aquella partida tSo brusca e pelo
temor de nKo se embarcar a tempo, De
sorte que ama hora aoies estava elle ci-
pe, esperando impacientemente o seu pe
queno secretario.
Vamos, vamos disse elle ao velo,
nSo temos um minuto a perder.
Inda nao sao seis horas ; o senhor
disse-me hontem qua deixariamos o hotel
s seis e meia.
Como tassim ? luda nSo sao 6 ho
ras Teas certesa ?
iim, senhor. E a saa pndula du
minha opini&o.
Julgava o parado.
Entilo partimos ?
Sim.
Para nSo arriscar-s- a ser visto, Henri-
3ue imaginara ir para bordo ao romper
o dia, e de encerrarse no camarote at
que o navio estivesse em mar alto, afim
de evitar qualquer tentativa de fuga por
parte de Luiza.
Mas Ouistiti, nao tinha as mesmas ra-
zos para se esconder, nSo deixava o tom
badilho, ioteressava se a todas as manc-
bras e senta um forte tic-tac no peito, ao
pensrt que ia deixar sua m&i, ss'i irmfto
a pequea Marietta, que estavam todos no
porto disendu-lhe adeus com o longo.
O navio deslisava mageatosamente en-
tre os caes cheios de povo, saudado pelas
acclamaceea e gestos de adeus dos que fi-
oavam.
Marietta envava beijos, a velh* enxu-
va olbos.
Theo nSo chorava porque um homem
nSo devo chorar, mas sentio o coraclo in-
chado de saudades.
Emfim o navio, entrando no mar, sin-
grou rpidamente para o ocano, e as cos-
tas de Franja pouco a pouco sumiam-se
no meio da bruma azulada.
Tranquillisado, Henrique decidio-se a
subir ao tombadho e comegar as euas
pesquisas. A pdpa eetava ebeia de passv-
geiros, envolvidos em mantas e cache-nes,
porque a brisa era fresca.
Procurou de todos os lados, desoeu ao
salSo, tornou a subir para o tombadilho,
mas em parte alguma encontrou vestigios
de Luiza.
Acabou p'.dindo informabais.
Deram-lhe a lista dos passageiros.
Achou o nome que procurava : Sra.
Luisa Darris, pi ssageira de 1.a classe.
Daseramlhe que tffecivamente, aquella
dama bavia comprado paasagem, m.s nao
embarcara.
Ap<5s um primero accesBO da raiva que
PECUENAS PILDLAS de REUTER
Flzaado entorpajcldo can** po*ltlvmn*n com ch
i Uala>a. Hllu rto nmromortlo p'jicaMvo lirrede pen-
! o Pr o homem mato f meo, to bem como hurtante
ctHo r*r* o homem mais forte, c nao conetlpao d
iota; pela accao seral aerada a todo qn. Mivl
11. plhila. ewandarte. ala profi*ao medica ooa
1 USm BSo a menoree c mato tacto a
Qnaraota c-m cada frasco.
PARA
FIGAD0
SABO COHATIYO de REUTER
Tnmoro., moa, polle vermelha, aaapera e leaJPld}10.0?
ruradoMr o mai^erand. de iodo, o* aforrooaeador. da pella-, o
a^C^lodeRener. Produ a pelle formo, hraoca e
da^enio. brand ; ataoluumeotc pa.ro. delgadamente med,.
rSado^Srmlmerti Incomparavel como aabao pjra a pelle
SSaStMTdTtoocador. dobETho e do qoarto da eBjSM
"cAUTir^w i geoaiao m cada enrohorlo Hf a
B^rcidTA.Bwday'SkCo., New York. ^^^^
MEDICINAL
Y PARA 0
TOILETTE.
BARRY
Cma .reDarscSo deeante extremameotc perfumada. I
rem^e' ^^mp^^docr,pre^*U^con;
tra calv ie caballo ciDiento; faz o cabello creacer es-1
pepso,b andocUermoto. InfalWel paraenrareropcae,;
SoetiCM da pelle, gtondol mMCnlo, cora ntsav,
mentir, adurae, qoelmadora,ferldam torcednrij. *e .
CAL TE LA.-Nao genuino im cada frMcol
ter a m. -caTetn" rada de mKtojr &. Co- V" Tort*
PARA O
CABELLO
APELLE
SSOaKLECBOOlkW
XTiROPE
._ v,mrA q d E*Laco Calmoaa, Pnrlllcador do aanfne. dlnre-
S^SS^mSSo^M appellldado atopurativo oojaamj-
po Kobre c org M
Absointamen -
dto

, operand.. -
oa ria e o Intentaos.
olea pelo, canaea intesnaea, ros
tob, qae flnctoam no a*afoe,
arias e na tran piraeio.
DEPOSIlAalO UcrT PRODUCTOS.A
ductos ihimicos.
m dtoeetivos, o sanene. o.
. neaualtoa e expoto pele
e poro, da por e, o. gennena rocivoa, que
arma
purTficabm
PARA O
SAR6UE.
ompanh.a de Drogas e Prc-
Ria Mrquez de Olinda n. 23.
\ntig,a fabrica cajuru
beba
/ende ee porgo 1e rolbas bel'idag, vinaffr-
ous grandes depo?it>8 de fo-b>3 de fl.odrer
xas tomeiras, machinas de arrolba^. f?prenjer
jtc., etc., bem como om vaoor de t>rca de qua-
o cajallos, e orna exo-Hente Cildeira de -user
30 vacuo, lquidos, e manos ouina objpetos ;
:ratar oa mesma das 7 as 10 ora da manr.5 t
las 4 da tarde em diante ; na raa de Luiz d
Reg n. 14, era Santo Amaro._______________
Coroas mortiiarias
O que ha mais elegante e sumptuoso
reste genero acaba de ser importado de
Pars, pelos Srs. Casimiro Pernandes &
C, proprietarios da loja de cera a ra
Duque de Caxiasn. i 19.
Procos sem competencia, tollocando se
os letreiros a vootade do comprador.
Cap k mortiiarias
A loja Seperanca, a ra Dique de Ca-
sias n. 77, acabado receber grande e va-
riadsimo sortimento de ci.pellas mor-
tiiarias e promette fornecer a > respeitave
publico, por precoa baratos, lem compe-
tencia.
Vende-se em Syoto Amj-
^o, na antiga casa do Da
Ramos.
Vapor e caldeira
Vende so uta vapor de forca t quatro cvalj
os, quasi novo e ama caldeira di coser n va
ao ; em Santo Amaro, ra de Lni i do Reg no
mero IV
nSo pode dominar, Henrique sentio-se
como aliviado, vendo que o acaso se en-
carregara de resolver a questlo. Seu bom
senso fez-lhe sentir que assim talvez foase
melhor.
Com effeito, que succederia se se en-
contrarse com aquella indigni ceatu.a,
q ie tanto mat lhe iazia ? ?
Talvez a matasse n'um miivimento de
colera, e disto resultara a de ihonra p*ra
elle e o desespero para a familia.
Ecfraquecendo a m infl-ienda de Lui-
za, o moo comprehendeu a prttundesa do
abysmo em que ella o atirar*, e amatdi-
90a va-a.
Baeuperando o seu bom se neo, sentio
urna c alma bem azeja invad! 1.
Como subisse para o tomb.adilbo, teve
am movimento de sorpresa e de con'ra
riedade.
Hyppolito Richardin estava em sua pre-
senca.
O senhor aqui ? exclamoi Henrique
Sim, senhor, respondeu trame nto o
outro. Fui encarrrgado pelo Sr. barac
de o seguir e rtcondusii-o aos seus b a-
508. Procurei o muito no Havre, o s a
ultima hora soube que o senhot tiuha em
barcado. Cheguei a bordo qu;ndo se le
va&tava a ancora. E nao tendo tana tem
po de o faser des mbarcar, part em bj
companhia j.ara o proteger contra os seus
proprios desvairamdutos.
H arique nao respondeu.
Nao gostava de Hyppolito e a sua pre
sene a o aborreca / s-abretudo n'iaqudlle mo-
mento, desejava ticar s com o.: >eus pen-
Bam -otos.
O intendente mentira.
Chegara ao Havre a tempo le impedir
a viagem, mas na o fizera, nn. kiieayao
de embarcar om Hinque e iproteiur-
se ia promiscuiJade de quinze tilas com o
1 paciente que elle quena explortr.
' Theo obsarvava este nov.. ptrsonagem,
Tapetes, alcatifas
et tena
Loja das Estrellas
Azei'e puro de oliveira
E' onsigoaco da casa, e vende se Karanur.-
do e .er o meihor nese genero na mercearts
Equidade.. ra de Horlas n. 17. ______________
Taveraa
V> nd fe ? taverna la estrada nova do Caxac
f& n. 146 A, prxima da ^tacao du Corlen
propria pa^a prionoiante p"T demandar de r*-
queno cap tal ; a tratar na mesma.
Taverna
Venda ?e ama taverna oa traversa da rna Im
perial n. 133, e ma.s ama aroar;ao e seos tfr-
teoces, por commedo prejo.
Taverna
Vende-se nm pequa no estbelecimeato de ta
vera4. na roa Imperial n *93: a tratar ao Ba
teo da Pa* o %. <-m A logado._______________
Tacos para buhar
De diversas qnalidades. rt*ceb<-u a Livrar.
Contempornea, roa Ia de Marco n. 1
Milho pilado no Pombal
VeBale-e na padaria a va >or, de pfio de mi
Ibo. milbo pilado de todas as prossoras, prec*
raioaveis.
Bal cao
Ven le se nm peqneno balco com compar.i
mantos memos : na roa Lnir do Rejro n. 14.
Foie
Vende-se nm fol- novo, de 98 pollegadas : a*>
rna Luiz Para engenho
Potasa, prego seii competencia ; vende Joa..
Macado, rna da Imperan* n 3
no q jal o seu espirito alerta adivinhavs
um inimigo.
Hyppolito notou o e quiz arredal-o para
poder conversar livremente.
Vai te, petiz, disse elle.
S obede; > ao mea patrSo, retruco-j
petuUatenieute Theo ; eu nlo o coahoc.o !
Que fedelho este, Sr. Henrique ?
Conhece-o ?
Sim, o mea esmpanheiro de va
Sem- ,
Queira afastal-o perqu precisamos
conversar.
E' intil, entre nos nao ha segredo*
Gosto da companhia deste menino, elle
me distrae.
Toma para seu tabaco, aeu cujo, mar
murou baixinbo Ouistiti torcendo o naris.
Como quiser, replicn o nterdictr
em tom irnico, afiastaado-se e laucando
ao pequeo um m 1 otbiar.
Nao tenho medo de caretas, murmu
rou este, tu ests machmando alguaw,
mas toma sentido c mmigo !
Chamal-odetedalho NSo admittia isto.
O pretenso zuavo navia d Ih'o pagar.
, a brincar, e assobiar, desceu a> c-
marote, que partilhava com o sea patrio.
Com grande estupet c-2'i, vio do ade
de fra assuas bgagens, e Hyppolito c-
n.ando o sen lcgr com imperturbarel
fidugma.
ADusando da aactoridado que lhe hava
outhorgado o pai, contand 1
habitual do filho e coui o p
elle possuia, o iuteodente
encaaatrar resista-ncia sr.a.
Som se mostrar Theo t r c sabir para
o tombaiilhu.
. fir Henrique, Sr H arique, adm-
nhe o que o ul Hyppolito astava taaendoV!
(Contitma- -'i)
;om a timidez
lar qae sobre
,-rava oto
i
-

'


*f
Tjp. do Dwrto-Ruu Ouque u-j Uaxis* a. .2.


Full Text
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