Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17764


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Full Text


ANNO LXVII NUMERO 225
DOMINGO 4 DE OUTTJBRO DE 1891
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9
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PROPRIEDADE DE HANOEL FIGEROA DE FARIA FILHOS
PAi k A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados
Por seis ditos dem. .
Por am anoo dem.
iad ntimHro avolso.
61000
121000
241000
ti 00
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PDBLICAgOES NA FRAN-
CAE INGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prioce A C, residentes em Pars, 34 rae d
Proveuce.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Per seis mezes adiantados.
Por nove ditos idem .
Por nm aono dem.
Cada uamero a va I so
13*500
204250
271000
4110
PARTE 0FF1CIAL
*
Miniaierlo lu Puteada
Foram aposentados: o thesoureiro da
thcsoumna de faeoda de S. Paulo, Julio
Nun<-8 Raih >tho, e o 2 escripturario da
da Par.byoa, A.tone. Joaq lim Vascon-sel-
Inlalerlo da AmicuKur
Foram transferidas Companhia de
Mein >ramentos de Pernambuco pela Em-
?reza Industriil de Melboromentos ao Bra-
sil, .8 cnceasoes constantes dos decretos
ns. 1.060 e 1,015.
Inpi'i'iur: blica do Calado de fernambuco
DESPACHOS DO DIA 19 jE bKTEMBEO
DE 1891
Luiz Carlos de Carvalno P.es de Aalraie, re-
quereodo uma certida.Passe.
n
Adelaide Olindina Xi"ier de Calda?, pedindo
ama certido Ceriiflque.
ADffi-liea Mara R raerlo de Jess, requerendo
a josiifieago de faltas. Justifico.
Clotilde de Oliveira E icaurahe se.
23 -
Mara Ignacia de Jess, pe lindo a juslificicio
de faltas. Jasiiflco.
-24 -
Jos Marcelino da Cosa, pe linio a entrega de
documentosSim, mediante recibo
28
Antonio Casado de Araojo Civalcaote.Enea
minbe -se.
E^iher Crespo Manso, pedindo prorogngo de
prazoNao ha o que deferir, em vista do acto
do goverrador do Estado de 3 de Ju.ho do cor-
rente anno.
Ministerio da Querr
Foram transferidos : para a'.' campa
abado 4 ti*talhA>de totalitaria o cpi-
tSo do 31 da uiesm arma Tnomaz, Draz
Villas-Mal; daquele para eate batalhao
o capitao Aatoaio Francsco -orra, para
jadaote; para a 2.a compauhia do 28
batalhSo da mesma arma, o oapitodo 17,
Jos Xavier doa vnjos; para o 11, o al
feres do 31 Antonio Jos Leite ; para o
30, o ten-ute do 35, Aff uso Das Uru
guay ; para a 2.a corapaohia do 10, o ca-
pitao do 17. Jos d daqae'le para sta batalhEo o capitSo Ma
noel Lopes Carneiro Fontoura, para aja-
dante.
COMBEN \l I -A IL
Jeuado
Governo do Estado de Fernn
buco
nESPACHOS
DO
DE
DA 2
1891
DE OLTDBO
Dr. Adolpho S ra5es Barbo;a, lente sobstitoto
da Fciculaade de Di--no d R-cife, pedindo aber
tara no < rdito ^ara o pagamento da quantia de
150*0;'0, da gratifieago a que se julga cara di-
reitu.Requtira ao m misterio da ostrucgo pu
biiea, directamente ou por intermedio do ios
pector da Tne.-ouraria de Fazenda, porquanlo,
conforme a doutnaa constante de avisos du 1'
de Agosto e 9 de S-teran o ltimos, nenbuma
acedo >;ane aos governaiores dos Estados cou.
relacao a empregados do mesmo mioisterio.
Antonio Jjaquim de Mendonga, sentenciado,
pedindo cenido du data de sua prito e da pena
i qtH foi condemnado, atim de tratar de sua i
berdade Informe com urgencia o Dr. juiz de
direito da comarca de Nzaretb.
Com nanbia Peroa ai bacana deN'avegago, pe-
dindo entrega da coma documentada a que al
rade o deapahj n. 61, de 26 de Agosto, exara-
c em sua pnicaoSim. mediante recibo.
A asesina, pedilo entrega da conta na'im-
portancia de 273*600, que se refere o despa-
cho n. 56 de 25 de Agosto ultimo.Sim, me-
diante recibo
A mesma, pedindo entrega do documento de
volvid-i com aviso do ministerio da justiga, ce
31 de Juloo ultimo.Sim, mediante recibo.
Hjnorio H-;liodoro do Sani'Ann., sentenciado,
peliudo certido da data de sua priso e da
peaaque lhe foi imposta.Ao Dr. juiz de direi-
to da comarca de Jabato para atlender, devol
vendo estes papis.
Irmandade de S. Pedro, pedindo para mandar
dar mnxa no imposto de aonaidade do appare-
Ibo da csa n. 46, na ra do Nogaeira, por ter
sido desapropriada par utilidade publicaIn
foraie intendencia muni :ipal do Becife.
Jos Fernandes CjQde de Aloueiro. ex-sentea
ciado, pedindo passagem para a capital federal.
Providenciado.
Dr. Tjaiaz Ferreira de Carvalbo Sobriabo,
pedmdj pigjuieato da gralitbaco a que se jal -
ga com direitj, P-^lo traUme:ito de variolosos da
fr-gu'-zia de S. Jjs.Informe com urgencia o
inep-ctor da Toesourafia de Fazenda.
Secretaria do Estado de Pernambuco,
em 2 de 'Outubro de 1->91.
O porteiro,
Hemeterio AI. da Silva.

Reparilelo de polica
2* seccSo N 214 Secretaria de Po
licia do Etado de Peroamiuco, 3 de Ou-
tubro de 1891.
Illm. e Exm Sr.Participo aV. Exc.
que t >ram hontem recolbidos a Cata de De-
tenjao 03 segu otes individuos:
A' ordam o subdelogado do Io distri-
ct de S Jo^> Vicsnte Ferreira de Brit-
to, Jos Fagundea de Senna, J a Fer-
reir?. de Britn, Joaquim Jos Rodrigues,
Cyprianu de Souza Viegas, conhecid > por
Beziga e H norato Julio doa Santos, como
gatunos, fijandi os tres primeiros dis-
po8$E> d*o subdelegado da fregaezia de
Santo Antonio
A ordem do Subdelegado do 2o d stri
cto de S Jos, Caetano Jos Francisco,
como gatuno.
N) dia 29 do mez findo foi encon
irado em trras do engenho Sapucagy,
do termo di Escada, o cadver de nao
homem di cor pird*, em dtaitado esta
do de putrefac$So, caja identidade nSo
pode sor reconhecida. .
A autoridade competente proceden as
digeneias da lei.
No dia 27 do mep findo falleceu na
cadeia di termo de Agua Preta, victima
de varilas, o preso Maoe! Jironimo Fer
reir, que se achava pronunciado em cri-
me de roubo.
No dia 26 do mez findo e em tor as
' do engenho Garra, do tzrmo de Amarv
gy, travaram la:ta os individuos JoSo
I Pe re ira e Francisco Maria, resultando sa
hirem ambos feridos levemeate-
Os delnquenos foram presos em fla
gr-nte e contra elles abri se ir.querito.
Saude e fraternidade.Ao deaembar
gador Jos Antonio Correa da Sil i a, mu
dignu governador deste Estado.O Ohefe
de Polica, Oaudino Euxodio de Bruto.
S SAO DE 2 > DE -.KTKMr.lt'
Incidente ttdro Paulino
Botra em dis: ^sa a consulta son a vali-
dada de voto d* un dos senadores, em relacSo
ao decreto, oao sani-ioiido, regulando as in
compatibilidades entre cargos ederes e esta
totea.
O Sr. Pres dente precisa explicar ;io Senado o
incidente relativo vo.acao do decroi.o nSo sane
cionado sobre acompatioi iJades e o o il nao
^ le ser promptameole decidido na sessao an-
tecedente por carencia de quorum.
Trla-se de resolver se ueve ou no ser gra-
vado de jvalidez o voto nominal de um Sr. se-
nador, governador de E-talo c qu foi inquina-
do de suspeicao segundo o cisposto no art. 181
"i regimeoto do senado, dejola da reclamacSo
de am Sr Senador. S o voto daquelle miem-
bro do Senado fd: considorado -nspeito, o re-
sultado de votjlo do decreto o5o saneelonado
tica alterado essencialmente, pois que snbsisli-
rio os dous tercas necessarioi pela Constitaicao
para sua adopfSo. Se o contrario acontece', o
d-creto preaito condemnado.
Nestes termos estabelece a que;to que deve-
r ser revolvida pelo Senado.
Sr. Pedro Paulino, lamentando o in-
cidente da ses.-o antecedente, protesta que o
sea lemmu a razan e j ju-tica, pelo qoe respelta
o Senado, exigilo em retorno que se lhe res-
pe.tem as attribuicOes funejionaes. Asstgnaria,
se tanto fosse preciso, o decreto de execaco de
seo proprio irmao, embora bouvesse no da se-
gainle de dar um ttro ni cabeg, tal a venera-
cao que presta systematicamente a justica. En
retanto, nao ncootra no Coogresso competencia
constitucional para legislar sobra in;ompatibili-
dades da ordem das que se achara consignadas
no decreto oo sancoionado, e esi sega o de
que a actaaliJade, em qne se trata de recon
atruir a patria e consolidar a R'puOica, repelle
todas as manobras em qac os dctame da con
sciencia oo s>-jam o precipuo mvt-l, Acredita,
finalmente, que o Sr. Aqallino do Amaral deve-
ra ter levantado o mciurnle que se discate, an-
tes da vntacao, em qu elle orador tomoo parte
para o um de resolver sobre am ponto cons-
titucional. Se, porem, indiepensavel qoe se
elle retire da casa para que seja bem succedido
o decreto, fal o-ba, cedeodo & forc, de modo
nenhum, sua mesma consciencia
o sr. Aquilino do Amaral sent ha-
ver magoado o orador precedente. A sua re
clamaco, porm, nao leve esse intuito, mas
simplesmente a de salvar ama disposico regi-
mental. Nao a ioterpoz antes da votacao do de-
creto em questao por igooiar a circamstancia e
a posco do Sr. Pedro Paulino, de qaem, alias,
ouvira olteriormenle dizer que retirra-se da
casa, qaando foi submettido deliberacao pela
ultima vez a proposta oo saoccionada.
Sendo assim, attribuio descuido a interru-
pcao oesse significativo proceder e apenas qutz
relembral-o a > orador precedente, de qaem es-
peroa sempre que, ama vez advertido de tal es-
quecimento, apenas e de prompto o buscasse re-
parar, sem magoa ou coatribaicao para o inci-
dente de qae se traa e qoe la nenia baver le-
vantado pelo r amor da cauja publica.
O Sr, Quintlno Bucayava acredita que
esta urna qui-si. de suuima gravidade. Con-
siderada em ansolato ella nao cffende otereste
indiviluaea do Sr. senador por Alagas, mas, a
autonoma do Estalo, que representa. Pede li-
cenc para reuder bomunagem ao procedimento
do Sr. presidente, nem cba incorreto o do Sr.
iquillno do Amaral que nao foi de eooontro a
prattea aigumi parlamentar, poie a pragmtica
nao reconbece nopportanidade em casos seme
inautes. Tendo de laclar contra a opoiao de
aleaos honrlos collegas, me tre na materia,
oo se limitar ae xbibir a suaopiniSo individual,
mas forlalecel aba rom citace?, extrabidas de
um livro, onde e cons gaam os estylos parla
meulares dos Estados-Unios, e onde se l qu
nm zasos igaaes ao sogeito. convem ant--s an
nuilar a votaco do assu'up'o principal do qu"
expl o davidas e coinm-;ii'.a-ios, que podem
cjmprometter a veracidade e credibilidade de
uma votacao do Senado.
Se se attnbue ao Sr. Pelro Paulino inleresse
individual neia questo, naturalmente porqoe
elle exerce doas funccOes, aunas electivas, mas,
eumpre notar qae elle nao oDra oeste recinto em
tea propno nome, mas no dos seas eleitore-
uja iotervenca> nao pode ser licitamente sacri
rio ida. Aceitar o argumento, qu" prescreve o
aenador por Alagaa i a delibera$o sobre o pro-
jecto nao sanee uado, imparta em condemnar
quasi todas as votacOes do Senado, pois que to-
dos po em ter nelUs in'.ere-se eventual e longtn-
quo;j'.quaato aiagi'tra'.a-a. j5. finalmente,
quanto ao a ilitarismo.
Vota, pois, contra a suppres-o do voto do Sr.
gavernador do Estado de Alags e senador les-
te meamo Estado.
O Sr. Ua niro Barcellos acredita que nao ba a
considerar no voto, qac se pretende eliminar,
smao a esseocta e cons. qu-neia delle. Ora,
esse voto nao pode significar mais <1< que a in-
constitucionali lade do decreto nao sanecionado.
Fci cerca de tal assompt-que o Sr. senador
por Alaf i' se cxp'i.nio manifestando opl tio
tSo reapntavel e > fti z qu mo n de qualquerou
tro senador.
Na- ha aqui possibilidade de interesse indivi
dual ern jogo.
Se a' boavesse nem a compulsoria poderla
ser vitada por militares, nem outras medidas
qae represiotassem interesas eventuas de
qaaeaquer ciassea por sen-orea, membros.des
tas. Este precedente, que autorisa penetrarnos
ar.anosda couscteociaalh>,ia, con^tiiue am gra-
ve pengp contra a sesuraata das deliberacOa:
do Senado. Ha a considerar anda que a mesa
ctiamtiu nominalmen-e o Sr. Pedro Paulino para
votar, recolbeu e ap.irou o seo voto. Como.
P-i', eltmitial o ? Nao v r.zj jurdica para
tanto.
(O 3r. Pedro Paulioo retira se do recinlo).
Nao ba vendo mais qaem peca a palavru, en-
I cerra se a dis^ussao.
Procede ee votaco, derla-ando o S:
por 23 votos cootr.. 21 que nao deve ser cornado
o voto do Sr. senador, que governador.
0 Sr. Presiden'.e uiz qae, & vista do resultado
da votaco, o decreto soore as incompatibilida-
des, foi appruvado por 2/3, e que na forma do
regiment e da Coostitu ci vai ser remettido a
Camapa dos Diputados.
O Sr. Quintino Bocayuva, de accordo com os
seus principios ja expostos e com as ligues j
exhibidas, pede que seja annullada a votaco do
dec eto nao sanecionado.
OS*. Presidente snbmette esta nova qaesto
dellberago do Senado.
O Sr. Tbeodoreto Souto pensa que a resolagn
do Senado exprime am ataque contra a autono
mia do Estado das Aia.A >, alm de ama reslri-
ceo 3 prerogativas de um seQalor.
O Sr. Presidente adverte qae nao licito ex-
pressar-se de tal arte sobre ama deliberaco do
Senado.
O Sr. Thsodorelo Sonto aecresceota que deve-
riam ser tomadas por dous tercos todas as deli-
beracoes concernenles ao assumpto principal e
seus incidenles.
O Sr. Amaro Cavalcanti acredita que nao ha
mais sobre que deliberar. A queaio simple-
e acba-se peiTeitimente res -Ivida pela suppres
sao do voto suspeito nos termos do regiment.
. 0 Sr. Pedro Paulino depe as mos do Sr
Presidente o seu mandato de senador pelo Esta-
do de Alagoa3; e para que sa nosopponba que
assim-proc'de por contar com o governo dease
Estado, resignal-o ba tambem.
O Sr. Ramiro Barcellos lamentando as conse
q -.-acia.- do incidente, applaaie, todava, o pro
cjder do Sr. Pedro Paulino, coja onentaco oo
nevera ser diversa, desde que ee lbe coarctou o
direito conferido pelos eleitores das Alagas.
Qaaoto proposta em votaco, est convenci
do de qae a deliberacSo do Senado de .era con-
clu: pela annullaco da votago, pois assim
acontece sempre que reconhecida e consagra
da a saspeigo de qualquer juiz em am feilo, em
que interven elle sem devel-o.
O Sr. Roa Jnior abunda as conside-
rag-s expostas. O decreto inconstitociona ; a
eliminacSo do Sr. senador por Alagas oo tem
precedente qae a autorise.
O Sr. fill otilan romega por declarar
que o Senado nao inoorre em culpa pelo facto da
lamentavel resignaco do Sr. Pedro Pauliuo. E
quanto suppres.-; do seu voto, legitimo pre-
tender, segundo lodosos precedentes admittidos
que fossem nailas todas as eleigOes, em que se
encontrassem votos nullo?, nenhuma haveria
mais n'este patz. A mesa camprio o seu dever
chamando o Sr. senador por Alagas. para emit-
lir o sea voto, pois que a isso a compelle o regi-
ment, nem dispos'go algoma autorisa a presu-
mir que lhe corra a obrigago de conueeer as
incompatibilidades e suspeigOss em que pode cada
senador recahir.
OSr. pira lr ao Sead jalgumas palavras dolivro que
tem em mo e que ja se refere em principio ;
quando a reprovago ou approvago de am voto
altere o resultado da eleigo, todos os tfftitos
resoltantes d'ellds estn tcitamente snnullados.
O Sr. osii Jnior Est de perfeito ac
cordo com O orador precedente, cumpre proce-
der a nova votaco do decreto nao sanecionado.
Nao baveado mais quem pega a palavra en
cerra-se a discusso.
Posta a votos a mogo nao approva a por 25
votos contra 18.
tervir no moidente, qu se deu hontem
no bndo de (-atamarca, e qae submet-
teria a su i apjrovaySo as medidas que
teatpna t = A maiarib do Goagresso Argentino
pareae f-.vor.teQl aos proj ctos tiaa iceiros
do Groveroo, que entraro em discussao
ua qu^rta fer* prxima, 30 da crrente.
O sen idor Leandro N. Alem, que
se aohavi ai 'Jjriova, seguio jara Tucu-
oan.
O Sanado voto-a em ultima diseus
sao o projecto de refarma eleitoral, que
ser posto em vigor brevemente.
Bepobiica Oriental
A Nac'o/i desmente es boatos sobre
revoluto.
Um soldtdo Tutou uoi cabo de os-
ijiAtw-Hro* Errazurlz.
O Sr. Costa propoz ao Ssnado um
novo projecto rcgulaido a divida do Es
rejeitado por 22 votos .ont a 23 que obteve a ,a de quorum Qroa o Sr. Th-odoteto Sonto
talo, inciuiodo a brazileira.
INTERIOR

EXTERIOR
PACIFICO E RIO DA PBATA
Nos jornaes da Capital Federal encon
tramos as segaintes noticias :
Chile
Os operarios offereceram um banquete
aos sargentos.
O ministro da Hospanha apreaeatoa
as suas credenciaes.
Foi demittide o cnsul do Chile em
Londres.
Foi n)msado consnl em Paria o Sr.
Carvallo.
Continuara 03 trabalhos encetados das
estradas de ferro do Estado, nos quaes
a.-ham-sc occapades 6,000 individuns.
Em Moneda honvebaile.
-- O coronel austraco, suspenso pelo
dictador, foi reintegrado no cargo.
.0 Esmeralda foi enearregado de
tratar do salvamento do Blanco Encalada.
= O Ooverno do Coagresso oontin 1 a
licensiar varios oorpos de tropas.
A cidade psrmane^e mais tranquil
la e 03 negociantes rejomsQtram saas
traosaccoes eommerciaes.
Bepnbllca Argentina
Os trabtlhadoies di rastrada de Fer-
ro Ostral Argentina, em Cordova, decla-
raram-se em parede, por nao qn,reren,
aujeitar ae a uma reduc;lo, em seus sa
Unos, imposta p los administradores da
mesma estrada.
Foram -.orna las as providencias Degesti-
rlas, com o fin de serem evitadas as des
ordena que possam surgir entre os traba-
jadores.
As corridas *de oavallo em *alermo
foram coatranadas pelo mo tempo, na >
chegaudo a realisar o pareo do grande
premio, por este motivo.
O Sr Vidal, ex-miuistro do gover-
no ba mace dista em Baenos Ayres, par-
ti para a Europa.
As colheitas em geral da Repblica
Argentina promettem oer boas este anno
O general Anaya foi nomeado go
vernador de Neiquem.
=3 A muaicipalidade de Baenos Ayres
pedio ao Congresao para restituir cidade
os impostos sobre pateutes e as contribu
cSes de direitos, por causa do dficit do
municipio, que se eleva a 81 milbSes.
E' prov*vol que haja modificar/So
no prejeeto sobre o banuo.
= Por oacasiSo de uma violenta dis-
cuasko, a m noria do Senado da provincia
de Catamarc* expulsou a luinoria da sala
das cesBSes.
O Governo parece dicidido a inter.nr
no desaccordo.
O Congresao Argentino sarconvoca-
do, era sesBSo extraordinaria, por decisao
presidencial, entre varias questSes que
realamam urgencia, deatacam se a vdtac&e
do orsamento e o estudo de diveraas ve
formas financeiras.
O Govorno fea conhecer ao Parla
da'mento a necessidade que haviam de n
BUL DO BRAZIL
Pela piquete Orenoqiir veaios hoatem as se
guiu.es noil.ias:
Extado de Mlnn tlerae*
Em uma solemntdade havua no da 25 por
oeca-io da naugurago deom novo trecbo da
inba frrea de Sapuchy o presidente do E-ta-
do, disse com palavras minadas que se valia
daquella oc.'asio to grata para declarar que
em nome do povo de M n 1- pro oul^ari 1 um de-
creto, al u je que te erguesse um monumento
de marmnre na praga da Iidependeocia da ca-
pital do Estado, destnalo acommemorar o Dro
lomirtyr da Independencia do BrazilT.ra-
deutes.
E' este c tiieor do decreto aliudido :
0 povo doEs'.cdo de Jlinas-Geraej, pir seas
representantes dt creta e eu promulgo a seguio-
te lei:
Arte 1 Para commemo'ar. a 21 de Abril de
1892, o centenario de Joaquim Ja^ da Silva Xa
vierTiradents o governo da Estado mandar,
com urgencia, preparar em marmore uma co-
lumna encima ia por um symbolo cu allegona
histrica, que devt-r ser erguida e inaugurada
uaqaella data, em a praga da Independencia des
ta capital, onde, em poste de ignomiaa, esleve
exposta a cabega do prolo martyr da liberdade
naciooa!.
Art 2' Para a realisago do di;-posto no arti-
go anterior, Oca aatorisado o presidente do Es
lado a fazer operacoes de crdito at a quantin
de 20O:0OO.
Ar. 3' Revogam-se as dispo/ig ; em canta-
rio.
Palacio do governo, na cidade de I'ajub, 23
de Setembro de 1891.Jas Ce3ario de Paria Ai-
VIL^.
O-Bicc Ceutrai Mineiro tirmou contracta da
compra das nqaissimaa jazidas de ferro e ouro
le Antonio Pdreira. assim como da concessao
qoe d innmeros favores e grandes vantagens
para a fandaco da mais poderosa usina metal-
lurgica da America do Sul.
Esta coa :essaa foi firmada em 6 de Mrg >
deste anno pelo governo do Estado, em favor
de Paula Castro, ex proprietario doimmenso ter-
reno qu tai todo metallico.
A usina comporta doas finos altos, syate^a
belga, do urna produego total de 100 toneladas
de foote por dia e munida de tolo o material
para reduzit-a em trillos, travejamentos metal-
lisos, pontes, chapas para navios e caldeiraa.
columuas, tubos, e em geral, tudo quanto diz
respeito ao ferro e ao ago
Projacta se em Juiz de Fora a fundagn de
academia livre de pharmacia e cirorgia denta-
ria.
k*i ad do Paran
Diz um teiegramma transmittido ao Jor-
nal do Comnercio:
- O povo par:n.:i'is?, reunido, acclamcu
iiii grande cammisso, que permanentemente
trate de defender por todos 03 meioa 03 interes-
aes;deste Estado, na queato de limites com San
ta i.'atharina.
ldicou qae i intendencia da capital pedtsse
em seo nome ao presidente do Estado, que con
vocas.se ex'.r .ordinariamente a assembla legis-
lativa.
A attitude d povo de resistencia contra o
projecto com que o governador de Santa Caiba
ma pretende fenr a integridade do territorio e
popuiago paranaense.'
A rouaio popular foi aberta pelo geaeral Car
doso. presdeme da intendencia e presidida pelo
Dr. Fernaadei de Barros, acelamado pelo povo
A allodida foliia publica eate ootro despa-
cito telegrapbico :
Parauagui. 26 de Setembro.
A populagao deste municipio protesta contra
o parecer da conmissoda cmara dos depata
dos soore limites do rana e Santa Caibarina.
O d relio sobre o territorio possm lo pelo Pa-
rada de ideo lempas coloaiaes j fui amp amen-
te il -ti i.oo ao parmedto nacional e coos'.a dos
ano es eapectivos.
O Paran jaiga se no dire'to de nao ceder um
Olmi do seu torrilo-io a qa-ilqaer Estilo visi-
nho. uniia uento em virtuia de umadeciso su
po fioiii e desorientada e cuntra a voptade ma
uifesia das populago^s, consideran lo qualquer
proieJimeaio em cuatrano ama exto sao vio-
lenta.
A sotuco desta penlencia aconselhada pela
commisaao respectiva parece anarchica e preu-
pitada aesrespeitaudo os aieresees p-rmaaeoles
do Estado e a tracgo de populagOes que se
i&ri :ain aob a m^ama bandeira.
Eatadi de S. Paulo
A bandeira pauy a que arvorou se ni pa-
go municipal le Sao-, qa.nlo se ffectnou a
sesso solemne em bqmeuagem memo-ia de
Silva Jardim, assim"descripta pelas [jhs pau
li,iauas:
Soore un fando verde desenha se am quadri
latero, cajos vrtices tocara s ext emi i d -s la
teraes a parte superior do qaadrilatero bran-
ca e a inferior vermelha.
No alto, dti'e.ta, esta callando o cruzeiro do
sul.
Capital Federal
Datas at 28 de Setembro :
Fuueeiooaram as auas casas do Cngreaso
N acional.
Sesso do dia 21:
SanadoNeta casa do Coagresso, Illa e ap-
p.ovada a acta da sessa antecedente, foi exhi-
b do o expeliente, que coQ3lou p incipalaieuto
le doas pareceres reiaiivos ao pmj- to dos Srs.
Rirairo Barcell03 sobre o arrea lamento da -
irada de Ierro Central, e a:- projecto do Sr. G>
ra-nsoro 'erca do destino dos magistrados nao
aproveitadas pelos Estados qoi sus respectivas
oruanisagOes judicimas E^ a parecer c i
rao de jnstig e aquello da cornmiss
linanga?.
Entrada ordem do da, fot, afi.ial, volada a
proposta conr.eroente j ele tea' federas*,
.3sim, a sua segnnla lenura. Coasli-
taio o asaumoto mais relevante da votago do
art. 43, qus trata do voto a descoberto. Foi este
emenda em sentido contrario do Sr. Cima as Sa
les. \' requenmeoio do S-. A aro Cavalcaoie,
foi nominal es-a votago.
E o ae.'ui-la a lt u o Senado a votago do pro
jeito n. 29, elevando 2* l'.-se o correio do
Anazooas. Fui niscoilda em aparte terminal da
"v-ao e n ultmi (altura, a proposia soore
procurag5;s de p'op-io punh) haven io orado
os Srs. Coelbo e Campos e Gil Cuu i adiada a
ses.-o pela h ira e marca ta a ordem do da sub-
sequente
(Timara dos DoputadjsM sessa lo hontem.
antes do xaedieate, o^cuparam a tribuna os Sr-s.
Foaseaa e S.l e Maicia io de Miaine-, para
trataren de fitagao de torcas, Angelo Pinheiro
para Iratar do parecer do tix gi > de li mies de
Sauta Catharina e Cassiano da N s un-uto para
tratar do melh iramento da barra lo Rio Grande.
Depois da expediente o S-. Auto de Fa.ia
oceupa-se tambera com o melhorameo'.o da bar
ra do Rio Gao le.
Na 1.* paite da ordem da dia votaram-se to los
os prujectos de le cuj discusso se actiava en
cerrada, e entrando em 3 liscu-so o orgamen-
to do Miti'.ste i.- das R lacees Extennres, orou o
Sr. Serzedelh al eagotar a to a.
Na 2.a pane da ordem do lia, continuando a
1." discusso aonollando o rsgate do papel-
moeda. oceopou a iribuua o Sr. Rosa e Silva.
Segurado a 3' i.iscusso das IVga.s de mar
orou o Sr. Nelsoa at* dar a hora.
Sesso do da 2 :
SenadoLida a acta e o expediente, na hora
deste oceupou a tribuna o Sr. C.rapos S'll-s
para offereecr um proje to de lei coa erneoie a
servigos da jusliga federal. O curio espago de
tempo conferido pelo regiment nao ten lo sido
suleiente, o orador requereu prorogaeo da ho
ra para continu^go de suas explicagOes. O Se
uado ih'a coocedeu.
Eotrada a ordem do dia, foram approvadas a
elevago de categora do correio do Es aJu do
Amazoues e a re lacgo do projecto concernenie
defloicao de terris de vollas.
Foi em seguida aubrae'ido diamsso nica
o decreto nao sancionado sobre ncompa ibm
dades. Discorreram a respailo os Srs Amaro
Cavalcaote, Ramiro Barcellos, Gil Gaulart e
Toeodoreto Souto, qae requereu o ;idiameno da
discusso. sabr o qual oroo o Sr. Amara Caval
cante, interpretando o pensamento do regimea-
to. Esse reqaeimento foi regeitado por quasi
unanimldade, continuando a discusso renovada
peloe Srs, Rosa Jnior, Americo Lobo e Ubaldioo
do Amaral. Encerrada aquella, annuncio o Sr. pre-
sidente do Seoado que la proceder nos termos
da Coustitu glo poltica da Repblica, a votago
nomiu'l do decreto oo sauccionado.
Foi verificada a pres.-nga de 44 S-s. senadores
los quaes 29 vo'aram pelo decreio e 13 em fa
vor do veto, Conbeilo esse resultado e com
muoicada ao Senado, o Sr. Aquilino do Amaral,
relembrando ao Sr. presidente a disposigo lo
art. 181 do regiment do Senado e que prohibe
a iiteressados tomar parte em deliberag6es que
loe aproveiiem, pedio qne fosse eliminado do
computo da votago uma das vozes, a do gover
dador do Estado de Alagas. Um tal voto nao
sendo cootado, alterara esencialmente o resul-
tedo, garantiado os doas tergas ao decreto nao
sanecionado.
A su^gestuo do Sr. senador por Malta G-osso
provocou ulterior debate pela ordem. e em que
mmaro parte os Srs. Tbeodoreto Souto, Ramiro
Barcellos. Rosa Juoior e Jos flygino, o qual ar-
gumento j no sentido de dever considerar se uol-
io o voto do sonador interessauo. Estando ex-
gotada a hora regimental, o Sr. presidente de-
Bnvraa que consultara o Seoado na sesso im
mediata sobre a validade do voto em qaesto,
nao deveodo ser licito casa proceder a nova
votago sobre o decrelo nao saneci raado e a
respeito do qual pronoociava-se o Senado, de
accordo com o regiment.
A's 4 horas e 20 minlos foi levantada a ses-
so, marcada a ordem do da.
Cmara dos DiputadosAntes do expediente,
0 Sr Oliveira Pinto peds a palavra para mandar
mesa um requenmento e protestar contra o
arrendamento da Quima da Boa-Vista conforme
se prujecta ; o Sr. Astolpho Po, como metrtbro
da commisso que emitlia parece favoravel a
essa preienso, dea explicacOes respeito ; em
seguida o Sr. Barbosa Lima oceopou a tribuna
pan tratar de negocios polticos, referentes a
seu E lado das Alagas.
Na i* parte da ordem do da foram encerrados
sm debate e posteriormente approvalos os se-
ga ote i projeotos:n. 163 A providencian lo so-
bre a execugo do paragrapho nico do art. 67
da Const.tuigo rea ivameate aos proprios na-
cmnaes desnecearios aUiio; n. 164 rega
lamo o estabelecimeato, governo e adminiatra-
; i dos bens religiosos; n. 137 A estabeleeen-
do a idade compulsoria para o exercito.
P-3-arHo se discusso dos projectos n. 80 B
sobre o disiruto federal, orou u S.-. C"Sirio Mot-
a e 161 sobre as despezas do Ministerio das
Kelages Exteriores, orou o Sr, Badar, ficao
to ambas as diseussOes ciliadas pela bora.
Na 21 parle da ordem do dia, continuando a
1 is-o do projecto o. 174 sobre o Banco da
R publica oroo o Sr. O.tkica at eagotar a bora.
Na 3* pa-te, entrando em 1 discuas o pro
j-cra 62 A Ikando os limites entre os Estados
le Santa Catharina e o do Paran, occopoa-se
d i assarepto oSr. Bernardina de Mendooga at
encerrar-se a sesso.
No da 26 faneciou apenas o senado fede-
ral, sent este o resumo da sesso.
- Aberta a sesso nesta ca3a do Congreaso
lida a acta eo expediente, durante a hora deste,
oceuparam-i tribuna os Srs. Pinhuro Guedes e
l'neodoro Pi. lie'o, o prineiro para o intuito de
solicitar da 0 xnmisso de Justiga prompto pare
<-.er sobre a petigo da Assembla Constituate do
E-talo de Mura Grosso, eleita a 3 de Janeiro, o
segundo para reclamar a revi3o da Commisso
de Fmaogis acerca das ioformagOss do Gover-
na io* do t'iauhy aore a sec^a, qne jffli^; esae
Estado.
Annunciala a ordem do dia e baveado o Sr.
p 'aliente explicado ao Senado os Incidentes
relativos consulta sobre a validade do voto de
ua ir. Senador em relago ao decreto ao sane
cunado e qae regula inconpatibilidades, ora-
ra-a os Srs. Pedro Pauliuo, Aquilino do Amaral,"
Q inioo Bocayuva e Ratni'o Barcellos.
l) Senado delioerou por 23 votos contra 21 a
eliratnago do vo o do Sr. sealar Pedro Paulino
por coosideral o invalido em face da disposigo
exprossa do art. 181 do eco regiment-
Desvare, o decreto nao saacciouado foi consi
drado triunpnao!e por dona tergos de vo'os.qae
obnvera ua amecedeoie reuaa.
Sem embargo, requeren o Sr. Qji.tinoBo-
ayuva que fasse amallada aqur-.Ua votjgj e
un aeida a outr mmcdiata o citado decreta.
Sonr: este novo incidente iiscutiracn. 03 Sra.
Ti adrelo Sonto, Amaro Cavalcanti, Uimiro
Ba callos, 'jil Goulart e Pedro Paulioo.
E w ultimo depuz em mios^da presidente do
dio sao m 1 nato de r: presentante das Ala-
gas, acc.ev.enlj que, para o m de e itir
commeutarios ulteriores, reulguana tambara, o
seu cago le Governador da Estado de Ala idas."
O S nulo na ass-uila 4 ponosta do Sr. Qiin-
adiada pela bora a predila discusso e marcada
a sobseqoente ordem do da.
Na Cunara os Depotados ao hoove seasta
ames da verifieacao dos presentes, o Sr. Kevilac-
q 11 tr.aou do hospital S. Sebaatio e da prisa
do capiio Aumbal Cardoso
O Centro Repoolicano Poriagoez realtw
no da 27 a festa da loauguragi, da ana baa
delra.
Daran'e toda a solemoidade, qo? foi oesidid
peio Dr. T'iomaz ueldno, e miis mano coa
eurrtda, noma se sempre o miior embmiaaaM.
lenao ora lo diversos aocius, e afinai o preairt-*
te da re por'ogueza.
Uuab'.nla de mu-ica execolou diversos Ir-
chos de operas e o hy rno nacional.
Balado da Sania
Dalas at 30 ie S temoro.
Fu'i-conava o i>angre-fo do Estado.
-- N > da 23 s 10 no as da non* uamf sloo
se in-endio na venda denominada Per se ve anca
na f egaezia de Smt'Ania, e da ju'-l praprie
tiro o sobd.to hespaohol Minoel Picanee.
O fogo, segn lu oos if arnam, foi o*ca do pela expioso de nma lata de k-rosene, tu
oc aaio en qae eslava -enio fechada a venda.
Lenu com tal intens^dade o ligo, qae teatro
le pouco lempo desabava, devora 10 pe as cbam
mas o tecio, ricanlo todo reduzdo a ora nonii>
de ramas.
O predio era antigo e nao se achava no sega
ro, bem como a ven la, que dizem eslava Df"a
aaasteci la de gneros.
O agente da >-st-iga ceot-al da cs'.rad* de
ferr., C'irral do Braztl. diz o Diario de >
cas, remelleo U D-. O1 veira Rib-iro, ch-fe de
polica, ora appar-Ina era raissi para a fibrica
gao de ni k-i, que foi eicouiato no kilmetro
61 e 62 pelo feilor de iinh t J -n.-a de orna valla
uaa 1 nm-'diaeOes da estag i de Belm.
O apptrelbo foi examnalo na Casa da Maeda
peU cnefe das ofli nas de gravan, qoe terifi
cao er elle uma f-ma para a fabricaca de ni
ckeis falsos de 100 e zOO ria.
O D- en f de polica eacarregou o b En
risioGo ziga. 4 delegado, de proceder as dili
generas sobre o caso. O D.\ 4* delegado Jevi
eu hootem a i dos ni k'is falsos e as in
firmag6es do director e do chele Jas offino-s da
Ou a da Miela, que lhe biviam silo enviadas,
por ventt;ar perienrerem aos kilmetros 61 e
62 do Estado do Rio 'te Jan-aro.
O Dr. e.hefe de polica vai enviar ao sea -cle
2a daquelle Estado a lorma e as ioformag6" i
lu lilas.
O r ferido jornal, sob o lilulo Aggresso,
saque e fermemos, noticia :
Na villa de C-pim G'ossa, na ooite de 2 k
mez p-oxiuro passa lo. a n gropo de malfeitcres
dirigio-se fazenda Barro as, de propriedade
do cidado Serafim Jos Basar a e all o espao
c .ra n brbaramente, bem assim a ama senba-
ra de nome C -a 1a, roubando depols todo o Ji-
nheiro e mais objedos de valor qoe encon.raram
fusrado em seguida.
Segurado daquella villa na pers'gu'go doc
criminosos uma forja son o commanlo do sar-
gento Amorim, travou-se nma Iota de fogo de
parle a pane, sahin-lo levemente ferUo o mes-
ma sargento e oa pdenlo ser capturado am t
os criminosos .
ISfEHESSES lATHUg
Estrada de ferro nter Ot-eas!
ca de Pernimbii o a Valpa
ralso.
CON.-'ESSAO KE-.' :BIDV AO OOV ESTAOOS-.UNI OS OO BRKZl KM I ) DE
JSHO DE 1891.
Pelos 3ra.: Antonio Paulo de Mello Bir
reto, Arthur Jos de M-annelli, Jorge
Mirndola, Juan Jos lastro, Jo Eari
que Castro.
eqnerlmento apreaentado aa> gm-
vrrao
1
tino rioiya-'a, que foj. rejeitata por 25 votos
1 18.
Foi. era seguida.
:o n. 3 /.
Bancos le
app-ovaJ
;
re i.a'gao do
1 obre
irta Lt reque-
rido pelo Sr. J lly i 10 ,.;a uccasso por fal-
SEGU.SDA PARTE
Vantagena oflei-ecidas pel liaba Inter-Oc:eaai
ca ao commercio em geral e as rendas do
lado do R o Grande da Sal; desapparecimea
to do contrabando na fronteira.
O Estado do Rio-Gran le do Sal ten Jo de ser
vir-se do pocios to Prata, a lioba nter Oceni-
ca vai resolver am problema de grande signifi
caga para o deseavolvimento commerciJ eeco-
nmico desse E-tido, cuja i-nportagio se faz no
je em ama parte muito privilegiada do territorio
Uruguayo e Argentino.
O transito de mercaKr.as pelo territorio Ar
oentino, se dirige para a alfandegade Uoguaya-
na, depois de um mov.ment que principia pelo
reembarque no pono de Montevideo ou de Boe
nos Ayres. baldeago em Paysan desembar-
que na Concordia, transporte em laticba e ar-
rogas para cooduzil as a estaga de ferro carril
Argentino del Este, e transporte por este at a
estaga de Caseros, e de novo em car.-ogas at
ao porto, e finalmente em vapo-es da oavegagia
fluvial atU'Ugoayana.
Uma vez cb gadas a esse ponto as raercado-
ios anda se aham distanciadas de ceios de
kilmetros para serem ioternidas ao Estado do
Rio Grande depois de um percorso de 28 a 30
das pelo menos.
O transporte de mercador as em transito pelo
territorio Oriental, com destino a Ba.', lendo
de fazer a trajectoria de Montevideo ai ao Bra-
zil, segu ama parte pela va frrea, e grande
quantidade em carreta, o qae eleva o prego da
'ooelagem a 20, e as pocas do invern a
nuito mais.
O preg > que seria cobrada pela liaba Inter-
ocenica para o traasporte das mercaduras em
(rao itu pelo territorio Oiemal, para as proce-
dencias do B'azil, sen i Je 2 por tonelada, of-
ferecendo aluda as vantagens inherentes a cele
ridade e a aeguranga que iffere;e am transpor-
te rpida e vantaj iso, sem baldeages cunstantes
qae expdem as mercadonas a ama avana qua i
raevitavei.
Al construir-se o porto de Montevideo, o por-
ta da coloniaoffarecevantageassuperioresaqael
le para a economa de transporte de m-rcado-
rias em transito, ignalando-se tal vez a de Mon-
tevideo, uma vez que sejam conveoieoteaieole
exe:atada3 as obra3 de melnorumenios em p-o-
jecto.
O n.vios de ultr.mar cobran iga1 fre- pa-
ra qualquer 103 portas do Rio la P.-a a.
Sendo assim emqoaato o ferro Carr l Leotral
do-Urugaay, en Moiieviia por exenplo rtce-
be mercadorias para o Rei-G-ande, .lepoia de
esta'tm careg.das dos gastos de lancbas, asa.
ga e descarga, transporte e deposito, a linb I-.
tar-Ojeaai-.a poder recbelas 00 porto a Co
lonia direeaaavinte aa estiva loa aavtaa 00 oos
vaporas e depol-as sobre o' w ^oos de carga, li-
cando assim o servlco de li 'Cbas, carga e des-
carga, carreta e ieposito supprimidos, podeodo
estar as merca lonas em territorio brazileiro
denira re algumas oras depois de cnega'em a
ae ultramar ; isto 00 caso de qoe o corauer
ca .o alado do Rio-G-unde prensasse de sais
aecadorits immediatame:iie, pois do contrario
as que fioassem em deposito paderiam ser arma
zonadas durante um anno, sem qae po isso
ra a pag3r epusa alguna, segonl- as dis
posigoe; vigentes das leis da Repblica Oria








\



Diario de Pernambuco Domingo 4 de Outubro de 1891
Esta sarta e liberal diaaaaigao nersaiuir ao
.
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B
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i -






y.
eomm-rcio do Rio Gaade er em deaeeilo suis
mercadorias no porto da Colonia, de onJe ande-
ra de-pacbal as com vaotagens soperieres as que
eflorece o porto de Merilo, paraa-ioaAy
res. Montevideoe pira os ros ftaran, Paragaa
Uruguay ou paaa o PaaMteo e Earopa.
A e;phera de acgso para o eomaHrcio do E i
lado do Rio Grande do Sul se amplia enorme-
mente, leudo communiaieo!8 facen e economi
cas cornos poraasilo Ro da Prata. Por este la
do, a supremaca do porto da Colonra existir
sempre sobre o de M ntevideo.
A importao ia da lioba Iater-Oceaolca paraos
ateressec cotnmerciaes do Rio Granae, nai se
limita to soliente svantageos do tr.osito que
facilitar o livre cambio de seos productos com
as repblicas do Uruguay, Argentina e Chile,
deixando esse Estad i de estar na depanleocia
eonstante em que se ah por fa.ta de um porto
que Ib1; d eommuuioagoes co-D a Europa e Ame-
rica.
Sua? Realas augmentaran), devidi ao maior
deseavolvimenlo eomm -real, e as tasas seriam
percebidas por tres ou maiS al'aniegas, pois
actualmente as aeread jrias aflliem para as de
Uruguayana e Rio G ande que, por ei>tarem si-
tuadas nos ext-eaios desse. Enaio. oto servem
cea vaaagem ao conmercio do interior, e coi
seguintememe a instaliegSo de orna terseira al-
faadega n i froa'eira fie S Loit : um claro qae
existe hoje e qoe sera preencbdo perfeitamenie
pera lmba Int-r Ocenica.
Para as pessoas poaco praticas em materia de
coomercio internacional.a preju Ufada parecer
ser a alfandega do Rio fraude, porqae urna vez
abena ao tr&tego a lioha nter Ocenica, as ci
dades sima tas na f-onleira bazileira verSo
seo eoiraercio 3UJprtdo por intermedio do porto
da Colonia.
Estucando esta questo sob o ponto den-ta
das aetoaes rendas das duas alfandegas do R o
fraode, diremos qoe por interesse proprla
mente nacional que deve prefertr-se essa va
larrea ao abandono actoa! eoique aeachaafron
leira o qoe a Da das cansas e grande factor dos
contrabandos que te notam nesea parle do Bra
l.l.
Qiifm poie, deixar de reconhecer as enormes
vaotagens creadas pjla linha nter Ocenica
nica capaz de lograr o extravio das rendas
aduaaeiras peles contrabandistas.
B'. pois, um principio aceitavel que, na actoali
Ai de', o livre transite favorece o contrabando,
ftjm a linba later-Oceanica as renda qo forem
desvia las da aihodega do porto do Rio Grande
aerad excedidas pelas reas arregladas por
fctrtrs tantas repartidas Idnticas, qne bouver
na fronteira.
Si diffi al sber boje por onde se faz o coo-
trabnndo, o mel orneo de tolber este abiso por
onde -e escoam as rendas de um dos Estados do
Brasil, da importancia do Rio Grande do Sal,
est commettido inquestionavelmecle liaba
loter-O-eanica, pela facihdade e ce'eridade dos
seas traispones, pela dimi-aigao considerabi-
lsima do* gastos i pelas and goes de segaran
ga e certeza de neonuma avari t ; vaotagens qne
offe-ece esta liana ao com neroo em geral.
Assrm, pois, acredtame que a h*c&sago
das reodas do Estado se tomar e!6:;iz,ces.'ando
por esta forma o odioso m-io de glosar a receita
publica. E ser redazido extraordinariamente
o casto do transoorte das me^cadonas. que ae
luatmeate se eleva a 20 par tone Lo a de carga.
TERCEIRA PARTE
Influencia da liaba nter Ocenica, as rendas
geraes do Brazil
E' sabido que a viago terrea representa o i
ctor mais poderoso da valonsagu territorial na
Ameiica ; que os meios faoeis de communic-
o ie de tcaof-porte se deve o grande iacremeolo
a que altingiram os Estados-Uoidos; qu s nao
cogiiou em sacrificios para entender em lodo o
territorio ama rie ferro viaria capaz de impul
sioaar a vida comnien-ial e industrial ; a ella
devana as repblicas do Chile. Argentina e Orien-
tal o sua prosperidade, e mullo mais Ibe deve o
Brazil pela Immeasidade do sea territorio, em
grande parte sojeiio a am solo accidentado. Oa
tro recareo ni teriam essas nag^s para ver
prosperar o trabalbo siaoode estaoelecer meios
facis e econmicos as communicacOo?.
Na ituali ad, para conh^c-ir o grao Je pros
peridade e de civilisago d" um povo, bastara
tao oniate coabecer quantos kilomalros de va
ferr, conta em seu territorio.
O IV-z.i, pois, que le u um solo ubrrimo.
vastiSsimo e repleto de riquezas oatoraes, de
sobra para o porvir e o bem estar de mnitos mi-
Ih.^s <*^ honifns, n*o podera prBCer esaa
alta mi-> sem queotrabalo do estrangeiro
venbi inciirpararse vida actiwa lo paiz, Itca-
lisaulo se aas variada' regi6s cbeas de rique-
as. ^oi so! maioria despovoaddS e sem cultivo.
Eisfi regilfcs nada exprimem, e nem contri-
bu m -cono factor na reada oacunal, porqa-
deipovoadas como se achata, oenham valor Te-
c resunta m.
A presenta to somente da linbalater-Oceani-
ca. pondo as cidades e os centros despojados
em nommanicago fcil com o coat'neate euro-
peu e americano, dar a tola a regio que do-
miai um grande valor, em com.iaraco aos que
actaatmente reprsenla, e que deverlo anemen
tar de anno para anno favorecv.nio indefinida
met,td o crescimento das reo las publicas pelo
aoinento da vida iodustrial e commf roial.
Importancia das cjmmanicaiOes diarias e do
correio
A linha later Ocenica ter trens arirs, ia
Hiodo aai trem do porto do Recife para Valpa
raiso e ootro deste porto para aquelle, de manei-
ra que os poul03 extremos como os intermedia
rios da linba pol rSo ter ama commoaicagio
portal diaiia entre a Euroi a e o Pacinco.
ImDossivel seria enumerar negta memoria a
a aere immeasa de operagOes de intercambio
queesoapi imagioacao mais possaatj, bis'an-
do pa abragir a am lempo o qaaototeade
gran 1 oso e*te problema, entrar as considera-
go^s lo t-.fego mutuo de d-zenas de estradas
de -raode inporiaacia em so'os qoe variaoi de
natureza e Je gene-o de riquezas e que daro
lugar a una lo"omoglo constante, appaaecemo
ao eapirto do homem americano como am ele
meato complemeaur da vida, que vem fecundar
O trabalbo.
Comparado ao coroo hnmano. aasemelbar se-
ha esae conjuncto de veas a derramar saogue
na arteria principal. p*ra mprimirlhe a vida
em todas as sms manifesugSes.
O sileosio dessas regies nbabitadas ser ia
terompida pela Locomoiiva, 9ymbolo do pro-
gresso, levando a inielligencia, o trabalbo, a
torga e o capital, e de regresso trazendo seos
irados variados que sao os elementos compo
nemes das industrias e do commercio aniver
sal.
Anda mais, o mmigraote
pela lioha Inter-OceiBica ni.
tanciado mais cooriante e menos ioqaieto, deixanlo Ibe
os meios de crear o amor ao solo productor que
Ibe proporcionoa os elementos de sua iudepea
d'.ncia, que jamiis teria talve a esperar em sua
paina.
Uibcago do rgimen do ouro pela adopcSo .le
um padro monetario, valido em toda a Ame
rica.
A acilidade dos negocios ni3 repablicas do
Prala, do Brazil e 1o Chile, proporcionada pela
lima nter O anica, provocar a creago de am
padiao monetario ani'orme, de modo que o cam-
bio ter de banoonisar-se em todo o continente,
pois nao se almittir que continnem as diffiml-
dades que boje notamos em relacao ao sobera-
o cojo valor nstin;to conforme este oa
aq'uplle|paiz, sem fallar das moedas d? prata
qn s ff em urna desvalorisago imposta pelo
caobo e pela cotigo arbitraria, discatida em
toda parle pelo negocame ae mondas.
A facilidadee o bom ao lamento dos negoc o-
imporio esta moclitiago de carace- verdad i-
rameate americano, almiitindo lambem li un
sprcimen da naturea do dollar afirn de evitar
que ama operac eita na R-jablica do Chilj
trihi le ser reiuzHa a ie BraMl, para novameoie converter-se eaiaosJa
de oulra "-pecie.
A'linba I iter Ovaoica estar pois connida
urna verdaii-ira tuse economi:a, movendo-ce
em turno ella a riqueza publica dos povos un
dos da America, ;mpeibidos b>je no m anico
do desenvoivimeato .ia riquezas oatoraes qoe,
apenas ha tres scalos e meio, principiaran a
revelar sua exisuocia.
Pono dti Pernambaco (Recife)
A pr> o Rccife sobre oatroa
do O'.-' : o de.i 'a princilalmente m oosig '
geograpbica, esobiOtaJo 4j cpndigoes excep-
ctbaaes de urna doca Batir al, sasceptivel de
grandes mt-lhorameotos para a navegagio irans
atlntica. Demait, torna-se a praga obrigada
na regio servida
se julgar to dis
o que tornal-o ha
oara a maioii J.s operjgjs le iuterosmbio da
liona entre as republuas do Sal da America e o
entnente europeo. Besado am rerdsdairo cen
tro de cdmmsrcio das Drei mais importantes
do mondo, e em coodigdes especiaes qaanto a
emmaatcacJdirecta p.>r mir e por terrados
eanlros de prodargto, pod-mJo elevar maior
gan teca a sphera de a g> do commercio e
inlustria, impulsioaaado a agricultura de urna
maneira excepcional.
Q lando a liohi Inter-Oceanica ligar o Pacifico
ao A.lantico, o porto do Reciie toraar-se-ba para
o eaopeunm cea rod emporio me-caotil, oaln
pO'sa elle ter todos os pro lu*'05 do continente.
E esse mercado para onie fu i;.- toda sorle de
arlef*ctos e manafictoras da tuopi e de mais
puzes do globo, poder otT;recer ,'ut-as tantas
vaotagens ao povo americano, ti inio as tran
sacgfie8 de livre cambio langadas ao verdadeiro
terreno da reaiidade, prati ame ne ;improvada
nos demais paizesemliohas ferr i- ;,>oa{eneres.
Os especuladores tros de produeg i e o negociante ve* se-bo lo
grados, e as iransacg5ea se faro iirecumeote e
com a maior leal la Je.
A etiormidade las distancias entre o Recife e
os porlos do extremo do continente ter desap-
parecido, e por este motivo Pernambaco, osara
tono privilegiado, poder ser o depositario de
mimares de productos da America e do toda
classe de meicadorias de procedencia europea.
Nr-sse pono excepcional far se-ba o mavlmeato
cimmercicl de abastecimeoto de mtreados nos
tiffireotes paizes do cimuneote.
Assim, pois, o porto do Recifu ser para o
americano o Liverpool dos ingleze3.
QUARTA PARTE
Do tragado e suas vaotagens
A esco'.ba do terreno para a li ina nter Oce-
nica sabiodo de Pernambaco, passando pela fu-
tura capital do Brazil, e eomrounicanJo com as
cid idea de Miatevilo e Bnanos-Ayes, pira ter
iaar em Valparaso, o tragado maia bem
orientado e que abraageasolacao de innmera
i fliiulda'les para tornar-se de todo ventajoso
ao commercio, as industria1, lavoura cate-
chese, immigrago, e un-So, progresso e fra-
teroidade dos povos sul-armencaaos.
O excellente porto de Pornamouco, dotado j
com os enormes arrecifes, que o predispem a
tornar se, com algumas obras de arte, orna per
feta doca de dimen?Oe- agigan-a asiera o pon-
i de partida da linba nter-Ocenica; seguiodo
dalli em direcgo aos valles do rio S. Pranci-co.
em demanda da futura capital, ptssanao pelos
Estados de Minas, S. Paulo, Paran, Saota Ca
marina e Rio Graode do Sul at Bag, t-anspon-
do a frenteira de S. Laz at cidade da Cilooia
em di*ergo a Buenos Ayres, e atravesaanio es
campos do territorio Argentino, em demanda
dos Andes at Valparaso por am lado, e por ou
iro at Asiumpgao do Paraguay e La Paz, oa
Bolivia.
O magestoso S. FranMsco cajas margeos ser-
ves para o transito do commercio interior do
Brazil, poder de fa'.uro correspoader melbor a
esa misriio facultando a pas-agem a urna arte-
ria de commnoicaiio sui-amenc na, que ba de
servir a um lempo para approximar os aootos
extremos de tona- as linbis frreas construidas
e em construego. terosad* iwr essa firma, ac
cessivel aos immivrantesa?xp!oragJo das rique
zas qae encerra em sua; margeus aaR immenso
rio.
Entre as liabas ferro-varias do Norte, qae se
gaem em direcgo no S. Fraucisco em demanda
de saas riquezas p le citar-se a do Recife e a
da Baba ao S Fradcis;o. a Ceir..! e outras j
outorgadas pelo governo, que sero cortadas Irans
versaloreote em seas proloagameatos.
Estudando o tragad geral das vias-ferreas do
Brazil pedemos, ootr qae amproximadameote
todas essas linhas esio com teadencla seosivel
de ligago em um dos oortos do Atlntico, em ia
oa menos na iirer-co de Leste para Oeste.
A linba ia/'/- ucean ca cro:a esie territorio do
Norte pira o Sal, e conseqaetitemenle corta o
systeaia ferro viario dos Estados de Peroamba
c. da Baha, d' Mmas Geraes, de 8. Paalo, do
Paran e do Rio Qrande eo Sul
Est provado evidencia que as liaba* que se
cortam traosverealrmentenose prejudicaose pelo
iontra-o ee beoeficiam com reciprocidade, fac
litando o transito com am aayme ti c n-idera-
vel de traf go. O tragado da linba Inter-Oceau-
ca, tal como estA concebido, favorecer o syste
un Terro-viario actual, sobretudo em terriiorio
brazileiro; serviodo esse systema de auxiliar
poderossimo, a maneira de bragos de om mes
mo rio, que de um e outra lado vira augmentar'
Ibe o trafego de mercadorias edemais producios
industriaos e ag-tcolas do paiz e do estrangeiro,
em troca do m mnenlo de careas de ultra mar
que a ella se incorporaren nara complemento do
.rafeeo na arter.a principal, e em snas varia as
ramifirigoes.
As grandes cinades, taes como as de Montevi-
deo, Bueno Ayres e Valparaso, Scaraoem rela-
Co Capital Federal des Estados Unidos do
Brazil. distanciadas a am lempo igual ao qoe
enp-^ganamos em urna viagem a um dos mais
prximos E-tsdO' da cola
Pela linba nter Ocean ca s? comniuoicar tami
i>em para o futuro com a Costa d'Africa aervio-
do se de vapores de grande velocidade, com o
tira de encartar as commuoicacojs entre o Recife
e Ddkir.
Os pintos oresnmiveis a pa'tir de Dakar at o
estreno de G oraltar sera ligados por ama liaba
frrea, qae se commuoicar s deimais redes de
caminh03 de ferro da Europa.
8'indiscutivel, po's. que o trgalo da lmba
Inte: Oc unca, commun cando as Repblicas do
frata, Valparaiza e R-nfe o nico trajelo que
o '.orna i!a maior importancia iodustridl e com
oercial. Njob-ti-nte poder se haobieclar, opi
nando pela escolba de oulros cootos para a sua
passagem. Para raspender a es*a objeego. bas
tara twrgaalar si es^es pontos tm maior impor
tancia, no livre cambio earop-u, qae aqaelles a
qae se p-opoe servir ao preseote e para o fuiaro
a lmba nter Ocenica projectala.
O: trag'do co-no elemento desciitralnitor
A linha nter Ocenica tal como est projecta-
da.Uendo eomo pooto inicial o pono do Recife e
oooio terminal o porto de Valparaso se apresen
a como am elemento de d3centralisagSo, prin
cipio este de sociologa tde economa geral, u i
co capaz de regularizar o deseovolvimento mate-
rial e pol lico dos Estados em relago ao com
m< rio, s industrias e geno administrativa ;
segundo aa rorgas vitaps eos elementos cem qae
coola cada Estado, sem qne por este facto snta
a necessidade de repartir ieos fructes para beoe-
fele da ootros.
Danio preferencia ao porto do Recife, para
pooto inicial di linha, objectar se ha, segaiado
o procedimeoto e criterio centraiisador dos go-
veroosdo rgimen transacto, porqae nao sepre-
fprio a cidade do Ri de Janeiro para ponto de
part la da liaba, centro para onde convergern
todas as vistas do inleresse nacional t
N&o o preferimos, certo, porqae as van'a
geni qae off:rece o porto do R o de Janeiro nao
se podem equiparar s que aprsenla o porto
do Recife; visti ter este ama poslglo geogra-
pbia muito mais apreveitavel para o moviien
to conme-rcial e martimo, em virtade de soa
maior >>oproximago da Earopa; e porqae o Rio
de Janeiro attingiu j a certo grao de desenvol
vimeoto qoe o torna desproporcionado em rea-
c*o aos dermis portos da Unio. E' necessano
que o paiz iateiro eeja igoalmonte bene ciado,
tornndose assim a linh i nter Oceantca de ver-
dadeiro fnteresse para o servico das vias-ferrea3
da Federago.
Das vaotagens obtidas pelas fa-eis commoni-
cag6e3 provm o elemento precursor do progres-
so na ordem da civtlisa;o dos povos, e meio
ef -acissimo de chegar se a descentralisag
D j tragado sob o pooto de vista estrategto e
poltico
Estndaodo o systema ferro vil actoal debaixo
lo ponto le vista propiamente estratecico e
poltico, fcilmente si observa qne o Br*zil, na
actuaiidade, nao pode coasiderar neohurai de
saas vias-ferreas d fl a f strategico. As liuhas
ex st.-otea ni passam de simples elementos
poaco favo'aveiii i m lOilisagft) di forgas. 8 is
to que izemos lo Brasil, pode tO'Oar-sa exten-
sivo as domis Repobii *as Sul-Ame canas, qu>-
entam um atraso imraeuso em materia de
vias^fi-ireas esiralegicas.
j este ponto Je vista necessi.io cons.n
rar as duas fac- aoe pre?eOta esse servigo; a
soa posig* i a l gao aos iir sed nu-ionaes
e relativamente i pjsigo oc;up*da pelo ioimi
m, em am dos p ntos da fronteira. A primeira
nyiij'bese responde prompa rmobilisigo das
tropas que possam seguir em dir, gao ao limite
do territorio nacional, o que predip6e a repel
lir de prunapto a invaso e a constituir a aefesa.
qae geralmente representa a primeira parte de
ama j ruada entre berflgerantei.
A segunda parte se refere s eondigoes em
que se olloca ama va terrea em re, gao aopaiz
inimigo, podendo interceptar, desde o romp-
ment de hostilidades a maior parte dos ele-
mentos de lo'.omogio por vas frreas da fron-
teira, obleado por esta maneira um transporte
fcil de am corpo do exercim invasor, o qae por
sai ves oDriga s tropas do paiz invadido a de-
fender o territorio, e, muitas vezes, a corlar a
linba iaatllisaodo saas proprias communica
gfi;s.
Este segundo caso impO) como consequeacia
qae se estabelegam na fronteira bateras e forta-
pe'.as de defesa; oeces-idade esta que nos tem
pos modernos, onsti.ue a preoccupagi do es
tado maior da Franga, da Russia, da Allemanha
e da Italia sendo geralmente, adoptado o typo
couragado pira saas fortaleza i em sua maioria
subterrneas e servidas por poderosos elevado
res capazos de levar os caahO.s s alturas das
bateras.
A liobi nter-Oceanct, que em noacas boras
poder atravessar lodo o paiz de Norte a Sul e
em direcgo s f.onieiras, ser a linha vrdadei
ramente de fim estratgico, con qae ter ~le
conur de futuro a lU-publica do BrasJJ, pois que
le prorapto lite facilitara poder accumolar oas
fronteiras do Sol os elementos bellicos mais aia-
.anciaJos deaaaa regioat.
tmtfOQt vo. para que a liuba nter Ocenica
tenba por tim exciusivo tomar-sa til ao com-
mercio, us .inlus.rias e mais ooer..gOes de inte
reise tmm'diito, compativel com o povos da
America Meridional.
A'rehilamos, pleoamer.te convencidis, qoe
para o futuro a vida econmica do Biazil e das
Repblicas do Prata e do Chile, eatnttari em
lagos de oympaihia lo ios os povos que necessi-
arem la paz interoaciooal na cnmmanho dos
laleresse? indastriaes, como piucipal bisa do
sea uturo engrandecimento.
Capital Federal, 26 de Agosto de 1891.
Antonio Paulo de Mello Brrelo os .irlbur
de Murioel.Jorge M raaJolaJuan Jof Cas-
troJos Enrique Castro.
TMSMIM4M
O *rJeet> do %*-;era.t
(Oo ilor. jh) do foto)
To microspico e aga i?o aos lias qu-2 se
propoe conseguir 6 tnfoj'cto da com nis^ao la
Cmara dos l)pu.iiV4ttato vaAio em tu.
comprebens-j e co tKOt-; ao gran le iln, qae
todos d?3eja:nos. o !'3r. raiiistri la fazenda.
S Ex d vitait't ^ o Baorj da Repablca
e fiz Julle o grai, e reservatirio, don le se
leriva urna vasta irrigico, vivificante das em
prezas s ias que fomentar possam as industrias
do paiz.
No qj" lomos pug- -lo pela poltica indus-
trial, um ia qu? levara esta patria grandes i de
qae capis, tirona 1.. slidamente, o crdito na-
cional tornan lo esti.vel a moeda metallica e
manteado o cambio na mais elevada escala
Nos, qae pregamos o principio te nao ser
possivelnentuma 'aquellasaspiragaa emqaaa-
to nao Uveraios dado masculo impulso s nos
MSI ricas e viriadissimas iodaslriis, limitando,
cuaio tesos feto al boje, lavoura do caf e
um pouoo de assu:ar e ao algolo, a explora
cao las foott de riqueza do Brazil;
Nuj fallaramos ao deve* da conscie i .a, se
nao dessemoi ama palavra de animag > ao es
tadisla BBMnto, que, nico entre u*. compre-
beudea que i-.. devemos tomar por guias os tra-
t.dos de economa poltica europeu*, sendo nos
sas eondigis esseocialmente differentos das
. (i lig.'s Joi paizes paraqu" foramescriptos.
S.'ja-nos. cois, liuilo bradar com toda a forga
de orna convirgo sincera: Dem baja o iliostre
Sn. Bario de bacana, que oasadamente rompen
do c i.a os p'ejuizos dos nosos mal inspirados
lioauceiros, otnoa a re ha do araio qne hi Je
revolver o solo desta trra sera riva! e arrao
car delle pro ligios de "iqoczas em todos os ra-
mos de proJirgfles oatoraes.
v ;8eu projeco cria o meio poJeroso de arrac
car-se ao indifTereulismo, parte enrgica, rica
deife, a iaica'lva particular, que a mais po
tente machn., di progresso de urna nagao
Qiebra os veiboa moldes e offerece pelo
grande Baoco Niciooal recarso efficazes para
todas as tentativas atis e firmadas em >asea
solidas.
O Banco da R--publica animar a creag'io le
emprezas de .odo o genero, que i-.rem indos
tria nac mal i carcter lo mesquinho bairrismo
se assim podemos exorimir o exclusivismo das
expioragoes agrcolas que temos at boje feito
e dm Itte o de cosmopolitismo ; isto : qae
aoraoge lulo o qu o geaio humano explora em
todos oa paiz -s do maado.
Teremos emprezas exploradoras das materias
primase fabricas para todos os gneros de te-
cidcs.
Teremos etiprezas fabris de todas as especies
de macninisaos.
Taremos emprezas exploradoras da* nossas
locomparaveii madeiras de construego e mar-
cenara.
Poderemos explorar o ca-vo de pe ira, as fi-
bras tado o qae noi-sa natareza produz com ad-
miravel exoberaacia e qoe conslitae riqueza
f ibulosa para ama nago.
Ella ah esti ah tem estado desaproveitada,
devido falta de iniciativa particular devido
falta de princ po de associago, qoe jazia la
tenie no seio le nossa sociedade, por falta do
sopro vivificador, que em todo3 os paizes depen
da dos poderes pblicos.
At que eoQm tivemos um homem. que rom
pea com a silitica miticulosae rasgou aos
hrazileiros os horisonus de seu eograndeci-
meoto, qae o engrandecimealo da patra.
Ser um crine de lesa-aago, da parle do po-
der iegislalivo, naoaccolher preasaroso o patrio
neo projecto (to Sr. ministro da fazeada.
To pqaenns. porm, sao as nossas paix's,
que nao causar extranhez* ver sacrificar a sys-
tematica oppougo pessoal, o maior inieresse de
nossa trra.
O projecto, alias, traz em ei o pretexto para
Uita opposigo, no facto da grande emis-o.
que a?sombra aos qae enten iem qae devemos
realizar o qae os demais paizes s cooseguir m-rr do fapel-moeda: o mando m-taili'o
qae n&o poje ser para nos seno ama aspira
gao.
Anda n&o amos am argumento serio, seno
a manifestaga. de urai m vontade, contra o
projecto, cojos benficos efTaitos esperam os bo
meas praticos qae o apreciam, nao las dos
principios entinados por autores europeos, mas
pelos ea8oamentos da experiencia de nossas
censas.
Triompbam as ideas do Sr. Lacenae o Sr.
Jhyink que Ibes corapreiende o alto alcance,
fara calar os dscolos, com a lgica irresistivei
dos factos. ,
VARIEDADES
XINH.4RIA9
Esplendorf e merias da vida contempo-
rnea hespanhola, pelo Padre Imh Ca-
loma.
TBADDCCZO DE COSTODR) BIBBJRO
D
( ContinnagSo )
Angelito Cistropardo em p por detrs da
b;i Lopes Moreno, designava-a com om gesto
picaresco, piscando am oiho romo a perguotar
se ora ella; mas a. Mancan, com mu ta p. u-a e
sem qae o volura->o 0aoque prender na expr.nafto do roeo qoe dmia e com
qu >n fnllava, vt-ucou Ibe, suolinhanlo as ps
lavn- :
Nao /fordat de H;spanba .. E' grao-
de de Hespan!.,;...
R radesceu a sorpresa em assomos de in-
digcago, a ionio de at o comediJo dip'omita
it.- oimar, conirahtQdo as suas pedes de coe-
Iho :
E' imoc88vel... E' mposaivel I...
Ser al^uma H'alga d' provincia...
Algoina in lcente que n > conhecemos -duse
i.lioa Pastor. ,
N), seohor: graode da co-le, e da ro-
ga... e estraobo nao a encontar aqo...
AqaiT-gritou a duqaeza erguendo se a-
i ga lora.
t revolveo os olbos em tolas as direegoes,
como se procurare debaixo de algaiua mesa,
ou em cima de alguma otagre, a aova cama
reir.
Mas quem?... Quem? .. perguntaram
todos.
Isabel Mazacaa, deixando enuelozr om sor-
riso malicioso, como qu m sabo a antecipada-
mente om triompbo. estendea um clice a Paco
Velez para qae Ib'o cachease de wi:ky, es-
vasioao Jo am trago, e acabou aflaal por atirar
a bomba.
Corra Alhernaz -disae.
O enorme da affiraago deslroio-lbe todo o
iff-ito. Um, oral geral deiocredulldade brotou
de todos os labios, e a duquea sepultou-se de
oovo as profandezas da chaise-lougoe, excla
mando :
Isso um c nard I
Sim. seobirl... Um camello!... iccres-
ceotou Gorem muio indignado.
Cbegou Ibe a vez de enfu. ecer-se a Isabel M i
zacao, e emqaanto o velbo Butrn dissimulava
umTeneutioo obresalto, como se jolgasse a-
quella oomeagSo dusa de grave pengo, insista
t-lta, moito contrarala pelo fiasco da noticia.
Pois, -.Tihoies, espauu ne do seu espan-
to I... A que vem lodo es-.e pasroo?... Acaso
Curra teve vergouh i algomi v- z ?...
I.SSO cuira coasa redargoio com fres
quis.-i.iia n..tu- li.i-de a duqueza. Mas a enor-
midade que lhe atinbu's, seria peior do que
ur.v-8 cilpa, sena urna tifia... Camareira-mOr
da Cisio-ra I-.- Q ridiculo!...
Oiha qu- sei je boa fonie...
Vasa s, .ilud r, uil-osem mel, qot! ne
nlioma de roa se va r6" coradaexclamoo Ma-
rta Valiivi- ro oniD a entooago de um toaro de
oilo 80008. Dis-e-i'o Gircia Gomes*?...
A Mazacan titobuou um momento, mas, sem
lo poaco se rubonsar pelas commentadas ioti-
midadee qoe tnba cum o ministro, sempre aca-
bou por dizer :
D.sse-m'o Garca Gomes.
Pois aioda que o diga Sao Garca Gomes,
nao acrenito replcou inabalavel a duqaeza.
Era preciso qoe ea a visse Da carruagem da
sterna para comprebeoder...
J o vais ci mprehender, molher, nao te
e.mofiues. interrompeo Isabel Mazaba com toda
a pacborra... Reco:das-te deque Currita est-iva
em Pars qoao !o foi da abdicagai da raioha ? ..
Recordas le de que ningo-m se lembrou de a
convidar para a ceremonia ?.,. Bem se guardou
e-IIi de o dizer; mas o marido, esse Viliamelo,
qae tem mais de que de Vlla, b que
o de'xou transparecer uaa noiie em caca de
Camponegro... Pois ahi leus a mi do cordel
ro... Ella ni perdoou a descoosiderago e
quer agora arrancar o e pioho ; porqae, pasma
Beatriz p.is.na !.. Nem se uer Ib'o t ff : eceram
o cargo, fui ella, ella quem o olicitou I...
Horrorisaramse todos e a Mazacan conli-
nnou :
Ve-dude qoe o fez pagar Cirilo, porque
oaleve seis mil duros de b 'Horarios, e...
Seis mil daros ?... Qae exorbitancia!...
Mas se neohum honorario do palacio passou j
maia de tres mil coros.. -
Pois para Curra pas-a de seis mil, porque
alm delles, blele tamoem...
Aqui intercalou a amiga de Garca Gomes
urna risalioha de toJc-s os dta&os, e coatiooou
multo aavagst:
... a secretara particular de D. Amaleo,
para esse Joanito Velarde, que agora o seu
conselheiro intimo.
Velante? fez Puar Balraxno rnutto sj-pre
hendido. E eu sem saber nada!...
Aioda agora s&bes disso ?...
Vamos Pilar! que eslaea sempre em BetDIem
com os pastontillos...
Via o andar maiio com V.llamelo, mas
nada suspeitava...
E quenas maior iodicio ?...
N^ssecasal modeilo. at sao communs.as af-
feigOis ; o conseiheiro mais intimo de Currita.
o amigo com quem pisseta Vill melo-.. Por
isto conhego ea quem est de turno.
Riram se otos, como sempre que a Mazacan
empnr.hiva a tesoara e a Lopes Moreno disse
ebeia de satiffago :
Esta Isabel!... Com qu? graga crucici
toda a gente !...
Nao soube bem a Mazacan aju lie fam.ir
Isabel, e como nao linha sobre as suas propne-
aades bypotneca alguma -la b inqueira, redar-
guio-lhe carregando maito no nome de baptismo.
Po/em, lenho a cerlezi de que nao calum-
nio oioguem, minha qaerida D Ruona...
A duqueza, qoe aioda se oo dava por con-
ducida, quiz replicar alguma coasa; mas o
marquen, desasaocegado e nervoso, impoz silen-
cio, esiendendo a mao qua pareca revestida,
como as de Jucoo, de luvas de cabrito. -
Basta, basta, senbores disse. Os senti-
,-es esto a brincar com fogo I..
E laogaado em tomo um olbar preicrotador,
que falsea va entre as sobrolhos como o sol ea
tre espessas nveos, proseguio :
(Continua)
REVISTA DIARIA
Confi-eaio do EstadoDeixaram hon-
tem de foocciooar as uuas casas do Coogresso.
Seaado Nao fuiccionou por terem compa-
recldo^peoas 5 Bra Senadores.
A reooio foi presidida pelo Exm. Sr. Dr. Jos
Soriano de Sonsa.
Ni bavndo sxpedientp, o Sr. presidente dis-
soIvho a rounii.
Cmarario hoave sesoo por so ter compa-
reddc 6 Sra. depolados.
A reaaio foi presidida pelo corooel Dr. Jos
Mana.
O Sr. 1." secretarlo dea coala do seguate ex-
pediente :
Offino da secretario do governo, remettendo
dous exemplares do decreto o. 1338 de 5 de Fe
vereiro de 1891, que manda execntar as estipu-
lagOe- do a ovenio celebrado eotre esta Repu
blua e a dos Estados Unidos da America do
Norte, relaivamente a iseogao reciproca de
dirriios para os prorlu'los de ambas as nagOes e
remetiendo aitda doos exemplares da circular
o. 6 cooneraente ao mesrmo assumpto A quem
fez a reqoisigo.
Petigo de Julia Candida do Reg Birretto Al
varenga professora da 3* sadeira de iostrocgSo
primaria do sexo femiaino de Afogaios, reque
redo que os seus veacimeatos s^jim pagos de
cooformidade com o art. 60 do R-tgulaneuto da
Instiacgao Publica. A' commisso Je iastru-
cgo-
.Outro da mesma, reqaereodo que se coasigne
verba para o pagamento e qae se Ibe deve por
excenso do aluguel da casa em qae faaccioaoa a
cadeira que regeu em Quipapa.A' commissSo
da instru gao publica.
En seguida foi dissolvid a reuniio.
Btuaiciplo de SBarlStec-----Eis o re-
sulta 10 Mn.l da ele.ig i uesse municipio :
Prefeito
Votos
Capito Gabriel Germano de Aguiar Moa-
terroyos
Tenente-coronel Maaoel Carneiro Leo
Sob-prefeito
Teaente coronel Manoel Xavier Carneiro
da Cuaba Kilho
Te neme corooel Fraaclssode HollaadaCa-
wlcante
Conselheiros
Jos de lastro Paes Barreto
Ci.nito Francelino Americo de Albaqaer-
que Mello
Capito Manoel Virginio Carneiro Le'o
C pito Jjaquim Elias deCarvalhi Moura
Major igoacio Xivler Mendes a Silva
Corooel Joaquina Pedro Carneiro Cam-
pello
Capito Joto Evangelista Percira de OU
veira
Teaente M= noel Joaqaim Baptista
B oa" ros meos volados.
Municipio de m. boureneo da tita
-E' o seguiulio resallado completo da eleigo
procedida n'esse municipio:
Prefeito
112
7
139
9
115
110
137
135
135
15
10
15
D\ F'ancsco de Paula Correia de Araojo
Jujj SHenaoo Carneiro da Ciaba
Sob prefeito
Major Tnom L^o do Castro
Jos G. biniano de Ara'ij i Pinheiro
Cjoceineiro8
Mainel Jos de Bruto Barreiros
Capito An onio Tarares Gimes de
Araojo
T-neuwe-coronel Lourengode Se Albu-
querque
Tenente coronel Rufino Leoncio dos Pra-
seres e Mello
H stiniano Carneiro de Moraes
Capit&o Timn o Duarte de Alboguer-
qae Maraobio
Votos
159
141
16
133
75
147
146
144
139
133
130
156
86
Jeronymo Moraes de Alburque Mara-
obo
Americo de S Aibaqoerqae
Constantino Braga Jnior
Capito Manoel Tbiolonio Moreira de
Souza 83
Municipio de aanaelleiraO resalta
dodieleig&i procedida em 33 do mez ultimo
nease municipio foi o 8egointe :
Prefeito
Votos
Corooel Ernesto Gongalves Pereira Lima 284
1 em separado.
Coronel Cincinato Velloso da Sil veira 100
Capito Joo Manoel de B. e Silva 3
Sub prefeito
Capito Antonio Jos Pires 264
1 em separado.
Manoel Gimes de Barros e Silva 109
Consel leiros mnoicipaes
Joo Flix Cavalcante de Albuquerque 232
. 1 em separado.
Capito Lairiano Germano de A. Moatar-
royos 245
1 em separado.
Capo Bellarmiao D,rotheo Rodrigues
e Silva 235
1 em separarlo.
Major Pracktia Siraita de Araojo Galvo 234
1 em separado.
Capito Joo Vieira da Cunea 215,
1 em separado.
Capito Antonio Das A. da Silva 138
Tenente Jos Antonio de Casiro 135
Silvestre Pereira da Sil?a Guima
raes 128
Eneas de Carvalbo S. Brando M.
Jos Augusto de Barros 82
Jos Francisco da Silvo Z-ca. 47
Pedro Alexandrino da Silva Ra-
mos 42
Jos da Costa Reg Monteiro Jo
E oulros men'is votados.
Municipio de Xasareth-Eis o resal-
lado total oa eleigo muuicipal procedida no da
31) da Setembro n'esse municipio :
Prefeiio
Mejor Domingo? Jos la Costa Br-1.'.
Sub-preleito
Capilo Piinio Augmlo Caval.ante de Aibuiuer-
qae.
Conselheiros manicipaes
Capito Joo Gongalve3 da Silva Brazil.
Aiferes Severioo Gomes de Araojo.
Dr. Antonio Cavalcante Pina.
Feraaodo Barata da Silva.
Manoel de Macedo.
Antonio Xavier Carneiro de Moara.
MaiiOei J ao Coutioho de Araajo Pereira.
C'pito anoel Cavai.'-ante de Albuquerque Wao-
derley.
Capilo Antonio Xavier de Moraes.
Cirande lotera extraordinaria do
Herir -Segunuu no3 coasia esta lotera tem
sido muito bem acceita pelos jugadores de nilbe-
tes, e isso em virinJe das grandes v;n geos qu
offareoe o seo plano em comparago s demais
loteras qne so tem oxposto a venda em tod03 os
Ei ados.
A >oi ex'.rar-gio ter logar imp-sterivtlmuot-
ro dia 24 ae Deze nhro. do correnle anno, seod;
so-te gande de 500.000* paga integralmente,
tem o lU'.ooveoieoie oas serios que burla 03 pre-
mios, dos qaaes o portador s recebe jma
paria,
O svstem le espheras adoptado pelos Sra Ar
hur D -siderio o melbor possivel, e > mai;
apreciado pelo povo. que nao deve perder a op-
pirtanidale de babilitar-se para receber um ex
pler.dido presente de (estas.
Paquete-Vigilancia-E.',esse vapor da
Compaunia United States and Brazil H S. S. es-
perado dos patos do Norte no aia 12 do cor
r.mte.
Paquete rguranfaDeve ebegar ao
da 9. vindo do Sul. o paqu le Segurauoa.
Vf saa de Noaaa Seabora d< Booa
rio wffeciuar-se-ha hojea testa de Nossa Se-
uhora do Rmrio do nicho do Corpo Santo,
ha-endo m.ssa pela manb e ladainha aoute.
A' tarde as tundas musicaes do Ars nal de
Guerra e do Club Euterpe executero escolhidas
pegas do seu repertorio.
auaaifeataco Effectuou se bentam. no 1
andar do predio n 45. a roa do Imiierartor a reu
oio dos amigos do Dr. Gaspir de Drom-
mond.
Para agenciar donativos foram mineadas duas
commissoj9. comp oslas, al." dos Srs. Drs. De-
m-.tno SimOes, Jos Mara, e Mello Gomes e a i*
dos Srs. Dr. Reg Netto, professor Alberto Mi-
randa e capao Artbur Sintos.
Para o d 6 do correte foi marcada nova reu-
DO'
Conaelheiro Boaa e Mili a A bordo
do paqoeie Orenoque cbegsa bootea a esta cida-
de o no so prezado amigo conselburo Francisco
de As8is Rosa e Stlva,digno represjntante d'este
E-iado na Cmara Federal.
Alegres sempre que temos occasiao de ter en-
tre oos esse illostie co estad ano, felicitamol o
por saa feliz viagem e pelo regrea 10 ao seio dos
amigos.
Conferencia Realisa fe liojia-3' coole-
reacia artstica iliteraria da seria naotida pela
sociedade dos Artistas Mchameos sendo orador
o Dr. Thiago da Fonseca.
A classe artstica a qupm mais ce perto inte-
resaam essas palestras Iliterarias de< e secaodar oa
esforgos da benemrita Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes deste Estala.
A conferencia ter ccoi go ao meio da.
Com oodelegdodaraca Anda
eontinutni os larapios a visitar os quintaes de
Fernands Vieira e adjacencias daido cabo as
flores e galiiabas dos me mos.
0 Sr. subdelega :o da Graga de qaem pela se-
gooJa vez chamamos a atteogo so ore esle facto
deve tomal-o em conta lazendo os ius guardas
policiarem aquellas paragensoode )ra esvoagam
impunemente os vaopiriosdo3 jardi s e dos gal-
linbei'os.
nlideiesraclaFoi nomeado Io supplente
da saodelegacia do 2"districtode > Joao tenen-
te Frederico d Silveira Tavora.
tremii, Recreativo O Je Setena
toro Realisa a 8 do correte e ta sociedade
um sarao duplo obsequiosameote o Terecido pelo
tbesooreiro da mesma.
Para o brilbantismo do referido siro a iocan-
savel promotora tem envidado tolos os esfor-
gos ao seu alcance.
tu Paradla dea Danaea -1 ;se acredita
do e.-tabeleo ment de modas e pbanlasias acaba
de receber da Earopa um completo e riquissimo
sortimento de liados vestidos de sida e l para
senhoras e meninas, guarda p3 de seta, pele-
riois. mitinees e oairo lindos ibjecios, que
con8titnem assamplo de um aooiacio inserto
em a nossa 8 pagina.
Com esa variada collecgo pod o Au Para-
dis des Dimes servir vaotajosam ote aos aeua
numerosos fregueses, que, certam3nte, iro fa
zer orna visita a esse elegante esubelecimento.
Pabrtea de Invaa-Deve hoje ioaogorar-
e na roa do Birio da Victoria o. S3, estabele
cimento de molduras e quadros, UQ;a fabrica de
luvas soto a direcgo de Mr. J Gi rard e Mme.
Ger-ard, amigos proprietarios da fabrica qae
foncciooova na ra do abu^ n. '' (1 andar),
Certameote o favor pablico nao faltar aonovo
estabelecimen'0, montado a caprir.tn.
1 iiiAu Tjpograpliica P< manato o
Ma-Em sesso ordinaria, s barase tugar
do rodme, reooe-se hoje esta ass.'CJiago.
aapitul Portusjaea -Hija deve rea I i
sar-ae a tradicclonai fesu do II ispiu I Portogaez.
A acljmoidade com que este estibtlecimeoti
comroemorao 36. aooiversario da soa fandago
consar de misi-a cao.tida s 10 h< ras do dia e
ladainha s 6 horas da larde, na caella do boa
pltal.
F- atan de Koaaa Senhora doBoaa
rla-N 1 mainz do Coipo S^nio, eio soa reja
da freiiU-tia de Sanio Aolonio, deven efTectaar-
se h >jj aa fesias ,Je N > s Senho-a do Rosa io
__ Na malria do Cirpo Sanio a iul. moidade
ronmar* .e missa a.demne com tere as e sermo
s II h ras da manb e T -D um loile.
Ni iereia di Rosario A* Sinto Antonio ha
vr s II i/i eras do da missa solemne, sendo
pregador ao Seaugelho o con-go D-. Aranji,
rasoora depois de 6.U a f-sia 1T Deum i
noite tocan to em todo* os actos as banias mar-
ciaes'do Arsenal de Guerra el'baaibo de in
fanieria. ,
A fachada de ambos es templos t atar llumi
nada.
Faiteo'amento -Victimada por cruel tuber
mise,que zjuioo dos recurso- teraputicos e
da soliciiude da familia, aia la ni ti ir da idade,
fallecea bootem a Sra. D. Mara Fianclsca Be-
ning, consorte do Sr. Joo Beoiag ( canbala do
Sr. Fortonato Pinbeiro, nosao eonfrade 'A Pa-
tria
A finada, qae deixa oa orpbaadade de eari-
nbos marteraos a seis flibinbcs, foi ea vida ex-
cellente esposa e extremosa me; e em saa alma
sempre vicejou a odorosa flor da candada.
Sea corpo fot bootem dado a sepultara, sendo
o sabimento cencorndo por graode Damero da
amigos de seo consorte e de nosao collera !~
tanato Pinheiro, ao qual damos os aaasos
mentos.
A BatacaRecebemos por ohseaaiosa o'.
feria 1 p. 17 u'esse jornal de modas parisiense*,
euigo de 15 de Siembro Ando.
Agradecidos visita.
Cadver encontradaEm terrudaea-
genho Sapoea-y, lermo da Escada, foi encostra-
do no dia 29 do mez finio, o cadver de am bc-
mem de cor parda, j em adlaotada patretaet,o
Nao pd e ser reconbeeido. proseeoiodo a aa-
torida le local as diligencias n'eae sentido.
canamento civil ]b juizo do- casataea
103 do 2* distr.cio foi hontem affixado edita! i-t
proclama dos seguint-'S conirahentes :
I.* procUma
Ba-'barel Jo: Joaqom de Moraes Sarauf
com D Julia de Souza Rodrigues, moradores na
frpgnpzia -la Boa Vista.
tlremia Iliterario Sen* Boa I Cate !
Funcciooanuo aote booiem rM soci-dade,
depo.3 do expedieote tomaram a-seot os Srs.
Marcdloo dos Sanios e Joo Epipb.mo, ca
quaes foram comprimeotadi s peiooraaor.
Discotiram e approvaram-e os estataloa at o
art 22 e seos paragraybos apiewniando easec-
das os 9rt. Rineiro de Arau.io M-.rcln-) dos
Santos e Hygmo Bello, que propo: qoe se lac-
gis.-e ca acia am voto de louvor aoa Srs. Lsz
lves e Antonio Ribeiro.
E depoia de tratar se de diversos aasomptoa
le iateresse social, encerroo se a sesro. otar
cando o presidente para qaiata-feira prxima a
reanio da awmbl aaraL
aieptenarlo doa >aaaaComegam aoje
na igrtjjd parochial do Corpo S.nto. os exerc -
cos sagrados do septenario do Seubir Bom Je-
tas dos Pasaos.
Iafo'Qiam-oos que sero ceieoradoe 06 ates
idos exercicios com todoe^ole !or.
Tribunal do Jury do eel> Aindti
hontem i.; poo le ser insLlia la o* sesso or-
dinaria deste tribunal, por s haveren compare-
cido 22 joizes de facto.
Foram sorteados mais os segoiotea tapaieo-
tes :
Freguezia do Reate
Javecal Joaquim Antunes Guioiares.
Pedro Rodrigues Soares.
Freguezia de Santo Antonto
Joo Casimiro da Silva Giavea.
Jos Aroo 'o Reg.
D-. Pedro Antunea.
Manoel Jis de Castro Mascarenhaa
Jos Joaquim de Caatro M-deiroa.
Luiz Googalvts ^raga F lu.
Francisco Aitonio de Migalhes Bas os.
Fregnnia de S. lote
Sergio de S Le.i-o.
Brlisirio Pernambo'o.
Antonio \me.ico 3 Sanc-.
Cap to Aitbjr > 1 "aireir Jr- Saotoa.
Mijor Jos Elias de Oliveira.
Freguezia da Boa-Vista
Christovo ot- B irroa Reg.
Ptrlu Nogaeira Cabrii.
l-A/itonio Francisco Martina do Rio.
Fran. laoo Xavier de Barros Campello.
Antonio Gomes da Cunba Silva.
Urbano Mam'.de de Atascada.
Antonio Elsea Aniunes Perrcira.
Freguezia da Graca
Ulysses da Silva Cabral
r-Marcelino Jos Gongalves de Foale.
Freguezia do Poco
Dr. Mancel Eoedino do R go Valenga.
Joan 1,'nacio Ribeiro Roma.
Jos Paulioo da silva Pilbo.
Foram moltadoa em 20*000 lodoa os jr%+),
ConsUntea das relagOes j publicadas, e mais os
8e*iates, q'ie sem motivo jastilicado deixararrt
de comparecer.
Arcelino Das Coelho.
Alfredo Coasseiro.
Augusto Carneiro Monteiro.
Adolpbo Cunha.
Aaaoias Gongalves Lima.
Caetano Jos da Silva Braga.
Evydio Ucb6i Carnei'o Leo.
Fraocisco Isidoro Ribeiro de Carvaibo.
Francisco Boteibo de Andrade.
Francisco C usseiro.
Francisco Lvhz dos Santos.
Joi Odon Jacome Pires.
Joio Hermano.
Jos Isidoro Pereira dos Res.
Jo noo Bandeiro Filno.
Jos Silvestre dos Saotos Pereira.
Joo Fraocisco C jelho Bittt ncoort.
Joo Pedro Das.
Joo Cavalcante Limenba Lias.
Liberato Jos da Silva.
Mijael Augusto de Almeidr.
Rodrigo Jaciatno Tenorio.
Raymando Soares da Silva.
Servulo do Na'Cimento Bello.
Zeferioo Jos da Stlva Piolo.
Torquato Landelino Ferrcira d; Mel.
A sesso liceo adiada para aaianba as horas
do cosame.
dula perdida -Em poder de Sr. tenente
Saoios Reta, aclivo sub lelegado da re$aeaia
do Recife, acha-se orna pequea joia, de valor,
eacoatrada na praia de Olioda.
Qoem id.' o aono. deve reciamal a qaaoto an-
tes daquella aatoridade, daodo-lbe os sigoaes,
alim de se Ibe ser restituida a aliodida joia.
Club Carnavaleaco Cavalkeiraa da
Epoctoafleune se boje ao me.o diaem aessio
de asaembla geral, para traUr de differeaUa
asamptos de intcesse social.
Objectoa de Lourdes -Em exea: lo re-
ligiosa pelo mundo, cuaiprioJoom votj 1 toba
oito an .os, acham-se n-.au cidade es >i.
Rivera e Emil'- Lisiet, cidados fra-. j ia
dtstribaem objecios procedentes do >
de Lourdes.
Esses penitentes, qae demonstrara ti
gao e gentileza esto offi^ia^men't, p-
ndades ecclesiasiicaa do Brazil, do eatraag tro,
aulorisados a propagar os milagrea da referida
Santa de Lourdes, recebendo os oboloa com sjaa
a geaerosidade publica queira cooco-rcr para a
igreja dessa nvocagio.
De sccordo com os ;-ar"ceres dos Bisos do
Ro de Janeiro, Mariana S. Paalo e Baha, o go
veraador do B.spado >:e Ono la dea aos mencio-
nados cidadio, a seguate aaionsacao
Fazendo minhus as autor ijadas recomoteada
supra, espero qae os habitantes desta diocese
mais urna vez deem orna prova de saa piedade,
c lacorrendo com saas esmolas para a gloria da
Saatissima Virgem em saa Igreja do Lourdes.
Olioda, 2 le Oaiobro de 1891. (Assignado).
Cooego Pabricio, governador do Rispada.
Arrala!Moradores de? sas localidad? pe-
der nos para cbamarmos a atteogo da Saln-
dale competente para om prado de gallos qae
all existe e assim deaomioado por ama auKa a
vagabundos e desordeiros que o frequeotam
Fica assim aaiiaeiu o pedido e traasmittMa
ao criterio do sonde egado do Arraial.
ervlconaiiltarHoje soperior Ja CMl
o 3r. capo L^oacto e faz a ronda de risita
o Sr.'P tenente Hmortoo.
O H natalho de ofanUria dart a raarai-
ga,- da cidade.
Uniforme n. 3.
Amanh ser sapenor do da o sr. ^taitao
Xavier e faz a ron la de visita o Sr. aliares
B-trra.
O Ia batalbo de infamara dar a gaanugao
da cidaae.
Ooiforme n. 6. .
veracoea elrarstleaa -Foraat praUca-
laa n bortu.ial Pedro 11, no da 3 do correaae-
s scgBiotse .
Pelo Dr. Bjstos de Olive.a.
Bxciso a thermo caowrio do pefjasao aaa>
di-eito. reciiama la or nyoe.nropbia.
Pelo D-. Vieira da Co-iha :
Bvsariinil.igi-j do dedo auaalar da raao dirsi-
cUm ia p>r carie.
Pelo Dr. Amonio ;
D'sarncaligo do brago direito, raauaata
por -urna tmento.
Paaanc*lrna -Cbegados do tal 00 vapjr
f an ez Oienoque.
D Aoouo Maris. D. Praeciacs AJ*i
Silva, D. \a:ooio Carlos de Arroda BeltriO.jp-
s An.0110 de Caralbo. E. Piaaeiro Astf^
Giiraoa, Jacqoes Gruniber e soa *"<'*>/-*'
quim Amoaio dos Reis, Colhetu Hctor a r
neat Hirsca.

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Diario de Pernambnco Donaigo 4 de Qutubro de 1891

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Cbegados do gul uc vapor a lemo Santos :
ViriBto Pinto, Tbeodoro de Aibiiaute-qoe, Joe
Ramos Sobnnbo, Ambruzi.i *L Penetra, Aotouio
de Freilas e Jo-e Ribeiro Gomes.
Sabidos para o sal tu vapor francez Villo
de Rosario :
Jo&o Machado N-pomuceno, Pedro G. Peisolo,
Angelo Biooai, Ricnard Jearj, Pereira dos San
toa e sua senbora, i cunbada e 2 tilboa.
Sabidos para o sul do vapor americano Al-
lianza:
Dr. Olegario H da Sveira Pinto, Dr. Antonio
Angosto Guimares, Manrique Stepple. Artbur
Barbosa Gordeiro, Garlos Baodera, Miguel Paes
Barrete e Jjc Paes Brrelo.
I*etl*eEBeciuar-se-hao os seguiates:
Amanhil :
Pelo agente Pinto, s li hora?, no trapiche
Baro do Livramentu, de manteigr francesa.
Ihm rnnebre-Sarao celebrada.
Amanh :
A's 7 hora?, na ordem terceira de S. Francisco
pela alma de Josa Gongalves da Silva Basto ,- s
I horas, na capella do engenbo R beiro. pela
alma de Arrenlo Jos do Cruzeiro Seixas; 7
tioras, no convento oo Cirmo, pela al na de D
Joaqun G. do V. Pereira ; s 8 horas, na malriz
da Boa Vista, pela alma do j jvco Berutrdo ; s
7 horas, no convento de S. Francisco, pela alma
de D. Marianna Ferreira Lia.
Terca feira :
A's 7 horas, na matriz da Boa-Vista, pela al
raa de Manoel Gardo so Nauraann ; s 7 horas,
na matriz ''o Corpo Santo, pela alma de Joo de
Menezes.
lunpectortA do ." diatrlcto marlii
nao- Recife, 2 de Oatubro de 1391.
floietim meteoroisgtco
Horas fio Barmetro a 0 Tenso do vapor 4 I B X
6 m. 24-3 757-89 !709 77
9 26\3 759-18 18.42 73
ts 26v6 759-69 16 89 65
3 : 27-1 757-94 17 98 68
6 26,4 158-69 17.04 67
No dia 27 de Setembro: reabri o Der-
by ub. da Babia, no pitoreece arrabal-
de do Rio Vermelho.

Naa coiheiraa do Sr. F. Gronsalres, no
Rio de Janeiro, aasceu ha das ama po-
tranca por Patnchn e egua pellada.
E' nm bello producto nacional : alanSo,
calcada dos qaatro ps e frente aberta.

A inaugurago do S. Paulo Derby Glnb
foram commissSjs das Boeiedadaa sporti
vas do Kio, assim composta :
Jockey Club: Dr.vAntunes de Campos,
Bernardo Pinto Carneiro e Barao de Ta-
quara. .
aDerbjr Clab : Dr. Moreira Sampaio, Al-
berto Sorra, Joaquim Antonio Basto3
Guimares e Ricardo Raidos,
H ppodromo Nacional : Bario do Bom-
fim e Antonio Moreira Miranda Ctatro.
Turf Club : Alexandrino Duarte Pires
Joelho e Jos Moreira Mves Soares.
Essas saciedades cffereceram que'la
co>irma os seguintes presentes :
Jockey ClubUm rico porta cartao, es-
tylo grego, de bronze e oaix, com lavores
de prata e ouro, sobre pedestal de aga-
tha, e um cartSo de pra'a com inscripcao.
Derby ClubLindo relogio de b ouze
artstico com um grupo represantando a
unio, e um cartao de ouro com dedica-
toria,
Turf ClubUm tinteiro de prata de
muito gosto, um.verdadeiro mimo.
Hippodromo NacionalUm esplendido
par de jarroa de bronze, com lavo-eB de
ouro e prata em alto relevo.
Temperatura mxima27.*25.
Dita minima23,-00.
Chava oulla.
Direcgo do ventoE e ESE alternado.' de
meia noite at 2 boras e 26 minutos da munb;
ENE al 3 horas : E al 3 horas 34 minutos ;
NE at 4 horas e 18 minutos; NNE al 7 horas
e 4 minutos; E comioterrupgOes de ESE e ENE
at o loras e 11 minutos da la-de; ESE e E
alternados at meia nolte.
Velocidade media do vento 4,-01 por se
Nebulosldade media9,%5,
Boletim do porto
II ii Dias Horas Alto-i
B. M. P. M. B. M. p. a. 2 de Cutuoro 2 > 2 3 10-08 da manb 4-11 ii tarde 18-28 4-33 da manb 0-43 2-37 0-45 2,-42
Luf-n.i lo Ciro Ir*--Eis 03 premio;
da 1* parte da 49.* lotera do Grao-Para ex
trabada em3 deuutubro de 1891, recebido peh
Cas do Ouro:
1874 120:000*000
19766 30:000*000
11381 12:000*000
15934 6:000*000
9162 3:000*000
Esto premiados com 5:500*000 os seguintes
nmeros :
3568 5843 6386
Esto premiados com 600*000 os seguales
nmeros:
3592 7074 9073 14-16 16673 19630
Esto premiados com 300*000 os seguintes
nmeros:
151o 10356 11045 13507 14430
5772 10S71 136 13771 1458
APPROXUlAgOES
8173 1:500*000
8175 1:500*000
19765 600*000
19767 600*000
4138>J 150*000
11382 150*000
Os nmeros de 8171 a 8180 esto premiados
com 150*000 inclusive o da sorte grande.
Os nmeros de 19'61 a 19770 esto premiados
com 90*000 inclusive o da sorte de 30 contos.
Os nmeros de 8101 a 800 esto premiados
com 90*000.
Os nmeros de 19701 a 19800 esto premiado.*
com 60*000.
Os nmeros terminados em 74 esto premia
dos com 60*000.
Os nmeros terminados em 66 esto premia-
dos com 60*000.
Todos os nmeros terminados em 4 e ti estao
premiados com 30*000 excepto os terminados
em 74 e 66.
A seguate lotera corre no dia 10 de Oolabro
de 1891 com o plano de 260:000*000
Hospital Pedro 11O moviuieuto oeste
astabelecimento de caridade, do dia 2 de Oo
tcti.-o foi o seguinte :
Existiam 610
Etraram 14
Sairam 3
Falleceram i
Existem *>'z
Karam visitadas as respectiva* enferman- g
celo. Drs. :
boscoso s 8 3|4.
Barros ojriQhoa- 7.
Simes Baroosa s 10 l|t.
Berardo s 8 1|4;
Aodrade Lima as 8 1|2.
Jjaqnim Pelippes9 3(4.
Ponina! s 10 1|2.
Fernandes Barros s 8 3|4.
Arujbio Ss 10 1|2.
Vieira da Conha s 10.
Qmm de Oliveira s 10.
0 ciru'gio dentista Numa Pompilio entrn s
8 1[4 horas
0 pharm?.ceutico entrn s 9 1|4 horas da na
ati5 a sabio s 3 horas Ja tarde.
O ajudante do piiarmaceatico entrot' 8
da x.srthae sabio as 5 da tarde.
E.oir.lav do BMado do 6Jra-c.!,ur-
A 1 serie da 49 lotera, deste Estado, cu;
premio grande de iMMi, iettr^aentui
nod.a 10 Jt Ouiubro (aabbaao).
Cotena to aranbao A 17* sen
Ja 5' lotera deste Estado, cujo preale graodi
de SOOrOOOOtW, ert extrahida no dia 7 t
balubro(""arUi-feira.i
Cemiteri'i Publico Obituario do dia 2
d' Ou'.ohto oe 1891 :
JosJoaouua Martina, Potagu[, 38 ranos, ca-
s.do, P. co; aneurisma.
Ft ciaao 1-' a io de M Pernambuco, 23 an-
uos, rasado, Boa-Vista; tubrculos pulmn*
res.
i- .i de Brilo, Pernamboeo, 86 a:
viuvo. Bji Vretn: escronbolose.
Ja t-t ; i1'ilo Kecife ; dyar
ria
:o. Peruimbnco, 6 dj?s, Boa-Vista ; te
taco dos recem naseidos.
Mano-i Jolio da Silva, Peimuibuco, 29 anoos
o. Boa Vis-a; tubrculos pulmonares.
AgradocemoB a recepeo
Semana Sportiva.
de n. 93 da
A ;est lo lierdeiro ..u,iu
c o proeeaso do eserlro de or-
plijlus Dr. P'tntes.
O grave mal, que softVi nos olhos, depois a
ifllueucia de trabaihos do foro, mais tarde o
ugua-dsmeoto de provas nos eitos, que tn i-
mam este artigo, e ltimamente certis considp-
rajOes, que n5o vem n caso diz^r, me liseraiu
retardar, em desempenho aocoinpromissoque
cjntrabi pnrante o publico, a pre-ent resposia
aos arligos dos Srs Drs. J. J. de Oliveira Fon
seca, Augu3to Val e Mauoel do Niscimento Po.i
tes, injerios no Otario de Prnamftiio-edicO-JS
de 30 e 31 de Janeiro .assado.
Qaando li tats arligos lembrei me deste verso
do Poeta Inspirado : abyssut abj$um inca-
cal. >
Sici; Ss. Ss., empenbados na defesa de orna
causa perdida,principiaram torenlo verdade :
esta a despvitode tu Jo apparecenio, redobraraai
de asforjo para supplantal-a e oblerem o aline-
jado inompno : engao manifest, cruel illuo:
era uic auysmo, que abria-lnea sinistra portad.,
outro, onJe se precipitaran!.
Cjllocado? em critica e falsa posijo, era com
binado plano viram o trinmpho, segundo parece,
no meu descrdito, seoo aniqu lam-mto moral,
e ealo emprchenderam imprimir em minha
fronte o ferre'e de mentiroso, calumniador, per
juro, e nao sel mais oque ; porm, engaaran)-
se: o desmorooamento do illU3orio editino da
menra iiSj se tvi tardar, e eoto appareeeu o
iiiaoalfcvel edicij da ve.-iade, ra.'iante cono o
Sol da Juslica.
0aceordo unanimedo Tribunal d.iR'iigj,
que j foi publicado no Jornal do Becife de 8 de
revereiro passado, ferindo gravemeotr 03 deno-
dados conten lores, os poz em debandada.
Tdto quanio articulel contra o Sr. -. Ponte*,
coja cansa seus amigos empenhadamente defen-
dan), c por isso atiraram-se contra mira, resu
miase nesles factoi principaes, que rSallavam
ao^ nulos:
l. qu o Dr. Pontes, esr:rivo de orpho-, de-
frauduu o orpho pubere Gamillo, i-ompraaJo sna
herangu no ioveoiario do Baadu J.is Francisco
de AndriJe Jnior, que corra pelo seo cario'io ;
2 que arrancou folhas do iveniario e falsi-
0mu urmos no emp^nho de faier crer, qae C
millo sempte gurou tomo herdeiro maior e nao
como menor tutelado em dio inventarlo.
Pois bem, o Tribunal da Rrlaco, em vista da
inconcnssa prova dos autos, coodrmou til vr-
daae, qaando pronunciando dno r; Coates,
como prevarica-io', no art 208 os 2 e 5 do God.
Pen. em vigor, disse: ... por tirar folnasde
autos em que escrevia em razo de seu offi :io de
escrivaj de orpbos e alterar dtclarajOes oellas
feitas ; e isto por interesse pes*oal sea, com o
li u de escapar ao perigo que corra comprando
a beraueade um menor contra a probib^o legal
e prova* maoter essa compra corao legitima
Era a primeira e justa decepeo, porque pis-
savam os llastres coolendore*.
C jntirmada a pronuncia, e devendo oecessaria-
mente segmr se o julgamecto, o reo offereceu
testemnnbas e requereu segunddexame nos autos
do inventario e prim iro uo protocollo das au-
diencias. Na mesma epocha, sendo recebidos os
embirgos do inventariante e testamenteiro, o Sr.
Antonio J Viobas Haia, opposios na exeenfo
da sentenga deformildepartilhade herdeiro
Gamillo Gouveia de Andrade, depois de contes
tados, foi assigoada a dilaco probatoria.
Assim, abra se epago a novas provas e mais
luz devia apparecer em ambos os processos
crime e civel, cuja aateria prendivse.
Dava-se isso ji ea dias de Maio. e eolo fir
raei o meu proposito de e responder depiis de
i oluidas tolas as provas n'urn e n'oatro feito.
Aora entrando oa ana'y.'e de laes provas,
ebegou a vez de responder aos Ilustres conten-
dores.
i o no tai ve- o respeilavel publico, o naufra-
gio d'clle8 foi horroroso: ae* sequer orna laboa
de salvaco encont'aram : era u justo castigo
pela offosa verdaiee a segunda cruel decep-
co, por que passavam.
SPORT
prdo
ins
Prado Pornaabucano
Realiaa hoje a sua 5* corrida no
io Lucca.
O programma servido por urna
cripco que convida.
A concurrencia, portante, nao deixar
de ser ma a um attractivo da fasta que
oflfereeeo Prado Pernbacano aos aman-
tea doa div-rtimentoa btpfHcos.
Chegado o dia de julgaraento, comparec com
meu constituinte, o herdeiro Gamillo, na audien-
cia do Sr. Dr. juii de direito do 2. districto
criminal para assislir O accusaJo, o Sr. Dr.
Pontes-, offerocera como testernunbas da defeza
os msanos Srs. Drs. Oli'eira Fon c* e Au
gusto Vaz: e o Sr. Ricardo Henrique da Silva.
S depoz o Dr. Vaz : o Sr. Ricardo, aquelle
que no Diario de 31 de Jaueiro dera lestemonho
de ter visto u Dr. Vaz contar .ti contse tantos,
sedula por sedula e dar a Camtlto na salla do car-
torio do Dr Ponts, no depor ipezar d-:> te:
(O.npartcido, e o Sr. Dr. Fon Cea, apezar de c-
talo, nao comparecen.
Faltar-Ibes ia a eorarem para jurar i
An'.es de analy3ar o depoiraento do Sr. Dr.
Vyz. tractarei do exame e de oaras prova-- re
sum.dameote.
Foram peritos os Srs Antonio Augusto da
Frota Menezes, escrivo do commercio, e Dr.
Jos M.-reira Alves da Siva, tabelliao de notas,
ts quaes, depois de examiuarem i s uojo d in-
veotario, concordaram com todas as respostas
dos ontros perito no 1 exame, que servio de
ba3e ni formajo da colpa para a pronuncia
centra o Dr. Ponte-, e examinando o protocollo
das audiencias, em qne elle tomiva im cotas dos
reqnerimentos, declar.irara mais o seguinte :
Qae o termo de au-lie icia escripio polo D:.
Poote3 na li. 68, que so reconbecera subslituiila
em lugar da arrancada, diseordava, at na data.
Ha c-Ja tomada oo protocollo a qa elle se re-
feria e tambera disiordava da p;t6oail 67 do
inventariante Vinhas Maia.
Ha protocollo a cota da audiencia de. 16 de Jj-
nho de 1885 dizia : .
ODr Perrerpor parte de Antonio Joaqnrm vi-
nbas Maia, inventariante dos bens deixados por
Jos Francisoo de Andrade Jnior, aecusa as.ci-
tacOes feitas aos Drs. curador geral, procurador
dos feitos para se loovarem em pontos aue
avaliem os bens d*s:ripto ; a pet'Co de Vi-
i-hs Maia (escripta eassiguada de nroprio po-
nto pelo Dr. Vicente IrVrrer deB. W. Araujo.
e despachada pelo juiz em 13 de Juono de 8jJ
dizia, fl. 67 : rener a V. Ex- qoese aignr|
mandar ciiar a Auretio dos Santo? Coimbra,
como tutor dos menores Gamillo e Elviru, e re
presentante da coojoge berdeira e da a ludida
menor, o me-nor Gamillo por ser poiere, e $
Drs. carador geral dos orpios e procurador
dos feitos la fajeada provincial, para na pnmei-
ra dojoizo louvarem se etc. : no termo de
fl. 68 falsificado, dizia o escrivo em id de Ju
Ibo em lugar de Jooho, tal foi a perUrbacio :
que p Dr Ferrer aoensoo as citacfoes de Au-;:-
lio dos Santos Coimbra tutor da menor Elvira, e
do herdeiro maior Cumulo Qouveia.de Andrade,
etc...
D.'atio de 3 das sem se ter requerido cousa
alguma, nemter o juiz proferido deciso, nao
poda o menor Canillo pubere ser considera-
do o herdeiro maior Camillo Gouveia de Andra
dt : o crime de fulsidade oessa fl. 68 ticeu evi
dentemente provada.
Passando os peritos a examinar a descripc&o
de berdeiros no termo de juramento ao inventa
rante a fl. 44, v. lavradoem ?3 de Abril de 85
as coatas da peiijio de fl. 43, declararam que
se l 00 termo escupi pelo Dr. Poole-i :- Cl
millo Gauveia de Andrade, m-.uor. E vira, me
or. *
Qae 03 nomes Gouveia de Andrade, miior,.
estavam escrptos com peona miis grossa, ten-
do sobre o nome Gouveia um grande borro
de tinia e abaixo do nome nao exista o azul da
pama do papel, que nesae lugar eslava ma s as-
pero, nao podenuo atlirmar se eslava raspado '
que nao virara os pequeos traeos apagados sa-
les e depois do nome Gouveia, e nos nomes
Andrade maior escriptos por cima da dobra
de papel, nao virara o azul da pauta por causa
dedujo na dobra.
E' preciso notar, que no fln do exame era
qaasi posto o sol, esia\a nublad i o co. e un
pouco escura a sala das audi-ncias, le sorte
que, cono parece, os Peritos pelo (acto precita-
vara aasperezadopapelooespacodenome Gou
vela, mas pela vista, nao poderam bem preci-
sar tuJo; e que o sujo da doora d) pipel que
era da linbo, s apaohra os no ne miior, estando os ouf-os Canillo Gohvi -
abaixo da dobra que nao era parailela com a
linba da pautado mesmo papel,e sim um pouco
atravessada.
Essa descri|'6o Camillo Goticea de Andra
de. maior discordava de todos os actos *
lermos anteriores e posteriores. Exis ia a II 19
certidfio viuda de Portugal, pis-ada era 22 de
Noverabro de 1884, que dizia te-eni os menores
Gamillo 20 anoos, e Elvira 18:em vlrtule
d'ess i certido. : ao querando o juiz da provedo
na julgar se in:ompetente, o Dr. Ferrer, artvo-
gado Je Vinhas Maia, asgravou. o T ibunal da
Rl36o decidi por axordo a fl. 36 "., oestes
termos : Considerando que a tnsti'.u-co he-
redilaria, feila no tesiameato Uc fl. i em livor
dos menores Camiilo e Elvira, soninhos a\i tes-
tador, firma a competencia do juiz de orphos
para fazer o inventarlo....
Gonsiderando que, alm de ser pe!'s moas
expostas competente o juiz leorphos o nao o
la provedoria para fazer o inventario, accresce
que os berdeiros inHitu los, alm da menores,
^o orphus, cono se v da certido de II 19. e
declaragio do testador-----.. : da > provimento
ao aggrauo etc. :
Em virlud d'esseaccordo, desceoJo os
auto*, o inventariante e testamenteiro por seu
a Ivogado, Dr. Ferrer, fez petigo que se v a
fl. 43. pedindo ao Dr. juiz de orpb03 que o con
rmasse no cargo de inventarame, o admittisse
aprestar juramento e fazer a descripgo,c ra
citaaio da viova, e dos menores pberes, daudo
se Ih s tutor, etc., e o juiz deferio :
Ligo, Vinhas Maia, prestan lo juramento, nao
poda contra o allegado, provado e. julgado dej-
:rever Camillo Gouveia de Andrade, maior
no d;a 23 de Abril de 85. E ta-ito nao ese. e
veu, que no mesmo d.a descreveodo as dividas
pas-sivas disse: O menor Gamillo para ali
mentago 25d*0.)J :
So seguate dia 24 a fl. 47 di3se o escrivo,
Dr. Pontes :
Para tutor dos menores Camillo Elvira
proponb >, em vi rinde do despacho de II. 43, a
Aurelio dos Saolos Coimbra :
Logo abaixo o juiz proferio o despacho :
Nomeio o proposto, jue prestar juramento.
Recife, 25 de Abril de 1885-Lana Freir :
A II. 52 v se osla petigo, ao m -sruo juiz :
Aurelio do i Santos Co.mbra, tutor dos meno-
res Gamillo e Elvi-a, berdeiro escriptos de J.
F. de Andrade Jnior, devendo em pouco receber
as prucuraces da dita menor, que pubere, e
de D. Elvira Ferreira Campos d'^n raje.. .,
pediaCflMfo de rato obriganlo-se, etc. :
Jjii'u urna carta vinda de Corlugal, e assignou
de proprlo punho a peticSo, escripia pelo pro-
prio Dr. Ferrer: A 11. 54 \0 se o pare:c,- do cu-
rador :
O supplicante Aurelio Jos Santos Coimora
role 3er atlendido, a vista da carta apre*e_ntada.
Ricife, 11 de Jnbo de 1885Oliveira Pon
seca .
A fl. 53 lavrou-se o termo e-cauco devalo ;
e a fl. 56 o mesmo Aurelio Coimbra requereu
juntada das procurado '* da vinva D. Elvira
Campos, e a da meoor Elvira com seu lu'or An-
tonio ios Sanios Vieira, o qual como tutor tam
bem de Cimillo dea poderes ao mesmo Aurelio
para defender ambos os menores seus tutelados,
e juntou certido %u'.hentica de todo processado
no Porto com o conseiho de familia, que no
raeuu-o tutor dos ditos menores.
ijuaado o Dr. Oliveira Fonceca deu dito pa-e
cer de fl. 54 lobre a patigo do tutor Aurelio em
11 de Juobo, nao exista na descripeo adiante
do nome de Gamillo a palavramaior; porque
em 23 de Selemoro o Dr. Pontes tirou copla do
termo de verbo ad veroum, e delle nao constava
tal palavra mtior, conforme a certido au-
tbeniica junta ao dito inventario, extranida da-
quella copia
Eis, Srs. Drs. Oiveira Fonceca eAugusto Vai,
a prova inconcussa, de que Camillo foi descrpto
cono mnor, e depois o termo foi falsificado
pelo proprio escrivo (Dr. PontesJ considerando o
maior.
Oliveira, advogado de Vinhis Maia, estar exami
nando o inventario no cartorK lu no term de
descripeo de herdeiro Gamillo Gouveia de
Aodrade, maior c Viniaj Maia presente dis-
se, que nao traba culpa das bandalheiras doOr.
Pontea, pois elle o descreveu como menor;
Qie elle testemunba rerr&con que foi raspa
do o papel no lugar da patarra -Gouveia, ten
lo amia traeos pequeos do que ae raspara-; e
(uj leGjuvi'upor diantj a letra era escripia
com peona mais grossa.
O S\ Vinhis Maia retirando a orocurago do
advogado Dr. Ferr', constiiaio asa advogido o
Dr. Es'.evo de Oliveira, e este, indo ao cartorio
ver e eximioar o inventario para se pd" a par da
qaesio e da verdade, depois do exame, disse
que a falsiiicago e altaraco dos termos eslava
visivel e grosseiraalente feila.
Tolos quaotoa tmbam olhos de ver. viam ; B
qnalles, porm, que n&o ti mira olhot de ver, ven-
do, nao viam pvntue nao quenam.
Aules de analyiar o depoimeotosdo Sr. D*.
Vaz, acbo conveniente analysar o do Sr. D.
Fouceca, por ser urna p?ga mjmoravei, qae n&o
deve flear no esqueciaento, assim como o doSr.
Aurelio Cdmbra.
Na denuncia iratava s de arraocamento da
foibas, lasicagao de termos, e compra da he
ranga de orpho pelo escrivo : porm o Sr. Dr.
Funseca jurando dis-e : Qie Cimillo, diaendo-
se prejunca lo, pe lia que losa chamado a cen-
ias o tutor Aurelio i 'o o juiz ex offieio quera or
denou), o que determinando sua diarvengo. e
depois de minucioso exime nos autos (nao pa
rece) ooioou no sen parejer em face do terin > de
tutela, qu; \ureiio nao e a mtor de Gamillo e
suo ^0 nenie da menor. O parecer foi este a
fl. 135 em 3 Ja Oitubro d: 87: O herdeiro
Gamillo foi deicripto como nnaior a fl. 4i v.. e
apaas se deu turar menor Elvira, a fl 48
Esia ti. 48 e?a onde estar o termo de tutela, no
qual o escrlvl o omittio criminosamente o nome
le Gamillo. O Sr. D.. bem saoe qas s se da ou
nomea tutor por despacho de juiz, sentenga ou
portara: o termo da juraraju.o umi couse
qusncia e serve para autorar o exercicio legal
do cargo.
Da faci e de direito eslava nomealo o luto,-;
este como tal foi reconheci io, reconheceu se e
fonceiom; o parece de fl 54 em 11 de Junho
da 85 (S. S. esqueceu-se d'esle parecer, o no seu
artigo de 31 de Jmeiro deu a entender que s
rio os autos em 22 le Setembro) tambera o aecci-
ou por tal; e a palma maior no termo, groa
seira e ineptamente falsificado, em opoosigo
ce; u.io autentica, e s decisoas da Ralago e
do juiz, anterrares e posterioras ao termo, como
se larajistrou, n> po lia actuar no animo de S
S., praiico perspicaz e instruido no direito, par.i
lar aquel! pare-er de fl. 155 : tal pirecer
poda ser Je u n cura Jor, qus tsnha paciencia,
descurava.e u) se importava que um orptuo
fosse defraudado pelos proprios erap-agalos do
juizo criminoa e esc radalosamaote. e que estes
ticassem illesos.
Este coacailo justo, e;u fiada nenio nao
p le ser contestado, desde que se atteader que
S. S como confesin en seu artigo, vio o ia
ventarlo que eu mas re ibe com as folnis a-
riucalas e o termos falsificados, mostrando Ibe
ao ii .a > le.on) o oaderao, em qu; eu anterior
menta nnba copiado laes termos antes de fasiti
cad'ii, S. S jurou suspaigo para se p- f-a, e
depois chamado i juuo, j irou de um modo ca
peloso e desloante da ;e,dade que resaltavados
autos, como se est vendo e aiuda se vai ver.
Permitu-se-rae aqu um parpntheses. O Sr.
Aurelio Coimbra, jurando no processo, disse
que ao foi tutor e Cam lio nao era minar!
U u humera j veloo, e de posigo social I i...
Esqu-ceu se de ludo, al da sauda lo do jura
memo. O Sr. Vinhas Maia disse que s deu di-
nbeiro a Gamillo para alimentos por or em e
consentimeito do Sr. Aurelio, seu tutor.
Esa fachado o pareoihe3e3.
Gontinuando o Sr Dr Fooseca no seu jura-
mento disse : Ouvio fallar que Gamillo ven-
der a s j i beranga, figurando Joo Ramo3 como
pocoralor, e que o teijiame .teiro e 'nvantarian
te em virtude do mandado
Nao foi s essa a prova coluida. Na execugo
do formal de partilhachtmiio a juramento o
inventariante Viobas Maia disse em 21 de Maio
passado : Que descreveu Gamillo como me
or no juizo de orphaos, em virtude de urna
carta (que apresentoa e foi lida em juizo). man
dada pela viuva D. Elvira Campos em 85, em
que dizia que Gamillo era meoor, e Elvira, e da
certido que logo depois ella mandou, e a Rela-
co assim julgoo; e que elle nao estava habili-
tado a dzer como o Dr. Pontes nos autos fez ou-
tra declarago como maior (o grypho
nosso);
Mae Aurelio Coimbra foi o tutor de Camillo
e como tal fancciooou oo inventario ;
Q ie s eatregou o dinheiro da beranga des-
te, ua ausencia de Joo Ramos, ao proprio Dr
Pontes no eseriptorio do advogado D\ Ferrer,
porque este Ifte disse queo jmz linba julgado
Gamillo como moior e homologado tuJo por sen-
tenga ;
Qae ui ida assim exigi e o Dr. Pontes ga
rauti por escriptu essa trausaego e entrega do
dinhiiro.
O Sr. Vinhas Miia, justgi loe seja feila. juma
circumsUnciadiu nte, dando a razio e prova
de tulo, e de suas palavras transparecia a ver
dade era sua nudez.
Citado e chamado tambera a juramento o Sr.
Joo Ramos, este da me tuJo, disse, qae ouoca. se aotenii-a cu;u Vinha-
Maia, riem com Cimillo, aquam nao ligiva o no-
me. naqu' lia poca, sobre tal negocio, em que
gurra por mero favor ao D. Pontes, noquai
depositava conlianga. suppon lo ser um negocio
icilo ; e que conversando pnv ii v i i ne com o
Dr. F. irer, este estraubou que o Dr. Poutes, ten
do ganho 10 con'03,nadalivasse dado a elle Joo
Reino?, e accresceatou que elle Ferrer nh iu
um costo de, es; pelo qno elle, Joan Rimos
indignou se, suppon jj que tal negocio nao tinba
sido licito, e que o Dr. Fbules lioba abusado de
sua boa f.
O Sr. Joo Ramos en prova de sua boa f, ji
tinba aprs nti lo em juizo os esj:ipto3, que o
Dr. Ponies loe dirigir sobra- tal compra da he-
ranga de Cimillo.
Citado o S;. Manoel Ligo, que tinba sido co-
pista ou escrevente do Dr.. Pontea, f comp re-
cen debaixo de vara, e perguoUJo sobre a en-
trega do dinheiro, que, como disse o Df. Au-
gusto Carlos Vaz deO.lveira, tizara a Gamillo em
Aeosto de 1885 no cartorio do Dr. Pontes em
sua presengaresponden: poda ser que es
tivesse o occaslo no cartorio de que Be trata.
mas nao ten sciencia do que ae dea *.
Nada mais absolutamente disse.
Cita to e chamado tambera, como testenwchi. o
Sr. Francisco Ferreira de Mello, escreveote jura-
mentado do Sr. escrivo teaente Olavo Ferreira,
tflsa:
> Qv por occasiio do D.\ Antonio Eslevao da
Jo juiz, eotreg'a a
mosmi hrangi a alguem, qaea recebeu com
autorisago de Joo Ramos.
Nao sabia o Sr. D-., era ao manos por ouvir
dzer, qua ene -alguem -era o escrivo Pon-
tes ?
Disse mais -< constava que Camillo era geral
mente tido comu imior (feralmente I) na occa
sio em que fez venda de saa herangi.
Offra/men/e-dave compiehender todos:
coraprehenaerta tanbem os Srs. D.s. Fonse:a.
curator de orphaos, escrivo Pontes,advogalas
Ferrer e Augusto Vai, o tutor Aurelio, o invan
tarian'.e Vinhas Maia, e os jai.es e desembarga
dores qua despachara.n e ju giran uo inventa
rio ?
Pcrguotado se nao ibe consta por Joo Ra
rao3, un Pontes, ou per outro qnalquer inl-ressa
do, si se attnbuio ao Dr. Ponies o fac o de ter
arrancado folhas dos autos, alterado certid:s
con o tim de lar Cimillo cono maior, e o que
motivoa o exame que consume o corpo de de-
licio no processo ?
Responden que vio longas pal cOes escripias
pelo Dr. L'llis como advogado de Camillo no
sentido da perguuta, e qua elle teslemunba, fil-
iando Ibe Joo Rimos ama veza reipetto das re-
clamagas de Gamillo, refeno-lheo que tlnha ou-
vido passoalmeote do Dr. Lellis a respailo de
suas aliegagas feitas em juizo (nao quiz dizer o
que ouvio pesraalmente : que molo de dep 1);
que o Dr. Pontes sabando d'esta referencia feta
por elle lestemunha, foi ao seu eseriptorio com
os auto- e I he dea miouciosa explicago no sen-
tido contrasto as allegages do Dr. Lellis. *
A resoosti n) foi pilo euu da pe'gunta, e
nem de accordo con a verdade; qae resaliava
dos autos.
5. S. d'.sse em seu ar'.igo haver destara Jo
ao Sr. Joo Ramos qae (em geral) as mtnbas
arguisai lh pareciam graves Se assim era,
dt-via pel sua poslco de curador geral, no in-
teresse da just ga. por sua hoara mes no e posi-
g;io social, oo por dever de leal Jade para com
seu amigo e collega Dr. Pontee; externarse de
um modo franca e positivo, fazendo ver essa
gravidade das mmbis arguiges, ou destruioJo-
as e justficanro o seo collega, ern vistada mi
nuciosa >,i.)lieaaio que ella deu-lb em sentido
contrario as arguiges, e nunca retrahi<--33, e
fazer declarages rays.ilicalas, oceultan io um
dos Lelos principaes, qual o de ter eu Ibe mos
irado os autos depois das folhas arrancadas e
falsificadas. Niniuem erar que S. S, como
disse, se absteve de investigar, se houve arranca-
ment e "tbstituifao de folhas_ de autos ; pois o
Cacto era gravissimo, e S. S. nao poda ser m lif-
ferente a elle : o qie se pJe crer, e eu o affir
mo com verdale, que S. S. investigou ludo,
entrou 00 conha;inento. da verdade, mis nao
quiz di ter o que traba visto e o que entenda, e
depois, como eu disse a vardade, e nao servia
em oem dos iataresses da sea amigo, p-ocurou
fazer crer, qua eu tinba pejarado no depoimen-
to e mentido no artigo.
Assim, no Diario de 31 de Janeiro disse : ha
mais alguma cousa que urna palavra con1..-. ou
tra : ha no umentos valiosos quatornam avidea
ti-:ssima3 maxactiles commat i las pelo Sr. Dr.
Lallis Dapoisde S. S. revolver oa autos dous
d.as s achou Jnas inexaciid-s, qu! dassifleju
de falsissimas affirmgoas miabas ; raas, qaem
dina, S. I. estava cgo da vista e do ente.idi-
menlo : a verdade estiva e coatrai a sslw do
meu lado.
AS u'i que a piia/ri mitor -eiianle do
nomoCimillo Gouveia de Anirade-'H..va es-
cripia con panoa ilsgroata. Os Peri1!)* no
exase, como licou doaaoaatfado, o ..Ifiairam.
Foi .-.ssim que o S-.- D.-. Moreira Alves como Pe
rito elavou-sa altura de hornera probo, quaudo,
reapeitanlo a eaotidade do [araacoto, emendou
o seu encano no al1.-.do gracioso, que dera ao
Sr. Dr. Fonceca coatra a minha i.fli mago, e S.
S. ufano o publicouno diro Diar.o le 31 d Ja
neiro.
O Sr. D.-. Moreira Alves moatrou que asga
nou se por falta d^exarae serio, oa foi 11
em sua boa f, e assim elevau-se no c:>.
pu&lijo emendan lo o seu encano. Bem po
o Sr. D-. Fonceca, tomando esan exsflkplo, er
vindo a juizo quando fo Qjam'ido, e enwadar o
sen engao.
Tamoam affirmei, qua os minhaa razoes dei
xei de-f^ar impormcia suaquatidaie de tutor
(refera ma ao Sr. Aurelio), e rtiueri que fosse ci-
tado o testamenteiro e inventariante Vinhas Maia.
para entregar a heranfa.H.' urna verdade.
Em ratonas razes a fl. 181 em 8 de Outubro
de 1887 disse : Em vista do exposto a harn
ga do Camili) existe em podar do inventarame
Vinbas Maia e sua responsabilidade nao pote
ser tirada pelos allos acios pratiodos conjun-
tes do doc. de fl 163, sendo oerto que a ignoran-
cia de direito a nia^uem aproveit, o V. Ma
ao poda ter essa ignorancia, guando tinha ad-
vogado, que em tolo o dlrlgta .
Depois disso nao se iractou tiais io tutor Au
relio ; um despacho sequer nao houve asen res-
pailo, nem He foi mais ouvio: tudo corra
d'esde aquella epochi e est co-rendo com o in>
ventariante V. Maia.
Perianto, nm mez depois, isla em 8 da N)
vembro da 1887, n? poda o Sr. Dr. Fonceca
jurar suspe g-ia par causa Jo sea amigo o Sr
Aurelio : a causa s poda 3er ( un, effeciiva-
mente foi aquella que S. S. ante ipadameote deu
em minha pre enea qaando Ibe mostrei os auto-
com as duss folhas substituidas e os termo; fai-
sirlcados, dzmdo me, que senda testemuaba de
laes factos, nao devia continuar a ser curador no
feito, e cumprio o qua disse. a rerbando-se fos-
tenormeote de suapeito.
. S. S. no 5.* periodo do seu artigo de 31 de Ji
neiro, referindo-se a mim exj nmio se a'estes
termos: p trono denuoc ante e testemu
nhi juramentada, foi infel z a =111 lenbranga de
especular com o meu nome. sujtitaodo-se a urna
contostaca) fundimeoiada, qaa tornar (engao
raio'festo) duvdosa sua palava em relago a
outro3 pontos...
O dan nciante fot o promotor maco por or
dem do Tribunal da Ralago. e s por coota da
Justiga correu o processo ; citado para jurar 00
processo comunin ins(aufado contra os Srs. Vi
nhas Maia Joo Ramos, aos nstumes diaae'a
verdade, e levantan,'o-se qoesii sobre isto, o
|Uiz - vez oleleci sendo me iaaiffaret te, oue jurasse
ou nSo, para dizer a verd.ide. ii> tinba lido o
depoimento do Sr. D\ Fuice:a, nem precisara
sjb r cono foi elle, para dar o inau ; p-f suma
que S. S. tivease dito a verdade, : por minhj tea
pro oral dizel-a, da qual nao ras afaslaria por
'.o lo o cabed a 1 deste mando, e mm mesraj pa
salva a vida ; porque crea firrremanie na i a
moria'idade d'alma e qu; rninta felicidides
pode estir na vida eie'na, o o pe-jurio D9cri-
ne ho r.roso perante Deus ea 1(1; po"laato n,
preci.-ava. como nunca prucisei, especular com o
nome da S. S. ou com o de cutro qualquer : p
procuro especular com o direito ea verdade, sob
coja sombra abrigado smto me lovencivel,
Jt diste, estava bem lernbradoe sustento qua
verdadeiro o meu dipoimaoto -obra a referen
cia a S. S. relativamente ao arr mcam-riiio das
folhas e falsirt :ago das trraos n is ant03 do in
veo lar io.
At aqu ainda nao se ma pouJe apaohar em
m ntira; tu lo quaato disse est confirmado. Sai
que S. S. er m vida eteroi ; o emorazo, pois,
para a haraextr.-ma on Je tudo r aUdade. fazsa
lo sioceros voioj, pira que se "eeoncilie com
o no3so Creador sobre a effaosa queme flh : po-
minha parte dou-me porsatUfeito de tal offsnsa :
sou fraco, e por isso mesmo pesio aborrecer a
miacgiodo bomem, mas nanea deixara de
amar e veue-ar o hornera ; ra smo porqii. bo"
aquelle qua manos deleito* lum.
A minha misso debader o neu dtrailo e c
do man cliente, e na exercicio leste direito a
niagaem fago injuria, urna vaz que s maneje as
armas da verdade.
Agora os depoimantosdo Sr. Dr. Au;u3'.o Vaz,
e o seu artiga no mesmo Diario de 31 de Ji
neiro.
Ha alguun I IWenga entra es-as tres ppgj;
o que parece nata'al aor ;u feria? hstor.aspas
sam muito da memur'.a.
Trr.tarei especialmaate do deooi neuto na for
mago da culpa, qaa o Sr. D. Pontes maadou
imprimir e annexou j razes do 'ecursoem saa
defeza e do artigo n > D.ario.
Ties pecas sa inverosimeis.
D.sse o Sr. Dr. Vaz no depnim: ato allirma
qae todos estes factos (os narrades nadenanci.:)
nao passira da um plano para estorquir dinhei-
ro de Vinhas Miia e do escrivo Tomes, pargu-
quanto a Pontes se dizqueelle fabricoo cartides
earrancn folhas de autos par mostrar que
Camiilo de .inlrade era maior, o ja- nao 6 ex.i
co..
assim
Em que se baseca S. S. \ ira exteruar-se
Pasmosacgueira,inaudita iadi icripgo! Gon-
tinuando ainda disse : qne Cam lio havia sido
d:scripto no joizo de orphaos tomo maior, e
como menor sonante urna irm, a qual foi dado
tutor na pessaa de Aurelio Coimb'i e tanto esta
va disso convencido que foraec-n a minuta para
a escriptura e deu o dinheiro 1C millo (Aic est...)
e sua conviega) ainda mais inabilavel a vista
do termo de descripgo dos autos que estlavru
Jo no verso de urna folha le paoel em qua te.m
um despacho do juiz ( a fl. 44 v. dos autos
me foi eximinadae estava raspldae falsifica-
da)..
S. S. deu a minuta da eacriptunda compra da
heranga do orpho, dijo mator, Cimillo em 1 de
Agosto de 85 ; o Sr. Dr. Ponies en 23 de Setem
bro de 83 tirou copii do termo di descriogo a
autOenticou a com sua assirnatara como escrivo,
e lessa copia nao consta a palav a maiorque
actualmente existe : quam pois fa lou a verdade,
pego qua me diga, o Dr Pontes n iqoelie lempo,
ou S. S. no depoimento i Para a -espolia, pare-
ce qua era o caso de se me dizer : 'dfjiclem rem
poitulast: Nao : retrato me a regosla nao dif
ficil, S. S j a deu no seu depoimento. quandods
se possivel que na curso da inventario ou
o advocado ou o escrivo tratassen de Camillo
por menor, o que s se poder airibuir a enga-
o. S se poder !... Fel z cnt ano...!
Disse S. S. no seu artigo :
Qae depois de decidido oconlictn pela com
patencia do juizo de orphaos v que Cimillo
coistituio sau advogado o Dr. Jos Damingues
da Costa (no depoimento disse qui Cimillo como
miior cooslitnio tal advogado) e cora este se pro-
segnio no inventario*
At a II. 152, ojde o Dr. juiz de o-phos em
19 de Setembro de 87, profano sentenga julgan
do Camillo emancipado e raiodaado intimar o
seu tuto- Aurelio para prestar caitas e promo-
ver a eotrega da beraoga, nao constava tal pro
curaco e o nome do Dr. Jos I>oralngues era
desconhecido no3 autos, e nao coi isa nesle f o
que elle (queja nao vive) as3ignsse ao menos
urna petigo como advogado de Cimillo.
O que, pois, vio S. S. ? En r: feliz enga
no...
Disse anda S. S-, que o esc irte pontea oo
curso do inventario emprestou dr ersas quantias
a Caraiil > e pagou dividas suas, e vendo que po-
da ser logrado, porque Cimillo p eleodia dispor
da beranga, contractou por intei medra de Joo
Ramos ticar com dita heranga m diante 10 con
tos de res, passando-se nesse sentido a escripia
ra, cuja minuta S. S. dan, e foi i|uem contou o
dinheiro, dado par Pontes, 6 contis c tanto, e 3
e tanto em ttulos, e deu a Camil o : que o soli-
citador Ricardo vio entregar, aci reaventando S.
S. que Manoel Lago, escrevente ce Pontes, pre-
sen 'iara tal entrega no seu cario 'io.
RUardo, dado como te temunb 1, nao depoz ;
e Maaoel Lugo depondo disse que nodia ser
que "suvesseno carrario, mas ni o tinli scien-
cia Jo que se leu Traba duviJa at sobre sua
presenga na assienatura da escri itora e entrega
de 6 con tos e tanto, contado; -cerna por cdula
em saa presang I E-a nm fa to > iosiyii-
licante, que ella nao prastou atleigo *
Assim ficou S. S. sobre tal entr-ga do dinbel-
ro fesfsi na !
Agn, compara se o depoimento de S. S. coa
os eiccmes e a loeoncqsoa prov dos autos, e
cora os depoimeaios das outras estemanhas, e
3' hi :e canvir que nelle nao ho inteiro cri a
rio da verdade FiCOuS. S. como -naufrjgns so
tus nw in gnrgit* vasto .
issfc unja S. S. na artigo : Sitad conv o
cidc da ija: r.iagucm mo julgarcipazde ser pa-
lian o te ne.oeos ill citos. e nem de 3ertesta
de f^rro actoi tlneos.
Kn':,ociada -, alm de lUic 1 ara crra:
e S. cooeorrea direotameate 1 ara ella cosas
patrono, atlraado seu ami^c, o i*. De. Pontea,
no cbjsrao do crrae.
OSr. Dr. {Vales, apei-sr de for un tn dil
to, nao tenlo pratisa de advoga- a, irocurou S.
ra MgQ-a no s goeio Ja &m .ra e iara
minjta para passar ae a icr'ptoM, e 8. S.
ton ioc.mbinlo-se de realiiar tal
S S mwt e da le coonev.ia em durid 1 u dis-
pos'go do decreto u. 834 da 3 de Oatubro de
1851 qu; diz :
Art 32. Compete ao juiz de 1 ireito ara cor
reigo,... :
6. Ssquestrar os b n dos orp 'aos e pes
sois semeihantes, vrupra.io-. aioda qae seja em
hasta imblica, ou bavidos dire-ti ou indirecta-
mente peio juizes, etertvaes, tuto -es e -curadores,
administradores e quaasquer oCiiiaes do juizo,
frocadeado contra eilea crimualmente. (Arr.
47 'k)J Criminal Ord. Liv. 1 T t. 62 88 7o e 38
(Til. 88 30).
Ainda que Camillo nao fosse irpho, o escri-
vo coraraeneria o crame o di abi so ou nflame a
proveniente do emprego, pelo fasto de ngurar
como herdeiro no inventario que corra em sea
cartorio. em face do a- !4* da dt. Cod. qae
diz :
H .ver para si directa ou indirectamaqte, oa
por Igum ac simlalo cm lado oa pa*a, pro-
priedade oa effeilo. em caja admioi-tragio, dis-
pugo, ou goa'dlt, dewa inervir em razad do
uffi;io, ou entrar em alguma epe;ulgo de fu-
ero, ou interessereatitameoie dita proprieda
de ou effeilo: Punas: de oerda do e nprearo. pr-
so por 2 mzes a 4 annos e de multa, la 5 a 20
/.etc..
fin todo caso a cdquisigo ser nata. >
Ora. se assim era. S S. uevia examinaa- seria-
mente o nveatario, e ver que. jurdicamente tal-
lando, era impo.-sivel Camillo ser tilo como
maior sem ama deciso especial do jm?. median-
te prova legal.
Se esse negocio da compra da baraog-i en li-
cite, porque se procuro '. eome de J.. > R-moa
para figurar e nao o do D.\ Pbatea ?
E' bam possrv. 1, que s^ S. S. tivwse eoeM
patrono e .migo aconchado bem ( D Prates
el'e nao se uves-e abysmado 00 enma.
0 5r. Dr. Perrer (4 aquelle mesmo. ex-adso-
gado.de V. Maia, que me iosaltcu; jurutomulii
que disseque por dire'to romano, chegaodo-se
a puberdaJe, licava-sa emancipado; qne Gamil-
lo samare foi lid. e havido por maior ; qu-. (ase-
sar de ser orpho de pai > mi) fl ou ta :i. rcente
emancipudo, emoora tivessa dito qae o juiz o ti-
nh> julgado maior e estava lado h imo'o*aia per
seatengrupira conseguir, que Vi.>iia.- Mai< dsse
os 15 cooios ao D". Pontea, pa'a oolar zaabar
o s-u cono de ris, ten lo recebiio j 1:SOO<000.
tirados io monta partive!, como advoga io ia> in-
'antario), digo, o S'. De. P-'rrer J:sse. que o Dr.
Pontes gautoou no u-gocio 10 cantos : ora se a
it.-digiera d- 13:2 0;, Gamillo recebm 10 coa-
tos, Cj.oo disie o Sr. Dr. Vaz. o 3* D. Ferrer
ginhou o seu cont.como o Dr. Pautes fndia
ter ganho 10 contos ?
Esta '.una, parece, qua nao cela moito certa ,
agora, se se tizer ella deste outro saedo ajaata-
se -nelhor: Camilla (diz elle) reeeben 3 coatoa,
o Dr Ferrar 1, 9o 4 com 10, qoe o D-. Pontea
gan'iou. sao 14, ele tantos, que poderla ser
despeza da escriptura, minuta e sello* <:tc. podara
chegar tula ao to al de 15 cantor tai en. So-
bra a quiat'a dos 10 cuntos eato iT'leso?
Srs. Drs. Vaz e Ferrer, apenas 'lis,!r I ara emRr
o Sr. D-. Pontes o.: desnrnboludo o os embol-
sado como g.in'u) na negociadammk 1'
En 1 de Agosto de 85, qa.ulo se Ia*ra a
escriptura, e Camillo amia era ra-oor da 21
anuos eslava liquiio. que bivia no rooote.....
78:8970 0, sendo 26 200* 00 ara predioa no
bairro de Sanio Antonio, cerca de 3) coatoe em
dinheiro, ama d vi a activa da urna isa com-
merctal de 4 coutos, e o mais **ra *> ioe3, cota-
das cima do par, e que Caolllt we o harte:ro
da 4' par^e, n-lo qae, aindi que o S f>. Poces
Iba lavwte dido os 10 iwotos. nrgoeimitminha
nj tarta sido m, porque o > saifn.a'.e mea de
Setembro rea>!*u os I5:2d.i000 sendo 1 na
lvida, e 14:20o< en dinher; vis'.o como na
psrtllaa, feila con toda a ignild dr di nretfo, so
se Ihe leu dinhero, apezar oe ser Caadlo o
nico herdeiro, q:e r.qui m rjt, e havarem 5
pro tos que se derara hardetm de Po ta.il!
Este Camillo, maw ou menor 'filamente eman
opado, ara um felizardo... f
E um des cura rares de Gamillo achou t.
essa pa'tilba, e rauto em favor de Gamillo por
uua,, diz a elle, dinheiro ( sannun bmnmt
Entretanto o direito quer a gu-.l la le na qeaoti-
daie a na qualidade. quanto ao motel e qenatoa
raz.
Ja de*'e vr o 8r. Dr. Vaz, qne nem o Dr Fon
scame deu-; ) mata soemne dfsmsntido*
como disse, n'm S. S. poda ^f-raar, qo" 09
factos narrados contra o S<-. D" Pcntre nao
pisiavam de um plano para ex'orqmir dtnheiro -le
V. Ma.a e ontet.
Eu alm de na ser ad toda questa e a todo fansa qu ira gaohar di
nbeiro, nao precisava de usa' de ranos torpes
para bver a heranga de Cami.io, pois tmna
iiraito inconleslavel urna vez que ea estava de
pon 1 da certido aul leetica da i I ida e Gamillo
pele qul se prova\a,que, quan io se neu o fre-
duiaoto negocio da compra e venda da heraaca.
ella ainda uio tinba 21 anoos cnpletos. cas-
i.iv 1 que se ibe traba dado tutor, o bavu
decls), que o livasse decLrada maior.
A o S-. Dr. Pontes
S. S. disse que a certido la idale de Cimillo,
viada co Purto. nao es'.ava authaaticaJs com 9
re.onheaim*nto da aasi natura do coosu! b-azi-
kiro pelo Ministerie d.^s E.trangei'os s. S
proprio iertiDCMl, qu*- ella estava reconliecida
palo Ministerio dos Kiirifidiea, e -:i se es
qaeceu, seria conveniente 1: ..-ertrcar-se com o
ji-iginal que esta nos aaios do inventario. E
serapre assim.
QaaitoaS. S. dizer qae foi n-i>raL h
que ai rava de embo cala nos nlni do go-
varno, e S. S., como voluntario da p.tria arria
cava de frente o seu peto bala, digo ihe apenas,
qua S. S. ntp.ro* se com gente que ol* amito
ij> engaar se : a ped lo das prinopa-s aetorlda-
Jes da cidade da rea comparad Mesoaa .0 aooeio
do povo com risco da vida e com a naUvra eam
pouco de prestigio de qua aosa.a, caaaegm
auxiliado tambara por aigons amigos, qoe nao
sa ar.-ombasse a cadeia, ebeia de criminosos,
nao se derrabasse tbeairo, ao te qu imassam
carinos, eaem se desrespeiUssam aotoridides ;
pelo qae tenbo oonsciencia de que pr^tei rele-
vantes e necassarios servigos ao pub ico; e^tre
tanto, sem a presenga de S. i. no Paraeuaj o<
patriotas br.zilairos teram lido o trl
umpho.
Quanto ao maia, S. S. lome como reeaoata o
Accordo do Tribunal da Rela;4o, qae ja foi
DObltcado, e aguarde a sentenga 00 sea jalga-
meato, que lera le ser proferida pelo competente
jaiz.
Nao ba raio para taota qoeixa de S. S. contra
mim : queixe se antes de si e de seus amigos
S procurei defender civilmente os dir-i'.os do
meu constitninte, sem olbar para as conseejuec-
cias na sustentago de tal direito e oa prova
dos factos em qae baseava o pedido.
Entretanto, apezar de minha forga de vontide,
e constancia, ja vo decorridos mais de 4 aaane,
e Cimillo est no desembolse de saa beraoga,
luctando com a pobreza, e os fel zexr mm to non
radas a desfructsndo.
A chicana e o embuste moito pode ; mas um
dia triumphar a causa da justiga. Ainda bem
que dignos magistrados j ordenaran* a eatrega
da heraega.
Coocluo pedindo desculpa ao publico, se abo-
sei de sua paciencia, e declarando, que nao tive
intengo de olleoder passo.lmaot a alguem,
sim nicamente defenderuMs e ao meu cooati-
tuinte.
Recife, 3 de Oo'.ubro de IS91.
A ntomo de Lellis e S**M Pontm.
hs& ekitores do Ewi
De coraSo agradeco arg Sr. eie'Mrea
que bao v,.damente Miffagaram o mea
nome na e'eiyio que ae procede 1 em
30 do mea passado.
Devo entreUnto particnlariaar n.at-. mi-
nh* manife;tcSa de aprego o brioso e a-
dependente eleitorado di baja 1 z \ de
S. Fro Pedro Gon*lves d Re-.t'a pela
form^ brilhante coaa qoe se boarc pa
cominigo dando ma 12: rot->s.
A' tod s a minha si acera grat: .1 i.
ReoiCe, 3 de Oatsbm de 189 .
Joajitim Alve di 0 ttev.
Olidos d! I ar.ies
Acham-se a'ssta Otastie, camprico na
vota re igioso de- viaj^r.im 10 antoa pro-
pagando oa milagrea d" nneta-rio da
Santissima Virgen de Lr.irdee, oa od*-
dZoa franceses J0S0 R-rira e Emiie Lia-
let, que distribuem objeotoa precadeutee
d'aquelle Sanctuario, estando egoalmente
auotoriaados a recaber qua'quer eaportala
para a mesma igreja.
Todos oa bispoa eatrangeiroa el
tem recommendado aoa seos die
oa citado cidadloa oa quaes de
alguna derem aer confundidos 001
areniureiroa qae aqai tem



f


UECfVEL

i



i


Diario de Pernambuco : Domingo 4 de Outubro de 1891

Prog amina
Da festa de Ncssa Senho-
ra do Rosario do nicho
do Corpo Santo.
A devoro de Nosea Se ahora do Re Ba-
rio do oicho festeja h< je a sua divina pa-
droeira oom (oda a pompa, mandando re-
tar no altar de Nosaa Senhora do Rosa-
rio ama missa em intenso de todos que
contribuiram oom suas esmolas, para en
grandeoi neuto da festa ; se^do precedida
de pratiea p lo R<-vdm. arcediago Dr
Luii Arauj, tocando durante a missa a
banda de msica do Arsenal de Guerra
algumaa pecas de harmonias-
A's 5 horas da tarde tocarSo slgumas
pegas as bandas do Arsenal oe Ouerr e
em frente do nicho a do Cluo Cinimer-
cial Euterpo, que generosamente se pres
toa, Batisfazendo o convite da devocao,
sendo preenehidos os intervallos cum al-
guna areostato8.
Ab 7 horas da noite ssr 'eutida em
frente do nicho nma ia iainha a grande or
chestra sob a direccao do maestro Soares
Rosas.
A ra da Crus oat embanderada, e a
noite Iluminada a giorno, fin-diaiodo a
festa com urna salva real e diversas gy-
randola de fognetes.
Recife, 4 de Oatubro de 1881.
E esorivlo,
Jos Guimard.es.
Pelas 7 horas rcmecara o Te Deum deootioa
doEspirito Santo,sendo oraour o eloqoente
paire Manoel Amonio Alves da Caoba.
Em todos os actos tocar a banda de moaica.
e dorante as ooltes, tanto d. vespera. como do
dia, estar Iluminada a gioroo a frente do lem
po.
A decoracao est confiada a um dos irais ha
beis artistas deeta capital.
No intuito de dar maior importancia e melhor
effeito aos soos harmoniosos que devem des
prenderse do coro da igreja, em Testas desla
natoresa, e sendo ,-olicita a mesa raedora, em
approximar sa da perfeijao qoe taes actos eii-
gem. conlractoo artistas da Companbia Italiana,
joe cinjonf-tos a artistas nassos, procurarlo al
tiogir ao sublime com as harmonas de suas vo
es.
A mesa n>fedtra pede descolpa por quatquer
acuna resaltante, oso da falta de esforcos, mas
ii vida saa ioolontariedarie.
Becife, i de Oulobro de 1891.
O esrriao.
. nlonio Jesuina Marques.
Cazeta de Noticias
A certidSo em seguida prova a falaida
da do telegramma que a Qareta dd 22 pu-
blicou.
4 Por despacho da inspectora deata re-
farticBo lancado em peticao de Fsnseca
rmlos A C, com data de 1 do eorrente
certifico que esta repartic,ao rao prncedeu
a balanco n> trapiche alfandegado Fon
se;a pertencente aos mesmoa, depois da
prohibicSo do recolhimento de iuflamma
veis em dito arai tem, assim, camo em
vista da inform'cao do fiscal do ref rid<>
trapicha nao c insta existan ia de me ca-
do ia ou volume algum escolhido sem as
formalidades legaes,; e para constar eu,
fifcf* (*tc 6 te
'ltand'ga, de Outub-o d 1891.
Mane el "oelho Cintra RnmJho.
Escripturario.
O chefe Feliciano P. Puntual.
Progr.tmni da festa de Nossa
Senhura do Rasarlo, na ma
trlz do Corpo Manto
A irmaodude du Rosario da matriz do <'orpo
Santo, tendo de celebrar- com a pompa babKoal,
afesti iie foa padrotira, oo dia 4 do correte
mez, apresbnta" llustre pe palac&o desta cap
tal eaoe seus irmao= em geral, o progr-jmua
abaixo transcripto :
No 8abbado, 80 uvmo di?, ser anmiociada
com Orna salva d* 21 tiros, que chega ia a ves-
pera da festa, que. como signal de ardene caito
e veneraco, celebrara seus renles e dilecto*
lhos, fueodo M OOVir oa n esrra hora os h r
moniosos barpejoa.da tanua de mostea da go*r
da local.
No domingo, i- 5 horas da manha, Tender de
novo o ar urna salva de zl tires, que despertar..
a populacho, annoncianio o romper da yurora
do festejado dia fa Exce'sa Senhora do Risirio,
seno por esta oc-a-iao celeb.-ada urna rai?sa
rezada, que eer scompai bala pela mtsua m-
sica da guara lee ti.
Pela? it 1/2 horas do dia, comecara a festa,
principiando peas tercias, e Andas estas, lera
logar a grande mi-sa intituladaSanies into
job a direccao do ja tuuito conhecido maestro
Candido Filho.
Antes de entrar o PimS1, coja oaUvra Toi
confiada ao Revdm. fre =ogusto da Immacola-
da Conccica. fars'hi ouvi ama pymphonia
- Rainha Santa baM.eent Cepois caniudo o
lindo crt do d-Bomirado (aneca.
COMERCIO
Bolsa Commercial de Pernam-
bueo
.X)TACOKS JFFICIAK8 HA JUNTA DOS COK
RECTORES
Praga do Recife, 3 de Outubro de 1891.
Nao bour.'.' cetsto.
O presidente,
A. M. deAm r7i Jnior.
O secretario.
Candido C. G. Ale.forado.
Cambio
FBACA UO RECIFE
Os banco? eflaDeleceram heje a taxa de 15 1/i
cfferecendo obuU.o de Pernambucj, depois de
meio dia, sarcar z 15 "V8,
Ao fechar d) dia, os bancos recu-aram saccar
cima de 15 I/'-
PRACA DO RIO DS JANEIRO
Abri o mercado a !5 1,4 taneario, fechendo
a esta :txa.
Banco da Bolsa
RECIFK, 3 DE OCTCBRO DE 1891.
TransactSes < ffectaadas :
130 Letiras hypo hecarias
do Banco Enissor do
val. r de I00 OOd^ja
ros de 5 /. ao anoo 83000
10 Ditas! TFoibec^nas do
Banco KmiFSor do valor
de I0M0O0 de juros de
5 / O anno 85/000
500 ObrigsgO'g preferen-
ciaesda (.ompanhia Per-
oanancana de n: eg^co
avap-':rdo valor de 200/
de juros de 6% ao auno ao PH-
j0 Obngoces ef eren-
ciaes da compsnhia A gri-
bla Mercantil valor
ae 200*00" de jurste6
V nno pagos semes-
tralmenle em 1 de Marco
e i de Setembro
Offereceram
i5. Accoes da Companbia
Trilhos Urbanos do Re-
cife a Olinda e MeJieribe
do valor de 200*'00
30 Obrigag6P3 pr.Teren
ciaea da Coq p a o bh
Agrcola M> reaolil do
7alcr de2<)OAO0t) leja-
ros de gos seme.-tn.lmente em
1 de Marco e 1 de Se-
tembro
19 #0t0
Vende.- -Jomi'''r
:o par
106*000 193*000
Cotaees de generes
AS8.CCAR
Para o agricultor
'renco por 15 kilos.
rnenos dem dem,
ascavado itiem dem
Iruto secco ao rol dem dem
usinas idem idf m .
,'iiOO a 3/800
2*500 a 2/7. 0
2/300 a 2/5(10
1*900 a 2*200
1*300 a 1*500
3*800 a 4*000
Jin d> Mira mi Costa
2 ANN1VEKSAR10 DK SEU PA>SAMENIO
Da 6 de Outubro
Sobre a lousa qoe cob e i s e-trs de-st-n eharo
e se pre chorado filho lote de Miranda Costa,
derrama su pal T*. j i:o Aas'reciiaoo da C) la.
ama lagrlrai de immortai saudade.
Celehram-se missas pelo seo r-pouo cierno
n;;s matrizes da Boa-Vi(s e de Pa mares, 4s 8
horas da manh d'exse dia, para as quaes convi
iia ac-i seus amigos e aos amigos r colb gas do
en finurtn tilh
A exportacSo al 27 do correte consta de-----
15.481 saceos e 4304 barricas de assucar branco,
Peltoral de 'ambair
Sempre foi, e. e o principal reme
dio garantido para as molefe'ias do la-
rynge, bronchites e pu'mS
A bror.c'i te, astLuia, mal do peito, rou-
quidao, lary.igite, cequeluche e qual, quer
toase, por mais grave antiga qua> si ja
curam-se com o Peitoral de Cam ara, me
dicamento approvado pela juta cen-
tral da hygiene pub-ica, premiado com
dufs medalhas de ouro le 1* c!asse e ro
deado de valiosos i_tes,ad"8 mdicos e de
innnmeros de pes.ioas cu-adas
Exija-Sv s trrr a do autor :
J. Alvares de ouza Soares.
Vende se naa pr'r.cip'ies pharraaciaB e
drogaras. Pie^is > irafco, 2A-j(.0; 12
duzia 1360 0 ; duaia, 24^000.
E' nnico agent e d>poaiiario reate Ez-
tada a Companhia d.: Diogas e Producios
himicos, s ras M-r uez de Olinda n.
23 a Larga do es.rio u 2.
rea Carneiro de Albaquerqae, que dont
titae lea thesoureiro para isao.
All, onde a aorte o vai tirar como aeu
naufrago, proteet agradeoimento, estima
e servicios, faseado public sea reoo.ihe
cimento, o nome e quantum d'aquollea
para quem appella e o acndirem em tSo
triste emergencia.
Pi d'Alho, 1 de Outubro de 1891
Andr ele AHuquerque Mello.
edido
O abaixo aesigna o infortunado pelo
desasir que prp-uudanKinte o ferio pr-
dendo o uboo patrimonio de seus fi
IhinhoB, reduzido a m*is extrema penuria
desempregado a 3 ao os, seo miis p
p gar aluguel de cis^ e s m ter onde
more, preteud retirar*ae e residir em
Salgadniho e L'moo ro por isao vem re-
correr a seus prent.8, onchados, corrp.i
dres e amigos, p^A ndo Ihes um recurso
pecuniario na forga de cada um par a o fim
de alli fazer scquisiyo de unja pobre vi-
venda na qual posa *.brigr sua familia
a transportar se.
Ceno de que ser attendida por tSo
generosos cava'beiros e q e nunca deiaa-
ram de este der ihe protectora mo, ea
pera aioda esta vez, que Ihe proporciono
um obulo e mais para o tm cima pedido
tiizeado merc entregar qua quer espvr
tula em Pj d'Alho ao capita> Diogu Sja-
lesando3 183.ii lulos e 24 746 sacetsde tasa
rar uascavadu pesando 1.769 655 kilos.
Algodo
Cota-se nominal a 9/000, pelo de boas proca-
encias.
At S7 do corrate foram expoitada^ 0.808 sac-
as e 500 fardos de algodao pesando 1.99O.5U0
kilos.
Borracha* %
Colase nominal a 30/500 por 48 kilo?.
Conrcs
aeccos salgados ai base de 12 tiles a 505
Verdes nominal 335 ris.
Foram exportados t".603courcs.
Xel
Por pipa de 480 litros 60/000 ha fulla no r':'-.
.ado.
.llcool
Por pipa de 480 litros de 193/ a 2C0/C00.
A exportacSo at 27 do correte cousta dt ..'0
jipas.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 103*0 !0.
Foram exportadas a' 27 do corrent> 1.758
pipa
TABELLA TA8 ENTRADAS DE aSSLCAR E AL-
god2o
Mez de Sttembro
Entradas
Barafas
Aoimaes .
Bstrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco .
I3em do Llmoeiro.
Vapores......
Somma.....
Das
I a 30
I a. 30
1 a 30
1 a 30
a 30
a 30
Assu-
car
Saceos
697
5 4
MG
5125
4257
11219
AIko
di
Sacras
602
747
275
235
3k7
1016
592
lBipori;rao
Vapor fr-ncez Orenoque > entrado do
portoa do Sul em 3, consignado a H. Bur-
le e eomp.
Xi-rque 3516 Lrdos a Amorim o corap.
503 a Maia & ^ezende, 15'JO a Pe eir
Camafeo.
Hiate nacional fD. Antoniai ntralo
de Macan em 29 e conugu .do a Bartho-
lomea Loarenco e comp.
Sel 340 .Iqueires ordem
Barca inglesa Paragero entrado de
Terra Nova em 2 e consignado a J. Pater
e comp.
Bicalhau 2775 barricas e 2780 meiaB
ditas a ordem.
Vinho de Caj
Falsificado
O abaixo assignado, proprietario da fa
brioa de vinhos e licores de caj e ou-
tras fructas etc eto,, ra d'Aurora
n. 111, e propagador de seus productos,
que t-em a marca denominada CAJ'
BRAZIL. previne ao publico que., in-
felizmente, os falsificadores appareceram
maia cedo do que era de esperar. Con-
siste a fxlsiricaclo em que alguna fregu*
zea mercieiroB, depois de vendido um Bar-
ril de vinho de caj d'.quella marc>, eo
ebem no de novo de vinho artificial de 2 is
to inferior e comeQam a explorar a bi
dos incautos.
Os vinho de caj de sua marca destn
guein-'O pe i bom paladar, cheiro e gosto
da prnpria fructa.
Si a t rpe eapeoulacSo cont nuar ore
tanda constituir fisoaes secretos para nis
tirde proceder contra seus autores, prce-
dendo a publica^So de seus noajea.
As encommen las podem ser ding das
para o scu armasem de lou<;a e geu*:ros
de estiva ra da Madre Deus n. 5.
Presos actuaes
Em barril 5O0OOO, em ansoretas 28(5
em ca xa ce 1 duzia de 8 a lOjU.O com
10 0| de de c nti, a vontade dos consu-
midores as casas de molhado em que se
cbam a venda.
Outro sim, previno ao commercio c aos
fabricantes do vinho de c. j que, tendo
registrado e depositado bu marca pira
iodos os produetos do c j nao Ihes
permittido imitar a referida marea, (usar,
por exempl<, nos seus rtulos ou mar a a
c-t-npi d'um ou mais c jiis) como ex
^resso nos decretos de 4 de Outubro e
31 do Dezembro de 1887, sob pena de
pr< ceder contra ot infractores, quer neste
quer em outro qualquer Estado.
Recife, 1 de Outubro de 1891.
Jote de Macelo
Lde com atteneao
Sr. RedactorDurante d z annos vivi
semp e acabruahado por tenaz enfermi-
midade pulmonar, que nes ltimos tem
pos tornou-se agudissima, privando me at
do uhv o que o somno proporciona.
3i esta va desanimado de re-tabeleeer-
me, pois que tnh ensatado iunumcraB
classesdi medie i montos, s.m colher re-
sultado satisfactorio.
Em hora feliz, porem li em seu corcei
lado jornal as virtudes que emm altri-
Duidas ao peitoral de Cambar, do Sr.
Jos Alv rea de Soura Soares, de Pelotas
e delibre experimental-o, eonfess que
em a menor esper&nca, tal era o de:,in
mo de que me achara poasuido.
Le-de que priacipiei a usar desse be-
nfico medicamento experimentei molho
ras ssnsiveis : os oscarros sanguneos des-
appareceram e a dol rosa t;sse que nh
me deixava um s momento e avio,
princ plmente a noite, foi cedendo gra
dualmente, de forma ^ue hoje, aps ter
tomado cerc de 15 frseos do allndido
peitoral vejo me completamente cundo
Vaptr amerieano Alliacja, eitrado
de N w York e escala em 2 e consignado
a H. Forster e comp.
Amostras 2 voluntes a trdem.
Bombas 1 caixa a W. Halliday e comp.
Farinha de trigo 1400 barricas aos con
signatario*.
Ferrage-s 29 voIune3 a Miranda e
ouza, 2 a W. Halliday e tbmp 4 a
Res & Santos.
Li '9a 1 :aixa a Reved W C. Portier.
Machinismos 7 caixas E. Samico, 1
a Po 'lmann e comp.
Mercaltran 1 volume a L. A. Salaisar
Jnior, 3 a or em, 1 a N. Fonsica. e
.:omp. e 2 aos consignatarios.
Movis 20 OMxieaa ordem.
Penas 1 caixa a W. HaHiday e conp.
Perfumaras l etixa a Ramos Salgado
e comp.
Oleo 11 barra a ordem.
Objectos para dentista 1 caixa ao Dr.
R P. Raiwiinson.
Revolwer 1 caixa a Albino Silv, e
comp.
Residuos de petroko 10 barricas ios
consignatarios.
Silicato de toda 60 barricas a OTdem,
Tejidos b'4 v./'urnas a Bercet o comp.
Toucinho 16 barrisoa uva Marques e
c mp.
SxDnrtacSo
RtCui 2 Di 00,BMW D3!'?l
i'ara o txiertcr "
No vapor f/snec Onteqte, para Be detiai
carregaram :
P. Carneiro C, 5 caixis con ^b CaxlS.
L. A. di Costa, 1,000 fcDaesxis.
Para Pars, Carregaram :
E. GatacbL'l, 1 caixa com 1,000 paBsaros
scc 03
G. de Maltoj IrmSo, 1 caixa ora 46 kilos de
doce.
- So vaf.c-r franctz Fq'uateur, pura Bucnos-
Ayrea carregou :
L. A. da Costa, 1,000 abacasis.
Pora o i.(for
No Vupor franetz V. do Rosario, par. Rio
de Janeiro, carre&aiam .
jsta .- Fe-made-, 10,000 cocos, fineta.
- No vapor americano AUtanca, parj Rij de
Janeiro, carregaram :
A. R. da Costa, 130 saceos com 1,000 kilos de
milho.
C. Peres 4 ('., 780 sceos com 45,000 kilos de
assucar mascavado.
No vapor nacioaal Rw Famoso, para P*.r,
carregaram :
J. Americo. l.COO saceos com 100,000 kilos de
cal r-rctj, 3 barricas com 216 di!03 de doce e 1
caixa cem 91 kilo; de vehs de cera.
D J. Alves, 300 saceos com 15.003 kilos de
milho.
J. Cordeiro, 100 caixas com 3,600 kilos de oleo
de ricino.
Para :amossim, carregaram :
E. C. Beltrao dt Ir nao, 26 barricas com 1,381
kilos d assa ;ar branco.
de urna enfermidade que tinha resistido a
10 annos de nao interrompido tratamento.
'De V. S. attento amigo obrigado.
Vasco Jos Pereira de Avila.
Est reconhecida a firma).
Gazeta de Noticias >
Este jornal publicou o seguinte tele-
gramma :
f Reeife, 21.
Pelo balanco procedido no trapiche al
fandegado Fonseca d IrmSo, encontrou
se grande numero de tambores dd barri-
les sem terem guia da Aliandega.
Fique porm o publico aubendo que est
telegramma completamente falso.
Recife, 30 de Sete-rbro de 1801.
Fonseca IrmSos & C.
A's victimas das febres
O elixir antifebril Cnrdoio, appro
ado eiu 31 de Marco deste anno pela inspecto
a geral da junta 0e rjygtenedo Rio de Janeiro
/em boje presentarse butnanidade soffredo
-a do ruuBdoiiiteiro, como tabo;> de salvaco qoe
10 infeliz naufrago lhe enviada por mo omni
oote'nte.
O elixir antifebril Cardoso, applica-
to em ruuiissinio-i casos de febres. tem como
por milagre, levantado do lei'o dj dor a comple
tos moribundos.
Este remedio, composto smenle de vsgetaes
uteiramt-nte inoffensivo, anda mesmo na mar
nimosa e tenra crianca.
As senboras, no estado de pandas, ou no pe-
iodo de incommodos naluracs, podem usar sem
p.reio algom.
Este elixir j bem conhecido de alguns S-s.
mdicos de todo o paiz. o mus seguro e prom-
pto remedio contra as febres, e com espe;ialda-
de contra a febre amarilla, erysipelia e be.x
ie qaalquer qoalidade.
Modo de usar
A's criar.C'S at um anno 8 eolias de 2 em 2
oras em urna coiher das de topa chela l'agu;i
'ri^.
De nm anno a tres 12 gilas ; de lies a dez 20
..itas; de dez annos em oante 30 godas
Os Srs. dioicos podem augmentar cu diminuir
at 60 golia-- por do.-e.
Depsitos
Recife :
Companuia de Drogas e ProdaclosCbimicos.
Sanio Antonio :
Nacioual Pharmacia, ra Larga do Rosario
:.. 35.
Phurmcia Oriental, ra Estrcita do Rosark
i. 3.
Pliarmacia Alfredo Fi-,rreira, ra do B
/.'loria O, 14.
Pharciacia Marti s, roa Dnqne d Caxias c
<8.
DEPOSITO GERAL
Vestas em g.-osso e a Maitio.
Ba Estrella do llosarb n. \1
p.'-'B.^mui'to
N. 141
Recife, 21 de Setemb o dv-1891.
Il:m. S:. Minoel Cirdozo Janior S-ria nma
-raHde falta de reconhecimeiito da i' ha |
?e deixass-' de participar ihe o (ffeilo de su po-
deroso Elixir ante-febril Cardjzo, em munap
plicado.
Em dias da semana psssada, eheguei na mi-
aba restdeceia, que a roa E-treiUdo R.j
n. 15, com um ametiyo de eiysipella, o tomei um
banhj, re.-ultanlo lato o recolbimn'o da dila ;
qu-nao no dia 6' guite, compart-ceu Vm3. c ap-
plicoo me o seo podenso Elixir, conse
guindo o rpaparecinien'.o da meema e coat
nuindo a tomar as dozes por si ordenadas, coo
-'goioo prazo de tres Oas achar me cj ; o
re^laDeletido.
Ag n re.-ia-e agradecer-lbe pela adrciravcl
cura que acabo de obler com o sen Elixir,-
pudendo Vmc. fazer desia o uso que Ihe coa-
vie r.
De Vmc. -.migo criado e obrigado.
Cinrado da Silva Costa.
N. 142
Gidado Manoel Cirdozo Jnior.Sendo se
cometida mir.h 1 sobrinha de varelas eobfluen-
tes.' quaudo me appareceu o Gidado Fe i: mi-
no Raposo c pedame que quena ap;>licar um
remedio, o qual era O Elixir anti febril Cur-
ioso ; ere. to bi hora fe sopiieafo, que no
dia Begunte ja se divulgava algumas m'itioras.
e einliui ac:"-. se rpsl^belecidi.
Felicito vos pela vosea de-c cuidado qne tomn o Cidadao Rd >uzo para o res-
tabelecimelo de mioba sobnnb.
Pode lazer o uso que Ihe tonvjjr desta minha
declar, ;ao, certo de que sempri quilquer dos
cidados me acbarao prompto comprir suas
ordeo8.
Travtssa de Joao de Rarros, 14 de Setembro
de 1890.
Joao Alves le Salles.
(Eslaram reconhecidasas flrm;.s.)
PerginUs impArtanlissitnas para
es 1D: DIO:.
Se per acaso visses qui nm perigo
eminente vos acercava, esperareis volun.
tariamsnte que o seu conta to inevi'avel
vos privasse da vida ?
Se in grande e calamitosa innunda-
c2o vos ameayasse ; por ve-tura fcarieis
quedoi e tranquillos at que a mesma
vos vesse arrebatar'?P r certo que
alo!
Sabis, poi8, que se n2o fazeis caBO de
urna ti-sse, de um catarrho, 01 de urna
dor de garganta, iato poder sa ha torna-
tilo fatal como um incendio ou urna inj
nundayao.
Jad 1 um accesso ou paro? ismo violeato
de tosie, b um golpe que debilita e proB
tra vo:,sa vida.
Sedo pois prudentes e pr< cavidos con-
tra o [1 rigo mmnidn vos iiomedaiameo
te d% maravilhos > Peitoral d : Aoacahuita
Em suas qualidadcB calm Mea e salut-
feras se er.contra & verdadei -a seguranes
e a propna vida.
Nina a tosse, nnm as irf amma^Ses da
gargaLta, nem as constipaySes e catan boa
nem a asthma, nem a irriu 2o dos pul
mSus ; fnalmentu nenhuma enf rmidade
pulm-Liar, precursora da ihiiica c dfirma
da, polem resistir a sua poderssA infiuCB-
ta -crir-- n seu poder ; immensc
seu valor inipagavul.
.00.0 garana contra as faieifi:
ibaerveMH b^;m que os nomtB do :.
& Kenp vesnaa esta paces ea
tansp:irentes no papel v. livrcho
terye da .envoltorio a e&da g r
Acha se a venda em U-d*i as botOM
fogcii ias.
febttetc-^eiliee-cirafiw
Dr. Pontnal comearece
*o seu c lie como le
raa prc-'is, par tdae d Bervfo d
i'insulias, resolveu de acoonto cem o Dr.
Joio I rvico na or
iem a; gBtate :
Dr. rotttual as segund-a, quartas e
-estas fe i ras do 1 as 3 > -as da trde.
Dr. Joao R;u.;jol n-s ter9 is, quintas e
sabbads de 1 as 3 boras da tarde.
Deulaluras artificiaes
Sob pressao elstica, c toressao pueu
.iatic- Bysterass noviasimoB neste Estado
pelo 'irorpao dentista Nima Pompilio,
ra riadas 8 horas da mnha is t da tarde.

O juiz de direito Jo5o B
na Costa, ejeurrega se de
prestios com o Bao Bmi
nambuco, sob hypotheea e ]
fra, para os agricultores o c
re8iden'es raste Estado e os
Rio (irande d. Norte e Oei
mdica r trbui'ao; assim c
ga-se de liquidado:a i-.migave
quer d;.s comarcas dos refer
Pode s^r procurado em st
ptista Gitira-
oontralr em
isor ae Per-.
lennor de ea-
jnimcrciantes
da Parabyba,
r. mediante
orno e..carre
is, em qu, -
idos Estados.
u escriptorio
No hiate nacional Deus te Salce, pa.a Ca-
mossim, carregoa :
J. F. Monteiro 2 banis com 140 litro5 de
agurdente.
Para Aracaiy, carreearam :
A. D. SimOes C. 22 ba ns com 1,020 litros
de mel.
Sabarcai L.nla Rosa, p&ra Macei, car-
reeou :
JoSo de Sana, 100 caixas com 2.2C0 kilos de
sabao
Na barcaca F. Oclav.a, para Pilar de Ala
goas, carregaram :
Seixss&C, 200 ciixas oom 4,400 ki os de
sabfio. -
anta da taadaz
SEM-iV* O 5 A 10 OE uUTUBRODS 1891
Ucool llxire ..... 411
.godaa em rica > kilo) .... 533
K?rot com casoa t.. o) 80
issucar retinado (Kilo, .... 19
tssucar branco (kilii .... 246
.sacar mascavado Iip>)
Hagas de mamonas (kilo) .
Jorracha de leite mangab. (kilo) ^3300
Cachaca ... 218
Couros seceos espichados (kilo) MO
Couros seceos salgados (xoj .
loaros verdes (kilo) .... 300
Courinhos (nm) ... 14570
.i 3J
leira (kilo) ... 133
to dr; Cardlfl lon.5 38OOO
Susto Odio)....... 400
800
:- .ostoifco (Et'.oi '-OO
Caf moido (kilo)...... I 00
Jurnaa (kiio ....... 533
'.era vegetal (UUo)...... *">
Canoa (li'ro) ....... 2i0
Cal (litro)........ 10
?annha de mandioc 66
'leaebra futra)...... 416
tiraxa (seboj ~- 483
Jahorandv (era tolbal *0t)
Litc de angabeira (kilo) i/466
Vid (litro)........ 90
JLlho (kilo.......' 070
Pliosnoato de cal di 1! tone-
lada} ........ 11*000
Pelle de cabra (canto)..... 157*000
Pelle de carneiro (ceoto) .... 157*000
Sement de carnauba (arroba) 40
sola' (meio) ....... 3;6.*0
Sement de carrapateira (kilo) 126
Tatajaba (kiioj...... iO
faboaa de amarello em pranchoes
i)........ too*
HcndiienoA publico
MU D IUBBO DI 189i
Alfandtgo
.Reuda geral .
Do Qia 1 a 2 129.9i*01d
dem da 3 76:773i7li
Reda do Estado :
t't- dia 1 a 2 14 360*566
dem de 3 9.203*100
Somma total
206.716*742
23.563/666
230:280*408
Segu faadega o ; PeraamDat .
3 aeO-ituo: 'y.'l.
1 tesour'itro,
icio Domi iues,
o !ie' da sec ,c:auo Placid; Pontaai.
Hecebedoris do Es lado de .
^sraambaei
Dj dia l
dem i
3:393 316
*4l#5i)
3 835o6
&l.p!kf t>rala;ge
:a 1
"dem d t
140*290
190/536
310,..126
lio violento do porto
XauGs entrados no dia 3 di Outubro
Buenos Ayras o escak=il ds, vapor
franc;z Orenoque de 2459 toneladis
u^mmanuante Bratel, equipagem 123,
carga varios gneros a H. Burle & O.1
Santos 3 escala3 da, vaiur allemSo
Sacos, de 1-478 toneladis, cm-jan-
dantt W. Sihunirz, equipagem 59,
carga vanos gneros a lorstelman .3
comp.
New-Yurk o eseal. =*20 diai, vapor in-
gles Therezina d 73' tonel.das,
comniandante John Spedd og, eqiipa-
^em 28, carga varios gneros a Jj!iai-
tn Pater e comp.
Rio de Janeiro7 diaa, vapoi irjglaz cAli-
ce de 30 tuneLrias, ommandanto
Calvray, equipagem 11, em lastro a
Wilsou Sons e comp.
vava tahido no mesmt dia
Bordeaax e escalavappr jtr.ncaz Ora-
noque comm*ndante Bretcl, cirg va-
rios geaaros.
H.irburgo e escaia Vapor allamilo S. n-*
ios, commaniante W. Scauner, carg
vares gneros.
Santos e escalavapor franciz Viile de
Rosari:, jommaadante Ilouley, car^a
vares gneros.
Para e escala vapir nacin il Rio P-r
moso, cammaodante Fi miao P. de
Azevedo, carga varios gen iros.
Santos e escalavapor smuricano Al-
lianc), commandaste D E. Grffite,
csrgi. varios gneros.
ra do Marques de llind, a .tiga da
Cadea, n. 34, 1" andar, o* 11 boraa ie
4 da tarde, e a outra qutlquer tora, esa
sna residencia, ra do Bario da Victoria
n. 5.
Dr. Frea, Gil martes
Especialista em febre, moleaaa Maao*
nares a de crunc*s, d consults a de 11 a
1 hora da tarde na roa Duque de Caxias
n. 55, l. andar e reside no Cajueiro n. 4.
TeUiphone n. 292.
Tosse asthma!ica
De Jaguaraofni enviado ao descubridor
do peitoral de Cambar o eegni.te attes-
tado :
Ei abaixo as6guadc niijor reforma-
do ezercito, at.tst. que soffreodo de usas
tosse asthmatica ha muitos anni.j, ac bo-
rne h-je rest-:beccidj cm o saa do pei-
toral de Cambar d Sr J. Alvares de
Souza Soares, de P^lotug
Bernardo Jos Ai Gama Loba.
(Est rec nh; cid^ a tirio ).
r^'SulMttor -a SfartaBt*
Coreen.-': relegios oe ^Igibeira, p^s-
duas de (orre da igreja istrea da
rmha, caix.io de musu.-a, ;>p^rtiho eee-
crieos, ocuIob, binocolo ecuioa de atvaa*
oe. joii f, e nda qu;il^u..r i bjec'.o tc:.dee-
a arte mechanica.
'.. Roa L^rga d> EUsaris9
8 su oro wkM*impt$
' O Dr. Pfanocl Argollo de h da Eu-
. pnvison m-nt n-u:lorio n
rea d lino r r d. 8', 1 andar.
Bapeci tlkUde Poth > c.;ia e iract- nen-
to dos ,rgos d pjit e do ventrp.
i tas das l s 3 Ja t^rd nos
di.-is atis.
Saa d$ callos
Cailicla
lfii live! preparado, e
m ico dina qaalqesr e
Sio iojutsMrns os stt
D efGcxC'a'dc se
Por 2% KM) fice s
imc mmodo.
ve:.i-;-se em c aa de
(.ue.rrra Fernand A
que de C->x*8 n. 47.
Man ol Col ac A C
L r re b. 32,
ratC j
he se u dor
lio.
itddos q'ie coe>
lo.
i grande
aRea do Ou-
iirie
Dr. Bostos Oliveira
Participa a- i ao > a affOUss que lu-
'ou sua res.deneia pir-. a roa dj Dr.
Jonquim Nabu :j u. '- A, '.'apanga.
Teltphone n. 3;5.
Or. Alfredo Gaspar
MEDICO
"aperador, parte tro treta c na eapeci^li
iade de molestias da sanhoras e cieac-,*
Co: ultor.) i residencia ra da impe
*rriz : 18, t* "."dar.
uultse do S a 10 da rna^bl.
ChaiaadoB (por escriptu) qualqac. hora
TELKPHOHB N 2 MrvcsuM cuaiclpai d> -*.
rut.o ueste torreado no d
Outobro oi o seguin.' : hntraraa :
40 ;icis pesaodo 4 89 > nos.
955 ledos de peixe a 20 rfis
(4II carcas com farinba ^ 100 rs.
25 itas de f*uctas diversas a 300 rr
3 cargas com gallinbas a 600 rs.
1 uissueooi (diliiiCdi ntOOrs.
31 cclnm'jas a 600 rs.
5 siiinos a 200 rs.
35 taboleiros a 00 rs.
30 comparua-e,".os rom farias
31 dios de eoanees 500 rs.
109 ditos de legeeies e faneudas a
lOOrs.
14 dlioj de 5U.n03 a 70u (S.
9 ditos de frescuras a 600 ts.
11 d"tos de camaroes a 100 rs.
46 -.albos a 24
e
i ;
Rcndimentos de t uo corrents
S.9 t)
I 804
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5:601
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15.)
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il.t)
10300
O:40t
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><640
Precos do da :
Carne verde de 240 560 ris o silo.
Saino t)e 560 a 640 roi iem*
>3arneiro de 640 a 800 ris idemt
arinlta Ae 240 a 400 ris a csl.
Milho de 380 i 33> r/is dem,
tfeiiao de 600 a 700 idem
:erfls n
rar
Sol ....
Euroua.
Norte ..
Europa
Norte ..
Sol ....
Eurooi.
Sul
Sn! ....
Sul ....
Baropa.
Sul ..
Non-:
Sol -
Norte ..
sol ....
Burooa.
Norte ..
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... BSfreAa.........
... Equateur.........
... Aro*............
Jacuhifpe.........
... CsbaS.........
... Pernanxhun......
... Seguranca .......
... Clye............
... Galicia...........
. ., Manos..........
... Thames..........
. l'at gonii........
___ Alagaos.........
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... ispitttn Santo.....
... Miruastfo........
.... Trem.............
... Braztl...........
___ Per nambiro......
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1
Diario de Peraambuco Domingo 4 de Outubro de 1891
m
- -
'JUU1I
liCES
Hospital t'ortuguez
Premio de virtude
A ju.ta administrativa do Hospital Por-
tugus, do acc rdo c ai a disposicao tes
taineutaria do finado commeudadur Aato
tonio Jos Mag^iliSes Bastos, tundo de
adjudicar o premio de 500500;', a fiiba ou
filho familia, natural da cidade-do Recite,
que peta seu trbala-.iio nisto ti ver con
corrido effijazment para sustento de seas
paes, ou assistido a su pai o i mai, e m
verdadeira dcdice,io e amor filial, duran
te m desla grava e p\,.oog d* ; chama e
coucodo o prnso de 6 > i'.iaa, contados de
j '. a pvg'as que se julg.run osa coi>
dieoes Citadas para apreseatarem na se-
cretaria do H >spital os documentos c
proba'orios de s a puetenc&o.
Secretaria do H ispital PorUguez, 30
de Ag .ato fe 1891.
ManA Lopes F& reir,
Secretaria.
Xa Sr retarla dn aola Cana de
t-t ordi tlutam *e a* igutnle
eataautt
Suauo Rosarlo da Boa Vi: la r. 33, 2O40-)
Vibrio Ti-.io.-io i- u.'ar n. 25 WiOOu
'urKO.~, terrean 21 *a*0 m>
Amo mi ario :zew n. tiO iW U
Bacn arm-no loja a. it 50*00
Roa o V^ario u. 27. s> un-iar !8*iKXi
i,i o A .so. 'in n. 6J 33S333
iecco du Abreo b 2 1 andar 1OSUDO
Ruad Dr. Ivo S:(ju.;H) uu'ora
do Sol n. 13 30<0 la L.ipa o. 8 20000
Haa do Amor-va ti 26 10*001
bdital n 66
De O'ii'ai da in-peooria se hr publico qu>,
... ui una u<> 9 do correte, atrio
Beiados, ein cuasum.*, os segumies vclp
I :
Trapi i.' B: a o .i. L v uintnto
arca di ante O F S e B oo -evro Qi
8 v| |l mel s ditos, US. 141/'78. r o
iknteiga, d scar regados em 26 de OaWwo
i v.i i f.'.iC-. 7. i avahaba
(i i Havre.
1* o i ^dega de Pernarubuco, i de
oat de lS9i.
0 1.
.______________F. PotUuat.___________
C. D. 0.
\gum Dramtico lteiielieenl>
: e. mi iral fie Outubro
Sana Isabel
Os af aborte ;o :u; ene viada nao recet
i seas ra procaraJ os n 'de
l) q -i .. x as d. 30, i' an ar,
Jas 7 a 9 tiu da o i i aoje ati a bbdt>,
b ote o li.i
Secretaria do Coi greseo bramatic* Beuificen
n ; 0:, Bb 0 e l*!*i.
O s. cretino,
Aptoaio v loa.__
gleetial cuiifraria da
SS. Triidade
En eomprimaoto ao dispeste noa-t 7 do
e de arder do iriro pro-
Vi o a o I ifl os trata i d a-
o acompari-e rem en udsso
j lo no da aneo i d 11 irreal t i ora
.1 afi o de cavirem ileitara d> bdanco
b ) fin o, b enjpoaaar a
' v.i m*a qu : .i. api Bia
91 I S#2.
S l i al ar:a. i de Oa:ubro
. 1831.
'ario iatirno,
Aj i.-ti :h > a r. a B. i'efsoa.
Hospital Portugaez de Be-
neficencia
a> jauta admiaistratfva uz s -ieote que as so
li-mniilades con que ao da 4 do andante com-
memora o 36- aiiniversa-k da fundago deste
na e-iabelecime-:to. constarao de miasa cantada
ii 10 hj as da manila e liddinla s 6 botas da
lurde, cajos aato* sella celebrados no oraorio
10 hoFp-il, e pi-rz > que- eaoera i compare
rimeoto de '- ia poaeoa jue oe qu'r-cre-;.
: onrar com ;;s ca? preaei ca.
Secretaria 00 Hospital Portuuuiz de Bcnefl
ncia, 2 de On:abo de 891.
M30J.I Lopes Ferrtira,
St-cretario
LOTERA
DO
ESTADO DA BAHA
1.000:0008000
RAlDELfTERI .3SERIPDA2
EXTRACCO 1NADI4YEL
Sabbado 10 de Outubro de 1891
Com trase I Com 1$ trale 50:1!
\ social dos humrm P-
blicos do Estado de Perra-
1'flCO
Pos'--. do coQelhd deliberativo
Ten'o d uisar se eo da 6 do correte, s
'i Horas da tarde, : po^.ie c!3 onselho di I;d ra-
vo deata a -o iaijao, para o futuro anno social
1891 92, de ordem do Sf. pr^idente, con
.ido pa'a san a So o> meitliroa do actual cen-
10, os d:; BOtami u'e eeno e deaais seobore
rociados
O Cin e!io que ipdj 'e ser eoipossadj com
ee dcs,5ppuiBt(s &*. -
D: Ar:bur Orlando da. Silva, rxajor Leopoldo
Borged Galvao Deboa. Af edo R. dos Atjw-,
a b rio da Silvj Mi'anda, Affonso Lucio de .-.I
.'.uquerque Mello, G.?par do NagCrmeOtO Reguai-
- Cu-;a. ; "j ir Max :r.ia;io Lopes Machado, Dr.
Luiz Epipbaaio de Scuza, Pedro lexaudri-o
Macbado mi Hameterio Mat-iel da Silva, Cer-
os Ca: i o liocteiro ja Silva Santos, Dr. Luiz
!>jrjietrio Das Sirafs, Dr. Joe Anastacio da
Silva GuiUa:Ses D.'* Aoiono Wi ruvio Pinto
Lira e ACiiioli de Vasconcellos, Dr Jo
\ntoaio d<- Aliena Cu"ba, Dr. Pergentieo Sa
lita do Arau.o Galvao, Mmoal Inoocencio Men-
da Costa, H^rmelino Elsj da Silva Caneca,
,! li^efoofa de Mi lio, Dr. Josnoim Lucillo de
I. ,",ra Vk jao, Jo. e Jcuquim Burges Ucboa,
Luiz S Icario A coli, Alex.ndre Arce Ico
Calla: B .adao. Le poldo Bessoni de Olivei-
i Andrade M.noei Mihado da Silva Santiago,
ido Augusto i-'eixoio, F-. lippe Emilio Meena
03.a, andido Altxand ino Bo-ees Uchoa,
Antonio Oj de Almedi Peniuaibuco e Al-
Gibion.
R c He, 5 d? Oa'ubro c- 1891.
Alfredo do? Aijns,
4- sec elario.
C m U I ir se 200:000 j
Com 31 tirase lOHMtOj
Sata importante lotera t m 33088 premios
no valor de 3:000:0003000
tilo innm o dia marcanu para soas oxiraoco^s
0 Sr Thesoureiro pagar o d-
bro de cada bilhete, caso baja transfe-
rencia.
Bilhetes a venda e pagamento de
premios, ra Larga do Rosario n.
9, 1. andar, escriptorio de
Bernardino Lopes Alheiro,
Baixco de Crdito Universal
Oapit 1 subscripto Rs..... r00:000:(! 0$
Capital realis.-do Rs... 30;000:0
Caixa rnatiiz no Rio /ie Janei: O'ixas
iiaes em Londres, Pernambuco, Para, C:-'u
Sao Paulo e Porto Alegre e Agencias em :i
Maraohao, ear. Ma eio, Rio Grnde do Sal c
totas.
Companhia
DE,
r^m e Tecid s d Peruamia< o
AccSes preferecci e*
No dia 1 de outub-o cam>ci o pagamento dos
ros vencidas oeste dia, senso" cortados os coo-
loos no acto do pagamento. Roa do Bom JeHii
42 1 andar, daa 11 horas as 2 ".a tirde.
Raife. i e Outubro de 189i.
O secreta io.
Jos JjOo d-- Amorim.
s. m. j.
^ociedade Recreativa Juirntude
Sa'o bimestral ero 11 de Ou'njro
P-mcipiar ss 7 hora3 da njite em ponto e
inda a 1 Dora da madrugada.
taria do cone!ho admioistralivo, 19 de
1891.
F. L033,
1.- 8ecrelario.
aixn Filial de P$mambaco
RCA 00 GOMMERGIO N; 36
* Faz io las as transac^oes bancarias
Compra letras sobre todas as pravas da Ameri-
ca e Europa e vende saques sobre as caixas e agencias
acos cima descriptas e tamb^t. sobre o Londo
JointSrock i>ank Limited, de Londres :
Desconta letras a pra$a e az emprestimos sob
^aiaalia idnea; e recebe 'uiheiio em deposito por
letras a piazofixo.u em coma crreme as se^uintes
condic Em orna corrate de uiovimt seai
dem, ideai co;. 30 4is de aviso 4 /
Por letra a prazc de 3 5 mezes 3 \
dem a prazo de 6 12 mezes 5 /c
Recife, 14 de Agosto de 1801.
Alfamteg de Pcrnsiobuco
1 de Outubro de 1891
Se dn li rlr Jubo de 18S7, previ.. se as irmaoda
dea que v-rem patriino.'iio, s con'paohias t
Sociedads anoiy ras com p ethoa proprtos. qu-
l o dia 31 doconvnte ser tffectoada n .
repartica), a bo cade cofre, a cobranca do 6e
gundn' spMesire doiirpos'o predial do exerc.
co corrente do 1891, srgaiodo se .depois do.-=e
praso a mulla de lu 0/0.
O iofpector.
___________^Baru de Sonza Leo. _____
Banco do Bnu.il
Pe ordem do Exm. Sr Presidente la
.emos publico que, por deliberado da
junta administrativa da Caixa de Amr-
tisacSo em aviso de 11 do paasado, publi
cado no Diario Oficial foi prorogado sem
descont, &t 31 Oo Derembro do corrente
anno, o praso para o re:olhimento das
Lot^s de 5'JjJCOO, de cor veHe da serie
A 8. C da antiga emisso d.-ste banco,
sendo esse trabalbo regulado pelo 9.
do srt. 1. da lei D. 1439 de 12 de Se-
tembro e dos arts. 14 e 17 do decreto n.
\ 3720 de .8 de Outubro de 1866 ficando
a cargo do mesmo banco o recolhimentn
com descont das referidas notas, o que
ter lugar do dia 1 de Janeiro d anno
prximo futuro em diante, as coadic5es
estabelecidas pelo art. 12 da lei n. 3313
de 16 de Outubro de 2866.
R^ife, 1 de Outubro de 1891.
Pereira, Curneiro & (J.
juros,
ao aiw
ao .o <,.
o a
C. C. .
CluJ Commerrial Kuterpe
;tcto.'ii deste club s:lentifica aos geobo
i soeioa que deixa de baver boje recreio, em
onsequencia de sair a banda musical.
Recife, i de Outubro de 1891.
0 1* secretarlo
Alfredo Moreira.
Conselho Econmico
Repartido da Marinha
De ordem do Sr. opito de mar a
guerra gradeado Fransisco Forjas da La
cerda, inspector deste arsenal o capitao
do porto deste Estado, 1 co publico que
recebe se propostes em cartas fechadas
no dia 16 do corrente mea, as l! hrras
da m r.hii, tm urna -las salas da secretar a
veres a este Arsera!, anas depend
e aos navios da armada i. ci cal, c.;t en-
ea 'jb un porto deste Estado dorante o
futuro exercicio de 1892 ; obeeivadas as
disposicecB dos srt'gos 176 o 178 e seus
paragrapb ; do Rpgularoento que baixoa
com o cereta n. 745 de 12 de Setembro
i de 1-890, as qua.s vio abaixo trans:r:-
pt.,3 ;
Art. 176, SAo dsveres boj propvn-n
es:
| l." Encher com preyos p'.r extn:.ao
e or algarisco a propoata impressa que
Ibo sed fornecida pelo secr2tano do Ar
sena!, qual datvr e aesiguar, para ir
apreseotada ao conselho econmico ;
| 2." Evtregar pefsoalmeute ou p r
seu legitimo representante, directamente
ao consalho economice, no lugar, dia e
hora annunoiados, nSo a as suas propos
tas como aa amostras correspondentes.
| 3.* Exhibir alm da certidao do res-
pectivo contracto aecial, quando nao fr
fima individual, os documentes que pro
vem ser negociante matriculado e haver
pago o imposto de casa commercial, rela-
tivo -o ultimo semestre.
4.a 82o dispensados da apreseutag o
da matricula na Junt* Commereul as fa-
bricas e eslabelecimentos industriaes da
Repblica, e ter7o eslaa o acuelles a
preferencia, sobre os outros concurrentes
em i^ualdadij do ondiySes e cumstancir
cias de7damente privadas.
Art. 178., | ur-ico. AIem do pra?e esti
rulado os fomecedores cectinuarao a sup
prir por mais t'O das as mesmas condi-
55es, se assim f5r jnlgado necessftho, e
sem que isso c nstitua direito para proro
gacao do coctrcto.
Inspeocan du Arsenal Estado de Pernamb ico, 1 de Outubro de
1891.
0 secretario,
Antonio da Silva Azevedo
_. -------------
Sania Casa da Misericordia do
Recito
A junla admioislrstiva desta santa 'asa recebe
propo.-tas at o dia 13 de Outubro corrente para
o fjrnecimeuto de ormheiros de lijlos de al
venara grossa, fabricados cora agua doce e
postos na porla da Jaqueira, para as obras do
raio do norte do hospicio de alienados, que v*i
mandar fazer.
As proposlas deverao ser apreEeotadas em
cartas fechadas e devidamente selladas.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recite, 1 de Outubro de 1891.
0 escrivSo,
dro Rodrigues de Souza.
Saata Casa da Miscticordia do
SCif"
Ajonlaaim slrativa de-ta santa cas-a tendt
ruir parte do segundo rai > d
norte dj hospicio de ali nados na Tamarineira
p:e.i a de contratar o fornecimento di cal preta
ii para ^ua obra, e por is-o re
cebe pro)08 as para dito fcroecimcnto i t o na
13 do corrente.
A piopostas dev.ro 3er em .caitas fechada
e d-vidatoente Bella las. It clarando o proponen
U- o rrcfij do ;!qci:ire da cal, que -era obrigaJo
a levar ao porto da Jaque.ra.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
!TecU'; 1 de Outubro de I89(.O esenvo.
Pedro Rodrigues de Souza.
Edil al a 65~
De ordem do Sr. D.\ iosp.'ctor se faz publico
que, aa II liaras da urmna d" 3 do corrente, se
lia vendidas as segOiO'.es mercadoras porta
rieala repartcjio.
3 praca
Armazem n. 7
Ha i RUna caixa n. :i a > lo duas ser-
peattoaa g.-anles, de cob-e, propinas para o ser-
neo da lavoura.
J'j aLrnbiques d ferro, grande, ns. le.
Sato achas de ferro, idem, n 4/10. ideno.
Marca diao.anti' coui T no c. turo -C na caixs,
ro, conteni 680 kil03 de limalha,
Todos estes vlum a vieram do Liverpool, no
vapor ingles Danaff, o Mio do 1890.
i praja
Armazem o. 3
Marca E 0 P B Urna caixa n. il, conlendo
pertences de arados movidos a vapor, viudos de
New Yoik em S de Dezembro de 1890, no vapor
americano Adtance-
i.' praca
Armazem n. 3
Marca M 4 C Urna barrica u 3i cociendo
fumo preparado em rap, pesando liquides 72 ki-
los, viuda do norte no vapor Jaboatao em 7 de
Outubro de 1890.
i.' secjao da Alfaodega de Pernambuco, i de
Outubro de 891.
0 enere,
F. Pontual.
QUE SE REALISARA'
Domingo, 4 de Outubro
Priocipii as I horada manhaem ponto
.Hornea
c
5
3
a
Poli >
Vuliira-
lld.
Cor da vestt-
menta
Proarte tarta*
'pareo' onaoiacaotOXO metros.Cavailos de P'-rnaubuco que Oio DBta ha ae-
mius oo rMlio c D-ny oestes tete mezef, eguas do Estado Premios : iOM ao M>#
Al, i' ^ TU Mr. t.
ao 2 e 20* ao 3.
Ally Stoper .
Auora.....
Conforme....
Berlim......
Malaoge.....
Florete......
la.........
\l!y........
Vuic&o......
Ii d d ..
Casuic.-
Pedrez ..
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Rodado ..
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Rodado...
Castanho..
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'.- rp. b lif?. pre
A?nl e branro. .
H anco eincarnado .
A?ul e ei.caruaoo .
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Brancoe encarnado ..
8 preio.........
laol, preio e curo...
ICood. Ro arinco
l>*"o.
|l. J. Va/ente.
mee & C.
Cood. 24 Je Maic.
F. Fre rek
I Mae-Vota-
Jos Alvee.
J. de Barros.
.* pareo-Coneliaeo 200 matros-Aoi'naps pung-. ? WI o I' I
e 20* ;o3
11 Atiint-'...
2 Faceira.
B nina.
Moema.
Alazao..... Peruainb.' B
^rdi..... Si
Zaino...... 49
* M
Verde eamarcllo....
Azul, branc e ene r.
Ouro e aul..........
i Azul e branco.......
Otear.
Coud Cruzeiro.
;. P. dos Sanos
I F d?. .Mbwftie W
}. pareoAniomeao1030 metros. Animses h Pcrnamhiic qae tito (pnriain gas&c
disiaoca superi r. Premios: zOO ao 1, 40* au l. e O H i.*
B paparte,
'ainforme
Vivaz ....
Potos.....
Pyrilampo.
Rodado..... Peroamb.. 32
Perirr-z..... (M
Castanho .. 34
3v
To dilho. ... 52
Orro e preto.....
Brinco ene-i ruado
Gr. nal e ro
Ai a!, eac. e ouro
Ou'o e prco.....
il L Slveira.
). J. Valente.
r". Ramos.
I. G dos Santos.
J. E Ferri
i." parco --Perra Carril 1500 molros.An'-v.
70l 00 ao 2 i- 35I.0J ao 3
Premio- ; :t50080 1
Torpedo __ 5 Castanho .. !
Matlo...... 5 Alazao..
TiiL-rt-sopolis. o Zima......
Aulla...... D T iltio___
Binz...... i Castanho....
Gullileu..... 3 Alazao.......
S. Paulo..; 38
< 1 56
Paran.. 84
S. Paulo.
Azul, brinco c ene..
Azul, vilela e ouro..
Violeta e ouro.......
E :. b c. e L50 aiol
e noia-el o...
Brinco, azul e
Costa). C nMro.
Coo< i.
i. Mirqoes
0 Covafeaatt.
-. eocia-
tade.
5 o pareo Estimulo1000 melros. Aniones de Pernambeco ",u? nao 's-haia ca So pretil
:89i. Pnmios: 200 a., |, VU 100 ao 2* o, 3o
1 Ida....
G.I9..
8
o^lbor.....
Ge-faut___
Ally-Stoper.
Berlim.....
Ro ada.
\i ao. .
Zaino....
.
Rodado...
Castanho.
?ernamrj
M
o i
54
36
36
56
R pelo......
Azul curo eai I
Azul, violeta c curo.-
Azul e eocr rnado ...
Carpo br. e mang. pr.
Azul e encarnado
I e V
Laiz. D.
Cose. Provinciana.
Aa -3.
Ro ..rinho.
Rezen A C.
5* TareoArlun 1.600 metrasAoimaes n?rionae?. Premios: 350S0G0 ao-l. 7000 a
2 e 33000 ao 3
Sirocco......
Veloz.......
Gdlileu.....
N .pjl tao
Diavolo___
4 iCastauho
5
5 Aaz...
3
5
R. de Jan. 34
34
S. Paulo..
60
06
Azul e u'o.
Branco, .zul e ene...
Prtft.j e escarate.....
Acal, violeta e oura...
Coud. loernaciocal.

CetrJ. Fraiernidad*.
.. Temeraria.
CowL PrcTidencu.
7.' pareo Bapldi m 1.100 tiero3.Auim?.eg d.- Perrambuco. Premios: 50* ao 1/ 304 a*
2 e 25000ao3'
l:Talispber
2,VilIage......
3 S^n8-Souci..
4'PiramoD...,
5 Rodado...
5 ,Baio.....
5
ICagtanho.
Pernamb. 54
52
54
a .'.6
Azul e branco......
Ama-ello e'rosa
Barco o ouro___
Aman-llo r brn<-o
Ccud. Recife.
A. F. da Cana
D. AL. d..Matto
C 'l Blla Vista
OBSERVACOES
Os animaes inscriptos >ara o 1. pareo deverao achar-se no ensilfaamento U
9 J 2 horas da manha.
Os forfaits serao recebidos at tabbado 3 de Outubio, as 3 horas da tarde
c Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as corea
adoptadas no programma per seus patrSes, nao serao admitti.os pesagem e serle
multados de accordo com o ar;. 51 do cdigo de corridas.
Previn -se aos Senhores accionistas de procurarem os seus ingresaos na Se-
cretaria do Pradoa Ra Ou(|ue de Cax'as n. 70. 1." andar.
Rscife, 1 de Outubro ce 1891.
O secretario,
f. A/ves.
GRANDE PREMIO
CMFO GRANDE
A REA i 1ZAR-SE
SO DIA 8 SB HOVJIMBRO DE 1891
3- ANNVB8SAR0 DA INAGB >(!A0
Animaes de qualquer pair.Distancia 2.0 0 metros. Premios: 1:5 -0jjr300 ao
rimeiro, 3000000 ao segundo e 1605000 ao tereciro.
A entrada Ber e 120^(00.
O pareo a se roaliaar ins revendo e correndo pelo menos Si* ania ee de
trea proprietari- s dfferentes.
A inscripjSo en err>:r se-li no dia 27 de Oatubio, :i horM di tarde n esta
Secretaria.
Secretaria do Hippodron o do Campo Grande, 29 de Setembro de 1S91-
O SECRETARIO,
Augusto G. da Sifva.

OPEAR
-
iJAPITiL. L5nu0:0fl0$flfl
22 BU A ; OX HO BC
(antigi do Imperador)
Empresta dinheiro, a curtos prasos, por cancSeu de mercadoriaa, letra*, ti tutea
ji-o e pedras preciosas.
Encarrega se da cobranca de alaguis de casas, pagar impostes, por conte de
erceiros.
Receb: dinheiro a premio, em conta corrente de movimento, com avise, pnce
ixo, e fundo de aocumulacSo (] eculio).
Errcarrega-se do recebimeato de dividaa, juros, henoraros e ordsnsdo*, por
tonta de pessosa residentes na japitel e no interior.
Descont ttulos commerciaes.






Diario de Pernambuco Domingo 4 de Outubro de 1891
DERBY CLUB
ss
PERNAMBUCO
PROJECTO DBBS8CR1PCA0.
Para a 14.* corrida realizar-se no da 11 de
Outubro de 1891
l- 1%litlt1. JANEIRO1, Metro Animaos de Pernambuco,
que nSo tenham gr,ho premios nos prados do Recife e Peqim-as at
lm30. Premios : 2uO0OOO ao primeiro, 400000 ao segando, e 2O0CO0
ao terceiro.
t. 1%MFEVfiREIRO l.OOO metros. Animaaa de Poroaaboc que nao
tenham ganho no Prado Pernambucaao at 30 de Agosto de 1891. Pre-
mios : 900(5000 ao primeiro, 40)5000 ao segundo e 20(J000 ao terceire.
9.0 1%%%MARCOt OO metros Animaes nacionaes at meio stmgae :
Premios: 3OO0COO ao primeiro, 600000 ao segundo e 3000000 ao
terceiro.
4.* 1%lk%ABRIL1.tOO metros. Animaes pungas. Premios : 250*000
ao primeiro, 50(5000 ao segundo e 25(5000 ao terceiro.
*" $%%*> DREBY CLUB DE PERNAMBUCO I O metros. Animaes
de puro sangue. pbbmios : 500)5000 ao primeiro, 100|J00U ao segundo,
e 50(9000 ao terceiro.
' 1^t%1bMAIO1 .OOO metros. Animaes de Pernambuco quenSotenham
ganbo premios no Derby e nos prados do Recife uestes ultime s Beis
meses podendo entrar egoas que nSo tenham sido inscriptas em maior
distancia. Premios : 200(5000 ao primeiro, 40(5000 ao segundo e
204000a o terceiro.
f l!kl% JUNHO l.OOO metros. Animaes de Pernambuec que nao
tenham ganho este auno no Derby e no mez de Setembro no Hyppodro-
. mo. Premios: 200(J0C0 ao primeiro, O0OOO ao segundo e 20000 ao
terceiro.
/ HMJ| JULHO l.OOO metros. Animaos de Pernambuco qne nSo
tenham gsnho premios at a corrida de 30 de Aposto de 1891. Pbemios
200(5000 ao primeiro, 40(5000 ao segundo e 20(5000 ao terceiro.
Observacoes
De accordo com o art. 5 do cdigo de corridas nao poderSo ser ioscriptes nos
parees Fevereiro o animael Marangaape, no Marco, Siroco, Velioa, Napolitano e Gra-
sada, e no Abril o arimal Pindaro.
Ser rigorosamente observada a ultima parte do art. 3.* do Cdigo de Corridas
Nenhum pareo se realisar sem que pelo menos se inscrevam e corram
animaes de tres proprietarios differentes.
A inscripcSo ter lugar terca-feira 6 do corrente as 6 horas da tarde na
Secretaria do Derby, a ra Duque de Casias, n. 20 1." andar.
Secretaria do Derby Club de Peroambuco, 2 de Outnbro de 1891.
O SECRETARIO,
G. Guimares.
O vapor Tamar
E' esperado dos1
porto do sul at
o dia 17 de Ou-
tubro spgaiiido
dopois da demo-
ra necessaria para
Vigo e Soothampton
RedutfZo de p$$agmu
Ida Ida tocto
i' Lisboa Ia classe 4 50 s 30
A'Soutbamptoni'clasae 28 iU
Camarotes reservados para os pasaasgeiros de
Percamftnco.
Para passagens, fretes. encommendas, trata-se
con os _______
AGENTES
4morimIrmos &.C.
N. 3Ra do Boa JesnsN. 3
S-AJOsTCa 33-A. BOLSA
Capital Reis 1.500-000^000
Divid do em 13.000 acjttes de .06:000 cada ama
Ra do Vigario n, % esquina do largo do Corpo
Santo
Edificio da Junta Commercial
HORA DA BOLSA
DE U IDA TARDE
Compra e vende titalos com cotncao.
Liquida operacoes por conta de terceiro a dinheiro a no praso.
Faculta capitaei para compra e venda a dinheiro a no praio de quaesque
ttulos cotados na Bolsa.
Integralisa oonvindo capitaes de Bancos e companhias de reconhecida utilidad*
Faz transferencia de operacSe realisadas na Bolsa a praao.
Auxilia liquidacSo de report e Deloredere.
Realisa operaeBes bancarios relativas a sua natureza.
Encarrega se de incorporacSes de Empresas.
Levanta emprestimos.
Compra e vende metaes.
Encarrega-se da compra e venda de assacar, algodSo, etc. etc,
20 de Marco de 1891.
O director gerente,
P. J. PINTO.
Hippodromo do Cam-
po Grande
Arrendamento dos boleq ios
A Directora recebe propostas para o
arrendamento por um anno dos botequins
nos dias de corridas, as quaes seraoaber
'as no dia 7 de Outubro ao meio dia.
Na secretara ata a disposixab dos se
nhores pretendentes as clausulas exigidas
por esse arrendamento, o qual oer feito
com quein melhor vantagcs offerecer.
Secretaria do Hippodromo do Campo
Grande, 28 de Setembro de 1891.
O secretario.
Auffjtito G. da Silva.
Monte dt SocterrodePerfiam-
Prrsrripruo dealdoa
Para conhecirneUd dos inleressados faco i u
blico que os saldos de peohores vendidos em
leilSe, referenUs as catelas de nmeros 11273
11388, 1I69, ltf46 i!65i, 11655, 11659, 11665,
11798, 11825. 11852, 11*71, 11873, 1187*, .1916,
1950, 11961,11987, l08i. 12101, 12108, 12121.
12145, 12178,1219!, 12203, 12250, 12257, 12273,
i2289, preecrevero do da 1* do correle, de
corfcrmidade rom o art. 40 do reenlamento de
2 de Abril de 1867.
Monte e So/corro de Peroambuco, 3 ieOa
'.unrode 1891.
0 percate,
Felino D. Ferreira Coelbo.
Cemiterio publico de
Santo Amaro das Salinas
2 de Outubro de 1691
Aproximando se o dia ca commemoracao dos
cefuntos, o administrador deste cemiteiio veo
.dar sis prcpjiet noo de jarixes easir-
mandades pa'a qc jo ti-no, reparando e
?-seiando os ? -'--cousas concor-
t'-ndo assim na'"'1 ; r' 0
!B(og tiesta ordem.
O administrador,
Asceacio M. Me::a de Va-cencellos.
MARITinoS
Comnanba Pernamfcaeanai de Sa
Eta cempanha mantera a?; segointee inoa>
resillares de navegaco:
Norte, tocando nos portea-da Panhyba, Na'aj
Macao, MossorO, Aracaty e Fortaleza, partinde
ieste porto um fraqotte a 6 eV de cada mea.
Su, com escala peios portas de MaceiO, Pene
ao, Aracaj, Estancia e Babia, sabindo destt
jorto a 9 e 24 de cada mez.
Fernando de Nortmha, partida no meiado di
cea.
flia Formato e Tatnandar, sabida a 28.
Uto de Janeiro, (directamt-nie) parte o paquete
le 25 a 30 do mea.
Rio Grande do Sul, (viafom directa) aatae da
5 a 20 do mez.
Tjdos os paquetes sao novos, tem excellente^
aecommodacoes para passageiros e para carga
a os precos sao moilo redazidos.
Os passageiros encontram, apar do bom tra
lamento, todo o conforto desejavel a bordo dt
am paquete.
Os paquetes que tasesa as viageas ao Rio dt
Janeiro, alm de terem tudo o qne se ecu*cntr*
ao8 paquetes modernos, accresce que fas a va
'm em qnatre dias e o prego de passagenr
da 1.a ctssse 60*000.
0 paquete empregadu na viagem para o Rit
Grande do Sol e aomente para carga, e tem t
calado adequado a entrar no porto daquello Es
tado em qualquer occasiao.
Recebe se engajamento de carga por quant!
dade lixa para todas as viagens.
Ontrosim, a companhia expedir paquetes ei
aordinarios desde que baja carga para o enga
amento completo de um paquete.
Ka rio, g ta._________________________________
Companhia Babiana de Na
vega^o a Vapor
Hacei, Villa-Nova, Pen#do, Araoa-
:i. Estancia e Baha
Vapor Estrella
Commandante Quilherme Vieira
Srgue no dia 6
de Outubro
para os porlos
Se 4 he ras da tar-
Para C2r;.ra. pUMgoafl, c-ucotauiendas .1ic- i-
t) a Irete rat-se com o
AGENTE
Pedio Osorio de Cerque!? a
17Am n\t Vigario 17
Io andar
Hoya] Mai Steam P^ck t
Company
O vapor Cljde
K esperado da Europa at o
-Hiu 8 de Outubro Re^uindo
Idenos a demora necesparia
rK':
ara
it.ihia. Rio de Janeiro. Monte
video e Buenos .4} res
Para carga, paasagtas, eticoniroendas e di-
beiro a frete trata se com 03 /.GENTES.
O vapor Thames
E' esperado dos portos do
fuI at odialO de Outu-
bro spguindo epots da
demora necessaria para
m. Vicente, Lisboa, Vlgo e Won
(hampton
Para carga, passagens, encommendaa p - nbeiro a frete '.-jta-se tim os AGENTES.
Uated Statfs and Brasil
M. S. S. C.
O vaper Seguranca
Espera-se dos
portos do sul at o
dia 9 de Outu
bro e depois da
demora do costu-
me seguirl para o
Para, Barbados, 9. Thomaz e
\fwVork
Para carga, passagens, encommendas e di
ibeiro a frete : trata-se com os AGENTES
O vapor Vigilancia
E' esperado dos portos do
nortate o dia 12 de Ou-
tubro, seguindo depois
da demora indispeosavel
_. para a
Baha, Ro de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encosmendes e di-
nheiro a frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Sw do Corr.morc'-oS
Io andar
Macei
Lloyd Bres
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos portos do norte
ateo dia 7 de Outubro, e se
guiri depois da demora do eos
turne para
Espirito-Santo e Rio de
Janeiro
Recebe carga a baldeir no Rio de Janeiro,
mn. Sanios, Gaana, Iguape, Paraoagn, An
;onina, S. Francisco, Itajaby, Santa Camarina,
Rio Grande do Sul, Pellas e Porto Alegre.
As encommendas sero recebidas at 1 hora
to tarde do dia da sabida, no trapiche Barbse
o largo do Corpo Santo n. 11.
Para pasigens, frete* e eacoiimeadas trata-
com os AGENTES.
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante F. A. do Almeida
E' esperado do sal at o dia 8
io correte Beguindo de depois
nnlispen.-avel demora para a
thTayoa, Natal, Cear, Amarracjlo, Ma-
ranho, Para, Obidos e Manos
As encommendas sero recebidas al 1 non
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbo; s
no largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attenca
para a clausula 10* dos conhecimentos, que
No caso de iiaver alguma reclamacao contra i
cempanoia, por a varia ou perda, deve ser feiti
pir escripto ao agente respectivo do porto di
descarga, dentro de trds dias depois de final)
ssda.
Nao procedendo esta formalidade a companhia
tica istnta de toda a resBonsabilidade.
?ara pnssa;epp, fretes e encommendas tra
ta se com us ____
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
SanRua do Cotam#rcio=*S
1 andar
gas quilquer retlam. cao t:ooceroente a volumes
que porvt-ntura tentaaio seguido para os portus
do sul, affm de se poderem dar a tejpo as pro-
videncias oeceggariag.
Expirado o referido prazo a conjoanhia oto
se responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageiros
para os quae* tem exceileotes accommodaces
a tratar com o
AGENTE
Auguste Lbil le
9-RA DO C0MV1ERCI0-9
Pacific Steam Nvigation
Company
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Galicia
E' esperado dos
portos do eul at
o ai 7 do Ou-
>ubro segaindo
peosavel seguir para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaui e iMviuoiur,
Para carga, passageiros, encommeadas e di
atietro a reie: trata-se com os
AGENTES
Wiisoii, Sons & C, LliiUed
O-RA DO COMMERCIO10
Messageries Maritimes
O paquete Equateur
Comandante Moreau
Sabio de Lisbca
no dia 23 do cor-
rente e espera
ido oeste porto
ateo dia4 d Ou
tubro, seguiodo depus da demora do costume
para a ,
Bafaa, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
nos-Ayree
tBmtmn paquete* Hiuminad* a
i electrlea.
Previne-8'' anda aos Srs. recebedores de mer-
caduras qne se attender a reclamacOes por
fal aa, que (orean reconhecidas na >;easio a
descarga dos tolumes ; e que dertro de 48 ho
ras a ontar do dia da descarga dat a fugas,
devero tazer qualquer reclamacao .r utu
te a volumes que porventura tenham segivio
para os portos do sul, am de serem d iOas a
:empo as providencias necessariaB.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprea'-iitar
rein na vespera da ebegada do vapor para toma-
ren) as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas e di
o eiro a frete-: trata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Urna do+Commercio42
t
Ju Concalve da Silv
Jo.- Isidoro battjs, Maooel Pere
sua mulhur, Ga'dino Borge* de S
sua mulber, Leonilla Candida la S
Efi iiia Leopoldina da Silva Barios.
ros, agrsdecem i pe^-soas que c
para o eoterramento de cea si-mr.
pai e sogro, Jos Goncalvts da S
convilsra as me.-ma- pessoss a
a issa do stimo da, qne sera celt
dem terceira de S. Francisco, s 7
nh dn di* K do mrrpnt mez.
i Bunio*
ira de Goes e
)oza llamos e
Uva Bastos e
lilhos e gen
i auxiliaran)
re U nibrado
Iva Bastos,
assistirem a
brada Da or-
oras da ma-
arlauna Verrelra L
* Joaqoim Franco Ferreira (au^enti
co Ferreira (presente), cunbado e n
derem a ti dos os ac>igo3 que se dig
patinar os nstus rronats da mesma
ultima motada, e. de novo coovida
tirem as oiistag do stimo dia, cur
oo coovento de S. Francisco do Re
ras an manbi, segunda feira S do c
cujo acto desde ja se confessam
aerad rirtng.
), Jos Fiao-
artdo, agr
uaram arom
finada sua
i para assis
terao logar
ife, s 7 ho
Drreate, por
eternamente
Mauoel CbHmo \auii
Mara da ilonoicao Siqueira au.
pho H n-iquf Maia e suas lrmSs, :
pescas que assisiiram as esequii
mortaes de seu sempre pranieado
mo, e de novo as covidam para
stimo dia. que por sua alma man
malrii da Boa Vista, s 7 horas t
dia 6 do corrente, que por este ac
e caridn-le s eo^fesjsm ternamc
mnii
oao, Adol
gradecem 3
3 dos restos
esposo e ir-
is missas do
lam rezar na
a maoh do
o de religiio
iip trra'nn.
Ama
Preciif se de urna de meia i' da par
casa de familia e que alo te> bu til boa
quem q.user dirija se a roa da ''.triada
Boa Vista n. 3, para tratar.
Ama e criado
Precia-ge, roa de Payiand n. -.0 sendo
criado at 16 annos.
Amas
Precisa-se de doas amas, sendo orna para co
skhar e lavar, e outra para comprar e arromar
casa, sendo de boas conductas e que dormn
em casa (le eeus patrOes; a tratar do lago do
Santa Cruz n. 18.
Ama
Precisa sede oma*eroa para cosinoar, v.tlt
re-se qne durma em caea : na roa de Prdrc
Affonso n 53, 2 andar.'
Ama
t
D. Joaquina C. do Vatle
0 bacnarel Julio Goccilves do '
sua fllha e irmos. covidam ao3 i
parentes da sua inditoea esposa, m
a a88isrirem as missa? qu~ peio ed
de sua alma, mandara clb'ar se
do correte, as 7 h.vas da manbS,
deN. S. doCarmo do Reelle, tercei
rio de sea f- llccimento coa'--? ii
por "ase netj ae caridade e OHiglii
alm^s bern firmadas.
Pereira
alie Pereira
eus amigos e
ai e cuobada,
rno descaoyo
2uoda feira o
"no convento
ro anniversa
do se gratos
, proprio das
.EIL0ES
Conforme o edital n 66 deve ter lugar no
dia 6 o leilode 15 barns e 15 meios com man-
teiea, existentes no armazemalfandegado do Ba-
rio do Livramento.
Leilo
De 15 barris e 20 meios cem manteiga frac-
ceza.
Terca-feira, 6 do corrente
A's 11 horas
Agenta Pifio
Gipliia Fnnution de Na-
ti
POKTOS DO NORTE
Prtrahyba, Natal, Maeo, Montor, Araca
a/ e Otar
Paquete S. Francisco
Commandante Estoves Jnior
Segne no dia 6 do Outu
bro s 4 horas da tarde.
Recebe carga, encom-
mendas, passagens e di -
nbeiros frete, at s 2
lio.-as da tarde do da 6.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Perr.ambucam-
________________a. 12_______________
[ipniieMmmm fiel-
No trapiche Baro do Livrsmento junto a guar-
da mora.
Veja o edital n. 66.
PORTOS DO SUL
Maci, tat, Aracajn' c Baha
3 paquete Una
Commandante Monteiro
Seguir para o
portos acim in-
dicados no dia ')
do corrente s i
horas da tarde.
Recebe carga; encommendas, pssagms e di
Qheiros fre e, ats 2 horas da larde do dia di
partida.
ESCRD7TORIO
A Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
ICHARGECRS REUNS
Companhia Franc r.n
DE
Xawegapo vapor
Liriha quinzenai eatre o Havre, Lisboa,
Perr.itcuuco, Bahin, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Colonia
Commandante Brant
E' egperaco d Earoph at o 4ii
Z do corrente ti
seguir depois di
uecessarla demo
ra pari
Baha, Rio de Janeiro e Santos
loga-pe aos Srs. importadores de carga pelo
vapores desta linha, queiram aprescnUr dentrt
de 6 di38, a cootar do da descarga das alvaren
AVISOS DIVERSOS
Alaga 86 a casa terrea ra da Roda n. 46,
com coa modos para orna pequea familia ; a
tratar na roa do Cabog n. 16.
Alogbm-se as casas terreas da ra Capito
Antonio de Lima os. 18.e 22, com 2 salas e 3
quartos cada ama; tratar na lilbographia ra
Mrquez ce Olinda numero 8.
- Vende-3e am excellente terreno com i(0
Salmos de frente, na ra de Santa Tberesa, em
linda ; a tratar tem Flavio Ferreira Cato, na
Alfar.dega.___________________________
Precisa se de osa no- em para servco bra
gal; a tratar na rna do Arago n. 37. ______
Precisa se denota boa cuiiobeira ; a tra-
tar na roa da Soledade n. 82._____________
Precisa-se de am criado para sitio ; a tra
tar na estaco da Jaqaeira, beira do rio, chapa
numero 6. ____________
-"recisa-se de duas amas, se, do ama para
cosiohar e lavar e oatra para andar com meni-
no ; a tratar na roa da Praia n. 14 ; na roe do
Rangel n ... segund) anda--._______________
No largo do Paraizo n. 11, paeciea sa de
ama perita cosioheira, e fornece-se comida para
fra por preco raioavel na mema casa.
Vende se urna lave rna propria para prin-
cipiante, na Roba do Limoeiro, entrada do bec
co do Cafando o. 5, bem afregnezada.
Ao Sr. Or. Jiarlins Francisco era Harbace
na, pede-ce o favor de mandar o que nao ignora
a Manoel Femandes de Abreo, na roa do Pro
gresso n. !0.
dem dem ; o Sr. Adolpho Mon'eirj, na Es
tancia.
IJem idem ;o Sr. Jote Alvos Fernandes, na
raa da Soledada. ^^^^^ _______
Precisa se de ama ama para compra e co-
sinba, para duas pessoas, e quedorma na ra do Bom Jess n ti, andar.
t
Joo de Meneset
Manoel de Meoezes. lendo 'ecet
gal a infausta noticia do fallecimeni
zadissirao i ai rodia 6 de Seteml
ceondaa todos es seus amigos p;
a missa que manda relt brar pelo i
co de saa alma, terca-feira 6 do co
simo dta do st-u pissaintvito, s 7
i.ha na matriz do '.crpo Santo, pe
fesaa e ernninen'e agradecido.
ido de Portu
o de sen prt-
ro, pelo que
ri assist rem
eroo desean-
Ten te, tnge-
Itoras da ma
) qoe se con-
t
Jos Torres fumaos de Me-
delros
Maria Googalves Cimpjs de Meleiros e seus
lilaos covidam a todos os parentet e amigos do
seu finado marido e pai, Jos Torr;s Campos de
Medros, para assis'irem^ missas qu mandan.
rezar pelorepou o eterno de sua al na, na matriz
da Boa Vi3ta, s 8 horas da manh do dia > do
correrte lo annivprsarin do seu 'usairpnlo.
t
O pudre Estanislao Ferreira de Cirvalho, co
dia 5 do corrente. s 8 horas, rezar na matriz
da bea-Vista urna missa pela alioa do joven
Bernardo, filho do 0.-. Jo; Hygino, e convida es
parentes e amigos do dito Or. para aisislirem a
ensp acto de piedade rnri*tft. __________
Caixe.ro
Precisa-e de um caixetro com pralica de re-
tnlho : na ra te Fernarrfcs Vieira n. 24.
De3ja e saber onde pode ser encontrado o
Sr.Manoel T de Aniuio S-..ldanh>.___________
Copeiro
Na ra do Hospicio n. 51
G, precisase de um copei-
ro que d attestaclo de con-
ducta.
Ao commercio
Manoel Eustaquio Cardoso, tendo vfndido seo
estabflecimeuto comm^ictal a teu cunhado Ma-
noel Joaquim Ahvs d^ Grafj, jula necessario
declarar a quem interessar posea, que nada
deve ao comoiejcio ou a particulares, quer neste
Estado ou era Tjualque: outro; todava, se al
guem jaigar-se eredor, qaeira apresentar-ee.
Aproveito a occafio para agradecer a todas
as pessoas com quem ihteivi reiages rommer
cjaes o modo por qoe sem,i re me tratraram,
dispfnsan.10 me seos obsequios.
Bom Conselbj 24 de Se.embro de 1891.
M noel Eustaquio Cardoto.
PATACOS-~
BRASIL EIKOS
Marcado-* 24000 no centro, comprara-fe por
maior preco do mercado, aaeim cono toda a es-
pecie de moedas es'.raogeiras de ooro e prsta.
por maior preco do rntreade ; nareiojoam Da
vid, roa do Cahng noroero 14.
Para administrar
Precisase de ama pessoa com algoma habili-
taco de commercio oo arte de fnn laria, marci
nena, confeitaria. retiir, etc e., para todo
e qualquer servido inte no ou adnioistraco de
urna fabrica de lquidos e consen as ; a tratar
na roa da Aurora n. 111, ou Madre de Deus nu-
mero 5.
Cosioheira
Precisa se de urna cosioheira na Pharmacia
Americana.
PAKA
ENGEMIOS
Lopes e Aranjo partici-
pan! aos seus fregu* es e il-
lustrissimos senhoref. de en-
genho, que tem deposito
constante dos artigos abaixo
mencionados garantmdo a
boa qualidade.
Cal de Lisboa.
Dit^ de daguaribe.
Potassa da Rassia (em
barriqinhas, caixa^, latas
nand* e pequenas ).
Oleo de mocot.
Azfite de carrapalo.
Dito de coco.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
Kerosene explosivo.
Graxa em bexiga*,
Gaxela de linho.
Presos sem competen-
cia.
Rna U Livraittafe
n. 38
Aldgam-se
Aluca su o i- andar com crsn't oto ra
da Roda n. 3?, mni'o h a, tem terraco,
agua e feco, ciicaiado de janeH .s ; as chi-
ves estao :ia taverna jcn*o.
Tamben aiaga se por 12JT06 a pqaeaa cata
ra d-i Porte Ve4oa, p-opria pan Hooca futo.i
lia a tratar na roa das Larangeirc s n. 29, das
II horas {* da tarde.
Precisa se de ima ama para cuidar do doa.-*
criancas, prefere se menina; a tratar na ro
Formo?a n 37-________________________
Ama
Precisa 3e de ama ama de meia idaie ; ra roe
do Alee m n. 21._____________________^_
Pharmscia
Precisase de am caixe'ro qoe teriha ntica
de pbarmacia
Botica franceza
22Roa do Bom Je sos2t
A lu^a-se
O prime ira and-r roa da Penba n 23. ca
gaz, agua, barbeiro e quintal todo umio;
tiaUr na ra Duque de Ctxiaa r. 4>,
Magtolia.______________________________
Aluga-se
O grande predio n. 140 i rna Infp'riiT. pro
prio para fai-rica.
cott.

triada
Precisa se de urna criada para andar ~m me
ninos e mais servicos ; ca roa Maraoez "i; Her
Vil n. 41.
Criarlo
Em Fernandes Vieira n. 13, precisa-?.
Criado
Precisase d i um criado qoe sirva rara coa
pras e servco domestico de urna casa de poars
familia, e; tambem as vses vender fl ;
i rata r oa ra do Caes do Capibiiribe n. 46.
Criado
Para tratar de aniaos e do quintal le am
casa no Maoeuinho. precisa se oe um criado ;
Katar na p-aca da Int-ependeocia M.
lmda^ "
Aluea-se a casa terrea ladrira do V.radon
ro o 20, cem 2 sa'as, 3 quarto?. eosicin lora
grande qiiint. I, com becco da Poeira ; a traUr co Recife, u Direin
n. 45, sobrado. ________________
Imada
Na ra do Hospicio n.
51 C, precisa-?e de orna
criada que tenha boa coa-
ducta,
Royal
WIISKY
Blend marca VIA DO
Este excellente Whisky Eacose pro
erivel ao cognac ou agurdente da casa
para fortificar o corpo.
Vende se a retaibo nos melhorea
ens de molhadoa.'
Pede Roya! Blead marca Va
cujo nome e emblema alo registrados
todo Brasil.
__________BROWN3 A C, gwrtaa.
para ebs
Cuimaraes fy Valente
participam aos seusfregue-
zes e films. Srs. de enge-
nhos, que comos?mpre tem
grande deposito dos artigos
abaixo mencionados garan-
tindo tudo de primeira
qualidale e presos sem
competencia, a saber :
Cal neva de Lisboa-
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portland.
Oieo de xmcoto (pur.>).
Ditos america ios (para ma-
chinas).
Dito de linhaca.
D.to de ricino.
Azeite de carra pato.
Dito de coco.
Dito de peixe.
Peixe em latas.
Kerosene inexplosivel
Graxa em bexiga*.
Craxeta de linho.
Potassa da Rus.*ia (eit 'ata.
caixoes e barricas).
7'riulphito de cal (novo
preparado para clarificar
o assucar).
Formicida Capanema (o re-
medio mais efficuz para
a extinecao da formiga-
saliva).
6-Corp Saito-I
4
*




*




Diario de Pernambueo Domingo i de Outubro de
"
ACABA DE SAH R LUZ ---- 6< EDIQAO ---- X>"r JP.-JL..-:
BRNOVIZ
DICCIONARIO ds MEDICINA POPULAR
Ac.iba de sahir a luz a a* edtelo J'.sla importante obra, do utlli Jale icuutestave! tanto para as familias como para os mdicos. Esta ora edlcao
lio DICCIONARIO DE MEDICINA POPULAR, consideravelmcnte augmentada e impressa com lypos novos, contm mals de OtS lisuras Intercaladas
no texto c inultos artlgos novos de tuerapeulica, assim como o modo de praticar as operacoes de pequea clrurgia e receltas proprlas para dar os
primaros cuidados aos doentese aos ferldo-, emquaoto se espera a dictada io medico. E' obra lucserecommcndapeianltilez desua impressaoepela
clareza do texto.
i*- mszcJkO
ORIMTIJ
ESTAS DUAS OBRAS E8TAO VSND4 EM TODAS A5 MIRARAS
JA -n ** af"> por .-i~-w. chismo
uCSa JILV A ^bl acl>a lie salii r a luz.
A-fiOCZ & F. CHEteNOVaZ,. Editoras, PARIZ


i AlCRTRSO ^ g U YOT
Capsulas
Licor
TTTTT
G-oudron
Guyot

*?-Vtjr>
i1:'-. : \~------- ;;-- : '- r,~TTTTTTT n >'.
i E o que s'erviu para as eiperienciH eitas nos seta grande* hospitae de l'ariz contra as Cttntttipai;iien, as \
\ Itruitchifru.n. Astifina, Catar rito* i >% Itroneltios e la bejeign, as Affeefe* da pe le a I
I oeesetna. t'orsuaco.iiposicSo, o Alcatrao de Guyot p.irlicipadaspropritMii .1 !9 Agita deViehy, sendo no entantv
lais tnico. a razio porque de moa 'lotavel ettttaen contra as imtJentias to estomago. Como todo
= aabem, do alcatrao medicinal qiu' le tiramos muis fricases principios antispticos; eis porque durante os forte 1
I calores equaoiiograasaqualquar epidemia,o Alcatrao do Guyot urna bebida presorvativa e hygieaica qnerefresca |
e purifica o Mugue. As Capsulas de Guyot nao sao mata do que o Alcatrao de Guyot puro, no estado solido. >
de esperar que esta preparacao neja, era breT Prafessor BaZIN, Helio Jo lo-pili! !. 1 :,i m tai*.
9 Rtctafse.('3Guyo(.coroi;Cjpsu/as)i)ue nloleicoendireco: i9,ruaJacob,Pavi. :'-' ^
r^%
SUSPENSORIO MILLERET
(FUNDA f A.R-A. QUEBRADURA]
Elstico. Mm liadnru. para varicoceles, hydrocelea, Me
Eiij*- P\&r
8UCCES.OR
Flbrwanie dvlaadul nmner
Km t'Hnnt-muctl l ""OSE
V*ttixs>
ri..
REMEDIA DO Di!. AYER
COSTRA
AS SEZOES OU HALEITAS.

OFFCIN^')'"coSj;A
.mIrs, confecgSee e cbpob de olla nevidade tedas, surah, chammelote preto
de corra litos e lavr. ados, matines, Vestido*, saras branciB, nbes d<- cbambie, espsr-
tilbos I ques, meias de seda. ga!8es, rendas, fiias, enfeites e guornigSes para vestidos,
hi^ptos do to\ r de chuv, e o>uitos 0Otrs artigos phar'tasia de boni goeto.
1 ARa do Cabug1 A
Provine outrosim ac respeitavel publico que vende at ao li D do me Setembn
tutu feobaf >>r.a?, maitos re'alhos de fasends o modas.
ModicidaJe em breaos
VERDADEIRAS PILULAS do DR BLAUD
Erapregam-se com ptimo xito ha mals de SO pela malor parte dos Pacultatl-
tos Francozes Utrangelros naca a curada AhEBL, CULOUOHB fe*re* prntiltlM) e 4
" A msercAo no novo Codex Praneet, outroslm o facto da haver a iit d'MTri
Teriflcado a eOlcacla d'eslas vitaiaa, autorUando-lties a venda, escusa qualquer encomio
i Miiiri i'i iUflr aw t Man tt tarattr trufa mamtt m nti HlHi mi atu.
DB8CONFIEM-SE OS IMITA9OE8
07A. 44 Hrtttlru Ulula 00 D" MUmutt ato u rendan mnto em fraeaei llt fr*co
ee 200 100 Minia, mu eeaea tr mluto.
VARIS, S. BOA PATSKNS. DSPOSITOa BU TOl AS AS PRIKCtPAES PBABMACIAS
6LA/0
.
iiwin;' eetf intxtt*': tt 4ftl*r,t 1: '>,.* c
- 'S a'a
: MI
-.-
4
Ski
LU Uli
' t
3
-*VSLacnBS
.v3 O 3E5 S! TI A. fSt 8E OR EIT A
.:--.. .-,'. :..s:.i-^ .r\MM >fcr !rat'.-r .; rnr% rf',wrfci -. ir.' 4 .?.-a m\:J-
- VSB*. **** te f; UIOOl t-F.4*.. I IflM MJMI V VXyta. ICK&I*.'
"''^aUaaWPHBWMMaKS
Ped atten^ao ao publico, para o sortimento de fazen
zendas que anouncia, por presos coniniodos
Merinos de coree com duas laigara.
Nanzuks de todos os presos.
Lans de cores, eortimento c npieto.
MadapolSes de todos os precoi.
Sargelina de todas as cores.
Grande 8ortimj.oto em chitas > cretanet.
Visites de seda e merino, novdade.
Bramantes de linho e algndao
Voiles de algodSo, baratos, cetsa cbic.
Merinos pretos, lisos e lavrado.
Grande sortimento em brins (Caasinetai,
Fichs pretos, de cores e praiados.
Amor da China,, lindos padrSs.
* Fustoes brancoa e de cores.
Mariposas de cores, barato.
Cambraias Victoria e transpsaente. *
Creps voile, noridade.
Colchas de ceres, lindos padries.
Vistaanos de Jersey para crimeas.
As fasendas que annunciamos asir como oatras muitas que seria enfdonbc
asencionar, vendem-se por precos razoareis e ha sinceridade na medida.
VER PlBA GBEB
ALOJA DO GLOBO
55Ra Dudice deCaxias55
Antonio Fsrnanfos dl zwHo
O Rhmrdio do Dr. Ay
vegetal que nao contera i
arsnico, era topooco ou
nocivo, um remedio infall
oara toda a qualkdacie de j
.'entes ou maleteas. Seus e
Tianentes e certos e neab
htamente pode advir do si
Da mesma forma tona:
remedio possivcl para t
lenlas que provfira do
itasmas, que se desenvolv
pantanosos e infectados, e <
< aracterisio-se pelas al
ligado e do baco.
O Rbmbdio de Ayek c
raesmo nos casos peiores,
Jr empreado convenien
gando as direcces.
PREPARADO PE
DR. J. C. AYiil
LoweU. Mass.. Est.
;r, descoberte
quina nem o
ro ingrediente
ivel e prompto
e&re* ntermit-
reitos sao ner-
um mal abso-
u emprego.
-se o niclhor
idas aquellas
i effeitos dos
m nos lugares
ue geralmente
flec^Ses do
irar sempre,
oda a vez que
emente e se-
-o
i & CA,
-Unidos.
| SaSSn
ele
JVanoe
UciciiM pela igtpectaria te Hygitnt da Imperio do Braiil.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debilidade
_____Ciara, das Fferes
VINH0STs0SSIAN HENBY
*ita4emUmtiU*iaMiSarll,lstlMMdiatieiu4icc:adiStamttlt.
T~
A feliz reunlao. n'oste preparado, dos dous tnicos por excellencla, a SVXWA
I e 0,Kmu0, constiiue um precioso medicamento contra a C/ilorome, Cre
pal lid a, Anemtim, Flore* branrnm, Conmtitttiftte fracan, etc.
t PARS, BAIN FOURNIER, 43, ra d'Amaterdam,
^^^ Oepeattattoa em Mr.lHm i FRAK- M. a 8ILVA a c
Kola-Bh-Natton
RICA IM CAFBIKA, THBOBROMINA, TANNINO, B MATERIA ENCARNADA DA KOAA
romeos eseiculmente ge/ieroobej
JEClixiii- 4l Vinho Kola-Bli.IVattoii
Extracto fluidoi, Pattilbas, Pillas, Easeneia de lela torrada
Ptedeea productos experimentados com o malor xito nos hospitaes de Pars, desde 1M< pelos
Doutorea DOJARDIN-BBAOUBTZ. rfUCBARD, Durian, Mallbz, Monnbt, etc.. na Anemia, Cbleroel,
0BTaJeieeacta>ltMNdiiidmici. Tebre (Irfliriu. UteraltUitM, |iiiiui) Dlarrnae pertlaasee,
jeenterla. xMabecee. AlfcnnmlBnrta, Jfceiaphaaajia xeeaeo da trabalbo Mrue ea liidleetul.
PBABMACIAdoBAaOUE-TRANCE 1S. rae Coqullll a. frU.-tmP.r.mili'i: rRAN-H HILVAtb
VfnDi0flR0SGRAJ3ST,^UDEjfDrFRANCK
LICniCMii.OS PELA
oilOS PElAf^Oi BC'lOBlA JBBAL DE HTQIKNE DE RIO DB
Aperleotm, stomachlOob, Purgativos, Depurativo
BAJOBRO.
Aperiente, Batomacbidm, Purgatiroe, Depurativos
Contra a 1-alta de appetltv, a OtMtraoeeio, a Banaa......a. as Vertig-en
9 as Conceatoea, etc. Dote ordinaria: i, 1 a 3 artos.
* QesconQar das ralsilicac.bs. Exigir o rotulo junto lmpreaso em francex
* ec^leuraadeac^^nerent^e 0 SellO da UltiO OS FaNCantBS
Km FAJtXX, rbarmacia LEROY, ei
GRAGEAS
deCopahiba, Cubeba
ftdtuihla e Ferro, Bismutho
ilcMria, Te recen thi na, *
FORTN
INJECCAO
\Hygleniea e Preservadom
tem causar
accidente algum.
As GRAQCAS FORTN, forSo as primeiras quo obtiveram & approvacSo da Academia
de mediana (1830) e que adoptaram-se nos Hospitaes. Curam ae molestias secretas,
mala rebeldes eem fatigar os estmagos xnais delicados.
A INJECCAO FORTN sempre recommeadada como o complemento da medioacao.
lOoxsositarios ona Peraambuoo FEAN" M. da\ SILVA ax
Xarope e Pasta
SEIVAo PINHEIRO MARTIMO
de LA0ASS3, PhaimaMDtin tm Bordaasx
ffnmaioi ftla Junt dt tlyjunl i i
Popular ha 30 anuos, o nico
preparado com a verdadeira
Seiva de Pinheiro, extrahida
pelo vapor d'agua, logo depois
de cortada a arvore. Cura os
defluxos rebeldes, a tosse,
as grippes. catarrhos, bron-
chites, molestias da gar-
ganta e rouquiddee.
Km PAH1S, 8. rtue Virieao,
m a* priDcipAC! Baejaj<*>
Precisase
Na fabrica de. charutos
ruado Imperador n. 16
3.- andar, de muitas moc,as
para o trabalho de fum>?s e
?.prendizigem.
Excailtnttsstmas Sen/toras, Quere>
conservar a alvura da cutis, o a vela
dado da pelle, evitar as rachas assim
como as Picada* dos Mosquitos ?
CURA CERTA
h da ? Affocvoos pelmt tm
M
jlos itqueiks qu sofirem
. rito, deven, experimentar
jpsalats do Dr. FouitNn.
DepwitArloa em f >moe i
BAUCISCO H. 4 Slt* 0. _
EIP1ECAI COI TODA SGBAIVA
o Crome Espumoso
GLYCYA
DB
B. RAYNAUE
Fetrfuzxi^art* Chymioo
Este Cresne 6 superior aos Col-
j Crean, A Glyoertna liquida e omito
; prefer val i todos os aabonetes por aua
'puma leitosa que reatiUte palle toda
a aua flexibilidad.
Itlustrtsstmos StnhortM, evitar as affec^desque podan atacar a
pella ? Aeeitai rnente para os cuidado*
do rosto, pon a HaAia, r Vrv*me
emputnomo .X1M.4, Incompa-
ravel pela aua oiictuosidade, de
E. RATNAIID, perfnmiiita-chvmieo.
O frente GIjYVYA conseiia
aob todas as temperatura*, nunca fea
ranate a nao parde sen perfume flato e
agvmdavel.
sp^tBftTal PARS. ll.mM XUkm
tm HHtktUCO: #vat> M.ts tHltm t% V

059
III i 1)1 lili DE CULIS
Oxfords de quadrinhos a 10C reis o covado !
Percales lindas cores a 2(0 e M o dito !
Voiles novos padrBes a 260 e ?80 o dito.
Crotones tinos de 360, 400 e 140 o dito.
Tecidos arrendados a 32J o dto.
Cassinetas padrSes de casemirt a 500 o dito.
Casimiras pretas a 2(5000 e 2800 o dito.
Meias de cores para meninas a 2(5800 a duzia.
dem cruas para homens a 3i3D00 e 5(J600.
Lencos braceos e de cores s 25000 e 26800 a dita.
Bramante de linho pura a 220O o metro.
dem de algodSo 4 larguras a 15300 o dito
Fichas e mantilhas a 140..) e l2G0.
Para as Exilias, noivas
Cortinados riquissimos a 76000, 100000 e 14*100 reis.
Colchas brancas e de cores e. 49000 e 4(5500 reis.
dem de crochta a 104000 ,'reie.
Grinaldaa e vena a 90C0 reis
Espartilhos a 4)J500 reis.
Tapetes para st fa a 164000 reis.
dem para portas a 54500 reis.
Setinetas branca bordaca a CO reis.
Damaees de seda a 141' 0. '
Popelinas brancas a 900 res-
Crochets para cadeiras a 10000 e 14200 reis.
Toalnas para bachos a 124CO0 a duaia.
dem nacionaes para meza, com 4 metros de comprimento a 74000 reis.
MadapolSes americanos a 94000 reis a peca.
AlgodSo nacionaes a 64000 e 645C0 reis.
As vendas em grosso teem o descont de 14 por i. jnto.
59-KA DUQUE 'DE OAXIAS-59
LO JA DE
PEREIll V & MAGALHAS
SABO RUSSO
Maracilhosa usencia preparada por
JAIME PARADEDA
APPROVADA PELA EXM' JUNTA DE HYGIENE DESTA CAPITAL
numerosos crtiieadus de mdicos distinctos
e da pessoas de lodo o criterio attestam e prec inisam
o SABO RUSSO para curar

Queimaduras.
Nevralgias.
ContusSes.
Darthros.
Eapigens
Pannos.
Caspas.
Eropc8;s cotsneas e mordeduras de insectos venenosos, etc.
A nica e a mel.ior AGUA DE TOIL CTTE, reunido em s:
todas as propriedades das mr. s afamadas.
VNDESE nos estabe ecimentos de Pedro Antones 4 C. e
Rodoipho Antunes A C. 4 rus. Duque de Caxias n. 63 e 65.
Espionas.
Dores rhenmaticas.
Dores de cabeca.
Ferimentos.
Sardas.
Clhagas.
Rugas.
tu M'i de mm
Em barricas para o fabrico de assuca: vende a
Companhia Exploradora de Prt^ductos Calcreos.
Caes do Apollo n. 73
Recife, 15 de Julho de 1891.
Malas grandes e
pequeas para via
gens.
Loja das Estrellas
MARA.ILHA CURATIVA
vo en mi
Dr. Humphreys de .ova York.
A Verdadeira Maravilha do Seculo.
APPR0\ADA LICENCIABA
pela Inspectora Geral d Hycleae dn
Imperio do Bra elI.
emedio profrtpio
li Contusoea, Tor
s. Alllvla a d Ai-,
amraacao. redo/
fazaarar aferlda
illlvio prompto e
(--4-a Id a duras, e
a qu Impagave! por
rlz.dasG*?naivn8,
lemorraoldatioa
a faina.
nalU vio prompto
a I-'o-v. Lochai^o
rcnmo prompto
as, Aleljao, Dore
(rrande rerwdto
lulas Incbadasou
.pre efflcaz.
de molto valor
^ucon-heaou ai
<*> debilitantes.
Impagas! pan.
o-temas, l'anarl-
i morca,
\-medio prompto
ea clironica.
exee Dente naa
nrf^duras. DCrea,
i, Laoera;ot>i, &c.
A Maravilha Curativa
axa ar Pisad unta, Mactaocadun'.
loras, C orladuras, oo Lacerag
otanca o sangue, faz para." a n.
a loefaac&o. tira o desouramento, e
omo por encanto.
A Aluravllba Cnrativa
ura rambla para Qucliuadi.raa.
^tselmadura do Sol, e superior
vmedlo.
A MaravilhR (nrnliva
> *ja d<>M
los Puimdes. do Estomago, ou ae
Almorrelmascuraaempree nim
A Maravilha Caraiivr 6u
para Dor de I>enteH, de OutWo-, <
'la Pace e Nevralgla.
A Maravilha Curativa '- <
0 precioso para Dores rbeuniatU
1 tgde as Juntas ou Pernas.
A Marta. i hn Cura t i va i
r nflammadassempre seguro, seD
A Maravilha Cnratlva <
"*mio lnjec^ao para o <>.auTO, a
'-lores Srancas, e outros corrlmen
A Maravilha Curativa
urar Ulceras Chagas antigs. Ai
ctoe. Callos, Frielras, Joanetes e T
A Maravilha Carafiva
para Dlarrbea simples, e de Dlarr
A Maravilha Curativa
anrebarlas e Cavallaiicait. para i
TMRlurase Fffuladuras, Contusuc
Especialidades do Dr. Huophreyu
ftemedloe Esaecficos<
'omento Mnravho.o,
Remodlos SypilitiroH,
Reme*iloa Vi-n-ri mu io*.
O Manual do Dr. HumphreYs 14- paginas sobre as
Enf ermldade* e modo da rural -a.- c da gratis, pedo-
ae ao sea boticario ou a
HCMPHKEYS' W>V 1>"E CO.v
X09 Fultoa Street, *E\V YORK.
NICOS AGESTES
Para venda en groiso en Per-
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A' Ra Marquet de Cunda 1
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Charlte verdeteleuo, qua
Iidade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
apetes com licidssimo
padroes.
Marroquim bra ico e d*
todas as cores
Sola especial.
- Formas francezas moder-
nas e m?.is artefactos pan
sapateiros.
Tudo isto se vende poi
diminuto prego ]>or have
grande deposito na loja de
cateados ra do Livra-
mento n. 10.
Costa Campos I C.
~~ 1 DB DBSIBTCr~
aaa aarqnez de Otada a. ti
Armazem de curveja, vi-
hos, champagne, licores
cognac, agua mineral, con
servas, etc., et:. Unic(
leposito da afamada cer
/eja Phoenix de Dortrnunc
* do chocolate Ph. Sucharc
le Neuchatel.
Agencia da grmde fabri
!a de charutos Danneman
kC.,S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti
as duas fabricas foram pre
niados com a medalha d
OuronaExposigao Univer
*al de Pariz, em 1889
HAMAMELIS
DE BRISTOL
AVELEIRA MACICA
ISUlKXTO-KMiiK i<>
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISHA
E HEMORRHOIOAS
INCEA96ES
ao
M
^
Luiz Vernet levan
ta emprestimos de
qualquer quantia sob
cau e pedras preciosas e
tamben! compra can-
te) las do Monte de
Soccorro, caucoes do
Banco Popular, joias
e brilh antes.
Pode ser procurado
na su a reloj oaria ra
do Baro da Victoria
n. 53, das 8 horas da
manh, s 8 da noute.
"ITOTiriiS aYa1'
Joaquim Luiz Teixeira
& C, proprietarios da loja
das Estrellas avisam as
Exms. familias e a todos
os seus freguezes em geral
de que em face do com-
promisso qu e teem de ven-
der por menos do que em
outra qualquer loja. aca-
bam de receber um comple-
to sortimento de fazendas
finas do ultimo gosto.
Outro sim re^olveram
transformar seu estabele-
cimenlo n. 58 denominado
Loja das Estrellinhas em
arm-zem de fazendas. dan-
do o descont de 14 por
cento em pegas inteira*.
Rin Duque de Caxias
Lojan. 55
Armazem n, 58
Telephone n. 210
MARAVILHA MOTA
DO -TtaTrw
D. Humphreys lie Nova "tm
A Verdadeira Maravilha do Sacuk.
APPEOVADA LICESC1AI-A
pla Ia**<-loria Crrnl dp tjygfenr *
Imecr'o l Brasil.
A Mnrilk Cor.lir" lili
caa a* Pkaduras. Meliurtiui^3S,Cis*^. :*-
oednra,, Oortadon., ou LacvncSM. Jtmtrt. ^mi.
ef>uinc? wniroc f*x .arar a fuf jiatiaars'.. rerv
alncha<^o. iir.ude.ocren!;. tiainnraferia.
couo por encanto.
A Maravilha Cavativa ', rul
cui-a rapkla pura '^iirliuadDia?, >c*)ua gu-i'lmauui-j Su bul, e aapertur t nmkfmer **
reroedlo.
A Maravilka Cara.li-;
loclacaaacmoirtaaialat. Ma c.i
don Pnaao^s.(M> tJUii'.....
Ahnomki?.**-cuT% aenipr.-
A Maravilha m. 'TatumafitDour**
Sa IWr le Denle*. Ce -iimo.... ** Fae. la *l,i"
race e Kevralgia.
A JMarnvUha CnrailT.i nwj
amcJoao para IVkv. rheua:iuau, i
rldea aaa Jauta* ou F> raa..
A Mararilha Cara Uva '-'.
pa-a B*iu:neucla. Al tic, Arrj s-4*ix
DllammadaMaapre *e(irro, 3er.i r*
A Maravilha CaraUja.
;ino InJwNao para o -ijaa 1
Fkire Branca*, e oorros cornaiaB .
A Maravilha Cara tira <
r jrar lotra. Chago aui Um. A-
doa, C^naa, rrtolras. Joan te, *1
/ Maravillra Carallja.fwjgjj!
(*: a Dlarrhec slmp es. e le Pfcurnea caroaata.
A Maravilha Cara.Iva f exntate.
EMreliarh e Cavallartcas. paraTorgea^aat^Pawa
PkadBraa e Btfoladnra*. CootaaBe. i. iiiraeflaa, ata,
Skpedslidade do Dt. EuBBhrer*.
K'aralaa Bap< claco--
Carapato Maravi'haaa.
Beaiealaa r>>hilifiaaa,
Reiaea''* TMarlaa
>: Hanoal do Dr. Homphreyi 1H pr-^na. yar a
Bntermidadea e mododecaral-afe L^arachs ***>
se M> m boticario oa a
HIMPHISVS' HS0ICIKK t.,
(1 Faitea Street. HBW TCataa.
Deposito gerl na Ca*|i "*
de Drogas e Produjtos uk'usiiaaa
Gerente Francisco Maooel h
Silra.
Tapetes, alcatifas e
e^teims.
Loja das fSstrellai
Padaria S. D. Alaria
Cesar
0 |)roprintrfo dests ladria mama aiiftvcla
le t>u9 freen-c e do s oaft)
as bsIu-08.s bolacbs3 de mimad O-TiaW. F
dro e IruptTa'rii. u fett3 UA-Jt m
da? titfin pa*a roelbor serv- ao nnaatoa ; are
vine i|ne Uaoaa todo ruic lo cmb as talsSea-
das q je ee Tfto espaibaido eom o mrisis lar
mato.
TeleuDone-iiJ




MUTILADO





8
F
Diario de Pe.rnamhnco Domingo 4 de Outubro de 1K91
ioste umpiucso emporio oommercial, em que ao lado do
gosto artstico se pode notar urna excepcional varitdi.de de ar-
tigos de moda enoontrarSosempre as Exmas Familias um me-
ravhoso aortimento de tudo quanto a im ginacao pode couce
ber de elegante e luxnoso.
-------------* c------------
AU HUIR DES DANS
38Pua Baroda Victoria-38
O < Au Paradis des Dame inqueationavelmente,
sreat attictlon do high lif perntmbucano que riele eneoofrati
scmpie o. ma;s esplendidos, ph&ntasiosos e elegantes rtico*
etclhidot cailai088meEt; entre o que de mais 1.0 e maia f
gura nos nercadcs enropens, visitados pelo chefe da cas.
----t-----
------- ___________
O Au Paradis des Oames tem expostos venda, recebidos pelo< alfmos paquetes, rico, e mimosos vestidos bratiCOS bordado* e de cachemira (haute
n uve.ute) vmtes e capas pretas, guarda pos de la e seda; almofades de velludo colchas de seda e renda casacas
coberto de re das ; matinees ; leques ; pelerinas, bordados em alto relevo ; pelabas ; velludos; setin- ; seda etc,
nquissimos cortinados (anda nao vistos em Per lambuco) para janellas e camas
vestidos branca, de Ja guarnecidos de se la e le seda ricamente trab dhados
______JNa iTpossihil dade de enumprartudo o que porsue o Au Paradis des Pames pede s Exmas. Familias a honra re um visita.
VENDAS
A Jeja iih fc.*trellas
acaba <*le receber un
importte sor ti men-
ta i tectdos de fan-
tasa de se algodo.
SPigiiiiiiiiiJieiiiiiiiC
i LUZ =
01 AMANTE,!
LONGHAH & MARTNEZ, Z
J NEW YORK. 4
Lhtfl de Exploso, Fumaba c Mo Cheiro mt
A venda em todos os
b. annazems de seceos e mojhados. L:
r^ ^ g ai ii ii ii ii ii ii ii ii ii r^
Manteiga fina
i.'E
Copenhagen
Latas de 1[2, le 2 li-
bras receberam Antonio
Mello & O. a me'h rman-
teiga at hoje c-nihcida,
latas amaiellas.
Roa % rquez de Ohida n 72
Manequins ameri
canos automticos.
Loja das Estrellas
Primeira Lotera Extraordinaria
BENTO CAMPOS & 0
var,.(
DO
Participara aos seus estimav< id fcvg ezh e ao publico que f.oabam de receber nm
do e esplendido sortimento de voiles de 13 e seda o que ba de maii elegate
para vestidos.
Continuamos a liquidar por jirecos sem limite todas as fazendas do MBM eat.be-
:lecimento afim de que no fim do anno corren*e so ache extincto o grande dep ufo de
que estamos supridos.
Voiles muito chics da 12, de 10200 por 15000 e 800 re s o covado.
Merinos de cores lavradas de u5800 por 1,5500 c 15400 reis o covado.
Fantasas assetinadas de I $000 por 800 e 700 reis o covado.
Setiaetas lisas e lavradas de todas as cores.
A (>Tinil> m nnilooo, ., 4^. *:JI -T" i -. 1 i Madapollo superior com jequeno toque de avaria de 0# 0) pir 8| .00 e de
i\ granae atceitacao que tem tuto esta lotera pelas muitipW 120000 Poriooco res.
RECIFE
faz
vanta^ens, iaz com que os < ncarregaflos garaitam a sua extraccao
infallivel no dia designado que*
24 deDezembro
res.
Tapetes para sof, de 255 XX) por 183C00, e 165000 r i.
GortinadoB, coberts e colchas de todas s qualidadee.
Lindos vestid.s do cartSo, de 95000, 105000 c lGgOOO reis.
Especiahd des em meiis dj cores para senh ras o enancas.
Calcas de casimira de 125 ;0 p r 85000 e de 85^00 P,r 65000 e 4J00C
oatros artigos que promettemos vender a
O
i > L~?B T-A A i I-i ^ Temos tambera a par das lazendas nm deposito de machina
eU pianO e O maiS VailtaiSO Ce todOS OS OlailOS daS loteras mao Singer, Progresen, Imperial e outros fabrica tes que bem
____ D elegancia, solidez e faeiiidade c
Carnizas de tod*s as qualicades e
prejos excesivamente modiecs.
Fsz-se roupa por medid, a pre^s
Machinas de
Temos tambera
sem competencia.
costura
Constituico
DO
Estado 4 P$rnam
Iroco
Vende-se a 400 re
cada exemplar, no
escriptorio do Dia
rio.
Livros de recibos para
alugueis de casas; vende-se
no escriptorio des te Diario.
vendidas no Brazil.
Alem do grande premio de quinhentos coitos tem mais: um de ;treri
cem contos, um de cincoenta Ciintos, e mu i los outros de vinte codos
quinze cont*, dez contos, cinco contos, etc, et(.
(Js bilhete* esto expostos a venda as priicipaes casas de 1 te-
rias.desta cidade e na
con que nellas pode
para tr&b^lhar a
se recommendam pele
trabalh r se e pela orgnisaco
egan
fcil e comprehensiv
Quem quiz-r comprar bara o, dirija-sa a raa do Livramento d. 23, que ene o-
optimaa pechinchas, na na lo a :
A Rosa de Ouro
PURO V1NH0
L A VRA.DIQ
rOLHETIM
fMssiagSs
ama a ursonsiio
BOB
ANDR VALDS
SEGUNDA PARTE
0 INTKNDOTK
Continaacto de n-. 224;
VI
CISCO MINUTf S DE DEMORA .'
E aatisfizaram-se c->m a explic- cSo ?
Creio que sim.
Que pretende fasei ?
Esquadrinhar immedi^tmente os
princlpaes botis da cidade.
Hela E' epasa d ffic, noite.
Aconselhe me.
Os dous fugitivos conhocem Paria ?
Henriqu? nnnea l csteve, e- creio
qua a S.i. Vanderick conbece muito
peuc.. a cidade.
Lembra-me tela ouvido dizer T[e
ali apenas paseara unu oito diss. Certa
ircumttancia nos parece extraordinaria.
uas urea : ou ss hospedara em um
Srai dei hoteis; pariziensea, como o
L" vre, o Continental, o Grande Hotel, o
IBESOORlIi
RA DO CABUG N. 3
1. ANDAR
Preco da cada bilhete rs. 16|000 dividida em viffesi nos de
800 reis. &
O Producto da venda dos bilhetes vai sendo recomido meo
satnente ao Banco de Pernambuco.
A extracto ser feitapelo systema de urnas e espheras
0 mais acceito pelo povo.
OS ENGARBERADOS,
Arthur & Desiderio.
Balco
Venciese nm pequeo balco com comparti-
mentos iaieroos ; na ra Luiz do Reg n. 14.
Tacos para bilhar
De diversas (jnalidades. recebeu a Livraria
Contempornea, roa 1- de Marco n. 2.

m Olinda
Trminos, oa ficaram nos arredores da es-
taca.), & menos que. ..
A menos que ?
A menoe que nSo tenham oceultado
durante urna persegmea> provavel, adm de
so chegarem depois do seu regresso. Em
tal caso, o que fazia.
E a velha dama sorrio bregeiramente
como os 20 annos.
~ E entlo T
Ao chegarmos, nos informaremos nos
grandes hoteis que cercan a estacHo ; de
pois ou me alejarei em um d'elles, bem
em frente i saluda dos viajantes, emquanto
o senhor ira informarse nos outros. De-
pois conversaremos.
Creio que a sua ida excellente.
Seainda nao ti ver m chegado, vel-os-
hemos desembarcar.
Julgo ma muito feliz em tel-a en-
contrado, porquanto, alm dos seus conse
lhos judic'osos, o seu apoio moral me en-
coraja. Emfim, se as cousas correrem
mal, a senhora se encarregar de contar
tudo minha mulher, tao fraca e t3o doen-
te que urna emocSo pode mtala.
O trem, com grande ruido, entrava na
etaco de Douai.
Ah se informaram e souberam que o
doutor, partindo no dia seguirte s 6 ho
ras da manha, s poderia chegar nma
hora e raeia.
Tinbam, pois, nove horas de avanco.
Muito esperanzados com o bom xito
fierara o resto da viagem muito tran-
b aillos.
VII
ENCONTR INESPERADO
Quando o bacqueiro desapparecia cor-
rendo, um silvo da locomotiva fes estre i
mecer o doutor, que engulia a suaprimei i
ra col he r de sopa.
Vende se a taverna sita ra do Coronei Joa
qoim Cavalcante (ntigadoSol), sitoadt em nma
das rasas d* estato do Carino, bem afregue-a-
da e bem locali3ada. propria para priocioiaue
por ser de poaco capital ; a tratar na mesma ou
na rui da Santa Cruz o. 7, Recife.
Chamou o crudo.
Que signal este ?
E' urna manobra de trens, para'dei-
xar passar um expreBso.
Vanderick continuou a sua amave! occa
pago.
De Morcay, perito no assumpto, nSo o
havia lludido. A caa era boa, e o dou um ligeiro sorrso.
Fole
V^nde-seum fole aovo, de 28 pallegadas
Ui Luiz dt R go 0 14.
na
Fernandes Jnior di C. previ nem aoe
seus nmeros freguezes e amigos que re
ceberam urna rcmessa de vinho piro e de
excellente paladar importado diretamente
do sgricultor : recommenda se ]>or n3c
' conter composic^Io alcoohca de ee >ecie al
gnma.
Gh espeeiai
Rc?eboram tan. bem urna remes ja deste
artigo o que ha de melhor no oercade
neste genero.
Vende-se em porcSo e a retalho cm seu
etabeleci ment sito a ra do Vise onde de
Albuquerque n. 54 (esquina da ruii Velha
e na Succursal a praca de Maciel Pinheiro
n. 8.
Recife, Boa V;staPernambuco.
Fabrica de gelo
vgaas e limonadas gases s todas as qoalidades
ioda water, gmger, ale, limao, larauji. cur
o, sbacaxis, granadina, grosellas, fn.cboisc-,
onnilba, hortelS-pimenta. etc., etc.
42-ACAES DO CAP1BARIBE-1!!-A____
Pao centeio
ello & Biset tcado receido nova re.aess :
.rinha centeio, avisa aos seus fregutxes q-
Dlintiam a fabicar este delicioso pie centai
odas as tercas e sextas-feiras ; na ra arga d-
oskrft n. 40.
Para engenho
Libras sterhna
i
Vendem se !b s sterlinas ; no escrij torio a
Polassa, preco sem competencia ; vende Joo Peieira Carnerj & C, ra do Commercio no-
Vlacedo, roa da Imperatrit o 43.
E o outro ?
A's 8 e 55-
Bjn. NSo te enoarrego de me des-
pertar, porque bem poderias esquecel-o ;
s confi) em mim. Traz-me a salada e o
tfourgogne.
Fieando s. doutor nSo pode reprimir
mero 6
tor tomen nota em sua cart-ira.
Entretantf5 depois dos.hora-ios vre, fi-
oou sorprendido com a longa ausenoia do
bacqueiro.
Havia mais de vinte minutos que elle
partir. Renunciara ao jantar? Alguma
cousa o impedir de voltar.
Fes um signal ao criado.
Quando acabar de servir-me o assa-
do, v inftjrmar-33 da hora exacta da par
t da. E saiba porque raslo o Sr. de Mor-
cay nSo voltou.
O rapaz serv o o e bL'.. para tomar as
pretendidas informacSns.
Alguna minutoa depois estava de volta,
com a cara comprida.
Ah! cavalheiro.... Enganei-me !
Peco-lhe mil perdoes. O trem j parti.
E o meo oompanheiro?
Tambe m.
Ah!
Vandefick, com sea ar bondoso, nada
tinha de tolo.
Metteu a m3o no bolso do colete.
Quanto te deu elle ? perguntou em
tom calmo, mastrando Ihe um luiz.
O senhor exc!-:mou o criado, fin-
gindo-se reveltado.
O doutor accrescentou det francos.
Toma l, e confesas o que houve.
O mojo dise com sigo itue, estando pre-
gada a peja, bem poda realizar aquello
novo ganho ; confessou o que se tinba
pastado.
A que horas passa o primerio "trem
da msnh?
A's 6 horas.
nal nao teremos receio dos encontros pe-
rigosos.
Com effeito, elles partiram envolvidos
no crepsculo pardacento de urna b-umosa
manS de set-mbro, pelo trem que devia,
passando, tomar Vanderick em Valenci
ennes.
Luisa quiz oceupar se em pessea com
as suas bagagens.
Arredando o seu amante Bob uiq pre
E' b6a gaerra, mormurou elle, eu
iaiiaa mesma cousa. Pobre amigo, de-
fande o seu filho, que afinal de cuntas texto qualquer, fizera reglstra!-^s para
raa cri*nca quasi inconsciente. E eu Donai.
que fajo ? Persigo urna mulher a qum Subiramoo primeiro carro, por p ecau-
nao amo, que ha muitos annos quasi nSo S^o, esperando ticar assim mais se lados.
a minhi esposa; e que s me inspira des- Com effeito, estava n s3.
preso. Porque? Para salvar as apparen- Juntinhos um do outro, ella indiflireote
cas, para nlo aer deshonrado em urna ci e cansada, elle carinhoso c apaisanado,
dade onde quasi todos me respeitam...
Irai matar aquel!? rapaz que ella enteiti-
i; m e comprometteu ? Ddus me defenda.
De Morcay fez muito bem em deixar-ms
nu caminho A reflexSo acalma a minha
colera absurda. Mais tarde sentira re-
moraos por ter derramado o singue d'a-
iiuelle pobre moco.
Meditou e sua fronte enrugou.
viajaram.
Sabes que pensei n'uma cousa meu
caro...
Q'ial ?
Acho que imprudente cbegt.rmoa
ambos, sem ter previamente alugado apo-
sentos. Meu marido foi a Pariz e iros es-
preita.
Que faser ?
Mas nSo quero ser ridiculo. NSo o Ella pareceu rene tir e diase :
matare:, porm as suas angustias me vin- A partir de Oooai tomars a dian-
garSo. .Tranquillisarei bcu pai, mas Hen- teira.
rique ha de ter o seu velorio fnebre, du- Alugrs dotts quartos, mas em urna
rant". o qual reflectir no perigo de bo casa de pentSo, e sob um come qualquer,
brincar com a hocra.de um homem. Para Dupois, por exemplo, f'z.'ndo-tepasstn por
ma's segurnca escolherei a espada e o meu irmlo. Depois me telegraphirs o
arranharei no brajo. Oito dias de cama, eedereco para Donai.
apenas. A fronte do Henr.que annavon-se.
Depois de beber o ultimo copo de vfr Que tens ? perguntou a sua cimpa-
nho, subi para o seu quarto e deitou se nheira.
fljvgmatlcaroente. Deixar te, Luiza, causa me uaa an-
gustia moital. Tenho medo de te com-'
,*, prometter.
j S algumas horas I
Luiza dera ordem para que a desper- Pouco importa.
m s i horas da madrugada. Em Bruxellas nSo passavas uin dia
Tomaremos o trem das cinco c meia, inteiro sem me ver ?
disse ella a Henrique. A esta hora meti- NSo era a mesma soasa. l., a
Vapor e caldeira
Vende se nm vaoor de forca de quatro -cvai|
os,quasi novo e nma caldeira de coser a va
uo ; em Sailo Amaro, ra de Lofs do R-go na
aero 14.
Libras Sterlinas
Tunde-se na loja de oa de Angosto do r.-
, C- raa do Cabog n. 9.
Alta phintasia
Em bicos ce seda, linho, algodao, Draa^ot
pretos, ceme, beige de todds as largara? pare
casacos e voitas, o que ha de mais moderno, re
ceberam R>do!ptio, Aataoes & C, 67mi Dqine
de Caxlas
MARAVILHA
Finas camisi* e ceroa'a^ de meia. forradas a>
da, tambem veadem Roiolpbo, Aotanes C.
67 ua Duque de Casias.
}onstitirc,ao da Repblica
Acompannada das leis o'gamcas de-de 15 di
Novembro; vcoda na Livraria Contempornea
ma 1- de Marco n. i.
Figuras de bronze
Para cima de mesa, etageres e paa jardins
s se encoolra na Livr ria Contempornea, n
1 de Marco n. i.
Milho pilado no Pombal
Vende-se na padaria a vapor, de pi de tai
Ino, milbo pilado de todas as grj?snras, pretor
-azoaveis.
Antiga fabrica cajnru-
betia
/ende .-e porco de ralbas bebidas, vinagre
loo3 grandes deposita de fo.bas de fbndret
:om lerneiras, machinas de arrolcar, espremer
^tc, etc., bem como um vaoor de forca de pu-
ro cavallos, e urna exc-lente cldeira de nser
io vauno, lquidos, e manes ootros objectof ; t
r.i'.ar oa mesma, das 7 as 10 bora- da manr. >
las 4 da tarde em diante ; oa roa de Loiz (k
nossa existencia era calma, re grada, ma-
quilla. NSo receiavamos acootecimento
algum. Agoiv, a cousa muito differen
te. Vivemos sobre um vulclo A sepa-
racao por nma hora, por nm minuto, ama
angustia mortal. Podaremos nao nos ver
mais.
Que idea entretanto, preciso...
Jura-me que te encontrars coami-
go no trem seguinte.
Juro te!
Os olhes candidos do neo tiveram um
clarSo sombro.
Se me enganasses, Luisa, nlo t'e
perdoaria I
Luisa tomn entre as tnSoa aquella lin-
da cabe 9a e fechou-lhe a bocea com un
beijo.
Mas elle dasprendeu-se, furioso com o
pensamento que evocava.
' NSo t'o perdoaria, replicn o moco
com um tom que a fez estremecer, porque
me deshonraste e as nossas daas exista -
cas nlo podeni mais desunir-ae.
A mulher fitou-o Lugamente, sorpre-
sa e nm tanto apavorada, como a per*
guntar-se o quo lhe poderia elle f*zer ;
mas, aps este accesso de ecerg'a, elle
tornon a ser crian ca, como sem pre o era
em sua presenca.
Calaram se.
A Sra. Vanderick divagava.
Devoras havena um tiomem n aq; ..e
tmido, n'aqueile apaixon do, aempre
cravo do menor cipr.cho das mulneree
que o rodeiavam desde o naaeimuntj?
Encolheu os hombros : q*. lhe imp
ava
Sobretudo, continuou, se fiar al
gum mo encoctro, nega tudo, nSo p
nuncies o me 1 neme. Affi-ma que igne-
raj onde estou e me suppSe em Bruxellaa.
(Continuar fka)




i
Tjp. do torio-Rua Duque deCa xias a. U.
IWTllMfl I


Full Text
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