Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17760


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Full Text
I

*s
*
.
i
maio m*im)
- Propriedade de Man o el Figuelroa de Faria fe Filhos
PARA A CA^PffAJJE. LUO^y TNWW^* feMH?f FAGA -PORTE
Por tres meses-fcdiai.tados.
Por seis ditos idem......
Por um anno ieru.....
Cada namero avulsc-j do mesmo da.
60OOQ.
120000^
23000 &
5100

Os Sil. Amede Priqpe & C-
de Paris, sao osnossoageiies ex-
clusivos de sftmunci
coes na Francae
TELEGRAIHAS
PARS, 29 de Majo.
Qufcst nihilistas de nf.cionalidade rusaa
foram'boj) presos aqu.
Muitas bombas d dy*amite foram ap
prehendidas.%m>
Corre o boato de que organiaarvsb usa
tn.au contrae vida do Csar.
ROMA, 30 de Malo. '
O general Panitza acaba de ser condem-
nado pena de morte.
Agencia Ha vas, filial em Pe: n albuco,
30 de Maio do 1890. .
l
IHSTRCCiO POPULAR
L BiBIIASMAB! DOS ASTBQS
POR
J03MQ2USHO mSlSTaS
O nacer
SicolAo
capitulo n
Beafflcioa da inulruiro -
te Virgilio-O r rdea I
de Cm*
( Contina ac So j
III
X > seculo XV vemos tambem am principe da
igreja, o cartea I Nicolao de Cua. lilho de um
p" scador chamado Joao Crebs, bomem de espi
nto Mostrado e prolaio phibsopho. vemol-o,
repetimos, declarar se partidario da existencia e
habitabilidade de ontros mundos. Como prova
disto, copiamos em cootinuagio alguna dos seus
pensameoto?, depois de ontros muitos qae dedi-
ca "i raaoifesiac) d i mesrm axioma?
Ei os :
Os a'.'.i.i e.. Ja i. ii i do Sol sao iuai apa _
rados de entf ndi nenio, e duplamente illumina-
do?, porque o aa espirito mais perfeito d j que
o dos aaoitaote da La : estes sao mais eaclire-
ctdos que os da Terra, os quaes se apresentam
m-iis material-< e grossei-o*.
Os babitaotes do Sal sao dolados de ama ua-
tu-ezi mais intellectuai, e, portanto, menos ma
ter,alista ; ex quanto que os da Terra sao mais
materias e menos espiritualiza ios.
O habitantes da La acbara-se em um meio
termo entro ambo-, em virtude da influencia
igoea de Sol, da aquatica, e ao mes.no tempo
aerea, da Laa edi gravidade da Terra. Oati-o
tanto se pode dizer dos moradores das estrella?,
pois que nenboma carece de habitantes... etc.
D'aqai se Infere que a i lea havia adquirido
naquella epocha um desenvolvimento extraordi-
nario, ao qual divam cerios visos de autondade
a sapiencia e elevada posicio daquelle qae a
saccionava com os seus raciocinios.
Hoje s sciencia repelle maltas das assergea
ideolgicas que se permittio o bom do cardeal
Cusa. Mas isto nao attenua absolutamente nada
o mrito da concepeo, porque o principio, se
nao algoos dos pormenores, acba se ja suficien-
temente coora,ado pela experiencia e oela pni
losopbia. Alm de que, a douirina que sosten
tou aquelle prelado nao deix ou de acarretar-lhe
serios desgostos. A animosidade dos seos coo-
temj>oraneos, por muito tempo contida pelo res
peito dignidade e indiligencia do sacerdote,
tomou pretexto para rebentar na energa com
qae oalladido prncipe da gr-j i intentou refor-
mar am c >nvento da sua dicesi*.
CAPITULO III
, I
Parecer Moderno Foneaelle -
Uerender m pluralidade de mun
doa era Idea cercada de peritos
imumu da livra de Pontenelle
C brtnliaau Huygtaea.
lsensivelmeote nos temos aproximado de
, chas mi; m dorna?.
Lanc nio- urna rpida vista sobre os pareceres,
qoa. robjstcendo o axioma que anteriormente
assentaramos. emittiram recentemente alguns bo
meos de nolavel talen' > e sabedoris.
Nos Has do seculo XVI, oa p-incipios do se-
gante, o celebre Bernardo de Fonti-nelle pu
bllcou um livro inti'u'a lo Palestra? sobre a pin
ra!idade de mandos.
Este genio rarodisse um Ilstralo bespa-
nhol, referindose a For-tenelle -que mesmo as
mjte. us mais ridas sabia imprimir urna graca e
um i amenidade incomparaveis, no dito livro es
forgou se, quinto pode, para demonstrar qae os
planetas sao Imitados ; mas, anda assim, com
a precaugao de misturar a jocosidade urbana
com a agudeza pbilosopbica ; pelo qae cou ;
feiyio do escripto entre risonho e serio ; de
modo qu; dovidoso se escreveu com intencio
de persuadir, ou so por divertimento.
(Conttnfw)
riATE OFFICIAL
?era* do Estado de Pernada
buco
DK- PACHOS DO Da 29 DE MAIO
de 1890
Antonio Gomes da Costa.Informe o inspector
da Tbesouraria de Fazenda.
Antonio Jos Fernandes.Informe a Intenden
cia Municipal do Recife.
' Antonio Luis Caetano da Silva e Alfredo ral
cao. Indeferido, visto nao terem os pe icionarios
dieito ao pagamento que reclamara.
Benedicto Marques Vieira e Felippa Floripe
de Faria Vieira.-Informe o ci ado inspector do
Tbesouro do Estado.
Cosme Pedro RegaladoInforme o comman-
dante da Escola de Aprendizes Marioheiros.
Felippe de Figueira Faria. -Certifique se.
Francisco Deltino de Salles.Sim mediante
recibo.
Francifca Alex-ndrina AI ves de Al^nquer
oe.Ioloro! o inspector ger-i da lastruegie
Ignacio .Farreira dos Saotos Gal vio.Remet
t ido a Junta Jedica do Estado, a quem o peticio
Daro e a|tefcntr paia ser iospeccioBado.
Jesf Pa^iwotjlho Informe o inspector da
Tbesouraria deVazenda.
Joao *a|lsto de Albuquerque Maranhao.Pro-
videnciado com offieio de 11 desle mez dirigido
ao maVd&H- da Thesouraria de Fazenda.
Bacbi Jos Antonio de Almeida Cunha.-
I nforme o M>pector do Thesouro do Estado.
Joeqotft Mtnna da Rosa Vires. Remet tido
i Medica do Estado, a quem o peticionario
mjprsnnntejPara ser inspeccionado.
joaquim Lucillo de Siqueira Varejao.- Entre
e, meeiante reetto.
.no* Valeria de Lima.Deferido, com oficio
,oje ao Tbesouro do Estado.
Luis Cordeirode Bendrides.Enireguem-;e os*
documentes, mediante recibo.
Livramento dr*C.I iformejaJaspcor da The-
souraria de Fazenda.
Martellina Goncalves RBWpalnferne o enge-
nheiro em ebefe do'Prolonga^meio da estrada de
ferro do Recife ao S Franci'cj e da entrada de
ferro do Recife a Caruar.
Manoel Martins Lodrenco Deferido",xom offi
ci de lioje ao inspector daThes urarla d? Fa
renda. .
Mara Amelia dos Santos Porto.Infon
inspector do Tbaeouro do Esiado.
Bacbarel Manoel RaymuoJo de Araujo Pi
nheiro.Deferido, com oflicio Be h^gdj Toeacg
raria de Fazenda.
Manoel Gomes da Cre Wer
despachei idrnticas recla.macOe;
'rio.
Alfeies Nicanor Guedes de Montes Alves.
Nesta data auloriso a Tesoararia de Fazenda
a abonar ao peticionario um mez de sold.
Bacharel Rodolpoo Carvalho.ProTidenciado
com oficio de 21 deste mez dirigido ao inspector
da Tbesouraria de Fazenda.
Tespasiano Jos de Mello.Indeferido, em vis-
ta da informacao da Intendencia.
Secretaria do Ooverno do Estado de Per-
uambnco, 3C de Maio de 1890.
O porteiro,
H. M. da Silva.
Repnrtico de Polica
2. Becsio.N. 119.Secretaria de Po-
lica do Estado de Pernambuco, 30 de
Maio de 189J.
Foram hontem reclibidos Casa de De
tencSo os individuos de nomes Luiz de Al-
meida Araujo, Manoel Jos de Barros,
Antonio Balbino de Souza, Antonio, Fer-
reira Lopes, Antonio Ricardo de Lima,
Joanna Mara Francisca da Silva, Paulo
da Costa, Jos Antonio de Olveira e Ro-
salina Mara da ConceicSo, conheoida pelo
nome de Rosalma Tabica.
Entraram em exercicio as segaintes
autoridades policiaea:
Antonio Jos Lopes de Albuquerque
Jnior, subdelegado do 1. districto de
Tracunhaem.
Fortunato Jos de Sampaio, delegado
do termo de Olinda, na qualidade de 2.
8upp!ente.
O chefe de polica interino,
Francisco Xavier Ouedet Pereira.
A divisito
guinte :
5 *j0 para fundo de reserva
8rria58:69^472
10 [ $tr\' dividendo a
8,dlX) aceffes
Spris 25.-657<$899
-'P Io Para os ttulos de fun-
* dador
5 [, para a direocSo
5 (, para o conaelbo fiscal
para compltilr>o^000 de di-
r'4**&M?*&> livre
de fmpWlb de rendimen
to
Salda para cjnova ,
4i' "IlTs
propostj dos lucros a se-
2:934^030
30:100*000
2:5655880
1:282*890
1:282*890
21:500*000
523*616
60:00?*000
Estes resaltados, correspondentes a
mais de 17 p. c. de distrbuicao de lacros,
bSo sem duvida muito satisfactorios em
relac&o ao exercicio.
A Jompaabia do Mont, Estoril propde a
seguate divis&o de seas lacree no totel
de 21:915*687 res.
5 p c. para fun-
1:095*784
c.
do de reserva
5 p. c. para divi-
dendo
ublica-
ra.
PARA DENTRO fi %RA DO ESTADO .
Por seis meses adiaatadn. 13*500
Por nove ditos ieau..... 20*000
Por um anno idea...... 26*000
Cada numero avulao, de diaianteriores. *100
Este
arte se
ventiva" e
para o dl
Urna fra
vasto foco
nao se.des
11:250*00) 12:345*784
e do restante
20 p. c. p:ra 0
conselhoda
administracao
5 p. c. para o
conselho fiscal
Para elevar o di
vi den do a 7 p.
c. : mais
9:569*903
1:913*980
478*495
4:500*00 6:892*475
Cerno
Recebedorla do Estado de Per
DESPACHOS DO DA 30 DE MA.O DE
1890
Antonio Geraldo do Reg Barroca e Manoel
Francisco de Sonza-Informe a 3ecc5o.
Vicente Licinio da Cesta CaropeUo
que se.
Gomes Fiiho ACA'l* seccao para os Hns
devidos.
Francisco Fabi&o do Monte.Em vista das in
formacoes nada ha ana deiirir
Marques A C A 1" seccSo para os fin3 con
venientes.
Francisco Lopes Guimares. Reforme-se a
col le ota do estabelecimsilo do peticionario, de
accordo com a informacao do laoc dor Lemos.
As pretendes doa possaiiores do caf
de Angola, diz o Jornal do Commercie de
Lisboa, tao anda de 4*650 a 4*709 pelo
Casengo e 4 ?850 a 4*900 pelo de Encon
ge, tendo sido regenadas, porm, pelos
importadores em virtude da frouxidSo oa
desanimo em que se aeban actualmente os
mercados reguladores.
Esta desanimo tem-se accentuado mui-
to, principalraen e entre os altistas, por
causa d >s boatos de que a i it ra saira do
Brasil ser muito maior do que se conta-
va; porm, contra iato e em favor do
mesmo movimento especulativo na alta,
vemos nos n'um jornal ioglez a noticia de
que um parsita, semelhante ao que des
truira os cafs de Ceylao, atacara os ca-
feeiros de Java a ponto tal que Be pode-
riam julgar arrasados dentro em breve
tempo.
O que verdade, j conhecida, que a
colheita naquella posessao hollandesa fa-
Ihou ne te anno, nSo sendo avahada em
muito mais de metade do que annualmen
te costumava produsir.
Esta produegao regula va ordinariamen
te por 14 >:00U toneladas de ptimos ca
fes, muito parecidos as suas propriedades
com os cafs da ilha de S. Thom.
*
Conforme o relatorio trausmittido pelo
cnsul do Br*zil em Antuerpia ao minis-
terio das relacdes exteriores, o movimen-
to da navegacao entre os portos do Bra-
sil e os da Blgica, no 2o trimestre do
anno passado, foi :
Entradas,15 navios com 20,759 to-
neladas e carregamento do valor de.....
12 348.020 francos.
Sahidas. 19 navtos com 19.743 tone.
ladas e carregamento do valor de.......
5.961.248 francos.
I*
Nos artigos exportados da Blgica para
o Brazil entram nos primeiros lugares s
Trilbos, com o valor de 1.156.234 fran-
cos; tecidos com o de 1.23 i.054 francos;
ferro e ac, com o de 691,000' francos;
louca com o de 878.800 francos, e armas
com'o do 257;490 francos.

Diatribuiram-se, diz" o Jornal do Com
mercio, de Lisboa, os relatnos da Tapa-
da, Nacional de Esta nparia e Tinturara, e
Mont'Estoril.
A Tapada d 6*000 por acolo, oa cer
ca de 17 p. c. do capital, enoontrando
neste'dividendo o pagamento de ama en-
trada de 10 p. c. s>bre o capital das ac-
eites, que a companhia pede para desen
volver os trabalbos da lavra da mina.
2:677*428
Tinturara
e para pagamento de contri-
buicSes o saldo de
A Nacional d'Estimparia e
propoe, alm d'om dividendo ordinario de
6 p. c, um ontro complementar de 2 p.
c. como se v da divisad, sabmettida
approvacSo da assembl geral, dos lucros
do anno, na importancia de 53:062*224
ris :
p. c. para fun-
do de reserva
p. o. para di
vi den do as ac-
eites
2:653*111
24:30. *000
--------------26:953*111
Srris 26:109*113
c. para o
15 p
con seibo da
administracad
5 p. c. para o
conseibo fiscal
10 p. c. para o
gerente
2 p. c. de divi-
dendo supple-
mentar
SJdo
Rs.
3:916*366
1:305455
2:610*911
8:100* 00
----------------15:932*732
10:176*381
53:062*224
A sitaacao deseas tres empresas ,
portanto, satisfatona bastante, especial-
mente a das doas ultimas, nao tai sujeitas
a riscos grandes como os qae caracteri-
sam as empresas mineiras, qae, em com
pensacSo, n'alguns aunoa apresentam re
sultados superiores aos de quaesquer
outras.
Valores de especulacao, os da Tapada,
e de capitalisaco, os das ultimas duas
Lemprezas, para todas correu prospero o
anno de 1889.
Oxal que os seguintes exercicios nao
sejam de resultado inferior aos do findo, o
que alias de crer, visto que as tres em-
prezas acabam oa esto em vis de termi-
nar o periodo de organisac&o, que ordi >
nariamente o de menor rendimento, quando
nao de aprendisagem.
Faculdadede Medicina de Pars
TILI ADE PBATJCA DAS NA^Os
PTHOQENICA>
Licc3o do profesior Bouchard
Traduccao de Jos Ferreira de Camargo
autorisada pelo autor
(Conclus&o)
No caso que acabo de figurar, a ferida foi pre-
munida contra o ataque do staphylococcus, e
sarou sem supuracao; mas a pelle nao fui pro-
tegida em toda a sua extensao e o agente infec-
cioso, que est por toda a parte em roda de nos,
encontrou al e no qual de*envol veuse, porque encontrn um
meio excepcionalmente favoravel sua pullu'acao.
ao neste caso, a doutnna que esta em erro,
o medico que desconheceu aassociacao dos
dous processos patbogenicos, as pertarbacOes
pri-nitivas da nutricio e a infeceo.
Oulros ficam admirados quando. na coavales-
c>nca d'um phlegmio, vm sobrevir sob a in-
fluencia de um resfriamento, de ama fadiga, de
urna emocio penosa, de nm coito, urna corapli-
Cacio imprevista, ama angioleucite. urna ery*i-
pela.
Elles sabem qae nio se trata de ama infeccao
nova, mas qae a infec^io pnmiiiva se eslende
alm dos limites em que a reaccio orgnica a
linlia at entio circumscripto. Mas elles nio
sabem que a accio servosa modificou a nutricio
e tornou o organismo habitatel para um micro
bio, que antes do choc nervoso, nio tioha podido
penetral o profundamente.
Elles aecusam a doctrina de oj explicar os
factos clnicos, porque ainda desconhereram a
associacio de doas processos pathogenicos: a
reaccio nervosa e a infecefio.
So concpgOes especulativas ?
Pela minba parte, creio qae elles importam
em alto grao para a hygftne e para a therapeu -
tica.
Possuir a noci da lnfecco um progresso ;
s ver a infeccao se condemnar a urna estrel -
teza de vistas qae impede de comprehender mui
tos accidentes mrbidos e bem assim de evtalos.
fico acarreto am damno para a
nio para a therapeutica pre
tiva, mas para o orornosco e
ico.
do urna couiusio produziram um
guineo, mas a pe: est intacta,
re a mnima erosio pir onde po
deria te ItKfbduzir um agente infeccioso o
diagnostico^ favoravel. Mas ha microbios no
intestino e ojo crdes que elles respeitem a bar
reir epithehil; elles eatregam se incessanle
mente a tentativas de evasao ; mas o phagocy-
ti?#) os >1>vo e os destroe, aps um curto tra-
jeetq.. Que a vida da cellula venha a ser sus-
pensa ou dininuida pelo choc traumtico cuja
accio inottooria sobre a nutricio foi demons-
trada pelas experiencias tao decisivas do Sr.
B;ow i Seqaard ; entio o phagocytismo ser em
barajado durante al, passam ao iangue e ebegam ao foco, coja mate
ra fermenta. 0 cirurgiio v com admiracio a
crepitaco gasoia se desenvolver; a febre atear
se, a infeccio se produzir, quando elle a julgava
impossivel. k
Ella fez se por urna porta que elle julgava fe-
chada e qae abri se por um processo qae elle
nio -uspenava. Eis para o progoostico o resul-
tado qae pode ter am coabecimeato incompleto
"los dad03 relativos infeccao.
A phtisica infecciosa; o bacillo de Koeh
pode eliminarse com o paz e os destrocos do
palmio invadido: notase sua presenca nos es
carros, tem-se un signal de certidio. 0 que
va I era ao lado disto as minucias do diagnostico ?
O exame bacteriolgico vos di em dez minutos
ama certeza absoluta que nio vos dar nanea
no mesmo'grao a xploracio clnica, lio longae
lio laboriosa.
illa passa para o segando plano e arrisca de
ser negligeociada. Mas os bculos podem fallar
na expectoracio, mesmo em exames repetidos e
precisamente nos casos em que o signaes da
auscultacio sio de ama constataco mais deli-
cada. Nio ba ah que temer que a preoccapa-
cio muito exclasiv da noci- da infeccao leve o
medico a negligenciar algom tanto a educaco
de seas sentidos < diminua sua babilidade na
arte tao difcil do diagnostico ?
Eu podara multiplicar os fados que demons-
trara quanto pode ser desvanlajoso-para a intel-
igencia e para a pratica da medicina, de deseo-
odeaer os processos patognicos ou de absor-
ver.se na proccupJtio exclusiva de um s$
desses processos.
A nogao da infeccao, quando ella exclusiva,
torna se, por sso mesmo, excessiva as saas ap
plicac&es. As operacbes ouir'ora as mais temi
veis t'-em, gracas a essa noci, perdido sua gra
vidade; .a habilidade operatoria pode tudo
affroutar. A cirurgia est no sea auge; temV
qae, para alguns, essi festa se torne em orgia.
A opracio que devia ser curativa torna-se ex
plnradora.
Eu proc'urava, ha pouco, premunir o medico
contra am ni con veniente qne pode resultar-da
procura habitual dos bculos nos productos de
expectoracio, mas mantenbo qae esta procura
obrigaiona.
0 que direi da laparotoma exploradora, outro
processo de investigaco. que igualmente deriva
da doutnna' da ioTecvo, porque as applicacOes
dessa doUtrina toroaram relativamente inoffen-
siva a abertura do peritoneo ?
Direi qu* ella pode tsvar o cirurgiio a ter em
meno: estima os processos delicados e diffljeis
da exploracio clnica ; que elle ir de boa von-
tade procura de ama certe/a absolala por um
meio mais fcil, mas menos inoffeosivo. Nao
refuto essa eperacao e a considero como legi-
tima quando ella indispf nsavel.
Ella nio pode ser ndispensavel senio quando
o primeiio termo de urna operacio curativa
DjBvavel e quando qualquer outro processo de
diagnostico foi mallogrado : a ultima ratio.
Quanlo a diplomacia impotente, o caoho
pode ter algnma cousa de bom- Digo outro
tanto da laparotoma exploradora. A noci da
infeccao foi ua beneficio napreciavel; mas ella
offerece para a pratica taes facilidades, qae dei
xanlo se levar, ella ter alguns inconvenientes;
quando s se tratasse da fineza do diagnostico
que poder se perder ; ou ainda da intervengo
operatoria que arrisca de toroar-se temeraria.
Pao mp, pens, diier que conveniente re
si8tir a este arratamente e aprumar se nesse
declivio.
As apolicacoes therapeuticas deduzidas da no.
gao da infeccao lizeram suas provas na cirurgia
e na cbstetrica ; e as estendfram com vantagem
a quajt todas as cavidades serosas e a quasi to-
das aTsaperticies mucosas ; atrevo me em dizer
que ella pode prestar medicina, servicos com-
p.raveis, em cerlos casos, quelles que a acti
sepsia presta cirurgia. A therapeutica anti
sptica intersticial, tambem j den boos resulta
dos; mas alem as excepcOes que nio sio muito
raras, a antise^a geral ainda mais tOeorica
que p;a'ica. Tal vez porque a tenbam fei:o de
urna mandira cega.
Ha alguns anuos, estabdecer a naloreza in
fecciosa de urna doenca ou de um accidente
mrbido pareca ser suficiente para a interpre
tacio pathrgenica e para a applicagio therapeu
tica ; pensava se tambem ter explicado a doenca
e indicado o tratamento que me convinba. Nos
nio teriamos hoje essa certeza, porque entrou se
mais profundamente na cemprehensio da nfec-
cio e da virulencia. .
Comprehendemos que o agente infeccioso em-
prega diversos processos ; que a doenca viiuleu-
ta nao como se corpo entre os microbios e as celluias animaes,
ou que, ao menos, este confliM eo e urna cir
cumstancia accidental ou ageeasona daloUe
aue a accio directa ofTeosiya s mais das ve-
zes talvez. dirigida contra as cellulas ; que elle
antes ura processo de defeza do organismo
que uro meio de ataque do elemento pathogeneo.
Discernimos que s mais das vezes es microbios
i-ff-ndem pelos venenos que secretana.
Esta questio dos venenos secretados pelos mi
crobios e de que depende sua virulencia, est na
ordem do dia. Affl-raada sem provas pelo Sr.
Toassaiot, indicada pelo Sr. Cbauveau como de-
vendo explicar melhor certos resultados de ino
culac tes, recebeu do Sr. Pastear um comeco de
demonstracio experimental e acaba de ser defi
oiiivamente eslabelecida pelo Sr. Charnn para a
doenca pyo-yanica, pelos Srs. Roux e tbimber-
lanl para a gangrena gasosa, pelos rs. Chante
mes Roux e Yersin para a diph ena. Si a virulencia
nao mais do que a toxicidade das materias se
cretadas pelos .'icrobios, o ponto de vista tbe
rapeotico muda, porque nio com antispticos
nue se corubdte os venenos- <>eiu duvida darao
te o periodo activo da doenca, quaodc o agente
infeccioso contina a multiplicar-se bom onstar
sua pululacio ; mas nio necessario eaquecer
o veneno, o nico que, provoca os accidentes
mrbidos. Si es-e veneno secretado sobre
urna aupertice accessivel, pode se evacual o ou
preciptalo, impedir que seja abBorvido ; si a
ab'orpgo ja effrptunn se oa se ella foi pnmiti
vamente l na intimidade dos tecidos,
pode se a-. i aitingil-a, queimal a activando as
corabasiOts : forjar soa eiminacio pelos emun
dorios Pode se em todo caso corsbater s^uj
tffeitos ntosiologu-os pela administragio de sub
stanciaUta-'onistas. ntre lodos esses meios,
a elimioafio do veneno mrbido aquelle cuja
realidade se ach i melhor estabelecida.
Demooslrei, com effeito, que as doencas in-
fecciosas, as orinas eliminam ama parte notavel
das substancias venenosas soiuveis que foram
J
secretadas pelos microbios so corpo durante a
doeoga ; que pode se, ini-tetaato, d;pois de es
'.erilisagao as urnas de sm au^l atacado da
doenga pyocymica, provocar n'ja aaimal sio,
os symptomas easenciaes e muito e-pv-iaes desta
doeoga
D mesmo mido, d-pois de teriojectido n'um
animal a cultura esterilizada do bacillo pyocyi
meo.
Os Srs. Cbarrio e Ruffer psderam. recolbendo
as orinas deste animal e ai iajecuido n'um ani-
mal sio, provocar ueste as psraljsias caracteris
ticas da doenca pyocyaaica. Os veaeoos morbi
dos e especialmente os veaeoos de origern mi
crobianua se eliminara pois, petoi rn, como os
veuenos nataraes. Si os aatii^piicos podem ser
racionalmente empregados no periodo de aug
ment das doengas infecciosas genes, po-qae se
os empregaria ainda no deciinio dessas doencas
quanio o microbio cessa de pollutar? Mas entio
os accidentes virulentos nio desappareceram, o
veneno est anda presente e activo, porque elle
elimina-se lentamente o sea d-apparecimenio
oarece nao ser completo em menos dl#.
Assim a infeccao, melhor eoraprebendida, nos
volve talvez para tras, nos reconduzindo i velha
nocao das materias peceaotes; *das ella augmen-
ta a iotelligeacia das coas e aos fas compre-
hen ler que, no iratamenit das dDeacas rafeceio
sas geraes, os antispticos otis algaans vezes.
sao sempre. rasura ;ieates e em algoos casos
irracionies Elles o sao sobretudo qoando nio
ba mas nem microbios nem veneno, e o qae
acontece em inultos casos em ene se vft persis-
tir e mesmo se desenvolver accilentes, muito
tempo depois da doeoga io/ecdosa. Estes acci
denles nio sio infecciosos e awntt oSo sao lo
xicos ; mas o veneno iaaprmansano anteriorm in
te as cellulas, e vicloa sua nstncao de ama ma-
neira du avei. Nio com antispticos que po-
dis reparar essas consegueacias daradouras oa
iongiaquas da doenca infeccioM, mas sement
por meio de modificadores eraes da natricio.
Nao faltam praticos, qae, se iasptnodo as dou-
trinas modernas, tratram urna paralysia diphe
rica pelo iodo, p -lo oxygenio, mesmo pelo acido
pbenico ou pelos balsmicos ; mas se conbeces-
sem as descobertas pamogesos emtempora
neas, elles voltaram s antgia pratica^, aos
saes neutros, aos alcilinos. sos iodoreUH, aos
sulfurosos ; mas sobretodo as estimalacoes ner
vosa?, s fr goes, aos diversos processos qae se
toma a bydrotherapia, a balneotaerapia e aos re-
cursos da medicacio thermal. Assim a medida
que compreheude se melbor e que conside
ra-se n'um ponto de vista ms estretto, a patho-
genja, ao lado de saas acqaisicdei aovas grapa
os meios de tratamento qae doramos ao empt
rismo e os salva do naufragio, explicando os snc-
cessos da amiga medicina.
Vos o veles, a fuelles qae team estranuos
patbogenia sob o pretexto qae ella sem uti
lidade, en^aoam-se ; mas depravadamente,
quelles que crem na paibjgeau igioram tj
dos os ontros uro ;essos, excepto a i ifecco. A
maior parte d'aqueltes qae dedixem saa eoadu-
:ta dessa noci da infeccao, d'ella tem se-
ment urna conc^pgao errnea, incompleta, es-
tril.
Oeste modo tem-se bom jogo para combater a
therapeutica pathogenica. AsaeUes qae igoo
rara, negara com firmeza, aqaeUes qae sabem
afli mam com timidez e teem mais que os pn-
meiros, consoiencla de soa ignorancia ; elles
sabem que muitas coasas anda Ibes escapam.
Nao podemos, felizmente, accresceaiar : tantas
de.-cobert i- se succedem !
Diz se com razo : a cada doeoga infecciosa
especifica corresponde um microbio especifico,
e er se poder igualmente diser: a cada doen
ca infecciosa corresponde am microbio diffe
rente. E' um erro. Um microbio pathogenio
de urna especie determinada pode nao produzir
nada oa provocar urna lesao local oa traxer a
morte ou lesio. A lesio local, se ella se desen
volve, ode ser nica, circumsenpta, oa dilTuia
ou mltipla. A doeaga quaado sobreven pode
ser insign hvante e passageira, oa mortal, ou
chronica. O streptocoecus pjageneo pia pro-
duzir o pble^mio, a pblebite, a angioleucite,
aerysipela, a meniogite, a infeccao parlenla,
a feDre paerperal ; esta febre puerperal poder
acompanbar-se di trauspiraco diphterica do
tero, de infiitragio deste oread, de peritonite,
de coagulagdes venosas, de abeessos metastati
eos, de suppur-go das serosas ; oa bem, se
ter a febre puerperal sem lesoss ; quanto s
lesoes locaes, ellas nio suppurario necessaria
mate. Nio se julgava possivei. ba alguns ai-
nos, ma tal variabilidad dos effeitos de nm s
microbio. Hoje, que o facto ea eitabelecido,
iavoca se, para nxplical-o, a influencia do terre
n>, que pie variar de am ind Nao sou eu quem contestar a iaQuensia do ter-
rn) ; affirmei a e teutei estabdecel-a n'uma
poca, em que ella era suspeita ; os oopbytos
considerovam como retrograda toda noci capaz
de restringir o papel preponderante do micro
bio ; mas a influeocia do terreno explica ludo.
Basta o microbio para muitas vetes dar razio a
taes differengas.
A virulencia cou3a variavel; ella tem graos,
atlenod-se ou fortitica-se. Mil circamstancias a
influenciam : o meio em prticnlar ; a presen
ca do ar, muito oxygeaeo pode dimiaail a ou
supprimil a ; pouco de oxygeneo a exaltam de
ordinario ; ella dirainue-se n'om meio origina
riamente pobre ou n'um meio empobrecido pela
longa dur-agio da vegetafao do microbio ; ella
se exagera quando se animalisa o meio natri
vo ; o qu- acaba de demonstrar o Sr. Gbau
veaa que restitue a virulencia perdida, bacte
ridia carbunculosa, quando elle a cu ti va n um
cal to addicionado de sangae. Di se-lhe aui*
intenndade quando a fu-se passar de um meio
inerte n'uma serie de organismos vivos ; demais,
essa fortifieago vara segundo as especies ani-
maes, de tal sorle que pode se diminuil-a qaan-
do tran planta-se o microbio, de urna especie
animil mais favoravel, em umi ootra especie
mais refractaria. Um cerlo namero dessis con
digoes encontram-se muitas veses na patholoza
humana ; quando o streplococeos, moderada
mente virulento, multipliciae n'uma chaga an
fractuosa, em cloacas ftidas, na cavidade ate
ria avivada, sua virulenta aagmeota e elle
pode provocar accidentes graves que sao nflrii-
laraente mais r ros quando elle vive n'uma cha
ga limpa e arejada. Em presenca dessas varia
ges de actividaae, pergaaU se : onde esu o
typo da virulencia normal e se arrestado a
concluir que essa normal nio existe. Entre as
fonegoes chimis de um microbio pithogeneo,
ha uiua que produz as substancia toxicas ; esta
funegao mala ou menos activa ; iraca oa ferie
es a actividade virulenta normal, sendo o con-
junto das coodiges exteriores qos o desenvol-
veram e que quasi impossivet de determinar
omp!etamente. O que ha de eerto qae, se-
gundo os casos, o mesmo microbio tem ama. vi
rolencii nulla, fraca, moderada, intensa, exces-
siva. Assim explica se a variaWtidade dos ef-
feitos de um mesmo virus, qne desconcertava
os adeptos das aovas doctrinas e os fasia dui
dar do valor de-suas creagas.
A virulencia pode extinguir-se, o microbio p
de mus-rao cessar de puiiular, elle sio esti mor-
to por sso Elle dorme em algom ergio, am da
desperta se em seguida de um traumatismo lo-
cal ou de alguma deteriorag*> da sanie geral;
recobrou sua virulencia. A tttm-rsmiiU suc
esda a um curto somno ; os impeles tardos que
fazem miift oa em pontos aff.sttd'oB da rego
ptiirivamente infectada sao os eaeitos de um v

despertar depois de am loago somno; fw *jm-
tiheagao clnica dessa concepgio que o Sr. Ver-
neuil resumi n'uma palavra : o microbisao la-
tente. Tudo iato pareca ainda contradictorio eos
a doutrina. Nao se comprebendia, por ex mplo,
como em certas muiheres a volta peridica das
regras trazia peridicamente ama eeysipeta sene
infecgfio nova.
a renascenga de am microbio al gamas veses
devida ovasio do organismo por am outro
agente pathogeneo. Nos nio sabamos bem qae
quando doui microbios diferentes se achara em
co:iflv ;to no mesmo organismo um d'elles pode
prevalecer sobre o outro, e que pode disso re
saltar para este ultimo urna impotencia, oa co-
mo dizij-se urna attenuago. Quanto a badn
da carbunculosa, Emench, provoa que ella
embarazada pelo streptoecus da erysipela, Paw-
lowsky mostrou que o pneumocoecus procede
do mesmo modo ; eu mesmo cure i o carbonelo
inoculado n'am coelbo, inoculando depois o ba-
cillo pyocyanico. Mas si, sobre o mesmo Ierre
no, doas microbios podem obstaren) se, igual-
menta podem auxiliarem-se alguinas vezes; o
Sr. Roger nio demoastrou recentemente qae a
inocnlacio do bacitlus prodigiosas torna possivei
no coeuio o desenvolvimento de ama especie
paroular de ga igreoa gasosa qual este aai-
mal refractario quando os dous microbios nie
eso jnelos ?
Assim cada dia a sciencia dissipa a s oo'nlra-
dieges apparentes. Ella descobrio o microbio-
no refugio onde elle esconde se e recelbe se. nao
smente no bago, na raedulla dos ossos, aos or-
gos lymphoides; mas nos pulmOes, uo figado,
nos rins, nos eadotbelios vasculares. Si a pra-
seng i pie nio despertar em todas esa as panes
um trabalho pathologico appreciavel, no entre-
tallo irapressio iou sen typo nutritivo, e mais
tarde qoando desappareceu, podem apparecerle-
soss ebronicas, cirrboses, oepnrites, endarteri-
tes, alterages valvulares que reconbecem ama
infeegio come causa, mas como causa longiqua.
Sio outras tantas doengas de origem infecciosa
is quaes os antispticos nio sio appli cavis.
Essas localisage8 tardas das doencas infec-
ciosas nio pro je Jera mais directam ente da in-
fecgii, ellas resulum de ama pertor bagao per-
mauente da nutricio das cellulas de castos ar-
gaos, que foram impressionados anteriormente
pelo agente infeccioso. Ellas tm a maior ana-
loga, como lesOea anatmicas e mesmo tosan -
processos pathoginico, com semelbantes akesa-
civ.'i dos mesmos orgios que sobreven ana
doencas geraes da nutrigo e em certas intoxi-
cago s.
E' por esta razio que, as ligoes de3le anae
onde dero estudar as localisagos as decafot
geraes, eu tratarei paralelamente das qae s*e-
cedem da iafecgio, das qoe derivam da dioanese
e das que sio produzidu pela intoxicaeio.
Hoje, quera deixar em vosso espirito este
pensamento que as noyes pathogenicas sio nnad
3ue possuir ama s noci pathogeoica eaa-
emna impotencia, qae as contradcete an
que faz-se grande baralho entre os ft-ctos clni-
cos e 33 doutrinas pathogenicas sio apparenea
e qae a obra scientiftea de cada dia os dissipa
dando aos facto- sai verdade ira interpreta-
gao. 4g
Paris, 11 de Sitembro d 1889. 3B-
___SCJENGItS E LETTftAS^__
O Mujrrakyi |
ESTTTDO DA ORIGEM ASITICA, DA CIVILIXA-
9AO DO AMAZOSA5 NOS TEM POS PKEHI8-
T08ICOS, POB J. BARBOSA BODSIGUES
Introdcelo
(Continuacao)
O indio que disse aos hespanbes que o ra
tinha o noma de ParQ pertencia ra ga platiee-
pbala, e adorava as ptdras verles. Garcillaan
nos diz qu'ils adjraient une Eme rande ni
tail presque>us3i gros3e qu'un oeuf d'antrn-
ebe .
O Par com o correr dos securas, com a ms-
ela le outras lingo as, quando chegou Hespa.-
nba, depais de atravessar a Italia e a Gallia, en-
tava modificado, se a modificagio n io foi em
pocas posteriores, porque entre os Vasconcos,
na sua lingua, a Euskara, a agua expressapnr
nr, isto : a que se move, a que se estende,
que nio mais do que o ru Sanskrito modifica-
do por umi metatnese.
Nole-se que os Vascongos, urna das ragas das
questiones vexatae da elhnographia, e qoe ten
um idioma fort ancien dont 'origine est incomwmt
(I), sio 03 que mais se orgulham da sua nobrexa
e se julgam com o privilegio de possuir a or*
za universal, por desceoderem dos que na his-
toria sio conhcidos por karistos, avoengos qne
sahindo da Tartaria se espalharam pelo globo,.
protegidos pelo muyrakyti de nepbrite.
Ainda mais, hoje, sio os uuicos que na prn-
oria lingua conservam^por orgulho, um disriu-
ctivo para mostrar ser a primara, a mais dison-
la e a dos que pelo trabalho do campo se nc-
bilitaram.
O nome Ewkara, da sua lingua, corapoe-se de
Eus e ara. Eus ou Us nao mais do qae am
prefixo do dialecto Osea. E' o OH ou Opta
que os Sammitas herdaram e legaram aos Sa-
binos da I ali', que modificou se depois em esc,
vesc, vasq, gasc e base qae produziq o osca,o vet-
eo, o visque, o visconco, o gasean e*o basque.
Este ose os Gregos traduziram no op*ci que pro-
dazio opicus dos latinos, de opus, a mo d ov
bra. Euskra ou U-kar exprime, pois, a lin-
gua do invasor valente e lavrador, de oci, o la-
vrador, e ira o estrangeiro ou invasor.
Queijem alguns que B isque se derive de basac
e kos, selvagens montathezes e que o nomenoe
a si tambara dio de Eusq Aldunac se derive de
Escu, mi, alie hbil, e aunac, os que tem. Os
montanbezes, os que tem mao hbil, sio exaeta-
nente os lavradore?, os irabalhadores do i-
po, como bam exprime o antigo osc, que den o
moderno escuald. Tanto a Iberia importon o
vocabulo da Itali. j em segunda mo, que Hinu-
boldt nos diz que :Des traces de leur langne
se peavent encor retrouver dans une p"?5
considerable de l'I'.alie, ou peut tre lis prcid
ruoC les nations italiques de race ariane (X)
Que a lingua tambera foi emigrada para aira,
temos urna prova'to ter Klaproth, as 600 pa-
lavras que vm no MUhridate*, achado IffOcoja-
raizes sio sanskrias. *
Analogas entro o Vajcongo e al^ diale-
ctos da America tem sido acbadas e entre en-
tras, sobre a propr.a palavra opi*oi aprsenlo,,
apenas no Guarany, Akip>, que significa labrar
la tierra, como nos dit Montoya.
Assim co.no os Vascongos perpetuaran) o tara
nonorae de sua lingua, assim, timbera, os YUt-
uexjs auardam-no com grande respeito, posto
qoe, avassalhdos pelos Suecos e depois ptto*~
Russo, como rjome patronmico. Os Finnezes*, -
em geral, conhecldos por Suomalaisft, slo:
povo das lagunas, por babitarem hoje as terras>
alagadas da Fi ilandia, se diviem era duas it-
bns, a dos poderosos e estranbos e a do3 monta--
uhezes : a dos ff'iriie/ait e a dos Haemaeaet*
Antes de emigrarem pan o norte da-Enrona, *o ^
lempos ravthologicos,vhbitaram nm pas <
que a callara intellectuat florescia, tanto qne se
(t) ine. Del de Ingaistique P1* ** __
(I) Augusto Braehei. (ouvelle biammam:.
Francaise, 1884, pig- 3.

1
-i
i
m fe# B I


Diario de Pernambuco-Sabbado 31 de Maio de 189




r
prova isso cora a sua Iliada, qao tomou o nome
desse paix, a Kalevala, a morada dosKaras, que
perpetua os fetos heroicos do povo de ento.
fase paii supponho.ser o Aoratorumaatorada
de Geoggis khan, que tica na trra dstUBhiao^
prximo a Kotan, d'oede pmrtiram os amigra*.'
tes primitivos, e por iaso egui razao se a* pelli--
damo povo das montauhea (Haemaelaiset; e o
dos valentes (Kariaekiset).
Sabiram de Kaleveta traaando de mamaria o*
tantos picos que mais tanto rauaidoastMescri-
fitos, na trra a que uam aea-.uam*, Ka re-
a, deram um poema considerado como um dos
melhores.
Os Ka relanos no novo dialecto que talla m.
cheio de vocabulos estranhos, conservan) o vo-
cabulo primitivo e apresentam nelle urna part-
cularidade que tem affioidade com as lioguas
Karaibas e com a Kariny: nao tem as lettras 6,
,/efl.
Para melbor certificarme-dos de que os Kire
lianos perpetuara esse nome, como, ara distin-
ctivo de supremaca de raga, basta diier que
ainda hoje ajantam sempre ao nome proprio
Assim o individuo de
o
orne
ei
assigna-se Mtk
do torru natal.
M<. nascido em
Sara designar a nacionaiidade
outka Kuriaclaet.
Em syatbese,liualmente. Kara (3), em toda
a linlia migratoria do nuyrakyia o invasor es
tnmgeiro, que conquista ra puiz, usurpa trras,
aonsenvaado as mos o sou dominio e o seu po
ter supremo, sendo multas vezes sabio e at
Mo, cruel o fj ran.no. quando ten negro o cora
{So, mas a quem todos obdeceu e tratara po-
magestade. por grao senhor, por ser o-prmetro, o
senhor (2), o soberano, ovlente, qualidades estas
que o seluagem- eacontrou no branca depois da
deseo berta da- America conlieeen'1 o tambera nel
le astucia, habiaade. minha e destreza misturada
com a lisonja.
Sobre o Turna, quj produzio entre as tahuas o
Tona tth, o sol d'ugua e a Tona, a mai d'agua,
a iua reaplan ecente de Tainii teuboa observar
tambera, que se nao -uma adulteraco phoneti
ca, pela nasalisaco, que transformou ap emy:
t,nk, una, una, um, wio do U. Un ou Um
fue produzio o Tan, e que em quusi todas as
raguas da Tartaria significa agm.
Este Un, peoso que chegou tamoem Cafra-
ria, levado por alguui grupo de emigrantes,
porque nella vemos ntreos ZulosouKatirs, dos
rabes, Um significar rio. Assim temos ahi o
Vmtnta, o Umgasi. o Umtugelo, o Umznnmbu. o
Wmbaslti, o Umfotosi eo Umopitta, que sao ros.
Desse um ou un foi, creio eu,que veio igual-
mente Tun ou Ton, Tonna, Tonne 7Vniim tonel sempre exprlratodo urna vasilia de guar-
daron medir liquido.
Nao llevemos, entretanto, confunail-o como
cltico Oh, colima ou monte, que ongmou Dimes.
Bunen, Dunas, Doun*. sigoitioando montea de
areia, canedeHofy que se prendar ao Aaglo-sa
xot 'fu* que semoiilieou em Tomn. a !ade-.
Em 1*^80 communiquei a imnha opimao ao
neu tinado amigo Dr. Henrique Fiscber, pelo
fue em 9- de Murco de *88t, roe di seo- ette-em
carta:La dermre sonrea laquelle vous
sroyez seraient les Cambes se-peut etre. car les
Caraibes semblent avoir at quaei les PUniciens
de l'Amrique.
Coineidindo o ponto de partida dos emigran-
tes portadores do raoyrakyta, da nephrite, com
atpuartelamento do hornera primitivo: nao devo
deixar pausar, aqui, desapercebidoyum ponto de
ion lado qae eacoolro entre os povo Ary.mos e
as tribusKariabas da America do Sul.
Poeto que os Karioys nao perteocam, propria-
ente, a mesma raga' (Cariaba, eomlade pelo
longo contacto que tiveraiu e pelos-cruzatnectos,
pens que lomaram oigamos tradictOes della,
e como eja o dialecto destes mais vulgar to
mo-o de preferencia, se bem que poderia fuzel o
con ou tro Karaibu.
Sabemos que todo o parentesco dos Aryanos
vinaa |:lo patriarehado, nada iofluiodo oelle a
ai. que represeutava un papel qaasi nullo,
E' justamente o que se d lias tribus K-iraibas.
8e bem que os Aryaoos oao'tivesseoa um WM
tabulo para exprimir o Av, linliam o do Patar,
pai. slo : o chefe, que nao era mais do que
o Av, porque o verdadeiro pai era o9nitar, o
gerador.
Tinham o Patarva.e o Bharatarca, o trmo do
pai e o p'.ho do irmao do pai, mas nao tinham
termo al^um par indicar o ramo materno. O
casamento, entretanto,/azia entrar u mulli-r na
familia, porque o parentesco feito por essa umao
Mnoa termos para exprimir o so^ro (swuura),
logra fivatru). o genro (gqmatar), auora (snus'ta)
cuubado (tkvarj *m relacaa ae bfraemt <0 pa
rentesco vinha" sO pelo lado paterno. Em toda a
lamilla a mai, {matur) nao representava seno o
papel de dar filhos*. cotnota rameal procrear,
e- diz.
Agora os Karaibas:
Deseendem dos Tamia, oique fuzem ntster.
poreru o trenca emsceHca< o .4t,-(i^iw); pmrj
T'tb, (Gaular), O gerador, .9 pul : op-lmeme.
So tem termos paca indicar os -prenles do
pai, como to e o sobnnho (palarva e bbaratar
va) que sao o T\keira, o lado, fiante, e o Tendy
ru,o que f^ junto.
Para o rama materno nao leudo xpressoes
proprias modiScaram estes termos pea- pbone
tica e da o para o irmao, a irma-do lado materno
am, que quer dizer 03 outros, o irmao em ge
ral.
Quando a mulher casava-se eotrava para a fa
milla como Temenc,%^ottui4a, a sustentada'
trazia ento o Tatyub. o pai da compankeira: o
ogxo a Taichu. a que adopta a fltao, apogea, e
Tobayar. o competidor, o cuntiado.
A mil, Cy, a procreadora, na obrase do padre
Jos de Ancuiea nao era uiuis do qjjc tun sacco
un que se guardona o filho.
O pai da familia-nao coohecia. como enteados
genap os WhQs do irm&e mais velho da-mulher.
Nao reconhecenJo o p*i influencia alguma da
mi sobre o (Uno tendo-se come nico gerador,
toma depois departo o lugar da.mii e .s elle
se resguarda, porque detjie qae pode provir
todo mai do finio. '
Hasceu dahi o resguardo ou a couvaie, que
com a placepbalia .acompanha -tamoem a pe-,
phrite. *
(3) At liojex vocabnto bra. ni Brazil, nao
tinha sido interpretado por nenhom atrtor, tanto
que o meu disuado amigo Bautista Gaeiano, de
saudo;a memoria, por. divezsas'vezasprocucou
interpretal-o, B08ipre,-porro0 sem resultado al -.
gum. Ainda nae ExptanacoetAO Dialogo de Lsr#,-
publicados, aoi Ensaios de Sciencia a pag. 110
diz: MorojoFka^m de p as (tavidas sobre-
as radican iu.aSari que demandara ulterior
estudo para e sr a signifteao de Karja\ Ka
rijo e cutres. Ap.ags. 72 do presente.traba-
lho dou a interpretando desses nemes. N&o.ecam
tribus t Jpys : o propriu Lerj" nos diz : Karai,
diversam "a re iqis iiabent el vmuadi et loquen-
di rattonem. > qae cootirma o meu juizo.
(2) Presumo qae os K-irim?. .que conserveMm
o vacbalo kara para designarjgoeHe que. do-'
mina, como invasor mo. p.modincaram forman
o o verbo ar, era .absoluto tar. dando Ibe o si-
gnificado de prender, agarrar, apartar, asse-
ahorarear se, d'enie vio varar (i-ara, o dono
ielle), o dottfi, o seofcor, o que prende, o que
agarra, etc.
Posto que Max IfaHer d a-radical kar, o si
gnificado gritar, laucar, cotutudo tem tambero,
segundo Bopp, o de malar, que a que ae liga
ao vucabulo de que dos ocupamos. Creio que
dea te kar veio o verbo Xuk, matar, do Tupy.
Nao dizendo nunca e indio-a palavra em absolu-
to, kar. e accresceotando sempre o pronome da
te ceir pessoa do singular, o lizeram o ok ou
uk qae uioUiQcou se par o \'uk Conde veio
o juca que 08 porluguezes tizexam. Devemos
otar ainda que na tupy existe o verho kar., si
gnilicaudo saber, poder, valer, expressoes estas
que ligara todos ao tar, matar, d'oode veio o
ubstaulivo kara, exprimind sempre qualidades
e poder e saber <|ue oao, na mo daquelles que
abusara e sao tyrannoa, para matar. Os tupys
u karioys tinham o veroo man, morrer, d'onde
taaman, ou katnan, matar, ou cacar. O pro -
fessor V. Htiwi, na ana memoria Le Quichua ett
ti une langue Arjetuu i criticando As Hagas
tranos do Biru' da Fidel Lopes, ebegando
i raM+r diz que no Sanskrito a existe qari.
mmm ilfnirlo de homem, queseado laucar
ridicnlo oqre o meamo pegunta para que,
lio lign o CB8r oa GaLmi. os Caraibas, os
tuaranys, oaCafthaginezas, o. GakJes, oa Cel-
tas os Ganos e os Trtaros, todos a familia
Aryana. Apelar, poim, -sbo, nao trepido ar-
Jrontar o ndiculOj lioo os Xartarua, os Garios,
s Gallito?, os Caraibas e as tribus.Peruana.
Erque estao todas ligadas pela mesma radical
pugnada e pela prava material de nephrite,
onbort alo
Observo mais que o orwa, o avo, o voneravel, i O pouco peso da padiola de quS trato nao
a.arjo, a av, parece aero arvtamBfcrito1 (paj poucamtagfc'ap caa^-ita.^taKsa/Admlawaro
qaardizerode boa fmilin,-jo
HaMMullaCi.-e, eatZendv.o nme\
%m simpis feBK>ptnian?
%M temos mais urna caioaiaiencia hemo-
pnamea na palav Aroaky Armtim, que os in
glaaaa-cscrevem Arrowak, qae? >me parece ser
kriake, uomequetiuha qma gwode parte do
paizdos Meraiha8, Oa AroaWys qae duera alguna, sio os avoen
gua dos Karaibas, formavam pe* deaeetoer-
ta da America o grande reino dos Aroakyses, qne
oceupava toda a regiao entre a margem norte
no baixo Amazonas, at as margeos do Eseque
bo. Eram elies os melhores cemaritas e os qse
coheciam os tamblas d* Yang e de Yn, chi
nezes. O pan dos Aruak'js, o reino dos Aroakys,
nao parece ser o Airyanfm, uaego, o tronco dos
Arymos, na America T Isto : aquellos que mais
traiiecees tinham da mai patria ?
Vimos o parentesco e ama residencia, veja-
mos agora urna e suas creabas.
Entre os mythos astronmicos Karaibas ap-
parece Ruda, o Dus do amor, o protector dos
amantes ausentes, o que protege-a untftocon*
as d'.'parag" .*s. que reside lm nuveas e. tido
como guerreiro.
Nao ser elle fluir, oterrivel pai dos ventos
que reside tambera, as novena, que/foi herma
poroiita oo sou principio, mas que pelo.peder
de Bhrama, depois ficaram separados os dous
sexos f
Ruda, como Rudrj, reside as nuveus, aquel-
la quer os amantes unidos, como intimamente
unidos 8tiveram o sexos.neste ; seriisso sin
pies analoga ou um mytho tradicional 1
Nao quero cera Isto dizer que as tribus Kawi
bas e Karaoys sejam Aryanas, mas o que aflir
mo que os grupos que para a America*e
graram em -varias epochas, os que conduziram
o muyrakyta esttveram inteiramenle uoid aos
Aryanas,com elles se crasatam ou cumialguna-
chegarag ao Anaaioaas, porque 6 fra de duvi
da qae os emigrantes esta vam irapcegnados do
saugue delles, como veremas peles commeota
rios que face na segunda parte deste trabalbo.
A priraeira parte deete esoripto despertar no
leilor a lembraoca de haver j lido muito do
que ahi apparece e, com etfeito devo disal-o.
reuni nelle paginas que bavia publicado em jof-
naes e revistas, augmentando as e complean-
do-as com novasobservaees e fucos de estados
pjs.erioren. razfio por que n'um s coepo appa-
rec -m os membros que estavam destacados-.
Estas paginas, que Jevem. ser seguid..s das
leudas e comraentarios que rae fazem sellar o
muyrakyti oas Ierras asiticas, sao salvas do
esqueciuient* em qce tem estado, ha longos un
nos, gracas ao patriotismo de algn- amigas,
membros .a assembla provincial do Aorizouat.
da bieoa.o de 1887 a 1886.
Posta queuo seja um trabaltio per feito e
completo e sim simples nota; eniamallie'ada:.
comtudo a publicagao deste registro, de ve-s; a
sua boa vontade, pelo que. cumpro gostosamen-
te um dever. dando-Ibes aqui um publico leste
muubode minua gratiuo.
A publicagao deste trabalha ainda o cum-
plimento de um legado sagrada.
O lWstre profesaor De. Henrique' Fiacher,
quaudo deseen campa, coroado pelos, louros
que a scieacia Ibe uff^tou, nao pJe levar cotu-
siho a vulma da violo na da.quost > da. nephrite.
pela qualito deuodadamonte se bateu; antes,
porm, de deixar o campo da lula, arrebatado
pela marte, tratando do muynahyt h ae seria
elle importado ou fabricido na American porque
da iiiipurficito vinha a nessa gloria,, me disse
era caria :
Comme j'ai dj 3 ans, je nesais'pas si
je verrai encor las rsuKats definitifs. poaitifs
ce quefj'esperis cependant si vvem"iit.
C'est vous aussi, moa eber callegue, qu'4
sera.poasibleu'attribar spcialeroent cesta-
des. et c'est justement vous qui psorra deci-
d r cetle demande.
Nao podando corresponder cenianca de um
homem tan eminente a presento, no telan to, este
trabalno. p:ra mostrar que nao iui indifferenle
que trabalha hoja e trauaUarei para sustentar,
c m obsemeoes e faetos, que o muyrakyta
onp monumento asia'-ico daixa lo no solo ameri-
cano por um oa mais coraos de emigra ules que
ua marcha, foram. e^grosseLOO cora typos
de ragas ditfarenlas, os quaes iam sendo sudju
gados e aprisionados pelo iru.o dos volales^1
K iras .que pariindo aventara, asttm eanquis
larara um mando novo coottadOB. talvez. no
amuleto que -iraziam pend ate ao pecoyo
REVISTA DIARIA
i aejam arfaoof pela Ungoa.
Acto* of flctwe Por actos de 27 do cadeu
le mez do Dr. governador do Estado fot exo-
nerado los Pires Fer-eira do poste de alfwes
coarmandante da 3a estac-j da Guarda Cvica, e
nomeado paraaubstitail-o sargento Jos Ezequiet
Borges.
Igualme3te per acto de 39 :
Fti transferido o alfares comraandante da 8*
eslace da Guarxia Cvica Sanoel do Naseiraento
Borges Leal, para o poste de alteres1 Ua 7* cora-
panma do corpo de palicia.
Foi nomeado para o poste de altores ctmman i
daate da 5* estacan da Guarda Cvica o cidadao
Eduardo Freir de Albuquerque Pedroca.
Foram concedidos 3 meses de licenga ao juiz
municipal de Leopoldina bacbarel Fausto C vaf-
eante de Albuquerque Gadeiba:
Foram Horneados1 os cidaos JosGeminiaoo
de Araujo Finiiairo e bacnaral Luis Alfonso de
Olweira Jaraim delegado iliterarios este de Ale-
gados de Ingazeira e aquelle da Luz.
T-b 'Naeloosl Amanh entra
em vigor a nova tarifa para cobranoa dos tele
grammas expedidos pelo Telegrapbo Nicianal.
A tabella a segrate :
Ipojuca, Rio Fo/moso, Barreiros, Porto Calvo,
Camaragibe, MaceiOjjCururipe, S. Miguel, filar,
Peaedo, Igoarass/Goywna, Itmb. Parahytri
Mamaoguape, Natal e MaoabyOa -70 res por pa
lavra.
Aagieos, MoseoF. Aracaty, Fortaleza, Ha-
roim, Laraogen-as, Araeaje fitsne, 148 r*.
Baha e Sobral, 210; Therezina, 280, kfara-
nho i" Espirito Saato, 390; *Aie de Janeiro,-
42Q; S. Pauto e Santos, 68; Para, KW; Porto
Alegre, 708); Motas e Rio-Graade, 770.
A contagera ser de palavra, iQc4usr*o,ende-
reco e assigoatura.
Firmas registradas 10J5000 por auno.
Servico de iinprensa- ot) por ce oto de abate.
bnbinrte arCiigmi a er-ca-feira
prxima reuoe se era sesse ordinaria, na res
pectiva sede, o cooselho deliberativo dassa as -
sociaco, era ourapnmanto de precettoado no
18, art 60 dos Estatutos.
A Va do Caixeira Diariboio-se boa
temo t- numero-desse peridico, unja visita
agradecemos*
Bmibm cama aniicio No da 2
de luoho proi o abrear-se na Faculdade de'
Di re ito os exames das-materias preparatorias,
sendo iniciados pelee deehitosepbia e arrthme-
tica s i horas da tare.
As bancas acham-ae constituidas' pela seguin-
te forma :
Plulosophia.Presidente,. conselheiro Correa
de Araujo, e examinadores, Drs. Jos Soriauo de
Souea e. Luiz Francisco -de Araujo.
Anthiuetica,.Rreskienie, Dr. Esoorel, e exi-
mina lores, Dr. Barros Sobrinno eoSp. nsA Fer-
reii a da -oa Vieira.
PaiHoia O respeitgvel misstonario dos
mannbeiros estrangeiros, P. i. Walsev, dirigi
nos a seguate earta, cujo assueapte ser-tomado
em oonsideTBCo de certa por quem pasaa e de-
va cuidar de-tees negocios :
Sailor Home, n. 4 ra do Torres, atrs da
roa do Commercio, Recife, 30 de Maio de ItWO
Sr. redactor da Diario. Guaro seobor
Tendo lido no Diario de hojp. e em cu-
tios jrnaes de alguns lias passadoa. aa quei-
xas contra o perigo de vanla, propagada
por meio das padielas infectadas, usadas pela
polica em transporte dos Dexguentof, dasejo
razer noticia da polica, ou lateniencla,
urna padiola da minm propria idea que teobo
empregado j ha mais que tres anuos do trans-
ponte dos marinheiros estrangeiros doeate.
. Esta padiola de beittraasporte, visto qne
um bomem 6 pode- eonduzil a quanda vaala, e.
cem carga bastara quajro bomaos para carre-
gaU-i com facMidaqe. Tem, aleo disso, a vao-
tagera de ser-facrl de limpar, e desisfeetar,
pe razio ae qae, a ama senda bem amarrada-
oom cordao, nao,Trxa par prego*,- /ciMmo par
iaso de desamarrar, limnar e amarrar de aovo.'
Fechada, e com um pouco de enxofre com
brutas dentro, pode ser bem4esfeettua.
segunda edoeata-pata pajajaaxli
Uo* mod)8a^estaizdidBfc,ouasa origiaBl
mesmoiapodaoasiver naaaaaa auama iqdiuaU; e
J.terei ramio prezar-eic raaatral a a qnalqajeraBB
asa que qutaer apreciali*.
flarep) .a idea soMfrefjMu camunavafio
alguma.
Sou, seabor, aau hoaaildecroad j.f>. J. Wal
ker. misaiamrio aou,raarinhtii8Estmjiro8.
bslet*-xaatm *m nemkfm -O- respecti-
vo subdelegado convida aos cidados estrangei-
ros domiciliados na freguezia e que queresa man-
tera propria naturalidade e nao acceitam por
conseguiote a naturalisacao brasileir a virem
assignar seu nome em livro competente, que es-
tar para iaso franqueado todos oa-dias das 9 s
11 horas da tarde, ra do Marques de Olinda
n. 3.'
Essa assignatura, porm, terminar no da 14
de Junbo p.oximo, devendo por isso os inleres-
sado3 nao se descuidarem em acudir chamada,
necessaria para manter a nacionaiidade.
rabian Barre-;o Realisou-se hontem ef-
factUameaie a rsunio acaderaioa com o.fim que
assigoalemos em noticia precedente sob o titulo
d'esta. *.
N'essa reuni o, convocada pelo acadmico Tno-
maz Viegas, ticou asseutado que, em lembranga
do mestre, se mandasse tirar o.seu retralo a oleo
aiim de ser collocado na sala dos asios da Facul-
dade de Direito.
Para execaco do deliberado foi escolhida nma
commisso d'entre os acadmicos, oamposta dos
Srs. Thomaz Viegas, Raymundo Lisboa, Victor
Freitas, Bartbolomeu Portel la, Riy mundo Miran-
da, Castello Branco, Manoel Cmara, Antonio
Marques, Jiyme Miranda e TolenJinsjCosia.
S podemos louvar o proceder damocidade
acau.iintca da Faculdade de Direilo do Recie por
sua lidaluia de intuitos e felicidale de forma de
externaco dos raesraas intuitos.
Urrrja da Madre de UeuSacerrara-
se boje os exercicios do mea m-inauno n'essa
igr'-ja, s 7 hor^is da noite.
O acto do encerramento coasiste em ladainha
solemne, com serrao pelo Revm. coaego Mar
tn?, cuja proliscmnciaua tribuna sagrada co-
nhecida.
ceja de toncaio -No encerr dos
exercicios do miz de Mara, celebrados n'essa
iareja, ser observada a seguate forma:
Hoja pelas 7 horas di manb ser cantada
grande orchestra urna missa, e s" horas da noite
llave-, ladainha.
Na segunda laira pelas 4 horas da tarde, ter
lugar urna proctsso. com ludahha ao recolba-
nueiito da mesma.
Em todos esaes actos tocaro as bandas de mu-
sica do Arsenal de Guerra eaj 14 batalho de
infamara.
Sociedade Ii'tterarsa aencalveai
ManSob a presidencia do Sr. Heirrloue Pi-
iUHiitel, funecionou essa sociedade ante-hontem.
Findo o expediente, propozeram os Srs: Fon
seca Jnior e Ananiaa de Almeida que, em de-
inonslracao de pazar pelo fallecimiento do ,pres-
timoso consorcio B/rbosa dos Seis, se suapen-
le.-S'.'.u os trabalhos sociaes por 15 das, que se
lancasse na acta um voto de pezar, qae a directo-
ra tomassa lulo- par 8 ias e oom ella os socios
que quizeesem; eque se nomeasse urna commis
sao para assistir aos suiTragioaque por .-sua alma
celebrarse bao no 7 da.
Em .segu-la foi suspensa a sesso.
CiubHarth Juaior Na segunda-fei-
ra prxima reune-se esse club em primeira ses-
so^ reparatona. ra Mircilio Uias n, 3i, !*.
andir e pelaf 7 Tnras da noite.
AstmelBciii Coramcnial Em OUtra
seceo deste Diariol publicamos urna exposiyo
da commiiso, a qual for incumbida a repre-
seulaco do eooimercio desta pruca cora rafa
renda ao pagamente em ouro de parte dos di
railos adunenos.
Sociedade Catmo e l se ante-hontem esta asoxiagao, sob a paasiian-
cia do Sr. Jos de Castro.
' Fui sudj-neitido a Jub^amenlo o personagem
hiF-rico Luiz XIV, serA'indo da promotor o-ac-
amico Aflaaso Casia, a de advegados Lessa
umor e Jos de Castro, coacluindo-se os deba-
tes pela absolvico unnime do referido perso
n ayern.
Foi convocada para o da 5 do vintlouro a dHs
cusso la tlie.-e : Demco de cousas e suas
especies, pelo Sr. Victorino Maia.
cun Hiirociiiai de Jas Em re-
uaio da. directora eleita desso Cluo, realzada
no dia SO do corrate mez, procedan s# uftn es
mesma directora a votaco para os differentesl
eargos cogitados nos respectivos estatutos1; e
era resaltado da votaco ficen assim constituido
o conselho director :
Preaideute e vice-presidenteCapiles Juven-
cio Aureliano da Cuaba Cesar e Joo Baptista
Cahral.
SacretaT03^-l, canitao Faustino Jos da Fon
saca ; eJ?, tenetxe Heliodoro Candida Ferret
Rdbello.
Tttesoureicg Teuente Antonio Marques da
Silva.
Consettieiroa -Job Pererra Bastos, tenente Fre-
derico Hhriqae da SHveira Tarora, arfees Aie-
xmdre des Santos Selva e capito Pedro Brrelo
de Guarnan.
A posse da directora ter lugar opportnna-
mente, sdJo para iaso aonuueiado previamente
o da marcado.
Prciiao -Araanb sahirji da igreya do
convento de S. Francisco a procisso solemne da
Satinsima Trindade, para cujo esplendor muito
-e tem esf'ircado a respectiva mesa reg-edora.
Ttdeggaaa a retido Iniciamos hojo
a puhlicacao dos enderecos de telegrammas
retidos ne Repartios do Telegrapho Nacoaai.
Essa roed i da de graade utilidade publica sa
lisiara, eremos, 03-rateresseadesuoasos leitores
de> que somos liis celadores.
Existen retidos telegramas para as seguki-
tes pessoas : A. M Morln. Antoeio Gomes
Paes Pinln, A'-telpltj. Antuaes, Aleqkades Fari.
Moretra Gomas, Piolo. Masoel nwias, Pedro
Viomia. Manoel Talle-, Marlohos, Garlos-Viletla
e 4 melia Barros.
Eieioe le irmamuaet A man ha
tem lugar a eleig-o da runas regadoras das
setuiB'teS'kflMBUae**eligoaasi parara auno de
18*>t :
SS. Sacraotento da freguezia de S. Aseen i .
SS. Sacramento dafreguesia'de 8. Jos;
88. Sacrameolo da.fcegueziu'e g. Frei Pedro
Goncalves do Recife.
Club Elettoral RepubUean Bene
MsaMwReuee se aotanb&.ipm seasaa ordina-
ria! pelas 6 1/3 nenas da tarde se Club, am de
traolar.de asaptoa da aaortancia social.
Op Tardo neelrn-A soeiedade ano
ny raa erb-y Club- leude resol vida em sesso de
14 do expirante mez azer urna emisso de de-
beoturas.' incumba da realiaaco deesa opera-
cij ao corrector geral desta praca Pedro Jos
PlQ'S.
Esta medid* teve por lim a cons^d^co da
divida passiva da referida sociedade.
Santa Caaa de Mi*riuordia Na res
pectiva secretaria recebara se propostas para ad
judicacUa, por arreodaoteoto de. um a bes an.
dos do goso da proonedade Meruaira pertencente
ao pairiraonio da mesma Santa.Casa.
As proposias sero eas cartas fechadas, e por
base d** ofertas ser turnada a quautia annuaj
de 1*1*000, renda do actual arrendameu'.o.
Poapl.l Psrluitac de BeaeHcM
ci Aranli pelas 11 koras do dia reune-se
essa asaaclaeau, na respectiva secretaria, para
terlugar o empossamento da aova junta, udmi
aistrauva.
Maaaa rameare-Os erapregados da estra-
da de ferr do Ra.-.ife a S. Francisco fazem cele-
brar hoje as 8 horas da manba usa missa em
sffrKi* da alma do seu .companheiro Andr
Da G mes Fesrazt na igreja matriz de S. Jos
desta cidade.
Caairo Ai*e Amaaha reuue-se &we
Gremio.Liltenrio. pelas 7 horas da noite na res-
pectiva sede.
Fita#s>adci, de Pensabueo Em
renoiio deassamblea geral, que boje as. 4 Mas
da larde ter,tugar, ser, empossado r0 novo di-
reotorie -desaasoedade.
NaitaM da eraM*a-':hega 4 Li<
vi-aria Quieta eaaa volume das Vtugens. Uaravi',
Ikotas, de Joaa-Veraa.
jaupreeiaaaBoaeacaoicer o. awrecimeaio, den-
sa pan, restringidaota a dizar qae iM fr.
ella aquella Livraria, a -nio teca* que arropen
Sf-ae
sul tarara obras em 35 volume j. No i
P2*aiilaUm offerladasaaaagaintes oams :
ninriiatn benemrito canegn Antom Eos
'O Paaaado e o Prsenle,- 3' parte de MaOMas
fiamloti^or Julio Yerne, i voL ene. ;eO Ifaa-
fraaju-da'yn tbia, por Julio Vane ; 1 Mk-eoe.
Puroau honorario Frat Paulino da Sosadaaa:
K rebao, o cabezudo, por julio Venaa, i -rol.
ene. o ttmtor Sarvadac, par Juio Veraa, 1 vol.i
ene.
Pelo *> benemrito Eataf*) de Lellae ge-'
za Pontes :
Couros elemental re d'astrooomie pai Emraa
nuel de Veley. 1 vol. ene.; e Curso de Economa
Poltica por el Dr. D. Eusebio Maria del Vale, 1
vol. eac. #
Pelo Dr. Tranquillno G de Mello Leitao :
O amante raysteroso, drama, I vol broc. Es
tatutos do-Collegio Prytaneo 1 foi. e as dazas,
romance por Gontram Borris, i vol broc.
Pelo Dr. Costa Neto ; *
Sonetos, 1 foi.
Pelo soera fundador Tito Franco deMendenca :
Curso pratico da topographia, etc. 1 foi. ; Ofitcio
que oSr. cpronel Jos Cwqueira de Aguar diri-
;lo ao Sr. brigadeiro Jos Siraeo de Oliveira, 1
ol. ?
Pelo socio effaclivo Luiz Gomes Monteiro de
Mello :
Pastoral collectiva, etc. 1 foL
Joroaes : Martms hinier, Provincia, A Epocha,
pela redaccao, O Binculo, O Paje, (assi O
Tqmbira, Le rezil, A PatriafGazeta de Noacias,
(Rio) Correio Litterario, (Rio) Zettung, etc.
Presenteuente possue a bibliotbeca 311 obras
emSS vols.
Tribunal do Jury da Becl fe--Fune-
cionou bontero este tribunal, sob a prasideneia
do Dr. Sigismundo Antonio Gongalves. juiz de
direito do 3 didtricto, occapando a tribuna da
aecusacao o Dr. Joo Evangelista da Frota Vas
concellos, 2 promotor publico.
. A's 1G horas da manhS, presentes 38 juizes de
faeto, foi aberta a sesso e submettido a julga-
mento o rao Jos Ignacio Pereira. aecueado de
baver em 1 de Fevereiro de 1889 furtldo do es-
tabeleeimento -commercial de Jos Maria de Le
mos Dharie, sito ra da Impjratriz #esta ci
dae, daasjppess de fita de sarja,achanlo se por
isso pronunciado no art. 257 do cdigo criminal.
O De promotor publico- pedio a condemnayaj
do reo do grao mximo do citado artigo 257, por
ter concorndo na pratica do crime a aggrjvante
da noite.
Deduaio a defeza o cidado Joaquim Francisco
de Mello Sanios.
De accordo com as decisoes Jo jur.y, qua reao-
nheceu a autora com a agravante do art. 10 %
1* e attenuantes do art. 18 le'9 do.codigo
criminal, foi o reo condemnado a i-anuos-e um
mez de prisao com t rabal lio e multa de 111/2%
do valor fuado, como iucurso no gro-medio
do art; 8>7 do cdigo criminal.
Em segundo lugar fot judgado o reo Joiquira
Phiiodlpku da Silva, pronunciado por despacho
do Dr. juiz de direito do 4a distxicto, no art. 203
t cdigo criminal, por haver em de^Margo do
asno passado, na freguezia da Boa Vista, ferdo
gravemente com duaa faca das a sna notva Jose-
pba Guilhermiua de Araujo.
O Dr. promotor publico' demonstrau em sua
aecusacao que o reo praticou o crime com. sor-
pesa, pelo frivolo motivo de nao querer a offen-
dida snjeitar se a iiupo.-icao de nao1 brincar en-
trudo.ie cora superioridadeem sexo e armas, de
uKineira que a mesroa offeudida, qae nao tinha
razos para esperar o mal causado, nao poda
dell'-nder se com probabili lade de repellir a of-
feosu, e petlio a conderanacao do dito reo, as
penas oo grao mximo do art. 193 do cdigo cri-
an nal.
Occopou a tribuna-de defeza.o acadmico
Joio aptista de Medeiros, que foi'nomeado cu
radordo r-, por ser elle menor de- 2t annos.
oove repbca e trepca.
^oaqoiddira^estamunbadeUefeza Joaquim
fixeira Paixoto.
O jury reconheceu a antora do delicto com
aggravantps e attenuantes e negeu'a gravidade
dos feri raen tos. pelo que 'ft o re condemnadu .a
fi'mezes e 15 das de prisao e multa correspon-
dente metada do lempo, grao
Mi do cdigo criminal.
Funccionaram em ambos os julgameotos segrales ij.iiaes de-facio:
Alexanire Americo de Caldas Padilhi; .
Dr. Jos Alves Cavalcante.
Antonio Soriano do Reg Barros.
Eiiatniniadas Pinto Bandeira A. de Vasera cel-
los.
Adolpbo Co'elho Pinheiro.
Landelino de Luna Freir.
Hermelmo Elizeu da Silva Gane :a.
Jeronymo Pereira Mariz.
Jvencio Aureliano da Cudha Cesar.
Amaro Alfonso de Oliveira.
Eduardo Duarle Rodrigues.
a iDr. Manoel Netto larnairo Campal lo.
Fui levantada a sesso s- 4 horas da tarde e
adiada para boje as iOiioras.
E' iaeravalRemettem-oos a seguate noti-
cia :
Srs. reductores da Revista.Peco-vos que
.chamis a-attenco do subdelegado do Ia distri-
cto de-S. Jos-para o faeto que passamos a ex
or;
'En urna casa ra do Alecrim, existe urna
crianca de 4 annos de idade, que soffre de pa-
pairla alas peroas; e o pai desta erlaaoa, aate-
hante, s 9 horas da noite, raaodava que ella
passeiasse pela calcada a toda pressa, tendo em
punho urna pela ; e como a mesma crianza nao
podesse andar daquella forma, era castigada por
elle, rigorosamente com aqaaila pea, e entras
vezes a suspenda pelos bracos, qnerendo que
ella acompaniiase os seus pasaos;, o que, sendo
rmposskel & crianza, elle a arrastava.
O1 que, porm, mais adnrira- em todo istoj
era urna seahora, que sentada per to do lugar
onde se passava o faeto e pareca- ser a mai
daquella infeliz enanca, ero vez de se compun
gir daquella soena sem nome, como que annuia
ao que se esta va dando, quando, ao eontrario, a
vsiuuaaga tooworisaisa-ae do tacto, nada fazan
do por evital-o ou aeUe su eppr-
Esperamos que nao fique, impune somelhan-
te acoiitecimenlo, evitaqdo-se assn tambera a
reprodcelo de tamanha fereaa:
Com e inserco desta noticia, nautto g fldara aFwmAoaca.
VMe
* nirrelorik du okrasl
co dos
fe, 29 de Mato-de
' Boletim meteoralo2ico
Horas |ff
m. 25,5
6
9
12
3
6
27,8
* J ',7i
t. S8-.6,
761-81!
762'07,
761-66
760 '20'
760-36
Temperatura mxima29/00.
Dita mnima5/00.
Evuporaeao em 24 horas: sombra3-,6.
Chuvanulla.
Direcco do vento : SE durante todo o dia.
Velocsdade media do vento2,92 por se
gando.
Netralosidade media0;-25.
Boletim do porto
e rotiert fortuna aos pobres daquella villa e povoacOea
doeaaredores.
O 8r. Sals era um demandista de primeira
plaai, eothusiaeta por pleitos e questes juaa-
ciaes, bu vendo quem imaginme que o Hm da
testortet era provoca demande* e nao_contem-
piar osipobres.
O i estamento caneca aseim :
Faaem hoje sessenta e tres annos que vim a
este mundo de deaditas, e por isao devo pensar
l__ em despedir me delle deixando escripias as mi-
stes ultimas vontades.
Nomeio e iastituo berdeiro3 de todos os re-
raauescentes dos meus buus, acgOes e direitos a
todos os pobre3 desta villa e seas airedpres,
que sejam boa ados, laboriosos e Daofpijam
sido condemnados vez alguma, nem tenham vi-
ctos tjuemenchem a sua boa reputaco
< Os meus testameoteiros devem sustentar to
dos os pleitos at aa Supremo Tribunal.
' As demandare transmisso judicial da fortu-
na durarao apenat vinie mezes, ao lira dos quaes
os pobres contemplados, em numero de mil se-
tecentoae noventa e oito, receberao cada um
210 pesetas e 63 cntimos, pois bavia 578,701
pesetas a distribuir.
16,92
17.04
16,90:
17,97
18,12
69
61
58
62
70
a-a
p.
B.
P.
B.
M.
M-
M'
Das
29 de Maio

30 de Maio
oras
0-81 da tarde
7-lf
1-28 da menha
758.
Altur
2-.1
0-.72
2^.13
0V5
Cana de BeteacaMovimento dos pre
soada Gasa ele Detenco do Redfe, Estado de
Pernarabuco. em 29 de Maio de 1890.
Existiam'518-entraram9, sahiram 13, exirtem
ili
A saber:
NacionUes474, mnlheres 47, estTacgelros 13,
-Total 4
Arrajoados 408
3ori8" 372.
Uoentee 27
Loncos 6.
Loucas3.
-Total 408.
Movaento oa anfennarla ^
Tiveram baixa :
Maria Antonia da Conccico.
Pedro Vieira dos Santos.
Teve alta :
Joao Francisco do Niscimento.
Foram visitados os presos deste estabeleci-
mento por 202 pes3oas, sendo 113 mulheres e
59 homen.
teJHJ de-varilo*os -0 moviraento
dD hospital de Santa Aatueda (para variolosos)
no dia 29 do corrente, foi o seguale :
Homens Atulhere Total
Exirtiam 9 96 164
Enirarain 9 2 5
Falleceram 2 2
Existem 99 68 167
-i ipisai r stabeieeimento ue-caridade, no ia 29 de Mato,
foi o seguinte:
8
5
2
449
as respectivas enfermarlas


ReodiOMSlo de i a 28
Dia f.
Mercado de S. Jos
Mala loara
Agradeoeaaea oexeaaplarqaa noaoi maaaaao (imitar
obaeqoiosMiMata Dtieraoa impoatos
MtrMMt lar
eaaaDurante o mes de Maio foi a bibliotbeca
etaa soetouaue visitada por 29 socios qae coa-
nadas na inspectora ik hyaiene Si- pessoas pe-
los Drs. inspactorde lygienjpe L*etessoa.
aervico militarHoje superior do dia
o cidadaa canito Gelasjo, e faz, roqda de
visita o cidadao alteres eserra.
O 14* balirioao dar a guarni?So.da cidade.
Exerelelo mllUarot*ra pelas 4 horas
da tarde, tea exereicio confronte ao respectivo
quartel o i&, batalhio de infantera, sob a dire-
ceo do sen instructor.
As manobras executadas (orara bem desem-
pephadas, com satisfaco dea officiaas presen-
tes-
i Joba eider- -Este vapor, segando tele
goamma da propria agencia, consta ter sabido
de.S. Viceate, no da do .correte, devendo
chegar.ao bqso porto a 3 do vindonro-
SoctedadP Ualoeliettrae-Reuae se
Uoje no lugar, do postme s^ 10 hojas do,dia.
t^eJiaaeu -Ejlectnar-se-nao os seguintes:
Hoje:
Pelo agente Piolo, s 11 horas, ra Mr-
quez do Herval n. 156 D, de, moje e pas-
earos.
Pelo agente Brito, s 10 1/2.horas, ra do,
Arago a. 22) de. moris, loacas. e vidros.
Pelo agente Pestaa, 8 i hpras, traressa
do Corpo Sanio n. 27, de letras e dividas e urna
meia-agua.
Mtaaaa f aaefcreaSero celebradas :
Hoje:
A's 8 horas, na Ordem Terceixa do Carmo,
pela alma.de Cardos Augusto Carneiro Monteiro
Filho ; 4s 7 horas, na igreja da Santa Cruz, pela
alma, de Julia dos Santos, Costa; s 8 horas, na.
matric de S. Jos, pela alma.de Ande D.as Go
oaea Ferraz.
SeguoxU-fejja:
A's 7 oras,, na.igreja da Madcede Deas, pe
alma de Francisca Tertuliana de Ca/valuo.,
Enrar-ara
SoMruiri
Falleceram
Exislem
Foram visitadas
elos Drs.:
Mbscoso's 8.1,4.
CyBneirO H 10.
Berardo s U 1/2.
Pontual s 9 3/4.
Hay.nuiulu Baadeira s 10.
Nao compareceram os Drs.:
Barros soonuho.
SimOes Bartola.
MalajUia*.'
' Estevo Cavalcante.
Ferreira Velloso.
crurgio dentista Numa Pompilio s 8 1/2
mdto do artigo i hDra8. -
O iibarinaceuiico .fltrou as 8 1[4 da manb e
| tahio s 2 da tarde.
U djUuun.9 do |;harmacetatico'entrou p 71|2
es Uiisa 1/2 horas da tarde.
L.olerin da Matado de Pernambuco
A 41 serie da r* lotera deste Estado, ser ex-
trahida impreterivelraeale boje 31 do correnl*
(sabbado), 1 horada tarde, no consistorio-de
igreja de Nosea Senbora da Rosario, de Santa
Antonio.
Uib-ria do rana-ParaA 3' serie da:
37* lotera cujo premie grande de 60:000*,
ser extrafiidahoje,31 de Maio, (sabbado). -
A 14* serie da 31* lotera cajo premio-gran-
de de MlfMI000 ser extrahida no dia .. de
copente.
A t serie da 36 lotera, cojo premio gran-
de de 120:000x000 ser extrabida no dia .. de
corrate?
Loteada da Han-aataaa A 19* seria
desta losara eeje premio ser extrabida no dia 4 de Junbo.
enaltarla publico-Obituario do dia 28
de Maio-:
CrjristinaJuria da'Coneeical, Pernambooa, 68
aases, soRero, S. Jos; hemorthagia cerebral.
Marta Anteaia da Conceicao, Pemambuoo, 23
anajs, casada, Recife; varilas.
Antonio Joviae de Sani'Anna, Pernarabuco,
17 annos, S Jos; tubrculos pulmonares.
Deolinda Maria Campello Resende, Paraambu
co, 22 anuos, casado. Grao; varilas
Honorio Bevenuto da Silva, Pernarabuco, 18
anuos, solteiro, Graca; tubrculos pulmonares.
Henrique Jos Itario,' Alageas, lsw, eol-
teiro. Boa Vista; varilas confluentes.
Paulino Paulo da Silva, Pernambuco, 26 au-
nas, casado, Boa Vista ; tuberculose.
Porphiria Luisa de Franca, Pernambnco, 36
annos, casada, S: Jui? ioauicSo.
Leandro Jotquim da Sant'Aoua, Babia, 46 an-
nos, casado, S. Jo; iasuiciencta mitral..
Felippe Coelao, Africaj 70 asnos, solteiro, Boa-
Vista ; anemia.
Pedro Jos *e Franca, Cear, M anuo, soltei-
ro, Boa-Vista; braoenite icttaaiea
Ruina Maria da Conceico, Pernambaco, 62
annos, solteiro, S. Jes ; varilas confluentes.
Clara Mara da Conceico; Pernambuce, 46an-
nos, soMeira, Boa-Vista ; vanetos.
Cesara'Mafia' da Coseeiols, Pernambuoo, 34
annos, solteira. Boa.Vista ; varilas.
h Felicia Maria da Conceic,ao, Pernarabuco, 30
annos, solteira, Boi-Vista; varila.
Augusto de Albuquerque Reg, Alagoas, 2 aa
nos, solteiro. Boa-Vista; varilas.
Mara, Pernarabuco, 18 meses, Boa-Vista ; ra-
cfaistismo.
Osear, Pernarabuco, 3 meies e 23 dias, oanlo
Antonio; escrophulose.
Amaro. Pernambuco, 6 meses, Boa-Vista; la-
bre gstrica.
Uta tio, Pernamhuco, Sauto Anionto.
E' de Demoethnues de Olio da
(Ao
I'olhtts senas
mavioso poffa Rangel Sobrinho)
r
---- Doudo no espago
Brinca o luar-dourada

borboWfe.

lntendeacla Haulclaal do IBccire
27;3C953
1184100.
I-
28:7114848
Quando ella serenava. a.JIor beijava-a,
Quando ella ia beij ir-#Bfa flor fugia
Castro Alves.
Surgi'ndo vinha a Iua ; o co era to lindo
Corao os sonhas gentis de urna creaaca loura ;
E a Iua macilenta se erguendo pouco pouco
Dourava cora seus raios
A face azul do co,
E era tu Jo amor... e tudo era ternura
Naquella noite amena ; a vira cao fagueira
Beijava subtilmente as flores do jardim,
E as nuvens bronzeadaa vagavam pelo espaco
Em um euievo tal .. que s vezes descuiddsas
Rogavam levemenle a face prateada
Da la transparente.
E era tndo amor... e tado era ternura ;
Elia ae vezes sorria e ldu coatemplava
Antiiureza erolWr..
A's vezei levantava-se, e passeando a mdo
Por entre as lindas flores. servia docemente
0 seu par tuina | brando ;
E respirando amores, a briza perfumada
Beijava com teruuca as-suas fases bullas, *
Opaliadas coochs-a I
Depois... como era tarde, voltando para casa,
Entma era sea alcova ;
As lindas trepadtras',
Eas flores espalhadas,
Tapete onde pisava
Viviam suspirando
D'amor imprgtadus I
E logo aps deilou se ; e foi adormecendo
Serena e pensatna...
T que os olhos cerrou ;
E nasta noite bella, a virgem seductora
Soiiliou que seu amanteo mogo predilecto
Comsigo passeava
Por cutre as lindas flores I
*
A stima parle da superficie total do Reine
Unido (Inglaterra propriamente dita, Iran ia a
EscossiB)'est as oaos de 90' grandes-propre-
tanos, qae po-sacra, cada um, mais de 24,00*
hecjaroa de terrenos.
Assim-, seta des se propria 11 rios poseuem maia
de 200,000 hectares de territorio;, seodo o mab
rico o duque de Sotberland, -que tem 482.676
hectares i
Osee possuem 60.000 a 80.000 hectares ; 47
possuem entre 24 000 a 40 OtiO nctares.
Como disemos, o uiaior proprietario, entra es
90, o duque deSnlha' land.
Seguem-se depois : o duque-de Baccleagb;
marque* de Bread al bae, que pode percorrer a
CdVlio-33 leguas -_m laiha recta sem saiiir dos
seus terrenos ; sir Jame Malhes a eduque da
Ricbraond* conde de Fifeesteanugo des por-
hn/uezes talvez com o tempo se pona a par de
duque de Sathcrlaod~>-O4nde de *"atieU ; da
qaes de d'Atbol, de Bevoushtre, de Nortbnm -
berland, d'Argile; marques de Bute, etc.
O Ramo Unido, ceios seus 38 milhoes de ha-
bitantes, cortla 280,000 propnetarios, isto la-
gtalersa T0080, Irlanda 20,000, Escossia 40,00
o qae equivale a dizer qne lia um proprietario
territorial para 46 chefrs de familia.
Nos Estados Unidos ha um para 3 ; em Fran-
ca, ura para 1:; ua Ii.m ia un para 3i
Donde se coaclue que a Franca o paie onda
ha mais aroprietariosL, rela: amante a raassu
geral da popolaco,
*
as ultimas corridas do Derby
Daas rafiarigas, a respailo de um bello rapac
qae acaba de entrar a cava lio :
i Nao monta mal, diz uma dallas, mas pena
que nao tenba um puro sangae.
Pobre rapaz f Tem o sangue viciado 1

UM POUCO DE "TUDO
----------------------,,, i i *
At ao stimo eeculo da nossa era apparece
nos um propagandista d'aquel le peasamento; Foi
elle um bom sacerdote, chamado Virgilio. Acia-
va se esa AUamahaexerceada o ministerio apos-
tlico de converter gentos ao christianisrao, e
pnegava com profunda conviego sobre a.existeu-
cia de outros mundos e de outros seres habitan-
tes n'elles.
Aligurouse aa areebispo Bonifacio se rdema-
siado errnea e hertica a sohredila especie pro-
palada pelo presbytero Virgilio, e em sna con-
sciencia denuncou-o ao papa Zacharias I, que
condemnou semelbante doatrioa coma impa e
rj.oostruosa, ordenando ao masrao tempo que,
privado do sacerdocio ; o que se reatisou, depois
de, o baver feito soffrer nao poneos vexames e
persdguicea>
Varioaatorea, dnvidasam.se Vicgilio se refe-
ria a considerar os asiros como outros mundos,
ou smente se reduzra a suppdr como ou tro glo-
bo e outros seres o hemiBpherio que babttam. os
nofsoa antpodas.
0 sabio e erudito Feijo, que tratou de inves-
tigar a verdade deste assumpto, nao encontrn
2324140. dotumantos que o fizesseminclinar para um ouH
89K00 uarauntro pareoer, era cuja perpl^uudulprav.
801#3|tl ,peade antas pan, a prwH'ia vix*l coma a au |
FaeceuemKedrahta, na Hespanha, D. R-
migio Rodrignei de Solis, que legou toda a sna

..
Ura-lMio de famfha, enwneipado, oeae conis-
ihos a un velho perdepo :
Eque dea> meu par ?
Gaba-lbe a bellexa.
E se nao for bella ?
Falle da feialdade des entras.
SPORT
--;
Derby club de I eru amlmeo
Esta publicado o programma i da 9.* corrida
do Prado da Estancia, a qual. ter lugar no dia
de Jan*).
A respectiwa inser peo feba~se na segunda-
feira pMBiraa. 2 lo mesrao mea.
Prado Permambueano
Amaohi fas a sua 18.* corrida o prado da
Ltica.
#
Tbom Jen.niogs esoreveu na Semama Spor-
tiva :
E' procediraento aeguiio por quasi todos os
proprietario i das uossas coadetarias inscreva-
rem seus antojan? eo pareas de-Mwa difierentss
d'aquelles paca aaqiaas uteo prepmntesi
O cavadlo que se,aebr trabalhado para i,6M
metros, correado em m paneo da ItGO, aerea-
ra iofallivelmeate, a meuas qpe seas competi-
dores Ihe-sejau muia luieriores.
E' muitissimo differeute o preparo de ani-
maes para tiros de velocidade do prepara
para ceidas do resistencia. 0 oatew outr
e a propria alimeptace diffsre, Eu a causa
das inesperadas derrota i de animaos superiores
e das victorias de azares, cujas ponas gortx
apenas ser\ era para prejochcaf o pnblibo e di-
minuir a animaco das- apestas, prejuio certa
para as sociedades sportivas, com gaudio ape-
nas de meia duna de oearistos, jue Dio se im-
portara perder primei'aiBente mis de um conts
de ris, comtanto qae tenham o praier de levas-
tar depw urna poqle e 8904000 H
Eis, igualmente, a causa de. prietarios o tauo de deslealdade >e de ira probi-
dad quaudo esli- elles innocentes, salve hon-
rosas excepces I v-

1'^
Diz o Diario do Gommono, de Rio, qae a
qrdo do vapor alleraao Montevideo ebegara em
aa so de se vericar que Virgilio pregavataes l%!mM* Btn oa?aHo **** *
erros, fosse por tal motivo expulso da Igreja,e '*a ciaaae-
Com o flm de comprar amniaes para o tutf
fluminense, a couta de um sp ritman importanm
da capital federal, pant para a Iagttterra a
Jockey Constan, no paquete1 MaUcum.
#
0 Sr. Tirard, criador fraqpes, recusa ha pou-
co a ofTerta-de-3W,9M' fraaeo (cerca'de.......
80iW0f da soasa raeed) petos: seus dous ca- --
valles Bal DOg. e Pr en-Pailte.
A proaosta foi-Hie'feia palo S. Qaumet,
k svorlstiMUiBarnioose.
'* Cumexrto-' fot pratitudi a^pera^Mie^Atf^
pelo Sr. Len Pasca* w# aatoMs Mrsto, I
Sr. Moreira, e Salvator, do Sr. F Schmidt.
L
"^"w


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MMM1
CA JDICIiRIA
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ai
:,
SESSO ORDINABlA EM30 DE MAIO
DE 1810*
H1K8IDKNCU DO CIDADlO DEaEMBABOAOOB
QUINTUO OS MIRANDA
Secretario, o cidado Dr. Virgilio Goelho
A's hora do costume, presentes os eidadios
desembargadores em numero legal, foi aberta a
essao depois de lida e ap pro vacia a acta da an-
laceaente.
Distribuidos e paagaoa os feitos deram-se
os seguintes
JOLQAMENT08
Habeas corpas
Pacientes:
Jos Luiz Saturnino.-Mandou-ae sotar, un-
nimemente.
Antonio Alvea da Silva e Alfredo Campello.
Negou se a ordetn, unnimemente.
Recursos calmes
Do RecifeReaorrente o juizo, recorrido Fru-
ctuoso Pereira de Moraes. Relator o desembar-
5ador Del tino Cavoleante. Negou-se prtrvimen
>, unnimemente.
De R-irreiros Recorrente o juizo, recorrido
Jos Flix dosSantcs. Relator o desembargador
elflno Cavalcante.Negou-se provitnento, una
imemente.
Do ReciteRecrrante o mizo, recorrido Joao
Pedro de Alcntara. Relator o desembargador
Pires Ferreira. Negou-se provimeate, unni-
memente.
Do RecifeRecorrente o Joizo, recorrida 3er-
trude3 Rosa Maria da Conceicao. Relator o des-
embargador Monteiro de Andrade. Negou-se
s/oriaienlo coatra o voto do desembargador Ta-
rares de Vasconcellos.
De BoasjJardiraRecorrente o juizo, recom-
i MsnoeHRrciano da Silva. Relator o desem-
bargador Mantos Pereira -Negou-se provimen
Ib, unnimemente. *
Do RedfeRecorrente o juizo, recorrido Ade-
tino Antonio Francisco de Olyeira. Relator o
desembargador Almeida Santos.Dau-se provi
ment, unnimemente.
Aggravos de petico
Do RecifeAggravante Mod sto do Reg Bip
isla, aggravado o juizo. Relator o desembar-
Edor Al ves Ribeiro. Adjuntos os desembarga-
res Martins Pereira e Pires Ferreira.Negou-
se provtmento, unnimemente.
Do Recife Aggravante Antonia Maria Porto,
aggravado o juizo Relator o desembarga lor
liveira Andrade. Adjuntos os desemjfcgado
es Martins Pereira e Dclfino Cavalcante. Deu
te provimento. unnimemente.
Do Recife -Aggravante Affonso Moreira Tem
moral aggravado o juizo. Relator o desembar
gador Martins Pereira. Adjuntos os desembar-
gadores Silva Reg e Monteiro de Afldrade.
aegou-se provimento, unnimemente.
ProrogaeSo de inventario
Inventariante D. Laura Rarreto Rodrigues
empello.Concedeu se o praso pedido.
Appellaces crimes
De Jaboatao Appellante o juizo, appellado
Manoel Francisco Ferreira Gomes. Relator o
desembargador Silva Reg. Conlirmou se a
sentenca, unnimemente.
Da Gloria de GoilAppellante Jos Severino
da Silva, appellada a juslica. Relator o desem
bargador Almeida Santos.-Confirmou -se a sen-
tenga, unnimemente.
De Camaragibe-Appellante Camillo de Fraga
Bezerra, appellada a justica Relator o desem
bargador Tavares de Vasconcellos Gonbrmou
se a sentenca, unnimemente.
Do AltinboAppellante o juizo, appellada Ma-
ria de Barros e Silva. Relator o desembargador
Pires Ferreira.Mandou se a novo jnry, unani-
w\ft rrj p n f p
Appellaces commerciaes
Do PilarAppellantes Joao Baptista Gorreia e
outro, appellados Casimiro Jos da Silva e outro.
lelator o desembargador a Ivs Ribeiro. Revi-
sores os desembargadores Dellino Cavalcante e
Pires Ferreira. Furam ieapresados os embar-
gos, unnimemente.
De Macei Appellanles Costa Moreira & C,
appellado Filino da Costa Mascarenbas. Relator
o desembargador Pires Goncalves. Revisores
os desembargadores Alves Ribeiro e Tavares de
Vasconcellos. Foram despresados os embargos,
innimemente.
De Natarelb Appellante Francisco Ignacio da
Gru Mello, appellado Isidro da Cunha i aval-
caDte. Relator o desembargador Pires Gongal
ves. Revisores os desembargadores Alves Ri
beiro e Tavares de Vasconcellos. Foram des-
presados os embargoi1, unnimemente.
Do Rftife.Ajipeilautes D. Cmstanca Perpetua
Machado Beiirao e outro, appellado Manoel Gon-
calves E9tella. Relator o desembargador Mon
teiro de Andrade. llevisores os desembargado
res Pires Goncalves e Alves Ribeiro. Foram
despreaados os embargo*, unnimemente.
Appellaces civeis
Da Parahyba Appellante Rapbael Angelo de
Moraes Valle, appellada a Fateoda. Relator o
desembargador Monteiro de Andrade. Reviso
res os desembargadores Alves Ribeiro e Tavares
de VasconcellosForam dejpresades oaembar
gos, unnimemente.
Do Recife Appellante Antonio Hennque Ro-
drigues, appellado Affonso Moreira Temporal.
Relator o desembargador Tavares de Vascon
cellos. Revisores os desembargadores Olivei-
ra Andrade e Martins Pereira. Deu se provi-
mento appellacao, unnimemente.
PAS8AGKN8
Do desembargador Dellino Calcante ao des-
embargador Pues Ferreira :
Appellaces commerciaes
De G;janna Appellante Jos Crrela de Oli-
Teire Aod/ade Jnior, appellado Manoel Aurelio
Gouvea Tavares.
De Timbaba Appellante Jos Barbosa Pe-
reira de Andrade, appellado Dr. Laurino de Mo-
raes Pinbeiro.
Appellaces civeis
Do Recife Appellante Francisco Pinto de
Lelo, appellada D. Maria Thsrexa de Jess Leo.
Do Recife Appellante Graluliano dos Santos
Vital, appellados Almeida Castro & C.
Do desembargador Pires Ferreira ao desem-
bargador Montero de Andrade:
Appellacao crime
Do Pilar Appellinte Antonio de Lyra Baixi-
aha, appellada a juslica.
Do desembargador Monteiro de Andrade ao
desembargador Pires Goncalves :
Appellacao civel
Do Pilar Appellante Antonio Gomes de Mel-
le, appellado Benicio Ferreira de Araujo.
Do desembargador Alvas Ribeiro ao desem-
bargador Tavares de Vasconcellos:
Appellaces crimes
De Cajazeias Appellante o siso, appellado
Joo Bezerra da Silva.
De S. Beato AppeUaote o juizo, appellado
Manoel Francisco da Silva.
Do desembargador Tavares de Vasconcellos
ao desembargador Oliveira Andrade:
Appellacao civel
Do Bonito Appellante Antonio Leite de Ma-
galhies Bastos, appellado Martioho Rodrigues
da Silva.
Do desembargador Silva Reg ao desembarga-
dor Almeida Santos:
Appellaces crimes
Do Recife Appellante Antonio Manoel Fran-
cisco de Paula, appellada a justica.
Do IngaAppellante o,promotor publico, ap-
pellado Jos Tavares de Albuquerque Mendonca.
Do desembargador Almeida Santos ao desem-
bargador Dellino Cavalcante :
AppellacSo crime
Do ExAppellante o juizo, appellado Anto-
nio Lourenco Alves dos Sanios.
DILIGENCIAS
Com rista ao desembargador promotor da jus-
ta:
Appellages crimes
Do BrejoAppellaate o ju*o, appellada An-
tonio JordSo do Espirito Santo.
Do Recife-Apnellantet Leonardo Jos Ribeiro
Ovimrles, appellada a justica.
De Atalaia-Appellmte o juiso, appellado Pan-
tlalo Lopes de Mefi.
ComTiflle as
De Macei Allante flfiH fintista de
Moraea Bello, *ppelaao Jcm Ales ae Araujo.
DI8TEJBJV0*8
Afipeliacao civel
rgauor Silva Reg:
Ao deaembaru.
Do Recife Appellante o iuiso onmlosda
Paseada, appellados Manoel Figueira de Baria
& Filhos.
Encerrou se a resalo as 2 horas da.tarde.
Diario de Pernamhuco-Sabba
Ao cidado ministro df Paseada.
Rio.
M 1890
3
IHDICACuES TE1S
Medico
* O Dr. Alabiada Velloso d consultas
das 12 s 2 horas da tarde, na casa da
sua antiga residencia, roa $Q Baro da
Viotoria n. 45, 1. andar.
Dr. Joao Pauloespecialista em par-
toa/ moleatma de snhoras e de criancAs,
com pratica nos hospitass de Paria e de
Vienna d'Austria, d consultas de 1 s 3
hora3 da tarde, ra do Bario da. Victo-
ria n. 60, l. andar, e reside na estrada
dos Aflictos n. 30, junto estacSo do Es
pinbeiro. Chamados a qualquer hora. Te-
lephone n 467, na residencia.
Dr. Cerqueira Leite, tem o seo esoripto
rio ra Nova n. 32, onde pode ser en-
contrado do meio dia s 2 horas e fora
destas horas ra do Bario de S. Borjc
n. 22. Espe calidadesmolestia de crian-
(m, snhoras e parto. Telephone n. 326
da casa de residencia.
Dr. S Pereira, ra da imperatriz n. 8
d (insultas medico-cirurgicas todos os diaa
das 8 ao meio dia, menos nos domingos e
das santificados.
Dr. Freitcu GuimarHet, medico, tem
dess consultorio na ra Duque de Casias
. 57, l. andar; d consultas nos dias atis
as 11 1 hora da tarde e reside no Ca-
jueiro n. 4, onde attende a chamados em
qualquer hora do dia e da noite. Telepho-
ne n. 292.
O Dr. Simplicio Mavignier.Clnica me
co-cirurgica. Especialidades : mole* ..ai
diinda n. 27, l.8 andar. Consultas uaa 11
is 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa.
iclla) das 6 s 9 horas da manhi o i
'.arde Telehone n. 392
Dr. Joaquim Louteiro medico e partei
.-o, consultorio roa do Cabug u. 14,
l. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
ao Monteiro.
Dr. Castro Jesue medico e operador,-
Pratica a lavagem do tero quando e co
xio aconselbadr.. Consultas das 11 s
i da tarde em sua riaidencia ra d >
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.*
indar. Telephone n. 389
Dr. Ribeiro de Britto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1. an
dar a ra Duque de Caxias n. 46, poden-
de ser procurado para chamados, na sua
residencia, a roa do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303.
Hlvogados
O bacharel Bonifacio de Aragao Farw
Rocha contina a advogar. Escriptori.
ra do Imperador n. 46., 1. andar.
O baehard Joaquim Ihiago da Foneeca
tem sen escriptorio de advogado ra do
Imperador n. 14, 1. andar.
Occu lista
Dr. Ferreira. oom pratica noa princ
oaea hospitaes e clnica de Paria e Lon
dres, consultas todos os dias das S
.lorasdao meio-dia. Consultorio e resi-
dencia ra Larga do Rosario n. 20.
Dr. Barreta Sampaio, occulista, d con
saltas de 1 s 4 horas no 1. andar da
3asa ra BarSo da Victoria n. 61. Resi-
dencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra
da pela ra da Saudade n. 25.
Drogara
Faria iebrinho dt C, droguista por ata
jado, rea do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, deposi
(arios de todas as especialidades pharma
seuticas, tintas, drogas, productos chimi
jas o medicamentos homeopticos, ra di
Mrquez de Olinda n. 23.
TiaUa 4* eacrever
A melhor s unta Victoria, vende-se a
500 rs. meia garrafa e a 800 rs. urna gar-
rafa "inteira na Livraria Corntemporane*
de Ramiro M. Costa, ra Io. de Marco n.
2, loja de ferragens de Albino da Silvt
4 C., ra da cadeia n. 42: loja de fera
en de BrandSo & C, ra Duque de Ca-
sias n. 46.
Commercio Recife reclama intarpretacao erra
da seos sentimenlos.
Manifesticao calma nao significa agitagao, in
disciplina merecedora resistencia governo.
Reclamando intermedio governador medidas
realmente vexatorias procedeu oorrectamente
ccmprindo sea dever.
Condiees commdrcio Rio Ikrinreate, squi
depaupefado. Assicracao Commefcial n&e pac-
tua agiiacSo natureaa alguma, somonte atiende
reelamacoes consideradas justas. -Direttona.
Diguando-se S. Esc. dar a resposta que se-
gu :
Presidente da Associagao Cdmmercfal.
Recife 28 Maio 1890.
Empenhado sempre em nao contrariar inters,
ses do commercio, mas antes em promovel-os
com a consideracao devida a urna classe que re-
presenta um elemento superior no desenvolv-
meato econmico do paiz, nao faltei a ease sen-
liraento ao decretar medida 30 */ em ouro.
Adoptando-a declarei renunciar tabella mevel
20 urna ccntnbuicao por oulra iocomparavelaente
menor. Esta medida j vigorou no pas em
reG8, quando condiges commercio eram muito
peieres. Em 1883 o parecer da eomaissaa par-
lamentar de inmrito, assigoado por negocian
tes da mais alta competencia commercial como
Manoel Jos Soares e Visconde de Guany acn
seibara como remedio aos soffrimenlos commer-
cio cobraoca SO % em oaro, idea adoptada, ago-
ra Repblica Argentina, quando circumstancias
do commercio pareciam desesperadas. A rfso-
lucao contra a qual agora se reclama pois.
apenas um j medida de alta providencia, imposta
ao Thesouro peras necessidades da adminlstra-
cio, medida que evidentemente nao pesa sobre
pulmonares e partos. RuadoMarqu--* dr .commercio importador mas nicamente sobre
grtnoMmml jjDd^pe da Soasa.
PUBLICACOES A PEDIDO
Associagao CoMMerelal Bene-
fleente de Pcrnaaaibueo
Havendo o commercio da praca do Recife de-
legado plenos poderes a Associagao Commercial,
aQm de reclamar perante os altos poderes dos
Estados-Unlos do Brazil, contra o pagamento
do imposto em ouro, como vexatorio, vem a
mesma Associacao dar coate do encargo que lhe
oi conferido:
Ja este nos dominios da publicidada o tele-
gramma, que em resposta ao da Associacao, deu
S. Exc. o Ministro da Fazenda ; e, pelos termos
em que a .resposta se aclia, e que demonstra
firmezaioabalavel do acto de S. Exc, nada
possvelesperar; seria al insania insistir sobre
o asanmpto ; sobretudo nao encontrando adbe
ses as pracas de outroi Estados, a Associacao
d por lindo o mandato.
E' para lameetir suppr S. Exc. que a Asso-
ciacao, esqueceado-se do alto cargo que repre-
senta, descesse a pactuar com causas, que por-
ventnra oCfeadessem os inleresses da Repblica.
A Associacao, proeedendo como fez, em vista
das reclamaces do commercio, nao promoveu
agitagao alguma. contra aquel les lnteresses dos
quaes se icbam radicados os do commercio; e
atacar aquelles, importada o mesmo que atacar
estes, e, neste caso, a Associacao claudicara do
sen mandato.
Apenas atienden as reclamaces, que lhe pa
recem justas, por qaanto esta convicta, que o
impostoeotouro vexatorio ; e na.orUe que o
commercio atravessa, impor se-lhe a obrigacao
de ir proiem*t M orno no rfsptro, para pa-
gar direitos, alm das difficuldades com que j
lucia, ser creer lhe ais urna causa, alem das
preexistentes, para abtelo anda mais.
Sob o predoninio desees senmentos d que a
Associacao Commercial, cerno interprete do com-
mercio, se atreven, a fajer aquella jepresenta-
Cao por telegrasmna, alias lodo pacinco, do que
deu testemaah a iatervencao do Exc. Governa-
dor,semcogiterammomaitnqoe iuflnntuiano
A Asmxucl+mudi Wegu&m directamente
S.^W-*Wda08.aqtegiaTdo t#ram-
. A#odp^pHBpeiga*f^^or*^
MaiodalW.
os consumidores, mas isso em proporgOes mi
nimas, que nao infligiro o menor vexime aos
interessados.
O governo provisorio, portanto, do qual acto
collectivo e solidario essa providencia indecli-
navel. espera que, consultado vosso nunca des-
mentido patriotismo, contribuaes com este con-
tingente de adheso moral para a obra diflicil da
paz e organisaco, que pesa sobre os nossos hom-
bros entre gravsimas dif&culdades, insolviveis
sem o concurso da abneg-co de todas os bra
zileiros.Ruy Barbosa.
A Directora.
A ftepabllca Braxlleira vista de Portugal
(raoTBSTo jlo sb. vaaMaico de s.)
X
< No Brazil a questSo hoje no est j
t posta entre a Repiblica e a Monarehia,
t diz o Sr. Frederioo de S. A lucta
c entre a liberdade e a tyramnia. A lu-
c ta vai ser entre o exorcizo servido por
c seus escribas e que nSo quererlo largar
a rendosa tyranni ; e a sociedade civil
c que ter de reagir oa de se anniquil-
lar. A n.igSo ter de devorar o exerci-
c to, ou o exercito acabar de devorar a
c nago.
Quando ha inuitos annos trabal lavamos
guiados por um ideal risonho, em que en-
xergavamos todas as felicidades e glorias
para a nossa patria, correndo apaixonados
em busca da estatuicSn de um principio
que sempre se nos affigurou verdico e
nico capaz de salvar o futuro do paiz
em que naacemos, nSo tinhamos smente
um tito alijar a monarehia com a procla-
mado da Repblica, e descaucavamos cri
minosamente tranquillos nos faustos de
urna victoria ephemera e occasiona!, que
nuAa pdense transforma"-se em trium
phos porque lhe faltas e a consolidacSo.
Nos nunca quzemos, e nem podamos nem
deviamos querer simplesmente soltar aos
ventos a palavra Repblica, sem que ti
vesse um eco profundo e sonoro em todas
as istituicSes e constituicSes sociolgicas
e politices do paiz sem estabelecer os ele-
mentos que metamorphoseasse em urna
brilhante realidade aquillo em que s hou
vesse o exterior triumphante das apparen-
ciaa.
Quizemes e queremos sempre a Repu
blica, porque ella sempre foi o nosso
ideal, sempre foi a bandeira a cuja som-
bra nos abrigamos das corrupoSes do ve
lho e muito naturalmente decadente rgi-
men monarchico, nao simplesmente como
urna questio de forma, como a represen-
tac5o de urna idea abstracta, nao. Nos
sempre a quzemos como a encarnacSo de
um principio concreto, de um ehnento
vital a nossa sociedade, mas urna ma ac
tiva e sa ia como sane dar a pratica da
virtude e a expulsao do vicio no compri
ment do dever. Foram sempre esees os
nossos sonaos : ou fazer a Repblica e de-
pois proclmala ; ou proclamal a e depois
fazel a.
Preferimos sempre o primeir systema.
Mas os proprios factos da monarehia obri
garan nos a tomar e seguir o segundo
como o mais prompto. Est proclamada
a Repblica. Vamos fazel-a agora.
E sabe o Sr. de Frederico de S. o que
agora no Brazil fazer o rgimen que foi
praclamado ? Se sabia, desviou-se do
um caminho em que poderia com franque-
za alcancar a gloria da exprsalo de urna
verdade e o sentiment > de urna analyse.
3e o Sr. de S. soubesse o que quera di-
zerfazer Repblica, estabelecel-a, subs-
tituida a monarehia, nSo teria dito pala-
vras e conceitos que traduzem urna su
perfcialidade muito perniciosa dos foros
de esenptor publico. Teria mais inteira-
mente avaliado a forma dos termos antes
de transformad os em palavras, teria de-
pois tomado o peto distas aetea de appli-
cal-os a juizos.
Faser a Repblica, estabelecel-a no
Brazil, substituil a a monarehia, consiste
agora, as realisagao de um daquelles nos-
sos ideaes, o mais importante e diflicil,
para a coucretisacSo substancial do qual
nos sempre trabalhamos desde a conversa
intima, em que se manifestava o,.iniSo
destacada, individual, e por isso mesmo
mais caracterstica e genuinamente pura
e firme; at a revolutis na praoa publica,
onda se atiesta va a hereicidada e. inabala-
biKdade das coavieolJes, purye- vismos
surgir diente de nos, .aunescada/ o terri-
vei aspecto do pati^aki. Coasiste fazer
s Repblica em alimBac< da nesso aeio,
do maio^p nafriaJU ^afpaajMrpo social,
meamos elementes anarchicos, das
meemos violes degeaeradores qus aba^H
o orgaaiemo da aociedsde btazileira,
rompendo-o, atrazanda o e levando o ab
aoiquilamesio. Conaitte agora a nossa
misaao am, destruir oa males que noa lega
ram mam de do is secitios de una coleni-
aaoe frouco fruottfieante, quaei inerte,
falta de aeive; e mais 66 annos de moaar
cha aaphyxiante ; e depois em seu lugar
estabelacia sempre um principio activo de
vida, um elemento sadio que proiuza -a
virtude frica. v
Os elementos anarchicos nSo podiam
anda ter desapparecido no curto espado de
6 meses; e as inclinacJJes malvolas,
tubas da edueac8e< qne tnhamos e da meio
atrazedo de que sahimos, hio de neees-
sa-iameote aprovetar o momento para
apresentar as suas pretaDcSes dami-
naclo.
E te com effeito ellas conseguirem ven-
cer, a tyraania, oomeeorollano immediato
e inevitaval, tornar patente o seu busto
sinistro, aleando a todos os pontos, todo
querendo avassallar ao seu poder des-
truidor.
No conseguir, porem, vencer e im-
por-se por muito tempo.
tfaij direitos que ella, mais poderosa
que 'lia, estar a alma da NacSo, que nao
tardar em fazel a pedacoe.
A lata entSo ser, nlo j de monarehia
e repblica ; porque aquella fugio e esta
ficou de p.
A luta ser entre os principios regene-
radores da repabliia e os esabios dege-
nerescentes, que aos deixou a monarehia.
Ser entre a naoSo, que civilizada ou
nao, nada querer perder, perqu nao
deve, e tudo querer ganhar, porque tal
a sua missSo e o seu dever ; essa dea-
Parabens
A asea padrinho o commeaaador Ernes-
to Jos Feiippe Santiago pelo san feliz
anaivarsmrio natalicio.
Recife, 31 de Maiode 1890.
Urna sua ajUhada.
D. Emilia Leopoldina de Caldas
Jatea
Ecce in pulverem d jrfflit
Qoi tranat benefaciendo.
Sim. Discnga na cidade dos morios a vir-
tuosa senbera, qnaaaorreu, fsendo o que coa
tumam fazer os aojos de caridade, praticando o
bera como o ensinou o gloriosa Mariyr do Gol-
gotba oaTedaapcao ds genero u oa no.
constituiclo dos prineipos que eila erigi
em norma de sua vida.
Ser a rebelliSo do Estado creado com
o elemento creador.
Mas para conquistar esta civilisafao, a
Na53o ha de expellir a tyrannia, quaesquer
que 8ejam os terrores e oppressSes de que
se cerque.
As manifestares convulsionarias dos
povos estSo sujeitas a um principio de
ordem muito elevado, obedecem a leis
mu tirmes e seguras, agem por causas
ftrtes e poderosas, que lhe dlp direccSo
rectilnea, mmediatamente attingente a
um fim.
A evolagSo nio obra do acaso, nem
urna consequencia de meros accidentes.
Umajuivilisaclo que morre a demar-
ca cao do terreno para outra qne ha de
surgir.
E todos nos bem sabemos que o futuro
das geraySes aetuaes se prev pela cem-
paragSo dos actos que a historia dos povos
aprsente.
A civilisasSo nio volta, nanea teve um
movimento retrogrado nea* trilha sobre
pegadas ja amassadas pelas suas lucas.
Como um cometa de rbita hyperbolica
em sua peregrkacao nos espatos infini-
tos, ella nunca rev o sea, carao trilhado
atravez dos tempos e das saciedades.
Anda como aquello obedece sempre s
mesmas causas e influencias.
E como admittir se qne o Brasil ha de
voltar, regressar e regressar sempre ?
Elle nunca regressou.
Como nacionalidade tem attestado que
yivem e trabalham seus filhos para o
aperfei^oamento.
fim sua vida, quer de colonia, quer de
Estado independente, tem factos bem evi
dentes do quanto sSo capazos seus filhos,
pelo muito de seiva que os anirua.
No entanto diz o Sr. Frederico de S. :
c At ha pouco tempo, o Brasil desta-
cava se entre as nac.o'es christ&s e civi
lisada? por urna anomala singular e
humilhante. Urna pequea parte da
populacho brasileira era escrava. Os
Satrioas brasileiros e con ei'.ea D. Pe
ro II spagaram essa vergonha e no
Brasil nio houve mais seno homens
livres. A tyrannia militar entendeu de
outro modo a sua missSo; e, hoje, vi-
ver sem leis, sempre merc do ca-
pricho alheio, viver sem liberdado
pode se affirma que no Brasil, nSo ha
aenSo escravos. i
O erro que contem essa assevera$So
claro, patente, e nos j o temos de-
monstrado em outras partes do nosso tra-
balho.
No Brasil ha" somecte horneas livres,
to livres que so&beram crear.a igualdade
de todos e que trabalham para o aperfei-
coamento em que o velho e venerando
Portugal anda nSo penaa.
E demais Sr. Frederioo da S. um paiz
que tem am rei, que nos momentos cr-
ticos de urna affronta recebida, man
da prohibir as manifestacSes patriti-
cas do povo o dos homena bem intencio-
nados pela violencia, e abre o parlamento
declarando qoe elle e sua familia gosam
saude e as relaeSes com as outras poten-
cias sao de amisade, esse povee livre ?
Pois assim est o seu Portugal de velhas
e passadas glorias.
Antes ser escravo de proprios filhos da
NaoSo, do que de estrangeiros insolentos
e brutees.
4fe (Contina)
Recife, 29-
1\?rso de Letoben.
A partida
(A.'- J. VIANKA)
Vas partir... A saudade e a tristeza,
Succedem aos bellos diaa-de ventara.
Como tempo feliz t&o pouco dora 1
Como foga a ventura cem presteza 1
Inda hapoucc, em minha almaeu va accesa
A alegra, o amor, e a f6 mais pura!
Mais agora a saudade e a tristura
Me cobrem do negror e de incerteza.
Que dor no coraclo cala saudade 1
Que flagello ao amor, a partida
E que morte ao amante a soledade!
Minha alma em tan amo* toda embebida
f3ebi*;no tea seio a slieidade
E Besas felicidade a sua vida.

Marciano OoncaUm do Reg Boom
No dia 7 de-Marco do corrente anno, por volta
dos 5 horas da menta, no mesmo momento em
que com todo esplendor despontavs no Oriente,
sentado sobre o seu throno de ouro e purpura, o
formoso e altivo astro, que desde as mais remo-
tes raa enche diariamente a trra de luz e os
coraces de esperanca, um outro astro que j
fra tambem saudado nos vastos planos do co
pelos primeiros albores de auroras magnificas,
agora que completara o seu cu.so de mesquinha
daraco, se recolhia ao Occidente, cedendo as
sim .lei fatal e invariavel que regula o movi-
mento e o destino ds todos os astros.
Mas, caso estupendo I
Capricho do fado, oa irona da sorte, dir-se-ba
que aesta vez s operara urna pertarbacao qual-
quer, extraordinaria e maravillosa, as regies
estrelladas ; pois e por effeito de um commanJo
irresistivel se pode explicar o uheoomeoo, o
prodigio de ter em tal momento se obumbrado o
astro que sargia, oceultando seus fulgores sob
um manto de sombra e espessas nuvens, para
assim, vestido de d, dar ao astro que se puaba
o seu derradeire adeus I
Embora a repercHssao de golpes taes possa
desvuirar o mais forte entendfmento, e fazer com
que se entibie a razo mais segura, para que nao
se pense que exageramos, diremos apenas, que
o astro que desappareceu no occaso foi a iuu
Iher devotada aos seos mltiplos e sagrados
deveres sociaes e religiosos; que consagrou toda
a sua existencia pratica das mais acrisoladas
virtudes i a mai carinbosa, exemplar e previ-
dente, a lha obediente e extreuxvssima, a
amiga sincera e prestante, D. Emilia Leopoldina
de CaldasLins, de sandosissima memoria I
Alma afinada pelas harmonas celestes, jamis
abrigara em sua mente um pensamento que nao
fosse nobre, nem em o sea coraco um sent -
meato menos generoso.
Pureza, abnegacao, modestia, candara, intel
ligeocia e sensibilidade ; pudor, criterio, con
fqrmidade e f immensa e inlensissima na reli-
gio de seus paes que tanto alentara nos rodes
golpes e crueis decepces, com que aprouve a
Divina Providencia por em prova o aojo de bon
dade, de jue os borri reis soffrimeotos ds um
parto prolongado e cruel fizeram urna verdadeira
marlyr ; tudo isso mais que sufficiente para
firmar a nossa conviccSo, de qtfe D. Emilia
Leopoldina de Caldas Lius viveu e morreo
como urna santa, como s e dado que vivam e
morram os leitos do Seuhor.
Ella era a alegra de sua casa, a felicidade eo
enlevo de sua familia, o espirito bom e benfico
que a todos ouvia sem enfado, soccorria sem
osteotacao, e acooselbava com brandura.
Qoanta ves tivemos occasio de admirar a
rectido de seu espirito, seus indiciosos concei-
tos, e os Ibesooros de ternura com que ella ac
riciava os seos interessantissimos fllbinnos!
Anda nes pareee estar ouvindo sua vos bran-
da e persuasiva, que sempre exercia sobre
aquelles que a eercaram o suave encanto de al-
guma harpa eolia.
E pensar que ludo isso desappareceu- para
sempre, que usca ew voitsr a belia quadia
da vida, os dias festivos e felizes passados no
perfumoso ambiente do lar, que ella aformoseara
rom a sua presenca e espirito, com os seus dotes
singulares, com os seos eminentes e distinctos
predicado', com as suas inexcediveis virtudes I
Pensar que aquella que fra em vida, durante
toda sua existencia, o alvo, o centro, o objecto
do respeilo, da estima e da veneraco de todos
que tiveram a fortuna de poder e saber apre
cala, abandonou o envolucro terreno, em que
sna alma se encerrava, e, deixando immersos
na mais profunda consternacao, na orpbandade
os seus estremecidos filhinbos e na saudade sua
chara familia, remonlou se s regies thereas
sem que podessem demovel-a de seu proposito,
ou enternecer aos executores da celeste ordem,
as nossas supplicas e as nossas lagrimas I..
0 pranto corra em jorros dos olbos, as preces
estavam em todas as boceas, a dor era crucian-
te e geral!
E' que assim morrem os anjos, e D. Emilia
Leopoldina de Caldas Lins, fot um anjo, que
anbelacte e pressuroso correu ao encjntro de
algumas sombras queridas, que lhe acenavam do
co, para ende partiram outr'ora levando-lhe em
troca a dor, o pranto e a saudade
Na impossibilidade de restituil a vida e
familia, curvemo nos humilde e resignados ante
os insoDdaveis mysterios da creacSo.
Nao dado ao homem perscratar os altos
designio da Providencia, cojos decretos sao
irrevegaveis.
Sobre a campa da mallograda D. Emilia Leo
poldina de Caldas Lins, urna coroa de perpetuas,
urna lagrima e urna saudade.
Barreiros, 8 de Abril de 1890.
Peretra da Silva.
m*
A' memoria Oe aaeu p#eadllmo
lrno Cario. Augusto Carneiro
Monteiro Fllho
NO 1 ANNTVEBSABIO DO 8K PASSAMEMTO
Faz hoje um anno que a inexoravel
densa do exterminio, implacavel em sua
marcha devastadora, ceifou mais ama ezis
tencia preciosa, o conjuncto de amor e vir-
tudes.
No dia 31 de Maio de 1889, o dedo da
descarnada mSo da morte apagn do livro
dos vivos o neme do meu presadissimo
ivmio Carlos Augusto Caraeiro Monteiro
Filho.
Filho exemplar, esposo carinhoso, e ir-
arlo dedicado, at ao sacrificio, elle era
verdadeiro christSo, porque presava essa
religi&oquenos ensina o amor do prximo.
Dedicado ao extremo, quando se tratava
da proteger o infeliz e o desvalido; e no
entanto os sublimes predicados que o or-
navam, os sentimentos bemfazejos que lhe
aureolavam a fronte, os desvelos da fami
lia desolada, oa votos ardentes da incens-
lavel esposa, a aoienoia com todo sea cor-
tejo de experiencia; nada pode impedir
que a indomavel parca da morte lhe cor-
tease o dourado fio da vida.
Bem cede morreste, pois apenas cnca-
vas 17 primaveras. Do munuo nada frus
te, porque d'elle te despediste apenas ti-
nhas entrado; foste morar na eterna man
alo doa justos, gozar da hemeveoturanca,
porque tu eras um verdadeiro justo.
Hoje, porm, no 1." anniversario de ten
passamento, borda de tua sepultura, com
oeoihos arrasados de lagrimas, e a cora-
c5o despedazado de saudades, digo-te: dea-
canea am pal. que tua irma s'Viver o
na teasa pasa basa, diser o tea nema e ro-
gar a Ueus pelo descanco eterno da tai
O. C. 3f.
Auxilios lavaura
Pereira.ameiroMC conlinaam, autorisados
rio Banco do Brasil, conceder emprestimos
kwoura das ptoviBcias d ParnambucorAla-
goasParanyba e Rio Grande do Norte, mediaste
as condicoes deceosioteressados serao infor-
mados no^scriptorio rua do Commercio n. 6
das 11 horas 4a manba s f da tarde.
AS YIGTIMAS DAS FKBRES
Elixir antl-febrll Cerdoso, appro-
vado era 21 de Marc deste anno pela Inspectora
Geral de Hyglene 11o Rio de Janeiro, vem boje
apresentar-se humanidade soffredorasdo mun-
do > inleiro. come taboa de salvaco que a*4nfe-
lia naufrago 4*ie eaviad* por rno omaipotentel
Elixir BolUbrlItartoo, appli-
cado em muittsslmos casns de feb*es, tem, como
por mibgre, levantado do lelto da dor a comple-
tos nBOribmrdos.
Este remedio, composto smente de vegetaes
intetnnnente mdfrensivo.'-alnda-meflTno amis
mimosa e tenra crianca.
As snhoras, no estado de paridas, ou oo pe-
riodo de incomtnodos naturaes, podem usal o
sem receio algum.
Depsitos
Drogara- dos Srs. Francisco Manoel da Silva
dt C, ra Mrquez de Olind n. 23.
Pharmacia Martins, ra Duque de Caxias
a 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do Rosario
n. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, a'-Tua do Barfto da
Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, ra da Imperatriz
n 49.
Para qualquer explicacao podem dirigirse ao
autor Manoel Carnoso Jnior, rna Estreita do
Rosario n. 17.
Dos innmeros attestados que temos, damos
em segnida principio a sua publicacao ; e isto
bastar para que sejam conheeidas as virtudes
do Elixir ant febril Cardoso.
Attestados
N. 21
Htm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.Declaro que
a sua tintura anti-febril uraexcellenteremedio
para curar febres, tenbo experimentado em dif-
ferentes casos as cinco gottes de seu remedio era
quiote graramas d'agua para tomar esta dse de
duas em deas horas, nes casos de febres adyna-
micae, gstricas e inflammutonas, em poneos das
licaram os doentes cou.pl' lamente restabelecidos,
pelo que lhe agradece a offerta que me fea de al-
guns vidros de sua tintura.
De seo amigo obngado-.4iiIpho Farias.
Recife, 28 de Janeiro de 1890.
N. 22
Ilim. Sr. Manoel -Cardoso Jnior.E' com pra-
z;r que lbe participo que seu preparado denomi-
nadoElixir anti-febrllapplicado pelo Sr. Dr.
Miguel Tnemudo Lessa na peesea de meu irmo
Jos que se acbava atacado da febre amarella
confirmada por dous mdicos d'esta cidade, foi
de urna effieacla a toda a p-ova, pois ceoseguio
restabelecel o no espaco ds oito dias.
Pode Vmc. dar publicidnde a estaslinbas, caso
lbe convenha.
De Vmc. atiento venerador e criado Joaquim
Antonio Ribeiro.
Rscife, 25 de Abril de 1889.
N. 23
Recife, 10 de Marco de 1889.
Amigo e Sr. Manoel Cardoso.-Grande satisb-
cSo tenbo em dar-lbe o presente certificado por
pensar que poder ser-do beneficio humanida-
de soflredora. Tomei eomento quinte grammag
do seuElixiranti-febril administrado com as
prescripcoes exigidas por Vmc, o quanto foi
bastante paraxurar-me de urna febre intermit-
iente qoe ha cinco dias ma persegua.
Pode Vmc. fazer d'esta o eso que lbe convier.
Son de Vmc. amigo e criada atteacioso-JVbr-
berto Guimarats Fitho.

N 24
Ilim.e amigo Manoel Cardoso. Recife. A pre-
sente tem por flm lestemunbar lhe o meu grato
reconbecimenlo, por ter empregado o seuElixir
antifebrilem urna menina de quatorze annos,
tntelada de mioba familia, que sendo accommet-
lida de febre typhoide apressel me em chamar s
meu amigo e illustre clnico Dr. Miguel Tbemuds
que, com a attenco que lbe 6 peculiar, adminis-
tran tao bem o seu poderoso invento que no flm
de tres dias salvou a minha doente de t&o borri*
vel mal.
Pode Vmc. fazer em qualquer tempo o uso que
lhe convier d'este meu humilde attestado tribu-
to da mais alta gratidao.
Seu amigo e criadoJorge Cooper,
28 de Junhj de 1889.
N."~28
Eu, abaixo assignado, declaro que um meu fi-
lho de oito para nove annos, estando com ama fe-
bre extraordinaria, e que diziam ser febre ama-
relia, lbe appliquei oElixir anti febrildo Sr.
Manoel Cardoso Jnior e no espaco de seis horas
desappareceu a febre sem mais remedio algum
lhe applicar, dias depois deu a febre da mesma
forma em urna oulra minha Alba de qainze an-
nos e applicando-lbe o mesmo-Elixir anti-fe-
bril-do mesmo senbor, no espaco de vinte e
quatro horas flcou completamente boa, sem mais
remedio algum lbe applicar, pelo que em f ds
verdade me assigno.
Pernambuco, 18 de Maio de 1889. Leonardo
Jos Rihetro Magalhaes.
(Estavam selladas e reconbecidas as firmas).
Preservativo contri a varila
Comptoir Indiistrlel Fraoeals ,
PrecaucTSes contra as epidemias
Usae o vaporisador inhalador Bobomf
Est provado pela sciencia que as epi-
demias sao ge ralas pelos microbios ou fer-
mentos (seres vivos), os quaes absorvidog
pelas mucosas communicam a molestia
pelo? o g5os respiratorios; evidente que
qualquer agente asss poderoso para des-
truir estes fermentos podar livrar-nos das
molestias de que sSo elles a causa origi-
nal.
O Vaporitqdor inhalador Bobauf por
sua disposie.ao simples e engenhosa, um
apparelho commodo para espalhar na al-
mosphera em forma de vapor, o agenta
anti soeptieo e anti microbio por exoelleB'*
cia, o Pherol Bobmuf ou qualquer outro
desinfectante.
No Comptoir Industriel Francais, ra da
Imperador n. 38, 1. andar, fazem se ex-
periencias diariamente, e vende-se a reta-
lho excepcionalmente a titulo humanitario,
visto que a varila rebeldemente est gras
sando n'eata cidade do Recife.
Cirar^io Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for-
mado pela Univeraidade do Maryland noa
Estados-Unidos, tem aberto o seu consul-
torio) na ra Barao do Victoria 18,1* an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.



IJfMiM cara de asthama
De Santa Victoria (Rio Grande do Sul) remet-
teram-nos o seguate attestado:
Eu abaixo assignado atiestowfr bem da hams-
nidade, que tendo ama
quatce annos, d>
paito, foi radi
moso remedio Pei
lana de Soasa Soa
mol
pelo maravfc.
& mu reconheclda).
aaaaaaaa^aMaaaaa
^^m


Diario d Pernambuco-Sabbado 31 de Maio de
I
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Os abaixo asignados convidam i todM o
eieitorea da freguezia da Aarzea comparte
na em Caxaog, domingo prximo, s 40 bo
sa asi Je LsjfSiSaPd1. <
Paranagna
O honrsdo ciaa > Sr. Joaquim
, Gomea, viee-eeoeal do Portugal e
Soare-
Inglas
reama freguezia.
Salvador Fel Jos Btnto Noguewa Jnior.
Jos Antonio de Magalhes Bastos.
Lucidio / Uxundre Martins.
Povoado do Monteiro
vagraaaaaa da feata pela ler-
aaaaco 4o aaez Marlaano na
Igreja de S. PaaitaleSo.
urna broaoail* do man carcter, em sua
esposa, da o aegointe:
___Miaba mulher acha-se perfeitamen-
te restabeJecida de aua grave eofermidade,
com o om de quatro vidros do Peitoral da
Cambar, teud antes experimentado, sem-
pre iautiiateate, talvez cincoenta remedios
diversos.
Joesqnira Soaret Gomes. *
(A firma est reconhecida.)
Prograrama
i Da feata da ealeatial confraria da Santis -
sima Trindade no convento de Santo
Antonio do Rccife, no dia 1- de Junho
de 1890
No domingo 1 do Junto ao alvorecer, ama sal-
va real annunciar aos habitantes da localidade
o dia festivo em que se tem de celebrar os actos
solemnes em louvor a Excelsa Rainha dos Ao
JOS.
Ter comeco a missa soUmne pelo Rvdm. pa
rocho as 9 1,2 boras da manb. sendo eocarrega Vespera
do da orcheitra o hbil professor Jos Tavares 0 j,^, ju-i ^ jt do corrate urna salva de
ce Medeiros, tocando antes e depois do acto a ji tirog aonanciara ao respeitavel publico, que
han la militar do IV batalbo de infantera. c ebegada a Tempera do dia da Santissima Trin
A* tarde, aps a chegada da referida banda mi- dade, locando nessa occasiio a banda marcial
litar bem como a do Club Maibias Lima, que oto- 0 corno de patina diverjas pecas do sen vas-
seqa; osa mente se presta a tomar parte na festivi tissimo repertorio.
dade por convite da coramissao promotora do | 's 6 l|t boras da tarde diversas girndolas
mn Marianno, ter logar o sahimento do prest-' de fojo e ao aom da referida banda, convidaro
ta procissional, comporto de senboras e crian- I os devotos para assistirem a ultima novena, na
as eondnzindo em apropriada charola a Virgem qQa| 0 geva. FV. Augusto da I.r.macuhda Con-
io.uaculada, e depois de pereurrer o povoado e ceico Alves tari om bello panegyrico, elevando
roas aajacentes recolher sc-ha ao som de bar os djxmas so nosso padroeiro.
.ojuiosos cnticos por senboras e acompanba-
mento a piano, seguindo se o sermo pelo elo
qoente oregador Rvdm. padre Pedro da Purifica-
rlo Paes e Paiva, terminando com a ladainhs
Domingo, I* de Juoho, ao romper da aurora,
sera renda ama missa em inteucao de nossos
irmSos vitos e faiteados, linda a qual soltar
se ba oiua salva de ti tiros e diversas girando-
cantada grande orebestra e bengao do Saatis- |4S t fogaet s, toando nessa occaeio a mes
ma banda m rcial
A's II boras entrar a festa, precedida de ler
da
oente preparado pelo bem conhecido py
mico Tito Francisco de Mello, bavendo tam-
__i diversos baldes intercalados nos actos.
A companhia da estrada de ferro proporciona-
ra os trens preceos, conforme a concurrencia,
sino Sacramento.
A decoraco do interior do templo foi confiada
ao bom desempenho 'o artista Agostinho Jacome cias, sendo celebrante o Revm.'" Fr. Paulino
Bezerra; a fachada com illuminajo a gaz e a SoleJade, digao gnardio oeste convento,
gioroo. e bandeiras dtspostas i mtricamente, rjecapari a tribuna sagrada o Revm. padre
correado por parte da companhia da estrada de pjnnioo Braat da Rocha, que em eloquente
ferro do Kecifs a Oxang o levantamento do paorgiryro patentear os misterios divinos que
corto e embellesamento do largo, devendo os 6e eoccrraoi aa Saattssima Trindade.
oradores por sua vez itluminarem a frente dos a. 0: cbesira est. confiada direceo do nosso
predios. carissimo irmio consultor Joao Alves da Silva
Assm terminados os actos religiosos, se dar q^ exentara a missa denominadaSantissima
aqueimarum lindo fogo de anihei oes Trindadedo maeslro italiano Cavalbeiro de
Serrnty, p*ecedendo a importante ouvertura de
Lauro Bosrj. Gebog Aparagy. Os solos serio
exeenlados pata principaes cantores deste Es-
'tado.
Fiada a festa a referida banda tocar brilhan
tes oteas.
A's 3 boras da tar^a a mesma banda marcial
tocar nos etatros da igreja rm um crelo
previamente amado para esse Hm.
A's 4 naras eaa p nio sahir a solemne pro
. is-ao que pvrmmra o itineraio do costume.
A's 7 horas da aoite entrar o Te-Dtum Lau
damas deoomi jado E-pint > Sanio -, Occapan-
| do a iribana sagrada o Rjvm Fr Augusto da
Iiama^olada Cooceicao Alves, Hado o qual ser
! arriada a baadeira, que ser entregue por urna
provedora a
jKttsr rts Otaz \ ^-^ap^aiSaJt
Mlfmantt. j professada publicameote. A veriade Pedido
tempre terdade Alm dos estabelecimenlos Sendo a f<-sle daSantissim T.indade urna
[i aonunciados esta venda cm outros im-' das miit Laponaates das ordeos trinas, e srnd )
portantes estabelecimenlos dos Srs. Joao da Cu lambem a eoafraria represeniante daqoella que
iba Vasconcellos, roa do Livramento; Dtooio foi iMMatda em 1190 pelos santos varoes que
Hevelaces e mcr claaeatos
Poseas vezes temos experimentado orna tac
tima satisfaco; melhor diriamos om leglm
crgulho por noticiar ao respeitavel publico que
aeerceja La Rosa AlUtnana urna meDsageira para
o cerpo tanto bebida como regalo que de II
uissimo paladar, como infallivel na cura de
actoflBM .ataques hemorrhoidaes c^rrimen-! ^^^ -cigna irm
ljse/tor6raaco. .. Exma. Sra. D. Dmtrelma Roa de
Seilhermino dos Santos, ra Direita, Moreira Ir-
aiu, roa de Pedro Alfonso; Jos da Silva Perei-
ra Lisboa, na do Imperador; Manuel Martins
Loorenco, Jaboato; Francisco Mea Jes da Foo-
ca, Puar de Alagoas, Jote Domingos d'Olivei
raeMaaoel Ferreira Silva Veiga, Natal; Joo
Isvenal Barbosa Tinoco. Baplista Jnior & C.
-e Ismael Cesar Duarte Ribeiro. Macauiba
lar.tose es'otearaui pela redempc'ic dos capli
vos. peJe-ai aes moradores da ra 13 de No
vembro ene iilamioem as frentes de 8 uas casas
para maior brilbaniiuio da festa.
bluminacXio
Na ve pera e dia o claustro e a frente la igre-
ja esa' i itt ominados pjr dous lindos focos de
lux elctrica.
COMERCIO
Kevista do Mercado
RkCIFK, 30 DKMAIO DK 13fe0.
Penco movimento, limitando se air.da a traos
acedes no mercado de cambios.
Polsa
Caaab
PU< do RECU'K
Ataxa bancaria nominal estabelecida pela ma-
cu foi 20 5 8 .-accando, potm, o Banco de Per
ramtoaco a 30 3 4 para pequeas quanlias.
Houve pequeo be%Cto coi papel particular a
-78
'nmma.
Crt-avOM OFFIC1AB8 DA JUNTA l>OS COB j /,:.fc'-'-ei i*. Uoif
BKTORE
Recxft. 30 de Ha io de 18HQ
Sao nonvc cotaco.
u nresdenle,
Antonio Leona -do Rodrigues.
O iecretano,
Eduardo Dubeux.
Pasta da 4lfaudea
-a*.K u 26 a 31 de haio di 1860
Vide o Diario de 13 de Maio
Anwrtaco feHa pela alfandega nestemei at
o da S8, coBsrteodt5 4S6 978klos sendo.....
1.28i.S:B "ara oexteror e4.S0i.S98 para o in
j terior.
As enmwlas tprilrc-itas at a dala de hoje so-
bem a 59 817 ci eos sesdo |>or
arcacas 22 48 Saceos
'.'afores ...
^nimacs.
/-fer"-; *- Ciroft
(en.a < S. FtaEcitfO
59 817 5 nv>i
'litros
eos
t'ouros
Mlgads 400 re, e os verdes a S40
bguardeate
:ota-se s 94JHJO, por pipa de 48c litros.
tlcool
:oU-s- !9B;00Opor pipa de 480 litros.
OU-M
Mel
550 oor pipa le 480 iiiro>
PBA^A DO RIO DE JaSEIBO
Papel bancario. 20 3,8 e 20 U/16 firm.
Papel particular 20 13.16 com tendencia
alu.
TBELL8 FFIXADS
para

2 2
o X |
a. ca 3 t_
ng O > M
P. B -i
t ,-> X .
X -o 6
M o
a- o ^
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# r
i a
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s
avos a descarga
Barca oa.iool P. da Cosa, farinha de trigo.
Barca o roegoease Galera farinha de trigo.
j Barca ooroegaeue tier, carvo.
1 Barca n>nnaw Cari Haatted, carro.
Barca uadooal Morianninna, xarque.
Barca alL-aifi JferrM, vatios gneros.
j Bngae hUlaaOes Meidem, xarqne.
| Escuna oo aegarase Ge/ton, xarque.
I Lugar porta^a-'i Temerario, xarqne.
Lugar dio. ttiaiquei Ai ten, x^que.
' Lugar noc > al Dksu Asmericas, vnos gneros.
| Lugar hoaadrs H. M. Leembuis, graxa.
; Patacho packaoi Jbnabo 2, xar^ie.
Patacho hoilaade knnka, xarqne.
Patacho hUiiadn i Vmmmarts, varios gneros.
i Patacho priajran Mkmiego vinho.
i Calicho MatntanB John H. Cardn, varios g-
neros.
Patacho hespaabut Ja ven Pura, xarqne.

* ex
:
S
w t t
5 ^ !
00
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5
li
I a.!
Exporiaeio
feswaa. 29 ni maio ua l.-S'O
mt i exlertor
- N j vaper. mglez Donats, para Liverpool,
carregoo :
J. H. Bjxwell, 4,:6 saceos com 303,700 kilos
' de assoear mas.-aTado.
>*irn e mteriof
No vapor ingtei Cometa, para Pelotas, car-
re cara ni :
I'. Carueiro d, OO barricas com 21,169
kilos de assacar branco.
M. Borg s C, 13 pipas rom 6,340 litr de
! agurdenle.
Para Santos earregaram :
P. Cameiras II, 50 pipas rom 24,000 litros
f" i ff e .de agua OrOfcr.
:-: gS53So6l^t } M Borgcs A d, 400 saceos com 24,600 kilos
de asoaear bmoco.
- No \$t aarional Jacuhipe, para Babia,
carregoo ;
Aexoorucaofeitapdaaj^ran^ejanes^m^^ xtanii com 5.760 litros de
Para tVaeJ, earregaram:
P. A!vea4, 3 bacheas com 273 kilos de
as'iCir rtfioado.
No hia't Ormt U Gnu, para Camossim, car
regaratr :
U7 *<>f9a' F. h IrmSo 4bonicas com 383 kilos de assucar
^i,05", retinado.
i V. Ahes k C. 1 barricas com 199 kilos de
' as; ucar r o i
Para 'aiuibTb. nrregaram :
P. Alves C ,29 barrie.s com 886 kilos de
assu ar it filate > 30 ditos com 835 diics de dito
s afta o,,.- 'mascavado.
o.wo saecus, __ ^ bft/ejp^fi, Olimpia, para Macei,
' carregoo:
' Eoeti Jts A. Hanteiro, 3 btrrts com 288 litros
* pnait pagos ao agncnJtor, por 18 XOos. se- d8 e.D.iM>
g^tfoa-lMQCucao Commercial Agrcola,OTaar % 1,T5tl Feis seciedade. para Maman
Ateodi
Jij constou vendas.
a ''u 18. cooaton de 2W/.09 1/2 kilos, sendo.....
188 7:'9 1/2 para o exterior e 110.710 para o inte-!
r\,r.
as entradas verificadas, at a
bem a 5.906 saccas, sendo por :
-*>;aar.....
a^ces ....
Axmaes.....
ia-arrea de Caruar.
V errta de S.Francisr-".
.*i-'Vrrea eLimoeiro
Somms.
i
data de boje 09-
1.047 Saccas'
72
359
I.J4K
2.486
asoaear
o^ayoUles
-icas .
B timo .
S.senos.
M Rravado pir0sw
31768 a iiOuO
3OJ0 a 3*6 0
2ASO0 a 1J700
11600 1*7U0
moe ? losoo
11980 s ir
gttpc, fturejraraa
fr Alvm C, barricas
com 686 kilos de
nmtaemrnCi
No -al
ram,.>
rorj, para o Natal, carrega
I barricas com 300 kilos de
Cabera de negro
Elixir sedativo e antirheumatieo, formula
do pharmaceutieo Hevmet de Soma
Pereir.
8EM MEECDEIO
Approva do pela Inspectora Qeral de
Hygiene
Este poderoso medicamento ja bem co-
nhecido ha mais de 10 annos e cujos ma
ravilhosos effeitos tem sido a< 'estados por
muitos mdicos e numerosos dotntes, cura
radicalmente os bhktjha ismos, ebtsi
PELAS, SYPHILI8 SSCBOrULAS -e todas as
molestias que teem por orgem a impuresa
ICO Jo aangue.
Luiz Antonio Gomes Braga participa ao res- O verdadeiro e mais antigoElxir de
peitayelcorpo commercial eao publico que d'ura cabeca de negro e da forado do phar
em diante passar a assignar-se
A celestial confraria agradece ao Exm. Sr. Dr.
governador deste E^udo o dignar se assisr a
nossa modestlssima festa, asaim como gradece
a todas as corporales religiosas que a honra-
mn rom suas presencas cerlos de que a sua ,
eratidao sera eterna. E mais anda : agradece a
iodos os irmos e irm&s que conoorreram para o |
brilbantismo da nos.-a feslivividade ; i veneravd
confraria de S. Benedicto, a nossa elerna gra-
tidao.
Consistorio da Celeslial Confraria da Santissi-
ma Trindade, 30 de Maio de 1890.
0 secretario,
Joao incinlno Guedes Lacerda.
Ao commercio e ao
publ:
Luiz Jardim Gomes Braga
Recife, 30 de Maio de 1890.
V. I
II
Leonor Porto
Ra Larga do
BU-
S5
Rosarlo
mero *tt
' SEGUNDO ANDAR
j Contina a executar os mais difiieeis j ,
Jlkurinos recebidos de Londres, Parii,< !
) Lisboa e Rio de Janeiro. ()
i Prima em perfeicSo de costaras, em, .
. em lirevidade, modicidaiie em presos e
fino gosto. (j
maceutico Hermes de Sonza Pereira, e
para arastia dos consumidores tras elle
em seus rotules e enrolneroe o retrato do
;@ autor.
Vndese a varejo em todas as phar
macias e em atacado na pharmacia Fer
reir, praca de Jiaciel P'nheiro, n. 19,
(antiga do Conde d'Eu, e na drogara de
Francisco Manoel da Silva & C, rufc do
Marque de 01 inda, n. 23.
J
Promptuario da lei
DO CASAMENTO CIVIL
Acha se prestes a sabir do prelo esta obra se
guida da lei annolada onde se discaiem diversas
questes praticas e faz se um estudo compara
Uto com o direito antigo.
Como appensos, tras o livro as instruccXies
biixadas para a execug'o da lei e mais actos
publicados a seo respeito e bem assim o regu
lamento do registro civil, como materia que se
prende ao assumpto.
O livro que se compora, mais ou menos, de
200 paginas, offerece utilidades quelles que se
dedicarem ao istodo e execocao da mesma lei.
bem como ao publico em geral.
Sendo a tiragem de poneos exemplares visto
nio poder seu autor accarretar com despezas
superiores, se dar preferencia aos pedidos que
fon-m feitos, para o que se indica a livraria
Parisieose roa 1 de Marco n. 7.
Preco do volme, pagavel entrega deste :
Brochara
Encadernado
2*000
3#O0"
Medico
Ur. ibelro de Brllo
participa aos seus cli otes e tmigoS qae pode
ser procralo para os misteres de sua pioflssao
roa do Hospicio n. 81. e na pharmacia Miner-
va a ra Vidal de Nrgreiros o. 7.
Telepbone n. 303
A's familias
Ensino de prmeiraa lettras, por
tuguez, francez e ingles; pels
residencias dos alumnos, de tro
da eidade e em seas arrabaldcs :
a tmtar na ra do Imperador n.
75, 2. andar.
'
^c^
Dr. Silva Lea)
CLNICA MEDICO CIBUBGICA
Consultorio e residencia 4 ma do Livramento
a. 6 I andar. Consolas das II s 3 horas da
tarde. Chamados a qualquer bora, por e-enpto
Restaurant ?*orlu iuz
O prf metro em Peranmbuco
2123BA DA8 LABAK6KIBAS 21i'u
COSINUAS
Brasilera, Portuguesa e Francesa
Propietarios: Ciarlos Rozier & C.
f)

Ra da Gloria li9
Dr. Eusebia Martins
Costa
tem o sea consultor!..' medico e residencia roa
Sarao da Victoria o. 7 1- andar, onde pode ser
procara io para os m steres de sua proOsso.
Consultas de i s 3 horas da larde.
Keadlaaentos publico*
HBZ DI ABEIL
Alfandega
Renda creral
Do dia 1 a 29
dem de 30
882 29 103
28.683451* ..
9109324636
Renda do Estado de Pernambuco
o dia 1 a 29
dem de 30
160.77#ii01
6 56*4008
167 312*269
Somma toial 1078.Si*9i'5
Segunda seceo da Alfandega de Pernambuop,
30 de Maio de 1890.
O tnesoureiroFlorencio Domiugues.
0 chefe da seceoCicero b. de Mello.
Recebado ra do Estado de
PrrnaaMbaeo
Do flia 1 a 29 7.O0j,:OJ6
dem deJO 40 2414253
81.2444289
IIc Ifr- Drnlaagc
Do dia 1 a 29 7.8964276
dem de 30 15428o
7:9114561
Mercado nuaicipai de m. los
Varila ou feexlgn
O Dr. Loho Moscnso, lo los os das,
das 10 hora." da inant. ;:< | hora da
tarde, receila gralailaii" nie e da os re-
medios b meop;iticos preciso.- atlos
os doentes que. o procura *eji, para tra-
umtnlo das hexigas.
I)r. Bustos k 0 ivera
tem o sen consultorio nedico-cirrugico a
ra do Marqu.z do Olinda, n. 1, l.'an
dar, onde pode ser procurado todus os
ilias atis das 12 as 3 horas da tarde.
Chamados a quolqner li< ra em sua resi
dencia, A ra do Hospi io n. 46.
Telepbone n 305-
i(
MEDICO HOMEPATA
Dr. Baith
i, %,
tta !
)
lia jjilTeiraji
;
Especialidadefubrea, molesOiat
das criancas, dos orgAos respirato-
rios e das scchiiras.
Presta-seaqualqucrch-raado p;r
ra da capital.
Todos os chamados aSrem ne.rai-
idos i pharmacia do Dr. Sabino,
ra do BarSo da Victoria n. 43,
f) onde se indicar sua residencia.
Notice
i T
i,' ru.
British subj'Ct? are informed that, by aDecree
of the Provisional Government of brasil pa
blished on tne l'k instaot, tlu y .-an, thould ibey
I o D'Cemb'T 1S89, raake Ihe declaralion of na
i tionality reqaired by trie lui-t mentiooed Decree
giiAiat lie office of Ihe plice il.-lefi.Je or sub-dele
. a,-, gate of any ditrict, or befoic rtie undersigned :
*!iauJrhose who ha ve alrea^ly made or may make
.q.ujv 'hm declaralion of na ionulity before any local
* '4800 adtnor''y can ente: their namts al Ibis Consu-
,*i0. *Britieb Coisolae.
foi o seguate:
Entraram :
211/2 bois pesando 2,80 kilos.
307 kilos de peixe a 20 ris
9 cargas com farinha a 900 ra.
2 ditas detractas d versas a 300 rs
33 columnas a lioo r.
104 tabolei.os a 200 rs,
7 sainos a 200 rs.
1 escrptorio a 300 rs.
58 compartimentos com farinha a 500
re.
30 ditos de comidas a 500 rs.
98 ditos de legumes c fazendas a
400 rs.
16 ditos de suinos a 700 rs.
8 ditos de fressuras a 600 rs.
2 ditos de camarocs a 200 ra
33 talhos a U
ftendimento de 1 a 18 do crreme
Preces do dia:
Carne verde de 249 a 480 ris o kilo.
Suinos de 560 a 720 ris idem
Carneiro de 640 a 900 idem.
Farinha e 560 a 600 ris a cala
Milho de 400 a 460 res idem
Feijo -Je 900 a 14100 idem
Pernambuco 2,k
May If90.
A Cohn,
11. a. M Con-ul
Vapores a enlr.tr
MEZ DE MAIO
New-York
Finance........... 31
MEZ DE UMHO
O..----- .... Guahy............ 1
Europa....... Campista*......... 1
Europa....... JoknElder........ 1
Sul.......... Nerthe............ 2
Sal.......... Valparaso...... 2
Europa....... Orenoque......... 3
Sal.......... Advance.......... 3
Europa...... V. de Bneuos-Ayes. 4
Europa....... Magdalena........ 5
Sul........... Thames........... 5
8ol........... Pai.............. 7
Norte......... Etphtto Santo..... 8
Euro....... VUle de Cear...... l
Europa....... Tagus............ 21
Sol........... Trent............. 22
Prcderico Oanes Jnior H
Homoepatha
39 RA BA110 DA VICTORIA 39/ j
Prime tro andar { (
Dr. A^lfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parfciro trata com especial:-
iade de molestias de ser.Loras e oranos
Consultorio e residencia ra da mpc-
ratrii n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da lasuh.
Chamados (por eacripto) 4 qualquet hora
THLernuNE s. :l2
A praga nniversal
Em todas aa regiS-s e entre as pessOas
de todas as occup-.c83s e profstSes, preva-
lecem as enfermidades palmonares. Por
tanto, o grande e admiravel remedlo^on
tra ellas e que produz a sua c mpleta ani
quilacao o Peitoral de Anacahuita, o qual
as de re perseguir e em seu devido tempo
as perseguir indefectivelmente at nos
mais remotos confins do mundo.
O soldado nis acampamentos, o mineiro
as minas d'ouro, o colono as froateiras,
o lavrador, o viajante por mar e por ter
ra, e especialmente todas as pessas su-
jeitas a padecerem de tosse, constipa$o s,
resfriamentos e catarrhos, bronchito, asth-
ma e outras aff^c.Ses nao menos aflictivas
ta garganta e dos orgaos da respiracSo, e
que to fcilmente se deaenvolvem e pro-
pagam nos lugares hmidos, inclemencia
da atmosphera ; acharao com a mais gra
ta satisfacSo, no Peitoral de Anacahuita,
um remedio irresistivel e absoluto, par o
completo suhjugamento de tilo perigosas
enfermidades. Compre se em tempo, pois
e bom estar-ae prevenido.
Como garanta contra as falsificares,
Ou "-bq bem que os nomes de Lanman
& Ke. "enham estampados cm lettraR
transparen' uo papel do livrinho que ser
ve de envo'trio a cada garrafa.
Acha-se de vend* em todas as boticas e
drogaras.
Oculista
Dr. Barrcto Sampaio, culista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, do volta do sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da ^usa n. l ra do
Bario da \ -toria, excepto nos
> < domingos e (' s santificados.
Telepbone 285.
Residencia ru ^cte de Sctem-
bro u. 34. En'ru u pela ra da
Saudade n. 5,
Telepbone 287.
Dr. Coelho Leite
participa a seus clientes e an os que mudoa
sua rcsidtncia para a ra Bar Jo da Victoria u.
61,1 andar, e contina a dar cinsultas d- I
3 horas da larde, no seu cjnsu'torio, ra Duque
de Caxias n. 57.
Oentes
Manuel de
de Oiinda
Termina a horrivel dor de den tea usando
o excellente preparado de M.noel Cardse
Jnior.
As cartas que lbe tem ado dirigidas
peina jornaes ds m iorcrcuiao, att>.8t m
a efficacia.
DcposUos:
Drog-ria dos Srs. Francisco
Silva & ''., ra do Mrquez
n. 23.
Pharmacia Martins, ra Duque de
Caxias r.-. 88.
Pharmacia Or.ental, ra Estreit d
Rosario n. 3.
Phrmac Alfredo Ferreira, na do
BarSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Impcratr.z, ra da
r. t/iz n. 49,
Matriz de S, Jos
Veneravel Iraaoadade do M. Sac m
fia
E LEICAO
Pela segunda ve sao convidados os carissi-
inos irmaoj a compare :eien, nesta matriz no
da 1 de Junno prximo, pelas 9 boras da ma-
nila, para assistuem a missa votiva ai Espirito
%anto, e em seguida elfger se a meia regedora
para o anno de 1890 a 1891.
Consistorio. 30 de Maio de 1890.
Padre Albino de Carvalho Les3a,
presidente da commissao.
Confraria
itc
ro
do Senhor Bom Jeaoa da Tloii
na tg-t cju da Sania Cn
De ordem do caris.-inio irmflo provedor, con-
vido a todos os nossos irmaos para comparece-
rem em nossa. igreja, paramentados de seus
habito;, no domjpgo i- de Junbo, pelas 3 bo-as
da larde, arim de encorporados, a.'ompanbarmos
a prosissio da Santissima Trindade. que tem de
sauir da igrtja do convn o t!e S. Pran?isco,
pira a qual tivemos o honroso convite.
Consuiorio da confraria do Seobor Bom Jess
da Viasacra, 58 de Maio de 1890.
0 eserivao interino,
____________________M. D. da Silva._________
Veneravel v
Irmandade de lo. H. do Btoaarl da
matriz do Corpa Sauo
De ordem do irmo juiz, convido a todos os
i roaos a comparecerem em nosso consistorio ni
domingo 1- de Junbo, p*las S 1/3 horas da tar-
de, atlm de encorporado0, aco.'npanbarm.s a
p ocissSo da Santissima Trindade, para enj)
Pira recebemos o honroso convite^
Coasislorio da veneravel irmandade de N. S.
do Rosario da matriz do Corpo Suot aos 2. de
Maio de 1898
O escrivao interino,
- Nono Alves da Penseca
Imp
D
r.
Joao
MEDI<
Rangel
0
Pode ser proeur.ido para os misteres d* fu
prolisao ra do Bom J.sus n. 45 1. andar.
Cocultade meio dia at 3 luras da tarde.
(.'luma lusa qnulquer hora do da ou da noite.
Telepbone h. ICO.
EDITAES
O citadlo Or. Jr*-qum Cordero (Joelho
Cictra, juiz de direito do cirel da repe
cial comarca da Victoria, Estado de
Pernambuco, etc.
Faca saber aos que o prese;.t1 edital virem
que no dia 15 de Junho as 12 horas da maoha,
na porta da sala das audiencias tem de sor arre-
metido a qnem maior lance orTerccer o engenho
Precioso, 6to neda comarca, com caca de viven
da, casa de r-agenbo em esteios, casa de purear
em mo estad-), lauque de maieira. destillaco
-oitcndo alatr biqae, nove cabs, duas resfria
deiras e dous donosilos cinco laxase duas bale
del-as, vapirembom esudo, moemla.'1, 'erras,
casas de Tavradores. avahado po- lO.O.'OaOOO
cojo engeiiho vsi a praca a rcquerinicnt de Wa-
boel Crui C, na eX40t8) que m-jrem a ala
noel Antonio <:.bral e sua mulher.
E para que ebegue a noticia a todos mandei
este pas3ar, que ser publicado pela imprensa e
afxado no logar do costume.
Victoria, 29 de Maio de 1890.
Eslava orna rstampilha i.'e 200 i.
En Bellarmino dos Santos HulcoFilho ecre-
vi.-/oajm Cordeiro Coelho Cintra.Conforme.
O escrvio interino, Bellarmino dos Santos
Bulcao Filbo.
DECLRACOES
Irmandade do Divino Espi-
rito Sautt do Recife
De ordem da mesa regedora convido a to.'os
os nos os curissimos irmos a comparecerem
era nosfa igreja, domingo, de Jauta-1, pelas 2
112 lloran da tarde, alim de encorporados irm n
acompanhar a solemne procisso da Santissi'iia
Trindade, que sahir da igreja do convesto los
ri-l^loos de Santo Antonio; para o qae tive-
mos convite.
Consistorio. 29 de Maio de 1890.
O escrivao,
Miguel dos Santos Costa Junor
Irmandade
DO
SS. Sacramento do
Corp > Santo
DdOrJem <>o irmau jaiz, convido a todo-os
irmos a comparecerem em o nosso consistorio
lomudo 1-deJunli", s II biras da manh,
allm de proceder-se a eleigo de novos func-.dn
n nos que bao de dirigir os negocios desta ir-
mandade dora te o .nno zomproraifsal de 1800
a 1891. Recif-, 29 de Maio de 1890.
_________Gabriel J. das Neves Cardoso.
Veneravel irmandade do Se-
nhor Bom Jess dos
Passos
Convido pilo presente lotos os nossos irm'os
a comparecerem na matriz do Corpo Santo d i-
mingo i* de Junho, pelas 3 horas da larde, pin
encorporados acompanbarmos a procissSa ita
&niissima Tnndde que tem de sabir do cou
vento de Sanio Antonio. Reclf", ildeMabik
1890.-0 esciivu.
Odrico da Cmara.
Alfandega de Pernambuc >
Pela inspeci,iia desta llandega rei'era se o
tSlfO ft-iio ios rinos ou consignatarios das rher-
cadoriis deporitaaas nos trapiches slfsndtga-
d..-s Baro do Linainne eLirgo da Ass-in
W>, administrados nor J >t Luiz de Souza. des-
pa< b.rein ou relirarem dos mencionados arrau-
zeo6 as inercadorias alli reculbid; e, no pra o
de oito das.
2 ser^So da Aandega do Estado de Per
nambuco, 29 d- Mio de 1890. -O coefe,
'icero B. de MUo.
lierby C'lui
Tendo (i io MlormOa em as>einb a geral de
14 do correal.' a emisso de debenlores para a,,
conrolidaco da divida desta so'-.iedaie. previo >
em oorae da diieciona aos Srs. ac8o>iiisTas que
ai ha-se encarregttuo dea operco a corretor
geral desta pra^a Pedro Jos Pinto, com quem
os Src. accionisus oo.lein tratar a espeit. >
Secrstana ds Derby C ub, i7 de Maio de 1898.
O secretario,
______________ Mantel tedeiros._______
JBDULAS
DO
Banco Nacional
Troca.se, tagando bom premio, cdulas d.
rmisso pagavel em outo, do Han Nacional,
no armazem n. 4, ra do Commercio.
Thcsouraria de
zenda
Fa-
Vaporeo a aahir
MEZ DI KAIO
Sul.....:... Cenado.......... 31
.-antoseesc.. Fimanct .......... 31
lOVHioM* o
houve entrada neto
i
t
Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
46Ra do Bario da Victoria46
(defbonte da phabjucia pikeo)
Onde tem eoaaaltorto c reat-
aeaota i podendo ser encontrado e
recebendo chamados qualquer hora
do dia e da noite.
Especialidades; partos, febres, moles-
lias de senboras e dos palmoes, syphilis
em geral, cororapid* a completa e opo-
ratoes de estreitameatos e mais sofri-
' meatos da uretra.
' Acede de prorapto a chamados para
fora, a qnalqaer OisUnna.
I. 874
sabida no dio'
Consulado de Portugal
Terminando no dia 14 de Jucho prximo, o
praao concedido aos cstrangeiros para fazerrm
a dei laracio de que desejam manter a soa na
cicnalidade, c facnllando o decreto n. 3S6 de
15 do corrente qae Ues declaracOes possam ser
"eias nao so p rante a maaicipalidade como
lampero perante os e.-emes de delegacias, sub
delegaciase consulados, dou pela presente s;ien
cia de taes disposigoes a lodos os cid^dos por
ogaezes recebando noste consolado das 9 ho-
ras da manba al s 3 horas a Ur Je as duda
raques de todos aquelles que des> jaretn manter
a nacioualidade portugueza
Consolado de Pirlugal em Pernamloco, 23 de
Mato de 1890.
A. 1. Barbosa Pianna.
_______ EncarreaaJo do consulado
Gabinete PortugueJ
de Leitura
Ocuuio do eoaaelno
Sao con vi Ja los os'seahores membros d j coa
seibo deliberativo para reunirem se i-m seso
ordinaria, quo ter lugar na sede deste gabinete
no dia 3 de Junho prximo, s 7 horas da tarde,
para tomarem :onheciraento do qun preceila o
art. 60 18 dos estatutos.
Recife, 30 de Maio de 190.
Joao J. R MenUes,
Presideute
Club Republicano
Martins Juniof
So convidados os dd*daos, fundador: s do
Club Republicano Martins Junio-, a comparec-;
r*m ra Marcilio Das n 32, l aula:, a* ',
horks da holl, no dia 2 de Junho, afi.o de na
lisarem a pri beira aesaao preparatoria
Faco publico que o Sr Dr. iosp'.ctor, de bo]e
cm doote s iin-nte Uaia audiencia de meio 4u
as 2 horas da tar-Je, salvo a pessoas qae renbzm
de ordem do Sr. Governador do Est ido. ao ins
pertor ou eraprrgados da alfandeea devidamente
aatonsados oo oinmissionados pelo mesmo e a
collectores e escrivaes de collectorias, sobre o
objecto de serv:co publico. Antes e depois
daquellas ho-as, durante o expeliente, deverSo
os loleressadcs entenlcr se com oabaixo assig-
nado.
Thtsouraria de Fazenda do Estado de Per-
nambuco, 28 de *aio de 1890.
O secretario da junta,
Dr. Antonio Joie de Sant'Anna.
Companhia Alagoana de
Fia^ao e Peciolos
Convidamos os senho:es subscriptores desta
companhia para, de accordo com os a-U. 9 e 10
dos e talutos, realisarem al o dia li de Junho
prximo futuro, a 10.a entrada na mai .)e 10
0/0 do valor d-i as aecfies no l'anro de Per-
nambuc. Macei, 14 de Mato de 1820.
Os directores.
Jos Teixvir. Machado.
lo Januario P. de Carvalho.
Propicio Barreto.
Confraria d S. Jos
d'Agonia
De ordem da mesarege-Jo'-a. convido s Mojr
os irmos a compare-*rem domingo I- <}* Jun).
r-mnisso consistorio, pelas 3 hora* la rar/e,
2.rj encorporados. a oapanhar.rcs a proci/8l
da S ntissima Trindade, para a (tul tiv/mos
convite. ,
Manoel Francisco do; Santo; Silva.
Cl ub Republ i cano Fe-
derrsta daGrai^a
AMcmbla geral
De ordem da directora sao convidados !,
os socios deste clab a se reonirem w dia I
Junho, is 8 horas da a.-ie,- na raa de S. Elj
n. 4 (Bspinfaeiro) am de em seasio de as
b!a gral discoiir-se aBSumptos geracs, iejtc-
cordo com os intuitos do club.
Secretarla do Cloh RrtJUb'icaiiO FiltraLisfa .la
G.-ac/.We Malo de 1890.
0 l- seA-retario,
H. Hotlandi dos Saatoc.
V
l

I
m
-'.


Diario de Pernambue-Sabbado 31 Maio de i $90
-
forra
jilos
Thesouraria de Fazenda
FOBEC1MEHTO GUABll<,Xo
0 rooselho para o fomccimento de cuero
rrageo as pregas d'es'a guaroicao e wa
jilos a carril da 4* batera do 5 balalbao de
Ulhana de psicao deslacada n'este Estado, re- jubsiiiuico de Luiz de Paula Lope que f,i dei-
rebe proposlasbo da 16 de Junho p.oximo Yin l epatado e cuj eleicao crmiuara a 31.de De-
Jouro as 11 horas da rr.aDba.no quariel general >> do presente an,io devendo o.novo Hat-
ea coruuiando das armas, onde funccionara o dito ..em vista da ultima parte do art. 4 do mu o
conseilijparacoQtracUroforne.-imentodosallu- nico do oiko Coioniircial. servir somente
A Junta Conmercial do Ririf.; envida os com-
ntercianles Dad '.maulad osdeste distri.to
a eompsrecereai no da 13 il>- Junho prximo vin
douro, as 9 horas d roanh, no salao da Associa
cao Cominea mi Bendceme, para a eleicu de
un supplente de depuiado commerciaute, cm
didos gneros e m.is arligos constantes da rea
ca: nira, tirante o semestre de Julbo a Ifc'iem
oro dVste anuo.
Arroz, k'lo.
Assucar brinco refinado de 1* qualidade, dem.
J)ito diu de 2* dita, idem.
Aieiie doce de Lisboa, litro.
JUafe, kilo.
Agurdente, litro.
Alelria, kilo.
Ameixas passada-, idem.
Ararut?. dem.
Bacaibao, idf m.
3aa!as inglesas, idem.
fiiscoo'os, dem.
Oanhu de porco, americana, idem.
Caf em grao, i.iem.
'Caf moido. idem.
Cira* de poroo, dem.
Bita de vaeca com osso, idem.
Di'a de dita sem oiso, idem.
O.U cecea do Bio Gande do Se', Meno.
Dita e carneiro, idem.
Cha ve:de de lodia, idem.
Do prelo da dita, idem.
Sealiiin, idem. *
Grav*, cento.
Choi-oiate, kilo.
-Carino vegetal, barrica.
Dito cok-, kilo.
Caetas de inadeira, duzia.
"Enlarjos por cavallo, om
-arinha de qualidade, litro
Dita de dita, idem.
Feijao preto oo mulatinho, iiem.
Frue as, racio (duas bananasou urna laranga)^
Fartllo, kilo.
Ferradurn, par.
-Figos pastados, kilo.
Frango, nm.
GIImil.', ama.
; )ai:na arbica, frasco
Gofebada em lata, k lo.
Avala, aoha ou toro.
Leiie de vacca, litro.
Xivagem de roupa passata a ferro, peca.
Lapis preto de Faber n. I, dozia.
Macarrao, kilo.
"Mareen?, idem.
I(int iga inglesa de 1 qualidade, d.m.
Ma-mi-lads. idem.
-Milhc, liem.
edicamentos pare cavalhada, tornero.
Ovo?, um.
-Pao, kilo.
Pbjsj-horos a encano?, grosa.
Paaw, kilo.
Peonas de ato Perry. caixi.
Fapel pao'aio fini'-, resma.
.ipel mata borrao. tolba.
U'j-.ijo de Muas, um.
Sal, I; tro. ,
-Sanguesugas, pela arp'icagao de urna,
-sabio commum, kilo,
foocinho de Mina', kilo.
Tinta preta, garrafa.
Temperos e verduras, raco.
Jjpioca. k'lo.
vV-nho tiuto, litro.
2).io branco. dem.
Oito do Porto, idem.
Vinagre tinto, dem.
.'i.io branco idem.
Vassouras d piasaav?, srarvlp-, urna.
Veas de cera, kilo.
Cvndicoes
i* Todas os gneros serio de primeira qualida-
de c os foroecedores deverao sasfazer o* pedido.;
dentro dos prazos marcados nos respectivos con
tractos, entregando os gneros nos quarteis on
*IriIezas e enfermaras, e depositario na The
souraria de Fazenda urna quantia como ca c*\
nento.
2 As propostas deveao center a declaracao
xpnuta de sojeitar se o proponenle a multa de
.. %, da impoJtancia a que moblaren) os vveres j
*i artigos que forem acceito?, ti deixarem de
comparecer para antiguar o respectivo contracto
eotro do prazo que fr marcado ovios jQr
ases.
& So poderao Cin'.orrer ao fornecimento os
candidatos que se hibilitarem na loma do art.
18 do decreto n 7085 de 6 de Maio re 1880
4* Da falla de fiel cumprijiento de quaiquer
dasotorigacoea cwii ahidaf.e* fuineceJores dea
rao sojeitos a pagar-cv;ilor dos geuero* regea
dos oo nao recebidos em lempo.
5* Os concurrenli s So obrigados a presentar
4 amostras dos geneos ou arligos, que forem
ipljrados prmisosju'io coasetho.
6* As paopo8ta8 ser apresenudas un dupli
cata at as 11 horas do ref< rido dia. em que all
erio abertas e apunadas em presenta don pro
yantles ; sendo que na niesma occariio a<;
-mtaro proposta para a venda de estruma dos
animes da precitada b.teTia.
7 Finalmente, os f.irnccedores que requererera
-a resciso de sen contracto e forem allendldi-t,
Ficarfc) sujetos a multa de 10 /. sobre o letal do
/ornecimente do snneslre tnlericr.
Thesouraria de Fazenda do Estado de Peruana-
uco, 30 de Mato de 1890.
O insp'ftor,
Dr. Dtmocrito Caiolcantede Albuquei-qne
pelo tempo que falla ao substituido
E, para con-lar mandou dita junta Tazero pre
sent edita I, que assij-nado pelo seu presidjntc,
1 ser publicado no iornul cL- Recifc, Provincia t
Diario de Vtrnambuco, e affixado na praca do com-
' mercio c va a lista re que trata o art 5 do
Decr. n. 696 de 3 de Setembro de 1850
Junta Commercial do Recife, 29 de Maio de
1890.
0 presidente,
.'oaqum OUnt Bastos.
P
E
DEBBT CliTO
DE
RNAMBUCO
PROJECTO BE nSCEDPCA
9
Santa Casa- de Misericordia
do Recife
Terante a junta administrativa esta SMta
arren'iMioeaio. por lempo le um a lies auno.*.
ua iTjpr-.clade Mi.ueira, pertecente a mesma
autocasa.
As proco-las deveao ser em :a;las feclwdas e
i;;.ta e sera prcfeiida aquella que mtlhores
a^e.is i'ff iccer, lomando por base o reg
a-.loal arrcodacLonlo, que de 120*000 =n
U-t. ... .
v cetaria da Santa -asa da Uiscacordia do
f-, 2i e Mai j de 1890.
O scrivao, Pedro Rodiifuet Je Souza.
Faculdade de Di re Lo
X- ordem do Sr coca<-lbeiro director
i..tcri:.o, freo publico que tegunda-feira,
2 de Junho prximo, comearSo n'esta Fa-
culd do os exames preparatorio! pelea de
pbi'.oaopbia e arithmetica, s 2 horas da
.tarde, s^ndo as bancas constituidas do se-
Philo$of>hia
iiesdonte, Conselhero C-rreia de Aranjo
Examinaiorea, Ehs Jos Soriaoo de Sou-
aa e Arcediago Luiz Francisco de A-
Krithmttica
Proaidente, Dr. E^corel.
FsIiiiiiiii lu s, Dr. Barros Sobriuho c Jos
Ferreira a Crua Vieira.
Secretaria da Faculdade de Direit; do
fiecifo, 30 d, Maio de 18V0.
O secretario,
Bonifacio Aragdo Furia Roela.
Matrzde Santo Antonio
WeaeraTt'l rraumsJade do *au-
OMhsi* aeraaieaCo
Pe presente e de c nforreidade c>m
aa diipoaiioe do coaproruiaao, convido
os irsoloa deata Veotravel Irmaodadt*,
m eamparecereH em domo C'>ntitorio as
21 heniada macha do dia 1." de Junbp,
a de pr..ced Mgedora, qie ha de dirigir a irtuan-
.o compronaisaal de 189. a
Ttjeatr.rio, 29 de Maio de 1899.
Oeett-ivlii,
JFran'AKQ Jtti d$$ Pa$ o$ Ow'mar&e.
Lista
1 Antonio Gomes Miranda L al.
2 Antonio Gera do do He o Barroca.
3 Antonio Luit Teixeira Elias.
4 Antonio Valenlim da Silva Barroca.
5 Antonio Rodrigues de Souza.
6 AOKWio G ;uiea de Ma'.lO.
7 Ai.ionio acralim da Silva.
8 Antonio alachado Pereira Viania Jnior.
9 Aotonio da Cunha Ferreira Bailar.
10 AutoDio Vicente de Uugatbes.
11 Auionio da S.Ma Fcrreira Jnior.
12 Antonio Guiltierxino dos Santos.
13 Antonio de Oliveira Maia.
la Antonio Muniz Machado.
o Antonio Xavier Bezerra.
la Adlpho Francisco Lavra.
17 Aureliaoo Augusto ae Oliveira.
18 Augusto Octaviano de Scuza.
19 Alexandre de Souza .Nogueira.
20 Alfredo Gibson.
21 Alfredo Jos Ferreira.
22 Affvnso Augusto dt; Brilo Taborda.
23 Barao de Pelroltna.
24 Barao da Suiedade.
:5 Barao da Santa Cruz.
2-i Barao de Aguas Bellas.
27 Carao de Nazareth.
28 Coroeniano a Ajuino Fonseca.
29 Claudio Jos de Saot'Annu.
30 Carlos Piolo de Lemos.
31 Carlos Jos de Medeiros.
32 Carlos de Paul. Lopes.
33 (andido (los da Suva Gdmaraes.
3i Caod'do Goncalves Ferreira.
3o Carlos de Moraes Gimes Ferreira.
36 Cuperlino de Gmmaraes Bastos.
37 emeino Acacio de Araujo Bastes.
38 Ernesto Arcelioo de Bar os Franco.
39 Eouardo Candido de Oliveira.
40 Euzebio da Cuuba Delirio.
41 Eois Americodc Medeiros.
42 Eugenio Regadas.
43 Fr. nclsco Ferreira Bailar.
44 Francisco Antonio Gomes de iiattos.
43 Francisco Tneopbilo da Rocha Bezerra.
46 Francisco Apolouio Bezerra da Siva.
47 Fraocisco Gomes de Araujo.
48 Francisco Bo'eiho le Andrade.
49 Francisco Ignacio de Oliveira.
30 Francisco F.rreira Bailar lunior.
31 Fruoci.co Jos da Silva Guimaraes.
32 Francisco Gurgel do Amara!.
33 Francisco de Paula Goces.
3i Francisco Correia -!e Mesqbita Cardo o
53 Fil.x Pereira e Souza.
36 Fraucelioo Rodrigues de Moura.
57 Genuine Joi da Rosa.
38 Gratuliano dos Saulos Vital.
39 Graciln.no Ociavio da Cruz liarlins.
60 Gabriel Ildefonso das Neves Cardoso.
61 Heurique Bernardes de Oliveira.
62 Heorique Xavier de Araujo Saraiva de Mello.
63 Herminio E.y iio de Figueiredo.
6i Ignacio Bezerra Pessoa.
63 Jo.- Antonio Pinto.
66 Jos Marcelino da Rosa.
67 Jo. Fraucisco S Leitao
68 Jos Gomes Leal
69 Jos.Adolpho Rodrigues Lima.
70 Jos da Costa Pereira.
71 Jos Fiuza de Oliveira.
72 Jos Hras da Conceiiiu Silva. -
73 Jos de Oliveira Castro.
74 Jote Me.re.ra da Silva.
73 Jos Augu-io de Aaujo.
76 Jji de S Leitao Jnior.
77 Jo.-e F.aiicieco do Reg Mello.
78 Jo.- Antonio Moieira Dias.
79 Jos Peneira da Silva.
80 J ac Feliciano Nazareth.
81 Jos R cingues da Silva Barro.
82 i's Al ves Baibora Jun or.
83 Jos da Silva L yo Juniar.
84 Jo Ferr.i-a Bata r.
83 Jote Candido de Moraes.
16 Jo. da .rfumpcJe Ollvtin.
87 Jo.- La-z da Mello
88 Jos liori o Ctimaco da Silva.
0 Joi Laiz Goncalves Fenna Josisr.
90 W de BnKi Bastos Filho.
91 Joi farreira Ma.qced.
92 Jos Francisco Pn ei-o Ramos.
93 Juo Ignacio de Medeiros Reg.
94 Joio Baptisia Gomes Peona.
9 Joto Piolo de Lemos.
96 Joio Manoel da Vcigc e Seixas.
97 Joio B-.plita CasUnha.
93 Joao Jor da Silva.
99 Joao Jj-- de. Carvalho M)raes.
itO Jco Frrnandes Lopes.
101 Jofto Walfndo deMedeiri'S.
102 Joao Rodrigeos de Maura.
103 1j30 de Aquino Fonseca.
104 Joao Ferreira Loueiro.
103 J..w Pereira Reg.
100 Joao Joaquim de Mello.
107 Joao Chrjaosiomo Galvo.
108 J^o Vctor Al ves M^th *us.
109 Joaquim Oiiuto Bastos.
110 Joaquim de Souza S Iva Cunha.
111 Joaquim Alves Garci?.
112 Joaquim Bernardo dos R i<.
113 Joaquim Lopes Machado.
114 Joaquim Frauci.-co das Cbagas Silva.
115 Joaquim Mauricio Goncalves Rosa.
116 Joaquina Felippe da Cotia.
117 Joaqun: Nicolao Ferreira.
118 Joaquiiii Jos Gongalves Beitrao.
M9 Joaquim de Oliveira Borge.
120 Julio Cezar raes Brrelo.
121 Juvunano Manta.
122 Jjvi i>zar P-es B.rretto.
123 Juviuo Bandeira.
124 Bacbar.'l Laurino de M jraes l'inhciro;
lo Leocadio Jos de Figueiredo.
lo Lenidas Tito Loureiro.
127 Loiz Aotonio Siqoeira.
128 Luiz Jos da Silva Guiraaes.
129 Luiz A redo de Moraes. t
130 Luiz Leopoldo dos Guimaraes Peixoio.
131 Ladislao Gimes do Reg.
132 Luiz de Paula L"pes.
133 Ladislo Jos Ferreira.
U4 Leopoldo Marques da Assumncao.
133 M.iucI Ignacio Pessoa de vi lio,
136 Mantel dos Santos Villaca.
1)7 Maooel da Sil.a Maia.
138 Manoel Jos da Silva GuimaiScs.
139 Manoel Paulo de Albuquerque.
1 0 Muooel Morura de Souza.
141 Manoel Pereira da Cuntan.
142 Manoel Bernardo de Oliveira.
143 llacharel M:boelG-mes de Malto.
144 Manoel Jos Mon'ifiro.
145 Man el Joeqoim da Costa Corvalbo.
1*6 Manoel Honorato da Silva.
147 Marcelino Jos Ma ia ne Almeida.
148 Marcelino Goocalves Rosa.
149 Mathias Tavares de Almeida.
130 Mru I Jos de Abr.u.
151 Narciso Jos Monteiro.
152 Olympio Frederico Loup.
13*3 Olympio G.mcalrns Rosa.
154 Peuio Joaquim Vianoa de L-m .
153 Pedro Ozorio de Cerqueira.
154 Pedro Jorge da Sirva Raaos.
137 Pedro AManJiino.Maia e Silva.
158 Paulo PerWra S*oee.
159 Pristen Duaite Ribeiro.
100 Satyro Serallm da Silva.
161 Thoma'.TWxelr 5Ba*to.
1*2 ThesaMPerfel > Catvaibo.
iecrcii-na da Joma Commercial de Recite, 29
de Maio de 1890.
Oesereferie,
J*lh Augusto ia C-mha GuimarSet.
Da 9.a corrida que realizar-se-ha em 9 de Ju-
nho de 1890
t ^\^l.S CONSOLA^O 800 metros. Animaos de Peraambuco, que
nSo tenham ganho premios n s prados do Recife n'estes oito mezes e
eguas d'este Estado. Premios: 200)5000 ao primeiro, 40)JOOO ao
segundo e 20J000 ao terceiro.
t- ^%'fc^o ESTADO DE PERNAMBCO I.IOO metro*. Animaes
pungas. Premios: 2 .iCiJOCO ao primeiro, 4"i5000ao segando e 20 ao terceiro.
tu-0 ^\%^>S ANIMA(;.l0 800 metros. Animaes de Pernambueo que n&o
tenham ganho n'estes ltimos dous mezea nos prados do Recife. Pre-
rnioB : 2i.0|J000 ao primeiro, 40J000 ao segundo e 20|J000 ao terceiro.
4.* \M9 PROSPERIDAD3 850 metros. Animaes de Pernambu-
eo que nao tenham ganho em distancia superior a 1.000 metros
no Derby em 1890. PremiOB: 20 OOO ao primeiro, 40)5000 ao se-
gundo e 20(5000 ao terceiro.
* *V%^ ''R\DO DA ESTANCIA l.SO metros. Animaes nacionaes
at meio sangue, que nSo tenham ganho do Derby no ultimo mez. Pre-
mios : 3006000 ao primeiro, 605000 ao segando e 3J000 ao terceiro.
-' 1\V&9 EXPERIENCIA 800 metros. Animaes de Pernambueo, que
nSo tenham ganho no Derby n'estes quatro mezes. Premios: 2000000
ao primeiro, 40|J0G0 ao segundo e 20/J000 ao terceiro.
99 ^\lt^,S EMULACAO l.tOO metros. Animaes de Pernambueo-
Premios: 2000000 ao primeiro, 400000 so segundo e 200000 ao
terceiro.
Observares
Nenhnm pa-eo se realizar sem que se inscrevam e co'ram pelo menos tres
animaes de tres proprietarios differentes.
Fica ri servado a directora o direito de alterar a colloca^So dos pareos na
organisaclo do programma.
A inscripcJlo encerrar-se-ha aegunda-feira, 2 de Junho, as 6 horas da tarde,
na secretaria do Derby Club, ra do Imperador n. 22, 1.' andar.
O SECRETARIO,
Manoel Medeiros.
cisco Luiz de Franja
SRrada Nova n. 140. Francisco
Manoel de Oliveira
Cordeiro n. 2. Francisco Mar-
tina Raposo
Dita n. 2 A. O mesmo
S. Miguelrn. 140. Francisco Odi-
lon Tavares Lima .
Giquia a Jaboatao n. 14b. Fran-
cisco de Paula Gouvinho
Dita n. 2-31. Francisco RomSo
da Silva
Boa Visgem n. 2 A. Francisco
Telles
(Continua)
120478
120478
200797
250343
410594
70486
7046
7|486
Hospital Portuguez
de Beneficencia em
Pernambueo
ASSEMBLEA GERAL
Pose da nova jimia
Sao convidados todos os
Stf. associados a reunirem-
se domingo, 1. de Junho,
na secretaria do Hospital
Portuguez, as 11 horas da
manha,para sedar cumpri-
ment ao que determina o
17 do art. 39 dos estatu-
tos.
Secretaria do Hospital
Portuguez, 26 de Maio de
1890.
O secretario,
Cesarlo A. n. Papwnla.
Junta Commercial
Esla secretaria faz publico, que oi
registrada a es:riptura ante-nupcial e, de
dote celebrada er.tre Joaquim Jos de
Amorim e D. Thereza Guillermina Fer-
nandos Ribeiro com asistencia de seu
pai Antonio Fernandos Ribairo entre os
quaes foram estipulados os segnintes
pactos :
1.* Os conctr*tantea Joaquim Jo de
Amorim e Antonio Fernandea Ribeiro, pai
da noiva, dotam a esta, o 1.* com a quan-
tia de 40:0000000 em dinheiro e o 2
com a de 100:000 0 e com todas as
joias para seu uso.
2. H-ver corrp'eta Eeparajio da
communhSo debens, tanto presentes, como
futuros, quaiquer que seja a proveniencia
destec ltimos.
3. 0 1. e o 3. contratantes cada
um no dominio dos seus bens, e o 1.
administrar todos os bcni dotaes, para
com seus rendimentos sustentar os e car-
gos do matrimonio.
4. No caso de superveniencia de
rilhosao matrimonio conctratado, continuar
o rgimen di tal, tal qual se acha estipu-
lado na presente escriptura.
5." Nao havendo prole do mesmo ma-
trimonio, voltario os bens por roerte de
cada um dos conjuges a seue respectivos
herdeiros, salvo a cada um dos meemos
conjuges o direito de dispor delles por
testamento, de conformidad com as lis
cm favor de outr; s pessoas.
6.* A esposa r. nuncia quaesquer lu-
cos e perdrs que o marido possa ter
por arrmatacSo de rendas publicas ou
por quaorquer outros conctratos de ne
gocio.
7. Oj bees que fon m adquiridos com
dinheiro dotal scrSo considerados do
tees.
8.'- Os bens dotaes nfto ficmi sugeitcs
s dividas contrahidas pelo marido em
caso algum, nem antea do matrimonio,
nem na constancia delle.
Secretaria da Junta Commercial do Re-
cife, 29 de Maio de 1890.
O secretario,
Julio Quimarhet.
O procurador dos feitoa da taaeoda
do Estado, tendo recebido do Theeonro a
relacao abaixo transcripta dos devedores
do imposto da decima da freguezia da
Afogad.s do exercicio de 1888, declara
aos meamos devedores que ibes tica mar
cado o praso de 30 dias, a contar da data
da publicaco do presente edital, pai-a den
tro delle pagarem a importancia de seos
dbitos, com guia da scelo do contencio-
so, cortos de que rindo elle se proceder a
cobranca judicialmente.
Recife, 4 de Fevereire de 1890.
O pro3urador dos feitos,
Miguel Jote de Almeida Pernambueo.
Relacao guezia de Afdgcts, i exerecio de
1888 que deixama de pagar no tempo
competente.
Bom Gosto n. 25. Cyrino Jos
da Costa Pereira
Dita n. 13 C. Davina Carolina
Pergentina das Chagas
Giqui a Jaboatao t>. 162. Del
fina Maria da Ccnce9lo
Dita n. 184 C. Domingos da
Costa Montero
Cenceiclo n. 9. Domingos Jos
Vieira Braga
S. Miguel n. 81. Domingos Ro-
drigues Ch'ristovSo
Travessa d'Ucha n. 9. Emilia
Pereira Viano*
S. Miguel n. 136. Eudoxia de
Qneiroz Coutinao da Silveira,
parte
Diu n. 136. Eudoxia da Silvei
ra Motta, parte
Dita n. 138. A mesma
Giqui a Jaboatao n. 113. Flix
Bemvindo de Oliveira,
Becco da Estrada Real da Torre
n. 14. Flix Cypriano de S.u-
za Teixeira
Setubal n.| f J 'ffelix Valois de
Cantalici ]'< -"\ .
Dita n. 7 A. O mesmo
S. Miguel n. 101,A. Franca
Au ora n. 20. Francolina Ale-
xa ndrica da Silva Marques e
seus filhos
Gamelleira n. 15. Francisca de
Paula F.rreira Mendee
Giqui a JaboatSo n, 20. Francis-
ca Romana Mor eir da Costa
Dita n 22. A mesma
38. A mesma
99. A mesma
109 A. A mesma
113 A. A mesma
121. A mesma
121 B. A mesma
DiU n.
DiU
DiU
DiU
DiU
Diu
DiU
A mesma
A mesma
A asesina
A mesma
A mesma
Francisca de Soa-
n.
n
n.
n.
n.
n. 13.
DiU n. 12*5.
DiU n,129.
Dita>. 131.
Drt n. 133.
D.t n 68 A
za Chaces
S. Miguel n. 66 Froncitco An-
tonio de Albuquerque Mello
Estrada Nova n. 69. O mesmo
Tr-ivessa do Lnca n. 5. Fran
cisco DamiXo Cavalcante Pea-
s6a
Giqui a Jaboatao n. 135. Fran
cisv-o Antonio de Souza
Travessa do Remedio n. 35.
Francisco Avila de Mndonca
Dita n.
DiU n.
9ta n.
DiU n.
DiU n.
DiU n.
DiU n.
DiU n.
Diu n.
DiU n.
DiU n.
D.ta
D.to
D.to
Dii
DiU
n.
n.
n.
u.
n
Quiabo
38. O mesmo
40. O mesmo
42. O mesmo
44. O mesmo
4. O mesmo
48. O nlesw.o
50. O mesxo
52. O nesrao
54. O mesmo
56. O mesmo
56 B. O meamo
56 0, H O mesmo
56 D, O mesroo
56 E. O mesmo
56 F. O mesmo
58. O mesmo
n. 1 B. Francisco Bar-,
bota da Silva
Estrada Nova ns 142 e 144.
Francisco Caetano de Souza
Estrada Real da Torre n. 8.
Francisso da Cunha Machado
Brar.dao
Largo do Remedio n. 30. Fran-
cisco Gomes Ferreira de S
LeitSo
Rio n. 12, Franc.sco Gomes de
Oliveira
DiU n. 1. Dr. Francisco Gomes
Prente
S. Migtael n. 170. Francisco
Ignacio da Ciuz Mello
DiU n. 172. O mesmo
DiU n. 174 O mesino
DiU n. 170. O tneemo
Dlst o. 178. O mesmo
CaaseJIo- n. 13. Francisco Jos
de Lima
70416
120478
120478
40991
120478
14.973
30743
50568
460423
90982
120478
140973
60239
70798
40991
150597
140973
11020
110230
110230
110230
30743
110230
30743
70486
40991
35119
60239
60239
30119
60239
30743
50570
90982
90982
30119
30119
30119
30119
35119
70486
70486
30743
30743
30743
40991
40991
40991
40991
4; 991
40991
40991
r:602i9
70486
1909t4
250343
250996
120478
60239
60239
60239
60239
200799
40991
J JfcjfljeWJMII il 11t
li a TaDoetto bT383. Fran
Companhia de Segaros
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Miguel Jos Alves
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iesta praca que concede aos Srs. segurados semp
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a de 1S por cento em favor dos segurados .
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RA DO COMMERCIO N. 46
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Sacca por todos os vapores sobre as ca
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CAPITAL II*. 1 ,000:000000
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N. 5-RA DO COMMERCIO-N.
0mpanl)ia tft figuro*
ccsisa ro&o
NORTHERN
de Loodres e Abcrdae
'osigo Snaoceira fDerembro de 1887,
CapiUl subscripto 3.000,000
Fundos aecumulados 3.421,000
tteeelta anaual :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De uros 143,000
O AGKNTB,
John H.Boxine.
SEGUKO CONTRA FOGO
tloyal Insurance Compan)
de Liverpool
CAPITAL .000:000
AGENTES
R. Drusim &. C.
3-Rna srouez de OHnda-lS
AGENTES
IV D EMIf ISADOR A
Companhia de Segaros
martimos e terrestrf
Estabelecida en 1SBS
Estado flaaacelro eaa 81 de De-
zembre de 1880.
Capital 1,000:000^000
Fundo d reserfa U0:376000
Sinislros pagos t,776:683$000
44Ra e Commercio44
MARTIMOS
ompanhia Bahiana de Na-
vesa^ao Vapor
vacei, Villa-Nova Penedo, Araca-
], EsUncia e Babia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Bernardes
E* esperado dos portos cima
ale o dia i de Junho regressau
do para os mesmos depois da
_________demora do costme.
rtra c rga, pas sagena, encommendas e dlnhei-
r i a fretti trata-se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigaro 17
DE
nregaeio costeira por vapor
P0R1OS DO SL
Bacei, Penedo, Arac^ju' e Babia
Viagcm eUraordloaria
O vapor Jacuhjpe
Commandante Estoves
. Segu no dia S de Junho as
L ,5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia...
Escommendas, passagens e dinheiros a frett
.t as i horas da Urde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
CompanMa Pernamlmtxma
12
m
Companhie de Messa*,
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado dos partos do
8ul no dia 7 de Junho
seguinde depois clademo
ra de cosiume para Bor-
deaux, tocando em
IRknre Usboa
Lambra-se aos Srs. passageiros de todas as
cla3ses que ha lugares reservados para esta
i ;encia, que podem tomar em quaiquer tempo
Faz-se batimento de 15 0|0 em favor das fa-
milias compostas de & pessoas ao menos e que
pagarem 4 passagens mteiras.
Por excepcSo, os criados de familias que to-
maron bilhetes de proa, gozam tambero deste
a jatimente.
Os vales postaes s se dao at o dia 31 de Maio
co pagos de contado.
Para carga, passagens, encommendas e di-
ahMro a frete trata-se com o AGENTE.
O paquete Orenoque
Commandante Mortemard
E'esperado da Europa no
dia 3 de Junho e segui-
r depois da demora ae-
cessana para
Patea, Rio de Janeiro, Buenot-Ayret
Montevideo
L,embra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em quatquer tempo.
Previne-se aos Srs. recebetlores de mercado-
ria i que s se attender a reclamacOes por fal-
ta;, nos volumes, que forem reconhecidas na
0 :casiao da descarga, assim como deverao den-
tr j de 48 horas a contar do dia da descarga das
a varen ms, fazerem quaiquer reclamaco con-
lernentes a volumes que porventura tenham se-
;aido para os portos So sul, afim de poder-se
Jar a tempo as providencias necessarias.
atea paquetea eo iilumlnado A
1 ib elec irlra.
Para carga, passagens, encommendas e di-
q >.eiro a frete: trata-se com o
AGENTE
A u guste Labille
3 Ra do Commercio 9
Pacific Steam Navigation
Companv
STRAITSOFMAGELLAN LJNE
O paquete John Eider
Espera-se da Europa at o dia
3 de Junho e seguir de-
ios da demora do costme para
r'alparaiso com escala por
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di-
iheiro a freie: trata-se com os
AGENTES
WtlsoD, Sons i C, Limited
r4RA DO COMMERCIO14
Rojal Mail Steam P.ckei
Company
O yapor Magdalena
I
aF"
' :?&#
Espera-se da Europa ateo din 5d>
Junho, seguiudo depois da dertc
ra indi?pensavel para
Habla, Rio de Janeiro, Msar
video e Buenos-Ayre
Para passagens, fretet e rncornmeadas irs';
se com os AGENTES.
O vapor Thames
E" esperado do sul no dia $ de Ja
nho seguindo depois da demora r
(cef sana para
S. Vicente, Las Palmas (Canarias), Lis-
boa, Vigo e Southampton
Reduecao de pattagent
da Idaecolf
k Lisboa 1* classe JO 30
4 Southampton i' classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiros dt-
emambnco.
Para paseagenp, fretes. encommendas. trata-st
on os
AGENTES
A morim Irmos & C.
N.3Ra So Bou JessN. 3
Companhia-Brasileira de
Navegacao a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Para
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos portos ae sal
at o dia 7 de Junho e oe-
guindo depoi da demora indis-
ipensavel para of portos donor
eaieMauoe. /
b encommendas s serSo recebidas ua -i^c
na at f horada lardd dodia da sahida.
Har carga, passagens, e ncommendas e :.;-
res rata-se com os AGENTES.
PORTOS DO SOL
Vapor Espirito-Saato
Commandante Antonio^^Francisco de
Almeida
E' esperaddos portos de
teat odiavde Junho e d-
pois da demora indispi
seguir para o^ portos &S&
ax eucouueda8 serio recebidas na ;
at i hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens <
es trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
Rita lo Commerci&=6
i andar
i rsr ^
t'
United State* and Bra:
M.S.S.C.
Ovapor Advance
E' esperado dos por :
sul at o dia 4 ae i,
o qual depois 4. i
mora necessana r
para o
araohio, Para, Barbados,
MaHloiqoe o *?*
tork
Para carga, passagena, encommenda..
ihetro afiele : traia-seeoni os
AGENTES
Heriry JV*rster & C
9 Ra d Cbosaattor$
f. andar ,
- -

1
i




i
J

f
I
*.
isa
ES
rss
Diario de Peraambueo--Sabbado 31 de Maio de 1890
CHARGBRS REUNS
DE
^arrega^io a rapor
Liaba quinsenal entre o Havre, Lisboa,
Pernamhuco, Babia, Ro de Janeiro e
Santos.
O VASOR
Ville dje IJuenQs^Ayres
Commandante Le Bourhis
E'esperado 4a
4 de Junho
da ic dispensa
at o dia
depois
para
de Janeiro e Santos
Roga-seaosSrs. importadores de carga pelet
vapores desta linha, queiram apresentar dentro
de das acontar do da descarga das alvarengaf
watjoerreclamaaooancerneiifea volnmesqut
porveatura tenham seguido para os porto de
ni afim de se poder dar a tmpo as provi
encias nececsarias.
Expirado o referido prazo a companbia nao
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommeadas e di
5: traU-se com c
nbeire a frete
AGENTE
Angoste Labille
9-RUA DOJQOMMERCIO-9
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sol, Pelotas e Porto Alegre
O vapor inglez Cometa
Seguir em peu
eos d:as para os
Iportos cima in-
--------------------------Picados.
Sobre car?a, encmmendas e passagens, tra-
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro &C.
6RA DO COMMERCIO6
I* andar
Grande e varia
Leilo
lado
LEILOES
Sabbado, 31, deve ter lugar o leilo de mo-
lis annunciado para a casa da roa do Mrquez
do Herval n. 136 D. _________________
Agente Pestaa
Leilo
De uma letra na importancia de.......
1:919d317 e 500jttLO em vales que o
Sr. Felinto dpi Reg Barros Pessoa
deve so espolio de Jlo Gomes da
Costa.
O agente Pestaa, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. iuii de orpbos, vender a quem
mais der as dividas cima mencionada!, aervin-
do de base a offcru obtida no"I mVsp. pela
anal serao entregues.
SABBADO 31 DOCORRENTE
As 11 horas
No armazem i travessa do Corpo Santo
n. 27

Leilo
Agente Brito
De movis, foucas e vldros
De uma mobiiia de amarello, uma dita de jun-
co, duas camas de amarei^ 2 marquezOes, 1
toilette, dous lavatorios de amarello, 1 guarda-
vestilo. uma mela'comoaoda, 2 cabides de colnm
as, uma cama de ferro para casal, uma mesa
elstica, f gua*da tonca; 2 fparadores, uma
mesa com duas gavetas, duas marquetas, 10 ca
deiras de amarello, i relogio de parede, 1 moi
nho grande, quadros. jarro?, talbprea, colberes,
loucas para aimoco, jantar, e outros muilos b
jectos.
Ra do Aragao n. 22
Sabbado 3i do corrate
A's 10 1}2 kortu
Ao correr do martello
DO
Acreditado hotel do Antonio
Caiubo Sova
Constando de grande. guantidade de mo-
vis de amarello e jwpco, 1 Piano de
Pleyel, 1 importante e esplendido sorti-
mento de bebidas finas, importada di-
rectamente, e porclo de roo^a de ca-
ma e mea, toda nova.
A SABER
Urna mobilia de junco (encost alto e com pa-
lomo), 1 exoelleate piano de Pleyel, 1 cadeira
para piano, capa, estrado e ps de vidro 1 espe
bo oval, 7 quadros a oleo, & ditos a oleogra-
phias, 4 ditos de madeira entalbada. 4 meda
laoe, 8 tageres, 4 ja/tes para flores, vasos
para plantas, 8 langas para cortinados, diversos
tapetes, capachos, Mamadas para sof, cortina-
dos parajanellas, 1 porta-cartoes. defcajabastro,
6 cadeiras de pama da i Iba, 3 frtffJ de tacarra-
deiras e 3 molduras doumda n#vas.
tma meia mobiba de jonco com encost de
palbinba, con tendo 1 sof, 2 cadeiras de bracos,
2 ditas d? balance, 6 ditas de guaroigo e 2 con-
solos com pedra marmb're, 1 toilette de Jacaran-
da, 2 espelnos grandes, 2 cpmmodas de jacaran
d, 1 toucador de dito, 1 mesa redonda de dito, 3
venezianas, 1 relogio e 1 bonito guarda vestidos
de raz. ... JZ ,
Uma importante secretaria de Jacaranda, 1 co-
fre inglez prova de fogo, 1 prensa Inglesa de co
piar cartas, 1 estante de amarello, 2 mochos de
palhinha, 1 cartera grande de amarello, 1 dita
menor, 4 canconeiras, 1 sof de amarello, 5 ca-
deiras de mola, 1 bananaba de fantasa, 1 ca
deira cama de jacarasd, 1 abide bordado a
matiz, 1 termmetro, 1 barmetro, 1 estante de
ra'i e 1 oratorio com mesa.
Qua'.ro camas de' ferro com lastro de rame,
diversos marqueaoes.para orna e duas pessoas,
com armaco par.-, mosqueteiros, 3 guarda vesti
dos de amarello, 3 cabides de columna, 1 ban-
q linha de costura, tajatorios.de amarello, ba-
cas de louca, baldes de zinco. para a^ua, 1 re-
posteirc, cabides americanos, lavatorios de Ier-
ro e 1 cabide para roepa eagommada.
Dua9 niegas'lasMcas, seiido nma de 6 e ou-
ira de 7 tboas de amarlo', guarda' louca de di-
to, 1 aparador de armario com tampo de pedra,
3 ditos de colnmna, 60 cadeiras de juoco e de
faia. 1 guarda comida de rame, 4 ricas frucleiras
de electro platee crystal, 2 galheteiros de electro-
pate, 2 portas gelo, 2 salvas de metal, 1 dita de
electro-pate, manteigueiras, grande quanlidade
de pratos de porcelana branca, ditos pintados
para fructas, 30 casaes de chicaras, bules, sou-
peira?, copos de crystal com p. ditos de baca-
r!, ditos' communs, cattees finos para vinho, d-
toc para licor, cepos para cerveja, compoteiras,
tacas para champagne, facas grandes, garfos
grandes e pequeos de metal, facas pequeas,
colberes de metal para sopa, ditas para cb,
conchas de diversos tamanbos, colber para pei
xe. trinchantes, angolas para guardanapes e ma-
china para arrolher.
Um grande fogo inglez de ferro, trem de co-
zinha, vasilhas para conbar peise. balanca de-
cimal, mesas de cesinha e 1 apparelho para gym-
nastica.
Golxas novas, braaca, para cama, pecas de
arrendado para, cortinados, peca de bramante de
linho para lencoes, toatytai grandes adamasca-
das novas para mesa, guardanapos de linho ada-
mascado.
Yinnp IJocdeOX Ano, viobo Figueira superior.
Porto fino, vinho legitimo de Xeres, Collares em
barre, fe quinto, viobo Medoc superior, Cbam
Sagoe, agua mineral natural, cgbac, vinagre
raneo e conservas.
Lindos objectos de elCtro pate e. bijonteras,
casticaes de metal com mangas 1 rica estante
para colleccio de insetos, atlas geograpbicos,
mappas e livro.s illustrados.
Nos das 3e6de Junho prximo futuro
No Grande Hotel do Caminho N'ovo
A' t e f i horas
Defronte da estacSo
O proprietario deste hotel, retirando ee para
a Europa fara leilo por intervencio do agente
Martins, dos movis e utesiliot do referido bo
tel, o qual tem um esplendido sortimento de be-
bidas importadas directamente.
A's 10 horas e 14 minutos partir um bond es-
pecial da llnha de Fernandes Vieira at a entra-
da da Capunga, que dar passagem gratis aos
concurrentes ao leilo.
Em lempo, entrega e recebimento em acto
continuo, sem excepeo de pessoa.
Agente Peslana
Leilo
De ama mei'agna sita no caes de Capiba
ribe n. 9, rendendo lOdOOO menaies
Sabbado Sido correte
A'a 11 horas da manhS
No armaztm travesa do Corpo Sanio
n.27
O agente Pestaa, competentemente autorisa-
do, vender ao corre*'* martello, a mei'agna
acuna referida..
Leilo
De movis e passaros
A siHpr *
Uma mobilia conteado 1 safa, 2 consolos, 2
aadeiras de bracos, 12 de guarnico, 2 cadeiras
de bataneo, um candieiro de suspenso, 2 espe
Ibose jarras, 1 cama franceza. 1 commoda, 1
cabide e 1 lavatorio.
Urna mesa de jantar, 1 aparador, 1 guarda
Smida, copos, clices, porta queijo, porta-licor,
uca para cb e oatros objectos existentes na
casa da
Roa Mrquez do Herval n. 156 D
gerte Pinto
ado, S1 do correle
$11 horas
ue
Leilo
Agente Pestaa
De movis, toncas, vidros e joias
Terca fe, de Junho
1K 11 horas
No Io andar do sobrado, sitoji ruf.Daq
de Caxiaa n. 25
O agente Pestaa vender nma mobilia de
junco, nm par de jarros, 0 quadros, um par de
Ianterna8, f dito de caradeiras, 1 tapete gran-
de, 1 meea redonda, 1 candelabro de viaro, 2
candieiros de Jarros para kerosene, 1 relogio
para cima de mesa, 2 machina; de costura, uma
marqoeza, 1 cama de amarello, 2 flteiros pro-
prios para bote), 1 cabide, 1 quartinheira. nm
porta-licor, 1 lavatorio e outros objectos que es-
tario patentes no acto du leilo.

Leilo
De obrado da ua aador coa boa
bo do Terco
aooamodactm sito MLP*eo ^ Ter^o
n. ff^ejftcado eiH||> ^roprio,
rendeJB I. menaaea.
?or T$*1*mfa 4P agenta
GUoiSe
AVISOS DIVERSOS
Precisa se de nm menino cajxeiro para:
narna da Florentina n. 84.
Precisa pe de uma boa cosiuhelra na ra
do Vi gario n. 5 armazem.
' Quem dar ioformaces do Sr. Joo Mari
nho da Rocha Falco e do Sr. Jo5o Baptista Fer-
reir ? _______^______^____
Pataces e ontras moedag de < oro e prata,
compra-se pelo maior precu ; na rna do Com-
tnerclo n 4.
Tendo se extraviado umeonhecimento da quan
tia.de 1.360*000 correspondente a igual ojian ta
que recolhi o cofre do Tbesouro ceste Estado
alim de arrematar a obra dos reparos da ponte
de Afogados ; peco a quem o achar queira en-
tregar ao abaixo assignado que ser gratificado.
Joo Lins Cavalcante de Albnquerque
Precjsa-se arrendar nm cngenbo
em bom estado e prximo a algama
das liabas frreas. A iratr na travessa
da Madre de Deas n. J.
Cim>nto Alfeen, dez kil09 por 700 rs. ; na
roa do Brum n. 63.
Permuta-se uma casa sita roa de S. Ben
to em Olinda, com 3 salas, 4 quartos, agua e
gas, por outra em algum dos bairros do Recife :
e tratar na ra do H spicio n. 15.
O Sr. Costa Ferreira prometten para o dia
3 prximo.__________________________
Precisase de um criado de idade de 15
anuos, para todo servica de casa de pouca fami-
lia ; na rna de Lomas Valentinas n. 74.______
PergunU- se ao Sr. Manoel To quato Araujo
Saldanba onde se pode encotral o, e o que diz
daanetles negocios, entre os quaes o da padaria.
ugam-se casas catadas e pintadas nos
Undos de S Goncalo, a 8 #000; a tratar na rna
a Imperatriz n. 76.
Precisa-se de nma
mestico ; a tratar ni
numero 141,
ama para senrico do-
rna Mrquez do Herval
Aluga-se por preco commodoo sobrado n*
155 roa imperial, por partes ou todo, prefern-
do se alugal-o todo : quj.m o pnknador Vija ae
i rna do Imperador n. 36, 1 awar, i direita.
Carriohos e veloeipedespara
crianca8
verdadeira novidade
Ra Nova n. 13
Placas para predios
'^9.13
MARAiLHA CURATIVA
SO 'llf B
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadfa^ rt"Wuh* *> s^9-
AJ0VAJQA E.LMWPgaPa
Kta iaaimio'io (icrml de Hycieme m
Imperio da Brasil.
como por encanto.
A MBraTilhm CarnI 6 flWofCTgtoe
cui4 m>UA pr QneliillVU. Vmtfm^SMM.a
So Kol.ee boperlor a oinr oolio
iTilha CaratlT Jm!
iorrbaglB8,8eJ . do S&maaD, ou av Be-
,cura ecnipre c nunca
A MaraTlIaa CaratWal
^a Dor de Den^e^ de Ourldos, <
Pace e Nermlgla.
alBBSSBfiS*
A Maravllha CaratlTa remedio iirouipto
para mKSe? api, e de Dlarrbea chronloa.
A St*rTltka_Owatl?m eiccOente
e CaTallarca. aara Torced'
Esf oUduraa. Con&aBea. Lcetv;
"S:
Especialidades de Sr. Eastphr7s.
Beiaedlo* KspeciBcoe,
I'Dsaen'ta lHrarllB<>ao,
Iledlo. Sypaimic.,
Keoirdle Veterinario.
O Manual do Dr. HomphreyB 144 pagina* sobre ai
aifllllht1ia e moitodex-urilaase AfnUa, pade-
SaoieJottcarlo^rBS
HMPHKEYS' MEDrCIllB OO.,
1 09 Fnllaa Street, XEW YORK.
nico deposito para venda e
grasao na imperial drogara de F.
Manoel da Silva & O. a ra de
Marqeux Olinda n. 23. ^^^^



Para engenhos
GIMARIeS & VALENTE, parteci
pam aos seus freguezes e Illms. Srs. de
engenho que, como sempre, tm grarjie
deposito dos artigos abaixo mencionados
garantindo tudo de .prniejra qualidadX
presos seat a.peteacia a aW
Calmva de Lisboa,
Dita de Jaguarihe.
Cimento portland-
Oleo de mocte.
leos americanos
especiaes para machinismos.
Azeite de coco,
Dito de carrapafo.
Dito de pevxe.
Pixe em lata.
(5 galSes.)
Kerozene inexplosivel,
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa dn Russta.
(em caixas, barriqnjnhas, latas gracdei
- e pequeas.)
Formicida Capanema.
6~Corpo-Santo--6
^aoo omN?l
O CABELLO.
Augmenta, Aformosea
"A*Z CESSCEB O CABELLO
com assombrosa rapidez.
Costureiras *
Precisa se de peritas costmeiras na cas de
Madame Paul Jullien ; trata se na rna Baro da
Victoria n. 50.
Aos sapateiros
Acaba de ebegar para a loja da ra do Livra-
mento n. 19, um novo sortimento de formas
francezas para calcados de homens, senboras e
meninos, ^o mesmo estabelecimcnto os senho-
res sapateiros encoitraro sempre um completo
sortimento de aviament ,s para fabrico de calca-
dos e por rcos sem competencia.; no -alazar
do Lv rameo.U> n. !$>.
Atenco
i Venda se uma mobilia de jacarond com pe
dra, em perfeito estado, e mais objtctrs de casa
de familia ; a tratar na ra de Hortas n. 28.1-
taadir.
Mel
Vende se duzentas cargas de mel em perfeito
estado de conservajjo. sem o menor toque de
azedo ; no engenho Po d'Antas, eslafo de
Cuyambuca.
Cimento Portland
Vende se na roa do Padie Floriano n. 74; pre
... -----------
coa sefli, competencia
Hr. Lula errrlr. di, Croa
Este senbor tem leva lo em capricho nao que-
rer pagar sna le>ra, estando. eq> condiees de
fazel-o, assim como o acolitante e o sacador.
.'

Uaixeiros
Precisa-se de dona caixeiro? de 10 a 12 annos
de idade, com pratica de taverna -, a tratar no
becco doP.'inbo n. 7, e na ra do Padre Flo-
riano n. 43.
Com urgencia
cosinbeira; a tratra
Precisa, se de nma boa
na roa da Soledade n. 82.
nro 9 prats
Compra-se, como tamben
moedas, ra du Cabug
n. 9.,;loja de Augusto Reg.
lonlel
AIS DE iOiOOOCLRAS
TIHTOBi BIYIHA
mtl BO S2SS.ATIS1C
DORES DE DENTES
PREPAKADO mnCAMENT^
POS CALASAH8 & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuma-
tismos, nchacSes, dores sciaticaa, nevTal-
gias, dormencia, etc., empregando-se em
fomentacSes sobre os lugares affectados,
Cara o beri-beri, as paralysias e aa dfires
de dentes.
Todos os frascos levam direcoSes para
uso d'este medicamento admiravel.
Preco 1)^200. Descont de uma duzia
em diante.
DEPOSITO NO RECIFE
Francisco Manoel da Silva & C. ra
Mrquez de Olinda n. 23
A luga-se
grande terreno perlo da cidade, proprio
Joo de
um
para cocheira de gado"; na estrada
Barros n. 16 se dir onde e
de
Carlos Auuio Carneiro
ro Fimo
1- anniver.-ario
D. Maria Isabel Tavares Carneiro Monteiro, .
Carlos Augusto Carneiro Monteiro 0mpia Cautelas do Monte de boc
de Carvalho Carneiro Monteiro. D. Olympia Car-v *
neiro Monteiro e Jos Cecilio Carneiro Monte ro
Sobrinho, anda sob a impressuo mais doloro
sa de fallecimeoto de sen idolatrado e nunca
esquecido e poso, fllho e irmo, Carlos Augusto
Carneiro Monteiro Filno, convidara aos pirentes
e amigos e aos do finado, para assistirem as
missas, que pelo deecanco eterno de soa alma,
mandara celebrar na ordem terceira do Carmo,
s 8 horas da manh do dia 31 de Maio, I- an-
iversario de seu Wlecimento, pelo que se con
fessam eternameite agridecidos a todcs que
comparecerem a este acto de religiio e cari-
dade.
Frianrlaca Terlaliana de Carvallaa
"Avelino Tanriano de Oliveira e sua mulher
agradecem de coracAo aos amigos que acompa
nharam ultima morada a soa sempre lemba-
da prima e alunada. Francisca Tertuaoa r de
Carvalho ; e de novo convidara a todos seuspa
rentes e amigos e os da finada, para assistirem
uma missa que mandam resar no dia 2 domez.
viodouro. stimo dia do seu passamente, s 7
horas da manh, na igreja da Madre de Deus ; e
desde jantecipara seus agradecimen tos por este
acto dejaridade.
Vofto Barbosa dos Hels
Os estudan.les do curso annexo, tendo de
mandar rezar uma missa por alma de seo indi
toso collega, Joo Barbosa des Reis, na matriz
de Santo An cnio, s 7 horas da manba de se-
gunda feira 2 de Juoho, se imo dia de sen pas
samento convidam para assistirem a esse acto
de caridade e religio todos os seas vestres,
collegas, prtales e amigos antecipanda aeus
aradecimentos quelles que se dignarem com
t
nlli -of
, aabbado 31 do corr
aaajwr alma de Juli
a VS, no eagbbo
ina igreia da fanta
ido de i.
corro
Compra-Be Cautelas do Monte, de Soc
corro de qualquer joia, brilhantea e relo-
gios, paga-se bem na ra do Cabug n
n. 14. Loja de relojosiro.
Precisa-se de uma casa
com gaz e agua encanada e
bastantes commodos para
pequea familia.
A tratar na ra do Mr-
quez de Olinda, n. 13.
Ao publico
Previne se a quem quer que se]a, que nao
pode faser negocio com a safra creada oo enge-
nho Dous Bracos da villa de Gamelleira por
acbar se a mesma sojeita ao pagamento das
rendas do referido engenho ; a 180 carros de
canna para sement ; a pagamento de animaes
ue o repdeiro receben e que ja nao existem to-
os, e a outros onus cocstantts da escriptura de
arrendamento. O proprietario do dito enget.bo
e credor, que jteacha de posse das trras,
fundando safra, protesta fazer valer o ceu direi
lo at onde for nermittido por lei.
Recife. 29 de Maio de 1890.
Francisco Genuino Correia.
Professor
Offerece se nm homem solteiro, com 90 anne s
de idade, para encinar iostruexo prnaria em
alguma povoaQo no centro OftstadQ, on.em
algum engenho : quem precisar pOd trotar na
ra Deque de Cazias b. 77, loja._______'
A o commercio
O abaixo assignado tendo de retirar se para
fra desla cidade, pede as seabures que teem
transareflea ccaa eUe de ranjeUer suas conUs
al o da 2Q do correots, rua dq Imperad.ejr b-
8iV.^ar. ultimo.
Arad o de Cuba
IAh 1 e 2
Vendem-se
, N) VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases cientficas
e physiologicas para o fim do
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, impedir a queda, e promo-
ver mu vico e abundante cresci-
mento.
Esta aparada e excellente preparaco,
sem duvlda o melhor remedio at hoje
conhecido para os diferentes defeltos da
cabelladura, merece a intima attenco de
todas as pessoas que tem tido a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physlonomia.
Com o sea emprego inteligente tem-sc
conseguido resultados reapeate sotpren-
dentes. Em moitos casos, por.n> aio
sempre, a proprla calricie tem sido cnr%da
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
dos cabellos: emquanto que para opentea-
oo das sennoras, o objecto mais uta
mais agradavel que se pode empregar.
PREPARADO PKLO
DR. J. C. AYER & CA,
I. o well, Mass., Esk-Unidos.
A'venda as lojas de armarlabo e PW'
fam arias.
v DEPOSITO GEK; ^ ,
Aluga
se
em Afogados uma casa terrea, rauito limpa, coa
Bous commod >s para familia, na ra Direita,
juno a antiga estacan das diligencias ; a tratar
na rna estreita.do Kosarjo n. 9, junto a igreja.
Ama
Precisa se de nma boa cosinbeira para casa
de pequea familia, que dorma em casa dos
patre8 e seji matriculada ; na ra de Fernaa-
des Vieira n. 29.
Ama
Precisa se de uma ama para cosinhar e faser
mais servicos domsticos, qne durma em casa
esteja matriculada ; tratar na roa Duque de
Caxias o. 48
Precisase de uma ama para engommar e fa-
zer algum servido interno de casa de familia:
a tratar na prac.a Conde d'Eu n. 32, segunda
andar.
Ama
Tnico Ju-Mutamba
Este tnico, preparado cora plantas de pro
prledades copbeciuas pejo nosso publico, a
melbor de todas as preparaces ah boje deseo-
bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi-
par as caspas e (8 conservar no mais. formoso
estado, alm de ser nm magnfico perfume para
a toiflete.
Encontra-se, venda em (das as principaes
pbarmacias e lejas de miudezas.
Duzia lOiOOO | Vidro 1*000
Deposito
Pharmacia Marlins, Roa Duque.,de Casias n. 88
Precisase de urna ama para cuidar de duaa
mancas : a tratar na ra Baro da Victoria nu-
mero 54.
Amas
Ear'Fernandes Vieira n. 60, precisase da
duas amas, sendo uma para cosinba e outra
para cuidar de enancas
Urgente
Vende-se um sitio arborisado e com boa casa
je morada, na estrada do G qui ; trata-se na
dua do Imperador n. 61, 1- aadar.
Cosinheira
Precisa-se de uma perita cosinbeira, para casa
de pequea familia, paga se bem ; a tratar na
rna Baro da Victoria n. tiO, loja________
"Criados
Precisase de um criado e de nma amada
meia idade, para cosinbar ; no Paco da Patria
n. 5, quinta casa._____________
Prwisa-sfi
De nm criado de 12 a 15
annos para o 3. andar da
typographia do Diario de
Pernambuco.
Milito barato
NA RA DO CRESPO 21
Na tojo do Campos
Cintas escuras cor de caf, a 2C0 rs. o
covado.
DitoB brancas, panno de cretone a 250 rs.
o dito.
Ditas de cores, finas, de 240, 280, 300 c
320 rs. o dito.
Baptistas de efires de 160 rs. o dito.
Ditas idem, finas, a 200 re. o dito.
Nazulius de cores finas, a 240 rs o dito.
Merino de cor, liso, 12 pura, uma s lar-
gura, a 280 rs. o dito.
Ditas lavradoa duas larguras, boas creB,
500 rs o dito.
Prata de lei
Compra se ra Duque deCaxias n. 91
Las de cores, lisas, listras e de quadros, a
200 rs o dito.
Ditos com quadros de seda, a 400 rs.
dito.
Ditas achamalotadas, 500 rs. o dito.
Crotones lisos, a 200 rs. o dito
Sargelins trancados, todas as cores, a
200 rs. o dito.
Etamines de cores, tudo phantasia a 400
reis o dito.
Zephiros de quadros, a 160 n. o dito
Linho pardo para vestido, a 400 rs o dito.
Cambraia Victoria transparente de SiJOOO
a peca.
Atoalhado para mesa, fazenda de gosto, a
1(5400 rs. o metro.
Fichus de todos os taannos, qualidade e
preeos.
Toalhos para mesa a 25000, nma.
Colchas brancas, portuguesas, fazenda de
10,0000 a 5000.
Meias, sortimento eompleto para homem,
senhora e enancas.
Lencos de algodo, brancos e de odres,
linho, e grande sortimento em seda.
Cortes de calca para homem, um corte
10000.
Gravatas, fichus, voile e 12 o, que ba de
mais em novidade.
Setins, surah, sedas de cSres e pretas,
merino preto, lisoo e lavrado, granda
quantidade de artigos que vendemos poe
todo preco.
LOJA.DO CAMPOS
CRESPO21
1 ^jMWfltf
Dous mil a gres
Illm. Sr. D. Carlos -Tomei o seu ra
medio o Elixir M. Morato e foi com
elle que pude sarar das boubas que soffria
ha muito tempo e que descorocoava por
nunca melhorar ; um meu visinfio qua
tambem soffre j largou de tudo que Ib*
reoeitaram e est tomando o seu mesmo
remedio.
Agradecido pelo conselho e sou pbriga-
dissimo.
Santos.
Albino Jos Couto.
Illm. Sr. D. Carlos. Eu e todos da
casa, faz muito tempo, que soffremos hu-
mores de boubas, com dieta sem resulta-
dos. Fizemos oso agora do Elixir M.
Morato, propagado por D. Carlos, e
sarmos completamente.
O remedio, alm de ser muito bom,
ainda tem bom gosto, pois as coiancat
bebiam com facilidade, misturado com
agaa.
Sap.
Firmino Aguiar.
-
-I
-1
i
i
->
+
Preparado finos dfportio
Approvado pela IllMtrada Junta 4
Hygleaa PuaUw da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSI9O
de
Firmino Candido dB Figueiredo.
Empregado com a maior efficacia no
rhrumaiismo de qoalquer natnrea,
em todas as molestias da felle, as
leucorreas on flores brancas, nos
soffrimentosoccasionadospela impureta
do sangue, e finalmente as difiranles
forma da syfAts.
Dse Nos primeiros eis, das ama
colher das de cha pela niaiiUa e outra
noite, poramente on dilujda em agua
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as crianzas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos baaos fros ou
momos, segundo o estado da molestia.
Francisco MartoeJ da.Sihm ^C^
1
23Bnl
|1P:
Ao commercio
Os abaixo asiignados declarara que nestadata
dlssolveram amigaTsmcnle a sociedade com-
mercial que girava sob afirma de Pintp & Costa,
ticando o socio Justino Antonio Pinto nico res-
ponsavel pelo activo e passivo da dita firma, re-
tirando se o socio Manoel Gomes da Costa paga
integralmente de seu capital e.lucros.
Recife, 12 de Maio de 1890.
Justino Antonio Pinto.
MaDoel Gomes da Co3ta.

AtteiNjo

Aluga se um bom sobrado na ra Direita do
Afogados n 23, tem commodos para grande fa-
milia, tem muito bonita vista, muito fresco e
saudavel e o alugael barato ; tratase na mesma
roa n. 96.____________________________,
Mestra de piano
Precisa ae de uma mestra para piano, em um
engenho ao p da estajo Ribeiro, na linha de
S. Francisco, alim de leccionar a uma menina :
quem quiser, entenda se com I^1 Irmo,
ra Mrquez de Olinda.
op agricultores
O bacharel Petronillo de Sania Cruz Oliveira
contina a encarregar-se de levantar empresb-
mos para auxilio da lavoura sob hypotheca de
propnedades e penbor de safra ; na rna do Im-
perador n. 69, 1 andar.
Ao commercio
Alexandre Antonio da Silva Oliveira declara
a quem Interesar possa, que "tendo comprada
ao Br MaPoelFraocisco de Almeida, a 2 do cor-
rente, o hotel denominado Ancoradouro, roa
Mara e Barros n. 9, livre e desembaracado ; pe-
de a quem tejulgar credor de apresentar snaa
contas para serem pagas.
J
5

1 ;
*


-
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>:
f

..
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...
),.;
. f'.-


I .-
KV
Cal Tir^em de Jagua-
rihe
rpoaito ao Cae do Apollo u. VS
Esta afamada cal, propria para o fabrica
de assucar, centinua-se a vender pelo mes-
mo preco e abaUmenlo do costume. No mes-
mo armazem vendem, ie todas as mais quah-
dades de cal de Jaguaribe branca e preta, em
p assim como todos os materiaes proprio
nafa constucg0e3 e reconstruejoes por prejo
menores do que em outra qualquer parte,_____
DeSorocaba
Declaro que soflfri mnito tempo, fazendo -
uso de medicamentos sem resultado, e,
usando tres dias apenas daInjeccSo M.
Morato sarei completamente de una
chronica gOBorrha que me atormentava.
Faca uso deste como convier.
Antonio F. Fontoura.
Est reconhecida a firma pelo tabelliSo.
Agentes depositarios em Pernambuco i
Francisco M. da Silva A C, roa Marque
de Olinda u. 23.

I- '-*

Os proprietarlos do antigo e acreditado arma-
zea do Lima, sito roa Baro da Vijtoria n. J,
Mriicipam ae respeitavel pablicoe aoa sena
distinctos fragueaea^qq trinafeflraoi; tempora-
riamente mjarmaAem *^%kJ&!*'
coac liando da nuema forma a "*n*Jn8
oNrapak^W WD,-oe*lB*iai**vhi
tiauimsx+svko.



|l>ia
rio
de Pferaambuco-Sibbado.Sl te Sfd-So de
18SB
1
Hfc -
fH
i
LUJA DO POVO
IIRoa 1, de
Gom esto titulo acaba de se abrir, ra 1." de Marco n., 11 urna loja de fazen
daa e sea proprwtario cOBfida o publico d'esta cidade e de fra a apreciar o ten
BELLO sortimento. Muitas de suas fazendas sao recebidas directamente.
GRANDE If 0VIDADE
Descont de 10/ em compras de 20(0000 para cima.
Granadine, pura seda, de 14800 a 80J rs. o covado.
Toim, p*w **ia, d 1609 a 650 rs. o covado.
Lis eom liMra, preparo de cachemira, a 860 rs. o corado.
Las eom preparo de cachemira a 240 rs. o covado.
Chitas de 2QH, 290-e 240 rs. o covado.
Setinetas de cores lindas a 300 rs o covado.
Zepbyr largo de -800 rs, a 820 rs. o covado.
dem idem a200i*. o corado.
dem dem a 168 rs. e covado.
Corte, e#etme* de case mira inglesa, a 125000.
Ditos-e oas* ingfesa de 3fJ500, 40000 e 60"00.
Ditos de fus** par* collete de 600 rs. e 20400
Cheviot de *05',<*, -24030 o corado.
0*Nmira edr d* oa# de 8000, a>- 1,5000 ,o covado.
Oasaeos de Jera-.y para senhora a 3fJ6fiO e 60000.
Merbj preto a 560, 709 e 14200 o corado.
Dito de- cor a 400- rs. o covado.
Casinetas finas de 500 is a 360 rs. o covado.
Colchas de-crochet de 80000 a 30900.
Cortinados-lindos a 60000.
Bramante de 10 palmos a 10400, a rara.
Ver para-crr s na
nao
ESTADO M PEKNAMBUCO
EM BENEFICIO DA
Santa Casa 4 Misericordia U Rscifr
TMI1HI!
!'

IOTEGRAES
A qtiarta parte da 1.a lotera; -dente Es-
tado ser extratida impreteriwelmente sab-
bado 31 do crrante.
Todo sos pedidos de bilhf tes desfa lote-
ra devem ser dirigidos thesouraria na
larga do Rosario n. 9. I.aadar.
PELOS CONTRACTANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
anrn i nnm.i ii i i ni r.....a tv^a*
Capsulas |
athey-Caylus
amm
4
E' hoje a casa 'que vende mais barato !
Fazendas de novdade i Variedades

Preparadas polo DOUTOR CLIN Premio Wftityon
I
As Capsulas T.Iathey-Cc-.ytfus coimEtto-ilucrc HeiyaAo o estmago o k5o recominendaaJas pelos Professeres cl.is Faeuidudss-oc iledeciaaot
\ os Medie..* dte tfoSfftas de Parlk, Ctidrles e Nev-Yerk, para a cura rpida dos : p
IGotftrtttrttoa antigos on recentas, a Gonorrha, a Biemiorrfaagia, a Gystito j
, Ja CoHo; o Gatarrho e as. Molestia da Resigas e dos orgfios gen'.lo urinarios.
mi Urna ixplicaco detlffada acompanha cada Frasco.
fiWrt* m Verdaderas Capmlae Mathejr-Gayrcs de CI Cte, te P&fUS,
Crep de algodao a 240 rs. o corado.
Cambraia branca eom salpicos a 40000.
Crep matisado a 440 o corado.
Ll Amazonas a 400 rs. o dito.
LS eBcosseza a 240 rs. o dito.
Toile a 1S a 800 rs. o dito.
Linn de ramagem a 600 rs. o dito.
Zephyr eom padrOes de voile a 640 rs.
Cretone roile a 400 rs. o covado.
Chitas percales a 200 ra. o dito.
Cambraia Victoria a 20800 a peca
Gases arrendadas a 440 rs. o corado.
Cachemira de listra, daas larguras, de
20000 por 10200 o dito.
Vestidos para enanca a 40000 um.
Baptistas finas a 260 rs. o corado.
Setim do JapSo a 240 rs. o dito.
Cortes de metim, em cartao, a 70000.
Cortes de zephyr, bordado, a 100000.
Cortes brancoa bordados a 180000.
Casacos Jersey a 60000 um.
Popelina branca de ceda.
Setins de corea a 800 rs. o corodo.
Brilhantina de listra a 600 rs. o dito.
Atoalhado pardo de linho cora matizes
brancoa a 30000 0 metro.
Mantilha de seda, creme e preto a 40500.
Capas, visites Pelerina e mantilhetes (ca-
chemira e seda).
Grinalda para noiva a 100:00 e 120000
Toalha felpuda para rosto.
Luvas de seda a 20000 e 20500.
Palitots de seda palha.
Merino de duas largaras a 40000 o corado.
Ricas caixas para presente.
Corte de collete de fustao.
Bicis de cores e brancos.
Extractos e leos.
Suspensorios americanos.
I Camisas allemaes a 360000 a duzia.
Cortinados bordados a 6.0UO o par.
Ceroulas de bramante a 140000 a d
Meias para homem a 30500, 40500, 5: ,o,
650CO e 70000 a dusia.
MadapoISo trancado a 90000 a peca-
Mirin preto de 800 rs. a 20000 o covado.
Fustao branco a 380 rs. o dito.
Leques transparentes a 20000.
Guarnicao de crochet eom matizes a 70009
MadapoISo eom nm metro de largura a
60500.
Crnicas de fianella a a 40000 e 50000.
Bramante trancado de duas larguras a
500 rs. o metro.
Panno da Costa a 10200, 10400, 10600
10800 o corado.
Lencos, melo-linho, a20500 a duzia.
Lencos eom barra a 10400 a dita.
Toalha a para banho a 10800 urna.
EsguiSo pardo a 360 e 400 rs. o corado.
Tapetes grandes e pequeos.
Baleias a 40 rs. a dusia.
Colchas de c res a 20000, 30000, 40000.
50OOO e 60000.
Colchas de damasco de 18.
Sahidas de baile* a 10000 urna.
Ramos para peito e cabello a 20000.
EsguiSo de algodao a 305* 0 a peca.
Vasos para p de arroz a 10500.
Punhos e collarinhos de celuloide.
Abotoaduras americanas.
Palitot de alpaca preta.
EspartilboB a 50000 e 60000.
Baptiste de c"res a 160 rs. o corado.
Renda hespanhola a 30000 o metro.
Bordados entremeios.
Escovas e pentes.
Regatas c heos



que se ach&o em cata dos Droguistas c Pharmacettieos-
<*?
FABRCA DE UVROS DE ESCRITURABA!)
MAMMAfAO < PAITA9A0
H
CDanoel J. de Diranda


1
* 39 SC& -*- DUQUE hk~ DE C AXI AS hk^Q +
WrjltErtO
^^SJ^Wfe^eo
i
Completo sortimento de cachemira
E OFFICINA DE ALFAMTE
20Ra 1. de Marco20
Amaral & C.

f*^ Elixir, P e Pasta denirieios

i
I
.
:
!. PP. BENEDICTINOS
da jjLDa^DIA. de SOTJL.AC (Girond^)
DOM HIAGUELOrfrTIT, Prior
f Medalhaa de Ouro : BruxaUet f880~ Londres 1884 \
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
WVJOTTADO
o A>VO
1373
Plo Prior
Fierre BOtrKSArrD
O o qnotWliiiDo do BUa* Banttirlete
dos RR. PP. Beaedlcttaaa, oom dote de
algumas goitas oin agua, i>revem e cura a caria
do den tes, ombranqueoeOs, fortalacanclo tor-j
uaado as gaagivas perfeKamente saa.
a Prostmos bb verdadeiro ervico, mi|-na I
lando aos nassos leitoros este antigo e utilis-l
imo preparado, o melhor aatiM uotco
pearvUvo contra as Aifec^Se den-
tarias. >
Agente gera*: SEGUIN,
BORDEAUX
marias, Fharmaciaa e Drogaras do mando Intelro.

_>:

Cardoso & Irmao
Rui do Ha rao do Triumpho ns. 100 a 104
Recbenos nevo sortimeato de vapores dos acreditados fabricante* Bobee
Mttin$on para trabalbar eom fogo de ssentamento, moendas, tasas, forma de assa
t^das as mais ferragens precisas agricultura.
FINGI DE
B
v
f
BRONZE
DB
CARDOZfl tt IRMAO
lea do Bario do Tnampho bs. 100, 102 e 104
Deposito ra do Apoik) ns. 2 e 2 B
Tem para veader 0 Hegnlnte:
VAPOKES de ai versos fabricantes para fogo directpai* o 00 fog* de ftsaei
iMnento.
MOENDAS de todos os tamanhos.
RODAS d'agna.
RODAS de espora e angulares.
CRIVACOES de diferentes tamanhos.
TAIXASde ferro batido e fundido.
LOCOMOVBIS de 2, 2 1/2, 3 e 4 cavalloa.
ARADOS americanos.
BOMBAS de todas as qualidades eom o respectivo encanamento e finalmeni
lM as ferragens preetaas para a agricultura desta proviacia.
SMCARRGOAH-Srf de qualquer concert e i)"^ buscar por enconatei
af 1diante ajfaste prerio Mr/ ama mdica commisalo qualner macmaismo.
MACHINAS VARANDAS de ferro rormido 0 batido.
CONTBArCTAM fortreciraento de apparelbos para nalaias, gtrantrado a W
MaJidade e.bom trabalho dos meamos, o que podan provar coa o bala rsaalai'
Mido eom as duas USDAS montadas altimament* a saber:
Santa Filonilla e Joao Alfredo
Vandem a praio ou a dinheiro oom dotcoato.
44-8UA 14840 lO TRIUM-44 I
Machi d 31-a vapor
Moendas.
Rodar, dagua. .
Taixas fundidas e batidas,
Taixas batidas sem crava^a<
Arados
yri .
NJECTION CADET
Cura certa em 3 das sem outro medicamento
J'AJtlS 7, Bouferard Denain, 7 PARS
Oeoosttes em todas as principies Fharmacias e Drogarlaa
SAUDB PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAYj
Ai Piiulai ptirifteao o Sangue, wrri&em Mas as Jesordems de Estomago 9
dos Intestinos,
Fortalecen? a sande das constituooes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades
peculiar'* ao sexo femiioao em todas as edades. Para es meninos asalfi cetto irire* para as
petsoat de idade avancada a aua efneacia e incontestaveL
lUsai rtfcdkJha sl preparadas tmente no Estabelecimento do Profe&cor Holldwav,
18, N.W 0XF0E S1EE5T (ante* 533, Oxford Street;, LCSDBES,
E vensBJe em toda* as pkaTtnacMs 4o univii.
aST Os compradote alt c*vidacUs respeiiosamenK examinar o> rtulos de cada caica Pote ae nao tCSa
dur=eo. 533. Oxfcrd Street, tao falsificaoocs.
.-------------------------......ii. "

aw

Agora m\ chegamm!
Os paletots americanos l
no 55vw pu or$r!
TINTURMIA
25-Rua de ll.all.ias d'Atkquerque, antiga roa das Flores2S
Tinge e hmpa eom a maiot perteico toda a qualidade de estofe o iacendas es
aoaa ou em obras, cbspos,! de feltres ou de palba, tira "o mofo de fazendas; todo e
raball'O i'eko por iaeio d maobnisrao crprfeioc*ado^at,ba^e Jconkeci*.
Tintura preta naa teroas e setias feila, trata de corea e avagera todos os da




O PeIX)PiI de Cambar
Sempre foi, e ser o ptucipal remediogarantido para as
molestias de larynge, bronchios e pulmoes.
A DrVmcbite, asthma, mal do peito, rouquidao, laryngite, coqe-
luche e qualauer tosse, por mais grave e antiga que seja, curara se cara
o Peitoral de Cambar, medicamento approvado pela Junta Central de
Hygiene Publica, premiado oom duas me da I has de ouro de 1. clasae e
rodeado de valiosos attesfados mdicos e de innmeros de pessoas cu-
radas. Kxija-se a firma do autor.
J. Alvares de Sousa Soares.


-




Al u^nel barato
Viscoude de Pefotas n. 5
Pedre Affonse, armazem n. 46.
Largo do mercado toja n. 17
Ra do Bom iesns i", aneter n. 47
Ra Agnaainhas em Beberine n. 7
Roa Coronel Suassuna N. 141, qoar
Roa Ileparica n. 43 i. andar.
Travessa do Carmo, loja n. 10.
Becco do Tambi n. 21.
A tratar ra de Commercio n. 5,1- and<
esenptorio de Silva Guimares k C.
DA a^Ar>KMli NACIONAL
VWHO
DO DOCTOR
s
Paletots mericanosde
V
seda.
t brim branco
pardo,
alpaca preto.
* de cor.
anella sueca.
esgaiSo suisso.
a Fanella-republica.
Chama-se a attenc2o do publico para o respeitavel sortimento qae acabam de
receber de Netv-Yorfc de paletots americano,s o que ha de mais novo
Fenandes Azevedo & C.
55 Ra Duque de Cazias56


c
CAPSULAS THUENOT
/TV"!
Molestias Condenciaes
'.CopanOa CopahUm $ CuJbBas.
Coparan a e Es sene la do sndalo.
Essenda de Sndalo e citrino purt.
10/eo Resina di Cubetas.
Oleo Resina do Caaebtn o sHRtla de\
Sndalo.
loduroto do potaos*.
cheironeM SABOR
VIVlElN
com EXTRACTO db
Fifi ADO de BACALHaO
Mal efflca tlnde dn que o oleo escuro. O* sabir
muito agradare!. Scm deixar oerceber o menor mo o Jilo.
receitado por todos os mdicos para c
Hachltismo, Escrophulas, Anemia, Tisloa,
CatarrhoPulmoiar Constipa?a,CSilorotl
laoawtias o Peito, etc.
Em todas em PamrmaBimM
ARIA, Boutovard de StrMbourg, 50
\

t

Excellente morada
Aluga-se a grande casa e sobrado do Or. Ay-
i Gama, na estrada de Joao de Barros, perto
das estaees da En ;ruzilhada, das ferr j-vias d
Olmda e de Limoeiro, com immensas accommo-
dages, jardn?, arvores fmcferes da melhor
qualidade e vasto terreno, quer para plantacoes,
qner para criaco ; a tratar no mesmo sitio.
VICHY
A0miflstrtjto : PAflfZ, g,"Soulev+H Mpn'tmarlre.
GtANt)E-rjrRrLLB. ATteofies lymphaUcas, Doe'
St das vas d ^estiras,0bstracfdcs do usado o do baco,
bslrnrco.s visreraas, Coucncocj til ulosis da biie.
HOPITAL. AfTecroes das vas Jos do alomado, Dijei.ao iI.ik:. ldiifeleoeia.
o Gasiraigil, Dj- pcpsi.V.
CLESTINS. AIkcS. s dos rins, da bc^ija, Arelas,
Concretes das onrmas.Goia. Diabetes, Albuminuria
HAUTERIVE.Aflefesdosrins.da beiiga. Arcias,
Coucrecoesdas oarinas,Gota.Diabetes Albuminuria.
EM-SEI B0F.S lia FONTE na CAPSUIi
-
m*
Criado copeiro
Precisa-se dt um criado para copeiro e outros
servicos alemos, sendo matriculado ; na ra
Murqtwz de Oliaaa o. oi.
0pettriaa o. PERNA1CK7CO l
a. mvA 4 OK
Bom- empreo para
capital
Vende se o extenso aransem n. bi, no caes do
Apollo, em frenie da aova aonte Buarque de
Macedo, com capaciriade para recolber de 9 a
10,000 barricas de farinoa de trigo ou outra
mercadoria tri propor^o, e dous sobrados con
tieuos com frente para a ra Domiogos Jos
Marbos, no todo coostituindo urna boa acquisi
c4o : trata-se coa jtatheng Austin & C, ra do
Commercio n. 18.
Em Ptrntmbuco, s Aguas las Footes ie Vichy,
fima aomeadu, ichio-s* em cana de
SULZFBAKOECHUN,3.-.ruadCrl;:-Auj.UkBILLJS.

Para crianzas
Gran ti qnantidade ds o des de cores, para
criancas, a 3tr00, grande e variado sortimento
de vestuarios de Jersey.para meninaa e meoinos
de todas as idades. para M e 7S :' s na loja d*
Povo, roa 1' de Margo n. 11.
____ :______'_ 'L"'1 ,
VINHOdeQUINIUM
LABARAQUE
approvado pela Academia de Medicina de Paria,
o resumo, a condenagao de todos os pria-
ros activos jde quina. Algttnt grammm
Quinium produtem metmo effeito qm
tmrio kilos A quista. (Robiqnet, lente da
Isoola de ptaarmaoia da Pars).
raudo procurado per wtmto tempo um
tnico poderoso, encontrei-o o seu ainitm
qual considero tomo restaurador por
aaosilflMM das smUitmtom t.-ikatniai
DrGABARKT >
O 'lraiaio de Qultilum
*%&;
... notamos
nos /obras antigs do aecesso o nmcoehomit
pahsdosm, % (Boacbardat, lente da Aeademia.)
^U^m9trmotm-
Labarraqu* O mais u
monto da quinina no ratamente
O e/fextos oao particularment
7

Criadoe e AX)&inhffifa
Ja aa Oirtita n. <*' anear, recsa-se de
criado? que lenham pratica de vender, c d- nma-
boa cosinheira que saiba trabalhar betu em bo-
los e em oatras iguarias de veadagem.

*m

aaanman
mry^t


lu
ib
V
_ VENDAS
Engenho
Veo Je ?e urna parte en a meia aqcSo de un
engeono moeote <> rorrete a agua, qratro
legoa da esiac;'ode Palmare.-, tomen pac i la de
para safrfjar mais de 2,000 pt. poden Jo o
mesino comprador erren Jal o ; a tratar na ra
i i 7. JoHervl a. 144
Livrarra Gontempora
nea
iotlrunrulua de ule*
Bomnardao. bombardmo, barytono, trom
troaibone, helicn, saxaphone carrlon, booii
cjixa. pratos.clarinitas. nautas,rabeca.^, vio'.--
r>?;.! .-jos. caixa8 de msica, etc., etc.
Papel pintado
%a rorro de san?, martes, Molduras
donrJ---, prota? e douradas para quadros.
Malas
f.ira viseen:, diversos formatos, eape-rialmo""
j^ra, rena de senbora e camarote
Novidades
rara presentes, escriplerio, toucat/or. ew., ty-
RAUIRO M. COSTA ft G.
aaa Priaaelro de Barro m. 9
Vinho
Santarem
puro de
Da quinta do Barra!
Os proprietarios do Armaiem Central, a ra-
ta Cabup n. 11. avisam aos seus dietinctoe fre
gueies e ao respeitavel publico qne receberan.
nova reinessa deste especial vinho, o qual s
recomnienda por ser puro da-'uVa, e s se ret*
Iba em *en armaiem. -
Joaquim .ChristovSo & C.
Telcphone 447
Va ceas tourinas
Vendem se raccas touiiaas com crias, dando
leite, por sen dono ler de retirar se para fra do
Estado por incommodos de sade ; Da cocheira
da ra Sebasao L pes ?. 33. Para iaformacOes
na ra do Pires n. 31, tyerna, defronte da anli-
ga caixa d'agua.
Manequins de Bazar
Para modistas
. Para familias
PRECO X> MANEQUIM COMPLETO
25*000
Qualquer senhora por mais gorda on
magra, alta ou baixa que seja, pode fazer
seus vestidos sem prova e sem auxilio de
outra pessoa.
VE.IOE-SE
Na loja das Lastras Azues
A' ra Duqu-j deCaxias p. 01
AZULEAS
Para (reole de casas, banhairos
corredores, afongues, sendo de linda
cosre, vendem-se por 6O$000 o milhei-
ro, por cer um saldo, un ra?a da In-
dependencia n. 40
Taverna
Vende se urea la erna bem localizada, e as-
sim como tambem vende se o mesmo predio,
isto no Caxanga, estrada das Barreiras n. 19 ; a
tratar na mema, e para informacao no pateo do
Paraizo n. 16, casa de Franco Ferreira & C.
Rendas
pretal^ brancas, creme, beige e de cores
Chegou um explecdido sortimeto deste artigo
para a
Rainha das Flores
Ra Baran da Victoria n. 41
Na mesma casa encontra se urna variada col-
ee r lo de filas de seda (mais de 500 nmeros),
bordados de cambraia, espurtilhos, luvas, per
fumaria, objectos para presentes etc., etc.
Precos baratos
RAINHA DAS FLORES
Ba Bario da Victoria a. 41
Terreno
Vende se por barato prego um bom tefreno
no lugar IiuiiDga (estrada nova do Caxang)
confronte a e tacao do mesmo nome da via-fer
rea do Caxang, tedo 150 palmos de frente e
500 de fundo ; a tratar com a sua proprietaria
em urna caea|sita do mesmo terreno.
j Vendem-se o
ttsHyrof
Lr.urcr.eo, romance histrico por F.
Ta\oa: 1 vol. ene
0 Mtuto, dito* dito, pelo mRmo, 1
.
Qi Cavaiieiroi do Amor, romance em
4 vela, enes.
E has de Roma, pelo padre Guiier
me Di t, 1 vol ene.
D ceionafio Bicgraphico, por F. A. P.
Costa, 1 gresso Volme eoc.
Voos Icaros, versos por M. Brrele, 1
vol ene.
Flri'3 Fluctuantes, versos, 1 vol. ene
Voo* e quedas, versos, J vol. eoc.
Guimaraes, poema, 1 vol. ene.
Sons que passatn, vreos por Th. Ri-
beiro, I vol. ene.
Alberto Pimentel, Cantares, versos, 1
vol. ene. *
Evangelius e Syllabus, dnma, 1 vol.
ene.
Julio de Castilho -Livrana Clasaica,
Estodos niographicos e Iliterarios,
3 vols. enes., finos *
Castriolo Luzitano, historia entre o
Bfa:ii e a Hollanda, 1 vol. ene,
fino
Bibiotheca do Povo.jll vols. enes.
Morte de D. Joao, romance, 1 vol.
ene. .
Contos ie Pedro Ivo, romance, i vol.
ene.
0 abandonado por Julio Verne, 1 vol.
ecc.
O Processo Le rouge, romance hist-
rico, 1 vol. ene. -,
Gabriel Malagrida romance, 1 vol.
-ene.
Neto do Aceitado, romance histrico,
i vol. eoc.
Viagem no dor3o de urna baleia, 1
vol. eoc.
Clnquioho, Eocyclopedia da Infancia,
por G. Bruno. 1 vol. ene.
Caricaturas em prosa, por Luiz An
drade, 1 vol. ene.
O Pastor e a ovelha, obra rara e es-
gotada pelo finado bispo D. Jqo, I
v. ene
Obirajara, lenda, 1 vol. ene. "
Arnaldo Gama- Um motim ha cem an
nos 1 vol. ene, obra rara
O Dia de S. Nunca, romance, 1 vol.
ene.
P. de KockJoo, 2 vol. ene.
As mil e i.ma muiberes, 4 vols. enes.
0 rei i'andla, romance, 1 vol ene.
'Jontos a Ninon, por E. Zula, 1 vol.
ene.
A caca de um barooato.l vol. ene.
Arraldo GamaO filho do Baldai, 1
vol. ene.
Os herdeiros de Caramur, romance
histrico, 2 vols. ene., finos
A igreia e o Estado, por Ganganelli,
4 vols. ene.
Serpa PintoComo alravessei a fri-
ca, 2 vols. enes, finos, com grava-
ras
Ees de Queiroz0 crime do padre
Amaro
Castello de Grasville, romance raro,
1 vol, ene.
Leonor, D'Amboise, 1 vol, esc. r
As obras de Julio Verne, 42 vola,
enes.
Tres Poemas em prosa, e verso por
Gomes Jnior, 1 vol, eoc.
Typos de cara dura, 1 vol, broch.
As viagens de Guliver, obra critica
ejocoza (rara,) 1 vol, broch.
Vosrs da historia pelo Padre Gui-
lherme Dias, 1 vol, brocb.
(Jm mvsterio de familia por F. Tava-
ra, 1 vol, brocb.
4/000
4,1000
IIOOU
10*fXiO
lerla com a Re*YdSi0o
AHRiia Duque de Caxta* i *
Sturh de liribo faasnda mut^ST '320
- o evado.
rs.
(Jm casamento no arrabalde, 1 vol.
broch. (mesmo autor)
ciuarrigues breve leitura sobre sci-
encia, 1 rol, ene.
0 matadouro, historia da Lavadei-
ra Gervazia o 1*. o vol s.
Ponson do Terrail A heraoga qjyste-
rioza o 2. vol s ene.
Repostas consisas e h miliares por
Mr. Segur, 1 vol, eoc.
Carta sobre a Companhia de Jezus,
1 vul, brocb. 2*000
Carta a Pae Tobas, 1 vol. b.roch. 2*000
No escriptorio deste Diario se dir faem ven-
de todas estas obras, e faz se grande abati-
mento a quem comprar todas juntas
3*000
2/000
2*000
3*000
3*000
4
3*000
3/000
15*000

5*0'H)
25/000
2*500
3*000
1*500
3/000
Vh>^poo
3*000
3/000
3*000
3/000
15*000
3/000
6*000
2/01-0
4*000
8*000
2*000
2/000
1*500
4*000
6*100
10/000
12/000
2/000
2*000
1/000
30*000
3*000
1*000
3/000
2/500
2/000
2*000
3/COO
1/500
2/000
1*000
9 Wp
a 2>
e 25v
c co-
300e
Attenc,ao
Vende se im bom piano de Dcerne & Sorin
qcazl em perfeito estado; na ra da mperatriz
n. 47, 1* andar.
Superior vinho de AI-
eohaga
O acreditado e autigo armaatm do l.im par
ticipa ao publico e aos seus fregueses qne acaba
de receber urna nova remessa deste especial
vinho, escolhido propriamente pelo ebefe desta
casa, tornando se recommendado por ser puro e
de boa qualldade.
Jos Fernandes Lima & C, ra Bar&o da Vic
toria o. 9
Telephone 323
Movis austracas
Ha um riquiss mo e variado sortimento de
movis austracos de diversas cores, lisos, tor-
neados e entalhados, para vendas em porco ou
as pegas avulsas, bem como ricos espelhos para
salo, camas de ferro com lastro de ac para
meninos, solteiros e para casal, e magnficos ta
petes avelludados, os melhores que veem ao
mercado ; no armazem ra Mrquez de Olinda
numero 54.
EtamineB de cOres a 28 J e 300 ra. o co
vadu.
ephires de
vado.
Lindas 12a de cares
320 i>. o covad .
Oacbemira de quadros com liatras de seda
*14003 o dovado.
Merinos lavrado- a 500 ra. o covadu.
Voile de algodlo a 240 rs. o corado,
dem de 13 ultima m da a 80 j ra. c co
vado.
Cortea de metim par vestidos de dua
cores a 6A0O0 um.
Ditos braaoos bordados a 124000, 144000
e 154000-um.
Ditos de cachemira bordados a 254C03 um.
Cortes de cambraia branca de quadros a
1400um'.
Qortnados bordados a 4000 e 74000 o
- par.
Ditos de crocEet a 84000 e 104000 um.
Pecbs de todas as coi es de retroz
14000 um.
Colchas de c6res a 24CO0, 3400, 44000 e
54000 urna.
Cobertaa forradas para casal a 24500
urna.
Toilettes para baptisados a 64000. 8400.
e 104000 um.
Camisas finas de meias a 14000 urna
Toalhas para crianca a 100 e 120 rs. um&.
Oeroulas franoeBaa, a 14000 urna.
Pannos de crochet para ^cadeiras a 500
r um. m *
Atoalhado de linho de 44400 o metro por
24400
Dito de algodSo a 14200.
AlgodSo trancado para toalha a 14010 o
metro.
Bramante de algod&o com 4 larguras, a
800 e 14000.
Lencos de algodlo a 14200 e 2000 a
duzia.
Ditos de linho a 34000 a duzia
Batistas de cores- a 120 e 160 o covado.
Cretones escures e claros a 200 rs o co-
vado.
Madapolio americano com 24 jardas a
54000 e 64000 a peca
Cobertores brancos de 12 para acabar a
24CO0 om.
Bramante de linho, faienda de 34300, a
24000 o metro
Panno para mesa a 14200, 14100 e 14600
o ovado.
Brim pardo trancado a 240 rs. o covado
Vtstidos de Gersejr para creanca a 64000
um.
Camisas de linho para homem a 24000,
34000 e 44000.
Gran;.dinas ultima moda a 360 o covado.
Costumes de cachemira fina para homem de
20400C a 154000.
Cortes de cachemira de cores muito finos a
4 OOt um.
Cortes de fnstSo para collete a 800 rs. um.
Quardanapos c m franja a 240CO a duzia.
Espartilhos de todas as qualidades e n-
meros por proco baratitaimo.
E umitas outras fazendaa de lei moda
qen vende por preco sem competencia,
em vista de sen propretario querer acabar
com o estabelecimento.
S na Revolu^ao
HEN^jQE DA SILVA MOBEDiA
'i
bom9 paraibem
de todos
Os abaixo assigDt.dos, tendo feito gran-
de reducsao de precos as fazendas
precos
existentes em seu estabelecimento, <
dam o respeitavel publico e especialmejite
a- seus bons freguezes, a certificaren! se da
verdade que aqni fiea dita e a aproveita-
rem a occasiSi} de supprir-se de roupas,
para muito tempo^ e por precos insignifi-
cantes.
Como sejam :
Voiles de 13 e algodao a 240 rs. o co-
vado, cachemiras de quadros, fazenda de
8G0 rs por 323 rs. o covado, aepbyros de
cores diversas a 320 rs. o covado, baptis-
tas republicanas (inteira covidade) a 200
rs. % covado, 12s de coreB a 200 rs. o
covado, setinetas finas a 320 rs. o covado,
merinos de cores (18 pura) de urna lar-
gura a 280 rs. o covado.
Grande quantidade de chitas finas, com
pequeo toque de mofo, de 200 a 240 rs.
o covado.
Variado sortimento de voiles de II,
fazenda muita fina de gostos lindissimos.
Crep da China, idem, dem, cambraias
da China, com palmas sol tas, completa
novidade, voiles com salpicos, idem, idem.
Chitas, chamalots, o qne ha de mais
exquisito em gosto, etamines lisas e ren-
dadas, cachemiras lavradas, pretas e de
cores, fustocs broncos, cretones pretos e
de cores lieos e com flores, baptistaa de
cores, gostos delicados.
Mdapolo americano a 54000 a peca.
Metins, idem variado sortimento.
Espantoso sortimento de cretones p ra
cuberas e chambres, esguiSo de puro
linho, costumes de Jersey para meninos,
capas hespanholas, pura seda a 34000
urna, cortes de vestidos de todas as qua
lidades, fichua de 12, linho e prateados,
o que pode haver de mais chic.
Grande sortimento de camisas de linho
e flanella para homem, idem, idem de
punhos, collarinhos e gravatas e muitas
outras fazendas que seria enfadonho men-
cionar e que tudo vendem sem reserva de
pregos.
Os barateros! os barateiros!
A' RA l. DE MARCO N. 1
BernardiM Campos i C.
i Magafues
Recebcfore directos dos smflp
cad s da Europa *^^F^
Apr.sentan os segi.i:tes artigos, "send p0,
alguns aindydo nao paesado, r-zito justa] n
para seretnWctuahnente barffssimas. 1 0\
Brins pardo j de corc a 240 rs. o covado
'i'
dem tranca* i, superior, a 26 J rs. o dito.
Cortes de f'ust2o para colete a 8 O rs.
dem de .cadenetas a 1C00 e 14200.
dem de casimira inglesa de cores a 34 e
440 0. "
Algodlo ci#, marchetado para toalhas, a
440 rs. o meiro.
dem nacional, largo para lences, a 45 e
540,0 a peca.
MadapolSo superior, com 24 jirdas a 54
e 640.0.
dem Boa-Vista, verdadeir.^, a 548C0.
Cortinados bordados de crochets a 124000.
Colchas dem a 741-00 e 84000.
Grinaldas e veos para noivas a 84003.
Espartilhcs modernosa 4o00,
Percales claras e escuras a 24 o covado.
Merines de cores, urna largura, a 200 rs.
o covado.
Toalhas nacionaes a 24500 a duzia.
Lencos em lidas caixinhas a 14800 e
24800 a dita.
Meias inglezas e nacionaes a 24500 e
340C0 a dita.
Camisas de meia, idem, superior, a 12406o.
Cerdas bordadas de bramante a 124000 e
164000 a duzia.
Guardanapos com franjas a 14800 a dita.
Pannos de cores lindas para mesa a 14600
o covado.
Cobertas de gaDgs, dous 'pannos Vf500.
Cretones par. as me8fMlyt;34OQ0 o me-
celuloide com h -mitaafe
tamente linho.
lobos nodcrnps duzia SJR*'
ra Irnltalao de cnrhi ele
e linhss d< cores.com* matate*
o a 14000 e um r.ovello 100.
Punhos para homem a 64000 a daaia.
Leq^obrincos para creanca a 1400
duzia.
Para^ baile
Lindos ramea de florea artificiaea sed
e com haetes de borracha.
Lindo e grande sortimento de scotache d
todas a cores para enfeitar vestido d
AO PUBLHJe
rOLHETII
POR
Bom negocio
Na ra de Marcilio Dias n. 74, vendem se tres
cavados de corrida. / mt
PAULO DMISREIOXT
WMEIRA PARTE
' Aandorinha
- '", ***
^Continuago do n. 122
VI
NEGOCIO ARCHIVADO
A vo* dizia : c Ordeno-ihe que me
entregue a criauc> que Ihe confiei, ella
minhfc. filha, pertence-me Mi Clemencia
responden entlo: N2o, .ella n2o sua fi-
lha. Sua m2i, sua verdadeira mSi, mor
ta, fre Theotonio m'o disse; nao lh'a en
trego, a senhora quer cortamente fazer
lhe mal.* fTiral a-hei do seu poder, mes-
mo contra sua vontade. Desafio-a a que
o faca. > Porque ? Porque eu a denuncia-
ra. < A quem? A' polica, talvez ?
E a desconhecida na desden hosamente.
MSi Clemencia, porm, responden em
tom que me parecen muito decidido:
Talvez a polica, mas tambem a
outres
Peguei entlo na cortina de metim ver
indho que tapava a vidraca. levantei-a de-
vagarinho, e vi ama dama mais alta do
!ue tu, mamli,' mor .na, pallida, com ca-
ellos cabid's at os olbos, e olbos mais
Alfafa nova
Solta 30 rs. o kilo, em fardos 60 rs.; ven-
de se do armazem ra da Madre.de Deus nu-
mero 10.
Farelo novo superior
Saceos de 42 kilos a 14800
Vndese no Corpo Santo n. 6.
WIISE
Soya! Blend marca VlAD
Este escolente Whisky Escocez p -
ferivel ao cognac ou agurdente do cana
para fortificar o corno.
Vende-se a retalno nos melhores arma
zecs de molhados.
Pede Rojal Bleud marca Tlado
cajo nome e emblema s2o registrados pa-
todo BrazilT
___________BROWNS'A C, gente
fASMA.....
**^ *5lSRY Ynde-s ta toda a ni*'
O abaixo assignado resolveu participar
aos seus amigos e freguezes que continua
a ter sempro o mais completo sortimento
de :
COGtNACS destacando o afamado
Pno, que um dos que mais se pres-
ta m a tomar-se coa leite.
VINHOS O Palhete sem prejuizo das
outras marcas, especialisando tambem o
magnifico Bordeaux Republique Brtil-
lienne.
LEGUMESem conserva, especialida
des como n2o se encontram em qnalquer
casa. .
CARNE S em conserva, especiaes como
nunca vieram aqni.
PEIXES tambem o que ha de mais
variado.
CERVEJASonde se destaca a bem
conhecida e digna de celebridade'Paulino
Br.
CHARUTOS nm grande sortimento
das melhores mares s, e j)or precos muito
commodos.
Alem destes, artiges acha se o sen esta-
belecimento sempro snpprido de tudo
quanto se possa desojar d'um bom esta-
belecimento d'aquelle genero
Ra do Imperador n. 28.
v Paulino de Oliveira Mata.
tro; o melhor.
dem mosaicos, idem, a 440 rs. o covado
Bramantes Franceses a 14600 o dito.
Casemiras de cores, duas larguras, a
148- 0 o dito,
Cheviot azul, c6r inalteravel, a 24400,
34500 e 44000.
Merines para luto desde 500 rs. a 14600,
duas larguras.
Sargelins de cores a 200 rs o covado.
Mantilhas e fichas a 14, 30OO e 54000.
Toalhas de labyrintho, riquissimas, a 254 e
304000.
Vendas em groase tem o descont de
14 V.
59BA DUQUE DE CAXIAS59
Farello superior
20OO ; bo largo do Mercado o. 12.
pretos do que tinta, qne me pareceram
desferir relmpagos
Sobre a mesa, diante da qual mSi Cle-
mencia e ella estavam sentadas, achavam se
algumaB garrafas vasias.
t Eston com sede disse a desco-
nhecida de repente.
Mi Clemencia pegn n'uma garrafa.
N2o, vinho n2o, disse a desconhe
cida, tenho-lhe horror.*
E' vinho branco da nossa trra, a
senhora acaba de dizer quegostava delle.
Mas nSo me desaltera
Que quer ent2o ?
Um grog *",
Mai Clemencia levantou-se e fui buscar
urna garrafa de agurdente a urr-a prate
leira ao lado da chamin
Collocou depois sobre a mesa um assu
careiro, um copo e un lim2o.
A dama arranjou ella propria o seu re-
fresco
t N2o quer um, Clemencia ? per-
guntou ella. .
i Nao, respondeu a mamSi, porque
quando bebo um trago de vinho branco
como fz ha pouco, nao posso tomar. nada
mais, que faz-me mal.
t NSo, quando se jonta lm?o.
NSo me fio nisso.
c Mas se lhe garanto...
t Acredita que sim ?...
E a pobre mulher deixou se vencer.
A pequea liara ficou muito vermelhi.
Sabes, disse el'a a Laura, curvando
4 cabeca, era o sen nico defeito.
Coitada.'... pagou o cara!...
Ohl sim!...
Porque a outra embriagou-a, n2o
verdade ?
Sim, preparou-lhe o grog, e addi-
conou lhe pelo monos d >us dedos do con-
teudo da garrafa ; depois, aps, o prime i-
ro, outro, outro e mais outro ; oh 1 n2o
levou muito tempo... um quarto de hora | nha cama ; tirou entlo
talvez, depois a garrafa esvaaiou-se, e en
t2o mSi Clemencia cabio sobre a mesa
Nesse momento tive medo, um medo
atroz, e, mo grado meu, soltei um grito.
Puz me entSe a tremer, queria alcanzar
a porta do pateo e fugir, tito louco foi o
medo que tive daquella mulher.
Mas estava pregada ao ch2o, sem poder
mover me nem dar um passo, como nos
pesadellos.
P>bre pequea!... murmurou Lau
ra e que te succedeu?
Ao grito que soltei, a dama vokou a
cabeca de todos os lados, depois, de re
pente pegou no lampeSo de kerosene qua
estava sobre a mesa, e dirigio-sj para o
quarto.
Quando me vio de ps ns, em camisa
encostada na vidraca, o seu rosto ficou
medonho.
Ah peqiena vbora, gritou ella,
tu nos escutavas!... Desde quando esta-
va aqui?
Os seus olbos tinham um ar tao mi,
as narinas tremiam lhe tanto, que o meu
terror augmenten
Cahi de joelhos, persuadida de que ella
me ia matar.
Oh! senhora !... senhora 1.. ex
clamei, nao me mate!... Misericordia,
supplico-lhe 1 .. i
Para que vas dizer o que viste, o
que enviste I... c
N2o direi co'tsaalguma, juro lhe...
m sericordia. !
Conhejo esses juramentos...
Agarron-me ento e poz-ae a amarrar-
me ps e m2o8, murmurando :
t Urna bella fogueira Ac"ditar2o
que aquella bobada incendiou inconscien-
temente a casa, e ficarei desmSaracada
de ambas. i"
Nesse momento ella me
tado completamente ama
Pao centeio
Mello & Biset tendo recebido nova remessa de
farinba centeio, avisa aos seus freguezes que
corOiuuam a fabricar esje delicioso pao centeio
iodos as tercas e sextas-feiraB ; na ra larga do
Rosario u. 40.
Ce
ra
Vndese na ra do Cahug n. 2, segundo a
qualid de, de a 1*5500 a libra, e sendo de
arroba para cima, faz-se na de 2* o descont de
30 0/0, e na de l. de 20 00. No mesmo esta-
b-lecimento tem machinas para costura e mesas
para as mesmas por lOi cadauma.
Vende-se
nma taverna afregnezada e de pouco capital; na
ra Bar&o do Triumpho n. 62, amiga ra do
Brum.
como um
pe2o, deitou fogo as cortinas da vidraca, e
depois nao se i o que se passo u. Perdi os
8ntidos.
Meu Deus meu Deus !.... Que
mueravel !... E tu conhecerias essa mu-
lher ?
A menina poz se a tremer
freixo a^outado pelo vento.
Creio que sim, respondeu ella.
A m2i Clemencia n2o pronunciou o
seu nome ?
m- Nem urna nica vez.
'Laura reflectia.
N2o digas nada de tudo isso ao juiz
que te interrogar, declarou ella finalmente.
Isso d2o adiantaria cousa alguma, nao lhe
diria nada de novo ; o mais que poderia
resultar nos ficarmos por mais tempo re-
tidos neste bairro maldito.
Ent2o que lhe devo responder ?
Que estavas dormindo, que n2o vis-
te, nao ouviste nada.
fi. MUSMA &C.
Ra Mrquez de Olinda n. 13
Armazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
-4
deposito da afamada, cer-
veja Phcenix de Dortibiid
e do choaolate Ph. Su-
chard de Neuchatel pre-
miado com a medalha de
Ouro na Exposicao Univer-
sal de Pariz em 1889.
Agencia da grande fa-
brica de charutos Danne-
fmann & C, S. Flix (Bahia).
Vendem se duas casas
terreas
sitas na estrada do Matambo, em Beberibe,
tendo cada urna duas janellas e urna porta de
frente, 2 salas e 4 quartos internos, cosinba e
1 quarto fra, muro e portao na frente, tudo em
bom estado, com sitio contendo algumas arvo-
res fructferas ; as casas es tao alugadas e ren-
den) 30000 mensaes ; a tratar na ra do Com-
raerciOD. 32 das 10 s 3 horas da tarde.
A 500 rs. a pef a
Bordados e ntremelos, cambraia fina com um
pequeo t, que de a varia de 500 rs., 600, 800 e
1*0(10 a peca ; na rna do Crespo n. 21, loja do
Campos.
Patacoes velhos
Compra-se na relojoaria David, ra do Cabo
?n 14.
Libras
Vendem se rna de D. Mara Cezar n.
Bom negocio
Ad mil te-se um socio com' algum capital para
taverna ; a tratar oa ra de. Domingos Jos Mar
tins n. 80
morta, que respondeu
anspor-
a mi
Ism-
Obedecerei, mamSi.
E se elle te perguntar como foste
amarrada, responde que n2o o sentiste.
Est combinado.
NSo te engaars !
N2o tenhas receio.
Laura teve um derradeiro escrpulo.
Ests bem certa de qne Clemencia
n2o pronunciou o neme da mnlher ?
Mario meneou a cabeca intelligente.
Tooho toda a certeza, respondeu ella.
N3o fallaram na trra deltas ?
N2o.
Nem em Castelna i, nem em Agen,
nem na Gascn ha?
Nem ama palavra.
Procura, v se te recordas.
Nao, n2o, n2o trocaran) palavra so-
bre oasas consta, lembro me bem. N2o
con versara m aen2o sobre o d/le te con te i
Mas quando a m2i Clemencia decla-
rou que ella n2o era tua mamSi, que a toa
j*
verdadeira m2i er
ella?
Nada, sen2o isto : c Eu a tirarei do
seu poder, mesmo contra a sua vontade.*
E, quando bebiam, sobre que falla-
vam ellas ?
Sobre nada, sobre o grog, que esta-
va saboroso Demais, as ideas de m2i
Clemencia tur varara se e a sua iingua tor
nava se tropega ; sabes perfeitamente co-
mo ella fazia, viste-a 'assim algumas ve
zes.
Sim, mas ha pessoas que conversam
mesmo quando embriagados.
EHa n3o, ao contrario, n2o pronun
ciava urna palavra.
E' verdade.
Pois bem, entao, continuou Laura,
cujos ltimos escrpulos se* tinham com
pletemente dissipado, urna vez que n2o sa
bes de nada, nSo acarretars mal a nin-
guem, nem jostica, nem morta, n2o
rara as Sras. nodlatas
Bicos de cores brancos de algod2o a 1450B
e 24000 a peca.
Bicos de seda de diversas cores a 54000 a
peca.
Porta tranca de prata, tartaruga o masa.
Punht s e collarinhos de celuloide.
E pelhoa cara dura a 400.
Para liquidar grande quantidade de fita*
modernas abatimento de 25 ..
Fitas n. 9 a 400 o metro,
dem n. 5 a 200 o metro.
Lavrada para faxa a 24000 o metro,
dem para faxa n. 30 a 34000 o metro.
Espartiltos para 44000, 54000 e 64000
Para aoliao
Cap ellas de cera.
dem de flores de larangeiras.
Ramos francezes e nacienaes, veos, feauas
o luvas.
Encbovr.es para baptisado.
Tecas e capotas para baptisado e passo,.
Cintos de chagrain para senhora, largos a
estreitos a 14000. ?
Grande sortimento de galSes, palma ta-
sas, pingentes e guarniSes pretaa*d
vidnlho para vestido.
Lindas costureiras de velludo propr
para presentes.
Lindas boleas com estojo para* costura.
Grande sortimento de caixinhas com es
tractos proprias para presentes a 24000
34000, 44O0', 54000 e 64000 nma.
Livros de missa, de madreperola o da-
velludo.
Lindos objectos de crvstal para jn rsnsjfi
como sejam: porta-relcgio, parta-extra-
cto, porta-p de arroz de 44500 at4
124000. ^^
Finos alfinetes para gravatas.
Grande sortimento de broches amerieanso*
para senhoras.
Caixas com msicas a 24, 34000, 4400$
at 120000.
Grande sortimento de galSzinhos braaea
e de cores para enfeitar casacos e ro-rp*.
da crian cas.
Porta-retratos a200 e 300 rs. nm.
Orande sortimento de lencos de soda
14000, 14500 e 24000 nm.
Guarnieres para toilet a 64000 e 74O0&
Lindos porta pos de arroz a 14500, 24000,
34000, 44000, 54000 e 64000 nm.
Finas ligas com ramo de flor de larangoi-
proprias para noiva a 14500 o par.
dem de todas as cores a 14000, 1430S
14500 e 24000.
Lencos de linho a 34000 a duzia, era a>
xinha.
Grande sortimento de puloeiras aara
canas.
Cortinados de crothet para cama a 12jKMt.
174000 e 194000.
Ditos para janelia a 74000.
Gnarniybos para cadeira a 64000.
Pannos de crochet para cadeira a 800 a .
14000 .
Grande sortimento de luvas finas para ar-
nhora a 14500, 24000 e 24600 o fta.
dem para menina" a-800 o 14000.
Linha de machina a 700 rs. a duziaJ*
Idam idem a 60 rs. o carrito!. k
Toalhas para banho .a 14500.
dem para rosto a 300 rs.
Babadores eom insc'rrpcSo e paisagara i-
tOO e a duzia a 44000.
Grande sartimento de espelhos finos mas
e de canto redondo a 44000, 54000- a
64000.
Bengallas de flauta a 14500.
103RA DQE DE CAXIAS^MB
Mercearia
Vende se nma mercearia bem ocalieada e jtr*>
pria para principiante por ter poucos fuase ;
para informales na ra Mrquez do Herval n>
mero 73.
Leitura s Selectas
Pelo Dr. Joao Barbalno^
Acba-se no prelo e brevemente ser exposta a
venda, a 3* euicao deste importante livro para
leitura e ontros exerclcios as escolasv
mai adoptiva sobre a catastrophe na eaai
escapara de morrer.
Que disse ella ? perguntou o macsa-
trado.
Nada, Sr. juiz, ella n2o se record*,
de cousa alguma.
Foi a febre que lhe destruio a ata-
mona ; usse caso, ella peder receedar-
se deesas cousas mais tarde.
Nt, Sr. juiz, a febre n2o lhe des-
truio cousa alguma. Ella dia* quo de-
mencia Foulon d iitou-a a nove horas da
noite, como de costuma, que adormece
logo e s acordou quando a fumaca a set>
beata.
NSo vio a desconhecida ?
Nao, Sr. juiz.
NSo acordou quando a amarrara ?
Nao, Sr. juiz, ella n2o" senioj,. n2o
vio, n2o ouvio cousa algnma.
Roselin proceda de boa f fallando as-
sim, pois Laura nao lhe dissera palavra
Est bem, declarou o
fallarei com ella hoje mesmo.
se em estado de vir aqui ao
nete ?...
De carro.
fallando. O qu& viste poderia fornecer a. das confidencias de sua taha adopti
certeza de que foi t ffectivamente ella quem
ateou o incendio, em vez da simples sup-
po8c2o que existe at aqui.... Gracde
cousa tal certeza !... N2, n2o, minha
querida, n2o o digas ; que isto,tenha um
termo o mais depressa possivel.
Fare assim.
Mas fiea sabendo, o juiz tratar de
ver por todos os meios se te apanha algu
ma palavra...
N2o tenhas receio, n2o pronunciare!
urna palavra de mais, para n2o me enga
nar.
E isso n2o te far ficar mais doente ?
^ N2o, porque tenho pressa de sabir
d aqui, onde a malvada mulher talvez vol-
te ainda algum dia para me matar ou me
separar de ti.
Nesse mesmo dia Roselin foi casa do
juiz encarregado da instrucc2o do proces-
so, prevenil o de que a pequea Mara,
resuboJecida da tebre cerebral, fallara A
tiva.
magistrado.
Eila acha-
meo. gabi-
, creio que sim, senhor.
Pois bem, traga m a s duas hora
em ponto.
A crianza chegoa com a Sr. RoseKn.
O ar livre, longe de entontecel a oa da
enfraquecel a, como auccede s vosea per
occasio da primeira sabida, fortificaraa^
ao contrario. Demais, as boas palavra
de Laura, ssinha com ella -durante teda
o trajecto, as suas caricias, o seo amor, ma-
ternal que a crianca adivinhava e isatia
tao bem, tinha desenvolvido a sua axata-
ordinaria intelligencia e consolidado a ener-
ga natural que ella j p-asuia.
(Contitmtrie-ha,)


o Dtano, Ra Duqae de Caxias n. 4a
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