Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17759


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Full Text
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ANNO
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*
SEXA-FEIM 30 DE MAIO 08 1890
DIARIO DE
Propriedade de Manoel Figueira de Faria dfc? Filhos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses adantadoa. .
Por seis ditos dem......
Por um anno idem. .
Cada nomero avulso, do mcsmo dia.
60000
120000
23000
4100
Os Srs. Amede Priuce & C.
de Pris, sao os nossos agentes ex-
clusivos de annuncios publica-
res na Franca e Inglajerra.
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por neis inezes amantados. ... 134500
Por nove ditos dem. ... 204000
Por um anno idem...... 264000
Cada oomero avulso, de dias anteriores. 4100
TELEGRAMAS
mu;: PASiiwua so eiasi:
RIO DE JANEIRO, 29 de Maio, s 4
horas da tarde.
Foram nom adoa almoxarifes dos hospi-
taes mil i tai es de 3.a el ase:
Pa a o Estado do Rio Grande do Norte,
Emilio Sucupira; y
Para o Estado de Alagas, Jos de
Arauj > Caldas ;
Parti para Pernamb.co no paquete
Kerthe o Dr. Vicente Ferrer.
su?:;: u mu zlu:
BERLlil, 28 de Maio.
Vai melhor S. M. o Imperador Gui-
Iherme.
PARS, 28 de Maio.
Chegou aqu de volta de sua viagem
aos departamentos lo Sui o Este, Mr. Sa-
di-Carnot, presidente da Repblica.
WASHINGTON, 29 de Maio. *
O presidente da Repblica dos Estados-
Unidos, est gravement) doente; o seu
estado inspira serias inquietares.
Agencia Ha vas, filial em Pernambuco,
29 de Maio de 3 b90
USTRDCqO POPULAR
A S4SZTASZLIDASS 205 ASIS33
POR
( Contin u ac ao )
CAPITULO II
encado* da ianlrarr O *a
eerdote Virgilio-O eardeal Nicolao
de Cava
I
Cbaclue-se do exposto aaterioxinente que,
comjiwnto crivada de errse fabuias absurdas,
desenvolveue subsi-tio entre aquelle3 primitivos
engenhos philosophlcosessj, por notos motivos,
ptausivel idea da habilabilidade dos astros.
Profiiiid reapeiloe eoeraco raerecem aquel-
es horneas, que no me da barbaria dos se
los que os virara nascer, sera instrumentos
adaptado5 para fazer obaervacOes exactas, sera
pravas experientaes, sem bases seguras., em que
fundar as su ts dedueces, souberam, gmente
pela torca intuitiva do sen espirito, elevirse ao
panta -cimento de urna verdade emineotemen'e
philosophica e grande, to grande, que apezar
das dades decorridas se eacontra ainda em quasi
toda a nudez da sna primitiva infancia. Entre-
tanto permanece ignorada iocomprehnsivel para
a generalidade das pessoas.
Grumos, aao pbstante que cjm o progressivo
desenvolvimento da civilisaco vira um dia em
que a instrueco penetre at s ultimas carnadas
sociaes, e pasara todos os homens abrir os olhos
ante a luz, e apreciar, como ic. oocusso axioma.
o que agora desconnecem completamente, ou to:
mam como urna hypothese, mais ou menos ab
surda e temeraria.
A ignorancia, niuvga declarada das scijncias,
tem, at ha puuco, impedido com todas as suas
torcas o desenvolvimeolo da civilisaco, para
exercer roais livremente sobre os bomens o seu
funesto e iv aniro prtdomiuio
Pou:as r. zs bastara para langar por trra os
sophisticos argumentos dos que se acbam empe-
orados em declinar contra as sciencias, porque
como disse um distinto publici'U : Nunca
puderara aquellas derramar o erro e a super.-ti
jio sobre a trra, quaodo continuamente osesto
combatendo e persegundo.
Bem longe de so;einnisar a a :londade dos
mitres, as sciencias propenden! pari a duvida
e para o exame de todas as opimo.' ; longe de
iraptig::ara religiio e as leis, iiacara, alias, por
trra a soperstico e o despotismo, seus mais ler-
riveis iniraigos.
Prosigamos agora em as nossas investigacoes
acerca dos homens que conceberam a ideia da
nabitalidade dos mundos, em epochas posteriores
aquellas a que j allu irnos.
(Contina)
rARTE 0FFIC1AL
Coverno do Estado de Pernam-
buco
KM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO DIA
27 DSC MAIO DE 1890
Abaixo asignado?, empregados da Casa de
DetencSoIn deferido.
Capito Antonio Gracindo darGusmo Lobo.
Informe o inspector da The?.ouTaria de FazeDda.
Feppe Tneodoro da Silva.Informe o cidado
inspector especial de trras e colonisaco.
Capito Jos Matheus de Oliveira Guimares.
Deferido com o acto desla data.
Joo Guilbernie Dantas. Informe o Dr. diere
de polica, ouvindo os commaodautes do corpo
de polica e da guarda cvica.
Joaqun] Francisco de Mello Sant03.Informe
a Intendencia Municipal do Recife.
Manoel Peixoto Pinto. -Informe o Dr. chele de
polica. ...
Pintes Adelino da Cosa DonaInforme oDr.
ebefe de po'idn
Vicente Bfer.fa Cawil^wt'e- l'vmiocom-
nandaute ou corpo e poiici.
Francisco Cascdo da Lunha Lima.Serte, e
rolte querido.
E despachos do "ja 28 Ds maio de
1890
Abaixo asignado--, proprietarip*, negociante?,
artistas, agricultores domiciliados no povosdo
Cedro.Deferido, com o officio de nejo..a #uiz
de direilo da comarca do Luuoeiro.
- Atoa Etelvioa de Souza S Renjettido
juta medica, a quem a peticionaria se apresen
Kr para ser inspeccionada.
. Aureliano Xa\ier do ValleO governo do Es-
tado sao tem competencia para conceder a li-
aeoca requerida.
Antonio de UIli- e Siuza Pontej Acua se
rovido o lugar a qve se refere o peticionario.
AntonioTot reroandes-Remettido Ioten-
oaicia Mnnicipal do Rfcife para attender, de
accordo com a sua informaco n. 5 de 22 do
correte.
Antonio Ferreirada Silva.D se.
Bacbarel Alberto de Barros Faho de Lacerda
Espere opportunidade de serem co.iveniente-
mente aproveitados seus serviecs.
Antonio Pereira SimOesD se a cerlido pe-
dida.
Companbia PernambncanaNesta data auto-
riso o inspector do Thesooro do Estado a man-
dar escriplurar a divida de que se trata, visto
referir-se a exercicio nodo.
Columbo Latino Vielra de SouzaRemettido
Intendencia Municipal do Recife para attender
de accordo com a sua informacic n. 59 de t do
corrente.
Constantino Bruno Passe portara designan-
do o i" corpo de cava Hara para a elle ficar
augregado o. peiclonaric *t
Conrado Jos de Lo reno e S Aguarde a
reforma.
Directora da Assoclaco Commercial Benefi
cente de Pernambucoao cidado director das
obras geraos e da conservaco dos portos para
informar.
Empreza .da illnminaco a gaz- Informe a
Intendencia Municipal do Recife.
Estevo de S Cavalcante de Albuqnerqne
Adiase prvido o lugar a que se refere o peti-
cionnrio.
Emilia Joaquina de 5 edeiros Souza Caldas
Remettido junta medica do Estado, a quem a
peticionaria se apreseatar para ser inspeccio
nada.
Francisco Lopes de Albuquerque Informe o
cidado inspector especial de trras e colonisa-
co.
Bacbarel Francisco Amyntbas de Carvalho
Moura A situaco oanceira do Estado nao per-
mute o qne requer.o peticionario.
Francisco Eustorgio da Silva Remettido i
Intendencia Municipal do Recife para attender,
de accordo com a sua informaco n. 57 de 22 do
corrente. .
Francisco Jos da CostaNesla data me dirijo
ao ministro da guerra a respeito do que requer
o peticionario.
Francisco Paulino Cabral Remettido ao di
rector da bibliolbeca do Estado para attender.
Tent-nte Florentino Cavalcante - queNada consta, em vista das informaces,
que antorise a das rendas do Estado no municipio do Cabo.
Henrique da Silva lorelra-Remettido In-
tendencia Municipal do Recife para attender, de
accordo com a sua informaco n. 50 de 22 do
correle.
JoSo de Barros o Silva e Augusto Xavier Car-
neiro da CunbaInforme com urgencia o inspe-
ctor do Tbe.ouro do Estado.
Bacbarel Jos da Silva Ramos Acha-se pr-
vido o lugar a que se refere o peticionario.
Padre Jos Leito da Costa MachadoApr-
sente nova proviso na Thesourana de f azenda.
Jos HoweDeferido, com offido de hoje, ao
Teshouro do Estado.
Jos Adolpho Rodrigues Lima.D. ferido com
ofcio de lioje Tbesouraria de Fazend.
Bacharel Jos da i unha Teixeira.Sim, pro
visoriamente e sem vencimentos.
Jos Thoraa* Cavalcante Pessoa. Aguarde a
reunio do pod^r legislalivo do Estado, que ba
de reorganisar a jepartico a que pertence o pe
ttcionario.
Luiz de Paula Lopes e Alfonso Augusto de
Britto Taborda.- Informe com urgencia o inspe
clor do Thesouro do Estado se considera o pri-
vilegio como caduco, anviaudo o documento, ^p_
qual consta a inauguracao da fabrica.
Ladislao Neiy Lo ta e Silva.N'esta data sub
metto deciso d-J Ministerio da Justica a recia-
mago do peticioDario.
Leocadio Alves Pontual e Joaquim Ignacio
Pessoa de Siqueira.Informe o cidado inspector
do Tbesouro do Estado-
Mara Rita de Moraes Pimentel.Remettido
Intendencia Municipal do Recife, para attender,
de accordo com a sua ioformagSo n. 66, de 16 do
cnente. .
Manoel Celestino de Oliveira.A Intendencia
Municipal de Cimbres para attender opportuna-
mente ao peticionario.
Manoel Lope3 Machado Ramos.-D-se.
Manoel los da Cunba ForteRemettido lo
tendencia Municipal do Recife para atlender, de
accordo com a sua informaco n. 84, de 16 do
corrente,
Bacharel Manoel Moraes de Albuquerque.-
Acham-se prvidos os lugares a que se refere
peticionario.
Pedro Marques de Albuquerque Cavalcante.
Acham-se prvidos os legaes a que se refere o
peticionarlo.
Rodrigo CirVvIho 4 CAo inspector do The-
souro do Estado para attender.
Kosalina Mariada Conceicii Oliveira. Remet
tido ao inspector do Thesouro do Estado para
attender, de accordo co:. a sua informaco n.
353, de 24 do corrente.
Severiano Jos da Silva.Junte se.
- Bacharel Temoleo Peres de Albuquerque Ma
rabbo.Ser tomado em consideraco opportu
mente.
Bacharel Trajano Alipio Temporal de Msn
denca.Acba se prvido o lugar a que se refere
o peticionario. _
Vicente Barbosa CamelloDeferido, com offi
co de boje eo coronel commandante das armas
interino.
Secretaria do Governo do Estado de Per-
nambuco, 29 de Maio de 1890.
O porteiro,
H. M. da Silva.
os in tividuos de nomes Jovino Maooel da Silva,
Uanoel Rodrigues da Silva, Laurentioo Jos- dos
Sanios, Germaro Girri, Candido Jovino da Cos-
ta Doria, Joo Ferreira dos Santos, Antonia Ma-
ra Calixta, Jorge Hesth e Pedro Soares de Melio.
No dia 26 do corrente, ero trras do enge
nho Aldeia, do termo de Rio Formoso, o indivi-
duo de nome Miguel Jaciotbo dos Santos desf.-
chou um tiro de espingarda contra Heleodoro de
tal, occasionando-lhe a morte instantneamente.
Contra o delinquente, que foi preso, proceleu
se nos termos do inquerto policial.
O chefe de polica interino,
Francitco Xavier Quedes Pereira.
Thesouro do Estado de
Peraaaibaco
despachos do dia 9 de maio
de 1890:
Pielden Brctbers e Rita dos Santcs Leal.Pa-
gue-se.
Bacharel Esperidio Ferreira Monteiro, Maria
Amelia dos Santos Porto e Paulo Pereira SimOes.
Registre-se e facam-se as dovidas notas.
Andr arTonso Leal.Ao porteiro.
Jos Manoel de S, Antonio Francisco dos San-
tos Falcao, Antonio Goncalves de Azevedo e Joo
de Araojo.Ao Dr. contador.
Lnii de Paula Lopes e Affonso Augusto de Bri-
t > Taborda.Ao contencioso para informar com
urgencia.
Antonio Olympio Lobo Bacalhan, Jos Joa-
quim de Mello Cah, Joaquim Jos de Carvalho
e Maria do Rosario Pinheiro. Haja vista o Dr.
procurador riscal.

Reeebedorla do Estado de Per
aaotbuco
DE8PACH08 DO DA 29 DE MAIO DE
1890
Jos Victorino de Patea. Informe a 1.a sec
cao. ~.
Anna Sentaorioha de Franca.Informe com ur-
gencia a i.' seceo sobre o incluso requerimenlo
de Anua Senhorinha de Franca.
Joo Francisco de Oliveira.Informe a 1.a sec-
eo sobre a petico inclusa de Jco Francisco
de Oliveira.
Figueiredo de Irmo. o- Informe a 1.a seceo
acerca da petico de Figueiredo & Irmo.
|> Joaquim Pereira de Almeida A' 1.a seceo
para observar o despacho supra.
Jorge de Araujo Cavalcante.A' 1.a seceo para
os fins convenientes. *
Camilla Perpetuliga da Silva.Certifique se.
Manoel Fernandes Velloso e Antonio Duarte
Simes.Informe* i* seceo.
t ominando das Armas
Quartel do Commndo das Armas do Es-
tado de Pernambuco, 27 de Maio de
1890.
Orem do dia n. 51
Fago constar guarnico que apresentou se
hontem a este raimando das armas vindo da
capital federal o medico de 2* classe do exerci-
to tenente coronel Dr. Jos Leoncio de Medeiros
afirn de assumir o cargo de chefe do servico sa
nitario militar deste eftado para o qual foi no
meado por portarla de 28 ie Mrco passado, pu-
blicada na ordem do dia da repartico do aju
dante general, n. 49, de 31 do mesmo mez, em
vista do que foi autorisado por e.'te commando
a tomar pos3o daquelle cargo.
E que louvo o medico de 3* classe maior Dr.
Jos de Miranda Curio, que exercia Interinamen-
te o dito cargo de chefe do servico sanitario,
nao s pelo seu zelo e louvavel diligencia em-
pregados quotidianamente nessa commisso,
como tambem pela excelente consideraco e
boa estima que alcancou dos seus collegas, e
'que tem rtfkctido lisongeiramente em bem da
solicitude los mesmos facoltativos no desempe
nho de ?eus deveres
(Assignadc) Francitco Jos Teixetra Jnior
coronel comman lante interino das armas.
Repartico de Ppela
2. seccio.N. 118.Secretaria de Po-
licia do Etado de Pernambuco, 29 de
Maio de 189J.
Foram hontem recolhidos Casa de Ddeocao
habitaram as fabulosas Amazonas, e naqnella
em que medram os enxertos tirados dos troncos
cujas raJicup se preodem ao Mxico, Ame-
rica Centrales Columbiaeao Per c a raz mi
ao solo de* Albos do sol e das serpente3.
As notas qua pude lomar sao resteas de luz
que, se frouxaa e varillantes vera de um lado,
firmes e clara apparecem de outro. Assim as
enfeicbei e, se nao formam um faeno que escla
reca completamente o passado, servem, ao me
nos para nao nos deixar tactear nelle s tontas.
Presos a ess muyrakyt, o fanal que me tem
guiado para diversos pontos, acbam sa varios
epuodios que sa cdosideram leudas, *sao estas
qae rauito fav.,reseoj a peregriuaco netos esta
dios des lempos Idos.
Os indios e tapuyos me referiram aa lingua
geral, historias que passam como fbulas que,
comparadas com outras mais civilisadas, assimi
lam-se e do me orna pagina que interpretada
urna lico de historia.
A lenda principal a de um heie, que j fa-
zem sabir do Averno, como disse: a do Yurupary
Yaui. Ouvi outr'ora. aqu e all, differeotes epi
sodios d'ella que, seguidos, s me referiram o?
sectarios cumpridores das leis que essa lenda
prescreve.
Por ser longa esas historia era lodos os in
dios a referem inteiru, assim como apparece mo-
diticada, pelo meio, entre as tribus, teodo todas
comtudo o mesmo fando. Os nomes proprios mo
diticam-se, os episodios alteram-se, mas essacar-
na cao cobre sanpre o mesmo esqueleto.
Eisa lenda olvide se em tres partes.
a primeira trata da apparico de um legisla
dor e da instilaico de suas leis e sua execuco,
a segunda da sropagaco das mesmas pelo tiHio
de um dos coapanbeiros do here, e a terceira
dos fados mas recenten e da modiricaco das
mesmas leis.
O muyrakyt levou-me a Yurupary e commeu
taodo a sua hiftoria, pelos seus mysterios des
cobr sua paria. Os u.eus Cemmentarios pode
raj nada valer, para alguns, mas sao subsidios
' que li ;am registrados para que outrem melrror
desenvolvenoo faca surgir a verdade nua e ra-
diante.
Para mim esta est oceulta as ruinas da cita
lisacco. Tolteca e a caleia que a prende tem
ama extremidade soldada nos blocs da nephrite
de Yuthian, a trra da jada (1), emquanto que a
outra, quebrada, tem seus fuzis espalbidos pelo
Norte da America do Sul.e pelas encestas da
cordilheira dos Andes e que sao descobertos en
tre as tribus Karaibas.
Denomino genricamente tribus Karaibas todas
aquellas que tem entre si um cunti de familia
que conservara com o nome Kara.
Esse cunho por (oda a linha migratoria da ne-
phrite, nao so na que se esteode pela America.
como na que atravessa a Asia e a Europa, tem o
mesmo significado, mais ou menos modificado
pelo tempo e pelo mtio. porm pfeso sempre a
urna tandea radical. as linguas aryanas como
as semticas e americanas tem sempre o .mes
laspeetorLi Geral da InstraeeSo
"abllca do Estado de Pernam
bneo.
despachos do dia 29 de maio *
de 1890
Aneis Augusta do Amaral Guiraares.Enea -
rainbe-ae.
Anna Accacia Lins. Encaminhe se.
SCI E\ CUS E LETTftiS
O Muyrakyl
FSTUDO DA OEIGEM ASITICA, DACIVH.IZ1
CAO DO AMAZONAS NOS TEMPOS PEEHIS-
BABBOSA BODBIOUES
Introdcelo
si des recberebes aussi de
licates, aussi pnibles, appor
tent quelques resultis nou-
veaux, quelques considratior s
importantes; si nous indiquons
un point de vue plus espjale,
sous le quel on puise en visa
fer I'.udc de l'bomme; si
ensemble de ce tr jvail, jug
utile la science, est acueilli
avc bienveillance : hereux
d'avoir os l'entreprendre, trop
pay de nos fforts, nous ne
regretterons ni les fatigues, ni
le veilles, ni le temps qu'il nous
aura couts.
D'Orbigny L'homme Amricain.
Apezar da noite dos tempos envolver na ne
grura d'espessa mortal ha os fados e costumes
das gera^Oes que se sumiram, diiBcil, mas nao
impossivel, soletrarem se as phrases do livro
em que elles esto registrados.
Esse livro nao tem caracteres; porm, a es-
culptura, os monumentos, a tradieco, as leudas
e as linguas Ilustrara eenchem as suas paginas
que, abertas, a etimologa, a muito cust e com
sacrificio, illumina com urna luz que, se nao es
panca as trevas, esclarece os mysterios de mul-
los seeulos.
A origem de muitos povos do*Brazil e princi-
palmente os da regio cortada pelos ros para
os quae3 o Amazonas arteria gigante, est
u'uma dessas paginas ; e cora um paueno mo-
numento mineralgico, precioso iSBro mios do archeologista, o Muyrakyt,procuro es-
tuddl a e, se nao vejo esclarecida toda a popu
laco dessa grande zona, a presenta-se me clara
a parte quo habitou urna determinada reg_io.
Guiado por esse amuleto emprhendi viagens
e explorages, procurando cercar me de ludo
quaoto podesse auxiliar o meu empnho. Con
sultei a historia, agarrei a tradieco, abracei as
lenda?, investiguei o solo, ouvi asj|toguas_ 3_
tudei a cermica, revolv as tafauJffvobWyei
os costumes do selvicola moderno no mio em
que vive e nos jogos de seus instrumentos. Foi
assim que achei ligado; ao muyrakyt costumes
de tribus do Rio Negro, Purs, Yapur, Ig, e
outros, que representam figurativamente as
suas Testas nm i lenda, que secretamente occul
tam As leis eslabelecidas ne3sa lenda sao guar-
dadas e cumpridas to fielmente como foram
ditadas peto i nte que, com o correr dos seeulos,
tornou se quasi mythologico, e. que por isso o
vulgo j Ihe empresta um paeWnfernal.
Ninguem ain 'a havia toma por guia esse
amuleto archeologicoquando delle me apossei e,
seguindo a estrada era que elle encontrado,
com muito ettudo e trabalho fui acbar a sua ori
gem no centro da Asia.
E' elle quem Ilumina a civilisago pre-Co-
lumbiana e nos mostra a marcha do povo que
d'ahi emigrou em p >as prehistricas.
A' medida que o estudava, maior numero de
proras se me aotolhavam esclarecendo as ques-
toes e varrendo a duvida, ap-esentando se rae
sempre como pegadas de um estranhe caminbei-
ro. As circumstancias que o revstem o apre
aentam como Karaiba embuido de crencas do
Oriente.
A principio foram presumpcOes, mais tarde
tactos, que seaccumularam, que parecem expri
mir a verdade, pois que a luz que elle derrama
ra com que possam ser interpretadas as paginas
desse livro que oceultam a historia das primei -
ras eras Amaionenses.
Estes tactos *o observados na regio em que
mo significado. Apezar de no corpo desle traba
lho tratar dessMrocabulo devo ainda para me
Ihor intelhgencia cecupar me d'elle nesta intro
durco.
Sabemos que as Trtaros lhe do, tambem, a
signiricaco da' nefo guando o empregam as
cousas iiNiiiinaiMai ITWllil*1' ii ni kra sou, o rio
negro : kra-tmpa, o oute-iro negro ; kra tag, o
monte uegro^Mra tonn, as areiaaaegras-, cara
hissar o castello negro, kuru sito "corrente ne-
gra, etc.; porm, esse negro, evemos frizalo
bem, a no sentido de nao, ruim, e refere se s
diflicul Jades, natu_eza das trras e das aguas,
ou mesmo a factos de crueldadc que nellas se
praticaram.
Os montes, os nos, as areias, as cor rentes ne
gras, lm esse appellativo nao porque sejam de
cor negra, mas sim porque a passagem por es
ses logares to mu, to cheia de perigos, que
corre-se risco de vida em atravessa! as ; como
os peixes dos rios, de Kara-sou por exemplo,
nao se comem porque prodozem febres mal
gnas.
Tanto assim que, os Turcos fazem esse negro
synonymo de cru, cruel deshumano ou tyranno,
como se v n'estes exemplos :
Yazidji, coohecido tambem por Djelalys, che
fe rebelde, contemporneo de Mehemed 3., en
tre outras crueldades que praticou, mandou pelo
seu exercito matar, as planicies de Cezarea,
16.000 musulmanos. Pela sua tyranma, quindo
morreu, esquartejaram o seu cadver e enterra-
ram os pedacos em differentes logares.
Muslaph Vizir de Mahomet 4., por maldade
sucntkou .as suas melhores topas levantando
vergoohosamente o cerco de Vienna, na guerra
da Hungra.
Mehemet, entre umitas maldades que praticou
maudou degollar quarenta christos.
Tdsuf, depois de tirar o poder do proprio pro-
tector e bemfeitor de seu pae. o sultn Abuis,
tornou se o fbgello da Mtzopotamia, da Caldea e
Media, acabando por fazer matar o mesmo sul-
tn, tendo por castigo, quando morreu, ficar o
seu cadver insepulto depois de se lhe cortar as
orelhas.
Jorge Iskaki, hroe da revoluco grega, i.epois
de maitas crueldades que praticou assassinou
seu p*. .
PoSeriamos citar muitos outros exemplos,
mas basta saber-se que depois de todos estes
actos de malvadez, deshumanamente pr-ticados
por estes poderosos, que tinhara n-/ro o coraco,
foi que se Ibes deu o appellido de Kra Yazidjy,
Aam Mustaph'. Kra Yassue Kra Ysknkt.
Esse sentido liga-se sempre aos poderosos,
soberanos, conquistadores e a guerreiros. sobre
ludo quando sao barbaros. Ouando hoje, na
Turqua, se d esse tratamento porque o sul
to despota, tyranno ou rao, como tambem se
lhe d o ttulo de Hmkiar que corresponde,
como Krs a S. Magestade, quando, entretanto,
signillca o sanguinario, o que derrama o sangue-
Estas lionas eram necesarias para que se nao
fosse suppor que o nome Kra dado a logares
da Tartana e d'outros paizes, cortados pela linha
migratoria da nephrite, tinha urna 3gnifieao
diversa.
A edr preti em trtaro Sa em turco Assuet
ou Aswad, era ararte Kah'l, e em hebraico Ca-
hor.
Tanto umversalmente tem kra a signihcaco
de poderoso, chefe, etc., e exprime o primeiro, o
mais antigo, o que governa, que quazi todas as
tribus da Columbia lera, como na Asia, para
exprimir o numero mw ou o primeiro o termo
kari.
Diro que no Kechua, do Per, existe a paia-
vra iTro exprimindo pelle sarna, trigo; porm
explicarei que a pronuncia difireme, porque
khara, (pelle) pronunciase muito gutturaiiuenie.
com aspiraco gargarejada ; ccara (sarna), sen
do tambem um som uitural explosivo e kcara
(trigo), tem pronuncia tambem guttural., porm
(1) Era Abbevle, a Abbatis Gaoleza, da Bel
gwa secunda, foram achados pelo arcbeologo Bou
cher de Perthee, qu tro amlelo?, qne apezar de
nao serem de ne :.ite, comtudo su da mesma
escola d'a nttti jue eram usados pelos povos
da Yuthian Diz elle, oas suas Antiquts celti
ques et mtidiluviennes; pags. 345 do 1* vol.,
qu'il y avait de rapport entre ees pierres et cel-
les qu'n a trouves en Amrique, il y a peu
d'annes, dans des senultures mexicanes. A'
pags. 112 observa : Jen ai trois en jade verte
qui sont presque semblables L'une a t trou
ve prs d'Abbevllle : l'autre en Italie, prs de
Naples; la troisime, dans ilude, prs Cal-
cuta.
expressa com os dentes serrados a parecer cara.
0 tratamento dado a^enhor poderoso, estrangeiro,
simpl?8raente krFoa cara como o pronuncia
o Kiraiba, o Tu-comano, o Manyar, o Vasconjo e
o Peruano xtluindo, no entaoto, toda a idea de
malvadez queda o povo do Oriente da Europa.
O kra no Aymra dogo e no Cbilidugo,
noto lambem, o mesa o kra, inca, porm o
seu sen ido modificou se porque passeu a signi-
ficar povo, que tambem representa, pela collecti
vidade, a soberana e o poder e muitas vezes a
malvadez.
Habitavam o littoral da provincia da Baha os
Tapiyas, quando ahi chegaram, do Norte, os Tu-
pynavfapossando se do terrena os expellio
para o centro. J por largoi anuos gozavam a
sua conquista quando, por sua vez, foram tam-
bem atacados por novos conquistadores, os Tu-
pynambs, que fugindo d s Karaibas se diri-
giam para o Sul. Os Tupynas, tiveram de ata
car novamente os Tapiyas, para tomar-Ibes o
terreno do serte, obrigndo estes a se refugia-
ren! mais para o centro, ficando os Topinambs
de posse do littoral. Algum teoDO depois, um
Tupynamb, a torca, raptou urna donzella dos
da sua tribu, o que suscitou o odio paterno e le
vantou a discordia.
O pai off-n lido, sua familia, seus amigos e al
liados, levantaran) acampamento e atravessando
para Iiaparica formaram nova tribu que se tor-
nou inimiga da do raptor e para destinguil a,
estabeleceu urna linha alm d'aqual ninguem
passava porque os aeparava dos Knambors, no
me que loes foi applicado e que quera diser os
que se fizeram karas, isto : 03 que tiobam o mes-
mo procedimento dos conquistadores, o de toma-
rem as mulheres' torca.
Direi ainda mais:
Gresce na Tartaria e na China urna Rainuncu-
lacea que, desde a maior aoliguidade, tida
como medicinal, tendo mesmo as suas raizes,
que o trazidas ao pescoco, propriedades de ta
lism : a Mou tan (flor escarate), scientitica-
mente coobecida por Paonia oflicinlis Lino.
Com esta planta Pseon, o medico dos deozes,
segundo a Mpbologia grega, curou a Plutao.
O Japo a imponou da Tartaria e, cultivada,
pro pago u se, produzindo iff numeras variedades,
nao s em flor ce rao tambem em porte. Os japo-
nezes corrompern) a palavra Mou tan, era Bot-
lau, e s suas variedades deram differeotes no-
mes, designando "sempre a primitiva, a mae, a
estrangeira, pelo nome de Krabottan (a primi-
tiva flor escarte) ou Kara yokusa (a primeira e
a mais bella).
Soo-kuog, que no seculo 6 publicou um tra-
tado sobre Philosophia natural, entre os annos
de 656 a 660, a ella se refere dando-lhe o nome
de kra mou tan.
Temos, pois, Arara indicando a primeira flor de
sua especie que appareceu no Japo, sabida do
estrangeiro; que servio apparecerum, sendo sempre a mais bella.
O que exprime na bumanidade, isto : sem -
pre a palavra kara indicando origem ettranka e
poder entre as racas humanas, que se prendem
nephrite, exprime no reino vegetal a primeira
flor, a extica, que entre todas de seu genero
conserva o poder da bellesa.
Quando passou pela Grecia o povo que atreves
sou a Bactriana.a Hyrcania, a Media, a Armenia,
a ^aprwUgoni.i .Troyj e Caata, deixou nella 3 voca
bato.Jmru ou karu (i) que os Eolios acceitando o_
modificaram em kynos eHbe os Dricos fizeram
karanos e koyranos d'onde veio o Tyrannos, do
grego moderno, que deu o Tyrannus latino e o
Tyranno portugus.
Kuru, tiiho de Savarana e de urna filha do Sol,
e.-cendentf de Bharata, o primeiro monarcha
que avassallou toda a trra, segundo o Mahabha
bata, a grande epopeia Sanskrita, era o chefe da
poderosa familia dos Kuravas ou Karatas (i) que,
derrotada pelos Paodavas, de u lugar a que su
bisse urna nova dynastia, emigrando os povos
que se uoiram na lucia contra os Psndavos pro-
tegidos por Krisbna e os seus Jadavas.
Como kra era termo usado por invasores e es
traoho para o povo em que ia ficando, tambem
passou a significar o esttaiigeiro, (^conquistador,
o destruidor, para indicar os qH'.Tinham de fra,
Assim os rabes, modificando a pronuncia,
para indicar o estrangeiro dizem gharb proouu
ciaudo gliam (gb) como o ghmma (g) grego, e
mudando o ghem qaf, (q) que sa como o khapa
(k) grego ; empregam o mesmo termo, Qirib ou
Qarayb, no plural, para designar o-prente, ou
os parentes, reservando, kharab, para exprimir o
destruidor. Recebendo tambem a sigoificaco de
scienaa. saber, foi modificado em gara pelos he
braicos que os rabes fizeram karaaoa k"ra, vin
do d'elle o 'oran, coohecido por Alcorao, em
portuguez.
Outrosim a esse voca bu I o se prendem outros
da mesma origem : o Par e o Tuna, compa
nheiro: tambera da nephrite.
Aquelle uro Sanskrito e cootraeco de Ap,
agua, e Uru,' o verbo ru, ir, moverse, signifi-
cando agua estensx, que se estende tonge, que se
move, e d'ahi veio o Puru, Par. Para, Para, e
Per a significar Rio e Mar, assim como de Ap
e Sara, aeco de andar, levantar se. veiu nuoens.
por vapores d'agua, personificados as Ajwaras,
nymphas da corte de Indra, Apuru pelo adoca
m'ento do u passou Apar, e por metaplasma tor
nou se Paru ou Puru, e que os Trtaros fizeram
Parok, com o significado de toirente.
Tanto assim que quasi todos os indios do
Per, como'veriItquei. quando ahi estive, do s
aguas correles o nome Par. Wiener (i), me
justifica quando diz : J'estime que ce nom sig
nitie eau en mouvement. car ils appelleot des
ruisseaux galemeut Par
Na Araukania modificou se em Purt.
OAp, no Persa, como no Quiche, modtficou-se
em.ad, no Z^nd em f, no Mayaem o e nNa-
bu em atl.
Foi deste Pt ou Paru que veiu o moderno
nome de Imperio dos Incas. Os hespanhes de
ram a todo paiz que conquistaram o nome, de
> er. quando este nome por mal ouvido ou j
por adulterado, mesmo pelos nu tu raes, foi dito
para designar o rio. a agua corrente em que es
tava o indio que elles ap.-ehenderam e que Ihes
disse chamarse Beru ou Veiu. 0 Rev. adre Acosta
no cap. XIII da sua Historia natural das Indias.
diz: ios bespanhi's que fizeram estadescoberta
chamaramitodo o paiz de Piru do nd-me deum rio,
onde.feU primeira vez saltaram.Garcillaso
de la Vega nos diz a verdadi quando descreyen-
do a passagera dos navios hespanhes pela eos
la do Per, no3 diz qui, um d'elles .apparait
fortuitement un iodien, qui pcbait l'embou-
chure d'une ritiere. Preso o indio e trazido
para bordo ils lui demandrent par signes
* par paroles quel lait ce pays I ; 4 commeot
il s'appellait?-O indio pensando que pergun-
tavara o que era o lugar em que eslava pescan
do, respondeu que um. no, isto disse, Beru,
Pelu Garcillaso explica estes dois yocabulos dan
do o primeiro como nome proprio de Iadla^ o
segundo como significando rio e aesesceota :
Car Pelu est un sppellatif que signarle 1?w>-
re. -Entretanto Beru ePelu 3o urna e mesma
coa. Quem como eu tem tido a pratica de fal-
lar com indios sabe perfeitamente que a mesma
palavra ouvida r>orouvidos n) educados parece
que cada vez que o indio falla muda de letras e
pronuncia a palavra differentemente. O mesmo
loca Garcillaso termina dizeodo :- J'ajoute que
le nom appellatif Pelu tat auparavant commun
toutes les ritieres en general, fnt depuis fait
un nom propre par les Espagools, qui lui don-
nrent particulirement cette nvire, qu'ils
appellient Pern.*
A mudanca do r para / vulgar, e, nao s
na America que isso d. Tanto assim que
propria palavra kara, kan pronuncia Be tambem
kla, kle ekaliem diversas tribus.
(I) Perou et Bolivia-pag. 365.
(Continua).
MEDICINA
(1) Modificada a pronuncia, no proprio san
ski no, modiflcou-se tambem o sentido, tanto que
kr significa o arta, o que faz .
i, (2) Kara vas, descendentes dos karas, dos po
derosos. No Per, diz Garcillasso de la Veea : -
le seigneur qui a plusiers vassaux se chama
Kuroka.
Nao devemos confundir este arawi com o de
que Max Mulier, aa sua Science du Langage, diz
que os etymologstas indianos fazem corto deri-
var, porque a radical outra : karata, fazer ruido
desagradavel.
Facaldadede Medicina de Pars
OTILI JADE PRATICA DAS NOcOBS
PATHOOENICAS
Liccdo co professor Bouchard
Traducco de Jos Ferreira de Camargo aa- -
torisadi pelo autor
Saberse i que ae faz e porque se fas cousa
tara, para o medico cousa nova. Como as ou
tras sciencias que tm applicaces praticas, a
medicina requer ideas directrizes para poder in
tervir.
Emquanto a mecnica nao tinha ainda es labe-
lecidoas leis da resistencia, a arebitectura es
tuda va os monumentos amigos que melbor ti-
nhara resistido ao tempo, em seguida applicava
s construeces os apparelhos e a estructura,
que preservavam da destruico as obras do pas-
satfi cuja perfeico achava se assim emprica-
mente demonstrada. A mediana igualmente re-
servou uia lugar ao empirismo rscolheu e adop-
to j, s.m compreheodel as, as formulas e as re-
ceitas que o testemaoho dos seeulos lhe recom-
mendava para o tratamento de cerlos acciden-
tes.
Esta tberapeutica emprica, nao se sbstinba
alias, de se inspirar, ao exemplo de Hippocra-
tes, processos da natureza medicatriz ; somente
ignorando a essencia dos actos curadores e s
os coohecendo pelas 'suas manifestacoes exte-
riores ; esta iherapeutica naturtsta se limitava a
respeitar e a favorecer symptomas que pelo tac-
to de precederem habitualmenle cura eram
hypoiheticamente considerados como concorren-
do coraco. *
Nao menos se presava to pouco, o que cha-
mava se indicages particulares ; lutava-se.con
traos symptomas inesmmodos c contri os acci-
dentes perigosos; chamava-se a incomnia, dimi-
nua se a dor, abaixava se a febre. E' a thera-
peutica dos -symptomas e dos accidentes, a
tberapeutica palhalwa, que sentindo o descrdi-
to se approximar, ha ;er.:a de quarenta annos
chamou se therapeutica phvsiologica e deveu a
essa mudanca de vocabulo urna voga que est
longe de ter diminuido
Nunoa fiillei,i8no com respeito. deete the-
rapeutica pbysyolophica^ou palliativa, qual re-
corro quanto estou embarazado ; mas eu queria
que aquelles que delta usam, della fallasscm
com modestia. Nao experimento difculdade al-
guma em confessar que e.-ta tberapeutica allivia
frequeotemente e ulgumas vezes impede ds mor
rer; o que acontece quando na asystolia, des-
pertare e regularisa-8e a energa do coraco ;
quando na pleurisia esquerda upprime se pela
pncelo a ectopsia cardiaca. Evacuar o contedo
da pleura pode, algumaa vezes, impedir que o
leuritico morra, mas nao cura a sua pleurisia.
om os. processos physiologicos, impediris a
bypertbsrmia de ser perigosa, ou a dor de tor-
nar se msupportavel; vossa intervenco ser
til e benfica, nao ser curativa ; o trabalho
moibido continuar, ignorando vossa iolerven-
cao e seguindo suas leis naturaes proceder
cora ou a morte.
Se o vosso doente sara s o deve a si proprio;
foi a natureza que realisou seu restabelecimento.
Podis, entretanto, por vezes contribuir cura,
ou atacando a causa ou serie de aetos reaccio-
narios que resultam da apphcao desla cansa.
O que equivale a terdes intervindo no proces-
sus pathogenico. 0 fizestes muitas vezes de urna
mar.eira inconsciente; o empirismo forneceu-vos
os meio8 ; gragas a elle, que dais quina na
febre palustre, mercurio na syphilis, salicylato
no rheumatismo agu io, colchico no accesso de
gotta. Sao preciosas acquisijes que basta lem-
brar para provar que o empirismo tem alguma
cou3a de bom. Em alguns casos comecemos a
discernir o modo de acgo, e pouco a oouco va-
mos entrando na therapeutica pathogemea
Esta therapeutica de que tu fal ava, ha cerca
de dez aunos,, e a quem o futuro pertence, pode
aceitar alguma cousa do acaso, mas nao espera
que elle lhe traga descobertas. Para as doencas
cuja pathogenia elli conhece, parcialmente ao
menos, prosegue suas investigages, n'um alvo
determinado e n'uma direceo lgica, e encon-
tra melhor do que remedios, methodos de tra-
tamento. 0 empirismo lhe linha dado o mercu-
rio, ella descobrio a antisepsia, e ao mesmo
tempo cem antipseticos differentes.
Meu mestre, Sr Cbarcot, dizia, ha vinte e tres
annos: E'preciso que o medico aprenda a
pensar anatmicamente ; um dos seus discpu-
los, Sr. Lepine, dizia ha doze anuos : E' pre
ciso que o medico aprenda a pensar pftyiio/ojica-
mtnte. Estes dous preceitos sao excellentes e
pode-se dizer que Laenoec, Cruveilhier, Cl. Ber-
nard tinhara preparado as vas e disposto os m-
dicos a acolherem bem esses conselhos. E' bom
certamente que o medico se habitu a contem-
plar por urna vista anterior, o estado das partea
onde se effectua o acto palnologico, a ver como
por transparencia, os orgos aflectaclos. E' igual-
mente indispensavel que elle veriflq ue o emba-
Iraco trazido no funceonamento natural destas
partes, e da perturbaco physiologica que delle
resulta para os outros orgos.
Mas incomparavelmente mais utn para o
clnico e para o patholoeista que eiles nabituem
seu espirito a procurar e a discernir porque e
como essas leses e essas de3ordens sobrevem,
porque e como ella3 persisten) ese arcenluam,
porque e como ellas se dissipam. Pensar j>ao-
genicamente, o que ha mais de dez annos, re-
commeudo ao medico, sem tregua e a despeno
das criticas.
O ponto de vista palhogenico, o que ecientitl-
camenle distingue a medicina da historia natu-
ral; o que, praticameoJf. pode pertiittir que
se iostitua, com algumT apparencia de lgica,
urna tner*peutica curativa. Ora este ponto de
vista novo em medicina ; e nao sorprehenderei
ninguem dizeudo, que ba um bom numero de
nossos collegas aos quaes elle ainda n|o ?ausou
uem embarace nem preocuupaces. E' que a
pathogenia urna scienda nova ; nao que nao
se tenha em todos os tempos imaginado, o medo
de accao das causas, e tentado deduzi' della urna
therapeutica racional, mas tudo foram vas con-
cepcoes, e dedceles illusorias. Ao periodo
contemporneo pertencer a honra de ter substi-
tuido por algumas noges pathogenicas positivas
os systbemas hypotheticos, que se succederam
atravez dos seeulos. .. _,_
Ha apenas trila annos que a medicina entrn
m


> '




Diario de Pemambuco--Sexta-feira 30 de Maio de 1890
*S
I
1
tmidamente nesta va ; ella comega a faser bs-
neficiar a itierapeoca de anas oascobertas.
Si considerando que Hippocrates era o ber-
deiro do que elle mesmo chamava cantiga me-
dicina e que no foi anda preciso t-ums du-lOOO
annos, para const tuir a nosoloriaw
como sao aa dwt ractprisam ooraue svmnlomas ellas as reostam, En
ria ao puso quo a do de bererraba augmenta
cada ves mais e accreacenta :
O resultado de 1889~9*Mguido oo#17
paizes prodoetore3 deaa*a*a*o cinna-npre-
enta a. saman* d#S.3SltiMinelada3 taita
.3I8:7M eunt.l888-89e*.50l,735eraiaW-
racterisam. porque symnemas ella* te reauam,
poder se bia crer, que ter preciso Unto lempo
para saber como se prodtasea as doeng >s, para
penetrar soa na*u*za^inM*^paro*otaba*ecer
sua patbogenia.; aodstKe-lisMiiifque amito 0-000 tonelada*
milhire3 de auno*io*epareuiidloua da epotoo* M-600.24 era 188788
em que poder-se ba racionalmente instituir urna
tberapeutica patbogenica.
Seria verdadeiro se cada molestia tivesse urna
patbogenia especial; mas se as cansas mrbidas
gao innmeras, o numero dos processos pathoge
nicos limitado. Ha dei annos que reoito e,
pens ter demonstrado que nao ba seno, qua
tro processos patbogeoicos.
Ha doencas que resultara de urna perturbagao
primitiva da nutricio. A vid nao igual para
todos -Ha pode variar de insensidaae e ae
oual idade sem sabir do estado physiologico. Ha
horneas cujas cellulasnaelaboracao porque
fazem- peesar 'met** orflamu! raptlltiu-na
aos graos os mais extremos de destruyo ou de
oxydago, transformam na em agua, em urea,
em acido carbnico.
Esta perfeigo excepcional, mesmo mais
Tismha da doeogaique da sauJe.
Ha outro3 homes, e na maioria dos casos, que
ao lado destes productos perfeitos abaodonam
urna quarttidade variavel de raalenaesincomole-
lamente transformados, acido rico, acido oxa
hco, outro3 cidos orgnicos e em particular
cidos graxos volateis. etc. Isso nao consUtue
e nao forma necessariamente a doenca. Esta
imperfeico de nutrigc, que a regra, so atlin
ge a doenca, quando ella levada alem de cer
tos limites. Assim como os graos das metaraor-
ptaoses varlam, assim tambera a quanlidade de
materia transformada era um tempo dado pode
Tariar, mesmo no estado de saude.
Um kilog.-amma de materia humana viva pole
em 24 horas, fabricar, na creaoga i grarama de
urea e mais ; no moco 40 centigrammas ; no
adt'o 304agrammas ; no veltt 20 oratigrara
Has No mesmo individuo iodepen ternemente
da idade e aosfrago Ma dauimeoUgo coa
icoes mui diversas podem faier oscillar, a
uandade de urea quem e alera da .mJia, sem
que baja como causa ou como consequencia alte
racao- aigumadusaude. Assim, a nao app^eciar
a iotensidade da notrico, isto, da vida, se nao
pelas variages de um dos producios da desassi
milaco v se que a estado plrysiologico nao
ligado urna laxa invariavel das melamorphoses
da materia e que pode persistir, quer esta mate
na se transforme mais ou menos completamente,
uner se transforme m is ou minos abundante
mente. Has ba limites de intensidade ou de du-
acao alm dos quaes esse desvio do typo nutri-
tivo medio nao pode se produzir sera que dellt
resulte um estado pathologico.
Vo3 llz coohecer um typo des?as perturbagoes
durareis ia nutrigo que d Cogar essas mo
lestias em apparencia disparates enire as quaes
a dioica demon-trou unr parentesco : a liihiase
biliar, a obesisade, a diabetes, as areias nos
rins, a gota.
As causas morbiOcas mecnicas, physicas, en;
micas podem attinglr directamente ora as cellu
las de orna parte circumscripta, ora as cellulas
de todo o organismo produzir nellas, sem que
laja modifleaco preliminar de nutrigo, era
partigao do sysiema nervoso, urna perturbado
da 7ida, da nutrigo, da funccionamento que
onstitue esse grupo de deengas, dos quaes o
traumatismo e as intoxicages sao os typos pnn
ipaes e que dependem de um oatro processo
paihologieo que detignei sob o nome d> dyifro-
fhm celtular primitiva ou autnoma E' o pro
tesso pathogenico mais simples ; tambem o
mais difficil de estndarc o menos conhecido.
As causas morbficas podem perturbar a nutr-
sao e o funeciommento ceilular n'um orgio.
'um apparelho," em todo'o corpa por urna aegao
indirecta, recorrendo medrago do systema
ervoso, e produzir e3sas doencas por meio de
reacgoes nervosas, 4s quaes consagrei um anno
lteiro deste ensino.
Emftoi, a in'ecgo constitue o quirto proces?o,
aUjogenico, cujo coQhecimento t> muis recea-
mijue parece alworver a tteogao do medico
axclusao dos tres outros.
sta classitteago dos processos, segn lo os
uaes podem se produzir as doenca?, rae ouvis
repetir cada anno e a repito anda boje, porqui
a minha couvicgo exprime urna idea jasta e
fecunda que em peral se ob-t na a dcscoohe
sel a.
Nao ba urna so doenga cuja genese nao reco-
ibega um desses processos, qur no estado de
isolamento, qur no estado de combinagao.
O medico est, pois, em estado desde boje de
pensar patognicamente. Aqueiies qus teem
uc*es de p.thofenia aproveitam e fazem d eraa
keteficiar seos doen'es. Este corihecimento de
^ria incumbir a outros ; a geragao que eresce,
nao esta farailiarisada com estas nogOes, nao se
Ik'as fazcomprebender, nao 3e lbe faz avilas
a base de sua edacagao. Nao 6 urna censura
ue eu fago aquellas que profesram ; mas como
aqueiies que teem neceasidade de aprender ge
ramente teem perdido o habito de receber o
nsino oral e se in.truena .smente nos livros ;
eomo emflm os tratados de pathologia repousam
anda, sem excepjo, sobre a base anatmica,
acontece que os pratteos, mesmo quando ad
mitia a realidade da3 doutrinas, no as ntiiisam
para poder illuminar suas vas e para dirigir
sua conducta. ... A ,*
Qual boje, tal seritalrsz anda dentro de 15
annos. A lite que collabora ao progresso, tira
proveito, a massa mais lenta em -penetrar e
transformar. O mal nao talTei tao grande ;
ella muda assim menos vetes, parra mais ce
lamente ; a3 ideas direclrizes, quando ella era
lu as adopta ao menos, j ftran suas provas.
Aqueiies que sabem tiram dessas nogOes tolo
proveito que ellas comportara ? Duvido. A
mor parte nao vC da pathologia seno um de
seus lados : a infeqo.
Qjantos sSo ajui lies que leam em coata a
eedisposigo norbida, a diathese. isto e, per-
rbages primitiva da nutrigo 1 Tambera v<
des a que ch'gan nio smente os pratiecs don
tos, ma3 ainla raestres dos. mais eminentes :
tiles pretendem tratar a gota pela1 littaiaa, e di-
ketes pelo bromureto. Nao omprebendem qae
um remedio de acco passageira, como a sua
admioistragito, nao pode, mesmo se tiver um
effeito momentneo, triomphar de urna doenga
ebronica, quefrihronica poique depende de urna
modahdade viciosa permanente da vida ; qu*
s poderla ser supprimida, modificada, de ama
maneira duravel, tsto arcao.
Os cirurgiaes instruidos e activos protegem
toas feridas contra todos os microbios, para es-
terem mais certos de evitar os microbios patho-
eneos; enes acertara algomai vezes. Tratada
assim. urna ferida n'um diabtico, sara pela p -
meira inlengo; durante esse tempo, sobre urna
legio onde nao se chega a descobrir excoria-
cao alguma, se desenvolre um anthraz formida
tel ; o resultado da invaso n'am ponto do
tecido subcutneo, do ttaphyloecoau aureus, que
aetrvesse rhegado a penetrar na ferida, tena
apenas produzido urna soppuragao sem grav
dade.
Ha pe88oas para quem taes fsetos nSo s5o ma
terias para reflexao : outras que reflectem e
cam desconcertadas; n*o veem que na infecgo
o ageosfjnfeccioso nao 6 ludo ; que para que
rlh itltM" preciso a complicidad^ do or-
eanismQ'-, ellas ignoram ooesquecera que, se o
estad de saude premune contra a infecgo, cer-
Entre telo os paise^SBoduetores de can na
Cuba continua seodo o faeUtprhieeps, pois a sua.
produegao representa mais do que o quarto du-
totalidadc. ftoduzio no altimoauno econmico
contra 4*6.4 em 18 89
Depois vem Java que produzio 380.000,
411.315 e 431.675 toneladas respectivamente
nos tres annos citados.
O Brazil o paz cuja produegio mais retr-
grados En 1887-88 sua colheita foi de381.418
loneladas, era 1888-90 baixoo a 35-000 e em
1888-89 a 170.000 tonelada).
Em cada urna das ilbas do Porto Rico, Trio-
dade, Barbadas, Martinica eGuadelupea produc
eQ ) mnima no3 tres annos citados foi de 37 000
toneladas na Martinica e a produegio mxima
65 000 era Porto Rico e 70.000 em Barbadas.
Em Dameraria nao passa de liOOOO toneladas,
ao pisso que a Jamaica pTodur300:000 tonela:
das e as pequeas Aotilbas outro tanto no anno
devi88-90. -
A produeco total do assucar de beterraba su-
bi a 3-4457060 toneladas, em 1889-90, contra
2.764-437 em 1888-89e S.451.975 era 1887 88.
Occupa aqu o primeiro lugar o Zolve.rein al-
lemo com 1.220.000 toneladas, a 3eguulo o im-
perio Austro Htngaro com 730.000 e o terceiro
a Franca cora 700.00) toneladas.
A produeco da Russia foi de 48.000 a da
Bel e as de tod03 os demais paizes 60.000 toneladas.
Conforme estes dados appareceu um excesso
de 681 000 toneladas no actual periodo compa
rado cora o anterior; porra esse excesso tica
reduziJo a 550.000 toneladas teiido-je era coota
a existencia em i de Seu mbro que importou em
399-019 loneladas era i#990 co^trai556 311
era 1888-8i a612.814 atn 1887 -88.
Continuando, a revista cita alguns dados rea
ti vos Allemaoha, os quaes apreaeoum a des
propjrgo entre a materia prima e os productos
reliuados.
Na colheita de 1 de Agosto de 1819 ao tira de
Fevereiro de 1890, foram vendidas, sujettas ao
imposto do assucar. 9-798 326 toneladas de ba
terraba contra 7.893.000 no anao anunor.
No citado mes e Fevereiro se exportaram
49.165 toneladas de assuca fabricado de menos
dj 98 / de polarisaco e 13494 toneladas de
outras classes.
Era >odo o periodo de 1 de Agosto d*>9 a
28 de Fevereiro de 90 se exportaran 254 511
toneladas da menos de 98 "/. de polurisagao e
99.633 de outras classes. coatra aa soramas res-
pectivas de 361.835 e 102 588 do anuo anterior.

D.'vera ter se reunido no Rio de Janeiro ocon-
gresso agricola, convocado para tratar dos inte-
resses di lavoura e tecordar em meios para
desenvotvimeuto e prosperidade da mesma la-
voura.
E' kiuvawel a iniciativa que a lavoura toma era
prol dos seus iateressee, e desea reuoio podem
resaltar, pelo concurso d* pratics de seus mera-
brus, propostas que sejara aceita veis e exequi-
veis. e que se constituam em acertadas iprovi-
deocias por parte dos poderes pblicos.
Entre outras tbeses, acradita-se que-senara
discutidos ae segrales-: a introduego de colo-
nos gncultores moderados, por associoges de
lavradores nos municipios, auxiliados pelos Es-
udos ; adaptagaj *u le Torrens mobitisando a
propnedaie e a consequente reajo deUitutos
hypothecanos garantidos pelo Estado valori6'.n
do a ; a fuadagao de escolar* praticas de agri-
cultura, exposigoea municipaes e insttuig6es de
premios para a solugao satisfactoria de proble-
mas ligados industria agrcola.
Est aseentade- que, embora nao se resolvara
todas1 as variadas questoes que forem suscita-
das, ficar constitwda desde logo umai grande
as8ociagao, que ter seu conselho director muni-
do d* ampios poderes para advogar os iuterea-
sesdessu dasse.
que paja, mais. de urna pa
QaFta*aiSDaama<'
esta nbBdpque presta-se ase apparelbo a urna fnne
raodar gtsjsjue muito intereaca a-aswde.
ajo Hm senlo
na de vat
REVISTA DIARIA
oes da sade sao favoraveis ao
imentq dos agentes infecciosos e que
goes nutritiva que podem produzir
oragoes ; ellas nao sabera que o sta-
que no homem sao. nao produzr
o.icasjtdko pilloso, determina no
os outnKyscrasicos, as pstulas,
oanthrazcml
w (Continua.)
pms e mis
8en4o%mwdar nm dos gneros de maior im-
portancia Mt nossaa traneaeeOes coomecoiaes
serlo de mrk> lidos com iotaresse oa sesraintes
dadoe a afc retetivoa que-onooBramos era urna
revista tagtea.
A revisto rsm*tcoiB|fatdaprodmogao
b sseacar em teste es prnues produesoreaTeia
n ao periodo de 188990 com os aateriores
noa a 687.
r Assim cbfga ella a mostrar que a prodcete
4o assucar de caima permanece quasi estaciona-
.arlo* oflletMot -Por cos de hon:eia dd
Or. governador to Estado :
Foi a o ni otulo o bacrur! faulo Aniaias Silvci
ra para exercer o cargo de ajulanle do procu
radjr dos feitos da faz-rada do Estado no muni-
cipio ue Timbauba.
Forara exonerados, a pedido: do cargo de
merabros da intendencia municipal da Victoria,
os cidados Dr. Luiz de Caldas Lina e Tneodo
jniro Christovo do Nascimento Valois.
Fi exonerado o major Jos Malinas Santos,
da cr de Salgueiro, por accumular 03 de delegado de
polica e 1- supplente do juiz municipal e no-
raeado para substituil-o o eidadlo Pedro Cicero
da Rosa Muniz.
Foi transferido para a 6* companhta do eorpo
de polica o capito da 3* Joaquina Flix Beser
ra Cavatcante e d> 2 para a 3* o capit > Jos
Fr.mcisco PueiBarretto.
Foi pranjaviao ao posto de capito da 2* com-
panbia do eorpo de polica o lente da 5* Ma-
noel Pessoa Ferreira.
Foi promovido a posto de-tenante da 5' com-
paubia do eorpo de polica o alferes da 7". Joao
Erang lista de Sonsa.
*uNpenModeJuiz municipal 0 Dr.
governador do Eitado expedio o seguinte acto :
Palacio do Governo do Estado de Pemam-
buco, em 28 da Maio de 18902' scete.O
governador do Esta lo. toniudo era coasidera
gao o que representou o presidente da intenden-
cia municipal de Serinhera. era officio de 18 do
corrrute. e tendo presentes outros documentos
de origera Quicial, dos quaes se verifica que o
jais muuicipai e denominago. bacbarel Manoel de Mesquita
Wdfiierley Luis, te;n all procedido de forma a
Xaltarao exacto cumprimento dos deveres ih
rentes ao seu cargo, sendo sua coa lucia irregu
lar (Cod. Urim. arta. 153, 154, e i66) e. usando
da atiribuiga que lhe cooferem o art. 3 8
da le de 3 de Outuoro^le 1831 e 2 j 9 do de-
creto n. 7 de 20 de Nove abro ultimo, resolve
suspender do ejercicio das respectivas fuucgCes
o referido juiz muuicipai e de orpbos. que ser
subm-'.ltido a processo criminal ; e determina
que auloridade competente sejam remeitidas
copias dos documentos, existentes na secretaria
deste goverao para proceder aa fnra da le.
Or. Albmo Metra .
Crrelo tSersUO eidado administrador
dos Cor reos ueste Estado por portara de 19 do
correte, exonerou Manoel,Francisco Bastos do
cargo de ajudaote da agencia de Cinco Ponas
por assim convir ao servigo daqu lia reparti-
gte.
Tlkeooiirorlo te Fueads Segundo
declaragao dessa reparticao, publicada na saega
propria, o Dr. inspector s daau ieacia publica
diariamente da meio die s 2 horas da tarde, nao
compreendendo-se nessa deliberago quem for
de ordem do governador dEstado, o inspector
da Aliandega oa ampragado de parte /deste, os
conectares e seus escrives a'servico.
. Pera daqaellas borae, poder se bao entender
os rateressados com o secretario da junta Dr.
Antonio Jos de 8ant'Anna.
Homicidio -Em trras do engenbo Aldeia,
do termo do Rio Farinoso, Miguel Jacintlio dos
Santos, no da 86 do corrate mes, aesassinou
com um tiro de espingarda a ttaleodoro de tal.
O delnqueme fot preso, e est sendo proces-
sado.
A ropodlta de vorioloaoo -Diversas
pessoaa se nos lera queixado, -e anda hornera
uos procurou para esse, fim o Sr. Joo Antonio
da Costa Moveira, residente na parochia de S. Fre
Pedro Gonoalves do Recife,do modo inconve-
oientiesimo porque procede > polida quando
tara de fasar condnzir para o hospital, de Sao ti
gueda os variolosos
Taes iniebses sao lavados em padiola, sempre
a mesma, e nanea desinfectad; sendo essa pa-
diola conduzids por .qaatro horneas qae, iadia-
lmctameateraao agaaradoa as rnaventro os ga-
nhadores deuthapi, e, na faltai-oestes, ei
criados matrtaulados t
Urna e ouira pratira abusiva e peagos.
Nao se eomptetomde que. graasando a varila
com oaraeer opidemieo, e seodo tida asan mo-
lestia/ajefalmeota, eomo infecciosa o ceniagio-
su :uae aeeamrabenda, disamos, ana a nuesma
padiola, em cada parochia, condusa atmpre pura
Sant'gueda o atacados da peste, e nte seja
Winfectada t
Ho-
A mais elementar medida de prudencia acn- rador n. 81, 1* andar,
seiba, em taas-casos
d!to,0"strapqu^
vidaae. avitastra oa*iamtraaristaaa
fecjto pslW"proceattu cautoecidos.,
de aritap^usKosses'.meios- de Uanaporatsejam
venissjtaa^lopasa0te sumal.
Taauuuua nfmse attaprwhwnle a pfutindistin-
cta de-oda ioat part* seraisja daucouduesjto das
padioitt* abraugeodote aadadossde aaiaande fa
miliadaitocluaaue oarajae Mduan aaaa critams.
El ana omausmeio d lampuajaa Tapadamente a
peste, exponte* peptrlagaof "por mar acautela-
da que seja, a todos os riscos e perigos do con-
tagio fatal.
Se a polica, ou a Iutendencia,ao sabemos
quem determina essa pega,nao exige esse ser-
vigo gratuitamente ; se o paga como nos dizera
a tanto por cabega e viagem ; mais simples ter
por contracto, era cada parachia, quatro ou mais
carregadores das padiolas, sempre os mesmo?,
tendo a cautela de fazel-os mudar de roupa fre-
quentes vezes e desinfectal oa-duas ou mais veses
por dia.
Esses carregadores, isoladoa e com as devdas
fumigages e aceio, nte teriam entrada as ha-
bitagoe?, e, quando a liveseem, estara tanto
quauto possivel obviado o perigo davderrama da
epidemia pelas previas cautelas tomadas a seu
reapeito.
No mesmo caso nte esto os criados de ser-
vir, agarrados para condusirem variolosos. Es
tes, alem de nao serem submattidoi a desinfe-
tgep, depois de desempenharem-se de sua triste
incurabencla, levam comsigo, para o seio das
familias a que servem, todos os miasmas da in-
fecciosa molestia.
era se.diga qce isto inexacto ; por quanto,
alem e que nos masmos a outros collegas j te
mos denunciado o abuso e a violencia assim fei-
tos a todos, accrasce que tamos reeebi lo ultima-
meale repciid-is que xas pon cartas a tal respei-
to, e o t. Joo Aotonio da Costa. Moreira hoa-
tem nos affiancoo que ura ten'Criado fot coagido
a transportar em. padiola ura varioloso para o
liospital de an'gueda.
Esperamos nao pregar no deserto, trasendo a
publico estas observagOs, que catira em todos
os espiritos sensatos.
.Cltocoialerto Parartue ObsequioU
nos o Sr. Juo R.mos com umai amostra do pro
ilucto drtssa grande fabriaaa vapor, existente na
cidadu de fteiera do Estado do Para.
Effectivamente o chocolate preparado nesse
estabelecimento sobreleva-a todos os similares
tanto nacin ae?. -como de precedencia estrangei
ra, e isto se comprebende fcilmente, urna ves
que se coasidere que elle preparado no centro
da produeco dos simples que o compoem, e
assim (era nesta circunstancia tudo quanto ex i
ge urna competencia eflicaz. sem aarencla de re-
correr ao desvu-UKiraento da materia prima pela
junegio de outras estranl38.
E', pertanto, um chocolate.nwo, rico de todas
as varta/les esseuciaas do caeao-- do assocar de
que ae eonipe a producto, cujo uso weommen
damos ao nosso poblico, que nao ter- occaaio
de arrepender-sa por aceiiar-uos jbiadicago.
Aribur Navooleo -- Pomos oswiiqufcidoi
com um exemptar dessa qu idraa par* ipiaio,
era 6* edigo. pela lftographia e impreosa de
msicas do Sr. A.. Jos de- Aaevedo, ra Barao
4a Victoria n. 9
E' composigo do notavel maestro maraonen-
oe Francisco L )!4?, e i.essa procedencia^
acceatua'lbe a> n-cecmiento.
Agradecidos.
imrlna Publico -Hratera foram vacci-
nadaa na inspectora de bygiene 97 pessoae.
Nesso servigo oacuparam se os Drs. ioapeslor e
Lopes Pessoa.
Na mesma inspectora, vaecioa se todos es
das uteis de 10 horas da maouA ao meio dia.
Motril! de *no Anloolo Amanh
termina nestaimalriz o exerciciodo mes mariano
no, celetirando-se missa cautadd pelas 7 horas
da toanh. seguida da primeira. ccminunho dos
meninos que frequentam a catheciamo, que de
comoioago com o respectivo vigaria dirigido
pelo profesatf Liadeno Cmara.
A.' aoute lera lugar o Te lium, senasj- orador
otRvm. v-igwio da'Gtaft, padre Zeferino Velloso.
Ser ico miUlar-lloje SUpeiivC do dia
e eidado cap lio Leoncio, esafaz a r, oda da
visita o ckUiao alferes Oliveira.
0 2 baialhao dar a guarnigao da cidade.
rortado- coato<*lieorrAMb>Miams i II
rs da ooite, recebamos sHPluinie lelegram-
. Rio de Janeiro, 28 do Mal s-9 horas a 32
minutos dd uoite.
. Diarto Ptrnambuco.
O partido catholio) foi organisado por im-
ciativa do nosso bspot, que presidio a reunio
Assignado : Redaafio Ao Cruzeiro.
Meaflogem -Rochemos um exemplar, im-
presso, da Mensagem dirigida pela Associagte Pe
ia;iogica da Peruambuco ao Ilustre governador
Jo Estado, Dr. Albino Mcira, e firmada pelos pro
fesiores Arthuoio Vieira, Servulo Bada, II jrt'
de Mello, Severino Mirques e Julio Hiosen.
Visando o aperfeigoameato da escola e do en-
sino primario, o trabalho, que temos sobre a
mesa, offjrece larga bisj meditago por con
ter algumas medidas justas, aconselhadas por
notaveis pedagogistas, e exprimir o conjuncto de
lias abrigadas por um grupo de mogos esperan-
goso?.
Da escola, j sob o ponto de vista da orga
nisagao material, jdebaixo doexame da metho
dologia, dependem, directamente, a familia, a
sociedade, a patria, porque ella que deve fazer
da crianga o hornera e preparal-o para eidado
Sendo assim, agora que se trata da reorgatii-
sagte de todas as forgas vitaes da nacionalidade
bruzileira, convra reformar urna iustituigo de
que decorre, madiatameote, o nosso futuro.
Recommendamos aos interessalos a leilura da
Mensagem de qae vimos de tratar.
Ia;reJo do Penha-X'essa igreja, e eomo
de costuras, tem se praticado 03 piedosos exer
cicio3 do Mez Mariauno com predica todos os
das.
Esses exercicios encerrar-se-he.pelo seguate
modo : amanh, s 7 h>ras da m-iuh, d-pois do
sermo, baver missa cantada com communho
geral da3 creangas, reuovaeo dos vetos de ba-,
pn mi feita pelos meninos e consagragao Vir-
gem Mana pe'as meninas, que era Uadp pi\.cis-
so se cbegarSo ao altar.
Depois d'amanho, domingo, i* de Janho, ha
ver mis. a cantada a orebestra, s 8 horas do
dia, e tarde Te Deum Laudamos, precedido de
sermko anlogo. N'este acto fuoccionar S. Exc.
Revma. o Sr. O. Antonio Candido de Alvarenga,,
digno bispo da dioceae do Maraoho.
- club, do JBlMidenteo Rene se boie
esta CK'iedade, s 7 oras da uoite, em sua aova
sede, ra Coronel Suassuna a. 272.
i Socaedode Pbilomotico Funccionou
bootem esta associaco. As hars e no lugar do
costume, fazendo o socio Agoatiuho Jorge urna
apreciagolustonca a reapeito de ero e dis-
seriando o socio Themistocles Paiva sobrea
immortalidade d'alma.
providencio-Por carta, pedem-nos al
guas moradores da ua da Paz que chamemos a
aiteagao das autoridades competentes para o des-
regramento de certas di'rai que nao respeitara o
decoro e moralidade publica.
, C'iub epubllcono de 8. dot -Re
une-se este club, boje, em seesio ordinaria, s
6 i/2 horas da larde, ra Augusta n. 125.
juim diotameodioA' Gazeia de Neitcias,
da Capital Federal, constou qua seria agraciado
com o of-jialato da ordem de Aviz o digno co-
ronel Franciaco Jos TeUeira Juaior, commaa
daote das arma e director do Arseaal de Guer-
ra deste Estado.
Ibllttbrrn tJnlveroadDessa impor-
tante encyclopedia receheraos o volurae o. 51,
que noj foi graciosamente enviado pela Livraria
Qointas, ra Io de. Marco o. 4.
Contm o opsculo, oraedilado, urna collecgao
de uovellas que em 1882 publicou Mark Twaia,
pseudonymo do escrtptor norte-americano Sa-
muel Langkorne Clemens, autor daIdade don
rada (coinedia1174), Aventuras de Tom-Sa-
vyer (187&), Batei, irmos (1848), A Tramp
aroad (1880), D principe e o pobre (romance
1881J, Aventuras dejinn (1885).te.
Sao treae as partes que compoem o livro
abeia deoxpaoses semi-selvagens > ; mas
denlre. ellas(Cumpre ealientar: A celebre r
sallaiora do Condado de Calaveras, A crate
um deiuxo, A morte da Julio Cesar, 0 soldado
de Lucrecta Bmiib e O rouho do elephaate
orunco.
Aos apreciadores daaasoaa obras litlerarias re-
commeniamos a leituct daa noveilas de Mark
Twain, continua do volume n. 51 da Bibliotheca
universal, antiga e moderna.
Voporltodor labolodor Bobotur
0 Comptoir Iadustriel Frangais, a ma do Impe-
tem venda esse appare-
na atmoepoera
desinfectante,
ftobe-ee por expeheacioa uci.alificas que as
iepatoBias sao resultadOMdUsuiicrobias que ab -
uuauudes pelas mucosaasroassasiuaisam a males-
tiatatotos orgos resuratoriaoo e si ura agente
anliduptico e anti nuerobisasof oder interpor-se
a ettaa fermentos, naaupasjoatoiduvida que nulli-
ficantosB molestias que-tem naria.
Tal effeito obtem se pelo alludido apparelbo,
que o melhor conducto do prodigioso phenol
Beboauf, sendo portaoto de oecessidade pos-
suil-o aa quadra actual principalmente, em ra
zo de vivermos sob a aegao da epidemia vari-
lica.
No .referido Comptoir fazem-se diariamente
experiencias do funecionaraento do apparelho ;
e tivemos occasio de apreciar esse trabalho
simplicissimo, em nosso proprio escriptorio,
onde geatilmenle nos foi trazido um dos mesmos
apparelbos para esse flm a mandado do digno
propnetario do Comptoir.
Corlo* d'Aubcviiie Suliiram de nos-
gas oficinas em collecg&o os trtigos e chronicas,
que, sob titulo de Domingo a Domingo, foram
publicados oeste Diarto pelo nosso collaborador
Dr. J. Thiago da Fon seca, no decurso do anno
de 1889.
Agradecemos-lhe o exemplar que nos offer-
tou.
Mei de Morio em BeberibeAmanh
termioam os exercicios devotos desse mez no
referido povoado, promovidos pelo zelo do digno
administrador da capella de Nossa Scnhora da
Conceigo de Beberibe.
O acto de eacerrameoto consistir em missa
resada u 8 horas do da em inlengo dos devo-
tos concurrentes da celebrago dos mencionados
exercicios; e em ladainha solemne s 7 horas
da noite com cnticos Virgem Immaculada,
enloados por aeohoras.
IWncleo Anmico intlruciivo- Cele
brou hontem essa sociedade a sua sessao magna
solemnisadora da Oa'.a 13 de Maio. pelas 8 ho-
ras da noite, no salao aobre do suas sessOes e
em cujo centro sob magestoso docel eslava o re-
trato do chefe abolicionista Dr. Joaquim Nabuco,
seodo crescido o numero de senhoras e cava
Ibeiros que concorrerara ao acto.
Aberla a sessao, presidida pelo Sr. Eleutberio
Jos dos Santos, proferio e?te ura breve discurso
adaptado ao faci corameraorado, sendo ao ter-
minar tocada a Marselheza pela grande orebes-
tra, sob regencia do professor Marianuo de
SanifAaoa.
Seguio-se com a palavra o Sr. Aadr Gomes,
orador do Ncleo, pronunciando ura discurso, iuj
qual salientou pela declimago de tacto* hiatori
eos, que a raga negra muilo trabaibara por sua
liberdade, e que no da 13 de Maio abrir as
portas da naga j brasileira para a entrada trium
phal do carro que conduzia a densa da Rep-
blica, impellido pelo exercito e armada, sob in
spirago do bravo general Deodoro, no immorre-
douro 15 de Noverabro de 1889.
Igualmente anda trvarara a pslavra os Srs.
Dr. Monteiro Lope*, acadmicos Syodolpbo Ba-
viera, Manoel do, Sacramento e Alfredo Wau-
thier, estudanle Jos Elias Monteiro Lope?, e ar-
tistas Rodrigues da Costa e Jos do Nascimento,
senda todos ouvulos cora altengao e devidamen
te applandidos.
Levaatou se a sesste is lOiiioraa da noite, ro
peUndo-se pela archestra nessa occasio a Mar-
. S. Benedicto Ceramuokam-no3 que nes
se povoado, e no uta 25 do corrate, leve lugar
a sesso ordinaria do Club Republicano Beoe-
dietanse A de Maio, para o hm ae serem appro
vados oa estatutos e-cleger-ae a directora defi-
altiva.
Com a presenca de cocceota e oito socios, o
presidente abri a seseo.
Corapareceu a commisso de estatutos, apre-
-entaadj ura projecto dos meamos que, depois
de lulo o discutido, toi appfovado.
Passou se a cleigte d-x directora deaitia,
cujo resultado foi o seguate :
Presdeme Po&4*r Mauoi Foaseca de Me-
deiros.
Viee-preside a te Manoel Loaet Secretario lNegcaaate,Afts,.iaboAjves Ca-
mello.
Orador Cidado Joaquim Cordeire de Lima.
Tiiisoufeico Neocia Oliveira.
Acbando se presentes os no vos eleitos. que
funccionar&o pelo espago de um anao. o presi
dente interino os convidou a lomarem assento ;
o que feto, obleve a palavra o orador do club
jjaxa. aouaratulur-ae. cum,o gaveruo provisorio e
a nacte brasileira por ver em cada ngulo do
paiz surmrem proseiylos da regeaeragao da pa-
tria iaiciada a 15 de Novembro.
Em seguida, usando da palavra, o presidente
solicilou os servigos j .pre8tade3 i idea repu-
bacana na comarca pelo seu digno uwuwto:
publico o eidado Dr. Antonio da Silva (iuima-
i es, o propoz para socio efectivo na confurmi-
dade do arl. 9a dos estatutos, e foi approvado
unnimemente.
Pediodo a palavra o capito Manoel Ferreira
de Mello, propoz tambera para socios effectivos
os cidados Drs. juiz de direito da comarca Joo
Joaquim de Freitaa Henriques e juiz municipal
do termo Jos Paulino Cavalcante de Albuquer-
que, visto o patriotismo comprovado de lo
conspicuos cavalheiros, o que foi unnimemente
approvado.
Tribunal do Jury do Recite .Foi
honte.ii iastillada a 3.* sesso ordinaria deste
tribunal, sob a presideocia do Dr. Sigismuodo
Antonio Goncaives, juiz de direito do 3. dis-
tricto, oceupaudo a tribuna da aecusago o Dr.
Joo Evangelista da Frota Vasconcellos, 2. pro
motor publico da comarca, no impedimento do
Dr. 1 promotor.
A's 11 horas da manh, presentes 37 juizes de
facto, foi aberta a sesso, sendo apresentados
pelo 2. escrivte interino do Jury, Jos Joaquim
Das do Reg Juaior, 21 processos devidameote
preparados para julgamentp dos seguales reo
presos : .
Jqo Zacaras Ferreira, Possjdonio, Joaquina
d'Assampcte e Silvestre Jos do Nasmehto,
pronuacialos ao art. 193 do cdigo criminal.
Antonia Mara da Cooceigo, FredencoJeuicio
Domingos Joaquim da Fonseca.
, Alexandra-Jwnarico de CaWas Padilha.
Alfredo Gibeon.
' Jos Joaquim Borges Uchoa.
Antonio Soano do Reg Barros.
Capito Jote. Placido Lucas Bion.
Pedro Barbosa de Araujo.
Foram multados em 20* os seguinte jurados
notilieadoa.que deixaram de comparecer :
Jos Joo de Amorm Jnior.
Jos de Barres Pimental.
Dr. Jos Joaquimde Olroiru Eonatca.
Domingos Pinto da Motta.
Manoel Daarte Poreira.
Dr. Jos Vicente da Silva Costa.
Jos Jerooymo Rabello.
Francisco Geauino Simoes.
Dr. Antonio Pereira SimOes.
Ismael Vctor Pereira.
Juaquim Vicente de Mello Pinto.
Jos Bernardino Rosas.
Francisco Ferreira Tavares.
Antonio Bezerra de Meoezes.
Ante nio Valentim da Silva Barroca.
Amonio Mendes da Cunha Azevedo.
ftootonio Joaquim Mendea Bastos.
Jos Ferreira Dutra.
Joaquim do Reg Barros Pessoa.
Manoel do Nascimento Paiva.
Carlos Carneiro Monteiro da Silva Santos.
Francisco Gomes de Siqueira Jnior.
Jos Moreira da Silva.
Miguel dos Santos Costa.
Antonio Augusto de Oliveira Quintal.
Jos Cesar Paes Barreno.
Jos Cavalcante Moreira Campos.
Hermillo Francisco Rodrigues Freir.
Antonio Baptista de Arauj.
Jos Berdardino da Costa Rioa.
Sebastio Jos Basilio Pyrrho.
Jos Pedro de Assis Campos.
Rodrigo Jacome Martins Pereira.
Joo Francisco Ferreira.
Ignacio Jos Alves de oouza.
Hermenegildo do Amaral Leaos.
Juvenci Aureliano da Cunha Cezar.
Miguel Jos da Motta.
Victo rmo Luiz Ionocencio Poggy.
Autonio Mara de Miranda Seve
Jos Ruardo Das Fernandes.
Francisco Jos da Costa e Silva.
Joiquim Ignacio Pessoa de Siqueira Cavalcante.
Luiz Antonio Pereira.
Manoel de Nascimento Cezar BurUmaqui.
Jos da Costa. Pereira.
Joaquim de Souza Pioheiro.
Januario Jos da Costa.
Domingos Bruno.
Manoel Joaquim da Costa Cavalcante.
Eduardo Duarte Rodrigues.
Jos Francisco Borges.
Candido Eustasio Ferreira Chaves.
Aprigio Braz de Oliveira Lima.
Firmino Candido de Figueiredo.
Francisco Antonio Gongalves Foi levantada a seaso a urna e meia hora da
tarde e adiada para boje s 10 horas.
. UDrectorio dAo oros de coaservfc
cu) da* porlot de PeraomlmcoReci
fe, 28 de Maio de 1890.
Boietira meteorolgico
a , 9
Horae ill BSfS ttaaonietro a 0 Tensan do vapor i 1
E-- 23
m. 25,'5 7i81. 18,17 74
9 27,7 7Gff00 18,76 67
11 28,4 762-19 17.50 61
3 t. . 27",9 760*50 17.80 73
6 26,9 760-80: 18,57 I 1 71
Hoscoso s 8 1/1.
_ Cysneiro s 9 1/1.
tfajtarros Sooriaho as 6 1/1.
tontual s9 1,2.
Baymundo Bandear s 91/4.
Bioioes Barbosa i 10.
Nio comparecern! os Drs.:
Berardo.
Mutaquias.
Satevo Cwmlcante.
Ferreira Velloso.
O eirurgio dentista Numa Pompilio s t
horas.
O pharmaceuiico entrou s 8 1)4 da mar.hS t
tahio s 2 da tarde.
O ajudante do pharmaceuticoentronas 71[1
e s-liiio is 5 horas da tarde.
Lotera do Enlodo de Pernombaed
A 4* serie da i" lotera deste Estado, serex-
trahida impreterivelmenle amanh 31 do corrent
(sabbado), 1 hora da tarde, no consistorio dt
igreja de Nossa Senhora da Rosario, de Santa
Aotonio.
Loterlo do firam-ParA 3> serie da
37* lotera cujo premio grande de 60:000/,
eera-extrahida amanh 31 de Maio, (sabbado).
A 14* serie da 31* lotera cujo premio gran-
de de 230:00*1*000 ser extrahida no dia .. d
corrente.
Al* serie da 36*lotera, cujo premio gran-
de de 120:000*000 ser extrahida no dia .. de
corrente.
Lotera do noraoboo A 19* ferie
desta lotera cujo premio ser extrahida no dia 4 de Juoho.
cern torio publico Obituario do dia 2f
de Maio :
Manoel Germado Alves da Silva, Pemambuco,
28 annos, casado, Graga; tubrculos pulmona-
res.
Joo Barbosa dos Res, Pemambuco, 19 anno,
solteiro, Sanio Antonio; envenenameato pelo
arcenico.
Martiaiano Ferreira Santos. Pemambuco, 25
annos, casado, Recife : beriberi anmalo.
Francellina Mara de Araujo, Pemambuco, 5o
annos, solteira, Santo Antonio; anemia.
Francellina Soares Guimarias M Pemambuco,
35 annos, casado, Recife ; peritonite.
Julio Crrela de Albnquerque, Pemambuco, It
annos, casado, S. Jos; tubrculos pulmonares.
Euhenio, Pemambuco, 4 annos, Sanio Antonio;
varilas.
Anacleto Jos da Silva, Pemambuco, 19 annos,
S. Jos ; varilas confluentes.
Thereza Mara Francisca. Pemambuco, 65 an-
uos, solteira, Boa Vista: dyarrhea.
Aona Joaquina das Ne'ves, Pemambuco, 73 an-
nos, viuva, Boa-Vista ; cachexia senil.
Julia, Ptrnambuco, 9 annos, Boa Vista ; va-
rilas.
los Caetano Pereira, Pemambuco, 39 annos,
casado,Boa Vista; varilas confluentes.
Jos, Pemambuco, 22 anaos, solteiro. Boa-Vis-
ta ; varilas confluentes.
Mara, Pemambuco, 8 mezes, S. Jos; varila
confluentes.
Ajjice, Pemambuco, 7 mezes, S. Jos; bron-
chile aguda.
Ventura, Pemambuco, 19 mezes, S.Jos; va-
rilas.
Leopoldiaa, Pemambuco, 3 mezes, Boa-Vista ;
clica.
Luza. Puroambueo, 17 mezes, Recife ; vari-
la confluentes.
Mara, Pemambuco, 7 dias, Recife ; ttano dos
recennascidos.
Jos, Pemambuco, 37 dias, Recife ; conrul-
s6es.
Loufengo, pernambuco, 9 meses, Boa-Vista ;
gaslr entente.
Mara tociathav Poraimliue, 2-neses^ Santa
Antonio ; espasmo.
Severjoo, Pernambuco, 6 mezes, Graga; con-,
vulses.
Temperatura mxima28,75.
Dita mnima 5,-00.
Evaporagao em 24 horas : i sombra3",4.
CtiuvanuUa.
Direjjgo do vento :, SE durante todo o dia.
Velocidade media do vento3,-73 por se
guedo.
Nebulosidade media0,B35.
Boletim do porto
da Silveira e Josepha Severina de Sania, Aona
pronunciados no art. 201.
Aprigio da Silva Ramos, pronuaciado no art
104.
Joaquim Pbiladelpbo da Silva, Jote Mues de
Oliveira, Manoel Nuoe3 de Oliveira, Anonio
Marques Ferreira, Lourengo Paes 8arreto; Ma
QQjei i'edraxdo Nascimento, Manoel Francisco de
Oliveira, Saiustiaao Jos Joaquim de Sania An-
ua, Igaacio Pereira de Hollaoda, Fraocisco Pe-
reira Nuues e Viceute de Paula Justo, pronuncia-
dos no art. 205. .
Izidro Ferreira da Costa, pronuaciado no art.
101. t
Antonio Gomes Maciel, pronunciado no art.
223.
Manoel Honorato Ferreira Ferro, Jos Candido
de veirdfileuterio Francisco de Paula, Jos
Ignacio da Silva e Jjs Ignacio Pereira, uronun-
ciados no art. 251.
Manoel Marques da Silva, pronunciado no
art. 164.
. Manoel Jos Alves da Silva e Joo Mendes dos
Sanios, pronunciados no art. 269.
Foi submettido a julgamento o reo Joo Me-
les dos Santos, acensado de haver com outro
individuo, na noite de 12 de Maio da 1886, pe-
netrando mediante violencia no esiahelecimeato
commercial n. 6, sito ra de Santa Cruz, tra-
lo para si, contra a vontade de seu dono, diver-
sos gneros e dinheiro, pertencentea a Antonio
Fernandes Lima.
O Dr. promotor publico pedio a condemnago
do reo as penas do art. 269 do cdigo criminal,
grao mximo, por terem concorrido na praca
do crime aa aggravantes da noite, ajuste e rein-
cidencia em deiieto da mesma naiureza.
Produzio a defeza do aecusado o acadmico
Joo Baptista de Medeiros.
O jury recooheceu por unanimidade de. votos
a autora do delicio com aa aggravaotes do art.
16-Sg 1., 3. e 17 e a nao existencia daatte-
uuantes, sendo em vista desta decate condem-
nado o reo a 8 annos de gales e multa de 10 por
cento do valor-roubado, grao mximo do art.
269 do cdigo criminal.
Funccionaram no conselho de senleoga os se-
fuiates juizes de fado :
duardo Duarte Rodrigues.
Joo Leopoldino do Reg.
Maooel Gomes da Silva.
Manoel Augusto da Cunha.
Amaro Affonso de Oliveira.
f
Dias
M.
M.
M
M
28 de Maio
a
29 de Maio
I
Horas
0-17 da tarde
e-54
0-42 da minha
710
Ahur
2-,03
0-,89
1-.05
0*,95
tLelloea -Effectuar-se-ho os segalutea:
Hoje:
Pelo agente Pestaa, s II hora, na travessa
doCorpo Santo n. 17, de predio.
Pelo agente Martins, as 11 horas, na ra do
Conde da Boa Vista, de movis, lougas, vdros
etc.
Amanh:
quez do Herval n. 156 D, de movis e pas
saros. ^
Pelo agente Brito, as 10 i/1 horas, i, ra do
Arago n. 12, de movis, lougas e vidros.
Pelo agente Pestaa, a 11 horas, travessa
do Corpo Santo o. 27. de letras e dividas e urna
meia agua.
Mioooo fnebreSero celebradas :
Hoje: ...
A's 8 horas, na capella do Asylo de Alienados,
pela alma de Joo Paulo da Rosa Cesse; s 8 i/2
oras, na matriz da Boa Vista, pela alma de Joo
Christiani; s 7 horas, na matriz de Santo
Aotonio, pela alma de Galdino da Rosa; s 8 ho-
ras, na Ordem Terceira de S. Francisco, pala al
ma de Jos Joaquim Alves.
Amanh:
A's 8 horas, na Ordem Terceira do Carmo,
pela alma de Garlo Augusto Carneiro Monteiro
Filho ; s 7 horas, na igreja da Santa Cruz, pela
alma de Julia dos Santos Costa; s 8 horas, na
matriz de & Jos, pela alma de Aatfc Da Go-
mes Ferraz.
NiaoocolrooSabidos paraosul no vapor
nacional Mrquez de Caxias :
Verissimo Jos Gongalves, Antonio I.: Pta Ge-
quitiba Petoba, Adelpbo de Barros, Heleodoro
Jos Pereira, S. Donei, Alfredo Jaciuy, ata se-
hora e 1 menor, Conrado Alves de Moura e Iri-
ato Mainart Borges.
intendencia Manlclpal do Beelte -
Reodunent de 1 a 17 1&Q7M933
Mercado (le S, Jos Ua<020
Maladouro "SSn
Cemita rio w?ul
Diversos impostas 707 mo
27:3591853
Coto de Deteoco -Movimeato dos pre-
sos da Casa de DetangAo do Recife, Estado de
Pernambuco, era. 28 de Maio de 1890.
Exlstiam 512 entraram 10, sahiram 4, extstem
518.
A saber:
Nacionae8 477, -mulberes 28, estrangeirof 13,
-Total 518
Arragoados. 406
Bons 370.
Doentes 17.
Loucos 6.
Loucas 3.
-Total 406.
Mpvimento da enfermara
Teve baixa:
Manoel Antonio de Almetda.
Tpvp lt& *
Manoel Antonio Rodrigues, conhecido por Ma-
noel do Mstre.
Iloapitai de corllo toa O mov ment
do bospital de Santa, gueda (para variolosos)
no dia 28 do corrente, foi o seguiste:
Homent mere Total
Existiam 97 W 161
Entraram 3 4 7
Sahiram curados 1
Falleceram I 3 *
Existem 98 66 164
Hospital Pedro IIO raovimento deste<
istabelecimento de caridade, no dia 28 do Malo,
foi o seguinte: |
Entraram 11
Sanuam i 6
Falleceram !
Foram visitadas ; *48 aa reapectlvaa enfermarle
elos Drs.:
SPORTE
Club Esgrima
Hoje encerrase a inacrjpgo ''o. Club Esgri;
ma, para a corrida que tem de reazar-ee no.d*-
5 de Junio prximo, na HJppodromo do Campo
Grande.
*
A directoaia doDerbj Club, diz u S#soiio Spf-
tiva, do Rio de Janeiro, attendendo a urna na-
cessidade que ha muito se fazia sentir no nossu
turf, resolveu crear o lugar de veterinario junta
a todas as corridas da sociedade, encarregau-
d-o nao fomente de p-estar os soccorros recla-
mados pelos animse3 em caso de accidente,
como tambem dos exames regutamentares du
idade dos parelheiros que se apresentarem para
correr pela primeira vez.
Resolveu igualmeole nomear para esse carga
o noso distineto collaborador Dr. L. Pascaujb
me j na orrida de domingo exerceu as sus
rauegjs, e cuja auloridade profissional, tatitdp
vezes posta em evidencia, encerra todo o elogia
da acertada escolha.
#
Piai8anterie deu luz, no hars de Sefton^fUm
potro por Soint Simn.
A celebre french /Wy foi apresentada a Isono-
my depois dos nove ufas regulamentares.
*
Os baras suisso3 comprarara na Ioglaterra dou
garanhoes :
xbridge, nastido em 1884, por Beaudessert
e Pornway (Tbe Scottish Cbief), e Masque di
Fer, nscido em 1885, por Mask e Evasin (Wil-
doats).
*
Chegaram Capital Federal, viadas da Ingla-
terra, a bordo do paquete inglez Plato, daas
eguas para o Sr. H. Joppert.
Urna dellas de pello castanho e tem dous an-
uos.
A outra alazS e chama-se Golden Star, que
como se sabe, est inscripta no Grande 16 da
Julho. ,.
Segundo consta, esta egua custou 1,000 li-
bras.
Igualmente ebegou uo mesmo vapor urna
egua castanha de 2 anaos para o 8r. J. Marti-
ano.
j completamente restabelccido da
lhe deu o Paladines tem trabalhad
Xanlhos,
tunda que
m> Derby.
Paladino galopa ha muito tempo, lodas as ma-
nhs, 3,200 metros, para moderar o genio.
*
Por louvavel e.JOTplaa.sf!jm:xi que seeou-
la na seguinte noticia, vinua da Capital Fede-
ral :
0 prtf atetada da aoudelaru Aguia, iendo che-
fado conclusao de que o jockey Lessey rdta
isputou lealmente com a egua Aguia o S* pa-
reo di ultima corrida, resolveu nao s despedir
do seu servigo o mesmo jockey, como officiar
directora do. Jockey, Clubraesse sentido.
Da fasenda de um distineto ^oorfnuan de Caa-
tagallo ebegaram ha cerca de dous mezes .para
correrem nos {ranos d Capital Federal, um ca-
vallo zaino de 2 annoa, meio sanaue nacional,
eremos que fiiho de Bon Ami, e outro ,de 3a-
D08, alzo, iagle, de nome Forester,.qup"se
acham na coudelaria do Sr. L. M. Corimbana.
Sao estes mesmos que um jornal noticin, se-
rem oacionaes, de 4 annos e tilhos de Velo !
0' pobre Veto, quanta carga continuam a ar-
rumar: te no, lomboy mesmo depois de moftot
diz a Vida Sper'ioa.

Anda no dia 7 de Margo galopou na rauda
Chantiliy a, egua .Vnriane, que um jornal_.ajnr-
raou excathedra > ser o animal incgnito re-
cetado pelo Sr. f. Schmidt, o qual farta e de
rir com as fbulas que os bem informados.vi
impingindo a reapeito do Mytho que tem em ca-
sa, a uso do celebre tiohoro.
ISDlMyOES UTEIS
,ii a i '" i '< i i i,-^^^Bmjr
Mdicos
O Dr. Alabiada Velloso d conauJtas
das 12 a 2 horas da tarde, na casa d*
ua antiga residencia, ra do Bario, da
Yiotori* n. 45, 1, andar.
Dr. Joao Pauloespecialisl ,eu ..par-
tos, moleitiaa de senhoras e de eriimyaa,
opsuipnatie noa^hoapitua du Pafis.jt*
Vicua d'Auutria, d-coMnitio do 1 *?3
hora da tarde, mu do Bario da Victo-
/
i
C<
t -


Diario de ?ernambeo--Sex*a-feir; > de Maio de 1890
1
ti

i *




ri n. 60, l. andar, e reaida a* estrada
dos Aflicto n. 90, junto estacto do Es-
pinheiro. Chamados a qualquer hora. Te
lephone n 467, na reaidenoia.
Dr. Csrqueir* Leu; tem o sea escripto-
rlo i ra Nora n 38, onde pode ser en-
contrado do meio da as 2 horas a fbra
destss horas ra do Bario de S. Borjc
n. 22. Espe Calidadesmolestia de crian-
cas, senhoras e parto. Telephone n. 326
da casa de residencia.
Dr. S Pereira, ra da imperatriz n. 8
d onsultas medico-cirurgicas todos os dias
das 8 ao meio dia, menos nos domingos e
dias santificados.
Dr. Freitat Quimaraes, medico, tem
dess consultorio na rus Duque de Casias
. 57, 1. andar; d consultas nos dias uteis
as 11 1 hora da tarde e reside no Ca-
jueiro n. 4, onde attende a chamadas em
qualquer hora do dia e da noite. Telepho-
ne n. 292.
O Dr. Simplicio Mavignier.Clnica me
dico-cirurgica. Especialidades : mole*- a*
pulmonares e partos. Ra do Marque* de
blinda n. 27, andar. Consultas uas 11
as 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa-
nella) das 6 as 9 horas da manhl e i
tarde. Telehone n. 392
Dr. Joaquim Lautaro medico e partei*
ro, consultorio ra do Cabug u. 14,
1. andar de 12 s 2 da tarde; residencit
no Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e operador, -
Pratica a lavagem do tero quando e co
do aconselhada. Consultas das 11 s
3 da tarde em sua risidencia ra d>
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.'
andar. Telephone n. 389
Dr. Ribeiro de Britto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1." an
dar a ra Duque de Caxias n. 46, puden-
do ser procurado para chamados, na sua
residencia, a ra do Hospicio n. 81. Te-
lephone n. 303.
Advocados
O bachard Bonifacio de AragSo Faria
Rocha contina a advogar. Escriptoric
ra do Imperador n. 46., 1." andar.
O baeharel Joaquim Ihiago da Fonseca
tem seu escriptorio de advogado ra do
Imperador n. 14, 1. andar.
oculista
Dr. Ferreira. com pratica nos princi
paes hospitaes e clnica de Pars e Loa
dres, consultas todos os dias das 9
horaadao meio-dia. Consultorio e resi-
dencia roa Larga do Rosario n. 20-
Dr. Barrete Sampaio, oceulista, d con-
sultas de 1 s 4 horas no 1. andar da
casa ra Baro da Victoria n. 51. Resi-
dencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra-
da pela ra da Saudade n. 25.
Drogara
Faria Sobrinho & C. droguista por ata
cado, roa do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva d C, deposi
tarios do todas as especialidades pharma
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cas e medicamentos homeopatieos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
Tinta de escrever
A melhor a tinta Victoria, vende-se a
500 rs. meia garrafa e a 800 ro. uoia gar-
rafa inteira na Livraria Comtemporane*
de Ramiro M. Costa, ra Io. de Marco n.
2, loja de ferragens de Albino da Silva
d C, ra da cadeia n. 42; loja de fera-
gens de BrandSo & C, roa Duque de Ca-
xias n. 46.
PBLICAC0ES i PEDIDO
Novos horizontes
XII
A mulacao que acaba de operar-se no acea-
rio poltico e social do paiz, por si s, determina
a necessidade novas leis eos turnes no ros; po-
Tm, erta nao pode deixar de ser limitada ou,
ao menos, modificada pelo estado actual do pro-
gresso e pelo caminbo em que presentemente vai
a huma aidade. A traosforinacao de fond en am-
ble, sobre ser desnecessaria, difficiiima e impro
pria do momento, esperdicaria mu lo material
aproveitavel, muilo elemento assimiiavel. E'
ama construeco solida e estove! que convem
fazer e na j ama coostaccao de luxo.
Lycurgo, o grande legislador e maior poltico,
poda, para regenerar sua patria,) abolir e refor
mar todas as leis e costumes intigos ; Pedro o
Grande poda, no seu tempo proceder do mesmo
modo em seu grande imperio, onde moderna-
mente j le levanlam novas aspiraces ; e Chns-
to, o sublime revolucionario, poda e devia at,
para instituir a sociedade moderoa, aluir at aos
acerces o edificio aatigo da sociedade paga;
mas semelbante comraettimeiilo, poltica to ra-
dical, n> propria de todos os lempos, nao se
aclima em todis aa .\&\*a iem cabe em todas as
forjas-
Os pruridos reformadores, que se desgostam
e impacientam diante da prestabilidade e excel-
leucia do que existe, por que ellas nao Ibes
abrem portas francas a ancia de destruir, sao
muito mas perigosos que os temores excessi
Tos. Efectivamente muito mas digno de in-
dnlgenea o reformador que hesita diante do que
pode atleclar a felicidade de todos, do que o
desabusado e imprudente que, cusa desla, uo
uvida fater experiencias e atrar-se ao deseo
nbecido.
^Facamos leis novas, mas aproveilemos das
que existiam as que forem boas e que nao im
plicarem com o novo rgimen; iniciemos novos
eoatumes, porm,{mantendo ou melborando o
que j tioham a sagraco do tempo, sem seren
avessos s novas ideas.
E' esta a poltica que se impoj as atuses cir
cumstancias, e, felizmente, nao outra, em ge-
ral, a que rae encaminhando o governo proviso-
rio.
Procedam consoantemente os Estados, e a
j-ansformaco geral ser a melbor, porque ser,
suanto possivel, uniforme, o que incoateitavel
mente dos melhores resaltados.
Teabam oras leis e novos costumes, melbo-
rem-se os que existiam epodeas ser aproveilados,
eacaminbe se e complete-se a traastormaco im
atada ; mas methodicamente, apropriadamente.
Repito a parase com que conclu o ultimo
artigo :nao se edifica de cima para baixo.
Por ora, a praoceupaco de memorar e refor-
tr est se manteado muito alto; a transforma
ffta.st viudo de cima para oaixo; e nesse ca-
jwaoo, m serees, edificio corre eminente risco da desa-
lar.
Ou se ambo nasa falsa ooaureheasaa da es
tasetoblieaof e dos principios em qus ejle
li, effeetivasiani*, JUis*s>|tiBeB, o
pove 4 ama grande quantidade, um elemento
indispeosavel. E';por isso que o respeito a essa
quandade e o preparo desie elemento tm sido,
para mim, uestes escnptoj, urna verdadeira de-
leuda Cartktfo. gejs e poro posto marge n oo
trabalbo da traosformaco, e, quando este esti-
ver adiantado, ter todas as apparencias de um
anao, sera a negacao da agilidade e do desem-
barace.
O governo e a poli tica qua, no rgimen re-
publicaao, curarem dos interesses e da sor-
te do poro, levanUwem o cea nivel moral, an-
gariarm soaa sympatinas, tero'conquistado le
gitima popularidade e boas condices de forja e
estabilidade; um procedimenlo contrario, produz
surda fermentaco de qoeixas e despeitos e pre-
para as materias explosivas de um vulco.
Si a monarchia nao instruio quanto convinba,
nao edueou, nao preparoo convenientemente o
povo; nao completou com outras leis e outras
instituices a grande obra da lei de 13 de Malo !
seria imperdoavel repblica igual procedimen-
lo. E encontrar o povo assim, e, em ves de me-
lboral-o, castigal o por um crime que nao pro
priamente seo, um erro maior que todos, por-
que a final de contas, em sua ignorancia e victi-
ma de urna repressao injusta, elle ebegaria a sos
peitar ser o nico elemento resistente em nome
do regimeidecabido, e tao precaria posico nao
seria pouco frtil em solicitares que convertes
sem urna tal suspeita em convieco.
Puniros criminosos, conprebende se, um
dever; segregar dos centros populosos os de-
sordeiros incorrigiveis, anda mesmo, por amor
anormalidade das circumstancias, fecoando os
olbos i violencia e a illegalidade dos meios, ad-
mita se; mas envolver nos rigores da mesma
repressao os simplesmente vadios, os preguico-
sos, os desoccapados, urna crneldade para com
os reprimidos, um mal feito sociedade- Essa
medicina seria peior qne a do Dr. Sangrado, por
que seria a amputacao immediata de qualquer
m mbro adoecido; urna semelbante poltica fa-
ria lembrar a industria extractiva do selvagem,
que corta e langa por trra a arvore para colher-
Ibe o fructo.
O vadio, o pregoicoso, o desoccapado nao sio
perigos reaes para a sociedade; uo passam dg
elementos desaproveitados, que podem, por isso
mesmo, se transviar ; e a alguem cumpre prin-
cipalmente evitar esse transvio, e esse alguem
a propria sociedade, sao os poderes pblicos,
suas delegacCes.
O trabalbo t O trabalbo I Por isso mesmo
que elle a applicaco das faculdades do ho-
rnera prodcelo, um titulo valioso aa proprie
dade legitima, a principal origem de todo o va-
lor, tambem urna regeneraco. Nao trabalba
quem quer smente, trabalba quem quer, pode
e tem trabalbo. A hberdade do trabalho nao
tudo, porque ella s se completa com a satisfac
gao do direito ao trabalho. A este direito cor-
responde um dever por parle da sociedade e dos
poderes que a representam e dirigem, respeita-
dos os limites que ambos nao podem deixar de
ter.
Com effeit, muitas vezes, a vadiagem o re-
sultado da desoecupacao, a preguica ama coase-
quencia da falta de babito de trabalho e a desoc
cupagao um fado involuntario. Fazer de tudo
isto um crime a punir e nao um mal a remediar-
um erro, mais do que isto, desbumanidade,
6 egosmo social. A vadiagem sopprime se
com o trabalho, a pregaica corrige-se con o tra-
balbo, a desoecupacao cessa cum o trabalbo ; e,
desde que este um remedio, a sociedade me-
nos violenta, obligando a trabalbar, do que pu
nindo a quem nao pode ou nao quer fazel o.
Trabalho improbo e contraproducente o de
supprirair da sociedade os bracos desoccupadoi,
os cidados que nao podem e mesmo nao que
rem trabalbar antes de esgotados os meios de re-
generaco.
A abolico da escravatura augmentou as
grandes cidades o numero dos desocupados,
porque dos libertos maitos se embriagavem com
a liberdade tongamente sonbada, e outros foram
dispensados do servico da agricultura, que, por
fim, eliminado oescravo, o trabalbador mais pa-
ciente, preferio o homem nascido livre, nao em
brutecdo pela escravido, e, portante, o traba-
lbador mais intell gente.
Desde que a esse accres:imo de pessoal nao
corresponderam accrescimo iual de trabalbo
nem meios procuos por parte dos poderes p-
blicos para corrigir se um tal desequilibrio, a
desoecupacao com todos os seus consectarios
era inevitavel.
Aiuda tempo, e, ag,ra, mais que nunca, se
imooem esses meios..
Ora por causa do nosso clima, mal apreciado,
em geral, e condemnado sem exame ; ora'por-
que nunca se pensou seriamente em colonisacio
e8trangeira para o norte do paz, o que facto
que esta quasi nulla entre us. Entre*
tent, ha tanto terreno a ealtivar, tanta cultura
a ensaiar e tanta industria a iniciar, que, mais
bracos que tivessemos, todos poderiam ser uti-
Usados.
Porqaa nao se ensaiam colonias nacionaes que
sirvam de refugio e de recurso ao trabalbador
sem trabalbo, de escbola aos que precisam
aprender a trabalbar e de correceo aos refra-
ctarios T
Em vez dessas obras publicas, convertidas em
viveiros de apaniguados eieitoraes, de trabaja-
dores que nao trabalham e de operarios que li
guram em folbas de pagamento, mas que nao
callejam as mos em servico algum, porque nao
ho de ser aproveilados tantos elementos de oc-
cupaco que esta cidade offerece f Agora, es-
pecialmente, que a Intendencia Municipal anda
empenbada em embellesar e sanear a capital do
Estado, ba muilo servico de que se lance mao,
como aprendizagem para os que ao sabem tra.
balbar, como correceo para os qne nao querem
fazel o. S o servico de remoco de lixo e de
trras deque tanto carece o saneamento e em-
bellezamento desta cidade oceuparia grandes e
numerosas turmas de trabajadores. Um sla-
lo mdico nao s tirara a esse trabalbo e odioso
da imposico como seria um incentivo para o
trabalbador ; e dentro de pouco tempo estara
realizada a educaco de UQ3 e a regeneraco de
outros.
Com um pequeo sacrificio, pois, a sociedade
pode aproveitar muitos cidados uteis para a
commuaho, em vez deooademnal-os perempto-
riamente a um desierro illegal, que, afkial de
coalas, nao passa de nm expedieale. commodo
e egostico, porm desbamano, da mesma. socie-
dade.
Eu disse i-rem umin>Wa*'te4-' iuan-
do de vera ter dito ;tem tacrifieio alfum^ por-
qaante os. desterrados abjaumeiUc ar, F-
oaado e5oroaha w* Un de pr*a*so e sem
condemnacio legal vio m -tUIliMetado8 4
costa do Mete, o qoe mport** **w to
pendi do que o salario destinado a sua visar e
animar o trabalho,obligatorio.
A rocedade nao tem o direito de cconomiear
trabalho nem despesa com o fim de suavizar o
panoso exercicio da missfio paternal, que sea
dever.
Em ves da escbola do trabalbo, no meio de
gente honesta, a escbola do crime, entre con
demnados. E' triste f
Ficaro all perpetuamente os desterrados 1
E' urna iniquidade I Voltario ao seio da socie-
dade ? E' um perigo !
Reeife, 29 de Maio de 1890.
Jutbjccid d'Aolur.
Re
A. Repblica Brazlletra e a
Tlta de Portugal ___
(PROTCSTO AO SR PBRDBBICO DE S.)
IX
O escriptor d'Os Acontecimentos do Bra
zil cnsura cerno tarda, a poca da re-
uniXo da Constituinte, culpando o governo
e ju'gando improcedentes as razdes por
elle allegadas para proceder se a eleic3o
9 ou 10 mexes depois da proclamacSo de
urna lei eleitoral.
Nao tem razao.
As vas de transportes no Brasil, como
todo mundo sabe, sao muito faltas e diffi
ceis, gracas ao reinado sabio do muito il-
lustrado e scientifico Sr. D. Pedro II.
Alm d'isso, a qualificacSo eleitoral, sen
do mesmo por um processo muito surama-
rio e rpido, consom muito tempo s
mente em effectaar os alistamentos. -
Ora aqui na capital deste Estado come-
caram a trabalhar as commissSes distri-
ctaes em 7 de Abril e anda nSo se con-
cluirn! os respeetivos trabalboB e nem
concluir-se nao nestas duas semanas. Ima-
gine se agora o muito que ha a vir do
centro do Estado, e bso em grandes e
populosas regides, como Minas-Oeraes e
outras.
O proprio argumento de que o colabo-
rador da Revista de Portugal acceita co
mo justificativa da retardaco da execu-
cSo da reforma eleitoral de Janeiro de
1881 tem applicaco ao caso. Se entSo,
em tempos normaes, todos os poderes
constituidos e assentados legalmente, o
paiz atravessando urna quadra pacifica,
urna athmosphera poltica serena, a refe-
rida reforma muito justamente s pode ser
executada um anno depois, como nSo po-
der ser assim nos tempos actuaes, em
que tudo se acha transformado, suspen-
so, irrequieto ? Mudenca houve e pro
funda, peiorando as circumstancias qne
melhor justificam qualquer espacamento
de prestaclo de contas a naci.
Urna revolacao rebenta um dia, derro-
cando sem demora inst tuicoos, destruindo
leis e costumes, estatuindo em principios
simples ideas abstractas.
Executar, porm, urna lei nao se faz
tao depressa, poi que, para tanto torna-se
preciso a calma e a refiexSo. E as ex
plosSes dos povos e das sociedades sSo
erfeit.s de paixSes violentas abafadas e
compridas injustamente durante muito
tempo.
Nao venha, pois, o Sr- Frederico de S.
exclamar em admirada cnsura : c Fal-
lara na difficuldade de organisar as novas
listas eieitoraes, homens qua nSo acharam
ditficil o mudar n'uma manha todas as in
stituicZes de teupaiz.
Urna eleicSo nao se faz com a mesma
facilidade com que sobre o papel o Sr.
Frederico deixa correr um punbado das
fezes do seu temperamento billio-littera-
rio.
O acto do governo provisorio neste
ponto oi perfeitamente justificado, foi
muito acertado. A nos admirou at que
pira to cedo fosse convocada a Consti-
tuinte. Marcada a eleicao para Setem
bro, havia entre ella e a proclamaclo da
Repblica o curso espaco de 10 mea es.
Ora isso em um paiz muito extenso, de
communicaclo para os centros, muito dif-
ficeie, que se acha em urna reforma radi-
cal, que tem que luctar com muitas diffi
cuidados, filhas de circumstancias sociaes,
superiores a vontade dictatorial do gover-
no, revela por parte deste boas desejos
de ver a naci se pronunciar sobre a sua
nova organisaclo. Nesse tanto o governo
provisorio sempre merecen os nossos as-
sentimentos e gratidlo.
Depois o escriptor d'0< Acontecimentos
do Braz faz muitas outras analyses e
censuras ao Brasil, fra de proposito, e
muito extemporneamente estabeleceu um
parallelo entre o nosso paizj- e a grande
Repblica Norte Americana- Ora quem
nSo sabe que impossivel a comparaclo
entre as duas nacionalidades ? Urna, des-
cendente de urna raja forte, feita para a
lucta, livre de influencias amesquinhado-
raa de sua constituic&o anterior; que vive
ha muitos annos sob um rgimen de lber
dade. Outra, povo oriundo a velha Li-
sitania, do carunchoso Portugal, onde sem
pre preponderou o amoleciment de urna
fidalguia ociosa, mais tarde quasi domina-
da pelo cretinismo filho do vicio; e mais
que isso teado como principal e quasi ni-
co elemento de vida a educacSo pernicio-
sissima da dominaclo tradesca, e o espiri-
to acanhado de urna realeza egosta,
E' deste ultimo povo que viemos, de
quem herdamos os vicios e atrasos, man-
iendo ob depois de nosea autonoma poli
tica at o presento, por effeito mesmo de
todas as circumstancias hereditarias, edu-
cacionistas e de meio.
Que seiva de cultura, d j iastrucclo, de
vida, de animaclo nos poda dar um povo
cuja alta nobreza se havia effeminado ao
mais baixo e degradante ponto e que nlo
tinha siquer o muito simples e elementar
conhecimento do A. B. C. ?
Eis Sr. de S. o que nos legara m os
seus heroicos compatriotas; e portanto
aiuda nao pode eatabelecer parallelismo
entre os dois povos.
Mas que o Sr. Frederico nlo psrde
vasa de sacudir por sobre o Atlntico as
suas amabilidades^ as suas prediltccZes de
homem polido e bem educado.
Quiz fazer urna cousa que produzisse
effeito, oca capitulo de sueqneee e Ja vem
a comparaclo entre os Estados Unidos da
America do Norte com o Brasil.;, e entlo
escreveu o que aqu.vai ;
< O povo braaiieiro at privado boje
< de ana repreeentajio; e desde que
c elle se organista oomo.,nacjk) indepen-
dente, a primis* vea q*s pa* im-
c poatoa oranos pe atrae sktidades a]oe
nlo as nomeadae jso^elle.
c A entidad quer hoje lanfa imposto
no Brasil um simples advogado, com-
missionado por alguna soldados,
c A Repblica Brasileira oomecou des-
truindo o principio qne foi a gloria e
o fundamento da Repblica Norte Ame-
ricana.
E' que entre ellas medeia mais do
que um scalo, mais do que a distancia
que vai de Boston ao Ro de Janeiro.
* Divide-as o immenso abysmo que sepa-
ra um Washington de um Deodoro da
Foiueca.
Isso con tem um juizo histrico e urna
malsinaclo.
Ao primeiro somente a hietoria compe-
tir analysar e discutir.
A segunda s urna palavra responde :
Mentira !
Mas este Sr. de S. insaciavel de in-
verdades, incansavel de desaforos.
Porem tambem frtil em chamar o
ridiculo sobre elle.
Coitado 1
N'uma volta ou a'outra o homem prega
urna mentira o termo proprio e saco-
de ama injuria que o que tem para
dar nosa todos os civis do governo
provisorio, porque trabalham com os
militares ; a todos os militares, porque
auxiliam o jacobinismo dos civis quaea-
quer.
Falla contra os installadores da Rep-
blica porque nada de til e proveitoso f a
sem Nacao.
Grita contra elles porque cada dia
por elles asaignalado por urna grande re-
forma.
Valha-nos Deus, por tanta tolice deste
portugus !
Diz elle que ob novos ministros fazem
urna grande reforma social e poltica com
grande facilidade, desde que ha para de-
cretar urna lei papel, penca e tinta.
Nlo, ha mais alguma conza: siso e
criterio, que o Sr. Frederico de S. nlo
tem e nem parece eonhecer.
Danos vontade de transcrever a ultima
parte do 2.' artigo deste. oolmborador da
Revista de Portugal.
Nao fazemosparu nlo perdermos aquillo
que muito apreciamos e de que o Sr. de
S. nlo fas caso, porque delle nlo tem, ao
que parece, em prego a dar : o tempo
Traz para a frente a separacao da Igre-
ja e do Estado e entlo escreve:
c Art. I. Esta separada a Igreja do
< Estado. Escripia esta linha, est re-
< solvdo todo problema da vida religiosa
de um pais !
< Mas o governo provisorio nlo diz
< qual Igreja a que fica separada do
t Estado.
Ser talves a Igreja Catholica, mas
tilo co a certeza a Igreja Positivista,
que a da rellgilo do governo, apesar
c de dizer talvez o marechal Deodoro
que, mystorio por mysterio, entende
tanto o da Santissima como o da Philo-
(i sophia de Augusto Cont.
A Igreja Positivista est uo Brasil
com todos os privilegios e foros da re
c ligilo official. E' intolerante, domina-
* dora, exclusiva e o governo impele a
opinilo d-lla, manifestada em suas di-
< v.sas, em seu culto, em seu ka'.en-
c dar i o. o
Quanta mentira, Christo 1 Quanto
disparate, Santo Deus Quanta von-
tade de deBCompor os pobres e iooffensivos
brasileiros !
Antes, porain, ser positivista, Sr. de S.,
porque se revela urna concepclo mais
8 :ientifi:a o rasoavel disto que chamamos
mnndo, com adiantamento no caminho dos
conhecimentos humanos, do que ouvir
raissa todos os das santos e de guarda,
jejuar, confessar se, fazer penitencia, em-
fim entregar so de corpo e alma domi-
naclo fradesca, ou ao diabo, que vem a
ser a mesma cousa, como o seu mimoso e
soberbo Portugal sabe faaer to bem je
que foi b o quo nos soube prestardei
xal a e a sua muito adorada monarchia.
Fiqee se com tudo por l, que lhe ce-
demos com a melhor voutade.
Mette-se este hemem a criticar de tudo,
saiba ou nlo.
E' por isso que, muito em breve, se
continuarem a vir ao Brasil as suas apre
oiacSes, bem possivel que, na represen
tacao das comedias, quando se queira
fazer ao p iblico, algum gaiato exclame
com todo eothusiasmo de galhofa; < Em
scena um disparate do Sr. Frederico de
8.!
Mas antes de isso acontecer, nos temos
razio de muito simples e tranquillamente
dizer-lhe pelas maravilhas dos seus es
criptos : Vot um bobo !
(Contina)
Reeife, 295-90.
Tyrodt Lewben.
N. Ji
Illm.e amigo Manoel Carioso. Reeife. A pro-
sete tem por fim testemunbar lhe o mea grato
reconbecimento, por ler empregado o seuElixir
anti-febrilem urna menina de quatorze annos,
tutelada de mioba familia, que sendo accommet-
Llida de febre typboide apressel -me em chamar o
meu amigo e iilustre clnico Dr. Miguel Tbemudo
que, com a attenco que lhe peculiar, adminis-
tran tao bem o sen poderoso invento que no fim
de tres dias salvou a minha doente de Uo horri-
vel mal.
Pode Vmc. fazer em qnalque'r tempo o oso que
lhe coovler d'este meu humilde attestado- trbu-
lo da mais alta gratido.
Seu amigo e criadoJorge Cooper,
28 de Junhj de 1889.
N. 25
En, abaixo assignado, declaro que um meu fi-
lho de oito para nove annos, estando com urna fe-
bre extraordinaria, e que disiam ser febre ama-
relia, lhe appliquei oElixir antl febrildo Sr.
Manoel Cardoso Jnior e no (paco de seis horas
ttesappareceu a febre sem mais remedio algum
lhe applicar, dias depois dea a febre da mesma
forma em urna outra minha filha de quinze an
nos e applicando-lbe e mesmoElixir antife-
bril-do mesmo senbor, no espaco de viote e
quatro horas ftcoa completamente boa, sem mais
remedio algum lhe applicar, pelo que em f de
verdade me assigno.
Pernambuco, 18 de Maio de 1889. Leonardo
Jos Rtheiro Magalhaes.
(Estavam seadas e reconbecidas as firmas).
Povoado do Mooteiro
Programas a da fes la pela ter-
minar o do acz Mari anuo na
Igreja de S. Pantaleo.
No domingo t do Junto ao atoorecer, urna sal-
va real annnnciar aos habitantes da locadade
o dia festivo em que se tem de celebrar os actos
solemnes em louvor a Excelsa Bainba dos Ao
jos.
Ter comeco a missa solemne pelo Rvdm. pa
rocho s 91|2 horas damanh, sendo encarrega-
do da orchestra o hbil professor Jos Tavares
de Medeiros, tocando antes e depois do acto a
banda militar do 14. balalbao de infantera.
A' tarde, aps a chegada da referida banda mi-
litar bem como a do Club Matbias Lima, que ob-
sequiosamente se prestas temar parte na feslivi
dade por convite da commisso promotora do
mes Marianno, ter Logar o sabimento do presti-
to procissional, comporto de senhoras e crian
as conduzindo em apropriada charola a Virgem
inmaculada, e depois de percorrer o povoado e
ras aajacentes recolber se-ha ao som de bar-
moniosos cnticos por senhoras e acompanba-
mento a piano, segumdo se o sermo pelo elo
quente oregador Rvdm. padre Pedro da Purifica-
cao Paes e Paiva, termnaado com-a ladainh3
cantada grande orchestra e beoco do Santis-
simo Sacramento.
A decoraco do interior do templo foi confiada
ao bom desempenho do artista Agostinho Jacome
Bezerra ; a fachada com illuminaco a gas e a
giorno. e bandeiras dispostas simtricamente,
correndo por parte da compaubia da estrada de
ferro do Recite a Caxang o levanlamenlo do
corete, e embellesamento do largo, desando os
moradores por-sna ves luminarem-a frente dos
seus predio.
Assim terminados es sotes reagtosoa, ee dar
comeco a queimar um lindo fogo de artificio ss-
peculmenle preparado.pelo bem conhecido py-
roteehnco Tito Praneisco de MeHo, bwendo tam-,
bem diversos baldes intercalados nos setas/
A paseata *m*4*km ?nrmm-
ri M Irens precisos, Auxilios layoura
Pereira arneiro A C. continua a, autorisados
pelo Banco do Brasil, conceder emprestimoe
I lavoura das provincias de Pernambuco, Ala-
goas. Parahyba e Rio Grande do Norte, mediante
as eanteoes de que os interessados serio infor-
mados no escripiorio i roa do Commercio n. 6
das 11 horas da manh s 2 da tarde.
OCOOOOCC<<'XOO(X<>0OMOC', : Hoje completa mais ooi primavera |
8 a gentil e sympatbica joven Mlqoe- 5
| lina do Reg Valenca a quem da- |
I mos parabens e desejamos lhe um |
5 futuro chelo de felicidades.
30 de Maio de 1890.

XSOOOCKOSOCX OOOCOXOOC-XOOrOOTOO< 00000 C>C
A'S YIGTIMAS DAS FKBRKS
O Elixir anti-febril Cardoso, appro-
vado em 21 de Marco deste anno pela inspectora
Geral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem boje
apresentar-se bumanidade soffredora do mun
de inteiro. como taboa de salvaco que ao infe-
liz naufrago Ibe enviada por mo omnipotente)
O Elixir anti f.-toril Cardoso. appli-
cado em muitissimos easos de febres, tem, como
por milagro, levantado do leito da dor a comple-
tos moribundos.
Este remedio, com posto smente de vegetaes
ioteiramente inoffeosivo, anda mesmo amis
mimosa e tenra criaoca.
As senhoras, no estado de paridas, ou no pe-
riodo de incommodos naturaes, podem nsai o
sem receio algum.
Depsitos
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da Silva
& C, roa Mrquez de Olind! n. 23.
Pharmacia Martins, ra Duque de Cax'as
n 88.
Pbarmacia Oriental, ra EstreUa do Rosario
n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Baro da
Victoria n. 14.
Pbarmacia Imperatriz, ra da Imperatriz
n 49,
Para qualquer explicaco podem dirigir se ao
autor Manoel Cardoso Jnior, ra Estrella do
Rosario n. 17.
r>
Dos innmeros attestados que temos, damos
em seguida principio a sua poblicaco; e isto
bastar para que sejam conbecidas as virtudes i
do Elixir anti febril Cardoso.
Attestados
N. 21
lllm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.Declaro que
a sua tintura anti-febril um excedente remedio
para corar febres, tenbo experimentado em dif
ferentes casos as cinco gotlas de sea remedio em
quinze grammas d'agna para tomar esta dse de
duas em duas horas, nos casos de febres adyna-
micas, gstricas e inflammaterias, em poucos das
caram os doeotes completamente reslabelecidos,
pelo qne lhe agradeco a ollera que me fez de al
guns vidros de sua tintura.
De sen amigo obrigado Adolpho Farias.
Reeife, 28 de Janeiro de 1890.
N. 22
lllm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.E' com pra-
z;r que lbe participo que seu preparado denomi
nadoElixir antifebrilapplicado pelo Sr. Dr.
Miguel Tbemudo Lessa na pessoa de meu irmo
Jos que se acbava atacado da febre amarella
confirmada pordous mdicos desta cidade, foi
de ama efficacia a toda a p-ova, pois conseguio
restabelecel o no espaco da oito dias.
Pode Vmc. dar publicidade a estas linbas, caso
lbe convenha.
De Vmc. attento venerador e criado Joaquim
Antonio Ribeiro.
R-icife, 25 de Abril de 1889.
N. 23
Reeife, 10 de Marco de 1889.
Amigo e Sr. Manoel Cardoso.Grande satisfa-
co tenbo em dar-lbe o presente certificado por
pensar que poder ser de beneli io bumanida
de soflredora. Tomei somente quinze grammas
do seuElixir anti-febril -administrado com as
prescripce8 exigidas por Vmc, o quanto foi
bastante para curarme de urna febre intermit-
iente que ha cinco dias me persegua.
Pode Vmc. fazer d'esta o uso que lbe convier.
Sou do Vmc. amigo e criado atlencioso-or
berto Guimaraes Filho.
Principiamos a publiaar hoje ama sene
de attestados -em rrer do Sr. o* Atoares
de'Bonza Sosres; Bobre-s prodigiosas cu-
ras que tem feito o sea acreditado e po-
pular Paitoral de Cambar.
Ha tempo um dos redsetere d'esta "fc-
lha, sendo atacadad de urna forte e per-
tinas tqsse, e depois de ter asado dirersos
xaropes sem resultado satisfactorio, fes
uso do Pe toral de -Cambar- e fieos com-
pletamente restablecido de sua alterada
sade.
Particularmente nos disse e Sr." Dr.
Henriq8on, quando aqni estere ha pouco
tempo, que esse importante remedie era
muito procurado em Santa Victoria e que
elle receitava-o a bous doentes, sempre
com vantagem sobre qualquer ontro, pois
que a cura era radical.
(Extr. -do Diario de Pelotas).
Km
Leonor Porto
(Ra Larga do Rosarlo no-1
I i mero
V SEGUNDO ANDAR
| Contina a executar os mais dficeis
< >tif;urifl08 recebidos de tiondfes, -Paria,
() Lisboa e Rio de Janeiro.
j j Prima em perfeiclo de costaras, em
< >em brevidade; modleidade em preces e
X ) fino gasta
Promptuario da lei
DO CASAMENTO C1VH.
Acha-se prestes a sahir do prelo esla obra se-
guida da lei annotada onde se discutem diversas
quesles pratkas faa-se um catado compara-
tivo com o direito antige.
Como appenso3, traz o livro as instrueces
b:i ixadas para a execucSo da lei e mais actos
publicados a sen respeito e bem assim o regu-
lamento do registro civil, como materia qoe se
prende ao assumplo.
O livro que se compor, mais ou meaos, de
200 paginas, offerece utilidades qaeiles que se
dedicarem ao estndo e exteucao da mesma le,
bem como ao publico em geral.
Sendo a tiragem de poucos exemplares visto
nao poder seu autor accarretar com despesas
superiores, se dar preferencia aos pedidos que
forem feitos, para o que se indica a lbrraria
Parisiense ra r de Marco n. y. *"
Preco do volme, pagavet entrega deste:
Brocbura ?M0l
Eacadernado 3*000
Preservativo contra a varila
Cosuptolr Industrie! Franeals
Medico^
lr. Ribeiro de Brilo
participa aos seus clientes e amigos qse pode
ser procurado para os miste res de sua piofissao
i ra do Hospicio n. 81, e na pbarmacia Miaer-
va ra Vidal de Negreiros n. 1.
Telephone n. 303
MEDICO HOMEPATA
!Dr. Balthazgf da Silviraj
Especial i dadefebres, molestias
das crianzas, dos orgloa respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
era da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pbarmacia do Dr. Sabino,
ra do BarSo da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
l
Dr. Eusebio Martins
Costa
tem o seu consultorio medico e residencia roa
Baro da Victoria n. 7, 1- andar, onde pode ser
procurado para os misteres de sua profisso.
Consultas de 1 s 8 horas da tarde.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parte.iro trata com espeeiali-
iade de molestias de senhoras e creanas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratris n. 18, 1" andar.
Consultas de 8 s 10 da manh.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHONE K. 226
PrecaucSes contra as epidemias
Usae o vaporisador inhalador Bobamf
Est provado pela sciencia que as epi-
demias sao geralaa pelos microbios eu fer-
mentos (seres vivos), os quaes absorvidos
pelas mucosas communicam a molestia
pelo? o gaos respiratorios; evidente que
qualquer agente asss poderoso para des-
truir estes fermentos podar livrar-nos das
molestias de que sio elles a causa origi-
nal.
O Vaporisador Inhalador Bobcwf por
sua disposicSo simples e eogenhosa, um
apparelho commodo para espalhar na at-
mosphera em forma de vapor, o agente
anti sceptico e anti microbio por excellen
cia, o Pherol Bobceuf ou qualquer outro
desinfectante.
No Comptoir Industriel Francais, ra do
Imperador n. 38, 1. andar, fasem se ex-
periencias diariamente, e vende-se a reta-
Iho excepcionalmente a titulo humanitario,
visto que a varila rebeldemente est gras
sando n'esta cidade do Reeife.
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWUNSON, for.
mado pela niversidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aborto o sea consul-
torio, na roa Bario do Victoria 18,1* an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas 6a tarde.
Revelacdes e mere el ment*
Poucas vezes temos experimentado urna tic
intima satisfaco; melhor diriamos um legitime
crgulho por noticiar ao respeitavel publico que
a cerveja La Rosa Allemana urna mensageira para
o corpo tanto bebida como regalo que de fi-
nissimo paladar, como infallivel na cara de
enchaqueca, ataques hemorrhoidaes, corrimen-
toa e fiares brancas.
Nao alongamos consideraces e limitamo-nos,
pois, a descobrir a riqueza da cerveja La Rosa
Allemana j professada publicamente. A verdade
sempre verdade. Alm dos estabelecimentos
j annunciados est venda em outros im-
portantes estabelecimentos dos Srs. Joo da Cu-
nta VasconceHos, ra do Livramento; Antonio
Guilbermino dos Santos, ra Direito, Moreira Ir-
mo, ra de Pedro Affonso; Jos da Silva Perei-
ra Lisboa, ra do Imperador; Manoel Martins
Lourenco, Jaboalo; Francisco Mendes da Fon-
seca, Pilar de Alagas. Jos Domingos d'Olivei-
rae Manoel Ferreira Silva Veiga, Natal; Joo
Juvenal Barbosa Tinoco, Baptista Jnior & C,
e Ismael Cesar Duarte Ribeiro, Macabiba.
Notice
British subjeets are informed that, by a Decree
of the Provisional Government of Brasil pn-
blisbed on tne 15,k nstant, they can, sboutd lee]
not wish to be coosidered braziiian citizens as
notitied in the naturalization Decree of tne 18*
of December 1889, make the declaration of na-
tionality required by the last mentiened fieeres
at the office of tbe plice delgate or subdel-
gate of any distrct, or before the undersignei:
and thoae wbo have already made w may make
their declaration of naoaalily before anj- local
autharty can enter their ames at tfcii Coasi-
late.
British Coosalata.
Pernambuco Su* May 1890.
H-i
Coasul
a\
vogado
sa. l mmmmii
Mudou o sea escripteu para a roa do
ida tarde.
Residencia-Ra Imperial n. Mu



>

Telephose n.
IM.
t



Maio
ue
1890
Cabera de negro
Elixir sedativo e antirheumatico, formula
do pharmaceutico Herma de Souza
Pereira.
SEM MERCURIO
Approvado pela Inspectora lifl'./d*
Hygiene
Este poderoso medicamento j bem co-
nhecido ha mais de 10 annos c fcujos ma
ravilhoaos effeitos tem sido al estados por
muitos mdicos e numerosos doentes, cora
radicalmente os bhecma ismos, ebybi
PELAS, SYPHILI8 ESCRFULAS -6 todas as
molestias que teem por origem a impuresa
do sangae.
O verdadeiro e mais antigoElixir de
cabera de negro e da formula do phar-
maceutico Hermes de Sonsa Pereira, e
para ara? ti a dos consumidores tras elle
em seus rotules e envolueros o retrato do
autor.
Vende-se a varejo em todas as phar
macias e em atacado na pharmacia Fer
reir, praca de Maciel Pinheiro, n. 19,
(antiga do Conde d'Eu, e na drogara de
Francisco Manoel da Silva & C, ru do
Marque d e Olinda, n. 23.
As familias
Ensino de primeiras lettras, por
tugues, francez e ingle z; pelas
residencias dos alumnos, de; tro
da cidade e em seus arrabaldes :
a tratar na ra do Imperador n.
75, 2. andar.
Dr. Silva LeaJ
clnica medico cirurgica
Consultorio e residencia ma do Livramento
n. 6 i andar. Consultas das 11 as 3 horas da
tarde. Chamados a qoalquer bora, por eicripto
Restaurant Portu uez
O primelro em Pernambneo
2123RA DAS LARANGEIRAS 21 JU
COSINHAS
Brasileira, Portuguesa e Francesa
Propietarios: Charles Rozier & C.
Ra da Gloria 39
M
Varila ou bcxls*
0 Dr. Lobo Moscoso, todos os dfas,
das 10 horas da manda at I hora da
Urde, receita gratuitamente e da os re
medios homeopticos precisos a tolos
os doentes que o procuraren, para ira-
lamento das bexigas.
Dr. Bastos de O.iteira
tem o seo consultorio medico-cirrugico
ruado Marque de Olinda, n. 1, 1." an-
dar, onde pode ser procurado todos os
dias uteis das 12 s 3 horas da tarde.
Chamados a qualquer hora em su a resi
dencia, ra do Hospicio n. 46.
Telephone n. 365.
COMERCIO
Revista do Mercado
Rtccira, 29 dkmaio i>k 1890
O movimeote na praca limitou se a transao
edes no mercado de cambios.
Cambio
PRACA DO KBCXFE
A laxa bancaria, em todos os bsneos, foi 10
3/4, saccando. porm, o English orna pequea
quantia a 20 7/8 recusando continar.
Nao bou ve negocio em papel particular, que
foi offerecido a 20 7/8, escasso.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Foi geral a taxa de SO 3 i bancano.
Hoove falta absoluta de papel parti :u!ar.
C TB1LL8 FFIXAD.

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III S fctf
SS 8 :
2 *
3
S1 5-'
3
2 S S ,
i* <- ..- i*
m. ex
a
u
8
e.


S di
AI sodao
Nao constou vendas.
A exnortaco feta pela alfandega neste mez at
o dia 27, constou de 273 669 1/2 kilos, sendo
188 799 1/J para o exterior e 84.870 para o inte
rtor.
As entradas verificada?, at a data de boje so-
Bem a 5.826 saccas, sendo por:
Bdrcacas..... 1 047 Saccas
Vapores .... 147
Aramaes.... Til
Via-Eerrea de Caruaru. % 238
Via-larmae S.Franc!s.o.* 11*7
Via-ferrea deLimoeiro a.486
3otnma.
o.826 Saccas
assoear
Os precos pagos ao agricultor, port kilos, se-
g ande a Assoeiecio Commercial Agriadla, foram
o apante* .-
I Ojo -..... 3*700 a 4*0i)0
Brinco..... 3*0. a 3*6 0
fMQM..... W00 a 2*700
A praga universal
Em todas b regios e entre as pessoas
de todas as oecup8c8es e profissoes, preva-
lecem as enfermidade*. pulmonares. Por
tanto, o grande e admiravel remedio con
tra ellas o que produs a sua c mpleta ani
quilacSo o Peitoral de Anacahuita, o quai
as deve perseguir e em seu devido tempo
as perseguir indefectivelmente at nos
mais remotos confna do mundo.
O soldado n:s acampamentos, o mineiro
as minas d'ouro, o colono as fronteireu,
o lavrador, o-viajante por mar e por ter
ra, e especialmente todas as pessOas su-
jetas a padecerem de toase, constipacS.s,
resfriamentos e catarrhos, bronchites, asth-
ma e outras affi.c,5es nao menos aflictivas
da garganta e dos orgos da respiracSo, e
que to fcilmente se desenvolvem e pro-
pagam nos lugares hmidos, inclemencia
da atmosphera ; acharao com a mais gra
ta satisfacSo, no Peitoral de Anacahuita,
um remedio irresistivel e absoluto, para o
completo subjugamento de tSo perigosas
enfermidades. Compre se em tempo, pois
6 bom estarse prevenido.
Como garantia contra as falsifcacSes,
Ou '^-se bem que os nomes de Lanman
& Ke. "enbam estampados em lettra
transparen uo papel do livrinho que ser
ve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se de venda em todas as boticas e
drogaras.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ez-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 as 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 4 roa do
BarSo da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.
Dr. Coelho Leite
participa a seus clientes e amigos que mudou
sua residencia para a ra Bario da Victoria n.
61,1 andar, e contina a dar consultas de 1 at
3 horas da urde, no seo consultorio, ra Duque
de Caxias n. 57.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usando
o excellente preparado de Manoel Cardoso
Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigidas
pelos jornaes d; m ior circulacSo, attestim
a eficacia.
Deposites :
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da
Silva & C, ra do Marques de Olinda
n. 23.
Pharmacia Marti ns, ra Duque de
Caxias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, ra da Impe
ratri n. 49,
Aexoortacao feta ofi airandega nestemez at
odia 7, constou de Sil! 178 kilos sendo.....
1.095.180 para o cxtcr.or eW 17.298 para o in-
terior.
As entradas veritic uiae at a data de boje so
bem a 47.84'J faccos sesdo por:
Barcacas ....
Vapores
Vnunaes.
Via-ferrea de Caruara.
fia-errea de S. Francisco
ria-ferrea do Limoeirs .
22.141 Saceos
Somma
7 849 S eco
Camr
Gouros salgados 40J rois, e os verdes a 240
ris
Agurdente
CoU-se a 94*0(K), por pipa de 480 litros.
%Ieool
CoU-se a I90i000 por pipe de 480 litros.
He~l
CoU-se a 53*000 por pica de 480 litros.
Pauta da 4lfandega
fltt9A Dt 26 A 31 DI MAIO OS 1890
Vide o Diario de 25 de Maio
Warios a descarga
Barca nacional P. da Cotia, farinna de trigo.
Barca nc niegense Caleta forinha de trigo.
Barca noruegueuse Gler, carvao.
Barca noruegueuse Cmi Haailei, carvao.
Barca nacional Marianninka. xarque.
Barca allem Mana, vaos gneros.
Brigue hellandez Meidem, xarque.
Esouna uonegoene GeKon, xarque
Lugar portnguez Temerario, xarque.
Lugar dinamarqut'z Arkea, xrque.
Lugar nocioual Deas tmericas, vanos gneros.
Lugar hollaidt-z // R. Ltembuis, graxa.
Patacho nacional Marinko 2.', xarque.
Patacho bollamlez Unrta, xarque.
Patacho hollanez Voouaarts, varios gneros.
Patacho portuguez M'iideoo vinho.
Patucho americano John t. Cardo, varios g-
neros.
Patacho hespanhol Jo cu Tura, xarque.
Extiorfaco
licm. 28 Ot MUO Da 18S0
rara i exterior
No vaper in^ltz Donatv, para Liverpool,
carregaram :
J. H. Boxwell, 2,100 saceos com 187,500 kiles
de assucar masoavaio.
C. Pinto di lrttq>, 4,000 saceos com 160,000
kilos de carocos de atoilo.
ttirn c mierior
No vapor ingez Cometa, para Rio de Ja-
n iro. carresiaraui :
P. Carociro & C, 400 saccas com 25,840 kilos
de algodao.
No vapor alteo.So 'amputas, para Santos,
carrejraram :
S. Goimara-s & C, 450 saceos com 27.000
k.ios deassocar hroaeo t 1,000 ditos com 60,000
ditos de dito autcavndo.
No vapor amji-.Luuo Ftnauce, para Rio de
Janeiro, carregou :
M. II. de Otteira, 2J pipas com 9,500 litros
de agurdente.
No cter Oiitr-a, para Mossor, carreea-
ram *
1. Viegas & C, 15 c ixas com 225 litros de
genebra.
Rcndliuento pblicos
MU OS ABRIL
Wmtn
Renda eeral :
Do da 1 a 28 86->. 156*053
Uam de 19 22 69.1*041
-------------- 8M.SW/694
Dr. Joao Rangel
MEDIC(
Pode ser procurado para os misteres de 8ua
prossao ra do Bom Jess n. 45 1." andar.
Consultasde meio dia at 3 horas da larde.
Chmalosa qualquer hora do dia ou da noite.
Tek-phooe a. 160
Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
46Ra do Bario da Victoria46
(DEFRONTK DA PHARMACIA PTHO)
Onde tem consultorio e ref-
dencla i podendo ser encontrado e
recebendo chamados qualquer hora
do dia e da noite.
Especialidades : partos, febres, moles-
tias de senboras e dos pnlmoes, syphilis
em geral, cura rpida e completa e ope-
racOes de estreitamentos e mais soffri-
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fra, a qualquer distancia.
Telephone u. 894
}{
I
Isolina c *ilvlna
Eis o que attesta um couhecido mora-
dor de Pelotas com referencia a dous ca
sos de asthma :
< Atiesto que as minhaa flhas Isolina e
Silvina soffriam, ha mais de tres annos,
horrivelmente de asthma, qnj lhes vinha
por accessoi amiud-dos e tao fortes, que
eu julguei em muitos d'elles, ter se appro-
ximado o termo fatal de suas pobres exis
ten ias. Depois, porm, jjpe uaaram do
Peitoral de ambara, p-eparaSodo Sr. J.
Alvares de Souza Soares, b Silvina foi
atacada, ha quinze das, de um novo ac-
cesso, que ceden promptameate ao mesmo
peitoral.
c Miguel Antonio dos Santos. >
(A firma est reconhecida.)
DECLARARES
Coosulado de Portugal
Terminando no dia 14 de Jaoho prximo, o
praso concedido aos estrangeiros para fazerera
a declaracio de que desejam maoter a sua na
cicnalidade, e facnlundo o decreto n. 396 de
15 do corrate que Ues declaracoea possam ser
'eiias nao s p.rante a rauaicipalidade como
tambem nerante os esenvaes de delegacias, sub
delegadas e consulados, dou pela presente scien
cia de taes dispoficO*1 a todos os cidados por
uguezes recebando aete consulado das 9 ho-
ras da manh at as 3 horas i a tarde as deca
rages de todos aquelles que desejarem manter
a nacionalidade poriugueza.
Consolado de Portugal em Pernambuco, 23 de
Maio de 1890.
A. i. Barbota.Vtanna.
Encarregado do consolado
Thesouraria de Fazenda de
Pern^ mbuco
O inspector faz scien te o Sr. contador, paia
os (ios coa veo i en tes, que dora em da rite devein
ser separados dos pelidos de gent-ios emais
artigos para suppriinento do almoxarifado do
presidio de Fernando de loronha, tolos o< que
nao estiver m contractados para erem forne
cidos, mediante annoncio de arreotatacao con
junia, ficiindo compreh;odido nessa regra todo
e qoalquer fornecimento qoe lenha de ser feito
por esta The.-ouraria. salvo caso muito Brgin'e,
precedendo ordem- superior, e teila a compra
por correlor da praca. son a li.-calisjcj da
mesma Tnesouraria.(Assignado^
Dr. Democri o Cavalcante de Alboquerque.
Renda do Estado de Pernambuco :
Do dia 1 a 28 155 998rt7{ *
dem de 29 4:749*18i, >
-------------T.'' 460:747*061
Sorama total :1.042 996*755
Segunda seccaoda Alfandega dePernamDnco,
29 de Maio de 1890.
O ttiesoureiroFlorencio Domingues.
0 chele da seccao-Cicero B. de Mello.
Mercad* Municipal d* S. J
0 movimento dwia mercado no dia 28 da Maio
foi o seguale :
Entraran) :
261/2 bois petando 3,904 kilos.
680 kilos de peixe a ris 13.600
5 1/2 cargas coa farinfia a 00 rs. U10
9 diUs de fructas d.versas a 300 rs. 27iO
331/2clumnas a 600 rs. 20^100
114 taboleiros a 200 rs, 22*800
7 suinos a 200 rs. U400
1 escrptoro a 300 rs.
58 compartimentos com farinha a 500
re.
30 ditos de comidas a 500 rs.
98 ditos de legumes e faxendas
400 rs.
17 ditos de suinos a 700 rs.
8 ditos de fressuras a 600 rs.
11 ditos de catnarocs a 200 ti
32 tainos a 2*
Bendimento de 1 a 27 io Crrente.
29*000
15*tKW
39*200
11*9-0
4i8 0
2*200
64*000
228O0
6.248*440
Precos do dia:
Carne verde de 240 480 ris o tilo.
Sninos de 560 a 72') ris dem
Carneiro de 640 a 800 dem.
Farinha de 50) a 560 ris cuia
Milho de 40) a 460 rcis dem
Feijo de 900 i 1*200 idem
Vnpores a entrar
HEZ DE MAIO
New-York .... Finance___
6 476/ o tO
MEZ DE JUNHO
ful...... .. Guahg............
Europa Campias.........
.. John EUer.....j ..
Sul.......
Sai........
Europa..... .. Orenoque.........
^ul.......
Europa. .. V. de Buenos-k^res.
Europa---- .. Magdalena........
Sul........ Thames...........
Sul........ .. Pard..............
-Norte...... .. Espii to Santo..... .. Ville de Cear.....
Europa___
.. Tagus.........
Sul.........
1
1
1
2
2
3
3
4
5
5
7
8
16
21
22
Matriz de S. Jos!
Vapores a sahlr
HEZ DE MAI)
Santos e esc.. Finance .......... 31 as
3 h
Hovlnipulo do porto
Navio entrado no dia 29
Tamandar e Rio Formoso, 8 horas
Vapor nac nal Jacubype, de 382
toneladas, cominandante Joaquim Jos
Estoves Jnior, equipagem 30, em
lastro ; Companhia Pernambucaus.
Navios sonidos no mamo dia
Villa-Nova Patacho nacional Indus-
trial, capillo Marianno A. Andrade,
carga carocos d a'godlo.
MaesaBarca nacional Primo da Costa,
capitlo Porfirio Primo da Costa, em
lastro.
Msom Baroaailw! Maris, sprUo
". Riobo, em lastro.
veaeravel IraaanOade do SS. Sacra
meato
ELEIC A 0
Pela segunda vez sao convidados os carisii
idos irmaos a compare :ereiu m*sta matriz no
dia 1 de Jonbo prximo, pelas 9 horas da ma-
rina, para assistirem a missa votiva ai Espirito
anlo, e em seguida cleger-sc a mea regedora
para o anoo de 1890 a 1891.
Consistorio, 30 de Maio de 1890.
Padre Albino de Carvalho Lessa,
Presidente da cnmmiwto.
Confraria
do genitor Boa Jess da Tlaaacra.
na igreja da Santa Crui
De ordem do carissimo irmao provedor, con-
vido a todos 03 nossos irmaos para coxparece
rem em nossa igreja, paramentados de seus
habito-, no domingo 1- de Junlio, pelas 3 boras
da tarde, alim de encorporados, a?ompanbarmos
a prosissao da Santiesima Tnu.daie. que tem de
sahir da igrrja do cooven'o de S. Francisco,
paraaqual tivemos o honroso convite
Cousistorio da confraria do Svohor om Jetos
da Viasacra, 18 de Maio de 1890.
O escrivao interiuO,
____________________M. D. da Silva._________
Veneravel
rmandade de IV. S. do atusarla da
mairli do Corpo Saato
De ordem do irmo juiz, convido a tolos os
irmos a comparecerem em nosso ron-istorio no
domiogo 1- de Junbo, pelas 2 12 hor.-s da lar-
de, alim de eocorporado?, a<:o'i>pnharmo8 a
p ocissio da Santissima Triodadc, para cajo
nm recebemos o honroso convite.
Consistorio da veoeravel irrnanJade de R. S.
do Rosario da matriz do Corpo Sun.t aos 2; de
Maio de 1890
O escrivao interino,
_______ Nono Aires da Peaseea
[rmandade do Divino Espi-
rito Sautt do Reci fe
De ordem da mesa regedora convido a todos
os nos-os carissimos irmos a comparecerem
em nossa igreja, djmingn, l de fd'dj pelas 2
l|2 boras da tarde, alim de encorpora ios irmos
acompanhar a solemne procissao da Sjotissima
Trindade, que sahira da igreja do conveato dos
religiosos de Santo Antonio ; para o qoe live
mos convite, x
Consistorio, 29 de Maio de 1890.
O escrivS',
M-guel dos Suntrs Co sta Jirntor
Irmandade
DO
SS. Sacramento do
Corpo Santo
Deorlem do irmao jais, cjnviJo a lyloa os
irmos a comparecerem em o nosso consistorio
domingo 1-de Junbo, s Uhiras daoianna,
alim de proceder-se a eleicao de nov fonecio
narios que ho de dirigir os negoci w u.--ta ir-
mandade dura te o anno zompromi-si.1 de 1890
1891. Recif 29 de Maio de 1890.
labriel J. das Nevcs t>r*no.
Veneravel irmandade do Se-
nhor Bom Jess dos
Passos
Convido pelo presente tolo* o ron irmSo*
a comparocerem na matriz doCoip* S, nt d>-
iningo 1*. de Junh\ pelas 3 lio as -t lar-l'-, para
eocorporado-, acoinpanharmo< a p -trtk la
Santissima Trinude qu t*m Se **i r -'o con
vento de Santo Antonio. Bed*-, 2'd-MJdi!
1890.-0 escriva..,
Odorico da Cmara.
Alfandega de Pernambucj
Pela inspectora desta tlfandega n-: era. te o
aviso feito ao.- dorios ou con.-iunalani.p <*a. mer-
cadoras d 'pota-as nos trapiches : f-.n1ga-
dus Bario do Livramento )- ble:-, administrados uor J >- Luiz de SjOi, "tes"
pa< harem ou retirarem dos uiencio: a i-js atiim-
zeos as mercadorias *l reculbid--, -o prao
dSolto dias.
2. seccao da Alfandega 'do Eta to de Per
nambuco, 29 d-vMii de 189.. o cn-f-,
Cicero B. de I--1-.
Derby .Club
Tcndo silo autorisaaa em aserub d. geralde
14 do correnti a emisS) de dtb^ntues psra a
con!pli.rg i da divida desta socie la *, irrtiDO
em nome da diteclona aos Srs a-ci i^ta* que
acha-se encarregado dersa operaba> o cu.ieior
geral desta praca Pedro J?s Pinto, nm quvm
Sr. accionistas podem lrtar a r-p-uo.
Secretaria do Drrby C'ab, de Majo -fe '890.
O secreta lio.
i Monoel Me4euis.
JKDULAS
DO
Banco Nacin il
Troca se, pagando bom premio, cdulas da
?misso pagavel em ouio, do Ban :o Nacional,
no armazeui n. I, a ra do Ccmmercio.
Thesouraria de Fa-
zenda
F.co publico qu( o Sr Dr. inspselor, de hoje
em diante sim-nte dar audiencia Je m>-i-j da
as t horas da tarde, salvo a pessoa qne r.-oh=fn
de ordem do Sr. Goveroador do Estauo. ao ios
pector oo empregados da alfandem d- u la-nenle
aulorisados ou cjmmissionados pelo m s oo c a
collectores e escrivaes de collecto-i is, sobre o
objcto de servico publico. Antes e depois
daquellas horas, durante o expediente, deverao
os iDtereseados entenderse com oabaixo as-ig
nado.
Thfsourari de Fazenda do E=Udo Je Per-
nambuco, 28 e Woio de 1890.
O secretario dn janu.
Dr. Antonio Jote de Saal'Annm.
Companhia AJagoana de
FiacSo e fecidos
Convidamos os saibores subscnp'oro.-* desta
companhia para, de aocordo com os a i? 9 e l"
dos e tatotos, realisarem at o dia I i te Jur.ho
prximo futuro, a 10." entrada na r-'5n te 10
O/O do valor de soas accoes no fama de Per-
uambuc. Macelo, 14 de Maio de 18LU.
Os directo; es
Jo Teixeir- Macla !o.
Jos Jannario P. de Ca a^io.
Propico Brrelo.
Confraria de ?\ Jts
d'Agonia
De ordem da mesa regedora, convido : Jjio3
os irmos a comparecerem domingo 1 > Jnho.
em nasso consistorio, pelas 3 horas di tarJe,
g.ra encorporados. aompaoharacs a procis*aj
da S.ntissima Triodade, para ajutl avernos
convite.
Manoel Francisco do? Swto.< S;tva.
Club Republicano Fe-
deralista da G rae, a
Aaoembla (eral
De ordem da directora sao con vi,la.! j- ijrfos
os socios deite club a se rnnirem ni- da | de
Junbo, as t Soria da farde, na ra de 6. filias
a. i (Bssinselro) alia de em sewio de assrn-
bla geral discutirse assomptos gerat:, Je c-
cordo cota o* intuitos do club.
Secretarla do Club Repub'ieano F^dura isla da
Graca, UeaUie de 1890.
O l- aerrUrui,
H. Hollanda dos Sa: tos.
Monte de Soceorro
43 leilo-o dejlas
EstP estabelecimento far leao no dia II de
Junbo prximo, por intermedio do agente Mar-
lins. em sua sede, na ra Bom Jess i. 32, s
11 oras da maoh. dos objectos que nao forana
rescatados at a vespera, constantes das seguin-
tes cautelas vencidas :
17 432 1 faqueiro contendo 72 collieres, 7 con-
chas, i par de trinchantes 48 garios,
24 facas pequeas e 4 colheres.
17.443 1 chapa de ouro (aflicial da Rosa) era-
vejada de brilbantes e diamantes, 3 bo
lOes de "uro com 3 brilhai'tes.
17.445 1 annel de ouro com 1 brilbante grande.
17.465 1 volta de ouro. 1 mcdaiha 1 Irancelim,
1 relogio de ouro para senhora, ouro de
lei.
17.474 1 par de brincos com ametistas de pe-
roas, 1 volta de trancelim, 1 medalba,
1 ciuz,2 aunis, onro de lei, 1 salva, 3
cqlbercs para cha, 1 dita para sopa, 1
vella de prata.
17.490 1 broche era vejado de brilhantes, 2
grampos de ouro, com prcas tambem
c-avejada de brilhantes.
17.5CK) 1 baca e i jarro gosto antigo, prata de
lei. .
17.530 4 pares de brin:os, 2 alfinetes, 1 trance-
lim, 1 annel, ouro de le, 1 pulseira, 3
cordoes, 2 cruzes. 1 annel, ouro baixo.
173S0 1 broebe, 1 par de rozeta d ouro, con-
tend brilbintes, 2 anneis com brilhan-
tes.
c 593 24 collieres para Opa e 29 ditas para'
cha. prata de le.
17 611 1 par de rincos, 1 dito de rozela, 2 rae-
dalhas, 1 luneta, i cruz, 1 liga, 1 alu-
ne u- pequeo, 1 annel, 1 par de boto s,
2 bolas de ouro, ouro de lei, I par de
argolas. 1 annel, ouro bajxo.
17-637 3 pulseias, 3 pares de .-t zetas, 1 dito
de botjts, 1 cordo, 1 ciuz, 1 annel. 1
caixa de ouro para relogio, ouro de lei.
17 642 2 fi s de pootas de ouro de lei, 2 cora-
ces de cordulmi engastadas em onro,
ouro baixo.
17 693 1 par de ri-z-.-las de ouro contendo 2 .-a
pbii as e circuladas de brilhantos, 1 an-
nel com 2 brilhantes e 1 saphira, 1 an-
nel com ux brillianle, 1 volta de ouro
com medalua, 1 polsei'a com mosaico,
2 pares de brincos e 1 cruz, curo de lei,
1 pulseira. 2 alfinetes, curo baixo
17-700 1 correntj de ouro, 2 iranceiins. 1 cai-
xa para rap, 2 li.ellas, i par de ba-
ldes, onro de lei 1 par de b >\s, ouro
baixo, 2 salvas, 2 palilcirsj, 24 colheres
para sopa, 19 ditas para cha, 2 conchas
para topa e arroz, pta'a de Iti.
fl7.746 6.garfos com cabos >le prala, I tcscura
pnta da le.
17.763 1 par de rosetas cora brilhantes peque
nos, 1 salva, I palitei o, 9 collieres para
sopa, 9 litas paraihi, pr.ta.
17.771 2 salvas, 1 paliti iro, t Cilhcr para arr
r> z, 13-ditas para tSa, prata de lei.
i7.776 1 a'le:e, 1 uicdalha. 1 cordo, 1 par
de rozetas, ouro de lei.
18 CO) 6 coiberos para sopa, iO ditas para cha,
prata baixa.
18 Ojo I salva I paliteiro, 4 colheres para
sopa e 17 dita* para cha pr.it.i de lei.
18.038 1 par de brin os, 1 mcdaiha como
oni:k, 1 annel ouro de le, 1 palitciio
prata de lei.
18-039 1 par dr rozetas e 1 dedil, ouro de lei.
18.1)63 2 pares de br.ocos, 1 volta d< trance
lim, I ann-'l, ooro d; lei.
18.105 1 par de roz tas de curo con brilhan-
tes pequeos.
18 211 1 par de bot6> de ou.-j com 2 bri'han-
tcs 1 par de rotetas de ouro e 1 annel
con bnlh.ntes.
18 245 1 broilie de ouro erav, ja lo de brilhan-
tes. 2 puUeiras, com ditos, 1 c:uz era
vejada de ditoi g--andes.
18.249 18 cultures para. td; cb, I concha para arroz, prata.
18-230 1 ftulst'ira, broche, 1 par r'c brinco*
de ouro ron'-cn lo brilhantes, 1 broche o
1 par de brincos com brilheO'-s e ru-
bins, 1 pulseira com op.las e rubins, 1
da lisa, 1 broche com cstnealdas e
perolas. todo ouro de lei.
18 416 1 pulseira, 2 ni dalas, 2 t-i.ncrlips, .1
correte (.ara relogio, 1 par de brincos,
i alfinele e 1 ann i ouro de lei.
18 516 1 moeta de ouro de valor e 5/000, 2
voltas de trancelim, 1 medalha, 2 ligas
de coral em ouro e 3 teteas, ouro de
lei.
18 550 Bullante- pequeos Scb papel.
18.554 1 trancelim, 1 medalha, 1 par de aria
eos, l dito de rozetas, 3 aneis, ouro
de le.
18-564 Helogio ouro de lei.
18 567 1 pul-eira Je ouro contendo 4 brilhan-
tes 1 broche com dito, 1 par de brin-
cos, urna cruz de brilhantes e 1 o de
n rosas.
18.571 1 volta de oiro, 2 (treates, 1 UM-dalla
para relogio, 2 iraaceliat, 1 moedmha
de ouro com laco, i mrdalbas, I par
de brioros, 5 ditos de rozetas, isnn-Mi*,
2 a,oedas slerliais em bo'es, onro de
lei.
18 583 1 volta de aro, 1 par de brit :os e I
annel ouro de leu
18 588 1 redoma, I par de rozetas, 3 boloes e
1 annel ouro de lei.
18.591 i relogio ouro de lei.
18 600 1 polceirj de ouro, I dita ce m riquifi
fes e coraes, 1 trancelim, 2 voltas de
dito e 1 cruz, ouro de le.
18.604 1 trancelim e um paseador, ouro de
le.
18 606 1 pulseira, I medalhao, 1 par de brin
eos com rubins e perolas, ouro de lei,
2 salvas prata de lei.
18-607 1 annel de curo com 1 b ilhante.
18 610 2 anneis de ouro com brilhantes peque
nos, 1 fio d parolas, 4 brochas. 3 pares
de brincos, 1 dito de rosetas, 2 anneis,
2 pecas de cinteiro ouro de lei, 1 par
de butes, 1 medalha, onro e oni k ou
ro baixo, 1 salva, uta paliteiro prata
b ixa.
18-612 1 relogio de ouro de lei, I salva de pra-
ta de lei.
I salva "ranie, prata de lei, 1 escriri-
18-615 nlnba incompleta, prata baixa.
1 rosario ouro de le. .
8616 3 trancelios, I cordo grosso, 1 dito
I8.tt7 fino ouro de lei
1 correte, 2 traocelins, 2 anneis, duas
18 618 cruzes ouro de lei.
1 pulseira de onro com 5 brilhantes e 1
18 619 pedra b anca. 1 par de brincos de ouro
cravejados de brilhantes, 1 allinete para
manta, urna cruz com brilhantes ouro
de l< i.
18.620 2 pulseiras e 1 ua corrente para relo-
gio, onro de lei.
18.621 leoihere8 para sopa, 15 ditas para
cba. 18 ditas para crera.-., 3 para tirar
sopa, arroz e assdcar, prata buix-i.
18.622 1 pulseira. 1 par de butes cur.' de
lei.
18 623 1 moeda de ouro (libn.) e 1 annel com
1 pequea esmeralda.
18.625 1 cordo e urna cruz, ouro de 16 quila-
tes.
18 626 1 salva, i paliteiro, 2 colheres para
sopa o arroz e 17 colheres para cha, do
prata.
18.G27 1 medalha e 2 pares de rozelas de ouro
lei.
18 6*28 1 salva de prala, 2 colheres para sopa
t arroz, prala de lei.
18 632 1 relogio ouro de le.
.18 633 1 corrento, 2 iranceiins ouro de le, 1
salva oitavada prata de lei.
18 638 i trancelim, 1 cordo. 1 cuz, 1 emble-
ma do Espirito Santo, 1 annel e 2 res-
plendores, ouro de lei, 1 me latn, i
cruz ouro baixo.
18.64') 23 colheres para sopa, 22 dilas para
cha, 3 para tirar sopa, arroz, i dita pa-1
ra peixe, 24 garlos, prala de lei.
18 643 2 pares de botos para puanos, curo de
lei.
18.647 2 pulseiras, 1 corrente dupla, pata re-
logio urna moeda de ouro de valor do
20 000, 1 cordo, f rel.-gio ouro de
lei.
18.649 i volta de ouro de lei.
18.652 2 pulseiras. 1 corrente e medalha para
relogio, 1 relogio de ro, para ecoao-.
ra, ouro de le.
18.666 1 broche, 1 par de brincos, 1 ctaz, ou-,
ro de lei.
18-657 1 pnlseira de onro, l corrente com me-
dalha e porta relogio, 1 relogio de cora,
para senhora, ouro de lei.
18659 1 par de rozetas de ouro com onike pe-
queo brilhantes. i medalha de onisk
com I briluante pequeo. 1 par de ar-
recadas cravejadas de diamantes, 1 tran-
celirn.
18.663 1 trancelim de vol a, 1 de dita. 1 pul-
seira. i par de rozetas.. ouro" de lei, 1
medalhus ouro baixo.
18 678 1 par de rozetas de ouro com brilhantes
e 2 anneis com ditos.
18.679 1 pulteira de ouro e 1 medalha cos-
iendo Lirilhaojes, 1 volta de ouro coto
lago, 1 corrente para relogio el
n.a.
18 680 1 par de brincos e 1 cruz de ouro cosa
brilhantes.
18.681 I corrento de ouro para relogio e re-
logio ouro de lei.
18 682 1 annel de ouro com um bullante.
18.683 1 Pulseira ouro de lei, 1 salva pequea,
prata de lei.
18.686 1 pulseira de ouro, 1 volta com meda-
lha, 1 tracelim, 2 alfinetes, 1 par de
brincos, 1 dito de lozetas, 1 moedi-
nha de ouro (dolan e 4 anneis de ouro.
18 698 2 anneis de ouro com 2 brilhantes, 4
dito com 3 brilhantes.
18.703 i corrente para relogio, ouro de lei.
8"05 1 crucitixo ouro de lei.
18 710 1 corrente com cinetes para relogio, I
rosario e 1 luneta d ouro de lei.
18-711 2 correntes de ouro para relogio,e tran-
celim cora cete, ouro de lei.
18.712 1 annel de ouro com om briluaute
18-720 1 alfinele de ouro com brilhantes, I
par de botOes com ditos, 3 alfinetes de
ouro, 1 par de brincos, 1 dito de role-
tas, 1 medalba, 1 lui.cV.a, 1 api o de
ouro.
18.721 1 annel de ouro com 1 brilfatcte, I
correte para relogio, 1 allinete ci ni es
mcraldas, 1 flga e 1 relogio ouro de
loi.
18.724 1 annel de ouro contendo urna esme-
ralda circulada de brilhantes.
18-723 1 allinete, 1 par de brincos, 1 me Ja'ha
e 1 annel, ouro de lei.
18.728 1 annel de ouro com um brilhao'c pe-
queo, e volta de curo e 1 medalha ouro
de lei.
18.734 2 casticacs com bocaes, prata de lei
18.736 1 par de rozetas de onro enm brilhan-
tes em circuios, 1 allinete de ouro com
esmeralda, 2 pulseiras, 1 par de lurs-
eos 2 pecas de dito, I rozeta, I peca de
ooro, 1 broche, I passader para m^ut?,
0 ro de lei, I redoma, 1 cruz, 1 pa- de
brincos 1 dedal e 1 emblema do Espi-
rito Santo, ouro baixo. -
8.737 1 par de rozelas de ouro com 2 a,oi-
rs circuladas de bri'hantes, 1 volta de
o'O e 1 medalba, oun de lei.
18.741 1 volta de cordo, 1 trancelim piquea
e 1 dedal, curo de lei.
18.747 1 annel de ouro com pequeo bullante,
1 volta de ooro com medalha, 2 breches
el pir de rozetas, ouro de lei.
18 762 I corrente e cinete para relogio, curo
de lei.
18.766 1 corrente e medalha para n-lugio, -.oro
de lei
18.771 1 allinete de ouro para manta, com i
bullante.
18.772 1 allinete, 1 par de brincos, 3 anneis 1
cinete, 1 tutea e 1 moediuha de .ore
com lago, ouro de lei.
18.775 1 corrente ue ouro pira relogio.
18 77J I pulseira, ouro de lei
18-796 1 volta de trancelim e 1 cruz, ourj de
le.
18.797 1 pulseira, 1 broche. I par de bi.rco*
cravejados de bullanles e danoste..
18 806 1 pulseira, ouro de le.
18-813 1 par de brincos, ouro de lei.
18 816 1 corrente para relogio, ouro de ki.
18 820 2 anneis de ouro com brilhantes peque
nos, I uit.eda de ouio de 20 franco-, i
pulseira, 1 allinete e I par de brin os,
euro de lei.
18.828 1 coireule de ouro para relogio, euro
de ei.
18.832 2 tranceli 18, 1 moediuha de ouro cota
laco e 3 alfinetes, ouro de lei.
11 849 i annel de ouro cem um brillante.
1S. 80* 1 annel ele ouro com um bri.hante raa-
de e Um rorre'nao, ouro de lei.
18.872 I alliiete eravej do de diamantes.
18 879 1 m-dallia, ourn de lei.
18 880 I cordo, ouro de |e*.
18 892 1 volta de traacelim o 1 medalha, cero-
de lei.
18 893 I caixa de ou:o de le para rap.
tS-899 2 pares de brineos e 2 anneis, ourr -de
le, i par de brincos e 2 uaed-.;i.=,
ouro baixo.
18.900 l trancelim, ouro de lei, 1 broche, I
- ratdalhi, ouro baixo.
18.9'2 1 annel de ouro com I biilhante pe
queno, 1 puleeira, ouro de lei.
18.903 1 botao de ouro com 1 bullanla.
18 904 1 corrente e medalha para relogio e 1
re.o^is, oiro de lei.
18.906 1 co reato para relogio, ouro e jl*
tiaa.
18-913 1 tranolim, i laneta e 1 par de oculos.
18 915 I par de rosetas, ouro crtvejido d
brilhantes.
18.919 1 par de brincos, I cordo, ouro de lei,
1 trancelim, 1 figa, ouro baixo.
18.920 1 puleeira, I aloete 1 par de brceos,
1 cordo, 1 cruz, 1 emblema deS.B aj,
1 par de boiOes, ouro de lei.
18.951 2 voltas de trancelim, 1 emblema 4a
Conceico, 1 medalha, 1 figa ouro e
lei.
13.952 1 annel de ooro com 1 bullante.
18-953 1 trancelim, 1 bnlhan'e, 1 par de ro-
zeta?, ouro de lei, 1 cordo, 2 alflnews,
1 par de rozetas, ouro baixo.
18.958 1 pena de ouro de le
18.9 H) 1 traacelim com passador, ouro d-j le;.
!8.965 1 corrente e medalha para relogio, -I
chave. 3 botc?, 1 annel e 5 letras, ca-
ro de le.
13 969 l allinete de ouro com brilhantes.
18.970 1 salva, 1 colhir para arroz, prata de
lei, 12 collieres para sop, 5 para cha,
2 conchas para assucar e sopa, 4 casti-
cacs e i paliteiro, prata baix?.
18 972 2 Iranceiins, 1 volta, 1 cordo, 1 alfi-
nele, ouro de lei.
18.797 I alfinele de ouro cravejado de diamra-
l.798 tes, iubins c perolas.
1 par de rozelas do ooro com brilhon
tes pequeos
18.979 l correte e sinete para relogio. onro
de lei. 1 colber para tirar sopa, 12 ditaa
de sopa e 12 ditas de cb, prata.
18.981 1 relogio ouro de lei.
18 988 1 par de rozelas de ouro com bullan-
tes, i annel eom i sapbira circulada de
b ilhantes. 2 anneis com esmeraldas, I
par de brincos, 1 dito d rosetas 3
broches, i medalha, 4 pares de bodes,
i vol tu de irancelim com 3 emblemas
de iraagem, 1 redoma, 1 cancU, 4
botes de ouro com 4 perolas, 1 partbs
rozetas com 2 perolas c 1 relogio Se
oarj.
18.891 1 volta de ouro, I pulcra e 2 raeda-
Ihas, ouro do lei.
19 005 1 annel de ouro cravejado efe rubins e
brilhantes pequeos, 2 broches, i por
te brincos e 1 dito de rozetas, ouro de
lei,
19 006 1 cordo 1 medalba inconpl.ta, 2 pa-
res de rozetas e 1 annel, otro d lei.
19.#li 1 corrente e medalha (onisk) pa.-a re-
Icgio, ouro de lei.
19.022 1 corrente para relogio, (fallat*J cha-
ve)
18 024 1 corrente para relogio e I par de brin-
cos, ooro de lei.
19.028 1 corrente e medalha para relogb.onro
de lei.
19.031 2 voltas de trancelim e 1 allinete, ouro
de lei-
19.032 1 par de rozetas de ouro com 2 ri-
itHotcs, 1 annel com 1 dito, 2 trance-
ln?, 1 volta de dito, 1 par de rozetas,
11 dito de brineos, 4 pecas de brineoa,
2 cruzes. 2 medallias, 2 dedaes 1 alfi-
nele, ourj de lei, 1 volta d ouro, 1
pf-cas de brincos e 1 par de rozetas,
ouro de lei.
19.033 I par de rozetas con 2 brilanlese i fia
de perolas.
19016 2 pares de brincos, 1 volta de Irino-
lim, ooro de lei.


?
.

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C
*
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H
4.
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3H------------------
l*P.ui9 I aar
Jf de
19 (KiO 2 correores e 1 medallu paro relogio
ooro de Ici
19.055 i correte curta para relogio, i par de
boirf, I relogio, ooro de Iti.
19.064 l medalha, i cruz, 1 annel encaste de ou
ro para cabello, ouro de lei, I trance-
lim, 1 par de brincos 4 paree de rose
la.-, t aunis, 1 palmo de cordao, 1 liga
e 1 teia. ouro baixo.
13 (67 i pulceira e I dedal, ouro de lei.
L.073 I palceira composla de moediobas de
ouro.
19 OfO i par de roietas, 2 volias de trancelim,
2 xedalbas, 1 cruz e 4 teteas ouro de
lei.
19.082 2 uiedulhas, 1 baoJeira -le ouro para
migein, 1 cru, 2 unneis, 1 relogio, ou
ro de lei.
1S-.038 1 par de rozetas de ouro com 2 brilbaa
tea pequeos, 1 volta com tranceliin, i
aun' is, ouro le lei.
19.(91 1 volta de ouro, 1 tranceln), 1 ciuz, 3
meda.has, 1 alttnete, 1 par de brincos,
1 dito de rozetas e 3 aunis, ouro de
lu.
llf.092 1 par de brincos cravejado de brilban
tes pequeos (em prata), 2 broches de
ouro comeado brilbantes, i cruz com
ditos, 1 par de rozetas com ditos e 1
rio de perolas.
19.093 1 reogo de ouro incompleto, 1 dito pe-
queo para senhora.
J019. 1 rorrente para relogio, ouro de lei.
11719. 1 par de rozetas de ouro com brilhrn-
les pequeos, 1 annel com esmeran*
circulada de brilbautes, 1 tranceln e 1
medulha, ouro de lei.
W.12i 1 pulceiri de ouro com 1 brilhinli-, 1
aunel cravejado com ditos, 1 par de ro-
zetas com 2 diios e perolas. 4 boloes
com 4 ditos, 6 brilbintes sob papel, 2
roedalbas com diamantes e perolas. 1
breche com rubios e diamantes, 1 alfi
oete de ooro para manta, 1 cruz, i vol-
ta de ouro de lei, i correte ,,ara relo-
gio ouro e platina e 1 cordao grosso,
ouro baixe.
19 125 2 pulceiras. 2 correntes para relogio, !
trancelim, 1 volta de dito, 2 medalba*.
1 cordao, I olho de Santa Luzia novo, i
par de brincos, 4 aoneis e 1 b-tao, ooro
de lei.
>; 127 i volta de ouro com perolas, 1 meda-
Iho com 4 brilbantes e diamantes, ou-
ro de lei.
19 128 1 cruz de ouro com pequeos brillan
les, 1 volta de cordao, 1 medalha, I par
de brincos, 1 dito de rozet-is, i dedal,
ouro de lei, I moedioba de ouro de
meia .
19.131 1 annel de ouro com 3 brilbantes.
19 132 1 alfinetc de curo com perolas, 1 pal-
ceira, I correte para relogio, ouro d
le, 1 broche cravejado de diamantes.
19" 158 I corrente para relogio, ouro de le.
)9.I00 1 corrente para relogio, ouro de lei.
19 170 1 traocelim, 1 volta de dito, 1 moedinha
de ouro com lago, 1 lig e 1 pequea
medulha, ouro de lei.
19.180 1 par de rozetas de ouro com 2 pequr-
nos brilbantes.
19 190 2 pares de brincos, 1 medalha, ouro de
re.
19.195 3 medalbaf, i pa: de brincos, ouro de
lei.
1^.197 2 aoneis de ouro com 2 bn.liante?, 1
par de rozetas com diios.
19 209 10 colberes para sop, 17 ditas para cha,
2 ditas para ?opa < arroz, prata baixa-
19 219 1 annel de ooro com 1 brilbaole.
19.221 1 medalha de onii k-, 1 luneta, 1 par de
rozetas, 1 diio de boles e 1 anoel
19.223 1 pulceira, i broche, 2 pegas de brin
eos de ouro o u 28 brhaotes peque
nos, ooro de Ici.
19 226 2 relogios de ouro.
i '.-227 1 relogio de ouro.
(9228 1 trancelim, I relogio, ouro de lei.
19231 1 par de biincos de ouro cravejado de
brilbantes.
' 238 1 relogio de ouro de lei.
19.241 I salva e i tigella 1e prata.
Recife, 24 de Abril oe 1890.
O gerente.
Felino D. Fet reir Coelho
Diario de Pero ueo-Sexta-J
A .' aoscom-
tterciantes nacionji-.^ matriculad otdesledislii;to
a comparecere.il nudiu 13 *. Junho prximo vin
| douro, s 9 h-jras d. ;iiianh, no salao da Associa
gao Commerctal Benelicenie, para a eleica de
I um supplente de depuado commerciante, em
j substiiuicSo de Luiz de Paula Lopes, que f.i ele
, to depuudo e cuj eleicao terminara a31,deDe-
ztmbro do presente an.io devendo o novo elei-
to, em vista da ultima parte do art. 4 do titulo
uoico do o Jigo Cowin-rdal, servir somenle
pelo tempo que falta ao substituido.
E, para cea: lar waodou dita junta fazero pre
sent ediial, que cssij-nado pelo seu presideoie.
, ser publicado no Jornal do Recife, Provincia f
' Diarto dt Vemambuco, e afiliado na pracu do corn-
I mercio cim a lista deque traa o art 5o do
Detr. o. 696 de 5 de Seiewbro de 1850.
Junia Commercial do R?c:e. 29 de Maio de
1890.
O presidente,
Joaquim Olmte Batios.
PROJECTO DE INSCRIPCAO
Para s 3.a corrida a realizar te m quinta-
feira, 5 de Junho de 1890.
KO HJPPODBOMO DO CAMPO GRANDE
t pareoAboliglio200 metros, corrida
a p. Raptzea at 16 annos Pre
mos: ao prirneiro urna [oia c ao
segando as obiecto d'arta.
i pareoHippodsome- da C 700 raetro*. Peqairas deata
Estado, de 1"8.C, ?dos por
amadores. Premies : ao prirneiro
ama joi e ao segundo um obja-
cto d'ario.
3.? pareoIVeze de Ma!o100 metros,
corridas a p, por ireninos at 2
annos. Premios : ao prirneiro urna
joia e ao segundo um objesto
d'.rte.
4." pareoClub Etgrbna 800 metros.
Animaes que nao tenham sido i o
scrUtos nos prados do Recife,
raantados por amadores Premios:
ao piraeiro urna joia e ao segun-
do oVj cto d'arte.
i' pire> Q-iinze de Xooembro -200 me
tros, corrida de carneiros monta-
dos por meo dos at 12 annos
Premios : ao prirneiro urna joia c
ao segundo um objecto d arte.
.: pareo Experiencia 2.000 metros.
Animaes d'ebte Estado, em etoiu-j
; Premios : a> prirneiro urna jora e
ao segundo um objecto d'arte.
T" pareo 5 eeple chote 9 X)metros. Ani-,
macs d'estj Estado. Premios:
ao primei-o urna j >ia r. ao segun-
do urna dita.
",:' pareo Tiro Federal 20 metros, cor i
rida com obstculos, por mocos,
at 2) annos. Premios: ao pri [
meiro nma joia c ao segundo um
objecto d'arte.
Observaeors |
AVios-ni^clo efperrar se ha no cia30.
ie fflaio c-a-rent-i, as G horas da Urde na
sacretari do Hippodromo ra do Impe-
rador.
As iusciipce* pagarSo 5CC0.
Fica resevada directora o direito de
recasar qualquer proposta ou alterar o pro (
jecto.
Para qualquer expluajao a ra do Ro (
sario da Boa Vista n. 36.
Recife, 24 de Uaio de 1890.
O gereLte,
J. M. Lentos Duarte.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Perante a junta administrativa esta santa
asa, den rao ser a presentadas propostas para o
arrendamento. por tempo Je um a tres annos,
da propritdade Mitoeira, pertejeente .a tnesma
aanucass. i
Aswopostasdeverao ser em arlas fechadas e_
sellada, e sra preferida aquella qoemelbores,
osoffrecer, tomando por base o treco
il arrendarxenlo, qae 6 de 120*000 in-
_ da SanU Tasa da Misericordia do
24 *e Maio de 1890. |
O erMo, rV#ro Rodrifim 4* 8$msm
Lisia
1 Antonio Gomes Miranda L-al.
2 Antonio Gera do d.i (tugo Bartoca-
3 Antonio Lui Teixeira BliU.
4 Antooio Valcrjiiu) da Stlva Barroca.
5 Antonio Rodrigues de ouz*.
6 Anto:.io G.'hs de ilailo-.
7 Antonio Seralim da Silva.
8 Antonio Machado Fereira V;.;n a Jaaior.
9 Aiilooio da unha Ker-etra Bailar.
10 Antonio Vki nie de tfuajsHili'ii.
11 Amonio da Silva F.r.cira Juuior.
12 Aulonio G-jiltierjirio dos Sanios.
13 Antonio de Olivtira liaiu.
14 Antonio Muniz Machado.
5 Amonio Xavier Bezerra.
16 Adolpho Francisco Lavra.
17 Aun liauo Augusto ue Oliveira.
18 Augusto Ociaviano de Scuza.
19 Alexaodre de Souza Nogueira.
20 Alfredo Gibsoo.
21 Alfredo Jos Ferretra.
22 Aff.'tiso Aujuso de Bri'.o Taborda.
23 Bar) de f.-trotina.
24 Barao da Soedade.
25 Barao da Santa Cruz.
2ti uaro Ce Aguas Bellas.
27 t'arao de Nazaretb.
28 CorbenidDo o Ajumo Fonseca.
29 Claudio Jos de Sjoi'Aoiiu.
30 Carlos l'imo de Lemos.
31 Carlos Jas de Medeiro).
32 Carlos de l'auL Lopes.
33 i andido Jje da Suva Gcimaraes.
34 Caud'do Goocalves Ferreira.
35 Carlos de Moraes Gimes Ferreira.
36 Cupernno de Gnimaraes Bastos.
37 Deinelno Acacio de Araujo Bastes,
38 Ernesto Arcelino de Bar os Franco.
39 Buuardu CanJtdo de Oliveira.
40 Euzebio da Cuoba Beluio.
41 Enis Amcricode Medeiros. .i
42 Eugeoi Heladas. i
43 Fr. ucisco Ferre:ia Bailar.
41 Francisco Antonio Gomes de Mallos.
45 F.aocisco Tneopbilo da Rocha Bezerra.
46 Francisco Apolonio Bez-;rra da Silva.
47 Francisco Gomes de Araujo.
48 Francisco Bo'elbo Je Andraue.
49 Francisco Ignacio de Oliveira.
50 Francisco Ft-rraira Bailar !unior.
51 Frunc co Jos da Silva Gaimares.
52 Fiancisco Gurgel do AmaraI.
53 Francisco de Paula Gocjcs.
54 Fmujisco Correia '.e Mesqnita Cardo, o
55 F 56 Fraucelino Rodrigues de Moura.
57 Giouint Jom? da Rusa.
58 Graiullano dos Santos Vital.
59 GraciUiu Oclavij da Cruz Martios.
60 Gabriel Ildefonso das Nsves Cardoso.
61 lleurqne Bernardes de Oliveira.
62 Heurique Xavier de Araujo Sara i va de Mello.
63 Herminio E.y. lio de Figueiredo.
64 I.'uacio Bezerra Pessoa.
65 Jj.- Aiitomo Piolo.
66 Jjs Marcelino da llosa.
67 Jo.- Francisco Si Leitao.
68 Jo.- Gomes Leal
69 Jo.- Adolpho Rodrigues L'tna.
70 Jise da.Costa Pereira.
71 J)S Fiuza de Olivtira.
72 Jote Braz da l^onceiij Sllra.
73 Jj.-c de Oliveira Castro.
74 Jo.- More ra da Silw.
75 Jos-Auguro de Aiaujo.
76 J).-.} de Si L'iUo Juoior.
77 Joc F.auciM-o do lletio Mello.
78 Jjt Antonio Mofeira D:a.
79 Jos Fene ra Ja Silva.
80 J t Feliciano Hasaietn.
81 Jo? lljdr^-ues da Silva Barro.
82 Us Altee Barbosa Jun or.
83 Jos da Silva Li yo Juoior.
84 Jj Feir.i a Baiiar.
45 Jjs Candido de Maraes.
46 Jo da iisaapcao Olivriw.
87 Jo^ La z da Mello
88 Jjst Hati .o C'imaco da Silva.
40 Jji Luis Goiicilvas renua Jucier.
W) JJk de Bri-.o Batios Fi!ho.
91 Jo- k'arreira Ma.-qtO'.
92 Jos Francisco Pn heiio Ramos.
93 J io lyitacio de Medeiros He|to.
94 Jjo Bapusta Gomes iVnna.
95 Joao Pinto de Leroos.
96 Joo Manoel da Vetg-: e Seixas.
97 Jo4o Bapiula Castauha.
98 Jjao Jj.^ da Silva.
99 Joo Jj- de Carvalno Maraes.
100 Jcao Kfinaudes Lopis.
101 Joao Waifndu de Mt de iris.
10 Joo It.idngces de Moura.
103 J Hmi de A'tuiuo Fon teca.
104 Joao Ferreira Lou.niro.
105 Joao Pereira llego.
106 Joao Joaquim de M-Ho.
107 JjSo Cbiysoftomo Galvio. ',
108 Joao Vii .or Aires Mailv s. \
109 Jotquim Oltnio BsIos. -,
110 Joaquim de Souza S Iva Cucha.
111 Joaquim Alves Garca.
112 Joaquim Bernardo des R i*.
113 Joaquim Lopes Machado.
114 Jo.qu.m F.ancbco das Chagas Silva.
115 Joiqu:ui M.iuiicio G-ii^-alves Rosa.
116 Joaqu m Ftlippe da CotU.
117 Joaquim Nicolao Fu reir.
118 J juqui.d Jos Gonalve Bellro.
H9 Joaquim de Oliveira Borges.
120 Jutiu Cizir iaes BrreHo.
Izl Juvtniano stiuia. -
122 Juvmo i>zar Paes B.rretto.
12t luviuo B-ndeira.
124 Bacliar--1 Laurino de M >raes Pioheiro..
125 Leocauio Jos de Fi^ueiredo.
Izo Lenidas Tilo Loorf-ito.
127 Luiz Aoionio Stqneira.
128 \m:i Jo- da Silva Guitnares.
129 Luiz A In do de Moraes.
130 Luiz L i'pjl io dos Guimar^s Peixoto.
131 Ladi.-lao G> mes do Reg.
132 Luiz de Paula L"pes.
133 Ladisl; o J>f Ferreira.
134 L- opelJo Marques da Assompcio.
135 Minoel Ignacio Pessoa de Millo.
136 Maoiel dos S.n'.os V.Uaca.
137 Manoel da Sil-a Mata.
138 Manoel Jos da Silva Gnixataes.
139 Maooel Paulo de Albuqnerque.
140 Manoel Morrtra de Souz.
141 M.noel Pinira da Cuih-i.
142 Manoel Bernardo de Oliveira.
143 Hachare! M.coclG mes de Matto.
144 Mano. I Jos Monteiro.
145 M .o el Jjaquim da C' la Cirvalbo.
1.0 Manoel Honorato da Silva.
147 Manelino Jote Ma i ue Almeida.
148 Marcelino Goucatves Ro;a.
149 M,tilias Tavures de A.oif.da.
150 Miu I Jos de AL-r u.
151 MarciM JocMoiilero.
152 Olympio Ftederico L"up.
153 Olympio G ncalrr. Rora
154 Pearo Joaquim Vianda de L:aj\
153 l'edro Ozorio de Cerqufi-a.
156 red-o orge daiiva Roaos.
157 Pedro Al-xanlrino Maia e Silva.
158 Taulo Pereira S-scoeS-
159 Primen Duarte Ribeiro.
160 Saiyro S*taflm da Silva.
161 Thoma'TrixeiraBjstoa.
16S Tbosnai Ferwira de Car?alba. i
Secreuna da Junta CemrnerciaJ 4c Recife, 29
de Maio de 1890
OsecieUrw,
J*Uo Augusto da C>nk* Gnimura*.
DERBYCLUB
DE
PERNAMBUCO
PROJECTO DB NSCRIPCAO
Da 9.a corrida que real izar- se-ha em 9 de Ju-
nho de 1890
i Y\%1>9 CONSOLADO 8OO metros. Animaes de Pernambuco, que
nKo tenham ganho premios n >b prados do Recife n'estes oito mezes e
eguaa d'este Estado. Premios: 200^000 ao prirneiro, 40)5000 ao
segundo e 20#000 ao terceiro.
^V^^S ESTADO DE PERNAMBUCO 1.IOO metros. Animaes
pungs. Premios: 20C|50:0 boprimeir), 4<'(JOOO ao segundo e 200000
ao terceiro.
3' SV^9 ANIMACO 800 metros. Animaos e Pernambuco qu n2o
tenham ganho u'estes ltimos dous mezes nos prados do Recife. Pre-
mios : 20i5000 ao prirneiro, 40|5000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
4." \^^S PrtOPERIOAD 850 metros. Animaes de Pernambu-
co que n2o tenham ganho em distancia superior a 1.000 metros
no Derby em 1890. Premios: 20 iJOOO ao priraeiro, 40|J000 ao se-
gundo e 205000 ao terceiro.
*' *\*M *'K 400 DA ESTANCIA 1.8O metros. Animaes nacionaes
at meio sangue, que nJlo tenham ganho do Derby do ultimo mez. Pre-
mios : 3JO0OOO ao prirneiro, 60^000 ao segundo e 300000 ao terceiro.
V^^S EXPERIENCIA 800 metros. Animaos de Pernambuco, qae
n2o tenham ganho no Derby n'estes quatro meaes. Premios: 2000000
ao prirneiro, 4n0OOO ao segundo e 200000 ao terceiro.
9 IW^.8 EMULAQAO l.tOO metros. Animaes de Pernambuco
Premios: 2000000 ao prirneiro, 400000 ao segundo e 200000 ao
terceiro.
Observares
Nenhura pa eo se realizar sem que se inscreram e corram pelo menos tres
animaes de tres proprietarios differentes.
Fies reservado a directora o direito de alterar a collocacSo dos pareos na
organisagSo do programma.
A inscripcao encerrar-se-ha seguoda-feira, 2 de Junho, s 6 horas da tarde,
na secretaria do Derby C'ub, ra do Imperador n. 22, 1.* andar.
O SECRETARIO,
Manoel Medeiros.
Hospit&l Portuguez
de Beneficencia em
Pernambuco
ASSEMBLEA GERAL
Pose da novi junta
Sao convidados todos os
Srs. associados a reunirem-
se domingo, 1. de Junho,
na secretaria do Hospital
Portuguez, s 11 horas da
manha,para sedar cumpli-
mento ao que determina o
17 do art. 39 dos estatu-
tos.
Secretaria do Hospital
Portuguez, 26 de Maio de
1890.
fO secretario,
___ Cesarlo A. n. Ppenla-
Matriz de Santo Antonio
Veacravel Ermandade do *au-
tlssbsao aersmeoto
Pelo presente de conformidade com
as dispoaiedet do coapromisso, conrido
aoa irmaoa desta VeusraTel Irmandada,
a comparecers ans domo coniwtorio s
11 horas da aashi do da 1.* da Junho,
para o fisa da procedsree a alei$ae da
mesa regadora, qaa ha da dirigir a irnaan-
dade ao aaao cesaproatissal da 189 J a
1891.
Consistorio, 29 de Maio de 1890.
O escrivSo,
Francisco Jet dse Pat os GuimarSes.
Companha de Segares
ielidade de ^isbea
AQKNTE
Miguel Jos Alves
>". JBu 4* Baaa Jmn-N. t
.SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Sostes ltimos seguros a nica coaipanhn
esta praga que concede aos Srs. segurados isemp
io de pagamento de premio em cada setimt
.uno, o que equivale ao descont annual de ccr
h de 15 por cento em favor dos segurados
~~!blUKOS
ABRIMOS CONTRA FOf.0
C._0anhla Phenlx Per
nambuenoa
RA DO COMMERCIO N. 46
Compaitjji fre Sjtgur0
CQmA FCM
NORTHERN
de Londres e Aberdaen
*osif3o finan ce ira fDezembro de 1887;
Capital subscripto 3.000,000
Pandos aecumulados 3.421,000
ftecelta anoual :
Do premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De uros 143,000
O AGENTE,
John H.Boxine.
SEI.lilO COMISA FOGO
ttoyal Insurance Compan)
de Liverpool
CAPITAL *.000:000
AGKNTE8
R. Drsina &. C.
13 Hua Niriuei de OlInda-13
Ilf D EMItISADOR A
tompanhia de Seguros
martimos e terrestrf
E(mbelecida esa SSS
Estado floasieelro em 31 de De-
zrmbro do 198*.
Capital 1,000:000*000
Fundo de reema II 0:376*000
Sinislros pagos 1,776:683*000
44 Ra da Coausarcio44
MARTIMOS
SEGUROS
CONTRA FOGO
I lie Liverpool i Lendon I Glbr
iiLizim. mim & c.
Ra do Commercio n. 3
London & Brasilian Bank
Limited
iSua do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as oai
jua do mesmo banco em Portugal send<
m Lisboa ra dos Capellistas a. 73. Nr
'orto, ra dos Inglozes.
tompanhia Baha na de Na-
vegacao a Vapor
acei, villa-NoYa, Penedo, Araca-
j, Estancia e Babia
0 VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Bernardes
E' esperado dos portos cima
at o dia 1 de Junho regressan
do pura os mesmos depois da
____________idemora do costoaie.
"r carga, passugens, encommendas e dlnbet-
r a frete trata-** com o
AGENTE
P dro Osorio de Cerqueira
17Ra do Viono 17
afiC t
SEGUROS COMBA FOGO
EDIF1CIQS E MERCADURAS
TAXA8 BAIXA8
Prompto pagamento de prejuinos
SEM DESCONT
A COMPAUIA
IMPERIAL
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
CAPITAL Ra. I 000:000*000
AGENTES BROWNS & C.
X. S-RUA DO COMMEH.IO-N. *
tUHPAXUlA PBSNaBBUCANA
DE
aTecacSo costelra por vapor
POR'AOS DO SUL
Hacei. Penedo, Aracaju e Babia
Viagem extraordinaria
O vapor Jaeuhype
Commandante Esteres
Segu no dia S de Junho a>
5 hora3 da tarde, tlecebe car
t'j ateo dia ...
DCommendas, passagens e dinheros frete
t as 2 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
4 Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
LDE
Pacific Steam Navigation
.Compam
STRAITS OP MAGELLAN
O paquete John Eider
EBpera-se da Europa at o dis
_1 de Junho e seguir de
mis da demora do costume para
Valparaso com escala por
Baha, Rio de Janeiro e Montevideo
."ara carga, pasogeiros, eBcemmeaas e di
.n-ro a Ireie: trtate com os
AGENTES
Wilsoa, Smi 1C, UmM
14BA DO COMMERCIO14
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado dos portos do
sul no dia S de Junho
seguinde depois da demo
ra decosiume para Bor-
deaux, tocando em
Dakar e Lisboa
L3mbra-se aos Srs. paasageiros de todas as
cla3ses que ha lugares reservados para esta
a ;encia, que podem tomar em qualquer tempe
Fai-se abatimento de 15 0i0 em favor das fa-
milias compostas de 4 pessoas ao menos e que
pagarem 4 passagens inteiras.
Por excepcao, os criados de familias que to-
marem bilhetes de proa, gozam tambem deste
a .tmente.
Os vales postaes s se dao at o dia 31 de Maio
co pagos de contado.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nhiro a frete : trata-se com o AGENTE.
O paquete Orenoque
Commandante Mortemard
E'esperado da Europa no
dia 3 de Junho e segui
r depois da demora ae-
cessana para
P.akia, Rio de Janeiro, Buenos-Ayres t
Montevideo
embra-se aos Srs. passageiros de todas as
cla3ses que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em quatquer tempo
?revine-se aos Srs. recebedores de mercado-
rias que s se attender a reclamacoes por fal-
la, nos volumes, que forem reconhecidas na
o casio da descarga, assim como deverao den-
tr j de 48 horas a contar do dia da descarga das
a varen gas, fazerem qualquer reclamacao con-
sernentes a volumes que porventura tenham se-
guido paraos portos do sul, afim de poder-se
Jar a tempo as providencias necessanas.
r
Batea paquetea
I as elctrica.
Se tllDBalnado
Para carga, passagens, encommendas e di-
o leiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Auguste Labille
9 Ra do Commercio 9
CHARGEURS REUNS
Compentala Fran- ma
DB
Navegaefo a vapor
Liaha quinzenal entre o Havre, Lisboa
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro <
Santos.
O VAPOR
Ville de Buenos-Ayres
Commandante Le Bourhis
E' esperado da Europa at o dia
4 de Junho segundo depoir
da indispensavel demora para
ompanhia Brasileira de
Vavega^ao Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Para
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos portos do sal
at o dia 7 de Juolio ; se-
uuindo depon da demora indis-
____.inrnsavd para os portos do nor-
e at Uanaos.
.8 encommondas so terao reccbiuag na agen-
la at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, e ncommendas e vale-
res rata-se com os .GENTES
PORTOS DO SUL
^apor Espirito-Santo
Commandante Antonio." Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do aw -
teau o dia 8 de Junho e de-
pois da demora indispensavel
as eneoinuienda8 sero recebidas na gen ca
at 1 hora da larde do dia da sahidn.
Para carga, encommendas, passagens evafo-
es trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6~*Rua do Commercio=*=6
! andar
> r? K
LEILOES
., Sabbado, 31, deve ter logar o leilao de mo-
vis annunciao para a casa da ru j do Mrquez
doHeml n. 156 D.
I tC ^
Babia, Kia da Janeiro a Santos
Soga-se aos Srs. importadores de carga pelt
raoores desw linha, su eiram a presentar dentro
4e i das a contar do da descarga das al varenga
^aalquer reclamacao concernen te a volumes qui
jorveotura teabam seguido para os portos de
    lencias necessanas.
    Expirado o relerido praxo a companhia nao
    -esponsabilisa por extravos.
    Para carga, passagens, encommendas e di
    ir--r a frete : trata-se com c
    AGENTE
    Labille
    9 RA DO COMMERCIO 9
    Aognste
    Royal Mail Steam Packe
    Company
    O vapor Magdalena
    <"mW Espera-s da Europa at o da o d
    &LJunho, segniudo depois da demo
    ^ra indif pensavel para
    ahla, Rio de Janeiro. Mate
    video Bnemot-Ayres
    Para passagens, frete i e ancammendas trata
    se com os AGENTES.
    O vapor Thames
    E' esperado do sul no dia 5 d nho seguindo depois da demora ne
    cecsaha para
    m
    S. Vicente, Las Palmas (Canarias), Lis-
    boa, Vigo'e Southampton
    Reducco de paesagem
    Ida liatvolu
    K Lisboa 1 classe t SO i 30
    \ Southampton 1'clasBe i U
    .amaretes reservados para os passigeiros d
    Pe-oambaco.
    Para passagenr, fretes. encommendas. trata-*
    WflOS
    AGENTES
    A morim Irraos & C
    N.SRa do Bon JessN. H
    United States and Brazil
    M. S. S. C.
    O vapor Finalice
    E' esperado de NevrYork
    at 0 dia 30 de Miio
    o qual depois da de
    mora necessara seguir;
    ________________ para a
    Baha, Rio de Janeiro e Santo
    Para passagens carga, encommendas e di
    neiro a frete:. trata-se com os AGENTES.
    O vapor Advance
    E' esperado dos portos sul at o dia 3 de Junho
    o qual depois da de
    mora necessara seguiri
    para o
    Haranhao, Para, Barbado,
    Thomaz. Martlnlque e Sew-
    York-
    'ara carga, passagens, encommendas e di
    iheiro a frete : trata-se com os
    AGENTES
    Henry Forster & C.
    8Ra do Commecior8
    1' andar
    Rio de Janeiro, Sanes, Rio Grande do
    Sul, Pelotas e Porto-Alegre
    Ovapo~ inglez Cometa
    ^T^Ss^ Seguir em pou
    eos das para os
    (portos cima in
    ------------------------dlcados.
    Sobre car^a, encommendas e pas.^agens, tra-
    ta-se com os _
    AGENTES
    Pereira Carneiro & C.
    6^-RUA DO COMMERCIO6
    1- andar
    .:*<"
    Agente Pestaa
    Leilao
    De predios livres e desembara-
    eados
    Excellente empreo
    de ecpital
    Sext i-feira, 30 do corrente
    A's 12 horas em ponto
    No armazem traveasu do l'orpo Santo
    n. 27
    Da grande casa terrea com sota, commodos
    para numerosa familia, quintal grande com ca-
    cimba, sita ra da Palma o. 9i, rendendo 54/
    mensaes, a qual ser entregue pela cffeita de
    2:8954000, nao havendo quem melbor lance of-
    fereca.
    Um sobrado de um andar sito ra do No-
    gueira n. 23, com dous grandes quintaes e ca-
    cimba, rendendo 40J000 mensaes, o qual ser
    entregue pela offerta de 2:465/000, nao baven -
    do quem raalcr lance offereca.
    Os dous predios serio vendidos livres e des-
    embaracados de qualquer onos e pelo maior pre-
    go qae derem.
    Leilao
    Be movis de junco e de amarello, espelbost
    louca, vidros e 1 piano forte
    Constando de urna bonita mobilia imitando
    bano com encost de palhinha, consolos e jar-
    diheira com pedra, 2 bonitos jarros de porcela-
    na, 2 pares de lanternas com pingentes, 2 cadei-
    ra i de balanco de janeo 2 escarradtiras. 1 ta-
    pete para sof, 6 ditos para porta3, 1 bonito es
    pebo de vidro bisonte e 1 lastre de crystal de
    noalro bicos.
    Um bom piano do fabricante Gaveau, 1 cadei-
    ra pa-a pi no, 4 ps de vidro, 1 guarda-vestidoa
    de amarello, 1 toilette dito, ajinaos jarros para
    toilette e 1 cofre de tamanho regular para oias
    (piova de fogo).
    Um guarda louca de amarello, 1 mesa elasli* v
    ea de taboas, i aparadores de columna, Isof
    de janeo, 24 cadeiras de dito de guarnico, 1
    cadeira alta para menino, 2 ditas pequeas para
    escola. 1 relogio de parede, i despertador, 1
    quarlinheira e 1 lavatorio, i cama de ferro para
    menino, 4 cabidesde mola, camas de lona, Dan-
    quinhas de amarello, louca, copos, clices. I -
    guarda comida de rame, bacas, trem de cozi
    nba, urna boaila secretaria de amarello, 1 es-
    tante envidracada pira livros, vinbos engarrafa-
    dos, arandelas e 1 lustre de 2 bicos.
    Sexta feira 30 do corrente, s 11 horasr
    na casa da ra do Conde da Boa-
    Vista n. 24 E
    O agente Hartins. antorisado pelo procurador
    do commendador Jos Augusto /Ivs Gulmares.
    far leilao dos movis existentes na casa oadt-
    reiidio o sesmo commendador, cujos mov.-is se
    acham em perft to estado de conservaco e se
    rao vendidos ao correr do martello.
    O bond de Fernandos Vieira, qae parte da es
    taco do Brum s 10 horas e 20 minutos, dar
    passagem gratis aos concurrentes ao leilao.
    Agente Stepple
    Leilao
    De joias, movis, roupas novas e asadas.
    e grande quanti ade de garrafas e Elixir
    de Angelino, diversos depsitos cheios
    de liquido, rolos de salsa e barrs om
    vi nho do porto fino, e outras mais be-
    bidas.
    Sexta-felra, de Junho
    A's 11 horas
    A' ra de Paulino Cmara n. 19, e as ofci
    aas roa da Flores em frente travessa da Par
    0 agente Stepple, por mandado e assislencia d
    Exm. Sr. Dr. juiz de direito deorpbios e ausen
    les, a requerimento do Sr. cnsul de Por'aga'.
    levar a leilao os beos pertencentes, ao espolie
    do tinado subdito portuguez Angelino Jos do
    Santos Andrade. '
    Os Srs. pretendentes desde j podero vir exs
    minar o mandado que aeha-;e em poder do mes
    mo agente.___________________i_____
    Agente Pestaa
    Leilao
    De urna letra na importancia de.......
    1:9195317 e 5O0i50'0 em vales que .
    Sr. Felinto do Reg Barros Pessc
    deve ao espolio de JoSo Gomes d..
    Costa.
    O agente Pestaa, autorisado por mandado c
    Exm -tfr. Dr. juiz de orphaos. vender a quci.
    mais der as dividas cima mencionadas, servir:
    do de base a offerta obtida no 1 leilao, pfls
    qual sero entregues.
    SABBADO 31 DO CORRENTE
    A's 11 horas
    So armazem travessa do Corpo Santi
    n. 27
    Leilao
    Agente Brito
    De moris, Foucas e vidros
    De urna mobilia de amarello. urna dita de ju-
    co, duas camas de amarello, 2 marcuezOe,
    toilette, dous lavatorios de amarello, 1 guarda
    vestilo. nma meia conmod. 2 eabides de cjlnn
    as, urna cama de ferro para casal, urna osc,
    elstica, 1 guarda Iones, 2 aparadores cnu:
    mesa com duas gaveta?, doas marqwza?, 10 ea
    deiras de amarello, 1 relogio de pared?, 1 mu
    nho granee, aaadros, jarros, talheres, coVbtu
    loucas para alsaoeo, jantar, e oatros muiros '
    jectos.
    Ra do AragSo n. 22
    Nabhado 31 do corrate
    A's 1012 horas
    Ao correr do martello





    v\
    --,


    .-
    -:
    '%





    TI


    O
    i/ianu uc
    'emambuco- Sex la-feir.
    *\r
    de Maio de 1890



    i
    1

    I
    1
    Ageitefestm
    Leilo
    Deuma mei'agua sita no ea.es de Capiba
    ribe o. 9, rendendo 100000 inentaes
    abba* 81 A's 11 horas da manha
    ATo armasm d travesa do Corpo Santo
    n.2T
    0 agente Pestaa, competentemente' autoriza-
    do, vendeja ao correr do marlello, a mei'agua
    cima referida..
    Leilo
    De movis e pasearos
    A saber:
    Urna mobilia comeado i safa, 2 consolos, 2
    cadeiras de bracos, 12 de guarnicao. 2 cadeiras
    de balance, um candieiro de suspeosao, 2 espe
    Iboa e jarros, 1 cama franceza, 1 commoda, 1
    cabide e 1 lavatorio.
    Dma mesa de jantar, i aparador, 1 guarda
    comida, copos, clices, porta queijo, porta licor,
    louca para cha e eatros objectos existentes na
    casa da '
    Ba Marques do Herval n. lo V -
    Agerte Pinto
    Sabbado. 31 do corrate
    A's 11 hora
    Leilo
    De um sobrado de um andar com boas
    acommodacSes sito no pateo do TVrco
    n. 22, edificado em terreno proprio,
    rende 40d mensies.
    Terca-felra, 3 de lunho
    As 11 horas
    No armasen ra do Marques de Olinda
    n.48
    EM C0NT1NUAC0
    De 1 excellenla cavallo proprio para sella ou
    carro.
    .'or intervencao do agente
    Gusmao ,
    Grande e variado
    Leilo
    ' .
    DO
    Acreditado hotel de D. Antonio
    Catniuho Novo
    Constando de grande quantidade de mo-
    vis de amarelio e junco, 1 piano de
    Pleyel, 1 importante e esplendido sorti-
    mento de bebidas finas, importadas di-
    rectamente, e porfo de roupa de ca-
    ma e mesa, toda nova.
    A SABER
    Urna mobilia de junco (encost alto e cora pa-
    lmaba), 1 expeliente piano de Pleyel, 4 cadeira
    Eara piauo, capa, estrado e pea-de vidro 1 espe-
    to oval, 7 quadms a oleo, 4 ditos a oleogra-
    [ibias, 4 ditos de madeira eotalnada. 4 meda
    Des, 8 etageres, 4 jarros para flores, vasos
    para plantas, 8 lancas para cortinados, diverses
    tapetes, capachos, almofadas para sof, cortina-
    dos para janellas, 1 porta cartes de alabastro,
    6 cadeiras de palha da ilha, 3 pares de escarra-
    deiras e 3 molduras douradas novas.
    Urna meia mobilia de junco com encost de
    palhinha, cometido i sof, 2 cadeiras de bracos,
    2 ditas de bataneo, 6 ditas de guamicao e 1 con-
    solos com pedra marmore, 1 toilette de Jacaran-
    da, 2 espelnos grandes, 2 commodas de jacaran
    d, i toucador de dito, i mesa redonda de dito, 3
    venezianai, 1 relogio e 1 bonito guarda-vestidos
    de raz.
    Urna importante secretaria de Jacaranda, 1 co-
    fre inglt-z prova de fogo, 1 prensa ingleza de co
    piar cartas, 1 estante de amarelio, 2 mochos de
    palhinha, 1 carteira grande de amarillo, i dita
    mencr, 4 camoneiras, 1 sof de amarelio, 5 ca
    dejras de mola. 1 banquiaha de fantasa, 1 ca
    deira cama de jacaraad, 1 cibide bordado a
    matiz, 1 termmetro, 1 barmetro, 1 estante de
    raz e 1 oratorio com mesa.
    Qoatro camas de ferro com lastro de rame,
    diversos marquezes para urna e duas pessoa s,
    com armaco paro mosqueteiros, 3 guarda vest
    dos de amarelio, 3 cabides de columna, 1 ban-
    quinba de costura, lavatorios de amarelio, ba-
    cas de louca, Daldes de zinco para agua, 1 re-
    posteiro, cabides americanos, lavatorios de fer-
    ro e 1 cabide para roupa engommada.
    Duas mesas elas'.icas, se;ido urna de 6 e on-
    tra de 7 taboas de amarelio, guarda louca de di-
    to, 1 aparador de armario com tampo de pedra,
    3 ditos de columna, 00 cadeiras de junco e de
    faia. 1 guarda comida de rame, 4 ricas fructeiras
    de electro pate e crystal.i galbeteiros de electro
    pate, 2 portas geio, 2 salvas de metal, i dita de
    electro-pate, manteigueiras, grande quantidade
    de pratos de porcelana branca, ditos pintados
    para frnctas, 30 casaea de chicaras, bolea, sou-
    peiras, copos de crystal com p, ditos de baca-
    rat, ditos communs, eaMces finos para vinho, di-
    toe para licor, copos para ce; veja, compoteiras,
    tacas para ohampagna, facas grandes, garfas
    grandes e peqienes de metal, lacas pequeas,
    colberes de metal para sopa, ditas para cb,
    conchas de diversos laminos, eolber para pei-
    xe, trinchantes, argolas para gnardanapes e ma-
    china para arrolbar.
    Um grande fogo ingle de ferro, trera de co -
    zinha, vaslha* para coainhar peixe, balaoca de-
    cimal, mesas de cesinha e 1 apparelho para gym-
    oastica.
    Colxas aovas, braacas, para cama, pecas de
    arrendado para cortinados, peca de bramante de
    linao para Jeocoes, toalbas grandes adamasca-
    das novas para mesa, gnardaaapos de finno ada-
    mascado.
    Vinho Bordeaux tino, vinho Figueira superior.
    Porto Uno, vinho legitimo de Xeres, Collares em
    barris de quinto, vinho Medoc superior, Cham-
    pagne, agua mineral natural, cognac, vinagre
    tranco e conservas.
    Lindos objectos de electro pate e bijonterias,
    casticaes de metal com mangas, i rica estante
    para colleceao de i ose tos, atlas geograpbicos,
    mappas e livros Ilustrados.
    Nos dio 3e6de Junho prximo futuro
    o Grande Hotel do Caminho Novo
    A's lo e 1| hora
    Defronte da eatayao
    O proprietario deste hotel, retirando se para
    a Europa far leilo por intervencao do agente
    Martina, dos movis e utensilios do referido ho-
    tel, o qual tem um esplendido sortimento de be-
    bidas importadas directamente.
    A's 10 horas e 14 minutos partir um bond es
    Secial da liaba de Fernandos Vleira at a entra-
    a da Capunga, que dar passagem gratis aos
    concurrentes ao leilo.
    Em lempo, entrega e recebimento ea acto
    continuo, sem excepcao de pessoa.
    AYISOS DIVERSOS
    Per'rriuti-se urna casa 8ita~ roa de S. Ben
    lo em Olinda, com 3 salas, 4 quartos, agua e
    gas, por outra em algum dos bairros do Recife :
    a tratar na ra do H saldo n. 15-___________
    O Sr. Santos Lima nao veo.
    O Sr.'CoSfa FerrWra promtted para n dia
    3 prxima. f ,__________-____________\
    Pergqnla-BeaoSr. Mano! To-quito Aran jo
    Saldanha onde se pode eocootral o, e o que diz
    daqoellts negocios, entre s qnaes o da padaria.
    Precisase de um criado de idade de 18
    amos, pare .lodo awvioa de eaaa e pouca faaai
    lia .
    rretfti ts da
    na rt da
    -=rsm_
    mudos de S Goasto.
    tateperatrii _n.-W.
    iaa#eo : a tratar
    amero 144*'
    34
    iaenfoo pira oatietro
    calaas"1* pUlal^Jt
    a 84000; a tratar oa rea
    ~m\iwt
    Herval
    A pessoa que pelo sobreasa de Sanios
    Lima, tem sido chamada por este Diario, o
    Sr. Jos Alfonso dos Santos Lima, em pregado
    do Correio deste K9tado.__________________
    Aloga-se por prego commodoo sobrado n-
    155 ra Imperial, por partes ou todo, preferin-
    do se alugal-o todo : qmm o pretender dirija se
    a ra dolmperador aw>6, 1- andar, direila.
    Precisa se de urna boa cosinheira na ra
    do Vigario n. 5, armasen._________________
    Quem dar ioformac&es do Sr. Joao Mari
    nbo da Rocba Falcao e do Sr. JoSo Baptista Fer-
    reira ?________________________
    Patacoeae outras moeda? de turoe prata,
    compra-se pelo maior pi eg-f na nudo Com-
    merclo n. 4.
    Tendo se extraviado im confeaetmento da quan-
    tia de 1.350^000 correspondente a igual quantia
    que recolhi ao cofre do Thesouro deste Estado
    aflm de arrematar a obra dos reparos da ponte
    de Afogados; peco a quem o achar queira en-
    tregar ao abaixo assigoado que ser gratificado.
    Joo Lina Cavalcante de Aibuqnerqoe
    Precisa-se arrendar um ngenho
    em bom estado e prximo a algoma
    das linhas fereas. A tralar na iravessa
    da Madre de Deas n. i.
    Cimento Alsen, dez kilos por 700 rs. ; na
    ra do Brum n. 65.
    Placas para predios
    Nova remessa
    Ra Nora n. 13
    Carlos Auguftto Carnelro Hontel-
    ro Filho
    Ia anniversario
    D. Maria Isabel Tavares Carneiro Monteiro,
    Carlos Augusto Carneiro Monteiro, D. Olympia
    de Carvalho Carneiro Monteiro, D. Olympia Car-
    neiro Mooteiro e Jos Cecilio Carneiro Monte ro
    Sobrinho, inda sob a impressSo mais doloro
    sa do fallecimento de sen idolatrado e nunca
    esquecido esposo, filho e irmo, Carlos Augusto
    Carneiro Monteiro Filho, convidam aos p>reotes
    e amigos e aos do finado, para assistirem as
    missas, que pelo descanco eterno de sua alma,
    mandara celebrar lia ordem terceira do Carmo,
    as 8 horas da roanh do dia 31 de Malo, 1- an-
    aiveriario de-seu fallecimento, pelo qne se con
    fessam eternamente agridecidos a todcs que
    comparecerem a este acta de religue e cari
    dade.

    Joo thriftfiaui
    Fanny Reymond Christiani, Ricardo
    Alberto Christiani, William Edmondhris
    tiani, Julieta Christiani Carvalho, Helene
    Christiani Barza, Adele Christiani, Cons-
    tantino Barza e Thomaz Ferreira de Car-
    valho, feridos de proranda dor pelo pre-
    maturo passamento do seu idolatrado es-
    poso, pai e togro JOO CHRISTIANI,
    agradecem do imo Taima a todos o* pa-
    rantes e amigos que se dignaram acompa-
    nhar-lhe os restos mortaes at sua ultima
    morada.
    De novo Ihes pedem o caridoso obse-
    quio de assistirem misaa que mandam
    celebrar por au'alma no dia sexta feira,
    30 do corrente, s 8 Ii2 horas da manha,
    na igreja matriz da Boa Vista.
    Desde j protestam a todos o seu pro-
    fundo e eterno reconheciment.

    Ai ,
    CrMr copeiro

    taldinoda Roa
    Mara do Carmo Bosa, Hermelinda Francisca
    da Bosa, Adelaide Macrina da Rosa (ausente)
    irmaos e sobrinho* do finado aldino da Ro?a,
    convidam a todos os prenles e amigos do fina
    do para assistirem a missa do stimo dia, que
    ser celebrada na matriz de Santo Antonio, s 7
    horas da manba de sexta-feira 30 do corrente ;
    agr. decem desde i a odos que se dignaren) de
    assistir a se acto de caridad* e religio
    .3
    Franrinra Tertuliana do Carvalho
    Avelino Tanriano de Oliveira e sua mnlber
    agradecem de corceo aos amigos que acompa
    nharam ultima morada a sua sempre lembra-
    da prima e afilbada, Francisca Tertuliana de
    Carvalho ; e de novo convidam a todos seas na
    rentes e amigos e os da finada, para assistirem
    urna missa que mandan) resar no dia 1 do mez
    vindouro. stimo da deseo passamente. s 7
    horas da malh, na igreja da Madre de Dos ; e
    desde jantecipam seus agradecimientos por es;e
    acto de caridade.
    t
    Jouo Paulo da Masas Ceaae
    Os empregados do Asylo de Mendicidade, de
    sejando dar ama prova de apreso e caridade
    memoria de seu fallecido companheiro Joo
    Paulo da Rosa Cesse. faro suffragar sua alma
    com urna missa, que ser celebrada a 30 do c-
    rente (sexta-feira) pelas 8 horas da mtnh, na
    capella do mesmo estabelecimento ; e para es e
    acto de verdadeira e piedusa amizade, sao con
    vidalos os parentes e amigos do finado.
    T
    Juila da* anin Coala
    Sabbado 31 do corrente celebrar se hie mis-
    sas por alma de Julia des Santos Corta, fallecida
    a 25, no engenho Iabnma, em Bonito, as 7 ho-
    ras, na igreja da tanta Cruz, e na capella do
    povoado de S. Benedicto.
    Jone Sommjutmm Alve
    1- anniversario
    Maria Libania de Oliveira Alves e seus filhos
    convidam seus parentes e amigos para assisti
    rem as missas que mandam celebrai pela alma
    de seu prezado esposo e pai, Jos Joaquim Al
    ves, sexta-feira 30 do correte, ts 8 horas da
    maoh, na igreja da yeneravel ordem terceira
    de S. Francisco, i anniversario de seu falleci-
    mento. Antecipam os seus sinceros agradec
    meploa a todos qne se digaarem 'r rapa rece r.
    oe se mena rem Trapa
    Amar OIM Mes Perraz
    Os empregados da Estrada de Ferro
    do Recife ao 9. Francisco, mandam ce-
    lebrar ama mina' nnjjr^jl^joorreate
    s 8 horai da mMWmmkWtmW&'ia 8.
    Jos) por *km" o! den ytado compaJ
    nfaenra Andr Das Gomes Ferraz, ?-.* da
    de leu panamento, -e contrdam o* pa
    rentas e eonddi de usde
    Precisa-se de nm criado para copeiro e outros
    servigos i atemos, sendo malricnlado ; na rua+
    Mrquez de Olinda n. 54.
    Bom empreg-o para
    capital
    Vende se o extenso armaiem n. 51, no caes do
    Apollo, em frente da nova ponte Buarque de
    Macedo, com capacidade para recolber de 9 a
    10,000 barricas de farinha de trigo ou outra
    mercadoria em proporgo, e dous sobrados con
    tieuos com frente para a roa Domingos Jos
    Martitie, no todo constituindo urna boa acquisi
    cfto : trata-se coin Matbeus Austiu & C, ra do
    Commercio n. 18^__________^ ________
    Excellente morada
    Aluga-se s grande casa e sobrado do Dr. Ay-
    (iGama, na estrada de Joo de Barros, peno
    das eataces da En 'ruzilhada, das ferro-vias de
    Olinda e de Limoeiro, com immensas accommo-
    dacOes, jardins, arvores frnctifens da melbor
    qualidade e vasto terreno, quer para plantacoes,
    qner para criaco ; a tratar no mesmo sitio.
    Carrinhos e velocipedespara
    crianzas
    Verdadeira novldadv
    Ra Nova n. 13
    A o publico
    Previne se a quem quer que Beja, que nSo
    pode fazer negocio com safra creada oo enge-
    nho Dous Bracos da villa de Gameaeira por
    achar se a mesma Eujeita ao pagamento das
    rendas do referido engenho ; a 150 carros de
    canna para sement ; a pagamento de animaes
    que o rendeiro recebeu e que i nao existen) to-
    dos, e a outros onus constantes da escriptura de
    arreodamento. O proprietario do dito engeho
    e cwdor. que jfeacba de posse das trras,
    fundando safra, protesta fazer valer o toa direi
    to at onde for permittldo por lei.
    Recife. 29 de Maio de 1890.
    Francisco Genuino Correia.
    Para crianzas
    Grande quantidade de redes de cores, para
    crianzas, a 3J0O0, grande e variado sortimento
    de vestuarios de Jersey para meninas e meninos
    de todas as idades. para 6 e 7 : e na toja do
    Povo, ra 1 de Marcon. ll.______________
    Sr. Lula Ferreira da Croa
    Este senhor tt-m lvalo em capricho nlo que-
    rer pagar sua letra, estando em condiges de
    fazel-o. assim como e acceitante e o sacador.
    Vende-se
    urna taverna afreguezada e de pouco capital; na
    ra Baro do Triumpho n. 63. enliga ra do
    Brum.
    tlengo
    Vende-se a taverna sita a ra do Rosario da
    Boa Vista n. ii, eequina do becco do Tambi ;
    trata se na mesma.
    Taverna
    Vende se urna tarerna bem Iocalisada, e as-
    sim como tambera vende se o mesmo predio,
    sito no Caxangd, estrada das Barreiras n. 19 ; a
    tratar na me^ma, e para informaco no pateo do
    ParaizQn. 16, casa de Franco Ferreira 4 C.
    'J6*ip- :Jv;
    UKEDIC
    IHFALLIYEL
    - era todo cuso de
    RHEUMATISMO
    mpnnzisdo-Siuigce, Erapgoes, Esc
    fulas, ulceras, SipMlls
    e toda afibcc&o de natureza
    eruptiva cu venrea
    SLSlPARRILfl
    DE BEISTOL
    u Remedio di FaafllaDoj excflJlencla!
    Criados e cosinheira
    Na ra Direita n. 74, 1- andar, precisa-se de
    criados qne tenbam pratica de vender, e de urna
    boa cosinheira que saiba trabalbar bem em bo
    seo em outras iguarias de vendagem.
    Injeccao
    Se nao morri desesperado, soffrende
    muito tempo ama molestia ebronica qne
    ninguem poda curar; foi por encontrar o
    santo remedioInjeccSo M Moratoque
    instantneamente pos termo ao meu bor-
    rivel soffrimento.
    Taubat.
    Aagutto Cintra Magalhaes.
    Agentes depositarios em Pernambuco :
    Francisco Mi da Silva & C ra Marques
    de Olinda n. 23.
    Costureiras
    Precisase de peritas costureiras na cas de
    Madame Paul Jullien ; trata se na ra Baro da
    Victoria n. 60.
    -*------ m
    Aos sapateiros
    Acaba de ebegar para a toja da ra do Livra-
    mento n. 19, nm novo sortimento de formas
    fraocezas para calcados de bomens, seohoras e
    meninos. No mesmo estabelecimento os senho-
    res sapateiros encoatraro sempre nm completo
    sortimento de aviamentos para fabrico de caiga
    dos e por rejos sem competencia ; so no Bazar
    do L.vramento n. 19.
    ttenco
    Os proprietarios do ant
    sem do Lima,
    e acreditado arma
    sito ra'Baria da Vi noria n. 3,
    participan) ao respeitavei publico e aos seus
    distinctos fregueses, que Ir. nsferiram templra-
    riamente seu armazem para a mesma ra n. 9,
    continuando da mesma forma a receberem suas
    ordens para Ibes servir com o costumado e ba
    bitual desempenho.
    Jos Fernandes Lima k C,
    Ra Bario da Victoria n.
    Telephone323


    Para engenhos
    QUIMARAES & VA LENTE, parteci
    pam aos seus freguezes e Illms. Sin. d
    engenbo que, como sempre, tm grandt
    deposito dos artigos abaixo mencionados
    garantindo tudo de pnmeira qualidade -
    preco sem competencia a saber
    Cal nova de Lisboa,
    Dita de Jaquaribe.
    Cimento porfiando
    Oleo de mocot.
    leos americanos
    especiaes para macbinismos.
    Azeite de coco,
    Dito de carrapato.
    Dito de petxe.
    Pixe em lata.
    (5 galSes.)
    Kerozene inexplosiveL
    Graxa em bexigas.
    Gaxetdi de linho.
    ^Potassa do Ruma.
    (em cairas, barriqninhas, latas grande
    e pequeas.)
    Formicida Capanetna.
    6--Corpo-Santo6
    VERMIFUGECOLMET
    Oiiro $ prats
    Compra-se, como tamben
    moedas, ra do Cabug
    n. 9., loja de Augusto Reg.
    O FUMO
    Higyenico Nacional
    E' isento do qualquer composicSo
    mimica e nociva.
    E' escolhido das melhores qualidades de
    iumo.
    Um pacote de 50 gramm&s custa 200 rs.
    Fabrica Miiitia F^peranca
    Ra larga do Rozario 21
    Telephone 1B1
    CHOCOLATE com SANTONINA
    amura pm aamr m utamm
    hit veirtftis t rKtm.lili pela
    sen ut*r tfarel e enaemfi IndetiUi.
    Eligir i tuitnMturt:
    Par, ae. roa do Temple I MI yiUdSMS riraMf."|
    TONINA *
    Elixir M. Morato
    PROPAGADO POR D. CARLOS
    Depois de 6 annos de atroz soffrimento
    de rheumatiamo, estando verdadeiramente
    descorocoado, sarei completamente usando
    o=Elixir M. Morato=que declaro ser o
    melbor e nico anti rbeumatico at hoje
    S. Paulo, 2 de Novembro de 1889.
    Cesario Rodrigues Alvim.
    MAIS DE iOiOOOCURAS
    TIHTB& DIVISA
    mn so bsshatisio
    DORES DE DENTES
    PREPARADO NICAMENTE
    POR CALA8AN8 & O.SA BABIA
    Medicamento heroico contra os rheuma-
    tismos, inchaeSes, dores sciaticas^ nevral-
    gias, dormencia, etc., empregando-se em
    fomenta^Ses sobre os lugares affectados,
    Cara o beri-beri, as paralysias e as dores
    de dentes.
    Todos os frascos levam direccSes para
    uso d'este medicamento admiravel.
    Preco 1(J200. Descosto de urna duiia
    em diante.
    DEPOSITO NO REODTE
    Francisco Manoel da Silva & C. ra
    Mrquez de Olinda n. 23
    Aluga-se
    Arados de Cuba
    N?. 1 e 2
    Vendem-se
    Na Fundiga Geral
    Professor
    Offerecc se um bomem solteiro, com SO anne s
    de idade, para ensioar instrueco primaria em
    algoma pevoac&o no centro do Estado, ou em
    algum engenbo : quem precisar pOde tratar na
    roa Duque de Gaxias n. 77, loja.
    Ao conimercio
    O abaixo tssignado tendo de retirar se para
    lera desta cidaee, pede aos seshx reB qoc teem
    transaccOes com elle de remetter suas contas
    at o dia 10 do correte, roa do Imperador n.
    51, 1. andar,
    .___________________Arlpye
    Terreno-
    Vpn4e-se por leta ptece na b
    no lugar Iputinga (estrada aova do Caanse)
    confronte a ettac&o donWnionome da via fer
    siu
    em ama casa sua no masoo terftae
    iW^^n ^a^B^pvii^V^laaamW
    um grande terreno perto da cidade, proprio
    Eara coebeira de gado ; na estrada de Joo de
    arros n. 16 ea dir onde .________________
    Cautelas do Monte de Soc
    corro
    Compra-se Cautelas do Monte de Soc-
    corro de qualquer joia, brilbantea e relo-
    gios, paga-se bem na rus do Cabug n.
    n. 14.-Loja de relojoeiro.
    Rendas
    pretas, brancas, creme, beige e de corea
    Cbegou um esplendido sortimento deste artigo
    para a
    Ranha das Flores
    Ra Barao da Victoria n. 41
    Na mesma casa cncontra se urna variada col-
    ec^ao de Utas de seda (mais de 500 nmeros),
    bordados de carebraia, espartilho?, luvas, per
    fumaria, objectos para presentes, etc., etc.
    Precos baratos
    RA NHA DAS FLORES
    nata siarua da VIelora n, al
    Precisa-se dftumacasa
    com gaz e agttkV encanada e
    bsthtl^: cotnttit)dos para
    vwmfr.familia-
    A ts9t$r nar.ua de. Mr-
    quez deOtinda, n. 13.
    PEITORAL de CEREJA
    Do Dr. Ayer.
    As eaermldades mau dolorosas da
    t dos
    tendo porpri:
    i nao siod
    Tem-se,
    pi bates peqeenas, cu jos resulta-
    e dos pulmoes, ordinariamente desenvo
    >Borpriacip
    dos nao sao dimeis de curar se promplamente se
    tratio com o remedio conveniente. Os Rafrt-
    adoa e tuToaaea dSo reciprocamente o resultado
    de LarlngltU, Anthma, Bronchitla, AITeo-
    cao Pulmonar e a Tialoa.
    Todas aa familias qae tem eriancas derem ter
    Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
    em casa para o usar em caso de eeeestddade.
    A perda de nm s dia, pode em multos casos
    accarreUr sertas coniequencias. Por tanto nto
    se deve perder tempo precioso, experimentando
    remedios de eAcacla duvldosa, eraquanto que
    a enfermldade se apodera do systema e se arraiga
    profundamente, entfto que se necessita tomar
    nesse instante, o remedio mais certo e activo em
    seu efeito, e este remedio sem duvlda algum
    o ntrtXM*Z. db Cereja do Dr. Atbr.
    PREPARADO PELO
    DR. J. C. AYER & CA,
    liowell, Mass., Est.-L'uido*.
    DEPOSITO GEKAL
    Aluga
    se
    <
    K^,___.a^,
    em Afogados urna casa terrea, multo limpa, con
    boos commod >s para familia, 03 roa Direit,
    junto a antiga estacao das diligeocias ; a tratar
    na roa estrella do Rosario n. 9, junto a igreja.
    Alugam-se
    as casas n. 03 roa Albuquerque, com 3 quartos, 3 salas, quintal,
    apparelho e cacimba de muito boa agaa, e a de
    numero li travesea do Corpo SauU, emba
    caladas e pintadas, por precos commodoi; a
    tratar na ra Direita n. 45, sobrado.
    Ama
    Precisase de urna boa cosinheira para casa
    de pequea familia, que durma em casa dos
    patres e sej i matriculada ; na ra de Fernan-
    des Vieira n. S9.
    Ama
    Precisa se de urna ama para cosinbar e fazer
    mais servicos domsticos, que durma; em rasa e
    esteja matriculada; .. tratar na ra Duque de
    Caxias n. 48
    Precisa se de urna ama para eagommare fa-
    zer algum servico interno de casa de familia:
    a tratar na praca Conde d'Eu n. 32, segunda
    andar.
    'mMii& S
    .
    Tnico Ju-Mutamba
    Este tnico, preparado com plantas de pro-
    prledades conhecidas pelo nosso publico, a
    melhor de todas as preparacoes at boje deseo-
    bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi-
    par as caspas ees conservar no mais formoso
    estado, alem de ser um magnifico perfume para
    a toillete.
    Encontrase venda em todas as principaes
    harmacias e lojas de miudezas.
    uzia 1000O | Yidro 1*000
    Depodlo
    Pharmacia Marlins. Ra Duque de Caxias n. 88
    Ama
    Precisase de urna ama para cnidar de duas
    eriancas : a tratar na ra Baro da Victoria nu-
    mero 54.
    Cosinheira
    Precisa-se de urna perita cosinheira, para casa
    de pequea familia, paga se bem ; a tratar na
    roa Barao da Victoria n. 50, loja.
    Urgente
    Vende-so um sitio arborisado e com boa casa
    je morada, na estrada do G qua ; trata-se na
    dua do Imperador n. 61, 1- andar.
    Muito barato
    NA RUADO CRESPO 21
    >'a lojo do Campos
    Cintas escuras c6r de caf, a 2C0 rs. o
    covado.
    Ditas brancas, panno de ere tone a 250 rs.
    o dito.
    Ditas de efires, finas, de 240, 280, 300 e
    320 rs. o dito.
    Baptistas de cores de 160 rs. o dito.
    Ditas idem, finas, a 200 rr. o dito.
    Nazuhus de cores finas, a 240 rs o dito.
    Merino de cor, liso, 12 pura, urna s lar-
    gura, a 280 rs. o dito.
    Ditas lavrados duas larguras, boas cores,
    a 500 rs o dito.
    Las de cores, lisas, listras e de quadros, a
    200 rs o dito.
    Ditos com quadros de seda, a 400 rs. o
    dito.
    Ditas achamalot.das, 500 rs. o dito.
    Cretones lisos, a 200 rs. o dito
    SargelinB trancados, todas as cores, a
    200 rs. o dito.
    Etamincs de corea, tudo phantasia a 400
    reia o dito.
    Zepbiroa de quadros, a 160 rs. o dito
    Linho pardo para vestido, a 400 rs o dito.
    Cambraia Victoria transparente de 35000
    a peca.
    Atoalhado para mesa, fazenda de gesto, a
    1)J400 rs. o metro.
    Fichus de todos os tamanhos, qu&lidade e
    presos.
    Toalhos para mesa a 25000, urna.
    Colchas brancas, portuguezas, fazenda de
    100000 a 50000.
    Meias, sortimento eompleto para homem,
    senhora e eriancas.
    Lencos de algodSo, brancos e de cores,
    linho, e grande sortimento em seda.
    Cortes de calca para homem, um corte
    10000.
    Gravatas, fichus, voile e 18 o que ha de
    mais em novidade.
    Setins, surah, sedas de cores e pretas,
    merino preto, lisoo e lavrado, granda
    quantidade de artigos que rendemos poe
    todo prejo.
    LOJA DO CAMPOS
    CRESPO- 21
    ^
    -i
    ->
    -
    i
    i
    -?
    -5-
    -:
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    4
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    i
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    4
    4
    4
    4
    4
    4
    4
    Preparado Tinoso dfpuitii
    Apprevado pels. Ilustrada Juta de
    Hygiene PnMiea a Corte.
    Auctorisado por Decreto Imperial
    de 20 de Junho de 1883.
    COMPOSICO
    de
    Firmino Candido de Figueiredo.
    I
    Empregado com a maior efGcacia no
    rheumatisino de qualquer natureza,
    em todas as molestias da pelle, as
    leucorrhas ou flores brancas, nos
    soffrimentos occasionados pela impureza
    do sangue, e finalmente as differentes
    formas da syphilis.
    Dse Nos primeiros seis das urna
    colher das de cha pela manha e outra
    noite, puramente ou diluida em agua
    e em seguida mudar-se-ha para colhe-
    res das de sopa para os adultos e me-
    tade para as eriancas.
    Rgimen Os doentes devem ab-
    ster-se apenas do alimento acido e gor-
    duroso; derew asar dos banhos finos ou
    momos, segundo o estado da molestia.

    r
    mposto ownuit
    Francisco Manoel da Silva & C.
    lroglataa
    23 Roa Marque de Olinda
    Pernambuco
    r-
    K',,
    Caixeiro
    Precisa-se de um caixeiro com bastante pratica
    de taverna e que d conheci.xento de sua con-
    ducta 5 na ra de S. Sebasti&o n. ti em Olinda.
    Criados
    .
    Precisase de nm criado
    meia idade, para cosinbar ;
    n. 5, quinta casa.
    e de urna ama de
    no Paco da Patria
    Bom negocio
    Na ra de Marcilio Das n. 74, vendem-se tres
    cavallos de corrida. -
    Proisa-sV
    De nm criado de 12 a 15
    annos para o 3. andar da
    typographia do Diario de
    Pernambuco.
    Prata de lei
    Comprase ra Duque .deCaxias n. 91
    Novissimo livro de Dteressintes sortes
    para recreio das festivas noites
    DE
    Santo Antonio
    H
    S. FEDERO
    s .a. cxr t'.A.xnxr.a.
    POR
    :iv::i\: jvsrzon
    CONTENDO:
    Urna linda e variada colleceao de orles e de
    iogos de cartas, como o E'cart e de sociedades
    como os PROVERBIOS.
    Em acqao, urna immensa colleccSo de receitas
    uteis e de perfumara e cosmtico, um utilissimo
    Calendario agricola, urna enorme quantidade de
    logrogriphos, enigmas, charadas e problemas o
    urna inflnidade de contentes batatas, fbulas,
    modiohas, lunds, anexins, anedoctas, roman-
    ces instantneos, definices espirituosas, poesas
    e outras cousas mais, alm de urca nova e saln-
    tant poka de composicao do festejado professor
    Claudio da Gama
    o inspirado autor da Stella, A Moreninba, Is
    Sim, Sensivel, Risos de Amor. V Entrando,
    Tais toi mon cecur?, NSo Creio ?, Marieta, Risos
    de Yaya, e tantas outras polkas e walsas que de
    continuo se tocam e se dansam aos sons das mes-
    mas, constituindo delicia doa melhores saloes,
    denominada- Teas Encanto I e offe-
    recida ao bello sexo pemambucano e editada
    pela LIVRARIA FRANCEZA ra Io de Marfil,
    n. 9, Pernambuco de J. *v de Medelroa.
    Prefio de um volme nitidamente impresso em
    icontendo 112 paginas, inclusive a msica
    8O0O (I!)
    Ao commercio
    Os abaixo assignados declaram que nesta data
    dissolveram amigaVS mente a sociedade com-
    mercial que gira va sb a firma de Pinto & Costa,
    ficando o socio Justino Antonio Pinto nico res-
    ponsavel pelo activo e passivo da dita firma, re-
    tirando se o socio Manoel Gomes da Costa pag
    integralmente de seu capital e lucros.
    Recife, 12 de Maio de 1890.
    Justino Antonio Pinto.
    Manoel Gomes da Costa.
    Atten^o
    Aluga se um bom sobrado na ra Direita dos
    Afogados n 2 i, tem commodos para grande fa-
    milia, tem muito bonita vista, muito fresco e
    saudavel e o aluguel barato ; tratase na mesma
    ra n. 96.
    Diestra de piano
    Precisa se de urna mwtra para piano, em nm
    engenbo ao p da estafio Ribeirao, na linba de
    S. Francisco, alim de leccionar a urna menina :
    quem quizer, entenda se coa Leal & Irmao, a
    ra Mrquez de Olinda.
    Aos agricultores
    O bacharel Petronillo de Santa Cruz Oliveir
    continua a eocarregar se de levantar em presti-
    mos para auxilio da lavoura sob bypotheca di
    propriedades e penhor de safra ; na ra do Im-
    perador n.69, 1- andar. ____________
    o commercio
    Alexandre Antonio da Silva Oliveira declar
    a quem interesser possa, que tendo comprad!
    ao Sr MaPoelFraocisco de Almeida, a 2 do cor
    rente, o hotel denominado Ancoradouro, roa
    Mariz e Barros n. 9, livre e desembaracade ; pe-
    de a quem ejolgar credor de presentar sua -
    contas para serem pagas. _______________
    Cal Yirgein de Jaqua-
    ribe
    Depoaito Cae do Apollo a.
    SsU-afamada cal, propria para o f
    de assacar, .conaWN a Tender pe!
    reo Rreco. e iBatmpto do coalone.. Npx
    Jio |roMj..tdeiu-ae toaa as mau qo*n-
    adei de calde Jaguarlbe branca e pfetaj^,
    meBsnjbd9 qne era enti
    .'
    I

    4
    '5




    Oiario de'Pernambuco-Sexta-feira 30 de Maio de 1890
    i,
    1
    no
    MRa i, de Marco11
    Com este titulo acaba de se abrir, ra 1. de Marco n., 11 urna leja de fazen
    das e seu proprietario convida o publico d'esta oidade e de ra a apreciar o seu
    SELLOortimento. Murtas de suas fazendas s5o recebidas directamente.
    GRANDE HOVIDADE
    Desconto.de 10o/ em compras de 200000 para cima.
    Granadme, pura seda, de 10800 a 809 rs. o covado.
    Toile, pura seda, deL06OO a 650 rs. o covado.
    Las eom listra, preparo de oachemira, a 200 rs. o covado.
    Las com preparo de> cachemira a 240 rs. o eovado.
    Chitas de 200. 220 e 240 ra. o covado.
    Setinetas de cores lindas a- 300 rs o covado.
    Zephyr largo de 800 rs, a 320 rs. o covado.
    dem idem a 200 rs. o cavado,
    dem idem a 160 rs. o covado.
    Corte, coetumes- de oasemira inglesa, a 12)5000.
    Ditos de aaemira ingleza de 30500, 40000 e 60COO.
    Ditos de fustao. para collete de 600 rs. e 20400
    Cheviot de 306W, a, 20000 o covado.
    Casen ira cor- de oaf de 30000, a 10000 o covado.
    Caeacos de Jersey para senhora a 30000 e 60000.
    Merino preto a 509, 700 e* 14200 o covado.
    Dito de-c6r a, 400 rs. o covado.
    Casinetas finas de 500 rs., a 360 rs. o covado.
    Colchante crochet de 8O00 a 30500.
    ' Cortinados lindo a 60000.
    Bramante de 10 palmos a 10400, a vara.
    Ver para crr s na

    1

    CORA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
    Medalha d Prata na Expolicio Universal da Barcelona em 1888
    Medalha de Ouro, Paria, J885. Diploma de Honra. Pars,' 1*66
    ESTADO DE PERNAMBUCO
    EM BENEFICIO DA
    Santa Gasa INTBGRAES
    A quarta parte da 1." lotera tado ser extrahida impreterivelmente sab
    bado 31 do correte.
    Todo S03 pedidos de bilhetes desta lote-
    ra devem ser dirigidos thesouraria ra
    larga do Rosario n. 9. I. andar.
    PELOS CONTRACTANTES
    Bernardio Lopes. Alheiro.
    TROlMIt!
    E hoje a casa que vende mais barat Fazen eInjeccao de

    >"
    i

    KAVA KAVA
    DO DOUTOR FQURrER
    BLENKORRHAGAS
    SPERMATORRHAS, CYSTITES
    URTHRSTES, CORRIMENTOS
    Estas enfermidadas, rcenles ou ajitigas, curam-se radicalmente em alguns das,
    em agredo, sem reginwa nein tisanas, e sro cancar nosi perturbaras ocgiaa digestivos.
    Exijei-ae sobra nuda plala, sobre cada caixa. sobra cada rotulo,
    a aiM-gnatura. twm&jwmte*,
    PABJS, 2% Praga da M&deleine, 22, PABJ3
    MEIQ-SECULO DE XITO 51 PREMIOS
    . 29 Medalhas de Ouro e Diplomas de Honra .
    DE RICQLS
    HORTELAO PIIENTa
    .KECOMMENDADO
    leles ivJaMidiiMiiMg
    r-AiA cu:-.** \a
    Indigestoes,
    Dores de Estomago,
    do Cora^o, dos ervos,
    da Cabera, etc.
    O runde Preservativo nos lempos tle Epidemia *"'
    Fabrica em LYON, 9, cours dicrbouville. ^nS-^^-Sn^*^ Casa cm PARS, 41, ra Richer.
    EXIGIR 0 NOME DE RICQLS RECUSAR AS FALSIFICAQ0ES
    DspmitGi m reriiambuco : i'ii.s i. a SILVA t C" g ib tolas as Pkaraacias troyarias latjiUiU.
    INDISPEN3AVEL
    durante a eslaco calmosa
    EXCES-UEN-TE ,
    TASIBfcU PARA A
    Toilette e os Denles
    *

    A VAPOR
    -
    FABRICA DE UVROS OE ESCRIPTURACAO
    MW-iBRIU&Xo +. PAUTAQAt
    1

    m
    t
    CQANOEL J. DE.ffllRANDA
    RA -* DUQUE -* DE -* CAXIAS h#~ 3 -*-
    W7MERQ T^LERHC^ICO 194
    ? 39

    k .
    ,?sX*D' PARA
    TODOS.
    m$M%w
    P&t (a fijai di A'i&i, broDohitss mfrUwntM e toesss. "
    evB3ia i atembim i
    Tu-aoris 3.g_-jia:as, e. t.-:ls as poleatias da ':'< nes :. e
    coDlxahidot $ junclvjr^s rectas obi viu-.iy v-v. ct.canto.
    *i*
    in p 1 Z n'jc;-;i:p.-:r.io do r.olor Ho:.-_dwat,
    5 5 i.: <. L- ?.- -- 3 sn* i, OztatA Suo^t), LJSOii'dS,
    i F. vem; i a>na*w* a lujurio.
    Vaf IX aa Mli'iif i f'il firvidii- a I 1 -- -' -cu >-Malaa - "-rT-fJ ^flW.l"
    HQ*
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    I
    ^
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    -
    -Ra do Baro do iTriumpho ns. 100 a 104
    Recebaram novo, totmeaio vapores dos acreditados fabricantes Roboe
    -0 JNjwou .f ara tjrabalhar con, ego de assentamento, moendas, taxas, forma de assa
    Mear c todas as mais ferragens precisas agricultura.
    BRONZE
    GARDOZO IRMAO
    lia do Sarao k Tnu#o ns. 100, 102 e
    Deposito ru,do Apollo ds. 2 e 2B
    ItoBSJHwa tcbmIm! MfwJnte:
    ,rVAP08ES di4i,iwnoa fabricantes para fogo dirfjtpara o ou fpgo, de aste
    -iMMffltO.
    . MOENDA de Aodoa os tamanhos.
    BODAS d'agua.
    RODAS de espora e angulares.
    'fJRTVACOES diffewntes tamanhos.
    TAKAS-de ferro batido e fundido.
    LOCOMOEIS- de 2, 2 1/2, 3 e 4 cavallos.
    ARADOS Americanos.
    BOMBAS de toda as quididades com o respectivo encanamento e npalmest
    IsAw as fWmgens piecisas para a agricultura desta provincia.
    EMCARRE&AM-Sde qualquer concert e mandam buscar por eocemmei
    Sy mediante ajuste previo ou uaia-Wo/iica comnssaov qualquer my.hmino.
    1 MACHINAS de descarocar algedlo.
    VARANDAS de ferro fundido e batido.
    TX>OTBpTLM fornecimento de apparelhos para usinas, garantmdo M
    sstidade e bom trabalho dos meamos, o que podm privar c/iti o bom rerolta
    Mido eom as duaa USDiAS montadas, ltimamente a saber:
    Santa Filr?nilla e Joao Alfredo
    Vandem a praso ou a dinhairo eom descont.
    m>
    Vi a chiaas a vapor.
    "Moendas.
    Rodas d'agua.
    Taixae fundida e, batidas.
    Taixas batidas emam?-,}<]<
    Arados
    UoeneUde pala Xaipaateria & Srarisns de Imparto do Brasil.
    NnJv M
    VINdeMOITIER
    #HBw, SntUuH ta caatmU A ahtm t Ww utt
    DIGESTIVO, TNICO, FEBRFUGO
    PREPARADO COM
    Quina e Pyrophosphato de Ferro
    Esn vdiho ro preconizado por toda a bipiswa mbdics
    COMO SBNDO O MAIS POOBBOSO
    Tnico empreado para curar
    ANEMIA, CHLOROSE
    EMPOBRECIMENTO DO SANGUE
    Soberano cotttrm. a Pebre
    hotvet, PiarmaceixUco di I' Classe, hoarea Skt
    PAR 8 -r 44, ra des Lombards, 44 PARS
    Depositarios em Pernambuco : RAN M. da SI UVA O.
    MAS PRItfClPAES PHARMACIAS
    PASTO*.*
    Completo sortimento de chapeoB, capotas e gorros de fantasas em
    todas
    -qualidades.
    Fitas, renda*-ebioc-de seda ealgodSo de todas as cores.
    Flores, plumas, passaros,- alf vtte e MJoatevles paraeBfeites.
    plliap4ae ? feiro e cantor, os mais, modefBoa,,pa torneos e, meaino
    deceba pos todos os vasore, as primeiras novidades de ajgos. de ,se:
    Raphael Das. & IL.
    2 Ra dOiiBarao da Yictpria 2
    Dl.
    pi
    Dyspipsla
    P$na
    \i Appitt
    TOMIO-
    OOEBCSdofSTOMAO
    ELIXIR GREZ
    ypfwm
    Oiarrhq
    cronlca
    ^^?ai^is^s-^rA
    OUSXt r QUIPf A t
    P
    M

    ADWHtStiBBm*.
    kaMU. 8. Bwtaf* Montmartre, EARIZ
    PASTILHASi DIOE8TIVAS fabricadas *m
    Itkto ODlV t>s SMeft;.'-fl/rff*[iai Ft/Ues. Sto \
    llroW agradtvel (Ta *ua liaao i
    _________________________________________Mi *5l*ic twKteatsnttntMi-
    4 ,Umolp para nii bantio, pra as pcss*as que n^p B*lcn|i Ir a V/cl I
    jTW^SftiSK^'58lRa KOCHUN.
    cok: iA LAOii-uar. -
    V1 ^ 14 V
    Em Perwiwtweo,
    Crep de algodao a 240 rs. o covado.
    Cambraia branca com salpicos a 4fJ000.
    Crep matisado a 440 o covado.
    LS Amazonas a 400 rs. e dito.
    L2 eseosseza a 240 rs. o dito.
    Voile a 14 a 800 rs. o dito.
    Linn de ramagem a 600 rs. o dito.
    Zephyr com padrSes de voile a 640 rs.
    Cretone voile a 400 rs. o covado.
    Chitas percales r. 200 rs. o dito.
    Cambraia Victoria a 20800 a peca
    Gazes arrendadas a 440 rs. o covado.
    Cachemira de listo, duas larguras, de
    2,J000 por 10200 o dito.
    Vestidos para crjanca a 4(J0OO um.
    Baptistas finas a 260 rs. o covado.
    Setim do Japo a 240 rs. o dito.
    Cortes de metim, em cartao, a 70000.
    Cortes de zephyr, bordado, a 100000.
    Cortes brancoB bordados a 180000.
    Casacos Jersey a 60000 um.
    Popelina branca de feda.
    Setins de cores a 800 rs. o covodo.
    Briihantina de listra a 600 rs. o dito.
    Atoalhado pardo de linho com matizes
    brancos a, 30OCO o metro.
    Mantilha ce seda, creme e preto a 40500.
    Capas, visites Pelerina e mantilhetes (ca-
    chemira e seda).
    Grinalda para noiva a 100000 e 120000
    Toalha felpuda para rosto.
    Luvas de seda a 20000 e 2r;500.
    Palitots de seda palha.
    Merm de duas larguras a 40000 o covado.
    Ricas caixas para presente.
    Corte de collete de fustao.
    Bico8 de cSres e brancos.
    Extractos e leos.
    Suspensorios americanos
    Camisas allemaea a 360000 a d
    Cortinados bordados a 6,)000 o i
    Ceroulas de bramante a 140OO( .usa.
    Meias para homem a 30500, 4050 O0OOO,
    60C0e 70000 aduzia.
    MadapolBo tranjado a 90000 a poca-
    Mirin preto de 800 rs. a 20000 o covado.
    Fustao branco a 380 rs. o dito.
    Loques transparentes a 20000.
    Guan:gao de crochet com matizes a 70000
    Madapol8o com nm metro de largura a
    60500.
    Camhas de flanella a a 40000 e 50000.
    Bramante trancado de duas largaras a
    500 rs. o metro.
    Panno da Costa a 10200, 10400, 10600 a
    10800 o covado.
    Lencos, meio-linho, a 20500 a duzia.
    Lencos com barra a 10409 a dita.
    Toalhas para banho a 10800 urna.
    Esguiao pardo a 360 e 400 tb. o covado.
    Tapetes grandes e pequeos.
    Baleias a i 40 ra. a duzia.
    CoIchaB de c rea a 20000, 30000, 40000,
    50003 e 60000.
    Colchas de damasco de 13.
    Sabidas de bailo a 10000 urna-
    Ramos para peito e cabello a 20000.
    Esguiao de algodao a o 55 0 a peca.
    Vasos para p de arroz a 10500.
    Punhcs e collarinhos de celuloide.
    Abotoaduras americanas.
    Palitot de alpaca preta.
    Espartilhos a 50000 e 60000.
    Baptiste de cSres a 160 rs. o covado.
    Renda hespanhola a 30000 o metro.
    Bordados e entremeios.
    E?cova3 e pentes.
    Regatas e ajos.

    Completo sortimento de cachemira
    E OFFICINA DE ALFAIATE
    20Ra 1. de Marco20
    Amaral & C.

    VERDADEIROS
    AGUAePbeBOTOT
    Os (Bnicos Dentrftcws
    approvados pela ACADEMIA de MEDICINA
    Branqueam os Pentes. Forticam as Qengivas.
    DEPOSITO : 17, Pue de la Palx, PARS.
    __ Antioament : 39, Ras Saint-Honore.
    DE8CONPIAB-SE DAS PALBIPICAgOES
    ^OWAM-4^ HA PSIKCI/1 paOqAftlAI yaRfUMAVAB,

    .
    23-Rua de Malinas d'Albuquei ijim\ antip na das Flores2S
    ,TDge tocas ou em obras, chapeos de feltros ou de palha, tira o mofo de fazendas; todo >
    rabalho 6 feit^ por njeio de macbinismo aperfei^ado, at hoje conhecido.
    Tintura preta as tercas e sextas-feira, tinta de efires e layagem todos os dias.
    .2
    '
    h
    uereis
    dsde pulmonar
    tosse ? Tomai o remedio garantido
    enfermi-
    qualquer
    is xuvar-ves prompta e radicalmente de vjjBsa
    , brorichite) ^sAma, ronquidap^ defluso.o4-de
    i o remedio garantido
    Oeitoral deCamter
    de Souza Soares, de Pelotas, que se acha venda e as principaes
    ' pharmacias e drogaras desta cidade, a 20500 o frasco 240000 a duzia.
    Os agentes e depositarios
    Francisco M. da Silva & C.
    RA MRQUEZ DE OLINDA
    *; -'

    Aluguel barato
    ViscoDde d Pelotas n. 8
    i-'edro jVffwnso, armazem q. 46.
    Largo do (ne%edo loja o.-17
    ndar a. 47
    n. 7
    quar
    Rua.ltparica 6. 43 i.? andar.
    -V
    traffissa do 'armo, loja g. 10.
    Becco o Tjrabiii. SI.
    3 tratai1 roa doTommercio n. 5, !
    esenrtofio de Silva Ganaraes 4 G.
    and
    .<$>

    '
    1
    J N
    8 \

    T:


    8
    ntr
    MUTA ATTGKCAO
    O melhore8 cigarros, qae ha Lo je
    tacto de fumo picado como dealiado tu
    0&-MINHA ESPERANQA.
    Olfaai com attenco par o envoh croMos
    cigarros onde se l a pal.vr- E8PE-
    RANCA.
    Ha omito quem venda gato por lebre
    N.-.s grandes merciarias,
    -i
    I
    'i
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    eos (aloes de
    os D0880B ci
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    por F.
    pelo mesmo, i
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    cabelleireiros, vendem se
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    legoaa da estacSo de Palmares, com capacidade
    para sarejar mais de 2,000 pae, pdenlo o
    mesmo comprador arrendal o ; a tratar na ra
    Marqutz do Herval n. lii.
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    Vende se ou permuta se por predio urna pe-
    quena fabrica prompta a trabalhar, margem
    de rioe dimanda de pequeo eapital; a tratar
    na ra da Madre de Deus n. 16.
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    realejos, caixas de msica, etc., etc.
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    Novidades
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    RAMIRO M. COSTA & C.
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    Da quinta do Barra!
    Os nroprietarios do Armazem Central, rnt
    do Cabug n. 11, avisara aos seus dietioctos fre
    guezes e ao respeitavel publico que receberaa
    nova remessa deste especial vinho, o qual se
    recommenda por ser puro da uva, e s se reta
    Iba em seu armazem.
    Joaquim Christovo & C.
    Telephone 447
    V ceas tourinas
    Vendem se vaccas tourinas com crias, dando
    leite, por seu dono ter de retirar se para fra do
    Estado por incommod03 de sade ; na coebeira
    da ra Seb&stiSo L -pes o. 33. Para informaces
    na ra do Pires n. 31, Is Yerna, defronte da ami-
    ga caixa d'agua.
    0< Cavalbeiros do Amor, romance cm
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    ibo D, 1 vol ene.
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    Costa, 1 grosso volume ene.
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    250 Qualquer senhora por mais gorda ou
    magra, alta ou baixa que seja, pode fazer
    seus vestidos sem prova e sem auxilio de
    outra peasoa.
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    Na loja das Listras Azues
    A' ra Duque deCaxias u. Bl
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    Para frente de casas, banhaires
    corredores, acongues, sendo de lindas
    cosre, vendem-se por 6O000 o milbei-
    ro, por ser um saldo, a 'raca da In-
    dependencia n. 40.
    Attencao
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    quazi em perfeito estado; na ra da mperatriz
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    Voos e quedas, versos, 1 vol. ene. SiOOO
    Guimares, poema, 1 vol. ene. 3/000
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    beiro, 1 vol. ene. 3/000
    Alberto Pimentel, Cantales, versos, 1
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    Evangelius e Syllabus, dnma, 1 vol.
    ene. 3000
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    Estudos biographicos e Iliterarios, *"
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    Castrioto Luzitano, historia entre o
    Brazil e a Hollanda, 1 vol. ene,
    fino 5/000
    Bibliotheca do Povo,(12 vols. enes. 25/000
    Morte de D. Joo, romance, 1 vol.
    ene. 2/500
    Ccntos ie Pedro Ivo, romance, 1 vol.
    ene. 3/000
    0 abandonado por Julio Verne, 1 vol.
    ene. 1/500
    0 Proce.-so Le rouge, romance hist-
    rico, 1 vol. ene. 3/000
    Gabriel Malagrida romance, 1 vol.
    ene. 3/000
    Neto do Aceitado, romance histrico,
    1 vol. ene. 3/080
    V'iagem no dorso de urna baleia, 1
    vol. ene. 3/000
    Cbiquinho, Enciclopedia da Infancia,
    por G. Bruno, 1 vol. ene. 3/000
    Caricaturas em proza, por Luiz An
    drade, 1 vol. ene. 3/000
    0 Pastor e a o ve I ha, obra rara e es-
    gotada pelo finado bispo 0. Joo, I
    v. ene 15*000
    O birajara, lenda, 1 vcl. ene. 3/000
    A muido Gama- Um motim ha cem an
    nos 1 vol. ene, obra rara 6/000
    0 Dia de S. Nunca, romance, 1 vol.
    ene. 2/000
    P. de KockJoo, 2 vol. ene. 4/000
    As mil e urna mulheres, 4 vols. enes. 8/000
    0 rei i andla, romance, 1 vol ene. 2/000
    'ontos a Ninoo, por E. Zola, 1 vol.
    ene. 2/000
    A caca de um baronato.l vol. ene. 1/500
    Arraldo GamaO filho do Baldai, 1
    vol. ene. 4/000
    Os berdeiros de Caramur, romance
    histrico, 2 vols. ene, finos 6/100
    A igreia e o Estado, por GanganelU,
    4 vols. ene. 10/000
    Serpa PintoComo atravessei a fri-
    ca, 2 vols. enes finos, com gravu-
    ras 12/006
    Eca de QueirozO crime do padre
    Amaro 2/000
    Castello de Grasvilie, romance raro,
    1 vol, ene. 2/000
    Leonor, D'Amboise, 1 vol, ene. t i/000
    As obras de Julio Verne, 42 vols,
    enes. 30/000
    Tres Poemas em proza, e verso por
    Gomes Jnior, 1 vol, ene. 3000
    Typos de cara dura, i vol, broch. 1/OfJO
    As viagens de Guliver, obra critica
    ejocoza (rara,) 1 vol, broch. 3/000
    Vozes da historia pelo Padre Gui-
    lbermc Das, 1 vol, broch. 2/500
    Um mysterio de familia por F. Tava-
    ra, f vol, broch. 2/000
    Um casamento no arrabalde, 1 vol.
    broch. (mesmo autor) 2/000
    Guarrlgues breve leitura sobre sci-
    encia, 1 toI, ene. 3/000
    O matadouro, historia da Lavadei-
    ra Gervazia o 1". o vol s. 1/500
    Ponson do Terrail A heranca myste-
    rioza o 2. vol s ene. 2/000
    Repostas consisas e ftmiliares por
    Mr. Segur, 1 vol, ene. 1/000
    Carta sobre a Companbia de Jezus,
    1 vol, broch. 2/000
    Carta a Pae Tobas, 1 vol. broch. 2/000
    No escriptorio deste Diarto se dir quem ven-
    de todas estas obras, e faz-se grande abati-
    miento a quem comprar todas juntas
    o co
    rs. o co-
    FOLHETII
    Superior vioho de Al-
    cobaca
    O acreditado e autigo armazem do Lim par
    ticipa ao publico e aos seus tregeles que acaba
    de receber urna nova remessa deste especial
    vinho, escolhido propiamente pelo ebefe desta
    casa, tornando se recommendado por ser puro e
    de boa qualidade.
    Jos Fernandes Lima & C, ra Bario da Vic
    toria n. 9
    Telephone 323
    48 Ra Dh^oc le CasJa-4
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    Lindas las de cores a 2 0, 240, 300 e
    320 rs. o covado.
    Cachemira de quadros com. iatraa de seda
    a 1)5003 o covado. *>
    Merinos lavrado a 500 rs. o covado.
    Voile de algodSo a 240 rs. o covado.
    dem de 13 ultima m da a 80 J rs. c co
    vado. *
    Cortea de metim pan. vestidos de duas
    cores a 6000 um.
    Ditos braucos bordados a 124000, 140COO
    e 150000 um.
    Ditos de cachemira bordados a250COO um.
    Cortes de cambraiA branca de quadros a
    10800 um.
    Cort'nados bordados a 64000 e 70000 o
    par.
    Ditos de crochet a 80000 e 100000 um.
    Fecnn de todas .as cores de retroz
    10000 um.
    Colcha de efires a 200 00, 30000, 40000 e
    50000 urna.
    Cobertas forradas para casal a 20500
    urna.
    Toilettes para baptisado a 60000, 8000!
    e 100000 um.
    Camisa fina de meiaa a 1 000 urna
    Toalhas para crianca a 100 e I20rs. urna.
    Ceroulas francesas, a 10000 urna.
    Panno de crochet para cadeira a 500
    r um.
    Atoalhado de linho de 40400 o metro por
    20400
    Dito de algodSo a 10200.
    AlgodSo trancado para toalha a 10010 o
    metro.
    Bramante de algodSo com 4 largura, a
    800 e 10000.
    Lencos de algodSo a 10200 e 2O00 a
    duaia.
    Dito de linho a 30000 a duzia
    Batistas de core a 120 e 160 o covado.
    Cretones escaros e claros a 200 ra o co-
    vado.
    MadapolSo americano com 24 jarda a
    50000 e 60OCO a peca
    Cobertores brancos de 12 para acabar a
    20COO um.
    Bramante de linho, fazenda de 30000, a
    20000 o metro
    Panno para mesa a 10200, 10100 e 10600
    o civado.
    Brim pardo trancado a 240 re. o covado
    Vestidos de Gersey para creanea a 60000
    um.
    Camisa de linho para hornera a 20000,
    30000 e 40000.
    Granadina ultima moda a 360 o covado.
    Costumes de cachemira fina para homem de
    2O0OOC a 150000.
    Cortes de cachemira de cores muito finos a
    4000 um.
    Cortes de fustSo para collete a 800 ra. um.
    Guardunapos c m franja a 20OCO a duzia.
    Espartilhos de toda as qualidades e n-
    meros por preco baratsimo.
    E muitas outras fazendas de lei e moda
    qea vende por prego sem competencia,
    em vista de seu proprietario querer acabar
    com o estabelecimento.
    S na tevolu^ao
    HENRIQUE DA SILVA MOREDiA
    {le toefos
    Os abaixo assignados, tendo feit> gran-
    de reducc3q|.le preyos as fazenda
    existentes enrseu escabelecime'n.to, convi-
    dara o rapeitavel publico e ejpecialraenta
    a seus bons fregueses, a certificarem se da
    verdade que aqu fica dita e a aproveita-
    rem a occasilo de su^p^-se de roupas,
    para muito tempo, e por precos insignifi:
    cantes.
    Como sejam :
    Voile de 11 algodSo a 240 rs. o
    vado, cachemiras de qnadros, fazenda*lej
    80F rs por 323 rs o covado, aepbyros de
    cores diversas a 320 re. o covado, baptis-
    tas republicana (inteira novidade) a ^00
    re. o covado, ISs de core a 200 r. o
    covado, setineta finas a 320 r. o covado,
    merinos de cores (18 pura) "de urna lar-
    gura a 280 rs. o covado.
    "*Grande quantidade de chitas finas, com
    pequeo toque de mofo, de 200 a 240 rs.
    o covado.
    Variado sortiment* de voiles de II,
    fazenda muita fina de goatos lindissimos.
    Crep da China, dem, ide, cambraiaa
    da China, com palma solta, completa
    novidade, voile com salpico, idem, idem..
    Chitas, chamalot, o que ha da maJB
    exquisito em gosto, etamines lisas ren-
    dadas, cachemiras lavrada, pretas *de
    cores, fustScs bronco*,- cretones pretos e
    de cores liso e com flores, baptistas de
    cores, gostos delicados.
    MadapolSo americano a 50000 a peca.
    Metins, idem variado sortimento.
    Espantoso sor!ment e cretones p-ra
    cobertas e chambre*, esguiSo de puro
    linho, costumes de Jersey para meninos,
    capas hespanpolaa, pura seda a 30000
    urna, cortea do vestidos de todas as qua
    lidades, fichus da 12, linho e prateados,
    o que pode hver de mais chic.
    Grande sortimento de camisa de linho
    e flanella para homem, idem, idem de
    punhos, collarinhos e gravatas e muitas
    outras fazendas que seria enfadonho men-
    cionar e que tudo vendem sem reserva de
    precos.
    Os barateiros! os barateifos!
    A' RA 1." DE MARCO N. 1
    Bernardino Campos & C.
    Alfafa nova
    Moris austraca s
    Ha um riquiss mo e variado sortimento de
    movis austracos de diversas cores, lisos, tor-
    neados e entalbados, para vendas em poreso ou
    as pecas avulsas, bem como ricos espelbos para
    salSo, camas de ferro com lastro de ac para
    meninos, eolteiros e para casal, e magnficos ta-
    pete avelludados, us melhcres que veem ao
    mercado ; no armazem ra Mrquez de Olinda
    numero 54.
    Attencao
    Vende-se a caverna sita ra do Rosario da
    Boa- Vista n. 11, esquina do becco do Tambi ;
    trata se na mesroa.
    POE
    PALLO 1> A 14-1(1 T10\ T
    RIMEIRA I ARTE
    A andorinha
    vContinuas5o do u.
    VI
    121
    NEOOCIO ARCHIVADO
    Era primeiro lugar, Laura tinha pela filh
    adoptiva urna verdadeira loucura de amor
    maternal : e depois, bem no intimo, com
    aaanto cbsintressado e bom o quanto po3
    sivel, o cscellent machinista cncava um
    poucb com o generoso protector da peque
    na Mana, o mesmo que prometiera volcar.
    se elles xoasem discretos.
    Ora, ellea o tinham sido ambos .. Oh !
    sim !...
    A Laura isso no ora difficil, sendo ella
    por nat, reza concentrada, refiectida e pou-
    co fallado ra.
    Mas elle!... quanta e quantas veaes
    aquella boa lingua de provenca! n2o aehti a
    cocegas, santo Den !...
    E entretanto elle nfto dissera palavra.
    Aquillo mereca alguma causa, com a
    breca.' ..
    Ha va, entretanto, ainda um mao mo-
    mento a passar, aaas perigoso, tanto para
    a ternura de Laura, como para o interesse
    de Roselin.
    Era o momento em que a pequea Ma-
    ra, restabelecida do perigo de morte que
    lhe fizera correr a sua febre cerebral, po-
    desse fallar e instruir a justica.
    Effectivamente, se Greliche no tvesse
    descoberto cousa alguma, urna simples pa
    lfivra ouvida por urna crianca de seis an
    nos, muito iotelligente, nao o poderia guiar
    pista da culpada ?
    Mas esse momento, esperado com an-
    cedade pelo chefe de seguranfa, pareca
    nlo dever produzir se ainda.
    A doente esteve primeiro por muito
    tempo em estado febril dos maispergosos,
    e que 5 menor emocSo poderia tornar mor-
    tal.
    Depois, quando a gravidade cerebral
    desippareceu pouc^ a pouco, app^receram
    phenomenos nervosos extraordinarios.
    O ogo, quer no pequeo fogSo da co
    zinha, quer at o do lampeSo ou da vela,
    produzi tyecope na pobre doentnha
    A pjrca fechaedo-se muito bruscamente,
    e sobretudo a presenca de um estranho,
    causavam lhe os me irnos accidentes.
    Em compensado, adorava Laura.
    Chora a-> lembrar-se da pobre Clemen-
    cia, mas moderadamente.
    Ella era boa, disse ella a Roselin
    um da em que elle lhe fallava muito mei
    gamente a seu respeito, mas n2o era mi
    nba mami.
    O machinista, estupefa to, olhou para a
    crianja.
    Como sabes tu disso, pequea? per-
    guntou lhe elle.
    Os olhos da cri..nca, aquelles bello olhos
    azues to puros e to clares, annuviaram-
    se sbitamente.
    Eu o sei I disse ella em voz baixa
    A minha mamai morreu tanbem, mas no
    era a mli Clemencia.
    Laura, aasustada ante a pllidez repen-
    Solta 30 rs. okilo, era fardos 60 ra.; ven-
    de se no armazem ra da Madre de Deus nu-
    mero 10.
    Farelo novo superior
    Saceos de 42 kilos a 10800
    Vndese no Corpo Santo n. 6.
    WHSif
    Soya! Blend marca V1AD0
    Este excellente Whisky Escocez pr
    rerivel ao cognac ou agurdente de can
    para fortificar e corpo.
    Vende-se a retalno nos melhoree arre.
    zens de molhados.
    Pede Rojal Blend marca VlaJo
    croo nome e emblema sao registrado par-
    todo Brazil.
    BROWNS aC., agentes
    mefiri
    H0 MUS,__
    *** *3LERV Vnae-se eo toi Bir*
    AO PUBLICO
    O abaixo assignado resolveu participar
    aos seus amigo e freguezes quo contina
    a ter sempre o mais completo sortimento
    de :
    COGNACS destacando o afamado
    Pn >, qae um dos que mais Be pres-
    tara a tomarse coa leite.
    V1NHOSO Palhete sem prejuizo das
    outras marcas, especial sando tambem o
    magnifico Bordeaux Republique Brtil-
    lienne.
    LEGMESem conserva, especialida-
    des como n3o se encontram em qualquer
    caa.
    CARNE 3 em conserva, especiaes como
    nunca vieram aqni.
    PEIXEStambem o que ha de mais
    variado.
    CER VE JASonde se destaca a bem
    conhecida e digna de celebridade Paulino
    Bier.
    CHARUTOS nm grande sortimento
    das melbores marcas, e por pre$os muito
    com modos.
    Alem uestes artigos acha se o seu esta-
    belecimento sempre supprido de tudo
    quanto se possa desejar d'um bom esta-
    belecimento d'aquelle genero
    Ra do Imperador n. 28.
    Paulino ele Oliveira Maia.
    Pao centeio
    Mello & Biaet tendo recebido nova remessa de
    i'arinba centeio, avisa aos seas freguezes que
    continuara a fabricar este delicioso pao centeio
    todas as tercas e sextas-feiras ; na ra larga do
    Rosario u. 40. ________________________
    Vende-se
    urna boa machina de numerar e
    na ra Mrquez
    rerei lagalhles
    RcceheeTores directos dos mer
    ' eadis-da Earitpa
    Apr.'sentan; os segui.tes artigos, sendo
    a%un ainda do anno passadrff r. z2o. justa
    j)ftra serem actualmente baraiissima.
    Brins pardo e de cores a ^40 rs. o cavado
    dem trancad.', superior, a 26J ra. dito.
    Corte de fustao para clete a 8*0 r.
    dem de casenetas a 10000 x02OT).
    I dem de casimira ingleza de cores a 30 e
    r 40OD.
    AlgodSo cr, marchetado para toalhas, a
    440 re. o metro.
    Mera wrcomijr lergqjara^ lejBCoe8,_ j^LfJ
    500.0 a peca.
    MadapolSo superior, com 24 jardas a 50
    o 60O;O.
    dem B6a-Vista, verdadeiV, a 508CO.
    Cortinados bordados de crochet a 120000.
    Colchas dem a 70COO e 80COO.
    Grinaldas e veos para noivas a 80OOD.
    Espartilhca modernoaa 40000,
    Percales clara "e escuras a 241 o covado.
    Merine<4e crea, urna largura, a 200 re.
    o Cfttao.
    Toalbal n^cionaes a 20500 a duzia.
    Lencos, em lindas caixinhas a 10800 e
    20800 a dita.
    Meias raglezas e nacionaes a 20500 e
    30000 a.dita.
    Camisas de meia, idem, superior, a 120000.
    Cerolas brrdadas de bramante a i20000 e
    160000 a duzia.
    Guardanapos com franjas a 10800 a dita.
    Pannos de cores lindas para mesa a 10600
    o covado.
    Cobertas de ganga, dous pannos a 2p00.
    Cretonea para as mesmas, a 10000 o me-
    Peitos de celuloide com bordado imitanio
    perleitamente linho.
    Collarinhos n.oderno duzia 50000.
    . *" inibaihe de rr< m efe
    'aixaade hnhas decores com mcscke
    dourado a 10000* e um covello 100.
    Punhos para homem a 60COO a duaia.
    Lenjos brincos para creanea a 10OOa
    duzia.
    tro; o melhor.
    dem mosaicos, idem, a 440 ra. o covado.
    Bramantes franceses a 10600 o dito.
    Casemira de cores, duas larguras, a
    108CO o dito,
    Cheviot azul, cor inalteravel, a 20400,
    30500 e 40000.
    Merines para luto desde 500 rs. a 10800,
    dua larguras.
    Sargelins de cores a 200 rs o covado.
    Mantilhas e fichus a 10, 30000 e 50000.
    Toalhas de labyrintho, riquisama, a 250 e
    300000.
    Vendas em groase tem o descont de
    propria
    14 V.
    59BDA DUQUE DE CADAS59
    B. i)B DBDSINA & a
    Ra Harquez de Olinda n. 13
    Armazem de cerveja, vi-
    olaos, champagne, licores,
    cognac, agua mineral, con-
    servas, etc., etc. nico
    deposito da afamada, cer-
    veja Phcenix de Dortmuud
    e do chocolate Ph. Su-
    chard de Neuchatel pre-
    miado com a medalha de
    Ouro na Exposicao Univer-
    sal de Pariz em 1889.
    Agencia da grande fa-
    brica de charutos Danne-
    mann & C, S. Flix (Bahia).
    dhersos cofres,
    ii da antga the-
    sonrara das lotera? ; a tratar
    de Olinda n. i, 1- andar.
    Cera
    Farello superior
    a 2*000 ; ao largo do Mercado n. iS.
    tina da enanca, fez signal a Roselin que
    se calasse.
    Mara sorprendeu esse signal, e ent2o,
    enlacando-lhe sbitamente o pescoco com
    os bracos:
    Minhh mamSi agora, disse ella, s
    tu!... Oh! euteamo...Eu t3 amo,
    mamai Laurinha. Conserva me aqu bem
    guardada em tua companhia.. .
    E, fremente, desvairada, accommettida
    novamente por um dos sceseos de terror
    que lhe arrebatavam os se.itidos, a crian-
    ca impressionavel nclinou a cabeca sobre
    o hombro de sua mi adoptiva e ficou mais
    branca do que a cera.
    - Ella sabe de alguma cousa, disse
    Roselin mulher.
    Laura chorava, repetndo, fortemente
    commovida por todas aquella ardentes pa-
    lavras de affecto:
    - Ah se algum dia te arr.ncarem da
    minha companhia, Mara, nSo ser por
    minha vontade !...
    E tratava della noite e dia, nao a dei-
    xando nm momento, prodigalisando lhe
    amor e solicitudes, parecendo defender
    pela sua vontade e pela sua ternura aquella
    pequ na existencia ame.cada contra a
    morte terrivel, que talvez a espreitasse.
    E que de transes !
    A' pirte o que poda descobrir a polica
    sobre a origem de Mara, Laura nSo es^
    quecia ss advertencia e as recommenda-
    c3es do descohecido.
    Ameaca-a um perigo de morte, disse
    ra lhe Mudem-se !...
    ''orno mudarem se, tiocar o nome, ves-
    tir pelle nova, m urna palavra, quando a
    pocia, a maldita polica, tinha necesaida-
    de a cada instante de urna informac3o, de
    urna palavra, de urna conferencia ? ..
    E nao seria mudando de casa e de no-
    me naquella occasilo o melhor, o mais ga
    rantido meio de fornecer um indicio certo i
    Vende se na ra do Cabug n. 2, segundo a
    qualid-de, de I* a 1*500 a libra, e sendo de
    arroba para cima, faz-se na de 2a o descont de
    30 0/0, e na de i. de 20 0.0. ro mesmo esta-
    b'lecimento tem machinas para costura e mesas
    para as mesmas por 10* cadauma.
    Vendem se duas casas
    terreas
    sitas na estrada do Hatumbo, em Beberibe,
    cuido cada urna duas janellas e urna poitade
    frente, 2 salas e & quartos internos, cosinba e
    t quarto fra, muro e portSo na frente, tudo ein
    bom estado, com sitio contendo algumas arvo-
    res fructferas ; as casas escao alugadas e ren
    dem 30*000 mensaes ; a tratar na ra do Com-
    mercio n. 32, das 10 M 3 horas da tarde.
    A 500 rs. a pefa
    Bordados e ntremelos, cambraia fina com um
    pequeo tcque de avaria de 500 rs., 600, 800 e
    1*01,0 a peca ; na ra do Crespo n. 2i, loja do
    Campos.
    Patacoes velhos
    Compra-se na relojoaria David, roa do Cabu-
    la o ti.
    aquelles que queriam fazer mal crianca
    adorada ?
    Laura j nSo dormia, atormentada pelas
    suas angustias.
    A' noite mandara Roselin rondar a casa
    e os arredores, afim de ver se a tal des-
    conhecida maldita e terrivel, que o instinc-
    to lhe dizia ser inimiga mortal de Mara,
    nSo apparecia nos arredores.
    No correr do dia era ella quem desoa
    vinte vezes sob pretextos differentes, olhan-
    do anciosa para todos es lados, com o co-
    racSo a bater lhe desesperadamente.
    Depois tornava a subir como urna louca,
    e quundo via Mara a brincar, muito fati
    gada, muito fraca, com Mauricio, de quem
    gostava loucamente, a pobre mulher acal-
    mava se um pouco.
    Quanto ao rapazito, adorava aquella no-
    va companheirinha tao t batida e tSo doen
    te entSo, mas com a qual se havia acostu-
    mado durante a longa molestia do Rosa,
    a sua irmSznha e a quem pouco a pouco
    havia englobado na m?8ma ternura.
    Ella Boffria airora ; e com o seu bom
    corayao de crianca expansiva e ffe.'tuosa
    Mauricio tinha para com ella todos os ca
    rinhos e atten^oes_, que encantavam a doen-
    tnha.
    Longe de mostrarse cioso da grande
    ternura que lhe prodigalisava Laura, elle
    associava se a ella com urna razio supe
    rior sua idade, inventando para distrahir
    a sua nova irmazinha urna multidSo de
    brnquedos e de historias, que a acalma
    vam e a divertiam.
    E de facto a horrivel febre. foi pouco a
    pouco desapparecendo ; as faces de Mara
    e. cheram se lentamente, emqaanto sob os
    quentea efluvios da coivalesccn.a nm san-
    gue mais rdante coloria lhe o rosto de i-
    cado, at entSo da mesma cor que -as ro
    aas braneps da coras mortuaria.
    Finalmente um da, a crianca que pa-
    Libras
    Vendem se ra de Ii. Mara Cezar n. 26.
    Bom
    negocio
    Admitiese um socio com algum capital para
    taverna ; a tratar na ra de Domingos Jos Mar
    tos n. 80
    _ baile
    Lindo ramea de flore artifiaes de
    e com hatees de borracha.
    Cido e grtnde sortimento de sovjUche e
    toda as core para enfeitar vestidoa o
    creanea.
    ara as Sraa. modlaias
    Bicos de cores brancoade algodio a 1 506
    e 2,5000 a peca. "
    Bicos de seda de diversas core a 5#000 a
    peca.
    Porta tran9a de prata, tartaruga e w^w.
    Punhc e collarinhos de celuloide.
    E-pelho cara dura a 400.
    Para liquidar grande quantidade de fita
    moderna abatimento de 25 0.
    Fitas n. 9 a 400 o metro.
    dem n. 5 a 200 o metro.
    Lavrada para faxa a 20C0 o metro.
    dem para faxa n. 30 a 30000 o metro.
    Espartilhos para 40000, 50000 e 60006.
    Para4t9|>iTa
    Capellas'de cera.
    dem de flores de larangeiras.
    Ramos francezes e nacionaes, veos, Iequet
    e luvas..
    EDcbovf.es para baptisado.
    Tocas e capotas para baptisado e pasaeia.
    Cinto de chagrain para senhora, largos *
    estreitoB a 10000.
    Grande sortimento de galSes, palmas, ro-
    sa,, pingentes e guarnicSes pretaa de
    vldrilho para vestido.
    Lindas ostureiras de velludo
    para presentes.
    Lindas boleas com estojo para costura.
    Grande sortimento de caixinhas com ex-
    tractos proprias para presentes a 20OOC
    30000, 40OOC, 50000 e 60000 urna.
    Lvtob de missa, de madreperola e o
    velludo.
    Lindos objectos de crystal para presente
    como sejam : porta-relegio, parta-extra-
    cto, porta-p de arroz de 40500 $t
    120000. ^^
    Finos alfinetes para gravatas.
    Grande sortimento de broches americana*
    para senhoras.
    Caixas com msicas a 20, 30000, 40QOC
    at 120000. ^^
    Grande sortimento de galSzinhos bramo
    e de cores para enfeitar casacos e ronat.
    de criancas.
    Porta-retratos a 200 e 300 rs. um.
    Grande sortimento de lencos de seda s
    10000, 10500 e 20000 um.
    Guarnieses para toilet a 60000 e 70O6C.
    Lindos porta pos de arroz a 10500, 20OOC
    30000, 40000, 50000 e 60000 um.
    Finas ligas com ramo de flor de laiange*
    proprias para noiva a 10500 o par.
    dem de todas as cores a 10000, 102OC.
    10500 e 20000.
    Lencos de linho a 30000 a duzia, em ca-
    xinha.
    Grande sortimento de pu Ice iras amen-
    canas.
    Cortinados de crothet para cama a 1260QC
    170000 e 190000.
    Ditos para janella a 70000.
    GuarniySes para cadeira a 60000.
    Pannos de croehet para cadeira a 800 *
    10000
    Grande sortimento de luvas finas para te-
    nhora a 10500, 20000 e 20500 o par.
    dem para menina a 800 e 10000.
    Linba de machina a 700 rs. a duzia.
    dem idem a 60 rs. o carritel.
    Toalhas para banho a 10500.
    dem para rosto a 300 rs.
    Babadores eom inscripcao
    600 e a duzia a 40000.
    Grande sartimento de espelhcs finos
    e de canto redondo a 40000, 50000
    60000.
    Bengallas de flauta n 10500.
    103RA DUQUE DE CAXIAS108
    Mercearia
    Vende se urna mercearia bem localisadaepro-
    pria para principiante por ter poucos fundos
    para informacOes na ra Marquez'do Herval^
    mero 73.
    e paisagem a
    Leitura s Selectas
    Pelo Dr. Joo Barbalhol
    Acha-se no prelo e brevemente ser expostafe
    venda, a 3 edicao deste importante livro pasa
    leitura e outros exerclcios as escolas.
    recia reflectir desde certo tempo, dirigi-
    se a Laura.
    Achavam se sos as duas.
    Roselin tinha do para as suas machinas
    em casa da Sra. Varnet, que anda n3o
    havia deixado, e Mauricio nao tinha ainda
    voltado da escola.
    MamSi, disse ella a Laura, ouvi ante-
    hontem o que te contava papa quando te
    participava que o juiz da nstrucyao lhe
    perguntara se eu estara breve em estado
    de ser interrogada por elle.
    A Sra. Roselin estremecen.
    A crian ;a fallara-ihe com sisudez, com
    serieda.e extraordinaria na sua idade.
    Mara continuou:
    Por que esse juiz me quer interro-
    gar ?
    Laura tomou rapidameate urna rescln-
    eSo.
    A'quella crianca, que'parecia tudo com-
    prehender, que tinha talvez adivinhado os
    s -us terrores, era peciso dizer tudo.
    Escuta, disse-lhe ella, nSo quero ter
    segredos para comtigo. Tra a de me com-
    prehender bem, e depois nSo esquecas ne-
    nhuma das minhas palavras.
    Nos labios ainda des.'orados, nos labios
    paludos de Mara surgi um sorriso que
    pareca dizer :
    NSo tenhas receio.
    A pobre m&i Clemencia
    Sra. Roselin
    ., comecou a
    encontrou a marte n'um in-
    cendio, que cortamente nSo foi obra de
    urna imprudencia ou de um accidente.
    Mara ficou lvida e poz se a tremer.
    Fa$o te mal com estas cousas, at-
    lhou Laura. NSo ests ainda bastante for-
    te para fallar nisso. Conversaremos mais
    t rde.
    NSo, respondeu vivamente a peque-
    a, essa recordicSo produz me sempre o
    mesmo effeito; foi urna cousa t3o terrivel,
    tSo espantosa... mas passa e forcoso
    fallar, apezar disso. De outro modo, come
    saberei o que devo calar ao juiz, o que
    devo contar lhe ?...
    Laura apertou-a como urna louca eso-
    tra o coracSo.
    Ah querida Mara, disse-lhe-ella,
    nunca, cobrindo-a de beij w, como te cem-
    prehendo bem !...
    Sim, porque nSo quero te deixar.
    nunca querida mamSi Laurinha, tSo boa-e
    a quem amo tanto!...
    EntSo, dize-me tudo quanto sabes,
    eu direi o que deves confessar ao jua.
    Pois bem, "o seguinte : na noite dr
    incendio, mSi Clemencia me deitara, comf
    de co;turne, s nove horas, e deixara abei-
    ta a porta do nosso quarto, que dava pan
    o pateo e ficava contiguo sala de jant*^
    como sabes.
    Sim, sim, conheca a casa, havia tret
    aposentos em seguida, a loja primeiro sa-
    br a ra, a sala de jantar no centro e e
    quarto nos fundos, dando para o pateo. A
    sala de jantar, que servia tanbem de ce-
    zinha, recebia luz por urna vidraca, que a
    separava por um lado da loja c pelo outre
    do quarto. ,
    Exactamente. NSo sei ouanto tem-
    po h via j que eu dormia, qjkando o.uvi
    ama discussSo violenta. Puz me _4 escuta
    o, como percebesso urna voaestrcnha, que
    eu nao conhecia, ao mesmo tempo cole-
    iici e doce, pronunciar palavras teoe me
    ene'eram de espanto, levantei-me tvaga-
    rinho.
    (Contmt Tr-$e-K-.y
    Typ do Dtarto, Ra Duque de Caxias n. 41
    4

    - i
    i
    I


Full Text
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