Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17717


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Full Text
Domingo 11 de Outnfbro de fc 496

IUMERO jM
REDACTORES ANTONIO WITRIJVIO PINTO RANDEIRA E ACCIOLJ DE VASCONGEIXOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE
Por tres mezes achantados.
Por seis mez-s adiantados. .
Por noxe mezes adiantados
Por um anuo adiantado
NAO SE PAGA PORTE
81000
(5*000
22&500
30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS^ PBLICaQOES NA
FRANCA E 1KGLATIJRRA
Os Srs. Mayence Favre & C, residenljem Paris18]rue de
La Grange Batel'
TtLEGRAMMAS
Rio de Janeiro, 10 de Outubro, ]
i hora e 54 minutos da tarde.
re*
ru.
Ir
13,6 hectrea, sond > que desloa ha somonte
1,4 com 7 metros d'agu.
Esta enseada, apezar de offereeer fundo
de areia era ptimas condcSos para anco
rar, nao entretanto, aproveitada pelos
navegantes.
*cebdo na estaco as 4 horas e 10 mina* Limita-a, do lado do trra, urna praia
tes e entregue as 4 hora.s e 25 minutos, j concava,arenosa, quo se prolonga ao Sul.
at ao caes hoje construido om face da
A commisso do orijamcnto accei- estaejio torminal da viaferroa de Llraoei
toa a emenda que redt.z em 50 [. o ro, o, ao Norte, at ao Forte do Buraco,
, tr,r. To nos iinmediacos da cidade de Olnda, cora-
frete as estradas da assucar typo Ue-; u .- ,. ,
,lc prehondendo o isllirao quo liga a volha ca-
e outra | | pla, de PernamQHC() a0 bairro d3 Recife
AS. W- da ensoada o ansoradouro
limitado por ura banco que da extremidad
do reforido caes avanza para o Norte, es
tendendo-se para os lados, o destacando
__ O Sr. Alves da -Iva nlo accei-!em direeglo ao Pharol urna ramificaba o
tou a commissSo da delegacia especial ;0u iorabada quo atravessa o osteiro. B;
do Estado do Rio. ete o banco do Bregued, o qual actual
' mente veda o accesso ao porto aos navios
Consta qua tornar ao seu logar na que calam ma3 de g^. [2l pi3;. Anda
merara
no a transferir os empregados das Al-
fandegas de primeira ordem, alterando
o respectivo quadro.
1'

Alfandega dessa cidade.
Rio de Juneiro, 10 de Outubro/
a 1 hora e 55 minutos da tarde re-
cebido na estaco as 4 horas e 3 mi-
nutos da tarde e entregue as 4 horas e 25
minutos.
Corre que ser chamado a esta ca-
pital o engenheiro director.da estrada
de ferro Sul de Pernambuco,
Picar substituindo-o o engenheiro
Carvalho Sobrinho.
ha poucos dias, o vapor estrangeiro *Cilu-
rura e o nacional Camocira permanece-
rara raais do 48 horas fra do porto, por-
que, era virtude das raars baixas, o referi-
do banco de Bregued negeva-lhos passa-
' gora para o ancoradouro interno. O lenijol
I d"agua sobro este parcel em baixa-mar de
agua3 vivas, de 4,4 aponas, sondo alies
muissimo provavel quo esta profuudidude
ostoja actualraoute diminuida.
Transposto, porm, este baixio, a 550
metros ao Sul do Pharol. o aireo do os-
teiro aprofunda-se, offerecendo, era urna
, extensao de cerca do 600 metros, urna pro-
Tambem consta a exoneraco do fundid.lde medja de 6 metros era baixa-
raar. E' o ancoradouro 40, Mosqueiro,
largo e profundo sufficieutemdute, para
contador da mesma estrada.
As sessoes da Cmara serlo pro-
longadas at 14 de Novembro pr-
ximo.
Rio de Janeiro, 10 de Outubro, s
*, horas e 25 minutos da tarde, recebido
na Estaco as 8 horas e 20 minutos da
noitee entregue s 9 horas e 20 minutos-
que nelle possara a embarcages, jue nao
calora mais de 5,5'", dar volta em ineia
raar, cora o auxilio do espias e da cor-
renteza d'aguu.
Este ancorad^ara, ao Sul da Alfaodoga,
alarga-so o estndose n'ura grande laga
mar, limitado polos arrecifes, pebs bair-
ros do Santo Antonio e S. Jos e pela
Foram prorogadas as sessoes do. Uha do Noguelra. A Cora dos Paesari-
Congresso Nacional at o dia 14 de nhos, qTocupa qu.s totllneTne"
Novembro prximo.
Teve hoje o Sr. De Martino, mi-
nistro italiano, longa conferencia com
o Sr. Dionisio Cerqueira, ministro das
relafes exteriores, que aps foi con-
ferenciar com o Sr. Presidente da Re-
publica.
O governo apresentar em breve
o novo protocollo italiano.
Esta noite dar se-ha a visita offi-
cial da imprensa ao Club dos repor-
ters, cujos salSes esto rqussima-
mente adornados.

__ A taxa cambial fechou a 8 518.
Variz, to de Outubro.
Partiram o imperador e a impera-
triz da Russia para Darmstad.
Londres, 10 de Outubro.
1
O director do London, Sr. Edward
Hardmm, vai a essa capital, afim de
tratar >o' re dividas da companhia
J^eopo'.d na.
JJe.lini, 10 de Outubro. .
Acha-se o principe de Bismarck em
gravissimo estado de saude
lagaiuar, torna o extraordinariamente raso,
de modo que, por occaaao das tasantes
das grandes raars, a cora emerge era
grande parto. O parto, porm, servido
por ura canal relativamente profundo que
contorna os arraazens alfandegados e a
Alfandega, prolongando-se at a ponte
Chegado planicie, na altura do arrabal-
de da Magdalona, o rio divdese em dous
oraros principsos, que alargando-so mais
e mais, proporgSo que se approxiraam do
ocano, insinuando-se por diversos canaes,
circulando ura grande numoro de ilhotas,
formara ura delta omito baixo e era parte
subraersivel, quer por causa da9 grandes
cheias pluviaes, quer ora consequencia do
levantameuto do nivel di a.;ua, devidp a
... ..-. -* *"*
liiar-.
O braca diroito dirigo-se para o Sul e
desagua em Afogados, depois do um por
curso do 2750 metros, a contar da igota
do delta, 110 vasto lagaraar que so estenio
ao Sul dosancoradouros do Mosquoiro e
da Alfandega. O esquerdo banha o arra-
baldo dos Coelhos, ospraia-so na bacia do
Gaioraetro, estreita-so dopois entre o bair
ro da Boa Vista e a ilha de Santo Anto
nio, e, derramando-se na bacia de Santo
Amaro, onde recebe as aguas do Boboribe,
da graade volta, contornando a parte
Norte da Ilha, e seguindo entj para o
Sul a juntar-se s aguas do braco direlto,
rocebidus polo lagaraar que cobre a Cora
dos Passarinhos.
Basta por hoje.
Continuaremos.
Seo
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ,
Por mu anno adiantado .
Por\trimestre vencido .
Numero avulso de dias anteriores.

161500
331000
91000
ra da Fazenda do Es-
de Pernambuco
PABTE OFFICIAL
Secretaria da Jestica
DESPACHOS DO EXM. SR. CONSELHEIRO GO-
VERNADOR DO ESTADO, DO DIA 9 DE OU-
TUBRO DE 18)6.
Dr. Ma oel Endioo do R'go V.lenc p'O-
moral-nao Bcla Nuraa', pniirno pii^a-
f(Dino ia graiitiCgao deqa: trata o art. 10 -
U> r pulimento da 30 de Agosto da Escola
.Sorra-I combinado eomoin. 41 dore
ulameolo do Ii.-tilUt Benjaraio Cinsiain
.ie 16 de JolhO, cothO aqu-lla de 1805 qu-^
o roilet'as de raaia de Hez anooa perciira. -
Jonte documento coinprubm r>o do lempo de
rff* ivo xireipio n raan1':'''0'
Prancicn PalirianoM-vln,*- banoel Caval
cante 0 Hollanda e Jeronjmf Jos dos Han
tOJ, n4ti>nciailoa, padindo perdi do resto da
pana.Iodefernio.
uit'im-1 Sarqas de Abran Porto, 1- sargen-
to d 2 cimpaiitiia do l* batalliao esta toal,
p-dtndo 3 ovxes saoito.-AM-n-mio,
SeT Kmotf no, ilfare del-oaia
iiii Hado-I. p ""do 90 da* de Ti enya cora
S veneimi-ntns a que tiver ireilo pira Uatar-
p nde tno convier Aitradido.
J.-r Vicente da Mello, pedrada cerJa-i.
Cerllflquese. ....
L-raiiolJ" na de Olivelra Arcioly LtO, viova
de Benedicto AoRU*to Acci-.ly Los, es-car
c^reiru da cadea da cidale d- O'inda, p- iio pagamento da quantia .te 1508003 te* de vencmi-ntos devidog >-o fallec m
marido a conmr de Jum Dazembro de 1895.
DESPACSW DO SU. CONSELHEIRO GOVERXA-
DOR BOJ* ESTADO, DO DIA 4 DE OUTUBRO
DE 1898, SOBRE RECURSOS DO TRIBUNAL
DO THESOUHI) CONCERNENTES A DESTRI
HUICO DE IMl'OSTOS DAS CLASSES MENCIO
NADAS NA TABELLA A ANNEXA A LE OHCA
MEXTAWi VIGENTE
Brazil-aj Street Railway Compa-
ny Liniftcd, Companhia de Beberibe,
Companhia Servigos de Portos e Com-
panhia Chapelaria Norte Industrial,
reclamando contra a distr buico do
imposto da classe n. 20 da tabella A,
annexa a tai do orcamento vigente
Approvo a decisSo do Tribunal do
Thesouro.
Medeifos Irmes & C, Velloso &
Albuque|que, Dr. Manael de Barros
Wanderfey, Modesto de Moraes Pi-
nheiro, *" Paulino de Oliveira Maia,
Agostiulio Costa A. Fiuza, Antonio
Ferreira.da Silveira, Pohlman & C,
Flix Bandeira, J. A. Couto Braina,
Delmiro Gouveia & C, Machado &
Seixas, Pedro Ozorio de Cerqueira,
Hermann Lundgren. Jos Dias Alva-
res QuinE!,'Constante & Lima, Fran
cisco Izfdoro fiibeiro de Carvalho,
Daniel Francisco Pinheiro, SebastiSo
Manoel do Reg Barros, Lupecino
Esteves, Firmino de Araujo Lima. G
de Vaconcellos, Constantino Barza,
Manoel .lbaquim Pessoa, Jos Baltar
& C, Blafkburn & C, Wilson Sons
& C. Litiited, Cunha Lima & C,
Sampaio.'Graville & C. Amorim Sil-
va & C.,* M Viriato & C, Firmino
Gomes Leal & C, Viuva Cunha,
Genro & C, Manoel Fernandes Ra-
mos, Antonio Fernandes Ramos, los
Saraiva &. C, Silva & Azevedo, Ma-
noel Girip, Joo Marinlto, J. Santos
& C, Pereira da Silva & C, Alva-
ro Cabra! &' C, Jos Raymundo R.
de Paula, Alves & C,, Lopes & C,
Rodrigo Ernesto Pereira, Francisco
Jos de Mello Costa, Salviano Luiz
do Siqueira, Manoel Jos Tavares,
Jo3o Baptista Pinheiro & C, Sal
Marques dos Santos, Jos Firmino
Alvares Quehtal, Herminio de Sen-
na & C., Jonathas Barboza de Pau-
la, Alfredo GuimarSes, R. de Dru-
sina &' <., Browns & C, Alfredo
Alves da Silva Freir, Hax Dre-
chesler, Martins Moreira & Irm3o,
fazendo igual reclamacSo sobre as
classes ns. 7, e 10Confirmo a deci-
so do Tribunal do Thesouro.
\t
mm PEttiUattiio
"RECIFE," rDE'OUf BRO~"D"
1896
Porto e Pernambuco
* III
t\ Bnrra Grande e a Barra do Picio s5o
as passageas que corarounicara os ancora
douros osterlores cora o interior, que con
stituo o porto propramente dito.
Esta, era razio da pequea profundidade,
pormitto apenas o transito de embarcares; o bairro do Recife, edificado era sua extre-
lgeira3, barcadas do pequeo calado, re-
I ASI.
de Soterabro, tomando ento a denomina- i_Junte rertidao de obit*.
5,o do ancoradouro da Alfande.a, cora ^^^JSlS^^i^
urna extensio do 320 metros sobre 180.d(, 533930 proveniente de pasaagena datas
de largura media. dura .te o a> de Agosto prosimo passad
O total da superficie liquida que vai des-
de o Pharol do Pico at a ponte 7 de So-
tombro, cora o descont da parte oceu-
pada pela Cora dos Passsrinhos, pouco
mais ou menos, de 50 hoctare3, variando a
profundidade, n'uma extensao de 2100 me-
tros medida, entre os pontos extremos
apontados, pelo raeio do canal, do iniuirao
de 4,75 ao mximo de 7 metros.
D -stos 50 hectrea, 41,40 tm profundi-
dade suporior a 5 metros. 7,12 raais de 6
metros e 2,12 aponas tm mais do 7 rae-
tros.
Cora o Dr. Alfredo Lisboa, fazemos a
observado de que todas as cotas de que
nos temos servido t acham-so referidas ao
zero da escala de mareado Arsenal, que
correspondo ao nivel da baixa mar de sy-
ligia dos equino^ios ; devendo serlhes
accrescentados 1,30 metros, si houver ne
cossidade da roferil ai ao nivel medio do
mar. .
Dous rios desembocara no porto do Re-
cife :o Beberibe e o Capibaribe.
O primeiro nasoo a 11 kilmetros da c
dade de Oiinda, corro perennemente, en-
tre margeos cobertas de vegotacio fron-
dosa, cora uraa largura media de 8 metros,
at a grande planicia paludosa que se ex-
tend ao sop dos outolros de Oiinda, onde
suas aguas se espraiam e se ramificara era
diversas carabas, O pantano torna inde-
finida a inargera diroita doste rio ; mas a
esquerda, pelo contrario, como bem diz o
Dr. Alfrodo Lisboa, firraementj deli-
neada pela ostraita e ba xa pennsula de
areia que se desprende do alto do Oiinda,
em cpntiouaoo 6 praia, e se prolonga al
bocdores e lanchas ; aquella, porm, offe-
roce livre ingresso a quasi totalidado de
um grande numero de 11 ivios a vapor, urna
midade Sul.
O segundo, tera sua nscente em serras
sertanejas, e, dopiis do un curso do mais
de 200 kilmetros entro margens do vege-
tez que n.80 exijam, pelo volunte d'agua..tajaj quasi totalmente onfeada, e por um
que desloquera, proiundidade maior de 8' leiio arenoso, langa-se na planicie em que
metras era baixa-raar de aguas vivas.
O navegante, transposta a Barra Grande,
tenido contornado o recife submarino e se
gind.) um ruino Indicado por urna linha pa-
ruHele ao littoi-al, encontra immediatamente
O ancoradoaro do Poco, ensoada escassa-
niente abrigada pelo recife submerso, a
q,ual, ora um comprimeato do 450 metros e
largura variando de 280 a dO^.'apretfcuta
profundidade superior a 6 metros em bai
jamar o syzigia, ou urna sopertcie de pe o.aeas.
est edificada a capital de Pornanbuco.
Este rio, na estac.10 estiva, sotfre esnsido-
ravel dirainiicao uo voluine de suas aguas.
as regies sertanejasntao, quasi irarapre
o sau leito ca era secco, crivado, aqu e
alli,de peqjcenos 'pocos que as pbpnlas&as
riboirinhas cavara para prover-se a'sgua.
No iV*ro, porm, torii se caudaloso
elevaSd'o o nivel Se snas aguas & grande
altura,-alagando as rarg'ns por Odcasi
por contado Ruado.-Informe o Sr. Or (Ir
rector geral da Secrelana Fatenda
liaa>l da Hura Kerreira Madeira, msico
d 1* 'tlasso do batallo estsdoa pedmdo para
ser insaecclouado afi o de obt^r a sua baixa.
Nesta dala providen to no sent lo de ser o
peiicioosrio lexcioldo do eitdo eCTuclivo dn
bita'iiao a qn* perlenc^ a vista do raultado
da nspicco medica a que foi submettilo.
Joaquitn Loarengo ferrei-a, soldado da 2*
c-irapanhia do l- baliInSo esladoal, peJindo
para ser soDmeitidJ a Inspeccio medica adm
da obler sua b iixa. Nesia dita providencia
ao sealido d ser o peticionario exclu do do
do euado efftfCtivo do batalhao a que perlen-
ce vi -tu do resultado da inspeccao medie 1
a qoi foi rubrueludo.
Aleandrina Conrado da Silva, roldado da
4' companhi-i lo 2 nata bao estadoa1, pediodo
para r submeit'do inspecci i med a aflm
de ibler *u baixa de aervivo m vista de
co* -se doeote.Remettido ajenia med a
do corpo policial allm de inspeccionar o peti-
cionario.
Severmo Go'Calve da Silva, sentencalo,
pedindo cerndao.AO Sr. Dr. ju d direlto
do municipio de Nataretb, para auodarjun
tar a cerndao pedida.
JoSo Krreira d Lima, sentenciado: pedio-
do cartidto.Ao -Sr. Or. jui-e direlto do
inooicipio de Cirabre3 para inand.r jamar
c-rndao pedida.
Feliciano Jo* dos Santos, seotenci do. pe
dind- por ceriidfto o theor da seitlenga qu
Ibe foi imposia.-AO Dr. jui de direMo do mu-
nicipio de Jaboata> para mandar jaour a cer-
ndao pedida. .
Antonio Saluitiano ds Lima. semeoMs.lo,
pedindo certiJao.-Ao 8r. -. juia da direlto
dorad icipio de SeribSem para mand;r jot
tar a cirliSn pidila
Ant oio Manoel do Nascimi-olo, senle.c.a-
do, pudn do por c-:riid4o o ttieor ua s.enteaca
que be Li imposta.Ao Sr. Dr. jutz da d
re lo do municipio de Grvala, para mandar
juntar a ceitid&o pedida.
Kraocisco Autora. de Souza senlnociado,
oedindi por Cflriidlo o tb or ia senleag que
Ibe '01 imposta.Ao r Dr. jan e tireito do
mumcipio.de Barre ros. pa maodar juutar a
cert do pemia-
Silvestre da Bocia Wanderiey, pramotor pu
blico doraoni ipio d-i Re For toac, pedindo
jastitlcacio da la'ias Dpfer:do. com offleo
d)-sta data ao Sr. Dr. :lre tor geral da Becre-
lara da Faznda.
Porfirio Jos Vieir.i, sentenciad", pedindo
certHi&o.Ao Sr. Dr. juii ds diroito do ma-
ni po de G raobaai, pra maiid ir juntir a
ceiuu&D pedida;
Jctqoim Jos Gong Ivs, coobeciJo por Joa-
qum M.TO'iu ra, senteni lado, reenrrando do
accordo profer do palo Superior Tribunal d
JuDiica os ^ppellacSo qai ioterpx da s-^nten-
ca qoe Ibe foi Imputa pelo jurj do munici-
pio de Nsw etb.lodefendo,
Jo Her;aino da iU, eipr.ca, da 3* r,.>ra
pannu do extracto corno i oficia', pediodo pa-
(aiuen-o de 'seos n-aclmentos a c ntar de 9
dt- PeVerelro *3l dtj U> roaaSr. Dr. director geral da secretaria da
Pranla.
ntooij Gengaives de Soa-s, sentenciado,
padhidu par cert t&o o theor da sentenf qaH
le foi importa--Ao Sr. Dr. jo l de i.reito do
mvbiciuio dn.r'erohO', >ar madar juntar a
cerucao pedida.
O pprl^iro,
C. Aloraes.
Secretaria dos Megoeios da
Industria
DESPACHOS DO EXW. SR. DR- GOVERKADOR
DO ESTADO, DO DIA 9 OUTUBRO DE 149.
Lniz Igoacio da Andrade Lima, p>-
dindo psg-.me>to de medicannatos t>r
nedos h Insp-sctori de Hygieae In-
forme a 2.* Di'rect.m da Secretaria de
Industria.
Coronel Ernerto Goncalves Pereira
L:ma, pedind* certdfto.D ae.
Jos rfceotomo Paz de Albiquerqoe e
Jos Eugenio Pachac de ienzes, cha
mando concurrentes a fim de ter lugar
a rremata5A' d* casa d^ Ins'ruccSo em
Sirinbim I forme a 3.a Directora da
decretara da Iadurtna.
Abatxo aasignudo, figurando em pri-
meiro lagar o baebarel Gspar de 54>-
neaes, pedind* par qae eeja restabeleci-
d-> o irm do A-raialliforme a 3.'
D rectori da Secretan da Industria.
Gompanhia Great Wastern of Brasil
Railway Lim'ted, pedindo pigameato de
pastagena dujan e o incide Aosto pr-
ximo p^eaado na importaecia de rs. ..
1$~:60__Attendida nos termos do offli
dau data so Dr. Director Geral da Se-
c e'ari da F z*nd.
Benjamn Ottaon S are?, contractane
da Esc la de Saigoeiro pe indo pga-
me to da 5 prettaeSo na importaecia
de 2:902$946 Attendido, nos t rmos
do offici desta data ao D>-. Director
Geral d^ Sicre aria da Fazenda.
Coronel J>-ao Rodrignea d* Monrs,
pdmdo prorogar;&o por maia 90 das
para inio-sr as obras dO Lote de trra
qoearrendou na Ilha de Ferr-ando de
Noronba Prejudicado palo despacho
d'sata idntica petic&o.
O mesmo, pedindo fantos dias, os qoe
forem necossarios para Iniciar s* obras
do lote de ierra qu^arrendou na Ilha de
FcTn*nio de NorunhaComo pede, noa
termoa da aoto d'est data.
O poiteiro,
A re Atas Ma/ra.
Aquella aoin ia ip, tendo coQbecimeot< do
faci, all rompa en e fez pra.'.eJe- ao compp-
t-inte -xana cadavrico, do qul se evi lencia
lar sitfo a raorle occslonaia por asDbixia p >r
oomersao, terincamloj nao caber a ttVia Ps-
t r cnip-ollidade a.^ama por cemeiba-ie
fiClj.
Comraanic a-ne o delegado da polica, do
maniuitiio na K^ca :a. que do da 6 do C'i'reote
me:, rio e:i.'-ir o D ras U.-ag.n .e C ma, '.i^el
l muni-.nuo, o icdld'no de nome Seraflx
Pe"ua ferio ravemeiite a Bernarda N ga-ira.
Cool-a o criminoso, qoe se acia oreso, pro-
-'d aqai-lla antoridade ae cOuS ldii.;i1'! cox
Wf.
fot fQjio de 10 deSetembro prximo fido
'.'nmuui -o >-.ne 0 ij-ipio de 'hbrnb, 'ioe no da 6 lo mesma
ru-z, na faien la J ;'rn d'aqoe.h maihiiu, o
:rijjiuo- >ie nnme David Bating), em compa
obla ae doos fil.ioi. (ravoo reioMa lacia com
j t. a uno de ladividaos que 1VI|- ne ace.rcoo,
-eoilaudq fallece.- o referido B.\\nt e sabi-
r. m feriios os seos di s filhos.
a mesma aoto-idaae procede as necessarias
JillKeaciHS, stira de caplorar os crirai oras.
Cummonicou-oce o teneole \lfreio Dnare
d'Onveira e Suva qae non boj runiou a aa--
oigo e pal ulbis da cidade, oao eucootraodo
f. i a!|u!n dgns de mencao.
NVcta data lura- remettldas ai 2.' promo-
tor poallco es cipital as diligpociaa procedidas
p'iO Helt'K^dO do I.' dirtr cto C'l-a Jal o .!
itioaqa rqoe L'.as e J aqalm P-rer^ da Silo,
i aotu de curpo de deiicto e as in-uais diligen-
cias procedidas aobre ui f-rriraeu.oa prallcadus
era Ji'.-' Joiqnim de Saot'Aana.
S le e fraleroidade.
O Qiestor,
Antonio Pedro da Silva arques.
Directora Geral do Thesouro
DESPACHOS DO DIA 9 DE OUTUBRO
Francisco Nanea Mootsiro.Ao Exrno. Sr.
Dr. Oovernaior.
Compaubi* Refinadora.Ao Sr. Dr. Adioi-
ninlrador da Recebedoria para mo tar juntar
copia do mappa, Joao Tbomaz de Aqomo, Jos
Kr.nci Vicenta Francis o da Paixo. m> Sr Dr. Ad
ministra or da Rocebedoria. para mandar fuer
a notas.
Horma & C, Ponseca I-raaot ds C, Uaooei
Baptista Seves a Joaquim Feliciano B. de
Agoiir. ao porteiro liara eotrrgar-
A't'iur Gooc dos s-rros Uulmbra, A'ni uo Joaquim <:oellio
Pacbecj e Dr. Angosto C. LsiteGertin>)ue-
se.
Joaqaim Jos de Lemos.AoSr. Dr. Cbefe
te Seccao da Secreiaria 4'esla Directora para
man lar pausar os ttulos.
Francisco Pinto Kerreira e Santos Araujo &
CHaja vista o Sr. Dr. Procurador Fiscal.
[ latina d >s Santas Pacheco, Vna Magdale-
na da 'ionc-icio, Francisco jalao dos Santos,
Alfonso Domiogoes d* Silva,' Maoodl Cjriaco
de L'mas Leovigiida 'iordeiro, Joao Krancuco
le Lvra, Joao Vital Macbado, aoitolina Ter t-
la du Dacia, Alfredo Aliuelda, Bfll'za 10 Mari
nhn d'EsDindola, Francisco Paulino Cabal,
lv^s ic Fernandes, Aniooio da Silva Ponta-,
Jo- avalcante Caromro, Meqmta A O., Car
dom & Irmo, Herdeiros Bowm.n & Alian Pa
tarsou iV C, London Bra/ilian Bank Limiled,
Lan ion and River Plat Bank. Affostioho Basto*
a C. e Pereira CarnelrJ.Informa o Sr. Dr.
Sub-Direcior da CcuUbilidade.
O protocolista,
Amaro A. Baudoux.
grande Anttlbafax
Reeebedoria do Estiado
Despachos do da l de Outubro de 1896
1 it-o j a Sana d iJuuccicao.UerilqQa-
se
Jjo Ramng Jos Antonio de Llmt. Gerira-
des da Cosa Finas, Joa Antonio de AIjsou-
-a, B-n'a'nin Oonataoi da Onna SjII-s, Joio
Tnomud-i A^ooo, Lis Neoboos. Etuario
Kraaciaco do riotn-Fim, Dionisio Kraor.isc
don Prazare^, Jo* Macario dos Prateres, Joao
Gongalves Chaves, Sarta do Curan de Mino
ia Pinto, Juliea Carneiro L'ns. Momeiro Es-
na'v & C, JjSo Rrigoeo. Comp*nnia du
B-ber'OP, Jo3 da Uoita Bsodeira de Mello,
Minoel Jo de Lim laforme al.' seccao.
Mar.oel da t;oa Niuaeira, Pedro Antonio
dos Siotos. Ameru-o & C Dr. Jos Googalves
Pinto e ootra,Deferido.
Niceas da S'lva Gas-oSo, Tito Co'onbi, Fe-
I suma Go'lharmina Caroeiroda Sv, Alfredo
Mpbarqoe Carneiro Leal.CsmUqoe-'e
Vicente F-rrei.-a da Paliao. fssi Fraaelsco
de Lim Floras. Joao Tnsdss da Aqoinj Di-
niz aa Si veira.A l. e.'cao ara os uevidos
ITas.
Santos Araujo & C.tateme a i secciD.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Gttimar&es.
EXTERIOR
Qoestura Policial
S^c;aJ J'.-N. 130 Secretaria da QaeUa-
ra Policial de P-.rnmbucv, em 10 Ja Uuuhuo
de 189o.
Ao Cdsdlo Dr. Joaqain CotjU de Araojo,
M. D. G'era3Utr do gst do.
Parilcio-i-vos qne fo'im noot^a reeoltmios
a C>-a de Dtfie9;ao os spgttotea lodisi^sos:
a' mlnoa o'-iofli, Rotno GdmS' ** 8i co-
nne-i-o porCinra Veifia, Vicenta K re'ra de
Saai'Anos, VeaansM Joi Rinetro e Joao Lii
dij Meara*, vina-ja de, Fr co'xo 'enteociaios.
A' orem a aunaotoe tl<> d freeoezla da
RMf.-, Mara Amellada Silw. lOT- ^at-a.
Bijvfilulo de nooten datado coramoa'cO'-
me o D-etaaa o or voita d-8 U oras da wanna, oo lotf d" lanjia.csioaj.ia
'loin nado tena-, do 'inesaio disi.nsto, rol e- P.n, *> *
c'.n*60 tturio t.'T.a ci'i'ODa e aa;o, om ai or cojo ooaa uaora. Sitlia**.
AMERICA CENTRAL
Cuba
asie momento cabe a exao^clo de certo*
ooiieros fOKestivo*, qs dario t.i "O' sa:rl.
rtcioa enormes aoe a Hesnseba s(a fazendo
c.im a revolocaJ de Coba, qoe oarecem Ion.
p i 'e- cuetado ao seo periodo finai.
Orna peqoeaa idea nessessacrificios \l se n6-
ie ter pelo* deoates da recanie reto-ma das ta.
-ifa< das esiradaa de ferro, para.o pffeilo de
garantir om emoreetma o rojl miinbes de
oesfiaa, ou seja ac milnaj t cantas da nossa
moeda.
Ensium em Cob, qnaado dsciaroa.se a io-
sarretcaa 17.000Bouens s ort^as do eea-a
Calleja ; a e-ses 17 003 juntsrarji-se, enviados
da mempole, cenlo e irinta mi bornea--.
CaUaUua a Oeeo-xa media deeta tropa a 5
oesetif, e n tomao-io um luana de cont a
forca parmaneale da 'ba, taremos que 130.000
nomsns mpo-tam pra a Heia-Oio aarlBJto
diarlo de solacelos o claoo*ota contoe, o qse
qoer dlzer qoe em cada emeoeot.. maa esss
desoea absnrve soinmi equtv>leole a toda
re'-eiu fa-eral do Brasn.
Ee effectivo de 14.0W ti o roen a nao raal
roeule de mal de 110.000 ; intfemencis o
clima e as goernlbas mam n em Miti nos
nuspitaes de n^neu* e oos oosptuei de febrea.
ios crea de 2 LOCO nomea*.
O, o ngoai anraSlt, "os ai os o d'mons.
tram. qoe effectivo seja o Hofli-.ie ite co
ido fo-S material pa- larmiar a gners : bs
deoit'i meiea qu dora a re'oUgaj... vate
mil booieoa nos oosraas ; qainae mil na de.
f-n m liona de Trolo a* Moriel-AMtmn ,
d-z mil as goar-icftes colanoa^ -:oven -
de P
dei P. i>, ouieae maatm a
73.t*O0 B>
su Mi.
qw, em
Destes 7o.C00 dots lergos sao obrigaoa m.
goarucOis p-rmaoe-ites dosoort), das po-
voaedes, dos pontos eftra'eglcos emUm.
ao ua dovda. portaoto qae faiiam os ele~
memos materiaa ; neaj de ootro modo se ae-
da explic.r qae nao lenbi tido resoltado a U>
tica Rica. -
a gserra continas n
WfSM.
Par., fo avahar com verrtde "as maioree^t
meiorea iiui uMades qoe offeri*Sra a p-oxfot
Cm'.iar.na Ctovm' recordar o degPDvnlviOMOl.
toque tem adquirida a insnrrelcSo em citi
pr aviocia, a foca qae nellas conservava e a aL
o-.ci > rekoectiva das partidas ; e para ssoS-
lerem estes resoltados, po-Jen.se dividr as seis
0-ovinciss d^-ilha em d i.< grapoK : o primeare
frmalo tor Samugo de Coba, Paet o Pnoci-
pe e P na- dei Uto. e o segando par Santa Cls.
ra, M t.uza-) e Hibms.
Naqoeilas provioclas os rebeldes se mave*
em g-aade z.inas co n relativa t-aaqn l'idade,
levido ao accideotado do terreno e a es a-set
das torcas bespnnolaa oara percorrerem ttt
extenso le-nto-i", especialmente em Cama.
goey e O'iente.
,N.h proviocia? do 89go do grapo, os reSM.
des andan moito movimeotidoj, acostados
consUQteiieDie pelas coloainas beapanbolas.
Anim se obs-rva qoe oas provincias centrase
os eocentros 3o freqoeates e mano raos ata
oatras, seodo originados nestas o timas pela
coadocgSo e defaz dos camblo Pelo c. ntra-
no, qoando lem logar om encontr, coma por
ex- oipio o de Saratoga oo o de Cicarajl ara,
os co-ubates s&o mais saoguinaienios do qse
os pffectoado8 as provincias do centro, oio ss
oorqoeo terreno favorece mais o Immigo, rsac
timbem porque all pode agropar.se ro is (or-
5s.
D'aqol se dedos fcilmente e convm tets
ores.'Ole para a prxima caro pacha, qoe seta.
8orret)8 opporo maior resistencia, e osa os
aoldsdos beapaoboes terSo qa- veacer matoret
dillicol i-idea oo Oriente, Campgneje Pinar, ss
j' as ootras tres orovlocias.
Dos fetos qoe consigas o altiai> telegrast.
ms cflicial, onicament' m^recem m'DCion o at>qae a <;oevitas (Mauntas) peno ds Ifnte
f-rrea de Union a Caarayagoa, e o de BOX
Prao:l*co le Paula, povoagao viada de Habaaa, no ceatrn do t-iaogulo ose
lormarn as povorcOes de Maosgos, Caltanss
Santa Mana del Rosarlo.
Naa dois pontos os m.-nrre-'os incea'i nm
algomis cas 8 itoada3 fra do alcaoce da sr.
tilbe-ia dos fortes, seodo repeUMos pelos das.
lacsmeotos respactlvo?.
Notirtas de Habana. cim data dla.crai-
rrju'ii am qoe teve logar em Cifaenie), pe^aeat
po*sar;ao de 8aoti Clara, om combata con sus
osrllda da cincoeota non-ns qoe psnetr.s a
referida rovoacao, entregando ae a toda o ge-
nero de tropelas.
Ni i navia em Ciioeotes fo gis di erereft
easaoJm, e ebegaado este factj ao roabect-
mente dos insorre 'to', p-me ri'am allt r -sii-
viios a saquear os j.aDelecimeatOi o a* beiV
HcOie.
Os vi8ihos apresaram-se a def.'o'el*i,ft*
zenio (rente aos mar-e-to* am dos p isoaei
ros com g-an 1e eotbostssmo e adm ravel c-
ragem ; foi o jaiz mooiripai, D. Josi> Martioec.
a iuem os reoei-ies aprisionaram nos p imetres
momento i da lucia, e qae por de'endd'-se de-
seiperadameote, a partida manietoo.o, iastaida
uara qoe se alliisae i, caosa da InaepeoJesaia
ae Caos, e os segaisse, se desejava conservar
a vida.
Resolutamente se negoo D. Justo Mortlncs a
acceiiar esta proposta, gritando coaa ectnasas
mo :
Viva Hespaoba I
Ou io'orrectos mlirataram-o'o enlSo croe4*'
mente; e aquellos mariv-ioa nao foram sufi
cente* para qae o berotco jais ceaesse dos
seas arraigado* sentlmea'.o><.
Os reotlies mataram-n'o a golpea 'de jenr
cbado.
A partida entregco.'e desesp^radameale as
naque. Entrn en diffcreotea etUbelecoes-
tos, nos qaaes se aooderoo de quaotos coosest*
livais enenotroo, o Inceadioo algans predio;
e quando se diopnoba a continuar na dsvatta*
dora lar-fa. sabio-loes ao eocootro om greae
ae voluntarios, qoe uedijaram-se defeza de
Cifaeoies, estabelecendo-se om renbldssioas
cmbale aula >.
^qoeile paobado de valenles ha euse cok
extraordinaria corsgem oanao certeiroa tiroc
de espingarda, e finaiaientp, laclando arase
o-aaca; e dette combata oeroico resoltara*:
bailantes Daixaa.
N'e la lacla desesperada distlngoiram-se ir
le o mala valeutes defeosores da piyVoacao e
heroico pat-ocba de Cifoaaies, D. Francisce
Seg, qoe bateo-se as roas da oovoagia ooms
um simples soldado, e depoia com a soa es*
pioardi e grande qaau nade de carioeUos,
ob o a turre da egrei, e a'alli fasia tiros car-
ia! os eob-e o iaimigo. lerto^o differeotes rsr
n-ldeB, eabiado o ralete padre ileso miia-
grosamente.
resultado do ombite foi nm comptei*
t-iumpbo para a pequea f-r^a local; e a par-
lid?, baiida com tao aamiraei eoMiiMIaSM,
dorammie castgala pelos voloo ano* de Cl*
foeotes, deafmi aole aqoelie arrojo extraordi-
nario, sabia fagindo da povoacao, por difiereaiea
camiabc.
S'me i o elogiado o herosmo dos v o mota-
rlos e do parocbo da Ci(oeot98.
A* ooticias da costa norte, do deBrta-
maato oriental, ta'dam em cnegar a Rabaoa
dois nas, qoasi o mesoio espseo ae tempe q
gastam os vaporea da peoiosola a cbegarea a
Cuba.
D'e.-U manetra nJo admira qo o telegrama*
olli;iai s agora co omooiqoe o ataque nrigtdi
a Miyari oo di i o pelos lasorrre os.
Como de css'ume e-taa foram repeldos, ae-
freodo'aUomaa perdss impolanies, aioda qa
nao se]a indicado o oomero. A guaro io Je
M>yan teve sel* morios e aels (eridoi. i
No mesmo departamania o coaimaidoS
militar do Cobre, p-oaiuo de Santiago de
Cuba, bsieu orna partid i, coja ca-fa oao ta
n:eoci' Es Las Villas nota-e ba algoae dias
cera civiiade.
Tres eocoairoa occorrldos allt, sflde qae te
a-c-isaa importaacia, menciooa o despacno. Ca
em Monicarsgoa, ootro pertode Sgoa, e o tsf*
cetro no eogeoao Li'i.
D> Miiaatai a aciaa noticia qoe s, e a
de urem o insurrecto ioceo iiadooaeageaooe
de Sao Laorenxi e L ni* ; e i bm co 8an-
iy,go Las Vega*. Haoaoa. qoeim*rara -U
uabuicois, em viaganc de ae le'em negd#
os visioaos t saiitizer o fibn'.o que exiga
pira a loaorreccSo.
O fceoeral Solano, com colarooaa de Ha-
oel II e esqoadrOei D. C majirooi. osi^a *
saoaoa ADajo aquella pandas, as qu'ee S'-
Ireram 2> ra xas, ret-ando claco mjrioe e li
feridos ; os nespanboea tiwam qoatra fe-tdi*
e qastro conloaos da esqeaUaa de voiuou-
' o'ianeni* coronal Rabao! bateo .san toas*
mera partida no Potrero de Berros, perie
pooacto do Baro, protiacra de Mino*8, o*
s to me qeatro* oorw, e spoderasda
U calillo*.

I

- 1
'-i

-T-


--
iasare-te, 'orota a
Otario de Peroambaco Domingo IO de Ontubro de 1896
al
de

I
Dopola persegoto O
cooiraiosem Caobllla, e apruioaoo-llies
ergaor, entre ellee latiie'ado coronal
litado malor Ernesto Jeret Virn.
No a-redores da Puerto Rico o balalbao
de Cadu batea as partidas locaes.
O escaseo moim*oto que te nota n'anta pr y
Ti ocla deve ser atlnbaidu a rtiff-rentea caosas.
Bn prtmeira logar, conven ooiar <|ue os
centres, qoe as povorge* d aiguma impo-
taocia que sao malo poueas, que as tropa* qne
os heapaoboas all teem, ea ao oa sua maiona
defendendo a linba da Jcaro a II .ron, e ana
restante anda q :e sofficlentes pata a defea
das povoagoes e dos fortes laolados, sio eaca*-
saa para aestacar colotoou que percorram a
provincia.
Os demais eocootros que aa mencionara oa
parte offieisl nao se prestan a commetilarios.
L,om o fln de pasear o Io da Hanabans,
0 quil separa a provincia de Uaiaosas da de
Santa Clara, da o telegrama oficial qoa
Q tintino Bandaras, atacoo balalbao de Na*
varra, a qae (01 repeinan.
Valba a verdade, do texto do telegramma
rffijisl se deprebaode precisamente o contra-
rio; mas temos qoa atlribnir lato a ,deo>ieo-
cla da sos redacelo, p.ia qae dabais se con
prebende qae o qae se qali diser precisa-
mente o cootrano do qae se diese.
Picamos, poi', ero qo- o mi mgo fot repel*
lido e qae se destraia orna ponte prov.eona.
D'esta tacto parece poder deja r-se, qae se
Ibe Impeda a na'cba.
NSo eitr.nDavei qae os bespaanoes sig.m
com empeoBo a pista ao cita o cabeciln.
Nao o exige precisamente a soa Impo taocia
qne bastete saco id na; o exige, aem o
Tita, o legilimo leaejo qae os eespaanoee
teem de mpedir qae os laeorncloB se van-
glorien do u orna partida leaba podido vol-
lar do Occ1 dente p.ra o O lente, saltando em
primero lagar a ituba.d* Ma-i-l a aep-i era*
laudo as p ovinoias ceutraei sem as temar
impedir.
Ora. emqoaoto o general Pin, coromaudaoie
das torcas de Las Villas, avisa que ama parti-
da de 3U0 borneas passoa aa provincia de
SaotaClara para a de Haiaosas, Qoioiioo Pan-
deras parece ter atravesssdo am sentido coa*
trsrij d'ests para aquella.
Anda qae os lelegrammas offiefaes nsda
teobam commooicaao at esta daia da -.reseo-
ce u'e-te caoecnba en Sama Catre, maa o ui-
timo qae d'elle se oceupava, nis.a-o luctando
cm Ma aaies para paasar o Kanabooe, dvena
ter commootcado qoe o cabeeilba tiaba con-
seguido o seo intento, posto qae ss colomsas
pelas qaaes (oi akancadn, ao atravessar o rio
Sagna, manobraram ii'accordo, e estas colum-
na* appare m constitua.'* pelos batalbOes de
bargos e de Latos, os qases operan nos uls-
tricio? de Rogoa e e Remedios.
O telegrama official cooflrma e faci, qne
aasim par Iclp ao pelos cor-eepuoaeotea de
Habana aos priocipaes jornaes Despaulue,
accrescentaodo m*is algamas noticias, como a
de ter sido pai>h.>do aa partida momeos e
eorre*p mdeocia sendo qae ste detalbe animo,
pordar-seem todos os eocootros existentes
Com Q liotioo banderas, psrece indicar qae
este cabecllbe em lonccOes de crrelo, ir per-
der o seo novo posto, pelo mal qae gaerds a
correspondencia.
Teve logar mais um combate oes proximi-
dades do rio Del'cu, na provincia de Santi
Clara*
Forjas da colamna Lesoo, commaadadaa por
Pulleiro, alcaogaram e partida de QoiqUbo
Baodelraa.
O grupo iesarracio ara formado por qoi*
nbentos bomans.
Doroo i no-as o combat fiadas as qaaes
fo> di-sulvida a partida.
Dividlram se am qoatro grapos, os qoses
marrbaram ,.or divergs eamiobos.
Os iosorrectoe deixaram no campo da bata*
Iba tres mor as. Mas Qointiao tiaa leras, a
freote d'una partida namerosa, appareceei em
Goasabolba, teodo ido es gaernlsas locaes de
A. ra atacadas por 600 ia-u-e;tjs.
Dsfendersmse com grande valer.
CbegoD sem novi lade, o vapor crrelo do
Transatlntico Colon, qoa cnodutla a sea bordo
da Peo osla ama compsnbia do reglmeoto da
Isabel il, dos de Burgo', dos de Latan, ios de
Zamora e dos de lacadores de Hibaoa. As
tropas oao pa-s i-a-n pela povoacao, aegeinde a
stagao de R'gla, aome oaexoedidoos-ios so*
contravam os commissiomrios de Habaoa, oa
qaaes foram enca-regnos de receael'oa a ob*
seqaial'os. Depois psrtiram em di-escio I li-
aba de Jcaro as roen de Isabel II, Bargos,
Lazoa e H.naaa.
As da eompanbla de Z mora Irao em segal -
da para Fiar dai Rio, adra de retorcera co-
lamos Segara.
A viagen foi felix. Todos ebegaram bem.
O vapor Alfonso XII, qae coadoxia meit re-
(orco-., ji ebegoa a Caba.
Cbegaram Rabana tamben aa primeara*
tropas da expeJice doa qoareota mil bomeoa
enviados para all pela Heapaoba.
Os eo'respondeates dltem qoe eatea priraai-
ros re'orcoi aairam ImmeJialamoaie pare a
lioba de Jcaro em M-oo.
Bata aoticia sorprebeodeu e desorientan an
poaco os qas jalgevam qae ae deserta en prl*
metro Inga- desaloiar oa tasarrectoa da provia*
ele de Pinar del Rio.
O aluno telegrenne oficial de Habaoa
properciooe'oos coate ralic4o das torcas qoe
bao de operar em finar del Dio, o o dado im*
porta jte para ae poder formar ama idea do
plano, eo qaal se tero de limitar as operacOes
de oroximacampeaba n'aqaella provincia.
Da relecto indicada dedex*ae, em prlmeiro
locar, qoe dos 25 oa 30 000 mil bomena de qoe
ae tioba fallado para operar n'aqaella provincia,
ten-ae qae limitar malte este namero.
Os belalboes caja distribatc&o appareee oo
do lelegramm, eao qaaiorzs e meto, e alada
qae coouaaemoa como qae cada an d'elles H
ve8se mil pracas, o qae e mano exagerado,
fatla an o.ai de 14,500 borneas.
VE' certo qae na linba Baverl 12,010, qae
somm'dos com os anteriores darum an total
de 16,000, maa como aqueles bao da permane-
cer immofela, ae nao se diapoter o contrario,
o qoe oae parece prosavel, aalcameote fica*
vam 14,000 bomena para eoorlr aa guarnieres
e psra operar.
Ma lista indicada oSo eslo incididas as tro-
pas de cavaila-ia, oem as de engenbaria e ar*
tilbana, maa a< qoa podem reanir eates co-poa
osito com a differeoca qoe exta ir entre a el
fra Efectiva dos bataloOas, e a qae Ibe aun
boimos.
Nss proximidades da epocba, na qaal toma
ran laeremeoto aa optracea de Piaar del R o,
o general Weylar poDiica'a an prega> cotice-
deado o praxo de am mes psra qoe as 'amidas
dos Insurrectos, qoe teansm prenles aa in*
sarreceo, abandooem aqaeMe territorio, insis-
Uado-sa esc qae o mesmo general dirigir pes-
soalmeot ss operacOes qoe se empreneoderio
em grande escals ao prximo mes aa proxio
da de Pinar del Rio.
Ja Indicamos em dlfferentes occasides qee
es> rebeldes de Pinar del Rio moetrarasa grao
de empenbo em cortar a vla-farrea de Oette,
qoa eoadat desde Habaoa at i capital d'aqu -I
la provincia, e foodmos s oessaa obse va
cOes, nao s nos ataqoes qae tm sido (eitos
aos embolas da referida Haba, seoio a laten
(lo de dentralr algamas obras de arte d'etle
Oaminbo de ferro.
O qoe 6 fra de davida qne os nespaobaes,
oa taoba sido por falta de elementos, oo por
qusesqar ootroi motivos, alo tm tomado a
soa flgtisocla lio effica como ora preciso, vis-
te qae os rebaldes coosegairem destruir, entre
Lss Hang.s e Condelsrla. ponte do caminbe
de ferro, o qoe obngsr dorante algom lempo
a faxer dlficels trasbordos, sem contar com as
precaocOet qoe, para vsrifical-es, ser preciso
adoptar a o atraso qae esta ln trropeo ter I de
prodoxlr.
O darcarnlbamanto da machina explora
do'8 de an comblo militar, realisado pelos
iBSOrreetos n-.^laba <*< Habana a B.iabaoo, e
preva evidacie ae qee j rebeldea cooiinoam
teodo noticia exacta do qae ae paasa na capi-
tal da liba.
Mac- ert. ai> use parece, em Maooiniiae.
euro Ls Ceja e Paja, nao moito atetante da
msU, e a viote oo trian kilomaotros ae oorte
deHootns, eommaoieaado o general en ebefi
qoe algnnas colemoas o peraeguem.
Aa el Unas acucias receDMaa da previacta
do rtoar del Rio dltem, porm,
o Moceo eole
miso de
A staselo Pt'ece |ter :meiborHo para os
heananhoea das margeos do Cnt., com oa re-
fot-eos eovisdoj oltitmn-nte esra M>nt o ',
ea vinode de am omb fo floral wr poio.
cbagar a Caoogmoarcadar.-, sem ui'i' in^on-
venie-itedo qae ter sido fe ido oa soldado, o
qoe ba ma'tos metes ol tioOs soccadldo.
Na provioca de Hoaoa tefe logir O o
eombi'e de g'aode imprtanos.
As parudss de Pijirrl, Rlvero e Torres ata-
caram s for^a eocarregadea as viglUncia 'a
va ferros entre Nicols e Palos, e ao de la a
memo da e''a;S".
Auxiliados oa aefeoeores oel> esqiiro as
goarda civil qae cortio de Saa N e las e Gal
nes, os rebeldea fagiram ; mas seoio alfaog--
doa pelas foress baupaonolss, e baudon d-po's
deloctaram dorante do>s horas, dispraaram-
se, deixaolo no campo 15 moras.
Os insurgentes Hseram daearrllar oro
combolo qae ls *te Havana para Bataban.
Bn algaida travoa-se lacts, ficeoio feriaos 5
besDaoboos.
O teneote-coroael Raboaal baleo ama forte
partida io arresta em Potreao de Barros, avo1
ximo da pavo.cAo de Baro, p*ov.o :ia d M
tansas, fatenio-lbe ioairo nsix-s e apaoban-
do-lne qoatorxe cavallos com os seus OOrrca-
pon i antes srreos.
Seolndo em saa persegeiclo, loraoa a eo-
cootrsl-os em Caooillt, recusando a'gec-
it'H! entre est^s a do n-a ico da partida o
Ululado ctiroQi-1 ao ea'sdo-mslor Eroealo Je'et
Varoaa, j qaal parala de differeutes milu
ra* leaes. .
A prit.io destecbefe ln icrrecto fol fetts pelo
valorosi cabo de cvailav Placido lim r ,
qae arrojan lo-ae sob e o urooo em qu- J.-res
Varona eslava, matoa o losar'ecto, o-.-lgan io
aqoells a reoder.<>. Placido Itqoierdo tai con-
decorado com ami meda b^.
Jeret V- roo dis qoe Qaiotiao B-nds-a lea
la passir Laa Villa, tem qae ai a^ora 0 te-
oba podido cooseeoir.
s tosorrsclos destrolram oelo ncendl i
o eogeoh La Veya, situado as Palmili-, o o*
vlncias da Motsosas, Re pertenUa partida de Qaioiloo Baneru, io
Ibeo-se ao iumito en Vagaej Grande, p afl-
ela de ttataosas.
Noticias qae se c-insHenm ver I-de, r>* atfi*
mam qae Maxim Gomes eat le-e-perid) p-
elo ter podido atravesssr a tro -ba de JaCiro
a Morn.
Com os oovos reforcos qae all tem ti 'o en*
valos, o generelissimo ter qae aba vi ni-
esss empresa.
Segando a e*iatistl-a gao tala de Agobio.
bavia em Havana il 000 oracas d> nt"'. aeod
2 500 de vomito?, sabeadoae \i na- em Se
tembro o estado saoitsrio do exercito se m .w
testa em eondigOes melbres.
E pela estilsticas oficiaos qne se scoiam
de oooc or, eabe*se qoe o namero.d< cb f s
ofHciaeg do exercito Oesoanbol tal acido-, des-
de qoe conecta s c>mpsaaa. i o ssgaiote.'
O oami*ro doa fallecidos de 339 De ev
fermidadia commoos, 70 ; de vomito, 105; en
cmbete 4; de fe-iaeatos receidos n> au-
po da btialb 9.
O captao veoeral da liba telegrapboo ao m -
atalro da guerra, parttclpan1o-lbe qae est
maito melbor do vomito o general de bridada
D. Ramn Bcbagoe, tanda failacido, porm,
aa mesata ]molestia o commandante de ene
n bel ros D. J. Moleoo.
Segnodo noticia* que s coosidarsm flde
dlgoas o geoeral Weiler mandoo fuxl'ar en
51 das, 50 rebeldes inceodla-ios.
Coottoasm em Hinsaa oj trabalboa da
poli ila alia de persegairem os aoxil rea da
to-mrrelelo; e oelo (acto de terem receido
evidentes sospeitas en algamas individualida-
des muito bem coi loca i as em Habana, effe-
etaaram-sa algamas pr.sbes.
Os pricei*>ie8 detido* sao os segalates : O
Dr. Goatelet Linato. eatOetratico de dlet'
oenai oa Oaversidaie de Rabana e magi t a
(apilen e da aodien^la am irmlo deste, taro
bem advagado no-ave1 ; 04 Sr. Heranies y
Loma, ambos acreditado' commerciaotes, moi-
to coaoecidos os capital e em 'Oda a liba ; o
Sr. Heroert de Blao<-, director do Conservato-
rio da M loado jurisconsulto e rico propnetario; D.
Alfredo Z ij-i, al vagado aott conbecllo e i"
mio do cabeeilba Joan Bruno, morto recente-
mente n'am combate cea os bespaoboos; o
ex jas de insiroeclo P-dro Becerra; o os
membros da delegaco da jonta central r so-
lucionan a.
Estss prtsoes poda-.iram em Hivaaa graole
i x prsalo.
A pollos acaba de descoh-lr orna tenti-
tiva de rtioos el'i s em C.yo Haesco, coobeceo
io*so pelos docame itos apreaemados e pelas
OOSstoafof feius, qae prepsravaa am alteoti-
do contra a resideocle do consol Lee.
A iotenclo era sabir de Habaos o eoasal e
preparar s rompimealo de relacOes entre a
Hespaona e oa Estados-Unidos, foi aae o ot*
teatsdo nevla de aoreeer como seoio relio pe-
los neapaoooos, esa flogaoca das symrtatiis
qoe o consol ten mostrado pelos insur-
rectos.
Con offelto, e como preparativo, tai enviado
aoa consoles em toda a liba e aoa agenlee ds
insarreleo oa Bloaoa, o para qae se espalbsi-
se e precianajao qas ae aegas I
Hespaaaoea !
Cbugea a axgoiar-se a paciencia dos lasase
ante a decidida protecclo qoe os amencaooa
preatam aos bandeo torboleotos de foragido'
qoe iofestan oa ooaeoe campos.
Cbegoo o monelo do fster corvar e cabeja
ao colosso americano, e provar-lne qoe a oo nacao, jimais vencido, pode ebeger at as
portas do capitolio da weebagtoo para ex>*
gir reperacio daa graves offeosaa qae diaria-
mente oos alo teitas.
FOra, fOra, da ama ves para sempre o cn-
sul Leo, qae com toda o aoa ooOrasa nij
mais do qoe an miseravel amanasusa de bu
didea.
P-a, tora o cansalsdo de Yaok.ee proteo or
dos crinioosos de belxa espalera
A cada oaoneito Hca eotorpecida a accao da
)as'tcB pela intarvenco americana, e Oavem&s
de eootiaoar ioleraudo-o ?
Nao, mil vetes nao'.
Coasol Lee, eatapenda explos&o do tea
veotre, ao r-oeota- pela lores do alcool, assas-
tarl toda a eidade, e bom aar qee ae aioda te
rtcarem valvolaa em bom estado, fajas psra a
toa torra, oa-a narrares o saccedldo*
Viva a Hespaoba f
?iva Coba oespaobola !
Morrara os intrajoeo.
as cartas qoe scotnpaaaam as proclama -
cOes, recommenda.se maito qae procarem es-
colber a bora em qoe Lse estoja fora da cas..,
para nao soffrer damoo, o so dio oot-aa las-
traccles qae revelam todo o projeeio dispoat
para conseguir qae por fia so ronpsn Id re
lscOos entre besaaabOef a ameneaa s.
A agencia fabra commoolca o segointe:
Aasegora-so qoe aa auto Idaies descon-i-
ran ana orgaol reotea povoacoes da liba, teodo sido preso
qeasl todos os implicadas oeste essonpto.
Sendo interrogado o ministro do ultramar
se o govoroo tlobs noticia desta dosooborta. o
Sr. Castellaoo respoodeo que o general WjI-
ler oada Iba linba partictpado, aluda qae ale
se atreva s negar a aoa veracidade, tu) rece-
ber qaalquer commonicacio oeste seatl io.
Cbegoo secretario do Balado a nota em
duplicado de qae o consol dos Bstados-Udldes
sm Heepsooo, o general Loe. aavioo ae geoe-
ral Waiier, peolalo expllaaeoos por ter sido
aboodooado oo eamoo o cadver do jornalista
smericaiio Cbarles Roveo, do mea do jnlbo al *
Uno.
Pslss laformacOes dadas polo seereiarlo do
Estsdo, M-. Oloef, sabsseqae o jornalista
Reven foi oorprebeodldo, sealo morto a gol-
pes de macnado.
Se estas accoaaeoes oao foren refaladas pelo
general Wtyler, o governo dos Bstsoos-Uol-
doa est resoivldo a pedir satismeoot, e a ex-
igir a indemolsaco respectiva.
O principal sssampto qae preoosapa ac-
toalmeate a att:oclo en Habana 6 o oaso das
notas do banco, aa qeaee circulan com aulla
difficoidode, lalo eotaalstenlo oa descont
Ui. o
Niogeem veode o'oaro paro os cambios, o so
eperscss ootio paralysadaoem Losya del Com-
morolo, eode aoicameate so foxem algunas
partlcoiaree eos eero.
Os baoqoeiros ote adssjltero notas pora oo
iL.s i, .*.i0L,r!a^,rm ?."m coo ,n,ca fe<0 tem procedido at" hoie quando se tra-
lacln qo> 8.jj*m admitUa a* notaa no naza* j i z tC i
gamefit. o.'diwi.os d. aifoodogs! .e u- ta de cfear uma P-an^Qao? Procede-}
no-'T) omsmi vio os itat,. se, auxiliando-se do fogo, ao corte e
O S-r. Pe- 0< Ji'uio-se a Ca Looja sdm de'ao destacamento das mattas existen-
zsfSmi .^;.?r^.:iewVites no ,ogair'para reconst/tuir dep;s>
ier; eio rr.ioo de que asta tupie orna ao raesm0 tempo que a plantacao dos
medida eaergica miate^m o w-ft e o nj -ima- arbustos productores, uma nova flores-
lc" 55? '*.*8^" ;ta protectora artificial. Nao podendo
as novas arvores de sombra abrig-ar
ra Wdyler o*sa I apsai' qoa s< 4 tti aldade*
ores-una miojida se re-ai r jB c*ia:te
g-avie.im >
K i uprdos-, ca u oiii orna o a3 rur. cen
-ur. aoergicameute o Banco e o .-o voveroi*
d<>'. o $'. Godinet.
Un lelgr*m:DB d* mii.-t-o (a Ul ramar,
orden^odo a nsts-eda da uircahgaj, .i oileoti Provisoria*, para seren destruidos de-
m\ pe-tos em cada aes, deiermooo una *> pois que as essencias lenhosas planta-
j's eaqaniea valores. das a principio che^arem a dar o abri-
H. d'ixe dus qae o> .ensm as i-hava.
* rev.sfir). sf*sfOi*'e'agi-*as t>na cr
aorari o lempra'.
o c-oit*'Ma-phy. d> vator fl.bos el o guiar processo ? Porque, tratando-se
uaori/io. foi detid.1 en V/im--igu>.i, -ts-i.. de um terreno de matta virgem, em
ae O'Uv/jr-, p^loonefa aa-polica libe al. Iloear de
Mu pliv acooaaio d te- o-giiiiae o en 5
de mo 1 uoi expeiigo mi t con jlH -
0nn i.
Poi poso a a linerriela a p<-iMo 4, roisai
nejiunnol, den-s de po-tir aai llsnc, ae
mil aoi-a-s, q lo- N'-.'Inoa uu lui.io'titi -
parti* 10 j, Caoea in-ur n-ia.
logo as culturas, preciso alem disso
plantar, por entre ellas, vegetaes her-
bceos, taes como bananeiras, de
crescimanto rpido, e ditos de sombra
.^!go sufUciente
Como explicar ou justificar este sin-
LVORA
Ikm plantaeSes ti
matta
ronthra da
substituir simplesmente os
arbustos productores, caf, cacao,
etc. aquelles que estio crescendo na
turalraente sombra da matta, depois
de ter convenientemente desbastada a
floresta e limpado o chao, destruir
como verdadeiros vndalos, mediante
despezas enormes, essas admiraveis
disposic5es naturaes que a floresta ol-
ferece gratuitamente, para depois re-
fazer despezas maiores, alias mui im-
perfeitamente, o que com furor se
.qmz fazer desapparecer ? ..
Como que nao se comprehende
da'que essa floresta, c nsiderada como
um obstculo tremendo di me si, ra-
Os Estados ma s prsperos
Unio Brazileira s5o sem contestac i
seu desanvol- Presenta Pe* contrario, o t
aquelles que basearem
vimento sobre as produccoes doLoolo,
quer pela*extensao destas, quer pelos
melhoramentos introduzidos na sua
preparaco ou no seu planto. Mas,
para um producto j desenvolvido, a
a realizar, quasi em sua totalidade
executad 1 ?
Na conservado da matta ha anda
outras vantagens considera veis. O
solo da matta virgem, depois de de-
sua extensao limitada pelo consu-!sembaracado dos cipoaes, tem um as
moeosaperfeicoamentosapphcados!Pdc'0Preto <*evI'io a uma carnada de
sua preparacSo permittem apenas lu-
tar com maiores ou menores vanta-
gens contra os outros paizes fornece-
dores da mesma mercadoria. Per
nambuco est neste caso em relaco
ao aasucar.
Do Brazil, a trra pernarabucana
ser sempre a zona mais favoravel
cultura de canna : entretanto parece-
nos fra de duvida que n'um futuro
prximo a prodcelo limite do assucar
ser attingida e que os melhoramen-
tos introduzidos ou a introduzir no
planto da canna ou no preparo do as-
sucar, nao tero por effeto seno tor-
nar cada vez mais reduzidos os lucros
do fabrico d'este. Appareee ento
para o agricultor a necessidade de se
occupai- outras produccoes e nesse
sencido ha, no momento actual, uma
tendencia bem caracterisada para o
desenvolvimento da cultura do caf.
Nio se deve esperar que.progrida
aqu com a mesma facilidade que no
sul essa nova cultura, em vista das
diflerencas de clima entre as duas zo-
nas, e sero tentativas mais ou menos
felizes as plantacoes iniciadas, at que
a experiencia determine com exacti-
d5o as condQoes que devem ser obser-
vadas no cultivo methodico e econ-
mico, nao s do caf, como de outras
plantas tropicaes, cujos productos of-
ferecem um interesse de primeira or-
dem. O cacao e a borracha, jiof exem
po, serSo susceptiveis de progredir
conjunctamente com o caf neste Es-
tado, quando se conhecer os methodos
pratcos de cultival-os com xito em
grande escala. Para conseguir esse
Em, saber o que se faz em outras re-
gies de clima e de condiedes anlo-
gas senSo ndispensavel, pelo me-
nos util, e divulgar o que ensina a ex-
periencia nessas regies s pode ap-
proveitar aos que aqui se oceupam
diariamente com trabamos agrcolas.
8' esse o meu desejo, resumindo
nesta noticia os resultados obtdos na
Colombia por um engenheiro agrno-
mo, M. Brochet, cuja desenpeo en-
contra-se no Bulletin de la Societ
franf ai se des Ingenie ur 3 Col ni aux-
Pernambuco oceupa uma posicSo
anloga a da Colombia, quanto a lati-
tude e gozam ambos esses paizes do
mesmo clima, que intermediario en-
tre o equatorial e o tropical, aproxi-
mando-so mais daquelle do que deste.
O clima equatorial caracterisado
por uma temperatura quasi constante
durante o anno todo e por duas esta-
edes apenas que di Harem mais pela
quantidade de chuva cahida em cada
uma dellas do que pela temperatura.
E' por tanto admissival que as cul-
turas experimentadas com xito ali
sejam pelo menos tentadas aqui.
O cacao na Colombia nao cresce em
terreno de altitude superior a 300 ou
400 metros, emquanto que o caf pro-
duz at 2000 metros.
D'aht a crenca, alias existente aqui
tambem, de que o caf s pode ser
plantado exclusivamente as ierras
elevadas e temperadas, ao praso que o
cacao necessita de trras baixas e
quentes. Hoje est provado que, tan -
11 o cacao como o caf, attingem sua
produeco mxima as errat baixv e
quentes, comtanto que a agua nao lhes
falte,
A irrigacZo, diz o autor citado,
obrigatoria as trras baixas e quen-
tes com estacos seccas bem determi-
nadas, a qual os fazendeiros de caf
nao considero seno como um me-
lhoramento dispendioso e inopportuno,
era, pelo contrario, a chave que devia
permittir a regeneracSo na Colombia
da cultura do caf, porque no que
lhe proprio, nao tem somente por
efleito augmentar e segurar as colhei
tas, como acontece com o cacao,
mas constitue tambem o regulador
ideal que pormitte subdiridir a colhei-
ta annual nica em tantas colheitas
parciaes quantas se desejem, igual-
mente espacadas durante o anno.
Essa condicSo preciosa, porque
permitte am trabalho uniforme e cons-
tante no anno inteiro.
O maior impecilho ao planto do
caf em tetras baixas e quentes, a ex-
posico prolongada dos ps novos ao
sol ; d'ahi a necessidade para o cacao
O caf de serem plantados sombra
de arvores protectoras que moderem
a accio directa do sol, das chavase
do* veatos.
Mas, na.Cotoenbia, cerno 6 qtro se
humus e de destrorjos de vegetaes, a
qual nao deixa crescerem as peque-
as plantas na sua superficie, evitan-
do assim mais tarde aquelles capinos
custosos dos terrenos expostos ao ar
livre, ao sol e as chuvas. Logo abai-
xo, vem a carnada de trra vegetal que
as matas nao nem compacta, nem
densa, como nos terrenos ns, quando
se deixa de removel-os frequente-
mente. Ella tem a consistencia de
uma trra novamente arada e essen-
cialmente permeavel, compressivel,
quasi espongiosa e por tanto est na-
turalmente as condices as mais fa-
voraveic vegetaco. Demais, a ca-
rnada de humus conservada e renova-
da pela floresta, distilla cada anno
uma quantidade de suecos que combi-
nam-se com os saes do terreno, ferti-
lisando assim as raizas dos arbustos
cultivados.
Deste modo conserva-se indefinida-
mente essa admiravel e luxuriante ve
getaco, actualmente limitada aos pri-
meiros tempos da plantacao. Deixan-
do de crescer sobre o solo negro da
matta as ervas ruins, nao s ticam
muito reduzidas as despezas de cus-
teio de urna plantacao, como pode-se
a um momento qualquer de seu esta-
belecimento ou de sua exploraco,
abondonar essa plantacao a si mesmo,
durante alguns annos, sem graves pre-
juizos.
Em campos lisos, tal plantacao se-
ria, pelo contrario, totalmente destui-
da n'um prazo limitado e tanto mais
curto quanto fosse frtil a trra.
: Plantacoes j em completa produ-
eco, diz o autor desse estudo, cons-
tituem alias demonstrares; innegaveis
da praticabilidade do novo systema e
sua existencia sufhciente para aflas-
tar qualquer receio a respeito de in-
convenientes imaginarios que pode-
riam se oppr sua applicaco. Rea-
lisada em grande escala, a culturad
sombra da matta, ser certarnente um
dos acontecimentos consideraveis do
nosso seculo e constituir um imm-jn-
so progresso agricolo-colonial. a
Na Colombia, o caf e o cacao es-
to sendo assim cultivados juntamen-
te com a borracha (castilloa elstica)
que no estado selvagem nasce e
cresce debaixo da matta, chegando so-
mente a atravessar a cpula da flores-
ta, quando attinge a sua altura total.
Chegada essa poca, ter-se-ha o cui-
dado de desbastar progressivamante a
matta primitiva, para que a folhgera
da borracha possa substituir a aboba-
da formada pela floresta selvagem, a
qual, at seu desappareciment, ter
prestado os ser vicos inestimaveis que
acabam da ser examinados. Para se-
rem cultivados nessas condices, o au-
tor do novo methodo obteve do Go-
verno da Colombia uma concesso de
dez mil hectares de terreno, as mar-
gens do Rio Magdalena, para plantar
dez milhes de ps, sendo metade de
caf e metade do cacao.
O projecto dessa plantacao foi estu-
dado e approvado por uma Commisso
technica nomeada pelo Governo co-
lumbiano, o qual pensa por meio desse
exemplo dar um grande impulso ao
desenvolvimente de sua agricultura e
de sua industria.
As vantagens obtidas pelo syste-
ma de plantacao sombra da matta
na Colombia sao to evidentes sobre
todos os pontos de vista, que um dos
ltimos tratados de agricultura (pu-
blicaco olcial Carraos 1895)
chega a prescrever, que os ter-
renos desnudados sobre os quaes de-
vero ser feitas novas plantacoes, se-
ro previamente repovoados de arvo-
res ; que proceder-se-ha a, plantacao
dos cafs novos, at ento conserva-
dos em viveiros, smente quando a
floresta tiver pelo menos quatro an-
nos ; finalmente, que devero ser ex
cluidos todos os vegetaes herbceos
de sombra provisoria, cujo papel pre-
judicial est demonstrado.
Plantando-se uma arvore, como a
da borracha, em lugar de arvores im-
productivas para sombra protectora
das culturas dos cacoaes ou dos caf-
zaes as trras baixas e quentes, ob-
ter-se-ha uma dupla colheita sobre o
mesmo terreno, quedar ento am
producto consideravel por hectare,
muito superior aos rendimentos ob-
tdos at hoje pelas mais ricas col-
taras tropicaes.
A arvorej es colhlda na Colombia
para esse fim a Castilloa elstica que
produz uma borracha to estimada
como a Hevea do Brazil Q que era na-
tiva antigamente as trras baixas e
quentes, antes de serem estas des-
truidas pelo fogo.
A exposico cima sobre o modo
antigo de proceder as plantacoes
na Colombia, nao a reprodueco
exacta do que se passa aqui mesmo?
Porque ento aos mesmos males nao
serao applicaveis os mesmos reme-
dios na igualdade de condices ?
Aqu,' as novas plantacoes de caf
de Garanhuns, Brejo, Bom Conse-
lho, Bonito, etc. nao se derruba a
matta para depois plantar o caf e
com muitas difficuldades replantar ar-
bustosbananeiras, carrapateiras etc.
que produzem a sombra necessaria ?
A utilisacao directa da matta pre-
existente nao se impe naturalmen-
te a principio ?
Alm disso, em lugar de plantar
esses vegetaes herbceos e de pouca
duraco que crescem a custa dos ele-
mentos nutritivos da trra do cafe
sal sem produzir nada, nao convir
plantar uma arvore que pelo seu des-
envolvimento substitua se aos poucos
floresta primitiva, permittindo o ap
prove lamento desta, tornando-se ella
mesma uma fonte de riqueza > Qual
essa arvore? A seringueira ou outra
equivalente.
Si se tratar de valles baixos, quen-
tes e hmidos, a Hevea Brazilienses
ou seringueira do Para est indicada
porque suas raizes necessitam de um
slo espongioso, hmido, mais pro
prio anda se fr attingido por en-
dientes. A qualidad- superior de
sua gomma de um preco elevadis-
simo e mais do que remunerador.
Menos delicado que o precedente,
porque accommoda-se melhor nos val-
les de attitude mais elevada em que
nao ha enchentes possiveis, a Cas
tilloa elstica, nativa e muito cultiva
da na Colombia. A qualidade da sua
gomma vem logo depois da da borra-
cha brazileira. E' muito aconselha-
do para as plantacoes das ilhas da
Guadelupe e da Martinica.
Uma sapotacea, a Batata [Sapota
Muelleri) cujo producto tem o mes-
mo nome, apontada para ser culti-
vada as Antilhas onda reina um
clima todo equatorial, do qual se ap-
proxima muito o de Pernambuco. A
Balata tem propriedades intermedia-
rias entre a borracha e a guttaper-
cha e muito apreciada actualmen-
te no? mercados estrangeiros.
Mas, uma arvore ainda menos de-
licada e accommodando-se em qual-
quer terreno, a figueira de folhas lar-
gas (Jicus nympkoefolia) productiva
at em terrenos quasi seceos.
Porm a quantidade do seu ltex
augmenta com a humidade do solo.
Pela sua forma copada um excel-
lente abrigo para os arbustos que do-
mina.
O valor de seu producto inferior
aos outros ; mas em compensaco sua
acclimacao ser mais provavel em
qualquer terreno.
Emfima *Aangabeira brazileira (Han-
cornil spectos) nao offerece duvidas
sob^e a sua acclimacao, produz fruc-
tos estimados e a sua borracha cons-
titue um commercio importante para
Matto-Grosso, Goyaz e o serto de
Minas Geraes.
Todas essas consideraces se ap-
piieam, co uo j disse varias vezes, a
terrenos baixos, quentes e hmidos.
No planalto secco ds Garanhuns, por
exemplo, nao se deve esperar que
prospere a seringueira em vista de
sua altitude de 800 a 1000 metros
cima do mar Outras razes clima-
tricas fazem suppor tambem que, a
nao ser algumas felizes ex".epces,
essa regia nunca constituir uma
zona cafeeira importante.
Mas ao sop desse planalto aos
valles matteados de Brejo e melhor
anda zona matteada situada no
sudeste de Bom Conselho, assim como
a regio do Bonito, e outras ana-
logas, sao applicaveis as considera-
coas expostas, si o fizerem com a
adaptaco precisa e conveniente s
circumstancias locaes.
Mas, os terrenos realmente pro-
prios para essas culturas sero sem-
pre as vargens hmidas e banhadas
pelos rios, da zona assucareira; sao
ellas as equivalentes das trras bai-
xas, quentes e hmidas da zona equa-
torial.
Em resumo, ao processo actual-
mente seguido da destruico pelo fogo
prop5e-se, quanto ao caf e ao cacao,
a plantacao na floresta depois de
desembaracada dos cipos e outras
plantas rasteiras, substituico pro-
gressiva da floresta por outra forma-
da com uma arvore de rendiraento,
uma seringueira qualquer ou seu equi-
valente, para conseguir assim um tri-
plo fim, a sombra natural da floresta
indispensavel para as novas planta-
coes, o oproveitamento desta flores-
ta e a exploraco final de duas arvo-
res productoras
Ser possivel comparar o rendimen-
to de um hectare de terreno assim
utilisado com o mesmo pelos proces-
sos actuaes ?
Com esta pequea exposico quero
apenas divulgar o que se faz algores
e fornecer assim aos que se acham em
condices anlogas, alguas elementos
para procurar, escolher e talvez con-
seguir, os melhoramentos a introdu-
zir as suas plantacoes, quando tive-
rem de enfrentar de vez esse pro-
blema econmico cuja soluco ser
em breve uma queoto de vida oa
de mor te para muitos assucar eiroa
actuaos.
Recife, 91096.
L. Lombard,
Engenheiro do minas
embosques. As arvores qae adornara aa aven 1-
dss dss eidades sao em t*eral verdadeiros pf-
Kmeas se as comparamos com snas congnere*
r esticos.
Sio mltiplas as causas 0 aspecto racbtice
das plantacO-n urbanas.
Km prlmeiro ioar lhes falta o ar vivificador
dos campos e leo que couteotar-se coir amo
at aoupne-a carregada de ierra e de esporos
crvptoi-amicos.
Por 00 ra pirte as arvores da eidade nao >m
mais do que u s qoantos metros de solo frtil o
esta oao tarda a endurecer e formar massa
compacta e Impeoetravel ao ar e a asna, entre-
Unto qoe as dus campos pojem desenvolver-so
com i"ocaoia oo mel da grande extensao de
ter'a vetal qne as rodela.
Ha qae addiciooar a esai- causas principara
oa en-ilos nocivos do un sem oomero de oo-
'.ra ctrrnmstaoclas a qae estao expestaa as
plantJCOes amanas : o calor das rasss e culpa-
das qoe nao ta-Ja a secca- a ralbas das arvo-
res ; a loHltracao do gases e d -. iiqo o<; as mutilacOes accidentaos, cooseqaeneta
i-ievitavel de om grande irafego, e va-tas oo-
tras.
Na capital francesa, a mortalldade das arvo-
res asceode a 3 p. c. aonaalm^ote e nota-se
qae elle mtlor dos bairros ceutraes, come,
pr exemplo, nos grandes booieiards.
E' evidente qae nem todss as eupecies de ar-
vores soffrem igualmente as clrcamsi-joctaa
de-favo-a-eis a qoe estac exposta-*.
Ea 1893 a moriali iad-) foi de 0 75 p. C. para
os uaatabhelros. --e 1,08 par os sicmoros, do
I,M oara os pltanos, de 1.76 oara os olmos,
de 2,19 par.-, os eraoles. de 4,47 para as sca-
cias, de 3 09 p ra as paulowaius e de 4,09 p.
0. pira o caDhamo.
Ha, porm. qoe notar a cans p-iacipal da
maio* monaliade aas ultimas eupeoies const-
goadas no periodo p'ecsoent-*, io* o fri,
dreamstaocia qoe. es bem se Faz s-ntir do
modo ootavel em Parir, n'10 tem importancia
1/nma nos paizes de clima temperado.
O Or. khogia Hita grande importe ca ven-
11 <,j d < solo ; om solo impermeavel para o
ar e mais anda para a agaa e as piaofes cujas
raizes crecm des'es doa* prlnopaes elemen-
tos de aa'.ripa esto tofallivelmeote coodem-
Balas a peiecer.
Se a permeabllHade do solo dbil, o ar qas
crea mol leutemente ae sobreca-reca 3H ac|*
do (-amnico e se empobrece de oxygenio, e ss
raises, sem a Inflaeocia deste ultimo, e to ex-
postan a perecer de aspbyx as*.
0 Or. Hanglo coastralo um apoarelio espe-
cial qoe permute cjntie e- a r;;m ..-u/So do ar
do sjb-'olu e por este modo pnode fazer con.
'i a- qae em toda a parte a ventiisgao defai-
teoso.
Alm disso o autor critica os modos de irri-
gado qae se f >s por meio oe encanaiii^nios de
or<-ss%> qoe acarretam argilla qae se de oslta
aos inieret cos e nao tarda a formar uma cros-
u pon-o permeavel para o ar absoloiameole
imotrmeavel para a agoa-
au meaos pre*a ricial segando elle, o pro-
-edimeato qae coaslsle em provocar, >or mel
de limpas exce^uas, a (ormacio de rebentos
que cobrem as ramas de ama verdura iLomen-
la ea.
Este procedimeato nSo ataca o mri e >o cabo
de algaos anbs os nlgoaes Je iaiuu dez cao
Urdam a rr*sBba'ecfr.
S remediofleve consistir em am rrecedimen-
to qae assei-ore tacto a vanma^ao como a ir-
rigKao do solo.
Ospois de examinar os sy*tema3 de dreoa-
gem em uso, e de demoaetrar sua pequea f-
fl uti-, o Dr. Maogln recommenda o seguate :
A- arvores dlstaates 7 metros amas das
oatra, sao collocados em excavpOes de 12
metros cbicos com tetra f'ouxa.
Aa metade da distancia qne separa as srvo-
r. s. faz-ee um boraco de tO.centimeDlros que
serve de oriUcio para recolber agua c qoe deve
er caberlo por ama grade.
Do dods lados de se orificio sabem tnbos de
drenagsm de barro qoe se dlng mate e alcanpam as paredes ca excavagao qoa
cooim as arvores a orna altura de 50 cent-
metros.
T-l em reiomo, o -f8t9ma de irrigacao
coamado Maogiu, iae, segando o sator, reu-
ae todas as ronalcOes oeces>rio8 pa-a obter
ama veotilap&o e irng-.cS.) do sob-solo e das
pls ntapOes urbanas.
REVISTA LIARA
AGRICULTURA
Plsarntrn-ptooi rasa* elsfoMle*
NOVO SYSTHMA DB sjtMQO^JrO
(Transcripto)
Mo't sabida a differeoea qoe ha ootre a
Tocota^o toa graoaaa tdodes o o doa ombooo
Crise da lavoura-Publicarnos abaixo,
com a maior srtisfacSo, o otcio do Exm. Sr.
Coaselaeiro Qoveraador do Estado dirigido
ao Sr. Dr. Inspector da Alfaadega, em qae de-
termina s jara dispensados dos direitos do
exportag&o os assucares destinados ao eetrao-
g-iro ; e igaalmeate o acto convocan.lo, para
ir ar do assampro, o Congresso do Estado,
que devera reooir-se eral2o de correte.
sao conbecidasi do publico as nossas opi-
niOes sobra o assampto qae tem merecido a
maior altencSo e estudo da parte da mprenst
desta cldads.
A crise por qoe alravessa a lavoura tero
despertado as maiores apprebensSes, da parto
nSo s dos mtimameote interessadap, como
tambem da parte de todos os qna acompa-
nbam ou teem responsabilidade com a direc-
gSo dos negocios pobllcos.
A reunio da agricultores, altimamente ha-
vida e em que estivemos presentes, dea a nota
dominante da sitoacfto da lavoura com a erise
do assocar, mostrando ser impreseiodivel uma
medida que viesas salvar oo, ao menos, mino-
rar o estado de coosas a qae foram arrasU*
dos os agricultores.
0 acto do Exm. Sr. Cooselbeiro Governadop
do Estado tem, pois, toda a opportuoidade,
vinde prestar inestimavel beneficio 4 lavoura
de assocar, qae com a baixa de prego dos
seas producios chegoa a eofrentar-se com a
crise qoe actualmente atravessa, e qoe era
Impreseiodivel solver em bem dos grande
interesses qoe nella se acbam empentados.
O Exm. Sr. Cooselbeiro Qoveraador, pois,
coilocou-30 aa altara da sitaacao, e dea ama
prava eloqaentissima do muito qae desoja ser
til a soa torra nata', no posto de sacrifictof
qoa Ibe foi confiado.
Bis a integra dos actos que nos referimos
cima :
Palacio do Governo do Estado de PernamJ
buco, em 10 de Outubro de 1896. Sr. r. in-
spector d'Alfandega. Gommnnico-vos qae.at-
leodeoio i represmtacto que me dirigi a
Assoct-icao Gommercial Agrcola, teubo rosoli
vido determinar qoe sejam despachados como
mascavado para pagameoto dos dlreitea do
exportacSo, os assucaras desuados aos mer-
cados estrangeiros at o typo 16, submsnndo
a classificacao de que falla e offlcio de meo
ante-essor de 3 de Junbo de 1893 para os asan-
cares qu forem exportados para os mercado*
D* Sade e trateroldade.-Joaqaim Correa do
c Palacio do Governo do Estado de Pernam-
buco, em 10 de Outubro de 1896.O govorua-
dor do Estado, atteuseodo represeotaclo
em qae a Associaclo Gommercial Agrcola so-
licita interveocSo de governo parante o Coa-
aress de Estado para qoe este, eslodando a
sitosc&o aflictiva da lavoura da canoa, occa-
aloaad pela grande baixa de precee de esjs
productos, d ispese oe direitos de ex portelo
..obre os assocares destinados aos mercados
ostraogsirose oseo 10 da attrlboicao qae las
ooofore o S 8* do arl. 87 da Ceostltoclo, re-
selve convocar ext aordiaariamante o Congrua-
so Legislativo qoe dmri reunirse a 8 do
correte mesJoaqui Correa Oe Araajo >.
Coa vetsMkOdi* m CetO'fwaaia Eatas-f
os-Por ocio do xm. Coaseloolro evor-
oador do EstOdS). datado do oontom, foi coa.
ealiwidaoeslamsntoj pasa o da M d#
J
.
- m
M
- %



i .
\
i
}
PATA INCORRFmL-
ui
___________________


i de Peroambaco Domingo 11 de Oufabro de 1906
i
o flm ex-, stnsplieUn-ia. alo delxon \> * V^ffWsr* -Hootom
aaoiVer.ario o^WoJI
EnberarO, llostre A.rceblspo
BeR'motivc poi, d oo.rmos as ootua res-
eltoaae aaodacoea daqaellea que oe.se da
do
passiu o
D. Jalo
Rio da Ja
Cruz.
E' motivo, poia
.nitoaaa aaudacOa "i"' i _
fonua lavar a ? Exc. Rta. as suas borneas
''p'rnarobuco. qoe conten a felictdade de ter
i frente da soa Dior ese o magnnimo prelado,
ten inda a conservar por milito tempo as
aoioraveis recordacOes daqoelle qne com tanta
geoeroaidade e solicitase se hoave nesse es-
pihoso posto, donde taato batalboa em de-
feaa da caasa catbolic.
NoMas aaadajOea, pois, ao illastra Sr. D.
Eberard.
Tribunal alo *aryPra]ierga-feira; 13
do csrreo'e ojo, aa 10 oras da saanba. acba-
le convocada a 5.a sesaao ordinaria do jury e
para a allodtda seaa&o loram sorteados o* ja
relos gegoioles:
Joiio Francisco da Costa.
Sa o8tiano Lopes do Reg Barros.
Antonio de Oliveira Maia.
Alfredo Ferreira Pinto.
Antonio de Castro Mooteiro.
Antonio Mana Marques Forrara Jo ior.
Sebastiio Antonio Correia de Aiboquerque.
Igcoa-I Cexar Dorte Ribeiro Jaoior.
Sabino Olegario de Aasis BolOOes.
Joo doa 8anto8 Fragoso.
Jos Gomes dos Sntos.
Leodeaano Antonio de Oliveira.
Miguel dos Sanfo Costa Jnior.
Jes Copertno da Silva.
Artoor Taima Espioca.
Agostiobo Jos dos Santos Jnior.
Corcel Antonio Gomes Crrela da
Antonio Eustaquio Medeiroe.
Antonio Albino Pa ricio.
Rodoipho Pereira Burgos.
Josii Joaquim Pernandea
Fernando Marque da Piedade.
Antonio da Silva Pessoa.
Antonio Pereira Lagos. ____
Jos Beierra de Albuquerqoe Maralo.
Francisco Pereira Raoalbc.
Joaqoim Bernardo Falcao.
Antonio Goocaivea Pinto.
Cosme de Abreu Macado.
Vicjote Goncalves Ferreira Costa
Herminio E Rento Beoilde Jos de Soasa.
Dr. Jos Preoeisco Ribeiro Machado.
Fredericode Aaevedo Maia-
Cleodoo de Aquiuo.
Henriqae Machado da Canha Ferreira.
FaUeelinento-No da 6 do correte, fal-
lacen neeta c.dade a inielUg-nto alunna da El.
cala Normal D Mara Alexao..noa Pereira das
Neves, que terminava oo correle aono o cur-
so recebando o diploma de pr.ifeaaora.
SoccumSio victimada por vanlas hemorrta-
gicas e confluentes; sua merte foi bstanla
"T Escola Normal, ao |er noticia de aeo pea-
sameoto, su-pendeu aa aulas.
/es seos parentes nossos Pam"-
Era X.va-Esi publicado e hootem vi-
aitounosoo.39, anno VI, desse bem redi-
gido peridico, orgio do calboucumo.
Somos graios visita. __
Am- mangas -Pfc 8,ar Pr0*,a,
flm aa manga* de oalae.que davam ana brn-
os das seohoras a .elegaole. appareocia de
don presuntos de Lamego.
E' Moda mostrada,, a belhssima pobli-
cacao da casa editora Jos Bastos (aotiga casa
Bertraod) do Ch.ado, que ass.m o ommunic
ao mundo .*,. pela peona autor sada de
Alice de Aihayaa :
.Dos mod.lua de vestidos que vao appa-
racendo como precursores tfae modas do
otomno vae-se acceutuaodo nc.da vea mais
a leodeocia para as mangas estrenas qoe ser-
Tem como qoe de estojo ao braco.
Bem sei que esta noticia oao sera nada
uradavel, para as m:nnas gentis leiioras.
Sao lao airosas as mangas largas Contri-
boem tanto para realcar a elegancia natural
qoe nao para extraoar qoe nos d^speyamos
del!.-. com irwtesa ; ma. eata Minian n* < ve ser relativa, porque demasiado sabemos
que a primer* anadete recommeodavel da
oda 6 a constante variedade qoe
deleita a
Por sao a moda qoe mais sabia do qoe a
monos oarece, tem o cuidado de awdar os
modelos antes qne us oossos olbos se fatiguen
Vmoita. mariposa sobatitoe par agora a
araode manga de Datao e esta a qoe .ecm-
mend..mos as uossas leltoras porque nos rre-
Dra p^ra a Iraoeis&o qoe forcosamente soffre-
remoB,laro invern com a appancao das
mangas justas e lisas.
BotaaiaaDisem-nos da cldde n es
cada, que na collecco de plantas parasiUs que
possue all o *ngenbeiM C C. Urlini, sobre-
aane ama d familia das Orcbdeas da tnbo
Epidenirom a especie das Caitlevas.
Essa bonita planta cooaposla de caulas de
formas chaladas com 8 10 ceniimetros de
alto, e 1 a 2 ceatimetr is de largara.
De cima do* referidos caolea sanea a* ra-
lbas aoliurias com 20 a 25 centimetros de
cou.primoto, e 3 a 5 oeotmetrea de larga-
ra ; e de om verda escoro loBtrosas com pio-
las arredondadas.
Em Julho. Agosto Setsmbro, b ota verit
clmente de cima doa referidas caoles ornas
taetes com 8 a 10 cent metros de alto com 3 a
7 flores de cor semi-braoca com 6 P^ti'a,
das quae8 extenorea Bemelhaate de tOr oran-
ca om poaco verde, e a 2 lateraea interiores
brancas deaiaiad8, e a denomlaada labeil
ais hraoca, riscada paralellameou de cor
rosa : o calix e o zioostema da cor verde des-
aaaiado e salpicado de rexo escuro e em cima
do qaal de cor tmsrella.
E' mui'lssimo cheiroea a de longe eente-se
mu pjriume, principalmente do manba ce-
As florea duram de 40 a 47 dia?.
As sf mentes sao oe forma trlangniar com
tros companimentos e dentro das quaes b>
orna massa branca e qaando madura, abrem-
ae e o vento a carrrga.
E' de mu fcil culttvac&o.
A ealurlinetria baaaoa-Lji di-
tem : qu3 calor I
Ont'cs: qae fro
locessaote diecossao.
E' que fcilmente nos eBauecemos de qoe o
bornea, o eote tiaaaoo, orna Saina tuer.
mica, fooccio'ia do differeot.mete, serondo
a oa(ureta ao ajeno* mi
M. Ba.ou ea culi.bo acao com M. Sig*-
las, aobii too, frs urna loieieasanie commooi-
CHan so r e.ie assompto ao coo, eagraodecime.iio Jas scicucias, em Tan s.
Eite- sa-n.n empre|*ram. oa suas pes<]ui-
1*1. o notavel -Deja. f.a-oliujtro de M. d"
Arsotiva, t uvulvJo em nm tec.do de aeda
B1t3 filio.
K% cnaclosOes sao eaiaa :
Nao sh odie d"ar urna cifra cal, represeo-
io, para o nomem, a qoennd^des de calo
un ii.8. por KiloK'ammu e por bora.
Ha Dinaveis vari (Oes eaa qoaQUdades de
color prodasidas, iD'.ibj por n^eiras varia-
coe oa tem retar j 1 er.or.
De ama maae ra ge/al (jode-se diser 6-
ente qoe aa q->aaiiiJ"-s d calor despreu-
dldaa aagmeniam tueJ a qoe a leiip-rain a
xtevior dmuioe.
Logj rp raruavM qoe nao vale a pena dis-
entir co.a o v m no, e sobre o o coa a vmi
naa, sobre ** g> io- e as co e*, nao na vaota-
Em tm disco; .- aoDre a tempe am : o Op-
lente pe-eo l. e ,odoio>ia,iii.o e prepon
djajasjtr
nn fnUfao da aprepo-Hoot m,
>a PiCiiJa'.o >i i- '-.i., lu al0 Je BOa W
nltestacJj >-' parte de seo olletas
e ai UJiut* da UMma academia Lais Guofit*
C. d A rada.
ao un>ga- a Faeal uae, -* 10 ores da ma*
nb4, uS-. flama ala Ar-oi ro fesiiviroeo-
te raceDido ujr s.-ompanhe ros, qc* offere
neram-n- j u ato a crav^u l>utia>eate
aaammdii aou.
9 dkr offlc.ai. MiAuet Hu.as a ova. Sivu-u
twoas e udiiu.j a- Me Nr olMmo o*o oa twlavra o Sr. A'rona
ano na breve, > Uqoesie dutano, agre-
nocen as probas -'* ap-o a si maalfestadaa
or mus cotia*
"tomis fat toe, apesar do revestida dn
de ser alta
DMOte aigniflsativa.
Ce.nnpan.hla da Variedades Di
boje o 4- espectculo a Cmi>aub> di, gi, L,
qoe acoa-se trabslbaado o j theatro Sio'.a Isa-
cel.
Hootem boove o 3- espectacplo. qaa, cremoc,
fui naitsnU coacorrido.
A compaoaia tem-se revelado me-eeedora da
p*ote<-&) epreseatacao de boje ama eacneot* aalmado-
ra.
Ualao Trpoa;raphiea Pernamba,
cana-Haje reooe.se em soa rle esta sao.J
ciagu em paoda .oovocacia de asaemai
gersl. Os ioteresaados devem comparecerse II
boras da maoba.
Vapor .Masdaleaa.Telegrimma re
cabido pela agencia da M la Real i'glesa, da
qoe o vapor Msgdaleoa* sabio no da 10 da
Babia ao mio dia.
Santlseinaa Trlndade A contraria
I Sa'itl'Sima Triaiade, no|e palas 9 ho as da
ciui manda celebrar ama missa em lonvor
de S. ioaoda Mana.
A pos esse acto sa-a em poetada a oova mesa
re^edora e eon euid* laangorer.ae.a oo res
nftctiv coosistone ts retratos de dois irroaos
bemf',,torwi.
Joo de Plao Machado -Hooroo nes
bonteiu com ama isita preaoal ao oosso aserl
p'ono, o oja.o mostr colleja de imprns-i
Joto Pioo Macbane, redactor ebefe da Ua>
se a Coorxe-cui e Fioaacein, importante e
cita lo o ornio de pehlletdade.
O oosio allu ii'io toJeg vem eaiadar o so
vlmeato co marcial de oosaa pmca e oelras
pra(aa do Nona, e em nosso ncnp'oio temo
roa se cerca de meia bora em agrada vel troca
de Ideas.
Peoburados p U soa qeoniesa, d'aqai Ibe
reao?amo'uOs oossos cordeaes lauprm no*,
laz'odo votos para qoe leve as melaores im
pres,Oes do noaeo mel.
Grve aa Entrada SalAluda a pro-
posito a irrmtoactu d ir-e oa Estrada o
Ferro Sal de Peruamboeo foUaos boatem e
fiado o evaioie tBieg-amma:
Garaoboiis.B'liarmmo A'm Its ao Dia-
rio de Pe-o-mbo'-o... rtecite.D bailada a
grve oa linha. O director vtetonoao e tron
boatem o'esta eldade, acampan nado do majo-
rneodoro, do 14.* baialb4o. Foram aoito bem
acoib'dea.
Cempinbla Fabrica de Kstopa
Oe Srs. ccmo'i s .o'eesa Com^aooia reunrm
a oo di< 28 do corre t, em sei>Bfto de asem-
bla geral, .fin de oui'm a leiiora do Rela-
torlo e arestaiienio de reatas do anoo local Oo
do em 30 de Juoo, assim coiao elegerem o Coo-
aelho fisral para o anoo viodooro.
Tartaroaja pheaoaaeaoA R4vae
Scieutinqo*-* ceota a lofalis nieto ib de am*
tanaraga-pbeoomeoo qae ex itoa dorante a soa
existeacia a conoBMaue de todos oa oaiora 1 -
taa ds America. Ksia lartarog liona daaB
cabecee. Ha va sido encontrada na ma-geo de
om rio do Coooeti.-.ut e acahava de nasce-.
Eate moastro blcepbaio, mals larato qae os s os
iicoaes, tioba as qe.tro pt ragolam-ta rs, co u
ama s canda. No interior do cseo, oavia
tioos lobos digestivos, doos aasiaanas nervoso-
doos coracOes, doa* appareloos pi>mo a es,
doo> ayserjias moacalaree e doos esqeeietoB.
emlim duas vontades emflm caca cao-f. ao*
venta e e seo carcter.
Urna das cabecas ara mas iraci7e! a oo-
tra mata iraoqolia. Cala qeal dalla* beb,
coma, r-spirava de mote lodeooodeo'O. A
oobilidade era tocoordeaada e qoasi isempre
cooira-id'ido-se. rimqoanm ama das caberas
dorma, os roemo-os da ooira podiam bem des
locar om pooco o cas jo como em om s senti-
do mas se a doas esiavam aecordadaa, a lo-
cemocio ere lafloitameote diScll, cado lado
paitando em s-otido difTerenta. 4 oaUcAa|er
eciUHva-8ri bem Um aecd-nte lo caosa da
norte da tart.raga eaqoerda .* om gito feno-a
oo pescoce. a direita sobreviven apeaos doas
ho as. O poore moastro vivera ateoas iros
meses.
A eSqoadra qoe tena de recebe r
imperador da Russia -D.d io noli
cia da eeejnad a qu- tem de reoui aeem Cner-
borgo pa a receber oo da 5 do mes eotraot
o I operado- da Rnasis, o .Ganlols fas o c,-
cuio da< depesas das eeqoadras modero as.
Base calcoiu corioso
O pesaoal de om eo corseado coao o >H -
ebe* oa o Boevioes casta 30.000 francos
erres de 31 cootos da ooessa m>eia oo- mea
e a guaro c-o de om ernsador de 6:6004 a
7:7uO e di orna torpeieira de a'jo mar 4:4004
fO.-a comedorias.
QoaotJ i a-ilnerii, acceacenia o Gau'ols -
o caonao de dea ceatimotros costa 6 200 Ira-i-
co ?crca de 6.9604 da oossa roord e o cae
n> lo de 34 centmetros cnata 147 000 trancos
crua de 19J cootos da oossa moe-la. Nessa
qoaoliaa Dio eete. incluido o co-lo dos reparos
qoe vana de 36:OoO a 7.0004 da ousas noeda
ao cambio actaai.
Nao meaos lotereissnte o preeo de cada
tiro de aruiberla. O tiro de om eaobSo de la
teniimetroa casta rea de 704, e da om caobo
de 27 aliioge a crea de 3:0094, e de um es
obko de 34 a 3:ooOA o da om caonao de 42
de 3i000* e 6:oO#O0.
A caresta aa qoe ra natari a goe-ra
Feriado Amanea, por sor aobiverssrio
da aeecobjrta da America, eallo fecnadsaaa re-
partlcfjse poblIcaB.
Velearraaaaassa retidosAcaam-je re-
idos na estacao do Teiegrapho fvacional os se*
oales telegrammas :
Oo Maceio, para Ladislao Koctaa.
Oe Itaosop, oa'a Braulio.
Oa T.maoJa para Alcalde.
D Babia, pa*a Jos Saolos Coe'no.
Ue Maeiti. para Fooaeea.
De Belm, para Jallo.
riqae Coz, D. Marcelina fox, D. Aogeltna
Cox, Beniaoii Hermano, Jo&j de P. Macha-
do, c pitao teoente Verissimo Jos da Costa
Joolor, D. Glyce-ia Netto a Costa, D. Mara
Alzira da Lo ta a 2 menores, Alfredo Bas,
Jos DiooUiu da Piedade, Roberto Romallm,
Raymuoda Mana do Caanv, 2 'pracas de po-
lica e 1 prese, Joaqoim Salgueiral e soa se*
ubor, L>. Julia Ferreira. major Eustaquio Ca-
nmioodas e sua i-enhora, D. Candida M. Le-
te, D- Maria Basto*, D. Elvira Bastos, Rmete-
no Meneses, Ventor Jos Fooseca, capitSe
J s Custodie, D. Carolina G. Ri leiro Filbo,
Mara da Cooceicio e 1 fliba.
Cb-gados de Fernando de Norooha no
vapo- nacional *. Francisco* :
A. M. da Silva, Elias, Qoerra, Vidioato
Fllgaeira, soa senho-a e 1 coobado, <'. F.
Carneiro Mooteiro, Marganda R. do Nasci-
ment, MarU 8- de Jess, Aguea S. Camei
ro, Carlota M ra da Cunceicao, T. Mana de
Jess, 2 prtcas e 5 sebteocla ios.
Casaaaaaaao de iaaelii Porto do tteelfe Bncife, 9daOutu-
bro de 1886.
BOLETIM METEOROLGICO
tforos. rerm. cnit. Barmetro Tento d Hum-
orado
a ir)
vapor
dad.
d m. 23,'4 75830 19 -Q? 74
9 a I7-.1 760,-25 18,-42 70
12 > J8.-2 780,-00 19,-24 6
3 t. 28-2 758,-00 1828 65
t a 27/2 758,-00 18-42 70
Tbermometros desabrigados ao meio dia :
ennegrecida 44,0. Prateaao 33*2.
Temperatura mxima 29-.00.
Temperatura mnima 25*,25.
Evaporacae em 24 oras ao sol 8",2, a som
ora 5- -2.
Cliuva nulla.
f>ireecfto do vento -
E '-um inierrodcOee de ESEe ENE de meia
at 8 b. 39 u. da Urde ; E e ESE alteraadoa
at meia iioi t
Velocidade media guodo
Nebulosidadv media 0.49.
BOLBTIM DO PORTO
Dia 9 de Oulubro
O baixa-mir fois6h. 35 m. da manba,
regis ramo a escal 2 "60.
0 pi.-mar foi s 12 h. e45 m.da|larde, re-
gistrando a escala 0 "15.
Caaamenio cinU eacrivio dos casa-
meot08 qae faocciooa nos districtes do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e AfogaJos, affixoa oe
repartic&o do registro dos casamentos ra
de Imperador n. 75,1* andar, adilaes de procla
osas de casamentos dos sagoiotes coitranen-
tes :
1* Publicando
Maooel Inooceoclo Pere r-, natural de Rio
Grande do Norte, artista, residente n-7re--
gaexia do Recife, com Aniooia Flora Samuel,
natural diste Estado, residente na freguezia
de los, solteiros-
2a Pubcato
Eugenio Lauro de Almeids, empregado Di
commercio, residente n fregoaaia do Recife,
com Laur Eugenia da Silva Ramos, residiste
aa fregoezia do Poco da Paoaila, solteiros e
natoraes dse Estado.
Caaa de Detea$dU> Moviraento des
presos da_Caaa de Detenbo do Ree;fe,-fistado
da Pernambaco, 9 de Catabro 1895.
KxisMam 419, entraram 7, aahiram J, exle-
tem 4S.
A aaner: naclonaes 383, mulberes 9, estran-
eiros UV toiai 41*.
Arracoados 383.
Boas 365. doeotg t7 loncos 5, louca I,
.otal 385. ^^
Movimento da enfermarlaNao honva.
Hospital PortujruezE' mordomo de
semana, Oe 11 4 18 ao crreme, o Sr. Fraa-
cisco Jos Gomes de Soaza.
Cemlterla PublicoObiluario do da
8 de Ouuoro de 1896.
Mra Vossis Moreira Machado, Pernambaco,
41 "os, casa i a, Poce
Uorotlia Emilia de Jess, Portogal, 70 aooos,
viuvu, Josa.
Joaquina Velbo de Mella?, Rio Graode do
Norte, 28 aonos, casada, 8. Jos.
Mana Augusta Maclel Sohr.ira, Peroambueo,
34 anuos, casada, Boa-Vista.
Nicolao Jos da Rojba, Pernambaco, 1 anoo,
S. Jos.
Maooel <>aetano Correia de Almeida, Per-
namouco, 60 aooos, ul.eiro, santo Antonio.
Mana Jos Das Feroandes, Pernamboco, 7
aiio, Boa-Vista.
Cect'ia Umbeilna da R.-cha, Pernambaco", 52
annos, soltaira, satto Antonio.
carmeria Gonpl*es, Pernambaco, 2 meses,
Alogade*
Joao Ferreira da Silva, Prabvba, 39 unos,
casa ia, Boa-Vi-1.
Alice Lima de Oliveira, Parahyba, 1 anno,
Santo Auionio.
Maooel, Pernamboco, 2 a- nos, S. Jos.
Ali e Bella da Silva, ternambnuu, 18 m-zes,
Recife.
Ju-6 Ferreira Motta, Pernambaco, 30 aonos,
solteiro, Hecife.
Estepnaua, Para, 14 anoor, solteiro, S.
Asea
Antona Rosa de Lima, Pernrmbuco, 14 an-
oos, solteira, solt ira, ttectfe.
Clao-lioa Fraucisc* da Cruz, Peroambaco,
26 anuos, so'teira, Boa-Vista.
Jos Gomes Vieira, Pernamboco, 12 aonos,
Boa-Vista.
Alba Gioca ves de Medeiros, Peroambaco, 2
aooos, noa-Visla.
Frauclsco Joao Viaooa, Pernambuco, 9 me-
tes 8. Jos.
dyppslito Fauftioo de Aodrade, Peraam-
buco, 4 aanos, Graga.
Joao de .Franca ferreira, Pernambuco, 1
Boa- Vista."
Um feto do sexo masculino, Pernambuco,
Boa-Vista.
Mari* Amanda Martina, Pernambuco, 13
aonu*, soltaira, Boa-Vista,
Man da Cooceicao, Pernambuco, 22 sbdos,
solteira, Boa Vista.
Jos Jacob dos Santos, Pernamboco, 40 an-
uos, solteiro. Boa-Vista.
Jos Canuto Soirea, Rio Grande do Norte, 35
aooos, casado, Recife.
Mara Lu za, Pernambaco, BOannos, solteira,
Boa-Va.
Lucia Maria da CoDceicao, Pernambaco, 62
anuos, vov, Boa-Visia.
Mana Amelia da Racha, ignora-se, 24 aooos,
soheira, Boa-Viaia.
Mareadme SaluBtiano dos Santos, Peroam-
baco, 6 anoos, solteiro, Boa Vista.
Mara Jo-qona da Assampcao, Farahvbs, 25
aonos solteira, Recife.
JURISPRUDENCIA
~.
Mm&&
Appellante Dr. A. Molinari Laurin
Ltohaa faoceioaaodo regatarmente para No-r
le.iSo e Centro.
Vaeelaa^ftu Maaselpal Darao'ea se
maoa Qoda eoiopareceraa d. enSeio da loteo,
daoeu quicioi 136 peasoaa d-.ambos os s-xos
e de dlffere3te< idad .a, qne foram inoenaaas
com tvupOa an*mal.
O eorvico de acdoaca paaaon a ser diaiia.
ueota feto da* 10 no-a- 4* 12 so da.
Uyajleoe MaaleipalOn-aoie a sem?.
oa Uuuj O l) aun- loteuiieote le bvgieoe mu.
oijipai visiteo o Mataaoaro da Caoaoga, o Mor
caio Pooiico .i- S. Jos divaraos ulous pa .
ti-u. 0 res iodo-i ve oa da Torre e Magdaleaa.
oiauo->'iao loot lia we> v-T-s iinpreaaveis pra a almea ajan po
01 ca e u'denoo a remoclo de diver-j- variole-
o- p.ra o Hosc al Siota Agoe-ia e a desiofea
cao a oe tiva* re-Ueortas.
Cuiart aaaia de Bombelros-0 ser
vico u -uuipaoiiu pra boje oaeguio.
te :
Bstaoo. ii. or o 1* sargento almoxar.fe io.
terioo Atit no de 8-joia Baoaalra.
Dia aO>i-"onla o cabo inferior infe de
toro.a Tho^e :\>vea Ferreira.
oariia o q >rte4 a pr.g Manoel Lmx Pe.
Jro de Aneve na.
6aaria part o Txeatro Saota Isaoel
pra;a M n .-i Las Piro de Asevedo.
Un fo'-ne i 3.
Hwspttal aaata Aajaaeda-Foi o se-
guuita u moviineuto deste ho pital de vario-
losos oo dia 5 d' Ootobro :
Existiam e 279
Entraram...... 18
Satrtram ...... 32
Falteceram.....
ExMtsoa......258
-JJia 6 -
Exrsiiam......258
Entraram. ..... 25
FaHece am 6
E.'.stem ..; 279
p(saaajeiroo-Lheg-i ios do sal do va
por nacional .draail.:
Fraociseo J. de Olivei", foao S. de Sonta
2 o*it>8, Jajme Maco', Dr ftiaelaote da ta-
ujara o i-o- obora, 1. Mana G.deMeneze*
H-iiaUi, Olegario, Hermano St >itz, Luir. v,
lino SiiuphrooiJ da Silvana. Jos M. Olas,
U. riaiade M. Malac", 5 Sitios e 1 criada
O. Juinoa Malasio, ronunt. Cros, sa se-
uoora, sua egra e 1 dina, cap ao 4 mar
ia rra Francisco Forjas de Lacerda, Eiiane
no Aojo, Joi.G. P Fai, Felis ru Maria
da Coccenjao, Maooel Joaqoim de Soaza, Iza-
bi Mara Ja Ooncei-.fto, Tbame de Mira ida
ioa Cirreia Luz, A'freio Bemlorme, Ssbss-
M Citl eir de Moora, Cecilia uos daotot,
Joto Buzerra, Ma -oel Vieira, D. Virginia La-
cia de uattoa, Francisco Paalioo Pmbo, Ben-
criminal e teve raso porque os resaltados obtidos tm sido sorprehen-
dentes e maravilhosos.
Entretanto o velho mestre Paula Baptista tratando .dos julga-
mentos oriminaes em relacao aos oivas, diz no 189 que "as questes
sobre prapritdade os julgados civeis tem predominio nos tribunaes criX
minaes, as quaes devem ser recebidas ooaao verdades."
E em a nota 4, d o seguinte exemplo: Intentei aeco criminal
de furto contra Pedro e tambem aeco civil para haver delle o objecto
furtado : a jurisdicefto civil precedeo emseu jtgamento, decidindo que
o objecto nao era de minha propriedade, este julgaraento destre a
accao criminal.
Resulta dahi (contina o mestre) que pendendo era juizo o vel
alguma contestaco sobre direito de proprdade, a jurisdieco criminal
nao podeconhecer da allegada violaco desses direitos, emquanto pen-
der litigios -a tal respeito perante a jurisdieco civel.
A appellada recorreo aos tribunaes civis para cobrar o saldo que
ella presume ter resultado do mandato exercido pelo appellante ; esees
tribunaes civis decidera que as contas sao illiquidas e incertas e que por
580 nao autorisao se quer a detencao pessoal ; mas no foro criminal
cora aquellas mesmas contas foi o appellante pronunciado como eateU
lionatario e conderanado no art. 338 n. 1 do Cod. Penal por ter alheiado
dinheiros (nao se sabe quanto) nao obstante o jury negar o empreco de
artificio frandulento.
O velho Paula Baptista escrevendo um compendio para o ensino
as Facilidades de Direito nao sabia o que dizia ; a doutrina de hoie
outra. wr
Resulta do exposto: ''
1.') que o appelante foi absolvido do crime que Ihe imputado.
2." que o facto que lhe attribuido na quahdade de agente de "urna
sociedade anonyraa, nio constitue orime definido em lei.
3 ) que tendo a materia sido sojeita ao conheciinento do foro civil
e tendo eate resolvido ser lliquida e incerta a conta que a appelada
apresenta, nao pode a autoridade criminal decidir o contrario.
NULLIDADES DO PROCESSO
1.
A accao penal foi iniciada, segundo se v da queixa a fia. 2, nao
pela supposta offendidaa New York Life Insurance por intermedio de
algum de seus administradores, mas pelo Sub-departamento do Brazil
da mesma sociedade representada segundo se v da procuraco de fls. 8
por i. Snchez, na qualidade de Director Gerente do Sub-departamento
sem alias o ser, pois segundo a carta de fls. 117, junta pelo queixoso
director gerente do Sub-departamento A. Hasselman, o que confirma-
do pela carta que se junta sobo n. assignada jpelo proprio J. Snchez
e na qual se asnigna nao como directo:' geral que o referido Hasselman,
mas como director secretario.
E quando mesmo o queixoso fosse o director Gerente do Sub-de-
partamento do Brazil da New York, tratando-se de urna sociedade anony-
ma, que tem sees administradores nao podem os agentes por elles no-
raeiados represental-a no juiso criminal sem poderes expressos; e desde
que J. Snchez nao provou por modo algum que estava devidaruente au-
torisado pelos administradores da New York, nem que fosse por elles
nomeado, nao pedia em nome desta ccrapanhia dar a queixa de fls 2.
Accresce a isto que este Sub-departamento do Brazil da New York
nao tem poderes para representar esta sociedade, pois foi estabelecido
nao por ella, mas pelo Departamento Hispano Americano e a este respeito
expressa a clausula 48 do contracto a fls. 23. que diz :
c Fica entendido quo este contracto se celebra entre o Dr. Molinari
Laurin e O Departamento Americano por intermedio de sen Sub-departamento
do Brazil e nao com a New York Insurauce de modo que em nenhum caso
pode o Sr. Molinari, era virtude deste contracto fazer reclamacao contra a
Companhia directamente.
A queixa. portanto, foi dada por pessoa incompetente; nem siquer
devia ter sido acceita para se prooessar o appelante sua revelia, desea-
voivendo-se contra olle urna serie de pereiguices e arbitrariedades das
quaes oCollendo Tribunal vai agora conhecer.
^
E.1 NULLIDADE

da parte que iniciou a accao, a
Em face das respostas dadas aos quesitos de fls. 312 o Appellante
est absolvido e nao condemnado como foi julgado pelasentenca de fls.
314, como incurso no grao medio do art. 338 n. 1 do Cod. Penal.
O Appellante aecusado por J. Snchez, que se diz representan te
da soci-edade anonyma New-York Insurance por ter, na qualidade de agen te
desta Oompanhia, desviado dinheiros della, empregando para isse
meios fraudulentos ejfalsos titulos.
Submestido a julgamento o jury respondeo ao 2. quesito affirraati-
vamente, isto que o Appellante havia disposto de dinheiros da Autora,
como proprios e negativamente aos 3. e 4." quesitos: isto que o Ap-
pellante tno havia empregado artificios fraudulentos, nem usado de
falsos titulos para se apropriar de taes dinheiros.
Assim.negados os quesitos relativos ao artificio fraudulento, que
elemento constitutivo do crime de estellionato, longe de ser condem-
nado, devia ter sido absolvido e posto em liberdade.
Segundo adoutrina e segundo todos os Cdigos o crime de estelli-
onato consiste no emprego de manobras fraudulentas para se obter parte
ou toda a fortuna alheia; desde que o jury decidi que o Appellante nao
empregou artificio fraudulento, nem usou de falsos titulos para se apro-
priar de dinheiros da Appellada, manifest que a resposta affirmativa
ao 2. quesito de que o Appellante havia disposto de dinheiros da Appellada
nao constitue crime de natureza alguma, e em caso algum, o de estellio-
nato.
Estellionatario o que serve-se dolosamente de engaos e ndu-
siraentos para obter bens alheios : o Appellante na qualidade de agente
da Appellada recebia dinheiros dessa sociedade e os collocava no Banco
de Pernambuco em conta corrente (fls. 25) donde os ratiraya para re-
mettel-os mesma sociedade e ocoorrer aa despezas indispensaveis,
como se v da conta corrente de fls. 44; achava-se, portanto o Appellante
legalmente na posse de dinheiros da Appellada, nao usou de artificios
fraudulentos para os obter, nem para dalles se apropriar.
E desde que o jury assim decidi nao poda o Appellante ser,
como foi, condemnado como incurso as penas do art. 338 n. I.- do Cod.
Penal, que considera como estellionato a alheiaco de causa alheia, como
propria-
Mas o crime de estellionato nao a alheiaco da cousa alheia oomo
propria simplesmente; indispeasavel que essa alheiaco seja feita com
artificio fraudulento, com emprego de falso nome, falsa qualidade,
falsos ttulos; se, portanto, houvesse alheiaco de cousa alheia, como
propria, sem o emprego dequalquer artificio fraudulento nao ha crime
de estellionato. Isto elementar.
Do mesmo modo que nao ha crime de roubo sem violencia, nao ha
estellionato sem o emprego de manobras fraudulentas.
Nem o dinheiro objecto de alheiago ; pode ser objecto de apro-
priaco (art. 331 do Cod.) ou de consumo ou extravio (art. 221), mas nunca
de alheiaco.
E' de urna iniquidade sem nome essa sentones conderanatoria era
crime de estellionato, quando o jury nega a existencia de fraude, ou era-
prego de artificio fraudulento.
era ao menos, Coilendo Tribunal, est verificado que o Ap-
pellante devedor a Appellada, pois ella mesmo remettendo a oonta de
fls. 44, que nao est assignada, declarou ao Appellante que verificasse a
sua exatidao e fizesse-lhe ot et>aros que julgasse conveniente*.
Se da prestaco de contas resultarse saldo em favor da Appellada
cabia-lhe promover no foro civil a cobranca do mesmo saldo, como j o clara terminantemente que ''se o Reo estiver preo, sercondusido pre-
fez, requerondo na Capital Federal a detencao pessoal do Appellante, o senca do Juiz4i
que conseguio, sendo o Appellante solt em virtude de kabeas-corpus
concedido por esse Tribunal Superior e em virtude de deciso da Corte
de Appellaco, em recurso de aggravo, sob o fundamento de que a conta
de fts. 41 era illiquida e incerta, e non termos do art. 344 do Reg.n. 737 Depoisdo que temos dito para que fallar era nullidade do iulgaj
nao autorinava a detencao pessoal. manto T
Pea bem ; essa conta de fls, 41. nao assignada, considerada illiqui- Para que criticar o libello de fls 277 quo nao devia ser receido ?
da pelos Tribunaes i ivis, remettida ao Appellante para veriear sua exa- Para que fallar dos quesitos propostas ao jury, onde at se pergun-
otido e fazer os reparos necessarios, foi que servio de base para urnas gunta se o reo apropriou-se de dmhei o de terctiro t
queixa po- orime de estelionato, e para urna condemnac&o nesse orime.j Era face do exposto o appellante espera que seja corrigidoo erro da
quando o jurv nega a existencia ou emprego de artificios fraudulentos. sentenca conderanatoria, sendo decretada a sua absolvico ou a nullida-
Alm do vicio da illegitimidade
queixa ressente-se de outro.
Segundo o Reg. do Estado de 23 de Janeiro de 1893 a queixa deve
ser assignada e jurada pelo oflfcndido (art. 107,) a quem se poder conce-
der licengapara ser representado por procurador (art. 110).
Admittido que essa licenca comprehenda at a assignatura da
queixa e juramento, acto que personalissimo, o que o colhendo Tribunal
decidir, pergunta-se :
Tendo a offendida a sociedade New Iork Life Insurance, que re-
presentada pelo seu presidente John A. Me, Coll. (ffs. 117). podia ser con-
dida licenca ao advogado de J. Snchez, que se diz director do Sub-depar-
tamento do Brazil, para assignar e jurar a queixa, sendo a offendida a
sociedade ?
Nao ha quem affirme isto.
A licenca s pode ser concedida ao procurador da otfendida, que
tenha para issa poderes expressos e especiaos e o advogado que assignou
a queixa, nao procurador da offendida, mas de J. Snchez, que nao
director gerente nem mesmo desse Sub-departamento do Brazil (vejo-se
fls. 117).
Esse vioio da queixa aggrava-se alada mais pela seguinte circum-
stancia.
A queixa foi dada perante o juiz do 5.a districto criminal, que con-
cede u ao advogado J. Snchez a licenca para assignar e jurar a meama
queixa. Perante este juiz depoz a 1. tesiiraunha do summario fls- 175,
de pois do que foi pelo mesmo advogado dirigida a petico de fls. 177 re-
querendo qae aquello Juiz devolvesse os autos ao juiz do 6.* districto cri-
minal que era o competente, e assim foi deferido, reoonhecendo o juiz do
5.* districto sua incompetencia*
Neste novo juiso prosegaio a formaco da culpa considerando-se
oomo bora tudo quanto se havia processado no juiso incompetente;
verdade que se lavrou novo termo de juramento e foi passado novo alva-
r de licenca ; mas essa licenca para o procurador assignar e jurar a
queixa deve ser pedida previamente, segundo o rgimen anterior a lei do
Estado, pois qne hoje, parece, n5o se pode dar licenca para assignar e
jurar a queixa. (art. 107,108,110, do cit. Reg). E' o que resulta destas
disposiedes combinadas entre si-
Desde que foi reconhecida a incompetencia do Juiz que iniciou a
formada culpa, tudo quanto f i posteriormente processado, ficou sem
effeito.
Nao era 0 casando ratificaco de que trata o art. 15 1 do Reg. a.
4823 de 1871, pois a inoom potencia nao foi allegada pelo Roo, m&a pelo
proprio queixoso, e o processo correo revelia at a pronuncia de modo
que o Appellante nao poude requerer a reinquirico da testimunha que
depoz perante juiz incompetente, e a queixa j estava dada, assignada e
jurada sem a licenca precisa
E para nao nos alongar mais con vem logo dizer que o processo
correo revelia do Appellante at mesmo defiois de se adiar preso.
Pelo telegramma de fls. 217 consta que o paciente foi preso em Mon-
tiVido, apezar de ter obtido habeas-corpus deste Superior Tribunal,
tendo-se realisado a priso em 16 de Maio.
Em 18 de Maio o advogado de J. Snchez dirigi a petico de fls.
216 requerendo carta precatoria requisitando a romessa do Appellante
para esta cidade, afim de que" podease elle J. Snchez proseguir
nos ulteriores termos do processo contra elle Appellante intentado eos
quaes nao podem ser mais praticados sera assistencia do Reo"
Essa petico foi deferida, mas apezar disso e contra a lettra ultima
expressa da le, oitodiat depois proseguio a formaco da culpa sem espera*?
o com parec ment do Appellante j preso e requisitado para se ver pro-
cesaar.
E' o proprio advogado de J. Sancher quem reconhece a nullidade
deste monstruoso processo em que se inventou o crime de estellionato
para se perseguir-
E elle lemxaso pois que o art. III do citado Reg do Estado.de-
NULLIDADE DE JULtAMENTO
Mas quando mesmo a conta de fls. 44 fosse liquida e certa, quando
mesmo ostivesse verificado saldo m favor da Appellada, nao dava isso
lugar a urna aeco criminal, porque o Appellante por forc* do contracto
de Es. 10 exercia um mandato, que regulado pelos arts. 140 e seguintes
do Cod. Commercial 2 Dir. t. 23 pag. 395 ()
A appellada bem comprehendeo isso e intentou sua aeco com-
mercial na Capital Federal, requerendo previamente a detencao pessoal
do appellante mas- apezar disno pareeeo-lhe que podia intentar aeco
de disto que ti chama em processo.
Recife, 10 de Setembro de 1896.



Dr. Francisco Gomes Prente.
-son


tHftrio de Pernmnbaco Domingo II ue Catabro e 1$96
i!-

() REVISTA CRIME N. 2302
Rbcorrente Jos Doarte Ferreira.
Recorrido Jos Ferrera da Fonte Jnior.
Atcordao revisor
nheamenio do faci;* so pisso qo o Sr. herte destaco o ctdadao major J<-a0 Bzerri
MOel Lope retirando o fllho para a oa la- LiHe. rojo testernonho wsuspeito pelo con-
renda, garanta me nada pariir da ana caa eelt 4e qu dirnaroHnte .osa entre os que o
que viese Iterar a ordem publica, o offeosor conhecero, inclusiva o roeu honrado amigo
dista em plena villa, acompanhado nmaa ve- Dr. Procurador Gera* do Balado a qu-m o
sea da pracaa maoicipaea. outn vasas mu rtelra'or pede que mande pro:eder a lu-
de uro capanga arw>.d>, que nao fiara fe< querlto sobre o meu procdimento.
iodo e que muito Haba amda faser con .unalbo d-s calumnias contra mina io
familia Lope* 1 w sertas no Diario de 13 o raesrao Indivioo
. flm relacSO etc.: aue vistos expostOS e relatados na p*|0 que o* animo se enaltaran e appare- qoe loi arranado ao Tribunal do Jury de Ga
a l- Z. MntA aiitnt rlfi revista crime entre Dartes ; COmO re- cendo oo-ieti a m<-mo ndicos que deraons ranhan pelo m os ruoso crime de estupro
forma da Id OS presentes autOS de jeviSta cruno ture'partes orno ro ^ ima)iortlcia rt, um inflicto, orle..,.- perpetrado -m 0ma inoocente menina de 10
correte Jos Duarte Ferreira o recorridos jse rerreira aa ronte e ou 0B llien(1,, M,.tlr faiia de um desiacatneo- anno* de ida-, cima qoe deu lugar a au*
tros annullfiO O DrOCesSO por falta de base legal, porquailtO, OU8andO a 110 poUcitl que mtn iv**se a ordem e a irn- ese miseravel acocado pela indignagao pu-
9 onhro materia de natureza Civil, qual a de ajuste de .qullidada publicas o qoal nao se fes esperar felfea VHesn reogiar-se n-sta Municipio en-
- le fui azenda do Sr. Manoel Lopes, acomp con ranio hospnaleiro abrigo no seio desle
nnado dos ento promotor inte-ino majo'Joao i povo incauto que someute ooje seoie que a
Sontas pelas transcea' ha vidas entreelles recorre~n.es e recorridos, era
o foro civil o competente e nao o criminal para nella mtontar-se a ac-
TndnanfilnArt^7dTcodiKoCommercial. nico meio mais competente
t^^c^^onlMocom exaotictto o saldo a favor dos re-
LJ;^.aFoi.an,A do recrreme para com elle ; nao sendo o juizo cn-
conhecer, se o saldo em favor dos recorridos, e
de 3.840J0CM ou de menor quantia ; o que
corridos e alcance
minal competente para
como dizem elles na q-- -^ uma liquida0 e ajust j
Bexrra Leite e delegado Manoel Mariannu i vbora Ihe raorde.
A. Barbosa, aconselhei o a retirar incontion- j EM ani una facos p-nvados
cessar qual
J ^ISSf's? dwoi desse proced.mento e intimado o reoor-
SiPnSVc!i^veriteJo..alo o fazendo, que os re-
e0rr%^reemtevi:?a So^aTq-Tsttos consta, e dispones
de directo, aiSulSS o processo por falta de base legal e condemnao os
rW"BahianaiOCOdneaSetembro de 1880-Felippe Monteiro^presidente.-
^J^l^F^^ Monteiro.-S. Cardase. -Mattos.-
Jcrgt Mouteiro.Ribeiro Folha. ^^^^^
PlBLIIjtS 4
O jais do Jireit de logase!-
ra ao publico
Teobo de ter o acervo mal alinhavado de
eahimnias e roemiras, qoe contra mim le po-
blK.r, no Diario de PeroaOouro a, 13 do
eorr.ote o celebre Luis Antonio Chavea Cam-
pos, prefeito deste muoicpio.
Bise miseravel, cojo passado negro o iraz
atado to poste do despreso dos homene de
ea, que lem tide a lofeilcidade de conbecel o,
a .denuncia aes Exms. Sr. Dri. Gov.roa
Hinchar a moha reputacao de juii e decida-
cao com a lama puirida era qoe se acha yo
Mita a sua coosciencia de banoido carcomida
elo remorso dos maia hediondos Crimea que
fla commetd lo, como se exses illustrado e di
gnos c.dadaos nao estiveisem convicios da ver
dsde dos fictos por aqu occorndos dos uliitnos
empus e como se o publico Intelligeoie os
que coDhec.m oao lesera em cada periodo
Essa verrioa, bem d-goa Alba di!***
Sonde emaoa, o desmeotido do qoe ella aflir
"consciode haver semere comprido o M
daver nos cargos qua teoho JIJJM
aoior e iuix municipal e no que actualmente
Tsre de jais de direito. nao s asajsjgi;
ciwe, oode me teoho coostitoido o obs acolo
ttTperBeguices que a prepoteocia "
meo detaW tem se propoalo a exercerwo-
tra aquelles que nao Ihe beijam os p', cerno
nos municipios de Villa Bella.Belmonte eln
umpho eu poda despresar aa invectivas e ca-
lumnias que me alira esse ente abjecio e cjnt
co ; mas em ttenjao aos meus superiores
bierarchicoi e ao publico a quem, como
membro de om nos raais importantes poieres
do Estado,;devo dar salisfagao dos m us actos,
offereco Ibes aigu trechos do oficio que em
das desle mex dirig ao Exm. Sr. Conse-
Iheiro goveroador di Estado, historiando fiel-
mente os factos qoe deram lugar a* altera-
jOes da ordem publica ue6le municipio.......
. Era diss do mez de Junho desle anno 1*1
eBbo(etdo, era uraa das roas desta villa, om
filno raeoor do Sr. Mauoel Lopes da SHva,
de nome Antonio Lepes, por om irmo do pre-
feito tenente corooel L. A.j Chaves Campos
de nome Manoel Chaves, d-.vido a mtr gas
particulares entre os mt'imos, aggressor e
offeodido.
Tendo em vst a manotencSo da ordem pu
blica, como aoioridade, e a pai entre as dua
familias, como amigos de ambas, alem deque
se achava em rainha cas o offendido estodaii-
do algons prepa-atorios, coovidei ao reU'ido
t-nente corooel, como chefo da f milia, par
r^prehendeodo o irmao oTeoaor, dar assim
uma satisfacao fmilia offndida. retirando
a Antonio Lopes pira ora collegio rntaa ca-
pital e sanndose, por este modo, quaiquer
coosequencia roa de uma viogaoca que por
ventora este quizesse temar.
O dito teoeute coronel ,hves porm recu
sou-se a acceitar o meo convite, alias cura
geral sorpresa para todos os que ttveram co-
te o fllho para o R-c fe, Uieudo
qoe plano de vinganca, que-xisiiss* por par-i
te de sua f Qj|i|,'o que todo cooiegui v liando
a sta villa, sainleito de ver a populado tran-
quilla beodiaendo a paz.
Om pouo i mais :arde vi em malo de geral
Indignagao i ubllca, ir sendo barbarameote
espan ado p>r duas pracas municma'S, da
fera para o qoarle, um n -m*ni de nome Jos
Creoolo. port-idor por quera o Sr. Manoel Lo-
pes Hniia mandado fater comp as!
Inda^oei os motivos desse co de servag"-
na e ingoem m'o soub- explicar, diiendo se
geralmeute ter sido inaodOle dasss scena de
vandalismo o 3r prefeito Chaves Campos i
Ora, em taea emergencias julguet iinprofi-
cuos os meios suasorios por -nini emprega ios
pa a evitar a desordem e dmltei-me a censu-
rar ssss actos de oellllsacOes retirando Ihes
a rainha solidariedade, nao dn..iiio, porem,
de serapre aconselhar a prudencia.
A*sim parraaneciam as cou-as at qne no
da 2 de Agosto ultimo, quaodo segoiam para
essa capital o tenente cjrun-l Chaves duaa
pravas municipaes, seudo nina d'llas um dos
mandatarios do espancamento de Jos Creoolo
a 2 legoas desta vilia am sendo victimas do*
toa im s perversos desla e outros individuos
criminosos em villa Bella, que Ihe deafecnararo
diversos tiros pelos quae* nao form felumeo-
le attingidos *.
Eis ah a vrade inconcussa dos factos
que aqu tiviram lugar e do meo procedim-mo
em todos elles, >eriadr que *'em de eer teste'
oiunhad'a pela p pul >r;ao inteira desle moni
cipio tem sido corroborada pelas iosu petas
informaos-8, que, segundo consta, tem sido
dadas ao Exm. Sr. ;;onselheiro liovernador
do Estado, por proemmenteB ctiefes polticos
e represntanos dos municipios de Plorase
Alagoa de unir i.
O vil rafeiro que rae procura att ngir com
tua bah hyor. phubica, adulterando a verla-
de e afirmando quillo qoe Jasa is podera pro-
olre as doas *ar e qoe s se pode du.-r de si sera provas
irrefoteve.i diz qu- eu cneguei a esta villa
irazendo um rastro de aangue e lama 1 1*
L ia o publico e pasme !
Esse individuo durn e >nuito teropo na ci-
dada de Giranbuns viv-u uinndo-ee do que
subtrahia para $ contrj a vontade de teut fi-
nos, send al, segundo e-mu bem informado
era orna deas'S aventaras qoasi Roeambolicas,
BorprobeodiJo soore o telbado da casa e ne-
gocie do respeitBVel e honrado Sr. Coronel
Ceeario B'aiileiro que, ulvez por commiera
ao. deixoo-o impune I
Entre outras victimas da esprtela d*SM
r,0ffiMEB'.O
Salsa Conistiere ia I de Per-
nambuoo
COTAg5ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
fnica do Recife. 10 de Ouubro de l896
Sao boovt cotsjao.
O presldeate,
Antonio Leooaroo Rodrigues.
O secretarlo,
Joao Leopoldo do Reg Villar.
CAMBIO
pe sua noto-
n-da l*, qoe 8&o suficientes para que o pd*
lilii-o sjnifl* quem (rouxe para esta villa tim
rastro de lam e langue q^tn um ente per
ncioso e gisio ; em quem urinal sseniara pe<"
fn la mente indos os pitue-os injuriosos ton-
ta mim as-arados polo meu d'tralor ; ai eml
raim ou si neste Individuo qu<- vtrgoniia'
daqueties seus prenles queiin sabid bon-
rar o nome tntdixlonal da familia Campos '.
Su nrovoco -sre imbcil para que prove
o que allega na sua frrrua, como tesuma'
nti.> de qualqurr nos meus honr-do* conterr .
neos dos municipios de Vi la Bella, Tnom*
ph > e B liriocte.
Nao o conseguir de cert), e a lama con
qu-me pro ura atiingir na d chirine em
cneio na face nvida pelos lemorsos dos cri-
les que pasan sobra sua cab <<, pnis, alm
dos que em commellido empn0ba.se a no-
vas f.ganhas !
Ainua no da 23 dest; foi uma foifi des a
illa casa da Sr. Muol L>pes, itio lugar
MacaiDbira.coru instrueges do trazer preso
ou morto um seu ttllm, de nom-* Framiso
Lop- sobr- qu-m fyram al i de-fechados
mui'os tires por nrte da di, forga e dos
qoaea pou'e a victima es apar-art pro egl la
pela espesura dos mallos, que iooc dlstam
da ca8a !
N- dfa 25 (trs d as depois de serem tras-
ladas 8 lustrurg-ts que loran? dad Se a fnrga
a qu* me rp|eri, pelo inen deirator!, quan io
[francisco LopnS segua da sua casa para Ala-
goa de Baix ', tora victima de diversos Uros
tesf*'hados de erabos ada, sabe, do-s a e-
na qne na occsiao cabira do cbvhIIo qu-
uoniava anda nao sendj encontrado bm
morto, nem vvo !
fvn> tlcam os tantos B--m commeniario.
K noenta-to, diz o meu aguressor que SOU
eu quem anima o crime neste municipio I
bmalisiiid.. diz aida o meu detrator que
eu pr-ju'gu-M o causa em qoe elle se acoa
erap--iibad.i !
Imbcil -Nao pr cisava lana infamia para
a coosecugo d > Um a que se propOe, qu^
simplesmente incoui|iatibilisarme comojul-
gamento do p'OCsso que move conl s
mil a Lopes, qu-i ira
dos juizes ana phab tos dos nutricios, cuja
ign i rancia ser posta em pratica para a exptu*
ragao pecuniaria poltica dos tumularia
dos 1
O que eu di-se diversas v*zea em conversa
sobre o referido procedo foi que M dos tilnos
do Sr Manoel Lopes t^m contra si indi ios ta*a
que aliarila me poder) ser d-l'Oi 08 para
is. ntaio da c iminalidade ; e quaoto
peitavel seohora desse culada apenes notei
qne la ensibilisaraso muitn quan4o loba
Dccasfao de fa'iar da questiu ao fllho com o
umao dn meo aggressor
Ist'- nao qu- ni t-r priy'u/jar e raoito menos
indica que eu vita em contacto com o crime.
Ac:u*o-iua e um i-rro grve : ful ter al-
gum.-r8 vezes me hombreado com o meu de-
traior, lendo, entreanto, o cuidado di iiao
escorregar no lois imrooiido que o cer--a I
No mam teniio orgulno de uuel o, i ei cor-
respondido ao dici*me8 da le, saiisfaiendo
xasim a 'paciativa dos meus jurisdiccinna
ios, de quem enho r^cebnio sbejas provas
de consinerago e ratamento. principal i ent-
depois qoe o estado maior da Prefe.nora, nao
encontrando em mim o insirumento as sua*
paix5es, collocou-se em posi.ao hostil tur
dha aoioridade.
Kiquem pois scie-tes os Exms S-s. Drs.
Gover ador e Procor-dor Geral do Estado e o
punlicn qoe os la tos de que temos sido es
pectadores negte munfnpin dimanara 'alia
de aenso e da perveraldade desse Prefoilu
sem a nieno'intu:<;ao dos seos deveres.
Agora espero que o meu d< traior veuha de
novo a-.z-r de mim imo aqaillo que exacii-
uionte er) se pide -i/er de si.
'ogados de Ingaeira 28 de Setembre de
1896.
Sergio Xunes de Maga'lies,
Joiz de Direito.
SUlve I de Outul.ro
a miuha q erida tobrinh'i
VirGINaSERPHIM FlGUElROA DE
Parias
Amanh3, dia'em que l compietas
maisum anno de existenci, henho jo-
blosu fe lici'ar-t e ab'r5ar-te muitt,
bmad e gentil eobrinbe.
Ao teu querido pee Marianode Fi-
goeri6a Fana e fxzend extensivo os
naeus since.rnB par-bense desejando mul-
tad felicidades e veoturas, no regayo aa
cunceitaada familia Fiioeiro.
F. P. S.
12-10-96.
o
Ao commereo
Os abaixo assignados communico
que dissolveram amigavelmente a
sociedade que sob a firma de Men-
donca Primo & C, tinho nesta ci-
dado ra Ouque de Caxias n. 83,
retirando se o primeiro dos signata-
rios pago de seu cap-tal e lucros, e
ficando a liquidacSo do activo e res-
1 potisabilidade do passivo cargo un
camente dos dous ltimos que se se-
guem.
Recife, 8 de Outubro de 1896.
Jos toncalves Woreira de Mendonfa.
Joo Pereira de Mendonca.
Domingos Ferreira das Neves.
atalieio
vlrgina seraphim de figuei^oa
Faria
AmanhS, data feliz 9 u9pic' aa do
n u uatalicio, >. xh que :.c- pos^uidos
d verdadeira alegra te felicitamos par
tal motivo.
Osal. que tenhat a Teoturadev
sempre dia to clro9 e fjliaes cooij os
de hje.
Acceita poic, o a!mejo felicitado
do nosso transporte de jobilo, pr> dur.ido
pelo arrea* amento cecxiraordinario ex-
usi.
Salve ianre-nte ajo de purez !
R, cf10-66.
F. P. S.
V. M. S.
.
Contraria do 89 Ctrispim e
f^hrispiniano erecta m Con-
veato le IVossa Seohora do
Carmo
Na publcar;ao da eleigo da festa
ca,rnrmao7deMgom;deixou de ser publicado o nome da
Exma. Sra. D Antonia Cezar do
Reg Barros, que uma das prove-
doras da referida festa.
Isto succedeu por engao de copia
para a publicafo.
O secretario,
Jos Ribeiro.
a res
I
ae metal par vi las, SO lardos com ospst para
embretaos e orna cana com carnizas ae ai-
g0Figu*i'doCosts C.-70 bsrrlicom man-
lelga re vacca e 75 barris com Unciono em
salrcoo a.
Costa & Rocha15 jg'goi cam [005a.
A. Vieira & CJ calsas com cbius.
Maroel Bai tisia S8V8-1 cans com cscbiin-
bos de madeira.
C. Barza1 calxa com mestras.
Brnet C13 cslxss com coilas e dlver-
MS fazeodas de tlgodao.
Aquilino Ribei o da Cooba Olitelra-li csl-
XSl CIO lOBQ: .
Barbosa & Saolo;i calis cam 1 csixai de
farra pars criaogas.
Paoi Joliien-tJ caixas com tlabo com-
Imam.
L. Rocha & CI eix esm i machina.
Domiogoa Feroaodes i Cala com leqoes de
o ia!P*Pl s canas enm madapolo.
abrinm cora laxa de 8 5/81 A|re| d# Brlt0 & c.- 1 cana com brlm r
a 90 d/f. efltectoaQdo-se pt. |,|-0(||0 e j calxss com msdspolao.
Aosnlas G. Coimbrs1 cana com cbHai.
Marques Sobnobo & G.13 barris com vl-
obo eosMssjss. ... _
A. Martios & C.i calxa com chitase leo-
COS de alKodo.
Gsimar&es Filbo & C3 calas com caro-
gos oe aigodao, barbante de liobo e peales de
cbifre.
laqulm Goocalves Caiciol cala com ga-
iOcb oe alendao e obras do ceiiloioide.
Soizr KtnBmaoa & C375 caixsi com
cognac.
Mollar & Co caixas e S Nrdos com brtm
e panoo l* algodlo, cssemirs de II simples, e
riscados de algodlo.
Alian Paierson & G.-1 caixa com carta-
L. GonrUdool calxa ron ptemre'.os de ter
ro 10 volomes com 8 carrlehj da mao, lolo
prd'Cos de tibou de piano e 203 trilhos de
"rvnclsco Brsgi & C-9 glgos com los-
1(3 laroos com
Os bancos
abre L mdres
itoos oegocios.
Ea papel partlcolar nao constod
negocio.
Algodo
Vendido a 15#000 os 45 kilos.
-------
Aleool
7r pipa de i80|lilroi SOO*.
Agurdente
Jo- pipa e 180 litros 115* nominal
Cotires
ht>
Somos sslgados os bss de 19 kilos 1*025..
^jj nominal refogo 681 o kilo.
ysrdes.OlO ris, oltimo preco.

Carnauba
Cou-u de SO* a 30*000 por 15 kilos.
Mel
fjr 105(000 nominal.
Alfandega de PernsWMbuee
IMPORTACXO
Utrcadorias despachadas em 9 de Ou-
tubro de l8g6, para consumo
Soedes de Araojo Filho-3 caias com pre-
di barrica com frascos va
jamos-
p. F. Leal O
BOS.
Joao de Aqslco Fooseca5 latas com pro-
gps de ferro e qninaentos calas com kero-
fe6o'imiriei Bngs & C.-l csixa com agua
lailaia e 3 calas com agoa mloeral.
Loorenco. Maa & C.-7 caltas coniendo
(bitas bnm de Hohj, e tlanella de algoaao.
" Amorim Irmaos & '-.1 oarrica com looca e
Manoel Goocaites Agr3 cslxss com si
rao.s de trro.
Jote Ferosodes Lima & C.-S3 barris c
vtobo commnm.
Jorge & Dtss50 cala com manena.
Luli Igoaclo.de Andrade Lima1 cana com
diversos medicsmesios.
Moreira Ohveira-3 calas com brlm e ru-
tados de algodao.
Mendonc. Primo & C.-6 caiiss com mada-
orao e rlscados de algodao.
H. Fletcaer30 caixas com wbyscfc e f tnho
Almeida Gomes ft C.-S ciixas com obras
') trro balido e pegadores de msfier ordt-
Alian Pateraon & C-l fardo com crrelas
de lona, 1 caixa com ooris de cobre e 1 Dar-
ra com obras de ferro batido.
Silva & Saoio1 calxa com espiogsrass.
I barrica com obras de ferro batido, 1 calis
com fecdadnras de ferro, 1 csixa e 1 atado com
fcrrarfleoias gressis.
Alvares de Cr.rvalho & C1 caixas e 3
tr.de com Bo de llnbo pars sapateiro cades
Sos machados de ferro, pregos de ferro,
bras de ferro ba ido e fundido.
Braiilian .Sobawlne Tdegrsph 1 barril
ton desinfectante.
Jor Fernandos Beur a3 eaiiis cem pao-
10 e fiaoella de la.
Ednardo Palvs & C.-3 calas cois carr-
Compasla Iadaitrlal PernambocanaI eai-
IS8 com tintas. .
Oiinibo Jardlm & C calxu com risesdo.
de algodao.
Henry Vogelsj5 calxis com 3 pinos de
* Rorlgo Csrflno ft C 14 oarris com vi-
nho commnm, 2 caixai com coilas e 1 caixas
com bnm de algodao.
Ma tms ft Rodriguesa caixas com chllas,
bnm e fiaoella de algodao.
Prsalle & C. -1 calis com I violoncillo.
Nsrciso Mata & C.-3" calas com cbitsa e
1 csixa com cambrsls bracea de algod&o.
julo Ramos-l calxa com perfnmarias e
gabao medicinal.
Nova, Mala & C.-U8 calas com tinho com-
Monra Borges & C-1 caixa com brlm de
Wil'son Soos dz C.. Llmltsd-ei8 tonelladn
de cartlto de oedra.
Samarcos ft C1 cala com chapeos e bo-
neis oe palba de btoi simples.
Frsneisco R. Piolo Gaimures10 calas
co-n frnctss seccas.
Silvetrs ft C.1. calas com msdapolo e
C Alfredo Gaoches & C-l caixa com chloro-
eto de clelo.
Lopes Alnelro & C.-15 barra com louer
nho em sslmoor.
Costa Campos & C.-1 cala com 1 appa-
releo aaiogeoeo. ,.
Great Western of Brasil R. Companj Limi-
ted3 calzas com armellas da seo.
Goocaues Cunb & C.-S caixas com chi-
"ornes ds Maltos Irmos & C.-5 eaias
com colchfti ae cob'e e de torro.
Le to & Cesta83 fogarelros de ferro.
Cotr pan na Plagio e L'eddo
4.000* de tecMo- de g > a i.
No vapor aiiem > aOsUav, para Santos,
cirrettaram :
N. Mala 4 C 500 saceos con 30.000 kilo; de
assurar oranci.
o vapor nacional Braz, para Haoao.<,
carrexar^m : nnn
A. I-mos & C, 10 barris roa BW litros d-
agoardeote e 0 barricas com 2,391 kilos de
aasacar brinco.
E. Ciraozo & C. 0 barricas com S.920 kilos
de assucar braoco __,. ,
P. Alve t C, 40 ba-tls com 3,a20 lll-os de
agoa d ote, 5 bar.-ic*- coui 650 kuos de carv.
auiuia!, 8 dina toa 400 dltea de ss-ocar reti
oado e 381 altas couj 2J.65 dllos ae assocar
branco.
Para o Para, carreearam :
P. Carneiro ft C, l pipa com 521 litros de
aleool .
No vapor nacioaal Una, para o Ceara,
-arregaiam :
C Pinto & C., II barris com 450 lifos de
vobo e 2,5oOklios de careos >ie ai^oiii.
P. Barbeta ft C., 2 cali* com clcalos.
Fonsec Irmaos C, tOO aun im 1,60o
kilos de santo.
J. OliV'ira Mala. 2 calas co1 calcados.
Francisco da Barros e Silva. 180 barrica com
9 750 Kilos de asrocsr 'eBoado e 50 barrica*
om 5,150 ki.os d sssaosr brinco:
P. Alfa ft C 5 barricas com 300 kilis de
nanear reoado.
J. T. Carreire, 10 birria com 870 litros de
aleool.
PinNitai.carregiram:
A. Cro & C, 1 cana com calcados.
Blas ft C, 15 barricas com $6S kilos de
as'.ac-r reoadO.
A. J. Feroandea, 5 calas com 300 kilos de
famo e 2 ditas com tOO dltoa de ellas.
Para Macio, ca reicaram :
Joaqalm Salgaatral & C, 10 barrica cam
1,066 kilos de acucar brznco.
P.o mate D. Jalla, para Moasor, csr-
rpgtTi'D '.
L. Ferreira 4- C., 37 caixaa com 851 kilos
de sabio.
M. Viegaa & Filhoa, 10 barris com 900 Itt-ns
le agoardeote, U barr e 3 caixas com 590
lil'os de vloho, 25 caii^s com 250 dllos de ge-
oebra, 15 alias com 225 dito de cidra e 1
barrica com 40 ditos de cerveja.
P*ra Saotos, carregarim :
Araop a, 40 canas com 920 kilos de
sabo.
Na bircaca Itajay., para Parahjbi, car-
^Fousc IrmSos ft C, 300 canas com 6,900
120
sen
32 >
150
38)
5d
Oto
tnoo
6*'00
n25
9^0
4*2110
ijHMy
2#zf>0
500
010
18J
Surge, 11 de utubro
parabens ao meu que ido pai
JULIO SOARES DE AZEVEDO
Hojc, di 00 vosso ftliz nn ve eario
natalicio. n podemos deixar da vir
*auoar-vo8, fazeiido vut -s ao Orador
Divino, para qie a Vogss existencia se
miiltipl'qn" por muit 8 d-ceuios, colheo-
dn e n motor sp-c> os lour s que re-
b-'iiim em volts, a- v< sso nume.
DesejivamoB iei,-er urna cur de lin-
das e pe/fumosas fl ires para vos offare
o#r, reas, bem sabis que ellas sao ephe-
meras, morrena e da apparecem. e por
ujto aeceitai em troca b verdxdeiras
flores do comtjo, cono um penhor mais
sublime, tuaia sig-i ificati-o e perpetoa
do sanctuano de nosx'alma.
Noa vos asad irnos, 1 Mcceitft um aper-
taio abraco a filho .
Mari a da Gloria S. de Azeve-fo.
Valeria Antometta S de Azevedo.
Elvira C/trisliua S. de Azcvedo.
Antonio Voltaire S. de Azevedo.
Exporlaco
fls:ife, 10 de Ootnbro de 189ft
Para o exterior
No vapor ingle Colerldge, para New
YGkVoo u3. 13 fardos com 4^80 kilos de
pelles en caoello.
No bine poriogotx Ormennda.
pars o
Porto, carregarsm:
A. I'Dftos & C 50 suecas com 3,773 klles
de algodao.
Para o interior
No vapor nacional lunemt, para Porlo
dVa"CAr?a66-.CCO. com 4.950 ko, de
ai-'ncar branco.
Pa-a Sanios, carregnim : nftAn.
P. Alve & C, 530 sawos com 30,000 kilos
de assecar branco.
Para Baha, carrezarain
7e"madra" e chicle, em .col I M> B. Fordo, 200 saceos Com 15,000 kilos
jSaei Foostci & C.-i caix cora corda* de astuctr branco.
tNaxtooa, para Mamaagnaqe,
Porto
kilos de sabio.
Na bardo
carreearam : .__
i. V. Simo, 1 caia con caicidos.
Na barcaca Dju Irmoi. para
Calvo, csrregi'am : ...
Fooseca Irmaoa & C, 45 caixas com 1,035
klios de sabio.
Ueadiraentos publico
ALFANDEGA
Mez de Oatabro de 1896
Renda geral
Do dia I a 9
dem de 10
575:314*309
69 570*151
Renda do Estado :
Do da 1 i 9 57:000*1 3
Iem da 10 4;310*808
614.881*461
61:1*0*931
706:105*412
10
Total
1 seceso ds Altandega de Psrnamonco
de uutubro de 1896.
O cuete da seceso
L. F. Codecelra-
O tbeaonreiro
Luiz Msnoel R. Valecca.
RgCEBSOORIA DO ESTADO
Renda de 1 9
dem de 10
213:017*119
4:631*802
Total 217.648*921
RKCIFE DRAINAGE
Renda de 1 9 ^SffiS
dem de 10 2:79*425
Total
25:404*899
PAUTA. DA ALFAMDBGA
VALORES DAS MERCADURAS NACIONAES
SJBITAS A DIRE1T3S DE EXPORTAQAO
Semina de 12 17 de Ootnbro de 1896
Agurdente, cachica litro.........
Dita de caona dem .............
Agurdente destillada on aleool, litro
Algod&o em rama, fc lo..........
Dio em carolo, dem....*........
Araru'.a (fariaua)kiio.........
Arroz com casca, -i no.............
0 to sem ca Aitaocar branca, i em............
Oito mascavauo dem............
Crno retinado. dem.....*.........
Azeite de coco, litro............
Matraco* de carocol de alg.ilac, kilo
Dorracha, leile de mangabeira, dem
Bo inaj, par...................
Cl, litro.......................
Cacao, k'to......................
Caf bom, dem..................
Olio restolno, dem..............
iiiio torrado ou mjido, laem......
Carne eecca (iarqoe) dem .......
.aromos oo sement de algo-tao. dem
Carripdleira Cedro em prancbss, grosaura por
0-081,011.....................
Olla em taboas at 40 minmgr., nmi
.era em vellos kilj...............
Oa tvegetalem j-uioou preprala..
(kilo)
Carnahna. kilo...................
>reja, litro .................'
Cnarato, cento....................
Copeos de palba de caroshbJ, om..
1 .oocolate. kilo.. ................
Cigarro, ceot.....................
Coaros seceos espichados, kilo.....
Dito secco salgados, dem.........
Ditos verdes, dem...............
Coorinbo, no......................
D110 de carneiro, um...............
Cidra, litro..................
Camellas, par.....................
Cognac, litro....................
Capil e licores, litro..............
Cocos seceos com cases, cento......
Ditos dllos sem casc, dem.......
Cocos, kilo......................
Docea, k lo ....................
Eachams, nm..........V'WM
Kpaoadores de peona (raodesi aoza
uius ^e nt* (peqoeao)idem.......
D ios de oilha, dem...............
Estelos, am..................
steras proprlii.para forro 00 estiva
de navios, cento................ .
Es'.odi nacional, kilo.......-.....
Farioba e maasloca, litro.........
Dita ae mllno. dem...-..........
Feiao. dem.................
b'uinis medicloaes de qaalqaer qaa-
lidide, kilo....................
Famo em folni, bom, kilo..........
Dito de dito ordioario, dem........
Dito em rolo bom, dem......-....
Dito de dito ordinario, dem.......
Dito em Uta, bom, ideo...........
Dito em lata, ordioario, '.dem.......
Olio picado oa desdado, :dem.......
Garras de cooro..................
Geneora, lllro...................
Li de barngada (palna ano......
Looro em taboa al 40 m'm grossora
Mel de taoqqe 00 melaco. litro.....
Dito de abelhas, dem..............
Milbo, kilo....... ................
Palm de carnauba, dem............
Pao Brasil. dem..................
Podra de rebolo, am. -;........
Penis de ma 00 paao, xiio.......
poosposio de cil, tonelada ..
Pilvnno (gomma de maailoca) xno.
Pontis oa chlfres de gado vaccam.
Delles de cabra em cabello, ceato...
Pitas de carneiro, dem............
Perlomarias, kilo -... ;.":'_".""
Pr-ncoOes por 0.081 oilltmetros....
Queiios de auilquer qaalidade, io
Rap, dem.....,;* 1- ^.'',* *
Rlpas de qnalqoer qualidade, dua..
Saoao, kilo......................
Sebo on graxa, kilo...........
Sebo em velaa, ktle................
ementei de carnabba, Kilo........
Sicupin em obras ("eiios pira carros)
par ...........................
Sola, meu......................
Tabaco em po, kilo................
Tapioca, tilo..................
Tboado de amarello.dnzia.........
Travs oa liabas ste 5 melros ds com-
pnmenlo, ama..............:
Di.as de msis de 5 ste 11 metros, uma
Ditas de mais de II metro, orna...
Vara para candas, nma.
asBoor s de carnlaiia-. dasla.....
Ditas de plassava, dem .........
-.tae de timoo, dem ....------
Viuhatlco (em costidtobo) por U5
Dito (em praocbGes) oor 0-Odl.....
D1-.0 em taboas al 40 m/m grossara
ama..................... ......
Vloho de qualqaer qnilldsde. litro....
Vinagre commam..................j
Mereado OT-naePi Io **
O movlmenlo desle mercado no os
Oatabro lol o seguate.
0 gntrsram :
oV 51 bou pesando 10.149 kilo*
470 40 kilo da peue a JOrs.
U3H
1*100
1*550
2*100
tii
%V)
2*500
SOU
1*000
660
amo
83>
61 iO
2*200
2*0'X)
410
1*600
1*250
1*100
11*500
11*500
1*2-0
1*300
3*VHJ
36*500
18#10o
4*100
13*000
13*000
150
130
250
320
480
860
480
900
440
860
60O
810
380
400
400
7*100
166
900
120
030
040
4*500
8*50o
12*000
140
3*500
105*000
90*000
1*500
13*000
1*600
2*100
400
360
710
/OO
200
6*100
6*000
1*200
180
180*000
9*00
25*0.0
41*000
1*100
1*100
2*500
2*240
2l*tiOJ
12*500
16*000
30
44
( compart om mariscos i5u -
10 ito- enm caTiar/toa a 5'i rs
38 columnas a 900 rs.
t carga* cem galliobaa a 7>v> rs.
9 eas'Oav oro sallinhas a 75-> .
3 cargas com miiho verJe a 450 r.
I carua com ameodotm
It cargas com batatas a 45" rs.
1 caria coai macacneirae a 48 -a.
2 cargas com cenollobi 450 ra.
2 cartfis Cm hpr,m08 a 45'> r.
21 cirg8s com verduras a 450 ra.
2 carca cem mnoa a ^50 '*.
2 -arijas com tarantas a 450 rs
3 caruas com inhame 450
cargas com loocas a 45') rs.
2 carcas com melancia a 450 rs.
2 cargas com meifio a |S rs.
I eargas com baoanas a 450 '*.
G <:argas com divcntas a 450 rs.
20 cargis com larlnha a 3'W rs.
JO cargas com oulbo secen a 300 r.
3 cargas com teiiao a 3 ) rs.
7 Sainos al* ra.
122 logares a 300 rs.
12 como, com aaineiros a 1*500
6 comp. cen 8iati'oB a 1*5JO rs.
8 comp. com Iresaama a nw s.
58 come, com fazeodas a 1* >
24 comp. com comidas a 1*05') rs.
49 como, com verduras a 450 r
!! comp. com tarn o a 1 600 rs.
60 comp. com talbo a 3*000
Randimulo do da 1 a 8
UfiOt
lisnO
3*J00
l*5-iO
4*- 80
1*350
*4*
4*500
*45-
900
9)0
9*450
*90U
*9uO
1*3 iO
*45>
3*"00
l*,iO
*t50
2*70)
MMO
6*000
a 6)0
7*000
364-00
18*060
6*310
7*200
116*0011
25*200
22*'.Vi
67*200
i80*oeo
622*500
De Pelotas
Painab-'te a geni I no Alberto Cunta.
PaUcno ao-svto Wllll.
Pa-acho ingles Wt-^ievay.
Patacho otCloual Rival.
Ue Lardiff
Karca noro^Boenae Anga
Barca nr.rne(juose Mouoi Vernoso.
Marra oarawiaeosa Dacia.
H^'ca j'iul-z Pl.r.
Barca norc>-ea-ne Jobao Irgens.
H-rc< norii-goense J-iofraand
Birc ut-rneguense Perramett.
VAPOREA A ESTRIR
rscos do da :
Carne verde de 400 a l*2oo rs. o kilo.
Sainos de 1*000 a 1* dem.
Carneiro de 1*200 a 1*500 dem.
Farinbi de 690 a 1*000 rs. > caa.
Milbo de 900 a 1*000 rs. a cala
Peiiao ue 1*200 a 2*200 a caa.
MoviMi esperados
Do rorto
Lugar portagoes Temerario.
De Hamburgo
Logar allemao Daniel.
De Porto Alegre
Patacho Italiano enharina Clastoe.
De Londres
Bircaluglea Seieoa.
De Terrs Nova
Barca inglesa Helen Izbel.
Barca inglesa Carpasian.
MEZ DE OUTUBRO
Colombia do so', a 11.
Rjitnori de Trieste, a II.
Si. Vmceui L'eroooi, a 11.
Cita i' de New. Y rk, a 11.
Magial'-Pa* o -o, a II.
Maiemoa >' Europa, a 11.
Ta.il da Euopa a 12.
X k'3i-. 'o norte, 13.
N le da Baropa, 15.
Itabi a do sol. a 14.
C'oatia le N-w.York, a 15.
Oliod** da Euruiia, a 16.
Corriente da Europa, a 16.
rloarir- do aoi, a 17.
Colonia oa Earop, a 17.
Orissa do sol, a 18.
Meioe da Enrnpa. a 18.
Galilea oeN'vrYork, a 20.
5.187*850 s-holar de Liveriool. a 23.
Lis Pelmas de Genova, a 27.
VAPORES A SAIUB
MEZ DB OUTUBRO
: lime e esc. Coiouuia a 11, as 4 horas.
oto! e esc. Baiibon a 11, as 2 boras,
{Southamptoa e esc. M*gdaleoa a 11, as 12 b.
. Buenos. Ayres e esc. Trent a 12, as 11 h-
j Rio e esc. AUgoss a 13, as 5 horas.
Buenos.Ayres e esc Nue a 15, aa 12 horas.
Rio e Saulos Catania a 15, as 3 boras.
Rio directo, Malemba a 16. is 4 boras.
Genova e esc. Rosario a 17, as 4 horas.
Sanios e esc. Olloda a 17, as 4 horas.
Santos e ere. Colonia a 17. 8;4 hiraa.
Santos e ese. Corrieoie. a 18. as 5 borss.
Plvmooth e eac. Or^sa 18, as 11 oras-
Santos e esc. Medoc a 19. as 3 hora.
Santos e me. Gallleo a 20. as 4 boras.
Rio e Santos Croatia a 21, as 3 oors.
Santos e esc. Las Palmas a 27, as 3 horas.
U200
Ancoradoaro lotera
o
<
Q
o
Vapor
Barca
a

NACIONALI-
DADES
Nacional,


Inglesa .
i
Oriental .
Argentina. .
Noruegueosa



a :a '
.
a e
..
. a i
a
a
MOMES DR EM-
BARCAClO
PROCEDENCIA.
CONSIGNATARIOS
Santelmo Montevideo. .
Ilau.ua Porto Alegre
Jaboatao Manaes e esc
S. Francisco Parabyba .
Cilurnum Cardiff .
Emma Payzato. New Port .
Serena Middlesborough W. Sons. & C .
Francisca Natal Buenos-A.yre9' Pereira Carneiro & o
J. de O. Coelbo. liba do Sal
Pereira Carneiro & C
Gnedes Pereira. .
C. Pernambncana .
C. Pernambucaoa .
We Sons & J.
a a a .
Escuna
Lusar
Alienta .
Ioglez. .
a .
c
Hollandez. .
Rusao
a
Portognez. .
Rnsso .
Hespiohoi
Hollandea. .
Portoguez .
a
Noaoegnenae.
a ,
< Iibles .
Palbabole Portoguez.
H^gna .
or .
Arica .
Ella .
Rosal! .
Saga.. .
Ocean .
Lozeazo.
Mabel .
Hez .
Bilaod .
Quinare.
Paragon.
Vng .
Torraow
Siella .
Bella of ths Ex. Terra Nova. .
Dora. Tarra Nva. .
Admiral Tramp. Rio O. do Sal.
Patacho
a
a
Eqoator
Werlaway .
Temerario .
Malador. .
Lesta -
Clara.
Joven Irene .
S clal
Haos Olsen
Sophla .
Mary Johns
Onnssinda .
A ordem
W Sons & C.
Lopes Guimaraes
LipefG Irmao & C. .
Rosa RioofcCarvalboe.
Bortelmao ft C
Comp. de Tecldos .
Companhia do Gai .
Lopes G- C
A'oroem-
A Ordem.....
Lopes Guimaraes .
a .
A.' ordem ....
M. S. Miia ....
Mandes Lima & C.
Mandes Lima & C. .
Setxas Irmaos
M. L. Mai ....
Ponseca Irmao & C.
V ordem ....
Amorim Irmaos & C. .
C. Pernambncana.
Pereira Carneiro & C
Nova Mala .
. M. S. #ia -
Rio G. do Sol. Rosa Rio & Carvalno .
Rio G. do Sol. M. S. Meia
Pelota. Nova Mala & C
Terra Nova. Mandes Lima & G..
Figoelra. Amorim Iroioa & L.
Swaosea .
Cardiff .
Cardiff .
Cardiff .
Pelotas
Memel .
New Port .
N w Castle.
Cardiff ,
, New Port ,
, Cardiff
, Cardiff .
Cardiff ,
Cardiff .
Pelotas .
Tarr* Nova*
Londres.
, Rio Ge do SjI
, Porto
Cardiff
Paaayu.
Rio G- do Su'
, Pelotas
canoa.
Gneros.
Gneros.
CarvSo.
Xraue
Sal.
Carvo.




a
a
a

Bacalbo.
c
a
Gneros;
Gneros.
Carvao.
a
Xarqus).;


a

Lastro;

Ai

k
i


nambnco Dominsro 11 dt* Onfuhro de IfeSM
/
Coronel
Francisco
de Britto
Faustino
Os amigos do finado Coronel Fran-
cisco Faustino de Britto convidam
seus parentes e corporales, a qua
pertencia o mesmo finado, para assis-
tirem urna missa, que mandam rezar
na igreja de Nossa Senhora do Pa-
raizo, s 8 horas da manha de 13 do
crrante, por su a alma e om seguida a
collocaco da lapide em sua sepultu-
ra, para o que encontrarlo bonds na
ra de Quinze de Novembro.
PEZT0SAL DAS CINCO ESPECIES
Descoberto c composto
PELO
PABRB JOAO F. F8RNANDES
GRANDE SUCCSSQ DA EPDGI
Para a therapeutica brasilheira de-
pois de urna experiencia de dez annos
de prodigiosos resultados em emprego
particular.
Gomo verdadeiro tirocinio
para a cura das affccces das vias res-
piratorias.
CONTRA FACTOS
NAO HA ARGUMENTO
NICOS DEPSITOS EM PERNAMBUCO :
Companhia de Drogas c Productos C'M-
micos ra Mrquez de Olinda n. 24
e Pliarmacia Faria ra do Bom Jess
u. 35.
Dr. Alfredo Gaspar
Operador e partero, trata com espe-
cinlidade molestias de senhraa e crian-
fas.
Consultorio e residencia a ra da Im-
peratnz n. 18, V andar.
Coosulte* de 8 s 10 da maohS.
Chamados (pjr escripto) a qualquer
dora.
Pelephone u. 226.
Bronchite A sthmatica
RD 'COELHO LEITB. Clnica da
justa nomeada na cidade do Recre
attesta que o
Xarope de Lubelia Inflata
DO
PHARMACTICO
ILDEFONSO DS AZEYEO
E' excellenta no tratamento^a ^RON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra Bario da Victoria 37, 1.* andar
Pharmacia Cooceicao
Pharmacia Alfredo Ferreira o em toda
as boas pharmacias.
Peroambuco
[Clinlca medlco-cirurgica
Dr. Arthur Cavalcante pre-
vine a seus clientes e amigos
que mudou sua residencia e
seu consultorio para ra do
Baro da Victoria n. 58, t:
andar, onde attende chamados
qualquer hora e d consul-
tas de, 1 s 3 horas da tarde.
TELEPHONE-43O
O Dr. Albtrto 8. Thiago roa Conde
do Bomfim a. 96, receita o alcatrSo e
jatahy, de Honorio do Prado.
As perolus d'esseaoia de ther-bentia
do Dr. Clertan actuam com tal rapidez
o eficacia que qaem as toma pela pn-
mei a Tes fl:a sorprendido. Ao contra-
rio da maior parta dos medicamentos
que actaam s depois de muito tempo e
de uso repetido, estas Perulas produsem
allivio quaBi immediato.
Em dez vezas oito, as mus dolomas
neuralgias, ai mais intensa enxaquecas
cessam em doucos minutos, totnando-se
2 ou 3 Pero las de Clertan.
Maravilhaso!
O mea amigo Ribeiro
Era assim, um rapagao
Todo formse e faceiro,
Cheio de graca, pois nao !
Mas urna noite, eoitalo !
Se des pind, constipo u-se
FlCOU ASSIM, alquebrado,
Qiasi, qaasi que abalou-se.
Dapois de vinte dontores
Perderem o seu latiat,
O meu amigo, eahores
CONSEGUIO FICA. ASSIM.
Deste fasto milagroso
O segredo eu cont aqui :
Foi do Prado o 1S0 famoso
Alcatro e Jatahy.
E' inevitavei n'este seculo, para os
habitantes das grandes cidades, dos cen-
tros importantes, contrabirem melest'at
de languidez, anemia, chlorote, pobreza
de sangue, por cansa da vida sedenta-
ria, dos trabalh'JB iotelleotuaes, da agi-
tado nei vosa, a que esto sujeitos.
De vemos pos repetir qae todas essas
desordena desapparecem brevemente cam
o uso de Vinho e Xarope de Qain
ferruginoso de Grimault & C, apresen-
taodo em intima e perpetua combinado
o ph isphato de ferro soluvel e a qoioa
real coja cor rosea o distingue da pro-
ductos similares inferiores.
EU
BRONCHITE DE 2 ANNOS
Alfredo Cardos, roa oa Coastitu;cSo
n. 12, ctrado pelo alcatro e jatahy
Prado.
ADVOGADO
O Bacharel Esperidio,
Ferreira Monteiro tem es-
criplorio ra 15 de No-
vembro (anli&a do Irapera-
dor)n. 791." andar.
I Telephone 11. 5i4.
^ftQSa S3:S3JiS5S3 3JS5 31SMP
ttlixir Anti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULi
de '
ffanoel Cardoso Jnior
vpprovado em 21 de Marco 4e <890 nela Inspe-
ctora G"al da aigca JqiU de yieoe do
Riode Janeiro.
Este Elixir de composicSo tola vegetal prp-
arario ee'iu i .oohecida cao-cidde scienlifica tanto no paiz
(r.o 00 extrangeiro.
ste Elixir e o prodaeu) nao s do grande
81UJO das aeco s pnysiologicas das sofisma-
;t>t como tsoibem peclgicas, como lamber
* o resollado das iroaieosas aoplicacOes nos
iivsrsos caso de fearm de fundo palustre.
A applicacao dt K-itf Ehsl' na grande pide
ma de bexigas de 1890 a 1891 mais ama ves
leLons'roo a sna efficar.ia; pois lio principio
tos primeiros eymntomas a bexiga aborta, e
m caaos mais adiantadnt a bexle pansa a
ser orna loenca febril volear apresentando pe
quenas tamefacOes que com a contlmagao do
elixir d<*8auarecem sem todava aprt-seota'
recelen de perico
'.)" inultos alicatados pnbliczaos no Dian
de Pernaraouco e Gaxeta da Tarde provam
N'jae dizemos.
ios QtstM de feore sma-ella o e&eito e admi-
a el,oresea'.aaio onenomem* to maravllboe
>o qae tiesta cidade to Recife e 00 da Rio da
Janeiro por receto cansa a febre amareiu
infsmo exaudo o doeote com vomito preio
saogameooestes altimos periodos eatao oe.
desario a aoolicacoem alta ime, d-Hprexaa-
mo a tabella annexa
B*te Elixir ja ceanecldo do panuco de oto
erande numero de dignos mdicos e aprsenla-
opara combater os differenies ineommodas
r Hallas de caraooer febril.
i P'.oaalto tejoo tivemo8 uccasiao de tuer ao
ipphcacao as (eons eryaipellosas e com ti
oom resaltado qae Se*'sos admirados de tao al-
tos effeitos.
Pela Branca cegamos a conbecer qae os
ataqoes de feore erysipellosa 00 erystpeila
orne valga meo te se dix aecessarlo o oso de
10 das do Elixir.
Nes raooes incommodosdassenhoras meos-
aba ocio videi e nos casas de parto emo f-g
aooror. om resaltado man corto e segaroen'.
a sua cu.nposicao tao sijiplesqae nio offere*
ceireoce deapplicaro Elixir nem mesmo em
io*6 superiores as indicadas na tabella mfra.
Pedimos aos dlgnissimos mdicos aue deseja
rem faxer aso deste Elixir em saa cnnica au
e sajeitarem a nossa prescrpc4o, mas sim fa-
xer a applicac&o em ha-mona com os casos
isa dse 1 a rer, combater, certos de qne o me.
dtcamento i comoosicao innocente para o or.
ganismo mais frgil qae seja.
nodo de asar
A's crianc^s at am anao 10 gotas de em
doras em ama colder das de sopa caea d agoa
fra
De am a tres annos 15 gottas.
De 2 a 3 annos em lante 0 gottas etc.
Estas dosatdovam sempre ser applicaaas en
goa
epoalto
Gompaonia de Drogas e Producios Chimlcos
Recife, roa do Msrqaex de Oltoda n. 13.
Nacional Pbaranaca, roa Larga do Rosarlo o.
15.
PbarmaciaOriental, ra Estre;ta do Roiaorlo
a. 3
Pbarmacia Alfredo Ferreira. roa do Bario da
Victoria n. 14.
Pharmacia Martioi, ras Daqae de Caxias ?.
80.
Pharmacia Ribeiro, a praca Maciel Plnheirt
tt.
Pbarmacia Victoriense de Luix Ignacio d
Andrade Lima, cidade da Victoria.
Para qaalqaer lnformacto sera encontrado o
antor na roa Eslrita 00 Rosario a. 17.
Os nost.08 frascos sao qaadrados e eonta go-
is. N'nm lado teem gravado Elixir ante-fe-
Dril e do ootroHaaoei CardosoPernambnco
lodosos orapectos sao assinados por Ma-
Cardoso Janior, sendo falsos os qae nao
oren asignados
Omelhor para os denlas
Encontrase as principaes pharujacias e loje
de perfumaras
deposito g real casa de
LEOPOLDO PIlKiLL
Ba Mrquez de Olinda n. 30
PEN EMBUCO
E
Chegou! Ch *gou!
Ao Z Cordeiro do Reg Pontes,
Que amanh mais um os,
Mais outro anno pelos cosfdos
Lhe mandaremos um pao de l.
7.
7
B.
B.
Dr- Nnnes (oimbra
Peitoral de Cambara'
El mdico-cirujano qne suscribo, cer-
tifica que el especifico titulado Pei-
toral de Cambar, del Sr J. A. de
Souza Soares, del Brasil, me ha dado
admirables resultados en el tratamien-
to de las enfermedades del aparato
respiratorio, especialmente en las
bronchitis crnicas.Dr. 7uatt Peralta
(Elqui, Repblica do Chile).
Mr. Francisco Leopoldina
especialidades : Pebres, molestias t
Clnica Medico Cirurgica.
Consultorio, ra Mrquez de .
Olinda n. 64, 1* andar, onde u con- criancas, sjphihticaa e da pelle.
nsltas das 12 s 2 horas da tarde.
Especialidades : Febres, partos,
molestias de senhoras 9 changas,
Chamados a qualquer hora r_a sua
residencia, na ra da Soldada n.
84, esquina da ra do Atalho ou
no consultorio.
Consultas de t s 3 horas da tarde a
ra do Mrquez de Olinda n. 33, 1/
sodar.
Residencia-pateo da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
Telephone n. 387.
.1 SS:35 25rS?x35S5S?e3S!S!:StL
COBSBSL IBSSSB'.CO C3A73S \
MEDICO HOMCOPATHA
Consultorio ra Baro da Victo-
H ria n. 37, i\ andar
9 Di consultas das 11 horas da manba
1 da larde
%piptamNsMipip
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaeco febril, broncMo-pruuma-
nia, catliarro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, astMma,
laran^ite, molestias da ri'ganta, insom-
nirs *. tosses sufocantes ce iem immedia-
ame rite ao uso do
Xarope de Lobelia In-
nata
Ether bromado
DB
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela illustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtdos pele
Xarope do Lobelia Inflata, no trata
ment da Infiuehsa podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepeo, residentes n'esta cidade.
Pernambcs
, O Rauliveira
\ E' o pito al mais efficis, msls barato e da
gttstomats agradabilsimo : na Drogara Bra-
ga e m loaas as pba maciai.
Dr. LEOPOLDO DE ARAJO
Medico cirn-i&o e parreiro. C'uol-
tas das 11 horas da manlia 1 d tarde
a ra Estreiu do Rosari-> d. 1, 1." andar
Em qualquer outr* bora pode ser nrocu-
rada na sua residencia ra da Inten-
dencia n. 3. Chamados por escripto.
$ DR. MELLO GOMES I
MEDICO *
(t Parteiro-operador
i Consultorio e Rksidencia t
i, J7Ra Baro da Victoria57 i,
1) Au'iga ra Nova \
S Onde d consolias. fas operacOaa e '6- ,
cebe cham ins a qualquer hora >ic da o \
V d noite e para qualqu-r disincia ^
Tem compartimentos destinados a ,
* emiDeii o op-rd^Oes, mide os doantes po- C
iem se conservar at; completar o seo dJ
1 tratamento. 1
Especialidades : Pebres, parios, moles- (
|b lias de senhoras, de 1resacas e dos pnl ^
y ra08 ; syphiMs em gerl ; curo raptda 1
V de inflaiinocoaa e corrincenios d ore- $
b ilua e radical e,e e-lreitamentos do mes-
2, ido jan i, com ou sem "perajOes. *,
C EstiS t f.ii.< sem dor. \
f TELEPHONE=i93
E tt
Dr. J0S0 Paulo
Dr. Amaro Wauperlpr
Participa aos ',seus amigos e clien-
tes que ^contina dar consultas na
ra do Botn Jess, n. 24, 1." andar.
(Consultorio do Dr. Carneiro da Cu-
nha) de 12 s 3 horas da tarde e
reside em Afogads (Ra Direita
(n. 54 onde recebe chamados.
v Especialista em partos, moles-
Q tiaa de sen horas e de creanca.
B com long-a ortica nos hospttaes
r daPariz e de Vienna d'Austria,
S d consultas das 2 as 4 horas no
g Largo do Corpo Santo n. 19,
I 1.* andar e reside na ra de a
5 Henrique Das n. 2. Jj
6 Telephoneana. 190 no cnsul- |
c -torio e4>7 na residencia. n
Dr. Constancio Pontual
F.Tofessor de Medicina Publica d Facul-
dade de D reno d-> Recife
Consultorio.Ra 15 d* Novembro
ntiga do Imperador) n. 79, 1.- an-
dar, lado d mar. Consaltas todos os
dias uteis de 10 ao meio da.
Telephone n. 403.
ResidenciaParnamc'rir. defronte da
Eatacab, esquina da esfsdi do Encanta-
mento.
Telephone n. 27.
Os chamados podem ser dirigidos
para o Consultorio ou para aua residencia
e e devem iii car com precisSo o lugar
ende se acha o doents.
CONSTIPACOES VS" Peitoral Catharinenso
DE RAULIVEIRA
DBO-4RL4 BRAGA
Em todo eos a Emuls&n prefe-
nve uo Ole. Imples
<-iu Jine r.., Ja., iro, 6, 1888
11 mu. H-s. Scote & i'ow ie
ij re'|i"n ie 1 o .o- seos desejos me gra'c
repooder-iDes qte teoho lasamente r>a mifOs
ennica, princdaiaieuie de crunc^s. dCao-elna-
00 0 oso de E'unlso .-coit de Oleo de flgadn
iirb-ciinao < ny lopbosptiilos. Eempre com
n m e-u-'aic. Salvo em r.rii'sln.is exreigSp-
6 om edicaueoto (acilmeote tolerado uio
esiomagos ma's d>li~ dos, mesmo c> ritHiua><
ior u,uit s mi-ic. vista qoandaie de se po-
1-r mi.-iurnr hem rniu o leite e com o viBbo.
PeliciiO'us por tao combinago.
Dr. -nqoe C. Kocba Lima
E pecialista nal anlest;a-i Je cr a-gas euffec-
tO'-s D; 83.
m
RAULIVEIRA
T0&0S os meaicos receltao o PciltroC
Cathanense como o nico medicamento
contra Toases e Bronchites
DROGAHl4 BRAGA
Peitoral de Cambar
Brilhantes caras de bronchite
Victima durante 30 annos de urna
acabrunhadora bronchite, para a qual
foram improficuos todos os recursos
empregados, o Sr. Joao Coelho
Queiroz curou-se radicalmente
Rauivena
Jo da Silva Pite Ferreira Dr. em M*
dlciua pea Pacoldsde do Rio de Jaoeirr, etc.,
etc.
Altalo tn fine gradus, qae teoho aoplicadi'
o Peito-a: Oitnariueose de RAULIVEIRA. ex-
relente preparado dos Sr?. Raolino Hora i
Oltveira, ue Santa Cinrui, obtendo aorpre-
beodente resoltados, ai mesmo nos casos de
lonercelose cojo periodo de aotopagia eslava
.dianiado.
Rio Grao-te do Norte, cMa-ie do Principe, J
4e Jaoeiro le 1890.Dr. Jos da Silva -Piret
Perrar.
Mais de 60 mil oessoas resideotxa em diver-
sos listad's do Brasil atistala a tm:acia desse
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
Peitoral d*1 Cambara
Atiesto que o Peitoral de tambar,
de Souza Soares, um poderoso me-
dicamento. Tenho-o empregado em
minha clnica com ptimos resultados
as bronchites e molestias do appare-
Iho broncho-pulmonal. Dr, Francisco
losta'Mello, (Bahia)
i mwkA
A PEROLA, ah, nio...a concha
em que se abrigava a PEROLA dei-
xou-se arrastar, b andamento, ao sa-
de bor das correntes, para a margem op-
em posta do golpho, onde at ha pouco
pouco tempo com o uso do Peitoral era procurada com louvavel empenho
de Cambar, de SouzaSoares. pelas mais gentis e deliciosas repre-
A Exma. esposa do Sr. Joaquim sentantes do sexo amavel.
Soares Gomes, vce-consul de Portu- j Capricho das Nereidas ?
gual e Franca no Paran, padecendo Despeito de algas marnhas que se
durante muiteis mezes de urna bron* entretecem mysteriosamente no re-
chite do peior carcter, restabeleceu- cesso das aguas esmeraldinas?
se completamente com o uso apenas. Nao, nada disto,
de 4 frascos do mesmo efficaz remedio O ineguaiavel crustceo, creador
tendo antes tomado intilmente cerca da PEROLA, vive palpitando amoro-
de 50 outros preparados !
Dous frascos apenas restabeleceram
o Sr. commendador Antonio Mendes
Ferreira de urna grave bronchite.
Em casa do commerciante Sr. Ma
noel Virissimo da Costa, urna enan-
ca, atacada de gravssima bronchite
capllar, salvou-se com o uso apenas
de 2 frascos.
O Sr. tenente-coronel Slvino Ri
beiro, atormentado durante 4 annos
por urna terrivel bronchite, apenan
com 6 frascos ficou radicalmente cus
rado.
Em menos de 3 das, o Sr. major
honorario Francisco Goncalves Pires
restabeleceu-se de urna forte bronchi-
te com o uso deste precioso remedio.
Dous filhos do commerciante Sr.
Jos Domingues de Jess Braz, que
padeciam ha muitos annos de bronchi-
te, curaram-se radicalmente em me-
nos de um mez com o uso do Peitoral
de Cambar.
OS AGENTES
Guimares Braga V C.
smente expendida irradiaco da
luz de um ceu de saphyras.
Agrada-lhe, sobre tudo, os grandes
espacos e as aguas lympidas, que se
reflectem na madreperola de seu leito.
E, assim, era-lhe impossivel per-
manecer onde se achava, all, naquel-
las lbregas profundezas, formadas
por negras rochas, naquelle recanto
sombro e abomnavel. mais adequa
do a servir de deposito de cousas he-
diondas e imprestaveis do que para
abrigo da PEROLA, o lindo produc-
to do vasto imperiode Neptuno 1
Que attractvo, que fascinarlo pro-
duz a PEROLA as graciosas cabe-
cinhas que se acham anda replectas
das mais bellas e seductoras illu-
s5es ? 1...
Haver por ventura alguma dentro
ellas que jamis deixasse de acariciar
sorridentemente a idea de possuir um
collar de perolas ?
As mais garantidoramente ampa-
radas pelas mais solidas virtudes ce-
dem essa deliciosa e innocente ten-
tacSo ; e nao nos poderia com ju"stit;a
ser attribuido o feio crime de calum-
nia, si aqui dissessemos que foi prin-
cipalmente por causa de um curto fio
de perolas que MepMistopeles attra-
hio a loura e casta MARGARIDA,
conduzindo-a docemente aos bracos
soffregos de FAUSTO, o sublime amo-
roso !...
Na margem opposta do golpho
est agora a PEROLA, e ahi conti-
na confiante na predilecco que sem-
pre teve da parte do Grande Mundo
Elegante.
Na margem opposta est a PERO-
LA, em sitio cheio de luz, podendo,
poitanto, melhor exhibir o fascinante
sortiment de artigos de sua especia-
lidade.
Nao ha aqui reclame.
Nos abominamos o reclame, consi-
deramol-o como nariz de cera, ver-
dadeira armadilha ao publico incautos
Cedemos o reclame (e tambem o
narizes de ceraj aos burguezes mej
cadores de bugias, marcMands de' ce-
em velas, interesseuos protectores
dacarolice p A' PEROLA!...
A' PEROLA, gentis leitoras, que
om assiduidade frequentaes o rgaran
de imporio do gosto apurado e d
de valegante!
A' PEROLA !...
AWAY, A* PEROLA !
O seu engaste feito do maravlho-
so, do deslumbrante sortimento de
artigos j conhecidos e dos que em
resumidissima lista submette con-
siderarlo das amaveis leitoras e dos
respeitaveis leitores.
Eil-o ;
Sedas de todas as qualidades.
Merinos.
Madapoles.
Fitas de todas as qualidades e co-
res.
Cambraias.
Rendas de seda e algodo, brancas,
pretas e cremes.
L5 para bordar.
Papel de seda para flores.
Pemrfusaria
Meias, pretas, brancas e de cores,
para homens, senhoras e creancas.
Bordados, em pecas e a metros.
Punhos.
Carnizas.
Collarinhos.
Toalhas.
Veos para rosto.
Fil, de 2 e 4 larguras.
Bramante de lnho e de algodSo.
Brinquedos.
Tudo quanto se pode desojar em
artigos de FAZENDAS E MIUDEZA5
E outros artigos, assim como a es-
pecial FARINHA DE AVEIA.
A melhor alimentacao para crean-
cas.
Latas com Biscuits.
Louca, copos, chicaras e candieiro
Ferragens.
A Peroia
RtBa da Imperatriz til
Defronte da Padaria 7 gDOMINGOSFERN ANDES
Pharmacia da 601 Vista
PRACA DB JIACIEL PIMEaO N. 18
Este estulecidiento
avia receit3S a qualquer
hora da noite.
Chamados:
RuaVelha n6 7.
Ra da Intendencia
n. 16 (anigo becco do
Tiinbia,
O pharmaceut'co.
Jos Luiz da Silva
EDITAL
Ceaaiterle Publico le Santo
Amaro. 5 de Outubro de
18
Approxitnaa'?o-se o da da oonamemo-
racSo dos defnntos, 2 de Novembro, o
abaixo assrgnado convida os proprielarios
de tunales, irmandades e mais interessa-
dos i coadiuvarem-oo, reiaraodo e ss-
leiando as saa propriedades de modo
qae apresentem o deooro e explendor,
qae devam ter em da do tSo saadosas
reoo'daoBes, estabecimentos dessa ordem.
Outroaim, ecientifica sos mesmoa m-
teressadea qae cbebs reparos, assim oomo
aueotameotcs de peoras deverSo ser
concluidos at o da 29 io crrante, rindo
os enoarrsgadoa 'desaea articos compe-
tentemente aotorisados, e qae a oroa-
meotacSo doa tmaoloa e catacumbas dev-
ter loar ca vespera, nSo sendo absolatsa
menta admissiveia ornamentscSes, cajtt
ooooaclo damiiSqne aa catacumbas.
O administrador
Ascencio M. Metra de Vasconcellos.
EOITAL
O Dr. Antonio de Olinda Almeida C-
vala ote, jais seccional Presidente
da Junta de Recursos Eleitoraei do
Estado Peroambooo eto.
Fas saber qae a Junta de Recursos
Eleitoraes em sesao de 7 do corrate
proferto nos autos do reoarso, interposto
pe'o Dr. Estevo de S Crvalcante de
Aibuquerque contra, o alistamento eleito-
rl do municipio do Recife, o acoordam
do tbeor se^ointe :
Vistos e examinados os presentes aatos,
em qae o bacharal Eatevlo de Sa Caval-
cante de Alboqaeroae recorre contra o
aliatameoto eleitoral, procedido ltima-
mente ueste municipio, onde elle, re-
crrante, eleito-; oomo prova o respecti-
vo titulo, janto fi. 6, e consideraudo
qae em algamas das comm ss5es aecuio-
nses o Isnoamento do respectivo aliata-
meoto e actas n> foi feito pelo funo-
ciinario de qce cogita a lei n. 35 de 26
de Jaoeiro d 1892 no art. 11, e nem os
livroa dsBticaira a esse servioo ao^am-se
revestidla da fsrmaliddes recommsn-
dadas oo art. 12 ;
Considerando que o presidente da
quinta oommissSo seoci. nal, s-ndo tam-
bsm membro do Senado deiti E tado,
nio podir simultneamente assistir is
seesSes dessa corporaoSo e a da sobre-
dita commissio ou s da muoioipal, o>mo,
entretanto, consta do aatos : o qne, por
si s denota a ine' lariade do fincoio-
naranoto < as g nilltdiveis prescripcS s dos arts. 8,
"23, 9,23, l.%21 S 4 da citada
lo. .
Considerando, principalmente, qae,
pesar de ja ter sido o alistsmanto pn-
blioado pela imprensa e dalle remettdo
copia a esta Jante, tado antes do da 7
de Setembro ultimo, ainio ness data ei-
tavs elle seudo lancado em um ivro
sem term<>8 de abertor* e de encerr-
mento, alcaD9>ndo a transaripco doa
comes a contar da fregtieaia do Recife
at a lettra- M do 1.' diatriettf da Boa
Vista, talt&ndo o sejondo e mais ss sec-
S5ea da Ornea, P050 e Varzea, notndo-
se 3 fulh s intercaiadaa na parte do adi-
tamento garal j transcripto, oomo de>
olaram os peritos fis. 21, e c clesaa o
proprto presidente da oommissSo muoioi-
pal oa sua itjformacao fia. 47 v, em-
oora procure explicar esta e oatras fal-
ta?, j meccioia as, com raaSea qae,
eotretaato, n2o podem ter acceaso em
joizo, porqnaoto, reeommendaado ouida-
dcsameote a lei (art. 25 4) qae o lac-
nuaio do alistamento geral deve ser
feito em livro propno, sbarto, rabricado
e encerrado palo preaidente da commissl)
municipal, e, depois da concluido, ser
conferido e assignado pelos membros
presertes, eztrabindo-se entro copias
para seren publicadas pela imprenaa e
remettidas ao Oiveino do Estado e ao
juii stcconsl, nada pode jostiflcar o pro-
cedimento da mesma commissBo, fasendo
publicar e remetiendo s pessoas ihdi-
c^das copias daquillo que anda ne es-
lava feito 1
Considerando, finalmente, o maia qne
dos autos cinsta, accordam em Janto dar
pro 1 meato ao presente reoarso para an-
oallarem o ulistamento procedido neate
municipio dorante o oorronte anco, fi-
cuode em vigor d oncluide no anne pas-
sado.
E sssim jalgaado, mandam que seja
esta publicada pela imprenaa a otima*
lo na forma da lei, para o fim dac arado
ao art. 5 da decreto 184 ds 23 de Se-
ttmbro d ; 1893.
Recife, 7 de Ontnbro de 1896.
(Assign.do)Olinda Cavnlsaote, pre-
sidente. Julio de Lona. Castello
Branco.
para qae chegae a noticia so coahe-I
cimento de todos os interessadoa e po-
derem ellea azar do competente reoursa
para o Supremo Tribunal Federa) man-
dei pasear o presente quo ser publicado
pela imprensa.
Recife. de Outubro de 1896.
Pagos nos autos os emulamentos da
assigoatora.
Eu Joao Baptista da Silva Mmgainho
escrivSo o esorevi.
Antonio de Oiinda A Cavalcante.
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
De ordem do Ilim* Sr. Dr. administra-
dor, scieotifico a quem iateressar poesa
que, at o da 21 do correte, fioa proro-
gado o pr-zo para a cobranc, a boooa do
cofre, das cootribaicSes pebs servidos da
Companbia Recife Darinsge, relativaa ao
l. semestre de 1896. (Jaoeiro Junh).
Primeira a^ccBo da Rscabedoria do
Etado em 10 de Outubro de 1896.
O chefe,
Frederico Cu maraes
O Dr. Joa Jali&o Regaeira Pinto de
Sonta, jais de direito do oommercio
do municipio do Recife a capital oa
Estado de Pernambaoo em virtnie da
lei etc.
?aco saber aos qna o presente edita!
viremoa dalle noticia tiverem, qna por
parte da Companhia Fabrica de Vidroa de
Peroambucj me toi d rgida a peticjlo do
theor aegainte :
Peticlo
Illm. e Exm. Sr. Dr. jaiz do oommer-
cio de Recite A Companhia Fabrica
de Vidroa de Peroambuco, querendo ven-
der em leilfio publico aa tcjes do accio-
nistas adianto oomeados, qae deixram
efhctaar a stima obamada de capital,
requer a V. Ero. que se digne de man-
dar notifical-os, mediante intimaclo ju-
dicial publicada pir dea vezas dorante am
mea em aoas folnas das de maior circa-
lacBo cesta cidade, oomo preceit* o art.
33 do decreto n. 434 de 4 da Juiho da
1891.
Oa accionistas sao :
D Jos Marcelino da Roca a Silva,
possoidor de 100 acc8es ;
Jeaoioo Alvea Fcroandes de 50 ;
Jos Gsrvaaio de Amorim Oarcia de
50;
Dr. Eduardo Augusto da Oveirs,
de 50;
Joa Victorino de Paiva, de 50;
Dr. Antonio Ciodoaldo de Soasa,
de 50;
Hanriqae Berntrles de Oveira,
de 50;
Dr. Ce"so F. Uenriqaes de Sonsa,
de n0;
Dr. Arthur Alberto Coelho de Lemoa
Oveira, de 50;
Fernando Leal, de 50;
Todos estes comp. adores em leilSo das
aojSes qae pertenoeram no Ban de Pernambaco vendidas em virtnde da
oommisso, a mais:
Johen Praier, de 60;
Willian H. Uilbom, de 8 ;
Willlam Berriel, de 6 ;
Herdeiros de Carlos Pinto de Lemoa,
de 400;
E oomo estas nltimss j finraram ao
ultimo oommisso, caja venda loi suspen-
sa por ordem deste juiso, a sapplicanta
pede que saja asta, por dependencia,
distribuida ao escrivao Brito e junte
aas respectivos aatos.
As acc.6as sSo da 1G0000, ook 60f00
por cento reaiisados.
Nestei ter J.0SPede deierianoto
SM-i


le Pernambuc Domiog-o 11 de Oatobro de IStM
t
i
I
ere reoeber ere. Bf*f ^g?"
tabre do 1896 -O edeajado Antonio Mi-.
serrino de A. Soeres (*)
P imm m nio oontnh dito peb-
^,>UTOodeepeeho e dittbuioao
^ Despecho
Dietribaide por dependencia u }* "J"
otos veubam a ooncloslo.Recite, o do
Ootubro do 1893.Joto Joliao.
DiatribeicoA' Brito. Oliveira.
Nada nieio ee eootinh om e dito dee-
p*cb o o dutribuiclo lancadoe ne meima
potito, que tendo ido juato ene respec
troi auto*, eabiram ostes e miaba co-u
dosio, noe anana profori o despaoho do
tbeor ioguime :
Despacho
Diferida e peticao a fli. 202. Recife,
6 do Ootubro de 1896.Jote Julilo.
E mais so nao continba en dito des-
pacho em virtude do qnal o reepectivo
eeorivao paasoa o proaonto edital; polo
theor do qual hoi por notificados oa accio-
nista j decUradoa na peticlo aqu trans-
cripto, para Torom depoia do 30 das con-
tad.e da publioaclo|dosto, aerem vend-
das em leillo pnblioo, por lotermodio de
agenta nomeedo por oate jouro, as res-
pectivaa acetos, em numero e oom as
qoanuas reahsadas na moaraa peticlo,
todo nos termoa da le.
E tara qao ohogoe ao oonheoimento
de todos e eapecialmento dos referidos
aooioDistos, mandoi paaaar o presento,
que ser publii-ado pela imprensa e atb-
xado oo lagar do ooatume.
Dado o paaaado neata, cidade do Re-
lie, captol do Estado de Peroambuco
eoa 7 dias da mea do Ontobro do
1896
EaGuatavo Alberto de Brito eacrivlo
do commorcio o escvevi.
Jos Jnliao R. Pinto de Bonm.
THBATaO
HOJE HOJE
DOMINGO, 11DEOUTUBRO
os tres" bemoes
SI, M, LA'
Despedida da companhia
ADES AEUS
Pregos e hora do costume
V Ja p'ogrsmma
a. s. &\
UNIAO TYPOGRAPHIOA .PERNAM-
BCANA a
Assf-mbla eral
(1* cot>vocacso)
De ordem do Sr. presidente dea designado o
proxiao domingo, It no correte, para ter lo-
gar a assembla feral, aflo d trtarse sobre
'S'Io ssompto* orenle ; P'o qoe lo con#
videdoe toan* o ee-.-tus ee renoireni Is 11 bo
res ds marina < o sama aeoctonado, effec
toando s coa qoal-ioer oomero qoe compa-
recer, a meama a**"
Secretaria da nio Typographica, em 8
Onmbro de 1896. __
0 L* Secretario,
Egydio Cunha.
mifi
De ordom do 8r. Capillo de Mar e
Guerra Franoisoo Forjas de Laoeroa,
inspector deste Arsenal, faoo puDlico qu,
recebe-se propostaa em cartea toohadaa no
dia 15 do oorrente a 11 horea da maah,
em urna daa aalaada Secretoria d. Inepeo-
cJo para o forneoimento de viveree a este
Araenal, saas dependencias e aos navioa
da armada nacional estacionados no porto
deste Estado, dorante o roturo exerciCio
de 1897, observadas as diapoaicBea doa
arts. 176 e i78 e seos paragraphos do
ReguUmento qoe baixon oom o Decreto
n. 745 de 12 de Setembro de 1890 as
qnaes vio transcriptos.
Art, 176 S* deversa doa propo-
nentes:
1." Eooher com precoa por exteoso
e eom alg-riamo a propoaU impressa que
Ihe ser tornecida pelo secretorio da Ar-
senal, o qual datat e aasigoara para ser
aprasentoda ao Conaelho Econmico.
| 2.*__Entregar peescalmente oo par
aeu legitimo representante directamente
ao Cooselho Econmico no logar, dia e
hora. acnn como as amostras correspondentes.
8 3.0__Exhibir alem da certdSo do
respectivo oontraoto social, qosndo nao
for firma uimuual ca dooamentoa qoa
proveo, ner gociante matrionlado e ha-
Ter pago o impasto do casa oemmareial,
relativo ao ultimo semestre.
8 4.Sao disponaados de apreeentoeSo
da matricoia da Jonta Cemmercial aa to-
bricas e estabelecimontos indust:ies da
Ropoblica, tendo estea e aquilea prefe-
rencia sobro es ontros concorrontes em
igoaldade de eondices e circomstsncias
devidamente provadts.
Art. 178Paragrapbo nnico.
Alem do praao estipalado oontinaarlo
a sapprir por mais bO dias as mesmea
coadi$5ts, se aaaim I5r jalgado neoesaano
sem que iaso constitoa direito para pro-
rozac&o do contracto.
. Os proponentaa deverao apreaentor, os
docaxnento.de habilitoclo at o die.14
do correute afim de ser verificado pelo
Seeretorio se as formalidades eaigdss
feraa aaiisfeitas.
Swreuna da Ioapeoclo do Arsenal
de Marinba de Pernambneo em 9 de Oa-
tabro de 1896.
O secretario interino
Bacbarel Joao Affooao de Soeaa Paraiao.
Dr. Migenl Joa da Motto Janior, joia
do 1. distriete mnnioipal, e*or
icio parcial da vara vivil da dade
do Recite Eeado de Peroamboco.
Faco aass aos qoe o presente edital
Ttrem oo del>e ooticia tiverem qoe eio
pr*a publica deeve joiao, do da 17 do
correte "me., depoia da respectiva au
-dieocis, se ha de arrematar a que mais
der. oom o ab ti ment da le, os animaos
segointes :
m vasca, urna oovilba e urna beserra
vahada* por 1.0001000.
Pechradaa a Jlo por exeouclo de Sooaa Oliveira & J.
Toda pe*soa qoe em ditos amindos
qner lancar, o podtr faaer no riendo
dia da oraca. .
E" para que cheguo ao coohesimento
de toaos maodei paaaar o presente qoe
tal, que aera publicado e pela pronta
logar publico e do ooetome.
D.do e pagado neata oidade do Keoite
so 1* d Ootabro do 1896.
Eu Pedro Tertuliano dajGooba asen.
to O P0rei.
Migiul Jos daMatta
6B4SD F^TA ACBOBVTA
NO
PAVILHAO PORTUGUEZ
(na cidade de Olinda)
Domingo 11 alo cerrante mee
variadissimo espectculo de gymnastica
acrbata aob a direegao do artista
AYUL1AO S. LOBO
em beoeficio da oonatruc9ft3 do Hospital
de S. Joio Baptista do 2.* districto le
S. Joa
Ult mo espectculo
Toda companhia tojoa parte nesta sum-
ptuosa feato na qnal executar surpre-
hendentes trabalhos as interessantes me-
nores
Francisca e Mara
Tocar durante todo espectculo a ban-
da mar i al do 14 batalb&o de amianta
la, que ex,ecutiara esplendidas ppec-.s -
eus repertorio.
Ao Pavillitlo Poi tuguez
Grande ssta real.
Haver trem especial para o Re cie e
Beberibe depois do espectculo.
Comecara s 7 horas em ponto.
Companhia
Usina Cansanjo de
Sinimbu*
De eooforalilsde rom o dlsposto no art. 16
Decreto de 7 de Jsaelro de 1890, Le daa
suciedad* soooymas, jebS'Se s diaposic&o aos
Srs. a^ciooisias oo andar lerreo a roa do Bom
ieana n. 32, copia de balanco e ma iceotoa reatifoa ao sooo floao em SO de Ja-
abo prximo paseado.
Recite, 1 oe Outubro de 1896.
0 dlrector-secretsrio.
O. C. Gatla
A o commercio e ao publico
As agencias dos vapores da Com-
panhia Messageries Maritimes e Con-
sulado de Franca madaram-se da rna
do Torres para a Liugoeta n. 16,1,
andar, parte da frente
Segnn Coilra Fogo
Lloyal Insurauce Gompan)>
de Liverpool
CAPITAL ,, O, O*'
Fundos accumnlados 8,572,386,19\0a.
AGENTE
PnisHMAISN & S-
Companhia
Fabrica k Estopa
0<>riK>C0e8 garantidas (Debentoree)
A datar ao 1* ae Ootobro prximo vimioa-o,
aero 1-^808 os joros aenir debentures, venci-
dos i>m 30 ds cortele mex, do paaimenlo ter-
reo rna do 8cm Jetos n. 10, todo os das
otis, rxclosiv os esbbadns, Urde ; eeodo os rm.estivos coopoos destaca-
dos no acto do pagamente.
Recite, 56 de Setembro ds 183.
E. A. M Peoton,
Secretario oterioo.
The ^orth Brazilan Sugari
Fctorie8 Limited
Nao tendo os Sis. forne-
cedores de canuas para esta
Compaiihia o b ge rv a do o
meu av so que a muitos me-
zestem sico publicado pe-
lod jornaes deta capital,
tratando sobre o uao trata-
mente e desolhamcLto das
ennaf, venho avizal-ospela
ultima vez que definitiva-
mente so0 acceitarei cannas
que estiverem completa-
mente maduran, de conor-
midade com o contracto e
regulando de 10 graos pa/a
cima; emquaoto as que nao
estiverem nesUs condicoes
so' acceilarei por ouiro
ajuste.
S. Loureo^o. 1 de De-
zembrode 1596.
Hawy Suales,
torio desta empreza
na do Imperador n.
55,onde tambem se re-
cebera qualqer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
re externos sao os Srs.
Manoei Antonio da Sil*
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
e Antonio Joaquim de
Freir CastroNunes,-
Todos os recibos
desta einpreza deve
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
tob. I. Sloman's Line
O VAPOR LLEMO
Oatania
E' esperado ds New.Tork
al o dia 11 do correte,
'segoindo depois ds indis-
>pensavel demora para 08
cortos do
Rio de Janeiro e Santos
Psra carga, eoscmmendss e uiobeiro a (rete
trsts-se com oa
Consignatarios
Henry Forster & C.
Roa do Commercio n. 8
l.* andar
f. de
PORTOS DO NORTE
Ferjando deNoronha
O paquete
S. Francisco
Commandante Gra$a
Segoe no dia 13 do cor-
rete, as 4 borss as Urde.
Ums mess elstica com i *>-
dores. 2,gosrdaloocsf, 1 relefto. 1 '"
solos e if csdeiras de amsrello, 1 eaeronao-
ras, Iones psrs cbi e iaotar. e idros._____
Tres camas da cual, 1 commoda, aneas e
cadeiras. e ^a. j.
Cma mess secreUris, i espiDare,lmaa
terramenias, Instromentos para eogtnnetro, i
cmara pbotogrspbica o mol toa outrea oBjeeias
de casa de famll s.
Seguda-eiri, 12 .o comit
Agente Pinto
Na Capunga, ra das Creonlaa n. 57, ae
Isdo do perito do Dert j
A's 10 11 boras partir o boai da liana
Peroandes Vieira, qoe sari psssagtna
os coocorreotss, paraodo noa Qeairo Cl
NB.
Veode-si s importsote cbsrara oade lasa
logar o leilao, amiga residencia oo Dr. Penetra
da Silva.
MJ^XTXlOS
Coiupantia do Beberibe
Lembra-se aos interessados qne
segondo determinagao do Governo do
Estado, de 28 de Janeiro de 1893, s
podem ser empregados canos de chum-
bo poro as pennas d'agua, os quaes
devero ter os pesos segaiotes :
De 10 n[m (318") de dimetro 2"52
kilos por metro correte.
De 12,5 "f (1|2") de dimetro 3,53
kiloos por metro corrente:
De 19 mim (3*") de dimetro
kil por metro corrente.
De 25 m[m (!"/ de dimetro 9,08
kilo por metro corrente.
lili
CHA1GKURS BEUH1S
Companhia Frauceza
tiinha regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambuoo, Macei, Rio de Janeiro e Sautoa.
O VAPOR
Colonia
Commandante Lequeaux
Bspers-se da Europa at o
da 19 do carrete, e segolra
epols da odlspcnssvel demo-
ra para
Macei, Babia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aes Srs. importadores de carga palos
taporas desta linos, queiram a presentar den
t o do 6 dias, a contar do ds descarga das al
jarsngss qnslqoer reciamacio concernenie a so-
lomos qoe por ventora tenbam seguido para oe
portos do sol, adm de se poderem dar a lempo
as providencias necesaarias.
Expirado o referido praso a compsnnia nao se
eipoQsabiliBs or extravos.
Recebe carea: i tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio9
Recebe carga, ancommendas, psssagens o di
abeiro i frete at s l\ boras da manba do oa
da partida.
Cbama-se a attenco dos Srs. carregadoree
oara a clausula 10* dos coobeclmentos que a
segelote:
No caso de baver algums reclsmscao cod-
tra a Compasbla, por avaria oa perds, deve ser
feita por escripto ao sgeute respectivo do porto
da descarai, dentro de tres dlss depois de fina I
tlaada.
Nio precedendo esta formalidade a Lompa-
nbla tea iseuta de tods s respousabilidade.
ESCRIPTORIO
Ne Caes da Companhia Parnamboeana
a. 12
Agente Pestaa
Importante leilao
De movei, loucas, vid
especial vinho
ene lMrdIewaa e eai|
fado.
Ter^a-feira, 13 i corrate
A'S 11 HORAS EM PONTO
No precio sito 4 ra do Arsenal n. 19,
confronte a est $io do Bruna
O agente NfMa vender por ordesi de nm
cidaiao qoe se retira desu Btleaa, ae saoveis
sbaixo declaradla, qee, pelo seo estad ee cea*
servscao e oslo, cbamem a silencio des Srs-
compradoras:
Urna importa ote m o bilis ds mogno,
solos de podra.
afei
Hamburg Suedamerikams-
ebe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
Orapor
Olinda
E' enerado da Eorops at e
da %% de Ootooro e segoir
lepoia da demora necesaaria
para
Um piano de jadaraodt.
Dm par de escarraaeiras ds porcellana.
Um tapete fioo pars eoft.
Urna mesa de ferro com psjsageo.
Um rico par de jarros.
Urna variedaae de quadros de coste para
f|ie de sais.
Uji csndieiro de eolsmos.
Um msrqoexao de amarello.
Um bidet de jararanoa.
Um lavcto-io de aoareilo.
Uao rico toilette de amarello.
Um rico guarda rosp*. oora de Remigio.
Um importaoie gaard comas, ob a de Riosi-
glo-
Orna imporiaaie mesa elstica de 5 taeoas.
Di te cadeiras americanas
Doss cadeirss ao bragus para caceceira ds
mesa.
Ums mesa de amsrello ootro* me'toe eejs-
risa, qoe serio vendidos ao correr do l a qoem mais oer.
""__exiravuraoi-m uo plice u* eati"
de do Bstsdu. de mioba prop'ie.oade. do vs-
lor onmiasl de um (OLto ds ris cada ums ,e
de un 1.a e 1.S33, havidas par comprs s Ao.
tooio Goosalv*s ae Oliveira, e que etis svsr-
badas em mea nome na rtpar i(io cempeteot,
eco a presente declars(tj pars os devidoi
rfleolos
Recife ti de Setembroespb 1898.
JoaoTelesphoro da Silva Fragoso.
Companhia
Fabrica de Estopa
(Jel-ntial
CONPRARIA DA SaNTISSIMA TRINDAHE
Bm comprimento do disportu oo sri. 70 do
compromia^o. e de ordem so Irmao provedor
beafeitcir coovldo a loflis oa imaot, os acinaes
coofulturee, e bem asaim os oe*04 eieitos, e
tompsrecerem em oosso conai-'o'io, oo domm
gi, tt do coreo'e, oeUs 40 boras da'maona
nfim de rroni.iii em a*^maiea a-iaut.r a posxe
O. no*a aimir it-t afSo dea i oo qs* oavitem
s leitH'S do elaiorii as aooinlsiafAe tiota.
S'C"liru di ."Heti-I C-JbfrS'ia na Santiisr
aaTriorfade, em 8 de Ootobro de 1896.
O seeretfrie,
Th(Biss T'ros Jaoinr.
Fabrica le Estopa
De cootornidada com o rtisooMo ne eri. 16
do decreto le 17 de Janeiro de 1890 d* lH das
ccieiuiie ai onjroa, .i rio-^e a ui-poaicio aos
Srr. iccionis'ss. oo andar lerrec a ros o Bom
Je-u o. 0 a oeeM d Paianc e mais oco"
oieot a rrlauvoa o anoo a em SO oe Jucho
prximo psiMarto.
Recite. 21 e Setemb o de 896
E. A. M. Pe .ion,
Secm ru merino
ASSBHBLB'A GBRAL
Pe sccordo com os Beiaimo aa convidados
o* Sv. acciouirtar a reonirem-ee em asemeles
_ Aelgeral ordlBana, po sali oa Asociseio Com*
u,Uo mercial, oo ou 26 do correte, i t bora da
tarde, para ouvirem a leiiure do relatorio e
pregiaae j'o de cenia a o a;.oo flodo em 30 de
juodo, prximo passsdo.e eisgerem oeoosslbo
Itcal para o aooo vindouro.
Sendo aa acedes ao portador, oa Srs. aceto*
alatsa deserto ap eseataUaa oo arto de sssig*
oarem o hvro de preseocas para serem rofe-
reodadas.
Recife, 8 de Oatabro de 1896.
B. A. M. Bentoo,
Secretarle mtarioo.
ECLAhACOES
i Fabrica de Gelo
As c'HiDPrcie e a publico
I O Sr. Minoel Augusto
i deOlveira, por motivos
ponderosos foi despedi-
do la niesuia, desde o
la 19 do correte.
Recife, 19 de Setem-
bro de 1696.
Henri Fouqueatf.
Costuras do Arseiml
Oe ordem do cidadio ente- oronel dir ;ior
l*ate An-i-Ql, osincatm < ta a* no* 4 ae
13, 16 ao corrate met, r**m co-tur. i- s
Doaaoi Joras na goiai- ie na. 0> i 3(0, de oo
ormirtsde com -e*e->aa eru vur.
Seccio das 'oslaras do h'ermAi de (ieerr.i a
Pernambnoo, 10 de On'ooro de I0M
Pelix Aot K.io np loaotar,
Caiii'io ad'OO'O
Companhia
De Fiai^o e Teeiiios
de Peraan Uco
Jaros de obn.a.oias i-re'e eneee
Serio p.ioe i,-j ea>n-l no rt Corm>'iibi s
roa 80 Bom J-ij Q. das it Ri re d <
atis as 1' ds Urde, os jaros veo. ld>/ i" r
OU-OD'O lli'IWC, eeo lo dOrlSC O* US C.Ui'i.O-
Di) kCto Oo pcgS'ueO O.
Hei-lfe, 30 do StUabro de 1896.
O direrto -aecretario.
Jos Joaj ne Ao""rir> .
Companhia do Beberibe
Cbama-se de novo a alteaste dos Srs. eco*
ceesienanos de peaaa d'aaa* psrs a p-obibl-
ci de deixarem sabir agua psra (ora dos l'mi-
ies do prtdio que gosa ds eonceesio. pois s
olraccio os sejells a asiia de B00.
Veneravel
COSFHARIA DB SANrANNA DA SANTA
CRUZ
Ref rma oo cems'omiase
De ordem os mesi regeaora coovldo a-todos
w cosaos dignos irmies s cemparcerem em
norso coosistorir, eguada fer, IS do correo-
te. i eU 8 oorss da urde, Om oe iscutirem
reforma do remaromlrso iitsu coof'ana.
Coosistono os contraria ae Sani'Aons ds
Ssnta Cras, em 10 e Octobro de 1896.
O ec-e'arlc,
Leooardo AUiro Lavrs.
lili Man Stri Htl umu
0 paquete
Magdalena
Commandante F. Pope
E' esperado.,
do sol at o ata
11 docorrrente
legoiodo depois*!
is demora lodis-
peossvel para
S. Tcente, Lisboa, viga, caer-
boarg e soatkaiaipoB
Rio de Janeiro e Santos
Entrar* oo porto
Eate vapor Iluminados 1 elctri-
ca a offerece ptimas aeoommodecSoa aos
Sra. paaaageirce.
N. B.Nio se attsoderi mata a neaboma
reclamscio por (altas qoo nio forem commu
oreadas por eacripto s sgeocis at 3 dias aepoia
ds eotrads dos gneros na AKsndega.
Ne caso em qas os volnmes seism descarre-
gados com termo de avaria, 6 necesssns a Pr-
senes da sgeocis no acto da abortn, para
poder verificar o orejaiso e (altas ae as noo-
ver.
Para passageos, carga, 'rete e etc., trata-se
com oa
Cocsignattriso
Borstelmann &C
18Ru do Commtreio18
! andar
a*, ta?
E.igenho Dois irmaos
A Cestpanbla do Beberibe roond* aqoelles
qoe qniierem s.-reoosr as ierras as'tcoUa aesse
Mog>-nDo a ap'eoent-rem -oai propos>as no es-
cnptorio dest Ccmosnhia.
Recite, 8 de Ootob/o oe 1896^__________
Companhia Je Seguros
centra Fogo
Aberdeen
O paquete Trent
Commandante H. E. Rudge
B' esperado ds Enropa no
dia I* do corrooie, seguir
depois ds demora neceasaris
'psra
Macei, Baha, Rio de Janeiro e Santos
O paquete INile
Commmandante J. D. Spooner
E' esoerado da Europa al o
dia 16 do currante, e seguir
depois ds demora oeeessaris
ra*#en
le Janeiro. Montefido e Boa-
nos-Ayres
Heduoclo noa pregos das paasageee
Ida Id* t volta
A Llsooa 1* Ctasse A 20 JO
A'Soatbampton' ciase 28 4 82
Camarotes reservado* para os pssatro
Peroamboco.
Para carga, psssageos, enoommendas a di
sbetro a (rete, trata-se oom os
^AGENTES
4morim lrrao & C.
Bahia^
Agente Oliveira
Leilao
De 3 caaaa terreae aitaa Estrada de
Sant'Anna de Dentro, fregroeaU da
Poco da Panella, perteaeeatea ao ee-
polio do finado Estanislao Augaato
Hachado Pas.
Quarta-feira, 14 do corrente
Ae meio dia
\o aravazen* ft ra teV le
veeabro
a.ooo.ooo
3.J8U.U0T
626 00o
218.000
155.000
De Londres e
PoeicAo financeira
Capital subscripto
Pnndos aecumulados
R aceita annual tj
De premios contra logo
De premios sobre vidas i
'-V |itros
Agente em Pemsvmbuc
Boxw raWiiliam 3r C.
IZZlffl
Pede-se ao Senho
res consummidoreh
jue queiram fw&arr
quaiquer coinmun ra-
^o^ou reclama*jo,8e-
r esta feita no escrip-
Uofd Bnzileir
Katve$acla tramaatlaintiea,
ctrra e fluvial
OVAPOR
Alagoas
Commandante Floriedo Diaa
B* experadodoi
portos do norte
so dia 121 do
jcorreote, e ae-
guiri para os
porto do sal ao mesmo dls.
Aos 8re.csrregaderes pedimos a sas aiteojlo
esta a ciaosois 10* dos coobecimeotos que a
sagniui*;
No caso d sampsooii por vares oa perdas, deve ser feita
aor escripto ao aaeo'-e respective do porto ds
escarga postro da ir* das depoia Je flnah-
aadaV
Nio preoa"3flo seta roroaudade a comea-
ib'a tica iaenta de tods a resprmseMtCsde.
Aa passsueos sio tirada no meamo escripto
lo, a as S 1/9 horas ds ir<> do da ds aabids
lo apor.
Attenco
Ae paaesig-ena pagas a bordo costa u.
-oaia 15 Vs.
Para carga, passageos, encommena e va
ores trata-se coa os
AGENTES
Pereira Garneiro & C.
6RA DO COMMERCIO-6
i.* andar
Vapor Cordouan
Iheiiah MaiuMes
B' esperado..
dos portea ds
Eoropa o vapor
llraoces Cordo-
______________oso. oo dia 18
de Ootubro de 1896, o qoal depois da demora
necessarta ssguira para Boenoe-vres com es-
cala por
Baha, Rio de Janeiro, Santoa e Mon-
tevideo
Para gasaagaos e reclamacOs i tratar eom
OSAGENTJCS
Delfao Gonveia & C.
Linguete 16, andar, norte da treate
facific Stcam NaffiUra Km-
8TRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete a
Orissa
Bspera-se de sal al o da
18 do correcta e seguir de-
la da demora do costme
__________, ^ura Liverpool, com escala por
3. Vicente ,Lub6e, Corana, U Pallice, e Pij-
oseutb.
N. B.Bete paquete tem bellce dobrado.
t*ara carga, passageos, enoonuaeodas a oi-
abeiro a (rete trata-ae com os
AGENTES
Wil8on Sons & G. Limited.
10Raa do Commercio10
1.* andar______________
Prinee Line of Steamers
afanes liiiott Sew-Cate-a-
VfsM
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- lindos e o Brazii c Rio da
PraU
SmJ^
B' esparsdo de Nea-
Y rk at o dia 18 do cor-
rete e sabir* depois ds de-
mora oecessaria para
Rio de Janeiro e Santos
O vapor allemao
Croatia
Para carga e pasaaieos irsta-re coa o
AGEMTE
Johnsfon Pater f C.
Rna do Oommeiv.io n. 1&
I.EIL0ES
LEI-LO
De maaveia leoeas e vidraa
Conatando del
Uxs mobriia ds Jacaranda com 1 eof, i ceo-
aolos, 2 cadeirss de brscos e 12 de snaroicio.
1 mesa redonda com pedra, Icadeiras de b*
lanco, t piano forte, 2 di vaos, quadros a oleo t
11 ptrti-planui.
0 anete OUteirs/por mandado do Ezm. Sr
D-. jota de direito de O'pb'o, vender esa aa*
Uis ca*s terrea tri i Botrsds de Saot'A.ca
ne DimilS. Com 2 j'n-lls- e t porta de f eose,
3 jaoellac no oitao. 2 s-s 3 qoarior, cosinba
ti lema, mala i qoano, qnintai, caciiulw, esc
ma dita na mrsma es rada e r-egeeaia, cosa
porta e jiOlla d ira-ote. 4 janellae 00 tala. 2
salas 2 qea.-tor, tosiobs KVa, coebeira a
qo all, etc.
Urna dita na me'ma estrada e frecaesn-,
2 jaoel'ss poeote. 3 |aoeila oo nc oiito o uascenie. 2 sa-
las 2 qnartos, eavasas esteros, ojeinttl.etc.
Os Srs. comprsdorra. desde j, pod' exa
smiosl-s._________________________________
Agente Oliveira
Leilao
De 3 Cisaa terreas, na freguezia da
Aiogadoa
Qnarta-feira 14 do correte
Ao meio dia cu poile
No armazem ra 15 de Novem-
bro n. 39
O ageote Olireirs, competeatemeate a
uoo. levar a letlio as seeaimae caaaa:
Orna casa terrea son a. i, com parla e [
la da (rente, no boceo largo do Remeda,
2 sallas, 1 quarto, cosinba e qam tal
Daas oitss umbem terreas e na .*-.
gueaia de Alogados aob os. 3 e 8, as iravesma
de 8 nicnei (ootr'jr berca de Hastie), asa-
bas oom porta o jaeeila de (reot', 2 ssma, 1
qosrtt, costaba, quiot*l em iberio 0 ees aao-
taoie fondo.
Os Srs. compradores, desde j, poderla r
examlosr ss das casar.___________________
Agente Oliveira
Leilao
De t grsnde cas* terrea sita a rus da Ceta*
nal Susasona o. 266, fregueais de 8. Jcs#, esa.
ticado eu> terreno ovoprie, ota I eo-ta e 2 Ja*
aellas de freole, 2 ealaa xrsndes 3 qoartoa
lerooa, raode cosinba etieroa, corredor idea-
peodeuie, quinal au'ade, qaario do appare-
10j, porU10 para a ra do Padre Noarega, e 1
dependencia com 2 janelias fue deitam peras
dita roa, tendo a asa a saja forrada, etc.
Qflarti-fcifa, 44 U correite
AO MEIO DIA
Me armazem a raa f ft le ato-
?embra
0 agente Oliveira, por mandado do Ex o. Sr.
Dr. jais de direro de orpbloa e a reewatease
de D. Mara ao Sacramento V,eira de Flgaat*
redo Saoiiago. veedora asa letlio s grande casa
(erres cima deaenp-a. podando, desde ja, aar
examinada p-lw Sr. coaprado-ee._____ _
i Apile Mvm
Leilao
De izportsates Jolas com brtlbaa'ee 88,
annels, 1 tete de g'av.ta, baWes de aeei
ditos ie pembos, retonio ee aar. pan "**^2
rs, cadea de euro. <, dlserses aa ca-
ires, etc. existentes oo escriatora sito a-
vess- da res do Qoioido o. 9, e seteeaaa
aa espolio do ooaoo Beraardina Lopes A Qainta-feira 15 do corrate
A 11 HORAS
No 1.- aedmr do predio n. 9, aitaa
travesea do-Qoeimado
O aeeote OHvelra. por maadade da Sisa. Sr.
Dr. io.s aaatael, a raquerlmeuio de laaeeea-
raote oos neos une florase por talle iseeaee
le Bernardioo Lp s Albei'c, veoder. ea lav
lao 1 amporanla aoel ee oa>o eom g eade nvi-
Ibaute, 1 aaea de grevata cea ailMiijii. S
beteee de abertare taasaem raa Mstama*,!
par de betoes da oare pa;a pasboe, i rakgli
de earo, 1 cadeta de oere, 1 compartaeaU l
msseirs para eaertptarte, 8 cofres preva aa
toto, aendo 2 grandes e 1 psmete, t atesm
de amarillo, 2 secretaria, i eadelra de aaeaa,
%
i


Otario i
i
\ cernina., l espelBo 8r'Blle' >ida toito--
' jlW 1 jarra com toroelrs, 1 p*eusa, 1
cedelra d balaoco, i qoartlolielra, 1 cadera
eadelra
vime. 4 a\M smericaoas, 1
en, ect. ____
lavatorio com
1
ra
os-
AVISOS DIVERSOS
oe Goyauoa o. 58, com C'omrooda^ -s pra
gaode laroiliB, ouoi igia, x e ppa>elho
Drajoase, quintal cande arbnriserto, cocher
ra, estroeru e po'tio para a rea B--o de 9.
Bor|a. A' tratar o* aiesna roa d. i4l, no aa
roa do Bom Jeros o. 46.
Demarcares de ierras
Pelo eoeeobebo C C. Carlioi, e^ciptono oa
cidaoe da Encana oa toa do Blo n. IS.
VNDESE a caaa a "ro Corooel Soasra
Da o. 103, a tratar a roa Pedro Affooao n
36 A
t
CORONBli FRANCI-CO FAUSTINO DB
BBITO
BaeharM Gaudlno Budoxio de Brtto e ana
Ir mi 0. Mara Alex; odrina de Bnto teado do
maodar celebrar uaa por alma do aao prsa-
lo tro:So F'aorisco Paoaitoo de B'lio, oa mi
trlx da Itegofii de S mo Antonio, oo da II
do correo ?* 7 dores da enjeba, trlg.simo da
o seo paesameDio, cooida v aos s*>os pa-eo*
tea e amigus e aos do fio-do a a.'siatii-a-, ao'e-
cipaodo desde | o aro ro'dial agraoecimeoto
-S peno qoe RomDarecerero
t
Alutue mmiui > u Cadk uai <* 2 auna"
rea do (obrado o. ti da roa de S. Jo-]* ; e i'
co l S salas, 4 aoartos, coaioba lora, o 2*, com
salas, 4 qoartoa setao ioteroo com sali 3.
toarta o oogtnh ; t sla' na rraarna 'Qi a. 7t
Veuue-te uui terreo tutu palmus e
freote e de toado, divide com a roa do C cun-
do e a roa das Micas, oa Agua Fria de Beo.;-
rlr-e, tratar na 'Da d" Janim n 41.
Aiuga-se
Un gratulo te; reno cem casa ne C.rBloho
Noto d. 41, i tratar na luja das Estrellas, roa
Djqoe de Calas os. 66 e 58.
Grande sortimeato
D' calcados estraogeiroa de diversos fabri
cantes da Boropa, acaba ae receDer o Lioo, ca
roa da Imperatni n. I.
IDALINA JULIA DE M0RAE3 MEDE1R0S
Antool > Ignacio do Reg M4elros e seo
flloo acraiecem do lolimo a'alma a tedos oe
reos pareles e amuos qae He digoaram de
coudonr i nltima m.radt os ngtns mortaes tus etrpre lembrada esposa e a I'tlns Ja-
lla te Morafs Hedelrea 9 d- noto rooida-os a
a-sisnr.m ? mise*- que por ,^oa sima reao
resadaa oa Ordcm 3* de S. Francisco, s 8 Do
raa da maoba do da ti d> correte 7* da do
seo falleclmeoto, hjpoioecaoio esde ji i
tolos a soa ratina?. Agradece mais aes seos
boos eompanbeiroa do Loodoo aod Bjver Plte
Ba le. a* prova de estima qae tribataram a mes-
ma soa ejp<>sa.
Ama
Precisa-BP de ama ama para coslnbar, a roa
da ImpeNtrix 88 andi\_________________
Fabrica Tigre
lfodoa-se para a roa das Larangeirrs o. 25,
oode seo proprietarlo p-omette aos seos (re*
gaeses e amigos servir com especieeg a-ng.s
destinados a famsc;*; o bem -scim, por esie,
leva ao conbecimeoio do commercio e a ledo e
publico a queco pese o vlolem com roas loteo*
(6>b e promelte a melhor e malor sioceridade
a todoj.
O croprieaio. M goel Reimos de Olivetra.
Sortimenio completo de
madeiras de Pioho, na
Seiarria Nacional de Cli-
maco da Silvano, Caes da
Regen frecao n. 24,
Amas
Precisarse, na roa do Imporador o. 17,1*
andar, do doaa amas, ama para coiiabar eoa*
ira Bara servicns domsticos.
Vaccas e crias
Na estrada de Joto de Barros o. 6 C estaclo
do Eplorei'o, veode-s* vaccas, oovllbas e oe
serros tocrinas e am bonito Cavallo
Precisase de orna ama qae rosinbe bem, I
tratar Da roa Dugo de Casias o. 97.
Cajaiubeba
Proparado viaoso depurativo
Composifo
M
F1RUIN0 CAN0IDO|0E FIQUEIREOO
Aotonsado por necreto e 20 de Joonc de 1893.
Este pode-oo metlcazeniir eiup/egado
com a rra>o- efficcia ro b^omatisaie e am
todaa as molestias de pe'ie, oas leacorrbeas
QA-es hraocs; oos siffrioieutos occasioaadoe
pela lmpnrasa do aogoe e sypUilis.
Sarao considerados (alsilicalos todos os fras-
cos que nio trouxerem oo roalo manoserlpta
a Brasa dos
Prop-gadcres
Baptlstut & Figoeiredo
A' venda oas prlocipaes obarmacias.
Prejo de cada frasco 44000.
Amas e criado
Pracist'se de ama cosipbelra, pa raa das
Flores n. 35________________________
Coeinheir e criado
P-eiasa*a de ama ama para ogoomada -
oatra para eos onar: e oem assim de ata crtae
do oarapaa para serviros de caaa. aa raa a*
Bolea ae n 84. esqaloa da raa da Intendencia
osaco do Or. Nanea Combra.
Cosinheira'e Caiado
Praaiaa-M aa roa da Palma,
Para p&ssar a festa
Aloga-se ama boa casa de tfjollo, na roa Real
da Torre, moito fresca e com commodos para
familia, tendo a liaba de bood na porta, i tra-
tar na meama roa n. 6, com o Sr. Antelo
Daarte.
^anta Casa de Miseri-
cordia do Recife
LINIMENTO
Dv CONSTAJCtl*
el auno, os ooau uuta^cjr ....
roTeitoaaa prepanoe* qoe ae teiri adiado i
Para a enra du dfirea rLeamticaa,
Eat ora tnedieaeio oOkreoa
om anota do* mala importantes o aoa <
aonrem deaaa terriei enferinidade, i
| iinmediato, Mfm como urna cora oattaV
Oa bona raaattadoeoptidoa peloKoe
tanto na Europa como nos rimase rjnaiil
permutan aasavarar qae o Eliii
matieoe am dos mais poderoaoa o a __
gicoa remedio* para comoxter. aa dore raeo-
maticaa, gottoaas, te. Sea etnprego malte i
imple fcil, sea eBeito Segaro: tnn
fraico do Elixir e.lim oatro do liattnaolo i
ao am geral ufljeientae pan cmrav sal/
doree roaumaticaa mala aatddaa a aasaia* a
pwico otrattif
OTKA ruANCl
fAMBUQ
Qnalidades
f
CORONEL
FR4NCHC0
BRITTO
FAUSTINO DE
A Illms. jocta almloistraMva da Santa Casa
de Misericordia do rte ife convMa ana oareotes
e amigos do (loado corooel Fr iifgco Paostino
de bruto, mordoa o d> meama Sauu C asslstlrem 4 missa de rquiem que ro eoa alma
fari cnleb'ar a me m. junta, oa Igreja ae
Nossa Seobnra do Para lo, as 8 horas da ma-
nda do nia 13 do crreme.
Secretarla da ."aota Caen de Misericordia do
Recife, 9 de Oo'ob-o e 1896.
O escrlvio,
Jns Hono-i" B. fie tfanetes.
t
[ O'-.OTHE'A EMILIA DE JESS
Jo.' de Mello S Salgado, ADlool > da Mello Salgado e idu ir
mies, itDdapeoali ados pelo mf-n-io pas*a
met.to de fu. p-aoteada n Si, Doroiba Emilia
de Jesos, agradecen) do iatimo d'alaaa a todas
as pasaoas qae se dignaran) ds acompaooar o
cadver a saa derradelra u>orada e de oovo
convidam a Udos os seor amigos para assisti-
rem 4 mi aa- de 7* dia qoe maodam celebrar no
da 14 ao correle, oelas 7 i/3 boraa da ma
Obi, oa capaila de Siota Rua feseaodo se desde ja eternamente reconbeei
dos pelo seo comparecimeoto.
t
MARI4
ALEXAWOEINV PBREIRA DAS
NBVBS
Oialur.-DOS e alomoas ia Escola Normal,
proloadameoie ponm io- p>-la fallec meo'o de
tua estremtc da collega Mara A. P. das Naves,
convidam a familia, os preotes da metala e os
leales da neocioqada Escola para asaletirem i
missa qae maoaam resar por sua alna oa ma-
tris da Boa-Vista, oo la 13 do correle is 8
beras da maoba, 7* dia do sea tallecimeoto,
Por esta acto de reiigiio e caraade desde ja
se confassam sommameote agradecidos.
t
MARA VBS3IA KOREIR MACHADO
Porfirio Macbsdo, Joro Joaqolm Morelra, soa
tnalber. Alba e oetos, Jeaqoim Ulloto Bastos e
saa familia agradece aos seos parales e anst-
gos qoe acompanbaram at ao eenuteno os res
tos mortaes de saa Idoltrala esoosa, filba,
irmi, tia e coohads, Maris Yarsla Morelra Ma-
chado e de oovo os convidan* para assiatirem
ia tai sas que por soa alma maodam celebrar
na matriz da Boa-Vista, 4s 8 bo'aa ds maobi
do dia 14 do corrente, 7* do seu pasaameate.
Aataelpem os seaa agrade^imeBtos
Aviso
0 abolso assignado avisa ao commarcio e ao
respeitavel pobl o qae o Sr. Alfredo Docsble
delxon de ser seo empregado desde 30 de Se
timbro do correte anuo.
Recife, 10 de Oatobro de 1896.
Leopoldo Pralle.
Ao commercio
O aballo assignado deelars ao respaltavel
carao commerclal desta pra(s qoe fendea
'fia data a saa loja de miodeaas i roa da Im-
aeratris n. 85, livre e desembarazada de qail-
ajaer onos, so Dr. Joto Baptista da Silva Mar-
Declara tambera qae nada deve neeta araca
a Besa (era asila. -**.
Recife, 5 da Oatobro de 1896.
_______________Fraadeco Martina floasaa.
Casa de sande do Dr. Lea]
FBRREDJA LEAL & C
146-Riia de S. Clesaeoie-146
atotafotTo
rio db Janeiro
Recebe hospedes, coanieaeeotea, enfermos
ae aoleetlas oto cooUglosaa. Tosa vasU sec*
cioeepecisl para alienaoos e estaaelecimerj to
aieetro byira iherapteo.
Procos mdicos, commodos confortbala, tra*
tawflto asasen do.
hrtuitt PwU i C.
a PRACA DA INDBPBNDBJtCUJ e
llieesisle leterias a
B
ptlbaa aatadoaaa de tedos oa valeres
Mlbetea pi
500:0001000
tmk literit
GP1TAL*FEDERAL
bilhetsa a qaea aoUettar, a di*ao
O Sonto de Ohto
Acaba de recebe-10 qoalidades de nuchlna
para costora, sem competencia em prejo
dando*sa li(6Vs gratis, na ioji de miaaezas e fa,
seodas, A Perola, a roa da Imperatris o. 61.
defrooie da psdaria Japonesa, Domingos Fer-
sndes
Compram-se
Duas casas que sejaru sita
das dno Caminho ovo oa ni-
' eeaaiiaoaea, continan o de ac-
o na moda oSes regulares, com
quintu extenso.
A entender-se na red ac o
deste Diario, das ti horas
do dia por diante.
Coiupaiihia Explorado-
ra de Productos Cal-
careos.
Cal Virgem de Jaguanbe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do asancar vendo-se na
Companhia Exploradora de Productos
Calcreos oo Caea do apollo n. 72.
oementes novas de herta
lisias
Coove mantelga.
oave nsblca.
Coove soiga.
Coove bombarda
Coove troocboda.
Coove penca.
Coove marciana.
Uiave mac!.
Repolbo p alio.
Repolbo p, curto.
Raoaoetes.
Pepinos.
Abo bora.
n-jgiiiii
Tmales.
Lbicorf.a
Aaeaas.
Nabos.
Beidroegas.
Msstraoo.
Alface lisa e repolbnda
Coentro de toceira.
Bastarda branca e oreta
Cetwllobo.
Salsa e agrlio.
Cooarae.
Aipo.
Espina pes
Bspargos
PanentCes dsrees
Armazem de Pojas Men-
ds V C.
BA ESTBEITA DO BOSABIO N e.
Precisase de doss amas, tratar i roa Bario
da Victoria n. 65, a* nd .
Cal Branca eVir-
D. MARA MO OBSTA BURCKRARD MBIBR
Jean Daoiel Meier.Kirl Leopold Meier, as-
iente*, Gollberme Mel', Radolpb Meier, Anto-
nlU Margaretba Melar,maride a filboa agrade-
cem do lolimo d'alma a lodaa a peasoas qne se
dignaranacompanbar ae cem.uno poblieo os
restos manaes de D. Marta Modesta Barckbard
Meter, e de novo convidam para asaiatt'em 4 mis-
sa qoe ser celebrada oa Igreja de S. Fraoclaro
no da 13 do corrente, pelas 7 doras ds maoba,
30* da do sen fillectmente, palo qoe desde ji
s confessam eternamente gratos
Coroas m rtuarias
So rtlnento e precoa sem competencia,
Loja de cera
RU A DUQUE PB CAX AS N- 119
so miro Femando n & cosap.*
de Jagrnaribe
A Companhia Explora-
Idora de Productos Cal-
creos, sendo a unc?
exploradora deca bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores qae nc
tem soecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro*
duelos se encontram em
seu armazem do
Caes do Apollo n. 73
Uzinas e engenhos
Gnl nova de IJsaWn
Artlgoa para labnflcicfto
Precoa sem eomo*tn Gnlmarftes n Taiosato
CORPO oaNTO N. 6
Taverna
Vende-ae ama com di reta a am tteootse. na
estrada da Ponte da Ocaoo. so p da eaucao da
Jsaaetra; qaem pretesder dirija-se a nasna
asa sneoatrari con qaem tratar. O nativa da
venda ae dir ao comprador.______________
DE
Campos 8c G
N. l*-RUA DBQUB DB CAXIA8-N. U
Bn frente do Mirla
Oo prepriotaries deete ana naatado ootasa
adneoto previnen ao reepeiuval pablleo qae
oara ban eartlr asa tesa fragitaasi tana ao ra*
rida aataassaeinaata am esalaadlda a varia,
a eoranoato da oaaanlras pietaa a de earsa
asa ba da nsibor en la. t-lai d a oara liaba
hteoMMBaroee,oasr>%>oa rasosveas.
roaassn asas artiataa, sal. asa aa |alaa
tbllltadoa a ntUanar can tos casas, eaner*
aaartnala as traasaa nlasailgaata.
aJtalaiana al
Vende-se
Vende-se am baldo g-aade dacove al
amarello, fitei'OSf ealsoes para d. psitos, proa
prioa para eetabeiecircene de aviados : Bsrg
tar a traUr.roa de 8. Jo-ge o. 135.
AJCkXA.
Preclsa-se de orna ama para coslnbar e ma|s
servicos de ama caaa de familia, i Iratar oa
estrada da soso *de Barros a> 11, defroote do
eatacte do Bspiuhelro.__________________
Sola para bomba
Vende-se oa leja de calcados, i ras do Bom
Jasas n. 11, Recife_____________________
Bichas de Hamburgo
Vende-ee em grandea e psqaeaaa por*
S, applica-se ventoeas aecoaa a aarja
atoadas Laraogreiraa a. 16.
aA.XUX.iV
Na raa do Aragao o. 10 precias ae da ana
ana asa coalobe e>em e oot a para lavar e oa
gonnar e mas Iservico de caaa de pequea fa-
ntla-e ________________________
Marcineiros e carp-as
Preclsu-sa de marcioelros a c arpias asar a
a naerttaa, i tratar aa fabrica da Silva Fer-
osadas C., raa da 8. Joto o-48
OBREIAS-COLHER E. GORLIN
HOSTIAS
DltM
OBREIAS
TINTAS PRETiS
a di edaas art mlw il aai ttu n Ktdteimentoi toildot
r ,. ., llquidot. tul Mil: Ol! II rifll* le iKlillO, OlH K
Lolla Iquia a Fro jj^ talgaBS ll C0*'Dl, Olilltl, ilClIril, te.
! TODOS OO MIDIOAMKNTOa IM *6 i -----1-----
l. GOlUl.ll.-'ll Id FrilCI-BirieOll, PAB18- Em todaa as priocipaes Pharmaciaa.
?ssaaaaaasssssssssssssssssssssssssssssssssssss
HOSTIAS
para Confeltarits
Cordial soberano indispensuvel em todas as familias.
Sen sabor perfeito.
Irifinitamerite superior a todos os productos similares e
por suas qnalidades e preparagao que irreprehensivel.
Este cordial verdadeiramente precioso emprega-se com
xito ras indige$toes,nauteat, vmitos, diarrhat, caimbras de
estomago, azias, detmaios, syneopes, ataques nervosos, dures
dentarias, nevralgias, enxaquecas, enjo e todos os incom-
modos da cabeca, dos ervos e do estomago. E' maravilhoso
em lempo de epidemia, impede a influenza, a febre amarella
ou estorva as suas consequencias.
Elle tnico, bygienico, aperitivo, vulnerario e febrfugo.
Nada de mais precioso e econmico qne este cordial
benefioo do anal am s frasco em cada familia ba de
bastar para impedir maltas indisposices a estorvar
graves molestias. ,
Pernambaco, Companhia de Drogas e Productos chimicos.
E EM TODAS AS BOAS PHARHACIAS
OLMElMT Se O, Valnc (Drtme. Frsnet).
ONI-NUTRITVQi
lCOMOUINAj
^^^^LvsLyys \tW 9 o \yj
O melhor e mais agradavel os tnicos, receitado pelos mais
iUustradoc facultativos de Paria, nos casos e ANEMIA,
CHLCROSIS, PEBRES de jualquer natureza, DOENQAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENQaS.
Se acha as prlnclpaes Pharrracias.
FALTAtAPPETITE,OBSTRUCGAO,EMXAQUECA
VER TIGENS, CONSESTES
GRAEVS
de&mt
dudocteur
RAUCKy
j. MOLESTIAS afectuosas lO'ii*
^.'/i. curada. Uj. ,f*^tJtSW
f/7fn*w'-- prcvcM4*V.*i1?l*f!\,3Ra
i ^ l Kxlglr <3S
o rotulo Junto *^
V EM 4 CORES -*C
e o SELLO d Uniflo dos Fabrloantsa.
GBAINS
jt/kwmfi]
dudocteur
FRAHCKv
'^
Km PAB1Z. Pharmacia LEROY, i ih todi >a Muamsiia
EVRALGIAS
ENXAQUECAS!
Cura instantnea
ASTHMA
CATARRHO-OPPRESSAO
e todas as afleccoes
_____________________^ das Vias respiratorias
pelas PILUL4S ANTI-NEVRALCICA8 do v Curados pelos
Doutor C3I*.*C>T5a-IH"Il !T^cai>oB LB-V^SSBTJR
> ROBIQUT, Samtrc di IcadamU oi Bidicint, 23. r. isli Scniuie, P4RS.-tm PEFUAIB'JCO: C s O rom i Productos C/Hf/'
GRAGEAS
INJECQAO
ae Coea/i.aa. cse4a f m^M | -1M itrUtnic
ntas/a a Ferro, tismuthv avavrsBrlMfaa*faTavB JjiJg *em causar
Aeatrao. Tr*bnthno, fnnaHannBlvaBalaSaB^^ ueltnts Usum.
4* QRAQaMS) FOIITIN, forto aa primeiraa que obtiveram a approTaflo ostAeodemim
4a taasnaa (SSO) e qae adoptanuB-e nos Hospitaee. Curam aa moleatiaa ecre>a.
artt BtnoMea em fatigar oa aaiomagos mais delicados.
A IMJiZCQ AO POtUTIN e aeapre inaassaavav eono o eomplameate da aieihan.
i aParixauaalnaoo TBAJil" aC. da 8IL*7a. fa".
MEDALBA DE HONRA
0 OLEO CHEYRIER
i dnntnlectsdo pe>o Aicatrfo,
tnico 0 ocMtm'co, o que muito
augmenta m propnadadei da ,
6 OLEO de TIGADO
K BICUO FERRUGINOSO
f a /c snpvtcto ai/a par/n/rra
imlr PriaSo da Vaatr*, nem
'SmMMik
BRANCO.L0IR0
E FERRUGINOSO*;
^ }tf%S
DIPLOMA DEHOWr]
MOZITADO roa TODAS AS
Celebridades Medicas |
DAntANCAEDACUnOPA
MOLESTIAS DO PEITO,
4FFECC&ES ESCROFULOSAS I
CHLOROSIS,
ANEMIA, OEBILIOADE,
TSICA pulmonar,
RACHITISBO
DOSITO reral u Fin
l, ras S fias aialaii lii. 21
*^V^T!. rZZ\J>}&' BR0NCHITES.
"'Z^Z^*' Vinhoc
wtfWHflnr*-
jad Ordtm "
Vinho de Coca
LICENCIADOS PBLA INSPECTOBIA DB RTOIKNZ DO nfPEBJO DO BRAZ1L.
INJECTION CADETi
Cora certa em 3 das sem outro medicamento
FAKItS 7, Boulevard JDenain, 7 PARS
Oerjoaito em todas a<; nrincioaer Fhanjao)p < Twnsy'"'"
DOENtAS do ESTOMAGO
ELIXIR YVOW
Polybromurado
7. Rae de la FEUILLADE, 7
Este Elixir especifico coiitra as Enfer-1
mldades dos ervos. Permitte evitar os
I accidentes cerebraeaou cutneos que seguem I
. sempre o uso do bromuro de potasslum,.
1 embora que puro, quando se emprega s.
Hystera Epilepsia ,
Conoulsoes Dansa de S. Gui
Asma- Insomnas- Neuralgias
Espermatorrhea- Diabetes. i
Piri evitar as falsificac>s, ter cuidad* de pedir a i
Elixir YVON Wr
YVON & BERLIOZ, Pars.
t Bsr-a uui u rriiciaei PiinucUi Irspitii <
3Sarope(iSSl)Zed
Coqueluche, Broitchitet.
'rrTi^-'-i sllnn i Totee*
J5
GRANULADO 0^\
rCf FRADIN W
Pharmaceutico. PARS Boulogni
Adopudo palo corpo medical para assegnrar
cnricSo da Doenfs do almalo.
Dyspepsia, Flatuosidades,
Darrheai des palies quelites, ate.
Prtosntioo da Febre Amarella.
DeposiUrlM no PERIISBUCO
.Ctafelr|BiFrar-Ur^
ORGOS OE ALEXANORE, PreKFB:
81, Ru Laiayotte. PARS
MCA08 laiaMMNS dtadt 100 ir. al 8.u0 Ir.
Para SAUt, ehejas, escolas
Orgaos com toaos duplas modelos novos)
SCUUUI1 TMit S EINItiS
baadif ftu labra ftiiit la Cataiogo illutn.o
Caaa
Veode-se ona caaa de talpa, eeasrta de te*
ifcss a em terreno proprlo, ae raa da Palba, ao
Bacaoaneoto, fregaasla do Poco ia Paoelia,
tratar oa raa de S. Joau venda o* il.
X&ropeiSEZe
TmemfpeudoeTteom
Ineomfilee,
a^\.J.VX4f
Precia-se de aros ama para coalafesr,!
d| >M rts da Boa Vial* a. 18 I* fr.
O Sr. f. Dejao, pn>
fessor de piano, tem a ton*
ra de informar a seas ami-
gos e ao respeitave! pobl co,
em geral, que se acha a dis-
posi^ao de todos q te qni zerem tomar lines de pa*
no. Para ta fim j o de ser
procurado em saa residen-
cia n. 1, becco do Padre
Inglfz.
Criado
Precisare f* am criado copelro, oa
abo Novo o. 130^
Deiites
Termina a orrivel dor de dente*
i o excellente preparado de
Cerdoso Jnior.
Aa cartea qae lhe tem sido dirigan
pelos jornaee de maior ci**ciilacao,
tam a efficacia.
Deposi
itos
Drogara de Franciaco Manoei ds d&-
ra 6c C, rua do Marques de Onsds
a. 28,
Pharmacia Martina, ros Daqss ds
.xias n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 roa Eatreita do
Soaarion. 3.
Pharmacia Alfredo Perreira, 4 rsa dt
-rio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, A ros Ls-
aeaario CSA ll fiSFSZglS
DE
ol C
ItlM.lRHIYO Pl\TO
8Travessa das Cruzes8
Especialidade em vinho de diversas
qnalidades
CARTA
VARIEDADES
Segunda-feira, aferventado.
Terca-feira, dobradinha com feijSo
branco.
Quarta-feira, Carur.
Quinta-feira, Feijoada.
Sexta-feira, Vatap.
Sabbado, Pucheiro.
Domingo, Mo de vacca.
Sopa portugueza todos os das.
Vinhos especiaos, caf, cha, feito 4
capricho.
8-TRAVESSA DAS CRUZES$
assmuracs i Husos
NOVO SORTIMENTO
Bus e barato
Nova remessa de ca xiaoaa de msica e rea'
fjos, accordeoDs e --*.? c*das especaos
para violao e vanos insirtiuj.tot, jaoa pora
coocerto de nanos. briD quedos e velecipedes
detrs, carrionos e oilbares para meotaas
collelras, cblcoies, laotemas e artlgoa dlversoe
Panel de 6r para eobraloo, reama de
400 folbas 4*1000
NA LOJA DE MSICAS DB
Eduardo Paiva
Raa Baria da Victoria n. IS
Defronte da matnz do Santo Antonio
| PERNAMBUCQ_________
s B o
l*8-sllIS8
&' 5
o
-
g-

FTJBA. SAUDAVEL.
EEFRESCANTE. AGBADAVEL.
Apollinatis
("A RAINHA DAS AGUAS DE MESA.")
" Excepttiadamente favorecida,
potavel, aura e aaTadavel ao
paladar.''
NEW YORK MEDICAL EEOOED.
"Una Agua de Masa absoluta-
mente pura."
BRITISH MEDICAL JOUBNAL.
DEPOSITARIOS:
JOAQW FERHEIRA OE CARVAL!
Rua do Amorim, Pertramb-.
L


WjLJJKi
Diario de Pernambnco Domina 3 1 de Ou&abro de 2
3PA.TPIXS 1889
Uledalha de ouro:
MEDALHAS DE UURO E PRATA
em:
PARS 1878
Colonia Francoforte, Budapeslh,
Vienna, Amstredam, Sidricy.
cognac CAGNION
m
Biibois Freres e Cagnion
CG r I* A ^
Uiica agente em Penaambuco: Ieopoldo Pealle/
Hu-5 ^rtiut'z (le Oida N. 30
Cesa estabelecida em 1842
no districto que produz os
mciores cognacs
;
LICOR DE MESA DIGESTIVO
XJ2NTXGO J^G-^rsTXK OSXWX 3P^K.3NTA.XWX3BXJGO : r.DSODPlDfDLra 3P3B.3etAJCJX,3e
Rua do Mrquez de Olnda N. 30
i
I
PEITORAL CAIHARINEKSK
XAtOPE DE ANGICO, TULU" E GUACO
GOHPOKlClO III; RAILIVEirsl
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a raedallia de 1.a classe eui diversas exposicSti.
Recomrnendado na clnica medica de distiactes facultativos como grande
medicamento para combater tosseb, brouchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqu-
d2o e todas as molestias das vas respiratorias.
Mais de >0 mil pessoaa residentes em diverso* Esindos do Brazil, atiestan.
eficacia dente grande preparad.
RAULINO HORN &c OL1VEIRA, nico proprietarios e fabricantes.
S*nta Cathanna.
A' venda era todas as pharmacias e draojgirias
. DEPOSITARIO NO ESTADO DE PENAMBCO
Guiuiares Braga i C.
Ra do Mrquez de Olnda n. 60

'
* ESCOLHIDOS &
05 O en L ce 1 CO O O < O Ll_ L Q OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO DE IhMIH E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhe dio a preferencia, o re-cc-itam cada 05 Z O 05
fiS E MAIORES *
* A TOSSE E *
2 < tu !S lp 0 i X ; t. lo M Q W 2 1 PEITORAL DE ANACAHUITA PBEPARAOO POR LAMINAN E KEMP NEW YORK 0 BAlSAKO MAIS tFFICAZ PftOOUZ CURAS ADIfAVe:S E TE* TRHJWPHADO EM af'JITO CASOS l) PHTHISICA IKC.-IE.NTE. > 00 O O M i 9 s l> a
fi INFALLIVEL A
Agradavel vinho para refeicoes, vende-se a re-
talh", porpreco convidativo.

r
mM

Licor delicioso du per ZEF1v/*1T3.T

ExcellentequeijoCKESTER
-^53^
GRANDE
PHHOALGOBA5A
ARMAZEM DO L1MV
l-iYt]\ UVIWO D\ \lC10RUo
Telephone 323



GXJ53.J5. DB.^.nXGA.LXWXDSDNT'rE
Pheuwatismo,
r
fua 15 de Novembro 29
Estabeleciroento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e cummodidade o'um do pontos maia bvgieni
eos da cidade do Reife.
Accommodaore magnifica, todas com janellas para a ra.
Esplendiaa salade refeicoe*. a mai r e mais arejda nesta capital
A coinha acha-ie a cargo de dota perito cosinheiros, sendo um trance
e ehegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especializas na *r-
te cnnaria.
O proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tenclo a certeza
de que com os elementos que cima offere-se acba-xe Labilitado a satisfacer ao
mais difficei dos appetitea e bota-o ao despor doipnblico oterecando-^e para pre
parar banquete, jantare etc., dentro ou tora dolmesmo estabeleciment.
PHEgOS KaSOAVEIS
r&LL&-SE DIVESSiS 1D1IR&S


Cooilrfia a manter emseus depsitos completo sorlimento da ulensil/jg nara
mprpe por prro8 modiros.
*LA<'yj,*S.n VAP0R de difTerentes systemas e tamaohos de Robsaon e coiros
p
Q8UU1
(bri-
de 2 a 12 c. v.illos.
ALDE1RAS a VAPOR moltitobDlaresde Fletcherpara funcccionar com foto daator-
'albas d frnmf, e
r.^CALDlRAS A VaPGR Cornish t/po locomotiva para funciooar com lenba e bacaco
RODS para gua. "*
H0MBA8 de raotnp-^ontinu
M"Ki\DSe nietas moendas,(raruntidas.
TACHAS de Ierro rundido e batido, cravada e caldeadas
AR DOS de dtftVrenia 8Tstema.
RIVaCOES p-.ra fornalh.
MACHINAS para descarocur algodao de U a 50 serrss com alimentadorea e emnaaU*
Jore vocta e dos agricultores. ^
Fa-ndo pana da direcco de sua fabrica o 5r. engenheiro Augusto Clarb, vantaioaa-
mente coDbecido dos Sr. ancullores pelos seus trabalho de raoolagmn de grande n omero
Uip fonecionamio deste Estado, icumbm-se de maodar vir e erigir ear^riiioaoa oro
locji a qoahdarte do assu ar.
A MARELHOS e meios aoparelhos de vacoo.
DI-TILLACOE completa paraalcooi e agurdente a vapor e a togo na. para crandoi
peQueuii fabricas.
52 RA BARO DO TR1MPB0, ^

Vau tein iodureto
.%* irm mercurio.
Nao in salicylatos.
\i. tero morphina.
\:in ni opoio.
A'venda as primeipaes Drizaras e t-hanoacas o no Escriptor
dos Agentes nostos nos Estados do Norto..
Glaciliano Martins. Ru^ Duque de Caxias n.88
MOKAES DE OLIVEIRA C.
S3_TravcHN n lo eorpo *nnl-23
Agentes Kf-MH.I^l, Ui*A!.4 & C. (fUO)


Dti
.
'OLaETJM
OS MiLHOES DA INNOCENTE
POR
MONTFBRMEL
SEGUNDA PARTE
CONHECIDOS VELHOS
(CentinuacSo)
Nao imaginas a emecao que snti
o verte... Lembrei me do paseado...
Pois resitcitemos o pastdo !
E Jaequea aproreitou a ucessiio pnra
pregar uin b'.ijo no pos O'jn de Grena-
dne.
Ella Lrmsl'Poa e :
Jacqnes!...
Qut- T fez elle rindo se.
Eli suspirou.
Juro-te qne impossive!.
He-u ?... E*t ra catada ?...
Pjoco ma>s ou menos...
C'mo, pouco mata ou menos ? Vi-
**, tclvi'Z, em unilo iivre...
Nlo; vivo .
Complot-otante sd?... Pobresi-
nb Caso t ha- de ab;r'e-er !... R;
C-b" 'sita ?
liuDC.
30 E's tu, entilo, que as fase.
Nao, nunca.
J-cques comee,va a impaci*ntar-8e.
E' debalde, diese ella ; nio adivi-
o haras... Negocios... negociis...
E, cjm um gesto lrg<, Qrenadine
esbor; .11 uo *r dimenOes doi taes ne
gocios.
Diabo Sao tao grndes esses ne-
gocios ? E au que suppuoba ter eocon-
trado urna <>cc-s:o...
Que qaeres T A culpa n5o mi-
nbs..
Tens medo de m'rrer de fome T
Oh I o caso mais grave d-be
ella.
Filba, declarou Jacqnes, di>.bo
na- to faifl com o pintara. Queres
fzer de mim urna cri e<% T Lmbr*-te
de que somi8 conbecidos valbos...
Jcques, replicou ella, nfio fac mo juizo... Se eu te podesse cuntir...
verias...
O que?
Que a culpa nao minha.
Pois cont.
J te disse que nao pesse, que me
nhsolutamrr.te impjsiv*'...
H-uve ac sileuci'. Jacqms tornou
com ar descontente :
Uf! Es'ou cora chumbo as per-
nss.
Eit* aborrec do, disse Grentdine,
sera sabir dos joolhos do rap-;.
Um ponoo..* nm ponqnnho...
Ella ent5o argoeu-se, dispea a a dizer
tudo.
Etgei ? perguntou inbaiissa.
Nao, nao exijo couaa alguma...
Quera urna razio, um motivo.
Pois bem, ora vt-z que me obri
gas, dir-le-hi que piaso p.r cas-d*..
sim ; imagina agora...
Vbtj c':, disse Jacques.
Ella approxmon-se, elle tomou-lbe as
maos e secaron a fitani-Mit^,
Seja como for, temes um* indi-
crec3o relativa a asse pesiado que eu
tve a t'dce de te lembrar.
J-cquet!...
E' iso, ... era quero saber dos
t*e negocio. Alguma queitSo de en-
ganr tolos... P mas, entilo, oue sou
qua'quer lioguarud?, op de desvendar
oa legredos de um amigo?
J-cque !...
Tranqnillisa-ts, que na direi
ningoem que te embeci outr'or quand".
te chmvas Greaadin...
Ella saltn Ihe ao pesenco.
C >mo s amavel exolamou, abra-
eand-o.
Bero! di^se elle pan-an^o-lh os
be'jos com nejj >s J por qm au f z--
comoeu?... Genadin', tenh-i viajad
rauito no deserto, mrto de t- i-* e de
fome... Por qu* te recias a ho dade du ten corn^ao ?
Ella ociiltou o rosto no hombro de
JaC'|ue< e b'lbncioa, mais cummovida
do que deslava :
Cala esa bocea !...
B-m, b-m : ito fallar...
Mas, olha : toda u preccc>cao...
E Nao moquero deixar sorprahea
der...
Vdu osar capa cor de trra e cb-
nella f1e niimlo, pa-a nao ser visto.
Nao brinques...
Nio briocarei...
Esta b"cca nilo se abrir.. .
E' qus nio sabss quauto o caso
erave...
" Sim ?
Um orr'o de inrredudads arreg' ja-
va-! be o Ubi .
Eidea'eroer.t nio toniava a trij on
resei58 de Greo-dioe.
Entiett, um pouc picad, disse-
iba baixando a voz :
E' peciso vive;- !
Ah... que d ii vid i!
Se alguem eoubesse, era o diabo !..
V l Nao m* comprometas...
0 qe me est parecendo que
tudo i-so um i comedia...
Oh Jacqur-s 1 EntSo me supp9es
capas...
De todo... e da multas outraa
CHusas... Mas vamos ; pie-sa sabsr o
notan do individuo?.. -
Nio na-i!... Na> faltara mais
na-Ja i >b I eu te pee) : mudein s de as
surnpt > !
Tanto mlhor.. Com effeito,
psrder terapo Umacotiso...
O que?
Isio >mde estamos a sala?
Cotn est* v^ndi>...
Q eres mtrrnn o 'esto des apo-
seutos '< S') muit) curioso...
E' que...
. Grenadine I Grenadiaa t... Nfio
me pareces a mesma. .
O* olhos da raparigi orlhararn ao ef-
forco da rep racio, o pt> arf.va pre-
cipit dameute.
44--KUA DD BARAO DO TEllilsPH0~44
Mchicas a vapor.
Me encas.
Rodas d'agua.
Tixas tundidas ebatidas.
Tsixas batidas sera cravaijao.


Ella se calava, muito seria, embatu-
cada.
Vamos, podes contar com a minha
discreco... o aome?
Eli, eruto, murmurou com esforjo
Luiza Pronteau.
VI
JANTAR DE FAMILIA
Na quarta-feira ssguinte, S de JaBei-
0 deacoohecHo, em voz alt'va, censo-
rou a compaohia, que, dizia elie, era
pouco escrapuiosa.
Jacques, evocando rcordajes d'Afri-
ca, fallou da estrada de ferro do Hsat-
FleWoe, cujos wagons eram empurrados
a piiso as subidas.
Olivier nSo tomeu parte na conversa
entregue dolorosa melancola.
A lembraoct de que ia ver Giselia
apartara lhe o coraco.
Em Pierrefite os tres companh-jiros da

ro, s cinco horas e nuia, como havnm viagem deacaram.
promettid) ao Sr. d'Orgaur, os irmaos
(Tromentel tomaram ua gara do Norts o
trom da Pierrefite. .
A Ucomotiva ia eomecanlo a andar,
qoando ao wagn em que elles t'nham
ae sentado subi um bomem de guare.ita
anos, alto, phvs onomia imperios, ca-
billos e olhoo negros.
. Trazia uoia pellica e famava charuto.
Seoton-aa tocou com a ponu dos de- -_ Qae q.J9re3 ? nip0tt4*
dos a aba do chape > e dingindo-ie aus com um sorriso.
dous irma
Des;o aqu? per0-untou. Jacques-ao
desconhecido.
Com vam...
Sau!*u cortbzmente e af.stou-se.
A n-?ite estuva escura e as lantenus
da est.co quasi nao allumiavam o ca-
minho.
Jacques tomou o br'jo d> irmSe.
Es's so umbatico, Olivier 1
o p Jt r
Murmurou, entregan ose ao abrago
de Jacques :
G andissimo d lido I
Urna h r d-'pois Jaiques desp-:d a-.e
e era entf o G enad.us quera ias.atia para
qus elle volusae.
Amnba ?
Que pergunta I Araanha, sim !
Elle j i-e ia, roas voltou-se :
A prop aito...
Que ?
E t*u nome ?
Ella estremeceu, sjoi respondr. Elle
torno ii :
Corao que aa qu: te chume ? P.-e-
ci'O ,'aber...
s :
Incoinmoda-os o fumo?
Oh I nao... Pamitta que lhe p?c
o fogn, reapondeu Jaaques tirando a cr-
leira do cigarro.
Olivier estrame involuntariamente
corao se a voz do deso inhocido lb.5 boa
vesse chocado os ervos.
Ete passou o eharnto a Jaoqnes, de-
pois de ter fito cahir a cioza.
Olivier encarju o e qusndu o estranho,
tomando o cbarntot e'gueu-se, sem o!h >s
se encontraram, e Olivi-r experimentou
nova de-cirga e'ectnca.
Jacques dispoat", orno todo o bomem
que tm viajado muito, aentabolar c n-
versa com quera quer que saja, agrade-
cen o fogo.
Faz;a fri dntro dos carros, apeaar
ds^ pregiiicoa tomadas.
Isto era um mo'ivo para pilastra.
Na vspero Jacques tentara conschr o
iraaio.
Que diabo I n5o val a pean amir
urna idiota !.. Pjr mais billa que f jsse,
a p^brasinha nao eatisfazia o ideal de
um 'ornean .. NSo valia a pena...
E Olifiaf prjiaett a espancar as idis
qm le eochhm o oereb.o...
Jacques %binou a cabeca ; Olivier nao
tiuh* fo c*8 para.cumprir a promesa.
Por que nao te dirigiste ao sanhor
qu veto oocanosc ?...
Ab I eiae h mera disse Olivier,
entreo uceado.
im, porque 1
i
(Ccniimta).
Tfpogcavpbia do Diario


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