Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17707


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Full Text
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1110 LU itiBO
P %lt\ A ( 1PH AL IB LI4.1HKN O.VilE SlO HE PAGA PORTE
!*'-
i -
-
_-

Por tres mezes adiantadoa
Por seis ditos dem......
Por una anuo dem......
~Ja.an numero avulso, do meimo da.
6(J00
125000
244000
,5100
DIARIO DE
r
EIKJA-fElA 20 M SOVEMMO LE \M
PARA DESTRO E PORA O A PROVINCIA

Por seis mezes adianUdos.......... ..''.
Por nove ditos dem................
Por um anuo- dem....._...........
Cada numero avulso, de das anteriores..........
13*500
204000
274006
dioo
JProprufcafce fre Jttatwel Jfavpvcta iu aria Mtyos
Os Sra. Amedo Prlnee 4 C
de Pars, sil os nossos agentes
exclusivos de annuniioi e pu-
blie *c5cs da Franca e Ingla-
terra.
Aviso
>os Srs. subscriptores deste Diario a vi
sa a respectiva direcgSo que, do l." de
Janeiro prozimo era ruante, far:se ha a ar
recadacSo das assignaturas pola forma se-
sruinto :
Na cidade do R?cife e lugares para onde
nao se paga porte, 6#000 por trimestre,
adiantado ou durante o 1.* mez do mesmo
trimestre, 6J500 nos 2." e 3. mezes.
No fin do trimestre ser suspensa a re-
iressa do Diario aos que nao tiverem sa-
tiafeito o seu debito.
Fora da cidade, nos lugares para onde
s fazem as remossas pelo oorreio, 13:5500
por semestre, pago as mesmas condicSes
clima.
Aos que quizaren] pagar o anno alian
tado, faz-se-ha o abate do liJOOO, para to-
dos os asignantes.
TELEGRAMMAS
:zlt:c: mmm sa diabio
UIO DE JANEIRO, 29 de Novembro, s
11 horas e 10 minutos da manhS. (Recebi-
o s 12 horas o 20 minutos da tarde, pelo
rabo subnarino).
Foi encolbldo senador do Imperio
pela provincia do Blo de Janeiro, o
eonselhelro Francisco Bellsarlo Soa-
res de Sonsa.
Foram nomeados ministros do Su-
premo Tribunal de Jaotica. os dem-
embarcadores t
Jomo Antonio de traujo Freltas
Henritiues. da Belacao de Peruana -
bnco :
TriMto de Henear rarlp. da Be-
lacao da < ro i
Joho Jone de Andrade Pinto, da
cima Belacfio t e
sil i-rio Fernandos de traujo Jor-
ge, da Belaco de Pernambuco.
Foram nomeados t
Cihefe de polica da provincia da
Parabyba. o lr. Candido Valeriano
da Silva Freir, Juiz de dlrelto da
comarca lo Blo Pardo em Mina do-
raos, aendo exonerado do referido
careo o actual:
Juiz municipal e de orpbos do
termo de oyanlnba, na provincia
do Blo Grande do \orte. o liacbarel
irnujo Cunba.
Fol reconduzldo no careo dejis
muni'ipni e de orpboa do termo do
Rosario, na provincia do Haranho
o bacharel Joo l.ualberto Torreo
la Coala.
Foi nomeadp commandante'das
arman da provincia de Pernambuco,
o brlsjaUelro Jone Clarindo de tsuci-
roi.
Foi noraeado Inspector da Tbeaou-
rarla le Fnzenda de Pernambuco. o
coronel Joaqun* Antonio Vasquea,
actual luMpcctor da Tbeaonraria de
Fazend lo Kto Brande do Sal.
Fol ii o me i no i. eacrlptararlo
lo Theaouro Xacioaal. o Dr. Juro
Cruvelllo Cavalcaotc. actual Inspe-
ctor da tlfandeca de Pernambaco.
senes s: .Bu satas
(Especial para o Diario)
I
ROMA, 27 de Novembro.
O ministro da guerra deelaron no
*eto ne urna commlssao parlamen-
tar que a llalla acba-se preparada
para nulas aa eventualidades qne ao
posaam produalr na Kuropa.
DUBLIN, 27 de Novembro.
("JO general Bnller esta resolvldo a
empregar na Irlanda severas medi-
atas de repressao.
LONDRES, 28 de Novembro.
Foram r:-melldss rerorcos d, Irc-
pas para a Blrmanla.|
SMYRN/\, 28 de Novembro.
Em nossa reglao foram sentidos
abalos de terremoto.
BUENOS-AYRES, 29 de Novembro.
Honlem. durante o da. deram-se
3S bitos por cbolera-morbus.
ROMA, 29 de Novembro.
Bespondendo a ama Interpellacao
qne. sobre a poltica esterna, fol for-
mulada na Cmara dos Deputados.
o general de Bobilant. ministro dos
negocios esfrangelros. declarou que
a Italia seguir urna poltica pacifi-
ca tanto em relac&o & Aliemanba.
como em r lucilo a Austria, e qne
continuar snas re Incoe de boa
amlsade com a Inglaterra.
BELGRADO, 29 de Novembro.
O cbolera-morbns acaba de faser
sna apparicao nesta cidade.
Agencia flavas, filial em Pernambuco,
29 de Novembro e 1886.
INSTRCClfl POPULAR
HISTORIA ANTIGA.
{Extrahido)
OA HIBUOTUECA DO POVO E DAS E8COLAS
OS I vinos
CAPITULO VIII
{Con l inu a cao)
Durante todou periodo vedico o viver dos hindus
tuve a natureza pa:toril, o a sua organisaco 3 "
ciologica d>stiniuio-se pelo carcter patriarcbal,
Anda entro elles nao havia o rgimen das castas
que so mais tarde veio a pparec-T.
O pjriodo pico ou heroico decorreu desde quo
os primnos hindus entrados na India passaram o
rio Sarjsuat at que, deslo-ando-se progressiva-
mente, chegaram a foz do Ganges. Este periodo
toi caracterisado pela i nmgracc continuada e
pelas luctas entre os que primeiro tinbam oceupa
do urna locilidalc e os que, vinio mais tarde, os
obrigivatn a abaudoual-a c aprogredir na immi-
graco.
Deu-se durant-' este periodo um curioso pheno-
meno histrico. Chegando os primeiros hlu j
pennsula indiana, por muito tempo limitaram a
sua jccupacu a urna xana de territorio que tinha
por limite oriental o rio Sarauat. Novas tribus,
descendo tambem o valle de Cabul, obrigaram as
prixeiris, quo tinbam comecado a establecer-se
na* planicies de P<-ndjab, a abandonar as pasques
primitivas e a ir successivainente immigrando de
localidade em Kcalidade. Istodeu como resultado
o pbenomeno de urna enorme massa de popuUcao
4 deslotar-se, com movimento lento e s-.culax ao
longo de urna vasta regiSo. at que esse progredir
parou na unboccadura do Giuges.
Estas deslocaces successivaa originaram gran-
des guerras entre as diferentes tribus ; e nSo s
essas lutas, mas tambem as qne houve entre os
biods e os pavos que pri n tivamente ocenparam
aqaelles territorios, assignalai um todo o periodo
pico. A mais antiga das lutas conbecidas entre
as tribus aryanas designada na Historia por
guerra dos des rtis, e deu-se entre a tribu dos
bbaratas (cab*ca de nma confederaco de dea
na^oes que tinha por ebefe o celebre Vishuamitra)
e a tribu dos tritsus (a que presidia igualmente o
celebre Vasista). Esta ultima tibu havia passa-
do a Sarasoati antes da das djz naces, e depois,
teodo oceupado territorio,'oppuoha-se passagem
della, que ia invadir Ih'o. Por occasio d'aquella
guerra, c mseguio deter o movimento dos rivaes:
mas mais Urde vio-se obrigada a ceder o lugar
peranto o impeto, ctda ves mais irresistivel, de
novas ondas de populacao que iavadiam a India.
Ao passo que as tribus invaseras iam oceupan-
do definitivamente territorio e iam assentando po-
sicoes, iam-se formando dynastias.
As dnas mais importantes deste periodo foram :
a chamada Solar, que reinou sobre oa tritsus ou
kosalas e teve sua capital em Ayodhia; e a Lunar
que reinou sobre os bbaratas, e teve a sua capital
em Hastinapura. Entre dous ramos da dynastia
Lunar huuve nma tremenda guerra ; foi entre os
korus es ptndus.
Depois de varias phases que a grande lata apre-
sentn, os kurus foram por fin inteiramentc des-
baratados pelos pandns, que licaram reinando em
Hastinapura. Com esta guerra terminou o perio-
do pico ou heroico.
No periodo bruhmanico os pandus, vencidos os
kurus, ficaram constituiudo urna poderosa dynas-
tia, a qual foi fcil, Com o andar dos tempes, sub-
jugar as diversas populaces aryauas que aecupa-
vam aquella regiio. Formada assim urna grande
e opulenta nacionalidad.', em breve esta se sentio
naturalmente animada de tendencia expansiva,
mandando snecessivas expedi(oea a colonisar o
Deccan, o qual tentn conquistar urrancando-o s
nacocB dravidicas, que entilo e haviam occu
pado.
A historia deatas guerras deu assumpto ao gran-
de poema indio o Ranuyana que tem por toema
fundamental a conquista do sul da India e da ilha
de Lauka (boje Ceyl-) pe es aryas. Nada, porm
positivo se apura naqueile poema cem rospeito aos
tactos ntimos da referida guerra,porque o ca-
rcter do Ramayana inteiramtnte myrhico ; e e_
um grande esfurfo de interpretacio ebega a expli-
car os seus episodios e a siguicaficacio dos seus
p rsonagens.
Alm daquellas expedicoes, o iuteresse histrico
deste periodo da histsria antiga da India eoncm-
trou-se todo na novaeoustituicSo social que u'esta
desDontoa e se veoa firm A classe dos guerreiros, que at entilo lora a pri-
meira em catbegoria e cousideraco, ceden o lugar
i dos sacerdotes, que ficou sendo a aristocrtica
e p-eponderante. '
Ortgimen que desde aquella epocha domtnou
na India, e que aiuda boje all tem profundas raicee
o chamado rgimen dat coeta$. Por esse rgimen
a sociedade dividida na India em quatro classes,
religiosa e intransigentemente fechada cada urna
d -lias a elementos extraehos, e dispostas hierarchi-
camente na iorma seguinte : 1' a dos brahmanes
ou sacerdotes : 2a a dos kthatria* ou guerreiros ;
3* a dos vaishias ou con:mt-rciant- s ;1 a dos
tudri (nfima) on dos servidores. Esta ultima
julga-se que provm des restos da populacho abo-
rigene, que os aryas nao pederam |aoniquilar Dem
aasimilar, e qne t admittiram n i seu eorpo social
com aquella ^orma e aquelle mister degradantes.
No chamado Cdigo de Mau est expressa
formulada esta forma do regimeu estabelecido aa
sociedade indieua.
(Continua)
?ARTE OFFir.lAi
overno da 'rovlocla
DESPACHOS DA PRE8IDENCIA DO DA 27 DE
NOVEMBRO DE 18t6
Antonio Jos Joaquim CarneiroDeferido com
ofikio ao 8r, brgadeiro commandanw das ar-
mas.
Annstacio Jos de Azcvedo c Mara das; Noves
GuimarasInforme o Sr. Dr. inspector da In
Btrucc') Publica.
Pirmina da Silva Lima.Informe o Sr. director
do Arsenal de Guerrp.
Jos Marques da Silva.Informe o Sr. brga-
deiro comm'indante das armas.
Coronel Jos Thoms Goncalves. Sejam reco-
lhidas.
Landelino Manoel de Azovedo.D-se o que
constar.
Melehiades Antunes de Alnftidu.Compareca
na Secretaria da Presidencia para reciber os do-
cumentos a que se refere.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 29 de Njvembro 1886.
O porteiro, *
Francelino Chacn.
ileparflco da Polica
SeccSo 2*N 1155.Secretaria da Po-
licia de Pernambuco, 29 de Novembro de
1836.- Illm. e Exm. Sr.Partccipo a V.
Ezc. que foram re olhiJos Casa de De
teDeao os seguintes individuos :
No dia 27 :
A' ordem do subdelegado do Recife, P. Iland-
son, a requiicao docinsul ingles ; Agela Cam-
pos, per c ff -nsas a moral publica.
A' ordom do de Santo Antonio, Jos Francisco
Xtvier, Antonio Alves dos Santos, Antonio Gon-
calves de Oliveire e Joaquim Jos Tavares, por
disturbios ; Francisco Ignacio Fernandes, gue-
da Anglica da ConceicSo,: por i ffensas a moral
publica ; Jos Victorino Gomes, por embriagues ;
Clemente, escravo de Antonio F. de Mello, a re-
rjuisico de seu senhor.
A' ordem do do 1 districto de S. Jos, Jos
Ang-!o Coelho, p r disturbios.
A' ordem do do 2 distiieto, Cesario, escravo
de Henrique Paes Barreto, por disturbios.
A' ordem do do Io districto da Graca, Manoel
Antonio Correia, Antonio Jos de Lima, Jos
Francisco da -mIvs, Joo Simplicio dos Sanios,
Manoel da Paz Filho <- Liureoco da Silva Jnior,
por uso de i"gos prohibidos.
No dia 28 :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Francisco Antonio Duarte. por disturbios.
A' ordem do do 1 districto de S. Jos, Mara
Jos-'phina da Conceicao, Mara Hom ra da Con-
ceico e Mara Seuhoriuha da Conceicio, por dis
turbios.
A' ordem do do 1 districto da Boa-Vista, Joa-
quim Francisco de Sant'\nna, conhecido por
Phantasma, Jos Luiz de Medeiros e Verissime.
escravo do Dr. Gervasio Campello, par uso de ar
mas prohibidas : Manoel Mancio Alves Vianna,
e Adelina Mara do Espirito Santo, por disturbios
e ifteiisas a moral publica.
A' ordem do do 2 districto. Adelina Mara da
"onceico e Florinda Maria da ConceicSo, por
embriaguez e disturbios.
A' ordem do do 1" distrets da Graca, Maximia
no da Silva, conhecido por Mass, a disposicao
do Dr. delegado do 2o districto, por crime de es-
pancamento e resistencia.
Communicou-me o subdelegado do 1 districto
da Graca que bontem pelas 11 horas ilanoite e no
lugar Qnatro Cantos d'aqoelle districto partirn
gritos d" soccorro de urna mulher all moradora e
amasia de Maximiano da Siixa C rneiro, conheci-
do por Mass, por quem esta va sendi espancada.
Accundo ao logar do delicto o alferes com-
rnndante da 5 estaco e os reipectivos guardas,
ordrnou que tosse cercada a casa e intimou a Ma-
ximiano para franquear a entrada.
NSo attendendo elle a intimaco mandou o mes-
mo alf res chamar o referido subdelegado que
comparecendo e continuando os gritos de soccor-
ro ordenou que fosse a porta forcada e preso o re-
ferido Mass que oppoz tenaz resistencia armado
de urna faca de ponta resultando sah r elle ferido
levemente e sendo recolhido Casa do Detenco,
procede-se contra elle nos termos da le.
Communicou-me o subdelegada do 1 districto
de S. Jos que em data de 27 do Corrente fe re-
metter ao Dr. jmzde direito de 3o "districto cri-
minal o ioquento policial que procelera contra
Alfonso Ferreira da Silva, por I he ser attribuido
o crime de ferimentos leves praticados no vaga
bnndo Joao Alves dos Santos.
Dcua guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe de
polica, entonto Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 29 DE NOVEMBEO DE
1886
Antonio Jos Moreir. Junte conhe-
cimento de decima do ultimo semestre.
>icanor Pi-rcili.no da Cunha Souto
Maior. Cumpra se, registre-se e fag^m-se
os assentamentos.
Padre Geauioc Walfrido de Souza Ogr
jao. Declare o conten -ioso se foi prestada
a anga.
Felippe Gongalvea Pereira, oommissSo
do estudo d- molestia da canoa e padre
Francisco Virissimo Ban leira. Haja Vis-
ta o Sr. Dr. procurador fiscal.
Manoel Joaquim da Silva. Fotregue-se
pela porta
Padre Genuino Walfrido de Souza Gur-
jSo. Entregese a quantia em deposito.
Inspectora ge ral da Instrucco
Publica
DE8PACHOS DO DIA 29 DE NOVEMBEO DE
1886
Maria Jos de Vasconcellos, professora
interina. Deferido.
Antonio de AlMuiu Patricio, professor
publico. Nao pode por ora ter deferimen-
to, desd que o supplicante est submettido
a proc- sso disciplinar por queixa em que
so Ibe r.ttribue ter sahid da sede da es-
cola em lempo lectivo para trazer em sua
companhia para osta capital urna mulher
casada que o aupplicanti r.-ptou.
Secretaria da instruegao publica de Per-
nambaco, 29 de Novembro de 1886.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
INTERIOR
i:\ciirsao impe al
( J< mal do Commereio da tdrte)
8. Paulo, 16 de Novembro.Comecarei esta
missiva fallando da estrada de Santo Amaro e do
MatBdonro.
A estrada de Santo Amaro, cujo capita' de
300:000#, tem a sua directora composta dos se-
uintes senbores : presidente Dr. Francisco Anto-
nio Dutra Rodrigues ; secretario Jos Duarte Ko
drigue; euperitendtnte Alberto Kuhlmann. A
extensio da linba de 19 kilmetros e a do Ra-
mal de 1 k, 5, Tem cinco estacoes, 29 obras d'atte
Da linbae 'i uo ramal ; 3 lom.tiv.i3, 12 carro? p ira
t>assa?ciros c 14 para cargas. A linha foi be.n
construida, do que est bem conservada e segando
ouvi dizer, ha idea de leval-a at Iguape.
O novo m itad ,uro tem na fachada 81 metr s,
oceupa urna rea de 7,030 metros quadrados, e
consta de c :s>i de mitanca para bois, para porcos
e para carneiros, casas de prepaios para bois, por-
cos e carneiros, ofBcinas de fosl > de sebo, de pre
paros de tripas, de dobradas e de salga de outros.
Tem esti barias para bois, porcos e carneiros do-
entes e suspeitos : casa para o administrador e para
escriptorio, arrecailacao, estribara para cavados
dos marchantes, te.h iros, reas, etc. E' abundan-
temente piovdo de agua, muito bem distribuida,
e rxcellentia esgotos, que vo desaguar no rj dos
Pinbeiros. 11% urna viaco interna de trilhos de
ac com 29 gyradores na extenso de 400 metros.
Alin destes, tem trilhji suspeusos por ondn cor-
r m ganchos e moites em roldoss para facilitar o
servico. Estes trilhos suspensos communieam por
uuia p?a intercalada, com os trilhos suspensos dos
wages espi ciaes para transporte de carne, de sorte
que nao ha trabalho na carga e descarga. Os wa-
ges sao prvidos de um exhaustor duplo, que ex-
trae o ar do wagn expellin lo-o por baixo do
mesmo wagn, do sorte que a forte correte de ar
estabelecida desde que se poe o w mento, refrigera a carne. A construcca> de tijollo
repintado, teiha, systema francez, feita na provin
uia, na importante fabrica de caieiras, pertencente
ao corone: Antonio Proost Rodovalho, sendo a cal
da mesma fabrica. Os assoalhos sao de lages de
cantar a as casas de matanza e de betou as de
preparos e mais cffic'nas. Os bobelouros sao t.im-
h m is cantarn. A obra foi contratada por.....
l'';0uu#, e deve ficar prompta no fim do correute
anno, pagando a cmara municipal a mp>rtancia
porque coutr-it u em pnstaces de 25.0004. Se o
matadouro de -anta Cruz tivesse sido construido,
como o est sendo o de S. Paulo, quanto dinbeiro
nao se teria poupado !
Fallando na escola de Santo Amaro e no novo
matadouro nao pisso deixar de fazer honrosa men-
cao ao Sr. Albelto Kohlmanc, intellgente e acti-
vo engenheiro, a cojos esforcos e tenacidade se
deve a construeco da estrada, tendo vencido para
cooseguil-o grandes difficuldades e que est tam-
bem dirigindo com o maior empcnbo as obras do
matadouro, que contratou com a munieipalidade.
No passeio de Santo Amaro, foram Suas M*-
gestades acompanhados pela directora da estrada,
sendo conduzida a machina pelo Sr. Kuhlmann.
A's 6 h.>ras da manh Sua Magestade foi vi-
sitar a nova hospedara de immigrantes, que est
situada no Braz entre as estradas de ferro inglez*
e do Norte. A disposicao do edificio em forma
de E, sendo as alas lateraes 70 metros de compri-
ai"nto e o desenvolvimeoto total da ala da frente
100. No meio das alas est o refeitiro com e ds
envolvimento de 40 metroB z 40 centmetros do
comprimento por 25 do largo, podenrlu all c >mer
mil pessoas.
Como dependencias do alojamento, em edifi-
cios solados, ha na trente, na ala esquerda, lavan
dara, bsnheiros e latrinaa e na direita a estaco
e o armazem. No eixo do corno central do edificio,
no fundo do terreno est a enfermara. O edificio
principal tem dous pavimentos e oa isolados sao
trreos. edificio em baixo est dividido em com-
partimentos maiores e menores para sccommoda-
c5es de familias, em cima haver grandes saldes
para solteins. Em condicoes normaes aecommeda
o edificio 1,360 inmigrantes ; mas pode accommo-
dar maior numero em caso de necessidade. Foi or-
eada em 270:00'J e feito por administracio,
pela reparti^ao das obras publicas, da qual di-
rector o Dr. Francisco Julio da Coace'Co. A su-
perficie cubera de todos os edificios tem 9.0 8 me-
tros quadrados, o que d por metro quadrado de
superficie 206, mais ou menos. Comecadas ha qua-
tro nv-ses esto as obras muito adiantadas.
Vi ser um importantisso edificio, constraido
cem todas as regras de hygiene e com todas as
eommodidades. O immigrante, que vem pela estra-
da do Norte ou pela Inglesa, all recebido e sga-
salbadoat ter coll cacaoalimentan lo-o a pro-
vincia por oito dias no n aximo, tacto que raras
veses se d, porque ordinariamente all nao cam
mais de tres di&s. Agora mesmo acabam de ebegar
seiscen'.os que no fim de tres dias siguiram para
os seus destinos.
Como so \, nesta provincia trata se seria e
eficazmente da immigra(o. Ha sincero empenho
de proporcionar aos immigrantes, que a procurara,
todas as facilidades. Sahindo dalli parou Sua Ma-
gestade no ponto da ra Moca, onde, pelo primi-
tivo projecto deveria vir ter a avenida, que coineea
no lagar em que est o monumento do Ypiranga,
e que, como j uve occasio de dizer, vira em linha
recta para outro ponto.
O Sr. Baro de Parnahyba vai mandar levan-
tar a planta da nova linha, para entender se com
os proprietarios dos terrenos que ella tem de atrs-
vessar, muitos dos q'iaes, segundo ouvi dizer. es-
to dispostos a c-del os gratuitamente para a
abertura da avenid, na qual se poder edificar
senao de accordo com a postura municipal, que
deve ser proposta pela cmara.
A segunda visita de Sua Magestade foi ao
asylo dos alienados, instituir devida ao conse-
Ibriro Thomaz Nabuco de Araujo, quaodo presi
dente desta provincia, que a estabeleceu em um
pequeo edificio em outro ponto da cidade. Huje
est ellj em antro que, apezar de grande nao ta-
tiefaz as necessidades actuses, pois tendo accom-
modacan para 150 alienados re mximo, acham-se.
kt 259, 8' ndo mulheres 109 e homeus 150. Os
pacficos sao conservadla em sal?; ha grande
numero de clulas para os excitados. Sua Ma
gestade per orreu tolo o edficio, que achn em
boa ordem e cm o maior asseio, qua possivel em
taes casas. Est se construndo urna nova ala.
Sao mdicos do estabelecimento os Drs. Mesquta
e Gonzagc e administrador o Sr. Alvareoga, em-
pegado zeloso e intelligente, que all est ha mili-
tes anuos.
A mesma difficuldade que ba para admissSo de
alienados no hospicio de Pedro II, aqui se d para
com o asylo. E' custeado pela pr .vincia.
Depois do asylo foi Sua Magestade ao quartel
do corpo policial e, recebido oelo commaudaute
teueute-coronel Maranho u otficialidade, percor-
reu todo o edificio, indicanto alguna melhoramen-
tos para as solitarias. Em seguida viait. u a en
termaria que est em edificio separado, alagado
pela provincia ao convento do Carato. A enfer-
mara, a cargo d Dr. A. Netto esta em boa. con-
dicoes e ah se acham em tratamento 17 pracas.
No mesmo edificio esto a arrecadaco e o deposito
de gneros alimenticios. Sua Ma-.-estade visitn
aquella e no rame minucioso que fes nos gneros
dibso que deViam ser de melhor qualidade.
Do quartel foi riua Magestade Faculdada de
Direito, onde assistio a exames do 1 anno.
> Da faculdade voltou para palacio, e, depois de
ter ouvi lo missa, por ser o anniversario do falleci-
mento de D- Maria II, tornoa a voltar pas a
faculdade, onde assistio a exames do 2a, 3", 4* e
5 annos.
Depois dos exames to.-nou a palacio e sabio
com 8. M. a linperatriz.
A primeira visita foi ao Instituto D. Anua
Rosa, da iniciativa particular, e s'ab lec;do por
ciust de um avultado legado de xado por aquell-
senhors, de quein tomou o nme, e de qni-m toi
testainenteiro o Baro do Sou-a Queiroz. Foi
inaugurado a 25 de Jan-iro de 1875, e n cube me
nios urph is e desvalidos, aos quaes d instruec
primaria e unsina diversos orijuios, tendo d'alli
sabido j avuitado numero em condicoes de g*-
nhar sua snbsist-ncia. Eito nelle actual
mente 98 desvalidos. Suas Mngeatades foram re
cbidos pe Hr Bxro de Souza Q leiroz e seus
albos ao som do hymno nacional executodo pela
banda do estabelecimento.
' Depois de tor dirigido algumas perguntas a
dous asylados, percorreu Sua Magestade as diver-
sas dependencias e ofBcinas e a chcara, tambem
pertencente no instituto, que Ihe fica em frente.
Suas Magestales retiraran) se com as mesmas for-
malidades com que havia sido receMdos O insti-
tuto tem um patrimonio que lhe d um renlimento
de cerca de 30:000*000 p-r anno.
D'alli foram Suas Magestades ao seminario
Episcopal, senlo recebidos port da igreja pelo
Revm. bispo diocesano, pelo reitor conego Jos
Alves Coelho Guinarei, plo vice-reitor, mestre
de disciplina, professores e graude numero de sa-
cerdotes.
Dep lia de tercm leito oraco Suas Magesta-
dos visitaran) o seminario menor, no qual se achiro
matriculados 260 alumnos, que estavam formados
em alas. Entre estas passamm Suas Magestades,
que foram entusisticamente saudados toca ido a
banda de alumnos o hymno nacional. Nao se
pie exigir mais ordem e asseio do que all ba.
Os alumnos mostram oos seus ab-gres roo tos
quauto alli vivem s tisfeitos. Depois do ter per-
corrido todo o Seminario menor, que est sendo
augmentado com a construeco de um pavimento
superior, dirigio-se Sua Magestade ao maior, em
que esto matriculados 20 alumnos, e, depois de
ouvir as acertadas respostas que s perguntae
dirigida* pelo conego Dr. Francisco do Paula Ro
drigues, deram dous alumnos e um i breve prela
cao sobre theolo^ia dogmtica teita pelo conego
Pereira Jorge, foi pjrcorrer com S. M. a Impera
triz a gra do chcara do seminario, que est
muito bem plantada e cuidada. Picando S. M. a
Impcratrz em um Ingar abrigada da chuva, toi o
Imperador at ao fundo da chcara onde aprecion
nm bellissimo panorama. Em um los pateos exa
min 'i o excellente relogio do sol, que estem urna
das paredes e marca o meio dia em d'tlereute pon-
tos do globo. Nao son aais minucioso na des-
eripeo de to importante estabelecimento de ins-
trueco, por qne j i delle tratou o Jornal quando
aqui estiveram Suas Altezas. Nao posso porm
deixar de consignar que este seminario honra a
capital de S. Paulo, e um padreo de gloria para
o seu fundador e para os sustentadores. Fundado
pelo bispo D. Antonio Joaquim de Mello cjm o
producto de esm das, pedidas ua diocese, foi sua
construeco principiada em 1853, e comm cou a
funecionar em 18o6.
O actual bispo, o Exm. Sr. D. Lino preta-
lhe especial cuidado, empenbando se sinceramen
te pelo seu engrandecimento, no que rfieazmen
te auxiliado pela administraco e professorado do
estabelecimento.
>< Depois do seminario visitaran) Snas Mages-
tades o Lyceu de Artes e Officios do Sgralo Co-
raco de Jess, sito nos Campos Elys> os, e cuja
pri.neira pedra foi lanzada em Novembro de 1883
E' delle director o padre Giordani, auxiliado pela
congregaco Salesiana. Ensinam se alli primei-
ras letras e diversos officios. O edificio tem dous
pavimentos e embora ainda nao esteja acabado,
faltando mesmo forrar e assoalhar o pavimento Su-
perior, j fnneciona, tende 26 alumnos internas e
outros tantos externos, todos pobres. A, ezar de
ter poucos recursos est bem preparado.
Da igreja, que deve fazer parte da institu-
cao, est prompta a capella-mr, muito bem ador-
nada, sendo dignos de nota, pela perfeico do tra-
balho, a imagem que est no altar-mor e diver-
sos qnadros pintados as paredes e no teuto. A
escola de religilo sempre freqnentada por mais
de cem alumnos.
O que est feito provm de esmolas, tendo
sido prestante auxiliar dos propugnadoses da idea
o Dr. Saladino. Um dos alumnos saudou Suas
Magestades, cantando todos depois um hymno.
Depcis foram Suas Magestades chcara do
conselheiro Antenio Prado, onde estavaxi a fami
lia do mesmo Sr. conselheiro e o Sr. c >naelheiro
Costa Pinto. Esta chcara um modelo, tanto
em relaco cultura, como craco de animaes.
Alm de um bello jardim, onde se ve urna estufa,
com grande varedade de plantas, de urna grande
horta, de nm pomar com muitas qualidades de
tructas, ha alli plantaco de aveia, de alfafa para
criaco dos eavallos, e de beterraba para a das
vaccio.
Tem a coudelaria productos do paiz, meio
sangue e puro saogue. Nella estava o famoso
Boyar e duas lindas eguas destinadas para car-
ro, alm de outros animaes dignos de nota No
estabulo ba vaccas excellentes, sobresabindo algu
mas pela abundancia e ou'.ras pela qualidade do
leite. Suas Magestades demoraram-se alli mais
de urna hora, e o imperador percorreu quasi toda
a chcara, indo at a nm hypodromo de 800 me -
tros de circunferencia que ba no fundo do ter-
reno.
Tanto a fazenda, le que j falla, como a
chcara hintem visitadas, revelamo bom gosto do
seu proprietarie.
Da chcara do conselheiro Prado foi Sua Ma
gstale ao cemterio e dal.i ao lazireto dos va-
riolosos, que dea em excellente poi cao. pois est
em lagar elevado, bem ventilado e a 3 kilmetros
da cidade. O edific o foi creado quando o Sr.
conselheiro Prado era presidente da cmara (1876
a 1880 ) S. Exc. promoveu urna kermesse, que
rendeu 40:0u0#000, e com esta quantia e mais.
10:000*000 dados pela cmara, fez coost'-uir o
edificio, cujo plano do Dr. Cockrane.
Foi feito com todas as regras de hygiene e
tem todas as accommodaedes precisas. Perto do
lazareto est o cemterio, para as qu-i morrem de
varila Sua Mag-stade visitou os doentes alli
existentes ; eram tres enancas com sarampo,
Casualmente depois da construeco do laza-
reto nao bou ve mais epidemia de vari'a nesta ci-
dade f isto fez com que as cmaras, qu? se segui-
rn) nao prestassein a este edificio, que impor-
tante, todo o cuidado que deviam, pelo que care-
ce de cauco e de um outro concert.
< Nao havi-ri >. vantagem em entr. gal-o S>ata
Casa ou passal-o para o governo geral 1
A's 6 horas recolheram-so ftuas Magesta-
des
A' noite houve fogo de ai tificio i m frente ao
palacio, sendo extraordinario o concurso de povo.
Esqjecia-me dizer que ante hnitem uoite
houve reunio dos membroi dn com^nisso encar-
regada do monumento do Ypiranga,'pre.id ida por
Sua Magestade, e que nella se discuti o destino
que devia dar-se ao edificio qu sj est cons-
trundo.
Sao 6 horas da manh, e Sua Magestade vai
c m'C.r as visitas.
KtviSTA DIARM
Aaaesstbia Protlucial. Etfo-iu u se
bontem, sb a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Man .el de Barros Waolerley a pruneira sessao
preparatoria, acbaudo-se preseutes 14 Srs. depu-
tados.
Serviram: de 1* secretario o Exm. Sr. Dr. An-
tonio Goncalves Ferreir e de 2 o Sr. Dr. Pedro
Gaudiano de Ratis e Silva.
Nao houve expediente.
O Sr. presidente declarou que nao havia ame
iO b-gal para ge ufficiar a Exm. Sr. presidene da
provincia, na forma do Regiment, e em seguida
ii-vant a aesso.
Tribunal da Jury do Kecife Por
achar-so pr iiuuciado no art. 205 do col. cnui.
f.fi h mtem submettido a julgameuto, ueste tribu
nal, o r i Herculano Rayouulo Alves das Neves,
do qual foi pnr no u 15iro de Nasarctli, senlo u
reo absolvido.
Faculdade de UlrelloEis o resaltado
los actos ae bontem :
/ anno
Jos da Silva Costa Netto, plenamente.
Francisco de Paula Livas Jnior, idem.
Oswaldo Machado Freir Pereira da ^ilva,
idem.
Ladislao Bezerra do Anaral, dem.
Joaquim Bernardo Falcao Filho, idem.
Wuldemiro Cavalcante, idem.
Lmrenco Albuquerque da Rocha, simples-
mente.
Joas Francisco Rodrigues, dem.
Reprovado 1.
2" ;inno
Antonio Soares de Novaes Mello Avillins, ple-
namente.
Antonio Evaristo da Cruz Gouveia, idem.
Antonio Candido Vieira, siojp'esmeute. i
Manoel Xavier da Cunha Montenegro, idem.
Vasc de Albuquerque Gama, idem.
Antonio Barbosa de Farias Coutinho, idem.
3- anno
Luiz Z-ichara3 de Lima, plenamente.
Carlos Ch -n md, simplesmente.
Jos Silveira do Pilar Filho, idem.
Ramiro Alfonso Monteiro, idem.
Franklin (Javalcanti de Barros Rebeiio, idem.
Graciiiano Alves Rodrigues, idem.
Joo Coelho do Rtgo Barros, idem.
Francisco Canuto Emereaciann, idem.
4' anno
Joaquim Maria Piheiro Costa, plenamente.
Antonio Deoclecio do Reg, idem.
Sabino J s dos Santos Jnior, idem.
Annibal Rodrigues Seixas, idem.
Manoel Bourbon Hollanda Cavalcante, simples-
mente.
Manuel Cesario da Silva Brasileiro, idem.
Salustio Lomeaba Lms de Souza, idem.
Raymund) Lustosa Nogueira, ilem.
5' anno
Francisco Vicente Bulco Vianna, plenamente.
Paulo Augusto G mes Pereira, idem.
Francisco Jaciuho Cbichorro di Motta, idem.
Augusto dos Passos Carioso idem.
Estes receberam o grao de bicharel.
Serio chmalos byc no Io anuo os ns. 150, 168,
176, 177, 178, 179,180, 132, 183 e tantos quantas
ton m uccessari s para o completo da 9.
Haver boje eximes de geometra i.endo exami-
nadores :
Presidente Dr. Seabra Exa n;n llores bach iris
8 Antunes eTrajanj Alipio Temporal de len-
dones.
EspsacamenloA's 11 hiras da noite de
ante-huntem, nos Qntro Cintos, tregui'zia da
Grac/4, eslava Maximiano da Silva Caraeiio a ea-
pancar urna mulher, com quem viva amasiado.
Aos gritos de soccorro da infeliz acudi o al-
feres ommandaute do destacamento d'aili com os
guardas e cercando a casa iutinou, j i en de bal-
de, ao homem, que conhecido por Mass, que
lhe fraoqueasse a entrada.
Como contnuassem os gritos de soceoro, foi a
porta forcada e afinal preso M .ss, que, armado
de urna taca de ponta, oppoz tenaz resistencia,
sendo levemente ferido.
1-1 bala!baoConsta de telegrama par-
ticular que foi nomeado major fiscal do 14 bata
Ibo de infantera o Sr. major Estevo Jos Per-
ra- .
Furto Q>ieixou-no bontem de que tinhaa
lhe furtado 23 *, 5t em joias e 40* em sdalas,
a viuva portuguesa D. Miria Joaquina Antunes,
ha poucos dias chegada de Portugal a esta cidade
e quo seguia para o tito de Janeiro, bavendo in-
terrom. iio sua viagempor baver um dos seus qua-
tro filhos (ido acommettido de varilas.
Esta senhor. estava assistindo no hotel do Lon-
vre, ao beccoda Linguete, onde lhe foram subtra-
hidos os valores.
A polica trata de descobrir o criminoso.
Tragedlaa do BeclfeDiatribuio-sc hon-
tem o fascculo n. 28 deste romance, do Sr. Dr. A.
M. Carneiro Villela.
Transporte Poras Procedente do sal
chegou hontem o transporte de guerra Pun*, que
veio em commisso trazer diversos matenaes para
os arseuaea de Marinhae Guerta desta ede outraa
provincias do norte.
Faculdade de DlreltoA congregaco
desta faculdade resolveu hontem : chamar no fim
dos exames dos respectivos anuos, os estudantea
que, tendo teito a prova escrpta nao comparece-
am oral; admittir em Marco os que nao com-
pareceram prova escrpta ou deixaram de pagar
a 2* matricula, requerendft o e pagando esta.
Resolveu tambem que a deciso das petigoea
dos estudaotes que se levantaran) da prova eserip-
ta, ficasse adiada para Marc, afim de seremjnl-
gadas pela copgr. gaco, depois de apreciar a pre-
cedencia das razoes allegadas.
Dinbeiro-O paquete Espiftto Sanio Ievoo
Paparahvba 26:010*000
B, Grande do Norte :*.
Maranho p 8W*
O vap or Jaguaribe lev ou para Peuedo....
21:000*.
EgenboN cenlraes no BraallEx-
traemos do European Ma de 9 de Novembro
correte: .
A 5* reunio ordinaria dos accionistas aa
. Central Sugar Factores'of Brasil, Li oited te-
ve lugar uo dia 5 do correute e foi presidida pelo
?'r. Alan Limbert
. O presidente, propondo a approvcao las eou-
tas at 30 de Juoho ultimo, disse, que era esensa-
do demonstrar que o balanco apresentado estava
muito longe de ser satisfactorio. Segundo se v
do relatorio, houve um grande prejuixo durante o
anuo. .
Com^, talvez, algans accionistas formera nma
idea exagerada do-pr juiso, elle dir em piuca
palas-ras : que summarianlo o trabalho fjto du-
rante os 14 mezes decorndos d) Io de Main d*
1885 a 30 de Jauho ultimo, e calculando as despe-
sas em L ndres em 3,397 o prejuzo m >nta a
30,0i 0 Deduzindo d\ ss quantia 3,000 par*
os dousprimeires meses, houve nm dficit real para
os dous mezes do anno de 27,0-K) Levan lo en
cmta a garanta p.ga pelo governo do Brasil
2 ',000 que tem de /ser dedusila do d'ficit dos
12 mezes, temos \ae. o pr-juiso real, rigorosamen-
te fallando, foi de 7,OK)
No terceiro paragrapho do relatorio os Srs.
accionistas terio notado que se dis: difficulda-
des imprevistas appareceram durante o periodo da
safra em duas fabricas que muito concorreraxa
para e mo resultado obtido. Essas difficulda-
des f-ram devidas, en primeiro lugar ao desmoro-
namenio da npnza d'agua, o qu. occasionou con-
sideravel despesa, e graude prejuzo, e em segan-
do lugar ao trabalho irregular das Oombas de ar
As Cannas fonieci las a uin dos eugealus se acha-
vam muito estraga tas, e o resultado das dnas fa-
bricas foi un prejuiso anormal comparado con
o que poder ser chamado prejuzo normal; com ef-
feiio nao pode ser avahado em menos de 13 0>i0 .
Si nio fosse isto haveriam mais em caixa 6.0JO C,
quantia uecessana para pagar 2/3 dos debenture.
i O ponto in iis imprtame desfalque horro-
reso na quanti lale de canoa fo.-necili, co upara-
da com a que ora de esperar.
At certo ponto tul isso devido a urna exage-
ra ci na avaliaco la safra, exageraco de que j
na safra amen, r soffreu a companhia, confirme
devem se lemorar os accionistas. De 83,000 to-
nelaias proin- ttdae, apenas foram firnecida
46,000 e grande parte fra de te upo. de wod > que,
a caima n'j dava mais a quautidade de assucar
porque era paga. E' claro que, explorande-ae
urna emprexa em Lrga escala como est, e faten-
do-se tmente 33 % do que.se devia fazerforco-
smente o custo de produeco ha de ser muito ele-
vado e impossivel serobt r lucros.
^



4*
Diario de Pernambuco---Tcr$a--fcira 30 de Novembro de 1886
r
.i






*
O duto do fabrico tem sido de 3 por tone-
Jada ao puso que se si filetee 8 oa 9,OUO tonela-
das o cunto seria apenas de 1 l. Nao se acham
incluidas n'esses presos as eutras despcias.
Conforme di:; o relatorio, manifest que ne-
hum calculo exacto pode Ber feito quanto ao va-
lor commercial da empresa, emquanto o tuppri-
aento de canna nao foi suficiente para a capaci-
iade dos engenhos.
. O paragrapho seguinte do mesmo relatorio
trata da graude difficuldade coa qua tem lucUdo
a companhia desde que pnncipiou a moer, isto ,
'a preco porque paga as canoas.
. Quando oa contrato para forneeimeoto de
aannas forano feito, o preeo de 800O por tonela-
da nao era exagerado.
'esse tempo o aasucar era vendido por 1 a. a
tonelada, ao paseo que actualmente apenas vale
de 8 a 9 d. Portanto tendo a companhia actual
atente de pagar 7 e 10 s. pela canna neeessaria
para fabricar 1 tonelada de assucar, a sua posi-
e3o ficou naturalmente alterada. Alm d'issj, ac-
itesce anda a subida do cambio, o qual, em igual
poca do anuo paseado, estav* a 18 d. e agora est
a 22 d, assim cama o assucar que presentemente
asta a 30 '0 o tois barato. Por conseguate nao
aetito em diser, que, aas actuaos coaiicoes, im-
aossvel a compabia obter bons resultados, a me-
aos que pessa fabricar urna consideravel quanti-
ado de assucar braneo pulveria .do, que ease
aasucar conserve bom oreco. Um telegramma
acabado de receber eommunica que o mercado
arazleiro acha-ae extraordinariamente depreciado.
Si assim fr, as conaeqoeneias ci-o nsais serias.
. Segundo as noticias que tem, v que a
jaira nova muito promettedora, mas tambem
abe que nos lugares onde nao ba fabricas ceu -
traes, os plantadores nao querem colher as safras,
em vista dos baixos preso do assucar. Considera
cmo certo qoe assim ser e que no logare onde
aao existem fabricas centraes a industria se extiu-
enir Di: que as fabricas esto em pleno trba-
le, e que acham-se em concicoes de fabricar as-
rocar com vantagem e econmicamente, at a pre-
sente-data i i moeraro 650 toneladas, noUndo que
a nltima earta recebida relata que apenas tmharn
o engenhos comecado a moagem, deve n ter feito
ato em urna qunaena, o que elle considera um
rabal ho muito regalar. ....
A noticio fioaneeira da companhia muito
grave e seria. Na reunio que teve lugar duran-
te a primavera elle dii.se que era absolutamente
aecesaario o levntamelo de mais capital. Esee
ippello nao foi correspondido inteiramente, e, con-
forme se v do relatorio, os directores tiveram as
aiores difficuldade em faier os arraujos neces-
aarios para emprehendet os trabalhos da safra,
lato foi tmente feito pelos pronrios directores, te
ajando sobre si serio compromissos. Elle levan
teram a quantia qae julgaram sufficiente para per-
aittir a colheiU da safra, mas o mesmo agora nao
aro, attendeudo aos baixos precos do assucar, a
menos que os t.ccionistas, perante os quaes a>re-
oentam a queatao, nao os queiram auxiliar. Talvex
es Srs. accionistas esperem qne o directorio lhes
proponha qualqucr medida nova ; mas tudo quan-
to os directores podem diser que, conforme se
acha no relatorio, ei a safra nova der bons re
saltados, era convocada urna reunio para discutir
quaes as meios de por as financa da companhia
era bom p, o que nao ser diffieil, no caso contra-
o era necessario decidir qual o caminbo que a
companhia ter do seguir.
. No que diz respeito t difficoldade entre a
companhia e o governo do Brasil deve ser muito
reservado. Presentemente a queatao acba-se no
sonto inicial, mas considerando a manaras del
cada com que o governo tea. tratado a compa
ahia e o scu notorio alto crdito relativo a todas
as empresas publica, na o v razo pra aeppdr
que a decite tomadas peto govecno serio men-
tidas, desde que os factis forem devidaraente le-
vados ao seu conhecimento- Di mais qne Ibe
aesagradavel ver que algn jornaes conteem ar
tigoa do quaes ee pode concluir que a companhia
km queixs do governo do Brasil.
. A companhia, assim como I odoe os outros, tem
.ido grandes difficuldade em levar a tflvito os
seos compromiaaos, sobre todo lutando com as res-
triece que Ibes impoem as peasoas ncmeaHas pelo
governo para engenheiros fiscaes. A companhia
tem de pedir I cenca aessesempregados para tudo
manto teso de fazer.
O Sr. i. R. Ravenhill apoiou a mocao no sen-
tido de ser approvado o relatorio.
Reepondendo a um accionista o presidente
dase que a quantdade total de nseucr veadido
durante o anno foi de :960 toneladas, t que seria
boro ter publicado todas as cartas, mas nao o fes
porque os accionista podem examnala nos pro-
arios livros da companhia.
Em resposta a outro accionista disseque,
palos contratos a companhia obrigada a receber
todas as canna enviadas pelo plantadores, mas
que nao ha meio defircal-a afornecer urna quan-
tidade sufficiente.
O facto de estar a compauhia pagand actual-
mente de 7 : 8 pela canna neeessaria para fa-
bricar urna tonelada de aasoenr, emquanto que os
plantadores nao contratantes tecusam-se a colher
a sat a 4 vi.ta do preeo do assucar, prova bem
a grande deavantagem em que se acha a compa-
O Sr. VildeSi a companhia obrigada a
jeceber todas aa cannas cortadas pe.os fornecedo
res, nao pode ella obiigal-os a cortar em quanti-
nade aufficieute?
O Sr. PresidenteSi s contratos fossem ce-
lebrados 6eguodo o ystema ingiez assim seria.
O Sr. WildeO contrato mu to deiigual,
lmente feito em favor des agricultores.
O Sr. presidente respouiendo a outras per-
catas di qu; a companhia est cercada de gran
le difficuldades, por ter de funeciouar, ora como
iata empreaa c. mmercial, e ora como urna c mpa-
aka de capiuJ g rantiio. Alera disso o engenhei-
ro fiscal presta mais auxilio aos fornecedoies do
aoe a companhia.
O Sr. Wilde lembra q-e te pod'.'ia pagar
algnma cousa cccasiunalmeute ao engenheiro fis
cal secundo os reaultadc obtidos. (Risadas).
O r. Bethell diz que 6 de estranhar que cada
anno apreseute um prospecto mais prometle-
douro. Quanto mais cedo os accionistas reconhe-
2<-rem o verdadeiro estado da companhia tanto
melhor. Por sua parte er que euas accoes nio
,-alem mais dinheiros cada urna3 sent dizer
jue em poucoa mez> s se ha de reesnhecer a ver
dade do que era exj.oe : propoe o adiameuto da
reuniao afim de que os accionistas poasain ver o.
resultado do trabalho do presente anno, e accres-
sent* que, lvo urna grande mudanza, a compa-
nhia ser obrigada a liquida., ou em cutas pala-
. vras, a reconatituir stliquidando ficar livre dos
abomiuaveis contrat jS para furnecimento de cauna.
Depoia de mais ulguma UUcussao foraui ap
prevados o balauco e relatorio apregentadose
marcada para Marco futuro urna outra reunio
xtraordinaria dos accionista.
Directora (laso obra de coaaerva-
fUO (Ion porloaBoletim meteorolgica do
ii'Jl de Novembro de 1886 :
lloro-
6 m.
9
3 t.
6
a*
Barmetro a
Oo
21o3
28 8
2'J1.">
28a -4
274
757m66
758-"39
75"14
757"'U1
756">98
Ttasao
do vapor
19.19
20.73
19.93
20.05
21.01
a
*
'i
s
8
71
66
70
77
Temperatura mxima30.v5.
Dita miiima24,3.
Evaporaco em 24 horas ao sol: 7">,0; a om-
!>ra: 4m,3.
Chuvanalia.
Direcco do vento : E de meia noite as 7 horas
e 17 minutos da roanha ; NE at 9 horas e 40
Minutos da in.uba ; ESE at meia noite.
Velocidad; media do vei.to: 3,"63 por segundo.
Das t bar* da tarde meia noite NE e ENE
eom 4 "',80 por segunda.)
Nebulosidade media entre 0,4 0,5.
Id'm lo 'lia 2* :______________________
0>

iloias S
2 *-
Fa
6 ni. 14'-7
9 2tf3
12 30-0
3 t. 6
; 6
Barmetro a 0o 759-09 75831 75734 757l"3>j Tenao do vapor
19.% 20 2? 19.96 20 27 20.02
o
m
a
'i
n
87
66
63
6t
73
Temporal ora uinx'ina -310.
Dita miui na21*7.
Evaporaco em 24 hora : o sol 6""9, cm-
brs4m*.
Chuvanulla.
Direcco do vento : ENE de meia noite atJ12
horas e 25 minutos da tarde ; E at meia noite
(com nterrupco de 3 horas de calmara das 3 s
6 horas da manha).
Velocidade media do vento 2,m5l por segundo.
Nebulosidade media : entre 0.4 e 0,5.
Club Piulo Jnior-No da 25 deste me
funecionou esta soeiedade sob a presidencia de D.
Rita de aledeiros.
Foi lida e reprobada a acta da aesso pascada.
Em srdem do da bographoi o peraonagom his-
ttrico Christovio Colomboa aoeia D. alaria
.andim oceupando tambem a tiibunr, D. Z. Rati.
Sorteadla nova* theses a presidente encerr o*
trabalhos por este anas, mareando o dia 12 de Ja-
neiro prxima para nova seaio
villa le H. Beata Escrevaa-aos aa 24
do corrente:
A noticia, que nos trouxs o ultimo correio, de
haver apparecido o cholera asitico em Buenos-
Ayres e outros pontos da Repblica Argentina,
poz em sobresalto a ponulaco deste termo, a qual
pagou bem. charas as duas visitas deste terrivel
viajante do Qaages sn sanos de 1856 o 1863 !
Convm que a Cmara Municipal tome sera
providencias, j mandando extinguir o grande nu-
mero de porcos existente no municipio, e que er-
vem somante para corromper a aguas dos acudes ;
j distribuindo preceitos e regras bygieaicas, or-
denando aos respectivo fiacaes,ompregado que
se exhibem Mnente para receber os ordenado
mensalmente e que noasuem porcos, que faeam
visitas nos quintaos das babtac,Vs, e, de accordo
com as familias, acabem com o* foco de immun-
dicos, quasi s^uipre existentes na portas das co-
sinhas, e to prximas, que, aa veses respirase
um ar infecto penetrando oa sala da trente !
O clima deste termo, principalmente o da vil-
la, o mais salubre possivel; maa o cholera nao
respeita nada, clima sublime, oorde sanitarios,
quarenteaas u resguardo, como preservativos, tudo
tato supplaotado por este oiinigo da bumanida-
de, por este devorador de victimas humanas I
No etntantat para que ean tempo algum te di-
ga qae s ffremos os horrores de urna peste por nio
termos, aotecipidamente, nes prevenido, convem
que a Cmara Municipal tome meJidas serias e
enrgicas, dovendo lembrar-se, que em 1855,
quando a epidemia grassava na provincia da Ba-
ha, o primeiro rxxit. desta provincia que foi in-
vadido, foi o Altinho, distante desta villa 72 ki-
lmetros.
E nem queira a Cmara Municipal allegar
falta de meios, poique os imposto manicipaes to-
ram arrematados ltimamente por prego maior de
2:0000X) e ella n untuu um advogado coa o veu-
cimento anuual do 200^00 J, sem auturisucao e sein
verba no orcaincnto vigente para tal oomaacao.
O calor contina moleatar-nos. R-spira-se
um vapor quente que produs coicas e febrea ma-
lignas !
Na missa conventual do dia 14 do corrente, o
Rvmd. parocbo deata tregueaia annunciou ao fiis
que no crrenla auno se festejara o Dirrno Bom
Jeaus dos Afilelos, orago desta mosma freguezia.
Esta noticia enchcu de jubilo oscoracoes dos fiis,
visto que ha tres anno nao temos tido fes tas, e
estas serio esplendidas, pirque a respectiva no-
venas serao feita por familia, excepco da sti-
ma que dos mof >a, a oitata das mocas e a nona
dos empregades da justica.
Tambem se promove, p-'r i liciatva do mes
mo Rvdm. parecho a co'icluso da torre da ma-
triz, ornamento indispeusavel da mesma, e coja
concluso ser prestes.
Se a matriz pelo zelo e cuidados do mesmo
parocbo uiuito aeeials, com a coDcluso da tor-
re tornar-ae-ha un dos bons templa do interior
da provincia.
O contractante dos reparos e lcvantamento do
sangradouro do acode provincial, j deu comeco
s respectiva obras, as quaes segundo disem oa
entendidos, vo sendo executadas de conformida-
de com a planta : rest, poroa, que o contractan-
te da casa de mercado da villa d principio a edi-
ficaco da mesma.
Hade ter um bello edificio, vasto e oommodo;
e a edifieueao do mesmo tanto mais neeessaria
durante a presente ettacjio, quanto pelo invern
os matutos veea a suas mercadorias estragadas
com os aguaceiros e truvoadas, sempre fortes nes -
ta villa.
O arrematante dos imposto municipaes e seus
preposto eslo extorquindo dos pobre matutos
em lugar de seis vinteae, meia pataca de cada
carga de rapaduras vendidas as feiras, quando o
o*cimento vigente manda pagar seis vintn > e as-
sim foi estp-ilado no contracto de arrematacao, o
qual anda pende da approvacao do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia.
Se for certo que, as villas, ajnente podem
deliberar cinco vereadoree, o mesmo contracto ao
pode ser approvado, parque oa imposto foram ar-
rematados perante quatro vereadores e par um to
e cuchado de um dellet!
A ultima aesso do Club Litterario desta vil-
la, e apez sua restauraco, fui no mez de Julio,
se me nao falta a memoria!
Se os estatutos foram alterados para not do-
mingos e das santificados haver aesso, 6 estas
nao se tem realisad, seria conveniente dissolver-
se o inegmo club, sendo os obj;ctoa que o conati-
tuem vendidos em leilo e o producto applicado
emanciparlo dos captivos, como resam os esta-
tutos.
Os socios teem deixado de satisfazer a eon
tribuicio mensal pela falt-t de seases, e lavra en-
tre tiles cortea d 3g-,stos que nao convm publi-
car !
Estilo prximas as ferias escolares e nem se
trata em exau^s de alumnos, quer de um, quer de
ou'ro sexo lato eootrietador e di a conhecer
que-ou os meniuos sau-beutistis sao beocios, ou
oa revpectivoj professores nao sabem p.-dagogia
ou o que mclhor nume tenha no dicciouaio gram-
matical !...
As feiras teem aido abundantsimas : no dia
20 do corrente vieram ao mercado l cargas de
rapadoras, as quaes dttapp .recer .in do mesmo,
p.uco depoia do meio da, p.r que o atravessado-
rea teem mais torca e prest. lo do que os fiscaes
da cmara municipal.
Na Una do Simao, aggregaco de mais de dez
fizeudas de criar e cm distancia de 20 kilou. tros
j. ata villa, existem mais de 6J meniuos de ambos
os sexos, famntos da iustrueco.
Seus pas e tutores, vista da pobreza e da
dict;>ncia, nem podem sustentar um meslre nem
manual-os para as aulas publicas da villa, por ]ue
perder tempo.
Nao sena conveniente que a Assembla Legis-
lativa Provincial criasse urna cadeira muta nesse
lugar ?
E' o que em ijom> dos san bentistns se pede
a esta Ilustrada corporacoem su-i reunio do dia
1 de dozembro prximo.
Tambem se pede quota para 03 acudes de
cretados para este termo, principalmente o do La-
geiro, ponto obrgado de dec-mgo para os matutos
que cooduzem gneros'de primera neesssidade,
do mattos para o mercado desta villa.
At outra vez.
Kxpoaicao de raaloho de ferro
Lemos no Jornal do Commerdo da edrte, de 17 do
corrente :
J por vezes nos tein< s referido commemo-
raco solemne qu3 em 1887 vai f-zer se em Pr9
do qunquagesimo annversario dos caminhoa de
trro franc< zes, o o primeiro do quaes foi urna
pequea va-forrea entre Paria e Saiut-German,
berta ao trafego em 1839 ; commemoraco que
ser ao mesmo tempo uma exposi(o de quanto
relativo a ciminhos de ferro. Formou ee esta cm
preza acb a presidencia honoraria dos ministros
..s obras publicas, do commercio e industria, dos
correio- e telegraplioa, da guerra, da maiinba e
da ijrieultu.-a e do Conde de Lessepg, e proteceo
de grande numero de peasoas influentes.
A commiseo organisadera deata festa, em
que tambem tomar parte o Brazil, accordou no
plano do qual pastamos a expor a parte mais im-
portante :
A ce'ebraco solemne do ciaesentenario do
caminhos de ferro em Franca corresponde a uma
neeessdade imposta ao nesso prestigio nacional e
nossa auperiori iade recoubecida no dominio da
ciencia e da industria.
A Inglaterra, em 1875 ; os Es.'.udcs-Unido,
em Chica;;!', em 1879; a Brlgica, em 1SS3, ole-
braram o anniversario da spparieilo desta sciencia
uova dos caminhos do forro, que completa e favo-
ra-i'lment'' traneformou na condif -a econmicas
da humanidade intuir no espado de meio seculo.
Era imp .asivel que a Franca deixaaae de prestar
bjQieuagem solemne ao mais momentoso acontec
ment ecientifico da nossa era.
Foi a etto pensaruento que obedecemos, im-
pindo-n a a tarefa do eatudar a queato, de apro-
iundal-a e de buscar oa meios mais seguros de la-
val a ao seu perisdo de realsaco. Pareceu no
que, para sto, nao podamos prescindir de nos a-
segurar primeiro certo elementos de bom exito
sempre indispensaveis, quando se trata de uma
manifegtaco internacional. Queremos fallar :
1 Do apoio do governo ;
2- Do da imprensa ;
3* Da particpaoslo da grande iuduttria ;
4- Da opinio favoravel do paixes estrangei-
ro;
5- Do concurso de bomene Ilustrados ;
6- Emfim, de uma direcco dedicada, Cuidado-
sa dos grandes interesses confiados aos seui cui-
dados e que no trouxesse ao meamo tempo o con-
curso fiaanceiro uecesssrio empresa.
Felizmente pedemos hoje dizer que os nossos
incessaata eiforcos tiveram bom resultado e que
peasumos os elementos indispensaveis que acaba-
mos da apontar.
O acolaiinrato fevoravel que encontiantai no
govenao, aa imprenaa e as notabilidades parla-
aentarea, scieatiaea a industrisaa lavou ao acs-
tabeleeeT quatro grandes linhai principaea para a
golemnidade de cincoeotenario :
1' Exposico inteinicional da industria dos ca-
minhos de ferro e das que se prendem a ella ;
2- Congresso internacional noa camiahoa de
ferro para o eatudo das questes do tarifas, ae-
gucaaoa, oouiinodiUaoi, ata. ;
3' Ceremonia official de nauguracjlo da lnhs
de Paria a Saint-Germain ;
4' Creaco de uma estatua a Mar Sguin, o
inventor da caldcira tubular, fostaa doa caminhos
de ferro.
Este prograinraa loi definitivamente adoptado
na aesso da commiseo-de organisacao eml7 de
Julho de 1886.
O lempo em camlibo de ferroO
tempo que um viajante pasaa em caminbo de
trro, em caruagem, em vapor polo ser cooade-
rado como ceparado da sua vida activa e efiecti-
va, quaesquer que sejam as diatrac^es com que
se procure preenchel-o. Sendo hoje muito mais
rpidas que outr'ora as commuuicaces po
da creditar-sc primera vista que a huma-
nidade tem ganbo cam esaa rapidez. Puro en-
gao. Um estatistlco britanncu assim acaba de
o deinonstrar. Na realidade a rapidez dos oovos
meios de transporte, teve como ilcito tornaros
destacamentos infinitamente mais trequentes, e a
consequencia que um homem do nusaos das pae-
sa em viagein, quer dizer perde uella, muito mais
tempo do que seus pas perdiam.
Cada qual pode fazer esta experiencia por ei
mesmo anda n'uma grande cidad^, onde as com-
muucaco.'B todava, s> mais rudimentares den-
tro de certa medida. O vulgar serve para esta
Jcui 'uttrago. E' assim que uma quautidade im-
mensa de peaaoas tomaram o habito, em Paria po>
excmplo, hi vint ou trnt.i annos, de passar 00
americano pelo menos di'aa horas por dia, embora
nao seja aenla para ir ou vir da sua casa repar-
ti, i eacriptorio ou oficina. Ora, duas horas por
dia, taz aessenta horas por mez, etecenlas e viiUe
horas por anno, ito setenta e d ua diaa de tra-
balho, de des horas cada dia. Nls> cnt..udo o
anno mlio 300 daa de trabalbo para o liomum
maia laboro jo, \ se que prodigiosa perda de
tempo nao custa esta simples viagetn quotidiana.
A vida activa, encoatra-se, poia. reducida n'nma
en irme porclo. E' esta uma perda de tempo que
nossos pas nao coubeceram. E' verJade que co-
nheciam outras, e estas a<> menos sao compensa-
das por algumas vautagens pisitivas.
'eja como for, os clculos foi toa a este respeito
na Ora Cretunha nao dexam de ter ssu 111'.;-
retsc.
Em 1884 contaram se viajantes 28,233,996,
que circularam cm primera clasae cm varias li-
arlas de caminho de forro. A d-apeza media de
de cada viajante foi de dous ichellings.
Timando djua pene oomo prego medio da mi -
Iba, conclue-se qu 1 a distancia media psreorida
por cada um deaaes viajantes foi de 12 milhas in-
glezae. Applcando a esta distancia a celeride.de
inJia dos cooaboio ingkzes 36 mi loas por hora,
encoutra se que o tempo mJiooccupado po* cada
viagem foi de 20 minutos. No total cada viajan-
te de primera classe passou, em meda, um terco
de hora em camiuho de ferro, o que faz 9,411,332
horas para os 8,233,966 viajantes desta classe
Applcando o mesmo calculo doa viajantes de 2a
de terceira clasae, chega-sa aos resultados se-
gumtes :
O tempo passado noa wagons por 55,315,478
viajantes de 2a classe em Inglaterra, foi de.....
11,777,091 horas e pelos 537,581,714 viajantes
de 3', de 127,227,672 horas. Se juntarme- as
9,411,332 horas dos viajantes de Ia, obtem-se pao
total de 16,615 annos.
Na Escocia, 09 algarismos san : para al' clas-
se, 1 570,500 hilas : para a 2* 1.839,590 ; pan
a 3a, 6.915,358 : isto ao todo, L103 annos.
Basta addcionar estes totaes parciaes para
chegar ao total geral de 20,016, representando os
annos r-assades ea caminbo de ferro pela popula-
gao dj li- iuo-Uiiido em 1884.
Estes, 20,016 anuos corresponder a 0)8 vida,
n n n pas onde a media da vida de 11
anno8.
Se se considera emfim que o periodo productivo
de uma vida hun ana media nao superior a 255
annos, thega se concluso de que a pe.ds do
tempo resultante de todas estas vagens em cami-
nbo de ferro, reunidas equivalem anoualmente a
800 mortes de homens. Ajuntem-sc mais aa Vc-
timas directas da locornoco a vapor, e ter se-ha
uma quantidade que nao para desprezar.
Observarao aatronotnlcaConcluir-
e-ha em breve o maia admiravel dos observato-
rios astronmicoso observatorio de Lick, situado
oa cspide maia alta do monte Hamilton (Cali-
fornia )
Ha cousa de dez annos, um Creso norte-ameri-
cano, James Lick, legou 700:000/ para a cona-
trueco de um observatorio que excedesae todos os
existentes.
Varias subscrp^es particulares vieram aug-
mentar nquelle capital. Hoje, o observatorio est
quasi concluido, e dentro em pouco aera a Meca
dos astrnomos de todo o mundo, porque nao b
tem urna posico excepoional e uma riqueza mara-
vilhc.sa do apparclhoa, nicos no seu genero, se-
no que, por uma clausula do testamento, se dar
all hospitalidade aos astrnomos Je todas as na-
(.Oes que c'esejem ir fazer os seus estudos no mon-
te Hur.iltou.
O t lescopo, construido para o observatorio
do Lick o ina'or que e conhece, maior anda
que de S. Petcraburgo. O seu objectivo um
errata! de 36 p legadas.
Urna das maiores vantagens deste telescopio
que pJe volver-ae instantneamente cm cmara
photographica.
ttnplilez excepcionalLe se, na Recae
Scicatifique de 6 do corrente, que no da 8 de
Agosto, na va forreado Syraeusa a Buffalo (Ama-
nea do Njrte), o trem expresso, que leva aa ca*
tas e jornaes, percorreu os 24 kilmetros (149
ui.lbaa) que separam ditas cidades, em 111 minu-
tos, inclusive urna parada de 6 minutos. Esta ra-
pidez, de 99,6 kilometroi por hora, nunca fra ob-
tiJa antes d'aquelle da as vas -forreas da Ame-
rica.
Aovo etnprego para o aftwaerr Oa
nfimos pecos do assucar j havam determinado
muitos criadores ingleses a utilsal-o na alimen-
tago do gado. Hoje recommendam o seu empre-
go, am .asado com cal,'ou com cale areia, para a
argamaasa destinada s conatruceoes, qu i com-
municaria qualidades iguaes do melhor cimento
Portland. O Sugar Gane de Io do corrente mez,
Iraz a este respeito, reproduzidas do Times,
quatro cartas, coja primera d a noticia do em-
prego d'eata nova rgamassa na Catuedral de
Peterborough e a outras tres tu. por fiui mostrar,
que all nao existe iovenco alguma, pois o empre-
gp do assucar bruto Jaggery, na confeceo das ar-
gamassas antguissimo na India ; e mesmo na In-
glaterra os modeladores em gesso usain d'elle para
dar mais resistencia s soas obras.
A' nenhum de nossos senhores de" cnb-nrroa este
tacto ,-oder causir admirafo; poia todos eaoem,
por terem tido occasio de desmanchar aasenta-
mentoa velhoa, que a cauca d'elles proveniente
muito mais dura que o lijlo o quasi que tem a ri-
gidez do ferro.
Ka (re a Franca e a tiermanla- A vant
la bataie < Pas encor sao os ttulos de deus li-
vros que teem levantado rumor em Franca. O
primeiro destes livros boje bastinte conhecido.
O segunfo publicado recentemente, admitt: como
o primeiro que uma guerr.t entre a Franct e a
Oerinauia iucvttvel, e pensa quanto maia cedo
fr ella feita tanto melhor porque acredita que a
Franca nao est anda preparada e lastima as re-
vi Incoes que faz o primeiro.
'Ja dous livros aa ia>primm alternadamente.
As revistas militares tedescas se oceupam de
ambos.
Um artigo do iVew Atilitarische Blatter, com-
mentaudo-st :
Ha neeessidados tataea na vida dos povoa.
Foram necessidades, as guerras da Germana com
a Austria em 1866, e da Germania com a Franca
em 18701871. E' uma neceaaidade mais ou menos
prxima o choque da Russia com a Inglaterra as
Indias ; uma neceaaidade a guerra na Europa
para a divso doa despojos do turco ; e emfim
uma neeessdade a guerra para a reviso das con-
tas entre a Franca e a Germania.
Desta neceaaidade os francezes esto persua-
didos ba 15 annos, e em conaequencia esto se pre-
parando constantemente ; maa em qualquer mo-
mento que a guerra rebente, a Germinia estar
prompta.
Conferidos e confrontados alguna tpicos doa
dous mencionados livros, e referidos alguns juizjs
dadoa proposito de outros jornaes, o articulista
tedeaco conclue:
Depoia da queda do ministerio Ferry (30 de
Marco de 1885) todaa as correspondencias da
Franca assignalam o facto de saatir-so o pavo fran-
cs cada vez mais irreaiativeliaeatt arraetsdo pala
paixat aa vinganca. Tetaos esgaido par-paseo o
deaaaaMeaamento deste astada de coa. Se
verdade que as situacoea criam os homens, deve-se
crer que o ministro Boulanger um homem da s-
tuaeo. Elle qaer a represalia, maa comprehende
que a Franca nio tem alijados, e d'abi, resoluto
como acieta a allianca mesmo entre os inimi-
goa do estado, c qucxa se de qoe, podendo ser a
Italia e sea aselaor e asis seguro alliado, o nio
pala propria culpa da Franca e sua desmedida
vaidade.
Em uma palavra, elle que declara a guerra
Germania em notne da revolugao socialista a prepara
para este fim o exercito.
< Oa planos atrevidos teem as oossas svrapa-
thias, quando collocamos, como 01 de Gladstou,
sobre a excessiva confian; as forcas do bem ;
mas o plano dos socialistas militares appoia-ae so
bre a excessiva confianca as forcas da iirsensa-
tez. Os alliados do calculo novo Catilioa
inspiram tal horror qae faro desculpar as forcas
des adversarios. >
Proclaman de eaiamenti-Foram l-
dus no dia 28 de Novembro, na matriz de Santo
Antonio, oa teguintea proclamas :
Francisco Antonio de Carvalho, cora Francioa
Mara da Conccico.
Romas Antonio da Silva, com Anglica Mara
da t'onceico.
l Hoie :
Pelo agente Gusm&o, s 11 horas, ra do
Mrquez de Olindi n. 19, de predio.
Pelo agente tteppU, s 11 horas, aa ra da Au-
rora n. 109, de movis, loucas, vdros, etc.
Pelo agen'e Pestaa, s 11 horas, na Litige-
la, de uma barcaca.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na ra do -Mar
ques de Oliada n. 10, de botinas pra senhoras e
meninas.
Pelo agente Bro, s 101/2 hora, na ra Di-
reita n. 56, de um ettabelecimento de calcados.
i'elo agente Gutmao, s 11 horas, na ra Mar
qoes de Olindau. 19, de movis e in .s objectoa.
Amanh :
Pelo agente Uurlamaqui, s II horas, n. ra da
Glorian 104, do estabeleemento ah sito.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, ni rus de 8.
Miguel de Afogaios n. 16, da taverna ah sita.
Sexta-feira :
Pelo agente Modesto Baptitta, s 11 horas, na
travessa do Corpo Santo n. 23, de piiudezaa, per-
fumariaa, ferragena, etc., etc.
rel> agente Martins, a 11 horas, no 2 andar
do sobrado da ra do Imperador n. 50, de mo-
vis, loucaa e vidros.
Miaaaa fnebre.Sero celebrada :
Hoje :
A'a 8 horas, as matrizes de Santo Antonio e
Bot-Vista, pela alma de D. Carolina da Gama
Lobo Pires Faleio ; na matriz da Boa-Vista, s
8 boros, por alma do Dr. Antonio HercuUno de
Souza Bandera.
Amanh :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, pela al-
ma de D. Marianna Joaquina Ferreira.
Pa*atelro Sabido para oa porto do
sul no vapor nacional Cear :
Carlos L^pes Nogueira Risa, Manoel Goncalves
de Souza Voluntario, Guilherme Mendea Guima-
res, J0S0 Paulo de Miran la, criminoso Caetano
Alves de Lima e 2 pracas de polica, cabo de ea-
quadra Manoel Vicente de Lima, preao Vicente
Fransisuo Peixoto e 2 pracas da polica, Odilon O.
dos Santos, Salvador Peres de Carvalho Albuquer-
qoe, W. Gildemeiater, Dr. Joo Porfirio Machido,
Dr. Manoel Buarque de Macedo, bu a aeohora, 2
filhos e 3 criados, Dr. Diogo Falco Paiu, Dr. Joa-
uim Perera Teixeira, Dr. Joaquim Rodrigos
'eixera, Dr. Joo F. de Almeida e 1 criado, Luiz
Feliope de Souza Lelo Jnior, Dr. Jos da Rocha
Cavalcante e 2 criados, D. Anna Lina do Carnio
e 1 filho, Dr. Antonio Canco de M.Cruz, Odorico
Jos Mululv e 7 filhos. Antonio Para, Antonio R.
Cosme, aua aeohora e 2 filhos, Dr. Joo Francisco
Duarte, D. Hermezinda C. D jarte, Francisco E
Duarte, Jeaquim Francisco Duarte e 2 criadas,
D. abbade geral de S. Bento, Fr. Braz Maciel Pi-
nheiro, Dr. Heleodoro de Aquino Cavalcante, An-
tonio A. L. da Costa e sua senhora, Antono Car-
ioso de Gusmo, Dr. Alfredo A. de Carvalho, Joa-
quim Goncalves da Costa, A. J. da Costa, D. Ru-
fina de Cliveira Colas, Idalina L. Colas, Arthur
de O. Colas, Alvaro de Olivera Colas e 1 menor,
Isabel R. Ctarinda dos Anjoa, Relmiro Vianna da
Silva, Paulo da Silva Leite, D. Lucas Christovo,
Bonifacia (criada), Dr. Luiz Jos Perera Simoes
e sua senhora.
Sahidos para o norte no vapor nacional Es-
pirito Santo :
Jos Zenobio de Figueiredo, Dr. Ral Barradas,
Antonio Hirtencio, Manoel S. Rodrigues Pnheiro,
Antonio G. da Silva Masaa, Domingos Gaa, Dr.
Jos Perera da Graca Aranha, Antonio Jos
Pertira Jnior, padre Francisco de Aaaia da Cos-
ta Gonlim, Joo Auguatode Olivera Barroca,
Liurentiiio F. Perera, Auguato Clark, Dr. Olim-
pio A. Souza, Dr. Arthur Quadro C. Moreira e 1
criado, Francisco C. Cavalcante Albuquerque,
Dr. Joa Jerooymo de Araujo Corris, Macario O.
Pereira de Caatro, D. Francolina de Mesquita e 1
criado, Antonio O. Viveiros de Caatro, Augusto
L. Meira de Vasconcellos, Dr. Sergio L. Meira
de Vasecnc'llos e 1 criado, Francisco X. de Car-
valho, Dr. Maximiano J. N. de Mello, Raymundo
Jos de Siqueira Mendes, Joo Jos de queira
Mendea, l'ymiindo da Silva Perdigo, Horacio de
NKuezes, Joo Martinauo, Raymundo A. de Sam-
paio, Francisco da Silva Sampaio, Antonio Fer-
nandes, Jeo B Ferreira de Souza, Joaquim de
Souza Arrelloa, Auastacio (criado), Jos Mara
IMonteiro, Bernardo de Alvantes, Silvestre M. de
' Figueiredo, Manoel Henriquea, Jlo dos Anjoa
' II .uriques, Jos Olivera Pracn, Jos Latharf, Dr.
Luiz Jos Pereira Simoes e sua ten hora.
Sabidos para o sul no vapor Jaguaribe :
Pedro O liibeu o Pedro da Costa Reg.
Cana de DelenceMovimento dos pre-
a s do dia 28 de Novembro :
Existiain presos 346, eutr, ram 12, sahiram t,
existem 352.
A saber :
Nacionae, 218, muherea 11, estrangeiroa 10, ea-
era vos sentenciados 5, preces do 1, ditos de cor-
roeso 7.Totol 352.
Arracoadoa 311, sendo: bons 302, doentcs 9
Total 311.
Nao bou ve altera cao na enfermara.
(.olera da provincia.Quinta-fora 2
Dezembro, as 4 horas, aa extrahir a 12a parte
da l. lotera em-beneficio da Santa Caaa de
Misericordia do Recfe, pelo novo plauo appro-
vado..
No teonaiatorio .da igreja de Nossa Senhora da
Conceco dos Militares ser feita a ex trcelo
pelo aystema da machina Ficbet.
Grande (olera da provinciaA 4
serie desta lotera em beneficio dos ingenuos da
Colonia Isabel, cuj > premio grande 240:000*000,
ser extrahida no dia 1 de Dezembro.
Os bilbetes acham-se venda na Reda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
LoteraA 12* parte da 1' lotera da provn
ca, em beneficio da Santa Caaa de Misericordia
do Recite, pelo i ovo plano, cujo premio grande
lOOOOOsVm s-r extrahida no dia 2 de Dezem-
bro.
Oa bilbetes garantidos acham-se venda" na
Caaa da Fortuna, ra Primeiro de Marco nume-
ro 23.
Tambem acham-se venda na Casa Felis,
praoi da Independencia n 37 e 39.
botera Bxtraordlarla do Yplrau
ga-0 4. e ultimo aorttio das 4. e 5." series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida no da 16 de Dezem-
bro.
Acham se expotto venda o restos dos hi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 28.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
dendencia ns. 37 e 39.
botera do loA 2* parte da lotera
b. 366, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. de Dexembro.
Os bilbetes acham-se venda na Casa da Fcr-
iuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se venda ua praca da nae-
pendencia ns. 37 e 39.
botera da rdrte A 3* parte da 201* lo-
tera da corte, cujo premio grande de 100:000/
ser extrahida no da. 4 de Dezembro.
Os bilbetes acham-se venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na prac da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Maladouro PublicoForam abatidas nc
Matadouro da Cabanga 81 rezes para o consumo
do dia 30 de Novembro.
Sendo : 84 rezes pertencentsa Olivera astr-,
jt C.,e 17 a diversos.
Mercada Municipal de JaaO
movimento deste Mercado no dia 28 e 29 do cor-
rente foi o seguinte:
Entraram :
66 boia pesando 9,539 kilos.
534 kilos de peixe a 20 ris 10*68')
33 cargas de farinha a 200 res 6*600
20 ditas de fructas diversas a 300 ra. 6*000
7 taboleiroa a 200 res 1*400
35 Sumoa a 200 ris 7*000
Foram oceupados :
511/2 eolamnas a 600 ris 30*900
46 compartimentos de farinha a
500 r.a. 23*000
41 ditos de comida a 500 rea 20*500
1451/2 ditos de legumea a 400 ris 58*200
32 ditos de auino a 700 rea 22*1U0
22 ditos de treesuras a 6'X) rea 13*200
20 talhos a 2* 40*00(1
6 ditos a 1* 6*000
A Olivera Castro 0.1
103 talhos a \a rea 108*000
4 talhos n 500 rea 2*000
Oeve ter sido arrecudada nestf 5 dita
a auajata de 305*880
Kenduneuto dos daa 1 a 27 de No-
vembro 5:425*040
Poi arrecadado liquido at boje 5:730*920
Precos do da :
Carne verde de 40 I a 560 res o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
S un o 1 de 560 a 640 rea dem.
junaba de 20J a 320 ris a euia.
Milho de 280 a 320 res dem.
Feijo de 560 a 640 dem.
Cemiterio publico. Obituario do dia 26
de Novembro :
Joaquim Fernandes da Ro3a Jnior, Pernam-
buco, 15 anuos, aolteiro, B0.i-Vista ; coogesto he
ptica.
Mara Igncz de Albuquerque, Pernambuco. 33
auno, iguora-sc o estado. Graca : ascte.
Jus, Peiuambueo, 18 mezas, Boa Vista : luber-
calose.
Un. feto, Pernambuco, S. Jos; remettdo pelo
subdelegado.
- 27
Luiz Ignacio doa Santo, Pcrnarabucc, 40 annos,
caado, Graca ; epilepsia.
Autono d* Conccieio, Pern.imbueo, 25 annos,
solteiro, Bi-Viata ; tubrculos pulmonares.
Paula Francse:i de Sampaio, Pernambuco, 59
annos, solter, Santo Ajitouo ; cachexia senil.
Mura Mequelina d 1 Passoa, Pernambuco, 62
aunos, solt-.ra, Saulo Antonio; gaatrte.
Angela Custodia de Siqueira, Pernambuco, 78
annos, vuva, Ua-Vsla ; k do ovario.
Mara, parla, Pernamboco, 1 mezea, Boa-Vista ;
ttano espontaneo.
Benedicto, Pcruaubuco. 60 anuo, Bt-Vista ;
t-iiiea pulmonar.
28
Mara, Pernambuco, S. Jos; compreesio'do cor-
do.
Joo, Pernambuco, 1 hors, Ba-Vieta ; fraqueza
congenita
Florencio do Reg Baptiats, Pernambuco, 22
annos, eolteiro, Boa-Vista.; tubrculos pulmo-
nares
Mara, Pernambuc. 10 horas, Boa-Vista ; fra-
queza congenita.
Anaatacia Mara das Dores, Pernambuco, 26
annos, casada. Graca; asyatoli.
GHRONiCi JUDICIRIA
luuta C'oiuuicroial da cidade de
Recife
ACTA DA SESSO EM 25 DE NOVEMBRO
DE 1886
PRESIDEXCI-t DO 1LL51. -n. Dr.PLTAnO IOAOjOOI
OLIST-0 BASTOS
Secretario, Dr. Julio Guimares
A'a 10 horas da man ha, deelarou-se aborta a
sesso, estando presentes os Srs. : deputadoi
commendador Lopes Machado, Beltro Jnior e
supplente Hermino de Figueiredo, faltando com
partieipaco do se acbar incommodado o Sr. com-
mendador presidente.
Lida, foi approvada a acta da precedente sesso
e fez-se a leituxa do aegninte
EXPKDIESTB
Officios :
De 20 do corrente, da Junta dos Corrctorea des-
ta pr.19:.. enviando o boletim das cotacoes officiacs
de 15 a 20 do presente mez.Para o arcbi'o.
Da Presidencia de6ta provincia, de 23 do cor-
rente, communieando que p:r aviso do Ministerio
d'Agricultura, de 13 do cor'ente, sob n. 77, foi per
decreto u. 9,044, de 25 de Setembio ultimo, deela-
ado sem eflEeito o decreto n. 9,075, de 7 de De-
zembro de 1883, que conceden aulorisaco com-
panhia de seguros da Pruisia, para abrir uma
agencia nesta prac-, visto ter ella provado que
nao effoctuou uenhuma operajio.Accuse ee a re-
cepcao e archivo-se.
Diarios Qfficiaes de n8. 310 a 315. Sejam ar-
chivados.
Foram distribuidos rubrica os seguintes li-
vros :
Diario de Luiz da Cruz Mesquita e oa copiado-
res de Manoel Joaquim Fereira, de Joo Chryaoa-
tomo Galvo, de Ramos ce O e de Angelo R-
phael & O
O Sr. ccmmendador' presidente deu sciencia
Mertiasima Junta e esta ficou iuteirada, que no
dia 18, depois de fiada a sesso, apresentando-lhe
Antonio de Olivera Maia o auto original da vis-
toria, no qual deelararam os peritos, que o patacho
Arthur, poda navegar, deferio juramento ao dito
commerciante que assiguou o termo de responsa-
bilidade na forma da le, txpedinJo-se-lhe a com-
petente carta de registro.
DESPACHOS
Peticoea :
De Baptiata & Santos, para que se registre a
nomeafo de seu caixeiro Domingos da Costa Ga-
delha e se d baixa no registro da de seu ex cai-
xeiro Manoel Nvaldo Caldas.Como pedem, pago
o sello da baixa.
Da Rodrigue Saniva & C, para que se de
baixa no registro da nomeaco de seu ex-caixeiro
Manoel Rodrigues Lima.Dse a baixa pedida.
De Bernardo Esteves c Julio Augusto Secades,
para que seja archivado o distrato de soeiedade da
firma Esteves & Secades, ficando o es-socio Julio
Secades con eatabelecimento de refinaco de as-
sucar sito ra do Conde da Boa-Vista n. 26, de
posse do activo e obrgado pelo passivo da eztiuc-
ta soeiedade.Archive-so na forma da le.
De Jos Go:.calves d'Oliveira Moniz, para que
se d baixa no registro da nomeaco de seu ex-
caixeiro Jacintho Alvim de Medeiros e se registre
a que passara a Jos Bruno dos Santos. Como
requer.
De Das Guimares & C, para que 8? archive o
contrato de soeiedade em nome eollectivo, o que
sob dita firma celebraram Antonio Goncalves
Das e Ernesto da Silva Arauj. Guimares, com o
capital de 1:441*510, para o commercio de gene-
ros de estiva nacionaes e estrangeiros, no estabe
lecimeuto de molbados sito ra do Visconde de
Iuhama n. .5, deata cidade. Seja archivado na
forma da 1-i, depois de pago o competente sello de
n. 20 uo 5, tabella 3, do Dec. n. 8,946, de 19 Je
Mao de 1883.
Augusto Cesar Stepple, prestou juramento de
bem servir o oiticio de ageole de leiloes d'eata
praca.
Encerrou se a sesso s 11 horas da manhi.
INDICARES uTEIS
Medlcoa
O Dr. Lobo Hoscoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, eontioa do
exercicio de sua prolis^ao. Consultas das
10 s 12 horas da manhS. Especialidade
operarles, parto o molestias da a^nhoras e
meninos. Ra da Gloria u. 39.
Dr. Barreto Sampcno mudou seu outiaul-
torio do 2." andar da casa n. 45, a ra 1
Baro da Victoria, para o 1." andar, da
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu annuncio inserto na eccSo compe-
tente. Residencia a ra Seto de Setem-
bro n. 34.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das l hora3 da manha- s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
cSes doa org&os genito-urinarios do homem
0 da mulhor.
Advogado
O Dr. Henrique Millet tem o bou es-
uriptorio de advoguia ra do Imperador
n. 22, 1." andar.
atrasarla
Francisco Manoel da Silva & C-. depo*
aitaiios de todas as especialidades pharma
aeutic8, tintas, drogas, productos chimica
e medicamentos hoioeoputieos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapino
'. t; Francisco dos antos Macedo, cae3 do
Capibaribe n. 28. N ste grande estaba e '
.i un uto, o primeiro da provincia n'csto ge-
nero, compra-se e vende-se madeiras de
todas as qualidades/ serra-se madeiras de
conta allieia, aasiin como sepreparam obras
de oarapira por machina e por presos cem
Maaif*t'l4a.
rosarla
Fariti Sobrinho '& C-, droguistas por at-
acado, ra do Alarquz de Olinda n. 41
PIBIMMES A l'EiilO
0 Sr. chefe da 2.a secfo da Al-
fandega
A Prooinc>a de hoi.tm 27 do corrente, noti-
ciando o desfalque no cofre da Alfaudega, a cargo
do theaoureire, di o seguinte :
Descubri se aute-hontem a existencia de um
desfalque nos cofiea do theaojreiro da A'fandega.
Ao terminar o expediente esse iunecicnario apre-
lentou, eomo de costume, a nula da arrecadacc
que o chefe da 2a secgo deu por verificada, mas
por caso ou por ter sciencia do contra io, o Sr.
inspector tornou evidente haver fnlta da parte do
tbeooureiro e conivencta cu desidia do dito chefe
de seceo. P.occddo um balando inesperado co-
nhroeu-se haver um alcance de ccrc-i de 6:000*,
lavrando-ae dea'e resultado o respecfivo auto.
Essa noticia, verdadi ira quanto ao desfalquo,
falsa e est redigida de forma a tornar patente a
intenco de injuriaran ao meu carcter e de do-
primrcm o modo por que compro c m os meus de-
ver^s.
No da 25 do corrente a 2 horas e 35 minutos
da tari", mandou-mc o Sr. Dr. inapi ctor pergun-
tar ec ji tatavs onci'rrado o recebiiieDto, e res-
pondcudo-lbe afrmativamente, mandou-me pedir
a nota da renda do dia.
Nao estando anda tomran Jos todos os livros do
receita, e, poia nao estando todas estas anda reu-
nidas, esperei que este servidos se cencluiesem,
para peder enviar a nota exigida pela inspectora
que, depois de a ter recebido, foi com ella para a
2' age?So, ordenando que s procedesae a um ba-
taneo geral.
Nesea occasio nem cstxva sommado o livro ou
caderno do tbeeourero ; nao estav- portanto, feita
a eompiracjvo entre a somm > d.-ate caderno e ao
dos dti'erentea livfos de receita, e consequentc
mente, nao podera estar, como de feito nao esla-
va anda verificada ainda a renda do da,
Eui preseoca do Sr. Dr. inspector conciuiram-
se esses servaos, e io depois de conferidas as al-
lud-las sommis foi que se verifican a quanto
exacta e realmente, montuva a renda d'aquelle ,
dia. ^
No entanto diz a noticia que tu havia dado por
verificada essa renda .'...
Comecado o balando pela caixa do recebimento
diario, ficou verificada a exactido da renda arre-
cadada no referido dia 25; maa, proseguindo ou
estendendo se o bataneo s outras caitas, chegou-
se ao conhecimento de um desfalque de 114*000
oa caixa das estamplbas, e de outro do cinco eoli-
tos e tanto na caixa da renda provincial, cumprin-
do notar que, na segunda-feira 22 do corrente, as
caixas tinham sido balanceadas, tendo-se nesse
dia entregue a ren 'a geral do da 20 'sabbado)
na qual cntrou o saldo de 170*000 de estamplbas
e toda a renda provincia! da sea ana de 15 a 20. '
Todos os das, sao verificadas ou balanceadas
as rendas que ae arrecadam, depois d; findo o ex-
pediente ; todos os das, pela manh, se verifica
de novo a renda que tem de ser entregue the-
sourara geral : tedas aa aegundas feiras em todos
os principios dos mezea, venfica-se ou balancea-se a
renda provincial que tem de ser entregue ao res-
pectivo thesouro, e em todos os principios de
cada mez se verificara us rendas de todaa as cai-
xae, por sao que sao entregues amato os saldos
dos depsitos c da renda da caridale, e, repito,
na aegunda-feira 22, foram balanceadas as caixas
de receita, o a renda proviucial foi exactamente
remettida. |
Onde, pois, desidia de minha parte ?. ..
Qoauto convivencia... basta que se attenda
para o meu carcter e para o modo por que zelo
os interesses fiscaes, para que ique re ellida se-
melhaute injuria, accrescendo que nao conhecia o
actual thesoureiro, c que, desde que serve como
tal, nunca tive occasio de apertar-ihe a mo,
quanto maia de trocar com S. S. outras palavraa
que nao ae relativas ao servido publico ; por tanto
absurda, sendo impossvel seria a minha conviven-
cia com S. S-, a quem tenho sempre tratado com
toda a seriedade e severidade.
Termino declarando que estou proniovendo a
responsabilidade logal do autor da ji referida no-
ticia.
Rcife 28 de Novembro de 188G.
Domingos Joaquim da Fonceca.
Convento do Carato
No louvavel intuito de fazer augmentar o espi-
rito religioso infelizmente j algum tanto arrefe-
cdo entre nos, o Rvdn. Fre Alberto de Santa
Augusta Cabral, sob cuja direcco se achi o Con-
vento do Carmo desta cidade, teve a feliz idea de
addiccionar s raiasas conventuacs e sabbatiuas
que costuma cantar na magestosa igreja de Nossa
Senhora do Carmo. a bjnclo com o Santissimo
Sacramento, inmediatamente depois da missa.
Essa religiosa e edificante ceremonia que tan o
tem contribuido aqu e em todas as partes onde
rloresce a religio cathalica, para a sua maior pro-
pagaco, engrandi cimento e esplendido triumphj
das heretjas seitas que procuram supplantal-a,
ser d'ora vante praticada com edificaco dos
fiis na referida igreja, s 7 horas da manb, em
todos os sabbados e daa santificados.
O Rvdm. Frei Alberto que nao tem poupsdo es-
forcos em prol da religio, tudo fai para que esae
pedso acto corresponda grandeza do culto de
latra que tributamos a Jess Sacramentado; e
de esperar que o religioso povo p rnambucano. os
devotos da Virgem do Carmello saibam aprOvei-
tar-30 de to til quanto edificante instilico
consolidando-se cada vez mais em suas crencaa ca-
tholicas e tomando anda inas amor pelo culto de-
vi io virgem raae de D.ua.
Aps missa expor-se-ha bocea do sacrario o
Santissimo Sacramento, cntoar-se ha ento o Tan-
tum ergo, que ser cantado por algumas piedosas
senhuraa acompanhidas ao mavioso sum de um
harmoaum, seguudo se depoia a benco com o
Santissimo Sacrameuto conforme j ae prstica em
diversas igrejas desta cidade.
Um confrade.
Novembro1886.
Permita me io offeiie
Perguntarnes nos Srs. Nunes Coimbra
& C, onde estbe-lei-Ma a pessoa que
eomprou aa faBendas reclamadas por Ss.
Ss. polica du Santo Antonio ?
As estrellas.
I
Ji
.



t


MBMM|M^HMM
Diario de PeraambncoTeifa-leira 30 de Novembro de 1886
ao
lgnarassn'
O promotor de Igaarassu
retpeHavcl publico
Post tantos tantosque lab res, volta o meu pro-
ceseo, nao sei se pela terceira ou qaarta ves, ao
Superior Tribunal da Relaco!
E, gora, fallou o Ilustrado promotor mterino,
contrariando as minhas razoes de appelacao,
fillou bonito.
Deve S. S. estar satisleitissiino commig",
porque proporcionei-lbe urna occaso de tornar
conhecidosos cus b>llos dotes intellectuses.
.Si algum prente espiritual de S. S. nao
andou inettida no negocio, opinio minha que
S. S'. deve deixar o fabrico do fosros que ded-
cou-se e dar ura passeio ao Rio Grande do
Norte em busca de base para urna carta de doutor
in utreque juris.
O talentaao promotor interina, satisfatendo ao
amigo que, coufjrme confessou, dVlle exigi que
demarasse, quauto lhe fosse passivel os autos em
seu poder, eutregou-os no ultimo diado prazo da
lti, djpjis di me tr pulverisado com algumas
arroba jc salitre o de enxofre!
A tal contrari-dade vale, seja dito era abano da
verdade, mnito mais do que urna das bambas reaei
da microscopicil fabrica de S. S.
E qfcr saber o respeitavel publco at onde
chegou o intrpido orgo interino?!
Deixou entrever cin suas razojs que fra eu o
auter da brbaro espaucamc-nto, que soffreu n'esta
comarca, em tempes passadoa, o Sr. Dr. Martina
Pereira.
Que foguete a congreve !!!!!!!
Aposto e juro que o off ndido nunca lem'>rou se
dedarme a responsabilidade d'aquella horroroso
facto.
Po^s fique sabendo o Sr. Dr. Martina Pereira
que quera o mandou matar fui eu !
E' u Ilustrado promotor interina quem o diz,
depois de fase* a mais brilbante d>fesa ao indi-
gnado autor da genti'eza c S. 8. nao deve por cm
duvida a palavra de tilo respeitavel funecionano
publico.
Siuto tentaeoes, grandes deaejos mesero, de de-
clinar o nome do grarde vulto, que escapaba certo
segredo ao ouvido do autor da brmeadeira, iato
,.......ao meu ouvido; mas cu tenhs lingua preta
e belfos arroxeados.
A palavra prata e o silencio ouro.
Agora perfumo eu: Oquefaz .opromotor Zumbo,
desde que a luz se vai fazendo sobre o mencionado
crime?
Cumpra o seu dever. Verificada a minba cri-
rainalidade p los meios legaes, eu garan'.o S. 8.
ment de de tilo !nf:tisiis3ma oceurrencia, a
adversidade da srto tended a cropobra-
cer sea dilecto esposo.
Senhora de virtudes raras que a torna-
navam raeommendada na so iedade em que
vivia, D. Carolina Falcao, pelos dotes que
possuia, nunca deixou de ser objactivo do
bem e do til, e pelo que todos,prenles
e admiradores, se corapraziara de revel-
a e de coramunical-a.
Alma talhada aos mais benficos e salu-
tares commettimentos ensinados pela refl-
giSo do Crucificado, e que eram producto
da esmerada educagao eom que seus as-
cendentes a haviam dotado, reunida a tantos
outros requesitos de que ella aerapre se mos-
trou aureolada, durante o seu viver terres-
tre de 56 janeiros e dois dias, sua linha de
conducta como mai e fillia, esposa e amiga
jamis se desviju um ceitil, porque, de-
pois de sua maioridade, sobretudo, empre-
gou o restante do tempo com infatigavel
esforjo e proficuo resultado nos exercicios
domsticos e sociaes que constituem -in
totum o necessario a urna matrona de sua
tempera, e que por isto mesrno era cercada
das bomenagens e das considerarles de
toda sua respeitavel familia.
Mas a raplacabilidade da morte qne a
nada ltenlo, e que na har aprazada, e
sem distmcco38 pessoaes, inclina a cervit
dos reis e subJitos, dos generaes e solda-
dos e das autoridades c povo, do tudo
aombou para fazer cahir a pedra sepul-
chral sobre D. Carolina Falcao impondo
por este modo tilo impiedosamente que a
grandeza de sua alma parassede exercitar a
virtude da caridade para com a classo me-
nos favorecida pelos bafajos da fortuna, e
qua tinba nella nma esforcada e decidida
operari* do bem !...
Urna fatalissima enfermidade intestinal,
tilo prolongada quilo dolorosa, e ante a
Eu era cairo
Boston, 20 de Junbo.
Professor barry.
Fresado 8r. Em principios desta primavera,
isto na ultima semana de Abril fui accommetti
do de urna mi febre, que me tes em duas semanas
perder tado o cabello da cabera e sobrancelhas.
Suppuz que tornara a creBcer sem applcaco de
remedios, mas tendo passsdo dous mezes sem mu-
danza, decid-rae a experimentar o sen Trlcofe
ro de Barry, e agora, ao escrever desta, j
teuho cabello to bom e abundan:e como o melhor
de que os felixes se podem gabar na Nova Ingla-
terra. PJo V. fazer deste certificado o uso que
Ibe parecer proprio.
Fico, com auradecimeato, etc.,
eorge Hamton.
Clnica medico clrnrgtea'
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspccialidadePartos, molestias de senhoras e
cr i ancas.
Kesidencia Ra da Imperutrz n. 4, segundo
andar.
DECLARARES
Faeuldade de Direilo
(Muida
o ttu!o deImperialpara a sua casa de fo- t qual foram iafructiferos todos os recursos
utes.
Nao o almeja V E' de cir que sm, porque S.
S. est talhailo para as grandezas.
Quem comee e sua vida, j depois de velho, no
carcter de promotor publico interino, em falta
de.......hachareis, cjmtiua o geito vaisubindo,
subindo, subindo at.....pyrabolista.
Volto as rages.
Nao s li, mas inforinam-nio que nellas extra-
da sciencia medicinal e os disvellos e cui-
dados do seu estremecido esposo, que a
velava a todo o instante no sea leito de
dor, fel-a de um momento para outro ven-
dar os olbos do corpo e desvendar os olbos
do espirito, restando assim aquello e aos
tantos outros que a assistiarn nessa tilo
nhou o taleotoso promaior, que eu j nao tivesse I occasio lgubre a consternajSo e o luto !
sido demittiJo do cargo de promotor publico. Tristeza inaudita !... transe doloroso e
Pois nao sabe 8. 8., que hornera das lezes,
que eu tenho direito ao meu lugar, at deriao do
ultimo recurso, facultado por lei ?
Para que que me qutr lauto mal ?
na do fogueteiro promotor.
Se algum da ella me cahir as mos, prometto
aprecial-a devidameute.
Por hora nada mais direi.
Ignaraes, 8 de Novembro de 1886.
Francisco Xavier Paes Barretlo.
aflictivo para os que, no termo final de
um ente to idolatrado, viam em seu ca-
dver impressa a desil'usao do nada que
Nao sbe qua eu so i pobre c que nuuea fiz da 80nios e da vida toda ephemera que vive-
justioa objecto de compra, venda e troca |
Sinto nao poder aualisar detetidamente a verri-I .'.". .. ,
r- toi as-u.-n que ella, o anjo de paz e de
bondade do seu lar domestico, a esposa
exemphr por excellenoia, a filha affectuo-
sa e obediente, a mai extremosa sem os
teutagos e a amiga dedicada at o sacri-
P. SEsquec-me de declarar que o presente filio, depois de liaver recebido com admi-
artigo especialmente dirigido ao preclaro Dr. rnvei re8ignac3o todos os Sacramentos da
Telrsphoro Salles. O promotor interino entro..na. din>d, 0 u|tiina 0|har de
razoes de appellavao como Pilatos no erado, incor ? J ,
rendo apenas em umn falta, quu foi a de se ter despedida ao seu desolado esposo, trans
prestado representar comedia tas indecente, i poz ligeramente seu espirito aos umbraes
Andara mais acertado se negasse a sua assigna- A Eternidade, ond9 j hoja gosar dos
tura um artigo msuUuoso ,1, contra quem,,'d0C88 (.fflavos celestes que alo dados s
mandando-o urna vet chamar p sua preienco, so t
teue ?* mira evitar que se desgragaise um pai de aB JUBtos truirem.
familia.
O tal Sr. Tclesphoro Salles s 4abe morder de ............... ...........................
furto. Ataco o de frente e elle foge covardemente, I
atrando sobre mm um poder irretponsavel f Nao | a tarde do mesmo da era que expirou
sabe o Sr. Salles que eu recuso a honra de certas; (24 do andante) recebeu sepultura o seu
discusroes ?
Considero o juiz substituto dVata esmarca um
homem feliz.
O Sr.Dr. Martina Pereirs, por eousa muto insi-
gnificante, quasi iseassinado pelo ccete do m-
aeravel e covarde instrumento e entretanto, 8. 8.
que, alem de abolicionista par droit de naissanct,
revoluciona, ha 6 in, z> s esta comarca, anda nao
achou um eu, que fizesse-lbe o menor desacato.
Aos grandes pensadores cabe tirar eoncluaes ( e defendido, por uns muros brancos
d'este ultimo periodo. interrompido pelo cioiar merencorio
cadver em tmulo proprio, sendo, como
ultimo tributo de homenagem, acompasado
por crescido numero de parantes e de ami-
gos de seu esposo, indo todos taciturnos e
consternados pela pezarosa missSo que os
conduzia ao Cemiterio de Santo Amaro s
essa morada eterna, cujo silencio abrigado
s
das
Eu disse, ao comecar, que o meu processo volta ao
veoorando tribunal da relacaa e, agora acrescento
que oSr. Salles, depois deTr obrigado o promotor baioucar montono e funreo dos cypres-
interino conserval o 10 dias em seu poder, levou- ; tes.
03 hoje, segunda ntormacio do escrivo Bandeira
para o Rcife, dizeodo que la lelo com mais |............... .................j..........
vagar em casa de sua familia !
Approximam-ae a ferias forenses e ao Sr.
Salles s canvem remettel-os d'aqui para o Tri-
bunal da lielaclo mais tarde -um pouco, isto ,
quando eu nao tenha mais prasa era meu favor
para elle ser decidido antea das mesraas ferias.
Que carrasco da lti!
E o melhor que o tal Sr. Salles dis, muito
ebeio de si, que est obedecendo ordene -
periore* "
Pac Barretlo.
continuo concert com o
Taes d^monstr. ^oes d condolencia sin-
cera e expontanea s se prestara aos que
fazero a ellas jus, tal como o fez a Ilus-
tre finada D. Carolina Flcelo.
I farol ion Cecilia da Gama
l.olio Pires Falcao
Sicut transit gloria mundi.
E transitoria a gloria do
mundo.
O rpido perpassar do tempo completa
boje em seu ligeiro curso mundano sete
dias que se recolheu a estreiteza de ura
tmulo o despojo mortal de D. Carolina
Cecilia da Gammo Lobo Pires Falc3o, dig-
nissima consorte do venerando commenda-
flor e fnente coronel Nanoel Gamillo Pi-
res FalcSo.
Descendente de urna illustre estirpe que
tudo envidara cem o bem entendido intu
to de eduaal-a quantum satis nos ensnv
mentos da relg2o do martyr do Golgctha,
nos preceptos da instru-5^0 e da m iral so-
cial e no rgimen da economa domesti-
ca, nilo tardou rnuito para que ella,an-
da no verdor dos anuos, se manifestasse
religiosa sera fanatismo, caridosa sera li
mites, prndala sem ufana, e, como era
de esperar do esmero de seus nobilissmos
progenitores, de um coracao bnn formado
e aberto sempre as maiorej generosida-
des.
Caro p^nhor do seus estremecidos pais,
o coronel Jiiia Baptista Pereira Libo e
D. Mara Thomaza da Gama Lobo, (j
fallecida), D. Carolina, toado nascido er
22 do N>vembro de 1830, e se desposado
com o teoente coronel Camillo a 29 de M i >
de 1847, de cujo co sorcio teve apenas
um filho, que a morte ceitou cm tanra
ilade, em tolo seu t'rocinio vital soube
impor-se sobrancoira, mesrno quando o an-
jo do mu destino nublou os horisontes d"
seuuoi.'o fructo matrimouial, ojoven./o3<>
Gamillo Pire Fale3of roubando-o de s u
carinhos (alera mares) a 26 de Novorabro
de 1880, e, anda mais, e como comple-
(1) Nolem bem que en fallo cm artigo insnl-
tu'o. Se o promotor interino, ou seu illustre
patrono sa limitasse contrariar as miebas razoes
de app'eilacao, sprcciando-as periodo por periodo,
eu nao teiia nada a diz r.
Quando eu n3o dissessecotnpriu o seu derer
porque afinal de contns o tal promotor assignou
dr cria o que o Sr. Salles e ora meu inimigo gra-
tuito do Recife lizeram, mostrar-me bia contente
poi ter aehado um orgSo para o men malfadado
processo, cuja appcllacia viaja langas mezes.
Paz a su'alma e pezames a seu esposo
e companbeiro de quarenta annos o Sr.
comraendader Camillo FalcSo, e a seu pai
o Sr. coronel Pereira Lobo.
Recife, 30 de Novembro de 18S6.
G. L.
^y^Jt.x^^Z^^s'^^^-yR
AO SYMPATHICO AMIGO
Msnoei Jom Rodrigue
rtnhelro
pelo seu quarto anno do curso
jurdico
13 Novembro1886.
( I Spencer Netto.
Oleo paro medlri si de dando Te
bnrnlhu. de Marra} d. Unas
SOS
Quando ae doencas dos pulmes ou se chegarc desenvolver em forma de tysica, a
crenca geral que j nao ba esperan? para o
misero doente. Isto una erro perigoso. Milhares
de pessoas que se achava nesse caso curaram-se
como oleo puro medicinal de figado de bacalbo,
de Linman ft Kemp Porm ha casos em que o
oleo de figado de bacalbo, nao proluz bem nen-
hum E s*beis porque? E' porque o artigo era
u na prepararlo esprea, adulterada com azeite de
balcita, toucinh) e outros ingredientes nao menos
despreciaveis, destituidos da toda a virtude medi-
cinal. Porventura, lendes alguioa vez ouvido di-
zer que o oleo d figado de bacalbo de Lanman &
Kemp, fra administrado sera prcdnzir os mais fe
lizas eieitos nos casos de tysica, bronchites, as-
thin, affecca d.-i figado ou escrfulas? Nunca !
Coootudo anda nao se ba notado um s caso cm
que tenba falhado.
Em todas as partes do mando,porque eonsor-
vs-se perleramente era todos os climas-este im-
portante remedio tem triiunphado urna e outra ves,
oa.de tod-.s os mais foram mutei. A sua superior
frescura e pureza s4o praverbiaes em todas 03 hos-
pitaes dos Estados-Uoidos.
Cuidad- eom as mitaces!!
Acha-se venda era todas as boticas e lajas de
perfumaras.
Agentes em Pernambueo, Henry Foster C,
ra do Commercio n. 9.
N. 6. Em casos de tsica no primeiro
segundo grao o poder curativo da Emulsilo
de 3cott surprebendente.
As sx as propriedades sanativas e forlifi-
cantes e as suas virtudes balsmicas e cal
mantc fizem-se sentir inmediatamente ao
prioepiar a tomar o remedio.
Diversas pessoas que nSo podem ser in
differentes s grandezas qie anda restara,
orabora era estado de ruinas, nesta cidado,
reuniram-se na cas? da residencia do Exra.
e Rvm. Sr. conego L.r. Luiz Francisco
de Araujo, para o fim de corabinarem nos
meios de reparar o oagestoso templo de
N. S. do Carino hoje to arruinado.
Esudados os reparos e senciaes pelo in
telligento e pratico engeaheiro architecto,
Dr. A. Pereira Sim5es. que do boa von-
tade a iato se prestou, e est prompto a
dirigir a parte technica do trabalho, foram
eleitas duas coramissSes : urna garal, cora-
posta do Dr. H. S. Tavares de Vascon-
cellos, presidente, tenente Manoel J. de
Castro Villela, secretario, padre Julio Ma-
ra do Reg Barros, thesourero ; e outra
de esmolas, composta do desembargador
Jo2o Francisco da Silva Braga, presiden-
te, Antonio Estevao de Oliveira, secreta-
rio, eonego Manoel Jo3o Gomes, o conego
Dr. Joaquim Graciano de Araujo.
As commis85?s trabalham com esforgo
para obter os recursos neceRsarios eflec -
tividade do intento, que emprehenderam e
de esperar que encontrem ap o e ai. i-
magio da parte de todos aquelles, eos
quaes recor/erem para fim tao piedoso.
Nesse sentido vo dirigir circulares.
Quatro Illnsfres mdicos brasl
leiros residentes na Impor-
tante cldade de Pelotas
Dr. Miguel Rodrigues Barcellos, vice
presidente da provio ia, medico da Santa
Casa de Misericordia, condecorado pelos
governos da Allemanba, de Portugal e da
Italia.
Dr. Vicente Cypriano da Maia, medico
da Cmara Munioipil, commissario vacci- j \
nador da mesraa, capita cirurgSo-rar do (
commando superior da guarda nacional do
municipio, delegado da sale publica, etc, I
Dr. Serafim os Rodrigues de Araujo, '
ex-raedico da Cmara Municipal, ex-dele
gado da sau'de qublica, cavalleiro da im-
perial ordem da Rosa, etc.
Dr. Octaclio Aristides Cmara, medico
homeopatha, errurgiao honorario da arma-
da nacionol, etc.
Attesto que o xarope Peitora de
Cambar, preparado pelo Sr. Jos Alvares
de Souza Soares, estabelecdo nesta cida
de, goza de propredades emolientes e fa-
cilita a despectoracaa, e o considero como
ura excellente meio para alliviar e curar a
tosse quando convenientemente pros-
cripto.
O referido verdade e o affirmo sob f
de meu grao.
Polo*, 27 de Fevereiro do 1884. Dr.
Miguel Rodrigues b^haMo*.
Attesto que o Peiloral de Cambar
do Sr. Jos Alvares de Souza Soares, pre-
parado de urna arvore aromtica deuomi-
nada -CAMBARA' -que vegeta na Serra
dos Tapes, desta provincia, um excel
lente balsmico e expectorante, e como tal
o tenho expregado sempre com bom resal-
tado nos affec(3es pulmonares.
O o referido verdade e o juro sob a f
de meu grao.
Pelotas, 28 de Fevereiro de 1884.
Dr. Vicente Cyprirno da Maia.
Attesto que o Peiloral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, um excellente medicamento era-
pregado com muito bons resultados as
molestias broncho-pulmonares.
E por ser verdale passei o presente que
assigno em f de meu grao.
Pelota, 38 do Fevereiro de 1834.
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Araujo.
Attesto que o Peiloral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, tem urna acelo especial sobre a
mucosa das vias respiratorias, cirando ou
alliviando mu tas molestias destas mesmas
vias, o que prova cabalmente a sua crescen-
te procura e aceitacSo, que anda nao te ve
producto algara offi:inal nesta provincia.
O referido verdade, o que affirmo em
f do meu grao.
Pelotas, 28 de Fevereiro de 1884.-Dr-
Octaclio A Cmara. /
nicos agentes e Jepisitos geraes em
Perefembuco
FRANCISCO MANOLL DA SILUA d C.
Ra Mrquez de Ollnda n. 23
N alista
Dr. Ferrt'a da Silva, consultas
das 9 ao meio da. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Consultorio medico^"
cirurgico
O l)r Castro Jess, contando mais de 12 annue
de escrupulosa observaco, reubre consultorio nes
ta cidate, ra do Bom Jess (antiga da Cruz
n. 23, l.o andar.
lloras de consultas
De da : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8
^ as dentis horas da noite ser encontrado nc
sitio travessa dos Remedios n. 7, primeiro por -
t&o esquerda, alm do porco do^Dr. Cosme.
Aviso
Medico peU
O Dr. K. Onicinn Bonnet
Faeuldade de Medicina de Paris.
Condecorado com a medalha dos hospitaes.
Socio correspondente : das Academias do Med
cia do Ro de Janeiro e de Barcelona ; da So-
ciedade de Medicina pratica de Paris e da Socie-
j dade Francesa de Hygiene, ex-director do Museu
AnatoraaPatolgica da Fuculdade de Medicina
do Ro de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada cm Pernambucc
fica a disposi(3o dos doentes que desejarem hon-
ral-o eom a sua confianca.
Chamad-s e consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez deOlinda n. 51, 1.* andar: re-
sidencia na hospedara de D. Antonio (Caminho
Novo).
Especialidades : molestias das vias respirato-
rias coraeao, estomago, ligada, etc., molestias
nvas, e syphilittcas.
Oculista
Dr. Mattos Barreto, ex chefe da clni-
ca de olbos do Dr. Moara Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e me-
dico aggregado do hospital Pedro II
desta cidade.
Consultorio, ra do Impera ior n. 65, l
andar, das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, C.n.inho Novo n. 159. .
As operacoes sao feitas sem d:r, poi
meio da cocana.
Consultas e operacoes, gratis aos po-
bres.
Dr. Fernandos Barros
Medico
Consultorio ra do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio da i 3 horas.
Residencia rna da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Dr. Paula Lopes
l I De volta de sua viagem Europa,
\ /abri seu consultorio ra do Mrquez
f JO.inda n. I.
W Especialidades : Molestias de creancaa e|
J nervosas.
I Trat amen tos pela electrieidade (Electro-
Consultas : De 1 hora s 4 da tarde.
Residencia: Rut da Soledade n. 56.
Telephones n. 95 e 49 8
i. Csrpira Me
MEDICO
Tem o seu escriptorio a ra Duque de Ca-
las n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras c criancas, telephone n. 326.
(
DY0CACI.4
O co selheiro Dr. Manoel do
Nascimento Machado Portella
contina no exercicio de sua
profissSo de advogado poden \o{
ser encontrado era seu escripto-}
, j ra 4o Imperador n. 65
(1." andar, das 12 s 3 da tarde
a*
Dr.
Medico, parfelro e operador
Retidencia ra Baro da Victoria n. 15, andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde.
Atiende para os chamados a qualquer hora
ti'lephone n. 449.
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
litta, cx-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 ra do Bario da
Victoria, para o 1. andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia s 3 horas da tarde. Residencia
ra Sote de Setembro n. 3 A.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de crianzas, com pratica as principaes materni-
dades e hospitaes de Paris e de Vieana d'Austria,
faz todas as operacoes obsttricas e cirurgcas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Barao da
Victoria (antiga ra Noval n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 hora? b tarde.
Telephone n. 467.
EDITAES
I!
{
Dr., Ballhazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
criancas, dos orgos respiratorio das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado par*
cr\. c" capital.
A ISO
Todos r-s chamadas devern ser dirig1
dos pharmacia do Dr. Sabino, rna do
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
:}

)
Edital n. 39
3* orara
'De ordem do Illro. Sr. Dr. inspector, se faz pu-
blico que s 11 horas do dia 1* do mez de Desem-
bro viudouro, seio vendidas em praca, no trapi-
che Conceico, as mercaduras abaixu declaradas :
Armazem n. 3
Marca circulo e t no oentro, 1 caixa sem nu-
mero, vinda de Liverpool- no vapor inglez War-
rior, entrado em 19 de Novembro de 1885, con-
signada a Browns ir C, contendo quatro kilos de
cathalogos de urna cor.
Arraacem n. 4
Marca AHC, 1 caixa n. 4,892, viuda de flam-
burgo no vapor alinalo Taranagu, entrado em
23 de Dezecabro de 1885, consignada a Theadoio
Jus"-, cosiendo 71 k'los, peso nos envoltorios, de
al bu us com capas de couro,
Armazem n. 5
Xielreiro Henry Forster 3c C, 1 pacota numero
175/194, vindo Liverpool novador inglez Eu
clid, entrada em 3 de Deseuibro de 1885, a Henry
Ferster A l', c ntendo amostras de barbante.
Mar'a S&N, 15 kilos, peso lquido, de cait >zes
e aniiuncios impressos em mai; de urna er, parte
das caixasde marca margen, ns. 32,850 32,858.
vindaa de Liverpool no vap >r inglez Dalton, en-
trado em 14 de Setembro do corrate anno, aban-
donados aos direitos par Antonio Pedro de Souza
Soares & C-
Armazem n. 6
Letreiro Jo da Silva Loyo & Filho, l caixa
sem numero, vinda dos portos do sul no vapor
francs Congo, entrado t m 2S de Desembro de
1885, eonsignada a Jos da silva Loyo 4* Filhos,
contendo amostras de assucar.
Anrazem n. 7
Marca diamante e B no centro, 1 caixa n. 38,
vinda de Liverpaol no vapor ingles Orator, en-
trado em 27 d> Desembro de 1881, coasignado a
Browns & C contend quadros americano?.
3' seccao da Alf*ndega de fernamboco', 27 de
Novembro de 1886.-0 chef-,
Cicero B. de Mello.
Lista dos estudantes inscriptos para os exames
de geometra :
1 Antonio Francisca Regjeira Pinto de Sousa.
2 Archimedes de Oliveira c Souza.
3 Alfredo da Silva Liyo.
4 Antonio Vctor de S Barreto Jnior,
Antonio Marques de Carvalho.
6 Alfredo Drumuiond.
7 Antonio de Abreu Marques Bacalho.
8 Anto.io Flavio Pessoa Guerra.
9 Arthur Gancalves Villela Torres.
10 Alfredo Osorio de Cerqueira.
11 Arthur Barreto da Rocha Lins.
12 Alfredo Fioc-k Pinto.
13 Arthur Lydo Rabello da Silva.
14 Antonio Henrique Cardim.
15 Arthur Barbalho Uc'ia Cavalcantc.
16 Aprigio de Miranda Castro.
17 Antonio Emilio de Salles Abreu.
18 Affonso Ooncalves Ferrera Costa.
19 Arconco Camboim de Mend-jnca Vasco nccllos
20 Anua do Reg Medeirns Vasconcellos.
21 Carlos Moreira Rea.
22 Carlos Nunes Ferrera Coimbra.
23 Deraoatbenes de Oliveira Uavalcante de Al-
meida.
24 I'emostbenes Urbano Fgueiredo de Mello.
25 Estacio de Albuquerque Coimbra.
26 Erasmn Veira de Macelo.
27 Estevao Oavalesnte de S e Albuquerque.
28 Elpidio Barbalho Ucha Cavalcante.
29 Florentino Olympio dos Santos.
30 Francisco Atbnyde Mirtina Ribeiro.
31 Fausto Freir de Carvalbo Fgueiredo.
32 Francisco Gomes Prente Filho.
33 Francisco do Paula Goncalves Ca6cSo.
34 Francisco da Rocha Salgado.
35 Gustavo Grause.
36 Guilherme Antunes Guimaraes.
37 Glafira Corina de Araujo.
38 Henrique Maia Palmeira.
39 Hermillo Alvaro -ios Res Campello.
40 Jeronymo da Rocha Pag.
41 Joaquim Arthur de Carvalho.
42 Joaquim Felicio Antun-s de Almoida Castro.
43 Joaquim Guedes Corris Gondim Sobrinbo.
44 Joaquim Gregorio Pe=soa Guerra.
45 Joaquim Guejes Correa Gondim Filho.
46 Joaquim Jos de Pinho Gonfalvef.
47 Joaquim Martn^ da Cesta Ribeiro.
48 Joaquim da Silva Pinto.
49 Joo de Carvalho Soares Brando.
5'j Joao Emiliano da Costa Albuquerque Filho.
51 Joo Ferrera da Costa Lima.
52 Joao Joaquim Correa de Oliveira.
53 Joao Jos Lopes de Albuquerque.
54 Joo Manoel Pontual.
55 Joo do Oliveira Leite.
56 Joo Paulo Carneiro Leo.
57 Joo Tavares de Carvalho e Suva.
58 Jorge Gomes de Araujo.
59 Jos Antonio Pinto Jnior.
60 Jos Bonifacio.'do Amr.ral e Mello.
61 Jos Correa de Amorim.
62 Jos Francisco Bittencoart Jnior.
63 Jas da Fonseca N'ines de Oliveira.
64 Jos Gatpar Loyo.
65 Jos Ignacio Xavier de Aodrade.
66 Jos Luiz Goncalves Ferrera.
67 Jos Nicolao Tolentir/o de Carvalho Jnior.
68 Jos Hufino de Souz* Rangel Jnior.
19 Jos da Silva Loyo Neto.
70 Jos Wenceslao Regueira Pinto de Souza.
71 Leovigildo Samuel da Silva Costa.
72 Luiz Francisco de Paula Cavalcante de
buquerque.
73 Luiz Jos de Franca c Oliveira Sobrinbo.
74 Luiz Salgado Accioli.
75 Manoel Antonio dos Santos Dias Jnior.
76 Manoel Barbosa de Freitas Cordeiro.
77 Manoel Clementino Carneiro da Cunha Jnior.
78 Manoel Pedro Ferrera de Mello.
79 Manoel Xavier Paes Barreto Jnior.
80 Manoel Turiano dos Res Campello.
81 Miguel Antonio Ribeiro.
82 Odilon Augusto Ribeiro.
83 Pedro Affonso Marques Munz.
84 Pedro Fernandes da Silva Manta.
85 Priscillo Auspicio da Cruz Cordeiro.
s6 Raympndo Honorio da Silva Jnior.
87 Solidonio Attico Leite.
88 Ulysses de Carvalho So res Brando.
89 Vaico da Gama Lamenha Lina.
90 Vicente da Silva Porto.
9.1 Virjrilin (roncalvea Tirares..
Lyco de rlese Oflicis
De ordem do respeitavel irmao director, fara
publico a qu m interescar pussa, que em vista de
algn i exp;sitores na terem poiido acabar as
productos que tencionavam exp.r.e pedirem a este
directora a transferencia da abertura da sexta
exposi^o artstico-industrial, marcada para o dia
21 do correte, e como adirectoria visse que d'aai
traria bem nao f aos expositores, como tmbeos i
exposicao, que se enriquecer de mais productaa.
houve por bem nao s a exposicao, cama tarabea
o anniversario, designar para o da 12 de Dezess-
bro futuro, esperando que os seus esforcos soja*
coroados do melhor xito possivel.
Secretaria da imperial sociedade dos Artistas
Mecbanicos e Liberaes de Pernambueo, em 19 de
Novembro de 1886 O 1 secretario,
____________ Jos Castor de A. Souza.
&. jK., J.
Sarao bimestral ora 5 de Dezcaibro
Seientifico qie os convites par* este baile acha-
te a disposico dos senbores socios na secretsris
da sociedade, *tsim orno os iogressos em mo d
Sr. thesoureiro, os quaes devero ser procurador
at o dia 4 de Dezerabro. Previne-so que nao se
admitte aggregados.
Recife, 25 de Novembro de 1886.
Jos de Medices,
2o secretario.
Al-
92 Walfrido Bastos de Wveira.
93 Antonio Jos Seabra.
94 Cicero Seabra.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
G. H. r\
Cirenklo Recreativo. Familiar
Da ordem do Sr. presidente convido a todos os
socios a comparecerem em nossa sede na rna de
Marcilo Dias n. 91, na terca-feir, 30 do eorrente,
s 6 horas da tarde afim le reunidos em numero
legal de assembla geral, tratarnos de assumptos
importantes a bem dos interesses desta sociedade.
Secretaria do Gremio Recreativo Familiar em
29 de Novambro de 1886.
O 2 secretario,
Mntonio Raphacl Alves da Costa.
Faeuldade de Direito
fJTDe ordem do Exm. Sr. conselheiro director, fa-
jo publico que a congregaco cm sesso d6 hoje
deliberando sobre as peticoes dos que requereram
exame por nao ter o feito em tempo compete nte
resolveu o segointe :
lOQue sejam chamados nesta apacha, no fim dos
exames dos respectivos annos, os estudantes qne,
tendo feito prova escripia, nao compareceram
oral.
2o Que sejam admttilos cm Marco os que nao
compareceram a prova escripta, ou deixaram de
pagar a segunda matricula, requerendo-oe pagan-
do esta.
3 Que a deciso das peticoes dos estudantes
que se levantaran da prova escripta ficasse adia-
da para Mar?o, afim de seren as mesmas julga-
das peU congregaco depois de apreciada a pro-
cedencia das razoes allegadas individualmente por
cada um.
Secretaria da Faeuldade de Direito do Recife,
29 de Novembro de 1886.
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Jnizo de paz da Boa-Vista
.IrreraulBco
Depois da andiancia deste juiso, que ter lugar
no dia 10 de Deiembro, iro em hasta publica
para seren arrematados os behs seguntes :
Um marqnezo d amarello, 1 cabide de p, 1
bahu de folha, 1 machina de costura, 1 mesa
gran le, 1 banca, 1 marquesa, 1 caleira e 1 ban-
co, trens d casnha, diversos objeitos de ouro e
prata e 1 corte de vestido de chita ; cujos bens
vo praca por execucio que move Aniceto Cor-
rea Lopes contra. Josepha Mara da Conceico.
Freguesia da Boa-Vista. 29 de Novembro de
1886 O eacriv",
Alfredo Francisco de Sauza.
Hospital Portuguez de
Beneficencia
Assembla geral
De ordem do Ilun. Sr. provedor, convido os se-
nbores socios deste hospital a rtanirem-sc em
assembla geral no prximo doming, 5 de De
zeraaro, s 11 horas da manha, na sdc social,
afid le dar se ciimpriment dispon'vao das esta
tuts no art. 18 e 3' do art. 17 que tratara da
el-iico da nova junta admi strativa para o anno
de 1887.
Secretaria do Hospital Portugus de Benefi-
cencia, 29 de Sovemhro de 1886.
Feliciano de Azevcdo Gcm-s,
1 secretario.
Ministerio da Harinha
Repartiso de phares
Aviso aos navegante.
SUBSTITUIDO IE LUZ
Pharol daBarrra do Rio-Grande
Provincia do Rio-Giande do--ul
BRA/AL
. (3o de 1886)
Tendo de proceder-se .ubatituico do appare-
lha catopnco' do pharol da barra do Rio-Graade
do Sul, avisa-se que ser brevemente exhibida da
alto da torre d'este pliaro! urna luz provisoria il-
luminando toda o horson'e do manque apresea-
tar 'uz branca, fixa, variada por luz soinllamte
de 25 em 25 segundos, era substituido da actaat,
emquanta dururem os trabalhos.
O apparelho da luz provisoria dioptrieo, gy-
rante, da 5" ordem, e a iuz ser visivel da distaa-
cia de 14 mlhas, com t-.-mpo claro.
O novo apparelha de luz do pharol da barra de
Rio-Grande do Sul dioptrieo, gyrante de 2" or-
dem, exhibir luz fixa, branca, variada por ha
scintillante de 30 em 30 segundos, Iluminando tods
o horisontc.
O plano local elevar-se-ha a 29"1,550 ao nivet
do solo e 31,n,650 ao do mar, o a luz ser visiva?
da distancia de 16 mlhas, com tempo claro. .
Novo aviso marcar a data da exhibico Ja tac
provisoria e a da nova luz d'este pharol.
Repirtico dos pharesRio de Janeiro, 4 ie
Outubro de 1886.
(A8signado). Pedro Bcjatnin de Cerqueira Li-
ma, capitao de fragata, director geral.
Conf irne.Capitana do porto do Pernamboea.
27 de Ncvembro de 1886.O secretario, AnUmt
da Silva Azevedo.
Ministerio da Marinha
REPATTKAO DE PHARES
Aviso aos navegantes
Substituio de luz
Pbarol da barra do flio Crande
Provincia do Rio Grande do Sul
Brasil
(4* 1886)
Era referencia ao aviso aos navegantes, j'pi-
blcado, annuncando a prexima inauguracio de
luz provisoria do pharol da barra do Rio Grande,
avisa-se que foi ella efectivamente inaugurids
hontem, 4 do eorrente mez
Repartirlo de phares, Rio de Janeiro, 5 de
Novembro de 1886. (Assigoado) Pedro Benjassic
de Cerqueira Lima, capito de fragata, direetat
geral.
fliMJ* ..... Omyttimutoi?u .4,i Tu Tei naillWsa.
27 de Novembro de 1886.
O secretario,
Amonio da Silva AzeTedo.
Companhia de Edilicafo
Communca-se acs Srs. accionistas, que por de-
liberac.io da directora foi rosolvdo o recolhi-j
ment da quinta pr^atacao, na razio de 10 par
eento do valor nominal das respectivos a:ces, s
qual dever rr-alisar-se at o dia 5 de Dezerabro
prximo futuro, no escriptorio da companhia
praca da Concordia n 9.
Recife, 5 de Naveinbra de 1886.
Gustavo Antunes,
director secretario.
olfejos de Eduardo Baptists
O club Carlos Gomes, propagador nesta ctdad)%
doa eolfejoB de Eduardo Baptista, avisa aos se-
nhores socios alumnos, e a quem interessar possa.,
que acaba de lbe che -ir nova remessa desta pro
curada obra, a qual se acba venda ns sede de
club, no poder do S-. thesoureiro.
Secretaria do club Carlos Gomes, em ?4 dr
Novembro de 1886. 0 1* secretario,
P. C. Casanova. 3
EMPREZA DO GAZ
Pede-se aos Senho-
res consumraidopes*que
queiram fazer qualquer
comunicaco ou recla-
maeo, seja esta feita no
escriptorio desta empre-
za ra do mperador n
9, oiide tambem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrador.es
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
tas Carvalho.
Durante a auzeneia
doabaixoassignado na
Europa todos p $ recibos
dessa einpreza deve-
ro serpassados em ta-
los carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que na
te rao valor algum.
* George Windsorf

*
s
?*^->

J


Diario de PeroambueoTcrfa-feira 30 de Novcmbro de 136



i




Companhia de Beberibe
1 Coovida-ae ao lira, accioniata. a virem recaba
o 77 dividendo na nnpircao 44400 por accao
cajo pagam nto se effectuar neste escripteno das
10 horaa da m inb a 1 hora da tarde, diariam-n-
te at o ultimo deate mes, e ao depois ate sbba
Recifa, 14 de Novembro de 1886.
O director secretario,
Jos Eustaquio Ferr*" Jacobina.
EnsiHD particular
Por cata secretaria e de ordem do Sr. Dr. inspec-
tor geral se taz aaber aos profesa .res constantes
da relaco intra e dos demais prefessores particu-
lares e directores de ollegios de ensino primario
on secundario, tanibein particular, que, sob pena
de multa de 104 a 50000 sao elles obrigados a re-
metter a esta secretaria, uo corrente moa por in-
termeJio do delegado litterario competente, urna
relacSo des alumuos que leccionam em suas escolas
4 collegios e dus quaes leccionam em casas parti-
culares, com declararla da naturalidade, id a de, fi-
liacao e a prove tameoto del les i'srt. 187 2', art.
190 paragrapbo nico e art. 192 do regnlamento
vigente.)
Sexo masculino
Jos Antonio da Silva.
Julio Soares de Axevedo.
Amaro de Souza Pess ja.
Luis de Franja Bezerra.
Jos de S na Cardoso Pimentel.
Greg rio Jlo de Souza Lyra.
Joao Ribeiro Pessa de Onveira.
Fortunato Uoeni inu da C sta Lindim
Theleaphiro Goncalves Lima.
Francisco Alvcs Dantas.
J.is B-iymiindo Ferreira de Moraes.
Loiz ioii la Silva avalci>nte Filbo.
Henrique de Paula Ferreira Rabelli.
Anta) Bcrnardiuo da Roda Aragao.
Salustiano Cavalcante Correia d- Mello.
Jos Francisco de Soares Iuteraminense.
Manoel Vicente Elias Cavalcante.
Minerv o Fraucci Libo.
Antonio Cardoso de Aguiar.
Thomaz avalcaute da Siiveira Lins.
Antonio Herin negildo Bezerra.
Joao Baptiata dos A" jos-
Quintino Freitas Nogueira.
Manoel Gome i dos Pasaos.
Francisco Wauderley.
Mancei Ribeiro.
Laurin )< Piuto Seabr i.
Pedro -\li! tins Braga.
Manoel Ve. issimo do Reg Barros.
Valentino Goncalves Mendes de B.-itto.
Alejandre Olympio de H llanda Chacn.
Antonio de Vaseoncellos e Silvu.
Manoel Ribeiro da Silva Pontea.
Joao Baptista de Mcdeiros.
Joaqnim Bellarmino de Mello.
Ga-. ri'l Cib'-al de Guerra.
Tertuliano Sevcrino Pereira de Souza.
Firmino P-.mpeu de Mello Falco.
Ciaudin > Ft-rreira de Mac.-do.
Manoel Jos da Roda.
Flix Pessoa Camello.
Joo Braga.
Joao Rendal Wercerter.
Landelino Rocha.
Jos Duarte Calisto.
Z ferino Ferreira de Audrade.
Padre Joao Servulo Teixcira.
Jos de S-uza Cordtiro Simo s
Jco Januario dos Santos.
Vicente Ferreira Foti.-eca Carvalho.
Antonio Clementino Bezerra.
Laduvino Augusto Son res Barreto.
Leodegario F. S. S.uit s.
i Alves da Silva Vianna.
(ionio X.vier Ribeiro.
aquim Cavalcante L-al de Bairos
Candido Fonseca de Medeiros.
nor Gadculc F. de Medeiros.
i H. da Silva Braga,
illiam T. R.bssoo.
Manoel C. da Silva Braga.
Aniouio Marquis.
Antonio Cesario M reir Das.
Jos lie Oliveira Cavalcante.
Argemiro Leod. gano de S. Santos.
Alexan Ir Jos Rodrigues Filho.
Joaquim Francisco Pereira da Silva.
Vigario Jos Francisco da ftilva Braga.
Raymundo Nonato da Silva Braga.
Joaquim Jos de Sant'Anna.
Antonio Fenicio Cavalcante.
Jos Arnaldo Fetosa.
Cnlton Heraelito Peizjto e Silva.
Manoel Kibeiro da S. Campos.
Zef. rio Candido .Iva Filhcf.
Barth.Iomeu Jos Antonio de Miranda.
Jos A. de S O iveira.
Elysij Alves Fii.ueira.
Manoel Francisco de Medeiros.
Severino Cynllo da data.
-Joo H. rm .genes da Silva Braga.
Fraueisco Aureliano do Reg Medein s.
Justino de Faria M ,d4.
Salnstiane Ca 7,lante Correia de Mello.
Manoel da Silva Chaves
Joaquim Goncalves de Souss.
Maluquius Jos Perrjra.
Manoel Francisco Alves.
Ant'io Alves de Sanl'Aims.
Jos Aceioli Cavalcante de Albuquerque,
Leonardo Joao Grego.
Manoel Alves Vianna.
Heimin R drigues de Siqueira.
Dr. Mac el S> bastiao de Araujo Pedresa.
Augusto Ilygino d**Miranda.
Dr. Manoei Barbosa de raojo.
Dr. Jos Antonio Moreira Das.
Francisco R. Res Lima.
Francisco Delfino da Silva.
Padre Francisco Adelino de Brito Danta's.
Dr. Joaquim Jos F. da R cha.
Ascencio Mi lervino Meira de Vasconceilos.
Dr. Jesuino Lopes de Miranda.
Lenidas Silva.
Job Maris da Hollanda Cavalcante.
Dr. lovis Bevilaqua.
Jos Ftrreira da Crui Vieira.
Dr. Affoueo Oliudeose Ribeiro de Sousa.
Jos Marques Acaua.
Dr. Luis da C-st Ferreira Porto -Carreiro.
D. O ympia Afra de Mend.ne.ii.
Joe Antonio Pereira da Silva.
Dr. Jos Dinis Barreto.
Dr. Joo Feliciano da Motta e Albuquerque,
Madame Lvy. ,
D Leonor Pbilomena da Silva Vianna. '
Joo Bwprista Feln.
F. F. rose.
James Fanstone
Torqu-.'to Lairentiuo Ferreira de Mello.
Ailolpho Sehsebei.
Antonio Claudio de Oliveira.
Joo Ji s Rcdrigues.
C lonia Isabel.
Lyto-de Artes e Oficios
Carlos Ferreira Po. to-Carr Sexo Jeminino
D. Mara da Purifieacio V. da Silveira.
D. Maria do Carino Rodrigues de Almeida.
D. Adunuda Simplicia Santa Ros .
D. Ol'ndina Theopbila do Sacramento.
i'. Mara Candida Vilella.
D. Florinda Maria de Carvalho.
D. Mirandolina Bo.-ges Pestaa,
. Josepha Gomes de Sousa Ferraz.
I). Mara Joaquina de Salles Braga.
D. Mana Evangelina Ferreirn.
D. Arcelina Marii de Araujo.
D. Malina Veroiiica do Amor Divino.
D. Amelia da Silva Pinto.
D. Francisca Barbosa de S Leito.
D. Oresfe Ti vares da Silva.
I). Meria Umbelina da Costa.
D. Francisca Mana de Arauj >.
Madame Blanehe d'Herpeal Torgo.
I). Pbiladelpbia Ernestina de Almeida Forte.
D. Anna Virginia Wajderley de Albuqucrqu?.
Uiai Anna Caroll.
1). Cariota A. F. Belfort.
Di Francelina Dornellas Pessoa.
D. Amelia Susana Z iclier.
O- Josepna L. M irinh i Sarment.
I). Rita de J.-sus Barros.
!>.' Fortunata A. de Almeida Fortes.
D. Amelia Jacobina Romauguera.
I). Emilia Augusta AU< r
D V IdetruJes Primitiva da Fonceca Teiles.
Di Porcia C. de Mello
D. Maria Candida Randcira de Magalhes.
I) Anglica F. de S. Viat.
Irma V. Janoser.
I). Anna d.> R. Almeida
D. ViceutiiiH Cesara de Mello.
D. Maria H lena da Rj.-Im.
D. Augusta de UrnelUs B.-ttencourt.
D. Augusta Carneiro.
i). Pr.seiila S. M. de Albuquerque.
U. 7. mi R X) Lima.
D. Maria Coeho da Silva.
1). Haria C ipituiina Martirjs Ribeiro.
D L"opo'duia de Siqucira Varejao.
Mcame Adoor.
Coll.-gio de S. Jos.
luna L 'sart.
S-cretaria da Instrnecao Publica de Pernambu
c-^, 5 Je Novemoro de 1886.
O secretario,
Pergentino S-iraiva de Araujo Galvo.
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmoescripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da m e s m a
Companhia.
ToMiraiGior
CONTRI FOCO
Korlb Brilish k Hereantile
CAPITAL
COOO.OOo de libras Mterliua
AO EN 1E
\iU\\\\s(\\\ liowic 6 C.
toni>A\ni\ n.: ei ron
NORTHERN
de liOndrr* e Aberdeeu
PunirH flnanrelra (Ueiembro 1885)
Capital oubsciipto
Fundos accumulados
Rerella nnnual i
D premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
3.000.000
3.134,348
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John. H- Boxtoell
BA COMMERDOCIO \.ic I A MI t II
MARTIMOS
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelcida em 1*55
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
Al :S1 de deze,ml>ro de tHs-t
Haritimos..... 1,11(1:000801111
rerrestres,. 316:000^000
4 1 Ra do i'oinmereio
ONTRA F(
he Liverpool k London k Glob
K
COMMERCIO
Companhia de EtliGcacOes
O eseriptorio desta
companhia acha-se in
sta liado na praga da
Concordia n. 0,cons.(;r-
vando-se aberto das 7
horas.da manhs 5 da
farde, em todos os das
atis.
Incumte-se de cons-
trucQes reconstruc-
5es.
Recebe-se informa-
^es acerca de terre
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
(fuaes queiram os res-
l!
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7 -RA DO BOU JESS -N.
Seguro niar.liaiua trrrrnlm
Ne-tes ultimo a umea coapinhia aesta praf a
]B concede aos Srs. aogurad-t B:'aip;lode p*ge
ment de prumio em cada s?tiao anao, o q--
iiuivale te d .-cont de erre* is Ib par oento eai
ivor dos eegutadoe.
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA FOGCi
Companhia Phenlx Per-
nainhucaua
Ruado Coramercio n.
8
(O l'WIII. |^ MKMW.tvK.
niES MAIIITIMRN
LINHA MENSAL
O paquete Gironde
Cornmandante Minier
Espera-sc da Eu
ropa do dia 4 de
Dt-z'mbro aeguin -
do depois da de-
mora do C08tW
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Lembra-se aos senhores passageiroi de todn
as classes que ha lugares reservados pura esfc.
agencia, que podem turnar cuj qualquer tcuipo.
Previne se ao ssenhores recebedores de merca
dorias que s se attender as reclamacoes por fal-
tas nos volumes queorem reconbecidas na octa
sio da descarga.
Para carga, passagens, cncommendas c dinhe*
(reto: tracfa-ae com o
AGENTE
4ugusle Lab lie
9 RA DO COMMERCIO -9
mtMl Hlales k Brasil M\K 8. C
O vapor Advance
E' esperado dos portos dt
sul at o dia 9 de Derembr.i
depois da demora necessaria
seguir para
Haranho, Para, Barbados, Ai.
Thomaz e .\c\v l'ork
Para carga, passagens, '. cncommendas tracta-
ic com os
AGENTES
0 paquete Finance
Espera-se de New-Purt
News, at o^ dia 13 de De-
z- mbro o qualseguir depois
da demora necessaria paru a
Bahia e Rio de Janeiro
Pitra carga, passagens, euoinmi-ndas 9 dinheir
frea, tracta-se com os
AGENTES
Companhia
pesia
DE
Bolsa couiinereial de Pernani-
buco
ECIFE, 29 DE NOVEMBKO VE 18ht>.
As txes horas da tarde
''oratie* olficiac
Letras bypothecarias d'< banco de crdito real de
Peroambueo juros de 7 0/0, do valer de
lOJO 0 a 965lK) '-jula urna, com juros.
Dita de dito, de juro de 7 0|<>, do valor de 10C3 a
93^ cada urna, sem juros.
Obrigaco s garant las da cumpanhia ferrocarril
de Pernatubjco, juro de 7 0/0, do valer
de 2004 a lbW"00 cada urna.
Na bora da iK>lba
Vendei am-S" :
100 letras hypothecariaa com juro.
71 ditaa sem juro.
80 obrigacoes da companhia ferro-carril de Per
Hataca
O presidente,
Pedro Jos pinto.
O secretario,
Candido C G. Alcoforado.
agNWVKNTS PliLICOS
Lisbo, nn dia 26 dn c>rrente consignado a
Saunders Broth-rs 6c C, minifestou :
Amostras 3 volumes a diversos.
Armaco'-s para sellins 3 eaixas brdera.
Arms 100 jacos a P-iiva Valente, 50 a Fernn
M.IROS costra FOCiO
EST: 1803 -
Edificio* e mercadorias
Taxa baixat
P'rompi pagamento de prrfuios
CAPITAL
R*. 16,000:00000o
Agente
BRGWNS & C.
N. ^ Ra do Cwnmercio N.
Londou and BrasiliSu
Limited
Ba
Hua do Commercio n. -V
acca por todos 08 vapores sobre as ca
do mesmo anco cm Portugal, sendo
xa Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
r'orto, ra dos Inglezes.
cj
; oe .Novembro d 188*i
ALKANOEOA
K.kd ombii-
l>. 2 i i'i
14-m -2)
4* 'i 29
989.552909
J7.378.8i9
1,016.931/."58
16 .841*635
8:583.356
le: a
-vcKMk:)oaiA >- 2 a 27
l J
178:427 4931
I,19fe*ft9l749
a.i.371i011
1.525*935
I
..IM3J1.*! - !o/-ui -Je 29
I 2 < 27
i^.r
i>B4VIIAOIt----
. h 29
2 a 27
40:8964916
21:703*700
1:918 559
23:022*259
8:45:JJ60
1:255*781
9:715*414
DESPACHOS DR IMPORTACAO
Vapor Ingles M'.rchant, t-atrado Je L'rerpioJ e
des S Irm&i, 25 a D ming >s Alves Matheus, 225
a Doining'S Cruz & C. '
Alpiste 15 saceos a Paiva Valente fk C.
Arcos de ferr> 20 ixes a W Hallday 4
15 a Antonio dos Santos Oveira, 200 a Gomes
de Mattos & Ira Sos.
Ac 23 eaixas a Antoni) K"drigues de Souzi,
5 a W. Hailiday * C
Agua mineral 23 ctixas ordeo.
bis -outos 5 eaixas a Rosa & Queiroz, 5 or-
den.
Barras de f rro 150 a W. Bxlliday & C, 30 a
Ferreira GuimarS s & C. Bolsas de ia:-e.fe I .-.
xa A ordem. Bombas 1 caiza a Vianua Ciotio
*C.
Batatas 10 meias eaixas ordem.
Cabos 21 volurrrs a ". C. C- Moreira. Canella O
eaixas a Rosa f Queiroz. Ca 22 grades ordem,
4 a Jos J aquim Alves & C, 4 a Antonio Jos
iSoan s 4C.2 Fernande* da Costa & C.
Coures 1 caixa a Ferreira GuimarSes 4 C. Co-
minhos 5 saceos a Paiva Valente 4 C, 5 or-
dem.
Calcad) 1 eaixio ordem, 7 a Pilrao & Irmile,.
1 a F. Barb sa 4 C, 1 a Cesar L >pes & C, 2
Albino Cruz & C.
Chumb.) 3barris a Samuel P. Jubustoo C,
50 h Ferreira Giima-Ses 4 C. Conservas 2 eaixas
a Rosa & Queiroz
Canes de chumbo 8 barricas a Ferreira Guima-
raea i C.
Ctv-ja 5 barricas e 30 eaixas ordem.
Canos de frrra 40 a Ferreira Guimar'S & C.,
19 a Saini.i P. Juhiston & C, 494 a Grcat
Wi-s'ern >( Brasil, 107 a ordem.
C"br. 38 v lumes a F.irelra Guimares C
Orogas 5 eaixas a Faria Sobrinh i Jt C, 3 a
Rouqu yrol Frerea, 36 a F. Manoel da Silva 4
C, 4 a Manuel Al'es Barbosa Sujjessor, 2 a Bar-
ih.-ilomea 4 >'.
Enx 'frr "5" Hiricas a Sama:! f. Jobnston
4 C.
En topa 16 far los ordem, 8 a Autonio de Oli-
veira Maia, 8 a L. Jjs da Silva GuimarSes, 10 a
Julio 4 Irmao.
Euxadas 119 barricas a A. O. Carneiro Vianna,
3 a M. R. da Silva, 40 a Samuel P. J'.hnston
C, 6 a Furnira Guimr-8 & C.
Elantiej 1 eaixa a W. 3Miday C.
Folb a de ierre 30 aos mesm)s.
Fulirs 5 pires a Rea 4 Santos.
Fia 6 fardos a II. Nu-ach iC.,5 a Samuel P.
Juhrisioii C, 1 a V. Neesen.
Ferragens 20 volumes a W. Halliday 4 C, 5 a
Ferr. ira Oaimaraes & C, 1 a C. C. da Costa Mo-
reira, 4 a Siiva, 7 a S.mu-1 P Johneton 4 C. 6 a Antonio
dos Santos Oliveira, 1 a Cardoso &i Irmao, 3 a M.
R.drigues da Silva. 21 ordem, 10 a Miranda &
Suuz-, 20 a Roii i* Smtos. 17 a A. D. Ca neiro,
i, i :t A. Niumun, 12 4 crJem.
,
Varoes
ton oi C.
Veriiiz
ordem.
Farinha de milho 112 eaixas aos consigna-
tarios.
Farinba de trigo 114 barricas ti ordem, 227 a
L pee Irmo' & C, 448 a Machado Lopes 4 C-
Folli >s de fliadres 10 cunhetes a W. II .ilidav
4C.
Firmas para assucar 32 volumes a Cardoso 4
Irmax
Loiica 1 barrica a Otto Bohres successrr, 10 a
Souza Basto Aumrim & C-, 13 o 88 gigos ordem
11 a Feuindes 4 Inn i.
Linha 2 caixo s a A. D. Carneiro Vianna, 2 a
Nftto Campos & O, 2 a Nunes Fonseca 4 C,
25 a Miuoel J uiquin Ribeiro <(), 2 a Oliveira
Bssto .r C, 16 a Maooel Collac 4 O., 1 ordtm
e 10 a Maia & Silva.
Lua 2 fardos a W. ll,llidby S C.
Malfriaes para ea'rada d" ferro 151 volumes e
iec.~ 1 Md-m. 21 >i Grc.-it W-sferii o Brasil.
Alaoliiuiiuio 7 vulum s bul Huideiros dj B.W>
man
Materiaes para gas 103 volumes e pecas a em-
presa, ditos para encanamento d'agua, 234 volu-
mes e pi cas a companhia de Beberibe.
Mercadorias div>T8as 2 volumen a 8 Jasar &
C, 1 a GuimarSes Cardoso & C, 3 a E. G. Caa-
eilo, 6 rdem, 4 a Gomes de Mattos Irmaos, 1 a
Lauria 4 C, 3 a Viauna Costro te C, 4 a A. D.
(,'arrccro Vianna, 1 a Maia 4 Silva, 2 a Antonio
Joe Maia & O, 1 a Reis 4 Santos, 1 a V. Car-
doso .
Movis 3 caixoes ordem.
I_- Ole < de linh ,c 5 barra a C. C. da Costa Mo-
reira, 1 a Cardoso 4 Irma-, 3 a F. Gnimaraes &
O, 5 4 ordem.
Preg-s 30 eaixas ordem, 2 a Albina Silva 4
O, 2 Gimes de Maltes Irma.
Passaj 30 fardos a D. Ferreira ila Silva fe C.
Paa de ferro SO eixes n F-nei-a Guimarded
t C, 28 a A. D Caruriru V'ianii..
Presuntos 10 barris e 5 cnixas nos consignata-
rios, 5 a Risa S Qu; iros, 3 a Domingos Ferr. i
ra da Silva S C.
Papel 6 farloj a Pcrtira Carneiro 4 C, 2 caiztaj
a G. Liport A C. '
Provitoes 1 caixa a W. Scbjvall & C.
Quijos 3 barricas 103 meamos. '
salitre 50 bar as a A. D. Cainrirc Vian
na.
Tinta* 2i) barricas a Farias Sobiinbo & C.
Tazas de ferro 15 a Alian Pateison & C'., 25
aos Herdeiros Bcn.nan.
Trapos 1 fardo a C. C- da Costa Moreira 61
C.
Tintas 2* barrias a Antonio D. Carneiro Vi-
anna.
Teeidoa diversos 9 volumes a A. Vieira 4 C,
189 ordem, 43 a Luis A. Siqucira, 84 a Macha-
do t Pereira, 5 a Goncalves Irmi 4 C, 3 .
Bous. N-gueira Ar 1C., 3 a B. Maia 4 0, 20 a L.
Maia 4 C.. 30 a Narciso Maia C, 5 a D. P.
Wild 4 C, 6 Olinto Jardim 4 C, 12 a Guerra i
Fernandos, 3 a Rodrigues L m 4 & C, 3 a F. Lau
na i C, 4 a Figueiredo 4t C, 7 a Andrade Maia
4 C, 2 a Agostinho Santos t l*., 4 a A. L.
Guimares, 13 a Joiquim Agostinh) 4 C, 2 a1
Ilenrj Forsler k C.
N' 8 RA DO COAlAifcHOlO N.--8
/ anrlnr
Compaahia Braillel.ra de n ve
jKaeoa Va or
PORTOS DO NOUTE
0 vapor Mianos
Cornmandante 1' ente Guilherme Wad-
Jington
' esperado dos portos Jo sui
at o. di *> Lesembro, e
seguir depois da demora in-
dispenaavel, para os portes
do norte at Manos.
'ara carga, passagens, ene in.ra'ndaa e valere;
tr teta-w na a^en.;ia
PRA^A DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
0 vapor Bahia
Cammandante Silveri) Antonio da Sdca
E' espera/to dos rt .3 do
norte at o dia de 3 D sem-
blo e depois du demora 111-
dispcnsavel, seguir para
09 ftne do sul.
Recebe tamoem carga para Santa Catharina,
Grande d > Swl, Pelotas e Portj Aiegre,trete mo-
dic .
Para carga, passgen, cncommendaf e valores
trata-s na*apeneia
PRAgA DO CORPO SANTO N 9.
CHARUEl'RS REUNS
companhia Franceza de \ a vega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis
00a, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santoa
Steair vi fie MaraiMo
Espera-se dos onrtos^do
sul at o dia 3 de Desembrc
seguindo depois da indis
pensavel demora para o Ha-
vre
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e ofFerecera excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As past agens pdenlo ser tomadae de. anteui"
Recebe carga encommendas e paesageiros para
os quaes tem excellentes accommodacocs.
Steamer Villo le Macei
E' esperado da Europa
n dia rt. D.xembro, se-
guindo depois da indispen
aavel demora para a Ba-
bia. Htn (Se Janeiro
e saiuok.
Roga-se aos Srs. importudurca de carga p lo
vapores desta linha,que.iram apresentar dentro de 6
ditis a contar do da descarga das alvareng. ..-
(|uer reclamacao conceruente a volumes, qud po-
ventuia tenbam seguido para os portos do aul.afiu
de se poderem dar a Lempo as providencias necea
sanas.
Ezpirado o referido praso a companhia no si
responsabilisa por eztravios.
Itecebc carga, encommendas e passageir rar
e qoaea tem excellentes accomodacocs.
Augusto F. de Oliveira C.
42 RIJA DO OOMMERniQ -42
Paciflc Sieam l^avigalion l'ompanj
STKAITS OF MAGELLAN LINE *
Paquete Magellan
k. Espera-se dos portos de
sul ateo dia 7 de De-
sembr seguindo pa
ra a Europa depois da
demora do co&tuuiit.
Eslepaquete eos que d'o;a
em diaiile seguireni tocaro cm
Plyaioutii, o (\[\i facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Lnndres.
Pa carea, passagens, encommandas e din-
heiro a fr. t traer -e e..-nn os
AGENTES
%tllson >*oos < C, UinNcd
1. 14- RIJA OO COMMERCIO N. 14
Agente Pestaa
Lcilo
Em contlnnaco
De urna catraia nova, com per tenues ; lou-
938, ferragans e movis, ao correr do
martello
\s 18 oras
No spgundo andar do sobrado sito ra de Maris
______ e.Barros n. 2.
Leil
Lisboa
I S'gue cosa brevidad 1
reir lirq.s para o resto
fra'a se com Silva
Cvanerc 1 n. 5.
abi.ica poitugii'za l'e-
da carga que falta,
Gui maraes a C, tui
Para
O navio oViroi, espee dj do Rio de Janeiro,
c intraf a alguna carg para o porto cima; tra-
t-ae cm os c signatarios Fonseca Irimlos &
Compiuh a. ,
wam
T.iea f^rai 3,1, d' ve ttr lu^ar o leilao de eal-
cadus pra se..horas e m nluo?, bem como die-
reatas m/vci, cop.,s, fi'tns e costumes para me-
ninos, exitent<8 n armaxeirj da ra Mrquez de
O inda n. 10.
Sezta-feira, 3 de D zembro, o do cavername de
nra navio ez siente .m Foias de Portas, oflieina I
de C.rpinteiro das Obras publicas.
ao
Da casa terrea sita ra da Amisade, na Capan-
ga, n 23, com 2 salas, 2 cuartos, cosiuln, un-
dindo o terreno 50 palmos de frente e cerca de
400 ditos de fundos, em chSo pr. prio, e tendo
diversas arveri-s fructferas.
Terca felra, SO do correte
A's 11 horas
No armazem da ru 1 do Mrquez e OlivAn
n. 19
O agente Gusmao, autorisado f.r leilo da ca-
sa cima mencionada, livre de todos ouu3, poden-
do ser examinada.
Grande leilo
De importates movis, porcelana, ciys-
ties, 1 piano de caula do fabricante
Pley.jl, ricos esplhos, colheres de sopa,
cha, conchas e salvas tulo e prata e
tan.bem pausaros iiiportntes e vinlioi..
Terea-ffeir. SO do crrente
A's 11 huras
Na ra da Aurora n. 100 (Sqnto Amaro)
Mala U:iia rica inobilia de Jcara da a Luiz XV con
.- I'i, 4 ca i, iras de braco, 12 de giianncSo, 2
dunk rques com esprih .s, 1 piano de cauda, 1 ca-
d'ira estofada para o mesmo, 1 juadro grande
cjin a vista de landres, ditos .vaes de inadeperola
com vala de Paria, tunelas de seta, repjsteiros,
esc-irradeias lina.-, lindas figuras de biscuit, jar-
ro, de bicarat, rtp.icho de ciyatal, 1 lustre para
relias-
Primciru quarto
Um guaida.vestido d w gnu c rn duas jertas
c in espelhts obra importante, 1 toilette de mugno
c m pedra, 1 la^at.rio com pedra, guarnicao para
o mesmo, 1 commoda de Jacaranda, 1 secretarla
para senhora, 1 banquinha de mogno para cestura,
2 tspelhua com movim' oto.
Wesuitlo quarl
Urna importante c.nia de Jacaranda, 1 c m-
moda, c^deiraf, 1 toilette, tapetes, cuidas, 4 lia-
dos jarres, elag rs.
Terceirj quarl
Una ci.ma de m^gno para caral, 1 dita de sma-
rclie, l.lavatorio de p.rede todo de porcelana, Ca-
iras de ^aeiiraud, e?pelho, 2 biniiuiuhas de
un gnj COS pe ira, 3 c ininlias para enanca.
. Sal de janiar
Qnatro aparadores obra de gosto, 1 tocsa eias-
tic, guarda-louca, 12 caieiras de janeo, mar-
qu. zas, cadeiras de bataneo, de juncj, 1 impor-
lante apparelho de poic.-laua dourada, 1 dito louca
coinmuui, dito para cha, copos, garrafas, frUC-
t^iras ce vidro e de pedra, facas, garlos, 4 gran-
des salvas de prata, eolh r. s de sjpae cha, dita
p.-ira arroz, dila para pe ze, concha, patciro tudo
de prata e iiguns vinh s.
Solea
Um sof, 2 ccusolof, mesa redonda, cadena
imitando bamb de abrir e fechar, 1 guarda-rou-
pa, 1 secretaria, 1 cabide, lavatorio com guarai-
cao, porta t. albas, e cutres muitos movis que ca-
tar patente no acto do lei'Su.
Canarioo do i o peno, sabi-s corrupiocs e cutrss
maia.
O agente S'epple, cemp. tentemmt- autorisado
p r urna familia que se retira p ira fra da pro-
vincia, far lcilo no dia e hira cima mencionar
dos de todos os obpetos cxiht. nt. s em casa de
sua mcradia ra da Aurora n. 109.
A's 10 1/2 hoiis partir um bond que dar paa-
sagem gratia aos coucun entes.
H#
Lelo
A
Jt-suino Alvea Fernandes, 8 a Andrade L .pea
&C.
Tiilh.s de ferro 2,819 a Great Western of Bra-
sil, ditos de ac 701 ordem.
Vidos 1 voluine ordem, 1 a Otto Behrcs Suc-
earsori
de ferro 20 feizes a Samuel P. Johns
ute Pestaa
Leilo
D.i importante baresya D. PAUTlL\ com
lotac3o para G00 suecos, a qiu>l se acha
fundeada em frente ao caes da Lingueta,
onde os senhores pretendientes pjderao
cxamiii.l a,
cica fclra. 3O do corrente
A's 11 horas em ponto
Debaizo das arvores do Caes da Lingueta
O ag.-n-e Pestaa vend rA no d'a e hora cima
mencionado, livre e descmbiraiada de todo e qual
quer onus, a barcaca D. PAUTILIA.
De um ailho com arrei.-s, movis novos, usados,
avulsos, cadeiras df jnn. o, b.langas, carteiras,
camas, rr.arqoezes, guarua-vestid.,, commodas,
1 muzeu de bulo e grands quauti lade de miu-
dezas e cutros obj ctts que lerio vendidos sem
limites.
Terca fclra. so do corrente
A's 11 horas
POR INTERVENCtO DO AGENTE
Gusmao
No armazem da rita do Mrquez de Olirnla
n. 1.9
IVilao
1 caiza a A. Nsumau Whisky. 00
Carga de L-sb i
Aze'tc 1 caiza a L. Duprat.
15.gas 1 caiza a M. Vi-gas -v C, I barrica a J.
A. do Valle. .
Conservas 30 eaixas ordem.
Ceblas 30 eaixas ordem, 0 a Silv Oui.na-
nu Castauhas 1 caixa a L. Duprat.
Cal 100 barricas a Guimarea & Valente, 50 a
T. de Mello Genro & O, 30 ordem.
Drogas 12 voIumt-8 a Gomos de Mattos Ir-
rriioj.
Erva doce 3 sacos a F. Ferreira A berto.
Fructas 9 ca;za8 a F. R. Pinto Gai.naraes.
Farello 300 sacos a Ferreira Ridrigu.a 6t S.
Iuipreaaoa 1 caixa a G. Laport & C, 1 a A. D.
dos Santos.
L'vres 1 caiza a J. Pereira Santos, 1 W. di
Medeiros.
Mercurio 7 eaixas a Gomes do Mattos Irmaos.
Proviso'.- 6 eaixas a Abrantes & C.
Pedras 485 a H B. de Oliveira.
r'inluras 1 caiza a Jo.' da Silva Salgueira!.
R lirias 2 saceos a Abri'.ntes & C.
Toiicinbo 15 barris e 3G meioa ditos a Cunha
Irmais & C, 15 e 28 a F. R. Pinto Gaimaraea
& C.
Vuibu 9 pipae aos mesmas 38 e 10/5 a Joaquim
K. de Carvalho & C. 55 e 75/5 a Souza Basto,
Ainorim i C, 38 e 10/5 a Fernandes da C .ata
& C, 8 e 6/5 a J. G. Guaches, 1 e. 15,5 a Maia
S lirinhi C, 30/5 a S.lva Guimar. a e C,
2')/5 a Ferreira Rodrigu >s rj C, 28 barra a An
touio de Oliveira Maia, 8 e 2 raizas a O. Albino
'Cruz, 2 eaixas a Bem irdino D. Campos, 1|2 pipa
a C. Pereira.
Par. Li r,jo >l, J. "ater & C. 4,000 saecos com
t.0,000 kilos de assucar mascaVado.
No patacho ingles Plorer, carregaram :
Para New York, Julio Eratio 1,000 saceos
com 7.i,000 kilos de astacar mascavado.
Na barca aoru g^nae Union, carregaram :
Para N w York, F. Cas^o & Filho -,000
saceos com 150,000 kilos de assucar mascavado.
No patacho americano John S. D., carre-
garam :
Para Nt-w-Yoik, J. S. Loyj & Filho 2,32
sac: s com 168,65j kdos de assucar mascavado.
Agente Britto
Da armaco envidracad, calgad s para homens c
senb'.ras, pelles de marrrqi i o, tamanco?, olea-
dos, ferramenta para sapateiro, 1 maquina para
ilhoes com gan .lio, 1 dita de costara, pecas de
fitas,' caizoes com fivelas, e muitos outrosob-
jeetos da loja de eticados ra D.reita n. 56.
Terca-fi ira 30 '
A's 10 I/- h^ras
Lugre inglez Ulster, entrado de Ter.a-Nova no
di* 7 do corrente e consignado a Saunders Bro
th rs ge C, manif stou :
Bacalh) 3,800 barricas e 2,000 meias ditas nos
consignatarios.
i)K',SpAtfiS DK KXPOUTA^O
Em 27 de Novembro de 18So
Para o exterior
Silveira i C, 5 aAm'iiir Irmaos 4C, 2 a
No vapor alleraao Pernambnco. arregaram :
Para Hamburgo, Borstelmann 4 C. 514 fardoi
com 1UI>,i1 kilos de algobo.
Na birca ingleza Rose of Devon, carr^gou :
Para Liv^rpoil, J. H. Bozw.ll 500 saccas com
3 i,5lj9 kilos de alg.jdo.
No vapor inglez Ly'yrs, curregar..m :
Para o Inierlor
-No patacho SHeco Lisboa, carr-gou :
Para Pelotas, F. A. de As. vedo 90 saceos com
6,750 kilos de assucar branco
No lugar nacional Amelia, carregou :
Para Pelotas, S. G. Brito 500 saceos com 37,500
kilos de assucar branco e 200 dt->s com 15,000
ditos de dito mascavado.
No patacho atlemo D. Pedro, carregaram :
Para Pelotas, P. Carnei. o 4 C. 300 harrieaa
com 31,520 kilos de assucar branco e 100 ditas
com 10,610 ditos de dito mascavado.
No lugar naci "tal Zequinha, carregaram
Para o-Rio Grande do Sul, J. S. Loyo Se, Filbo
20 aacc.is com 1,500 kilos de assucar mascavado.
N* patacho sueco Sordhon, carregaram :
Para Santos, P. Carneiro 4 C S saceos com
49,'i20 kilos de assucar mascavado.
No vapor nacin*! Espirito San'o, carrega-
ram :
Para o Para, H. Oliveira 500 maia* de sola ;
A. Babia 20 pipas com 9,6'K) litros de agurdeme ;
J. Pater< C. 5 > barris com 4.800 litr< s d- agur-
dente ; M. J. Teizeira 138 cascos com 27,810 li-
tros de agurdente ; Bailar IrraJos & C. 4 cascos
com 1,15! litros de aguarcenie ; P A. de ze
vedo 300 volumes com 21,125 kilos de assucar
branco ; V. da Silveira 500 barricas com 30,975
kilos de afsucar branca ; Amorirn Irmaos 4 C. 100
volumes coui 6,381 kilos de assucar branco ; V. T.
Coimbia 500 barricas com 37,316 kilos de assucar
branco : M. t unha 100 barricas com 6.45) kilos
de assucar brancj ; M. J. Alves 20 barricas com
1,311 kilos de assucar branco ; J. A. da Coata Me-
deiroe 100 barricas com 4,129 kilos de aasucar
b-aoco; A. R. d Costa SO barricas com 1,677 kilos
de assucar branco e 10 ditas com 8j4 ditos de dito
maac.ivado; V. de Itaqui do Norte 100 saceos com
.OlK) kilos de milho; II. de S Pereira 4 C Sne-
cessorea 10 eaixas medicamentos.
Para Manos, Amorirn limaos 4 C. 40 barra
com 3,810 litros de aguar lente.
Para Marauho, F. A. do Asevdo 100 barricas
c. m 10,541 kilos .1o assucar branco ; Bartho'om-u
4 C. SuceessiTes 12 eaixas cjurubeba.
Para o C ara, Bartbolomeu 4 C. Suceesaor. a
caiza medicamentos.
= No hiate nacional Correio de Maco, .'arre
garam r
Para Macabyb:, Amoriin I mioe 4 C. 160 sac-
eos com fariuha de mandioca
Para Mac<, E. 2. R Itrao & I m3o 3 barricas
en 80 i k l..a de assucar b-itnco e 3 ditas com
Uf'O ditos do dito reauado.
No cter nacienal Jagiiarary, carregou:
Para c Nata', J. Bapti ra 100 -ac.-as co n fari
nha de mandioca c 10 ditos com 750 kilos de
assu;_r branco.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios sahidos no dia 28
LisboaBarca porlugueza i ereira Doryei, capi-
to Antonio Alfredo Borges; carga varios ge-
nero.
Manos e escalaVapor nacional Espirito San-
to, cornmandante Joao Maria Pessoa; carga
varios gneros.
N. w YorkBarca amarieana Archer, capitSoH.
C Mu'chell, carga assucar. /*
New-YorkPatacho americano M, D^rmott; car.
ga aaaucar.
PelotaaPatacho sueco Lisboa, capito L. E. Ha-
kansou ; carga assucar.
Navios entrados no dia 29
Plymouth53 dias, l^ar norueguense Sant Jo-
seph, de 385 toneladas, capital Niels M. Ch in-
tensen, equpagcm 10, carga car2o de pedra;
ordem.
Bahia17 dias, patacho norueguenso Cari Rose
nius, de 222 toneladas, e-pira i T. Erik-eu, eqtli-
pagem 7, em lastro; a H. Luudgrcn 4 C.
Rio de Janeiro c encala13 diaa, transporte na-
cional Purus, de 2,000 toneladas, cjmmandaote
capitao de fragata Jos Pinto da Luz, guarni-
cao 139 ; carga inunico s de guerra.
Rio Grande do Sul2) dias, p qus Amor, de 160 toneas, capito Edpensen,
equipa em 6, em lastro; a H. Luudgren & Ot
Naoios saludos no mesmo dia
Hamburgo por escalaVapor al Irmao Pernambr-
co, commandautu L. Schirp; carga varios g-
neros. ,
Aracaj e escalaVapor nacional lagnari'.-:.
co ninandante Antonio Maria.
NW-YorkLar inglez Sparl:, capitao li. Skar
don: c-.rga nssucr.
VAPUKtS ESpERAiXJb
Bahia
Gironde
Anclor
ViUe de Maranhao
Vle de Mac
Magellan
Maos
Advance
Klbe
Para
Finance
Rio
Pernambuco
Paagonia
Espirito Santo
Neva
Bahia
do norte
da Europa
de Liverpool
do sul
do Havre
do sul
J sul
* do sui
da Europa
do norte
de New-Port News
de Hamburgo
do sul
da Europa
do norte
da Europa
do anl
a 3
a 4
a 6
a 6
a 6
a 7
a 7
9
a 10
a 13
a 13.
a 16
a 17
a 21
a 23'
i 24
a 27

/
t






Diario de PernambucoTcr?a--feira 30 de Novembro de 1886

,
Leilo
de 66 duzias de botinas estrangeiras para
senhoras e meninas, de diversas quali-
dades. '
Terca feira, SO do correte
A's 11 horas
Ag-ente Pinto
No armazem da rua do Mrquez de Olinda
n. 10
Aluga-ge o predio n. a rua do Commercie,
oodo foi o hotel de i'Uoi verso ; tem tres ande re,
granles ace mmodmoes, e esta completHaunte
restaurad), sendo proprio, pe*su* magnifica p-
sito, pitra uro grande hotel ou escriptorio com-
mercial ; a tratar na praca da Concordia n. 11.
AlugA-te a casa n. 4 da ra d Princeza
Isabel, bairro di Boa-Vista, com comino los para
grande familia, contendo pavimento te:reo, pri
meiro andar c sot&c, muito fresca, tem despejo,
gas e agua : chaves ra da Aurora n. 85.
Traklhador
Leilo
do movis, leudas, vidros, quadros e es-
, pelhos
A saber : 1 piano de Biondel & Wignes, 1 mo-
bilia com 1 s< f, 2 con. 12 de guimii.ao. 2 cadeiras de balanco, 4 jarros,
1 sp< Iho oval, 4 quadros, 4 candeeiros a gaz car-
bono c kero-eue, 1 toillet de Jacaranda, 1 guarda-
vestido, 1 costufcira, 1 lavatorio, 1 bid, 1 cama,
1 mesa eUatloa, 1 guarda louca, 1 quartinheira,
12 cadeiras, 1 sof, 2 mesas, louca p ira chi e
jantar, cop?, cilices, garrafas, jarras, qua.Iros,
filtros, trein de eoziuba c mais accessorios de casa
de famil a.
Inariu felra. I de Dezembro
No armazem da ra do Mrquez de Olin-
da n. 6
O referido
pento.
Agente Pinto
leilo comecar s 10 I/i horas em
Na traversa da roa das Cruzes n. 2, primei-
ro andar, pre.isa-se du urna ama para comprar e
cosinbar.
Aluga-se duas casas na povoacao da Torre :
a tratar na ra Primeiro de Marco n. 25 A.
Pr-icisa-S" saber noticias e informacoes so-
bre Francisco Vrrem, fr.incor, nascido no deparla-
mento dos Baixos Pyrenens, com cerca de 35 > nos de idade, o qual veio para esta provincia ha
alguns annos, e consta que daqui seguio para a
Parahyba Agradcese quaesquer informacoes
dadas no rsoriptorio de Muia <& Rezende, ra do
Commcicio u 38, 1- andar, entrada pela ra do
Torres.
Vluga -se a casa terrea u. 42 da ra da Ma-
tiiz da Boa-Vis a, com 2 quartos, solio, quintal e
cacimba; a tratar na ra do Pi ar n. 56, taverna,
de..ois das 1 horas da tarde
Leilo
De movis, rspelhos, louja, etj.
Agente Brito
O agente cima, autorisado por urna familia que
se retira para v Rio de Janeiro, far leilo : de
urna mobilia de pao carga, 1 guarda-vertido, 1
cama franceza, 1 toilette c zo, 1 sof de amarillo, 2 cadeiras de bolanc > de
Jacaranda, 1 cabido e 1 quariinli 1 comm .da, 2 uies:is ds lauro, 1 aparador de ca
*4o, 1 lavatorio com esp' Iho, cadeiras avulsae, 2
camas de lona, 2 tspelh 's grandes, jarros, qua
dros, tapetes, iones para alim 50 e jan'sr, copos,
clices, coiheros, facas, band>jas, trem de cosinha
e ontr s objectos proprios para familia.
|m iH 1 feira, 1 de l>i:zemlro
A's 10 1/2 h tos
Pateo do Terco n. 3, Io andar
Precisa se de uin* criado para vender em
tabeleiro, que si ja de boa c mducta ; na ra da
Matriz da Boa-Vista n 3.
Atten^o
Na rna do Mrquez do Herval u. 61, sobrado,
recisa-se de urna ama para todo o servico do urna
ceia de familia.
Preciso se de urna pret.i cosinheira para
casa de pequea familia, dando-so prefe
rencia sendo esenva, a tratar no Caes da
Companhia n. 2.
Precisase de uro proto para ajudar em
uro sitio era trabalho de enxada, dando-se
preferencia sendo escravo, a tratar no Caes
da Companhia n, 2.
WM
te 100:000^000
^raca daindependen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 11a pirtt
da 1* loteria extrahida hoje, 25 do corren-
te, os seguintes premios : de 2:000(J em
o n. 19983, de 500$ em os ns. 2551 e
5603.
A.'hamse venda os fczes bilh.-t. t
garantidos da 12a parte da Ia loteria t.
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Re:ife que se extrahir a 2 de Do
zerabro.
PREC0S
Do cada vigossirao
Eroporc-lo de 1005 par cima
Antmio Auuunto do Santo
Alu$a-se
o 2- andar da ra estreita do Rosario n. 32, com
commodos para familia, tein agua ; a tratar na
roa da Ifnperatriz b. 16, 1- audar.
ios 400:0008000


oc
15.100
900
Port,
Agente
Pestaa
Leilo
Da
ex;ellen: taverna sita ra de S.
Migui-I n. l'j, em Alegados
QUARTa FEIRA, .1 DE DfcZEMBRO
A's 11 horas
O agente !' st .11 i, competentemente au toncado,
vender, no dia e hora ac mu mencionados, a ar-
maco e gneros existiutcs no taverna sita ra
Je S. Miguel n. 16, em Afogados, em am ou m is
otes 4 vontade dos Ssrs. compradores.
Ao publico
A abaizo assignada previne a quem iuteressnr
possa que nao tem a menor responeabilidade ju-
rdica em qualqu'T transaeco qu 1 promova a scu
marido Antonio Machado dos Santos e Candido
Ave'ino de Albuqu:rquc Mello.
R-tife, 29 de Novembro de 1886.
'SZZ^Si Maria da l'onceicoo Seixas.
jeilao
lo taverna sita a rua do \\s
cande de All>iiqiierqiie antiga
rna da loria u. rol.
Qu.irta feira 1 de Dezembro
A's 11 horas .
Rua da Gloria. 04
O ag nte Burlam-.qui autorisado pelo Sr. Jof
mygdio Ferreira Lima levar a leil) a taverna
ou arrobco, bakao c mis utencilios, geneos
sendo estes todos no.vi s, garntese a chave, ten-
do a aicsma bastantes coinuv.dis para familia, um cu maia lotes a vontade dos com tiradores.
r>
Leilo
De faz^ndas ingleza^ e francezas
tilinta feira 1 tle Dezembro
A's 11 h-ras
Agente Pinto
o armazem da rua do M-rqo z de Oiin.li n. 6.
Leilo
Dj importantes movi-is, ricos espellios p .ra
consolos, j irros finos e um bonito espe-
lho oval.
Sendo : urna linda mohili* de n gueira, euta-
hada e encost dj ):.lhiiiha, 1 sof, 2 duuquer-
ques, 12 cadeiras do guarnicao e 4 ditas de bra-
cos, 2 grandes espc'.hos com m lauras do iradas
para consolos, 4 impeitantes figuras grandes de
biscuit, 2 grandes jarros ie bacc-.rat, 2 etcarra-
deiras fiuas, 1 tapoU erande P"rH 8"'^i diversos
tapates para portas, 8 sanefas douradas, 6 pares
de cortinados e 2 era j r=
Urna importante cama franceaa de Jacaranda, 1
bonito toillet de dito, 1 lavatorio com pedra, 1 bo-
nita gnarnicao pora lavatorio, 1 icarquezo para
enanca, 1 berco fingindo cama, 1 pequeua banca
para quarto de dormir, 2 mema coumodts de ama
relio, sendo urca para crianc, i, 1 cabide de colum-
na, cadena retraite, 2 jarros e diversas cabidea
de mola para parede.
Urna mobilia de junco com encost alto, tendo
12 cadeiras de guarmeo, ditas de b-acos, 2 di-
tas de balare<, 1 sola a 2 cousols com pedra, 8
cadeiras de carnada, 1 bmc coia estante para
livro', 1 amario, 1 s-.-rpu itiaa, 6 quadros do oleo-
graphias, 1 guarda-louy, de anuircllo, 1 grande
aparador com pedra; 1 mesa elstica de amarello,
1 quartinheia do columna, lavatorios de ferro,
banquiohae d-i amarell>, 1 tapete forro de quai\o-
e 1 estiira para quarto.
Seis map.ms ana'omicor. i figuras de gesso di-
tas, 12 cadeiras de june 1 sof de dito, 1 mesa
de carvalho eoialhada, 1 poltrona entalbada, 1
rica espingarda de carregar pela culatra o cu-
tos muitos movis todos de osto e bem conser-
vados.
Quinta feira 9 de Dezembro
No 2." andar do sobrado n. 50 de rua do
Imperador
A's 11 horas
O agente Martins far leilo dos movis e esp-
teos perteneentes a ama familia quet se retira para
o Rio de Janeiro, es quaes forain transportados
para o ref rido sobrado e sero ve .dido.
%o eorrer do inartello____
Leilo
Em continuado
P miudezas, perfumaras, ferragecs, ti -
res, realejos e urna machina para taacr
plifsa
Quinta felra, de Dezembro
Jk's f f hora
Na travesea do Curpo-Santo 23
Agente Modesto Baptista__
Leilo
De um completo cavername de om navio, todo
cintado de madeira de sicupira e amarello, fil
Undo-lhe smente o tab >ado de costado, tendo as
spgwnti's dimenso-'i: 33,>1I de roda a roda,
ai,'"35 de quilha, 3,m24 de pental c 7,"!0 de bocea.
StWA feira, 3 de Dezembro
A's 11 horas
Na ojjicina de carpinteiro da repartidlo das
Obras da Porto em Pora da Portas
O agente Pinto, legalmente autorizado levar a
ieilio no dia e lugar cima mencionados c cavsr-
uime de um navio tal qual ahi se acba.
AO N. 17
Vende-te na rua de Hortas n. 17, gi-oC-ros por
preces sem competencia, alm de amitos outros :
O fino B gnac.
O fino vermontb.
Vinlios finos do Perto.
Dito 15 rfeaux.
Dito (It Porto fino, n retalh.
Dico Figucira.
Dito especial puro engarrafado.
Cervejas da3 melbores marcas.
Mscas para :pa
C< neervas n vas.
Azeitonas.
Amei.v.s.
Paisas
Docs finos.
Vellas finas.
Chocolate novo.
Leste eondebsad .
Faiiuba de aruruta verdadeira.
Crpos finos a '650 a duzia. s oa rua de 11 or
tas, osqt'na ao vi.llar para o largo de S. Pedro.
_"isiuoWiiiTfr
Livraria Corazxi
DI
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agj SBores de Bngeflirj e outros
Tomen nota
frlios para en^enhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
achtnlsmo completo para en
genhos de tdos os tamanhos
'. Sistema apert'eicoado
Especificacfles e presos no escriptorio dot
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Browns & C.
-\. A -Rua do Commercio
N. B \lm do cima B &C, tem cathalogosdt
^o'i firoplementoBii' ci'isarins agricultura, cr.mr
...tiibiui machinas para descampar algodo, moi
ahoi para caff, trigo, arroz e milho ; cerca de fer-
ro gulvanisado ezcelente e mdico cm preeo, pea
-.oa neubuma pode tropa: o. era mal que-
oral a
16-Lua do Cabug-lfc
O abaixo assignadr vendeu nos seus veii
turosos bilhetes garantidos os premios so
guintes: as dezenas de 6621 a 6630 e as de
6681 a 6690 com 2005, 8115"a 8120 con.
60o da 11 parte da Ia loteria.
Convidase aos possuidores a virem reoo t
ber sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 12* pirte da 1" loteria dt
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so extrahir
quinta feira 2 de Dezembro.
Presos
i Vigsimo 10000
Nendo qnantldade superior
ato 04000
A dezena 90000
Joaquim Pires da Silva-
zsz
e^
QB
nz
Sem dicta esem modifi-
cafoes de costumes
_ AVISOS DIVERSOS,
Aluga-se casas a 8J000 no becco dos Ce
Ibos, junto de A Uonca'lo : a tratar na rua dt
impeatrit n. 56.
Alaga se os andares superiores do predio n.
51 rua do Imp rulor, com etce'lente* accomino-
dacos para fauulii : a tratar cim N. 1. Lidston-.
ma doCorrm-rc'o o. 10.
Largo do Conselh'iro Saldanha Marinho n.
4, antigo Matriz de Santo Antonio
i-i: h> t mu (o
SWISIVEIS IIE l ISBOA
GRANDE RQMANCEEM 6 VLUMES
ORIOINAL "B
Gervasio Lobato &Jay-
me Vctor
Desenhos dft Maniucl de Nacodo
Executados pelo novo processo Tgnio Ebcrle
e pelo processo Gillot
l'iibllrmiin meninl por roame*
ISSIIO r'is cada un
O Io VOLME DISTREIBUIR-SE-HA EM 1 DE
JANEIRO DK 1887
O que o romance
On ln lolvelM le l-lnr um romance
on le se cstudam e descrevein com verdade acn-
ti-cimeotos untaveis, lypis, costum s, eo vi ver in-
time as diff-ientcs regives da cociedadc portu-
guesa e brasi'eira, estreitameut-' ligados pelos
meeinjs lavos de sangu e de familia, sem que to-
Javia deixe de t-r todob os attrativ do romance
verdxdeiramente popular.
Pela kinp'itodu da accio e su i complicada ur-
didura o novo n manee abracir csses dous pai-
xes que fallam na mesma lirgua, vivera como ir-
mos e se coadjuvam como amigos. E pelas pa-
ginas ds st-ue capitnl s o publico brasileiro ver
desdobrar se as ridentrs paisagens d'esta adora-
vel regiao da America, pnrsoongens e costumes
seus conhecido, de todas as classes, de todos os
grupos, desde a vida servil da roca, na provincia,
at a vida confortavcl da chcara, na corte ; ten-
do demais occasiao de eonheoer pelo cstudo d'a-
pri nature que d'elles eeoffrrce os costumes, os
typos ea sociedadu Alm d'estas qualidades excepciooaes que opre-
senta o romance Oa |..tlniela de l.l.li>a,
ootras verdadeiramentc importantes Cepertro
a attencSo dos seus le;tores. Sera deixar de at-
render a tudo quanto r qaer urna obra luterana,
nao te preoecupar, p im, com principios do es-
colas, e ter apenas em vista tonntr-se excessiva-
meate popular, ao alcance de todas as inteligen-
cias e de todos is paladares, com um assumpto
extremamente enrdalo, rcenas piloitantes, si-
tuaces imprevista?, tenda serapre fxa e presa s
atten^c- do leitor eui fe la a sua at-cao, ora com-
movente e altamente dramtica, ora humorstica e
O InstNivei senVi como quo a historia
dos crimes mais notavcis dos ltimos tempos, oc-
corndos en Portugal u no Brasil, todos os effei-
tvs nefastos c trgicos de urna 60ciedade tcrrivel,
que preoecupa todos os espintos e vastamente se
ramifica pelas capitaes dos dona paises. E um
romance de srnsacao, a que a verdade daf perso-
nagens e dos aeontecimentoa Jar um grande in
teresse.
Laboratorio central, rua do Viconde do
Hio-Branco n. 14
Esquina da rua do Regente .Rio de
Janeiro
Espccieosprcpjrados pciophar
oaceulico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corte
Repblicas do Prata e academia de industria d<
Pariz.
Elixir de mbiribina
Rostabelece os dyspepticos, facilita as diges
toes e promove as ejeceoes difficies.
Vinbo de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chiero-anemicos, debella a hj poem
intertropical, n constituc os hydropicos e benbfv
ricos.
Xarope de or de arueira e mutamba
Muito vecomrai ndado na bronchite, na hemop
tyse e as toases agudas ou chronicas.
01' o de testudus ferruginoso e cascas dt
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
ai'jiiio, na fysica.
Pilulas ante-peridicas, preparadas com
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re
initteuti e perniciosas.
Vinho de juruboba siitples e tambem ei
ruginosr, preparados em vinho de caj
Efficazcs as inflauunacocs do fgado e bnf
agudas ou chronicas.
Vinlio tnico de capilaria e quina
Applicado as eonvalescencas das parturientes
aretioo antefebril.
Francisco Nanoel da Silva & G.
-RUA MRQUEZ DE OLINDA -23
l ni sacerdote
Precis;.-se de um sacerdote para celebrar urna
missa de Natal no engenh> S Miguel, distante da
estacao de Cuyambuca legoa e meia, oflVrece-se
a joia de "i.ttOM, dando a cinduc^ao da mesma
estacao para o angenho O sacerdote qu nao
estiver compromettido e qjizer aceitar a n'erta,
escreva para o mesmo eugenbo, ao Sr. Antonio
Pedro da Costa, estacao de Cuyambuca, at o dia
10 d" D. zemb-o.
Chapeos e chapelioas
36 A0.....PRAQA DA NDBFENDEIA--36 A 40
B. S. CARVALHO & C.
Proprietarios deste bem conhecido cstabeJecimento paaecipam
as Exmas. familias e ao pub%o era geral, que rneusalmente recebem
das principaes casas em Psris e Manche3ter o quo do melhor e de
apurado gosto ha era chapinas e chapeos para senhoras o meninas
e das prmeiras fabricas de Harnburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e criangas, e muit<>< outros artigos concernentes
chapelaria.
Flores artificiaes para ornamento
0
.s"
p
5
90
tt
G*.

^
O-
<=s.
c
O. Carolina Cerilist da Ciama
l.oiio Piren Palcao
Manoel Camillo Pires FalcSo pede aos seos p-
rentes, aaigos e confrades da sociedade de S
Vicente de Paulo, para que se digoem de compa-
recer s missiis do sctio-o dia, que pelo repiuso
d'almadesia cara muiher e companheira de 40
mino", D. Carolina Cecilia da Gama
Lobo Pirca Palco, que t-m de se celebrar
as matrizei de wauto Antonio o da Boa Vista, s
8 horas da marina de 30 do corrente f terrea-feira),
pelo que desde jil agradece quenros se digna-
rem assistir a esses actos de rtligia-> e pia cari-
dade.
Regulador da Mari-
nlia
Este importante estabelecimcnto de re
lojoaria, fundado em 1869, est funecio
nando agora rua Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario cncarrogado da Ro-
guIaroentKjao dos relogios: Arsenal de Ma
rinhs, Estrada de Ferro de Limoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pernambuco, As-
sotiacao Commereial Bencfioente, Estra
da de Ferro do Recife a Caxang, Estra-
da de F^rrodo Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada da Ferro de Caruaru' ; cercado
4e intelligenles e habis auxiliares, fazcon
certos por mais diffiueis que sejam, nao
s era relogios de al^ibeira, mas de pendu
la, torra de igreja, caizas de msica, ap-
parelhos elctricos e telegraphicos.
O mesrao acaba de receber varia i sor
timento de relogios americanos que ven
de de 7) a 20jJ de parede e de mesa, des
pertadores de nikel.
Aos seus collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalho : e aceita eucoramendas
para seu correspondente em Paris.
Acha-se bem montado neste estabcleci
ment ura observatorio pelo quah regula to-
dos os relogios maritimos e ti r stres.
Recebe asssignaturas para dar a horacer
ta desta cidado pelo telephone n. 458.
Preco commodo
Era frente do seu estabelecimento se
acha collocado um relogio, cujos rrrostrado-
res poderSo ser vistos pelos passageiros da
Ferro Carril, tendo serapre a hora media
desta cidade determinada pelas suas ob-
servaco'"S astronmicas.
Antonio Jos da Costa*Araujo.
FDNDICAO GERA
ALLAN PATERSON l
N. 44Eu i do Brum--N. 44
JNT0 A E? TAPA0 DOS BOJOS
Tem para vender, por pret mdicos, as seguintea ferragena .
Tachas fundidas, batidas e* caldeadas.
CrivacSes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindoe modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Oradeamento para iardim.
Vapores de 'orea de 3, 4, 5, 6 e 6 cavaos
Moendas de 10 a 40 poUegadas de panadura
Rodas d'agna, systema Leandro.
Encarregam-se ae con:ert-i6, e assentamento de machiniaino
trabalho com perfeicao e prestesv.

e execut^ia
qual
Os proprietarios do muito
conhecido estabelecimento denominado
Aos 100.00(^000
BILHETES GARANTIDOS
23rua Primeiro de Mar^o25
Dal.* parte da 1." loteria da provincia,
venderam Martina Fiuza A C, os seguin
tes premios g rantiles :
6.69J 100:00-OOOi 7,024
1:0006000
1:0000'KX)
1:0006000
1:0006000
OOsOOO
5006GOO
5000000
Marlamia Joaquina Eerrelrtt
Auto lio Marta Mirques Ferreira, seos filhos e
oras convidam a todos os seus panntes e amigos
para assistirem as mit-s .s que por alma de sua
esposa, mai e sogra, mandam cch-br^r na matriz
da Boa-Vista, na quarta f--ira 1 de Dezembro, s
8 horas da manb, trigsimo dia de seu i assa-
meuto. Desde j se coufessam eternamente gra-
tos.
Dr. Antonio Herrnlaiio de Soasa
Bassdelra
Hoje, 2 i-nniversar o do fallecimento do Dr.
Ant .'ido Ilerculaiio de Souza Haudcira, se resera
um >.issa na ir :iti ir ifa Hoi- Vista, As fl horas da
IMlM
8,1-33 10:0 00000 12,543
16,256 4:000000 13,9J4
17,933 2:0000000 1,513
9,562 2:OOO0uOO 13,163
0,129 1:0006000 871
9.472 l:OOO0JOOi23,33l
18,651 1:0000000
Acha-se venda os afortunados bilhetes
garantidos da 12 a parte da mies ira l.> ria,
que se eztrahir quinta-foira, 2 de Dezem
bro.
Preco
1 vg<*s8rao 10000
Eai porc de tOO par cima
1 vige8Smo 0900
CiSADTflIJR
AOS
100:808$088
Rua do Baro da Victoria d. 4v
e eaaas do cofltnme
BIlHEISo ^KANTllS
O abaizo assignado acaba de vend-v
duns vigsimos de n. 7,'.48, e 19,131
eoro a sorte do 1:0000000 e dous ditos de
ns. 8,189 21,416 coro a sorte do 5000
da 11 parte da Ia loteria que se eztrahio
a 25 do corre nte.
O mesmo ab.iizo assignado convida a< s
possuidores virem receber na conform
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se a venda os afortunados b>-
hetes garantidos da 12.* parto da l.Mote
ria a beneficio da Santa Casa de Miseri
cordia do Recife, que se ex.rahir a 2
de Dezembro.
Presos
1 vig'Bsirao 10000
a2m quantldnde raaior de loo*
1 vigessimo 0900
Joo Jtxiuuim da Costa Leite.
MUSEU DE JOIAS
sito a rua do Cabug n. 4, commuoicam ao respeita-el PUBLICO que receberam m
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gestos, como ta
bem relogios de todas as qualidades. Avisara, tambem que continuara a receber po;
todos os vapores vinde da Europa, objectos novos c vendem por muito menos que *?>
outra qualquer parte.
MIGUEL W0LFF&.G.
N. 4 RUA DO
Compra-se aura e prata velha.
CABUGA-----N.
BANHOS DE MAR
Superiores costumes de encllenle fazenda pa a
3BJL3Nrxa:a 3 d xwxjLDa
Para senhoras...... 10>000
Para homens...... 8S000
Para manis. 5|000
Promptaincnto prepara-se qualquer cos-
tume para o que temos os melhbies tecidos.
No mesmo estabelecimento se continuar/
a encontrar constantemente verdadeiras pe
chinchas.
II. 20
\i
JUNTO DO LOIVRE
0
9
9
3IWWMTrif
JOSEPH OAUSE a C.
Acabam de augmentar o seu j bem conhecid
nporlante estabelecimento rua Io
de mareo n. 6 com mais
ih salo no 1 andar luxuosamenle prepa-
rado e prvido de urna exposi-
fl# 4f bra8 df prata do Porte eeiedrdf lite
dos mais afamados tabrieaates do
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos .amigos e freguezes a visilarem
o seu estabelecimento, afim de
apreciarem a grandeza bom gosto com que
nao obstante a grande
, despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
iCHA-SE ASERTO DAS 1 A'S 1A NOITH
H w m7 rT
S

I



":

6
Diario de PcruambucoTcrfa-ieira 30 de Novembro de 1886
CUIDADO COM
AS FALSIFICACCES!
PARA
O LSKCO O TOOCADOB
E O 8ANH0.
Exmelo Composto
l_ gran nstnr tu* >
toRAAri''.'. II MliCAL DAS
Escrfulas c todas as Molestias
provenientes deltas e para
DarVior ao Corpo
Purificarlo :Sangue.
Presar: ode- DtJCAYEBaCA IwllUjt. v *
Alu^a-se
para recolher algodao cu uutro qualquer genero o
predio da rna da Aioda u. 35; a tratar Da ra
Primeiro de Marco n. 20.
a casa n. 3 em Beberibe
M. Reg.
Aluga-se
a tratar cora
J. I. de
Aluga-se
a caa da roa nova de Santa Rita u. 19, a da
traveasa da Fundico n. 8 ; a tratar na saboaria
i rna nova de Santa Rita.
Alugd-se
j segundo and ir da casa 4 ra da Aurora n. 81,
jento a estacio da estrada de ferro de Olinda ; a
tratar na ra do Commercio a. 15, escriptorio de
Sebastiao de Barros Barreto.
Aluga-sc
i predio n. 140 rna Imperial, propno para es-
abelecimento fabril : a trata* na ra do Commer-
io n. 34, com J. I. de Medeins Reg
Alagase barato
Rna do Bom J<-bi>b n. 47, 1 andar.
Rna de Lomas Valentina! Largo do Mercado u. 1 7, i ja com agua.
As casasda ra di- Coioui:' Suassuna n. 141
Largo do Corpo Si.uto n. 13, 2." andar.
Roa da Palma n. 11.
Tratfc-se na ra do Commercio a. 6, 1 andar
escriptorio de Silva GuimarSea & C.
Aluga-se barate
O 1* e 2 andares do sobrado ra do Brum n.
36, cada qual com bastaules coromodos para fa-
milia, vista aprasivel c muito aitjado, alugue: ra
soavel ; trata-se na ra larga do Rosario n. 34,
pharmacia.
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinbar em casa
de familia ; a tratar na ra Duque deCaziasn.
85, toja.
Ama
Precisa-se de urna cosinbeira para casa de pe-
quena familiit ; a tratar na estrada nova de Ca-
zanga, no sitio do Sr Valtncs, on no escriptorio
'/Jtestearc
Ama
Precisase de urna ama para cosinbar, pira
orna familia de quatro pessoaa ; na ra do Tor-
res n. 36, 3- andar.
Precisa-se de urna,
para o servido de casa
de ponca familia: na
ra do Cotovcllo n. 40.
Ama
Precisa-se de urna ama de meia idade
da Aurora n. 137.
na ra
Ama
Precisa-se de cma ama pira comprar e cosi-
nbar ; na rna Vidal de Negreiros (largo das Cin-
co Pontas) n 134.
P;rapassaralYsta
Aluga-se urna ptima csa na Boa-Vingem,
perto d8 bnli) c c m ezcelleote accoiomoda
coes para familia, preyo razoavel ; trata-se na ra
arga do Rosarii n. 34, pharmacia.
Criado
Preeisa-se de um i-rir.do que st-ja bim copciro :
na casa n. 5 da rna do Principe.
Criado
Preciaa-sc de um criado para casa de famila.
dando se preferencia a eacravo ; no caes da Com-
panhia n. 2.
Luz brilhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINAS
MARTIWS* BASTOS
Pernamhuco
NUMERO TELPHONICO : M* 33
Agua florida. Kxtri, titea de flores bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida-
deesuas prepriedades benficas, excede
a tudo que ueste genero tem ppparecido de
raais celebro.
Tnico am encano. E' a primeira das
preparacrocs para a tonservayao dos ca-
bellos. Extingue as casp-8 e outras mo-
lestias capillares, faz nascer os cabellos,
impede que embranquecam e tem a grande
vantagem do tornar livrts de habitantes as
caberas dos que os usam.
Oleo vegetal- Compcsto com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar bruno sos cabellos.
Agua den'ifricia. Excelente remedio
contra a carie dos dente, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o ruo hsJito.
Vende-se na principacs casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TELEPHONE N 33___________
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cer ecreseer o cabello ainda
aos mnis eatMSj cura a
tinba e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co da cabe-;r.. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir on de embranqne-
cer, e infalvelmente o
tome, espeeso. macio, lus-
troso e abni-Jaiiie.
Agua Monda de Barry
Preparada segundn n formula
original usada pelo inventor em
- E'o nico perfume nomnn-
do jae tem a appror,-u;8o ofikiai de
um. Govemo. Tem dnas vezea
ni ida fragrancia que qualquer outra
dura o obro do tempo. E'milito
Biais rica, suave e deliciosa. E'
mnito iais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
caata no banlio e no quarto do
doante > E' especifico contra
froudfto e debilidade. Cura as
dores da cabera, os cansacos e os
desmaios.
Xaroje le Viia e Renter No. 2.
Aos 1000:0008000
200:000*000
100:0001000
LITE IIA
GRANM
DE 3
Em favor dos ingenuos da -Colonia Orplianologica Isabel
i)A
PROVINO! 1 DE PERNAMBG0
Extpacgao a 1S fle Dezemarj fle 1886
0 thesourciroFrancisco Gon^alvcs Torres
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutica
O emprego em medicina do Perro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Perro Rabuteau sao recommeiwiadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Esyotatnento, Convalescencia,
Fraqueza das enancas, Depauperamenlo e Alteracao do tanque em consecuencia de
fagas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 i ti grageas dor dia.
A'ei Constipando nem Diarrhea, Assimilaro completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pesseas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as mancas.
lia* Urna explicado detalhada acomoanha cada fratco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS,
encontr em casa dos Droguistas e Pharmaceuticot.
que se
AXTtS DX TJSAJy-O.
n DSTTSAt-e.
ipoait
nas, I
scrofnias, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affec^es, Cutaaeas e as do Couro Cabel-
ludo com perda de Cabello, e de todas aa do-
sncas do 8asgue,.Figdo, e Rins. Garntese
que purifica, enriquece e ritalisa o Sangne
e restaura e reno va o sysiema inteiro. -
Sabao Curativo de Reuter
Tian iifim
PARA TINGIRA
barba e os cabellos
Pastillias veniiiiii^ns
de Ilcring
o melbor especifico centra run-s : deposito cen
frnl em chsh de. Fnria Scbrinh i & C, ra do Mr-
quez alinda n 11,
Cozinheira
Precisa-s de uma ama para
cozinliar: no o andar da ra
finque de Caxias n. 42, or cima f'
da jpograpliia ih Diario.
Ao commercio
Antonio Martina Gon es, avisa ao corpa cem-
mercial desta prac, e aquem mais possa interes-
sar, que uesta data con prou ao Sr. Francolino
15;irbf-sa de Oliveira, seu estabelceimento, sito
ra Vidal de Negreiros d. 2, livre e desembara-
zado de qualqner onus, cujo isUlulccim ntogyra-
va sob a firma de Oliveira & C., e se alguem se
r credor do mt sino queira apn sentar suas
ss no praso de 8 dins a cantar da data deste,
ra do Nogueira n. 1.
Kecife, 24 do Novembro de 1886.
Cuidado com as Falsiflcacss.
AGUA de MELISSA1
dos Carmelitas
IBO
nico Suoceseor dos Carmclitae|
Ra de l'Abbaye, 14, PA.RIS
I=A-iaiS, 14,
I Contra a Apoplexia, o Cholera, o Enjo do mar, os Flatos, as Clicas. Indi-
I geataa. a Febre amarella. etc. Ler o prospecto no qual vai envolvido cada vidro.
Deve-se exigir o letreiro branoo c preto, cm todos os vldros,
seja qual fr o tamanbo, como tambera a assignatura :
Depsitos era todas as Pbarmaclas das Americas.
INJECT 0N GADET
^iira certa em 3 das sem outro medicamento
JPAUIS V, Boulevar* JL*atuti-c V --- VAMIM
Hotel i hospedera Estrel-
la do Norte
O propHetario dcste hotel, tendo de r tirar-se
pura fra desta provincia por incemmodo du su-
de, vende o cstabrlecimanto cima indicado e per
preco cemmodo, o qnal est fuzendo bjm negocio,
e ueste genero um lecimentos, tai.to qui como fra desta provincia
trata-se na mesmu, ra Tbon, de >S uza n. 8,
Lingoeta).
BMLSO
DE
SCOTT
DE OLEO FURO DE
Figado de l)acalho
COM
Hjpopiospiitos de cal e soda
lpprovada pela Jasaa de ily
giene e antorlsada pelo
governo
E' o melbor remrdio at hoje descoberto para a
tlalca broncltlletit escropbulast ra
riiiiiM. anemia, i ebllldadc em gerai.
deflnxosi ic ebronica e nTi-
do pello e da narcnni.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
Javeis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituintes dos hypophcsphiios. A' venda nat
drogaras e boticas.
Deposito em^Pernambuco
PMLAS do D'CROKM
de tOQURETC de FERRO ; de QUIMA 1
THHfTA aWNOSll bom xito tandemoart ks
ac-ffleacia iLCOD'-wiave' d'estuPlalas,quani'jtFCMB
ioic$ m flemrnroi prfeUca pana -^jev^ao i* i \nj*e.
PoIm las propriedades tnicas t mpttrate**,
o xoavBETo a rsxsc a 'i mdicamenK ea*u -otiTO coatn u
Para (fe Mppeilts
'A CtVtiCQEmp'ibrf.imtnto o Oanaue
tffeccat esr.i-ofalotas, eti-
VI fn*H se-'l i, ra G-:ntn2-SsJH-6eT*t,'B,MBB
Bj %flvMrtics rniK-k.caitvAaa
Marca
Registrada
Cal virgem de Jagnaribe
Abri-se ra do Bom Jess n. 23
um urmazem onde se vende constantemen
te a superior eal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
/em do estrangeiro, vendi la pelo preep
fixo de 6#000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pe reir proprietario do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras lhe d o nome.
E' encarregado da venda nicamente
i nesta cidade o Sr. Sebastiao Bczerra,
I com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
f VERDADEIRAS PILULS do D"8L
Pemoes preparados ferruginosos podem xproatntar-ae 6 ccr>f>*.ifa do Mmtte93\
i Bootes vr.oiado ai cfocumeuiioj to anthealicoc como os eje inea;
0o empregada* cem o melbor czlto. ha mata e IC wiiiv?, mejor paite iw Medios, J
pan catar Anemia, Cbtorase isort filjr), e facilitar a form-c&i Aos raparia:-
Mbeor QueatDsercao desta Pduias no novo Cedex fratu? u<>4 dispones de todo tarto,
os llaiiarecic* a i/i uaica cltagio, a do B' norat. -
rsuista 1S mavo qne axn+o + Xitt&ta,nL,aizeue,rccmn*i<>*taaPiter&GdSiau '
* vaaRarat taconteatsreai to&re tm oatMM tn-ugiso, aa o-/,jtdc"o cores
< aiataior matlchlrotto. & DOue!.e
ts-PieaiJemf a c>6tnia te IMtlna M Parto.
5b9ie eilla-ee que o 8er> come teja (rravaao sobr~ -aCa Plala cosco itraigsa. i
OCITPRE DESCONFIAA DA "T.TAQtS 1
tiMIS, ma Pjm. I.Pe .tarabuco: f*iW rfa J" > V, t aas Diatipstsr-fesraariM.
Para o Banho, Toilette, Criar.
8as e para a cura das moles-
as da pell de todas as especies
* em todos os periodos.
Deposito em Fernambuco casa de
Franciaco Manocl da Silva & C.
Feilor
f HIMIIOWI
EXP0SIQ0 ^^ UNIV 1878
Mdaille 'Or ^^Croii-Cliefilier
" 'tS HAUTES RCQUPENtiS
Nova Creacao
PRIMAVERAI
E.COUDRAY
Inventor da
! PERFMfilA ESPECIAL de UCTEHA
to apreciado do alto mundo.
3*bonete........ PRIMAVERA
Oleo............ PRIMAVERA
Agua de Toucador PRIMAVERA
Easencra........ PRI GAVERA
P de Arroi...... PRIMAVERA
FABRICA E DEPOSITO I
pars 13. Ru d'Eogbieo, 13 pars
..............>!
Preeisa-se de um ilh< para um sitio em Bebe-
rib>" ; a tratar no caca da Companhia n. 2.
ATKINSON
PERFUMARA ingleza^
Afamada ha mais de um scalo; excede todis
u oatraspf lo *n perfume delicado e f xquisi te
Tr.Kz Mkdai HAS 1>K Ouro
PARIZ 1878. CALCUTTA 1884
pela extra-fina excelleucn de nM quiiidade.
Perfume moj-;rnot de r* Jiinaon
FAGRSA & CTMBIDiUM
de raro e peculiar perianto oquaes teodo sido
ieiirdosspo.l'rn.Tolti'li.p<.rintniie-lio
deemInvnti)rc- ,to.
AGUA DE GOLONI\ D. ATKINSON
em rial pelo ?en perfume aMM rirnf nlrarto.
Excede lou os proJun< s Hnilares vendidos
sob o me-m
AGUA FLORIDA DE" ATKINSON
Vlicadv pedHMe para o len.o disuliao 6*
ama escolti exqsiiita.
UeHln-v m U\i it li M u bRtd i tUt e Fibncutei
J. A E ATKNSON
34, Od Bond Streot. Londres.
Marca de Fabrir.a Uma "Rosa branca"
sobre ama Lyrm de Ouro.'
Bazar de passaros
iiha Ni'ste es[abelecimentoeuc)iitra e eempre gran-
de aortimrnto de ctr-eeiaia paeaaro e guilas,
nncinnaes e cstrangeiras, friic-na de diversas qua
ida'les, balainhos para ninhna declnanos do
impirio, jarros e cestos do timb, trvbalho mnito
perf. iciadc, a sabr.rosa pimenla em conserva em
bnd'.a frs^qmnhof. vmd- s da Amrrica, pilo barato
pieeo de 120 rs. cada um, c oulros mu toa gene-
roa, que ae tornam enfadonho meucicnar, (udo por
preces m dici s.
Ao bello sexo j
O Pedro Antunes & C,. nempre pressuroso en
agradar as Exmas., acaba de receber grande va-
riedade do delicados artigos para presentes, desde
1 at 500.
Completo srtimento demeias lisas, arrendadas,
bordadas brancas e de cores para scnboras e me-
ninas.
Lindos broches e pnlseiras de pbanta6ia com
inreripeo.
Benito s^rliir.ent'i de fitas largas o estreitas (: ,
tsmbem de bicos brancospretos e de coi es.
Commodos e bous espartilbos para todos os pro-
cos deade 4 at 15*. E' a OVA ESPERAN-'
(A, 63rna Duque de Caxias.
Grande rovoluyp infantil
Novos e interessautea brinqaedos para crianca. i
10,000 calungas de folha e raadvii, grandes e ,
pequeos para todos os precos, tambem alguna
instructivos subre figuras ee geometra. A files
o t' inpo propno.
Fartieularmenle ao sexo feio
Econmicos punbos ts collariohos de Selloloide
modarnos, nevos e bonitos, conservando ge limpoe
por espay i de 3 mpzes. Vale a pena .' Bons e
c immodos suspensorios de seda e nh C^ Bonitas
e finas meias de es.'ossia de seda e cruss. Para
n> esquecer o Pedro Antunes St C.
63---* Djib lie Caxias63
Elixir carminativo e tnico do
pbarmaceueo Ye as
Remedio que cuca dyspep9i*as, gastralgias e to-
das as perturbacoes ligad 18 desarranjos de es-
tomago e intestinos. Aconsclhado por vares cli
nicos dos m:iis conceituades desta cidade, acha-se
venda exclusivamente na pharmacia americana
de A. M. eras"& C-, ra Duque de Caxias nu-
mf1 M.
Adrr.lnlttracto : PARIZ, $, Boulatarb Montnartrt.
GRANDE-GRILLE.Afleccorsl vmphaticis.iioer'.-
as1 js Tasdij.'tStTas.obslraccoesao fijado e a* \n<;0
obstrucci'ci usceraus, concre^es calculabas da bile.
HOPITAL. ACeccesdafTiasiligcsIiriji.icomino-
dos da estomago, dlgcslao difficil, iuappeteDcia,
lutralgiaf d^spaosia.'
CELESTINS AuVccw;sdosriiu,i!a>jei;areii>,
* conctt;dcs(lasourina-,g .ta.diabeUM.albuioiDuria.
HATJTEHIVE.AITcci;o.'sdosrin.d?h*iii;a,arela.-
eoDcre^duiil.1- oui iaa$, tata, diabelas, nlbo.-niaaria.
EXUA-SE K02IE da FGKTE na GAFSu
I
Em Ptrnamzjco, as Aguas da* Kontes de Vi.by,
llilM nomeaias. a-hj-ie cm caaa d>
BWIUSUEN.Y & LAblULE, 9. nu lo Ccmmcra-
6UL2XR 3i KC. CHUN, 35. roa i* Cnu.
MEDICAMENTOS FUNDAS E TINTAS JE
TODA? AS DUALIDADES P==k%
.ROOUCIJS CHIMIC0-PHARMACEUTIC9S E
L--------1 I ESPECIALIDADES 00 PA12
*nT~
5 7, Ra do Dupe de Caxias,5 7.L
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeiro
H
NEVRALGiS
uiot cimas mu
OPPRESSAO
TOISC
UTiUflo-cEn.ni
ispira-se a f-jm-:? cue nenetra no peito acalma o aymptoma aervoso, (acuita
a expocteraca e Urorlsa as luiicodes dos orgaos respiratorios.
Ttmti ea> >! > cu> 4e S ESPIC. f ts, < M>-i.aaurr. en Parto
- BttVtitanot tm jt^rmttmtfut, MUMS **g-*yt^ JL!i. _,-r
Ao publico
\ Jaa**^^ Por QH. TA.Y
v PARS, S, Rna de la "Fe
s it 2rdt PREPARADO COM BISMUTHO
Perfumista
la "Faiac, 9, FJ^RXB
Criado
Precisase de um crudo de 12 15 minos Ue
idade, que suibn Irr e escrever alguma coiibh, e
que d conhecimento de sua conducta ; nu ra vio '
Bom .Ii bus n. 28.
*
riif
coiumcrcio
Os alinixo assignados desiacMR q^ie de suas
transad,is tai cg uniecs roepjnsaveis pelos d-
bitos contrahidos i m sna finn::, e nao ee enten-
dendo co.n o sinnuncio que fnz o Sr. asftwlo Mar
lins Gome?, vist.i s- a cvAM 2 da rna ViImI de
Negreiros fiial a do n. 21 da n.efm>. ra.
Oliv. ira & C.
Portas e janella
N. escriptorui deste Diario fe dir qnem precisa
comprar 2 portus d>- 12 1|2 fuimos do altura e
18 janellas de 8 pnlm' 8. tu lo de louro ou amarello.
Para qiieui precisar de bauhos
salgados e ares salitrosos
AIul'h ae per pr.9.1 bxrHto uma cusa im Olinda,
rna de Francisco, concertada de nove, caala e
pin'ad', com 4 quartos, 2 i-las e cosinba fra,
muiio desea e con linda vis'a para o mar, tica
muito perto dos bunlios e tainbem da estaco do
Carino : a tralar na ra do Imperador 11. 31, ar-
mazt m do gaz, e as havea ttao na tavern jun-
to n estafito do Carmo.
Telephooe n. 348
Os abalio assignados proprietario da n linaria
ra do Coronel Siiassuuu 7, avisam ao pu-
blico e sos Srs. fi-eguezes que em seu modesto
estabilecimento encontraro sempre assucar refi-
nado de 1*, 2, 3', especial e candy, assim como
assucar de caroco de todas as qualidades.
Alm de sinceridade e agrado em seus tratos,
encontrarao tambem muita moditidade em pre-
ces.
Eecife, 25 de Novembro de 1886.
Viuva Barros & C.
Atteiifo
Roga-se a qnem pr-Rou e qnein entregar, me
dianie uma cratHkacjUt, um gato grande, com os
siguae seguintes : costa amarella e barriga bran-
ea. ( s brancos, e acode pelo nome de Lobato ;
cujo gato drapparec*u do 2 andar do sobrado
n. 10 da ra da Crui do Recife.
.-.Ileiifiio
A'uca fe a casa sita na travesea do Corpo Sar-
'o n 16, com nma bra arsMeae envidracada, faz
ae qnalquer nei/ocio ; a tratar tm ma, de Mariz e
Barras n. 14, arm lem di fumes.
APPROVAgO DA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS
Aarremataco
No dia 30 do corren
te depois da audiencia
do Dr. juiz municipal
do termo de Ipoju^a,
ser arrematada a sa-
fra do engenho Tape-
ra, avaliada em tres
coritos de reis. apar-
te pertencente fa
zenda.
\
Plalas purgativas e depurativas
de Campanil!.
Estas [-.lulas, cuja preparacao parameute ve
^otiil, tcem sidj por mais de 20 anuos aproreitadas
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affeccoes da pelle e do ligado, syphilis, bou-
boes, escrfulas, \-bagas inveteradas, erysipelas e
^oborrbas.
Modo de usnl-
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
Oendo-se spos cada dse um ponco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
Estas punas, de invencao dos pharmacenticos
Almeida Andrade 4c Filhos, tecm veridictum dos
Srs. mdicos para sua melbor garanta, tornande-
36 mais recommendaveis, por serem um seguh
purgativo e de pouca dicta, pelo que podeu ser
isadas cm viagein.
ACHAM-SE A' VENDA
^a drogiii-la de Faria Sobrinbo A
4l R0A DO MRQUEZ DE OLINDA 41
------
XAROPE
'
til!
:: HYPOPHOSPHTTO DE %
EmpregjftArja cbm tatito oiito pan oaru ai
iphthlBlca c as molestia?, tuberculosas,!
'vendoin-b unicainer.'e em frascos qnsdra.-
O quinium Labarraque am Vinho .'mineiucmente tnico et febrfugo destinado substituir todas a
OBtras preparaces de quina.
O quinium Labarraque contem todos os principios activos dos vinhos mais generosos.
O quinium .abarraque prescripto com 9 : ; 1 ;em aos convalcsccntes de doene^as graves, as parturiente* e
a todas as pescas fracas ou debilitadas por un frb.- lenca.
Tomado cora as verdadeiras pilulas de VaJiet, sao rpidos effeitos que prodiut nos casos de chiorost,,
ma, cores pailidas.
Em rarao da ci^rccia do Qirnium Lah.irraque. pspfcrivel
mal o^em/opoile licor, no fim da refeicao c as pilulas-dc Vafirt antes.
Vcndc-se na mor parte d^s pharmacias sobe a as-ir_iutura.:
Fabricapo c atacado : Cr>sa L. PRERB
19, ru Jacob, Paria. ^y
goza ('.0 um Deni estar ilosuss ._
Os lijzopkosphitos que letlio a marca
12, rite Cuttiglione. Pariz, *5.t os uni-
t>,3 recon/ieci'/os o recommcnlr.dos yeto
D' CUtincHILti. auo oberta
1e sttss propriedades curativas.
Prer;o : 4 francos por (raaoo era rrwsca- h
KeaJea-'t un prinv-'we Pharjiaciai.
EogoiiiiiiKloira
Precjsa se de uma prcta engommadetr
para casa de pequea fumin, daado-se
preferencia sendo eserav, a tratar na
Caes da Ciropanhia n. 2.
Perdeu-se
a cautela do Montj de S. cenrrj d'esta provincia
I n. 12.67: quera cncntral-a e quiser restituir,
pode dirigir se ra do VigaWo n. 5.
-


1
\
l



7
VENDAS
A KevoluQo
A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintes artigos com 25 /0 de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Zephirod fino >, lindos padrdes. u 500 rs. o cavado
Lis de quadros, a 400 ris o c >vado.
Ditas lavrada a 400 res o dito.
Ditas com bolinhas a 500 e 600 ris o dito.
Ditas com listrinhas de aeda a 560 ris o dito.
Ditas mescladas de seda a 700 ris o dito.
Cachemira da cor a 900 e 1*200 o dito.
Ditas pietas a 1*200, 1*500 e 2*000 o dito.
Ditas de cor bordada de seda a 1*500 o dito.
Linhos escosseTes a 240 rs. o corado.
Zephiros de quadrinhoa e lisos a 200 ris o o-
vado.
Linhos lisos a 100 ris o cjwado,
Seiim maco % 800 e 1*2U0 o dito.
Dito damass a 320 rs. o dito.
Setinetas de quadrinhos a 320, rs. o dito.
Ditas escocesas a 440 rs o dito.
Ditas matizadas a 360 rs. o dito.
Cretonea finissimos a 360, 400 e 440 ris o co-
vado.
Chitas escuras e claras 240, 280, 300 e 320 ris
O covado.
Nansue finas a 300 ris o dito.
Enxovaes para baptisado de 9*000 um.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 ama,.
Seda crua a 800 rs. o covado.
Colchas brancas a 1*500, e 1*800 ama.
Cobertas de ganga a 2*800 urna.
Fecbs prateados a 2*500 e 3*000 um.
Ditas, de peilussia a 6*000 um.
Ditos de la a 1*000, 2*000,'3*000, 3*5004*00u
e 5*000 um.
Panno preto fino a 1*000 o covado.
Cortea do casemira a 3*000, 5*000 6*001
um.
Crep para cob^rta a 1*000 o cavado.
Cretone para coberta a 400, 500 rs. o covado.
Lencoes a 1*830 um.
Bramante de linho a 2*000 a vara.
Dito de algodao a 1*200 a dita.
Dito de 3 larguras a 900 ris a dita.
Panno da costa a 1*400 e 1*00 o .\ado.
Dito adamascado a 1*800 o dito.
Espartilhos de ciuraoa a 4*000, 5/000, 5*500,
6*000 e 7*500 um.
Cortinaaos bordados a 6*500, 7*500 e 9*000 o
par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Lencos de 1*200 a 2*000 a duzia.
Velludilhos lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
covado.
Anquinbas a 1*800 rs. urna,
Panno de crochet para cadeiras e sof a 1*000,
1*200, 1*600 c 2*000 um.
Henrique da Silva 'Moreira.________
Diario de PernambacoTerfa-fcira 30 de Novembro de I&86
Cochcira venda Leitura para senhora
Vende-ao urna oocheira com bons carros de
passeio, bem localisada e afreguezadt., por preco
muito mdico, em razio de seu dono nao poder ad-
ministrar por ter de fater urna viagetn : os prs-
tendentes acharSo com quem tratar ra Duque
de Caitas n. 47.________________ ___^___
A' Florida
Roa Duque de Caxias n IOS
Chama te a att*nco das Exmas. familias para
os prucos seguintes :
Luvas de seda preta a l*000Jo par.
Ciatos a 1*500.
Luvas de pellica por 2*500.
2 caixas da papel e envelopes 800 rs.
Luvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para homem a 3*.
Metas de Escossia para crianea a 240 rs. o par.
Titas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albuns de 1*500, 21, 3*, at 8*.
Ramcs de flores finas a 1*500.
Luvas de Eseossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* par.
Porta-retrato a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos n 200 rs. o par.
Guarnieres de dem idein a 600 rs.
Aaquinhaa de 1*660, 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisas de 2 a 3 ordaus a 400. 500 e 600 rs
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000-
Idetn estreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a peca.
Pentes para coco com inscripcao.
Babadores com pintura e iasenpeoes a 500 rs.
Para toilet
Sabio de areia a 320 rs. um.
dem phenicado a 600 rs. um.
dem alcatro a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem de atfaee a 1*000. ,
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*000.
Macacos de eeda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 3* a dusia.
Estojos para crochel a fOO rs.
Lichas para crochet cor de reme 200 rs.
Linhas para crochet de seda meselada 300 rs.
BARBOSA & SANTOS
Brolhes nikeludos e douradoa a 2*000.
Bonitos graup'js deurados a 500 ris o rrtaC/O.
Esplendido soi amento de galoes de vidrilho.
Grande variedade de legues de sitiin, a 4*000.
Frisadores americanos pa.a cabello a 3*000 o
maco.
Setas de phantasia para cabello.
Bonita collecco de plisss a 400 rig.
Brineos, imitacao de bnlhanto, a 500 ris.
Aventaes bordados para enancas a 2*000.
Chapeos de rusti e setim para enancas
Sapatos de merino e setim idem, dem.
Meias brancas e de cores, fio de Escocia.
Pomada de voselina de diversas qualidades.
Sabonetas finos de vozelina e aliace.
Extractos finos de Piuaud, Guerlain e Lubin.
Lindas bolsas de coure e velludo.
Fecha de la para senhora a 1*800.
Sapatos de casemira preta a 2*000.
Tesouras para costura, de 400 ris a 3J00O.
Picotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade de botoes de phantasia.
E milhares de objectos preprios para tornar urna
senhora elegante, e amitos outros iudispensaveis
para uso das familias, tudo por precos admiiavel-
mente mdicos.
Na Graciosa
DA
Una
do Crespo
Duarte & O.
n. 9
Grande reforma J...
Cabriolet
Vende-se um cabriolet em perfeito estado ; na
cochcira ra da Roda n. 45, por medico preco.
Vende ^e
um telheiro de zicco c um moinho de pedra do
Porto para moer milho. urna masseira, ama, ten-
dedeira, um torno de ferro, urna bomba espirante,
urna porcao de made'ia para coebeira e um baleo,
tudo barato ; no largo da Santa Cruz
n. 16.
PIMO DE RIGA
le 3X9, 4X9 e 3X12; vende-se na serrara a va-
oor de Climaco da Silva, caes Vinte Dous de Ho-
rembro p. 6.
Vende -se urna armacao propria para pbarmacia
ou drogara
numero 34.
pi
a tratar na ra larga do.Rosario
WHISKY
Tecidos de linho
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este exccllente Whisky Esceaees preferiv
*.-> cognac ou agnardenje tje canoa, para fortifica-
} corpo.
Vende-se a retalho sos fe Ihores armazens
nolbudos.
Pede BOYAL BLEND marca VIADOeujent-
, sm emblema sao registrados para todo o Brasil
BRVVN8 t C, agesrtes
A 500 rs. o covado
Na loj da rna da Imprratriz n. 32, vende-se
um bonita sortimento de fazendas de linha para
vestidos, feudo largara de chita francesa, com
muito bonitas corea e palminhas bordadas, pe-
chincha a 500 res o covado, na ioja oe Prreira da
Silva.
CREME e VOUGEOT
Especialid&de de Cassls
C JUSTIN DEVIILEBICHOT
TOJOS (ClE-fl'r) Traae*.
18 MeeUilhm mi fajos/e** de I
rain 1855, 18S0. 18t7 (Eraasifa OsJrmsl)
DIJO 1155 (HesaUa de Honra), lili
LOMEES. sUCM 1I5B BlBJUUX 1159. 1KS
BODII 1SSI BCSUCOI. TUTES 11(3
i DeposiUrionnParnamiuco :rruc"Bf.da8XVA*-0_
PARA
ACABAR
AL BOM MARCH
Ra Orno de Caxias i. 81.
Completo sortimento
metad de seu valor.
de fazendas par
AproveilemU!
Serrara a vapor
Caes do cap bar be n. 8
N'esta serrara eneontraro os senhores fregue-
ses, um grande sortimento de picho de resina de
anco a des metros de comprimen e de 0,06 a
0,24 de esquadros Garante-se preco mais cmo-
do do que em outra qualquer parte.
Francisco dor Santcs Maeedo.
LiquidaQo
Chpos modernos, pilmas, plumas fluri
.ido por pre^o muito barato.
Mmc Miquelina
plumas fLres e fitas
Ra as Orutes n. 39
Oleo para machinas
Em latas eontendo cinco ga!5es, a 9*000 ; ven-
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.___________
Vende-se
2 cofres preva Ue fogo Milrrers, 1 carteira e 1
pisno, tudo novo; n* rus do Baro da Victoria
n. 35, andar terreo.
I
Vende-se urna armacae de smarello, eavidracs-
da, poi mdico precio : a tratar na rna do Mr-
quez de Olinda n. 24.
Realmente foi grande a que se fez na Loja dos
Barateiros.
Una da Imperatrlz p. 40
E sao os nicos que tem as seguintes especia-
lidades !!'...
La e alpacas, grande e importante sortimento,
e lindissimos padroes, o mais tino e apurado gosto
que tem vindo, e por preco baratissimo, de 000 600,
700, 800 e 1*000, o covado, porm fino e bom I...
Querem ver ?... aparecam !!!...
Exmas. senboras .' !...
'IVmes um lindissimo sortimento de tailhe, que
a vista agrada a mais excepcional fregueza ; uto
por menos do que em outra qualquer nasa ; s n.
40 !....
Pois custa 600 rs. o covado.
Temos mais iodos sortimento de fustes a 500
rs. o covado.
Chitas finas, especialidad?, porque houve gosto
na escolha, e vende-se por 240, 280, 320, 360,400
e 600 rs. o covado, n. 40.
Tamben temos.' !!...
Lindos padroes em baptista de 180 a 200 rs. o
covado.
Cainbraia victoria e transparente finas e boas
de 3J3O0 a 8000 a peca.
Bnm branco de linho especialidad 3at500 a vara pechincba !
Brini pardos lisos e trancados de 700 a l>l600a
vara, aproveitem festa! I !...
Mobsckim grande sortimento a vontade do tre-
quez, vende-se de 400 a 560 o covado, venham !...
Sitinetas !!!... esplendido e importante sorti-
mento nesse artigo, sendo brancas, pretas e de co-
res, lavradas e lizas, o que se pode desejar em bom,
vende so de 400 a 6C0 o covado.
' Temos mais !. .
Casemira de todas as qualidades e cores, e ta-
semos costumes de 30 a 60A00, barato e em
covados de 25U0, cousa fina e que a todos agra-
dan), appiree.im !
Acreditcm ?...
Venham ver, para crer !!!...
Madapolo de 1< qualidade de 4*500, 5<500,
6/S00, 7*500, 8^500 e 10* a peca, e que ha de
melhor.
Algodao de 3/600 a 7^500 e 8*000 a peca tem
20 jardas.
Camisas de meia de cores e brancas de 800 a
1/800 6 2/000.
Cojcha de lindos desenhos a 4|O0O, casta 6/000
em outras casas.
Pannos da costa do melhor que ha custa apenas
2/750, o metro, pichincha !
Bramante de linho a 1/800 a vara, 10 palmos,
para a cabar.
dem dealgodoa 1/300, palmos tambem bom.
Algodao eajfestedo, 10 palmos a 900 rs. o metro,
muito bom para lcncoes.
Alem das fazendas ja mencionadas temos mu i tos
artigos de modas como seja, lequcs de fino gosto,
gravatas, colarinhos, punhos, meias etc. etc.
Alheiro &C.
RA DA IMPERATRIZ N. 40
COLONIA ISABEL
EXTRACgO SEMANAL
4.a parte da 24.a lotera
O R RE
de Dezembro de 1880
'j'

-
c
No dia 1
Itransferivl I ntraasferml!'
0 PORTADOE DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida, alm da lianza, por um deposito
no Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie.
BILHETES A YENDA
VA
,-'-
Vende-se
estabelecimento de molbados sito 4 ra deD.
Mara Cesar n. 9, proprio para principiante por
dispor de poueos fondos, cu admitte-se um socio
com capital, o motivo o dono precisar de reli-
ar-se por incommodo de sade.
t......Illlllllt..........I
MORSONs PEPSINA;
Renedk) lnallve e agradaiel
PAB4 COMBATTstR A m
INDIGESTAOI
Sob a forma de
FKASCOS. FB
OlOLOBjXOg.
VENDE-SCnoMUMDO IHTIRO.
PREPARADOS DE
Pe tuina MraoH
Multo rteommendidts
pela principad Medico.
MORSON SON
Swtiuiton &ov, Russell-gurt
LONDON
MltfUvititmPerntmbuco :FrtK>M.sa8ILVA*Cl>.
C VRNE1R0 DA CUMI4 C.
as Exmas. leitoras l minutos de alien, o para os s-
Camisas nacionaes
A *500. SAOOOe S4500
32=*= Loja & ra da lmperatris -= 82
Vende-se neste no70 estabelecimento nm graa-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber
turas e pjnhos d linho como de algodao, pelos
baratos p'e\os de 2/500, 3/ e 4/, sendo tazenda
muito melhor do que as que veem do estrangeiro e
muito mais bem foi tas, por seren cortadas por
um bom artista, especialmente camisairo, tambem
se manda fazer por encommendas, a v intade des
fregueses : na nova loja da ra da lmperatris n.
3.', de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de faze
RODA DA FORTUNA
36-Ra Larga do Rosario56
Bernardino Lopes Alheiro.
r
Jg
.-.
EXTRACCO
DA
4.a serie da 24 pieria que se exlrahir na igreja da Coiiceifao dos Militares
EM 1 DE'DEZEMBRO
SOB O SEGUINTE
P4RA EXTRACCO W LOTERAS NESTA PROVINCIA
A fflOB II IIjWO DOS 11
rJas
3;
At Roa da Impe
DE
FERREIRA DA M^VA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
pjitavel publico um variado sortimento de tasen-
das de todas as qualidades, que se vendem por
precos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para bomens, e tambem se man-
da tazer por encommendas, p r ter um bom mos-
tr alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
easemiras e brins, etc
Pe<|eni
guintes artigos, alias baratissimos!!!
Bonitos 8ortmentos de merinos de todas as cores, a 600 rs. o covado !
Linda esolha das raelhorea cachemires, a 500, 600 e 700 rs. o dito !
dem dem de quadros, novidade, duas larguras, a 1600 e 1(5800 o dito !
Setinetas de phantasis, a 400 e 500 rs. o dito !
Caxemires felpudas, duas larguras, a 11000 o dito !
Liinons com palmas de seda, a 800 rs. o dito !
Merinos prctos, desde 900 rs. a S^SOU, o dito 1 cor garantida.
Lindos vestuarios de la para criancas a 7^500 e 80000.
Ricai gUBrnicS's de crochets para cadeira e sof, p r 8(5000
Vdludinhos de todas es edres, a 1#000 e 1^200 o covado !
SetiM Maco, verdadeiro, a 800 e 10000 o dito !
Luvas de seda de todas as coras, a 20000 1
Lques de phantasia, a 10000 e 10500 I
Meias para criangas, a 2(5500 a duzia I
Esguiao para casaquinhos, a 4|J000 e 405000, dez jardas 1
i arabraia branca bordada, a 60000 e 80000 a peca !
Actoalhados, bramantes para todos os pregos ; a!ged3es, madapolSes bara-
tissimos o rauitos outros artigos que se liquidara por menos que em outras partes.
59Ra Duque de Caxias 59
SAUDE PARA TODOS.
1
/
PILULAS HOLLOWAY
I
A 8 Pllulas purlflcao o Sangue, corr em todas as desordems de Estomago b
dos Intestinos.
Fortalecen a saude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidaaes
peculiares ao sexo feminino era todas as edades. Para es meninos assim como tambero para as
, pessoas de iade avancada a sua efficacia e incontestaveL
EaSt mediana! slo preparadas omento ao Estabelecimento do Profanar Hoi-lowat,
78, HEW 0XF0EB 8TEKET (aatos t*i, Oxford Btrest), LOsTDBKS,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
I gg ru roninradoraa ato convidado* respetosamente a examinar o* rotlos de cada caixa e Pote te ato totm a
ipraoona m dtaegE. 533, Oxford Straet, -^^
10/oa
utm
12JIXX
bib
6/50C
. Htm
1460
IfOV
lKun.cla Imperairli II
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se aa ronpss abai
10 mencionadas, que sao bar Li^sUaM-
Palitots pretos de mo aiagonaes e
acolchoados, sendo tasendas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cordao muito
bem teitos e forrados
Ditos de dita, fasenda muito melhor
Ditos de flanella asul sende inglesa ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgorito preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encornada
Ditos de easemia de cores, sendo muito
besa feitas
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de bnm de Angola, de muleakim e
de brisa pardo a U, 2*500 e
Oeroulaa de greguellas para bomens,
sendo muito bem feitas 8gl4200 e
Colletinhoa de greguella muito bem fitos
Assim como um bom sortimento de lencos i*
nho e de algodao, meias ernas e collarinhss, etc
to na loja ua ra da lmperatris n. 3i
den. etineas e i;iniia KO
rs>. o covado
Na loja da rna da lmperatris n. 82, vende-
um grande sortimento de fustoes brancos a 5W
rs. o covado. iasinhas lavradas de farta-com
fksenda bonita para vestidos a 500 r. o covad:,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas si
cores, a 500 rs. > covado, pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
Ilgodaoilnho franre para leneeei
m OO rs., I* e 1**00
Na loja da ra da lmperatris n. 32, Vende-s-
superiores algodaocinhos franceses com 8, 9 e H
palmos de largura, proprios para teneres de un
s panno pelo barato preco de !HX) rs e 1*000 1
metro, e dito trancado pa- a toalhas a 1*280, a*
sim como superior bramante do quatro largura
para lcncoes, a 1*500 o- metro, c barato n& loj
da Pereira da Silva.
Roopa para meninos
A 4*. 1500 e
Na nova loja da ra da lmperatris n. 32, a
vende um vanado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci
aha curta, feitos de brim pardo, a 4*(X>0, .ditos
de moleequim a 4*50C e ditos dr gorgorSo prste
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; B>
loja do Pereira da Silva.
I A
COLONIA ISABEL
UCEDiDS PELA LE PaOVIKCIAL N. 184/, E APPfllVAfl PELO EXM. SR. VJCE PrlESIDENTE
POR ACTO DE Z DE SETEMBfiO DE
xo.oou li 'heles m vigsimos ISooo '. .
iitspoziis s t s *)*
800:000$
l.8;8oo$
6800
1
i
i
i
i
9
23
400
premio de.
dito de .
dito de 1
dito de .
dilo de .
ditos de .
ditos de .
ditos de
2:000|
1:000^
para todas as centenas, cujos dous al^rismos
forem iguaes aos dous ltimos do^rimeiro premio inciusive
i dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero na extraccao for
i dito de 1:000$ para a sorte, cujo n*nero for mais baixo
99 ditos de 400$ para toda a centena do Io premio.
99 ditos de 200$ idem idem do 2 premio .
99 ditos de 100$ idem idem (lo 3o premio .
2 apps. de 4:000$ para o Io premie ....
2 ditas de 3:000$ para o 2' dito ......
2 ditas de 5:000$ para o 3" dito .
2 dilasde 1:100$ para o 4tdito ....
2 ditas de 850$ para o 5o dilo .* .
4,000 terminacSes de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminales de 24$.para o 2" premio inclusive
s
(
ais alto
240:0001
40:000*
20:000|
i 0:0001
5:0001
18:0001
23:000*
40:000*
1:000*
1.000*
39:600f
19:800*
9:900*
8:000*
6:000*
4:000*
2:200*/
1:700*
96:000*
96:000*
681:200*
iguaes,
Esta lotera ser dividida em 20 srt de 4,000 dezenas. Quando as terminacoes do i. e 2. premios forcir
a d'este passar ao algarismo immedialamente superior. De9 passa a 0e de-0a1. Os premios sao-
pagos sem descont algum. M
O premip grande de cada serie cba-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Banco
Rural do Rio de Janeiro.
24 de Novembro de 1886.
O THESOUREIRO, N
_,___ 1
francisco Gongalves Torres?
s


Diario de RernambucoTrrca-feira 30 de Novembro de 1886


MTTERATbM
pouca
CASAMENTO A REVOLVER
POB
JULES MARY
-)(*)(-
(Continuayab)
X
Iam separados como so nj se conhe
cesaem e paretiam preoecupar so o meaos
possivel com Gabriella...
Oepois do ter corrido durante alguna
minutos, Gabriella, que havia descido a
avenida, ao acaso, nao' dando ouvidos 3e-
no idea louca que a fizera fugir, sera
reflexio, parou para respirar eencostouse
a urna arvore...
A avenida continuava quasi deserta e
nao se via em toda ella seno aquelles
quatro homens, sempre os meamos, mes
ma distan a.
A principio nao reparou em tal.
Mas, de repente, passou lhe no espirito
a vaga suspeita de um perigo.
Desde que Gabriela havia parado, os
homens que a seguiam tinham demorado o
passo para nao passar-lhe adiaote, sem du-
vida, e os que a precediam mostravam-se
muito oceupados em accender o cachimbo,
chegados ura ao outro... e era de certo
bem diffi il a operacao, porque gastavam
nella muito tempo...
Ainda estavam bastante longe, estes dous
ltimos... e Gabriella sentiuse tomada ae
medo, olhando para elles...
E' que julgava roconhooer, pulo andar,
o nsais alto, de hombros da coIossd .. o mais
baixo, de cabeya inclinada, magro, brayos
compridos...
E' que julga va reconhecer, pelo andar,
o mais' alto, de hombros da colosso... o
mais baixo, de cabeya inclinad.), magro,
bracos compriios...
-- La Guyanne e Louffard murmurou
ella.
Veiu-lhe immediatamente a idea debi-
tar para o palacio... mas. no momento <>m
que ia retroceder, avistou, desembocando
da ra Pergoleso, dous policas que passea-
vam lenta, gravemente, com as raaos atrs
das costas...
Estuu salva 1... E cerreu para elles.
Os poliia3 pararam, assim que a virara.
Peyo-lhcs, disse ella em voz baixa,
oftVgante, que me protejam, que me acom-
panh'im at a estayo policial. Sou se-
guida por p*s8oa3 que me querem fazer
mal. ..
O que foi que lhe fizera.n ?
Por favor, nao me abanlonem.. Na
es taya o dirAi tudo.
Os guardas consultaram-se cora o olhar
e depois collocaram-so de cala lado de
(Jabrilla e voltaram para ras.
Louffard e La Guyanne, sem se impor-
tarem com os guardas, tinham tomado pe-
la ra Pergolse, aproximando se delles in
sensivelmente, mas seguidos, por sua vez,
pelos dous horneas que tinham descido a
avenida do bosque de Boulogne, atrs de
Gabriella e que nao erara outros seno Si-
meo e Chilpric.
Os agentes de Mourad haviam recouhe-
cido a joven, no momento em que sahi
do palacio on le; sabiam, se tinha refugia-
do.
Receiando ura drama possivel, nao a ti-
nham abandonado ; passando ao p de La
Guyane e le Louffard, haviam estremec
do.
Viste La Guyane ? E' elle Nao ha
duvida !...
Oh oh o que ter acontecido f...
I8SO vai r squentar !.. os guardas nao sao
de mais I. .
Alcancaram Gabriella e caminhsrara a
distancia della ; e machinalinenta
jbservaram seus d us protectores que iam
com os bragas pendentes, a passos conta-
los, e o capote s .costas, por causa do
fri la manha.
E exquisito, murmurou Simeo, dan
do urna cotovelada no companheiro, acho
urna cara estranha, aos taes guardas !
Ora I nao- sao todos quo podem ser
Adonis.
Nao digo aso. .. e.ntim !... E depois,
olha um pouco. .. Qual o numero que
trazom T...
Dcimo oitavo quarteiro. ..
Entiio o que que fazem aqu ? Es-
te o dcimo sexta quarteiro.
Provavelraente executavam nlguma
diligencia.
laso tudo nao me parece muito ca-
tdico. .. tomemos sentido.
Tinham passado para o outro panseio e,
com as raaos nos bolsos, os cigarros na
bocea, caminh avara cora toda a naturali-
dade.
Os guardas haviam atravessado a ave-
nida da Grande-Arme, costeado a ra
Saint-Ferdinand atravesado a avenida des
Ternes e seguido pela ra Damours...
Depois pela ra Prony, ra Cardinet e n-
sensivelraente pela ra Guyot, voltando so-
bre seus passos.
E ninguem havia na ra do Pars, ex-
cepeo de alguns raros varredores, que
interrompiam o trabalho para observaron
curiosamente a moya entre os dous guar-
das.
De terapos era lempos Gabriella voltava
a cabera e trema vendo que La Guyane
e Louff.rd continuava n a seguil-a ; entilo,
para nao cahir, ora obrigada a apoiar-se
no brayo do um dos policiaca, dzando :
- Esto vendo-08 ? Tenhara cuida-
do!...
Bora, bora 1 daqui a pouco dir lhes
hemos urna palavra. O que que rejeia
estando corauosco?
- E a estayo?... E ento muito tan-
ge *?...-. Parete-me que .'aminhamos tanfo
tempo o nunca chegamos.. .
Paciencia !... Era priraeiro lugar nao
estagao que a aocluzimos... Nao
ah que lhe coavera ir.. .
E entilo aonde ?
Era casa do corararasario do polica,
nico que ple proi ba, quando lhe tiver
feito sua declara yo...
Gabriela nao respondeu. Apoderava se
della urna vaga suspeita.
Os escriptoros dos commissarios de po
licia nao se abrera antes das nove horas
da manh... e eram apenas quatro ho-
FOLHETIH
0 OORCUNM
POR
PAULO ::val
PRIMEIRA PARTE
os mesises sums
(Cuutinuayo do n. 73)
V

O bote le \evcr
Ah! interromp5U-me elle, deacendo
do cavallo, c o formoso Lagardre ? Fa-
lam me muitas vezes de si e isto ahorre
ce-me. Dirigirao-ns ao lado um do outro
para a igrej do Saint-Germain l'Auxer
rois.
Se nao me julga muito pouco fidalgo,
para medir-mo comsigo. ..
Foi encantador ; devo-lhe esta Justina.
Em lagar de responder rae, deu-me com a
espada entre as sobrancelhas, com tanta
forya e tanta limpeza que ainda estara ca-
bido, se nao fos3e um salto de tres toezas
que dei muito a proposito.
Eis ah o raeu bote, disse-me elle.
Palavra agrade -i-lhe muito : era o rae-
nos que poda fazer lhe.
Ainda urna pequea liyo, disse-lhe
eu, se nao abusar.
A's Bas ordena.
Com os diabos desta vez fez-m? um
pequeo ferimento na testa. Lagardre
deixara-se tocar.
Os mestres d'armas trocarara olhares in-
quietos. O bote de Nevera tomava na ver-
dado horriveis proporyoVs.
S vio fogo ? dissa midamente Co-
cardasse.
Vi o jogo, exclamou Lagardra, mas
nao cheguai parada.
Este hornera geiro como o raio.
E o fim da aventara ?
Os duellos deixam em repouso as
pessoas pacatas ?
ras :
Gabriella olhou distar;admente para os
guardas... estes trabara olhar sinstro, a
testa pequea e deprimida... a bocea dis-
forme... sombreada, tanto em um como
no outro, por alguns raros fios de bigode,
de cor castanha e auja.
No fim da ra Guyot, a urna distaaca
do cem metros, avistou dou3 guardas que
faziam sua ronda lentamente.
Respirou... \
Assim que se virom hao de reconbe-
cer-se fallir-se, pensou Gabriella... nao
terei mais medo.. Eu ostava louca. .
Mas os que a conduziam dobraram m-
meiiatamcnte a esquina da Prony e logo
em seguida o anto da ra de Cbazelles...
A moya parou tremendo.
A estayao disse ella; quero que me
conduzam estayao 1...
Os guardas responderam com um riso de
chacota. riso terrivel...
Cada um delles tinha lhe pegado em um
brayo e arrastavam-na, carregando-a qua-
si... obrigando-a a correr, tao depressa
iam.
A pobresinha debata-se :
Nao quero ir mais longe... Estou
muito fatigada...
E' preciso andar, estaraos perto da
casa do commisssario.
Ah I pey lhes que me deixem. .
Esperarei aqui.. Deixem-rae I
Etao ura delles diase-lhe ao ouvido :
E' preciso que nos siga, est se lhe
dizendo. preciso 1...
E apertou-lhe o brayo cora toda a forya.
Gabriella conteve um grito de dor ; o
guarda trazia ura pequeo puuhal na pal-
ma da raao, cota o cabo oceulto dentro da
manga da farda.
Sa der um grito, urna palavra dis-
se elle friameutocravo-Iho as costas es-
ta punhal I.. .
Gabriella tioha-so tornado horrivelmente
pal I i la ; nao poda suster se as peraas, o
ainda que tivess querilo, nilo teria cua
seguido gritas, tilo forte era a eruoyito que
seutia. <
E a ra continuava sarapre ileserta.. ..
At mesrao Siraeilo e Chilpr9 tinhara
desapparecdo, havia alguns minu-tos.
Mas, a cincoenta metros atraz, viaham
La Guyane e Louffard, sempre com o
mes.no passo.
Quera silo os senhores ? perguntou
a moya. Porque querem levarme ? Nao
os acompanharei... Prero morror im-
mediatamente. ..
Os dous horneas trocaran um olhar ia
quieto ; de sbito, porra, apparoceu, na
ra Cbazelle. ura fiacre, ubalado peio tro-
te do ura sendeiro, esfalfado, tsguio ; o
cocheiro, um homeraziaho magro, trazia o
chapeo desabado e a gola do casaco le-
vantada, de modo que era diffi;il reconhe-
cer nella Simec...
Os guardas fizaram-lhe signal; o carro
parou.. .
Vou mudar o cavallo, disse elle cora
mo humor...
. Ir u Erguerara Gabriella nos bracos.
Esta debata-si, encoatrauio ao seu des-
espero urna forya sobrehumana. .
* Acudara-ma I Sjccorrol Esto me...
NlO yole concluir. Atiraratu-n'a bru-
talmente para dentro do fia re.
'jf* E entao raurmurava o cocheiro.
A pequea iaaubirdiaada... O que foi
que fez ?
U.n dos policias trnha-se seatado ao la-
do ae Gabriella e quasi que a estrangula-
va, para impedil-a de gritar... Quasi
suffocada, aiula assim cravava as uabas
ao ruiseravel, cujo saague corra por dez
feriJas. .
L >uffar de La Guyane, parados a alguns
pasaos de distanera, nao tinham tilo ne-
cessidaJe de intervir..
Tinhara assistido scena como simples
espectadores.
A portinhola do fiacre tinha sido techa-
da ; ao momento em que o segurado guar-
da ia subir para a bolea, .tira da iastallar-
se ao la lo do cocheiro, Louffard chegou
se a elle o disse-lbe, em voz baixa:
Seutido cora o eo heiro. Viuha.se-
guiuio-njs. E' Siraeao, cx-agentc de po-
lica, ao aerviyo da Mourad....
Brilharam os 0II103 do falso guarda.
Bom, dexa-o coraraigo !
Para onde vamos '!... perguntou o
cocheiro.
Veio gente. Separano-nos bons amigos,
o Sr. duque e eu, com promessa de dea-
forra.
Mas, com mil raios disse Cocardas-
se, que segua a sua pista, tel-o-ba sempre
preso por aquello bote.
Qual disse Lagardre.
Sabe o segredo ?
Cerlamente Estudei-o no silencio
do gabinete.
E entao T
E' trraa brncadeira.
Os e3p.vlachiaa respiraram.
Cccardasse lev. ntou se.
Senhor cavalheir >, disse elle, se tara
alguraa recordayao das pobres IyrJes que
lhe dei cora tanto prazer, nao repula o
raeu pedido.
kostinctiva r.ente Ligardre levou a mo
pesjoyo.
Fre Passepoil fez ura gesto de digai-
dade. /'
Nao 880 que mestre Cocardasse
lhe prgmta, dase elle.
Falle, disse Lagarlre ; recordo-me.
O que queres?
Quero, replicou Cocardasse, que me
ensine o bote de Nevera.
Lagardrc levantou se immediatamente.
E' muito juato, diase elle, mea velho
Cocardasse, tem relayUo coa^ a tua profis-
so.
Collocaram se era guarda. Os voluota
ros e os mestres d'armas fizeram circulo.
Estes ltimos principalmente nao perdiam
um movimento.
Com os diabos disse Lagardre, ex-
perimentando o ferro, como fietste molle
Vejamos, cruza em terya, golpe direito
firme.. Apara golpe recto, cabe a fun
do I apara em prima e responde ; passe
por cima da espada e direito aos olhos 1
E juntou o g-8to palavra.
Cora mil raios I disse Cocardasse,
dando ura pulo para o lado : vi qm railho
de estrellas I E a parada ? replicou, pon-
do-se de novo em gu Sira, sira, a parada disseram os es-
paladnos.
Simples como agua I replicou Lagar-
dre : ests proropto ? Terya I prima duas
vezes! evita prendo as armas e est
prompto. Metteu a espada na bainba. Foi
Passepoil que agradeoeu com effuso.
Comprahenderara ? disse Cocardasse,
enxugando a testa. Este Pariziense 1 que
rapaz 1
Oa mestres d'armas fizeram um signal
affinnativo de cabeca e Cocardasse veiu
sentarse de novo, dizendo :
Poder rvr.
No canto desta ultima a do Cours la
Reine o guarda disse ao cocheiro que pa-
raste.
O fiacre parou. O miseravel evntou-
se e olhou para todos os lados. Atrs,
ninguem.*. Na frente, do lado do Cjurs
la Reine, alguns raros traseuates da lem-
pos em tempos. *
No canto da ra erguia se urna casa,
cuja porta acaba va de entreabrir se... sera
que tivesse tocado a campainha ou cha
ma 1 >. .
O policial tinha-80 sentado dp novo ;
mas estavu com a mito direita por tras de
Siraeao, encostada no alto da coberta do
ta Te... e esta mo apertava cdnvulsiva-
roeate ura puahal da cabo curto e lamia;
larga...
Eotae, acaba com isso hoje ou nao '?
rosmungou o cocheiro:
- Acabo aim, meu rapaz, dissa o guar-
da cora ura tora de voz estraaho...
4 E' bruscamonte orgueu o abaixou o pu-
nho com urna forya da touro. .. o pu
nbal desappareceu intuiro as costas de
Smelo.
Este nao soitou ura grito. projectou
nicamente o corpo para a frente, cont>r
cend-sa em um ultimo esforyo, e pjr duas
vezes abri desmesuradamente os olhos...
Racahio depois sobro o assonto, fi.:and 1
cora as coatas apoiadas sobre a borda da
coberta do fiacre, com a cabeya dobrada
soore o paito e segurando lempre entre os
dedos crispad js as redeas quo nao havia
deizado.
A morte havia sido instantnea.
O policial saltou da bolea o abril a por-
tinhjla. ,
Depressa diase elle, nilo temos ura
momento a perder !
A jovea foi carregada dasraasiala para
dentro da casa ; ura dos misaraveis tornou
!. sabir, aproximju-se do cano e deu um
ferrailavel peuta-p na barriga do ca-
vallo.
O animal poz-se a cauinbo, da cabeya
baixa, tropicando, on ura trote derreiado
e j'.enosr, conduzinlo o cadver.
Na pos i ya o em quo estavn,. o corpo con-
s;rvava-so era equilibrio, as duas mos
sobre 03 joelhos segura vam as redeas ; a
oahfica raovia-se, encostada ao peito, obe-
decendo aos baianyos do carro ; o boraera
nao t ha a apparenoia d3 um morto, pa-
reca antes ura bebado.
Foi aquello um passeio phantastico e
lgubre p^las ras de Paiis 1 O carro
d sfilou, no mesrao passo, ao longo dos
caes, atravessou a praya da Concordia, se-
guio pela ra Roy al, palo3 Boulevards,
ra de Ilelicr, ra Lafoyette ; em seu
'<>
Nor-
percurao os operarios, vendo o cocheiro,
riara se.
Parece-que a seje foi rauita esta
noite, dizam elles.
O cabo do punhal, oceulto pola eapa,
estava inviaivel e o sangue Je ti lo pela la-
mina naj tinha corrido ; o velho cavallo
segua para a frente, como se o cocheiro
que dingiu-se precipitadamente
ven.
O racem-ebegado era o marquez
berto.
De p, diante do Gabriella, contempla
va-a sera pronunciar urna palavra, sera ten-
tar fazel-a voltar a si, como se tivesse pra-
zer em prolongar-lhe o desmaio.
Juiguoia-a perd la!... murmurou
emfira. Eil-a de novo... agora, perten-
ce-me l 1
Gabriella abriu os olhos, olhou a princi-
pio para Norbert) sera reconhecel-o, depois
ao redor, cora sorpreza..-. depois seu olhar
tornou a fixar-se sobro o marquez e de re-
pente manifostou no rosto ura susto terri-
vel
" Ah disse ella com voz abafad, o
senhorI...
Norberto sorria-se.
Sou eu, Gabriella... e desta vez nao
mais nos separaremos... Tranquillise-se
pois I... Nao quero mais confiar a outros
o cuidado de vigial-a... serei eu, daqui
por diante, quera ficar ao p^la senhora
at o dia era que se tornar minha mulher !
O profundo horror que esto homem lhe
inspirava, restituiu-lhe um pouco de cora-
gera : levantou-se e, aproxi nando-se delle
sem abaixar 03 olho3, desafiou-o.
Bem sabe entretanto quo nao sou me-
drosa ; quo prefiro tudo vergonha da per-
tenccr-lhe ; que estimara antes morrer do
que usar seu no rae.
Sei aso, Gabriella, disse elle aps
breve silencio, durante o qual contemplou-a
vidamente, achando-a cera vezes mais
bella ainda ai sua colera ; sei que meodeia
e que ser contra vonta lu que se casar
comigo. O-amor vira depois do casamento.
Acredita-o ?
Tonho a certeza !
E accrescentou em voz mais baixa, como
se tivesaa medo de cenfessal o a si proprio :
Amo-a, Gabriella.. Poderia dispen-
sarme de dzer lh'o, j que me despreza...
Sim, amo-a... Comprehead isso quaado
a senhora desappareceu, pelo vacuo que
sua ausencia deixou me no corayao...
Amo-a verdaderamente.
Gabriella ria-se...
O marquez estava muito palli-io.
Para que mentir? disse ella ; o que
o senhor deseja a micha fortuna... e
para apoderar se ella teve necessidade de
um rime... O amor bem dispensavel
em tolo esto negocio... J que joga co-
raigo, cora as cartas na mesa e revelou-me,
da outra vez, sua odiosa machinaya), por
que procura hoje fozer-me acreditar em
ura sentiraento de que incapaz e que nao
existe ?.. .
Encana so, Gabriella, amo-a !
E cora voz alterada con inuou...
E uraa fraqueza, concordo... Esse
amor veiu-me a raeu p zar, nao obstante
os rneus esforyos um contrario. .. Amo a
A' prefeitura, qua duvida I respon-1 continuasse a gual o ; nao havendo aquel-
deu o suarda. ,a a inatiaa' ,nuit(>s carros as ras, nao
Nlo tinha U'nu* havido at entilo accidente ulgura ;
de sur- en'retanto, na ra Dunkerque, o tacra
guan
Smelo teve um sobresalto.
po doNUssiraular ura movimento de sur-, entretanto, na ra
preza. Dixia comsigo : cruzou-so com urna carroca carregada de
- Nao lhes falta audacia peJras, em cujas rolas erabsrayou se ; bou-
O fiacre parti. Saguo pela avenida ve nva choque temvel; o carroce.ro furto-
de VVagram at o arco do Triumpho e
desceu os Campos Elysios. Nes-maz.
ment o guarda "que estava ao lado do co- "cadaTer> tendo perdido o equilibrio, cahiu
em cima da roda e daht sobre a calyida ;
a capa, levantando-so, deixou vero puahal
cnero, disse-lhe :
Siga pela avenida Montaigne.
Nao o caminho da prefeitura !
Nao se importe com isso !
Simeo resraungou alguraas palavras
inintelligveis. Intimamente pensava :
Ah I I bem me pareca que nao ira-
mos at o caes de lHorloge... Vamos
deizar a pequea em algam canto...
sabido... M.s Simeo sabel-o-ha 1
Seguindo dcilmente as instrucySes do
guarda, Semelo segua pela ra Franyois
Premier o pela ra Bayard.
Vai servir inmediatamente, reprau
Lagardre, deitando vinho no copo.
Todos levantaram os olhos para elle.
Lagardre bebeu aos poneos, depois dea-
dobrou lentamente a carta que o pagem
lbe tinha entregue.
- Nao lhes disse, continuou ello, que o
Sr. de Nevers tinba-me prqmettido a mi-
nha desforra ?
Sim, mas... .
Era preciso terminar esta aventura
ants de partir para o exilio. Escrevi ao
Sr. de Nevern, que es*ava no seu castello
do Bearn. Esta carta a resposta do Sr.
de Nevers.
Um murmurio de admraco levantou-se
no grupo dos rufioes.
Sempre araavel, proseguiu Lagar-
dre, ah encantador! Quando roe tiver
batido com aquello verdadeiro fidalgo, aou
capaz de estimal o como a um irmo. Ac-
ceitou tudo quanto lhe propuz : a hora da
entrevista, o logar...
E qu-1 a hora ? perguntou Cocar-
dasse com perturbayo.
Ao anotecer.
Esta tarde ?
Esta tarde.
E o logar ?
Os fosaos do castello de Caylus.
Houve um pequeo silencio.
Passepoil tinba collocado o dedo sobre a
bocea.
0 espadachins procuraram conservar
boa apparencia.
Por que escolheu este lugar ? dase
Cocardasse.
Outra historia diase Lagardre, rin:
do-se, segunda fantasa. Disse commigo,
depois que tenho a honra de coromandar
estes valentes voluntarios, para matar um
pouco o tempo antes da minha partida, dis-
se commigo que o velho marques de Cay-
lus era o mais fino carcereiro do univer-
so I E' preciso que tenha algum talento
para ter este bello nome de Caylus Ferro-
ibo!
Ora, o mez passado, as festas de Tar
bes, entrevi a sua filba Aurora. Palavra !
adoravelmente bella. Depois de ter con-
versado com o Sr. do Nevera, quero con-
solar ura pouco aquella encandora reclusa.
Tem ento a chave da prisao, capi-
tn T perguntou Carrigue, mostrando o Vs
tello.
Tenho tomado de assalto muitas ou-
tras fortalezas 1 disse o Pariziense. En
trarei pela porta, pela janella, pelo fogo,
finalmente nao sei por onde, mas hei da en-
trar.
Havia j bastante tempo que o sol tinba
so levantou o chicote contra Sirae), inju-
raodo-o; mas nao chegou a bater lhe ; o
o si-u odio : teria menos
crat-ado as costas at o oabo.
Meia bora depois Simeo estava exposto?
ua Morgue (*).
Gabriella, desraaiada, tinha sido levada
para urna pequea sala da casa mysterio-
sa, cuj a porta Sra"o tiub.a euooatrado a
nurte ; os dous falsos guardas 'tinham n'.
deixado l e trnalo a sabir. Quasi in-
mediatamente havia entrado um homem,
(*) Necroterio.
desapparecdo por traz das fi .restas de
Ens. Aaoitecia. Dous ou tres clarSes se
mostravam as janellas inferiores do cas-
tello
Um vulto esgueirou-ao rpidamente na
escurido dos fosaos. Era Berrichoa, o pe
queoo pngem que, sem duvida, tiuba feito
a sua coinmissao.
Tomando a toda a pressa o trilho que
conduz floresta, eaviou de longe um agra-
dcimento a Lagardre, seu salvador.
E ento! exolamou elle, por que nao
continuara a rir, meus bravos ? Nao achara
a aventura interessante ?
Preferira
repugnancia I
Norbjro passou a mo sobre a fronte,
coberta de suor. ..
Gabriella 1 murmurou elle... Ga-
Gabrella !
Segurou lhe es brayos, apertando-os for-
tnente, o contemplou-a com olbar ar-
den te. .
Depois afastou se, repellndo-a.. .
Oh raurmuDu elle. .. Mais tarde,
ser preciso qti" rae ame !.. .
Podo me dizer o que vai fazer de
mira ? perguntou Gabriella.
Ter de seguirme... Saio, esta noi-
te de Paris. ..
E para onde me leva?
Para o meu castello do Corbgny, no
Morvan. E' l que ter lugcr o nosso ca-
samento, daqui a alguraas semanas...
Julga ento que cabarei por con-
sentir ?
Tenho a certeza I
E qual o meio com que conta para
obter o meu eonsentimento ? Previno-lbe,
desde j. qua nao ser fcil... Hoje siu-
para a jo- t0.m9 raa8 forf_e 0 qU0 qUan j0 estive em
aeu poder, pela primeira vez.. Tenho ami- -
gos que ho de protegef-me, procurar me,
salvar-me !...
Mourad ? perguntou elle com des-
prezo.
Elle e outros...
Escute, Gabriella, para evitar qual-
quer opposiyo de sua parte, qualquer es-
cndalo, qualquer tentativa de fuga, vou
dizer lhe o mei de que disponho, para
obrigal a a pertencer-me... Em Corbigny,
para onde iremos esta noite, encontrara
aeu pai...
-- Meu pai?
Sim, espera-a... ser elle quera far
com que a senhora se case coraigo 1...
Meu pai nao o conhece... Mas quan-
do souber tudo !...
A senhora nada lhe'dir... porque
nao ha de- querer, cora certeza, que lhe
aconteya alguraa desgraya I... Seu pai tem
confianya era_mira... Est persuadido de
que procuro a e eu terei o cuidado de c!i
zer-lhe que encontro-a, nao sem perigo.
Saber a verdade...
Nao, a senhora lh'a oceultar, o~"
contrario. No dia era que seu pai tiver a
menor desconfianyi, Gabriella, ser um
hornera mbrto I.. .
A moya estreraeceu.
Norberto erapregava um tora secco e
decidido; fallava sera colera, de vagar,
como expriraindo uraa resoluyo irrevoga-
vel. t
E Gabidella comprehenden, por iostinc-
to, que sua vida dependa do que ia di-
zer aquello homem.
O marquez tirou do bolso um cleganta
revolver, com a coron'ia de bano rica-
mente incrustada, e, fazendo girar a ba-
tera carregada cora seis balas, disse cheio
de calma :
A' priraeira palavra qne disser a seu
pai, matal o-hei. A' primei a palavra que
disacr a quera quer que seja, sobre esta
aventura, matarei seu pai... Emfim, se
recusar casar-se comigo, desde j pode ir
preparando o luto. .. Seu pai est con-
deranado... Era Corbgny, onde elle a
espera, dous homens que me sao dedica-
dos, e com oa quaes eu cont como comi-
go mesrao, nao o perdera de vista um s
momento. Esta vigilancia tornar-s-ha
ainda mais rigorosa quando a senhora l
estiver e cu tiver a receiar suas confiden-
cias. Ah Gabriella, garanto lhe que toda
a recusa lhe imposs'vel. Arrastaria a
morte de seu pai... Ser minha mulher
.. .No momento em que lhe fallo, poderia
vir Mourad ou outro qualquer... seria
uraa intervenyo intil... Fugindo dara
o signal para a morte de seu pai.. "Tm
as mos, Gabriella, a morte e a vida
delle.. Calculo bem suas palavras ^ ac
yoe3... Urnas e outras podem ser n^or-
taes... *
Quer assustar-me, irapo38vel que
seja to infame 1
Passou p-loa labios do marquez um sor-
riso fri.
Jugal-o-ha por s raesmo !
A joven sentio calafrios. Nao o desafia-
va mais, porque via-o capaz de todos os
crmes.
Adivnba.va que aquella ameaya uo era
v e que o marquez executal-a hia, se fos-
se preciso.
Xada receiava por si, mas por seupai!
Torca os brayos de desespero. O que
fazer ? Implorar quelle homem ? mos-
trar-Be-hia iasensivel, Offoracer-lhe a for-
tuna era troca da liberdade, tanto della
como de Bertara ? J o fizera e Norbarto
recusara '
Eato,o que ? Aceitar esse casamento
ignobil, para salvar'o pai ?... Nao poda
resignar-s a isso. S a idea, causava:lhe
urna repugnancia invencivel. Ser a mn-
lher daquella miseravel, nunca I
I

M"
>
(Contina)
Vejamos, cavalheiro, disse CocarJas-
se, no momento era que Lagardre se le-
vantava e apertava o cinturo da espada,
nada de vcrgouha I Aceite os nossos serv-
yos para este combate, que deve ser des-
igual.
Lagardre encolheu os hombros.
Passepoil tocou lhe no brayo pelo lado de
traz.
Se lhe posso ser til, murmurou elle
corando desmedidamente, para a empreza.
A Moral em acgSo affirma, pela f de
um philosopho grego, que o vermelho a
cor da virtude. Amable de Passepoil pos-
Effootivaraente, respondeu fre Passe- suia-a cor no mais alto grao, mas faltava-
poil, muito interessante.
Deseja va saber, disse
gra
veraea'.e, se o senhor fallou
Cooardasse
na menina
de Caylus, na sua carta a Nevers.
Naturalmente I expliquei-lbo todo o
raeu negocio. Era preciso dar um pretex-
to a esta longinqua entrevista.
Os espadachins trocaram um olhar.
Ah o que tem 1 perguntou brusca-
mente o Pariziense.
Reflectarnos, respondeu Passepoil ;
fomos felizes era nos encontrarmos aqu
para prestar-lhe ura aerviyo.
E' verdade 1 com mil raios accres-
centou Cocardasse, vamos prestar-lhe um
bom auxilio.
Lagardre soltou urna gargalhada, to
extravagante lhe pareceu a idea.
Nao rir mais, Sr. cavalheiro, diase
q gasco, com emphase, quando eu lhe der
urna certa noticia.
Vejamos a noticia.
Nevers nao vai s a entrevista.
Ora I por que ?
Porque, depois do que lhe escreveu,
nao se trata mais de uraa partida de re-
creio entre dous ; ura dos senhores deve
morrer esta Urde. Nevers o esposo da
menina de Caylvs.
Cocardasse Jnior engaava-se... pen-
sando quo Lagardre ho se riria mais. O
louoo.
Bravo I exclamou elle, um casamen-
to secreto I um romance hespanhol 1 Eis
ura cumulo, quo nao esperava para a mi-
nha ultima aventura !
. E dizer-se que exilam um homem
destea! dissa fre Passepoil, com um tom
profundamente conmovido.
VI
* janella baivn
A noite annnciava-se escura. As pa-
redes sombras do castello de Caylus des-
tacavam-se confusamente.
lbe absolutamente a virtude.
Com a breca meus camaradas, ex-
clamou Lagardre, tenho por eos tu rae con
cluir os meus negocios s, e bem o s.bera.
Aooitece ; bebamos ainda urna vez, e re
tirem-ae ; eis o servico que reclamo.
Os aventureiros forana buscar os caval-
los.
Os mestres de'armas nao disseram urna
palavra.
Cocardasse afastou-se com Lagardre.
Deixar-me-hia matar pelo senhor co
rao um cao*, cavalheiro, disse elle embara-
yado.. mas.
Mas o que ?
Cada um no seu officio, como sabe.
Nao podemos deixar este lugar.
Ah ah E porque ?
Porque tombem esperamos alguem.
Devoras! e quera ?
Nao se zangue. Essa pesssa Fe-
lippe de Nevers.
O Pariziense estremeceu.
Ah I ah disse elle ainda, e para
que esperara o Sr. de Nevera ?
Por conta de ura digno fidalgo.. .
Nao acabcu. Os dedos de Lagardre
apertaram-lhe o pulso como um torno.
Urna citada! exclamou, e a mim
que veu8 dzer isto 1
Tonho a observar-lhe, comeyon fre
Passepoil.
-r Paz, meus senhores Prohibo lhes,
comprehendem-me, nao verdade ? probi-
bo-lbes qua toquera era um cabello de Ne-
vera, sob pena de terera coataa a a justar
commigo : Nevers, pertence-me ; se deve
morrer, ser pela minha mo em combate
leal. Mas nao as suas...' emquanto eu
for vivo 1
Lagardre tomara urna attituda altiva.
Era daquelles .cuja voz, na cobra, nao tre-
me mas vibra mais seora.
Os espadachins cercaram-n'o irresolu-
tos.
Ah foi para isso, continuou elle,
que quizerara apreeder o bote de Novers\!
e fui cu... Carrigue !
Este acudi a ordera, com a sua gente
que segurava pelos fre03 os cavarlos car-
regados.
E' urna vergonha, continuou Lagar-
dre, uraa vergonha que pessoas de tal fes- -
pecie nos fizessem partilhar do seu. vinhq.
Eis ah urna palavra dora de oavrr-
se I suspirou Passepoil, cujos olbos humo-
decerara se.
Cocardasse Jnior blasphemava comsi-
go mesrao todas as pragas que'jamis pu-
deram produzir. estas duas ferteis trras, a
Gasconha e a P'ovencs.
A cavallo, e a galope proseguio La-
gardre ; nao preciso de pessoa alguma
para fazer just-ya a estes marotos.
Carrigue e a sua gente, que tinham apal-
pado as espadas dos rund s, nao desejavam
mais do qua ir um pouco mais looge para
gozar da frescura da noite.
Quaoto^aos senhores, continuou La-
gardre, vo sabir iraracdi.ataiDe.nto e de-
pressa ; ou pelo saegue de Cbristo vou
dar-Ibes urna segunda liyo de armas .. a
fundo 1 _
Derembainhou a espada. Cocardasse e
Passepoil, fizeram recuar os rufioes que,
sendo em grande numero, tinham veleida-
des de revolta.
De que temos que nos qaeixar, dissa
Passepoil, se ello quer absolutamente a
nossa obrigayo.
Pela lgica, nao encontrar m 10tritos nor-
mandos mais cerrados do que fre Passe-
poil.
Varaos foi a opioio geral.
E' verdade que a espada de Lagardre
sibilava e cortava o ar.
Coraos diabos observo Cocardas-
se, rorapendo a retirada ; o bom senso diz
que nao temos mede ; cedemos-lhe o lu-
gar, cavalheiro.
Para ser-lhe agradavel, accrescentou
Passepoil, adeus
Vo para o diabo replicn o Pari-
ziense, voltando as cesta?.
Os forragendores partirara a galope, o*
espadachins desappareccram por traz das _
paredes da estalagem.
Esqueceram-se de pagar ; mas Passepoil
roubou na passsgera ura beijo eatalaja*
deira que pedia o seu dinheiro.
(Continuar te-ha)
S

-
T/p. do Diario roa Duque de Gtxa n, 42.
4


Full Text
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