Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17701


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Full Text
UN Lili 1DIEI0
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i
;
<
S'Aill A CAFHAL I Utll! IR 0.?DE ALIO Ht HA.l ^OKL
Por tres mez es adiantadoa
Por sois dito3 idem......
Por um anno idem. .
Cada numero avulso, do mecuno dia.
6,5000
12*000
24*000
5100
DIARIO DE
\W-m 23 nomo m m
PARA DESTKO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mftees adiantados. -....., *. .
Por oove ditos idem......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
13500
20*000
270000
100
NAMBUG
Proprieirafcc i> Jttaiwel /tguctra be -tarta 4 -ftlljos
*
Os Srs. Amedc Prloee A C '
de Paris, silo os nossos agentes
exclusivos de aanuiuioj e pu-
blic eScs da Franca e Ingla-
terra.
Aviso
/.os Srs. subscriptores dcste Diario avi-
sa a respectiva dreecio que, do i.8 de
Janeiro prximo era diante, far-se ha a ar
reeadagao das assigaaturas pola forma se-
iTiinto :
Na cidade do R.-cifo e lugares para onde
nao se paga porte. 6#000 por trimestre,
adiantadoou durante o 1.* mez do raesmo
trimestre, 6*500 aos 2. o 3. mezos.
No fin do trimestre ser suspensa a re-
rxessa do Diario aos que nao tiverem sa-
'""feito o seu debito.
Foia da cidade, no3 lugares para onde
S3 faz ira as remessas pelo correio, 135500
por semestre, pago as mesmas condicSes
cima.
Aos que quzerem pagar o anno adian-
tado, faz-se-ha o abate de 1.5000, para to-
dos os essignantes.
TELEGRAMAS
~s:.;: :uv::l:> so bbio
RIO DE JANEIRO, 22 do Novembre, s
"!0 horas e 55 minutos da manha. (Recebi-
do s 12 horas c 10 minutos da tarde, pelo
cabo submarino).
Ftram aposentado de onfoimi-
' ilade esm a le oa meabros do Su-
premo Tribunal de lu*Cira couse-
lbelr* Blanoel Fellppe Hentclro.
Jouo J.- cte Almeida Cont Joi
aiiow de Aadrade Cmara e l>.
i'riwoHiru nottbaaar da tt II ve ira.
Foi nomeado memsrro do refe-
rid* ribasal. o desembargador
FrasrMcn ares ne mata-des de *Jo-
ven.
Csl nomcarlo Jais nmnseins do
termo de CrJa?:. no BMiraabo. o
baobarel iflastan Briso.

sxav.50 s* -mici savas
(Especial para o Diario)
BUCHAKEST, 20 de Norersbro.
* sar na Romana foram favoravels
o* libe rae, que. (endo estado esa
niHiurln na Cmara anterior. >
Uar esasaaiorla na Cmara aova.
PARS,-21 de Novembro.
Foi nonaeado residente ge ral da
tmar do Tunklm e no Annant. o
*>r. Bebond.
VIENNA, -21 de Novembro.
.i Kuia ttafloa aos reproseataa-
tesda Franca a proteeso do aub-
ditos raMMW renldenlos^m Bulsa-
uia.
CAR0, 21 de Novembro.
Corre o .boato de marca ar e m. -
i* OOO abyastnloa contra dCassala.
ROMA, 21 de Novembro.
M, mu. o reUe a ralnha da Italia
aqu caigaian sendo oamjeclo de
esplendidas ovacoes da parte da
populaeao .
; LISBOA, 21 deovembro, tarde.
Foram declranos infeccionada*
a procedencias.d Blo da Fra4a.
BUENOS-AYRES,^l de Novembro,'
tarde.
A' respello Ola enerla das medi-
da sanitarias-emprestada* para etr-
eum*)crever a *-pl C*ia se oatende com rapidez, fran-
queando sempre os eoraoes sanita-
rio*.
Calculase esa cerca de so o nume-
ro das victimas quotldlanas da epi-
demia em todas as resides Anfecclo -
nadas.
BRUXELLAS, 22 de Nocembro.
Fol promulgada a le referent* a
conversas da renda belga.
Agencia Ha vas, filial em Pernarobueo,
X de Novembro de 1886.
USTRDGCiO POPULAR
HISTORIA ANTIGA
(Exrahid)
a A MHUOTHECA DO POVO E DA& ESCOLAS
(Conl inua(ao)
CAPITULO V
OS IMIKM IOS
Os pu inicios firam um dos pavos miis nota veis
da Antiguidade Orieatal; mas, apezar disss, es-
caasciam b .stmte os documentos historiea di-
rectos da sua civilisaco. A Phonieia comprehen-
dia apenas urna estreita faix* 4c terreno, entre as
faldas do monte Lbano e o asar Mediterrneo.
N aquella apertada zona teve sua evofacio um
d s muvimeatos civilisadorcs da antiguidade, cuja
iuflacncia ae sent de mole considerare! da His-
toria Antigi e ehega anda at dos, p >r meio de
alphubei i, pelos pbcnici s inventado e propugado.
Os phenicios sao geralmente considerados como
m povo perteneente k raca chamitica, tendo
grandt-s affiuidades com as tribas cananas que
ubs viste e quatro seculos antes de Christo, se ea-
tabeleceram, disseaamando-se, nos valles do JordJo
e do Oronte, e as margena do Mediterrneo.
C'xntudo ellea falkivam urna lingua da familia
dos semitas, muito aeoieihante dos hebreas,e
as cuas retacos com oa povoa semticos da Pales-
tinas foram sempre muito estrellas.
Em nenhuma epecba da sua historia apparecrai
os pbeuicios cum ama unidade nacional carcter i-
eada, como os povos de que nteriormente trata-
mcs. Viveram ssmpre em cidades separadas, com
chites ind-pendectes,de juriadiecaolimitadacer-
ta porcSo d territorio. Era o ultimo limite da des-
ceniralisacSo governativa. Comtado sempre urna
cidade exerceu hegemona entre todas as outras
povoaco's phenicias. As duaa cidades que, como
grandes centres polticos e commerciaes, exerce-
ram successrvamentc essa beg<-monia foram Sidoo
e Tyro. D'hi provera a drviso da historia da
Ph uicia em dous periodos : o tidonio e oyrio.
No primeiroperiodo, Sidon (que fbi a ais anti-
g das cidades phenicias de que ha memoria nos
livros dos fcfstriadores) exerceu a supremaca da
influencia sobrj as demuis populaces. organisou
grandes expedicoes maritioias e tevti um grande
moviaaento de expana&o C'ilunisadara, To atines I,
re do Erpt'>, fez aecertar pe os phenicios a sua
suberama ; mas esse facto fji-lhea antes ntil do
que prejudicial, porque Ibes proporcionoa a facul-
dade de commerciarem no Egypto, pasaando a
eatabelecer fcitorias nes cidades do gando al a terem ana colonia sua eatabelecida
'm faairro especial de Memphis, psr elles exclu-
sivamente habitado. '
Meua epocha navercram por todo o oriente do
Mediterrneo, e cLe/aram at Chypre, sendo com
o aaxilio d'el.es que esta ilha fieos aabmettida ao
doniinie dos egypcios. As anas tendencias e h-
bitos eommerciHes levaram-n'os ilha de Creta, a
Cilieia e at ao Mar Negro, eatabeleceudo por toda
porte colonias e leitorias. No Occidente alar-
goram-se pelo littoral do norte da frica e estabe
leoeram colonias nos territorios em ru h' je existes
as regencias de Trpoli e de Tuzns. Crusando-se
all com a populacAo indgena, deram origem so
povo do* liby-pbeaicos, que caegaram a adquirir
importancia na antiguidade. Peto interior da Asia
estenderam as anas relacoes essamerciaes at ao
rb Tigre e Arabia.
(Continua).
?ARTE 0ITIC1AL
Ministerio do Imperio
Foram expedidos os stjguiates aviaos:
Ministerio dos Negocios do Imperio.
1:. directora. Rio de Jaaeiro em 13 de
2?ovembro de 1886.
O goverao imperial, tenso oavido o pa-
recer de V. S., resolveu :
l.Que at segunda ordem fiquem fe-
chados os uortos nacioaaee, excepto o do
I/azareto da. Ilha Grande, a todos oa na-
vios procedentes da Repblica Argentina
s de quaetqaer portos indutsnados pelo cho-
lera-marbus ;
2." Que os ditos navios rnente desem-
barquem no referido Lazareto os passagei-
ros e cargas ae trouxerem com destino
o Imperio, afim de aerem estas submetti-
das desinfecelo complet, e aquellos
quarentcoa de rigor u
3." Que, terminado o desembarque, se-
Ijaiii as embarcacSes intimadas a seguir via-
gam para os pjrtos estrangeiros que Ihei
apronverem ;
4. Que ao mesmo tratamento sanitario
sejam sujeitas-AS embarca(5ee que, proee-
dectes de portos simplesmeate suspeito,
chegarem coas casas de chol -ca ou os tive
rem tido durante a viagem.
Q governo consentir na prestaco de
soccorros de que as embarcanSes neusai-
tareoif guardadas as precauoSes indiapen-
savete aos interesees da saude publica.
O que comrauaico a V. S. para sua in-
telligeacia e devidas effeitos, esperando do
seu zulo a rig >roaa observancia des tas me-
didas.
Deus guarde a V. S.Barode Mam-
te- Seinspector_ger tos.
Ministerio dos Negocios do Imperio.
1.* directora. Rio de Janeiro era 13 de
Novembro de 188o.
Sendo do aoaior alcance para acaule
publica o emprego de todos os meio* ten-
dentes a eyitar qu* se iutroduzam cam as
carnes dos natos os genueus de molestia
pestilencial, resJveu o governo, de aocor-
do cjm o qu- y. S. propqz em seus offi
cios de 8 e 12 do corren te mez :
1. Qae, at dejibracSo ulterior, seja
absolutamente pruhkbida a importacilo, nos
portos na.iouaes, de trapos, pellos, pellos,
couros curtidos, tecidos, aniuiaea em broto
e carnes salgadas, em fardos ou em man
tas, de procedencia argentina oa oriental;
2* Qu os gneros mencionados queja
estivereui em vi igem para ente porto ou
para os das piovincias e cu jos donos ou
consignatarios nao preferirm reexporta! os,
sejam rigorosamente desinfectados, corren-
do o risdo dds prrjuizos provenientes da
desiufecfao ;
3 Que desta medidas sejam tSo s
mate excepta las,, A vista das prvida
cias alopiadas na Repblica do Uruguay
relativamente s communiuacSds com o ter-
ritorio argentino, as carnes existentes em
deposito nos saladeins orintaes e.prepa
radas antes do appardcioiento do cholera
na Repblica Argentina, as quaes scrao
recebidns no Imperio, correndo sob a res-
ponsabilidade do cnsul e vi o-eonsulos
brazileiros a declaragao, que devaro con-
signar, tanto nos manifestos de carrega-
mento como as cartas de saude, de que
tacs carnes: 1. slo de procedencia orien-
tal ; 2. foram preparadas antea da mani-
festacito da epidemia em Buenos Ayros e
outras localid ides argentinas.
Do Ministerio dos Negocios da Fazenda
solicito a expediglo das convenientes or-
den, ifi.n de que pelas repartico -s adua-
neiras sejam strictamento cumpridas estas
tMoluyei
O que communieo a V. S., para stu co
nhocimento o exeuac,Xo.
Dsusgnsrde a V. S- Bardo de Ala-
mor. Sr. inspector geral de S.iade dos
'Portos. Fizcram se as communicas8es
necessarias.
Ministerio dos Negooios do Imperio.
3 o directora Rio de Janeiro em 13 de
Novembro de 1886.
Ill-n. e Exm. Sr. Convindo acautelar
por todos os modos os Valores e effitos da
fazenda publica existentes no Lazareto da
Ilha Grande, inclusivamente as e lificacSes
que constituem no seu conjuncto este esta-
belecimento, assim come a boa arrecada-
(lo da renda e a fiscalizado das despezas
do mesmo Lizareto, o que se obter, n&o
s por um systema claro e methodico de
escrptaracao, mas tambem por adequa-
das iostrucc's que bern discriminem a res-
ponsabilidade de funecionarios da respecti-
va administraco na prestacSo do coutas e
na conservacJlo e distribuic&o de taes va
lores e effeitos; rogo a V. Exc. sirva-se
designar um empregado da contadoria ou
do alcoxarifado desse ministerio que pos-
ea-ir em commisso examinar com toda a
miouciosidade a escrpturaco actual do
Lazareto e proceder ao respectivo inven-
tario, propondo, no rotatorio que apresen-
tar, o que julgar conveniente em relaco
ao servido, quer qu'anto a modelos e es-
oripturacas de livros de receita e despeza,
quer quanto s nstruocSes que se tiverem
de dar, segundo os melhores procesjos usa
des as repartieres da ministerio a cargo
de' V. Exc.
Deus guarde a V. Exc. -Bardo de Ma-
mar. A S. Exc. o Sr. ministro e se-
cretario de estado das negoeios da mari
nha. Deu-se conhecimento ao inspector
de saude dos portos.
Goverao da Provineia
-DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 20 DE
NOVEMBRO DE 1886
Padre Francisco Verissimo Bandeira. -
(laforme o Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Dr. JoSo Bastos de Mello Gomes. En-
caminhe-se, pagando o supplicante o porte
-oa reparticao dos conraios.
O mesmo. Informe o Sr. inspector in-
teriuo da Tnesouraria de Fazenda.
Monoel Pin Pereira. Satisfeito com a
inclusa certidSo.
Bacharel Trajaao Alipio Temporal de
Mendooca. Sim.
Ulysses Floriano do Reg Barreto.In-
deterdo.
Secretaria da presidencia de Pernam-
beco, em 22 de Novembro de 1S86.
O porto iro,
Francelino Chacn.
Repartiee da Polica
Seceso 2N 113.7. Secretaria da Po-
lioia de Pernambuco, 22 de Novembro de
I86.-Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Exc. que foram reuolbidoa A Casa de De
tencao os seguintes individuos :
No dia 20 :
A' minha ordem, Joo Jos de Sant'
Anna Avelins, como alienado.
A' ordem do subdelegado do Recife,
Amonio Isabel, por crirne de furto.
A' ordem do do 2* districto de S. Jos.
Jo2s .Francisco do Espirito Santo, por dis-
turbios.
No dia 21 :
A1 minha ordem, Meiehiades Joaquim
da SiWa, preso no eatabeleciment, por ter
offeodido phyaicameat", un empregado,
na oecaaSo da visita.
A' ordem do Dr. delegado do Io distric-
to da capital, Joaquim Pinto, ppr distur-
bios.
A' ordem do subdelegado do 1 distric-
to de S. Jos, Jos Manoel, por disturbios,
e Affoasc Fcrreira da Silva, preso em Sa-
grante, por ferimentos leves.
Em offi o de houtara communieou-me o
subdelegado do 1 districto da Boa-Vista,
que na noite de 20 do corrent", pelas
9 1(4, manifeetou se incendio no predio
terreo n. 28 do caes do Capibaribe, onde
estabele ido eom serrara a vapor, Fran-
cisco dos Santos Macedo.
O fogo tomara serias proporjoes senlo
f-iBsem as providencias acertadas tomadas
pelo Dr. delegado do 2 districto a sub
delegado do 1* districto da Boa-Vista
e o eommandante da 4a estacito da
gi'arda civia, que inmediatamente com-
par cerara no lugar, e foram eficazmente
auxiliados pelo negociante Guilberme Spi
1-r e seus empregados, assim como pelos
flhos do capito Joaquim de GusmAo Coe-
Iho, que com alguos esforcos poderam fe--
liz'oente extinguil-o ainda em principio;
leodo comparecido tambem um piquete do
14 batalhito de infanturia e outro do cor-
po de polica e p:itrulha da cavallaria.
O o8tabeldcimento nao estava seguro e
attribuo se o incendio a algmna braza que,
caliindo da machi oa, commuoicara a por-
cSo de lenha e aparas de madeira.s que
existia. jtf^ j
Foi diminuto e prejuizo.
O mesmo sub lelegado remotteu esta
repartilo 1 revolver, 11 facas de ponta,
2 navalhas, 3 compasaos e 2 caivetes,
tomados a desordeiros daqu"lla fr>"guezia.
Ainda o mesmo rubdelegado co~muni
cou me qu-.1, pelas 8 horas da manha de
boje, f-iileccu repentinamente na ra do
Dr Vila<-B ina, o pardo carregador d'agua,
Ignacjo Rodrigues da Silva.
Conduzido o corpo para a igreja da San-
ta Cruz proce leu se competente vistoria,
declarando o Dr. Cerqueira L 'te, ter sido
a mirte oscasionada por urna hemorrhagia
pulmonar.
Communicou-rae o subdelegado do I..
distri to de S. Jos, que hontem pela ma
nhil, no mercado publico, o individuo de
nome Jos Manoel, tendo urna altercagao
ora Manoel Fraacisco do Nascimento, am-
bos vagabundos, result>u della qu; sahisse
este tcriiio na cabeya por urna cacetada.
Jos Manoel pz-se em fuga e Nascimen-
to foi recolhido ao hospital Pedro II, afim
de ser tratado.
Contra o delinquento procede-se na
irma da lei.
O individuo Affonso Ferreira da Silva,
de quem cima tract i, morador a ra do
coronel Suassuna n. 190, ao encontrar-se
ra de Mrquez do Herval, com Joo
Alvos dos Santos, e estando armado de
urna faca investir sobre este e o ferio,
sendo vistoriado pelo Dr. Jos Joaquim
de Souza que conciderou leve o ferimonto.
O ferido foi conduzide para o hospital
Pedro II afim de ser curado, e contra o
delinquente que foi preso em rl .grante,
proce io-so nos termos da lei.
Commuoicou-me tambem o subdelegado
de Canhotiuho, que no dia 10 do corrate,
Manoel Ladislao da Cunha, conhecido por
oco, e Eugenio Cesario de Azevedo, tra-
varam-se de raz5es, per motivos de ciu-
mes, resultando sabir Eugenio ferido com
umafacada, sendo julgado leve o feimento.
O criminoso foi preso em fligranto e teu-
do requerido fianza provisoria foi posto
era lber i aje.
A autoridxie local procede nos termos
do ir.querito policial.
Communicou-me o Dr. delegado do 1.*
distri .-to da capital que nesta data remetie-
ra so Dr. juiz de direito do 3.a districto
criminal, o inquerto policial que procede-
r relativamente ao conflicto que se deu
na noit-i de 26 de Outubro, na 3.a Eatago
daguarda civioa, entre pracas dessa esta-
blo e do 2 batalfaZo de linha.
Deus guarde a V. Exc.Dlm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muit}
digno presidente da provincia. O ebefe
de polica, Antonio Domingo Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 20 DE NOVEMBRO C
1886
Quitera de Almeida Bastos. Facam-so
as notas da portara de licenca.
Viuva Constantino Pinto Ferreira d lhe
Souza & C. e r. Manoel Gomss Viegas.
H^ja vsia ao Dr. procurador fiscal.
Paulino de Oliveira Maia. D se, fi-
cando copia por certidSo.
Manoel Delphina de Medeiros Favilla.
Juute-se copia das informales.
Maria Josephina da Silva Dubourq e
Antonio Vasco de Algonez Cabral.Infor-
me o Sr. Dr. administrador do Consulado.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA -20 DE NOVEMBRO DE
1886
Izafcel Mara da Fonseca e BarSo de
Petroltna.Informe la geccSo,
Evaristo & C, e Coutinho & Souza. -
A' 1* secg.ao para os devi los fina.
Manoel Marques de Amorim.Informe
a 1* seoco.
22 -
Niemeyer Cahu & C. Em vista do fi-
nal o art 108 do Rg. de 4 de Julho de
1879 os aupplicantes poden int-rpor .o
seu recurso oara o Thesouro Provincial.
D. Anuncia la Gamillo Alves da Silva.
-Informe al' seccao.
D. Mariana Bernarda de^Oliveira T.
Junte conhaeiraento de decioaa relativo ao
ultimo semestre.
Antonio Vasco Algones Cabral e Mara
Josephina da Silva Duburcq.Informe a
1* aeccao.
Kbeiro & C.-A' 1* seccao paraos devi-
dos 08.
0 sead j e a cmara dos deputadts volaram
urna m.-nangem pediudo diininuicao das deapesas
e a annulliicAo dos procesaos polticos de Galiana,
Berro e outros exilados.
As noticiaa que recebamos do Rosario sao
muito contradictorias ; parece, entretanto, qae
houve eiageracao no numero de casos, dados
no tem.
A populaeao est muito maia animada; as
medidas sanitarias as maia rigorosas continuam a
vigorar.
Buenoe-Ayrea, 9 de Nuvembro.
A epidemia do cholera parece nao dever tomar
grande deaenvulvimento. Os casos novoa que ae
deram naa ultimaa 24 horas, foram trea no Boaario
e dona na Rjca do K.achu. lo.
O governo declarou todoa os portos da Rep-
blica Argentina techados a procedencias de Ge-
nova.
At agora a cidade de Buenos-Ayrea, foi res-
perada pela epediinia- E*aa contiuuacao de um
b >m estado sanitario, aa rigorosaa medidas de by-
giene e de preaervacSo tomadas tanto p< lo go-
verno, como pela municipalidade sereoaram
nimos.
0 commercio vai se reanimando a taxa do ouro
deaceu de 36 / a 29 0/.
10 de Novembro.
Consta que o ministro da fazenda, Dr. Wen-
cealo Pacheco, vai apreaeotar ao eongreeao ar-
gentino um projeeto de lei para prorogar por um
periodo de tempo que nao foi ainda determinado,
o curso toreado do papel-moeda, cujo praso legal
acabar em Janeiro de 1887.
Toda* aa noticias recebidas do interior do o
sto.-k daa la toaquiadas este anno omo muito
inffrior, era quanli ia 1 e ira qualidaJe| ao do anno
antecedente. Eate resaltado i devido ia chuvaa
permanentes dos ultimoa mezea, q e foram muito
nocivas, especialmente para oa carueiros.
Cabio no RoBbrio urna chuva que refrescou
seosivelmente a temperatura.
Bu.-n ib Ay'res, 11 de Novembro.
0 presidente da repblica, Dr. Jurez Celman,
e o ministro do interior, Dr. Eduardo Wilde,
acompantiados ae diversos membros da junta de
hygiene, visitaram hoje a Boca do Riachuelo,
fiacallaando a execuco de todas ae medidas sani-
tarias ordenadas.
O estado sanitario da capital bom ; entre-
tant. deu-se hontem um caso de cholera na ci-
dade.
Buenos-Ayrea, 12 de Novembro.
Naa ultimas 24 horas deram-se no Rosario
Suatio easos novos de cholera e dous na Boca do
liachuelo.
Paran (Repblica Argentina, 12 de Novembro.
O cholera fes a sna appariclo nesta cidade.
Hont'-m iteran) se sete casos de epidemia, nao
havendo po.-m nehuma morte a lamentar.
Montevideo, 12 de Novembro.
Os nt'gociantes de carne dirigiram ao gaverno
um abaixo asaignado, pedindo-lhe que aprsente
reclamacoes contra a prohibico de importaco
da carne secca para o sea territorio, que consta
ter sido ordenada pelo governo brazileiro.
O estado sanitario contina perfi-it* era toda a
extenco do t-rritorio U.uguayano.
Buenos-Ayres, 13 de Novembro.
A epidimia contina na Repblica Argentina,
sera tomar entretanto propojcies aasustadoraa.
Desde qae o cholera appereceu na Bocea do
Riachuelo deram-se alli 43 cases, sendo de 12 o
numero de bitos.
Ate hoje 15 moradores da cidade toara atacados
pelo fligello o delles morreram 6
O governo contina a tomar todas as medidas
sanitarias aconselhadas p-a situaca?. Foi orde-
nado o techameato das escolas.
O estado sanitario da cidade de Rosario nao
pei rou. Houve rauita exageracSo as noticias
dadas a tal respeito.
Montivido, 13 do Novembro.
' muito difficil formar juiz) seguro sobre o
estado sauitario da Repblica Argentina. As
noticias qae recebemos aqui sobre a epidimia sao
muite contradictorias.
O cus'-Iqj de bygiene de Montivido reanio-sa
hontem a Urde, deciaron qne os portos da rep-
blica estavam perfectamente resguardados contra
a epidemia petas medidas adoptadas. Os paquetes
transatlnticos s reeebera a mala, nao podendo,
quand voltarem dos portos argentinos, tomar
uein carga nem carvio.
O commercio offerecea ao governo empresatar-
meio milho da paos, caso faltasaem m -ios
para continnacao daa maia rigorosas medidas de
cautela.
Buenos Ayres, 14 de Novembro.
A epidemia do cholera conserva-se es tan clo-
nada. O estado sanitario da capital bom.
A pupulaco contina muito tranquilla; o commer
ci, un instante paralyaadv, reanimase.
oh^-se interrompido o telegrapho submarino
da via Galveston.
Hiu orosle 8nl
Datas at 9 do corrente :
No da 6 ebegoa cidade do Rio Grando o Sr
desembargador Calmen, novo presidente da pro-
vincia.
lAitl 1)K FMriiwAiJbO
RECIKE, 23 UE NOVE VIBRO DP. 1886
So ti cia do- Paelflco, Rio da
Mraa e sal do imperio
0 vapor franeez Ville de Vietiria. entrado hon-
tem do sul, touxo as segintfs noticias e as que
constato da rubrica Parte Offieial.
Pacifico
Foi publicado na corte este telegrama:
Santiago, 13 de Novembro.
A' vista das noticias recebidas do Rio da Prata,
o govruo chileno dt-clarou todos os portos aa
repblica techados s procedeucias ds Buenos-
Ayres.
Blo Na corte foram publicados os estes telegrammas:
Moutivnl 10 de N vembro.
O navio La France, da Compsohia Geral de
trausport'S uiariliujuu, foi posto em quarcutena
por se ter manifestado a bordo 30 casos de aa-
rampos.
Depois desse incidente seguiram se outrot.
< Com|mrecen mais urna fi rea de poUeia e o
piquete de cavallaria, que reciben nrdens trana-
mittidas pelo vice-preaidente da provincinde
trarrer as ras ero excepgSo de pessa lguma.
Esea medida imprudente poda ter provocado
serias conaeqaenciaa : j i s soldados de espadas
desembainhadaa e metiendo oa cavalloa pelas cal-
cadas dispunhi.m-te a aggredir o p Sr. major Reg Barros protesten enrgicamente
contra o brutal procedimeuto, sendo difficilmente
attendido. -im
Eram 2 Ir ras da tarde quando o Dr. Trajano
sahio aa Secretaria da Instruccao, encamiDbaodo-
se para o palacio do governo em companbia do
Dr. chef' de polica, director da instruccao pu-
blica, ajudantes de ordena do geuernl Deoduro,
varios correligionarios, seoao durante o trajecto
guardado pela furca publica. _,
Oa exames de preparatorios foram suspensos por
tempo indeterminado.
No da 6 foi declarado tfCcialmeute que o porto
da cidade do Rio Grande ficava fechado s pro-
cedencis do Rio de Prata ; sendo fambem inter-
dictas aa comniunicaci.es pela via fluvial con o
territorio das repblicas vignhas.
Segundo disse o Diario do Rio Grande no dia
8, o paquete Rio Jaguaro tendo appnncido k
barra na vespera, com proced ncia de M.ntevi-
do, recebeu crdem do inspector da aaftde do
porto de dirigir se para a liba Grande e fazer
quarentena, s.guodo as ordena do goven.o. Ao
mesmo tempo ordenava o agente da cimpanbia
que nao aeguiaae e aguardaaae ordena. Mais tar-
de recebeu o inspector telegramma do presidente
da inepectoria geral de aade dos portos, ordenan-
do que dsse entrada ao vapor depois de desinfec-
ta l-o. Nao se conformando com esta ordem
aqaclle funecionario, tclegraphcu ao vice presi-
dente da provincia, pondo-o ao facto do qne occor
na e pedindo lhe inatruccoeg a respeito. Nao ob-
tevK reapoata oeste telegramma. Posteriormente
recebeu segundo telegramma do inspector geial de
sade dos portos, dizendo que depois de desinfec-
tar o vapor, se tivesse meios pura iaao, lhe permit-
tisae a entrada soh sua rearxnsabilidade. Nao se
animando a asanmir es3a a repponsabilidade, o
inepector de sade do porto do Rio Grando reite-
ron ordem de seguir o paquete para o lazareto da
liba Grande, ordem qne foi cumprida, tomando o
R'O Jaguaro o rumo do norte.
Na cidade do Rio-Grande fallecen Joaquim
Carlos Miller, outr'ora ajudante do guarda mor da
Alfaudega, e ltimamente um dos juises de pas do
districto. h
Diz a imprensa de Jaguaro, que no departa-
mento dos Trinta e Trea atado Oriental,
foi brbaramente asssainado pelo 2 commiasa-
rio Carlos Ebanha, auxiliado por nm crionlo, o ci
dadSo brazileiro Florencio Banilha, morador na
5'* seccao daquelle departamento-
Inas-Geraes
Datas at 3 de Nov-mbr i :
A Gaztta de liberaba de 5 do corrale, pblicos
a seguinte noticia :
i O estafeta Fortunato Ferreira Bueno, chega-
do de Sant'Anna do Paranabyba a eata cidade,
no dia 2 do correte, foi portador da noticia de
nm a asa sai nato brbaro perpetrado, a 21 do pas-
sado, na margem direita do rio Paranabyba, por
Luis, por alcanhaPratcado, na pessoa de Pedro
Valleiro, qne ha muitos annos era o barqaeiro pas-
eador do porto de Sant'Anna. *
< Foi ftil a cansa desse assassiaato, disse-nos
o me rao eatafeta; poriaanto, nao era convenien-
te ao arrematante d'aqnelle servico que Luis se
ternasse o barqneiro do dito porto, cargo esse por
cuja obtenjo ir.uito se empenhava, e isto f6l-o
ceg de ambicio e raiva, a ponto de desfechar 2
tiros de espin .-arda em Pedro, do qae result ou- lhe
a morte instantnea. *
O corpo da victima foi mandado lancar ao rio
pela tra, criminoso de sete assassinatos, que otsri-
gou os eompanheiros de Pedro a arrastal-o para o
canal do Paranabyba, como meio de jamis voltar
tona d'agua e assim evitar a que se procedesse
ao auto de corpo de delicio.
' Este lamentavel incidente dea causa a que o
alludido estafeta fosse obrigade a permanecer all
por es paco de doua dias sem meios de poder trans-
pr o rio.
As aoUridades policiaea da villa de Santa
Anna do .-'aranabyb* deram logo as providencias
poaaiveis no intuito de ser capturado o andas as
sassino, que snppde se ter sido morto pela escolta.
< A victima era pai de numerosa familia e omi-
to estimado por suaa exeellentes qualidades e ha
muitos annos exercia aquello emprego a contente
geral.
O presidenta da provincia de afinas Geraes,
em resp sta a nm telegramma do Sr. ministra da
justica, dirigi-lhe o seguinte : ?
> O tenente coronel Emerenciano Santiago, esa
7 do corrente, teleeraphou d< cidade de Itabirs
redacelo da Provincia de Minas, nos seguiste
termos :
Eate noite tentaram faier saltar a casa de
minha residencia com urna bomba dyaamite junto
NTdeBemWque""fo recebido pelos "Srfc- porte de entrada. As paredes ficaram abaladas,
general Valporto, Barao de S. Jos do Norte, va-
nos funcionarios pblicos e numerosas pessoas
das mais conspicuas da cidade. Urna guarda de
honra do 17* batalho de intentara tez-Ibe as
cstinenuias devidas. Hispedou se na residencia
d > tarao de S. Jos do Norte, onde foi compri-
mentado por autoridades civis e militares e por
amitos representantes do alto commercio daquella
prata. Poueas horas depois de chegar, o Sr des-
embargador Calmon visitn a Alfaudega, a Biblio-
theca Kio-grandeose, a praca do commercio, o
quartel do 17 batalho e a fabrica de tecidos de
Reiagantz. Na manb do dia seguinte, seguio
em trem especial para a cidade de Pelotas, onde
teve bri-hante recapcao. A's 4 horas da tarde,
erabarcou no paquete Rio Paran com destino a
Porto Alegre.
O Jortud do Commercio, referindo-se s ace-
as que se. deram na capital, no dia 4 do corrente,
dis :
< Oa estudantea do preparatorios inscriptos
para os examea qae deviain ter comeco hontem,
iera>o tremenda vaia no Sr. Dr. Trajano Vina -
to de Medeiros, delegado da inspectori i geral da
oatracco publica, jogaado-lhe grande numero de
batatas, quando esse cidadu chegou ao edifi-
cio em que de van funcciouar as respectivas ban-
cas.
Consta-nos que essa violenta deliberaco da
mocidade f .i originada no modo brusco e intr.i-
tavel por que o Dr. Tmjai.o receben urna com-
misao de estudantea incumbida pelos seus colle
g .s de representar-1 be contra a inconveniencia de
ser lado com muito retardamento o resultado dos
eiamea.
Quando mesmo o facto tivesse sido irreflecfi-
do, as medidas de represao tomadas pelo governo
toram altamente absurdas e portante dignas de
Sveras censuras.
A poputacAo de Porto-Aleqre prea'nciou in-
dignada a carga que urna forca do 13" batalnao
fes sobre os mocos completamente desarmados,
acto esae muito brutal e que teve por conae-
queucia ticarem feridoa diversos eatudantea, entre
elles os Srs. Silvestre Rocha e Adaucto Dias dos
Aydos.
Tambem o Sr. Dr. Alfredo Clemente Pinto,
direemr da Escola Normal, foi ferido por bayo-
neta em um brac >, ao entrar no edificio em que
funccioua a Secretaria da Instruccao.
R ata vei sobre quem deve cahir a responsa-
bilidad.- de taea actos de aelvagena.
Affirma o commandante da forca que agio de
accordo com as ioatruccoes recebidas do Dr. Tra-
jano, ao pasan que, segundo nos iuforma i, este
nega rjne tve*K dado taes ordena. i
os'vidr jm quebrados e muitos estragos. Motivos
pol. ticos.
< O Dr. che fe de polica, a quem remetti o dito
telegramma, que me havia sido apreseotado per
u n amigo, immediatamente pedio informacoes ao
delegado. Este responden-lhe, no mesmo dia 1,
haver tomado providencias, feito auto e inquerftOj
nao sendo conhecidos os autores.
Por meu turno tambem exig informacoes do
jais de direito e promotor publica, recominendan-
do-lhes providencias para o descebrimento e pooi-
cSo dos autores. A respoata do primeiro foi qae o
.delegado procedo a inquerto, e a do segundo qo
aprecia nao ter havido mtencao criminosa no tac-
to, visto a bomba ter sido pista e arrebentada na
ra, nrodusindo inaigoificantea estragos. Nada
maia houve; aguardo ulteriores informacoes qae
i m offieio transmittire a V. Esc. O presidente,
Francisco de Faria Lemis.
m, Paulo
Datas at 14 de Novembro :
Fra assiaainado na Cachceira, Fortunato E'es-
bo. O cailaver apresentava um aignal de 'ori-
niento produzido por faca que atravesara ais
patoja
O conselheiro Gavia) Peixoto conceden liber-
dade a Maria e a sua filha Maria Joaquina em
attenco aoa servicos por ellas prestados ao seu
amigo o finado conselheiro Jos Bonifacio.
Em Botucat, uo dia 4 ao crrente, por ama
queato dr. eacravos, 1). niiei .no de tal deafechon
um tiro sobre seu irmo Jos Flix ferindo-o leve-
mente. O criminoso evad i-se.
Por ordem da auturidade policial de Braganca,
proced. u-ie a 10 d-. corrente autopsia no cada-
ver de Joaquim Ferraz de Oliveira, fallecido, se-
gundo se dizia, eoi consequeucia de medicameii
tos erradamente applieados por um curan dero.
Os peritos anda nao tinbam respondido aos
qaesitws e o delegado de polica proaewue as ave-
riguhco.-s.
Na manh de 8 do corrente, refere o Ouari-
pocaba, de Braganca, que Jos de Oliveira S.,
portugus, residente oas immediaces do ni ata-
dooro, ao paeaar pela estrada encontrn em u'ra
capo de maco, un. recem-iiascid> de cor bmuea,
nedio, esperte, envoilo em um cobertor urdiuario,
o qual havia sido engeitado por mi desnatmada.
Son res, condoendo se da Sorte da inf lia cr.an-
ca, levou- para casa, entregando-a aos cuidados
candosos de sua esposa,
A commisso encarregada de angriar donati
vos para er'gir-se uma estatua a Jos Bonifacio
arrecadou at ante houteui 9:u00i
O Sr. Jcse Francisco de Barros Lene, de Santo

'
.


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ario de PernambncoTcrfa-feira 23 de Novembro de 1886
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I
ti
Barbara, dea liberdade aos dous nicos eacravoa
Sue possuia em homenagem mamarla de Jote
airado.
A Cmara Municipal do DeBcalvado deliberou
que a ra da Boa-Vista passasae a denomioar-ee
sua de Jos Bonifacio.
No dia 12 feram entregues em Campia, em
audiencia do Dr. juiz de direito, 47 cartas de h-
bexdade a eacravoa contemplados as 6 e 6' qno-
Ua geraea e na 3a provincial do fundo de emao-
eipaco; o numero deesas quitas de 92, ma* 45
Bao comparecern!.
Do Diario de Ptracicab* traneerewi a e-
guinte noticia :
Arte hontem a torde entre urna e duas nocas
mais ou menos, deeabou sobre o bairro do Tan-
quinho, pertdnceatj a cate .municipio, urna medo-
ha tempeatade.
Por duas cartas que -tomos vista e que asa
enviaram, vemos que us estragos producidos pelo
temporal fjram grandes, aunando serios prejui-
sos aos moradores daqaelie lugar.
Na fazenda de propriedade da Exma. 8ra.
D. Mara Martina de Mello, o vonto soprouto for-
te, que deitou por trra toda a cerca dos arredo-
xes da casa, levantou graode parte do telhado
deata, dertubou inuitaa paredes, entre ellas, as da
tulba, inutilisando o caf ah depositado; destruio
.qaadrado, despensa, etc.; e era tal a aua im-
petuoaidade, que indo de encontr a urna crea,
sae separa o jardim da casa, deitoa-a ahaixo,
bem como urna carraca que se acbava encostada a
asa aatodo edificio. O uiaatro e coquearas de
anuttoa.aanos plantadas em redor da asa a no ter-
Msro fovarn quebrados, arrancados e arremessados
o tooge pelo vento.
Sudo fo acasapanhado de grasas, e pesada
-casara, que irapoaiibilitou o adminiatrador da fa-
asKlayide acudir de prampo s dependencias da
propriedade, afim de evitar maior prejuiso.
Toda a familia quo ah ae aohava, ficen at
seaaiu,-fiiicta e amedrantada, aate urna tal tem-
pestade croe antes pereca um verdadeirocataclia-
sna.
Xa fazenda contigua a esta e onde reside o
Se. Joio Baptista de Castro Jobim, deramrse tam-
bem muitos estsagos ; a easa 4a mesada fieou sem
teinada; eensalas, do mesmo modo e a casa do
aaonjolo desap jareceu completamente.
Tudo isto narra i o fielmente pelo 8r. Jobim,
ten urna carta quo temosa vista.
m Eatea^rejuiaos causadas pela tempestada se
?eteuderam aos eafaaaes i e aa rocas de milbo, fi-
lando este em quasi sua to'alidade estragado.
David hora emqac se deram taes tactos,
sao ha-a lamentar pardas ds vida e nem ferimeo-
'sBwkrnm, ao que nos conste, *
atio de Janeiro
Data at 15 de Novembro ;
Em sasaio de 8 do correte, o Tribunal do The-
isjocrcr Nacional:
Coufirmou aa decuOes da Thesourana das
Aiagoes e Alfaadega de Penedo, multando o pa
trio da canoa Fiordo Penedo, solidariamente com
o-doao de 84 volumesde mercaderas all appre
adidas por contrabando no dia 25 de Outubro
- al68; abaolvendo, poiin, os tripolantes da
Deferio o recurso de Alberto Vas das decisoes
das referidas Thesouraria das Alagoas, e Alfande-
ga de Penedo, condemnando o, solidariamente
swm o dono das mencionadas mercadura 6 o pa-
trio do esealer Flor de Penedo, como defensor do
alradido contrabando.
I adere rio oa de :
De Singlehiirst C, da provincia do Coar,
pedindo restitu cao da direitos pagos dmaia.em
M despacho de lirins e algoiao eetraocadoe
De Luis Cravo, das decisoes da Thesomasiadas
Alagoas e Alandeg de Penedo, julgandQ.pioce-
i dente a apprahenso, como contrabando, de 86 yo
utaes desembarcados do patacho allemb A Urie.
Em portara-circular de 30 do mea passado,
a Ministerio da Fazenda declarou aos inspectores
as-'Theeourariaede Fasenda, para a devida exe-
snaao, que o fi o do art- 11 da le de oreamento n.
J 3,313, de 16 do mesmo mez, foi tornar bem claro
que o imposto de 2 / deve abranger todas as van-
tageus feitas a funccionarios pblicos at ao mini-
mo de 1:0004, qoalquer que seja a natureza dellas,
fizas ou varaveis, por servico efiectivo ou de com-
ssiaao, de setividade ou inactividad^, encase sen
tido, portanto, deve ser feta a cobranca. Outro
airo, que o art. 19 refere se as empregados que
ao esto addidos em virtude de lei ou decreto:
exceptuados os que ja serven) actualmente na di-
- sectaria da estatiatica do Toesouro, os que ja, fo
un ou forcui mandados servir provisoriamente cm
-repartieoes da mesma provincia, por conveniencia
- do servico publico.
Em 10, o Sr. presidente do con se Ib > de mi-
matros reosbea os seguate telegrammas :
. Do eonsul brasileiro em Buenos-Ayres:
Multiplieara-s; aqu casos suspeitosos de cbo-
aara, na maioria faUcs. O goverao ordenou o des-
lojamento do porto do Riachuelo e teebou os por-
tas da r publica a proced.ncias do Rosario. O
- soiniktn Wilde declarou que deven coasiderar-se
as casos que occorrem como de cholera.
. Do Sr. J. C. Blanco, ministro dos negocios es-
trangeiros da Repblica Oriental:
O estado sanitario esta perfeito. Ha absoluta
elansura de portos para procedencias argentinas.
A vigilancia rigorosa em toda a repblica com a
polica e o ezeicito.
O Sr. ministro do imperio receben a 11, o se
gnrote telegramma d presidente do Rio Grande
*> Bul: ...
Providencie sobre cordSo sanitario na ron-
'eira para evitar a invasao do cholera. O joiz de
direito de O. Pednto ji cooemuateou que o oum-
mandante dafrooteira tes marchar 125 pravas, es-
tabelecendo o coedao at Pamarotina, impedindo
- fado o trans :o.
O coma andante da fl .tilha do Uruguay po
idenciou sobre Itaquy e Uruguayana. O conunan-
daate da fronteira de Jsguarao, reforcou a liaba,
impedindo o transito por Artigas.
O Sr. ministro de estrangeiros receben ante-hon-
iem do Sr. Dr. Adriio Chaves, cnsul geni do
Brasil em Buenos-Ayres o seguate telegramma :
Bnencs-Ayrcs, 10 de Novembro.N'um con-
aelh de 24 mdicos, reuuidos na cidade do Rosa-
rio para resolverem se os casos sao de cholera, vo-
I tarao 12 afSrmando e 9 negnnio os uasos; 3 abs-
tiveram-se de votar.
__O governo resolveu, diz o Jornal do Commer
ao, de 13, que egoissem hoja para a Ilha Grande
o cruzador Imperial Marinheiro e 20 pracas do
. batnlhao naval, afim ds fazerem manter all o ri-
goroso comprimento do rgimen qoarentenario.
O Sr. ministrado imperio determinou que, em-
I' ausnt-j nao partir a embarcajio que serve de en-
ermarii fiuctuante, seja destinado aqnelle fim, om
aso de necessidad o vapor Paula Candido, que
. te scha junto referida ilha.
O Sr. ministro do imperio recebeu 13, o se-
juinte telegramma do presidente ds provincia do
Rio Grande do Sul :
-* Providencie sobre o cordSo sanitario na fron-
. leu*, para evitar invasao do cholera. O juis de
direito de D. Pedrito j commumeon que u com-
mandante da front-ira fez marchar 125 pracas, es-
abeleceada o cordo at Pamarotim, impedindo
. todo o transito. O commandante da flotilha do
Uruguay providenciou sobre Itaqui e Uruguayana.
O commandante da freoteira de Jguaro reforcou
a linha, impedindo o transito por Artigas. *
Eapirtto Santo
Datas at 13 de Nivembro :
Continuava a funecionar a Assembla Provin-
cial.
Assumira o exercicio o cargo de chefe de
a.ilicia, o Dr Rodrigues Sette.
Lemos no Jornal do Commercio, da corte,
de 14:
O Sr. ministro do imperio recebes hontem
aoite, do presidente da provincia do Espirito-San-
to, o seguate telegramma:
O vapor Bescgno parti de Genova a 21 de
Outubro, trazendo 1,02S passageiros, nao tem
doente a bordo, nem houve fallecimento durante a
7agem, asseguram o commandante o o medico.
o Contina fondeado na villa de Espirito-Santo
e nao consentire que venha para o porto da cida-
de. Dei ordene nejse sentid i. Nao ha car'vao no
mercado.
Embora o sobredito vapor tivesse sabido de
Genova antes do dia da interdic^ab (1* de Novem-
bro, em que alli se den o primeiro caso de cholera)
esolveu o Sr ministro do imperio temar todas as
medidas le cautela, porque, trazendo o navio um
graude numero de inmigrantes, possivel que al-
guna tenbim embarcado vindos de ponto da Italia
inficeionado. Assitn, approvou as providencias do
president do Espirito Santo : declarando compe-
tir aje interrssados o fornecimento de ca^ve que
preciso o vapor.
Banlst
;Datas at 19 de Novembro:
A's < horae da noitc de 16, na rna da Mangue-
ra, freguezia do Pilar, o individuo de nome Can-
dido Fernandee, desordeiro de profiasio e morador
Lspiaha, en conEequenc'a de rixss antigs, den
diversas facadas em Eduardo Velloso, empregado
aa Saboaria Central, dos Hrs. Lima Irmaos & C.
O offondido foi promptamente medicado pelos
Srs. Ors. Virgilio Damasio, Manoel Espinheir* e
acadmico Coriolano Burgos; os ferimentos, infe-
lizmente, eram mortaes, viudo Velloso a fallecer
delles sil horas da noite de 17.
O assassino logrou evadir-se aps a perpetraciu
do crime.
Diz a Gaieta di Baha, de 18, que o Sr. Dr.
chefe de policia nao se tea descuidado em mandar
praueder s diligencias aceasariap para des cobr-
os -individuos que, no centro desta paeviucia team,
o mea
zimo p i asado-
E' indigitudoeom) chefe dos autoras do crima o
subdito portugus de oi*e Jos Martina da ail-
va, morador ea Pesq'iqtjca, najarojiwcia de Per-
namouo, de ond auaeatou-ae .msjajls/iosamonte,
coubt.udo aohar-Sd nos sertoes da nossa provin-
ca.
Noticias da Europa
O vapor inglez John Helder, entrado ante-hon-
tem da Europa, trauze datas que de Lisboa alean-
cam a 10 do crrante, adantando dase dios i
trazidas pelo Mondego.
A .o das noticias de Portugal, contautea da
carta do nasso correspondente do Lisboa, iaserida
na rubrica Exterior, eis as demais trazidas pelo
referido vapor :
Ueapantiu
Ejcrev-.i em 10 do crrante o nasso alludido cor-
respondente sobre a Hespanha :
Esa Hespanha o parlamento deve reunir-se no
dia 18 d'aste ms.
a A situafo di governo nao boa, mas persnte
o parlamento se reeonhacer se pode, e como pie
ujanter-se.
Os cojcjrvadores ao que parece buscan! com
empenho o enaejo de voltarem de novo ao podor.
Nao s .- Ihes pie censurar o empenho em quo an-
daos, mas parmttido suppor que se lograren)
realisl o, por neuhuui modo prestam um servico
ao seu paiz.
Tu .lo {parece indicar que a Hespauha deseja
entrar com affoutesa no camioho que se impoe
pelos progressos da democracia,
Trata-se de crear um terceiro partido. J
havia pouco Dis-ce que fario. parte o general
Lopes Domingaes e o Sr. Romero Robledo, o qual
qoer defender o eutirajio universal, apezar de,
uoinn conservador ser o seu maior jniinigo.
Em treca partiram na da 5 para oopresidios
d'Afnsa. 9 sentenciados pelos conselhos de guerra
a prisa) perpetua por causa dos aconteimentos
da noite de 19 deSetembro.
Cnagar.m a Fernaado-P o general Villa-
Campo a os jeus couipanheios coodemuados a de-
credo.
O partido republicano hespanhol de qqe sao
cheles os Srs. Z Tilla e Salmern, projecta, orga-
maar urna aasocia^o de soccorros aos seus carrs-
ligimarios perseguidos, cujas bases sao as segua-
te :
1. Sio membro3 d'esta assocacao todos os
que subbcieveiem para ella, coatribuiado com urna
quantia meusal, por inais pequea qae seja ;
2.' O fim d'esta assocacao reunir .meios
para attender quauto seja possivel s necessi-
dades dos emigiadoi e presos republicanos por
motivas polticos;
3. O* fundos que a* arrecadarem para esae
fim, uao podero, sob pretexto algum, applicar-se
a outro destino;
4.* Tod> o emigrado que necessitar de soc-
corros os solicitar do presidente da junta, indi-
caudo a sua prosso e estado, o tempo de emi-
grado, ponto, em que reside, e so recebe ou nao
auxilio do paiz em que se eucoatra;
5." Todo o preso os solicitar.do mesmo modo,
udicaado o seu estado e profissao, a causa da.sua
coademnacio e a tempo que ella dura ;
6.* Os emigrados e presos declarara. se sol -
citaram indulto, oa se Ibes taltain as condigies
exigidas paro o obter;
7 Nai receber soccorro algum o que pu-
dendo solicitar o indulto, o as fizer n'um mez, a
cootar do dia em que assim s-i lh communique ;
" 8.a Paia organisar a assocacao, recolher os
donativos e admiuiatral-os, constitue-se em Ma-
drid urna junta de sele membros, que elegero do
cutre si, um presidente, um thesooreiro, um con-
tador e um secretario.
Castelar o grande tribuno hespanhol tem sido
inuito obsequiado em Paria.
No banquete que Ihe toi dado no Ilitel Conti-
nental no dia 4 o entbusiasmo foi indisuriptivel.
- Na festa Heleno-latino figuravam bandeiras
hespanholas, francezas, italianas, rsumanaa e ar
menias.
O sallo estava illdminado giorno, e n elle
se.viam os bastos de Vctor Hugo e Garibsldi al-
ternando com o quo representav.i a Repblica.
As muiicaa touaram os hymnos do Riego, de
Garibaldi, da independencia Heleno-romana e a
Marselhesa.
< Comecou o festejo drigindo a deputacae ar-
meica um discurso em francez ao Sr. Castelar,
qua Ihe responden.
O bauqu'te era de 200 talberes; as galeras
e tribunas a concurrencia era enorme.
'< A direita do Sr. Castelar estava o Sr. Mezierc,
da academia franceza e depotado, esquerda
Passy, economista eaiearado, do instituto, e depu-
taio.
todava, que sero poucos os deputados que o
acompanhem nessa evolu^^o.
O Sr. Edourd Millaud, successor do Sr. Bai-
hant no ministerio das obras publicas, tem cin-
coenta e dois annos de idade, visto que nasceu
em 1834.
Tendo sido advogado em Lyon, foi nomeado em
10 de Setembro de 1870 delegado do ministerio
publico no tribunal d'aquella cidade, mas recu-
sando se a tomar a palavra nos procesaos inten-
tados contra a imprensa em Maio de 1871, foi
forjado.a pedir^#ua demisso. Eleito depulado
pelo Rbeao en 6 ie Julho do mesmo anno, propos
inteaduzido sedla falaM na circulando, tendo-da/' jo srqiit^aVo e a anda dos bens do NapoleSo III
do as providencias desde o mez di Setembro geo- para paaar urna parte das despezas da guerra.
Apezar^e psrtencer a extrema esquerda, votou
a, const^uwa) d Wallon.
Cudijydip.nHs\ckii,da,de senador, uo Hhoue, em
1^75, njpijp cle^o; mas os eleitores da primejra
cJW'KWW50 4* JNWf?i Igu das d.ipos.'np-
uooar ini-n Fes paite dos 363. Reeleito em 14 de Outubro de
1877, foi nomeado senador do Rbau em 14 de
Marco de 1880.
A commsso fiscal da exposico universal de
1879 depois de longa e viva discusso, approvou
W'&'M&^teWMapsfc fielijg,^
frauc s para a construccao da' torre Lyftel, que
ter 303 metros de altura.
Belsica
Fez inais ruido que damno o outro dia, em Ch-'-r
leroi, Blgica, urna manifestajao em que trintimi
Entre os concurrentes figuravam muitos de-
putados e senadores, e grande atunero de jernalis-
tas.
O Sr. Armand Lvy, autigo republicano fran-
cez, inicioa os brindes ao Sr. Castelar,.pon lo em
relevo os thesouros de eloquencia que elle empre-
gara para implantar no seu paiz as reformas que
constituem a liberdade religiosa, a abolicao da es-
cravidao e o suffragio universal.
Escriptores de todas as nados fasem discur-
sos anlogos, segundo-se Ibes oe estudantee grgo-
rcmanos que pronuncian oraeoes brilhantissimas.
O orador Caita, vestalo um magnifico trajo
gypcio, foi mato applaidido no sen discurso,
dizendo os seus eoaepatnotas que at as monte-
abas era chamado o D*>iaos.bcoes d> seu paiz.
Os helenos e armenios obsequiaran) o Sr. Cas-
telar com soberboe livr^seecriptos sobre assump-
tos da sua patria.
Ao levantarle o Sr. Castelar foram extraor-
dinarias as acclamaf'iee.
Fallou em hespanhol durante setenta minutes
sendo frequentamente interrompido por frenticas
aeelamaedes. A opinio unnime que o Ilustre
orador se exceden a si mesmo, pronunciando o me-
Ihor dos seus discursos. O thema foi a aliianca
helena-latina que pareciaexg>ta'!o e no qual, cona-
tudo, d-'u tal novidade, que o auditorio nao sabia
qual mais admirar, se o pieta, se o phUosophopo-
litice, concluindo por dizer que nao tem igual no
mundo.
Os hispnno-americanos applaudiram calorosa-
mente.
A colonia bispauo-republicsno singularmente
revclou um enthu;iasmo Indiscriptvel.
Tal o contexti de um telegramma dirigido
de Pars, s 11 horas e '.1 minutos da noite de 4,
pelo correspondente do Globo de Madrii.
Disem despachos particulares que est livre
de perigo o princip> D. Jaymi de B inrbon.
o A rain ha Isabel a iutaut.a Mara a Pas a o
infante e infanta de Montpenaier partiro de Pa
riz ao dia 21 para vizem a Madrid asaistir no dia
25 ao anniversarlo da morte de D. Atlonso
XII.
Franra
O ministro da tsenla do Franca, o Sr.'Car-
not, retiran o projecto estabelecendo um determi-
nado imposto sobre os vinhos e alcools, projecto
que prejudicava a vinicultura hespanbola o por-
tugueza.
Est assigaada a convenci commercial da
Grecia com a repblica francesa.
Esta promette nao augmentar os
as uvas de Corintho.
O Sr. Durval, autor do projecto de uniao entre
a direita republicana c os mooarchicos, para fir-
mar am partido, que tenha por cbjecto impedir o
triumpho das exageracoes do radicalismo pronun-
ciou am eloqaente discurso, que toi applaudidissi-
dio pela esquerda, e que produzo ama grande im-
pressio na cmara dos deputados.
Declarou que a Franca, submettida a am novo
rgimen, necessitava, para ealvar-se, do concurso
de todos os homens de boa vontade.
Os Srs. Durval e Larochefoucauld interrom-
peram varias vetes o orador. Este ultimo defen
deu calorosamente a repblica, que foi fundada o
est sustentada pelo sufhagio universal.
O discurso do Sr. Duval foi extraordinariarneu-
mente applandido.
O Sr. de Freycinet felioltou o orador. Diga-ae
urna grande importancia a conversan do Sr. Du-
val ao republicanismo.
Oa homeos miii importantes daa.direitascreem,
operarios passearam com bandeiras vermelhas po-
las ras da cidade. Vozeou-se ; viva a amnista !
viva.o sofi.-agio uaivecjakl mas as forcas milita-
res, em prevenpo, nao tiveraa que fazer. O bur-
g iruestre, a quem a delegar;.ao obreira eutregou
urna representacao, pode flirigir-lhe felicitaf;es e
resp inder-lhu quo transmittiria os seus voris ao
governo que j havi comecado um inquer.to s-
bre a situacao das clasaes trabajhadoras.
Em verdade, a eommissao parlamentar do tra-
balho tem preparado alguos projectos de lei que
sero come que a base de um grande odigo so-
cial. Um dos que esto em via de ser apresenta
dos, devido ao barao T'kiult de Rodembeke, re-
lativo regulampotigo do trabalho das enancas
e das mulheres. As "naneas b2o pjdero ser em-
pregadas n'um traba.ho industrial qualquer, as
ruinas, as fabricas, as manufacturas ou as
efficinas antes da idade de doze annos com-
pletos
Dos doze aos dezeseis, a duraca > do seu traba-
lho poder paasar de doze hars, das quaes hade
deduzir se urna hora de repouso, pelo menos, ao
maio dia.
Os patroia teem, alin d'isso, de arraujar-se de
modo que deixem aos rapases das suas fabricas o
tempo uecessario para seguir os cursos da manb.l
ou oa da tarde n'uma escola primaria publica ou
particular.
Emfim, at idadi.d^oa dezeseis aunis, os rapa-
ses nao podem ser obrigados a um trabalho de
noite, salvo se houver autorisacjlo especial conce-
dida por decreto. Quanto s mulheres, Ihes ab-
solutamente vedado trabilhar cm minas e pedrei-
ras. Anda assim, e para na i romper sbitamente
com os usos establecidos, poder a administiaclo
superior das minas tolerar nos quatro anuos a se-
guir publicarlo da lei, que as mulheres e rapa-
rigas maiores de qu/atorzi anuos se empreguem
nos fosaos.
N'este projecto ha anda urna serie de disposi-
ces sobre iaspecgao e vigilancia das fabricas, po
licia sanitaria uas ofneinas penalidades por con-
traveu^ao, etc. A commisaotor pravaveloiente
acabado os seus trabalhos no tempo da eouvoca-
rjao das cmaras, e, se o governo approvar os pro-
jectes propostos, ser fcil discutil-os e votal-os
na proxn.i scsso legislativa
Urna cousa certa qui a questo do Egypto
est na ordem do dia, que n Iugiaterra se inquie-
ta e que vai por isso dar conta, previamente, da
sua gerencia Europa.
Nao tem fundamento o boato de haverem as
potencias dirigido Gran-Bretanha ama nota
concerniente ao Egypto e ao canal de Suez.
Por um tratado faito entre o goveraador de
Natal, a Inglaterra ter o i rotectorado da parta
oriental da Zululandia, ficaado a parte occiden-
tal aujeita ao dominio da nova repblica dos
boers, no Tramsvaal.
Aiiemanua
Asseguja se que o priucipe de Bismarck re-
greaaar muito brevemente a Berm, e que o sau
regresao to prooipto motivado pela gravidade
da situagSo no Oriente.
Le XIX Siecle diz correr como certa nos cr-
culos b^m informad is, abertura, do parlamento
aliem^o up dia 23 do corrente, "hoju.
AuNtrla llunsria
No dia 6 de Nsvembro abriram se cam solemni-
dade em Buda-Pesth as delegacocs. Eis o dis-
curso d'abertura pronunciado pelo imperador Fran-
cisco Jos:
O governo segu attentamente a crise bul-
*W.ai^,fll-jaBtA'-8i|r-0i-*I> dJ,er um desen-
lace paciBj"5 e fistrca-e por obt.r ama solujo
tal que quando se regular definitivamente a quea-
tada Bulgaria, uo que todas asgtaudes poten
cas devem necessariamente tomar parte, se eata-
bele$a n'aquelle principado autnomo urna situaca >
legal, que seja conform aos desajos dos blgaros
sem deixar de ser compativel com os tratados exis-
tentes e oa interesses da Europa. As cxcelientes
relacoes que maateinos com todas as poteaciae,
e as aeguranca8 que todos oa governog deram das
suas intencoes pacficas permitiera nos esperar
que, nao obstante as difficuldades da actual aitua-
cio do Oriente, ha de conseguir-se conservar
Europa os beneficios da pas, salvaguardando ao
mesmo tempo os iuteresses da Austria Hungra.
Oriente
Complicase a situacao da Bulgaria cada vez
raais.
A grande assembla blgara resolver cm ses-
soes secretas, reeleger o prncipe de Battenberg,
reservando se tomar pubica a sua resoluco
quando o principa so mostr diepost j a oceup^r d;
uvo o throno.
Kata noticia circulou logo por toda Bulgaria,
produzindo" grande agitafo entre russophilos e
patriotas blgaros.
O general Kaulbars onvou urna menaagem ao
seu governo, aconselbajado a mob'.lisa^o de exer-
Vito rusio para in/adir o territorio blgaro; e o
secretario e confidente do principe Alexandre tra-
vos gabinetes acerca do candidato ao throno da
Bulgaria. Na) se espera a resposta seno d'aqui
a alguna das ; cao porm, imposaivel que quaes-
quer nropostas oncernentes eleicao do principe
fossem apreseotadas no correr da sessao, durante
a qual seria votada a resposta ao discurso da re-
gencia.
Diz o Tinfi qu^ circula na Bulgaria um mani-
fest couvi laii.l i todos os bul jaros a levaatarem-se
contra a Kussia.
No dia 8 a grande ass'mbla reunida cm Tir-
nova votou por acclainacjio a seguinte resposta ao
discurso da regencia :
A sobranii registra os esforz > dos regentes
para conservarem os direitosdos cidadbs, a paz e
a traoquilidude do pas; maaife^t i a sua plena
conSaoca, espera que com a mesma abaegacao
contnuem a gerir os negocios pabliooj a a elei-
cao do principe; e reconheco que era indspensa-
vel a sua promota convocacao
A mesa da assembla dirigi so logo depois a
casa dos regentes para entregar-lhe esta res-
posta.
Segundo todas as probabilidades, a eleicao di
princip d v. realisar-33 no dia aeguinte.
O gove i ifulgaro desisti completamente do
proposit so demittir, e surgirro p'rogramma
primitivo.
Beuderiu lirueff cheg iram a Rutschuk.
O gen ra Kaulbars, ao reeeb'r a ultima nota
blgara, pedindo-lhe o nome do candidato da Kus-
sia ao throno da Bulgaria, declarou que no com-
muuicaria essa nota ao sei goveroo porque o czar
coutin i resolvido a nao tomar em coasidcraQo as
decieoes da actual sobrani.
O cnsul russo em Burgas inform >u ao g>verna-
dor civil qu; a i la alli de urna canuonrira russa
foi requistada por ordem do general Kaulbars,
smplesmente para manter a commuuicacao entre
Burgas e Varna, visto que durante a ultima re-
volta havia sido cortado o telegrapbo nos arredo-
res do Burgas.
Um telegramma le Varna, de origen) antorisa-
da, diz que a guaraic'lo de Cbumla. ultim. espe-
rar;,a dos rus8os no exercit-) blgaro, est-definiti
vamente decidida em favor da independencia da
Bulgaria.
A mesma guarnicSo commaniada por jovens
otEciaes designados pela regencia e muito dedica-
dos a esta.
Communi am de Constantmopla que em audien-
cia particular o sulto declarou ao cmbaixador in-
glez, White, que era crenca geral de que o go-
verno turco estava completamente arrastado pelas
correntes da Rusaia ; mas que naia disso era
certo.
S<5 as circumstancHSdisse o sul tilo -leva-
halha cm prol da eleicao do seu Beuhor, iofliindo riam s Turqua para essa caminho; mas abaudo-
oi)) ofi%recimentos de honras sobre os diputados e i nal-a hia c-m tempo oppnrtunu. >
IrtKiaterra
Em Lo-dres apesar dos protestos dos socialistas
o cbefe.de policia tornou a prohibir qualquer ma-
nifestaco ptblica, oa City, a 9 de Novembro, alin
da procissao que annualmente se celebra p-r mo
tivo do acto de posse do lord maior.
No cmtanto, os socialistas persistan) na ideia
de eel brar um meetiug, marchando uo cauce do
prestito do lord maior.
Ki'ceiavam-se serios coniflictos.
K' tal a miseria que afige as classcs trabalha-
doras de Londres, que se nao ae promaverem im-
meaiataoiente.grandes obras publicas, de temer
.ue, oeste inveruo, perecam de fome muitissimas
imillas.
E n vista d'iat), as aasociaco^s operaras dirigi-
ram-sc s municipalidades p-diudo-lhes que iuau-
gurem desde j trabalho de importancia, afin de^principa
dar occupaf.ao aos milhares de brac, os que carepem
d'ella.
As ultimas noticias da Irlanda indieam a per-
sistencia de um ieniaono nteressante. Oa gran-
des proprietarios de solo contuuam a conceder
aos cultivadores fuetes reducc,;a nos prec,03 das
vendas. 0 proprio conde de Clauricard, esse land-
lord at aqu inezoravel, cahio oa conta de que
valia mai fazer importantes conces-o -s, ao ver a
resoluco que se ligaxam contra elle e lhe recusa-
vara toda a especie de pagamento, se nao mode-
raasc aa auus pretenses excessvas.
Importa anda assim assignalar algumas excep-
ces a este mov ment de subuiissao dos proprieta
ros para oom os cultivadores. Pertence a este
numero o conde de Headfort, scuhor de am domi-
nio immeaso. Os seus caseiros, animados pela
liga pacona', decidiram suspender pagamentos
para ebamal-o boa razio, aomo o conde de Clau-
ricard. Cbegaram at a organisar entre si urna
subscripejio para sabinnistrai-Ihes meio3 de re-
sistencia legal e oalrai se o conde recorresse
justic/i para expulsal os das suas herdades.
Pode approvar-se, em principio, esta at titulo
arreueaiora ? Quanto dista d'aqui guerra cvi|
social ? Entretanto, a submisso de tantos pro-
pietarios aos pedidos dos seus caseiros attestaro
tmente a efiieacia do syatema irregular que a
Liga nacional eaprega, senio tambem a justioa
da causa que defende. C-:mo ha de suppor-ae que
<8 landolrds se mostreo) assim comp'acentos com
os bichos da trra, qu Ih'a arrancara o seu brac-
e Ih'a regem c tecoadam com oa seas saores, so a
crise que elies invocam nao os fligelaase icil-
meate ?
Q goveroo fundando se do principio immoral
que toda a ruim causa uegavel, oegou essa crise
e rej-jtou o projecto do Sr. Parnell, encaminhado a
dulcifieirl-a. Forea Elle cffereia este bello
argumento aos credores que maia prudentes ou
melhor inteirados da situacao, declinam o apoio
que Ihes era assim promettido. O que em ex-
tremo curioso,aponta urna folha estrangeira
a fatuidade com que o ministerio se ateribue a
acaimacao quo trouxeram Irlanda as liberdades
inesperadas dos landlords As refiexdes do mi-
nistro da guerra, Sr. Sm'th, em discurso que pro-
nunciou he das em Sudburj, pedem um ponte de
admiracb muito grande. Adjudicar-se o mrito
de ter apaaiguado crimes quando ao fez tudo para
excital-oa guerra, seguramente de urna auda-
cia extraordinaria.
Se a pas parece rmascer na ilha irmS rrljcte
ainda a folha al ludida justament porque a lei
que governo se negoa a admittir ae pacfica, a
seu pesar ; porque os proprietarios tivOram o
bom eenso de nao escutar as detestareis sugges-
lo.ie do miaisterio, que oa acercavam a'que no
tran-igiscem com oa camp meses ; emfim porque
a Liga sustentara os cultivadores na resistencia
) exigencias exageradas dos laudlords. Esse apa-
siguamento, em suman, a obra coinmum dos
Srs. Parnell e Gladstone.
R-gistra o seu primeiro triumpho isso a que
lord Churchill chamou desdenhosamente urna
minora desmoralisada e em dwolueo com-
pleta.
O conseibo de ministros inglez resolver enviar
as potencias urna circular em que se d conta da
situacao financeira do Egypto, que tem melho-
rado son ivel mente.
O gabioete d Londres tira d'aqui argumento
para obstar a qoe a Franca reabra at nova or
den) a questo do Egypto, considerada sob a pau-
direitos sobre t* do vista da data de deacripcio.
E' provavelescreve a Independencia belga, que
a exposfilo financeira dirigida s potencias soja
aco'Qpanbada de ama declara^o em qoe o gover-
no inglez exprima de novo a aua intencao de
abandonar o valle do Nilo, desde que considera
finia a sua tarefa reofganisadora, o antes d'Uso.
' Ser urna resposta antecipada ao pedido de
de d> suecupaco que ec iosiate em attribuir a
Franca. >
AVerea a'este ultimo ponto, circulara os boatos
maia contrxd ctorios. Affirma-ae por um lado
que a Franca tentou em nao associar a liussia e a
Turqua a um pedido eventual do deaccupcao.
Aasevcra-se por outro lado, mas catbegorcameo-
te, que o Sr. de Freyeinet nem se quer penaa sem
traser ease negwio tela da diplomacia. Se-
guindo outras vereoes, o gabinete de Paria pra-
poe-ae considerar a deixar o Talle do Nillo o maia
cedo possivel, facilitando lhe a retirada mediante
amigavel concurso no sentido de manter a ordem
nos estados do Kedivs.
sobre o povo, e excitando esto ao patriotismo.
N'uma palavra : a hustitidade da Bulgaria e a
rritac.io da Russia cbegaram ao seu auge, mani-
tentaudo-se por meio de tactos concretos.
O goveruo blgaro obrigou oa officiaea implica-
dos no desthronamento cto principe Alexaudrc e
uas coiisprasijja da regencia, postas em lioerdade,
por iuflueaeia russa, a pedirem licenfa Ilimitada.
O governo ruaso d.-u ordem para que se emittam
j 125 milhoa de rublos em papel.
Ao que parece, todos 03 consulados russo3 i*
Bulgaria vi) sahir precipitadamente da Ruasia.
Em Varna houve j serios conflictos.
A' pnmeira vista, a guerra parece inevita-
vel, e o conflicto tanto maia serio quanto invero-
smil suppor que a attitude da'Bulgaria nao de-
penda de sug^estoes secretas de alguma ou do al-
gumaa potencias Mas analysapdo bem a questo
veremos coasideravelmente reduzida a eminencia
do perigo.
Sera absurdo suppor que a Russia renuncie aos
seus propoaitoi; to, absurdo como esperar que o
procediraeuto da Europa, no que respeita ao: iu-
tereases da. Bulgaria, se funle em pura philantTo-
pla, e tio illusjro como esperar que o xercto
moscovita invada o territorio blgaro sem o pro
testo das potencias interessadas nos I> .lk ma.
Em caso extremo, a Russia queimaria o ultimo
cartuxo, fra de duvda. Masantes de o quei
mar, tentar, como as demais uaces que teem
iuteresses na Bulgaria, todos os meios pacficos de
opposicao reciproca e todas as coabuac;s pos-
siveis para constituir um accordo commum.
A Russia, Caso aja definitivamente eleito o
principe Alexandre, tem o direito do veto, bascao-
do-se oo tratado de Berlim. Fundada nelle, pro-
vocara, pelo menos, dilatadsimas oegoctacoes e
ae foase derrotada, poderia anda succeder que o
ce collocasae em cJrsucnatancHs capases
i:(ad Nos Estados do Sudoeste continan) a sentir-s
tremores de trra.
A ii'.va cmara dos representantes conpreben-
der 1G7 demoeratas, 154 republicanos c 3 deputa-
dos operarios.
Falta o representante de um circulo, oade a
elei^lo ficou empatada.
EXTERIOR
de tornar compativel o seu governo cum as iuipa
ciencias,reprimidas do imperio moscovita.
Actualmente a guerra ns se faz ao simples
aceno de uns quantoa homena interessadoa em que
ella ae fava.
Autes de so empreheuder, preciso coutar.com
factores alh dos torca bruta, e a Ruasia, aegu
raaeute ha de tel-oa em alta consideracao.
A Bulgaria acaba de fazer u aa alliauca com, a i do Weste Ial-8rio. As b,8e3 8egundo
Servia. O Sr. Strauiby,ein,nome. do. governo da -,..!. .. r .3, *:,,
re.genc.a blgara, concluio, alen do convenio de
Bregava, un tratado seereta eom o re- Milano. As
contereucias para cate tratado celebrara n-se em
Niick, s quaes tambem assistio o cnsul da Aus-
tria em Sofa. A aoticia tem a maior importaocia,
porque com este f acto a Bulgaria colloca-se mo-
ral e materialmente dentro da esphera da influen-
cia e da protec^ao do imperio austraco. O trata -
do considerado com) o golpe miis hbil que
tem dado a regeoeia blgara em luta contra a
Ruasia.
A regencia blgara informou a Sublime Porta
de que a grande sobranii eleger o principe Val -
demar afim de diminuir a tenso das relaodea da
Bulgaria com a Russia. Parece-nos este maia um
doa deaencootradoa boatos que se devem por de
quarenteua-
O Jornal de S. Pe-ttersburgo diz que a nota pu-
blicada oo Menaageiro Oficial indica o limite
a qu-: podem chegar a paciencia e a modera-
cao da Rusaia, inspirada pelo desejo de nao tornar
os blgaros responaaveis pelos erros do seu gover-
oo. Espetemos, accresesnta o Jornal de S. Pesters-
burgo, que os regentes da Bulgaria se convencen)
de que oo podem impunemente trilhar o caminho
que tem seguido at hije.
Os jornaes serios nao occultam a gravidade da
situacao resultante da attitude do seu goveroo.
Alguus delles conaideram ioevitavel o desembar-
que de tropas ruasas em Varna logo que o general
Kiulbara ssia da Bulgaria.
Os factos mais recentes parecen) demonstrar que
o general procura om afinco um pretexto para
rompimento com o goveroo blgaro. A impreaa
liberal alloma tem julgado com a maior aeveri la
de o pracedimento do general Kiulbara.
O ex capito russo Ntbogior, com um grupo
de soldados montegnoos, ntaoou e tomn no di 4
urna aldeia blgara defendida p >r pequea gnar-
nisaeio. Os mantegriaos descruiram depois o te-
legrapbo. O governo blgaro, assim quo teve co-
nbacimento io facto, mandju marchar torcas do
exercito para desaloj ir os invasores.
Consta que o mesmo bando capitaneado pelo tal
otficial russo se apoderara da cidade Burgas.
As tropas blgaras blaquearam a cidade onde
entreriam brevemeote. At o dia 6 oo tioha ha-
vido nenbum combate.
Eotraram em Burgas oo dia 7 sem resistencia
duas companhias das tropas leaes ; a guarnicS}
sublevada e os ofciaes promotores da revotta fu-
giram; os camponios mantegrinos fir>aram pri-
sioneiros ; nao houve derramamento de saague.
Est proclamado o estado de sitio rm toda a Ru-
lia.
A agtacao toma am incremento aasustador em
toda Bulgaria, e sobretudo na Rumelia.
Diz -se que, alm de Burgas, rebeutaram movi-
meolos revolucionarios no districto rumelista de
Aidos e rm Philipopols.
Segundo ae affirma, estea movmentos foram re-
primidos. Em Philipopols, porm, a situa?o
to grave que o goveroo da regeoeia resolveu im-
uiediatamente proclamar alli.o estado de sitio.
Em vista da situacao geral do pais u das infor-
miicoes que tem sobre os trabalhos ruases, o gover-
no blgaro discute oeste momento a conveniencia
de declarar em estado de sitio algumas outras ci-
dados importantes.
A g'ande assembla dcidio a G noite, em re-
uui 1 secreta, responder ao discurso da regencia,
agradecendo-lhe a maneira porque dirigi os nego-
cios de estado durante a sua ausencia, e decla-
rando qoe proceder a eleicao do principe ; raaa a
apreaentaco da resposta ficou adiada para o dia
8, por n estar anda combinada a redaeco do
seu texto. A eleicao do principo pjr conse-
guinte, retardada dous ou tres das.
O Sr. Guschoff tenciona dar a sua demisso de
ministro da faesoda.
O governo blgaro no diSti, ama nota s po-
tencias reclamando a apreaentaco immediata
de um cao'iidato ao throno da Bulgaria.
Como o g'Veroo da regencia pedio aos agente
das poteocias que coasultassem oa seas respeet-
'orrcijiooilencla ao Otario ue
Pernambiico
PORTUGAL Lisboa, 10 de Nove.nbro
de 18tiG
Poaco teoho que accrescentar minh 1 de 7 que
parti pela mala do Vitle de Cear
As folhas da opposcJo continuara insiatindo em
que a recompoaico niiuhfsrial ludipenaav. 1,
conaeguintemunte se aflirma cm toda a mprenea
que progrdem aa melhoraa do < t eonselheiro Jos
Luriano do Castro, presidente do conselho e mi-
iiitra do'reino. Insinan) tambem que existe um
complot no 8eio do gabinete para despostar o Sr.
Viaconde, de S. Janr.aro, actual mnistio da
guerra,
Hontem mesmo ura jornal regenerador escrcyia
este periodo :
9 Parece que j ha muitos dis fallaram a el-rei
em o Sr. Jos Luciano substituido na pasta do
reina, h eremos na que a resposta de S. M. ha de
mnaiili. ser diversa da que deu quando lhe falla-
ram em substituidlo.
Pode muito bem aer que toda esta insisteucia de
boatos nAo aeja mais do que oa boas deaejoa que a
opps3r;ao teme de que a situacao comQ'e, ao cabo
de ,oito mezes, a desmorooar-io, pois todos sabem
quo aa recotnp,oei(.'S raras vesea fortaleceai aa
aituacoes politicaa.
Poucos diaa antes de ae retirar de Maco o
Sr. Thomazde S >u:a Roaa, ex goveruador daquel-
la provincia, ficaram asseutes as bases para um
tratado do amisade e de commercio entre Portugal
e a China, teudo ido expreasamente para ease fim
a Maco o Sr. Hart Roberta commissionado pelo
relata uina carta, ao as aeguintea
> Maco recoaheeida como trra pertencente
a Portugal, o que foi serapre contestado pelo go-
verno chioez. Este obriga-se a retirar das aguas
de Mico tolo os seas postoa iscacs, e a oo
exigir, a oo ser nos portos de saue, direito al-
gum por quaesquer generas que cntram naquee
tos Monteiro, Mrquez do Rio Maior, D. Jos de
Carvalho Daun e Loreaa, Dr. Garca Muniz, Dr.
Luiz Jardim, Conde de Magalhes, Conde da Foi-
goaa, Francisco Siines Margiochi o Francisco de
Almeida Rebello; Exmas. Sras. Viscondeasa de
Carnide, D. Clementina de Almeida Rebello, Mr-
quez 1 de Monfalim, Condeaaa da Folgosa e D.
Mara Amalia Machado Castello Brauco.
Serado de soccorros a desempregados e abatido -
nados: Srs. Poiyjarpo Pequet dos Aojos, Fran-
cisco Jos Ferreira, Antooio Luis Ribeiro, Joa-
quim Salgueiro de Almeida, Viacoode de Azaruji-
nha, Jos da Costa Pedreira, Dr. Martioho Ten-
reiro, JooIIenrique Ulrich, Mrquez de Pomares,
Francisco da Silva Figueiredo; Exmas Sraa. D.
Isabel Wauzeller. Condessa de Penalva d'Alva,
D. Ahce Munr dos Anjos, Marqjeza de Pomares'
e D- Eugenia Maehado Ferreira.
Setxao de soccorros a enfermos: Srs. Jo3 Au-
gusto Braanicamp, D. Jos de Saldanha, Dr. Luiz
Joa Diaa, Dr. Almeida Albuquerque, Heurique
Matheu3 dos Saatos, Pedro Franco, Francisca
Lourenco da Fonseca, Antonio Joa Condeza, Dr.
Joaquim Jos Rodrigues da Cmara, Francisca
Jos Caldiira; Exmas. Sraa. D. Mara Amalia Vaz
de Carvaibo, 1). Adelado M ira Amado, D. Eu-
genia Castello Branco, Cjodeaaa Buruay, Condessa
de Magalhaea.
Scafio de neeproot a crianca .- Srs. Jos Joa-
quim Ferreira Lobo, Jayme da Costa Pinto, An-
tonio Floreado dos Suatos, Rodrigo Affjoso Pe-
quito, Maaoel Pinheiro Chagas, Dr. Santos Vie-
gas, Joaqum Joa Pereira Alvea, Miguel Queriol,
Manoel Jos do Andrade, Viaconde de Feitoaa ;
Exmas. Sraa. Hara Corte Real Alves, Marquesa
do Rio Maior, D. Maria Emilia Brandio Palha,D,
Emilia Barbosa doa Santos, V8couos8i de Car-
valho.
Na madrugada de 7 S. A. Real parti para
a real tapada de Villa Vicoja para cacar, regres-
sando ante hontem ao meio da ao paco de Be-
lra.
Deve chegar por estes diaa a Lisboa urna
commiasu de engenheiroa o agentes do pontes e
calcadaa, viuioa do Paris, e que se destinam ao
Congo, afim de e3tudarem a estrada de Brazza-
ville ao mar atravez das poasessoea fraucezas.
Por decreto publicado ante-hontem na folba
official foi autorisado proviaoriamcnte o Lyceu na-
ciooal de Braga a iuntar as cadeira3 de allemo e
grego s de que se compoo o quadro das discipli-
nas que nelle se proieasam, sendo p'rmitlido que
iesde j Bejam adnittidos matricula r.spectivu
os alumnos que prete.dera frequeotar aquellas
aulas 00 actual anuo lectivo ; o ricaudo a creacao
definitiva dos lugares de profetsores das referidas
lioguas dependente da approvaco daa cmaras
legislativas. Eata decreto foi promulgado em
coosequeucia -las representares f'-itaa pela C-
mara Muuicipil, da Assocaeai Commercial, do
Athensu Commercial c da clasae escolar daquella
cidade.
O Lyceu de Braga sem duvda um doa maia
frequontadoa do reino, che jando em niguas anuos
locuvoa o numero do3 seus alumnos a ser superior
aos doa Lyceui de Coimbra, Lisboa e Porto.
Esto puolu-idia SI cadernetas ou faacicu-
los de Ifi |iagina8 a duas columnas do Io volumo
Jo Dicimaro Contemporneo da lingua fraaceza,
de Domingos de Azevedo, revisto superiormente
pdo vce-reiror do Lyceu Contra) de Lisboa, Luiz
Felippc h-te.
Este 1* voluma (franccz-p-irtuguez^ deve ter-
minar na folha 83, ato l,H>i pagiuas ou 2,Gi>
columnas em oorpo 8, nitidam -nte impressas.
_ E' seu editor o cenhecdo lvreiro Antonio Ma-
ria Pereira, um dos mais srioa e honcatoa de
quantoa in luatriaes s.' abalau^am publicar;.!) de
livros ute3.
Logo em seguida comecar a dstribuifo se-
manal doa fascieuloa do 2 voiume (portuguez-
franees).
No theatro de S. Ca los a abertura foi com
a (ioruiida, de Pouchielli, em que agradou extra-
ordinariamente a prima-dona soprano Elena Theo-
dorini, sendo tambem inuito applaudidoa o tenor
Valero, o bartono Dafriche e as ditas irmaa
Sthall Amelia, meio sooraoo e Henrqueta, con-
tralto.
A Dinorah. de Meyerbeer, fj s una vez
acea e cahio, porque a dama Bendazzi, que nella
se estreou, n) urna dama ligeira, maa de meio
carcter. Rehabilitoust-, pirm, no Fatuto, de
Gounod, em que deaempenhou mais que aatiafacto
riamente a parte de Margarida.
No Ri-i de Labore de Maesenet, cantou a Theo-
dorini, que n obtevo menos applauaos que na
GlOCOHtl'l
Esto cm ensaios a Carmen de Bizet eoK'-
pmaopkles de Boito, em que a parte principal
ser cantada tambem pela sgaora Tbeodorini.
L.
KhviST DIARIA
Hygiene publica e particular As
Cmaras Muaicipaea foi expedido a seguinte cir-
cular :
Palacio da Presidencia de Pernarabuco, em ls
de Novembro de 1886. Secco 4.1Chamo a at-
tviicao da Cmara Municipal de... na parte que
lhe diaaer respeito. para a circular couataote do im-
porto. Cede tambom ao goveroo portuga parle presso junto, do Ministerio dos Negocios do Lnpe-
da-ilh 1 da Lapa, que fisa fronteira a Maco. > r0) e recemmendo-lhe a fiel observancia da refe-
1 ... ~ jornal h'Italie, de Roma affirma
Entretanto o
que a China reclamou do governo portugus o tri-
buto atrasado de Maco na importancia de 1:440
contos de reis, (moeda forte).
S 'ra urna daa cendicoes do tratado que o Sr.
Tuoraaz Rosa negocou com o goveroo do Celeste
Imperio?
O Sr. Thomas Rosa est actualmente em Lon-
dres, dande partir por estes diaa para Paria, se-
guiudo d'alli para Liaboa.
Nestes ltimos das tem corrido que o Sr.
Viaoode de Guedes Teixera, actual director da
alfandega do Porto, ser nomeado director da de
Liaboa, sendo ncmeado director da do Porto o Sr.
Correia de Barros, presidente da cmara munici-
pal daquella cidade.
Parece que os duques de Montpensier anda
este invern vira) a Liaboa viaitar aua neta a
priaeezi Amelia.
Amanb (11) celebrara-se exequias solemnes
a que assistir a familia real e a corte, na S pa-
tnarchal por alma de el-rei D. Pe !-o V, de snu-
doaa memoria. Neise dia, considerado de luto
nacional, nao ha eapectaeuloa e fazem-ae demons-
tra^oes fnebres do estylo naa fortalezas e navios
do estado surtos-no Tejo.
Parece que arribou a Carthagena para re-
parar algumas avanas a corveta Affonso de Albu-
querque, sabida ha poucos das d'aqui em direccao
a Mozambique afim de levar soccorros promptos a
Inhambane. Apanhou muito mi tempo sahida
da barra.
O certo que tendo o Sr. cooselheiro Augusto
de Castilbo telegraphado ha mais de 12 das, como
Ihes refer, pedindo reforjo por causa da invaso
do 39:00) vatuua eapitaaeado3 pelo regalo Guo-
guahaoa, que se dizia amigo de rei de Portugal,
ainda se esperara promenores da invaso que de-
vem ch"gar na correspondencia official e em car-
tas particulares. Ou o perigo nao era toimmi-
nente como se aftigurou ao digno governador ge-
ral daquella provincia ultramarina, ou elle, com
as limitadas forcaa de que diapuoha pode asse-
nhorar-se da situacao e por cm respeito aquellas
hordas de selvagens, porque nenbum outro tele-
gramma consta que tivesso expedido depois da-
quelle.
Os soccorroa da metropole apesar de toda a boa
vootade e dilige icia do mioatro da marinha, b3o
tardos e oo podem deixar de o aer.
A cmara municipal do Ponta Delgada (ilha
de S. Miguel) e mais doua tercos dos cidadoa re-
ceoseadoa oo meamo cooselho come elegiveis para
os cargos admiuistrativos, requereram que refe-
rida cmara seja applicnda a organiaaco especial
da cmara municipal de Lisboa, nos termos do art.
1070 do cdigo administrativo.
No Mario do Gorerno j veio publicado o de-
creto tornindo exteoaiva aquello conselho a orga-
msaco do novo municipio.
EitSo concluidos oa pilares para a ponte
internacional sobre o rio gueda.
Domingo, 7 do correte, reunio-se nos pacos
do concelhe o c mgresao de beneficencia do muni-
cipio de Lisboa. A mesa ficou aaaim consti-
tuida :
Presidente, S. M.El-Rei; vice-prosidente, Car-
deal Patriarcha ; secretario, Antonio Augusto Pe-
reir de Miranda ; vico-secretario, Carlos Ferrei-
ra dos Santos Silva ; thesoureiro, Joa Gregorio
da Rosa Araujo.
Foi eucarregada a mesa provisoria de propor
os vogaes daa aec.oea a que ae refere e art 90 da
reforma administrativa, sendo acclamados vogaes
as eeguiates damas e cavalhei os :
Seccao de soccorros a reinos invlidos : Srs.
Joo Jo .quim Antaoea Rebailo, Antonio doa San-
JKittD
rida circular.Pedro Vicente de Axevedo.
o N. 495.1. DirectoraMiaisterio dos Ne
godos io Imperio.Rio de Janeri, 9 de Novem-
bro de 1886.
Illm. e Erm. Sr.Circular.Touviudo acau-
telar o caso de, oo obstao:e as rigorosas medidas
tomadas pelo goveroo, appareor eotre n3 o cho-
lera-raorbus, que infelizmente eat graasando em
diversos pontos da Europa e acaba de maaifaatar-
se em Bueuos-Ayrcs, e sendo certo que oa meios
preventivos severamente observados ao os de
maior efiieacia nos centros de populacao, baja V.
Exc. de recommendar uo inspector de hygiene e
a Cmaras Municipacs dcsaa provincia a mais
activa vigilancia sobre o stricto cumprimento das
d8posicoea regulameutares em vigor e das postu-
Mt cooceruentea byriene pubea e particular,
chamando especialmente a at ten y o do meamo ins-
pector para a neceaaidade de eerem pratcadaa
freqaentca visitas naa casaa e estabsdeciuientoa
onde possam exiatir f^oa de infeceo.
Deus guarde a V. Exe. Barao de Ma-
mar.
Faculdade de nirelto Eis o resaltada
dos actos de hontem :
Io anno
/-ferino Goncalves Agr, smplesmente.
AlfredolRodiigues Baptiata Soarea, idem.
Estanislao Cardoao, idem.
Joaqum Pereira Teixeira, idem.
Doua reprovado8.
2. oano
Thomaz de Carvalho Soarea Brando, plenamente.
Pedro Polyneto Ribeiro, idem.
Aatonio augusto Ferreira Lima Juaior, idem.
Antonio Pedro Carneiro Leo, idem.
Carlos Auguato de Souza Leo, idem.
Joo Leopjldo da Silva, Loureiro, smplesmente,
3- anno
Auguato Olympio Viveiroa de Castro, plenamente.
Arthur Quadroa Collares Moreira, idem.
Julio Pire Ferreira Sobrinh.1, idem.
Anaatacio de Paula Cavalcante, dem.
Flix Candido de Souza Carvalho, idem.
Euclidea Bernardo Quiuteiro, idem.
Julio Cesar Gomes da Silva, smplesmente.
Joaquim Elvira Magalhaea, idem.
Luiz Autonio de Aguiar Souza, idem.
Amancio Joa de Souza, idem.
4'anno
Eugenio de Barros Falco de Lacerda, distineco.
Diogo Falco Paim, aimplesmente.
Gil Pedro Pereira da Silva, idem.
Benjamn Americo de Freitaa Peasoa, idem.
Doua reprovadoa.
5' anno
Luiz Ayrea de Almeida Freitaa, plenameute.
Jos Brasilio da Silva Dourado, idem.
Guilherme de Meirellea Viann 1, idem.
Joaquim Xavier de Moraea Aodrado, idem.
Emilio Ferreira de Ab'eu e Costa, idem.
Benedicto Martina de Carvalho, idem.
Estes receberam o grao de bacharel.
No 1 anoo sero' chimados hoje os os. 73,
75, 85, 76, 83 e 74 e tantos quantoa da outra tur-
ma, (caso falte algum d'eatea) furem uecessarios
para o completo de aea.
Examen de preparatorios)Oa exi-
mes de inglez, prioc'piaro a 2 horas da tarde,
sendo chamados a oral o reato da turma de sab-
bdo, e depois para escripia.
Eia o resultado dos examee de aritbmetica havi-
dos hontem :
Entraram 26
Retiraram-ae da prova eacripta 7
Approvadoa plenamente S
Approvadoa sinipleemente 6 -



C I'
1

(

r,
!-


Diario de PernambucoTer^a-fclra 23 de Novembro de 1N86
I
de
0
1
portugus
Reprobados
R tirou-ae da piova oral
Eis o resultado dos exames
tambera de honteio:
Jo Francisco do Reg Rangel Sobrinho, dis-
tinecao.
Manoel Victoiino de Lima, plenameute.
Seraph'in Maiioho de Araujo, araplesmente.
Stbastm Fabiaodo Amar.il e Silva, idein.
Miguel A. Rodrigues Lima, idem.
Paulo Ilypacio da Silva, idcm.
Victor (..huleante Albuquerque, ideo).
Jes Mana da Silva 01eira, plenamente.
Vitaliau.i de Albnquerqae Mello, simplesn ente.
Lus Francisso de Paula C. de Albuquerque,
idem.
RaprovaJoa na eacripta U
tio'vcrnu lo blapndo-Da a Aurora de
21 do correte que de.. .. foram passadas :
Proviso de vizario, para a fregueaia de Ta-
quara, na Parabyba, por tempo de um anno, a fa-
vor do Rvd. Frer Lg.uienco da Immaculada Con-
ceicao.
dem, de uao de ordeus, por mais tres meses, a
favor do Rvd. Francisco Xavier Gervasi, residen-
te em Palmares, cesta provincia.
dem, idem, e do coufesaor, a favor do Rvd. Se-
sostres Abdon Freir de Garvalho, residente em
Agiia-Preta, resta provincia.
dem, idem, a favor do Rvd. Joaquim Avelino
Cavalcaute, residente au fregueaia do Pilar da
Parabyba.
dem, idem, e do .regador, a favor do Rvd.
Leonardo Joao Oregb, residente na freguesia da
Boa-Vista, d> a'a cidade.
Portara, exonerando Rvd. Manoel Joaquim da
Silva Chaeoo, do cargo de coadjutor do acary, no
Rio Grande do Norte. .
Tribunal do Jury do BeclfeFoi jul-
gado hontem neste tribunal o reo Jos Luis Sa-
turnino, que achava ae pronunciado no art. 205 do
cdigo criminal.
Ttve por advogBdo ao Dr. Luiz Drum-
mond. e em vitta das decisots do jury foi con-
demnado a 5 annos e 3 meses de priso e multa
correspondente a metade do tempo, grao medio do
dito artigo de cuja decito appellou o reo para o
superior Tribunal da Relajo.
Taabem foram condemnadas & 5 das de pnso
as testemunhaa Herculano da Silveira Bessone,
Antonio Jes G-eateira. Lucio da Silva Antuuea,
Felippe Alveade Mello e Aureliano do Nascimen
tj Wauderlcy, cjotra os quaos expedio-se man-
dado de pnsoes que foi rcmettido ao l)e. chete de
polica. ,
/Tmenlo leve Ante-hontem as d no-
ras da tarde e na taberna do Calomb, travessa
do Monteiro,encontraram-se o pintor Alfonso Fer-
ro ira com o pardo Joo Alves do* Santos.
Havia entre ellea ecntas a ajusUr, e, depoia de
urna desagradavel troca de palavras, passaram a
vias defacto. Como, porm, o ultimo i possue
um Uraco, o piutor, que traiia urna faca de ponta,
ferio-o levemente no lado direito do abdomem, se-
gundo deciarou o Sr. Dr. J. J. de Sousa.
O da laca foi preso na ra do Mrquez do Iler-
val, pe seguido pelo clamor publico e foi recomido
Casa de Dtt. ncao, bem como o outro, que, di-
zem, ti m all eabule.
Moni.- Pi Popular Pernambucano
Esta soeieJaae procedcu ante-hontem a elcicao
para sua nova administrado do auno social de
1880 a 1867 a qual fieo ass:m composU :
DirectorDr. Joao Bastos de Mello Gomes.
Vice-diaector -Rodolpho O. Guedrs de La-
eerda.
1" s-icreUrio3-DJamim A. Jos da
seca.
2.' ditoJocquim de Gouveia Cordino.
OradorJos Joaquim Pereira do &*&>
Adjunto -Joao Vicente da Silva Costa
nior.
TheaoureiroHenrique C. Barreto de
meida.
Meatre da ceremoniaAnselmo Ayres de
redo.
ConselkcirosMaximiano Ribero de Araujo, Ma-
nuel Simplicio do Nasciinento, Joao Francisco Du-
ries, Euedino Marques de Souza, Francisco B.
Carnriro da Cunba Miranda, Epaminondas M. de
Souza Gouveia.
Commiao de contasFrancisco de Paua e
Silva, Haswel Goncalves Agr, Regino Ferreira
de CarvalL).
SaueimadurasO menor de 14 annos de
ide, Mauoel Libunio dos Santos, aprendiz ma-
rinheiro.fbtava a engommar eua roupa, no nb-
bado, s G horas da Urdo. Querendo avivar maia
o fotro, em que eatavain es ferros, auxiliou-o um
aompanheiro despejando um pouco de alcool sobre
o carvao, mas o Jq'do Lammou ss e o infeliz
menor fiou com o rosto, peacocj e toda a parte
anterior da peiti, estendeado-se ateo abdomen
baetaute queimadoi. -
Prestoj-lhe os prime i ros soccorros o or. Dr. J
J. de Souza. -,!.
Prinriplo de IncendioA s 3 l\ oras
da noite de sabbid)deramas igrejas signalde in-
cendio nalreguc-zia da Boa-Vista.
Verificado o fucto toube se que ardiam una ca-
vacoo, que e=tavam proiimjsda machina a vapor
da serrara, ao caes de Capibar'be, pertcncente
r.o Sr. Fraucisco dos Santos Macedo e sobre os
aua?s haviam laucado a cinza de carvo de pedra
da referida machina, com algumas brasas.
Em menos de meia hora ficon extincto por par
tcularos, o incendio, que attingio ao tecto do com-
partimeato em que comecara a laborar.
Cimparecerara d>versas autoridades policiaes.
CaceladaAute-hoatem s 5 horas da tar-
de na Encruzilhada di B.-lm, fji o crioulo Jos
Antonio Los, marit m-, aggredido traicoeiramen-
te p.lo ea'ad Jos da Costa, timben crioulo e
sep'nag-.i ir, qual dejcarregou-lhe urna ti enea
da caceas/da na regido accipiul fazaudo-lhe urna
b-ocha de t nitro centimjtras de exteasaa.
D u asma a isto o facto de querer o caiador
continuar a morar com Lias sem pagar absoluta-
mente couaa uenhuma, negocio com que este nao
xidia ccu;ordar.
criminoso loi freso em fligrante djlicto e re-
to lhido Ca de Detencao.
O Sr. Dr. J. J. de Souza, que examinou o of-
endido, de- larou sor leve o ferimento.
Henmo fnebreSa quinta teira, 25 do
orrente, s 1 liaras da noite e no theatro Santa
Isabel, u SocioJade Uniilo Federativa Abolicio-
uia'a dTectuari urna sessao fnebre em homena-
gem memoria do conselheiro Jos Bon-tacio de
Andrada c SiK'i, senador pela provincia de S.
Paulo e CaUeeidu a 25 do maz prximo findo.
TraKelai do BecifeDia'nbuio se
hontem a f.rma p. 27 deste romance do Sr. Dr.
A. M. Carneiro Villela.
BenanlreQuinta-feira, 18 do correte, s
% 1/2 horas da tarde, quando dacia a locomotiva
eondozindo novo earros de cannas na ladeira do
Sibir do engmbo central Firmeza da Escada,
teado o machimsU por descuido dtixado o trem
descer com toda forca, atro^ellaram-se os carros e
montando uns sobre outros impronsaram o aponta-
dor Alfredo Augusto Viei-a, que fazendo nm ulti-
mo esforco, 'de livrar-se de ser esmagado, ncan-
Chuvannlla.
Direccao do vento : E de meia noite at 8 horas
e 20 minutos da manha ; ESE at 11 horas e 5
minutos da manh ; E at 9 horas e 7 minutos da
tarde ; ESE at meia noite.
Veloaidade media do vento 3,m0i por segundo.
Nebulosidade media : entre 0,3 e 0,4.
dem do da 21 :
Hora*
6
9
12
3
0
t.
1 si j ha 5a
26o0 28 9 29"-l 290-1
Barmetro
0
Ttnsao
do vapor
766*76
7.r)981
760-111
758">6G>
768>3;
19.84
20.08
20.08
20.08
20.33
o
a
a
a
a
77
67
67
67
78
Fon-
Ju-
Al-
Aze-
da todava com a p rna esquerda fracturada e
bastante contusa.
Nao havendo raaorso para ser all conveniente-
mente tratado, veio elle no domingo tarde para
Santo Amaro das Salinas, neata cidade, casa do
sen cunhado o engenb. >o Reg Netto, onde noite,
reunindo-se os quatru mdicos Drs. Joao Paulo,
Coelho Leite, Jos Julio e Mello Gomes, resolveram
fazer incontinenti a amputacao da perna por se
achar gangreoada at quaai o terco superior da
coxa, operacSo que se realisou & duaa horas da
tnadruerada. ., .
Nlo obstante a operaclo ter corrido regular-
mente, todos os mdicos julgam o offendido em
grave perigo do vida.
Chamam a attencao de quem dirige os traba-
Ihos dos engenhos eentraes para o modo irregular
porque proeelem os machinistas ou simples dir
ctores de machinas, nicos cansadores e responsa
vais de todos os desastres em idnticas circum
stancias.
Blrectorla da obra de conserva-
co do* portoB-letim meteorolgico dj
d'ia 10 de N -vembro de 1886 :
tlati
< m.
9
12
3 t.
i
o .
= o
Oflfl
*z
V 3 ""
A -
H*4
- -^
25" -8
28'6
29C
2-8
-3
Barmetro
75936
7t!0"41
75983
758^45
758m57
V
Temperaiiira mxima3U25.
Dita mnima25*5.
Evaporactlo em 24 horas : to sol8"D,
bra5ra7.
mereiale. D. Noel. -Mouvement maritimeMai-
sons reo imrosnaes.Annonces.
Revte Sai Americaine, n. 101, de 1 da cor
rente, com este summario :
L'Amerque latine devant le futur cangros de
Washington, par L>uis Guilaine.L;s territoires
nationaux de la Rpublique Argentina. Li Terre
de Feu (smte).Le pass et le prsent de la Ban-
que de la Province da Buenos-Airas (18821886
(ue).Voy apea dans les Rpubliques de l'Equa-
tenr et du Prou (1870-1867).Courrier d'Am-
rique.Bevu canomiqua.Sevue financiare.
Annonces.
Pao d'AIboEscrevem nos em 20 do cor-
rente :
No dia 10 do corrate mes, assumio o ejerci-
cio da cadeira publica de instrueco primaria do
sexo feminino de;ta cidade, a professora D. Fran-
cisca Maa da Annuaciacao.
No da 14, no theatro Santa Toereza, teve lu
jar o esp:ctacu!o, que o Club Ensaio Dramtico
Pao d'Albensa deu em seu beneficio, levando
scena o drama em 4 actos, Carlos, o artista e a co-
media em 1 acto, Coneequencias de um rapto.
Os amadores desempenbaram satisfactoria-
mente as suns partes e a actriz D. Angelina de
Serpa executou a sua ptimamente
Nos intervallos tocou a sociedade Pnilharino-
nica Pao d'Alhense. Foram todos os personagens
calorosamente applaudidas Parabens, portanto,
ao director do Club, teneote Poriria Coutinho e
aos demais asco ciados.
Consta-nos que no principio da mea de De-
zembro, prximo futuro, haver outro espectculo,
o que muito necessario, visto nao haver urna s
distracao para os habitantes desta cidade.
No dia 18, dt-ixou o exercicio do sargo de sub-
delegado do 1 districto desta cidade, o cidadao
Ildefonso Carneiro da Cunba Albuquerque, pas-
eando-o ao Io supp'ente, alteres Flix Jos de Oh-
veira Mello.
Sem quewr ferir a modestia do Sr. Ildefonso,
declaramos que elle urna autaridade enrgica,
pacifica e attenciosa, e que sabe cump/ir os sena
deveres, tornando-se, por isao, digno de elogios.
> Nada mais digno de menea, a nao ser que a
ordem publica conserva-se inalterada e a polica
vai muito regular.
Au revoir.
Lotera da corte Eis a lista dos nme-
ros mais premiados ua 1. parte da 234. lotera
do Monte Po dos Servidores do Estado, extrahida
em 12 do corrente :
pbeiuos db 100:000*000 a 1:000*000
100:000*000
20:000*000
5:000*000
2.-000*000
2:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:0000000
1:000*000
1:000*000
tcm-
APFBOX1MAOOEB
PREMIOS DE 500*000
2357 4790 8467
2883 5167 10067
3510 8231 10303
1:000*000
1:*000000
600*000
600*000
Temperatura mxima30,0.
Dita mi lima26,0.
Evaporactlo em 21 horas ao sol: 6m,8 ; som-
bra : 3",3.
Chuva-0)n'2.
Direccao do vento : ESE e SE alternadamente
de meia ntite at 8 horas e 30 minutos da manbS;
EE at meia noite.
Velocidade media do vento: 2,"60 por segundo.
Nebulosidade media 0,4.
A pena de acolte.Com este ttulo ac
ba o Ilustrado Sr. Dr. Antonio Pitaoga, digno
juiz de direito da comarca de Limoeiro, de publi-
car um opsculo, que ser, pelos competentes, lido
com nterease. L' um appello magistratura,
tendente a estabelecer a harmona acientifica na
interprttacao daa leis, que eatatuem penalidad es-
peciad para es eacravos.
Agradecemos ao autor a offerta que nes fea de
um excmplar.
nieratdade de Berlina. Lemos no
Brsil, revista parisiense, de 5 do corrente :
Entre os candidatos ao lugar de interno da
Universidade de Berlim, temos o maior prazer de
citar o nosso compatriota, Dr. Joaqnim Augusto
Las Casas dos Santos, que foi o candidato eseo-
Ihido.
Nesse concurso inscreveram-se 40 mdicos
allcmaes e 2 hispanoamericanos.
Foi a primeira vez que nm estrangeiro se im-
pos por seu talento 4 Universidade de Berlim. *
Boa nova.Lemos na mesma fulha :
O Sr. AlipoJosde Mesquita, nosso compa-
triota, acaba de sabir sao e salvo do Instituto
Pasteur.
Tendo sida mordido por um cao bydrophobo,
em 17 de Setembro ultimo, no Rio de Janeiro, o
Sr. Mesquita cautensou a ferida e parti logo
para Pars.
No da 13 de Outubro, de manha, batea
porta do Dr. Ferreira dos Santo-, delegado do
governo junto ao Dr. Pasteur, e aquelle medico
foi diligente em leval-o ao Instituto.
" A primeira aaoculaco ies-se 13, s 11
horas da manh, e seguiram-sc-lho outras nos 13
dias que durou o tratamento.
Completamente tranquillisado, o Sr. Mesquita
agora s deseja que o Dr. Ferreira dos Santos
realise o mais breve posaivel a fundacao de um
lustituto Pastrur no Rio de Janeiro.
A esses votos juntamos os de todos os nossos
compatriotas e os nossos tambem.
Inareasa francesaRecebemos de Pa-
rs :
Revue du Monde Latn, fascculo de No-
vembro, com este summario :
I.Impots Ceitains, Pogrs Dauteaux.E'tu-
de sur les projets actuellement dbattus l'II-
tel-de-Villo, parM. Denys Cochin, Conseiller mu-
nicipal do Pars.
11.La Ville Mondaine Dans l'Italie de Li
Renaiasance, d'api) des pubhcations italiennes
recentes, par M. Lafebvre Saint-Ogan.
III.L'amrique Latine et les E'tats-Unis de
L amerique du Nord, pir M. F. da Santa-Anua
Nery.
IV.Les Homines du Mondo Latin : M. Le
Comtc D'baussonville, par M. II. Le Noir.
V.L'achiie Fe >alo, par Mme la Baronne de
Guldcncrone, neo du Gobincau.
VI.L'yars, coute fantastique de Para, par M.
Carneiro VilelU (traduction et no-es da M. S-
A-N.)
VILPosies : 1. Elonore d'Este, par M. Hip
polyte Boffenoir.2. Marche Fnebre et Triom
pbale. por M. Eug. ao Faivre.
VIII.Los Aaires : 1. La Monde Commer-
cial, par M. A. Datte.2. La Monda Financer.
par M. X.
IX.Poltiqu suel, par M. le Crate de Barral.
X -Livres et Ravues.
Thatrea et Concerta. Maisons R.-comman
dees.
Le Bresit. n. 130 de 5 de Novembro, com o
seguinte snmmario :
Une question a demi videJ-d'Argollo Ju
nor._TlgrammesEchos de partout.La cin-
quantenaire.A. F.L rducion du papier-
monnae au Brsil (sute).Z. Notre conrrier do
Rio (L'Immgration et le ministre de l'agriculture.
Les emendements du Snat.La question du
saz. Liserb. Les spe-cialiti hygieuquea et
pharmaceutiquas au Brsil.Nouvelles des pro-
vinces : Rio do Janeiro, Pernambuco, Minas-
Gcraes, Sam Paulo, Amizjnas.Pacifijuj et la
Plata : Rpublique Argentino, Uruguay, Prou.
L'Expositoa rgonale da S. Joo Nepomucena
(Minas-Geraes)-Odnivel.Bilan de la Bnnque
du BrjilRevufiaanc.cre.J. Gal.Revue com
PREMIOS DE 200*003
413 4934 10377 10720 13301
872 5992 10421 11673 13498
3656 9296 10464 12002 13671
4344 9912 10500 12719 13688
4525 10047 10705 12999
FHEMIOS DE 100*000
747 901 1768 1792 1917
1931 2210 2295 2675 3085
3322 4194 4z80 4663 4806
4859 4899 4981 5094 6331
5841 6146 6449 6493 6537
7078 7123 8350 8548 8677
8902 9441 9599 P856 9925
10209 10304 10807 10993 11155
11186 11283 11519 12210 12959
13021 13624 13636 13695 13929
al-
ta 8
D.
da
alco
10398
10434
DlnbelroO vapor Pirapama levou para
diversos partos do norte a somma de 72:487*820.
I^ellntMa.Eflcruar-se-hao:
Hoje :
Velo agente Martn, s 11 horas, na ra das
Trincheiras n. 16, de movis, laucas, vidros, etc.
Celo agente Gusm&o, s 11 horas, na ra do
Marques de Oliida n. 19, de predio o terreno,
movis, loucas, vidros, cerveja, etc., etc.
Amanha :
Pelo agente Pestaa, ao meio dia, na ra do
Vigario Tenorio n. 12, da barcaca Paulilha, e s
11 horas de p.edio.
Peio aoene Brito, s 11 1/2 horas, no pateo
do Terco n. 3, de movis, cspelhos e louca.
PeZo agente Silveira, s 9 1/2 horas, na porta
da Associscao Commcrcial Agrcola, de 42 saceos
com assucar.
Peo ao-enie Gusm&o, a 11 horas, ra di
Sensata Velha n. 21 A, de movis e objactos de
ferro.
Pelo agente Alfredo Gumare.s, s 11 horas,
rna do Bom Jess n. 49, de fasendas e miudesas.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na ra do Mar-
ques de linda n, 10, de um repartimenlo para
escriptorioe urna burra cofre.
Quinta-feira :
PeZo ooenZe GurmSo, ao meio dia, na ra do
Baro da Victoria n. 25, da pharmacia ahi sita.
Pelo uyente Martina, s 11 horas, na ponte
do Ui-hda, ae p da estacao, de movis, loucas, vi-
dros, etc.
Mismas fnebre. St rao celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, na igreja de S. Goncalo, pela
ma de Luiz Gouzaga do Espirito. Santo ; i
horas, na matriz do Monteiro, pela alma de
Amalia da Cunha Res ; s 7 1/2, na igreja di
Santa Crus, pela alma de Mara Isabel Falca
Campos.
Amanha :
A's 7 horas, na matns da Boa-Vista, pela alma
de Carlos Eduardo Riedel.
Quinta-feira :
A's 8 horas, na ordem terceira de S. Francisca,
pela alma de Jos Lanriano Tavares Cordei ro.
Pa*agelrONChegados da Europa no va-
por ingles John Helder :
Tnomas Griffitbs, Alice, Stella, Mary, Benito
Domingues, Jos P. Pinto e Mary Newmau.
Sabido para o sul no mc-ino vapor :
Jos de Oliveira dantos.
Cbrgados dos portos do sul no vapor fran-
cs Ville ce Victoria :
Rufina O. Cavalcante e urna fifhi, Dr. Mansel
Bastos de Oliveira, Dr Ildefonso Pereira de Ase-
vedo, Vicente Barbjsa de Souza.
j.Operare clrursrlea*Foram pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 21 do corrente, as
seguintes :
Pelo Dr. Puntual :
Extirpacao de um tumor sarcomatoso da regulo
thenar da mao direita.
Cana de OeleocuoMovimento dos pra-
sos do dia 21 de~Novembro :
Existam presos 312, entr. rara 4, sahiram 5,
existem 311.
A saber :
Nacionaes, 285, mulheres 7, estrangeiros 9, es-
cravos sentenciados 4, procesiado 1, ditos de cor
reccao 5.Total 311.
Arracoados 284, sendo: bons 271, dientes 13
Total 284.
Movimento da enfermara :
Nao houve alteracSo na enfermara.
"Lotera da provinciaQuinta feira, 25
do Novembro, as 4 horas, se extrahir a 11* parte
da 1.* lotera em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Becife, pelo novo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Ncssa Senhora ds
Conceicao dos Militares ser teita a extraecc
pelo systema da machina Fichct.
Brande lotera da provinciaA lo-
tera em beneficio dos ingenuos da Colonia Isabel,
cujo premio grande 240:000*000, ser rxtrahi
da do dia 24 de Novembro.
Os bilhetcs acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
LoteraA 11a parte da Ia lotera da provn
ca, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recite, pelo novo plano, cujo premio grande
100:000*000, ser extrahida no dia 25 de Novem-
bro.
Os bilbotes garantidos acham-se venda na
Casa da Fortuna, ra Prmeiro de Marca nume-
ro 23.
Tambem acham-se venda na Casa Felis,
praea da Independencia ns 37 e 39.
Lotera Extraordlarla do i piran
a-a -O 4." e ultimo sorteio das 4.* e 5. series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida no dia 16 de Desem-
bro.
'cham-ae expostos venda os restos dos bi-
tes na Casa da Fortuna 4 ra Prmeiro de Marc/
n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
dendencia ns. 37 e 39.
Lotera do BloA Ia parte da lotera
n. 866, do navo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia 27 de Novembro.
Os bilhetes acham se venda na Casa da Foi -
una ra Prmeiro de Marco.
Tambem acham se venda na praca da nae-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da rorteA 3a parte da 201* Jo-
feria da corte, cujo premio grande de 100:000*
ser extrahida no dia .. de Novembro.
Os bilbetes acham-se venda na Casa da For-
tuna roa Prmeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Indc -
pendencia ns. 37 e 39.
Hatadouro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 76 rezes para o consumo
do dia 22 de .Novembro.
Sendo: 60 rezes pertencenf-sa Oliveira Castro
A C, e 16 a diversos.
No mesmo estabelecimento foram tambem
abatidas para o consumo do dia 23 do corrente 80
retes.
Sendo : 64 pertencentes a Olivera Castro & C
e 16 dversos.
ereado Municipal de Jos-0
movimento deste Mercado uos dias 2.' 3 22 do cor-
rente foi o seguate I
Entraran :
67 bois pesando 10,476 kilos.
546 kilos de peixe a 20 res
98 cargas de farinha a 200 ris
31 ditas de fructas diversas a 300 rs.
6 taboleiros a 200 ris
36 Sumas a 200 ris
Foram oceupados :
52 columnas a 600 ris
49 -compartimentos de farinha a
500 ris.
40 ditos da comida a 500 ris
138 ditos de legnmes a 400 ris
32 ditos de suino a 700 ris
22 ditos de tressuraa a 600 ris
28 talhos a 2*
4 ditos a 1*
A Oliveira Castro & C.:
108 talhos a 13 ris
4 talhos a 500 ris
Deve ter sido arrecadada neste dia
a quantia de
Rendimento dos dias 1 a 20 de No-
vembro
Pedro da Costa, frica, 90 annos, casado, Boa-
Vista; velb:ce.
Miguel, Pernarnouco, 16 annos, solteiro, Boa-
Vista ; tubrculos pulmonares.
Manoel Goncalves da Silva, Pernambuco, 30
annos, casado, Bsa-Vista ; gangrena das pernas.
Joio Francisco Jos Rodrigues, frica, 80 an-
nos, casado, Boa-Vista ; leslo cardiaca.
Delmiro Francisco de Amorim, Pernambuco, 25
anuas, solteiro, Boa Vista ; laringite syphilitica.
Lua, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos ; convul-
soes.
21
Olympia Mara da ConcoicSo, Pernambuco, 35
annos. casada, Graoa ; bronchite.
ldalina Alejandrina do Nascimento, Pernam -
buco, 25 anuos, solteira, Graca ; epilepsia.
Benedicta Feliciana da Conceicao, Pernambu-
co, 56 annos, Gra$a ; erysjpela.
Uttrecem-oascido, Pernambuco, Gra^a ; remet-
tido pelo subdelegado.
PIBLICOES A PEDIDO
10*920
19*600
9*300
1*200
7*2U0
31*20U
24*500
20*000
55*2 22*4 0
13*200
40*000
4*000
108*000
2*000
368*720
4:059*740
4:428*460
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde de 400 a 480 res o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Samoi de 560 a 640 ris idem.
farinha de 200 a 280 ri* a cuia.
Milho de 280 a 320 res idem.
Feijlo de 560 a 640 idem.
'Cemlierlo Publico.Obituario do da 20
do corrente :
Mara Domua da Silva, Pernambuco, 22 annos,
solteira, Graca ; tuberculose.
Jos Baptista Marques Dias, Portugal, 37 an-
nos, casado, Recife; ectosia da aorta.
Joanna Mara da Conceicao, Pernambuoo, 68
annos, viuva, Recife; tubrculos pulmonares]
lasfruct^o publica
TAKYMETRIA
O novo regiment das eseolas publicas, na par-
te em que se oceupa do ens menda o emprego da takymelria.
Tratndose de um methodo do muito nanea-
do entre nos, nao ser lora de proposito diser
d'elle alguma cousa.
Takymetria por alteracao de tackymetria, ( de
tachos, rpido), o termo adoptado para dominar
um systema de demonatracio pratica e intuitiva
da geometra, baseado em elementos concretos,
servmdo-se de procesaos muito simples, materiaea
e ao alcance daa inteligencias anda pouco des-
envolvidas pela idade e pelo catufo. E' a geo -
ni-tria usual, puramente concreta, geometra na-
tural, pelo diser assim.
Convindo corapcar cedo o ensino dos conheci-
mentos geomtricos na escola,e deve ser dos
primeiros a transmittir-se creanca,oamo bise
iodispensavel acquisicao segura e mais fcil de
outras nocoes, era mister simplificar-lhe o estudo
e proporcional a ao estado mental do meni o.
Para occorrer a essa necesadade pedaggica
recorreu-se ac processos intuitivos e, como era
natural, pela sus grande fiexibilidade fcilmente
adoptou-te ao enaino do tao rigorosa e abstracta
3ciencs.
Ao engeoheiro Eduardo Lagont e ao professor
M. J. Dalsme, da escola normal de professores
do departamento do Sena, deve-se essa adaptacao
metbodica, pela qual,prescindindo-se das abs-
traccoes da algebra e da geometra analytica, foi
posaivel descer a demonstracoes fcilmente com-
prehensivas aos que frequentara escolas primarias
e aos que precisam da geometra para o exercicio
de protise.'s puramente mechancas.
Ao enaino secundario e especial fiquem reserva-
das as formulas scientificas, as demonstrado s por
meio de complicados clculos, O menino de esco-
la nao se d bem com ellas o o artista precisa
tambem ie alguma cousa mais pratica, mais
prompta, mais fcil.
A takymetria, assim, t obre insinuar sa as in-
telgencias infantil, servv. tambem para o preparo
des profissoes manuaes q i 3 carecen de conbeci-
mentos geomtricos.
Ae lrs que presidem a enaino saa em ge-
ral as do chamado methodo i. tuitivo. t
Adoptam-ae para as demonstracoes obj actos
materiaea; dtia-se a dtlinicao para depois do
alumno saber a figura ou regra explicada ; 03
nomes usuaes, communs, conhecdos de todos veem
antes do nomo technico e scientifieo ;prescinde-
se de figuras complicadas, em que tao naturalmen-
te os alumnos atrapalbam-sa com urna multido
de lnhas e lettras, confund nda as mu ti vez
aquellas cem a superficie ; preciso que assim
ellea nao fiquem euleados nessas lnhas, inlinha-
dos. Dcve-se-lhes fallar sos olbas e muito cla-
ramente, ao mesmo tempa que intelligencia.
Para isto, conatruam-se figuras de papel, ou
cartao, os pioprios meninos as podem faser ; cons-
truam-se solidos geomtricos tambem de papel, de
madeira, de gesso, de maasa de papelao. (K os
ha preparados em collecfoea para uao da3 aulas).
Em vez de dar a decorar ao alumno definicoes
que custa-n a conservar na memoria e que de na-
da lbe valem -e elle nao v e que ellas definem e
significam, ae elle nao a deduzio do que material-
mente ae Iba moatrouhaja o emprego dos objee-
tos que a solicitudo do meatre dapoo para tase
fim, podendo servir m.-itos dos que se encontram
entre os de uso domestico, entre os da escola,etc.
Trata-se de ensinar a linha horizontal, por
exemplo : venha um cope com agua at certa al-
tura, sobre ella urna palhasinba leve, ou tinja-se
a agua com um pouco de ail, variando a posicao
do copo (sem entornar o liquido) mastra -se como
a superficie delle se conserva sempre na mesma
posicao : faca se o alumno euta olserwir o lio -
rizante : como parece-se com o daquella a posicao
que elle entilo v da linha que lbe fica ao longe,
no limite da superficie por sobre a qual elle ts-
tende a vista ; c-se-lbe entao a denotninaolo
dessa linha, faca-se tracar a horizontal na quadro
ou pedra de clculos ; procrese agora que elle
defina essa linha que j assim conhece ; ajude-o a
isao o mestre, se ha hesitacao; corrija-o no que
nao fr exacto e faca a clatse repetir a noco.
Quer o mestre ensinar o que ngulo f
Sei ve-lbe para isao nma teaoura ; as lettras
impressas du alphabeto (principalmente no maius-
culo), encontru n-se muitos ngulos ; e tao fcil
mostral-osao menino! Com duaa reguas, toman-
do-as por urna extremidade na mito equerda c
abrindo-aa com a uutra, m:stram-ae todos os m-
gulos e vai se dando a denominacao respectiva.
A regra d idea das parallelas, de que sao
exemplo para oa alumnos os portaos da sala da
escola, as lnhas da face anterior e posterior da
mesa do mestre, as lnhas impressas dos livros, os
trhas das vas frreas, etc. Com o metro, appli-
cado succcssivameute a varios pontos, mostrase
a afta distancia das parallelas, i m todos os seus
pontos.
Com urna folha do papel mostra-se o rectngulo.
Dabrando-a em dous tringulos (ou cortando-a)
raostra a diagonal Cortada des:a t;rma e ajus-
tndose os dous lados menores dos dous tringu-
los, mostra ao a equivalencia entre a figura que
inteira representava a folha de papel (rectngulo)
e a que passou a ser depois (paralMtnrammo) ;
occupuui ambad o ine&mo espaca tem a mesma
superficie, lato entra pelos olhos. A folha de pa-
pel serve anda pira mostrar como sao iguaes
os lados oppostos do rectngulo e como a diagonal
o divide cm doua tringulos idnticos.
Conhecida a forma ao rectngulo (e a cada pas
so o alumno v essa forma, v. gr. na porta, na ja-
nella, noa vidroa, no livra, no ardosia, etc.) fi-
que permitte ao professor faser comprebender ao
sens alumnos certas regras e formulas principaes
relativas ao estudo da geometra; o sen fim des-
embaracar a geometra de suas abstraco-s e tor-
nar o seu estado mais sensivel e iutuitivo; por
meio de pequeas apparelhos de cartao de madei-
ra, to simples quao engenliosos, ella fas apanhar
fcilmente a verdade dos seu tueorerais e de-
monstra s intelligencias mais rebeldes as theo-
rias e verdades geomtricas.
E' portanto um estudo todo pratica e til, nao
s aos que se destinam a qualquer earreira scien-
tfica, como s artes e offieios.
O notavel parecer de conselheiro Ruy Barbosa
acerca da reforma do ensino publico projectada na
cmara dos deputados em 1882, preconisa tam-
bem o entino tachymetrico, que, como se v do
que em traeos ligeiros acabamos da expor nenhu-
ma difficuldade offereee aos professores e de mu-
r.ima vantagan para os alumnos ; e tanto assim
que, sem medo de errar, dizemos que, embora sen
lbe dar o nome grego e sem apresental-o como no-
vidade, j ease methodo, snao com grande eiten-
so e desenvolvimento, maa observado em seus
principios capitaes, por mais de um professor ter
sido applicado, como que instinct vamente, no en-
aino da seus meninos, como certo tambem que
muros tem feito verdadeiras e exeellentes lices
de cousas at sem se aperceberem dsso,tanto
que exacto o que dase Leibnilz :
As leis do methodo nao sao mais que as do
ban senso postas em ordem...
Hethodo AblIIo
No quartel do campa da Acclamacaa o Sr. Ba-
ro de Macahubas abri hontem s 11 horas da
manh um curso de leitu'a abreviada pelo metho-
do Abilio, para os soldados analphabetos dos 1 e
10 batalhoes de infantaria, all aquarteladou.
Matrcularam-ao 50 pracas totalmente >nalpha-
betas, estando presentes ao acto os Sra. ininiatro
da guerra, commandantca e ofEciaes d'aquelles bi
talhes.
O incansavel educador prometteu que, se nao
todas a maior parte das mencionadas pracas, fica
cariam sabendo 1er dentro de poneos dias ; e con-
vidou aos assistentes para urna prova que dai
depois da oitava li;So.
Da redaeco do Diario le Noticias, de 9 de
Novembro de 1886).
cil ensinar-lbe a medil o. O mestre divido a>r
traeos de lapis a folha de papel em pequeos qua-
dros o dir que cada um delies equiv ile, v. gr. a
um metro.
Assim, para tornarmos bem claro o processo,
traca ditas purallelashorisontaesdistancia igual,
entre si a com relaco aas bordos, medida a com-
pas80,e corta-as por tres parallelas verticaes pe
la mesma forma. Enaina depois que mede se a
superficie multiplicando a base pela altura. O
nosso retaagulo tem, digamos, 4 metros na base
(o mestre mostra os 4 quadros) e tres na altura
(mostraos) e 3X4=12. O alumno contando, um
por um, os quadros, verifica a exaclido do calculo.
Um taboleiro de jago de d .mus ou de xadres
preata-aa bellamente a clculos deste genero.
As tabulas do prmeiro, as cartas de jogar, po-
qaeuoi quadrados de papel, cub a de madeira, etc.,
servem tambem para esaea exercicioa. Espalba-
dos sobre a mesa em linhas iguai s em numero, ou
dispastas em pilhas as mosmas condives, do a
medida da superficie ou do volume, multiplicndo-
se, como saaido, no primeiro caso o numere da
extenso pelo da largura, e no segundo, o da ex
tenso pela largara e pela altura.
Por meio de dous esquadros, ajustados pelo lada
maior, fcilmente se mostra, na rectngulo que
elles formam, qm a somma dos tres ngulos de nm
triangvlo equivale a dous angulas rectos
O celebre quadrado da hypothenus, equivale
somma dos quadrados dos lados oppostos do trian-
gulo, demonstra-se tambem empricamente (o com
a mais pilpavel evidencia) com quadrados 0 tri
ngulos de papel ou de madeira.
Mas nosso fim tam somonte dar urna idea deste
ensino quo pelo nome pde-se augurar, a quem
d'elle nao t'var noticia, coma algum nova ramo de
ensino, alguma de mais para os que ensinam. Li
mitamo-aos por isso ao que vai dicto, parecendo-
nos bastante ao nosso intento.
Em um dos pareceres do jury da exposicao pe
dagogica, realisada ;m ls83, na corte l-se o sa-
gninte, com o que terminamosa assim se \e que
os mritos da tachymttria ja estilo entre nos e por
autoridades da maior competencia, reconhecidos e
assigualadoi:
A tachymetria i com effeto um methodo novo,
Na escala regmental do quartel do Campo da
Acclamaca inaugnrou hontem o Sr. Baro de Ma-
cahubas um cursa de leitura abreviada, na pre-
senta do Sr. ministro da guerra.
Matricularain-se 50 soldados analphabetos per-
tencentes ao 1 e 10 batalhoes de infantaria.
E' manifest o servico extraordinario que est
prestando o Ilustre Baro de Macahubas, abolindo
os analphabetos e propagando um methodo sim-
ples, fcil e de promptos rosultrdos.
O Sr. Baro pretende, na 8' lcao, dar a maiora
dos seus discpulos lendo como o conseguio no Ly-
ceu Luterana Portugus, quando ha pouco tempo
all leccionou.
Consta-ncs que o Methodo vai ser impresso uos
Estad js-Un dos, em edieco avultr.dissim, preten-
dendo o Sr. Bardo de Macahubas a seu digno fllho,
Dr. J. Abilio, percoireram as provincias do Im-
perio em propaganda do Methodo, dando varios
cursos praticos da leitura, e istribuindo gratuita-
mente centenas de milhares de exemplares do me-
thodo.
(Da rodaec/io do--Bh de Janeiroi* mesma
data).
Lembrados estar) os nossos ietores que, quan-
do o Sr. Baro de Macahubas abro no Lyceu Lit-
erario Portuguez, ha cerca de dous meses, um
curso de leitur-i abreviada de sua nvenco, tendo
sido negada a alguns soldados, que no mesmo cur-
so se haviam espontneamente matriculado, a per
misso para continaarem a frequental-o ap 'zar
do pedido teito em favor delles pelo Sr. Baro ao
ex-ministro da guerra o Sr. conselheiro Junqueira
nos referimos ao tacto, lamentando-o e advogando
par nossa ves a causa daquelles salda Jo3 que que-
riam aprender a 1er.
O actual Sr. ministro da guerra officiou ao Sr.
Baro de Macahubas declarando-lhe qua podei ia
dar, quando lbe aprouvease, no quartel do cimpo
da Acclamacao, um curso de leitura pelo se i me-
thodo s pracas analphabetas do 1- e 10- bata-
Ihes de infantaria all aqaartellados ; asseguran-
do-lhe ao mesmo tempo qu-, se o resultado fosse
satisfactorio, mandara applicar o aietnodoem to-
das as escolas do exercito.
Correspendendo a este convite, abri hantem o
Sr. Baro de Macahubas, naquella quarte', nm
curso da leitura pelo methodo Abilio, em que se
matricularan] 50 ara$as, totalmente anlphabe-
tas.
Aaeistiram ao acto da inaugoraco os Srs. m i-
nistro da guerra e os commandantes e ofiiciaes
dos doua batalhas.
O novo curso fanecionar todos os di is e o Sr.
ministro dn guerra volta aula na prxima sema -
na.
(Da redaeco do raiz da masma data.)
l'opo da Pauctla
Preteadendo no dia 25 do corrente mes dar co-
meco as obras da igreja de S. Pantaleo do M>n-
teiro, actual matns desta parochis, e julgando
c inveniente quo disso tenham conhecimenta nao
s os meus parochiano3 da quem muito espero o
confio, orno todos aquelles em cujos coracoas nao
se extinguiram os sentimentes religiosos, dou pu-
blicidade aos ofiicios seguintes :
Parocbia do Poco da Panella, 15 de Novembro
de 1886. -Exin. e Rvm. Sr.Na certeza de nao po-
der por mim s dar comeco'e levar a envito as obras
desta matriz, cujo corpa pretendo augmentar, assim
como faser urna capella mor, duaa sacbristiase u.n
corredor com urna torre, julguei de impreseendivel
necessidade a nomeac'o de urna commisaao com-
posta de pessoas relegioias, que me a ixilem nao
s oa acquisicao de donativos preciaos para este
fim, mais anda na direccao dos trabalhos ; e neste
intuito convidei aos Srs. Dr. Joaquim Antonio
de C stio Loureiro, m-.jor Joo Caetano de Abreu,
commendador Albino Jos da Silva, Candido Cas
simiro Guedes Alcoforado o Affonso Moreira Tem-
poral, os quites acceitando esta incumbencia de
muito boa vontade, aprsenlo a V. Exc. Rvma.
para que se digne dfinitivamenta nomeal-os. Sai
medir, Exm. Sr., a difficuldade com que empre-
bendendo este trabalho vou lutar, porm confiado
na magnanimidade do coraco de V. Exc e no
alto iuteresse que tem pela causa da igreja, assim
como mu to esporando dos scutim -u'os religiosos
nao s dos meus parochiauos como d pessoas
que ora aprsenlo a V. Exe. para serem nomeadas,
nao trepdarei um s momento em procurar os
meios neceaaarioa para chegar ao termino do tra-
balho alludido.
Deas Guarde a V. Exc. Ilm. e Exm. Manso-
nhor D. Jos Pereira da Silva Barros, M. D.
Bispo de Olnda.O vigario, Joaa Rodrigues da
Costa.
Palacio da Soledad--, 16 d: Novembro Je 1886.
Rvm. 8r. Recebemos o offieo no qual V.
Rvma. no3 communisa quo nomeou urna commis-
so cjmposta do psasoas religiosas para o auiilia-
rem ca louvavel empresa da melhorar o esta lo da
matriz deesa freguetis.
Approvamos o acto de V. Rvma. e ratificamos
a numeaga que fez dos prestantes cidad^es Srs.
Dr. Joaquim Autonio da Castro Ltureiro, major
Joo Caetano de Abreu, cimmendador Albino
Jos da Silva, Candido Cassimiro Guedes Alcofo-
rado o Affansa Moreira Temparal.
Considerando, porm, que o osforco e dedicaco
de V. ttvm. aaa d^vem ficar separados dessa,
commisso, ui aqu o nonvamas pa~a presid -a e
acompanhal-a cm todos os t'abalhos a que vai
consagrar-se.
LiuvandoaV. Rvmi. no empenho que mostra
de prestar a essa freguesa esse to assgnalado
servca, nos declaramos que muito esperamos dos
membros da commisso, como das fiis em garal a
quem recommen-lam>s cam verdadairo interesse
essa obra pa, que a'mejamos ver em breve rea-
lisada.
Como penbor de nossa acquiescancia, apprava-
co e interesas enviamos a nossa banco ptstoral
a V. Rvma., a commisso e a todos quantos os
acolherem c auxiliar?m em to precioso commetti-
mento.
Deas Guarde V. Rvma. f Jost. Bispo D o
cesano.Illm. e Rvm. Sr. Joo odrigaes da
Costa, vigarioda fregu-zi i do Poco.
uperior Trlbnnal da Relami
RECBSO CRIME
ReoorrentoO promotor do Oliada.
Recorrido O juizo.
Para que se julguo do modo porque o
promotor de OlinJa tem des'mpenhado
cargo idntico em outraa comarcas, publi-
camos os seguintes offl .-ios e attestadd qtu
nlo foram pedidos...
Juizo de dir ito da comarca do Agiut
Bellas, em 26 de Julho de 1883-
Illm. Sr. Tenho presente o aeuOn?-
co datado '!" hontem em que me commi-
nica hayer d. nado o exercicio do cirgo de
promotor pa ico d'esta comarca, da qual
foi removido >t portara de 14 do corre-
te.
Durante o luco tempo em que V. S.
servio comigo, tive occasiao de apreciar a
intelligencia cultivada, os elevadissimoi
santimont03 raoraes e religiosos, a dedica-
{5o pelos interesses da justija e o amor
causa publica quo o distiaguem.
Lamentando profundamente a ialta qu
me faz um auxiliar tao poderoso quano
V. S. para a nobre misso de castigara
or me e plantar a ordem moral n'esta co
marca, acredito \ ser o fiel interprete dos
sentimento3 dos raeu3 jurisdicionados ho-
nestos, enviando a V. S. um voto, de.pe-
zar pela.sua retirada e desojando lbe qua
tmha, na vida publica, as distinegoes qut
sao devidas ao seu incontestavel merec-
ment.
Deus guardo a V. S.Illm. Sr. Dr-
Manoel Mara Tavares da Silva. O juis
de direito Manoel Ventura de Barro*
Sampaio.
Juizado municipal do termo da Aguas-
Bellas 26 de Julho de 1883.
Illm. Sr.Accuso recebida a commu-
nicajao, que me fez V. S. datada de
houtem, deque por portara da presiiencis
de 14 do cadente mez, da qual t> honteoc
tive noticia, fura removido do cargo de
promotor publico desta comarca para o da
do Bonito.
Sciente da referida communicagao, ctim-
pra-me, dando testemunho do modo poc
que se houve V. S. no desempenho do espi-
nhoso cargo, que com criterio, intelligeo-
uia e actividade, asss soube honrar n'uma
localidade especial como esta, nao s<5 la-
mentar, em nome de meus jurisdiccionadoc
a falta sensivel de um auxiliar efficaz, im-
parcial o decidido na punco dos delictoa,
manutencao da ordem publica n'esta co-
rrarca; mas anda, concitando-o, para qua
prosiga sempra no posto de honra em que
se collocou n'esta inditosa localidade, agra-
decer a V. S. o Vlioso auxilio, com que,
durante quatro mezes quasi notavelmonte
no que diz reipesto ao crime de furto de
cavallos dos campos de criacao e cultura,
habilitou-me fazer triamphar a causa da
justiga n'esto termo.
Fazendo votos para que o tirocinio de
V. S. no Bonito seja mai3 Auspicioso poa-
sivel, manifest meus sinceros protestos de
alta estima e profunda considerado offe-
rcenlo a V. S. meus servigos n'esta lo-
calidade.
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. Dr.
Manoel Mara Tavares da Silva, M. D.
ex promotor publico da comarca de Aguas
Bellas. O juiz mudicipal. Thomaz Lao-
dim.
Joaquim Moreira Lima, juiz de direite
da comarca do Bonito.
Atiesto que a conducta do hachare!
Manoel Maria Tavares da Silva, actual
promotor publico desta comarca, tea
sido .qui, at o presente, a mais regular e
honest quer com relacao ao exercicio do
seu cargo, que, alias ha sempre oceupade
com veraadeiro interesse pela causa da
ju3tica e moralidade, quer relativamente
aos costumes particulares, isent03 de de-
feitos e contra os quaes, por sua notoria
pureza, nada se pode conscienciosamente
articular : o que affirmo sob minha honra
f do cargo que exeryo.
Villa do Bonito, 7 de Julho do 1884. -
Joaquim Moreira Lima.
Juliao Tenorio de Abuquerque, baeaa-
rel em direito pela Faculdade do Recife,
juiz municipal e de orphaos do termo do
Bonito, etc.
Attest > que o Dr. Manoel Maria Tara-
res da Silva, promotor publico destn co-
marca, tem tido ptima conducta civil a
moral, assim cono tem revelado multa
actividade e intelligencia no desempenho
de seu cargo, pelo quo so torna digno do
louvor.
O referido verdade, o que juro sob a
f do meu cargo.
Bouito, 9 de Julho de 1884.-Juliao
Tenorio de Albuquerque.
Juizo de direito da comarca de Jaboa-
tao, 16 de Novembro lo 1885.
Illm. Sr. Accuso a recepgao do officio
de V. S. datado de 12 do corrente, em o
qual partecipa-mo haver deixado o exor-
cicio do cargo de promotor publi:o desta
comarca, por ter bo removido para a de
Olinda, por portara da presidencia de 5
de Novembro corrente; do que fico intei-
rado.
Aprovoito o onsejo, que ora se me offe-
reee, para manifestar- lbe os meus protes-
tos de perfeita estima e coasideracilo, loa
vando-o ao mesmo toir.po pela intelligencia,
actividade e zelo com que ae houve ao
desempenho dos deveres inherentes a sea
cargo.
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. Dr.
Manoel Maria Tavares da Silva, muito
di"no promotor publico da comarca do
Olinda.O juiz de direito Antonio Henri-
que de Alineada.
Juizo substituto da camarca de Jaboa-
tao, 13 de Novembro de 1885.
Illm. Sr.Fico ie posse do officio do
V. S. de ontem datado, oro qua me par-
ticipa ter deixado o exercicio do cargo do
promotor publico d'esta comarca, por ha-
ver sido remov lo, por portara da presi-
dencia da provincia de 6 do corrente, para
a de Olinda.
Aproveito a opportunidade para mani-
festar a V. S. o meu apreco pela intelli-
gencia e honestidade com que exerceu a
promotoria publica n'esta comarca.
D-us guarde a V. S.Illm. Sr. Dr.
Manoel Maria Tavares da SI*, muito
digno promotor publico da comarca do
Olinda.O juiz substituto, Henriqu -Ca-
pitolino Pereira de Mello.
Sinislro Martimo
Sbr Eezife de 21 do corrente, um ae r s:eata-
meuto a reipeito do hiate D. Julia, e, co-
mo estoja elle mal dado, uem duvila por


4
Diario de PerDambucoTcrpi-feira 23 de Novcmbro de IC6




4-



faltas iufonnaco'es, de dever reatabelecer ida palo art. 179 de nossn pacto funda
verdade.
Alugoei una ferro pratieagem da bar-
Tt^ eata apenas lirniton-se a largal-o no
lagar iudiado. NIo reoebeu o meu hia-
te D. Julia o menor auxilio de qualquer
reparticio, mesmo 'aquellas que t n por
dever prestir o signal de soceorro, jamis
Jaandu minha embtrcajao esteva a mere
e todos os risco duas noites e ara dia !
A nfosero sarvijo dos dois rebouadores,
dos Srs. Livramento & C, a tripulado
de oatros meus navios, o grande trabalho
da meus bons amigos, e os meas grandes
sforcos o mcu prjuizo seria mui grande.
Recife, 22 de Novembro de 1836.
Bartholomeu Lourenco.
j Joaquim Lourenco.
Pao d'Alho
A' Provincia
O artigo que no sea noticiario publicou
a Provincia de 20 sobre a nomeacSo de
Flix Jos de Oliveira Me Ib para subdele-
gado de Pao d'Alho, merece urna resposta,
embora seja elle escripto era urna lingua-
gttem baixa e impropria de homens que se
dizara de posic&o.
A nomeacao que o Exm. Sr. Dr. Pedro
Vicenta de Anvedo fez de Flix Jos de
Olveira e Mello para subdelegado da Pao
d'Alho um acto de just$i e s pode ser
considerada m por urna redaccao que nao
por tem escrpulos em faltar a verdade a
iodo o momento r m plena luz do dia.
Flix Jos de Oliveira e Mello ura c
dadSo pacifico e criterioso e s nao illu;-
trado porque nao responde cora bofetadas a
argumentados serias, o que se tem dado
com os redactores principaes do orgSo li-
beral.
' Nenhuraa incompatibilidade ha entre olu
gar de subdelegado o o de administrador do
cemiterio a menos que alguns reda'-torea da
Provincia, pelo seu temperamento doente e
nervoso nao tenham receios de que passan-
do por Pao d'Alho sejam enterrados como
cadveres.
Nao receiera os redactores da Proaincia
de que a cidade de Pao d'Alho seja thea-
tro de sanas de arbitrio e violencia, e te
por acaso acontecer o que antecipadamente
annunciam ser em menor escala do que as
que se tem dado no Poco da Panella on i
?xiste nao um subdelegado mas um sultdo
acompanhado d'um guarda costas que pela
physionomia amarella bem merece o qua-
hficativo da lobis-homens ou CbeUeira.
Flix Jos de Oliveira e- Mello um ca-
rcter serio e nflectido e nao sao s cen-
suras d'um papelucho que por informac3:s
da qualquer doutor vaqueiro escreve u na
eatilinada que hao Je manchar a reputacao
de um hornera de bera.
Parabens a Pao d'Alho que anda nao ha
dous annos gemia sob a preasao do ura go
verno desalmado e sera criterio.
Recife 22 de Novembro de 1886.
Plinio.
Fraoeuco ''os Santos Macodo vem do
alto Ja imprensa protestar a sua grati IKo
a tedas as pessoas que lie prestaram soc-
corro, afim de extinguir o incendio, que
principiara cm sua serrara, ao caos doCa-
pibaribe ; principalmente aos seus bons v-
arahos os Srs. Quilherrae Spiller e os filhos
do Sr. capitao Joaquim Ooelho, e aus Srs.
subdelegado do diatri to e official da guar-
da civic.
Recife,* 22 do Novembro de 1886.
Francisco dos Santos AJacedo.
mental; versando o crime desses cidadaos,
em nao venderem caohaca nem carne do
Ceara 1
Novembro de 1386*
"omenagem los Bonifacio
No dia 25 do correte, W lugar no
thcatro Santa Isabel, cedido, obsequioba-
mente, por S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, a commemoracSo promovida
pela Unicto Federal Abolicionista em honra
ao grande patriota Jos Bonifacio de
Andrade e Silva no 30 dia do seu falle-
ci ment.
As 7 horas de noite a orchestra sob a
direccao do distinctb maestro pernambu.a-
no Euclides Fonseca, comecar a ceremo-
nia desempenhando urna Elega escripta
especialmente, palo mesmo maestro para
este acto. Em seguida o Sr. Dr. Antonio
Jos da Costa Ribeiro, presidente da Unilo
Federal Abol cionista abrir a sessao dan
do a pala-ra ao orador offi al, o Exm.
Sr. desembargador Domingos Antonio Al
ves Ribeiro, e depois desti aos deraais in-
seriptoi ; urna grande marcha tunebre exe-
cutada pela orchestra terminar a cere-
monia.
Os camarotes da Ia, 2* e 3a ordena,
excepcao dos da presidencia, polica, de
adroinistracao e da directora, fijara exclu-
sivamente, reservados para as familias ; as
Cdeiras de Ia e 2a classes para os convi-
dados, e as galeras, as plateas, os cama- i
rotes de 4' ordem e es paraizos para o pu-
blico.
S ter ngr isso as pessoas qua se apre-
sentarem vestidas de preto ou com os seus
uniformes.
A' porta do theatro haver co;nmU6-s
para receberem as familias e os convida-
dos, e iudictrem os lugares que lhes eetao
reaervados. Os oradores que se quizerem
inacrever, da* 7 a 9 horaa da noite, na
sie da Bociedade ra do Imperador n.
77 1 andar, at ao dia 24, a das 11 ao
raeio dia no da 25.
A decoraco do theatro foi confiada aos
habilissimos enganheros Herculano Ramos
e Antonio Pereira Simo s.
Racife, 22 de Novembro de 1886.
Dr. Barros Sobrinko,
Secretario.
acontece com as pilulas e confeitos, que
atravessam o estomago e os inateslaos
sera dissolver se. Alm d'isto conservam-
se indefinidamente, e basta abrir urna cap-
sula com um caivete para ver o aulpha-
to de quinina cryatalizado, inteirameoto
puro.
Um mo aoldado manejando a melhor
arma, foro sa cora ella. O mesmo su ;ce-
de ao estomago fraco, inerpaz de digerir ;
os melhores alimentos produzom rritaco'js
ou infla uimacXo. Esto tacto observa-30
todos os dias as creancaa, cujo estomag >
p'iffre em consequencia do trabalho da den-
tico ou do extremo-calor. Nesses pobres
doentes, mesmo o leita puro provoca v-
mitos e diarrha muitas vezes mortal.
Transformando-se, porm, a natureza e a
qualidade do leite, administrando ama e
creanca, ao mesmo tempo, o Xarope de
lactophosphato de cal, do Drusat, a mu-
danza completa. Est* poderoso digesti-
vo restubelece aa Funec,5:s do estomago,
deaperla o appetite, do8envolvo os muscu-
Ios, e dentro de pou<-os das torna rosada e
a legre a pobre crianca, que era paluda e
trate.
AcrOStiCO
Ao digno e lllnstrado profesor
Bem sabes, que um dever sagrado,
O teu n :rne prende meu c >r icio !
Zo aliar da amiaadu tcubo destinado,
O lugar mus alto para a gratidio !
2ao me domina a torpe adulxco,
ji que doeut o sendo pobre
O preito rendo ao horaeto uobre
Wo confeaao d'nm crime atroi I
O labj de ingrato me seria dado
^ por acaso Buflicaodo a voz
> tua gi'nerosid.itie tivesie ovildado.
r".ment porm que a miuba sorte
iiotil no mundo me teuha tornado !
Sis ch gando o mimcnto da morte
> a alma de joelboa ter te abencoado.
r".-^arei a familia, a pagina dourada
Su que eserevi u nom-.i teu ;
> innocente flbinha, a espoaa idolatrada
~.-inbrancas conservarlo do bemicitor meu.
Outubro, de 1886.
I ma Infqnidade
A imposicSo, qual do o nome de bi,
que fere a liberdade de alguna cidadaos,
abrigndoos a conservar suas portas fe
liadas aos domingos e das sanctificados,
est sendo burlada sorrat'ramate por al-
guns protegidos, qua continuara suas mer-
sancia nesses dias de prohib So, portas
travesaa. ou mesmo pelas legaes, simulan
do as fechadas, a cuja ingenuidade o ami
go F... taz vista gorda, vendo entrar os
freguezes, sendo prejudicados pr essa
iarca os que se curvara a lei, da torca e
do despotismo.
Sendo o novo administrador tiesta pro-
vincia hornera Ilustrado e justic iro, noa
licito esperar qne d ura golpe de morte
na cousa laucada contra a Constituijao do
Imperio e contra um numero espeeialiaado
de cidadaos, cuja liberdade lhes garanti-
memoria tic nalnbi idolsttrailn
Iba Amelia da C. Beta
Fha querida, onde est? !
Nao te vendo unto a mim,
N'um desespero tem fim
Chain i debalde por ti !
Nao t i encontr em parte alguma. .
Ni>a angustias da affliccilo,
Poudo a :ni i no coracio,
Murmuroella vivo aqu !...
Morreate meu peito amante,
De tanto aoffrer caneado,
II je verte amargurado
Mai s este pranto de fel !
Miaba Glha Arrebatou-m'a
De msu velar extremoso,
De meu seio carinheso,
A morte injusta e cruc!...
Em torno a mim tu io tro "a .'
Manda miub'alma dorida
Urna lagrima acuda
Ao seio da cteruidade...
Trla.'e, supremo consol
Este profundo gemido
D'um coraca opprimido
Por tio amarga saudade!
Qae faco eu sobre a trra,
Nao tendo a filba querida,
A esp'ranca da miaba vi l.i,
O ouho do mcu amor ? !
Despreso a existencia e o mundo,
J que ingrata toi-iie a sorte,
chamo em gri'os a merte
Noa p iroximos da dor-
Recife, 23 du Novembro de 1886.
Ai. da C. BeU.
Sem exageroslo p le diz-ir-36 qua o
verdadeiro inimigj da uosss sociedadu o
systema nervoso, que, em coosequencia de
excessivoa trabalhoa, vigilias, baibs, e to-
Jalio Cesar de Oliveira.
Oleo paro medid al de Asado bacalnAo, de narra) Lanman
301
Tfsse hfilictiva e fatigante. A tosse o signal
precursor do perigo. So para logo nao le atarha,
inais tilde ee torna incuravel. Com tudo, existe
i um csp'eifico precioso para os pulmoa irritados e
abalados p.-'a tJsse. Esto o oleo de fijado de
; bacnlho. pjroi es.te remedio nao deve conler mis-
tura alguuia. Perguntareis talvcz, onde se poder
j encontrar, neste secuto de adulVrac usa pre
| para;jo semelhante? A rusposra nao a uossh,
mis sim a da faculdade medica que o oleo de
. figndo de bacalh'i, de Lanman < K mp, extrahi-
l do dos agudos frescas e tferecido debaixo da ga
rantia do teu nome, como pretende sel o, abso-
lutam nte puro.
Seus tffeitoa. fegundo ac acb i comprovado cm
canten.ros de attestid >a, deuionstram sua excel-
lencia, parque os leos diluidos e alterados nao
fecm nenbumas qualidades curativas. S produ-
Zi.m n useas ; cm quauto que, nenhurra pessoa,
mesmo nao estando doente, tomando esta prepara-
dlo l.gnim^. uao deixa de ganb..r cuines, do sortu
que as suas qualidadca nutritivas silo to eviden
tea como o a sut c^i; medicinal. Recom.n>>ii
das-, pois,^ ltA^n que padecem molestias dos
p.ilmo a do tigad i ou d garg.infa, com j um reme-
dio ja bem experimentad) a seguro.
Acha-ae i venda cm todas as boticas e tojas d
perfu id'trias
Agentes em Pernambuco, Heory Paster 4 C ,
ra do Commercio n. 9.
O Xarope de Vida de HeulerT. t
u ffo.isivo e infulivel purificada do tangue dos
humores o nilipitaveluj:ut.e o melhjr do tolos ca
remedios couh -cid >s para aa doeuea-i do estomago.
n'gad i, nos e mr 'atinos, purgiudo o limpaado o
systema de to loa ea vestigios de escrfulas ou de
outroj humares depravados. Q tem o usar segn
do aa lasiraogSja uai polo estar docute; as pro-
priedades curativas e aauativaa quo elle possue
actuam sobre toioa as orglos do coipj, deliciosa
ao p ila i >r o ao o'.ftcto c o nico depurativo e
e..:iirlij i iu itf;uiivo e agradavul do tomar.
(Muida
Diversas pessoas que nao podera ser in-
da a Bortc de distracyBfS, soffre no meio tfferentes s grand- zas q te aiuda resta
COMMERCIO
Pernam
olsa eoBuncreial de
l>aco
ftECIFE 22 DE NOVEMBRO VE 188.
As tres boras da tarde
^'o'acft* u^iaei
Cambio sobre 8. Paulo, 60 d/v. com 1 o8 0/0 de
de* cont.
Dito sobre dito, 90 d/v com 2 3/8 0/0 de descont.
O uresiJeutr,
Pedro Jos Pinto.
. Pelo secretario,
Augusto P. de Leraoa,
-IBNUIMENTS PBLICOS
lies de Novembro de 183
ALFANUEOA
jttDA OKR1S-
i)e 2 s %) 807:115573
42:629 069
dessa lucta constant deixando o orgaois
mo exposto s nevralgas, a febres e ou
tras enfermidades. Sendo assim, a nin-
guera pode causar surpreza que os mdi-
cos receitem frequentemenlc o sulfa'o de
quinina, o tnico por excellencia da mate-
rica medica, preferndo as Capsulas de
Pelletier, porque sil) fcilmente nbsorvidas
e digeridas com a maor rapidez o que nao
m,
cubara em estado de ruinas, nesta cidadf,
rcunirara-se na caa-> da residencia do Bxm.
e livm. Sr. conego i_r. Lui Fraacisco
le Araujo, para o fim de combinarom nos
meos de reparar o mavestoso le opio de
N. S. do Carino hoje tito arruinado.
Esluladosos reparos e sencaes pelo in
telligente e pratico cngeuheiro architecto,
Dr A. Pereira Sm3es, que do b^ von-
tade a oto se prestou, e est prompto a
dirigir a parte technica do trabilho, forara
eleitas duas commissSes : urna g-r), cora-
posta do Dr. H. 8. Tavarcs de Vascon-
cellos, presi leute, ente Manoel J de
Castro Villela, secretario, padre Julio Ma-
ra do Reg Barros, thesourero ; o outra
de asmlas, coraposta do desemb^rgader
JoSo Francisco da Silra Braga, presiden
te, Antonio Estevao de Oliveira, se reta-
rio, eonego Manoel Joao Gomes, o conego
Dr. Joaquim Graciano do Araujo.
As commissS'S trabalhara cora esforj.)
para obter os recursos necessarios tfie:-
tividade do intento, que emprehenderam c
de esperar que encontrara ap o e ani-
roacao da parte de todos aqielles, aos
quaes recor.erem para fim tao piedoso.
Nes8e aentido vao dirigir circulares.
Fumo Rio-Braoco
lodustr i \ irional
PKIMEIKA NESTE GENERO
Este fumo, j to vantujosamente conhecide, tem
em si qualidades muito especiaes, e alias recom-
mendaveia de preferencia, sobretudo porque elle
encerra para o fumante a superiuridade aobre ou-
tro qualquer no seu uso constante. Alm de um
paladar brando e aaboroao, eate preparado em na-
da ac priveu da esaoncia qualificativa do fumo pu
ro, superior o escolbido propiamente, reunindo-
Ihe pr pnedades especiaes, que formara um con
juncto aprcriavel no seu goato e no aroma qne ca
parge sua fumaca.
Nao esta aindaa sua nica recommendar;3o ;
a irnos importante a sua aeco hygii nica, a que
nem aempre be tiende neasea preparos de fumo
entregues ao consumid ir, e que nao ofivrecein ga-
ranta puth-ilogiea ao fum inte, uem mesmo as
causas 1. caca que muito intereasam, como sejam :
as irrit.icea das mucosas, susceptibilidades in-
flammatorias, as laryngites e as ffecccii da boc
ca, etc., a que sao sujoitos muitoa fum-.ntes, obli-
gando oa a privarcm-se do fumo, forcados pelo seu
estado mrbido.
A'.tendeado .1 todas ef tua circumstanciss, o sen
manufactor depois de muitas experiencias e de tT
ouviioa opini 1 de muitns senbores fumantes, sub
metteu este pioducto de inaustria nacin ,1 g apre
ciac daxraa. Junta Central de Hygiene, e
esta Ilustrada corporacSo, dep js de ter inundado
proceder aos exames c< avenientes, deu parecer
favoiayel que o recommenda, parecer iate nico
que existe em productos deste genero.
Tambem tem a venda fumo caporal progressis-
ta, Buarque da Maeedo, fabricado pelo mi amo.
Vendas no Rio de Janeiro. Deposito gcral na
fabrica do manufactor, ra de Goucalve8 Dias
n. 20, e em Pernambuco na lubrica Vendme,
rna do Baro da Victoria n. 39. D. J. Seve &LV
proprietario e nico age te.
N. 12. Attesto ter empregado cora van-
ajosos resultados em doentes de tubercu-
ose pulmonar, em minha casa de saude, a
EraulsSo de Scott oleo de ligado de baca-
Iho com hypophosphitos de cal e soda.
O referido e v&idado e o juro in fide mo-
dici.
Rio do Janeiro, 15 do outubro de 1884-
Dr. J. Tacao.
Lde rom ltenlo
Imporiantisslmo documento
i O Sr. Bernardo Joa doaSan'is, residente ni
Serrito, municipio de Pelotas, provincia de Rio
Grande do Slu, querendo prestar urna homcnagciu
verdade, ti.rnaudo publico as virtudes do Iel-
lornl de Cnmliur, preciosa descobirta do
Sr. Alvares de S. Sonres, de Pelotas, f^z publieai
o seguinte importaniissirao documento, cm diver-
sos jornaes da referida provincia :
_ Levo ao couhecimcuto do publico maU ura
triumpho alsaaeado pelo popular remedioPoto-
ral de Cambar d- scuberta e prepara cao do Sr-
Alvaros de S. Soares, de Pelotas.
11 ivia seis aunoa que una tosse grave rte
atormenta va dia fe noite, fazcudo ltimamente flei-
tar j abundantes escarros de aangue : os pu'moes,
com certeza achavam se affectadoa e cu teria iu-
fallivelmente d6 suceu.nbir i terrivcltylca pid-
monar !
m Um amigo aabeudo do neu estado, conse-
lh u-me o precioso l'eitoral de ( ambara, e somen-
te cm o uao de 12 vidroa Ueste importantissimo
medicam.-nto, consegu curarme radiealcnente,
si ntindo-me hoje forte o podendo j eutregar-uie
as lides de triaba fazeuda do Serrito.
Depois d'este caso, tenho aconselhado a mui-
ta gente o Pciloral de Cambar e todos tem co-
hido resultados importantes.
Actualmente faz uso d'este preparado, com
muito aproveitameiito, minha filha Neutndes, que
tambem se achava ailfrendo ao eito.
Pczenda do Descanco, no St-rrito, 21 de Ou-
tubro de 1884.Bernardo ot dos Sanios. Rc-
couueiec'i emo verdad-.-ira a firma supra. Em
teslcmunho de verdade, o esen vo de pas. Rol-
da o S de Gouveia.
L'nieos agentes e depoaitarioa geracs cm Per-
nambuco Francisco M. da Silva & C. Ra do
Mrquez deOlin la n. 32.
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O lr. i:. Omulan Donnet .'dedico pe!,
-Faculdade de Mcd.cina de Paris.
Condecorado com a me Jaiba dos hospitaes.
Socio correspondente : dus Academias dj Med
cia do Rio de J meiro e de Barcelona ; da So
ciedade de Medicina pratica de Paris c da Sjcio
lade Praneeza de Hygiene, ex-director do Museo
Anat.iimPatologio da Poeuldade de Meiicins
do Rio de Jaueiro, tem a honra de preveuir o po-
ltico que durante a aua estada cm Pernambuc
fici a dispisicao dos doentes que dasejarcro hoo
ial-0 com a sua confi-itica.
Chamad-se consultas de 1 a 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 51, 1.* andar: re-
aidencia na hospedara de D. Antonio (Caminbo
Sfovo).
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ras coraeao, estomago, tigad J, ete., !njld3ti*s
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O Dr Castro Jess, contando mais de l unnoi
de escrupulosa ob3crvac5o, reabre consultorio nsa-
ta cidade, roa do Bom Jess (antiga da Gru
n. 23, i. andar.
lloras de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 a 8.
as ciernis horas da noite aera encontrado no
riti 4 travesaa doa Remedios n. 7, primeiro por
tao esquerda, alm do porto do Dr. Cosme.
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32:570*5,6
17:113/863
871.831
17:985704
7: 157)8j
5*7*74-2
8(0">722
Ea 20 da Sovcmbro de lfiSQ
Para o exterior
N> vapr allcmo Sanios, carregaram :
Para Bremen, V. Neeseu 500 courca al-ados
m6,0.u kilos.
Paia Hiraburjo, Bernet & C. 6 barricas com
510 k loa de assucar branca.
Para LiMa, P. Caraeiro 4 C. 825 coaros sil-
gados com ,660 kilos.
No vapor fmnccz Ville de Victoria, carre
gou :
Para o Havrj, A. Ltbille 70 sacca com 5,206
kilos de algoio.
Na barca in^leza Pany, carregarar :
Para New-York, F. Cascao & Filho 2.2 0 sac-
eos com lt.OOO kilos ue as3ucar maaeavado ;
Costa & Medeiros 50'J sacc 8 com 37.50J kilos t
assucar rr.ascavado.
No patacho inglez Plover, carregarnm r
Para New York, Julio & Irma i i.OO taceos
com 375,000 kilos de assucar maaeavado.
Na barca americana Beatrice, carregaram :
Para Ni \v-Yoi k, Julio & Irmio 5,000 saceos
com 375,000 kilos de a-sucar maacavido.
Ko patacho americauo JoA S. D., carre-
garam :
Para N> w Yoik, J. S L yo & Filho 1,614 sac-
c< s cora 121,050 kilo de assucar msseavado.
Na polaca hespanbola Felicia, carregaram :
Para Montev.ido Amitim Irma >s & C. 35 bar-
ricas com 31,49! kilos de assucar branco.
fara u interior
Nj l^ar naciouHl Jurenal, carregaram :
Para Siyitos, Maia ic Itezeude 2 pipts coai 960
litros de agurdeme.
No hriiru n*-.' onal Isolina, carregou :
Para o Ro Oraude do Sui. S. G. Urito 20J
barricas e 8J>) aaccoa com 88.E8-J kiloa de assucar
branco.
No patacho allemio Bullante, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, M Cuaba 3.'5 bar-
ricas com 28,904 kilos de assucar branco ; J. M.
Dias 550 barricas com -19.(l.-i2 kiloa de aaeucar
branco e 50 ditas com 5,620 ditos de dito masca-
vado : T. kiloa d assucar branco e 80 ditaa com 7,570 ditos
de dito maaeavado.
No vapor nacional Pirapjma, carregaram :
Para'o Ceara, P. Carueiro 4 C. 2 taboaa do vi-
uhatico.
No vapir nacional U. de Caxias, carregou :
Para- Villa JJva, J. A. da Coata Medeiros 10
barricas com 600 kilos de assucar refiado.
MOVIMEXTO DO PORTO
Navio entrado no dia '2
Liverpool por es ala 18 das, VApor in-
glez John Eider, de 2,447 toneladas,
coinmandante H. S Raniucliffe, equipa-
ge m 99, cargA varios gneros : a W-
soq Sons & C.
Navios sahidos no mesmo dia
Haraburgo por estufo Vapor allemio
Sant.s, coramandanto C. Boics, carga
virios g'teros.
Rio de Janeiro Pata ho nac:onal Arthir,
capitio Paulino Jos da Silva, carga sal.
Rio Grande do Sul-Palacho na.ioua! Tu
borda, capit&o Felippe R. Maia, carga
assucar.
Navios entrados no dia 22
Santos por escala8 dias, vapor francez
Ville de Victorj, de 1,775 toneladas,
coinmandante J. Simonet, equipageru
44, targa varios g.raeros ; a Augusto
F. de Oliveira.
Baha 10 dias, piticho noruegu-nsc Ruk,
tie 191 toneladas, capitAo bJ. Enuksen,
equipagem 7, era lastro ; a H. Land
grin & C.
Cardiff30 diss, patacho.inglt-z Artos, de
313 toneladas, espillo A. Robertson,
"quipagera 8, carg carvao de podra ; a
oidein.
Navios sahidos no mesmo dia
Havre por escsla Vapor francez Vtlle <>e
Victeria, coraraandsnto J. Simonet, car
ga varios gneros.
Valparaso por escala-Vapor inglz John
Eider, comraandante H S Rsroui liflfe, car
ga varios geros.
Babia por escalaVapor nacin-, 1 Marques
de Caxias, comraandauno Felippe li. da
Nova, carga varios gneros.
Santos-I gar nacional Ja venal, ci pililo
Jos Das N-tto, carga varios gneros.
N.w-Yoik -Barca araerk-ana Ethel, capi
tilo W. Tliompeon, carga assucar.
NwYoik Barca noruoguense Pelicarp,
capito J. Rorasenser, carga assucar.
Rio Formoso por Tanjan Jar Vapir na
ci'onal Manda/t, comratndante .M.fra
carga varios gneros.
Ce ara Vapor nacional Pirapama, coin-
mandante Francis.-o Curvalho, carga vo-
rios geni ros.
VAPORES ESPERADOS
Dr. Mattos Barrcto, ex chefe da elini
ca deolhia do l'r. Motira Brasil e da
policlnica gcral do Rio de Janeiro e :iv -
di o aggreRado do hospital Pedro II
desta cidade.
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Lisboa e Rio de Janeiro.
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vidi.de, modicidade em prefos e fiuo
goato.
Dr. Fernandes Barros
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Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia rna da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Dr. Paula Lopes
De volta de sua viagem 4 Europa, re-
biio seu consultorio ra do Marques de]
Oouda n. 1. j
Es-p'cialidadea ; Molestias de creancao a '
m r vosa a.
Tratameutos pela elcctricidade (Electro
tb rapia )
Consultas : De I h ra a 4 da tarde.
Resid nei : Ru* da Sol-dade n. 56.
Tclcplione n*. i ."i c -19 8
Thesouraria de Fa-
zenda
O conseibo para fornecimeuto de vveres, forra-
ge.iB e ferraeens aos corpos d^sta guarnico o en-
fermara militar, recebe propostas no dia 7 de De-
zembro prximo futuro, s 10 boras da inanlii, no
qu; riel general do eminando ciuna o mesmo cousclh, para contractar a forne-
cimeuto de gneros alimenticios s pracas da
guarnicto, fuiragena e ferragens psra a ca valla-
da durante o semestre de Janeiro a Juuho prximo
vindouro.
Arres, kilogramma.
Assucar branca refinado, de l.1 qualidade, idem.
Assucar refinado de 2 dita, idem.
Assucar mnscavado refinado, de 3.a dita, idem.
I Aseite dece de. Lisboa, litro.
Altafa, kilogramma.
Bacalho, idem.
Batatas inglesas, idem.
Caf en> grao, idem.
Carne de parco, idem.
Carne de va cea, idem.
''arue secca do Rio Grande, idem.
Cha verde da ludia, idem.
Cha da Iu lia preto, idem.
Cevadinha, idem.
Cravos, cento.
Chocolate, k>logramma.
Capim, idem.
Parinha de 1.* qualidade, litro.
Parinha de 2.a dita, idem.
Feijio preto, idem.
Feijao mulatinho, idem.
Fructas, nma.
Parello, kilogramma.
Ferradura, numero.
Lenha, acha.
MacarrSo, kilogramma.
Maizcna, dem. <
Manteiga ingleza de 1.a qualidade, idem.
Marmelada, idem.
Milbo, idem
Pao, idem.
Sal, litro.
Toucinbo de Minas, kilogramma.
Temperas e verduras, raco.
Vinho de Lisboa, litro.
Vinho do Porto, idem.
Vimgre tiuto, idem.
Lavagrm de roupa paasada a ferro P''Ca, urai.
Agurdente, litro.
Aletria, kilogramma,
Amtixas passadas, dem.
Araruta, idem.
Bs-outo de Araruta, idem.
Caf moido, idem.
Figoe pastados, idem. '
Frangos, nm.
Gullinha, urna.
Passas, kilogramma.
Tapioca, idem.
Carv&'i veg-tal. sacco.
Dito kock, !a ogramma.
Sabo c uiir.uj), idem.
Vassouras de piassava (grandes), duzia.
Papel pautado fiume, resma.
Dito mata-b'irrilo, tolha.
Pennas de ac Perry, caixa.
Gomma arbica, frasco.
Tinta prct, gariwfa.
Caetas de madeira, duza.
Lipea preto de Faber n. 1, idem. .
Banha de porco americana, kilogramma.
u'arne de carneiro, idem
Goiabtda em lata, idem.
Ovoa, um.
Vinho branco, IHrO"
Vinagre de Lisboa, idem.
Velaa de cera, kli'gramma.
Phoaphoros amt-ricunos, grosa.
.Saiigiuxujjas pela applicaclo de, urna.
Medicamentos para cavalhada, numero
Enterro por cavallo, um.
CondicSes
1.a Todos os gneros ser i de 1.a qualidade, a
oa fornecedores devero satisfnzer os pedidoa den-
tro dos praaos marcidos nos respectivos contractos,
entrega ido oa meamoa gneros nos quarteis ou
fortalezas c euf rmanss, e ''epositaro na Thcsou-
raria deFazenda um. quantia, como cauco que
ser arbitrada pelo conselho de torneciment.
2.a As propostas deverao corU>r a declaracao
expressa de aujeitar-se o projonent a multa de
5 % da importancia a que moutari m os vveres ou
rticos qus forem aceeit s, ac deixarem de com-
parecer para assignar o respectivo contracto den-
tro di praso que for nulificado pelos jornaes.
3a S poder concorrer aos fornecimentos os
candidatos que se habililareui na forma do art. 18
do decreto n 7,085 de 6 d3 Marco de 1880.
4.a Da falta de fiel cumprmento de qualquer das
obrigacocs cjiurahidas, os forneetdores ficaro
sujeito8 a pagar o valor do g ero registrado ou
au recebido no tempo.
5 Os c ncurrentes t3o obrigadis a npresentar
as amostras dos gneros ou artigos que forem jul-
gados precisos pelo lonselhi.
6 a As propestaa sero npresentadas em dupl-
cala at as 11 horas dj referido da 7 de Dezcm-
bro em que all seio ab rtal e apuradas em prc-
senca des prop .neutes, sendo que na mesma occa-
ailo te aceeitaio propostas para a venda de es-
trume dos auimues da c u p nhia de cavallaria.
7.a Finalmente es f mecedores que requererem
a rescicao de seu contracto, e f r m attendidos,
ficam sujeitos a multa oe 10% sobre o total do
f. rm-ciin uto do seajes're anterior.
TheSUrana de Pernambuco, 20 de Novombro de
1886.
Conforme.
O secrctasio,
Luix Emydio Pinheiro da Cmara.
Estrada de ferro de
Ribeirt; Bonito
De ord' m da directora silo conviJado3 os se-
uh'ircs acei iiistas a r colherem no Lmdon & Bra
silln Batik, no pruso de 60 dita, a contar de
boje, a terecira entrada de 10% do valor nomi-
nal de suas acces. .
No eseriptorio oelos senbores accionistas as suas arcosa, median-
te a exhibicao das cautellas doa recolumientos da
1*, 2a e 3a entradas Recife, 5 de Novembro de
18%.-O gereu'e,
Hypjlito V. ?> dernclras.
Ljco de rlese Officios
De ordem do respetavel irmao director, face
publico a qu m interes-ar possa, que em vista de
algn (xp'sitores nao terem polido acabar 03
productos que tencionavam rxp r,e pedirem a esta
directora a transferencia da abertura da sexta
exposieSo artistico- industrial, rr.arcada para o dia
21 do correte, e como a directora visse que d'ah
traria bem nao t aos expositores, como tambem
xposicao, que ee euriquecer de mais productos,
bou ve por bem nao s a exposicao, .como tambem
o anniversario, designar paa o di 12 de Oezem-
bro futuro, esporandi que os seus esforco3 sejam
cornados do melhor cx'to possivel.
Secretaria da imp-rial sociedad dos Artistas
Mchameos e Liberaes de Pernambuco, era 19 de
Novembro de 1886 O 1 secretario,
Jos Castor de A. Souza.
Companbiu de Belieribe
Ci.fiviJi-se ao* Srs. accionistas a vir.-m recib
o 77 dividendo ni pnpircao 4400 por accao
cujo pagara-nto se effectuar neste e8criptcno das
10 horas da minha a 1 horada tarde, d*rim-n-
te at o ultimo deste raez, e ao depois aos sabba-
dcs.
Recita, 11 de Novembro de 1886.
O director secretario,
Jote Eustaquio Ferreira Jacobina.
Monte de Soccorro de
Pernambuco
Os pisuidores das cautllas do penho-
rrs des nmeros abaixo sao convidados a
resgatal-as a-. o dia 23 do crrante :
11,632 11,683 11,645 11,705 11,970
11,981 11,988 12,010
12,103 12,107 12,168
12,306 12,319 12,34
12,336 12,346 12,349
12,360 12,361 12,362
12,376 12,381 12,387
12,394 12,402 12,405
12,408 12,409 12,411
12,416 12,422 12,431
12,444 12,149 12,462
12,467 12,470 12,472
12,486 12,497 12,499
12,510 12,511 32,516
12,522 12,524 12,525
12,533 12,538 12,551
12,565 12,566 12,567
12,584 12,592 12,594
13,603 12,610 12,614
12,628 12,630 12,633
12,650 12,652 12,661
12,669 12/>72 12,679
12,693 12,694 12,697
12,704 12,709 12,715
12,719 12,724 12,726
12,733 12,742 12,744
12,749 12,750 12,755
12,765 12,771 12,777
12,780 12,784 12,786
12,790 12,792 12,793
12,802 12,809 12,841
12,855 12,858 12,870
12,877 12,878 12,886
12,895 12,898 12,893
12,918 42,922 12,923
12,935 12,936 12,437
I ,949 12,950 12,953
12,965 12,966 12,978
12,987 12,988 12,989
12,995 12,998 12,999
13,004 13,005 13,006
13,017
13,014
13,024
13,040
13,058
13,072
13,080
13,093
13,016
13,026
13,044
13,061
13,073
13,088
13,095
12,022
12,202
12,329
12,351
12,370
12,391
42,406
12,412
12,438
12,463
12,473
12,501
12,517
12,531
12,552
12,569
12,595
12,62i
12,6:t5
12,665
12,684
12,700
12,717
12,731
12,746
12,757
12,778
12,787
12,791
12,847
12,871
12,888
12,912
12,924
12,939
12,955
12,980
12,991
13,001
13,007
13,018
13,032 13,034
13,045 13,050
13,065
13,076
13,089
13,096
13,067
13,078
13,091
13,097
12,025
12,302
12,335
12,359
12,371
12,392
12,407
12,414
12,439
12,465
12,483
12,505
12,521
12,532
12,561
12,583
12,596
12,622
12,636
12,668
12,689
12,70
12,718
12,732
12,747
12,764
12,779
12,788
12,801
12,850
12,873
12,889.
12,914
12,929
12,943
12,960
12,984
12,994
13,003
13,013
13,019
13,038
13,056
13,069
13,079
13,092
13,101
O gerente e guara livros.
Felino D. Ferreira Coelho.
Conipanhia de Edificado
C'iinmuuica-se acs Srs. accionistas, que por de-
liberac'o da directora foi resolvdo o recolhi-
nv: uto da quinta prestacao, na raijo de 10 por
cento do valor nominal das respectivos aices, a
qual dever roalisar se at o dia 5 de Dezen.bto
prximo futuro, na eseriptorio Ja companhia a
praca da Concordia n 9.
Recife, 5 de Novembro de 1886.
Gustavo Antunes,
director secretaiio.
Irmamlade da Soledade
O abaixo assignado, secretario da irmanda^a
de Noaaa Senhora da Soledade. erecta na igrejo
de Noaaa Senhora do Livramen'o, declara que -
-'r. Adolpho Lin8 de Souza, juiz da mesma irman
dade, desisti desse csrgo, passando-o ao seu sub-
stituto legal, que o substituir no anuo proxiir o
viudouro.
Recife, 20 de Novembro de 1886.
Frederico Marinho de Mello lavares.

:

1
( IftWB 1


v.-


--
Diario de PcroambncoTera-fcira -3 de Novembro de 18N6
5
^^^
Matriz de Manto intitulo
Irmandade do 88. Sacramente
Pelo pressnte convido aoa irimtos desta venera-
vel irmandHde a comparec rem no respectivo con-
sistorio s 6 biras da tarde do di 24 do corrate,
afim de tratar se da negocios relativos a mesma
irmandade.
Consistorio, 20 de Novembro da 188'>.
O esciivo.
Henrique C- Barreto de Almeida
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA FOGO
Conipanhfa Pheolx Per-
nainbucana
Ruado Conimercio n. 8
tOHIA\IIIA D KEGUKOS
NORTHERX
de LO n I re e Aherdeeu
Puxiro flnancelra (Oeiembro 1885)
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos accurnulados 3.134,348
Recella nnnuali
Di premios contra fi'go 577,330
Di premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
John. H- ioxwell
ltl"% tOHUEIIIHICIOVr. I A > I 15
h u segaras w
AGENTE
3iguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
n-i'iirot martima terrestre*
Ne-tea ultimo a nica coipinhia Beata prafa
que concede aos Srs. segurad* s isempjlod? paga
ment de premio em cada stimo anno, o ejae
equivale ao t?f>conto de ccria^dc 15 por cenia em
avor dos segurados.
(JOMPANHIA
JMPERIAL
DE
SEf.ROS CONTRA VIH.O
. E8T: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixai
Prompto pagamento de prejuitos
CAPITAL
fis. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS&C.
N. 6Ra do CommercioN. 5
CONTRA F060
The Liverpool & London & Olob
IMRIIWCE COMPANH
&C.
ii
COMTRA FM.O
\0rlI1 Brilisli & -Mercanlile
CAPITAL
t :ooo.oo:> de libras sterllnas
AGENTES
Adomsoii Howie &C.
I11NISAD0R
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabeldda em 1 ^.."
CAPITAL 1,000:000
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezenibro de 1884
Mariliwos..... 1,110:00OSO00
Terrestres,.. 3lfi:000$00
44- Roa doC'ommerelo
Tondon and Braslllan Ba
Limited
Ra do Commercb n. 32
incoa por todos os vapores sobre as ca
a do mesmo anco em Portugal, sendo
tm Lisboa, ra dos OapeflStas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezea.
Companhla Oahlana de navega
eao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia Bahia
0 VAPOR
Marinho Visconde
Commandante J. J. Coelho
E' esperado dos oo-ioe aei
ma at o da 25 de Novembro
e regressar para os mes-
mos, depois da demora do eos
turne.
Para earga, passagens, encommendas c dinheirc
* fretc 'racta-se na agencia
7tiua do Vigario 7
Domingos Alves Maheus^
Compas? 5a lira. ilelra ds
acoa Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante JoUo Mara Pessoa
E' esperado dos portos do sui
at o da 20 de Novembro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os porto*
do norte at Mandos.
Para carga, passagens, c-ncommend* e valoree
&cta-scna agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
PORT08-DO SUL
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenante Ouilherme Pa-
checo
E' esperado dos rtos do
norte at o da de 25 Novem-
bro e depois da demora in-
dispcnsavcl, seguir pura
os f~'A>8 do sul.
Recebe tanibtin carga para Santa Cstharina,
Grande d > Su!, Pelotas e Porto Alegre.frete mo-
dic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
rata-se na apenis
praca DO CORPO SANTO N 9.
lOYAL MAIL STEAPACKET
C01PANY
0 paquete Ta^us
E' esperado da Europa nodia
24 do corrate, seguin-
do depois da demora uccessa
ra para
Baha, Rio de Janeiro Monte
video e Buenos Ayre
Esle vapor traz simpiesoienle
passageiros e iiial;^ e inmedia-
tamente segura depois do deseni-
barqne dos niesmos.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se H' os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
Leilo
D* movois, espelhos e loucas
Agente Britto
O agente acim autorisado por orna lamilla que
ee retira para o Rio do Janeiro, far leilo do se-
guinte :
Urna mobilia de pao carga qusi nova, 1 mar-
?u<-xa-> de casal, 1 commoda, 1 toilette com pedra,
cabide de columna, 1 sof do amarello, 1 cama
de ferr.', t cadeiras de junco, 6 de jcarand, 2
de braco de pi carga, 2 apparadores, 1 meaa de
liuro, 1 quartiuheira, 2 espelhos grandes, 1 relo-
gi de parede, etapers, tapetes, jarros, candi'iros,
lonc pra almoco e jantar, escarradeiras, facas,
copos, comioteirae, garrafas, trena do cusinha e
tabua de eiignmmar.
|nurl-r'lr. 4 do corrate
A's 10 Ii2 horas
A'6 pateo do Terg<> n. 3, Ia andar
Le!lo
De fnzendas e miudezas
Quarta-feira, 24 do corrente
As 11 horas
No armazem da ra do Bom Jess n. 49
Por interveneo do atj( nte
Alfredo Guimares
AMA Pra lavar e engommar para urna
familia, precisa ao ra do Uarao da Victuiia
numero n. 1.
Aluga-se o predio a.2 da ruado Commercio,
ende foi o hotel de I' Un versa : tem tres andrres,
grandes accemmoda^oes, e est completamente
restaurad i, sendo proprio, pela sua magnifica po
sico, para um grande hotel ou eseriptorio com-
mercial : a tratar na praca da Concordia n. 11.
Alaga ee a casa terrea n. 149 ra da Au-
rora, tendo amitos commodos, sitio, viveiro, arvo-
redos, e quartos fra ; a tratar na in ana ra nu-
mero 151.
Precisa se de um menino para caixei.u, cum
pratica de molhados, e que de fiador sua con-
ducta : a tratar na ra di Guia n. 5.
Leilo
Lisboa
Segu com brevidadj a barca portngneza Pe-
reira Borq.s para o resto da carga que falta,
trata-ae com Silva Gu'innrVa 4 C, i na do
Commercio n. 5.
Para Porto-Alegre
Pata o porto cima segu com toda a brevidade
a escuna dinamarquesa Ane Johamte, por ter a
maior parte da carga engajada ; para o resto
tratar com W. W. Bobilliard.
LEILOSS
Lnlo
MARTIMOS
DanipfschinTahrls-GeselIschafl
O vapor Pernambuco
De um terreno cem duzentos e oitenta palmos
de frente, exm casa de taipa principiada, no lugar
Arraial, ra da Cor atunes, esquiua da ra Paula
Salles, fregueiia do Poco da Panella.
Terea-felra, do rorrele
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olnda
n. 19
O ageute Gusinao conpetentimento autorisado
fat leilo do dito terreno, o qual se torna reeom-
meudavel pela sua boa p. sico.
Em continuado
O aiesmo agente vender sera reserva de preco,
20 duzias de garrafas de terveja Salvator-Bier,
grande qnantid.-ide de miudezn. movis novos e
usados, lantirnas, copos, 1 balsnc nova para ar
mazem de assucar, e muitos outroa objectos.
Por interoenctlo do agente
Gusmo
Leilo
E' esperado do sul
at 2t do corrente,
seguindo di p"'is da de-
mora neces8aria para
Lisboa e Mambnrgo
Pa^a carga, pasngens e encommendas e diunci-
ro a frete tracta-ao com os
Consignatarios
Borsteimann & C.
RUADO VIGARU N. 3
f andar
.*
C'ilMUEIRS KFIMS
-ompanhla Fraacea de navega
cao a Vapor
Linb.a quinzenal entre o Havre, Li-
boa, Pornftmbuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santoa
sTEMEaVille de Cear
E' esperado da Europa
ni dia 24 de Novembro, se-
guindo depois da indispen
' aavel demora para a Ha-
, lila. Rio de Janeiro
'e Mantn.
Koga-sc aos Srs. ir-porta dores de carga p>loi
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
dis a contar do da descarga das alvarenga ,.
nuer reclamacao concernente a voluraea, qa po-
ventui-atenhaiu seguido para os portos do sul.afin)
de ee poderem dar a tempo as providencias neces
Expirado o referido pcaas a companhi nio si
responsabiiisa oor extravos.
Ueccbe carga, encommendas e passageire par.
AugusloF.deOivetraH,
AftKATE!
42 RA UO COMMERCIO 4i
De moveif, lou;a e I piano do mesa
Sendo :
Urna mobilia de junco coa oncosto de palhn.ha.
contando 12 cadeirss de guarnile, 2 dius de
braco, 2 ditas de balanc*. 1 sof e 2 consoloi com
pedra, 1 eapelho, qoadro, 1 cama francesa de
amarello. 1 lavntorio com pedra. 1 cabido de co-
lumna, 1 mxrquezio, 1 piano de mesa, 1 impor-
Unte meta de amarello, 1 appnrador, 12 cadeiras
de guarnicao, diversas objectos do louea, um pe-
queo trem de cosinha e outros muitcs movis.
Terca felra, 3 do correle
A's 11 horws
No sobrado n. 16 da ra das Trincheiras
Io andar
O agente Martina, tara leilo dos movis c mais
objectos existentes em dito sobrado.
Ao correr do martello
De 42 saceos com assucar
Quaiti-feira 10 do corrento
A's 8 1| horas
O agente Silvcira, p r mandado o com assis-
tcneia do Exm. Sr. Dr. Juiz do dircito capeci|
do commercio, e a requerimento do Jos Pieda-
d & C, contra Antonio L-o levar a leilo 42
suecos com assucur.
Leilo
De 1 machina para pifar fumo, balaucaa para
armazens, 1 colxo de mo.las, caxilhoa o postigos
pura portas diarios velhos encadernade*, grases
de ferro e de madera, camas de ferro, 1 caixo
com lotes pata cha, avariado, 1 p quena vaianda
de Sta para sobrado e muitos outros objectos que
tornu-se enfudonho mencionar.
Quarta-feira 24 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra da Senzala Velha
n. 21 A.
Por itt^rvencio do agente Gusmo. ____
Agente Pestaa
Leilo
Dj impottante sobrado de 3 andares, sito a
ra de Domingas Jts Martins n. 38
freguezia do Recite qor detraz da Caixa
Econmica.
Livre e dfsembaragado de qualquer onus
Rende 900*000 animal, acha-se em perfeito ce-
lado de ensera co.
Oaarta felra 4 do corrente
A's 11 horas em ponto
Na ra do Vigario Tenorio n. 12
Ao correr do martello, a quem mais der
Leilo
Da importante pharmacia e drogara sita a
ra do Barao da Victoria n. 25, perten-
cente a massa falida de J. C. Levy & C
tilinta rern S5 do corrente
AO MEIO DIA
O agente Gusmo autorisado ror mandado do
Illm. <: Exm. Sr. juiz de direito do commercio
far leilo da importante pharmacia e drogara,
cima mencionada com todos os seus pertences e
accessano?, com assi-teucia do mesmojuiz; arc-
querimento do Illm. Sr. Dr. curador fiscal da re-
ferida mu isa._____________
Leilo
De importantes movis, ricos espelhos para
consolos, figuras de biscuit e jarros
finos
Sendo : urna linda insbilia -*e nogueira, enta-
Ihada e encost de palhinha, 1 rof. 2 dunquer-
ques, 12 cadeiras de guarnicao e 4 ditas de bra-
cos, a grandes es pelos com molduras douradas
para consolos, 4 importantes figuras grandes de
biscuit, 2 grandes jarros de baccarat, 2 escaria
deiras fins, 1 tapete grande para sof, diversos
tapetes para partas, 8 sanefas douradas, b pares
de cortinados e 2 etsgers.
Urna importante cama tranceza de Jacaranda, 1
benito toilet de dito, 1 lavatorio com pedra, l bo-
nita guarnicao para lavatorio, l marquezo p"ra
crianca, 1 berco fingindo cama, 1 pequeua banca
para quarto de dormir, 2 meias-eommoda de ama-
rello, sendo nma para enanca, l cabido de colum-
na, 1 cadeira-retrete, 2 jarros e diversos cabides
de mola para parede.
Urna mobilia de junco com encost alto, tendo
12 cadeiras de guarnicao, 2 ditas Je bracos, 2 di-
tas de balanco, 1 sof e 2 consolos com pedra, 8
cadeiras de Jacaranda, 1 banca com estante para
livros, 1 armario, I strpentint, t quadros de oleo-
graphias, 1 guarda-louca de am.rello, 1 grande
aparador cora pedra, 1 meia elstica i*e amarello,
1 quartiuheiro de columna, lavatorios de ferro,
bauquinhas de amarello, 1 pete forro de quarto e
1 etteira para quarto.
Seis mappas anatmicos, 4 figuras de gesso di-
tas, 12 cadeiras de junco, 1 sof de dito, 1 mesa de
carvalho entaihada, 1 poltrona enUlhada, 1 rica
espingarda de carregar pela culatra e outros mu
tos m.veis todos de goato e bein conservados.
Quinta felra, 'i A do correte
,1'* 11 horas
Na Ponto de Deboa, juntd estaeo (casa do con-
selheiro Jos Bento da Cuuha Figueiredo)
O agente Mtrtins, autorisado por urna familia
que se retira para o Rio de J..neiro, far leilo
des importantes movis e mais objectos existentes
em dita casa, os ouaes se tornam recoicmendaveis
pelo pouco uso que tiversm
Um trem especial partir da eetaco do arco ,s
10 horas c meia, e dar transporte gra*ia aos con
currentcs do leilo, tocando em todas as estacoes
intermediarias.
Leilo
De u:n rep:utiinento pan tscrip'orio c um i bur-
ra pr>va de fogo.
Urna n.obilia de jenco, 4 quadros domados, urna
cama de fero par menino, 1 guarda roupa, fil-
tros e jarras para agua.
Por liqui aco
Qwirta feira 24 do corralo
Agente Pinto
No armazem da ra do Mrquez de OUnda
n. 10
Leilo
De um piano forte em tuuito bom uso
Quinta feira 25 do corrente
A's 11 horas
Na Ponte de Ucha casa junto a cstaco onde
haver um leilo de movis
Pelo attenie Martina
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casa a 8*0b0 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncatlo : a traur na ra d
Imperatris n. 56.
Agente Pestaa
Leilo
Da cxcellente e importante barc:.? Pau-
tila, coro lota.So para 600 saccas e
prompta a navegar.
dnarta felra, A do correte
A's 12 eras era ponto^
.Vo armaz m & ra do Vigario Tenorio
ti. 12
O agente Pestaa, vender a qurm mais der no
dia c hora cima mencionado, a excelle barcaca
Pautila, com lotaclo p.ira 600 saccas, achando se
a Dirima ponte da Bi-Vista, onde poder ser
examinada p-los Sis. pretendontes que quizerem
aproveitar a safra, para melhor gnrantia s< r vi n
dida livre e desembirajada de qualquer onns.
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 roa do Imperador, com excellentes accommo-
ilacdes para familia : a traUr com N. I. Lidstonr,
ra do Commercio su 10.
r recisa-se de urna boa cosiuhei.-a ; na ra
da Aurora n. 8!. I' andar.
Ama
Otrcrece-oe urna senbora para cosinhar, pira
casa de pequea familia ou do rapaz solteiro, pre-
ferindo-se portugus ; na ra da Conquista nu-
mero 27-A.
Ama
Precisase de urna ama de meia idade; na ra
da Aurora n. 13 .
Aviso
Accao cutre amigos e collegas
Esta Hccao pirtculr fica transferida para a
ultima de Dezembro de 1886.
Furto
Na midruguda de domingo 21 do corrente os
ladroes subiram por um ferro da empanada da
lijan. 90 ra Duque de Caxias e galgando a
varanda, penetraron) p r urna porta meia aberta,
no 1 andar onde dorraiam tres pesscae ; levaram
um importante relogio de ouro patente inglez, de
Cbover e descobertc com cadeia dupla e escoleta
do mismo metal e mais 105000 do bolea de um
collete o com tanta subtilcza que nao foram pre-
sentidos.
Gratifica se bem a quem der noticias na mesma
cusa dos objectoB loubados.
triada
Prrcisa-sc de i:ma criada para cuidar e andar
com um menino de dous annos ; a tratar na es-
trada de Joo de Barros, sitia n. 27.
Cabrio let
Veude-se um cabriolet em perfeito estado ; na
cocheira ra da Roda n. 45, por medico preco.
Allciicao
Vende- se urna taverna na ra nova de Santi
Rita u. 5, bem afreguezada, a razo da venda se
dir aa pretendente ; a tratar na mesma.
Portas e janellas
No escriptoria deste Diario se dir qnem precisa
comprar 2i portas de 12 1|2 palmos de altura e
18 janellas de 8 palmos, tolo de louro ou amarello.
Precua se de nos criado ; no caes 22 de No-
ve nbro de 44. _________^________
Caixeifo bresllsro
Precisa-Sb de um com btstante pritica de mo-
lhados ; no caes 22 de Novembro de 44. ____
Taixeiro
Preeisa-se de nm p- quen> de 14 16 annos de
idade, para taverna ; tratar na ra do Kangel
niiio o 9. _____
Criado
Precioa-se de um en.ido ; na rui do Barao da
Victoria u. 9.
perdeu um vigsimo da II" parte da 1* lotera de
100:0001 n. 6455 : previne ao ao thesoureiro e
garantidor, se por acaso sahir algum premio, que
o d to bilhete est assignado per Francisco de P.
Albuqucrque._______________
Ama
Precisase do urna ama para cosmhar, pira
urna familia de quatro nsttau ; na ra do Tor-
res n. 3fi, 3 andar. _____
Perdeu-se
no dia 21 do corrente, em Caxang, urna pulaeira
de ouro ; quem a adiar e quizer entregar, diri-
ja-se a refinaco do Largo do Mercado n. 11, que
ser gratificado generosamente.
Cao perdido
A pessoa de cujo poder desapparecer -um cao,
dirija-su i catrada dos Afflictos u. 5-A, taverna,
dentro de cinco dias, qnc dando os signaes certos
e p i gando as despea s Ihe ser ntregue.
Criado
Na ra da Madre de Deus n. 5, armaz-in, pre-
cia-se de um criado que saiba Icr c cscrever, e
more no b.airrtt do Recite.
Cabo
O abaixo assignado declara qac nao autor do
immando communicado publicado na folba Provin-
cia, de 30 do corrente, com a epigraphe aeima,
contra o Dr. juiz municipal.. Tenho causas no
foro, e diecuto o meu direito sera offens* a quem
quer que seja. Cabo, 21 de Novembro de 1886.
Jio Rufino Ferreira Filho.
IISTDIIMI
AOS
1OO:8W$08
Ra do Baro da Victoria n.
e casas do costume
Aluga-se un linda, ra de Mathias Fer-
reirc, uica boa casa novam'nfo reconstruida e
com ajua eanalitada ; trata-so no Recife, casa
n. 23 ra das Cruzes : chaves para ver, em
Ol'uda, ra da Ladeira da Ribeirn, cartorio do
eserivo 1 herdomiro n. 16, e ra de Mathias Frr-
eiro, loja de barbeiro n. 81.______________^^
. Aluga-se o 2' andfir n 31 e o armazem n.
89 a roa do Imperador ; a tratar com Luis de
Moraes Gomes Ferreira.
Aluga-se a casa terrean. 42 ra da M>-
triz da B;a-Vista : a trataf cm Fra do Portas,
ra do Pilar n. 5'i, taverna.___________________
Pede-se ao Sr. Maocel Livino do Auiorim
Lima o f.v or de vir ou mandar a padaria sita no
pateo do Ti con. 40, pois negocio que nao ignora.
Precisa-se de um caixeiro de idade de 12
14 annos, e que tenha praiici de taverna ; a
tratar na ra das Trineheiros n. 23.
MHETE
B
O abaixo assignado acaRa de vende-i
um vigsimo de n. 4,952, coro a sorte
de 10:000*000. um dito de n. 22,892 com
a sorte do 2:000, tres ditos de n. 10,175,
9,083 e 4,914 com a sorto 1:00 e tres
ditos de ns. 18,495, 4,097 o 7,489 com a
sorte de 500,5000 da 10.a parte da 1. lo
teria que se extrahio a 18 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida aes
possuidores virem receber na conformi-
d'iie do costume, sem descont algum.
Acharn-se a venda os afortunados b>
hetes garantidos da 11.* parto da 1.* lote-
ra a beneficio da Santa Casa do Miseri
cordia do Recife, que se excrahr a 25
do corrente.
Presos
1 vigsimo l^OO
Pot quantldade maior de lO
1 vigess'nuo (5900
Jo&o Joaqun' da C'ista Lee.
Declaro eaa deis i de ser eiupregado do Sr. Ma-
noel da Motta Bastos. Recife, 22 do Novembro
de 1886. .'
Mano 1 Joaquim atares Freir.
cmriLiz
Aos 100:000^000
BILHETE in%V1 t^raija da independen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 10* parte
da 1" lotera extrabida boje, 18 do corren-
te, os seguintes premios : do 2:000)$ em
es ns. 943 e 5334, de 500)5 era os ns.
11369e 13685.
Acham-se venda os felizes bilbetec
garantidos da il parte da Ia loteria a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, que se extrahir a 25 do cor-
rente.
pucos
De cada vigessimo l^OOO
Emporjao de lOOfl para cima 900
Antonio Augusto dos Santo* Porto
Aos 100:000*000
BILHETES GARANTIDOS
23raa Primeiro de Har^o23
Da 10.a parte da 1.a loteria da provincia,
venderam Martina Fiuza & C, os seguin-
tes premios garantidos :
11,384
22,039
18,240
10,115
14,774
7,428
15,923
6,362
18,556
100:0096000 5,763
30:000^000 12.424
4:0000U0 11,934
2:000,5000|! 7,461
2:000,5000! 1G:413
2:0004000117,951
1:000)5Q00
500^000
5004000
5009000
5004000
5004000
5004000
5004000
1:000J00 5,261
1:0004000 10,344
1:0004000
Acha-se venda os afortunados bilhete -
garantidos da 11 a parte da mesma loteria,
que se extrabr quinta-feira, 25 do cor
rente.
Preco
1 vigessimo 14000
fa poreSo de 100# par* cima
1 vigessimo 4900
Aos 100:000S000
S
16-Eua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so
guintes : 21916 com um cont do reis, no
n. 6207 com 5005, no n. 22051 a 22060
com 1004n o n. 11341 a 11350 com 2004
da 10a parte da l* loteria.
Convidase aos possuidGres a virenj rece-
bcr sem descooto algum.
Acham-83 venda os yenturosos bilhe-
tes garantidos da 11a pirte da 1* loteria da
provincia era beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so extrahir
quinta feira 25 do corrente.
Presos
1 Vigsimo 14000
Sendo qnaotldade superior
a li> 04000
A dezona 94000
Joaquim Pires da Silva,
Ao bello sexo
O Pedro Autunes & C,. sempre pressuroso ea
agradar as Exmas acaba de receber grande va-
riedade de delicades artigos para presentes, desde
U at 5(0.
Completo sortimento demeias lisa*, arrendadas,
bordadas branca c de edrea pan senhoras e me-
ninas.
Lindos broches 't pulseiras de pliautasia cum
inreripto.
Bonito serlimento de titas largas o estreitas e
tsmbcm do bicos brancospretos e de cies.
Commodos e bous espartilbos para todos os pro-
cos desde 4$ at V>i. E' a NOVA ESPERAS-
fJA, 63ra Duque do Calas.
Grande rovoln^ infantil
Novos e ntere?santes brinquedos para crianca.
10,000 catangas de folln e madeira, grandes e
pequeos para todos os prtcos, tambem alguna
instructivos sobro figuras te geometra. A ellea
o tempo proprio.
Particularmente ao sexo feio
Econmicos punhod 6 collarinhos de Selloloide
raodarnos, novos e bonitas, conservando se limpos
por t-spico de o mezes. Vale a pe a Bons e
commodos suspensorios de seda e linho. Bonitas
e finas ineias de cs.-ossia de tela e crus. Para
nao esquecer o Pedro Antunes Se C.
63 Bna Din b Caxias-63
r
' Sem dieta escm modifi-
ea?ocs de costumes
I Laboratorio central, ra do Viconde do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Reqente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo pliar
macentico Engento Marques
de Uollanda
Approvndos pelas juntas de hygienc da Corte.
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elxir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
\ toes e promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chlero-anemicos, debella a hjpoemia
' intertropical, rtconstitue os bydropicos e benbe-
! ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommt ndado na bronchite, na hemop-
I [yac e as tosses agudas ou chronicas.
| Oleo de tcstudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
p.i-mo, na fysica.
Pilulas ante-peridicas, preparadas com
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermittente., re-
, mittentes e perniciosas,
'. Vinho de jurubeba simples e tambera fer
ruginoso, preparados em vinho de ca^
EBcazes na inflammacoes do figado e bac.o
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de ca pilara e quina
App'.icado as eonvaleseencas das parturientes
urtico anterebril.
Francisco Manoei da Silva & C.
RA MRQUEZ DE OLINDA- 23
Precisa-sc de duas amas, nma para engommar e
ou.ra para 2osinhar ; na ra do Hospicio n. 81.
rTe3Sv"--^)S'rfSJ:*t'?;Sf5ai-
.
fS*55;'y^^:''
Amalla da c oaba Kei%
Joilo 3a Cunba Reis e Mara Seiihorinha de M.
' Reis mandam celebrar no dia 23 do coraente mes,
pelas 8 horas ds dia, na igreja matriz do Montei-
ro, unta missa por alma de sua itui presada -
chorada filba, Amalia da Cunba Reis, 2* annivere
sario de seu passamento ; pelo que convidara to-
dos os pareotes e amigos para aasistirem a este
acto de cariade, que ficarao summameite agra-
decidos. .______
C*" I*/*'/
i.iiix (.i-iiiss* lo ENplrilo Santo
Ol.ympia Cleta do Espirito Santo e Antonia
Aquilina do Espirito Santo, iillias do fillecido
Luis Conzaga d>> Espirito Santo, tendo de mandar
celebrar urna missa por alma de scu pai, no dia 23
dj corrente, anniversario do scu passamento, na
igreja de S. Concillo, Aa < h ral damanha, con-
vidam aos parentcs c i>n.ig?3 do finado para as-
sistirem ; pelo que se mortra? eternamente gr;i-
;tas. ______
., .fjr-air.srsn/. r.V'-y r .- r :: :.^5U^V5Sr-i..iA
Regulador da Mari-
nha
lista importante estabeleciraento de re
lojoaria, fundado em 1869, est funeco-
nando agora ra Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Re-
gulamentacao dos relogios: Arsenal de Ma j
rinha, Estrada do Ferro de Liraoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pernambuco, As-
sociacSo Cominercial Beneficonte, Estra
da do Ferro do Recife a Caxang, Estra-
da de Ferro do Recifo a Olinda e Beberibe
o Estrada do Ferro de Caruaru' ; cercado
le intelligentes e habis auxiliares, fazcon- i
certos por mais diBceis que sejam, nao
s em relogios do algibeira, mas de pendu '
la, torre de igreja, caixas de msica, ap
parelhos elctricos e telegaphicua.
O mesmo acaba de receber variado sor
(ment de relogios americano* que ven
de do 74 204 de parede e de mesa, des-
pertadores lie nikel.
Aos seus collegas vende fornecimeto cm
grosso u a retalho: e aceita encommendas
para seu correspondente em Pars.
Acha-se bem montado nesto estabeleci
ciento uro observatorio pelo qual regula to-
dos os relogio3 martimos a terestres.
Recebe asssignatiirns para dar a horacer-
ta desta cidade pelo telephono n. 458.
Prcjo ciminodo
Era frente do seu estabeleciraento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res poderilo ser vistes peles passageiros ds
Ferro Carril, senda sempre a hora media
desta cidade determinada p.las suas ob-
servado s astronmicas.
Antonio Jos da Costa]Araujo.
8egnda-feir;i, 22, o do cofre, cart'ira, pren-
sa, repartimeuto de eseriptorio, eadifM, candiei-
ros a gas, balcao e pjrtencas da loja da rna do
Mrquez d Oiinda n. 10.
fiM t^----- vi:.
Carlea Eduardo Rldeel
D. Maria Adelaide de Pigueiredj e D. Maris.
Carmella de Figueiredo, convidara os amigo do
fallecido Carlos Eduardo Rideel, para assistirem
a missa de trigsimo dio, que por sua alma man-
dara resar na matriz da Bja-Vista, s 7 horas da
manh do dia 21 do e irrente.
Jom l.aurinno Tarare CordetrO
Maria Augusta Vas de Oliveira Tavares Cor
biro convida aos parentes e amigos do seu finado
marido Jos Francisco Tavares Cordeiro, para
assistirem urna missa, que pir alma do inestu
finado, manda resar na ordem terceira de S.
Francisco, no dia 25 do o irren'e, pelas 8 hora i da
manda, 2o anniversario de seu pasamento.
Carlos Eduardo Rledel
Arthur Naroleao Coelho de Souza, Victoriano
Bcges Pereira, sobrinhos e amibos, jc&ndam na
raatris da Ba-Vista, s 7 1[2 h iras da manha de
24 da c rrente, trigsimo da do pasamento de
Carlos Eduardo Riedel, resar algunas minsus pelo
eterno descanso de sua alma, e para esBe acto con-
vidam aos seus amigos e aos do fallecido.
Mara Isabel Faleo Campo
Na data Santa Cruz, s 7 l|2 hora da ma-
nbade q-iarta-feira'aS do corrente, sero celebra-
das miesas por alma de Maria Isabel Falcao
Campos, stimo dia de seu falleeirneuto. Para
assistirem ao acto, 65o convidtdos os parentes e
pessoas da amnade da finada.


6
Diario de Peniamtmeo- Ter^a-eira 23 de Novembro de 1886
Cabello
Ayer
(Ajers Ha ir Vigor)
CRiSAlHO SUA
VTOWMDE E C* HWWS,
~
(UMAOSIMICUAL
PARA O CABELLO,
TORNANCO-0
MACIO. REXIVEL E LUSTROSO
rer*. lotJ.CM8CIAJoHMjf-iilUi
Alugas
ni casa terrea com 1 porta e 2 janellas de fren
caiadae pintada, ama do Hospicio n. 70 : a
ismamesma ra n. 81.
Aluja-
se
-asegundo andar da casa ra da Aurora n. 81,
jento a estaeSo da estrada de ferro de Olinda ; a
tratar na rna do Gommercio a. 15, escriptorio de
Scbastiao de Barros Barrete
Aluga-se
} predio n. 140 rna Imperial, proprio par* es-
belecimento fabril : a tratar na rna do Commer-
rio n. 34, com J. I. de Medciros Reg.
Aluga se barato
Boa do Boro Jess n. 17, 1 andar.
Ra de Lomas Valentinas i. 4, com sotao -
Largo do Mercado u. 17, I ja com agua.
As casasda ra do Coronel Suassona n. 141
Largo do Corpo Santo n. 13, 2. andar.
Boa da Palma n. 11.
frati-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
escriptorio de Silva QuimarSes & C.
Alnga-se
i casa n 1 mi Lcmbanca do Gomes, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na ra da Iroperatris
. 88, 1. andar._______
Aluga-se
a caa de aota ra do Conde da Boa-Vista n.
68, com bastantes commodos, agna e gas ; a tra-
tar na mesma ra n. 91, padaria, ou rna da Ca-
deia do Recite n. 60.
Aluga-se
a casa n. 3 em Beberibe ,
t. Reg.
a tratar cora J. L de
Aluga-se
sobrado de um andar e soto roa do Mrquez
o Herval, travesea do Pocinho n. 33 : a tratar
o largo do Corpo Santo n. 4, 1 andar.
Ama
Precisa- se de urna cosinheira para casa de pe-
quena familia ; a tratar na estrada nova de Ca-
ranga, no sitio do Sr. Valenca, on no escriptorio.
' este Diario
Ama
Precisa-se de urna ama de idade, para cosinhar
e ensaboar ; no largo da Santa Cruz n. 14.
Ama
Precisa-se de duas amas, sendo urna pa-
ra cosinhar e lavar e outra para engom-
aiados d outros srrvicos de caaa de pouca
familia; A tratar na ra Duque de Caxias
a. 42, 3 andar por cima da typographia
io Diario de Pernambueo.
AMAS
Precisa-se de duas amas, urna para cos -bar e
otra para andar com crianca ; na Capunga,
roa do Or. Joaquim Nabuco n. 3.
Ama
Precisa-se de urna, para o ser-
vico de casa de familia : na ra
do Cotovello n. 46.
M
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na rna
do Oito da Matriz n 24.__________________
8 para cosinhar. precisase
de ama ana e pagase bom or-
denado, a tratar na rna do vi
garlo n. flo armazem ou rna do
Uvramento n. i andar, po-
der dormir aonde qnlzcr.
Attcn No 2.o andar da ra de Imperador n. 55 cffere-
ce-se urna peato* ao corpo commercial desta pre-
ga para no centro das provincias de Alagoas ao
Rio Grande du Norte, promover qnrlqner cobran-,
liquidacr, etc., pois j e t nisto versada ha mui-
40 tempo. Deixa de mencionar os nomes des ne
gociantes desta praca de quem tem feito eobrauca,
pata nao air tilo eit'nso. Est ptompta para dar
mu fiador, se tanto I he for exigido.
O !>' Ghurchill, autor da descoberta daa
lx curativa., des Hypophos-
Ipbitos no tratamento da tsica pulmonar.
tem a honra de participar xoa seus collejas
.iteicos, quo 01 nicos Hvpo hosphitoa
recon',ecido* e r*eprMenda'r8 po* elle
b5o os que preparr. Swann. phar-
maocutico. !2, ts% fhstKiione, Partz.
Os Xan jes de Hvpc-hosphito de
Soda. Ca! c Ferro vcndr.J-so em frascos
qu&dmdos tendo o noms ijo 1> Gtrehill
no Vidro na ssaf/na.'tra no envoltorio a
atira de pnpel er.^arnado que co'ure a rolha.
Cada fraseo veriadeiro leva alem d'iato a
arca de fabrica da "Harmacia 8wan:i

rt!*m-s* n ..da m Pkurm ttm
Luz brilhante, sem Fumo
oleoaImatico
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MABTUTS, BASTOS
Pernambueo
NUMERO TELEPHONICO : N' 88
Agua florida.- Extrahida de florea bra-
aileiras pelo seu delicado perfume, suavida-
des suas propriedades benficas, excede
a tudo que neste genero tem epparecido de
oais celebre.
Tnico americano.-E' a primeira das
preparacoes para a tcnservajao dos ca-
bellos. Extingue as caspas e cutras mo-
lestias cepillares, faz nascer os cabellos,
impede que embrau qudame tem agrande
vantagem de tornar livres de habitantes as
ca becas dos que os usam.
Oleo vegetal* Compcsto com vegetal
innocente, preparado pera amaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excellente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo hlito.
Vende-se as principaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TELEPHONE N 33 ___
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cer ecrescer o cabello ainda
sos mais calToe, cura a
tinha e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co da cabera. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de tnibranqun-
cer, o infallivelmenta o
torne capease, macio, lus-
troso e ahondante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original osada pelo inventor em
18w. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvaeao oficial de
uro Govemo. Tem dos vezes
mais fragrancia qne qnolqner outra
ednraouobrodotempo. E'mnito
mais rica, suave u aelirfosa. E"
muito mais fina e delicada. E*
ninia permanente e agradavel no
len.'O. E' duas vezas mais refres-
cante no banho e no quarto do
doente. O E' especifico contra a
frouxidSo e debilidade. Gura as
dores de cabera, os cansados e os
desmaios.
lampe ie Via Je Benter No. 2.
LOTERA
ana
airrzs di rsiXr-o. dkpozs de csal-*.
Cura positiva e radical de todas as forroasde
tacrofulas, Sfpnflis, Feridas Escrofulosas,
Affeccoee, Cutneas aa do Couro Cabel-
ludo com perda-do Cabello, e de todas as do-
encasdottengue^Figado, e Rins. Garante-se
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
e restaura e reno va 0 systema inteiro. -1
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian-
Ss e para a cura das moles-
s da palle de todas as especies
9 em todos os periodos.
Deposito era Pernambueo casa de
Francisc Manoel da Silva & C-
Mademoisele Cotinha
Ainda cantic Ja na rna do Imperador n. 55, 2-
andar, onde suas amigas e ireguezas podem eu-
coutml-a par* confiar Ihe os traba!hCo, que como
modista desempeuha, cibu sejam, toilettes pea-
teados de todo gosto, d.- < ecorde 'oo os bgori >' i
modernos
Criado
Precisase de um criado de 14 16 annos : a
tratar na rna do Commcrc-o n. 44
Bazar de passaros
Wtmm do Bom J<".ns n. 98
Neste eslabelecimeutoencontra se sempre gran-
de sortimrnto de especiaos passaros e gaiolas,
nacionaes e estrangeiras, fme tas de diversas qua-
lidades, balainbos para niohns de canarios do
imperio, jarros e cestos de timb, tr^balbo muito
aperfeicoado, a saborosa pimenta em conserva em
lindos fra-quinbos viudos da America, polo barato
prcQO de 120 rs. cada um, c outros muitos gne-
ros, que se tornam enfadonho mencionar, tudo por
preces mdicos.
Sande e vigor
PARA TODOS QCE FIZKREH ZO DAS P1LU-
LAS ANTI DYSPEPTICAS E REGII.ADOKAS
DO VENTBK.
Preparadas por Bartholomeu &. C*.
Estas plalas, enja formula nos foi con-
fiada pelo distincto dioico desta (idade, o
Illai. Sr. Dr. Carneiro da Cunha, sao ap-
plicadas com o melhor xito oanlm a fr-
queza do estomago, prisco de vento, en-
gorgitarnento do figado c bajo, anemia,
tonteiras hemorrboidacs, etc. tto. Ellas
nao causam o menor v-xaie ou dor no
estomago, produaindo sua aejao operativa
branda e suavemente.
Nao prostam as fo.cas, nem abatem o
espirito, antes pelo contrario dao alent,
deaenvolvera o apetite, dad maior vigor e
rdstituem aos doeutes auas primitivas for-
jas, concorrendo assim para o completo
restabelecimento da aau^e
|)i:iomio
em sua ph a km acia
ppa labga do eosak10 n. 34.
MINAS-GERAES
GOO:OOOSOOO
ion: 000 s 000
100:000S000
31,913 PREMIOS!
0 portador de \ vigsimo desta lotera pode tirar:
30:006$000
CORRE 25 DE NOVEMRRO
BILHETES A VENDA
RODA DA FORTUNA
36--Ra Larga do Rosario--36
< PEROLAS DO D" CLERTAxN ^
Approvadae pela Academia de Medicina de Paria.
AS PEROLAS DE TEREBEMTI % acalmam em alguns minutos as enxaquecas, as MAIS
VIOLENTAS DORES DE CABECA e DOENCAS DO FIGADO. Si a dose de trez ou quatro perolaa
nAo produzir effecto dentro de alguna instantes intil sera s~q *l
continuar. Cadra vidro contem trinta parolas. Para ter o pro- K^K-V-x^***-,
duoto bem preparado e efficaz, convem exigir a assignatura do: "!
AS PEROLAS D'ETHER sao o remedio, por excellencia, das pessas
nervosas sujeitas as suffocacoes, caimbras d:estomago e aos desmaios, as quaes
devtm ter sempre a mo este precioso medicamento. Exigir a assignatura :
AS PEROLAS DE QUININA conteem cada una dez centigrammas (dois graos) de sulfato de quinina puro.
Por 880 efficacia dellas certa nos casos de febres alem do que nao causam repu-
gnancia, nem fastio e engolem-se fcilmente. As perolas de quinina conservam-se ^^>Ct3u*
indefinitamente sem estragarem-se. E indispensavel exigir a signatura : "' o ^xZ^*
* veade a varjo na mor parta daa Pharmaeiat.
Fabricaco e atacado, Casa L. FRERE 19, rae Jacob, em Pars.
CAPSULAS de GHIMALT k C"
MATICO
ApprcTidas peli Juta citnl de Hjgiie
publica do Bruil
Combinac&o da Emncia ie Itlico
com o Daliamo i$ CopaMba
Remedio lnfallivel para cura a
Oonorrhea, sem embaraQar o
estomago, nem provocar repu-
nancla, clTelto que sempre pro-
iizem todas as capsulas de co-
pahiba liquida.
Deposito em PARS ;
Ph' GR14IAULT A G', I, n Tiritue
as principa P/iarmao/as a Drogara.
03
Tomem nota
Trilhos para engenhos
WAGONS PARA CANNA
LocoiuotWas
nachfnisine completo para en-
genhos de dos os tamanhos
Systema aperfeiyoado
Especificare e precos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
X. Rna do Commercio
N. B Alm do cima B & C, tem cathalogos de
mu t implementos uccessarios agricultura, como
.ambe-m machinas para descaro^ar algodSo, moi-
ohoi para caf, trigo, arroz e milbo; cerca de fer-
ro galvanisado excellente e mdico em preco, pea-
soa nenhuma pode trepal-u, nem mal que-
bral-a.
^
atrope-
r
[De CODEINA o TDLU)
O Xarope Zed empr^v- a
Jrrilafdes do Teilo, Tone dos laicos, J'osse
convulsa fioqueluclK),cBi oiidHa.Consiipcfccs,
Catarrhos t lusomnus xrsisliH.-s.
PABI3, rna Drouot, 2J, e em Pbarmacia
Prccisa-ae t'e um copeiro : na ra da L'niao
tuaiero 41.
Compras por atacado
O Peltoral lo Cambara
tem presos especiHes para acuelles que compra-
ren) grandes porces. Distribufm-se impressos %
qm m na ra do Mrquez de Olinda n. 23, drogara do
nuicos rgentes e depositarios geraes
Francisco M. da Silva & C
los 1.000:000^000
200:0001000
100:0001000
GRANDE LOTERA
DE 3
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologiea Isabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBUG0
Extracco a 15 He Mmn e 1886
0 thesonreiroFrancisco Goncalvcs Torres
PHOSPHATINA
Falires
ALIMIHTAglo EACIOHAI
BMMI
Mes, Criancas, Amas,
ConocUescentes.
Este alimento, de un sabor agradavel, precioso
sobretudo :
Para as MSes, durante a gravidez
Para as Crianzas, na occasiio de desmamal-as;
Para es Velhos e Convalescentes.
I A PHOSPHATINA constitue o verdadeiro alimento
Crianzas alimentadas no seio ou na mamadeira. Nenhuma
Fcula, Conserva ou Pos ditos de alimentado para a infancia,
pode competir-lhc.
E a adminisractio fcil do Phosphato Criancas durante o seu crescimento.
PAB1Z, 6, Avoaue Victoria, 6, PABIZ
kfMiUrlN Permmtuco : PRAN" M. da SILVA k C-
e3ptirv IV OJiejajrsjsj) 0 svntieajvfjj "snreanjjitri Bsndamad sea soijsotlor

jopvonoj. op sooqvs sop soifidm
30VJ1*00DnS
Vd un H3AId
DE
QUINA
de GRIMAULT & G'*, Pharma&outicos em Pars, 8, Ra Vivienne
Admittido n& nova pharmacopa oOlcial de Franca.
Appiovado pela Junta central de Eygiene do Brazil.
Ka/era 25 annos que o Ferrt, elemento principal do sangue, a Quina Real, tnico
superior do systema nervoso e oPhosi>hato reconstituinte dos ossos, foram combi-
nados intimamente pelo Sr Grimaulteui umxaropedecr lmpida e sabor agradavel.
Suas quali'lades tnicas e reparadora.- do excellentes resultados na anemia,
chlorose, leucorrhea, irregularidades de menstruaco, caimbras de
estomago consecutivas essas enfermidades. lymphatismo e todas as molestias
provenientes de empobrecimento do sangue. Excitando o appetite, estimulando
o organismo e reconstituindo os ossos e o sangue, o XAROPE de QUINA e
FERRO de GRIMAULT & C, deseneolve com rapidez as creancas debis e as
raparigas paludas e abatidas. Este xarope corta os ligeiros accessos febris, humidade
das mos e suores nocturnos; efficaz as diarrheas rebeldes, facilita as convalescencas
difficis e sustenta as pessdas idosas.
VINHO de QUINA e FERRO de GRIMAULT Se O-, que possue as
mesmas propriedades do XAROPE, preparado com um vinho de Malaga, rico
e generoso e preferivel para as pessoas que nao tolerara zarapes.
Dpoiito em Pars, 8, Roa Vivienne, e as principaes Pharmacias e Drogaras.
Casa em Olinda
A luga te nma casa do patro de 8. Pedro n. 10 :
a listar Da ra do Bario da Victoria n. 3.
Cascas de canellciras
Cimpra-SH qualqeer qnantidnd no armazem de
Guimaraes & Valente ; Corpo Santo n. 6.
Precisa-se alu-
gar urna preta escra-
va, de conducta afian-
zada, para vender hor-
talices, a tratar na ra
Nova de Santa Rita,
armazem n. 43.
Criado
Precisa-te de um criado de 12 15 annes de
idade, que aaiba Jer e escrever alguma cous, e
qne d conhecimento de sua conducta ; na ra do
Boa Jess n. 28.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
afamada ha mais do um seclo; excedo todas
u outra.* pelo ma perfume delicado e exqui'o.
TftKX Mp.uu.irAS d Our.o
. PARIZ H7< CALCUTTA 1884
pela extra-lina ci fll.-tii iade suaqualidade.
Afamada
AGDl DE C0L0M1A SE 1TIIIS0I
incomparavel pelo ten perfume e ua
eonconiravaV Excede todos os productos
siinijres vendidos ot> o menino nome.
SAURCTE ALO BMWN WHIlSft 0E ATUHSM
fcsto abnete universal o sup<*nor a tod?.
litros pela modo d<* lmpir a pello
aas--iiiia.lnfjtielhecoiniirmica'eexctllerrc
perfuma eprolotiijado uso.
hcMlra-sifCa5a4eWM*!l?fMtriFabricufl
J. A E. ATKINSON
24, Od Bond Street, Londres.
^MarcadeFafincat'ma 'ilosaUranc*'*
sobre una Lyra de Ouro.
Aviso
A viuva de Luiz Kcrreira de Almeida, por si e
na qualidade de tutora de seus filhos, previne aos
inquilinos dos predios do casal, que desta data em
diante a nica competente para receber os res-
ecjjvos alogneis, e podera procrala na ra do
[operador n. 65, 2- andar.
aHm
ADMINIRTRAQAO :
PARIZ, 8,BoulevardMontmartr,PARI2
PASTILHAS DIGESTIVAS fabricadas cni
Vlohy com os Saes extroAidos das Pontes. Sao
de gosto agradavel c a sua acrao certa con- |
tra a Azia e as DigestCes !/icis.
| SAES DE VICHT PARA BANHOS. m rolo para um Wanho. rara as pessoas que nao piemiraVlcby. j
Para evitar as imitacSes exigir em todos os productos a
MARCA 3D, COMP r>E "VICITSr
I Perrcmbueo. m Produrtoi cim> irhao^t aoi nos da HARISMENDY le LAB1LLE, I, ni do Commrc;
e SULZER tk KOECHLIM. :4 ra d Crui.
EMULSAO
DE
Atten^
Aluga-se a lojs do sobrado n. 20 da ra da Lr-
peratriz, com muitos commodos para grande ne-
negoeio ; a tratar com Capitalino de QusmSo, na
rna do Brm Jess n. 11, 1- andar.
Attenco
SCOTT
VE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
Hypophosphilos de cal e soda
appt ovada pela Junta de ilj
glene e autorizada pelo
gorerno
E' o melhor remedio at hoje descoberto para a
Hale* bronrliitc*. eMri-opbulan. ra-
eblnn. anemia, <: enildade m oral.
deOaxoi*. lonsie rlironira c oTecce
do pello e da targanln.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
dareis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituintes dos hypophosphitos. A' venda nai
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambueo
Marca
Registrada
Ama
Precisa-f o de urna ama para cosinhar ; n i rus
das Calcadas n. 2, taverna.
Bartbolomeu Lsurenco pa> ticipa ao comn rcio
quo mudou seu escriptorio para a sua antiga me- I
rada, ra da Madre de Deus n. 8, e pede a seos I
amigos que continuem a dar suas mercadoriaj
para a carga dn suas embarea(5es, j bem conhe-,
cidas neste porto, fazendo qualqucr differenoa uoa !
fretes, a contento dos seuhores earregadorts.
Attenco
Alaga-se ou vende-se a casa a. 6, em Sant'An*
na de dentro, cem commodos para familia ; a tra-
tar com Thom Pereira da Cuaba, residente no
iresms.lugar.
Cal firgem de Jaguaribe
Abri se ra do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangfiro, .vendida pelo prego
fixo de 6|$000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietario do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras lhe d o nome-
E' encarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr. Sebastiao Bezerra,
com escriptorio ra da Bom Jess n. 23.
Para cosinhar c engosumar
Prejisa se da um ama pura casa de duas pr-
soas ; a tratar na ra do Mrquez de Olinda no-
mero 41.
i i
llom negocio
Vende-se nma taverna em bsm ponto, r'guian-
do r001 mensaes, c o motivo da vendo sen dono
ter duas ; faz-se todo neg ci em vista de nao
rer quem tome conta : trata-se na ru^i Vidal do
Ncgreiroa n. 21.
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Diario de PeruambicoTerpa-fira 23 de Noyembro de IS86
VENDAS
__ Veuiie-se ou permuta-se o sitio do Bc, com
duas casas, sob n. 108 e 105, com amitos arvore-
dos de fucto, inclusive quarenU e t.oioi p*s de
ceqaeiros, o qual sitio fica confrontando com o do
Sr. escmo Cunha, ra de S. Miguel de Afo-
rados : a tratar ua ra das Trincneiras n. 17.
foja.
Vndese um cavalfo melado, granste, forte
adi e manteio, proprio para qualquer aervico,
inclusive pur carro ; na Magdalena, aitio a. 6.
__ Vende-se a taverna da ra de Viscoade de
Inhama n 31, e ao preteudente se dir o motivo
da venda. ______________^_________
Vende se urna taverna com boa armacio e
m boa ra, e bem localisada ; para lufbrmaces,
roa larga do Besarte n. 16, padaria._________
Padaria
Vndese um cylindro americano, por barato
preco : a tratar no Caminbo Novo n. 91.________
K UevoluQo
A' ra Duque de Caxias, reaolveu vender
os seguintes artigos com 25 % de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Zsphiros fino-, lindos padres, a 500 rs. ocovado
Las de quadros, a 400 ris o covado.
Ditas lavradaa a 400 res o dito.
Ditas com bolinhaa a 500 e 600 ri o dito.
Ditas com listrinhaa de seda a 560 ris o dito.
Ditas mescladas de seda a 700 ris o dito.
Cachemira de cor a 900 e 1*200 o dito.
Ditas pretas a 1*200, 1*500 e 2*000 o dito.
Ditas de cor bardada de seda a 1*500 \, dito.
Linhos escosse*cs a 240 rs. o covado.
Zephiros do quadrinho* e lisos a 200 ris 0 co-
vado.
Linhos lisos a 100 ris o covado,
Setim maco a 800 e 1J520O o dito.
Dito damatis a 320 rs. o dito.
Setinetas de quadriuhas a 320, rs. o dito.
Ditas escocesas a 440 is o dito.
Ditas matizadas a 360 rs. o dito.
Cretones finiasimos a 360, 400 e 440 ris o co-
vado.
Chitas escuras e claras 240, 280, 300 e 320 ris
o covado.
Nansue fiuaa a 300 ris o dito.
Enxovaes para baptisado de 9*000 um.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*000 urna-
Seda crua a 800 rs. o covado.
Colchas brancas a 1*500, e 1*800 urna.
Cobcrtas de ganga a 2*800 urna,
Fecbs pateados a 2*500 e 3*000 um.
Ditas, de pellussia a 6*000 um. _____
Ditos de la a 1*000,2*J00, 3*000. 35500tf OUU
e 5*000 um.
Pan:.o preta fino a 1*000 o covado.
Cortes da caaemira a 3*000, 5*000 6*OX
mn.
Crop3 para coberU a 1*000 o covado.
Cretone para cubera a 400, 500 rs. o covado.
Leneoes a 1*800 um.
Bramante de linhu a 2*000 a vara.
Di tu de algodaa a 1*200 a dita.
Ditj de 3 larguras a 900 ris a dita.
Panno da costa a 1*400 e 1*00 o Cv\a'!o.
Dito adamascado a 1800 o dito. '
EsparUlhos de ciuraca a 4*000, 5*000, 5*o00,
6*000 e 7*500 um. ___
Cortinados bordados a 6*500, 7*500 e 9*000 o
car.
* Ditos de crochet a 24*000 o par.
Lencos de 1*200 a 2*000 a dusia.'
Velludilhos lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
eevado.
Aoquinhas a 1*800 rs. urna, ^^
Panno de crochet para cadeiras e sot al #000,
1*200, 1*600 e 2*000 um.
karique da Silva Morara._______
TerFcno na raa Impe-
rial
Vende-se um proprio, junto ao cbafariz, que
raede 90 palmos de fre ite e 1,000 de fundo, at a
estrada de ferro do Recife Caruai, e outro da
referida estrada tto a baia mar; a tratar na rus
Imperial n- 181. ______"________________
Tecidos de linho
A oo rs. o covado
Na toja da ra da Imperatris n. 31, vende-se
mn bonite sortimeuto de taaendaa de linha para
vestidos, tendo largura de chite francesa, coa
muito bunitas cores e palminhas bordadas, pe.
ehincha a 500 reis o covado, na lqja ne Pereira da
Silva._____________________________________
Serrara a vapor
Caes do Capibaribc a. *8
N'esta serrara encontrarao oa senbores fregu-
oes, um grande sortimento de pinna de resina de
cinco a des metros de comprimento e de 0,08 a
0,24 de esquadrus Garante-s preco mais como-
do do que em outra qualquer parte.
Francisco dar Santos Maeedo.
Pinlio de Riga
Acaba de cbagar palo brigue Atalanta um cotn-
iieto sortimento de pinho de Higa da melhor qaa-
idade e de diversas dimensoes, como sejam:
4 X 18
4X9
8 X12
8 X 11
3X9
2 X 12
a tabees da mesma madeira de 1 e 1 1/2 poile-
irada*.
Vendan MATHUES AUSTIN & C, roa do
Commorcio n. 18, 1 andar, ou no caes do Apollo
51,a. por preoos commodos.
Coeheira venda
Vende-se urna coeheira com bons carros de
passeio, bem localisada e afreguesadt., por preco
muito mdico, em rasao de seu dono nao poder ad-
ministrar por ter de facer urna viagem : os pre-
tenderes acharSo com quem trata ra Duque
de Caxias n. 47.
Pianos
Vende-se douj pianos
na ra do Hospicio n. 3.
com pouco uso ; a tratar
A' Florida
Hu.1 Duque de Caxias n IOS
Chama-ge a attenco das Exmas. familias para
os procos seguintes :
Lavas de seda prete a 1*000 o par.
Cintos a 1*500.
Luvas de pellica por 2*500.
2 caixas de papel e envelopes 800 rs.
Luvas de sede, cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p.ra menino a 500 rs.
dem amer.canos para horneen a 3*.
Metas de Escossia para enanca a 240 rs. o par.
Pites de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albuns de 1*500, 3*, 3*, at 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Lavas de Bseossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrate a 500 rv, 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicoa a 200 rs. o par.
Qnarnicoes de dem idem a 500 rs.
Anquinhas de 1*5H), 2*, 2*5C0 e 3* urna.
Pliass de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs
Espartilho Boa Figura a 4*500.
Idea La Figarine a 5*000.
dem estreitinbos com 10 metros a 800 e 1*000
Pentes para coco com nscripeo.
Babadores com pintura e inscripcoes a 500 rs.
Para toilet
Sabio de areia a 320 ri. um.
dem phenicado a 500 rs. um.
dem alcatrao a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
ldemdealface a 1*000.
Agua celeste a 2*000. >
Agua divina a 1*500.
Agua Florida a 1*600.
Macicos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senhora a 3* a dusia.
Estojos para crochel a .$000 rs.
Linhas para crochet cor de crema 200 rs.
Linhas para crochet de seda meselada 300 rs.
BARBOSA SANTOS
Leitnra para senhora^
Brolhcs nikelados e domados a 2*000.
Bonito* grampos douradue a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de gales do vidrilbo.
Grande variedade de leiuts de sitim, a 4*000.
Frisadores americanos pa.a cabello a 3*1/00 o
maco.
Setas do phantasia para cabello.
Bonita colleccau de pliass a 400 ris.
Brincos, imitacao de brilhant., 500 ris.
Aventaes bordados para enancas a 2*000.
Chapeos de futo e setim para criancas
Sapatos de marin e setim id<-m, idi w.
Metas brancas e de cores, fi < de Escocia.
Pomada de voseiina de diversas qualidades.
Sabonetes finos de voseiina e alface.
Extractos finos de Pinaud, Gu.rlain e Labio.
Lindas bolsas de coure e velludo
Fechs de la para senhora a 1*100.
Sapatos de casemira prete a 2* Tesouras para costura, de 400 ris a 3/000.
Paco tea de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade do botoes de phantasia.
E milhares de objectos prepri a ni a tornar urna
senbora elegante, e amitos o\x j* imiispensaveis
para uso das familias, tudo por piov B admiravel-
mentc mdicos.
Na Graciosa
Ra
do Crespo
Duarte & C.
IMi
DA
COLOMA ISABEL
Tigipi
Vende-se duas casas em Tigipi, por preco
commoio, em terreno proprio, boa localidade :
quem pretender, dilijase casa n. 52, no mesmo
povoado, que ter negocio.
Terrenos em Jaboato
Vende-se terrenos muito bem situados, prximos
do rio e da < sucio do caminho de ferro; a tratar
no caes do Apollo n. 47, armasem.
WHISKY
BOYAL BLEND marca VIADO
Este excellente Whiskv Eseestea preferive
ao cognac ou agurdenle de canna, para fortifica
o corpo.
Vende-se a retalho nos h. Iheres rmaseos
saolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cojo oc-,
me e emblema sao registrados para todo o Braal
BftOWNS t C, agentea__________
Vende-se
palbas seccas, em pwcoes, proprias para queimar
barcacas ou lastro para navios, por preco raeoa-
vel : na ra da Praia n 60, officioa demareineiro
4e Sr. Belchior Miguel dos Santas, se dir quem
em-
Tnico le iMia
Oleo esseaclal de rosas
Champean para lavar a cabe$a
Vende se na cabelleiraria ra larga do Ro-
sario n. 22.
PINHO DE RGiT
le 3X9, 4X9 e 3X19; vende-se na serrara a va
por de Climaco da Silva, caes Vinte Doas de No-
vembro n. 6.
Veude -se ama armaco propria para pharmacia
mi.dstsjBrir ; a tratar na ru larga do Rosario
numero 34. ^^__^_____^__
Liquidaco
Cbpos modernos, palmas, plumas Aires fitas
udo por preco muit o barato.
Mine. Niquelina
Ra das Cruzes n. 39
Oleo para machinas
Em lates contendo cinco gal5es, a 9*000 ; ven-
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.
imbu
Vende-M era todi a part
CARNE1R0 DA CUM C.
Pedeo as Exmas. leitoras S minutos de atiendo para os se-
pinles artigos, alias barasslmos!
Bonitos aortimentos de.merina de todas as cores, a 600rs. o covado!
Linda escolha das roelhores cachemires, a 500, 600 e 700 ".o dito !
dem idem de quadros, novidade, duas larguras, a 1*600 e 10800 o dito !
Setinetas de phantasia, a 400 e 500 rs. o dito !
Caxemires felpudas, duas larguras, a 10000 o dito I
Limons com palmas de seda, a 800 rs. o dito !
Merinos pretos, desde 900 rs. a 20300, oditol cor garantida.
Lindos vestuarios de 15 para criancas a 70oOO e *WO.
Ricas guarnicS-s de crochets para cade,ra ei sof, p m 80000
Velludinhos de todas es cores, a 10000 e 10200 o covado !
Setios Maco, verdadeiro, a 800 o 10000 o dito !
Luvas do seda de todas as coras, a 20000 I
L-ques de phantasia, a 10000 e 10500 I
Meias para criabas, a 20500 a duzia I .
Esguiao para casaquinhos, a 40000 e 405000, de jardas !
(arobraia branca bordada, a 60000 e 80UOO a peca!
Amainados, bramantes para todos os precos ; algod5es, madapoldas bara-
tamos o rouitos outros artigos que se liquidara por menos que em outras partes.
59Ra Duque de Caxias5VI
S*a(^sfi*JIJW/l/i/-,W*vvvvYYYWVVY^^
VINHO MARIANI
DE COCA DO PER
O vmo MaIASTt qnejpl eipjrtmentado nos "^PV^fq^j^^y;'
e mfr*qael-
smsssi
nresertoto dlarlamenle com xito para combater a Anemia, oniorosy,
iWsMbeT ms, Molestias das Tas respira
****.
)lKest&s ms, Molestias oas Tas respiratorias
mente do ors*o vocal.
,, ..--.----rrcomtfxtndam-no4*Pu$oa$/racatdtUeadat.*mma
u* rrv-~ at Veillot e crlancat.
tr o Boparmdor dx Fnrbce *JmSm ______
a p FORTIPICANTB Pr 3EMCOHti.HWrOX*V
O VINHO MARIANI MCOUTRA tU CASA DI
r,rrFrtsw*l,rllusiU.Wew-Tors,il,lia,ll.ltiwt
i Pemambuco : l*rsdses M. da XT.VA A O". _^*t
Graede relorma !
Realmente foi grande a que se fes n* Loja dos
Barateiroa.
Ba da Imperalrla n. 40
sao os nicos que tem as seguintes especia-
lidades !!!...
La e alpacas, grande e importante sortimento,
e lindissimos padres, o mais tino e apurado gosto
que tem vindo, e por preco baratissimo, de 500 600,
700, 800 e 1O0O, o covado, porm fino e bom .'...
Querem ver ?... aparecam !!!...
Exmaa. aenboras .' !!...
Temos um lindissimo sortimento de tailbe, que
a vista agrada a mais excepcional freguesa ; ir*"
por menos do que em outra qualquer casa ; s
40!....
Pois custa 600 rs. o covado.
Temos mais lindos sortimento de fustocs a 500
rs. o covado.
Chitas finas, especialidad?, porque honve gosto
na escolha, e vende-se por 240, 280, 320, 360,400
e 500 rs. o covado, n, 40.
Tambem temos!.'!...
Lindos padres em baptisca d 180 a 200 rs.
covado.
Cambraia victoria e transparente finas e boas
de 3300 a 8*000 a peca.
linm branco de linho specialidade de 145001
3*500 a vara pechincba !
Brim pardos lisos e trancados de 700 a 1*600;
vara, aproveitem festa! 1 !...
Mobsckim grande sortimento a vontade do re
V
isto
n.
ques, vende-se de 400 a 560 o covado, venham !...
Sitinetas !!!... esplendido e importante sorti-
mento nesse artigo, sendo brancas, pretas e de co-
res, lavradaa e lizas, o que se pode desejar em boa,
vende-se de 400 a 600 o covado.
Temos mais ...
Casemira de todas as qualidades e cores, e a-
zemos eos tu mes de 304 a 60*00, barato e em
covados de 2*500, cousa fina-e que a todos agr
dam, apptrecam !
Acreditem ?...
Venbam ver, para crer !!...
Madapolo do 1 qualidade de 4*500, 5*600,
6*o00, 7*500, 8*500 e 10* a peca, eqoo ha de
melbor.
AlgodSo de 3*500 a 7*500 e 8*000 a peca tem
20 jardas.
Camisas de meia de cores e brancas de 800 a
1*800e 2*000.
Colcha de lindos desenhos a 4*000, casta 0*000
em outras casas.
PaoBOs da costa do melhor que ha custa apenas
2*750, o metro, pi chincha !
Bramante de linho a 1*800 a vara, 10 palmos,
para a cabar.
dem dealgodoa 1*300, palmos tmbeme bom.
Algodo eafeetado, 10 palmos a 900 rs. o metro,
multo bom para looc/es.
Akm das fazendas j mencionadas temos mu tos
artigos de modas como seja, lequcs da fino gosto,
gravaras, colarinhos, punhos, meias ete. etc.
Alhfro &C.
RA. DA IMPEBATBIZ N. 40
Camisas nacionaes
A *600. S#000 e S*500
32== Loja ra da Imperatris = 82
Vende-se neste novo estabelocimento um gran-
de sorumonto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pannos da linho como de algodo, pelos
baratos p-ecos de 2*500, 3* e 4*, sendo tazends
muito melhor do que as que veem do estrangeiro e
niiitu mais bem feitas, por serem cortadas por
om bom artista, especialmente camiseiro, tambern
se manda faser por encommendas, a vmtade dos
fregueses : na nova loja da ra da Imperatris n
3A de Perreira da Silva.
Ao32
Now lojadefazepJas
A* Raa da Impe ; x = 3*
DE
FERREffiA DA. S1^.VA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
p.'itavel publico um variado sortimento de fasen-
das de todas as qualidades, qae se vendem por
precos baratissimos, assim como um bom sorti
meato de roupas para homens, e tambern se man
da fazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras e brins, etc
Roaoas Har Homens
fjaa Serairls-lt
hm de Pereira da Silva
Neste estabeecimentu vende-se aa roupas aba)
xu mencionadas, que sao bar ...silbas.
Palitots pretos de e-v- .. aiagonaes e
acolchoados, senao tazenUas muiio en-
oorpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cardo muito,
bem icitos e torrados
Ditos de dita, fasenda muito melhor
Ditos de flanella azul sende inglesa ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgorao preto, acolchoado,
sendo fasenda muitc encornada
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleakim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e
Colletinho de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos d
nho e de algodo, meias croas e collarinhea, etc
to na loja aa ra da Imperatriz n. 3i
es, etlnetasi e ulainnas a SO
ra. o covado
Na loja da ra da Imperatris n. 32, vende-i
um grande sortimento de fustoes brancos a 60t
rs. o covado, lazinhas lavradaa de furta-core,
fbzenda bonita para vestidos a 500 rs. o covadi,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas si
cores, a 500 rs. > covado. pechincha : na lqj
do Pereira da Silva.
AlKodaoainiio francea para lencoe*
a OOOra.. 1* e lsttOO
Na loja da ra da Imperatris n. 32, vende-s.
superiores algodaosinhos francezes com 8, 9 e 11
palmos de largura, proprios para leneoes de un
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000 i
metro, e dito trancado pa- a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro largurai
para leneoes, a 1*500 o metro, barato na lojt
d Pereira da Silva.
a para meninos
A a*. 4fi04* e 6
Na aova loja da ra da Imperatris n. 32, m
vende um vanado sortimento de vestaarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
oha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dita
de moieequim a 4*50C e ditos de gorgorao prete
emitaodo casemirn. a 6*, sao muito baratos ; ni
loja do Pereira di Silva.
7*00t
10*000
12*00C
12*00t
5*50t
6*5(X
8*001
3*O0t
1*60
l*0Ut
No (lia
QO SEMANAL
parte da '24.a lotera
CORRE
24 de Novembro de 1886
Intr3nsierml I Iatransferivel!
PORTADOR DE M VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
f 12:006$200
Esta lotera est garantida, alm da fianza, por um deposito
no Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie. *
BILHETES A' VENDA
0
IVA
RODA DA FORTUITA
36-Ra Larga do Rosario36
Bernardina Lopes Alheiro.
EXTRACCO
T
_
DA
i:
serie da 24 lotera que se extrahir na igreja da Conceico dos Mililares
EM 24 DE NOVEMBRO
SOB O SEGINTE
PARA EXTRACCO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
>.!
COLONIA ISABEL
CONCEDIDAS PEL1LEI PROVINCIAL N. 184?, E1PPRWA80 PILO EXM. SR, VtCE PrtESfDENTE
POR ACTO DE 1 DE SETEMBRO DE
4o,ooo bi'heles em vigsimos ISooo .
Despezas ........
DA
800:000$
H8;8oo$
alto
1 dito de
99 ditos de
99 ditos de
99 ditos de
2 apps. de 4:
2 ditas de 3:
2 ditas de 2:
2 ditas de 1:
2 ditas de
240:000*
40:000*
20:000*
10:000*
5:000*
18:000*
23:000*
40:000*
1:000*
1:000*
39:600*
19:800*
9:900*
8:000*
6:000*
4:000*
2:200*
1:700*
96:000*
96:000*
"681:200*
ODBsoeaB.'VJk.gOaes
Esta lotera ser dividida em 20 series de 4,000 dezenas. Quando as terminacoes do 1. e 2. premios forep
iguaes, a d'este passar ao algarismo immediatamente superior. De9 passa a 0e de 0a1. Os gremios sao
pagos sem descont algum. .
0 premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no canco
Rural do Rio de Janeiro.
21 deOulubrode 1886.
O THESOUREIRO,
Francisco Goncalves Torres

1 premio de.
1 dito de .
1 dito de .
1 dito de .
1 dito de .
9 ditos de.......2:000$
23 ditos de......m i:000&
400 ditos de 100$ para todas as centenas, cujos dous algarismos
forem iguaes aos dous ltimos do primeiro premio inciusive '.
1 dito de 1:000* para a sorle, cujo nmero na exlraccao for mais
1:000* para a sorte, cujo numero for mais baixo
400* para toda a centena do Io premio.
200* idem idem do 2 premio .
100* idem idem do 3o premio .
para o Io premio ....
dito .
dito ....
dito ....
dito
para o 2o
i para o 3"
para o 4o
.v para o 5o
4,000 terminacBes de 24* para o Io premio inclusive
4,000 terminales de 24* para o 2o premio inclusive
I


1


8
Diario de PcrnambncoTerfa-feira 23 < Novcmbro e 1386
UTTRATUL

CASAMENTO 4 REVOLVER
POR
JULES MARY
-)(*)(-
VII
(Contiauaclo)
VIII
Estas fricco :i cora ambas as milos,
meus senhores, tra prr fira desenvolver o
magnetismo necessario operado... Sinto
a electricidad* desenvolver-se oom abun-
dancia na raioha mao esquerda... Muito
bem... julgo que o resultado ser satisfac-
torio. Vou comecar a experiencia... por-
que a moeda est suffijient^mente impreg-
nada de magnetismo para que fcilmente
se derreta..
Tinha colloaato a inao esquerda, ficha
da, por cima da charama da vela e movia
os dedos para impellir a moeda e fazel a
sah'r... mas coraecou a tremer-lhe a roao
do repente. ..
Pela segunda voz, o mesmo gemido aba-
fado, sinistro, queixoso, ebegavn, ihe ao
ouvido attento. e desta vez pareoeu-lhe
reconhocer a voz de Valentino.
-- Vedes, senhores a moeda fundir-
se e entrar ni veia?.
Infelizmente, havia alguns segundos,
Trompe-KEil nao estava senhor de si...
A moeda da prata, que pareca estar ero
sua mao esquerda, esaapou-se e cahiu-lhe
da raao direita, no ra-do das garg lhadas
das meseos e dos insultos, que levanta
rara se de todos os lados. Alguos bebadoa
precipitaram-se sobre elle e o empurra-
ran!.
Augusto collocou-se diante de seu ami-
go para proregel-o... Entao, rpidamente
pu leram trocar algumas paUvras era voz
baixa, conservando-se calmos ante aquella
avalancbe de injurias.
Ha urna p >rti baixa no fundo da
adega, dissu Augusto ; de l, do outro
lado da porta, que partera os gemidos...
O que me perturbou, foi ter julgado
que era Valentina qua gritava por soccorro.
E' exquisito Tive a mesma idea.
~ E' preciso que nos certifiquemos dis-
30, custe o que custar.
De que modo ?
Daixa-o por minha coata. Nao te
admires do que vires ou ouvires... Urna
ultima palavra... Julgas-te com torga
sufliaiente para lutar com La Gayaoe ?
Por amor de Valentim... lutaria
com o Gril-Turao.
Bom. Volia para e ten lugar.
Neste momento, La Guyaoe, que tinba
ido sentar-sa ao lado de Bigarreau, gritou:
On I amigo, preciso que proves
que i realmente um eacamoteador e que
nao pertences ruca... ouves?... so
no, est aqui o que te far entrar os
olhos na barriga I...
Tirou a faca e fincou-a no zinco do bal-
ero.
Sabom ? disse La Guyane aos
bandidos Bigarreau esta noite foi segui-
da por dous secretas. E' preciso verifi ssr-
mos se estes nao o sao tambero...
Jmmediataraente reinou na sala profun-
do silencio.
D nome da polica, atirado ali pelo an-
gogal, tinha dissipado a embriaguez de
muitos e feito subir uma colera terrivel
cabeca de todos aquelles evadidos do cri-
ma. _
Em um segundo, Augusto e Trotnpe-
l'CEil acharam-se rodeados.
Brilhavam as facas em todas as milos....
Augusto tirou o cachimbo c cachee
de fumo, com todo o vagar, sorrindo.
Trompe-l'Ovl, da seu lado, nSo perdeu
o sangue fri e com sua vozinha mais
aflutai do que nunca :
FOLHETIM
O flORCUNDA
POR
PAULO FVAL
PRIMEIRA PARTE
os mesii.es ZLim
(Continuado de n. 267)
II
COCORDASSE E PASSEPOIL
O Quimperois, se fosse Huron,*podia]tra-
zer duas ou tres duzias de cabelleiras cin-
tura ; o Spoletano podia ver vinte e tan-
tos espectros nos seus sonhos. O alleroSo
tinha estracelhado dous gangraves, tres
iD8rgraves, cinco rhingraves e um lund-
grave : andava procura de um landgra-
ve.
E tudo isto nada era ao lado dos tres
heapanhes, que cera felicidade podiara
afogar-so no sangue das euas innmera-
veis victimas. Pepe, o Matador, nSo fal-
lava senao em enfiar tres horneas ao raes-
mo tempe.
Na ia mais lisongeiro podemos dizer em
louvor do noso gascSo e do nosso nor-
mando : gosavam Jde considerayao geral
naquelle c-onselho de corta cabecas.
Depois de terem bebido a primeira dsa>
e que o borborinbo das lisonjas aclmou
um pouco, Cocardasae disse :
Agora, meus meninos, fallemos dos
noesos lugares.
Chamaram a rapariga da est alagem, a
tremer no meio daquelles canibaes, e orde-
naran) lho que trouxesse outro vinho. Era
uma rapariga gorda e um pouco vesga.
Passepoil tinha j dirigido para ella a er-
tilbana dos seus olhares amorosos, quiz se-
gila, para fallar-lhe sob pntexto de ter
vinho iDbis fresco ; mas Cocardasie ?"gu-
rou-o pela gola.
Senhores, vou continuar a seslo
com outra sorte do minha invencao, que,
espero, convencer a todos de que no
pertencemos polica, aera eu nem o raen
criado, nSo obstante o que diz esse zan-
garall lo sentado ao baleo.
La Guyane praguejou... Dous ou tres
bandidos puzeram-so a rir... A sereni-
dade dos dous amigos irapunhaso a todos.
Animado, Trome lOEil prosaguiu com
ooergia:
Queiram emprestarme uma moeda
de cinco francos .. edar-me toda a atten-
cao... Vou fazer passar esta mooda, da
mao (reita para a esquerda, com a rapi-
dez de uma bala adrada por urna arma de
fog>, isto com uma vilo i l*de de mil e
dusentoa metros por segundo... Aqu
est a moeda... Tomo-a cora a direita...
af.isto as maos, uma da outra. .. a moe-
da, com orca para a mao esquerda e di-
go-lbe : Passa !... Prompto I...
Trompe-l'Gil 1 abriu a mSo esquerda e
moatr.iii a moeda.
Bem muito baro, dissoram do todos
os lad s.
Nao doves ter muis do que esta
sorte no tu repertorio, disse La Guyanu
semj)r dosconfiado.
Vou fazer agera uma sorte que aca-
bar de eonvenci-1-08, segundo esp-r >, que
nSo fiz m^us estudoa no caes des Orftures...
Falloi Ihes, meus enhores e senhoras
e Trompe-l'(E 1 sorria-se graciosamente pura
Bigarreau da extrema veiocidade cena que
as moedas passara de uma p ira outra mi...
pois bem, essa veiocidade tal que, quando
coinmunica so a uraa moed, pode esta atra-
vessar uraa mesa, sera dixar vestigios de
sua passagem...
Oh Oh disseram todos, 6 uma burla.
Nao, senhores, nSo burla, a illusilo
completa ..
Pola terceira vez, Trompe l'OEil estre-
roeceu, descorou e, parturbando-se, f< i
obrigado a interromper se com receio de
que lhe adivinhassem a commosSo, pola
alterado da voz.
E' que, pela terceira vez, chegara lhe
aos ouvidos o mesmo gemido... enfra-
qucido agora... como se as forjas da
quelle que o exhalava 83 fossem extinguin-
do pouco a pou ;o. -
O prestidigitador cruzou o olhar com o
de Augusto... Este murrourava algumas
palavras e fazia ura signal imperceptivel...
Gata va tambera muito palillo. E Trom
pe^l'OEil, pelo maviraento dos labios, adi-
vinhou o qu elle dizia :
Valentim... Tenho a certeza I...
'E'ellel...
Trompe l'OEil proseguiu muito depressa:
Este phenomeno, senhores e senhoras,
explica-se de3te modo: a abertura na mes.,
feita com tanta rapidez pela moeda, que
iramediatamente desapparece pela contrac-
to molecular da madeira... Vejamos I
EflFe;tuemos esta experiencia...
E se nao te sihires bem cuidado
coratigo I disse La Guyane.
Pego uraa moeda em cada mSo; col-
loco a mSo esquerda em cima da mesa,
eraquanto a direita fie ir por baixo ; de-
pois, por oriem minha, as moodaa viro
reunir-se. Esjutai !... Paste !... Promp-
to : aqui estilo ambas...
Sira, mais o que prova tudo isso ?..
E o oatro Dor qua fica alli sera fazer
nada ?
por qua
E La Guyane apiniava para Augusto.
E' raeu criado disse Trompe-l'CEil
coro orgnlho ..
Teu triado ? NSo est m I... En-
tao ganhss basUnte para teres um cria-
do I Tudo isso exquisito I...
Augusto, vom c disse Trompe-
l'OEl.
O clown obedecen maihinalmente.
__ Senhores e senhoras, meu criado,
certo, nSo versado na arte de escamo
tear. NSo dado a todos ser o successer
dos Ilustres Joas, Antroletti, Antonio Car-
lotti e discpulo de Brunet, Tufferereau,
Caston, Clevermann e Kobert-Houdin, Au-
gusto, entretanto, tem sua utilidade, como
ides julgar por vos mesraos. Coaturoamos
terminar nostos cspactauulos com urna luti,
era que toma parto o hjiuem mais robusto
da respeitavel aociedade. Ha uma aposta
de vinte francos sobre o resultado da lata...
Augusto muito forte, j os previno dis-
so. .. llavera aqui algoera que use fa-
zer-lhe frent ?. .. Nilo respondan! todos
ao mesmo teropo I...
Li Guyane! La Guyane I vocifera-
ra m alguns.
Sim, La Guyane disse este oom
voz rouca. E vou faz^r cora qus tea -ria-
do fique do caraa, dur-nta seis mozes.
Despio o pal/to, arregacou as mangas
e, dist'!i,d--ndo os bracos, mostrou seus
msculos do Hercules.
Augusto imitou-o.
As ui'-s >s foraui levantadas para o fundo
da adega, afira de fijar um esp..c,o livre
aos lutadort'8.
Bigarreau e os demais, deixando os lu-
gares onde estavam, vieram agrupar-se ao
redor d'ellcs.
Uma alegria cruel brilhava nos olhos de
todos. Conhciam a torca de La Guyauo,
conliavam n'elle.
E tSogranie ora a attengSo, que nin-
guem reprava em Trompe-lUi 1, que era
lugar do ficar jurito do Augusto, havia atra-
vessado -as filli-iras compactas dos especta-
dores e esquivava se...
EntSo, perguntnu Augusto ao an'ig >
gal, queja o esperava a p firme, nao
tiras as luvas ?...
E' para no to magoar I clialaoeou o
bandido.
E' como quizeres I.. Est* promp-
to?... Sim ?... Atteneao I. .
E atiraram-se um obre o outro...
lrorape-l'OZil, a principio, tinha-se sen-
tado sobre ura tamborete, fingindo se indif-
ferente ao que se passava ; depois, pouco
a pouco foi-se aproximan io do fundo da
adega, onde distingua, na meia obsouri
dade, uma porta liaixa.
A adega tazia uraa volta, e era em um
dev2) escuro e hmido que achava-se
aquella purta.
Se conseguase chegar qelle dev3to,
sem ser viato, teria toia liberdade de ac-
jao, porque estara ao abrigo dre
indiscretos ou suspetos. Ante3 de arris-
carse, esperou um momento em que a luta
entre Augusto e La Guyane tinha-se tor-
nado mais animada...
Os dous adversarios apertavam se com
os brajos polerosos. A' primeira vista
pareciam ser da mesma torga, p >rm Au-
gusto mais hbil, mais exorcitado, gil e
lesto tanto quanto robusto, estava em seu
elemento e ovftava, sorrindo, todos os ar-
dis do bandido.
De tempo em tempos erguase a voz
aguda de Bigrreau:
Anime, La Guyane afoga! afoga I
Trompe-l'tEd esgueirou-se como ura ga-
to, at a poria. Esta nao estava fe-hada
mas apenas cerrada.
Trompe 1'tEil abrio-a o, caminhando com
precauco, entrou.
Como estivesse s escuras, accendeu um
phosphoro.
No mesmo instanto ouvio um suspiro
muito fraco, uma especie de estertor,
pequea distancia... e vio o respiradouro,
aberto na parede, donde pareca exhalar-se
o suspiro...
Apagou-se o phosphoro, queiraando-lhe
os dedos... Accendeu entilo uma vela
que tinha entrevisto, posta no gargalo de
uma garrafa, sobre a mesa...
Baixo como era, Tromp8-l'(Eil nilo po-
dia aloangar o respiradouro; trepou sobre
uma cadeira e mergulhou o olhar ancioso
no baraco, escuro, escancarando, que a luz
mal alumiava.
Valentim I Valentim I exclamou, "nSo
podendo conter um grito de susto...
E' passando a mRo atravez das grades,
eacudio-o :
' elle, como s o pruioneiro pud ssa
comprehendel-o.
E, descondo da cadeira, npigou a vela o
voltou para as adegas, tundo ti Jo o cuida-
do de tornar a fechar a porta...
A luta contiouava com alternstiva des-
igu.ieB ; no raeo do silencio, nao se ouvia
sen&o a respiracjlo arquejante, sibilante dos
lutadores.
Alguas b be lores murmuraran... Bi-
garreau, furi-isa, gritou :
La Guyane, uraa pancada sobra a
nuca ; bem o sabes, sobro a nuca!
O bandido, n'aquello momento, sjigu^i-
va a cabeja de Augusto debano do brago;
a colera desvarava o ; estiva com o* o'hos
iujectad a do s mguo ; ergueu o punho para
descarr?ga!-o sobr' a nuoa de Augusto :
era ura golpe mortal. Mjs Augusto, des-
tradeado so, como se fosse uraa mola de
ac, repellio... A,-haram-s'! do novo, face
a face e Augusto olhou ao redor.
Por duas ou tres vezs, no correr da
luta, o valente clown tinha procura lo Cira
os olhos ocorapanheiro, sera :n>hal 0. Dest*
vj-o. Trompe-l'02:l foz-lhe um
rayateiioso. Era preciso acabar.
Entilo Augusto disso :
Senhores, aoaliaii da ver que o meu
adversario ptocurou usar do ura golpj ex-
pre83araento prohibido as lutaa?
O quo ? O quT? dissi La Guyane.
E' verdade, veriade! gritarara to-
dos. Bigarreau fez mal ..
(Continua)
sigaal
VARIEMDES
Luiz II da Baviera
POU
Edmundo CaseSo
(Contimcacoo)
IV
SAS EXCENTRICIDADES
(Continuafao)
Qi.iuli lemos ,um cont
da Mil e lona noiles dize-
moa por acaao que est
doudo o seu autor ? Nao,
aladramos pelo contrario
a funtasU arrojada e ar-
deote daquelles poetas
rabes qu-t aesim arrsn-
cam de sua imaginsefto
fitotastic s th-souros e ma-
ravilhosas creacoeg.
Pinheiro Chaqas (')
Valentim l meu filho, sou eu, Trom
pe-l'CEil, acompanhado por Augusto.
S obteve, como respoBta, um gemido
ai oda mais fraco.
Valentim I cora ge m volto j...
Impetrando venia pela transcripcito qne
fazemos infra, mimoseamos ao leitor com
uns excerptos dos interessantos quilo pri-
morosos artgos, a respaito dos castellos
do re-sybarita, devido a pena brilhante do
Ilustre Sr. Vict r Tissot e aos quaes j
alluiimos.
t Em Munich o re tem dous castellos
O castalio novo diz para a praca de Ma-
ximiliano, construccSo quadrada, antes
enorme que imponente, que lembra vaga-
mente o pala jio Pitti era Roma.
O castello velho prolonga-se at a praca
do Odeon. Quatro le3es de bronze, segu
raudo escudos, guardara os dous portes ;
em um nicho, uma estatua da Virgem. pa-
droeira da Baviera ; no passadi^o, de tn
plice abobada quo liga o pateo da capel-
la ao pateo dos pocos, v-se uma enorme
pedra presa a um gancho da ferro: pesa
364 libras; o duqu Cbristovao Alberto II
levantava-a e atirava-a como uma bala.
Ao lado desta pedra v n se tres pr-gos
fincados no muro nos cima do outro ; in-
di<;am as alturas a que saltavam os duques
Christovao, Conrado e Felippe ; o primeiro
prego est a 12 ps do solo, o segundo a
9 pi e o teroeiro a 8. Rimas em velho
allemao, gravadas n'uma mesa comra rao-
rativa, narram estas proesas posteri-
dade.
O lauco do novo palaci >, que nilo tem
menos de 800 pi do coraprilo c que otha
para o jar.lira r-gio charaa-so era all-imito.
Saalhun der Residenz, edificio das salas
da residencia. E' ah qua se acham as sais
sulas de Ulysses, segurado 03 desenbos de
Sjhwanthalor ; a sala de.Carlos Magno se-
gundo os esbojos de Sobnoi-r ; a sala de
Frederieo Barbi-ruiva, cujas s-is pinturas
rauraas exejutar.ira S hnorr, Jo3jf'r e
G-iisraana; a sala do Rtdolpho de Hab3-
burgo, a 3,i de batallias, a sala do throni
e o gabinete das b-liazas. Os res da Ba-
viera corab iterara coa mais valor sob a
egide da Venus quo sob a do Marte: a
s il i das bat illias no cont a mais de 14
qu i ros, ao passo que ha 33 no gabinete
das bdlezas, sem contar o retracta de L>U
Mont s, pintidoj por Kaulbach, qua a rai-
nha raandou esconder.
Luiz II foz do t'frajo da Sailban seu
castollo e seu palacio. Construiram lho,
por seus planos e dosanhos, apis^nt s n>
estyl j rococ maia extravagante, o u n
jardn ao p do qu.tl os da d>-fuuta Sarai
rarais nao pssariaa da hortas vulgires.
E' nesta jarJim fadarto, onda tolas as
fl >re3 da3 trras de s>l aaatira voluptu)
sa sympboaia de perfumas, qua o ra pas
si o das da inverna, tilo tristes e melan-
clicos as margeos do Izar. Entrv.id,
uraa pessoa duvila do que v. Vera a ten-
tayUo de tora ir o criado-do qaart qu i ser-
va de guia, infringalo a mais severa das
senhas, por algu n mgico infernal, par
algura bruxo ou feitcoiro.
A' direita cleva-sa ura rochado do mus
go, no qual rastejara, como en>rraes ser
pantes ericidas de dardos, ca.-tus o orahi-
deas.
No fuado, que reprasenta uma paisa
gara iadra cora granIe3 bamb) espigados
o bananeiras de fot has largasjavist ,;-ie nm i
cascata que despeja suas aguas da opala
cora un ruido inusi;al e arg ratina. Q lan-
do se chaga ao roahado descobra-je pir
baixo de ura cort nado da har a entrada
de uraa gruta qua conduz quida d'agui.
A medida qua sa avanga, alarg.ra-sa as
paredea do 8ubterrauao o atravoz da sjiq-
bra azulada o vaporosa que o encuera,
s>'aullara corao gittas de luz psdrarias,
diaraaates e stalac.ites a ouro.
Daixaraos a casaata a direita e dirija-
mo-nos p ira a esquerda.
Chegarao3, par uraa alaraada da palraai-
ras a ura pavilliaa raiurisra qua eleva sua
cpula bubjsa at a vilraja ababadada da
estufa.
Ura reposteiro da s ia azul fecha este
kiosque, onda de3fructa sa ura reaoluimeo-
to religioso como em uma capaila.
As janellas, em forma do travo, peuei-
rara um da do.icado e ura lustra da crys-
tal projecta no meio dcste saactuario o
jogo de suas cores. Divas correm ao
I rogadas paredes. Ao meio, era me3a de
Upia-Lzuli, ergue-se um nwguil de lon-
gos canudos orna ios de perolas : dir-se-ia
laova d'u n sulto. Chama sa este pavi-
liaj o Kiosque das delicias.
Prometteste dominar as tuas paixoes,
meu velho, disse-lho el: com dignidade.
Frai Passepoil senou sa novamente, dan-
do um profundo suspiro.
Quando a rapariga trouxe o vinho, raan-
darara n'a embora, com ordem de no vol-
Ur.
Meus meninos, proseguio Cocordas-
sa Jnior, nila esparavamos, fre Passepoil
e eu, encoatrar aqu tJo Ilustre coropa-
nhia, longo das cidades, longe dos centros
populosos onde geralmenta exercem os seus
talentos...
Pobre de mira I interrompeu o espa-
dachim de Spoleto : sabes, Cocoidasse, c
ro mi, de alguma c;dade onde baja agora
servigo ?
E saaudiram todos & cabeca, como ho-
mens que julgam que a sua virtude nao
est sufficii-ntemento recompensada.
Saldanba perguntou em seguida :
Nao sabes porque estamos aqui ?
O GascSo bro a bocea para responder,
quando o p de frei Fassepoil lhe bateu na
bota.
CocordiiS8a Jnior, apezar de chefe\no-
minal da comraunidade, tinha o coaturae de
seguir os conselhos do seu preboste, que
era um normando prudente e cauteloso.
Sei, replioou elle, que nos convoca-
rana...
Fui eu interrompeu Stanpitz.
E que nos casos ordinarios, concluio
o GascSo, frei Passepoil e eu bastamos pa-
ra uma tunda.
Carajo exclamou o matador, quan-
do estou presente, de ordinario no cha-
mam outro.
Todos fallaram sobre este thema segun-
do a sua eloquencia ou o seu grao do vai-
dade ; depois Cocordasse concluio.
Yamos ter pela frente, respondeu
SUdpitz, um cavalleiro nicamente-
Sunpitz era addido pessoa do Sr. de
Peyroles, o horaem de confianca do prin-
cipe de Gonzag.i.
Uma ruidosa gargalhada acolheuestade-
claracao.
Cocordasse e Passepoil riam mais alto
que os outros^mas o p do normando con-
tinuava a bater na bota do gascSo.
Isso quera diaer : Deixa a cousa por
minha conta.
Passepoil* perguntou ingenuamente :
E qu..l o nome desse gigante que
tem de corabater oito hemens ?
- Dos quaes, com mil diaOos / cada um
vale meia duzia | accreacentoa Cocordas-
(*) Vide o Paiz j citado.
Luiz II s entra nelle vestido de turco.
D corda no piano maahanico escondi-
do atraz d'uma cortina, aoenda seu nar-
guil, estende-sa n'ura divn e passa tar
ues inteiras no meio das nuvens de fumo,
o das melodas de sua orchestra de mala.
Do pavilbKo mourisco uma quantidade
de veredas myateriosas e odorferas, com
descangos e nbuahados da setira, alagretes
em aujos fun loa erguem-se Venus ou ac
eorara-se esphingas, conduzem as margeos
encantadas da um pequeo lago (50 ps
de largo sobra 70 do comprido) azul e
lmpido corao um fragmento do co orien-
tal e quo parece sanioso da sua patria
sob a cpula immovel de palmairas.
Tivesse o lapis de Dor para reprodu-
zir tai maravilhoso sceuario !
E' uraa visilo esplendida, una nasga do
paraizo. Montanhas obedientes como as
da biblia, eacarpamentos amaveis, debruam
este copo d'agua em que sattitam peixas
vermeluos, em qua nadara linios patos
conchiu rin-iz 3, e qua r< fl icte o clara
cstudado de ura luar eterno.
Entretanto mediante hbil machinisoao,
o cea estrellado p le cobrir sa vontade
do ospessas nuvens ; os relmpagos fulgu-
ran, o trovao ribomba e o lago batido .
pela tempestado revolti-sa contra suas
margeos. O ro, vestido de Gulharme
Tell, solti ont3o a barca amarrada a uma
arvore da praia e atira-se ao cabeco das
onias assanhalas... C'ontam qua ura dia
Liiz II palio a uraa das prim-dras artistas
da opera qua vi sso Iba cantar & baila la do
rei de Tim, em sau Ligo pensil.
Q-ian lo a cantora che^ou a sganla es-
trophe o rei apertou o bjtao da campainha
elctrica qua o p3a era comrauaigilo com
seu maahinista; imrae.liatament- estalou o
raio, o lago levantou vagas turaultuoaas, e
quasi soss ibrou o frgil 1 uh:.
Uraa cabana india orna a extramidada
do lago. Sra interiir guarnecido de fl-
chas toraaliawks, langas c utensilios de
pesca.
Uraa flirasta de arvores exticas, po-
voa la da pap iga9S disaiplinados na pro-
nuncia respaitosJ do ocoi de S. M.
separa o lago da corlheira de mon-
tanhas de ci nento, construidas pelo pa-
drao do Hyraaliia. A deaoragilo do ulti-
mo plano representa ura lag> dos trpicos,
cora ilhas choias de fliracoas gigantescas
a pasaaro extraordinarios.
O castello de B -rg, as margen3 do bel-
lo lago da Starabar, p irta de Muniah, nao
ra;nos phantastico.
O rei habita-o tras qu artas partea do
anoo ; seu retiro predilecto. (*)
Sa era Munich Luiz II tam o sau jar-
dira da in/erao, tara em 8'.rg o seu jar-
dira ou antas sua ilhi das R>sas.
Aqui acbarao noa era pleno Oriente no
reinado do ura califa poeta como o de Bag-
dad, mas se n Saheharazada.
A historia do rouxinol devo tar-se pas-
sado nosta ilha raaravilhsa, olbcada
corao ura ira ausa ramalhate dabaixo das
janellas reaes.
Ve-se aahi to las as rosas, deade a rosa
8elvagara qua assemelha-se aos labios de
uma .cranga at a rosa qua parece o sor-
riso de uraa rainha.
E' ura regala para os olhos e uraa suave
ebrie laia para os sratidas. Estas fl)ras
rodeiam o castdlo da una atmasphara d*
perfumea e ajulara o jovan prineipa a vel-
ludo cor de rosa.
A cabana de paseador que existia outrra-
ra nasta ilhota foi substitu la por um cha-
let suisso. Ahi o rei nstallou un piano,
e por essas bellas noites de verilo as bar-
cas que passam ouvera-n'o tocar fragmen-
tos do Lohengrin ou do Taunh'inser.
O dovo deu ao castello de Berg o nome
de Ca3telb Mgico.
Nao tentei penetrar nelle pela snple3
razio de que toda a tentativa seria intil.
03 dragSas das Hisparides eram menos fe
rozas quaes sentiaellas que guardam as
avenidas deste castello.
Dize n quo raaauinisraas e trasnaias oc-
cupam nalle grande lugar. Fallara de
ura pavilhao mourisco no qual o jovem
Almansor passa muitas vezas a noite, ro
deado de lampadas de alabastro e cajlas
de perfu nes.
se.
Stanpitz respondeu :
E' o duque Felippe de Nevera.
Dizem que est a morrar exclamou
Saldanba.
Pulmoeira I accrescentau Pinto.
Estafado, arrebentado, fysico! con-
cluirara os outros.
Coaordasae e Passepoil nao diziam mais
nada.
Este abanou a cabega lentamente e de-
pois empurrou o copo. O gascao imitou-o.
A Ba gravidade sbita nao podia deixar
de excitar a attencao geral.
Quo tra T mas que tem ? pergun-
taram de toaos os lados.
Viram Cocordasso e o seu preboste olba-
rem-se em silencio.
Mas que significa Uso? exclamou
Saldanha admirado.
Pareae, accrescentou Fannza, que
tm vontade de abandonar a partida.
Meus filhos, replicn gravemente Co-
cordasse, quena assim pensasse nao se en-
gaara muito.
Uma tempestado de reclamacSes cobrio-
lhe a voz.
__ Cooheaemos Felippe do Nevers em
Pariz, replicn branda mente frei Passe-
poil : ia Dossa sala.
E' um moribundo que os far em pos-
tas.
A nos l replcou o coro.
E todos encolueram os hombros com
desdm.
Vejo, disse Cocordasse, cuja olhar
percorreu o circulo, que nunca ouviram fal-
lar no bote de Navers.
Abrirara todos os olhos e os ouvidos.
O bote do velho roestre Delapolme,
accreso-Dtou Passepoil, que deitou abaixo
seta prebostes, entre o largo de Roule e a
porta de Saint Hooor.
Que nos importa esses botes secre-
tos I exclamou o Matador.
Bom p, bom olho e bom pulso, ac-
crescentou o bretao, e fajo tanto caso dos
botes secretos como do diluvio.
Puis sim I disse Cocordasse Jnior
oam altivez ; parece-me que tenho bom
p, bom olho e bom pulso, raeus meninos.
E eu tambera, confirmou Passepoil.
Tfto bom p, to bom pulso e tao
bom olho como qualquer de voces...
E a prora, deixou cabir Passepoil
com a sua doura ordinaria, que esta-
mos proroptos a fazer a experiencia, se
quizerem.
E entretanto, replirau Cocordasse, o
bote de Nevers nao me parece uma frio-
na 1
uinhi
O castello do Londenhoff est na mon-
tanba. E' mobiludo a Luiz XIV. A sal-
la de jantar est ornada com os retractos
das amantes, do grande rei.
O castello de Hoheaschwangau est pit-
torescamente sentado n'uraa ponta do ro-
chedo. Era reior, altas montanhas cober
tas de austera fl iresta de pinheiros e o
p, um lago romntico povoado de cysnes.
(Continuar-se-ha.)
(*) ltimamente suai preferencias reca-
hiam no castello de Hoheoschwangau.
Nota do auctor.
leira. Eu mesmo fui tocado
propria academia. E agora !
E eu tambera.
Tocado no meio da testa, entre os
olhos, tres vezas seguidas.
E tres vezes, eu tambera, entre os
olhos, no meio da testa 1
Tres vezes, sem poder encontrar a
espada na parada !
Os seis espadachins escutavara agora
com mais attencao. J ninguem se ra.
Entilo, disse Saldanha, benzendo-se,
nao um bote secreto, feitico.
O bretao metteu a mao no bolso, onde
devia ter um fio de contas.
Fizeram bem em aos convocar a to-
dos, meus meninos, replicou Cocordasse
com ma3 solemaidade. Fallavam de um
exarcito, pois eu prefera um exercito. S
ha, creiam-me, um hornera no mundo ca-
paz de fazer frente a Felippo de Nevers,
coa a espada na mao.
E esse hornera ? diasaram as seis vo-
zes ao mesmo tempo.
E' o pequeo pariziense, respondeu
Cocordasse.
Ah 1 esse, exclamou Passepoil com
um entausias sbito, esse o diabo.
O pequeo pariziense ? parguntaram
todos Mas que nome tem esse pequeo
pariziense ?
Um nome, que conhecem todos. Cha-
ma-se o cavalleiro de Lagardre.
Parecia que effectivaroente conbeciam
todos aquello nome, porque se fez entre
elles um grande silencio.
Nunca me encontrei com elle, disse
em s-guida Saldanba.
Tanto melhor para ti, replicou o gas-
cSo : ello nao gosta da gente do teu feito.
E" a elle que chamara, o bello La-
gardre ? perguntou Pinto.
Foi elle, aceres -entou Faenza, abai-
xando a voz, quo matou os tres prebostes
flamengoa sob os muros de Seuliz ?
Foi elle, quiz dizer Joel do Jugan,
que...
Mas Cocordasse interrorapeu-o, pronun-
ciando com emphase estas nicas palavras:
Nao ha touas Lagirdre.
in
a (rea Pklllppea
A nica janella da _sala terrea da estala
gem da Maca de Ad&o dava para uraa es-
pecie de esplanada, plantada de salgue-
ros, que confinavam com as estufas de
Caylus.
Um caminho de carro atravessava o bos-
que e aoabava em ama ponte de madeira
colloaada sobre os fosaos, que erm bas-
tante profundos e muito largos. Davaui a
volta em redor do castello por fres lados e
abriam-se sobre o espaco, por cima da Ma
chadada.
Desde que se tioham demolido as pare-
des destinadas a conter a agua, o desseca-
mento operara se por s mas rao e o solo dos
fosaos dava por anno duas magnificas co
Incitas de feno, destinadas a estribaras do
castello.
A segunda colheita acabava de ser cor-
tada.
Do lugar em que se achavam os nossos
oito espadaehins podiam ver os ceifadores
que colloaavam o feno om mdas sobre a
ponte.
Fra a agua que Ibes faltava, os fsaos
tiabam-se conservado intactos. O sea bor-
do interior suba em rampa at a espa-
nada.
Havia nicamente uma brecha pratica-
vel para dar passagem aos carros de feno.
Essa, brecha acabava naquelle caminho
quo passava diante da janella da estala-
gem.
Do pavimento terreo ao fundo do fosso
a rampa era perfurada por numerosos roor-
teiros, nios havia nicamente uma abertu-
ra capaz de dar passagem a uma creatura
humana.
Era uma janella baixa, collocada exac-
tamente debaixo da ponte fixa que ti-
uba substituido a ponte levadiza. Aquell
j rodla estava fechada por uma grade a por
fortes paraventos.
Dava ar e claridade estufa de Gaylas
grande sala subterrnea que conserva vea
tigios do magnificencia. Sabe-sa que na
idade media, no Meio Dia principalmente,
tinha i lo muito longe o luxo dos banhos.
Tras horas acabavam de dar no relogio
da torra.
Aquella terrivel mata-mouros, a quero
chamavam o bello Lagardre, nao estava
alli definitivamente e nao er* elle que es-
peravam, por isso os nossos mestras d ar-
mas, depois de passado o primeiro suato,
voltaram inmediatamente < gabolices.
E entilo, exclamou Saldanba, vou di-
zer-te, meu amigo Cocardasae. Darei dez
pistolas para ver o teu cavalleiro de La-
gardre.
- Com a espada na raao ? perguntou o
gascao, depois de ter bebido um grande
trago e dar ura estalo com a'lingua. Pois
bom, nesse dia, accrescentou elle grave
uiinte, est em graca e entrega-te a Dius !
Saldanha poz o chapeo banda. Nilo se
tinha anda distribuido nenhum murro. Era
maravilboso.
A danaa ia talvez comecar, quando Stan-
pitz, que estava na janella, exclamou :
Paz, meus filhos, ahi vem o Sr. da
Peyroles, o facttum do principe de Gon-
zaga.
De Peyroles chegava effectivamente pela
esplanada, vinha a cavallo.
Fallamos muito, disse precipitada
mente Passepoil, e nao dissemosnada. Ne-
vers e o sau bote secreto valem ouro, meua
companheiros, e isso que preciso que
saibam. Querem fazer de uma vez a sua
fortuna ?
N2o ha necessidade de dizer a resposf
dos companheiros de Passepoil.
Este proaeguio :
Sa querem isso, dexam agir mestra
Cocordasse e eu. Apoiem tudo quanto dis-
sermos a Peyroles.
Est combinado! exolamaram em co-
Ao menos, concluio frei Passepoil,
sentando se de novo, aquelles que nao t-
verem esta noite o couro forado pela es
pada de Nevers, poderlo mandar dizer
raissas na inte afilo dos defuntos.
Peyroles entrou.
Passepoil foi o primeiro a tirar o seu bo-
net de 15, muito reverentemente. Os^ ou-
tros cumprimentaram o recem-chegado.
Peyroles traz a um sacco cheio de di-
nheiro debaixo do braco. Atrou-o mido
saraete para cima da mesa, dizendo :
Aqui tem, meas senhores, para co
morera.
Depois, contando-os com os olhos.
Gracas a Daus, continuou elle, esta-
mos todos reunidos 1 Vou dizer-lhes em
poucas palavras o que tem a fazer.
Somos todos ouvidos, meu caro Sr
da Peyroles, disse eolio aando os coto vellos
sobre a mesa.
Os outros p-petirara :
Somos todns ouvidos.
Peyroles tomou uraa attitudo de orador.
Esta noite, disse ello, s oito horas ha
de vir um hornera por este caminho qua es-
tilo vendo aqu por dabaixa da janella. Ha
da vir a cavallo ; ha de amarrar a caval-
gura aoa pilares da ponte, depois Je ter
iransposto a burda do fosso. Olhera alli
d baixo da ponte, nao v a uma janella
baixa, fechada por urnas portas de carva-
lho ?
(Continuarte ha)
Typ. do Diario roa aque de Cuias n. 42.


-.

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Full Text
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