Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17699


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Full Text
' -
ANN LU 10'MBBO 267
.

PAMA A CAPIVAL K LK.AHKH 9JM0K NAO SE
Por tres mezoa adiantadoa .
Por seis,ditos dem......
Por iua armo ideai......
Cada numero avulso, do mesmo da.
SABBADO 20 1 1 DE 1886
60000
12*000
24*000
100
DIARIO DE
PARA DENTRO E PORA OA PROVINCIA
Por seis meies adianudo.........*..... 13*500
Por nove ditos idem................. 20*000
Por nm anno dem............... 27*Ow
Cada numero avulso, de das anteriores........... *100
RNAMBUGO

$)r0prietai>* te JJtaiwel Jijuctra ht Jara -ftlljos
Aviso
Acs Srs. subscriptores desta Diario avi-
sa a respectiva direccSo que, do i. de
Janeiro prximo era diante, far-se ha a ar
recadagau das assigaaturas pela forma se-
guate :
Na cidade do Racife e lugares para onde
nao se paga porte. 6000 por trimestre,
adiantado ou duranto o 1." mes do mesmo
trimestre, 63500 nos 2. e 3. meses.
No m Ho trimestre ser suspensa a re-
messa do Diario aos que nao tiverem sa-
tisfeito o seu debito.
Fora da cidade, nos lugares para onde
se fazem as remssas pelocorreio, 13*500
por semestre, pago as mesmas condicSes
cima.
Aos qua quizerem pagar o anno aian-
'.ado, favsc-ha o abate de 1*000, para to
dos os assignantes.
xio c Piarlo. A rsti^iao, a* Hites e a philoaaphia portara a Thesouro Provincial, aira de provi
I que florcsceram muito notaveimente n'atjuelle denriar no sentid) de. ter lugar a restituicio pe-
>AaN^
a
TELEGRAMMAS
:ssvi;o FA&TZCLAS SO SUBI
RIO DE JANEIRO, 19 de Novembro, s
"3 horas e 30 minutos da tarde. (Recebi-
lo s 5 horas da tardo, pelo cabo subma-
rino).
Ctaegaram honiem de S. Paulo *.
HH. Impiriai.
Fol exonerado o actual delega-
do do inspector srerajl da Inatruc-cao
publica no Rio (.runde do !\'ore,
sendo nomeado para aubalitull-o o
Dr. Antonio de amorim t-arcln.
::s:i;: sa -ssjic... satis
(Especial para o Diario)
MONTEVIDEO, 18 de Novembro.
O general D. Mailmo Santo*, pre-
sidente da repblica, dea sus de-
mlMo denme raro.
E' poaaliel qae general D. Mxi-
mo Taje, ministro da guerra, o *ub
tItua. sendo roreoel tteieon cha-
mado para aabatltalr n. Mxime Ta-
je* na pasta da guerra.
PARS, 18 de Novembro, tarde.
E*to nulamente inulto deatendl-
dlda* a* relacoea diplomtica* en-
tre a Franca e Madagaaear.
ATHENAS, 18 de Novembro.
A Casara do* Reputado regeMoa
urna moca o de Meaoonslanca ao mi-
nisterio.
MONTEVIDE'O, 19 de Novembro.
O general D. Mximo Taje fol ele!
St; presidente da repblica do 1 ru
ana?-.
O general D. Mximo autos par-
eir brevemente para-a Franca ssa>
paquete SENEGAL.
NEW YORK, 19 de Novembro.
CaUecea fu es ter rlbar, ex-pre-
Ideute do* Entadea-Unldoa.
ATHENAS, 19 de Novembro.
Faidisso vida a Cmara da* Repu-
tado* da trerla.
PARS, 19 de Novembro.
Luisa Miciiei. socialista, aTel per-
deada do reato da pena pea resi-
dente da repblica.
Agencia Havas, filial era Peraasabuco,
19 de Novembro de 1886.
IBSTRDGCIO POPULAR
pas. As minas innumeraveis de qae todo o sea
solo est coberto, bastaran para attettar o grao-
de estado de esplendor a qae elle cheg >n. A his-
toria das artes apresenta all muito inaia carota-
rea de certeza de que a das soi sucias Os raonumen-
tos, as ruinas, os templos, os palacios, os colossos,
qae nena a accio do tempo nem a do bomem pude-
rstn anda destruir, dio conhecimento do elevado
grao de perfeicio at8 onde os ecypcios levaram
a cultora d is artes; mas, de todos os monumentos
do Egypto, os mais assombroso? sa > sera durid-t
as pyramides (conslraccoes qae se veero anda em
differentes pontos, e das quaes as tres mais nota-
veis sao as de qae atraz fallamos).
O antigo g iverno do Egypto era tbeoeratico;
reinavam all os sacerdotes em nome dos deoses.
Os proprios res eativeram quasi sempre sujeitas
ao poder sacerdotal, qae se mantinba principal-
raate por effeito da s -vera distiaccin das castas.
O sacerdotes consttaiam aprimeiradestas, qual
se segua a dos guerreires, depois a des interpre -
tes, e a dos trabalhadores (divididos ainda estes
m diversas classes, que nunca se confundan?).
A tede o egypcio era prohibido sahir da condicio
em qae nascera e abracar profissia rae as fosse
a de sea pa>
CAPITULO III
OS ASSYMiaS E RIBHAMHS
O imperio assyrio no principio apenas coraprehea
dea o territorjo situado a leste do rio Tigre ; mais
tarde veio a ser formado por todo o territorio que
ficava entre aquelle e o Euphra'es, e compreben-
deu, juntamente com a A'syri* oropriament- dita,
n Chalda, a Mesopotamia. a Babyloois e difieren
tes pases tributarios. A Chalda foi, como i
Egypto, nm des primeiroa pases em que coraecou
a desenvolver-se com certo grao a civilisaco ; os
chaldens e os fcabyIonios pasean por ser meiros povos que fizeram deseobriraentos astron-
micos ; deve-se Ibes a divisan do aano em 3Gf>
das, 6 Leras e alguna minutos. E' muito incerta
a chronologia da historia dos assyrios : segundo
os livres santos, a und.icio de Babyloaia e de Ni
mve realisau se pelo secuto XXII antes de Jasus
Cfaristo. Nemrodfoi fundador da prtmeira o Assur
da segunda.
Nada corto se sabe sobre a historia dos povos
que habitaram aquellas cidadee e ainda outras,
anteriormente ac tempo de Belo que, por 1780 antes
de Jess Christe, creon o imperio da Assyria rea*
nindo o reino de Babylonia com o de Ninive.
Nio, successor de Belo, allioa-se com os rabes
derrotoa os armenios e os medos, estn leu o seu
dominio por grande parte da Asia, o levou as soas
conquistas desde o Egypto at s Indias. Augmen-
ten consi Jersvelmentc a cidade de Ninive, que
dotou com palacios e outros educios sumptuosos.
Depois de tomar a cidade de Badres (capital da
Bactriana), casou com Semiramis, viuva do gover-
nad'T da m-sma cidade e urna das mulberes mais
bellas daquelle tempo, da qual te ve nm filbo cha-
mado Ninias Pela morte de Nmo, ficon Semira-
mis herdeira do imperio, que augmenton com esn
quistas aovas : subjugou a Arabia, o Es>ypto o a
Lybia ; illustrou o seu reinado nao smente por
grandes aceces militares, mas tambera pela admi-
uistraci do paz e pelas assombrosas coostrucedes
das qnaes anda boje czistem rainaa muito nuu-
veis.
Tornou Babylooia urna cidade magnifica e gran-
diosa, etngio-a com ama muralka de 10 leguas de
circumfereocia, de altura consideravel, o eom cem
portas de brome em toda a su eitcnf&o. Era to
larga essa mnralha que sobre ella podiam passar
quatro carrocas a par. Coustraio tara be m Semi-
ramis urna ponte magnifica sobre o Euphrates (rio
que atravesava a cidade) e em cala urna das ex
tremidades della dous palacios. Um destoser a
babittcao ordinaria da rainha e deposito das coa-
si ler a veis riquezas que esta reoebia de todas as
provincias do imperio ; o outro. incimado por eto
torres de consideravel altura, era um templo con-
sagrado a Belo, e em cujo interior gemiramis tinha
mandado colloear estatuas de ouro, do quarenta
pe* de altura, representando varias diviodades.
Tudo o interior do templo era ebeio de baizos
relevos com grande valor artstico, de magnificas
estatuas e de vasos de ouro e de prata primorosa-
mente trabalbadoe. A. cidade era muito bella e
cortada de linda ras e pracas, ornadas de opu-
lentos palacios ; mas o que sobretodo maravilha-
va eram os jardias estabelecidos esa terraoos ele-
vados sobre o Euphrates e sustentados por aboba-
das de aitura prodigiosa. Ornados das mais bol-
las arvores, enriquecidos com aoun Ihucm das -mais
v stoaas florea, eram cortados de lmpidos arroios,
alimentados per agna levada aquella altara por
meio de aqoeductoe e de apparelaos engenhosissi-
mos. Davasu ingresso no jardua, suberbas esea-
darias ornadas de estatuas e de vasos preciosos,
em que vegetavam as mais raras -i >res e arbustos
de tudue o* pases entilo conheeidoa.
Na eoastiueco "aquellas muralhas a de outras
com quv.- opuieatuu Babylonia, eoapregou Bemira-
mis 2 000:001) homens durante snattos annos. lo
martalisuu-ee aquella rainha, nao si a'isso, .mas
tambem na sabia adaiinistracao qae exercea nos
seus estados e na organisacSo dos eos ezercitos,
em qne reaos sempre a disciplina mais rigorosa
e mais severa e que ella eoi peas as eommanaoo
muitaa veses.
Tsndo-se aosentado no commaada de ama spe-
dieio destinada a alargar os limites das seos esta-
dos, soube que ma capital se estar urdindo ama
conapiracao para depre aubstitui-a ao governo
por seu fi ho Xiaias. Nio quis ella eoaaervar pela
torca o throoo, qne niqgnem Ihe poderia disputar ;
e, entregando voluntariamente e governo ao filbo,
absteve-se de puair oe conspiradores, e retirou-se
do mundo. A popolacaosurpreaendida e maravi-
Ihada pelo seu sbito desapparecimentoque con-
sideran sobrenatural.-ifio-lhe templos s pres -
ton-Ihe honras divinas.
( Continua).
HISTORIA ANTIGA
(Extrahid)
DA BIBLIOTHECA DO POVO B 0A8 ESCOLAS
CAPITULO II
ECVPCIOI
IContinuaQao)
Gotoa sempre de grande lama a civiliaaco
dos egypcis durante o periodo da Historia An-
tiga. Os proprios gregos chagaram a gabar-se
de qne ni ni tos dos seus phlosophos e legislado-
res tinham ido Verra do Nilo instrnir-se as sci-
encias ou na .arte de govej-nar. Comtudo, fe-se
em tempo urna idea multo ezaggerads do estado
i que a selencia havia ebegado no Egypto. At-
tribaem-sea este povo cooh'cimentes mathem-.-
ticos, e especialmente astronmicos, muito adian-
tados ; mas nao averiguado qne os possnisse cm
tal deseuvjlvimeuto,e bem pencos vestigios exis-
tan d'elles. qaando slli toraro da Grecia, Eudo-
?arte orncun,
fjioverno da Piovincia
EXPSalENTE DO DU 8 J HOVZMBIO DB 1886
Actos;
0 viee-presidente da provincia, tendo pre-
sente O recurso interposto por t J- suina Candida
Saavedra Jcrdo e O Guiihermiaa Libsuia Saa-
vsdra Jordau, do julgado da junta do Thesouro
Provincial que exigio-lhes o pagamento do sel o
de herauca patos bous qae s reeo reates conbe-
ram no inventario a qne se proccdi-u por morte de
Sea irmo, Joi< r*ortnnato 8&.ivedr'i. ni reino de
Portugal, e consideran lo, de aeeordscom a inor-
macao do Tbesunro Provincial, do f de Outubro
uluuio, n. 228. que es adudidos b--ns acbam se
cosaprebendiuos no disposto no art. 2a do regula-
weuto de 23 de Julbo.de 1874, para opag-mento
do mencionado imposto, resol ve negar prot ment
ao dito recurjo n determinar que se rPmatta co-
pia desla portara ao Thesouro r'roviucial para os
devidos tff.-itos.Bemettcu-se copia ao inspector
do Thesouro Provincial.
O viee-presidente da provincia, tendo pre-
sente o recurso interposto por II. Burle a C, do
julgado da jauta do Tbesouro Provincial que con-
tjrinou o despacho da Alfaiidega obngando-os n
pagamento do imposto de gyro commercial por 533
caixas contend uassas viudas de Genova no na
vio Adler, e considerando que taes mercaderas
nao eutraram no movunenio da csa cora aercial
dos recurrentes e sim vieram com destino ao porto
desta provincia ou de Baotos para onde efl-ctiva
mente seguiram conforme se \ dos documentos
exhibidos, resolve aar provimeuto ao alludido re-
curso ,e determinar qqe se remeta copia desta
dida do mencionado impisto. R-raetteu-se copia
ao in-neelor do Tbesouro Provincial.
O vice piesidente da provincia, attendendo
ao qne expendern! os negociantes R Drusina St
C. no requerimento sobre que versa a informaco
do Thesouro Provincial, de 28 de Seternbro ultimo,
' 1.159, resdve reformar a decistlj de 3 de Arotto
do correte anno p la q al negou se provimento
ao recurs) interposto do julgado da junta de fa-
zenda que confirmou n despacho do Consulado
abrigando os peticionarios ao pagamento do im-
posto do gyro commercial pelas mercadofias que
reexportaran em dito volumes par o Rio Grande
do Norte, e detertstbar que fique m el lea isentos de
alludido pagamento, viste verificar-se dos doea-
mentos exhibidos qne taes mercadorias nao entra-
ram no movimeato da casa coonnercial dos mes-
mis peticionarios e sm vieram de Maocheater em
transito para aquella provincia
Ordena que se remeta copia desta portarla ao
Tbesoaro Provincial para es devidos effeitos.
Reinetteu-ae copia ao inspector do Thesouro Pro-
vincial.
O vksa- presidente da provincia resolve no-
mear o capito Jos Cypriano de Amorm para
exercer o cargo de delegado do districto litterario
de Santa Mara da Boa Vista, em substituico de
Joaqun Amancio Rodrigues Coelho que ao acai-
tiu o referido cargo.Remetteu se o titulo ao
iaspectir geral di iustrucc&o publica.
O vice-presidente da provincia resolve no-
osear a alumoa-mestra da Escola Normal, Feli-
ciana Einviges da Costa Gama, profeesora publi-
ca cffdctiva da cadetra de casino primario do sex
feoiinino de Tacara'.ommumeon-ee ao inspee
ter gcral da instraccao publica.

ao qae requeren a confraria de Nosee Spflhora d.-.
Soledade ao Reeife e tendo em vista a informacio
prestada a resperto em 6 do correte mez pelo Dr.
jais do direite da provedoria de capellas, resolve
npprovar os artigos additivos ao rospectivo com
promisao, escriptos era seu toltaae selladas, as
quaes aerilo rahrcadas pelo hachare! Pedro Fran-
cisco Correia de Oliveirs, secretario da provincia,
de ven'lo speaas modrficar-se o art. 38 Io subs-
tituin-ao-ae as paavras previamente avisados
najada Jaioate ou seas avisospor estasprevia-
ment s avisados pela imprensa.
O vice-presideate da provincia, a'tendendo
ao qu e requeren o professor contratado Francisco
Lucioj de Castro e o etfectivo Autenio Martins de
Ouvi ira Machado este da cadera de Santa Crus
de S itios Novos e aquelle da de Hrejo dos Padres
reso ;ve, de acoerde com a informacio n. 347 d '
do c jrreate mez. annuir a qne oe referidos pro
fes tres permuten: as cadeirasem que leccionam.
C ffmmnnicou-se ao inspector, geral da Instrue-
cao Publica.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao q (ue requereu Jas da Vera Crus Campos, profes-
sor contratado da cadeira de Qnixab, da comarca
de Floresta, e tendo em vista a informacio n. 349,
de 5 do crente mez, do inspector g'ral da las-
tra ccio Publioa determina de-accordo eom o art.
44 do regnlaaento de 6 de Fevereiro de 1885, que
a r eferida cadeira seja transferida para a po-
vo. icio da Carnabyba em Flores, onde o peticiona-
rio continuar a leccionar.Gommunicou-te ao
im ipetor geral da lustruccio Publica.
O viee presidente da provincia, attendendo
ao que requeren o alteres do corpo de polica Frun-
c ico Xavier Camello Pesaos, resolve conceder-lho
dt us uivfji i lei para tratar de sua saude, de vendo o peti-
ci ionario entrar no gozo da referida liceuca no
pi raso de 30 das.
O vice-pres i dente da provincia, resolve exo-
n srar o bacb.rel Lydio Alerano -Bandeira de Mel-
le do cargo de promotor publico da comajea de
C abrob, visto ter sido nomeado juiz municipal e
e orphios do termo de Januaria.Communieou-
iso respectivo jnis de dreito.
O vice presides te d* provincia, resolve re-
0 sover para a comarca de Csbrobo, o promotor pu-
t ilico da comarca da Boa-Vista, bacharel Helvecio
d le Carvalho G-mes Guimaries.fCommunicou-se
s a> respectivo jais de direite.
0 vice presilente da provincia, resolve exo-
i terar, a pedido, o bacharel Joio Bnarque de Lima
to cargo de promotor publico da comarca do
Brejo.
O vice-presidente da provincia, resolve no-
nearo bacharel Trajano Alipio de Carvalho Men>
taca Jnior, para o cargo de promotor publico
da comarca do Brejo.Commoniaou-se ao res-
1 sectivo jnis de dreito.
O vice presidente da provincia, attendendo
so qus requeren o juiz de direite da comarca de
Itruarsb bacharel Hisbello Florentino Correia de
Mello, resolve prorogar por nm mes, eom o venci-
inento a qu tiver dirsito, a liceuca eom que est
o peticionario para tratar de sua saude.
O vice-presideale da provincia, attendendo
ao que requeren 'Generosa do K -go Medeiros Ca-
va I can te de Aibuqu erque e Francisca Mara da
Anuuncia^-ao, pruf-aioras de eusino prknario esta
em Afogados do Heeife e aquella na cidade de
Pao d'Alho, resolve annuir a que sera prejuizode
a- us direitos e sem onus algum para os cofres p-
blicos permuten as cadeiras em que leccionam.
Commnnicou-se ao inspector geral dainstrnc-
co Publica.
Officius :
Ao inspector do Arsenal de Marinha.-Uefe-
rindo o requerimento do guarda polica d'esse Ar-
senal, Antonio Leocadio do Reg Barros, sobre
que versa a informacio d'essa inspectora de 25
de Outnbro findo, sub 549, autoriso V. E*c. a
conceder-Ihe liceofa por-8 meses, com dous tercos
da diaria, para tratar de sua sade.Communi-
eou se ao inspector da Tuesourarta de Fasenda.|
Ao commandante das armas.N'esta data
concedo licenca por 30 das ao 2 cadete da com-
panhia de cavallaria, Manoel Machado da Silva,
pra tratar de negocios de en iuteresse na villa
de Agua Preta; o que comuiunico a V. Exc. para
- sen conhecimento e fios convenientes.
Ao mesmo.Commuaieo a V. Exc, liara sen
.coobecimento, e em resposta ao seu otficio n. 539
de 5 do corr nte, que defer o requerimento do al
f res do 14 ataihao de infartara, Bellarminu
Augusto de Itbayde, concedeado-Ihe lieenca p r
60 das, para tratar de sua sade fra da piovin-
cia, em vista do parecer da junta medica militar
que -seio annexo ao citado officio.
-^ Ao presidente da provincia do Rio Grande do
Norteefara satisfazer a exigencia eonstante do
aviso do Mi. isterio da Justica de 21 de Setembr"
findo, rogo a V. Exc. se digne de expedir as neces-
sarias ordens, afim de ser transmita Ja a guia da
sentenciada Jo^epba Mara da Coneeicio, provi
deuciaudo sobre a devolucio dos inclusos docu-
mentos.
Ao Dr. juis de dreito do 2o dis'ricto crimi-
nal da consai ca do Recife.Convem que V. 8. pro-
videncie no sentido de ser remettida secretaria
d'esta Presidencia a certidio do process > do reo
J >s JoHquim de Carvalho, que interpz recurso
de g.ac da pena que Ihe foi imposta pelo ju j
d'esta capital em 2 de Agosto de 1879, como iu
curso as penas do art, 205 do cdigo criminal.
Ao director da Imperial Sociedade dos Artis-
ta* Mchameos e Libe aes.Existiudo em urna
das salas deate palacio dous quadros do ootavol
pintor pernambucano, de saudosa memoria, Arse
nio Fortunato da Silva, e convindo, pelo sen valor
intrnseco e hi-'orico, collooal-os em lugar mais
apropriado, serem devidamente apreciados, re-
eoivi mandar removel-os para o mueeu artstico
ii'essa Imperial Sociedade. O* referidos quadros
serio apresenlados a V. 8. cura este offlcio.
Teubo a satiafacit de ignifiar a V. 8. o* meus
protestos de estima e oousideracSv,
Ao inspecor da Thseoararia'de Fazenda.
Devolvendo a V. H. as inclusas propostas que "ie-
rnm aonexas ao sea officio n. 767 de 30 de Outu-
bro findo, autoriso o a mandar lavrar contrato c 'm
Antonia Luis Beda para o torneci ment de 150
barras de madeira coa p de ferro, destinadas ao
dormitorio das pracas e presos militares existentes
no presidio de Fernando de Noronha, visto ser dos
propouentes o que mais vantagem ofLrece fa-
zenda nacional.
Ao mesmo.Mande V. S. ajustar cont s ao
alferes do 14 batalhio de infantera, Bellarmino
Augusto de Atbayde, a qanm foi concedido licen-
ca por dous meses, para tratar de sua sade lora
da provincia.
Ao mitn. Declaro a V. S. para os Gas
convenientes, que ficam autorisados oe contrastan-
tes dos alaguis do propro nacional sito no Forte
do Maltes, Joaquim Bimes Ai C a fazer eacanar
agua da Companhia de Beberibe para aqnel>e pro-
p-io, urna vez que corram por sua conta as despe-
zas do encanameuto e do fornecimento d'agaa e
nio decorra onus algum para a fazeada nos ter
mos da informacio dessa Tbesonraria de 3 do cor-
rente n. 774,-Conmunicou-se ao director geren-
te da Companhia de B-beribc.
Ao mesmo. Nos termos da sua informacio
de 5 do corrente, n. 779, mande V. S abonar ao
capilio do 14 batalhio de infantera Jos Ignacio
Rib'-rro Roma, promovido a este posto por decreto
de 15 de Maio uitim >, 3 mezea de sold mediante
o descont da 5 parte do que trata o aviso do Mi-
nisterio da Guerra de 31 de taio de 1880.
Ao mesmo.Sirva-se V. 8. de mandar pa-
gar aos interesados o valores dos sete escravos,
oanstsntes da relsr&o jauta, librtalos no termo
de Timbauba. em audiencia de 1' de Outuwo ul-
.timo, por conta da 7* anota do 'do de emaaci-
pacio,CAsrajcreon-:e ao resrK- i jeiz muni-
cipal. *^
Ao mesmo. Commuaieo a V. 8. para os
fins convenientes, qae nomeei boje o bacharel Tra
juno Alipio de Carvalho Mendonca Jnior, para o
cargo de promotor publico da comarca do Brejo
em suba tito i fio do bacharel Joio Buarque de Li-
ma a quem exunerei a pedido.
Ao mesmo.Commuaieo a V. S. para os fins
convenientes, qne remov hoje para a comarca de
Cabrob o promotor publico da de Boa-tsta ba-
charel Helvecio de Carvalho Gomes Guun-raea.
Ao mesmo.Communico a V. 8. que exone-
rei bi je o bacharel Lydio Alerano Bandeira de
Mello do csrgo de promotor publico da comarca de
Cabrob, por ter sido nomeado juis municipal e de
orpnos do termo de Januaria.
Ao inspector de Thesouro Provincial.De-
claro a Vmc. para os fins convenientes que a
despeza com a sobvencio consignada a favor do
Instlate Arcbeologico na lei ornamentaria do
exereicio de 1885-1886 n. 1,860 em vigor no de
1886-1887 deve ser comprebendida no numero das
estabelecidas pela prorogacio da mesma le e por
tanto re Jisada por esse Thesouro no actual exer-
eicio.
Ao mesmo.Mediante a clausula eonstante
do parecer do contador a que allude a informacio
desse Thesouro de 29 de Outubro nltimo n. 235,
conceda a O. Isabel Senhorinha Viegas, irmi do
finado porteiro da secretaria desta presidencia
Joaquim Leocadio Viegas a gratificado do cargo
que elle exnrcia autorisada pelo art. 43 da lei n.
1,-860. Remetto o documento por ella exhibido.
Ao mesmo. Deferindo os requTimeotos a
qae se referem as informacoes desse Tbesouro de
27 de Ootqbro ultiu o, as. 280 e 2S1, declaro a
Vmc. qne a despeza com as snbvenedes consigna
das na lei oruamentaria n. 1,860 tem vigor no ac-
tual exereicio de 1886-1887 a favor dos estabeleci-
meotos pios da provincia deve ser eonsideitda no
uumero das restabelecidas pea provacao da ci-
tada lei no referida exereicio e por consegu nte
rea Usada por esse Tbesouro.
Ao 8r. Henrique Laiz de Barres Wanderley
L'ua, presidente da cmara municipal de 8eri-
ublem.Declaro a Vmc. que j tendo sido appro-
vada em 15 de Outubro findo a clasaificacio remet
tida pela respectiva junta de emancipacio de es-
cravos mada ba a resolver sobre o assumpto de
seas officios de 15 e 28 do referido mez, comprindo-
Ibe maudar sffixar editaos chamando concurrentes
arrematacio de impostes desse municipio.
Ao promotor publico da comarca de Escada.
ftsra que proceda a respeto nos termos da lei
contra quem de dreito trausmitt > a Vmc a copia
inclusa da representacio que os vereadores bacha-
rel Augusto Venancio Cavalcanti de Albnquerque
e o cpltio Joio Athanasio Cavalcanti de Albu
querqae Lins dirigiram a esta presidencia contra
a cmara municipal Ue Gamelleira e bem tusm
informacio prestada a respeto pela mesma cmara.
Ao juis municipal e de orphios do termo de
Aguas Bollos.Respondo a consulta exarada no
seu officio de 7 de Outubro ultimo, com o parecer
junto por copia, ministrado pelo procurador fiscal
do TheKUiro Provincial em officio do respectivo
inspector de *8 do citado mez, d'unde se v que ha
incompatibilidade entre o cargo de collector e o de
avaliadur e partidor.
A' junta clarificadora de escravos do moni
cipio de Granito.- Approvo a nova classificacio
que por copia Vmcs. enviaram com o officio de 13
de Outnbro ultimo, recebido a 5 do corr. nte, para
applicaco da 7* quota do fundo de emancipacio
ne se municipio e no Ei.
Findo perante o jniso ]de orphios competente o
praso do art, 84 do regalamento de 13 de Novem-
bro de 1872, o qu 1 dever ser contado da data em
que for abi conhecido o acto da approvacao, dever
o agente fiscal, membro dessa junte, promover o
ai bitrameoto dos valorea dos libertados, na forma
do art. 37 e segnintes do citado regulamento e 7
do art 3 da lei n. 327 de 28 de Seternbro do anno
passado.
Outro sim nformsrio Vmcs. se sao escravos
os fihos menores de Antonio, porque, no caso afir-
mativo, devam preferir aqualquer familia na futura
classificacio.Communieou se ao respectiva jnis
municipal.
Portara:
A' cmara municipal de Taqnaretjnga.Ap-
provo a arrematacio de irnpos'os de qne trata a
cmara municipal de Taquaretinga em seu officio
a que respondo, de 8 de Outubro findo.
MulaC i mutantis. a cmara municipal do Cabo
quauto au iffijio de 30 de Seternbro.
A' cmara municipal de S. Bento. Cumpre
que a cmara muoioipul de S Bent remeta upia
dos termos de arrematacie d ib impostes a que
allude em sea officio de 29 de Outnbro findo.
A' cmara municipal de Gamelleira.Cons-
tando de informacio prestada pea cmara muni-
cipal de Gamelleira em- 26 de Julbc ultimo, que a
pretexto ( aervindo esse Carga sob a responsabilidade da
mun'cipalidade faci contra o qual representaran)
os versad ires bacharel Antonio Venancio Caval-
canti de Albnquerque e o capitao Joc Athanasio
Cavalcanti de Albuqaerque Lins, chamo a atten-
cio da cmara para semelhaute irreularidade a
determino Ihe qae sem perd de tempe para qne o
referido procurador preste fiaiiea nos t*-rmos da lei,
portiu .n'oa simpes declaracao e se achar elle afian-
zado pela cmara colectivamente sem a resp na-
biiidade expresas dos vereadores que a assumiram
inadmiasivel em vista da d utrina do aviso n.
467 de 11 de Ont ibro de 1869.
O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de Navegacio taca transportar ao presidio de
Fernn lo de oro.iha, por uo.ica de Jo i Joa-
quim Ai ves de C, es gneros constantes da inclu-
sa re lacio.
Mutalii mulandi, a R--is A Santos.
A/uui mutandi*, a Pereira de Oliveirs A
Ir raaos.
O Sr. gerente da Companhia Peroambuca-
na mande transportar gratuitamente, com passa-
gem de r, at Penedo, no primeiro vapor que se-
gcir para os portes do sal, a Honorato Marinbo
Falcio.
Mutatia mutandis, proa, at Natal, a Joio
Laiz Emygdio.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagero r, at Penedo, no vapor
que seguir para o su! a 13 do corrente, ao cap-
tai Raymando Cyriaco de Carvalho, por conta
das gratuitas a que o governo tem direite.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente com paasagem
de proa para o presidio -de Fernsnd de Noronba,
quando para sao se apresentar, a Libertina Ma
ra d s Praseres, mulber do sentenciado Cosme
Jos Barbosa e suas filbas de nomes Marcionilla
e Emilia.Communicou-se ao director do presidio.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande couceder passagem pia, at Fernando
de Noronba, a Benedicta Maria da Coneeicio, mu
Iber do sentenciado Jeronymo Henrique de Bar-
ros, por conta das gratuitas a que o governo tem
dreito.Communicou-se ao director do presidio
de Fernando de Noronha.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente proa para o
presidio de Fernando de Norouha, quando para
isso se apresentar, a Quitea ue II i.lauda e Suva,
mulber do sentenciado Antonio Pereira da Silva.
Communicou-se ao director do presidio de Fer-
nando de Foronha.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transpoitar opportunamente com passagem
gratuitamente de proa para o presidio de f er
nando de Noronba, a Joaquina Maria da Coneei-
cio, asai do sentenciado Avelino Gooca.ves de
Oiiveira.
Mutatit mutandis. a Antonia Maria dos Reis,
tres lhus menores de nomes Manoel, Maria e
Francisca, e Maria Antonia dos Reis, molber, fi-
hos e cunhada do sentenciado Vilardo Justiniano
Carneiro da Cnnha.Communicoa-se ao director
do presidio de Fernando.
EXPBDIEKTE BO SECBEIABIO
Officios :
A' Companhia Brasilera. De ordem do
Exm. 8r. vice- presidente da provinnia acenso o
recebimento do officio de 8 do corrente, no qa..l
V. Exc. communica ter chegado dos portos do
norte, s 10 horas da noite o vapor Espirito Santo,
o qual seguir para os do sul hontem s 5 horas
da tarde.
A' Companhia Pernambucana. De ordem
do Exm. Sr. vice-presidente da provincia acenso
o recebimento do officio de 5 do corrente, no qual
V. S communica que o vapor Oigui segair pa-
ra e presidio de Fernando de Noronba no dia 12
ao meio dia.Fizeram-se as devidaa cotnmunica-
coes.
Ao inspector geral da lustruccio Publica.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia devolvo os autos enviados por V. S. com o of-
ficio n. 343 de 25 de Outubro findo, nos quaes
o mesmo Exm. Sr. proferio senteaca confirmando
a de absolvicio do professor da villa de Flores,
Candido Hermogenes de Mello Mascarenhas.
Edital
Communica-se ao Sr. bacharel Helvecio de
Carvalho Gomes Guimaries, da comarca da Uoa-
Vista, que, por portera de boje datada, foi V. S.
removido d'essa comarca para a de Cabrob.
lieparllfo da Polica
Secsao 2aN 1130. Secretaria da Po-
lica de Pernambuuo, 19 de Novembro de
1886.- Illm. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Exc. que hontem foram recoioidos Casa
de Deteoc&o oa seguintes individuos :
A' minha ordem, Antonio Speridiio da Silva,
vindo de Taquaretinga como criminoso da morte
em Garsnhuos.
A' ordem do Dr. juis de direito do 3 districto
criminal, Antonio Carneiro de Albuquerque, offi-
cial de juotica, pot falta de cnmpnmento de de-
veres.
A' ordem do subdelegado do Recife, Joio Fran-
cisco de Lima, e Jos Francisco dos Santos, como
vagabundos e por uso de armas defesa.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos Benedicto e
Emygdio Jos Ferreira Lima, por disturbios.
A' ordem do do 2* districto de S. Jos, Maria
da Luz e Rufino Jos de Sant'Anna, por distar
bios.
A' ordem do do 1* districto de Afogados, Anas
tocio Ruyraundo Guimaries, por disturbios.
A' ordem do do 1* d stricto da Graca, Flix Ma
noel da Costa, como alienado, minha dispoai-
cio.
O subdelegado da Torre participou-me que
pelas 5 horas da tarde de ante hontem, em urna
taverna i rna do B m Gosto, d'aquelle districto,
Jos T nono de Soasa Carvalho e o menor Valdi-
vino Manoel do Nascimento, depois de troca de
palavras, foi este por aquelle offendido com nma
garrafa que lh atirou no rosto, fazeaJo nm feri
mente qne foi considerado leve pelos mdicos que
os vittoriaram.
O ofiensor evadio-se apos o crime, e a sutorida-
de local abri inqu rito e prosegue nos termos da
lei.
Comtnaniceu-me o delegado de Leopoldina que na
noite de 29 de Outubro, se evadir da cadma
daquelle termo, o r > Manoel Flix, conhecido por
Jos Pellado, pronunciado, no mesmo termo em
crime de moeda falsa.
Ki-fere o mermo delegado qne a cadeia daquelle
termo acha se em con.pete e lado de ruinas > sem
uenhuma se^u. anca, estado este devido especial-
mente as grandes ebuvas alli havidas ltimamen-
te.
A autoridade local continua empregar todos os
meios afina de capturar o criminoso.
Por i fficio de 6 do cuireote, commnnicou me
Jos Pereira Bastos, ter aasumi lo o exereicio uo
subdelego do 2* districto de Preguicas.
Communicou-se o subdelegado de Santo Antonio
que nesta data remetiera o inquerito polici 1 que
procedeu contra Luis Jos da boledade, preso em
II igraute, cjmo ncuiso as penas do art. 2t)5 do
cdigo criminal, por haver ao dia 12 do corrento
na ra de Santo Amara nesta fr guezia, ferido ao
subdiro portugus Arthur Lopes d- Carvalho
Deus guarde a V. Exo.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vi-ente de Azevedo, muit,
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingo Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DU 19 DE NOVEMBRO DE
18*6
Baltar Irmios'A C, Urbano J -s Corris, Pe-
reira i ameno C Francisco Tavares da Silva
4 U., coutas do c< tomando do corpo de polica, do
vigario andr C irsino de Araoj > Pereira, da C-
mara Municipal de Olala e Autero Clemeotino
Lopes.Haja vista oSr. Dr, procurador fiscal.
Jos da tvlva R-'is.Entregue-se pela porta.
Antouio llermiuo de Lemo..SatisfaOa o Con-
tencioso a requikiaio da Coiitadoria.
Mano I Martins Correia de Mel o.I ufarme o
Sr. Dr. ajudante do procurador dos feitot e fiscal
da coili cioria de Igdarasa.
Administrador da Casa de Deteneio. Pa-
gue-ee.
J J. Alves de Albnquerque, Manoel Pi reir da
R cha. Felipp< G.incaiv'es P--r ira, Pinto Oliveirs
A O. e I^uez Marques da Cunha.Iafcrmo o Sr.
contador.
Fieiden Brothers.Junte-as copbJJ s infor
BsafQes,
Aulonio Simce8 de Almeida.Escripture-ta a
divida.
Julo dos 8antos Natividade.De se, tacando
copia.
Consulado provincial
de8pachos do dia 18 de novembbc
* de 1886
Amorim Irmios 4 C, Rita Maria Firmina de
Almeida e Luis Baptista Nngueira.Informe a 1
seccio. '
Mancel Fernandos Velloso, Manoel da Motta
Bastos, E. C. Beltrio Ir mi, Pereira Pinto &
C, Joaquim Maximiano Pestaa, Sodr da Motta
A. Filbo, Cnnha Carneiro* C, Jos Clementinc
Henrique da Silva, Caetano Cyriaco da Costa Mo-
reira e Antonio Sampaio do Nascimeuto-
Sim.
- 19
Silva & Alves e Augusto Octaviano de Sonsa
Indeferido em vista das iuformaces e do art
6- do reg. di 7 de Outubro de 1873
Costa & Medeiros e Joaquim Duarte Simoes.
Era vista das iuformaces nada ba que deferir. _
Custodio Moreira Das, Luiz da Cruz Mesquito
e Amaro Jos Francisco de Paula.Informe a 1*
seccio.
Job dos Santos da Coa "a Moreira.Junte co-
nhecimento de dcimas, relativo ao ultimo se-
mestre.
Csrpinteiro Peres & C. e Goncalves & C.A
Ia seccao para os devidos fias.
_ KfiviSTA DIARIA___
nbatttulruo loa Jutzea ele dlrelta
da Recife.Foi expedido o seguate acto :
Palacio da Presidencia de Pernamb"co, eu
17 de Novembro de 1886.2.' Seccio.O presi-
dente da p'ovincia, para execucio do art 4o do
decreto n. 4,824, de 32 de Novembro de 1871, re-
solve determinar que no prximo anuo de 1887,.
c 3 juiz 3 de dreito da comarca do Recite substi-
tuam se na ordem em seguida declarada '
O juiz de dreito do civel-
1. (Jommercio.
2. Fazenda.
3. Provedoria.
4. O'phos.
O juiz de dreito do commercio.
l.o Fazenda.
2. Provedoria.
3.o Orphios.
4" Civel.
O juiz de direito de orphios.
1." Provedoria.
2. Civel.
3. Commercio.
4 o Fazenda.
O juiz de direito da provedoria.
l. Civel.
2. Fazenda.
3. Orphios.
4.' Commercio.
O juis de direito dos fcitoa da fazenda.
I. Orphios.
2. Provedoria.
3 Fazenda, -
40Civel.Pedro Vicente de Alevedo.
Junen anOatltutoa do Recife Foi
tambem expedido o seguate acto :
- Palacio da Presidencia de Pernambuco, em
17 de Novembro de 1886. 2 seccao. O presi-
dente da provincia, para execucio dos arta. 3* a
4 do decreto n. 4,824 de 22 de Novembro de 1871,
resolve determinar que no prximo anno de 1887
os juizes substitutos da comarca do Recite coope-
rem com os respectivos juizes de direito e se sub
tituam do modo seguuite .-
Serio mmediato supplentes :
O 1. juis substituto, da vara civel.
a O 2 o juiz substituto, da vara da provedoria
de capellas e residuos.
O i-' juis substituto, da vara de orphios e au-
sentes.
O 1 juiz substituto, da vara do commercio.
O 5. juiz substituto, da vara dos fetos da fa-
zenda.
Na substituicio doj juizes substitutos se ob-
servar a ordem em que se acham ccllocados.
Esta substituicio reciproca ter lugar ainda
nos casos em que nio se tratar de actos de juris-
diccio plena sempre que, por impedimento oa va-
ga, ficar esgatado o numero dos tres suplientes ds
cada substituto para o effeito de passar juris-
diecao, quauto ao preparo dos feitos, ao substituto
minediato ou aos seus respectivos supplentes, e
assim por diante, indo ter a vara sos vereadores
da Cmara Municipal somente quando esgotada
toda a escala dos substitutos e seus tres respecti-
vos supplentes.
(Assignadi)Pedro Vicente de Azevedo.
tos affrl tul torea e iniluxiriue -Da
Secretaria da Presidencia nos fui remettido para
ter publicidad o seguiute aviso circular do Minis-
terio da Agricultura de 30 de Outubro ultimo,
acompanhado do que f.i dirigido s legacpes e con-
sulados brasileiros na Eurspa, explicando a de l
d'aquelle mes:
Ministerio da Agricultura. Commercio e Obras
ublicas. Directora da Aercultura.3.* seccio.
N. 7. -Circular. Rio de Janeiro, 30 de Outn-
bro de 1886 Illm. e Ezm. Sr. Remeti a V.
Ezc, para ten eonhecimento e devidos effeites,
seis exempiares da circular n. 5 de 15 deste mez,
expedida as nossas legaeoes e consulados na Eu-
ropa no intuito de firmar a intelligencia da de lt
do corrente, explicando o modo pratico da presta-
cio dos favores ltimamente concedidos aos emi-
grantes que se destinarem ao Brasil.
D-us guarde a V. Exc (Assignado)Alfre-
do Rodrigues Fermndes Chaves. Sr. presidente
da pruviucia de Pernambuco.
Ministerio dos Negocios da Agricultor ., Com-
mercio e Obras Pub icas.Directora da Agricul-
tura 3' seccio.N. 5Circular.Rio de Ja-
neiro, 15 de Outubro de 1886. Illm. e Exm. Sr.
Sendo possivel que occorram duvidas na intelli-
gencia da circular n. 2 de 12 do corrate, nica-
mente expedida com o fim de tornar conhecido na
Europa os auxilios que o governo imperial conce-
der d'ora avante aos emigrantes que demanda-
ren) o Brasil, sem, entretanto, cogitar do modo
pratico da prestecio desses favores, apresso-me a
fornecer a V- Etc. os segu ntes esclarec mente?,
em additameuto mesma circular :
< O pagaui' uto integral da passagem, da Euro-
pa para o imperio, dos emigrautes que se destina
rem aos estabelecimentos agrcolas coma trabalha-
dores, com ou sem contrato de locacio de se1 vicos,
somente se eff-ctuar depois do 1 inmigrante luca-
lisado em toes estabelecimentos, devendo preceder
sua partida da Europa previa autorisac&o ds
governo, dada aos pruprietarios agrcolas que es
des jarem mandar vir ;
O a'ixiim da reduucio da passagem prometti-
do aos que vierem collocat se por conta 1 ropria
em terr s devolutas do Estado, quesera, vendida
ji medidas e>demarcadas, a dnheiro vista on a
praso, por proco rasaavel, ou preterirem fixar-se
os estabelecimentos coloniaes actualmente exis-
tentes, lera lugar btendo o governo essa re toe-
ci das companbias transatlnticas, que neutS
caso s podero exigir do emigrante 0 prego qne
for conveucionado para o seu transporte.
Conoluiido, recummendo a V. Exc seja dada
a esta circular toda a publcidade, afira de qae
pussam os emigrantes ter exacto conhecimento das
novas cuficeses que Ihe sio feitas no sent do dia
ser dado muigraco maior desenvolvunento do
que at o presente tem recebido.
Deus guarde a V. Exc.Antonio da Silva
Prado.
I
>


A
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nuBiva




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Mario de PcrnambaeoSabbadi) 20 t Novembro de 1886





tt
I
J
r
i
Sr. enriado extraordinaria e ministro plenipo-
tenciario do Brasil em...
Conforme.Amarillo de Vatconicllos Franca
Amara!.
Nova subdelegadaPor acto da presi-
dencia da provincia, de 18 do corrente, foi cread
no tumo de Oiinda urna subdelegacia de polica
ecm o n-noe de Rio-Dcce.
Para esta subdelegacia toram Borneados :
Subdelegado, Antonio Jos da Rocha Braga;
1 Supplente, Jos Candido Serpa ;
2o Dito, Amador de Araujo Sjii (Jomes.
Tribunal 4o lou se buntem, cosa a jaeaenca da 36 juiaea de
facto, a 6 eee:*s ordiaria do jury no eorrente
anoo, bi b h presdase i- d" ?r Dr. Maooel da Silva
Rrgo, juiz de diratto do 4o districto crimina!, func
eionaudo como aocusador o 2 promotor da co-
marca, Dr. Manuel Clementino de Oliveira Es-
corel, e servindo do escrivao, o privativo do
jury, capitn FloreBcio Rodrigues de Miranda
trauco.
Forana apresentados ao jury 16 prccessos prepa
radoa p iva julgameuio ; depois do que foi adiado
paia boje o julgameoto do reo Jos Luiz Satur
sino, puc achar-ae a hora ailiantada.
Po.-ain multados em 20*000 :
Augusto Pinto de Lemos.
Joaqciua Ferreira R.imos Sobriuho.
Jos Fruncs :o da Uusta.
los Fereira d Cruz Vieira.
Joo da Silva Parias.
Luii de Paula Lopes.
Jlauoel OJorico Corroa de Araujo.
Antonio Berardo de Lima Mondes.
Dr. Aristarco Xavier Lipes.
Dr. Cosme de SA Pareira.'
Frederico Lttiz Vieira.
Lucio di Silva Antones.
Manee! Antonio Goncalves.
Augusto Cesario de Mello.
Henriqae de Miranda Henriques.
Joao Landelino Doradlas Cainara.
Joo da Silva Luyo Jnior.
Manoel Jeronyaao da Costa L'cboa.
Jos de Castro Rabello.
Dr. Adolpho Al ves Simos Barbosa.
Jos Cesario de IMh Jnior.
Manoel Al ves Vilella.
Lundcliao de Luna Freir.
Dr. Yigio T.ivares de Oliveira.
Dr. Mauoel tuoies Argolo Ferrad.
Lu* Perora de Para.
Carlos Jos de Medeiros.
Jote Gnilhe.me da Silva Dutrte.
Joaquici Ugolino da Silva Fragoso.
Incendio Hoatem, cerca de 3 horas da
tardt-, manit-ttou-fe incendio no predio n 6 da
travessa da Cinapanhia Pernsmbucaua, na paro-
thia de 8. Frt i Pedro Gonoalves do Recife, iin
cojo prdio, b dos os Uta. Lucas de Mello e Jco Marques, com
aruiazt m de recoher ulgodo.
O incendio comtcou lavrar ra urna ateca de
algodV, suppondo-se que devido aliruma posta
de cigarro wc atirada por descuido ; o mpi
dammte comTnnnieou-se todo o predi >, p
doao de n. 4, e depa.s a> s de ns. 8 e 10, ood'
tfm aimazem de tguaidente o Sr. Antonio Jos
Mana .
O predio n. > foi in'ciramente devorado^xuas
ensarna **, salvando-se apenas u 'a pequea parte
do al(fodo nelle recolbido. na somma de cerca de
800 saccas.
No predio n. 4 foram pequeos os damnos cau-
sad s pelas chammas e sa?varara se toda as mer-
caduras nelle recolhiJas.
O de ns. 8 e 10 foi apenas afr.iugido; e, a hora
sm que escrevemos, ainda la ra nelle o incendio,
bem c. rao nao foi de todo xt'iic'o nos outros.
Todos os predios e me od'rias estavam segu-
ios as compaobia Iiidemnisador* e Pheniz.
No local do incendio compareeeram para pro-
- videnciar os Srs. Dr. chefe de polica, delegado
do Io districto, subdelegado da parochia, com-
mandantes de polica e da guarda cvica, piquetes
de polica e de tropa de lnha, e parte da tripu-
lacao de diversos vapores da Companbia Pernam-
bucaua.
Alli tarebem compareeeram as bombas de Ar-
senal de Marinh e do Arsenal de Guerra, as quaes
veataram servidos, sendo auxiliadas pelas alludi-
das autoridades e varias p-ssuas do povo.
Amanha, : houver o que, accreacentaremos o
xaais que ocenrreu.
Tesiiail** de suicidio Em coras do
engeulio Morenos, do termo de J.boatao, irntou
suicidar se, dando um golpe de navalba no pes-
coco ante honten?, o individuo de nouie Luiz de
Franca Rege, pardo a morador nos Remedios, fre-
rnoiia de Afogadoe.
Iuterrogado, disse elle que astim praticara n-
ducido por urna voz que Ihe dizia que se mitaase;
e que denota desarraigo mental.
U sen estado nao grave.
Foi transportado para a cidada da Victoria,
onde foi vistoriado.
Fn;uiaile de DlreltoEis o reenlUdo
do actos ae bontem :
atino
Augusto O'ympio de Araujo e Souza, plenamente.
Joi Francisco de Arruda, dem.
4 reprovados.
t" atino
Joio Francisco T'iieir Sibrinbo, plenamente.
Antonio de Oliveira Hamos Theorga Jnior, idem.
Diocliies Corroa Guedelh^ Mourc, dem.
Manuel Duarte Pereira, idem.
Juvonci.) d i (.osla Br.to, simpleBmente.
Manoel de Barros Bezerra Cvalcante, iem.
3- anno
Manoel Nascimento Ferreira Castro, plenamente.
Galdiuo Ti-ueira Lins de Barros L .reto, dem.
(Jame iuo Facundo Je Castro Memzes, dem.
SatiqoJ q Albuquerqu Autran, dem.
Firmmo C rreia de Meho dem.
Flix Cavalcante da l.'uuha Reg, simpleemente.
4 anno
Irann II. Vieira Lima, plenamente.
Bymuiido Melchiades Alvares da Cssta, idem.
Pedio Joaquim d-^s Santos, ido ib
Joao OumjitTrt T.urinbo Fillio, smplesmente.
Herraillo Alvc Feruaiides, id m.
Miguel Arcb*njo de Siqueira Torres, idem.
6* anno
Alfredo Al ves de Crvaltn plenamente.
Franeico de Farias Castru, idem.
Antonio Jo* de Freitas, dem.
Arlindo Uopiiaia L->ne, idem.
Aurelian > l'ort Goncalves, iderr.
Isaas Curvalho dos Mantos, id- in.
SotM reeeb rain o grao de bicbjrel em scien-
ias -jurdicas e aociaea.
'U y s. ri chamados no 1" annoos ns. 34,
55, 4.0, 52, >> e 47, e, se h uver falta, S'rio cha
nado* ta..u.b quautos forem ueeessarioa para com
plet-r seis.
Encola NormalEis um quadro do resul-
tado >Vm ii. mes no c. rrente anuo :
Bartholomeu de tal, acarretada pelo mar o vento,
encalhuu ante honoem, ficando por tal form pre -
sa, que at hontem nao pode saffir, nao obstan-
te os estorbas de dous pequeos vapores, manda-
dos em aeu auxilio.
Companbia de rllboat urbano* do
Recife a Oiinda e BeberbeReunio-
se bontem ao meio diaa assembla geral extraor-
dinaria desta companbia sob a presidencia do
Illin. Sr. Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga,
tendo comparecido 26 Srs. acebnieta, inclusive 6
por procurac'*! repreaontando 883 ac^oes.
Foi lida e approvada sem debate a acta da aoa-
aSo ordinari.-i de 12 do crrante.
Em seguid* foi lido e discutido toda o pnojoeto
dos nosaoa estatutos, sendo approvad > com varia*
m-ndas e orado diversos Srs. accionistas.
Foi convocada, em continuaeo, outra rcunulo
para o da 27 do corrate, afint de ser approvada
a redaeco do ptojecto dos estatutos, assim emen-
dados, sendo incumbido deste trabailn o Sr. Dr.
Josi Antonio de Almeida Cunha.
L vantou-se a s^jsIo s 3 hars da tarde.
Proceden* nial Escreveram-nos o se
guite:
Peca pelo Diario aos estudantes moradores
ra do Paieo,. lado dos nmeros pares, que sejam
mais moralisad is e attenciosos para com as fami-
lias que inoram tambein n'aquella ra.
Deviam attonder a to pulido pedido.
Directora das obras de conserva-
cito dos portoBoletim meteorologiea dj
di* 18 de Novembro de 1886 :
O
B;o
Hoias gil a**
6 m 25--5
9 27-9
12 28o7
3 t. 278
fl 26- 7
Barmetro a Tonsao do vapor
76081 761-50 760'84 759". 54 75m69 16.92 17.80 17.34 17.50 17.65
o
s
a
68
59
03
Temperatura mxima29"5.
Dita mnima255.
Evaporaco ein 24 horas : ao solS"8, sem-
bra6"'7.
Chuvanulla.
Direcca) du vento : E de meia noite at 10 hora*
e 20 minutos da manh ; ENE at 8 huras da
tarde ; E at meia noite.
Velo^idade media do vento 4,iu32 por segundo.
Nebulosidad)] inedia : entre 0.4 e 0,5.
Lyoea de Artes o melos. Amanha
fazem 6 annos que foi inaugurado o edincio do
Lyeou de Artes e Orcios, cargo da Imperial
Suciedadu dos Artistas Mchameos e Liberaes.
Em consequencia de nao terem alguna artistas
cncluido os artefactos que deviam apresentar na
expoiico couimeinorativa, que a referida aocioda-
de costum i eelebrar aesse da, tm a meoma ex-
posioao traiiacrida p*ra 12 de Djzembro prxi-
mo, sendo tambem adiada ptra'a mcam-i pocba a
sessu s.ieion: d aunivorstrio da inaugurar;ao do
Lyc-eu.
Embarque.Ante inutem, tarde, seguio
pura a pri/vincia do Para, no paquete nacional
Portt, o Dr. Democrito Cavalcaute de Albnquer-
que.
Diversos amigos furain levai-o at o paquete,
acompanbandj-o desde Oiinda, ond S. S. temsna
resideuvia.
Desejamos-lbe prospera viagem.
Paquete americano AdvanceEste
paquete, entrado bouten do n rte, trouxe fulbas d >
Para at 12 e de Maranho at 14 do corrente
Nada do ellas que merec a attencio dos nossos
le totes.
liOterias de MinasEstas loteras, crea-
das pela lei n. 2896 de 7 de Novembro de 1882,
compod-se de laVldWO bilbetes 2000, dando um
acorvo de 3.0UO:OuO-3 ; mas divididas em vigsi-
mas partes, cada urna de 150:00J00o\
Os premios, que uto pagos igualmente, sao estes :
1 do
1 d<
1 de
2 de
12 de
30 de
60 de
IXAMES ASNOAES DO CURSO
Matriculados ....
Per.leram o anno.
For>.m chamados a pro-
vt. ectipia.
Levimtaram de antes de
terminal-a .
Repr >vad' s no exami
etcripti).....
Habilitados para a prova
oral......
Ap^ rovadoa no exaroe
oral......
J.'-in plenamentn.
Reprovadua ...
Levantou-ae antes d<-
cabar a prova oral .
JKMSa VAGO* E UXTRA-
CBDIMARtCO
ioasreveram-oe .
Levantaram-se antee de
terminar a eseripta
Terminarim a prova
esoriptu .....
Foram reprovadoa n o
exame eaeripto. .
Admitttdus prova oral.
Ap pro vuelos ....
dem plenamente.
Levantaram-se do exame
tral......
1." AHRO
11.
47
21)
31
3
I
U
a
\>
o
0
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0
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id
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. Am|3.Ainio
II.
20
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Ib
0
4
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i
6
8
II.
M.
10
0
10
o
o
10
o
10
o
lBnonlbon Na praia do boceo, no norte do
Kecife, a barc ara D. Julia, do prepriedade de
tal
20:0005
l:lX)0*
5:lMj()j
2:000
'J'J para a centenua do maior
piemio
premio 1:000*
99 paraaeentenado2.0premio
300*
'JO para a centena do 3 premio
200*
1.500 para todas as cujos dous
ultimoa algarismos forem
ignaes aos du 1." premio,
1GJ
15-000 para todas as deoenas cujo
algarismo terminar no quo
sabir a o 1. premio, inclu-
sive 20*0-0
15.000 para todas as dezenas idem
do 2. premio 20*
2 apr xiinaco>.-8 do 1. premio
40:0(0*
2 ditas do 2. premio .....
20:0003
2 ditas do 3o (.remio ....
10:0004000
2 ditos do 4. premio .....
5:000*
31.912 premioa
Beni ficio, zello, etc-
600: 0"'*000
200:00t)400ii
lOO.-OOUO O
40:000*00)
120:000*000
150:000*100
120:000*000
99:000*000
99:000*^00
29:700*000
19:000*000
10:000*000
300:000*000
300:00 >*000
80:000*000
40:000000
20:000*000
10:00)*000
2.428:500*000
571:5005060
Total
3,00:000*0ii0
Como ee v. um bom plan", e animador ara os
amantes das 'otern.a.
Os bilb-les esto venda na ra Larga do Ro-
sario n. 3t, Cata da fortuna.
IsaaLe uos na Cinlisa^o, do Maranhu,
le 13 do corrente :
O Rvdm. fr.'i Caetauo do Santa Rita Merejo,
eslebra buje (sabbadn) um* missa pelo eterno re-
pousu da alma da roi do Sr. c ui-.. lheiro J ao Al-
fredo Correia ce Oliveira. O Rvdm. provincial
do Carino quiz dar ao conselheiro Joo Alfredo
esta prova de amisade egratido.
Arsenal de Marlnba Consta de tele
gramma pirticu'ar, da corte, que foi declarada sem
li'-iro a uomeacu do Dr. Manoel Gomes Argolo
Ferro para medico da enferroaria, sendo nomeadu
paro medico do Arsenal de rfannba, com os ven-
eimcutos da tabella.
Rennler *rlae-lli amaba as aeguin-
abstiveram de extremar o systema da separacao
penal como se fes na America.
Qoandofoi elle adoptado no* Estadis Unidos,
se julgou necessaiio chegar at a solidao a'jiolulu
o perpetua, a qual constitue incontostavclmente o
mais cruel, e ao m?smu tempo o maia intil dos
Bupplicios. Oa Jesditosos condemuadoa esta
horrivel pena, ni tardarlo em perder a razio oa
em adquirir outras enformidad s graves. Em
urna palavra, o xito deste systema foi ti > des-
granada, que produzia urna grande r-taclo que
(i abolirem em quasi todos os Estados da Unilo
o rgimen cellular.
Exceptuada a prisao de PhilaJelpbia, todos os
estibfli cimentos penitsinciarios dos Estados-Uni-
dos voltaram ao r-gimen du trab ilh-j na officiua e
aos dorjnitario* couimuns : o rpido augmento da
tiiinuiadaJ prova quao desastroso essergi-
men. E o augmento era de esperar : cada vez
que. os criminlas livres ou presas, possam asao-
eiar-se e trananittir me triste expsrtencm, os lu-
garca de detenco ou de exilio aerao siinplesmen-
te escolas professionaea do crime.
A liclo foi infructuoaa para os hallandeses.
Admittiram em principio, que a solilo absoluta
deve 8ir repellida ; que o easencial aeparar o
preso de todo contacto perigoso^iorn que ae deve
auuioettal-o a todas as influencias sis. Este pen-
samentu deu lngar a que ae formasse na Hollanda
maitoi comits loraes formados de respeitaveis
cidadloa que acceitam a misaao de visitar com
frequencia aos presos para levar-Ihes ao mesmo
tempo que as noticias do que se passa par fra,
boas co-jselhos que os sjude a supportar scu cas-
tigo.
Kegulamentas mui reveros impedem que estas
visitas degenerein em abuso o cheguem a debilitar
a actoridade dos empregados do carcere.
Estas commiasoes se occupim do criminoso
quandj este onclue sua pena ; proporcionam-lhe
trabilho, e cuidam do que na abandone o bam
caminha.
Este eyatema d excellentes resultados ; e as
commiaioes deurenciam essencialmentc o legi-
meu hollandez do belga, que tendo ao isolamentu
puro e simplesmente, sern fazer nenhuma tentiti-
va pela reliabilitaclu do criminoso.
As cscatiatie s d* H-illanda demonstrara que,
se 86 deduz ns procesaos p t embriaguez raani-
festa que, em consequencia de uina lei recento,
tein augmentado muitu, a criainalidadc tom di-
minuido em razao directa da httuiiuar;ao do sys-
tema cellular. Por exemplo, no auno de 1880, o
numero dos presos subi a 3581, e quatro anima
mais tarde, em 1884, era a mesina cifra com dif-
ferenea de urna umdade. 3.83 ; o que constitue
urna diminuiolu real, se se tiver em conta o aug-
mento da popuiaclo e o rigor Jas nova. leis.
Durante rstes quatr > anua ne i tein havido nos
carceres bollanJcces mais quo 17 smcilios, dos
i, 11 occorrerati em pru.-s uao regidas par
este systema penitenciario.
Em resum> ; eslc rgimen est recoabeoi lo
univerralmente por tai vautajosu < o oovo Cj
digo penal hollandea- aeaba de determinar de
'lina a ci jjjatis cotau maxauft do isolauonto
cellular o* preso. Este Ccdigo Cumecou a vigo-
rar no 1 de setembro.
Ap'*zar disto, o condemrrndo a cinco annos do
prislo, cumprir toda a condemoaco em urna
ee lula.
Na AHemauha, Noruega e na r'uecia, ebega al
trea e quatro anus, e 'o 0O0* umitas prec.ucoei
e separaclo d-llular. Poucos especiaiistist is se
atreveriam prolongar um aun > mais este isol.i
mente. Nlo obstante, os legii-lndores hollan le- fiendimeiitu dos diaa 1 a 16 de Nu-
zes emprchenderam o ensaio. Ha qun advertir v'embro
que um artiyo eap.cial da nova loi autonaa ao
ministro de justiQi para trasladar Xo regim-n Poi arrecidado liquido at aoje
c mmum ao pros.', quando, a juiz > di director ou frec/.s do dia :
do medico da cadeia, nlu polo resistir sua saude
ao ieolamento.
Sabe-ae que na II llanda ea* abolida hi dezc-
seis annos a peua de marte, substituiido-a com
a prisao perpetua.
As estatisticas provam qneos eriraes nao teem
augmentado desde tntio B antei teein diminuido
um pituco. Parece que, ca vista disto, o giverno
hallandez tem o prop sito de ir mais louge anda
e a slo perputna, que substitue a pena de morte, por
joiideiLiia(,o-s temporarias de 2' anii.sde pri-
sao.
Em a prattea, isto equivale i priaio perp?tua,
por que muito raro que neuhum critnm >so aia-
be de cumprir tao del.'ligadas condemnacoes. Po
rm tem esta diminuiclo da pena a vantagem de
nlu roub ir absolutamente ao preso a espaiaov'
do poder alcancar o perillo da sociedade. e v-.Itar
a ella forc di raballio e de boa conducta.
E nao p le auceeder, te objectar a iato,
que cercos presos, livres do temor de seren coo -
demmadoa a morte, se rebelem contra sena guar
das ?
A experiencia demonstra que iato nlo suco do
nunca. Os meioa disciplinares d-! que dispe o
dir'ctcr de uraa cadeia, taes como a privacao do
tumo e o que pote hav-r de eopeiflua na comida,
o i.i 1 tinenta temporario o em caaos extremos o
B^jite reatibelectdo pela nova l, bastara para
niHiiti-r a disciplina : o preso, na maior parte dos
cases, ulo penca mais do que em fizer com a
.-o i boa conducta o roais toleravel poaoivel a ru
clusao h que est c miemnado.
L.Efljciuar-ae-bao:
Iloie :
Pelo agente Guimdo, As 11 horas, na ra do
Coronel Suassuua n. 220, do estabeleciraento ah
sito.
Peh agente Brito, s 11 horas, na ra de Pe-
dro AfFooso n. 43, de um sobrado na mesma roa.
rienunda-fe.ir :
Pelo ayenle Martin, s 11 horas, na ra do
Imperador n. 16, de predios.
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, na ra de
P Hr > Affeao n. 43, de aaovci* e ospelbi^g.
Velo agente Alodetto liop:ta, s 11 huras, ni
ra do Padre Flariano n. 29. de movis.
firanile lotera da provincia\ lo-
tera ein beut teio dos iuireuuos Ja Colonia Isabel,
cuj i premio gr nde 240:000*000, ser extrahi-
da no dia 24 de Novembro.
Os bilhetes acham-ee venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
liOterlaA 11 parte da 1 lotera da provin-
cia, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Reeife, pelo novo plano, cujo premio grande
100:000*000, ser extrahida no da 25 de Nveos-
te, princif ando a extraec.io ao meio dia.
Oa bilhetes garantidos acham-se & venda na
Casa da Fortuna, ra Primuiro du Marco nume-
ro 23.
Tambem acham-se venda na Caaa Feliz,
praea da Independencia na 37 e 39.
botera ExtraorUlaraj do 1 idrao
Ka-O 4." e ultimo sorteio daa 4. e 5. sones
desta, importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida no da 16 de Desam-
bro.
Acham-se expostos venda os restos dos hi-
tes na Casa di Fortuna ra Primeiro de Maroo
o. 23.
Tambem acham-se venda na praea da Inde-
dendencia ns. 37 e 39.
Lotera do CelarA 6a serie da 2a lote-
ra desta provincia, cujo premio grande e.....d
200:000*000 ser extrahida no. dia 24 de Novem-
bro.
Os bilhetes acham-se venda na Hola da For-
tuna rua Larga do Rosario n. 36.
Lotera do RioA 1 parte da lotera
i o6, do navo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. de Novembro.
Os bilhetes acham-se venda na Caaa da For-
tuna d rua Primeiro de Marco.
Tambem acham se venda ua praea da nae-
pcnJencia ns. 37 e 39.
Lotera da rdrteA 2' parte da 2 '1 lo-
tera da corte, cujo premio grande do 100:000*
er extrahida haje 20 de Novembro.
Os bilhetes aebim-sc yeiTda na Casa da For-
tuna rua Primeiro da Mareo n. 23.
Tambem acham-se venda na prac* da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Maiadouro PublicoForam abatidas no
Vlatadouro da Caoanga 76 rezos para o consumo
i i dia 20 de Novembro.
Sendo: 61 rezes pertonceutsa Oliveira Castre,
S C, o 15 a diversos.
Mercado Municipal de S. loseO
.aovuiicu! j deste Mercada uo da 19 do coi rento
foi o se^uiute :
Entraran) :
22 bois pesando 3,168 kiles.
1307 kilos de peixe a 30 ris 26*140
83 cargas de farias a 300 ris 16*6'0
27 ditas de fruetas diversas a 300 rs. 8*100
4 taboleiros a 200 ris 80U
12 Suiu Foram oceupados :
26 coiumuaa a 600 r:s 15*60
25 c lindar!iincutos de fariuka a
500 ris. 12*500
38 dito* do comidas 00 ria 11*500
70 dit .a do legumus a 4tO ris a8*i'00
16 ditos de suinua 7lK)iia 11*2 O
11 ditos de Icessocsi a 600 ris 6 i6 10
10 talhos a 2* 20*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talh 's 1 ris 54*000
2 r.lhos a 500 ris 1*001!
evo ter sido arrecadada ueste dia
a quautia de 214*440
i* diaa 1 a 18 de Nu-
3:623*220
3t 837 640
e Alves Riueiro.Jonfirmuu-se a sentencia, ana-
nimemento.
tes
Do Monte Pi> Popular 1'- rnatnbuc&no, s 11 ho-
ras do da. em asseu.b'i geral, para eleicao do
novo conselho administrativo.
Da llene.' cente Cavalleiroa da Cruz, s 10 ho-
ras do da, para ebico.
Do Monte l'i 1 Poriugupz, s 11 b ras da dia,
em asseirbia geral, pra leitura do relatoria e
negoc a miente*.
Do O no i 1 Dr.matico, em assembla geral,
para chitan da nova directora.
O icn penitenciarlo em Hol-
landoNo da 1- du setembro ultimse inau-
guro) ua II llanda 11 n novo systema penitencia-
rio.
0 Times d a reapeito interesantes detalh'S so-
bre o conjnncio do i-ys ema recentemento iuauga
radu. S.b- se que esta naci fu sem.ire, nessa
or ton do Potados, um largo campo do (ibooovacoa
paraos philantr luua e piulas pb/S.
O grande r-tormad ir dos carceres ingleses,
Jobii H w .id, visitou cm nove oecas'Ses 08 Paz 1
llaix e nel es adquiri as melbores idis sobr-'
a dircipima interior dos eatabelecimeto8 peui-
tencianos a a bre o. remedios mais effidzes con-
tra o erim.; ; a miseria.
Estas viagens de Howard se verifioaram uo -
culo passad e p >Bto qu en'lo os eureerea liol-
lainiez s fosem dcbaixo du cont de vista mate-
rial, mui iuteriuroa ao da Oran Brotanha, aeus
r< gulameritos, ccmtudo eran muit 1 mais humanos
que nos demais paizv*.
O taB para c, a Hollanda tem feito grandes
progr. saos em materia penitenciaria, o estimulada
elo exemplo da Belgio, e bem orno por sua ex-
peri. ncia, s<- poz frente do moviiconto retorma-
dor do B im-n cellular.
H je na Hol anda um verdadeiro axioma pe-
nitenciario que, ae o trabalho remunerado um
poderoso elemento par a regeneraclu do priBio
neiro, a influencia salubre deste eli inent 1 nlo.
compensa o grave perico que corre a moralidad.?
publica, reuninda os condemnados em itfiiun
commuua.
O principio da separaclo penal est em pratica
desde multo mpu. Os prirn-iros eusaios f ites
m Amstatdam e em Utrecbt foram tio satisiac-
tard.n o systema cellular em ser
mui tas prisdes. r.orm os hol laud-
is sentido pratico que os distingue, ae
M*nr* fnebres*Serlo celebradas :
Hoje :
A's 6 1/2 hira, na g'eja da Carmo, pir alma
de D. Alaria Joaquina da Coi.ceie.ao; s 6 J/2 ho-
ras na matnz do Corpu Santu, por alma de D.
Olympia Vianna.
Segund i-feira :
A's 7 horas, ua igreja da Madre de Deus, pda
alma de Americo Veipncio ttB Freitas ; s 7 ho-
ras, na matriz de Saiit Antonio, pela de Manoel
de araujo Gruimarles; s 8 horas, no Livramento,
por alma de D. Joauua Uezer/a de Andrade ; s
6 horas, na .'gr-ja da Madre de Deas, por alma de
Amirii'o Vespucio de Freitaa.
Quarta-feira 1
A's 7 horas, na matriz- da Boa-Vista, por alma
de Carlos EHiardo Riedel.
Passaajelros- Sahidos para os portos do
norte no vapor nacional Para:
J. P. H. Dunorna-r c sua aenhora, Jos Ribeiro
da Crnz Fiiho, Dr. Jos da Silva Ramos, Manoel
Jos Monteiro e sua aenbora, Francisco Alvaro da
Silveira. Ben'o Lima, Dr. Felippe M. de Brito
Guerra, Autniu Joaquim R., aua senhur.i e 2 fi-
ih.is, Bernardino J. de Mello Albuquerque, conego
Dr. Arauto ae Miranda Hennqoe, Marculino Eva-
risto de Gooveia Mmteiro, r. Democrito Caval-
cante de Albuqoerqut, Paulo, Antonio Alves Cor-
lea, Joaqii'm Martina Crrela, Libauia o liosa
(criadas) Fre Jos de Santa Julia, Fre Antonio
de .-. Brz, Manoel Pinheiro, D. Abade Frei Jeeuin
da Conceiro, Joo Peieii-a dos Sani.-s Tarefa,
Antonio Domingues de Souza, ({erald Danemann,
L)r. Augusto M .utenegro, padre W.\lfndo dos San-
tos L'-al, Dr. Th mistocles Augusto de F;gueiredo
e Manoel de Miranda.
Operacoes clroriricasForam pratica
das 11. hospital Pedro 11, 110 da 19 du corrente, as
seguintea:
Pelo Dr. Malaquias:
Urethrotomia murua pelo processo de Maison
neuve indica la por estreifain-uto da ui-.-inra.
Pelo r. Fernandes Barzus:
Amputaclo da ext uu cor\w interior, pelo mc-
a dous retslBos, Indiasda por uecroae do
tibia.
Casa de DetencoMovimento dos pre-
so* do dia 18 de Novembro :
Uxistiaui preso 310, entri-ram 10, ahirim 6,
xistem 314.
A saber :
N icionaes, 289, aminores 7, ettrangeiros 9, es-
.-ravos sentenciados 3, prooesiado 1, ditos de cor
recojo 5Total 314.
Arravoados 284, sendo : boas 274, doente* 10
[' tal 84.
Nlo houve alterac't na enfermara.
Lotera da provincia Quinta feira, 25
Jo Novembro, ao meio da, ao eitraiiir a 11' parte
da 1.a lotera em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recite, pelo novo plano appro
vado.
No consistorio da igreja de Nessa jenhora da
Conceico do* Militares ser taita a extracei
pelo systema da machina Ficbet.
Uarno vento il; 400 a 480 ris o kilo.
(Jarueiro de 720 a 80) rea idem.
S m. il; 560 a 640 teta idea).
Pancha de 240 a 320 ria a cuia.
Milho de 26) a 320 ria idem.
SO d S60 a 80 > idem.
Cemllerio PuUlico Obituario do dia 18
do correute :
C .11 lido Scverino Pereira de Souza Pernambu-
co, 6 annos, silteiio, Olindi ; febre jyphiea.
Miguel Antonio 1 Lona, Peruambuco, 25 an-
nos, eas du, Graf ; epilepsia.
Guhermina L),.es Ralrigucs, Bahia, 23'*nnos,
solteira, Grac 1; anazarca.
Jes Joaqui n de Farias, Pernambuco, 33 annos,
viuvo, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
CHRONICA JUDICIARIA
Tribunal da Melaeo
8ES8O ORDINARIA EM 19 NOVEMBRO
DE 1886
PRKSIDEXCIA DO EXM. SR. CONSELEIEIRO
QINTINO DE MIEANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do eos turne, presentes os Srs. eiem
bargadores em nume o legal, foi aberta a Bsalo,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fetos de rain-ae os
eguiutes
JL' LG AMENTOS
Rabeas corpus
Paciente Joi) Francisco do Nascimento.Jul-
gou-se prejudicado.
Recurso eleitoral
De Olindi Recurrente Toeodoro da Fieitas
Lagns, recorrido u juizu. Relator o Sr. deserabar-
gadnr Toseano Barreto. Negou ae provimeatn,
unnimemente.
Recurso crime
De MamaoguapiRecrreme o juizo, recorri-
do Dr. Pedro Vi Iho du Reg Mello. Relator o Sr.
c ais lln'ir 1 Qileiroz Barros. Adjunt a os Srs.
deai inbirgaiioies Alves Ribeiro e Pi.es Ferreira.
Ddu-se pruvimeuto, unnimemente, para se an-
nullar O piOi-esso.
Ag^ravos de instrumento
De MamanguapeAifgravaute Manael Peixoto
Florea, ag^ravadoa Britu Lyra ; C Ki-lafar o
Sr. desembrgador Monteiro de Andrade. adjun-
tos os Srs. desemb irgadares Pires Goncalves e
Pires Ferreira.Negou se provimeuto, uuani-
m: mente.
Appellaces crimes
Do GaranhunsAppellante Juliao Teixeirados
Santos, appellada a justica. Relator o Sr. des-
embargadur Pires Ferreira.Confrmou-se a sen-
teu^-i, unnimemente.
L)e PalmaresAppellante Izidoro Marques da
Silva, appellada a justica. Relator o Sr. desem-
bargador Toseano Barreto.Uouflrraou su a sea-
t ne:i, unnimemente.
Ue Cimbres Appellante Antonio Miguel da
Silva, appellada a justic-. Relator o Sr. desem-
bargado!- Toseano Barreto.lioutirin-au-so a sen-
tenva, unauimeinente.
Do Teixeira Appellan'e o juixo, appellados
Mana 1 Joaquim da Silva, Tcituliauo Aut.nio F-
lix da Silva e outro. Relator o Sr. desembarga-
d.r To. ""ano Barreto.Mandou-se a novo jury,
unam nementp, man lauto-se responsabilisar o cu-
crivo Autonio Justino de Oliveira.
j RceifAppellante Jo;6 Flix, escravo, ap-
pellada a justiga Relator o Sr. desembargador
Mu iteiro de Andrade. Mandou-se a novo jury,
Unnimemente.
Du Bonito -Appellante o juiz>, appellada Si-
man, escravo. Relator o Sr. desembargador Mon-
t iru da Audr de.\1 inlot se h novo jmy, cm
tra os votos dos Srs. deaembargadores Pires Fer-
reira, Toscana Birr.to o canselheiro Qdeiroz
Barros,
Ue o'aruirAppellante Pedro Cypriano da
Silva, appellada a j mriea. Relator u Sr. desem
oargador Pires Guucalvea.Annqllou se todo o
processo, unaiinemuiite, e un nduu-sis iustaurar
novo.
Appellaeoes com nerciaes
Da ParahybaAppellante Jos Ferreira da
Silva, appcliadoa biioa F.rreira & C Reator o
.>r. desembargador Oliveira Maciel. Revisores
o Srs. desembarcadores Pires Fer-ira e Montei-
ro de Andrade.R-furm;u-se a sentenca, unni-
memente.
Da Parahyba Appellante D. Manoella de
Meuezes e Silv 1 e D. Anninia Ferreira do Espi-
rito .lauto, appellados Figueiredo Irniaos. Rela-
tor o Sr. desembargador Oliveira Maciel. Revi-
sores os Srs. desembargador. s Pires Ferreira e
.Monteiro de Andrade.Confirmou-se a seutenca,
unnimemente.
Da RecifeAppellante Jlo Ilalmes, appellado
Casemiro Fernandes & C. Relator o Sr. desem
bargador Piros Ferreira. Revisores oa Srs. des-
embargadores Mouteiro de Andrade c Pires Gen-
cal ves.Confirmou-s" a sentenca, unnimemente.
Appellaclo civel
Da Reeife Appellante Eduardo Alerandre
Burie, appellado Jos Antonio Pisto. Rotator o
Sr. desembaigadur Monteiro du Andrade. Revi-
sores os Srs. deaembargadores Pires Goncalves
PASAGEN8
O Sr. conselheiro Araujo Jorge, como procara
or da corda e promotor da justica, deu parecer
nos seguintes feitos :
Appjllac5es crimes
Da Paulo Affioso Appellante Jos Delmiro
Pereira, appellada a juanea. :
De Bom JardimAppellante o juizo, appella-
do Manoel Francisco de Alleinia. .
Du t-r. cunselhi'iro Queirox Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Li.aa :
Appellaclo crime
Do RecifeAppellante Antonio Francisco do
Paiva, appellada a justica.
Du Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
ueserabargador Monteiro de Andrde :
Appellaces crimes
De Jsboatao Appellante o iuizo, appellado
Lizaro Francisco Barbosa.
De Nazar. tli Aipell.inte o juiza, appellado
Francisco d Lyra Barbosa.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellaclo crime
De Alaga de Baixu Appellante .0 promotor
publico, appellado o esbooto Luiz, escravo.
Do Sr. desembargador Piros Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaclo Crime
De NizarethAppellante BelUrmino Pereira
de Lyra, appellado .Manoel Caetano Pereira de
Queirus.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. conselheiro procurador da co-
r) e promotor da justica- as seguintes :
Appellaces crimes
Da CaboAppetlanto o juizo, appellados Braz
e Frcnci-.co.
De. MaceiAppellante o ju'zo, appellado Al-
ci les Doiniciano de Oliveira.
De Taquaretinga -Appellante Jos Constancio
de M lio, appellado o juizo.
Do ReciteApoellante Romana, por sea cura-
dor, appellada Anua Fraucelioa da Cunha.
De GsyannaAppellante o padre Jlo Mar-
ques do Souza, app.-.llado Antonio Vicente Perei-
ra de Andra ic.
Com vista s partea :
Appellavao civel
Da ReciteAppellante BtldoOMro Eudacio de
Brito Macedo, ip.icllad 1 o juizo.
Appellaclo eommercjsl
Da RecifeAppellante D. Mara Joaquina da*
D ir*, appellado Francisco Cecilio Feruaudes da
'ilva Gaiui^ii .
Maadou-se aescer ao juizu a qu em diligencia
Appellada< crime
D .' C'rr-iiii!' Appellante Jos Autooio Bezer-
ta, appellada a jus'ici.
DISTRIBUiySES
Recursos eieitoraea
Ao Sr. desembargador .Mouteiro do Andrade :
DoB'iiiii-----c rreoto o juui, recorrido An-
tonio Marques do Albuqu- rquo Cavaieaute.
Ko T. desemb.rgador Piros Guucalves :
D > Buique li-c .rrente o ju.zo, recorrido Luiz
Cavalcante do Albuq-iTqu'' Aren-Verde.
Ao Sr. desembargador Alves R beir>:
tavd publico, jamis gistaria o meu tempo em
r*apo .der as- inepcias estampadas na Provincia
da 2" eooeha, da 24 do mez pretrito aesig^adas
porMuito catholioot.
E' tocto expenmeutado qae todo ente humano
sent r. marso quando voluutariamente pratica al-
gum seto cu'pavel como a calumnia, a injustas,
ingratHi i, etc. Mis como oa meus vi calumnia-
dores assim proeederam em um accaaa d-; delirio.
Suas proprias coosciencias hlo de d ir o mau tes-
temnnho de suas aeces nverosimeis no dia em
que cada qu .1 tjnba du responder pirante c Tri-
bunal Divino.
0 houem qae se d '.Jico, a c ilnm liar, mais tar-
de nao escapar dos castigo* que rnerece, e em
toda a so* vida atormentada pl 1 d'Sisocego in-
timo e tumultuar Ja, paixes que lhe estragam a
alma o o corpo; o verme roedor da consciencia
remex^-lhe no recon lito do coracha o resultado de
sua p Tversidade, quo pomelo para o sea vi-
cio !
Motive superior a minha voatade, obria-me a
vir h'jo def^nder-me de ulgumas mentiras que
toram publicadas na Provincia de 24 lio mea fin-
do ; e ,<5 tf nhu um gr. nde presentimento : E' u
impretiaa du meu qaiz pablicar falsidades de va-
gabundos ou Salmbancos que desengamdos de
pertencerem sociedade Jos bons, pr.curam man-
char na mesma o carcter de quem tem dignidade
o o que perder !
Sinto profundamente nao sab t a quem me di-
rijo nesta occasiau ; mas, a quem quer que soja,
nlo passa de embusteiro indigno do m-lhor aorte.
Os Srs. da Provincia qae nlo me conhecem ac-
eeitaram um artigo contra mim muito d gradan-
te c mandaram elle correr limitados lunares do
paiz e da provincia onde moro, porm eu os per-
do; c mo Christo perdocu s quTn o crueiicou.
Dizem os meus calumniadores que de faco
a cinta e espingarda de dous cannos percorra a
freguez:a em desabrigo exigindo paga por cada
do raeus paroehianos.
Oh! quanta infamia atirada a face de nm po-
bre velho padre que jamis recebeu de ningaem
sinio justamente o que Iho toca de seu trabalho !
Santo nome de Jerus Quanta injuria lancada
sobre um hoinem que vne do euor do seu rosto e
inultos baneficios tem praticado at talvez a quem
o calumnia!
Eu que anda nao pe corr a freguezia em des-
abrido, porque a poueo foi que ir cliegau a no-
meii,ii ) de vigario ; eu quo necdaaidade nenhuma
tinhi de cmgir fac 1 cinta ; eu que.nlo aou ca-
cador e nem pretensa) t'-nho de offend-r ao pro-
xim 1, como son -l 1 injustamente victima de tan-
tos aleiv siaa ?
E' iniater milita rea'gnacl' para 8offrer.-3e com
paciencia os fraqueza* > proxino.
Dizem m>ia os manicacus : De calcas pardas
e aamarra ind-cent" exerje todos 03 actos religio-
sos, eni cujo ejercicio faz valer os principios poli-
u la in"8ino parante o inaribuodo.
T-ini p rveraidade, quanta corag-irtt de quem
nunca teve a menor delicac.io .a verdade Elles,
os meus parochiainos quo o dgain, 8rt j zqaea-.
ti 1 d p ilitica em actos rdnpssuo, aej os obriguti
ou acouselhei a teguiem este ou aquelle redo
poltico e se j murros sesea freguezia sem as
o 1 ,i>* di igreja algum libera!. Elles queme
desmnsc'irein pa imprenta eii do soaso paiz.
-
Joaquim Alvos' '-*1"'" "iit-uhi recio, exceptuando 03 mequetre
/es da i'rou'sea de 24, que n ida se movem.
Dizem anda : Osreuta ter sido revoluoionario
Da Recife Recarreute J
Jnior, recorrido OJSXO.
Ao Sr. conselheiro Fre.tas H-inriques :
Do Recife-Recorrente Manoel Lyra, recorrido e "ocupado a eadeira der. .
Jos de Sa e Suiza. Cousa tacil seria ebter o relatorio da rpiuha cri-
Ao Sr. cons'e heiro Araujo Jorge : minalidsdeel de 1 (ficto d revolucionario; porm
Do R-;cfeRccar.-cnte Ar.st.des de Oliveira, I sito pars oa aeWdetractote^ tso diffiefl como
recorrido o juizo.
Recursos crimes
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
D-OiindaR. crrente o juizu, recorrido Vi-
cente Jo^ d'Annunciae 11.
Ao Sr. deaemhargadur Toseano Barreto :
DeGravatRec rrente o juiz;, recorridg Ma-
ra Joaquina d > Eapirit Sanco.
Ao Sr. desprr.bargidor Oliveira Maciel :
Da Nazar.-th Recurrente o juizo, recorrido
Manoel dos Saiit.iS.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
I) Oiinda Recorr.ntc o r. promotor publico,
recorrido o juizo.
Aggravo de peticao
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Da Recitf Agsjmvante Guatava Leziazeo
Furtado de Mondones, aggravado o juizo do com-
mercio.
Apnellnces eriraes
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
CamaragibAppellante o juizo, appella
du Pe ix Bezerra Montene*cro.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De Porto Oalv^App-llante o juizo, appellado
Antonio Francisco de Lyra.
Ao Sr deserab ti gado r Toseano Barreto :
grao; arem v rgonbs, pais s-ri irr.possivel ob-
t rmu o que nunca nistio. E .quando no caso
afirmativo f aso isto erda le, nao era l grande
taita o hoiaera oceupar a eadeira de rea se para
este fim lhe obngasae a dignidade. .
1 Dissera tambera quo mostro-me valenta e
que nmia rae hfflg-.
Se cu fra val atan nlo deixava passar inclu-
me um complexa de nexactido-'S de que fui vcti-
ma. Tomara outi a iniciativa ; porc.n t. udo re-
putacao a perd>-r. s mo all jo com esta infamias
cpeco-aS. Jos que nlo ms desampare dndo-
me pacieseis.
FelMSeste sou conbecido nes'a eo oarca c te-
nho a gloria de pertencer ao partidp cooaervader
qu? s aspira fazer juatici a qm in qu r quo seja
e d' spresar os emedos d quem, sem aer cousa ne-
11I111111, iuV'ja a p.tii.-iu'. social dos horneas de
bem.
Nlo temo os maganoes quo procurara Iudibriar
de mim ; e apresenrem-sc de c. ra liuapa e deseo-
berta que a mar/ello es torn-ar.i.
A' S. Exc. lvmj. imploro que nlo preste at-
teaeio infamia que me foi atirada, pois tudo
aquillo o symbolo da perversidad-i e da inveja
auxiliad-i com a maledicencia u habito mau.
S. Exc. rtvma. ulo rxe couhce peasoalmente, po-
De Palmares-Aapellante o promotor publico, r,n "e38* c"PiUl h,i hou,eD'i Itameute collocados
appellado Sergio de Siqueira Campos. j ?.ue mi! conhecem, e enre esles ha os Exms. Srs.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
j Moni! I Clementino e Dr. Antouio G ncalves Fer-
reira ; i-llrs diilo se sou digno de perpetraros
crimes dos quaes sou acensa lo.
Alguem su ha de disprrti.r com este artigo de-
ie.iiiendo-mc talvez a conscieneia deste algaem
nlo podeado supportar o seu histrico nvntiroso!
tenha de dobrar os juelh s em taco do calumniado
f)e GoyannaAppellante Pedro, escravo, ap-
pellada a justica.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De B >m J>.rdim Appellante o juixo, appellado
Jos Sant'Anna do Nascimento.
A Sr. desembargador Monteiro de Andrade : ,
De B-mJ-rdiinAppelUute o juizo, appellado I e pedir-lbe una migalba Je perdao para o seu
Clementino Lins de Araujo. | i'y >nqul,ficavu, e o remersa !
Embargos infriugentes b vt"u"yi da "ursao o recompensar com o
Ao Sr. canselheiro Arauj Jorge : q"'-lnaenco.
Do Rec-ie Embargantes Dr. Jos Angelo; d e,"e* *ae v>-laram a minln sinosridade ti-
Marcio da Silva e ouiios, embargado Joaquim
Alvi s da Fonsrca.
Eneerrou se a spssSo as 2 horas da tarde.
IHDICAdES UTE1S
rem a cap do auouyra > e p.-ovem o quffdis^er^m
injustamente par castigado ser o m-n proesdi-
mento d-> contrario jamaia serlo acreditados, ncm
inesmo pelos despresiveia zoilos um atrevimeMB
fjlho taa smente de qacm neabum piestigia gosa
sobre a trra.
Nao e-crevo eat-ia linhas c-.mo desabafa de ne-
nhum despeiro. Nao mil vez a nlo.
Ellas teem u.na cousequencia miis nobre.
E' pedir a dous cu tres neata villa que abando-
Medleu*
O Dr. Lobo S0SO80, de volta de sua
viagem ao Rio de Jsa-iro, contina no Dem_." .c?lu'Bn.!a eoe"Lredoe ^mviwrem paz
ezeroicio de sua protis-fto.
Consultas das
10 s 12 horas da maoha. Especialiiade :
operat^iJes, p-rto e molestias di; senhoras p
meninos. Rua da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio mudou seu consul-
torio do 2.a andar da casa n. 45, a rua do
Barao casa n. 51, ruesma rua, como consta do
seu annuncio inserto na seccSo compe-
tente. Residencia a rua Sete de Setec
bro a. 34.
O Dr. Castro Jess tem o seu cnsul
torio me lico, rua do Bom-Jesus n. "3,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par
teiro, residencia rua do Hospicio n. 20.
Consultorio : rua Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das ti horas da raanha s 2 da
tarde. Espei-ialidado : molestias e opera-
res dos orglos genito-urinarios do humoiu
a da oiulher.
tlIVOSBilO
O Dr. Henriqte Millet tora o seu es
jriptorio de advdg.cia rua do Imperador
u. 22, l.8 andar.
trovarla
Francisco Manoel da Uva <& C.
utas 103 de tod^s aa especidlidaues pharm
aeutioas, tintas, drogas, productos chimic
a medicamentos uomasopatioos, rua do Mr-
quez de Olimta n 2-J>.
errarla a Vapor
Serrara a vapor e ojjicina de car apio
i j Francisco dos aritos Mae>edo, caes do
Capibaribe n. 26. N isic gnu lo estibo e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
uoro, compra-se e vende-se madeiras de
odas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparara obra*
de carapira por machina e por preces con
:oro *a**Bfls*i
Drogara
Faria Sobrin?io & C-, droguistas por at-
acado, rua do Mrquez de Oiinda n. 41
Villa de S. Jos do Egypto
O visarlo Manoel *>o***<-- m vuoeee*
e os seas vis calumniadores
Se nao fo.ss em attmoao so meu digno supe-
rior Exm. Rvm. r. biapo diocesano e ao respei-
uo seio do^ seua parochomos e8te pudre velho que
s tem (eito uesca trra bem fictos que estSo ao
alcance de quein o conhece ; que s nao os prova
por ter firme cer'rz de que fica defendido.
Ajbiir, pois, eu sen lo murador nesf.a v.lla de S.
Jos do Egypto, ha deznto annos, j4 devia ter
dudo alguiua prova de miuhas maldades, mas como
t pre.-rao f^zi-r o bem, que altesto com todos
desta localidade eis onde est minha ciiminalida-
de para aquel es que nao se presara
Tud.is sabem que p.,r meu intermedio e auxilio
acha-se aqu uuaa 111 .triz bem urna Ja e talvez seja
a priuicira dtatus trita e tantas leguas quadra-
daa.
Quandu c ch' gnei ene utivi a igreja em estado
de .elebrar miaaa sobre urna mesa e hoje?
Te 1 o quatro altare todos bem ornados e. com os
devidoa doiir-muntos,; tudo iato meus calumnia-
der-s nao ripiram, danduine hoje a paga na
Provincia de 24 do mez findo.
Mutbsse-pranfis do maior defeza ficam ao
arliiino da providencia divina de quem espero
ludo.
J disse e repito, o papa ani> ou angijs', des-
cubra cara para ser eonheeilo cun t pe feito men-
tiroso que eu tico appellan lo para oa bomens de
bcui os mi ua cmport.imeutos civis, no raes, poli
tic s#e paartiuslarsa termino disuado enmej Nosso
Senhor J.-sua l'hnsto : Pcter ignota i/lis iuia ne-
ciuid ut qui facivnl.
Vnla de S. Jos do Ejypto, 5 de Novembro de
lb&o\
Vigario, Manoel Gomes da F^nseca.
mts rao nhecid a firma)
O as.asinato do Dr. Arrnda
Falco
LXand 1 pablicidade segumte reclamacao, fa-
eoMM propriis aa suas ptlavras e p.nsaueutcs,
que sa 1 d tacto o nossos.
Couhet^ndo de perto o Dr. Francisca D*s de
Arrud Falca, quu galhardameute miluoa sa I
nos8> l.l 1 ua ai-.ii'<3i i'la piliti-a, a dureza do
guipe, que taa cedo lh-- roubou t precias exis-
tencia, abno cm msaa- fin-ims um claro que nao
pad na preencher a magua o a taudade qua nos
acabrunha.
Na 1 piecisamos, pois, demorar-nos em explicar
o equivoco que deu lugar a ser trauaeripta
Cm nossas columnas a publ'3act>, a que ae refere
a pres nte reclamaclu, e l-a bstame rtt-oder o
leitor a que na meamu muner Provincia frans
crcvii no aeu noticiario e aloptou o editorial do
Federalista de 4 do corrente, relativo ao brbaro
asaasaiuato do nosso pranfe 1 lo amigo.
O telegramm com qu- 'V Paiz fechou a sua
publicacjio relativa ao confl co cutre a tropa de
linha e a guarda cvica tnba no tpico final esse
tpico que nos oicupa e que na trauscripcio pas-
sou desapercibido h esta redaccio.
E', pois, com muita satisfaco que publicando
fazem .8 propria a SBgSUrte r cl.tmca<), que nos
proporciona 'osejo de r. ctificar um equivoco qae
nos passou desapercebido e precisav ser corngi.




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Diario de FernambacoSabbado 20 de Novenibro de 1886
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do per honra noesa e pe > resoeto c jastici devi-
dos memoria do nosso Ilustre e praateadj
amigo.
Srs. redactares da ProvinciaNo numero de
11 do corrente desee jornal vem transcripto do
Pni: um artigo suscitado par um telegrmma que
desta cidade si pa9sado no dia 27 de Outubro
QasHa da Tarde do Rio, em cuja ultima parte ee
l :
a Foi sasaasiuado o eogenheiro Arruda Fal-
co, seohor do eugenho Canpestre, da Ese-ida,
como desforco por ter ehibateafo um lavrador.
Esta notci que assim teve curso as columnas
da Gazeta dtt Tarde, do Paiz e da Provincia,
contera uini iavencao al tivoss e aitamentu offou-
siva memoria de um Ilustro peruambncano, que
o trabuco do covarde e traicoero sicario roubou
na flor da vida s esp.-rancas da familia, dos nu-
merosos amigos, da provincia e da patria.
S extrema leviaudad., se ao requiutada per-
versid'ade, poderia ditar um tal noticia transmit
tida do Recife horas depois do barbiro assassinato
perpetrado na meia noite de 26 para 27 de Outu-
bro, no interior da cintarca da Escada, e quando
ainda nao se eonuecia, nem me.mo no luar do
crime, quein loase o teu autr.
H je cmil cido o asaaaaino, est pr-.'ao, respon
deu a ura tufo de pjrguutaa.diaote da autoridt-
de, que tuncciitno i no luquerito policial, u um in-
terrogatorio ante o D.\ juiz municipio tove a pa-
lavra usju ella para ontoatar cata urna daa
nove testemuuhaa iuradas e seis informantes do
suinmario, e nao articulo palavra que autorisas
se a al 'ivosa noticia do telegramma, a que me re-
dro, affirmaudo sempre, ao contrario, que nuuca
foi offendido pelo Dr. Arruda Falcio.
O asaassino Jos da Rocha Quedea era distilla -
Jor do eugeHbo e peeoa de confianc do Dr. Ar-
ruda Falcio, qua o tratava com eatima.
Um irmo do Ro sem motivo e a por nao ser attenJido em urna
pretencao desarma oada, armado de faca e pistola I severa Mr. Manin.
as quaes nunca deixaram de poasuir fructos ver-
des e maduros.
lato, porm, nos tem levado crer e at pode-
moa asseverar (pela grande quantidade da fructos
que temos colhido em tio limitado numero de
plantas), ser esta provincia urna das maia apro-
piadas para seraslhaate cultura !....
Consta-nos. que alguns proprietarioa de eg ;-
nhos, onde j ha a plautaco, vio saboreando o
chocolate por elles fabricado, adicionando lh-'
leite, cujo alimento d- nomiuado Dfk> botnico F.
M. Caminho, demanjar dos deuses.
ce ou ros que c itn muito gusto trocariam oa enor-
mes pr-juiaos soflridos pelo gen-oroso e no mesan
lempo infeliz proprietario dt carrejara Nova-
Haraburgo.
Q lerendo continuar a* ordena.
Recito, 19 de Novemoro de 1886.
E. C.
O cacoeiro vive frondoso 3;) annoa. No fin
deate touipo pode aer decotado perlo do chao, que
arrebenta de novo, sendo entilo frondoso oulros 30
annoa e dando aeinpie oa ojeamos fructos. Plan-
tado, poia, em grande escala, ser urna felicidade
para todos, segundo aaaim ae expresa Mr. Man-
gin.
O.elimo fro nao he favoravel. Pode ser cu!
tivado at 10 ro3 da linha equatonal, e quer
clima para cima de 20 eintigrados. Se o thermo
metro baixar de 15, certa a sua raor.o.
E' esta urna das grandes vantagena para o cul-
tivador ; porque aeudo-ibe destiuado pa nature-
za urna certa e eatreita zona apropriada para sea
cultivo, este nunca se polera alargar outras zo-
nas, anda mesmo com altos precoa doa mercados
conaumidores.
lato, porm, nao acontece com outroa productos,
que, quando os precia augmentam, igualmente
augmenta mais a cultura do que o consumo, al
fazer com que aqueles baixem ; dando isso lagar
a que maitos cultivadores abandonem a planta-
cao, pira da novo aquellos procos aubirem...
Assim, pois, o chocolate, ama vcx bem deeenvol-!
vido por todas as classes sociaea, jamis deixar
de ter granle consumo, cm consecuencia de nai
aer moramente um luxo, como o fumo, e aim um
grande alimento, como o trigo, segundo aaaim aa-
fiii Martyr Salla Gscilia
A 22 de Novemliroter lug.-ir a veatividada da
Gloriosa Virg-'m M trtiyr -unta Cecilia, na igreja
Matriz de S. Joa precedendo no dia 21 pelas 11
horas da manb a banaco solemne da imagein da
nossa augusta pidrieira, seguida de Te-Deum a
..raudo orchogtra, executando-ae o Te-Deum
Grande de Lima3 neaaa o"cisiio duaa bandas de
muaica marcial tjcariio as melhorca peeas de aeua
repertorioa.
Pedimo: aoa Sra. th'zoureiros daa grojas O es-
pecia favor de mandar repicar nesaa occasio,
quando urna aalva real (fet o aig al.
No dia 22 pelas 10 horas da manh, ter logar
a miaja solemne, a grande orcheatra, oceupando a
tribuua sagrada o noaao irmSo cx-julz o padre
Leonardo Joo Grcgo, aeguir-ae-ha aa 7 horas da
noute Ladainh, no altar da Padroeira.
Rogamos o comporooimonto nao e dos Illms.
paraoymphos, como de todos oa noasja irmos afim
de abrilhantar oa atoa.
Olioda
inaultou e malrr itou dentro do seu proprio enge-
nho ao Dr. Arruda Foleo, chegando a amoacal-o.
Rocha Guedus, que eatava na diatillafo do en
genho, tud> vio e ouvio em siluecio, acorocoando
implcitamente os axcesaoa do aeu irmao. E o Dr.
Anuda Paleto, compreheudendo a audacia doa
doua irmos, eocheu se de prudencia para soffrer
todas as invectivas, atqao Joaquim de S se re
tirn quando bem Iba aprouve.
Ento o Dr. Arruda FalcSo, chamando o seu
distittador, recriminouo polo modo por quo ee ha-
via portado, quando devia ter de prompto nter-
viudo para conter seu irmo; Rocha Gucde3, po-
rm, explieou-se tio mal, que o Ur. Arruda Fal-
cio o deapedio in continenti do seu servio de dia-
till ico.
D'ahi aa iras de Rocha Guedea, que exploradas
por per .'arca o tra:?oeira malevolencia se foi ex-
citando at ao inaudito Mentado na fatal nite de
26 para 27 de Outubro, framente premeditado, e
levado a cfteito de emboscada uoite, quando o
sicario, conhecend) oa babitoa aa victima, do ponto
estratgico eui que so occullcu, vio-a subir no cn-
g.nho, md3 trabalhava, para um pequ"uo aotao
aberto do todos os ladea o apenas cercado de urna
tose grade de madeira e recliuar-se pira rcpouasr
fin urna i
Ap-'s-.r de o ter demittide de seu destillaiot o
Dr. Anuda Falco co:iaentio qao Rocha Ga:dea
continnaa^e a ser seu lavrador e residir con aua
familia na raesma casa e sitio do seu enjeuh., at
que eucontrasso convenieute accommodaiao.
Preparan lo---o para commetter o sanguinario
designio, Ro-bt Gu-J^s contiauon a frequentar o
ongenho e solicitar f ivores do Dr. Arruda Falcio
que Ih'oa proatou diversos.
Cedeu sempro que Rocha Graedei l'ho pedio a
sua asa e faiiyha, at a respetas de sua morte ;
deu-lhe corte e moag:m para aa suaa eaanaa logo
ao botar o en eubo, de m i! ( " mitteu o assasaiuato ji RochiG
dido o seu asquear ; no transporto ae auas canuaa
Rocha Guedea rnatou um dja boia qua alugara a
terceiro p.ra oaae servido e o Dr. Arrula 9
conveio em vender-lhe a praso e por preco r.zia-
vel um b-ii para aubititu'r o murto; Bna'm-nte
as veape.-a8 d> aass3aiuato apreaeutou-ao R ch i
Guedes ao Dr. Arruda Falcio para justar a cap-
tura do um escravo fgido do moamo Dr que elle
affirmava saber onde eslava, sendo ato motivo
para procurar mais de urna vez o Dr. Arruda Fal-
co e *> dependendo utinal a realiaaco do con-
venio de tor Rocha Que fea urna vaga no s-rvvo
da deitillacj de Mn. onde ae achava contra
tado desde oa primeiros das 3c Outubro.
O traicoe>ro aicM'io procurara manter-sc em
communieaclo com a victima, captar a sua con-
fianza e frequ^ntar o thcatro do seu premeditado
crime, para leva!- a effeito coa. seguranca e sem
que ninguem o aoubesse ou deacobrisss, esperando
lograr assim a impunidada.
Tendo corrido as cousas deate modo, causa de
corto indignaco e rovolta a leitura do trecho do
telegramma a .que nos referimoa em qne o facto
inteirainente invertido, oa motivos desvirtuados
para so substituir o respailo, a macu e a saudade
pela injuria irrogada victima ainda insepulta.
Das indagacoea e pesquisas determinadas por
to desastroso acontecimento, se tem chegado
evidaosia de qu3 o Dr Arruda Falco si peccava
na" gqto de s-2U engenho era precisamente pelo
d.'feit contrariopola facilidide em desculpare
C3quecer, levando conta da ignorancia e mS edu-
caco os desvios, exceaaos e inaoleucias at ds
seus trabalhadorea c lavradores.
De temperamento sanguina e rlente, a aua
asaiduidade no trabalhi, a lida continuadia e
noite2 ;m ger.te rude e ignorante, o 'evava fre-
SJuentemente a repre'i atdar, queatiouar e disputar
mesmo mas oa seua aentimentos, opinioes e es-
merada edueaco, nuuca o deixaram chegar ao
excesa) de chibatear um homcm livre.
Ao cootrario; isto era fo sabido l no san en-
genno qa est verificado, grandemente ii.iloia
para ^ioxau>ento da disciplina iudiapensavel nos
nonacs eatabelocimentoa agrcolas, onde a siluaco
aventureira do etnhor de engenho o expoa a e 'so-
lado luta diaria e nocturna com escravoa e tra-
balhadorea, sem poder contar em qualquer emer-
gencia com o concurso da polica e da autoridad',
cuja aceita cm nosso paiz mal se faz sentir as
cidades.
Cortos de qde o Dr Arfuia Falco nunca che-
gava a meioa extremos e fcilmente perdoava e
eaquecia o facto, c que militas vezea moradorea e
trabalhadorea tornaram-su iuteiramente insubor-
dinados, concorrendo grandemente para isto a in-
triga que lavrava em Campestre por motivo de
preferencia do arrecd ment e posae do engenho,
do qual era elle o raaior conaenhor por si e seus
cunbade? menores.
Srs. redactores, certo de que outroa nao podem
ser os aeotimertoa do illustrado orgo liberal per-
nambucano, eu canto que aa preaentea linhia mere-
cero figurar as columnas da Provincia, que
assim ter reparado a njustica que e por des-
cuido irregou a reapeitavel memoria do malogrado
pernambucano, que neata vida honrou o nomc de
Dr. Francisco Di .a de Arruda Falco.
(Da Provincia de 19).
Agricallura
Plantafo do c:acoeIro
O cacao paas por ser um dos alimentos maia
saudaveis e nutritivos. Os mdicos recoitam b'o,
misturado com fculas, para robustecer as pa-
oas debis.
Nao contm o cacao nenbuma substancia noci-
va ao nosso organismo. Como alimento nutritivo,
piaaa por um dos maia importantes e de fcil di
geato.
Delle fz-se diversos manjares, como : docea,
gelas, refreacoa, licores, agurdente, vinagre e
manteiga para aduboa ; tendo sua principal appii-
caco para o chocolate, que, pela sua caresta, ain-
da nao oi possivel eatender-so s classes pobres.
Na medicina empregado como refr gerante.
Na indnstia, a casca dos cocos, teai applicaco
para o fabrico do melhor saboaete.
Temos vista um tratado da plantaco do ca-
eoeiro, por Mr. Artbur Mangin, redactor da He-
vista Scientfica do Jornal dot Economistas, de
Paris.
Diz elle, qne o cacoeiro o RE das arvorea
fructferas ; e, quem plantal-o, deacobrir na sua
roprielade urna MINADEOURO, podendo qual-
quer pesaoa enriquecer muito depresaa, pelaa
graades vantiigens que i ff.Tece esta cultur, com-
parad t cm i utras umbem importantes; accres-
centando, que nenbuma Ih'a subiepuja e I merec-
monto e vantagena reaes. Assim, o fabricante
pode bt at cultivador, pela faciiidade da planta-
ci e pelo sustentculo doa altos precoa nos mer-
cados consumidores.
Dis maia, que o cacoeiro d dnas grandes co-
lbeitaa anuuaes, sou pre carregado de florea e
frnctoa.
O mesmo nos tesa aqu acontecido, dorante o es-
paco de tres aunos, co a as plantas que possuiaws,
O que este especialista eacreve sobre a planta
cao do cacoeiro, nao era por na ignorado, viito
termos em noaso pequeo sitio, na Capunga, una
cont e tantos pi plantados, com o quaes temoa
convencido mu tos incrdulos, vendo os conatau-
temento ebrios de flores e de fructos por todo o
tronco.
Declaramos, portanto, que no referido sitio te-
mis, era noaaa falta, ama peaaoa autorisada para
fornecer sementes aquelles que se interessem por
tal plantaco ; assim como oflorecemoa, em um
impresa o, o modo pratico da cultura, a forma do
preparo para exportacio e o processo para o fa-
brico do chocolate.
Recife, 18 de Novembro de 1886.
Jo&o Fernandes Lopes.
Br..tidio
KA ABERTURA DE MEU LBUM
Otf'crecida ao meu generoso c distincto am Sr. Francuco Gomes Castellaa
Urna virtude ha, sublime, austera,
Cheia de encantos dvinaes, riaonhos,
Que inspira sempre venturosos sonbos
E ao peito infunde urna paixao sincera.
Ella Uaduz o seutimente n.bre
Que n'um honrado coraco se nniuha;
Repelle intrpida urna aceta o.c3quinlia,
Que a honra -Mincha, pequenina e pobre.
Fazer o b2in c ser heroico e forte ;
Mas rccr.bol-o com fiel unci
E' a fitar da honestidade o norte.
Cumpre os preceitos da eternal Razo
Quem, aoa cap-ieboa da tyranua aorte,
Soletra o mote divinalGratidio !
20No vembro1886.
Julio Soare de Atevedo.
Agradecimcnto
Retirando me para o interior, cumpro o sgralo
de ver de gratido, tornando pub co o meu reco-
nhecimento para com o Sr. Dr. Barros Cam-'iro,
Ilustrado clnico d-'ata cidade e Carlos Joa de
Medeiros, proprietai io do eatabelecimento do loi-
nhos doa nrreoifcs.
Ao Sr. Dr. Barros Carneiro agradeco a dedica-
cao com que eucirreguu-se da tratamento de mi
ulia mn her atacada de beriberi e hoje felizmente
restab.-lecida.
Ao Sr. Carlos de Medeiros e sua F.xma. familia
sou reconhecido pelos cuidados e desvelos qne dis-
pcn;aram n minba inulher em seu ettabelecimento
a onde em 53 das de tratamento teve a gloria de
vel-a restabeleeila, nao s duvi lo ao3 recuraoa da
medicina como tamb.m sos salutares ares e ba-
nhos marinos.
Felizmento o estabelecimeoto do Sr. Medeiros
proporciona todas as c immodidades para o cura
tivo nao s do terrivel beriberi como de outras
umitas molestias; portanto sirvo me da OCCAtiao
para recommendal-o aoa que delle precisaren), na
certeza de que, aquelles que forera como eu atten-
dido e bem snccedido faro devida Justina.
Aos Srs. Dr. Barros Carneiro e Carlos Medei-
ros eterna gratido.
Rcife, 19 de Novembro do 1886.
Honorio Palacios.
Tiiealro de Variedades
Cervejarla Xova-Uamburgo
Paranymphos
03 Illms. e Erms. 8rs.:
Ch-fe de diviso Jos Manoel -. canco da Cos-
ta.
Tenentecoronol Manoel Azevedo do Nasctmonto.
I lia) ir Jos Elias de Oliveira.
Commendador Joo Vic-'nte do Torres Bondeira
Manoel Goucalves Agr.
Bent-a Manoel de Castro Amaral.
Joo Francisco Du-ea.
Napoleo Olyrapio Pratea.
Joo Jos Gome8 Loreiro.
Teneota Th mu Marqnes Vieira.
JooB-nto Monteiro da Fonsec-a.
Joo Pacheco de Medeiros.
Dr. Estanislaos Ferreira de Carvalho.
Feiippe Jacomc da Costa.
Jo= de Miranda Correi L'mi
Dr. Doodoro Ulpian > Coelho Catanho.
Dr. Feiippe de Figueir:. Friaa.
Manoel Ignacio de Turres Bandeira.
Antonio Macario de Asis.
Francisco de Pala N. Seixas.
Manoel Ferreira.
Goacalo Joa da Gama.
Alexandre dos Santos Silva.
Carlos Arruda.
Joaquim Teixeira Bastos.
Joio Domingues da Silva Pinto de Almeida Gui-
maraea.
Manoel de Miranda Castro.
Tho idoro Antonio de' Jess Borges.
O irmo ex-juiz Alexandre da Cunta Coelho Ca-
tanho.
Paranyraphas
As Exmas. oras. :
D. Cecilia Maria Gomes da Lu.
D. Rita Miria dos Prazeres Guimares.
D Sabina Mana dos Prazezes.
D. Ilenriqueta M&ria dos Paaacs Guimares.
D. Josepha Guilhermina de Albuqnerqae Ma-
chado.
Esposa do irmo pr-fessor Manoel Ignacio de Tor-
res Bandeira Filho.
D. Maria Rosa L-.ite de Fariss.
Laura, esposa do irua professor Joa Tarares de
ledeiros.
Esposa do Sr. commendador Albino, J^s da Silva.
'llia do Sr. Carlos Augusto Carneiro Monteiro.
. Maria Viet.nn Alves Maia.
D. Henediua Eio-lia Guerra.
D Erm inda Ferreira Maia.
. Nicmiaia de Vasconconcellos Sampaio.
D. Adelaido (kx.
D. Candida Maria Rib ir o de Almeida.
1). Maria de Barros Au ir i ie.
D. Majia Amelia Soares deOiiveira.
D. Adilb-rt Leopildina ie Galvo Reg.
D. Mara Roaalina de Araujo Pedrosa.
D. Antonia de Paula Mafra.
Esposa do professor Simplicio da Cruz Ribeiro.
Eajoaa d Sr. Manoel Alvea Lopes.
Esposa do Sr. Jos Prudencio dos Santos.
Esposa de Sr. Bento Domingues Das.
Esposa do Sr. Luiz Epipbanio de Souza.
i'.sposa do Sr. Ylaaoei M. da Mlva-Maatiago. ^ -
Eapoaa do Sr. Hnri]iia daCunha Porto.
Eso isa do Sr. Krederico A. Neiva Jnior.
Esposa do Sr. Franciaco A. de Oliveira e Silva.
Esposa do Sr. Dr. Antonio Joa de Almeida Per-
nambuco.
Espoaa do Sr. Joaquim Jovioo Honorato Basto s.
Esposa do Sr. Manuel Jo de Campos Barbosa.
oSspcaa do Sr. Adolpho Guedes Ale forado.
Esposado Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Mos-
coeo.
Eapoaa do Sr. Francisco Jos dos Pasaos Ga ma-
raes.
Esposa do Sr. Monoel da Cmih i Res.
Secretaria da Veneravel Irmandade de Santa
Cecilia. 19 de Na vembro de 1756.
O secretario
Amaro Joaquim do Espirito Santo.
Diversas peasoas que n3o podem ser in-
differentea a grandezas q te ainda restara,
ombora em estado de ruinas, nesta cidade,
reuniram-ae na casada residencia do Exm.
Je Araujo, para o fim de combinarem nos
molos de reparar o naagestoso templo de
N. S. do Carmo hoje to arruinado.
Estudados os reparos e senciaes pelo in
talligente o pratico engeoheiro architecto,
Dr A. Pereira SimSes. que de boa von-
tad a oto se prestou, e est prompto a
dirigir a parte technica do trabalho, foram
eleitas du>is comuiisaSes : urna garal, cotj-
posta do Dr. H. S. Tavares de Vascon-
eellos, presidente, tenente Manoel J. de
Castro VftMa, secretario, padre Julio Ma-
ria do ijego Barros, thesoureiro ; e outra
te esiuolan; oomposta do desembargador
Jo3o Francisco da Silra Braga, presiden
te, Antonio EatevSo de Oliveira, secreta-
rio, eonoga Manoel Joio Qjaies, o conego
Dr. Joaquim Graciano de Araujo.
As coramisso-s trabalham cora esforjj
para obter os recursos necassarios effec-
tividade do intento, qua emprehenderara e
de esperar que encontrein apiio e ani-
iiiaca da p.rtc de todos aqielles, aos
quaes reoor erem para fim tio piedoso.
Nesje sentido vio dirigir circulares.
ao pu-
\o t'ommercio e
buco
O abaixo assignado tendo de retirar se
para fra dasta provincia, por motivos de
doenja, declara que desde o dia 3 do cor-
rente raez, deixou de fnzer parte da firma
de Couto &C, da fabrica de cigarros,
denominada -Maravilha sita a ra da
Imperatriz n 19, ficando o activo e paesivo
a cargo do Sr. Candido A. S. da Motta
Juoior, assim como foi enlregue do seu ca-
pital e lncros que tinha.
Outro aira tambero, julgo coavemente de-
clarar nada dever a pssoa alguma, quer
nesta, quer n'outra qualquer praga, tanto
da firma social cima, como particular sua,
e quem se julgar seu credor queira dignar-
se em apresentar suas contas ou ttulos de
qualquer especie no referido estabellcci-
iuento, para depois de reconhecido a au-
tenticidade das mesmas contas ou titulos,
serera pagos no iroprorogavel praso de
quatro dia3 a contar'la data desta publi-
cacio. *
Kecife 17 de Noven ro de 1886.
Augusl Jos do Couto.
Oleo paro medid al de Horado Te
iiaculao, c Jlu.aj iV Liiiiuiiin
3se
Ninguem ple izer quando um fysico tem che-
gado a tal i'xtiemo que nao ple ser curado cora o
oleo do figado de bacalho. Elle aempro produz
allivio. Arada mesmo aquelles ja desengaados,
viveio iniii-o mais terapoe cora menos dores
din o oleo, io que sem elle. CVinquanto exstam
inumerareia artigos espurios a do meamo nomo,
o mtudo pJe-se alcaufar o legt-mo, elle meroce
a cenfiau; que uelle so deposita, quer neate paiz,
quer uo catrangeiro. Exiatem duas quilidaies
d-lle, braoco e uegro, porm iienbum d'edes cou-
tm uraa i^otta de outia cousa qun nao seja o II u
do vivificador e curativo ex'rahido dos fijados
frascos e saos da melhor cacolh i de peixe. O sen
?iaiSol. <*- sU-viax e .curar, a tosae a mais. obsti-
nada, vrdadeiramente paamoao. Oa auoresnoc-
turnos ceaaam geralmente, depoia de ae haver to-
mado algumaa garrafas dello. O doeute adquie
carnes e forcas, gracas ao seu benfico iuflaxo.
Eatos resultados sao uniformes o seguros.
Aa pesaoaa que soffrem do ffeccioee pulmonares
ou do ogado, acbaro nelle um auxiliar seguro e
um remedio poderoso e efficat.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras
Agentes em Peraambuco, Henry Fester & C,
ra do Commercio n. 9.
Duas rpidas curas (2)
IUm. Sr. Jos Alvares de Souza Soa-
res Pelotas, 12 de Novembro de 1884.
Tem esta por fim scientifical-o do mais
duas esplendidas curas devidas ao seu pre-
cioso peitoral de Cambar
Por occasiSo de effectuar-se o ultimo
bazar em b-nclicio da Bibliotheca Publica
Pelotense, fui atacado de urna forte br^n-
cbite que me levou ao leito.
Vendo-me prostrado e desejando o meu
restabelecimento o mais prompto possivel,
deliberei UBar o Peitoral de Cambar, e o
fiz com tanta felicidade que, no terceiro
dia da molestia, pade raassumir as minhas
funccS-is do bibothecario naquello estabe-
leciraento.
Na mesma poca foi a minba filhinha
Juliecta atacada de u na tosse impertinen-
te, com carcter asthmatico. e applicando-
lhe eu o mesmo cfBcaz medicamento, vi a
restabelecida em poucos dias. Subscrevo-
me, etc.
Francisco de Paula Pires
nicos agentes e depositarios geraes em
Pernambuco
FKANCI8CO M. DA. SlLVA & C.
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
EDITAES
Aviso
O Dr. I-:. Onglan Bonnef Medico pela
Faculdade de Medicina de Paris.
Condecorado com a melalha dos hospitaes.
Socio correspondente : das Academias de Med
cia do Rio de Janeiro e da Barcelona ; da So-
ciedadn de Medicina pratica de Paris e da S cu-
Jado Franceza de Hygiene, ex-director do Musen
AnatomoPatolgico da Faculdade de Medicina
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada em Pernambucc
6ca a disposicao dos doentes que deeejarem hon-
ral-o com a aua confianca.
Chamad---s e consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 51, 1.' andar: re-
sidencia na hospedara de D. Antonio (Caminbo
Novo).
_ Especial Jadea : molestiaa daa vas reapirato
riaa cora^ao, eatomsgo, gado, etc., moleatias
uvas, e ayphilittcas.
Consultorio medico-
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 annoa
de escrupulosa observavio, reabre consaltorio nea-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crus
n. 23, l.o andar.
Horas de consultas
De dia : daa 11 a 2 da tarde.
De noite: daa 7 s 8.
_ as demais horas da noite ser encontrado no
sitio travessa dos Rom-dios n. 7, prim-'iro por-
tao esquerda, alm do porc&o do Dr. Cosme.
Oculista
Dr. Mattos Barreto, ex chefe da clini
ca deolhos do ''r Moura Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e me-
d o aggrcgado do hospital Pedro II
desta cidade.
Consultorio, ru i do Impera ior n. 65, 1-
andar, daa 12 a 3 boraa da tarde.
Re8denca, Cau.inho Novo n. 159.
Aa opeacoea sao feitas sem dor,
moio da cocana.
Consultas e operagoes, gratis aos
brea.
por
po-
O generoao e bondoso Sr. J. 8. do Amara! veio
as fo!has de boje contestar ter negado o seuthea-
tro depois de o haver promett'do aos artistas da
companhia franceza.
Devendo urna explicacao ao rcspeitavel publico,
eia a franca e verdadera :
Terca-feira 16 do corrente, dia da partida para
o sul do Sr. A. Richard, o Sr. J. 8. do Amaral
disae o Sr. Qarcon (--naaiador da companhia), no
caso que os artistas desejassem dar um benefi-
cio, o Tbeatro das Variedades estava gratuitamen-
te a sua dispasico. O Sr. Amaral fez semelhante
declaraco ao Sr. A. Richard.
Tendo sido decidida a organsaco de um bene-
ficio os aonuncios foram mandados aos jornaea e
publicados no da 17.
Neste mesmo dia apparece o generoso Sr. J. S.
do Amaral dizendo que ceda o tbeatro mas------
techado-------sendo franca a entrada para o esta-
belecimento !
Bombardeados por semelhante novidade, que era
nem mais nem menos de que urna perda segura
de cerca de tresentea mil rea na receita, os po-
bres artistas ficaram pasmados assim como muitas
outras pessoas !
Qoem poda adivinbar que o tbeatro tendo sem-
pre traballi ido aberto durante a estada da com-
panhia francezanoea cedido as mesmas con-
dicocs ?
Apezar dos diversos pedidos dos s-'us amigos o
generoso Sr. J. S. do Amaral nao quiz absoluta-
mente ceder nem por urna s ve o seu tbeatro as
condicoes do coatume.
Quem conbece as disposioes do eatabelecimento
do Sr. J S. do Amaral nao concordar em dizer
que n theatro fechado e a entrada na cervejaria
franca ezpor os artistas n cantar nicamente
para os assentos ?
Oa ouvintes ficando bem a aeu gosto no jardim
f'a do tbeatro !
O publico sensato concordar comnosco estamos
<>ertos, o ver a que ponto chega a philantropia
da pobre victima o Sr. J. 8. do Amaral.
Victima porque nao davo esquecer que o Sr.
J. 8. do Amaral declara ser victima e nao ter
< queixa nenbuma dos iufelizes artistas porque sa-
be que foram como elle.victimas de urna empre
za mal organiaadae pessimamente dirig la 1 .'
Ser sua prop-ia victima era cousa nunca vista
at boje I
Porque do momento que o Sr. J. S. do Amaral
faou d dirceco e o Sr. A. Richard estando de
viagem de meo dever declarar que a pessima
direccao vinha exclusivamente do infeliz Sr. J.
S. do Amaral que um dia dezejava o que tinha
acbado peaaimo na vespera.
Quanto m organsaco da companhia ainda
nicamente da culpa do Sr. J. S. do Amaral, S.
8. quiz absolutamente que a companhia estivesae
aqu n > meiado de Outubro.
O mprezano Richard tendo deixado l'ernambu
co no da 25 de Agostochegado em Paris a 9
de Setemnro deixou Pariz a 30 de Setembro eche-
gou aqu a 20 de Outnbro.
Em menos de sessenta dias ter ido Franca e
estar de volta em Pernambueo com urna compa-
nhia regular, isto o que se chame un tour
de fdtee mas forcoaamonte a companhia devia
sentir-se da precipitacio com que tinha sido or
ganisada.
E o culpado quem T Nlo ser o dito Sr. J. S.
Amaral ?
Agora lastimo sinceramente a grande perda
O Juiz municipal e de orphos do
termo de Leopoldina ao pu
bllco
Lendo no jornal Provincia, de 2 do mez prozi-
mo findo, uelle depare com um artigo do Sr. Dr.
juiz de direto da comarca de Salgueiro, a que
pertence este termo, no qual li o seguiute tpico:
E o juiz municipal de Loopoldi la, conservador
de principios, n.meado pela situacio actual e at
a pedido de Japiasa, do que este se tem gabado,
e pronuncien naa penas pedidas pela promotoria
publica. >
Para que nao fique gravado no juiso do publico
que a minba nomeacao de juiz municipal e de or-
phos deate termo fra feita a pedido de Maranno
da Costa Araujo Japiaas, aqu residente, devo de
clarar que quando fui momeado eu nao oonhecia
Japiassu e nem esto a mim ; a minba nomeacao
fra pedida em telogrammas para a corta pelos
Exma. Srs. conselheiros Joa Fernandes da Costa
Pereira Jnior, ento presidente dosta provincia,
e Dr. Alfredo Correia de Oliveira, que era o can
didato deste districto, havendo o concurso de ou-
troa amigos meus o distinctoa correligionarios da
capital, sem intervenco alguma de Japiassu, cujo
nome eu nunca ouv; fallar se antes de ser no-
mes do.
E' certo que Japiassu se tem gabado de ter po -
dido a minba nomeaclo de juiz municipal e de or-
phos deste termo, u oti vo este pelo qual o Sr. Dr.
juiz de direto fez aquella declaraco em um arti-
go ; mas para que nao fique pensando o publico
que verdade o que diz Japiassu, c nem fique este
com essa gloria para s muito honrosa, alm de ou-
tras ae igual natureza que diz ter, glorias das
gralhas, venho a imprensa firmar a verdade.
Leopoldina, 3 do Novembro de 1886.
Manoel Ferreira Escobar Jnior.
N. 10< Recommenda-se a Eraulsao de
Scott aos doentes do peito, da garganta e
dos pulmSes ; aos anmicos, debis e es-
crofulosos, e todos os que precisem de
um bom reconstituate.
A EmuisSo nao tem igual para reparar
as forjas dos debis e enfraquecidos.
Dr. Mo Lee
O xarope de rho iodado de Orimault um
depurativo antisptico, ou antipyogenico.
Entre mil obsorvacoes citaremos urna que roe
rece toda a attenco :
Brincava urna menina de 10 annos, no jardim
do Luxemburgo, com outra da mesma idade.
Correndo, cahiram, bateado a primeara com a
faeo so ore o tronco de um caatanbeiro.
O saa;ue esguiehou do naris que inchou enor-
memente, o roato eatava coberto de ecbymosea e
esconacoes, os olhos nao se viam.
Ap ilp-indo-se o naris recanheceu-sc a fractura
dos usaos.
Aoplicaram-se compressas com agua branca,
fiseram se nj->ccoos, prescreveram se purgativos,
maa a nflauunacao do naris persisti, couicpis-
taxes e um corrimento de pa, nao ftido, mas
muito abundante.
Injeccea e pulveriaacoea pbenicadas nao tivs-
ram o menor resultado, o corrimento persista.
Adir.iniitrou-80 ento o xarope de rbSo ioda-
do de Orimault na dose de 2 colheres de manb ;
no fim de 15 dias desappareceram a inchaco,
dor e o corrimento ; a creanca estava forte e vi
gorosa.
Oa mdicos, homeopatbas como allopathas, en-
coutraram emfim no Xarope "de Vida de
Reulrr N< *. urna preparaco segura e genui-
n que nunca deixa de producir sen devida effeito.
E' composto de ingredientes que purifican) o san-
gue ; e bem se sabe que carnes sans, fibra robus-
ta e msculos vigorosos sao o resultado do sangue
puro. Exerce sua accao directamente sobre o figa-
do, o grande orgo depurador do systema, o quan-
do este bom orgo se acha em perfeito estado e em
actividad? ha de fcto sempre limpeza interior e
Dr. Ferr-iu da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Dr. Joo Paulo
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de enancas, com pratica as principaes materni-
dades e hospitaes de Paris e de Vieira d'Austria,
faz todas as operacoos obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
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Consultas das 12 s 3 hora ds Urde. Tele-
pboae n. 467.
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Consultorio ra Duque de Caxas n. 59.
D consultas das 11 horas da manda a 2 dr
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Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
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Oenlista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
liita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 ra do Baro da
Victoria, para o 1. andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia is 3 horas da tarde. Residencia
ra Sete de Setembro n. 3 A.
Dr. Cerquera UM
m: uno
Tem o seu escriptorio a ra Duque de Ca-
sias n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e eratacas, telephone n. 326.
Dr. Paula Lopes
De volta de sua viagem Europa, re-
rabrio seu consultorio ra do Marques de
Olinda n. 1.
Eapecialidades : Molestias de creancas e
nervosas.
Tratamentos pela electricidade (Electro
therapia)
Consultas : De 1 hora s 4 da tarde-
Residencia : Ra da Sol-dade n. 56.
TelephoneM >. 95 el?*
I


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Cr
supportada pelo Sr. J. S. do Amaral, mas conhe- perfeita apparencia exterior de sade.
{}
3
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
criunfas, dos orgaos respiratorio das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado par*
ora da capital.
AVISO
Todos r-s chamados devem ser diriga
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra do
Baro da Victoria n. 43, onde es indicar
sua residencia.
xxr
Ciiulca medico cirurgica
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoras e
criancas.
Residencia Ra da Imperatriz n. 4, segunda
andar.
G, Hecluoann
sinas de cobre, iato e ronze ee d
Golitzer Ufer n. 9 Berlim S. O.
Espeef alldade:
Construc^o de machi-
nas e apparelhos
para fabricas de assucar, destillacftea e re
tinaySes com todos os apariecoamentos
modernos.
DSTALLAQAO DE:
Engenbos de assucar completos
Estabelecimento filial na Havana sob s
mesma firma de C. Heckmann
C. e San Ignacio n. 17.
Inicos representantes
Haupt Gebra'der
EIO DE JANED10
Para informac5es dijamse ai
l'ohlman &C
M do Comiereio n. 10
O Dr. Joa mim da Costa Ribeiro, juiz de direto
do cv. 1 desta cidade do Recife e seu termo,
capital da proviuci.. de Pernambuco, por Sua
Magestade I upara! e Constitucional o Sr. D.
Pedro II, a quem Deus guarde, etc., etc.
Paco saber aos que o presente edital viren oa
delle noticia tiverem que, carrelo por este juiao
e cartoro do eaenvo que o presente subscreve,
uns autos de cans e materia civel ie desapropria-
cao entre partes como autora a Companhia da Es-
trada de F.-rro do Reife aCaxang e r oa D.
Ludovina Ucha Carneiro Campello, Antonio U-
cha Carneiro Camp-Ilo, D. Ann.i Joaquina U.^ha
Carneiro Lio, D. Franciaco. [daliaa Ircha Car-
neiro L"o, D. Maria Ernestina U h* Carneiro
Leo, Alvaro Uehj Carneiro L?io, sua muiher
D. Carlota Pereira Carn-iro L?o e .Antonia
Francisca de J^aus Carneiro, por ai e como tutora
de seus filhos, foi me dirigida por parto da autora
a petico do ibeor e man.-ira seguinte :
Iilm. e Exm. Sr. Dr. juiz de d'reito do cva'.__
A Compauiia da Estrada de Ferro do Recife a .
Caxang, na aeco de desajoropraco que propoz
a diversos consenhorea dos terrenos do Ambol
para estrada ds rodagem, ao lado do ramal da
Varzea, estando em vigor esta-aeco at qm para
ella foaa- igualmente citada a conaenhora D. Fran-
cisca Idaliua U:ha Carneiro Li-o, que se acha
ausente em lugar nao sabido, como ordenen V.
Exc, havendo a aupplicante provado a ausencia e
residencia incerta da supplicada no juiz-o de pas
da freguezia da Vanen, onde bontem ae-effectuoa
a conciliaco r.-.vela da m-?smi, como tudo
consta dos documentos juntsa, digne-se V. Exc.
mandar tambem citat-a editalraente com o prazo
legal, para com os outros ci-nseohores responder
em commum com clles aos termos da d.ta aeco,
na primeira audiencia deate juiso, depois da du-
elo, com a peaa de revelia, caao nao i comparece
para louvaco e deteza do seu direto. sM
termos requer a V. Eic. que sejam affixados OS
respectivos editara.
Pede a V. Exc. deferimento.E. R. M.Reciie
10 de Novembro de 1836.O advogado, Altino de
de Araujo. (Sellada na forma da le).
E mais se nao continha em dita pjticSo, na qual
profer o despacho do thecr seguinte :Sim. Re-
cife, 10 de Nov-mbro de 1886.Ribero.
E maia ae nao continha em dito meu despacho,
em virtude do qual fez o i-sciivo r>spetvo pas-
sar o presente edital, e por ello chamo, cito e taei
por intimada a D. Franuiaca Idana Uchd i Car-
neiro L?3o, para que compareca na primeira au-
diencia deste juizo, depoia de findo o prazo legal
de 39 diaa, para o fim contido na petifo neste
transcripta.
E para que chegue a noticia a todos, mande;
passar o presente edital, que ser atxado no la-
gar do eostume e publicado pela imprensa.
Dado e pastado neata cidade do Recife aos 10
das do mez de Novembro do 1886.
Eu, Felicissmo de Azevedo Mello, escrivo fix
escrever e subscrevi. Kecife, 10 de Novembro de
1886.
Joaquim da Costa Ribeiro.
Juizo dos fetos da fazenda na-
cional
Escrivao Reg Barros
Perante o Sr. Dr. juiz substituto dos feitos da
fazenda Alvaro Barbalho choa Cavalcante J-
nior no dia 26 do cerrente mez, pelas 11 horas da
manh, depois da audiencia do meamo jniz, se
vendrr em prsca publica os bena eegnntes :
Casa terrea com sotiio iotero, sita a ra de San-
ta Tbeacza, cidade de Olinda, com grande quintal,
arborisado, murado, com porto de madeira, per-
tencente a D. Cathanna Teixeira Lopes Cato,
avahada por 60 >.
Casa terrea de lijlo e cal n. 218 sito ra do
Coront-1 Suasauna, com quintal murado e p.rtac
3ue deita para ra de S. Joo, freguezia de S.
os, pertencente aoa herdeiros da Arairico Fraa-
cieco de Paula Menezes, avahada por 1:5004.
Casa terrea de tijolo e cal n. 204 sita ra Im-
perial com um terreno no oito, quintal em aberto,
sendo todo o solo terrcuo foreiro de Marnha, per-
tencente aoa herdeiros de Zeferino Amaro de Pa-
rias, avaliado todo 250J, sendo todos os bens ci-
ma penherados e vendidos para pagamento da fa-
zenda nacioual e custas. R-i-ife, 16 de Novembro
de 1883.Alvaro Barbalho U. C. Junir.
Edita] ii. 35
(lpra9i)
De ordem do Illm. Sr. Dr. se faz publico que, s
11 horas do dia 23 do corrente m z, serao vendi-
das cm praca no trapiche Couceifo as mercado-
ras sbi.ixo declaradas:
Armazem n. 3
Marca R Urna caixa acm numero, viada de
Liverpool no vapor ingles Wariior, entrado em
l'J de Novembro de 1885, consignado a Browoa
& C, condo 4 kilos de eathalogos de urna cor.
Armazem n. 4
dem A H CUrna dita n. 4892, idem de Ham-
burgo no vapor ailemo Paranagu, idem em 23
de Dezembro idem, idem a Theodoro Jnst, con-
tendo 71 kilos, peso nos envoltorios, de albuna
com capaa de ouro.
dem Henry Foster & C. Um pacote n.
175/191 idem de Liverpool na vapor nglez Eu
cli, id< m em 3 idem dem, idem a Henry Fors-
ter & C, coii tendo amo8trai de barbante.
dem S & NQuinze kilos, peso liquido de car-
tazea e annancos impressos em maia de ama cor,
parte daa caxaa de marca margem na 3:850 a
32858 viudas de Liverpool no vapor ingles Dcd-
ton,'idem em 14 de Setembro d corrente anno,
abandonados aos iireitcs por Antoni. Pedro de
Souzi Soarcs & C.
Armazem n. 6
dem Jos da Silva Loyo & FilhosUrna caixs
aem numero, idtm dos pertos do aul no vapor fras-
ees Congo, dem em 26 de Dezembro de 1885,
iden a Jos da Silva Loyo t Filhos, contendo
amostras de assucar.
Armazem n. 7
dem SaontsKi Brother3 & C. Urna dita sem
numero, dem de NewVoik no vapor ingles ufer-
rimack, d-'m cm 14 de Abril idem, idem a Saun-
ders Brothers & C, contendo um diccionario in-
glez.
dem diamante lfcdcntro Urna dita n 38,
idem de Liverpool no vapor inglez Orator dem
em 27 de Setembro de 1881, idem a Browns & C,
contendo quadrus annuucios..
dem triangulo P V & C dentroUrna dita sem
numero, idem de Londres no vapor francs JSnu-
lie, idem em 11 de Novembro de 1883, idem
erdem, contendo urna botija de barro ordinario.
dem M A Barretto-Doas ditas sem numero,
idem do Havre no vapor francs Ville de Santo
idem em 23 de Maio de 1881, cao consta do mam"
feato. contendo trena de cssinha estragados.
dem L & CDuas caixas ns. 2 e 3, idem idem
no vapor francs Ville de Bahia, idem em 6 de
Outubro ultimo, contendo quatro figuras de bar-
ro ordinario completamente quebradas, abandona-
das aos direitos por Q. Laporte & C.
Terceira secc&o da Alfondega de Pernambuco,
19 de Novembro de 1886.
O chefe,
Cicero B. de Mello.
9
DECLARARES
Companhia de Edificado
Communica-se acs Srs. accionistas, que por de-
lib-'rac- o da directora foi resolvido o recolhi-
mrnto da quinta prestacao, na raso de 10 por
cento do valor nominal das respectivos a:cea, a
qual dever realisar-se at o dia 5 de Dezembro
prximo, futuro, no escriptorio da companhia 4
prsca da Concordia n 9.
Recife, 5 de Novembro de 1886.
Gustavo Antunes,
director secretario.
Monte Pi Popular
Pernambucano
Polo presente eo convidados os socios desta
soeiedade para, na forma io 2 do art. 22 dos
estatutos, reunirem-su em asaembla geral domin-
go 21 do corrente, a 10 horaa do da, afim de
(ffeetuara- a eleicao do cunarlho adminiatrativo
e conimisso de contas, que tem de funecionar na
seguinte asno social.
Secretaria da soeiedade Monte Pi Popoolojr
Pernamboeano, 17 de Novembro de 1886.
O 1- secretario,
Regino F. de Carvalho.
(


Diario de PernambucoSabbado 20 de Novembro de 1886



y

Irmandade da Solcdade
O abaixo assignado, secretario da irmandade
de Nossa Senhora da Soledade. erecta na igreja
de Nossa Senhora do Livramenro, declara que o
3r. Adolpho Lina de Souza, juis da mesma irman-
dade, desi.tio desse cargo, passando-o ao sen sub
stituto legal, qae o substituir no anno prximo
vbidouro.
Recife, 20 de Novembro de 1886
Frederico Marinho de Mello Tavaret.
mdadTelUossa Senhora do
Rosario da Boa-Vis'a
De orden do nosso irmSo jais, Romualdo Ca-
nillo do Sacramento, sao con ridadua os irmaos que
esto legitmente constituidos, conforme a disposi-
oSo do art. 3 do compromisso e outras annexas ;
para se rounirem, em sesaao geral, no domingo, 21
do (jrrente, pelas 10 horas da munhi, no consisto-
rio da referida irmandade, para o processo clei-
toral da nova admin'stracio do anuo compromis -
sal de 188687 ; sendo para este fim celebrada
anteriormente pelo padre Adelino a missa votiva
do Divne Espirito Santo, pelas 8 horas da ma-
na!, do mesmo da, com assistencia de alguna ir-
Consistorio, 18 de Novembro de 1886.
O secretario,
Luxz Mamede Ribeiro.
S.\ B.\ Cavalleiros da
Cruz
Da ordcra do R-sp.-. Ir.-. Ven.-, convido a todos
oiOObr. da nossa Ang Off. asereunirem
em nossa sede no dia 21 do corrate, s 10 horas
da manha, para se proceder a eleicao das LLuc. .
e mais DDig. que tem de fuoccion.ir no anno
mas. de 5887 a 58tJ8, procedendo se dito eleicao
eom o numero de Hr. que comparecer, visto
alo se ter reunido niero suficiente na sessJj
convocada para o dia 5.
Secretaria da As*.-. Loj.-.Cap.-. Cavallei-
ros da Cruz, ao Val. da ra d.i lmparatriz. em
18 dj Novembro de 1886.E. V.-.
O secret. Adj. .
Eduardo G. Goncalves 18. .
Pica suspenso o expediente d<-ste club nos das
17,18 e 19, em virtude do tallecimento do notso
pi-Mtimoeo consocio Joaquim Augusto Queiros.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 17 de
Novembro de 1886. O- secretario,
P. C. Caianova.
Lyco de rlese Officios
De ordem do respeitovcl rmilo director, faro
publico a quem interesrar posan, que em vista de
algn i expisitorts nao terem podido acabar os
reductos que lencionavam expor,e pedirem a esta
airectoria a transferencia da abertura da sexta
exposicao artstico-industrial, u-.arcada para o dia
21 do corrate, e como a directora visse que d'.ihi
traria bem nao t aos expositores, como tambem
expolelo, que se enriquecer de mais productos,
houve por bem nao s a exposicao, como tambem
o anniversario, designar para o da 12 de ez-ia
kro futuro, esperando que os seus esforr/os sejam
cornados do melbor xito possivel.
Secretoria da imperial sociedade dos Artistas
Meebanicos e Liberaes de Pcrnambuco, em 19 de
Novembro de 1886O 1 secretorio,
Jos Castor de A. Souza.
Companhia de Beberibe
Convida-se ao Srs. accionistas a virem recabj
o 77 dividendo na pr>p)rc.1o 44100 por accAo
cujo pagamento se e'ectuar neste escripterio das
10 horas da manha a 1 hora da tarde, diarianvn-
re at o ultimo deste mez, e ao depois aos sabba-
>ios.
Recifa, 14 de Novembro de 1886.
O director secretario,
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Obras do Porto
De ordem do lllm Sr. engenbeiro director da
refartico da obras de conservadlo i s portos de
Pcrnambuco, o de conformidade com a autorisacao
Je S. Exc. o Sr. ministro da agricultura, com
mercio e obras publicas de 27 de Cutubro prxi-
mo paseado, faco sciente a quem ioteressar possa
jue, na dia 20 do carrete mez, ao meio dia, na
usesma repartici, recebem se propastas em cartas
fechadas e competentemente selladas, para a venda
ilos seguintes objectos:
Urna machina completa de baixa preseao de ba-
anceiros, em perfeito estado de conservadlo, me-
dindo o cylindro 26 polegadas inglesas de diame
tro, com torca cff-etiva de 25 cavlos.
Urna caldeira cyndrica completamente nova
anda aao servida) com 49 tubos de lati de 3 1/4
se polegada de dimetro, e 11 pea inglezcs de com-
orimiuto de forca evaporativa effuctiva de 25 ca-
vsH'-s.
Cavername centado de aro navio, compondo se
todo de madeira de sicupira c amarello, faltondo-
Ihe tmente o taboadu do costado, teodoas seguin-
tes dmeosoes : 33,m14 de roda roda, 31,'35 de
juiibe, 3,24 de pontal, e 7,">10 de bocea.
f.A machina e a caldeira acham-se na cfficina de
uachiuus sita ao enes do Ramos e o cavername,
30 esUlbeiro da oficina de carpinteiros e calafatei,
'm Pora de Pcrtas, onde podem ser examinadas
,ielos prctendentes.
Rcparticao das obras de conservsco dos portos
de Pcrnambuco, 11 de Nov, mbro de 1886.
O Io escripturario, Manoel Duarle Percira.
Thesooraria de Fazenda
No da 24 do coirnTe, pelas 11 horas da ma-
nha, sarjo pagas no Arsenal de Guetra as costu-
ras relativas Ia quinaena do correte mes.
Thesourana de Fazenda de Pcrnambuco, 18 de
Novembro de 1886. S-rvindo de secretario,
J. H Oliveira Amaral.
Obras publicas
Pela repartilo das obras publicas se faz pu-
blico que da dia 20 em danto do correte mez,
fica iotcrrompido o transita de vehculos e ani-
roaes, pela ponte dos Arrombados, at que se
connt.ru i o respectiva passadC/>.
Secretaria da repartilo das obras publicas de
Pcrnambuco, em 19 de Novembro de 1886.
O secretario,
JoSo Joaquim de S. Varejlo
Moute Pi Portuguez
Assembla geral
Para eleicao dos novas funceionarios que tem
de dirigir os destinos desto pia instituiclo no anno
social de 1886 a 1887.
Nio se tendo reunido numero suftVicnte dos
senhores socios no domingo 14 do correte, de
novo rogo aos meemos stnhores seu comparec-
ment pura domingo 21, na sede social, s 11
horas da mauhS, para assistirem a letura do re-
latorio e tratarse de urgentis irnos interesses so-
ciae.
Recife, 17 de Novembro do 1886.
Jos Vicir de Siqueira Perras,
Secretario.
Monte de Soccorro de
Pernambuco
Os poaauidores daa caut.-ll.as de penho-
rrs dos nmeros abaixo sao convidados a
rosgatal-as at o dia 23 do corrate :
11,632 11,633 11,645 11,705 11,976
11,981 11,988 12,010 12,022 12,025
12,103 12,107 12,168 12,202 12,302
12,306 12,319 12,314 12,329 12,335
12,336 12,346 12,349 42,351 12,359
12,360 12,361 12,362 12,370 12,371
12,376 12,381 12,387 12,391 12,392
12,394 12,402 12,405 12,106 12,407
12,408 12,409 12,411 12,412 12,414
12,416 12,422 12,431 12,438 12,439
12,444 12,149 12,462 12,463 12,J65
12,467 12,470 12,472 12.473 12,483
12,486 12,497 12,499 12,501 12,505
12,510 12,511 12,516 12,517 12,521
12,522 12,524 12,525 12,531 12,532
12,533 12,538 12,551 12,552 12,561
12,565 12,566 12,567 12,569 12,583
12,584 12,592 12,594 12,595 12,596
13,603 12,610 12,614 12,62i 12,622
12,628 12,630 12,633 12,tJ:5 12,636
12,650 12,652 12,661 12,665 12,668
12,669 12,672 12,679 12,684 12,689
r,693 12,694 12,697 12,700 12,70*
12,704 12,709 12,715 12,717 12,718
12,719 12,724 12,726 12,731 12,732
12,733 12,742 12,744 12,746 12,747
12,749 12,750 12,755 12,757 12,764
12,765 12,771 12,777 12,778 12,779
12,780 12,784 12,786 12,787 12,788
12,790 12,792 12.793 12,791 12,801
12,802 12,809 12,841 12,847 12,850
12,855 12,858 12,870 12,871 12,873
12,877 12,878 12,886 12,888 12,889
12,895 12,898 12,89J 12,912 12,914
12,918 12,922 12,923 12,924 12,929
12,935 12,936 12,437 12,939 12,943
12,949 12,950 12,953 12,955 12,960
12,965 12,966 12,978 12,980 12,984
12,987 12,988 12,989 12,991 12.9J4
12,995 12,998 12,999 13,001 13,003
13,004 13,005 13,006 13,007 13,013
13,014 13,016 13,017 13,018 13,019
13.024 13,026 13,032 13,034 13,038
13.040 13,044 13,045 13,050 13,056
13,058 13,061 13,065 13,067 13,069
13,072 13,073 13,076 13,078 13,079
13,080 13,088 13,089 13,091 13,092
13,093 13,095 13,096 13,097 13,101
O gerente e guarda livros.
Felino D. Ferreira Coelho.
tent de tornar bem conhecido o progres-
so das artes e offi.ioa entre nos a perfei-
980 e utilidade de seus productos, fazer
coobecido seus autores, bem como os lu-
gares de seus estabelecimentos, afim de
facilitar a sabida e o consumo delles, pro-
move ella tojos es anuos para o dia de seu
aonifersario, segunda dispSe o 6o. do
art. 2." dos seus estatutos, urna exposicao
dos trabalhos d'artes officios e manufactu
ras. E' para a consecucSo de t3o aper
feicoado quSo vantajoso fim, que a directo-
ra da sociedade vein pelo presente, soli
citar de todas aquellas pessoas que pos-
suern por pergaminho o trabalbo, sua cffi-
caz con .urrencia ExposiySo que, em 21
de Novembro deste anno se effectuar em
sua sede, Lyccu de Artes e Officios.
Cumpre tambem a ella fazer conhecedo-
res os Ilustre senhores e senlioras, que
a quizerem honrar com seus productos, os
seus direitos e
De veres
1. DeverSo at 15 do dito mez envia-
rem as amostras de seu3 vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceu.
2." Era todos os objectosdeverSo acom-
panbar o nome do autor, ou proprietario
dos mes nos.
3.a Ser impresclndiv*! em todo e qual-
quer objecto a declararlo do prego, e lu-
gar d sua fabrica ou deposito.
4. Que os objectos para a ExposigSo
ddvem ser tal qual os costuma fazer e
vender. -
Direito
Art. 8o do regulamento da ExposicSo
Artistico-Industrial:
Soraento aos expositores permittido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitau-
tantes os seus productos.
A directora conseja de que uuito se es-
forcarSo para o faustaso -sultado deste
certamen tao pro/eitoso e lisongeiro a to-
das as classes industriaos, antecipa seus
devidos agradecimentos.
Secretaria da Imperial Sociedade dos
Artistas Mchameos e Liberaos, era 18 de
Setembro de 1886.
Jote Castor de A. Soeu,
1" secretario.
COMERCIO
Holsa comoiprclal le Pernam-
buco
RECIFE, 19 DE NOVEMBRO VE 188t>.
Aa tres horas da tarde
<'o!atei ofic-att
d/v. com 7|8
7t8 0/0 de
tocen lie Artes e Officios
A Imperial Sociedade das Artistas Me
chanic.os e Liberaes ue Pernambuco, que
tem a ?eu cargo o Lyoeu de Artes e Offi-
cios, no intuito de Ilustrar as classes arts-
ticas e manufactureras, matera como j
bem conhecido em seu palacete no Cam-
po das Princezas, aulas de diversas liogua
funecionam em tolos
e setnelas, as qunes,
os dias utois, das 6 s 9 horas da noito.
Com o mesmo intuito in.ri'm ella urna
cora
modesta bibliotheca
que,
pequea o
patriticos donativos, t>ugraeuta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as mesmas horas cima
Assim, po's, cora o mui applaudido ir.
1.1 likAYUAQR---- *e '2 M 1 8
'".o de 19
&82*855
2. 5/557
6:558/412
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 30
0(0 le descont.
Cambio so ore Santos, 30 d/v. com
descont.
Dito sobre dito, 90 d/v com 2 3/8 0/0 de descont.
Cambio subre o Kio Grande do Sui. 90 d/v. com
2 3|8 O/U de descont.
;.'ainbio obre Londres. 9j djv. 21 7(8 d. porl,
da banco.
1'arabiosobre Lisbja, pagavel em Londres, 90 d/v.
22 1|16 d. por U.
Cambio sobre Lisbua e Porto, 93 d/v. 140 0/0 de
premio.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. (i. Alcoforado.
HfiMMMKNl PBLICOS
Mea de Novembro 4e 1886
ALFANDEGA
DESPACHOS DE IMPORTACAO
IX 9 ^ 18 dt-m a- 19 717:736373 51:261/318 768:9 J721 12/J i'0 863:978/924 28.025 .'440 1:78/OO 2.:7y3610 15:6174696 3^6 Rol
De 2 a 18 >aern ctu la 1IG.377/07S 8:611*1^7
lea" caRDoai* De 2 a LADO Hiohhcial B 19 18 De 2% 18
:974<5ft
Vapor americano Advanee, entrado de
New York c escala em 19 do correte e
consignado a Henry Forster & C. mat>i-
festou :
Agua-/az 6 caixas a Faria Sobrinho
C. :-
Amostras 2 volumes a diversos.
Bombas 1 csixa a Albino Silva & C.
Banha 200 barris ordem, 100 a r'aiva
Valente & C, 50 a Fraga Roch, & C, 25
a GuiuiarSes Rocha & C.
Capsulas 1 cala a Miranda & Souza.
Couros 1 a A. D. Carneiro Vianra, 2 a
Mondes JuDor & C.
Charutos 1 caixa a Browns C.
Ciindiciros 3 c.ixis a Vunna Cssfro
& c.
Drogas 34 volumes a Francesco Manoel
da Silva & C-, 14 a Faria Sobrinho & C,
6 ordem.
Farinba de trigo 700 barricas a Pe reir
Carneiro < C, 50 ordtm, 200 a Julio
& Irmao.
Ferr-gcns 20 voluuies a Wu, Halliday
&C. J
Kerosene 450 caixas ordem, 50 a
Paiva Viente d C.
M< rcadori; 6 diversas 2 caixas a J.
Krause tro & C.
Oleo de rnhaca 42 barris a Francisco
Manoel Ja Silva <& C, 3 ordem.
Belogios 11 caixas crdem.
Revolver 1 caixa o Miranda A Souza.
Ti cid os div i\Ja hado ri Pereira.
Touiinho 14 barris a Guimares Rocn
& O, 2|t ordem.
TinlJKcaixas a Vianna Castro B.
Vern* 1 caixa a Faria Sobriuho & C.
Vidros 1 cnixa a Bernardino Dusrte
Campos C
Companhia de Edificacdes
O escriptorio desta
companhia acha-se in-
stallado na prac,a da
Concordia n. 9,conser-
vando-se aberto das 7
horas da manha s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
trucQes e reconstruc-
5oes.
Recebe-se informa-
Qes acerca de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquarj, pro-
priedade da me sin a
companhia.
THEATRO
SANTA ISABEL
Companhia lyrico-ciimica dt oprelas francezas
Regento de or-hestra : de Mirecky Ensaiador: Garcon
Sabbado, 20 de Novembro de 1886
ESPECTCULO DE GALA
Honrado com a presenca de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
Beneficio em favor dos artistas da companhia
promovido pelo CNSUL DE FRANCA desta cidade, com o concurso dos sympathica
e reputad artista Madamo Regina Diiranri
PROGRAMA! A
PRIME1RA PARTE
^^^ Ouvertura pela orchestra
On demande une institutrice
Opereta em 1 acto, executada p-.r Mr. e Madamo GARLN.
Ouvertura pela orchestra
!GAGA, caccSo cmica por Mlle. Lesage,
o0-^N^'NTE'S"DS PAS OE CETTE OKEILLEL*, tyroleaa por Mr. vnl.-ie.
* ~"S?J?0IS LAYETTES, canc.neta por Mlle. Sialnvllle.
4.MIGNON, r, manee por Mr ArMla.
ft.oLES PETITES COCODETTE.S, canco cmica p^r Mlle. to.
6o_GILLETT DE NAKBONNE, ana por Mlle. I.nfl. ur.
Doo da Pr anx cleres, por Mlle. VALDI e Mr. HOVEN
Havonw ec: es neonata franeza por Madama RE.. INA JUrtAND.
SEGUNDA PARTE
Ouvertura pela orchestra
LE ESOR U DIABLE
Opereta em 1 acto, eiecutuda por Mr. ARSIA e Mlle. VALDI.
Ouvertura pela orchestra
10--LA SEKENADE INTERROMPUE, por Mr.
ll.o-ANATOLE C'EST UNE CtiLLE! eaneSo (
Hinca.
~.flfao cmica por Mlle. Leo.
12 -LES BAVARDS, aria por Mlle. Ladear.
13.-VIRGULE, UN POINT CE8T TOUT, cancSo cmica por Mr. arco.
O Sino* de Cornes-llle, rond.. i-m portugnez oor Madumu REGINA DURAND.
TERCEIRA PARTE
Ouvertura pela orchestra
L$ rctour du Saitimbqae
Opereta em 1 acto, executada por M. HOVEN, GARf'O.N e Ullea. STaInVILLE e VALDI.
O especlacalu pr'iciplar t 8 lloran -iii ponto.
U programma sendo escolhido os artistas esperara merecer a proteceo Jas distiuotas fami-
lias pernambucanas.
A msica do corpo de polica presta so geueiotamei'te tocar duraotc es utcrvallos.
Bunds para todas as Imhas- Trena para Api pucos e Olinda.
PRESOS : es re costurae.
e. n va bilhcte.de8de i* venda as casas do Illros. Srs A. Duc.isb!e, ra Nova; Charles Pluvm
&. L, Recite, e ua bilheteria do theatro partir d 3 horas da tarde no dia do fspecfacuio.
I N'um dos intervalks ama commiseao ir c ni-
! primentar as Exmas tainilia.
O resto dos bilhete a venda na bilhetaria do
| theatro, no dia do espectculo, das 10 horas da
! manha em dianto.
Bonds pira Maglalens, Ferjandes Vicira c
Afoad's.
SEGUROS
\IARITIAIOS CONTRA FOGO
Companhia Phenlx Per-
nambucana
Ruado Commercio n. 8
COtll>A\UIA lft KCSoi
AORTIIERV
de LOndres e Aberdeen
PoHlcoOiiancelra (Decembro 1886)
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos accuraulados 3.134,348
Becelia annoal t
Di premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGESTE
BITA C O
John. II- Boxwell
IMEBOOCIO \. O 1 l.\U*ll
MARTIMOS
THEATRO
sito mm
EMPREZA DRAMTICA RENEFI
CENTE
Domingo, 9t do correte
ESPECTCULO KXTRAOltUINARIO EM BENE-
FICIO DOS COFHESt SOCIAES
Cirande nuccpnno:::
Sori>rebenden(e funeco : : :
Dep iis que s orchestra da sociedade dirigida
peln insigue maestro e consocio Autonn Marline,
tiver ejecutado urna linda ouvertura, subir a
seeua pela prim-ira vez nesta epocha o importante
drama em o actos ou 8 quadros, origin..l franuez,
tradueco do sympathico escriptor portuguez
Eduardo (rarrido
As (iiiiis orpliis
DENOMINAgO DOS QUADROS
1." O rapto
Orguibo e (lucilo
Estrada de ferro de
Ribeirat- Bonito
De crdi-m da directora sSo convidados os se-
nh'.res aeoi uistaa a r eolherem no London & lira
siljan B^nk, no pr*so de CO dis, a contar de
boje, a terecira entrada de 10% do valor nomi-
nal de suas accoes.
No escriptorio da empr i\ si-ro distri buidas
oelus srnhori's accionista as suas acces, median-
te a c^bilii^io das caatellas dos recolhimentos da
1*, 2 e 3> entradas Recife, 5 de Novembro de
1886.-0 gerente,
Hypjlito V. Pedcwieiras.
COBPA^UIA PEBNAHIl'CAXA
DE
ViTegaeSo costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Tamandar e Kio Formse
0 vapor Mandahu
Sejjue no dia 22 de
Novembro.pclas 5 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
dia 21.
Encjmmendas, passagens e dinbeiros frete ate
s 4 horas da tarde do dia 21.
ESCRIPTOBIO
Ao Caes da Companhia Perram1 uta a
n. 12
COM PA.MI IA PEBKAHBtCl^A
DE
^avesaejo Costeira oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyla, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
LII^'Sa^^^ Segu no dia 20 de
??W<^t"',Sr^K!^*v Novembro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 19.
Encomonendas passagens e dinheiros afrete ate
i 3 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Caet da Companhia Per*uiml>ucana
n. 12
CHARGEIRS RE MS
Companhia Francesa de Xaveta
fii a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pcrnambuco, Baha, Rio de Janeiro e
San toa
3.
4.
5
6.
7
3."
O segredo da polica
A cega
A sorpresa
O mandado de exilio
Ascansihato e suicidio
O pcrd.lo
DlS'PACrlOS l)E KXPOrTACAO
Em 18 de Sovembro de 188o
Para o exterior
No vapor ailemao Santo, carregaram :
Pala Hamburco, Borstclmann & C. 500 fardos
cy.u 0.-1,314 k'los de algodo.
No patacho ingles Plover, carregaram :
Para New York, Julio 4 Irmao 3,000- saceos
com 2'5,000 kilos de assuear masca vado.
Na barca amcrieana Archer, carregaram;
Para New Yotk, H Forster & C. 8,100 saceos
'om lT,5*.'0 kilos de assnc r mtscavado.
Na burea amerieana teatrice, carregaram :
Para N. w-York, Julio & Irrao 3,000 saceos
com 32>,000 kilos de aesucar mascavado.
No | atacho americano JoAn Al. D., carre-
garam :
Para N.w-Yurk, J. S. Ley & Fiiho 1,900 sac
es coin 142,500 kilos de assuear mtiscavado.
Na polaca hespanhola Felicia, carregaram :
Para Montevideo Arajnm Ima.is & C. 800 vo
lumes com 89,081 kilos de assuear branco.
Ns barca portnjruezi Pereira Borgei, carre-
garam :
Para Lisboa, M. Lima & C. 250 sacias com
17,881 ki'os de algodJo.
e?,. -
Para o Interior
pori
T.mam parte as actrizes : DD. Rosa Manhon-
i, Edelvira Lima, Apoloni, Leopoldina, Qui
Ihermioa, Lacci, etc, etc. e todos os smadores do
corp) scenico. Cavalheiros, damas, policiaes, etc.
EpecbaActual idade.
MIaE-EN-SCENE de actor Fernando Lima.
Principiar as 8 horas.
O theatro achar-se-ha decentemente ornado, e
orna banda marcial far as honras da recepelo,
< x.-cutando as melhorcs pocas de seu repertorio,
fazendo-se ouvir igualmente neg intervallos.
A direetcna da sociedade espra a cosdjuvscao
do Ilustrado publico para a sua f-sta, e antecipa-
se un agradecer a todos quaDtos a ella concorre-
rom, e especia'mente as pestoas que se dignaren)
de acceitar o seu convite.
CONTRA F0C4
lie Liverpool & London i Glob
INSIRRANCE GOMPANY
&G.
Para o Para, S. Q. Brito 300 barricas com
19000 kilos de assuear branco ; V. T. Coimbra
500 barricas com 39,155 Ift kilos de sssucar
branco ; P. Alves & C. 30 bsrricai com 1,200
kilos de assuear refinado.
Para Maranhio, V. de Itaqui do Norte 5 barri-
cas cora 420 kilos de cola.
No hiate nacional Crrelo de Natal, carre-
garam *
Para Macahybs, Amorim Irmaos & C. 203 sac
eos com fariuba de mandioca.
COWRA FOGO
\orlh Brilish Hcrcantile
CAPITAL
t:0io.OOo de lloras sterlinas
AGENTES
Adomson Howie & C.
200
- No vapor allemo Paranagu. oaircgaram :
Para Pauto, f. Burle V. 2S0 saceoj com
1*>,8(X) kilos d assucur branco e O ditos com
13,200 ditos de dito masca vado ; Faltar Irmaos 6e
C. 45'J saceos com J7, e 550.ditos com 33,000 dit. de dito masca* ado ;
P. *A. de Aztvdo 69_> sacc s com 41.580 kilos de
aspucar branco e 879 dit s com 52,710 ditos de
dito mnscavado.
Par* o Kio do Janeiro, B rtc'msnn S C.
ss. cas com.15,119 k'los de algoiao.
No patacho nacional Tabardo, carreg.iram :
Para Porto-Alegre, Har ce Rezende 75 saceos
com 5,62>> kilos de assuear branca e 25 ditos com
1,S75 ditos de dito mascavado.
Para Pelotas, Maia A Rczcnde 500 volumes
com 17,560 kilos de assuear branco e 25 barricas
com 2,6^5 ditos de dito mascavado.
Para o Rio Grande do Sul, Maia & Rczeudc
130 saceos com 9,750 kilos de assuear branco e 20
ditos com 1,500 ditos de dito mascavado.
No patacho allemSo Brilhante, cxrrcgaram :
Para o Rio Grande do Sul, Bailar Irmaos at C
d pipas com 3 84'' litros do agnardent".
No patacho allemo Antlope, cairegou :
Para Santos, J. J. Mor ira 300 sacos com
18,000 kilos de assuear branco e 500 ditis com
30 O 0 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Para, carregaram :
Kara o Cear, Hallar limaos & V-. 8 barricas
c-m T kilos de assuear brajtfo. '
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 19
New-York e escalas 19 dias, vapor americano
Advance, de 1,902 toneladas, commandante Jas
Snnd, equijagem 63, cargt varios gneros; a
Henry P< rster & C.
Santos e escelas9 dias, vapor allemSo Santo,
de 1,700 toneladas, commandante Ch Boie,
rquipagcm 50, carga varios gneros ; a Bors
telmann & C.
Memel18 dias, patacho dinamarqus Venus, de
189 toneladas, capitao C. P. Holm, equipagem I
8, carga madeira de pinho ; ordem.
Bfaeo11 das, byate nacional Aurora 2', mes-
tre Manoel Duarte da Silva, cqu>pagcm 5, car-
ga varios gneros ; a Carlos Antonio do Aran-
jo. !
Mossnr8 dias, hynto nacional Dcus te Guarde,
de 1)0 tonfladas, mestre Antonio Alves da Sil. j
va, cquipsgem 5, carga varios gemrjs; a Bar- I
tb lomen Lourenco.
Navio sahido no mesmo dia
P.raliy^a-Barca inglesa M. C. Craig, capito'
A. Withcrford, rm lastro.
Porto Alegro Vap?r nacional Aymor, cotnman- '
dante P. Csssrechia, carga assuear.
Rio Grande do Norte -Hyatdacional Correio do
Natal, mestre JoSo Quedes de Moura, carga
varios gcii-roi.
Santos e osalas Vapor americano Advance,
comandante Jas Sond, carga varios gene-
ros.
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda em t "*.>.
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
( 31 de dezembro de f884
Marilimos..... 1,110:000^000
Terrestres,.- 3!6:000000
ii Una do C'ommereio
ondon and Brasilian Ba
l.lmll.<;
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
f t do mesmo anco em Portugal, sendo
j ra Lisboa, roa dos Capellistas n 75 N
j Porto, ra dos Inglezea.
Espera-se dos nortos j
sul at o dia 22 de Novembro
seguindo depois da indis-
penaavel demora para o Ha-
vre.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e ocrccem excellentes commodos c ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomadas de antemar.
Recebe carga encommendas e parsageiros para
os quacs tem excellentes accominodacoes.
sTEMEaViUe de Cear
E' esperado da Europa
ni dia 24 de Novembro, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
bia. Kio de Janeiro
e Santo*.
Roga-se ao Srs. importadores de carga p-"!oa
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvarengu.- luai-
quer reclama^o concernente a volumes, qa< po-
ventura tenham seguido para os portos do suLafim
de se podereui dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageires par*
es quaes tem excellentes acuomodacoes.
Angosto F. de OSiveira&C
42 -RIJA DO COMMERCIO -42
Companhia Bahlana de navega
eho a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha
0
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7 -RA DO BM JESS-N.
Sejtnroai ninriiaaoi lerreetrea
Ne.-tes ultimo a nica oopipinhia aests praja
que conct'de aos Srs. segurad)s iseaipfiods paga
ment de pn/mio em cada stimo amo, o ("M
equivale ao descont de eerwi,-,ds !9 por canto em
avor dos ergurados.
pOMPANHIA
VAPORES ESPERADOS
Imperial
DE
Advance
ViUcde Victoria
John Eider
Tagus
ViUe de Cear
Merchant
Cear
Espirito Santo
Paran'iente
Oreifj/j'ie
de New-Port News hije
do sul hojo
da Europa amanbS
da Europa a 24
da Europa a 24
de Liverpool a 25
do norte a 26
do. sul a 2
de New-York a 27
do sul a 30
MECilROS contra FOGO
EST: 1803
Edificios e mercadoria
Taxas baixa
Prompto pagamento de prejuixot
CAPITAL
fts. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. 5- Ra do Commercio N. 5
Commandante Nova
Seguc iuipreterivel-
mente para os portos
cima no dia 22 do cor -
rente, ai 4 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at o 1/2
dia do dia 22.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete f racta-se na agencia
7Ra do Vigario7
Dominas Alves Malieos
BOYAL AIL STEAM PACKET
COMPANY
0 paquete Tagus
E' esperado da Europa no dia
24 do corrente, seguin-
do depois da demora necessa
i ria para
de laneiro nonlc
Buenos Ayres
Este vapor traz siniplesoiente
passageirose malas c imoicdia-
lamenlc segura depois do desem-
liarqudos mesmos.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se c n? os
CONSIGNATARIOS
AduiiisonHow.c&C.
Baha, Rio
video e
Para Porto-Alegre
Para o porto cima segn com toda a brevidado
a escuna dinamarquesa Ane Johanne, per ter a
maior parte da carga engajada : para o resto &
tratar com W. W. Robilliard.
Moss.t
Segu para o porto cima o hiate S. Lourenco
tem parte da seu carregsmento, recebe o resto
que lhi' filfa a fretes baratos ; a tratar com Bar-
tbolomeu Lourenco, ra da Madre de Deas nu-
mero 8.
i


t


Diario de PernambncoSabbado 20 de Novcmbro de 1886

t\

Pacific Sleam Navigaon Corapanj
STRAITS OP MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
irado da Euro-
pa ate o da 21 de No-
li moro, e seguir ds-
oois da demora do eos-
turne para a
Baha, Rio de Janeiro. Monte
video e Valparaso
Para carga, passagens, encoinmendas
heiro a frete tracta lecoi os
AGENTES
V 11 son Sons C, Limited
N. 14- RUA DO COMMERCIO N. 14
e din-
Lisboa
Segu com brevidadj a barca portogurza Pe-
reira Borg<.8 para o resto da carga que falta,
trata-se com Silva Guiuiares A C, i ra do
Oommercio n. 5.
LEILOES
Hoje, 20, deve ter lu&ar o leilao da armacao
balcilo, burra e mais pertencas da toja da ra No-
va n. 42. bem como do resto das fazcndas, malas
o mais manequins.
Segunda-feira, 22, o do cofre, carteira, pren-
sa, repurtimeutu de escriptorio, cadeiras, candici-
ros a gaz, balero e pertencas da ioja da ra do
Mrquez de Oiiuda o. 10.
Leilao
De l'azendas e malas para viagen?, ruaue-
quioa do snhoras e meninas
Bofe, 20 ci comente
A's 11 horas
\u loja da ra do Baro da Victoria
ii. 49
Em continaacao
Ao meio dia
ulUa
da armacao envidrar ida e envernisada, balcao
candieiros a gaz, rekgio, carteiras, mesas, cadei-
ras, burra pruva de fogu, roparimento de escripto-
rio, esprlhos e mais objectos da lujada massa fallida
de Caetano liamos & C, ra do Baiao da Victo
ria n. 42, em um ou mais lotes.
O agente Pinto levar a leilao, em continuadlo,
(boje, 20 do crente) o resto das fazendas, malas,
manequins, bem como a armacao e seus pertencas ;
isto por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial do
eommercio, em virtude 1j requerimento do cura-
dor fiscal e depositario da referida massa.
jLeilo
Boa eoinpra
Do sobrado n. 37 ra do Pedro Affoneo
Agente Britlo
Qiiarta felra. 94 do correte
A's 12 bi ras era ponto
No armazem rua do Vigario lenorio
n. 12
O agente Pestaa, vendar a quem mais der no
dia e hora cima mencionado, a ezcelle bareaca
Paulila, com lotsclo pira 600 saccas, achaudo se
a mesma ponte da Bd i-Vista, onde poder ser
examinada p.-los Sis. pret<-ndentes que quizereio
aproveitar a safra, para melbor garanta ser ven
dida livre e desemWacxda de qualquer nnns.
Agente Pestaa
Leilao
Do importante sobrado de 3 andares, sito a
ra de Domingos Jos Martiaa n. 38
freguezia do Recife qor detraz da Caixa
Econmica.
lAvre e dntmba racado de qualquer mus
Rende 900VJ00 annual, acba-se em peifeito ee-
tado de c nserv-co.
Quarta-reir ti do corrate
A's 11 horas e:n ponto
Na ra do Vigario Tenorio n. 12
Ao correr do martello, a quem mais der
nmniiGiit
AOS
100:8001089
Leilao
De importantes movis, ricos espelhos para
consolos, figuras de biscuit e jarros
finos
Sendo : urna linda nwbilia de nogueira, enta-
lbada e encost de palhinha, 1 Fofa. 'J dunquer-
ques, 12 cadeiras de guarnico e 4 ditas de bra-
cos, 3 grandes espel'ios com molduras deliradas
para coosoloe, 4 importantes figuras grandes de
biscuit, 2 grandes jarros de baccarat, 2 escuna
deiras finas, 1 tapete grande para sof, diversos
tapetes para portas, 8 sanefas douradas, 6 pares
de cortinados e 2 etagers.
Urna importante cama francesa de Jacaranda, 1
benito toilet de dito, 1 lavatorio com pedra, 1 bo-
nita guarnico para lavatorio, l marquezo para
enanca, 1 berco fiugindo cama, 1 pequea banca
para quarto de dormir, 2 meias-eommoda de ama-
relio, sendo tima para enanca, L cabide de colum-
na, 1 cadeira-retrete, 2 jarros e diversos cabides
de mola para parede.
Urna mobilia de junco com encost alto, tendo
12 cadeiras de guarnico, 2 ditas Je bracos, 2 di-
tas de bilanco. 1 sof e 2 consolas cem p-'dra, 8
cadeiras de Jacaranda, 1 banca com estante para
iivros, 1 armario, I serpentn, t quadros de oleo-
grspbias, 1 guarda louca de amarello, 1 grande
aparador com pedra, 1 meia elstica ^e amarello,
l quartinbeiro de columna, lavatorios de ferro,
banquinbas de amarello, 1 tapete forro de quarto e
1 esteira para quarto.
Seis mappas anatmicos, 1 figuras de gesso di-
tas, 12 cadeiras de junco, 1 sof de dito, 1 mesa de
carvalbo entaihada, 1 poltrona entalbada, 1 rica
espingarda de carregar pela culatra e outros mui
tos m -veis todos de gosto e bem conservados.
Quinta felra, do correte
A's 11 horat
Na Ponte de Uchs, junto 4 estaeio (casa do con-
solheiro Jos Bento t'a Cunha Figueiredo)
O agente Martins, autonsado por urna familia
O agente cima mandado do Exm. Sr. Dr. juiz I que se retira para o lo de Janeiro, far leilao
de direito e da provedoria, e a requerimento do D. ; dos importantes movis e mais objectos existentes
Anna Mara dos Santos. levar a leilrto urna psrte em dita casa, os auaes se tornam recommendaveis
do refer Jo obrado na importancia de 2:608*563,1 pe'o pouco uso que tiveram.
para pagamento ac legados, e por autorisaco da i Um trem especial partir da cstacio do arco .as
proprirtaria vender as outras partes, rendando i W horas e meia, e dar transp.ito gratis aos con
1-2003000 correntcs do leilao, tocando em todas as es.acoes
SABBADO, 20 DO CBRENTE intermediarles.______________________________
ATo armazem ra de Pedro Affonso n. 43 \ T lc<-v
wip horas i_eiiao
Quintafeira 26 do correte haverjun leo do
importantes movis na Ponte do Ucha.
PELO AGESTE
A's
Leilao
da armscSo, balanca, gneros e uteucilios da ta-
verna sita ra do coronel Suaesuna n, 22C
esquina da ra de S. Je ao
Sabbado 20 do crtente
A's 11 horas
O agente Gusmao, competentemente uutorisado,
..ir.i 1< ilao da taverna cima mencionada, a qual
se acba bem loca Usada, e ser vendida em nm ou
mais lotes, vontade dos compradores. Garanto-
ac as chaves.
Martins
Bna do Naro da victoria n. _>
e casas do costante
B1HETH3 IMNTll
O abaixo assignado acaba de vender
um vigsimo de n. 4,952, eom a sorte
de 10:000,9000. um dito de n. 22,892 com
a sorte do 2:0005, tres ditos de n. 10,175,
9,083 4,914 com a sorte 1:01)0) e tres
ditos de ds. 18,495, 4,097 e 7,489 com a
sorte de 500,5000 da 10.a parte da 1. lo
teria que se extrahio a 18 do corrente.
O mesmo abaixo assignado convida aos
possuidores virera receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se a venda os afortunados b)
hetes garantidos da 11.a parte da 1.a lote
ria a beneficio da Santa Casa de Miseri
cordia do Recife, que se excrahir a 25
do corrente.
Presos
1 vigessimo 1^000 -
-m qnantldade malor de 1000
1 vigessimo 900
Joo Joaquim da Costa Leite.
1MULSA0
DE
SCOTT.
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
ilypophosphitos de eal e soto
ipprovada pela Ianta de Uy
glene e autorizada pelo
governo
E' o melbor remedio at hoje descoberto para s
itsjtra broncbltes. eaeropbalasj. ra-
ebitm. anemia. ebtlldade em geral.
ileOaxosi ioe cbronlea e atTeccAea
do petto e da sarsanin.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
sacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
laveis, possue todas as virtudes medicinaes e na-
ritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituintes dos hypopbosphitos. A' venda nat
irogarias e boticas.
Deposito em Pcrnambuco_________
1,1
Leilao
De um piano, meveis, cspelhos etc.
Agente Knto
O agente cima autorisado por urna familia que
rctira-sc para f-s, far b ilao do seguinte :
Um piano, 1 mobilia de jacarando, 1 dita de
junco, 1 mesa elstica, esp?lb>s, 1 guarda-vesti-
dos, 1 marquezo, 2 cadeiras ao bataneo de jaca-
randa, 1 inarqt; -zu, 1 quartioheira, 1 mesk de
iogo, 1 machina de costara, 1 cabide columna, et-
tagers, ti cadeiras de june, 1 guarda-louca, 1
anaieiro de cnspenso, 1 lavatorio com pedra. 1
cadeira de vime, jarros, quadros, 10119a c objectos
para cosinba.
Segunda-teira 22 de Novembro
Pateo do Tere) n. 111, 2- andar
A's 10 1(2 horas
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 84000 no boceo dos Coe-
thos, junto de 8. Goncallo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.____________________________
Aluga se os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com ezcellentea accommo-
Jacoes para familia : a tratar com N. I. Lidstone,
roa do Commercio n. 10.
Precisa-so de urna boa
da Aurora n. 8!, 1- andar.
cosiuheira ; na ra
Leilao
Da casa terrea n. 23 da ra das Triacteiras
eom 2 portas de freiile, 3 quartos, 2 salas, cosinba
lora e quintal com cacimba.
As II horas
Segunda-feira 22 do corrente
No armazem da ra do Imperador n. 16
O agente Martins vender em leilao no dia 22
sj caa terrea cima livre e desembarazada, po-
dendo ser vista peles pretendentes.
Precisase de urna boa cosiuheira, .qoe dur-
ma em casa de familia, e de u-n criado de 14 au-
no?, que nao seja fidalgo ; na I >j i ra do Bardo
da Victoria n. 39. _____
Compra-se urna escrava de 40 a 50 snnos,
cosioheira c lavad, ira ; no largo de Pedro II n.
75, 1 andar, a tratar com frederico Chaves.
Da casa de O. P. Loop, no Chora-Menino, des-
encaminbju-se, em dias da semana passads, orna
| cachorrinba preta de raca, que acode pelo nomc
! de Mascte, quem a tiver acbado e leval-a refe-
rida casa ou ra do Imperador n. 83, Io andar,
ser recompensado.
Aluga-se tm Oiiuda, raa de Matbias Per-
reir, urna boa casa novamente reconstruida e
com aua canalizada ; trata-se no Recife, casa
n. 23 roa das Cruzes : chaves para ver, em
Olinda, roa da Ladeira da Ribeira, cartorio do
escrivo l'hccdomiro n. 16, e ra de Mathias Per-
reira, loja de barbeiro n. 31. ________
Leilao
Segunda feira 22 do corrento
A's i l horas
Na ra do Padre Floriano n. 29
O agente Modesto Bautista competente i ente
autorisado far leilai ao correr do inartell Je 1
aof, 2 cadenas de balanco, 11 de gnarni ^o, 2
marquezas, 1 mesa grande, 1 dita reiionda, 3 ca-
bidea, 1 mesiohn, 3 marquezoes 1 cama, tuJo de
amarello, 2 casticaes, 1 lustre de brome, 1 estri-
vaniuba, 2 casticaes de bronze, 1 armario peque-
no, 1 caixa grande, I mesa de louro, 1 banco, 2
patea. 1 resfriadeira, 3 candieiros, 1 relogio de
parede e outros artigos que estaro a vista dos
compradores.
Leilao
de 1 cofre de ferro prova de fogo e banco, 1 car-
teira de amarello, 1 prensa para copiar, 1 repar-
timento para escriptorio, 6 cadt-iras, encanamento
e candieiro a gas, 2 fiteires pequeas, 1 balero de
amarello, 1 mesa, 3 mecaos e outros objectos.
Segunda-fetra 22 do corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
Na loja da tua do Mrquez do Olinda n. 10
Leilao
De movei", loujn e I piano de mesa
Sendo :
Urna njobilia de junco com encost de palhmba,
contando 12 cadeiras de guarnicii-, 2 ditas de
braco, 2 ditas de balanc*. 1 sof e 2 consolos com
pedra. 1 espelho, quadros, 1 cama franceza d*
amarillo. 1 lavatorio eom pedra. 1 cabtde de co-
lumna, 1 marques o, 1 piano de mesa, 1 impor-
tante meca de umarello, 1 apparader, 12 cadeiras
de guarnir'', diversas objectos do lonca, um ye-
rinenii trem de cosinba e outros multes movis.
Terca-feira, 93 do corrente
A's 11 horas
No sobrado n. 10 da ra das Trincheiras
1" andar
O agente Martins, tara leilao dos movis e mais
objectos nistenh s em dito sobrado.
Ao correr do martello
Agente Pestaa
Leilao
Da excelluate e imp -rante barc&ga Pau-
fjjta, com Iota;So para 600 saccas o
prompta a navg\r.
Aluga-se o 2- andar n 31 e o armxzem n.
39 ra do Imperador ; a tratar com Luis de
Morara Gomes Krrreira.
Vende-se um cava lio melado, grande, forte,
sadio e mantalo, proprio para qualquer servico,
inclusive para carro ; na Magdalena, sitio a. 6.
Vende se a taverna da roa de Viscoode de
Inbama n. 31, c ao preteodente so dir o motivo
da venda.
Vende se urna taverna com boa armacao e
em boa rua, e bem localisada ; para mformacoes,
rua larga do Besarle n. 16, pi.daria.
Ao jniz de direito de Olinda
Previno a V. S. que entre os bans deizados por
Francisco Antonio da Hatividado Saldanha, ba
ama letra de 225*000 que devedor Francisco
Camello Pessoa Cavalcant-, e consta-me que dita
letra nao fui considerada em inventario ; peco a
V. 8. qae ele sobre o interesse de urna pobre
orpha que herdeira, e qae no pide perder 75f
qae Ihe toca, sendo dividido por tres, basta que
ella acanete eom o prejuizo da parte que ihe
p. dia tocar da somma de 12:0001 em moeda, que
deixou scu finado pn\ pirm eoa coas que
nao fal'a, ficar [ara os mais espertes.
Um que sabe.
Perdeu-se
luotem um masso de 8 chaves jia ida do hotel da
Europa ao theatra Santo Antonio; pede-se a
quem as tiver acbado de as entregar na botica
francesa n. 22, roa da.Cruz, ser recompensado.
Tigipi
Vende-sc duas casas em Ti/ripi, por preco
commodc, em terreno jiroprio, ba localidade :
quem pretender, dilija se casa n. 52, no mesmo
jovoado, que far neg ci.
Ama
Prpeisa-sc de urna ama para cosinhar
do Oito da Matriz a 24.
na rua
Atten^ao
Aluga se ou vende-se a cas 6, *rn Sanl'An-
na de dentro, c- m -ommodos para familia ; a tra-
tar cam Thom Pereira da Cunha, rcsidiine no
mesmo lugar.
%mi
NO para coslohar, precisase
de una am < c paga se I o ni or
denado, a tratar na rna do Vi-
garlo n. lo armazem en rua do
l.ivrainento n. 19 anda', po-
der dormir aonde qulzcr.
Tomem nota
rrilhos para engenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
Machinlsmo completo para en
genhes de todos os tamanhos
Systema aperfeicoado
EspecificacZes e precos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
IV. a -Roa do Commercio
N. B Alm do cima B Ar. O, tem cathalogos de
ni. i f implementos necessarios agricultura, como
ambem machinas para descantear algodao, moi
dios para cat, trigo, arroz e milho; cerca da fer-
ro galvanisado excellente o mdico em preco, pet
joa nenhuma tode trepa! u, uoin mal que-
iral-a.
Registrada
Cahirgeni de Jaguaribe
Abri se rua do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal. cm nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo preco
fixo de 6($000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietsrio do engenbo
Jaguaribe, cujas pedreiras Ihe d o nonae
E' encarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr. Sebastiao Bezerra,
com escriptorio rua do Bom Jess n. 23.
Aos 100:000^000
BILHETES GARANTIDOS
16-E.ua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus ven
turosos bilbetes garantidos os premios so
guintes :2l916 com um cont do reis, no
n. 6207 com 5005, no n. 22051 a 22060
com lOOtfn o n. 11341 a 11350 com 200*
da 10a parte da Ia loteria.
Convida-se aos possuidores a virem rece-
ber sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 11a pirte da 1* loteria ds
provincia oru beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so extrahir
quinta feira 25 do corrente.
Prefos
I Vigsimo 13000
Sendo qnantldade superior
a lo 04000
A dezena 9*000
Joaquim Pires da Siloa.
Elixir caroiinaliYo e tnico do
pliarniaceutico Ve as
Remedio que cura dyspepdas, gastralgias e to
das as pertuibaces ligudas dcsarranjos do es-
tomago e Intestino. Ai'onselbado por varu.s cli
nicos das mais aosteeitaaist s drsta cidade, acha-s<
& vcida exclusivuninte na pharmacia americans
le A. Vi. veras & C-. a raa Duque de Casias nu
Vende-se
pal has seccas, em pirco, s, proprias para queimar
barcacas ou lastro para navios, por preco rusoa-
rel : ns rua da Praia 11 60, officiua demarcinriro
de Sr. Belchior Miguel dos Santos, se dir quem
tem.
Sem dicta esem niodifi-
caf oes de eostumes
Laboratorio ceotral, rua do Vicondo ido
Rio Branco n. 14
Esquina da rua do Regente .Rio de
Janeiro
EspeciGcos preparados pelo phar
maceutico Eugenio Marques
de llollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corte.
rtepubcas do Prata e academia fle industria d
Pariz.
Elixir de imbiribina
R8tabeleco os dyspepticos, facilita as diges-
toet e promove as ejeceoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hjpoemia
intertrepical, rtconstitue os bydropicos e enh-
neos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommtndado na bronchite, na hemop
tyso e as toases agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferrugiboso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
aismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas com
percrina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re
mittentes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambera fer-
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflamma$dcs do figado e bact
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as convaleseencas das parturientes
urtico antefebril.
Deposito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva &C.
RUA MRQUEZ DE OLINDA-23
CA.TII!.
Aos I00:000$00
HII lli: I I* t.tltt\TIOO>
t^raija da independen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 10a parte
da 1* lotera extrahida hoje, 18 do corren-
fe, os spguintes premios : de 2:00O-> em
es ns. 9-13 e 5334, de 500$ em os ns.
11369 o 13635.
Acham-se venda os felizes bilhetes
garantidos da 11a parto da Ia loteria s
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, que se extruhir a 2b do cor-
rente.
PRECOS
De cada vigessimo \fr 00
Emporcao de 100)$ para cima 900
Antonio Augusto dos Santo' Porto
CARNEIRO DA CUNHA ft C.
Peden, as Exmas. leiloras S minutos de atiendo para os e-
guintes artigos, alias baralissmosH!
Bonitop 8ortimentos do merinos de todas as cores, a 600 rs. o covado !
Linda escolha das raelhores cachemires, a 500, 600 e 700 rs. o dito !
dem idem de quadros, novidade, duas larguras, a 1600 e 10800 o dito !
Setinetas de phantasia, a 400 e 500 rs. o dito !
Caxemires felpudas, duas larguras, a LjOOO o dito I
Limons com palmas de seda, a 800 rs. o dito !
Merinos pretos, desde 900 rs. a 2#300, o dito I cor garantida.
Lindos vestuarios de 13 para crianc^s. a 70500 e 80000.
Ricas guarnic3 s de crochets para cadeira e sof, p >r 80000
Velludinhos de todas as cores, a 10000 e 10200 o covado !
Setins Maco, verdadeiro, a 800 e 10000 o dito !
Luvas de seda de todas as erras, a 20000 I
Lques de phantasia, a 10000 e 10500 !
Meias para criancas, a 20500 a duzia I
Esguiao para casaquinhos, a 40000 e 405000, del jardas 1
(".ambraia branca bordada, a 60000 e 80UOO h pe$a !
Actoalbados, bramantes para todos os prejos ; algodoes, raadapolwes bara-
tsimos o muitos outros artigos que se liquidam por menos que em outras partes.
59 Rna Duque de Caxias 59

0,000 Do**,
P cuiios de ~
Dartros, Chavos
Virus, Ulceras
DEPURATIVO CHABLE.
^Jjs t*d ai nirsueiai da DsiTins
Of.tfe seerico tfsgntits
Boticia Hable.
36
CHABLE
?AR/S
* carados di
"*
GONORRHE, FLORES brancas,
PERD*S SEtniHAES,
EsGOTAmENTO, etc., etc.
CURATO DE FERRO CHBLE
Em todas na boas
Pharmacias
'"Ss o ree

\"
THES0URAR1A
DAS
mm % i
Acha-sc venda a 11a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recife que se extrahir quintafeira, 25 de No-
vembro ao iricio dia pelo seguate
"
24,000 bilhotes a 160000
Beneficio, sollo e couimis-
83o. .
Aos 100:000^000
BILHETES GARANTIDOS
23-rua Primeiro de iar$o23
Da 10.a parte da 1.a loteria da'provincia,
venderam Martina Fiuza & C, os seguin-
tes premios garantidos :
11,384 100:0000000, 5,763 1:0000000
22,039 30:0000000 12 424 5000000
18,240 4:000400011,934 5000000
10,115 2:0000000 17,461 5005000
14,774 2:0000000 16:413 5000000
7,428 2:000000017,951 5000000
15,923 1:0000300 5,261 5000000
6,362 1:000000010,344 5000000
18,556 1:0000000
Acha-80 venda os afortunados bilhetes
garantidos da 11 a parte da mesroa loteria,
que se extrahir quinta-feiraj 25 do cor-
rente. .
Presos
1 vigsimo 10000
Ba porco de I oo* par cima
1 vigessimo 0900
P-M3
dio ao rto3to
a bella alvura vapo-
rosa que fes a reputaco
das t//za* da int/gu/dade.
L. PANAFIEU C
Pars, rus Roohichousrt, TO.
OtpooiU'iuoPrntmbu:o : Frut"M. daS2.VA C i
Manoel de aruujo t>als_arwe
Manoel de Sousa de Azevedo Mrcs rriHiida cr
lebrar uma roissa ne martiz do Santo Antoii;o
s 7 horas da manha, segonda-feira 22 du cr-
rante, pela alma do sea tina I Hmi;o Msik.i1 de
Araujo GuimarSes, trige:mo din de seu passa-
mento, Louvida pura assistirein a este acto seui
amcna e os do nosdo______ ____________
Carlea Eduardo Bldcel
D. Hara Adelai !e de Fij(MM_ e O. Mara
C TinelU de Figueiredo, eonvidam 03 amigos do
fallecido Carlos Eduirlo Rideel, para asietiroca
a inissa de trigsimo din, que por sua alma man-
dain rosar na matriz da Bja-Vista, s 7 boras da
manli do dia 2t do c irrante. -- -*
Uiyupiit ViniKtng
Anna Francisca Vianna agradece todas as
pessoa qne aeompaubaram os restos mortnrs de
sua extremosa filha, Olympia Vianna ;"5e de novo
as comida pan assistirem as misBas que m.-.uda
r sur us dia ID di crrate, As 6 l[ hjrus da
mauhit, ua mntri do orpo BaBtO, stimo dia de
teu paissmeno.
.
America v>ot|iurio de Frelia*
Manoel Alves l'itoll, Mura Angela oa Mi ri-
elas Pitulla, a'fercs Antonio Valerio dos Sut g
Neves (ausente), Francisco dos Santis Neves
(nusente), agraaeocm do intimo d'ahni tolas ss
pessoas que se diguaram acompinhur os restos
int.rtaes de seu preeado entiado, filbo o Subriubo,
Ameiico Vespucio do Freitas ; e de n vo ts cen-
viUm assistirem as missas qne por simado
im-mu floado maulam calsbrar ni igreja da Ma-
dre de eus, s 7 her.ts da manba do dia 22 do
correte, stimo dawii fllecimentu. _____
--------2
ooioo'woo!
30:00!^ 300
10:0000000
364:0000000 centena em que sahir
o terceiro premio .
69:0600000 2 Approsima53es do
------------------! 2:0000000 para o pri-
314:9400000 meiro premio
Ditas de 1:0000000
para o segundo premio
2 Ditos de 6500000 para
o terceiro premio .
4:00i'9000 2,400 premios de 200000
14:00000001 para todos os algans-
10:0000000 roos finaes do primeiro
8:0000000' premio ....
-',400 Premios de 200000
para todos os algaris-
19:2000000. mos finaes do segundo
I premio.....
9:9000000 5,140 Premios .
1 Premio de.
1 Dito de ... .
1 Dito de .
1 Dito do ... .
7 Ditos de 2:0000000 .
10 Ditos de 1:0000000 .
16 Dito de 5000000 .
99 Ditos de 2000000 para
a centena em que sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 1000000 para
a centenr. em que sa-
bir o segundo premio
99 Ditos de 600000 para
Caso a terroinfle3o do segundo premio seja igual a do primeiro passar ao nu-
mero iromediataraentc superior.
Esta lotera divide se em 20 partes e os bilhetes cm vigessimos de 800 ris
cada um,
Ua premios -naiores de 2000000 em cada parte esto sujeitos ao imposto pro-
vincial de 15[0 c 5[0 aridicional sobre o referido imposto.
EXTRACCAO PELA MACHINA FICHET
Thesourria das loteri:.s, 19 de Novembro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesoureiro
5:940000*;
4:0000001
2:0000000
l:3OO0OOt
48:0000000
48:0000000
314:910;00
INJECTION CADET
----------------------------------------------------------------------------------------------- ^^WH____S___p_
Cura certa em 3 das sem nitro medicamento
&AJUIS V, Botentrtl Dsaate 7 1'A.MIM
proprietarios do muito
conhucido estabelerimento denominado
MUSE DE JOIAS
sito a rua do Cabug n. 4, communicara ao respeitavel PUBLICO que receberam ti
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tan
bem elogios de todas as qualidades. Avisam tara bem que continuara a receber poi
todos os vapores vinda da Europa, objectos novos e venden) por muito menos que er
outra qualcuer parto.
MIGUEL WOLPP & C.
N. 4 RUA DO CVUUG----N. 4
Compra-se ouro e prata velha.
OPPBCSSAO m'Vli KEVRU&IAS
UTAUIl-DEfLITI gTl'JTMWT! Pi|M qgbbOS tStlt
tsplra-e a fuai-"> trao pencir no pello ac i o symptoma aer^oao, facilita
a expectoracao e arorisa as funcoOcs dos orga. -s resplratortoa.
e_ _< casa *e S. E.FIC. 11* i < ___BB__S*jrmmm$M**t ^A\sc- Wtdg_.y^_* gs -
DOMESTIC
.Sao reconhecioas ser as malo
elegantes, as mais dnravels
em todos os sentidos.
S MEMORES
circulares como
os e8tylos, diri-
Para precos, e
iiluK.ratoes de todos
jiro se
Donieslic Sewtag Machine A C.
NEW-YOR, U. S. A.
Tetcphonc n. 1118
r CHEIRO NEM GOSTO DOS LEOS ORDINARIOS
} FIGAC .S Fr.acoa E M M
BAGALHA^_,L!l!4_iilg
r'.ucaoiUaac cciu contra a Molestias da relto, a Tsica.
Bronquitis, Prlsftes do Vcntra, Toases chvcnicas. Alioccfies scrofnlcsa*.
ADmil IJENCIA. Exica-se no rotulo o tallo-Azul do Estado raucez. ,
JKOCvCr. l'harmaceutico, 2. rua Gastialione, PAR2Z. princiiaes PbarrrualT
OLEO



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I.

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6
Diario (Ayers CherryBertora!)
AstunuBronchite,
icocueiuche ouosst convuisiva
Tsica Pulmonar.
--i D. JOMaCiAlo.tiM.iiEiil'ri
Alug-a-se
o segando andar da casa ra da Aurora n. 81,
jento a estacao da estrada de ferro de Olinda ; a
tratar na ra do Commercio n. 15, eseriptorio de
Sebastiao de Barros Barrete
Aluga-se
t predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
ibeleciruento fabril: a tratar na ra do Commer
to n. 34, com J. I. de Mdeir.is Reg. '
Alagase barato
Ra do Bom Jess n. 47, 1 andar.
Ra de Lomas Val ; Largo do Merend n. 17, 1 ja com agua.
As casasda ra di. Coi onc1 Suassnna n. 141
Ra do Coronel Suassuua n. 50,1" andar.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2." andar.
Ra da Palma n. 11.
Trata-se na ra do Commercio n. 5, 10 andar
eseriptorio de Silva CiuimarSes & C.
Aluga-se
t casa n. 1 nu L.mbianca do Gomes, em Santo
amaro, temagim : a tratar na na da Imperatriz
*. 32, 1. andar. ^^^
Aluga-se
a casa de sota ra do Conde da Boa- Vista n.
58, com bastantes commodos, agua e gaz ; a tra-
tar na mesma ra n. 91, padaria, on roa da Ca-
deia do Recite n. 60.
Luz brilhanie, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARAS
MARTDTS. BASTOS
Pemambuco
NUMERO TELPHONICO : N* 3S
Agua florida.- Kxtrabioa de flores bra-
sileiras pelo sen delicado perfume, suavida-
de e suas propriedades benficas, excede
a tudo quo neste genero tc-m fpparecido de
roais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
preparacSes para a lonservacfio dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias copulares, faz n&scer os cabellos,
impede que embranqueyam e tem a grande
vantagem de tornar livres de habitantes as
cabegas dos que os usam.
Oleo vegetal- Coropcsto coro vegetal
innocente, preparado para smaciar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo hlito.
Vende-se as principaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33___________
Tricofero de Barry
Galantes* que faz as
cer e crescer o cabello ainda
aos niais carros, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impod* o cabello
de cabir ou de etnbranquo-
eer, o infalliTelmenta o
torne espeaso, macio, lus-
troso e abundante.
^^.
i n
v//4UkW^
Aluga-se
orna casa nova no largo da Cass Forte, junto a
Otacao, com grandes cominoaos. pres'ando se para
urna ou duas familias, tendo entre quartos e salas
26, e mais duas casinhas com duas saletas para
engommado, tendo gaz encanado, com boa agna
de Deber, tendo duas bnubas, bantaeiros, com agua
encanada, tanques, ap;art!bus e giillinbeiros, ten
do o predi} terreno aos lados, cercado estes por
moro, e no fondo porquuitos, com doHs ponoes
na frente, preco razoavel : a tratar com o Gui-
maries na Casa Forre, junto a lija de fasendas.
xAluga-se
quartos limpos e ir: seos, para do mida, e tambem
fomece-se comida com previo juste ; :i tratar no
2' andar da ra do Viseond- de Itaparica n. 24.
a casa n. 3 em Beberibe
M. Reg.
Aluga-se
a tratar cora J. I. de
Aluga-se
o sobrado de um andar o sotSo ra "lo Mrquez
do Herval, travesea do Poeinbo n. 33 : a tratar
BO largo do Corpo Santo n. 4, 1 andar.
Ama
Precisa se de urna cosinheira para casa de pe-
quena familii ; a tratar na estrada nova de Ca-
tanga, no sitio do Sr. Val* nca, on no eseriptorio.
Ama

Precisa-se de urna ama de idade, para cosinbar
e ensaboac ; no largo da Santa Cruz n. 14.
Ama
Na praca do Conde d'Eu n. 7, 2- andar, precsa-
te de nma ama que eosinhe bem, para casa de
pouca familia.
Ama
Precisa-se de duas amas, sendo urna pa-
ra cosinbar e lavar e outra para engom-
mados o outros btvcos de caaa de pouca
familia; tratar na ra Duque de Caxias
n. 42, 3o andar por cima da typographia
do Diario de Pernambuco.
AMAS
Precisa-se de duas amas, urna para cos ibar e
outra para andar com enanca ; na Capunga,
roa do Dr. Joaquim Nabuco n. 3.
Ama
Precisa-se de urna nma para cosinbar : na tra-
vesa dos Pires (Gerquitij n. 5.
Precisa-se
de ama ama para lavar e engommar ; na ras das
Crimea n. 14.
1*32, Bordeaux: Hetialha de Brome;
Liois : Mtaaths de Prata; Rocho-
lort : yenfio 1a Hedalha de Prata,
grande modt'o .lS83.Amaterd.im:
Hedalha de Prati aouraaa. 1885,
Ex*o54o de Trabalbo: Admm 10
FUTlfii
Alimentario Rica
i x priarif le in^cus t iisiikaUM.
A r^ainrEA wrT.mr o isclbor auxiliar
da ama de lete na allmco'tcBO das crianclntias.
aperlrnentada eo:i o n Jioreiil
Hospl.a-
SSsoa. o as que soii'iviii" da
atifltls, G-asti Irlas, Molestias d" Intes-
t'nos, Prisa? de beleies, i
suppor1 Kdi a para a pro-
ducto ia o
ET1S1BA. :e1: ATJIIIB1
tTlimrniacUiM T. Z.X,, n Itot\l"--ujc(fr*ncm)
la /"- ... ^vi4 c*.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original osada pelo inventor em
1829. E'o nico perfume no mun-
do que tem a nppruvarao oicial de
um Govemo. Tem duas vezes
maisfragrani-iiiqnequalqner outra
eiluraodcbrodo tenipo. E'muito
mais rica, suave u deliciosa. E'
muito mais fina e delii-ada. E'
Mtla permanente e agmdavel no
lenco. E' duas v,-z.is mais refres-
cante no banbo e no quarto do
doente. E' -specifico contra n
frouxidao e debilidadc. jura aa
^ dores de cabe9a, os cansacos e os
-^^ dpsmaios.
Xarope b Yia fle Eeiier No. I
LOTEIIA
nrT-gira
MINAS-QERAES
600:000^000
200:000s000
100:0008000
31,913 PREMIOS!
O parlador de I lijsima il'esla lolerin iiile tirar:
30:00S$000
CORRE 25 DE NOVEMRRO
BILHETES A VENDA
Engommadelra e criado
Prccisa-se para casa de pequea familia ;
tratar _roa_da Cruz (Reeife) n. 32, 1 andar.
triada
Prccisa-se de nuia criada para cuidar c andar
com um menino do doua annos ; a tratar na es-
trada do Joo de Barros, sitia n. j7.
Para cosinbar e engomniar
Precisa se de urna ama para ca3a de duas pe3-
soas ; a tratar na ra do Mrquez de Olinda nu-
mero 41.
Attenc&u
Aluga-se a leja do sobrado n. 20 da ra da Im-
peratriz, com muitos commodos para grande ne-
negocio ; a tratar com Capitulino de Qusmao, na
ra do li m Jeaus n. 11, 1' andar.
Ao commercio
') aiaxo resignado declara quo nesta data
dcixa de ti-r socio do ettabelecimento de moiha-
dos, sitT riia Jo Pidre Mtmiz n. 5, o qual gyra-
va sob a firma cor al de Silva Campos & C, e
retira-be pago de teu capital e lucros e Herede
qualquer responsabilisado, ficundo o activo e paa-
sivo a cargo do ex-coeio Jos Lopes ia Silva
Campes. Reeife, 16 do Kovembro de 18bG.
Manoel de S?uza Almeida.
RODA DA
36-Ra Larga
FORTUNA
do Rosario-36
Ferinas de ferro galva-
nisado
Precisa-se de 50:i frm-:s de ierro calvanisado,
no caes de Capibaiibe n. 40 A ; quem asfiva/,
dirija se ao lugar indicado, que encontrar com
quem tratar.
Attcncao
No 2 andar da ru.i da Imperador n. 5.") offere-
ce-se urna pess^ ao corpo commirci.'il dcsa pra-
ca para no centro das provincias de Alagas ao
Rio Grande do Norte, promover quelquer cobran-,
liquidacao, etc., pois j4 e t nisto versada ha mui-
jo tempo. Deiu de mencionar es nomes dos ne-
gociantes desta praca do quam tem feito cobranca,
paia nao ser lio ext-nso. Eal piompta para dar
seu fiador, se tanto lhe for exigido.
ltU~. DCDCHM A DI C.k. ^___^
Nova PERFUMARA Extra-tina
Coarto? sis doJapao]
m COIIYLPSIS do J API 'j f t da AUU... m CORYLOPSIS it JiPll
t CORYLOPSIS do .TlFlO j biilihu. m CORYLOPSIS do JAPlO
01.....
amen
asaumtuu CORYLOPSIS o JA PAO
un..
i CORYLOPSIS do JAP9
, COHYLOPiS di JAPiO i pesAii...... CORYLOPSIS JIPlO
LOTERA d
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto da Franca. Premio de Therapeutca
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau bascado na Scionoia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Es'jotamento, Convalescencia,
Fraqueza da crianzas, Depauperamento e Alteracao do sangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 6 grageas dor da.
A'em Constipacao nem Dia>-rliea, Assimilaro completa.
Elxir de Ferro Rabuteau reconimendado as pesseas qiie nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criangas.
1121 Urna explicado detalhada acompanha cada frasco.
ASTM D MlrO. DSPOIS DETTSAL-.
Cura positiva radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affeccoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo oom perdado Cabello, e de todas as do-
ngas do Sangue, Figado, e Rins. Garante-ss
qus purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
e restaura e renora o systema inteiro. tf -
SabaoCaraivodeReuter
Para o Banho, Toilette, Crlariv
Sis e para a cura das moles-
as da pel.e de todas as especies
a em todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Mademoiselle Cotinha
Ainda contina na roa do Imperador n. 55, 2-
andar, onde suas amigas e treguezas podem cu-
central-a para confiar Iho os traba'b.c, qne como
modista desempenha. c>m > sejam toilettes peta-
teados de todo gesto, d-1 cc^rde ir os taguri .--i>
modernos
Entornilla cir;
Precisase de ama ana que engomme com per-
feip?o ; na ra do Marqq<-z do Ucrval n. 10.
200:000W00
O portador de dous vigsimos d'e^ta nova lotera
esl habilitado a tirar
20:012$000
BILHETES VENDA
RODA DA FORTUNA
36Ra Larga do Rosario36
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS,
eticontra em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
Pa a esiTipl rio
Um rapaz de 20 mimo de idade, dosejando pra-
ticar i m qu ilquer eienptorio ou caito io, pede a
P'-ssoa que precisar, r'oixe carta n-i ra da Prnte
Veltaa ii. 118, tavernr., errn as iiiciaes E. C. S.
-" bS>JSUTAC CK.a
rnuu ti & %j j ulu .
ai lysse BOY, tmnfm ifmy,
mifePOUST, Siwr- & o,
!W>^X'^*5*5W!
a^^Qg^g3gS8gBSg
esfriamento, $osse, Catarrho, Risica
XAROPE ac BTPOPHOSPHITO GAL
m
\ Parrme enantioo ooaTiBhoa t sotara; ___ _
te Mateo.................o.50trao.i
l KaocloiuEfSonolaaCcjn" lOifriio 5CO;-.
' Perfumepura todo(Llex)rej8 100 frasco 300 te
>E3serioladeRtanmond*Ta'ia.'ae!Mfnafoos 60C 9
Depositarios em JVrn n*rjj S^oo t/L. riu. SILTA &> f
que se
U
ulug. r um sitio C'">m boa m.rada para familia
preferencia nos arrabaldeo da cidade ; quem
dirija-te botica trance za, na ra da Cruz n.
cu k rna ela Madre dp Deus n. 7.
Vinho daDr^Eatfester
it aaa Err^yiiioac e fls sea fie Larasias aL-
TOS'ICO RECOITST1TTJINT.-;
Ber:c?!o soberano
! -.riiA a
CHL0R0"E. A::?MIA. CARIE OS 03S0S.
AFFE-JOIS DAS \IAS OFliVAS,
tHAHBKl-A OH FIO I ICAS, ftACHITtSMO,
DEBILIDADE,
9 DE t_E r:E TYPK01DEAS
:zs, etc.
retot
baoo :
. -.- c

Caixciro
Atten^o
Ti ni.i-sc urna menina de G a 8 annos de idade.
Precisa-se Je um caixeiro ; na ra de Marcilio com pai e mi, para casa de'familia, ra de D.
Dias n. 141. Mara Cesar n. 4.
PERFUMARA
PARIZ
Segredo da Juventude
AGUA LAFERRIERE
Para o Tuucador.
POS LAFERRIF.E
LAFERRIERE
PARIZ
Segredo da Juventude
OLEO LAFERRIERE
Para o$ Cabellos.
ESSENCIAS DIVERSAS
Para o fogfo. "^fc^| ^1^^ Para o Lenfo.
PRODUCTOS HYGIENICOS para conservar a Belleza do Rosto e do Corpo.
liciKBUrlBem/Vniaiiit./fiiFRAN"M.da3II.VAiC*e na- princirae> Perfumarlas e Caholl-Toiroi
de GRIMALT & C,a
Approrado pela Junta d'Hyglene do Rio
Janeiro
Fazendo-se uso deste Xarope, calmo-se os accessos de tosse, desap-
parecem os suores nocturnos, goza-se de um somno reparador,
desperta-se o appetite, e o doente, augmentando suas forcas, apresenta o
aspecto de quem gosa boa sade. Os mdicos recommendo que se tome
ao niesnio tempo as Pastilhas peitoraes de sueco de alface e
agua de louro cerejo de GRIMALT e G1, que constituem os
dois calmantes mais inofensivos da materia medica.
O frteos ovaua, que conten eate Xnrope, sao de urna bella er de roe* lerno
marca da fabrica, o eello e a firma da soasa casa.
Deposito em PARS, 8, Ru Vivienne, e as principaes Pharmaciu e Drogaras.
ze&i^m^^pz
Bazar de passaros
a do Bom Ji-mii* n. S
Neste estabeleiimento end>ofra te sempre gran-
de sortimento de especians pacsaros e gaiotas,
nacionaes e estrangeiras, fructas de diversas qua-
lidades, balainbos para nins de canarios 'lo
imperio, jarros e cestos de timb, tre.balito muito
aperfe-igoado, a saborosa pimeuta em conserva em
lindis fra>quinbos vindus da America, pelo barato
preco de 120 rs. cada nm, e nufros muitos gene-
ros, que ae tornan} enfaduubo mencionar, tudo por
precoB m dicofc.
Aos 1.000:0008000
200:0001)000
100:000*000
tlleiiCiio
Precisa-se de um copeiro : na ra da Unio
Prccisa-se de urna seDhori que entenda de cis-1 numero 41.
tura, d-se caea e alimento ; a tratar no collecio
de Santa Lucia, rna Duque de Caxias n. 50, \
segundo aadsr.

Medalha de Ouro na Exposicao universal 1878

commercio I s tVSS^^ i
inado declara que ad deve -% .^*W$T^ *"
O abaizo fisisnado declara que nads deve
nest praca c nem fra delta : quem se julgar sen
credor, aprsente suas contas na ra da Iinpera-
triz a. o. Reeife, 18 de Novembro de 1886.
Ji S) Manoel Rodrigues.
Cascas de canellciras
Compra-se qualquer qnantidade no armazem de
iruinaraes & Vleme; Corpo Santo n. 6.
Criado
Precisase de om criado da 14 16 annos
tratar na roa do Commercio o. 44.
Snale e vigor
PABA TODOS QIB PIZEREM DZO DAS P1LU-
LAS ArTI DT8PRPTICAS E REGULADORAS
DO VESTRK.
Preparadu8 por Bartholomeu A. Ca.
Estas plalas, caja formula dos foi con-
fiada pelo d'nticjto clinicn eiesta cidade, o
Illm. Sr. Dr. Carneiro da Cuaba, b2o ap-
plicadas com o melber xito eontra a fra-
queza do estomago, prisco do ventre, en-1
g^rgitam'.-nto do figado e ba;i', anemia,
tonteiras hem^rrboidaes, etc.- eta. Ellas
nSo causara o 'iieoor v zame ou dor no
estomago, produzindn sua accSo operativa
branda e sua^eaento.
NSo prostam as forcas, nem abutem o
espirito, antes pelo contrario dao alent,
desenvolver <> apetit-, do maior vigor e
r-stituero aos doeHtes suas primitivas for-
jas, connorrdo assiii para o completo
rcstabelecimento da san
DEl'OMIO
EM SUA PA KM A CIA
VVA LARGA DO -EOSAlil N. 34.
LITE1IA
BA1DI
DE 3
Em favor das ingenuos da Colonia Orplianologica Isabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBUCO '
Extraega a 15 le Mwm 081886
0 thesoureiroFrancisco laoncalvcs Torres
SNDALO deMIDY
Approrado pela Junta d'Hyglene do Rio-de-Janeiro
Snpprime a Copahiba, as Cubebas e as Injecc5es.
Cura em 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da maior
eficacia as affeccSes da bexiga, torna as urinas claras por mais
turvas que sejo. Deposito em Pars, 8, rne Vivienne.
Estes
POS
do ao Rosto
a bella alvura vapo-
rosa que fez a reputaco
ilas Bellezas da Antiguidade.
L. PANAFIEU C
Par*. ii Rochechouart, 70.
tp*il,:i'<>n Pemamoucp : rraac~M. da SILVA C,
wwipwww !
j. pau :
" BRDEOS (FRANCA) W"
-# Oepoiics em todas as tendas de Comestibles. #
Para evitar falsi&cacoes enm referoncia ao >'
nhecido PEIT0RAL DE CAMBAFA, deve exi-
gir- se este preparado com a firma do antor;Ar-
vares de S. Soares em rotulo circulando a r j-
Iba do frasco e a marca da fabrica nos involtorios.
cirulada pelo nome dos agentes e depoaitarios,
gefas em Pernambuco Francisca Manoel da
Silva efe C ra do Mrquez de Olinda n. 23
Tnico (Ib Diuteiia .
Oleo essencial de rosas
Champe." u para lavar a cabida
Vende se na cablleiraria ra larga do Ro-
sario n. 22.
Aluga-s*
urna casa terrea com 1 porta e 2 janellas de fren-
te, caiadae pintada, ra do Hospicio n. 70 : a
tratar na mesma ra n. 81.
Terrenos em Jaboaiao
Vende-se terrenos muito bem situados, prozimos
do rio e da stacSo dt caminho de ierro; a tratar
no caes do Apollo n. 17, armazem.
Aluga-se a casa te-rrea n. 42 ra da Ma-
tri da Boa Vista : a tratar em Fra de Portas,
ra do Pilar u. 50, caverna.
Casa em Olinda
Aluga-se nma casa no pateo de 8. Pedro n. 10 :
a tratar na ra do Bario da Victoria n. 3.
I
1 ifflffl I
Precisa-se alu-
g-ar urna preta escra-
va, de conducta afian-
zada, para vender hor-
talices, a tretar na ra
Nova de Santa Rita,
armazem n. 4 o.
Criado
Precisa-se de um criado de 12 15 annos de
idade, que saibaier e escrever alguma cousa, e
ue d conhecimento de sua conducta ; na ra da
Jess n. 28.
Precisa-se de nma, para o ser-
vico de casa de familia ; na ra
do Cotovello n. 46.

Ama



le PernambucoSabbftdo 90 de Novembro de 1886
-6 ^
i-
v
i

1
-
n
-1
[i
VENDAS
Vende se om kioaque no pateo do Parsizo
ii tratar no mesmo. ^^^^^^
__ Vendcm- doua carros baix"s e bons, dous
bois gordo, qua servem para tirar asjucar as es
taces ou outro qualquer trabalbo, veude-ee^ ba-
rato, quem quier dirija-se ra do Coronel bas
suna, casa n. 173, ou defronte a cocheira de An
tonio Borborema, onde achara coui quem tratar, s
3 horas da tarde._______________________________
Vende-se ou permuta-ge o sitio do Bi., com
duas casas, sob u. 103 e 105, com imutos arvore
dos de ffucto, inclusive quarenta c tamos pe de
coqueiros, o qual b:o Cea coufrontando com o do
Sr. escrivSo Cunha, ra de S. Miguel de Ao
gados : a tratar# ua ra das Trincneiras n. 17,
Ioja. .
Padaria
Vende se um cylindro americano, por barato
pre^o : a tratar no Caminho Novo n. 91.________
A KevoluQo
A' ra Duque do Casias, resolveu vender
oa seguintes artigos com 25 % de me-
nos do que em outra qualquer parte.
7. 'phiros fino, lindos padroes, a 500 rs. ocovado
Las de quadros, a 400 ris o covado.
Ditas lavradas a 400 reii o dito.
Ditas cem bolinhas a 500 e 000 ris o dito.
Ditas com listrinhas de seda a 560 ris o dita
Ditas mescladas de seda a 700 ris u dito.
Cachemira de cor a 900 e 1J200 o dito.
Ditas prctas a 1*200, 1500 e 2*000 o dito.
Ditas de cor bordada de seda a 1JS500 o dito.
Linhos escossees a 240 rs. o covado.
Zephiros de quadriuhos e lisos a 200 ris o co-
vado.
Linhos lisos a 100 ris o covado,
Setim roaco a 800 e 1*200 o dito.
Dito damasa a 320 rs. o dito.
Setinetas de quadrinhns a 320, rs. o dito.
Ditas escocesas a 440 rs o dito.
Ditas matizadas a ittO rs. o dito.
Cretones finissimos a 360, 400 e 440 ris o co-
vado.
Chitas escuras e claras 240, 280, 300 e 320 ris
o covado.
Nansuc finas a 300 ris o dito.
Enxovaes para baptisado de 9*000 um.
Colchas bordadas a 4*, 5*, 7*, e 8*U Seda crua a 800 rs. o cuvado.
Colchas brancas a 1*51 0, f 1*800 urna.
Cobertas de ganga a 2*8 .0 urna.
Fecbs prateadosa 2*WK) e 3*000 um.
Ditas, de pe lussia a 6*000 um.
Ditos de II a 1*000, 2*000, 3*000, 3*500 4*0U
e 5*000 um.
Pauuo prttD fino a 15000 o covade.
Cortes do casimira a 3*000, 5*000 6*0W
nm.
Crepa para coberta a 1*'00 o covado.
Cretone para cobtrta a 400, 500 rs. o covado.
Lencoes a l*80u um.
Bramante d* linho a 2*000 a vara.
Dito de algodao a 1*200 a dita.
Dito de 3 larguras a 900 ris a dita.
Panno da costa a 1*400 e 1*00 o c\a :o.
Dito adamascado a 1 iSOO o dito.
Espartilb >8 de ciuraca a 4*000, 5*000, 5*500,
6*000 e 7*500 um.
Cortinados borddos a 6*500, 7*500 e 9*000 o
par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Lencos de 1*200 a 2*000 a duzia.'
Velludilbos lisos e lavrados a 1*000e 1*200 o
covado.
Anquinbas a 1*800 rs. urna,
Panno de crochet pira cadeiras e sol a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 um.
Henrique da ilva Moreira.________
Altengo
Vcnde-sc urna rifiuscao bim afrngueasda:
tratar na ra de Marciiio Dras n. 106._______^^
Terreno na ra Impe-
rial
Vende-se um proprio, junto ao cbafariz, que
mede 90 palmos dr fre te o 1.000 de fondo, ate a
estrada de ferro do Becife Caruai, e outro da
referida asteada t a baixa mar; a tratar na ru*
Imperial n- 181.
Doce de cajn' secco
Do primeiro da pre-
sente safra, tcm para
Tentar, em latas de
libras, ra do
Bom Jess n. 35, arma-
zem.
Lojaearma^ao
Veude-ac urna, propria para qualquer ramo de
negocio, na ra do Cabug, que muito se recom-
menda p ir ser urna das principacs ras pora todos
os negocios. Garante-se ao comprador as chaves
da mesma : a tratar na ua Nova n. 15.
Pinlio de Riga
Acaba de chegar pelo bngue Atalanta um com-
pleto Bortimento de pinho de Riga da melhor qua-
lidade e de diversas dimensocs, como sejam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
I X12
e taboas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle-
gadas.
Vendcm MATHUE3 AUSTIN & C, roa do
Ommercio u. 18, 1 andar, ou no caes do Apollo
51,n. por presos commodos.___________
Cocheira venda
Vende-se urna cocheira com bons carros de
pns muito mdico, em razio de s- u dono nao poder ad-
ministrar por ter de faer uina viagem : os pre-
tndenos achaiSo com quem tratar 4 ra Duque
de Caxias n. 47.
Pechinchas!
Hno a <-iuiti(o qae iienmiun-
nenie nao euirarao no proslmu la-
lan.o
Admirem!
Bonito Bortimento de mariposas > fustoes, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o covado !
Naustks de cores mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
dito!
Linhos escoceses, novidades em padroes, a 200 e
2-10 rs. o dito !
Setinetas, as mais finas que tem viudo, a 320 c
360 rs. o dito !
Cretones franceses a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o
dito !
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs listras de se-
d., barato 1
LSziuhaa modernas, a 440 e 500 rs. o dito !
Cachemiras, lindos gostos, a 600 e 700 rs. o dito !
Renda indiana (imitacSo), linda fazeuda, a 700 rs.
o dito t
rienda, delicados desenhos, um metro de largura,
a 800 rs. o dito !
Merinos e cachemiras, protas e de cores, a 900 rB.,
1* e 1*200 o dito !
Setim maco, todas as cores, a 800 e 1* o dito!
Veludbo do todas as cores, lisos e bordados, a 1*
e 1*200 e dito !
Casemiras inglesas, de cores, a 1*200 e 1*400 o
dito !
Cheriots, prcto e azul, a 2*500, 3* e 3*500 o
dito I
Cas-mira diagonal, a 1*800 o dito !
Panno ingles superior, preto e azul, a 2*200 e
4* o dito!
Pecas de esguio para casaquinhos, a 4*500 e
DA
COLONIA ISABEL
5* e
Novas ttsdAtt
A 33 e -too reis o carado
Acabam de chegar para a Ioja da ra da Im-
peratriz n 32, um grauoe e bonito sorfinvnto de
fsinhas de eres pa:a vestidla, sendo fazenda de
umita phantasia, com cores claras 6 escuras, e li-
quidara se a 320 e 400 res o covado, por ha ver
grande p-rco na Ioja de P^re.ira da Silva.
Teeidos de linho
A 500 rs. o covado
Na leja da ra da Imp ratriz n. 32, vende-se
um bouito sortimento de tazendas de linb para
vestidos, rendo largura de chita frmccza, com
muito benita* cr-s e paminhas bordadas, pe
chincha a 500 reis o covado, na Ioja qc Ptreira da
Silva.__________________________________
Serrara a vapor
Caes do CapSbaribe n. 99
{Testa terral ia eneontraro os senhores fregue-
ses, um grande s..r?iinento de pir.h.i de resina de
cinco a diz sastra de comprimenco c de 0,08 a
J,24 d (,^quniros Garante-se pnco mais como-
do do que em nitra qualquer paite.
Francisco d.r Haartcs Ifaesdo.______
WHISKY
:)YAL BLEND marca ViADO
Este exfolente Whisky Sscosscz preferir-
ao cognac ou agnarde de canna, para fortifica
o corpo.
Vend'-sr a rete-'ho nos h, iheres armazens
Bolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cujonc
me e emblema sao registrados para todo o Braxi
BKOWNS ac C, agentes____________
Oleo para madrinas
Em latas contendo cinco ealoes, a 9*000 ; ven-
de-se nos depsitos da fahnca\pollo.
PIMO de
de 3X9, 4X9 e 3X'2; vende-se na serrara a va-
por de tiimaco da Silva, caes Vinte Dous de No-
vembro p. 6. ________
Veude -fe urna aruac' pr pria para ptarmacia
ou drogara ; a tratar na roa larga do Rosario
aumero 31. _____ ^______-
Liquidaco
Chpos modeiiios. palmas, plumas fljres e fitas
ado por P" yo muit barato.
Mine. Miquelina
Rna na Cruzes n 39

CREME de VOGEOT
Especialdade de Ctssls
C JSTIH DEVILLEB1CH0T
PUON (CGlNDr) Fraao*.
1 nedalhat mi o*(SM f '
, MtIZ 1S5. UM. 1M7 iiMlit OsrftnsD
D1J01 1155 (VidalSa ti Honra). 18(3
LOIDBES HUOt 1151 iORDEiOI 1851, IMS
MOie 1151 BESUKO*. TMTB 11(3
*lanos' Prntmbuco rraic" *i8H.VA O,
Camisas niclenaes
a **&oo. aAooo e a*50o
32=>= Luja ra di luiperatriz = 32
Vende-se ueste novo estabclecimento um gran
Je sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pjnbos da linho como de algodo, pelos
barates pt-\os de 2*500, 3* e 4*, sendo fazendb
muito a 'Itaor do qu" as que vecui do estrangeiro e
?i.it, mais bem feitas, por serem cortadas por
mi bom artista, especialmente camiseiro, tamben.
e manda fazer por encommendas, a vintade dot
fregueses : oa nova Ioja da ra da Imperatria n
3;, de Ferro ira da Silva.
Ao32
Nova Ioja de fazer Jas
&9 Ra da Impe z = '*'>
DE
FERREIRA DA SxJVA
Neste novo estabekcimento encontrar o res-
piitavel publico em variado Bortimento de fasen-
das de todos as qualidades, que se vendem poi
precos baratissimos, aasim como um bom sorti
ment de n upas para hotnens, e tambem se man
da tazer por encommendas, p r ter um bom me*-
tre aliaiate e completo sortimento de pannos finos,
easemiraa e brins, etc
7*001
10*001
12*0Oi
12*001
5*50i
6*50>
8*001
8*001
1*60
1*0U
Rao. da Isnperasrlm-aa
Lioja de Pereira da ftva
Neste estabclecimento vende-se aa roupas aba)
so mencionadas, que sao ba* i u.as.
Palitots pretos de ;'->r .. aiagonaes e
acolchoados, senuo tasenaas muuo en-
corpadas, e forrados
Ditos decasemira preta, docetdao muito,
bem teitos e forrados
Ditos de dita, fasenda muito melhor
Ditos de flauclla azul acude ingleza ver-
dadt-ira, e forrados
(Jaldas de gorgorSo prexi, acolchoado,
sendo faz. nda muitr enc.irpada
Ditos de casemia de sores, sendo muito
bem fritas
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de mulcskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulaa de greguellas para bomens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e
Colletinboo de greguella muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos dt
inho e de algodo, meias cruas e collarinhos, eU
to na Ioja aa *ua da Imperatris n. 3>
, etlnrlas e luilnhas a SO
r. o rosada
Na Ioja da ra da Imp-ratriz n. 32, vende-
um grande sortimento de fustes brancos a 60-
rs. o covado, lziubas lavradas de forta-coreb
frsenda bonita para vestidos a 500 rs. o covad ,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas si
cor. s, a 500 rs. i covado. pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
alsjoclaoBlnho rranres para lence
a OOra.. i* e i*0
Na Ioja d ra da Imperatris n. 32, vende-s
superiores algodozinbos fraucezea com 8, 9 e 1"
palmos de largura, proprius para lenoea de un
t panno pelo barato preco de 'K) rs e 1*000
metro, e dito trancado pa a toalbas a 1*28", at
sim como superior bramante de quatro largura
para leucoea, a 1*500 o metro, barato na lo
i? Pereira da Silva.
Ronpa para meninos
A 4*. 4*500 e #
Na nova Ioja da ra da Imperatris n. 32, s
vende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosnho e calci
uha curta, feitos de brim pardu, a 4*000, dito
de molecquim a 4*50C e ditos de gorgorao piiU.
-imitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; no
Ioja do Pereira da Silva.
A' Florida
Ra Duque de Callas n. 103
Chama-te a attrnco das Exinas. familias para
os procos seguintes :
Luvss de seda preta a 1*000 o par.
Cintos a 1*500.
Luvas de pellica por 2*500.
2 caizas de pp'il e envelupes 800 rs.
Luvas de sedt. tr granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.canos par bomem a 3*.
Meias de Eseossia para crianva a 40 rs. o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 6 a 400 rs. o
metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
knmis de flores finas a 1*500.
Luva d.- E-cossia para meuina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
P. ra-retrat. a 500 rv, 1*. 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 6(XJ rs., 700 ftfl r. um.
Rosetas de brilbante.-. thmicos 200 rs. o par.
Guarnieres de idem idem a 500 rs.
Anquinbas de l*5t-0, 2*, 2*5t'0 e 8* urna.
Pliass de 2 a 3 ordens a 400, oOO e 600 rs.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
Ueu; La Figuriue a 5*000
dem estreitiohos com 10 metros a 800 e 1*000
peca. .
Pentes para coco com inscnpcao.
Babadores com pintura e inscrip^es a 5C0 rs.
Para toilet
Sabio de areia a 320 rs. um.
dem penicado a 500 vs. um.
dem al.atrao a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem de aiface a 1*000.
Agua celeste s 2*000.
Agua divina a 1*500.
Agua Flurida a 1*000.
Mac eos de seda a 100 rs. .
Meias brancas para senhora a 3* a dusia.
Eslojos para crochet a .$000 rs.
Linhaa para eroeatt cor de creme 200 rs.
Lmbas para en eb t de seda meselida 300 rs.
BARBOSA & SANTOS
4*
dem de superior algodo, a 4*, 20 ids !
dem de mndxpoloes americanos, a 4*500,
6*, 24 ids!
Para as Exmas. novas, lindas grinaldss e veos,
por 12* e 15* !
Ricos cortinados, todo bordado, completo, por
9*!
Lindas gnarnices de crochets, cadeiras e sof, a
8*1
Sup. rior bramante de algodo, quatro larguras, a
900, 1* o 1*200 o metro !
Atoalhado bordado a 1*400 e 1*800 o dito .
Pannos de differentes cures para mesa a 600,1*200
e 1*600 o covadoI
Cobertas de cretones, lindos padroes, a 3*800 c
4*.
Lencea de bramante (cama de casal) a 2* um !
Colzas franeezas, de cores, a 2*, e 6* superiores !
Leuces de cores, lindos desenho, a 2* a duzia !
Si-ruulas bordadas, de brsmant-, a 16* a dita I
Muira inglesas, brancas e de cores, a 3*200 e 6*
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 6* e 7*, as melbores
que tem Viudo I
Sortimento completo de sedinbss de cores, g.oede-
naples, filos bordados, ciepe, mantilhas, capas
de l, ficl.-.
( linmniloaTemos pessoal habilitado.
Yenda e;n (ros*Descontos da praca.
59Ra Duque de Caxias -
Cito & C.
Pianos
Vende se dou pianos
na ra do Hospicio n. 3.
com poaco uso ; a tratar
Leitura para senhorar
Brolhts nikel'-dos e d Ii ni''ij gramp'S duurados a 500 ris o maco.
Esplendido soitmenlo de galoes de vidrilhe.
Grande variedade de legues de sitim, a 4*000.
Frisadores americanos pa.a cabello a 3*1.00 o
maco.
Setas de phantasia para cabello.
Bonita collecco ce plisss a 400 ris.
Brincos, imitaco de bnlhaute, a 500 ris.
Axenfa- s burdndos para crianfaB a 2*000.
Chapeos de fuato e setim para criancas
Sapatos de merino e setim dem, idem.
Meias brancas e de cotes, fio de Escocia.
Pomada de vozelina de diversas qualidades.
Sab .ticte finos de vozelina e aiface.
Extrattus finos de Piuaud, Gu.rUine Lubin.
Lindas bulsas de coura e velludo.
Fechas de l para senhora a 1*100.
Sapatus de casemira preta a 2*0li0.
Teaouraa para coatura, de 400 ria a 3|000.
Pacotea de p de arroz a 300 ria.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Iinmeusa variedade de boles de phantasia.
E mnbares ce objrcios preprius para tornar urna
senhora cegante, e tiiuitos outros iudspensaveis
para uso das familias, tudo por precos admiravel-
mente mdicos.
Na Graciosa
Ra do Cicspo n. 9
Duarte & C.
Grande reforma !...
Realmente foi grande a que se fez n* Loja dos
Barateiros.
Ba ta Impcalrlz n. 40
E sao o nicos que tem as s< guintee especia-
lidad. 1!.'...
Le alpacas, grando e importante sortimento,
e lindissimos padioes, o m8 tino e apurado gesto
que tem viudo, e p ir preco baratism'm", de 000 600,
700 8t0e lKJO.o covado, porui tino e bom !...
Qiier. ni ver ?... aparecam !!!.. .
hxtnas. atnhuraa !...
T moa um liudissimo sortimento de failhe, que
a vala agrada a maia excepcinnal fregueza ; uto
por menos do que em outra qualquer aaa j t a.
40!....
Poi custa 600 rs. o covado.
Temos mais i iodos tortimento de fustoes a 500
rs. o covado.
(.hitas finas, especaldade, porque houve gesto
na estc.lha, e veude se por 240, 280, 3Q, 360,400
e 5< 0 rs. ocovado, n. 40.
Tambem temo!!!...
Lindos padroes em baptista de 180 a 200 rs. o
covado.
Cambraia victoria e transparente finas e boas
de 3*300 a 8*000 a peca
Brim branco de linho especaldade de 1*500 a
3*5(0 a vara pechincha !
Bnu pardos lisos trancados de 700 a 1*600a
vara, apr.'veitem feata I !...
Mohsik-m grande sortimento a vontade do tre-
ques, vende ce de 400 a 560 o covado, v. nhaui !...
Brincia !!!... esplendido e impottnuie oiti-
mento uesse arligo, sendobrauoas, p:etas e de co-
res, lavrdas e liza, o que te p> de desejar em bom,
ven Je se de 400 a 6< 0 o covado.
Temos mms 1. .
Casemira Ue tudas as qualidades e cores, e ta-
semos cuatuines d- 30 ^ 60*00, barato e uovndes Oe 2*5n0, cuusa fina e que a lodos agra-
dara, app.rey.im !
Acr.it< m ?.. .
Ventoln ver, para crer I. .
Maiiap la-, de 1 quaiiade de 4*500, 5*500,
6*;.O0, 7*500, 8*500 e 10 a peya, e'qu ha de
lll lllUI .
Alg do-de 3*5 0 a 7*500 e 8*000 a peca tem
20 Jarda.
Camisas de meia de cores e brancas de 800 a
1*800 e 2*01/0.
Co cha ue lidos desenhos a 4*0.0, cJ6ia6*0u0
em outra casas.
Hat ao da costa do melbor que ha custa apenas
2*750, o metro, pichincha !
bramante de linho a 1*800 a vara, 10 palmos'
para a cabar.
Idrm dealgodoa 1*300, palmas tambem 6 hotn.
A'godo eo festado, 10 palmos a 900 rs. o mi tro,
muito bom pura lenyiVa.
Alien das fasendas j mencionadas temos tnotos
artigo de modas como seja, leques de fino gosto,
grvala, colarinhos, puuhus, meias etc. etc.
Alheo &.
EA DA IMPERATRIZ N. 40
Taverna
Vende-se a taverna da roa da Gloria n. 104,
livre deembarcada de qualquer onus, eom p u-
cos finidos e bem localisada, propria para um
principante, com excellentes commodos para fa-
i da venda se dir ao comprador,
tratar na mesma.
EXTRACQO SEMANAL
3.a parle da 24.a oteria
CORRE
No dia U de Novembro de 1886
Inransferivd! Intraasfcrml!
0 POETADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida, alnt da fianza, por um deposito
no Baneo Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie.
BILHETES A' VENDA
NA
RODA DA FORTUNA
36-Ra Larga do Rosario36
Bernardina Lopes AUieiro.

EXTRACCO
OA
3.' serie da 24 lotera que se extrahir na igreja da Conceicao dos Militares
EM 24 DENOVEMBRO
SOB O SEGUWTE
PARA EXTRACCO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
5
-
DA
COLONIA ISABEL
CEDiDiS Pa LE PriOVIlCUL l \H>, E APPRWO PELO fXN. 1. IE PfflENIE DA PRQVJNCI
PuR ACT Dt ? DE SETtMBfiG DE 1886
4o,ooo bi'hetesem vigsimos 1$0(io..... 800:000$
Despezas............ H8;8oo$
L
i premio de.
i dito de .
i dito de
1 dito de
i dilo de
9 ditos de .
23 ditos de . #
400 ditos de i 00$ para tod
2:0005
1:000$
para todas as centenas, cujos dous algaliarnos
forcm igoaes aoa dous ltimos do primeiro premio inclusive
i dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero na exlraccao for mais alto
1 dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero for mais baixo
99 ditos de 400$ para toda a centena do Io premio.
99 ditos de 200$ idem idem do 2 premio ....
99 ditos de 100$ idem idem do 3o premio ....
2 apps. de 4:000$ para o Io premio .....
2 ditas de 3:000$ para o 2" dito.....
2 ditas de 2 000$ para o 31' dito .
2 ditas de 1:100$ para o 4o dito .....
2 ditas de 850$ para o 5o dito ...
4,000 tcrminacOes de 4$ para o 1" premio inclusive
4,000 terminac/oes de 24$ para o 2o premio inclusive
>m -20 SPl*ic*S de 0(10 ili-7pn. rtn-.n ln ne fp
240:000*
40:000*
20:000$
10:000*
5:000*
18:000*
23:000*
40:0001
1:000*
1:000*
39:600*
19:800*
9:900*
8:000*
6:000*
4:000*
2:200*
1:700*
96:000*
90:000*
"681:200*
Esta lotera ser dividida em 20 series de 4,000 deienas. Quanlo as terminagoes do 1." e 2. premios forer
iguaes, a d'este passar ao algarismo immediatamente superior. De9 passa a 0e de 0a1. Os premios sao
pagos sem descont algum.
0 premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Banco
Rural do Rio de Jmeiro.
21 deOutubrode 1886.
O THKSOUREIRO,
Francisco Goncalves Torres*
i


Diario de 'Pcroamtinco Sabbado 20 de Novembro de 1886
LITTERATlR^.
i
L
CASAMENTO 1 REVOLVER
POE
JULES MA.RY
-)()(-
VII
(ContiDUaclo)
La Guyane, tenho urna i leu...
laso nao me admira... Qual a tu a
dea? Vejamos...
A psquena deve ter alguna amigos
que se puzeram sua procura. .. Urna
moja dessa idade nao desapparece sem
que se preoccup"-m cora isso...
E dahi ? Se foi isso o que achaste...
Espera um momento I Tens certeza
de que o rnpiz que s<*guu-te, ha tres dias,
at o Canh&o de Marselha e que metten-se
no respiradouro, para espiar-te, nao seja
um dos que a procurara? Neste caso, in-
terrogando o, obrigando o a fallar, pode
ser qu3 saibamos alguma cousa...
Nao 6 to tola assim a tua idea...
Vamos experiraental-a. .. Coutinua a l
estar o pequeo ?
Est sira, e deve achar que o tempo
custa a passar.
a Guyane entrou na adega, seguido
pela amante.
O mUeravel encostou o rosto s grades
e disse rindo-se :
Oh l, menino I v o que acontece a
quem curioso de raais 1 Deixa-se phar
pelo papai Li Guyane... Vamos! Che-
gue se um pouoo, para que lhe possa ver
a caiinha...
Mas Valentim nlo responda. .. as pa-
lavras do bandido chegavam-lhe aos ouvi
dos sem que pudesse comprehender o sen
tido... Jzia sem movimeato.com os bra-
cos estendidos para a frente, ni grade. ..
La Guyane agarrou-lbe urna das maos
e sacudiu a com toda a forca, gritando
uom colera :
Deixa do partes 1.... Vamos, me
xete... Ha meio de a gente entonder-se...
e se quizeres ser bomzinho, o papai La
Guyane tirar-te-ha para fra desse bura-
co de toupuiras...
Valentim nada comprehendia. ..
Smente a ralo de La Guyane, aportan
do a delle, como era um estojo, chaman-o
vida pela segunda vez, isto no soffri-
raeuto, e comecou entlo a gemer.
Julgo que vai morrer !.. disse La
Guyane brutalmente.
Estes fedelhcs de hoje, diase Bigai-
reau com philosophia, nada valero.
__Passa-me o pao e o vinho... veja-
mos se toma alguma cousa... Ainda
depressa !...
Bigarreau obedeceu.
La Guyane levantoa a cabega de Va-
lentim e procurou introduzir-lhe entre os
dentes, o gargallo de urna garrafa, mas
os dentes, convulsivamente cerrados, re-
sistirn). .
Demasiado tarde murmurou o ban-
dido... demasiado!... Nao passa de
hoje !... Tanto melhor 1... Eis abi
um que nao ir dizer ao calador o lugar
onde est acoutado o jaVali \ 1
Ha duas pessoas em nossa narracSo,
qae temos, at aqui, deixando no segundo
plano, e que entretanto devem representar
nella um certo papel.
Referimo-nos a Trutat, conhecido por
Augusto e ao prestidigitador Trompe
l'Cil...
Trutat, cxcellente pessoa, pai de oito
enancas, era em pregado no circo Fran-
coni, quando em urna noite em que estava
oceupado a varrer e lirapar o chao no
intervallo Jos exercicios, o pubheode
veia naquella noite impressionado e di
vertido com seu ar perturbado e o modo
contrefeito com que segurava a vassou-
ra, comecou a acclamal-o e fez lhe urna
ovaco.
Todas as vezes que Trutat reappareceu,
: foi recebdo com vaias alegr-s, cajo re-
sultado era nao smente assustal-o, mas
tambem encolerisal-o, o que tornava-o
ainda raais cmico. Quanto raais se exas-
perava, mais augraentava a bilaridade na
ala ; os palhaoos aproveitando o bom hu-
mor do publico, pregara m ao pobre rapaz
todas as pegas do iepertoro, acompanha-
das de bofetadas simuladas e de saltos
mortaes.
Nunca a bilaridade tomara aquellas pro
porgos !.. O director, como hornera
intelligente que era, vio o partido que po
da tirar ue Trutat, p rencia aos 8pus espectculos...
No dia seguinte, os mesmos especta lo-
res voltaram, diapoatos a gozarem do di-
vertimento da vespera, e Trutat, tendo se
demorado em apparecer, puzer.m-se a re-
clamar, xrhamando-o em altas vozes...
com o primeiro nome quo veio bocea
de um gaiato... Augusto t... Por bem
ou por mal, o pobre diabo nao teve reme-
dio senlo apparecer. .. Redobraram os
ditos engranados...
Tendo perdido a cabega, Trutat exage-
rava, como de proposito, sua timidez e
falta da geito... Tee um successo as
sombroso.
Desde aquello dia estava creado o era-
prego de Augusto e o Trutat quem oecu-
pou-o.
Gaoharara com isso a roulher e os fi-
lhos qu. nSo maio seutiram as maos gela-
das, quando o nordeste soprava por baixo
das portas, om noites de invern vigoro-
so... e que d'ahi por diant^ tiveram ves-
tuarios tirapos e quentes... e a mesa suffi-
provid
a, duas vezes por
cienteraentj
dia!...
Fui no circo que Augusto -conservar-
Ihehe-mos este noion tornado popular co-
nheceu Trompe-l'GLd.
Trompe-l'GSil um meridional de boa
ndole nao tinha obtido com seas pas-
aos de escamoteadlo o menor successo
diante do publico parisiense, to capricho-
so e inconstante, de modo que, tendo ab-
sorvido suas e -onoraias, emquanto espera-
va pela estra, e tendo sido despedido
pelo director, achou-se reduzido maia
completa miseria.
E tambem tinha familia, l as margens
do Garonna, tambem tinha timos. ..
Augusto tinha-o perd io de vista, depois
deste revez.
Mas urna noite o clown, que morava
na ra Maroadet, no dcimo oitavo quar-
teirao, nao pf> le conciliar o sorano por
por causa de um ruido estridente, con-
tinuo, que nao cessou senlo ao amanhe-
cer e cuja natureza nao lhe foi possivel
verificar; as noites seguintes repetio
se o mesmo ruilo, que nao o deixava dor-
mir.
Afiml descobrio o que era... Perto
havia urua casa em construcglo e de noi-
te Trompe-l'CE'l, alugado como serven-
te de pedreiro, serrava podras... Por
que de noite?... Despedido pelo mes
tre de ooras por cansa da sua pouca ha-
biliaade, os companheiros com pena delle
aconselharam n'o que acabado o servi
50 do dia, fosse serrar pedras, promet-
tendo-lhe cotisasarem-se para o paga-
mento do seu trabalho nocturno- E
Trompe-(EU ganhava a3im urna baga
tella. .
Os rndente*, guiados pelo ruido da
serra, descobriram-n'o logo/ mas ficaram
com pena. e o deixaram em paz.
Augusto tambem sentio compaixao. .
e todas as noites foi eacootral-o suando
e canean io se diante das pedras de canta-
ra e ajudou o a trabalhar...
Isso durou quinzs das 5 depois nSo bou-
ve mais para serem serradas, faltou o
trabalho e Trompa-l'(Eil desappareceu de
novo.
Urna tarde, descendo pelo arrabalde do
Templo, Augusto recebeu um encontrio
d um hornera que vicha vergado ao peso
de um fardo enorme... Era Trompe-
0*1..
-- Perdi, queira desculpar I Ah
Augusto I
O que que levas ahi ?
Soa entregado:1 de tijollos...
De tijolos I!
Toma lhes o peso Trago-o o
ioteiro a costas.. .
I
FOLHETIM

O OOKCNDA
POR
7AL0 T7AL

PRIMEIRA PARTE
OS UESI3ES CEBICAS
*
I (Continuaclo do b. 266)
I
valle d I-oflrnn
Era um lindo dia de outono da anno de
1699. Luiz XIV envelbecia e fatigava-se
com a guerra. A paz de Riswy k acabava
deaerassignadv. mas as escaramuzas entre
os partidarios continuavam as fronteiras,
e o valle de Louron entre outros, tinha
grande numero destes hospedes iuco-smo-
dos.
Na sala de jantar do castello de Caylus,
uma.n.eia duzia de convivas estavan sen-
tados em volta da mesa, lautamente ser-
vida. O marquez podia ter os seus defei
tos, n*as ao menos sabia tratar os seus
convivas.
Alera marquez Gonzaga e a meuina de
Caylus,- que oceupavam a eabeccira da
mesa, os assistentes eram todos pessoas de
cuuJicio mediana e da soldada. Era pri
raeiro logar, D. Bernardo, o Capelllo de
Caliyus, curava das almas da aldeia de
Tarrides e conservava na sacrista da sua
capella o registro d-i ojitos, de nascimen
tes e da casamentes; em segundo, a Sra.
Izdora, qne tinha substituido a Sra'. Mar-
tba as suas fnceles junto de Aurora;
e em terceiro, o 3r. de e*eyroles, fidalgo
addido pessoa do principe de Gonzaga
Devemos iipresentar este ultimo, que
ter o seu lugar na nossa narrativa.
dia
Pesara mais de oem libras. e muitcs
sao ocos 1 Faze idea, mea caro I I
Augusto tinha-o levado para casa, ali-
mentado, consolado, animado e foi por
oonselho seu que Trompe CEil, voltando
antiga profisslo, comecou a dar sessoes
de prestidirtaglb aos domiogos nos ca-
fs dos arrabaldes, as hospedaras, nos
botequins.
Foi deste modo que conheceu confor-
me gabou ae ura dia quando, cora Valen-
tim e o clown tomara a resoluglo do encon-
trar La Guyane todos os antros os raais
mysteriosos, todos os covis os mais sinis-
tros de Pars que rouba e que assas-
sioa.
Augusto tinha pedido no circo urna
licenca de oito das e era corapaohia de
Trompe-Gd poz-se em campo, procu-
ra de La Guyane isto de Ga
briella.
A ausencia de Valentim, que ha tres
das nao vam e a quem haviara intilmen-
te procurado na ra d'Allemagoe, corae-
ava a inquietal-os rauito*
Coohecendo a temeridade de seu amigo,
recei ivam que lhe tivesse acontecido urna
desgrana.
Amavam-n'o como a ura tilho : Bertara
tendo morado rauito tempo na ra Marca-
det, Augusto affeicoara-se a csse tilho do
acaso tanto como Gabriella, e nao fazi-
differenga entre elles e seus proprios ti
lhos.
Quanto a Trorape-l'OiM, vo'tara urna
verdadeira adora^ao ao clown e esposava,
com o ardor meridional, seus odios e af
feicSes.
Eis por que encontramos os dous ami-
gos errando polas viellas sombras de
Montmartre em urna noite chuvosa de
Abril.
J havia muitos das que percorriam
essa parte de Pars, parando de preferen-
cia nos estbaleimentos suspeitos, prxi-
mos s fortificabas, procurando por toda
a parte, mas era resultado satisfactorio,
o bandido que trazia na mSo o medonho
ferrete infligido pela burra do ferro de
Mourad, contando tambom, na falta de
La Guiaae, que eneontrariam a Bigar
toau.
Augusto carregava dentro de urna pe-
quena mala de viag-*m os objeetos neces-
sarios a Trompe 1'02 1 para executar seus
pasees.
Quando vam gente em um botequira
ou caf, entravam, pediam licenca ao di-
o da casa e comegavam immediatameate
a sessSo.
Tristes c sinistros covis aquellos... fre-
quentados por tudo quanto a grande cida-
de tem de mais criminoso e infame... as-
sassinos c ladro 's, j o tendo sido ou a
ponto de se tornarem taes, bebados.
vagabundos sem trabalho ou iucapazes de
trabalhar, operarios fgidos da oifi;na
e gastando, em algumas noites, o dinhei
ro da quizena, emquanto a mulher chora
em asa e os lilhos gritara com forae..
a forae horrivel. rostos patibulares onde
se acham estampadas as ms paixSes, a
crueldade, o .:io abjeets.
Trompe l'CEil passava revista a todas
aquallas pnysion^mias, emquanto dispu-
nha sobre urna mesinba que era tra
zida a seu padido, as tajas, baralhos,
etc.
Com os oIIiob vivos o maliciosos per-
scrutava os cantos mais escaros, mais
mysterioses.. .
Onde estara o calosso de maos enlu-
tadas, assigualado por SimeSo e Chilpe
ric ?
E, procurando, esnuadrinhando por toda
a parte, Trompe l'(E l eneetava seu dis-
curso usual com voz mordaz e aguda ges-
ticulando com uma varinha de abano guar-
necida de marfim as extremidades, de for-
ma ovoide, semelhantea bagueta do pres-
tidigitador.
bucjediam-sa os passos, emquanto talla-
va com volubilidade; os longos evapora-
vam-se, qu imavam-se em suas maos, para
voltarem depois ao primitivo estado ; com
o simples toque da bagueta mgica, os
ponsamentos oceultos de um espectador
appareciam escriptos dentro de um eovel-
tantes, a quem e^te passe pareeeu agradar
de um modo particular; em seguida era
uma chave dd ouro que cahia de dentro
de ura bonet; depois uma intimidado de
objeetos extraordinarios tirados do fundo
de ura chapeo ; depois ainda os jogos de
cartas baralhar era falso, a carta forjada,
empalmada, subtrahida, as costas magneti-
salas, as metamorphoses, a carta pensa-
da, o pensaraento e spgunda iotenco adi-
vinhados, o jogo dos quatros az^s, einfim
o repertorio varalo de seu offi no.
No fira, a um signal do Trorape-l'GS 1,
Augusto rojeba as esportulas, guariava
os utensilios e dirig inisi para outro lu-
gar.
Foi assim que, do covil era covil, che-
garam at quasi porta d'Aubervilliers. .
(Continua.)
VARIEPADES
O Sr. de Peyrolles era um homem de
raeia idade, com o rosto magro e paludo,
poucos caballos, de bonita estatura e um
pouco curvado.
Em nossos das difcilmente se apresen-
tana um personagera seraelbante sem ocu-
los ; naqu-lle tempo nao era moda.
As suas feicSes esuram oorao que apa-
gadas, mas o seu olhar myope era provo-
cante.
Gonzaga assegarava ^uo de Peyrolles
servis-se perfetamente da espada que lhe
penda do lado esquerdo.
Finalmente, Gonzaga o elogiava rauito,
e precisava delle.
Os outros convivas, officiaes de Caylus,
podiam passar como simples comparsas.
A meniaa Aurora de Cylus fazia as hon-
ras com uma dignidade fria e taciturna.
Geraimente pode dizer-se que as mulbfres,
at as mais bellas, sao o que o seu sent
ment as fazem. Esta, adoravel lalves ae
lado daquelle a quem ama, desagrada-
re! era outra qualquer parte. Aurora era
deetas mulheres que agradara e a quem
se admira contra sua vontade-.
Vestia hespanbola. Tres ordens de
rendas cahiam-lho por entre as madeixas
ondeadt.8 dos cabellas.
Erabora nSo tivesse ainda vinte anuos,
as linnas puras e altivas da bocea tallavam
i em tristezas; mas quanta luz fazia
nascer 0 s rriso em redor daquelles labios !
e que brilho naquelles olhos largmento
sombreados pelas lng-s sobrancelhas l
Hara muitos dias que nJo a viam sor-
rir.
S;u pai dizia :
- Tudo isto ha de mudar logo que for
a Sra. qrinceza.
Ns fim do segundo servigo Aurora le-
vantou-se e pedio permisso para retirar se.
A Sra. Isidora 1-ncoa um olhar do sauda-
de sobre as massas e oonservas que tra-
ziam para a mesa. O seu dever obriga-
va-a a acompanbar a jovem marquez*.
Assim que aurora sahio, o marquez tomou
um ar mais alegre.
- Principe, disse elle, deve-me uma
desforra. Est prompto ?
- Sempre s suas ardens, mea caro
marquez, respondeu Gonzaga.
Por ordem de Cylas trouxeram urna
mesa e Uboleiro de xadrez. Havia j
quinze dias que o principe estava no cas-
loppe lacrado ; fazia
de cinco francos pnlos
viajar urna moeda
bolsos dos circuios-
Luiz II da Bavlera
roa
Edmundo c tsclo
(Continuaco)
HI
SCAS EXCEKTBIC IDADE
(Conlinuafdo)
Tinha as ardentPs iospiracoes
de um espirito privilegiado qne
procura roder se de tudo qaan
to ha de delicioso e do mais
Bubtil na trra, a luz e o perfu-
me, a flor e a m lodis.
Pinheiro Chayas (')
Era durante sua permanencia no castello
de H >hens:hwtngau, e n'ura lago extre-
raameate romntico, por entre cardume de
airosos cysnes de braucuras d'arraraho
a baloicarem-se hilariantos na lympba crys-
tallma, quo o monarcha bavaro phantasia-
do cavalleiro Lohengriu (") viga va no
(#) Vide O Paiz, j citado.
(*) N3o se me affigura ocioso ou pedan-
tesco esq-iissar era traaos lgeiros o entre-
cho dessa vetusta legenda, pela qual, espe-
cialmente, era tao apaixonado o rei Luiz
A-quelles que nao conhecerem a triloga
do Eisembach ou jamis ouviram a famosa
partitura w^goerana, presumo ser de al-
guma utilidade. E se nao, releve-so-me
ao menos, a intencSo, que dir-sa-a louva-
vel.
Eis, pois, o esbogo.
A juvenil princeza Eis ou EUan que su-
bir ao throoo do Brabante pelo finam-mto
do seo progenitor, desamparada de todo
(tura filba-uni:a) e sera o esteio d'um bra-
ga devotado, v se coagida alliar-se pelos
lagos malrimoniaes a un vassallo ousado
em quem depositara extrema contianya o
quem pouco pouco apossara-se do poder
e d'elle abusa va tao ignobilmente.
Seo connubio mesmo era uuicamente de-
pendente do voto do Imperador d'Alle-
manha (Heurique I o Passarinheiro) de
quem seu estado era feudo e a quem Fritz
(o tal subdito audaz) enviara os papis ne-
cessaros, como se sua soberana houvesse
acquiescido a semelhante consorcio.
Depara vam-se as cousas n'esta conjunc-
tura, j prestes a reahsar-se tao monstruo-
sa nupcia, quando surge o formoso caval-
leiro Lohengrin n'uma coucha deslumbran-
te, tirada por cysnes parelhos, d'um alvor
a escurecer a nev, pro roca Fritz, que,
no combate empenhado, suecumbe.
Entao Eis libertada miraculosamente do
seo algoz, esposa o seo paladino, por quem
fioara perdidamente enamorada.
Foi lhe imposta porra a rude condigao
de jamis inquirir quem seja seu libertador
e consorte.
Um dia a desventurada princeza, olvi-
dando-so do convenoionado, faz a fatal ar-
guigSo.
Immediatamento ella observa o cavallei-
ro Lohengrin retirar-se no seo barquinho
primoroso o ento debulhando:se em pran-
to copioso finase de dor, como.um here
que v fugir-lhe lentamente a wda com as
rubras lagrimas que extravasara de seos
feri montos.
seo barquinho doirado, de forma capricho-
sa, apparentando um busio, tirado por cys-
nes niveos, cujis palraouras metallicas ser-
viara de propulsores devido engenho
so machinismo capaz do honrar a Pe-
rillo -que funecionava em seus amagos !
Emquanto que o barco-concha deslisava-
80 serenamente, o luar era seo apogeo, jor-
rando a flux raios d'aljofar, espelhava-se
na face lisa das aguas, proluzrado ura ef-
feto maravilhoso, para o qual concorria a
a argntea :oiraga do psudo-cavalliro,
msicos e cantores disseminados clandesti
nam-nto exe mtavam o famoso coro das
nupcias do spariito wigneriano, de modo a
fazer suppor que a X itureza, ella mesraa,
enlevada ante tao extasiante tela, ento iva o
hymno dos esponsaes de Lohengrin e
Eis!
Dzem que n'este entretanto corvos com
idnticos motores na barriga corriam ve-
lozmente pelas margena.
Quo espectculo phantastco e deslum-
brante I
Para este lago o rei fez construir um
machinismo que, por meio de uma enorme
roda de pao, semelhante a dos paquetes,
revoltava furiosamente as tranquillas aguas,
arremessando-as para o espayo, d'onde ira-
das despaohavam se com esprepito horro-
so, dando urna idea magnfica d'uma tor
menta desfeita.
Coincidi, uma de suas assstencias n'es-
se castello de Hohenshwangau, com uma das
ultimas erupeSas do Vesuvio.
O espirito phantasioso do monarcha su
hitamente deanjou desfrutar o deleite de
ver um vulcSo em actividade sem incom-
raodar s^, pois, do contrario, fcil fra-lhe
transportarse a Xipiles.
Fez vir, assim, ao castello dois profes-
Bores da Universidade e manifestou lhe
seos al me jos.
Estes promptaraente correram a aatifa-
zer os caprichos regios.
Ordunarara a excavaco d'uma monta-
alia que recheiaram de plvora, enxofre,
petrleo e hulha.
D'ahi das S. M. bavara poude apre-
ciar das ameias do seo castello o imponente
especta ulo que ambicionara. A llusao foi
completa : a crtera artificial vomitava la-
vas como o faria a natural d'uma monta
nhe ignvoma
O que a Natureza negara-lhe, elle con-
quistara pela Arte!
Ja consignamos que S. M. pareca de-
testar o resto da bumanidade pela tena-
cidade com que fugia a convivencia e que
n'esse odio, to inveterado como o d'Ao-
nibal aos'Romanos, era o semblante pul-
chro e purpurino d'alguma dama, glorifica-
va-so de fruir imraunidade.
Entretanto essa regra absoluta consti-
tua excepcao nica a archiduqueza Gisel-
la, esposa'do principe Luitpoli, seo primo
e filho do actual regente da Baviera.
Como s s bia dos seos castellos depois
tello e era a quinquasesima partida que ia
comecar.
Aos trnta anuos, com o nome e com o
rosto de Goosaga, aquella paixo pelo xa-
drez devia dar que pecsar.
De duas uma : ou estava ardeatemente
apaixonado por Aurora, ou tinha muitos
desejos de guardar o dote.
Todos os dias, depois do jantar da
ea, traziam o xadrez. Todos os dia,
Gonzaga deixava-se ganhar urnas dea ou
doze partidas, em seguida s quaes, o
marquoz, triumphante, adormeca na sua
poltrona, sem deixar o campo de batalha,
e roncava como um justo. Era desse modo
que Gonzaga fazia a cSrte a menina Au-
rora de Caylus.
Priu -ip), disse o marquez arroman-
do as pegas, vou mostrar lhe uma conbi-
nacao que eucootrei nodouto tratado de
Cessolis. Nao jogo o xa irex como toda a
gento, e gosto de instruirme as boas fon-
tes. Vamos, attenyao ao seu jogo, se faz
tavor.
Nao posso exprimir-lhe, Sr.
quez, o prazer que sinto em jogar
sigo.
Uomeyaram o. partida. Os convivas es-
tavam ainda em torno dalles.
Perdida a primeira partida, Gonzaga
fez um signal a Peyrolles, que tirou o
da meia noite, o rei Luiz ia visitar a
princeza horas por de mais extravagan-
tes e mesmo de todo inconvenientes.
Outras vezeslembrava-se de obsequial-a
as 2 e 3 horas da ma Irugada com rama-
Ihetes. Fazia-os passar as raaos da prin-
ceza por ofti :iaes de sua guarda, que ti-
nham ordem expressa de rebentar os ca-
vallos para chegar o mais breve possivel.
A Ilustre dama era surprendida as
vezes no melhor do sorano, e via-se forcada
ergner do leito para receber a delicada
memoria do seo real primo, ja que os
bouquets s podiam ser entregues as pro-
prias mimosas maos da destinataria-
Forca foi que o Imperador d'Austria
viesse ter a Munich para fazer ver ao seo
sobrio lio afira, que ura semelhante proce-
dimento compromettia a reputayao da prin-
ceza Gisella.
Foi o ultimo rosto feminino que o Rei
Virgem digoou-se fitar.
Osartigos do Sr. Tissot dao conta de
uma outra anodocta chistosa. cUm dia es-
palhou-se o boato de que uma jovem can-
tora conseguir animar a estatua. O rei
abria-lhe ss entradas secretas do parque,
convidava-a entrar para a gndola ao seo
lado e elle mesmo diriga a embarcaco.
A cantora iraaginava sinceramente que
era amada. Urna noita aproveitou-se de
mar-
coa-
guardanapo e sabio. Pouco a pouco, o ca
pellao e os outros empregados o imitaram.
O marquez e Gonzaga fiarara sos.
Nao acabou hontem, disse entlo o
prncipe, a historia daquelle ti Jalg que
quiz ntroduzir se na sua casa....
Espert.lho! exclamou o marquez,
quer ditrabir-se; mas bou coma Cesar,
que dtcttva cinco cartas ao mesmo tempo.
O tidalgo spanbou urnas seis estocadas,
debtro do fosso. E eisa aventura repetio-
se mais de uma vea, por isso a maledicen-
cia nunca encontrou que morder na honra
das Sras de Caylus.
E o que fazia entao orno marido, Sr.
marqu-'Z, perguntou negligentemnta Gon-
zaga, era capaz de facer como pai ?
Exactamente o mesmo, respondeu o mar-
quez; nao oonbeco outra mneira de guar-
lar as tiltias de Eva... Schah mate, Sr
principe I como dzem os persas. Foi ba
tido outra ves.
E estenieu se na sua poltrona.
Destas duas palavras sthac mito,
eontinuou elle arranjando se para dormir
. sua ssta, que significam o rei mor-
reu t, fizemos cheque e mate, segundo M-
nage e segundo Frre. Quanto s mulhe-
res, boas espadas c boas muralhas, eis a
mais clara das virtudes.
Fechou os olhos e adormeceu. Gonzaga
sahio precipitadamente da sala.
Eram quasi duas horas da tardo. O Sr.
de Peyrolles esperava por seu amo nos
correderos.
Os nossos homens ? disse Gonzaga
logo que o vio.
J chegaram seis, respondeu Pey-
rolles.
Onde esto ?
__ Na estalagam da Mag de Adcio, do
outro lado do fosso.
-- Quaes sao os dous que faltam ?
Cocardesso Jnior e Fassepoil.
Duas boas laminas. E o outro nego-
cio
A Sra. Martha est agora no quarto
da menina de Caylus.
Com a Crianca ?
Com a criao$a.
Por onde entrou ? .
Pela janella que d para o fosso.
Gonzaga reflectio um instante, depois
eontinuou : -1^
Ioterrogajste Bernardo ?
Est mudo.
Quanto appoetas ?
Quobantas pistolas.
Esta %t*. Martha devo saber onde
est o registro. Nao deve sabir do cas-
tello.
Est bem, disse Peyrolles.
L Gonzaga paeseava a passos largos.
Quiero fallar lhe, murmurou elle
roas ests bem certo de quo o meu primo
Nevers reoebeu a carta de Aurora ?
- Foi o allemao que a levou.
__ K quando deve Nevera chegar ?
Esta noite.
Eitavam porta do aposento de Gon-
zaga.
No castello de Caylus, tres corredores
se cortavam em ngulo recto; um que ser-
via parte central e os outros dous as alas
do palacio.
O aposento do primeiro era situado na
ala occidental, que aoabava na esoada que
conduca estufa. Ouvio se na galera
central um rumor.
um potico luar para mostrar quo o seo
coracao transbordava : poz-se de p, can-
tou ura romance, perdeo o equilibrio e ca-
bio n'agua. Conseguio agarrar-se a um dos
remos, e gritou em voz pungente ao rei;
Meo amado, sal va-me. Mas o rei ra
como doido.
Os jardineiros acudirara. Salvaram a
cantora que tugio para casa jurando que
nunca mais
ltimamente S. M. tinha por tal forma
aversao ao semblante feminino que, vendo
casualmente ass'.mar a uma das janellas
do castello, que entao demora va, a espo-
sa do Dr. Ziegler, seo ex secretario, o
que por sua auctorsacao resida com a
consorte sob o tecto real, f-d-o vir im-
mediatamente a sua presenca para, em too
spero, dizer-lhe:s Dr. previno lhe que
venho de ver sua espesa janella.
E' boa !
Continua.
Dissaborea
A. J. C. BIBEIRO DA SILVA
E' triste ser-so excluido,
Com tamanha crueldade,
Do numero dos venturosos,
Soffrendo dura saudade.
Aspirarse uma ventura
Alimentando paixSos ;
Soffrer martyrios cru-is ;
Passar-se por privacSes;
Araar-se com vehemencia,
Idolatrar se em extremo,
E ter-89 em paga o despreso
Mais cruel e mais supremo;
Ser se assim tao desditozo,
Viver-ao sempre a gemer ;
E' melhor nao ter nascdo.
Antes mil vezes morrer 1 !
II
Por quo motivo nSo fallas?
Por que razio me maltratas ? !
Nao ves as dores que soffro ?
Nao sabes que assim mo matas ? I
ni
Ah tu nSo tens coraQo
Nem dizes mesmo o que sentes I
Xem to pouco te atrophio
Essas paix<"5is parmamentes I !..
Eu bem conheco a distancia
Q'entre mim e ti medeia ;
.Mas quero desvanecer-me
Acalentando uma ideia.
mi
Se ha outro, mais ditoso,
Que nao supporte pesares.
Para que te divertiros
Com a dr dos meus scismares'? I
IV
Em cada dia que passa,
Em cada hora que vCe,
Mais a mais o tt-u encanto
Este meu peito povua.
E assim do mosmo modo
Tu me vas abandonando,
Sem te importares com o fl
Que me faxes ir tragando,
VI
Pois bem. Eu parto, tu ticas,
E com tigo o meu amor.
E' um consollo quo levo *-
Pr'a mitigar minha dor I.
V. do C. Outubro de 1886.
F. Leovigildo de A. Mabanhao .
Era a Sra. Martha, \ que sabia do quarto
da menina de Caylus. Peyrolles e Gooza-
ga entraran, precipitadamente no quarto,
deixando a porta entreaberta.
Um instante depois a Sra. Martha atra
vessava o corredor, cora un passo fugiti-
vo e rpido.
Era dia claro ; mas era a hora da cesta,
e aquella moda hespanbola tinha transpos-
to 04 Pyreneus. Todos dormiam no cas-
tello de Caylus. A Sra. Martha tinba ra-
zies para esperar que nao teria mos en
contros.
Quando passava defronte da porta de
Gonzaga, Peyrolhs langou-se sbitamente
sobre ellas apertou-lhe o lenco contra a
boeca, abafando-lhe assim o primeiro gri-
to. Depois agarrou a pela cintura, e le-
vou-a, quasi desmaiada, para o quarto de
seu amo.
II
COCRDASSE E PASSEPOD-
Um cavalgava um velho cavallo de tra-
balho, de crinas compridas e mal pontea-
das, pernas tortas e pelludas ; o outro vi
nba sentado em cima de um jumento,
moda das castalias que viajam s costts
dos seus palafrens.
O primeiro tinha porte altivo, apezar da
humildade da sua cabalgadura, cuja ca-
l>ega caba triitemente sobro o peito. Ves-
tia gbo de pellica, justo ao corpo, com a
fronte t .1 liada era coracSo ; calcos de ti-
ritaa, e aquellas famosas botas de canos
largos, to era mola no tempo de Luiz
XIII. Trazia, alera diaao, chapea-de feltro
Jeaabado e uma enorme espada. Era mes-
tr* Cooardasse Jnior, natural Ae Tolosa,
antigo mostr d'armas da oidade de Pars,
presentemente estabelecido em Tarbea,
onde fazia pouco negocio.
O segundo era de apparencia tmida o
modesta, e a roupa pareca de um padre
pobreto : comprido caaaco preto, cortado
direito como uma sotaina, cobiia-lhe os
oulcSes pretos, que o uso tinha tornado
lustrosos. Na caboQa trazia um barrete de
l, cuidadosamente deitado sobre as ore-
Ihas, e por calcado, apezar do calor abra-
zador, um par de borzeguins forrados.
Ao contrario de mestre Cocardasse Ju
nior, que ostenta?a uma rica e basta ca-
bellara ondeada, negra como azeviche, a
seu companheiro empastava as fontes
urnas farripas de ura louro desmaiado. O
mesmo contraste d'arma e os trw pellos
esbranquigados espetados nos beicos do
preboste.
Pois quo ora um preboste aquello tran-
quillo viajante, e podemos garantir que,
quando era preciso, manejava vigorosa-
mente o espadago, que batia nos flancos
do punhal. Cbamava-se Amable Passdpoil.
Era sua patria Villedieu, na Baixa Nor-
mandia, cidade que disputa o famosa
vinho de Conde-Sur-Noireau, para a pro-
dcelo de pandegos.
Os amigos chamavam-lhe o fre Passe-
poil, ou por oauaa de sua apparencia cleri-
lal, ou porque (tivesse sido aprendiz ,de
barbeiro e rato de laboratorio chimico, an-
tes de ciogir a espada. Era feio a valer,
apezar da chamma que se lhe aseen lia
nos labios, quando alguma saia encarnada
atravessava o caminho.
Caminhavam ambos sob o sol ardente
do Meio-Dia.
as pedras da estrada faziam tropezar o
cavallo da Cocardasse, e de vinte em vinte
passos o sendeiro do Passepoil tinha os
seus caprichos.
E entlo I meu amigo, disse Cocar-
dasse ci>m um terrivel accento gasclo, ha
duas horas que estamos a ver aquello rait
daquelle castello sobre a montanha maldi-
ta. Parece que anda to depressa como nos.
Passepoil responden, cora a voz fanho-
8a, segundo a gamma dos normandos :
Paciencia 1 pa iencia havemos de
chegar sempre cedo para o que l temos
que fser.
Ai ai! frei Passepoil, disse Cocar-
dasse, com um grande suspiro, se tivesse-
mos ura pouco de comportamento, com o
nosso talento podamos ir longo.
Tens razio, amigo Cocardasse, rep-
cou o normando : mas as nossas paixoea
perderarn-nos
O jogo, carmba o vinho...
E as mulberes accrescentou Pasta
poil levantando os elhos para o co.
(Contina)
1
t

1
i-
Typ. do Diario raluqu de Carias n. 4B. j




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