Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17697


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Full Text
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Por tres mez>!8 atiantados
Por seis aitos dem......
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12*000
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dioo
UiHM 18 OB HOfEMiiiiU lili M
IMHA UEAIHO K FUMA U tl*0%l-\CIA
Por se meses adianndos. ..... 13A50U
Por nove ditos dem................. 00000
Por un auno den)................ 270OUV
Cada numero ivulso, de dias anteriores. ....... 0100
DIARIO DE
$)i;0j)riel>al>e ir JItanoel -figucra i>e -tana -fUljo*
O Mr. Amede l'rince t C
de Paria, mSo os nossos agente*
excluMivos de anaum ia e pu-
blic ic&et* da Franca e Ingla-
terra.
Aviso
Ncs Srs. subscriptores deste Diario avi-
sa a respectiva dreceta que, do 1. de
Janeiro prximo era Hiaoto, far-se ha a ar
recadacao das assigoaturas pela forma se-
guate :
Na cida le do R-cife e lugares para onde
nta se paga porte. 6#00!) por trimestre,
adiantado ou durante o 1.* mez do mesmo
trimestre, 6$50O oos 2." a 3. raezes.
No fin iio trimestre ser suspensa a re-
tnessa do Diario aos que nta tiverera sa-
tisfeito o seu debito.
Foia da cidade, no3 lugares para onde
se fazem as remessas pelocorreio, 130500
por semestre, pago as mesmas condic3s
cima.
Aos que quizeram pagar o anuo aban-
tado, faz-se-ha o abate de 1?)000, para to
dos os assignantes
TELEGRAHHAS
SEBVI50 rASTICULaS SO SZAfiZO
RIO DE JANEIRO, 17 de Novembro, s
4 horas da tarde. (Recebi lo s 5 horas e
45 minutos da tarde, pelo cabo submarino).
I'onim nomcailo para o arsenal
de Mnrinhn de Pernambueo i del
Joiio Uirardea: eacrevente dwa-
quim Cabral.
SfflV!0 DA aMJCIi SATAS
(Especial para o Diario)
BUENOS-AYRES, 17 de Novembro.
Appareceu o cbole'a-morbas em
Kmenadn, onde dirimir bonit-m
3 rann e 1 bito.
No Boaario hontea derant e aove
bito, e em Bueno* Ajres apenan
nm fot aaaignaiailo.
CAIRO, 16 de Novembro.
Panto para a Inglaterra Sir Hen-
ry Itriiinmoiiii, alio commlaaarlo in-
gless no Esypiu e eneas-regado de
roorganoar a adminlatracao e o ei-
erelto egypclaeoa.
Agencia Ilavas, iilial em Pernambueo,
17 de Novembro de 1886.
INSTROCCO POPULAR
HISTORIA ANTIGA.
(ta truhido)
Da BIBLIUTHKCA DO POVO E DAS K8COLAS
OW IIEBBEl'8
CAPUTLOV
( Continuaran )
A Saloroao succeovu R ibuo, sen fiiho, principe
imprudente e fyrnunici-, que, pedindo-lhe o povo
qne o a'liviaase s tributo?, respmdeu que nao
o nao faria, antea os havia de augmentar e
tratar os israelitas rumo escravos. Vendo eoo-
vindo istu, dz tiibuarebelltrara se contra Robalo,
acclamando p>r sej rei a Jeroboo, hotnem sedi-
cioso e impio ; e s as tribus de Jud e de Ben-
jamn ficaram na obediencia de Roboo, que se
to obrigado a fugir precipitadamente para Je-
rusalem.
Dividio-se. assim o reino era dons : a parte qne
permaneceu sujeita a Koboo cbamon se reino de
Jud, oa Juda : aoutra que seguio a Jeroboo,
denominouse reino de Israel.
Jerob io esqueceu a le de D us, mandn fabri-
car bt-serros de ouro, que fes adorar cjoio diviuda
des, sendo assim causa da mar parte dos israeli-
tas cah.rem em idolatra. Na mesma impiedadc
viveram os seus successores, os 21 res que gover-
nsram Israel por espai;o de 251 annos, fiados ob
quaes ioi o reino destruido pelos assyroa e sen rei
Salmanszar, que tomou Samara e levon captivas
as dez tribus de Israel.
No reino de Jud eoatinuouse a adorar o ver-
dadeiro Dens, anda que Roboo e moitos dos s-ns
snecessores por varas vezes permittiram a idola-
tra; por isjo fui o reino castigado pelo Senhor,
ae o entregos aos sens iuunigos. O reino de
ud durou por 468 annos, contados do principio
do reinado de David. Os neceados dos Jadeas
Tgrm-Omsa do Deas os entregar aos Cbaldeus qa,
governados por sen re Nabueodonosor, tomaram
a cidade de Jerusalm, queimaram o templo do
Senbor e levaram os judeuspara o sen paz Este
esptiveiro chamou-t>e o eaptiveiro de Babylonia
qne durou por miis de 70 annos.
Foi dada a liberdade aos judeua por Cyro, re
dos mdos, persas e cbaldeus, o qnal snbjngou estes
dous ltimos povos, ganbou varias bacalbas e to-
men Babyioni. Tomada esta cidade permittin
Cyro aos judeos que regresasssem eua patria, o
qne se erfeciuou sob o mando do snmmo pontifico
Josu e de Zibadel. Mal obegarum a Jerusalm,
o seu primeiro cuidado foi areedificacao do templo
a qnal nao podoram Ugo levtr a effei o por l.i'o
impedirem os samaritanos, consegu ido por fim
conclnil-a Zorubabel, mediante o auxilio de Daro
I. Por pouuo durou a independencia dos hebreas
As refo mas ce Esdras, nasjquaes se comprchen lia
a probbico de casan eotos c./m mulberesdeoutra
naeoes, e a dissolaco das familias at ento con-
stituidas contra esse preceito, originaram nm
scisma, emque parte do povo se reamo aos sama-
rianos, ficandu u uacio muitissimo infraqnecida.
Aproveitaudo este catado subjugaram os persas
a Juda, enja historia desde entao at .i conquista
de Alejandre se cnfande confunde com a das
nutras provincias humildes, sujei'as ao dominio
d'aquelle imperador. Oontinuou a riralidade entre
os judeos e os samaritanos, aos quars os prtneiros
nao permittiam a entrada no templo de Jerusalm.
Os judus nao constituiam assim j un povo, mas
urna simples commnnidade religiosa ou urna casta
sacerdotal, solada no meio das outras populaces
do grande imperio persa.
Realisadaa conquista deste imperio em tenopo
de Dario Codomanno, submetten-se a Juda ao
conquistador, sen resistencia ; por mortede Ale-
jandre foi governada successivamente por Laome-
donte e pelos res do Egypto e da Syria. Com os
Machabens cbegsu a recobrar a soa independencia,
sendo Aristobnlo proclamado rei ; mas repetidas
guerras civis deram lugar a intervenrao dos roma-
n 18 na Palestina, nhegando Pompen a entrar era
Jerusalm, qne ficou desde essa epocba em estado
de incompleta servido.
Por fim realisou-se a annezaco da Juda aos
dominios de Rima, sendo Uerodes encarregado do
governo della pelo imperador Augusto ; mais tar-
de angmentaram as dissensoes o rixis qne desde
o principio houvera entre judeus e romanos, o qne
levon ero a mandar Vespasiano, seu gene/al,
para redusir completamente obediencia a Juda.
A conquista d'esta foi interrumpida pelo regre-
so de V- spasiane a Roma, para assumir o governo
imperial, e e veio a ser ultimada pelo imperador
Tito, que foi em pessoa Palestina cora nm exer
cito de 60:00) bomens. A' vista do exercito ro-
mano, applacaram-se as contundas civis que ha-
via em Jerusalm, e esta cidade defendeu-se du-
rante mult > teinpo, com nm denodo verdadeira-
mente heroico, contra o inimigo que a cerca va. Por
fim cabio a ultima obra de defesa, a cidade foi in-
vadida, e o templo incendiado.
Os judeus. perdida toda a espersnea, mataram
snas mulberes e filbas e suicidaram se rm seguida
prefrindo isso a entregarem-se cim vida aos ro-
manoB. A tomada de Jerusalm deu-ee no anno
70 da era chrUt. O povo bebreu perdeu, desde
ento e para si mpre, a saa nnidade poltica, apc-
zar de continuar at h> je a existir disperso peio
mundo, com os caracteres particulares da sus raca
e da sua religio.
J depois de submettida a Juda aos romanos,
mas antes da tomada de Jerusalm, nasceu pertu
desta cidade, em Bethlem, Jess Christo, quatro
annos antes da era actual (ou era cbris'.)
( Continua).
?arte orncun.
(.nverno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 16 DE
NOVEMBRO DE 1886
Antonio Ignacio do Nascimento. Ao
Sr. Dr. chefe de polica para attender.
Artbur H^rmes de Moraes e Silva.
Sim, com o ordenado a que ti ver direito.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira e
Juaquim Jos Silveira. Iaforme o Sr.
brigadeiro commandante das armas.
Lvaristo Poreira da Costa. Informe
o Sr. commandante do corpo de polica.
Francisco das Chagas Monteiro. In-
forme o Sr. inspetor do Arsenal de Ma-
rinha.
Tenente-coronel Francisco GoDcalves
Torres. Informe o Sr. inspector do The-
souro Provincial ouvindo o Dr. procurador
fiscal.
JoSo Glimaco Pinto Moreira. Ioforme
o Sr. ngenhero ebefe da repardcSo das
Obrs Publicas provinciaes.
Jos Faustino Marinho FalcSo. Jun-
te cinta em qu-i sejao discrimin idas os
medicamentos forneciJos para o tratamen-
to dos prezos, a que se refere.
Joaquim Bento da Costa. D se.
M-tnocl Nunes da SiUa. Informe o
Sr. inspector interino da Thesouraria de
Fazenda.
Manoel Pedro do Amparo. O reque-
rimento que o suppiuante dirigi ao mi
oiatro da marinba te ve, segundo cotnmu-
nic.icao do director da respectiva secreta-
ria de estado, de 5 do correte o seguinte
despacho : vist i da informaco do Dr.
juiz de orphSos de Olinda, inleferido.
Manoel Francisco Botelbo Sm.
SebastiSo Antonio Peix'to Gadelha.
Ao Sr Dr. chefe de polica pra atten-
der, traosmittndo me a redan ijao.
Thom Joaquim do R-go Btrros. Sim
Tbcodora Mmela de Sant' Anna.
Informe o Sr. inspector interino da The-
souraria de Fazenda.
Velardo Justiniano Carneiro da Cunba.
Ao Sr Dr. juiz de direito das ezecu-
c3*s oriminaes da comarca do Reuife para
informar.
Socreura da Presidencia de Pernambu
co, em 17 de Novembro da 1886.
O porteiro,
Francelino Chacws.
Reparilco da Polica
Seccao 24-N 1120. -Secretaria da Po-
lica de Pernambueo, 17 de Novembro de
1836. -IUtn. e Exm. Sr.Partecipo a V.
Esc. que hontem nao foi re iolbido Casa
de Detenc&o, individuo algara.
Por offi-io de hontem communicou-me
Liberato Presidio de Carvalho, ter assu-
mido o exercicio de subdelgado da Boa-
Viagem na qoalidade de Io supplente.
Pelo 8ub lelegado do Recife toram r-
rnetti tos a esta reparticao : 1 pistola, 25
facas de pobta, 3 navalhas, 2 compassos;
instrumentos estes tomados a diversos des-
ordeiros.
Anda pelo subdelgalo de Smto Anto-
nio foram re nettidos mesma repartido :
6 faeas de ponta, 2 oimpissn, 2 caive-
tes 2 espetos e 1 navalha; tomados a di-
versos desorleiros dessa fregupz'u.
Deus guarde a V. Exc Illm. e Exm.
Sr. Dr. P^dro Vi.-ente de Az'Vedo, muit
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingo Pinto.
Thcsouro Provincial
DESPACHOS DO DA 16 DE NOVEMBRO DE
186
E'eot-riu Roberto Tasares do Efpirit* ^anto e
Ant"iii U" Rosario Prudeuci > dos dantos S.
lut rme o Contencioso.
Embregados do Consulado. Ioforme o Sr. pa
gadir.
Pret da Guarda Cvica Exmiue.se.
Nympha Mus Tavares.Rsgistreie e tacam se
os devidos assentamentos.
Officios do Dr. inspector geral da instrucclo pu
blica.Ao Sr. pagador para os devidos fina.
Vicente Jos de Britto Jnior, Compaohia Per-
nambucana, Francisco Tavares da Silva Cavalcan-
t', Engenheiro chefe da reparticao das obras pu-
blicas, Padre Manoel Ferreira da Racha. -Infor-
me o Sr. contador.
Pret da Ouarda Civica.Pague-se.
Hcrmelinda Tavares de Aquino o Delmira Ida-
lina de Siqueira Cavalcente.Certifique se.
OHcio do Dr. procurador dos Feitos, Francisco
Jos dos Pasaos Qoimares e Jos Muuiz Tavares
Guimares.-- Haja vista o Sr. Dr. procurador fia
Cal.
17
Elentero Roberto Tavares do Espirito Santo.
Prestada a fmea, ser actendidn.
Dr. ebefe d polica, Manoel Joaqnim da Costa
e Antonio Jo Pereira Rjsado. Informe o Sr.
contador.
Eleuterio Roberto Tavares do Espirito Santo
Ilaj i vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Amorim Irmos & ('Informe o Sr. Dr. admi-
nistrador do Consulado.
Consulado provincial
de3pachos do da 13 de novembbc
de 1886
Almeida Duarte & C. e Goncalves San-
tos & C. al.* aec;o para os devidos
fias.
Carneiro de Souza & C. e Antonio Jos
de Souza. Intorme a 1.a seccSo.
15
Manoel Antonio Hibeiro e Jos Antonio
Quedes da Trindade. Certifique-ae.
Manoel Francisco Teixeira, Claudino do
Espirito Santo BrandSo. Informe a 1.a
ser-cao.
Luiz Baptista Nogueira e Rita Maria
Fnnina de Almeida. Junte conhecimen-
to de decima relativo ao ulti no semestre.
Jos dos Santos da Costa Moreira, Ol -
veira Goncalves, Marcolino de 3ouza Tra-
vaesos e Fonseca 4C. Sim.
Joaquim Joo Martina. Deferido de
accordo com is informacoes.
16
Alian Patersom & C. Burle & C,
Compaohia de Seguros Indenizadora,Chrs-
tiam Brgr, Cardoso IrmSo, Jos Velloso
SoaresC, Pohlmam & C, Sebastiao
de Barros barreto e Widosem Carroll & C
Sim.
Prente Vianna 4 0., Eugenio & Viei-
ra. Em vista das informacSes nada ha
que deferir.
Antonio Luiz Ferreira Lima. Peca por
certidao o qne lhe convier.
Antonio Pereira da Cunba, Bruno & C,
Ferraira Ca So & Filho, Rodrigues Sarai-
va & C. A Ia seecao para os devidos
fins-
Manoel Xavier Carneiro de Albuquer-
que, Nerruuger Cahn & C. e Sauza No-
gueira & C I a defer l o em vista das in
FormajSes edoart. 6 do reg. de 9 de
Outubrode 1873.
A. Vieira & 0., Jezuiuo Aires Fer
nandes. Em vista das informales nada
ha que deferir.
Joaquina. Informe a Ia seccSo, Joa-
quim da Rocha. A Ia ssccZo para os
devidos fins.
Wanderley & Bastos. Indeferido em
vista das informacSes e de art. 6 do reg.
de 7 de Outubro de 1873.
- 17
Joo de Souza Ramos, Francisco Igna-
cio de Oliveira. Informe a Ia seccSo.
JoSo Carneiro i eite de Mello. Junte
conhecimento das respectivas decima rela-
tivas ao ultimo semestre.
Jos Scares Lapa. Sim.
Faria Sobrinho d C. Informe a Ia
seccSo.
DIARIO DE PERNASHiCO
RECIFE, 17 DE NOVEMBRO DE 1886
llyglenc e saneament
Diz um antigo rifo que qiiem v as barbas do
visinho arderem poe as suas de molko.
Se ha occasio em que tenlia perfeitu appli-
cagao esse consellio, sem duvida aquella em
que na casa do visinlio lavra a peste.
E ningucm ignora que o colera-morbus, a
cruel j)este'aziatica. est grassando na Repblica
Argentina, cujo territorio em boa parte j se
acha invadido.
E', por tanto, mais que oportuno que se to-
men! medidas preventidas, senao para obviar
a invaso do cruel ioimtgo, qne nao pede li-
cenca para entrar, ao menos para minorar-lhe
os effeitos perniciosos, sempre facis quando
o mal encontra condicocs adequadas ao seu de-
senvolvimento.
As quarentcnas, os cordOes sanitarios o fe-
chamtnto dos portos 4s procedencias contami-
nadas pela peste, e todas as mais providencias
correlatas, que tenden & evitar a transmisso
do lemento m^rboos, sio sem duvida uteis c
diremos meinQ necessarias ;'c a prova de que
ellas preljz::u cffeito salutar offerece-nos Por-
tugal nos ltimos dous annos.
A H:spanha, visnlia do velho reino, duas
vezes fji uvalili pilo mjnstro do Ganges,
que all fjz innunjras victimas, at aquum de
Madrid, bem prximo da fronteira portugueza.
Entretanto, nio transpAz essa fronteira: Portu-
gal (ou indemne; e alli crenca goral, e bem
fundada, que foi isso devido s referidas pro-
videncias.
Na la importa para o caso que a Inglaterra
atcnlia-se & outras praticas, c prescinda de taes
medidas, limitando-se s puramente hygienicas
c de saneamento, 0 facto que, no concert
das nacoes, ella a uuica que assim procede,
se nao no3 enganos ; e de tal excepeo no
se pode concltjflBHvo deaji meio-;.
adoptados pos^Bc os, aind^aVic com
sacrificio de inleresses commerciacs e indus-
triaos.
Para nos pois, fora de duvida que as pro-
videncias attinentes a evitar a transmisso da
peste devem ser, e sao de facto, proveitosas,
quando rigorosamente executadas, como fez Por-
tugal .
D'essas providencias j cogitou o governo im -
periaii pondo logo algumas cm pratica e dando
ordens em rclacao outras, segundo nos infor-
mam os jornacs da c^rle trazidos pelo nlttmo
paquete. Nao ha. por tanto, seno o que louvar
nesses tactos, fazendo votos para que haja o
mximo rigor na cxccaefio das medidas.
Isso,-porem, nao ludo, e reputamos at o
niinimo no assumpto, sendo para nos o mxi-
mo quanto se refere hygicne e saneamento
pblicos, que onde hale o cravo, pois nao ha
negar que, em relago esta cidade do Recife,
nos aciamos de|iloravelnieute preparados para
receber o nefasto visitante, se elle attiugir as
nossas plagas,oque Dus nao permita.
De feito, a cidade vive porca c suja, apre-
sentando monturas de cisca por todas as partes,
laraagaes ptridos em muitos potitos, atierros
feitos com lixo e toda a especie de risuduos
vegetaes c animaos, alagados d'aguas salinas,
e tudo mais que geralmcntc sabido e que nao
preciso mencionar.
Ras, pracas, becos, travessas, viellas, caes
e praias ostentam as unundicias que somente a
Cmara Municipal nao tem ollios para ver.
Ha, certo, um scivico de varrimento, com
o qual a Edilidade despend' boa somma anual-
mente. Mas esse servico simplesmente detes-
tavel- Sobre ser feito cm horas desapropiadas,
n3o atlinge todos os pontos, rieni salisfa as
exigencias do saneamento, e alem d'isso tem o
grave inconveniente de produzir atterros de
lixo ou aecuraulaeoes de detritus orgnicos em
pontos centraes da cidade.
Melhorar esse servigo, organisal-o n'outra s
condiyes, incinerando o lixo, seria da mais
alta conveniencia; c a Edilidade tem o dever
de fazel -o, mxime as actuaes circumstancias.
E nao deve se restringir a isso a muelo da
Cmara Municipal. Mais largos sao os seus po-
deres, mais vasta a sua esphera de acgo, sem
carencia de innovaco de suas prcscrpccs.
No seu cdigo de posturas tem a Edilidade do
Recife tragado o seu plano. Ahi esto indicadaa
todas as providencias, sob comrainaco do mult
e priso, para o saneamento da cidade e do
porto, e para o abastecimenio do mercado em
condicoes de offerecer populago alimentos
saos.
Assim, deve tambem a Cmara Municipal
fazer observar rigorosamente essas posturas, no
sentido de evitar: que as alvarengas e outras
barcos da navegaco fluvial e costeira transitem
sem desinfeceo; que os almocreves entrem na
cidade maltrapilhos; que se facam ajuntamentos
nos lugares pblicos; que se facam damnosas
escavacoes as mas, pracas c outras lugares ;
que se vendam fructos verdes c nao sazonnados ;
que se exponham nos mercados generas deterio-
rados ; emim, que se transgridam as alludidas
posturas em qualquer de suas prescripcOcs,
obrigamlo mesmo os proprietarios de predios
urbanos a caia-los e traze-los limpos e aceiados.
N'essc myster deve au giene, cujos fins esto tragados no novo Regula-
ment, que deve ser executado com a mxima
energa, para que produza os effeitos visados.
Ambos, accordemente com a Adrainistraco
da provincia, podem se entender com a Coin-
panhla Recife Drainage no sentido de regularisar
por outro modo o actual servico da desinfecgo
dos apparelhos da empreza e o da remocao do
lixo das habitages. Estas ultimas medidas so
muito necessarias, pois os apparelhos de latras
sao focos de miasmas, c nao menos perni-
ciosa a permanencia do liso as casas por trez
c quatro dias. como de presente acontece.
A' acgo publica e collectiva deve entretanto
juntar-se a particular e individual no pensa-
mento de melhorar o estado de saneamento da
cilade e preparar elementos de resistencia ao
inimigo qu? devasta as regies platinas.
O interesse 6 de todos, e todos devem coope-
rar para minorar os effeitos do mal, se por ven-
tura elle chegar al nos.
Nada de tibieza, nada de rauxides, nada de
pueris receios. Energia, coragem, esforgo, dc-
dicago, eis o de que todos carecemos; e com
tacs designios e urna grande dse de patritica
vonlade de vence-la, nao ha epidemia q uejv-
sista, porque todas, e principalmente o colera-
morbus, cedem a urna boa hygienc e a um sa-
neamento cuidadoso.
Hygicne e saneamento sao os nossos principaes
conselhos, de harmona com as prescripges uni-
versaes, fructos de salutar experiencia.
INTERIOR
Kicuro imperial
(Jorivil do Commerci i, la corte)
>, 8. Cirl.s d Pinbl, 6 de Novembr.'.-P.uso
Hirirn aoatpWtar duscripcJ da viagem iui^ a' a inmih de buje
E>n P-" P "eir Sua MagesUde visitn rii-
ver m jj>Miti)S i tasen In Haulie, que de cultu-
ra O* e*tt e liacio de g*do.
. ^skt.seni. eub-iecida em 1876, >. em que
a urnamra jl.-iiitaeiloiie caf fui teita em 1877. lein
Hiu>iajH- man He 4 0 hectrea com bhih pli>-
in>;n, x'td ppruveit-idas nutras panes d.iferr-
iiu im caan, tny-iba, arroi e iiutroa cere s.
A*r swvalis para pst-i estao pUniadacoio
di ver -s griuin-Ha de grande utilidade.
Prn u preparn dj c>if tem sta tasenda le-
polpadur duplo e appendices, ventilador, desec-
ad ir, seorHd..r, a.udor, bruni ior, pilo s, con lo*
dore elevadores e uutro npparelta-8.
lin taubein um deouibHdor de milho.
O uv.t..r t-I us Mppareihos leseuvolve
urna furoa de 25 a 30 cavallos.
> Est tSo bem combinada a disposico da ap-
pHrelhos que nm s horaem intelligeiite, e que te
nha pratica pode dirigir todo o servico.
A casa de inorada do proprietario e snas de
pendeocHS estao as melbores candieces, e em
tndo se nota o bom gosto e a intelligente direccao
do Dr. L"ite Guimtries.
Mereceu especial atteuco de Sna Magestade
a creacao do gado.
II alli mais d- 600 cabecas de gado vaceum.
" As racis silo de primeira qualidade e ha o
maior cuidado nocrusamento.
n Do- oito magnficos tonros alli existentes, dous
s;lo '/.-h', um de Jersey, um tourino e ontroa re-
sultantes de cruzansentos-
o As crias deste anno excedem de 100.
O gido langero producto do cr'ixmento das
melbores racas estrangeiris e bem assim o sumo,
qne em grande parte e de raca inglesa.
E' tambem digna de nota a cracao de cavat-
los, que feita com garanboes de meio sangne.
TmiH-se tambem da creacio do gado muir,
o 8. M. a Imperatriz visitou os apriscos.
Da 31. Depoia de terem onvido missa e al-
moei partiram para o Porto Ferreire. onde embarcaram
s 9 hraa e 15 minutos da mauhS.
A viagem, rio cima, correu sem incidente, gas-
tando-Be quatro horas na viagem do Porto Amaral
ao orto Ferreira.
A recepcao feita a Suas Mugestades foi das
mais eutbusiasticas.
Poucos minutos di pois entraram Snas Magos-
tarles no trem, que com grande velocdade percor-
reu os 18 kilmetros que separan) este porto de
Belm do Descalvado.
- Alli demoraram-se Suas Mig'stadca urna
h 'ra, visitando o imperador a matriz, algumaa es-
colas e a cmara municipal.
Sna Magestade a Imperatriz conservou se no
trem, onde foi comprimentada por diversas senta-
ras e por urna commisso da colonia italiana, <
reccndo-lhe urna menina nm lindo ramo de flores
natnraes.
Tinto a ebegada como a sabida do trem fo
ram enthusiaatica as acclamacoes.
De Belm regrsssaram pra o porto Ferrei ra
e, pela linha Paulista, foram Suas Mxgestades at a
cidade e Araras, onle chegaram a 5 horas e
meia, sendo recebidos como em outras cidades pela
municipHdade, autoridades e grande concurso de
povo. Hospedndose na casa du Sr. Jos de La
cerd, onde pernoitaram.
Dia 1- -A's 6 horas da manba Sua Magesta-
de o Imperador visitn a cmara municipal e esco
las, ou viudo depois missa na matriz.
o As 8 horas parti o trem e, depois de pequea
demora na estacjto de Campias, onde tiveram Snas
Migeatades festiva recepcao, seguio para Jundia-
hy, onde chegou s 11 boris da manh.
a Fui esplendida a recepcao. Na estaco esta vam
a cmara, autoridades do lugar c extraordinario
concurso do povo.
Suas Magestad's dirigram-se para a casa da
Sr. D. Anna Fonseca, irm do Sr. Bario de Par-
nabyba, a qnal ofiereceu aos augustos viajantes nm
Unto almoco, depois do qual foi Sua Magestade
visitar a matriz, a cmara, escolas e urna fabrica
de tecidos.
A's 2 horas da tarde entraram Suas Magesta-
des m um trem da estrada de ferro Itnana, acom-
panbados, palo Dr. Agniar Barros, presidente da
campanhia e per outrus senhores, e foram para
It, onde chegaram as 4 e meia da tarde, sen -o
sandados, com vivas acclamacoes as eatacoes in-
termediarias, que eetavam adornadas e nao quaes
hara muita gente esperando a passagem dos au-
gustos viajantes.
Em I' foram Suas Magestades hospedados
pelo Sr. BarSo de Parnahyba.
" Depois de aiguns minutos de repouso, Suas
Magestades foram visitar o collegio de Nossa 8e-
nbora do Patrocinio, onde toram recebidos pelas
directoras irms de S. Jos.
Ao entrar, m em urna das salas, foram Snas
Magestades sorprend dos por nm espectculo ver -
daleiramente aamiravel. As meninas em oumero
de 180, collocadas tolas em uinjimphiiheatro,
apresentavam, pela su distribmco por alturas,
urna perspectiva encantadora, divisando-se nos
sens rostos o maior conteutamento. M o Impe-
rador, ao entrar na sala, diasi que era aquella a
segn la vez qne aprecia v i to b-llo erp -ctaculo,
tendo sido a prisa -ira em Nova-York, em um col-
legio onde havia 500 meniuas.
8entando-se Snas Magestades, urna das alnm-
nas, filba do Sr. Bario de Parnahyba, cantou um
hynmo de saudacao, aeompanhada por todas as
outras meninas
Terminada o hymno, sor rio daqnelle grupo
urna fi-jura anglica, representando a provincia
de 8. Paulo, aeompanhada das 6 meninas, repre-
aentando cada urna os rios da provincia. A que
r- presenta va S. Pauo telictou o Imperador e a
Iinp ratriz, agradecendo-lhes a honra da visita, e
mostrando ao mesmo tempo que ella (a provincia)
se havia eatoreado para abrilhantar anda mais o
lia lema imperial, procurando, pelo trahalho,
aproveitar todas as riquezas naturaes de seu
aolo e desenvolver a industria para tornar se
digna de figurar honrosamente entre suas ir -
ma.
Falln depois o rio T.et, mostrando as opu
leticias do sen valle, descreyendo todos os tribu-
tarios que concurrem para o sen cabedal, os mu-
nicipios existentes nesse valle, sna populacao e
pru'incfao.
Em teguida fallar.m todos os outres ros,
descreyendo cada qnal as riquezas que poasnem.
os progresos que tem feito, auxilian lo assim t
ico territorio da provincia de 8. Paulo, que Ibes
gradeccu a coadjuvaco que dell'S recebe, e i
seu generoso concurso todo em proveito do Imperio
de Sania Cruz.
8ua Magestade percorreu depo:s 'edo o
cuilegiu, e dignou-se de maaitestar s directo-
ras a agradavel impresaio qne lhe eausava essa
visita.
c Em seguida visitn algumas escolas, a c-
mara municipal e a cadeia, recolbendo-se s 6 1/6
horas.
Dia 2.A's 6 horas da manhS, es augustos
viajante fVram em trolly visitar a pedreira de
It, onde assisttram eirraccao de algumas lages
e depois o matadouro, qne se acha em boas condi-
coes, o Hospital dos Lusaros, onde estava o r.
Jos Elias, qne den a Snas Magestades todas as
iutunr.ai.ot a precisas, o cemiterio, as obras do novo
abasteciuieuto d'agua, enjo engauheiro, Dr. Paula
Sonsa, moatrou- Ibe as plantas da caixa d'agua e
deu tudas as informacoes sobre o manancial, ene-.
namentos, etc.
Depjis Suas Magestades onviram missa, al-
uiocaram e, turnando o trem foram para Piraci-
caba. i
t No salto do It psrou o trem. Suas Mages-
ladra, depoit de admirarem aquella belliasiiDH
,(u.la d'agua, foram visitar as fabricas de tecidos
ala Sr. Jas G-lvo e outra de urna companhia
inlea. Est em constrnecao mais urna dirigida
,,elo Dr. Octavio Pereira Mendes. Nestas fa-
bric a foram suas Magrstades caloroaameute vic-
tjriadoa.
D'alli seguio o trem para a estaco de Itaiey,
no ei.troticainento da linba de Piracicaba. Ne fr
p to teve o trem pequea parada, sendo 8ua
M gstales eaudados pelos moradores das tarea av
vismliaucas.
Cb. gando edade de Capivary, onde foram
muiiu bem recibidos, Suas Magestades dirigiram-
t- pa.a a estaco da villa Ratlard, oude e.i eB-
labakeila a usma de asancar, coubecida pe
uome .leeugeubo cen'ralde Capivary.
. Recebi ios p- la adminiatraoj pelo pes.oa
t c'i-uco, ex.iniioo .Su Magestade detidament.
u engeubo e suas dependencias, sendo depoia
servido na casa dos engenbeiros um delicado
lanoh.
Sua Maeestade dignou-se deixar retratarse
em urna esa prxima estaco.
Da villa K .ti'ir I Piracicaba estavam en-
teitadas as estacoes intermediarias, sendo os
AUguttdS'^iajates mnito saudadoj na passs-
gem. "^~~.,^
J por telegrarnmss-^sabem os lejtores a
hora da chegada PiracicabaSea Sri hante re-
cepci qua all tiveram Suas Mrg^stades, que
se hospedaran! na casa do Sr. Dr. EstevSo.^e Ee-
ieode. *S-j _
> A'noite illuminou se a cidade e na praca
principal, que bem ajardinada, fucaram diversas
bandas de msica, seado Suas Magestades Banda-
das na sua residencia por diversas corporc,o's
nacionaes e estr^ugeiraa e por extroordinario con-
curso de pevo.
Os Srs. ministro da gricnltura e presidente
da provincia o os r- presentantes da imprensa
da provincia e da tdrte tamb m feram compri-
mentados em seguida. Os Sra. ministros e presi-
dente responderam as felicitacSas que lhe foram
dirigidas
Da 3 Sua Magestade visitou as obras hy
draulicas construidas ni Cachoeira de Pracicaoa,
as quaes Sua Mu ;estade, segundo diss, achoc
demasiado importante para a populacao do lugar.
Dep iis foi Sua Mapestade a importraute fabrica
de tecidos do Dr. Souza Q ieiroz.
< Alem de outros estabelecimentos visitn tres
escolas, notando que em duas o ensiao religioso
era completamente deecurado.
O engenho central de Piracicaba, qne tai-
vez um dos mais bem organisadu que temos, foi
visitado por Sua Magestade, que notou nao dar-
se grande importancia cultura da canna
o Percorreu tambem -ua Magestade oa arredo-
res, e tendo visto a queda d'agua du Piracicabs,
disse nue su rior s vir a do Nigara.
Da 4.A's 6 horas Suas Magestades partiram
de Piracicaba em um lanchan da C .mpanbia Ima-
na, emprezaria da navegaco do no,e s 10 horas
chegaram ao canal Porto, unde paasaram para um
vapor especialmente preparado para esta viagem,
e no qual fui offerccido um aiinoc) pala Coinpa-
uhia Ituana.
De Piracicaba ao canal ha 18 kilmetros, que
sau percorridoj por 'a tores qnando o rio leva al-
guma agua, ni que, quaado baixo, s pole ser
navegado por lancbas.
Do canal Porto Segnro, o vapor, rio abaixo,
com marcha moderada, navego at 8 horas da
noite, chegando embocadura do Tiet O l.ira-
cicaba tem algumss obras insignificantes pratica-
das para avolumar as aguas no canal de oassa-
gem, e que procisam ser melhor construidas, afim
de nao ser impedida a navegaco as grandes
seccas, como succedeu o ann> passado.
A navegaco pie considerar se regnlar es
pena qne ha mais tempo nao fosse comptehendida
como a do Tiet, attenta a grande economa que
resulta do transporte comparado das estradas de
ferro. Pelo Tiet, navegou se mais urna hora at
o porto de Araqu, onde chegaram Suas Mages-
tades s 9 e 20 minutos da noite, tendo pereom-
do de Piracicaba at alli 130 kilmetros
A navegaco actual de 180 kilmetros ate o
"porto d Lencoes. Para evitar os inconvenientes
da navegaco da cidad. do Caual Turto est pro-
longando a Ituana a sna linha at este ponto, tor-
nando se assim a navegaco du rio complementar
da da estrada de f rro. i
De Araqu foram Snas Magestades em carros
e trulys at a fasenta do Sr. Cardia, onde chega-
ram s 11 1/2 da manh, all pernoitaram com
toda a comitiva.
A grande ilacata de outr'ora, tanto em urna
como na outr margen do rio, desde as quebradas
dos planaltos at s marg'ns do mesmo no, fui
desbravada Primeirameite foram-no pelos mi-
neiros, emigrados do sui de Minas, que > cntda-
ram la cultura do milho e da criac) de porcos,
tendo sido elles os verdadeiros piowers do non
de S Paulo. Depois foram os pauhsas que all
iniciaran a verdadrira agricultura e agora esto
introdnziudo a im nigraco europea que consolida
aluda mais a riqueza da proviacia.
Da 5.Sua Magestade visitou de manba
machioismos da tazeuda Cardia e a cul.ura, que
leita em grande exten o, e, depois do almoco,
partiram s 9 horas chegand s 10 a MineiroS,
actual extremo da esirada de ferro de S_ Carlos
do Pmhal. Alli havia grande concurso de povo,
que recebeu Suas Magaatades com as maiores de-
monstraces de alegra. .._..- 4
Em viagem por S. Carlos do Pmhal atraves-
cam-se os lindissimos campos da Bella-Vista, qne
constituem a parte superier do planalto divisor das
asnas do Mngy-gnass e do Tiet.
E' bem applicado o n me dado a estes prados
naturaes que o viajante nao se farta de contem-
plar. A cada passo urna nova perspectiva qne
turna cada vez mais bello o panorama Aqu
alli veem-se os picos sedimentarios da grande fui-
m-c, que cubri todo o paz e qne aqu-lles res-
tos ainha boje atiestan a altura a que ponto che-
kou alli em pocas anteriores.
A campia ora tem arbustos destacados, ora
completamente lisa plan como se tivesse sido
nivelada. ... _
. Sua Magestade, qn desde Mine.ros vi.jou
na frente da machina com os Srs. Viscondes de
Paranagu e do Pinbal, nao se cansava de admi-
rar o lindissimo panorama que se desdobrava
diaute dos seus olh s. ___
Esta regio da margen direita do lete, qne
auda ba 10 annos er completamente deaerta, eaU
boje em grnde parte coberta de cafesaes planta-
dos em trras da maior f-rtiiidade, e su produc-
co muito procurada pela navegaco a Vapor e
p la estrada de ferro do Pinhal. A culturado
c.t esteade-se actualmente a 0 leguas, Tiet
abaixo. .,
A'direita e esquerda estende-se a vista li-
viemente, s-nde- apenas interrumpida pelas pe-
queas elevaces que se destacam no mei0,da
planicies como verdadeiras fortifiascoes. A di-
reita d planalto, para o valle do Mogy-gnassn,
varia o pauorama destacando-se a sinuosdade
d-s regatos, pela vegetacSo mais alta qneos acom-
pnnha; e qnando se atravessa algum ponto mais
elevado, bellu contemplar aquellas fitas verde-
escuras, serpeuteando pelo prado, e a perderem-
se no horisontc
O trem tefe nma pepuena parala em Brotas,
e outra, um pouco menor, na estaco ont'ora cha-
mada do FeijSo, e buje do Viacon le do Rio Cla-
ro, onde esperava Suss Magestades a familia do
Visconde do Pinhal. Aili toi servido um profuso
lunch.
Se em todo o trajecto de Mineros at S. Car-
los do Pinhal tanto houve quo admirar, nao me
nos agradave foi a vista deata cidade, onde os
augustos viajante* chegaram s 4 e meia horas da
tarde. -*
Sua alagestade, ao entrar nella disse : a.
a mais linha qus at agora tenho visto.
Al a recepcao foi esplendida. As ras e
pracas pnncipaes esto elegantes e vistosrmente
-nfeitadaa com arcos, palmeiras, bani iras e cu-
rros enfeites. Quasi todas as casas foram sinnan-
deiradas e adornadas, haveudo alm disso d.jus
crelos, um na Prca e ontru em trente ao pala-
cete do coronel Joaquim da Cuaba Bueuo, que
hospedou os Augustos viajantes.
Este palaceta acha se externamente enfeitadn
com muito bom g.stoe internamente com verda-
Iriro luxo. Assim, a 60 leguas da capital, h .uve
'-> esmerado capricho em preparar a casa para
hospeiagem de .-uaa Magestades, qne a pessoa
mais exageradamente ex gen e nada teria que
censurar.
O coronel Cunha Bueno, que nao poupou es-"
-


L HBTIIMO I


9
Diario de Pernambuco(tilinta--feir 18 de Xovcmbro de 1886
uaae, recomjsj-s
* AJflal>noras
"fljpg foram a
# antee e iguari?


'orces, encontrn um poderoeissimo auxiliar do en-
genheiro Dr. Nabor, o quai dea provae nao t da
extraordinaria nctividade, como de aparado bom
goto
s O palacete actualmente a inelhor caa da
cidade. Tcm grandes accommodacoes, ioi maito
Km cooBtruido e cfferece para distraccio um ex-
cellente jardim com repudios e granudas, artisti-
carnate delineados.
Na eatacio eatavnm a cmara municipal, as
autoridades do lugar, o deputado Rodrigues Silva
e extraordinario concurso de senhoras e sensores
9 ai escolas de meninas e meninos formando alas
e a colonia italiana recobenrto Suas Magestades
com enthusiaaticas acclamafdes e ao som do hym-
ao nacional, executado por duas bandaa de m-
sica.
Entrando em un bonito tandean, tirado por
quatro cavallos brancos, dirigiram se os Augustos
viajantes pira o ptlacete do coronel Bunha Buena
endo acom;>auhados por grane numero de pes-
adas, em carros e trolys, e grande concurso de
povo a p, precedido das bandaa do msica.
O desfilar di prestito p -las extensas roas, que
vio da cstacio ao referido palacete imperial, e
que estavam lindamente entestadas era de impo-
nente efi I
O povo. que em massa acomranhou Suas Ma-
gestades, agglomeroa-se em frente do palacete e
rompen em entausiasticos vivas.
t. M. o Imperador, acompinhado dos Srs. Vis
eende de Parauagu, Bario da Puruabyba, coro-
nel Bueno e commendador Bittenconrt Coelho,
inspector Iliterario, sabio, pouco depois visitn a
BWima monicipal, a cadeia, onde e/iistern dous
presos que interrogou, as obras do novo mnta-
dooro, g cemiterioejHna escola de meninos r me-
nina ; e depo'ajrje percorrer algumas ras da ci-
dade, recoHj0sa-Be s>ia residencia.
oras houve um auraptnoso banquete,
servidas cacas de diversas quali-
iguarias usadas na er.'e, nos grandes
jantares. O 8r. coronel Bueno seutoa-se ao lado
da S. M. a Imperatriz.
Ao terminar o jantar fea o referido coronel a
tande do f'uas Magestades.
A' noite era lindo o aspecto da cidade pela
brilhante illunoinacio, principalmente na residen
eia imperial, no jardim que Ihe fica ao lado, na
rus em que est o palee -te e na praca da Matriz.
Nos corotos tocavam bandas de msica, e o pevo
em msssa percOrria as ras. Suas Magestades
receberam comprimento3 de grande numero de
pe sos s. Urna commisso da colonia italiana foi
felicital-os pela sua (hgada e S. M. a Imperatriz
I recebeu lindos ramos de rl tres, que lhe foram en-
* treges por geutis meninas.
A's 11 horas cesaou o movimento.
A's 7 horas da manca devenios segnir para
Araraquara, depois de terem Suas Magestades ou-
vido missa por alma de urna irma de S. M. a Im-
yeratna.
i squeci-roe diser que, chegadadeSuas Ma-
- geetadea, foi distribuida impresaa urna sandacio
^escripia pele commendador Bittencourt Coalho.
As prim-iras edificaooes no local em que est
boje a cidade de t. (arlos do Pinhal datam de
Deiembro de 1857. A posijao escolhida nao po-
da ser melbnr, m qualqucr ponto mais ou me-
aos eievado, eui que ee col loque o obssrvador, es-
praia a vista por u-n lindo panorama. As ras,
rectas, largas e extensas, estio na mais symetrica
disposii,-Vi, nella se uotam muitoo edificios bons,
e em conatruec,io alguns outros que mmto devem
embeilezar a cidade. A matriz, que cata sendo
reedificada, vai ficar um bim templo. Ha tambem
outra igreja menor, de N asa S nbora do Rosario.
O edificio em que funecionam a cmara e o jury
e em que se ::cha a cadeia, est em boas condt-
ooes. Ha urna igrej i evaog< lica ranito frecuen-
tada, comotiveoccasiio de verificar iudo viaital-a
* noite.
Est te edificando um theatro que deve ficar
cono o ex-theatro t. Luiz da corte.
- Ha iiqui um clnb familiar em que noite se
rennem os socios para palestra, leiiura e jogos li-
sitoseque d partidas dansantes e menaaes e
urna thpogr..phi em que se imprime O Oilavo
Dittricto, que distribuido aos domingos. Alm
de um collegio particular, cauta a cidade duas es-
colas publicas para meninos e tres de meninas,
sendo a matricula de 210 em todas tres e a fre-
cuencia de 13iJ a 150.
O commercio < animado, e encontra-se quasi
todo em duas rusa, urna que vem sabir no largo
Ja Matriz, e ootra junto eatacio.
X a demingos e das santificados tem maior
act'vidade o commercio por causa d >s pequeos
labradores, colonos e escravos que trasem gene-
roe ao mercado.
Est fechado o antigo cemiterio, sen lo o novo
xaaior e em lugar afastado do centro da p>pu-
lacio. O antigo fica entre a eatacio e o centro
la cidade.
Da> sala em que escrevo, n'uma casa do largo
da Matriz, em pouto elevad, apn cia-se bem a ex
tensio da cidade o numero de suas caeas. Pela
ultima eatatistica da p' palacio da cidade, em que
ka 700 casas, de 3,500 habitantes, e a do muni-
cipio de 12 mil.
A cultura do caf a base da riqueza e nella
j se empregam ans de mil colonos, especial-
mente italianos.
Na tazeaia do coronel Cunha Bueno sei que
ka sessenta colonos, estrangeiros e nacionai-s, os
quaes, estando all ha um ai.no, j teem prestado
bons servicos. E assim como isto se d uessa la-
senda, d-?e timbera em algumas nutria.
Na cidade ha cerca d 300 it .liauos, empre-
gado& ma miaterea o versos.
Ci mo se \ tem muito pouco tempo de
existencia, esta cidai-, e aaaim nio se podo des-
eonhtccr que tm caminhado muito, sendo isso
tanto ui.is para (dmirar que apen&s ha tres ou
quairo anuos que aqui ebegou a estrada de
ferro.
J quo fallei em e3trada de ferro, devo dizr
que nao foi nada c.inmoda para os passagere* h
viagem do Bio-Ctam at cata cidade. Os carros
nao eram bous uem em nuuero sueii'nte, pelo
que passxgjiros do 1 ciiuse tiveram de vir
em .
E as queixas nao sao smente por falta de
carros para pussageims. Na i nfaco nesta cida-
de no bs tambem para conduec.Vi do caf, quo
est einpilhado uoa irm z's pnrticulares. *
Ouvi tamb'ii queixas pea demora das car-
gas. Aqai, por exempio, as viudas da corte che-
gam com u:n inez de demora e com 15 e mais dias
as que vi-em de Paulo e de outros pontos.
REVISTA DIARIA
Defecado de Leopoldina Por porta
ija de 16 du corrinle foi Horneado delegado do
termo- de L opoldina, u a.feri s do 14 batalhao de
iofantana, Pranciac Aff nso do Reg Barros.
BeneficioO tr. ci-.nsol de FrHnca no intui-
to de f-izer regrissarem patria divertios artistas
firaneezes, qu^ constitua!! a Companhia de Ope-
reta Comic* do Sr. Richard, eompanhia que ulti-
man, uto trabilhou no Thea ro das Variedades, e
foi abandonada pelo respectivo empresario, ern-
prehend'U realisar um sp<*etai-nlo, no Theatro
Santa Isabel, em b-'ncficio desses intelizes ;ir-
St-iS.
Cedido o theitro pela presidencia, que promet-
teu mandar tocar all a banda marcial do corpo de
polica, r.'ilisir-se ha o beneficio no sabbado i)
do conenre, com o rrogramma que opportnoa*
mente era annuncado, h nrando o meamo espe-
ctculo o E.im. tr. l)r. Pedro Vicente de Aze-
Tado.
E' nina boa opp irtunidide para se manifestar
ais urna vez a ph lantropia do publico desta ci-
daI q'iem nunca se ret-orr-i em vo.
Faculilade de WlrrlfoEis o resultado
do* acta de nontem :
1." armo
Bernsrio Joas de Mello Albnquerque, simples-
mente.
Joaquim Rodrigues Teixeira, idem.
Joaiiim Joa Corriia.de Ara ojo, plenamente.
Jos Noguera de touza Filho, idem.
nos de Mello Cesar, idem.
Paulo Rodrigues Teixeira, idem.
2 armo
Aleebiades Draeo de Albiquerque, plenamente.
Pedro Morques de Aibuquerque Cavalcante, idem.
Antonio Ju de Mello e Soasa, idem.
Joaquim da Silva Cabral, idem.
Huiiiqi-- 'a .Silv .Vzevi do, idem.
Viri.io Xavi.-r da Silva Itrito, idem.
4 awno
Jos H io-1' no d-- Barros Pimentel, plenamente.
Hyg va IJuamao, dem.
Jovino Kapii-ta Leitao, dem.
Justino Augu-tro dt t*ilva Moura, idem.
2 reprovn
atWO
Temisioc ee Augu>t ie Figueiredo, plenamente.
Jcaqu ni G i calves LUavaa Filho, idem.
Francisco de Barros Lins, idem.
Los Meira de Vaaeoneellos, idem.
a Rodrigues de Sonsa, id
Antonio II. arquea Silvestre de Faria, idem.
Estes receberam o grao de bacaarel em cien-
cias jurdicas e sociaes.
Serio chamados amanh (no lb anno) i pro-
va orsl os estudantes sob na 34. 35, 10 e 52 da
2 turma, 45 e 60 da 3 e mais tantos destes quan-
tos forem nacessarios para completar o numero
seis.
Exames de pr*iaraorlsa Para
aproveitar as salas da Faculda le, que esto hoja
desoecupadas, por n&o haver actos dos cinco as-
no, resol veo a directora formar quatro bancas
de esames de preparatorios que sera assim rega
ladas :
Latim Preaidente, Dr. Correia de Aranjo.
Examinadores, arcediago Araujo e bacharel Cos-
ta Oyrne.
Inglez Presidente. Dr. Pinto Pesaos. Exami-
napores, Dr. Barros Sobrinho e bacharel Gabriel
de Araujo.
ArithmtticaPresidente, Dr. Seabra. Exami-
nadores, hachareis S Aatunes e Ayres Gama.
His'oriaPresidente, consolheiro Silveira de
Sousa. Examinadores, hachareis Arthur Orlando
o Esequiel Franco de Si.
Oa exames de latim e arithmotica comecarao
ao mcio da, e as de inglez e historia s 10 horas,
sendo que ninguem ser admittido a qualquer dos
quatro exames que vio comecar, sem exhibir cer-
tidao de ter sido approvado em portuguez.
Alm das quatio bancas continuar a funecio-
nar a de portuguez.
As turmas serio de 30 em arithmetiea e histo-
ria e 20 em latim o inglez.
Escola NormalEis o resultado dos exa-
mes de Uontem :
2 anno
Josa Luis Pare.ira de Lyrs.Approvado.
Ermelinda.Collecta de Souza Ribeiro.dem.
Mana Cintra Lima.dem.
Mara Fernandes dos Santos Bastos.dem.
Leopoldina de Barros Campello.dem.
Um reprovado.
Um levantou-se.
Hoje serio chamados oa seguintes da ultima
turma :
M inoel Victoriano de i/ma.
Urbano Cavalcante de Sousa Albuquerque.
Elyaio Amancio Gomes de Mello.
D. Benigna da Brito Mello.
D. Clemeotina Elisa Monteiro.
D. Laeinda Soares Pereira de Negreiraa.
D. Honorina da Silva Reg.
Tribunal do Jury do BectreNao ha-
vendo comparecido juizea de factoa em numero
legal, procedeu-se houtem ao sorteio dos seguin-
tes :
Freguezia do Recife
Quirino Lopes d'Asaumpcao.
Freguezia de Santo Antonio
Manoel Gomes da Silva.
C-piiio Luiz Pereira de Farias.
Antonio Macario de Moura.
Joaquim Jos da Costa Valente.
Carlos Jos du Medeiros.
Manee! Dias de Arruda Falcio.
Fregiezia de S. Jo*
Francisco Rufino do Amara1.
Job Pereira Bastes.
Jos Guiluerme da Silva Duarte.
Freguezia da Boa-Vista
Dr. Affonso de Albuquerque Mello.
Joio Hermenegildo Borges Diois.
Joaquim Manoel de Medeiros.
Antonio Rufino de Andrade Luna.
Jos Nicacio Rabello.
Joaquim Pedro do Reg Cavalcante.
Joi'i Leopollino do Reg.
Jos Francisco io liego Cavalcante.
Jos Theodoro Vieira do Couto.
Clementino Philomeno H--nrique de Sousa.
freguezia da Grasa
Antonio de Pontee Marinho.
Freguezia do Po$o
Joio Rodrigues Via-ma Bayma.
Manoel Joaquim Carneiro Monteiro.
Joaquim MaxioJano Pestaa.
Foram multados em 20<000 os jurados se
guintes:
Augusto Pinto de Lemos.
Augusto Jos Gsnf ilves Lessa.
Pranciac Zacaras de Mcraes.
Francisco Antonio de Menezes.
Joaquim Ferreira Ramos Sobrinho.
Joe de Araujo Cesar.
Jos Pedro de Asis Campos.
Joaquim Bernardo Falcio.
Jcnquim Uguliuo da Silva Fragoso.
Jos Francisco da Costa.
Jos Ferreira da Cruz Vieira.
Joio Francisco de Faria.
Luiz de Paula Lopes.
Manoel Odorico Correia de Aranjo.
Antonio Beraldo de Lima Mendes.
Dr. Aristarcbo Xavier Lopes.
Domingos Bruno.
Dr. Cosme de S Pereira.
Frederico Luiz Vieira.
Floriano Rodrigues do Passo.
Jos Francisco de Si Leitio.
Lucio da Silva Antunes.
Manoel Antonio Goncalves.
Antonio R- inardo de Mira-ida.
Capitio Anronio Graciado de Gucmio Lobo.
Androffico Rodrigues do Paseo.
Adolpho de Almuida Guedes Alcoforado.
Augusto C sario de Mello.
Aleixo Rodriguec de Moura.
Claudio II lrb.irque Carneiro Leal.
Demetrio Alacio de Araujo Bastos.
Epipbanio da Uicha Waoderley.
Praociaeo Borges de Oliveira.
ll'iirique de Mira-ida Henriques.
Joio Landelino Dornt-llas Cmara.
Josa I Silva L.yo Jnior.
Joio J de Carvalho Morscs.
.I.is Fraiiciaco Moreir*.
Jos Nicolao Ferreira Gomes.
Dr. Joaquim Tneotonio S'iarres de Avellar.
Manoel Gernimo da Costa Ucha.
Manoel Moreira Campos Jnior.
Manoel Jonjuim Correia de Aimeida.
Marcelino Antonio Pereira de Carvalho.
Manoel da Cunbi Albuquerque.
Dr. Oly a pi Marques da Silva.
aj
O Minti PiUorenco A Livraria Fran-
cesa do Sr. J. \V. do Medeiros, acaba de receber
de Lisboa os f seiculos de ns. 10 a 12 e 21 a 4
da excelente e preciosa obra, sob o ti'uio cima,
que publica alli o tr. Antonio Maria Peruira.
A edict-io do Minho Vittoresco, segundo j noti-
iinis de luxo, llustrada com mais de 300
desenboa de Joio de Aimeida, gravadoa pelos mus
celebres aitistas; magnificas estampas em chromo
ropresft.tando ccatumus e seis mappas ^eographi-
co da provincia, gravados expressamente.
Agradecemos a offerta quo nos fizeram dos nove
fascculos de que damos noticia.
sticclonarloDo diccionario francez-portu-
guez e portuguez-frances, do profesaor de portu-
gus Domiugas de Azevedo, publicado em Lisboa
com approvncio e eob o auspicios de Vctor Hugo
e icvisto pflo Exm. 8r. Luiz Felippe Leite, vioe-
reitor do Lyceu Nacional d'.quella capital, clie-
gaiam para a Livraria Fraueeza do Sr. J. W.
de Mi-deiros es fascculos 33 a 35.
Agradecemos a offerta que nos foi feito dos re-
feridos fascculos.
.tiniax prohibida. Pelo subdelegado
da treguesia de t. Fr. Pedio Goucilvea do lteci_
fe foram remettidas Secretaria da Polica, 25
facas de ponte, 3 uavalhas, 2 compasaos e 1 pis-
tola.
Pelo de Santo Antonio, foram remettidas t fa-
cas de pouta, 2 compasaos, 2 espeto*, 1 garfo, 2
caivetes e 1 navalha,
Estes inofensivos objectos foram tomados a di-
versos i)* r I. iroa .la referidas freguesias.
Iteoni aocatHa hoje a seguiute:
Do Kecreio Infantil Nove de Agosto, 1 hora
da tarde, na respectiva sle (Instituto Acade-
Merajlpe e AtagoaaTivemos hentem fo-
Ihas de Sergipe at 11 e das Alagoas al 16 lio
correte.
as de Sergipe apenas encontramos a seguinte
local digna de menea, :
Tendo denuncia no da 10 do expirante o sub
dele ado de polica do districto do Gar, de que
v.o dia anterior fra inhumado no lugar di nomina-
do Basta, daqueile mesmo termo o cadver de
urna escrava pertenecnte a I). Bcmviuda de Hou
za Pires, residente no mesmo lugar, cuja eacrava
constava haver fallecido de sevicias praticadas
por aua senhora, dirigio-se ao ponto indicado, fez
uxhaaar o cadver e pelo txaine procedido verifi
Procedeu a respectiva autoridsde aos exames
precisos e continua com selo, energa a activida-
de nos demais termos do processo.
O Dr. chefe de polieia recommendou-lhe toda
a actividade e selo pela causa da justica publica .
As das Alagoas nada referem de intereaae.
Boubu audactoao Communicara m-nos
hontem o seguinte:
De ante nontem para hontem os ladrSes pe-
netraram por urna janella da trente, que por es-
quecimento ficou aberta, no 1* andar do sobrado
ra da Imperatriz n 63. e roubaram todo o di-
nheiro dos bolsos das calcas de duas pessoas que
d'-rmiam na sala da frente, em quantia superior a
300J, e mais os relogioa com correnles de ouro,
que se ach vara nos colletes d'aqucllas pes-
soas.
SuppSe-se que nio levaram toda a roupa por
que julgaram-ae preacntidos o fugirara, deixan-
do urna das cateas no chao, junto janella, por
onde entraran), o que foi notado ao* accordar dos
roubados ao amanhecer do dia, quando entio de-
ram pelo roubo, conjeeturando-ee telizes por te-
rem escapado com vida.
Nao ba duvida que os ladroe3 usaram de es-
cada ou cordas com ganchos para subir ao 1* an-
dar do dito sobrado, deixaudo arrancaduras na
varanda bem visiveis.
E' para admirar se que tal aasalto se tenha
dado em urna noite de la clara e na ra da Im-
peratriz urna das mais rondadas pela guarda c-
vica
Gameta Medica da BabiaRecebemos
o n. 3, de Sotembro findo, desta revista, que traz
o seguinte summario :
I.Filara Bancrofti.
II. As febres de vomito proto dellhos.Pelo
Dr. S e Oliveira
III.Revista de chimiea biolgica.Ptomanas
o leucomainas, ou alcaloides cadavricos e pbysio-
bgioos. Por M. Armand Gantier.
IV.Propbylaxia interna contra o cholera.
Parecer destinado socedado das sciencias me-
dicas de Lisboa pelo oommissio do cholera.
V.Estatistica. Conferencia do M. Paste-ir
sobre a raiva e sua propbylaxia.
VI.Materia medica brasileira.Relatoriodo
descobrimento das prapriedades therapenticas do
vegetal brasileiro Leptolbium Elegans e do al-
cal-iae ou baso orgnica nellu encontrado.
VII.Revista- da imprensa medica.1. Trata-
mentodi hydrccele a do hematocele.2. Epidemia
da ictericia com urticaria.3. Inoeulacoes pre-
ventivas na febre amarclla. 4 Da va do intoxi-
cacilo pela cocaina.5. Arsnico no methodohy-
podermico.
\ III. Hygiene publica.Decreto que reorga-
n6i o servieo sanitario do imperio.
IXVariedade.Urna fabrica de esqueletos.
X.Necrologa. Cmselheiro Pertence
XI NoticiarioI. O conselheiro Rodrigues
da Silva.2. Cholera-morbns3. Casos de raiva
tratados pelo methodo de Pasteur.
Eapancamenf oAnte-hontem, pelas 4 ho-
ras da tarde, estando Regina do tal, casaba com
Manoel Lucas e residente na Estrada Nova do
Caxang, a espancar sua entiada, urna enanca de
nomc Jusepha, prolonga lamente, acbando se o
marido ausente, !-eVeriua Prancisc i da Hora, sua
visiiihs, anini iu-so a ir p (ir lhe que nio mais
espancasae a Iludida crianca.
teveriiia foi mal recebida, c coro Maria
Fernande, de 24 a moa, so!teira, filha da
mesma Si-verina lhe dissesse isto, logo que chegou
Lucas a casa, diase-lhc a mulher ter sido maltra-
tada por Mara Fii'nanl- s. lito deu lugar a or
esta com urna peia do couro cru espancada e bas-
tante pelo referido Lucas que della j nio rostava.
A offendiJa foi viatoriada pelos Dra. Jos Joa
quim de touza e Man->el Ctementino de Barros
Carneiro que declararam serem lev.'S oa ferimen-
tos.
O Dr. 1* delegado de polica, attendendo ao es-
tado de pobreza da offendid e do conformidade
com a ordem do Dr. chefe de polica abri inqueri
to a tal respelto.
Intervierauj em favor da offendida diversas pes-
soas. tendo-se evadido o dolinquente.
Directora das obras de conserva-
; doa corlo*IJoletim meteorolgica do
di 16 d- NovemKro de 1886 :
caraui oa peritos ter iflectivameute sucumbido a oem tolerado pela viae digeativag e nio determi-
dita eacrava doa castigos rece iodos.
EeoB*rram os peritos o cadver da infeliz
eacrava asm falta do p direito e comJt esquerdo
prestes a dealoear-ae; duaa grandes renda as
nadegas, e o anus arrolhad; psr um capu
o
Hoiaa % o J 2 * Barmetro a Tensio do vapor o a u 'i s a
6 m. z5-9 759"i76 20.32 80
9 26'1 76128 21 94 88
12 28"-5 7tl">09 31.28 72
3 t. 281 759m.5 20.21 71
6 -G 8 759"66 20.0. 77
lVuip'.-raiura iii*xiiu ''J^D.
Dita mnima25*7.
Evanoracio cin 24 horas : to sol5"0, som-
bra 3'5.
Chuva-4,n,6.
Direccio do vento : ESE de meia noite at 8
horas e 35 minutos da manhi ; ('com inte rrupcao
de 50 minutas SE) E at 9 horas e 40 minutos da
manhi ; ESE at 1 hora e 20 minutos da tarde ;
E e ESE alternadamente a' meia noite.
Veloeidade media do vento 0,nl90 por segundo.
N- bulosMadc media: entre. 0.4 < 0,5.
2 yiovn HamlHiiRO-C)mmunicam-nos:
liaveudo t< r'ininado o centruto entre o Theatro
de Vari- dades aVste estabelecimento industrial o
a C'jmpanhia franceza de operetas (empreza Ri-
chard), continuam franqueadas ao punlico e gra-
tuitamente, ambas as portas do estabelecimento
para o jardim, galeras de jogos do bilhar e bola e
mais compartimentos do mesmo eetabelecimente.
Gabfncle de Icltura Isaarassaen-
se Fiineeiouou este gabinete, em sessio ordina-
ria, no dia 7 lo eorrente inez, presentes dez socios
e sob a presidencia do Rvdm. vignio Floriauo
Coutinho.
Lida e approvada eem debate a acta da sessi
ant-rior, o Dr. Io secretario, declarando nio haver
expediento, apreaenta a seguinte listas de livros e
jornaes recebidos no decurso do inez prximo pas-
sado :
Pelo socio bemfeitor D. Ribeiro O capitio
Granr, Da Terra a La, Em Redor da La, lo-
man es de Julio Verne, 5 vola. enea.
Pelo socio bemfeitor Scbastiao Alexandrino do
Amaral Cinco Semanas tm um Balio, romance
de Julio Vcrne, 1 vul. ene.
Pelo tr. Joio F. do Amaral JniorAs alcovas
malditas, ebra de Paulo de Kick, 1 vol. em broc.
Pelo Dr. Alfredo do Barros Oliveira Lima
C\m, eodio de potica por Accioli de Vasconcellos,
u outras obras em brochura.
Pelo tr. Luiz Jos de Souza Jerusalem, por
P n o de Campos, 1 vol. ene,; Compendio de Gco-
graphia Elementar, por A. de touza, e diversas
outras brochurag.
Pelas respectivas redaceoes ;
De Pernambuco Diario de Pernambuco ,
Jornal do Recife a, Aurora Seis de Outu-
bro e a I-.centivo .
Do Rio de Janeiro Semana Paiz e
Noventa e Tres .
Do Cear Cearense e Constitoicio .
De S. Paulo> Imprensa Evanglica .
De Minas Geraee Cachoeirano .
Pelo tr. Jua Ccrnulio Leitio Raogel O Echo
da Victoria >.
Pelo Dr. Francisco Justiniano Cesar Jacobina
Diversos jornaes de tergipe e Alagoas.
Foram eliminados dous tocios rffeetivos, por ae
acharem c mprehendidos na disoosicio do art. 11
g 2. doa estatutos e foi proposto e approvado so
co bemfeitor o Exm. es, Dt. Pedro Vicente de
Azeve lo.
Nada mais bavondo tratar-sc, o Sr. presiden-
te levantou se a sese
Miwnii|,yreiie a antffebrlna.
Al hoje todo* os autipyretieob coubecidos per
tcnei'ui serie phenolica, como o acido phenico, o
hydrocbinona, a nsorcna, o acidosalicylico, o sa-
lo!, ou sao bases como a quinina, quinolina, kajri
na, antipynna, thallma; Hg radoua asBstentes da
clnica de Kusainaul em Sirasburgo, os Dra. Cthn
e II ppe, acubam de roconheer propnedades an-
lipycetieaa incuieatavis a um corpo udifferente,
nrm acido n.in base, a quederam o uomo de anil-
le bti na.
Pela o ua com pos i ci chimiea (C'H'NHC'H'Oj,
esse corpo difiere de todos os outros antipyreticos ;
do un plieuylacetamidc ;
um j. biauto cryatallio), inodoro, um pouco
ai guato, quasi lusoluvel em ugu> ira, mais
si luvel em agua quente e dissoivendo-se iuteira-
meuie no aluiol e em todos os lquidos alcoolieos.
Administrada pala bocea, eete medicamento
na nen .um accidente nocivo. A quantidade dean-
tif. briua a fazer tomar por da depen le da natu-
reza, da grividade e do periodo da doenga ; em
> caso, nunca ae deve ir alea de 2 grammaa
as 34 horas ; em geral, o aedicamento dadoem
doses de 25 cg., diluido em agua morna, en.
ta oa em solucio no vi ano.
Sendo a antifebriaa quatro vozes mais activa
que a antipyrina, segue-se que com 25 cg. de an-
tifebrina ae obtem os mesmos efieitcs que com 1
gramua de antipyrina. A aeoio aotpyretica eo-
meca geralmente urna hora depois da administra-
cio do medicamento, attinge o seu mximo no fim
de cerca de quatro horas e persiste conforme a
dose, durante trez a dez horas. Depois de cada
doze, a temperatura, de febril que era, v Ita ao al-
garlamo normal ou mesmo menos ; o calor do cor-
po fici pouco elevado durante seis a oito horas ;
ao mesmo tempo que tem lugar a queda da tempe-
ratura, nota-se urna diminuicio couaideravel da
trequencia do pulso e um augmento da tensio ar-
terial.
Durante o periodo apyretico-.teta se observado
s vezes que o appetite desperta, ao mesmo tem-
po que ha urna sede intensa e um augmento da
secreco urinaria ; mas nenhuin'dos vinte e qua-
tro doentes que tomaram a antifebrina sotfreu
symptomas incommodos ; pelo contrario, todos dia-
seram que se achavam melhor durante o periodo
apyrctico. Todava alguna delles apresentaram
nm certo grao de cyanose na tace o as extremi-
dades, mas este estado nio persisti por muito
tempo.
Da contagloaidade da morpha
G. Profeta i lrma que no corpo dos morpheticos
encontram-se bculos,porm nio em todos os mor-
pheticos, nem em todos os periodos da molestia, e
declara que uio aceita a etiologa parasitaria da
morpha.
A heranca figura como causa as tres qu artas
partea doa morpheticos por elle observados na
Sicilia.
Nega a con'agiosidade da lepra, em virtude de
numerosas pro\as, entre as quiea notavel a de
20 leprosos sicilianos que vwcram por espado de
muitos annos na intimidade da vida conjugal, que
tiveram lhos, e que nunca inficionaram os sena
conjuges.
O autor demonstra cxperimentalmente a falta
de contagio, afirmando que, as tentativas que
fez em 1878 e que repetioem 1R83, os resultados
de suas inoeulacoes foram sempre negativos.
Tratanaenlo da dyapepata pela
agna quenteO Dr. Sheardon refere que,em
coosequencia de urna insolacio, teve durante al-
gum tempo vmitos alimentares, manitestando-se
depois de cada refeicio, e resistindo a todos os
mcio; de tratamento.
Decorrido tres mezes di soffrmentos. o Dr.
Sheardon j pesava de menos 50 libras ; siffriade
vertigens c perturbacoea da palavra. Resolveu
entio experimentar o tratamento pela agua quente
preconisado por Cutler e Banney.
Por meio de urna sonda esophasre-na introdu
zio em seu estomigo agua o mais quente possivel
e, desde o prinviro momento, cesiaram os vomito3.
Continuou a nsir da agua quente. na dac de mcio
litio approximad imente, urna hora e meia antes
das refeifoes, sera aaaociar nenhuma ontra bebid.;;
submet(eu-se dieta de carne, e os vmitos nio
ma3 reappareceram, a cura minifestando-ae.
0 excrclto Itatiano Jalsado no e
trannelroOe um extenso artigo da Militar
Zeihmg de B.-rlim extrahimos o seguinte :
Notificamos iltamnte admirados quando nao
so nos grandes cidades como Roma, aples, Go-
nebra e Mlio vimos os offieiaesc^m unifrmesele-
gantes (tanto em servic- quanto fra delle) mas
igualmente em pequeas guarnieres, quaes Ca.erta
Spezia, Foi tona e Capri.
Q ie mais ?
Fis"m?s as mesmas observa^oas nos campoa de
exereio do alvo.
Na Germania, quando urna compinhia se
apn sei ta em parada o uniforme d'um hornera nio
difleie bsi'lntamcnte em cousa alguma do de todos
os cutns.
Na It.ilia, o soldado procura, entre cortos li-
mites, acommodar-sc de modo que lhe fique me-
lhor.
Notamos nut ueste pauto, ha nos dous paizes
diversos criterios.
De qunlqu'T rtodo focaramos contentes sea
nossa tropa p id. ssc mostrar, em passei-, tao bons
e bonitos uuifoimes como se veem na Italia.
t Nos corpos, s-giindo nea parece, ha bons
commind antes.
Nio fcil adiar pelas ras cm soldado cabria-
gado ou alegre.
Os italianos em g ral tac sobrios, e, con a po-
brera das classes inferieres, a praca no tem meios
para fr?quentar at tascas.
Assim como 03 regimentos nio permanecer
nos mesmos lugares em que sio reerutaes, tam-
bem os homens de trop nio sio pcssoulmentc co-
nhecidos dos habitantes, c vi vem sobre s.
Duas horas de exercieioj co.itinuidos, era ar-
mas o bagagem ao passo dos b raaglieri, nio cb
faz nenhuma corapanhia allcma.
Era marchas e dilligencias o s.ldi do d pro-
va de resistencia extraordinaria.
Debaixo deste ponto julgairo q c 1 s alpinos
italianos, sio insuperaveia.
Igualmente precisa reconhecer que os italianos
sio soberbos no tiro.
Tivemos ocsasiio de obaerval-os cm div rsas
pracas de exercicio ao alvo e podemos assev rar
que abtcem esplendidos successos.
" No servieo de c.impanba a tropa insl;uida e
exercitada excelentemente.
Observamos estes exercicio bem dirigidos e me-
lhor ainda executados das companhias de aauni-
ces em Cspri, e ficamoa maravilhados no V<* t'oin
que agilidade a tropa, em plena ordem no campo
se mova sobre 03 escarpados e cortados decli-
veis.
1 O mesmo facto observamos nos montes da Li-
guria.
t Por toda a parte re-ebemos a mesma impres-
sio: faltam 03 caracteres da uniformidade e da
cxact.idio allenia, mais existe urna grande intelli-
geneia O que ee faz e a tropa extraordinaria-
mente in'.reqida no superaros obstculos de terre-
no e no accomoodar-se a ellos.
O que temos dito dos regimentos em geral,
vale com maa rasio para os -bersaglieri e os alpi-
nos : com attenyo militar, s<5 vel-ot um pra-
ser.
DifEcilmnte se achara, fora di Italia, corpes
de jovena tio valides.
A artilheria urna arma distincta; nella ser-
vem tambem muitos que pertencem a familias ne-
brs.
singularmente notovel o pouco caso que se
faz 110 exercito dos ttulos de nobreza.
Nenhum. salvo os principes da Casa Real
chamado pelo seu titulo.
Nem mesmo dilles quasi que nio se tem me-
moria p-lo Annuario.
Q le mata ?
< Otficiaes de familias notoriamente nobres nio
teem o titulo no caria 1 de visita, teem-noassigna-
lado em tira ngulo em carcter pequeo ou sobre
um bilhete soments urna cora.
A democracia trabalba Sob este ti-
tulo o Citadino de Tunm publicou urna carta de
Torriglia, de 23 de Agosto, na qual confirma co-
mo certos polticos sabem, em devido tempo, ac-
cender urna vela a Oeus e a outra ao diabo.
Algumas reveiaces que se achara em dita car-
ta sio tao curiosas que nao podemos deixar de ro-
produziI-a8 : apezar de serem de tio longe, mas
que nao deixara de ter mu:ta affiaidade com o quo
tambem se passa por c.
Hontem, diz a carta, vieram de Torrili:i,
c mvidados pelos Eeus eleitores, os deputados Pei-
legrini e Amiretti. Foram recebidos em tcofhrra
por um cemit de proposite constituido, e o que
d'-ploravel que oa directores ou chefes do pro-
prio comit eram pesaoaa cujo passado forma aan-
teihiae dos principios professados e pregados pelos
honrados por clles festejados.
Estavam nt dito comit at fabriqueiros !
Ahi se achavam pesaoaa que foram aempre noto-
riamente adversas as eleicoes dos deputados Pei-
l.giini e Armiiotti e que, convm dizer, s por
aberracio mental, julgaram poder, sem demons-
trar urna falta absoluta de sinceras conviccoes e
de carcter, promover e festejar a viuda dos de-
putados Pcllegriui e Armirotti ou applaudiros
seus discursos, informados do sentimentoa contra-
rios a ordem poltica do estado e da igreja.
" A sua viagem por toda a extensio da estrada
foi saudada em Raaro e a Maronzo por tiros de
inoatciro8 pelas demonstracoea complacentea im-
prestadas daqnelles fabricanos, quo exercem o
emprego para um outro fim inteiramente opposto
t o religioso.
Em T irriga urna aocied&de operara agr-
que segundo o art. 1 do seu estatuto nao
tem fim poltico uem religioso, os receben ao en-
trar na povoacio. Para taser numero alinhava to-
dos os meninos que acbava pela ra aob a bau-
deira que pertencia a companhia uu Santa Infan-
cia e sido^aanaattdp nara semelhante
Hdente do conse-
ia, qrvo aH f- aeis ou si te ins-
t r ument- : o a a co mpanhava
a casa do presidente do comit Sr. Ignacio Ca-
oale.
A's 2 horas da tarde os doushonrados fize-
ram um discurso na sala da aua lembrada socio
dade operara agrcola. O honrado Armiiotti pre-
tenden justifiear-se da aecusacio do irreligiosila
de. Dase que era rente.
Pellc-grini, pelo contrsrio, falln dao'dem
do estado, de reformas sociaea e polticas do se-
nado, e nio se esqueceu de-elogiar a populacio
das montanhas; o esta parte foi melhormente
comprehendida pelo auditori >. Exhortou depois o
comit local a unir-se ao comit democrtico cen-
tral com o fim de propugnar as futuras batalhas
eletoraes pela eleicio do deputados democrticos
como elles. Ao concluir seu discurso, aquella cen-
tena de ouvintes, em parte presente alli por cu-
riosidade, applaudio.
Talvez algum jornal annuncie que 03 spate
dos Pellegnne e Armirotti deapertaram um ea-
thusiasmo iudiscreptivel, que a pjpula^io int- ira
estava era testa. Porm nada de menos exacto.
Convm diael-o em honra da verdade, e, digo eu,
tambem dos terrilheses.
Muit:s curiisos all se achavam porque era
domingo : mas pouquissimos foram os que toma-
ram part na recepci", nio obstante os esfbrsos
dos membros do comit, que se agitaram como Lu-
cos para arrastarem e inluzir os bons alJeoes a
imitar cxemplo... .
Bibllotbeca Provincial Continuacio
das obras offerecidas a esta repartifio pelo Sr.
Dr. J. J. Alves de Albuquerque :
ndice alphabetico de materias, as quaes te m
applrcacio legislaci) patria promulgada desde o
anno d 1850 at 1861, coordenado pelo desembar-
gador Joio Joaquim da Silva. "Baha, 1852, i
vol.
IIJim. Univers et Dieu ou Religin etGouver-
oement Uoivcrsels par L V. F. Araurd. Paria,
1841, 2 vote.
De la iroatitution dans la ville de Pars, etc.,
etc., A. J. B. Parcnt. Pars, 1857, 2 vol.
Historia de la conquista do Mxico, etc. etc.
Escrita en inglez por W. Preseott, y traducida al
esp il por Joaquim Navarro. Mxico, 1844
18)5,3 vol.
.Mraoires de Madame la Ducbeae d'AbrantC3,
etc. etc. Bruxellas, 1837, 3 vol.
Memoirej d'outre tombe, bar M. de Chatcau
brianf. Bruxalles, 18481850, 5 vol.
Tit L'vii Patavui. Historiarum ab urbe con-
dita libr qu supersunt XXXV. U yasipone,
1820, 6 vol.
Histoire da Turquie por A. de Lamartine.
Pana, 1855, 8 vol.
H atoire gorale de Portugal, d^puia l'origine
des Lnaitaiiieiis jusqn'a a la Iiogence de Don Mi-
guel, par M. le Marquis de Fortia d'Orbau tte.,
et M. Mielle. Pars, 1829. 9 vol.
Ciurs eoooplet de philoaophie, par M. Ratter.
Pars, 18431844, 4 vol.
Le Rgne animal, etc. etc. por M. la Barn
Cuvier. Bruxelles, 183G, 3 vol.
Le Coaseiller du Peuple pir M. A. de Lirr.sr-
tine. 18491850, 2 vol.
Dictionaire Uaiversel de Gographie moderae,
par A. P-rrot. Pars, 1813, 1 v-l.
Publicacin del Correo de Ultramar. Novelas
selectas e Ilustradas. Pana, 1860, 1 vol.
Dizionino di Igiene Publici e di Polizia-Sa-
aitarta, etc. etc. Del doctore Francesco Fesehi.
Tormo, 1857, 3 vol.
Revista Universal Lisbonense, dos annoa d-
1817 a 185, 3 vo!.
11 -iat rio apresentado Assemb-'a Legislativa
ProvHMfal de S. Paulo pelo presidente da provin-
cia con?elh' ro Joio Alfredo G irreia de Oliveira
uo dia 15 de Fe^ereiro de 1886. S. Pallo, 1866)
1 vol.
Mraoires, correspondenco et manuscrita du g
nral Litayette, pubhs nar sa tamille. Bruxel-
les, 1837: 2 vol.
Annacs da Aasemb'i Provincial de Pernam-
bieo, dc3 annos ds 1862, 1863 e 1881, 2 vo!.
A Gorgon novella maii'ima, por G. de la
Landelle. Rio de Janeiro, 1848, 4 vol. broch.
Memorias de Maria Capella, viuva Laffarge,
escriptas por ella mesma. TraduzdaB por Tieio
e Seiupronio; Lisoa, 1815, 2 vol.
Albino doj Santos Pereira. Typos PolilitM.
Sayio Lobato. Z tobaras Nabuco. Octaviano.
Salles Torres lionera. 8ouza Franco. Rio de
Janeiro 1871- 1872, 6 folhetos.
Obras de Jos Agostiuho de Macado : A me-
ditacio. Viagem exttica ao templo da sabedo-
ria. A natureza. O Oriente. Niwton. Porto,
1854, 5 vol.
Biographia do padre Jos Agostinho de Macedo,
Joaquim Lopes Garreiro de Mello. Porto, 1854,
1 folheto.
Biblio'heca Religiosa. Serme- s publicados pelo
padre Francisco Rapbael da Silv-ira Malhio :
Nossa Senhora de Nazareth. Desterro de Nossa
Senhora. Dogma da Conceicio. A Eucharistia.
O Preterio. O Mandato. Santa Barbara. S.
Julo. L:ba, 1859, 8 folhetos.
Obras do Dr. Henrique Auguato Milet: A La-
voura da Canna de Assucar. Miscellanea econ-
mica O artigo notavel e a questio mouetaria.
O meio circulante e a questio bancarin. Os
quebra kilos e a crise da lavoura. Recife, 1875
1881, 5 folhetos.
Estados de Economa Poltica, por Martinus
Hoyer. Maranhio, 1877, 1 vol. broch.
Pratica do Processo Civil comparado com o Pro-
cesso Commercial pelo Dr Antonio Caetano Seve
Navarro. Recife, 1868, 1 vol. br.
Porque somos catholico? Porque somos homens
razoaveis. Por Hermann Joseph Graf Fugger
Gllt, padri da companhia de Jess. Original
allemao, vertido do inglez por Odorico Cmara.
Pcruambuco, 1877, 1 vol.
A Falla do Thrononoaano dft 1850. Rio de
Janeiro, 1850, 1 vol.
Potica compilada de Hughes Blair e outros, por
F. B. Pinto Bandeira e A. do V. Pernambuco,
1885,1 vol.
ibeiro da Silva. Consequencas de um rapte,
comedia cm 1 acto. Recife, 1881. 1 folheto.
Ensaio sobre a supremaca do papa, especial-
mente a respeito da instituidlo doa bispos, pur D.
Jos Ignacio Moreno, traduzdo cm portuguez por
A. J. da S. de A. Garrett. Recife, 1851, 1 vol.
Roberto A. Moreira. Subsidio industrial ou col-
leccio de mais de 300 tabellas, taboss, guias,
modelos, etc sobre applicac,des de (rithmetiea e
diverses c(nh?cimentos uteis e indispensaveis
Maranhio, 1875, 1 folheto.
Apanhamento de deciso's sobre questoes de 1-
I MUTILADO
<'o?rdade publicadas em diversos jornaes da corte,
feiio pelo baeharel J. P. J. da S. C. Baha, 1867,
1 vol.
Compendio de mythologia para uso da roocida-
le brasileira, traduzido da obra original, escripta
em francez pelo Sr. Pongervlle. Rio de Janeiro,
1841,1 vol.
A situacio e o partido liberal. Rio de Janeiro,
187 i, 1 folheto.
Da escravidao moderna, por F. La.nenniis, tra-
duzido do francez por .... Pernambuco, 1851,
1 folheto.
Resumo da historia de Portugal, por Emilio
AcbiHes Monteverde. Lisboa, 1844, 1 vol.
Rulimentos do geographia por Antonio Reg.
Maranhio, 1866,1 folheto.
O livro doa meninos. Curso elementar d'ins-
truecio primaria por Antonio Reg. Maranhio,
1865, 1 vol.
Meditacoes, oraches e exercicirs para todos oa
dias do anno palo principe do Hohen.os. Trad-
celo em vulgar por Francisco C-indido de Men-
donca o Mello. Porto, 1852, 1 vol.
Synopse da gramraatica ingle/a por Manoel da
Costa Honorato. Rio de Jan>iro, 1875, 1 folheto.
Cdigo dos juizea de paa. Rio de Janeiro, 1836,
1 vol.
Noticia biographica do Dr. Jos Eustaquio Go-
mes, escripta pelo Dr. J. J. de Moraes Sarment.
Recife, 1854, 1 folheto.
Jesua-Christo e a critica moderna pelo Revd
padre Flix (da Companhia de Jess)- Vertido
do francs pelo Dr. Pedro Autran da Matta Al-
buqu' rque. Rteift, 18'oi>. 1 vol.
Refiexes sobre o enaino e o estado do dircito,
etc., etc., por Dupin. Traduzido p>r J. J. de
Costa Medeiros e Albuquerque. Recife, 1868, 1
vol.
Novo manaal pratico de zimotechnia, ele., etc.,
por Jacome Ulyases. Rio de Janeiro, 1871, 1 fo-
lheto.
O commercio a retalho pslo Dr. B. F. Henrique
de Souza. R-oife, 1854, 1 folheto.
Pensamentos, memorias e sentimentos fructo
de minhas leituras ; Roma e seus arrabaldes, do
Visconde de Chateaubriand. Colligidoa e tradu-
sidoa por Adriio Pereira Forjaz. Paria, 1838, 1
vol.
Extrait delaeyue Brilannique. Louia Phi-
lippe et la Rvolutim de Fewiere.
Replique de la Quartsiy Review M. de La-
martine, cntenant dea re Jiitications et additiona
qui cotoplteat la relation authentique da dpart
ou Ro et de la Faraille Royale au Fvrier 1848:
Pars, 1850, l tolheto.
Ordo verborura cum commentgriis infaaciculum,
toe., etc. Ccntinen3 ex Salustii operibua selecta
labore, et opera Matiae Vieras Svlvii. Pernam-
buco, 1840, 1 vol. 7
Traite de la nouvelle mdication pureative de
M. Dehaut. Pars, 1853, 1 vol.
Bosquejo histrico o documentado das opera-
coes militares na provincia do Rio Grande do Sul,
durante a presidencia do Dr. Saturnino de Sogza'
e Oliveira. Rio de Janeiro, 1841, 1 vol.
Cartas a Cineinato. Estud.os crticos de Sem-
pronio sobre o tacho e a Iracema. Obras de
Senio (J. de Alencar). Pernambuco, 1872, 1 vol.
Da Soberana dj povo e dos principios do gi-
v-rno republicano moderno. Lices pronunciadas
na Faculdade de Direito de Paria, por M. Orto-
lan. Tradcelo porlugueza por A. P. doFiguei-
redo. Pernambuco, 1848, 1 vol.
Noticia descriptiva da provincia ;lo Rio-Grande
de S. Pedro do Sul, por Nicolao Dreya. Rio de
Janeiro, 1839, 1 vol.
Direito contra direito ou o Estado sobre tudo,
refute ci da theoria dos polticos na questio re-
ligiosa seguida da resposta do supremo tribunal
de juatica pelo bispo do Para. Rio de Janeiro,
1874, 1 vol.
Eleicio do 1803 em Pernambuco por Fopse-
man. Pernambuco, 1863, 1 folheto.
Obras de Camillo Caatello-Branco. Romances
origin es. Anaihema. Porto, 1851, 1 vol.
Observaces criticas sobre o romance do Sr.
[Eugenio Sus, O Judeu Errante, pelo padre M. do
S. Lopes Gama. Pernambuco, 1850, 1 vol.
Os raeus primeiros cantos. Poesas de M. de
touza Oarcia. Pernambuco, 1819, 1 vol.
C .rtas do X de Recife ao Z do Cear sobre as
pretencosa o produccoes scientificas do padre
Pompeu, os elementos de geographia. Recife
1859, 1 vol. (Dupl)
Lei regukmentar n. 369 de 14 de Maio de 1855
aebre a iiistruccio publica da provincia. Recife
1863, 1 folheto.
Ephemerides nuticas para o anno de 1852
calculadas de ordem de Sua Magestade para o
mediano ao observatorio de Lisboa, em tempo me-
dio : po>- Matheus Valente do Couto Diniz. Lrs-
boa, 850, 1 vol. ,
Explicacao das taboas nuticas deJohn-Wil-
liosa Noria Bio de Janeiro, 1841, 1 folheto.
Processo L'rougo por Emile Gaboriau. Tra-
duccio doCorreio Pernambucano Recife. 1871,
1 vol.
Regras da eseripturai,-ao mercantil por partidas
dobradas, por Jote Antonio Gomes Jnior. Re-
cif-, 1358, 1 vol.
Annaes da Aaoembla Provincial do Cear.
eaaao de 1831. Fortaleza, 1881, 1 vol.
Eipoaicio c historia da lluminacio a gas p;r
L>uis Figuier. Tradcelo do Dr. C. C. Canta-
uh lo. S. Luiz, 1863, 1 folheto.
L'ordre du jour. Questions sociales, par JI.
Francas Ducninj. Paria, 1848, 1 folheto.
D. .1 y ne ou a doraiuacio de Castella. Poema
pir Thoanas Ribeiro. Rio de Janeiro, 1862, 1
vo'.
R^gulam^ntos para 03 tribunaes do commsrcio,
etc., etc. llio de Janeiro, 1850, 1 folheto.
Si-coas di vida americiua. Pernambucs, 1871,
1 folheto.
Novo regiment de custas publicado em 1874.
Pcrn-.mbuco, 1875, 1 folheto.
Polmica religiosa ou respostas ao3 c3criptos
antieatbolieoa do Sr. general Abreu e Lima, por
Joaquim Pinto de Campos. Recife, ls67, 1 fo-
lheto.
Formulario dos trabajaos da junta de qualifica-
cio doa votantes, couselho de recurso e assemMas
p u-ochia-s, etc.J etc., por J. II. P. do Vasconcellos.
Bio de Janeiro, 1861, 1 folheto
Seste caso en me caso ou 03 estudantes do Re-
cife, com da ornada de couplets, n'um acto origi-
nal de Joaquim Anglico Bessoni de Aimeida.
Ilecife, 1862, 1 folheto.
Servieo das p"?as de campanha, e movimentos
dos armoes. Organisado pelo tenente-general
Franc3Co_do Paula e e Vasconcellos. Pernam-
buco, 1817, 1 folheto.
I) (sa do chrstia.iismoou conferencias sobre s
reli;a\ pir Monseahor D. Fr^ysinous. Bispo
p .r H-rmopolis. Traduzidas do original, por *
Porto, 1852, 2 vols. brs.
Eulevos, por Frank'iu Amcrico do Menezes Do-
ria. Pernambuco, 1839, 1 vol.
Annaes da L-'gislaco Provincial do Imperio do
Brazil ou colleev'io geral de todas as leis e resolu-
c^ies promulgadas pelns Asaemb as Legislativas
Piovnciac8. Rio de Janeiro, 1635, 1 folheto.
Resoluces do Conselho d'Eatado sobre a intel-
ligencia do Acto Addicional na parte relativa s
Aasemblas Provineiaes. Maranhio, 1867, 1 fo-
lheto.
Chronica da Companhia do Jess do Estado do
Brazil, e do que obraram seus filhos neata parte
do Novo Mundo, pslo padre tebastiio de Vascon-
cellos. Rio de Janeiro, 1861, 1 vol j
Syatema legal de medidas redigido por Joa-
quim Jos da Graca. Lisboa, 1864, 1 vol. I
Sessio I i Iterara em commemoracio do 6.* anni-
versar'o do Collegio On:e de Agosto, etc., etc.
Recife, 1386, 1 folheto.
A liberlade de Portugal de 1832 a 1834, Poe-
ma pico-histrico, por Antonio Joaquim Alvares.
Ria ao-Janeirs, 1862, l folheto.
D isa proposico s sobre a legitimidade religiosa
da verdadeir tolerancia doa coitos pjr Epbraim.
Rio de Janeiro, 1864, 1 vol.
Explieacio de varios pintos da doutrina das__
Doze proposites de Ephraim, por # Recife,
1865, 1 foiheto.
L-ia judiciarias annotadas ou a nova reforma,
etc.. etc, pelo Dr. Joio Vieira de Araujo. Reci-
fe, 1877, l vol. (duplo).
Virginia. Tragedia de Vietono lfieri d'Asti,
Traduzida do italiano, por Andr Pereira Lima.
Rio de Janeiro, 1843, 1 folh.'to.
Nova L-i Hypothecari i e o regulamento para a
exocucio da mesma lei. Rio de Janeiro, 1865, 1
folheto.
As Biblias falsifica i-s. Recife, 1S65, 1 fo-
lheto.
Historia dos tres dias do Fevereiro de 1843,
Eugenio Pelletan. Lis:a, 1848. 1 volme.
Romances de Voltaire, Iraauzido em portuguez
por Antonio da Costa Paiva. Porto, 1836, 1
vd.
Luz e Mysterios. Primeiros cantos por Epi-
pbanio de Bittencourt. Recite, 1663, 1 vol.
Peculio do procurador da segunda instancia,
por um bacharel. Bahia, 1867, 1 volume.
Elenv-ntos de economa primea, pelo Dr. Lou-
reu?o Trigo de L-uireiro. Recife, 1854. 1 vol.
PrvtanaQiu do Domingo, pelo padre J. Craume.
Porto, 1853, 1 vol.
A Parahyba e o atlas do Dr. Candido Mendes
de Aimeida, pelo Dr. ..Maxiroiano Lopes Machado.
Pernambuco, 1871. 1 folheto.
Orgausation iu travail, par P. Forest. Pars
1845, 1 vol.
Questio R'go Pontea. AUegaces da Joa
Searss do Amaral e sua mulher na aefio de nulli-
dade da co 'tracto contra oa meamos, proposta por
Manoel Oordeiro do Reg Pontea como tutor de
sen pac Francac) do Bego Poutea, peranje ojuiso
lo civel desta cidade. Pernambuco 1803, 1 fo-
lheto.
Razoes da app-HaQao interpoata pelo Dr. Felip-
pe Lipes Netto da deciaio do Jury para a Reta-
cao do districto cora obaervaeo '3 sobre o aecordio
que conSrmou a deciein uppellada pelo Dr. Manoel
M ules da Cunha. Rio de Janeiro 1850, 1 fo-
lheto.
Dizcumo sagrado recitado em commemoracio da
in K-pen leticia do Brasil no solemnissimo Te-Dewp
2ue es habitantes da imperial cidade do Nictheroy
zeram celebrar no dia 7 de Setembro de 1855,
por Joaquim Pinto de Campos. Rio de Janeiro. '
1855, 1 f.lheto.
C rta Pastoral do Bispo de Oliada, mandando,.
do carcero da Fortaleza de S. Joio, consagrar a
aua di cese ao Sagrado Ciracio de Jeaus. Reci-
te, 1874. 1 folheto.
Leiiaea. Efiectuar-se-hio:
Hoje :
PeZo agente. Gusmao, s 11 1/2 horas, rna de
Payaand n. 35, de movis, loucas, yidros, carros,
cavados, etc.
Pete agente Pestaa, s 11 horas, na ra do V-
gario Tenorio n. 12, de movis e muitos objectos
e art^
Peio agente Pinto, s 11 horas, na ra do Mar-
qii"z d' Muda n. 6, de diversas e variadas fazen-
daa e mnidi-zas.
PeU agente Brito, s 11 horas, na ma do Pe-
dro Affjuao n 43, de movis, fazendas, miudezaa
e muitoa outros artigos.
Amanhi :
Pilo agente Burlamaqt, a 11 horas,na ra da
Imperador n. 30, de movis o objectos de prata.
Sabbado :
fdo agente Qumtio, a 11 horas, na ra ds
por
r
I
i


Diario de PernambucoQuinta--, eir 1S de Novembro de 1886





Coronel Suassuna n. 220, do cstabelecimento abi
sito.
HiMfti fnebre.Serao celebradas:
Hoja :
A's 7 horas, no convento do Carmo, por alma
de D. Jovina Pareirs de Albnquerque; s 8 horas,
ao Espirito Santo, por alma de Antonio Aires
Perrera.
Amanha :
A's 8 horas, no convento do Carmo, por alma-de
Joao Jos Meodes Bastos.
PanstaseiroChegadoS dos portos do sul
no vapor nacional Para :
Dr. Franeiuc i de Salles e sua senhora, tenente
Vctor da Fonseca, sua eenkora e 4 filbos, Jos
Mara Fortunes, 2 filbos e 1 criadi, D. Mara Vi
centina de Abreu e 1 filho, Antonio Jaronyma de
Oliveira, Jos Pire.s, Francisco da Miranda Leal,
Custodio Machado, Finnino de Jess, Porcelio
Amaro do Valle, Eduarde de Soma Freir, Joa-
quim Alves, MacbauVi Francisco, engenheiro Laiz
Cunha de Andrade a 1 criado, Caetano Frates,
Antonio Bucaia, Antonio China, G. Gaiffon, D.
Rozone Guollin, Cmiido Venancio dos Santos,
Joo MarquesMoreira, Joanna das Neves, Jjaquim
Firmiano e 1 ex-praca do exercito.
Sabidos para o su. no vapor nacional Mandos :
Eutiquio Gima Filho, r. Arnaldo Novaes, 1 cria-
da, Joaquim Francisco de Andrade, Antonio M.
des Santos Porto, commendador Francisco J. Cas-
tro Rabello, Padre Ricardo J Brasiliense, Thomas
G. de Castro, Dr. Missias Patory, Alfredo Guima-
raes, Eduardo Lindohomer, A, Richard. Arthur G.
da Silva Mirques, 0r. Jos Ignacio do Espirito
Santo, Francisco Limcira, Francisco Forte, Ji>3o
Monteiro, Luduvina c llrio, Angelo e Micoliuo
Pidelli, Jos Pineili, Francisco Candido dos Santos.
Joaquim Pinto da Silva, Claudiano Luiz, Pina. An-
tonio de Castro Monteiro, 1 cabo e 1 anspecada, 1
desertor e i voluntari >.
Chegadss do sul no vapor nacional Mrquez
de Caixias :
Joao Jacinth) Cacador, Loureoeo Goncalves da
Silva, Dr Lydto Alerano Bsndeira de Mello, Joo
Jarme A. Galvao, Justino Silva, Jos Jcaquim
Dias Fernn de.-.
Opcriuoo* clrurgica*Foram pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 17 do crrante, as
seguiutes :
Pelo Dr. Malaquias:
Talba perineal prerectal pelo processo de Nela-
too, indicada por calculo vesical.
Pelo Dr. Fernandos Barros:
Posihjtomia pelo thermo cauterio indicada por
phimosis e cancros.
Cana de DelenciioMovimento dos pre-
sos do dia 16 de Novembro :
Existiam presis 30'J, sahiram 6, existem 303.
A saber :
Nacionaes, 280, mulheres 5, estrangeiros 0, es-
era vos sentenciados 3, procesiado 1, ditos de cor
reccao 5.Total 303.
Arracoados 281, sendo : bons 272, doentes 9
Total 281.
Nao houve altoracao na enfermara.
Lotera Lista dos nmeros premiados na
2* serie da 21a parte das loteras em favor dos
Isabel, extrahida no da 17
Cemlterlo Publico.Obituario do dia 15
do corrente :
Maria da Conceco, Pernambuco, 1 dia, Boa-
Vista; inviabildade.
Anna Fortnala do Espirito-Santo, Pernambu-
co, 36 anuos, casada, Grac; dyarrha.
Jos Ignacio da Rocha, Pernambuco, 50 anuos,
casado, Boa-Vista; infeccao purulenta.
Joao Luis Enquias, Italia, 58 aunos, sollero,
Boa-Vista; tsica pulmonar.
Francisco, Pernambuco, 8 m:zes, S. Jos ;
convulses.
Olympio Vianna, Pernambuco, 30 anuos, solte-
ro, Varzea ; tsica pulmonar.
Rtyjiundo Mendos da Silva, Aracaty, 42 annos,
solteiio, S. Jos; asphyxia de sangue.
16
Anna Francisca de Paula, Pernambuco, 81 an-
nos, viuva, Boa-Vista ; tsica pulmonar.
Jos, Pernambuco, 8 dias, Boa-Vista ; espasmo.
Cosme, Pernambuco, 3 m 'zea, S. Jos ; tubrcu-
los mesentericos.
Bernardino, Pernambuco, 2 annos, Boa-Vista ;
athrep-ia.
Francisco Sezostres de Barros, Pernambuco, 46
annos, solteiro, Boa-Vista ; broncho pneuinmia.
Americo Vespucio de Freitas, Pernambuco, 23
annos, solteiro, S. Jj3 ; atroph* muscular.
Jovina, Pernambuco, 11 mczjs, S. Jos ; ente-
nte.
Urna triarle i do sexo feminino, Santo Antonio
nasceu morta.
INDICARES oTEIS
ingenuos da Colonia
do correuti :
33982 240:000*000
32582 40:000*000
15440 20:000*000
2854 10:000*001!
37749 5:000*004
PREVIOS DE 2:000*000
8135 13503 20706 31625 34054
11181 16131 30324 33654
pukmios de 1:000*000
48 4136 1350 17310 20389
17796
17989
1932'i
21172
22425
22S74
272^3
30)12
3939a
680 62^1 1290)
2559 1U859 15139
3910 12281 17078
N. miit alto 3939G 1:000*000
N. mus b lixo 48 1:000*JOO
XPrEOXIMAgoES
;3 33983 4:000*000
32581 3:000*000
32583 3:000*000
15439 2:000*000
15441 2:000*00)
2853 l:0OO*LU0
9866 1:000*000
37743 850*q00
37750 850*000
Os ns. de 33,901 a 31.003 esto premiados com
409*. excepto o da sorte grande.
Os ns. 1-.' 32,501 a 32,6 X) esto premiados com
200*, excepto o da sorte Je 4 contos.
03 ns. de 15 4)1 a 15,500 estio premiados com
100*, excepto o da sorte de 20 contos.
Todas as centenas, terminada; em 82, estilo pre-
miadas com 100*, inclusiva a da sorte grande.
Tod s os ns. terminados em 2 e 3 estilo premia-
dos com 24*.
Lotera daprowlnela H>je, 5>feira,18
do Novembro, ao meio dia, so eitrahir a 10' parte
da 1.* lotera em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife, pelo novo plano appro-
vado.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora ds
Concecslo dos Militares ser taita a extracto
pelo systpma da machina Fichet.
Clrande lotera da provinciaA lo-
tera em beneficio dos ingenuos Ja Colonia Isabel,
cuj premio grande 240:000*000, ser extrahi-
da no dia 24 de Noveoibro.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36. _
LoteraA 10' parte da 1* lotera da proviu
ca, em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, pelo novo plano, cujo premio grande e
100:000*00f*, ser extrahida no dia 18 de Novem-
te, principando a extracelo ao meio da.
Os bilbetes garantidos acham-se venda na
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco nurea-
ro 23.
Tamben acham-se renda na Casa Feliz,
praca da Independencia ns 37 e 39.
Lotera Extraordiarla do Vpiran
ga -O 4.' e ultimo sorteio das 4." e 5. series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida no dia 20 de Novem-
bro.
Acham-se expostos venda os restos dos bi-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Maree
n. 23.
Tambem achara-se venda na praca da Inde-
dendencia ns. 37 e 39.
Lotera do RioA 1 parte da lotera
n. 366, do novo plano, do premio do 100:000*000,
aera extrahida no da .. de Novembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For
t ana ra Primeiro de- Marco.
Tambem acham-se venda na praca da nae-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da rdrleA 2* parte da 201* lo-
tera da edrte, cujo premio grande de 100:000*
era extrahida amanha 19 de Novembro.
Os bilbetes achum-se venda na Casa da For-
tuna 4 ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Matadonro PublicoForam abatidas no
Matadouro da Cabanga 80 rezes para o consumo
do dia 17 de Novembro.
Sendo: 61 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
Si C, e 16 a diversos.
Mercado Municipal de 8. Jos-
movimento deste Mercado no dia 17 do eorrente
foi o seguinte :
Entraram :
28 bois pesando 4,748 kilos.
536 kilos de peixe a 20 ris 10*720
126 cargas de farinha a 200 ris 25*200
29 ditas de fructas diversas a 300 rs. 8*700
5 taboleiros a 200 ris 1*000
16 Sumos a 200 ris 3*200
Foram oceupados :
26 columnas a 600 ris 15*600
26 compartimentos de farinha a
500 ris. 13*000
22 ditos de comida a 500 ris 11*000
67 ditos do legumes a 400 ris 26*8u0
16 ditos de suno a 700 ris 11*200
11 ditos de tressarns a 600 ris 6*600
10 talaos a 2* 20*000
1 ditos a 1* 1*000
A Oliveira Castro 4 C.;
54 talhos a 1/J ris 54*000
2 talhos a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada ueste dia
a quantia de
Rendmento dos dias 1 a 16 de No-
vembro
Foi arrecadado liquido at boje
Precoa do dia : j
Carue verde di 400 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 80) ris idem.
Sainos de 560 a 640 ris idem.
Farinha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 300 a 320 ris idem.
Feijao de 560 a 640 idem.
209*020
3:204*680
3:413*7u0
Mdicos
O Dr. Lobo Morcoso, do volta de sua
vagem ao Rio de Janeiro, contina no
exercieio de sua profissSo. Consultas das
10 s 12 horas da manhS. Especialidade :
operacBes, parto c molestias de senboras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Snmpaio mudou sea consul-
torio do 2. andar da casa n. 45, a ra do
Bario da Victoria, para o 1." andar, da
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu anauncio inserto na secejio compe-
tente. Residencia a ra Seta de Setem-
bro n. 34.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio mlico, ra do Bom-Jeaus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das l horas da raanha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
cSe3 dos orgaos gmito-urinarios do homem
e da mulher.
Advocado
O Dr. Henrique Millet tem o seu es
jriptorio de advog icia ra do I operador
u. 22, 1." andar.
Drogara
Francisco Manad da Silba & C, depo-
stanos de todas as especialidades pharms
cutirs, tintas, drogas, productos chimiei
s medicamentos homoeopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 2'3.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapino
i u Francisco dos antos Maoedo, caes do
Capibarioe n. 28. N jste grin lo estaba e
cimento, o primeiro da provincia n'oste ge-
ji>ri>, compra-se e vende-se madeiras de
*odas as qualidades/ serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obras
le carapira por machina e por preyos cem
'Or* notpnfMJl,
Ornearla
.Farta Sobrinho & C, droguistas por at-
ajado, ra do Marqu;z de Oliada n. 41
PDBLIC4CQES A PEDIDO
O Mr. los Mariano
QU0US0.UB TASDESI C1TELISA,
ABtTTERE PATIEXCIA MOSTBA !
XIV
Na competencia com o chefa leonino para em -
palmar a chean;* intaira, ora em lucta aberta e
ataques furiosos, a que o leo responda com cal-
culada paciencia, ora em apparente aliaoca por
trabalbos de oceultas mi as, o chefe das m titas de
ccete e faca, do man sum-sum, dos attentados i
l.-i, das irrevert-ncias ao que sacrosanto; o ebefe
dos positivistas, cuj d-us o ouro, e da tantos
homens serios que se conducam cegos pela s ma-
gia da liberal palavra de Massaniello, vimos palo
passado artigo, como carece de dinhero para ser
ebefa nico, como carece de ser chefa nnico para
ter dinhero.
Pobre, ambicioso de grandesa e mando, de ri-
qu-.-za e fausto, formado bacharel em direito que
habilita n'esta trra o boa tm para todas as cou-
sas, com presen;*, modos e waneiras, que a todos
attribem, s a carrrira pditica em que elle sabe
jogsr tSo bem, o cargo de deputado, podiam enca-
minbal-o meta da suas altas aspiracoes.
As deputa.Ojs, pelo geito com que as desempe-
nhrs, randeram-lhe recompensas com que assen
tou a base de sua futura fortuna, saldo apenas do
fausto com que se trata, custa de borriveis sa-
crificios da sua provincia, da miseria dos seus
funceionarbs, muitos doi quaes anda boje pade-
cen) fome.
A recompensa aos trabalhos por su* eleicSo
sempre certa, a perseguido quelles que lhe ne-
garen! o voto infallivel.
Conheccndo que todos os seus attrahentes mo -
dos, todas as suismanhas poli:icas nao sera) bu-
tantos para lhe dar tnumpho em situacao polnica
contraria, assenta ama fabrica de phospboros no
Poc>, onde se encontram casas at com oito qualifi
cados que nunca n'aquella freguesia moraram.
Sendo o seu modo da v ida a deputaco, pedo o
voto por todas ss negativas e allegando em ulti-
mo recurso sua pobreta, que nSo tem de que viver
seno fr eleito.
Na ultima eleco, alias contra o diseito nau-
fragada, gastn muito dinhero com a capanguda
que forma o grande ncleo de seus eleitores; des-
pezas tao grandes, que s podas ser suppndos pelas
fortes bolsas de valiosos amigos, ou antes os so-
cios de sua companbia de nteresses mutuoi.
Com ellas tinba elle de contar antes de chegar
a hora. Do commrrcio, quasi todo strangeiro, nao
poda mais esperar, pois o palacete nao fr para
o mesmo eommercio urna offerta graciosa, porm
apenas uns ridiculos 3 %, qu indo muito, do que
elle auferira d'aquella jornada.
A sua compaohia, tao forte para facer medo,
to nadas, to cyaca pelo positivis.no, sto ini-
migo de tudo que nSo o ouro, o s deus que el-
la conhece, fnqaissima em materia de dinhero.
Os pouquissimos coivmerciantes brasileiroa da
companhis, sao esses que vas da cbapo na mi,
passando com licenca dos estranhos sentares da
praa.
Ora como com urna companhia to pobre de di-
nhiro, s rica de ccete e facas, poder competir
com a rica leonina a riquissima conservadora ?
Era preciso pois que a compaohia mariani ti-
vesse ao menos nns bomens ricos.
Mas a riqueza nSo se improvisa da noite para o
dia.
Em falta dalla pois sejam os mais distioctos
positivistas, os mais amigos do peito, os deposi-
tarios da riqueza publica, os guardas de Deus a
quem adora a ceita.
Vem a elf icio, e estes thesoureiro estour^m de-
pois d-lls. Nao sei onde botaran) o Deus, se o
esconderam, se o etbanjaram em grande j arte.
S sei que ua mSo lava a outra, e que eiles
tinhsm o maior interesse em sustentar com todos
os sacrificios o seu chefe a quem tudo devikm, s
pelo qual podiam sor sustentados, se venceudo,
como vencen, tomasse assento, pudendo nelle, tai-
vez dar remedio a tudo.
Mas nao tomn!
O' desgraca, turia, raiva.
Nem mais profissao, nem mais meio da vida, e
tudo o mais est perdido !
No furor do cora^io que lhe traostotna a ca-
beca, corre o chefe ao mte'ng de psames qu--
succde ao de iudignaco, e proclama a queda do
throno, da djnastia actual, a expulaio da fainilii
imperial do territorio brasileiro, off recendo-se on
propondo-be para succeder-lbe e fundar nova dy
nastia.
Ahi, no burburinho de suas ideias desencadea-
da, elle tudo : inimigo da repblica, por que
os republicanos sio idiologos ou do futuro ; mas
elle tambem amigo da repblica, preparados por
elle oreemo os republicanos para quando chegar a
hora ; inimigo da realeza, por que a oceupa, a
familia que a oceupa, amigo da realeza quando
for oecopada per- ello, para o que quer j terse
prompto e preparado, por que o caso nao ple tar-
dar. ..
Vem para a trra e convoca um meeting, cuja
ideia nica a adopcSo de sua chefanca absoluta
em prejuizo da partilha leonina. Estoura por fim
o principal thesoureiro, cujo desfalque a assom-
brosa somma de dous milboes.
Mas nao desfalque, roubo, toma assim a du-
reza totis viribut o orgio nuriaui na imprensa.
As primeiras noticias chegadas corte telegra-
phicamente, como era da lealdade leonina, apezar
dos pesares, o seu chafe levantou no Senado a sua
voz em dtf;za do proeminene mimbro da alian;
a que tao injustamente (ooino diziam) se empu
tava o crime.
Mas vem os interrogatorios, as inquiricoes c os
eiames, que po.i tudo a descorborto e claro.
O fiscal faz o apanhado de tudo, e leva evi-
dencia de todo mundo a verdade do fingido
roubo.
Eatlo o chefe leonino sente-se com atisfacao
desobrigado d'aquelle doloroso sacrificio e cala -se;
mas o furor mariani sobe at a ultima cegueira;
e tomando por pretexto urna resposla jornalistica,
a seus furiosos artigos pelo seu orgio, desee ra
com os capangas convenientemente postados, re-
corre ao pugilato e ao ccete !
O terror '.orna-sede todos. Nao se falla, cochea-
se. Conta-se com represalias; de bocea em bocea
chegam as ameacas da facae do ccete do capan
ga.Ao primeiro tr-iioe em Jos Mariano, cahem
mortos tal e tal e tal.Todos vAtm nessas amea-
cas o poder, a forca de dous milboes para fazer f-
cil a sua ezecucao. E' d'ahi que vem o terror.
Correm os das,... e se vai fallando e cada vez
mais alto. Mas quem ? Os proprios amigos. Nao
ousando nenhum mais contestar o facto, a compa-
nhia positivista exalta o mrito do proprio crime
pela grandeza do lucro.
Ja nao temem as represalias, que na grandeza
da quantia est a garanta da defeza.
Mas como dscorrem elles, os da companhia cujo
Deus o ouro ? E' o qua veremos de outra vez.
E eis aqu no emtanto a que est reduzido o
grande liberal partido desta provincia heroica por
tantas vez s. Sio dous bandos, est com dous
chefes, pouco mais ou menos de igual poder. Um
que impera porque tem, c;m os seus, riqueza, s e
mais nada, nem de b~m nem de mal, seno acci-
dentalmente, como o da victoria, a nio serem
algumts vingancas, quando as podem tomar sem
prejuizo; o outro qua domina, que inspira o ter-
ror pelo caceta e faca da capangada do man sum
sum, todo mundo vendo nos dous milhoos muito
com que pagarse os bons servicos.
E os homens serios que anda temem a Deus, e
todos para quem o roubo s inspira o despreso a
seus autores e protectores, de todos estes homens
os que quebravam lances por este bando e mais
ainda por seu decantado chefe, como paladino das
libcrdades patrias, envergonhados, e sentem sus-
pensos.
Recife, 16 de Novembro de 1886.
Affonso de Albujuerque Mello.
P. S. A lealdade pede que ao menos sempre que
se alludir a* discurso da cxpulsio do re, se trans-
creva o respectivo trecho. Eil-o :
< O orador foi interpellado, no meeting anterior,
por um ami^o, porque nao se declarava pela re-
publica!
K' porque mais amante da rapublica do que
es3e amigo ; e porque, como disse ao seu iliustre
companheiro Jos do Patrocinio, -deveis querer a
repblica e nao republicanos ; o oador, liberal
como concorre mais para a propagacao das
ideas democrticas, afim de habilitar o povo a as-
sumir a direccio de si mesmo, do que os ideologa
que s pregam a repblica, como i lea abstracta,
quando se deve ai lembrar de que i preciso antes
de ludo destruir as instituicoes anachronicas e im
moraes que servem de ponto de apoio ao despotis-
mo constitucional, de que a farca do Ypiranga in-
visti a bastarda da casa de Braganca.
O orador nio tem as illuses do seu Ilustre
amigo Joaquim Nabuco, que anda acredita poder
a m uarchii no Brasil ser o ideal de um bom go-
verno.
Para quo a monarchia no Brasil podesse ser
mediador plstico que se estabeleca entre as lutas
desenecntradas dos partidos, era preciso que mu
dassemos a familia Je Braganca, que hoje ainda
mais perigosa do que hontem, por estar ntrela-
cada coma a vrenla familia dos Orleans. (Ap-
plausos repetidos).
. Ora quando tivermos de fazer cssa substitui-
cao que cada dia mais se nos impoe, devengos estar
preparados sara nos servir com a louca de casa e
nio precisa importar do estrangeiro re p ira n03
governar. (Muito nem).
' Milita o,orador no partido liberal, porque i o
mais apio para levar a nacao ao goaerno que i o
ideal de lodos os povos livres. E com essas ideas
pensa o orador nao poder ser accuiado de trahir a
eausa da democracia, nem mesmo su algum dia
chegasse a ser ministro,eousa que aliis nunca
ambiuionou, pois nunca seria ministro do re, mas
da nacao. (Muito bem).
na mesa perdeu-so a eleicllo, o vsignamo-
nos, o liberaos aqu em Caruaru' proce-
der em sentido contrario.
Pedimos aos poderes competentes um
remedio para semelhante abuso, fique, po-
rm, o partido liberal de Caruaru' certo
de que sempre ganharemos a eleicilo, sem
emprego de fraude, de coaego o rucios in-
decentes.
Ooruaru', 15 do Novembro da 1886.
Muitos conservadores de Garuar.
Ttatfii las VarMs
C 'cr ve jarla Nova Uamburgo
O Sr. Jos Soares do Amaral tendo negado ce -
der o seu estabsleclmento como tinha pronettido
para ter lugar obeneficio em favor dos artistas
da companhia de operetas francezas,resolveu-ge
a dar este beneficio no theatro Sauto Antoas,
que foi generosamente cedido pelo seu proprieta -
no.
Avisa-so ao respeitavel publico que os bilhetes
que foram vendidos para o Theatro das Varieda-
des serio acetoa pura o Theatro Santo Antonio.
Os beneficiados visto a sua deploravel sitnaco
fazem appello a bondade do generoso povo desta
cidade.
Os beneficiados.
Ao eommercio e ao pu-
blico
Oabaixo assignado tendo de retirar-so
para fra desta provincia, por motivos de
doenca, declara que desde o dia 3 do cor-
rente mez, deixou de fazer parto da firma
de Couto & C, da fabrica do cigarros,
denominada Maravilba sita a ra da
Imperatriz n 19, ficando o activo e passivo
a cargo do Sr. Candido A. S. da Motta
Jnior.
Outro-sim tambem julgo conveniente de-
clarar nada dever a psssoa alguma, quer
nesta, quer n'outra qual quer praga, tanto
da firma social cima, como particular sua,
e quem H julgar seu credor queira dignar-
se em apresentar suas contas ou ttulos de
qualquer especie no referido estabellaci-
ruento, para depois de reconbecido a au-
tenticidado das mesmas contas ou ttulos,
serem pagos no improrogavel praso do
quatro dias a contar da data desta publi-
cacSo.
Recife 17 de Novembro de 188G.
Augusto Jos do Cauto.
(Huida
Despedida
O Dr. Democrito Cavalcant-1, devendo seguir
para o norte, com destino capital do Para, pede
desculpa acs seus amigos de nao ir pessoalmente
di'spe iir-ss e receber suas ordena.
Offerece-lbes all seus servicos, e previne a to-
dos de que o tenente Horacio Pires Qalvio, ra
do Imperador n. 41 (entrada pelo otio) fica en
carregado dos seus negocios.
R:cife, 17 de Novembro de 1886.
Rleico municipal de Caruaru'
Verificou se hoje a eleicSo para verea-
dores e juizes de paz, pelo tacto de nao
se ter procedido no da Io de Julho, e se-
gundo parece nSo se proceder eleic2o
municipal porque o partido liberal, nao se
resignando a perder, como perderam, pro-
curara protelar o prooesso da eleic2o, alm
da hora permitiida na lei, em o Io de Ju-
lho assim procederam, e hoje reproduz-
ram o mesmo facto.
Comparecern! as paroqbias de Carua-
ru' e S. Caetano da Raposa 332 eleitores,
sendo que o resultado foi o seguinte : ca-
pitSo Francisco Rodrigues Porto, 26, ca-
pito Joo da Costa Pinheiro, 26, Francis-
co Jos dos Santos, 26, Francisco Aveli-
no Florencio, 26, Joao Ferreira de Mello
Lyra, 18, sSo estes os candidatos conser-
vadores; foram votados pelo partiio libe-
ra!, Pedro Antonio Pinheiro de Barros, 26,
Joao Jos da Silva, 28, Joaquim Quirino
-ia Silva, 27, Manoel Francisco da Silva
Branco, 12, capitSo Juvencio Mariz, 12,
Jos Tbomaz de Souza, 7 ; sendo o quo*
cente 26 votos, foram eleitos em primeiro
escrutinio quatro conservadores e tres li-
beraes, vio a segundo escrutinio JoSo Fer-
reira de Mello Lyra, conservador, con 18
votos, Juvencio Mariz com 12, libiral,
Manoel da Silva Brando, liberal, com 12
votos e Jos Thomaz de Souza, com 7 vo-
tos, liberal.
Sem esforo v se que o partido conser-
vador elegeria o candidato Mello Lyra, e
faria maioria, assim, porm, nSo querem os
n08sos adversarios, querem ganhar tendo
minora.
Os juizes de paz foram eleitos tambem
conservadores, sendo eleitos : Manoel Ro-
drigues P-rto, 94 votos, Lauriano Jos
Je Carvaltio, 9i, Antonio de Vasconcellos
Florencio, 93, capitSo Francisco Jos de
Vasoncelloa Florencio, 90, sendo que os
libera s fizuram os supplentes, sendo o
mais votado Jlo Francisco Paes de Lyra
qu i obtev 86 votos.
p.irochia de S. Caetano da Raposa
i'S lib-raes ganh iraiu a eleicSo para juizes
de paz all, tem os conservadores maioria
Diversas psssoas que nao podom ser in-
diferentes i grandazas q to ainda rest am,
exbora em estado de ruinas, nesta cidade,
reuo.iram-33 na casada residencia do.Exm.
e Rvm. Sr. conego r. Luiz Francisco
de Araujo, para o fim de combinarom nos
meios de rep.trar o uagestoso tc.npb de
N. S. do Carmo hoje to arrumado.
Estudados os reparos e-senciaes pelo n-
telligente o pratco engeaheiro arehitecto,
Dr. A. Pereira Simoes. que do boi von-
tade a ioto se prestou, e est prompto a
dirigir a parte technioa do trabalho, fjrarn
eleitas duas coramissoes : umagaral, cou-
posta do Dr. H. S. Tavares de Vascon-
cellos, presidente, tenante Manoel J. de
Castro Villela, secretario, paira Julio Ma-
ria do R?go Barros, thesoureiro ; e outra
de esmolas, composta do desembargador
Joo Francisco da Siia Braga, presiden-
te, Antonio E?tevao de Oliveira, sejrata-
rio, eonego Manoel Joo Gomes, e conego
Dr. Joaquim Graciano de Araujo.
As commisso" s trabalhim com esforco
para obter os recursos necessarios effec-
tividade do intento, que emprehenderam e
de esperar que encontrera apuo e ani-
maso d3 parte da todos aq tollos, aos
quaes reconerem para fim tilo piedoso.
Nesje sentido vfto dirigir circulares.
Ao publico
Os abaixo assignados, tendo registrado e depo-
sitado as suas marcas industraes e rtulos das
suas preparacSes na junta commerciai do Rio de
Janeiro de conf;rm:dade com as prescripcoes das
Icis do imperio do Brasil, d claram e participan
aos interessados, que como nicos proprietarios,
tem direito exclusivo de usar as maros indus-
triaos e rtulos relacionados com manufactura
fabricacio e venda das s:gnin:es preparara ;
Agua de Florida de V urray e Laman.
Tnico Oriental.
Peitoral de Anaeahuita.
Pastilhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de bacalho de Lanman & Kemp
Emlsio de oleo de figado de bacalho com by
pophosphites, de Lanmara & Kemp.
Salsaparrilha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, e
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e que, portanto, perseguirio a todos os falsificado-
res ou imitadores das ditas marcas industriaes e
rtulos, procurando que sejam castigados com toda
a severidade da lei.
Tambem acautelamos o publico contra todos
quelles que intentara substituir as nossas prepa
racoes cima mencionadas com artigos falsificados
que levam rtulos ou marcas industriaes que imi-
tara as nossas.
Lanman & Kemp.
Sangue dos pulmes
3SS
As qualidades sfypticas e salutferas do oleo de
figado de bacalho, o tornam perfeitamente in-
apteciavel nos casos de hemorrhagia dos pulmes.
Nio ba na materia medica cousa alguma que o
possa substituir; porque ao par que estanca a he-
morrhagia e cura a ruptura doj vasos sanguineos,
fortifica ao mesmo tempo os orgios da respiracio
e o syttema em geral. amtudo, tudo depende da
legttiinidade do remedio, e por esta razio, os m-
dicos mais eminentes recommendam o oleo puro
medicinal de figadn de baealho, de Lanman &
Kmp, como um artigo garantido, que leva a mar-
ca commerciai de urna cas i respeitavel e digna de
toda a coofianca.
Os benficos tfieitos deste remedio sobre os
doentes de fysica e as pessoas que padocem de af-
fectoes escrofulosas e do figado, complicados com
outros males, eio tidos entre os resollados mais
extraordinarios deste tratamento moderno.
Acha-se venda em todas as boticas c lojas de
perj^imarias.
Agentes em Pernambuco, Henry Foster & C,
ra do Commercio n. 9.
A camente a es3enca de fl >res, pura e simples, pre
servada -sm espirito crystalino e assim qua a sua
fragrancia nunca muda nem deteriora, Quanto
mais tempo se c nservar melbor fica, ma mais epnlenta, mais delicada e deliciosa. Acondi-
cionarse em tres dfferentes tamanhos de garrafas,
pequeas, medianas o grandes, pa'a conveniencia
de todos os compradores. Peca-sa Agoa Florl
da de Barry, c nio se admitta outra; mas,
sobratudo, cuidado com as falsificucrs ou imita -
ce?
Caso Importante (tt)
LE-SE EM UM JOBNAL DE PELOTAS
A joven Marciaua, de 15 annos de ida-
de, moradura ra de S. Miguel n. 11,
nesta cidade de Pelotas (Rio Grande do
Sul), ha muitos mezes achava-se soffrendo
do peito.
O seu organismo depauperado apresenta-
va todos os sympt;mas de urna grave affec-
c3o pulmonar : falta de appetite, cansaco,
tosse, dores no peito e as costas, extrema
debilidade, todos estes caractersticos da
terrivel doenc^ apresentava a pobre mo
cinha.
A sua saude, tao profundamente altera-
da, comecou a inspirar serios cuidados
sua tia D. Joanna Ferreira Carioso, que
em v2o apresentou a sua doente a alguns
Ilustres mdicos, sem nenhum conseguir
at.illiar o curso da onfermidade.
Esta senhora, seriamente preoecupada
com os progressos da doenga, teve a feliz
i 6a de recorrer experiencia do uso do
Peitoral de Cambar, importante desej-
berta do Sr. Alvares de S. Soares, desta
cidade, e em tilo boa hora o fez, que al-
guns dias depois a doente apresentava sen-
8veis melhoras, o o medicamento fazendo
triumphar a natureza da enfermidade, de-
pois de alguns mezes do tratamento, res-
titua a saudo perfeita joven Marciana.
O autor do Peitoral de Cambar, com-
pletamente estranbo a esta prodigiosa cura
obtida pelo seu maravilhoso medicamento,
recebeu um dia, com sorpreza, a visita de
D. Joanna F. Cardoso, que muito satis-
fcita, e em companhia de sua sobrinham,
trazialheum attestado que corre impresso
na maior parte dos jornaes da provincia e
em todos os opsculos que acompanha
cada frasco do Peitoral de Cambar.
O leitor deve procurar apreciar esse im-
portante documento, por meio do qual po-
der devdamente julgar a transcendencia
da victoria obtida na cura de urna affeecilo,
que ainda em nossos dias faz os desespe-
ros da scioncia medica. (Velo o folheto
que acompanha cada fraseo.)
nicos agentes e depositarios geraes em
Pernambuco -Francisco M. da Silva & C:
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
subdelegado da Boa Vista
E' digno de louvor o procedimento do Sr. ctpi-
tio EIyio Alberto Silveira por occasio de efiTs-
ctuar a prisio do artista Manoel Marques do Na*~
cmento, o qual por se adiar encommodado e me-
dro-lado dos pacficos urbanos, fez com que oSr.
capita) Silveira tomasse o nomo e numero dos
guaras que o conduziam afim de providenciar
caso estes abusassea das ordens que levavam.
Um que presencio.
O calor, as mudanzas de temperatura, a.traac-
piracioabuudante, debiltam o organismo e o.
predispoem a contrahir as molestias epidmica*.
Para evitar este pergo basta tomar o sulphato de
quinina na dse do 10 a 20 centigrammas diaria-
mente. Nio ha tnico miis efficaz; pirmoaaB
terrivel amargo era um verladeiro obstculo ao
seu emprego. E' por isso qua devemos feiiditar a
bella iu ciativn dos successures d: P;llet:er, ia--
ventor do sulphato de quinina, apresentando es2
precioso medicamento sob a f.-ini da capsulas
delgadas e transparentes, sem o menor gosto, que
se dissolvem no estomago de urna maneira rpida,
absorvem se fcilmente, ao passo quo podem coa-
servar-se por longo tempo dentro dos frascos.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocn
litta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2.'
andar da casa n. 45 ra do Bario da
Victoria, para o 1." andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
da s 3 horas da tarde. Residencia
ra Sote de Setembro n. 3 A.
1
a.
Mista
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
LOTEBIAS DE^ ALAGOAS
Pede-se s pessoas
quejogam nesta lote-
ra que procurem lr
o que escreveu nos
jornaes da mesma pro-
vincia o Sr. Joo Alves
Este ves, g-uarda-livros
do thesoureiro das
mencionadas loteras,
e, por esses escriptos,
podero julg-ar da li-
sura que existe na ex-
tracc,o desta mesma
lotera.
Um quejogava.
Quatro filustres mdicos brasi
lelros residentes na Impor
tanta cidade de Pelotas
Dr. Miguel Rodrigues Barceos, vice
presidente da provin ia, medico da Santa
Casa de Misericordia, condecorado pelos
governos da Allenanba, de Portugal e da
Italia.
Dr. Vicente Cyprano da Maia, medico
da Cmara Municipal, commissaro vacci-
nador da mesma, capitj cirurgio-mr do
commando superior da guarda nacional do
municipio, delegado da sade publica, etc,
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Araujo,
ex-medico da Cmara Municipal, ex-dele-
gado da sau'de qublica, cavalleiro da im-
perial ordem da Rosa, etc.
Dr. Octaclio Aristides Cmara, medico
homeopatha, cirurgio honorario
da nacionol, etc.
Attesto que o xaropc Peitord, de
Cambar, preparado pelo Sr. Jos Alvares
de Souza Soares, estabelecido nesta cida-
de, goza de propriedades emolientes e fa-
cilita a despectorac&s, e o considero como
um excellents meio para alliviar e curar a
tosse quando convenientemente pres-
cripte.
O referido verdade e o affirmo sob f
de meu grao.
Pelotas, 21 de Fevereiro de 1884.Dr.
Miguel Rodrigues Barceos.
Attesto que o PeUoral de Cambar
do Sr. Jos Alvares de Souza Soares, pre-
parado de urna arvore aromtica deuomi-
nadaCAMBARA' -que vegeta na Serra
dos Tapes, desta provincia, um excel-
lente balsmico e expectorante, e como tal
o tenho expregado sempre com bom resul-
tado nos affec3es pulmonares.
O o referido vordade e o juro sob a f
de meu grao.
Pelotas, 28 de Fevereiro de 1884.
Dr. Vicente Cyprrno da Maia.
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, um excellente medicamento era-
pregado com muito bons resultados as
molestias broncho pulmonares.
C por ser verdale passei o presente que
assigno em f de meu grao.
Pelotas, 38 de Fevereiro de 1834.--.
Dr. Serafim Jos Rodrigues de Araujo.
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, tem urna aeco especial sobre a
mucosa das vias respiratorias, corando ou
alliviando niuitas molestias destas meamas
vias, o quo prova cabalmente a sua crescen-
11 procura e aceitacao, que ainda nSo teve
producto algum offi.inal nesta provincia.
O referido verdade, o que affirmo em
f do meu grao.
Ptlot.s, 28 de Fevereiro de 1834. -Dr-
Octaclio A Cmara.
nicos agentes e depasitos geraes em
Per^mbuco
ISCO MANOLL DASILUAC.
Marques de Olinda n. 23
MtiDl'O
Tem o seu escriptorio a ra Duque de Ct>
xias n. 71, das 12 s 2 horas da tarde, e deste
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades*, molestias de f*.
nhoras e eriancas, telephone n. 326.
MEDICO
Dr. Balthazar da Silveira
{
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dos orgios respiratorio das
senboras.
Presta-so a quaquer chamado para
da capital.
AVISO
Todos os chamadas devem ser dirig*
dos pharmaca do Dr. Sabino, ra do
aro da Victoria n. 43, onde s j indicar
residencia.
1 Bar
Aviso
O Dr. K. Oftglan Bonnet Medico peta
Faculdade de Medicina de Pars.
Condecorado com a meialha dos bospitaes.
Socio correspondente : das Academias do Medi-
cina do Rio dd Janeiro e de Barcelona ; da Ss-
ciedade de Medicina pratica de Pars e da Socie*
dade Francesa de Hygienr", ex-director do Masea
AnatomoPatolgico da Foculdade de Medicina
do Rio de Janeiro, tem a honra da prevenir o pu-
blico que durante a sua estada em Pernambasc
6ca a dsposicao dos doentes que dosejarem hoa-
ral-o com a sua confianca.
Cbamad-.s e consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 51, 1. andar: aa
hospedara de D. Antonio (Caminho Novo).
Especialidades : molestias das vias respirato-
rias coraeo, estomago, rigaio, etc.,
ovas, e syphilttcas.
molestias
N. 8. Na tsica pulmonar a potencia
da Eraulsto Scott como remedio mara-
vilbosa. Restaura o sangue ao seu esta-
do normal. Sana as Diarnmacoes de gar-
ganta e dos plmoes. Calma a tosse e a
rouquidao. D cor s faces e aumenta c
carne e as forjas.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras
de criancis, com pratica as prncipaes materni-
dades e hospitaes de Paris.e de Vienna d'Austria,
faz todas as operaco.>s obsttricas e cirurgieai
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Baria da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas ds tarde. Tela-
phone n. 467.
Consultorio medico-
cimrgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observacao, reabre consultorio asi-
da arma- ta c'dade, ra do Bom Jesns (antiga da Crac
n. 23, l.o andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser encontrado nc
sitio travcBsa dos Remedios n. 7, primeiro por-
to esquerda, alm do porco do Dr. Cosme.
Oculista
Dr. Mattos Barreto, ex chefe da elini
ca de olhos do Dr. Motira Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e me-
dico aggregado do hospital Pedro II
desta cidade.
Consultorio, ra do Impera lor n. 65, !
andar, das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, Caminho rovo n. 159.
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do de tao grande fama infallivel na cura de todas
aa doencas syphiliticas, escrofulosas, rheutnatica-
3 de pelle, come tumores, ulceras, dores rheumati-
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias ag*-<
das e chronicas, cancros svphilitices, inflgmma-
ces visceraes, d'olhjps, ouvidos, garganta, intes-
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assim como na alopecia ou queda
do cabello, e as doencas determinadas por sata
racao mercurial. Dfto-se gratis folhetos onda se
encentrsm numerosas exp ariencias feitas com este
especifico nos hospitaes pblicos e muitos attesta-
dos de mdicos o documentos particulares. Fai-ae
descont para revender.
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Ra do Mrquez de Olinda n. 41.
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D consultas das 11 horas da manna as S la
tarde.
Attende para es chamados a gualqner km
telephone n. 449.



-'


Diario de rmianiiMui.Quinta -fcira 18 <> Novcmbro de I >
i
*
>

t



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Dr. Fernandes Barros
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criancas.
Residencia Roa da Imperutr n. 4, segunde
andar.
EDITAES
3 Dr. J ja iuim da C >sra R beiro, juiz de direito
do civ 1 desta cidade do Recite e seo termo,
capital da provincia de Pernambuco, por Su
Magestade I p-ril e Constitucional o 3r. D.
Pedro II, a quem Deas guarde, etc., etc.
Faco saber aos que o presente edital virera ou
lelle noticia tiverera que, orrenlo por este juizo
: cartorio do eacnvlo que o presente subscreve,
una autos de caus i e materia civel ie deaapropria-
gio entre partes com autora a Companhia da Es-
trada de Ferro do Recife a Cazang e reos D.
Ludo vi na Ueha Carneiro Cainpollo, Antonio U-
jboa CarneiroCarapello, D. Anna Joaquina Ucba
Caraeiro Lelo, D. Francisca Idalina Ueha Car-
aeiro L -So, D. Mara Ernestina Ucha Carneiro
LeSo, Alvaro Ueha Carneiro Lelo, sua mulber
D. Carlota Pereira Carn- iro Lelo e D. Antonia
Francisca de Jess Carneiro, por si e como totora
de seue filhos, foi me dirigida por parte da autora
a peticlo do heor e maneira seguinte :
Ilim. e Exm. Sr. Dr. juiz de a A Companhia da Estrada de Perro do Recife a
Cazang, na acelo de desapropriaclo que propoz
a diversos conseubores dos terrenos do Ambo'
para estrada de rodagem, ao lado do ramal da
Varzea, estando em vigor esta acelo at qu- para
Ua fosse igualmente citada a consenhora D. Fran-
chica Idalina U h i Carneiro L--aV>, que se a -ha
ausente em lugar nao sabido, como ordenou V.
Exc, havendo a supplicante provado a ausencia e
residencia incerta di supplicada no juizo de paz
da freguesia da Varz-a, onde hintem se effectuou
a conciliaclj revelia da au-sma, como tudo
consta dos documentos juntos, digue-se V. Exc
mandar tarob m cital-a editalmente cjm o prazo
legal, para com os outros consenbores responder
s da dita acelo,
aa pnmcira audiencia dente juizo, dopjis da cita-
jlo, com a pea de revelia, caso nao cimparec
para lou vaco e deteza do s-u direit i. N -stes
termos requer a V. Etc. que sejara affizados os
respectivos editae*.
Pede a V. Exc deferimcnti.E. R. MRecife
10 dV Novcmbro de 1836.O a.lvogado, Altmo de
de Arauj >. (Sel'ada na forma da le).
E mais se nao continfaa em dita peticlo, na qual
profer o despacho do theor seguinte :im. Re-
cife, 10 de Novembro de 1886.Rib-iro.
E mais se nao continua em dito meu despach?,
cm virtude do qual fea o esciivaj respetivo pas-
sar o presente edital, e por elle chamo, cito e bei
por in'imada a D. Francisca Idalina uba Car-
neiro Lelo, oara que corapareca na primeira an-
uencia deste juizo, depois de fin j j o prazo legal
de 30 das, para o fim contido na peticlo n-ste
transcripta.
E para que cheque a noticia a tolos, mand-i
pasear o presente ed'tal, que ser aluzado no lu-
gar do costume e publicado pela impreosa.
Dado e passado oesta cidd<> do Recife aos 10
dias do mez de Novembro d: 1886
Eu, Felicistimo de Azevedo Mello, -tscrivlo fiz
escrever e subscruvi. K -cife, 10 de Novemhro de
JS86.
Joaqun* da Costa Ribeiro.
DECLARARES
Faculdadc de Direito
Ingles
1 Alberto Castelle Branco.
2 Alezandre de Albuquerque Pesaos.
3 Alexandre Felicio de Lemos.
4 Adolpho de Almeida Guiuiarles.
5 Adolpho Moques da Silva,
6 Aff no d Barros Cavalcante de Albuquer-
qu-
7 Alfonso Oonc I vea Ferrara Costa.
8 Alfonso Jos Frreira
9 Auam Militiuo de Barros Corris.
10 Anmate Fr-dinco Hurle.
11 Alfiedi Druminond
12 Alfri-do Inni'Cencio Ferreira da Silva.
13 Alfredo V-z de Oliveir Lima,
14 A tredu Albino da Silva Ll.
15 Ana Jo R<-go Medeima Vasconcelos.
16 Ario Corre>a do Amaral.
17 Arthur H Tinque d Silva.
18 Arthur C'elbo Lemos de Oliveira.
19 Arthur Cysneiro de Siqueira Cavalcante.
20 Arthur So res Moreira de Aranjo
21 Arthur L bj da Silva.
22 acamo de Alcntara dos Guimarles Pci-
xoto.
23 Augusto Aristbeu de Souza Ribeiro.
24 Auguro Cesar Burlamaqui.
25 Augusto Cordeiro Fonseca de M'doiros.
26 Vutouio Cordeiro Fu seca de Medeiros.
27 Autonio Francisco R-gu-ira Pinto de Souza.
28 Ant nio Athayde Martina Ribeiro.
29 Antonio Manoel da Cmara Sampaio.
30 Antonio Luis Cvale .nte Lins.
31 Antonio Francisco de Albuquerque Caval-
cante.
32 Antonio de Magalhles Silva.
33 Antonio Luia Cavalcante de Albuquerque.
34 Antonio (Juncalves Cselo.
35 Autonio de Barros Vieira Cavalcante.
36 Antonio Joo de Amorim Jnior.
37 Antonio Vasconcellos dos Santos Fontes.
38 Antonio Alipio de Sonza Ribeiro.
39 Antonio Ignacio do R-go Medeiros Netto.
40 B.-nto Eieuterio de Souza Castro
41 Bento Am rico Cavalcante Sjbrinho.
42 B--ruardiuo Ferreira Barros.
43 Braz Carn-iro L 5o.
44 Carlos Aithu aa S Iva Leitlo.
45 Candido Ailonso Silveira.
46 C'audino Gomes Correia de Oliveira.
47 Dducleciano Augusto Lobo.
48 Demetrio Joaquim Rodrigues.
49 Domicio Marinho Falco.
50 Demosthenes de Olinda Cavalcante de Al-
meida.
51 E Imundo Cselo.
52 Ephtem Esdras Eustaquio Embirass.
53 Ernesto Santos.
54 Elysio Aibrto Silviira Sobrinbo.
55 Elias Pumpilio.
56 Ernesto de Lemos Duarte.
57 Elpid'o Jos Rib -ir da Conceiclo.
51 Eipidiu Rodrigues de Souza.
59 Francisco Joaqun) de Souza Filho.
GO Fbricio de Arruda Wanderley.
61 Francisco Gomes Prente Jnnior.
62 Francisco Pedro de Arauj > Filho.
63 Frailesco Cavalcanti Pessoa
64 Francisco de Paula Oliveira Lima.
65 Fr ncisco de Barros Cavalcante.
66 Francisco Marques da Silva.
67 Francisco d> Retro Barros Pessoa,
68 Florentino O ympio dos Santos.
69 Gtafira Cerina de Arauj i
. 70 Gaspar Ant-mio Vieira Guimarles.
71 Hunrique Daniel da Cin .ra Pimentel.
72 Hennque Ernesto Sw nson.
73 Hermogenes Scrates Tavares de Vaaconcel
los Judior.
74 Henrique Nclson Ferreira de Mello.
75 H radio Rabello Ha Silva.
76 H-rmino Aprigio Ferreira Costa.
77 Hisbello Florentino Corr.ia do Mello Filho.
78 Ignacio Gomes Porto Neto.
79 Jcronymo da Rocha Pag.
80 Jerouymo da Silva Frota.
81 J' So Karbi-sa de Mello.
82 Jlo Tarares de Carvalbo e Silva.
83 Jlo Paulino Marques Jnior.
84 Julo Pedro dos Santof Ferreira.
85 Jlo da Rocha Cavalcante Wanderley.
86 Jlo Paulo Carneiro L-lo.
87 Joiu de Aquino Ribeiro.
88 J.lo I5-.pt i8t de M ir tuda Souza Gomes.
89 Jlo Cavalcante Pina.
90 Jlo Jos Ramos da Costa.
91 Joaquim da Silva Laccrda.
92 J aquira de S .-.iza Lelo.
93 Joaquim Antonio do Carvalbo.
94 Joaquim Jos de Pinho Goncalves.
95 Joaquim dos Santos Lcssa Jnior.
96 Jo-quim Marinbo i- Araujo.
97 Joaquim Vctor Jurera)-.
98 Jorge Gomes d Araujo.
99 Jos de Miran la Costa.
100 Jos Antonio Pinto Jnior.
101 Jos Grraldo G:ncalv s Guerra.
102 Jos andido Ltoa de Barros.
103 Jos dos Santos Souza Filho.
104 Jooo Correia do Amamal.
105 .os Wencslo Regueira Pinto de S.uza.
106 J. s de '>ja Cavalcante.
107 Jos dos mijos C^sar Burlamaque.
108 Jos Populo de Mer.donca Vasconcellos.
109 Jos Manuel Lina W.uJerley.
110 Jos Bonifacio Pi-ssoa de Mello.
111 Jos de Pinho Borges Jnior.
112 Jos Jo.quiui d Miranda Al ves.
113 los Alcebiadcs da Silva Frota.
114 Jos da Fonseca Nunes de Oliveira.
115 Jos Augusto Pereira de Mendonca.
116 Juv. ncio Oarlos Mariz.
117 Luiz de Franca Pereira.
118 Uuiz Pessoa de Mello,
lid Luis Jos da Silva Jnior.
120 Luiz de Paula Lopes Jnior.
121 Luiz Deodato M'.iit>-iro.
122 Luiz de Franc > Maia o Silva.
123 L'banio Jos Bustorff.
124 Lourenco Alvie da Cunha Salazar.
125 L opoldo Pires Ferreira.
126 Len-1 Augusto de Cal.ias Brandlo.
1^7 Manoel Marques Car eiro Lelo.
123 Miguel Jote dn Motta Jnior.
129 Manoel Baireto Lins.
Jolsa commerclal de Pernam-
buco
RECIFE, 17 DE NOVEMBRO ^)E 18S.
Aa tres horas da tarde
Cotabti olfifiaes
Accoea do banco de crdito real de Pernambuco
do valor realisado
cada urna.
de 40*0^0 a42J000
Na hera da :.oUa
Vendei au-se :
j aegoea do banco de ere Uto real de Pernarr-
"juco. .
O presidente,
Pedro Jos HMa
Pelo s- cretario,
Augusto P. de Lemos,
M ie Novetnbro Je 1886
ALFA Ni LGA
Oi 2 a 16
deas a- 17
Cssioa raov.aciL
Iy2a 16
"iein av 17
DKSPACHOS DE IMPORTADO
O vapor i aei, nal Para entrado dos portes do
sul n dia 17 do crreme, e consignado a Viscoudu
de Itaqni do N'-rte, manifeefou:
Cha .-eos 2 caixes a Carvalbo Irmlo 4 C. 1 a F.
Ramos da Silva.
Courn 1 c.iii a 8. J. Fernandes.
Caf 197 shccos a Joaquim Ftrreira de Carva'.ho
4 C, 158 a Feroand. s da C sU z C, 130 a Do-
mingas Cruz & C, 118 a Haiva Val>ntc & C.
Fumo 9 voluntes a A. Ramos 4 C, 2 a Rodri-
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130 Mauoel Auifiir-to de Araujo.
1S1 Manoel Mo it Fa'co lie Ccrqii-ira Bello.
132 M.ooel Corroa P-ss de M lio.
131 Vlanool Mxrquea .le Am run Jnior.
134 Manoel J laquin Silv ira Sobrinbo.
135 Manoel Antonio dos Santo Di aa Jnior.
136 M.n*l Ritv-ir'. dos Santos.
137 Manuel Theo, hil. de Araujo Lima.
138 Manuel G caiv. s Nunea Ma n .do.
139 Mauu. 1 dos Pasaos de Assia Cavalcante do
Mello.
140 Mano-1 Martina de Amorim Jnior.
14i Mig.-el Antonio R o ir.
142 Miguel de M deiros Rauoso.
143 Nntalicio Cauboiw de M udunca Vasconcel-
les.
144 OptAto Nehemias Enstaauo Carajuni.
145 Op llonio Peres Cavaluute da Gama.
146 Pedio Alexandriuo de Mullo.
147 Pedro Ivo de Ctrapot.
148 Pedro Al x.nimio .lachado Jnior.
14J Paulo de Freitas Fraeoz.f.
150 P.aiino Falco Duarte de Azevedo.
151 Reinaldo Rodrigues de Souza.
152 Severino Barbosa da Silva.
153 Smuel Pnilemon da Cunbt Pern.
151 Thomaz Evaristo Pessoa de Mello.
155 Thoinaz Miranda de Paula Pessoa.
156 Thm. Ulysses Ferreira Mello.
157 Vctor Bnrthjlomeu de Albuquerque Mello.
158 Virgilio HacelUr Caueca.
159 Virgilio do Reg Motta.
Hittoria
1 Adolpho de Almeida Gunnarlea.
2 Adolpho Pereira de M*n lonca.
3 Affonso de Barros Cavalcante de Albuquerque.
4 Alfredo Albino da Silva Leal.
5 Andr Dia-i Pinbeiro.
6 Antonio Kmilio de Salles Abreu. ,
7 Antonio Flavio Pessoa Guerra. .
8 Antonio Francisco R gueira Pinto de Souza.
9 uton-o Franklm Fre.re Gameiro.
10 Antonio GouchIv'-s Carneiro Metra.
11 Antonio Gunfalves Lages de Mello.
12 Antonio Lucen
13 Apolonio Peres Cavalcante da Gama.
14 Apngio de Miranda Castro.
15 Arthur Barretu da Rocha Lins.
16 Arthur Barbalho Uchi Cavalcante.
17 Arthur Eugenio Dantas Barroca.
18 Augusto Cordeiro Fouseca de Medeiros.
19 Ayres de Albuquerque Gama Filho.
20 Bernardo da Cmara Guimarles.
21 Carlos Moreira Res.
>. Cicero Seabra.
23 Claudino Gomes Correia de Oliveira.
21 Demuthenes Urbano Figueiredo de Mello.
25 Elpidio Barbaiho Ueha Cavalcante.
26 Erasmo Vieira de Macedo.
27 Fernando Pedro das Ne^es.
28 Francisco de Albuquerque Mello.
29 Francisco Athayde Martins Ribeiro.
30 Francisco E uilio de Andrade.
31 Francisco Gomes Prente Filbo.
12 Franciscj Gomes de Araujo Sobrinbo.
33 Francisco Machado Das.
34 Francisco Machado Teixeira Cavalcante So
brinhe.
35 Francisco de Paula Gon;*lves Cselo.
36 Francisco Paes Barreto L.ra uW.i Lins.
37 Francisco Velloso de Albuqu-rque Mello.
3 > Gaspar Antonio Vieira Guimarles.
39 Guilberrae! Antunes Gira raes.
40 Joaquim Felicio Antunes de Almeida Castro.
41 .1 aquira Gregorio Pessoa Guerra.
42 Jo .quim Ignacio Ribeiro.
43 Joaquim Jos de Faria Neves Sobriuho.
44 Joaqun Martius da Costa Ribeiro.
45 ,'oj-jaira Montciro Quedes Gondim.
46 Joaquim de Souza Lelo.
47 Julo Aihen >g nes de Barros Lima.
48 J lo Augusto Ferreira Lima.
49 Jlo de Aquino Ribeiro.
50 JoIj Joaquim Correia de Oliveira.
51 Jlo Jos Lo.es de Albuquerque.
52 Jo i, Man -ui Puntual.
53 Jlo Paulino Maqu -a Jnior.
54 Jlo Re^o de Faria.
55 Jo; Antonio i csar de Vasconcellos.
56 Jos Augusto Pereira de Mendonca.
57 Jos Bonifacio .Jessoa de Mello.
58 Jos Correia de Amorim.
59 Jos Fiorlindo di Nascimento Lima.
60 Jos Francisco Bittencourt Jnior.
61 Jos Gaspar L-;y >.
62 Jos da Fonseca Nuncs de O'iveira.
63 J.e Glycerio de Souza Gouveia.
64 Jos GueJ. s Corre.a Gondim.
65 Jos de Miranda Costa.
66 Jote Martins Fiuza.
67 Jos Nicolao Toleutino de Carvalbo Jnior.
68 Jos R. de Almeida Braga.
6'J Jos da Silva Liyo Netto.
70 Jos Wenceslao Kcgueira Pinto de Sonta.
71 Leopoldo Pires Ferreira.
~ij Manoel Antonio dos Santos Dias Jnior.
73 Manoel Arthur Muniz.
74 Manoel da Costa Ribeiro.
75 Manoel Correia Pessoa de M-'llo.
76 Manoel Thcophilo de Araujo Lima.
77 Manoel Xivier Paes Brrelo Jnior.'
78 Mana Florentina -"essoa de Vasconcellos.
79 Miguel Antonio Rib-ira.
80 Miguel Arch u.jo Fernandes Pimenta.
81 Octaviino Cordeiro Coutiaho.
82 I'.ulo Fvrrucio da R ha.
83 Pedro Alexandriun Mtcha-lo Junicr.
84 Pedro do Reg Barros Cavalcante.
85 Pedro dos Santos Dias.
86 Seziuo Barbosa do Val e.
87 S ilirjonio Atfico Leite.
88 Zeferino Velloso da Silveira Puntual.
Lista de Latim
1 Adolpho de Almeida Gnimaies.
2 Afi'onso J s Ferreira.
3 A.berto Castello Bianco.
4 Alfredo Alves da Silva Freir Jnior.
5 Alfredo de Miranda Castro.
6 Alfredo Mameliano de Castro Q lintaes.
7 Andi Das riuheiri.
591:518*837
b8:79.O4
93.4;6.1 i
7.516 94r
tCM
X-UCRBaUOillA
2 a 16
JKBIXA-
[dVtu
17
i e >.
17
:..(-.*.. D 2 a 16
dea 17
Bjla 16
66o.31,S91
105:943*062
766.255*95,
25.767 77 h
1.8J0 T:i'
27.(i78Ja
I3.09II958
14 6:3.5)8
6:351 3'.-4
>' 0/660.1
6:452 02
Pan .o d.- alg.dlo 10 f,-rdos a Machado
roia, 10 a Olinto Jardiui 4 i'.
Sola 4 rolos a B. J. Fernandes.
Ti Ha I b. rnca a Medei.ua 4 C.
Viubo 33 barris ordeiu.
Carga da Babia
C>.f 268 aacc.s i orderrt.
Charut a 1 chillo a C ata Lima ce C.
rio de lgo i!.. 55 saceos a Jo F. Leite.
Panno n- Algo mo 4'i farde.a a Luiz Antonio Se
quena, 21 a Mai-h i- 4 Per.ir., 20 a Andrade
Louen v C, 10a Fereira ot Irmlo, 10 a R dri
gura Lun>. 4 C 6 a Oliiuo Jnr.iiui fC., 6 a Go-
mes de MattOS Irml). 6 a A Santos C.
'' vaiai nacional Mrquez de Caixias, entrado
da Babia e e.-CalaS lio da 17 do ei.li nte o eon-i-
gnaoo a Dounngoa Alvt'i. Maih-os, manitest n :
A.^ool-, 603 sacos m J. H. B xweil, 210
lord u., 32 Joaquim da Silva Carneir. 20 a Bultar
Olv.or.. ;.
Aasoo.1 350 saceos a Pereira Carneiro 4 C, 12
a- c iifigi.at rio.
HariicaS 19voli.men rdea.
i c s truca 60 barrica- -i r'em.
C uros salgados seceos 569 a Pe eir Carneiro
cV C.
Al re "I lia-- 4 v lu oea .. ord> ra
I II.a :^ a., arr .i s .1. H. B xw II, 33 a H.
N ti ? (.'., 8 ao eiii-un .iari 4 a Nunes Fou-
C
no le algodaV 2n fardos ao Consignatario,
QowwsVi C
P> m:lai 160 s Jomo V ct r Alvos Mi-
& i .
s n 8.3 m i k A. NnA h *. .
^ i ParanayuA, t i de Hambur-
c rieni", e consignado a
i l' ni i Pi ..u :
('aiga di II urbnrifo
Am :ii.<3u> um s.
A. ii miQi ial 5 v. ii.m-.- o. rteiu
Agiilhr.s 1 caix^ a A. D. Carneiro Viunna.
Batatas 40 caix.-is a Pohlman t C.
Bacalho 33 cunas u 10 incias ditas aos consig-
natarios.
Camisas 2 caixas a F. de Azevedo 4 C.
(Jhau is 1 caixlo a Mi Irmlo 4 C, 1 or-
d-in. 1 a Samareis & C, 2 a Adolpho & F.na ., 1
Alfonso Oliveira 4 C, 1 a J..io Christini 4 C.
(.'o iros 2 caixas ordem, 1 a W. llalli Juy
4C.
Orvej* 10 barris e 50 caixas ordem, 7 a Au-
gusto Reg 4 C.
Caeianboa 1 caix- a J. P. Pontea.
Dr. gas 2 v..lunies i ordem, 2 a H. Stolzembaek
& C.
Endpa 5 fardos a Machado 4 Pereira.
Fio 1 f .rdo oidem.
Formas 1 Caixa ordem.
Fumo 1 caixa a J. P. Puntes.
F. rratrens i volumes a Reis (S Santos, 4 a Eu
genio 4 Vieira, 3 a R. de Drusma ic C, 3 a Sa-
ou.-l P. Johnstoii 4C, 1 a Albino Silva ct C, 3 a
F Launa (, 10 ordem, 3 a Sulz>r K tuft'.nan
4C, 2 a Tranaatlunt, 1 a Medeiros & C, 2 a
Maia S Silva, 5 a 0tto Bohres Succcssor, 1 a Net-
to i 'ami.oH, 2 a Pareute Vianua 4 C, 6 a W. Hal-
Itajr t C, 1 a Motta.
Oraia 1 cana a W. Halliday & C.
GcnebiH 20 caixas a ordem.
Iistrumentoa de msica 2 caixas a A. Jos de
Azevedo.
Lixa 1 caixa ord -n,
Lai.ternas de papel 1 C.ill o !"lll.
L minas Ja chumbo 2 caixas a Meuron & C.
L'uha 1 canao a G. de Malt s Irmlos.
M rea lonas diversas 1 volume a Eugenio
Vieira, 10 .rdeui, 1 a O.ivoira Bast 4C, 1 a
E. Saunc.i, 1 a A. R go 4 '., 2 a A. D Carneiro
Viaun, 1 a A. J.i de Azevedo, 2 a Guimarles
Car loso 4 ('., 11 u Tr ins .tlaut, 4 a ul2er Kauf
fuian sC, 5 a A. i', de Si uza S jares, 1 a .Maia
4 Silva, 1 a Netto Campos lC.,1 a Guimarles
& l'-rra .n, 4 a J. P. P .lites.
M'chiu.s do entura 10 volumes a Gomes de
Ma't s limaos, 12 a A. P. de Siuza So.ire-, 11 a
Hcniet v C, 10 a F- rn ira Guiparles & O., 7 a
A. ). itriiuiro Vianna.
Mi.sicns 1 caixa a F. de P. Aivcs da Silva.
M.vcis 3 eaizSea Silva Feruaude* 4 C, 6 a
orieni l)'t s e outros artigos 11 volamos a Ra-
pll... I f)HS 4 C.
Ma hiniasn 1 volume a E Samieo.
I'r. ^os 38 bariicas a Samuel P. Jolinstcn 4 C.
Pijioic s par machinas 4 caixas ordem.
I'Iioh,,Ii r ,.- 30 eaiiea a Par. uto Vianna & C
10 u S ar. s do Amaral Irmlos, 1 a Tbeodoro Just,
10 S iiz i Basto, Ainonni & C, 5 a Foujcct Ir-
>.
Pape II frrdua a Samuel P. Johaston 4 C, 5
a >al >.r .V C. 6 it Trausatlant, 5 a M. J. de
Miranda, Xv 6 caixas ordem, 2 a Joaquim
Btluar-io di s Sera (!,
P .rafinh 10 caix i8 a Casimiro Fernandes &
8 Ailo Correia d. Amara'.
9 Auti nio Emilio d- Selles Alireu.
10 Antoulo tois Peasoa G ierra.
11 Ant. nio FraiieiBco i Vla-albfs e Silva.
12 Antonio Guie, i ves ferreira Jnior.
13 Autonio Pues G va...
14 Antonio G ruiaiio Reducir Kioto da Silva.
15 AntOolo Vctor de Sa Barr tt.i Jnior.
16 Armando Abranehea F. ij.
17 Arojando d- Oliveira,
18 Annur Barreno da Ro, h Luis.
19 Anhor de Miania Ca-im.
20 Ayies de Albuquerque (jama
21 Carlos Arthur da S'va Leilao
t Canos B.rrett.de Alear ida Albuquerque.
23 Carlos Lnp-a Fernn es.
i Custodio Gu-mlo Uch6. de Carvalbo.
25 DaciO Paea Barret ii.
26 Elgarel de STavares sVl Manato*
27 Eluardo Eugeui no Ua t.s Barroca.
28 Elisio Al'ierto Silveia Storinho.
29 Erasmo Vieira de Macedo.
30 Eruesti Alfredo rVtxotu Jur.-raa.
3t Esteva Cavalcanti de S4 e ADniquerque.
32 Francisco de Barios Cavaleanij
33 Francisco Gomes de Araujo SoDrinho.
34 Francisco Tavares da Cuuna Sobriuho.
35 Henrique de Oliveira Cavajiiiiiho.
36 Hermano Apngio Ferreira Cnm.
37 Hei bello Florentino Correia de M.dlo Filho.
38 Ignacio Dias Puntual.
39 J o de Aquino Ribeiro.
40 Joo Baptista L 41 Jlo Carlos G mes de Almeida.
42 Julo Eniliino da Costa Alboqu-r ,ue Filho.
43 J .lo Paulino Marques Jun or.
44 Josu Correia do Amaral.
45 Jlo S*jo de Panas.
46 Jlo da Rocha Cavalcanti Wanderley.
47 Joaquim Jos de Piuho G mcalves.
48 Joaquim Marinbo de Aranjo
49 Joaquim Jos de Fan s Neves Sobrin.o.
50 Jote Luiz Gonca'vea Ferreira.
51 Jos Autonio pinto Jnior.
62 Jos da Silva Luyo Netto.
53 Jos Helvecio de S. uza.
54 Jos Nicoidu Tolentino de Carvalbo Jnior.
55 Jos dos Saut-s Souza Filho.
56 Manoel Gustavo de "'aria Leite Jnior.
57 Manuel Theophilo de Arauj Lima
58 Manoel Pedro Ferreira de Mello.
59 Manuel da Paulo Vieira.
60 Manoel Dias de Amorim Esteves.
61 Miguel J .s Ribeiro.
62 MatHas liuto de Abreu Jnior.
63 Miguel Silvino de Barros Falco
61 Optato Nehemias Eustaquio Carajur.
65 Pedro dos Santos Dias.
66 PeJroJof Pinto Jeiiior
67 faulino Augusto Velln Freir.
68 Samuel Pnelemon da Cunha Pern.
69 Theotunio Jos da Cunha.
70 Tbeotonio de Oliveira.
71 Theodoro Jus da Silva Braga.
72 Virgilio G me 'Ivs Torres.
73 Vicente da Silva Porto.
74 Vctor Bartholoineu de Albuquerque ..ello.
75 Zsferino Vellozo da Silveira P..utual.
O seer tao
Jos Honorio Bezerra de Menezta
Obras Pu-hliras
De or dem do Iilm. Sr. Dr. engenbeiro eh.-fe.
fuco publico que no dia 17 do cerreute, ao mt'i
dia. recebe-se na secretaria desta reyartir-*^ pr i
p. sr as para a rxecnclo d s reparos das p.utes de
estrada da Luz, de Tapacur e de Manes, orj do
em 780*000
O orcauento e mais condices para o contrat.,
acb am se dispnsiclo doS aenb ires pretend nte
par a sercm examinados.
Secretaria da repartilo das Obras Publicas d.
P ernambuco, 5 de Nuvembro de 1886.
O secretario,
Joo Joaquim de Siqueira Varejo
lrniandi.de das Almas da matriz
de S. Jos
Do ordem da mesa reg.-dora convido pela quaria
vez a todos os nossoa irmlos a c mparecerem n>.
c nsitorio desta matriz no da 19 do correte s
6 horas da tarde, afin "*e se proceder a eleicio d
nova mesi. quet.m de administrar no anno com-
pn.misaal de ]886 a 1887.
Consistorio da irraandade d .a Almas, erecta n
matriz de S. Jos do Recite, 17 de Novcmbro de
1886.
O eacrivao.
Franciseo Valeriano Aloe da Fonseca.
Companhia de Beberibe
C. nvida-ae aoa .->is. acci-nstas a viri-m recab-r
o 77 dividendo na pr>pirej&i 4*400 por acelo,
cuj i pagara n'o se effec-tuar ii"sie escripteno das
10 horas da m .nlia a 1 hora da tarde, ditriam-n-
te at o ultimo deste mez, e ao depois aos sabba
dos.
Recifa, 14 de Novembro de 1886.
O director secretario,
Jos Eustaquio rerreira Jacobina.
Moute Po Portuguez
Assembla geral
Para eleicio dos uov .s tuuccionarios que tem
do dirig na destinos des'a pra inatituiclo no aun
social de 18^6 a 1887.
Nio se tendo reunido numero suficiente dos
seubores socios no demingo 14 d < cjrrcnte, de
n jvo rogo aos meara>s s. nhon-s seu comparec
ment p-ra domuigo 21, na sede social, s 11
horas da manli i, para assistirem a leitura do re-
lato i io e tratar se de urgeotis irnos interseos so
ciaes
Recife, 17 de. Novembro d 1886.
Jos Vieira ie Siqueira Ferraz,
Secretario.
VENERAVEL IRMANDADE
DA
(ilurioNa St-ntKirn Sinii'tnia da
-Ji l Manta Cruz
C nsirucco de catacumbas
De or o -oa.-o.a Carissim-a irml s que a mesa geral do
"i- li de Ouiubro findo autorisoil a mandar couc
ruir ni c<-nvteiio publico catacumbas para sercm
st-pu'rado todos os ii iss- s ii-mloa fallecidos ; ro
a-o a aqu-iles que qmz rein gosar destas regalas,
tau'o par. si, cono tamb m pira seus filhis me-
no es, que dlgiem se rein.-tt-r a uuantia de l'l,
iiu o lancia es"pulada pe* referida mo-n geral,
ao nosso irml. lhosoure.ro Joir Fr. neis.-o Darles
era sua casa iu de iis Cardoso (aiitiga do
C> Ide reiro) u. 32, das 4 horas d tarde en diante,
afra de a e'las ter direito.
lutrosiin, ni u me da mesa regador* pe; a
trine os u ssos iruil .8 que dignnm-ae coadjuvar-
iioh iit-sta iinportaute obra, empregando todos os
afore'S que esuverem em seu alcance, afim de
a.r com a raaior brevidade poasivel eff-ctuada a
>-U C'Uclusl ; sendo para este fim Horneada lima
eotnmisalo cnmpista dos nossos pr- s'i iusos irmloa
os ra. Antonio Alvc- Vileila, Antonio Raphaei
Alves da Costa, Joaquim Ramos da Costa, Manoel
L) i'iiingues da Silva, Joao Ainaacio Pruno, lis-
ii.I Martins da Cruz e Jlo Francisco Ourlcs, *
qual aeha-se incumbida de mandar Construir.
Secretaria da v. neravel irmandade.da Gloriosa
S nhora Sant'Auna da igr-ja du Santa Cruz do
Recife, em 15 de Nov -mbro de 1886.
Antonio apbael A. da Costa.
Secretario.
Tlicsouro Provincial
De ordem do lllm. Sr. inspeetor desta reparti-
lo, fa;o publico que u i dia 18 Jo crreme mez,
pajra-se a classe de 1 eutranem de prof asuras,
reUiivamenu ao mez de netembro pr jxiiiio pas-
sado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
uco, em 1 i de Nov mr,.-. de 1886.
O esenvo da d.-speca,
Silvia.. A Rodrigues.
Suiii.-i. o,,,.^, ,,,. ,,,,1,,-ij, ,| dinirleto
ii Hit i ir o la. z* de \iiii'iiibrii Je
IttM
Pjr eBta sub lelegacia se faz publico achar-se
em deposito um c*vallo rnsso, tomado aum indi-
viduo desconhecido, que pd le rva dr-se, logrando
os esf.rcoa da polica : qtem f-ir sru dono, coai-
pareca n sta subdelegada, munido da cumpettnte
jusnticaclo, que dando os siguaes cerros e pagan-
do as despezaa do trato, Ihe ei 1 entregue.
Obrass do Porto
Conipunhia de Edificado
CaniiiUuic-ae acs Srs. accionistas, que por de-
liberar; o da directora foi resolvido o recolhi-
n. nio da quinta pi-.-staco, na razio de 10 p ir
cenlo do valor nominal das respectivos a -.ces, a
qual dever n-alisar se at o dia 5 de Dez.-u.bru
..rox mi futuro, no escriptorio da companhia
praca da Concordia n 9.
Recife, 5 de Novcmbro de 1886.
Gustavo Antunes,
director ei-r. tai io. '
18
Em assemblpa geral de 17 do c nente. proce
deu-se a eluclo da nova directora que fieju as-
siui composta :
Ci.-ci ieur., J -.. 11 i i n Jos de Amorim.
Vicc-presi lente, Joaquim Oet.viano de Almeida.
Io secreiarii, Francise* Jul'de Amorim.
2o secretan Alv^.r Pess >a d Meoezes.
Theg uirer i, Manuel Jos dos Santos Porto.
Fiscal, Luiz Vieira de Barros
Bibntbecario, Pedro Manoel da C sta Reg.
Adjunto d- tnesOUfeiro, B .aventura Maia.
Vogais
I. aqi m Mala S hrinho
Augusto F. '-astro Medei os.
C mmissio de exaine de contas
"raucisco Eduarlo Jereira Lima.
K.-riiardino 1- Azevedo Maia
Romualdo R. da Silva B i*.
A sesalo de p se ser! h je/i)j) s 7 horas du
loite.
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor nac uai i w. e'a a mnistrar;iio
xpede malas ptra os poni.a do M-ir'iv recbenlo
imprc- os e ob, a a registrar at 2 hora da
arde, c carias ordinarias at 3 lloras, o 3 1/2
com porte dup
Ai'.niiiistravlo dos correios de Pernamhu -o, 18
-le Novemb o de 183< O administrador,
Affonso do Reg Barret.
resg'tal-as
MatOS 11,6(3
% C, 6 a Francisco Joi dos Passos GuimarSes.
Provises 6 caixas ordem.
Pjrcelana 2 ca xas ordem.
Tintas 9 caixas a ordem.
Tecidos diversos 15 voumes a Beroc. & C 37
& ordem, 2 a R. de Drusiua & C 6 a Agostinho
Santos C 1 a Guerra & Fernandes, 5 a Ma-
chado ai Pereira, 2 a Gtica!ves Irmlo 6t C, l a
F Lauria&C, 1 a Oliuto JarJira & C, 10 a
Francisco de Azevedo & O, 3 a L. Antonio Si
queira, 3 a A. Vieira & C, la Narciso Maia &
C, 1 a Alvea de Brito &C.
Vidros 7 volumes i ordem.
Carga de Lisboa
Agua inglesa 1 caixa a Mauoel Alves B .rbosa,
Succcssor.
Conservas 4 caixas a Domingos Ferreira da
Silva st C, 14 a F. R. Pinto Guimarles & C.
Ceblas 30 caixas aos mesmoB, 50 a Silva Gui
uarles & C.
Castanbas 50 caixas a Domingos Ferreira da
Silva & C, 30 a F. R. Pinto Guiarles & C.
Drogas 3 volumen a Rouquayrol Freres,5 a Ma-
noel Alves Barbos, Succestor.
Gesso 19 b .meas ordem.
Molduras 1 caixa a Antonio J. Ferreira Mon-
tciro.
Macles 20 caixas a Domingos Ferreira da Silva
& C.
Mercurio 1 cuixa a Rouquayrol Frcrea.
Papello 1 caixa aos mesmos.
Vinigre 1 barril aos mesmos.
Uvas 10 caixas a Domingos Ferreira da Silva
\ C.
^".pachos de t;xp!iTA(;Ao
Ex 16%de Novembro de 1833
Arsenal de Guerra
0 coiiselh de compras recebe propostas no dia
W do co'r.-nte at as 11 horas da m .uhl, para a
c.inpra dos rticos a-_'uinies ;
76 bou-ts de aerrii o i tern
71 gravatas de tola envernisada.
10' pares de luvas de sigo lio.
1 in in.it de II p ra ioteri ir
216 pires de cotburnos para as pracas de ca-
vnilaria.
27 pa-esd-' pe.'n-oras de sola para as mesmas,
conforme o 6gurino.
7 chapeos de Braa-a cim a lendaS
8 esleirs de palba.
15 nares de tara me .a
2' 0 nar.-s de meiaa de algidli.
U5, n* de cavallniia.
4iD u.O i de br i ni brauco lis).
HO.iOO d- Orim pardo trancado.
4:().ii,0-l de algo iloziuhl.
5l3..u70 de algodl > msela.
5.m0 de hoil-u la pra fjrro.
1,11)60 de caseinira branca.
2 i,u.O l de aitiagem para iutertella.
7,ml6 de ganga encarnada.
li'.l.inOo de zuarte.
156.li 5*1 de bacta encarnada.
4 cadeiras de brafo de Jacaranda.
Pre iud-se que ulo serlo tomadas em conside-
radlo as rropoatas qub ni i for ra f itas na forma
1>'at 64 do reguiamento de 19 de "utubro de
1872. em duplicada, coa ref.reueia a um t arti-
go, meucio lando o norae do prupon-n'e, a in iica-
vao da casa commercial, o pre; > de cada artigo, o
num roe marca das amostras, decUricao expres-
sa de sujeitar-se inulta de 5 00, no caso de
recusar assign .r o contrato, bem como as de que
tratamos arts. 87 e 88 do regul ment citado. .
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
o, 17 de Novembro de 1886.O secretario,
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Para o exterior
Na barca americana Wallace, carregaram:
Para New Yoik, J. 8 Loyo Fi.ho 1,560
saceos com 117,000 kilos de assucar mascavado.
-- Na barca americana Ethel, carregou :
Para New Yoik, M. J. da Rocha 1,500 saceos
com 112.500 kiloa de assucar mascavado.
Na barca uorueguenae Polykarp, carrega-
r m :
Para New-York, Amorim Irmlos & C. 1,000
saceos com i5,nij kilos de assucar mascavado.
- No l.'ar inglez .nna B., carregaram :
Para New York, F Cselo S Filho 350 saceos
com 26,2 0 kilos de assucar mascavado.
fara o Interior
58.1 volumes com 47,675 kilos de assucar brinco e
170 ditos com 13,3 0 ditos de dito mascavado.
- No Vapor altralo Parana^itt, carregaram :
Para autos, Amorim Irmlos v C. 700 saceos
com 4s,000 kilos d-> assucar branco c 3'X) ditos
com I8.OI0 ditos de dito mascavado; S. Guima
raes & C. 35 i saceos com SI'mu kilos de aasucar
branco e 500 ditos com 30,000 ditos de dito mas-
cavi.do.
No vapor americano Adcatict, carregaram :
Pra o Rio de Janeiro, H. Hurle & C 1,700
saccas com 137,781 kilos de al;odli.
No vapor nacional Mandos, carregaram :
Para o Rio Grande, do Sul, V. T. Cimbra 8W
volumes com 7',101 kilos deaasucar branco; Bnr
le 4 C 376 volumes cora 25,686 kilos de assucar
branco e 100 saceos com 7,5u ditos de di:o mas
cavado.
Para o Re de Janeiro, P. Carneiro & C. 10
aceas con 675 kilos de algodlo ; R. Valen tu 50
caixas com l.oOU kilos de oleo de ricino ; J. S.
Liyo 4 Filho 325 saceos com 22,875 kilos d
asquear brauco; F. M. da Silva 4 C. 2 volumes
foi has e rezinas medicinaos.
Para a Babia, J. M. Uias 25 barricas com 2,822
kilos de assucar braico ; V. de Itaqui do Norte
150 barricas com 18,400 kilos de aisucar ma.-ca-
vado e 100 ditas com 8,278 ditos de dito branco.
No vapor nacional S Francisco, carrega-
ram :
Para a Baha, Amorim Ir nao j 4 C. 125 barri-
cas com l.'.tOt kilos de assucar branco ; F. A de
Azevedo 175 volumes enm 16,75.) kilos de assucar
branco ; F. M. da Silva 4 C. *5 caixas com !,000
kilos de oleo de ricino.
No niate nacional Iris, carregou :
Para M.ciio, J. P. de .'liveira 5 ba-ricas com
610 kilos de assucar branco.
Para Mossoi, L. M. d'Assurapcio 20 suecos.
com 1.000 kilos de milho.
De ordem do lllm Sr. engenbeiro director da
re; artielo 0a onras de conservacio 1-s portos de
Pernambuco, e de cuiformidade com a uitunsacao
de S. Exc Sr. ministro d. agricultura, com-
mercio e i b-as publicas de 27 de i utubro prxi-
mo paseado, faco acienie a quem interessar possa
que, nj dia 20 do correte mez, ao meio dia, na
mesma reparlicl", rece bem se prop istas em cartas
lechadas e competentemente selladas, para a venda
dos seguintes obj ctos :
Urna machina completa de baixa presslo de ba-
lanceiros, em perfeito estado de conservadlo, me-
diudo o cyiiudro 26 ptilegadas inglesas de dime-
tro, c. m torga eff ctiva de 25 cavados..
Urna caldrira cyiiiidrii-a completamente nov
(aiuda nio servida) com 49 tubos de lati de 3 1/4
de polegala de diainetr ., e 11 ps iuglezcs de com-
prim nto de f'oira evaporativa effectiva de 25 ca-
vull. s.
Civemame centado de um navio, comoondo se
todo de uiadeira de oicup.ra e amarello, faltando-
Ihe lomeiit o tab iado do costado, tendo as seguin-
es dim- n*oes : 33,n14 de roda roda, 31,'35 de
quiib 3."<24 de p..uial, 7^10 de bocea.
A ra.. lima e acaldeira a. hain-se na cffieina de
machi us s.ta un eaea do Ramos e o cavername,
no > stalheiro da < ffi.ina de carpioteires e calafatea,
ra Fora de Pcrtas, onde podem ser examinadas
pelo-i pr.-tendeii es
R.p.riici das obras de c mservxc&i dos portos
de p. rnaiiibuco, 11 de Nov mbro He 1X86.
O i escrip'urano, Manoel Duarte Pereira.
Monte de Soccorro de
^eriMinbiieo
Os possui'l'irus Has itaut Has do penho-
rt s dos nuoir-ros ..baixo so convidados a
'lia 23 do Hrrente :
11,645 11.705 11,976
11,983 \ .',010 12,022 12,025
12,107 12,it8 12,202 12,302
12,! 9 12,3:4 12,329 12,335
.2,346 12,49 12,351 12,359
12,361 2,3.52 12,370 12,371
12,3*1 12,387 12,391 12,392
12,402 12,405 12, 06 12,407
12,109 12,411 12,41 12,414
12,422 12,431 12,438 12,439
12, 49 12,462 12,463 12,i65
li.,170 12,472 2,473 12,483
12,497 12,499 12,501 12,505
12,511 12, 16 12,517 12,521
12,524 12,25 12,531 12,532
12,>3S 12,551 12,552 12,561
12,566 l,)67 12,569 12,583
12,592 12,594 12,595 12,596
12,610 12,614 12,62i 12,622
12,630 12,633 12,6.5 12,636
12,602 12,661 12,66= 12,668
12/72 12,679 12,H><4 12,689
12,<>94 12,6.17 12,700 12,702
12,709 12,715 12,717 12,718
12,724 12,726 12,731 12,732
12,742 12,714 12,746 12,747
12,750 12,755 12,757 12,764
12,771 12,777 12,778 12,779
12,784 12,786 12,787 12,788
12,792 12,793 12,794 12,801
12,809 12,841 12,847 12,850
12,858 12,870 12,871 12,873
2,878 12,886 12,888 12,889
12,898 12,89 12,912 12,914
12,922 12,923 12,924 12,929
12,936 12,'*37 12,939 12,943
12,950 12,953 12,955 12,960
12,966 12,978 12,980 12,934
12,988 12,989 12,991 12,9J4
12,998 12,999 13,001 13,003
13,1)05 13,006 13,007 13,013
13,016 13,017 13,018 13,019
13,026 13,032 13,034 13,038
13,044 13,045 13,050 13,056
13,061 13,065 13,067 13,069
13,073 13,076 13,i78 13,079
13,088 13,089 13,091 13,092
13,095 13,096 13,097 13,101
Recife, 8 de Novembro de 1886.
O gerente u guar la-livros.
Felino D. Ferreira Coelht.
1,981
12,103
l2.,306
12,336
12,3150
12,3-6
22,394
12,408
12,416
12,444
12,467
12,486
12,510
12,5-.'2
12,533
12,565
12,584
13,-503
12,628
12,650
l-',669
M,96
12,704
12,719
12,753
12,749
12,765
12,780
12,790
12,802
12,855
12,877
12,8W5
12,918
12,935
,9*9
12,965
12,987
12,995
13,004
13,014
13,024
i3,040
13,058
13,072
13,080
13,093
No patucho nacional Taborda, carregaram :
Para P Iotas, J. .VI. Dias 300 barricas com
27,235 kilos do assucar branco e 20 ditas com I
2, 37 litoa do dito mascavado ; Maia ce Rezando <
No patacho ailemlo liirifopc.c.irregaram :
Para Santos, S. Ouimar.'ei 4 C. 650 saccis com
39,00) kilos de assucar branco e 9u0 ditos cora
54 0 0 ditos de dito mascavado.
Sj l*ar nacional Jureual, carregarim :
Para Santos, Maia & Keteode 2,11)0 i-aceos com
144,0 -0 k'.los de assucar branco e '2,000 ditos com
120,000 ditos de dito mascavado.
No vaper nacional Para, carregaram :
Para auos, Amorim Irmlos & C 40 barris
coo 3,310 litros de agurdente ; H. Oliveira 20
barra com 1,5*20 litros do agurdente c 20 barri-
cas com 1,050 kilos do assucar branco.
Para o Pai, P. 0. do Alcntara 150 barricas
c-m 12,272 kilos de assucar branco e 50 ditas com
2,049 ditos de dito mascavado ; Amorim Irmlos
* C. 30 pipas o 75 barris com 21,600 litros de
agurdente.
Para o Cear, J M. Dias 13 candes com 230
1|2 kilos de rap.
Na vapor nacional Pirapama, carregaram :
Para Caaossim, E. (J. Bel rio & Irmlo 4 bar-
ricas com 3o9 kilos de assocar brauco e 20 ditas
com 70." ditos .le dito.
No hiate nacional Correio de Natal, carre-
gou
Para o Natal, M. J. Pessoa 00 saceos com f-
rinha de mandioca.
Na burcaca F. Sociedade, carregrum :
Para Mamanguape, P. Alves & C. 15 barricas
com 900 kilos de assucar retinado.
M0VIMENTO DO PORTO
Navios sahidos no dia 17
Haraburgo por escala18, lias, v por alie-
inao Paranagu, de 1,291 toneladas,
Romroanlanto F. C. H-ilro, equipagem
37, carga varios gneros; a Borstel-
rnanti C.
Rio de Janeiro por escala7 diig, vapor
nacional Para, de 1,999 toneladas, com-
mani'aote Carlos Gromes, equipagem 60,
carga varios gneros; ao Visuoude da
Itaqui do Norte.
Babia p r escala10 dias, vapor nacional
Marquiz de Caxias, d 393 toneladas,
comiDandante Fellips R)drigue3 da No-
va, equipagem 28, carga varios gneros;
a Domingos Alves Matheus.
Araoaty -20 dias, biate na ional D. Anto-
nia, do 63, toneladas, mustre Victaiiano
da Rocha P ado, eqm'pagam 5, carga
varios gneros; a B iriholomeu Lou-
renco.
Navios sahidos no mesmo dia
Canal LiTar inglez Auna Bruisohweig,
capitn Robert J .nt, carga MtHOBFa
Santos Brit^ue inglez Lellisand, capit3o
O. A. Nisen, carga otsacar.
PelotasEs una allemS Emma, E. L-n-ks,
a-irg i assucar.
VAPORES ESPERADOS
Aduana*.
Ville de Victoria
John Eider
Tatpu
VtUe de Cear
MerchajU
Cear
Espirito Santo
Paranhense
La i'lata
Orenoque
de Ndw-Port Nows mnanhl
do sul a ''(1
da Europa a 21
da Kur-'i a 24
da Europa a 24
de Liverpool a 25
do norte a 26
do sul a 27
de New-York a -.1
do sul a 2
do sul a 30

RT1
i

JD


Diario de Pernambiiro((uinta-feira Is de Noyemhr de INNO
5
m

\\ Ferro do Rtcift a
un
Aviso au publico
Do dia 18 do torrente rm nule baver as se-
gainfc-s ulteracoes do horario d" trens desta com
pniihia, e nnVMS tabellas urrao pregad una pata
t&r-a e ppi-m ser procuradas pe > seuhores assi-
piiain na meriptorio da iiaapaaMa.
Pina a Vanea
O trem de 6.18 d* inanh sutura as G.O
3.18 da tarde > 3.1<>.
5.28 5.18.
5."8.ir t a Vares.
' 7.28 sahira >t 8.0
Oa Vanea
O trern de G.10 da mauh sahir as 5.52.
8.14 da tarde de n*x*n<4 rahr da
Virzea as 7.23 e dH Casanga as 7.36.
I.i..na d irrua!
O trem de 6.15 da m. do Jim', stira as 6.0.
4.15 di tarde > 4.10.
5.20 > 5.10.
> 6.25 de Apip. 6.15.
7.25 da tarde 7 50.
6.40 do m. do Entr. 6.25.
i 3.0 da tard. do rtec. 3.18.
* 5.42 do Ent. > 5.35.
> 9.17 da manh nos domingos,
das santificados sahir as 8.45.
I.iiIia principa!
9 (rem de 5.52 da tard. de Apip. sahir as 5.45.
7.45 do Recite 7.40.
> 12 45 > > nos domingos e
das santificados ir at Dous binaos.
y fri m de 1.45 de Appucos nos doningos e dias
santificados sahir de Djiis Irmaos a 1.42.
Kccife, 16 de Novembro de 1886.
O gerente,
//. W. Stonehcver Bird.
ioii|i..iiliiaiIi'lriili*)siirl)inis do
Recife Olinda e fieberibe
A3SEMBLEA GERAL, CONVOCACO
De ordf-m do Exm Sr. presidente da assembli
je/a convido aos Sr. accionistas para so reun-
Tein em assetnb -ral extraordinaria na sexta
.'eir 19 do corrente mes, na sala das sessoes, ao
nsero dia, na toma do art. 63. 3 pirte do regu-
meato n. 8821, de 30 de D.-zembro de 1-82,
aSm de se tratar da r.forma dos estatutos, fican-
je seientes de que a reunan se eftectuara com o
.tkBKro de accionistas que emparecer, em virtu-
e de ser esta a 3' convocacu.
Sala das sessoes da ou pinina de trilos urba-
v s do Recite Olinda e lieberibe, 12 de No-
seirbro de 18S6.
O secretario,
Jos Antonio de Almeida Cunha.
THEATEO
DE
VAKIEMDES
COMPAN'HIA LYBICO CMICA DE OPERE-
TAS FRASCtZAS
Keg'-oto d* or h-strn : dn vtirecky
Etistiador: Garcon
IIO.II
tiiiut.i feira lo corrente
Grd e m\nb (i imiii
EM BENEFICIO DOS
Artistas da companhia
uom o concurso da riistin t ertista brasileira
D. Amelia Barros
PROGRA3I3IA.
Ia parte
Ouverture p- la orchestra
l.*-LE PETIT TAPIN, canc.neta por Mlle.
Cecile.
2.0 MIGNOME C'EST LE PKINTEMPS. ro-
mance por Mr tala.
3."FOIVRIBS, eanconeta por Mlle. Blon
4.L'AMOURFSE, cancao por Mlle.Valdl.
5." LK COUPE UE LISE, canelo cmica por
Mr. Valere.
6.' LE PETIT BOGEOIR DE MON VOI-
SIN. eanconeta por Mito. Mlalnvllle.
7oLES CENT VIEKGES, aria por Mlle.
Laflrur,
La ligue digne don
Duobiufie por Mies. LnO e LESAGE
8.f-UHREME ELEGANcE, cancao por Ma-
darre Aanella Barro*.
*' parte
Ouverture pela orebestra
LA TAREHTULE
Opereta em 1 aetn, exeuuud-i por Mrs.
GARCON, HOVEN e Madame
GARCON
iarots REUNS
TompaCihla Francesa de *avea
co a Vapor
Liiiha quinze.nal entre o Havre, Lia
ooh, Pernambuuu, Baha, Rio de Janeiro e
Santoa
Steamer VHb se Victoria
Espera-se des mirtne do
sol ate o dia 22 de Nvem"ow
seguindo depois da indis
pensavel demura para o IIti
re.
Conduzem medico a bordo, sao de marcha rpida
e offerecem excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As paatagens podero ser tomaaa de auvnnif
Recebe carga encommendas e paeeageiros para
os quaes tera excedentes accommodacoes.
parte
pela orebestra
DES BAISEKS, romance
London and Braslllao Ba
Limited
Ra do Commercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as c>
s do me&mo anco em Portugal, sendo
na Lisboa, ra dos Capelstas n 75 N
Porto, ra dos Inglezes.
AGESTE
Miguel Jos Aives
H. 7-RA DO BOM JESS-N.
Homro mnrllai< e lerreslfes
KekM ultimo a nica compwibia acata praca
ae concede aos Srs. scguradis iieaipciode paga
sent de premio em cada stimo aana, o aae
*qTale ao descont de eercsjda Ib por eeoto em
iTor dos erpnrados.
{JoMPANraA^
mz
Imperial
DE
EGIRO CONTRA FOCO
EST: 1803
Edificios t mercadoria*
Taxa baixa
Prompto pagamento de prejuiso
CAPITAL
fia. 16,OOO:UO0J00O
Agente*
BROWNS & C.
N. rRxui do CtrmmercioN. 5
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Compaahla henil Per-
nanibacana
Ruado Commercio n. 8
CONTRA FOGO
The Liverpool & London i Glob
l\StRR.\\fi: COMPAM
H.
GOMPARHA DE SEGOB08
COSTRA FOGO
^ortb Brilisb & Mcrcantilc
CAPITAL
1:000.00o de libras aterllaa*
A GENTES
Adoiusoii Ihwie&C.
31
Ouverture
9.-LE CHEMIN
por Mlle. Valril
lGIGOLETTE, C4nconeta por Mlle. Blon
tllne.
11.--SONGE ROSE, romance por Mr. rala.
12CLARA (bis: ACHILLE), canconttas
cmicas por Mlle. Li-nsip.
13 LA FARANDOLE, romanea por Mr. Ho
ven.
14.xLE PECHE DE MADAMEGRGOIRE,
eanconeta por Mlle. Wtainvllle.
15." LA LECON UE NATATION, canc3o
cmica por Mr. turrn.
16- GIROFL GIROFLA, aria por Mlle.
Laflenr-
17.0-LA CHANSOX DES TYPES.cancio co
mica por Mr. Valere.
18/ L\ FLEUR DE TIVOLI (bis: KOKO-
RIKO), caoconetas cmicas por Mlle. Leo.
Ouverture pela orchestra
COCO BEL OEIL
Opereta em 1 acto, sxecutada pjr y re. I10VEN,
VALERE, GARCON e Mlle. &TAISVILLE
PRECOS : es de costume.
Os bilbetes esli i venda em casa de C'nar-
les Pluym S C. na roa do Cjmmrrcio n. 24, Re-
cife, e partir des 3 horas da tarae na bilbetaria
do tneatro.
O espe taclo acabando antes de 11 horas da
noite. hs*vpri Wnnrla n^ #J-- -- '---
Prlolplarft aa 8 Horas ena poni.
MARTIMOS
COVPAKHU PEB^lA
DE
\avcgac:"io costeira
imv
por vapor
PORTOS DO SUL
Tamandir e Rio Formse
0 vapor Mandahu
' f ^.,lfc
gegne no dia 22 de
Novembro.pelas 5ho-
- ras da manhS.
Recebe carga at o
Pdia 21. .
Encjmmcudas, passagens dinheiroa frete at
I 4 horas da tarde do dia 21.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Cvmpanhia Ptrrambueana
n. 12
U0Y4LH4ILSTE4H PACkET
COiPANY
0 paquete Tagus
E' esperado da Europa no dia
24 do corrente, seguin-
da depois da demora necessa
ria para
Baha, ftlo
video e
de Janeiro Monte
Ituenos Ajres
Guipubisi de Sc^uro^
MARTIMOS E TERRESTRES
Kstabeleelda em 1 t&&
CAPITAL 1,0()0:000|
SIN1STUOS PAGOS
At 31 de dezeinhi'o de 18*14
lariliiDos..... i,110:00S00ll
Terrestres.. 316:0IMIS00li
41 Kiia do i ominerelo
raiPAHim *' Ect;RO
NOKTIIERN
d* W*r*l iberdei-u
C$u\ ouus-iipt..
Fuios ai run uladoa t
ecelia mmual >
D; pre bm contra fgo
Di* premio 8"br'- viiia
De jurut.
Este vapor traz siniplesmente
passagetros e mala^ e iuimedia
lamente egor depois do desem-
barqoodos mesmos.
faja
pasaa^ens, fretes, etc., tracta-se
CONSIGNATARIOS
m o
Adamson Howic & C
Coavpanhla Kahlana de navega
?o a Vapor
Macei, Villa Nova, tened o, Ar acaj,
Estancia e Baha
0 vapor Mrquez de Caxias
Commandante Nova
Segu impreterivil-
mente para os prrtos
cima no dia 22 do cor
rente, ar 4 huras da
Itarde. Recebe carga
'anicH mente at o \'
dia do da 92
Para taiga, passagens, encommendas e dinheiro
fret*- 'raeta-se na agencia
7 tua do Vigario 7
Domina s Alvos Na heos
3.000.000
3.134,348
577,330
191,000
132,000
O AGESTE,
John 11- Hozwell
Bit COHMF.HOOI IO .V *tt l.ft^O%B



Vapor Aynio.c
Esp rado do Rio de Janoiro
Hi o dia 15 do eorreute, se-
guir* depois da demora pre
isa directamente so Rio
Grande du Sul.
Reeeb. pin' geir is, para os qnses
lentes accoinmodnco>*8 ; a tratar tom
trm excel-
PEREIRA. CARNEIRO & C.
N. G RA DO COMMEROIO N. 6
stemer ViDe de Cear
E' esperado da Europa
n dia 24 d Nuvembro, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
bia. Rio de Janeiro
e Manios.
Koga-se aos Srs. importadores de carga p'los
vapores desta linha,.iueiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng. t.-
quer reciamaco concernente a volumes, que no-
ventara ten ham seguido paraos portos do sul,afn
de se poderem dar a tempo as providencias neces
Barias.
Expirado o referido prase a coinpanhia nao sr
ivsponsabilisa por extravio*.
Kecebc carga, encommendas e passageir! par *
s qnaes tem excellentes aceomodacoes.
Augusto F. de OiveiraH
.t(iK\'TGa
48 BA DOOOMMERrIO-42
i im. States & Brasil MiilS. 8. C
O vapor Advance
Espera-se de New-Port,
News, at o dia 19 de No-
vembro o qual seguir^depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, eucommendaa e dinheiro
s frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8 RA DO COMJtttKOlO N.--8.
1' andar
dieiri'8 paia gM k rosene, sendo nm de pi udurnr,
1 ees a para papwis, 2 cdeiras de mola, esiautr
para livros, tapete (forro de quario).
2* quano
Urna linda mobilia de pao a'o'eo com 6 cadei-
rs de Ruarnico, 2 dirs de bracm, 1 s. f, 1 im
portante relogio de pared.-, 1 Invaturiu com jarru
. baca, tapete forro lo mesino.
Sala d. jaiitnr
Urna importante uipsh de earvalno, 1 aparador
de crvalho enm pedm, 1 guarda louca de c>.rv-
lh", 2 Cspriguicadeiras de man, 6 importantes ca
deiras de espaldar de carvalho, 6 ditas torneadas,
4 lindos quadros a o'eo, 2 ditos menores, 2 cadei
rs de balancu (junco), 1 apparelbo de poiceUna
para mesa, cop >, garrafas, coa poteiras de crys-
tal.
a> SOTE A
Ia sala
1 Rico toillet de earv-lho com pedra e espelbo,
1 importante cama de earvalho para casal, 1 me-
sa de carvalho com pedra para cabeceira de ca-
ma com seas accessori s, 1 rico lavatorio de car-
valho com pedra, i guanuc de porcelana para o
mesmu, 1 guana vestidos de carvalho com espe-
Iho, 1 sof do amarello, 3 cadeiras de faia, 2 tape
tes, 1 bnco de smarel.o, 1 colxo para cama de
casal, casticaes com mangas.
1 quarto
1 Lavatorio americano cum a competente guar-
niclo, 1 cabide de columnas, 1 dito de parede, 2
vasos para dep ,sito de couducco d'agua.
2 quarto
1 Cama de lona, 1 cabide de parede, 1 exci len-
te guarda-vestidos de raios de amarello, 1 cama
para solteiro, 1 banco de amarello.
3" quarto
1 Cama de ferro com lastro de rame, 1 cama
de lons, 1 banco do amarello, 1 marquesa, 1 espe-
lbo, 1 mesa.
2> sala
1 Mobilia de Jacaranda, 1 mesa elstica de alia-
re'lo, 1 inutu de bichos preparados e mals diver-
sos moveis.
SALETA
2 Mesas de pinho, I jarro, 2 cavaletes, 1 guar-
da cemitas, 1 escada de tesoura, 1 lote de Ierra-
mentas para jardim, 1 banbeiro de chuvisco, 1
excellcnte machina para serrar capim.
Costaba
1 Mesa de pinbo, 1 jarra, fogareiros e grande
lote de trem de cosinha.
Cuche.ira e estribara
1 Linda victoria aova, com todos os urreios c
pertences, 4 excellentes ca.allos, 1 carro de mao,
1 grande casa de madeira cobertade telhas a qual
serve de cocheira e estribara e muiros outros ob-
jectos que esta o puentes no acto do leilo.
O agen-e Guamao, competentemente autorisado
pelo Iilm. Sr. Dr. Hypolito Veloso Pe ierneira, fa
rleilio no dia e hora cima mencionado de todos
os objectos cima delarados existentes na casa
de aua residencia .4 ra do Payssand n. 35, os
quaes se tornam recummrndaveis por serem novos
de gosto.
A's 10 6' partir um bond que dar passa-
gens gratis aos concurrentes.
- Arrenda-Fe n mu > di-i, wiMKdo das J-quei-
ras, em g.aude cana de viv.nda, arbirioado e
junto a estucas.; a tratar na la Pimeiro de Mar-
C'i n. 18, ou no m. sino sitio
Aluga-se o 1- andar do sobiade n. 71 e o 2
do 23, silos ra de t. J re, caindus e piulados,
frseos, Qom boa vista e comino los para familia j
a tratar na roa Auguat. u 286.
-reciaa-se de una boa
da Aurora u 8.1' andar.
cosii.heira ; na ra
Precisa se de urna boa coaiubeira, que dor-
ma em casa de familia, e de a*o criado de 14 an-
uos, que nu sej t idalgo ; na loja ra do Baro
da Vit'dria n. 3.
Aluga se o 2 andar do sobrado n. 12 ru-
das Larangeiraa, com solio, e a casa terrea n. 9
ra do (JUabouco : a tratar na roa das Trm.
cheiras n. 17.
Alaga te urna casa para familia regular,
caiada e p'nta la de novo, com agua e gaz, na ra
das Nyinpaas n. 26 ; a tratar na meema, ou rus
do Co i mercio n. 15.
Compra-so urna
cosiuh. ira c lavadeira
75, 1" andar, a tratar
escrava de 40 a 50 annos,
I no largo de Pedro II n.
com .'rederico Chaves.
Quein precisar de nm frit-ir para sitio e jar-
dim, ou mesmo par criado, dirija-se ra da So-
ledade n. 62.
Precisase de urna ama para cosiuhar em
casa de muito pouca familia, e que durma na casa
do seu em prego ; a tratar na Capuoga, ruadas
Pernambucana8 n. 18.
Precsa-se
Rosario n. 18.
de ama ama ; na ra larga do
VOMH...MH.. l>KU\lHalCI\t
DE
.^avegacSio Costeira or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Mgcau, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acaroku e Camossim
O vapor Pirapama
Segu no dia 20 de
Novembro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 19
Encommendas passagens e dinheiros afrete at
& 3 horas da tai de do dia da san ida.
ESCRIPTORIO
Cae$ da Companhia Pemamiur/iia
________________. 12________________
CO PANHlt-. E* HKMNAUG-
RIBM lilil TIME
LINHA MENSAL
O pnq"*0 OlA11As<|Tla>
roiumandante Hortemard
E' esperado dos portos do
sul no da 30 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Berdeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se sos senhores passageiros de tudas
as classes que ba lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Paz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoaa ao menos e que pa
garem 4 pastagens inteiras.
Por excepcSo os criados de familias que toma-
rem bilhetea.de proa, gosam tambem d'este abat-
ment.
Oa vales postaes s se di at dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dmheir :
a frete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Lab He
9 RA DO COMMERUIO -9
Leila
ao
De fazendas, miudesas, movis, mobilias e ge -
eros de molbados e cutos muitos srtigos.
No armazem ra de Pedro Affotuo n. 43
Agente Britto
A's 1012 horas
QUINTA-FEIRA, 16 DO CORRENTE
Leilo
i
Pr.-cisa-se saber onde sa ai-ha morando o
Sr. .loo Marinbo da Rjch-t Falcan, que aceitando
urna hypotheca em 9 de Marco de 1878, nesta po-
ca dizia morar em Palma-es, como consta da es-
critura, nunca rnnis procurou o sea credor, e
este procurando saber nUi;ias de seas paren tes,
dizem que nao sabem aonde. o mesmo se acha :
qnrm souber, informe na ru* dos Martyrioa n.
148,2- andar.__________________________
Precisa-se fallar com o Sr. Epiphanio da
Bocha Wanderley, que nSj tem querido responder
as cartas qne se Ihe trm esenpto, nem mandar en-
tregar o que tem consciencia que deve fazel-o ;
tudj is'o porque est loo ,e e zombande de seu
amigo.
Da casa de O. F. Loop, no Chora-Menino, des-
encaminhou-se, em dias da semana passada, urna
cachorrinba prcta de raca, que acode pelo nomo
de Mascte, quem a tver achado e leval-a refe-
rida casa ou ra do Imperador n. 83, 1 andar,
ser recompensado.
Vendem-se dous carros bailas e bons, dous
bois gordo, que servem para tirar asquear as es
taces ou outro qualquer trabalbo, veude-se ba-
rato, quem qaizer dirija-se ra do Coronel Suas-
sana, casa n. 173, ou defronte cocheira de An-
tonio Borborcma, onde acbar com quem tratar, s
3 horas da tarde.
Vende-se ou permuta-se o sitio do Bo, com
duns casas, sob n. 103 e 105, com muitos arvore-
dos de fructo, inclusive quarenta e tantos ps de
coqueiros. o qual sitio fica confrontando com o do
Sr. escrivao Cunha, ra de S. Miguel de Afo-
gados : a tratar ua ra das Trincbeiras n. 17.
toja._____________________________________
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; no
pateo do Terco n. 82, leja.
De urna grande caixa com fazendas e chapeos
avsriados, serviodo de base a o&erta de 104000.
15 pecas de algodo da Fabrica, com a varia.
Quinta felra, 1<* do corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra do Mrquez de Olidda n. 6
Lcilao
Pacific Sleam Navigalion (ompanj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
E' esperado da Euro-
pa at o dia 21 de No-
v mbro, e seguir de-
pois da demora do eos-
'turne para a
Baha, Rio de Janeiro, Monte-
video e Valparalzo
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete traer a -e cora os
AGENTES
Wllson Nona A C ., Limited
S. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
Lisboa
Segu erra brevidad > a barca portugu^za Pe-
reira Borait i para o resto da carpa que fal'a,
trata-se com Silva GumarJ-s a C, ra do
Commercio n. 5.___________________ _^
Rio Grand do Sul
Segu com brevedade para os portus cima o pa-
tacho allemj BrUhante.
Para carga trata-se cem Baltar Oliveira t C
Para Porto-Alegre
^Para o porto cima seguj com toda a brevidade
a escuna dinamarqueza Ane Johanne, por ter a
mior parte da carga engajida ; para o resto
tratar com W. W. Robiliiard.
LE1LUES
Quinta-feira 18, o d>* diferentes volumes
com com fazendas de le que s> rao vendidas rm
lotes no arma.cm da ra do Mrquez de Olinda
n. 6._____________________________________^__
Grande Lilao
De imporlanies moiei. espclbos,
pnrreln.na cryalaea
Quinta feira, 18 dn curente
A's 10 1/2 horas
Ra do Payssana(Vlg.u.ieii'),aobradocnca"-Dado
esquina do Cajueiro n. 35
Sala de viaitH
Urna rica mobilii a Luis XV eom 12 eadeirat
de b narnic'i. 2 le bracos, 2 ue bala neo, 1 sof, 1
dunckerqje, 1 mesa de uni de sala, 1 importante
misa de cWo, 2 espelh"S (moldura dourada), 1
mesa de madeira fisca, 3 i-aderas d.mradas, 2 jar-
ros de fl.ires, 2 ditos para fl>res, 1 tapete para so-
f, 1 dito couro d'oiicis, 1 capacho de coco, escar-
radeiras de porcelana, esteita (forro de sala^.
1 quarto
Urna secretaria,! cscrivania, 2 importantesesn-
De fazendas, lenj >s, bordados e cntre-
meios
CHS de"*bordado8 e enticmeios, cambraias de sal-
picos, p' llucia, velludo, la para vestidos, lencos,
costumes para meninos e outi as fazendas Je lu.
Quinta feira 15 A's 11 horas
No armazn ua ra do Mrquez de Olin-
da d. 6
O agente into levar a leilo por mandadoe-
em presenta do Exm Sr. Dr. juiz de direito espto
cial do commercio, em virtude de requerimen e
do curador fiscal e depositario da mas.-a fallida de
Caetauo Ramos C differentes volumes com
fazendas de lei pertencentes a referida massa que
serao vendiaas em lotes a vonttde dos comprado-
res, s 11 horas do dia cima dito no armazem da
ra do Mrquez de Olinda n. 6.
Entrega e pagamento em acto coutiuuo.
Grande leilo
DE MOVIS E lll % I A
SESTA-FEIRA, 19 DO CORRENTE
A's U h Ra do Imperador n. 30, andar terreo e
sobrado
O ageiite Burlamaqui, p ir ordeos de urna fam
lia quo se retira para fra da provincia, levar a
leilo as se quintes pecas: urna importante e nova
mobilia de faia a Luis XV com encost de palhi-
nna, compista de 1 sof, 4 cadeiras de braco, 12
de guarniclo, 2 dunckerques com espelbo, outra
dita de dito, outra de Jacaranda, 1 cama de ja-
caraud franceza, guarda-louc, guarda-vestido,
rcarqaezoes, cadeiras, marquizas, quadros, espe-
Ihos, banco para jardim, mesa de pedrs, salvas,
colbcres do pruta obra de gosto e muitossutros
artigos que cstario patentes na acto do leilo.
Terceiro e ultimo leilfto
Das fazendas, mudecis, perfumaras, malas e
mais merendonas da lija da ra do Bare da Vi
cioria n. t, Em lott's vontade dos comprado-
res.
Sextafeira 19 de Novembro
A's O horas
Constando de cretom s, madapolcs, brins, sedas,
cortes de vestidos, meias, luvas, gravatas,, colla-
nnhos, lencos, mallas para viagero, manequms,
lacias, ettamines, sabidas de b.ile, anquuiha, ves-
tuarios para baptieados e outras fazendas.
O agente Pinto 'evar a leudo fin muitos e dif-
ferentes l'tes as f zenlas, miudesas e perfumaras
da loju da ra do Baria da Victoria u. 42, ben><
pertemeotes a masa- fallida de Oetauo Ramos *
U., pjr mandad.) do Exm. Dr. juiz de aireiti is
peci.l do commercio, em vinudodo requerm--iito
do curador fiscal e depositan i da referida massa.
Em continuado
Levar a arinaci uuvidrau.da, bilcJi, anna-
coes inglezas, espt lh..s, cofre Drova dfitfu. me
sae, cadeiras,
repartimento
referida l'.ja.
Principiar s 11 huras
Attenco
Vende-se orna refiuacao bem afregnezsda :
tratar na ra de Marcilio Dias n. 106.
Attenco
Toma-se urna menina de 6 a 8 annos de idade,
com pai e mi, para casa de familia, ra de D.
Mara Cesar n. 4.
Attcncjio
No 2.a andar da ra de Imperador n. 55 enere-1
ce-se urna pess i ao corpo commercial desta pra- '
(a para no centro das provincias de Alsgas ao
Kio Grande do Norte, promover quelqucr cobran-,
Jo'terp". ixa'd ;mt*tif)rjrOB,nVoi" 4j"1W '
gocantes desta praca de quem tem feito cobranca,
pasa nao ser to extenso. Est prompta para dar i
seu fiador, se tanto Ihe for exigido.
Engommadeirae criado j
Precisa-se para casa de pequea familia ;
tratar ra da Cruz (Recife) n. 32, Io andar.
Aos 100:01108000
HITES b'ABADTlDS
16-E.ua do Cabug-16
O abaixo sssignado vendeu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so-
guiotes : I344fi, 8583, 11373, 20975,
20534 com ura cont de reis, 6581 a 6590
com 200,5 o n. 18061 a 18070 com 100/s
e n 5154 a 5160 com 606000 da 9a par-
te da 8* lotera.
Convida-se aos possuidores a virem reoe-
ber sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 10a parte da 1* lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so estrahir
quinta feira 18 de Novembro.
Presos
I Vigsimo 1,$000
Sendo quantldade superior
a 1>:000
A dezena 9->000
Joaquim Pires da tiilva-
l\I lili III lid
AOS
100:000$0d0
Ba do Baro da Victoria n. 40
e casas do costame
buhetE mm\m
O abaixo assignado acaba do vender
um vigsimo de n. 5,113, com a sorte
de 10:000^000, dous ditos do ns. 14,334
e 23,346 com a sorte de 2:000,9000
da 9.a parte da 1.a lotera que se extrabio
a 11 do corrente.
O meemo abaixo assignado convida acs
possuidores virem receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se a venda os afortunados bi-
hetes garantidos da 10.a parte da 1.a lote-
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se exrahir a 1 v
i do corrente.
Presos
1 vigessimo 1,5000
Km quantldade malor de loo*
1 vigessimo #900
Joo Joaquim da Costa L-eitt
'aixciro
Liquiclaco
Cbpos modernos, palmas, plumas flores e fitas
tudo por preco J muit o barat.
Mine. Miquelina
Ra -aa Cruzes n. 39
UUI1LII
Aos 100:0008000
BILHETEN laiXTIOOKi
t^raija da Independen -
cia ns. 37 e 39
Precisa-sc de um caxeiro de 12 a 14 ano s,
com pratica de molhados, e que d fiador sua
conducta ; a tratar na travesea do Monteiro nu-
m-ro 180.______________________________________
17.mas de ferro ^aiva-
nisado
rmas
n. 40 A ; quem as five
dirija-se ao lugar indicado, que encontrar com
quem tratar. _____________^^
O abaixo assignado vendeu da 9a parte
da 1* lotera extrabida hoje, 11 do corren-
te, os seguintes premijs : de 2:000,5 em
o n. 5302, de 1:0000 em o n. 18035, de
5000 em o n. 1554 e 15817.
Acham-se venda os felizes bilhetes
garantidos da 10a parte da 1* lote-ra a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
Precisa-sede 50ii formas de ferro alvanisado, I 0 Recife que se extrahir a 18 do cor-
no caes de Capibanbe n. 40 A ; quem as five j ,
PRECOS
De cada vigessimo
Taverna
carteirn, i-auli.-ir.is a ga, relogio,
de i'seriptono c mm pert-uc-s Ja
Leilo
uteneil-is da la
lu.tiaiina D, 220
da annscSo, balan9, g-- ros e
verna sita ra oo e.ir nel
esquina da ra d- S. 1 Su
Subbado 20 d<> corrente
A's 11 horas
O agente Guema>, c. mp t. utemente autorisado,
far hilo di taverna aeima memioiifida, a quai
f acha bem locnlisda, e o r vendida em nm i u
mais lot-s, vuniade dus eaaiptMaafaa. G.imnt. -
86 a. chaves.
AVISOS DIVERSOS
i. naevo >" Coa
h tintar na ra d'
Aluga-ai- caaae M1*-!'
hus, junto de > Uoiioa'lo :
fmpcratris n H
Aluna u 00 Minar, s sup -riin-n ilu | .r.-dm B.
51 ra d Imprad r, eon asreltente ensnwio
laco^s para familia : a tratar c im N. I Lidatoin-.
ra* do Couimerc'O a. 10 ^^^__^___
Precisa se de urna ama para tratar de dual
criancip, lavar e engommar para ai mesinas : na
ru da Aurora n. 81, 1- andar.
(Vende-se a taverna da roa da Gloria n. 104,
livre e desembarazada de qualquer onus, eom pon-
eos fundos e bem localisada, propria para um
principiante, com excellentes commodos para fa-
milia ; o motivo da venda se dir ao comprador,
tratar na mesma.
Ao commercio
O abaixo ? asignado declara qu nesta data
deixa de ser socio do estabelei-imeuto de molha-
dos, sito ra io Padre Munis n. 5, o qual gyra
va sob a firma toe al de Si'va Campos 4 C. e
retira-be pago de seu Capital alteros eli>rede
qualquer respinsabilisado, ficando o activo e pas-
eivo a c; o 1o ex-aocio Jos Lop-s la Silva
Campas. Re.'ife, 16 de Novembro de 1866.
Mauo^l de S usa \lm>*ida.
Emporcio da 100)5 para cima
Antonio Augusto ate Samo
1^00
900
Porto
Vapor Para
Mala perdida
Ex'raviiiu se de b irdo .leste jaqut-te urna mala
de ramaiiho recular, amarrada com c-rda, con-
tendo amostras de lquil'is snn Valor : r-ga si a
quem a tver I vh*i ior engauo, ou a quem a->u-
her noticias le a, dirisjMT-St- ao escript >rio dus
S<8. Baltar Innios, p.-gado ao c rreio, que ser
gratificado ex'ginilo-o.
AoslOtMlOO^IMNI
23Pia Priinp.ini i
Da 9. parte da 1 i-t rii da
vender.nii Martina Kiuza & O.,
cea pri'tuo g tarn I- s :
6,54 10i>:00-600 l
304i#00t)
:tlfl0 O'iO
2:0005000
.2:IHJ l K)0i(
l:l)IKI-? 0
fi) ii A tj
S0O4000
V, II I .a
I I lll p 11
Ullit-a
provnola,
os gn
1GG07
0,212
8,491
l.',2U7
l,55
T) 54 I
&.79S
7.93
1 h,i 155
21,018
21,920
i8,ai5
6,0.'0
1.104
2M49
4,6-6
A' ha a'-
gari.iiti't"
iju s t-xr ihira
r nte.
1 vig ssimo 10*KI
t porco lo I'* i*1*
* 1 vigirSiiiiO /|900
500,5000
i m i O >
050-i
5OOJO0O
5Kft' O
'ij00
bDoA 00
M ii i^i HX)
rxKi-5-.n) >
- ti llli-l-o
;i I it rin.
8 do cor-
i:>
Este remedio precioso tem gozado da accella
eio publica durante cincoenta e sete annos, ccn>-
efando-se n sua manufactura e venda em 18231
Sua popularidade e venda nunca forjo tSo exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
ofterece a melhor prova da sua eficacia maraviS-
hosa.
Nao hesitamos a dizer que n5o tem dewado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quor em adultos, que se acharo afilio.
tos dcstes inimigos da \-ida humana.
Nao deixamos de reseber constantemente
attestades de mdicos em favor da sua eficacia
admiravcl. A causa do saccesso obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificaces, do
sorte que deve o comprador 1er muito cu.dado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
7eriaifiiec tte B. A. FAHNESTflCt
iiwm mnm
UN C
TNICA
0t r,k di. Uw FiLLlUb
INSTANTNEA iar. nirtaa. i ROSADA (i-, d.r.-,o
B* na n3. Mm prpr \ k-oi
am U"ii- i ona Cor primitiva
fcws'-J|frl ta Pars: rrx.t.XOX., 17. ra li -su, PlM
U Vtnam .ce praj m. Jiioi>(-'> ilroliM Vletra Torrea
Manotl .1 .i-' 'alisada
peht pri'in.i ejava >sposa,
i reotin T.,rrea, < avwa Aspea-
soa da mis -''r "' ,n,8,l V11
.. I. rt ro
tanja da 3
da 19 do G
la in-iiha *
uta.
flBvO
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-

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I
.

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6
Diario de Peruaiiihuco-- ftuiata-cira 18 de Novcmbr de 1886
Extracto Composto
SALSAHARB.LHA
de Ayer
PAPAATRAPMHCALDAS

Escrfulas c todas as Molestias
provenientes d'ellas c para
DarVigor^ao Corpo
"Purificar'o Sangue.
TYmara.- pt1oDrJC* Aluga-se
o segundo ancUr da casa ra da Aurora n. 81,
jento a eataeilo da estrada de ferro de Olioda ; a
tratar na ra do Coratnercio n. 15, cscriptorio de
S.bastiao de Barros Brrelo.
Aluga-se
j predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
belecimento fabril: a tratar na ra do Commer-
io n. 34, com J. I. de Medeiros Reg.
Alaga se barato
Ra do Bom Jess n. 47, 1 andar.
Ra de Lomas Viili'itinus i. 4, cora sctao"
Largo do Mere* do n. 17, I ja com agua.
As casasda ra do CoiodiJ Suassuna n. 141
Ra do Coronel Suassuna n. 50,1 andar.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2. andar.
Roa da Palma n. 11.
Trath-so na ra do Commercio n. 5, 1* andar
escriptorio de Siiva Quintara* & C. .
Aluga-se
i casa n 1 i n t Lembianca do Gomes, em Santo
amaro, tem agua : a tratar na na da Imperatriz
. 32, 1. andcr.
Aluffa-se
a casa de sot* ra de Conde da Boa-Vista n.
58, com bastantes commodos, agua e gaz ; a tra-
tar na mesma rna n. 91, padaria, ou rea da Ca-
deia do Recite n. 60.
Aluga-se
urna casa nova no lnrgo da Cas Forte, junto a
eatacao, com grandes ominados, pres'ando se para
ama ou duas fj.railiaB, tendo entre qusrtos e salas
26, e mais duas casinhas com duas saletas para
engommado, tendo gas encanado, com boa agua
de beber, tendo duas bouibas, baBbeins, com agua
encanada, tanques, apparelhoB e gullinheiro, ten-
do o predi) terreno os lados, cercado estes por
na trente, p'rect razoavel : a tratar com o Ui-
inare^naCast^Forre, junto a hja de fatendai.
Ama
Precisa-se de urna ama de idade, para cosinbar
e ensaboar ; no largo da Santa Cruz n. 14.
Ama
Na praca do Conde d'Eu n. 7,2- andar, precisa-
se de nma ama que cosinbe bem, para casa de
pouca familia.
M.WM
Precisa-se de urna ama para cosinbar em casa
de pouca fami ia ; a tratar na ra Duque de Ca
xias n. 85, loja.
Ama
Precisase de duas amas, sendo urna pa-
ra cosinbar e lavar e outra para engorn-
mados e outros stvcos de csaa de pouca
familia; tratar na ra Duque de Caxias
n. 42, 3o andar por cima da typographia
do Diario de Pernambuco.
AMAS
Precisa-se de duas amas, ama para coa'nhar e
outra para andar com crianca ; na Capnnga,
ra do Dr. Joaqnim Nabaco n. 8.
Luz brlhante, sem Fumo
oleoTromatico
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MAETHTS, BASTOS
Pernambuco
NUMERO TELPHONICO : rJ* 33
Agua florida.- Extrabida de flores bra-
sileras pelo seu delicado perfume, suavida-
de o suaa propriedades benficas, excede
a tudo que neste genero tcm apparecido de
mais celebre.
Tnico americano.- E' a primeira das
prepararles para a icnservacSo dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz nascer os cabellos,
impede que embranquecam e tem a grande
vantagem de tornar livres de habitantes as
cabecas dos que os usam.
Oleo vegetal* Compcsto com vegetal
innocente, preparado para amaciar, for-
tificar e dar bruno aos cabellos.
Agua dentifricia. Excellente remedio
contra a carie dos dentes, fortifica as gen-
gives o faz desapparecer o mo hlito.
Vende-se as principaes casas desta ci-
dade e na fabrica de leos vegetacs ra
da Aurora n. 161.
TFLEPHONE N 33 ________
Tricofero de Barry
Garante se que faz as
eer ecrescer o cabello ai mi a
aos mais calvos, cura a
tinba e r. caspa e reniove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cabir oc de enibranquo-
cer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvaeiio official de
um Govemo. Tem duas vezes
mais fragrancia qnc qualquer outrn
eduraoddbrodotempo. E'muito
mais rica, suave o deliciosa. E'
muito maja fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
len;o. E' duas vezas mnis refres.
cante no banLo e no qsrto do
doente. #iE' especifico contra a
frouxidfto e debilidade. Curo as
dores de cabera, os cansados e os
desmaios.
Xarope de Yiia ae Renter No. 2.
VERDADEIROT "P f|V LIQUIDO
PURGATIVO lili U IPILULAS
AnCIENNE
PNARMAOIE QTTIN
ENDKE DE LB BOT
Os Purgativos Le Roy justificara
sua reputacao secular e sua superjo-
"ridade por niilhares de curas; hoje sao
adoptados por toda a parte, de preferencia
_ a qualquer outro para cura rpida e pouco
PLRCATIF LE R O IrVuonerosa dar.
tuctiju mciTin w: codh Idcicori^^MOI>ESTI AS CHRONICAS
^nal conhecidas, mal curadas, e consideradas sem
'razao como incuravei';. Nao esiste medicacao mais
"cflicaz contra os humores, pituitas ou biles alterada
r que provocara ou entreteem estas longas affeccoe3; no
na reconslituinte mais enrgico contra as reincidencias.
Avis Esse
Di Mmiit rMII*M mi Mulfillei.
Im upbJlie, n M ru Roo de Se
Afim de evitar as Contrafajoos :
Se dev recusar cm, inefficaz oh perigoso qualquer Purgativo
r rMje Roy liquido ou em pilulat que nao tahis da 1 si
^Pharmacia, Cottin, genro do drurgiao Ia Itoy { Ru de Seine
re nao trazenao a attign^tura ao lado sobre o rotulo. I PARS
Aos 1.000:,*
200:000*000
100:0001000
llfll
Em favor dos ingenuos da Colonia Orplianeloijica Isabel
DA
PR0VJNG1 DE PERNAMBUCO
Enfad a 15 e Dinun de 1836
0 thesoureiroFrancisco Gonpalvcs Torres
Cascas de canellciras
Cjmpra-se qualquer quantidade no armazem de
Guimares & Valente ; Corpo-Santo n
6.
Professor
. Um rapaz solt-iro, maior de 30 annos, e de
conducta afiiancada, offerece-sc para leccionar
em algum engenho desta provincia ou fra della,
as seguintes materias : primeiras lettras, francer,
principios de latim e de msica : quem precisar
dirija-se ao pateo do Carino n. S, taverna, que se
dar informacoes.
Criado
Precisase de um criado de 14 1G auaos ; a
tratar na ra do Commercio n. 44.
PdeBUCHU
d D^ADEL...
COMTF* TUDAS AS
-' I
P
SMOLESTiAStoVASHARIAS
I 3TECIAI,JttSM
Catarro cronico ta bsxiga,
Itrltava do canal ta urttra,
Molestias ta prstata,
incontinencia ta UrlHt,
Arela na urina, etc.
JSWANN, Pharmaceutico-Chimico,
fl J?Jk5S5, jKia c4Sncuo, 1t, PAR13
Para cosinhar e engommar
HPresisa se de urna ama para casa de duas pes-
eoas ; a tratar na ra do Mrquez de Olinda nu-
mero 41.
Pede-se
ao Sr. Francisco Jos Vhnna o favor de vir ou
mandar ra de Hortas n, 17._________'
'arajardins
O Paulino, proprietario do archi-srmazem do
Campjs, receben ^raide quantidade de vasos de
ferro proprioa pira ehrecens, roseiras, etc., etc.,
sao superiores as tiaas que usam fazer de barra,
por serem muito iguaes e de duracao eterna. Re-
ceben tambem o superior vinho verde espumante
castaohas de Lisboi.
Cosinheiro ou cosinheira
Precise.-se, sendo asseiado, paga-se bom : a
tratar na ra do Paysand n. 19 (Pasaagcm] da
Magdalena).
Criado
No largo do Corpo Santo n. 19, 2- andar, pre-
cisa-so de um ciiado que saiba 1er e more no
bairrodo Refe.
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios geraes nostr. provincia
FRANCISCO M. DA SILVA & C.
com aimazem de drogas ra do Mrquez de
Olinda n. 23. Precos : Frasco ?#500, 1/2 duzia
13000 o duzia 2400.
Criado
Precisa-se de um criado de 1G a 18 annos de
idade, que d fianca de sua conducta ; na ra
Velha n. 40.
Elixir carminativo c Inico do
pharniacenlico Ve as
Remedio que cura dyspepsias, gastralgias e to-
das as perturbacoes ligad 8 desarranjos de es-
tomago e intestinos. Aconsclhado por varios eli
Veudc -se urna arma^o propria para plurmacia nicos dos mais conceituados desta cidade, acba-se
ou drogara ; a trater na ra larga do Rosario a venda exclusivamente na pbarmacia americana
de A. M. i eras & C, ra Duque de Caxias nu-
numero 34.
SUSPENSORIO MILLERET
Bastfcs.sem Hfadoras debaixo das nas. I
Para evitar -i falsificacoe,
Xiyir afirma do inventor, estampada^
em cada suspensorio
FONDAS DE TODOS 03 SYSTEMASf
MEIAS PARA VARIZES
MIUERET, LE G0SIDEC, He"ssor, Pars, M.r.J.-J. Rossca t
RB18TKADO
pinga
Acaba de i'hegar par, a ra de Hartas n. 17,
pelo vspor Senegal, i consignaco, urna qualidade
de vinho especial, o que s torna muito recom-
mendavel porque nao tem confeccao, e s^u saber
paro e agradavel.
m......................>nn>t<>m>>w>sippW
SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOILETTE, OS BANHOS E CUIDADOS A DAR AS ORIANCAS
Este SABOKETB, t*ra _____ MOLESTIAS DA PELLE
SAPO CARBONIS DETERGENS
lauai vossas enancas com o SAl'O c.iItuoMS OETUMVBB18 afim de protegel-os coatra
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I>ei>08lto aaral "W. V. -WRIGHT Se C, Southwark, LONDRES
Bfcpa Pernambiico : Fran Jj/C. da SILVA &: v M
0
AXDBS DX rSUcO. DEPOIS DE TTSAL-A.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, SyphiHs, Feridos Escrofulosas,
AffeccSee, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo oom perdado Cabello, e de todas as do-
ncasdoriangue^Figado, e Eins. Oarante-se
qu parifica, enriquece e vitalisa o Sangne
e restaura e renova o systema inteiro. 9 >
Sabao Curativo de Renter
Toiuciu ola
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IV. .--itn.1 do Commercio
N. B Alm do cima B & C, tem cathalogos d
mo i a implementos necessarios agricultura, com<
ambem machinas para descaror;ar algodao, moi
obos para cat, trigo, arroz e milho; cerca de fer
ro galvanisado exeellnte e mdico em preco, pes
joa nenhuma pode trepa!-a, oum mal
oral-a.
que
Para o Banho, Toilette, Crian.
S3 e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar e lavar,
para casa de pequea familia ; na ra de Fernan-
des Vieira n. 21, taverna.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar : na tra-
vessa dos Pires (Geriquiti) n. 5.
Criado
Precisase de um menino de 10. a 12 annos,
para criado de urna pequea familia, dando fiador
sua conducta : na ra do CapitSo uima n. 19,
em Santo Amaro dis Salinas.
Casa no Arraial
Aluga se urna casa terrea no Arraial ao p da
eatacao da Casa Amarella, com commodos para
familia : qui m i reten ier dirija-se ao estabeleci-
meuto de mlbados do Sr. Domingas.
Precisa-se
4e urna ama para lavar e engommar ; na ra das
Cruz es n. 14.
OH.EO
De Figado de Bacalbau Pancretico
Z>S DEPRESNE
TODOS OS QUE PDECEH MOLESTIAS DO PEITO
Devem 1t o teguinte
Estf oleo tem o aspecto de um reme braneo
que se pode diluir no leite, cha. chocolate ou
j *>ossue todis as virtudes e propriedades
de tao precioso remedio, e tambem toma-se sem
repugnancia algn pelos doentes mais deli-
cados ; gracas i effica addicSo da rancre-
atina, chega no estomago, digerido de tudo,
e nunca provoca nauseas nem diarrliea.
Oepos de um temnumero de experiencias
traficadas nos hospitaes da Corte, este medica-
mento obteve a approvacSo dos mdicos da Fa-
enldade de Pars. Hoje em da, todes o* mdi-
cos receitarr. o Oleo de Figado Pancre-
tico de Defresne, como nico remedio
para curar radicalmento:
LTMJPIIA TIS HO, H ACniTMSMK
TIBiCA PULMONAR
i rnais_au"eccoes que impedem os effeitos di
utncao e assimilacao.
KM TOOAII AS FHARMACIAI
* AnsA Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C-
Mademoisellc Cotinha
Ainda contina na ra do Imperador n. 55, 2-
andar, onde suas amigas e tregelas podem eu-
contral-a para confiar Ibe os trabih.o, qne como
modista desempeoba, como sejam, toilettes pe -
teados de todo gosto, dceordc wo os fjguri .es
modernos
Encroimnaleiro
Precisa-se de ulna ama que engomte com per-
feicio ; na ra do Marqqez do H^rval n. 10.
Bazar de passaros
Rsia do Bom Ionus n. tg
Neste estabelec'toenweneontra se sempre gran-
de sortimento de especiaes passaros e gaiolas,
nacionaes e estrangeiras, fructas de diversas qua
jidades, baainboe para niuhos de canarios do
imperio, jarros e cestos de timb, trabalho muito
aperfeicoado, a saborosa pimenta em conserva em
lindos frsquinhos viados da America, pelo barato
preco de 120 rs. cada uur, e outros muitos gene-
ros, que se tornam enfadonho mencionar, tudo por
precos mdicos.
Precisa-se
aluenr um sitio com boa morada para familia, de
preferencia nos arrabaldes da cidade ; quem tiver
dirija-se botica francesa, na ra da Cruz n. 22,
ou ra da Madre de Deus n. 7.
SMLSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PEO DE
Figado de bacalho
COM
Dypophosphitos de cal e soda
ipprovada pela Junta de lly
glene e antorlsada pelo
governo
E' o melhor remedio at hoje deucoberto para a
(laica bronobltea. escropbulas, ra-
rhI (in. anemia, defiuxoN. iommo rlirontru e alTe<*c6eRi
do pello e da irarsaiita.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
dareis, posBue todas as virtudes medicioaes e nu-
tritivas do oleo, aim das propriedades tnicas
reconstituintes dos hypophosphitos. A' venda na*
Irogarias e boticas.
Deposito cm Pernambuco
^******-"~~-*^---------isf i>
TiBsn kfJana
PARA TIN GIRA
Barba e os cabeilds
lllsllltl
Prfcisa-se de nma criada para cuidar c andar
com um menino de dous annos ; a tratar na es-
trada de Joiio de Barros, sitio n. 27.
perfumara do :undo elegante
mm DELETTREZ
54, 56, Ra Richer, 54-, 56
CREAgO PARIZ NO'
IVA
SUAVIDADE
concentrbalo
CREME 0SMHEDIA,
SA BONETE, EXTRACTO\
AOVA DO TOUCADOS
P03 DE ARROZ
COSMTICO, BMLHANT1NA
OZ.BO, POMMADA, VINAGRE
D?pSSrw
Perluraaria OSMHEDAassegura ac
pLIENTES f IBIS
nriBtude ltrna t r sim igual
'posittries ein Pernnmb'ict*: FR AN" M. da SILVA A C*.
0 prefo fixo
lina \ora n. ?i
Recebeu pelo ultimo vapor francs um bonito
sortimento de oculos, piocenes, tesouras, caive-
tes naval has .cimmetros para mdicos, e diver-
sos instrumentos de cirnrgia medica e dentaria
Caixeiro
Precisa-se Je um caixeiro ; na ra de Marcilio
Das n. 141.
Chlorose, Anemia Catharro pulmonar, Bronchite chronica,
Camarro da Bexiga, PMislca, Tosse convulsa, Dyspepsia, Palidez
Per das seminaes, Catharros antigos e complicados, etc.
Boolevard Oenain, 7, em PARIZ, e as principaes Pharmacia.
LOTERA do cear
200:000*000
0 portador de dous vigsimos d'e.'ia nova lotera
est habilitado a tirar
20;012$000
BILHETES VEXDA
ROM DA FORTUNA
30Ra Larga do Rosario36
VINHO GILBERT SEGU N
Approvado pela Academia de Medioixia. de Franoa
MAIS DE SESSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de urna efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as JFe
e como Fortificante as Vonralencenvas. Dbilidade do Sanai
taita ae Menstrua vilo, Inappetencia, DigestOes difiU
Enfermidades nervosas, JDebilidade.
Pharmacia G. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Dcposilanos era Penumemco : FRAN" M. da SILVA e C.
Marca
Regislrada
Caixeiro
Precisase de um pequeo de 14 a 16 annos de
idade, pan caixeiro de pidaria ; a tratar com
Gomes & Primo, na travessa da Madre de Deus
numero 14.
Gahirgem de Jaguaribe
AlllgT
_a-se
quartos limpos e frescos, para do-mida, e tambem
j fornece-se comida com previo ajuste ; a tratar no
j 2- andar da ra do Viaconde de Itaparica n. 24.
V
tijo'cs de al venara grosBa de boa qualidade e for-
mato ouplo por serem do Aracaty. por commodo
preci ; a tratar na ra da Madre de Deus n. 8
com Bartholomeu Lcuren^o. '
0o*
Na iide e vigor
PARA TODOS QCE FIZERF.M UZO DAS PILU-
LAS ANTI-DYSPEPTICA8 E REGULADORA8
DO VE5TBB.
Preparadas por Bartholomeu &. Ca.
Estas pilulas, ruja formula nos fo con-
fiada pelo distincto clnico desta cidade, o
Illm. Sr. Dr. Caroeiro da Cunha, sSo ap-
plicadas com o melhor xito contra a fr-
qneza do estomago, prisSo de ventre, en-
gorgitamento do figado e bajo, %nemia,
tinteiras hemorrhoidaes, etc. etd." Ellas
nao causam o menor vexarao ou dor no
estomago, produzindo sua accilo operativa
branda e suavemente.
Nao prostam as forjas, nem abatem o
fiapirito, anteg pe)o contrario dao alent,
desenvolvem o apetite, dilo maior vigor e
r.-Btituem aos doentes anas primitivas for-
jas, concorreado assim para o completo
restabelecimento da saude.
DEPOSITO
EM SUA PHARMACIA
RITA LARGA DO ROSARIO N. 34.
d REINVILLIER
Laureado pela Academia de Medicina ,-.
nc__ Cava/fce/ro da LegtSo de Honra __.*-r&0&
i ver que sua
Faculdades
^mci.t.SClnC2^^ur;o-c^
ifri P el>Hlda telteSlhSafm2in?,s fa^"'a nU*o e o crcsciaie^tO:nasmaes e Imas de ?elt torna o
ielte melhor; impeUe a carie e quedd dos dente to frequentes depols da prenliez
Deposito: Pharmaola rraEHQTTE, a,Place de te Magdelelne, VASIZ,
4^151515151515151515151515151
IX VINHO E GRAGEAS nS VIVIEN
I
r .~"P"" "'""e i',' J"'DU.,V" ," un em auas cores ao rede.- do reslo
m arrala com o Sello deuniao dos Fabricantes o, bomlevari Strasbourg, tmpMs.
. Abri se ra do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe.,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo prejo
fixo de 6000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietario do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras Ihe d o nome. Faz-se lind s bcuquets para casamentos e for-
E' encarregado da venda nicamente matn"'Si eom lindas fitas e sem ellas, e por pre-
nesta cidade o Sr. SebastiSo Bezerra,! m;e8r"mudos ; s tratar na rna do Imperador nu-
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
Casa em Olinda
Aluga-se a de n. 45 ra de Mathias Ferreira,
com bons commodos e perto do mar ; a tratar na
ra de S. Bento n. 48, das 6 s 8 hoi^s da manhS
e das 3 da tarde BoiMjll'f.s
DO
DOTOR
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiado com medalhas de O uro e Prata
PELA ACADEMIA NACIONAL
Ordenadle nos hoapltae* de Pranpa, America, Inglaterra, HaM|>,w.
Administrar sob forma mui fscil e agradavel todos os elementos curativos de ole*
evitan Jo assim o cheiro e sabor nauseosos d'este; alem d"isso esia preciosa preMrael.
tem urna superioridad incontestavel solare o oleo porque pode se/usad" a^aniTe.
grandes calores emquanto o uso daquelie impossive!, tal o eminente irrici pres1*4
pelo Doutor VIVIEN"; a experiencia tem confirmado o bom xito c-'este nreducto.
Exigir a firma do inventor H. VIVIEN em duas cores ao rede- do rg.ro de cada
Pianos
Vende se don i pianos
na ra do Hospicio n. 3.
com pouco uso : a tratar
-Alim.enta. das MAES, CHIANQAS, AMAS CONVALESCENTE
Por uto di PHOSPHA TIXA Palii-ret.
PARIZ, 6, Avenue Victoria. 6, PARIZ.
OeMirios ea Pernambuco : FBAN M. da SILVA t O.
Criado
Precisase
I numeio 109.
de um criado ; na ra da Aurora
Attenfo
Alnga-se a loja do sobrado n. '20 da ra da Im-
peratriz, cem muitos commodos para grande re-
negocio ; a tratar com Capitalino de Qusmao, na
ma do Bem Jess n. 11, 1- andar.
E^
15 r TJ
Antonio ti<-s Ferreira
Jos Bernardino Ferreira, es irmaoa e sobrinhos
de Antonio Alves Ferreira, sgradecem de todo o
coracao 4 todas as pessoas que se dignaram acom-
panbar ultima morada es restos mortaes daquel-
I le sen amigq e prente ; e de novo as convidara
!paraa:missa do stimo dia que se realisar na
Iquintafeirs, 18 de correte, s 7 horas da manhS,
na igreja do Espirito Santo.______
Huiiixi >iinos Correiu le Manon
Eugenia Mura da Conceica agradece cordial-
mente ;'. todas as pess\>as quo se dignaram acon-
panbar os restos mortaes de seu presad) irmao,
e d-' novo as convida para assistirem as missas,
que por alma do niesmo finado, manda c lebrar na
i?r nh d> dia 8 docor.ente, stimo do seu falleci-
"Dta.
a Anu"" '
laatiistr"
Ust medicamento de uin gusto agradavel, adoptad* com jrande xito ha
Bais de ao annos pelos mellioies Mdicos de Part, cura os Dtfluseot, t^; Tost,
1*m Qmrvima, Coiorre mUmmir. trnutim m s***. das Vio tvina-to la Btxiim.



Diario de PernambucoQuinta-feira 18 de Novembro de ISS6
-


H


VENDAS
Vndese um kiusque no pateo do Parazo
a trat ir no mesmo.
Vende se
do Terco n. 7,
no mesmo.
o hotel K- camble, sito ao pateo
livre e de.iennaracado ; a tratar
Pa dara
Vende-se nm cylindro americano, par barato
preso : a tratar no Caminho Novo n. 91.
A ilevolugo
M.-4S8
A' ra Duque de Casias, resolveu vender
os seguintes artigos r,om 25 % de me-
nos do que em outra qualquer parte.
Zephiros fino?, lindos padroes, a 500 rs. ocovado
Las do qu..dros, a 400 ris o covado.
Ditas lavradas a 400 reis o do.
Ditas com boluhas a 500 o GOO ris o dito.
Dita* com listrinhas de seda a .'feo ris o dito.
Ditas nescladas de seda a 700 ris o dito.
Cach.mira de cor a 900 e 11200 o dito.
Ditas pretas a 1*200, 15500 e 2*000 o dito.
Ditas de cor bordada de seda a i 500 o dito.
Linhos cscosseres a 240 ra. o corado.
Zephiros de quadrinhos e lisos a 200 ris o co-
vado.
Linhos lisos a 100 ris o ovado,
Setim maco a 800 e 12C0 o dito.
Dito damass a 320 rs. o dito.
Setinetas do qnadrinhrs a 320, rs. o dito.
Ditas escoce zas a 440 rs o dito.
Ditas matizadas a 260 rs. o dito.
Cretones finissimos a 3tO, 400 e 440 ris o co-
vado.
Chitas escuras c claras 240, 2S0, 300 e 320 ris
O covado.
Nansuc finas a 300 ris o dito.
Enxovaes para baptiaado de 9/000 um.
Colchas bordadas a 4, H, 7*, e 8*000 urna.
Seda crua a 800 rs. o -evado.
Colchas brancas a 15< 0, e 1*800 urna.
Cobertas de ganga a 2*800 urna.
Feebs prateados a 2*MK) e 3*0C0 um.
Ditas, de pe lussia a liOOO um.
Ditos de la a 1*000, 2*(KX), 3*000, 3*500 4*000.
e 5*000 um.
Panno preto fino a 1*000 o covado.
Cortes do casimira a 3*000, 5*000 6*00(
nm.
Creps para coberta a 1*000 o covado.
Cretone para coberta a 400, 500 rs. o covado.
Lencues a 1*800 nm.
Bramante de linho a 2*000 a vara.
Dito de algodau a 13200 a dita.
Dito de 3 larguras a 900 ris a dita.
Panno da costa a 1*400 e 1*00 o c\a'o.
Dito adamascado a laSOO o dito.
Espartilhos de curaca a 4*000, 5/000, 5*500,
6*000 e 7*500 um.
Cortinados bordados a 6*500, 7*500 e 9*000 o
par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Lencos de 1*200 a 2*000 a duzia.
Velludilhos lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
covado.
Anguilillas a 1*800 rs. urna.
Panno de crochet para cade-iras e sof a 1*000,
1*200, 1*600 c 2*000 om.
Henrique da Silva Moreira.
DOENCASdo ESTOMAGO
DiQESTQIS DIFFICEIS
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Parda de Appetite, Vomito, Diarrhea,
Debiliaade dan Chancas
CURA SEGUR. B RPIDA I'EI.O
Doce de caji secco
Do primeiro da pre-
sente safra, em para
venier, era latas de
libras, ra do
Bom Jess n. 35, anna-
zem.
Lojaearina^ao
Vende-se urna, prepria para qualquer ramo de
negocio, na ra do Cubug, que muito se recom-
menda por ser urna das principad mas para todos
os negocios. Garante-se ao comprador as chaves
da mesmu : a tratar na tua Nova n. 15.
Piulio de Riga
Acaba de chegar pelo bngue Atalanta um com-
iieto sortimento de pinho de Riga da melhor qua-
idade e de diversas dimeneoes, como sejam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2 X 12
e tabeas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle-
gadas.
Vendcm MATHUE9 AUSTIN & C, roa do
Commcrcio u. 18, t andar, ou no caes do Apollo
51,n. por precos commodos.
Oochcira a venda
Vende-se urna cocheira com bon3 carros de
passeio, bem localisada e afreguezadt., por preco
muito mdico, em raso de s ministrar por ter de faier urna viagem : os prc-
tendentcs acbaiao com quem tratar ra Duque
de Caiias n. 47. ^_______^__^____^^
Camisas nacionaes
A *. SJtOOO o 8*500
32^= Loja a ra di lmperatris = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortinvnto de camisas brancas, tanto de aber
turas e pjnlns da linho como de algodao, pelos
baratos p-eos de 2*500, 3* e 4*, sendo rasenda
muito melhor do que as que veem do estrangeiro e
raito mais bem feitas, por serem cortada por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encommendas, a vintade des
fregneces : na nova ioja da roa da Imperatris n
3, de Ferreira da Silva.
Ao32
* -
Nava loja de fazer Jas
ai
ELIXIRGREZ
TNICO-DIGESTIVO
com Quina, Coca Pepsina
Adoptado em todos os Hospitaes
MEDALHAG AS EXPOSIQOES
PARS, r .a Brnyre,?4, e en tofo Pkarauiai.
Terreno na ra Impe-
rial
. Vende-se um proprio, junto ao chafariz, que
ffliede 90 palmos defreite o 1,000 de fundo, ate a
estrada do ferro do Recife Caruai, e outro da
referida estrada t a baiza mar; a tratar na ru i
Imperial n- 181. ^^__^__^^__^^____^^
Roa da Imnc i
DE
FERREffiA DA Si^VA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
Siitavel publico um variado sortimento de facen-
as de todas as qualidades, qje se vendem por
precos baratissimos, asirn como um bom a >rti
ment de roupas para houens, e tambem se man
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
easemiras e brins, etc
P
ai
Boa da Imperairli-lt
Leja de Vertir da tsilva
Neste estabelecimento vende-se aa roupes abai
to mencionadas, que sao ba- i ii-a.
Palitots pretos de frvrba aiagonaes e
acolchoados, senao tazenaas muo en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cerdo muito,
bem teitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados
7*00t
10*00
12*OtK
Allenfilo
Vende-se "ma importante taverna ; a tratar na
ra de Mrquez do Herval n. 29. A razo de se
vender se dir ao pretendente.__________________
"Novas lsmhas
A 320 c -loo reis o corado
Acabam de chegar para a loja da roa da Im-
peratriz n 32, um grande e bonito sortimento de
Ssinhas de cores pava vestidos, sendo fazenda de
muita phantasia, com cores claras e escaras, e li-
qnidam se a 320 e 400 reis o covado, por haver
grande porcito na loja de Fereira da Silva.
Excellente acquisicao
Boa empresn de rnpital
Vende- se por preco commodo o bem locslisado
predio da ra Duque de Canas n. 39, reedificado
nhimami ntc e dando nm bom rendimento ; a tra-
tar na roa 1 de Marco n. 20.
Teeidos de linho
1 A 500 rs. o corado
Na loja da ra da Imp- r.itriz n. 38, vende-se
om bonite sortimento de lazendas de linha para
vestidos, 'endo largura de chita frmceza, com
muito bonitas cri's e palmiuhas bordadas, pe-
ehincha a 500 reis o covado, na loja oe Pereira da
Silva.__________
Serrara a vapor
Caes do Caplbarlbe n. S
N*csta ferrara cncontraraoes grnhoreg fregue-
ses, um grande sortimento de piiho de resina de
nco a dez metros de comprimento e de 0,08 a
3,24 de esiiuadros Garante-se pre50 mais como-
o do que em outra qualquer parte.
Francisco dor Santcs Macedo.
WHISKY
POYAL BLEND marca V1ADO
Este excedente Whisky Escosse preferiv?
ao cognac ou agnardcn.e de canna, para fortific
o corpo.
Vende-se a retalho nos u lhcres armazens
aolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADOcujo tu-
rne e nnrblcma sio registrados para todo o Brad
HSOWN'S. & C, agentes
Oleo para machinas
as contend
depsitos
FIMO DE RIGA
Em latas contendo cinco gale?, a 9*000 ; ven-
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.
de 3X9, 4X9 e 3X12; vende-se na serrara a va-
por t*e Ciimaco da Silva, caes Vinte Dous de No-
f eaibro p. 6.
DAY& MARTIN
Fornicedom dt Su* Utitttide < ffatoat i* Inflittrn,
de Elerotto C UtHte DritviKhe.
GRAIXA brilhmte LIQUIDA
GRAiXA-pastiUNCTUOSA
0LZ0 pa ASBSXOB
EUdonfjMsissctsfarlo nrinaiaitMdtit
M tutu is (Irmt.
DEPOSITO OERAi. EM LONOKU :
T, High Holborn, 97
nur lhaui*
Calcas de gorgarSo i>i-arA. eolchoado,
12*001
&*DU
6*501
sendo turada muitc encorpada
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas 8*00t
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*001
Ceroulas de gregnellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e 1*60
CoUetinboa de greguella muito bem feitos l*OU
Assim como um bom sortimento de lencos dt
inho e de algodao, meias croas e collarinhes, efe
to na loja aa roa da Imperatris n. 3v
6ew, stetlneasi e niztnba a SO
m, o covado
Na ioja da na da Imperatris n. 32, vende-t
um grande sortimento de luat&es brancos a 601
rs. o covado, lziuhas lavradas de furta-core
fhienda bouit* para vestidos a 500 rs. o covadi,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas si
cores, a 500 rs. > covado. pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
ilKodaoiInliu franeei para lence
ooo r. lie i*?oo
Na laja da ra da Imperatris n. 32, vende-a
superiores algodaoziubos francezes com 8, 9 e II
palmos de largura, proprios para lences de no
e panno pelo barato preco de *00 rs. e 1*000
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, at
sim como superior bramante de quatro largura
para lencoes, a 1*500 o metro, barato na Ioji
dj Pereira da Silva.
Ronpa para meninos
A 44. IS&O e #
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, s
vende um variado sortimento de vestaarios prt
prios para meninos, sendo de palitosinho e calo
uha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dito,
de moleequim a 4*50C e ditos de gorgorao pretc
mitandu casemira, a 6*, sao muito baratos ; n
loja do Pereira da Silva.
A' Florida
Ra Duque de Caifas n. IOS
Chama ce a atiene-So das Exuias. familias para
os pr! eos seguintes :
Luvas d>- seda preta a 1*000 o par.
Cintos a 1*500
Luvts de pellica por 2*500.
2 caixas de p..pt-l e envelopes 800 rs.
Luvaa de sede cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Suspensorios p ra menino a 500 rs.
dem amer.caDOS para bumcm & 3*.
Meias de Eso ssia para criauva a 240 rs. o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albuos de 1*500, 2*, 3*, at 8*.,
Raines de flotes finas a 1*500.
Luva di- Ec -i8sin para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o psw.
P..r:a-retrar, a 500 r* 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de uikrl a 600 is., 700 e 8>.'0 rs. um.
Rosetas de bnlhsntes chimicos s 200 rs. o par.
Guarnicp^s de idem dem a 500 rs.
Anquinhas de 1*51:0, 2*, 2*5tX) e 3* urna.
Plisss de 2 a 3 ordtns a 400, 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
Idea. La Figurine a 5*000.
Bicos de alencoH com 4 e 5 dedos de largura &
2*500 a peca.
dem estreitinhos com 10 metros a 800 e 1*000
a pefa.
Pentes par coco com inscripcSo.
2 Babadores com pintura e insenpees a 5"0 rs.
Alta novidade
Oaloes de vidri ho bronzeado e grana para ves-
tidos de cores e pretos a 2*, e 2*500 o metro.
Para toiU-t
Sabio de areia a 320 rs. um.
dem phenicudo a 500 rs. um.
dem alcatrao a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealfacc a 1*000.
Agua celeste 2*000.
. Agua divina a 1*600.
Agua Florida a 1*000.
Maceos de seda a 100 rs.
Meias brancas para tenhora a 3* a dusia.
BARBOSA Pecliinclias!!!
ua aa aeguintesi que deflnldva-
menie nao eotnirao no prximo ba
Udco
Admirem!
Bonito sortimento do mariposas e fustoes, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o covado !
Nansoks de cores mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
ditol
Linho? escoceses, novidades em padroes, a 200 e
240 rs. o dito !
Setinctr.s, as mais finas que tem vindo, a 320 e
360 rs. o dito !
Cretones fameeaM a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sargelim digonbl, todas as cores, a 240 rs. o
dito *
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs., listras de se-
df., barato !
Lr.inhas modernas, a 440 e 500 rs. o dito 1
Cachemiras, lindos gostos, a 600 e 700 rs. o dito !
Renda indiana (imitacSo), linda fazenda, a 70Ors.
o dito!
rienda, delicados desenhos, um metro de largura,
a 809 rs. o dito !
Merinos e cachemiras, pretas e de cores, a 900 rs.,
1* e 1*200 o dito!
Setim maco, todas as cores, a 800 e 1* o dito 1
Veluduhj di todas as cores, lisos e bordados, a 1*
e 1*200 o dito !
Casemiras inglesas, de cores, a 1*200 c 1*400 o
dito !
Cheriots, preto e azul, a 2*500, 3* e 3*500 o
ditol
Casemira diagonal, a 1*800 o dito !
Panno inglez superior, preto e azul, a 2*200 e
4* o dito!
Pecas de esguio para casaquiuhos, a 4*500 e
4' !
dem de superior algodao, a 4*, 20 ida.'
dem de mndupoloes americanos, a 4*500, 5* e
. 6*, 24 ids !
Para as Exmss. noivas, lindas grinaldas e veos,
por 12* c 15* !
Ricos cortinados, todo bordado, completo, por
9*!
Lindas gnanrtr,oes de crochets, cadeiras e sof, a
8*1
Superior bramante de algodo, quatro larguras, a
900, 1* o 1*200 o metro!
Atoalbado bordado a 1*400 e 1*8C0 o dito !
Pannos de differentos cores para mesa a 600,1*200
e1*600 o covado!
Cobertas de cretones, lindos padroes, a 3*800 e
4*.
Lences de bramante (cama de casal) a 2* um 1
Colxas francesas, de cores, a 2*, e 6* superiores !
Lenccs de cores, lindos desenhop, a 2* a dnzia !
Seroulas bordadns, de bramante, a 16* a dita !
Mrias inglesas, brancas e de cores, a 3*200 e 6*
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 6* e 7*, as melhorcs
que tem vindo !
Sortimento completo de sedinhas de cores, grosde-
naples. filos bordados, crep, mantilhas, capas
de 13, fichs.
ChamadosTemos peBsoal habilitado.
Venda e >i grossoDescont da praca.
SO Hua Duque de Callas59
Garro Ha Cania & G.
EXTRACCAO
DA
3." serie da Vi lotera que se exlrahir na igreja da Conceico dos Militares
EM 24 DE NOVEMBRO
SOB O SEGUINTE
WPWLi A MO
PARA EXTRACCAO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
DA
COLOMA ISABEL
CONCEDDS PEULEI POVJNCJAL N. M, MISO PELO EXM. SB. VICE PriESIOENTE
Pflll ACTO Dt 2 DE SETEMBBD DE
4o,ooo bi'heles em vigsimos i l$ooo ...
Despezas..........
ranram'jMi
NICA II TNICA
DE FILLIOL
DE FILLIOL
ROSADA ftn dar ao cH>Uo
ttrmocot
in laragam. BU Cor primitiva
SjMittienl ea Pars: FZXZ.ZOI., 47, rn Titkine, P1U
la P4rnamb.,ce : FRAK" M da RILVA. C-
fHSTANTANEA rr a bariw.
BS qb fldro. ifn prcpan^l* %j j
Lcitura para senhorar
Brolhes nikelados e dmirados a 2*000.
B> ni'os grampis diuradng a 500 ris o maco.
Esplendido soitimento de galoes de vi. rilh".
Grande variedade de legues de sitim, a 4*000.
Frisadores americanos pa.a cabello a 3*100 o
muco.
Metas de phantaaia para' cabello.
Bonita collrcco de plisss a 400 ris.
i-- ,. ~ iMJkf. J UinlinuM-, a DOO ''*.
Aventaes b' rdado para crianzas a '2*000.
Chapeos de fuitSo e setim para crianzas
Zapatos de merino e setim dem, idim.
Meias brancas e de cores, fio de Escocia.
Pomada de vozelina de diversas qualidades.
Sabonetes finos de voselina e alface.
Extraitos finos de Pinaud, Guerlain e Lubin.
Lindas bolsas decoure e velludo.
Fechs de l para senhora a 1 *x00.
Sapatos de casemira preta a 2*000.
Tesouras para costura, de 400 ris a 3(000.
Picotes de p de arroz a 300 reis.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade de boioes de phantasia.
E miihares de objectos preprim para tornar urna
senbora elegante, e muitos outros indispensaveis
para uso das familias, tudo por precos adrr.iravel-
mente mdicos.
Na Graciosa
Ra do Ciespo n. 7
Duarte & O.
1 premio de. ..... ,
1 dito de ........
i dito de ....... j
i dito de ... .
1 dito de ........
9 ditos de.......2:000$
23 ditos de....... 1:000$
400 ditos de 100$ para todas as centenas, cujos dous algrismos
forem ignaes aos dous ltimos do primoiro premio inciusive
1 dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero na extraeco for mais alio
1 dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero for mais baixo
99 ditos de 400$ para toda a centena do Io premio.
99 ditos de 200$ idem idem do 2 premio .
99 ditos de 100$ idem idem do 3o premio .
2 apps. de 4:000$ para o Io premio ....
2 ditas de 3:000$ para o 2o dito ....
2 ditas de 2:000$ para o 3o dito ....
2 ditas de 1:100$ para o 4o dito ....
2 ditas de 850$ para o 5 dito ....
4,000 terminacoes de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminacOes de 24$ para o 2o premio inclusive
800:000$
118;8oo$
240:0001
40:0001
20:0001
10:0001
5:0001
18:0001
23:0001
40:0001
1:000|
L000J
39:6001
19:8001
9:9001
8:000
6:000$
4:000$
2:200$
1:700$
96:0001
96:0001
681:200$
Grande reforma !...
Realmente foi grande a que se fez na Loja dos
Bnratriros.
Ba ila Impcntriz n. 40
E sao os nicos que tem as seguintes especia-
lidades !!!...
L e alpacas, grande e importante sortimento,
e lindisimo8 padioes, o mais tino e apurado gosto
qne tem vmdo, e por pri-co baratissim, de 500 600,
700, 8l0e 1*0)0,0 covado, porm fino e bom !...
Querem ver ?... apare^am !!!...
Exmss. i nhoras !...
T mos um liudissimo sortimento de iailbe, que
a viola agrada a mais excepcional freguesa ; lato
prr menos do que em outra qualquer oasa ; s n.
40 !....
Poia custa GOO rs. o covado.
Ttmos mais iudos sortimento de fustoes a 500
rs. o covado.
Chitas hnas, eppecialidadi', porque houve gosto
na escolba, e vende se por 240, 280, 30, 360, 400
e 51 O rs. ocovado, n. 40.
Tdmbem ti m .t 11!...
Liudob padroes em baptista de 180 a 200 rs. o
covado.
Cambraia victoria c transparente finas c boas
de 3*300 a 8000 a p-ca
Brnn braneo .le liuho spccialidade de 1*500 a
3/5< 0 a vara pechincha !
Brim pardi a lisos e trancados de 700 a 1*600a
vara, *pr veit- m feb'a I !. .
Mohs. k m grande s. niminto a vontade do fre-
ques, TSHiti n de 40J a 56'- u ci vado, vmham !...
brincia II!... esplendido f importante sorti-
mento m-ese uriigo, bbikIobraucas, p:etas e de CO
ris, lavradas lizas, oque te pode desejar em bom,
vende so de 400 h 6t 0 u covado:
Temos mai !. .
Casemira de tudas as qualid.des e cores, e fa-
zemus costuinf d 30 i. 6!)*0(l, barato e em
covados de 2*5' O, couaa fina a que a todos agra-
dam, app-n v"ui
Acrediti m ?....
Veiibaiii \er, para crer !!!...
Madapoln de 1 quaiidade de 4*500, 5*500,
6*o-00, 7*500, 8*500 e 10* a pica, e que ha de
m Ihor.
Alg do de 3*5 0 a 7*500 e 8*000 a peca tem
20 jardas.
Cadmas ^e meia de cores e brancas de 800 a
1*800 e 20i0.
Cu eli* .ic lindos desenhos a 4*0 0, casia6*000
em uutras cas.
Phi.hos da eosU do melhor que ha custa apenas
2*750, o ni. tro, p- chincha !
Bramante de linho a 1*800 a vara, 10 palmos,
para a cabar.
dem de alg. do a 1*300, palmos tambem bom.
A'goda.) e i festadn, 10 palmos a 900 rs. o m. tro,
muito lm para Imcoes.
Altm das fazendhH j mencionadas temos muitos
artigos de modas c gravatas, colarinhos, punhus, meias etc
AlliWro &C.
RA DA IMPERATRIZ N. 40
MSCDBBTl
M0MAIS,_
etc.
Vend-je sra to pirU
Esta lotera ser dividida em 20 serios de 4,000 dezenas. Quando as terminacSes do 1. e 2." premios forem
iguaes, a d'este passar ao algarismo immedialamente superior. De9 passa a 0e de 0a1. Os premios sao
pagos sem descont algum.
O premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no
Rural do Rio de Janeiro.
zi ue uutunroae ooo.
Francisco Goncalves Torres.
Banco
DA
COLOIA ISABEL
No (lia
EXTRACQO SEMANAL
r>." parle da IV latera
CORRE
M de Novembro de 1886
Intransf$rml! IntesuisferivelJ
PORTADOK DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida, alm da Banca, por um deposito
no Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie. .-
BILHETES X9 VENDA
HODA DA FORTUNA
o

36-Ra Larga do Rosario36
Bemardino Lopes Alheiro.
b
fTiftO


Mirin de PmififiihuniHuint:ifeira 18 v Novcmbro e I ful
UTTRATta




CASAMENTO II REVOLVEH
POR
JULES IARY
-)<*)(-
vi
(Coutinuajao)
Valentn nao fe* mn movimento cu receio de acordal-.; ep-rou paciente
aient-', *mbora a psito QMquelle tubo se
]be tornassi realmente, iucommora
Quando ouviu-os resonar estrepitosaraen-
te, coraejou t- retrogralar, rastejaodo co-
mo urna -.obra, mas sera spressar-so, sa-
tisfeito iid o resultado de sua astucia e
audacia.
Urna s cousa inquietava-o.
De queio tinha quer.do talar Li Guya
ne quamio r-f- riu o rapto da moya ?
Seria de Gabriella, como tudo fasia o
prever ?...
N sse caso, p >r que tinha-a chamado
-a p 'quena dos mili o 8 ?
O lugar era mal escolalo para qiw Va-
lenti o pu l<-ss entregar-se a refl x s pro-
fundas O raaia prudente era retirar-se
sem dar aLrna. Mais tarda viria, bera
acompanhadn, para agarrar La Quyaae no
proprio covil.
A^ab-iva de franquear a curva do fea*
piradouro, quando s-ras ps, cid lugar d*
encontraren] o vacuo, conforme esperava,
bateram de encontr a ura corpo solido,
produzin io uai ruido surdo.
Engui- m de la lo, murmurou elle;
0 conducto tem de certo duas aberturas...
No primeirj momento, uao le occorria
a idea de que poda estar all enterrad,
1 vo.
Voltou lentamente grade de ferro...
e retrogradou novaroeate .. mas em vo
apalpou de todos >s lados... nao havia
seno um corredor, sem raraificajSes...
."hegou, portanto, ao mesmo ponto que da
primeira vez e sus ps encontraram o mes
mo obstculo.
Sentiu entilo quo os caballos se lhe en-
cavara e um su ir fri banbou-lhe a fronte.
E8t"U perd lo paosou elle, torna-
ram a fechar a entrada...
Passado o primeiro momento de terror,
voltou lhe a presenta de espirito.
Firmando os brajos e os hombros con-
tra as paredes do conducto, entesou as
pernas ton toda a torga .. procurando re
mover o iuv8ivel peso que lho vedava a
sabida.
Mas consumiu-se em inuteis esforjos.
Sa tivesse encontrado smente a trra
e as toboas, como quando alargara a aber-
tura, teria conseguido fcilmente sabir ;
mas nada po lia fazer contra o enorme peso
abastado para ali por La Guyane.
Entr tanto nao desaniraou... seus ps
delicados i np. Uara, com um vigor deses-
perado, as taboas tao firmes que dir-se-hia
que do outro lado o co pesava-lhes em ci-
ma. ..
O suor escorria pelo rosto de Valen-
tina. .. e nao era j4 o suor da afnicjao...
a fa liga prostrava-o...
Naquelle refugio estre'* oud aB p&re-
jmm .!. .iTiTa ne to'ios os laaos como
ama couraj de pedra e qua pareca amol-
dar ae-lhe ao corpo como para tirar-lhe a
medida. .. naquelle tubo que o eamagava
e lhe feria os hombros, Valenta Buffosa-
va.
Senta um peso na cabeja, como se a
abobada se tivesse desmoronado sobre elle
e sua respirarlo tornava-se dii.-il.
Ah se em lagar dos ps, podesso ser-
vir-se das roaos, teria podido arranhar,
despedaj r as uohas, fenr-se os dedos e
teria conseguido, talvez, pratiear urna aber
tura que ira augmentando p uo a pou-
FOLHETIH
DE
EMMA KOSA
POR
ZVIEB DEJMMEO
coit:iu(as se bislo
i.onliuuacao do n. 264}
XXXII
Entretanto o rosto ficou ropassivel
elle fez Einiua Rusa sentar se.
Os ajudantes e os discpulos collocarara-
se direita da poltrona.
A gela Bernier, Fernando de Rodyl e
08 amigos da meniaa foram para o outro
ib.
Reinava na sala silencio profundo, sileu-
cio que se po lia chamar solemne.
Algu fontes de Proli.
Um tremor nervoso agitava-lhe os labios,
e aa oarnas contrahidas davam so seu ros-
to urna expressao quasi cruel.
G'-rvusoni "ontinuava a olh r para elle e
senta ara mal estr inexplicavel, urna es
pecie de soffriraeot pbysico e moral qu?
nao onspgua definir.
Proli srregijou as mangas do paleto,
enenstou a crieja da menina no espaldar
mnito inclinado da poltrona, e f-a volver
para o tecto as papillas cobertas pela cata-
rata.
- E' preciso t .rnar impnssivel todo o
movimento, disse di* a G-rv.vaoni, segure
a eabeca.
Annib I, pasa, nio para tras da poltrona,
nidias nao > b rtas as fontes de Emma
m.
Ang lo, entao, escnlheu um dos instru
ments Aa cima da mesinha e approxi-
mou-o da pupill. (tirita da menina.
O ajo hfi-lo qUMi.i t<;oav* o globo do olho.
r apere, uesir I e*p.-r- I dase viva
mente Gervaaom, a emojio faz-Ibe trem-r
a mo.
Proli lancod um mi olhar ao sen com-
patriota.
oo... t-n > it'i o >, tena chamado.
Juigou ter observado qu -, no orificio, o
corredor *|..rgava-se lig.-iraraeute... vol-
tou s-> para la e procurou virar se...
Mas, logo .-o i'pr h-u leu que era urna
t-ntativa impostivul... Entilo, firou im-
movel, endir-itando o corpo para respirar
ni-ia voinale e comejou a meuitar
esperando que La Guyane e Bigarreau
jrtisem ao ainanhecer, p.ra t nrar fugir,
di novo...
Nao alivinhava anda que haviam 3do
os ilous ban nnqic-lla iatoi'ira.. .
P saav-iiu-ge 83 horas. .
O da e a noiie j nao existiam para
Valentim. o riia ao penetrava a; onde
elle tata Va... G a n>>i(e profunda, impe-
uetravel, et-rna, sepultava-O. .
Julgou, portante, que amanhecia, quan-
do ouvio rumor na adega...
Li Guyane tinha p.rtido...
Valentim, ten lo voltado grade, via
'le vez um quaudo, a raulher ; esta canta-
ruliva, com voz >achala, urna cancao de
amor ..
Oepois snnt)u-so i mesa e comeu, be-
ben lo a valer.
S entilo Valenm percebau que tioha
fome... s-ntia i!ontre<3'!s no estoma-
go... tm'ia ocie, tanbem muita ad estava com agirgant Bocea... UM co-
po u'ugua ter lhe-bia foto um bem ira-
menso !
Bigarreau corai* e bebia sera preoccu*
ptr-ae com o pobr<> rap soubdase ijn-i ellt hII estava.
Vah.ntim ouvia Un o ruido das mand-
bulas e o cho iuo dt girrafa na borda do
copo...
Era gran le seu soffrim^nto...
U'ihi a p>ujo, Bigarreau tirou a mesa e
fui-se embora...
A p-s va porta da aleg foi fechada
hav .
Antes de sahir, Bijirreau langou un
olhr sobre o p-qu-no espilho qua refl:c-
tia Valentim no r Seus olhos negros tinham tomado urna
expressSo sinistra...
Continua a star M, disse, co insigo,
est bem assim !
Quando Valentim vio-se s, nao perdeu
tempo e, segurando e >ra as maos ervo
sus as barran de fern, suecudio-as com
forja que. o desespero desculpava, procu-
rando tiral-us dos alveolos, quebral as, ar-
rancal-as
As barras erara solidas e nao ce liara.
Nem sequ r poda abaUl as.. .
Gonseguio lavar a mito algibeira
tirou sua faca... Com este movimento,
rasgm-se llu a blusa, doscobrin lo-lhe os
hombros, qu> feriram-se as pidr.s rugo
sas e comecaram a sangrar. causan lo
lhe una dY agu la.
Com a faca procurou tirar o chumbo
que fixava as barras de ierro pedra. .
mas a faca era ordinaria e quebrou-89 jun
to ao cabo logo ao primeiro esforjo. a
lamina cabio na adega I
Vio-se perdida !...
Toraou a subir e com os ps comecou
a bater desesperadamente as taboas, em
risco de attrahir a attenclo de Lt
Guyane. .
Houve apenas um ruido abafado que
nem mesmo podia ser ouvido do lado de
fra, e nada mas.
O sangue affiuio-lhe eabeca, aoa olho,"
A. r~-;vJi.. :__i:_j wu JU8 8taVa, fa-
zia-o soffrer de uu modo intoleravel. .
latejavam-lbe as fontes com violencia. .
Algumas horas depos, Bigarreau tor-
nou a entrar para comer.
Seria meio-Jia, talv-z. .
Bigarreau comeu de p, diante do ori-
ficio do respiradouro, mas nem saquer
lancou um olhar para onde estava Valen-
tim. .
Uepois d'isto sabio; decorrea ninda um
longo espaco de tempo...
Valentim estava meio raorto de cansa-
jo e de s le. .. Mas nao soltava nem
um suspiro, nem um gemido...
Est engaado, disse elle em tom
secco.
Meu Deus I ex daraou a Bella Her-
vanaria, se sao verdaie.... Si a sua
mao tremesse, o s-nhor talvez ferisse mi
nhafilha. Ella talvez raorresse por isso.
A operajo anda nao est cometa-
da, respon leu o italian com audacia Dj
senhor depende eu comecal-a. Decida
Fernamio de Rodyl ioterveio :
Nao hesite, meu caro doutor disse
elle em vuz agitada. A nossa confianca
absoluta.
EntSo querem ?
Na o supplicaraos.
Ob dejo.
Angelo cujo rosto j nSo estava paludo,
mas lvido, tornou a apprjximar o instru
ment ie ajo da papilla .le Emma Rosa.
la comejar a opera$3o, ist> cousum-
mar o s-u ultimo crime e cegar a infeliz
menina para sempre.
Ann'bal segur len ia h em voz b'ixa, porm omito firme,
pronuncioa estas palavraa :Operar ueste
momento seria perigjso e culposo. pre-
ciso esperar.
Nio soa eu o chefe ? perguntoa P-
roli em tom de raiva inexprimivel.
Nao o para coraprometter a vista
desta menina e na rainha preaeaja nao o
fr.
Ento retire-se, senhor I repli^ou o
italiano com altivez. O senhor nSo faz
uais parte do pessoal desta casa de saude.
O se ihor oflfen le-me e eu o expulso !
Entretanto, fiuarei o tempo necesaa-
rio, ao meos, para dizer aos amigos dedi
caitos ueata menina, que se acautelen, por
que aqu est se paaaando alguma cousa
BioguLrmeute suspeita 1
faroli senta que j nilo era senhor de
si. i .h-gando ao paroxismo da colera ia
aurar-se a Annibal, emquauto gr >nde agi-
taj&o se -uamfeatav entre ob espectadores
iest> scena.
Nao leve tempo. ^
A porta da s-la -brio-se com violencia e
Osear Rgault appare eu, seguido de Lora-
briga e dos dous agentes da segaran ja Ca-
SCue'ive e Flogny.
Bigarreau reappareceu e jantou..
E, tendo auabato de j mtar, subi a
urna cadeira e encostou grade o rosto
araeajador.
E entilo, meu p.-queno. ests com
fome? Tens s Je?... Ests cansa-
do?... NSo te constranjas !.. di-
zsl-o. .. isso ao menos te alliviar...
Vafentira nao podia responder.
Estava desmaiado.
j VII
I
Ao deixar Gabriea depos da scena
que referimos, o marquez d'Argental tinha-
Ihi dito:
L 'inbra-t i e nfl icte I Amanhil vol-
tarei 1
Quando elle parti, Gabriella tinha fi-
lado transida de meio aniquilada pela vio-
lencia da emojo, mas esta fraqueza du-
rou pouco; o sentiraento do perigo que cor-
ra restitutu-llio o vigor... a agudeza de
espirito... e prin plmente a energa...
Hd de tugir, murmurou ella, esta
noiti mesmo, assim preciso !...
E sua iraaginajao poz-se a trabalhar
com ardor.
Tinham cdlocado um jantar fri, sobre
urna mesa, diante d'ella ; como nada ti-
vesse tomado desde a noita do rapto, co-
meu alguma cousa e bobeu, meio copo de
vinho... Sentia-se tao febril, tSo fraca e
i&o doente, quo receava nilo ter forjas p: ra
ex ciitar seu projezto.
Notara que era espiada e que as duas
por. as do quarto eram guardadas de dia e
fechadas chave, com duas voltas.
Q jan lo a ooite esteve bastante adan
tala era a vespera do dia em que Va-
lentim iatroduzira-se no respiradouro das
alegas do Canhd,> de MartdhaGabriella
foi p ante p, at urna das portas, encos-
tou o ouvido fiohadura e, depos de u n
momento de attenjSo, juigou ouvir do ou-
tro la lo a respirajao compassada de um
dos guaras.
La Guyane o Loufftrd durante a mito
velavara ou dormiam, cada um por sua
vez.
N'aquella noite era Louflird quem es-
tava de guara.
Gabriella dirigio-ae para a outra porta ;
nada ouvio... parada livre a passagem...
era d'aquelle lado que devia tentar a aven-
tura.
Mas a porta estava cuidadosamente fe-
chada ; em vo empregou, para abril-a,
tudo quanto eocontrou em cima da mesa,
facas, garfos; nao conseguio ablala, nem
arrorabir a fechadura ..
A janella era o ultimo recurso ..
Abrio-a levantando o fecho, com pre-
caucHo..-
N'aquelle Instante, juigou ouvir um rui-
do no quart > e voltou se... escutando...
com o sangue gelado, sem respirar...
Mas nao, tinha se engaado. Louffar 1
dorma talvez !
Em seguida abri a persiana e foi sa-
cada. A noite era sobarba.. o >>, do
um azul sombro, estava marchetado de
diamante... Soprava urna brisa tepida,
qua trazia joven os perfumes das florea
primaveras, quo embalsamavam os jardins
vizinhns...
Q ie perfume suave o dos lilazes...
murmurara ella.
Respirava com delicias e senta correr-
i.- v oaugue maio adom,
A sacada onde se achava era larga
formando quasi um terrajo mas de pouca
extenso. Pissava por diant das j mellas
do aposento onde a tinham encerrado; foi
a primeira deocpjao; Gabriella contara
que acuella saccada, que entrevia atravez
das peraianas, rodeasse a casa e dsse com-
raunicaco com outros quartos, outros apo-
sentos.
Imaginara quebrar *ura vdro, entrar em
um oesses quartos e fugir por ah.
Era preciso renunciar a sse meio.
Nao podia tambera lembrar-se de fugir
pelo telhado; cima d'ella erguiam se o
Proli era daquelles que recobrara o
sangu-i fri em vista de perigo mortal e
Rei-oiihecenlo o ex-mscate, Proli re-
CUOU atrrado.
Os ar o vio e esieadendo a mao para
elle, excLinou :
Finalmente o apanhamos elle 1 o
iodivi luu de Marselba 1 O tratante das pe-
les! O as 'taino de Jayme Bernier, o as-
ini da menina e alm do mais, o mea
proprio assassino.
que lutara at o rim.
- Ob I case homem est louso disse
elle encolh'-ndo os hombros.
- Que signitca sso, senhor ? pergun-
tou o Sr. do Gevrey.
I-so significa que os senhores esto
to ios cegos, voluntariamente cegos e que
preciso abrir-Ibes os olhos forja, res-
poaleu o irrao de Sophia. Isto significa
que os senhor s esto procurando por toda
a parte o assassino de Jayme Bernier, que
nio o encontrara e quo elle est ah na sua
frente /
Eil-o I Essa homem chamoa-oa todos
aqu para s -rom teatninunhas do mais mons-
truos), do mais iofam-t dos Eeus criines e
sua pr.-aenja devia afastar dclle tola a
deseontiauj* I Ouyam o procurem compre-
iieu-ie.r : -Esse patife atroz, que prjparou
as colisas to bem que oa senhores o con
si tarazara o nemem o mais hon sto do
mundo, pensava que s u na pesaos do
ou (i lo pxlia let'r contra ella e essa pes
s a a menina E nraa Rosa, a filha da Sra.
Angela Bernier 1 Ora, por era quanto, es-
tando a raeuina Emma Rosa c-ga, cao o
podia reco.ihecer. Mas ella pode sarar e
para nup -dir que um dos seus collegas a
cure, o Dr. Proli ia simples nente furar-
ie oa oaos N:ra mais era meos I.. .
Ueatre os espectadores -testa scena sur-
gi um murmurio de horror e de espanto.
A Bella Hervanaria correu para a tilda
e ap'Ttou a uos bracos como para prote
gel-a.
Proli, mais brmeo do que um leajol, e
cujas mos eram agitadas por un pequeo
tremor nervoso, cruiou os brajas sobre o
peito o uo uo a fra uuada que se volca e
t'.z frente aos caes, nao quiz dar-so por
vencido sem tentar un esforjo supremo
Meus senhores, disse ello em voz fir-
me, posto que ura pouco sibilante, dirigid
do 8' a Kicardu de Gevrey e a Fernando
do Ro >yl, os sen lores s5o magistrados
RicUiu. a sua proteejSo, oontra -sse to
mein qu me insulta em minea casa. Man-
de.n o expellir de micha l'aqui.
Rlg ult, disse o juiz em que o baseiam as accas-.c3-s formula-
das po* vu. coutr o Dr. Proli ?
Em que, Sr. juiz T ex -laoiou Osear,
siinplusmente, um telo visto em MarseUu,
e n casa do cuteleire, onde elle foi comprar
urna navalha igual rainha, em tcl-o visto
anda melhor, ha tres dias, era Joinvillo le
Pont, quando metteu-me no brajo esquerdo
quinto and .r e as aguas furtadas ; era iic-
possivel subir at l 1
Gabriella debrujou se sacada ; en bai-
lo estendia-se o abysrao dos o,uatro an la-
res, depos a rus deserta.
Na sua frente, nada, a nao serera os
j dos quaes iam-se palacetes luxuosos.
A'quella hora todos dormiam ; n5o se
ouvia um m lo, n u grito, o rolar de um
carro... Pareca que se estava em pleno
campo, longe da grande cdade, tao pro-
tundo era o silencio...
A joven pensou que poderia gritar e
que seus gritos de desespero, do soccorro
dieg.riam at ura d'aqu'-llcs pala dos raer-
gulhados no sorano e despertariam algura
protector.
Mas gritar 1 Nilo seria perdar-so ?...
Loufiard sera o primeiro a ouvil a e pode-
ra facilraeate subtrahl-a a tjdas as bus-
cas ...
Andava de um lado para outro, na sa-
cada, paluda, nervosa, com as maos juntas
e t3o penadas que estala/am-lhe as jun
tas dos dedos.
Ou hei de fugir ou atirar-rae sobre a
calcada ; prefiro raorrer a tornar a cahir
as maos desse homem !
Distemos que a casa achava-xe solada
na ra ; como a maior parte das construc-
jii.'s que se levantara isoladaraeut3 e con
tra as- quaes mais tarde nutras devnm vir
tomar lugar, esta apresentava a particula-
ridade de ter o architecto deixa lo desde o
segando at o quinto andar, paralelamente
fachada, pedras de ligajAo que sobresa-
ham da parede uns vinte centmetros mais
ou meaos, e espa,adap, urnas das outra*,
de sessenta a ut^nta centmetros. Formi-
vam ,as3ra uns doza degros perig sos, o
ultimo dos quaes dava sobre o telhado da
cocheira do palacio Mourad.
Debruja la sacada, cora raetade do
corpo para tora, era risco de precipitar-se,
Gabriella acaba va de notar tudo isso.
E' por all quo hei d iugir !...
Diante d'ella, estendia-sa ura inmenso
jardim, cujas arvores sob-rbas quasi che
gavam altu a da sacada ; a luz paluda da
la coava-sa doceraenta atravez dos ramos
despojados das folhas e pelos quaes corra
a seiva da primaraera, mas cu ,s brotos re-
bentavara apenas ; a brisa fazia estalar os
ramos esguios dos castanheiros e alguns
passaros svoajavam queixando-se cora pe-
queos gritos, por terera sido interrorapi
dos em seu somno.
Em baixo, extensos taboleiros de relva
pareciam menos verdes e como que som-
breados pela agua dos tanques, que a la
f.izia scintillar como chumbo derretido; ha-
via cantos oscuros, onde a luz nao penetra-
va... Eram de^ses refugios myster03os es
colhi los pelos pintores para representarem
sienas raychologicps e onde abrigam a par
a poesa, o amor.
(Continua.)
VARIEDADES
Luiz II da Batiera
roa
Ed mando Cas cao
(Continuado)
II
O Hl I.UfcM
Continuas" o
Este ao menos r.n o
re virgem e a ana
memoria pora. Es
te n.uioriu se de
um ideal levantado,
de um ideal artstico,
sublime.
Pinhtiro Chagas
Em fa:e d'uma tal rara dedicajo, as
Willis, as Gisellas, as Bruaehil les, as Gu-
trunes, aa Els, as Titanias ent mecidas
pela constancia d'um amor tao peregrino,
n'ura dos seos congresos mgicos, deferi-
ram unanim. s ao re sonhador o cognome
de Rei Virgem
III
SUAS KXCSSTKICIDAHES
Tinha asardentes inspirscoas
de um espirito privii. kIj que
procura rodear -se du todo quan-
to ha de deheiso de mais
aubtd na trra, a luz e o perfu
me, a flor e a m ludia.
Pinheiro Chanos (')
O Rei Virgen com a retir-da obrigato-
ria do Mazzinui musical de seos castellos,
volveo s<>lidlo costura-ira.
Como publi 10 o heteroclito soberano
era ura noctivngi,
Ao iaverso dos seos congmares, exeri"
sua actividade durante as horas noctur
nss, reservando a uoaioria das diurnas para
descanso.
A'rdenta projecjac do grandioso astro,
doirando os verdejantes prados, prefer,
a suave claridade lunar, arg.-ntean lo a
cpula sideral.
Era ovi lente. Semelhanto predilecjo
mpunha lhe sua alma magnamente tro-
vadoresca.
Assim logo que soava as dozo horas
da noite elle etfjotuava o seo passeio favo-
rito.
Entilo manlava atrelar ao coche regio,
cojas rodas erara guarnecidas de cautebu'
para deslisarera suavemente pelo solo sem
produzr rui lo, du-ts parelbao de possan-
tes corseis, e precedido de cavalleiros em-
punhando archotes que espancavara as tro-
vas com a luz rub-nte dos seos fachos,
f^zia rodar a tod galope, embrenhando-se
nos sitios mais sel /geos das fl restas do
seo reino.
Quan 'o Luzinda n.io miraoseava ao real
ador .dor com os raios bran -oa do seo fa
nal, elle, para qu -ra era inlispensavel sua
etfigie, consolava aa da ausencia, faz rad >
collocar no docel do coche urna lampada
ele trica.
E assim o dyaasta erabahia seo espirito
cerebrino.
Durante a estaj3o hibernal, as notas ne-
vadas, essas ex;urs trenos Iluminados a electricidade.
I nginai que espectculo deslumbrante,
n3o gosaria que n visse o squito real des-
filar vertiginosamente, como se uraa
equipagem phantastica ao tempo que o
treno espargia a infinitada dos aljofares
de sua illuraiuajilo in;iJiudo no solo ni-
veo 1
De uraas e outras excurs3es S- M. s
regressava quando a Aurora radiante ca-
ceta va o esphacehvneiito dos nevoeiros di
luculares, Pbebo rutilante ergua se l no
Lavante e o arrebol pujante coloria os ho
risontes com tons rosaceos.
Rccolhendo-ae ao caatello entilo a re-
poisar e s deixava o fl tecido leito pelas
duas horas da tarde.
O resto do dia consuma espaireceedo
palos bellissiraos parques da seos castellos,
j scismando sob a nielancholica sombra de
frond-se.utes bosquesinhos, que diffi ulto
smente permittiam ao astro diurno trans-
por sua vrente abobada e marchstar a
gleba cora placas ureas des-rahando cere-
bi inos bardados; j divagando absorto em
formosissiraas alauadas de paLneiras, mar-
ginadas por marmreas estatuas, que fa
zia memorar urna galera de escul jtura era
museo fadarico ; ou ento em qualquer ou-
tro refugio encantador miniaturas do si-
tio aas deleo ao E oa ninhna mimoiios
par folgarem cherubias em cariciosas
meiguices mas sompre, em qualquer ca
so, inebriando os ty.panos com trechos
favoritos do seo maestro predilecto, que
dedilhava ae piano oa fazia executar ao
seo primoroso harraoniura.
Si bem qua desfructaesem sua preferen-
cia a c synphonia nen coro das nup
cas do Lohengrin, a < syraphonia sea
marcoa do peregrinos do Tannhauser
o esplendido c fruhlingsscene do pri-
meiro acto e a syraphonia seo gran-
(*) Vide o O Paiz, j citado.
mea uorae de Osear Rigault. Foi elle
qaam matou Jayme Beinier, foi elle qaem,
por duas vezes, quiz matar a menina.
E' possvel que esse hemem esteja
de boa fe, mas illu ie se com alguma aame-
lhanca. Elle me toma por eutro, replicou
o doutor.
Osear, cujo olhar cahira casualmente so-
bre o peito da camisa de Angelo, deu um
gargalhada o o seu rosto illurainou-se.
Ab I estou engaado!. .. Ah eu o
tomo por outro 1 .. rep-tio elle metiendo
a mS'j no Oolso, puxaodo a carteira qu>
abri e della tirou um objecto de muit> pe-
queo volume, que offereceu ao Sr. de Ge
vrey. Poia bem, Sr. juiz, pergunte-lne
como foi qu ella p-r leu em la Pie, na ca-
sa de rainha irmS, um botao de peito exac
tamente igual ao que traz n*ste momento ?
E Ose .r toco i cjm o dedo no peito de
Proli que, a essa contacto, recuou.
D enda-80, senhor, disse-lhe o suba
tituto.
De tal accusajlo ? disse o italiano.
Ora essa! Discutil-a seria aviltar n. Ot
mais t-nh i u>n meio de pr-iv.r a rainha in-
nocencia, se fosae nesesssria essa prova.
Esse homem dizia ha pouco que urna ni-
ca pessoa podia depdr contra mira : a
menina S ama Rosa. Pois bem, deixera-
roe restituir lhe a vista e veremos se ella
me reeonh-ce...
N2o I nSo I nao! exclamou Angela
Barnier, acertando com mais forja contra
o peito a joven cega. Nao toque em mi
nha filha. Eu o p:oliibo. Nio toque aella...
Aonib.il G -rvason ch-gou-se ao doutor.
Eu tambara, disse-lne elle, eu tam-
be o te aci-aso, porque ha muito t mpo
que, a despaito da t-ff vas, o mea ostia to me a visa va que tu s
culpado ; o mea iostiacto, porm, Ulvez
me engane, e se s innoceute, eu te ajuda-
rei a justificar-te. Em uraa palavra, a me-
nina E ura.. Rosa p le resolver a questo,
mas preciso que ella te veja. Offerejo-
me para f izer a operajo e juro qu i serei
b'm su.-cedido 1 A Sra. Bernier quer T A
menina qu -r ?
A B lia H rvanaria haaitava.
dioso do seo delicioso i mottvs
sobr o s min do Brunohilda do terceiro
acto do Wuikre segundo a opinio d
abalisado critico rausic-l, que li algurec,
umas das mais inspiradas creajo-^s do sea
auctor tod za t de W lfraiiz T'innhauser era quem
frua inequvoca pr-^iilucjao, sobro qual-
quer nutro priinor wigneriano
Referentemente a opioio que S M. for-
mava do Parsfal tu Parcioal a ultima
uompisijo do vate-musical nada me
sonata.
E' presumv.d, o tr-tant, qua nao fesse
menos i loLtra 'a que su>s irraas primog-
nitas, morraente quanlo seo libretto foi
inspirado pela triloga de tisemba :h, que
comprehende, outro sim, a legenda do Lo
nengrin.
E' por deraais notoria aoriginalid .da de
.lynasta bivaroera fazer interpretar, as
panituras wzgneria tas e com u u deslumbrante inenarravel..
para si s I
Quando se via a Opera da Munich toda
esplendorosa, portas cerradas, paredes nuae
de programmas, tola a populajo ja sabia
que erara as taes reprcseutajo'js esj3ciae
para o seo soberano.
Si por vezes nos espectculos usuas con-
staba a presenja do S. M. nSo havia certa
mente espeta lor que a pudera asseverar,
ja qua o rei vinha do caatello de B:rg em
trera especial e penetrava carro no re-
cinto do editi -o por urna porta particular
que ia ter ao seo camarote perfectamente "
.-.errado, a nilo permttir absolutamente a
transposijao de olhares profanos.
Si o rei nao estava disposto abandonar
o so dolce famiente, fazia vir ao casteilo
os artistas ja phantasiados como o exiga o
sptartito que irara executar.
Quando n'esso dia havia a recita ordi-
naria e o theatro ja era pleno de especta
dores (quasi sempre as ordena regias eram
expedidas a hora em que deveria comejar
a execujao) o Direstor assnnava a scear.
a notificar a transferencia do espectacale
allegando una qualquer causa irapeiiosa..
e raanlava restituir o valor das senhas.
Nio havia ubice que empecesse s
tisfajao do capricho regio.
Quando vibravara os doza sons da meia
noite encetava-8Q o espectculo no casteilo
real.
O .palco em obediencia ejao da scena,
si diurna, era resplani'-suente como a lu
meridiana, si nocturaa, magnificante coate
o luar d'um plenilunio.
A sala por a conserva va-se negra orne
o antro mais horroroso ao Averno e a or
chestra serapre invisivel tudo como oc-
denam as prescripjods do insigne sgitador
musical o que dava uns tons cabalsticos
a representa jao.
Sosinho immerso n'essa profunda esea-
rido, qua tanto fazia realjar as ficjSe
exhibidas no scenario mgico, o rei xta
siava-se coaterapUndo perpassar as visSes
wagnerianas, fosse a famosa cavalgada
aas bellatrizes Walkyrias, a fendereta as
nuvens, fosse a pugna heroica do valoroao
Siegfried a esmagar o hrrido drago Faf-
ner, ou o despertar da Brunnhilde, sopta
n'um mbito pyrico, caricia inefarei
do frvido sculo do Hercules acandinave.
Era tal o culto, que S- M. vetava a
Euterpe que, para servijaes do casteilo.
sii eram aduiiitidus msicos.
Os dora ticos compunbam urna orchet-
tra que quotidianamante havia de exaca-
tar, a meia noite, alguns trechos favoritas
em quanto se fazia luar, do alto das amel-
as de suas torres gothicas, o pnantaaioso
castellao contemplava oplaueta idolatrado,,
prateando o azul do firmamento, oa as
rayriades de constellajScs scintllando ae
incommensuravel zimborio do Orbe.
(Continua)
Si D, rail vezes
aira, quero
respon-
j tmha
Q laudo
niuguera
deu vivara ute Enma-R>sa. Eu
noonho-i io a vos do assassino.
eu tiv r ncoahecido a sua cara
raaia no mun io ter o direito de desuoutiar
de u i iha raai. Faja a operajo, senhir.
Nesae mora-nto Proli, que estava pen-
sando em fugir, fez um movimento de
retirada, mas Caseaauve, obedeoendo a
ama bala de revolver, chamndome pelo'ura signal do Sr. de Gevrey, pos lhe a
nao no horaoro e compellio-o immobili-
dade.
A senhora consente T perguntou pla
segunda vez Gervasoni dirigindo-se a An
gela, que bclbuciou :
Nao tenho o direito de recusar.
Annibal, apoando entSo no espaldar da
poltrona a cabeja da raann i, como pouco
antes havia f. ito o 8acce88or de Gribky,
toraou da meainha um doa instrumentos e
comejou a operaj2o.
Nao durou mais Odie, agora, minha senhora, disse o
operador certo de ter sido bem succedi
-io. Olha 1
Emma Rosa levantou-se, correu os olhos
por aquellos que a rodeavam, porque j
nao estava cga.
Quaado vio Proli estremecen :
Eis ah, disse ella, est>mdand a ro3o,
eis ah o homem qua vi perto do cadver
do meu avo. Eis abi o homem qua duas
vezes teutou matar rao.
E cahio na poltroaa sem sentidos, dando
se Gorvasoni pressa de por o apparelbo
entre oa seus olhos e a luz.
Entilo, s -iibar, eu era criminosa ?
perguntou a Baila Hervanaria ao juiz de
iustrucjSo, que responden :
A despronuncia nao se far espe-
rar, m-s essa justija tarda, infelizmen-
te, nilo apagar os seus sofFrimentos !
Proli quiz levantar a voz para ama ul
tima tentativa de luta contra a evidencia.
Es8a menina, disse elle, est illudida
por alguma seraeihanja, como est Osear
Rigaulc. Eu protesto e aa...
Nao tive tempo de acabar.
Para o Deposito ordenou o Sr. de
Gevrey.
t.aseneuve e Flogay, nao deixaram re-
petir a ordarn. Con luzram o raiseravel
at o carro, que os levou ao Deposito da
prefeitura da polica.
B.bi mais vivo do que a pulida *
murmurou Osear. Eu b- o sabia que nao
havia de espioh ir-.ne t Agora poderei dor
rair trt.nquillo 1
Nessa raesma noite, Cecilia Bernier tam-
bera foi presa, ten lo sido deiriauiada por
Angelo Proli que nao quiz soffrer s.
Dous mases depois, o jury de S -na con-
dcmniu pena de raorte o assassino, cojos
cri.ues todos ferara provados ; e a cinco
annos de raclusSo Cecilia Bernier, convicta
de infanteciiio.
Nao tendo o Sr. de Gevrey, por excep-
jo de regra, commutado a pena, a cabeja
de Proli cahio no cadafalso vista attenta
de Osear, que dizia de s para si:
Eis ahi a miaba vinganja I Est i
pleta !
Angela Bernier, justificada pelos caa-
derandos de urna seutenja de despronaaoa
motivada, nao tinha mais deixado Eaat
Rosa seno radicalmente curada.
Alguns das d-p lis da execujao de Pa
roli, Fernando de Rodyl, que rara a soa
deuiissao de substituto, desposava Angels-,
e por esse casamento legitiraava a filha.
Tres mezes depos Benjamn Leroyer,
tabellio de Dijon, assistia, cora rao vida as
as lagrimas, porm nSo mais do que ex-
oellente senhora Fontana, ao casamento de *"
L-So com Emma Rosa de Rodyl.
Os dous jovens esposos adorara se e-sa-
rao feiz -s como nos contos de fadas. Es
paremos, porm, que, por felicidada dcei,
uan terSo tlhos era demasa.
Osear Rigault, grajas libaralidade de
Ang da e do Sr. de Rodyl, fundou um ba-
z.r da objectos a prt-jo fixo era um doa
bairros de Parz e g-mha quanto des ja.
Toraou Lombrig come s,-u apregottior
' ura g isto ouvir o gigante m era voz retumbante, ua porta do baiar.
ab-rta a to lo o amado :
- Vejara, vejara a loia de treze I Apre-
veitem a occasio 1 Aqu ha obj ictos a-ce
at valora vinte francos /... Tudo por fra-
se I...
Renato Dharville continua a esta lar di-
reito e nao se raostra muito cruel para coa
a grando sophia, qua de vez quando, par
inierraitteucias, to.ua/a-se de amores por
.lie.
Taremos ne essidade de affirmar que a
boa Catharia, voltando para junto de Aa-
gela nao a deixar mais ?
Gervasoni dinga com vantage n a csaa
ie sau 1 a de qua com certeza aera propie-
tario algum da.
(Jl.xn-ute L roux, animado pelo graade
nu-v-esso que i-v 1 o seu primeiro drama:
O C'-me da P. L *fM deixou o e npreg*
de esenvo e coisgra se tolo ao t***-
tr.
J iaiioa Dortil ganliou a demanda es ,
propos iir cton i th atro de Batignol-
les e an M uto.irtre.
Ella tom menos dous dedos, mais ot-
coeuta rail fran os e continu a repr-ssaa^
tar 8"-iu o cunnor 'aleuto as ingenum mt-
theatro a coi ni is upl-to suocesssas
Cscottes na > i lade.
FIM

Tjp. Jo Diario roa Duque de Can a. 4*
1
i
f mBlm i
.


Full Text
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