Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17693


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Full Text

AMO Lili MIMO 281
PAIiA A ClPiliL K 1M <* VRIN OM>i: \VO WE PACA PORTE
Por tres mezca atiiantsdoa
Por seia ditos idein. '. ,
iJor urn auno ideai,.....
Cada numero avur&o, do mesmo da.
65000
12(5000
240000
0100
SA66AB0 13 I NOVEMffiO M 16
PARA ni:VIHO E FORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados. .' .
Por nove ditos idem.......
Por um auno dem.......
Cada numero avulso, de dias anteriores.
13J50C
20^000
27OOf?
01U
DIARIO DE
J)n>prietrai>e tft Jtaiwel /tgudra He -tarta i -ftljjo*

Om Srs. 4medee Prlace A C*
de Parla, s$<> os nossoai agente*
exclusivos de anminrJm e pu-
blic cSea da Franca e Ingla-
terra.
?
r
.




Aviso
^os Srs. subscriptores deste Diario avi
sa a respectiva direccSo que, do \. de
Janeiro prximo era diante, far-soha a ar-
recadagJo das asignaturas pela forma se-
guinte :
Na cidade do Recife e lugares para onde
nao se paga parte, 6.$000 por trimestre,
adiantado ou durante o 1.' mez do mesmo
trimestre, G500 nos 2." e 3. mezas.
No tira do trimestre ser suspensa a re-
ircssa do Diario aos que nao tiverem sa-
tisfeito o seu debito.
Fora da cidade, nos lugares para onde
se fazem as remessas pelocorreio, 13-$300
por semestre, pago as meamas condicSes
cima.
Aos quo quizerem pagar o anno aban-
tado, faz-se-ha o abate de I000, para to-
dos os assignantes.
TELE6RAMMAS
::;,:::: sa assscia havas
(Especial para o Diario)
PARS, 12 de Novembro.
E*t& grvenseme doenfe. o en es-
lado inipirn cuidados, o r. Puni
Berl. rculdenie tirai da Repnblica
Francesa no innnm e no TonKIm.
LONDRES, 12 de Novembro.
O parlanienlo Ingiiz ndlon dh
aeaMftes para de Deiembro prxi-
mo vindonro.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
12 de Novembro de 1886.
jjjjjjgjj POPULAR
HISTORIA ANTIGA.
(Extrahid)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
OM HEBREl
CAPITTLOV
( Continuaro )
Deus, para experimentar a i c a obediencia de
branlo, ordenou-lhe que lhe sacrificasse seu flbo
Isaac, so que elle sem repugnancia 3e proinptificou
afastando-se para consummar tal sacrificio, Quan-
do ia a dcscarregar n golpe, Deas lh'o impedio,
detendo Ibe o braco e daodo-se por satisfeito com
aquella prova de obediencia.
Isaac teve dous filboi, quo foram Esa e Jacob.
Este ultimo, comqaanto msis novo, foi o que rece-
beu a bencao do pai, que esta va eego, e que foi
engaado, julgando que abencoava Esa. Aquel-
la bencao, obtida subrepticiamente, por conselhos
c industria de sus, m>, Rebecea, e qual estava
annezo o cumprimento das premessas que Deus
zera a Abrabao, deveu Jacob o herdar o patriar-
e-hado do povohsbreu. Teniendo, porem, a vingan^a
de Eia. ausentou-se para a Mesopotamia, onde,
depois de servir por muttos annos a seu to Ltbo,
casou com as daas filbas d'este, Lia e Rachel.
Teve Jocob d ze filhos, que sao os dozes patriar-
ch.-n, caberas e oiigens das dozes tribus do povo
de Israel, nome que tambem t.-ve o mesmo Jacob.
Es3es pariarchas Lram : o Io Rubn ; o 2 S-
niuo ; o 3 Levi (cujos descendentes foram destina-
do ao sacerdocio e a sercm ministros d> templo de
Deus) ; o 4o Jud ; o 5" Dan ; o Ncphtali ; o
7" ad ; o S Azer; o'J I sachar ; o 10. zabuln ;
ol. Jos ; o 12. Benjamn.
Os mais velbos de entre elles omecaram a ter
inveja a Jos, por verem que era o mais estimado
de Jacob, e porrino iotentaram matal -o, laucando-
o n'uma cisterna ; mas, mudando de resoluco,
venderam-n'o como escravo a uns madianitas, que
o levaram para o Egypto, onde foi comprado por
Putiphar, creado de Pbara, rei d'aquella nacao.
Servio Jos a Putiphar com tanta fidelidade, que
nao se prestou a um crimo para que o pravocava a
esposa do mesmo Putiphar. Esta, para d'elle se
yingir, aecusou o aleivosamente de falso crime e
por esse motivo foi elle mettido n'um carcere. AJli
i >eaa rerelou- lhe a significacao mrateroaa de uns
ionhos que haviam tido dous dos seus companhei-
40 de captiveiro.
Um destes, como Pbara tivesse nm sonho em
;ue vio sete vacias magras e sete espigas delga-
das, qae devoravam sete vaccas grias e sete es-
pigas fartas, indicou o ao rei, como capaz de lhe
Messias, que bavia de remir o peccado de Adao.
Fallec lo Jacob, fieararo residndo no Egypto seus
filhos, as trras que, em attencio a Jos, Ihes
havia dado Phara, e as quaes tiveram nume-
rosa descendencia.
Permaneceram os israelitas ou hebreus no Egypto
por espaco de 217 annos. No decurso destes, os
egypcios, desconfiando d'clles, opprimiam-n'os
cruelmente, obrigando os a trabalhos duros, o o
rei mandava matar-Ihcs todos os filhos recem-nas-
cidis do sexa masen ino, os quaes cram laucados
as Nilo.
Nascendo Moyss, filho de Amri > c de Jocahed,
esta conseguio oceultalo por espaco de tres mezes
mas, nao o podenSo conservar escondido par mais
tempo lancen -o aquelle rio, dentro de um cesto.
Estando a filba do rei a b.inhar-se no rio, vio a
crianza salvoa-a e deu lhe o nome de M>yss, que
quer diser : salvo das aguas. Depois levou-o
para a r.orte, onde foi criado c passou a mocidade.
( Continua.)
c para seu ministro, e deu lhe grandes honras e
distincces.
Jos casou com filba de um sacerdote de He-
liopolis, da qual Ine nasceram sens dous filhos Ma-
nassa e Ephraim. Como ministro, e gosando toda
a confiase* do rei, organizou a arrecadaslo dos
oereaes, de modo que, quaudo chegaram os sete
annos de fome, symb alisados as sete vsccas ma-
"ras e as 8-t>: espigas delgadas do sonho, o
tgygto estava prvido contra a escassez o anda
poude efficazmente socc>rrer as povoaQoes prxi-
mas, us quaes se nao tinhain adoptado iguaes
providencias.
A escassez de alimentos, que tambem se sentio
em Chaman, trra onde com sua familia habitava
Jacob, obngcu esre a mandar ao Egyptoseus filhos
a comprar trigo. Soube da chegada delles Jos
e, sem se lhes revelar como seu irmo, obrigoa-
os a declarar quem eram e a deixarem en poder
delle, em refem, a Simio, emquanto iam a Cha-
naan a buscar -lhe Benjamn, o inn'io mais novo
Obrigados a voltarem ao Egypto, por causa da
fome que contuuava, cooseguiram qu Jacob, ape
zar da sua rep-ign*ucia, deixasse ir Benjamn e
entao Jos, dando-se a coohecer aos irmos, entre
lagrimas de alegra, mandou lhes que voltasse a
Chanaan, a buscar Jich e toda a familia. Assim
acontecen, indo toda a familia de Jacob estabele-
cer-ee no Eijyi to.
AIH viven ainda Jacob 17 annos, vindo a finar-
se na idade de 147, depois de abencoarseus iilbos,
cam bencos mysterosas e propbeticas, vaticinan
do que na descendencia de sea filho Judi estara
o imperio e o governo do poro, at vir ao mundo o
?ARTE 0FFIC1AH.
CioTerno da ProTlncIa
EXPEDIENTE DO DA 30 DE OUTCflBO DE 188C.
Actos:
O vice-presilente da provincia, em execuelo
da le n. 2395. de 10 do Setembro de 1873, resol-
ve nomear Manoel Cordero Cavalcante Gilvao
para o posto de capito da 5-1 companhia do 68
bataihao da intantaria do servico activo da guar-
da nacional das comarcas d Olinda e Iguarass,
vago pelo fallecimento de Manoel Lmenlo da
Silva Sobrnho. Communicou-se ao respectivo
commandante de Olinda e Iguarass.
O vice-presidente da provincia, de conformi-
dade com a regosta do Dr. chefe de polica em
oflicio de hoje datado, sob n. 10l>5, resolve no-
mear o teuente Joaquim Fclix Bezerra Cavalcan-
te para o lugar de delegado do termo de Bonito,
em substituido do alferes Prfilio Poppo Giro,
que pedio sua exonerar,ao.
O vice-presidente, da provincia, attendendo
ao que requeren Francisco Cordeiro i aleJo Brasil,
carteiro do Thesouro Provincial, resolve conce
der-lhe dous mezes de licenca com vencmentos,
na forma da lei, em prorogaco da que lhe foi
concedida por portara de 1 de Setembro findo,
para tratar de sua saade.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que rsquereu Mara Zulmira de Barros Lima,
alumna mestra da Escola Normal e tendo em vis-
ta a informadlo n. 268 de 25 de Agosto ultimo
do inspector geral da Instruccao Publiei, resolve
de accordo eom o ait. 50 da le n. 1860 de 1885,
nomear a peticionara professora publica effectva
de ensino primario do sexo feminino do povoado
Pedra Tapada. Communicou-se ao respectivo
inspector geral da Instruccao publica.
O vice-presidente da provincia, tendo em
vista o que representon o director da Escola Nor-
mal em officio de hoje datado, resolve nomear os
hachareis Affonso Olindense, Adolpho Tacio da
Costa Cirne e Rodolpho Albuquerque de Araujo
para servir, m na ordem em que estao collocados
de examinadores nos exames de que trata o art.
31 do regulamento de 17 de Setmbro de 1880, do
1, 2" e 3 annos da Escola Normal.Fizeram-se
as devidas communicaces.
O rice-presidente da provincia attendendo
ao que represent-ju o inspector geral da Instrac
ci Publica, resolve de coutormidade com o art.
30 do regulameoto da 1 de Setembro de 1880, no -
mear o bacharel Manoel Barbosa de Araujo para
presidir os examea da Escola Normal. Communi-
cou-se ao respectivo inspector geral da Iastruccio
Publica.
Oficios :
Ao inspector da Thesourara de Fazenda.
Declaro a V. S. para os fins convenientes, que
autorisei o director do Arsenal de Guerra a man-
dar aatsfaser o incluso pedido, por copia, de arti-
gos de fardamentos que para seu uso, faz o alte-
res do 14" bataihao de intantaria, Bellarmino Au-
gusto de Athabyde.
Ao inspector do Thesouro Provincial.De-
vclvo a Vmc. o requerimento de Jos Camello do
Reg Barros, agente arreeadador do imposto de
gado vaceum para censumo neste municipio, afim
de que o delira de accordo com a informacao ex -
pressa em sen cfficio n. 216 de 21 do corrento e o
parecer do procurador fiscal annexo ao mesmo of-
ficio.
Ao director do Arsenal de Guerra.Mande
Vmc. satsfazer o incluso pedido de artgos de
fardamento que para seu uso, faz o alferes do 14
bataihao de intantaria Bellarmino Augusto de
Athayde.Communicou-se ao commandante das
armas.
Ao mesmo.Antorisn Vmc. de accordo com
a sua informacao n. 647, de 28 do correte, a ad-
mittir na companhia de aprendiz os artfices desse
Arsenal, logo que honver vaga, 03 menores Carlos
e Leao, filhos de D. Margarida Irisa Bruno Vi-
lclla.
Inclusos derolvo-lhe os pipis que acompanha-
ram a citada informacao.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de L-
moeiro.Nao contendo a certid&o do processo do
sentenciado Mathas, eecrsvo de D. Joanna Ma-
noella Cavalcante, annexa ao oficio de Vmc, da-
tado de 20 do corrate mez a queixa, denuncia,
ou ordem porque se instaurou o referido processo,
nem a sentenca, de pronnncia e acordo, se o hou-
ve, conforme preceituam o t e 4' do decreto
n. 2566 de 28 de Marco de 1860, convera que
Vmc. providencie, no sentido de ser enriada i
secretaria desta presidencia a certdao das men-
cionada? pecas que falturam.
Ao promotor publico da comarca de Cimbres.
Cumpre que Vmc. quanto antes, dirija a esta
presidencia a consclta i ita ao presidente do Tri-
bunal d R'.'lacjlo por intermedio da mesma pre-
sidencia, em oficio de 9 de Julho, acerca de pro-
cesso que man lei instaurar, pelo crime de reduzr
peasoa lvre a escravidao.
Portara:
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar opportunamente com pasaagein
gratuita a reat a cidade da Fortaletao bacharel
Vctor Eraxanuel de Camargo.
EXPEDIENTE DO 8ECEET1BIO
Oficios:
Ao inspector geral da ioetruccio publica.
De ordem do Exin Sr. viee-presidente da provin-
cia devolro os autos enriados por V. S. em o ofi-
cio n 842, de 25 do crrente, nos quaes o mesmo
Exm. Sr. proferio sentenci confirmando a absol-
vco do professor de Uruc-meirim, Manoel Fer-
reira Guedes.
Ao engenheiro ebefe da Repartilo das
Sbras Publicas.S. Exc. o Sr. vicepresidente da
provincia ficoa inteir&do p.'lo oficio de hontem.
sob n. 188, deAarer V. S. mandado larrar termo
de recebimento definitivo e passar certificado de
pagamento -da prestacilo de responsabilidade ao
arrematante- da obri de reconstrueco da bomba
do Peres por se achar ella em coudicoes do ser
recebi'a
A' eommisio liquidadora das contas da es-
trada de ferrj do Becife ao L.icnoeiroS. Exc.
o Sr. rice-presidente nesta data deu o convenien-
te destine aos documento que acompanbaram o
oficio de V. S., de 37 do corrente.
EXPEDIENTE DO DA 2 DE OVEMBBO DE 1886
Oficios :
Ao commandante das armas.Declaro a V.
Exc, para sen conhecimento, que, vista do ex-
posto no seu oficio, n 518, de 20 de Outubro findo,
recommendo, nesta data, ao director do presidio
I de Fernando de Noronha qae, exeepcao da ar-
tiihari em mi estado man lada encanteirar as
respectiva fortifictces, remetta para o Arenal
de Guerra todos o artgos ju'gados inservreis,
afim de screm dados era consumo pela commisso
do que trata o citado oficio.
Ao mesmoDeferindo o requerimento do
anspecad.i do 2" bataihao de infantera, Joio Cos-
me do Nascmento, autoriso V. Exc., vista da
sua informacao n. 533, d- hoje datada, a conce-
der-lhc baixa do servico do exercto mediante
substituto.
Ao mesmo.Sirva-se V Exc. de dar snas
ordena para que hoje, s 4 horas da tarde, se ache
postada em frente ao cemiterio publico a forca pre-
cisa psra fazer as honras devidas ao cavalheiro da
da Ordem da Ros, Jorge Victor Fetrera Lopes,
por occasiSo dejaeu corpo'ser dado sepultura.
Ao inspector da Thesourara de Fazenda.
Declaro a V. S. para os devides fins, que,
vista da sua informacao n. 755, de 25 de Outubro
findo, approvei a proposta dos negociantes Joao
Rodrigues de Moura & Irmiio para o fornecimento
de fardamento escola de aprendizes marinheiros
no semestre de Janeiro a Junho de 1887.
Ao mesmo.Declaro a V. S. p .ra oa devi-
dos fins, qu : o juiz de direito do comarca de Ca-
brob, bacharel Tiburtino Barbosa Nogucira re-
nuuciou o resto da liecnca de tres mezes, em cajo
gozo se achava e reassumio o exercicio de seu
cargo no da Io de Outubro prximo findo.
Ao mesmo.Cammunico a V. S. paraos
devidos fins, que o bacharel Henriquc de Barros
Lins, tomou cosse e prestou juramento no dia 29
de Outubro findo, do cargo de juiz mnnicipal e de
orphaos do termo da Eseada, para o qual foi no-
meado por decreto de 8 do mesmo mez.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico a V. S.. que tendo o juiz de direito da
comarca de Cabrob, bacharel Tiburtino Barbosa
Nogueira, renunciado o resto da liccn^a, em cujo
gozo so achava, e rtassumido o exercicio do seu
cargo, o juiz municipal e de orphos do termo do
mesmo nome bacharel Mano 1 Paes Brrelo Pe
reir dos Santos, que se achava no exercicio da
rara de direito, reassumio o da rara municipal no
dia 1 de Outubro prximo findo.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Era
resposta ao n. 220 de 33 de Outubro prximo fia
do, declaro a Vmc. que approvei o contracto de
locacao feito pelo subdelegado do oistrcto de
Riacho do Matto com Manoel Florencio Jatobi
Canuto, acerca de urna casa de propriedade deste
para servir de eadeia e quartel do respectivo des
ticamento, pelo aluguel mensalde I2J, a contar de
1- de Novembro do anno prximo passado.Com-
municou se ao Dr. chefe de polica.
Ao mesmo.Declaro a Vmc. que, de confor-
midade com a sua informacao em oficio n. 223 de
23 de Outubro prximo findo, approvei o contrato
de locacao celebrado pelo delegado do termo de
Iguarass, com Lniz Cordeiro Cavalcante Falco,
acerca de urna casa de propriedade desta para ser-
vir de quartel do destacamento da povoaco do
Pilar, na villa de Itamarac, por 8/000 mensaes.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao director do Arsenal de Guerra.Deferin-
do o requerimento do operario de 3.a classe da ot-
ficina de obras brancas desse arsenal, Thomas de
Aquino Silva Loureiro, autoriso Vmc. de accordo
com a sua informacao n. 652 de 30 de Outubro fin-
do, a conceder-1 he licenca por 15 dias, para tra-
tar de sua sade.
Ao inspector geral da Instruccao Publica
Autoriso Vmc. a justificar as faltas de exercicio
escolar da professora Ismenia Genuina Dias, de
que trata em seu oficio, a que respondo, n. 345 de
23 de Outubro findo.
Ao cammandante do corpo de polica.Man-
de Vmc. augmentar com duas pi acas o destaca-
mento estacionado no districto da Magdalena, con-
forme requisitou o Dr. chefe de polica, em oficio
n. 1,048 de 27 de Outubro prximo findo. Com-
municou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao commandante da escola de aprendizes ma-
rinheiros.Fica approvada, para oa devidos effei -
tos, a propoeta dos negociantes Joao Rodrigues de
Moura & IrmSo, para o fornecimento de farda-
mento escola, sob seu com mando, no semestre
de Janeiro a Junho de 1887.
Derolro a Vmc. os papis que vieram annexo,
ao seu oficio n. 901 de 13 de Outubro findo.
Ao mesmo.Mande Vmc. desligar da escola
sob seu commando, o mentr Joao, filho de Maria
da C-mccicio, de que trata o sea oficio n. 197 de
6 de Outubro findo.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronha. Em additamento ao meu oficio de 13 de
Outubro findo, recommendo a Vmc. que a exeep-
cao da artilhiria em mi estado, mandada encan-
teirar as respectivas fortificacoes, remeta pars
o Arsonal de Guerra todos os artgos que teem de
ser dados em consumo, mencionados na relac i
que acompanhou o oficio dessa directora de 22 de
Marco uliimo, sob n 83.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Flores.
Accusaodo o re.ebimento do oficio de Vmc. de
5 de Outubro prximo findo, declaro-lne qne por
conveniencia do servico publico seguem para o
termo de Leopoldina e destacamento a que Vmc.
se refere no mesuro oficio, poru), que providen-
ciei no sentido de ser augmentada com duas pra-
cas a forca destacada no termo de Fio-es.
A'junta clasificadora de escrtvos do mu
ncpio de Pao d'Alho. No interesse de nSo de-
morar por mais tempo o servce da classificacao e
libertario por conta da 7.* quita do fundo de
emancipaco, e porque pelo que coube a esse mu-
nicipio, podem ser libertados os escravos claasifi-
cados, da modo a nao ficar prejudcado o escravo
menor Jos, preferido por Vmc. em segando lugar,
quaudo devora elle oceupar o prmeiro, i vista do
aviso do Ministerio da Agricultura, Commcrcio e
Obras Publicas de 31 de Marco de 1883, approrou
a classificacao, que Vmcs. enviaram com o oficio
de 23 de Outubro.
Fiado perante o juiz de orphaos o praso do art.
34 do rvgulamtnto de 13 ie Novembro de 1872, o
qual deveri ser contado da data em que fr ah
conhecido o acto da approvacSo, cumpre que o
aiente fiscal, merabro dess* junta, promover o ar-
bitramento dos valores dos escravos, que final,
tiveretn de serlibertadosde contormidade com
o art. 37 e teguintes do dito regulamento. tendo
na maior uonsderaco o di-posti na cicnlar do
Thesouro Niciooal de 16 de Julho de 1883, da
qual o iiisp ct t da Thesourara de Fazenda deu
sciencia ao mesmo agente na circular de 22 de Ju-
lho ultimo, sob a 20, porquanto os precos da ta
bella do 3 d art. 1 da lei n. 3,270 de 28 de
Setembro do anu passado, sao os mximos, per-
mettid s para n va matricula; mas, uao fisessero
direito & uid mnisacao, tanto mais quinto o 7*
do art. 3 o da dita le determina que at o euuer-
ram-rato dess i matricula conrinuem em vig-r
aquellas providencias.Remetteu-se copia ao res-
pectivo juiz muuieiptl.
A mesma.Informe Vmcs. se a classificacao
feita p >r t-saa junta em 29 de Outubro ultimo, a
apprevad i hoje por esta presidencia, e copia da qu.
deve ter sido laucado a-> livro pr.-p io, se lavmu-
go acta de cada nm i-s s-ssoes das juutas, e si
concluido* o* trabalhos, procedeu se Je einforini
dade eom o art. 33 do reglamento de 13 de No-
vembro de 1872.
Ao juiz .unicpal e de orphaos do termo d
Pi d'Alho.Inteiradodo que Vmc. iiif ruja n
offic o de 19 de Outubro ultimo deetare-lba qu
ea-npre ser de* le ji expjdido a guia competeate
para pagamento do valor do escravo VI, >el, per-
tencentj a M moel Francisco Petrosa, vivo qu-,
tendo sido a libortauo concedida em 1876 p >,
cinta da 1* quota, e devendo ser paga pe. 1* -juota
conforme decidi a referida guia e iudepeui uic
do e.npr.go desta.
A > juiz municipal do termo da Glora do
GoitiT ndo ouvido ojuii muuicip >l e de> orphaos
do termo de Pao d'Alho, acerca do quo Vmc. exp*
no offiew de 8 de Outubro declar ;i ao m smo jais,
que, tendo sido a libertadlo do escravo Manoel
concedido por conta d 1' quota do fundo do eman-
cipaclo, e derendo ser pag por conta da 7a, como
decidi, e iudependente desta a guia respectira,
pelo que dere ser desde j expedid i.
Ao juiz de paz presidente das juntas de a'is-
tamento militar da parochia de Sant'Agueda de
Posqueira.Declaro a Vmc. em resposta ao seu
oficio de 18 de Outubro findo, que segundo consta
de oficio do Dr. chefe de polica, de 30 do mesmo
mez, sob n. 1036, foram dados as proridencias no
sent io de requisiclo constante de seu citado oficio
Portaras :
O Sr. agente da Companhia Brasileira, faca
transportar corte por conta do Ministerio da Ma-
rnhi, no rapor Espirito Santo espera io do norte,
o voluntario para o servico da armada M noel
Luiz, que para all segu disposicao do quirtel
general da marinha.
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar corte por conta do Ministeroda Ma
rinha, no rapor Espirito Santo esoerado do norte,
o 1 teuente Jos Nones Bjlfort Guiraares, guar-
dia > Manoel das Chagas, imperial marinheiros de
2* classe, Constantino de Ferreira CampoB e de 3a
classe Cosario Pereira de Souza, Antonio Thomaz
de Olveira e Gulherme dos Santos e Souza, par-
tencentes guaraico do crusador Almirante Bar-
rozo, os quaes pira all seguem a disposicao do
quartel genera! da marinha, em vista do parecer
da junta de inspeccao de saude a que foram sub-
mettidns, conforme declara o inspector do Arsenal
de Marinha em officio n. 561 de 30 de Outubro
findo.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar nassagem proa at o presidio de Fer-
nando de Noronha, a Francelina Cecilia de S,
mulher do sentenciado Francisco Jos Guimaraes,
e os menores Antonio, Severino e Pacifico, filhos
do mesmo. por conta das gratuitas, a que o governo
tem direito.Communicou-se ao respectivo di-
rector.
EXPEDIENTE DO SfiCBETABIO
Oficios :
Ao Sr. agente da Companhia Brasileira.De
ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia
aecuso o recfbimento do officio de Outubro, no
qual V. Exc. communica que chsgou dos portos do
sul o vapor Otar, o qual s-'gura paraos do norte
hontem s 4 fcoras da tarde.
Ao Dr. chefe da policaO Exm. Sr. vice-
presidente da provincia man la responder o oficio
de V. S. n. 1018, de 18 de Outubro ultimo ultimo,
com a inclusa copia do officio do commandante do
corpo de pilicia n. 916 de 21 do mesmo mez.
Ao enMnbeiro fiscal da estrada de ferro do
Recifea SjfcVancisco.-O Exm. Sr rice-presi
dente da provincia deu hoje o conveniente destino
aos documentos que acompanhou o officio de V.
S. d 30 de Outubro fiodo.sob n. 110.
Ao engenheiro riscal da estrada de ferro do
Recife Caxaogi.J Exm. Sr. vicc presidente da
provincia profano hoje o seguinte despacho, no re
q.ierimento a qne se referem as informaedes de V.
S. de 26 de Dtzembro do anno passado, n. 68, de
28 de Marco, 1 de Setembro e 2 de Outubro deste
anno, sob ns. 10?, 130 e 135: Em vista dos di-
reitos consignados nos respectivos contractos, e
nao tendo as companhias Ferro Carril e Brasilam
Street Railwar ehegado a accordo, nao ha que de-
ferir.
intatil mulandis ao engenheiro fiscal da
Companhia Forro Carnl, qoaoto aa informacoes
por ella prestadas em 12 de Fevereiro, 24 de Maio
e 15 de Outubro deste anno.
Ao fiscal da Companhia Recife Drainage.
O Exm. Sr. rice presidente da provincia resolreu
hoje que Alfredo Alves Martins, a cuja pretencao
se refere a informacao de V. S.f de 28 de Outubro
ultimo requeira opportunamente, qoando estre-
rera concluidas as obras do predio n. 33 da ra
do Visconde de Inhauma.
Ao engenheiro director da repartico encar-
regada da conservaco dos portos.De ordem do
Exm. Sr. rice presidente da provincia aecuso o
recebimento do oficio de 30 de Outubro ultimo,
sob n. 166, no qual V. S. participa que foi transfe
rida a repartico a aeu cargo para o predio n. 59,
da ra Nora de Santa itita.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 11 DE
OLTUBHO DE 18t6
Abaizo aaaignado de costuraras do Ar-
senal de Guerra. Informe o Sr. inspector
interino da Thesourara de Fazenda.
Antonia Bisilia Badour.Informe o Sr.
inspector geral da Instruccjlo Publica.
Francisco Jos de Araujo Costa.Infor-
me o Sr. brigadeiro commandante daa ar-
mas.
Faustina. -Remettido juota classifica-
dora de eacraros do municipio do Recife,
para attender como fr de Justina compro-
rando a supplicante o aeu direito.
Major Justino Rodrigues da Silreira.
Forneca-ae.
Luiz Aureliano da Sant'Anna.Ao Sr.
director do presidio de Fernando de No-
ronha para informar.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
03, em 12 de Norembro de 1886.
O porteiro,
Francelino Chacn.
Commando das Armas
QCABTEL GENERAL DO COMMANDO DAS AR-
MAS DE PERNAMBUCO, EM 11 DE NOVEM-
BRO DE 1886-
Ordem do dia n. 133
Ha rendo o Exm. Sr. conaelheiro minia-
tro da guerra, em telegramma de 8 do
corrate, commanicado em oflicio da pre-
aidencia de 9, conuedido ao Sr. alferes do
14 bataihao de infantaria, bVllarmino Au-
gusto de Athay te 60 dua d cenja para
tratarse onde lha oonvier ; aaaim o faco
constar a gu.rnic.ao.
(Aaaignado ) O brigadeiro Agortinh
Marques de S, commandante daa armas.
(Conforme) -O tenente Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudatite de ordena into-
riuj e encarregado do detalbe.
uepirilefio da Polica
Shoci 2* -N 1105.Secretaria da Po-
bota te Pernambuco, 12 de Novembro de
i*6 Illm. e Exm. Sr. Partecipo a V.
tac quw furam hontem recibidos Casa
i DitncAo, os aeguinte8 individuos :
A' iiimha ordem, Joaquim Ferreira da
Sil v., J.-iquim M moel Pereira Nobrega,
cinii j .i Sor Grangeiro, e Manoel Fran-
isoii Cwral, vin loa do termo de Goyan-
ua, aom, a^ntcnciados, d8poaic2o do
Dr juiz i- direito das exeousSea ; Victu-
t F -rnan lea P. ix to, como pronunciado
pr ,-rini de furto de cavdlos na provin-
ilo Parabj >a.
A' ordeih do subdelegado do Recife, Ro
si M vria dt ConeiyJo, por offensas mo-
ial publica ; Augusto da Silva Ferreira,
Francelino Rodrigues Ventura, Miguel Jo-
s Alexandre, Manoel Luiz do Souza Li-
ma, por disturbios.
j A' ordem do de Santo Antonio, Maria
Balbina do Espirito Santo, por offensas
moral publica.
A' ordem do do Io districto de S. Jos,
Joao Alves dos Santos, por disturbios.
A' ordem do dos Afogados, Jos Joa-
quim de Medeiros, por crime de roubo de
cavados.
Communicou me o delegado de polica
do termo de Palmares em data de hontem,
que, no dia 8 do corrente, foi apanhado
por urna machina do Prolonga ment, ao
passar pelo kilmetro 14 qua tica no enge-
nho Pao d'Oleo do mesmo termo, um bb-
mem de cor parda, deixanlo em tal estado,
que suecumbio no dia s 'guinte.
Ds diligencias que fez proceder, veri-
fuou ser o facto todo casual.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente do Azovedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingo Pinto.
Objectos para gaz 10 volumes a em-
preza.
Thesourara de Fazeada
ACTO DB EXAME PBOCEDIDO SO COFBS QBANDE EXIS-
IE.NTE NA CASA F HITE DA THES0I7BARIA DB FAZFNDA
Aos enze dia# do mez de Setembro do anno do
Nascimento de Nosso Senhor Je-us Cbristo de mil
oitocentos o oitenta e seis, s duas horas da tarde,
na Thesourara de Fazenda presentes o Dr. An-
tonio Domingos Pinto, chele de polica da pro-
vincia, commigo Abdisio de Vasconcellos, ama-
nuense de sua secretaria servindo de cscrivao
abaixo assignado, os peritos profissionaes Paulo
Cbauvio, Candido Jos de Goes Telles, Genur-
no Luiz Nunes, Christiano Kruger, Augusto Cy-
riaco Villas Boas, Jeronymo Bastos, Antonio
Joaquim da Silva e Manoel dos Santos Villana, e
as test -munhas abaixo, o Dr. chefe de polica de-
ferio aos peritos os juramentos no livro dos San-
tos Evangelbos, de bem e fielmente desempenha-
rem a sua misso, declarando com verdade o que
descobrirem e cncontrarem e o que em suas con-
sciencias entenderem, e encarregou-lhes que pro-
cedessem exame no cofre grande existente na
casa forte da Thesourara de Fazenda, e que res-
poudessem sos questos segaiutes :
Prmeiro.As chaves que se Ihrs apresentam e
que sao pelos peritos Candido Jos de Goes Tel-
les e Genuino Luiz Telles reconhecidas como as
mesmas que j examinarais no dia 9, sao iguaes
as do cotre de Milner, que est na casa forte da
Theaour. ra de Fazenda.
Segundo.Essas chivea abrem e fechara o co-
fre coma as do prop io cofre que se lhes apresen-
tam.
Terceiro.No caso negativo qual a razao?
Quarto.Essas chaves padiam ser feitas tiran-
do-se o molde pela abertura da fechadura ou pelo
molde das mesmas ehaves em cera ou outra qual
quer substancia.
QuintoE' posiive! faer-se ss chaves pafa o
cofre examinado, que ajustera e funecionem no mes-
mo sem a presenca das verdadeiras ou proprias
do cofre que sirvam de modelo.
Sexto.Podem afirmar que s poderiam ser
feitas as chaves que ptrecem ter servido para
abrir o cofre servindo de modelo as do proprio co-
fre.
Stimo. Nos cofres de Milner ha chaves seme-
lhantes, de forma que as de um cofre possam ser-
vir para outro.
Oitavo.As chaves que parecem ter servido
para abrir o cofre foram ou podiam ser teitas ou
aperfeicoadas na occasio em que dcllas se servi-
r m '<
Nono.Ha vestigio de violencia no cofre de for-
ma qne se procurasse abril-o sem chaves V
Dcimo.Os instrumentos que se lhes apresen-
tam e toram encontrados juntos aa cofre seriam
eufflcieates para abril-o ?
Em conseq jenca passaram os peritos a fazer os
exames e investigafes ordenadas e as quejnl-
garam necassarias, concluidas as quaes, declara-
ram o seguinte :
Quanto ao prmeiro quesito responder, que as
chaves apresentadas tem o palhet&o igual s das
verdadeiras chaves do cofre que est na casa for -
te,porm, que no comprimenlo nao sao iguaes fci-
dej,portanto, servindj para o mesmo fim nao sao
duplcalas das chaves verdadeiras.
Ao segunde, respondem que as chaves apresen
tadas tchame abrem pefeilamente, como se fos-
sem as proprias do cofre.
Quanto ao terceiro deixim de responder por es-
tar prejudcado.
Ao quarto respondem que nao possivel, nem
por molde tirado na abertura da fechadura, nem
por molde das mesmas chaves em cera oc em ou-
tra qualquer substancia idntica podeudo somonte
tirar o molde na cAapa de metal e a vista das pro-
prias chaves.
Ao qninto respondem negativamente.
Ao sexto, respondem sim, quer fossem as pro-
Srias chaves, ou o exantilhao que serrio de mo-
do tirado nellas.
Ao stimo respondem que nunca encontraram
chaves e um cofre de Milner que servissem em ou-
tres do mesmo fabricante e nem lhes consta que se
tenha encontrado.
Ao oitavo, respondem que fazer as chavej na oe
casido era impossirel, apenas se poda fazer al
gum apcrfeicoamento muito ligeiro.
Ao nono ncgativam'iUe, porquanto no cofre so-
mente foram a ffrozad S os parafuzos dos espelhos
das fechaduras e ha na tampn algiint arranhaes
em roda dos meamos espelhos, tirando somente a tin-
ta, porim nada disso indica que se pretendesse abrir
o cofres tem as chaves.
Ao dcimo, negativamente, porque a ferramen-
ta que se Uies aprsenla ndo serve para ofim, e sao
estas as declamc -s que em suas conscieucias e
debaixo do juramento prestado tem a fazer.
E por nada tns haver nem declararen), deu se
por concluido o exame ordenado e de tudo se la-
vrou o presente auto, que vai por mim escripto,
rubricado pelo Dr. chefe de polica e pelo mesmu
aasignaio, bem como pelo Dr. prmeiro promotor
publico, peritos e testeinunbas, commigo Abdisio
de Vascincellos, servindo de escrivao, que d tudo
dou f.Antonio Dominga Pinto.Paul Chaurin.
__Candido Jos de Goes Telles. Genuino Luiz
Nunes.Christiano Kruger.Manoel dos Santos
Villaca.Antonio Joaquim da SilvaAugusto
Cyraco Villas Boas.Jos Jeronymo Bastos.
Joao Joaquim de Fre tus Henriquea.Joio Bap-
tista Cabra!.Carlos 4uguto de Almeid* Soares.
Abdisio de Vasconcellos.
Est conforme a > proprio original, ao qual me
reporto e dou f.
Becife, 25 de Setembro de 1886.
E en, Jos de Arimatlia Costa Pontea, escri-
rao, subscrevi e assigno.Jos de Arimatha Cos-
ta Pontes.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 12 DK KOVEMBBO DB
18S6
Jos Theotonio Domingues. Informe o
Contencioso.
Telesphoro Lopes de Siqueira. Fa-
cam-se as notas da portara de liceos*.
Maia rmeos & C. Prvem o allega-
do e juntem conhecimento de decima do
ultimo semestre.
Bartar Olivcira & C. Joaquim Anselmo
de Hollanda Cavalcante Albuquerque, O-
lyntho Jardim de Carvalho, Domingos Br
nardino da Cunha,Franciaco Ferreira Bal-
tar. Entregue se pala porta.
Dr. Luiz Rodrigues Villares, Dr. chefe
de policia, Antonio Hermino de Senna,
Baltbar Oliveira & C. commisso da mo-
lestia da canna Francisco Moreira da Cos-
ta. Informe o Sr. oontador. l.fl
Ficlden Brothres. Jntese copia das
informacSes.
Antonio Jos de Amorira, Rodrigo Jaco-
me Martins Pereira, Antonio Aquilino
Campos, Amorim Irmao3 & C. e collector
de JaboatSo. Hija vista o Sr. Dr. pro-
curador fjcal.
Jos Martins Toixeira GuimarSes e Epi-
phanio de Luna Freir. Registre-se e
facam-se as notas.
Ponto da Secretaria da Assembfa.
Ao Sr. pagador para os devidos fins.
Antonio Jos Duarte, Dr. Luiz Sal. zar
da Veiga Pessoa e Adolpho Henr que Dij
niz. Certifique se.
Consulado provincial
DESPACHOS DO DIA 11 DE NOVEMBBO OS
1886
Antonio cliseu Antunes Ferreira. Cer-
tifiqese.
Jo2o Barbosa Lima, Jos Firmino Ri-
beiro e Pedro Joaquim Augusto Ribeirt.
Informe a Ia secgao.
Bernet & CInforme a 2* seccao.
Barbosa Lima & CA' l1 secjao para
os devidos fins.
Luiz Manoel Rodrigues Valonea.De-
ferido, do accordo com as informar.res.
Joao Botelho do Souza Neves.Deferi-
do, em vista das informacoes.
- 12
Manoel da Cunha BrandSo e Celestino
Carp;nteir9 e Souza.Iaforme a 1* aac-
gao.
Jos Joaquim Alves & C.Certifi-
que-se.
INTERIOR
Correspondencia do oiaro de
Pernambuco
RIO GRANDE DO NORTE-Natal, 8
de Novembro de 1886
3 Conforme snnuncimos por telegraruma, eiaiatr-
con no da 5 do corrente no paquete Espirito Sant,.
o Exm. Sr. Dr. Jos Moreira Aires da Silra, cx-
presdente desta provincia e que vai erercer igual
cargo na de Alagas.
Sua Exc no da 30 do mez findo, passou a ad-
minstaco ao Exm. 2- rice-presidente, Dr. Luir
Carlos Lins Wanderler, rio-grandense datipeto e
cujos honrosos precedentes sao urna garanta s
ordem e tranquillidade publica.
Hoje que o Exm. Sr. Dr. Moreira Aires nao
nosso presidente do Rio Grande do Norte, tensos e
dever de, com a imparcialidade histrica, deaere-
rer em tragos verdaoeiros e tanto quanto noe per-
aittam nossas forcas, a impresso que deixa S.
Exc. na provincia, cujns destinos lhe estireraa
confiados, durante o periodo de 22 de Outubro de
1885 at 30 do prximo passado mes.
Espirito culto, caralheiro de trnto ameno, acces-
sirel a todos que o procuraran e reunindo a tado
isao nexcedirel tino administrativo, S. Exc. sovbe
elevar-se altura devida, at onde nao podero
ebegar os gritos descompassados da pequea po-
ltica de campanario, que, nanitas veses, deturpan--
do intences, disrrtua os melbores actos.
Sempre sobrancero a tudo isso, poude S. Exc.
proseguir o caminbo que sua si consciencia lhe
tracra e, assm, impor-se ao respeito e reneracSo
de seus governados.
Atraveseando umaquadra eletoral, em qne ames-
trados pilotos naufragan) com frequencia, nones
se desviou da senda de seus deveres mantendo-se
no seu posto de honra, deixando completa libera-
de aos partidos, que se debateram nos commicios
eleitoraes.
Avancando esta grande verdade, no recelamos
mesmo appellar para o cavalheirismo dos adver-
sarios que, nao pdenlo siquer citar um tacto, que
demonstre ter S. Exc. feito presso sobre este" ou
acuelle funecioaario, mais ou menos dependente
d'adininistraco.
As urnas se pronunciaran livremente, respeitan-
do-se todos uns aos outros, sem que tiressemos
occasio de presenciar o tratissimo espetacnlc de
rer o eleitor condasir sua chapa com as lagrimas
do desespero, carregados at os doentes, eomo foi
publico em 1884.
O Exm. Sr. Dr. Moreira Alves, tere a gloria de
ver na provincia que primeirolhe foi confiada, uxaa
eleicao perfeitamente livre, sem que ao menos se
levantasse urna reclamaco deste ou daqiree
ponto.
Sempre aollicito em tudo quanto dizia respeito
ao bem publico, S. Exc. dotou a provincia de 6o-
taveis reformas, para o que tere ampia antorisacao
da assembla provincial e ahi ficam os reguiamn-
tos do Thesouro provincial e da Secretaria do Go-
verno, fructo de aturado estudo, tendo nieiado es-
tros trabalhos que nSo poude concluir, porque j
Governo Imperial precison chamal-e aeommissio
mais importante em outra provincia.
Urna das preociipacoes de sen espirito, era
creaf&o de um Santa Casa de Misericordia, a cujo
cargo podesse ficar o H ispital de Caridade, que
mautdo a custa da provincia e certamenie tea
levado ao fim sua generosa idea se podesse ter
maior demora da provincia.
Entretanto melhirou ccnsideravelmcnte o edifi-
cio em que funeciona o Hospital, dando-lhe ora*
e maj vastas accommodaces para o fim a que
destinado.
O Rio Grande do Norte ha de sempre renerar o
nome de S. Exc, registrand o as paginas de sa
historia, como um dos seus benemritos e eom o
resprito devido ao iliustrad-i cavallero que repre-
senta, o inais acrisclado patriotismo e devotumen
to a causa publica e a bem da provincia qne ad-
ministrou.
No mesmo dia em que S. Exc. deixon a adminis-
tracio f.ii-lht;. fferecido, p'r seus amigos poltico
e administradircs, um esplendido baile no palace-
te da assembia provincial, o mais concorrido que
temos visto c que se proiongou at as 5 hc.a da
raxnh
O hoi rado commendador Joaquim Ignacio Pe-
reira. ffereeeu-lh um pr fuso banquete, no di 3,
oude se tro.-aram oa mtis significativos brindes,
sendo stuipro o Exm. Dr. Moreira Alves o airo
das manifests{oes dus Ilustre convivas a quem 8.
Exc. agradeca em phrases npassadas de rerda-
deira commi 5J0 e cora a eloqnencia que todos Ib
reconhecem.
No da 4 do corrente diversos amigos de S. Exc.

I

^-.
I

i

i
nalia


Dtnrfo di* .vri.nnibtuo---Sabbad) 13 de Novembro de ISHfi






s

Joioiii' jin-'-t reeni' > oua eIj c uidd-
itidor J aqunu liteaaae, d*..Mi di izaras* a casa
jo rC;i l-nei. do Dr. Auguro* Ctmti, onde 8..
Ex.-., tvj liiJif'Ui) d *l'aoj e ;>.'! a admi-
^jjtr ii- j ae mi-.Ii (i^i.Ji urna banda
de uns ea, e abi uffer cerm lhe non* requ ssiina
ejeriv u.uhi ti- (jmu, c a pascua 0 canuta de lu.o
(1 ..irosa ui"-cripcio qu- Iba foi ntregue hj
sil i lempo que era lid, por ua dos off ranles
Mi uouie de todos, o uff-recwsaeie ojee se ae-
gue :
I-lin. Eim. Sr. Dr. Jo** Morera Alves 4a
3ilv...
Viin s depositar -aaba de V Esc urna *f
a fren ia pu re taiae ral* intrnseco, mas opa
m lenta, fecunda pato vana- aseral que a emal-
tece.
EIU representa amapnava iacintraatavel de
a adiBira5S.11aiaia do qa-iat>da gratidiu, pelj
a muito q V. Ere. a, fisto eos prel d provincia
d > R'-- Graodt do Norte.
!11 iira anno qne 8. Ex. administra com seas
pp vados talentos e ele vado tino, larga e prove
l -smente desenvolvidas na g-n-ncia dos uego-
cios c -iifi idos, em boa h->ra- a Ma solicitude
pelo patrotic-o gabinete 20 de Agosto, em sua
primvira e escropnlosa escelb*, ao inaugurar a
gituueio c .nservadora.
A provincia do Rio Qraade do Norte, saudou
to auspicioso advento, coa* a aurora de sua
aressurreii; "10.
Agora que o. Exe. feeba a eyelo laminoso de
sut a lmiuiatracao, a histeria da provincia
serv. u-!i:' as mais bella* cosis.
> E us interpretes fiis de s-as sentimentot,
vimos trnecr-lhe na do florales deseas eoroas o
la gratidio.
Pedimos qu-< o aceita eoaao asa prerto de reco
une-! ment, pelos arsigralad. aervess a ella
prestidos, aseguran loque uocorac lo de eada um
dos signbanos deatas liabas, eoato no de todos
os b.ih rio grandenaes da norte, ficaesUmpado
a em trieos iudelevria, o nome de V. Exe., de i-u-
m volto eoin um d s maia nobres aentimeatos, que
s>- aBiubam no coracio hoosaao e que pertcnce
absolalam uto a almaa amisade.
Segu; m-se diversa* aasigeataras dos offjrtan-
* ...
.-. Exc bistantecommovido coa mus esta ma-
aflattaeao de apreeo de eos amigos, agradeceu
MUtn bailo mproviso em que- expressou seus eentl
entos e a gmtidao que cooaervava para com to-
do* os seus amigaos do Bu* Urania do ute, tur
oainuidip r abracar a tod os que se achavam
presente signatarios da o*?'reala, que tauto o
peiih :r-.u.
Na dia seguinte (5) as 4 hars da tarde, embar-
can S. Ext;, sen lo acumpauaado por nuraer-sicsi
aso coucurso de peseoas de ajobos os cr.-dja po-
ltico.
F. o embarqn 3 maia importante que temos vis
tO qi. .
Diversos essalero* coa Ilustras cavalbeiros,
acnm;v>inhar ini a balieira qae cjadutia b. Exo.
at p' rto da barra, on-le sefli r as ultimas des-
ped la;.
Felicit-iinjs a provineta de Alagias pwaue val
ier a felicidad d> ser goveriiada pir to Ilustra-
do cav ilb 010. e de.'ejando a S. Ete. prospera vi 1
geui, au;uri.m s-lbe* um bello futuro ni carreirs
que abracia.
Eata ae pr) '.edendo na Ataaeu os ex unes ge-
laes d- preparat >ri >s, em virtule do njvo decreto
do hoiraio m uistrj dj na^ori >.
Desta vez se p le direr que os exames sao uuii
realidade na proviucia, qu tea sido a tal r.speiti
to mal apreciada.
O r-.-sultado dos exorne* fditos at agir provam
em o que vimos oe dizer.
En portu^uex nereveraa -*e 27. teaio sido ap-
arovados plenamente 7, siiapleaaente 10 e repro-
bad m 9 d-ianlo l de comparecer 4 ebimada.
E ti L tita f rain apar>vilos 11 sen lo 2 appro-
7ios simplesmeote, 5 reptovados, deixando de
7esp>nder a chimtdi 1.
II ij- gero chamadas oatro* ins.-riptos em Li-
tiin .
Deste molo a provincia ergueri seus ereditos.
(llura que tem direito e a atoeidade lucrar sem-
pre.
A emigrKcao de eatadantee este anuo nao foi ta
j-rande como em outras e;ioehas, aendo que a maior
parte vieram da pr .-viueia da Parahyba.
E'para 11 itar que tendo a Parahyba exa-ces ao
asmo tempo que aqu eaigrem os estudantes
para a -trra doe girimuaa,oasnoehamam procu-
rando laucur ndieulo, qne reverte som.-ote tobre
s que o empregam.
O cynisuio dests moco* eh-*ga. ao ponto de dize
icio pesso>s a quea vea* r eooiaeu I a das/Je que
rodagam sobre o grao d babilitacao, quese es
tivessfin habilitado* uio via** de sua provincia,
laaeodo sacrificios etc. ate. -
Era o caso d perguotar qaea c* chamo,1 ?
Felizmente para os bro de oossa boa trra ni 1
repetirn] muito este* paradoxae, parque de agora
em diente bao de er srmpre nata realidade o* exa
es geraes de n eparat .noa, porque este o pen-
tameuto de tedos.
i:\<'iirs~n Imperial
( Jornal do Commjrtio, da erte )
Campias, 29 de Uuiuoro de 1886. Sua M-
gpstane sabio do palacio iiont'm, s 6 b)raa da
ma-iba e viitoi o estabeleeiaeato industrial de
Ai.a Ira&j*. S nda rreehido pelo ebef e cu-
preg -dos da casa, percorreu todo o estabWeenn 11-
to e cxaininou os miebinua)* all fetos. Ha
aesd ; estabelscimei.to 140 operarios, compreh-n-
didos muit-js apieudises.
D'alli foi a casa de Liidgerw nd e sendo rece-
ido pelj ebefe, o Sr. Joao iberinghton e empre-
ados, percorreu e exaa>aon oe traa Ib -s da* offi-
eiuas do fundicao, serrara e pintara. O total dos
operarios de 19 >, dos qua-a 32 alo aprendizes,
asas no acto da visita traoalhtvaa eomeute 110
Sua Migcstade exaiainou deti lamente diver-
sos objectos taOricaios naquellas officinas.
A. terceira visita fui ao eataHelecim-3nto do
8r. Guifierm- Mac Hardy, no qail percorreu,
acjinpmuado p.'lo gereile Joao Rus, as oficinas
de fjudivao, pintura, ferrara e carpintera. O
Cssoai de- 150 op-ranos, di* qua-s 122 brsei-
iros, hivendo no numero t -r.l 6 I aprendizes.
VA depois 4 casa Mac Hu-dy, enle tji rece-
sado p-lo Sr. Joao Simeus, percjrr-n tjdo o esta
bel -cim-iito, em qu traba hna 4 operarios e 10
aprendiz---, sen lo 23 braaii4ros.
que, em dilas graud-'S sala*, r -cebea educaoao
litteraria e aprendem trab 1 b >s de a,ru ha. Vive
este asyio de esm>las, muitaj vez- tirada* pelas
proprias m uiuas, que sahem --nnoip r-dai. O
asjrlo rec be at 30,0 -asass p .bres e toa e-h ;fes d*
familia que pela e lucacao qu 1 all se J, matri-
culam suas filhas e man Jam esm las. Am la nao
ha inulta tempo Sd .Vlagea'.d; rntulm 5X)<000
para eos* pia iostituicio, que tilo bous servicos
Esta. Disem-oo* qne no fim do anuo baverd
le de oajecto* fsrtos peas menina* asylo, no
infesto de obter alguus meios para sua sustem-
tavae.
ahiad* da Saata Casa, Sua Migest 1 le viav
tou collegi* da fnu lia r'erreira, d>r Dr. f rfirio de Ageiar, outr'ora proeurador gral
do* {sitos da faaauda, em 8. Paulo. Alg ins dos 22
alumnos, for.m examioaetia em aritbaHica e lin
guas por S. S*. > Imperador.
U'aili foi Sua Ma^eitade e-ieola Correia de
Mello, suateutad 1 p su coronel Q liria i, cidaiio
que lera prestado ac municipi) muito bjns servi-
cos. Nella ha uint aula nocturna, mintidapila
Sociedade Italiaua C^nfederata.
Depois dirigio-se Sua Magostada ao collero
Caito (ciencia. Desta instituicio tratarei deti-
d-m-ote na s guite carta.
a Voitaudo a palacio, sahio S. M.o Imperador
c m S. M. a Imperatriz r foram ao Hypodromo,
ondo com grande concurrencia, reaiisaram-se cor-
ridas.
Em seguida visitn o matadouro, um eortume
novo, o paasoio publico e recolheu-oe ao palacio,
onde h.-uvti a njite-oi-ep.-ao e maufestacods dos
op-rarios de Ligdcrvjjd, da 8 icedada Italiana
C nfederatae c'I m is las Seta Q indas.
< H je, s 6 horas, nano 8. M. o I-operador e
at s 'J visitou diversos estabjlecimdntos.
Nao pisso ser agir ma>s minucioso ; na se
quinte carta tratarei doe estabclecimentos visita-
dos na tarda ds hintem e no dia de h .jo *.
Campias, 30 de Outubro de 183C."nnci-
piarei trataudo da instituida Culto Seiuncia,
nte-hoatem visitada por Sa Magostado.
Foi a 19 de Malo de 1869 que na camiramu
nicipal se reuuiram diversis cidadaos e elegeram
e itro si urna commissi > composta de Joaqunn 111
mfacio do Amaral, Joaquim Qirino dos saelna,
Joaquim Emydio de Souzi Arauba o Jorge K."ug
para elrbo'ar m as baaes da a^sociicS ; p>
rm em 1873 se polo realisar o nobro pemamea-
to pela perseverante en Tgm d- Joaquim B n fa
ci do Amaral, boje Bar&o de ladaiaiuba, s a 13
de Abril dees-; auno laucou se a piim -ira pedra,
solemnemente i-iaugurado a 12 de Janeiro
do auno seguiute o noli gio Culto Bsienotn Ta-
jo isto, por n que ocorreu deve-sj ais esf rc <
de Antouio r*ompeo de Cimarg 1 q-ie sugerio a idea
da inatituoao s p T >-lla miito se einpouou. Aoe-
zar de ser urna sociedade, na 1 t n os associados
sob pretexto algum, direito diatriDuicaj de di-
videnl-is 1 u lucros p-cuoiarios, reolo 03 beus so-
ciaes e reudim -utos eirpregados --xjlusivameote
ao fin a que se d atina a mesioi s >c ciad-, e no
caio de dusolue-lo o patrimonio do maniwipali lade do Campi las que applicar
os rendnn uto imtnicclo. 0 saernei 1 desi ite-
ressa laucute feiti pelj municipio p ira a cons-
tru .-va do imp irtaute edificio em quj fu acciona O
collegio foi do 133.29269.
EsteeJifiji- offer ce tolas as cjndicej exi
gdis, para la s estab-lecim -n'os ; uvultado o
numero de alumnos que tem f. eq i.-nt idj suas au-
las d-; cnsiui primario e secun lario, ten!) ti Jo j
grande numen approval 1 as bancas ex .minado
raa Ha Faculdado de S Paulo.
'- H1 um imposto municipal de 10 rs. obre
af iugui-8 que reverte '-m b*iaefi*i > doeill-gio,que
boje dirigido pelo Dr. J irge de vl.rand ., qu
muito por elle tem fait -, ahi estab leudo a m nor
ordem e disciplini, tem sete professores e fre-
quentado por 130 alumnos entre internos e exter-
u -8 sendo dcstes 30 gratuitos, 10 iuternos e 20 ex-
ternos. Sui Magestade examin m os alosnos em
div rsas disciplinas e as respostas f ram mtis ou
menos satisfactorias.
Campias oigulba-se e con razii de psssuir
um estab-'lecim-Mito de tal ordem, levant >do e sus
testado pela generosa contribuici d js seus rau-
nicipes.
< Do collegio Culto Sciencia foi Sua afpges
tado palacio e sah n lo c >m S. M. a I np -1 atriz
diiigiram-se para o Hypolromo Camp ne;ro, sen-
do ah recebidis pela directo.ia c a, sr.a do liy.n-
110 nacional, demoran io-se urna hira e aisiotin 10
a um interesa ante s disputado pareo.
O hypodromo cuja raa d-s 1,471 me'.roa, es-
t muito b-m sitalo e di arebibaucada qu
grande descortina se um lindo panoramt.
a E-a grandes concurrencia c h.uvc grande
animscao.
< Uo hypolromo foram Suas Magestades ao ma-
tadouro, imprtame edi*icic ja descript 1 nste jor-
nal, p ir uccaaio da xposicao regional. Sua Ma-
gosta le depois da pjreorrer t >d) o edificio exa
minando o minuciosamente e m >s'raulo-ae satis
feit-i do que via, assistio matanct e declanu
qne o i-ystema nao orresp india a> edificio, acoa-
selhtulo melhoramcutos qae transformassem o
mido -le matar as reses, que birbaro.
a Na visita acompanharam Sua Mag-stade o ad
inimsirai- r do matadouro eo medico Dr. Alves do
tanli 1, estaudo presentes os vereai ires Qeral lo
de Kezendee Ridovalho. Sut Magostado a I-npe-
ratrit nao iesceu do cano como nao deseen tam-
bem no eortume visitado em seguid t por Sua M1-
gestade.
Embira ainda nao concluido, um estabeleci-
mento b-m situado a peq lena distancia do m 1-
tadouro. E' seo propnetano Pelro Arnb int; ha
all aguaem abundancia, excedente machina a va-
por o sao curtidos por -lia 5J c iur s. ;ve ter 122
'auques, 25 pira cal, 72 de aguas atantdas, 16 da
eucascar e 5 para lavad,uro. T--m Uin apparelb'
para fun licao da colla e iceupi 32 operarios, sen
do alguus prefitionaes viudos d> Rio Grande do
Sul.
< O proprietario contratou a compra de todos os
eooros com os marchantes de Campia 1 e outroa
paitos da proviucia,
Falta aiuda montar diversos a. piralbos e ac
bar ua casas para motada d Sah nlo do corta n -, fir.i n Sus Ma^e Passeio Publico, qaa teui u na lu la grata, casca
tas, p-ntes, k-usques e lagos, um graude moioho
de v-nt ejusa qu- se enain'ra emmuitos pontes
Visit iu amia u Club WaC-Htrdy da emprc- da provincia, un pavilbii de ferro, offireei lo p-la
ados das duas casas. Bate ciub recreativo, i casa Lidg-iw-ol, urna pjute taita e off-recida
litterario e benefic-nte, e ana tem ama bibiiolbeca
que agradou muito a Sua Mageslade.
Durante a visita executou a msica do club
colhidas pec Sut Mag-.stade assigoon o livro dos visi-
tantes.
D -st-i estabelecimanto dirig os-; fabrica
de sabio, leos e veUsde Octavio Pacheco e C.
Percorrendo-a, examinou o* mtebinismos e os pro-
ductos fabricados.
Em seguida fu semria p>rvap>r de Fran
eisc > K- u^, e por ultin k fun icj da Vi uva Fa-
kir e Fulii!, que tem 41 operan u e 10 aprendi-
zes Ahi accituu Sua Mageatade urna chicara de
af.
Todos este- estabeleeiaeato* estit muito bem
organisaJ-s ; os macbinism>s sao aperf -coado* e
trabalhi su c >oi muita aenvidal- naquellas offi-
cinas, que represntala o deaenvulvimeuto e o pro-
gresso da iudustria da fljr-seeate eidade.
Saa Mageatada inostrou se muito uttsfeito
com o qu.- bservou e p>ra tala os pripretari-is
ou seus repreentantes nos eatabelecimaut-is que
visitoi t- ve pilavras de aulmacao e de elogio
Acompanharam boas Vlagestade* os Srs. Vis-
eonde de Paranagu, c->n*elba>ro Pr* i 1 B.rida
Parnahybn, Conde de Tr-s R101, ejmmendador
Scraid R senda e outras pesaoas
A's 9 horas v dton Sua Magestade para sua
resid-ncia e depois de alaoear sahio, indo ao Cir-
eolo Itali.1110 U uto que, ea casa p-opria, de bi-
nita appar- ocia e uas a-lbores coa iigoes hygie
icas, sustenta duas escolas, muito (requemadas,
ama para m uin is e nutra para ineuiuas. Sua
Magejtide percorreu o >-siabeteciaeuto e dep>
de ligeiro exame ea portugoes e italiano roti-
roii-ae.
Dir gio se d'alli & Santa Casa d- Misericor-
dia, inaugurada a 15 d Agosto de 1876 p lo
actual Hispo lo Caar. Tem o hospital, leus da
pharmacia e outras-lepen l--ncias, deas euf nut-
rias para 1 om-ns, nma.de cirurgia u out.-a ae me-
dic-ia, urna de cirurgia e medicina para mulb-re~
e criancas, e um asyi > pan. invahd-s. Tm 72
ioent-s. S2om-dicis a o--piral o* D.-s. Qji-
Iherm Silva e M-ira Vaooozcellos. Ha um.
chcara e jardn), mas fisataa, eoeio notou *u*
Idagestado, lugares aprojriado*, para bao ja
aocan-m it'o para agna.
Hi janti da Sauta Casa em asylo deorphio-
meninas pobres, dirigido por tres rma de S.
Jos, esvando incumbid* do servie* do hospital
sito irmis da mesas coaetaei-iade.
< Esto matriculada* uvai* da 300 menina*.
pela casa Mac-Hardy, e um 1 olumua bem feita
I da tij ilos, qut figarau ua expisicii rcgioail.
a O jardim est moito bem comervado e a sua
guarda confiada ao publico, como se em cha-
pas de ferro, collocadas em diversas p .rt- s.
II1 em um ponto do jardn um grande fossil
de. cuj 1 11 une foi ene arregado o Dr. Silva Cou
tinhi, que c 11 isso campinh uro d- viagem.
Suis Mag-stades percorreram o passeio em
todas as direccoes e depois recolheram sa sua
resitencia.
a A' uoite continuou a lluminacau as ras e
pracas. apresentanl esta o m>is bello aspecto
pela affiueucia da pOVJ.
A's 8 horas vi rain incorporad 18, com seas
proprietarios e binda de msica a fr-ute, os ope-
rarios da fabrici L dger.j.,wl e d-pois i|e prolon-
gadas a la naco a do liy 1 11 nacioual, dirigi-se
urna c immisso a Sua Mages'ade, o o orad ir agra-
d-ceudo a hmra da visita feita fabrica, offere-
ceu a Su a M agesta le as armas i uoeriaes f-iudidaa
na tfi-iui, pe luido Ihe que as iac-itassj coao
prova de irratido pres-uga do auguat 1 viajante
no estabeleciinent 1 a que ponencia n. Sua Ma
g ata le aceitando o agral-ceu lo f.;lietou o> pro-
prietari .8 pe 1 estado em que encontrn a fabrica.
a Puuco dep s, lambein pr-ce-lida de urna banda
le msica com seus eataadaites e aeompa-ibala
de ifrauJe numero de colonos da faz-n la das Hete
Qidas, veio a sociedade italiana Confederata, e
o- p ia de mu:tos vivas e do hynoo. ctutaram
maito b-m urna saudayao aos sob raaos e ao Bra-
sil. .Su 1 Magestade agradecen a manitcstacao de
que era onjecto, recbenlo a Imperatriz um lindo
ramo de fl oes.
a Dunnte'o tempo em que cstiveram Si 13 Ha-
g-staties ni gi'io, foram cimprime atad ig po.
irraude ou Lcro de senho'as o CiValhuirus do lugar
e Je t a.
Pao** antes das 10 horas, recilh-nm se Suas
VIagestadas e s s 11 cessaram as mUaicaS, fi
can lo a cida-i-' em s .ceg.
Fica assim completa a noticia de hont-m.
Agora dare c ita do ,|uc h ja s passou, de-
ve id<> diz -r qu 1 Sua M agesta le, das 6 la maihi
a fi da tarto, apenas parou para almooar, e isla
por piuco t -mpo.
a A's 6 h iras, aeompanhado dos Srs. Viscond
de Parauagu/ cooselhairo Prado, Bario da Par
uabvba a (ieraldo R-zende, sabio Sua Maesad
de palacio a dirigi sa fabrica da chapeos do*
-rs Htinp II oc C. Apecar de anua ahi nio es
tarem os operaii s, que sj em numero de 30,
Sua Magestade examinou os machinismos e inda-
giu los process >s seguidos pira a fabricaca d>s
chap 18
< D'ahi dirig i-s-" para o mercado aoti o, des-
tinad! a receb-r mantim-ntos, mrcalo que nada
tea da uotav-l e consisln em 32 quartjs, com
varan la na tiente. N-lla havia apenas om ven
dador da gaim'ias, v ndo de quatre leguas ds
Unte, e que padia por urna galliuha 809 rea, o que
achava caro um morador do lugar, dizealo ser o
preco tunal 5 X) reas.
Foi depois Sua Magosta fe ao novo mercado,
qu amia uaj af concluido : nm diicio boa
oustruJ, de boaita urchit ctura e que tem 148
palmos ea*,'do c 52 de largo, ti na parta
eteraa, toado na externa, dos dous lados, largas
verandas.
a E' dentusado para verduras, peixes e fraeUe
a Poaee ediaote d> Marcado N,vo est o de
psalo d* tixo que Su* Magestade examjuoa. E
ua tspaeo la lrilhuio em trma de tabole-o onda
a populaca Tai depositar o lxo, que all re-
tirado p ir uarroyis.
a Visitou depju Sua Magestade o quirta-ldo
destacamento policial, q 1 > est em urna casa re
guiar, porm afastada do cintro da cidada, com
ibiervou o Imperador, que depois de examinar o
armamento, que estava limpo, percorrpu todo o
edificio
a Do quirtel foi a fabrica do Sr. B-rrimback, a
mais antiga da eidade, oude alea) de examiuar as
machinas apraciou o novo dcspjlpador de Samuel
B.-aves.
O que porm mas attrabio a attenci) de Sua
Magestade e dos que aco-npanb ivam, foi urna
plantado da viuba, que maniou tazer o Sr. Ber-
rimbick para ver quaes as uvas que dio mellur
no paiz a enti) plantal-as am grande escala.
Abi estava o emigraute espiutaueo Antonio
Ezad, natural do Tyrol Austraco, viudo a 4 ou 5
aunia, elle o cncarregado da plautactto, e mos-
trou-se perfeitaineute couh cedor do inister a que
se consagra. C -m a maior clareza e precisa 1 d-s-
creveu as Jffeieutes qualidades de nvas dando-
ihasouome e a procadencia, explcou eomo as
plaiitav e enxcrtava e pir espe 1 quasi de urna
hora conservou p esa a atteucao dos visitantes.
Indicou os meios da que se s-rve pira estrumar a
t-rra e o Sr. co.iselheiro Prado, prometteu mau-
-lar-lhe daas barricas do uosso pbupaodoc-l
para que elle taca ex leiencia e diga qual o resul-
tado obtido. Em relacio nos peeegos, mi.-trou
como os plantava, de modo a cim ellea estabelecer
urna verdade ri cerca p-la direccio que di aos
galbos. A n de 3 K) q-ialiia los de uvas him
es pac > muito b'io apnveitado e tratado J) pecu-
gu-ios, 15') pereiras, micieiras e mutas outras
fructas. Seria de gradda vautagem em um esta-
b.ilecimento xgranomo, o pratieo e mtelligente
Eizel, cuja ex loaica agrada muito fazeulo-sa
co up'ehen i r muiti bam. De Su 1 Mtgestadee
d -s da co nitiva recebcu o Sr. Ezz.-l cimprmenlos
e felicitaco -s.
Ao msel.io a quem visitar Cam as qu a ni -
dcix-3 de ir a> pimir do Sr. Beirimbai-k, h> de
all pissar -Igum tempo sa'isfeito e da la sahir
agralavelineule impressiona lo. Pudessem todos
->s nossss agricultores ir at l e muito teria o paiz
a lacrar.
Da casa Berrimba.-k foi o imperador ao gazo-
iiic.ro, cuja d'scripco sena ociosa fazer, uo em
tanto dre qae a illuminaco da cela 1- que ha 8
ou 10 anuos ira de 350 lampeo s C boj-; d- 780 a a
particular que era da 5 ) casa9 eleva se boje a 1! )).
Segu j-sc a esta visita a da labnca de meias,
propriedude do Sr. J is Farreara Panteado e di-
rigida pelo D.\ Tyjirie Ds>i o propri-tino
que era ma exp;-ie iciaj iill tia'ialnan 12 tan
res c esli empregadas IJino^ .s apromptau lo-se
a'.'i 'J duiias p ir da.. As mus or-lin mas van-
d m se a 4 e a 4i500 a duzia, as ai abo s a lt
o par ou a 7i e 7500 a duzia.
Os rjue visitaram a fabrica tiveram o:ca-ilo
d>: comparar ..s ordin iras qu; ahi a; fabrieam
com as qae ve m da Allamanha e da corte e reco-
nbaceram a s.iperiorid ade diquallas, que o pro-
prietario dissa dea ominaren!-3 meas de iinini
grantes.
Sua Magestade disseque dasejava que fibri
casse a maior qmutidide pjssivt-l d-ssas mcias e
que tola- tiveasem extracclo. D pjis I inin 1
cioao exime da fabrica, ratuou-se auunanio o Sr.
Panteado a proseguir.
Da fabrica de meias foi Sja Magestade de
caf unido do Sr. Antonio Jos da Silva, onde so
trab ilba c 111 machinismos a erf-icoidos, e sa pr --
para tamban fub e retaa-s- sil.
< Em seguida eutrou Sut M agestada na fund-
ca, serrara e carpintara de Pedro Aaderson.
cuja especialidada o faOrlco da mnnhos para
cauua. Depois de ter parcirrido e.examiuada todo
o ctifiuo, demorn se cm examinar um poc 1 ar-
tesiano fa to pelo Sr. A id-rs >u. que sueco m norte-amencaoo na'aralisado. diste que nos E .ta
dos Unidos conhecera bem esi 1 genero di traba-
Ih 1, e por uso tautou-o na sua f abrica e que tendo
ch -gal j a um a profundi lade de 200 pa-m -a d-s-
c..bro aga que soba a 4 ) da altura e elevada
em canos para diversos pintos da.fabrica. A
agua de que todos baberam lmpida e parece ga-
tada
< Em Campias a agua nao bo 1 3 aprov-itada
a idea do Sr. Amersou mu ti gtunara a poputa-
cio.
O Sr. Silva Coutinh-o que se achava pr. sent
e vio am p-daco de ardosia tirada do poco, v rit-
cou qua sa bavia feito im_ojr ante descobarta para
o lugar.
A agua do que se abastece a eidade, co no
disso o mesan engonheiro, tne esca se facil-
111.nte dos pn;os, e provavelmeute, segundo pensa
por ser 1 carnada de ardosia que forma o sjib-solo
da cidada, em declive a a agua boa nio p >der ir-
romper porque esta carnada a impede.
a A perfuracao, teila pelo Sr. Aadarson, trouxe
ao sub solo a agua que a ardosia comprima c em
tal quiutidada que os pocos da vismhaoca que es
-avain seceos, boje a team bastante.
O Sr. Coutnibo est disto tj convencido, que
diese que, se da visita imperial nio resultatsem
oi'tros b-noficios. este bastara.
0 Sr. Auicrsou receb.-u faiicit&ces de Sua
Magestade e de tidos os pr-seo.es.
a Dep ns de t r visitado urna fabrica de farinb a
de trigo, cujo proprietario declarou estar desan-
malo p-r uio ver compensado o seu trabalbo pela
caresta dos fretes, tanta quo ia acabar, foi Su a
Magestade s offi.-inis la Companhia Paulista, que
visitn neonpinhalo p-lo inspector geral H am
ni -ni e chufe dos telegraphos Da vi Is. D -pois de
ter x in nado 01 mtchiais aos que sio dos mus
uper eif ados, da ter assistido a serrar am toro de
uiadeira com um metro da dimetro a ne examinar
doos carros da 2 ulasse, feios as officiuas e
muito bem acabados, retirou se Sua Mag stade e
foi a cusa almoctr demorando-sa apeuas meia
hora.
(Contina.)
KEVSTA DIARIA
1 'latruco.o PublicaPor actos da resi-
dencia da provincia de 3 do corr nte :
Foram jubila los :
Jos Muniz Teixeira Guimaries, fprofessor pu-
blico da cadeira da liba;
Seuh ,riuha Mara -le Oliveira M lio, profesara
publica da cad-ira da Torre.
Foi remov lt Mana frese liana Vilella dos
Santos da cadeira da Pr giica para a da Torre.
Foram uomeaJao prof-ssoras publicas (afecti-
vas :
Da cadeira do sexo f minino de Preguici, Ama-
lia Carolina Pereira Caldas ;
Da cadeira mixta do Mucambo, Nympht M mu
Ta vares;
Dt cideira da I.lia em Birreros, Anisia Au-
gusta do Amaral ;
Da cadeira da Varsea Redonda, Mara Joa
Pe.isoa Ayres.
liiiuriuMilea puliclaes Por actos da
preai l-iicia da provincia de 11 do cor.cute, f-ram
Horneados :
2 suppleote do d-lejjado o termo de Nazareth,
teuente Manuel Tnomas de Almnda ;
Subielegaio do districto de Alliauca do mesmo
tenn 1, Jos B-ruard-ida Amlla;
1., 2 e 3 suppleutes do m-smo subdelegado
Francisco Merteito de Aibuqu-rqae, Deodato Go-
mes F-ircra e Fraaciso-i Pereira Negromonte,
na or lem em que se acham ;
8. suppieiife do subdelegado do diatricto do
Poi; 1 ''^mor-do, do referido termo, Mauocl Joa-
quim d Modo;
2. e 3.' supplentes do subdelegado do dstnct 1
de S. Jiii rtsptista, do dito termo, Jos Luc-na
da Motta Silveira e Cisma Das Pereira da Arau
0, ni ordem em que se acham.
iiuumi'iiio eletiorsil do 5. diw-
trlrttt ertoatuoil Est-mo mforu.ado* qae no
5.'ilistr-cto criminal, compisto das f gu;zias do
Peco la Paoolla, Varsea o S Coarenco da Matta,
requereram para serem alistados eleitores, 401 ci-
dadios, s nio, apenas alistad -s 25, assim distri-
buidos por aquellas freguezias:
Na 1 17. sendo : ser tranaf irid-is de outras
freguezias, seis qne provaram ran la dn .luguel de
casa, tres reuda provenient- d- empnig.o publi ">,
e um renda proveniente de iodaaitra e prli-slo;
na seguuda i, todos transfer i is de ultras fregue-
cias, e ua tere-ira 1, sendo dois transferidos de ou-
tras fraguaras e dois que provaram reuda prove
na ate de aluguel do casa.
Este resltalo fii d-ivi-lo principalmente ao 2
prom-itor pab'ici, Dr Oiveirt Es lorel, que f.i in-
causavel em co oppoi-se a qua fossea alistados pir 111-io de reuda
de aluguel de casa no 5 distncto criminal porto
de quatroetut >s individuos, cuja* preteuydes por
illegae* f-ram felizm-iate tnd-fseidaj
A fa tidado com que proceda** os antecessores
do Sr. Oliveiit Escorel, aoiosarsm a pratiua de
um aoto criioiuoso, e d'ahi aqu-Ue grande numero
da individuos requeren 11 alisiamento !
Cuno a imorausa nio dar regatear elogios aos
fuocciouarios que dolas sio merecedores, registra-
mos este servico prestado pelo D.-. Oliveira Escj-
rel, a qu in felicitamos.
l mpuniii. doe iniii >a urbano* do
Beelfe a Ollnia e Beberltte H.uve hm
lem assembla geral or Imana d-.ara compaohia,
sendo presidida p do Sr. Dr. Praxeles Gomes de
Soma Patanga, e teud 1 compireeido 26 Srs. accio-
nistas representando 1,0)3 accoes.
Foi lida e approvado sem debite a acta da ses-
si>> de Abril deste anno.
Em seguida leram : o Sr. Dr. Antonio Pereira
Simes, gerente e director da Companhia osea re-
latarlo, datado de 1. de Outubro ultimo, e o secre-
tario o parecer da co nmiaai fiscal de 15 do in amo
mes, app.-ovaud 1 as cintas de 1." da Juiho de 1885
a 30 da Juihcdesto anuo, sendo o ultimo appro-
vado sem debato.
Consignar im se nU acta: sob propista do Sr
Dr. Jod Antonio de Al-neida Cuoba, um voto de
lou'or directora e conra ssio fiscal, pelo ex-
celleute molo por qua des-mp-ubaram se dos seus
respetivos deveres; e s ib proposte do Sr. Dr.
Prxedes Gomes de Souza ritan**, on-.ro de pe-
zar pelo fil'-cimento d> director Joio Joaquim
Alves, que Co-npaiihi 1 pir mut.s aun os pres-
tara relevantes s rvicos.
Foram aman as pnpostts approvadas pir una-
n-ini i ada da votos.
Procadeu se o n seguida as eleicas : da thesou-
rciro, que reeahioniSr. Mainel J..s Carn-iro,
e da Cim-nissio fiscil nos Srs Aurelio dos Saoto
l/oim ira, Dr Est-vi Cavalcaiiti d- Albu^uerque
e Sebastiio Lopes Gomtraes.
Fo. marcada para o da 19 do eorrent- a reu-
niio dt aasemblt geral extra-irdinana, que tem
de discutir a retorma d a estatuios.
KomuzameiitoNo da 8 do orrenre.
Segando acto .u de comm 1 licar o ^r. d-legado da
Palmares, f.i apaahado por urna das I .a .iiv .-
do Prolngaloeoto, aiptss.r polo ki o-.notro 14
que fi-a n i eug-iiti 1 P > -l'O >>. > -itquelle term >,
um h 1 iian de c- parda, d ixinlo-o em tal estado
qu- no da seguiute succumoio.
O ficto loi cas lal.
Paquete francs Ora-noque- Commu
nicou-uos o Sr. Auguato Ltbille, ageuie da Com-
pinliia das Meas .g res Maritimes, que o paqa te
francaz Oreioqut, tendo sd 1 eug otado urna
quarcutena da 8 das na I ha G.aii le, 110 Rio d-
l.n-iro, s p>da ticar em P ;riiimbu?o, em via-
gem para s E'irop, n > dia 3) Jo orrente ma*.
rel.i Pin Uliuilt\ nauha ser celebra
da, na igreja de SeOiatiio, ao Vari louro, em
O inda, a testado S. B nclito, qu: cmstar de
misst solemne s 1 l horas di da, celebranli o
Revi hautre da ai e pregan 1> ao Evraugi'ho o
Itevd Fr. Augus'.o da Imiuaculiua Cnccicio, e
do Te-Daim is 7 h -ras da u pite.
ProtVot*en de 1* entrela No
Tliesouro Pi-.vioela' paga-se h je c-asse dos
professires de 1" ealruucjjii, os ordenados do mez
de S tteoriro u ti n 1.
Hi'liiiurlo -Rycebemoi hontein e sgradece;
m >s um exeinplar ol R-ut n-lo da Companhia de
Trilhos Urbanos dr Ricifa a Onla e Beberibe.
apniT uta I > 11 praai lenta da directora, enge-
hairo tivil Antonio Pereira Simo-a. om Outubro
-leste anuo, de aecrdo com o 5 do art. 20 dos
dos Estatutos.
Facisldade de Direito.Eis o resultado
dos actos do da 12 dn crrante :
4 anno
Cirbniano de Aq-ino Fonseca Filh, plenamente.
Joio Adolob 1 Wandarley L as, dem.
Cacac-n 1 H-unques, id-m.
Ciaudiuo Cesar r-icire, dem.
Vlaiuel Ano u Pereira B-rba, id-m
Eutiebio Jarlos da Ca'Vaibo Gima, dem.
0' fioiiio
Augusto Cesar Montenegro, dstiuccie.
Jos Riueiro da Cruz, plenamente.
D mingo.- Jos Marques, ui'm.
Julio Casar Fu talo do Meudonca, idem.
Francisco Tavares (fettoj idem.
Augusto Go-neo d Ala -ida, idem.
Estes receb-ram o grao de bachirel cm scien-
cias jurdicas o sociacs.
Lista namerici dos estudantes qui s?ro
chamad s para prova eteripta no dia 13 do cor-
rente :
jf anno
Na. lb\ 21. 21, 25, 29, 31, 32, 38 70, 77, 90,103
118, 121 142
Supplentes
Ns. 147, 148. 14', 156, 161, 166, 167, 167, 170,
175, 181, 2)0, 208 o 213.
3. mno
Ns. 61, 62, 69, 71, T, 73, 75, 79, 80, 81, 85 e
100.
Supplentet
Ns. 111, 114, 115, 118, 119, 123, 125, 133, 135,
.38. 141 e!43
Os aett oraos do 5" anno principiam s 11 ho-
ra da m anhi.
Esamee de porlatnei Serio chama-
Jos hoj -. as 2 horas dt tarda a ex une de po. tu
>uez os esiudaiit -s inscriptos sob os nnm ros se-
guintes : 18, 19. 21 2'. 29. 33, 31, 40, 42, 44. 45,
46, 50. 51. ;-5. 57 58. 59, 6 1, 61, 63, 64, 71, 72,
35. 78, 79, 82, 87, 89, 9J, 92, 93, 94. 96, 97, 99,
175. <7 e 230
'Kt-saltado dos exames de portugu:z feitos
hoatem :
Mainel Alves Manoel Gomes, idem.
VVcncesio San Juku, idem.
aJlauii 1 da Cocta Ribeiro, appi-ovado simples -
mente.
Frailesco da C uta Ribeiro, idem.
Raym in lo H morio da Silva, idem.
Zicarias CaOral da Vascoue-llos, dem.
Reprovad 08 -ra prova escripia 8
Em prova oral 5
13
Encola Normal-Eis o resaltado dos exa-
mes de boutem :
3.a a nao
Auiistacin Jos da Azevedo, plenamente
D. Cecilia Mana de .Miranda, 1 I in
D. Aunad' II .llanda Cavaic.mte Ucha, dem.
D. aVlaria Julia da Resurn-icio Cruz, dem.
D. Amalia R isa Soares, id-ni.
1.a ana
Joaquim Claudio Pereira Jnior, plenameute.
Mano-1 Antonio de Oiveira Jar Jim, idem.
D. M aria Amalia Ribeiro da Albuquerque, idem.
D. Mara Amelia de Olivera e Si,va, idem.
D. Francisca d 4lm-ei la M-ndea, idem.
Manoel Targino (Leopoldo dos Santos, approvado.
Jovm Homaui 15 om da Araujo Pereira, idem.
II je serio cii.-tmados os seguales alumnos-
m-stres :
1 o auno
Julio Guilherme Hinsem.
Decio )-rdi 1 de Vasconeellos.
l'h-maz ale Cautuaria Pues Ferrcira.
r-'rauci-co Augusto Guimaries,
D. Loe da -lalvnia dos Santos.
D- Pina* Julia -Vives Camello.
D. Mana dos Prazeres Cavalcante de Albnquer-
qui. ,
D. Analia Euphroaina Cavalcante de A buqner-
que.
Club Cario) Ctome*E' hoje que este
Club realisa ai .3 seus saldes o sarao Corresponden-
te a. mes de Novembro.
A juUar peloa atavos que osleata deve ser ani-
mado e coi Cormio.
lula nubiiiluio Assua.io hontcm o exer-
cieio ao aigo de 4ujuiz saoatituto da comarca do
liacif:, d-p>is de ter prestado o respectivo jura
inen'o, o Or. Aut ni 1 Pe iro das Naves.
Tbeairo das Variedades0 espect-
culo de hoje UO Tueatro alas Variedades, pela com-
panhia de .parata eomica, constar das operetas
Le retour du Saltibanque, Le beau Pars e Le
ratoir da dtable. o da seis camionetas peloB Srs.
Vaire e Lso L-ssage.
Priaaelra cuaauakio mm Ollada
Amaubi celebrar-se-ha na matriz de 8. Pedro
Martyr o rocauta acto da primeira c-.mmuuhai d >s
a minos e meuiuts, qu- fraquentaram est' atuo o
eatrifcisno aili prom .vido pelas C inferencias d-
S. Vicente de Paulo d*aqj-lla eidade, son a d.ree-
C> do liv-dm. arcedlago D.-. LuZ FraUClBCo de
-Vraiij 1.
A missa eutrar s 6 \i b iris do di 1 ; prega-
r ao Evangelli-o o R un. Julio M do R-g> 15 ar
ros : e l-igi depois da mise seguir-te hi O acto
da consagracao, la lamba o beacio c;n o SS. Sa-
cramento.
Qu-r durante a missa, quer n serio entmos ao som do harmuniam caticos sa
grados por ilguioas aluionus do Collegio das Or-
pnis de Santa Tb-resa.
Em occasiio opp .rtuua alguiaas s nhoras fari .
a collecta da* esm -las em beneficio dos pobres
soccorndos p-das c .nfereneag.
Vadloe Na Cabanga, 2 distrcto policial
de S. Jos, ba urna sucia de vadios que, qoaudo
por all passam os treos da ferro-va de S. Fran-
cisco, jogam p'lras sobre ellea e iusultam os res-
pectivos pa'sag. iros.
E' preciso qua a polica local contenha esses va-
dios, antes qua se d algn? desaguisado.
Directora da Oras de looserva-
cait doe porto*B iletnn meteorolgico d-
di i 11 de .vembro de 1886 :
Iotas S s 2 0 v Barmetro a U Tensio do vapoi V 0 1 0 a 3 33
C m. 9 12 3 t. 1" 25-8 28'8 294 288 27 3 7&)i 12 761"38 76HH1J2 75ara57 79mii3 18.11 18 77 17.83 17 82 17.81 7.1 64 58 61 66
T-mp-raiura m .xnna 305.
Dila mnimaJ57.
EvajoracaXo em 24 bjras : ao so! 7'1, som-
bra4ml.
Cliuvaaulla.
Directa 1 do vento : ESE todo o da.
Velocidad- mlia do vent 0,lu3l-p >r segn lo.
N hulosi lade media : entre 0,2 -- 0,3.
t'ii do Carplna Oos-rvaiocs ihermo-
mctricas :
9 de NovembroCbuvoso nublado
Therm cent. Direccao do vento
H ras
t
9
12
3
6
9
25 E
26,6 ESE
i E
2..* E
2s,4 E
26 Nullo
Da 10Sai .
6 i" Calmo
9 27,5 E
12 3^y E
3 8 '",5 E
6 2'',7 ESE
9 25 Nullo
Dia 11 iol
6 2l, Nullo
9 26"' E
12 31* E
3 .:> E
i Nullo
l'alleclmenlo-II mt-ni, p la madrugada,
suc-uuibi d-i tutano traumtico ojov-n estulai!'-
Aii'on 1 Teixeira da Araujo D.iart-, fi.ho do Sr.
Oe-e-r.barg 1 I-ir J-t Kan;i3CO Du irte.
Tmb a o fin ido a.oenas 13 aun >s i>i idade e era
a mata lis iiig-ira sp-erainji de seu pai, iiucui
apr-s uti nn p-sam'S
Tbeafr do CaldeireiroSotheatro do
Caldeir.-.ir 1 ha espeetaeul 1 amtnhl.
ninbelro O paquete Mniiftji, tnuxc da
Enr p. para :
H -nrique da Cuuha 1,6iX>
O mesm 1 paquete levon para :
A'agoas 20:00')
t'oinpanbia de e>liflcac6(Mt. Vt5de
Dezembro pr .xiin ', os aici-nistas da Companhia
de E lifieacoes devem recolher ao cscriptori 1 da
empresa, na praca da Concordia n. 9 a 5' presta-
cio d 1 valor de snas actjo -s, na razii de 10 %
Annlaernariofaam hoje 165 anuos que
foi creado o bispado do Pai.
Facada II -ntem, s 6 horas da tarde, na
ra no sol, prximo ponte da f-rro-via do Ca
xang na paro-h a de Sinto Ant mi, trivar m-
8e de rasoe?, p r causa de cium >, Lu!z J. sdaSo
ledade e Arthur Lip-s de Carvalho, a pasa a n lo
vi is de faeto o p imeiro ferio ao segando com urna
facada no lid > esqu-rdo do pe t'.
O ferido, depois de vistonado pelo Sr. Dr. Jos
Jonuin". da Souza, qu consi ier .u grava o fen-
men'o, foi transportado para o hospital Pedro II.
O criminoso foi preso em fligrante,
Beantaee ?."lae* Haamanuias segua-
les :
Do Monte Pi Portugucz, s 11 horas do dia, em
assembla geral, na respectiva sede, para execu-
ciio d > 1 do art. 22 .os estatut D > Club Imperatriz. s 11 h iras do dia, em as-
sembla geral, na respectiva sed-, para neg icios
do m-smo ciub.
Do Moate pi 1 Popular Pernambucam, s 10 ho-
ras dodia, emsess-o magna, na respectiva s ie pat a
comm morar o 3" anniversaro da criacao da socie-
dade.
Da Irmandadc das almas de S. Jos, s 10 horas
do dia, em mesa geral, para eleicic da nova admi -
nistracio.
tlagoa de Balso Es -r-ve o uosso cor-
respondente em 3 do correte ;
Estamos em plena estacio calmosa, a ponto
tio extremo, qua o grao de ca.or aspbixante !
Vs aguas pota veis te n seusivlmente desappare-
ci lo, o que denota, segundo a experiencia de mu-
tos, prxima vinda de trovoalas, parecendo-nos
verdadeiras t es experiencias, cm face da visive'
mudanca que se nota na athmosphera, carregada
de pesiadas nuvens, sendo certo que em lugares
listantes desta termo t a dado boas trovoadas.
D us hs mande para nos.
a Tem bavil-, masmo assim, urna- sollVivel sa-
fra da algodio, trabalhindo as duas bu'andeiras
aqu exiat- ntes, qnotidianamente, no descaroea-
ma'uto odie. A villa, em sua edificact-o lenta,
contina progressivamente. construindo-se b.as
casas de tij dio, sendo, porm, para lastimar qne
p-lo lado da igreja v e la por declinio lamenta-
vel, e digno da mais urgente attencito do Exm c
Revm. Sr. hispo. A matriz, entregue ao maior
abandono, s v em seu recinto, o pastor, quando
ne!I a vai celebrar raramente, as miasas dos do-
ining s e das santos, ou faz-r casameotos de p 1 -
rentes prximos, jiewi previa dispensa.
As autoridades locaes vo iudo bem, cada
urna dallas cumprindo mais 011 menos com os seus
deveres, e a gerencia poltica do estimave! alf res
.Manoel U. Luis de Alboquerqne, na localidade,
tem sido benvola e digna de attenci<>, tanto de
gregos como d-troyannos, e tamb m a de seu
rrspeitavel Sgro, alf- rea aSiq n-ira Mel O.
Chronira eatranselraA agitacao an-
te-clerical na Italia.Do Globo d-- Ma-tr.d.O an-
niveisano di 20 de Setembro, di t em qu entra
iam as tropas italianas em Roma, d-u pretexto
1111111 fe-tu 1,0 -s ante-clericaes, muito mais accen-
tuadas e mais geraes quo de ordinario. O p.'nprio
rei Humberto se associou em certo molo a estus
m-inte-t .cu-s, enviando um tul--g.-am.na de telici-
taeSes < autori lados municipaes de Komi. E i
digno de notar que, em multas cidad.-s importau-
tea, os elementos conservadores se associaram ais
radicaes para conmemorar am tacto da tanta
transcendencia ua hiatoria da Italia.
A agitacao actual causou certa surpreza em to-
da a Europa: tiuha-se julgado que a monarchia
da Italia e a Santa s estavain a ponto de pactuar
una conciliacao duradoura Nio faltavain mot
vos para pensar assim. Desde a el-vafao de L -X .
XLIf cadeira pontifical ambas as postestades
vi>iam em pal, sem os despeitos qne ta 1 frequen
tes erain em tempo da Po IX: tiuha s 1 Concor-
dado, grabas ao bom senso do governo e ao a I-
miravel tacto poltico do papa, em um modas vi-
vendi era ampio espirito de tolerancia, que afTts-
tava at a susp ita de que podessem reprodusir-se
os paseados conflictos.
As eousas, p .rm, mudaram logo : as manif-s-
ta^o-s papulares foram geraes em todo o reino;
pronucisram sn discursos contra os institua s re
igioaos ; ceia-braraa-se mectings, aprescatando-te
de novs na superficie as duas teudencias oppostas
qu batalham em Italia e nos pases do nieio da
por conquistar o espirito publico.
Um don episodios mais curiosos desta campanba
ante elenoal teve lugar em aples; o tacto em
si ui-erno nio tea graude importancia, p .rm me-
H ce s-r referido, porque iuflu 1 as decisoas do
futuro cncavo.
Sabe se que para aformosear a eidade a se es
lio derribando actualmente bairros inteiros oceu-
pados p ir geote pobre. Urnas tantas familias qne
sa acbavam sem domicilio pediram, das antes, per .
mis-io ao municipio para habitar, emqaanto se ra-
bdificaVam suas viveaidaa, um vasto convenio de
freirs chamado a Sap-ema A perm'ssi 1 foi ou-
to ^a la, pnquu est- convento pertencia ni nutne-
ro d a supp midos da accir:!. com a Santa S.
Apzar, porm, da su;.preasi), as religioaas o
habifavam. Era, pon, ton; so desalojti-as ; tnaB
se oppoz a tal acto ale violencia urcebispo car-
deal .>. Felice, que g .a de graude e 1 -gitimt au-
tondide na povoavio, desde que exp os sua vida
na p ca do cholera, e se opp.oxeram tambem os
visiuhos d'um dos bairros pr.iximos, diz -nio que o
conveuto era sagrado porque ea 1799, ...usdias ne-
fastos do reacui ., servio de refugio a03 lbiraes
perseguidos p-lo fanatiami Ja popula;a.
O arcebispo era amig, do g .verno italiano e go-
zava da maior intimidada com a pesaoa do rei
Humberto. Di*ia-se coa fuudamenio que o can-
didato da Italia no prximo couclav seria este
cardeal, o que j tinham coin-cado cert genero
de negoci cues com alguus meinbrus importantes
do Sacro Collegio, para fajar aceitar esta candida-
tura.
O episodio da Sapienza e o protesto do arcebis-
po romperam as Macoes que antes existiam entre
elle e a corte da Italia, sem que se veja nos sc-
tuaes instantes a forma de reatal-as 0 prelado
destja urna leparayio publica ao que julga ser um
aggnvo feito aos seus direitos., aos foros da igre-
ja e ba pessoa; e 11 111 o aoveran u -m as auto-
ridades da aples estio dispostos satisfazel-o
nesse ponto.
A causa deste inovimento aute-cleric il arrai-
ga-se bola do papa fav -r d >s jesutas. Os li-
beraes italianos viratn neste doeumeuto urna espe-
cie de repto laucado do Vaticano s suas ideas, e
receberum protestando as manifestares publi-
cas.
Sendo Leio XIII um dos homens de r< fl xio,
mais cautos e mais habis da Eurbpa, os polticos
italianos perguatam pirque razio elle moveu-se
para rehabilitar a compauhi 1 d- Jess, quando
sabia que a <-ehabiltacio levia proiuzr forjosa-
m> ute os ffcit-.8 que se estio vendo. S.o apira
assegurar uj futuro conclave o trium,oh o d'um
candidato de sua predilecta.!? Sena parade-
uionatr-tr quo io ha conciliario p isiivel entra o
Estado ialiano, inspirado ua liberdade, e a
igreja ?
O governo do re Huinb-rto p?ot*et*e, mostran-
do se firmo ua dof.-za de seus dirrtif, para cap-
tar as syiupalh as dos partidos b-raes e para nio
parecer sn-p.-itu de conniven.-ia com a Santa S
Mea como na Italia predomina um grande senso
p litico,^ uio de esperar que o assuiipto tome
pronorco -s graves.
Uji homem de Estado, o Sr. Spaveota, fallando
ta alias aos seus leitores de !5-;rg..uo acerca do
actual eouflieto, dase quo a cone.liacio nao con-
ven, n< m Italia nem ao Vaticana: a attitudc
hostil di papa prova que elle absolutamente li-
vre, e quanto mais f-rtalece-se em sua hostilida-
ie, m-ih.r f.ar demonstrado que o L-io
XIII, accreseeutou elle, ni 1 intentarjmaia coa-
e.n ,i; 1 u .111 a Irania, porque tal passo seria r ca-
bido com muito desgasta, palos calholies eatran-
g ir s. d -.nd 1 aso talvez entra os ioa>s;ferveiites 1
um bcism a; n.-m o Vaticano, nem ai Q urinal tem,
portauto, o men r iuteresse em que t-sta s-tuacao
tenniue. D vo reconheccr, nio uOstaut accres-
eei.t-au anda, que tal estado di cousas tem sus
perigos, e nio ei 1 certam-ut- 03 menores a iudif-
1 -1 --.ici rcligi sa en ra as massa* popularos e a
ttiffi nidada era que nos v-inos de f rm ir um ver-
dadeiro partido conservador, a
A cortesa com que os homens mus .mants da
unid de di reino tr.tim a gr-ia, oeraitte espe-
rar que as actuaos divergencias nio produzam
graves antagoniain .s.
Os homens polticos italianos sabem que oponti-
ficado tem urna torc iran usa contra a qual oo
podeui I neta: sem damnificar-se a si piuprios.
Urna nstituvio religiosa p.do casual mente ser
destruida por outra, j-imais o ser pelo poder ex-
clusiva- do Estado. ,
Por isso, procedfciido eom c .utelo, deixam as cou-
sas como t'S''. dando ao tempo a solueo d'um
problema que tem todos es traeos da insolubili-
dade.
ttrqucntro de um nnnuncio em Pa-
rdin o fim de aiiuuu.-iar e.u Pars a appi-
riedo de um j ornal qu 1 o Sr. Luis Payrantoat se
pr-po; publicar, desde 20 de Outubro, com o t-
tulo de La ttevanche, Sihi das ..ffiemis do futuro
jornal nina procissiio de individuos, que os fran-
ceses ehamam hom"ns saniteichs. com u 13 gran-
des cariases j>;rcoareudo as ras mais ceutracs de
Paiis.
No cartaz estava desenlie io 3 miqpa da Europa;
no sitio qua oceupa a Abe nintu estava desenba-
do um polvo, deitanii 05 aeus tentacaloa para os
I ad is da Din amare 1. Rusaia e Fra-ii; \.
A franca estava representad! por um soldado
de infamara, cruzando a bayoneta ; a Russia pDr
um co8s ac em attiiu le de cortar o.n o s.bre um
dos tentculos do animal.
Esta apparatosa exhibieio poz cm sobresalto
o pretcito da p.licia, que reeeiou tumultos na
roa.
Em consaquenca disto mimloi prender os
homens-sandwichs e sequestrar ap-uas os car-
tazes.
O Sr Payramont, considerando llegal o seques-
1ro d03 cartas-s, requer-'U aos tibuiaes para que
os cartazes Ihe fossein devolvidos.
O advogado da Repblica, em nome do pref<-ito
da polica, allegou que a medida adoptada pela
auton lade era lim acto admiuistraiivo, que es-
tava aa aleada da alta polica do governo, e que,
quando muito, poda apenas ser objeeto de um
recurso por kbu3o de poder, perante oeoii3eio de
estado.
O advogado do Sr. Peyramont eusteDtou que
ao acto do prefaiti fiitava toda a bise legal, que
o prefeito nio tinba pr.-celido deutro dos limites
das suas attribu 1,-1*0 ;. e que, p ir conseguate, pe-
dia jnstica em noiu- do seu eonstituiute Sr. Pey-
ramont 8 'bre ama questio de propriedade.
O tribunal adiou a sessio.
neoenberta de una IbesnuroA
Deutsche Zeitang assegura que, segundo noticias
de Consta 1 un .pa, ae descubri e n Snvas, dis-
trieto da Asia Menor, um thesouro de grande
valor.
Diz-sa que um tal Kupslyan observou ha tem-
pos, que vanas pesa .as possuam ndu piucas
moedas de cuubo antiquissimo e de procedencia
desconhecida.
Auxiliado por um pastor e com a corresponden-
te licenea, praticou escavanes em diversos pan-
ros, da-sc .brindo finalmente um torra ao templo
eb-io de estatuas ae ouro, com os olhos de pudras
preciosas.
Ene ontrn al.n disto, UUla iiafini i 1 Je de icoelas
de ouro c urna g ande porfi da alfaias da eleva-
Jissimo preci.
O thesouro foi euviado para ConstantinDpla ;
m aa receia-sa que, 3 udo grande a distancia de
S wai capital da Turqua, dusipp ret;a o the-
souro em grande parte, durante a viag-ra.
A ratbedrnl e a Imperairlz da bi-
na.C -uta o Sh'ii-Pao, o j -rual chiuez de mais
importancia que se p-.iblica em Shanghai, que a
imp-ratnz regente deu oidem para a- uegociar a
comora da cathelral de Pikm (propriedade di}
Franca). ..ff rcenlo p r ella a quanii 1 de......
3.150,000 francos ou ris, 1.575:0X> da noasa
m .1 da. A cathedral ni. sir demolida, mas sim
do tinada a o 9c'rvieo publico.
A cathedral de l'i-k n -est situada as visi-
iili.tin,"s do palacio imperial de Sangh 1, e do
cimo das torr- s que possuo pode-se, com grande
d sgosto dos chinezes, v- r tudo que se passa no
recinto sagrado do palacio ia.p-nal. D'este
facto uasceu, pois, a r.solucio da imperatriz ro-
gante.
Im sganle O 77i7aro de Pars receben a
visita da um gigante chamado Winkalm ier, da
ida de de 21 aun -s. e que mede 2 metros e 60 cen-
tmetros de altura. Os ps teem 50 c ntimetros
e as noaos 25, de comprimento.
Seus pas, campi.nzcs da Triedhurgo na Alta
Austria, sio da urna estatura cima do regular,
cora tambem os seus quatros filhos. Eate mesmo,
o gigaute, s depois dos 14 annos que coraecou
a erescar mais.
No hotel, onde est em Paris, nio se pode as-
sentar se nao sobre urna cramela dosuquaio;
durante a noite, approximam quatro leitos para
lie s- estendr-r nelles ao c oinpri lo I
Ueariiberiiis ariietlcae-Ha urnas se-
manas, um sugeito descoono 1 m M .utreui-sur-
M-r, em Franca um qi.adro de R ib'ns, cujo as-
oumpto a Descida da Cruz.
Dse berta anal .ga acaba de ser feita pert*
de Moutraul em Aucliy-1 s-H-adin, n'um m .steir*
fundado por S. Bertino, no aeculo stimo, e hoje
coov nido em igr.-ja parochial T-- .ta se de nm
Van Dyck urna CoUocacdo no Turnio, de qne o
cura d'Aucby tez verificar a autbeut.icidade por
malo de peritos.
No dizer deates o quadro um dos mais bellas
do grande mestre.
1

-.


\
-
1
'

i
I


Diario de PemamlwriSabbado 13 de Novembro de INS6
3



- *
li-il<> :
Hoi* :
Pelo agente Rrito, As 10 1/2 horas, na ron de
Ped o Atf.usj ii 43, de fas-udts, mimosas, ino
veis e vmii jb.
Segunda-rer*
Pelo agente ivJo, As 11 hora, na roa do Ra-
ro da Victoria u. 42, do i-stabtl'cnenlo ahi
sito.
Pelo atj'nte Bur'amaqu. s 11 h iras, no armas-m
do al, ra da Coiic. ie_Xo, de urna Curroca e D)i
mans>.
IVrca-feira :
Pe- agente Brito, As 11 boma, ni ra de Pe-
dro Aff ubi n. 43, de um parte de sobrado n. 37,
na mesiiia un.
Vin fnt'fttre-n. 8'rio celebradas;
fv-euud -ierra :
A's 7 b Tas, na matru de S. Jos, por alma de
Mano-1 de Lima Pigneiredo.
T-rc-feira :
A's 7 1|2 h ras, na matriz de Santo Antn o
por alma du Dr. Antonio ele Matfaibes Lbpitaj a
7 Bufas, no Livrnmento, \>ot alma de Antonio Oti-
lo d- Miranda Porto ; A- 5 1/2 horas, na igreja de
Santa tita, pur alma <1e M-.no-I Luis Crrela.
PanawarelroCb- gados do norte no vapor
nacional Pirapoma :
Luiza Moreir.i Alves, 2 filhos e 3 criados, Dr.
Joaquim Vicente Lemos, Dr. Pedro Velbo, eua
aenhura, 2 filh sel cria-I >, Affonso Saraiva Ma-
ranbSo, Tito Francisco da Silveira Mendonca,
Joo A- de B.rros L'ma, Antonio Jop.quim Vian-
na e saa s. abura, Francisco Petr Celio, Pedro
Paulo Ferrari, Mana Risa de Jess, Beut Jos
de Odveir i Lima, B- mvenuto Carlos, Jo3o Fispo,
jua senhora e 2 ti hos, padre Ricardo (os Brasi-
liense, Mareolino Evaristo, Joo F. de Oliveira.
Francisco Alvaro Silv ira, 1 capito, 1 piloto e 4
marinheiros da barca noruegueme Anna, que fot
abandonada no porto de Ma< au e Ass.
Operncde clrurajlca*)Foram pratica
das no hospital Pedro II, no da 12 do crlente, as
seguintes:
Pelo Dr. Ma'aquias :
Rescelo e xtracjo de esquirolas r!a 7" eos-
tella do lado t-squerdo, indio da por fractura com
minutiva da costella, causada por ferian ntj d'ar
-ma de f >:j <
Pelo Dr. Esteva^:
Extirpaciio pelo esmagador de polypo do eolio
do uter-'.
Pelo Or. Berardo:
Duas pu>illas aitificiacs indicadas por mancha
da corne;..
^Caaa de Delrnro-Movimento dospe-
30S di da i 1 de Novembro :
Ezistimn presos 304, entrarum 16, sahiram 8,
exist Ui 312.
A saber :
Vacionaes, '.'90, muiherea 3, estmngeiros 8, es-
cravos sentenciados 4, pneesiado 1, ditos de cor
rcecao 6Total 312.
Arracoados 271, sondo : bons 61, doentes 10
Total 271.
Nio h ni ve alterara'' na enfermara,
lidle ia do Novembro, ao meio dia, se extrabir a W pars.
da 1.a lotera em beneficio da Santa Cas* J.
Misericordia do Kccife, pelo novo plano appro
v.ido.
No consistorio de. igreja de Nossa Senhora dn
Conceicao dos Militares sir taifa a extracca
pelo tysfc-ma da machina Fichet.
Lu it i a do CearaA 5 serie da 2 loto-
ra d-sti provinei, cujo premio grande de.....
3 0:0003000 seii ix'rahidano dia 17 de Novem-
bro.
Os brietes aebaoa-M A venda ni Roda da F>r-
tuna roa Larga da Rosario n. 36.
tiran < lotera da provinciaA lo
feria em beneficio d> ingenuos Ja Colonia Is-ibe!,
teaj i premio gr .nde 210:0003000, ser extrahi-
Ja no dia 17 de Novembro.
Oa bilhetes aeham-se A venda na Reda da For-
tuna A na L irga do Rosario n. 36.
LoteraA IO1 parte da 1' lotera da provu-
em brneficio da Santa Casa de Misericordia
io Kecif--. peto novo plano, cujo premio grande f
l00:0->X)4'W*,3erAe.tfrahida no da 18 deNovcm-
te, princir andn extracij'o ao meio dia.
Os bilh-.'tes garantidos acham-se venda na
.'asu da t'oituna, ra Primeiro de Marco nurse-
ro 23.
Tamoem achara-se A yenda na Casa Feliz,
praca da Independencia ns 37 e 39.
Lotera xtraordiarla do Vplran-
' ca ') 4. e ultimo s rteio das 4. e 5. series
-lesta importante loteria, cujo maior premio dt
l"i ):0003000, ser ertrahida no da 20 iu Xovcm-
bro.
Achira se expostos A venda os reatas dos bi
m na Caaa da Fortuna A ra Primeiro de Mar?
a 3.
Tambera acham-se A venda na praca da Inde-
dendencia ns. 37 e 39.
fiOtcrla do loA 1 parte da lotera
-i 8f6, do novo plano, du premio de 100:0004000.
ii extrahidi no dia .. de Novembro.
)a bbetes aebam-se venia na Casa da For
roma A roa Primeiro Je Marco.
I'ainb-m acbam se A venda na praca da Inde-
n-.-n lencia ns. 37 e 39.
Loteria la rorleA 2' parte da 2i>1 lo
* -rii. da corte, cojo premio grande de 100:0001
^erA extrahida nodia de Novembro.
Os t.-het- o ach m-se A venda na Casa da For
trina A na l'rimeiro de M.irco n. 23.
rbaai aclmn a na prac da Inde-
pendencia ns. 37 39.
Uaiadonro fulilioForam abatidas m
Matadouro da Cab-i i^'.i 77 rezes para o consume
do dia 13 de N vi mbro.
.do: C rezes pertenceutsa OIiv> ira Castr',
\ C, r 15 a diversos,
Lotera da rorlePor telegrsmma rccebi-
do pi la Casa Fe -z, sabe-se terem sido estes
os nmeros premiados da l parte da luteria 201
extrahida no dia 12 de N ,vin ro :
7.017 100:0004000
7.3,2 20:i00#000
Mercado Municipal de H. Jone -'
movimento deste Mercado uo dia 12 de Novembro
fci o se^uinte :
Entraram ;
-_>4 bus pesando 3.-203 kilos.
1339 kdos dfl peixe a 20 ris 26*780
83 cargas de fonal a 200 ris 14340o
15 ditas de fructas diversas a 300 rs. 13500
Recureos enmes
De Mam-nuuap-lieeo i ente Dr. Pedro Velho
do Reg Meilo, recorrido o juiso. RxUtor o Sr.
uaaelbeirj QitHro* Birros Adjuntaos Srs.
deseinbirladores Alves Ribe'ro e Moateiro de
An Irade. Dea-se pruvuni'nt, unnimemente,
parase annunar a qu-) xa.
De N isar-tb Reclnente o juiz recorrido
Pranciseo Kaptista Espindola. Relator o Sr.
e-iueelheiro Qu-iro B .rriis. Adjuntos os Srs.
desembargad ires Buarque Lima e Tosca no Br-
relo. Negoa se pnvimento, unnimemente.
De B z-TrosReeorrente o juno, recorrido Pe-
dro Soar.'s d- Mendonc*. Relator o Sr. desewbar-
gador Alves Rib> iro. Adjuntos os Srs. d'seoi-
bargadores Oliv- ira Macil e Pi.es Ferreira.Ne-
g u se provimento, un iiiim mente.
Processo de r< sponsabilidade
Cintra o Dr. Vicent.- P, reir do Reg juiz de
direitu interino de Bom Jardim. Relator o Sr.
desumbargador Buarque Lima. Adjuatos os Srs.
desembargado* es Mj iteiro de Andrade e Pires
Ferreira.Julgou-se improcedente, unnimemen-
te.
Appellacoes enmes
De Olin-iaApp- lUne u juiz -, appellada Ma-
ra Joaquina, menor. Relator o Sr. desembarga
dor Monteiro de Andrade.Julgou se nallo todo
o processo pela incompetencia do escrivo contra
is V)fot de Srs. desembargadores relator, Alves
Ribeiro, Pires Ferreira Buarque Lima.
De i ampina GrandeAppellante o juiz-', ap
pella lo Juaquim Vieira de Araujo C'rreia. Rela-
tor o Sr. desembirgador Oliveira Maciel. Man-
dou-se h novo jury, nnanin- mente.
D Gamelleira\ppellaiiti .o iuizo, appellados
JoAo Pedro e Joiepha Prancelina. Kelator o Sr.
desembargador Oliveira Maciel. M novo jury, contra s voto? das Srs. dosembarga-
dores Buarque Luna, Toscano Barreto e Pires
Ferreira.
Appel'acocs civeis
Do Recife App-il inte J.'aquim Mbntciro Guo
des GondiTi, appelladi Virginio Horacio de Frei-
tas. Relator o Sr. desembargad-- Alves Ribeiro.
Revisores o Srs conselheiro Q-i -iros Barros t
desembargador Pires Ferreira. (Presidente ad
h i o Sr. des mbargidor Buarque Li ua.)'Jon-
firmou-se a sent-nr;i, uoauin mente.
Do RecifeAppellacto a unta administrativa
da S-nt asa de Misi ricordia, appellados Joo
Antonio Marques e nutros Relator o Sr. desem
bargador Pires Ferr ira. Revisores o^ Srs. des
embargadores M-ntcro de Andrade e Pires Gon-
calves.Foram d-spreztdos os emb.irgos, unni-
memente.
Di Victoria Appellant-3 Francisco Caratio.
appellado JosA Peixe Biaventura. R lator o Sr.
Constlheiio Araiijj Jorga. R .-visores os Srs.
conselh-iroQueiroz Barros e deserab rgador Buar
que Lima. Confino m se a seot-nca, iiii.irin.!
mente.
Di RecifeAppellaotc Joiquim Jos Ro Irignes
da Cos-a, appellado Joaquim Das do Almeid.
Costa. Relator o Sr cmselu-irj Queiroz Barros.
Revisores os Srs. desembargadores Bu-rque Li
ma e Toscano Barreto.L'ontirmou te a seutenci.
un-inin- mente.
Do ReciteAppellante Mnol Cardos? Jnior,
appellado Luiz Manoel Rodrigues Val nci. Re-
lator o Sr. desembargad r ires Goncalves. Revi
SJrcs os Srs. desembargad res Alves Ribeiro e
conseiheiro Aratrjj J ,rge.Pmm despn-sadoi es
embargos infrin-jentes, unnimemente, o negou-se
provimenfo a a;-pcllacAo contra o voto do Sr. des-
embargador Alves Rib. iro.
Do R-cifcAppellante Ilnrique Ferreira Pin-
tes, appcllauo Mano-1 Elias de Jloura. Relator
o Sr. desembargador Bmrf ie Lima. Revis->r--s
os Srs. desi-tnbargadores Tolano Barreto e Oli-
veira Maciel.C nfirmou-se a 6- atenea, contra o
voto do Sr. desemba-godor Oliveira Muciel.
De GoyannaAppellante Hemique Olympio
Tava'es da Rocha, appellado Dr Desdoro ipia-
no Coelho Cataubo. Kelat r o Sr. desembarga-
dor Pires Goucalves. Revisores os Srs. desem-
bargador' Alves Rib iro e cons lbe.ro Araujo
Jotge.Foram d-.-sprezados os embargos, unni-
memente.
Appellucao commercial
Do Reeif.; .\)i-.'uire 15 rwrdiaa J> c ia Sil-
va Maja, app liada a massa fallida de Motta Sil-
veira (S C. Relator o Sr. desembargador Alves
Ribeiro. R-visores os Srs. conse heiros Araujo
Jorge e Q-ieiroz Barres. Foram despruzad;-s os
embargos, unnimemente.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do Recif-Appellante o juizo, appellado Jo-
s Antonio de Maria.
Ao Sr. des- mbargador Toscano Barreto :
Do pilarApp.-llanta o juizo, appellado Jos
Teixeira da Silva.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De T-iquareting ApjHillante Jos Coostsnti
no de Mello, app- Hada a justiew.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do CaboAppellante o juizo. r.ppelladoa Braz
o Francisco.
Encorrou-se a sesso as 2 horas da tarde.
INDICARES TEIS
5 faboleiros a 200 ris 1*0(0
11 Su-n-.sa2o0is JOfO
Foram oecuoados :
87 1/2 eolonMM 600 ris 16350 '
11 c raparrimentea de farinha a
BOU n'-s. 11 #000
23 dit-j3 de. comida a 500 ris U#600
611/2 ditos -1 legamea a 400 ris 2538 0
1>; dit03 do mimo a. 700 ris 11#2 0
11 ditosde titasuras a 600 ris 63600
10 tai hos a 24 204000
ldilosal4 UWO
A Oveira Castro & C.:
54 (alh s a 1 ris f)30Xi
2 talhos a 500 ris 14000
Deve ter si lo arrecadada neste di
a qnantiude 2184480
Rendiinento dos das 1 a 11 de No-
vembro 2:2074580
F?i arreeadado liquido at hoje 2:4264' 6>J
Prec-is do da :
Carne verde d- 280 a 480 ris o kilo.
Carneare de 720 800 ris idem.
S uno- de 560 h 640 rCm ideal.
ranuha de 11 *20 ris a euia.
Milho de 280 a 321 ris idem.
F- ijo de 500 a 640 dem.
CHRONiCA JUDICIAR1
Tribuaal da iteL-iefio
SESSO ORDINARI A EM 12 DE NOVEMBRO
DE 1886
PRF.SIOKM \ DO ESM. SB. CONSELHEIBO
QINTIXO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do eostume, presentes os Srs. desein
barga-lores era nu.-ne o I-gal, foi aberta a sessao,
depois de 'ida e approvada a acta da antecedente
.-.tribuidos e passados os fetos deram-se os
eguiu;-s
J L O A M E T O 8
Habeas corpus
Paciente .
L-uiu-i Ferreira de Mendonca. Mandou-se
ouvir o juiz de dn-eito do Inga.
Recurso eleitoral
Do Brejo Recurrente o juizo, recorrido R>-
dopian > Florencio de Carvalho Calumbi. Relator
e Sr. drsumargndor Oliveira Maciel.Xegou a
provinaento, unaniur.emente.
PASSAGESS
Do Sr. c.-inseiheiro Fr.-itis Henriqucs ao Sr.
conselheiro Queiroz Barros :
Appeilacao civel
Dj Recife Appellante Jos Alves da Silva
Guimares, appeliu-la a junta administrativa da
Santa Casa de Mis-iicoriia.
AppellacAo crime
App llanto Numerando Fnneiso do Oiivcira,
appellada a justica.
Do Caro n Appellante Pedro Cypriano da
Silva, appellada a jusf ca.
Di Assemb a Appellante Pedro Pequeo
l.iri.cia. ipe iada a justica,
O Sr. conselheiro Araujo Jorire, como procura
or da cora e (irom itor da justica. deu parecer
nos seguintes feitos :
Apprllaces erimes
Do PiancApp llanto o juiz^, appellado Ti
beiio, escravo
Dj L mo-iro em AlagteApp liante Jo3 Pe-
dro Cavalcaiitc, appellada a j'latica.
Do RecifeAppellante Antonio trancifco de
Paiva, appellada a justica.
Do >r. conselh-iro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Li na :
Appellacao commercial
Do RecifeAppe.llan'e Antonio Pinto Oj oiio
ap|R-ll a dos Bailhdrmeu 4 C, succesoree.
Do Sr. desembargadjr lluarque Lima ao Sr.
de-embargador Tojcano Barr. to :
Appellaco crime
De Anadia Appellante o juizo, appeilado
Manotl Jo.quim Pessoa.
Embargos infri.igentes
De Pe iras de Fogo Etrbe.rgantes Dr. Joa-
emburgado Mi-
MMMM
O Dr. Lobo Moscoso, de volta de saa
viagem ao Rio de Janeiro, contina no
ezercicio de sua profis-ao. Consultas das
10 s 12 horas da manha. Especialidade :
operagdes, parto o molestias do senhoras e
meninos. Roa da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio tuudou sea consul-
torio do 2." andar da casa n. 4, a ra do
Barao da Vistona, para o 1. andar, da
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu annuncio inserto na secySo compe-
tente. Residencia a ra Seta de Setem
bro n. 34.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio tue.lico, ra do Bom Jess n. ',
suOrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residoncia ra do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 h iras da roanhS s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
i3es dos orgos genito-urinarios do homem
e da mulher.
Advocado
O Dr. Henrique Millet tem o seu es
riptorio de advog.icia ra do Imperador
n. 22, 1.a andar.
nrosarla
Francisco Manuel d/i -Silva utaiios de todas as cspecialid ^Mticas, tintas, drogas, productos chimic-
i medicamentos homoeopaticos, ra do SL.r
quez de Olimla n 23.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e ojficina de carapino
io Francisco dos autos Majado, caes do
Capibarioi; n. 99. N" oste grinlo estabd e
.:imcnto, o primeiro da provincia n'cste ge-
nero, compra-se e vendo-se madoiras de
todas as qualidades, eerra-se raadeiras de
conta lli-'i.-i, assim como se preparara obrat
le carapira por m&china e por pregos ceu
Oirn0'1""''.
Drogara
Faria Sobrinho & C., droguistas por at-
acado, ra do Marquz de Olinda n. 41.
Castro,) opinou peladispeura -io inspsetor era vista
da inc mpMimhdMde m que se e-dl-e a sendo
advogadoos intereses de urna eompanhia que ti-
tiAff retaedesde dependenn com a repartico que di-
riga, n tnais alista JJ3"* pelas graves acousaxoes
que sobre ctie inspector pesavam e constum do citado
officio Se 13 de Abril de 1881 ^BB terandando por
pedir a uomeaca-i du um mpreg .lo para inspec-
cionar aquella Alfandega, dispensado o inspector,
(que era o baeharel niivino) ,rt>rque as heusac5es
iwntraille 3J^* tallara be n alto para dispensar
qmlquer avtriguaco <&&
Sao estas as palavraa au parecer, que corre im-
presso nos anna s do parlamento onle foi lit a
accoaav*0 P1"! Dr. Basa-ieqnc corre tambero ni
presso em folhetos que forim distribuidos por
aquelle dootor.
E um homem destes, que ousa vir em publico
morder com o seu dente viperino a um em pregado
contra o qual n3o ha a menor qu iza no Thesouro
e bem conhecido na Tbesouraria de Fazenda
desta cidade onde fez o seu tirocinio, como probo
e honesto E' o caso daqudle que rouba, e do
PUBLICUMS A PEDIDO
quim Francisco Vieira de M.-1!
n-el Vieira Bernirdes Jnior.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
rVacmbargador Oliveira Maciel :
Appe.llaco crime
De ItamnAppellante Aot ni) Vieira da Ro-
clia, appellada a justiga.
Do Sr. desemburgadrr O iveira Maciel ao fr
Irsembargador Pir- s Ferreira :
App-ellaces enmes
De Cimbres Appellante Antonio Miguel da
Silva, appellada a justici.
De PaimnrcjAppellante Isidoro Marques da*|
Silvs, nppellada a justica.
Do Teix-.-ira A.ipellanle o juiz), appePado
Manoel Jeaquim da Siiveira e outro.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellacto crime
De GaranhunsAppellante Jntiio T. ixeira dos
Santos, appellada a justica.
Do or. desembirgador Alves Ribeiro ao Sr
caos-ibeiro Freltas Henrique :
Appellaeai criraa
Ds Alsgi do Monteiro Appellante o juizo,
appeliadi Mancel Sev-rini Teixeira da Motta.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. couselheiro promotor da jus
tica :
Appellacab ciime
De Paulo Affonso Appellante Jos Hilario Pe-
reira Frade, appellada a justica.
Com vista s partes :
Appcllacao civel
De-Alaga Ciraul-' Appellante Manoel da
Costa Travasso. appellados Bnto Lyra & C.
distbibdicOes
Recursos eleitoraes
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
De MaceiRecrreme o juizo, rcorndo Jos
de Souz* Lins.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De MaceiRecorreute o juizo, recorrido Cus-
todio da Silvs.
Ao Sr. desembargador Toscuno Barreto :
De Olinda Reeorrente Tbeodoro de Freitas
Chagas, recorrido o juiz >.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Dj RecifeReconente Bi rnardiao Acstriclia-
oo Pertira de Brito, recorrido o juizo do 4 dis
trete.
Aggravo de peticao
Ao Sr. desembtigador Toscano Barreto :
Do RecifeAggravantc Dr. Carlos Eugenio
Duuarcbe Mavigmer, aggravado o juizo da pro-
vsdoria.
Appellacoes enmes
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Do RecifeAppellante Romana, escrava de
Francisca de Atruda, appellada Anna Francelina
da Cuaba.
Alfandcga da Parahyba
Fui obrigado a vir imprensa para protestar
contra urna insinuucao maligna que appareceu
em um dos nmeros deite conceituido Diario
ac.bertada com o manto de eb.;io, feito ao unu
amigo o Sr. Alonso M reir, digno inspector da
Tbesouraria da Parahyb-i; elogio que por si mes-
tr.o se rcvelou ser pharizaico.
Coutci com a r -aposta, mas nunca esperei que
appareesse na imprensa um tangeder de realejo
lio desasado que viesse repetir urna peca j gas-
ta, como a desse reservado, cabalmeute respou-
tlido em urna serie de artigos, que toram puolica
des no Jornal do Recife, por mou fi'ho, e por elle
distribuidos em Mlictos, quj corren) mundo ; isto
quando teve de responder ao que contra elle disse
na Cmara dos Srs. Depu'ados o Dr. Anizio Sa-
ratlel.
E' portanto smentc cin satisfa^ao ao respeita-
vei publico criterioso c sensato, qne venhe dar
um i explica;:!.) d > met proc dimento, esperando
di.ll-o seu julgainnato sev.ro, ntais sompra recto
e justo, permite quera me curvo respetoso, s ;
e nli > para enfreter polmica com homens, que
curtes de sna nulli lado, se envergonbim de assig-
nar o seu noine no que escrevem, ou mandam por
outro esc-revcr, para cobarde e traic*eirament:-
terirem a seu salvo seus adverarios som a menor
renpmsabilidade : piia taes individuos sm-nte
teuho o inais loberano despreao.
Entictauto seria meihor que csse seuhor, qum
qusr que seja que teve verg nha do assignar o
si-u nome, em vez de estar a perder o seu tempo
com banalidadcj j respondidas, traanse de cin-
pr- gar meihor o seu tempo destruindo a grave ac-
cusacilo que na Cmara dos Srs. Deputados teto
Dr. BastSo contra o ex -inspector da Alfandega
da Pura yba, baeharel Silvino Elvdo Carneiro 11
i unhi, na sessao de 9 de Junho do 1S83 ; aecu-
sacao d enmontada t m pecas ffi.i i->s fornecidas
pelo Thesouro Nacional, de e-.ia conducta como
chufe d .quella repartida -; ac.-usac*) que at h y.
ficoii sem dtfesa.
A historia do reservado com *> horas apenas de
aereado na repartijao urna falsidadc de que o
{.roprio anoi.ymos? encarregou de destruir, desde
que ella teve lugar a 18 de Abril,e o officio tem
a data de 30 do mesmo mez. embora so siccorra
ao dito de que o inspector deixou de ir A repart-
cilo logo d pois da posse : o tal reservado h .je
publicj. e pnrtmata ple sor visto e confrontado
pir qu-m quizer ; nelle o inspector fomente affir-
mou que vio : o abandono en que encontrou o
servico externo, irregularidades e defeitos na es-
cripturuedo, mxime nos andamentos das rendas ;
para ente rxaine uo era preciso d'as e nem
horas ; bastawi urna simp'es vista d'olhos ; e
quaitto ao pessoal apenas informou que ulguns
eram acensados J^ vagamente ^^"B J'-' preva-
ricadores, e cuiioa apouta'1 is pela voz publica
como meuibros de firmas coinmerciacs daquella
cidade.
Est- s factos eram aqu pblicos e notorios, e
intclizineutu confirmados u'aque'la cidade por pea
Sons insuspeltas e digoaj de toda f.
Quaniu ao relaxa r.ento daquella repartilo
binia saber se que o seu chele raras vez-s all
appc.recia, e quem entrasse naquellc edificio de-
parava logo ao entrar em urna de suas sal is as
paredes rmporcalbadas de tiuta que pareca jo
gada de proposito para esse fim : viam-se dese-
nbadaa a carvao as im-smas paredes figuras ca
ricatas e a tusivas a peseoas conhecidas im, or
tantea como a do ti lado Ca-tro Na.ies, que all ti
nha silo inspector da Tbesouraria; e para que
nao houvcsse duvida tinh* escriptoCastro do
Uiabo- -, e com-i estas outras que com oe meus
proprios olhos vi quaulo abi estive ; c como fallo
paia us que me coubecem me julgo com direito a
'r acreditado; e disto tambem ple dar te.te-
inunho o Dr. Ayres do Naicunento qu-i all a es-ie
tempo era o presidente, quando teve de visitar
aquella rep-r- icao : em vista doexp.-ato havia
ou na i descouununal relaxamento naqu-.dla repar-
tcAo?
Ora, o pessoal d- urna reparticS-i educado com
tiodiscommunal rel.xamentoacostumidoa ver a-
hir mereadorias s m o previo despacho e paga-
mento dos direit.s, do apeaas o admiuistri
dor daCipatazia, para sua resalv particular, um
recibo dos denos dessat m-rcadorias. poda m.-p -
rar ooufiaufa alguma ao novo inspector? Op-i
blico que resp -nda : entretanto esse Uvro de re
cib.e t d remeltido ao Ministro d-. Fazeuda, que
uenhuma provid ncia tomou !
U n pessoal assim educado, acostuma lo a ver
lan^ar-se foso no archivo da repartico para se
rem devorados tmente os despachos exigidos
pel> inspector da Tbesuniana, qu deviam ser
examinados, em vista de denuncia quo o inspector
(Castro do Diab) havia reo bid > desta cidade,
podia merecer eouanc do novo inspector ?
E' verdade que as cbammas desse incendio ti-
verum a virtudo de purificar um leproso, que sur-
ge hoje de las como urna outra Phenix afrontando
a opini > publica.
E r*e fado isto 'oi infirmado o governc da entii,
b.'in cuno de ouiros muit-s tactos mt-nconilos
pelo inspector Cistro Nunes em oIBci de 13 de
Ab.il de 1881 ; feotes que toram apreciados pala
aotoridade do Thesouro as informacoes que deram
os seus ebefes, em urna longa r sen lia u'ellts ; e
onvido e procurador fiscal (que era o Dr. Azevedo
que persegaiao, vai adiaute gritando pega o la-
dra. .
Tambem nao verdade que o meu filho tivesse
visitado amiudadas vezes %03 seus em negados ;
bem natural que a alguns tivesse pago a primeira
visi'a, e a prova est que nem ao proprio baeha-
rel Silvino elle Ibe pagou a visita que Ihe havia
feito, porque desde logo se julgou incompativel
com a sua amisade; o quem tem vergonba de as
signar o seu nome no que escreve nao tem direito
a ser acreditado, milito principalmente quanio
contestado por quem conhecido e incapaz de
mentir.
Divulirado o resrvalo congregaram-se os ere-
pregados conservaJorej e liberaes, (perfeitos cor-
religionarios), para moverein toda guerra possivel
contra o inspector, tend > sua frente o s chefe ; e procurando acobertar-se com o manto da
poltica, que para todo serve, p>zoram se em cam-
po, considerando o acto do insp ctor como um at-
tentado poltico ; mas contra que partido se pro-
nunciou o inspector, se havia liberaos e conser-
vadores ?
S se era contra os improbdosos e insubor-
dinados, nisto tinham razio; o inspector nunca
se fez all qualificar, e porUuto anenhum dos pir
tidos prest- u apoio, e quando teve de suspender
empregados tanto suspendeu liberaes como con-
servadores.
Para vergonh da nossa civiiisaco crearam um
peridico com o fim i xclusivo de calumr/iar e d--s-
comoor o inspector, O Popular urna especie do Cor-
nano; chufurdaram-se vontade ueise lamagal
unmunlo, empregando a calumnia, e a descompis-
tura mais ras-jada, capaz de fazer corar a peior
meretriz ; o como nao tivcram resposta julgaram-
s.- triumpbantes I
Procuraram aterrar o inspector laucando cartas
auonymas, por buixo da porta, em que ameacavam
de o matar, e como fossera despresadas essas ames-
cas, taziain nppar> cer vultos imite roda da casa
em que morava; a ponto do obrigar o presidente a
fazer rondar noito esse sitio, por soldados de po-
lica, e faz-l-o acompaubar repartico, apesar de
recusa de sua parte.
Mandaram insultar e aggredir em sus nropria
casa, por uro individuo que j4 cumprio sent nca,
armado de caerte e taca, o qual sendo preso p.:la
polica dt-clarou que fYa mandado por ter o in-
spector suspendido a um dos empregados da Altan
dega. Tenho em meu poder a certidilo do auto de
pergui tas feito a esse sentenciado p.>r este fact>,
e pelo que se dizia acerca do risco de vida que
corria o meu filho, fui obrigado a seguir para'
aquella cidade disposto a compartilhar con elle a
sua sorte, dundo assim me'hor occasio ao Sr. Sil-
vino eseusanigosa saciarem sua sede de vi g>.nc*
em mais urna victima
Finalmente, mandaram emporcalhar a frente de
sua casa de residencia com materias excremen-
tosas, e ju'garam-se triumphantes, porque pra-
ticaram esse seto noite, sem que nioguem os
Visse |
A julgar se pelos fictos aqu narrados dir se-
hia que o gr) do civilisacao na Parahyba anda
est no estado primitivo de selyageria, e que a sua
populacho composta de miseraveis boteeuios ;
mas nao, c ntra estes fac'03 protestou a maioria
sensata d'aquclla cidade, e cu cont, no numero
dos meus amigos, parabyb inos lio dis ti netos como
podem ser os melhores dos p^izes mas adiantados
do mundo; sao excrese nciis que spparecein no
corpo social, que c De tudo teve scicncia o ministro de entilo, que
seguud i me constou, quiz t mar providencias enr-
gicas, mis nopdio; porque o finado Visconde
de Souz i Carvalho, com a sua importancia polti-
ca obiteu a necio do governo, e ni nem SO menos
pude conseguir que o meu filhj fosso removido;
pira o que toram impotentes todos os < sforeos que
empreguei : restav-me aconselhai-o que p-disse
demisso, j4 que o governo nao quera ou nao po-
dia dar providencias ; mas lembrei-me que t.-ria a
mema sorte que teve o Sr. Castro e Silva, ,ue a
csse mesmo tempo fra nnmeado inspector da Al-
fenh > a in or c infiane>a no actual ministro da
fazenda, franqnlllo neuard i a ana deciso : com
toa i certeza ojqo ser separado
NSo pude deixar de me rir vendo a qnixotada
com que o anonymo c ncluio o sen artigo ; fiz-
me lembrar o dito de um nosso matut >, a certo
fidalgo que lbe quiz imp o a na autoridade : ol
la-se o matulo para um seu eompanh-irn e diz__
Chico vamos embora. o kvme am de que i besta.
Tenho-me explicado os m ua amigos ; agora
o Sr. Silvino qne me mande icsc :rrpor asee go.
to, crie um novoPopular, e quando en tiver
de ir Parahyba, qne tal vez soja breve, me man
de insultar pelos seos capangas.
Recife, 12 de Novembro de 1886.
Jos Domingues Codeceira.
<|iia o presidente da provincia
Quem bem dispdem do poder
Tem por certo bom pensar ;
Nelle pois debemos crer
Justica e paz esperar.
A-13o nSo mais que sement
Eva trra prodceme,
Nao poda Adi somente
Sem Eva viver contente.
Aqu paro surdo e mudo
M nha musa fi-atiu-j ju ;
A mulher mais que tudo
Deus a fez e a prenden,
CaboNovenbro12.
R. Barreto,
O do cemiterio.
Crime da Thesonrarla de Fa
zenda
Um oficioso, amigo ex corde do Dr.
Eduardo de Birros, thesour-iro da The-
souraria de Fazenda, querendo prestar um
servijo, embora remuntrao'o, no causa
publica, mas alguns individuos, sobre
quem pesa urna bem fundada accusacAo,
encarregou-se do eserever oa Provincia,
urna serie de artigos, com o fim de rao3
trar ao publico, que o thesoureiro o mo-
delo da probidade ; e que tudo qnanto M
colligio e se provou em juizo, tudo quantn
conta do inquerito snbie os desfalqu
suocessivos, nao passa de um embuste, d'u-
ma persegui3o poltica !
o interes8antes e ridiculas as difieren
tes hypotheses formuladas nos ailudiolos
ariigos para demonstracao da existencia
d'utn rou lo (mal simulado.)
Essa fraca defeza ser opportun ament
refutada e o paz ter occasio de conhe-
cer, onde est a verdade, e como se des
rnantellam 03 GASTELLOS construilos
uo ar, pelos amigos e companheiros do tho-
souroiro.
Tudo tem seu tempo : embora a verdade
Inte o lutu muito para triumpliar, jamis
ser sepultada pelo egosmo o mentiras de
una, patronatos e pdoticagens de cutros.
Um crime como se deu no erario desta
provincia, mui grav, e por isso mesmo,
devo str bem apreciado e severamente
punido ; nao se pode ser benvolo para
cora os autores desse crime, que trouxe c
trar um certo dezar aos brios pernambu
canos.
?ode o articulista da Provincia ficar
certo de que nos estaremos no nosso posto
do honra ; nao recuaremos, e s esperarnos
a conclusao da publica ao da serie de seus
i-rtijos, para in.-elarraos a nossa raissSo,
re luziaj^o ajusta proporcao essa tao pil
lida defeza, que parece antes um pedido
de misericordia.
E' necessario, porero, que o defensor
dos peculatorios, compcehenda desde j,
que o crime de pessoa pobre, sem educa
cao, que p5e em risco a sua vida e accom-
iuetta na estrada um viandante, e rouba
mut-s vezes para matar a fome e da fa-
milia, nao mais infamante, mais digno
d-i punico do que o crime eoraraettido por
pessoa abastada ou de posic3o, que no
querendo viver honestamente pelo traba-
fan loga do Para, onde foi encontrar iguaes mise- I it .
rias; contra as quae. teve dearear; pele que 'ho e pe econoi.na, to ve a ./raguesa de se
tambem fc.ffrcu urna guerra encarnicada do bes -! eixar doraioar pela cobija e sem riscos
80..1 d'aqu-lia repartico, a ponto de o obngar a j de vi-la, sem trabalhos apossa-se de gran-
pedir a sua demifsao; fieanlo desempn gido por des cabedaes alheios.
muito temp i mas int-lizmente eu nao tenho for- r\ j _!
tuna e mc filho tem f.n lia pesada, e w sta trra 1ue de.xamos dito apenas um prj
nao seu Alcaide. testo contra as mentiras e subtil-zas dos
Entretanto f-.-rca confes8.ir, os embregados ou ofciosos delensor-'S do thesoureiro.
porqua recciasscm ser pai los o i porque foram Recife, Novembro do 1885.
iicinscihads a ter mideracao, tornara ose menos
insubordinados, e meu filho que nao tinba upoo
de nenhi'.tn do< partidos, abiulonado pelo gover-
no, que com esse acto Ihe tirou toda a torca moral
de que prStisava, para mant r a sua autoridade
d.! chef.', se vio condemnado ao maior lo todos os
suplicios, qual o de sor obrigado a sirvir com em-
pregado! que ni-i Ihe mereciam a menor confiau-
ca ; seus inimigos cncarnicados e que o procori-
vam comprernetter a cada momento : ist horri-
Juvenal.
Ao publico e s antoridades
superiores
Nos abaixo assignados, moradores o eleitores
conservadores do distriito da freguezia da Gra-
ca d'esta cid -.d -. surpiehsndidos pelo facto de ha-
ver o Ilustre Dr. Jos Francisco Ribeiro Machi-
Vel Portant) desde que o governo o nao apoiou I do, procurado de um modo nao cavalheiroso a de
e antes o abandono, somente por sua con'a de- | missao do mui digno subdelegado deste dstricto,
vem correr todas as consequencias, o nio por con- o respeitavel aocio e cons -rvador prestimeso, Ma-
tidochefe, quo apezar da desconsidrracilo que
Ihe disp.>nsavn o governo, anda assim cootinuou
a pedir providencias, e at s remetter documen-
tos comprobatorios do que alleg-iva, sendo que
ama de suas r> presentaeoes foi abafada pelo ins-
pector da thesoiirari, antecessor do acta1, e a
qeem tal vez c nitent me peccati; mas da quem hqe se diz que :
deixou gratas recordaeo'8 da seu talento estra-
n tegico e bellicoso bem feito Ihe s ji para nio
confiar era mouros '...
Collccado o inrpjctor nesta pis c3o o que pidia
fazer? Suspender empregados ? Ja, o tinba fui.
to sem proveito algum ; obstar a que olles nao
praticassem miserias, isto s-ra qoasl que impiasi-
vel, aehando se s o roJeiado de espias, era pre-
ciso que tivesse o dom de poder estar ao mesmo
tempo em t>do a parte, onde foss< precisa a sua
p resee
Finalmente subi a situaca) conservadora, e o
Silvino que se inculca o principal chefo desse par
ti lo naouella provincia, fascinado, e-queceu-su de
que na Thesouarria existe to pesada carga eou-
ira elle que nSo pode deixar de o levar ao fundo;
desde que tenhamos um ministro moralisado a ia-
depanicnte orno o actual : encoraja a sua geu-
te, e tao Icviano que pr p ila c-im i certa e m-
fallivcl a reintregavao do qu elle chama do seu
lugar, sendo demittido o que nelle esta, porque
.18S01 o quer e regulo daqu -Ha aldeia ; e a po-
ore g-nte que o cerca est tj conveiicida d'esse
resultado, quo nao duvida em ter cun) certo e in
f-illivel esse desfeche; o uto^ liberaes, seus alia
dos, ja pelo Diario da Para/iyba que os ampare e
soccorra; c esta c a poltica do Brasil !
F-lisiuenti! desta vez o g iverno eiitnd>'U que
devia t 'araliyba, e o resultado d i exame feito n .quella
repartici veio privar que o actual iu-.peot.or te-
ve r izo quando d tT remes vezes np n m por es'a
medida : as suas reu las augmentara) ousidera-
vel mente I
E' curioso ver a lgica du anonyino ; diz qu-.
aceita, e nao contesta, e a' jara que o lusp-x-or
pedio providencias ao actual iniuisir i da fazenda;
.uiS aceitando ess*s pren cas, cu uo d-llas
que sena Alfand-ga ha/ia miserias, o ins .ectoi
nao pode deixar de ser ci participante ; d u.od
que no pensar do ta! nuouyio o luspvc'or ti-
co nessas miserias, e Souieniu para ter ugnlo de
er convencido deltas pe lio ao g iveruo provnl
cas para que ellas tosse u dse 'O^-rtas, e elle con-
vencido da sua eo-partieipicii i: esta io do t-'r.
Herundio, ou d- algum idiota: aceita as prjini
c.iis por coocluir por um absur t >.
Dis que nao ha joto nem trigo a separar. Fe-
lizmente o joio nio tem d ser sep irado pe -a ti-
dalgas da Parahyba, e aquello que est en.-arre
noil Antonio Ferreira Gomes ; protestamos solem
nemente contra um tal proceJimento, porquauto
nao reconbem oa inesmos abaixo assignados a com-
petencia do Ilustre doutor, para por si s, c sem
ser onvido o Ilustrado eleitorado tomar semelhante
iniciativa.
Fazendo este protesto pela imprensa temos em
vista provar ante o publico o as autoridades supe-
riores a Ilimitada confiaoca, quo nos mcre.-e o
nosso venerando amigo Manoel Yntonio Ferreira
Gomes.
Recite, 6 de Novembro de 1836.
Manoel Jos de Campos Bubosa.
Thomaz Mauricio oe Abn u.
Pedro Bar bisa de Araujo.
JoSu Mauricio de Abreu
Balsanupho da Silva Miudello.
Joaquim G. de Azevedo Souza.
Jos Diniz Batreto.
Felinto do R 'go Barros Pessi.
J is Miguel de Souza Magalhacg.
Fraucisco Ferreira Tavares.
Manoel dos Aojos de Aibunueiq-ie Mello.
Manoel Ferreira Pinto de Araujo.
Joaquim Rodrigu-a Piuheiro.
Firmiiio Fisimo de Azevedo.
Joaquim Jo^ de Farias Neves.
Manoel J .aqiiiin d >s Santos Ferreira.
Antonio Ferr-ira da Costa Piuto
Francisco Torquato Pes Barreto.
Joo Paes Barreto
J iqui u Lucillo de S;queira Varejo.
A lolpbo Augusto Paes Barreta.
Cirios Jos Antonio dos Saitos.
Automa Ferreira Tavares.
Joio Baptista Ferreira.
1 'alisti j is de Mello.
Victorino G .ncalvea da Silva.
L)o nnig 'S \1 .rtiuj de Birros Mout iro.
\S ns. Arthur de Brito Tabjrda.
BalU imir" Eu 1 >xio de Br.to Macedo.
J i. quiia Eug-i'iO FVrein G nos.
Jos llarimo de B.rroi Cavaicante.
los Uwlf io d Silva Carvaihi.
Jo* pura Tneod neo de Albuqu^rque llaranhao.
J iviuo Lylio Ferreira F.u'e
Francisco de Paula Sous-i L ao Jnior.
Ly-Iio P. S de Oliveira.
Jt.qiin Albino Cbag.s e Silva.
Jos Nicolao Forreim G me.
Oa t.u- Poreira de Bnl-i
Christovat' S.uit'Iago de Mivcira.
Izi iro J in i'ereir ..
Autoui- \rco-Verde d M.-llo.
Autiuio T reu.-i i de Carv.liio
Manoel Fraleme GoiiCalve:- Or m.
.-i-b.stiai Augusto Laoi-nlni Luis.
M .o el K. Chrysos'ouio.
gado deste trabalbo parece ja ler dado priuci, io Joaquim d- B irroa Los Waiiderley
a elle, mandando suspender a 1 euipregados Ua
Alfandega; aguardamos o resulta i->, nada de pr-
cipitacoes. ; caa a espada da Justina sibre os ver-
dadeiros culpados, s.minto o que desejo; e
Joaquim da -Silva Neves.
Cl lueutiiiu Tavares Bezerra.
Fabio de Aibuquerque Gama.
Pompeo Yieira Maciel.
Mano 1 NivardeFKrr-tn.-G.iins.
Jo quim Pedro d s (fatuto* It-x-rra.
Joio Lasaro dsKck. Wanderley.
fedro Ptssoa Vritaiau da mira,
O r. flor -i, a a i a
A Provincia, o Ctiaa de atacar a actual e-tut-
Co dominante e de frrir sena adversario-, -ja
como (6i-, alera ra propri raalelicencia, ns>i davi-
na faz r sua a raalt-dtc* iieia alfaeia, Hssoci.n lo-g
a quantos coll. gas enrontra na tima do juruaiism
oliticoa vomitar injiinas e a'aques, pou o se
inipr- ssooaadu co.n n oprocedencra e fraqeezc
destes.
Na ediccao de h.nt-m a victima foi o Dr Mo-
reira Alves, o dgo x-iir-aidente do Ri Graude
du Norte e actual o pr.vine' das Ala^as, e foi
a berdade, irgii opr 4i. rouisa n'aquella, qoem
dtu parte ao piurido ggressivo que fez a cu'< Ori-
dada da Provincia
Nos, que 'mu arorcpanhado os acontecimcntoc
polticos dest- trra, j nos com cica ele i tornes, j
na imprensa, j, finalmente, na tribuna da aii-en-
bla provincial, eoaiprebendemos e txpliciros t
mi vontade do ergio IiU-.bI ao Dr. Morara A.ves,
que em todos est. a lenenu-. foi sempre um :i,lver-
sario temivel e temido; mas a tal circuin-t ecia,
longe de utrenuar a negressio, nos termo-i em |e
f ii ella feita, .o contrario, a desmorali-e, pesqSM
ali-rn de infundado, o que podia ser afeass uta
erro de apr.ci.fi.>, aitpeita e sem gi:ni-rosidada
porque folba de despeitos e de vvi -s nl/j?.
A Provincit repele, eem a Liberdadi- -o Ric
Grande do Norte, que o Dr. Morena ilcej fui
incumbido de fazer e ffectivam nt: f.z *aa u'aquella proviaea, fechando asiim es c-!h-,s
mo-feracio, talvea t-xcessiv, que tem n im 1I9 em
todo o imperio, apeaar da recente uta cilo pol-
tica, que explican i razuavelmei.te ulguica altera-
ci em um oiechaniacoo mal montado, c esquecen-
do-se de que oe seas evrreligionarios dVlli aecu-
saram o vice-presidente qne anteceden ao Dr.
Moreia Alves de nada ter deixado de p, nem por
fazer.
Faz-se esptalo de aecusacio contra o D \ Mo
reir Alves por se ter ansi-ntado algumis rrsea da
capital da provincia, levando-se Ucs auseociaj
tonta de diveriiinentoe e passeos, e au .o ;Lura
a hyp.>thase, v rdadeiro m.tivo, com l-iit- zi do
estado do interior de urna emvincia, c.j 6 ele-
mentos de progresso e piosperidade l soraeaM
que estio. ,
E, q'iHi.d, dorante s situacao transac'a, todet
Os escndalos se praticuvaia uo Rio Gran le do
Norte, es 8'us parcos recuisos pecuniaics eran
malbaratados, lormigavam na assembi provin-
cial leis escandalosas qoe davam de | retente, de
mi beijada, a lia orotegidos fel z.v, as rendas
da provincia, e, periodo itto, esta puosi s mSos
da nova situacio s- 00 crdito e 8 m renda, o Dr.
Moreira Alv-8 acensado de nio haver 1. r->movido
m- ih.-ramentcs duraste sua admimsti-.',*. !
Qje a Libordade, por um tmi.r propii -it certo
ponto explicavel, at crian por ama b: amor ao toirao natal explica, desse ao expedi-
ente da administracao do Rio Graui d 1 Norte
anas prop,rcOes txag-.-rad-s, para pjder c ndem-
nar rpidas ausencias lio Dr. Murcia Alves, com-
prehendese. conce-fe-se; mas que :i Prurseil
finja sentmqu'-lle amor proprio e se encha rJ'aqoel-
la oosofia, :pani ter a so de atirar 11 na Rggrcss&a
o que nao pode deixar de ser eximid) nio.
Nao per tars meios qne os pailid-s Jcvent
combatir os adversarios e se recomue miar para
o reveramento no poder, qne urna c-11 licio
de vida e de n-gnlar manejo das cus. s publicas
na nova forma de governo. Os odios qu-; nao se
contm, os despeitoe qoe nao se domiu un, na ata-
ques sem fundamento, as sggn-SEoes gratuitas 00
desrespeito da virdade, nio prejudicam ts victi-
mas, desacreditan] os nggressores
Felizmente para o Di. Mor>ira]Alves, aeoasabici
nio lbe pooem ser fritas senio nesse tem, e ticar
de p e inalterada o bea conceito que dell j f zea
aquclles que nio de scenbeccm seus tafea tes e stuf
mritos.
Recife, 13 de Nove-mbro de 1856.
Y.
gfiils He eia uinniiii
O nformaute do que pnblicou a Proctel de
hontem e de hoje em sen noticiario, s-b a epigra-
phc cima, penco menos eriterii.so pequeninocommentador das taes neti-i-s. Opublice
ji deve bem c iheeer us socios do Rcba'c alguns
dos quats esercn'aaass na rrovincia j mal dos
mesmos instinctos, ndole e fim que o seu dignt
irmio de imprtnsa.
Nio qairo o nem poseo dar extensa sa'i.-facio C
resposta as cklcndadas ealamniss de que sou victi-
ma, como autrririi.de policial. Est u pcito da ca-
pital e o publico sensato indagar da verdade,
derprezando as calnranias e infamias as mais vil
c tracoiiros raes qae eontinnami ute tenfaao m r-
W- me. Deu palavra como tndo diz o Rebate pro-
vicia a miu rti-ptito e de meus cemmandados i
pura calumnia.
Arrala!, 12 de Novembro de 1886
Al&rea, Joaquim Villarim,
Rio Grarde do Korc
An i:\111 Sr. aviulsiroda jnsll^a
O Dr. Fahio Ct-brai do Oliveira, ?etua
juiz municipal do lirmo de Mai o, nesta
provincia. Km tro s< u termo um cunbade
de noron Pedro Pcreira de Souza (conhe-
cido per Pierre) pronunciado em crime de
f.-riroentcs graves e de rctiste-ntia, e que
e6l indiciado en crimo de tzo pr hibidsis e O Dr. F*bio convive com Pierre, reside
sua csa no silit Aguas Novas a 5 leguas
desta cidade, e trata oapreeiripcJo daquel-
les crimes e nSo d andan cuto a estes !
Os erimes sao de 1880 prra esta parte.
O Dr. Cljnpio Vital, chefe de polica do
Cear'. foi quim pronnneicu Pierre e 8ibe
dos factos.
J a pencos tempes per influencia da
Dr. Fubio foi qui abeolTido no jury, com
esc indi lo Jet Virgclino de Suoz?, cucha-
do tnn bem do Dr. Fabio, e que lora pro-
nunciado cerno um dos nteres forera nrmtdn, feito a. infeliz M; ria Luia
a 3 leguas desta cidade!
E' um borrar este juia!
E pide seto ena alacio? I
Mac-o 1886.
Olinda
Diversas pessoas qne nSo podem str ia-
differentes as grandt-a8 que ainda restam,
embor em estado de mins, neste cidade,
reuniram-se na ata da residencia fio Exnt.
e Ivio. Sr. conego Dr. Luiz Francisca
de Arujo, para o fia de combinarem no*
meios do reparar onsageatoan templo de N.
S. do Carmo, hoja Uo arruinado.
Etndadoa o reparos essen.iios pela
intelligsrte e pratioo enprnhiiro rdiitec-
to, Dr. A. Pe reir Sim3.-s, que do boa
v.mt .de a isto se presin, e est prompte
a dirigir a parte technioa do trab 1II10, fo-
ram eleitas das ciiMiiiia 3 -s : urna ge ral.
oinposta do Dr. H. S. Tavares de Vas-
canoelaM, presidenle, tenante Manoel J-
de Castro Vilkls, aeerttario, padre Julio
M .ria do Kego B.irrua, thesijoreiro ; e ou-
tra b esmolaa, coap-is j d> dse nbirga-
.lor Ji 5o Francia o a Silva rg', presi-
.leiito, Aotoao 'stcvSo de Olmirx, secre-
lario, con->"^ Manuel Joio Gomes, e cone-
go Dr. caquii Or*eni de Arau'p.
K* iommisoVa lr.balbam com estorct
'^ara obter os recarsoa neceas irics -< SiC-
tividade do intente, qne en-prcli.n-leram
e do esperar qoe tmoomttvm apoia e
ma ao (la parta de lo-los *q'< IJf
qua'es recorrern pasa t* t'o pedoso.
Nee sentido vao iriir cirtuLr 3.


ani-
aof
riaBn


4
Diario de PernanibucoSubbado 13 de Novembro de 136


-%





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I
;>-


Elrifao
Dos devotis que coatamam festejar Noaaa
Senhora da Conceijao na ra da Cadeia
Juizes por eleijSo
Fraosisjo Antonio de Albucjuerque.
Faustino Jos da Fonseca.
Henriqua Goncalves Dias.
Juizes por devoro
Antonio Francisco de Ase vedo.
Antonio Vilella da Costa Tavares.
Jos dos Santos Ferreira.
Juizas por eleicZo
D. Mara das Neves Silva.
Esposa do Sr. Pedro Mor aira.
Juiz bemfeitor
Dionisio Francisco Roma.
(Assigaados)
Perpetua Augusta da Suva.
Jos Raposo dos Sant03.
Neos, sernpre os romedios especficos de-
?em er empegados contra oertas moles-
tias, porque multas vezas abatem as forjas
da dosnte e retardam a cura. A sciencia
oderna abandonou essa pratica e aconse-
lha que se sustentem as forcas do enfermo
pola auperalimentacilo. E' por isso que
gao receitadas as Peptonas He Chapoteaut,
o Vinho e a Canserva, contando a carne de
vacca liquida j digerida e perfeitamente
asaimilavel, que o estomago tolera sera
experimentar a menor fadiga.
le* paro medicinal de lisa Jo de
fearaih io. de Marra; de Laamao
as molestias que conJuiem fysica nao ba
tesapo a perder-so com experimeatacis inuteis.
ElUs i* rpidas e as mais das vezas fataes. A
toase que boje s despresa, pode converter-se urna
semana depois em urna pneumenia, broncbtes ou
fysica. 86 existe urn remedio para os casos agu-
dos da molestia pulmonar, quer ella seja chronica
ou roeeata. Tab3 assim o proclama toda a fa-
aldade medica o leo de figado de baealhio.
Porn mister que o doente esteja perfeitamente
seguro e certo que possue o remedio verdadeiro.
Se o mesmi for o oleo puro medicinal da figado de
baralho, de Lsnman & K;ino o doente nesse caso
tora a melhor prepsracao possivel do pulmonico e
mais seguro e etficaz que se conhece.
Laamaa & K-rap empregam agentes peritos que
residem as pescaras, os quaes es colbem para
eate fim, os ligados saos do peize mais fiao que se
coito nos bancos da Terra-Niva, delles se extrahe
o oleo emquanto esto anda perfeitamente frescos,
depois de concluida a operacio torna-se tao
transparente como mbar ou crystal.
E' o melhor especifico moderno no seu estado
mais eficaz e nao tem igttil nos casos de tosse,
resframeatos, astbmi, anginas, infUmmicao dos
pulmoei e bronebios, debilidade, emmagrecmento,
todas as mais eoferinidadcs que te-mmam em fy-
sica oa na atf:c,So tuberculosa confrmala do
Ja
Acha-se a venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Foster 4 C,
roa do Commercio n. 9.
Os viajantes tanto por mar como por trra fara
etapre bem de levar comsigo ama garrafa do
Kar*e de Vida, de Beater *'. Cjr-
rige os desarraojjs do systema causados pela falta
de regularidade as comidas, mudanca de agua,
falta de somno e enj, e abrindo oappetite d vi-
gor ao estomago bem como s faculdades mentaes.
Cara as enfermldades do figado, rins e bexiga, e
ss istcoamodos especiaes do sexo feminiao, e bjm
assim as dores as costas e cadeiras que de taes
meommodos resaltam. E' decididamente o melhor
de todos os poricadores do sangue e elimina do
Tatema todos os bnmores nocivos.
Dr. Juio Paulo
MEDICO'
* Especialista em partos, molestias de senhoras e
de enancan, com pratica as principaes materni-
dades e honpitaes de Paris e de Vieana d'Anstria,
fita todas as operacjs obsttricas e cirurgicas
^acementas as suas especialidades.
Gouaaltoro e residencia na ra da Bario da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consulta' das 12 s 3 horas d Urde. Tcle-
ia.467.
Conceic
Foi Tel z!
A' Sra. Rosa Maria da Conceicao, cos-
tureira, moradora em Pelotas, (Rio-Grande
do Sul), ra Goncalves Chaves, em
1877 aohava-se, fazia dous annos, perse-
guida por urna toase atormentadora, acom-
panh.ida de dores no peito e as costas
respiracao embarazada, debilidade em ex-
tremo e finalmente com todos os sympto-
mas de fysica pulmonar.
Durante todo esse tempo usou de tudo
que a medicina aconselba em taes casos,
porm nenhura proveito colhia e a enfer-
midade segua sempre o seu curso fu-
cesto.
Um dia lembrou se toro .r o Peitoral de
Cambar, e foi tao feliz qua em pouco tem-
po restabeloceu-so gozando boje a mais
vigorosa saude (Ve le o folheto que acoio-
panha cada frasco.)
nicos agentes e depositarios geraes em
FernambucoFrancisco M. da Silva A C*
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudo seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 roa do Bario da
Victoria, para o l." andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia s 3 horas da tardo. Residencia
ra Scte de Setembro n. 3 A.
Clnica medico clrurglca
DO
1
I
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senboias e
criancas.
Residencia Ra da Imperatriz n. 4, segundo
andar.
Leonor Porto
Rna do Imperador u i.
Primeiro andar
Contina a execntar os mais difBceia
figurinos recebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicaode costura, em bre-
vidade, modicidade em pracoj e fino
[gosto.
Licor depurativo vegetal iodf'o
j DO
Medico (Quinte I la
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de to grande fama infallivel na cura de todas
as doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumatica
e de pclle, come tumores, ulceras, dores rheumati
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das c chronicas, cancros syphiliticos, inflamma
cSes visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assim como na alopecia ou qu~da
do cabello, e as doencas determinadas per satu
racao mercurial. Do-se gratis folhetos onde se
encentram numerosas exp jriencias feitas com este
ejpecifico nos bospitacs pblicos e muitos attesta-
dos de mdicos e documentos particulares. Faz st
desconto para revender.
Deposito em casa de Paria Sobrinh. & C.
Ra do Mrquez do Olinda n. 41.
LOTERAS DE AL1G0ASa
Pede-se s pessas
quejogam nesta lote-
ra que procurem lr
o que escreveu nos
jornaes da mesma pro-
vincia o Sr. Joo Al ves
Este ves, guarda-livros
do thesoureiro das
mencionadas loteras,
e, por esses escriptos,
podero julg*ar da li-
sura que existe na ex-
tracto desta mesma
lotera.
Um quejogava.
Dr Paula Lopes II
De volta de sua vitgem & Europa, rea-) I
bri seu consultorio ra do Marques de\
Olinda n. 1. I
Especialades : Molestias de creancas 11
i nervosas.
I Tratamentos pela electrecdade (Elcctro-
tberapia).
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Dr. Mo Me
Medico, parleiro e operador
Residencia ra BarSo da Victoria n. 15, 1 andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas da manba s 2 ^
tarde.
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fina55es com todos oa aperlecoamentoa
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mesma firma de C. Heckmann
C. e San Ignacio n. 17.
tilicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEDIO
Para nforraa$5es dijijamse ai
Pohlman &C
Ionio n. 10
EDH
BEGLARACOES
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que no dia 15 lo carrente, pilas 10 horas da ma-
nb3, paga-se no Arsenal de Guerra a folba das
costureiras, relativa segunda quinze;ia de putu-
bro ultimo.
Thesouraria do Fazenda d3 Pernambuco, 10 de
Nnvembro de 1886.O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
chamados a qualqiier hon
Oculista
oculista
,
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
X. 4. Todos os ,ue[tm tomado a Emulsilo
JeScott, reconhscem a sua superioridade
obre os outros remedios empregados at
boje para a cura da tisica pulmonar, eacro-
tulso, racbit8, anemia e debilidade em ge-
ral. As suas virtudes sanativas e reoonsti-
Jatirt<,a s.o maravilbosas.
Dr. Mattos Barreto, ex ebefe da cliin
ca de o!h>8 do l'r Moura Brasil e da
policlnica geral do Rio'de Janeiro e me-
dico sggregado do hospital Pedro II
desta cidade.
Consultorio, roa do Impera ior n. 65, 1-
andar, das 12 s 3 horas da tarde.
Residencia, Cao.inho Novo n. 159.
As opera(oes sao feitas sem dor,
meio da cocana.
Consultas e operacoes, gratis aos
brea.

!
{}
{}
I)r. .{alunizar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
criancas, dos orgos respiratorio das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
or i da capital.
AVISO
Todos ^8 chamadas devem ser diriga
dos pbarmacia do Dr. Sabino, ra do
liaro da Victoria n. 43, onde so indicar
sia residencia.
"iTciiolll
ni ni< o
Tim o seu cscriptorio a ra Duque de Ca
zias n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta
'ora em diante em sua residencia ra da Sae-
ta Crnz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e (-riancas, telephtne n. 326.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Recife da
provincia de Pernambuco, m Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tivercm que findos os dias de pregues
pracas da le e na audiencia deste juizo do dia
13 de Novembro prximo vindouro se ba de arre-
matar por venda a quem mais der e maLr lance
offerecer o bem constante da avaliacSo do theor
sefruintc:
Urna casa terrea n. 3 a estrada da Tamarinei
ra, medindo de largura 10 metros e 80 centme-
tros e de comprimento 15 metros e 20 centmetros
com 4 janellas e 1 perta de frente, sendo esta no
centro, 2 salas de frente, 1 sala de jantar, 1 sale-
ta, 4 quartos no interior, corredor no meio, cosioha
fra, mais 1 quarto alm da eosinha, com 2 janel-
las e 2 portas do lado do sul e 5 janellas ao norte,
cacimba, um pcquei.0 sitio com algumas arvores
fructferas, cuja casa ainda est por acabar, ava-
liada em 4:5005.
E assim ser o dito bem arrematado por venda
a quem mais der e maior Unce offerecer para pa-
gamento do principal, juros e custas da execu-
co civel que a Muncel Duarte de Figueiredo c
sua mulher move por este juizo e cartrio do es-
crivao que o presente subscreve Manoel Pernan-
des da Costa.
E para que chgue a noticia a todos, mindei
l'as.-ar o presente edital que ser tffixado no lu
gr do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos Ib
de Outubro de 1886.
En Felicsimo de Azevedo Melle, escrivao liz
i-.-crcver e subscrevi.
Recife. 19 de Outubro de 1886.
Jcaquim da Costa Ribeiro.
IRM/VNDADE
DAS
Almas da matriz de S. Jos do
Recife
E L E I C O
De ordem da mesa regedora, convido pela ter-
cena vez a tolos os nossos raaos a comparec!-
rcm em nosso consistorio nj domingo 14 do cor-
rente, s 10 horas da manba, afim de reunidos em
numero legal de mesa geral, proceder-su a elei-
c2o da nova admiaistracSo desta irm-iudud; no
anno compromissal de 1886 87.
Consistorio, em 12 de Novembro de 1886.
O secretario,
Franciso Valeriano A. da Fonseca.
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. inspector desta repart-
cao, faco publico que no dia 13 Jo correrite mez,
paga-se a claese de 1 enfrancia de professores,
relativamente ao miz de Setembro prximo pas-
sado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
uco, em 12 de Novembro de 1886.
O escrivao da despesa,
Sil vino A. Rodrigues.

De ordem do Sr. Dr. inspector geral, declara-
so ao professor contratado Jos da Vera Cruz
CampBS, da cadeira d Quizaba, que por acto da
presidencia de 8 do crlente foi esta tranferida
para o lugar Parnahyba, sem prejuizo do referido
professor, e se Ihc marcou o praso de '0 dia;, a
contar daquella data, para tomar poese e assumir
o excrcicio.
Secretaria da Instruccao Publica de Pernambu-
co, 12 de Novembro de 1886.O secretario,
Pergenlino S. de Araujo Galvao.
I
por i
po
Aviso
COMERCIO
Consultorio medico-
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 annos
de escrupulosa observacSo, reabre consal torio ns-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crus
n. 23, l. andar.
lloras de consal (as
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser encontrado no
sitio" travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
fo esquerda, alm do porto do Dr. Cosme.
*%cira oBAYuor.Mo 2 a 11
dem d 12
< o tu me re al de
buco
Pernam
fiCIFE, 12 DE NOVEMBRO VE 18S.
As tres horas da tarde
CotacSts officiac
Algsdia deMossor, 1> serte, 6*300 par foTsos,
faontem.
Ote Vs dito mediano, 5J3C0 por 15 kilos, hontem.
Dita 4e 4ito 2 sorte, 430O por 15 kilos, hontem.
Casasca sobre Lisboa, pagavel em Londres, 90 d/v.
22 d. por. 1 i.
GsasM sobre l'ur, 30 d/v. com 7[8 0/0 de des-
cont.
sobre dito, 60 d/v com 1 5/8 0/0 de descont.
' i sobre Londres. 9J d|V. 21 15[16 d. e do
banco 21 13/16 d. por 1J.
Oa sabr dito, 60 d/v. 21 3/4 d. por 1*000, do
banco.
Di* sobre dito, vista, 21 9(16 d. por 1*000,
do banco.
Cksnbiesobre o i'orto, vista, 147 0/0 de premio
da banco.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. O. Alcoforade.
lENIMfiNTS PBLICOS
Mu de .Novembro de 1886
ALFANDECA
4:863*285
652*766
5:522*051
AoEta suacc.
Oe2ill
'r.-m dt 12
oviactib
eiun
Ueat i< 12
Tc'.a
348:428*407
23:949*953
73.246j334
4:591*9(52
tu O. 2 a li
'* de 12
Owerxaao Pbotkcul D- 2 a 11
U-a di 12
461:378*360
'7:838 4356

3:21G*71G
17 858 611
6a9*iHK)
18:452*976
6:469*355
212^110
6:681*165
DESPACHOS DE 1MPORTAQAO
Vapor inglez Delamare, entrado de Li
verpool em 41 do corrento e consignado a
Saunders Brothers & C., manifestla:
Amostras 4 volumes a diversos.
Armas 3 caixas a Ferreira GuimarSe.-
Arcos de ferro 110 feixes a Wm. Hal-
liday & C., 101 a Vianna Castro C,
92 a Mirando Souza, 20 a Res & San-
tos.
A50 7 feixes a Vianoa Castro & C.
Alaiste 10 saceos a Sjuza Bastos, Amo
nm & C.
Alca trio 20 barris a F. B. de Andrade.
Biscoutos 9 caixSes a Jos de Macedo,
10 a Domingos Ferreira da Silva & C-
ProvisSo 1 fardo aJoE a. da Silva
Santos.
Barras de ferro 201 e 11 feixes a Mi
randa & Souza, 210 a A. D. Carneiro
Vianna.
Cha 21 grades ordeno, a Fernandes
& Irmao, 5 caixas a Paiva Valente C
Barrilha 200 barricas ordem.
Cidra 20 caixas a Domingos F. da Sil-
va & O-, 15 a Rosa Queiroz. 10 a Ra-
mo & C.
Cabos 65 rolos a Beltrao & Cosm.
Corrcotes de ierro 3 a C. C. da Costa
Morcira, 3 barricas a Ferreira Guimar2es
dC.
Chapeos 4 caix3es a Samarcos & C, 3
a Maia Irmao & C.
Cominhos 5 saceos oriiem.
Caiyados 1 caixao a F. Barros a C,
3 orden, L a F. R da Silva, l s Per
nandes & Ir.u2o, 4 a Albiuo Cruz & C.
Campeche 6 barr-jai a Antonio Jjs
Maia C.
Cofres de ferro 4 caix3js a Wm. Ilal-
liday C.
Cerveja 20 barricas a Domingos Fer-
reira da Silva & C.
O IIr. K. Ooslan Bonact ledico pela
Faculdade de Medicina de Paris.
Condecorado com a meialha dos hospitaes.
Socio correspondente : das Academias da Med
cia do Rio de Jnueiro e de Barcelona ; da Bo-
ciedade de Medicina p-atica de Paris e da Soci-
dado Francesa de Hygien>-, ex-director do Muxe
AuatomoPatolgico da Faculdade de Mediciu
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu
blico que durante a sua estada em Pernambuc
6ca a disposicao dos doentes que d^sejarcm bon-
ral-o com a ana confianca.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tardt
ra do Mrquez de Olinda n. 51, 1.* andar: na
hospedara de D. Antonio (Caminho Novo).
Especialidades : moleutias das vas respirato
ras coraeao, estomago, liga lo, etc., molestiae
nvas, o syphilittcas.
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio ra do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia i 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Canos de ferro 10 feixes a Ferreira
Gumaraes &C, 34 a Samuel P. Johns
ton C, 18 a F. V. Smidit.
Cobre 107 volumes a Ferreira Guitna-
raes & C. 31 a Wm. Halli lay & C.
Canela 5 caixas a Domingos Ferreira da
Silva & C.
Elstico 1 caiza a Gomes de Mattos d
Irmao.
E-icerados 1 caxao a Ferreira Guima-
rles & C.
Estapa 10 fardas a G. de Mattos Ir
mao, 4 a Narciso Maia & C, 27 a Ferrei-
ra Cascao Filho, 42 ordem, 10 a Ju
lio & Irmao, 20 a Luiz Antonio Siqueira.
Esleirs 10 volumes a F. Gurgel de
Amarsl & C.
Fogarros 100 a Wm. HalliJay & C.
Foles 10 a Antonio R>drigues de Sou
za d C
Fio 6 fardos ordem.
Fumo 2 caixas ordem.
Folbas de ferro 20 a Ferreira Guina-
riles C-, 12 a Miranda & Souzn, 13 a
Res d Santos.
Perrsgens 9 volumes ordi-rn, 4 a Pa
rente Vianna dC, 3 a A. D. Carneiro
Vianna, 12 a Ferreira Guimaraes d C,
7 a Games de Mattos IrrbSos, 18 a W
Halliday d C, 2 H. Nuesch d C, 1 a
Medeiros d C, la Antonio Rodrigues de
Souza d C, 28 a Res d Santos, H a
Miranda d Suuza, 36 a Vianna Cnatro
d C, 7 a Sauuel P. Johnston d C.
Formas para assucar 14 gigos aos her-
deiros de Bowuian & C 20 a Samuel P.
Johnston d C.
O cidadSo Pidro Barbosa de Aranjo, subdelegado
em 'xerciL'io do 2- districto da freguezia da
Qraca, em virtude da le, etc.
Fhc-j saber a qu.-m interesssr possa, que me foi
iifnguc por Constantino Jos do Mello, morador
ua cktrada de Beleo, tres cabras e um cabrito
(b:ch>), cujas cubras ap,.r< ci-iam amarradas em
seu sitio, e por isso cntregiva a esta subdele a
ca, c cou.o ba mais de quinze dias que Ee acham
depositadas, faco o presente edital para quem com
d-r-ito ti ver, privando e pagando as despezas, Ihe
sero entregeet.
Eu Joaquim Clemeutc de Lcii.o Duarte, escri-
vao, o es:revi.
Subdelegacia de Belim, 7 de Novembro de 1886.
O subdelegado,
Pedro Barbosa de Artejo.
Juizo dos fei'os da fazenda na-
cional
Escriuao R go Barros
Por inte o Sr. Ur. juiz substituto des feitos da
fascuda Alvaro Barbalho Uchia Ca vallante Ju-
uior, se vender em praca publica no da 19 do
corren t mez, pelas 11 horas da man ha, depois da
audiencia, os bem srguintes :
O dominio til dos terrenos de marinha ns 87 II
sito ra da Saudado e 87 I, ruada Unio, per-
tencent-'S a Rvsa Candida Guedos Alcoforado a va-
llado cada um va, 200*.
A casa terrea n. 70, ru* dos Guarar.ipes, sita
em terrenas de marinha, pertenceoto a Manocl
Duart'.' Rodrigues, avaliada p^r 1.-500*.
O dominio mil do terreuo de marinhn, llagado,
n. 240, sia ra de Santa Rita (freguezia de
S. Jo), com alicerco de tijMo e cal junto a casa
n. 101, olhaujo para a ru* d^s Pescadores, per-
teucente aos hurdeirss da Ant mo da Coat Reg
M iteiro, avaliada por 80*, sendo todos os bens
m-ucionadoi p'nhoradon e vendidos pira paga-
mento do foros devdos a fazenda nacu nal e custas.
E pira constarpaesou o presente que assigua o
juiz.
Eu Jos Francisco do R go Barros, escrivao
a escrevi.
Alvaro Barbalho U. C. Jnior.
De ordem do Sr. Dr. inspector geral, declara se
s profesoras Generes 1 do liego Medeiros Caval-
csute de Alboqucrque e Francisca Mana da An-
nunciacao, est da segunda cadea de Afogalos,
c aquella da de Pao d'Alho, que por acto da pie
sidtmcia de 8 do corrento, concedeu-se-lhts per-
missio para permutarein as cadeiras que regem,
e Ibes fea marcado o praso de 30 das, a contar
daqueila data, para tomarem p >sse e assumr a ex-
ercicio de suas nova3 Cadeiras.
Secretaria da instruya" publica de Pern.mbu-
co, 12 da Novembro de 18:6.-0 secretario,
Pergentico de Araujo Galvao.
Possc de cadeiras
De ordem do Sr. Dr. inspector geral, declara-se
aos professLit-s Francisco Lucio de Castro e An-
tonio .Martina de Oiirera M ichadi, este da ca-
doira de Santa Cruz de Sitios Novos e aquellc da
do Bnjo doi Pidrcs, que por acto da presidencia
do 8 do eorrente, coneedcu-se-lhes permissao para
permutarem as cadeiras que regt-m, e Ihes rica
mareado o praso de 60 dias, a contar daqueila
da;a, para tomarem posse e assumir o execicio de
suas novas cadeiras.
Secretaria da instrueco publica de Pernam-
buco, 11 de Novembro de 1886=0 secretario,
Pergen'ino S. de Aran j i GalvSo
Monte Pi Popular
Fernambucano
Devrnd > esta sociedade solemnisar no da 14 do
eorrente, o trigsimo anuiversario de sua crescao,
mandando celebrar as 10 horas da manbS, na
igreja do Puraizo, urna misaa em aecSo de gracas
sua padroeira, em seguida seseao magna em sua
sede, e as 7 horas da noite urna ladainha em lou-
vor mesma padroeira.
Pelo presente convido a todos os socios honora-
rios, benemritos e effectivos para comparecerem
aos referidos actos, e bem assim as demais asso-
ciac-s quo para tal fia foram convidados.
Secretaria da sociedade Monte Pi Popular
Pernam bu cano, 10 de Novembro de 1886.
O 1- secretario,
____________________R.F. deCarvalho.
Obras do Porto
De ordem do Illm Sr. engenheiro director da
refartcao da obras de conservadlo dos portos de
Pernambuco, e de conformidade com a autorisaco
de S. Exc. o Sr. ministro da agricultura, com-
mercio e obras publicas de 27 de Cutubro prxi-
mo paesado, faco scienlc a quem interessar possa
que, no dia 20 do eorrente mez, ao meio dia, na
mesma repartida;, reeebem es propnstaB em cartas
fechadas c competentemente selladas, para a venda
dos segiiintes objicto:
Urna machina completa de baixa pressao de ba-
laucciros, cm perfeito e3tado de conservacao, me-
dindo o cylindro 26 polegadas inglezas de dame
tro, cem forca cffeetiva de 25 cavallos.
Uina caldcira cylindrica completamente nova
(ainda Bao servida) com 49 tubos de latao de 3 1/4
rie polegala de dimetro, e 11 ps nglezcs de com-
primento de for^a evaporativa effeetiva de 25 ca-
vallos.
Cavername centado de um navio, compondo so
todo de madeira de sicupira c amarello, faltando
lhe fomente o taboado do costado, tendo as segua-
les dimensoes : 33,14 de roda roda, 13,"J5 Je
quilliH, 3,'"24 de pontal, e 7,'10 de bocea.
A m&cbina e a caldeira acham-se na officina do
machinas sita ao caes do Ramos e o cavername,
no estalheiro da officina de carpinteiros e calafates,
em Fora de Pcrtaa, onde podem ser examinadas
pelos pretendentes.
lt"partie 1 das obras de conservacao dos portos
de Pcroambuco, 11 de Novembro de 1886.
O Io eecripturario, Manoel Duarte Pereira.
Club Imperatriz
De o'Jem do Exra. Sr. presidente, convido a
toos os seuhores socios a se reuoirem em assem-
bla geral doming 14 do eorrente, s 11 horas a
manha, cm sua sede ra da Imperatriz n. 42, 1
andar, afim de se tratar de negocios tendentes ao
mesmo club. Recife, 8 de Novembro de 1886.
O secretario,
Antonio Maciel de Siquein.
1
Folhas de Flandres 25 cunhutes a Manoel
B A. Lima.
Linba 60 csix3.s ordem, 20 a Olivei-
r.i Bastes d C, G3 aNunes Fouscca d C,
21 a Guimaraes d Perman 11 a Netto
Campos d C, 5 a Q*m>* d > Mot'OI li-
maos, 2 a F. L uria & C, 2 a Maia it
Silva, 50 a E. G. CascSo.
Lona 2 fardos a G. de Mattos Irmaos,
2 ordem, 1 a Jos A. da Silva Santos.
Lonja 19 gigos a Fernandes d Irmao,
5 a Joao F. da 'Josta, 30 a Souza Basto
Amorim d C-
Machinismo 11 caias a F. V. Smidt.
Materiaes para oncauamento d':gua 17
volumes Companbia de Beberibe, 44 vo-
luntes e pecas a Fabrica de Fiacao e Te-
cidos, ditos para estrada do forro 9 volu
raes Great Western of Brasil.
Mercaduras diversas 1 voluino a Vianna
Castro d C, 1 F. Lauria & C, 1 a Netto
Campos d C., 1 a Gomes de Matto Ir-
u3o, 36 a G. CascSo, 3 ordem, 1 a
Manocl Joaquim Ribeiro dC, 1 a Raphael
Dias, & C, 2 a Mai- d Irmao & C.
Oleo do linhaga 5 barris ordem.
Pregos 6 barricas a W. Lorett.
Pro .isoeg 54 caixas a Domingos Ferreira
da Silva dC.
Panellaa de Ferro 32 a Miran la d
Souza.
Pissas 20 caxSes a Silva Guim^rSes
d C.
Papel 2 caixas a J. A. dos Santos, 1 a
G. Laport & C.
Pannos 1 caixa a A. D. Carneiro
Vianna.
Ps de ferro 12 feixes a Vianna Castro
d C., 11 a Ferreira Guimaraes.
Presuntos 2 caixas ordem.
Queijos 38 caixas ordem.
Tintas 6 volumes a F. M. da Silva &
0., 5 e ordem.
Tijollos prova di fogo 2,000 a Empresa
do Giz.
Tinta 1 caixa a Samuel-P. Johnston
,T C.
Tecidos diversas 214 valumes a ordem,
3 a F. de Az-vodo d C, 13 a Loureiro
Maia d O, 9 a Albino Amorim d C, 6
a Olinto Jardim d C, 10 a Rodrguez
Li'na d C, 7 a Anlrade Lopes d C, 10
o Guerra d Fernandes, 2 a Manoel da
Cunlia Libo, 4 a Bernct d C, 8 a Mo
nhard Huber & C, 6 a Pereira Carneiro &
C, 91 a Machado d Pereira, 11 a Narci-
so Maia & C, 5 a Francisco Lauria d
C, 3 a F. Petrocell & IrmSo, 3 a Bernar-
dino Maia d C, 10 a L. Maia d C, 2 a
Corap..nhia de trilhos urbanos do
Recife Olinda e Beberibe
A3SEMBLEA GERAL, CONVOCAQO
De ordem do Exm. Sr. presidente da assembla
geral convido aos Sr. accionistas para se reun-
rem em assemb a l'r.iljextraordinaria na sexta
feira 19 do eorrente mez, na sala das sessoes, ao
meio dia, na forrta do art. 63, 3 pirte do regu-
lameato n. 8821, de 3) de D.^zembro de 188^,
afim de se tratar da reforma dos estatutos, fiean-
do scientes de qua a reunas se efectuar com o
num-ro de accionistas que ci mparocer, em virtu-
de de ser esta a 3* tonvocacao.
Sala das sesses da eo npanhia de triloa urba-
nos do Recife Olindi e Beberibe, 12 de No-
vembro de 1886.
O secretario,
Jos Antonia de Almeida Cunha.
S-.BvCavalIeirosdaCruz
Do ordem do Resp. Ir. Ven. convido a
todos oa O ,'br. da no9sa Aug. Off. a com-
parecerem em nosja fie no di 1 15 do eorrente,
s 6 1|2 horas ca tarde, afim deproceder-se a
eleicao des LLuz. -. e mais DDig. -. que tem de
fuucciouar no anno Mac. de 58b7 5888.
Secretaria da Aug. Loj. Gap. Cavallei-
ros da Cruz, ao Val. -. da ra da Imperatriz, em
11 de Novembro de 1886. -E. V. .
O secret. Adj. .
Eduardo G. Goncalves 18.-.
Monte Pi rortuguez
A.s-mlla geral
Convido os eenhores sreioa a reuoirem-se na
sede soeia.', s 11 horas do dia 14 do eorrente.
para se dar cumprimento ao quo preceita o 1
do arr. 22 dos estatutos. Recife, 9 de Novembro
de 1886.0 seciefario,
Jas Vi ira de r-iqueira Ferras.
d C. 103 a Luiz A. do Siqueira, 9 a Gon
cal vea Ir.uSos d (>'., 16 a Jesuino Al ves
Fernandes, 7 a Andrade Maia d C 21 a
A. Vieira & C, 12 a R. de Carvalbo &
C 6 a D. P WilJ d O., 4 a A. Figuei-
redo d C, 1 a L. P. do Carvalbo, 3 a
Caetano Ramos d C.
ViJros um volume a Willam Halday d
C, 1 a Res d Santos.
Velas 1 caixa a ordem.
Z'nco 4 caixas a W. Lorett
OllPACeOS DE BXPORTAQO
Em 11 do Novembro de 1886
Para o exterior
No vap.r inglez Sculptor, carregaram :
Para Liverpool, Rodrigues Lima & C. 516 sue-
cas com 43,931 1|2 kilos de algodo ; J. H. Box-
well 700 saceos com 52,500 kilos de assucar mas
cavado.
No vapor inglez Spencer, carregou :
Para Liverpool, J. II. Bexwell 700 sachas com
55,599 kilos de algodao.
Na barca americana Ethel, canvgou :
Para New York, M. J. da Rocha 1,500 saceos
com 112,500 kilos de assucar mascavado.
Na barca americana Wallace, carregaram:
Par.i Ntw -York, J. S. Loyo Filho 400 sacejs
com 39,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugus* Pertira Borget, carre-
gt.ram :
Para Lisboa, S. Guimaraes & C. 290 couros
salgados cem 3,480 kilos.
s
Sarao em 13 de novembro
Sao convidados os senhores socios a procurar
os seus ingressos na t i e do club, todas as noites,
a contar do dia 10 do crrente, das 7 s 8 1|2 ho-
ras da noite, em mo do Sr. thesoureiro
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 9 de
Novembro de 1886.O 1- secretario,
P. C. Casanova.
Companbia de Edifica^o-
Communica-se aos Srs. accionistas, que por dc-
lberac.1o da directora foi resolvido o recolhi-
mento da quinta prestacao, na razSo de 10 por
cento do valor nominal das respectivos a coes, a
qual dever rcalisarse at o dia 5 de Dezembro
proxim) futuro, no eecriptoro da companhia
prav da Concordia n 9.
R-cife, 5 de Novembro de 1886.
Gustavo Antunes,
_______________director secretario.
Estrada de ferro de
Ribeirt Bonito
De ordem da directora sao convidados os se-
nhores accionistas a n colherem no London k Bra
sitian Bank, no praso de 60 dias, a contar de
boje, a terecira entrada de 10 % do valor nomi-
nal de suas accoes.
No escriptorio da emprrza sero dist bu! jas
pelos senhores accionistas as suas accoes, median-
te a exhibicao das cautellas dos recolhimentos da
1', 2* e 3a entradas Recife, 5 de Novembro de
1836.O gerente,
_______________Hypolito V. Pederneiras.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. Dr. engenheiro chefe,
faco publico que no dia 17 do cerrente, 10 mei,
dia, recebe-ac na secretaria desta repartico pr-
poatas para a execncao d s reparos das pontes da
estrada da Luz, de Tapacur e de Maus, orc-tdos
em 7S0*00O.
O orcamento e mais condices para o contrato,
acham se disposicao dos seuhores pretendentes
para sercm examinados.
Secretara da repartico das Obras Publicas de
Pernambuco, 5 de Novembro de 1886.
O secretario,
Joo Joaquim de Siqueira Varejao
barricas com 49,516 kilos do assucar branco e 50
ditas com 5,528 ditos de dito mascavado.
No hiate nacional Iris, carregou :
Para Maco, P. Al ves Lebro 2 barricas
120 kilos de assucar mascavado.
com
Para o Interior
No brigue noru agense Lillesand, carrega-
rnm :
Para Santos, P. Carneiro & C. 1,450 saceos com
147,000 kilos de assucar branco e 2,100 ditos com
126,! 00 ditos de dito mascavaao.
Na barca norneguense Eliczer, carrega-
ram :
Para Santos, P. Carneiro i C. 100 saceos com
t>,000 kilos de av/iur branco e 121 ditos com
7,'60 ditos de dito mascavado.
No patacho nacional Rival, carregarsm :
Para o Rio Grande do Sul, Amorim Irmaos &
C. 20 pipas com 9,600 litros de agurdente, 620
volumes com 48.410 kilos de assucar branco e
2,133 ditos com 167,954 ditos de dito mascavado.
Na barca nacional Mimosa, carregaram :
Para Pelota?, V. da Silveira 300 volumes com
12,750 kilos de assucar branco e 200 saceos com I
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 12
Terra-Nova-37 dias, lugar Dglez Rosina,
de 185 toneladas, capitSo Jaz Stafford,
equipagem 8, carga bacalbao ; a Johns-
ton Pater d C.
Camossm por escala11 dias, vapor na-,
cional Pirapama, de 360 toneladas, cora-
mandante Francisco de Carvalbo, equi-
pagem 30, carga vsros gneros; Com-
panbia Pernambucana.
Ro Grande do Norte 4 dias, hate nacio-
nal Crrelo do Natal, de 40 toneladas,
mestre Joao Guedes de Moura, equipa-
gem 5, carga toros do mangue ; a Fra-
ga Rocha & C.
Navios sahidos no mesmo da
MaceiBarga ingleza Virginia L. Staf-
ford, capitao C. W. Phelipps, era lastro.
Natal-Patacho inglez Alice Ada, capita)
David Cassey-, em lastro.
LiverpoolVapor inglez Spencer, comman-
dante L. R. Taylor, carga varios g-
neros.
VAPORES ESPERADOS
. dos Santos & (.. 13 a Alves de Bntto 15,000 dtoe le dito mascavado ; J. M. Dias 550' 0r*T-m
Pirapama
Mrquez de Caxias
Alliaiica
Trent
Paranagu
Manoi
Para
Advance
Ville de Victoria
JbJm Eider
Taqvs
Vt'Ue de Cear
Mrchant
Cear
Espirilo Santo
La Plata
do norte
da Baha
do sul
do sul
de Hamburgo
da norte
do sul
heje
amano
amanha
a 15
a 15
a 16
a 17
de New-Port News a 19
do sul a 20
da Europa a 21
da Europa a 24
da Europa a 24
de Liverpool a 25
do norte a 26
do sul a 27
do sul a 89
do sul a SO


,
t
1 um 1


Diario de PernambucoSabbado 13 de Novembro de 1886
5
LyGBtt H
A Imperial Sociedade dos Artistas M-
chameos o Liberaes ae Pernambuco, que
tem a seu cargo o Lyceu de Artes e Ofi-
cios, no intuito de Ilustrar as classes arts-
ticas e manufactureras, matm como j
bem conhecido em seu palacete no Cam-
po das Priocezas, aulas de diversas linguas
e sciencias, aB quaes, funueionam em to los
os das uteis, das 6 s 9 horas da noite.
Com o mesmo intuito nnntm ella urna
pequea e modesta bibliotheca que, com
patriticos donativos, augmenta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as mesmas horas cima
Assim, pos, com o mui applaudido in-
tento de tornar bem conhecido o progres-
so das artes e offi.-ios entre nos a perfei-
980 e utilidade de scus productos, fazer
conhecido seus autores, bem como os lu-
gares de seus estabelecimentos, afim de
acilitar a sahida e o consnmo delles, pro-
move ella tolos os annos para o dia de seu
anni^ersario, segundo dispSe o 6o. do
art. 2." dos seus estatutos, urna exposigao
dos trabalbos d'artes offiius e manufactu
ras. E' para a consecucjlo do tita aper
feicoado quao vantajoso fim, que a directo-
ra da sociedade vem pelo presente, soli
citar de todas aquellas pessoas que pos-
suem por pergaminho o trabalho, sua efi-
caz con urrtncia ExposicSo que, em 21
de Novembro desto anno se efectuar em
sua sede, Lyceu de Artes e Oficios.
Cumpre taiubem a ella fazer conhecedo
es os Ilustre senhores e senboras, que
r quizer m honrar cora scus productos, os
4 scus direitos c
Deveres
1. DeverSo at 15 do dito roez envia-
rem as amostras de seu' vendaveis pro
ductos para o dito Lyceu.
2. Era todos os objectosdeverao aeom-
panbar o nome do autor, ou proprictario
dos mes .ros.
3. Ser impresoindv*l em todo o qual-
quer objecto a declaracao do prego, e lu-
gar do sua fabrica ou deposito.
4. Que os objeotos para a ExposicSo
devera ser tal qual os costuroa fazer e
vender.
Dreito
Art.* 8o do regulamento da Exposicjta
Artistico-Industrial:
Somentc aos expositores permttido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tantes es seus productos.
A directora conscia de que cuito so es-
forcaro para o faustaso r sultado deste
certamen to proveitoso e lisongeiro a to-
das as classes industriaes, antecipa seus
devidos fgradceirccrjtos.
Secretaria da Imperial Sociedade dos
Artistas Mechanicos e Liberaes, em 18 de
Setembro de 18*6.
Jos Castor de A. Souza,
1* secretario.
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhla Phenlx Pcr-
nambncana
Ruado Commercio n. 8
THEATRO
DE
VARIEDADES
co
COMPANHIA LYBICO-COMICA DE OPERE-
TAS "FRANCEZAS
TODAS AS NOITES
As 8 horas
Espectculo variado
Operetas novas cada semana.
O progrmala da soire ser distribuido ns oc-
casiao da vmda dos bilbetes.
PRESOS
Camarotes com 5 entradas 8000
Cadeiras e galeras 15500
Plateas numeradas 1 O 10
Eutrada geral no jardim, theatro aberto lOOO
Os bilhetes esto A venda em casa de Cuar-
Ics Pluym C, na rj do Cjmmcrcio n. 24, Re-
cife e a partir de 3 horas da tarde na bilhe'taria
do tbeatro.
O espectculo terminando As 10 horas e 40 mi-
nutos da noite, haverA bjnda para todas as linhas.
illll
C'OHP.tXIII.l l>ti KEGIROS
XOKTIIKKX
de LOndre e Aberdeen
Poolre floancelrn (Dczembro 1885)
Capital oubsciipto 3.000,000
Fundos accuraulados 3.134,348
Beceilu animal :
Di premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
PaciOc S.eaa. Nafigatiti Companj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
' esperado da Euro-
pa ate o dia 21 de No-
vembro, e seguir de-
pois da demora do cos-
tume para a
Janeiro, Monte-
video e Valparalzo
Para carga, passagens, eueommendas e din-
heiro a fret-3 tracto -*e com o ,
AGENTES
WiUon Sons dr. C, Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N. 14
Baha, Rio de
Comp&Bhia lira; Ilelra de Mave
caeo a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Comniandante o 1 tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portos do sui
at o dia 16 de Novembro, c
seguir A depois da demora in-
dispensavcl, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passagens, cncoromend. valores
racta-sc na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
|>A\II1I. PE ENNUE
RES haritihes
LINHA MENSAL
0 paquete Orenoque
Commandante Mortemaro!
E' esperado dos portos do
sul no dia 30 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Berdeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se sos senhores passageiro de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqoer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 prssoas ao menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepcAo os criados de familias qne toma-
rem bilhetes de proa, gos:un tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se dio at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dnheirD
a frete: tracta-se com o
AGENTE
4upste Lab He
9-RA DO COMMERCIO-9
luHft.%111 V PKR.1AHHI C7*A
DE
Xavegaeo Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Babia
0 vapor S. Francisco
Segu no dia 16 de
Novembro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
dia 15.
Encjinmendas, passagens e dinbeiroe A frete at
3 horas da tarde do dia 16.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Ptrrambucana
n. 12
(juted SUtes & Brasil MailS. 8. C
o m iii(B
la
E' esperado dos portos do
sul at o dia 16 de Novembro
depois da demora necessaria
seguir para
Maranho, Para, Barbados, 91.
Thomaz c \ew York
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
lecom os
AGENTES
O vapor Advance
lo quarto
Urna secretaria, 1 escrivania, 2 importantes can-
dieiros para gaz kerosene, sendo um de pendurar,
1 cesta para papis, 2 cadeiras de mola, estante
para livros, tapete (forro de quarto).
2o quarto
Uas linda mobilia C ?*" 4'c!e0 6om 6 cadei-
ras de guarnico, 2 ditas de bracos, 1 sof, 1 im-
portante relogio de parede, 1 lavatorio com jarro
e baca, tapete forro do mesmo.
Sala de jantar
Urna importante mesa de carvalbo, 1 aparador
de carvalbo com pedra, 1 guarda louca de carva-
lho, 2 espriguicadeiras de lona, 6 importantes ca-
deiras de espaldar de carvalho, 6 ditas torneadas,
4 lindos quadros a oleo, 2 ditos menores, 2 cadei-
ras de balanco (junco), 1 apparelho de porcelana
para mesa, copos, garrafas, cou poteiras de crys-
tal.
SOTEA
l1 sala
1 Rico toillet de carvJho com pedra.e espelho,
1 importante cama de carvalho para casal, 1 me-
sa de carvalho com podra para cabeceira de ca-
ma com seus accessorios, 1 rico lavatorio de car-
valho com pedra, 1 guarnico de porcelana pa>-a o
mismo, 1 guarda vestidos de carvalho com espe-
lho, 1 sof de amarello, 3 cadeiras de faia, 2 tapo-
tes, 1 banco de'amarel.o, 1 colxiio para cama de
casal, casticaes* com mangas,
lo quarto
1 Ltvatorio americano com a competente guar-
nico, 1 cabido de columnas, 1 dito de parede, 2
vasoB para depisito deconduccao d'agua.
2" quarto
1 Cama de lona, 1 cabide de parede, 1 excedien-
te guarda-vestidos de raios de amarello, 1 cama
. para solteiro, 1 banco de amarello.
3 quarto
1 Cama de ferro com lastro de rame, 1 cama
de lona, 1 banco de amarello, 1 marqueza, 1 espe-
lho, 1 mesa.
2k sala
1 Mobiliade Jacaranda, 1 mesa elstica de ama-
rello, 1 mucu de bichos preparados e mais diver-
sos movis.
SALETA
2 Slesas de pinho, 1 jarro, 2 cavaletes, 1 guar-
da cornijas, 1 escada do tesoura, 1 lote de ierra-
mentas para jardiin, 1 banheiro de chuvisco, 1
excelleote machina para serrar capim.
Cosinba
1 Mesa de pinho, 1 jarra, fogarciros e grande
lote de trem de cosinba.
Cjcheira e estribara
1 Linda victoria nova, com todos os trrciose
perteuces, 4 excel lentes ca val los, 1 carro de mio,
1 grande casa de madeira coberta de telbas a qual
serve de cocheira e estribara e muitos outros ob-
jectos que estarlo patentes no acto do leilAo.
O agente GusmAo, competentemente autorisado
pelo Illm. Sr. Dr. Hypohto Vaz Pederneira, far
ieilao nO dia c hora cima mencionado de todos
os objectos cima delarados existentes na casa
de sua residencia A ra do Payssand n. 35, os
quaes se tornam recommendaveis por serem novos
e de gosto.
A's 10 1/4 partir um bond que dar passa-
gens gratis aos concurrentes.
(rancie Ieilao
Terreno na roa Impe-
rial
Vende-se um proprio, junto ao cbafariz, que
mede 90 palmos de fre .te e 1,000 de fundo, at a
estrada de ferro do Reeife Caruar, e outro da
referida estrada t a baixa mar; a tratar na rut
Imperial n- 181.
Parajardins
O Paulino, propietario do archi-armazem do
Campos, recebeu craide quantidade de vasos de
ferro proprios pira chrotons, roseiras, etc., etc.,
sao superiores as tiaas que usam fazer de barris,
por serem muito iguaes e de duraco eterna. Re
cebcu tambem o superior vinho verde espumante
e as c&stanhas de Lisboa.
Aos 100.0001000
23raa Primero de Har^o23
Da 9,1 parte da 1.* lotcria da provincia,
venderam Martins Fiuza & C, os seguin-
tes premios gxrantidos :
6,548 100:003,5000 16,607 500*000
18,055 30:000*000 I2,88i 500000
21,018 2:0005000 9,212 500*000
21,920 2:0005000 3,491 5005000
18,915 2:000*000 12,207 500*000
6,020 1:000,500o 14,575 500*000
1,104 lrOOOjJDOO 5,549 500*000
21,649 500*000 5,798 500*000
4,696 5005000 17,913 500*000
Acha-so venda os afortunados bilhetes
garantidos da 10 a parte da mesrra lotera,
que se exfrabir quinta-feira, 18 do cor-
rente.
Precos
1 vig38simo 1*000
Ksa porcSo de 100 par cima
1 vigessimo *900
577,330
191,000
132,000
O AGESTE,
John II- BoxiBtll
MI 4 COMMERItOCIO M. I %MK
Commandante !
Miguel
AGENTE
Jus Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
Seguro* mariilMoa e *
Mentes ultimo a nica eoaspanhia Beata piafa
jue concede aos Srs. teguradn iseaipcode paga
rento de premio em cada stimo aoao, o jas
;quivalo ao descont de ccrc3j,d3 1S por cento em
avor dos seguiados.
tenente Ouilherme Wad-
dington
E' esperado doa jurtos do
norte ate o dia de 15 Novem-
bro e depois da demora in-
dispcnsavel, seguir para
os f-tnt do sul.
Recebe tambem catrgs para Santa Cntharina,
Grande d> Sul, Pelotas e PortJ Alegr<-,trete mo-
dic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
rata-e na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda em l *..
CAPITAL 1,000:000^
SDISTROS PAGOS
\c 31 de dezembro de *?*!
Martimos..... 19110:000$000
Terrestres,.- 316:000^000
4*-Ra do Couimereio
IJondon and Braslllao Ba
Limited
Ra do Commerci n. 32
traeca por todos os vapores sobre as ca
g- do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capeistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezea.
SEC1RC*
CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Glob
I^SIRRANCE COMPAM
&G.
GilUllitlRS REUNS
Companhia Franceza de navega
eao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santoa
sTEMEnViUe de Cear
' esperado da Europa
n > dia 24 de Novembro, se-
guindo depois da indispen-
save) demora para a -
hin. Blo de Janeiro
e Manto*.
Roga-se aos Srs. iir.portaderes de carga pMot
vapores desta linha,quciram a presentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng... |H8ti*
quer reclama^o concernente a volumes, qu) po-
ventura tenham seguido para os portos do Bul.atim
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhia alo se
rcsponsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageir par
is quaes tem exccHentcs accomodaQes.
Augusto F. de Oiiveira i
AGEXTEM
42-RA DO COMMEROIO -4*
COWRA FOGO
Nortb British & Mercanlile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libra sterllnai
A GEN ES
Adomson Howie & C.
OMPANHIA
Imperial

SECil'F^fi coktba FOGO
-^ :T: 1803
U'axat baixa
Prompio pagamento de prquitot
CAPITAL
Rj. 16,000:000/000
Agenta
BROWNS & C.
N. 5 Ra do Commerciol. 5
ani
Danipfschifflahrts-Gesellschaft
O vapor Paranagu
Esperase de HAMBUitGO,
via LISBOA, at o dia 16 do
corrente, seguindo depois da
di mora neceesaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, pasogens e encommendas c dinhoi-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADO VIOARION. 3
i* andar
DC MOVIS i: IMIATt
!QUINT\-FEIRA, 18 DO CORRENTE
A's 11 horas
Espera-se de New-Port-. liua fo Imperador n. 30, andar terreo e
News, at o da 19 de No-' r 7 3
vembro o qual seguir depois ^ooraao
da demora necessaria para a I t&^e Burlamaqui, p3r ordem de urna fami
la que se retira para tora da provincia, levara a
Ieilao as aeguintes pecas: urna importante e nova
mobilia de faia a Luis XV com encost de palhi-
nha, composta de 1 sof, 4 cadeiras de braco, 12
de guarnico, 2 dunckerques com espelho, ontra
dit.-i de dito, outra de Jacaranda, 1 cama de ja-
caranda francesa, guarda-louca, guarda-vestido,
marquezoes, cadeiras, marquezas, quadros, espe-
lhos, banco para jardim, mesa de pedra, salvas,
colbcrcs de prata obra de gosto e muitos outros
artigoa que estarao patentes ao acto do leilo.
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8 RUADO COMMERCIO N.-8.
/ andar
Rio tal do Sul
Segu com brevedade para 03 portos cima o pa
tacho allemj Brillianle.
Para carga trata-se cem Bailar Oiiveira & C.
Rio rande do orlo. 8 de novem-
bro de I8SO
FBETAMENTO
Precisa-so por fret ment urna barcaca em boas
condic<>t-8 Je 8pprelho e fabrica prompta a nave-
gar de Pernambuco para os portos do Rio Grande
do Norte, garante se o frets ment por um anno :
quem quizer entrar neste negocio, annuneie, de-
clarando a Iota cao da barcada.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a b00U no becco dos Cce-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra dk
Imperatris n. 56.
Alugasc os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com exee lien ten accommo-
da^oes para familia : a tratar com N. L Lidstone,
a 1 do Commercio n. 10.
Precisa-se de um criado para vender tabo-
leiro e fazer mus servicos de casa : na ra da
Matriz da Boa-Vista n. 3.
LELOES
Leilo
de fazendaa, miudeza, 10 barris de vinhe branco,
cerveja, vinh 1 do Porto, licores, movis avulses,
mobilias de junco, Jacaranda, pao carga e amarel-
lo, 2 cofres, carteiras, jarros, quadros e muitos ou-
tros artigo?, no armazem ra de Pedio AfEonso
n. 48.
Agente Brito
Kabbado 13 do crreme
A's 10 1/2 horas
Leilo
Da armacao do amarello envidracada, candi-
uheiros a gaz, espelhos, cofre prova do fogo, ar-
macao inglesa, repartimento de escriptorio, car-
teiras, mera^, cadeas, prensa de copiar, miude-
zhs, 1 erfumarias e fatcnda da l ja da ra do Ba-
rio da Victoria u. 42.
Seguoda feira 15 do corrente
A's ti horas
O agente Piutu levar a leilo requerimento
do curador fiscal e depositario da masaa fallida
de Caetano liamos & U, por maulado e em pre-
Arrendase o sitio deuominado das Jaquc-
i ras, com g. ande casa de vivenda, arborisado e
'junto a estacas ; a tratar na ra Primeiro de Mar-
' (O n. 18, ou no mesmo sitio.
Aluga-se o 1- andar do sobrade n. 74 e o 2-
, do 23, sitos ra de S. Jorge, caiados e pintados,
frescos, com boa vista e commodos para familia ;
a tratar na ra Augusta n 286.
Precisa se de urna ama
cado n. 8.
no pateo do Mer-
Precisa-so alugar um andar na fregueza de
Santo Antonio ou S. Jos, que nao exceda de 30 a
35000 meneaes ; a dirigir i ra do Kangel nu-
mero 9.____________________________
Offireco se urna pessoa habilitada a leccio-
nar primeiras lettras, para o mato, em qualquer
engenho, dando couheciraento de sua conducta : .
tratar com J. 1'. Ribeiro, la da Imperatris na
40, loja de Alheiro & U.______________________
Precisase de urna ama para tratar de duaa
crianzas, lavar e engommar para at mesmas ; na
ra da Aurora n. 81, 1- andar._______________
Quem precisar de um feitor para sitio e jar-
dim, ou mescio para crudo, dirija-se ra da
uledade n. 62.
__ A luga se o 2- andar do sobrado n. 12 ra
das Larangeiras, com sotao, e a casa terrea n. 9
ra do Calabouco : a tratar na ra das Trin-
euQa do Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial do I charas n. 17.
commercio, a armacao e merendonas da loja de I Aluga te urna casa para familia regular,
fazendaa da rus do Barao da Victoria n. 42, per- | caiada e pintada de novo, com agua e gaz, na ra
tcncentc a maesa fallida de Caetano Bamos C, das Kyinphas n. 26 ; a tratar na merma, ou ra
KOVAL MAIL STEAI PACKET
COPAfil
O paquete Trent
esperado
do sul no dia 15 le
corrente seguin lo
I lepois da demora
necessaria para
I. Vicente. Lisboa, Vlgoe Son
(haniptoJ
Para passagens, fretes, etc., "aeta-se v. ir M
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
Lisboa
Segu cora brevidad3 a barca portuguesa^ Pe-
reir Burg^t
s 11 horas do dia 15 do corrente na referida
loja.
Agente Burlainaqui
Leilo
Na porta do armazem do sal, ra da
Conceijao
O gente cima por mandado do Illm. Sr. en-
carregado do Consulado Portuguez, vender em
leilo urna carro? e um bjuito sv)i manso, per-
tencente ao espolio do filiado Joo da Ponte Cor-
deiro ; desde j podem examinar a carreca e boi
no armasem do sal.
Segunda-feira lo do torrente
A's 1 f horas_______
Lei*o
Agente Brito
O agente cima, a mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de direito da provedora e a requerimento de
D. Anna Mara dos Santos, levar a Ieilao urna
parte do sobrado n. 37 ra de Pedro Affonsc,
outr'oia da i'raia, na importancia de 2:608/563,
para pagamento de legados e outras despezas.
Terca feira, l do corrente
A's 11 Loras
Bita de Pedro Affonso n. 43
do Coninercio n. 15.
Era um sitio prximo a igreja do Barr j, veu-
de se tres vaccas muito bjas de leit-o, sendo duas
paridas de novo. _
Jos Brrelo Paesi de Mello
loga-se o comparecimento desse senhor no es
tabelecta nto o. 9 ru-a cstreta do Rosario, afim
de liquidar os negocios do Sr. Nstor, sol pena de
deelarar-se qual o negecio. ^^__^_
Pan niiir-H
Duas tavernas em boas localidades, e tambem
dous cofres prova de fogo, do fabricante Wilacrs.
A razio de vender-so dir ee-ha ao comprador
quelle o motivo. Paia o comprador ficar scicn-
te se as cesas faz bom rctalho, tem dez das para
verificar antes de fazer negocio : a tratar no Re-
cife ra de Maris e Birros n. 8, ou ra Impe-
rial n 133.
Criado ou fcllor
Precisi-se de um criado ou feitor : na ra Nova
n. 15.
1
Ao commercio
Grande Lilao
De Isuporlanies* movis,' capclboa.
porcelana* e rrjslae*
(i'inta feira, 18 do Corrente
A's 10 1/2 horas
Ra do PayseaTf(Mi.g:.lenO.sobrado cnca-nado
inquina do ('ajuero n. 35
Sala de visita
Urna rica mobilia a Lua XV com 12 cadeirat
de auaroicio, 2 ie bracos, 2 de balanco, 1 sof, 1
ducckerqae, 1 nea de ineio de sala, 1 importa ite
mesa de charo, 2 espelhoe (moldura dourada), 1
mesa de madeira t"sea, 3 cadeiras douradas, 2 jar-
ros de flores, 2 ditos para fi" jres, 1 tapete para so-
para o resto da carga que, falU,. -
e eom Silva Oo.oi.rav. C, ra do | JJjJ.^0^^,^.# steIJ (forro do ^
ommcrcio n. o.
I
t_
O hb'iixo assignado declara ao corpo coininer-
cial que, nesta dala comprou aos Srs. Jos de Car-
valho & C. o seu estabelecimento de molbados, si-
to ru* do Fogo n. 20, livre e desembaracado da
qualquer debito ; pjrm, se alguem julgar-se com
direito ao mesmo. queira presentar seus ttulos
no praso de 3 das, tindo os qunes o abaixo assig-
nado nao se responsabilisa.
BeeUo, 10 de Novembro de 1886. .^
Emilio Martiner.
CONTRA
Deflux ^a, Grippe, Bronohltas,
IrritaoBee do Pelto. o XAROPE o aPABT* peltoral
de NAF le DEL ANQRENTER sti, ie mol eEci certa
e YCTiflcada por Mcmbro da Asulrmia de Medioin d Pranca.
Sem Ovio. Mor/Mua nem Cedrina di-se "em recelo a
eriancu affertadas de Toas, ou Coqueluche.
PARES, ra Vivieune, 58, PASIS
EM TODAS AS PHAIUIAC1AS
DO MUNDO.
Regulador da Mari-
nlii
Este importanlo estabeleciroento de re
lojoaria, fundado em 1869, est funecio-
nando agora ra Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Ro-
gularaenta^ao dos relogios: Arsenal de Ma
rinba, Estrada de Ferro de Limoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pernambuco, As-
sociajilo Comicercial Beneficente, Estra-
da de Ferro do Recife a Caxang, Estra-
da de Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada de Ferro de Caruaru'; cercado
de intelligentes e habis auxiliares, fazcon-
certos por mais difSceis que sejam, nao
s em relogios do algibeira, mas de pendu
la, torro de igreja, caizas de msica, ap-
parelbos elctricos e telegraphicos.
O mesmo acaba de receber variado sor
timento de relogios americanos que ven
de de 7-> a 20 de parede e de mesa, des-
pertadores de nikel.
Aos seus collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalbo : e aceita encommendas
para seu correspondente em Paris.
Acba-se bem montado neste estabeleci
ment um observatorio pelo qual regula to-
dos os relogios martimos e terestres.
Recebe asssignaturas para dar a hora cer-
ta dosta eidade pelo telephone n. 458.
Prejo commodo
Em frente de seu estabelecimento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res podero ser vistos pelos passageiros da
Ferro Carril, tendo sempre a hora media
desta eidade determinada pelas suas ob-
servacOes astronmicas.
Antonio Jos da Costa]Araujo.
Sem dicta escm modifi-
cai'des de rostuii.es
Laboratorio central, ra do Vicondo do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo pliar
maceulico Eagenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygienc da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Parix.
Elixir de imbiribinn
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
t) es e promove as ejeetfcs difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chlero-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, rtconstitue os bydropicos c benbe-
ricos.
Xarope de flor de arueira o mutamba
Muito recommi ndado na bronchitc, na hemop
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de te8tudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fruqueza do orga
nismo, na tysica.
Plalas ante peridicas, preparadas oom s
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as fobrea intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples o tambem fer
ruginosa, pr^pr.rado3 om vinho de caj
Efficaze8 na inflammaeoes do figad>) c buco
agudas OU e.inicas.
Vinho tnico de capilaria e quiua
Applicado oas convaleecuncas das paxtorieqtes
urtico antefebril.
Dcpssito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manoel da Silva i (.
RA MRQUEZ DE OLLNDA-23
Perdeu-se
a cautclla n. 11 557, do crpital ejuros de 21|S00,
da Caixa Eecu mica e Monte de Soccorro
provincia ; quem achau queira levar & ra i!
Marque, do Herval o. 225.
Marca
Registrada
Cal virgem de Jaguaribe
Abrise rv% do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal vrgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas proprias para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo prejo
fixo de 6f5>000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprietsrio do engenho
Jaguaribe, cujas pedreiras lhe d o nome.
E' encarregado da venda nicamente
nesta eidade o Sr. Sebastiao Bezerra,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
Peitora I de Canillar
(5)
PREQOS
as agencias : frasco 22500, 12 duzia 13J e
duzia 24*000.
N.b sub agencias : frasco 23800, 1[2 duzia
15*000 e duzia 28/000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva & C, ra de
Mrquez de Olinda n. 23.
Aos 100:000g000
16-Hua do Cabug-16
O abaixo assignadn vendeu nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so
guintes : 13440, 8583, 11373, 20975.
20534 com um cont de reis, 6581 a 6590
com 200,5 o n. 18061 a 18070 com 100
e n. 5151 a 5160 com 60,5000 da 9 par-
te da 8a lotera.
Convidase aos possuidores a virem rece-
ber sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 10a pirte da 1* lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que se extrahir
quinta feira 18 de Novembro.
Presos
1 Vigsimo 10000
Sendo quantidade superior
a l':OGO
A dez<-na 90000
Joaquim Pires da Silva'
GASA FELIZ
te IOMOOSO00
BILIIETEN *.% II \\TMOS
i^ra cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 9a parte
da 1' lotera extrabida hoje, 11 do corren-
te, os seguintes premios : de 2:0000 em
o n. 5302, de 1:0000 em o n. 18035, de
5000 em o n. 1554 e 15817.
Acham-se venda os felizes bilhetes
garantidos da 10a parte da 1 lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Recife, que se extrahir a 18 do cor-
rente. \
MECOS
De cada vigessimo 10000
Empor$ao de 1000 para cima 900
Antonio Augusto dos Santo' Porto
TINTURA POMADA
NICA TNICA
DE FILLIOL
INSTANTNEA,,, sarta.
M u ria>9. md praBtrtrA* >
em UTifCB.
Dt FILLIOL.
MIIIUwiiirMMtM
brincos
sua Cor primitiva
fcMS ftnl ca Farlai mX.XOZ.,17, ra Tirme, FUI
lt> ttnumica: FBAN M. da 8lLva a O.
Munoel Luiz Crrela
There.a Maria de Jess Correii, Joaquim Luis
Correia, Luis Amaro Corrcia, Joo Luiz Correi...
Francisca Justiuiaaa Alves, Honoria Mari, da
ConceicSo Alves, Mara Philomcna Alves d: Car-
valho, Miguel Luiz Alves, Antonio Lu. Alve
(ausente), uibanio Presidio de Carvalbo e Mara
Aurfliana Alves de Souza, compungidos pelo pas-
saments de seu presado esposo, ttai, ennhado e
padiinho, Manoel Luiz Correia, fallecido a 10 de
corrente, agradeccm todos que se dignaran de
acompanbal-o ao cemiterio publico ; e pedem-lhes
o obsequio caridoso de assistirem a missa do s-
timo dia quo maudam celebrar por seu eterno re-
pouao, na igreja de Santa liita, s "> i|3 hora > da
m.ii!i5 de 16 do andante, antecipando-lhes por
isto o seu mais intimo rconhecimcnti.
nr'TmnBaaUr" i i" fui "^1___
Tlf "ililal
tiiioiiiii do HagalliiiCM Lopila
Antonia Pinto do Magalhaes Lopita," viuv. ia
baclnrrel Antoaio de Magalhite. Louita, par cuj:i
alma manda resa.- urna musa terca-firira 1- ce
corrent., 1 anniver3ario do fallccimcnto do mes-
mo, convida aos parentes c amigos deste.
como ios scus e pessoas do sua aroizade, para
assistirem a cso acto de religiao e cardade, r
qual dever ter lugar na matriz de Santo A.to
nio, s 7 1|2 h'iras da manha. ______________

*Cfe*, ....
W99^
Hauoel de Lima Piffaclredo
i'hereza Mara do Jess convida nos seu p-
rente* e aos do seu faado geuro, Munoel de Lima
Figuered, para ouvirem a raissa oc stimo da.
que p;r alma do finaoo mend. celebrar no dia 16.
do corrente, s 7 hora da manba, na matriz ie 8.
Jos. Desde j se conf'easa ferata tjdos os aaii-
gos c pirer.'i b dofallecid pir mais esta prova
de an.: i 1 ;dc.
.

--.
s


ti
IMart de reriittiuiMii'ii--Sabbado 13
c


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REMEDIO
DE
AYER
CONTRA SEZOES
anm-SACtxrrat)
aru BtnoAMtarr c com cwra
as
(Pebres IntermittentesJ
L'Rcrailtcntcs e Biliosas:
as
,Maletas,os Calafriot,
c TODAS AS
Molestias Paludosas.
rRatii-a Exauum ma
^AmjoFig^0
Alng*a-se
O segundo andar da casa ra d Aurora n. 81,
jtnto a cftacSo da estrada de ferro de Olioda ; a
tratar na ra do Commercio a 15, escriptorio de
Scbastiao de Barros Barreto.
predio n. 140 ra
belecimento fabril
Aluga-se
Imperial, propno para es-
a tratar na ra do Commrr-
iio n. 34, com J. I. de Mo.ii-ir.ia R-go
Aluga-se barato
Bu do Bom Jess a. i i, i andar.
Ra de L mas Val: ilinas i. 4, com sotao'
Largo do Mercrde'ii 17, I ja com agua.
As csasela ra d< CorouiJ Suassuna n. 141
Ra do Coronel Suassuna o. fO.l* andar.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2." andar.
Ra da Palma n. 11.
tVatk-se na ni* do Coinmercio n. 5, 1* andar
escriptorio de Silva (iuimarea & C.
Alaga-se
t casa n 1 >in L"mbianfa do Gomes, em Santo
Imaro, tem agua : a tratar na ra da Impcratriz
.32, 1. andar.
Aluga-se
o sobrada de um andar e sotao ra do Mrquez
do Herval, travessa do Pocinbo n. 33 ; a tratar
no largo do Corpo tanto n. 4, Io audar.
Aluga-se
a casa de sota ra do Conde da Boa-Vista n.
89, com bastantes commodos, agua e gaz ; a tra-
tar na mesma ra n. 91, pidaria, ou rea da Ca-
dein do Recite n. 60.
Aluga-se
por mdicos precos as seguiotes casas
2* andar ra do Vicario n 5.
Guararapes n. 35.
Joao do Reg b. 3.
Visconde de G- yanna u. 115.
A tfatar no caes do Ap-llo n. 47.
Aluga-se
urna casa terrea com 1 porta e 2 jaaellas de fren-
te, caiada o pintada, ra do Hospicio u. 70 ; 8
tratar na me Ama
" Precisa-s1! de uraa ama de meia idade
da Aurora n. 137.
Ama
Precisa- se de urna ama para cosinbar, para
casa de poue familia ; a tratar no pateo do Pa-
raizo n. 14, Inverna.
Ama
i recisa-se de urna cosinheirs ; no largo do Cor-
po Santo n,17, 3- andar.
Ama
Precisa se de duas amas, sendo ama pa-
ra cosinbar e lavar e outra para engem
ruados t outros btvcos de caaa de pouca
familia; tratar na ra Duque de Cazias
c. 42, 3o andar por tima da lypographia
do Diario de Pernambueo.
teht
% mm /%
Preowa se de ama ama para cosinbar, que seja
perita e que duima. em casa do patrao ; na ra
de Riachuello n 57, porto de ferro.
Precisa-se de duas ain*s, urna para coti ihar e
Outra para andar ci-m enanca ; na Capunga,
ra do Dr. Juaquim Nabuco n. 3.
Ama
Precisa-se de urna a na para indar com urna
(risneinha e fazer alguna s- rvic >s ma s ; a tratar
na Capunga, Baiza Vi-ule, rila da f. .dtira n. 6.
Ama de frite
Offerece s-- Bma ana de l-ire, rom n.nita abun-
dancia de leit ; a tratar na ra do Coronel Suas
auna n. 18.
Cascas de canellciras
Cimpra-se qualqiier qasntidndv no armazem de
Gumaraes & Valenle ; C'i.rp.i Santo n. 6.
Luz brlhante, sem Fumo
OLEO AROMTICO
Hygienico e Econmico
PARA LAMPARINES
MiLETniS* BASTOS
Pernambueo
NUMERO TELPHONICO : (T 38
Agua tjxririu. h-xti i.i.i. a Oe ti..es bra-
sileiras pelo seu delicado perfume, suavida
deesuss propriedades benficas, excede
a tudo que neste genero trm apparecido de
mais celebre.
Tnico americano. E' a primeira das
preperacoes para a icnservacio dos ca-
bellos. Extingue as caspas e outras mo-
lestias espillares, faz naieer os cabellos,
impede que embranquecam e tem 9 grande
vantagem de tornar lirree de habitantes as
cabecaa dos que os usam.
rOleo vegetal- Compcsto cem vegetal
innocente, preparado para amanar, for-
tificar e dar brilho aos cabellos.
Agua den'ifricia. Exctente remedio
contra a carie dos dente, fortifica as gen
gives e f desapparecer o n o balito.
Vend -se ras principues casus d dade e na fabrica de leos vegetaes ra
da Aurora n 161.
TFLF.PHONE N 33 ____
Tricofero de Barry
Garante-M que faz nas-
eer ecrescer o cabello anda
aoa mais calvos, cura a
tinba e a caspa o remove
todas as impurezas do cas-
co a cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
. de cahir ou de embranquo-
cer, e infallivelinente o
torna espeaao, mncio, los-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada secunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E'o nico perfume no raun-
ilo que teni a approvacao o facial de
u;u Govemo. Tem duas vetea
mais frav,Tanciaqii qualquer outra
o dura o dobro do tempo. E' muito
mais rica, suave v deliciosa. E"
muito mais fina c dtli<-adn. E'
niaia peraianento e agradavcl no
lenco. E' duoa vezas mais refr.-=-
ennto no honho e no quaito do
lente. 9 E' especifico contra a
fxouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
desmains.
larope fle Tiia ie Beuter No. 2.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
1
As Pfluas purifica!) o Sanue, porrlgsm todas as desorden)s de Estomago t
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor ncrivel para toda- as enfermidades
peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para es meninos asim como tambem para as
pessoas de idade avancada a sua eficacia e incontestaveL '
fo:
Sua medicinas Oo preparada., lmenla no Kitabelecimenlo do Professor Hlloway,
78, HEW OXFORD 8TBEKT (antas 883, Oxfbrd Street), LOWDEES,
E venderase em todas as pharmacias do univerao.
compradores sio convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada cH^fl e Poto se n&o Mera i
direcoao, 533, Oxford Street, so falsificacoes.
Aos 1.000:

200:000^000
100:000^000
LOTERA
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA DE PERN\MBUG0
Bitntti a 15 lie Dmiorj m M
0 thesourciroFrancisco Gon^alvc^ Torres
Cosinheira
Precisa-se de urna ama para cocinhar, comprar
e mais servicos 1 e casa ; na ra do Arago nn
mero 14.
Superior viudo de Pasto
Looretro 4 C rrceberam pelo Vil/e de Victoria,
por cncomm: nda e ei uta proj-ria, e que ha de Bala
eupTicr em vinho de Ps'>, no uoseo mercado.
Em ppa, quintos e decimos, vendem em gr.isso
e a rc'a bo, e pedem a seus freguezig e amigso
favor de erpenrrentaicm. E' muito proprio pira
hot. i, restaurant e cusas de familia. Bncontra se
:i venda no es'abe'ecireenfo de mclhadra dos mea-
mos L^urriro & C, Paaastgvn n. 7 ; Augusto Ki-
gueiredo & C. Recife.
Criado
Xo largo doCorpu Santo n. 10, 2- sndar, pre-
cisa-se de um criado que suiba ler e inore no
bnirrodo Re;ife.
airrea di bai>-o. dbpots d trsax-.
Cura positiva e radical da todas as formas de
flcrofulas, Hyphilis, Feridas Escrofulosas,
Affsecoes, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas aa do.
sncas do Sangue^Figado, e Rins. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangna
e restaura e renova o systema inteiro. ^
Sabao Carativo de Reater
Liquidado
bpos modernos, pnlmits, plumas fl rrs e
por prrc'-s muito barato.
Mine. Miqueliiia
Rus e.8 Ciuzes n 39
Precisa-ce de um menino para criado, ra do Sebo
n. 26.
Caixiro
Tomeiu nota
Trillios para engenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
Maohrs'lsnir completo para en
genhos de < Io* o tamauhos
Systema aperfeicoado
Especifica$e$ e presos no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
V Ru;i do Coiumcrcio
N. B Vlcmdoai'ima l & C, tem calinlogosde
bu 1 rimpleoieutosnecessarioa Mgricultnr, come
ambem machinas para desean Qar algodo, uioi
ihos pura cal, Irigo, urroz e milito; cerca de fer-
ro galvHniaado eicill-nte e mdico r.m pree", pes
soa nenbama pode trcpal-a, nem animal que-
bral a.
Preeisa-e de um HmTiw de 10 12 nnnos,
com pratica de mollisdos e que re fiador sua
na ra le Principe n. 28-A.
CJndicta
Para o Banho, Toilette, Crian,
cas e para a cura das moles-
tias da pella de todas as especias
* em todos os periodos.
Deposito em FernamOuio nasa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Madcnioiscllc Cotinha
Ainda cntnH na mu d 1 Imperador n. 55, 2-
andar, onde anas smijrus e treiu- zne podem eu-
coiitml-a a:a confiar Ibe os rnibi'i. .- qne como
modista desi mpenhH, c m 1 sejau; (Hites pe.
teadus modernos
Criado e
ama
do urna b'ii eociiiheirn que durm
px-iieg, e de um rspazn.ho paik
Precisa-se
em casa dos
criado ; na ra do Imperador n. 45.
Feilor
Precisa re de um feitor para
iiiI; a tratar na ruado Vigric
um litio m Ar-
11 12. armazein.
I)
M ISIG4
MULSO
SCOTT
DE OLEO FURO DE
Figado de baealho
COM
llypophosphitos de cal e soda
%pprovada pela *fnn giene e aulorisada pelo
gnverno
E' o melher rem dio at le je dercoberto para a
liolra liriinehlie*, (- ellil im. ::n.niin. chllttladr em irornl.
iiensim. lonste rhronlra i-(Ti'(T(ie>
E' muito superior ao oleo simples de figado de
oacalho, pirque, alm de ter ch-iro e sab->r gra-
Javeis, pos8ue todas us virtudes medicinaes e nu
ritivas ao oleo, alera das propriedades tnicas
reconstituint. s do bvpoph- sphitos. A' venda na
robaras e hoticas.
Deposito cm Pernambueo
Criado
Precisa so de .m criado de 14 16 annos : a
tratar na ra d (' inmcrco n. 44
itein
Aprove
Compra te um Luntrrna Mgica, que esteja m
perf.-ito estado, ciju- leba glande numero de
vistas ; nu ma da Imi- ratiiz u. 53.
Cosmhrira
Precisa- se de uhii
pre ; na ra da Am m n
Eia^omiiia>eiro
Precisa-se de urna hb a qii" 1 ngnmnma com per-
feic?o ; na ra do Marqqez do II- um n 10.
Bazar de issaros
Hssn do ttona Vonm zh
Ni'ste f-atabeieciineii.'ci i-hc ,;fra so t-emprc gran-
de suriim>nto de especia. penroa e gaiolas,
nci.iiaeB .- (Urangeira-i, fruc as d,- diversas qua
j.dade. haiainhos para oinh s de caiianca d
iinpeii.i j.n .- ,-, st,;s d.. i:ml., ti .'o.ib., muito
perf. ip ad, h sibt-rosit fiine..iH em eocMCrva em
luid s ira quinhus vmdi s -*a Am< rua. pilo barato
piecode IM is cada un., 1 otro* mmtM getrB-
rufi q i-mam eufadoih.. ni-..1 -i.nar, tudo por
uresis in ri-
le 3X9, 4X9 c HX'2 ; vndese na serrara a va
}or de Oiimaeoda iilva, caes Vate Dous de No
vembro p. t.
MiliHoWlifi*4iaa^**J^ TTt T
MORSONs PEPSINA!
T Hllll^
h ira que 'ambem cuin-
19, 2- andar.
Prec-sa-se
alugsr nm sitio con. :i ri4da para fams, de
preferencia nos arrabildea dn cidade; qnem ti ver
dirjase botica t. nd z ., na rua da Cruz n. 2*2,
on roa da Ma.ire de Deus n 7.
Cos nheiro ou tosinheira
Precisase, sondo a.-seado, paga-se bem t a
tratar na ru do P.y.andd n. 19 (Paasagem da
Magdalena).
*; PABA TODOS OBI KIZKKKM IZO OAS P1LU-
LA- aNTI DTaPEVTIOAfl K KIClCLA DORAS
OO VKNTKr.
Priparudas por Baftholomtu &. C".
Est pilnlas, 1 uj uva i coq-
tiail^ -iiii.to .lii.i rtesta cidade, o
III11.. r. Dr. Carneiro .1 ( u ilia, aao ap-
pi ; o melh.ir >" > nutra a fra-
uiiez.. do <-btimu-go, jir .- 11 ,-ntr', en-
g rgitam' rrtn do figtl ,.,,, \A
DUsiraa Uemorrhoiiia t-. Kllaa
n'i r..iMi 111 (i ni- oor \ >.:. 11 or no
sio.r: t"', pr ral -;. 1 bou ni'.;.
Nao pistaD ai forcaa, nem abntem o
eapuita, antes pelo rautrario do alent,
volve.M. apoiite, dan mnior vigor e
r si tu o. .<* riiieiiii su..8 primitivas fur-
can, "iv onendo aasim para o c.iopleto
reatah< I- ciivcnto da saude.
ih:i-oiio
em sua pharmacia
RUA LARGA DO EOSARIO N. 34.
IPWM
r*4 f'ilBATrni A
INDIGESTAOl
Sob a formo de
FRASCOS, POS
OlOB^XOS.
VNDESE no MUMOO INTEIRO.
PRKPARAOOS DE
Fepitina Storson
Multo recommtndidas
peloi principiu Hedios.
MORSON A SON
SostlimptM Isv, tunsll-Sqsirs
LONDON
lipsilUrioiiar'srssmiuco Frur'if.ljSiLVA *c.
Alhncao
Aluna se rm urna easn de familia, um quaito s
algiuna mdJwm viuva ou su tura, que s>ja de
ciiiidiict.i rniralifada ; Irnta re ua rua do Mar-
ques d Herval 11. 18-'.
o4f
triada
Precisa-se de urna criada para cuidar e andar
com um menino de dona annos ; a tratar na es-
trada de Joao de Barros, sitia n. 27.
A PEPT9NA
Sb a torzia dj X1NHO de X>BP1 ,T}NA
,pr3urdo par .^siressA i Frs, uai
medicimenU) qau mono c->r, liUir as Cunecs* io istoaugo, e regalarias a
digestiA, iidic a eio U*. .'iiiic eo danta,
^nmicrro ie exFer'oaitet fedas palos
(3:.s efatnraos m -icoa 4e !> e ^utros
gftizci .nKuslarsl a rk^-Mdt>ynHS. *
DE VEFONA BBPRSirai na m-*
p >ssAilKa #ooa as suas cartas, limiUroo-ioa a >ur-
f sentar sju a arta diriw>ia .o Sor Defroii:
J nvr na; baolrativo, t^ijo u-.ma 1 a rma aV
Scet cu:iheciios pelo mundo audieti.
J Dii o f iaiet so sr Oah tSna:
I anlis, a & le Ma-co da 1883.
- 1. IdOuo o foet do Iba niii ifastar a k-
(, .isrcio que tive com w. Fuftoaa, a**oa
Jcwit resultatifi 6e con vita Icaneeimos
^c oi graveo m iij a touh > en pregada.
enjore quando tire ae Us um srtc-
nufj caimito, doente ou cora \ As digas
teas a taz preparar-- alhvios o.
djcato. MaJhoraaUo-lhe as"funcco3 digeati-.
-&, _<, jnu.taa cdhures idosas, onaua*
ienicis t menino racu-ticoa davun a 9
aaoda e ^ d. Paptona. tor ia. ioa/
oonsidero coa um ssrdadeiro d*/ o re
( -jimendai-o. es m^vsdoen-'esm'angrauda
numero de csst;.
TtiUw prai.eado com medico irsuoo da-
r*u;a o tono v t83l j tseu, ntriodo asn
tree a f>ee-'*idid> de digrir m" iliiiiiimiie.
.r (.mediatamente cnsuauos era menos ia>-
0liosa do que boje; emlo 11 constitticosa
e-am rnais rigorosa, aangninea, n-*fie*s l
v jciaaa 4 um robusto ippettut. favor, ridaa
,ur unta fTnit, sbundaiu*^ w* surcos gas-
rrit-oe \zj r oroeava a prorapia tran;*mma-'
, c2 003 iirr enios mais refractarios,
. Hojc, porm. i que 03 estmagos daili-
U los carecem de energa, 4 nnninnlaiila
L-\r.c>- mi lie todas ar soeataudaa r >ua fa-
c litara a di gesteo, como, vr exiinsiia, s
sea Psr,;reina.
O preceito de h;gine taris importsste,
lomim T.r.s de&preiar'a sata : fiinai
mudo vara rervjrar ihui. F ette o ae--
gretfo da saade, e durmte muiu temor ot
man.-. catt"iH tirerara estr aasnmpto ot
principt. objecto; alm d'isso, s -ninh al-
to'^io de medico na Renai efio da Benatl
cencta d'eata cidade, em ras os tserorulaaaa
a lTmphiiwoc tbnndam fora da Mdida ma
Sarmitie.M faitr mnitu felisas teabaapoaa
s seus exoeJ ! Aclia-s* o deposito da Uo valkao adl-
eamento bh Pharmacias a Orogariw J'
cidade. t? ye-meato euioar ara recoi*ecat-o1
o ama teaitar aa_ laitacoea, eiiginto ajta]
amaamaamademrmVUlHb DeJaftsmMft i
INJECQAO DE GRMAULT E C
Preparada com as felfca lo llatloo
Approvtdi pe* Juata d'Hygiene io Rio-de-Jtnelr:
Esta injecc&o preparada com as folhas do Matico do Per para a cor
da blennorrhagia, adquiri em pouco tempo urna reputacao universal por
ser a nica innocente, contendo apenas vestigios de sea adttringentes, qne
se encontrao em outras em grande quantidade. Em poucos dias ella acabe
com 08 corrimentos mais dolorosos e mais rebeldes.
Deposito em Pars, 8, Ru Vivienne, 8
Ceda frasco lera a marea de raoriea. a Arma e o mello da aosea casa.
THES0URAR1A
DAS
mm ttA tmm
Acha-sc venda a 10a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recife que se extralir quinta-feira, 18 de No-
vcmbro ao meio dia pelo seguinte
centina em que 6:hir
24,000 bilhetes a 16,5000
Beneficio, sello e coromis-
s3o......
34:OOU,J000
69:060^000
314:940,5000
o terceiro premio
Approxim a 5 5 e 8 do
2:000,5000 para o pr-
meiro premio
Ditas para o segundo premio
Ditos de GjOjJOOO para
o terceiro premio .
4:00 0000 2,400 premioa do 20^000
J 4:000iJ000 i p,r:i todos os algaris-
10:000^0001 mos finaes do primiiro
8:000,5000 premio .
I 2,400 Premioa do 20900f>
para todos os fil^aris-
19:9C<;if>000! mes finaos
100:Gr"-V)00
30:0G.:/ )0O
10:0005000
5:94GV0C
4:000^00
2:00050c
1:30050(0
iosegundo
1 Premio de.
1 Dito de ... .
1 Dito de ... .
1 Dito do ... .
7 Ditos de 2:0005000 .
10 Ditos de 1:0005000 .
16 Dito de 51051100 .
99 Ditos de 2005000 pora
a centena era que sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 1005000 para
a centena em que sa-
hir o segundo premio
99 Ditos do 6O5OOO para
Cuso a tcrminaeao do segunlo premio srja Igual a do primeiro passar ao no-
mero immediatamente superior.
Esta lotera divido se em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de 800 ri
cada um,
Os premios maiores de 2005000 em cada p-trt.; estilo suj -itos rio imposto pro-
vincial de 15|0 e 5r0 add'cionnl sobro o referido imposto.
EXTRA! CAO PELA MACHINA FICHET
Thehouraria dasloteris, 11 de Novembro do 1886.
Augusto Octaviano de Souza,
Thesotireiro
pro mo .
9:9005000 5,1-10 Premios
48:0005OOC
48:0O05OGt
314:910:OOC*
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
ra Franca e do Extraegeiro
k. PABIS, 9, R\a.a de
s ie lrd* Arroz especial
PRBPARADO COM BISMUTHO
mA."V9 Perfumista
la. Paix, S, PAEIS
LOTERA do cear
200:000^000
0 portador de dous vigsimos de^ta nova lotera
est habilitado a tirar
20:012$000
BILHETES A VENDA
RODA DA FORTUNA
dORua Larga do Rosario36
OLEO

i

h
'-'
di TEBRA-NOVA
SEM CHE1R0 NEM G0ST0 DOS 0LE0S 0BDINABI0S
m
de FIGADC S Frascos I
"BACALHAU=0
r.ilicuCi.i.Jc ccrla costra a Moleatiaa de Felto. a Tsica,
Bronquitis. Pristes da Ventra, Tossea ohronicas, Aiec;6es o.-.ci cale a.
I>t Elt IJCXCIA. Bxga-ee no rotulo o sello-Azul do Estado traz.ee?.- '
HOCO, l'aanriaeautico, 2. rua Castlione, FARJZ. a pririnmoa I'hirmatiae-
OPPRjSSO
UIAHUHO-S&LU
HEURJL&IAS
Pelel CIGARROS KC
isplra-se a fiimaca que peuetra uo peno acairua o ayraptoina orroso, facilit
a expectoraban e faroilsa as fuaccoos aos org.".. respiratorias.
Tus# ra aluaai eos caaa *e J E*P^e. f a, i '. -I.nx.rr. esa Paria
0 priHO flxo
Ron \ma n. SI
Reccb sortimento de oruloa, pino nea, tcsmiris, ciiuive-
tes navalhas, ti rmometros pi.r.H medicofi, e dicer-
sos instrumentos de cirnigia mi-dics e denlnria
Vciidc-sc
nm estabelecimento de ninlhados ; a heter ni rua
do Coroiul Suaguna n. 2i0
Aluga-se
o predio n. 12 rua de tji.ulo Amaro do baitro o'e
Santo Antonio, e mpox-Si; do pavianatn torr-o ile
um an lar e grande buto. tom jua, nz, lespjo,
banbeiro, efe. ; as chaves na rua Nova u. 48.
100:800$0dd
a do
c
81!
lina do Btaro da Victoria n. -!<
e cawai do costante
rb
a
Preciia-se de um*
Paraizo n. 2U, I. ja.
no fateo do
O abano assignado acaba do vender
iim vigsimo de n. 5,113, com sorte
le 10:0O(i(000. dcua ditos do ns. 14,334
c 23,348 cm a sorte de 2:000,>00O
Ja parte da 1 lotera que se extrahit
a 11 .lo i-om nto.
, () metino b.tixo assignado convida aoa
p >ssui(!or<.'S vireio rebeber na confonni-
!e do -jostume, sem descorito algum.
Na praca do Cond; d'&n n. 7, 2- andar, precian A.-harn-se a veniia oa fortunados bi-
se de urna ama que co=ii.ha brui, para caaa le netos garantidos da If* parte da l.'lote-
pouca familia. Pina a benenYio da Santa Casa de Mieeri-
rordia
Ama
i i.ma de ! km
ALmm

Precisa-se de urna ama pura cosinbar rm casa
de pouca fami ia ; a tratar oa rua Duque de Ca
ziaa n. 85, leja.
iCosinheirtt porluguez
Offerece ee ; caita a C. O. neate Diario.
do Recifi-, \iw. se exivahir a lf
do eorrente.
Presos
1 vig'tsimo l(J00O
Km quantidatic malor de 1O04I
1 vigessimo (5900
Jo&o Joaquim da Costa LeiU
. I

t
1 IBrffl I

1


F,S
Mario de Periiambi.ro--Sabbado 13 d* Novembro <> fs*
i



.



VENDAS
1 Vende-se un pin > de armari em bom es-
tal > ; a tr*tar un n de S Fr-ncisco d. 18.
Vende-se urn kiotque no palio do Farniro :
m tnt-r m> mesmo.
P da ra
Vende-ge um cylindro anfrican *-, p-jr barato
ycyo : ii tratar o Caii>inlr> Novo n. 91.
A lieVluQO Bom Jess
Ty ~.- zcm.
Doce de cajn' secco !Pao|iiu||kVV?
Do primeiro da pre- LIIIIILIaa...
si nte safra, tcm para
ven ter, ero latas de
libras, ra do
n. 35, arma-
A* ra Duque de Casias, rvsolveu vender
os seguintes artigos iom 2b /0 de me-
nos rio que em outra qualquer parte.
Z'phiros fino-, lindos padrues. a 500 rs. o covado
IAa de quadros, a 400 ris o cavado.
Ditas lavradas a 400 res o di lo.
Ditas con boliubs a 500 e GOO ris o dito.
Ditas coca listriuhas de seda a 5'iO ris o dito.
Ditas inebdanasde seda a 7' 0 ris o dito.
Cach'caira de cor a 90 I e 1>1)0 a dito.
Dius pelas a 120), U'.OU e 20i0 o dito.
Ditas de cor bordad de seda a I 500 a dito.
Limbos escosseres a 240 re. o corado.
Zephiros de quidrinliJ 6 lisos a 200 ris o co-
mi.
Liinb >s lisos a 10.* ris o c >vado,
Setun maco a 800 e 1/200 o dito.
Dito damas& u 320 rs. o dito.
Setiaetas de qua-rnli s a 320, rs. o dito.
Ditas escocesas a 440 rs o dito.
Ditas matizadas a 360 rs. o dito.
Cretoaes fiuiasioios a 360, 400 e 440 ris o co-
lado.
Chitas escuras c claras 240, 280, 300 c 320 ris
covado.
aasuc finas a 300 ris o dito.
Enxovaes para baptisath da 9/000 um.
Colchas bordadxs a 4/, 5/, 7JJ, e 8/UtO urna.
Seda crui a 800 i?. eodo.
Colchas brancas a 1J50. i 1IS00 urna.
Cobi'it da :-'ii_-!i "2~ 0 uino.
Fecfc* pritoados a 2/WW e 3*000 um.
Ditas, (le pa Iussi* a C-50 K) um
Dits do a 1*000, 24000, 3/0.X). 3/500 i/0..'...
5*000 um.
Pauuo (>-( f i fino a 1 OOJ o covad>.
Cortes dj casimira a 3/000, 5/.00 6/Oi
Crep; para cob Tta a I /' 00 o c .vado.
Creloue para cob*rta a 400, ;00 re o covado.
Incoes a 1/8'Xt um
Bramante d- liub a 2*000 a vare.
Dito de >. K d i 1 1800 a dita.
Dit> do ."> irgoraa MK ral... dita.
Panno da reata a 1/400 o 1*0'J o c\a o.
Dito adamascado a liOO o dito.
Espartuli de CWoa a 1/000, 5|000, 5/500,
*/0(W e 7/508 om.
CortinaJo bord-dos a GK), 7/500 e 9/000 o
jar.
Dos de crochet a 24 jO'K) o par.
Lencos de 1200 a 2/0,10 a uzia.
Veltudi hos lisos e lavrados a 1/OOOe 1/200 o
covado.
Au-juinhas a 1/800 rs. uin.".
Panno d>- crochet pira cadeiras C sif a 1/000,
1/200, 1*600 e 2*000 um
Henriqut da Silva Moreira.
Laja carmr.i'o
Veode-se orna, propria para qualquer ramo le
negoc.o, na ra do Cabu ;, que muito se recom-
menda p >r ser unja da. principal -s ras para todos
os neg cios. Garanta-se ao comprador as chaves
da mesma : a tratar na iua Nova n. 15.
Piilin de Kiga
Acaba de ebegar pelo brigue Atalanta om com
pn-to sortimento de pinlio de Kiga da melbor qua-
lidade e de diversa, dimensoes, como sejam:
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2 X 12
e taboas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 pollo-
fgjW
Vendem MATHUE-* ASTIN & C, a na do
tjommcrcio n. 18, I andar, ou no caes do Apollo
51,n. por procos cimmodos
Cocheira venda
Veode-se urna coebeira om bon3 carros de
pR8>.eo, b m localisada e afroguezadL, por preco
muito mdico, em rarSo de s>u dono nao poder ad-
ministre r por ter de fa.er urna viagem : os pre-
tendentes achaiao cora quein tratar ra Duque
do Calina n. 47.
Camisas nacionacs
A S&OO. 3*000e S*500
32- Leja k ra Imperatriz = 32
Vende so neste novo esrahelecimento um pran-
ie. sorum-nto de camisas brancas, tanto de aber
uras e pjnhor dj linbo como de algodo, pelos
iarat<>8 p'oi,o8 de 2/500, 3/ e 4/, sendo tazeuda
muito nvlhor 'lo qu" as que veem do estrangeiro i
Tii.il.. mais bem fritas, pr serem cortada por
m b"i artisra, especialmente cainiseiro, tamben,
remanda fnser por eDOinur ndas, a vintade dof
freguezes : na nova luja da ra da Imperatriz o
3 de Fcrrcira da Silva.
fc*
Ao32
Xo\a loja de fazc
- Ra da
'as

Vende se
Jga dcpcsitJ de seceos, proprio para principiante,
om accommodaco.^3 pira familia na rua da San-
ta Cruz n 5 ; a tratar na rua da Ponte Velha
awmero US.
Aos senbores mdicos
Vende-se um excellente microscopio, r.ccute-
aente recebido de Paris a tratar na rua do Ca-
jMg* n. 9.
Impe i
DE
FERREIRA DA S^VA
Neste novo estabelecimento encontrar o rei-
o litavel publico um variado sortimento de lazeu-
ias de toi s ae qualidades, i) ie se venaem por
jrtffOl baratissimii, assira como um b m-tito do r upas para h m.-ne, e tambera ee man
Ja tazer per eneommendas, p r ter um bom mes-
ere atraate e completo sortimento de pannos fino*
asemiras e brins, etc
Niio n fculniea que (teflnltlan-
naenie uo t-iunirin no prximo >
iniifO
Admire en!
Bonito gortiment.) d mariposa, e fustSes, core.
firme., a 240 e 320 rs. o covado 1
Nansuks de cores mimosas a 180, 800 e 320 rs. o
dito!
Lmho escoceses, novidades em padres, a 200 e
240 rs. o dito !
Setiaetas, as mais finas que tem viudoy a 320 e
360 rs. o dito !
Crotones franceses a 260, 280 e 320 rs. o dito !
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o
dito '
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs, listras de se-
da, barato!
LaV.iubas moderna, a 440 e 600 rs. o dito I
-Cachemiras, lindos gostos, a 600 e 700 rs. o dito !
tienda indiana (imitacao), linda fazeuda, a 700 rs.
o dito I
rlnnda, d licados dusenhoe, om metro de largara,
a 80J rs. o dito !
M> rinb e cachemiras, protas c de cores, a 900 rs.,
1/ e 1/200 o dito !
Setim macee, todas as cores, a 800 e 1/ o dito I
Veludilho de todas as cores, lisos e bordados, a 1/
e 1/200 edil.!
Casemirus inglczas, de cores, a 1/200 e 1/400 o
dito 1
Cheriots, preto c azul, a 2/500, 3/ e 3/500 o
dito I
Cas mira diagonal, a 1/800 o dito !
Panno inglez superior, preto e azul, a 2/200 e
4*o dito !
Pecas de esguio pira cassquiubos, a 4*500 c
4*!
dem de ruperior ulgodSo, a 4/, 20 ids .'
dem de madnpoloes americanos, a 4*500, 5/ e
6*, 24 ids !
Para as Ezmas. no'vas, lindas grinaldas e veos,
por 12/ e 15/ !
Ricos cortinado?, todo bordado, coirp'eto, por
9/!
Lindas guarnieres de crochets, cadeiras o sof, a
8/!
Sup- rior bramante de algodilo, quatro larguras, a
900, 1/ c 1*200 o metro !
Atoalbado bordado a 1/400 e 1*800 o dito !
Pannos de uifloreoteg cores pura mesa a 600,1/200
e 1/600 o covado!
Cobertas de entones, lindos padies, a 3*800 e
4*.
Lences de bramante (cama de casal) a 2/ um !
Colzas francesas, de cores, a 2/, e 6/ superiores !
Lencos de coros, lindos desenhof, 2/ a duzia !
Seroulas bordados, de bramante, a 16/ a dita !
M-ias inglesas, brancas e do cores, a 3/200 e 6*
a dita.
Cambraia bordada, brenca, a 6/ c 7/, as melhorcs
que tem viudo !
Sortimento completo de sedinhas de cores, grosde-
napleg, filos bordados, crep, mantilbas, capas
de 13, fich-i.
Cbamado.Temos fcssonl habilitado.
Venda* c:u uro*Doscontos da praca.
AO-llua Duque de C axias >
Carneiro da Ceba & G.
DA
COLOMA ISABEL
S9-
a*
0
Ven-te-se "iwi impirtante taverna ; a tratar na
i de Mrquez do Uerv.il n. 2'J. A raz:V> de ge
vender ge dir ao prctendente.
!\uvas as.nlias
A sao e 400 rcis o covado
Acbafn do ohegnr para a loj-i da rua da Im-
aeratriz i. 32, um grande e bonito sortimento de
Jumbas de c res pa:a vestid' s, sendo f .zenda de
aaita pb iiitiisin, com cores ciar, c escaras, c li- '
^aidain-se a 320 e 400 grande porc/o na loja de Pereira da Silva.
Excellente acquisirao
Bona i-mprrgo de raplial
Vende- se por preco commodo o bem localisado
predio da rua Duque d Caxias n. >9. reedificado
al amane nt e dando nm bom rendiminti ; a tra-
tar ni rua 1 da Marco n. 20.
Tecidos de linho
.% 500 rs. o covado
Na !c i da rua da Inp rtriz n. 32, vende se
3m bolillo sortimento de fazondas de linlio para
testidoe, 'i n lo largura de chita frtnccza, com
-Mito bonitas cores e palminhas bordadas, pe
ahinco* a 500 res o covado, n loja ce P- reir da
va-__________________________________________
Serrara a vapor
Caes do Capioarlbe n. *s
tfesta rrnria encontraro os s^nhoreg regue-
aea, um pande sortimento de pir.hj de resina de
ataco a dea metros de compnmenco e de 0,08 a
0,34 de csqnadroa Garante er preg/j mais como
o do'qilo em ontra qualquer parte.
Francisco d ir Snnt. 8 Macedo.
7/001
10*00)
12*(K
12*>
5/5l>
6/K.
8*IK
1/OUI
Ras da Impernirls
Loja lie Petara da Silva
Neste estabelecimento vende-se as rcnpss aba
cu mencionadas, que s:!o bn* ...as
Palitots pretos de aiagonaes e
acolchoados, sen .o t.izenaas muio en-
cornadas, e forrados
Ditos de casemiru preta, de cordao muito,
bem foito. e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melbor
Ditos de flanella azul sendo ingloza ver-
dad-ira, e forrados
Jaldas de gorgoro preto, acolchoado,
sendn faiiod-.t muit. encurpada
Dito, de caaemia de sores, sendo muito
bem f.-ita.s
Dita, de fianella inglesa verdadeira, e
mnito bem feitas
ColletinhoB de greguela muito tem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos di
inho e de algodo, meias eruas e collarnhea, eU
to na loia oa -u da Imperatriz n. 3ic
ea. aetlnetaa v iiinba* a SO
i--, o covado
Na loja da rna da Imperatriz n. 32, vende-,
.m grande sortimento de rustoes brancos a 50
rg. o covado, liziubas lavradas de turta-coret
ftsenda bonita para vestidos a 500 r. o covad.,
e setinetas lisas muito largas, fondo de todas ai
cores, a 500 rs. covado. pechincha : na loj
lo Pereira da Silva.
tlaoaoilnho trance* para lenrrt
OOOra.. l e llo
Na loja da rua da Imperatriz n. H2, vende-,
superiores algodozir'bos francezes com 8, 9 e 1'
palmos de largura, proprio. para lencdes de no
*/> panno pelo barato preco de ^OO rs e 1/000
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*28<), a
iim como uperior bramante de quatro largor,
para leucoea, a 1*50<; o metro, barato n lqii
i Pereira da Silva.
Roupa para meninos
A 4*. I*oo e 6*
Na nova loja da rua da Imperatriz ti. 32,
vende um variado sortimento de vestuarios pn
prios para meninos, sendo de palitosinbo e calo
iba curta, feitos de bnm pardo, a 4*(HiO, dito
ie molesquim 4*50C e ditos de gorgoro pr
mitando casemira, a 6*, sao muito (garatea ; n
1 ija do Pereira di Silva.
Joiestias da (garganta
PASTILHAS DE PALANCI
da Chlorato de Potassa e Alcatrfio

Para as enfermidades da bocea, inflmalafao da garganta, aphta, ulcerando das
gengivas, seccra da linquaedo paladar, rouquidao,inchu$o das aniijijdalas, etc.,
nao ha remedio mais eflioaz e rpido do que o chlorato de potassa. Si -se llie juma
o alcatrao cujas propredades balsmicas e purificantes sao umversalmentereconhc-.
cidas, accelera-se a cura destas pequeas enfermidades e evita-se sua repetiiTm,
dando ao mesmo tempo niaior fori aos orpaos.
As Pastilhas de Palangi se dissolveni lentamente na bocea e obrSo como gar-
garjo; passao, depois para o estomago e dalli para o sanguc que se purifica sob a
benfica influencia do alcatrao.
Estas pastilhas sao mnito usadas pelos Cantores. Advogados,Plegadores e todas
as pessoas que ao ohrigadas fallar em publico.
Deposito em Pars. 8, Ran Vlvienne, e em todas as Pbarmacias.
VvVMMvVvV^vVv>vV^VvVvVvV^vV^>aVvVvVvVv1v^v>>^^^**>^^^^^
ELIXIR &VINH0
Dis stlvo s
TROUETTE-PERRET
de PAPAlNA (Pepsina vegetal)
sao os mais poderosos digestivo conhecidos at agota, para combater as
AFFECQESDO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PESO NO ESTOMAGO, MA DIGESTO. ETC., ETC.
Ola C.UJCB LOGO DEPOIS DA COMIDA BASTA PARA CURAR OS CASOS MAIS REBELDES
k venda as princip.es Pbarmaciag e Drogaras.
Venda em grouo em Paria :TROUETTE-PERRET, bouletard Voltaire, Mi
Deve-se exigir Sallo do Ooverao Francs sobre os Frascos para evitar as ralslncaeooa.
OawaHgi.ia mrriwm1--------* ni ~ da axxvA *. C, i m priKlna PUtbki.
L*>.
VERDADEIROS GRAOS deSAUOE do DTR ANCK
V
J ralta'de apnettte, rl4o de rentre, Xazaqneca, Verttreas,
Coacrostoes, etc. Dote ordinaria : f. t S graot.
'm Exigir fM l.'ii 'l'l UM l/ill-H com o rotulo em 4 cores, e a
> u lw.lMUIir:VW:v-Jiai u btiuvt A Roupitre m liu uur.au.
Approvados pela Junta Central de Hyywue da Corte.
Aperientes, catomachlcos, purgativos, depurativos, contra a
Falta de apaetlte, Vrlsto de ventre, Xa
Coajroatooa, etc. Dote ordinaria
I U-IglUU.
'****
Em PARIZ. Pharmacia IIBOT.
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAR* PHARMAdAS
Oleo para machina^
Era lats cooteudo cinco gaies, 9/000; ven-
de-so nos depsitos da fabrica Apollo.
A'Florida"
Rna Dnqne de Caitas n 103
Chama te a attencao das Ezmas. familias para
os procos seguutes i
Luvas do seda prcta a 1/000 o par.
Cintos a 1/500.
Luvas do pellica por 2*500.
2 caixas de ppel e envelopes 800 rs.
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Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 ra. o
metro. -,
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Ram s de flores finas a 1*500.
Luvas de Eiieossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1 / o par.
P. r,a-retrati. a 500 rv, 1/, 1/500 e 2/.
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Rosetas de brilbantes chimicos >. 200 rs. o par.
Guarnices de idem dem a 500 rs.
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Pliass de 2 a 3 ordena a 400, OO e 600 rs.
Espartilno Boa Figura a 4/500.
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2/500 a peca.
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tidos de cores e pretos u 2*, e 2*500 o metro.
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dem dealface al/OUO.
Agua celeste a 2*000.
Agua divina a 1/500.
Agua Florida a 1/000.
Mac eos de M'oa a 100 rs.
Meias branca, para aeuhora a 3* a duaia.
____ BARBOSA & SASTOS_____
Grande reforma!!!...
(A lellura gratis)
Realmente foi granae que se lez na loja dos
Barnteiros, rua da Impeatric n 40.
E fio os nicos que tem as srguinteg novida-
des!!!...
Grande sortimento de 12, lindes e importantes
pad i O .. do mais apurado gogto; bnm !!!...
Failbe o que ha de mwhor e agradavol
Lindi*8imi s padroos de chitas a 240. 280, 300,
360 e 500 ris o covado, p >rm b >tn 1!!...
Baptiaias para tod s a 180 rg. o covado.
Alpaca lisas a 400 rs o eovado.
Sino, ta o que ha de melhor.
Brins brancos, pardos, esiuros e pretos.
V] hs'k m grande soitim-.nto.
Fiebs, chales e c leh do melhor que se pode
dse jar
Casimiras ing'ezae, franeesae e allomaos.
Casinetas, taubem raudos sortin nito!.
Panii > da oosta uiuit> fino e barato.
Camisas brancas frauei zas. fi ias e tambem
baratas at 1/O0 uina ; pechincha, quer ?...
TA m mais :
Metas, ravata?, punhos e colleriubo, o qae tem
Vh.no de melh>r,
Tudo ot", tlm dos artigrg j annunciado, que
s.ria infido, h wciieional-os de novo.
AtUn lau.i I !...
' NA RUA DA IMPERATRIZ N. 40
Os Baraleiros
ALIIEinO A C._______
VAPOR
e moenda
Vende-se nm bom vapor e moenda enm pouco
a ver no eng.-nho Timb as.. mnito perto
EXTRACgAO SEMANAL
2.a parte da 24.a lotera
CORRE
Quarta-frira, 17 de VivoiiiIiio de 1886
Iatraasfrivel! ntraiisfriv$l!
0 PORTADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida, alni da fianza, por um deposito
no Banco Rural do Ilio te Janeiro equivalente ao premio grande
de cada serie.
BILHETES V YENDA
vi
RODA DA FORTUNA
30-Rua Larga de Rosario3(5
Bernardina Lopes Alheiro.
EXTRACCO
DA
i! serie da M lotera que se extrahir oa igreja da Concedo dos Militares
EM17 DENOVEMBRO
j

SOB O SEGl'INTE
PARA EXTRACCO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA
HMIDiliaOOSI]
1\
l.ll
la esiaco do metmo uome
aperador n. 48, 1* andar.
a tratar na
i d-i
WHISKY
<> Y AL BLEND jiarca ViADt
Este excellente Whisky SBcesses preteriv.
t<> cognac ou aguarden^ de canua, para fnrtificc
c<>rpo.
Vend--ge a retaiho no a Iharea armasen.
lulhados.
I'ede ROYAL BLEND marc VlADOcujo n.
ae e emblema sao regi.trados para todo o Brasi
BBOWN8 V. C, agentes
COLONIA ISABEL
CflNCEDiDI.S PEULO PuOiINCUL M, E.PPBKIIIO PELO FXM.^R.VCf PRESIDENTE 01MICI1
PH 1CT0 Ot l DE SETtMBfiO DE 1886
4o.ooo li 'leles em vigsimos ISooo 800:000$
Despezas............ H8;8oo$
. 68^oo$
240:0001
40:0001
20:0001
10:0001
5:000#
18:0001
23:0001
40:0001
i:000|
1:0001
39:6001
i 9:800|
9:9001
~1 8:0001
i 6.0001
4:0001
2:2001
1:7001
96:0001
96:0001
1
1
1
1
1
9
23
400
premio de. .
dito de
dito de .
dito de
dilo de .
ditos de.......2:000$
ditos de.......1:000$
ditos de 100$ pura todas as conidias, cujos dous aIgarismo>
forero ignaes aos dous ltimos do primeiro premio inclusive
dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero na exlracgao for mai? alto
1:000$ para a sorte, cujo numero for mais baixo
400$ para toda a centena do 1 premio.
200$ idem idem do 2 premio ....
100$ idem idem do 3" premio ....
2 apps. de 4:000$ para o Io premio .....
2 ditas de 3:000$ para o 2' dili......
2 ditas de 2 000$ para o 3" dilo.....
2dilasde 1:100$ para o 4o dito.....
2 dilas de 850$ para o 5 dito .....
4,000 terminales de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminacDes de 24$ para o 2o premio inclusive
1
1 dito de
99 ditos de
99 ditos de
99 ditos de
681:2001
Esta loteria ser dividida em 20 seri.s de 4,000 dezenas. Qaando as termioacoes do 1." e 2. premios forcu-
iguaes, a d'este passar ao algarismo immedi.itamenle superior. De9 passa a 0 e de 0 a1. Os premios sao
pagos sem descont alguna.
0 premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quanria no Banco
Rural do Rio de J neiro.
21 deulubrode 1886.
O THESOUUbRO,
Francisco Goncalves Torres.
f D
t


Diario de PcrnambucoSabbado 13 de Novenibro de 1886
LITTERATUR



CASAMENTO 1 REVLVER
POR
JULES MARY
-)()(-
-IV
(Continuago)
Ama-a tanto, repeta elle, amo-a tan-
toque raorrerei se nao m'a restituirem !...
O operario estava n'um estado de aba-
timento, de eatupefacgSo difficil de descre-
ver ; paludo, com as feig'fc.s contrahidas,
03 braco3 pendentes, a cabega vergada ao
peito, era a imagem do desespero, da an-
gustia a mais intensa.
Amava a filha at adoragao; esta as-
cera quando elle n5o esperava mais ter fi-
lbos e custara a vida sua mili ; amava a
por si e por aquella que j nao existia.
Norberto continuou:
Dou-lbo de conseibo qie nao espero
amanhecer para deixar Paris. Quem sabe
at, ae j nao ser tardo !...
Para onde hei de ir ? Entao aban-
ona-me ? Nao v" que, se eu ficar s, nao
saberei dirigir-me ?...
E"tava to fraco de espirito como de
corpo; a antiga mania das persaguigo'es
tazia-o tremer agora, tanto mais quanto
va realizar se diante delle, sua vista,
am daquelles perigos magidarioe com qua
sempre sonbava.
Nao, nao o abandono. N3o o deixa-
rei senao depois de vel-o mais calmo o
quando estiver em seguranga. Apressemo-
nos. Quer levar daqui dinheiro... papis
de familia a que ligue importancia ?...
Nada absolutamente. Nao tenbo di
nbeiro.
Dar-lb'o-hei.
Quanto aos papis, nao tora impor-
tancia.
Entilo partamos. -
Bertara quiz caminhsr, mas cambaleou.
Norberto deu-lhe o brago e quasi que o
levou carr^gado, I como o teria feito com
urna crianga.
Descerara sssini a escada.
O marquez tu nfiva todaa as precaugSes
para nao ft zer ruido.
Quando chegararo ra, o ar fresco da
noite fez bem a Bertara, que pode andar
sosinho.
Passou em fiacre, como por acaso. Nor-
berto njadou Bertara a entrar no carro e
installou-se ao sea lado. O car-dio ia dis-
parada. Decorreu raeia hora.
De repente, parou o fiacre; Norberto
dea a mao a Bertara e felo apear-se. Es-
tavam na estagSo do caminbo de ferro, de
Pars Lyon.
Nao temos tempo senSo para comprar
nossos bilhetes, disse o marquez, dirigin-
do-se s pressas ao billieteiro.
Recebeu os bilhetes e correu, arrastau-
do o operario ; o trem a partir; un em
pregado abri a porta de um dos wagons
a tornou a fechal-a depois que entraram ;
ouvio se um apito e o trem parti.
O marquez e Bertara iam sos em um
compartimento de primeira classe e o em-
pregado acabava do eolio jar, do lado de
fra, um cartaz onde ss lia: R 'servado.
NDguem nos incommodar, disse
Norberto. Tome es oto lugares.
Pata onde vamos ?
A alguraas horas de distancia do
Pars, em trem expresso, a ura canto de-
serto do Morvaa onde tenho urna proprie-
dade, e bem fino ser quem for capaz do
deacobril-o 1
Norberto continaava a sorrir.
A' mesma hora em que o marquez
d'Argental lovava Bertara para longe de
Paris, Simeao e Chilpric entravam em
um suraptuafo palacate, situado no fim da
avenida do Bosque de Boulogne, esqui-
na de urna ra novamente aborta e onde
as placas administrativas nao indi aa vara
ainda o noroe.
Era urna habitagao principesca, cujo
exterior, por mais imponente que fosse,
mal podia dar urna idea das riquezas inau-
ditas, accumuladas no interior. Toremos
occasiao mais tarde de fallar nellas e des-
creveremos entila aos nossos lcitores o luxo
oriental, fascinador, fantstica no meio do
qual vivia Mourai o en qui sa passiram
muitas das scenas mais coraraovedoras de
nossa narrado.
Simeao e Chilpric tiaham, sam duvida,
entrada franca, pois os numerosos criados
asiticos que encontraran! na passagem,
limitaram-so a inclinar-se dante delles.
S depois de chegarem a um pequano
salSo, forrado de tapetes espseos, onde
projectava-se a luz mortica de urna lam-
parida ture. suspenta ao tecto, qua p i-
raram.
Um homem acabava da surgir junto
porta quo coniuzia ao quarto de dormir
de M'-urad.
Estava vestido com o ptoresao traje
armenio. U-ca vestia de panno cor de cas-
tanha com botSas d* ouro, bordada de ga-
leas pretos, desenhava-lhe as formas e fa>
zia sobresahir.su a alta estatura; a cintura
era rodeada por urna faxa de s la preta;
as caigas largas cahiam at a baixo dos
joelhos, terminando em urna presilha de
13 passada em volta do tornozellos ; os
pos descalco*. Tr.tzia cabaga um turban
te do fotilar, graciosamente enrolado.
Era Azep, o criado dedcalo de Mou-
rad.
Seu am} est deitado ?... pargun-
tou Chilpric. Bam saba, amigo, que elle
autorisou-nos a incommodal-o a qualquer
hora. Previna-o do que precisamos con-
ferenciar com elle, sera demora.
Meu amo nao est dormindo, disse
o armonio depois de tel os sau lado moda
oriental, levando a m3o fronte e ao co-
rag3o. Vou avisal-o somonte e nodorao en-
trar.
Foi e voltou logo em seguida.
Meu amo est esparando 03 !...
Azep tnha sido educado em Oonstanti-
nopla e tallava perfeitamente o francez,
Chilprie e Simeao entraram. Na extre-
midado de um pequeo quarto, junto a
urna mesa baixa marchetada de madrepe-
rola, sobre a qual estava lendo, indolente-
mente recostado sobre urna pilha do tape-
tes e coxins.
Avistando os agentes, dexou cahir o
livro, levantou-83 vivamente e dirigio-se a
elles.
Era um bonito rapaz de vinte e cinco
anuos, alto, muito elegante, de olhos ne-
gros e avelludados, cutis al va e delicada.
A fronte era espagosa e intelligente.
Fino bigode negro sombreava-lho os la-
bios um pouco grossos, nico signal de
sua pbyaionomia que revelava o tempera-
mento sensual de sua raga. Traja va a eu
ropa.
Como nao ha vi a l cadeiras, Aburad
indicou aos agentes um divn baixo, con-
vidando-es a sentarem-se ; mas nao acei-
tarom.
Obrigados, disse Simeao, nao nos
sentaremos. Temos pouco que dzer-lhe,
mas esse pouco valer mais do que os
mais longos discursos.
Aaharam a pista dos herdeiros de
Bertara ? pergantou Mourad com vivo in-
teresse.
Melhor do que isso, patrao, disse fa-
miliarmente Chilprio ashamos oj pro-
prios herdeiros, senao todos ao menos al-
guns. Infelizmente nao est tudo acaba-
do e at como se nao houvcsse nada fei-
to. Vai ver.
Contou lhe ent3a como, encarregado por
Mourad de seguir La Guyana para desco-
brir quem era a passoa por conta de quem
trabalhava o miseravel, tinham airistilo
ao rapto de urna moga, junto ao ponto dos
carros, na ra de Meaux.
Contou tambem como tinhanvse visto
obrigados a abanionar o carro que lavava
La Guyane e a joven e como entretanto
seus esforgos nao tinbam sido perdidos,
pois qua o acaso, entregando lhes urna ear-
ta destinada a engaar Bartara, fazia lhes
descobrir ao mosmo tempo aquelle a qaem
pro cura vara.
A moga raptada, concluio Chilpric,
FOLHETII
DE
EMMA KOSA
POR'
2A7IS?, se mmim
coiximgAD ss::::::
(ContinuagSo do n. 260)
XXIX
O ex-mscate ia Reuniao dos Vidra-
ceiros.
O hornera que o seguta, vendo-o entrar
no estabalecioiento do enorme Pastofrolla,
achou prudente fijar do lado de fura.
Occulto no vao de urna porta, esperou,
como o cagador que espreita a saluda da
caga, que pretenie abater.
Eram seis horas da Urde.
O Lombriga tnha dormido mais de duas
horas um somno de bruto.
Entretanto, es effeitos do vinho comega-
vm a dissipar se.
2Acordou de cabega pesada, bocea pasto-
sa e lgua grossa.
E>to-.i com urna a" Je dos diabos, mur-
murou elle, levantando se nos cotovellos.
Rigolo, meu velho, dame agua.
NSo estando Rigolo all, nao podia res-
ponder.
Hura I hum 1 disse o Lorabriga, sen-
tando-se na cama, nao sem muita difiieul-
dade e nao se lembrando bem do que ae
tinha passado. Dexou-me aqu, ease ani-
mal 1 Para onde diabo me trouxe He ?
Onde estou eu ? Aqu est ea :aro como no
fundo de ara pago 1
flha de Bertara, o herdeiro. N3o diffi-
cil ad"inhar que outras, aira de na, in-
teressara-se por esta haranga, por motivo
differente. E' a luta que comega e pare-
ae-me, sem conhecel os, que temos pela
frente adversarios que nao reauarao dian
te de um crime, se este for necessario
para assegurar-lhas o triurapho.
Mourad estava rouitj inquieto; seus
olhos negros tinham se tornado sombros e
mor lia nervosamente os labios.
Outr'ora Bertara, era Constantnopla,
salvou a vida o a honra de meu pai, disse
elle. Na momento de morrar fez-rae pro-
raetter-luo que consigraria minha raocida-
de, so preciso fosse, a procurar scu irmao
e sua irma pira entragar-lhes 03 milhSas'
quo ello logava lhes. Procaetti fasor, ju-
rei at. Perderei a honra se nao curapnr
minha promessa, meu juramento. Di-
lhes a cada um cincoenta mil francos para
sorvirem-me. Prometo-lhes agora mais
cera ral irancos a calo um, se consegui-
rm o que desejo I...
Os dous agantes estremeosram o torna
ram-se um pouco maia paludos.
Eis um patrao como ha pouaas ex-
clamou Chilpric
Mourad prosoguo com animagao cres-
cente.
Aquelles quo vamo3 combator sao
rco3, sem duvida. Sou-o tanto como el-
les, recorram minha burra, sem hesi-
tareis. Meus criados e minha fortu-ia, tu-
do est dsposigao de ambos. E, se
houver algum dia um perico do morte,
nao se esquegam de quo sou seu amo -
patrao, como me chamarae que quero
quando tivermos cumprido com o nosso
dever estar presente 1
Aquelles com quera vamos medirnos
sao criminosos; nao podemos oppor aos
seus criraes outros crimes; mas, quando
tivermos deaampinhada nos3a raissa), ain-
da nos restar um ultimo dever, urna ul-
tima raissao : a le franaeza nao attinge
todos os criminosos... Pois bem, nos
substituiremos nossa punigilo ao castigo le-
gal, que nao torjtalvez lujar 1 Chegar
nossa vez tambem ferir !
Agrada-me isso, disse Simeao, esfre-
gando as muios.
- Digo a mesma cousa, consordou
Chilpric cora toda a naugma.
Os tres homens estenderam-se esponta
neamante as raaos. Havia um pouco da
emogao naquelle simples gasto ; esta emo-
glo, produzida talvez pela perspectiva dos
perigos que iam encontrar, os dous fran-
cezes dissimularam-n'a com um sorriso,
mas o oriental gravemente pronunciou estas
palavras :
Deus grande! Que nos proteja I
Alguns minutos depcis reinava o mais
profundo silencio no palacio, onde Mourad,
esconda sua vida mysteriosa.
Simeao e Chilpric deitaram se em
sonbo sobro montoes de ouro.
O convalescente tentou descer da cama,
mas sua cabega dorida ainda, anda va ro
da; as suas peraas, trmulas, nao podiam
sustental-o.
Tirou do bolso ama caixa de phosphoro
de cera, que abri com alguma difficulda-
de, tirou elia um phosphoro, esfregou o
ao lado da caixa, onde inflammou se.
O ebrio apro/eitou a luz passageira quo
o phosphoro espalbcu, para langar urna vis-
ta em torno de si.
Na mesa de cabeceira, perto da cama,
va am coto de vela medilo, quando mui-
to, dous centmetros.
Acendeu-o e a sua claridade habilitou-o
a examinar o lugar onde estava.
Lembrou-se vagamente de ter entrevisto
o lug r quando chegou. Voltou-lhe a me-
moria a pouco e pouco.
Ah aim / disse elle em ra< a voz,
fallando comsigo mesmo. Rigolo trcaxa-
me para o seu quarto, e ea aqu estou. O
almogo foi molhado demais, e en apanhei
urna tonca! Mas que diabo dera-mo os
cabellos, e ea estou com urna '-Je!...
Onde estar o pote d'agua ?
O Lombriga conseguio pGr-so em p e,
titubeando, em risco de cabir a cada pas-
ao, andou em redor do quarto, correado os
olbos por cima dos movis.
Nenhnma vasilha oora aguo, resmun-
gou entre dent s. Esse idiota nunca man-
da vir agua ? Entretanto preciso beber.
Tenho a garganta om fogo.
Tomou o coto de vela, pul o na palma da
raao esqui-rda, na falta da castiga!, e con-
tinuou o seu exame da pega da entrada,
olhando direita e esquerda.
Na taboa onde na ante-vespera Luigi ti-
nha achado am castiga!, elle vio urna gar-
rafa de Brdeos.
Muito bem, disse elle, apoderando-se
della, aqu asta a tisana. Com isto vou
matar a se le.
Voltou para o quarto, tornou a por no
marmore da mesa de cabeceira o coto de
vela e, sentando ae n i coma, tirou a rolha
da garrafa e chegou o gargalo ao nariz.
E' vinho exclaraou em tom de sor-
preza agradavei. Do bom, nao nenhu-
ma zurrapa, tem um cheiro 1
Collando, entilo, os labios ao gargalo,
deitou a cabega para tras, beben a longos
tragos e interrompea-se para tomar folego.
De repente, pareceu lhe que urna corti-
na prcti abaixava-aa diante dos seus olhos.
Alguns dias depois dostos acontecimen-
tos, que constituem urna especie de pro-
logo nossa narragao, Norberto d'Argen-
tal, trajando um elegante costume do cor
escura, qua fazia realgar a belleza de seu
talhe, mas communicava-llia physiono-
mia, j de si severa, nao sei que exprs-
sao de dureza, Norberto d'Argental, enlu-
vado, apeiava so de am carro na avenida
do Bosque de Bologne, caminhava doran-
te alguns minutos e dobrava a esquina da
ra que ha pouco se abrir, e onde esten-
diam-se os vastos e maravilhosos jardins
de Mourad.
Nao havia na ra senao ama casa nova-
mente construida, apenas acabada.
Os salpicos de tinta que ae viam nos vi
dros das janellas indicavam que a casa
nao tinha ainda moradores, excepgao do
quarto andar, que parecia habitado, mas
cujas persianas, na sacada quo dava para
a ra, estavam hermticamente fechadas.
Eram dez horas da manha e o sol ra
dioso inundava de luz a avenida, commu-
nicando am brilho extraordinario s car-
ruagens e cavalleiros que se dirigiam para
o bosque : havia urna grande quantidado
de carros, desde a calega e o pkoeton, des-
de o coup e o lanau at o carrnho in
glez.
Norberto havia parado e contemplou,
por um instante, aquello espectculo nico
no mundo, de um dos pr.izarcs mais apre-
ciados na grande cidade: o passeio ao
bosque.
As mais lindas raulheres de Pars, actr-
zcs, CjC ttes, sonhoras do alto tora, desfi-
laran! diante delle, recostadas as alraofa-
das.dos carros, risonhas, semelhsntes a
ramilhete8 de fl.-ros apaas desabrochadas,
amorosamente aaariciadas pelos raios do
sol.. Alguraas mais accessiveis ao fri,
do olhos azues, cabello3 louros, levavam
suas capas da invern ; mas quasi todas
saulavam alegremente, com os vestidos
claros, os chapos enfeitados com rosas,
violetas e lihzes braacos, a eutrada da pri-
mavera.
O quo passava diante delle, era o pra-
zor, o ocio, o luxo ; era a volupia, a tor-
rente que arrasta sem deixar olhar para
tras ; eram as fastas, os trumphos, as su-
prerass ironas daquelles que estilo do cima,
(aneadas aquelles que estilo por baixo, os
orgulhos do poder, o inefftvel gozo de sa-
tisfazor todos os caprichos ; era a vida de
febrea, de conquistas e de ambig3es, era a
viua, emfira, quo elle adorava, ambiciona-
va, a que aaprava, cora toda a forga do
sua alma a que s a riqueza podia dar-lhe.
E tocava, por aasi-.n dizor, tudo aquillo
cora o dedo. Atrs de uraa porta entrea
berta e vacillante, a fortuna o espera.. .<>
Soltju profundo suspiro, dosviou os olhos
o eutrou apressadarasnte na casa isolada,
subindo ao quarto andar.
Datou tres pancadas por tres vezes : ura
s igual.
Ura olosso -L\ Guyaaeveu recebel-
o e tornou a feahar cuidadosamente a por-
ta, depois que elle entrou.. .
Ella dormiu ? parguntou Norberto.
Nao. era se doitou.
Comeu afinal, alguma cousa '!
Nada I.... Dasie tres dias l...
Taatava-se do Gabriella, faail do ad-
vinhar. Era l que estava; l que a tinham
techado.
Na noita do sea annirersaro, quando La
Guyano e Louffard fizeram-n'a entrar em
um fiiere a pretexto de levarem-n'a para
Pantin, onde o pai, diziam elles, estava
gravemente ferido, Grabriclla ficou tSo af-
flict pelo que acabava de saber qua, du-
rante o priraero quarto de hora, nao teve
a menor desaonfianga.
Quando viu que nao chegava, que entre
tanto o carro ia disparada, levantou-sa-
Ihe no espirito urar inquietagao e scea-
ram-lhe as lagrimas.
Debrugou se a portinhola.
Depois de ter paesado a barreira o fia-
cre tinha voltado para Paris ; ella o cora-
prehendeu, olhou para os campanheiros,
que conservavam-se seilenciosos, o luz do
gaz julgou ver lhes passar pelos labios um
mo aorriso.
Teve medo e quiz levantar-se.
Onde catamos ? Para onde vamos ?
Paciencia, minha gequena, paciencia,
estamos a chegar.
Porem quero saber onde estou I...
A mo brutal de um homem pesou lhe
sobre os hombros e obrieou-a a sentarse..
Recahiu sobre a alraofada do carro, des-
vairada, com o coragao gelado pelo susto...
Sem saber o que a ameagava, comprehen-
deu qua estava era pergo e o instincto
fez com qoe soltasse ura grito terrivel :
Soccorro Soccorro !
Atirou-sa com as maos para diante afira
de quebrar o vidro da portinhola, quiz
anda gritar, mas seu grito foi abafado com
um lengo, qae lhe amarraram por cima da
bocea.
Ao mesmo tempo, sentiu as maosinhas
presa como era um estojo. Um grande ca-
lor subiu-lhe dos p3 cabega, invadiu-lhe
o cerebro, obsaureceu lhe a vista... Pro-
curou resistir, lutnr contra a fraqueza que
se apoder&va della, mas foi intil... des
maioa.
Alguns minutos depois, parou o carro ;
La Guyane ergueu Gabriella nos bragos e
carregou-a ; tanto na ra como dentro da
casa, ninguera, nenhuraa testemunha do
crime.
Quando a joven voltou a si achou-se
detada sobre urna cama, em um quarto
que nao conhecia ; as primeiras < claridades
de dia appareciam atravez das persianas ;
langou am olhar ao redor ; a mobilia con-
sista era objectos indispensaveisa cama,
algumas cadeiras, um lavatorio, urna cora-
moda ; as paredes ainda estavam forradas
do papel e viara-se vestigios de oaliga e de
tinta no soalho novo e no paitoril das ja-
nellas.
(Continua.)
VARIEDADES
Luiz II da Baviera
JOB
Edmundo Casco
(Continuado)
So-ha ser Luiz XIV mas
nao para dar a Baviera a
grandeza radiosa da Fran
ca do ecculo XVII mas
para dar a si proprio o
pmzer intenso de ter am
Versaillcs maguifico!
Finhciro Chagas (*)
I
o re
Luiz II (Othon Frederico Guilherrae)
nasceu aos '5 de Agosto do 1845 em Nyn-
phenburg (castello das nymphas) situado
apenas a urna legua do Muniah.
Era o filho primognito de Maximiliano
II, a quem succodeo a 10 de Maio de 1854
Um zuido surdo enchia-lhe o crneo, os
seus ouvidos tiniram, as suas maos enrije-
cerara e os dedos apertaram o gargalo da
garrafa como um torno.
Quiz lovantar-se, mas nao o conseguio
completamente e tornou a cahir na cama
sem sentidos, agarrado garrafa, que aper-
tou contra o peito.
Quem o visse naquella immobilidade, o
julgaria morto.
O coto de vela, que arda rpidamente,
acabou de consumir, crepitou, langou o sou
ultimo ciarlo e apagoa-se.
O aposento do irmao de Sophia tornou
o ficar em trevas profundas.
Erara mais de enze horas da noite.
Osear Rigault sabia da RauniSo dos Vi-
draceiros.
Ia de cabega baixa, tendo debal le inter
rogado Cario Peretti e ainda outros, sem
conseguir colher a mnima intormagSo a
reapeito do homem que vio na escada exte-
rior do Hotel-Dieu.
Melanclico, desceu a ra de Montreuil,
chegou ao bairro Saint Antoine e nao tar-
dou a chegar ra Gungaut.
Completamente absorto nos seas pensa
mentos, nao prestou a menor attengao aos
passos de um homem que o acompanbava.
Era o mesmo personagem que o segua
desde que anoiteceu.
Cerca de dez metros da casa de Rigault
o homem parou, oc cuitando-se na escari-
dSo.
Vio o exma8ate puxar a campainha e
entrar em casa.
Deata vez nao ha de dormir fra,
murmurou o homem com um sorriso mo.
Daqui a meia hora ha ter ferrado no som-
no, e ser entilo a occasiao...
Oa nossos leitores ha muito, sem dvida,
reconheceram o operario armeiro Luigi, o
cumplce do Dr. Angelo Proli.
Luigi esperou passeando de um lado pa-
ra outro na calgada, mas espiando aempro
porta 'da casa, de modo que ninguem po-
desso sahir sera qae elle vase.
Osear sabio s apalpadellas os degros
da escada do sou aposento, porque o por
teiro, antea de deitar-ae, tinha apagado os
candieiros de kerosene que allumiavam a
escada.
Abri a porta do seu aposento, tornou a
fechal-a por dentro, tiroa ajehave, quo met-
teu no lengo qae austentava o brago es-
querdo ; e depoia qae ficou com a mSo di-
Viuha 8T, portanto, neto paterno de
uiz I aquelle que na senilidad adqui-
ri tao triste celebridade praticanlo toda
sorte de desatinos, que o compelliram, ab-
dicar, movido pelos caprichos doidivanos da
famigarada aventureira Lola Montesa
herona do chicote por quem nutrir lou-
ca paixao.
D'estes i eus ascendentes o jovem mo
narcha herdou n'um grao elevadissimo o
amor pelas lattras e bellas-artes.
Dir 8e-ia que a Baviera seria o foco es-
plendoroso do moviraento littero-artistico
da Confederagao Germnica, como o fra
a corte de Weimar, na epocha em que des-
lumbrou o Globo cora seus fulgores, a por-
tentosa pleiade de genios de que fra as
tro mais radiante o cysne da AUemanha
moderna o immortal Gccthe 1
Engao absoluto de quem tal vaticinou !
Pouco depois do sua ascensao ao throno,
om 1866, a Baviera alli rado-se com a
Austria empanhou-se n'uma desastrada luc-
ia com a Prussia, ja assaz preponderante,
gragas ao adrairavel tino politico do prin
cipe de Bismarck.
A funesta jornada de Sadowa, noto-
rio, anniquilou as esperangas dos exeroi-
tos do Sul e urna guerra tao impensada foi
epilogada cora o tractado inglorio de Ni-
coUbarg (22 de Agosto) que estatua al-
lianga oifensiva e defensiva com a poten-
cia vietoro3a.
Execrando a poltica o jovem rei inge-
ria-se o rae.ios possvol nos negocios p-
blicos.
At mesmo as conferencias com seos
ministros causando-lhe desagrado, eram
rarissimas.
O soberano prefer vivar solado em
seus castellos convive ido nicamente com
a msica ou os livros.
Entretanto em 1870 interveio momen-
tneamente nos negocios pblicos, appoian-
do o movmento dito dos Velhos Catholicos,
que revoltaram-se e protestaran! contra a
absurda e estulta pretengm do Syllabus,
e a cuja testa achava-se oconego Dr. Doel-
linger.
Logo em seguida, porm, estapeficou a
todos nomeando para a Universidade dois
prot'assores ostensivamente ultramontanos.
Era realmente urna versatilidade de pen
sar assombrosa I
Travando-se mozes depois o conflicto
franco prussiano (1870-1871) a Baviera
teve que fornecer sou contingente de tro-
pas. A despeito disto o soberano bavaro
conservara-se um tanto reservado, o que
fez a Frarjga alentar a esperauga d'uma
aliianga.
Em breve, porra, seja enthusasmado
pelas victorias consecutivas do exer-ito
prussiano, seja pelo genio de Bismarck,
eolevou-se a ponto do propor a unificagao
dos estados germnicos, offarecendo a co-
ri imparial ao chafe da dynastia dos Ho-
benzollern.
Foi definitivamente esta a sua ^ultima
palavra era poltica.
Em 1867 contractara-se em casamento
com a duquesa Sophia de Baviera.
As nupcias, todava nao realisaram-s,
perraanecendo as causas de um tal iom-
pimento, at hoje, veladas por mysterio
irapenetravel.
Annos depois todos imaginaran), palo que
viam, o rci perdidamente enamorado de
sua prima archi-duqueza Gisella.
Um bello dia, quando j propalafa-se e
precsavase a epoaha do connubio, esses
meamos, forara surprehendidos com o es-
phacelaraento dos lagos que reputvam as-
ss solidificados por mutua paixao I
Data cgualracote de 1867 as primicias
de sua affeigao ao famoso compositor Ri-
cardo Wagner, affeigao esta que attingio
ao extremo de provocar ostansivas mur-
muragoes dos seus subdictos. Para aplacar
os nimos exaltados foi uaister fazer au-
sentar o maestro-revolucionario, quo era
installados nos castellos reaes.
l3to, todava, n3o importa dizer que S.
M. retrnsse seu alto favor e proteegao.
Elle continuou a subsidiar a sao favori-
to, cujas partituras fazia interpretar as
suas expensas.
Entregue de novo ao sao isolamento
primitivo, a paixilo que o ra nutria pelas
ettraa e especialmente pelas bellas-artes,
em vez de debilitarse, sobre^xcitou-se.
Alm d'uma iofinidade de torres, colum-
nas, obeliscos e outros monumentos com
que coroava as eminencias, ou antes os
picos, do systema orographico do sao rei-
no, S. M. f>z construir castellos, de urna
sumptuosidade inexcedivel, que ornamen-
tou lucullamente, cora urna opulencia a fa-
zer revivar o decantado luxo asitico, sa
que este pudera soffrer a competencia.
Tudo que dado conceber-se de capri-
reita livre, tirou do bolso um phosphoro,
qae accendeu na parede e servio-se delle
para aceader a vela que estava no casti
gal e na anta cmara.
Vamos agora ver o meu beberrao,
murmurou elle, dirigindo-se para o quarto
em que estava o Lombriga.
Approximou-ae da cama.
O pobre diabo estava estendido, sem mo-
vimento.
A sua mi, encostada ao paito, aperta-
va, mais do que nunca, a garrafa, da qual
tnha absorvido quasi metade de um s
trago.
Oh I bebea ainda mais I murmurou
o ex-mascate estupefacto, pondo o castigal
em cima da mesa da cabeaeira. Este su-
jeito urna esponja Onde diabo apanbou
elle isso ?
De repente, Rigault ficou muito paludo.
Com oa diabos disse elle, foi na
prateleira do outro lado qua elle foi buscar
essa garrafa I Bebeu o vinho que veio de
la Pie e qua contm am narctico qual
quer, preparado para Emma Rosa, pe-
los patifes que estou procurando Com
tanto que nio bebesse de mais '( Se elle
nunca mais ae acordasse Essa idea da-
me arrepios I
XXX
Osear abaxon-se e poz a mSo no peito
do Lombriga.
Sentio as palpitagoes do coragao e levan-
tou-ae com um suspiro de satisfagan.
NSo, repetio elle, sorrn lo, o p.>bre
rapaz nao morreu, mas vai dormir, sabe
Deus at quando. Eis ah am gajo que
pode gabar-se de ter tdo urna grande
idea.
Ao menos quaro desembaragal-o disto !
continuou Rigault, tentando tirar a garra-
fa, o que nao conseguio.
Os dedo3 do dnrmente pireciam sr de
ago.
Que tenazes contiouou o ex msca-
te. Ab pois bem, guarda a garrafa Eu
e eatarei quando abriros oa luzios e hei
de impedir-te de babar o resto da droga /
Entretanto, vou me deitar.
Oacar abri um armario, tirou nm par
de lengos, foi para o gabinete escuro e
comegou a fazer a sua cama.
Nao podendo aervir-se aenao de um bra-
go, o taabalho foi dffic e levou algum
() Vida o O Paiz j citado.
choso e iraaginoso, do grandioso e pompo-
so, o soberano phantasista fez executar
para seo uso exclusivo.
Entretanto o rei Luiz entregava-se a
urna misanthropia sai generis, realmente.
O presidente do consulho de ministros
as raras vezes que almejava consultar ao
soberano s o lograva tazer atravez urna
grade, pois o misanthropo fiaava oeculto
em seu gabinete como urna nona em seo
locutorio!
ltimamente, ralatam, a hypocondria
attingira ao grao de S. M. nao querer ab-
solutamente ouvir a quem quer quo fosse.
Encerrado era seus aposentos at aos mi-
nistros, transmittia suas r. ras orJens por
escripto 1
Oe modo algum consenta reeeber o
presidente do conselho de ministros de
Lutz e consta que n'um dos acces30S de
ra, alias frequentes, decretara vasass9m
urna vista a cada ura dos ministros, aos
quacs assacava volumosa sorama de epithe-
tos injuriosos !
Divulgaram, outrosim, que um dia
ordenara a vinda de um ovem funeciona-
rio ao castello, a quem incumbir a orga-
nisagao de um ministerio 1
E alm d'isso official que desde os ini-
cios do anno vigente S. M. dava signad
evidentes do uraa demencia assustadora
pe i irascibilidade que provocava.
Ora, nm semelbante estado de causas
seria mpossivel persistir, mormente quan-
do o rei j endivi lado em cerca de.....
15000:000 de marcos, quotidianamente
mais compromettia-se disspando sommas
fabulosas as construegoes que fazia e em-
prehendia fazr, de castellos maravilhosos
como architectura e como omamentagao
a ultima mania que predominou em seo
espirito.
Urgia, pois, uraa deliberagao perempto-
ra e extrema : para grandes males, gran-
des remedios proclamara jz una vocee.
(Conliiut'a)
tempo, mas afinal conseguio acabar, e co-
megava a despir se, quando pareceu-lhe
ouvir alguma cousa bater na vidraga do
quarto vizinho.
Escutou e teve logo a prova de qae nao
se engaava.
Ouvio novas pancadas.
Comprehendo, murmurou elle, o
Sr. LaSo Laroyer que, vendo luz aqui, ati-
rou um<>s pedrinhas nos vid ros. De certo
precisa conversar commigo.
Correu janella, abri-a e deitou a ca-
bega de fra.
Este raovimento fl-o por o brago no pei-
toril da janella ; a chave escorregou e ca-
bio do lengo que austentava o brago, e do
teraeiro andar cahio na ra.
Ouvio o tnir na calgada.
Com mil diabos! exclaraou Ri-
gault.
Quem ? pergantou Renato Dbar-
villa da janella da casa fronteira.
E' que deixei cahir a minha chave,
e estou fachado aqui dentro.
- Ea vou procural-a e subirei l para
abrir lhe a porta, tornou o estudante. Te-
mos qae conversar. Fomos duas vezes
sua casa.
E deram cora o nariz na porta, na-
turalmente, responden Osear. Quando mui-
to, ha nieia hora que entrei. Se qner ter
essa bondade, procuro a minha chave;
mas nao tenha o incommodo de subir at
c. Atire-a pela janella, e eu irei l.
Toma ama vela, disse Renato a Lailo
L-royer, e desgamos.
Os dous mogos sahiram do seu apo-
sento.
Alguna segundos depoia, o ex-mascate os
vio na ra, abaixados e procurando.
Nao acham ? perguntou elle, ao cabo
de um instante.
Nao.
Entretanto foi aiii qae ella cahio.
Sm, mas justaineute em frente ba
um ralo de esgoto, no qual p le ter cabi-
do.
Nao me faltava mais nada* Que ci-
porismo do diabo 1
E o ex mas.-ate biteu o p com colera.
Os dous mogos procuravam sem resol-
tado.
R .mato levantou a cabega.
Decididamente ell* cahio pelo ralo,1
disse elle. preciso ir chamar um ser-j
ralheiro pitra o soltar.
N3o precisa. A esta hora est3o to-
dos dormiu io, e nenhum querer levantar-
se. Suba para o seu quarto... eu tenho
urna idea.
LaSo e o companheiro voltaram para o
seu aposento.
Ero quanto subiam a escada. Osear tinha
tirado varios objectos que estavam em ci-
ma da taboa que servia de prateleira.
Essa taboa tinha mais de deus metros da
comprimento.
O ex-mascate tinha mais de dous me-
tros do comprimento.
O ex-mascate tirou a sem difficuldade,
porque nao estava pregada, e collouou-a em
cima do peitoril da janella.
Que diabo est voc a fazer ahi
perguntou Renato Dharville, que tornou a
appareccr na janella em frente.
N3o adivinlia ?
N3o...
Pois bem, estou preparando um pas-
sadigo para ir sua casa. NSo mais df-
fic do que isto, respondeu Osear.
Mas voc vai ficar espatifado !
N3o capaz Segure na ponta.
E o cx-mascate empurrou a taboa.
Os dous studantes seguraram na oxtre-
miiada.
Ponham-n'o em cima do peitoril da
sua janella, continuou Rigault. Ella tem o
comprimento necessario.
Os estudantes seguiram a indieagilo, e
taboa fi'ou firme.
Nao tente passar por ahi, exclaraou
LeSo. Se lhe faltar o p est perdido.
N3o tenha medo... E' apenas urna
pernada... NSo nada .. Eu era cf.paa
de passar de olhos fechadoa.
Apague a sua vela, disse Renato.
P^ra que i-xpr-so duas vezes. Passe a
noito aqui em casa.
L isso sim.
Osear apagou a sua vela, trepou no pei-
tord, poz o p na taboa e puxou a janella
para si.
D>po8 cora a agilidade de nm macaco,
aom hesitar, sem titubear, atravessou o pas-
sadigo improvisado, chegou rpidamente ao
fim e pulou para dentro do quarto dos do a .
amigo*.
R nato a L"3o puxaram a taboa e fe*
charam a janella.
i Continuar -se- ha)
Tjp. do Diario ra Duque de Casias n. 42.
i

f
<
I


Full Text
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