Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17692

Full Text
AMO LU IMEB0 2





PARA A CAPITAI. E LlCiARES OXDE flAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantadoi
Por seia ditos idern.....
Por um armo dem. .
Cada numero avuko, do mesmo dia.
6OO
120000
240000
0100
DIARIO DE
SSIA-MA 12 ilOMiO DE 1386

PARA DE9TTRO E PORA DA PROVISCIA
Por seis mezes adiantados.........,..... 130500
Por nove ditos idem................*. 200000
Por um anno dem................. 270006
Cada numero avulso, de das anteriores. ........ 01Q
pr0prie>a> tst Mano /tguctra i* Jara 4 S\)os
Os Srs. Antedi c Prlnee C
de Pars, silo os nossos agentes
exclusivos de anuarios e pu-
bl!e.ic5es da Franca e Ingla-
terra.
Aviso
.Acs Srs. subscriptores deste Diario avi-
sa a respectiva direcco que, do 1. de
Janeiro prximo era diante, far-se-ha a ar
recadaco das assigaaturas pela forma se-
guate :
Na cidadc do Rjcife e lugares para on e
n5o se pag porte-. 6#000 por trimestre,
adiantado ou durante o 1." raez do mesmo
trimestre, 65500 nos 2. e 3. mezes.
No fira fio trimestre ser suspensa a re-
rressa do Diario aos que nao tiverem sa-
tisfeito o seu debito.
Fora da ciiade, nos lugare3 para onie
se fazem as remessas pelo correio, 130500
por semestre, pago as mesmas condic<5es
cima.
Aos que quizerem pagar o anuo adian-
tado, faz-se-ha o abate de 10000, para to
dos os assignantes.
TELEGRAMMAS
jBBTIS: FABTXCLA3 10 23IABIO
KIO DE JANEIRO, 11 de Novembro, s
'3 horas e 30 minutos da tarde. (Recebi-
do s 4 horas e 50 minutos da tarde, pelo
cabo submarino).
Embarcou para o norte no paque-
te americano o depatado (eral *ul-
Itaerme Cruz.o engennelro Pires Fer
reir e o Dn. Cravello Cavaleante
e CardoNo Andrade.
>o paquete nacional embarcou
ii .ni.ru para o norte o coronel No e.
PARAHYBA, 0.1 de Novembro, s 3 ho-
ras e 25 nvnutos da tarde. (Recebido s 5
horas, pela linha terrestre).
i'i'ianir a Cmara Municipal da
capital preatoa jaramente e tomn
powae. iioje, 4a 9 horas da tarde, da
admlnistraco da provincia, o Exm.
Sr. Dr. emlniano Brasil de Oliveira
es.
asslstiram ao acto mnitas pessdas
aradas.
INSTRDCCO POPDLAR
HISTORIA ANTIGA.
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DA8 ESCOLAS
(Continuac os ii i: ii ii i: i s
CAP1TTLO V
A historia dos Hebreus confunde se do seu prin-
cipio com as m lis antigs tradicoea da primitiva
idade histrica do hornera. A mais antiga fonte
era que ci la se estuda o Gnesis, no qual se achara
compendiadas as tradices da creaco do homem e
da primitiva disperso das racas histricas, em
que priineu-o se dividi a familia humana.
Secundo o Gnesis, Deus, depois de ter creado
o mundo, separado a trra dus mares, e povoado
aquella de plantas e d* animaes, creou o primeiro
hemem, que leve o nome de Adi, e creou Ihe logo
depois para compunheira a primeira mulher, que
se ibaniou Eva. D'este primeiro par nasceram
tres filhos : Caira, Abel e Seth. O piiineiro, que
se deu cultura dos campos, matou por ciumes a
seu irmo Abel, eip&triaudo-se em seguida e indo
fundar a cidade de Hcnocha, qae tomou tal nome
do primeiro filho (Hcnocb) do seu f un iador. Abel
exercera o raister de pastor. Setb, o terceiro fi-
lho de Ado, teve numerosa descendencia, na
qual be tornou notavel No, pelas circunstancias
que vamos referir.
Em tal devassidao baviam cabido ot homens,
que Deus, como que rrependido de os ha ver crea-
do, resalv. u extermnalos; mas, como No sua
familia coaservavam vida virtuosa, no meio do
viver vicioso do resto da humanidad?, determinou
tambem Deus fazer exet-pcao a respeito delles.
Mandou por isso a No que construase urna
are, na qual se mett >sse com a sua familia e
com um certo numero de animaes de todas as
especies ; e feito isso mandou trra o diluvio, que
tudo alagan e em que pereceram todos os homens
e animaes, excepto os que se continham na arca,
a qual fluctuava na superficie da agua.
Terminado o diluvio, quo durou quarenta dias,
e tendo baxado as aguas e descoberto de novo a
superficie da trra, poisou por fim a arca sobre o
monte Ararat, da Armenia. Sabio della No, com
ana familia e com os differeutrs animaes, e ome-
tou a cult var a trra. Foi elle o primeiro que
cultivou a vinbs, iabricou viobo e com este se em-
briagou.
Fallavam a principio todos os homens a mesma
liugu gem ; mas o e.guinte acontecimento deu ori-
gem a que entre elles semultiplicassein as liugoas.
Tendo-se estab leeido e havendo alargado a sua
o2Cupaco as planicies de Sennaar, entr o tigre
e o eupbrates, tornaram se orgulhosos do seu valor
e poder, e conceberam o plano de construir urna
torre, que ehegasse ao co. Comparara a por em
pratic* o sen temerario intento ; mas Deas, para
castigar tamaita ousadia, cenfuudio lbe as Mngua
gens, por forma quo elles, dc.xando de compreben-
der-se uns aos outros, tiveram que abandonar a
obra e que dispersar-se. A torre ficou, pois, por
construir se e denomiaou-se Babel, vocabulo que
quer dixer : confusao. Foi aquella disperso que
aeu origem separaco das tres racas, semtica,
chamitica e japhetida, dos nomos dos tres filhos de
N-Sea., Cham e Japhet.
Pouco a pouco se i xtinguira na memoria dos
homens a sua historia primitiva e as liecea e pre-
stito que nessa historia se continham. Resolveu
por isso o Senhor escolher entre os descendentes
de Sem urna familia, que bouveasede ser aguarda
i! a depositara at antigs creD^as e tradiges.
Essa famila foi a de Thar, originara de Ur (na
Cbalda), e que, tor causa da falta de pastageni
para os gados, bavia ido estabelecer-se na cidade
fe.Haran (na Mcsopotamia). Foi all que Deus
revelou a Abrahao, filho do dito Thar, a misso
divina que Ihe destinara e como resolver consti-
tul-o ebefe da raga predestinada ou dopovo esco-
Ihui. Por mandado do Senhor fea Abrahio va-
rias perigrinacies. O Senhor aben5ou-o, pro
metteu lbe grande descendencia e disse-lho que
teria de sua mulhtr Sara at entio estril, um fiiho,
a que se realizou com o nascimento de Isaac.
( Continua. )
JARTE OFFICiM,
Cotumando das Armas
QARTEL GEXEBAL DO COMMANDO DAS AR-
MAS DE PBKNAHBUCO, EM 10 DE NOVEM-
BRO DE i 886
Ordem do dia n. 132
Fago publica guaraigao para os fins conveni-
entes que approvei o enganjamenlo que hontem
contrahio, para servir, por mais seis anuos no 2
batalhao de infantaria o cabo de esquadra Fran-
cisco Alexandre da Rocha, o qual fei julgado apto
cm inspeegaa de saude a que foi submettido para
continuar a servir no exercito ; o que tudo me
communicou o Sr. teuente coronel commandante
do citado batalhio em ofiicio n. 613 de hontem da-
tado.
(Assigoado ) O brigadeiro Agostinh
Marques de S, commandante das armas.
(Conforme) O tenente Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordens inte-
rino e encarregado do detalhe.
itejiai'tieo da Polica
Seccao 2aN. ] 100.-Secretaria da Po-
licia de Pernambuco, 11 de Novembro de
1836.- Illm. e Exm. Sr.-Partecipo a V.
Ezc. que foram hontem re olhidos Casa
de Detenco, os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado do R cife, Bertholino
Lopes de Sousa, como vagibunde.
A' ordem do Je Santo Antonio, Herminio Jos
Francisco Trigueiro, por embriagues e disturbios.
A' ordem do do 2 districto de S. Jos, JoSo
Garca do Amaral, Corielano de Sonsa Ros, Joiio
Evangelista Vieira dos Santos e Patrocinio Viei-
ra dos Santos, per disturbios.
A' ordem do do 1.* districto da lija-Vista, Joo
Alves de Lima, por disturbios.
A' ordem do do 1. districto de Afogados, An-
tonio Joe dos Santos e Joaquim Rodrigues de
Souxa, por ofiensas moral publica.
Em i flieio de 10 do corrate, communicou me o
subdelegado de Santo Antonio ter r> uicttido ao
Dr. juiz de direito do 2. dutricto criminal o in-
queriu) policial que procedeu contra Norberto
Quarenma dos Passos, cocheiro do carro n. 11 da
companhia Locomotora, por ter esmagado a perna
esquerda do menor Manoel Lopes da Silva Ci uz,
ra de Pedro Alfonso, tacto que consta da paite
do dia 4 do corrente.
Communicou me o subdelegado do 1." districto
da Boa-Vista, em data de hontem, que, h.veudo o
subdito allemo Augusto Ruge, capito da escuna
nacional Emma, demandado pelas 6 horas da ma-
nha ao hospital Pedro II, falleceu quando cosa este
confronUva.
Tendo sciencia do facto procedeu a vistoria, de-
clarando o Dr. Augusto Coelbo de Morars, ter si-
do a morte o resultado de urna lesilo oro-vlvulas.
Communicou-me o delegado do termo do Brejo,
em data de 5 do carrete, que procedan a visita
na respectiva cadeia, encontrando 23 presos; sen-
do18 sentencia des, 4 appellados e 1 processado.
Nenhuma reclamacSo fizeram relativamente o
tratamento que recebia.
Em data de 4 do corrente, communicou-me o
delegado do termo de Caruar, que tasendo a vi-
sita na cadeia encontrn 12 presos que nenhuma
reclamaco fizeram.
Hontem, cerca de 7 horas da manhS e no lugar
Jacar, 2. districto do Poco, deu se um conflicto
entre o inspector de qua.-teirao, Jos Correia da
Silva, e doua guardas da 5.* estac&o, ns. 95 e
100; sendo a origen da questo urna tapagem do
riacho Jacar, que Correia costumava fazer e ao
3ue se oppunha o gu rda n. 95, Francisco Alves
e Lima, sob fundamento de que as aguas repre-
sadas alagavam sua casa.
Hontem mesmo indo o inspector a casa do guar-
da, pretendendo condniil-o a preseoca do subde-
legado, por haver elle aberto a tapagem, origiaou -
se o eui.rl cto de qae resultcu ficar Correia, feride
gravemente.
Procedeu-se o carpo de delicio e prosegue-se
nos termos da lei.
Estando preso s guardas que sao indigitados
como tendo tomado parte no conflicto.
Deus guarde a V. Ezc.illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, multo
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingo Pinto.
Thesouraria de Fazeada
AUTO DS EX AME PB0C8DID0 AS PORTAS O.CC COMMV-
NICAM COK B8CADA PBINCIPAL DO EDIFICIO.
Aos onse dias do mes de Setembro do anno do
Nascimento de Nosso Senhor Je^us Christo de mil
oitocentos e oitenta e seis, s onze e meia horas do
dia, na Thesouraria de Fasenda presentes o Dr.
Antonio Domingos Pinto, chefe de polica da pro-
vincia, commigo Abdisio de Vasconeellos, ama-
nuense de sua secretaria serviodo de escrivo
abaixo assignado, os peritos profeasionaes notifica-
dos Paulo Cbauvin, Candido Jos de Qoes Telles,
Genuino Luis Nunes, Cbristiano Kruger, Augusto
Cyraco Villas Boas, Jeronymo Bastos e Antonio
Joaquim da Silva e as testemunhaa abaixo, o Dr.
chefe d? p .licia deferio aos peritos os juramentos
aos Santos Evangelbos, de bem e fielmente deaem-
peoharem a sua missio, declarando eom verdade o
que descobrrem e cncontrarcm e o que em suaa
consciencias enteoderem e encarregou-lhes que
procedessem o exame as portas da Thesouraria
de Fasenda, que communicam com a escada prin-
cipal do edificio e que resDoodessem aos quesitos
seguintes :
Primeiro, as portas crie communicam com a es-
cada principal do edificio tem algum vestigio de
violencia ?
Segundo, as fechaduras a saber, da porta que
coccmunica para a Contadoria, a que communica
com a sala de porteiro e a que communica para o
corredor, podem ser a bertas cora gazt ou outros
instrumentos apropriados ?
Terceiro, p Je-se com cera tirar o molde de
chaves de modo a fazer outra que possa servir per
fe'lamente e funecionar ?
Quarto, os instrumentos qua se Ibes apresenta
servirlo ou podiam servir para abrir as portas de
qae se trata ?
Em coosequencias passaram os peritos a fazer
os exames e investigacoes ordenadas e as que jul
garam necessarias ; concluidas as quaes declara-
ran) o seguinte :
Ao primeiro quesito, respondem que nao ha ves-
tigio algum de violencia, nem antigo, ueu re-
cente ;
Ao segundo, respondem que as partas de que
trata o quearto nao podem ser aberfaa com as ga-
z i communs, porm, que podem sl-o com alguus
instrumentos apropriados imitando a chave, porm
3M nio ha vestigio de ter tunecionado as fecha-
aras examinadas qualquer instrumento a excep-
cAo das proprias chaves ou outras iguaes ;
Ao terceiro, respondem que pde-se tirar em
cera ou qualquer outra substancia idntica tio so-
mente a entrada da chave e que fasendo se urna
chave por este simples .mldenlo poder funecio-
nar sem que seja urna ou mais vezes experimenta-
da para abrir os cortes correspondentes as guar -
nicoes da fechadura ;
Ao quarto, respondem que os instrumentos apo-
sentados quo declaram os peritos Candido Joa de
Goes Telles e Genuino Luis Nunes, sercm os mes-
moa que j examinaram por occasiao de funccio
narem como peritos na primeira vistoria procedi-
da no dia 9, nao servirem absolutamente para
abertura das portas examinadas e sao estas as de-
claracoes que em suas consciencias e debaixo de
juramento piestado teem a fazer.
E por nada mais haver deu-se por concluido o
exame ordenado e de tudo se lavrou o presente au-
to que vai por mim escripto ; rubricado pelo Dr.
chefe de polica e assignado pelos mesmos peritos
e tcstemunhis commigo Abdiaio de Vascoueellos,
servindo de escrvo que de tudo dou f. Anto-
nio Domingos Pinto. Paulo Chauvin. Candido
Jas de Goes Telles. Cbristiano Kruger. J s
Jercnymo Basto3 Antonio Joaquim da Silva.
Augusto Cyriaco Villas-Boas.Genuino Luis Nu-
nes.Joio Baptista Cabral. Carlos Augusto de
Almeida Soares.Duarte Estcvao de Oliveira.
Joo Joaquim de Freitas HCnriques.Abdisio de
Vasconeellos.
Est conforme ao proprio original ao qnal me
reparto c dou f
Recife, 25 de Setembro de 1886.
E eu, Jos de Arymatba Costa Pontea, escri-
vo, subscrevo e assignoJos de Arymatba Cos-
ta Pontea.
ACTO DE EXIME PROCEDIDO KA POSTA OUE DA ENTRADA
NA SECCAO DO THESODKEIBO DA THESOBABIA DE
FAZENDA.
Em seguida no mesmo lugar passaram os pe -
ritos j mencionados e juramentados a proceder
exame na port i que d entrada na s celo do tbe-
soureiro da Thesouraria de Fasenda c eacarre-
gou-lhes o Dr. chefe de polica procedendo ao
exame que julgassem conveniente respondessem
aos quesitos seguintes :
l.o A porta da sala da eecco do thesoureiro
que communica com o corredor tem q lalquer ves-
tigio de violencia ?
2. A fechadura e cadeado da mesma porta po-
diam ser abertos com gaza ou outro qualquer
instrumento ?
3.a Pode se com cera tirar o molde da chave de
forma a fazer outra com que se pessa abrir a
porta ?
4." Os instrumentos que se Ibes apresenta e que
j examinaram podiam ter servido para abrir essa
porta ?
Em consequencia passaram os peritos a fazer
os examv s e investigado s ordenados e os que
julgaram necessarios, concluidos os quaes decla-
raran) o seguinte :
Quanto ao 1 quesito respondem relativamente
porque nao existe vestigio algum quer na fecha-
dura quei no cadeado e quer na chapa que cobre
a abertura da fechadura ;
Ao 2 que o cadeado prende a chapa que cobre
a fechadura nao pode ser sberto com urna gaza
commum, porm pode sel-o com urna chave some-
Ihante tanto mais nao tendo o cadeado nada de
especial, quanto a fechadura nada tem de espe-
cial e pode ser aberta fcilmente, per quanto a
garanta da fechadura est no cudeado que pren
de a chapa que cobre a entrada da chave na fe-
chadura ;
Ao 3 respondem que pode se tirar o molde da
fechadura especialmente estando aberta a porta,
porque tirar-se-ha fcilmente pelo lado interno e
quanto ao cadeado por ser commum e fcil achar
chave que possa abril-o ;
Ao 4 respondem negativamente.
E por nada mais haver deu-se por concluido o
exame ordenado e de tudo se lavrou o presente
auto que vai por mim escripto, rubricado pelo Dr.
chefe de pilieia e assignado pelo mesmo bem co-
mo peto Dr. primeiro promotor publico, pelo Dr.
procurador fiscal da fasenda, peritos e testemu-
nhas commigo Abdisio de Vasconeellos servindo
de escrivo do que tudo dou f.Antonio Domin-
gos Pinto.Paulo Chauvim. Candido Jos de
Ges Telles.Genuino Luis Nones. Cbristiano
Kruger.Augusto Cyriaco Yillas-Bas. Anto-
nio Joaquim da Silva.Jos Jeronymo Bastos.
Joo Joaquim da Freitas Henriques.Duarte Es-
tevo de Oliveira.Joo Baptista Cabral.Car-
los Augusto de Almeida Soares.Abdisio de Vas-
coneellos.
Est contoruie ao proprio original ao qual me
reporto e dou f. Recife, 25 de Setembro de 1886.
E eu, Jos de Arymatba Costa Pontea, escri-
vo subscrevo e assignoJos de Arimatha Cos-
ta Pontee.
AUTO DE EXAME PBOCEOIDO NA PORTA DE MADEIBA E
NA OBADB DE l'KBBQ O.CE DAO ENTRADA KA CASA-
FOBTK NA TIIESOURABI1 DE FAZENDA
Em seguida, no mesmo lugar, passaram os pe
ritos j mencionados examiuar a porta de ma-
deira, bem como a grade de ferro que do entrada
para a casa-forte da Thesouraria de Fasenda, e
feitos os exames e investigacoes ordenadas, foram-
Ibes propostos os seguintes quesitos:
l.> A chave que se Ihes apresenta e que servio
para abrir a porta de madeira da sala anterior da
casa-forte, poda ser fabricada sem a presenca da
verdadeira e tirando-se sement o molde pelo es-
pelbo da fechadura ? 2." A chave de lto que se
Ihes apresenta poda abrir a grade de trro da ca
sa-forte? 3." Pde-se fcilmente fabricar chave
igual a da grade de ferro e esse fabrico pie ser
feito tirndose sanente o molde pela abertura da
fechadura ? 4.* Ha vestigio de violencia na porta
e na grade cima mencionadas ?
E feitas as investigacoes e exames necessarios,
responderam pela forma seguinte:
Ao 1 quesito respon lem negativamente, porque
nao possivel smenta pelofetio do espelho da fe-
chadura conbecer-se a guarnicao interna da mes-
ma, isto parque a chave tem o palheto aberto,
crusetas e rodas; ao 2 quesito respondem que
nao absolutamente ; ao 3* nao, porque a broca sen-
do de forma especial preciso ter a propria chave
para fazer os instrumentos precisos para poder fa-
zel-o e que os cortes do palheto s podem ser fei-
tos vista da propria ehave, sendo que um artista
p.-ntj levara 8 das para faaer urna chave igual a
verdadeira e isto mesmo tendo esta vista, por-
que seria preciso preparar a ferramenta apropria-
da; ao 4 o ultimo respondem negativamente, e
para completar as declarado -a feitas, declararan)
os peritos que a grade de ferro nao poda ser aber-
ta com gast nem outro qualquer instrumento co-
mo este fab icado, e sao estas as doclaracoea que
em suas consciencias e aebaixo do juramento pres-
tado teem fazer.
E por nada mais haver nem declararen), deu se
pjr concluido o exame ordenado e de tudo se la-
vrou o presente auto, que vai por mim escripto,
rubricado pelo Dr. chefe de polica e pelo mesmo
assigna io, bem como pelo Dr. promotor publico da
capital, peritos e testemunhas, commigo Abdisio
de Vasconeellos, servindo de escrivo, que da tudo
dou f.Antonio Domingos Pinto.Paul Cbauvin.
Candido Jos de Ges Telles. O muino Luiz
Nunes.los Jeronymo Bastos.Cbristiano Kro-
ger.Augusto Cyriaco Villas Boas. Manoel dos
Santos Villaca.Antonio Joaquim da SilvaJoo
Joaquim de Freitas Henriques. Joo Baptista
Cabral Carlos augusto de Almeida Soares.
Abdisio de Vasconeellos.
Est conforme a> proprio original, ao qual me
reporto e dou f.
Recife, 25 de Setembro de 1886. E eu, Jos de
Ariosa ha Costa Pontea, escrivo, subieren e as
signo.Jos de Arimatha Costa Pontea.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 11 DE NOVEMBRO DE
1886
Contaa da 1* parte da lotera da igreja
de Jatob, daa 2a' ditas das matrvzes de
Panellas e de Vicencia, das igrejas de Ma-
neota e do Livramanto desta cidade o da
irmandade das almas da Boa-Vista ; da 3a
dita da matriz de Quipap; da 4a dita da
casa de caridade de Bezcrros ; da 5a dita
da matriz de Garanhuns; das 8** ditas
das matrizes da Graca e Graniclleira e do
Re.'olhiinento de Oliada ; das 7a* ditas da
igreja do Amparo do Olinda e da matriz
do Rio Formoso : das 8,s ditas das matri-
zes de Serinhaem e do Cabrob ; das 9a"
ditas Has matrizes de Nazareth e 3er-
uhaem ; das 15a dita da matriz de Jaboa-
tao ; da 23a dita da OrJem 3* do Carmo ;
e das 226a a 230 e 247 e 248a ditas da
Santa Casa ; do porteiro da Secretaria da
Presidencia, do collector de Panellas e do
vigaiio Manoel EsperidiSo Muniz.Ap
provadas.
Pereira Carneiro & C Indeferido por
terem incorrido na commioaclo do art 114
do Reg. do 4 de Junho de 1879.
Fernandos & Irmo e Hypolito Velloso
Pederneiras. Restitua-se.
Costa & C.Deferido, fijando irrespon
saveis os Biipplicantes pelo debito anterior
do estabelecimento n. 15 ra de Domin-
gos Theotonio no qnal provam oo succe-
der.
Francisco Candido de Medeiros, Adol-
fo Firmo de Oliveira, Alfredo Ferreira
Ousmao, Nicas da Silva Giumao, llornes
de Souza Pereira, R. Drusina & C. e Au-
gusto Jos de Moraes. H Dr. procurador fiscal.
Luiz Carlos da Costa Vilella.Saiisfa-
9a a exigencia do parecer fiscal.
Manoel Xavier Carneiro de lbuquer-
que, Franelino Rodrigues de Moura,
Adolfo Firmo de Oliveira, Antonio Geral-
do do Reg Barroca, Jos Gomes Ferrei-
ra Maia, Nicas da Silva Gusmo, Fran-
cisco Candido de Medeiros, Alfredo Fer-
reira Gusmo e Francisco Avila de Men-
donga.Deferido, pdenlo licitar.
Peregrino Affonso Ferreira. Informe o
Sr. fiscal da collectoria de Palmares.
Joa Correia Alpiniano Jnior.Regis-
tre se e facam-se as notas.
Paulino de Oliveira Maia, Ildefonso de
Oliveira Moreira e Jos Alfredo de Carva-
iho. Certifiqese.
Manoe! Jos Rodrigues Braga.Satisfa-
ga a exigencia.
Confraria do Amparo de Oliada.In-
forme o Sr. fiscal da callectoria de Oliada.
Anna do Rosario Prudencia da Silva
S.Informe o Sr. contador.
Pret do corpo de polica. Pague-se.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RE1FE, 12 DE NOVEMBRO DE 1886
Modelas da Europa
O paquete ingles Mondego, entrado ante-hon-
tem da Europa, trouze datas que de Lisboa al-
cancam 211 de Outubro, adiantando seia dias s
trazidas pelo francs Snigal.
Alm da carta do nosso correspondente de Lis
boa, publicada hontem na rubrica Exterior, ti-
vemos as seguintes noticias :
Heapanlaa
Eaoreve o nosso correspondente de Lisboa a 29
de Ousubro :
Acmbou o estado estabelecido em Madrid na
madrugada de 20 de Setembro. Tudo tem o seu
termo.
Aquella providencia, tomada sob o]impresso do
pnico, manteve-se mais tempo do que era per-
ra ittido raesm) aos exagerados receba govenga-
tivos.
O terror, o pnico polia explicar a declaiaco
do estado de iruerra em Madrid, na noite de 19
para 20 de Setembro ; a falta de conhecimento
que o governo tinha as prmeiras horas, das ver
aadeiras torcas dos insurgentes e sobre tudo o
boato de que a artilheria acompanhava parte dos
repimentod Oarielaiso e de Albuera, podem servir-
nos para avaliar como o capito general de Ma-
dridjulgara necessario adoptar asmis enrgicas
providencias.
Mas desde que no dia seguinte se conheceu o
verdadeiro estado das cousas ; desde que se vio
que nenhum grupo poltico tomava em mo a de-
les* daquella tentativa, da eventualidade da con-
demnaco morte do general Villacampa e al-
guus dos seus companheiros, se obsorvou o grande
movimento da opmio para impedir a execuco da
sentenfa, a cooservaco do estado de guerra nao
tinha justiheaco, nem se quer explicaco com
vislumbres de plausibilidade.
Bealisaram-se solemnes exequias na greja
da Atocha por alma do brigadeiro Velarde, coro-
nel conde de Mirasol e do tenente Peralta, assis-
tindo a rainha regent e todo o ministerio.
A pretexto da creaco da inspeceo de polica
vio estabelacer-se quatrozonas, sendo commanda-
das pelos brigadeiros Camprub, Kodrigues, Sal-
cedo e Blanco.
Ninguem, nem mesmo os ministeriaes se atre-
vem a defender a creaco daquella inspecc),
conviado toda a gente em que apenas vai dar
despea, deag istos e questoes eutre as autorida-
des judiciaes, sivis e militares, e que nenhum go-
que substituir o a-tual a respeitar.
Nao se sabe ainda quando se reunir o parla-
mento.
E' provavel que em Novembro essa reuuio se
realise, se os acontecimentos anteriores nao servi-
rem ainda de pretexto para adiar para mais
tarde a convocac,o das cunaras.
At eoto natural que todo continu no esta-
do de espoctativa em que se encontra, pelo me
nos por parte dos elementos liberaes.
Com respeito aos conservadores, ao que se dis
ou por vontade ou com a acquiescencia do Sr. C-
novas, emprehendero elles urna campanha rude
e tenaz contra o Sr. Sagasta, ou antes contra o
partido liberal, com o intuito de evitar que este se
empenhe dos seus compromissos.
At que panto essa campanha dos conservado-
res poder contar com as probabilidade da victo-
ria, nao se sabe ainda.
O Sr. Martos chegou a Madrid, voltando mais
ministerial de que foi.
Assim parece porque logo que chegou foi confe-
renciar com o Sr. Sagast*.
Haquemjulgue que o Sr. Martos procu-a a
occasio propria para dar o golpe mortal ao actual
governo, mas quo o nao far em quanto nao te-
nha completa seguranca do xito dos seus planos,
astuta e silenciosamente concebidos, dis um cor
responpmte.
Pareco resolvido conceder-se a gr-cruz de
mrito naval ao contraalmirante da armada por-
tuguesa o Sr. Teixeira da Silva, e a commenda da
mesma ordem ao official da mesma armada o Sr.
Campos.
Parece estar quasi resolvido o conflicto levanta-
do entre a Hespanha c os Estados Unidos acerca
da interpretaco de um dos artigos do tratado do
commercio.
Escrevendo acerca da Hespanha na Bevue du
Monde Latn atfirma M. Caustanzo Stella o se-
guinte lisongeiro estado de progresso do reino vi-
sinho :
Em 1819, a populaco da Hespanha era de dez
milhoes apenas; em 31 de Dezembro de 1882 era
de 18 milhoes. Em 85 anno* augmento de 72 p.
c., ou 810 por 1,000 todos os annos. Ha 35 annos
a popuaco agrcola era de 3.615:00, hoje de
9.888:00%
A superficie do solo cultivado subi durante o
mesmo periodo, de 21.250:000 a 77 milhoes e mcio
de hectrea. Havia em 1799 um pouco mais de
19 milhoes de cabeca de gado em Hespanha ; ha
boje mais de 38 milhoes. A populaco que se de-
dica ao commercio e industria era ento de
3.038:000, e o numero das fabricas clevou-se de
de 883 a 13:911.
Durante estes 25 ltimos an&os, as permucoes
em Hespanha teem seguido urna progrcsso ascen-
dente notavel. Em 180, as importares e as ex
portacoes reunidas nao erara beno 615 mhSs de
francos ; elevaram-se a 9-1 milhoes em 1873 ; a
1:361 milhoes cm 1880 ; e, finalmente-, a 1:398 mi-
lhoes em 1881, o augmento annual tem sido de
47 p. c.
Era todos os ramos de producfao assignala-se o
mesmo dispertar. A Hespanha h.je produz mais
de 20 milhoes de hectolitros de vinho ; consom
mais de 13 milhoes e meio e exporta cerca de 7
milhoes. Como pas vimcola a Uespanhs est
logo immediatamente abaixo da Italia e da Franca.
No mesmo tempo, a sua rede de vias frreas
teem-se completado activamente. Em 1880, nao
tinha seno 4:180 milhas de caminhos de ferro ;
em 1884 tinha j 5:180, ou um augmento do 1:000
milhas.
A imprensa italiana, registrando estes melhora-
mentos, considerabas como outras tantas promes-
sas para o futuro e mostra quanto seria til a
umo mais intima entre todos os pases italianos,
pazes cheioft de puja 09a o de vida, diga-se o que
se disser.
Kegressou a Madrid o Conde de Viquena.
O Sr. Morot vai passar algum tempo a Victoria
e S. Sebastio. O deputado caUelarista e rico
banqueiro D. Adolpbo Calzado publicou no Impar
cial um notavel artigo pedindo a suppresso do
sello nos jornaes
Na ultima sesso realisada na academia das
sciencias moraes e polticas foi lida um informa-
cao relativa a varias obras portuguezas mandadas
pela academia real das sciencias de Lisboa.
Chegou a Madrid o novo cmbaixador do Mxico
em Hespanha o Sr. Rilvas Palacio e brevemente
ser recebido pela rainha regente.
A Qarrespondencia de Espaa assegura que as
declaraces do Sr. D. Emilio Castelar em Pars fa-
voraveis a urna futura repblica hespanhola pro-
duziram mo effeito uos crculos ministeriaes de
Madrid.
Todos os jornaei monarchcos protestara contra
as palavras do sobredito Sr. Castelar.
Est gravemente enfermo em Munich D.
Jayme, filho de D. Carlos de Bourbon, que parti
para aquella cidade para velar pelo seu querido
doente. O Summo Pontfice enviou-lhe a sua ben-
co particclar.
Corre o boato de que o governo hespanhol
projecta mandar para as ilbaa Carolinas, acompa-
nhados de sus familias, para irem povoar aquel-
las ilhas, todos os presos que existem nos presi -
dior de frica e nos de Hespanha, que estejam
coademnados a grandes penas.
Volts outra ves a agitar-se em Saragoca a
idea de levar a effeito o primitivo projecto de que
o canal de Arago desemboque no mar pelo porto
dos Alfaques (Catalunha).
Os accesaos de loucura de Galeote, o cura que
matou o bispo de Madrid, monsenhor Isguierdo,
sao cada ves mais violentos. Leva horas inteiras
a cantar missa, a pregar s turbas imaginarias
de p sobre urna banca, suppondo se no cadafalso
e quando alguem da sua familia o vai ver pri-
so, insulta, clama e enfurcese contra os paren-
tes.
Os deportados para Fernando P, brigadeiro
Villacampo, antes de aahirem de Madrid foram
soccorridos pela junta republicam, que entregou
25 duios a cada sargento e 50 a Villacampa e Gon-
zlez.
A carta de Villacampa sua filha, escripia no
oratorio, um documento que muito impressionou
a toda a gente. Urna folha lepublicana, referia-
do se ao acto de clemencia que determinou rainha
regente a commutar a pena daquelles reas, obser-
va que de Fernando P nenhum degredado regres-
sa. Consta que um official de marinba a quera
fra conferido o commando do navio em que ba-
viam de ir para aquello presidio Villacampa e os
seus companheiros, pedio a sua escuta, preferindo
exonerar- se do encargo.
Nao me record do nome daquelle official; mas
que li algumas noticias deste facto, certissimo.
O ministro dos negocios estrangeiros expe-
dio ltimamente una circular de carcter poltico
aos representantes de Hespanha no estrangeiro.
Anda a proposito da grave doenca do filho
de O. Carlos de Bourbon : no caso de D. Jayme
tallecer, como D. Carlos nao tem mais filhos va-
rea, os seus pretendidos direitos corda da Hes
paoha estaro representados, por sua morte, em
seu irmo D. Affonso de Este, que to pouco tem
filhos varoes, viudo oor consequencia a ficar como
representante daquelles mesmos direitos D. Fran-
cisco d'Assis, pai do fallecido rei D. Affonso
XII.
Quer dizer : segundo a tbeoria rigorosamente
tradicionalista, em D. Afijnso XIII consolidar
se ho os direitos cora de Hespanha, de todos
os ramos dos Bourbons. Na taita de D. Affonso
X'II passaria a cor i ao Duque de Sevilha, e
como este nao reconhecido principe pelos car-
listas, porque o casamento dos pais nao foi auto-
isado pelo rei, o ramo bourbonicosegando o tra-
tado de Utrechetseria substituido pela casa de
Saboya.
Ora, como o ohefe dessa casa o rei Humberto,
a coia de Hespanha, conforme a theoria carlista,
passaria de novo para as mos de D. Amade nde
Saboya,
D carlistas encontraro para qualquer lado que se
voltem reis liberaes para os governarem.
/ran^a
Na Cmara dos Deputados tem centinuado a
discusso do projecto e lei sobre o ensino prima-
ro. Os debates por vezes se tornaram vehemen-
tes. Varios artigos do projecto acham se ap-
provados. O Conde de Mun toi chamado ordem
por ter dito que a discusse actual nao ma dc-
iberpet, mas sim urna execuco.
Como vimos e se mencionara em nissa ultima
visita, ficou sem effeito a demisso qu s os Srs. Sar-
rien e Sadi-Carnot haviamchegado a pedir, o que
vale o mesmo jue dizer que a situaco poltica nao
soffreu alteracao. Nao d ixou, porventura, de in-
fluir em tudo isto a circumstancia de que a entra-
da de um novo ministro da fasenda adiara para
mais tarde a discusso do orcamento, que tenida-
do lugar a profundos estuios por parte da reac-
tiva commisso, afim de poder ser votado promp
tamente
V-se bem que os partidas se preoecupam con
o estudo das questoes financeiras, e que, se essas
questoes nao podem divir o partido republicano,
comtudo, em cortos casos tornaro diflicl a vida
dos governos. 'T*%
A tentativa para a formaco de urna direita re-
publicana, tentativa cm que tomara parte o Sr.
Raoul-Duval, posto que nao nao avance, nao dei-
xa de app.iru.-e.- de vez em quando.
Ja foi assignada no cartono do tabellio do
Duque de Aumale a escrptura autbentica da doa-
9J0 de Chautilly ao Instituto de Franga.
Consta ao Temps que o Sr. Billot, ministro
da Reoublica franceza em Lisboa, vai ser nomea-
do embax dor em S. Petersburgo.
Ha grandes inundares nos campos de Avignon
e Toulon.
Inglaterra
Corra cm Londres que a prxima sesso do
parlamento ser aberta pela rainha cm pessoa, com
grande ceremonia.
Pela primeira vez, depois da morte do principe
Alberto, a rainhi pasnar urna parte do invern
em Londres.
O programla de bailes e concertos sei muito
variado e prolongar se-ha animadamente.
Atfirma se tambem que o gabinete decidi a
rainha Victoria a ir visitar a Irlanda no prximo
anno, afim de apaziguar os nimos irlandeses.
Conta a Libert, de Pariz, que o Sr. de Freycinet
n'uma entrevista que teve com lord Lyons, lhe re-
cordou os compromissos da Inglaterra para a eva-
cuado do Egypto ; mas nenhum jornal conforma
esta noticia. '
Os peridicos inglezes, prevendo um convite
das potencias europeas para que as tropas se reti-
rem do Egypto, dizem que a Inglaterra que de-
ve ser juiz competente para dividir qual deva ser
a data dessa evacua;o.. Parece ser a Turqua
quem tomar a iniciativa da nova exigencia.
O Uaily News er que se approxima a poca da
evacuaco do Egypto, mas que diflicl fixal-a
desde j.
O Standard de 25 de Outubro esforca-se por
demonstrar que Europa interessa a con servacao
do protectorado inglez no Egypto. Conclue di-
zendo que se a franca quer comprar alhancas
contra a Inglaterra, os ingleses podem sem compe-
tencia possivel offerecer landos mais elevados.
O mesmo jornal n) duvida de que principe de
Bismarck se apresse a auxiliar os Srs. Herbethe,
embaixador da Repblica, e Freyciuet n'uma po-
ltica funesta Franca, poltica que consiste em fa-
zer surgir um conflicto anglo-francs, exactamen-
te como auxilia o czar as suas contendas com to-
do o mundo.
Em Inglaterra foi creada urna nova condecora-
fo para recompensar os ser vicos dis ti netos, a -
ser conferida, poi tetos de armas, aoa officias
dos exercitos de trra e mar.
E' ama cruz de ouro, tendo ao centro urna o
r* imperial rodeada de louro.
A fita vermelha orlada de azul.
Lord lddesleigh ministro dos negocios estran-
geiros, tem celebrado longas entrevistas eom 03
embulladores da Franca e a Allemaoha e com o
encarregado dos negocios da Italia, em vista do
que alvitram alguna que se trata de chegaz a urna
so!u(o que concilio as tendencias oppostas da
Russia e da Gr-Bretanha na qaesto blgara.
Outros, porm, e d'estes o maior numero, affir-
mam que, como o noticia o Morning Poet, a In-
glaterra, Alleraaqha, Austria e a Italia chegaram
a um accordo, uniudo-se contra a Russia, caja
ambico ameaca a paz europeiaaccrescentu um
correspondente londrino.
O accordo, adoptado em commum por estas po-
tencias, visar a oppor-sea aggresso da Russia
contra a Bulgaria. A esta intelligencia chega-
ram no da 14 todas as potencias, excepto a Fran-
ca.
Conforme diz um correspondente de Londres
para o Journal des Debates, a questo blgara
eutrou n'um perodo calmario que deixou de tra-
zar subresaltada a opnio publica da Inglaterra.
As violentas discussoes que se travaram na im-
prensa inglesa por causa da viagem do general
Haulbars, vo-se apasiguando.
Cimo sabido, o Sr. Gladston, e velho es-
tadista enrgico, as suas horas vagas exercita as
forjas, de machado em puaho, rachando Ienha
as suas mattas.
Ha dias estava elle cortando urna arrore na
sua propriedade de Hawarden e deu por inadver-
tencia com o machado n'um vespeiro. Os insec-
tos irritados assaltaram-lhe a cabeca, mordendo-
Ibe de tal modo, que o Ilustre propugnad da au-
tenomia irlandesa vio-se obrigado a reeolher-at
cama.
Em Dubin andava-se preparando nm Bhovi-
mento contra a populaco israelita. A poliri to-
mou providencias para a evitar
Realisou-se ltimamente em Brcdford urna
conferencia na associaco dos conservadores.
Foram pronunciados muitos discursos intre-
saotes sobre a poltica externa da Iaglaterra.
A assembla approvou om enthusiasmo urna
proposta que se spresentou para tornar publica a
confianza do governo, se continuar a poltica pa-
tritica de Beaconsfield, o qual aspira a conser-
var os intercales da Iuglaterra contra qualquer
aggresso da Russia, e a que Constantinopla con-
tinu independente.
Lord Charchill approvou tambem a proposta
na geoeralidade, accrescentado que podem, toda-
va, introduzir-se midifica^es nos planos inter-
naciooaes de Beaconsfield, em vista da sitnaco
actaal dos partidos polticos da Inglaterra. Rete-
rindo se ao discurso pronunciado em Bradford,
lord ChurclrM disse que, com relaco aos assum-
ptos externes, nao accrescentar, nem retirar
urna s palavra do que dissera, e que se fosse
necessario aecrescentar alguma coiss, seria tai-
vez accrescentado pelo marques de Salsbury no*
banquete que, em honra do lord mayor de Lon-
dres se ha de dar no dia 9 de Novembro.
O territorio de Fulsib, pertencente colo-
nia do Cabo, foi invadido p>r 10,000 pondos,
O governo mandou logo corpas de voluntsurioa
para marcharem contra ellos. A situaco'era
muito critica.
Allemantaa
O estado melindroso da saude do imperador
Guilherme j se nao oceulta. A idade avai>cai
em que elle se encontra mais do que suficiente
raso para aggravar os seus achaques.
A enfermidade do imperador alimentando- re-
celos da sua prxima quoda, nao s d margen
s coBJecturas que p- dem formar-se com respei-
to s coosequencias d'esse facto, mas, como f-
cil de prever, inffue notavelmente n'este momento
ns poltica ellem.
O imperador que sempre se considerou, on Je ha
muito comiderado como propenso paz, mal
pode entrar ngjru em aventuras.
Por muito pjis que pese e prepondere o principo
de Bismarck, na actualidade a sua posico' na
pode, deixar de ser em demasa reservada.
Pelo lad) da Allemanha nao pode esperar-so
agora outra cousa, seno o que natural ds eo -
dicoeg mque se acha o imperador.
Os cuidados da sua saude ho de dominar to-
dos os o-tros cuidados.
A vida no estado do imperador Guilherme ni
pode suppirtar grandes sbalos.
Evtalos um acto de humanidade que o prin-
cipe de Bismarck uo deixar de praticar.
Pode mesmo succeder que sej essa a poltica
mais conv. niente, na actualidade, aos interese*
da All- m. hi.
No da i de Outubro o imperador chegoa
de p nfita saude (?) a Blamkenberg, onde a aa-
sistir s gr 11 lea cacadas. ,
Esta saude perfeita de que fallan ps tete-
grammas um modo de dser. Senecios esl motoaa
e o velho imperador padece daquella molestia.
V se porm que hsuver* exagerares quanto
ao estado mrbido do imperador Guilhrma.
t
f
s




'V,.
Diario de PeriiaiiihnriSexta-feira 12 d** Novembro de 1886


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v
I

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-.
I
espera, imperador tinha recebido ein Bar-
gB^na audiencia o novo embaixador da repubii-
sa>4auceZH, o Sr. Juli) H-roettc, o qual, ao en-
feagar as suas eredeuciae deelarou que deseja
car-se dj terreu dos interdije commuus dos
sha paites.
Osmpcrador respoudeu-lhs qua esp-ra que a
saaade xp rieucia da embaixador iba facilitar a
mo que tem decuraprir e aocreacectoi que o
aaaaixudor pode a este respeito, coatar uteira-
aMecom elle.
trecepclo, euj carcter fai omito cord-al, du
ant 25 minutos.
Mnaaaarca
>BMiiistrj da guerra da Dinamarca apreseatou
aIudsthiue; era projeetode le relativa s obras
Vki usa qu'J a deven construir em torno da
TK
. asfortificacSas terrestres peda 12,60) con-
u sero div didos por cinco orcm?nt is suc-
aaavos; para a constru .-co de am novo forte
-untura o cerca de uin nuh.l) e tresenta mil li-
saa esterlina, cuja sjininaacr destribuida por
atse sanos.
Brta questo muito discutida pela iraprensa
teaanarqueza.
Vori Forswar pedio a ate reapaito a opinio
aVgeaeral Br alineut, eminente engenheiro belga.
Bralinant respondeu que t'nh i sempre anrraa
Va aecessidale de eerto* pequen i estados fjr
carera a 8ui capital ou um porto de mar isn-
ute, de modo a reunir dentro de um recinto
zorcico, quer para dar bit alba, quer para se
tirar em caso de derrota.
Segando ponas, a Dinamarca um dos estados
atape tal tyatema se impe.
swao tivesa. m urna praca forte de primeira
adra para servir de base de operacoes onde ate
ftpar o seu exercito, os dinamarquesa senara
earigadoB a capitular logo ao primeiro recontro
asa* o iiiimigo.
Bnalmant conclue dizendo, que para desejar
ana. todos os pontos da vista que a Dinamarca te-
aaWami praca que Ibc permuta aceitar hoarosa-
ssrate a lucta uo dia om que a sua independencia
Sm cacada.
Huala
Smquanto na Russia npjzar de tolas as noti-
aa e affirmicoes em cojtrario, se naairaaUm mo
tos cnnsideraveis de truo&t em finesa* a
ara bulg ira. no seio dos outros estados inte-
ios na questo reina um mo violento nao rae-
Jlssqnadra russa de 8ebast>pjl eat prompta
mi partir piime.ra ordem.
A prop sito Ja inauguraco dosnum-'nto com-
ativo d* vict>ria dos raiSM na Balearia, o
aarcjnvidou para um grande bmqjete 700 offi-
avar da guarda imperial" no dia 21 de Oatu-
4>eaar briud indo no banquete militar, Itcitou-
** agradecer oi officia-'s, em nomi de seu pai e
K> aeu as fadigas supportadaa na campauh i da
Salgara.
Aa fiatas e a revista militar do dia 24 estive-
asac Luit i brilhantes.
czar foi inuilo ueelamado pela mu ti do.
Os jomaos rassjs diz-in qae a Russia bastan-
te poderosa para estar prompta a um sigoal do
aperador para aniquilar os aeu inimigos quaea.
per que aijam.
A ordem do dia ao exercito e armada expri-
mas* confinct do czar na iuquebrautavel fil-li
dad das tropas da trra e de mar, agrade:e-lbes
m iiaui nii n servicos qua teein prestado ao tbro-
a> patria, e manifeata a conviccSo de que,
ajpsMnquer qae sejam as pi-ovacoes a que a Pro-
eocii posa i anda subm -tt r a Busaia, o exer-
* a armad i aaberao sempre manter-se na al-
iara do herosmo da g'oria dos seus antecesso-
V ofiaiSo geral que a Rjssa nai projecta oc-
apH,- a Bulgaria, senao na ultima extremidade ;
ar&ae, porm, que o gjverno daquelle imperio,
3a.ninto pie para abrigar a Turqaa a entrar
ar Bulgaria, ou prlo menos na 1 unelia Oriental.
Uia jornal de Koutschouk, em um violento ar
agj contra o generalKiulbars e a Kussia, asaig-
aaab pelo Sr. Stoliauoff, um dos promotores da re-
arm.1ii de Philippop >lis e chefe do partido intran-
snpeute anti-russo, cunta urna tragedia h^saivcl
a-da daseleicoes.
8b dous partidos que disputavam a eleico,
nram a vas de facto e como fossein u&ais for-
ros partidarios da Kussia, apoderaram -ae dos
i deputadoa, os Sra. Orencharoff e 7. igcoS. O
nro foi cortado em pedacjs, e o segundo foi
vitado n depois esfaqueado.
O sub preleito DinitrufF e o professor Papou-
tsilitsJ tambtm foram aasassinados e esquart<-ja-
as e depoia laucado ao rio os aeus reato mor
8fc russos concluiram j o caminbo de ferro en-
ajr Hi-rv e a Ovus.
TRxlii as tribus fronteiras de Afgbaniatan sao
aalimu nt trabalbadas por agentes russos.
A -ti de Outubro chegaram a Varna dous
M.*os de gu 8l Petersburgo annuncia que os dous navios ao
sawiadoa a Varna em conaequencia da auarchia
saaape se acha a Bulgaria, e por terem sido all
ara & os subditos russos depois da partida do
gpaerral Kaulbars.
O ITavai Vrmia publicou um artigo relativo
ao papel eini iente qua a Franca recomer a re-
arisentar na Europa. Diz o jornal russo qu o
ocajuiicto dus acoiitccimentos polticos que ultima
as-ate ae teem realisado, tornam cada vez mais
sioe, em S. Petersburg a convicc) de que a
asMeia nao tein o menor empenbo em uo apre-
OB a amisade da Prauc-i.
& Naveii Vri*ia declara desejar sinceramente
a acontecimento diplomtico de que toi thea-
te>. ao dia 23, Berlim, se reproduza o mal bre
atjente possivel em S. Petersburg.
f>jrnal russo termina dis-udo que a ebe^ada
st am aovo embaixadur da Franca em 8. Peters-
Barg nunca f i tao opportuna como as crcum
|f>iai in i aetuaes.
. geutral Kaulbars dirigi urna nota ao gover-
aa blgaro informando de que a condemnacao dos
aaVias implicados na ultima revolta de Sofa seria
aau |>ro ucacao Russia, e que esta se vera cn-
tan brigada a tomar as ultimas providencias.
rlenle
Desde qu' o principe Al. xandre oi obrigado a
largar a c r6i, a Europa acostumou-se a ver em
teda s iitueneiu e o dedo da Russia, e a consi-
aftrxar portatito com> prximo e prompto o trium-
aV> eompleto do czar naque'.la regiao.
Casa por isso Lstranh. za e admiracio o ver o
Huveaso e enorme p der do czar immobilsado
aaute da jov. n Bulgaria, anda envolta as f-
alas lufaiitis do um governo liberal.
Oeiuais como fra pouco o podero moscovi-
ta, *qu da celebre e celebrada allianca dos tres
aperadores, appance de vez em quando reeom-
aMtta e fitin- para desatar todas as difficuldades,
a bSi desalando a que Ibe emo iraca todos os
asesor, e a coudemna a urna singul.r immobl-
t> prncipe de Bismark quando m nos s esp'-
r rn stra-se contente e satisfeito c>m a Russia,
> pr prii Austria coudem ida q.ier queira, quer
queira, a deixar de ae >mpanhr a Russia nos
pr apositos, essa m sm i p >r vezas por tal
jamtu simula abiacar se coin os imp-rios russos e
atsMsao, que a p'.Mlc trecho da o-nbiuacoes for-
Madas Austr allem, Russo-allema, sa chega
lindada Au itro-Rusia AHema, emo que para
atoatrar que a alli-mc dos tan imp tos nao a
au b i dixposicao, um xffectuoso accordo, mas
asa indecliiiavel necessidade.
Ha qu>r a ja a Russia b, ou aesmpanhada,
Oper a Ausira pireca npproxiuiar-se da Inglaler-
ra, %uer vo te ao autigo giro, o goveruo ou a
Jegencia da Bulgaria, nem afiroxa as suas reso-
l*t't, rn-m affsta dos suas prupisitot. c com
3cakevida prudencia e notavel bombridade res-
aHMf" is inliioacces e s inconveniencias do geoe-
asi Kaulbars, quer elle proceda por sea arbitri >,
9-r lie di-sempenbe ap-nas as instru '(oes que
3ae eio dad .s pelo governo do Csar.
A regencia sustenti os bons principios, e de-
xade ttalhardam-oteaindepenlenciadi paiz. As
ajlatat s esto feitas, e da illegalidade d'ellaa, nao
aa e julgar a Russia, mas a assembia dos re-
aMaaattnt'-s da nacao blgara.
Ogiveruoda regenca terii procedido bem ou
aal, soas quem pode apreciar esae proeedimento.
ai Rassia, uio sao os seas agentes, mas sim
a representantes da soberana popular. #
A regencia da Bulgaria te d'esta arte, manti- / r^fai T1?^-.,/!?'? i
Ja a ardem eom ac-to, a ind.pendenca cm fir- J JrW'$ <**r> d l^r,e >
., h iiberdade co, E sw.ii. la. J&V***. ** Ki"'?H? L,n Jf'; ."
...,-). n-t-, .___Vu- j e tou hua Mngesta le i cemit--no e as braa da igre-
Ti,71. y"P-th'". d *""P*. A ma.riz, erreeolheato-ae 4 sua resid-neia L,.
cado a Kussia a qnem o iDamenso poder fV
, en demasa, e que em ves de engrandecer-se
ra vira uiaia cedo a Sor u ui re tillada d> que po-
dara ja gar-se anida ha beio pinna anus.
A politiiM iiiini na i .nal c .uc n'.ra-se, pois na
quesro blgara, e ui attimde das grandes pj-
teaciHS.
A Grande Sobrang, a m -mb a que ha de ele-
gir o uuiL-essor ao p-mcipe Alelan Ir, seria con-
vocada para o da 27 de Outubro.
E' o que dzcn teiegrammaa do S >fia, accres-
centaudo que a eouv icatoria se eoisilera cont o
auto definitivo do geverno blgaro, atrando a lava
a Basta. A eaergci attitu i < da regencia vai se
aceeiiiuaal >. Amuu por exemolo, u ive ofBiaai
coarpruinettid* em o-inspiraeoj com a Russia.
foram dustituladoe dos seus p islos : outros offleiaaa
auspeiios de iguaes manejo, fjram trausferidos
para outros corpoa d > exereito, ua Romelia.
Foi expedida ordem de pnaao contra o coronel
Filol goveruauor militar de Rustiohuk, por este
naver observado seu proceder suspeito durante a
estada di geueral K tutbars n'aqu lia praci.
Com eSeito, aaxetaj qua o corouel eslava de ac-
cordo c na o Hg uto russo ; em vista de certos
propsitos favoraveis Russia. Iuveatgacdes
maudadas pruticar pelo governo deram em resul-
tado saberse que o govrrnador militar de Rusts-
ebunk celebrar* fro^uentM eutrovistas oosa o -
sul da Russia antea da ehegada da Kaulbars e a
secundar os planos da Russia e a facilitar a oceu-
pacao da Bulgaria pelas tropas moscovitas.
Era nome do Czar, offereceram-lhe, em troca
excessoa no exercito russo, apenas a occupacSo se
effecluasae.
Aasegura se qae o coronel Tiloff sera imm3-
diiia'neute julgado e com aaveridadc para pv da
Sobre-aviao os outroa commandantes de pa;as
blgaras qua tiveram veli-iiade de ) biudear.
Esta a u tuac) ua Bulg tria.
Parece havur ura acc u-Ja tcito entra as po-
tencias para sa fazer nadt a respeito da 15.i g ir .a
antes de ae ter visto a attitude da assembia bul-
gara, que deve reuuir so a 27 do oriente.
Parece fra de duvida que a Russia cms -guio
por-su de accordo com a Turqua acerca da ques
tao blgara.
A Turqua similhanc* de governo russo di-
rigi ao gabiueie bulgaouma nota, em que poda
o adiktneuto da assembia nacional.
A nota accreseentav* que, nao reconhecen lo a
Russia a legalidadu das elenjs nem da reuulo
da asseinbli, c n2> tendo aiuda as poteacus iu>
diuado o aeu caudid.it i \o tbrono da Bulgaria, a
reuuiao da assembia nao dara resultado u;-
nbura.
O governo blgaro resolveu ropn ler que era
impjssivel o adiamento da assembia, em vista da
coustiuiuo e das leis do paiz, e se foss.'in trans-
gredidos o governo aia devena responsabilisar-se
pela ordem publica.
Ci -se em Lon res que a Turqua aa limitara a
acpmpaubar a Russia as criaes diplomticas, fa-
sendo-ae aurdaaoa incitamentos para occjpar mi
milittrmeiitu a Bulgaria.
Pela su t parto o giverno blgaro, qu tem mos-
trado a m .ior euergia e vigor as difBjes cir
cumstancias que tein ^travessalo, parece dispista
a evitar mcuos eoufl ctos com a Russia e teneiona
eleger o candidato que a Russia apr. seatar, quv
nao ter opposico de nenhuma potencia, nem
meiino da Inglaterra.
Os blgaros esperam, q ialqu;r que seja o prin-
cipe que elejam, que elle em pju.'o tempj se idea-
tiuque com os iutaresse da Bulgaria, que serio
Os seus propro.
Os priucipaes membros da grande aisembl i
celebraram urna reuuiao preparatoria.
O primeiro accord] quo timtram foi nouuear
urna commissao que fosse aproi-entar os seus res-
paitos auczir c ao ra sin > tempo queixar-sadi
procediineato do general Kiulbars que, eraside-
ram att -ntai io da independencia da Bulgaria e
contrario aos interesses da boa harmona que deve
reinar entre a Bulgaria e a Russia.
Por ultimo, a commissao reeebeu autonsac) de
pedir ao czar que designe o candidati que Ibe fr
agradavd para o throu > da Bulg >ria.
A commissao composta do metrcpoltauo
monsenbor Clement, de Slaveicif e do Gues-
Ciioff.
O consolados da Russia receberam ordem de
visar os passaportes dos delegado.
Nenhum representante eatrangeiro assi3tira
abertura da grande assembl i.
Todos os deputadoa blgaros e rome'istas ba-
viam ji sabiJo para Tirnova, exc:pto o Sr. Kira-
veloft, que sa mostrava bastante indeciso sobre o
que devena fazer.
O saltao da Turqua deu orden ao almiraa
tado inglez para adquirir por 1.503:039 libras
cutro navio de guerra de grandes dimeusoes.
Visto o estada do tbesouro ottomana, este acto
do sultao muito criticado, ao mesmo passo que
nao deixa de inspirar certa inquietaca >-
O grao visir fez grande, upposicio a sem-lhante
compra e]desi>pprova a ordem dada para se cous-
tiuirem torp-dos por cinta da Turqua.
Despachos do dia 27, dizem ter chegado j a
Tirnovo os regentea, os ministros e c rea de SoO
deputados ; mas que a abertura da grande assem-
bia bulgzra f,i adiada para ID de Novembro.
Parece que j4 nao voga a idea da r eleger o
principe Alexaudre de Battenberg.
O governo blgaro tem manifestado ultimamen
te d8posicoes sobremaoeira conciliadoras.
N-. reuuio|prcliminar dos deputados grande '
assembia blgara em Tirnovo, a 27, o Sr. Stam-
buioli declareu impossivel a iee!eivau do prin- {
cipe Alexnndre eaconselhoa a ileicito de um can-
didato agradavel Russia.
Em ufia est proclamado o esUdo de sitio.
O correspondente lo Standard, em Vaun diz
saber positivamente qae o governo da regencia
blgara resolver propor gra jde assembia que
proceda eleicao do princip- Valdemar da Dina-
marca pura principe da Bulgaria. Accreeoenta
que, a despeto de grande numero de partidarios
que tein o principe A'exaudre na usseino a, esta
eleger o caudiuato que o governo propozer.
Estado* l sMM
No dia 23 seatiram-se violentos sbalos de tsrra
em Charlrston, Savauu ik e outros pontos ; mas
fe-lizir.i'ute nao fizeram estragos.
E-t cuspeusa a circuiaca > da linha frrea de
Panam em cousequencia de terem tuto grve to
dos os empregados.
Um telegramma de Phaudelphia para o Timti,
com data Ue 18' de Outuoro, diz que reina va a
maior ennsternaca i entre os sobreviveotcs das in-
nuuda^es em Texas. A Qalvestou chegaram cen-
tenares de refugiadoa d'alli pediam soccorros ur-
gentes
Tau. bem pedia soccorros a populajao de Eastp ,
cunde que foi quasi uteirim-nte devorada por
om iucen li.', sendo kII i-s prejuizos calculados em
803,000 dnilar (74'J:0. CiOOO.)
Salisbury fra na noite auteuedente destruida
p >r um iucendio, eleva^do-xe os prejuizos a um
milbao de dolla.s (925:000*003) (
Eitas uidadra eram compusta, na maior parte,
de edificios de madeira.
Esto actialmeute em construccao us Estados-
Uui los da America doxe navios jara reforjar a
esquadra d'esta grande repblica, sendo sete mo-
nitores couraca lo, tres cruzadores e urna cobarta
blindada, quatro cruzadores de grauie velocidade
duas cao^ionsiras, urna toruedeiro de grande ton-1
Ug. m e un cruzador armado com cannoes para
projectis carregados de dyuamite. Este navio, se-
gundo diz o sea inventor, sera a machina da guer
ra mais temivrl q ie se conbece.
A colonia italiana em Nova Yoik celebroa com
enthusiasmo, no dia 12 do correte, o 391 auni
versarlo do descobrimento da America por Cbris-
tovao Colombi. Hiuve um prestido cvico em que
touiarin parte man le cinco ail pessoas. Cha
maram a atteucio tres carros hiaiorinoa, represen-
tando am d'eiles a caraveila Sania Alaria, tripu-
lado por 120 nouieiis, como a de Colomb >, e a Piu-
la e a V a* outras earavellasda frota do gran
de navegador grnuvez.
Em 27 de Outubro fui publicado um decreto da
presidente Cleveland declarando reciprocamente
iuspe.ii.o-, os dirnt >i diff rontes dos de 10 p. e.
entre os Ettados-Unido e a Heapauha.
Coutiuuam a negociaces para o tratado de
commercio e navegaco entra os mesmus dous
pases.
INTERIOR
esquiaba quando tenia comprimir ou vexar
a i*oa du que se dz libertadora.
a blgaro m >strm-s dignos da liberdad A
aa persistencia tornal os ha cada vez mais dig-
a. E aasini o qae pareca nm sonho, por ven tu-
para a estaca ', d'onde
da Penha do Rio d
Cou, partindo logo depois
e dirigi para a cidade
Pene.
Sua M.gestade dan 203J0 O para auxilio das
obras da Santa Casa, 100JO O para Os pobre,
alis dos KX)4flO0 para o gabinete de leiiara, a
qae me refer hontem.
O list.inet) cavaitieiro, Sr uuinel Quedes,
oadtpmpou pira a hopiJ viujaut-a. A sui casa estava proptrada com
muiti gosto.
O Sr. Dr. Antonio Piohairo de Ulho. Cintra
reeebeu com a muor dslicadeza os seus bspodes,
qua ae retirarain peuh irados p da araabilidade de
su 1 eatimav I familia.
D. Gazeta de Motjyin'rim qie d-vemo
obaequioaidade do Dr. Jo>> Vientes Filho, ejtra-
hiin 18 os seguites dados s ibre este muuicip !
> A sua tundaca 1 deve-se a.m baudeirantes de
ItiO, 1719 e 17*1, qua fiz-ram di loealdade cen
tro d- abisteaim 'Mtu. n is sui excuradas para os
isertoaa de Minas. U-ivaa e Mito-Qrosso. Era
1717 ianc*vauj.e os pr mair is alicureei da igreja
e 1 do N iveiijbro de 1751 foi a loealdade eleva-
da a freguana, coraprehiu lila entra oa rios Ati-
baia o Mocyguaas.
Bu 1759, o oapitio-geueral D. Luz Antonio
da Souza Botelho iUourao elevou a a villa, e em
1819 foi esta elevada categora de cidade, que
forma actualmente urna s parochia com um ao
districto de paz e tendo 250 eleitorea.
" At 1811 esteve a loealdade aujeita ouvi
doria da S. Paulo ; paaaou depois de It. Em
1833 foi amado termo ai alogyiairta), qae e*n
1839 paaaou a comarca, cuja ciraposicao foi alto-
rada por leis posteriores, estando hija reduzido
aos termos da cidade, qae comprehene a vid 1 de
Mogyguass e a d S. Joao da Boa-Vista. Naste
termo ha dous cartorios do civel e aunexus, dous
de orpbios e ausente, am to jury o execuces
crimnaes e um contador t> distribuidor. No de
S. Joao ha um cartorio do civel e xnnexos, um de
orpbios e um contador o diairibudor.
Para a polica ha um del gado e loas subde-
legados, sendo a forc/i policial de 13 prac sob o
commando de um sargento.
En tolo o inuuicpii hi 11 ei.-o'-n publieaa,
sendo 8 do sei) mtssuuui e 3 di fe a uii 1 To-
das taem numero b)gl da alunnis, mis fauceo-
nam em casas improprias, sem mibilia, etc. Ht
dua esc lia ptrtiealires para 1 ser 1 femiuiuo e
ura i para o masculino. Associiciis litterar.as.
alm d) Gabinete de Lsitura, hi o Ciub Cosmo-
pdita, qua sustenta a Guiitit 1/ IfnaMiwfria e aa
typ gr.tphia desta lolh 1, do Independnte. e um t
iuactiva.
A principal cultura a do cat, cultivndose
outros gneros pira abisteeimento das fazenlts
Tem o municipio 71 f .zea las da cal o 3 ex-
elusivameula da criar. A colboita calculada
em 220,000 arrobas e tosa a safra beneficiad 1 p >r
machinas. Qu si tolo o trabalho feito por es-
eravos, ni 1 ex jo leu to de 830 o colonos nsciouae,
livres ou libertos.
At 1 da Seteinbro do anuo paasado havia
3,502 eacravoa, mas palo espirito emancipador dos
seas lubitant. s, e attendendo uo grande numero
de mauumisso-is, ao fundo di einaaeiptca t aos
factores da a iva lei de 23 de Setembro, ple-so
quasi ass-gurar ern o uumero de escr.ivos boje
pouco excede de 2 oOO. O numero dos aengeua-
rios libertos neste muui npij foi de 178 innores
de ti e- 115 m nore d ti3 anu i.
Nilo pola por omissao do* sanhores, a matri-
cula das lugeuuos servir de bise pira tixir-lhes
0 numero, mis at o da 23 do cerrent nos mum-
pioa da Mogymirim, Moygua89 e Esp'rito-Siuto
foram matriculados 2.75), tendo fallecido 1,219
Hi em todo o municipio 80 casia de cominer
co, seudo 18 de torra -us, fazeulas e arinanuho,
1 botis, 7 acougues, 45 casas de railludos e g-
neros do paiz, 2 pal iras, 3 cocheirus de alugar
carros e unim>es, 2 pbarmacias, e ti ou 8 compra-
dores da caf.
A indus:r4 tem sa desenvolvido nest/s lti-
mos tempos com a iimnigracao. II1 farriro, ma-
chinstas, serraliairos, eapit-iros, alftaUf, ote,
uo menos de ti) artistas conhecidos, quasi tolos
estrangeiroj, e al'B de urna boa'fabiica He cer-
veja, ti 1 quatro otarias. Estao estab -leeidos oito
advogados, tres medico, dous cirurio dentis-
ta, dous solicitador-' 8 um agrimausor.
A randa da eollectoria g^r I 110 exercicio de
188) a 80 ti de 47:515*8 >0 ; a provincial. .... .
17:1391332 o a uuuicipil est calculada em.....
30:319/220
Os estabelecimentoa pblicos sin : a matriz
em construccao, as igrejas do Rosario, Carino e
S. Benedicto (construccao paralysala), Santa Cruz
da Belm, casa da cmara e cid -u, thaatro S
Jos, hospital da Misericordia em construccao,
matalouro, um ce uiterio municipal, alm dos do
Carmo o Rosario, e um mere ido. A edifieacao de
um lazareto para variolosos est parada desde
1878.
Mogymirim io.mi.a la pelo r > que Ihe deu o
nome e pelas afluentes Livapj e (jauto Antonio;
r traveseada pela estrada da ferro Mogyana c
pelo ramai da Penha ; cercada de pitorescas co
linas, ti je trnnsf irraaias em extons is caf-'zues.
Est a 32* e 20" de lattuda austral e 33a e m
de 1 ongitude da :ha da Ferro.
A parte da cidade, entre o Mogymirim, L -
vaps e Santo Antonio, de 640.000 mutros qua-
drados, em urna extensas de 1,070 metros por 595
ae largura media.
- No permetro do imposto predial ha 572 pre-
dios, mas em toda a cidade ha 750 numerados em
22 ras, 3 travessss o 5 largos. A popul-tcau
calculada em 13,000 almas, seudo urbina 5 030 o
rural 8,000.
Orgauiaa-84 urna as*ociscio pan fun lar um
ondeo colonial, aproveitaado para elle a trras
que ficara pic.xia.as da cidade.
Esquec>-mo referir que quando foi reaebida a
noticia do falleciincuto do eouselaeiro Jos Bmi-
facio os represeutaiid! da 'mpreusa, em viagem,
expediram o soguiute telegramma :
Os representantes da imprensa, que acompa-
iiham Sua Mag. stade em sua excursao pelo m
tenor da prevncia de S. Paulo, enviam familia
do cloriono panlista Jos Bonifacio, to premttura
e inesperadamente roubalo admiraco do seu
concidados e s aperancas da patria, o seus
n. a i. profundos votos de p-zar.
A"s II horas parti i'e Mogy o trem coadu-
ziudo Suas Mageslades para a cidda da Peuh a
da Prauca, para onda se vai por uin ramal de 22
kilmetros, que perteuce a urna tinpreza ind-peu
dente da da Mogyana. Fot esta empresa qua o
cons'ruio, a casteia.
Um quarto antes das 11 chegou o trem es-
ia>;o, que tica afastala do centro da e-idale, e
est uuito bem situada, tendo raude numero de
casas, algumas das quics muito boas.
- Os habitantes dos lugares, que tin de ser
vistalos por Su .8 Mages'ade, p .rfiara no em
penbo de sobresahirem ua recepelo que Ibes devem
fazer.
A estaca) e a ci lado estavam lindamente en-
fetadas. Msica, toguetes e salvas sem cunta e
aceamaie-a rep-tidas por um concurso extraor
dinano de pov >; nada faltOU.
Suas Magestades visltaram a cusa da cmara,
excclleute edifici, a sala da muuiciptlidade muito
bem preparada e a caieia, cuj o p.viraeuto terreo
su acha as melbores con liooe e uo tem nem um
prcao. D'alli toram Swas Magestades fazer oraco
ua matriz, que uin b ui templo, e visltaram urna
escola que tem erante numero de menina, diri-
gindo o Imperador pergauta a urna del as.
Tem a cidade duas escolos de meninas e urna
de meamos e dous colleg >s p irticulare, um para
Cada sex 1, o quaea tem grande trequeneia. Em
seguida turam Suas Magestades casa em quu se
Ibes preparara bospe lig.-m, aceitando Sua Mages-
(ade urna ebienra de cat. A casa ea'ava ador-
na i 1 con guato na sala de jantar, transiormada
em b'-sque du linda pilmeiras, havia urna profusa
mesa de doces. Ao meio deia eutraram Saaa Ma-
gestades no trem que voltuu para M igy.
A cidade da t'euha, aega-.d 1 iuf irmaco-'s que
nos der un, com c >a a progredir ha poucos aun -s
a o que aute nella b.via de mala importaute
deve-se ao cono raen dador Joo Baf tista de Arauj 1
Ciutra, ebefa de importaute e numerosa familia o
q 1 tem naje mais le 81) anuos. O commendador
(iiitra manir sou a maior satisfazlo ao ver Sua
Magestade em sua casa e p dio a Sua Magebtad
que ficasae all. Sua Magostado ouvio-a Com a
maior aff ibilidade u com elle couveraou alguua
momeutos.
A' partida do trem receberam Suas Mages
tades a me-maa dem nstracoes que Ibe haviam
sido feitas ebegaoa.
Pouco ante de 1 h Ta pirtio o trem de Mogy
com direceo a Camjias.
Antes de proseguir a narraco, consignare-
mos aqu urna reclaiu .cao que nos dirgiram diver-
sas peaoaa da Peulia e que nao temo duvida >-m
turnar publico, por sanemos quanto solicita em
atteuder aos haoitautes da r'gio serv la pela es-
trada a direct.-na da companbia Mogyana.
A rec amaco consiste na f- Ita de carros para
a remeaSa do caf, pois est) cheia as estacoas
e as casas d j commiasarios, e a demora Ibes causa
ios prejuiz .s r'ed m mais Carros e mesmo mais
algn tren alm d -a que ba.
De M gy partimos, pouo antes de 1 hora da
tarde, e p .rara j na estaco de Jaguary, que es
Uva multo bem enleitada e oude se acha va ama
b inda de msica. Aui foi tervido caf, mandado
prepaiar pir um filbo do Dr. Araliba Nogu-iri,
de cuja faz-'ud 1 veram, como qu ni io por all pas-
sam is na ida, excelleute jaboticabas e uutras truc
tas.
Na estaco de Auhuma despediram-se de
Suas Magestales o coronel Guede, que os acoin
p'idhara da Mogy, e o commendador Guimarae.
qua um do directores da compauhia Mogyana
* P-- ra a reeepco e f-stej i a Suas Magestade
feram nomcadas coraraiaso. a em diversos lugares
Nao t -ono citado nom s, porque uo sabendo um
ou outro, nao quero mnittir os de cidados, qu"
com a meihor vontade dessimpenharam da modo
bilhante a missao da que se encarregaram. Sir-
vam essa linbas Je justificacio falta que com-
metteno pela razio acuna miiasda.
A's 8 1/2 da tarde ch gajaai a esta cidade.
C.ntvtto que me faltara exprs .Oes para desciever
a reoepcaaque aqu tiveram Suas Magestades. O
qua se fez foi alm de toda a espectariva. Campi-
as vesta as suaa mais pimposag gala. Mais de
dez mil pessoa, agglomeradaa na estaca >, as ca-
sas e em alas na ra principal, esoeravam o.- au-
gustos viajantes, a quam fieram a sau laca> mais
enthusiaatica que ae pode imaginar. Suas Mages-
tades foram reeebidoa pela cmara municipal en
corporada, pelaa autoridades do lugar, polo Sr
Conde de Tres Ros e outras pessoas gradas do
lugar ao som do bymno nacional, execucado sor
diversas baudas da msica. Subram ao ar milha-
rea de foguetes- A estaco estava elegauemeote
adoratda e della at o palacete do Sr. Conde de
Tres Rio 1, preparado para a residencia imperial,
estava a ruaeuteita la comarco, bandeira, fl-
mulas, festuca de fl irea i folbas e asjaoeilas das
casa com lidas colchas. Na praui, em que st
o referid pilac-te, ha no cen-ro um lindo coreto
com o dstico Viva a monarchial As outras
ra da cidade estao miis ou meuos eufeitadas.
Para dar idea do que foi a reeepco de Suaa
Magestades, vai um seguida o programma orgau-
aado pela commissao c mposta dos Sr. Bario de
I'-apura, deputados com non lador eraldo de R -
zende, Dr. Jos Joaquiio Baeta Nev, Gabriel
Das da Silva e Joaquiu Q, lirino da Silva, e que
foi fielmente executado.
Alte, porm, epart ser fiel ehronsta, devo
referir que, aegundo noticia urna f-jlba d'aqui, Sua
Mageatade ao chegara esta cidade dissera as pe
ooas que foram rec-bor :Tudo est muito bom,
mus amortedo Jos Bonifacio entristece-me e
entristece a todos nos.
t Desde a estaca at casa do Sr. Conde de
I T 'es Uio, f irm ir i.n alas : a banda de msica ita-
liana, asaocieladea 11 Juiliet, Hispan)-.ola II ra-
lez uuez, B neficeate Lidg-rwod, Oito de Ju-
Iho, dub Mac-IIirdy com o eu estandarte e o
I operario com binlciras a Confederadlo Italiaua
a a ecula, Benedcente Areus, Garmani,, Porcu
gueza da Beuafieeacia, circulo [talituo Uaiti e
suas escolas, alumnos do Aiylo de Orphlis, coila
gioi Culto a Scieucia, de D. Cirotiuu Fiorinli,
Mola Laiz de Cambas, escola Ferraras e escolas
publicas de amb) 03 sexos. O numero da atan
nos dos collegiua u eaolas era aupen ir a 1 203 :
daa otlicinaa Mac-Hirdy mais de 1G0 operario,
das de L' Igerwool mais da 183 e das de Areus
mai da 103.
Basta itto para que ae faca idea do mignifi-
CO eapaetacu!o qua uff'recita gran Je distaueia
que Suas Magestides percorreram em um bonito
Carro puxad> por quatro e.Tallos brincos.
A capital agrcola o industrial da provinci 1
d- S. Paulo, cojo aJiautaineii" 1 83 p iieutei d
da pira din, preparou-ae e recebou os a'igust >a
viajanta de um mido esplendido.
A' proporco que passava o carro com Su is
Magestad'S ia-se eiigroaaau lo o prestito.
Voltaudo ai palacete e ch'ganlo j.mella, re-
ceberam Saaa Magestade os compnmeutoa e aau-
dacoe de todo o prestito, que desfilou na melbur
ord'em.
Dapoii de uin pequeo descanso saliii Sua
Magostada acompanhalo do3 Sra. Viseonde de l'a-
rauagu, Cou Je du Tres-Rio, commend td.r Ge-
raldo Rezmde e oatras pessoas do lagar, e viatou
u 8Umptu torre e demoraudo ee depois um pouo no cfro
para ouvir o orgo, que era tocado pelo Sr. Anto-
nio Cario de Sampaio Peix >to.
o Em seguida foi ua Magestade em carro ao
o oque dos Jequitibis, lamentando qae to ameno
e admiravel sitio nao fosse publico, era bon o seu
proprietario franqueiar a todos.
P tasou depois pelo Passeio Publico e, regres-
sando pelo b urro de Santa-Cruz, recolbeu-se
sui reaidncia.
i A' 7 horas comee ra o jantar que foi sump-
tuoso e nem outra c oua ae p idia eapefar, sendo
elle eflorecido pelo Sr. Csude de Tres-Rio.
A'a 8 hora celeb-ou-se na matriz um solem-
ne 1 e Deum, a qua aasiatiram Suaa Magestades,
veatindo o imperador, como o fizera em S. Paulo, a
farda de almirante.
Era deslumbrante o eSeito do templo profu-
samente illuminaoo, e extraordinaria a concurren-
cia, e estendenJo se a lin&a dos assisteuts ate a
grande d sttncia da porta principal.
A praia, em que es' o palacete, conservou-
se, at s 10 horas, (literalmente cheia, sendo
Suas Magestades calorosamente aau lados quando
torau ao Te-Deum e quando voltaram.
No coreto tocou urna banda de msica esco-
lladas pocas.
Depois das 9 horaa a sociedade allem Con
cor lia foi comprimantar ouas Magestades e em
urna daa salas do palacete executuu diversa com
poaicoes mu8icaes, folicitaalo Sua Mageatade a
aasoeiaote na peasoa do Sr. Emilio Heutmig.
< Antes da ebegada da sociedade Concordia en-
tregou Sua Mageatade duas cartas le lberdade,
que o capito Venancio Correia de Paula Vianna
cuncedeu em regos'jo pala ehegada do impe-
rantes.
Os dirictore do collegio Internacional offe-
receram a Sua Magestade oa estatuto do ra sino
collegio ricamente encadernadoa o convidaram-n'o
para visilul-o.
Apezar do vento que rea.'., anda aaaim era
de bello tffei'o a illuminaco, que se compunba de
grande numero de arco de gaz e de lampeoe da
cores e formas diversas, especialmente na prac
da matriz, o ide se destacavam as illuminacoes do
corete-, da matriz e do palacete, lando se no centro
deste o dstico o viva a familia imperial !
Terminada a noticia dos festejos de hontem
vou agora cumprir um dever.
Com a ehegada cidade da Campias termi-
uou a missao a que voluntariamente se impoz a
directora da comptnhia Mogyaua. Tudo quauto
pu lesee dizer em seu elogio, ficara muito aquem
1) que Ibe d-v lo, nao s pela bospedagem que,
em diversos punios pr-parou para suas magestades
como pelas attencocs econatautaa obsequio prodi-
galidades a todos que acom_jauhar>m os angustus
viajante. O longo percurao na estrada Mogyana
foi fet 1 uo a sem o menor accidente como -anda
sem o menor embaraco; e duraute todo elle nem
um b tacto por mal insignificante veio pertnbar
a cordial conviveucia.
Pala miuha parte nao teoho exprcaso par*
significar o m-u rec-'nbeuimeuto, n) e aos diguos
membros da directora, cerno ao engeubViro chefe
e a todos 08 mais engenheiroa e emprrgadus da
compauhia que, alm du franco e geni russo acolhi-
ineuto, vstiveram sempre promptos o prestar todos
os esclarecimentoa a quem, viajando por estes
p mtos pela primeira vez e tendo neceaaidade de
dar n iticias, tauto d-llas careca
A actual directora compoa-se dos Sra. Dr
J a) Ataliba Noguaira, pr 8 dente ; commendador
Z Cead Guimarual'Joaquim Perreira du Catnar-
gi Andrade u Dr. Antonio r'inhoiro de Ucbt
Cintra. O tres primeiroa acomjanharam suas
m gestadea ua viagem e o ultauo nao o pou Je por
estar aJoenrado.
O peaaoal tecbucu eate : engengeiro-chefe,
Joaquim Miguel Ribeiro Lisboa: i" engenheiro,
Candido Goncalve Goraide; chefe du se -c 1,
Pedro 'ersiaui, Fdoardo Villares e Htnriqoe
Dum >nt: ajudanfes, Cbristiano, Libanio Escobar
Paula Souza e Cont; iuapector geral do rrafeg
da parte oroviucial, Joaqunn Pinto de Mo ae, e
d ageral, Alexaudre Brodow k; engenbeirus resi-
dentes, Carlos R ibe e Tobia- Leite; chefe de tra-
coo, E. Swiuerd ; dos telegraphis, David; enge>
.heiro fiscal geral, \. P. Deachampes de vlout-
moreucy, u orovincial, Joo Pinto Goncalve.
A compauhia M gyana es' com a construccao
do leito preparada at as margeos do Rio-Grande,
faltando apenas o asaeutameuto doa triinos aehau-
do-ae pr implo todo o material, bem como para a
pmte do Rio-Grande, de 450"1 de Comprmento.
Tratase actualmant-do levantamento da capital
para realisar-ae a construccao al o Parnanyia
sendo exicutada a primeira seceo at Uberaba
por virtudede urna le minen a.
Autoriaada para laao augmentoa o cap tal com
5,00ii:u00#, dos quaes chama- 2) /" para a con-
struccao da Uorrabu. 8-goudo dizem de Gy*a,
taivez que a aasembla pruvmcial conceda pnvi-
lugio at o Aragu y, passand 1 pola capital e al -
caneando o ponto mais alto servido por navegaco
ligar esta na extenco de 1,200 kilmetros at
Santa Mara, cima da Caehoeira do Tocantiim.
Ao mesmo tempo aproveitando a grande extensa
du R: 1 d >s Mortes, onde a navegaoo j se fez
por ura dos vaporea da compauhia do Araguaya se
approiimar de Cuyab.
Do dia 18. em que sahimos da corte, at hoje
percorremoa nas estradas de Pedro II. Caehoeira
S. Paulo, Iugleza, Paulista e Mogyana 1,573
kilmetros.
Sua Magestade sa'iio h jo s 6 horas da
manli e viaitou di versea nfficinaa : depois do al-
inoc ir s escolas o em seguida s corridas do
Hypodiomo Gampineiro
Amaah dare noticia circumstanciada.
" Dizem me agora que anas magestades demo
ram-se aqu mais um da.
i
IEBO
REVISTA DIARIA
Audiencias la preaideneiaS. Exc.
o Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevelo, digno presi-
dente da provincia, d audiencia todos os das
uteis, do meio da 1 bora da tarde.
Medid militarlaA' presidencia desta
proviuea foi dirigido o seguate telegramma pe-
lo Ministerio do Imperio :
o Repartica) geral dos telegraphos. Estaco
do Recit 8 de Novembro de 1886. Procedente
do Rio.Ao presidenta de Pernamsuco.Expe-
ca V. Exc, com urgencia, as mais terminantes
ordena para que sejam fchalos o porto dessa
provincia a quaesquer procedencias do Rio da
l'rat 1, sendo intimados os naves que os d'inan
darem a que sigam para o i.izareto da Iiha Grau-
de, coinmunioanio me. sem deinura, qualquer obs-
tculo ng irosa obaervanea de.--.ia delibera^ao
do javernj. Mtn>*{erio do Imperio.
ExameN do portugus Sero chama-
dos boj a exaine de pouu ruez o examinan los
inscriotos sob 0% numero s-guutes :
9,33, 34, 42.41, 45. 4G, 50, 51, b5. 57, 58,
67, ti, 70, 71,72,76,78, 79,81,82, 84,91,91,
100, 106, 16'1, 161, 175, 186, 199, 205, 206, 216,
228, 245, K0, 265, 266.
Examen de fraucez-Haver hoje prova
escripta, e prova orl dos que toram chamadas
no dia 10.
A voz du Cbriftlo Recebemos o n. 11,
da 9 do crrente, d'esta publioacao mensat illus
tra la, do Porto.
Emanla O Sr. L. A. A. M. remetteu-noe
15i)J para ser entregue ao irmo Iguacio, es-
moler das casia decaridade do -.adr- lbapiua.
Prcultlto da Fernando Per ordem au-
p-i-iui-fii transferida de hoj- para 16 d corren
la a sabida dnvapir Qiqui paa) o presidio d
Pern mo de N ironba.
Honlc Po Pupnlar Pe-nambaca
noSi doinnigi, 14 do Cvrroote, como mora o
Vloute-Pio Popular Peruambucaui o3P anni-
versario da su t crcaco, mtnland) B6 ebrar mis-
a aua pidr >eira s 10 hora do di i, oa igreja
do Paraizo, e tazeuio dep .i aossao magua na sua
sde.
CapturaIlintem f i preso, no districto pi
liaial pe Af>gado< Jos Joaqunn de Mclciroa o
mo lalro de eavalles.
Ese individuo furtou um cavad 1 d) engenh 1
ios da Costa, 110 t-rini do Agua Preta, e den-e,;
para o Reeit: mntalo ni animal. Caneando,
poro n, resolved turnar o trem ua estaco da I ba,
ond despachu o civallo,
Boad) o animal conhecido por alguom que y-
nhanttrem, f,idil* voz da priso ao lar.ipio,
que dcitju a correr, sendo afiual realisnla a pri-
so.
\m a uiuolca. cisa Vctor P.-ile, suc-
cessur, ra do Imperador n. 5"), acaba de edi
otar, para piano, o dobrudo 2o de Marr_ 1, comp >-
siQao de Candido Pilho, mastra da msica da po-
lica.
E' um bonit) trecho, que tem merecido geral
acetacao.
Itiuln-iru0 paquete Bahix levou para :
Parabyba 21:000 l0(iO
Ro-Grande do Norte 14:84l<.40
Cear 53:3531770
Vlaranhao 800/JOllO
Para 2:00J0 0
Hatriz da Bi>a Vista Mena igreja no
domingo 11 do correte, ter lugar a tocaute ce-
remonia da primeira <- invnuab o dos meniaos que
ala frequentam o catli cism 1.
S. Exc o Sr. bispi diocesano celebra missa a
11b ras d m inb, e tarde administrar o aa -
erameato da chrisma, cendo que antea huver
urna paqueua proaisalo no reciuto dargr-ja, pra-
tea anloga ao uct l da cousagrac 1 doa m -nio
S. S. Virgem e bonco do S. S. Sacramento.
Eicola formalKis o resultado d.s exa-
mes de hontem :
3.0 anao
Jos do Reg Cavalcante Silva, plenamente,
Andr Avelino de Souza Landiin, dem.
D. Auna Elisa de Oliveira Barros, dem.
D. Mara Francisca de Bairus, idem.
. Marianna Justina de Souza Gonveia, idem
Joa Mauricio de Alencar, approvado.
1: anno
IJras.l-iuo Donino da Costa Lima, plenamente.
Joo Caneio da Silva, idem.
D. Beatriz Guilhermina de Miranda, idem.
Antonio Attico Souza Magalhes, appruvado.
Antonio Barbosa de Araujo Freitas, dem.
D. Horencia Maia Costa, dem.
Urna repi ovada.
Hoje sero chamadea os eegnintes alumnos-
mestrea :
3.a anno
Amistado Jos da Azevedo.
O. Cecilia alaria de Miranda.
D. Auna de Hollanda Cavalcante Uchi.
D. Maria Julia da R-ssurreicu Cruz.
D. Amelia R sa Soarea.
1." anno
Joaquim Claudio Pereira Jnior.
M inoel Antonio de Oliveira Jardim.
Mauoel Targino Leopoldino dos Santos.
Josim 1 H omem Bom de Arauj > Pereir.
D. Matia Amalia Ribeiro de Albuquerque.
D. Mari 1 Amelia de Oliveira e Silva.
D. Francisca de Almeida Mendes.
Impreasa francesaRecebemoa pelo
paquete Mondego :
N. 8 do Jornil de Medicina e Pharmacia, de 25
do passado, com es'e suinmario :
Boletim.O jejum de Succi. Osear de Arauj.
Clin.ca medica.Gastrite ulceroza chrouica,
pelo Sr. Liuluuzy.
Medicina logal, comrnuu cacao f'ita a academia
de medicina de Pars pelo Sr. profesaor 15
Academia daa aciencias de Pars Sessoos de
4e 11 de Outubro de 1886.
Academia de medicina de Paria. Sessoes de 5,
12 e 19 de Outubro de 1886.
Sociedade medica dos bosptaes. Sesaao de 8
de Outubro de 1886.
Sociedade da crurgia da Paris. Seaaea de 6
e 13 de Outubro de 1886.
PharmaciaO idoi (oroducto novo).
- Tuerapeutica.As preparacoea mercunaes Dr
O. da Costa.
Varia.Tratamento da hydrophobia.
Bibiiograpbia. Visite psycbiatrique a la colo-
me de Gbul, par Magalhes Sernos. 0. R.
Formulario.
Noticiario.
N. 134 do Le Brieil, de 25 de Outubro, com
este summario:
Qu- faut-il faire?Argollo Ferrao.Telagram-
ineH.Ecbos de partout.Lt riuction du pa
pier-mounaie au Bisi'.ZLatir de Rio de
JaneiroLise-rb.Le Brsil agricole. A'tred
Ma.-e. Nuuvelks des proviuces : (Sara-Paulo).
L'Expoaition de Juiz da Pira O ImV'd Leo
victi aes-bourreaux, par J. .vi. Macedo. (Sui'e et
fin ) (Tr .duetiou de M. Alberto de Souza). Bi-
oligr .phie.A. M. Revuu fiuaucire -J. Gaf
Revue commsrciale.D. Niel.Mmvement ma
ritime.Maiaous recommaudes.Ann once !
Aa daa* orpn O Congrasso Dramtico
lleu ticeute, pret udendu concluir por eate anuo
;.eu8 trabalhoa recreativos, deliberou levar a ace-
a em beneficio doa cofres aociaes, no dia 21 do
coTente mez, no theatro Santo Antonio o impor-
taute drama em 5 actos ou 8 qoadroa Aa duas
orpbla.
Conata-noa que eat. apparatosa peca acba-se
j om enaaio e que deve ser montada com esme-
ro o capricho.
Ser mais ama noite agradavel qae esaes afa-
iiosoa veneradores de Thalma, fT'recem ao publi
co desta cidad nao ae poupa do a aaerifieios.
Tneatro de OllndaA a iciedade drama-
tica M Ipomeue Olindeuse realisar amanh uoi-
te no aeu lindo theatnnho o espectculo mensal.
Levar sema o apparatoao drama da coatumes
martimos Pirata Antonio (em 6 actos) e a sem-
pre bem aceita o applaui* u imedia em 1 acto
ornada de msica e dansa Corneoille em cafa.
Deve ser ama noite agradabilsima a julgar

pela iptidao do iutelligentea amadorea a amena
trato do corp-i c m'ribuin-e que, por mais de ama
vez, tcem pisto cm relevo nun e outra ousa.
Os Srs. 8'icioa que inda nao receberam sua re-
cita a encontrarn em mo do Sr. tbesoureiro.
Ferro va Bibelrao a Bonito.-No
prazo de *>0 diae, cuitados de 5 do crreme, os
accionistas desta ferro-via devem recolber ao
L radon & Braailian Bank a terceira entrada de
10 / do valor de suas uccea.
Aps essa entrada, e medante a spresontaco
das cautelas do recolbimeoto dus tres, eeri en-
tregues aos meamos acciuniataa as suas acedes,no
esenptorio da empresa.
Club Comtnercial Eulerpe.Reune-
ae hijeesta auciedade, pelaa 7 horas da noite;
afim de tomar coobeetmento do rea: irio e cuntas
da administrando fiada e eleger a nova directora,
que entrar logo em exercicio.
Directora dan obraa de conaerva
e&o do* porto*Uoletim meteorolgico do
di* 10 de Novemliro de 1886 :
a
i 13
Horas 9 H -0 s g * Barmetro a Tcnso i -O
- v ^ 0 ir 0 do vapor a
J3 - 9
* a
6 m 25-8 760*78 17.20 69
9 287 761-.el 18 77 64
12 28--9 761">11 18.30 63
3 t. 28o4 75!)m65 17.50 61
i*. 26 9 759"il 17.96 68
i
Temperatura mxima295.
Dita 111 i ni maJ57.
Evanoraco em 24 horas : 1,0 solO^D, som-
bra4'3.
Chuvanulla.
Direcc) do vento : ESE e SE alternadamente
do meia noite at 7 h ira e 50 minuto da raunb ;
SE at 10 horas e 55 minutis da tarda ; ESE at
meia noite.
Velocidade miia do vento 0,m78 por segundo.
N -buloaidade media : entre 0,2 h 0,3.
Tratamento da ii.vili-opbobia Sar-
gem agir de tolos os lados meioa iufa nveis pa-
ra curar a ternvel uioleatn;.
O prucipe Dr J.gul que desde 1858 ae oceu-
pa de investigacoca sobr.- os meioa de Cimbater a
rattfaeataraa sin por demonstrar em urna carta que
dirige ao Messageirn de Vilna e de qua enviou
urna copia a academia ue m ilieina de Pars que
o methodo de Pasteur repouaa aobr dado fainos.
O priueipe fiedieo reeaaa-ae a admittir que o vi-
rus rbico inoculado a ura coelho, animal qae
nunca contra'-a raiva espontaneara 'ate possa sar
nm preservativo sulci-iite para a hydrophobia.
O Or. Jagell tal observar lin dist 1 que ciuvm
iliatioguir entre a mordedura do lobo e do cao
excreidaa directamente sobre o c rpu human) e
aa que teem iugar atrave d 3 tecidos de li est
recoiihecido qie as ultimas foram 8 more inoffen-
BiVaa, e todo s doentes do Sr. Pasteur que mor-
reracn de hy troph ibia sao precsamerte, diz o Dr.
Jagell, aqieiles eujaa fendaa nao tinhim sido fei
tis aira? z fcidos de la. O principe Jag. II de-
clara que rratou no correr da aua vidi 88 mordi-
dos por lob s ou cae e que todo s curaram com
nina iifuo de casca de epirea filipndula, 26
dentro estes dientes estavam j 110 primeiro pe-
riodo da raiva quando elle co -negara a tr.itul-os.
O j .ruacs allem a Xainbem tiuham precooisa-
do ltimamente o uso de. spirea para o tratamen-
to propbylatico la raiva.
O Dr. Fernandez (I- Barcelonu) tambera er
ter descob-rto ura methodo novo para pre-rvar
oa homan e os ananaes da hydrophobia ; por
meio de iuoeulacoea feitas com venen) de vbora.
Depois de ter reunido um grande numero de
observacoes de ees que mordidos accidentalmen-
te por vboras uo teriam nunca presentado
symptoraas raoicos anda que m irdidos posterior-
mente por aaimaes r>bieos, o nosso collega fez
xpenenciaa directas. Iiieculou urna pequea
quautidade de veneno de vbora a caes que depois
de terem apreaentaio f bre, um estado de bati-
mento e de somnolencia mais ou m-uos profundo,
voltaram ao seu estado normal uo cubo de quatro
uu cinco das. Aps esta operayo iuo.ulou aos
seus caes a saliva de um cao rbico, ou fcl-os-
raord.r por ura animal bydrophobo.
As experiencias eito em execugao e se tver
lugar faremea uiteri rmente conhecer os seus re-
sultados aos noosoa Icitores.
O cbolera na EuropaEn consequen-
cia da t-xlenso qua toma o cholera na Austria
Hungra o ministro dos cultos da Prusaia acaba
de publicar duaa circularea prescrevendo urna ac-
tiva vigilancia sobre aa fronteiras de mar e de
trra. Pozeraia-ae de lado as meJida de qua-
rentena como inefficazes.
Em Franca orgauisou-se um servico do vigilan-
cia na fronteira alteinau para oa tren provenientes
de Vienna.
Na Italia continua a grassar o cholera, segundo
a3 ultimas noticias apparcceu em Roma onde urna
dezeua de casos j foiam observados.
Segundo noticias recentes grasaaria tambem o
cholera em estudo epidmico em Wladiwo8tocb
(Russia asitica) porto importante na embocadura
do Sin-Fui.
O Insillulo Pantcur A commissao de
liy.iene publica de Prauca, consultada pelo mi-
nistro do c.mmurcio e da iuduatria, emittio no dia
11 de Outubro urna opimc favoravel no sentido
de ser reconhecida de utilidade pubca a socieda-
de que tem por ubjeeto a creacodolustitutu Pas-
teur. 0 relatorio lido a commissao pelo Br. Dr. A.
J. Martin moatra que a dita sociedade preenche
todas aa formalidades cxi.idas pea lei.
Esta sociedade compoom se de 30 membros ten-
do cada um 61 necoes de 100 fraacos sem juros,
administrada pelos Sra. Jurien Ue la Gra viere
Walloo, Jules Siman, Bertrand, Pasteur, visconde
do Laborde, Rothsehild; membros do instituto,
Oraacber, Vlagniez, Chrstophe ; os Sra. Bedard e
Brouardel foram 11 ora ados comm:s8anos.
A sociedade que tem a sua ade actual, 45 ru
d'Ulm, e deve ter urna duraco de 99 anuos, tem
por m crear, aob o nome de las .tuto Pasteu%
ura estabeleciraeoto para o estuio da hydrophobia-
e daa molestiaa virulentas c transumawis, por
meio de sub ie diversas sortea. Aa ssm-
maa recolhdaa at agora montam a 1.500.000
francos.
Ateo 1- de Outubro de 1886, 2.323 mordidos
tnbam sido inoculados. A mortalidade doa indi-
viduo mordidos por lobos foi de 11" ,, e a das
peaaoaa mordidas per cutroa animaea rbicos, de-
dueco teita dos individuos ra urdidas por ananaes
himplesra ate presumidos de byirop'iobia ou cujas
mordeduras sao posteriorea ao primeiro de Agoato
toi de 12,5. Ora na eatatisticas anteriorea do pa-
ra oa prmeiroa 67 /o e para oa segundos 160 por
mil.
Allmenlo da populacocm litla
(i-rraA populaco da Inglaterra e do paiz da
Gallea eleva-ie actualmente a 21 indlio-; e a su-
perficie das trras cultivadas de 30 milhoes de
acre o que r-presenta urna p op rcc da um ha-
bitante por 125 acres ; se se comparam estes al-
garismos com oa de outro paizea acha se que o
numero doa habitantes por cada aera em Ingla-
terra quatro vezes maior que no reato da Eu-
ropa.
O augmento animal da populaco 150 por
10.000, ese cata taxi ae mantuer durante vinte
geracoea a populaco da Inglaterra o do paiz de
Gallea seria segundo o Sr. Megmot Fidy de 27
milhares.
Maclelra.Deata arvore cultivada em toda
a parte da Europa ao quasi uinumeraveis as va-
riedades q-ie do fructos mai ou raen os sabo-
reaos.
Aa ma? ma de alguna paizea, por exeraplo as de
Mod ua, ao ao raaia apreciadas, e as que noa vem
de Liabt nao ao das meloorea, cabendo-noa de
m ie a aorta de compral-aa verde, para de todo
so toruarem damnosaa aaude, causando diatur-
bioa gstricos e dores de clica aos imprudentes
que as cumem.
A macan estando madura e sendo de boa quaii-
dade, c ust'tue um fructo muito agradavel, e a
melhurea qualidades. sao as que teem nm sabor
acido assue-arado por conter acido malico. E' isto
ver oadeiramente que torna a macn capaz de fa-
vorecer a digestao, e por isso ae usa de boa von-
tade a a bremeaa.
Aa macana cosidas ou aseadas no forno com as-
8iicar formara um alimento de facilima digeato, e
que ae pode dar aos coovalescentes,^ sobretoda
quando ae quer cimbau?r as constipacoea de vea-
Ure. N o onvm. pirm,_ aos meninos, qae sao
ata-adot de perturbacoes iuteatinae.
Com esta frueU se prepara a cidra.
I.ell-*.Ktl cruar-ae-ho :
Hoje :
Peto ayente tiartu, s 11 horas, na ra dar
Floie n 19, de mov.ia. loucas, vidros, etc, etc.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na roa do Bon,
<



S

V


Diario


?
Je*U3 n. 43, de nina caixa com facas de mesaava-
riadas.
Mlaa faiiebrf.-Serio celebrad! :
Hoje :
A'a 7 horas, na Orden Terceira do Carmo, por
alma d Ernesto do Citrino Ferreira.
Segund t-feira :
A'a 7 horas, un matns de S. Jos, por alma de
Mano-I de Lima Figueredo.
Tr-rcH-fuira :
A'a 7 1(2 h. ra!, na matriz de Santo Antonio,
por alma do Or. Antonio de Magalhiea Lupita
Paimau'f lro Sabidos para o norte no va-
por nacional Baha :
Joo Bapiita ila Silva, Hercnlano Jos de Al
meid> M'guel Oardioale' Miguel Forte, Jos F.
de Souza, Antonio Carneiro, Carlos Alberto df
Armado e Jctiuin H Belfort.
Saludos para cu porlus do sul no vapor inglez
Mondego :
Toorniz A. da silva, Luis Quedes de Amorioi,
Joe RoilSo Perca y Peres, Joa Nones de Souza,
Aoolpbo S. Maia e 1 filbo, Pauliuo Teixcira da
Costa L.ite, Maurice Cbatean e Dr. Federneiras
e sua eenbora.
Operaroe* clruralcaaForana pratica-
daa uu hosp'ital Po-iro II, no dia 11 do corrate, as
aeguintes :
I'.-lo Dr. Malaquias:
Talha perimal presrectal pelo processo do Ne-
laton, indicaba pr clenlo vesical, que pesoa 70
gramas, emcrixn;a.
Helo Dr. Pontual :
Amputaco por desirticulaco do dedo pulegar
da inao direita indicada par esmagsmento.
__ Foram praticadas no hospital do convento de
S. Hento, cm Olinda, pelo Dr. Maduro, ajudado do
Dr. Herardo, as seguittes :
Extirparlo pelo esmugador de Maisouneuvp, de
polypo do cilio do tero, e cauensaclo do pedcu-
lo toin thermo cauterio.
Exciso pelo thermo cauterio de condomas do
anns.
Lotera da provincia Quinta-feira,18
do Novembro, ao uieio da, so extrahira a 1(1* parte
da 1." lotera em beneficio da Santa Casa da
Misericordia do Kecit'e, pelo novo plano appro
vado.
No consistorio da igreja de Ncssa Senbora da
Conceico dos Militares ser teita a extraeco
cCes dos orgaoa genito-urinari* do hornern
a da mulher.
Advocada
O Dr. Henrique Millet teta o seu es
oriptorio de advog.icia rua do Imperador
a. 22, 1.* andar.
uratiarla
Francisco Manoel da Suva dt C
utanos de todas as espeeialidaaes pharm.
jeuticas, tintas, drogas, productos chimicH
o medicamentos homaeopatioos, rua do Mor-
ques de Olinda u 23.
Serrarla a Tapar
Serraria a vapor e oficina de Garapio
ie Francisco dos antos Macado, caes do
Capibarioe n. 28. N 'jste grande estaba e
cimento, o pritneiro da provincia n'oste ge-
nero, compra-se 6 vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparan obrar
da carapira por machina a por procos cea
eomn*'n'>ia.
rosarla
Faria Sbrinho &-E., droguistas por at-
acado, rua do Mrquez, de Olinda n. 41.
acha tenoripto a paUvra o -loado e siui exaltacio
alcoolic cuja p-ilavrs ao ver delle testernunha, di-
verge de bebad", e que ni injuriosa e que nao
fui euipregad pelo meamo subdelegado o trecho
transcripto na poticao do queixoso orno fim de
injuriar ao queixoso, e dar a pa'avra ao queixoso
por isto foi requerido que se perguntasse a teate-
inunha se vio na resposta dada pelo querellados i
Dr. joia de direito o trecho que transcreveo em aua
qut-ixa; respoodeu afirmativamente menos a p ila-
vra bebad.', paseando a contoatar disse que se
recusava a isto visto como o depoimento da teste-
munha nada tem que ver com a presente queato,
sendo certo que apreaentaria a contestadlo neces-
saria se algum dia o chamaseem cu arrastaasem a
isto.
E por nada mais saber a testetnunha den se por
findo este depoimento que depois de lido assignou
com o jaiz e partes, dapois de achar conforme do
qne tudo don t.
En Rufino Jos da Cunba, escri vo que o escre-
vi, Elias Gomes, Manoel Ferreira Lopes de Si-
3ueiru, H .reulano de Oliveiro Torres Gallindo,
os de Castro Barros.
pelo systema da machina Ficbet.
Lotera do CearA 5 serie da 2 lote-
ra 1 eti provincia, eujo prem'.o grande de.....
2 0:00J000 ser extrabiia no dia 17 de Novem-
bro.
Os bilhetes aeham-se veoda na Roda da For-
tuno rua Larga do Rosario n. 36.
Grande lotera da provinciaA lo-
tera ein beneficio do* iogeoaoe Ja Colonia Isabel,
cuj i premio gr ,n.e 24O1O0J000, ser extrah
da nO dia 17 de Novembro.
Os bilhetos achau-se venda na Reda da For-
tuna rua Larga do Rosario n. 36.
LoteraA 10 porte da 1' lotera da provin-
cia, em beneficio da S;.nta Caaa de Misericordia
do Recite, pelo novo plano, cujo premio grande e
100:0..000<\ sera extmhida no da 18 de Novcm-
te, priucir ando a extraccio ao ineio dia.
Os oilhctes garantidos aehain-se venda na
Casa da Fortuna, rua Primeiro de Mareo nuic -
ro 23.
Tamoem .icha n-se cenda na Casa Feliz,
praca da lnd- pendencia ns 37 e 39.
Lotera Extraordlarla do Vplran
ara O 4. e ultimo S' rteio das 4. e ." suriee
deeta impertite lotera, cujo maior premio de
150:000U00, ser extrabida no da 20 de Novem-
bro.
Acham se exp utos venda os restos dos ti
tes na Casa da Fortuna rua Primeiro de Maroi
. n. 23.
Tambem acham-se venda na pra?a da Inde-
dendenca ni. 37 e 3'.
Loserla ao UloA 1* parte da lotera
n.;3' tJ, d novo plano, do premio de 100:000*000.
ser extrahida no dia .. de Novembro.
Os bilhetea acham 3e venia na Casa da For
tuna rua Ptinmuw de Marojo.
Tambem nchaiu se venda ua pra^a da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Loierla da idrie A l parte da 2H lo-
tera da corte, eujo premio grande de 100:0004
ser extrahida hoje 12 Ifl Novembro.
Oa bilhetes aeh m-si; venda na Casa da For-
tuna na l'rimeiro de Mirco n. 23.
Tambem acbun-se A veuda na prae.i da Inde-
pendencia n3. 37 e 3'.'.
Matadouro PablleoForam abatidas nc
Mat-idoiiro da Canaula 57 rezos para o consumo
do dia 12 de N ;Vi-mbro.
Sendo: 46 rezes pertencentsa Oliveira Castro,
4 C, ella diversas.
Horcado Municipal de Joa-O
moviunento de&te. Meread uo da 11 ie Novembro
foi s seguate :
Entraram :
34 bus pesando 5,193 iilos.
562 kilos de peiao a 20 ris
85 cargas de f .riulia a 200 ris
21 ditas de fructaa diversas a 300
4 taboleims a 200 ris
12 Sumos a 00 ris
Foram occuoados :
211/2 columnas a 600 ris
21 C"mpartiine-itos dr, farinha a
500 ris.
22 ditos de comida a 500 ris
68 ditos d" legumes a 4<-K) ris
15 ditos de saino a 700 ris
11 ditos de tresauras a 600 ris
10 tainos a 2*
2 ditos a 14
A Olivcira Castro 4 C.:
54 talhos a lj ris
2 falhos r. 500 ris
Deve ter sido urrecadada neste dia
a quantia de
Rendimento dos dias 1 a 10 de No-
vembro
riBuacoa
O profeaaor Teiexpbn ro Lopes de SI
ciuelr ao barharrl Herculaao de
Ollvelra Tnr.c alisado e aos al-
to poderes ao Kxtailo.
Ja nao admira que o Sr. Torres Gallindo, juis
inunic'pil do termo de Ouricury, signatario do ar-
tigo inserido as columnas da Provincia de 6 do
corrente e autor dos esoriptos anonymos que de
' teem v ndo, vomitaase mais uina vez contra
i
1U200
17(Xr)
64300
800
2*400
16*50'
10*500
11*000
27*2' 0
l-*5 O
6*6*0
20*0i k i
2*000
54*000
1*001;
197*040
2:010*.'40
27207*580
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde d5 320 a 560 ris o kilo.
Cameiro de 720 a 800 ris idem.
Simo, de'520 a 640 ris idem.
iranuha de 240 a 320 ris a cuia.
Trlilbo de 260 a 320 ris idem.
Feijao de 560 a 640 idem.
Foi multado o suspenso o trabalhador Marcos
Pinheiro do Nafcim-uto por fraude.
Ceuiiterio pulllco.Obituario do da 10
de Novembro :
Marcliua de 3 o Albuquerqae, Pernambuco,
0 anuo.', viuva. Muribeca ; tuberculoso.
Maaocl, Penambuco, 6 mezes, Boa-Vista ; es-
pasmo. ,
Annii, Pernambuco, 2 annos, 8. Jos : convul-
" Antonio Celso de Miranda Porto, Pernambuco,
17 anuos, solteiro, Santo Antonio; tubrculos pul-
a mares.
Pedro AlexandriBO Ferreira, Pernasibueo,
nnos, casado, Olindn; tubrculos pnlmonarei.
Maria, Pernambuco, horas, S. Jos; fraquesa
Paulina Amelia Nunes Rocha, Pernambuco, 30
annos, s-ltcira, Graca-, tub.-rcnloa pulmonares.
Maria Sev.riaa do Roeaiio, Pernambuco, 28 an-
nos, solteira, Santo Amonio t bemnrrhagia cera
oral-
Hara Peno, Pernambuco, 24 annos, Graca;
tubrculos pul roares.
INDICARES QTEIS
Medico
O Dr. Lobo Mo8cobo, de volta de sua
?igem ao Rio de Janeiro, contina no
xercicio de sua piotisrSo. Consultas das
10 s 12 horas da manha. EspecialiiiaJe :
operaefles, p-.irto e molestias d-> senhoras e
m -nios. Rua da Gloria n. b9.
Dr. B'irreto fampaio mudou ju cnsul
torio do 2." andar da casa n. 45, a rua do
iurao da Victoria, para o 1." andar, d^
casa n. :>, mesma ra, como consta di.
eu annunci > inserto na seccSo compe-
t-nt'!. Residencia a rua Seta de Setem
bro n. 34.
O Dr. Castro Jess tem o seu cnsul
torio me lico, rua do Born-Jeaus n. 23,
% orado.
Dr. Oama Lobo medico operador c par
teiro, residencia raa do Hospicio n. 20.
Oon8ultorio : rua Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde. Espe ialidade : molestias a opera-
mim, meus parentcs e amigos, o acervo de calum-
nias de que o publico ja tem conbeciinento em di-
versos artigos publicados no orgo liberal d'esta
provincia. O que admira qie eese orgo cuja
direcco deve pert-ncer a cidados conspicuos,
acceile em suas paginas cscripcos calumniosos com
o fim de satitfazer a pequenioos odios e prevenir o
animo do governo e do publico contra mim.
Nao tenbo por costume eacrever para o publico,
nem mrsmo qaando bou vilmente calumniada.
Tenho soffrido resignado e silencioso tudo quan-
to meus adversnos ousaram dizer de mim, c< rto
de que a conscieucia delles ahi e3tava a bradar-
Ihes contra a injustica de seu proc dimento.
Esta va ainda neste propositte ios conselho de
amigos, .esolvi dizer algumas pllavras em respos-
ta ao Sr. Torres Gallindo, que tio apprehensivo
se m istra a meu respei'o.
r"oie bt-m, provoca nao s ao Sr. Torres Gallin-
do, como a todos os m> us adversarios polticos,
que ap ut>-in um acto siquer na minba vida, que
mereca estigm* da sociedade.
Poji-r o Sr. Gallind dizer outro tanto? Nao.
E para este ponfo ch un e m o mais profundo
respeito, a attcnco do Exm. Sr. miuisuo da jus
tica.
O Sr. Torres Gallindo, que nao capaz de in-
dica um t aeto criinino-o praticado por mim, ha
de ri cor lar ac que tm 1878 di fljrou a iuKlis or-
ph de nome Riymunda, qie vivia bonectamente
em casa de 8 \i tio !
Oepois de tel-a cynicamente seduzido c sacado
is seus desejos libidinosos por alguus m^zes, lan-
(ou-a uo seto da prostituir;io, onde soffre as eon-
aeq'U'iicias de sua cruel sorte !
Sr. Torrea Gallindo em Aguas Bellas, desta
provincia, onde se acbava 'co.no promotor, prati-
cou um entro dtflirameuto na peesoa de urna infe-
liz mi c i, prometiendo reparar a falta peio casa
m uto, qie nao nal -ou te, nao btante o naaci-
in. lito de-mu crianc, que se acha em casa do
pai de S. S.
Poi aiuda o Sr. Torres Gallindo que rm Petroli-
nn, como juiz de garateas*, seduzio uma outra nao
cenos intciii que as dtas precedentes, eernpr.'
pr i.etieii iu casamento!
O pai dessa deaditosa moca, artista de nomeada
e filbo da provincia dis Alagd..s, suicidouse per
uo poder aobreviv.T desbourk de sua filba I
O depoimento que transcrevo nc fim deste arti-
go pruva a verdale d. tudo isto.
Fiualmente no di* 1" de Ju lio ultimo, q ia do
se ia proceder a elei,o para vereadores e juizes
de paz, que t peia falta da lista pareial dos elei
torea neixou de t r lugar, foi o Sr. Toires Gallin-
do quem apre-cu'oii ae aimado frente do dio
grupo de nb' r*es no intuito de s'mularera uma
rleifo, ou euto baver o me.-mo que se deu na
Victoria cm tempos que ai-i vo longo, sendo as
prineipaes vietitnas destinad.s por S. S. o aut ir
deatas linbas e os a- us prenles mais salientes na
p iitiea dominante.
Tem sido ste o pioceditnent) d'aquelle juiz, um
doa mais activos escriptcrea do oigJo do partido
liberal dista provincia.
No artig uitim .mente pjblicade, se mostra elle
todo aptrebensivo e chama a attenco do guverno.
de aua fnmilia e amigos, duendo que eu e :ii-us
pareut-s o queremos assassinur; mas isto nao
pasea de uma tai c. inligna.
O Sr Torre Gillindo bem mo conhece e no
liinli de sua couscie.icia ha de estar convencido
de que sou incapaz a- tazer mal a quem quer que
seja ; e tanto elle reeoubece ser a-:sim que publi-
c-.meiitu d>clarava em sua calcada, perante mul-
tas peasois, que qu'ri sempre ter como inimigos
pitsi as us uiinhaa condicoes, c entretanto escre-
ve para o publico dizi n lo que promov) com es
meas pareles o scu asaaaa'nalo!
Peraute o governo, a sociedade e a familia do
Sr. Torres Gillindo, declaro, que se estiver em
miuhas maoe e i as dos meus parentes o fio de
ana existencia, ha de viver elle sempre e sempre,
qual outro judeu errante.
Nao posso ser responsavcl, porm, se algum per-
verso minigo intu e do Sr. Torres Gallindo, em-
bota se Cuja seu amigo, o quaira offender pjr
uieio de uin plano anteriormente combinado, para
d- pois attribur me a sutoria de seu crime.
Irei, portanto, trilbando o mea caminho de
fronte rguid. e es'ou no proposito firme de nio
ligar mais lmport .neia ao que de mim se disser
nia columnas da Provincia, mui principalm uu o
que fr eseripto pelo Sr. Torp s Gallindo.
Ranto, 9 de N.vembr i de 1886.
. Teletphoro Lope de Siqueira.
3 Testernunha
Manoel Ferreira L >pes de SiqU' ira, idade de 52
annos, casado, criador, morador desta villa, natu-
ral de Pajt de Flores, e aoscuslumes disse nada
jurado aos Santos Evangelhcs em um livro delles
em que pos sua m".o direita e prometten d zer a
verdad do que soubi-ese e Ihe fosse perguntadu.
E sendo inquerida sobre o facto da petico de
queixa que Ihe foi lida;
Dase que adiando se elle testemunba em dias
do mes de Julbo p meo mais ou menos em sua casa
all Severino conlieeido por Macaco, disse-lbe que
paraem casa do queix-is havia barulho com Di-
mas Braga ou c m o prof-ssor Telesphoro ou com
pessoa delle testen.onha aoque elle respondeu- he.
que isto nao paS;ava da prieVi de Sebastin, p i
ter desobedecido ao subdelegado d- polieU, nao ob
tante e le testemunba, dingiodo-Be a esta villa,
antes de chignr a oso do quexoso, eneontrou o
capito Apolonio, que Ihe iufoimou nao haverroan
ad, e que a caura in-.roru ti/iha sido a urdi-ui
d>ida de pri-ao a Scb-stiSo, e que este aatraadu
em casa do queixoro por es'e foi obstado de qo-
os B-'ldados o cooduziss" a cadeia, mandando uiei
ao snbd. I gado que vusse meamo prender, pusi-ra
um subJ. legad i burro e d moda e que era b/.ixo
para pren I o- Htebsafrio que se acbava em cata
delle quiixoso hso sabe p-.r ..uvir o Idado J..
S au os. r, a militas pcaso-.a. e qaanto a shid
da orph para o Ru naneo o qu<- ab i -11- teatemu-
oh-i o sagoi !
Qu.- aeli..ndo-e em sua casa etn rii .a dcste auno
ou do passado qu>;u lo all cli-gara O. Aiexandri
o vestida ile preto < qu ell t-fteuiui.hi adm-
rando-si- de a ver naquellu isUlu, e eh raoii
piTguutou-lhe qual ur livo, aoque tl'a san f
zeu o iiosera he que r>eu OJorld Iiavia BUtcida.io
se e o iosatlaT da naoosa tinba ido o l)r. j u
ill lili tello 1 H iculan> de Oliv.-r^ Trres (i. un I
por ter tadusioo um i eua BHu, prnisatuudo ella cazar-^e, a nao u t-ndo feto um i ou'ra liia
. Atexaa ir na, aterav ia a a mando saioat
nd .-Ihe to !o i ee r; .11 de aua icau
aehava em companbia de um Dr. na vi la le Ou
ricury, e sua me tambem a tiuha d^spiesido
guido para a ovaina c.iinpanlii.i, qu ao re;: b i
esta c.rta seu marido bavia se euieidaco, por tan
to ello t se qu-ixava do inf iti.ui > nao t de ti
e uno de sua tiln e do supradito queixoso.
Ditse mais que as razosresp.ndide p los b
delegado de polica ao Di. juiz de Analto des'-
c'marca i a denuncia nttaurada contra elle que-
rellado 9 capito Jaaquim Jote Ribeim, nio i o
A o Sr. gerente dos Trllhas Ur-
banos de Catanga
Pedimos S. S. providencias afim de
que os roachinistas nao dm toda forja a
locomotiva quando passam as curras da
Torre e Estrada Nova.
Obrigando S. S. aos machinistas, o que
nao diflu, a passarem pelas duas cur-
var meia forca para evitar alguma
desgraga pois como sabe, por all ba gran-
de tranzilo de almocreves e uma linha de
bonds quo por elicidade tem escapado di-
versas vezes de ser alcanzado pela mes-
ma locomotiva.
Nao sr justa esta reclamac&o ? nao se-
r verdade que o regulamento da mes-
ma manda que os trena passem lentamente
as c urvis f para quo os machinistas nao
observara essa bom justa ordem?
Esperamos pelas providencian.
Reoife, 11 de Novembro de 1886.
O Viga.
A Sociedade Minerva Progresso
i'ernambiieauo ao publico
Achand se em construeco urna pequ-na em
barcaco na oificiua de ferreiros do caes do Ramos,
de pr. priedade do Sr. Antonio Joaqnim do Oliveira
CosU, mandada cinstruir pela Sociedade M n na
Pr gresso Pernambucano esob adireeco do inven
tor privilegiado o pernambucano Virissimo Barbosa
de Souza, a mesma sociedade convida is p-ssoas
-iue se inti-ressam pelo prog'esso nao s desta como
das demais provincias do Brazil, e especialmente
aos artistas, irem examinar o perfeito trabalho
a'um homeui que procura facer valer os seus di-
reito?, o,ue*tau',o tem-se feito prezar, mas a quem,
infelizmente nao se tem feito a devida justica. O
nome do artista que pugnt por tio interessante
causa, parece, pelos seus feitos, que vai ser co-
leado, como tem sido us de outroa que se teem
distinguido nao s as s'doncias como as artes
que pr f -ssatn.
A pequea embarcaco a que allude a socie.la
de cima, tem 9 metros de compiiofento e l metro
e 70 centmetros de boee, e de systema subma-
rino fluetuaute; alm d'isto movida pela pressao
do ar.
Conscia, portanto, do aoolbimento que deve mere-
cer do rcspeitavel publico desta provincia sobre o
tacto que vai oceupar a sua a'.tcnco, desde j
conta com a sua prot ccao.
Recife, 11 de Novembro de 1886.
ProcIs>o de Jubilen
Dorui go 3 do corrente sahio da igreja
dos missionarios cnpuchinhos, do Castcllo,
a procissao de penitencia para os Tercei-
ros franciscanos lucrarem a indulgencia do
presante jubil-u. Em alas iam 113 irms
terceiras revestidas do habito da Crdera e
gran lo numero de terceiras e novigos. A
communidade do religiosos preceda o cru
cifixo levado pelo commissario Fr. Fide-
lis.
Foi extraordinaria a concurrencia de
fiis que, ao entraren na capella imperial,
igrejas do Parto e Ajuda, deixaram esses
templos lateralmente repletos a ponto de
acotovtlarem se.
Foi um espectculo edificante ver se
aquella povo com tanta modestia e reco-
Ihimeoto cantar as ladainhas a o terreo de
Ni)8sa Senhora pelas ras desta crt'.
Grandes elogios merece a populacao
desta cidade, que com o maior respeito e
venerajao presenciara commovida quelle
acto de piedade e de penitencia.
(Do Apostlo.)
O resfriamento ou o defluxo par a uma
moca peior do que uma infermidade, pois
qu a poa feia, cora olhos chorosos, nariz
inflaramado, voz rouca, a tez vermelba o
a obriga a nao sabir de casa, o que tornase
um verdadeiro suppli.-io no invern quando
todos os prazerea soches incitam-n'as e
solicitam-n'as. Felizmente o remedio
prompto, barato e agradavel de tomar, pois
consiste no Xarope e Pasta de Seiva de
Pinho Martimo de Lagasse, universal
mente receitados contra as bronebites, co-
rizas, toss38 rebeldes," expectorases san-
guinolentas.
PermUlIr-ac-naa-ba expender ama
palana obre ai enfermldadea
dos pnlmAes e da garganta.
49
(guando os pulmes se chegam a cufremar, p-
de-se dizer que o doente se acha s bordas de uma
enfermi Jade incuravel, e o primeiro passo dado em
to perigosa situacao a toase. Tornase, pois, da
maior importancia o atalhar-se a mesma imnredia-
tamente. Se por acas > perguntardes de quo ma-
oeira iseo se pode conseguir, premptament respo.-i-
deremvs -com o Peitoral de Ana fahuita, cujo ex-
celleute xarope pieparado e composto com o ma-
ravilhoso e balsmico sueco de uma arvore do M-
xico, couhecida desde ha muitos seculos pelos abo
rigenes, c.'ino remedio excelsa pira as eufermida-
d :s pulmonares. Esta magnifica oreparacao cra-
la a tot-'c de .tro em poucos dias e s vezes em
puueas huras; ailiviar a asthrja, curar a irrita
da membrana da trachea e impedir finalmente o
jeoeuvo'viujento da tysica.
Ao eontr .no de todos esses peitoraes e xarops
I it a de fructas e outras substancias aeres e di-
urna natureza duvidosa, ella nao cneerra m si
uenbum acido prosaico, o como igualmente nao
oontin ne bama mistura deantnn nio iu^redient
este, quo abundantemente se encoutru as prcp -
rafOM daquellespor couseguiute o seu gosto nao
ureduz nauseas e suve e agradavel de tomar se.
(,'omo oabanti contra as falsificacoee, observe
- b in que ob nomes de Lanman & Ktmp ve--
.iham estampad s era lettras transparentes n> pi-
pi do livrinbo que serve de envoltorio a Cada gar-
rafa.
Aeha-se venda em todas as boticas e lojas d
pertuioarias
fljoatw em Pernambuco, Heury Foster C ,
io (Jommercio n. 9.
Corda de furmoinra
Abuubinuia ilu longos S sel 8 .8 cabellos o
r pi tsivel auxdio 1 belleSa f-minina. As pe-
-. .ia.s t'..ucaa e undendoa foru.am na verdade urna
corda de que qulquer mulher p.ie legitim.mei.;.
.rgulbar se u aehair-ae ao alcance d todas. O
Ti icof.ro de Burry restaura o cab lio mai-
ral > e nais spero a um ea'alio do completa e v>
i f .rm aura. Desde 1801 quo tem estado
coiitiuu imrute em uso o uSo consta Caso nenh':.n
em que loaba faiteado. Communica vig r s ruin
e depre-sa rodas nm novo e abundante eres i-
entO de lindo cabello Experimentem.
Candade
Eu tehno a nguagera dos anj.)s, o dom
de protci.. e a f de transportar serrfis e
montes, nao tend) candade sou como o si-
no partido que nXo tem boq, como a fonte
qu soccou que n2o refrigera, ce mo a ar-
vore corUda a queimada que nao di som-
bra, a finalmente como a candeta que sem
azaite e pavio nao produz luz.
S. Paulo.
Parece-roe que estamos no principio da
hera christSo I pois nesse tempo a reb'gillo
quaB s se encontrava nos melhores, e hoje
tambem quasi assim acouteco. Naquelle
taropo os homens em geral s tinham no
pnsamento os bens terrenos e no coracSo
paix?3es para a cevar vingancas ; isto apon-
to de praticarem actos os mais baixos a
vergonhos quepodemproduzir a vil cobar-
da a a terrivel corrupcao.
Jess Christo sempre foi honrado, ama-
do, venerado e exaltado pelas raulheres,
nao se conta ao menos um acto de offensa
por ellas praticado contra elle ; antes ao
contrario, s se manifestara prodigios de
dedieacjto e caridade praticado por ellas
em favor delle No entanto foi quasi ge
ramente perseguiio pelos homens, insulta
do, envergooliado, blasfemado, e para cu-
mulo de sua nefanda obra o crucificaran)
a flagearam o em uma cruz, que nesse
tempo honrravam com o titulo da forca.
Homens dizei-me, tendes coracao ? sim,
respondis, temos porque as obras de Deus
sao perfaitissimas, porm, esse coracao foi
dado por elle, para amar ao mesmo Deus
mais que todo quanto existe, o depois ao
prximo como cada qual arca a si mesmo,
e finalmente tambem as cretituras irraccio-
nacs por serem creaturaa do mesmo Deus;
e alm disso nos araam, respeitara, vene-
rara e at nos rendem, com que um culto ;
que fazemes cm fovar dolas pouco mais ou
menos : roubamos-lbe a liberdade e a vida ;
finalmente os martyrisamos ; roas se nos
trartyrisamos o mesmo Deus feito Homem,
como nos pode es-apar quem t3o humilde-
mente se prosta aos nossos ps?l...
Ainda peco aos habitantes desta provin-
cia uma esmola pelo amor de Deus, para
mil e tantas orph.lsinhas abrigadas em
dezoito recolhimentos de caridade, dous
hospitacs com doentes, e finalmente dous
internatos do meninos tambem desvalli-
dos.
Os donativos devem ser remettidos pa-
ra os seguiotea pontos : Escriptorio do
Diario de Prrnambuco, do Jornal do Re-
cife, nasa commercial dosSrs. Braga, Go
mes & C rua do Mrquez de Olinda n.
50, Itevd. Sr. vigario August) na fregue-
guezia da BOi-Vista, Revd. Sr. conego
Dr. Maia em Olinda e finalmente neste
convento de S. Francisco a mim mesmo,
aonde me acho doente a ponto de nilo po-
der csmolar.
Aiuda vos faco o pedido que j fiz o
mez passado : S>)do caridosos com todos
quo poderdea-j sede devotos do rosario de
Maria Santissiroa Padroeira do Imperio da
Santa Cruz, e finalmente fervorosos sufra-
gadores das almas do purgatorio, e vos
afiango que seris felizes na trra e bemaven-
turados no co.
Deus e Maria Santissiroa a todos re-
compensarao.
Rocife, G de Novembro de 1886.
Irmao Ignacio.
Dr. Joo hwio
KMCO
Especialista em pan- <, m ileatias de senhoras e
de enancas, com pratiea as prneipa^s materni-
dades e hoapitaes de Ha is e de Vie ina d'Austria.
fas todas aa opei-a^d s obsttricas e cirurgica
Concernvntes as sUia especialidades.
Consultorio e resideuei na rua do Barao da
Victoria (antiga rua N .va) n 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas lo tarde. Tele-
phone n. 467.
N. 3. Milis se tendes filhos debis que
por taita de appitit esto doentes, dae
hes a Emulsao da Scott
E maravilhoso come em pouco tempo,
ao tomarem-na, rcstabelecem-se e como
recuperam a energa e a sade.
L0TEBUS DE IMS
Pecle-se s pessat
quejogam nehta lote-
ra que procurem Icr
o que escreveu dqb
jornaes da mesma pro-
vincia o Sr. Joo Al?
Este ves, jsruarda-livros
do thesoureiro das.
mencionadas loteras,
e, por es^es escripto^
podero julgar da li-
sura que existe na ex-
traeco desta inesiia
lotera.
Um quejogava.
Dr. Cemneira We
HKDICO
Tem o seu escriptorio a rua Duque de Ca-
las n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e deate
hora em diante em sua residencia rua da Sae-
ta Crnz n. 10. Especialidades, molestias da aw
nhi ras e i-ru.ni as, telephone n. 326
C, Heclmann
f-inas de cobre, iat3o e ronze
Goiitzer Ufer n. 9 Berlira S. O-
Kspeei:ili tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples i f1||HCtPlllil H 1T1J1 !lL
ou dtathericos, assim como na alopecia ou qo.da s_/Vll>~ 11 |H..| H\1 %'\j IlItli/itZ^
do i abeiio, e as doencas determinadas per sata-
racan mercurial. Dao-se gratis folhetos onde se
eucentram numerosas exp .'riencias feitaa com este
especifico nos bospitaes pblicos e muitos attesta-
doa de mdicos e documentos particulares. Fas-se
descont para revender.
Deposito em casa de Paria Sbrinho & C.
Rua do Mrquez de Olinda n. 4!.
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 rua Larga do
Rosario.
Cliaica medico clrnrglca
I DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoias e
criancas.
Residencia Rua da Impcratriz n. 4, segundo
andar.
Licor depnrativo vegetal iodr'o
DO
Medico (lui n t el la
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de to grande fama infallivel na cura de todas
aa doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumatica
e de pelle, comn tumores, ulceras, dores rheumati
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das o chronicas, cancros syphiliticos, inflamma
e3es visceraes, d'ulbos, ouvidos, garganta, intes
Rio Grande do \or!e
Ao i:\iu Hr. ministro da justiea
U Dr. Fahio Cabral do Oliveira, actual
juis municipal do termo de Maco, nesta
provincia, tem em seu termo um cunbado
de doiu Pedro Pereira de Souza (conhe-
cido por Pierre) pronunciado em crime de
f. riraentos graves e do resistencia, e que
est indiciado em crime de uzo de srroas
prohibidas a em termo de bem viver I
O Dr. Fabio convive coro Pierre, reside
sua c;.sa no sitio Aguas Novas a 5 leguas
desta cidade, e trata daprescripgao daquel-
les criroes e nao d andaiLento a estes !
Os criroes sao de 1880 para esta parte.
O Dr. Olympio Vital, chefe de policia.do
Cear' foi quera pronunciou Pierre e sabe
dos factos.
J a poneos teropos por influencia do
Dr. Fabio foi aqu absolrido no jury, com
eseandi-lo Jos Virgolinode Snuza, cunha
do tambem do Dr. Fabio, e que fra pro
nunciado como um dos autores do roubo
forga armada, feito a infeliz Maria Luiza
a 3 leguas desta cidade !
E' um horror este juiz!
E pode selo em Maco? 1
Maco 1886.
Olinda
Diversas pessoas que no podem ser in-
differentes s grandezas quo ainda reatara,
erabora m estado de ruinis, neste cidade,
reuniram-se na casa da residencia do Exm.
e Rvm. Sr. conego Dr. Luiz Francisco
de Araujo, para o fim de combinaren! nos
meios da reparar o raagestoso templo de N.
S. do Carmo, hoje to arruinado.
Estudados os reparos essen .iaos pelo
intelligjnte e pratico engenheiro architec-
to, Dr. A. Pereira SiurT que de boa
vontade a isto Be prestou, "o est prompto
a dirigir a parte technioa do trabalho, fo-
ram mitas duas c.immisscJea : uma geral,
oomposta r'o Dr. H. S. Tavares de Vas-
concellos, presidente, teneote Manoel J.
de Castro Vilioln, secretario, padre Julio
Maria do Kego Barros, thesoureiro ; e ou-
tra e esmolas, coiop rtor Jnao Franuis o da Silva Braga, presi-
dente, Antonio Estevo do Oliveira, secre-
tario, conego iManoel Joan Gomes, e cone-
gj Ur. J...ii|tim Graciano de Araujo.
As loatisWaSea trabaihara com estorgo
para obter os recursos neeessirios effec-
tividaiie do intento, qu" emprehenderam
n du esperar que em-outrom apoio e aui-
lua^ao da parto de todos aquellos, aos
quites recorrern] pava fim tAo piedoso.
Neose sentid.. ft ri^ir circulares.
Oculista
Dr. Muttos Barreto, ex chefe da clni-
ca de olhos do Dr. Moara Brasil e da
policlnica geral do Rio de Janeiro e ir. -
di.o 8ggrcgado do hospital Pedro II
desta cidade.
Consultorio, rua do Impera lor n. 65, 1-
andar, das 12 s 3 horas d.i tarde.
Residencia, Caminho Novo n. 159.
As operacocs aao feitas sem dor,
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En .baixo (.s^ign da, cartfieo que, es-
Uuido u na n ah netinba de 9 annos de
a, com fbics inter intentes durante
4 i'Z'i, e d. pula do ter ui>ado bom nu-
mero de remed is rcita tos pelos nossos
. lini.-of, s so reatabelecen completamente
co o o Remed-o Peruviano que me vendeu
o Sr. L Tuque, phanceutieo em Bor
daos; por st verdade pass-i apresante.
uj in, 1 de Seicinbrote M8").
Viuva Tausin.
Kncotitra-BO n-'S pliarmncias Americana
o Conc icfto.
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 annot
de escrupulosa observaciio, reabre cons al torio nes-
ta cidade, rua do Bom Jess (antiga da Crui
n. 23, l.o andar.
Horas de consulta ,-
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noitc : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser encontrado no
sitio travessa dos Rem- dios n. 7, primeiro por-
ta esquerda, alm do poriao do Dr. Cosme.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico oeu
Hita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2.*
andar da casa n. 45 rua do Baro da
Victoria, para o 1. andar da casa n.
51 da mesma raa. Consultas de meio
dia s 3 horas da tarde. Residencia
rua Scfe de Setembro n. 3 A.

Dr Paula Lop:
De volta de sua vi.gem Europa, rea-I
'bri-i seu consultorio A rua do Mrquez dei
| Olinda n. 1.
Eepecialades : Molestias de crcncaa ti
I nervosas. I
Trata mentes pela clcclr cidade (Elfctro-|
tbi rt.pia).
Coiitulias : De 1 hora as 4 da tarde. -I
Resid ncia : Rua da Soledade n. 0.
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Dr. Fernandes Barros
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Consultorio rua Duque de Caxias o. 59.
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Dr. Ballhazar da Silvcira
Especialidadesfebres, molestias das
crianzas, dos orgos respiratorio das
senhoras.
Prestase a qualquer chamado para
or da capital.
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AVISO
Todos es chamad >s devem ser dirigia
s pharmacia do Dr. Sabino, rua do
Bario da Victoria n. 43, onde sa indicar
sua residencia.
Aviso
O Dr. K. ONKlan Donnet .'dedico pela
Faculdade de Medicina de Paria.
Condecorado com a melalha dos hospitaes.
Socio correspondente : das Academias de Med
cia do Rio de J meiro e de Barcelona ; da So-
ciedade de Medicina p-atica de Paris e da Socie-
dade Francesa de Hygenp, ex-director do Museo
AnatomoPatolgico da Fucnldade de Medicina
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada em Pernambucc
oca a dispoaieo doa doentes que desejarem hon-
ral-o com a sua confianca.
Chamados o consultas de 1 a 3 horas da tarde
rua do Marques de Olinda n. 51, 1.* andar: na
hospedara de D. Antonio (Caminho Novo).
Especialidades : moleutias das vias respirato
ras coraeo, estomago, ligado, etc., molostiat
nvas, e syphilitteas.
Leonor Porto
Rua do Imperador n. 45
Prjmeiro andar
Contina a executar os m&is difficeis
figuriuos recebidos de ijondres, Paris,
Lisboa o Rio de Janeiro.
Prima em perfeieode costura, em bre-
Ividade, moiicidade em precoa o fino
[gosto.
ex*
I O Dr. Joaquim da Costa Ribiro, juiz t
direito do civel desta cidade do Recife a
provincia de Pernambuco, poi Sua Jat-
gestade o Imperador, a quem Date
guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital viraar^c
delle noticia tiverem qne fiedos 03 dias de pregas
e pracas da le e na audiencia desle jmzo Jm
13 de Novembro prximo vindonrr se ba de ana-
matar por venda a quem mais der e mai r I
ffereccr o bem constante da avaliacao dai
seguinte:
Uma casa terrea n. 3 a estrada da Tamar
ra, medindo de largura 10 metros e 80 cen
tros e de ccmprimeno 15 metros e 20 centitcesra:
cem 4 janellssc 1 prrta de frente, sendo eetaao
centro, 2 salas de frente, 1 sala de jantar, 1 sato
ta, 4 qnartos no interior, corredor no meio, cosida*
fra, mais 1 qnarto alm da eosinh8, com 2aaaV-
las e 2 pertas do lado do sul e 5 janellas ao oortev
cacimba, um pequero sitio cim algumas arvaas
fructferas, cuja casa ainda est per acabar, *am-
liada em 4:500\(.
E asfin ser o dito bem arrematado por 1
a quem mais der e maitr Unce cfferecer pasa;
gamento do principal, jurrs e costas da eaa
cao mel que a Mancel Dusrte de Figoeiaae
sua mulber move por ste juixo e carterior'-
crivSo que o presente subscreve Manoel
des da Costa.
E para que ehrgue a noticia a todos,
passar o presente edital quesera sffixado a la-
gar do costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aasafc
dc Outubro de 1886.
Ea Felcissimo de Azevedo Melle, escrivSofc
escrever e subscrevi.
Recife. 19 de Outubro de 1886.
Joaquim da Costa Ribeiro.
tubdelegaa*
K
O cdadao Pedro Barbosa de Araiij .
cin 1 xercicio do 2- districto da fregueai ak
'jraco, em virtude da lei, etc.
Faco saber a qu. m iuteress;r possa, que aaS
entregue por Constantino Jos de Mello, motare
na est.-ada ae Beleai, tres cabras e um cafa&B
(bicho), cujas cabras ap-^recerum hmarradaiaa:
sea sitio, e por isso mtregiv.i a esta subdeks ar-
is, e como ha mais de quioze dias que se
depositadas, faco o presente edital para queat
dir. to tiver, provando e pagando as despera,
serio entreees.
En Joaquim Clemente de Lerr.oj Duarte, ea
vio, o esirevi.
Sabdelegucia de Beltm, 7 de Novembro de 1
U subdelegado,
Pedro Barbosa de Arauja.
De ordem do Illm. Br. inspector, faco pu%S
que no da 15 Jo esnrente, p< las 10 horas da at
uha, psga-so no Arsenal de Guirra a folhaa
costureiras, relativa segunda quinxena de V*S
bro ultimo.
Thesouraria dn Fax na ds Pen ambaeo, Mi
Novembrr> de 1 8\O secretario,
Luis E. Pinheiro da Cam'ra.





-.

[
1

1



4




Diario de FcrnambucoScxla-feira 12 de Novembro de 13C6
Monte Pi Popular
Pernambucano
Devend esta sociedade solemnisar no da 14 do
eqrrente, o trigsimo annivorsario de raa creacSo,
^gadaodo celebrar ai 10 horai da manha, na
sereja do Paraso, urna missa em aeco da grabas
Ma padroeira, cm seguida sessSo magna em sua
de, e as 7 horas da noite ama ladainba em lou-
vor a mesma padroeira.
rVlo presente convido a todos os socios honora-
rias, benemritos e effectiTos para comparecerem
aoa referidos setos, e bem asaim as demais *sso-
esacoes que para tal fia foram convidados.
Secretaria da sociedade Monte Po Popular
Pcroambucano, 10 de Novembro de 1886.
O 1 secretario,
____________R. F. de Carvalho.
S'.BvCavalleirosdaGroz
Da ordem do Rosp. Ir. Ven.-, convido a
todos oa O Jbr. da nossa Aug. -. Off. a com -
trecerem em nossa s le no di* 15 do corrate,
as 6 1(2 horas da tarde, afim de proceder-3e a
ieicao das LLuz. e mais DDg. -. que ten de
rauccionar no anno Mac. de 5867 5888.
Secretaria da Aug. Loj. Gap. Cayallei-
roa da Cruz, ao Val. da roa da Imperatris, em
11 de Novembro de 1886.-E.-. V.-.
O secret. Adj. .
Eduardo G. Goncalves 18.-.
Obras do Porto
De ordem do lllm Sr. engenheiro director da
repartilo da" obras de conservacao dos portos de
Pernambueo, e de conformidade com a autorisaco
e S. Exc. o Sr. miuistro da agricultura, com-
saercio e obras publicas de 27 de Cutubro proxi-
sao pasaado, faco sciente a quem interessar possa
que, no dia 15 do corrente mes, ao meio dia, na
saeama reparticao, recebem se propostas em cartas
fechadas e competentemente selladas, para a venda
4oa eguiutes objectos:
Urna machina completa de baixa pressio de ba-
lanceiros, em perfeit estado de conservacao, me-
diado o cyliadro 26 polegadas inglesas de diain.-
tro, con forca effectiva de 25 cavallos.
Urna ealdeira cylindrica completamente nova
(aiada ao servida) com 49 tubos de lato de 3 1/4
de polegaia de dimetro, e 11 ps inglezcs de com-
prisiento de forca evaporativa effectiva de 25 ca-
vallos.
Cavername centado de uro navio, compondo se
todo de madeira de sicupira e amarello, faltando -
lbe somente o taboado do costado, tendo as segua-
te* ditnenses: 1854 de roda roda, 18,m33 de
quilha, 3,21 de pontal, e 7,">10 de bocea.
A machina e a ealdeira acharase na oficina de
Bichnas sita ao caes do Ramos e o cavername,
noeatalheiro da oficina de carpintearos e calafatee,
esa Pora de Portas, onde podem ser examinadas
pelos pretenden tes.
Reparticao das obras do conservacao dos portos
de Peraambuco, 11 de Novembro de 1886.
O Io eecripturario,
Manoel Duarte Pereira.
Club Imperatriz
De o'dem do Eira Sr. presidente, convido a
toioj oa senhores socios a se rennirem em assem
hteageral domingo 14 do corrate, is 11 horas da
saanh, em sua sle ra da Imperatris n. 42, 1 -
aadar, afim de se tratar de negocios tendentes ao
ssesaso club. Recife, 8 de Novembro de 1886.
O secretario,
Antonio Haciel do S.iiuein.
Monte Pi rortugiicz
Asaembla geral
Convido os icnbT-es srcios a reunirem-se na
sede social, s 11 horas do dia 14 do corrate,
para se dar cumprimento ao quo preceita o l-
do arr. 22 dos eitatntos. Recife, 9 de Novembro
de 1886.O secretario,
Jos Vi ira de ^iqueira Par ra.
Sao
C. C. E.
Club Commerclal Euterpe
Assembla geral
Tendo a directora de commum accerdo e por
motivos imperiosos dado por finda a sna missSo,
convida a todos os bocios para a reuniao de ama
assembla geral na sexta-feira 12 do corrente, s
7 horas da noite, para proceder se a leitura do
relatorio, prestaco de coutas e eleicSo de novos
tunecionarios. A resoluco da direcoria defi-
nitiva, e por isso pede-se o comparecimento de
todos os socios. A posse da nova directora ser
em acto continuo.
Secretaria da Club Commercial Euterpe, 8 de
Novembro de le86.O 1- secretario,
Francisco Lima.
Sarao em 13 de novembro
convidados os senhores socios a prnc arar
a seas ingresaos na sede do club, todas as noires,
a cantar do dia 10 do corrente, das 7 as 8 1[2 ho-
ra* da noite, em mi do Sr. thesoureiro.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 9 de
Novembro de 1886.O 1' secretario,
_____ P. C. Ccuanova.
S. R. J
Siciedade Recreativa Juventade
Sarao bimestral em 5 de Dezembro
Estando designado este dia para realisar-se o
sarao do bimestre flueote, roga se aos senhores
socios que quiserem tirar convites, a dar suas
otas a secretaria da sociedade. Previne-se que
nao serio admittidos aggregados.
Os ingresaos deverSo ser procurados em mao do
Sr. thesoureiro at o dia 4 de Drsembro-
Reeife, 7 de Novembro de 1886.
Jote de Medices,
______________ 2* secretario.
Companhia de EdiGea^o
Cotnmunica-se aos Srs. accionistas, que por de-
.iberac'o da directora foi resolvido o recolbi-
asento da quinta prestaco, na razio de 10 por
ceato do valor nominal das respectivas a.'(oes, a
raal dever roalisar se at o dia 5 de Dez. ir.bro
renio futuro, no escriptorio da companhia
armes da Concordia n. 9.
Rccife, "> de Novembro de 1886.
Gustavo Antiina,
director secretario.
Estrada de ferro de
Ribeirt Bonito
De ordem da directora sao convidados os se-
nhores accionistas a r colherem no London & Bra
silian Bank, no praso de 60 das, a contar de
boje, a terecira entrada de 10 % do valor nomi-
nal de suas accoes.
No escriptorio da emprrza serSo distribuidas
pelos senhores accionistas as suas accoes, median-
te a exhibicSo das caatellas dos recolbimenros da
1', 2> e 3* entradas. Recife, 5 de Novembro de
1886.O gerente,
_______ Hypolito V. Pederneirss.
Obras Publicas
De ordem do lllm. Sr. Dr. engenheiro chefe,
faco publico que no dia 17 do correte, ao mei>
dia, recebe-se na secretaria deata reparticao pro-
postas para a execocao d s reparos das pontea da
estrada da Luz, de Tapacur e de Maus, ore, do2
em 780^000.
O orcamento e mais condicoes para o contrato,
acham se A disposico dos senhores pretendentes
para sercm examinados.
Secretara da reparticao das Obras Publicas de
Pernambueo, 5 de Novembro de 1886.
O secretario,
Jo<5o Joaquim de Sigueira Varejdo
Monte de Soccorro de
Pernambueo
Os posuidores das cautellas do peone-
res dos nmeros abaixo sito convidados a
resgatal-as at o dia 23 do corrento :
11,632 11,633 11,645 11,705 11,976
11,981 H,988 12,010 12,022 12,025
12,103 12,107 12,168 12,202 12,302
12,306 12,319 12,34 12,329 12,335
12,336 12,346 12,349 12,351 12,359
12,360 12,361 12,362 12,370 12,371
12,376 12,381 12,387 12,391 12.392
12,394 12,402 12,405 ,2,406 12,407
12,408 12,409 12,411 12,412 12,414
12,416 12,422 12,431 12,438 12,439
12,445 12,149 12,462 12,463 12,465
12,467 12,470 12,472 12,473 12,533
12,486 12,497 12,499 12.501 12,505
12,510 12,511 12,516 12,517 12,521
12,522 12,524 12,525 12,531 12,532
12,533 12,538 12,651 12,552 12,561
12,565 12,566 12,567 12,569 12,583
12.384 12,592 12,594 12,595 12,596
13.603 12,610 12,514 12,62i 12,622
12,628 12,630 12,633 ] 2,635 12,636
12,650 12,652 12,661 12,665 12,668
12,669 12,672 12,679 12,684 12,689
12,693 12,694 12,697 12,700 12,703
12.604 12,709 12,715 12,717 12,718
12,719 12,724 12,726 12,731 12,732
12,733 12,742 12,744 12,746 12,747
12,749 12,750 12,755 12,757 12,764
12,765 12,771 12,777 12,778 12.779
12,780 12,784 12,786 12,787 12,18*
12,790 12,792 12,693 12,794 12,301
12,802 12,809 12,841 12,847 12,850
12,855.* 12,858 12,870 12,871 12,873
12,877 12,878 12,886 12,888 12,889
42,895 12,898 12,893 12,912 12,914
12.918 12,922 12,023 12,924 12,929
12,935 12,936 ]2,'37 12,939 12,943
12.919 12,950 12,953 12,955 12,960
12,965 12,966 12,978 12,980 12,984
12,987 12,988 12,989 12,991 12,994
12,995 12,998 12,999 13,001 13.003
13,004 13,005 13,006 13,007 13,013
13,014 13,016 13,017 13,018 23,019
13,024 13,026 13,032 13,034 13,038
13,040 13,044 13,045 13,050 13,056
13,053 13,061 13,065 13,067 13,069
13,072 13,073 13,076 13,078 13,079
13,080 13,088 13,089 13,091 13,092
13,093 13,095 13,096 13,097 13,101
Recifo, 8 de Novembro de 1886.
O gerente e guaHa livros.
Felino D. Ferreira Coelho.
ticas e manufactureiras, mantm como j
bem conhecido em sea palacete no Cam-
po das Princezas, aulas de diversas linguas
e sciencias, as qunes, funecionam em todos
os das uteis, das 6 s 9 horas da noite.
Com o mesmo intuito mantm ella urna
pequea e modesta bibliotbeca que, com
patriticos donativos, augmenta se de dia
para dia, e franqueada ao publico em
geral diariamente, as meamas horas cima.
Assim, pois, com o mui applaudido in-
tento de tornar bem conhecido o progres-
so das artes e offisios entro nos a perfei-
cSo e utilidade de seus productos, fazer
conhecido seus autores, bem como os lu-
gares de sous estabeleciinentos, afim de
facilitar a sabida e o consnmo delles, pro-
move ella todos os annos para o dia de seu
anniversario, segundo dispe o 6o. do
art. 2." dos seus estatutos, urna exposicSo
dos trabalhos d'artes ofi:ios e manufactu
ras. E' para a consecucZo de tilo aper
feigoado quSo vantajoso fim, que a directo-
ra da sociedade vem pelo presente, sol
citar de todas aquellas pessoas que pos-
suern porpergaminho o trabalho, sua efi-
caz concurrencia Exposic3o que, em 21
de Novembro deste anno se effectuar em
sua sede, Lyceu de Artes e Officios.
Cumpre tambem a ella fazer conhecedo-
res o* Ilustre senhores e senhoras, que
a quizerem honrar com seus productos, os
seus direitos e
Deveres
1. Dovcril at 15 do dito mez envia-
ren) as amostras de seus vendaveis pro-
ductos para o dito Lyceu.
2. Ero todos os objectos deverSo acom-
panhar o nome do autor, ou proprietario
dos raes .nos.
3. -Ser impresoindivil era todo e qual-
quer objecto a declarado do preyo, e lu-
gar de sua fabrica ou deposito.
4. Que os objectos para a Exposs5o
ddvem ser tal qual os costuraa fazer e
vender.
Direito
Art. 8o do regula ment da Exposiyao
A rtistii:o-Industrial :
Somente aos expositores permittido
abrir as vitrinas para mostrar aos visitan-
tan tes os seus productos.
A directora conscia de qu<> utrto se es-
forcarito para o faustoso sultado deste
certamen to pro/eitoso e lisongeiro a to-
das as classes industriaos, antecipa s-ms
'evidos agradecimentos.
Secretaria da Imperial Sociedade dos
Artistas Mchameos e Liberaes, cm 18 e
Setembro de 1886.
Jos Castor de A. Souza,
1* secrctirio.
COMERCIO
isa commerclal de Pernam-
bueo
EECIFE, 11 DE NOVEMBRO \>E 188.
A* tres horas da tarde
('otacOtt officiaet
Aerees da companhia de seguros Phenix Pernams
bucana, do valor realisado de 2CO0O0 a
3004000 cada urna.
Desraoute de letras, 8 0/0 ao anno.
Na hora da bolsa
Veadeam-se :
5 aecee da companhia Phenix Pernam"oucna.
O presidente,
Pedro Jos l'into.
O secretario,
Candido C. G. AleoU-adt,
aSNIMENTOS PBL1C0S
lies de Novembro ie UJ86 "
ALKANOEOA
391:492/17a
45:936/228
-------------- 437.-428/407
Lycea o Artes e Officios
A Imperial Sociedade dos Artistas M-
chameos e Liberaes ue Pernambueo, que
tcm a seu cargo o Lyceu de Artes e Offi-
cios, no Intuito da Ilustrar as classes artis
Amostras 46 volumes a diversos.
Batatas 650 meias caixns a Snlzer Hauffman &
C.
qkra:-
De 2- 10
d 11
stsKoa raoviaciAL
Le 2 a 10
Usa de 11
Tela
sJsrsmsjrxauA De 2 a
(ende 11
67.018*633
6:216/397
10
73:2651036
510:693/440
16:72085
1:132/162
Ommrt no PaovmotAL
Vaest de 11
Do 2 a 10
17.853*016
6:219/600
189,717
6:409/317
4:613275
300/048
4:913/323
DESPACHOS DE~ IMPORTACAO
O vapor ingles Mondeg entrado dos portos da
saopx, oo da 10 do correte, e coosiguado a
Adameon H' wie k C, msnifestou :
.*mctr* osuvsaop. 3 2 a 10
Uem d 11
Ceblas 50 caizas a Guimarcs & t alent-
Catalogo 1 caixa a Companhia de Beberibe.
Cha 8 grades a Fernandos da Costa de C. 5
a J. B. de Carvslh.., 1 a J. A. Tbon.
Conservas 1 Chixa a ordem, 2 a B. Lopes Pe-
reira.
Drogas e tintas 10 vilu-nes a Manoel Alvos
Barboza Suceeeacreo.
Envelopes 1 caixa a J. W. de Medeirca.
Estopa 22 fardos s Antonio d'Oliveira Mais.
Frrragens 7 caixas a Maia & Rtzciidu.
Livros 1 caixa ordem.
Libras sterlinas 1,600 ordem.
Mereador88 1 caixa a Brcwas ft C, 1 a J. A.
Thon, la Guimares Irmaos 4t C, 2 a Th:
Central Sugar Pactorie, 2 i ordem, 1 a P. Lauria,
& C, 1 a Goncalves Irmos & C-
Materiae; para encanamentod'agaa 176 volumes
e pocae a Comqaoha de B.-beribe, ditos pra tele-
grapho 12 volumes a Western B. Telrgraph
C mpsny.
Objpcos para escriptorio 1 caixa ao London Bra-
silian Bai.k, la W. Hill.
Oleo de linhac 25 barrs ordem.
Papel.4 fardoe a Mano l PigueirSa de Paria &
Filhcs, 7 a Medeircs ft C, 4chixis a Joao W. de
Medeiros.
Fr santos 5 caixas a Joo F. de Almeida, 10 a
Saundres Broibers & C, 3 ordem.
Pelles 1 caixa a Braga & S.
Queijos 6 caixas a Guinaraes Rocha & C 10
a Fernandes da Costa & C, 21 a J. B. da Car-
va'b-, 22 ordem, 10 a Ferreira Rodrigues ot C ,
20 a Antonio Jos Soar.'S 4C.,7 a Alheiro o1'-
veira ftC.,42 a Rosa & Queiroz, 13 a Jlo F.
de Almeida, 14 a Domingos Ferreira da Silva &
C, 3 a Saundres Brothers & C.
Salitre 50 barricas a Ferreira Guimares
ftC.
Tedios diversos 240 volumes erdem, 7 a Nar-
ciso Maia & C, 5 a Agostidho Santos & C, la
F. Lauria & C, 2 a Rodrigues Lima & C, 35 a
Luiz A. Siqueira, 4 a A. Vieira & C, Z a Guer-
ra ft Fernandes, 1 a Paria Neves & Cordeiro, 3 a
D. P. Wild e C, 19 a Joaquim Agostinho ft
C, 89 a Machado* Pereir, 4 a Andrade Maia
& C., 9 .1 L ureiro Maia & C, 3 a Albino Amo
rim ft C.
Tinta 3 barricas a Jiao \V. de Medeiros.
Tapetes 4 fardos ordem, 1 a Joo A. Thon.
Tintas 71 volumes ordim
Vinho 15 caixas a Pereira de Faris, 2 a A. F.
da Silva.
Vidros 18 volumes a Sulrer K fumara & C.
Velas 10 grades a Pereira Csmeiro ft C., 8 a
Domioifcs Ferrfira da Silva 4 C.
Companhia de Edilicacoes
O escriptorio desta
companhia acha-se in-
stallado na pra^a da
Concordia n. 9,conser-
vando-se aberto das 7
horas da manha s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe se de cons-
trucQes e reconstruc-
coes.
Recebe-se informa-
qes acerca de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmoescripto
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da mesma
Companhia.
EMPREZA D GAZ
Pede-se aos Senho
res consummidores que
queiram fazer qualquer
comunicaeo ou recla-
maco, seja esta eita no
escriptorio desta empre-
sa ra do mperador n
89, ohde tambem se re-
ceberp qualquer cont
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
intonio da Silva Oli-
veira, e quando or pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
iins Carvalho.
Durante a auzencia
do abaixo assignado na
Europa todos o s recibos
dessa empreza deve-
riioserpassados emta-
locs carimbados c fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
te rao valor algum.
George Windsor,
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabeldda em 13*5
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Harilimos..... 1,MO:000$000
Terrestres,.- 3I:000$000
4*-Baa do Commerelo
* Londou and liraslllan Ba
Limited
Sua do Commercia n. 32
tacca por todos os vapores sobre as ca
xa do mesmo anco em Portugal, sendo
?m Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglezes.____
"SMJROF
MARTIMOS contra fogo
Per-
MVALlilLSIUI P4CKET
tm COIPM
0 paquete Trent
esperado
do sol no dia 15 de
Companhia Phenii
nambucana
Ruado Commercio n.
8
C 0.111 A \ illa I; KECilROK
NORTHERN
de LOndrrs e Aberdeeu
PosfcaeOnanceira (Dezembro 1885)
Capital oubsciipto
Fundos acumulados
Becella annual i
Dj premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
3.000,000
3.134,34d
577,330
191,000
132,000
O AGENTE,
John H- Boxiotll
BA COHHEROOCIO V 2 I \ Vil It
Companhia
Imperial
SEGUROS contra FOGO
EST: 1803
Edificio* e mercadoritu
Taxa baixas
Prompto pagamento de prejuizot
CAPITAL
Rs. 16,000:000^000
Agente
BROWNS & C.
N. SRa do CommercioN. 5
1
AGENTE
Miguel Jos lves
N. 7-RA DO BOM JESS -N.
Seguro* maritlsvoM e lerrectpea
Ne-tes ultimo s nica conpanhia a?s!'J praca
que concede acs Srs. snguradis isemp;lode paga
meato de pn-mio em cada oztimo sna?, o s^m
equivale ao de :outc de ee.-u;,c; 16 por ozato od
avor dos segurados.
THEATRO
VAMEBADES
J
CONTRA FOGf
Fhe Liverpool & London Glob
IXSIMNCE COMPAIW
COMPANHIA LYBICO CMICA DE OPERE-
TAS FRANCEZAS
TODAS AS NOITBS
As 8 horas
Espectculo variado
Operetas novas cada semana.
O programma da soirc ser distribuido ns oc-
esssu da vi nda dos bilhetes.
PRESOS
Camarotes com 5 entradas 8000
Cadt-iras e galeras 15G0
Plateas numeradas 1*000
Entrada a,cral no jar Jim, tbeatro aberto 14000
Os bilhetes esto venda em casa de Cuar-
tos Pluym Si C, na raa. do Commercio n. 24, Rc-
cife e a partir de 3 bjras da tarde ni bilhetaria
do tbeatro.
O espectculo termintndo s 10 horas e 45 mi-
nutos da noite, hiver bjnds pira todas as linh*s.
corrente segiiinlo
depois da demora
necessaria para
S. Vicente, Lisboa, vlgo e Sou
ihamplon
Para passagens, fretes, etc., tracta-se ^ os
CONSIGNATARIOS
V (I aniso n Howie & C.
CinGEllaniEBSIS
Companhia Franceza de Pavesa-
cao a Vapor
Liuha quiuzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambueo, Baha, Rio de Janeiro e
Santo a
stemer Ville de Cear
E' esperado da Europa
n i dia 24 de Novembro, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
uln. Bio de Janeiro
e Sanio.
Roga-se aoe Srs. importadores de carga p -loa
vapores desta linha,qa:iram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng.-. qual-
quer reclamaco concernente a volumes, que no-
ventara tenham seguido para os portos do sul,aiim
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Uecebe carga, encommendas e passageire. par
es quaes tem excellentes accomoda;oes.
Augusto F. de OSiveiratt,
AENTE
42-RIJA DOCOMMERHIO-42
DampfschiMrts-GeselIschal
O vapor Parangu
MARTIMOS
Vapor nacional Jacuhype, entrado de Mcs no dia 10 do corrente, c consignado a Companhia
Pernambucana, msnifestou :
Algodio 98S a Borstelmam & C 425 a Machado
& Pereira, 310 a Rodrigues Lima 4 C-, 295 a
Joao Vctor A. Matheus & C. 200 a Luiz A. Si-
queira, 147 a Cunha Irmaos & C, 106 H. Nusch
&|C, 50 ordem.
Carne 5 volumes a Albeiro Oliveira & C
'.';Couros salgados seceos 48 a Joao Vctor Alves
Mtheus & C, 75 a H. Nusch & C.
Pelles 60 tordos a B-.retelmam & C.
MT.iPA!$0S I)E~KX PORTA CAO
Em 10 de Novembro de 1886
Par* m Jxterior
No vaper ingles Sculptor, carregaram :
Para Liverpoal, J. H. Boxwell 297 saccas com
22,925 kilos de algodo e2,l(0 saceos cm 157,500
kilos de as3ucar mascavado ; burle & C. 1,096
f accis com 82,200 kilos de assucar mascavado ;
V. Necsen 50 fardos com 10,203 kilos de rfsiduos
de algodSo.
No vapor inglez Spencer, carregaram :
Para Liverpool, S. Brothers & C. 200 saccas
com 15,895 kilos de algodao ; Borstelmaon & C
50-) saccas com 39,148 kilos de algodo.
No patacho inglez Iiabella, carregaram :
Para New-Yoik, Julio & Irmo 2,000 saceos
com 150,000 ki'os de assucar mascavado.
No lugar americano onny D., carrrgsram :
Para New-Yik, Julio S Irmao 1,700 saceos
com 127,500 kilos de aatna-r mascavado
Na barca americana Wallace, carregaram:
Para Ntw-York, J. 8. Loyo 4 Pilho 92 saceos
com 6,900 kilos de assucar mascavado.
Ns barca portuguesa Pereira Borges, carre-
garam :
Para Lisboa, C. da Silva Preando 1 praocb5o
de amarello ; C. de P. Tuvarcs cO ditos de dito ;
- Oliveira 83 duzias d varas para
CONTRA FOGO
Xorlb Brilish k Mercantile
CAPITAL
t;OOO.OOo de libras sterllnaA
A Q EN ES
Adomsoii Howie & C.
^s^s^isiMssssa
com 990 kilos de assucar refinado e 5 ditas com
390 ditos de dito branco.
Para Maranho, 8 Guimares & C. 25 barricas
com 2,986 1|2 kilos de assucar branco.
No biate nacional Iris, carregaram :
Pua Mossor. H. C Guimares 10 barricas
com 206 kilos de assucar refinado e 10 ditas com
166 ditos de dito branco.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 11
Rio Grande do Sul16 dias, patacho sue-
co Lisboa, de 145 toneladas, capitSo L.
E. Hacausson equipagem 7, cm lastro; a
H. Lundgtin & C.
Maoei 15 horas, vapor Dglcz Sculptor,
de 893 toneladas, commandante James
Woodcock, equipagem 26, carga varios
gneros ; a Johnston Pater l C.
Compata&*a llra.illelra de Sare
saeo a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante o Io tenen'e Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portos do sui
at o dia 16 de Novembro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do norte at Mandos.
Para carga, passagens, encommendas valoree
racta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante 1- tenente Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos vitos do
norte at o dia de 15 Novem-
bro e depois da demora in-
dispensavcl, seguir para
os p'-tns do sul.
Recebe tambem carga para Santa Catharina,
Grande dj Sul, Pelotas e Porto Alegre,frete mo-
dic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
rata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N 9.
Esperase de HAMBURGO,
via LISBOA, at o dial6 do
corrente, seguindo depois da
drmora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, pasagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
RUADO VIGARON. S
1' andar
tO PAXUIK VES MESSAKE-
RIES HARITIHES
IJNHA MENSAL
0 paquete Orenoque
Commandante Hortemard
E' esperado dos portos do
sul no dir. 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Berdeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se sos senhores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepco os criados de familias que toma-
rcm bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaos s se da at dia 23 pages
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o
AGENTE
iiignsle Lab He
9RA DO COMMERCIO9
limad Slates 4 Brasil MiiIS. 8.
0 mor Allanpa
E' esperado dos portos do
sul at o dia 15 de Novembro
depois da demora necessaria
seguir para
Maranho, Para, Barbados, *.
Thomaz e \cw-Vork
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
se com 08
AGENTES
O vapor Advance
Espera-se de New-Port-
News, at o dia 19 de No-
vembro o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
s frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster A C.
N. 8 RUADO COMMERCIO N.-8.
1' andar
A. dos Santos
carreiro.
Para o Interior
No vopur ingles Mondego, carregaram :
Para Uruguayana, J. S. Loyo & Filho 600 bar-
ricas com 55,761 kilos ie assucar branco.
Na barca noraeguense Ebenezer, carrega-
ram :
Para o Para, P. Carneiro & C. 3,000 saceos
com 180,000 kilos de assucar branco e 4,000 ditos
com 240,000 ditos de dito mascavado ; Baltar Ir-
mos 4 C. 2 piras com 960 litros do agurdente ;
A. de Mello C. Oliveira 15 pipas e 13 barris com
10,080 litros de agurdente ; A. Monteiro 20 cas
eos com 7,-(O litros de agurdente.
No vapor nacional Bahia, carregaram :
Para Manos, V. T. Coimbra 25 saceos com
1,875 kilos da assuetr branco ; Bartbolomeo & C.
Successorts 5 caixas medicamentos.
Para o Para, J. L. da Silva Oliveira 15 barricas
Cflrdiff37 dias, lugar' inglez Harriett
Upham, da 351, toneladas, capto W.
Lloyd, equipagem 9, carga carvo de
pedra ; a Livramento & C.
Mossor 2 dias, v<.por nacional S. Fran-
cisco, He 382 toneladas, commandante
Joaquim da Silva Pereira, equipagem
30, carga varios gneros ; Companhia
Pernambueo.
Navios sahidos no mesmo dia
Buenos-Ayres por escala Vapor inglez
Mondego, commandante G. M. ILks,
carga varios gneros.
New-York Barca americana Sarah Doe,
capito Shamper, carga assucar.
Rio Grande.do SalPatacho nacional An
daluza, capitSo Joao Jos dos Santos, car-
ga assucar.
VAPORES ESPERADOS
Pirapama do norte omsnb
Mrquez de Caxias da Babia a 14
Allianca do sul a 15
Trent do sul a 15
Paranagu de Hamburgo a 15
Mani i do norte a 16
Para do sul a 17
Advance de Ncw-Port Nw a 19
John Eider da Europa a 21
Tagtu da Europa a 24
Orenoque do sul a 25
Cear do norte a 26
Espirito Santo do sul a 27
La Plata do sul a 29
(OHIM\llll PKB- IHBlXtM
DE
Vavegaco Coste!ra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Bahia
O vapor Jag-uaribe
Commandatiie Baptlsta
Segu no dia 13 de
Novembro, s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at
Idia 12.
Encjmmendas, passagens e dinbriros frete at
3 horas da tarde do dia 13.
ESCRIPTORIO
Ao Caes d>i Companhia Pernambucana
n. 12
Paciflc Steam Navigation Cotnpam
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
is
espe:
pa at o dia 21 de No-
vembro, e seguir de-
pois da demora do cos-
tume para a
Baha, Rio de Janeiro, Monte-
video e Valparalzo
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a fretd tracta-se com os
AGENTES
Wllson Sons fc C.. Limited
. 14- RA DO COMMERCIO -N. 14
< O WI MI I 4 riUMWBKiM
DE
.^aTegaeo costera por vapor
Fernando de Noronlia
O vapor Giqui
Commandante Lobo
Segu no da 12 de
Novembro.pelas 12 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
Idia 11. r
Passagj, .,s at as 10 horasjda manha do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Perianbn
cana n. 19
Rio Grand do Sul
Segu com brevedade para os portas cima o pa-
tacho allemaj Brilhante.
Para carga trata-se com Baltar Oliveira & C.
Rio rancie do Norte, 8 de .\orm-
bro de 18SO
FRETAMENTO
Precisa-se por fret'ment urna barcaca em boas
condicoes Je apparelbo e fabrica prompta a nave-
gar de Pernambueo para os portos do R>o Crande
do Norte, garante se o fretament> por um anno :
quem quizer entrar neste negocio, annuncie, de-
clarando a lotaco la barcaca.
Lisboa
Segu com brevidada a barca portuguesa Pi-
rara Boro<.s i para o resto da carga que falta,
tratase com Silva Guimares & C-, a ra do
Commercio n. 5.

]
I lftt.fl
r
.
v
i

I




Diario de PernarabucoSexta--feira 12 de Novembro de 1886

i


Y


-i

lEILOS
m
Leilo
De movis, vidros, espclhos, qaadros, jarro,
facas e garios, colherrs, relogios, santuarios, apa-
radores, cama de ferro, miudesas, fazendas c
icuitos ou'os artigos avalaos.
Sexta-feira 10 do torrente
A's 4 1 horas
Por Inlerienco do agente
(iiismao
Leilo
Dj bom movis e 1 espingarda de dous
canos.
Sendo 1 urna linda tnobilia Je pao carga enta
Ihada com 12 cadeiras de guarnicSo, 2 ditas de
braco, 2 de bataneo, 2 consoles com pedra, 1 sof,
lacteruis, jui-ros, candieiros de g, lavatorio, com-
raodae, marqoezoes, marquezaa cabides de colum-
nas, diversos quadros, 1 espingarda de dous canos
para casaa, 1 mesa elstica de amarello, 1 sof de
dito 2 aparadores de dito, cadeiras de junco, con-
solos, etigores, 1 guarda louc, louca vidros, co-
Ihercs de metal para sopa, ditos para cha, copos,
facas finas, garfea de metal, temo de bandejas,
campoteiras, licoreiros, fructeirasde vidro eou'ros
muitcs movis.
Sexta-feira 12 do corrente
A* 11 HORAS
Na casa n. 19 da ra das Flores
O agente Martins far leilao por ordem de urna
familia que se retirou para fora da cidade, dos mo-
vis e mais objaetos existentes na referida casa
todos eoi bom estado e serSo vendidos ao correr do
martellc.
Casa em Olinda
Aluga-se nma c no pateo de S. Pedro n. 10 ;
a tratar na rna do Bario da Victoria n. 3.
Terreno na rna Impe-
rial
Vcnde-se un proprio, junto ao cbafariz, que
mede 90 palmos de fre.ite e 1,000 de fundo, at a
estrada de ferro do Recite Caruar, e outro da
referida estrada >t o Limoeiro ; a tratar na rui
Imperial n. 81.
Parajardins
Ero prieta rio
en
O Paul i ao, propietario do archisrmazem do
Campos, receben de quantidade de vasos de
ferro proprios p>ra ehrocons, roseiras, etc., etc.,
to superiores as tiaas que usam fazer de barris,
por serem muito iguaes e de duracao eterna. Re-
ceben tambem o superior vinbo verde espumante
e as castanhas de Lisboa.
Aos 100:000^000
Pan rate-s
Lvilao
D urna caixa com facas de mesa
avariadas
Se&tafeira, i do corrente
A's 11 horas
O agente Pinto, levar a leilo por ordem dos
Srs Gomes de Mattos Iroio, e por cent o risco
de quem p.-rtencer da caia maica diamante C
UeBtro, n. 88, com facas de mesa, descarregada de
bordo do vapor americano Alliance, com arara
d'agua do mar.
l'iii contioua^o
Leilao de 13 pecas de algodo trancado di fa-
brica de tecidos da Magdalena, 2 pcas de case-
miras e ontras fazeadas limpas e variadas.
No escriptorio da ra do Bom Jess tt. 43
Duas tavernas em boas localidades, e tambem
dous cofres prova de fogo, do fabricante Wilaers.
A raso de vender-se dir-se-ha ao comprador
quelle o motivo Pai a O comprador ficar scien-
te se as cesas faz bom rctalbo, tem dez dias para
verificar antes de fazer neocio : a tratar no Re-
cite i roa de Maris e Barros n. 8, ou ra Impe-
rial n. 133. ________________________^_
Criado ou fellor
Preciai-se de um criado ou tutor : na ra Nova
n. 15.__________________________________
fGrande reforma!!!...
Leilo
Da armcSo de amarello envidracada, candi-
..lieiros a (pa, espelho, cofre prova de fogo, ar-
Htaio ingleza, repartimento de eecriptorio, car-
teiraa, meta, cadems, prensa da copiar, miude-
sas, i crlumariaa e fazendm da lija da ra do Ba
rao da Victoria n. 42.
Seguada-feira 15 do corrento
As 11 horas
O agente Piufo levar a leilao requerimento
Jo curador fiscal e depositario da massa fallida
de Cattano Ramos & C, por maoJadc e e-n pre-
_-enca ds Exm. Sr. Dr. juix de direito especial de
commereio. ft armacao e mercadorias da loja de
fazendas da rus d Baro da Victoria n. 42, per-
tencente a massa fallida de Caetoxo Ramos A C,
,is 11 horas do dia 15 do corrente na referida
leja.
A I el tura v gratis)
Realmente foi grande que se fez na loja dos
Barateiros, ra da Imperatrii n. 40.
E sSo os nicos que tem ai seguintes novida-
des!...
Grande sortimento de 12, lindos e importantes
padto.'S, do maia apurado goato; bom !!!...
Failhe o que ba de melhot e agradavel.
Lindiasimcs padroes de chitas a 240, 280, 300,
360 e 500 lis o covado, porm lnm !!!...
Baptistas para todos a 180 rs. o covado.
Alpaca lisas a 400 rs. o covado.
Sitineta o que ha de melhor.
Brins brancos, pardos, escures c pretos.
Muhsekim grande sortimento.
Fich*, chales e colchas do melhor que se ple
despjar.
Casrmiras inglez-is, francesas e alleinaes.
Casinetas, tambem grandes sortimento).
Panni da costa muito fino e barato.
Camisas brancas francezas, finas e tambem
baratas at 14000 urna; pechincha, quer ?...
Tem mais:
Meias, gravntao, punhos e collerinbo, o que tem
vindo de rnelli r,
Tudo isto, slm dos artiges j annunciado, que
seria enfadonho mencional-os do novo.
Attendam I...
' NA RA DA IMPERATRIZ N. 40
Os Barateiros
% I III lltO tf C.
Marca
Registrada
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8*01,0 no becco dos Cce
fhos, junto de Goneallo : a tratar na ra di.
Imperatric n. 56. ^^^
Aluga ec os andares superiores do predio n.
51 ra do Imperador, com excedentes accommo-
Jacoes para familia : a tratar com N. I. Lidstone.
ra do Commercio n. 10.
Prccisa-se de um critdo para vender tabo
i-iro e fazer mais servicos de casa : na ra da
Matriz da Boa-Viste n. 3._______________
Aluga-se o 1- andar o sotao do tobrado 4
ra do Coronel Suassuua n. 278, mnito fresco,
caiado e pintado, fendo agua e gaz : a tratar com
Jos Antonic Marques, no Chora-menino* n. 12, ,
ui.tj capella ; as cbav>s eetao no andar terreo
do meamo predio. _____
Arrcnda-ae o sitio denominado das Jaquel- i
ras, cem g.ande casa de vivrnda, arborisado e
lato a este ci; a tratar na ra Piimeiro de Mar-
ga n. 18, ou no inesmo sitio.______________
Aluga-se o 1' andar do sobrade n. 74 e o 2-
Jo 23, sitos ra de S. Jorge, caiados e pintados,
frescos, com boa vista e comino Jua para familia ;
i tratar na ra Augusta n 286.
Precisa- se de nma ama ; no piteo do Mer
eado n. 8.__________________________________
"" l'rccisa-se alujar um andar na freguezia de
Santo Autonio ou S. Jos, que nao exceda de 30 a
J3O0O menaaes ; a dirigir i ra do Raagel nu-
mero 9.
OVrece-se urna pesaoa habilitada a leccio-
uar primeiras lettras, para o mato, em qualquer j
ougenho, dando conhecimeoto de sua conducta : .
ratar com J. P. Ribeiro, ua da I-nperatrii na
40, loja de Albeiro C.________________________
Presiaa se de urna ama para tratar de dua.
crianets, lavar e engommar para a. mesmas ; na
raa da Aurora n. 81, 1- andar. _____
Vende-se ara piano de armario, em bom es-
tad) ; a tntar na ra de S. Francisco n. 18.
Quem precisar de um feitor para sitio e jar- :
<]m, ou mesao para ciiido, dirjase ra da
Soledade n. 62.
alvirgem de Jaguaribe
AL rio se ra do Bom Jess n. 23,
um armazem onde se vende constantemen-
te a superior cal virgem de Jaguaribe,
acondicionada em barricas propinas para o
fabrico do assucar.
Esta cal, em nada inferior que nos
vem do estrangeiro, vendida pelo prego
fizo de G-5000 a barrica por contracto que
fez o Sr. Vicente Nascimento com o Sr.
Jos Costa Pereira proprieta rio do engenbo
Jaguaribe, cujas pedreiras Ihe d o noroe
E' encarregado da venda nicamente
nesta cidade o Sr. Sebastiio Bezerra,
com escriptorio ra do Bom Jess n. 23.
Ao commercio
O abaizo asaignado declara ao corpo commer-
cial que, nesta data comprou aos Srs. Jos de Car-
valho & C. o seu estabelecimento de caolhadoa, si-
to ra do Fogo n. 20, livrc e desembarazado de
qualquer debito ; porm, se alguem julgar-se com
direito ao meamo, queira a presentar seas ttulos
no praso de 3 dias, rindo 08 quacs o abaizo assg-
nado nao se reaponaabilsa.
Recife, 10 de Novembro de 1886.
Emilio Martnez.
Peitora 1 de Cambar
(j
PREgOS
frasco 2*500,
1|2 duzia 13* e
frasco 2J800, 1(2 duzia
Aluga-se o 2' andar do sobrado
tea Larangeiras, com sotao, e a casa
ra do Clabouco : a tratar na roa
cheiras n. 17.
n. 12 ra
terrea n. 9
das Trin-
Aluga ce urna casa para familia regular,
oaiada e pintada de novo, com agua e gaz, na ra
das Nymphas n. 26 ; a tratar na meama, ou ra
do Co umercio n. 15.
Em um sitio prozimo a igreja do Barr.', ven-
de se tres vaccas muito boai de leite, sendo doas
paridas de novo. _____________
Vende se nm kioeque no pateo do Paraizo :
a trat ir no meamo.
Aluga-se
a c-a-a de sota ra do Conde da Boa-Vista n.
89, com balitantes commodos, agna e gas ; a tra-
tar na mesma ra n. 'Jl, padaria, ou ra da Ca-
deiu do Recite n. 60.
1
Aluga-
se
pi] mdicos presos as aeguiates casos
2' andar ra do Vigario n 5.
G'iararapea n. 35
Jn;io do Reg a. 3.
^Visconde de G^yanna n. 115.
A tratar no caes do Apollo n. 47.
Aluga-se
umi cisa terrea com 1 porta e 2 janellas de fren-
te, eaiada a pintada, ra do Hospicio b. 70 ; a
t ratar na mesma ra n. 81.
ia
Precisa-sa de urna ama de meia
da Aurora n. 137.
idade
na rui
Ama
as agencias
dnzia 2400D.
as sub agencias :
15*000 e duzia 28/000.
Agentes e depositarios geraee em toda a pro-
vincia-Francisco M. da Silva &C, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
afamada ba mais de um seeulo exrede todas
as oulrwpelo aeo perum* delicado e exquisito.
TKKZ MkDAt.HAft DR Ot'RO
PARIZ 187, CALCUTTA 1884
pela eitra-fina excellencia de toaqualidade.
Per(ume moderaos de Atkioson
FAGH.i Ir CmBIBIDM
lio de oru raro c peculiar perfumes, tendo sido
registrado* s podem ser obtidos por intermedio
dos Inv eoteie* oo seu* Asentes.
locao be (tnmo be Aremos
em rival para fortalecer e embeleiar os cabello!
Garantida id tensiva.
A6DA FLORIDA DE ATIIHSOI
perfume excepcional para o lenco; disiillado
da mu exquisita escoma.
bcNlri-u Cus 4c lo4 *s nriiilcs t rikiculll
. t E. ATKINSON
34, Od Bond Street. Londres.
. Marca de Fabrica Una' llosa branca A
obre nma Lyra de Oaro. "

inionii de HasolbeN Loplla
Antonia Pinto de Magalb>g Lopita, viuva do
bacnarel Antonio de MagalbVs Looita, yox coja
alma manda resa- urna missa t-rca fcira 16 do
corrente, 1- anniversario do fallecimento do mea-
mo, convida aas parentes e amigos deste, bem
como i os seos e pessoas de sua amizade, para
assiatirem a esse acto de religio e caridade, o
qual dever ter lugar na matriz de Santo An!o
nio. As 7 l|2hor88 da manha.
Precisa-se de urna ama para coslnhar, para
casa de ponca familia ; a tratar no pateo do Pa-
raizo n. 14, (averna.__________
Padaria
Vende se um cylindro americana, pjr barato
preco : a tratar no Caminho Novo n. 91.

Mnnorl de Lima Figaelredo
Thereza Mara de Jess convida aos seos pa-
rentes e aos do seu finado genro, llanoel de Lima
Figueiredo, para ouvirem a raiasa ae stimo da,
que por sima do finado menda celebrar no da 15
do corrente, s 7 horas da manb, na matris de 8.
Jos. Desde j se confessa ferata todos os ami-
gos e parentes do fallecid i por mais esta prova
de amizade p caridade. ___________
16-Lua do Gabug-16
O abaixo assignadn venden nos seus ven-
turosos bilhetes garantidos os premios so-
guintes : 13440, 8583, 11373, 20975,
0534 com um cont do reis, 6581 a 6590
com 200^ o n. 18061 a 18070 com 100$
e n. 5151 a 5160 com 60OO0 da 9 par-
to da 8a lotera.
Convidase aos possuidores a virem rece-
ber sem descont algum.
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da 10* parte da 1* lotera da
provincia em beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife que so extrahir
quinta ftira 18 de Novembro.
Presos
i Vigsimo 10000
wendo quantidade superior
a 10 0:000
A dezena 90000
Joaquim Pires da Silva1
~VAPOKT
e moenda
Vende-se um bom vapor e moenda com pouco
aso ; a vfir no engenho TimM ass. muito perto
da estacao do momio uoine ; a tratar na ra de
aperador n. 48, 1* andar.
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Wbisky Escossss preferiv
ao cognac ou agurdenle de canna, para fortifica
3 corpo.
Vende-se a retalbo nos tu Iberes rmateos
nolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cujo w
me e emblema sao registrados para todo o Brusi'
BKOWN8 & C, agentes
w
Aos 100:0001000
23roa Priioeiro de Marfo23
Da 9,a parte da 1.* lotoria da provincia,
venderam Martins Fiuza d C, os seguin-
tes premios garantidos :
6,548 100:0000000 '
18,055 30:0000000
21,018 2:0000000
21,920 2:0000000
18,915 2:0000000
6,020 1 :OOO0OOO
1,104 1:0000300
21,649 5000000
4,696 5000000
Acha so venda os afortunados bilhetes
garantidos da 10 a parte da mesma lotera,
que se extrahir quinta-feira, 18 do cor-
rente.
Precos
1 vige8Smo 10000
Km porcSo de loo* par* cima
1 vigessimo 0900
16,607 5000000
12,881 5000000
9,212 5000000
3,491 5005000
12,207 5000000
14,575 5000000
5,549 5000000
5,798 5000000
17,913 5000000
Viovas isinlias
A SSO e 4oo res o covado
Acabum de chegar para a loja da ra da Im-
peratriz n. 32, um grande e bonito sortimento de
lsinhas de cores para vestidos, sendo fuzenda de
muite phantasia, com cores claras e escaras, e li-
quidam-se a 320 e 400 reis o covado, per haver
grande poico na loja de Pereira da Silva.
Tccidos de liiiio
A 500 rs. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende se
jm bonita sortimento de fazendas de linbo para
vestidos, tendo largura de chita frinccza, com
xnito bonitas cores e palminbas bordadas,_ pe-
:hincba a 500 reis o covado, na loja de Pereira da
iilva. ___ ____ ^
' Florida
Ra Duque de Caxlas n lo3
Chama te a atten;o das Exmas. familias para
os procos seguintes :
Lavas de seda prcta a 1/000 o par.
Ciatos a 1/500.
Lavas de pellica por 2/500.
2 caima de ppel e envelopes 800 rs.
Luas de seda cor granada a 2/, 2/500 e 3/
o par.
Suspensorios p ,ra menino a 500 rs.
dem amer.canos par homem a 3/.
Meias de Escossia para crianca a 240 rs. o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albuns de 1/500, 2/, 3/, at 8/.
Ramcs de flores finas a 1/500.
Lavas de Escossia para menina, lis a e borda-
das, a 800 e 1/ o par.
Porta-retrato a 500 rv, 1/, 1/500 e 2/.
Pcntes de nikei a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Rosetas de brilhantes chimicos a 200 rs. o par.
Gaarniyes de idem idem a 500 rs.
Anquinhss de l/50, 2/, 2/500 e 3/ ama.
Plisas de 2 a 3 ordena a 400. 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4/500.
Ideo: La Figurine a 5/000.
lucos de alencon com 4 e 5 dedos de largura a
2/500 a peca.
dem estreitiohos com 10 metros a 800 e 1/000
a peca. ...
Penteo para coco com inscripcao.
Babadores com pintura e insenpeoes a 500 rs.
AUa novidade
Oales de vidrilho bronzeado e grana para ves-
tidos de cores e pretos a 2/, e 2J500 o metro.
Para toilet
SabSo de areia a 320 rs. nm.
dem phenicado a 500 rs. um.
dem alcatrao a 500 rs.
dem de amendoa a 300 rs.
dem dealface a 1/000.
Agua celeste a 2/000.
Agua divina a 1/500.
Agua Florida a 1/000.
Mac eos de seda a 100 rs.
Meias brancas para senbora a 3/ a duzia.
BARBOSA & SAl\TOS
Pclto ai adquira urna reputacao mais merielda
do q\i~ a da Iluta e do Xarope de af de
IteUiityrrniei:
Sun voa uuiver*ttf,funaa-*:
1n S.ibre sua aupertortdade cpoderosa eficacia
verificadas pelos Mdicos do todos os liospitaet
de Pariz o niembros da Aca-lcmla de medicina de
Frani-a coutia os efluxo, Bronculte, trrir
tafeen do Pelto c da Garganta.
2 c Suacompoalcio. cuja base o fructo do Waf
da Arabia Hitiiscus esculentus de UnnJ
que rcla.-aoalguma tem cornos outros pelloraes.
3o Sobre as aiuHynr dos Srs Babruel *
Cottereau, chimicos da Faculdade de Parz,
uue deniODSlrio nao conter nem Opio, ncm Mor-
ehimt, ncm Codema pelo que podem ser-dados a
crlancas com czito e seb'uranca quando atacad*
do Tuue ou Iotm convulsa.
m rin sSo os ttulos authentlcos que recom-
I AtiO mendo a Pasta e o farmpf de
Saf i conilanca dos mdicos e do publico, tivulos
que nunca forao concedldos pcitoral algum antlgo
ou moderno. __
DVLAXtttElflEB, 53, rui Vvitnn$, PABIM
iwW^u .-riuittei PlarBMUs f Hrtltzl e do Inzu.
CA-SA fILIZ
Aos IOO:0O0S0O0
niLHETKft itlilTI^I
^ra^a daIndependen
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vondeu da 9* parte
da 1* lotera extrabida boje, 11 do corren
te, os seguintes premios : de 2:0000 era
o n. 5302, de 1:0000 em o n. 18035, de
5000 em o n. 1554 e 15S17.
Acham-se venda os felizes bilhetfi
garantidos da 10a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia
do Reeife, que se extrahir a 18 do cor-
rente.
PRESOS
De cada vigessimo 10000
- EmporjJo da 1000 para cima 900
Antonio Augusto dn* San'' Porto
Camisas nacionaes
A S4SOO. 3oooe S/50O
32=^ Loja ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e p jubos di linho como de algodo, pelos
baratos p*e\os de 2/500, 3/ e 4/, sendo fazendt
muito melhor do que as que vecm do estrangeiro e
recito mais bem feites, por serem cortada por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
'.e manda fazer por encommendas, a vontade dos
fregueses : na nova loja da ra da Imperatriz n
3 de Ferreira da Silva.
Ao32
l\d\a loja de fazer Jas
A* Ra da Impe z = 3
DE
FERREIRA DA Si^VA
Neste novo estabelecimento encontrar o rec-
pjitavel publico cm variado sortimento de fazen-
das de todas as qualidades, que se vendem poi
precos baratissimo8, assim como u.-n bom sorti-
mento de roupas para bomens, e tambem se man
da fazer por encommendas, p r ter nm bom mes
tre alaiate e completo sortimento de pannos finob.
casemiras e brins, etc
39Ra da Imperatriz 31
Leja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as reap&s abai
tu mencionadas, que s5o ba' : iaPiu.as.
Palitots pretos de pror^i aiagonaes e
acolchoados, sendo tazeridas muito en-
corpadas, e forrados 7/OOt
Ditos de casemira preta, de cerdao muito,
bem teitos e forrados 10/001
Oitos de dita, fasenda muito melhor 12/00*.
Ditos de flanella azul sende ingleza ver-
dadera, e forrados 12/001
Calcas de gorgoro preco, acolchoado,
sendo fasenda muitr encornada 5/50>
Ditos de casema de cores, sendo muito
bem feites 6/5
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feites OCX
ColletinhoB de greguella muito bem feitos 1/001
Assim como um bom sortimento de lencos dt
inbo e de algodo, meias ernas c collarinhss, etc
to na loja da -ua da Imperatriz n. 3u
e. Netlstelaa e Ifislnlia a 5t>
r, o covado
Na loja da na da Imperatriz n. 32, vende-
am grande sortimento de utoes brancos a 601
rs. o covado, lziubas lavradas de furte-cores
fi-zenda bonita para vestidos a 500 rs. o covado,
e setinetes lisas muito largas, tendo de todas a>
cores, a 500 rs. > covado. pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
iKooxiniiu rranre para leocde
a SSOrs., IS e lizoo
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-s-
superiores algodozinhos franceses com 8, 9 e 1'
palmos de largura, proprios para len^es de ou
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1/000 i
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1/280, as
sim como superior bramante de quatro largurai
para lencoes, a 1/500 o metro, barato na loj
i Pereira da Silva.
Roopa para meninos
A 44. liso e *
Na nova loja da raa da Imperatriz u. 32, s
vende um variado sortimento de vestuarios prc
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci
nha carta, feitos de briin pardo, a 4/0G0, ditoi
de molesquim a 4/50C e ditos de gorgerlo preto
emiteudo casemira, a 6/, sao muito barates ; ni
oja do Pereira da Silva.
Regulador da Mari-
nlia
Este importante estabelecimento de re
lojoaria, fundado em 1869, est funecio-
nando agora ra Larga do Rosario n. 9.
O seu proprietario encarregado da Ra-
gularaentacflo dos relogios: Arsenal de Ma-
rinea, Estrada do Ferro de Limoeiro, Com-
panhia Ferro Carril de Pernarabuco, As-
sotiaco r.orameiciftl Bencficente, Estra
da de Ferro do Recife a Caxnng, Estra-
da do Ferro do Recife a Olinda e Beberibe
e Estrada de Ferro de Caruaru' ; cercado
de intelligentes o habis auxiliares, faz con-
certos por mais difficeis que sejam, nao
s em relogios do algibeira, mas de pendu
la, torre de igreja, caixas de msica, ap
parelhos electrieos e telegraphicos.
O mesrao acaba de recebar variado sor
timento de relogios americanos que ven
de de 70 a 200 de parede e de mesa, des
pertadores de nikel.
Aos seus collegas vende fornecimeto em
grosso e a retalho: e aceita encommendas
para seu correspondente em Pars.
Acba-se bem montado neste estabeleoi
ment um observatorio pelo qual regula to-
dos os relogios martimos terestres.
Rocebe asssignaturas para dar a horacer-
ta desta cidade pelo telephone n. 458.
Preco commodo
Era frente de seu estabelecimento se
acha collocado um relogio, cujos mostrado-
res podero ser vistos pelos passageiros da
Ferro Carril, xsndo sempre a hora medis
desta cidade determinada pelas suas ob-
serva55es astronmicas.
Antonio Jos da Costa]raujo.
proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao respeitavel PUBLICO que receberam rus-
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam-
bem relogios de todas as qualidades. Avisara tambem que continuara a receber por
todos os vapores vinde da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que e
outra qualquer parte.
MIGUEL WOLFP & C.
N. 4RA DO
Coropra-se ouro e prata velha.
CABUGA-----N.

9
9

o rw w v m.
JOSEPH KRAIISE a t.
Acabam de augmentar o sen j bem conhecid
mporante estabelecimento rna!
de margo n. 6 eom mais
am salo no 1 andar lamosamente prepa-
rado e prvido de ama exposi-
tk te tiras de prata Porto eelMtr@f faie
dos mais afamados fabricantes do
mondo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seas nume-
rosos .amigos e fregoezes a visitaren,
o seo estabelecimento, afim de
apreciarem a grandeza bom gosto com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em bonra
desta provincia.
ABHA-SE ABEBTO DIS I K DI H
COWl/ITK

I
FUNDICAO GERAL
ALLANPATERSON & C
N. 44--Eu i do Brum--N. 44
JUNTO A E tACM DOS BONDS
Tem para vender, por pra mdicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivace? de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batirlo.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para ardim.
Vapores de 'orea de 3, 4, 5, 6 e 8 cavalloa.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machiniamo o execuiam qual-
trabalh com perfeicao e presteza. '


!X5
C7t
ce

as
Chapeos o chapelinas
36 A40PRAQA DA INDEPENDEIA-36 A 40

B. S. GARVALHO Se C.
Proprietarios deste bem conhecido "estabelecimento pajtecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principaes casas em Pars e Manchester o que de melhor e de
apurado gosto ha em chapolinas e chapeos para senhoras e meninas
e das primeiras fabricas de Hamburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e crianjas, e muito outros artigos concernentes
chapclaria.
Flores articiaes para ornamento de salas.
QJQ
5
90


SO
Para senhoras.
Para homens .
Para crianzas.
BANHOS DE MAR
Superiores coslumes de excellenle fazendapaa
..... 10^000
..... 8$000
..... 51000
Promptamente prepara-se qualquer cos-
tume para o que temos os melhoi es tecidos.
No mesmo ostabelccimento se continuar
a encontrar constantemente verdadeiras pe
chinchas. .
Esa Primeiio de Marco 120.
JUNTO DO LOIVRE
I



.'"-----MW' BB I

tt

?



*
*
?
/

iru> Tnico
Oriental.

Extracto Composto
r-ABAACCTAaADlMllMS
Escrfulas e todas as Molestias
provenientes deltas:epara
DarVigorl>ao Corpo
purificado sangue.
^MrM-cfloD.JC *^aCA;,..IM.ElU,
Alaga-
se
o segundo and ir da casa ra d Aurora n. 81,
junto a estaeao da estrada de ferro de Olio da ; a
tratar na ra do Commereio n 15, eacriptoiio de
Scbastiao de Barros Barreto.
Aluga-se
j predio n. 140 ra Imperial, proprio para ca-
abelecimeoto fabril : a 'rutar na ra do Cotnmer-
do n. 34, com J. I. de Medeir.n R -tro
Aluga se barato
Ra do Boro Jrsns o. 47, 1 andar.
Roa de Lernas Va! i itinaa 4, com sotao *
Largo do Mercado n 17, I ja com agua.
As casasda ra d<. Coronta! Suassuna n. 141
Trath-se na ra do Commereio n 5, 1 andar
eariptorio de Silva uimaraes K C.
[, Largo do Ccrpo Si. rito n. 13, 2. andar.
Ba da Palma n. 11.
Mn$a-se
casa n 1 ni L mbianca do Gomes, era Santo
Amaro, tem aguu : a tratar na ra< da Impcratriz
a. 32, 1. andar.
Ahiga-se
o sobrado de um andar e sotao ra do Marques
do Herval, travessa do Pocinho n. 33 ; a tratar
no largo do Ccrpo canto n. 4, 1* audar.
Ama
Prensase de urna ama somente para cosinbar ;
a tratar ero Fernandes Vieira, sitio n. 7, casa de
azulejo amarello.
Ama
i recisa-s? de urna eoeinbeira ; no largo do Cor-
po Santo n. 17, 3- andar.
A
ma
Precisa se de duas amas, sendo urna pa-
ra cosinhar e lavar e outra para engom
mados e outros 8TV90S de caaa do pouca
familia ; tratar na ra Duque de Casias
n. 42, 3o andar por cima da typographia
do Diario de Pernambuco.
*k
Precisa se de urna ama para cosinbar, que seja
perita e que durma em casa do patrio ; na ra
de Riachuello n. 57, port.l i de ferro.
AMAS
Precsa-s? de duas amas, urna para cos ihar e
outra para andar com crianza ; na Ca punga,
ra da Dr. Juaquim Nabuco n. 3. -
Ama
Precisa-se de ama a*xa para andar com nma
criancinha e fazer alguna servicia mu; a tratar
na Capunga, Baia Verde, rua da Ladeira n. 6.
Ama de leitc
Offerece se urna ama de leite, com rr.uita abun
dancia de leite ; a tratar na rua do Coronel Suas -
auna n. 13.
Cseas de eanellciras
Compra-se qualquer qnantidade no armazem de
OuimarSes & Valente ; Corpo Santo n. 6.
Caixeiro
Precisa ae de um cain'iro
dia n. 165.
na rua da Concor-
Criado
Precisa 6e de un, criado de 14 16 anaoa
tratar na rua d Commereio n. 44
Aproveitem
Compra se um 1 Lantema Mgica, que esteja em
perfeito estad >, e qu teuha yra'nde numero de
vistas- ; na rua da Imp-ratriz n. 53.
Luz brilhante, sem Fumo
0LE0AR0MATIC0
Hygienico e Econmico
PARA UMPARINAS
MARTTS* BASTOS
JPertiatnbueo
NUMERO TELPHONICO r* 33
Agua ti-rida. txtn.1.1. a aileiras pelo seu delicado perfume, suavida-
de o suas propriedades benficas, excede
a tudo que ueste genero tem spparecido de
mais celebre.
Tnico americano. E' a primeira das
ErcparacSes para a (cnserva^So dos ca-
ellos Extingue es caspas e outras mo-
lestias capiilares, faz hascer na cabellos,
impede que embrea qnpc.am e tem agrande
vantagem de tornar ivres de habitantes as
c'abeyas dos que os usam.
Oleo vegetal Com posto com vegetal
innocente, preparado para un ai ar, for-
tificar o dar brilho aos cabellos.
Agua dentifricia. Excelente remedio
contra a carie dua (lentes, fortifica as gen-
gives e faz desapparecer o mo h&lito.
Vend -se as principaes casas d>sta ci-
dade e na fabrica de oleus vegetaes rua
da Aurora n. 161.
TELEPHONE N 3.?
Tricofero de Barry
Garntese que f&z nan-
cer e crescer o cabello anda
aos mais caire*, cura a
tinba e a caspa t rmove
todas os impureza? lo cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahiron de enibran.inc-
cer, e infallivelmcnto o
torna espesso, rasoic, lus-
troso e abundante.
VAUUNi
Asna Florida de Barry
Preparad?, segunda a formula
original 'osada pelo inventor em
189, E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacio officinl de
nrn Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia qn o qualqner ontra
eduraodobroilotempo. E'mnito
mais rico, suave u delicioso. F."
muito maii lina e delicada. 1.'
mAla permanente o agradavel nn
lenco. E' duas vezas inaia refres-
cante no banko o no quarto do
doente. # K: especifico '"ontra :i
frouxidao e debilidade. Jura as
dores de cabeca, os causacos e os
destalos.
Xarope ie Via Je Mer No. I
AUTOS DE SAIj-O.
DETOIS DE USAI/-O.
i positii
eeerofnlas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affec95es, Cutneas e as do Conro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
encasdoSangue.Pigado, e Rins. Garante se
que purifica, enriquece vitalisa o Sangue
e restaura o renova o syetema inteiro. ^
Sabao GuratiYO de Renter
Para o Banbc. Toilette, Crian-
Seis e para a cura das moles-
as da pello de todas as especies
* em todos os periodos.
Cajb
ixeiro
Prec sa-ae de nni caixeiro ; na re6nacSo do Va-
radouro, im Olmdu.
CoNinlirira
Precisa-se de urna c-muIi- iru que tnmbem com-
pre ; na rua da Aur ra n. 19, 'J- andar.
M
b i i. rada
pura familia, de
alugir um si lio i- i
preferencia nna i>rinb-iliieirdi cidade; quem tiver
dirija-se bo'ic-ii i.
ou a rua da Mailr>-
tn, na rua da Cruz n. 22,
l>' nb n 7.
Cos.nlKM'o i cosinheira
Prfcitu- a**eia4o, paga-ce bem : a
tratar na roa do K.yanud n. 19 (Pasaagem da
Magda!- na).
Caixeiro
Precisa-ae d x-iro de 10 12 annoa,
com prutica d ne d fiador aua
condicta ; r rua -. Principo n. 28-A.
Oiiiio ama
Precisa-te d- umi b .. i-orinheira que durma
em caaa dos p. rde, e de um rapazinho para
criado ; na iua d., Irnpi rador n. 45.
Feilor
Precisase de u n feitor para um sitio no Ar-
raial; a tratar na rua do Vigario n.12, armazem.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Mademoiselle Cotinha
Ainda cnntina na rua do imperador n. 55, 2
andar, onde suas amigas e iregur-zas podem eu-
coutral-a ara confiar Ihe ostrubi'h .-. que como
modista desemp<"nba, ctam eejati, t->ii ttes pe.
teadoa d-- tudo goato. desreordt i-r os nguri modernos
Eiia-ommadeirp
Precisa-se de urna aira quo rngomme com per-
fei'c?o ; na rea do Marqqe: do Hrrval n. 10.
Bazar de pasaros
Rua Ao Rom Ji-xuo n. rm
Neatp caiabelccimentoeocunrra te eempre gran-
de siirtim'nto de especiara pafsaros e gaiolas,
naci->nt"s c;rrangeirai, fruevs do diversa qua-
lida'es. balainhos par ninh.-i I.-canarios do
imperio, jarros e cestos de timb, lr.balho muito
aperf- ic :idn, a s-ibnroaa pinenm em conserva em
lind- s frx qninhos viudo da America, pi-lo barato
prcf.i le 1<;0 la. cada uro, e i-n'ros inultos gen-j-
ros, qu- se tornam enfadonbo mencionar, tudo por
prec-'S m dieos,
Wniide e vigor
TAHA TOBOS QUE FIZERBM UZO DAS P1LU-
I.A> aNT DYSl'KITICAS K KEGL'LADORAS
DO VENTRK.
PrtjKtradan por Bartholomtu &. C*.
Est- pilulas, t-uj formula nos foi con-
fiada p"lo distincto clnico desta cidade, o
Illm. Sr. Dr. Corneiro da Cunba, sito ap-
plicads com o melhor xito inntra.a fra-
queza do estora.igo, pris o de ventre, cn-
g-Tgitamt-nlo (o figiido e bat;i', anemia,
t'niciras hemorrhoida>s, etc. ct;. Ellas
n5o ciusarn o menor v xnn.e ou dor no
estomago, piodnsindo sua aejao operativa
branda e suavemente.
No presta m as forjas, nem aba tem o
cspiito, antea pelo contrario do alent,
des^nvolvem o apetite, dito maier vigor e
r.'Stituem aos doentes suas priiuitivas for-
jas, concn codo aiin para o completo
rcstabel'*ciir.cnt da saude.
)b:i'o em sua pharmacia
KV.\ 0 B08AB10 34. '
MOoeLU oe rAsriLHas JM)
As Dores de Estomago
Digeatea difftceis, Conetipa^es, Acide*
SXO RPIDAMENTE CUBADAS COM O EMPREGO DO
C Afl VO u O" BELLOC
Quer em PASTILHAS, quer em P.
(A pwovado s>ela jsvoadezxxia do Modlaiiiai a :
A 4a PASTiuHAs won oa
Se FABRICA CAO
Em PARIZ, em Casa de L. FRERE
*00
LO OE PASTl
Lr*&
.*"
Aos 1.000:000$000
200:000*000
100:0001000
LOTERA
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA DE PERMBUC0
Extrae^ i 1S de Dezenri He \m
0 tlicstturciroFranciseo Gim^alvcs Torres
||K Slunp, P e Pasta dentifricios
!IO DO KSIPnEQO DOS
RR. PP. BENEDICTINOS
da Abbadia de SOULAC (Gironde)
DOM MAGUELONNE. Prior
2 MEDALHAS IDE OTJEO
llruullai 1881 Londres 1881
Ah iiii'h revailas reeomprnsaa.
INVENTADO IMMM Pe o Prior
x asso IO # O PieiTBOURSAUD
O uso -uotirllano do Kllxlr
Dentliricio dos SJt. FP. Be-
nedictinos, com lose de iIl-u-
mas gottas com apua, prevem
e cura a cario dos dentcs, om-j
1 r,:n iiii-ci'os.fortaleccndoe lor-l
Dando as yeuglvas pcrfelta-
nicnle sadias. |
- I'ros I amo? um verdadelro
sorvii-o.assignalandoao no-;.os
ldtores osle antlgo e utilissimo
iroparado. o melhor enra-
ro 0 o aiiira jn-ruerrativt
Afferroes tientarian.
Casada lundada em 1807
Agente A ^f* III WLM 3. ROE BDGOERIE, 3
Geral : 9 CU UIH BORDEAUX
Acha-se em todas as boas Perfumeras, Pharmacias
e Drogaras.
contra as

Silio para alugar
No aprasivcl Chacn n. 13. ten io accoinmccla-
foes para familia, o ir.i;-* s fructas ; :i trwtar na
rua da Aurora n. 81.
Cosinheira
Precisa-se de urna nma para coiiuliar, comprar
c mais servias mero 14.
Superior vinlio de Pasto
Lourriro 4 C rrceberam pelo Vle e Victoria,
p-ir cnoi.-mu: nda e canta profria, c que ha da mais
superior em v;nho de Phs*->, nn nieto mercado.
Em pipas, quintos e decimos, vendern em gnsso
e a retaiho, c pelem a seus freues e ninig 8 o
favor de Pfp-nmcntarem. E' muitif proprio p-ra
botei venda no i-sfabeiecimento de molhadi s dos ni- s-
mos Lou-eiro & C, Pasaag- ra n. 7 ; Augusto Ki-
gueiredo & C Recife.
All Wio
Aluga-se rm urna casa de familia, um quarto a
alguma scnli -ra viuva ou so't-'ira, que s^ja de
conducta moralisada ; trata ee ua rua do .Mr-
quez do Herval n. 18.
Liquida cao
Cbpos modernos, palmas, plumas fl ns e fitas,
tudo por precos muitn barato.
Mine. Miquclina
Rua as Cruces n. 39
Casa no campo
Aluga-se urna exctente casa com soto e ernn \
modos psra fa iilia, t ndo um pequeo sitio, ib- I
tendo p Almat n. 4 ; a tratar na rua Primeiro de Marg;
n.J25, loja de juias.
Ao* sflitores Un oaennlio s outros
Tomen* nota
Trullos (para engenhos
WAGONS PARA CANNA
Locomotivas
HachFpIsmo completo para en
cuioj de indos os lmannos
Systema aperfeicondo
Especificacdes c presos no escriptorio do
agentes
Browns & C.
IV. lina do Commereio
N. B 4lmdoai-ima li no i implementos necessaxios agricultura, como
.iinbem machinas para desear- car algodo, moi
abos para cat, trigo, arroz e milho ; cerca do fer-
ro gaivanisado cicell- nte e mdico cm proco, pes
pode trepal-a, nem animal que-
soa nenhuma
oral a.
SMULSAO
Fijado
Precisa-ce de um meniuo para criado, rua do Bebo
n. 26.
DE
SCOTT
1)E OLEO FURO DE
con
lospnuos de cal e soda
tpprovada pela Janta de ly
gienc e aulorlsada pelo
governo
E' o melbrr rem-dio at hoje de.scobcrto para a
fnica liroiicliln-oi. <-c oiilic lt>. ra-
rbliiN. anemla,< eitillftsiijc em (eral,
ilefln.io*i lONNe clirunlca e niTe-crot*
-lo'tx-iio da suruaniit.
\ muito superior ao oleo simples de figado de
3HCulho, porque, alm de ter chf iro e sabor agra-
iaveis, possue todas as virtudes medieinaes e nu
"rmvas oo oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituiut- s d-ia bypophospbitos. A' venda nai
irogarias e botieag.
Deposito em Pernambnco
XAROPEaeSEIVAioPINHEIRO MARTIMO
ie LAGASSE, PhurmaeeatJco de Bordeanx
ApproTado pela Junta do Hyglcno do Rio-de-Janeiro
Os mdicos francezes mandao para Arcacbon, perto de Bordeaux, t
doentes fracos do peito, aflm de que respirem o ar embalsamado dos seus
pinheiros e bebao a seiva que se extrahe do pinheiro martimo. Este
admirareis principios balsmicos s5o os que o Sr Lagasse concentrou no
seu Xarope e na Pasta de Seiva do Pinheiro Martimo, excellente*
peltoraes receitados constantemente contra a Tosse, os Resfriamentos-,
os Catarrhos, a Bronchite, a Rouquidao, e ExtinccSo da voz.
Catfi freeco tsm a marca da fabrloa, i firma a o sallo azul di nosia casa.
Deposito em PARS, 8, Ru Viv.enne, e as principaes Pharinacias.
THESOURARIA
DAS
Acha-sc yenda a 10a parte da Ia lotera a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Kecifc que se extrahir quintafeira, 18 de No-
vembro ao mcio dia pelo seguate
24,000 bilhetes a 16^000
Beneficio, sello e commis-
s3o......
lOOrOT^OOO
30:0Ol,> J&O
10:000^000
3^4:000)5000 centena era qua sahir
o terceiro premio
69:060,5000 2 Approxim a c 5 e s d o
---------------- 2:000,5000 para o pri-
314:940^000 meiro premio .
2 Ditas de 1:0005000
para o segundo premio
2 Ditos de 0505000 para
o tereeiro premio .
4:00: JJ000 2,400 premios de 20,0000
14:0005000, para todos os algarts-
10:0005000, mo8 tnaes do prira'iro
8:0005000 premio ....
( 2,400 Preroio3 de 205000
para todos os algaris-
19:9CK)5000i mo8 tnaes do segundo
premio.....
9:9005000.5,110 Premios .
1 Premio de.
1 Dito da ... .
1 Dito de ... .
1 Dito de ... .
7 Ditos de 2:0005000 .
10 Ditos de 1:0005000 .
16 Dito de 500500 .
99 Ditos de 2005000 para
acenteDa em quo sahir
o primeiro premio
99 Ditos de 1005000 para
a centena em quo sa-
bir o segundo premio
99 Ditos do 005000 par.i
Caso a terminacho do s?g.:ao prorio seja ignal a do primeiro passnr no nc-
mero iminediatamcnte eup'ihr
Esta lotera divida se em 20 partes e os bilhetes em vigessimos de S00 revo-
cada um,
Os premios osaiorea do 2005000 em cada pirt' cstTo saj atoa ao imposto pre-
vincial do 15 [0 e Jr0 add'cional sobro o referido imposto.
EXTRA .CAO PELA MACHINA FICHET
Thehouraria das loterias, 11 de Novcmbro do 1886.
Aur/uslo Octnv'mno de Souza,
Thesourciro
5:940500C
4:0005OOC
2:000^0Cfr 1:300500*:
48:000500-, 1
48:0005 314:910:0W issir ao nc-
,

min iti.1 n -
Cura rpida e eerta pe*
lARSENIATOdeOURO DVNftMISDO
eflR..
'OWB^S' A" Chlorose, Anemia, toilu w Molestias do Systems nervoso, eu a
^tkgP^ nnlfl rebe!Ja, Molestias chronlcaa dos Pv'iooe3, etc., etc.
j" Aj malarct inaCnoan medicas tem itestao'o o poder cnxmtiTo oeste medlcameate deo'jmni-a'o :
I o primeiro e a mais enrgico dol reconsldutntot.
tO rnABCO O FRANCOS {ZXM FRANCIA,; y?
toteo que nao trouxtr a Marca de fabrica registrada e aatsnjnatura^:','',K fBrka'9
dove oetr rlgorosasaente reoiumclo. S-\ -^* deete-
VABZS, bamutcia GBUS, raa Sochetontrl, 9. w-^
Deposito ein Pcrnambu-, : FRAN" M. da SIL.VA & C.
CEARA
LOTERA
200:000*000
0 portador de dous vigsimos d'esla nova lolerii
est habilitado a tirar
20:012$000
Hoje, 10 do corrente
BILHETES i VEXDA
RODA DA FORTUNA
36Rua Larga do Rosario36
" v-;



OsGRANULOS
ANTIMONIO-
FERROSOS
oDPAPILLAUD
. constituem c Preparado ferruginoso
maje efficu emprsgado palas summidadea medicas com extto ha mala de
ao ANNOS
Contra a Attetnia, Chlorose [Pales couleurs), Xrvi-algia, Affeeeoes da Pell*.
RILATORIO FAVORAVEI. POR PARTE DA AC.IDEM1A DE MEDICINA DE PARIZ
Eiiji-se sobre cada frasco o nome de E. MatiBHier L. Fapillantt.
Deposito eral : PXaAx*xxiAcslct. QIGON, 25, rua Coauillire, PABIZ
Em Peraauum o .- fraj u. da silva & c.
Exeellrnle acquisicao
Criado
nipreso ile npiHl
Vende-se por preco conimcdo o bt-m loculisai"
predio da rua Duque di Chxihs n. til, nedificHdi.
ul:iiDHini nt- e dnnrio um bom rendimrut > ; a tra-
tar na rua 1 de Marco n. 20.
pimo m una
le 3X9, 4X9 e :-tX' ; vende-sn na s rraria a va
por de C-imacoda Silva, caes Vine Dona de \"o
eaibro p. 6.
No largo do Corpo Santo n. I, 25 f,ndar, pre-
cisa-Be de um criado bairro di> Rpjife.
UNCUENTO H 0 LL0WAT
O Ungento de liollowsy um remedio inf&Uivel paia o males de pernas e do peito ; tambem pi ra
as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gott e o rheumatismo e para todcs as enfermi-
dades de peito ni se recenhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nRo teem semelhante e para os merabros
COntrahidos e juncruras recias, obra como por encanto.
Cssas medicinas sao preparadas smente no Estabele-':imento do Profwsor frn laa*.
78, NEW 0XF0ED STREET (antes ASS, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as yharmaci.- s do universa.
4tlT Oa compradores slo convidados respeitoamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote, se nao teem a
direccao, 533, Oxford Swat, al: faUificaooea.
KANANSAdoJAPO
RIGAUD & C, PerfnmisUs
PARS, 8, Rea ViVieaae, S, PARS
> -----
(gxtracto de gananga
Novo e delicioso
perfume para o len-
co, producto da
preciosa flor conhe-
cida sob o nome de
Pirus japnica.
O seu delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
re I i-esca o ar qoe
se respira, espar-
jgindo ao mesmo
-jHempo ao redor da
-*"pessa que o usa,
ai suaves emanaces que revelam distinecao
e elegancin.
! Aclia-ie vmda efti todas as Perfumaras
^"~rl*rl*rrrrfc>rll*rrl^^v^^vv^lV>il^^MJ.
EX-OSITION
Mdaille d'Or:
NIVU 1878
rCroiideCheTaliff
Ltt PIUS HAUTCS R(C0HPCHSES
PERFUMARA especial
LACEmA
E- COUDRAY
Pr.eon.sada pela Cclebridadfs Me,iiPi! de Paria
PM TODAS ASJIECESSIOAOESOO TOUCADOB
PRODUCTOS ESPfCiafv
lTZm\imU P^Sear.p,be.
?r? dli*CTl".PWa 11 tone-flor.
snf*. iir -ni ,,ara a t"'""1 dus ctk'ot-
au. de ucTtiHA para o loneador.
?.rf.UCTEI"1 p* embell.-zar o cabello.
Lsuf" ll<- LACTEINA pan 1-hhk. p-
;"*MNT.rmcios deuemu.
UlTuMIi para branqnrar a palle.
EITE8 AITICOS c"ah-S NA FABRICA g
pars 13. rae i'Enghie. 13 pars
Depsitos em t*b 1 as I'er.umahas, Plarmacias
C.ibc.loreir"< !.i Amfrlca.
HMIMHIMMtlMgtl
t rinda
Pr i 1 n:3 criada par* cadar e arxiar
10 n um menino de dous anuo: ;; trular na>etv-
ira <.! J 4u de Barror, s':i. n. 2?.
1
m





11
lr

R
Mario de Pe-nambiroScxta-Jeira 12 de Novembro dt> i88f>
VENDAS
Doce de cajn' secco
A HevolllQO Do P"'mciro da pre-
sante safra, tem para
ven ler, un latas de
libras, a ra do
Bom Jess n. 35, arma
zem.
ra.
.-A' ra Duque de Caxias, resolveu vender
os seguintes artigas nos do que cid outra qualquer parte.
Z.-phiros fino-, lindos i>adr5es. a 500 r*. ocovado
La de qudro8, a 400 ri. o cuvado.
Ditas lavradas a 400 res o dito.
Ditas cooi bolinhas a 500 600 ris o dito.
Dita coa listrinhaa de seda a 660 ris o dito.
Ditas mcselanas de seda a 7'K) ris o dito.
Cachemira de cor a 900 e iS00 o dito.
Ditas prtas a 14203, 14500 e 21000 o dito.
Ditas de cor bordada de seda a 1500 o dito.
Linhos escosseres a 240 rs. o corado.
Zepbiros de quadriohos e lisos a 200 ris o co
vado.
Linhos lisos a lOt) ris o ovado,
8etim maco a 800 e 1/200 o dito.
Dito damass a 320 rs. o dito.
Setinetas de quadnoh s a 320, rs. o dito.
Ditas escDcezas a 410 rs o dito.
Ditas matizadas a 360 rs. o dito.
Crotones finissimos a 360, 400 e 440 ris o co-
rada
Chitas escuras e claras 240, 280, 300 e 320 ris
a oovado.
Nansuc finas a 300 ris o dito.
Eoxovaes para baptisado de 9/000 um.
Colchas bordadas a 4/, 5/, 7f, e 8/000 urna.
Seda crua a 800 rs. o covado.
Colchas brancas a 1/5(0, e 1/800 urna.
''obertas de ganga a 2/800 urna.
Fecbs pratoados a 2/500 e 3/000 um.
Ditas, de pelaseis a 6000 uro
Ditos de l a 1/000, 2/000, 3/000, 3/500 4/OOu,
^ 5/000 um.
Panno pretJ fino a 1/000 o covadc
Cortes de caaemira a 3/000, 6/000 6/Of
aa.
Crep para cob. rta a 1/000 o covado.
Cretone para cobtrta a 400, 500 rs. o covado.
Lencoes a 1/800 uin
Bramante de linhn a 2/000 a vara.
Dito de algodao a 1/200 a dita.
Dita de 3 larguras a 900 ris a dita.
Panno da costa a 1/100 e 1/00 o ewTado.
Dito adamascado a 1 ">00 o dito.
Eapartilhos de cioraca a 4/000, 0/000, 5/500,
SfOOO e 7/500 om.
Cortinados bordados a 6/500, 7/500 e 9/000 o
par.
Ditos de crochet a 24S0OO o par.
Lencos de 1/200 a 2/000 a duzia.
Velludilhos lisos e lavrados a l/000e 1/200 o
aovado.
Arjquinhas a 1/800 rs. um,
Panno de crochet para cadeiras e sota a 1/000,
/200, 1/600 e 2/000 um.
enrique do Silva Moreira.
Pechinchas!
H&o aa egulnioK que deflnltlvtt-
meaie nao eniraro no prximo tm
lan^o
Admire en!
Lojaearma(o
Vnde-se urna, propria para qualquer ramo fle
negocio, na ra do Cabug, que muito se recom-
menda p ir ser urna das principacs ras para todos
is neg cios. Garante-se ao comprador as chaves
da mesma : a tratar na ua Nova n. 15.
Taverna e cara
Vende-se urna taverna e casa em terreno pro-
prio, bem arb irisado, com cacimba de boa agua e.
m um d s melhores lugares da fr< gurzia do Poco
d< Panella. A tavrrna bem afreguetada, e para
melhores inrormacoes, a pessea que pretender,
dirija-se ra de Pedro Affjogo n. 12, que achar
quem d os esclarecimentos necessarios.
Serrara a vapor
Cae de Capiharibe n. 98
S'esta serrara encontrarlo os smhoreg fregue-
es, um grande sortimento de pir-hj de resina de
inco a des metros de comprimen e de 0,08 a
',24 de esquadros Garante-se piteo mais como-
(o do que em outra qualquer parte.
Francisco dar Santcs Maccdo.
Pinito de Riga
Bonito sortimento de mariposas e fustoes, cores
firmes, a 240 e 320 rs. o covado !
Nansoks de cores mimosas a 180, 200 e 320 rs. o
dito!
Linhos escoceses, novidades em psdroes, a 200 e
240 rs. o dito !
Setinetas, as mais finas que tem vindo, a 320 e
360 rs. o dito !
Cretones franceses a 260, 280 e 320 rs. o dito .'
Sargelim diagonal, tudas as cores, a 240 rs. o
dito '
Popelinas de cores, a 160 e 240 rs., listras de se-
da, barato !
LSzinhas modernas, a 440 e 500 rs. o dito 1
Cachemiras, lindos gostos, a 600 e 700 rs. o dito !
Renda indiana (imitaco), lindafazeada, a 70Ors.
o dito!
rlanda, delicados desenhos, um metro de largura,
a 800 rs. o dito !
Merinos e cachemiras, prtas e de cores, a 900 rs.,
1/ e 1/200 o dito!
Setim macan, todas as cores, a 800 e 1/ o dito !
Veludilho do todas as cores, lisus e bordados, a 1/
e 1/200 o dito !
Casemims inglesas, de cores, a 1/200 e 1/400 o
dito!
Cberiots, preto e azul, a 2/500, 3/ e 3/500 o
dito!
Cas-mira disgonal, a 1/800 o dito !
Panno inglez superior, preto e azul, a 2/200 e
4/ o dito!
Pecas de esguio para casaquinbos, a 4/500 e
4/!
dem de superior algodo, a 4/, 20 ids !
. dem de madapoles americanos, a 4/500, 5/ e
6/, 24 ids!
! Para as Exmas. noivas, lindas grinaldas e veos,
por 12/ e 15/ !
i Ricos cortinados, todo bordado, completo, por
"/
DA

COLONIA ISABEL
Acaba de chegar pelo brigue Atalanta um com-! Lindas gnarnicoes de crochets, cadeiras c sof, a
pieto sortimento de pinho de Riga da mclhor qua
lidade e de diversas dimenses, como sejam :
4 X 12
4X9
3 X 12
3 X 11
3X9
2 X 12
e tabeas da mesma madeira de 1 e 1 1/2 polle-
gadas.
Vcndem MATHUE* AUSTIN & C, a ra do
(jommcrcio n. 18, 1 andar, ou no caes do Apollo
51,n. por precos cammodos.
C'ockcira venda
Vende-se
cm deposito de seceos, proprio para principiante,
-josb accommodacoej para familia na ra da San-
ta Cruz n. 5 ; a tratar na ra da Ponte Velba
jumero US.
Aos senbores mdicos
Vende se um exci-llente microscopio, receute-
- siente recebido de Pars a ;tratar na ra do Ca-
oagn. 9.
Vende-se urna cocheira com bons carros de
pnsseio, b in localisada e afreguezadt-, por preco
muito mdico, em razio de s u dono nao poder ad-
ministrar por ter de facer urna viagem : os pre-
lendentes achaio com quem tratar ra Duque
de L'aXias n. 47.
AlR'lll'ilO
8/
Superior bramante de algodo, quatro larguras, a
900, 1/ e 1/200 o metro !
Atoalbado bordado a 1/400 e 1/800 o dito !
Pannos de differentes cores para mesa a 600,1/200
e 1/600 o covado I
Cobertas de cretones, lindos padroes, a 3/800 e
4*.
Lencoes de bramante (cama de casal) a 2/ um !
Colzas franeezas, de cores, a 2/, e 6/ superiores !
Lenccs de cores, lindos desenhor, a 2/ a duzia !
Ueroulas bordadas, de bramante, a 16/ a dita !
Ueias inglesas, brancas e de cores, a 3/200 e 6/
a dita.
Cambraia bordada, branca, a 6/ e 7/, as melhores
que tem vindo !
Sortimento completo de sedinhas de cores, grosde-
naples, filos bordados, crep, mantilhas, capas
de 13, fichs.
ChamadoTemos pessoal habilitado.
Vendas em grosoDescontos da praca.
5-Hua Duque de Caxias5
Car da Cite & c.
o
110
de
EXTRACQO SEMANAL
2.a parte da 24.a loleria
CORRE
Qnarta-feira, 17 de Novembro de 1886
Intransfwivel! Intranserml!
PORTADOR DE UM VIGSIMO ESTA' HABILITADO A TIRAR
12:006$200
Esta lotera est garantida* alm da fianza, por um deposito
Banco Rural do Rio de Janeiro equivalente ao premio grande
eada serie.
BILHETES A,' VENDA
WA
Vende-se "rea importante taverna ; a tratar na I
ra de Mrquez do flerval n. 29. A razas de se |
' vender se dir ao preteodente.
Oleo para machina
Em latas contendo cinco galdea, a 9/000 ; ven-
de-se nos depsitos da fabrica Apollo.
6ERAL
Ba 9.a parte da 1.a lotera $m toatfto 4a Santa Casa 4a
Misericordia do Booifo
EXTRAHIDA. EM 11 DE NOVEMBRO DE 1886
6548
PREMIOS
100:000^000
18055
5113
758
532
5410
14334
18915
21018
21920
23346
1104
2883
6020
7150
8583
11373
13446
18035
30:000$
10:0005
4:000|
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
2:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
1:000$
20534
20975
3491
4696
5549
5798
9212
9809
12207
12881
14575
15604
15817
16607
17913
19173
21649
23004
1:000$
1:000$
500$
500$
500
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
500$
RODA DA FORTUNA
36-Ra Larga do Rosario36
Bernardina Lopes Alheiro.
EXTRACCO
DA
IA
^?&$XS8L&$]
6541-2:
6549-2:
18654-1:
18656-1:
5112-
5114-
Os nmeros de 6:501 6:600 (excepto o premio da sorle grande) esto premiados com 200*$.
Os nmeros de 18:001 18:100 (excepto o premio de 30:000$) esto premiados com (00
Os nmeros de 5:401 5:200 (excepto o premio d* .0:0008) esto premiados com 60$
Todos os nmeros terminados em 8 e 5 estilo premiados com 20$. (Yeja-se o plano no
"terso dos bilMes)
S. B. A exiraefo da 10.a parle da 4.a lotera, em beneficio da Santa Casa, ser
aa quinla-feira 48 do crrente
0 thesoureiroAugusto Oclaviano de Souza,
COLONIA ISABEL
CeNCEDS PELA LE PnOVIMCfAL I. M. E 4PP81 fl PELO FXU. p. CE PrfESIlTE Di nOVHCII
M ICIO flt l DE 8EIEMBB0 OE1886
4o,ooo Irlieles em vigsimos ISouo 800:000$
Despezas............ i!8;8oo
68i:2oo
1 premio de.
i dilo de .
1
i
1
9
23
dito de
dito de
dito de
ditos de
ditos de
2:0001
1:000$
400 ditos de 100$ j) forera gimes aos doos ltimos do primeiro premio inciosive
i dito de 1:000$ para a sorte, cujo numero na extracto for mais alto
1 dito de 1.000$ para a sorte, cujo numero for mais bailo
99 ditos de 400$ para toda a centena do Io premio.
99 ditos de 200$ dem idem do 2 premio .'-*.
99 ditos de 100$ idem idera do 3o premio ....
2 apps. de 4:000$ para o Io premio ...
2 ditas de 3:000$ para o 2' dito.....
2 ditas de 2 000$ para o 3" dito.....
2 ditas de 1:100$ para o 4o diio.....
2 ditas de 850$ para o 5o dito
4,000 terminarles de 24$ para o Io premio inclusive
4,000 terminacOes de 24$ para o 2o premio inclusive
240:000$
40:000$
20:000$
10:000$
5:000$
18:000$
23:000$
40:000$
1:000$
1:000$
39:600$
19:800$
9:900$
8:000$
6.000$
4:000$
2:200$
1:700$
96:000$
96:000$
681:200$
Esta lotera ser dividida em 20 senes de 4,000 dezenas. Qun.ln as terminacOes do 1. e 2. premios forera
iguaes, a d'este passar ao algarismoraimedialamente superior. De9 uassa a 0e de 0a1. Os premios sao
pagos sem descont algum.
O premio grande de cada serie acha-se garantido por um deposito equivalente e igual quantia no Banco
Rural do Rio de J neiro.
21 deUulubrode 1886.
O TH'".SOUREIRO,
Francisco Goncalves Torres,
V
2.a serie da Vi lotera que se exlrahir na igreja da Conceica dos Militares
EM17 DE NOVEMBRO

SOB O SEGUINTE
m^< a rao
PARA EXTRACCO DE LOTERAS NESTA PROVINCIA

I
f**mm


Diario de PcrnambucoScxla-leira 12 de Novcmbro de 1886
j
UTTERATUR'
CASAMENTO A REVLVER
POR


A ra d'Allemagne, como todas aa que
constituan! os antigs suburbios, tem urna
physionomia particular. A primeira parte
da ra, a qua fica prxima aos boulevards
exteriores, tem o aspecto de Pars, com
suas casas de quatro ou cinco andares;
emquanto que a parte baixa, principalmente
a que orla o caminho de ferro de circumva-
JULES MAR Y
-)()(-
IV
(Continua jilo)
Gabriella ama-me, tenbo certeza disso
disse-m'o anda ha poucas horas, e nada
lhe sera mais fcil do que repellir-me, se
eu lhejfosse desagradavel... Demais, o que
vem comproval-o o lajo que lhe arma-
ran).. Adivinharam perfeitamente, pensando
que ella nao reflectiria, nem hesitara a se-
guir a primeira pessoa que lhe viesse dar
urna noticia tito horrivel como a do acci-
dente acontecido cora seu pai...
De repente, voltando-se para SimeSo e
Chilpric :
__ Mas, afinal quem sSo os senhores ?
Trazera-me esta carta... quem sabe se
nSo forana os ssnhores mcsmos que a es-
creveram ? Contara-me esta historia...
quem sabe se nSo foram os senhores que
raptaram Gabriella ?...
Adiantou-se para os agentes com ar
ameajador.
Trompel'lEil e Augusto collocaram-so
diante da porta, por uin moviraento espon-
taneo ; Augusto arregajou as mangas.
Os dous agentes puzeram-se a rir.
__ Abaixo as patas disse Chilpric.
Em lugar de brigarmos, creio, ao contra-
rio, que estamos destinados a trabalhar
juntos e a ajudar-nos mutuamente. Os se-
nhores interessara-sa pela pequea. Nos
tambera.
Por qua motivo ? NSo a conheciam.
E' verdade. Pois bem, sem conhe-
cel-a, entretanto, a procoravamos. E at
j comejavamos a desesperar.
Oh! nSo tentem comprehender. Ha
um segredo que nSo podemos confiar lhes,
porque nSo nos pertence. Saibam somon-
te que Gabriella, ao que me parece, corre
um grande perigo, e que se os senhores sSo
boas pessoas e amam-n'a, nao seremos de-
mais para tiral-a dcste mo passo. Quan-
to a nos, podem considerar-nos cousa muito
differente do que bandidos, que nao fica-
remos com isso orgulhosos. Se tivessomos
raptado sua protegida, nosso primeiro cui-
dado n^o seria vir prevenil-os...
Tem razSo, disso Valentim. Onde
estava eu com a cabeja ?
E accrescentou tremendojulgara que
a vida da Gabriella esteja em perigo?...
Sim, e mais do que issoa propra
honra.
Valentim, com um gesto de louoo, levou
as maos cabeja e feria-se com as unbas;
o sangue cerreu pela testa o pelas faces...
Em lugar de lamentarse, deve tra-
balhar 1...
O que fazer, mea Deus 1 o que fa-
zer ?...
Procurem de seu lado. Sos pro-
curaremos do nosso... Eis o nosso ende-
rejo. Quando precisarem de nos venhara
ver-nos.
Smelo e Chilpric partiram sem que o
joven parecesso ter dado por tal. Sentio
duas maos que lhe pegavam as suas e
apertavam-n'as com forja... Levantou os
olhos... Eram Trompe l'Sil e Augusto.
Sabe, disse Trorape-l'CEil, que co
nhejo Pars melhor do que o mais fino dos
agentes do caes des Orfvres. Revolve-
remos Paris at aos alicerces, se preciso
for, para encontral a.
Eu, disse Augusto, nSo tenbo senSo
isso para offerecer aos amigos mas sSo so-
lidos. .. pde-se contar com elles...
E, encolheodo os brajos, foz saltar sob
as mangas do paletot, os msculos enormes
do seus biceps de Hercules.
Passou um ciarlo pelos olhos de Valen-
tim.
Havetnos do encontral-a, disse elle
gravemente.
lajSo, com suas pequeas casas, da idea
d?s aldeias que ficam do outro lado das
fortifieajoas.
Muitas destas casas s tura um andar,
algumas dous. Por conseguate, nao tm
porteiro e o principal locatario quem se
presta a dar as informaos pedidas, ou o
iojsta d baxo.
As portas que fecha m para a ra, os
corredores escuros e estreitos, onde estSo
as escadas, nao se abrem por meio do cor-
dito tradicional; caifa locatario possue urna
chave.
Na tarde do da em que passaram-se os
aconte^imentos que acabamos i* narrar,
um hornera suba pela ra d'Allemagne,
vindo da barreira.
Vacillava sobre as pernas e descrevia
zig zaga era toda a largura do passeio
indo das paredes das cnsas s arvores da
ra.
Seria tal vez meia noite.
O horaem caminhava depressa, apezar
da embriaguez... Dir-se-hia que urna idea
fiza 8Ustinha-o e dava-lho novas forjas,
quan'o j a cahir.
Rolava,-por assim dizer, com os bracos
cahidos, o corpo dobrado, a caboja estn
dida para a frente ; s yezes, dava pasea-
das enormes, como so tivessa encontrado
urna podra no caminho, o nao consegua
manter se de p senao por um prodigio de
equilibrio.
Em um dos zig-zags foi de encontr a
urna das arvores esguias, plantadas de novo
ao longo da rus, e lanjou-lho os brajos ao
redor para suster-se...
Havia ali um banco e elle deixou-se ca-
hir em cima.
A luz amarella de um bico de gaz, que
urna forte brisa que acabava do levantar-se
fazia vacilar, alumiou o rosto do bebado
cabido sobre o banco, con a bocea entre-
abrrta, os olhos fixos.
Era Bertara... Estava tSo desfigurado
que difieilmentj poderia ser reconhecido.
Ficou muito tempo naquella posijSo, ira-
movel a ponto que se pedera julgar que
estava morto, se nao se lhe o'uvase a respi-
rajSo arquejante, penosa.
De raan'.a, antes de entrar para a ofi-
cina, bebeu em um botequim, mesmo so-
8JU-
res-
ou-
FOLHETIH
S 5
DE
EMMA SOSA
POR
ZAVIEB DE INIIIKV
coniHUASAO se sislo
(Continuas 5 o do n. 5 9 )
XXIX
Depois, Ricardo de Gevrey contou resu
radamente hervanaria a nova descoberta
que a principio proraettia muito,mas que afi-
nal, fo ama decepjSo, em consequencia da
morto de Donato.
O senhor est vendo que eu tinba ra-
zio disse Angela Est vendo que bou
urna victima e nSo urna criminosa I
Realmente parece que um mo genio
a persegue. Esperemos, que elle cansar.
Deus o oujs, senhor I
Angela deixou o Sr. da Gevrey para ir
casa dos estufantes, ra de Nevera.
Foi immensa a satisiajSo de LeSo quan-
do soube que no da seguate, sem duvi-
da, Emma Risa nao seria mais cega.
Renato DharviHa encarregou-ae de avi-
sar Sophia e Osear Rgault e de pedir a
este que fosse a Batgoolles buscar Catha-
rina, a criada fiel.
A Bella Hervanaria agradeceu os dous
amigos, que assim lhe poupavam urna ca-
rniohad a e deixou-cs pnra ir ra Bona-
parte procurar Fernando do Rodyl.
O substituto estava em casa.
A vista ser restituida a Emma Rosa
amanha, exchtmou ella, que felicidade I
Gabriella Gabriella! Vem me
dar... Vem em meu soccorro !...
Mas ninguem l estava. Ninguem
pondeu.
Gabriella Gabriella n3o me
ves ?
Estava com a voz estrangulada. Dar-
rubou urna cadeira, que chio com estron-
do, mas continuou serapre o mesmo silen-
cio.
Tomado de susto, levantou-se... A em-
briaguez desapparecia... Restavalhe apa
as un peso na cabeja. .
Como passo firme fo at o fogSo, prc-
curou phosphoros e acendeu urna vela.
A porta do quart) da velha fkava ao
tundo; foi l bater, de vagar a principio
depois com mais forja ; e, como nSo obti-
vesse resposti, metteu os hombros na por
ta e entrou.
O quarto estav.i deserto; a cama nem
tinha sido desmanchada.
O castijal tremeu em sua mSo e comu-
llic-o espermacete quente pelos dedos ru
gOSJS.
Gabriella, murraurou com voz atu-
fada, Gabriella, estou com medo sup
puco te, dze rae onde ests !...
Voltou para o outro quarto, e em cima
da mesa onde'ta filha costumava trabalhar
em flores, vio uraa carta aberta, a quo Si-
raeilo e Chilpric tinhara trazido.
Tomou a, procurou 1er... urna nuvem
velava-lhe os olhos.
Foi banhar o rosto em urna baca d'agui
e volt iu para porto da luz.
E o infeliz leu a carta cruel 1...
Escapou-lhe das mSos o maldito papel e
o pobre velho cabio, solujando, sobre o
soalho.
E tal era seu desespero que nao vio al
gera que acabava de entrar e tornava a
fechar a porta... depois de brajos cruza-
dos fitava-o .
Era o marquez Norberto d'Argental.
Occulto na esquina da passagem d'Haut-
poul, tiuha espreitado Bertara, vira-o en
trar e como o velho, com a pressa de che-
gar junto da filha, se tivesse esquecido de
fechar a porta, tinha subido atrs d'elle.
O marquez observou por muito tempo,
era silencio, o pobre afflicto, cujo corpo es-
tremesa, abalado por convulaSes produzi-
das por solujos nervosos, como so estives
se prestes a exhalar a alma.
O marquez abaixou-se, pegou-o pelos
hombros e o pz de p.
Bertara reconheceu o.
Ah I Sr. Norberto, Sr. Norberto !
disse elle ; sabe o que me aconteceu
,------_ ------,.,------------ -------_- ,--------., -------------..--
bre o balcao, meio copo de vinho, que'lhel Sei tudo... console-se... nao est
offereceu um conhecido. Dous operarios
estrangeiros, o de m catadura, q e l es-
tarara, ticaram oa copos com elles e, cou-
sa notavel, apenas Bertara acabou de be-
ber, sentio girar-lhe a cabeja. Teve de
sentarse e adormecen. Lsvaram-n'o para
um canto, onde ficou at noite.
S s 11 horas pode fijar de p. Puze-
ram-n'o para lora.
E vinha subindo coa difficuldade a ra
d'Allemagne.
De repente levou as mSoa fronte e 8a-
cudiu a cabeja com urna especie de raiva.
Quero andar.. quero chegar em
casa, disse elli. Embriagaram-me... Nlo
sei o que me deram a beber. .. Minha fi-
lha deve estar inquieta... Quero cami
nhar
Estava com o espritu livre e de posso
de todo o seu sangue fro.
Levantou-se ; as pernas, tropegas, quasi
que o nao sustinbam e elle esfregava fre-
quentemente os olhos.
Dir-se-hia que estou ceg... Nao
conseguirei ver o numaro de minha casa...
Procurou esta por muito tempo, e afinal
encontrou-a.
E' aqui, disse elle, com um suspiro
de allivo... Sempre poderei dormir...
mas o que dir Gabriella ?...
Tirou a chave do bolso, e depois de
amitos esforjos, acab;u por abrir a porta.
Entao costeando a parede, firmando-se a
ella, hegou oseada... Faltando lhe as
forjas, subi engatinbando...
No primeiro dos dous quartos que cens-
tituiam scus aposentos, parou e gritou com
voz trmula :
To ia a minha vida nSo basta para pro-
var a minha gratidSo ao Dr. Proli !
Depois de al mojar com o Sr. de Rjdyl,
Angela voltou para junto da filha, na casa
de saude.
Lelo Leroyer e Renato Dharville .foram
primeramente casa de Osear ra Gu
ngaud ; porno, por mais que bateasem,
ninguem Ibes abri a porta. O porteiro,
perguntado por elles quando descerara, res
pondeu que o seu locatario tinha sabida de
manha.
Sempre dando caja 1 mormurou Leo
ao ouvido de Renato. O botu rapaz nSo
desanima I Se elle for bem auccedido na
sua eropreza, far jus a urna boa recom-
pensa 1
- Voltaremos mais tarde, disse Renato
ao porteiro.
Quando sahiram da ra Guogaud, os
dous estudantes foram casa* de Sophia.
A moja na"o tinha sahido.
Ella os recebeu logo e elles oommanica-
r.m-lhe a noticia da nova resoluto toma-
da o a hora da operajSo.
A menioa Emma Rosa, accrescen-
tou Le.lo, dse ja que a senhora esteja a
seu lado comnosco. A Sra. Angela en-
carregou-nos de lh'o vir dizer.
E eu nEo faltarei. Ficarei tilo satis-
feita quanda ella poder nos tornar a vor a
todos. Avisarais meu irmao T
Estivemos em casa delle, mas nlo o
encontramos.
Corre da e noite atrs desses pati-
fes. .. elle ha de acabar aasassinado.
NSo crea nisso Elle toma as suas
precaujo'es.
-- Entretanto, preciso prevenil-o.
Logo voltaremos casa delle.
Bem 1 at amanha.
03 mojos deixaram Sophia para ir almo-
jar.
Foram depois, pela seguoda vez, ra
Gungaud.
Qne fazer T perguntou LeSo.
Sem duvida ha de voltar para dor-
mir, replicou Renato, e como tem o habito
de nos dizer boa noite quando v luz em
nossa casa, nos o avisaremos do que se
passa.
O irmSo de Sophia, no momento em que
os estufantes iam intilmente casa delle,
estava de pagode, como dizia ao Lombri-
ga, sentado ro, na pequea casa de
tudo perdido...
E, para provar-lhe que estava ao facto
do deaapparacimento de Gabriella, contou-
lhe rpidamente as secnas que se haviara
passado ali, tarde.
Bertara escutava-o com 03 olhos veran-
illos, cabisbaixo.
E affirma-me que ha anda esperan-
ja de encontral-a?
Nada affirmo. S mete eis minha
opiniSo. A carta que acaba de 1er, embo-
ra pareja ser da letra de sua filha... nao
foi escriptapor ella... Estou certo disso...
sua filha nlo tem amante... Se partiu,
foi contra vontade... Se assim nao fosse,
nao teria esperado, para deixal-o, o da de
seus annos e o momento em que estavara
reunidas, ao lado della, muitas pessoas
para felictala...
Tem razao... Entao o que aconte-
ceu ?
Aconteceu que Gabriella fo raptada.
Raptada ? Por quem ? Pde-se en-
tXo raptar urna moja em pleno Pars 1
Em Paris, tudo possivel, Sr. Ber-
tara ; o paiz do maravilhoso e do inve-
rosmil.
Muitas .vezes vai se procural-os tilo Ion-
ge, quando existem to perto...
Mas o que quererlo fazer de minha
filha ?
Igaoro-o, mas garanto-lbe que o sa-
berei e mais depressa do que poda imagi-
nar.
Amo Gabriella e nao estou menos affiic-
to do que o senhor com o desapparecimen-
to u'clla. Emquanto nlo a encontr e nao
lh'a entrego, faja por ouvir-me com san-
pasto, cuja cozinha proclamara incompara-
vel.
Os dous homens tinham jantado abun-
dantemente e bebido bem um certo vinho
de Borgnha colhido as proximidades de
Argenteull.
Rigault poda beber sofFrvelmente.
Assim, porm, nSo era com o Lombri
ga, que sabia do hospital, onde tinba for-
josaraente substituido o uso do vinho pelo
da tisana.
Sabes que estou meio tonto, disse
elle rindo a Os:ar, que respondeu tambem
rindo :
Isso ne ha de ser nada, meu velho.
Um copo de maia nSo faz mal, quando o
vinho nao est sophistico. Vamos dar urna
volta para isso passar.
Est dito. Vamos ao Gato Verme
lho dizer adeus aos amigos velhos ?
Vamos.... E' urna boa idea. Eu te
consagro o meu da. Vamos l.
Tomemos caf primeiro.
Osear mandeu vir caf, acompaahado de
alguns clices de rhura, que metamorpho-
searam a alegra do Lorabriga em verda-
dera bebedeira e sahiram, depois de pa-
gar urna nota, cuja semma, eomquanto
modesta, fez o con vales ente arregalar os
olhos.
Os amigos tinham passado quasi quatro
horas mesa.
Tando mudado o vento, o dia tornou-se
sombro.
Grandes navens pardas cobriam o co.
Flcos de nev comejavam a cahir.
Quando sabio da oasa de pisto, o Lora-
briga, sentindo a impresso do ar glacial
que desenvolve rpidamente a bebedeira
Itodos sabem isso), comejou a titubear,
dando um passo para a frente e dous para
tra.
Oh I oh meu velho, exclamou Ri-
gault, parece que tuas pernas estao mol-
lea.
Sao de algodSo... as pernas, bal bu-
ciou o convalescente, que para oo cahir
encostou-se parede da urna leja. Olha
come toda est gytando assim a modo dos
cavallinhos de pao da festa de Neully. As
casas eatSo daasaodo. En estou com a
minha canta...
Creio que boje nao pederemos ir a
Batigoolles.
A Batignolles, nunca. A Batigool-
les nao convm.
gue-frio comprehender o que vou dizer-
lhe.
Ai, Sr. Norberto, nao sei se o pode-
rei I No estou em mim...
NSo poderia ligur duas ideas e julgo que
o melhor que tenho a fazer, atrar-me
pela janella a baixo para acabar com isso
de um vez...
Norberto eucolheu os hombros.
Seria um meio singular de salvar sua
fillul
Farei todo o possivel para esca-
tal-o. .
O senhor tora nimigps, certo...
Supponh) que nao duvida disso ?
Sira, tonho ioimigos.
Dj outro lado, sua filha, qu3 c muUo
bella, tilo bella que nao poda pausar pelas
ras sera attrahir olhares de admirajao;
sua filha, que hoaesta, deve tor excitado
muitos desojos, despertado paixSes... NSo
ha perig08 a quo nao estejam expo3tas as
mojas bonitas em Pars, e Gabriella, tendo
escapado at hoja, acabou por ser victima
d'elles. Oada est ella agora ? Talvez
parto d'aqui, talvez b:m longo j. .. Quera
raptou-a ? Certamente nSo pode deixar de
ter sido senSo um hornera que, por sua for-
tuna e sua influencia, nSo tenha a receiar,
ao menos por muito tempo, as represa-
lias da le.
Heide queixar-me, irei fallar ao che
fe de polica.
Isto far exactamente o contrario
do que deve fazar. A polica faz grande
escarci. Vai, vem, procura, nSo acha e,
como tem outra cousa a fazer, passa a
tratar de outro negocio. Prevenido, o rap-
tor toma suas preeaujSes. Conheco os
meios de que dispoe a polica e esta nSo
pie aloanjal o.
O quo fazer, meu Daus ?. .. Pode-
remos deixar Gabriella merc de um
misera vel, sem nada tentar para sal val-a ?
NSo, isso seria um crime. EU o
que lhe proponho. O raptor est ao abri-
go dos golpes immediatos que poderiamos
vibrar-lhe ; deve nicamente receiar que
o rapto de Gabriella faja demasiado ruido,
e, como s o senhor pode queixar-se e fa-
zer escndalo, temo que lhe armem algu
ma cilada, em que passa at perder a
vida. Se o senhor desapparecer ou raor-
rer, Gabriella estar perdida, porque nin
guem mais ter o direit) de oceupar-se
com ella. E' preciso, portanto, que desap-
pareja, sem que se saiba o lugar onde se
oceulta... Quando o senhor estiver em
seguranja, trabalharei ruis livramente e
com mabres probabilidades de bom xito,
pir isso que nSo sou conhecido e que nin-
guem desconfiar de mim. Comprehende
miaba idea ?
lar um imperceptirel e cruel sorriso de
ironi.
Dizia l comsigo:
Bertara tem mais razSo do que
pensa !...
O pobre hoinem tinha lhe pegado n i
raSo e apertava-a com toda a forja, entre
suas largas maos calosa}.
(Continua).
VARIEDADES
"^
Comprobando, comprehendo.
NSo tudo. N'ao dando sigaaes de
vida, evitando qualquer escndalo, nSo in
formando a polica, conforme fallava ha
p:uco, o quo acontecer ?... Urna cousa
muito simples.
A pessoa que raptou Gabriella e que
tem todo interesse em que seu crime seja
rodeado de maior silencio, imaginar que
o ardil da que lanjou mao produziu effei-
to, quo o senhor acreditou na carta plane-
jada por elle, na qual sua filha confessa
ter fgido uom o amanta e que o senhor
est resignado com aquella abandono...
Esta raciocinio pareca tSo lgico que
calou po espirito fatigado do pobre homem.
Sim, sim, dizia elle, oalar-me-hei,
desapparecerei, mo fiogirei de morto. E
durante essa tempo o senhor procurar
Gabriella... NSo assim ?
Isso mesmo. E entregar-lh'a-hei em
pouco tempo, Sr. Bertara hei de restituir
lh'a, juro-I he pelo que tenho de mais caro
no mundo, pela propra Gabriella a quem
amo, com todas aj forjas de miabas alma.
O velho recomejou a chorar...
Obrigado, Sr. Norberto, obrigado,
vejo que o uoico am'go que tenbo... e
era por ama inspirajSo do eco que eu
quera dar-lhe minha filha... Ab 1 se ella
o tivesse querido I... Saria agora sua
mulher... E tudo isto nSo teria aconte-
cido. ..
Norberto torceu o bigode para dissimn-
Luiz II da Uaviera (')
Edmundo Casco
Chegou cedo ou tarde do mais.
Vctor Tissot (*)
PREFACIO
Louco? de certo quem o du-
vida I mas que requintada, que
mgica lou ura a sua !
Pinheiro Chagua. (')
A luctuosa nova tran3mittiia pela tela-
graphia elctrica do suicidio do chafe da
uynastia dos Wittelabach, que fura procu-
rar a morte no leito crystallino do formoso
lago Starobar, irapressionou-me dolorosa-
mente
J antes, quando se disseininara o caso
de sua deposijSo em virtude da dapressSo
de suas faculdades mentaes, e a iostituijSo
d'uraa r'gencia a cargo do principe Luit-
poli, inspirara-me comrni^erajSo apearse
tSo deslustrosamente do seu solio este mo-
narcha, ioquestionavelmento, dotado cora
um espirito elevado e urna alraa verdadei-
raraente de poeta.
' Ah I destino humano como sSo sibylli-
nos os teus mysterios e caprichosas as tuas
sentenjas !
Urna intellectualidade tSo robusta, tSo
pujante, finarse por semclhantc atropina I
Eu adrairava no desventurado soberano
os altos dons estheticos com que a Natu-
reza o fadara ; ello me era sympathico
precisamente pelas suas excentricidades,
pela sua mana, pela sua loucura, antes !
Sim, positivamente louoo I Este re
minnesinger era um louco, rras um louco
singular que revelava-so servido d um es-
pirito lovantado, altamente privilegiado 1
Jamis deixara perceptivel o mnimo
vislumbre de imbscilidale l
Sempra sua psych amparada pelas azas
do genio, prara pelas regioes alcandora-
das, astraes, do Bello e do Sublime, ab-
tersas e extremes das ezhalajoea mephi
ticas da Realdade.
Sempre seo pneuma divagara pelas pla-
gas ethereas, empyricas, onde esvoajam
cohortas anglicas feriado os ares com os
sons inebriantes, entoatecedores, de suas
canoras tubas I
Suas excentricidades nao eram mais que
poemas encantadoras, de estrophes subli-
mes e de lyrismo inemitivel, primando
pala impeccabilidade da forma, pela opu-
lencia da imaginajSo, pela grandeza da
concepjSo, e como taes aprimorados fruc-
tos de um espirito eminentemente estils-
tico I
Sim, nSo ha negalo.
O re Luiz a quem a fortuna fadara com
sua alta genealoga, guindando o a eminen-
cia de lograr satisfazer os mais exquisitos
caprichos, foi alm da dealisajSo, execu-
cutou, pz em pratica, o que em milhares
de cerebros superiores nSo ultrapassa da
conjectura.
Creiam, nSo raream por ahi algurea es-
piritas sSoa e lucidos, dotados com um
bom sonso invejavol, que alentam as cir-
cumvolujo*es dos seus encephalos o ger-
men da loucura que affectra ao inditoso
dynasta.
Se o embrySo nao excede do estado ru-
, vamos para a tuaca
me parece que vou
Bem I entSo voltemos para a minha
casa.
E' isso... sim
sa, depressa, porque
cahir na sargeta.
Isso nSo. Toma o meu brajo e fica
firme. O poleiro nSo fica longe, e l ha
urna cama prompta, urna cama grande,
poders te estender ao comprido. Vou te
deitar nella. Eu, por hoje, dormirei mui-
to bem no gabinete escuro, onde me aoi-
nhei quaudo fui o cSo de guarda da meni-
na.
O Lombriga, cuja cabeja gyrava mais
do que nunca, agarrou-se ao brajo de Os-
ear, como um afogado a urna .taboa e os
dous tomaram tomaram o caminho da roa
Guogaud.
O ex-mscate com muita difficuldade con-
seguio metter em equilibrio o seu corapa-
nlieiro, cujas pernas dobravam-se e cuja
cabeja oscillava de um lado para outro.
Oh! Deus I como estou incoramoda-
do !... gaguejou o ebrio.
Afinal c negaram.
Agarra te ao corrimSo, meu velho,
disse lhe Osear. Eu vou ta empurrar.
O Lombriga obedeceu como pode, e,
meio jado, meio empurrado, chegou ao
terceiro andar.
Rigault abri a porta e metteu o com-
panheiro no quarto.
Ao ver a cama, o convalescente exhalou
um grande suspiro de satisfajSo, deixou-se
cahir no colchSo como um fardo, dormio lo-
go e comejou a roncar como se fora um
tubo da orgSo.
Ibso, nina, disse Osear. Esse ahi fi-
ca at amanbS.
Estendeu-Ihe urna coberta em cima, para
que nSo apanhaasa fro e continuou :
Agora posso voltar ReuniSo des V-
draceiros. Como o sujeito do Hotel Dieu
conhe.ia Donato, provaval que s vezes
ande por l. Vou ver isso.
E depois de fechar a porta o aeu apo-
sento, desceu.
Tinha anoitecido.
Quando sabio de casa, Rigault nSo pres-
tou attenjSo a um homem trajando sobre-
todo comprido, cuja golla estava levantada
at s orelhaa e que tinha na cabeja um
chapeo raolle, cuja aba estava cahida at os
olhos.
Esse homem, que estava passeiando na
() Esta incompleta monographia foi ini-
ciada e finalisada em Agosto ultimo.
(*) Vde Gazeta de Noticiaa de 18 de
Junho de 1886.
(*) Ifemo O Paiz de 22 da Julho de
188b\
dimentar simplesmente po* tes nSo vingam levar a effeito a3 my^adas
de iaspirajo'es que all pululam incessante.
mente como as cabejas da hydrj septice-
phalo.
Que fra Paganini sem um violino ?
Que fra NapoleSo sem um exercito ?
E quantos nSo aonharSo pela subtilczas
ineffaveis, meigas como as caricias, de que
circumdava sa o monarcha bavaro ?
O mundos mirficos, ednicos, quo a
luxurianta imaginajSo do phantasioso Hoff-
mann esbojara com sua pena fulgurante
no niveo de algumas paginas, o re Luiz,
nSo menos lyrico, redimio-os da mmobili-
dade do lvro, converteo-os a um estado dy-
namico, deu lhes existencia e fruio-lhes des-
de as delicias at as rnollicias !
Sim, o rei trovador era um louco porque
nSo soffreara suas aspirajes, um louco
porque praticara o que idealisara seu ce-
rebro imaginoso sem curar que cxgottava o
erario publico como um vampiro que colla
sua bomba a epiderme da victima, sug*-
lhe a seiva o deixa-a examine.
Sim, o rei Luiz era um louco porque nSo
previra as sommas fabulosas que despen-
da, era como que urna carcoma a s lap.u
sur lamente o pedestal onde erguia-3e sea
throne.
Sim, um louco 1 mas que aprimoradada,
que requintada es3a sua loucura 1
Entretanto observemos-lhe a mana ; eis
urna concisa syntomia:
Construir castellos o raais castellos
sumptuosos verdadeiras moradas reaes
maravilhas de architectura que extasiara
a quem os contempla no exterior e des-
lumbram a quem os fita no interior, ondeos
fulgurantes genios dos Schwanthalers, dos
Stilgraaier, dos Schnorr, dos -Sturmers,
dos Mullera, dos Donccker, etc., disputa-
vara quera os abrilhantaria cora mais pri-
mores urna semelhanja da Pandora a
quem os Deuses porfiaran! na prodigali-
dade de dons; decoral-os com urna magai-
ficeacia incomparavel e iaeaarravel ; guar-
ne jcl os cora os atavos os mais portentosos
e maravilhosos; adornal-os com o qua ha
de mais deslumbrante e de mais fascinante;
embellecel os com o que ha da mais ca-
prichoso e de mais phantasioso ; e, erafim,
desfructar n'esse mundo paradisiaco, umi
vida nicaantithese absoluta da existencia
material, trivial do resto da humanidade
mal comprehensivel aos espiritos os maia
metaphysicos !
Sim, eis a orginalidade de sua loucu-
ra. Clas3fiquemol-a entao techaicam^nta :
sybaritismo em quinta essencia, diga-
mos.
Diga-se, portaoto, qua este rei sonhador
era um sybarta iaestimavel e inaprecia-
vel.. .. mas um sybarita incomparavel que
jamis deparan anlogo no globo terr-
queo I
Diga se mesmo que seo cerebro predes-
tinado, nSo tardara a immergir-se DM
montanhas de nuvens negras da insania,
que obumbrariam as serenas regio.*s do seo
entendimento, pela inesma razado que fica
rSo obcecados os olhos atrevidos, que ou-
sarem fitar o astro-re irradiaudo no ze
nith.
Diga-se finalmente que o coruscante as-
tro de sua imaginajao prodigiosa e esplen-
dorosa o desvairara o o allucinara, incrus-
tando em seu encephalo inspirado, por ca
da raio projectado, constellajes de ideaes
do mais leve, do mais tenue, de mais ra-
refeito, que a subtileza do espirito humano
seja dado phantasiar!
Luiz H da Bavera foi um visionario
acariiou o ideal sublime da urna vida ethe
rea, sem reflectir que, devido- a sua pro
pria natureza, ella nSo poda ser diuturna:
volatilisar se-hia.
Obstinou-se, o utopista, em nSo identi-
ficar-se com sua condijSo sublunar, que o
subordinava a lea fataes, e ousou aspirar
a vida sidereall
Um bello dia, etherificando-se os mundos
areos .em que divagava incauto o moder
no Icaro, o temerario vio-se arrojado a -
tris ton has regioes da Realidade e nos bra
( oh I terrivel amplexo! ) da esqueltica
tropos !
(Continua.)
caljada do lado opposto, pareca estar mon-
tando guarda.
O ex-mascate seguio-0.
Osear atravessou a Ponte Nova a diri-
gio-se estajSo dos mnibus que vSo do
Louvre barreira do Throno.
Tomou lugar no interior do carro, que
estava a partir.
O co tinha-se toldado.
A nev cahia em grandes, f locos, tocados
pelo vento noroeste.
Isao nSo obstou que o homem do sobre-
tudo comprido e chapeo molle subisse para
a alraofada, eomquanto o interior nSo es-
tivesse cheio.
O agente foi receber as corresponden
cas.
O mnibus patfio.
Deixemos rodar os nossos viajantes e
tratemos do joven collaborador do fallecido
Darnala, cuja peja, retirada do theatro de
Batignolles, por causa da recusa da direc-
tora, tinha sido aceita em um granda thea-
tro de Pariz.
Os cinco quadros promettidos para o dia
immediato ao da recepjSo e levados logo
ao copista estavam promptos.
O joven yutor tinba-os lido ao director
enthusiasmado.
A leitura aos artistas estava marcada
para o dia seguinte, e o manuscripto pri-
mitivo ficou em mSo do copisti, qae devia
mandar as partes ao theatro, noite, ou no
dia seguinte de manhS.
Os ltimos quadros aerSo entregues
ao copista no dia seguinte, tarde, disse
Leroux o director, poderemos ll-os nes-
tes dous dias.
Ello tinha voltado para casa, tinha-se
sentado a trabalhar e tinha passado toda a
noite em claro e parte da manhS do dia
seguinte para concluir o aeu trabalho es-
bojado.
A' una hora davia lar oa prmeiros rin-
do quadros no grande foyer do theatro.
A's onse horas levou o fim da peja ao
copista, que prometteu nSo perder um mi-
nuto ; fo depois almojar em urna casa de
pasto prxima praja do Chtelet, e um
quarto depois de meio dia entrou no ga-
binete do dirootor.
Este dava audiencia aos artistas convo-
cados por elle para a distribuijSo dos pa-
pis da peja nova : mas esses artistas, go-
sando todos de certa notoredade, nao que-
dara tratar sem conhecer os papis que
lhes eram destinados.
Oujara a leitura, disse-lhes o direc-
tor, depois trataremos.
Todos estavam reunidos no foyer urna
hora era ponto, os artistas do theatro e os
que queriam contratar.
Autor e director foram sentar-se a urna
mesinha coberta de panno verde, sobre a
qual astavam o copo d'agua e o assucarei-
ro tradicionaes.
Os actores tomaram cadeiras e forma-
ram um circule em torno da mesa.
Quando quizer, meu caro auhr, dis-
se o director.
Leroux sentio sbitamente ama emojSo
violenta.
Gottas de suor fri molhavam-lhe a raz
dos cabellos.
Enxugou a fronte, esforjou-se para re-
cobrar o seu sangue fri, abri o manus-
cripto, e, em voz um pouco trmula leu o
titule da peja e os nomes dos personagens,
no meio de um silencio profundo que lhe
pareceu hostil.
Depois comejou o primeiro qoadro.
A acjSo era vigorosa. Produzio muito
effeito, e o segundo quadro s confirmou
essa impresso satisfactoria.
Os tres quadros seguintes foram ouvi-
doa com cmojio sempre creseente, e o
quinto, que acabava com o salvamento da
herona da peja na roargera do rio em qua
quizeram a toga 1 a, foi acolhido com applau-
803 unnimes.
Se o resto como isto, ba de ser um
successo, disseram os actores da corapa-
nhia. Os que tinham sido convidados de-
clararam-se promptos para contratar.
A leitura dos ltimos actos foi marcada
para o da seguinte, e o joven autor, em-
briagado da alegra, voltou para casa.
Na tarde desse mesmo dia, que era a
vespera daquelle em que Proli devia ope-
rar Emma Rosa, LeSo Leroyer e Renato
Dharville tinham ido jantar em casa do ta-
beiliSo Maigret, ra de Rivoli.
Sabemos que Osear Rigault tinha toma-
do o mnibus que do Louvre o levava
barreira do Throno.
Apeou se na estajSoe foi ra de Mon-
treuil, seguido sempre pelo viajante, que
desceu da almofada e nSo o, perda de
vita. (Continuar te-ha)
Trp. do Diario roa Duque de Caxias n. 42.


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